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MANUAL DE PROCEDIMENTOS E NORMAS GERAIS DE SERVIÇOS E LICENCIAMENTO DE VEÍCULOS

Em vigor a partir de 20/12/2006 conforme I.S. N nº 049, publicada no diário oficial em 20/12/2006.
Esta é a versão 2.0 de 09 de agosto de 2010

Comissão de Elaboração: Carla Matos Santos Maria Aparecida A. de Azeredo Michelle Fernandes Bragança

Colaboração: Donizete Maria Caversan Maria José Soares Ola Sergio Luiz Silva Pedro Agostinho da Penha

Manual de Procedimentos e Normas Gerais de Veículos, baseado no Código de Trânsito e e de Brasileiro, do

Resoluções CONTRAN Instruções

Portarias

DENATRAN, Serviço e

Ofícios/Circulares do DETRAN/ES, com a finalidade de regulamentar e modernizar os procedimentos no exercício das atividades da Sub Gerência DETRAN/ES, de Veículos elaborado do sob

orientação e supervisão de Michelle Fernandes Bragança, Subgerente de veículos.

VITÓRIA 2010

ÍNDICE

1

1- EXPEDIÇÃO DO CERTIFICADO DE REGISTRO E LICENCIAMENTO DE VEÍCULOS (CRV)................................................................................. 1.01PRIMEIRO REGISTRO DE VEÍCULOS (PRIMEIRO EMPLACAMENTO)............................................................................

1.02- TRANSFERÊNCIA DE VEÍCULOS................................................... 1.03- 2ª VIA CRV........................................................................................ 1.04- 2ª VIA CRLV...................................................................................... 1.05- INCLUSÃO/BAIXA DE GRAVAME ................................................... 1.06TRANSFERÊNCIA COM CESSÃO DE DIRETOS.................................................................................................... 1.07- MUDANÇA DE CATEGORIA........................................................

2 - ALTERAÇÃO DE CARACTERÍSTICA.............................................................. 3 - ACERTO DO CHASSI E DO MOTOR NO CRV E NO SISTEMA.................... 4 - REMARCAÇÃO DE CHASSI............................................................................ 5 - BAIXA DO VEÍCULO........................................................................................ 6 - REGISTRO DE VEÍCULOS DE COLEÇÃO..................................................... 7 – RESTRIÇÕES EM VEÍCULOS........................................................................ 8 - RESSARCIMENTO DE VALORES PAGOS EM DUPLICIDADE OU POR SERVIÇO NÃO REALIZADO............................................................................... 9 - PLACA DE EXPERIÊNCIA............................................................................. 10 - CERTIDÃO DE REGISTRO DE VEÍCULOS.................................................. 11 - CERTIDÃO PARA FINS DE RECEBIMENTO DO SEGURO DPVAT............ 12 - VISTORIA ESPECIAL.................................................................................... 13 - LICENÇA DE PÁRA-BRISA...........................................................................

14 - SEGUNDA VIA DE PLAQUETA.....................................................................

2

15 - RENOVAÇÃO DE LICENCIAMENTO ANUAL (CRLV) SEM POSTAGEM..................................................................................................... 16 - RECADASTRAMENTO DE VEÍCULO BAIXADO POR DESATUALIZAÇÃO 17 – ALTERAÇÃO DE ENDEREÇO NO MESMO MUNICÍPIO............................ 18 – ALTERAÇÃO DE ENDEREÇO PARA OUTRO MUNICÍPIO – TRANSFERENCIA DE MUNICÍPIO...................................................................... 19 – SUBSTITUIÇÃO, GRAVAÇÃO E INCLUSÃO DO Nº DO MOTOR........... 18.01 – SUBSTITUIÇÃO DE MOTOR.................................................... 18.02 – GRAVAÇÃO DE MOTOR.......................................................... 18.03 – INCLUSÃO DE MOTOR............................................................. 20 – LIBERAÇÃO DE VEÍCULOS......................................................................... 21 - PLACA DE FABRICANTE............................................................................. 22 - CONSIDERAÇÕES GERAIS...................................................................... 23 - GLOSSÁRIO DOS TERMOS..................................................................... 24 – TERMOS JURÍDICOS................................................................................ 25 - CÓDIGO FONETICO................................................................................... 26 – ANEXOS...................................................................................................... ANEXO I – PROCURAÇÃO PARTICULAR ANEXO II – DECLARAÇÃO DE PROCEDENCIA LÍCITA DO MOTOR ANEXO III – DECLARAÇÃO DE RESIDÊNCIA PARA PESSOA FÍSICA ANEXO IV – CERTIDÃO ANEXO V – AUTORIZAÇÃO PARA REGRAVAÇÃO DE CHASSI ANEXO VI – MODELO DE CARTA DE LIBERAÇÃO DE VEÍCULOS

3

1EXPEDIÇÃO DO CERTIFICADO DE REGISTRO E LICENCIAMENTO DE VEÍCULOS (CRV). NOVA REDAÇÃO EM 02/05/2011  Observações:  Todo veículo novo (zero Km). quando for o caso.valendo este como comprovante de endereço).  Contrato social. conforme dispõe o art.  Documentos necessários para todos os tipos de veículos:  Nota fiscal de venda (1ª.  Quando a nota fiscal for emitida em desacordo com os documentos apresentados. com exceção das empilhadeiras.  Decalque do chassi na nota fiscal ou vistoria do DETRAN/ES. no caso de terceiros. exceto para veículos adquiridos diretamente da fábrica. pois este é o responsável pelo serviço. pedir carta de retificação (ou correção) da entidade emitente da primeira nota fiscal dos itens a serem considerados (principalmente 4 .  Decalque do motor quando possível e obrigatoriamente quando não existir a informação do número na nota fiscal de fábrica ou da empresa vendedora. RETIRADO EM 02/05/2011.B. pois este é o responsável pelo serviço.  Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. nacional ou importado.  Observar todos os dados da nota fiscal com as informações do sistema.  Taxas pagas. principalmente no que tange as informações do SNG e cor do veículo.T. estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica) . para consecução do primeiro registro e licenciamento no DETRAN/ES. quando for o caso.Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante.  Para o 1º emplacamento não é necessário a apresentação da nota fiscal de fábrica pois os dados do veículo já estão na BIN.  Procuração pública.  Comprovante de endereço conforme Instrução de Serviço N nº 012/11 (somente para pessoa física).01Primeiro registro de veículos (primeiro emplacamento).  Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). nos termos do item XI das Considerações Gerais. Demais veículos que não estejam cadastrados na BIN encaminhar ao RENAVAM. devidamente preenchida e assinada. 120 do C. deverá estar obrigatoriamente cadastrado na BIN (Base Índice Nacional). 1. via).  Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica . máquinas agrícolas. tratores.  Credencial do despachante.  Comprovante de endereço ou declaração de próprio punho do proprietário (somente para pessoa física).  Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES.

NÃO podendo aceitar retificação do nome completo do proprietário. Quando o veículo estiver sendo emplacado em nome do banco (casos de arrendamento mercantil) exigir somente o cartão CNPJ do banco. a financeira deve incluir no SNG (o serviço só pode ser realizado após a inclusão da informação no sistema Quando na nota fiscal não possuir a informação de gravame financeiro (alienação. levar em consideração para fins de averbação a nota fiscal da carroceria. 5 . mesmo que seja no mesmo município). inciso I do Convênio ICMS 64/06. que no caso obrigatoriamente deverá ser outra nota fiscal. No caso de veículos que possuam duas notas fiscais (chassi e carroceria). fazendo as alterações. devolver o processo ao requerente.licença para uso de configuração do veículo ou motor ou termo de isenção de LCVM concedido pelo IBAMA.       divergência de endereço. No caso de veículo a ser alienado. constar restrição fazendária (incluir pelo DETRANNET no campo de restrição fazendária e não no campo observação): veículo intransferível por 01 (um) ano – OF/CIRC/SGV Nº 59/06 (somente nos casos em que no campo "Informações Complementares" da nota fiscal vier a seguinte indicação: "ocorrendo alienação do veículo antes de ___/____/____ (data correspondente ao último dia do décimo segundo mês posterior à emissão do respectivo documento fiscal) deverá ser recolhido o ICMS com base no Convênio ICMS 64/06 (indicações do número deste convênio)") – cláusula 3ª. não poderá ter CNPJ diferente daquele cadastrado na BIN. .  Importador Independente: . reserva de domínio ou penhor) pode ser aceita uma carta de correção com a informação ou declaração do agente financeiro.LCVM .DI . . nestes casos deverá ser emitida uma nova nota fiscal com valor “zero”. com exceção dos casos tratados no Ofício/Circular/SGV 083/05 e Ofício/Circular/SGV 058/06.LI . CPF ou CNPJ e data de expedição. Para veículos do Poder Executivo do Estado do Espírito Santo exigir o cadastramento prévio na Gerência de Patrimônio da SEGER (autorização da SEGER) – Instrução de Serviço E nº 7733 de 19/10/2001. produtores agropecuários e empresas de arrendamento mercantil (para seu uso pessoal).CAT .Certificado de adequação a legislação de trânsito. Exceção: arrendamento mercantil. As informações do veículo constantes na nota fiscal fornecida pela concessionária e/ou da revendedora.Declaração de importação – DI.  No caso de veículos importados:  Representante da Marca: . do número do chassi. Para veículos adquiridos direto da fábrica para locadoras de veículos. Exigir os demais documentos acima descritos para o arrendatário.DI . .Declaração de Importação e desembaraço aduaneiro podendo constar no corpo da nota fiscal.em substituição á nota fiscal. Caso isso ocorra. .licença de Importação.

 Copia do Edital de leitão. além dos dados exigidos na mesma. a conferência da existência da numeração do chassi nos vidros. para registrar na categoria aluguel atribuindo-lhe placa vermelha. DER/ES ou DETRAN/ES (transporte escolar).  No caso de veículo passageiro aluguel:  Anexar autorização da CETURB.  Certidão Negativa de Tributos.  No caso de táxi.  No caso de veículo doado a administração pública por outra entidade da administração pública poderá ser aceita a cópia da nota fiscal em nome da entidade doadora e cópia autenticada ou cópia simples com apresentação do original do termo de doação devidamente assinado pelas partes ou da publicação do termo no Diário Oficial para a entidade beneficiada. moto-táxi e moto-frete). 6 . deverá obrigatoriamente ter a vistoria do DETRAN. deverá ser exigido o comprovante do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga – RNTRC (ANTT) conforme Portaria 11/06 do DENATRAN.  CSV – Certificado de Segurança Veicular.  No caso de veículo transporte escolar:  Autorização da Coordenação de Transporte Escolar ou protocolo de requerimento. fazendose menção ao referido veículo. que deverá constar. moto-táxi ou moto-frete (moto-táxi ou moto-frete para os casos em que o Município autorizou este tipo de prestação de serviço):  Autorização de Prefeitura em nome do proprietário. moto-táxi ou moto-frete (dependendo do caso).  Incluir observação: Transporte Escolar  Veículo de transporte de carga.  No caso de veículo adaptado para deficiente físico (JÁ ADAPTADOS DE FÀBRICA):  Cópia da CNH ou laudo do CEMP/Clínicas Credenciadas do DETRAN/ES onde consta a necessidade da adaptação.  Incluir observação: veiculo táxi.  No caso de veículo blindados:  Autorização do exército. PREFEITURA (só para veículo táxi.  No corpo da nota fiscal deverá constar as adaptações autorizadas. em caso de veículo sinistrado.  CSV  No caso de veículo adquirido em leilão:  NF do leiloeiro e/ou termo de arrematação.No caso de importação direta. a presença das etiquetas autodestrutivas e nº do chassi gravado no veículo.

No caso de veículos de peso bruto total – PBT acima de 4600 Kg exigir o CCT . o interessado deve ser instruído a procurar o encarroçador do veículo para que este providencie a complementação do pré-cadastro. INCLUIDO EM 12/08/2011 O processo pode ser aberto sem o CSV. PBT superior a 4. No caso de veículo passageiro aprendizagem: somente para motonetas e motocicletas: exigir autorização da Coordenação de CFC‟s do DETRAN/ES. Se constar incompleta. NOVA REDAÇÂO EM 25/04/2011. No caso de veículos que necessitem ser encarroçados (caminhões e caminhonetes). INCLUIDO EM 25/04/2011  Para veículos de missões diplomáticas. somar o valor das duas notas acima). conste como COMPLETA. Neste caso paga-se somente a taxa de 1º emplacamento. mas depois terá que pedir a ITL para lançar o nº da vistoria no sistema DETRANNET para que possa ser auditado e emitido o documento). EXCETO para caminhão trator. no pré-cadastro. verificar se a montagem do veículo. repartições consulares de carreira e representações de organismos internacionais acreditados junto ao Governo Brasileiro: Autorização expedida pelo Cerimonial do Ministério das Relações Exteriores.  Nota fiscal da carroceria (para efeito de cálculo de IPVA.  Documento de importação fornecido pela Secretaria da Receita Federal.536 kg e de transporte de cargas perigosas. No caso de ônibus exigir:  Nota fiscal do chassi. para todos os tipos de veículos: exigir autorização da Coordenação de CFC‟s do DETRAN/ES e para auditoria exigir CSV. Exigir também nota fiscal do material utilizado e cópia autenticada ou original da nota fiscal do serviço ou declaração com firma reconhecida quando o serviço for efetuado pelo proprietário. Para veículos com CMT superior a 19 toneladas. 106 CTB / RESOLUÇÃO 63/98 CONTRAN  Documentos necessários: 7 . Pode acontecer do CFC fazer o CSV sem abrir o processo.Certificado de Capacitação Técnica ou o Relatório Técnico de Aprovação do Pára-Choque. conforme Portaria 27/2002 do DENATRAN. conforme OF/CIRC/SGV/Nº 29/2006.      Veículos de Fabricação Própria ou artesanal – ART. exigir tacógrafo. mas na auditoria obrigatoriamente deve ser exigido também o CSV (isso porque a ITL só consegue lançar o CSV no DETRANNET após aberta a Solicitação de Serviço.

estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica) . Veículos Objeto de Sorteio Público ou Particular    Documentos necessários: Certificado de Autorização da Receita Federal para realizar o sorteio. PAGA NO BANCO DO BRASIL.                  Nota fiscal das peças utilizadas (novas) conforme. concedida pela CIRETRAN. pois este é o responsável pelo serviço. CSV .Certificado de Segurança Veicular. colorida e/ou digital. carroceria. CONFORME OFÍCIO CIRCULAR 558/2004 DO DENATRAN. Taxa de 250. no caso de terceiros. com decalque do chassi e do número do motor. quando for o caso. modelo. Contrato social. ART – Anotação de Responsabilidade Técnica de Engenheiro Mecânico. quando for o caso. 8 . tipo.  Observação:    O veículo de fabricação própria só poderá ser emplacado em nome do seu fabricante. Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. tais como: cor. exceto para o sorteio público (Lei 5768/71). Taxas pagas. Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica . Credencial de despachante. Encaminhar o processo acima ao RENAVAM. Vistoria do veículo devidamente preenchida e assinada. RETIRADO EM 02/05/2011 Comprovante de endereço conforme Instrução de Serviço N nº 012/11 (somente para pessoa física).valendo este como comprovante de endereço). Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). Comprovante de endereço ou declaração de próprio punho do proprietário (somente para pessoa física). Fotos dos quatros lados.Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. com firma reconhecida em cartório contendo os dados principais das características do modelo fabricado. etc. pois este é o responsável pelo serviço. Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). microônibus e caminhão. Ficam vedadas a fabricação de veículo artesanal do tipo ônibus. nos termos do item XI das Considerações Gerais. conforme Resolução 63/98. Autorização para gravação do chassi/VIN. que no máximo poderá fabricar 03 (três) veículos por ano.00 UFIR´s PARA O DENATRAN. Declaração de fabricante com CPF ou CNPJ. Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. NOVA REDAÇÃO EM 02/05/2011 Procuração pública. Resolução 63/98. tamanha 10x15 cm.

nos termos do item XI das Considerações Gerais. no caso de terceiros. Procuração pública. Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física).   Documentos necessários:       Certificado de Registro de Veículos (CRV) com recibo devidamente preenchido.Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. devidamente preenchida e assinada. estatuto ou requerimento de microempresário (quando comprador for pessoa jurídica) . 9 . Decalque do motor quando possível. pois este é o responsável pelo serviço. quando for o caso. 1. Taxas pagas.Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante.Transferência de propriedade de Veículos [aquisição] Conforme dispõe o Art. pois este é o responsável pelo serviço. Decalque do chassi na nota fiscal ou vistoria do DETRAN-ES. no caso de terceiros.valendo este como comprovante de endereço).02. Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando comprador pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. Contrato social. Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. quando for o caso. Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica . Comprovante de endereço ou declaração de próprio punho do proprietário (somente para pessoa física).123. Nota fiscal da Associação ou Entidade promotora constando o nome da pessoa ganhadora do prêmio ou nota fiscal avulsa da Secretária de Estado da Fazenda. Vistoria do veículo constando o decalque legível do chassi (Resolução 05/98) e motor. Credencial do despachante.valendo este como comprovante de endereço). nos termos do item XI das Considerações Gerais. Procuração pública. devidamente preenchida e assinada. com assinatura do vendedor e do comprador e com firma reconhecida conforme orientação no verso do documento (CRV preenchido sem rasuras).             Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica . pois este é o responsável pelo serviço. RETIRADO EM 02/05/2011 Comprovante de endereço conforme Instrução de Serviço N nº 012/11 (somente para pessoa física). Contrato social ou estatuto (quando pessoa jurídica) . NOVA REDAÇÃO EM 02/05/2011 1ª Via da nota fiscal da concessionária em nome da Associação ou Entidade que efetuou o sorteio.B. do C.T. Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. pois este é o responsável pelo serviço.

Taxas pagas. Em caso de pessoa jurídica vendendo veículo apresentar CND do vendedor (obedecer ao valor estabelecido no art. RETIRADO EM 02/05/2011 Comprovante de endereço conforme Instrução de Serviço N nº 012/11 (somente para pessoa física).DOU de 03/01/2011). B. se for o caso (A. deverá estar o recibo devidamente preenchido e com firma reconhecida como verdadeira do herdeiro (citado) e do comprador. Se 10 . No caso em que um veículo de coleção estiver sendo transferido. Não é necessário nestes casos da cópia dos documentos pessoais da pessoa que assinou no CRV pelo banco. Quando o vendedor do veículo for leasing além do CRV exigir a procuração dando poderes à pessoa que assinou como “vendedor” de assinar pelo banco. Quando o comprador do veículo for leasing e o CRV apresentado for o que exige o reconhecimento de firma do comprador. No caso de transferência de veículos (Espólio) objetos de “Inventário Judicial”: além dos documentos acima solicitar o FORMAL DE PARTILHA com o(s) veículo(s) devidamente identificado(s) e o(s) seu(s) respectivo(s) herdeiro(s) ou exigir ALVARÁ AUTORIZATIVO. Comprovante de endereço ou declaração de próprio punho do proprietário (somente para pessoa física). não sendo necessária a apresentação da procuração pelo banco já que a informação do arrendamento já esta no sistema. exigir a apresentação da publicação no diário oficial ou autorização do Presidente da Câmara de Vereadores para venda do bem. Exigir os demais documentos do arrendatário. 14 da Portaria n° 727 MPAS / Portaria Interministerial MPS/MF nº 568. carteira de identidade do representante da empresa vendedora que assinou o CRV E certidão da Junta Comercial ou do Cartório onde estiver registrada a empresa (para sabermos se a cópia do contrato apresentado é o mais atual). A validade da certidão que se refere esse item é de até 30 dias após a data de emissão da certidão. No caso de veículos pertencentes às Prefeituras Municipais. quando for o caso. deverá ser solicitada a cópia do Certificado de Originalidade expedido por entidade credenciada e reconhecida pelo DENATRAN. Ambos podem substituir apenas o reconhecimento de firma. quando for o caso. Quando a Sentença dá a opção de transferir para o seu nome (herdeiro) ou para o nome de terceiros. de 31/12/2010 .       Credencial do despachante. necessário apenas o reconhecimento de firma no CRV. Estatuto ou requerimento de microempresário do vendedor. NOVA REDAÇÃO EM 02/05/2011 Contrato social. quando a Justiça determina a imediata transferência para o legítimo herdeiro.  Observações:        Veículo a ser alienado ou desalienado: a financeira deve incluir ou excluir no SNG. Vedado reconhecimento de firma por semelhança no recibo de compra e venda. se Pessoa Jurídica. Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. C).

51 do Código Civil. gravação ou substituição do motor. Se o veículo pertencer a uma pessoa jurídica e esta se encontra na situação de “baixada”. No caso em que o veículo for de categoria aluguel e na transferência estiver permanecendo esta categoria. deve ser apresentada a respectiva autorização do poder concedente (ANTT. no ato do recadastramento no DETRAN-ES.02 mais: Laudo da “Furtos e Roubos” de Veículos. para transferência do veículo deverá existir Alvará Judicial autorizativo da transferência do bem. DER. deve ser observado o término prazo estipulado. ETC) em nome do comprador para o mesmo ter a categoria aluguel. Veículo de procedência de outro Estado da Federação – (UF). PREFEITURA. deve ser apresentado a declaração da Receita Federal ou Estadual e o pagamento da taxa de complementação do imposto a qual ela teve a isenção. a restrição é baixada pelo DETRAN.   Documentos necessários: os mesmos do item 1. Observar item XLVII das considerações gerais. não pode esta ser proprietária de qualquer bem que seja. Transferência de Veículos Leiloados  Documentos necessários: os mesmos do item 1. INCLUIDO EM 08/02/2011. Para transferência de veículos com restrição fazendária ou observação de “intransferível por 01/02/03 anos”.02 mais: 11 . uma vez que não existindo mais a empresa. A atualização de nº de motor de veículo de outra UF que já esteja informado na base estadual da outra UF ou no CRV. com todas as suas características iguais ás do cadastro no Estado de Origem. deverá estar. necessário a Autorização da Coordenação de CFC do DETRAN/ES. diante da regra do art. Caso a pessoa queira transferir antes do prazo.02 mais:    Nas transferências de veículos entre UF. com a validade de 30 dias após o visto. Transferência de Veículos provenientes de Outros Estados. Expirado o prazo. pode ser incluído no sistema do DETRAN/ES.  Observações: as mesmas do item 1. INCLUIDO EM 04/07/2011. este deverá ser feito no Estado de origem. proceder conforme o caso de Veículos Leiloados. Em sendo necessário inclusão. com o visto e carimbo da DEFRV/ES. assim como qualquer outra alteração de característica. o DETRAN de origem é quem deverá ajustar a configuração do veículo para atender à Resolução CONTRAN nº 291/292/319 e Portaria DENATRAN nº 659/09.    a Justiça determinar a imediata transferência sem a presença do CRV (caso não seja apresentado). DETRAN. No caso de transferência de veículos já registrados na categoria aprendizagem onde estiver ocorrendo apenas a transferência do veículo da pessoa física para a pessoa jurídica do CFC visando atender a Resolução 358/10 do CONTRAN.

se não apresentar o CRV.  Cartão CNPJ com validade da seguradora. deverá constar observação na nota de arrematação. Demais leilões o CRV é obrigatório. constando valor.  Observação:  A declaração da seguradora substitui a vistoria do veículo. 12 . O único caso de leilão que não é obrigatória a apresentação do CRV é o de leilão realizado pelo DETRAN-ES. Transferência de propriedade para seguradora. Publicação do edital de leilão em Diário Oficial ou em jornal de grande circulação. assinada pelo representante legal e reconhecido firma. inclusive do chassi do veiculo.  Documentos necessários:  Certificado de Registro do Veiculo (CRV) original. Neste caso. para constatação das avarias.   Nota fiscal de arrematação fornecida pelo leiloeiro.  Recibo de indenização. a não ser que haja determinação expressa do juiz para transferir sem apresentação do CRV ou a informação na carta de arrematação do leiloeiro sobre o CRV.  Boletim de ocorrência de acidente de transito (BOAT) OU Laudo Pericial do veiculo justificando a monta com decalque do chassi.  No caso de veículo roubado/recuperado . e com assinatura da seguradora na qualidade de adquirente. se for o caso.  Observações:      No caso de seguradora: constar na nota do leiloeiro a procedência do leilão. c/ firma reconhecida.  Fotos do veiculo acidentado. Nos veículos leiloados por Instituições Particulares: Termo judicial de Reintegração de Posse ou Carta de Arrematação e/ou termo de Devolução Amigável. No caso de alienação ou desalienação: a financeira deve incluir e ou excluir no SNG Vedado reconhecimento de firma por semelhança no recibo de compra e venda.  Procuração pública do responsável pela seguradora.  Taxas pagas.  Declaração firmada em papel timbrado da companhia seguradora constando todos os dados do veiculo e do vendedor se responsabilizando pela transferência. No caso de veículos sinistrados apresentar CSV. data e assinado pelo proprietário vendedor. com o recibo preenchido.Boletim de Ocorrência e auto de entrega da Delegacia de Furtos de Roubos.

.débitos vencidos e multas na situação de penalidade. distribuidores autorizados ou revendedores até 31/12/2009. distribuidor autorizado ou revendedor. b) Os documentos necessários para transferência para a revenda. . se for o caso. . solicitar que conste no auto de entrega a inexistência do mesmo. concessionária ou distribuidor autorizado for pessoa jurídica não está 13 . devendo ser apresentado para estes casos o CRV preenchido e assinado em nome do concessionário.credencial de despachante. Percebam que para este caso: de veículos que foram adquiridos pelas respectivas empresas até 31/12/2009.Resolução 297/08 CONTRAN Transferência de propriedade para revenda (IS 015/09) *** PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS – transferência PARA a REVENDA (veículo em nome de um terceiro passando para revenda): I . distribuidores autorizados ou revendedores devidamente cadastrados no DETRAN/ES. de concessionários. a) A taxa de emissão do CRV/CRLV está embutida na taxa de transferência para revenda – 10 VRTE.  Incluir exceção . .transferência de propriedade – 10 VRTE.295/09 que foram adquiridos pelas respectivas empresas até 31/12/2009 (com nota de entrada ate 31/12/2009).serviços complementares – valor estipulado pelo serviço na lei de taxas. . c) Será aceito sem reconhecimento de firma os recibos com data de entrada nas concessionárias. quando a pessoa que vendeu para a revenda.Vistoria do veículo constando o decalque legível do chassi e motor (Resolução 05/98). . . No caso de veículo roubado/recuperado que consta GNV no CRV e recuperado sem o kit.nota fiscal de entrada do veículo (cópia). de veículos que compõe o estoque da empresa e destinados a revenda.cartão CNPJ da empresa compradora. distribuidor autorizados ou revendedor e a nota fiscal de entrada do veículo na concessionária. devidamente preenchida e assinada. concessionários ou distribuidores autorizados que foram adquiridos pelas respectivas empresas até 31/12/2009 compreendem: .No serviço de transferência de propriedade. quando for o caso. nos termos da Lei 9. serão exigidos os documentos para transferência conforme abaixo identificado e cobrado os seguintes valores por serviço: .termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES.CRV devidamente preenchido e assinado pelo comprador e vendedor.

. concessionários ou distribuidores autorizados que foram adquiridos pelas respectivas empresas após 31/12/2009 compreendem: . de veículos que compõe o estoque da empresa e destinados a revenda. se for o caso. certidão da junta e CND.deverá obrigatoriamente ser apresentado o recibo de compra e venda devidamente assinado.Certidão Negativa de Débitos do INSS (no caso de Pessoa Jurídica vendendo veículo acima do valor estabelecido pelo INSS) dentro da validade.cartão CNPJ da empresa compradora. devidamente preenchida e assinada. . distribuidores autorizados ou revendedores devidamente cadastrados no DETRAN/ES nos termos da Lei 9. quando for o caso. estatuto ou requerimento de microempresário do vendedor. inclusive com o reconhecimento de firma de acordo com o modelo de CRV. b) Os documentos necessários para transferência para a revenda. .se exigindo contrato social. se pessoa jurídica (cópia simples com apresentação do original ou cópia autenticada).débitos vencidos e multas na situação de penalidade. Esta 14 . do vendedor. mesmo que vencida.serviços complementares – valor estipulado pelo serviço na lei de taxas.No serviço de transferência de propriedade. se for informado um CNPJ cadastrado na tabela de revenda será aberta a opção “para revenda”. c) Veículos adquiridos por concessionários. preenchido e reconhecido firma de acordo com o modelo de CRV. Mas se o valor do veículo adquirido pela empresa for acima do valor que o INSS pede na certidão o sistema exigirá o nº da CND.contrato social. distribuidores autorizados ou revendedores a partir de 01/01/2010 .CRV devidamente preenchido e assinado pelo comprador e vendedor. -credencial de despachante.Vistoria do veículo constando o decalque legível do chassi e motor (Resolução 05/98). No DETRANNET deverá ser feito normalmente a vistoria e ao abrir a SS na hora de informar o CPF/CNPJ do proprietário.certidão da junta comercial ou do cartório de registro da empresa com validade de 30 dias da emissão. Consultar o site do INSS e colocar o nº da última CND emitida pela empresa. .transferência de propriedade – 10 VRTE. . . . se pessoa jurídica (cópia simples com apresentação do original ou cópia autenticada).Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. de concessionários. a) A taxa de emissão do CRV/CRLV está embutida na taxa de transferência para revenda – 10 VRTE. II .295/09 que foram adquiridos pelas respectivas empresas após 01/01/2010 (com nota de entrada a partir de 01/01/2010) serão exigidos os documentos para transferência exigidos nos procedimentos comuns do DETRAN/ES conforme abaixo identificados e cobrados os seguintes valores por serviço: . .

a transferência deve ser realizada para a 1ª revenda e depois para a 2ª. No caso de transferência de veículo em nome de um terceiro passando para concessionários. Caso seja a transferência para revenda basta clicar na nova opção. Não pode ser feita a transferência direto do vendedor para a 2ª revenda. no momento da transferência para estes. valerá a data mais antiga. o veículo deve retornar a categoria particular (incluir serviço de mudança de categoria). Neste caso. for vender este veículo que já estiver em seu nome para terceiros serão exigidos todos os documentos necessários para transferência constantes dos procedimentos comuns do DETRAN. Então. distribuidores autorizados ou revendedores onde o veículo era categoria aluguel.opção vem desmarcada.para revenda. distribuidora autorizada ou revendedora. a certidão da junta comercial com validade de 30 dias da emissão e os documentos pessoais da pessoa que assinou pela empresa. LEMBREM-SE: se a concessionária. As demais taxas serão cobradas com seu valor de acordo com a tabela de taxas. A taxa de transferência sairá com o valor de 10 VRTE e daí para frente é normal. Quando um veículo é vendido para uma revenda e depois esta repassa o bem para outra revenda. a) A nota fiscal de saída emitida pela concessionária. devidamente cadastrada no DETRAN/ES. inclusive com o reconhecimento de firma nos recibos de compra e venda de acordo com o modelo de CRV. 15 . se aparecer a mensagem de erro: REVENDA NÃO CADASTRADA já sabe o que significa. distribuidora autorizada ou revendedora para o terceiro adquirente do veículo dispensa a mesma da apresentação do contrato social da empresa. Não se cobrará emissão para estes casos. distribuidora autorizada ou revendedora não estiverem anteriormente cadastradas elas não terão o benefício da taxa com valor menor. *** PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS – transferência DA REVENDA PARA TERCEIRO (veículo que esta em nome da revenda para o consumidor adquirente do veículo): Quando a concessionária. Na SS sairá: Transferência de Propriedade . quando a data da nota fiscal de saída for diferente da data do recibo de compra e venda. No CRV não haverá nenhuma observação. para fins de informação da data de aquisição do veículo. Quando mandar validar a SS aparecerá a informação: NOME DO PROPRIETÁRIO/ENDEREÇO/ “VEÍCULO FICARÁ A DISPOSIÇÃO DA REVENDA”.

03. estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica) . distribuidora autorizada ou revendedora. c) Não é necessária a apresentação da CND na transferência de veículos em nome da concessionária. b) É obrigatório o reconhecimento de firma do representante da concessionária. ambas com data de emissão até 31/12/2009. distribuidora autorizada ou revendedora apresentar o contrato social da empresa. valerá a data do recibo de compra e venda.  Contrato social. É vedada a utilização do veículo enquadrado no fato gerador previsto da Lei 9.Se a concessionária. para fins de informação da data de aquisição do veículo.  Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. Esta exigência foi revogada pela INSTRUÇÃO DE SERVIÇO N. 16 .295/09 para atividades funcionais da empresa. Observar item XII das Considerações Gerais. 1. distribuidora autorizada ou revendedora este não poderá trafegar. não precisa apresentar a nota fiscal de saída. OBSERVAÇÕES GERAIS: A partir de 01/01/2010 não será permitida a venda de veículos que compõem o estoque da empresa e destinados a revenda diretamente para terceiros sem a transferência anterior do veículo para a concessionária. poderão ser transferidos diretamente ao terceiro adquirente do veículo. pois este é o responsável pelo serviço. Veículos adquiridos por concessionários.Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante.2ª VIA CRV  Documentos necessários:  Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). quando pessoa jurídica). a certidão da junta comercial com validade de 30 dias da emissão e os documentos pessoais da pessoa que assinou pela empresa. distribuidores autorizados ou revendedores e revendidos a terceiros através de nota fiscal de entrada e saída. Nº 13 de 06 de abril de 2010. Não se enquadra no fato gerador previsto na Lei o veículo adquirido para uso pessoal ou funcional de dirigentes ou proprietários da empresa. pois este é o responsável pelo serviço.  CNPJ (com validade. Ou seja. distribuidora autorizada ou revendedora no recibo de compra e venda. distribuidora autorizada ou revendedora para o terceiro. depois de transferido o veículo para concessionária. a qualquer tempo. Neste caso.

poderá ser feito direto o serviço de alteração de característica de mudança de combustível (retirada de GNV). será necessária a autorização do banco e os documentos pessoais do arrendatário (CI e CPF). pois nestes locais é a própria polícia quem realiza a vistoria. Taxas pagas  Observações:        2ª via de CRV por motivo de rasura: o documento rasurado original deverá ser recolhido e anexado junto ao processo. devidamente preenchida e assinada. Necessário requerimento do vendedor solicitando a 2ª via do CRV e o procedimento será o normal de 2ª via. No caso em que se esteja fazendo o serviço de 2. ALTERADA REDAÇÂO EM 06/10/2010 Vistoria do veículo constando o decalque legível do chassi (Resolução 05/98) e motor. deverá ser anexado um termo de declaração de desistência da venda assinada pelo vendedor e um termo de declaração de desistência da compra do veículo assinada pelo comprador. ao se emitir o CRV sairá no campo observação que deverá ser realizada a transferência para a pessoa do 17 . e estiver sendo apresentado vistoria lacrada para realização da 2ª via do CRV. no caso de terceiros. nos termos do item XI das Considerações Gerais. No caso em que o proprietário vier requerer a 2ª via do CRV e apresentar o CRV preenchido e sem rasuras. nos termos do item XI das Considerações Gerais. houve a perda do CRV. Laudo de Vistoria da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos com o visto e carimbo da DEFRV/ES.ª via do CRV de veículos que no sistema tenham GNV e o sistema solicitar o nº do CSV de vistoria do gás. extravio/perda ou qualquer outro que não se tenha o CRV. NOVA REDAÇÃO EM 02/05/2011 Credencial do despachante.        Comprovante de endereço ou declaração de próprio punho do proprietário (somente para pessoa física). Procuração pública. quando for o caso Procuração pública ESPECÍFICA. Em caso de leasing. no caso de terceiros. ambas com firma reconhecida em cartório. quando for o caso. não é necessário a apresentação do Laudo de Vistoria da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos. RETIRADO EM 02/05/2011 Comprovante de endereço conforme Instrução de Serviço N nº 012/11 (somente para pessoa física). mas o comprador continua o mesmo: foi liberado via sistema a emissão da 2ª via do CRV mesmo com comunicado de venda. com a validade de 30 dias após o visto para os casos de roubo/furto. Não é preciso validar na nossa UF a vistoria da Furtos de Veículos feita em outra UF para fins de 2ª via de CRV. mas o veículo já não possuir o kit gás para ser feita a vistoria. Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. Para os casos em que existe comunicado de venda. Nos Estados onde o DETRAN é administrado pela Polícia Civil. (exceto para 2ª via de CRLV). Para veículos duas letras fazer segunda via com emissão de CRV e imediatamente após fazer o serviço de troca de placa. Neste caso.

Este somente será emitido se for feito o serviço pendente. RETIRADO EM 02/05/2011  Comprovante de endereço conforme Instrução de Serviço N nº 012/11 (somente para pessoa física e somente no caso de mudança de endereço do proprietário). houve a perda do CRV. não é necessário mais baixar o comunicado e fazer a 2ª via. onde existe comunicado de venda e o comprador não vai mudar.2ª VIA CRLV –  Documentos necessários:  Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). pois este é o responsável pelo serviço.  Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES.  Procuração pública. o CRLV não é emitido. 18 . estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica) . comunicado. O sistema vai liberar o serviço direto. não é necessário mais baixar o comunicado e fazer a 2ª via.  CNPJ (com validade. mas o comprador continua o mesmo: foi liberado via sistema a emissão da 2ª via do CRV mesmo com comunicado de venda. pois este é o responsável pelo serviço. RETORNO DE PROCEDIMENTO EM 22/08/2011 1. O sistema vai liberar o serviço direto desde que não haja furto/roubo.  Taxas pagas  Observações:  Não se faz mais SS. nos termos do item XI das Considerações Gerais. no caso de terceiros. RESUMINDO: para 2ª via de CRV. quando for o caso. Neste caso. quando for o caso.  Comprovante de endereço ou declaração de próprio punho do proprietário (somente para pessoa física). NOVA REDAÇÃO EM 02/05/2011  Credencial do despachante. ao se emitir o CRV sairá no campo observação que deverá ser realizada a transferência para a pessoa do comunicado. onde existe comunicado de venda e o comprador não vai mudar. INCLUÍDO EM 12/04/2011.  Contrato social. Necessário requerimento do vendedor solicitando a 2ª via do CRV e o procedimento será o normal de 2ª via. renajud ou impedimento judicial.04. Para os casos em que existe comunicado de venda. quando pessoa jurídica). ou seja. RESUMINDO: para 2ª via de CRV.  Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante.  Em caso de informação pendente do SNG. pendência de inclusão de gravame.Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. mas é necessária a apresentação de todos os documentos acima informados. PROCEDIMENTO SUSPENSO EM 08/08/2011 DEVIDO A BLOQUEIO PELO DENATRAN NA BASE NACIONAL (E-MAIL EM 08/08/2011).

pois este é o responsável pelo serviço. devidamente preenchida e assinada.1. no caso de terceiros. pois este é o responsável pelo serviço. Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante.  Procuração pública. pois este é o responsável pelo serviço.valendo este como comprovante de endereço).valendo este como comprovante de endereço).  Contrato social.  Inclusão/baixa no SNG pela financeira. sem rasuras de preenchimentos (exceto para arrendamento mercantil. Vistoria do veículo constando o decalque legível do chassi (Resolução 05/98) e motor.  Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante.  Taxas pagas.   Documentos necessários:        Certificado de Registro de Veículos (CRV) com recibo devidamente preenchido. RETIRADO EM 02/05/2011 Comprovante de endereço conforme Instrução de Serviço N nº 012/11 (somente para pessoa física). pois este é o responsável pelo serviço. NOVA REDAÇÃO EM 02/05/2011 19 .06.  Vistoria do veículo constando o decalque legível do chassi (Resolução 05/98) e motor. com assinatura e com firma reconhecida do vendedor e assinatura do comprador. Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica .Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. 1.Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante.Transferência com Cessão de Diretos. estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica) . quando for o caso.  Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica .  Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). quando for o caso.  Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica) . nos termos do item XI das Considerações Gerais. Contrato social.  Credencial do despachante. Comprovante de endereço ou declaração de próprio punho do proprietário (somente para pessoa física).Inclusão/Baixa de Gravame  Documentos necessários:  Certificado de Registro de Veículo (CRV) original.05. onde o CRV poderá estar em branco). devidamente preenchida e assinada.

 Observações:   Vedado reconhecimento de firma por semelhança no recibo de compra e venda. Contrato social.  No caso de pessoa jurídica apresentar CND do vendedor (obedecer o valor estabelecido no art. Comprovante de endereço ou declaração de próprio punho do proprietário (somente para pessoa física). Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. devidamente preenchida e assinada. se Pessoa Jurídica. 1. Credencial do despachante. estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica) . Credencial do despachante. Vistoria do veículo constando o decalque legível do chassi (Resolução 05/98) e motor. Procuração pública. nos termos do item XI das Considerações Gerais. quando for o caso.  Taxa paga. no caso de terceiros. Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). quando for o caso.  Procuração pública. 14 da Portaria Em n° 727 MPAS). Taxas pagas. quando for o caso.Mudança de Categoria.Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. RETIRADO EM 02/05/2011 Comprovante de endereço conforme Instrução de Serviço N nº 012/11 (somente para pessoa física). no caso de terceiros.07. Inclusão do novo proprietário no SNG pelo agente financeiro. 20 .  Documentos necessários:             CRV (original). carteira de identidade do representante da empresa vendedora que assinou o CRV E certidão da Junta Comercial ou do Cartório onde estiver registrada a empresa (para sabermos se a cópia do contrato apresentado é o mais atual).valendo este como comprovante de endereço). Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante.  Contrato social ou Estatuto do vendedor. pois este é o responsável pelo serviço.  Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. pois este é o responsável pelo serviço. A validade da certidão que se refere a esse item é de até 30 dias após a data de emissão da certidão. quando for o caso. NOVA REDAÇÃO EM 02/05/2011 Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica . nos termos do item XI das Considerações Gerais.

 Nada consta da prefeitura. DNIT. salvo em motocicletas.  No caso de veículo de aprendizagem (inclusão ou exclusão):  Autorização da Coordenação de CFC´s do DETRAN-ES.  Veículo de transporte de carga. cível e penalmente. não podendo ser utilizado sob pena de responder administrativa. moto-táxi ou moto-frete (moto-táxi ou moto-frete para os casos em que o Município autorizou este tipo de prestação de serviço):  IPVA proporcional pago (somente para táxi). Nestes casos ele tem que 21 . conforme Portaria 11/06 do DENATRAN.  Recolher CRLV anterior (na categoria aluguel). No caso de veículos de passageiros com mudança para aluguel: anexar autorização da Prefeitura (somente para táxi).  Incluir observação: Transporte Escolar.  Observar procedimentos de alteração de característica. DETRAN/ES ou CETURB. DER/ES.  No caso de veículo transporte escolar:  Autorização da Coordenação de Transporte Escolar ou protocolo de requerimento. Se o proprietário não possuir o CRLV ele deverá fazer uma declaração informando que não tem e que esta ciente de que o mesmo deve ser desconsiderado. Como o veículo era particular e está mudando para aluguel. INCLUÌDO EM 06/04/2011  Observações:  Em alguns processos de mudança de categoria de particular para aluguel na auditoria pode vir a mensagem: “Veículo com seguro a pagar”. Como ele já vai circular nessa categoria ele precisa pagar o seguro DPVAT com o valor correto dessa categoria.  Autorização da Prefeitura para efetuar o emplacamento. para registrar na categoria aluguel atribuindo-lhe placa vermelha: deverá ser exigido o comprovante do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga – RNTRC (ANNT).  CSV .  Para retirada de placa de “táxi”. em nome do proprietário do veículo.  Pagamento do IPVA proporcional (somente para táxi).Certificado de Segurança Veicular.  No caso de particular para oficial: solicitar isenção de IPVA e pagar IPVA proporcional. O seguro ao qual se refere esta mensagem já é o seguro DPVAT do exercício vigente. pois o seguro da categoria aluguel é maior. pois se acontecer algum acidente o veículo precisa estar segurado com o valor correto. ele calcula a diferença do seguro da categoria particular para aluguel e joga este valor no seguro do exercício vigente. moto-táxi ou moto-frete para particular:  Autorização da Prefeitura para retirada da placa.  Certidão Negativa da prefeitura.  Para Veículo particular para táxi.

quando for o caso. nos termos do item XI das Considerações Gerais.  CRV original. entregando a mesma ao usuário para efetuar a alteração. 22 .  Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. quando for o caso.  Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física).  Documentos necessários após a alteração. pois este é o responsável pelo serviço.  Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. quando for o caso.valendo este como comprovante de endereço). 319/09 e 369/10 do CONTRAN e Portarias nº 25.  Cópia do CRV.  Orientar o proprietário a pintar a placa na cor da categoria alterada. devidamente preenchida e assinada .  Credencial do despachante. pois este é o responsável pelo serviço. 1207/2010 e 467/2011 do DENATRAN).valendo este como comprovante de endereço). no caso de terceiros. 292/08.  Procuração pública.antecipar o pagamento do licenciamento do exercício vigente e o CRLV sairá com o exercício do ano em que está sendo realizado o serviço.VISTORIA PÓS (DETRANNET).  Credencial do despachante. 2 .  Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante.ALTERAÇÃO DE CARACTERÍSTICA (nos termos das Resoluções 291. 279/2010.  Entrar no site do DENATRAN (sistema SISCSV) e fazer autorização prévia.  Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica . estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica) . quando for o caso.Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante.  Contrato social.  Documentos necessários para concessão da autorização prévia (antes de fornecer a autorização consultar as normas específicas sobre o assunto para confirmar se a alteração solicitada é permitida):  Requerimento solicitando a alteração.  Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica .  Vistoria física do veiculo antes da alteração – VISTORIA PRÉVIA (DETRANNET).  Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). para atualização no sistema:  Vistoria do veículo constando o decalque legível do chassi (Resolução 05/98) e motor.

 Taxa paga.  Não é necessário CSV.  No momento de alterar a característica do veiculo. RETIRADO EM 02/05/2011  Comprovante de endereço conforme Instrução de Serviço N nº 012/11 (somente para pessoa física).  Laudo do CEMP (vistoria) informando que o veiculo cumpriu as exigências de adaptações.2010  CSV – Certificado de Segurança Veicular.  No caso de veículos de peso bruto total – PBT acima de 4600-KG exigir o CCT .  nota fiscal do serviço ou declaração da execução do serviço com firma reconhecida. EXCETO para mudança de cor e instalação de carroceria para transporte de granito (para instalação carroceria para transporte de granito necessário ART do engenheiro que acompanhou a instalação.  No caso de mudança de cor por pintura ou adesivamento/plotagem.  Cópia autenticada ou original da nota fiscal do serviço ou declaração com firma reconhecida quando o serviço for efetuado pelo proprietário. nota fiscal de instalação do serviço e nota fiscal do serviço especificando tipo de carroceria e grau da corrente) .EXCETO para caminhão trator. nos termos do item XI das Considerações Gerais.  Confirmação da alteração feita pela ITL no site do DENATRAN.  No corpo da nota fiscal deverá constar as adaptações autorizadas.  CSV  Nota Fiscal do material utilizado.  Se o kit GNV for usado – recibo de compra do mesmo com firma reconhecida (identificando o nº do kit e de onde ele foi retirado). RETIRADO EM 14.09.  No caso de veículo adaptado para deficiente físico:  Cópia da CNH ou laudo do CEMP/Clínicas Credenciadas do DETRAN/ES onde consta a necessidade da adaptação. Comprovante de endereço ou declaração de próprio punho do proprietário (somente para pessoa física).Certificado de Capacitação Técnica ou o Relatório Técnico de aprovação do Para-Choque (conforme OF/CIRC nº 029/2006). informar ao usuário que possui seguro veicular para que ele comunique a seguradora a alteração 23 . deverá ser recolhida a cópia autenticada ou original da nota fiscal do serviço e cópia autenticada ou original do cupom fiscal dos equipamentos (quando a venda for para pessoa física) ou da nota fiscal dos equipamentos (quando a venda for para pessoa jurídica). NOVA REDAÇÃO EM 02/05/2011  Procuração pública.  Cópia autenticada do CAT e nota fiscal da transformação nos casos de transformações em veículos previstas na tabela II da Resolução 291/08 (INCLUIDO EM 28/12/2010 CONFORME RESOLUÇÃO 369/10 CONTRAN)  Observações:  No caso de veículo com adaptação de Gás Natural Veicular (GNV). no caso de terceiros. exigir os seguintes documentos:  nota fiscal da tinta/adesivo.

 Para os caminhões acoplados com eixo auxiliar.  Incluir no campo observações as dimensões da carroceria conforme CSV ou nota fiscal.  Certificado de qualidade do eixo emitido por empresa autorizada pelo INMETRO (Certificado de Garantia).  Passo a passo para inclusão da alteração feita no campo observação do CRV/CRLV nos casos em que não existe campo específico da alteração no documento: 1) fazer a vistoria de alteração de característica conforme treinamento. aparecerá um campo denominado “observações”.  Para emissão de CRV quando do registro de veículos fabricados ou adaptados para o transporte de contêineres deverá ser exigido o Certificado de Garantia.  Inclusão de 3º Eixo e/ou retirada de eixo auxiliar:  1ª via da nota fiscal da oficina. para evitar problemas na hora de receber a apólice caso necessário. 2° da Resolução 776/93 do CONTRAN. com firma reconhecida.  Veículo Usado e Carroceria Nova: CSV . digitar nesse campo.efetuada. criadas pelo renavam). 24 . conforme modelo do anexo I e II da resolução 725 de 1988 do CONTRAN. conforme o art.  CSV . fica assegurado a circulação.Certificado de Segurança Veicular do veículo. é apenas informação. a descrição da mudança realizada (no mesmo padrão de registro das exceções de hoje. de acordo o artigo 1º da Resolução nº. colocar placa e renavam e consultar. independente da apresentação da comprovação.Certificado de Segurança Veicular do Veículo e CAT (certificado de adequação tecnológica) da Carroceria. observar anexo.  Troca de Carroceria:  Nota fiscal da carroceria ou recibo (constando a procedência da carroceria). Isto não impede a alteração. após a auditoria selecionar aba veículos  menu correções  observação. credenciada pelo INMETRO. 2) abrir a aba veículos  serviço e proceder com o serviço 3) 4) 5) 6) 7) normalmente.  O número do CSV obrigatoriamente deve constar no campo observações do CRV/CRLV. se a carroceria for usada. que executou o serviço. até 03 (três) de janeiro de 1983.  Nota fiscal de compra do 3º eixo. selecionar o botão gravar e em seguida emitir o documento.  Veículo e carroceria usados: faz-se necessário apresentar CSV – Certificado de Segurança Veicular do veículo e da carroceria. 776/93 do CONTRAN  A atualização do documento terá que ser efetuada no prazo de 30 (trinta) dias.

esta deve ser informada em tal campo e não no campo observação.  No caso em que se esteja fazendo o serviço de 2. devidamente preenchida e assinada. Não coloquem na observação.  Observação: 25 . quando for o caso. pois este é o responsável pelo serviço. Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica) . mas o veículo já não possuir o kitgás para ser feita a vistoria. Procuração pública. pois este é o responsável pelo serviço. 354/10. Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. Vistoria do veículo constando o decalque legível do chassi (Resolução 05/98) e motor. Somente para o caso de caminhão (que transporta apenas rocha cortada) é que a alteração será colocada no campo observação.ACERTO DO CHASSI E DO MOTOR NO CRV E NO SISTEMA. INCLUIDO EM 07/07/2011.Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. Contrato social. Atenção especial ao transporte de granito/rocha (Resolução 354/2010).  Quando ocorrerem modificações em que exista campo específico no CRV.            Documentos Necessários: Certificado de Registro de veículos .  Para veículos oriundos de outra UF a alteração de característica deve ser feito na UF de origem para depois transferir para o ES ou transfere para o ES com as características originais e depois faz o serviço de mudança de característica. nos termos do item XI das Considerações Gerais. bem como contendo solicitação do acerto pelo vistoriador no corpo da vistoria. Quando se tratar de reboque ou semi reboque a alteração da carroceria é informada no campo próprio. Só incluir a informação no campo observação do CRV após a auditoria do processo. Neste caso escrever: Res. Credencial do despachante.CRV original. poderá ser feito direto o serviço de alteração de característica de mudança de combustível (retirada de GNV). no caso de terceiros.valendo este como comprovante de endereço). Para acerto de motor na BIN: carta laudo do fabricante (acertar antes na base estadual). Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica . 3 . quando for o caso.ª via do CRV de veículos que no sistema tenham GNV e o sistema solicitar o nº do CSV de vistoria do gás. No campo observação é para colocar informações quando não existe campo específico no CRV. Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física).

quando o motivo for imperícia mecânica.valendo este como comprovante de endereço).  Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). Laudo de Vistoria da Furtos e Roubos com o visto e carimbo da DEFRV/ES. quando for o caso.  Documentos necessários atualização/inclusão no sistema: após a regravação. enviar o processo para a coordenação do RENAVAM. pois este é o responsável pelo serviço.  Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. No caso de Acidente: B. Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). Os casos de acerto de motor são feitos pela própria Ciretran. Declaração da oficina. no caso de terceiros. com a validade de 30 dias após o visto (original). indicando o nome da concessionária que efetuará o serviço e o motivo da regravação Cópia do CRV. em papel timbrado.  Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica . Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica . para  CRV (original). Taxa de requerimento paga (original) (valor da taxa: verificar na tabela de taxas .código 2. com a firma reconhecida. Credencial do despachante. Para os casos de acerto de chassi.  Observação:  A autorização é feita através de ofício.O (boletim de ocorrência) e Auto de Entrega.36). No caso de Furto/roubo: B. Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. antes da regravação. 4 –REGRAVAÇÃO DE CHASSI  Documentos necessários para concessão da autorização para regravação (protocolar):              Requerimento solicitando a regravação. Vistoria do veículo constando o decalque legível do chassi (Resolução 05/98) e motor. Não é emitida pelo DETRANNET. Procuração pública.valendo este como comprovante de endereço). devidamente preenchida e assinada. nos termos do item XI das Considerações Gerais. quando for o caso.O (boletim de ocorrência) e CSV (Certificado de Segurança Veicular). 26 .

5 – BAIXA TOTAL DO VEÍCULO (nos termos do art. Nota fiscal da oficina que executou o serviço. somente na documentação. caso contrário solicitar do proprietário uma justificativa por escrito com firma reconhecida por autenticidade dos motivos do pedido de baixa do veículo).valendo este como comprovante de endereço). Vistoria do veículo constando o decalque legível do chassi (Resolução 05/98) e motor. pois este é o responsável pelo serviço. NOVA REDAÇÃO EM 02/05/2011  Observação:  A regravação de chassi somente pode ser autorizada para veículos da frota do Espírito Santo.Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante.  A emitente da nota fiscal da empresa que realizou o serviço deve ser a mesma empresa em que foi autorizada a execução do serviço pelo DETRAN/ES. quando for o caso. Procuração pública.  Não é de caráter obrigatório que contenha no veículo a expressão REG (regravado) ou REM (remarcado). Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. e de acordo com o art. no caso de terceiros. estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica) .  Não é permitido informar na autorização para regravação o local onde será realizada a regravação NO VEÍCULO.  Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). quando for o caso. Boletim de ocorrência (caso motivo for acidente de trânsito ou sucata.  Observar OF/CIRC/SGV nº 086/05.3º da resolução 11/98.          Contrato social. nos termos do item XI das Considerações Gerais. antes da remarcação do chassi.  Taxa paga (relativas ao serviço e aos débitos em atraso do veículo: IPVA/ LICENCIAMENTO e MULTAS).  Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica .126 do CTB. 27 . Somente o fabricante pode indicar o local. Comprovante de endereço ou declaração de próprio punho do proprietário (somente para pessoa física). Cópia da autorização do DETRAN-ES e copia do laudo da vistoria da DEFRV/ES. devidamente preenchida e assinada. Credencial do despachante. Taxa paga. após a remarcação. Resoluções 113/00 e 179/05 do CONTRAN)    Documentos necessários: CRV e CRLV (original). RETIRADO EM 02/05/2011 Comprovante de endereço conforme Instrução de Serviço N nº 012/11 (somente para pessoa física).

 Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. deverá o mesmo declarar o motivo (incêndio ou ferrugem) e fazer BO na DFRV. 28 . 6 .Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. informando resultado INAPTO e incluindo Restrição marcando a opção . pois este é o responsável pelo serviço.  Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. arrendamento e penhor). Se o veículo tiver alienado. o sistema abrirá a opção de Baixa de Veículo e solicitará o Motivo da Baixa.“O veículo deverá ser baixado”. no caso de terceiros. Caso o proprietário não tenha os itens acima identificados. quando for o caso.  Contrato social. solicitar a baixa pela financeira no SNG. 2: Registrar o resultado da vistoria.   Observação:     O proprietário deverá providenciar recorte do chassi com a referida plaqueta de numeração. ao gerar o laudo de vistoria gerar na opção: “gerar com impedimento”).  Credencial do despachante. juntamente com as placas do veículo. estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica) . 5: O veículo se encontrará baixado no sistema DETRANNET após a auditoria. nos termos do item XI das Considerações Gerais. 3: Abrir o Processo. no ato da baixa. pois este é o responsável pelo serviço. motor ou CSV (no DETRANNET. Devem ser cobrados todos os débitos que recaem sobre o veículo. No sistema não será criticada restrição de acidente. nos casos de restrição de acidente e CSV. reserva de domínio. inclusive a do exercício vigente. mas com a baixa informada pelo SNG nas informações pendentes originadas das financeiras via SNG deverá ser feito o serviço de baixa total com baixa de alienação/reserva de domínio/arrendamento/penhor.  Procuração pública. 4: Após o pagamento da taxa fazer a auditoria. Veículos com restrição financeira (alienação. o qual deverá ser entregue na CIRETRAN.  Passo a passo no DETRANNET: 1: Criar a vistoria do veículo para processo.REGISTRO DE VEÍCULOS DE COLEÇÃO – RESOLUÇÕES 56/98 E 127/01 DO CONTRAN   Documentos necessários: Requerimento com pedido formal do proprietário. quando for o caso.

bem como o número do processo administrativo autuado no DETRAN/ES. Quando na determinação judicial vier dizendo: proceder a busca e apreensão/arresto/seqüestro do bem deve ser informado no campo próprio: busca e apreensão: SIM. Credencial do despachante. licenciamento. Deve ser informada também qual a proibição atribuída ao veículo. Comprovante de endereço ou declaração de próprio punho do proprietário (somente para pessoa física). no caso de terceiros. 29 . Vistoria do veículo constando o decalque legível do chassi (Resolução 05/98) e motor. nos termos do item XI das Considerações Gerais. etc. apreensão.valendo este como comprovante de endereço). para verificação das exigências constantes na Resolução n° 56/98 CONTRAN. RETIRADO EM 02/05/2011 Comprovante de endereço conforme Instrução de Serviço N nº 012/11 (somente para pessoa física). CRV original. Taxa paga (relativas ao serviço e aos débitos em atraso do veículo: IPVA/ LICENCIAMENTO e MULTAS). Judicial/administrativa Qualquer órgão da Administração Pública poderá solicitar a inclusão de restrição em um determinado veículo. NOVA REDAÇÃO EM 02/05/2011 Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). Ex: transferência.Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. pois este é o responsável pelo serviço. Protocolar a solicitação de inclusão da restrição e fazer o serviço de inclusão. pois este é o responsável pelo serviço. devidamente preenchida e assinada. Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. 7 – RESTRIÇÕES EM VEÍCULOS. Contrato social.             Certificado de originalidade. Procuração pública. sendo necessário detalhar os dados do processo que solicitou a inclusão. quando for o caso. expedido por Entidade credenciada e reconhecida pelo DENATRAN (cópia autenticada). estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica) . Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica . quando for o caso  Observação:  Para os casos de veículos de coleção importados deve-se exigir também a autorização da Receita Federal.

024/09. Veículo envolvido em acidente – veículo acidentado OF/CIRC/SGV nº 066/05.Observar Fazendária – Para pessoas que tem isenção de impostos (passando o prazo do benefício a restrição pode ser baixada pela CRT/PAV independente de qualquer serviço).A baixa na restrição será feita com um documento oriundo da autoridade que solicitou a inclusão de tal impedimento.  Credencial do despachante. Arrolamento de bens . RENAJUD . O DETRAN/ES somente consulta tal restrição. 010/06. Quando o requerente não apresentar o recibo preenchido.As restrições RENAJUD são restrições judiciais inseridas diretamente pelos tribunais através de um convênio direto com o DENATRAN.OF/CIRC/SGV nº 095/05. pelo órgão solicitante.S. quando for o caso. 85/05.Observar OF/CIRC/SGV nº 054/07. Após pagamento da taxa. Comunicação de Venda    Documentos necessários (protocolar): Requerimento devidamente preenchido comunicando a venda. Não será cobrada taxa quando o ofício for encaminhado. 30 . 090/05 e 016/2010. 038/06. Não é cobrado taxa para a inclusão da restrição administrativa. Após a realização do procedimento no sistema. 018/06.Restrições do INSS e RECEITA FEDERAL – Observar OF/CIRC/SGV nº 69/05. C. . PRF e Batalhão de Trânsito). Averbação Judicial . do requerente e incluir uma restrição administrativa. assinado pelo comprador e vendedor e com firma reconhecida conforme orientação no verso do documento (CRV preenchido sem rasuras).     Observações: Fazer inclusão no comunicado na tela „COMUNICA VENDA‟. comunicando posteriormente aos Órgãos fiscalizadores – DER/ES. fazer ATIVAÇÃO do comunicado (a comunicação de venda só terá valor após sua ativação). Orientar a pessoa que esta restrição não a isenta de nenhuma responsabilidade sobre o veículo. direto ao DETRAN/ES (observar Instrução de Serviço nº 015/07 para baixa de restrição judicial). Cópia (autenticada) do CRV (recibo de venda) devidamente preenchido. 60/04: (deve ser apresentado um requerimento comunicando a venda. o processo deve ser arquivado e somente será encaminhado para a SEFAZ caso o requerente solicite posteriormente .  Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. obedecer a I. quando for o caso  Taxa paga.I.

conforme modelo no ANEXO IX INCLUIDO em 16/05/2011 declaração do vendedor com firma reconhecida em cartório (por autenticidade ou semelhança) de que a compra e venda foi desfeita e o negócio não será realizado. INCLUIDO em 01/03/2011. Procuração pública.  NÃO PODE INCLUIR COMUNICADO DE VENDA EM VEÍCULO ALIENADO. O comunicado de venda é baixado automaticamente no caso da transferência do veículo para o comprador indicado. INCLUIDO em 12/04/2011. nos termos do item XI das Considerações Gerais. reconhecida firma em cartório. Para veículos com pendência de inclusão de gravame ou pendência de cessão de direitos só será permitido o comunicado de venda para o proprietário indicado pelo agente financeiro. INCLUIDO em 27/04/2011. sua credencial do despachante e termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. O despachante somente poderá requerer a baixa do comunicado de venda mediante apresentação dos documentos acima informados e de autorização formal do proprietário vendedor. fazer baixa do comunicado na tela „COMUNICA VENDA‟. Observações:     Quando a baixa for a pedido do proprietário vendedor (aquele que pediu a inclusão). Quando existir um comunicado de venda no sistema (comunicado feito com a cópia do CRV e feito na tela específica de comunicado de venda) o 31 . INCLUIDO em 12/04/2011 Taxa paga. No caso de arrendamento. não pode transferir a terceiros sem o registro da cessão de direitos (SA 106849). A inclusão de comunicado de venda em veículo alienado somente pode ser feito se no campo “Informações PENDENTES originadas das financeiras via SNG . fazer ATIVAÇÃO da baixa do comunicado (a baixa da comunicação de venda só terá valor após sua ativação). no caso de terceiros. Baixa de Comunicação de Venda    Documentos necessários (protocolar):      Requerimento do proprietário vendedor solicitando a baixa do comunicado de venda e justificando seu pedido informando que ocorreu o distrato. obrigatoriamente o comprador só poderá ser instituição financeira (SA110879).I. Motivo: se tem financiamento o proprietário é o responsável até sua quitação. conforme modelo no ANEXO IX INCLUIDO em 16/05/2011 Cópia do CRV frente e verso.Sistema Nacional de Gravame” houver o registro da baixa do gravame ou a cessão de direitos. REDAÇÃO ALTERADA em 12/04/2011 declaração do comprador com firma reconhecida em cartório (por autenticidade ou semelhança) de que a compra e venda foi desfeita e o negócio não será realizado. Após pagamento da taxa. INCLUIDO em 12/04/2011. C. CPF ou CNPJ quando pessoa jurídica do proprietário vendedor.

INCLUIDO em 12/04/2011 8 – RESSARCIMENTO DE TAXAS POR VALORES DUPLICIDADE OU POR SERVIÇO NÃO REALIZADO   Documentos Necessários: PAGOS EM Requerimento contendo os dados completos do proprietário do veículo. somente pode ser feita a pedido do vendedor e com pagamento de taxa.veículo deve obrigatoriamente ser transferido para a pessoa informada no comunicado. Ele não pode colocar como motivo da baixa do comunicado de venda que é para 2ª via de CRV. O sistema entende automaticamente (e não se cobra taxa de baixa de comunicado de venda). Quando existir uma restrição administrativa informando a venda do veículo (comunicado feito sem a cópia do CRV . È obvio que depois ele terá que fazer a 2ª via. A revenda/concessionária em casos de comunicado de venda para estas não podem requerer a baixa do comunicado. RETORNO DE PROCEDIMENTO EM 22/08/2011  Se o vendedor alegar que não tem a cópia do CRV para efetuar a baixa do comunicado ele deverá declarar esta informação. ou seja. deve ter outro documento informando que a venda foi desfeita. INCLUIDO em 12/04/2011 – (PARTE TACHADA: PROCEDIMENTO SUSPENSO EM 08/08/2011 DEVIDO A BLOQUEIO PELO DENATRAN NA BASE NACIONAL (E-MAIL EM 08/08/2011). A transferência deve obrigatoriamente ser feita para a revenda/concessionária e depois esta transfere para quem quiser. pois para tirar 2ª via não precisa mais baixar o comunicado (ver procedimento de 2ª via de CRV). Ele não pode colocar como motivo da baixa do comunicado de venda que é para 2ª via de CRV. (inclusive dados bancários para que se possa efetuar a devolução) 32 . É importante a declaração de ambos quanto ao desfazimento da compra e venda. Não pode ser baixada para nenhum outro motivo. Neste caso não precisa ser feita baixa nenhuma. se responsabilizando cível. muito menos licenciamento. administrativa e criminalmente pela informação. Isso vale inclusive para os comunicados de venda feitos para o nome de revendas e concessionárias. pois para tirar 2ª via não precisa mais baixar o comunicado (ver procedimento de 2ª via de CRV). Uma baixa de comunicado de venda que não seja a automática pelo sistema. pois não foram elas quem solicitou a inclusão e sim o proprietário vendedor. quando não se está fazendo a transferência para quem está indicado no comunicado de venda. para a baixa não se cobrará taxa e ao baixar deve ser feita imediatamente a transferência  Para baixa de comunicado de venda não basta ele colocar no requerimento o texto: “requerer a baixa de comunicado de venda”.casos da IS 060/04 e feito na tela restrição administrativa) a restrição somente pode ser baixada para a transferência. Neste caso. Se eles assinaram o CRV informando a venda. ele tem que requerer e explicar o motivo pelo qual ele quer a baixa. mas aí entra no procedimento normal de 2ª via.

33 . Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. quando for o caso.  Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica . Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). quando for o caso. Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica . 09 .valendo este como comprovante de endereço).valendo este como comprovante de endereço).Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. Estes documentos são necessários tanto para taxas pagas em duplicidades referentes a veículos. após recebimento do requerimento para o ressarcimento.br. pois este é o responsável pelo serviço. A restituição de seguro DPVAT deve ser requerida na FENASEG. Orientações pelo site www.  Contrato social. pois este é o responsável pelo serviço.com. nos termos do item XI das Considerações Gerais. Taxas originais ou cópias autenticadas pagas em duplicidade ou do serviço não realizado. 330 CTB / RESOLUÇÃO 493/75 E 60/98 DO CONTRAN) Concessão de Placa de Experiência  Documentos necessários:  Requerimento de solicitação. estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica) . Procuração pública. no caso de terceiros. devem confirmar os pagamentos das taxa pagas em duplicidade na tela ou da taxa paga por serviço não realizado. (MODELO NO ANEXO VII) Cópia do CRV/CRLV do veículo.  Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante.PLACA DE EXPERIÊNCIA (ART.         solicitando a devolução do valor pago em duplicidade.dpvatseguro. Contrato social. em papel timbrado da empresa. anexando-as ao processo e encaminhar os autos diretamente para a SEFAZ. Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica). estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica).  Credencial do despachante. quanto a habilitação. Credencial do despachante. As CIRETRAN´s. quando for o caso  Observações:     O usuário pode dar entrada no processo na CRT ou diretamente na Secretaria da Fazenda.

34 . revendedoras e oficinas mecânicas.  Placas de experiência.  As empresas autorizadas para concessão das Placas de Experiência. O livro deverá conter também. emissão licenciamento e placa – emitida pelo DETRANNET). DPVAT. para controle de entrada saída dos veículos. no caso de terceiros.  Taxas pagas (licenciamento.valendo este como comprovante de endereço).  Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica . Renovação da Placa de Experiência.  Procuração pública.  Taxas pagas (licenciamento. contendo nas páginas a assinatura do Chefe do Licenciamento. pois este é o responsável pelo serviço.  Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. pois este é o responsável pelo serviço. no estabelecimento.  CRLV (original do ano anterior).  Documentos necessários:  Alvará de Funcionamento atualizado junto á Prefeitura.  Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. O livro indicará:  Data e hora de entrada e saída do veículo.  Serviço realizado pelo DETRANNET – CRLV emitido via sistema DETRANNET. quando for o caso. quando for o caso. estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica) .Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante.  Toda CIRETRAN deve possui um livro de controle de fornecimento de Placas de Experiência. termo de abertura e encerramento.  Credencial do despachante. nos termos do item XI das Considerações Gerais.  Placas do veículo.  Contrato social.  Alvará da Prefeitura.36 da tabela de taxas). DPVAT e emissão licenciamento – emitido pelo DETRANNET).  Nome do condutor. de 50 páginas. da CIRETRAN. Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES.  Taxa de requerimento paga (Dua/Sefaz) (item 2. lavrado pelo proprietário.   Observações: A concessão poderá ser deferida às concessionárias de veículos. serão obrigadas a possuir livro de registro tipo ata. quando for o caso.

.como também as placas originais dos veículos). A Certidão para fim de aposentadoria deverá ser protocolada com o requerimento constando às placas dos veículos.CERTIDÃO PARA FINS DE RECEBIMENTO DO SEGURO DPVAT (indenização)  Documentos necessários: 35 . Estadual e Municipal.).  Contrato social.CERTIDÃO DE REGISTRO DE VEÍCULOS  Documentos necessários:  Requerimento com finalidade específica.  Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica .32 da tabela de taxas). 11 .  Procuração pública. Procuração pública. Só pode ser fornecida a certidão se a pessoa que estiver solicitando for a proprietária dos veículos. quando for o caso. no caso de terceiros. etc. o município de emplacamento e o tipo de veículo (se automóvel moto.valendo este como comprovante de endereço). constando o motivo da solicitação e o pagamento da taxa. caminhão.  Credencial do despachante. 10 .  Observações: Para renovação de placas de experiência que foram concedidas fora do DETRANNET fazer o cadastramento pelo DETRANNET e caso a placa não passe a pedir o cadastramento na SGV informando o nº da placa. quando for o caso.  Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física).  Taxa paga – DUA/SEFAZ (item 2.  Livro Ata de Controle do ano anterior com as devidas anotações de entrada e saída de Veículos que utilizaram a placa (constando as horas e datas de entrada e saída . nos termos do item XI das Considerações Gerais. nos termos do item XI das Considerações Gerais. estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica).  Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica).   Observação:   Quando se tratar de órgão da Administração Pública Federal. somente deverá ser expedido o requerimento. no caso de terceiros. exceto aos veículos pertencentes ao Governo do Estado do Espírito Santo.  Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES.

 Credencial do despachante. quando for o caso. no caso de terceiros.  Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica .  Boletim de ocorrência. Despachante não pode fazer vistoria especial. quando for o caso  Procuração pública.DUA/SEFAZ (item 2.valendo este como comprovante de endereço).  Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). quando for o caso  Taxa .  Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. com o carimbo do DETRAN-ES.  Contrato social. A vistoria especial/em trânsito somente é válida para 2ª via de CRV de veículo de outra UF.32 da tabela de taxas). devendo ser entregue ao requerente em envelope lacrado.    Observações:    Deverá ser apresentado ao vistoriador o original.  Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). cópia simples com a apresentação do original ou cópia autenticada do CRLV. no caso de terceiros. nos termos do item XI das Considerações Gerais.  Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica . estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica). nos termos do item XI das Considerações Gerais. A vistoria do veículo constando o decalque legível do chassi e do número do motor (Resolução 05/98) deverá estar devidamente preenchida com fins específicos e assinada pelo vistoriador do DETRAN-ES e pelo Chefe do Setor de Licenciamento.  Credencial do despachante.12 da tabela de taxas – 25 VRTE). somente o DETRAN/ES.valendo este como comprovante de endereço).VISTORIA ESPECIAL/ EM TRÂNSITO  Documentos necessários:  Requerimento feito pelo proprietário. Não existe vistoria especial/em trânsito para realizar qualquer tipo de serviço de veículos da UF do Espírito Santo. Requerimento.  Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES.  Procuração pública. 36 . juntamente com oficio de encaminhamento do Chefe da CIRETRAN.  Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica). 12 .  Taxa paga (retirada no site da SEFAZ – item 2.  Cópia do CRLV. quando for o caso.

37 . Será utilizado quando um veículo for adquirido no E.36 da tabela de taxas).  Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica .LICENÇA DE PARA – BRISA (RESOLUÇÃO 04/98 DO CONTRAN)  Documentos necessários:  Requerimento.SEGUNDA VIA DE PLAQUETA    Documentos necessários: Requerimento.  Procuração pública. A Validade da licença será de acordo com a distância entre o ES e o Estado/Município de destino. quando for o caso  Taxa paga .S. O modelo da licença é o constante da Resolução 04/98 do CONTRAN 14 .        Observações: A concessão de licença de Pára-Brisa será para veículos novos que ainda não tenham requerido o registro no DETRAN-ES.DUA/SEFAZ (item 2.valendo este como comprovante de endereço).  Carteira Nacional de Habilitação do condutor. nos termos do item XI das Considerações Gerais. e no caso de encarroçamento. e o destino for outro Estado da Federação ou outro município. É vedada a expedição desta licença para veículo já registrado em qualquer unidade da federação. no caso de terceiros.  Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). com duração máxima de 15(quinze) dias (Resolução 04/98 do CONTRAN).  Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES.  Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física).13 .  Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante.  Credencial do despachante. Esta autorização somente deve ser fornecida se o veículo possuir précadastro na BIN. Cópia simples com a apresentação do original ou cópia autenticada do CRV. quando for o caso. pois este é o responsável pelo serviço. por qualquer motivo.  1ª via da nota fiscal (cópia).valendo este como comprovante de endereço).  Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica .

pois este é o responsável pelo serviço.  Contrato social.Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. quando for o caso Vistoria do veículo constando o decalque legível do chassi (Resolução 05/98) e motor.  Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica . RETIRADO EM 02/05/2011  Comprovante de endereço conforme Instrução de Serviço N nº 012/11 (somente para pessoa física).36 da tabela de taxas).  Observações: 38 . INCLUIDO EM 25/08/2010  Credencial do despachante. pois este é o responsável pelo serviço.  Comprovante de endereço ou declaração de próprio punho do proprietário (somente para pessoa física).DUA/SEFAZ (item 2. nos termos do item XI das Considerações Gerais. no caso de terceiros. nos termos do item XI das Considerações Gerais. INCLUIDO EM 25/08/2010. não é obrigatório o requerimento da plaqueta. quando for o caso.        Contrato social ou estatuto (quando pessoa jurídica) . quando for o caso. Taxa paga . a CIRETRAN deverá encaminhar a solicitação ao fabricante.valendo este como comprovante de endereço).  Procuração pública.RENOVAÇÃO DE LICENCIAMENTO ANUAL (CRLV) SEM POSTAGEM  Documentos necessários:  Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). devidamente preenchida e assinada. pois este é o responsável pelo serviço. estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica) . quando for o caso. 15 . Após protocolar a documentação.  Observação:   Para os veículos de marca Ford com mais de 10 (dez) anos de uso.  Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica) . Credencial do despachante. Boletim de ocorrência Laudo da DFRV Procuração pública.Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante.  Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. NOVA REDAÇÃO EM 02/05/2011  Taxa paga (relativas aos débitos em atraso do veículo: IPVA/ LICENCIAMENTO e MULTAS). constando o motivo.Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. no caso de terceiros.

A documentação acima informada ficará arquivada na pasta de cada despachante. Em caso de informação pendente do SNG. 354/2010. 39 . assegurando sua aprovação por meio de procedimentos que atestem a plena observância dos requisitos técnicos e das demais especificações previstas na legislação de trânsito. Não se faz mais SS. mas é necessária a apresentação de todos os documentos acima informados. A esta declaração será anexada uma cópia do Contrato social ou Estatuto da empresa.        Veículo arrendado deverá ser anexado os documentos pessoais do arrendatário. Veículos à gás o CRLV só será emitido se o CSV estiver dentro do prazo de validade. Caso o endereço atual do proprietário seja de município diferente da do registro do veículo e este não tenha mais endereço constante no município que esta no cadastro. O despachante trará a documentação na Coordenação de Despachantes de Veículos que autorizará na referida declaração a realização do serviço solicitado (renovação anual) sem a exigência do contrato social e da Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa. não sendo necessários os documentos do banco. deverá ser feito o serviço de mudança de município. pendência de inclusão de gravame. a partir de 2011. de que trata a Resolução CONTRAN nº. INCLUÌDO EM 09/06/2011  Observações 2 (somente despachantes credenciados): para serviços feitos por No caso de solicitação de serviço de licenciamento anual sem postagem de empresas com vários veículos em sua frota solicitada por despachante credenciada o procedimento será: O representante da empresa fará uma declaração em papel timbrado da empresa autorizando o despachante (informar o nome e matricula do despachante) a realizar o licenciamento anual do exercício vigente (para cada exercício deverá ser uma nova declaração) dos veículos de sua frota. Veículos adaptados para transporte de blocos de pedra ornamentais e chapas serradas. o CRLV somente é emitido se for feito o serviço pendente. se Pessoa Jurídica. o CRLV só será emitido após emissão pela ITL do Certificado de Avaliação Técnica. A validade da certidão que se refere a esse item é de até 30 dias após a data de emissão da certidão. ou seja. carteira de identidade do representante da empresa que assinou a declaração E certidão da Junta Comercial ou do Cartório onde estiver registrada a empresa (para sabermos se a cópia do contrato apresentado é o mais atual). assim como a segurança veicular (Instrução de Serviço N nº 1260/11). Para veículos duas letras fazer o serviço de troca de placa. INCLUÌDO EM 09/06/2011. O CRLV não é emitido para veículos com restrição administrativa OU judicial com busca e apreensão.

Taxas pagas e todos os débitos. Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física).  Credencial do despachante. NOVA REDAÇÃO EM 02/05/2011 Consultar a aba de cadeia sucessória ou legado e efetuar o recadastramento conforme consta no histórico. Vistoria do veículo constando o decalque legível do chassi (Resolução 05/98) e motor. devidamente preenchida e assinada. os processos de renovação anual da frota da empresa serão instruídos com os seguintes documentos (para cada veículo):  Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica .  Observações:  Quando não constar nenhuma informação na cadeia sucessória e nem no legado.Logo. Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica). Contrato social. quando for o caso. no caso de terceiros. Credencial do despachante. CRV original ou Boletim de Ocorrência comunicando a perda. RETIRADO EM 02/05/2011 Comprovante de endereço conforme Instrução de Serviço N nº 012/11 (somente para pessoa física). dos últimos 05 (cinco) anos mais o ano vigente. 16 RECADASTRAMENTO DESATUALIZAÇÃO                DE VEÍCULO BAIXADO POR Documentos necessários: Requerimento solicitando o recadastramento. fazer vistoria em papel A4 com decalque do chassi e motor e informando todas as características do veículo e se o mesmo esta apto a 40 . nos termos do item XI das Considerações Gerais. Procuração pública.  Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES.  Declaração da empresa solicitando o serviço e devidamente autorizado pela CDV. Comprovante de endereço ou declaração de próprio punho do proprietário (somente para pessoa física). Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES.valendo este como comprovante de endereço). estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica). quando for o caso. Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica .  Taxa paga (relativas aos débitos em atraso do veículo: IPVA/ LICENCIAMENTO e MULTAS).valendo este como comprovante de endereço).

– 18 – ALTERAÇÃO DE ENDEREÇO TRANSFERENCIA DE MUNICÍPIO            Documentos necessários: PARA OUTRO MUNICÍPIO Certificado de Registro de Veículos (CRV) em branco. quando for o caso. quando for o caso. Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica). juntar toda documentação que o usuário tiver do veículo e encaminhar ao RENAVAM. Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica . quando for o caso. pois este é o responsável pelo serviço. Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando comprador pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. NOVA REDAÇÃO EM 02/05/2011 Procuração pública. nos termos do item XI das Considerações Gerais. Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. Contrato social. Novo comprovante de endereço ou declaração de próprio punho do proprietário (somente para pessoa física). Vistoria do veículo constando o decalque legível do chassi (Resolução 05/98) e motor. no caso de terceiros. devidamente preenchida e assinada.circular. Procuração pública. Taxas pagas. 17 – ALTERAÇÃO DE ENDEREÇO NO MESMO MUNICÍPIO           Documentos necessários: Requerimento. Credencial do despachante.valendo este como comprovante de endereço).valendo este como comprovante de endereço). Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica . 41 . pois este é o responsável pelo serviço. Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). nos termos do item XI das Considerações Gerais. RETIRADO EM 02/05/2011 Novo comprovante de endereço conforme Instrução de Serviço N nº 012/11 (somente para pessoa física).Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante.  Observações:  O proprietário do veículo somente poderá ter um endereço por município. estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica) . no caso de terceiros. Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). quando for o caso. Credencial do despachante.

no caso de terceiros. quando usado. Taxa paga (emissão do novo CRV). Declaração conforme Portaria 03/1999 especificando as características anteriores e as atuais do motor. Credencial do despachante. Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. Vistoria do veículo constando o decalque legível do chassi (Resolução 05/98) e motor. pois este é o responsável pelo serviço.Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. CRV original. Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica . recibo de compra do motor. com firma reconhecida. quando for o caso.    42 . RETIRADO EM 02/05/2011 Comprovante de endereço conforme Instrução de Serviço N nº 012/11 (somente para pessoa física). Comprovante de endereço ou declaração de próprio punho do proprietário (somente para pessoa física). pois este é o responsável pelo serviço.anexo II deste manual. NOVA REDAÇÃO EM 02/05/2011 1ª via da nota fiscal do motor original ou cópia autenticada.Certificado de Segurança Veicular (somente para troca de combustível. devidamente preenchida e assinada. Contrato social. RETIRADO EM 02/05/2011 Comprovante de endereço conforme Instrução de Serviço N nº 012/11 (somente para pessoa física). CSV .  Comprovante de endereço ou declaração de próprio punho do proprietário (somente para pessoa física).valendo este como comprovante de endereço). ou declaração de procedência lícita do motor emitida pelo proprietário (vendedor) do veículo conforme modelo constante do item 22 . GRAVAÇÃO E SUBSTITUIÇÃO DE MOTOR (obedecer Resolução nº 282/08 do CONTRAN) Substituição de Motor (CASOS EM QUE NO MOTOR FÍSICO (MOTOR QUE ESTA NO VEÍCULO) TEM UM NÚMERO QUE ESTA DIFERENTE DA BASE ESTADUAL E DA BASE NACIONAL)               Requerimento solicitando a troca. Procuração pública. quando for o caso. alteração de cilindrada ou potência). Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica) . nos termos do item XI das Considerações Gerais. Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. NOVA REDAÇÃO EM 02/05/2011  Observações:  Orientar a substituição da tarjeta do veículo. Nota fiscal da firma prestadora do serviço ou declaração com firma reconhecida. 19 – INCLUSÃO.

devidamente preenchida e assinada. informar o numero do motor que está no veículo. não sendo possível vistoriar o antigo. 43 . deverá ser marcado o item “incluir restrições  o processo deverá substituir motor” 7) abrir processo normalmente. proceder conforme abordagens do treinamento. 5º da Resolução 282/08. acesse menu vistoria  laudo 2) emite laudo normalmente 3) faz vistoria física 4) coloca resultado “apto” 5) no campo “motor”.NÃO TEM NENHUM NÚMERO)      Documentos necessários para autorização de gravação: Requerimento solicitando a gravação. e nas “opções de serviço” virá o serviço de “substituição de motor” marcado como uma das opções de serviço.anexo II deste manual Para veículos oriundos de outra UF a substituição de motor deve ser feita na UF de origem para depois transferir para o ES. Quando o proprietário não tiver a nota fiscal do motor e/ou do serviço deverá ser observado as outras opções do art. Cópia do CRV. No caso dos veículos que chegam à CIRETRAN já com o motor novo instalado. A declaração de procedência é a constante do item 22 . citando a não existência da numeração do motor.  Passo a passo no DETRANNET: Antes de iniciar qualquer procedimento (vistoria ou processo). 10º da Resolução 282/08 do CONTRAN) (CASOS EM QUE NO MOTOR FÍSICO MOTOR QUE ESTÁ NO VEÍCULO. no banco de dados do DETRAN-ES.    Observações:   À substituição do motor de um veículo registrado. tendo em vista que o motor já foi substituído. Nota fiscal do bloco do motor. 8) para continuar. abrindo a aba “características do veículo” 1) no sistema. citar na declaração de características do motor a impossibilidade e efetuar o serviço. Vistoria do veículo constando o decalque legível do chassi (Resolução 05/98) e motor. A troca de motor para combustível diesel só poderá ser realizada para veículos que comportarem CAPACIDADE acima de 1000 (um Mil) Kg. consultar o veículo pelo número do motor (aba veículos  menu RENAVAM  BIN (902 placa) e 903 (motor) e também no dossiê do veículo. se faz necessária à expedição de um novo Certificado de Registro de veículo (CRV). 6) no resultado. Gravação do número no bloco do motor (observar o art.

 Para veículos oriundos de outra UF. a gravação de motor deve ser feito na UF de origem para depois transferir para o ES. NOVA REDAÇÃO EM 02/05/2011 Taxa paga (emissão do novo CRV).inserir placa e renavam. nos termos do item XI das Considerações Gerais.no sistema. pois este é o responsável pelo serviço. no caso de terceiros. CRV original.valendo este como comprovante de endereço). quando for o caso. quando for o caso. Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). quando for o caso.sairá a autorização já com o número do motor.  Fornecer autorização para a gravação solicitada pelo DETRANNET. Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica .  Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica . nos termos do item XI das Considerações Gerais. 44 . .  Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES.  Passo a passo no DETRANNET: . Contrato social ou estatuto (quando pessoa jurídica) . Procuração pública. Credencial do despachante. RETIRADO EM 02/05/2011 Comprovante de endereço conforme Instrução de Serviço N nº 012/11 (somente para pessoa física).  Documentos necessários para regularização do motor após gravação:              Nota fiscal do serviço.fornece a autorização ao requerente.valendo este como comprovante de endereço). quando for o caso. Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. .Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. devidamente preenchida e assinada.  Procuração pública. Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). no caso de terceiros. Vistoria do veículo constando o decalque legível do chassi (Resolução 05/98) e motor.  Observações:  A gravação do nº do motor somente deve ser realizada em bloco virgem.  Credencial do despachante. Comprovante de endereço ou declaração de próprio punho do proprietário (somente para pessoa física). acesse menu vistoria  gravação de motor . pois este é o responsável pelo serviço.

abrir processo normalmente. quando for o caso. informar o numero do motor que foi fornecido ao cliente/requerente.valendo este como comprovante de endereço). . Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES.. a inclusão do nº do motor deve ser feita no Estado de origem.  Observações:  Para veículos oriundos de outra UF a atualização do número do motor pode ser feito no momento da transferência de UF desde que este conste na base do Estado de origem OU o nº esteja cadastrado na BIN e seja o mesmo que consta no veículo. Se não constar. proceder conforme abordagens do treinamento.emite laudo normalmente .no sistema.para continuar. Procuração pública. devidamente preenchida e assinada. no caso de terceiros. RETIRADO EM 02/05/2011 Comprovante de endereço conforme Instrução de Serviço N nº 012/11 (somente para pessoa física). Comprovante de endereço ou declaração de próprio punho do proprietário (somente para pessoa física). e nas “opções de serviço” virá o serviço de “gravação de motor” marcado como uma das opções de serviço. consultar o veículo pelo número do motor (aba veículos  menu RENAVAM  BIN (902 - 45 . Taxa paga (emissão do novo CRV). . deverá ser marcado o item “incluir restrições  o processo deverá gravar motor”. nos termos do item XI das Considerações Gerais. . Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica .requerente faz gravação e volta ao DETRAN-ES. acesse menu vistoria  laudo . . Carteira de Identidade e CPF do proprietário (quando pessoa física). Credencial do despachante.no resultado.  Passo a passo no DETRANNET: Antes de iniciar qualquer procedimento (vistoria ou processo). quando for o caso.faz vistoria física .coloca resultado “apto” -no campo “motor”. Inclusão do nº do motor no sistema            CRV original Vistoria do veículo constando o decalque legível do chassi (Resolução 05/98) e motor. NOVA REDAÇÃO EM 02/05/2011 Declaração de procedência lícita do motor conforme resolução 282/08 do CONTRAN.

assim como o pagamento das despesas referentes à remoção e estada. inciso II.placa) e 903 (motor) e também no dossiê do veículo. ou. não contempla as multas na situação de cadastradas (notificação de autuação). do Código de Trânsito Brasileiro. este somente poderá retirar o veículo após iniciar concluir o procedimento de transferência em qualquer CIRETRAN ou Posto de Atendimento de Veículos. A liberação só poderá ocorrer para o proprietário vendedor se houver a baixa do comunicado de venda ou restrição administrativa informando a venda do veículo OU a desistência da venda informada pelo vendedor com reconhecimento de firma E após iniciar o procedimento de 2ª via do CRV em qualquer CIRETRAN ou Posto de Atendimento de Veículos. prevista no parágrafo único do artigo 271 do Código de Trânsito Brasileiro. Caso exista Comunicação de Venda no registro do veículo ou restrição administrativa informando a venda do veículo OU não exista comunicação de venda nem restrição administrativa informando a venda do veículo. abrindo a aba “características do veículo” no sistema. O veículo somente será entregue à pessoa física ou jurídica em nome da qual estiver registrado. proceder conforme abordagens do treinamento 1) 2) 3) 4) 5) 20 – LIBERAÇÃO DE VEÍCULOS (nos termos da Instrução de Serviço N nº 040/06)  Documentos necessários: Para a liberação de veículo removido ao depósito em decorrência de medida administrativa. mas for apresentado recibo de compra e venda do veículo preenchido em nome do adquirente há mais de 30 (trinta) dias. conforme dispõe o artigo 269. para continuar. exigida para este último caso autorização ou procuração particular com firma reconhecida em tabelionato por autenticidade. (alterado pela Instrução de Serviço N nº 029/11 – INCLUÍDO EM 08/08/2011) Veículos na situação do parágrafo acima não poderão ser liberados para o proprietário vendedor. informar o numero do motor que está no veículo – automaticamente será incluído esse número de motor para o veículo. A exigibilidade do pagamento dos débitos. pois este já informou a venda do veículo ao DETRAN/ES. exigir-se-á o regular licenciamento. ao representante legal do proprietário. 46 . acesse menu vistoria  laudo emite laudo normalmente faz vistoria física coloca resultado “apto” no campo “motor”.

O requerimento previsto acima poderá ser suprido por procuração do (a) viúvo (a) e de cada um dos herdeiros. contendo. com as assinaturas reconhecidas em tabelionato. Sendo o veículo de propriedade de pessoa falecida. Admitir-se-á a liberação também mediante autorização ou procuração. por autenticidade. cópia dos documentos aqui elencados. no primeiro caso. a retirada se dará: a) pelo inventariante. RETIRADO EM 15/04/2011 47 . outorgando poderes sobre o bem a qualquer pessoa. d) documentos pessoais (RG e CPF ou CNH) da pessoa que foi autorizada a liberar o veículo. com firma reconhecida em tabelionato. com poderes específicos. deverá ser apresentado Boletim de Ocorrência Policial informando tal situação. obrigatoriamente: a) documentos pessoais (RG e CPF ou CNH) do proprietário ou do representante legal da empresa (em caso de pessoa jurídica) discriminado no Estatuto Social. c) autorização para liberação do veículo com firma reconhecida em tabelionato no caso de liberação para terceiros. em caso de terceiros. caso na ocasião não seja apresentado o CRLV do exercício vigente. b) pessoa nominada no Alvará Judicial expedido nos autos da ação de inventário. ou pelo Síndico da Massa Falida. assinada por representante legal da empresa.No caso de veículos que necessitem da vistoria realizada por ITL exigir o agendamento para liberação. no caso de falência. O processo de liberação do veículo deverá ser devidamente documentado. e manter em arquivo. sendo que o depositário deverá anexar ao requerimento. desde que o CRLV esteja em dia e não haja comunicado de venda ou restrição administrativa de venda a favor de terceiros (e-mail 07/01/2010). Caso o proprietário verifique a perda ou extravio do CRV ou não possua no momento da liberação o CRV original. a retirada somente se dará por um dos representantes discriminados no Estatuto Social. com firma reconhecida em tabelionato. comprovando não haver débitos vencidos do veículo a serem pagos. Nestes casos o veículo poderá ser liberado desde que se comprove sua propriedade no sistema e desde que não conste nenhuma restrição de venda. EXCEÇÃO: o CRV é dispensável quando o veiculo for liberado para o proprietário. informando os sócios atuais da empresa (em caso de pessoa jurídica). e) documentos do veículo (CRLV e CRV). Sendo o veículo de propriedade de pessoa jurídica. c) pessoa autorizada através de requerimento formalizado por todos os herdeiros que constarem na Certidão de Óbito. mediante apresentação do Termo de Inventariante. f) cópias dos DUA‟s pagos ou impressão da tela do sistema de veículos. b) contrato social ou certidão da junta comercial ou cartório emitida com menos de 30 dias. em conformidade com o pertinente Estatuto Social.

b) termo de nomeação do responsável pelo órgão. recaindo sobre este a responsabilidade desta liberação. deverão ser analisados pelo Chefe da Ciretran/PAV onde estiver ocorrendo a liberação.  Observações: É vedada a liberação de veículo que apresente “pagamento agendado” de débitos. caso na ocasião não seja apresentado o CRLV do exercício vigente.Caso o proprietário não possua no momento da liberação o CRV original. que deverá justificar na CARTA DE LIBERAÇÃO para quem está sendo entregue o veículo e os motivos que originaram a liberação para tal pessoa. a retirada se dará com apresentação dos seguintes documentos: (INCLUÍDO pela Instrução de Serviço N nº 029/11 – INCLUÍDO EM 08/08/2011) a) cartão CNPJ da instituição. não necessitando da baixa dos mesmos no sistema da outra UF. NOVA REDAÇÂO EM 15/04/2011 Os veículos licenciados em outras unidades da Federação somente serão liberados mediante documento proveniente do DETRAN de origem autorizando a liberação do veículo ou constatação através do sistema RENAVAM. atestando que o veículo encontra-se devidamente licenciado e regularizado OU nos casos quem que não exista registro de débitos no sistema RENAVAM. comprovando não haver débitos vencidos do veículo a serem pagos. 48 . Sendo o veículo de propriedade da União. Outros casos de liberação de veículos para pessoas não previstas neste procedimento ou fora do estabelecido. d) documentos pessoais (RG e CPF ou CNH) da pessoa que foi autorizada a liberar o veículo. Em havendo débitos no sistema RENAVAM.  Como proceder: Após a quitação dos débitos do veículo e anexação dos documentos necessários para liberação emitir a CARTA DE LIBERAÇÃO (modelo ANEXO VI). o veículo poderá ser liberado desde que se comprove sua propriedade no sistema e desde que não conste nenhuma restrição de venda. e) documentos do veículo (CRLV e CRV). do Estado ou do Município. a liberação de veículo se dará após o pagamento do débito. c) autorização fornecida pelo responsável pelo órgão para liberação do veículo com firma reconhecida em tabelionato (por autenticidade ou semelhança) a um terceiros. f) cópias dos DUA‟s pagos ou impressão da tela do sistema de veículos.

49 . Entretanto a liberação no pátio será feita somente pelo proprietário. Somente a CRT/PAV que tem pátio no Município e a CRT de Vitória é que podem efetuar a liberação de veículos apreendidos. em papel timbrado da empresa. estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica) .  Contrato social.  Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. IMPORTANTE: Já esta no procedimento. naquilo que for possível sanar no pátio. Em ambos os casos deverá ser anexado na liberação a cópia da Carteira da OAB. pois este é o responsável pelo serviço. A liberação deve ser fornecida somente para pessoa habilitada e as irregularidades que levaram a apreensão devem. pois este é o responsável pelo serviço.A CARTA DE LIBERAÇÃO não autoriza a circulação do veículo.valendo este como comprovante de endereço). não substitui o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) anual. quando for o caso. mas percebam que em caso de terceiros liberando veículo é necessário os documentos do proprietário (CPF/CI ou CNH com foto) e da pessoa que foi autorizada a liberar. A CRT'/PAV deve arquivar uma via da carta de liberação emitida para liberação de veículos apreendidos juntamente com a cópia dos documentos apresentados para liberação (e-mail 23/11/2007).PLACA DE FABRICANTE (RESOLUÇÃO 793/94 DO CONTRAN) Concessão de Placa de Fabricante  Documentos necessários:  Requerimento de solicitação.Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. portanto. INCLUÌDO EM 15/04/2011 Advogados podem solicitar carta de liberação e fazer a liberação no pátio desde que a procuração judicial esteja falando especificamente de que tem poderes para representar o proprietário no DETRAN/ES ou com uma autorização dada pelo proprietário com firma reconhecida por autenticidade.  Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica . A solicitação da carta de liberação na CRT/PAV pode ser feita por despachante desde que ele apresente além dos documentos do proprietário do veículo uma procuração particular com reconhecimento de firma por autenticidade do proprietário.  Credencial do despachante. INCLUÌDO EM 15/04/2011 21 . serem sanadas antes da liberação.

O livro indicará:  Data e hora de entrada e saída do veículo.   Observações: A concessão poderá ser deferida a fabricantes ou montadoras de veículos automotores ou de pneumáticos. no estabelecimento.  Placas de experiência.  Cartão CNPJ com validade (quando pessoa jurídica . O livro deverá conter também. Renovação da Placa de Fabricante.36 da tabela de taxas).  As empresas autorizadas para concessão das Placas de Fabricante.  Placas do veículo.  Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES.Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. termo de abertura e encerramento. Termo de responsabilidade do despachante em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. DPVAT. quando for o caso. estatuto ou requerimento de microempresário (quando pessoa jurídica) . DPVAT e emissão licenciamento – emitido pelo DETRANNET). pois este é o responsável pelo serviço.  CRLV (original do ano anterior).  Contrato social.  Credencial do despachante.  Taxas pagas (licenciamento.  Toda CIRETRAN deve possui um livro de controle de fornecimento de Placas de Fabricante. para a realização de testes destinados ao aprimoramento de seus produtos. para controle de entrada saída dos veículos.  Nome do condutor. 50 . no caso de terceiros.  Taxa de requerimento paga (Dua/Sefaz) (item 2. emissão licenciamento e placa – emitida pelo DETRANNET).  Procuração pública.  Documentos necessários:  Alvará de Funcionamento atualizado junto á Prefeitura. quando for o caso.  Alvará da Prefeitura.  Taxas pagas (licenciamento. serão obrigadas a possuir livro de registro tipo ata.  Carteira de Identidade e CPF do representante da empresa (quando pessoa jurídica) – Exceto quando o serviço estiver sendo feito por despachante. pois este é o responsável pelo serviço. lavrado pelo proprietário. nos termos do item XI das Considerações Gerais. da CIRETRAN. de 50 páginas.  Serviço realizado pelo DETRANNET – CRLV emitido via sistema DETRANNET. contendo nas páginas a assinatura do Chefe do Licenciamento. quando for o caso.valendo este como comprovante de endereço).

publicada no DOE em 29/04/2011. nos termos do item XI das Considerações Gerais.CONSIDERAÇÕES GERAIS I. A declaração de endereço de próprio punho deverá conter a assinatura do proprietário com reconhecimento de firma ou com mesmo padrão de assinatura do documento pessoal com foto apresentado. III. cópia reprográfica autenticada em cartório ou cópia simples. Aceita-se a declaração de um terceiro dizendo que o proprietário reside em seu endereço (conforme modelo de declaração no ANEXO III) – esta declaração do terceiro é com firma reconhecida por semelhança ou autenticidade ou com assinatura igual a de um documento deste apresentado. Não é aceito declaração de próprio punho do proprietário.como também as placas originais dos veículos). deverão ser apresentados os originais ao servidor que confira e ateste com carimbo próprio constando seu nome. deverá constar carimbo. 22 . 51 . exceto as vistorias. Procuração pública. Neste último caso.  Livro Ata de Controle do ano anterior com as devidas anotações de entrada e saída de Veículos que utilizaram a placa (constando as horas e datas de entrada e saída . VER MODELO ITEM 22 – ANEXO III. Antes da abertura de qualquer processo deverá ser feita a verificação dos dados dos proprietários e seus endereços no cadastro de pessoas. desde que conste a baixa do débito no sistema. assinatura do despachante responsável. NOVA REDAÇÃO EM 02/05/2011 INSTRUÇÃO DE SERVIÇO N Nº 12/2011 DE 28 DE ABRIL DE 2011 II. matrícula e assinatura. Em relação ao comprovante de endereço: aceitar qualquer documento recente que comprove o endereço do proprietário ou declaração de próprio punho. Havendo qualquer alteração esta deve ser realizada antes da abertura do serviço. IV. REDAÇÃO ALTERADA EM 02/05/2011 Em relação ao comprovante de endereço: observar as normas da Instrução de Serviço N nº 012/11. Toda solicitação de serviço deverá constar. no caso de terceiros. Em relação às taxas de serviços emitidas pelo DETRANNET. CRV‟s e notas fiscais. no requerimento ou cadastro. No caso de despachante de veículo. Todos os documentos exigidos nos serviços do DETRAN/ES serão considerados válidos se entregues em original. cópia da credencial e termo de responsabilidade. somente para pessoa física. a assinatura do requerente (proprietário ou procurador). que deverão ser apresentadas em original e nos casos específicos informados no manual. não será necessário sua juntada no processo. Taxas emitidas pelo DUA/SEFA devem ser juntadas no original. em que deverá ser respeitado o que está especificamente estabelecido.

luz ou telefone. INCLUÍDO 52 . VI . os seguintes documentos: INotificação do Imposto de Renda do último exercício ou recibo da declaração referente ao exercício em curso.629 de 16 de abril de 1979. CONSIDERANDO o art. REDAÇÃO ALTERADA PELA INSTRUÇÃO DE SERVIÇO 15/2011 DE 13 DE MAIO DE 2011. 1º ACEITAR como comprovante de residência.Contrato de locação do imóvel em nome do interessado. V . com data de emissão de no máximo 90 dias. na forma da lei. CONSIDERANDO a ocorrência de freqüentes fraudes durante os procedimentos de emplacamento e transferência de veículos. CONSIDERANDO o disposto na Lei 6. Inciso I. deve ser registrado perante o órgão executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal.Correspondência ou documento expedido por órgãos oficiais das esferas Municipal. internet ou tv a cabo. para os procedimentos relativos a emplacamento. registrado em Cartório. ou ainda de administradora de cartão de crédito.O DIRETOR GERAL DO DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO DO ESPÍRITO SANTO – DETRAN|ES. RESOLVE: Art. de 28/01/ 2000 e a Lei Complementar 226 de 2002 e. PUBLICADO NO DOE EM 16/05/2011.593-N. no Município de domicílio ou residência de seu proprietário. alínea “c” do Decreto n. quando exigida por autoridade pública para a expedição de documentos. II . articulado.Fatura de água. no uso de suas atribuições que lhe confere o art.Correspondência de seguradora. 120 do Código de Trânsito Brasileiro que dispõe que todo veículo automotor. cuja identificação (nome e endereço do titular) esteja impresso diretamente na fatura ou no próprio envelope. o que compromete a mensuração da frota de veículos no Estado do Espírito Santo. transferência e licenciamento de veículos no Estado do Espírito Santo.º 4. que estabelece normas para a comprovação de residência. principalmente em decorrência de falsas declarações de residência. elétrico.Fatura de plano de saúde. IV . gás. expedida no prazo máximo de 90 dias em nome do usuário ou com declaração do nome de quem constar a fatura. Estadual ou Federal. 7º. desde que este esteja devidamente carimbado pelos Correios. III . reboque ou semi-reboque. expedida no prazo máximo de 90 dias em nome do usuário ou com declaração do nome de quem constar a fatura. instituição bancária. ambos com data de expedição de no máximo 90 dias.

Art. Vitória. nota fiscal do produtor rural fornecida pela Prefeitura Municipal ou documento de assentamento expedido pelo INCRA. VII. pois este é o proprietário do veículo. PARA OS DEMAIS SERVIÇOS NÃO É NECESSÁRIA A AUTORIZAÇÃO DO BANCO. com a devida comprovação do parentesco. Veículos oficiais estaduais são isentos de taxas. seguro obrigatório. filho ou cônjuge do interessado. 53 . Art. § 3° Os documentos poderão ser apresentados na forma original. deverá ser anexados os documentos pessoais do arrendatário. JOÃO FELÍCIO SCÁRDUA Diretor Geral do DETRAN|ES V. Para serviços em nome do leasing (veículo arrendado). deverá atestar que a fotocópia apresentada confere com o documento original. VI. Somente devem pagar as multas. 3° As disposições contidas nesta Instrução de Serviço aplicam-se aos serviços e procedimentos iniciados a partir do dia subseqüente à sua publicação. a autorização do banco com firma reconhecida. esta deverá ter mesmo padrão de assinatura do documento pessoal com foto apresentado. pai. não sendo necessário os documentos do banco. deve ter além do requerimento do arrendatário. revogando-se as disposições em contrário. em todos os processos que não se altera a propriedade.PELA INSTRUÇÃO DE SERVIÇO 15/2011 DE 13 DE MAIO DE 2011. placas e tarjetas (quando for o caso). certidão de nascimento ou certidão de casamento. avó. 4º Esta Instrução de Serviço entra em vigor na data de sua publicação. 2º Este procedimento deverá fazer parte do Manual de Procedimentos Operacionais do DETRAN/ES. PUBLICADO NO DOE EM 16/05/2011. § 1° .As pessoas residentes em área rural poderão ainda apresentar contrato de locação ou arrendamento da terra. através de documento de identidade reconhecido pela legislação federal. 28 de abril de 2011. mãe. § 4º O servidor do DETRAN/ES responsável por receber a documentação a que se refere este artigo. fotocópia simples com apresentação do original para conferência ou fotocópia autenticada em cartório. § 2º Quando o interessado for menor de 18 (dezoito) anos bastará a comprovação da residência do pai ou responsável legal. Art. Em todas as solicitações em que não se exige o reconhecimento de firma da assinatura do proprietário. SOMENTE para 2ª via de CRV. § 5º Serão aceitos documentos em nome do avô.

INCLUIDO EM 07/01/2011 54 . o que torna impossível a realização do procedimento e entregará ao requerente. deverá ser exigido cópia de seu documento profissional (carteira da OAB). Quando houver troca no campo referente à assinatura do comprador e do vendedor no recibo de compra e venda. Os débitos são lançados. Procuração: Para os casos em que o proprietário do veiculo. a CRT/PAV emitirá uma certidão informando quem é o proprietário. desde que não tenha havido rasura e o reconhecimento de firma tenha sido do vendedor. No caso de ocorrer rasuras no espaço destinado ao endereço. poderá fazê-lo através de seu Representante Legal (Procurador). Modelo de certidão no ANEXO IV. qual a situação do veículo (débitos. Quando o veículo for recuperado o próprio sistema calcula a proporcionalidade dos tributos naquilo que for possível. EM CASO DE ROUBO/FURTO DO VEÍCULO: o DETRANNET após a inclusão da informação do roubo e furto no sistema suspende automaticamente a cobrança dos débitos de IPVA e licenciamento. Deverá ser aceita em todos os casos especificados neste manual. Quando o outorgado for advogado. Não existe a possibilidade de emissão de 2ª via de CRV ou da realização de qualquer outro serviço para veículos com a informação de ROUBO/FURTO. restrições financeiras. XI. a mesma será aceita mediante o pagamento da taxa de averbação. ou seja. Em outros campos. requerer segunda via. junto com a cópia simples com a apresentação do original ou cópia autenticada da Identidade e CPF do Outorgado (procurador) além dos documentos pessoais do Outorgante (proprietário do veiculo) conforme indicado nos procedimentos do serviço a ser realizado. quando o comprador assinar no campo reservado ao vendedor e vice-versa. pode ser aceito o recibo sem emissão de 2ª via. X. Sempre anexar a original ou cópia autenticada da procuração. restrições diversa – ver no dossiê) e informando ainda que não é possível emitir o CRV do veículo pois com ROUBO/FURTO não é possível realizar nenhum serviço e ainda que necessitaria do veículo para realização de vistoria. Caso o proprietário não tenha o CRV e esteja querendo o documento para fins de recebimento de seguro. Rasura no certificado de registro do veículo (CRV): Quando a rasura ocorrer na data. No caso de 1º emplacamento deverá ser apresentado carta de retificação (ou correção) da entidade emitente da nota fiscal mesmo que seja no mesmo município. não pode comparecer pessoalmente ao DETRAN para solicitar determinado serviço. deverá ser anexado o comprovante de endereço correto conforme IS 012/11 (original. mas não são exigidos da pessoa. cópia reprográfica autenticada ou cópia simples com apresentação do original) e declaração do proprietário de que o endereço do recibo ou nota fiscal esta incorreto e o endereço para cadastramento no DETRAN/ES é o do comprovante apresentado. IX. por procuração.VIII. dentro do autorizado por lei.

que poderão ser por instrumento particular. Modelo de procuração particular – ITEM 22 – ANEXO RETIRADO EM 25/08/2010 É aceito SOMENTE procuração pública. sem a necessidade de especificar para qual veículo. RETIRADO EM 07/01/2011 É aceito SOMENTE procuração pública. e para fins de 2ª via de CRV deve ser exigido obrigatoriamente a identificação do veículo na procuração e ela precisa ser específica para estes serviços. discriminar o serviço a ser realizado e NÃO precisa constar em seus termos qualquer identificação do veiculo. etc. NOVA REDAÇÃO EM 25/08/2010. Basta apenas dizer que o outorgante pode representar o proprietário no DETRAN (ver também item XIII). assinar no recibo de compra e venda no lugar do proprietário vendedor é que a procuração pública precisa ser específica. sem a necessidade de especificar para qual veículo. assinar no recibo de compra e venda como vendedor. A Procuração precisa ser especifica: discriminar o serviço a ser realizado (pode ser mais de um). transferir a propriedade do veiculo. ou seja. um despachante ou algum funcionário da empresa desde que 55 . salvo as procurações conferidas a advogados. Procuração no caso de revendas: INCLUÍDO EM 06/10/2010 Caso 01) Para a revenda FAZER O SERVIÇO para o cliente ou para ela mesma: quem deve solicitar o serviço no DETRAN são os sócios da empresa. A procuração P A R T I C U L A R precisa ter a firma do Outorgante (proprietário do veículo) reconhecida em Cartório por AUTENTICIDADE. promover a inclusão de alienação. Por exemplo: solicitar 2ª via do CRV/CRLV. NOVA REDAÇÃO EM 07/01/2011 Somente para fins de dar quitação em veículo. A procuração pública N Ã O precisa ser especifica. Quanto à procuração particular concedida a advogados. além de mencionar os dados do veículo. Ou seja. Não há necessidade de indicação do veículo.Pode ser aceita procuração pública ou particular. NOVA REDAÇÃO EM 07/01/2011 XII. ou seja. sem a necessidade de reconhecimento de firma. A procuração N Ã O precisa ser especifica. discriminar o serviço a ser realizado e NÃO precisa constar em seus termos qualquer identificação do veiculo. ou seja. ela precisa dizer expressamente que o outorgado tem poderes para vender o veículo (ou assinar recibo). sem a necessidade de especificar para qual veículo. constar o objetivo principal. Basta apenas dizer que o outorgante pode representar o proprietário no DETRAN (ver também item XIII e XIV). Na procuração devem constar como dados do veiculo. esta deverá constar os poderes específicos. Somente para fins de dar quitação em veículo. ou seja. Neste caso mesmo para advogados deverá ser exigido procuração por instrumento público. ou seja. no mínimo a placa e o chassi. ou seja. A procuração N Ã O precisa ser especifica. discriminar o serviço a ser realizado e NÃO precisa constar em seus termos qualquer identificação do veiculo. Basta apenas dizer que o outorgante pode representar o proprietário no DETRAN (ver também item XIII e XIV). É aceito SOMENTE procuração pública.

faz o mesmo sentido em relação ao local onde o mesmo pode representá-lo. deverá o servidor observar o teor dos poderes contidos na procuração. com exceção do seguro DPVAT que se paga apenas os dois últimos anos XIV.devidamente cadastrado no DETRAN (para credenciar este funcionário a empresa deve obedecer o estabelecido na IS 402/00 – artigo 10. apenas os últimos 05 (cinco) anos de inadimplência e o ano vigente. será reconhecida firma da assinatura do pai ou responsável legal. Licenciamentos atrasados: Quando um veículo estiver com mais de 05 (cinco) anos de licenciamento atrasado. Substabelecimento de procurações públicas: deverá ter tal previsão na procuração e poderá ser na forma particular exceto se a procuração determinar que o substabelecimento também seja da forma pública. deverá ser cobrado do mesmo. É permitido o 1º emplacamento em nome de menor de idade. conforme o caso concreto. RETIRADO EM 25/08/2010 Quando constar na PROCURAÇÃO PÚBLICA que a pessoa tem poderes para representar o outorgante perante o DETRAN ou REPARTIÇÕES PÚBLICAS. Não existe substabelecimento de procurações particulares. XVI. desde que o mesmo possua Carteira de Identidade e CPF. XIII. acompanhada da documentação para comprovação ou do menor desde que seja apresentada a certidão de emancipação Na venda de veículos em nome de menor idade terá validade. § 2º) Caso 02) Para a revenda ASSINAR o CRV seja como comprador ou vendedor: quem assina são os sócios da empresa ou alguém nomeado pelo sócio com procuração publica. Na transferência de veículo para menor de idade onde o CRV exija o reconhecimento de firma do comprador. XV. Neste caso como a atividade dele é a compra e venda de veículos a procuração publica não precisa especificar o veículo. Dois ou mais proprietários: deverá ser registrado conforme modelo abaixo:  Modelo: Emília dos Santos Neves e Áurea Martins França. Neves e 56 . somente com o reconhecimento de firma do pai ou responsável legal. precisa somente dizer expressamente que o outorgante esta dando poderes ao outorgado para assinar no recibo de compra e venda. ESTADUAIS E FEDERAIS. Nome Abreviado: Emília dos S. acompanhada da documentação para comprovação ou certidão de emancipação. Todavia. A transferência de veículo para menor de idade também é possível. XVII. desde que o mesmo possua Carteira de Identidade e CPF.

cobrando-se a averbação.Áurea M.  Ambulância.  Veículos adaptados para deficientes físicos. cobrar taxa de averbação. a contar da data de sua expedição. Só podem existir até (02) duas renovações do nada consta na vistoria da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos. 2Escolha qualquer uma delas e no cadastro de pessoas digite o CPF da pessoa escolhida e consulte. 3Altere o nome da pessoa escolhida.  Veículos acima de 15 (quinze) anos de uso. mas a pessoa voltou ao DETRAN para concluir o serviço depois dos 30 dias não cobra averbação. Passo a passo no DETRANNET: 1Todas as pessoas devem estar cadastradas no cadastro de pessoas. emitida pela Polícia Civil-ES: sua validade será de 30 dias. Após prazo de vencimento. 57 . Se o serviço foi aberto antes do prazo de 30 dias de expedição da nota fiscal ou do preenchimento do CRV e a taxa foi paga. 5Retorne no cadastro de pessoas e no CPF da pessoa que foi modificado o nome (CPF USADO PARA FAZER O SERVIÇO). França. colocando o nome dela e das demais pessoas em nome do qual o veículo deva ficar conforme acima explicado e ao final clique na opção “alterar com nome”. Se o serviço foi aberto antes do prazo de 30 dias de expedição da nota fiscal ou do preenchimento do CRV e a taxa não foi paga. 4Faça o serviço desejado usando o CPF dessa pessoa escolhida até o final. Veículos com isenção do IPVA (Sefaz):  Táxi.  Reboques e Semi-reboques. o inicial e o de mais duas renovações.  Veículos Oficiais. o serviço deve ser cancelado e ser reaberto outro. Certidão de Furtos e Roubos.  Veículos de Entidades Filantrópicas comprovada. culminando com a emissão do CRV que sairá com o nome de todas as pessoas solicitadas. contados a partir da data registrada no carimbo de nada consta. XVIII.  Ônibus urbanos com linha oficiais. Então na vistoria da DFRV pode ter até (03) três carimbos de nada consta. INCLUÌDO EM 28/06/2011 XX. e a pessoa voltou ao DETRAN para retirar nova taxa. O prazo de validade da nota fiscal de primeiro emplacamento para que não seja cobrada taxa de averbação é de 30 dias. acerte os dados no cadastro. XIX.

Para veículos de outra UF também será necessário consultar no site da SEFAZ do Estado que emitiu a nota. XXIII. Conforme a Secretaria da Fazenda (SEFAZ-ES). não podendo de forma alguma ser aceitas notas fora de sua validade de emissão. Observar todas às Notas Fiscais em sua DATA LIMITE PARA EMISSÃO. Empresas que NÃO tenham em seus atos constitutivos comércio sob consignação de veículos automotores (CNAE 4512-9/02). É obrigatória a confirmação da veracidade da nota fiscal eletrônica no site da SEFAZ. A partir de 1º de abril de 2010 passou a ser obrigatória a Nota Fiscal Eletrônica para as empresas que trabalham com o comércio de consignação de veículos.XXI. e Representantes comerciais e agentes do comércio de veículos automotores (CNAE 4512-9/01). o procedimento antigo será o mesmo. Caso ocorra a utilização indevida. mas que sejam concessionárias de veículos novos. a partir de 01-04-2010. que só poderá ser utilizada no ano vigente. a fim de corrigir o erro fiscal. NOTA FISCAL ELETRÔNICA: A partir de 1º de abril de 2008 passou a ser obrigatória a nota fiscal eletrônica para veículos adquiridos direto de fábrica. Se ela não tiver no site da SEFAZ ela não é válida. Data de validade da nota fiscal . as empresas com atividades de: Comércio sob consignação de veículos automotores (CNAE 4512-9/02). Sendo assim. Resumindo: se for concessionária de veículos novos e usados ela tem que emitir nota fiscal eletrônica para veículos novos ou usados. abolindo assim operações de consignação. A partir de 1º de setembro de 2009 passou a ser obrigatória a emissão de nota fiscal eletrônica para empresas cujo ramo de atividades seja comércio de veículos novos. devolver ao requerente.Toda nota fiscal tem data de vencimento (constante no impresso) até trinta e um de dezembro de cada ano (31/12). entende-se por concessionário a pessoa jurídica que tenha contrato comercial com montadoras ou importadoras para fins de distribuição de veículos automotores novos. Revendas que vendam veículos novos também não precisam de nota fiscal eletrônica. que tenha em seus atos constitutivos comércio de veículos automotores (CNAE 4511-1/02) não terão obrigatoriedade de Nota Fiscal Eletrônica desde que façam somente operações de compra e venda de veículos usados. Entenda-se como não obrigados aqueles que venderem exclusivamente veículos usados (revendas). para tanto. as que também vendam veículos usados. Estará obrigada além daquelas que vendem veículos novos. pois praticam a cláusula condicionante. implementos e componentes novos e prestação de assistência técnica aos referidos produtos. ou seja. para compra e venda de veículos. 58 . XXII. estão obrigadas a emissão de NF Eletrônica. a Nota Fiscal Eletrônica será somente para emissão de veículos consignados enquanto que.

Quando houver serviços que envolvam pessoa jurídica. sendo que não é possível emplacar veículos em nome de pessoas que tenham endereço em outra Unidade da Federação – UF (art.OF/CIRC/SGV Nº 20/07. A validade do recibo de compra e venda é de 30 dias. tendo em vista o grande número desses documentos falsos (MONTADOS). O decalque do motor pode ser em etiqueta adesiva. assinado e carimbado. na transferência do veículo para o banco não é necessária a apresentação da CND – PARECER ASJUR 345/2010. onde o veículo estava em nome de pessoa jurídica. a CND e o CNPJ deverão ser verificados sua autenticidade na INTERNET. XXVI. XXXII. cópia simples com apresentação da original ou cópia autenticada da C. a partir da data mais antiga.XXIV.I do proprietário e cópia da sua credencial. Como relação aos CRLV devolvidos pelos CORREIOS: A CRT/PAV poderá entregar aos proprietários. deverá ser solicitado a confirmação do endereço do proprietário com a informação do sistema do 59 .dataprev. XXIX. Adaptação de pára-choques traseiros: obedecer a Resolução 152/03 do CONTRAN (OF/CIRC nº 28/05). 120 CTB). No caso de leasing não é necessário a CND do agente financeiro. Das exigências relativas às pessoas jurídicas. XXVIII. pessoas com procuração particular com reconhecimento de firma por autenticidade ou despachante portando autorização dada pelo proprietário com firma reconhecida por autenticidade. XXX. A validade da vistoria é de 30 dias. o cartão do CNPJ é documento hábil e comprobatório de endereço. É vedado aceitar decalque de chassi. no ato da entrega. CND é a Certidão Negativa de Débitos do INSS. Em qualquer dos casos. Nos casos de retomada de bens pelo credor fiduciário (banco). preenchida no recibo. Expirando o prazo deve ser realizada nova vistoria. Esta certidão é exigida para pessoa jurídica vendendo veículos acima do valor estabelecido em Portaria do INSS. XXVII. XXXI. XXV. A confirmação dos dados constantes da CND pode ser consultada no site www. devidamente informado pelo vistoriador.br . somente do arrendatário se este for pessoa jurídica e o veículo estiver sendo transferido para terceiros e não para ele – OF/CIRC/SGV Nº 080/06. salvo nos casos de difícil acesso ao chassi. em etiquetas adesivas.gov.

CSV feito fora do Estado precisa de registro junto aos organismos de inspeções acreditados – ITL‟s do nosso Estado. consultar autenticidade pelo site www. datado de 13/06/2007. 60 . Não é permitida a autenticação de CRLV conforme resolução 209/06 do DENATRAN. lacrar o veículo e emitir ofício autorizando o usuário ir até o seu Estado de origem onde deve colocar nova placa com código de fabricante da UF de registro do veículo e o lacre do seu Estado. se acompanhadas de Laudo Pericial com foto. A partir de junho de 2011. poderá ser dado continuidade no serviço incluindo a informação que a consulta não esta disponível. posteriormente fazendo-se a atualização do endereço no sistema. Em todos os documentos do DETRAN/ES que se exijam reconhecimento de firma. XXXVIII. Nestes casos.º 767/2007/CGIE/ /DENATRAN. Estando o endereço do cadastro divergente do endereço atual do proprietário e a mudança tiver ocorrido dentro do mesmo município.br INCLUÍDO EM 07/06/2011.DETRAN. CPF e RG. A consulta acima solicitada deverá ser feita sempre que possível. fazer requerimento solicitando a autorização para confecção de placa por nossos fabricantes de veiculo de outra UF e para lacração pelo DETRAN/ES. Emitir autorização para um credenciado fabricar e placa. Lacrar veículos de outro Estado: caso aconteça. além das cópias acima já informadas. a partir de 08/06/2007 as solicitações referentes à reativação de veículo baixado (baixa definitiva) só serão analisadas. deverá ser orientado o proprietário a fazer o serviço de “mudança de município”. XXXVII.jus. em alguns cartórios do Estado foi dado início à implantação do projeto piloto do selo digital. Não estando disponível a informação. do lacre ou da placa e lacre. Caso a alteração de endereço seja para município diferente do cadastrado no sistema. deverá ser feita a protocolização de solicitação de mudança de endereço. anexando neste requerimento. Documentos que tiverem o reconhecimento de firma com data posterior a 12/10/2005 e não tiverem o selo de fiscalização não podem ser aceitos – OF/CIRC/SGV Nº 34/07. Conforme OFÍCIO-CIRCULAR N. INCLUÍDO EM 12/08/2011. XXXVI. XXXIII. Veículos em que exista dispositivo luminoso nos termos da Resolução nº 268/08 do CONTRAN deve ser exigida a autorização do DETRAN-ES para utilização do mesmo. o usuário deverá fazer BO da perda da placa. XXXV. para possível deferimento.tjes. no XXXIV. Informamos que a partir da data de 12/10/2005 é obrigatória a presença do selo de fiscalização da Casa da Moeda em todos os reconhecimentos de firma. a cópia simples com apresentação do original ou cópia autenticada do comprovante de endereço do proprietário. deve ser observado se existe o selo de fiscalização da Casa da Moeda. Lembrando que o proprietário de veículo só pode ter um endereço por município. anexando cópia do documento do veículo.

aí o analfabeto vai designar alguma pessoa para assinar o recibo de compra e venda para ele (o cartório vai reconhecer firma desta pessoa designada e vai emitir uma declaração que deve ser anexado ao processo identificando a pessoa que assinou por ele. XL. XLIII. 2 . Quando o proprietário do veículo for analfabeto e estiver comprando (no caso do novo modelo de CRV) ou vendendo o veículo ele vai colocar a sua digital no local destinado a assinatura do comprador/vendedor e o cartório vai reconhecer firma. No caso de perda ou extravio da 1ª via da nota fiscal pode ser aceita qualquer uma das outras vias emitidas pela concessionária juntamente com uma declaração da concessionária informando os dados do veículo e do comprador. deverá ser anexado um termo de declaração de desistência da venda assinada pelo vendedor e um termo de declaração de desistência da compra do veículo assinada pelo comprador. CRV). CNH com foto e na validade pode substituir RG e CPF.Corrigir o nome do proprietário ou arrendatário no cadastro de pessoas (DETRAN/ES >> Cadastro >> Pessoas). NÃO REFLETINDO em seus veículos. Alguns cartórios não aceitam reconhecer firma com digital. XLII.1 . No caso em que o proprietário vier requerer qualquer serviço que não mude a propriedade (EXEMPLO: ALIENAR. inclusive juntando as cópias dos documentos pessoais desta pessoa). ALTERAR CARACTERISTICA) (NÃO PODE PARA SERVIÇO DE TRANSFERENCIA DE PROPRIEDADE) e apresentar o CRV preenchido para terceiros.Na tela da emissão de CRV ao consultar. o nome ainda aparecerá ERRADO por que a alteração do passo 2 corrige APENAS o cadastro da pessoa. 61 . XXXIX. 3 . 3. DESALIENAR. Procedimento para acertar o nome da pessoa quando o CRV foi emitido errado (serviços realizados no DETRANNET): 1 . Apresentar também uma declaração com firma reconhecida por autenticidade do proprietário ou arrendatário (no caso de leasing) informando a perda ou extravio da nota fiscal. XLI.Emitir novo CRV (Veículos >> CRV_CRLV >> Emite CRV). ambas com firma reconhecida em cartório e assim poderá ser realizado o serviço pretendido sem a necessidade de emissão de 2ª via de CRV.Cancelar o CRV (Veículos >> CRV_CRLV >> Cancelar formul.original ou cópia autenticada pelo Coordenador do RENAVAM do DETRAN solicitante.NÃO ESQUECER .

160. do contrato social. 2903.sefaz.Vitória. Bairro Horto . Cancelamento de gravame: Para cancelamento de gravame deverá ser encaminhado ofício do agente financeiro em papel timbrado e com firma reconhecida com a justificativa para tal cancelamento e documentos que comprovem os motivos alegados.Corrigir o nome nessa tela também (SÓ VAI REFLETIR PARA ESSE VEÍCULO). distribuidores autorizados ou revendedores que tenham no seu estatuto social. como atividade principal comercialização de veículos automotores. 5 .295/09: protocolar o pedido devidamente assinado pelo representante da empresa. da Certidão da Junta Comercial do Espírito Santo com validade de emissão de 30 dias e dos documentos pessoais do representante da empresa. acompanhado de todos os dados do contrato. Passo a passo para emissão da taxa no site da Sefaz: >Emissão do DUA eletrônico >Taxas de serviços >Informar CNPJ >Escolher o município >Marcar DETRAN >Escolher opção licenciamento de veículo >Credenciamento de financeira >Colocar data para pagamento >Imprimir XLVI. juntamente com procuração que dá poderes a quem assinou. Será cobrada a taxa correspondente do item 2.É altamente recomendável conferir se o nome foi impresso corretamente no CRV. cópia autenticada do contrato social da empresa.33 da tabela de taxas do DETRAN/ES (taxa retirada pelo site www. Cadastramento de agente financeiro: Para cadastramento de financeira deverá ser encaminhado ofício do agente financeiro em papel timbrado acompanhado de cópia autenticada cartão CNPJ. 4 .gov.es. devidamente registrado na Junta Comercial do Estado do Espírito Santo.É altamente recomendável conferir se o nome está gravado corretamente na BIN AMPLIADA (Veículos >> Renavam >> Consulta Ciclo). XLV. Cadastramento de concessionárias. distribuidores autorizados ou revendedores para fazerem jus ao benefício trazido pela lei 9. Somente serão cadastradas no DETRAN/ES as concessionárias. a solicitação deverá ser 62 . XLIV.2 . juntamente com a cópia do cartão CNPJ. Conforme art. motos e caminhões. 2º da Instrução de Serviço 007/07. via correio ou diretamente protocolada no DETRAN/ES direcionado a Coordenação de Renavam no endereço Av Vitória.3.ES CEP 29045.br).

Quanto ao prazo estipulado para desbloquear o sistema. Placas inservíveis – Encaminhar para a Associação dos Servidores do DETRAN/ES .gov. o sistema foi liberado para emissão da 2ª via de CRV com pendência de inclusão de gravame. Para transferência de veículos com esta restrição/observação deve ser observado o término prazo estipulado. 3) Emitir o laudo utilizando a funcionalidade “Veículos->Vistoria->Reemitir Laudo” que já sairá com o número do laudo do DetranNet. possibilitando que o agente financeiro cancele o gravame. deve ser apresentado a declaração da Receita Federal ou Estadual e o pagamento da taxa de complementação do imposto a qual ela teve a isenção L. mas que já se cumpriram 2 anos podem ser transferidos – OF/CIRC/SGV nº 048/06.br). na tela de restrições fazendárias. No campo observação do CRV sairá: “veículo possui reserva de gravame”. Caso a pessoa queira transferir antes do prazo. XLVIII. 63 . pois o certo é não ocorrer o cancelamento do gravame e sim a emissão do novo documento. Esclareço que a análise será bastante criteriosa.es. 2903. Procedimento no caso de vistoria feita em outra UF: 1) Cadastrar a vistoria através da funcionalidade “Veículos->Vistoria->V.º 280 de 29 de dezembro de 2004 – OF/CIRC/SGV nº 082/05.sefaz. este será feito tão logo o renavam analise o requerimento e o mesmo seja deferido. os veículos novos com direito a tal isenção terão seus documentos emitidos com esse novo prazo e os CRV‟s com limitação de 3 anos. No DETRANNET esta restrição deve ser incluída no campo observações E.Instrução de Serviço E N. De acordo com a Instrução Normativa N. Feita em Outra UF”. A partir desta data. Bairro Horto Vitória. Não é mais necessário o cancelamento do gravame para emissão da 2ª via do CRV. Carta de Adjudicação. Carta de Arrematação e Alvará Judicial substituem a apresentação do CRV mesmo não estando expresso em seus termos a substituição.encaminhada por escrito (via correio ou diretamente protocolada no DETRAN/ES) com todos os requisitos estipulados no artigo e direcionada a Coordenação de Renavam no endereço Av Vitória.160. XLIX. a restrição tributária “intransferível por 3 anos” foi alterada para 2 anos. INCLUÍDO EM 19/08/2011 XLVII.36 da tabela de taxas do DETRAN/ES (taxa retirada pelo site www. 2) Utilizar a funcionalidade “Veículos->Vistoria->Consulta” para verificar o número do laudo gerado no DetranNet. Nesse momento será gerado um número de laudo do DetranNet.º 606/SRF de 05/01/2006. Será cobrada a taxa correspondente ao item 2. Expirado o prazo a restrição é baixada pelo DETRAN. Dessa forma.ES Cep 29045.

INCLUIDO EM 16/05/2011 LVI. Este “comprovante de inscrição no CPF” é válido somente com apresentação de um documento de identificação e após comprovar sua autenticidade no site da receita. a partir de primeiro (1°) de janeiro de 1999. TABELA DO CODIGO VIN . Código VIN De acordo com a NBR 3 n° 6066/80 da ABNT. foi informado que atualmente não há mais emissão do cartão de CPF e sim somente de um “comprovante de inscrição no CPF”. . cópia reprográfica autenticada em cartório ou cópia simples. A Carteira de Identidade pode ser substituída por qualquer documento de identificação oficial (com foto). este se torna responsável pelo serviço realizado.Carteiras expedidas pelos órgãos fiscalizadores de exercício profissional (Ordem dos Advogados do Brasil. as cópia simples deverão conter a assinatura e 64 . todos os documentos exigidos nos serviços do DETRAN/ES serão considerados válidos se entregues em original. Ver modelo no ANEXO VIII. relativamente ao Código VIN. Para os despachantes credenciados.Carteira de identificação profissional de membros das Forças Armadas. Conselho Regional de Medicina.Carteira de Trabalho. Em qualquer serviço em que esta informando que o despachante não precisa apresentar algum tipo de documento. o décimo (10°) digito do Código VIN identificará o ano modelo dos veículos produzidos no Pais e/ou importados. LII.Carteira Nacional de Habilitação (dentro da validade). Polícia Civil e Polícia Federal.4) Registrar o resultado informando o número do laudo do DetranNet LI. de acordo com a Resolução n° 24. INCLUIDO EM 25/08/2010. LV. LIV. . Neste último caso. recaindo sobre o mesmo qualquer responsabilidade pelas informações prestadas. CPF: De acordo com as informações do serviço telefônico 146 da Receita Federal. No entanto. tais como: . através do protocolo de atendimento 11051203192. . de 21/05/1998 do CONTRAN. INCLUIDO EM 28/12/2010. Conselho Regional de Administração etc.DÉCIMO DÍGITO ANO CODIGO ANO CODIGO ANO CODIGO 1971 1 1981 B 1991 M 1972 2 1982 C 1992 N 1973 3 1983 D 1993 P 1974 4 1984 E 1994 R 1975 5 1985 F 1995 S 1976 6 1986 G 1996 T 1977 7 1987 H 1997 V 1978 8 1988 J 1998 W 1979 9 1989 K 1999 X 1980 A 1990 L 2000 Y ANO 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 CODIGO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 A LIII. o décimo (10°) digito indicará o ano de fabricação dos veículos. da Polícia Militar.).

Perim & Morais Perícias e Vistorias e 5- LVIII. UTILIZAÇÃO DE PLACAS PELAS CRT‟s/PAV‟s/DESPACHANTES/ CAD‟s: Cada localidade deve usar as placas que são disponíveis a mesma. W. pois a nossa é feita nos moldes da resolução 05/98 – e-mail 18/07/2011. INCLUIDO EM 18/07/2011. O DETRAN/ES recebeu uma NOVA decisão judicial a qual determina que as vistorias realizadas pelas empresas: 1. Assim. nos termos da Resolução 282/08. anexo X. Entretanto. pelas empresas FCF Vistorias.FCF Vistorias.E.W. È proibido ficar tentando jogar alfanuméricas no sistema com o intuito de usar uma determinada numeração de placa. 3. caso queira usar uma placa que não esteja disponível em sua localidade o correto é ver para qual CRT/PAV/CAD esta a placa desejada e ligar para o chefe da CRT/PAV/CAD para pedir e com a autorização deste. Perícias e Vistorias.E. senão. F&G Vistorias. qual seria a necessidade de se ter placas em estoque? No mínimo. nos termos da Resolução 282/08. em que deverá ser respeitado o que está especificamente estabelecido. Perim & Morais Perícias e Vistorias e Nico Vistorias deverão ser aceitos nos procedimentos de licenciamento e transferência de veículos. 2. os mesmos deverão ser aceitos NORMALMENTE. a liminar acima concedida é válida somente para os serviços de TRANSFERÊNCIA. deverá ser feita também as vistorias que já realizamos hoje. caso algum usuário chegue com um laudo de vistoria de veículos realizado a partir da data de hoje. 65 . Esclareço ainda que para o serviço de transferência e para os demais serviços é necessário a realização dos procedimentos normais de vistoria conforme Manual pois esta é feita nos moldes da Resolução 05/98.F&G Vistorias. (IDEM ITEM 01 DAS CONSIDERAÇÕES GERAIS) LVII. Afim de dar cumprimento a LIMINAR concedida nos autos do processo 024110185246 (processo SEP 54129672) informo que os laudos de vistorias de veículos realizados a partir de hoje. deverão ser apresentadas em original e nos casos específicos informados no manual. Perícias e Vistorias. Em relação às taxas de serviços emitidas pelo DETRANNET. Se cada CRT/PAV/CAD fazem seus pedidos de placas é para serem usadas as placas que lhes foram disponibilizadas. deste manual e em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES. não será necessário sua juntada no processo. Taxas emitidas pelo DUA/SEFA devem ser juntadas no original. CRV‟s e notas fiscais. Ressalto que como para licenciamento não exigimos vistorias em nossos procedimentos. INCLUIDO EM 11/07/2011. desde que conste a baixa do débito no sistema. INCLUIDO EM 07/06/2011 EXCEÇÃO: vistorias. utilizar a placa e não usar por conta própria. 4.carimbo do despachante e ser apresentado o termo de responsabilidade do despachante conforme modelo estabelecido no item 25. realizado por alguma das empresas acima especificadas.

23 . A vistoria apresentada deverá ter sido feita nos moldes da Resolução 05/98 e Resolução 282/08. Quando o vendedor for iletrado ao reconhecer firma deve ser colocado a digital do vendedor e outra pessoa assinar (no campo destinado a assinatura do vendedor) "a rogo". A assinatura dessa segunda pessoa deve ser reconhecida firma por autenticidade e deve ter no processo uma certidão do cartório de que tanto o proprietário quanto quem assinou estiveram juntos no cartório fazendo o reconhecimento de firma. que exerce as atividades de fiscalização. informo que só devemos aceitar os laudos das empresas em que foi concedido liminar para atuarem no Espírito Santo que forem emitidos via sistema SISCSV e depois do aceite dos laudos no sistema.GLOSSÁRIO DE TERMOS Agente da Autoridade de Trânsito Autenticidade Autoridade de Trânsito Pessoa civil ou policial militar. O mesmo vale para o comprador.Nico Vistorias deverão ser aceitos nos procedimentos de transferência de veículos e que NÃO É NECESSÁRIO REALIZAR OUTRA VISTORIA PELO DETRAN/ES Neste sentido. não sendo necessária a realização de outra vistoria complementar pelo DETRAN/ES. E-mail 14/09/2011. Indicativo de ser autêntico. O acesso para o aceite dos laudos é o mesmo de quem já acessa o DENATRAN para fazer o CSV. INCLUÍDO EM 04/08/2011. peço aos senhores que orientem seus funcionários a ACEITAR o laudo de vistoria das empresas acima citadas e para o serviço de TRANSFERENCIA DE PROPRIEDADE. operação. REDAÇÃO ALTERADA EM 03/08/2011. policiamento ostensivo de trânsito ou patrulhamento. devendo somente ser observado sobre a necessidade ou não do reconhecimento de firma da assinatura do comprador. Dentro do SISCSV foi incluído o item SISECV e a função de “aceitar o laudo”. INCLUÌDO EM 14/09/2011 LIX. de acordo com o modelo do CRV. Conforme OF/CIRCULAR 089/2011 GAB/DENATRAN que informa que as empresas que realizam vistoria devem emitir seus laudos SOMENTE por meio eletrônico usando o SISCSV. verdadeiro. 66 . Dirigente máximo de Órgão ou Entidade executiva integrante do Sistema Nacional de Trânsito ou pessoa por ele expressamente credenciada. INCLUÌDO EM 14/09/2011 Nova liminar concedendo autorização nos mesmos termos acima para Blank e Cezana Vistorias Automotivas LTDA ME. E-mail 03/08/2011. E-mail 12/09/2011.

carroceria. suspensão. Peso máximo que o veiculo transmite ao pavimento. Utilizado como sinônimo de placa de segurança. visando a Código Fonético transmissão oral de letras e números para evitar eventuais Internacional falhas na sua compreensão. informando sobre a numeração dos principais componentes mecânicos agregados de um dado veiculo. E o documento expedido pelo Instituto de Criminalística ou por Laudo de Pericia nomeado e compromissado por autoridade policial ou judicial Técnica em Veiculo referente a exame pericial efetuado em um dado veiculo com suspeita de ter sido adulterado. principalmente quanto a sua estrutura. Expresso em quilogramas para os veículos de carga ou em número de pessoas.Documento expedido pelo fabricante do veiculo. capacidade de carga e dirigibilidade. data de fabricação e outros dados.fornecido pelas montadoras de veículos onde E o documento constam os números dos componentes que foram montados Laudo de originalmente no veiculo (chassi. Parada de veículos por tempo superior ao necessário para Estacionamento embarque/desembarque de pessoas ou carga e descarga de dedemercadoria. Veicular Carta do Fabricante Licença de Trânsito Lotação Monobloco Mudança de município Nota Fiscal Número de chassi Peso Bruto Total (PBT) Peso Bruto Total Combinado Placa reservada Utilizado como sinônimo de licença de pára-brisa e Licença Especial de Trânsito. Carga útil máxima que o veiculo transporta. com indicação dos dados pessoais do comprados (PF ou PJ). a fim de subsidiar sua pericia. conjuntos ou mecanismos de propulsão. Estrutura autoportante onde se fixam os sistemas. eixo traseiro). independente da carroçaria. para os veículos de passageiros. freios e demais elementos de um veiculo. características do veiculo. suspensão. constituído da soma da tara mais a lotação. Dispositivo de reflexão e refração da luz utilizada na sinalização Catadióptrico de vias e veículos. sua cor. incluindo condutor e passageiros. sistema de freios. dependendo da montadora. Documento numerado no qual se especifica o veiculo adquirido. Segurança direção. freios e demais elementos de um veiculo. Utilizado como sinônimo de troca de tarjeta. Conjunto de sinais. direção. Conjunto de palavras padronizadas em todo o mundo. onde se fixam Chassi esta e os sistemas. Peso máximo transmitido ao pavimento pela combinação de um caminhão-trator mais seu semi-reboque ou do caminhão mais seu reboque ou reboques. que identifica um veiculo. motor. placa sigilosa e placa discreta. preço unitário e global.composta por longarinas e travessas que forma um Estrutura conjunto resistente. Laudo que atesta que o veiculo nele descrito e identificado sofreu Laudo de perícia sobre suas condições de segurança veicular. gravados sobre o chassi ou sobre o monobloco. conjuntos ou mecanismos de propulsão. suspensão. 67 . direção. caixa de Montagem câmbio.

que passa a ser seu número cadastral. Declaração cartorial de autenticidade de uma assinatura. que lhe será restituída depois de cumprida a obrigação. acrescido dos pesos da carroçaria e equipamento do combustível. E o meio legal de reivindicar ou defender em juízo um direito subjetivo preterido. em conjunto. ao ser cadastrado. não podendo ser alterado. Cada veículo. no caso. Provisão especial na qual o juiz autoriza.Prontuário de Veiculo Protocolo Reconhecimento de firma Registro de Veículos Tara Conjunto de registros dos dados cadastrais de um veiculo. Conceder por sentença . uma propriedade contestada . Para isso. Para a apreciação. Diz-se também da demissibilidade do funcionário público não estável. expresso em quilogramas. O cartório deverá obrigatoriamente. recebe um número do RENAVAM. deliberada a juízo de autoridade administrativa competente. Para fins judiciais e extrajudiciais. das ferramentas e acessórios. estado ou direito. o devedor transfere ao credor. ameaçado ou violado. Contrato mediante o qual.dar judicialmente em pagamento de um credor. ou por este. a coisa executada.declarar judicialmente que uma coisa pertence a alguém. em garantia de divida assumida. 24 . do extintor de incêndio e do fluido de arrefecimento.entregar por justiça a qualquer das partes. Ato de cadastrar um conjunto de informações de determinado veículo e de seu proprietário em arquivos/base de dados. independentemente de sofrer ou não transferência de município ou de UF.entregar em hasta pública (leilão) ao maior licitante . da roda sobressalente. Dividir ao meio. De arrogar. tomar como se fosse seu. Para negócios. o Departamento Estadual de trânsito. o domínio de uma coisa móvel.TERMOS JURÍDICOS A PRIORI A ROGO ACÓRDÃO Ação AD HOC ADJUDICAR ADJUDICAÇÃO AD JUDITIA ET EXTRA AD NEGOTIA AD NUTUM Sem verificação. Documento que comprova a solicitação de um serviço requerido junto ao órgão público. aprova ou confirma certo ato. Peso próprio do veiculo. Diz-se do ato que pode ser revogado pela vontade de uma só das partes. Ato de adjudicar . AD REFERENDUM ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA ALVARÁ AMEAR 68 . Decisão proferida por câmara ou turma de tribunal judiciário. identificar (nome legível e por extenso) a pessoa que assinou o documento.

E o espaço de tempo dentro do qual se devem praticar certos atos judiciais. que será o responsável. Com a devida permissão. estatuto e ata de eleição. as dissolve a relação jurídica existente entre elas como membros duma sociedade de natureza especulativa ou se desfazem obrigações anteriormente contraídas.tomar como se fosse seu. Em sentido estrito. é o espaço de tempo concedido para produção de provas. de que o contrato terminará dentro do prazo fixado por lei. Que vem de exórdio .inicio. CESSÃO DE DIREITOS COMPROVAÇÃO DE PODERES DAçAO DATA VENIA DE CUJUS DEFESO DENUNCIA VAZIA DILAÇAO DISTRATO EVICÇAO EXORDIAL FAC SIMILE FORMAL DE PARTILHA GRAVAME INFRAÇAO INTERDIÇAO 69 . Garantia . Valores aceitos ou depositados para garantia de um contrato ou tornar efetiva a responsabilidade de um encargo. Ato de arrematar .vedado. sob pena de ação de despejo. com aou encargo que recai sobre determinada coisa: penhor. O que anui ou dá seu consentimento ou aprovação. De arrogar . de bens ou objetos. Entrega de uma coisa em pagamento de outra que se devia.responsabilidade. E o aviso judicial ou por intermédio do escrivão. embora de boa fé. Ato mediante a qual. créditos ou bens de sua propriedade. o cedente (proprietário) transfere a terceiro (cessionário). E obrigatório o reconhecimento de firma do cedente e do anuente. Comprovação de que determinada pessoa física tem poderes para assinar por uma empresa. ou transgredir uma lei. Medida preventiva ou preparatória que consiste no ato de investigar e procurar.segurança . Ação de recuperar a posse de coisa nossa que outrem adquiriu ilegitimamente. Deverão constar poderes específicos para venda de bens móveis ou veículos. Documento legal que apresenta a repartição dos bens de uma herança. etc.preâmbulo . por acordo de duas ou mais pessoas.adjudicar em leilão a quem mais deu comprar em leilão.efeito de violar. Falecido. hipoteca. São documentos hábeis para a comprovação de poderes: o contrato social. Apreensão por autoridade judicial. E nomeado um curador. Proibido . da parte do proprietário do imóvel. Contrato pelo qual.ANUENCIA ANUENTE ARREMATAÇAO ARRESTO ARROGO BUSCA E APREENSAO CAUÇAO Manifestação da vontade favorável a conclusão de um ato jurídico. Ônus devida homologação do juiz. tributo. Reprodução de um original. seguido de apoderamento da coisa ou pessoa que é o objeto de diligência judicial ou policial. extrato da Junta Comercial ou Cartório Especial de TÍTULOS e Documentos. A financeira é a anuente (credora). E o ato ou Declaração da incapacidade real e efetiva de certas pessoas para desenvolver determinados atos civis.

HABEAS-DATA). tomado por termo nos respectivos autos. contra uma ilegalidade ou um abuso de poder cometido por qualquer autoridade. Chegar a um acordo.desaparecer. Sobrevivente ou sobrevivo. Que tem direito a metade dos bens. Extinguir .Alfa B . Renovação de Direito real que recai sobre bens móveis para garantir o pagamento de uma divida de forma privilegiada dentre os demais credores. com indicação e clareza. Também é a ação de.Delta E . cuja propriedade se reivindica para o pagamento da divida.condescender .Bravo C . Ordem judicial escrita para que se faça uma diligência. Processo especial que compreende a descrição dos herdeiros e dos bens do morto. representado por advogado. Ordem Judicial que assegura o exercício de um direito (não protegido por HABEAS-CORPUS. Sem data marcada.Hotel I .contemporizar . Rescisão contratual por acordo de todos os contratantes.Fox G . Sob apreciação judicial. Possui os mais variados objetivos: citar.conciliar. a menção dos encargos e a avaliação e a liquidação da herança.Eco F .Charlie D . PENHORAEMBARGO PURGAR RESILIÇAO SINE DIE SUB JUDICE SUBSTABELECI MENTO SUPERSTITE TRANSIGIR 25 . prender. Transferência de poderes para um terceiro. reter coisas que são objetos de contravenção ou podem fornecer provas de crime em um delito.Índia 70 .INVENTARIANTE INVENTARIO MANDADO MANDADO DO SEGURANÇA MEAÇAO MEEIRO MENOR IMPUBERE MENOR PUBERE NOVAÇAO PENHOR Aquele que mediante compromisso legal. soltar. ou em virtude de cláusula preestabelecida.Golf H .CÓDIGO FONETICO A . Situação do menor entre os dezesseis e vinte e um anos incompletos. etc. Situação do menor até os dezesseis anos de idade. a meação. E o ato pelo qual se apreendeu ao possuidor de quaisquer bens. Direito de co-propriedade. se aplica a cada uma das partes iguais em que se divide a coisa comum. que guarda e administra a herança até a terminação da partilha dos bens. provisoriamente.fazer chegar a um acordo . um contrato ou obrigação.

J - Juliet K - Kilo L - Lima M - Myke N - November O - Oscar P - Papa Q - Quebec R - Romeo S - Sierra T - Tango U - Uniform V - Victor W - Whisky X - Ex-Ray Y - Yankee Z - Zulu 26 - ANEXOS ANEXO I – PROCURAÇÃO PARTICULAR REVOGADO EM 25/08/2010 OUTORGANTE (Proprietário do Veículo) Nome (Completo): Identidade: Órgão Emissor: Endereço: Bairro: Cidade: OUTORGADO (Procurador) Nome (Completo): Identidade: Órgão Emissor: Endereço: Bairro: Cidade: DADOSDOVEÍCULO Placa: Marca/Modelo: Chassi: RENAVAM:

CPF/CNPJ: UF: CEP:

CPF/CNPJ: UF: CEP:

Com poderes de representação junto ao DETRAN/ES com fins específicos para realizar os seguintes serviços: (Obrigatório especificar os serviços)

Podendo, para tanto, assinar, requerer, desistir, receber documentos, enfim tudo fazer e praticar o fiel cumprimento e desempenho do presente mandato. ________________________, ______ de _________________ de 201___.

71

Assinatura do Outorgante (com reconhecimento de firma por AUTENTICIDADE)

ANEXO II – DECLARAÇÃO DE PROCEDENCIA LÍCITA DO MOTOR

ANEXO DA RESOLUÇÃO 282 DE 26 DE JUNHO DE 2008

DECLARAÇÃO

Eu Identidade de nº _________________, residente em

portador da Carteira de expedida por ________, do CPF nº no município de

Estado do Espírito Santo, de acordo com o disposto nos incisos II do art. 4º, III e IV do artigo 5º da Resolução de Nº.: 282/2008 de 26 de junho de 2008 do

CONTRAN, declaro que assumo a responsabilidade pela procedência lícita do motor de número: veículo de minha propriedade, _____________, existente no de marca/modelo

ano de fabricação placas de número ): . Chassi: (NIV

Declaro, ainda, serem verdadeiras as informações supracitadas, sujeitando-me às cominações dispostas no artigo 299 do Código Penal Brasileiro. ________________________, ______ de _________________ de 201___.

_____________________________ ASSINATURA (firma reconhecida por autenticidade)

ANEXO III – DECLARAÇÃO DE RESIDÊNCIA PARA PESSOA FÍSICA ALTERADO PELA INSTRUÇÃO DE SERVIÇO N Nº 012/11

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DECLARAÇÃO DE RESIDÊNCIA

Eu, _________________________________________________, nacionalidade ________________, estado civil ______________, portador da carteira de identidade nº. _________________ e CPF nº. _________________, DECLARO, sob as penas previstas no art. 299 do Código Penal, para fins de serviço na área de licenciamento do Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo – DETRAN/ES que o Srº _______________________________________, portador da carteira de identidade nº. _________________ e CPF nº. _________________, proprietário do veículo placa _________________ mantêm residência ou domicílio no meu endereço, qual seja, na cidade de __________________________________/ES, com endereço à Rua (Av.) _______________________________________________, nº. ______, apt. ________, Bairro __________________, Cidade ______________________, CEP:____________________. ________________________, ______ de _________________ de 201___.

Assinatura do declarante (com reconhecimento de firma ou com mesmo padrão de assinatura do documento pessoal com foto apresentado)

ANEXO IV – CERTIDÃO

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO CERTIDÃO No uso das atribuições conferidas e em cumprimento ao que determina o MANUAL DE PROCEDIMENTOS E NORMAS GERAIS DE SERVIÇOS E LICENCIAMENTO DE VEICULOS, em conformidade com a I.S. Nº 049/2006, publicada no Diário Oficial de 20/12/2006, certifico e informo a situação atual do veículo abaixo especificado, conforme exposta no histórico anexo: 01)VEÍCULO: Placa: Ano de fabricação/modelo: Marca/Modelo: Renavam: Chassi(NIV):

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02) PROPRIETÁRIO: Nome: CPF/CNPJ: Endereço: Débitos: Restrições: Veículo com restrição de FURTO/ROUBO* Data da Ocorrência: 29 /02/2008. Outra(s) restrições: (financeiras, judicial, administrativa, acidente, comunicado de venda, etc) 03) SITUAÇÃO:

OBS: CRV não poderá ser emitido em função da restrição de roubo/furto.

Vitória/ES ............../......................................../........................

__________________________________ Funcionário (Carimbo e assinatura)

ANEXO V – AUTORIZAÇÃO PARA REGRAVAÇÃO DE CHASSI

AUTORIZAÇÃO PARA REABERTURA DE Nº CHASSI DO VEÍCULO

PLACA XXXXXX

O Diretor do Departamento Estadual de Trânsito do Estado do Espírito Santo, usando de suas atribuições legais, que o cargo lhe confere, atendendo à solicitação de (NOME DO PROPRIETÁRIO) contida no processo de nº ______________ de (DATA DO PROTOCOLO), proprietária do veiculo marca/modelo _______________________, tipo ______________________, ano de fabricação _______ ano modelo __________, cor _____________ categoria _______________, Certificado de Registro de Veículo Nº ______________ Renavam ________________ resolve AUTORIZAR à Oficina Especializada (nome da empresa que realizará o serviço de regravação), sito à (endereço da empresa que realizará o serviço de

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de_______________ de 2011. 75 . do veiculo acima descriminado.ª no sentido de que seja liberado o seguinte veículo: Dados do Proprietário Nome: CPF/CNPJ: Dados do Veículo Marca/Modelo: Placa: Cor: A CARTA DE LIBERAÇÃO não autoriza a circulação do veículo. a proceder a regravação do chassi Nº _________________. Ao pátio:________________________________________________________ Solicito os bons préstimos de V.regravação).S._______ de __________ de 20____ ____________________________________________ CHEFE DA CRT DE _________________________ ANEXO VI – MODELO DE CARTA DE LIBERAÇÃO DE VEÍCULOS CARTA DE LIBERAÇÃO OF. não substitui o Certificado de Licenciamento de Veículo (CRLV) anual. DE REGRAVAÇÃO CONFORME LAUDO DE _____________. ________________. Nº _________/20 . NIV NECESSITANDO VISTORIA EM ANEXO. portanto.

Sr. inclusive quando for a liberação para terceiros). CEP : ________________ . Ano de Fabricação : ___________. Nome:_______________________________________. _________________________________________ (Nome do servidor responsável pela liberação) ANEXO VII – MODELO DE REQUERIMENTO PARA RESTITUIÇÃO DE TAXA Ao Exmo. ( ) a restituição do valor das taxas de serviço do DETRAN/ES em razão da não realização do serviço solicitado. Placa:_______________. vem solicitar: ( ) a restituição do valor do IPVA referente ao exercício de __________em razão do pagamento em duplicidade conforme documentos em anexo. conforme documentos em anexo.OBSERVAÇÕES: (relatar qualquer fato que influencie na liberação. Secretário de Estado da Fazenda. ( ) a restituição do valor do LICENCIAMENTO referente ao exercício de __________em razão do pagamento em duplicidade conforme documentos em anexo. RENAVAM: ______________________. Em ________ de _______________________ de 20_____. ( ) a restituição do valor das taxas de serviço do DETRAN/ES em razão do pagamento em duplicidade conforme documentos em anexo. _____________________________________________ ASSINATURA DADOS BANCÁRIOS: Nome do banco: ____________________nº da Agência:__________________ Nº da Conta Corrente:______________ telefone para contado: _____________ 76 . Modelo :________________. proprietário do veículo Marca : _______.CPF/CNPJ:_________ Endereço: __________________________________________________________ Estado :ES___________________.

(OBS.: Os contribuintes que não possuírem conta corrente em estabelecimento bancário receberão a devida devolução através de ordem bancária emitida pela SEFA.) IMPORTANTE: Anexar original do documento comprobatório do pagamento ou cópia autenticada deste documento ANEXO VIII – MODELO DE COMPROVANTE DE INSCRIÇÃO DE CPF (INCLUIDO EM 16/05/2011) NÃO RASURE 77 .

ANEXO IX – MODELO DE TERMO DE DESISTENCIA DE COMPRA E VENDA PARA BAIXA DE COMUNICADO DE VENDA (INCLUÍDO EM 16/05/2011) 78 .

................./............ 02-Comprador Obs: Reconhecer firma por autenticidade ou semelhança ANEXO X – MODELO DE TERMO DE RESPONSABILIDADE DE DOCUMENTOS DE DESPACHANTES (INCLUÍDO EM 07/06/2011) (Obs: O termo é expedido em papel timbrado fornecido pelo SINDESPEES) 79 ...........................................TERMO DE DESISTÊNCIA DE COMPRA E VENDA Objetiva o presente termo..... venda e transferência do bem....................................Comprador Nome Endereço CPF(CNPJ) 03-Objeto(Veículo) Marca: Chassi(NIV): Ano Fab/Modelo: Renavam: Placa: Cor: Obs: C...... ficando neste ato descaracterizada a transação descrita no verso do CRV nº ______________.....................Vendedor Nome Endereço CPF(CNPJ) 02. ficando o vendedor livre para baixa de comunicado de venda..................... 01....................... conforme abaixo mencionado: 01 ..........I: _____________/ES........................... uma vez a compra e venda do veículo ter sido desfeita e o negócio não realizado............................../.......... ...Vendedor .... ... ceder o direito de compra....I: C.

80 .

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