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Os Açores na rota dos OVNIS

AÇORES

NA ROTA DOS ÓVNIS

Os Açores na rota dos OVNIS

ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES

Os Açores na rota dos OVNIS ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES O Arquipélago dos Açores, situado no Oceano

O Arquipélago dos Açores, situado no Oceano Atlântico, a 760 milhas marítimas (1408Km) de Lisboa e 2110 (3910Km) de Nova Iorque, nove ilhas de origem vulcânica constituem o arquipélago dos Açores (nome de ave de rapina, pressupostamente existente no arquipélago, aquando da sua descoberta). Segundo alguns investigadores, trata-se de vestígios da lendária Atlântida. Com um importante papel na história de Portugal. Participaram na conquista e defesa das praças portuguesas do Norte de África, foram escala das naus vindas da Índia, deram apoio às expedições para a exploração da América. Nas duas Grandes Guerras Mundiais este arquipélago foi vital para o auxilio que prestou aos Aliados, tendo-se tornado centro de comunicações e de apoio à aviação, cuja a acção se tem mantido até aos nossos dias.

CONTROLADORES AÉREOS OBSERVAM OVNIS NOS AÇORES Um conjunto de observações registadas no arquipélago dos Açores de 7 a 15 de Outubro de 1976 parecem inserir-se na actual vaga. Tanto a imprensa local, jornal «Açores» 14/10 e 15/10 como a imprensa nacional deram relevo as estas observações. Há informações de que o radar das Lajes detectou cerca de 10 ovnis neste período. Os relatórios repousam nos «confidenciais» do aeroporto. Claro que não faltou a explicação oficial «abalizada», publicada no jornal «Açores» de Outubro de 1976. Fonte : Revista Insólito

NOTA: A 16 de Dezembro de 2002, recebi a confirmação anónima de alguém ligado ao ramo da aeronáutica e segundo essa fonte confirmou-me para a existência de relatórios oficiais das ocorrências noticiadas pelo jornal «Açores» de 14 e 15 de Outubro de 1976, segundo as informações proferidas pela minha fonte anónima, nessa altura foi distribuído pelos controladores de serviço no controlo Oceânico do Atlântico Norte localizado na Ilha de Santa Maria uma informação oficial interna, afim de avisar o tráfego aéreo no Atlântico, para a existência de 10 OVNIS.

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ILHA DE SANTA MARIA

Os Açores na rota dos OVNIS ILHA DE SANTA MARIA Incluída no grupo Oriental, Santa Maria,

Incluída no grupo Oriental, Santa Maria, localizada a 55 milhas a sul de S. Miguel, é a ilha mais meridional do arquipélago. Tem cerca de 97,42 km 2 de superfície, com 18 km e 10 km de comprimento e larguras máximas, respectivamente. Está situada a 28º 08’ de longitude oeste e

a 37º 43’ de latitude norte.

20 de Setembro de 1954 às 23 horas - Aeroporto Vitorino Lourenço Monteiro, guarda do aeroporto, viu aterrar na pista um objecto de três metros e meio de diâmetro e metro e meio de altura que tinha umas protuberâncias a modo de antenas na sua parte posterior. Saiu um ser que pronunciou umas palavras ininteligíveis antes de entrar no aparelho e descolar. Fonte: Os ovni na época contemporânea» de B. Sánchez Bueno

1955 – Pelas 14:30 horas, várias testemunhas, incluindo uma de nome Estes, observaram um

OVNI aterrar no Oceano Atlântico. Foi visto na superfície do oceano próximo da ilha de Santa Maria nos Açores. O Projecto do Livro Azul explica esta observação como provável tenha sido um avião. (Fontes: NICAP UFO Investigator, Março 1968, p. 5; Ivan T. Sanderson, Residentes Invisíveis,

p.38).

Fonte: www.ufoinfo.com

9 de Julho de 1965 às 15 horas - Vila do Porto Sobre a ilha de Santa Maria pairou, das 15 horas às 15.45, um objecto que se movia vagarosamente no sentido noroeste a uma altitude entre 8000 e 10 000 metros, com céu límpido e excelentes condições de visibilidade, parecia um cilindro branco que, por vezes, tornava a configuração de um balão. Quando passou na vertical do aeroporto pararam os relógios electromagnéticos nele instalados, que tornaram a funcionar 10 minutos depois. Foram dezenas os observadores, entre eles o subdirector do aeroporto, Mário Fernandes. Um avião da Companhia Açoreana de Transportes (SATA) tentou alcançar o objecto, mas ele desapareceu na imensidão do espaço. Fonte: Os ovni na época contemporânea» de B. Sánchez Bueno

1968 às 19:15 horas - Céu de Santa Maria

«Eu conto em poucas palavras, sem interpretar nem definir. Apenas narro. Eu tenho visto satélites, foguetões, balões e penso até que cometas. O que apareceu no céu de Santa Maria, nada se parecia com isso. Seriam 19,15 horas. Um objecto estranho, de luz intensa, atravessou na direcção Norte – Sul, aí a uns 3 500 pés. Demorou – se ou parou ? Não. Passou rapidamente. A uns 8 km de distância.

A forma ?

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Não me deu tempo a identificar. Ele passava como quem conhecia o local.

A cor ?

Sei apenas que era uma luz intensíssima. Estava mais alguém no local ? Três crianças a quem chamei a atenção, um rapaz da aeronáutica, que presenciou como eu inexplicavelmente o fenómeno. E outras pessoas que por ali estavam e que a supressa no momento não me deixou contar. Que pensa do acontecimento ? Já lhe disse que conheço aviões, meteoritos e satélites. Mas há um pormenor que não pretende ser a última palavra. É apenas uma hipótese.

Qual ? Creio que havia perto um porta – aviões militar. E lançando um pequeno avião de vigilância que rasgasse o ar precisamente no momento em que eu observava o céu, é possível pela velocidade e por qualquer forma ter sido o que realmente vimos .

E se não foi avião de segurança ?

É algo de diferente, que não sei classificar.»

Fonte : «A União» de 15.02.1968 – Entrevista com Dédalo Leitão

14 ou 16 de Fevereiro de 1968 às 19:40 horas - Santa Maria

Maria de Fátima Valente :

Eram 19,40 (hora diferente!) Direcção, Sul-Norte (o contrário dos outros depoimentos) cor alaranjada forte. Dava a impressão de subir . Arlindo Moreno :

Tinha uma zoada parecida com jacto. (O único até aqui que ouviu ruído). Não há hipótese de ter sido avião. O serviço de controlo não acusou tráfego (isto de resto já foi rectificado por Dédalo Leitão). Armando e Liderino (o barbeiro e sapateiro do aeroporto, respectivamente) :

Muito mais veloz que um jacto. Apareceu às 19,10 horas com direcção Norte-Sul. Tinha uma espécie de cauda pequena de lume . Luís Filipe Paiva . Vi-o diminuir de velocidade, meter-se por uma nuvem dentro . Produziu com este fenómeno claridade intensíssima . Há pequenos pormenores diferentes, que se não mostram nitidamente contraditórios …

7 de Outubro de 1976 às 21 horas - Vila do Porto Testemunhas :

a) Celestino Pacheco de Teves, de 65 anos, proprietários do restaurante Friagem.

b) Manuel José de Sousa, de 38 anos, funcionário da companhia de aviação SATA .

c) Dioniso de Melo Vales, guarda florestal.

d) Victor Manuel Figueiredo Sousa, funcionário da TWA.

Descrição :

As testemunhas descrevem que à esquerda do Pico do Facho, na direcção Este, se encontravam na atmosfera, duas massas luminosas, luz branca e muito intensa, sem raios luminosos, uma mais pequena que a outra. Segundo a testemunha c) o tamanho aparente da maior massa luminosa seria de cerca de um palmo. A mais pequena , de formato arredondado, passados 2 ou 3 minutos do inicio da observação, afastou – se para Norte. A maior, com o formato de amendoim, mas com a depressão central menos prenunciada, manteve – se cerca de 15 minutos no local com muitos ligeiros movimentos para a esquerda e para a direita, de vez em quando, deslocando – se para Norte e acabando por desaparecer . Fonte : «Revista do Insólito» e «A União» de 16.02.1968

21 de Abril de 1980 às 21:15 horas – Freguesia dos Anjos

No dia 21 de Abril de 1980, foi observado supostos ovnis em Santa Maria, no lugar dos Anjos pelas 21 horas e 15 minutos. As testemunhas do fenómeno foram 5 pessoa durante minutos observaram objectos luminosos em forma de cone . A torre de controle do aeroporto de Santa Maria, não fez qualquer comentário sobre o referido fenómeno. Fonte : Noticiário do RCA – Rádio Clube de Angra

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ILHA DE SÃO MIGUEL

Os Açores na rota dos OVNIS ILHA DE SÃO MIGUEL São Miguel, também chamada Ilha Verde,

São Miguel, também chamada Ilha Verde, com base na cor que lhe confere a abundância de campos de pastagem e maciços florestais, é a maior e mais populosa ilha de todo o arquipélago. Com uma superfície de 759,41 km 2 , tem um comprimento de 65 km e uma largura máxima de 14 km. Faz parte do grupo Oriental, tendo a sul a ilha de Santa Maria (55 milhas) e a noroeste a ilha Terceira, do grupo Central (90 milhas). Está situada a 25º 30’ de longitude oeste e 37º 50’ de latitude norte.

Primavera de 1943 – Ponta Delgada

O Sr. J. Victor Soares, observou numa manhã nitidamente, uma nave de forma triangular, cor

de alumínio, deslocando-se a uma altura inferior a 2 mil metros. Deslocava-se de norte para

sul. O facto aconteceu quando eu tinha apenas 12 anos, na minha cidade natal: Ponta Delgada, na Ilha de São Miguel, nos Açores. A observação durou cerca de 1 minuto. Nota: J. Victor Soares, vive há muitos anos no Brasil em Gravatay, no Estado do Rio Grande

do Sul, pertence a um grupo de investigação «Irmandade Cósmica Cruz do Sul».

Fonte: «Revista OVNI nº 7 – Novembro de 1978»

8 de Julho de 1965 às 20 horas - Vila de Lagoa

Júlio da Encarnação Raposo viu um objecto que parecia de alumínio e que brilhava com a luz

do sol a uma grande altitude. Fazia uma deslocação muito lenta. Quando o viu pela primeira

vez estava quase a prumo, com uma ligeira inclinação, mas deslocou-se durante uma hora e meia fazendo um percurso de inclinação de 15 graus, até quase deixar de se ver, por já ser noite. Foi visto por muita gente. O quer que fosse, era, sem dúvida, metálico. Fonte : «Os ovni na época contemporânea» de B. Sánchez Bueno

13 de Fevereiro de 1968 às 19 horas - Fenais da Luz e Capelas

O nosso correspondente informou-nos que a costa norte havia sido sobrevoada, por um

estranho objecto. Interrogou diversas testemunhas do fenómeno, que unanimemente deram a seguinte versão dos factos: um objecto de difícil identificação, aparentando ter forma arredondada e cor cinzenta, sobrevoou a grande velocidade a zona quase a rasar os telhados das casas e deixando um rasto que parecia ser de poeiras. Fonte : «Os ovni na época contemporânea» de B. Sánchez Bueno

UM CLARÃO DE RELÂMPAGO – ILHA DE SÃO MIGUEL Fomos informados telefonicamente pelo Sr. Deodato Lopes, dos Fenais da Luz, ilha de S.

Miguel:

Terça-feira às 19:05 horas um objecto arredondado com clarão de relâmpago, passou por cima

da freguesia na direcção Norte-Sul.

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Foi presenciado por dezenas de pessoas, pelo que não há a mínima hipótese de ilusão. Houve quem o viu chegar, outros apenas passar e outros desaparecer. Segundo me comunicou pessoa de confiança o objecto desapareceu para os lados do Campo de Santana.

O que vi, é positivamente o que habitualmente em filmes, jornais e revistas se classifica como

discos voadores. Tinha uma forma de lua cheia com uma luz fortíssima e deixava um intenso rasto luminoso, espécie de poeira. Não fazia qualquer ruído. Era apenas uma luz. Uma velocidade muito superior a um avião e muito mais baixo que a passagem normal da aviação . (Lembramos que os Fenais da Luz ficam relativamente perto de Santana, pelo que estão familiarizados com a aviação). E Deodato Lopes continua :

O que afirmo, pode ser confirmado por dezenas de pessoas .

Nunca presenciamos nada que se parecesse com o que agora vimos. Fonte : «A União» de 15.02.1968

14 ou 16 de Fevereiro de 1968 às 20 horas - Capelas

De S. Miguel : além de dezenas de pessoas, que como ontem dissemos viram o fenómeno nos Fenais da Luz, agora é Capelas que observa o objecto estranho. Em Santa Maria há ainda mais versões :

J. Mota, fez-se a pedido, repórter de «A União» e ouviu José Medeiros :

Brilhante, grande velocidade. Depois das 20 horas observei durante 6 ou 7 segundos . Não deixa rasto . Não espalha luz. Fonte : «A União» de 16.02.1968

1974 - Noite - Pisão - Água d'Alto Tomei conhecimento deste caso já lá vão alguns anos, através de uma das testemunhas. Não possui elementos suficientes, sei que o caso ocorreu no ano de 1974, durante a noite entre as 22 ou 23 horas. Um casal que viajava de automóvel entre Ponta Delgada e Vila Franca do Campo. Ao descer a estrada do Pisão na freguesia de Água d'Alto, depararam-se com um militar no meio da estrada completamente atónito a olhar para o céu. Nesse momento verificaram que existia uma grande luz parada e a baixa altitude sobre a estrada, de imediato partiu a alta velocidade, dando a sensação que algo luminoso tinha saído do mar e partido em grande velocidade para o céu. O militar aproximou-se do carro muito nervoso e assustado, perguntando senão tinham observado aquela luz estranha no céu. (Este caso não se encontra com muitos pormenores porque a testemunha não o fez, por vezes são situações que evitam comentar e por respeito não solicitei nem falei mais sobre o assunto).

Fonte : «Informação obtida, por parte de uma das testemunhas»

13 de Outubro de 1976 às 20:30 horas - Pico da Barrosa

Testemunhas :

a - Oscar de Jesus Pacheco Medina, 50 anos de idade, controlador de tráfego aéreo .

b - Dr. Duarte Freitas, 60 anos de idade médico .

c - Gil Torres, 42 anos de idade, gerente comercial .

Outras testemunhas :

Um oficial da marinha de guerra e muitas pessoas da vizinhança . Local de observação :

Ponta Delgada, S. Miguel, Açores . Data : 13.10.1976 Hora : 20:30 (hora local) . Descrição :

Testemunha a - : Avistei desde as 20.30 horas um objecto emitindo luz branca intensa, a leste da ilha (S. Miguel) e sobre o Pico da Barrosa . A intensidade luminosa variava desde muito forte a um tom mortiço . Via-se com o auxílio dum binóculo dois satélites luminosos próximos do corpo principal . O corpo do objecto, de forma arredondada, tinha partes escuras (acastanhadas). Não observei qualquer movimento importante do objecto embora se notasse que o mesmo não manteve sempre a mesma altitude . Outros observadores afirmaram que viram a deslocação do objecto no sentido horizontal. A minha observação foi feita com um

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óculo (luneta) e com binóculo, ambos de fraca potência . A opinião das pessoas que observaram é que se trata de um fenómeno inusitado . Testemunha :

José Domingos Caetano Martins, 30 anos de idade, controlador de tráfego aéreo . Local de observação : Aeroporto de Ponta Delgada Hora : 20:30 (hora local) Descrição :

Observei um objecto circular, tamanho aparente, metade da lua, emitindo luz branca com brilho intenso . Localizado cerca de 45º sobre o Pico da Barrosa .

O objecto cerca das 20:45 horas desapareceu, tornando a aparecer com uma tonalidade e

brilho menos intenso . Em seguida a forma circular transformou-se em oval com tamanho mais pequeno. Cerca das 21 horas desapareceu . Mais tarde, entre as 22.30 e 23 horas, observei também dois pontos luminosos de fraca intensidade sobre a ponta da Galera, a Sul da ilha (S. Miguel), cerca de 80º, movimentando-se para Norte, tendo em seguida desaparecido . Toda esta observação foi feita tanto à vista desarmada como também com o auxílio de um binóculo, na Torre de controle do aeroporto . Fonte : «Revista do Insólito» e «Telejornal da RTP Açores» com depoimento de duas

testemunhas uma delas o controlador de tráfego aéreo.

Nota : Nessa altura a Secretaria Regional do Equipamento Social, encontrava-se no local a efectuar trabalhos na estrada da Barrosa, no fim do período de trabalho as máquinas eram estacionadas perto das instalações de antenas existentes no Pico da Barrosa . No dia seguinte à observação os maquinistas quando chegaram ao local, para trabalharem com as respectivas máquinas não lhes foi possível, porque todas elas tinham as baterias completamente descarregadas. Fonte : (Informação dada por um maquinista que trabalhava no local na altura da referida observação José António Carreiro Silva).

15 de Outubro de 1976 às 22:15 horas - Serra de Água de Pau (Barrosa)

Testemunhas :

a - João Francisco Gago da Câmara, trabalhador da empresa Soleite .

b - Diversos espectadores da sessão de cinema do Teatro Micaelense .

Local de observação : Ponta Delgada Hora : 22:15 às 22:50 (hora local) Descrição :

Depoimento prestado pela testemunha à redacção da RTP Açores . Um dos observadores, João Francisco Gago da Câmara, conta o sucedido :

Com efeito, e segundo nos revelou, ontem cerca das 22:15 horas, encontrando-se no Teatro Micaelense, durante o intervalo, da varanda do mesmo teatro, viu sobre a serra de Água de

Pau, um objecto fortemente iluminado de cor branca (quase florescente, do tipo luz de «Flash»), com variações de vermelho e azul no interior . Colocada a altura em 1500 metros, aproximadamente, o referido objecto desapareceu subitamente sem deixar rasto, durante quarenta segundos, voltando de novo a aparecer e então mantendo-se fixo e perfeitamente visível durante 45 minutos .

O

Sr. João Francisco, deslocou-se então imediatamente na sua viatura, à referida serra, tendo

no

trajecto observado sempre o referido objecto. Então e no alto da serra pode observar muito

melhor o referido objecto que garante «estava ao nível de um avião cerca de 5 minutos ou pouco mais antes de aterrar». O formato do objecto, segundo desenho da testemunha, era circular, bordos pouco nítidos devido à forte intensidade da luz e na parte inferior possuía três estrias prolongamentos, também luminosos .

Esta observação sucedeu passados 2 dias após diversas observações no arquipélago comprovados por pessoal de controle aéreo do aeroporto de Ponta Delgada e diversas pessoas de outras ilhas.

Fonte : «Revista do Insólito»

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5 de Fevereiro de 1978 - Vila Franca do Campo

Várias pessoas comunicaram ter avistado um objecto voador não identificado a sul de Vila Franca do Campo. Entre estas há testemunhos insuspeitos, um deles de pessoa habituada a observação do espaço, por razões de ordem profissional, e que não encontrou paralelo para a observação feita. O objecto tinha a forma triangular e uma cor acinzentada, muito brilhante. Voava a grande distância de Terra e a uma altura calculada entre 800 e 1000 metros; esteve alguns momentos parado reiniciando uma marcha veloz, perdendo-se nas nuvens. Fonte : «Os ovni na época contemporânea» de B. Sánchez Bueno

1 de Janeiro de 1981 às 02.00 horas - Feteiras

"Objecto Submarino Não Identificado Apareceu nos Açores" Seis pescadores da freguesia das Feteiras, a 15 Kms de Ponta Delgada (Açores), avistaram "uma luz muito forte" à superfície da água do mar, quando se encontravam na sua labuta, de madrugada, numas rochas.

O estranho fenómeno, que foi observado igualmente por outras pessoas, ocorreu no primeiro

dia do corrente ano, mas só foi conhecido depois de divulgado pela secção portuguesa do jornal norte americano "Phoenix Times", o qual acrescenta que os pescadores, aterrorizados com a visão do estranho fenómeno submarino, interromperam o seu trabalho durante cerca de uma hora período esse durante o qual se prolongou o fenómeno. Só depois ganharam coragem para "fugir" rapidamente para casa, verificando que em terra também muitas pessoas

tinham observado o mesmo. Pelo que se verifica, já não temos apenas os "ovnis" para nos dar

a volta ao miolo temos também os "osnis", que é como que diz, "objectos submarinos não

identificados", que pelos vistos são coisa mais complicada ainda – tão complicada, que só mais

de um mês depois de se "apresentarem" acabaram por ser falados. O que fará provocar tão prolongado silêncio. Fontes : «Correio da Manhã de 15.2.1981»; «LISOVNI Jornal nº1 – Março de 1981» e «Rádio Lajes – Estação da Força Aérea Portuguesa no noticiário das 10 horas de 12.02.1981»

4 de Junho de 1984 às 01:25 horas - Pópulo

A estação de rádio privada açoriana "Clube Asas do Atlântico", noticiou ontem que um grupo de 6 açoreanos tinham detectado um objecto não identificado . Segundo aquela estação, o OVNI sobrevoava uma zona da ilha de S. Miguel conhecida por Pópulo e que fica a 6 Kms. de Ponta Delgada . Segundo as testemunhas oculares que viajavam de carro às 01.25 horas de ontem, o objecto irradiava luz de cor alaranjada e depois de estar parado alguns segundos, balançou sobre si mesmo .

O Centro de Controle Aéreo de Santa Maria que controla a navegação aérea no Atlântico norte,

disse não ter conhecimento do ocorrido embora estivessem funcionários de serviço na altura em que as testemunhas dizem ter visto um OVNI . Uma fonte do Observatório Meteorológico Afonso Chaves, disse que os registos desta madrugada são normais e que não havia nenhum fenómeno anormal. (NP) Fonte : «Notícias CNIFO – Vol. 2 n.º 9 de Maio/Junho de 1984»

de Novembro de 1994 às 18:25 horas - Pico da Barrosa Local de observação : Freguesia do Livramento Descrição :

1

de observação : Freguesia do Livramento Descrição : 1 A testemunha encontrava-se no rés-do-chão de sua

A testemunha encontrava-se no rés-do-chão de sua residência, acabara de ver o telejornal do canal 1 na RTP/Açores, por qualquer motivo foi ao 1º andar (da sua residência é visível a Serra da Barrosa a uma distância em linha recta ± 10 Km, com uma altitude de 949 metros). Chegou junto de uma das janelas e olhou na direcção da Serra da Barrosa, imediatamente a sua atenção foi para dois pontos luminosos em frente à referida Serra. Estava a escurecer, mas as condições atmosféricas eram boas, céu limpo, vento fraco e sem luar.

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Como estava a escurecer era visível algumas estrelas, mas a curiosidade chamou-lhe a

atenção, porque eram maiores e mais brilhantes que as restantes estrelas no céu e tinham movimento, pois estavam cada vez mais próximas. Julgou tratar-se de duas aeronave em voo de formação, porque os dois objectos luminosos voavam à mesma altura e em diagonal .

A sua direcção de voo era Sueste-Noroeste, quando os viu pela primeira vez calculou a sua

distância em ± 4 Km e uma altitude entre os 1000 a 1500 metros, quando se encontravam ± 2,5

Km da testemunha o objecto que vinha mais atrás partiu na direcção Norte (Ribeira Grande) o outro continuou na mesma direcção (Noroeste).

A velocidade não era muito rápida, velocidade duma aeronave???

Quando o objecto passou no ponto mais próximo da testemunha ± 1,5 Km de distância, observou apenas 4 luzes vermelhas em linha e uma de cor clara no meio que piscava . Como o vento fraco era do quadrante Norte e a testemunha estava virada contra o vento, mesmo assim a testemunha não ouviu qualquer ruído na sua passagem era completamente silencioso. Não foi possível ver a sua configuração, porque já estava escuro e perdeu o contacto visual nesta passagem mais próxima devido aos obstáculos físicos do local (árvores e casas). Eram 18 horas e 27 minutos a observação durara 2 minutos. Como curiosidade pessoal cerca das 18 horas e 45 minutos houve um corte de energia na zona que durou entre 30 a 40 minutos. Nota : A testemunha continua com muitas dúvidas sobre o sucedido, era ou não algo estranho ou alguma aeronave mas era silencioso!! Fonte : «A própria testemunha - Olivério Gomes»

27 de Junho de 1998 às 01:00 horas - Ilhéu de Vila Franca do Campo. Local de observação : Litoral de Água d’Alto, zona do Pisão As testemunhas deste estranho fenómeno, foram três amigos:

José António Carreiro Silva, o mestre Fernando e o António. Encontravam-se a pescar na zona do Pisão – Água d’Alto, cerca da 1 hora da manhã observaram aproximação de uma estranha luz esférica muito brilhante e de cor clara, aproximou-se do ilhéu e aí se imobilizou a uma altitude de ± 2000 metros, de raio médio ± 2 metros, durante algum tempo. Por vezes tinha movimentos de oxilação para a direita, para a esquerda, assim como para afrente e para trás (tipo baloiço). A certa altura teve um movimento de ascensão tão brusco que em fracções de segundos o seu tamanho ficou reduzido a uma estrela . Passado pouco tempo efectuou uma descida tão rápida em fracções de segundos e voltando a ficar sobre o ilhéu . Todos esses movimentos foram silenciosos, durante toda a observação nunca foi detectado qualquer ruído. Mais tarde foi subindo lentamente e por volta das 2 horas da manhã, quando as testemunhas abandonaram o local de regresso a casa, já se encontrava a grande altitude e com o tamanho de uma estrela mas muito mais brilhante . A distância do local de observação e o ilhéu em linha recta é ± 4000 metros. Fonte : «Uma das testemunhas – José António Carreiro Silva»

8 de Julho de 1998 - Água de Pau FENÓMENO SOLAR Na manhã do dia 8 de Julho de 1998, durante a peregrinação na freguesia de Água de Pau, com o objectivo de celebrar a inauguração de uma cruz / cruzeiro, no mesmo local, uma freira anunciou que tinha sido contactada por uma senhora muito bonita vestida de branco (possivelmente a Virgem Maria), que lhe falou sobre a situação caótica vivida pelo nosso planeta.

Imediatamente, qualquer coisa aparentemente oval parece tapar o Sol, fenómeno que ocorreu durante diversas vezes, dando o efeito do Sol estar a piscar intermitentemente, ora com muita luminosidade ora com quase virtualmente nenhuma luminosidade, chegando a parecer um pequeno eclipse.

O fenómeno que ocorreu durante aproximadamente 6 minutos, foi testemunhado por dezenas

de pessoas, incluindo o padre da paróquia de Água de Pau e inclusive filmado por um imigrante residente no Canadá. Este acontecimento voltou a verificar-se no primeiro sábado de cada mês seguinte, Agosto e Setembro.

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Este acontecimento foi relatado no jornal Correio dos Açores. Em declaração ao jornal as testemunhas mencionaram terem visto um disco solar azulado rodeado por uma áurea e inclusive alguns seres estranhos. Fonte : «Correio dos Açores» e «APO - Associação de Pesquisa OVNI»

Abril de 2003 às 00:30 horas _ Povoação 14 e 16 de Junho de 2003 às 23/24 horas - Povoação Cruz no céu da Povoação Tem sido observado um fenómeno estranho no céu da vila da Povoação, na ilha de S. Miguel, Açores. A principal testemunha, Nídia Fidalgo, é professora de Ciências Físico-Químicas na

mesma localidade, natural do continente e recentemente colocada na Povoação. Tem o hábito de observar as estrelas á noite, e daí ter sido ela a observar o fenómeno, ou a ter reparado nele. É uma cruz branca, com a forma de um sinal de + e mantêm-se estática no céu. A primeira vez que a viu foi em Abril, por volta das 00:30h. O céu estava estrelado e tinha apenas algumas nuvens. Disse que parecia feita de nuvens, mas era demasiado definida para isso. "Era uma

duas bandas largas esbranquiçadas que se cruzavam

perpendicularmente e no meio, ou seja, onde se interceptavam essas duas bandas, tornava-se mais clara a cor." Dois meses depois, voltou a ver exactamente a mesma cruz no céu, na mesma zona. Foi nos dias 14 e 16 de Junho, pelas 23/24h. Nesses dias o céu tinha algumas nuvens, mas principalmente no dia 16. O fenómeno apresentava-se exactamente com as mesmas características que em Abril. Nesse dia observou a cruz com mais atenção e não lhe pareceu ser feita de nuvens. Tem uma cor homogénea e no centro, como já foi dito atrás, é mais clara. Até agora já observou a mesma cruz, no mesmo sítio, por quatro vezes. A última vez foi em 2 de Julho, por volta da uma da manhã, o céu estava muito nublado, mas mesmo assim passou pelo local onde costuma ver a cruz e lá estava ela. Estavam muitas nuvens, mas percebia-se a forma da cruz por trás destas. A testemunha salienta esse mesmo facto, o de a cruz estar para lá das nuvens, por ter observado por várias vezes nuvens a passar pela frente da cruz, ocultando-a. Das várias vezes que a observou estava acompanhada de outras testemunhas, e falando no assunto com outras pessoas, estas puseram a hipótese de ser alguma projecção laser, mas essa possibilidade levanta alguns problemas, que mais á frente vai perceber porquê. No dia 7 de Julho a Nídia enviou-me um email descrevendo-me mais alguns pormenores, como a facto de a cruz estar estática no céu, ter um tamanho aparente maior que a Lua Cheia e não ser vista durante o dia, pois no dia 3 de Julho, por volta das 18h, estava um dia claro e não viu nenhuma cruz. No mesmo dia estabeleci uma conversa telefónica com a Nídia, chegando a mais conclusões e sabendo de mais pormenores sobre este, aparentemente intrigante, fenómeno aéreo. Comentário:

cruz desenhada no céu

eram

Soube deste fenómeno pela primeira vez, quando a Nídia Fidalgo mandou uma mensagem para a mailing list que assino, a descrever o que tinha visto já por várias vezes, e a perguntar se alguém teria uma explicação. Gerou-se uma conversa entre os vários assinantes, entre os quais um piloto civil, onde se pôs logo a possibilidade de ser rastos de aviões cruzados, mas com os pormenores acima descritos e com alguns que ainda vou acrescentar, essa possibilidade fica logo posta de parte. A outra seria uma possível projecção com origem em terra, semelhante ás que actualmente são comuns nas discotecas, mas o facto de as nuvens passarem pela cruz ocultando-a, ou seja, abaixo desta, sem que a cruz fique projectada nas nuvens, deixa cair também uma hipótese desta natureza. No telefonema que estabeleci com a testemunha, fiquei a saber mais pormenores que tornam o caso extremamente intrigante. A cruz não é vista em qualquer parte da vila da Povoação. É um fenómeno tão localizado que só se consegue ver na totalidade, ou seja, com a forma de cruz, num certo ponto da localidade. Por isso é que a testemunha diz que vai ver se vê a cruz, pois vai a um sitio especifico onde se vê melhor a cruz. As pessoas da vila não parecem ter-se interessado muito pelo fenómeno, em parte por este provocar um certo temor devido ao facto de não conseguirem explicá-lo. Pode ser que já ocorra á mais tempo e que, antes da Nídia, nunca ninguém tenha reparado. Houve vezes em que a testemunha foi observar e não viu a cruz, mas isso também pode dever-se ao facto de nessas noites estar céu mais encoberto. A testemunha disse que se notava diferença no aspecto da cruz quando se deslocava entre o porto e a câmara municipal, ou seja, num espaço de cerca de 200m. É um fenómeno extremamente localizado, que nem se consegue

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notar em toda a vila, quanto mais no resto da ilha, daí ter sido notado primeiro pela Nídia, pois é a única pessoa da zona a ter o hábito de observar o céu. A cruz aparece mais ou menos no zénite, no ponto mais alto do céu. A testemunha ainda não fotografou ou filmou, mas pensa fazê-lo em breve. As condições atmosféricas também não ajudam muito na tentativa de desvendar o mistério. As nuvens que encobriram a cruz devem estar a cerca de 1000 m de altitude. Assim a cruz deveria estar a mais de 1000m de altitude, mas parece demasiado alta para só se ver num determinado sítio da vila. Posto isto, há várias possibilidades para o fenómeno, se é que é um fenómeno, mas todas elas não perecem ser muito satisfatórias. O facto de se repetir sempre no mesmo sítio, estar estático no céu, não se conseguir ver se não apenas num sítio específico e aparecer várias vezes, era mais que razão para pensar que seria alguma espécie de ilusão de óptica provocada pela iluminação pública, mas o facto de ser oculto pelas nuvens e a própria forma em cruz, não ajuda muito a que se chegue a uma explicação simples. Já avisei um familiar meu que vive em S. Miguel e é jornalista da RTP - Açores, sobre o fenómeno e em breve este deslocar-se-á á Povoação com o objectivo de tentar saber mais sobre o mesmo. Eu próprio gostaria de ir ao local este verão, mas não sei se terei essa possibilidade. Será apenas um puro efeito óptico, ou algo muito mais importante? Em 8 de Julho de 2003 Fonte : Email de Filipe Gomes, membro do G.P.P.O.V.N.I.S.

de Agosto de 2003 – Sete Cidades Foi numa madrugada tão normal como muitas outras nas Sete Cidades. João Oliveira, um professor do ensino secundário que se reformara há pouco tempo, estava a experimentar os seus dotes de fotógrafo amador com uma nova máquina digital que adquirira. Foi para o miradouro do Serrado das Freiras e tentou captar a imagem do pôr-do-sol, que naquela zona é sempre espectacular quando não há nevoeiro. Era sexta-feira e na freguesia comemorava-se a festa anual da sua padroeira e a Igreja já se encontrava iluminada, mas não era para aí que a objectiva apontava e sim para o céu. Só que o resultado também não foi totalmente o esperado e em vez de apenas um pôr-de-sol estonteante, João Oliveira poderá ter captado um objecto voador não identificado. Esta não-explicação é a única que encontra para a bola branca que captou no céu das Sete

8

encontra para a bola branca que captou no céu das Sete 8 Cidades naquela noite. “Sinceramente,

Cidades naquela noite. “Sinceramente, não sei o que era; apenas sei que fiz uma série de fotografias no mesmo local, com poucos minutos de intervalo; na 3ª aparece aquela coisa, nas

restantes

Depois de pensar sobre o assunto, pediu apoio a alguns amigos e enviou a foto para alegados especialistas no assunto. A resposta que teve é que provavelmente se trataria realmente de um OVNI, mas já na acepção de viajantes do espaço que muitos crêem visitarem periodicamente o nosso planeta. “Sinceramente não sei se é ou não é; eles dizem que se trata de um objecto de grandes dimensões e acreditam que poderá ser extraterrestre; o que sei é que num momento aquela coisa estava lá, e no momento seguinte já não estava”, diz João Oliveira. Fonte : «Diário dos Açores de 14-03-2004» e «NIC – National Investigation Center»

céu”.

é

o

2 de Abril de 2004 – Sete Cidades

A 2 de Abril ocorreu uma situação anómala e sem explicação na freguesia das Sete Cidades, um corte de energia eléctrica inexplicável por um período superior a 10 minutos. Segundo informações obtidas o aeroporto de Ponta Delgada terá contacto com a EDA – Empresa de Electricidade dos Açores, afim de obter informações sobre o sucedido, porque no aeroporto terá sido detectado fortes interferências electromagnéticas em diversos tipos de equipamentos. Fonte : Um funcionário da EDA – Empresa de Electricidade dos Açores

Junho de 2005 – Ponta Delgada 1ª mensagem colocada no fórum em 11-07-2005

Os Açores na rota dos OVNIS

Recentemente, há cerca de duas ou três semanas, estava com um grupo de amigos a passear numa avenida, junto ao mar em Ponta Delgada, quando alguém notou algo de estranho no céu. Deviam ser 22 horas quando observamos um pequeno ponto cintilante, semelhante a um satélite, a descer muito depressa em direcção ao horizonte. Não era uma estrela cadente, pois estas descem muito mais depressa em direcção ao horizonte. Brilhava, tal como um satélite (a principio todos pensamos que era um), mas descia lentamente. Muito provavelmente não foi nada de anormal, e o mais provável é que tenha sido mesmo um satélite. Mesmo assim nunca tinha visto nada igual.

2ª mensagem colocada no fórum em 11-07-2005

Mas o que nós vimos era algo que brilhava, intermitentemente, com tons azulados e

avermelhados. Tal e qual como um satélite. A única coisa anormal era que descia em direcção

à linha do horizonte, tal e qual como uma estrela cadente, mas muito mais devagar. [ Este caso tem falta de elementos, necessita de confirmação. Fonte : Fórum da Associação de Pesquisa OVNI – www.apovni.org

] [

]

Ilha Terceira

de Pesquisa OVNI – www.apovni.org ] [ ] Ilha Terceira É a mais populosa ilha do

É a mais populosa ilha do grupo Central do arquipélago. Com 381,96 km 2 de superfície, tem como comprimento e largura máximos 29km e 17,5 km respectivamente, situando – se a 90 milhas de São Miguel e 66 milhas do Faial. Está situada a 27º 10’ de longitude oeste e a 38º 40’ de latitude norte .

25 de Outubro de 1954 às 21: 30 horas - Praia da Vitória

O guarda Jones Beach, na zona balnear americana da Praia da Vitória, e sua mulher,

Amorinda Vicente, viram claramente a pairar sobre o areal, à altura de quatro a cinco metros, um aparelho em forma de charuto, ouvindo-se distintamente o motor a trabalhar com ruído apenas perceptível, semelhante ao de uma máquina de costura. O estranho aparelho era todo negro, sem qualquer janela ou abertura, de paredes lisas e vomitando fogo, branco e amarelo,

ao mesmo tempo que se dirigia lentamente para o interior da ilha .

Fonte : «Os ovni na época contemporânea» de B. Sánchez Bueno e «CEAFI»

29 de Outubro de 1954 às 21 horas - Ilha Terceira

Ás

21 horas 4 testemunhas de nacionalidade portuguesa, observaram um objecto com a forma

de

charuto (tubo), mais espesso no centro e asas curtas (10’ de comprimento, 3’ de diâmetro e

asas com 3’)., tento uma concavidade tipo asa, de cor cinzento. Tinha um som (gargling) enquanto pairou, depois desapareceu com um brilho intenso como as luzes de aterragem de um avião. A observação foi de 4-5 minutos.

Os Açores na rota dos OVNIS

Nota : Presumo que este caso será o mesmo relatado no dia 25, mas não posso confirmar uma vez que a recolha foi feita em locais diferentes. Livro Azul Fonte : http://ufos.about.com/library/bldata/b14port.htm

23 de Maio de 1965 às 23:00 horas - Angra do Heroísmo

Um facho luminoso pairou no céu, intrigando as pessoas que junto ao mar gozavam o ar fresco da noite. O estranho facho estacionava no ar e não se movia por largo tempo. Projectava uma cor de tal intensidade que seria difícil tratar-se de satélite e, a julgar pela distância a que se encontrava muito menos de um avião. Uma luz forte, de cor entre o laranja e o vermelho, projectava sobre a superfície tranquila do mar uma esteira intensa de luz a perder-se no horizonte e iluminando toda a baía, embora a luz viesse muito de for a. O objecto permaneceu assim, durante alguns momentos, desaparecendo depois. Algumas das raras pessoas que o observaram apontavam em direcção da linha do horizonte, onde parecia haver um breve rasto fosforescente, de cor esverdeada. Entretanto, o objecto voltara a aparecer, pairando a grande altitude. A mesma luz intensa projectava-se no mar e avermelhava as nuvens. Fonte : «Os ovni na época contemporânea» de B. Sánchez Bueno

20 de Junho de 1965 – Base das Lajes

Tinha 13 anos de idade quando se deu a ocorrência do incidente. Tenho agora 50 anos de idade, numa contei a ninguém somente algumas pessoas intimas. Era filho de um militar, meu pai fora colocado na Base das Lajes – Açores (Lajes AFB – Azores). Fui acampar nos terrenos exteriores da escola da base com 4 amigos da escola. As idades variavam entre os 13 e os 17 anos de idade, era uma noite de verão o céu estava claro e cheio de estrelas, estávamos comentando entre nós como era possível ver o céu cheio de estrelas, estávamos a observar o céu, quando um colega com voz de atónico disse-nos que uma estrela estava-se movimentando. Pensamos que ele estava louco e começamos a gozá-

lo, então indicou-nos o local exacto, e podemos observar uma luz brilhante em movimento lento através do céu da direita para a esquerda, seguimos o seu movimento na tentativa de descobrir se era algum avião, como eramos filhos de militares da Força Aérea estávamos habituados a observar todos os dias muitos aviões. A luz brilhante parecia estar muito alta e quando parou no céu parecia exactamente uma estrela. Parou e ficamos de olhos fixos nela durante algum tempo, até que voltou a mover-se novamente para a esquerda o nosso horizonte nocturno era

o Oceano Atlântico. Uma parte do edifício da escola estava a obstruir a nossa observação e

para continuarmos a ver descemos escadas e pequenos montes relvados enquanto mantínhamos o nosso olhar fixo na luz, contornamos o edifício e conseguimos a tempo de a ver parar novamente. Outra vez iniciou um movimento lento, para nosso espanto outra mais

abaixo no horizonte movimentava-se da esquerda para a direita, enquanto a original mantinha

o seu movimento da direita para a esquerda. Pensamos que a segunda fosse uma estrela, até

ela começar a mover-se, as duas luzes moveram-se uma estava mais acima à direita e pararam. A que estava mais alta baixou e a mais baixa subiu até que se juntaram, ficando

somente uma luz no céu. Mantivemos o nosso olhar fixo na luz, então as duas separaram-se de maneira oposta, como se tinham juntado (um Z reverso). A mais alta partiu na direcção Este

e a mais baixa na direcção Oeste, moveram-se numa velocidade incrível, cada uma em sentido

oposto e saindo completamente da nossa linha de horizonte. Entre nós concordamos não contar o sucedido a ninguém com medo do ridículo, no entanto nunca nos esquecemos do sucedido. No dia seguinte na estação de rádio da base foi noticiado que na noite anterior o radar tinha detectado um OVNI, eu não ouvi a noticia, assim como qualquer outro comentário sobre este incidente. Nunca tinha observado nada anteriormente, mas desde esta experiência, que nunca esqueci, acredito que os OVNIS são reais. (NOTA da NUFORC : Data aproximada. PD) Fonte : Base de Dados da NUFORC

1 de Fevereiro de 1968 às 00h:15 horas - Cabrito – Cinco Picos OVNI com quatro seres ataca guarda açoriano Serafim Vieira Sebastião, de 36 anos, natural da Ribeira Grande Ilha de São Miguel, encontrava-se de guarda às instalações militares "Azores Air Station" , que servia de paiol de munições, no lugar do Cabrito, Cinco Picos, ilha da Terceira a ouvir o relato de futebol entre

Os Açores na rota dos OVNIS

o Setúbal e o Sporting, quando, de repente, "o transístor deixou de se ouvir". Conforme declarou a testemunha, "não se ouvia nada, nem música, nem relato de futebol" tendo de desligar o aparelho – isto cerca das 9 horas locais. Repentinamente sentiu um "zumbido". Saiu para fora do paiol vendo um "veículo", do lado esquerdo do posto onde se encontrava; "era um objecto estranho a aproximar-se do paiol" - acrescentou. Regressou ao paiol e chamou a atenção, por telefone, aos seus superiores comunicando que o estranho objecto estava a aproximar-se daquele local. Abandonou o paiol para confirmar a observação. E acrescentou:

"uma grandíssima claridade entrou pela janela dentro; claridade essa que era muito forte, de uma luz clara e pedi que viessem quanto antes para cima e tornei a desligar o telefone. Saí novamente e vi aquela grandíssima claridade. Quando olhei para o lado esquerdo, é que vi que aquele projector estava parado sobre o posto de munições à face do paiol. Entrei novamente e fui buscar um "foco" (lanterna). Quando cheguei ao exterior, vi que aquela claridade incidia directamente sobre os paióis. Aquela luminosidade saía de um veículo oval, de aspecto metálico, que culminava numa torre de vidro, com pequena balaustrada a que se encostavam dois seres. Este objecto devia de ter aí uns 6 metros de comprimento e 3 de altura e não era nem avião, balão ou helicóptero No meio daquela luminosidade vi quatro homens: dois dentro e dois fora. Os que estavam dentro mexiam-se bem, como que estando à secretária a tratar de qualquer coisa. Os que estavam do lado de fora, encontravam-se ao pé de uma espécie de corrimão. Se quisessem, podiam passar por cima do corrimão e saltar para o paiol. Não vi ouvidos; não vi as caras. Quando aproximei-me mais, à face do paiol, senti um zumbido exactamente como se fosse um enxame de abelhas ; projectei o foco (lanterna) mas não vi nada, nem letras nem nada naquilo. Apenas vi que os homens tinham uma viseira com um pouco de vidro e que a cor do facto era uma cor de chumbo Assim que acendi o foco para eles aquilo moveu-se muito rapidamente, tendo emitido na minha direcção uma projecção de luz muito forte, que tive de tapar a cara. Logo a seguir senti uma coisa estranha, como que uma poeira. Caí e não me recordo de mais nada". Serafim Vieira, deu entrada no hospital regional cerca da uma hora da madrugada, tendo sido socorrido pelos Drs. Ferreira Gomes e Hélio Flores. Encontrava-se em estado de choque de origem psicossomática; não falava, e ouvia muito mal. Às três da madrugada começou a balbuciar algumas palavras; às dez da manhã foi- lhe dada alta no Hospital Regional de Angra seguindo para o aeroporto das Lajes, escoltado pela Polícia a fim de ser submetido a um inquérito oficial. feito pelas entidades aeronáuticas de Portugal e Estados Unidos. Porém, a justificação oficial "cabal e satisfatória" não tardou. Segundo as entidades competentes Serafim Vieira teria testemunhado um "balão-sonda (?), que ao encontrar um campo eléctrico de alta tensão o balão teria provocado determinado fenómeno que teria assombrado o guarda" (sic.). Mas o que as entidades "competentes" esqueceram-se de informar, foi que, naquele local, não passavam cabos de alta tensão, mas sim cabos telefónicos; que os serviços de rádio-sonda lançaram um balão às 22 horas e que a ascensão foi perfeitamente controlada, a fim de transmitir a temperatura, ventos e humidade em altitude, tendo-se desintegrado a 126.000 pés, 1 hora e 50 minutos após o lançamento, nunca tendo perdido altitude, ou desviado anormalmente a sua trajectória; que o balão tomou rumo de 50º correspondente ao vento predominante, e não 100º em direcção a Cabrito, local onde se encontrava Serafim Vieira; que o balão sonda utilizava uma lâmpada eléctrica de 1,5 volts, incapaz de encadear a testemunha. Fonte : J. Garrido - CEAFI

14 ou 16 de Fevereiro de 1968 - Angra do Heroísmo «Pormenores de toda a ordem, já fornecem ao advogado científico dados preciosos para descobrir contradições e destrinçar miudezas. Apenas numa coisa estão de acordo: nunca viram nada parecido. Comecemos por casa : alguém que no Porto Pipas viu à distância um foco luminoso correr . Parece não ter sido (pela intensidade com que se descreve) o farol do Monte Brasil. Fonte : «A União, Angra do Heroísmo – 16.2.1968»

1973 - Base das Lajes Henry Deitchman escreveu-nos, " Durante muitos anos da minha vida como controlador de tráfego aéreo, sempre tive uma fantasia que um dia havia de ver um OVNI. No ano de 1973 a minha fantasia realizou-se quando trabalhava como Controlador no Radar de Aproximação do Aeroporto das Lajes, no arquipélago dos Açores no meio do atlântico. Os meus primeiros

Os Açores na rota dos OVNIS

meses de serviço foram muito tranquilos, mas quando se deu o conflito Israel / Árabe a USAF começou apoiar Israel com abastecimento de armamento. Durante esse período de algumas semanas o radar e os controladores da torre detectaram não menos de um incidente por dia com Ovnis. Com esta situação começamos a enviar aviões da US Navy P3 Orion (aviões de guerra de electrónica e caça submarina) afim de detectar e identificar e proveniência do referido objecto, mas os nossos esforços foram inúteis. Os Ovnis seguiam os nossos aviões durante o dia e faziam aproximações ao ponto mais baixo da pista de descolagem durante a noite. Nenhum dos controladores estava receoso de qualquer colisão, mas incomodaram-nos e ficou-nos na memória que nós no controle eramos simplesmente observadores. Antes que pergunte, afirmo que nós divertimos com a situação. Ocasionalmente mandamos um caça F - 4 para persegui-lo, mas verificamos que nada poderia acontecer porque ele era muito mais rápido, com toda a honestidade a nossa monotonia foi quebrada com estes acontecimentos. Tudo isto considero que foi uma experiência fantástica. Excepto as instruções que mais tarde foram emitidas por alguns oficiais. " Agradecimentos a CAUS e a Henry Deitchman. Fonte : «www.ufoinfo.com»

1977 - Final da tarde inicio da noite - Praia da Vitória Tenho conhecimento que no ano de 1977, ao fim de uma tarde de Primavera vários pessoas que se encontravam no adro da Igreja da Matriz da Praia da Vitória, afim de assistirem à missa Dominical, observaram um estranho objecto a cruzar o céu. Obtive conhecimento deste caso era ainda estudante no Liceu de Angra do Heroísmo, o caso foi relatado por um professor, porque uma das testemunhas era estudante e contara-lhe a situação anómala, que tinha observado. Fonte : «Informação verbal de uma das testemunhas»

14 de Abril de 1978 às 22: 30 horas - Litoral da ilha Terceira Várias pessoas ligaram para o Rádio Clube de Angra do Heroísmo afirmando que havia notado objectos voadores no litoral da ilha Terceira. Um funcionário da câmara municipal anunciou ter visto objectos voadores que não conseguiu identificar. António Gabriel de Sousa Freitas, de 25 anos, conta que quando estava a pescar com dois companheiros viu cinco pontos luminosos a grande altitude, movimentando-se sobre o mar perto da costa. Pareceram-lhes de forma redonda, não produziam qualquer espécie de ruído e deslizavam vertiginosamente, deixando atrás de si longas esteiras de luminosidade amarela . Fonte : «Os ovni na época contemporânea» de B. Sánchez Bueno

Agosto de 1979 pelas 22 ou 23 horas - São Mateus e Cinco Ribeiras Entre as freguesias das Cinco Ribeiras e São Mateus, entre as 22 e as 23 horas, duas pessoas que se encontravam a pescar na rocha, observaram uma luz muito brilhante aproximando-se da linha da costa . Segundo as testemunhas repentinamente a luz começou a subir até desaparecer . Uma das testemunhas entrevistada pelo RCA (Rádio Clube de Angra) declarou :

Julgo que a luz subiu, porque havia barcos a pescar na zona junto da costa com luz de lanternas, o meu colega ficou assustado e queria ir-se embora, mas eu acalmei-o no entanto disse-me:

Não venho pescar nos próximos dias ! Fonte : «Rádio Clube de Angra – Serviço de Informação»

21 de Abril de 1980 às 22 horas - Angra do Heroísmo e Litoral da ilha Pelas 22 horas a estação RCA (Rádio Clube de Angra), foi alertada por uma ouvinte sobre um fenómeno estranho sobre a cidade de Angra do Heroísmo. A testemunha afirmou tratar-se de um objecto em forma de cone e com luminosidade muito forte. Estudantes trabalhadores do Liceu de Angra do Heroísmo, também observaram o referido objecto. O fenómeno também se passou em redor da ilha Terceira. Passado pouco tempo o RCA, recebeu meia centena de telefonemas confirmando a observação do fenómeno, assim como de mais 4 luzes em redor da ilha e tinham partido na direcção Leste e desaparecendo. O RCA contactou as entidades oficiais, que não afirmaram nada de positivo. Uma das testemunhas contactou a Torre de Controlo do Aeroporto das Lajes na altura do fenómeno e perguntou se havia alguma aeronave sobre a cidade de Angra a resposta foi negativa .

Os Açores na rota dos OVNIS

Afirma-se que o radar americano da Base das Lajes teria detectado os referidos objectos estranhos, mas nada foi confirmado oficialmente. Fonte : «Rádio Clube de Angra – Serviço de Informação»

27 de Abril de 1980 pelas 23:30 ou 23:45 horas - Biscoitos

Na freguesia dos Biscoitos, situada na costa norte da ilha , três indivíduos foram testemunhas de um fenómeno luminoso. As testemunhas regressavam a casa após um serão numa Sociedade Recreativa da localidade entre as 23:30 ou 23:45 horas, quando observaram no céu algo estranho e luminoso. Uma das testemunhas conhecedor de diversos tipos de aeronaves, porque a sua profissão está relacionada com as mesmas, afirma que não era avião. A luz encontrava-se parada, depois começou a movimentar-se ou a desvanecer até ficar menos luminosa e desapareceu em seguida . Fonte : «Informação verbal de uma das testemunhas»

28 de Abril de 1980 pelas 00 horas - Base das Lajes

Ás 24 horas, quando várias pessoas abandonavam o seu local de trabalho na base das Lajes, observaram um fenómeno luminoso em movimento sobre o referido aeroporto, as testemunhas afirmam que não era avião. Fonte : «Informação verbal de uma das testemunhas»

1983 ou 1984 - Durante a Noite e Madrugada - Base das Lajes No ano de 1983 ou 84 uma pessoa de confiança contou-me:

Um seu amigo que por acaso eu conheço 1º sargento da Força Aérea Portuguesa e que trabalhava na Meteorologia da Base das Lajes tinha confidenciado a ocorrência durante uma noite de algo desconhecido tinha andado a sobrevoar a Base das Lajes. Essa situação anómala causou um grande alarido entre as Forças Militares Norte Americanas estacionadas naquela base. Como causa ou efeito do sobrevoo do engenho desconhecido, os relógios da Base das Lajes pararam. A pessoa que me confidenciou essa ocorrência, afirma que no dia seguinte, quando pela manhã chegou ao seu local de trabalho, numa secção das Forças Norte Americanas, onde era preparado e calculado a carga e combustível que cada avião devia levar consoante o percurso que lhe estava destinado tinha reparado que o relógio da secção estava parado, somente mais tarde é que veio a saber das ocorrências da noite anterior contadas pelo amigo e 1º sargento da FAP. Não menciono os nomes das testemunhas, por razões obvias. Fonte : «Informação verbal»

15 de Dezembro de 2004 às 09:55 horas

Na localização 38º 77’N e 27º 01’W estava eu a conduzir na Base das Lajes da FAP (Força Aérea Portuguesa) em comum com a USAF (Força Aérea dos Estados Unidos), observei uma esfera muito luminosa aproximadamente a 140º na pista 14/32, estava em aproximação o amanhecer de oriente. Não posso confirmar a distância por causa do denso nevoeiro que era dos mais baixos níveis, mas penso que não era distante. Não era aeronave, assim como não era o brilho do reflexo do sol, não teve nenhum movimento aparente. Tive pouco tempo para observar, mas como meteorologista, sempre observei movimentos ascendentes e descendentes. Não afirmo que fosse um tipo de OVNI, mas tenho observado por aqui uma ou outra anomalia. O brilho era diferente da cor do sol, comprimento de onda definitivamente não era uma reflexão de uma aeronave, extremamente branco. Era muito, muito luminoso (brilhante). Sugiro que examinem o RADAR local da USAF . Fonte : Base de Dados da NUFORC

A mesma situação anómala, mas obtida noutra fonte:

15 de Dezembro de 2004 às 09:55 horas

Base Aérea das Lajes, um meteorologista encontrava-se a conduzir nesta Base Aérea uma Base dividida em comum pelas Forças Aéreas de Portugal e dos Estados Unidos da América e como Aeroporto Civil Internacional.

Os Açores na rota dos OVNIS

Quando notou numa esfera muito luminosa perto da pista 14/32, no dia 15 de Dezembro de 2004, pelas 09:55 horas. A esfera estava em aproximação íntima com o sol de oriente (amanhecer). Não era uma aeronave, como o brilho não era reflexo do sol, não teve nenhum movimento aparente. O brilho era de outra cor do sol e comprimento de onda, definitivamente não era uma reflexão de uma aeronave, era extremamente branco. Era mesmo muito luminoso. Tive pouco tempo para observar, mas pude observar um leve movimento. Não sou um entusiasta em OVNI’s, mas por aqui já observei uma outra anomalia. Sugiro a você, que tente examinar o Radar local da USAF 38º 77’N e 27º 01’W. Os meus agradecimentos para Peter Davenport, director da www.ufo.center.com

Nota do Editor: Quando voava com regularidade para os Açores, sei que havia muitos relatórios de OVNI’s, que pairavam com regularidade perto daquela base. Fonte : http://ufos.about.com

Ilha Graciosa

daquela base. Fonte : http://ufos.about.com Ilha Graciosa Inclui-se no grupo Central e apresenta 61,66 Km 2

Inclui-se no grupo Central e apresenta 61,66 Km 2 de superfície com 12,5 Km de comprimento e 8,5 Km de largura. Está situada a 28º 05' de longitude oeste e a 39º 05' de latitude norte.

26 de Fevereiro de 1982 às 05:25 horas - Aeroporto Cerca das 05horas e 25 minutos, foi observado no céu da ilha Graciosa um Objecto Voador Não Identificado (OVNI). Com efeito, em conformidade com inquérito levado acabo pelo Centro Meteorológico da Graciosa, o objecto deslocava-se sem ruído, iluminou a pista do aeroporto e afastou-se. Foram testemunhas oculares o guarda da PSP em serviço no referido aeroporto, um outro guarda que se encontrava nas proximidades e o dono do restaurante local. O nosso jornal contactou o posto policial de Santa Cruz, tendo-nos dito que não foi possível identificar a forma e a natureza do objecto luminoso; apenas verificaram durante segundos um clarão, que iluminou o aeroporto. O objecto apareceu a altura relativamente baixa. Mais tarde, por cerca das 8 horas, e não obstante a luz do dia, foi visto a uma distância muito grande um foco luminoso, parecendo-se com uma estrela, presumindo-se que fosse o referido objecto.

Fonte : «Jornal Correio dos Açores» de 27.02.1982

Ilha de São Jorge

Os Açores na rota dos OVNIS

Ilha de São Jorge Os Açores na rota dos OVNIS A ilha de São Jorge, no

A ilha de São Jorge, no centro do arquipélago, encontra-se a uma distância de 40 Km a Sul da Graciosa, a 20 Km Norte do Pico, 60 Km a Oeste da Terceira e a 30 Km a Leste do Faial. Com 56 Km de comprimento por 6 Km a 8 Km de largura, tem uma área total de 246,25 Km 2 . Está situada a 28º 33' de longitude oeste e a 38º 24' de latitude norte.

19 de Setembro de 2004 No passado dia 19 de Setembro de 2004, às 10:29 e 10:35 horas (da noite?), foram avistados dois fenómenos luminosos, nos céus do canal entre a Ilha do Pico e a Ilha de São Jorge nos Açores. A observação foi feita a partir da Ilha do Pico, e teve mais do que uma testemunha. Começou por ser visto um estranho clarão e objecto oval, muito luminoso, que se deslocava a velocidade elevada. Acabou por desaparecer acima da Ilha de São Jorge. Em seguida foi observado um triângulo formado por três luzes, em deslocamento rápido. Tinha uma luz à frente e duas atrás. O fenómeno triangular acabou também por desaparecer. Informação de Rolando Alves. Fonte : http://filokosmicos.blogspot.com

Ilha do Pico

Fonte : http://filokosmicos.blogspot.com Ilha do Pico A ilha do Pico, assim designada devido à imponência da

A ilha do Pico, assim designada devido à imponência da montanha que dela emerge, inclui-se

, com 42 Km de comprimento e 15,2 Km de

largura máxima, no sentido NO - SE. É a segunda em dimensão em todo o arquipélago,

no grupo Central. Tem uma superfície de 447 Km

2

Os Açores na rota dos OVNIS

encontrando-se a uma distância de 4,5 milhas do faial e a 11 milhas de São Jorge. está situada a 28º 20' de longitude Oeste e 38º 30' de latitude Norte.

1997 – Ilha do Pico Já vi pelo menos 4 vezes coisas estranhas da primeira vez vi um disco, bem formado por cima de mim tinha eu na altura 13 anos de idade, desde aí as coisas tem acontecido ao pé da nossa montanha. Relatos de estranhas luzes a fazer manobras impossíveis de um avião fazer, também não iam faze-las a centenas de metros da montanha. Fonte : Relato de Rolando Alves, para www.ufogenesis.br.com

19 de Setembro de 2004 – Ilha do Pico No passado dia 19 de Setembro de 2004, às 10:29 e 10:35 horas (da noite?), foram avistados dois fenómenos luminosos, nos céus do canal entre a Ilha do Pico e a Ilha de São Jorge nos Açores. A observação foi feita a partir da Ilha do Pico, e teve mais do que uma testemunha. Começou por ser visto um estranho clarão e objecto oval, muito luminoso, que se deslocava a velocidade elevada. Acabou por desaparecer acima da Ilha de São Jorge. Em seguida foi observado um triângulo formado por três luzes, em deslocamento rápido. Tinha uma luz à frente e duas atrás. O fenómeno triangular acabou também por desaparecer. Informação de Rolando Alves. Fonte : http://filokosmicos.blogspot.com

Ilha do Faial

Fonte : http://filokosmicos.blogspot.com Ilha do Faial Situada também no grupo Central do arquipélago, esta ilha,

Situada também no grupo Central do arquipélago, esta ilha, de forma quase pentagonal, ocupa uma área de 173,42 Km 2 medindo 21 Km no sentido Este - Oeste por 14 Km de largura máxima.

4 de Fevereiro de 1968 às 22:45 horas - Horta Novo e misterioso Objecto Voador foi visto no céu dos Açores, sobre a ilha do Faial, segundo o testemunho de um tipógrafo do diário "O Telégrafo", da Horta, e de mais pessoas que com ele se encontravam. Apresentava configuração oval, metade de cor alaranjada e a restante branca, tendo pontos pretos e deixando no espaço um rasto luminoso. Depois de se imobilizar, a grande altura, durante cinco minutos, voltou a movimentar-se, desaparecendo lentamente. Fonte : «Os ovni na época contemporânea» de B. Sánchez Bueno

Junho de 2004 – Ilha do Faial Observação de 3 objectos de forma "discóide" a sobrevoar a ilha, posso adiantar que o avistamento foi alertado pelas 14:30 da tarde, emitiam uma luz branca muito forte e

Os Açores na rota dos OVNIS

encontravam-se todos alinhados, parecendo uma frota, o avistamento decorreu por cerca de 25 min., de momento é tudo o que sei sobre o avistamento. Este caso necessita de dados e confirmação??? Fonte : Fórum da APO - Associação de Pesquisa OVNI

Ilha das Flores

da APO - Associação de Pesquisa OVNI Ilha das Flores A ilha das Flores é o

A ilha das Flores é o extremo mais ocidental do arquipélago e da Europa. A superfície é de 143,11 Km 2 com o comprimento de 17 Km e 12,5 Km de largura máxima. Está situada a 21º

59' de longitude Oeste e a 39º 25' de latitude Norte.

2 de Fevereiro de 1968 - Ponta Delgada (Estação Francesa) Dois funcionários técnicos do Serviço Meteorológico Nacional, Fernando Rocha e Carlos

Resende Corvelo, e um outro indivíduo, António Fraga Maurício, viram ontem um estranho objecto voador na ilha do Corvo – anunciou Rádio Clube de Angra do Heroísmo no seu terceiro noticiário, divulgado às onze horas locais. Fernando Rocha, chefe do posto meteorológico do Corvo, procedia à observação do tempo quando a sua atenção foi despertada pela insólita visão do corpo luminoso de forma esférica. Chamou os companheiros e todos afirmam que objecto voador parecia pairar sobre a freguesia de Ponta Delgada, na ilha das Flores, onde está situada a Estação Francesa de Radio Rastreio.

O estranho objecto encontrava-se a uma altitude de mil metros, tendo uma luz e uma

configuração semelhante à da lua cheia, porém de cor pálida. Durante sete minutos o objecto foi visto pelos três açorianos deslocando-se muito devagar sobre a ilha das Flores, até, finalmente, desaparecer no sentido sueste. Fonte : «Diário Popular», – 28.2.1968

23 de Fevereiro de 1968 às 19 horas - Ilha das Flores Um estranho objecto voltou a percorrer o céu açoriano. O telefone encarregou-se de estabelecer o contacto com o engenheiro Francisco Alberto Santos, uma das individualidades mencionadas na sensacional notícia. Amavelmente disse-nos: "Eram 19 horas do passado dia 23. Eu e o meu colega Archer Carvalho dirigiam-nos para o nosso trabalho quando vi, no céu, um foco luminoso branco de apreciáveis dimensões, que começou, depois, a deslocar-se em grande velocidade. Foi mudando, aparecendo gradualmente com uma mistura de azul e verde. Era impossível calcular a distância, mas estrela cadente não era. Se o fosse, a sua trajectória seria em queda e não como a do estranho objecto, que se deslocava paralelamente à linha do horizonte. Deu-me a ideia de uma bola redonda que se transformou depois numa bola

alongada com cauda. Desapareceu por detrás de uma nuvem. Vi-o durante cerca de quatro segundos, pois a sua velocidade era extraordinária. A trajectória paralela à linha do horizonte

foi deveras intrigante. Honestamente, não poderei afirmar que se tratava de disco voador. Mas

que era fenómeno estranho, disso não me ficaram dúvidas . Fonte : «Os ovni na época contemporânea» de B. Sánchez Bueno

Ilha do Corvo

Os Açores na rota dos OVNIS

Ilha do Corvo Os Açores na rota dos OVNIS As ilhas do Corvo e das Flores,

As ilhas do Corvo e das Flores, a uma distância de 15 milhas entre si, formam o grupo Ocidental do arquipélago. Também de origem vulcânica, o Corvo, com uma área de 17,45 Km tendo de comprimento 6,5 Km e de largura 4 Km, é a ilha mais pequena do arquipélago. Está situada a 31º 05' de longitude Oeste e a 39º 40' de latitude Norte.

2

Na década de 1930 ou 1940 – Vila Nova do Corvo

Dois irmãos nos anos 30 ou 40 terão observado durante o período da Segunda Grande Guerra Mundial um objecto estranho a sobrevoar a Ilha do Corvo. Fonte : Informação obtida por email

2 de Fevereiro de 1968 Ponta Delgada (Estação Francesa) Dois funcionários técnicos do Serviço Meteorológico Nacional, Fernando Rocha e Carlos Resende Corvelo, e um outro indivíduo, António Fraga Maurício, viram ontem um estranho objecto voador na ilha do Corvo – anunciou Rádio Clube de Angra do Heroísmo no seu terceiro noticiário, divulgado às onze horas locais. Fernando Rocha, chefe do posto meteorológico do Corvo, procedia à observação do tempo quando a sua atenção foi despertada pela insólita visão do corpo luminoso de forma esférica. Chamou os companheiros e todos afirmam que objecto voador parecia pairar sobre a freguesia de Ponta Delgada, na ilha das Flores, onde está situada a Estação Francesa de Rádio Rastreio. O estranho objecto encontrava-se a uma altitude de mil metros, tendo uma luz e uma configuração semelhante à da lua cheia, porém de cor pálida. Durante sete minutos o objecto foi visto pelos três açorianos deslocando-se muito devagar sobre a ilha das Flores, até, finalmente, desaparecer no sentido sueste. Fonte : «Diário Popular», – 28.2.1968

Os Açores na rota dos OVNIS

O CASO DE SERAFIM VIEIRA – ILHA TERCEIRA

1 de Fevereiro de 1968 às 00h:15 horas - Cabrito – Cinco Picos

OVNI com quatro seres ataca guarda açoriano

– Cinco Picos OVNI com quatro seres ataca guarda açoriano Serafim Vieira numa entrevista para a

Serafim Vieira numa entrevista para a RTP

Testemunha – Serafim Vieira Sebastião, 36 anos de idade, casado, natural de Ribeira Grande, guarda das instalações militares «Azores Air Station» . Data da observação – 31 de Janeiro para 1 de Fevereiro de 1968 . Hora – Cerca das 24 horas (hora de Lisboa). Local – Lugar do Cabrito, Cinco Picos, Ilha Terceira, Açores . Descrição – Começamos por transcrever uma entrevista com a testemunha incluída no programa«Horizonte» da RTP, no dia 25.02.68, transcrita em parte no «Diário de Lisboa» de 26.02.68 – Entrevistador – Carlos Cruz .

Localização das instalações militares da USAF

Cruz . Localização das instalações militares da USAF Legenda : 1 - Porto das USAF 2

Legenda :

1

-

Porto das USAF

2

-

Depósitos de combustível, zona sul da base

3

-

Instalações TV, Rádio, Radar, Meteorologia, etc

4

-

Receptor da Vila Nova

5

-

Agualva Navaid NSGA (Navy)

6

-

Depósitos de combustível, alguns subterrâneos no Pico Celeiro

7

-

TACAN na Serra do Cume

8

-

Transmissor dos Cinco Picos

9

-

Depósitos de combustível do Cabrito

10

-

Navy Ammo Dump

Paióis de explosivos subterrâneos

11

- Ordenance Ammo Dump

no Cabrito

A maioria destas instalações militares das USAF encontram-se actualmente desactivadas, foram substituídas ou mudaram de localização.

Os Açores na rota dos OVNIS

UMA LINGUAGEM CONVINCENTE As próprias palavras da testemunha, transcritas textualmente numa linguagem que fere o português, mas ditas com convicção, são bem elucidativas. Vejamos:

«Encontrava-se na área do Cabrito, Serafim Vieira Sebastião, de serviço de guarda no posto de munições onde estava a ouvir o relato de futebol, Setúbal-Sporting, quando sentiu que o seu aparelho transístor não dava música, não dava nada, e tive que desligar o aparelho de rádio. Senti muita impressão, depois tornei a ligar, vi que o aparelho não me dava música nem se ouvia o relato, depois fechei novamente, quando senti um zumbido, saí para for a do posto e vi ao lado esquerdo do posto do sítio de guarda um veículo, um objecto estranho, aproximar-se para o paiol das munições. Quando saí novamente entrei para dentro e chamei a atenção pelo telefone comunicando que já vi um estranho objecto e que já estava a se aproximar. Quando tornei novamente a ir ao telefone, vi nesta ocasião entrar uma grandíssima claridade pela janela dentro, que era muito forte, uma luz muito clara e tornei a ligar o telefone e pedi que viessem quanto antes para cima .Vi aquela grandíssima claridade. Quando olhei para o lado esquerdo é que vi que o projector estava parado sobre o posto das munições à face do paiol, donde vi aquela grandíssima projectação projectar para os paióis. Vi, tornei para trás outra vez, entrei dentro do posto de serviço quando novamente vim buscar o foco e vi directamente apontado a grandíssima projectação para os paióis e vi quatro homens, dois dentro e dois fora. Os de dentro mexiam-se bem, geralmente como a gente se esteja numa secretária a tratar-se de qualquer coisa. Não vi ouvidos, não vi cara, não vi nada. Só vi visivelmente, como estou a dizer, vi os quatro homens a mexerem-se muito bem lá dentro. Quando novamente aproximei- me mais à face do paiol e vi dois lá for a e vi geralmente, só senti um zumbido exactamente como se fosse um enxame de abelhas. Desloquei-me mais atrás um pouco e vi então que eram propriamente quatro homens dois dentro, dois for a, mexiam-se e quando projectei o foco não vi nada, nem letras nem nada, só vi visivelmente, vi uma viseira, a cor do fato que ali estava era uma cor de chumbo. Só via um pouco de vidro que aparecia na frente da cara. E tão depressa acendi o foco para a projectação para eles, aquilo moveu-se tão rápido e senti logo uma projectação de projector uma luz muito forte, tive de tapar a cara, quando tapei a cara senti logo, rápido, senti uma coisa tão estranha, um gás, uma poeira que atacou e caí no chão e não soube de mais nada». Mais adiante:

Carlos Cruz – Está ciente daquilo que viu ? Sebastião - «Vi que era verdade. Um objecto estranho que nunca me lembra de ver aqui, vi de facto quatro homens, dois dentro e dois for a. Os que estavam do lado de for a, faziam uma espécie de corrimão, podiam passar uma perna por cima do corrimão e ficavam à face do paiol das munições. Isto não são brincadeiras. Quem quiser acredite e quem quiser, não acredite».

Quem quiser acredite e quem quiser, não acredite». Esboço feito por Serafim Vieira OUTRAS DECLARAÇÕES DE

Esboço feito por Serafim Vieira

OUTRAS DECLARAÇÕES DE SERAFIM SEBASTIÃO «Era de forma oval, com brilho metálico, e culminava numa torre de vidro, com pequena balaustrada a que se encostavam dois seres». «Devia ter aí uns 6 metros de comprimento e 3 de altura». «O ruído e a forma nada se pareciam com o que habitualmente anda pelo ar . Nem avião, nem helicóptero, nem balão».

Os Açores na rota dos OVNIS

«Só quando o foco luminoso da minha lâmpada alertou os homens encostados à balaustrada é que sucedeu tudo quanto descrevi: uma nuvem de poeira – e não de gás, como se disse – envolveu-me, subitamente, e o disco desapareceu enquanto eu perdia os sentidos».

«Sei perfeitamente o que é um balão-sonda de investigação e mesmo à distância distinguiria tal objecto de qualquer outro que cruzasse o céu». Numa entrevista dada ao «Diário Insular» por Serafim V. Sebastião, anotamos :

E

– Há relva queimada na área do Cabrito ?

S

– Agora há !

(A resposta foi peremptória e veio confirmar os elementos recolhidos pelo nosso repórter).

E – Algum médico português ou americano, ou outra pessoa propôs-lhe uma análise do seu facto ?

S – Nem falaram (que eu ouvisse) no assunto.

Corre à boca cheia que o homem do disco voador vai à América .

S

– Sobre isso não tenho nada a dizer . Nem sim, nem não !

E

– E quem o tem interrogado ?

S

– O meu major e o meu chefe geral .

E

– E o calor de gás ou poeira do disco, não lhe fez mal ?

S

– A poeira era totalmente isenta de calor .

Acerca de um programa, da TV americana da base das Lajes transmitido no dia 27.1.68, sobre discos voadores, insinuou-se que Serafim Sebastião tivesse sido sugestionado por ele .

Ouçamos o comentário de Serafim a propósito destas insinuações :

«Nem sequer vi esse programa e nada sabia sobre tais objectos em que. Aliás, não acreditava, até ter sido atacado por este!»

Na entrevista dada à RTP, já atrás citada, Serafim Vieira disse que no local não há cabos de alta tensão, como disseram os jornais (propositadamente? Com que fins?) mas sim cabos telefónicos, o que aliás, é aparente na fotografia publicada no jornal «Diário de Notícias», Lisboa, de 4.2.68 . De facto, nessa fotografia, os ditos «postos de alta tensão», conforme a legenda, não se lhes assemelham nada. Erro tipográfico ? Parece, como diz Serafim Sebastião, serem postes para cabos telefónicos. Mais uma deturpação de factos conforme as conveniências

? Porque não foi feito nenhum desmentido ? Com «alta tensão» e «balões» a coisa vai… Com

cabos telefónicos, seria um pouco mais difícil explicar a intervenção do «balão» com os tais

«Campos eléctricos». Reparemos ainda a propósito, e uma vez mais, citando o «Diário Insular»:… «determinado fenómeno – eléctrico como se pode calcular – que «assombrou» o guarda». Não haja dúvida de que se trata de uma «explicação cabal e satisfatória»!

que se trata de uma «explicação cabal e satisfatória»! Parque de combustível na zona sul da

Parque de combustível na zona sul da Base, junto à cidade da Praia da Vitória

NO HOSPITAL …«Inanimado deu entrada no banco do Hospital Regional, cerca de uma hora da madrugada, Serafim Vieira Sebastião… …Foi socorrido pelo médico de serviço, Dr. Ferreira Gomes, tendo sido mais tarde observado pelo Dr. Hélio Flores, director da Clínica Médica daquele hospital e alienista». Fonte : «Jornal Diário Insular, Angra do Heroísmo – 2.2.1968»

«Ele chegou já acordado mas não falava e ouvia muito mal. Às 3 da manhã, começou a tentar articular, mas pouco esboçava além de uns ss. Foram-lhe aplicados tranquilizantes e aplicou- se-lhe o oxigénio, apesar de não haver sintomas de intoxicação. Tudo leva a crer que foi o susto apenas que provocou a perda dos sentidos, certamente nascido da projecção forte de que ele fala . Depois das 3 horas, um pouco nervoso ainda, é que começou a falar claramente sobre essa realidade que se não apresenta nada clara».

Os Açores na rota dos OVNIS

Fonte : «Jornal A União, Angra do Heroísmo – 2.2.1968»

…Cerca das 10 horas da manhã, Serafim Sebastião teve alta do Hospital Regional de Angra e seguiu para o aeroporto das Lajes, escoltado pela Polícia, afim de ser submetido a interrogatório para o inquérito oficial que está em curso sobre o caso . (ANI) Fonte : «Jornal O Comércio do Porto – 2.2.1968»

O estado de choque em que Serafim Vieira chegou ao Hospital parece-me ser de origem psicossomática, mais talvez do que de origem tóxica ou em

consequência de alguma radiação desconhecida . Efectivamente, Serafim Vieira, apresentava afazia e surdez, temporária, aspectos característicos, mas não exclusivos, de manifestações psicossomáticas. Não esqueçamos também os critérios medo e angústia com tão importante papel em tais situações . Poderemos também admitir uma hipótese de ionização atmosférica intensa (luminosidade do OVNI, a favor da hipótese) o que o poderia levar à perda da consciência. Não esqueçamos que só quando Serafim apontou o feixe de luz da sua lanterna ao misterioso objecto é que lhe sucedeu tudo o

que ele conta. Este facto leva-nos a

admitir uma acção intencional e não fortuita por parte do objecto, ou de quem o tripulava.* Quanto à sua vida anterior, no aspecto psíquico e social parece-me ser pessoa equilibrada e bem conceituada no seu meio ambiente. A teoria de C. G. Jung, também me parece não poder aplicar-se a este caso, como talvez tenha sido insinuado por alguém . * Quanto à tal «poeira gasosa» que o envolveu, poder-se-á admitir que efectivamente seria mesmo poeira do solo. Esta nuvem de poeira poderia ter sido levantada aquando da deslocação do OVNI e não ser ela a causa dos fenómenos que se pensam, mas sim os raios luminosos intensos que foram projectados sobre ele. Pena é que as suas roupas não tenham sido submetidas a análises .

que as suas roupas não tenham sido submetidas a análises . Base das Lajes em 1955

Base das Lajes em 1955

ALGUNS DADOS SOBRE SERAFIM SEBASTIÃO …Aspecto de forte e duro «duro», daqueles que não se assustam com qualquer coisa. Que não sofre de nevrose e que imagina só o que interessa». …«Estamos perante um homem sério e sisudo que não fazia qualquer esforço para convencer…» Fonte : «Jornal A União, Angra do Heroísmo – 2.2.1968»

…«Entretanto, um repórter deste jornal informou-se, na Praia da Vitória, do habitual comportamento de Serafim. Homem corajoso – nos disseram. Forte e bem constituído – acentuaram. O Serafim, pai de sete filhos, é pessoa tida em boa consideração…» Fonte : «Jornal Diário Insular, Angra do Heroísmo – 2.2.1968»

…«Todos aqueles que o conhecem, e desde então o ouviram, em sucessivos depoimentos, mantêm a opinião de que não se trata de um mistificador e sim de um homem que fala com convicção e seriedade». Fonte : «Jornal Diário Popular, Lisboa – 2.2.1968»

…«O objecto descrito por Serafim Vieira Sebastião corresponde ao tipo clássico de «disco voador». Foi apurado que o guarda não é pessoa sujeita a alucinações». Fonte : «Jornal Diário de Notícias, Lisboa – 2.2.1968»

Os Açores na rota dos OVNIS

…«As suas leituras, como nos informamos, não estão influenciadas de mistério, pelo que o facto não corresponde a qualquer desejo íntimo que trabalhasse no subconsciente»… Fonte : «Jornal A União, Angra do Heroísmo – 3.2.1968» e "Artigo da Revista Insólito n.º 14 de Julho de 1976"

EXPLICAÇÃO OFICIAL «Uma explicação cabal e satisfatória» «O nosso jornal, ao princípio da tarde, obteve a informação – por intermédio de um seu correspondente – de que precisamente às 22 horas de anteontem for a lançado da base das Lajes um balão meteorológico. O aparelho – como de costume – foi acompanhado dos feixes rotativos de luz. Da «torre» daquele aeródromo verificou-se que seguiu na direcção da zona central da ilha onde está situada a instalação militar em referência. Balões, como estes, vão inflando à medida que seguem o seu rumo . Ao que se crê, este balão meteorológico – portador, como todos os outros, de vários dispositivos eléctricos que accionam o enchimento progressivo do aparelho e os emissores das informações meteorológicas – teria efectivamente poisado na zona para onde, segundo se sabe, o vento o encaminhou. Ao encontrar um «Campo eléctrico» (passa naquela zona um transporte eléctrico de alta tensão) o balão teria provocado determinado fenómeno – eléctrico como se pode calcular – que «assombrou» o guarda. Ao fim e ao cabo! Uma série de coincidências tornou possível o equívoco, terminando assim a história de um «facto», de várias suposições, de um susto muito compreensível e de uma notícia que, a esta hora, terá já corrido mundo. Pouco menos que um fogo-fátuo… Em todo o caso o Serafim terá muito para contar até ao resto da sua vida. Na verdade, ele foi «notícia» e nada fez para isso!…» Fonte : «Jornal Diário Insular, Angra do Heroísmo – 2.2.1968»

Esta explicação «cabal e satisfatória» é manifestamente absurda. Além de não ter poisado nenhum balão meteorológico na área do Cabrito, como foi dado crer, a hipótese do balão «veio de cima». Significativo! Também não existem cabos de alta tensão mas sim cabos telefónicos, segundo Serafim Sebastião, o que aliás para o caso pouca importância tem. Também não se compreende o tal «fenómeno eléctrico». Não ficariam resíduos do balão ? Volatilizou-se ? Não houve falha de corrente eléctrica na zona. Seria de esperar que um fenómeno com tamanha intensidade para «assombrar» o guarda a 40 ou 50 metros de distância disparasse os disjuntores, não será assim ? Em resumo: Mais uma explicação oficial «clássica». Já estamos habituados a elas …

oficial «clássica». Já estamos habituados a elas … Paiol de explosivos na zona do Cabrito BALÕES

Paiol de explosivos na zona do Cabrito

BALÕES «Excluída a possibilidade de Serafim Vieira ter visto o balão das 22 horas do dia 31». …«Efectivamente todos os dias, os serviços de Rádio-sonda lançam para o ar dois balões- sonda: Um às 4 da manhã e outro às 22 horas. Tem pleno controlo. Transmitem para terra números certos sobre temperatura, ventos e humidade em altitude. Sobre a pressão atmosférica, o balão, cumprida a sua missão, desintegra-se (rebenta). Leva um pequeno sinal luminoso, espécie de pisca-pisca mas sem projector de luz forte. O balão sonda das 22 horas do dia 31 não tem qualquer hipótese de ter ido para o Cabrito, pois desintegrou-se a 126.000 pés, de altitude, 1 hora e 50 minutos depois de partir, remetidas todas as informações necessárias dentro da normalidade. Segundo os dados fornecidos, não há hipótese de qualquer desvio e muito menos de ter descido». Fonte : «Jornal A União, Angra do Heroísmo – 2.2.1968»

Os Açores na rota dos OVNIS

«Conseguimos detectar mais alguns pormenores sobre o «balão-intriga» do dia 31. Como

todos os outros que há longos anos vem dando informações úteis à meteorologia, antes de «rebentarem», foi lançado da estação de rádio- sonda localizada em Santa Rita. O balão utiliza uma lâmpada de 1,5 volts em ordem ao controlo e recepção dos sinais na direcção do balão- sonda em ascendência.

O «balão-intriga», que como dizíamos ontem,

veio a rebentar 1 hora e 50 minutos depois do

ontem, veio a rebentar 1 hora e 50 minutos depois do Interior da Ilha Terceira, idêntica

Interior da Ilha Terceira, idêntica à zona do Cabrito

seu lançamento, desprendeu-se a uma velocidade de 80 Km/h,

tomou o rumo 50º, correspondente à direcção

do vento, ou seja:

Sobrevoou a Praia. Para o Cabrito precisaria do

rumo 100º o que não se verificou.

Não há hipótese do seu aparecimento no Cabrito a 4 metros de altura e misterioso desaparecimento. As leis que comandam um balão, não permitem tais malabarismos… e a lâmpada de 1,5 volts não fulminaria assim o Sr. Serafim Vieira». Fonte : «Jornal A União, Angra do Heroísmo – 3.2.1968»

Quanto ao «balão» não fazemos comentários. As notícias são bem elucidativas . FACTOS CURIOSOS «Abordamos o assunto do balão meteorológico e perguntamos se lhe constou – quando dos interrogatórios oficiais – que essa versão viera «de cima». O homem do «disco voador» dá o seu consentimento e pronuncia-se sobre o assunto. Mas insiste: - Era um disco voador!» Fonte : «Jornal Diário Insular, Angra do Heroísmo – 4.2.1968»

…«Entretanto, aparelhos das Forças Aéreas Portuguesas e Americanas continuam a sobrevoar a área dos Cinco Picos e unidades navais patrulham intensamente o mar nas proximidades»… (3.2.1968) (Sem comentários. Apenas reparar na data) …«O mais recente testemunho sobre a presença de discos voadores vem da Terceira, ilha onde se localiza uma importante e operosa base área estratégica: As autoridades americanas interessam-se vivamente pelo depoimento do Serafim Vieira Sebastião, o guarda da Azores Air Station…» (In, «Jornal Diário de Notícias, Lisboa – 4.2.1968») …«Apesar do mutismo de Serafim Vieira Sebastião, a tal propósito, podemos informar que partirá, em breve, para os Estados Unidos, para prestar completo depoimento perante uma comissão de investigação». Fonte : «Jornal Diário de Notícias, Lisboa – 4.2.1968»

«A RÁDIO E O CASO DO «DISCO» «Tanto o Rádio Clube Português às 21.20, (posteriormente também no programa P.B.X.) como o Rádio Clube de Angra, às 22.30, transmitiram entrevistas acerca do «insólito» caso do disco voador. Além do «homem» que do anonimato passou a figura do dia, foram ouvidos os Drs. Ferreira Gomes e Hélio Flores, mencionados no texto do telegrama difundido pela ANI e que for a enviado desta cidade, ontem de manhã»…

Fonte : «Jornal Diário Insular, Angra do Heroísmo – 2.2.1968» «Ontem o Rádio Clube Português no seu famoso programa «Grande Roda» referiu a notícia que inserimos: «Excluída a possibilidade de Serafim Vieira ter visto o balão das 22 horas do dia

31».

É realmente de admirar que se tenha assustado com um simples balão-sonda, tão familiar às suas vistas».

Fonte : «Jornal A União, Angra do Heroísmo – 3.2.1968»

Os Açores na rota dos OVNIS

«A IMPRENSA E O «DISCO» A 1ª notícia, escrita, foi dada pelo Jornal «A União» Angra do Heroísmo, Açores do dia 1.2.68, sob título de última hora: «Sensação! Discos Voadores no Céu da Terceira ? – Último de Janeiro: noite de mistério». Para a elaboração deste caso utilizaram-se 32 recortes de jornais, tanto da metrópole como das Ilhas, além de outras fontes de informação. Parece-nos pois, que a imprensa falada ou escrita, deu grande relevo a este caso. Talvez seja o caso português que mais «tinta» fez correr. Só o filme da RTP tem cerca de 120 metros! Não será interesse a mais por um simples «balão meteorológico»?

COINCIDÊNCIA(?) ÚLTIMA HORA - «AGORA ME LEMBRO» Raul de Meneses, que trabalha em Santa Luzia da Praia quando ontem chegou a casa, sua esposa contou-lhe o que lera em «A União». E então lembrou-se dum pormenor na noite de 31 a que não tinha dado importância . «Realmente, ontem (31) para o lado dos Cinco Picos, seriam 8 da noite, eu vi uma luz estranha, diferente e distante. Uma luz sobre o comprido, uma espécie de «garrafa de luz». Chamei algumas pessoas e pensamos que fosse qualquer fenómeno de estrelas ou planetas ou satélites, ou qualquer coisa que se não sabia o que era. Mas não nos interessamos muito. Só depois do que minha esposa disse é que me lembrei e dei importância».

minha esposa disse é que me lembrei e dei importância». Cidade da Praia, ao fundo a

Cidade da Praia, ao fundo a Base das Lajes e porto das USAF

Fonte

2.2.1968»

:

«Jornal

A

União,

Angra

do

Heroísmo

OUTRAS OBSERVAÇÕES NO ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES E ILHA DA MADEIRA A observação de Serafim Sebastião parece não ser um caso isolado. Efectivamente no dia anterior há a registar também a observação de Raul de Meneses. Durante todo o mês de Fevereiro há ainda a considerar as observações do dia 14 em várias ilhas do arquipélago. No dia 28 há a observação da Ilha do Corvo e uma curiosa observação na Ilha da Madeira (vários objectos). Aliás, desde há longos anos, tanto a Madeira como os Açores tem sido «visitados» assiduamente por misteriosos objectos voadores, o que parece verificar-se também na actualidade. Apenas coincidências ? Só balões ? Brevemente publicaremos outras observações feitas nos Açores, Madeira e Cabo Verde .

· Aeroporto de Santa Maria – Ilha de Santa Maria (14.2.1968)

· Fenais da Luz e Capelas – Ilha de São Miguel (14.2.1968)

· Ilha Terceira – (14.2.1968)

· Ilha do Corvo – (28.2.1968)

· Funchal – Ilha da Madeira (28.2.1968)

CASO SEMELHANTE EM 1959

Os Açores na rota dos OVNIS

Os Açores na rota dos OVNIS Esboço feito com base na descrição do padre Gill, na

Esboço feito com base na descrição do padre Gill, na Missão de Boianai

PAPUA - NOVA GUINÉ 26-06-1950 ÁS 18 HORAS

Na Papuásia, Nova Guiné, Missão Anglicana Boianai, o padre William Gill e mais 38 testemunhas observaram no dia 26.6.1959, ao fim da tarde, um estranho objecto voador .

O objecto, de forma oval, envolvido por um halo luminoso, emitindo um feixe luminoso azul

intermitente, fazendo evoluções e pairando a baixa altitude durante, cerca de 4 horas, tinha uma balaustrada superior onde se viam 4 silhuetas de aspecto humano. Foram trocados sinais amistosos entre as testemunhas e os ocupantes do OVNI . No dia seguinte, a observação repetiu-se pouco antes do pôr do Sol, tendo os ocupantes do estranho aparelho feito novos sinais amistosos de despedida. Três outros objectos luminosos pairavam a grande altitude . Afastaram-se todos desaparecendo no espaço, nunca mais sendo vistos .

É notável a semelhança entre esta observação e a de Serafim Vieira embora esta última seja

nocturna.

Vejamos :

1. Luminosidade .

2. Forma oval .

3. Balaustrada .

4. 4 seres de aspecto humano .

Seria também um balão meteorológico ? é uma pena não haver cabos de alta tensão à mistura

! Simplificava bastante … Será uma coincidência ? O leitor compare e tire as suas conclusões .

CONCLUSÕES

Este caso parece-nos ser um dos mais interessantes da história do fenómeno OVNI no nosso País . Achamos que se trata efectivamente duma verdadeira observação dum Objecto Voador Não Identificado, baseando-nos nos seguintes pontos :

a - Descrição e desenhos feitos pela testemunha;

b - Efeitos sofridos pela testemunha;

c - Outras declarações da testemunha (pormenores);

d - Dados biográficos sobre a testemunha;

e - Absurdez e mentira da explicação oficial;

f - Tentativa por parte das autoridades de apoiar a explicação oficial (sugestões feitas à

testemunha sobre balão);

g - Demonstração da impossibilidade de ter pairado algum balão meteorológico sobre a área de

observação;

h - Deturpação intencional de factos (cabos de alta tensão, rumo do balão meteorológico);

i - Atitude das FAP e da USAF assim como de unidades navais portuguesas e americanas;

j - Vivo interesse das autoridades americanas;

k - Exagerado interesse dos orgãos de comunicação social;

l - Outras observações, anteriores e posteriores, no arquipélago dos Açores (não é um caso isolado);

m - Caso semelhante em 1959 na Nova Guiné;

n - Interesse militar e histórico – lendário do local (Atlântida).

Os Açores na rota dos OVNIS

As conclusões que se tiram de todos estes parâmetros que serviram para analisar este caso são bem claras. Repare ainda o leitor em todas as frases mais destacadas (negro) e tire também as suas conclusões … Fonte : «Revista do Insólito – José Figueiredo»

NOTICIAS NA COMUNICAÇÃO SOCIAL

RTP-A RÁDIO TELEVISÃO PORTUGUESA - AÇORES

Telejornal de 10-05-1996

EXPLOSÕES DESCONHECIDAS NA ILHA DO CORVO

Desde à sete anos são ouvidos estrondos (tipo explosão de pedreira) aos sábados pelas 19 horas numa determinada zona da Vila Nova do Corvo. Neste momento os referidos estrondos, tornaram-se mais frequentes e fortes. São ouvidos em toda a vila, por isso a população da ilha do Corvo anda alarmada com a situação. Segundo testemunhas os referidos estrondos são tipo sismo, fazem estremecer as portas e vidraças das casas, já houve quem os ouvisse a altas horas da noite, afirmam não se tratar de explosões de pedreira, porque esta não se encontra a funcionar nessas horas. A hipótese de navios ou aviões supersónicos em exercícios??? Demasiada coincidência, porque normalmente registam-se aos sábados e às 19 horas!! Fenómenos submarinos ou atmosféricos? O serviço regional da protecção civil dos Açores, já efectuou registos em fita magnética e essas gravações foram enviadas para Lisboa afim de serem estudados o seu espectro e tirar-se conclusões. Segundo o vulcanólogo da Universidade dos Açores Vitor Hugo Forjaz, não existe razões para alarme, pois não há perigo para a população. (Um fenómeno oceânico ou atmosférico muito distante e ouvido num raio de 200 quilómetros , afirma o vulcanólogo Vitor Hugo Forjaz).

200 quilómetros , afirma o vulcanólogo Vitor Hugo Forjaz). INFORMAÇÃO ADICIONAL: Recebi um email em 2000-12-11

INFORMAÇÃO ADICIONAL:

Recebi um email em 2000-12-11 de u Senhor natural da Ilha do Corvo e residente noutra ilha do arquipélago, que passo a transcrever:

«Em relação aos "rebentamentos" que se ouvem na Ilha do Corvo, também já os ouvi mais do que uma vez. Não lhe posso precisar se foi num sábado ou não. O que lhe garanto é que não têem hora certa conforme a notícia da RTP-A. É perfeitamente possível saber qual a direcção de onde o som vem o som fortíssimo. Sempre que o ouvi vinha da direcção S ou SW. O "rebentamento", está muito próximo do disparo de uma granada de obus 14, que de um tiro de pedreira. É um som mais "pesado" ou cavo, que um tiro de pedreira. Sou Corvino e vivo (censurado), mas uma prima que esteve cá em casa no mês passado, voltou a falar neste mesmo fenómeno que persiste. O meu Obrigado ao Sr. (censurado), pela sua informação.

RCA RÁDIO CLUBE DE ANGRA

Serviço de Informação de 1979 ?? Não sei precisar a data, mas terá sido em 1979 desapareceu um petroleiro de origem alemã. Igualmente não deixou vestígios nem sobreviventes, após vários dias de buscas com aviões da FAP e da Força Aérea da Alemanha apartir da base aérea das Lajes, estas foram dadas como terminadas sem resultados positivos.

Serviço de Informação Outubro de 1979 Em Outubro de 1979, um navio grego que viajava dos EUA, com destino a Europa, com uma tripulação entre 30 a 50 homens desapareceu sem deixar vestígios. O mar encontrava-se pouco alterado, na posição 36ºN e ??W da ilha das Flores lançou um pedido de socorro. Foram

Os Açores na rota dos OVNIS

captados dois SOS pelas estações da Rádio Naval de Angra e Ponta Delgada, devido a deficiências nas comunicações não foi possível obter conhecimento da situação do navio. Imediatamente iniciou-se as operações de busca e salvamento com aviões da FAP e USAF da base aérea das Lajes. Passados vários dias um Aviocar da FAP localizou ao anoitecer um salva vidas, mais tarde o mesmo seria alcançado por um destroyer da USNavy, mas não encontrou ninguém a bordo e tudo indicava não ter sido utilizado.

RÁDIO LAJES A VOZ DA FORÇA AÉREA PORTUGUESA NO ATLÂNTICO

Alguma noticia sobre observações de anómalas, que poderão ser consultadas na secção Ovnis no Arquipélago dos Açores, nomeadamente a situação ocorrida em S. Miguel a 1 de Janeiro de 1981, sobre Objecto Submarino Não Identificado.

JORNAL AÇORIANO ORIENTAL

Edição de 30-05-1998

AFUNDADA ESTRUTURA DESCONHECIDA

O Comando da Zona Marítima dos Açores emitiu um comunicado onde refere que foi localizada

pela traineira "Cidade Celestial", uma estrutura metálica de grandes dimensões, não identificada, com cerca de 11 metros de altura, nove dos quais mergulhados na água, acerca de 86 milhas a sul do grupo ocidental. Face ao risco existente para a navegação, segundo afirmação da mesma fonte de informação, a Corveta "Oliveira e Carmo" deslocou-se ao local mandando ao fundo a estrutura com vários disparos de canhão. Estranho é o facto das autoridades marítimas terem afundado um objecto metálico cujas características e natureza dizem desconhecer.

JORNAL CORREIO DOS AÇORES

Edição de 30-05-1998

OBJECTO ESTRANHO AFUNDADO

Na manhã do passado dia 23 de Maio, a 86 milhas do Grupo Ocidental ( ilhas das Flores e Corvo )foi localizado pela embarcação "Cidade Celestial" uma estrutura metálica de grandes dimensões, com cerca de 12 metros de altura e 3 a 4 metros de comprimento, flutuando à deriva em direcção ao Leste e constituindo perigo para a navegação, informou o Comando da Zona Marítima dos Açores. Segundo a mesma fonte, tratava-se de um objecto que já tinha sido mencionado em aviso à navegação no passado mês de Abril, quando flutuava a 115 milhas a

sudoeste da ilha das Flores. Atendendo ao risco que tal objecto constituía para a navegação, o Comando Naval decidiu proceder ao seu afundamento. Para o efeito foi deslocada para o local

a Corveta "Oliveira e Carmo" que, com vários tiros de artilharia conseguiu o afundamento do estranho e não identificado objecto.

Os Açores na rota dos OVNIS

ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA

Os Açores na rota dos OVNIS ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA Faço referência a outro arquipélago situado no

Faço referência a outro arquipélago situado no Oceano Atlântico, a sul dos Açores, a 912 quilómetros (570 milhas) a Este de Marrocos. O arquipélago da Madeira composto pelas ilhas, Madeira, Porto Santo, Desertas e Selvagens. Existe um elevado número de registos de observações de ovnis (Objecto Voador Não Identificado), neste arquipélago.

11 de Novembro de 1954 às 19 horas – Funchal

Um grupo de pessoas afirmaram ter visto, a sul do Funchal, um objecto estranho, que lhes pareceu um disco voador com as mesmas características descritas pela imprensa mundial. O objecto manteve-se à vista cerca de 10 minutos e depois seguiu na direcção sul .

4 de Novembro de 1961 de noite – Funchal Um súbito clarão muito brilhante e comparável ao de um relâmpago mas com duração de alguns segundos, iluminou intensamente o Funchal, provocando grande supresa nos seus habitantes. Desconhece-se ainda a causa do estranho fenómeno, que foi o fulcro de todas as conversas.

5 de Julho de 1966 às 21.45 horas – Funchal Foi visto no céu um objecto luminoso que surpreendeu vários circulantes. Por entre as nuvens estava um objecto do tamanho duma bola de futebol cintilante como uma estrela, mas com particularidades distintas: apresentara-se vermelho e passara a esbranquiçado, libertando como faíscas luminosas. Outras pessoas da vizinhança observaram também a insólita aparição que se pôs em movimento, desaparecendo entre as nuvens.

Fevereiro de 1968 – Funchal Inúmeras pessoas voltaram a observar, numa das últimas noites, sobre o Funchal, uma formação de objectos voadores luminosos, não identificados e de forma oblonga.

14 de Fevereiro de 1968 de noite – Funchal

Uma esquadrilha de discos voadores em formação paralela e satélites em desintegração foram das várias opiniões formuladas pela imaginação da vários espectadores que assistiram à passagem de estranhos corpos luminosos pelo céu, movimentando-se a elevada altura e em vertiginosa velocidade.

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22 de Novembro de 1974 às 18.30 horas – Ilha da Madeira

"É o mundo que vai acabar !" – E gente de muitas povoações das zonas rurais da Madeira começou a juntar-se em torno das igrejas, pedindo a confissão e o amparo divino. Verdadeiro pânico se estabeleceu entre as 18.30 e as 19.20 horas. O denso céu madeirense várias vezes se encheu de vivíssimos e inexplicáveis clarões que saíam do mar. Toda a ilha viu, mas nas zonas citadinas, mais iluminadas e com populações mais esclarecidas, o facto não teve o impacte que obteve nas gentes rurais, muito menos evoluídas. Puxaram-se os rosários para o peito, acenderam-se lamparinas, os filhos agarram-se às mães. Não se sabe o que foi. Apenas se sabe, porque milhares de pessoas viram, que do mar, de sítio distante, intensos fogachos luminosos corriam para o céu até desaparecerem lentamente a grande altitude. Houve cenas indescritíveis de pânico, com frequentes desmaios. Ao jornal Diário de Noticias, do Funchal, chegaram diversas descrições. Referimos duas «Do mar erguia-se um raio azul com outro paralelo de menor comprimento, e surgia uma bola gigantesca de fogo que, entretanto, tinha esteira e sugeria um cometa. Depois, em apoteose, verificou-se o ampliar do anel inicial que tomava proporções indescritíveis, calculando-se o diâmetro da circunferência em milhares de quilómetros.» Outra :

«Sugeria-nos uma lua cheia que se fosse expandido para nunca mais acabar e sobre nós viesse cair. Com esses crescendo de intensidade nem por isso o gigantesco disco perdia a sua luminosidade, que ora parecia amarelada para logo se transformar em vermelhão, numa amálgama de tons. Imagine-se uma peça pirotécnica que surge no negrume da noite a abrir-se em bouquet. Era isso ampliado milhões de vezes. Entretanto, soube-se que os factos foram igualmente vistos em Porto Santo.

22 de Setembro de 1976 - Funchal

«Algumas pessoas testemunharam a presença nos céus do Funchal, dum OVNI que, vertiginosamente passou pelas cercanias. O nosso leitor Faria Pereira acompanhou o trajecto do "aparelho espacial" durante cerca de quatro minutos, tendo-o visto cair sobre o mar, desaparecendo de imediato. Na palavra desta testemunha ocular, a forma circular – uma autêntica "bola de fogo" – enxameada, soltava, tal qual fogo-de-artíficio, uma cauda azul e esverdeada, viajando sem ruído. A sua altitude, era de uma milha, aproximadamente, e a sua rota era paralela à superfície marítima, inclinando-se, depois, lentamente, até que se afundou no Atlântico.»

10 de Março de 1978 às 5.45 horas – Ilha da Madeira

Um objecto voador não identificado foi observado por um tenente da Força Aérea Portuguesa e pelo motorista que o transportava ao aeroporto. Segundo ambos, o objecto tinha configuração cilíndrica, parecendo um grande cigarro luminoso e com raios fixos, que se deslocava muito lentamente e com uma trajectória sensivelmente paralela à costa. Deixou de ser visto às 6.05 horas, altura em que nasceu o dia e se interpuseram nuvens entre ele e os observadores.

19 de Janeiro de 1979 às 01 horas – Ilha da Madeira

Foi visto sobrevoando a cidade um objecto com forma de disco mudando de dimensões, de estreito a largo, bastante luminoso, de cor fixa amarela-alaranjada e com uma auréola clara à sua volta. Fonte : Os ovni na época contemporânea» de B. Sánchez Bueno

1 de Novembro de 1979 às 20 horas e 50 minutos – Funchal Testemunhas oculares garantem ter visto, ontem, cerca das 20:50h, na zona do estádio dos Barreiros, no Funchal, um objecto voador não identificado, vulgo OVNI em forma de charuto, de um azul luminoso, com raios vermelhos e cruzando o ar, onde se manteve imóvel durante alguns minutos. (Diário de Noticias de 02-11-1979) Fonte : http://clientes.netvisao.pt/mjosepir/new_page_6.htm

22 de Setembro de 1980 - Funchal

Um objecto voador não identificado (OVNI) foi observado e fotografado, no passado dia 19, por um tipógrafo madeirense, num local designado por Caniçal, o observador, Manuel Nicolau disse à ANOP que o objecto de forma oval, foi observado no período compreendido entre as 3

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horas e as 5.30 horas. Segundo afirmou, nos primeiros instantes da observação, emanava junto à linha do horizonte uma luz vermelho vivo que, posteriormente se transformou em cor de fogo, iluminando parte da baia do Caniçal. Na parte final da observação e, segundo Manuel Nicolau, o objecto voador retomou a sua cor inicial. O tipógrafo madeirense, que trabalha no matutino Funchalense "Diário de Notícias" adiantou ainda que o OVNI foi visto por diversas pessoas, tendo sido inclusivamente observado do Funchal. Em relação às fotografias, obtidas em "pose" com uma teleobjectiva de 800 mm, o observador manifestou a intenção de as pô à disposição de centros de estudos especializados, entre os quais a NASA . – ANOP. Fonte : Telex OVNI nº1 de Fevereiro de 1981 - CNIFO

1997 – Funchal Na noite de S. Silvestre de 1997. Eu (e centenas de pessoas) por volta das 23:40h vi uma grande luz amarelada que subia lentamente sobre a baía do Funchal. Achei-a estranha, mas as pessoas que estavam comigo sugeriram que se tratava dum balão (tipo dos Santos Populares). Observei-a através dum binóculo e vi que era uniforme, só lhe distinguia os contornos

cuja forma era a duma bala com o vértice para cima. A luz ia subindo lentamente (o que me fez aceitar a versão do balão) e desapareceu nas alturas sem se incendiar. Isto foi o que eu vi, mas muitas testemunhas, entre elas um grande amigo meu e vários turistas (um deles até filmou) voltaram a ver a mesma luz após a meia-noite, mas agindo de forma diferente. Surgiu

de oeste, movimentando-se mais ou menos à velocidade dum avião, o percurso nesse sentido

demorou à volta de 3 a 4 minutos, depois deu uma volta sobre a baía do Funchal e desapareceu a uma velocidade enorme, comparada à duma estrela cadente. O caso foi relatado nos jornais locais e segundo informações duma jornalista do Jornal da Madeira, a gravação em vídeo, efectuada pelo casal de estrangeiros foi cedida à Nasa para ser analisada. Depois disso nada mais soube. Tentei contactar autoridades na matéria cá em Portugal e a resposta que obtive foi de que de facto se tratava dum balão. Aquilo que eu vi poderia ser um balão, mas o que o meu amigo viu e muitas outras pessoas não poderia nunca ser um balão. Fonte : Informação via Email de 8 de Dezembro de 2001, pela testemunha a senhora Fátima

Rocha

31 de Dezembro de 1997 – Funchal

No dia 31 de Dezembro, na festa de passagem de Ano Novo, a repórter Cristina Marto de Pimentel e seu marido encontravam-se à beira mar no porto entrada sul da sul do Funchal da

ilha da Madeira, território português no Oceano Atlântico a 912 quilómetros (570 milhas) a Este

de Marrocos.

Nós estávamos assistir às festividades de Ano Novo ao fogo de artifício no céu, ela observou, depois várias pessoas também chamaram atenção para uma luz encarnada por cima da cidade do Funchal.

O OVNI (Objecto Voador Não Identificado), efectuou de repente um círculo muito apertado,

voltando para a sua posição inicial e alguns segundos depois acelerou a grande velocidade numa direcção vertical. Ela afirma que um casal Britânico que estava a filmar o fogo de artificio, filmou o objecto enquanto esteve parado sobre a cidade do Funchal. A Senhora Marto Pimentel telefonou para o Comando da Força Aérea Portuguesa (FAP) em Lisboa no dia seguinte.

A Força Aérea Portuguesa disse não ter havido voos de aviões ou de helicópteros naquela

noite sobre a Madeira. (Ver Jornal da Madeira de 2 de Janeiro de 1998), enviado por Bruno Barros para UFOINFO. Fonte : UFOINFO

13 de Agosto de 2001 – Ilha da Madeira

Por volta das 4.45h da madrugada do dia 13 de Agosto. Fui com um grupo de amigos para o Paul da Serra, um planalto situado a 1600 m de altitude para observarmos a chuva de estrelas que acontecia nessa noite. O local é completamente deserto e sem nenhum tipo de iluminação, o céu estava perfeitamente limpo e nem uma leve aragem soprava. Durante a noite vimos as luzes de vários aviões que passavam muito alto numa rota no sentido leste-oeste. Por volta das 4.45 um dos meus amigos chamou-nos a tenção para o que ele inicialmente pensava ser um avião, mas que estranhava o facto dele vir muito baixo e noutra rota. Uma luz muito branca,

Os Açores na rota dos OVNIS

tipo flash, aproximava-se de sul para norte. Primeiro achamos que era um avião, depois notamos que só existia a luz branca, que parecia rodar como as luzes das ambulâncias e por baixo dessa luz branca havia uma vaga luminosidade alaranjada. Não conseguíamos distinguir os contornos do aparelho. Ele aproximava-se a uma velocidade semelhante à dum avião e se formos avaliar por essa velocidade e supondo igualmente que a luz branca era do mesmo tamanho que a dum avião, o aparelho não estava a mais de 500 m de altitude. De repente ele descreveu uma curva para leste e aí lembrei-me de o observar pelo binóculo. Não havia mais nenhuma luz exterior para além do flash branco, e não conseguia igualmente ver os contornos do objecto. O que consegui observar foi que a luminosidade alaranjada debaixo da luz branca de janelas. Tinha cerca de 6 janelas (infelizmente não me lembrei de contá-las) lado a lado. Uma claridade laranja forte, quase vermelho provinha de dentro do aparelho. As janelas pareciam-me quadradas e com um pequeno espaço entre elas, inferior à largura de cada uma. O objecto desapareceu por detrás dumas árvores sem ter emitido o mais pequeno ruído. Uma das pessoas que estava comigo chegou a entrar em pânico e logo depois voltamos para o Funchal. Até hoje não sei o que aquilo era, mas acho que não era nenhuma parelho que eu conheça. Soube depois que uma amiga minha nessa mesma noite, por volta das 3.00 da madrugada, na zona do Caniço viu uma luz branca fortíssima que se deslocava baixo e que desapareceu por detrás das montanhas. Fonte : Informação via Email de 8 de Dezembro de 2001, pela testemunha a senhora Fátima Rocha

22 de Setembro de 2002 - Curral das Freiras

OVNI triangular fotografado no passado dia 22 de Setembro de 2002 um jovem casal que se encontrava na vila designada por Curral das Freiras, na Ilha da Madeira, efectuou várias fotos no local. Ao analisarem-nas, constataram que uma das fotos, apresentava uma "mancha escura" no céu. Fonte : http://ovnis.esoterica.pt

1 de Janeiro de 2004 – Funchal Passei a passagem de Ano Novo com minha família na ilha da Madeira. Não me recordo se foi durante o fogo de artificio ou depois, eram aproximadamente 00:05 horas, olhei para o céu e observei algo como um avião foi o que nós pensamos que fosse, chamei atenção para o facto aos meus primos e de meu tio. Desapareceu com o fumo do fogo de artificio, encontrava-se longe nós somente podíamos observar luzes. Depois de alguns minutos ou segundos apareceu novamente em direcção oposta e voltou ao local inicial e parou no ar, baixou um pouco e continuou em movimento desaparecendo no fumo alguns segundos depois apareceu novamente, durante esse período de tempo observei que era de forma de triângulo tipo seta (>) tinha luzes verdes nos pontos da parte detrás e uma branca na frente (não me lembro muito bem da cor das luzes). Desapareceu e apareceu novamente na 2ª direcção e desapareceu para sempre. Era algo e gostei muito de ver aquilo. Fonte : Base de dados da NUFORC

21 de Julho de 2004 – Paul da Serra

Estive esta semana, de 19 a 23 de Julho, numa colónia de férias com um grupo de alunos adolescentes, numa casa de abrigo da Guarda Florestal, num planalto chamado Paul da Serra a 1600 metros de altitude, onde não existe luz eléctrica nem habitações num raio de alguns quilómetros. À noite, ficávamos todos sentados numa clareira perto da casa e decidimos fazer sinais para o céu com uma lanterna com um diâmetro de 11 cm e com uma potência de 1 milhão de velas. Acendíamos e apagávamos a lanterna 3 vezes seguidas com um intervalo de cerca de 1 segundo. E brincávamos que estivessem Ets a ver

haviam de responder com um sinal igual. Ficamos nesta brincadeira até cerca da 1 hora da manhã. Na 2ª e na 3ª feira nada aconteceu. Na 4ª

brincadeira até cerca da 1 hora da manhã. Na 2ª e na 3ª feira nada aconteceu.

Esboço segundo a descrição

Os Açores na rota dos OVNIS

feira, dia 21, à noite a lua estava em quarto-crescente e o céu estava límpido, sem uma névoa sequer, nem tão pouco havia vento. Repetimos a brincadeira dos sinais para o céu. Eis que por volta das 11 horas da noite, qual não é o nosso espanto (e terror) quando num local onde não estava nenhuma “estrela” visível se acende uma luz mais ou menos do tamanho de Vénus e com um halo branco à volta do tamanho da lua cheia, que acende a apaga 3 vezes, tal como nós estávamos fazendo. Voltei a fazer o sinal mais duas vezes e a luz respondeu igual. Apavorados fugimos para dentro de casa. Na noite seguinte, de 22 para 23, voltamos a fazer sinais mas nada aconteceu. Não faço ideia o que nos respondeu, mas não fazia ruído nenhum nem era visível, excepto quando fez os sinais. Relato de uma da testemunhas Fátima Rocha. Fonte : www.ufogenesis.com.br

10 de Agosto de 2004 - Ilha da Madeira

Foi realmente estranho, próximo de um avião comercial, que podia ouvir o seu ruído, eram 00:43 horas quando no céu apareceu um estranho objecto, não fazia barulho e tinha 3 luzes e uma vermelha pequena. Fonte : Base de dados NUFORC

27 de Agosto de 2005 - Machico

No passado dia 27 de Agosto de 2005, cerca das 11:57 H, um cidadão residente na região autónoma da Madeira, fotografou em Machico um estranho objecto voador presumivelmente não identificado.

estranho objecto voador presumivelmente não identificado. Fonte : Página de José Garrido http://ovnis.esoterica.pt

Fonte : Página de José Garrido http://ovnis.esoterica.pt

Os Açores na rota dos OVNIS

ESTUDO DA FOTOGRAFIA – CURRAL DAS FREIRAS

22 de Setembro de 2002 - Curral das Freiras OVNI triangular fotografado no passado dia 22 de Setembro de 2002 um jovem casal que se encontrava na vila designada por Curral das Freiras, na Ilha da Madeira, efectuou várias fotos no local. Ao analisarem-nas, constataram que uma das fotos, apresentava uma "mancha escura" no céu. Pedido o parecer ao responsável por este "site" , foi possível chegar, em primeira análise às seguintes conclusões:

chegar, em primeira análise às seguintes conclusões: A f o t o a n t e

A foto anteriormente referida

n t e r i o r m e n t e r e f e

A mesma escurecida e contrastada

Ampliando e corrigindo tonalidades, na área da foto acima assinalada, veremos:

tonalidades, na área da foto acima assinalada, veremos: A preto e branco A cores Daqui poderemos

A preto e branco

na área da foto acima assinalada, veremos: A preto e branco A cores Daqui poderemos tirar

A cores

Daqui poderemos tirar uma de duas conclusões:

Poderá tratar-se de um Objecto Voador Não Identificado Triangular:

Poderá tratar-se do avião secreto norte-americano conhecido por AURORA:

Fonte : http://ovnis.esoterica.pt

conhecido por AURORA: Fonte : http://ovnis.esoterica.pt Fonte: Military Analysis Network Nota: A 27 de Setembro de

Fonte: Military Analysis Network

Nota: A 27 de Setembro de 1995 David Morris de Walsall, Cornwall UK, fotografou um aparelho triangular, a ser reabastecido em pleno voo por um KC-135 e escoltado por dois caças F-111, o aparelho desconhecido aparentava ser cerca de 3/4 do tamanho do KC-135. Pensa-se tratar-se do TOP SECRET «AURORA».

Os Açores na rota dos OVNIS

OCEANO ATLÂNTICO

Fevereiro de 1855 - Veleiro de três mastros James B. Chester, foi encontrado pelo Maraton a 600 milhas a sudoeste dos Açores, sem traços da tripulação.

Outubro de 1858 - Veleiro Pearl, considerado como um dos mais belos veleiros construído nas Bermudas (1855), deixa as Bermudas com destino aos Açores. Seu capitão era Willim Smith Hutchings. Desapareceu sem deixar vestígios.

22 de Março de1870

A revista da Sociedade Real de Meteorologia da Inglaterra, informava que o capitão do barco

Dama do Lago relatava que a 22-03-1870, na latitude 5º 47’ N e longitude 27º 52’ W, os tripulantes viram um objecto estranho e fizeram um relatório. No seu relatório, o capitão F. W. Banner disse que se tratava de algo parecido com uma nuvem circular, abrigando um semicírculo dividido em 4 partes. O eixo central estendia-se para fora e logo se curvava para trás. O objecto deslocava-se de um ponto situado a 20º sobre o horizonte, até um lugar que se achava 80º mais alto. Desapareceu para Noroeste, em sentido contrário ao vento, perdendo-se

no anoitecer. O capitão fez um desenho do objecto, que se parece com os actuais ovnis.

Dezembro de 1872 - Mary Celeste em 4 de Dezembro este veleiro é encontrado vazio pela equipagem do Dei Grati, na posição 38º 20' N e 17º 37' (ou 15' ) W. Na realidade não foi desaparecido propriamente no «Triângulo» mas sim nas costas portuguesas (perto dos Açores).

Data desconhecida – 1885

A Royal Gazette, das ilhas Bermudas, noticiava um avistamento de um misterioso objecto

voador com forma circular sobrevoou o local.

12 Novembro de 1887

Os tripulantes do navio inglês Siberian, quando navegavam perto do Cabo Race, observaram algo como uma gigantesca bola de fogo que surgiu do mar, elevou-se até uma altura de 15 metros, avançou até ao barco, acompanhando-o durante uns 5 minutos. Depois, afastou-se e desapareceu.

28 de Outubro de 1902 – Golfo da Guiné

Três a bordo do Fort Salisbury, incluindo o segundo oficial A. H. Raymer, viram um objecto enorme era escuro, à frente iluminava o mar. Foi observado a submergir lentamente. Comprimento calculado em 200 metros.

24 de Fevereiro de 1904

Em Março de 1904 o Weather Review, orgão oficial dos serviços Meteorológicos dos Estados Unidos, informava que em 24 de Fevereiro de 1904, os membros da tripulação do navio USS Supply avistaram sobre o Oceano Atlântico uma misteriosa luz voadora, deslocava-se a grande velocidade e a grande altura.

Março de 1938 Anglo-Australiano, navio inglês deixa Cardiff em 8 de Março para a Colômbia Britânica, estava em comunicação por rádio em 14 de Março ao largo da ilha do Faial, desapareceu.

Fevereiro de 1939

P.E.C.C. citando Patrice Gaston.«Em Fevereiro de 1939 um paquete americano o Tulsa, capta as mensagens de socorro de um navio que emite: Aqui P.E.C.C., P.E.C.C. nós vimos de ser atacados por um submarino desconhecido. SOS, SOS, SOS … Dois navios se dirigiram imediatamente para a fonte de apelos que se situava a cerca de 500 Kms ao sul dos Açores,

ao chegarem à zona do drama, não encontraram nada.

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29 de Janeiro de 1948

Desaparecimento do Star Tiger: quadrimotor Tudor IV da Bristish South American Airways. O último contacto via rádio foi em 30 de Janeiro, o aparelho voava em condições, próprias e de tempo, excelentes, tendo o avião deixado Santa Maria Açores, dirigia-se para as Bermudas.

25 de Agosto de 1950 – Bermudas

Aproximadamente a 250 milhas SW das Ilhas Bermudas (29º 40’ N. E 67º 28’ W.) às 20 horas

o operador de radar de um B-29 o S/Sgt. William Shaffer foi testemunha de uma observação de

radar idêntico a uma raia azul 3 minutos depois o B-29 seguiu o objecto não identificado este

afastou-se e passados 5 minutos este passou a cerca de ¼ de milha de distância a alta velocidade. Tempo total de busca 20 minutos. Fonte : Livro Azul

10

de Fevereiro de 1951 - Islândia

O

Tenente Graham Bethune piloto da Marinha dos Estados Unidos na reserva, e o co-piloto no

voo 125 de Keflavik relatou. Voava no assento esquerdo em numa verdadeira curva de 230 graus na posição de 49-50

Norte e 50-03 Oeste, observou um brilho de luz aproximadamente abaixo do horizonte 1000 a 1500 pés sobre a água. Nós os dois observamos o seu curso e movimento durante aproximadamente 4 ou 5 minutos antes de chamar a atenção dos outros membros da

tripulação

como se sua velocidade fosse mais de 1000 milhas/hora. Parou tão perto que o sentimento era que nós colidiríamos no ar. Neste momento mudou seu ângulo e a cor mudou. Então definitivamente observamos que era circular e laranja com um disco vermelho no seu perímetro. Inverteu seu curso e triplicou sua velocidade até que desapareceu acima do horizonte. Por causa de nossa altitude e distância enganosa em cima de água é quase impossível calcular seu tamanho, distância, e velocidade. Uma estimativa exagerada teria pelo menos 300 pés de diâmetro, mais de 1000 milhas/hora em velocidade, e aproximou-se a menos de 5 milhas da nossa aeronave. Fonte: Above Top Secret

De repente seu ângulo de ataque mudou, sua altitude e tamanho aumentaram

Novembro de 1951

São Paulo: couraçado brasileiro construído em 1910, depois de uma longa carreira pacífica, este vaso de guerra foi vendido à Bristish Iron Steel Corporation. Em 20 de Março deixou Rio de Janeiro para Inglaterra, rebocado pelo Bustler e pelo Dexteriores, em 4 de Novembro os três barcos encontram-se a sudoeste dos Açores, ao anoitecer levanta-se um vento forte que parte os cabos de reboque, separando o couraçado dos rebocadores tendo estes perdido de vista o vaso de guerra, não sendo mais possível encontrá-lo nem com o radar do Bustler.

mais possível encontrá-lo nem com o radar do Bustler. 8 de Maio de 1952 às 1:00

8 de Maio de 1952 às 1:00 hora – Oceano Atlântico

A tripulação de um avião DC-4 da Pan American viu mais acima e à sua frente uma luz que se

aproximava "aumentando de dimensão até tornar-se muitas vezes maior que a luz de aterragem". Continuou a aproximar-se e, com um relâmpago, passou junto à asa esquerda do DC-4. Antes que os tripulantes pudessem ter qualquer reacção outras bolas de fogo, menores, passaram rapidamente. Os pilotos declaram que tinham permanecido nos seus lugares durante muitos segundos com o suor a correr-lhes profundamente pelas costas.

Os Açores na rota dos OVNIS

29 de Agosto de 1952 – Gronelândia

A Oeste de Thule (77º N. E 75º 15’ W.) às 10:50 horas dois pilotos da Marinha dos Estados Unidos foram testemunhas, quando voavam num avião patrulha P4Y-2, observaram três objectos tipo disco ou esféricos que pairavam, que partiram rapidamente em formação triangular, duração da observação 2 a 3 minutos. Fonte : Livro Azul

14 de Setembro de 1952 - Islândia

Atlântico Norte, entre a Irlanda e a Islândia, militares de vários países a bordo de navios da NATO num exercício operacional foram testemunhas na observação de um triângulo azul - verde que voou 1500 milhas / hora e três objectos em formação triangular foram observados emitido uma luz branca partiram a 1500 milhas / hora. Fonte : Livro Azul

26 de Setembro de 1952

milhas / hora. Fonte : Livro Azul 26 de Setembro de 1952 A 400 milhas NNW

A 400 milhas NNW do Arquipélago dos Açores, pelas 23 horas e 16 minutos, foram testemunhas o piloto, co-piloto, engenheiro e o comandante da aeronave um avião de transporte C-124 da USAF. Duas luzes distintas de cor verde foram vistas à direita e ligeiramente sobre o C-124, e num determinado momento tivemos sensação de girar em direcção daquilo. As luzes alternavam-se guiando-se uma com a outra a observação durou mais de 1 hora.

Fonte :http://ufos.about.com/library/bldata/b14port.htm

24 de Junho de 1953 – Gronelândia

Um meteorologista A/2c R.A. Hill, pelas 11:30 horas foi testemunha em Simiutak ao observar a

pairar sobre uma colina um triângulo vermelho, que girou durante 15 segundos, a observação durou 5 minutos. Fonte : Livro Azul

29 de Junho de 1954 às 24 horas – Oceano Atlântico

Um avião da linha Nova Iorque – Londres foi escoltado durante 15 minutos por sete objectos de forma indecisa e cor escura. Um deles era maior que os outros e não cessou de mudar de aspecto, como se fosse uma medusa. Foram vistos pelos 10 tripulantes e por uns 12 passageiros, a 6000 metros de altitude e a 500 Km/h.

29 de Agosto de 1954 – Gronelândia

Pelas 11:05 horas em Prince Christian foram testemunhas o primeiro oficial H. G. Gardner e o engenheiro J. V. D. Whitisy, abordo de um DC-4 (PH-DBZ) das Linhas Aéreas Reais Holandesas de três ou quatro objectos escuros tipo lente achatados em direcção a norte em formação, duração da observação 10 minutos. Fonte : Livro Azul

28 de Setembro de 1954 às 3.20 horas – Oceano Atlântico

O comandante e a tripulação de um DCE-B deparam com um inexplicável fenómeno. Tanto o comandante Freeman, como os pilotos e o rádiotelegrafista viram na superfície do mar uma larga zona iluminada, de maneira nenhuma parecida com a habitual luminosidade derivada da presença de qualquer navio, mesmo dos maiores que sulcam os mares. Essa singular concentração de luzes, apesar de observada à altitude 6400 metros, surpreendia pelo brilho intenso. A tripulação não conseguiu determinar as causas de tal luminosidade.

Os Açores na rota dos OVNIS

30 de Outubro de 1954

Um dos desaparecimentos mais trágicos no Triângulo das Bermudas ocorreu com um Super Constellation da Marinha dos E.U.A. «versão militar R7V-1». Transportava 42 passageiros, pessoal da marinha e suas famílias com destino à base das Lajes nos Açores. O voo 441 é um dos mais incríveis desaparecimentos de todo o mundo. Nunca foi localizado qualquer evidência que justifica-se o seu desaparecimento. Devemos indicar que o avião R7V-1 estava equipado com o ASP-42, radar usado nestas condições de tempo. A electrónica do radar VR-1 deu o nome de R7V-1 BuNo 1284441 como muito boa, desde que os pilotos efectuassem correctamente o seu uso. Fonte : www.bermuda-triangle.org

4 de Maio de 1955 - Islândia Em Keflavik pelas 12:38 horas foram testemunhas o Lt. Col. E.J. Stealy, Ist Lt. J.W. Burt. Cerca de 10 objectos circulares brancos um dos quais deixou um rastro de fumaça breve, voaram numa formação irregular, alguns deles faziam movimentos irregulares, duração da observação 5 a 8 segundos. Fonte : Livro Azul

11 de Agosto de 1955 - Islândia

Pelas 11:45 horas o 2º Lt. E.J. Marlow, foi testemunha da observação de doze objectos cinzentos tipo ovo amolgado para cigarro a formação deles era de linha elíptica a linha ondulada a formação deixava uma linha de rastro. A velocidade variava de pairar para 1000 milhas / hora, a duração da observação foi de 3 a 4 minutos. Fonte : Livro Azul

1956 – Gronelândia Um piloto soviético observou um objecto grande tipo pêra, que voava em paralelo com ele. Pensou que era algum engenho norte americano e assim escondeu-se entre as nuvens. Quarenta minutos mais tarde ele observou-o novamente, não tinha asas. Antenas, ou janelas e sem nenhum fumo, quando tentou aproximar-se dele , o OVNI manteve sempre a mesma distância, passados 15 minutos partiu a alta velocidade para o céu. Fonte : Mistérios Inexplicáveis

15 de Maio de 1957 – Oceano Atlântico (costa de África)

Durante uma missão de navegação aérea nocturna. Nós detectamos um alvo no radar que voava acima de nós de Leste para Oeste, o voo foi cronometrado pelo navegador em 5000 milhas por hora. Fonte: www.nuforc.org

15 de Junho de 1957 – Oceano Atlântico, Bermuda

Consultei a vossa página na Internet, afim de verificar se existia alguma informação sobre observações da Guarda Costeira dos Estados Unidos em Sebago na área das Bermudas nos anos 50 (mais precisamente em 57-58). Na altura muito publicitada e em 1969 li um artigo no jornal (nome censurado) que indicou como sendo este caso uma das observações mais credíveis, recordo-me da existência de uma lista com os nomes das testemunhas da observação. Em (data censurada/anos 50) fui colocado na Guarda Costeira dos Estados Unidos (data censurada/navio de grande porte), com (censurado) pés. Quando estávamos de regresso ao porto (nome censurado). Um dos meus homens do navio (nome, posto e especialidade censurados) que anteriormente tinha estado colocado em Sebago num barco de patrulha de 25 pés, quando foi ao porto de (censurado) abastecer-se. Ele fora uma das testemunhas oculares do OVNI, também era o operador de radar que o seguiu. Explicou-me a situação como se segue:

A estação apoiava uma patrulha oceânica numa área perto das Bermudas. Como era prática comum, durante as horas mais tardias da noite os motores dos barcos eram desligados, ficando a embarcação em stand by e deslizando em pleno oceano. Cerca das 2 ou 3 horas da

madrugada um objecto luminoso baixou do céu ficando a estibordo a uma distância ± de uma milha. O radar de busca aérea mostrava que estava estacionária, nesse momento havia várias pessoas na ponte do navio, incluindo um oficial. Prestaram a atenção ao objecto por alguns

Os Açores na rota dos OVNIS

minutos, antes dele começar a mover-se lentamente em círculo em torno do navio. Quando alcançou um determinado ponto, afastou-se repentinamente do navio, a relação da velocidade era tal que o radar nem tinha capacidade para a medir. Os detalhes acima descritos são aproximações que eu recordo-me, que poderão não estar totalmente correctos. Como guarda costeiro reformado, este incidente sempre me intrigou e gostava de obter mais alguns dados. Obrigado pelo auxílio que me possam fornecer. (Nome, endereço e telefone censurados) correio electrónico (censurado). (NOTA da NUFORC : A data e hora são aproximadas. A informação censurada foi para proteger o anonimato da fonte, assim como as testemunhas da observação. PD). Fonte : Base de Dados da NUFORC

1958, de noite – Oceano Atlântico Um avião de transporte militar Super-Constellation voava para Gander (Terra Nova) a 6000 metros de altitude. A noite estava clara e a visibilidade ilimitada. Comandava-o George Benton, de 34 anos, piloto veterano. Alguns minutos antes o mar não passava de uma mancha de trevas mas, de repente, Benton viu um conjunto de manchas luminosas semelhantes a luzes de uma aldeia, visível a 25 milhas à frente. Chamou o co-piloto Peter Mooney e o tenente Alfred Erdmann, o rádio-operador John Wigers e mais alguns homens da tripulação. O avião

fez círculos sobre as luzes e imediatamente elas enfraqueceram e afastaram-se umas das outras. Uma parecia crescer a olhos vistos, saiu do mar e dirigiu-se para o avião, apresentando

o aspecto de uma máquina discoidal de dimensões colossais. No avião esperavam por uma

colisão que parecia iminente mas no último segundo o aparelho gigante rodou, vacilou, reduziu

consideravelmente a sua velocidade e passou muito perto do avião, seguindo numa direcção

paralela ao Super-Constellation a 100 metros de distância. Então, por um instante, viram com todo o pormenor aquele monstro metálico. O seu diâmetro ultrapassava os 150 metros, assemelhava-se a um prato gigantesco colocado invertido sobre um outro; no centro a espessura atingia uns 10 metros. Benton sentiu que alguém os observava lá de dentro e acelerou o avião gradualmente mas a estranha máquina alcançou-os e depois ultrapassou-os.

A seguir subiu abruptamente na vertical e desapareceu rapidamente por entre as estrelas. Deu

a impressão a todos que havia dentro do engenho certamente alguém com muita inteligência.

25 de Abril de 1958

Em pleno Oceano Atlântico a bordo do navio de tropas USS ROSE de regresso da Alemanha. Quando subi para um sítio mais alto afim de fumar um cigarro, observei dois G.I. ’s que discutiam à minha frente. Um deles disse para não relatar nem contar nada a ninguém, eles não sabiam que eu estava atrás

deles. Eu olhava as estrelas e uma delas parecia mover-se. Prestei mais atenção e então convenci-me que uma delas seguia

o navio. Parava, depois movia-se novamente, moveu-se tão rápida, como parou rapidamente,

então verifiquei que não era nenhum avião que podia fazer aquilo. Quando tentei falar com os dois G.I. ’s eles ignoram-me e não disseram nada. Fonte : Base de Dados da NUFORC

e não disseram nada. Fonte : Base de Dados da NUFORC 8 de Janeiro de 1962

8 de Janeiro de 1962 Um KB-50 da USAF desapareceu em 8 de Janeiro. O aparelho deslocou às 11:17 horas do aeroporto de Langley, Virgínia com destino às Lajes, Açores. A torre de controlo de Langley recebeu alguns sinais muito fracos provenientes de KB-50 pouco após a descolagem, e segundo algumas fontes, o aparelho indicou a sua posição após as 12 horas encontrado-se a 250 milhas a leste do Cabo Charles. Após não ter chegado aos Açores na hora prevista, ou seja às 18:50 horas iniciaram-se as buscas mas sem nenhum resultado. Fonte : www.bermuda-triangle.org

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27

de Maio de 1962

O

C-133 Cargomaster era o maior avião da Força Aérea dos Estados Unidos, a sua principal

função era transportar grandes quantidades de carga militar, para lugares distantes. Para conseguir efectuar estas missões foi projectado par carregar grandes quantidades de combustível. Saiu de Dover, Delaware com destino à base das Lajes nos Açores, desapareceu do ar estava aproximadamente 25 milhas a sudeste, sul da intersecção May (Cape May, NJ). A Guarda Costeira foi de imediato informada, efectuou uma busca completa á área, mas não conseguiu encontrar nada. Fonte : www.bermuda-triangle.org

18 de Agosto de 1962 – Bermudas

Pelas 17 horas foram testemunhas o dono de uma estação de rádio M. Sheppard e o locutor chefe A. Seymour, três objectos brancos tipo ovo com movimentos oscilantes, durante 20 minutos. Fonte : Livro Azul

11 de Abril de 1963 às 13.30 horas – Fossa de Puerto Rico

Quando o comandante, o co-piloto e o engenheiro de bordo viajavam num Boeing 707, a 9000 metros de altitude, viram elevar-se uma enorme montanha de água semelhante a uma couve- flor. Calcularam que a massa de água ascendente deveria ter entre 800 a 1000 metros de largura e uma altura superior a 1000 metros.

22 de Setembro de 1963

Outro C-133 Cargomaster, com destino à base das Lajes nos Açores e pertencendo ao mesmo grupo de transporte aéreo (1607th), desapareceu na mesma rota. Exactamente no mesmo local, 25 milhas da costa, as transmissões via rádio repentinamente tornaram-se fracas. Desta vez a busca não encontrou absolutamente nada, como no caso do outro C-133 ocorrido em 27 de Maio de 1962. Fonte : www.bermuda-triangle.org

3

de Março de 1964 – Oceano Atlântico

O

capitão Gill Parkson, do navio Sea Gull que navegava a 670 Kms a oeste dos Açores, fez o

seguinte relatório : "O mar estava calmo e, subitamente, a 200 metros a bombordo vi a

superfície da água dilatar-se e sair dela um grande cogumelo líquido que se elevou do oceano

e um engenho de forma circular subiu para o céu a uma velocidade espantosa. Não tiro, evidentemente qualquer conclusão do fenómeno, conto-o tal e qual o observei.

6 de Julho de 1965 às 21.52 horas - Oceano Atlântico (entre Puerto La Cruz, Venezuela, e Santa Cruz de Tenerife, Canárias)

O oficial Torgrim Lien e os tripulantes Hernandez Ambrosio, Narciso Guillen e Ignácio Suárez,

do petroleiro norueguês Jawesta, viram sair do mar um objecto luminoso. Depois foi vista uma grande chama azul muito intensa que passava a grande velocidade pela popa do barco. Viram o objecto que alcançou uns 300 metros de altitude. Tinha forma de charuto com uma fileira de rectângulos luminosos que emitiam um clarão amarelo. Deixou um rasto azulado. Não ouviram qualquer ruído e a observação durou 40 segundos.

20 de Julho de 1967 às 20.15 horas – Oceano Atlântico (a 120 milhas frente ao cabo de

Santa Marta Grande, Brasil)

O capitão Julian Lucas Ardanza e os oficiais Jorge Montoya e Carlos Lasca, do vapor argentino

Naviero viram um objecto brilhante com forma de charuto e com uns 35 metros de comprimento. Emitia um forte clarão azul e branco e não fazia o menor ruído. Seguiu o navio durante uns 15 minutos, depois mergulhou bruscamente no mar, passou sob o navio e desapareceu rapidamente nas profundezas do oceano a grande velocidade. Ao afastar-se brilhava intensamente sob a água. As autoridades argentinas classificaram o engenho como "objecto não identificado". Fonte : Os ovni na época contemporânea de B. Sánchez Bueno

Os Açores na rota dos OVNIS

22 de Maio de 1968 – Oceano Atlântico No dia 22 de Maio de 1968, o submarino nuclear Scorpion (SSN 589) dos Estados Unidos da América do Norte, desapareceu com toda a sua tripulação composta por 99 homens dos quais 12 eram oficiais. Encontra-se a 2000 milhas de profundidade nas águas do Oceano Atlântico a 400 milhas do arquipélago dos Açores. Foi declarado como perdido pelo chefe das operações navais às 1600Q do dia 5 de Junho de 1968. Estávamos em plena guerra fria, as condições do seu desaparecimento ainda continuem envoltas de grande mistério. Em Maio de 1968 o Scorpion regressava à sua base em Norfolk, USA depois de ter participado em manobras no Mediterrâneo, quando recebeu uma mensagem secreta e mudou de rota, dirigindo-se para as ilhas Canárias, onde se concentrava uma misteriosa força naval soviética que despertou a atenção dos USA, naquele dia 17 de Maio de 1968, o USS Scorpion foi avistado pela última vez. Com base neste material, o submarino USS Scorpion não se encontrava em missão de rotina ao largo dos Açores, tendo, sim divergido para uma missão ultra-secreta para espiar um grupo de navios russos, incluindo um submarino. A marinha dos USA continua a insistir que a explosão do Scorpion se ficou a dever a uma avaria, nunca admitindo que esta terá derivado de um torpedo soviético. Cerca de cinco meses depois os destroços foram detectados no leito do Oceano Atlântico, a 2000 milhas de profundidade e a 400 milhas dos Açores, onde ainda hoje se encontra. Fonte : Açoreano Oriental

onde ainda hoje se encontra. Fonte : Açoreano Oriental 1 de Junho de 1968 – Oceano

1 de Junho de 1968 – Oceano Atlântico

A mesma ocorrência, com o relato de alguém que participou nas buscas:

O afundamento do USS SCORPION. Estou relatando esta informação garnering é uma esperança para mim próprio. Em Junho de m1968, abordo do navio da marinha dos Estados Unidos Hyades AF-28, nós fomos notificados que o USS Scorpion (submarino nuclear) eramos overdue e o último relatório indicava a sua posição estava na nossa área (Oceano Atlântico – Arquipélago dos Açores) como é do conhecimento a cordilheira Médio Atlântica . Imediatamente iniciamos as buscas na área, que durou 3 dias e 3 noites. Nós fomos o primeiro navio a efectuar as buscas. A profundidade do mar em média era de 6-12000 pés, com montanhas submarinas na ordem de 4-10000 pés, recordo-me das leituras do fathometer. Na segunda noite de buscas, um objecto foi reflectido no searchlight (24” luz do arco de mercúrio) eu encontrava-me lá (eu era signalman e o meu posto de trabalho era na ponte onde o sinal de luz funcionava). Com o navio na direcção do objecto, saiu do “beam” e desapareceu devido à escuridão (era uma noite fria , sem lua e nenhumas estrelas negra escuridão). No dia seguinte fomos substituídos pelos navios de busca e salvamento e seguimos o nosso caminho para a Sixth Fleet in the Med. Alguns anos mais tarde, eu li sobre o incidente acima mencionado (que desaparecera no feixe) era um objecto misterioso que saíra da água e desaparecera no céu. Alguns atribuíram que o afundamento do Scorpion ao Triângulo das Bermudas. Alguém tem informações a esse respeito para essas alegações? Eu estive envolvido no incidente real e gostava de ler informações sobre isto caso existem. O tempo despendido neste assunto é algo de muito interesse para mim, depois de muitos anos decidi começar a obter qualquer informação sobre o assunto. Obrigado. NOTA da NUFORC : Data aproximada. PD Fonte : Base de Dados da NUFORC

informação sobre o assunto. Obrigado. NOTA da NUFORC : Data aproximada. PD Fonte : Base de
informação sobre o assunto. Obrigado. NOTA da NUFORC : Data aproximada. PD Fonte : Base de

Os Açores na rota dos OVNIS

1969 – Oceano Atlântico

O marinheiro John Fairfax, numa viagem transatlântica em que velejava só, numa noite viu dois

objectos no céu tipo estrelas, dez vezes mais brilhantes que o planeta Vénus, ambos rosa, separam-se um do outro, um voando a uma altitude mais baixa, enquanto o outro foi subindo mais alto no céu, ambos desapareceram de repente. Nessa mesma noite a oeste dos Açores, foi feita uma descoberta de cinco navios não tripulados. Dois dos navios estavam virados, mas os outros três não estavam danificados, apesar do desaparecimento de todos os passageiros e tripulação. (Fontes: Boletim APRO, Julho-Agosto 1969, p. 7; Ivan T. Sanderson, Residentes Invisíveis, p. 126, citando REUTERS). Fonte: www.ufoinfo.com

1971 – Oceano Atlântico

OVNI IMOBILIZA NO ATLÂNTICO PORTA - AVIÕES DOS USA CVA - 67 USS JOHN F. KENNEDY

Em 1971 ocorreu um incidente com um OVNI e o Porta - Aviões Norte Americano (USA) CVA-67 USS John F. Kennedy, próximo das ilhas Bermudas. O Porta - Aviões, CVA-67 USS John F. Kennedy regressava à sua base em Norfolk, VA após duas semanas de exercício de «prontidão operacional» (ORE) no mar das Caraíbas, para depois rumar numa missão de 6 meses no mar Mediterrâneo. Cerca das 20 horas e 30 minutos os telexes do centro de comunicações do CVA-67 USS John F. Kennedy começaram, por si só a «transmitir» lixo, isto é, apenas dados sem lógica, pelo que os operadores informaram a ponte de comando do que se estava a passar; por sua vez, foi-lhes comunicado que todo o Porta - Aviões se encontrava sem comunicações rádio Poucos minutos depois na ponte de comando começaram-se a ouvir gritos, enquanto vários tripulantes gesticulavam no convés dando a indicação que algo «pairava próximo do navio». "É DEUS! É O FIM DO MUNDO"!, gritavam as testemunhas. Sob o horizonte, surgia então uma grande, "esfera flamejante" que não produzia qualquer som audível. O objecto não era muito luminoso (aproximadamente metade da luminosidade emitida pelo sol); "pulsava" um pouco, oscilando a coloração entre as cores amarela e o laranja. Ao fim de um minuto, foi dado alarme de «estado de batalha». Porém, nenhum sistema de comunicações ou equipamento de radar do Centro de Informação de Combate - CIC funcionava no porta - aviões. As bússolas, inclusiva ficaram "loucas". Durante os 20 minutos em que, o objecto pairou sobre o CVA-67 USS John F. Kennedy os caças interceptores Phantom F4 não puderam descolar do convés porque os sistemas eléctricos não funcionavam ! Dias depois, de regresso à base de Norfolk, o comandante transmitiu a «indicação» pelo circuito fechado sistema de televisão do porta - aviões «que gostaria de recordar à tripulação que certos acontecimentos que ocorrem a bordo de um navio de guerra, são secretos e não devem ser discutidos com ninguém». Fonte : http://ovnis.esoterica.pt

com ninguém» . Fonte : http://ovnis.esoterica.pt 20 de Maio de 1978 – Oceano Atlântico, Mar das

20 de Maio de 1978 – Oceano Atlântico, Mar das Caraíbas Nuvens Supersónicas??? Data e hora são puramente estimativas. Entretanto o incidente ocorreu há 24 anos. Fui operador de radar na Royal Navy, nessa altura fui colocado num porta-aviões. Estávamos a

Os Açores na rota dos OVNIS

fazer um exercício no ar das Caraíbas, observava a consola do radar aéreo e assistia o controlador de fogo, para completar uma busca com os caças Phantom e o avião Gannet. Tudo estava OK e o exercício encontrava-se num período calmo, quando na consola de longo alcance eu vi o que poderia ser descrito como uma nuvem muito grande aproximadamente 80 – 100 milhas de diâmetro e com uma velocidade aproximadamente entre 750 – 900 milhas/hora. Sempre tive relatórios e complementares de muito bons com os meus cálculos exactos e relatórios de velocidade, antes e depois deste acontecimento. Nunca me esqueci

deste incidente e o ridículo vem tarde mas por parte dos oficiais que testemunharam o que eu

vi quando mais tarde lhes relatei o sucedido, disseram-me para esquecer e começar a

efectuar o meu trabalho que estava destinado. Agora vinte anos passados, vivo no Norte (censurado) com minha esposa, eu sei o que vi e os meus cálculos estavam correctos, nunca mais observei nada de semelhante. Excepto isto é quando vi o filme Encontros Imediatos 2 – 3 anos mais tarde e o Dia da Independência. Queria saber o que vi no radar era real ou apenas um impulso aleatório, mas que eu saiba viajou através da minha tela de 020 a 190 (NNE/SSW) numa questão de minutos que seriam aproximadamente 4 – 500 milhas. Se alguém teve uma experiência similar, eu gostava de falar sobre o assunto. (NOTA da NUFORC : A data é aproximada. PD). Fonte : Base de Dados da NUFORC

15 de Janeiro de 1985

Observação efectuada a partir de um avião E-3A AWACS. A meio do Oceano Atlântico entre o Canadá e a Islândia pelas 01:30 a 31.000 pés de altitude nós observamos um objecto que piscava continuamente de vermelho, verde e branco. Eu estimo que o contacto inicial aproximadamente 75 milhas do nariz do avião e aproximadamente à mesma altitude, fomos incapazes de detectar no nosso radar de voo, que tem um alcance de 500 milhas. O objecto permaneceu à nossa frente cerca de 20 minutos, depois elevou-se para uma altitude de 70.000 pés e dirigiu-se directamente sobre o nosso avião e permaneceu nessa

posição cerca de 10 minutos, depois retirou-se para uma altitude , que eu estimaria acima dos 70.000 pés. Eu era o piloto desse voo, tenho mais de 3000 horas de voo e a maioria delas em avião a jacto, havia mais 17 tripulantes no avião que foram testemunhas do incidente com este objecto. Eu não efectuei nenhum relatório até consultar o Art Bell. As minhas desculpas se o

meu depoimento não foi na melhor oportunidade.

(NOTA da NUFORC : Email de resposta à testemunha

Caro «Nome censurado» Obrigado, pelo seu fascinante depoimento. Os casos mais antigos são tão interessantes como os mais recentes. Os depoimentos de pilotos profissionais são particularmente úteis e interessantes. Agradecimentos por ter compartilhado estas informações connosco. Por favor informe o nosso contacto a outros pilotos de modo a revelarem situações que tenham tido com ovnis. (NOTA da NUFORC : Resposta da testemunha O tipo de avião envolvido neste incidente era um E3A AWACS, avião militar com potencialidades de vigilância, pois transporta um radar aéreo. Tem uma tripulação de 17 elementos e todos foram testemunhas do sucedido, nós podíamos ter observado o objecto,

este estava por cima do radar e este estava funcional naquela altura, somente observamos o

objecto visualmente. Em referência a sua segunda pergunta, nós tentamos efectuar um relatório depois de termos aterrado na Islândia, mas depois do nosso brienfing não sabíamos a quem devíamos dirigi-lo. Eu espero ajudas sobre este depoimento, consulto os vossos relatórios no Art Bell, são muito fascinantes, aqui deixo um caso que se passou à 15 anos, até à próxima. Fonte: Base de Dados da NUFORC

são muito fascinantes, aqui deixo um caso que se passou à 15 anos, até à próxima.

Os Açores na rota dos OVNIS

20

de Setembro de 1988 – Oceano Atlântico

O

objecto foi visível em diferentes posições, aproximadamente 20 segundos a uma distância 3

a 4 milhas, para 400 a 500 pés. Numa embarcação, através do oceano em viagem de Abijan, Costa do Marfim para o porto Espanhol, Trinidad, nós observamos um objecto pairando sobre a linha do horizonte, aproximadamente 3 milhas de distância, moveu-se rapidamente para a linha do horizonte, onde pairou um par de segundos, rapidamente colocou-se na frente da embarcação pairando a uma

distância aproximada de 3 ou 4 milhas. O objecto percorreu rapidamente aquelas 3 ou 4 milhas directamente para a frente do barco, pairando a uma altura de 400 a 500 pés, durante uns segundos, retirou-se para Norte a uma velocidade desconhecida e sem qualquer som.

O tempo estava claro e sem vento, tivemos uma ondulação de 3 ou 4 pés de SE. Este foi a

nossa primeira observação nesta viagem e a única testemunhada por nós os três. Todas as observações foram registadas e documentadas e o capitão foi informado. Fonte: www.nuforc.org

21 de Setembro de 1988

A luz iluminou claramente por cima da embarcação, onde não devia existir nenhuma luz no

meio do Atlântico. Nós cruzamos o Oceano Atlântico num barco Tidewater, com uma ondulação de M/V, aproximadamente 100 milhas a norte do equador. No meu relógio eram 11:45 horas, com todas

as luzes exteriores ligadas, incluindo o radar, depois fui em direcção de outra parte do barco para substituir a cassete da máquina. Repentinamente tudo ficou iluminado e tão brilhante como se fosse dia, voltei-me e olhei em redor para ver a origem da luz, imediatamente essa luz partiu para norte dirigindo-se para uma nuvem. A luz mudou de direcção em torno da nuvem e desapareceu.

O objecto não emitiu qualquer som, e a sua manobra não era nada comum aqui na Terra. Eu

sou piloto, e fiquei assombrado pela rapidez do objecto e intensidade da luz. Ainda posso descrever o sucedido como se tivesse acontecido hoje. Efectuei um registo, após a sua ocorrência e informei o capitão, disse-me que era um pássaro, disse que não sabia o que era, mas sei que não era um pássaro. (Nota da NUFORC: A testemunha indica que a data da observação é aproximada.) Fonte: www.nuforc.org

11 de Abril de 1996

Quando voamos de Boston para Amesterdão num DC 10 da Northwest, minha namorada e eu observamos um a estranha luz mais abaixo do avião e a uma distância cerca de 2 a 3 milhas. Inicialmente pensei que fosse um reflexo das luzes de navegação do DC 10. Após ter observado a luz com atenção aproximadamente durante 1 hora verificamos que não era reflexo das luzes do DC 10, pois esta mudaria de posição e de cor. Nós simplesmente podíamos dizer que era alguma coisa de um objecto, depois passamos a efectuar uma observação pela janela de 20 em 20 minutos, todas as vezes que fazíamos a observação ele continuava lá. Pedimos a outro passageiro para observar e ele também ficou espantado. A luz desapareceu quando começamos a sobrevoar algum navio, provavelmente a cerca de 200 milhas da Irlanda. Depois do voo nós conversamos sobre o OVNI que tínhamos observado e ficamos com um sentimento de frustração. Sou piloto privado, já observei reflexos de luzes de navegação e de trafego aéreo nocturno, mas esta luz não tinha nada de similar. Fonte : Base de Dados da NUFORC

DEZEMBRO DE 1996 PARECIA UMA ÁRVORE DE NATAL NO ATLÂNTICO Em Dezembro de 1996 a Janeiro de 1997, encontrava-me a trabalhar a bordo de um cruzeiro de luxo alemão, o MS ASTOR. Numa noite, perto do Natal, eu com o meu amigo de espectáculo e o nosso sócio gerente empresarial Joseph, mais 8 dançarinos femininos do espectáculo do paquete, o operador de vídeo e o fotografo do navio estavam sentados a tomar uma bebida no bar do convés. O fotógrafo que estava sentado próximo de mim disse:

- Olha parece ser uma árvore de Natal a flutuar na água ! Todos olharam com supresa para o objecto, isto é verde, vermelho, amarelo e luzes brancas, que pairam sob a água próximo do navio. Nós tínhamos estado a cruzar o oceano atlântico nos

Os Açores na rota dos OVNIS

últimos dois dias, aproximadamente 15 – 24 horas antes de nós alcançarmos a nossa primeira

posição visual, isto poderia ter sido uma reflexão e eu virei o olhar para a árvore de Natal do navio. Joseph disse :

- Você viu !

Eu, quando olhei para trás, o objecto tinha-se multiplicado em 24, objecto circular semelhante com objectos de iluminação. Parece tocar sobre o oceano irradiado por baixo uma luz branca, durante vários segundos girou para uma posição vertical. Isto continuou e nós observamos, durante 1 hora e 20 minutos. Até o gerente do bar um russo foi surpreendido e ele afirmou que não conseguia explicar nem comentar sobre esses objectos, porém ele contou-me que não podiam ser marcas ou sinais de terra. O aspecto mais surpreendente, todos estes objectos pareciam ignorar a nossa passagem, mas procuravam algo no oceano com as suas luzes brancas. Eles alinharam-se entre si na perfeição e nós podemos observar este acontecimento importante. Não tenho nenhuma dúvida daquilo que observei, foi o meu primeiro encontro e penso que não terá sido o último. Fonte: www.ufomind.com

15 de Outubro de 2000 - Tenerife – Ilhas Canárias

O ovni passou na horizontal sobre nós, aproximadamente 45 segundos, antes de subir velozmente para o céu e desapareceu, era uma objecto em forma de círculo acima das nuvens voo a uma velocidade lenta antes de desaparecer em direcção ao céu. Recordo-me que o objecto era exactamente como 1, já tinha visto um durante o dia na série da televisão no Golfo do Novo México. (NOTA da NUFORC : Data aproximada. PD) Fonte : Base de Dados da NUFORC

19 de Junho de 2001- Oceano Atlântico - Bermuda

Objecto circular interessante observado a grande altitude. Um objecto circular amarelo foi observado em movimento de norte para sul, durante 4 a 5 segundos. O objecto começou a ficar mais pequeno até desaparecer dando a sensação de estar a subir. Fonte : Base de Dados da NUFORC

25 de Junho de 2001

Piloto relata uma luz muito brilhante. (Nota NUFORC : Acreditamos nós, que este piloto está a descrever o lançamento de um presumível míssil ICBM, feito a partir de um submarino dos Estados Unidos. Toda a informação por nós recebida à cerca deste incidente indica para um lançamento efectuado no mar, embora este relatório nos indique que o lançamento tenha ocorrido algumas centenas de milhas da costa Este da Flórida. PD). No dia 25 de Junho pelas 21 horas e 10 minutos, sou piloto e estava nessa altura a voar entre DIX(aviation aid) NC, para a intersecção Mrlin(aviation aid) nas Bahamas, Atlantic Route 1 (AR1), para Fort Lauderdale FL. Numa altitude de 39.000 pés a cerca de 160 NM da costa Este de Jacksonville FL, no Oceano Atlântico, posicionando o interruptor SW (210º stm), nós vimos uma cor creme oval pequena de Este para Oeste (110º stm) 25º acima do meu horizonte esquerdo, fazendo curvas claras e círculos pequenos numa trilha parabólica ascendente. Parou o movimento a cerca de 80º, nesse momento a cor creme oval tornou-se numa luz branca muito brilhante e super maciça, coma a luz dos helicópteros da policia, apenas a luz continuou o seu movimento como à procura, podia ver a sombra do meu braço esquerdo dentro do cockpit (estranho!!!). Vi uma nuvem gigante a dar forma em torno e do lado mais baixo da luz (como um mushroon de cabeça para baixo). De repente a luz desapareceu, mas a nuvem grande continuou lá desaparecendo o brilhante, nós voamos mais 1 hora e 10 minutos a 300Kts, (aprox. 300 milhas) e ainda era possível ver a nuvem. Não conseguimos observar nenhum tipo de objecto, porque a luz era super brilhante. Li a vossa

possível ver a nuvem. Não conseguimos observar nenhum tipo de objecto, porque a luz era super

Os Açores na rota dos OVNIS

nota, onde está mencionado a hipótese de ter sido o lançamento de um ICBM do centro Espacial Kennedy, mas quando observei a luz encontrava-me sobre o oceano Atlântico e viu-o partir do oceano a Este mas muito longe. Uma referência minha rota (AR1) era uma linha recta entre a entrada NC de Beaufort para FI Fort Lauderdale, desta perspectiva o KSC aparece do lado de ocidente. Fonte : Base de Dados da NUFORC

13

de Dezembro de 2001 – A meio do Oceano Atlântico Num voo entre o aeroporto de JFK para Telavive, num Boeing 777 da El Al, surgiu do lado esquerdo do avião a cerca de 33.000 pés de altitude um objecto que podemos afirmar do tamanho de uma cidade cheio de luzes, não interferindo com qualquer equipamento de bordo como o GPS-FMC a sensação era que ele não detectou o avião, estava ali estacionário por 5 minutos, depois começou a mover-se ± 1 Km/segundo e desaparecendo para Este por cima de nós, conseguimos observá-lo por 20 minutos até desaparecer totalmente à

observá-lo por 20 minutos até desaparecer totalmente à nossa esquerda. ( NOTA da NUFORC : A

nossa esquerda. (NOTA da NUFORC : A testemunha continua no anonimato. PD) Fonte : Base de Dados da NUFORC

11 de Abril de 2003 – Los Realejos – Tenerife – Ilhas Canárias

Encontrava-me na estrada a conduzir e a caminho de casa pelas 9 horas e 30 minutos, quando observei um objecto de forma oval pequeno e de cor branca sem luzes e ruído a sua direcção de movimento entrou nas nuvens, depois apareceu em sentido contrário. Parei o carro e tentei observá-lo mas já não foi possível. Quando o vi pela primeira vez, julguei tratar-se de um pássaro grande, mas depois vi que era de forma oval. As nuvens estavam baixas e a velocidade do objecto era lenta, eu conduzia entre uma plantação de banana no norte de Tenerife. Fonte : Base de Dados da NUFORC

09 de Maio de 2003 – Oceano Atlântico (Oriente)

Um objecto cilíndrico enorme observado de um avião comercial, perto da costa de Portugal. Num voo de Tenerife (Canárias) às 15:20 hora local e aterrou em Manchester, Inglaterra às 19:20 TMG. Cerca das 17 horas TMG uma senhora jovem olhou ela janela do avião o mar num céu sem nuvens e com boa visibilidade, o avião estava em altitude e velocidade de cruzeiro e ficou pasmada ao observar um objecto de forma cilíndrica e longa que parecia estar debaixo de água. Pensou ela que seria uma longa cadeia de rochas de cor cinza escura, mas depressa

apercebeu-se que não era o caso, porque tinha forma cilíndrica e acompanhava o avião, provavelmente a uma velocidade de 600 milhas/hora.

O objecto não era muito visível quando observou-o pela primeira vez, quando estava sobre o

mar. Era enorme, somente comparável a um grande navio, ela estimou o seu tamanho em pelo menos 40 vezes o comprimento dum navio.

O homem que a acompanhava também o viu e ficaram convencidos que poderia ser um reflexo

de luz através da janela, por isso observaram de posições diferentes e de outra janela do avião

e continuava visível, depois de observá-lo por 30 minutos foram incapazes de resolver o

mistério e prestando a atenção no objecto concluíram que este estaria debaixo de água, porque não era visível nenhuma sombra enorme sobre o mar. Um experiente investigador de OVNIS, com muitos anos de experiência considerou improvável que o objecto estivesse a viajar a 600 milhas/hora debaixo de água, mas qualquer coisa é possível para a tecnologia ET.

Os Açores na rota dos OVNIS

Há dois casos com alguns anos passado em Cheshire na Inglaterra, em que os pilotos de um

avião viram uma sombra triangular sobre a terra, mas os pilotos nunca conseguiram localizar a sua origem ou o objecto responsável, pois nenhum outro avião era visível naquele momento. Os ET’s terão empregado a tecnologia stealth, em que o avião não é visível ao olho humano, mas ao mesmo tempo reproduz uma sombra em terra. Acredito que o mesmo cenário poderia ser aplicado neste caso. Duas pessoas jovens no anonimato relatam este caso na esperança, que alguém tenha tido uma experiência igual ou similar noutra ocasião. Estes tipos de observação de objectos de grandes dimensões, raramente são divulgados. As testemunhas viajam no lado direito do avião e à frente da asa e o avião estava a uma altitude de 30.000 pés, o objecto era de cor cinza escuro.

A NUFORC, classifica como sendo uma observação de um não OVNI.

Fonte : Base de Dados da NUFORC

13 de Novembro de 2003 – Oceano Atlântico – Ilhas Virgens

Um objecto laranja luminoso, parecia observar o nosso navio de cruzeiro. Estávamos num navio de Carnaval no Atlântico Sul, no rumo de leste sul, eu e meu marido estávamos no convés do navio e pensei ter observado uma estrela, quando esta se movimentou e veio direita a nós e ficando aproximadamente 50 pés do mar e cerca de 100 jardas do navio. Avançou na nossa direcção e parou novamente, depois voltou avançar em nossa direcção fazendo um ângulo para a parte traseira do navio e entrou pela traseira, durante todo este tempo nós estávamos observando este objecto luminoso, pensava comigo próprio não tinha nenhum receio, depois desapareceu tão rápido como tinha aparecido. Fonte : Base de Dados da NUFORC

30 de Agosto de 2004 – Oceano Atlântico

Um flash tipo baliza sobre o oceano atlântico. No último mês no voo nível 360, eu e meu primeiro oficial testemunhamos uma luz tipo baliza flamejando numa altitude orbital nas imediações do espaço exterior. O objecto era muito rápido, baseando na frequência do seu flash, desejava saber se temos algum satélite deste tipo que causa-se esta observação. Nunca observei este tipo de flash, em outros satélites que já observei durante muitos anos. Fonte : Base de Dados da NUFORC

1 de Novembro de 2004 – Oceano Atlântico – Ilhas Canárias Foi observado um ovni esférico e luminoso, na segunda-feira dia 1 de Novembro pelas 18 horas e 20 minutos, pela testemunha ocular O.U., cidadão italiano que reside e trabalha nas ilhas Canárias (Espanha-J.T.). Quando foi interrompido pelo seu secretário, para o acompanhar de imediato à janela. Meu nome é O.U., vivo e trabalho na ilha de Lanzarote no Grupo – J.T., alguns minutos depois do meu secretário ter saído do meu escritório, observou uma esfera estranha com uma

superfície laranja luminosa, que voava sobre os edifícios do centro da cidade de Arrecife, de imediato foi-me chamar para ver aquilo.

O evento durou menos de um minuto. Outro objecto no céu, com um rabo laranja longo, seguia

uma trajectória mais alta. Um avião em chamas ? Eu desejei saber. Eu não penso assim, e nada foi noticiado na televisão. Um meteorito ? Poderia ser, mas a trajectória do objecto que voava demasiado rápido, não acredito nessa teoria.

As ilhas Canárias situam-se no Oceano Atlântico, aproximadamente 200 quilómetros (120 milhas) Oeste de Marrocos. (Meus agradecimentos ao Scott Corrales e Frederico Dezi da UFO Italia, por este relato.) Fonte : www.ufoinfo.com

18 Setembro de 2005 – Oceano Atlântico

Num voo transatlântico entre Paris e Filadélfia foi observado uma nuvem escura de forma lenticular, seguiu o nosso avião a jacto do lado da asa direita o céu estava limpo. Rapidamente tomou a forma de uma esfera sólida e acelerou afastando-se a alta velocidade. Fonte: www.nuforc.org

Data desconhecida – Oceano Atlântico

Os Açores na rota dos OVNIS

Reportado para a NUFORC – 2 de Abril de 2005

A bordo de um P-3 Orion da USNavy, sobre o

oceano Atlântico pelas 02:00 a. m., estavamos num

exercicio a perseguir um sumbarino americano,

num voo técnico (IFT), chamada a cabine do piloto

e reportado trafego 9 horas paralelo, o piloto

informa para manter vigilância sobre ele e nós saímos da zona, mais tarde o nosso IFT reporta o que pensa ser uma luz de navegação lateral de estibordo (verde) de um outro avião na mesma direcção da nossa. Poucos minutos depois o IFT, desligou o micro e foi sugerir ao piloto para mudar de rota, porque a luz verde cada vez estava mais próxima, mas realmente começou afastar-se “holy (explêndido)!!! Que inferno é essa coisa? Piloto, você viu? Toda essa comoção repentina no intercomunicador e outro operador acústico começou a olhar para cima das nossas estações de trabalho. Olhar acima do tubo (que nós chamamos

afectuosamente o interior do avião), e observamos que o interior do avião era inundado por uma luz brilhante que brilhava através de cada janela, começou pela nossa estação acima do tubo para a cabina do piloto. Os pilotos e o engenheiro de voo (FE) inclinavam-se para a frente

e a olhar para cima. Todos estavam apavorados e a gritar para a frente e para trás do avião,

quando a luz brilhante parou, e o piloto disse: olhem isso! olhem isso! O objecto moveu-se sobre nós, aproximadamente a 100 jardas da nossa asa. Aquele era o primeiro, na verdade consegui olhar para ele. A luz longa apagou-se, cilindrica e verde com cerca de 50 pés. A superficie era lisa eu não consegui observar nenhumas marcas ou caracteristicas. O segundo FE veio até interior do avião com uma camera de alta tecnologia, que nós usamos para o reconhecimento de intel. Disse-me como devia mover, pois poderia levar uns bons tiros dele. Eu fui até à porta de saida sobre as asas, assim eu podia ver o objecto. Permaneceu

junto à nossa asa talvez uns 2 ou 3 minutos, disparou tão rápido para cima, que eu nunca tinha visto nada assim, terá percorrido 100 jardas em segundos.

O nosso oficial de Navegação / Comunicações (NAVCOM ou NAV) tinha estado no rádio com o

Red Crown (um cruzador do AEGIS que actua como o controle de tráfego aéreo para a area de

exercicios) perguntou-nos se nós conseguiamos ver do avião e se nós podiamos restabelecer o contacto. Nós permanecemos no ar mais cerca de meia hora e fomos depois para RTB (voltar

à base).

Quando nós aterramos, duas carrinhas brancas do governo estavam à nossa espera, fizeram uma exame a todos nós no centro de briefings. Nós fomos interrogados um de cada vez,

nossas entrevistas foram gravadas. Nossa película de filme foi confiscada

colegas

tinham as suas próprias máquinas fotograficas e tinham tirado algumas fotografias). As fitas da

nossa missão foram confiscadas. Disseram para não falarmos nem discutir sobre este voo e fomos obrigados a assinar um documento como compromisso de honra que nada aconteceu. Estavamos todos demasiados confusos, quando começamos a recuar no tempo, quando cheguei à caserna com o meu camarada, que tinha sido o operador de radar do voo, começamos a desabafar «nós vimos um OVNI!!!». No dia seguinte fomos chamados ao gabinete do oficial CO’s, ele disse-nos que se andava a ouvir «histórias» e reitirando o facto que nós não deviamos falar do assunto, excepção de algumas trocas de silêncio aqui e ali sobre a história. Nota da NUFORC: Expressamos a nossa gratidão à fonte deste relatório, por ter compartilhado

a informação connosco. A testemunha intencionalmente não divulgou a data do incidente com

o P-3 Orion. Fonte: www.nuforc.org

a data do incidente com o P-3 Orion. Fonte: www.nuforc.org (dois O Avro Tudor IV –

(dois

O Avro Tudor IV – Star Tiger

29 de Janeiro de 1948 – O último voo do Star Tiger Quinta-feira, 29 de Janeiro de 1948, o Star Tiger um avião de luxo da Bristish South American Airways deslocava de Londres, para um voo transatlântico com destino à cidade de Havana em Cuba.

Os Açores na rota dos OVNIS

O Star Tiger era um Avro, Tudor IV, pós guerra, avião de linha aérea de luxo com cabina

pressurizada, com quatro motores. O Tudor foi desenhado para usar as asas e os motores do

bombardeiro Avro Lancaster, utilizado pela RAF na Segunda Guerra Mundial,

fuselagem mais volumosa e espaçosa que o bombardeiro do tempo da guerra.

O Tudor IV, tinha cinco saídas de

emergência, levava três botes de borracha, um equipado com um rádio transmissor e fora colocado coletes

salva-vidas debaixo das cadeiras dos passageiros e no compartimento da tripulação.

A bordo do Star Tiger estavam 25

passageiros e 6 tripulantes, no controlo

da aeronave estava o piloto veterano

BSAA Capt. David Colby. A primeira fase do voo do Star Tiger, Londres para Santa Maria nos Açores. Daqui tomou rumo a sudoeste pelo oceano atlântico, a próxima escala era Hamilton nas ilhas

Bermudas. Mas o Star Tiger durante a sua travessia pelo oceano atlântico encontrou ventos a 100 Km/hora (60 milhas/hora) vindo das Américas. A velocidade do Tudor ficou reduzida, para uma velocidade muito lenta. Precisamente à 1 hora da manhã de sexta-feira, 30 de Janeiro de 1948, o Capt. Colby pegou no microfone e enviou uma mensagem de rádio para as Ilhas Bermudas. Estava aproximadamente a 40 milhas (708 Kms) a nordeste das Bermudas e a resistir a ventos muito fortes. “Roger, Star Tiger. Mantenha-nos informados.” Todo o pessoal da torre de Hamilton olhou para o relógio. Star Tiger ainda tinha bastante combustível nos tanques, se o Capt. Colby não consegui-se alcançar as Bermudas até às 3:15 horas da manhã, então teria de amarar no oceano. Quando a torre de Hamilton foi informada, que o Tudor IV estava atrasado, tentou estabelecer contacto via rádio, mas sem sucesso. Então o comando aéreo de busca e salvamento foi alertado.

O Star Tiger era um avião hermeticamente pressurizado, caso não fica-se danificado, todos os

passageiros e tripulação teriam tempo de proceder às tarefas de salvamento nos botes de borracha que transportava. A temperatura da água na área de busca era aproximadamente de 18ºC, significava que existia uma boa chance deles conseguirem colocar os botes que estavam a bordo. Cada um dos

botes salva-vidas estava equipado com um kit de sobrevivência, incluía uma “Gibson Girl” um

pequeno

rádio de mão, desenhado para ser segurado entre os joelhos. Operava na faixa dos 500 quilociclos, rádio limitado a 50 e a pouco mais de 100 milhas (80 a 160 Kms).

O responsável pela busca e salvamento da base da Força Aérea dos Estados Unidos nas

Bermudas era o comandante Coronel Thomas D. Ferguson.

Duas Fortalezas Voadoras B 17, da USAF da base de Kindley das Bermudas e outro da base

de MacDill na Florida, foram os primeiros a iniciar as buscas.

Juntando-se depois dois bombardeiros B 25 e um C 47 avião de transporte da base Mitchell,

Long Island, N.Y.; três aviões anfíbios PBY 2 da Guarda Costeira dos Estados Unidos e 14 aviões do Comando Aéreo de Transporte. A Guarda Costeira dos EUA enviou 3 navios para a área – USS Mendota, USS Cherokee e o

USS Androscogin. Foi a maior operação de busca e salvamento dos anos 40. Depois de intensas buscas, nada se encontrou não havia escombros do Star Tiger à superfície

do oceano. O avião tinha desaparecido.

Com o passar das horas as condições atmosféricas pioraram. Os pilotos de busca e salvamento informaram que o tempo era tempestuoso, com ondas de (40 pés) 12 metros de altura.

com uma

de busca e salvamento informaram que o tempo era tempestuoso, com ondas de (40 pés) 12

Os Açores na rota dos OVNIS

Foi recebida uma mensagem estranha de um navio a vapor que navegava na área o S.S. Trovador. Na plenitude da tempestade, a tripulação tinha observado uma luz estranha no céu. Avião voando baixo com as luzes que piscam às 2:10 horas da manhã, entre as Ilhas Bermudas e a entrada da Baía de Delaware. Os funcionários afirmaram que devia ter sido um dos seis aviões da Pan American que voaram naquela noite. Embora a luz tivesse tomado a direcção errada – para noroeste. As coisas tinham adquirido um estado estranho, até que foi novamente reavivada com

esperanças para os sobreviventes com as informações de rádios amadores e profissionais de Halifax, para Miami, tinham interceptado mensagens de rádio em código que soletrada formava

a palavra TIGER. Outros informaram a audição que a palavra STAR TIGER fora soletrada. As

mensagens em código foram escutadas num canal internacional de comunicação de fonia de emergência, porém a voz não fora usada.

A marinha dos EUA e oficiais da Força Aérea Real do Canadá, informaram que os sinais eram

de um código improvisado, em que alguém emitira um ponto para UM, dois pontos para B, assim sucessivamente. Os sinais foram escutados na última noite de terça-feira, 3 de Fevereiro de 1948, e não foram escutados durante o dia. Estes acontecimentos ocorreram 4 dias depois dos tanques do Star Tiger, já não terem combustível. Foram feitas escutas rádio sofisticadas na esperança de localizar a misteriosa transmissão, mas os sinais não foram repetidos, aquele canal de rádio continuou silencioso. Nunca foi encontrado qualquer destroços do Star Tiger. No dia 28 de Setembro de 1948, o Ministério da Aviação Civil do reino Unido, emitiu um relatório final do desaparecimento, em conclusão afirmava:

Na completa ausência de qualquer evidência segura sobre a causa e natureza do desastre do Star Tiger, o tribunal não pode fazer mais do que sugerir, que não existe nenhuma possibilidade ou probalidade de se conhecer defacto o que aconteceu.

Existe um pós-escrito curioso ligado à história do Star Tiger. Entre os passageiros encontrava- se o Marshall do Ar o Senhor Arthur Coningham da RAF. Na Segunda Guerra Mundial, ele “comandou a 2ª Força Aérea Táctica dos Aliados” e foi considerado como o melhor estratega do mundo no uso do poder táctico aéreo:

Foi o braço direito do General Eisenhower nas operações aéreas em 1945.

O Senhor Arthur copilou os relatórios sobre os “foo-fighters” (OVNIS), observados pelas Forças

Aliadas na Europa. Quando o Marshall desapareceu abordo do Star Tiger, toas as informações acerca dos OVNIS desapareceram com ele. (Veja o Livro “Limbo Perdido de John William Spencer, Bantam Books, New York. N.Y., 1973, páginas 22 a 30). Fonte : www.ufoinfo.com

N.Y., 1973, páginas 22 a 30). Fonte : www.ufoinfo.com Mapa descritivo da rota do Avro Tudor

Mapa descritivo da rota do Avro Tudor IV Star Tiger em 29 de Janeiro de 1948

Os Açores na rota dos OVNIS

O VOO 441

30 de Outubro de 1954

O R7V da marinha era o equivalente do avião civil Super Constellation da Lockheed. Foi um dos aviões mais revolucionários do seu tempo e a jóia da indústria aeronáutica civil. Conseguia efectuar a travessia do Atlântico em 8 horas e 30 minutos. Um dos desaparecimentos mais trágicos no Triângulo das Bermudas ocorreu com um Super Constellation da Marinha dos E.U.A. «versão militar R7V-1». Transportava 42 passageiros, pessoal da marinha e suas famílias com destino a uma base no exterior.

O voo 441, deixou Patuxent River NAS em 30 de Outubro de 1954, de Maryland com destino à

base das Lajes nos Açores. As comunicações com o voo foram normais, a última mensagem foi muito fraca cerca das 11:30 P.M. era simplesmente um relatório de rotina da sua posição. As coordenadas precisas eram 38º 06 NL 69º 12 WL, aproximadamente a 400 milhas fora da costa. O voo 441 é um dos mais incríveis desaparecimentos de todo o mundo. Nunca foi localizado qualquer evidência que justifica-se o seu desaparecimento. Na sua listagem de

carga básica constava 111 coletes salva vidas, 46 cobertores, 660 copos de papel e 5 jangadas salva vidas, todo este material era flutuável. Se tivesse ocorrido uma explosão no ar todo esse material teria ficado disperso sobre o oceano. Caso contrário tivesse efectuado uma amaragem forçada e intacta no oceano, teria tido todo o tempo para emitir um SOS.

O desaparecimento do voo 441, levou a uma investigação das mais completas: como o plano

de voo, condições atmosféricas, e se os pilotos eram suficientemente hábeis para efectuar essa missão.

As condições atmosféricas foram consideradas típicas do Atlântico Norte para a época do ano, nenhum gelo, mas algumas nuvens dispersas de temporal e pouca turbulência.

O voo foi programado para os 14.000 pés, mas o piloto informou que o nível do voo 441 seria

superior por causa do tempo.

O avião estava equipado com um radar de tempo, que o avisava das condições atmosféricas à

sua frente, permitindo ao piloto corrigir a sua rota e desviar-se das más condições atmosféricas, que fossem surgindo.

Uma pesquisa efectuada às condições atmosféricas, e ao piloto Tenente John G. Leonard

concluiu:

O Tenente Leonard voava á mais de dois anos nas rotas do Atlântico Norte, era um piloto

conhecedor das condições atmosféricas. A sua escolha de efectuar o voo a 17.000 pés de

altura fora boa. As informações do tempo indicam que teria sido melhor voar a uma altitude de 19.000 pés. A viagem terá sido na maior parte do tempo efectuada a grande altitude, excepto nalguma ocasião excepcional. Devemos indicar que o avião R7V-1 estava equipado com o ASP-42, radar usado nestas condições de tempo. A electrónica do radar VR-1 deu o nome de R7V-1 BuNo 1284441 como muito boa, desde que os pilotos efectuassem correctamente o seu uso. Os aviões comerciais civis não estavam equipados com este radar, neste aspecto os R7V-1 estavam em vantagem para voar com este tempo. No relatório pode-se ler: «Isto é um completo mistério». Durante o voo provavelmente Leonard aumentaria a sua altitude para 19.000 pés ou mais, para evitar completamente complicações com as condições do tempo. Terá tentado mais de que uma vez contactar com a base, e esta não o conseguiu ouvir, também terá tentado informar OATC da sua nova altitude, mas estes nunca o ouviram. Deduziu-se na possibilidade de uma falha estrutural durante a passagem pela frente do tempo, mas essa possibilidade parece muito remota.

frente do tempo, mas essa possibilidade parece muito remota. A investigação ao piloto tenente Leonard, rendeu-se

A

investigação ao piloto tenente Leonard, rendeu-se às suas habilidades de voo:

O

tenente Leonard era um piloto bem treinado na técnica de velocidade de penetração em

nuvens de temporal. Pensa-se se ele entrou num temporal, terá feito na velocidade correcta e

Os Açores na rota dos OVNIS

terá pensado primeiro não sujeitar o R7V-1para além das suas potencialidades, assim como das suas próprias potencialidades. No relatório pode-se ler: Em primeiro lugar, provavelmente terá voado sobre o tempo. A investigação rendeu-se, somente à melhor explicação que pode ser atribuída a todos os desaparecimentos de aviões e barcos no Triângulo:

È a opinião dos investigadores, que o R7V-1 BuNo 128441, encontrou-se repentinamente uma força violenta, em que o avião e o esforço humano não conseguiram ultrapassar. A força desconhecida terá causado um descontrolo total. Fonte: www.bermuda-triangle.org

O KB 50 REABASTECEDOR AÉREO

8 de Janeiro de 1962

O KB-50 era o antigo bombardeiro B-29

convertido em reabastecedor aéreo. Tinha

uma grande autonomia e atingia grandes velocidades.

Em 8 de Janeiro de 1962, pelas 11:17 a. m.

um grande reabastecedor aéreo de 4 motores

descolou da base da Força Aérea de Langley, Vírginia, com 8 tripulantes com destino à base das Lajes nos Açores. O Major Bob Tawney era o seu piloto. De acordo com ordens, ele enviava mensagens todas as horas. Uma frase transmitida, seguia algo como isto:

Este é Tyler 41. Estou em 37º 15’ uma latitude Norte, 70º longitude Oeste às 12:17 p. m., meu nível de voo é de 23.000 pés. Estou a voar com instrumentos, dirigindo 085 graus, velocidade é de 385 mph. A resistência é 11 + horas e meu destino é Lajes. Estou estimar 37º 30’ latitude Norte, 65º longitude Oeste para 1 p. m. em seguida 37º 35’ latitude Norte, 60º longitude Oeste. Peço para vocês reportarem ao Controle Oceânico de Nova Iorque. Ás 1 p. m. Tawney ou o seu co-piloto Zoltan Szaloki foram ouvidos por um avião de transporte da marinha que seguia atrás deles cerca de uma hora. Estavam tentando contactar o controle de Harmon, ou outras estações ao longo da costa leste. Entre as 1:10 e as 1:20 p. m. Tawney conseguiam contactar com o avião da marinha e informavam da sua posição, pedindo para estes retransmitirem ao controle. Entretanto o avião enfrentava dificuldades, mas Tawney decidiu continuar em direcção aos Açores. Estavam nesse momento a norte das Bermudas sobre o local, onde meses antes havia desaparecido o Pogo 22 (um avião B-52) e 14 anos antes o Star Tiger (um avião Tudor IV). Por volta das 7 p. m. na base das Lajes estavam ansiosos pela sua chegada, depois de uma busca via rádio não os conseguiu contactar, foi imediatamente requisitada uma busca em grande escala, que teve inicio cerca das 8:15 p. m De acordo com COMEASTAREA e COMUSFORAZ, vários comandos da Força Aérea, 162 aeronaves que somaram em 1369 horas de voo, com 7 navios da marinha dos Estados Unidos num total de 49 horas de buscas e 23 navios da Guarda Costeira dos Estados Unidos que

totalizaram 236 horas de busca. Além disso havia 5 navios da Guarda Costeira, que efectuaram todo o trajecto de voo do KB-50 de Langley até aos Açores, numa busca de 412 horas que cobre 440, 820 milhas quadradas do Atlântico, foi a maior busca efectuada ao desaparecimento de um avião ou navio, os resultados desta busca maciça foram mencionados no relatório do acidente. Ponto um lê-se: Não foram encontrados sobreviventes, impedindo assim uma evidência de prova de acidente, onde basear a investigação. «Caso encerrado». O que aconteceu ao grande avião? O piloto de Virgínia disse que a transmissão de Tawney fora feita aproximadamente a 240 milhas da costa. A Guarda Costeira informou ter encontrado manchas de óleo, aproximadamente a 300 milhas da costa. Assim todos pensaram que o avião deixara de funcionar em alto mar, logo após a última transmissão de Tawney. Entretanto a Guarda Costeira não tinha conhecimento que Tawney tinha estado em contacto com o avião de

de Tawney. Entretanto a Guarda Costeira não tinha conhecimento que Tawney tinha estado em contacto com

Os Açores na rota dos OVNIS

transporte da marinha, que voava na mesma rota. A sua última mensagem colocava-o longe do local onde fora encontrada a mancha de óleo, a norte das Bermudas, onde muitos outros haviam desaparecido inexplicavelmente.

A conclusão do relatório é realmente tudo o que pode ser dito. Quando adicionamos outros

casos ocorridos na mesma zona, ele torna-se num teste padrão ao mistério inexplicável, a norte das Bermudas, perto do mar dos Sargaços, justificação o fenómeno do Triângulo das Bermudas. Fonte: www.bermuda-triangle.org

O C-133 CARGOMASTER

27 de Maio de 1962

Grande, feio mas prático o C-133 Cargomaster. Um avião enorme que está sendo usado constantemente pela Força Aérea para transportar para bases no exterior, qualquer coisa na sua fuselagem e cargas de grandes dimensões. Este é o relatório do voo de um dos dois aviões C- 133 que desapareceram misteriosamente. Arquivos Nacionais.

O C-133 Cargomaster era o maior avião da Força Aérea dos Estados Unidos, a sua principal função era transportar grandes quantidades de carga militar, para lugares distantes. Para conseguir efectuar estas missões foi projectado par carregar grandes quantidades de combustível.

A 27 de Maio de 1962, um C-133 saiu de Dover, Delaware com destino à base das Lajes nos

Açores. O piloto James Allen Higgins, contactou o controle de tráfego aéreo para avisar que ia subir aos 17.000 pés. Tudo parece normal, precisamente às 9:25:50 a. m. o C-133 desapareceu do ar. Estava aproximadamente 25 milhas a sudeste, sul da intersecção May (Cape May, NJ).

A Guarda Costeira foi de imediato informada, efectuou uma busca completa á área, mas não

conseguiu encontrar nada. Um facto completamente incrível, porque o avião transportava 50.000 libras de carga, composta de caixas, sacos, roupas tudo carga muito flutuável. Além disso carregava nada menos que 85.000 libras de combustível, a maioria ainda não tinha sido consumido. Eventualmente foram descobertos 2 artigos uma jangada salva vidas vazia e uma roda do nariz, totalmente destruída a natureza da causa é sublinhada por lista municiosa dos fragmentos encontrados na roda e na jangada: o alumínio, roupa, a madeira prensada, lascas de pintura tudo pertencendo ao avia. Um teste efectuado aos fragmentos no laboratório do FBI, indicou para a presença de uma partícula magnética muito pequena, embora admitirem desconhecer o que era, não foi encontrado qualquer vestígios ou resíduos de material explosivo. As condições atmosféricas, somente uma brisa de 6 nós, 7.000 pés dispersa, 12.000 pés limpa, nada significativo. O avião fora carregado em Norton AFB na Califórnia, voou para Dover AFB, portanto é improvável de ter havido algum problema com o carregamento da carga. Fonte: www.bermuda-triangle.org

o carregamento da carga. Fonte: www.bermuda-triangle.org O C-133 CARGOMASTER 22 de Setembro de 1963 Grande, feio

O C-133 CARGOMASTER

22 de Setembro de 1963

Grande, feio mas prático o C-133 Cargomaster. Um avião enorme que está sendo usado constantemente pela Força Aérea para transportar para bases no exterior, qualquer coisa na sua fuselagem e cargas de grandes dimensões. Este é o relatório do voo de um dos dois aviões C-133 que desapareceram misteriosamente.

A 22 de Setembro de 1963, outro C-133 Cargomaster, pertencendo ao mesmo grupo de

transporte aéreo (1607th), desapareceu na mesma rota. Exactamente no mesmo local, 25

Os Açores na rota dos OVNIS

milhas da costa, as transmissões via rádio repentinamente tornaram-se fracas. O controle de tráfego aéreo pediu ao avião um «indent», isto é gire sobre um sinal fará um retorno de SIF no scope dos controladores. O piloto, Dudley Connolly, respondeu com um roger muito fraco. Entretanto, nenhum SIF apareceu no scope do controlador. Dos retornos de reflexão do radar na fuselagem do avião foi seguida até à intersecção de South May. Nova Iorque pediu a frequência do C-133, as transmissões começaram boas, mas com muitas quebras. Ás 2:55 a. m. (20 minutos, após a descolagem) podiam ouvir Connolly disse: «Para vossa informação – ah, nós estamos 30 milhas da costa do Mar Isle, radial trinta e oito». Ás 2:58 a. m. Nova Iorque: «Relatório alcançado 4 mil». As últimas palavras de Donnolly, foram rotineiras roger, roger. Os controladores seguiram o que acreditaram ser um blip do C-133, por mais 5 minutos. Após outra varredura, desaparecera. Desta vez a busca não encontrou absolutamente nada. Para registo este C-133 levava 48.593 libras de carga e 88.000 libras de combustível, não existe nenhuma explicação para o desaparecimento deste e do outro C-133, embora este último desaparecesse em circunstâncias mais suscitáveis, para as teorias populares do Triângulo das Bermudas, com hábeis camuflagens electrónicas e vácuos de rádio, como se o avião não tivesse desaparecido para baixo, mas para cima, através de um túnel de tempo ou do espaço. De qualquer modo tais teorias ímpares soam, e devemos de admitir que são mais ou menos ímpares, do que os factos reais. John Wallace Spencer escreveu o primeiro livro sobre o Triângulo das Bermudas em 1969. Na sua opinião o Triângulo das Bermudas, ao qual preferiu chamar de Limbo Perdido, actualmente estende-se do Cape May, para um ponto que circunda as Bermudas por 450 milhas e desce às Caraíbas juntamente com o Golfo e volta ao longo da costa Leste dos Estados Unidos. Desaparecimentos como estes, parecem justificar a sua opinião. Como nota adicional vou acrescentar mais este acontecimento ocorrido a 7 de Janeiro de 1997, com um jacto Jumbo 747, encontrou inexplicavelmente turbulência ou forças, próxima desta zona ( 30 milhas a sul da intersecção de Champs), vários passageiros ficaram feridos, fazendo que desvia-se do seu curso de Filadélfia para San Juan e aterra-se em Nova Iorque. O que quer que causou o desaparecimento do C-133, fê-lo a uma altura muito mais baixa, não terá sido um distúrbio do fluxo do jacto. É justo mencionar outro exemplo ocorrido, onde um avião pareceu desmaterializar-se, após ter ocorrido problemas electrónicos e de rádio. Fonte: www.bermuda-triangle.org

FORÇA AÉREA PORTUGUESA – ARQUIVO OVNI

Existe várias situações ocorridas com a Força Aérea Portuguesa, algumas do conhecimento público e as outras??? Por isso é estranho o silêncio, e a não existência de registos ou algum organismo oficial, para analisar estas situações nomeadamente na Força Aérea Portuguesa. Pessoalmente acredito que exista. Como nota final vão algumas dessas situações ocorridas, com militares ou nas proximidades de suas instalações:

Inúmeros OVNI’S nos radares da FAP Elementos do CEAFI entraram em contacto com um elemento do Radar de Paços de Ferreira, acerca da possibilidade do referido Radar detectar Ovni’s. Mostrando-se o referido elemento um pouco cauteloso sobre o assunto, conseguimos no entanto retirar da conversa com aquele o pouco (e mesmo assim significativo) que a seguir transcrevemos:

(e mesmo assim significativo) que a seguir transcrevemos: CEAFI – Além das detecções normais de aviões

CEAFI – Além das detecções normais de aviões e outros aparelhos voadores cujo plano de voo seja vosso conhecido não detectam outros sinais?

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Os Açores na rota dos OVNIS

R – Bem, por vezes são apanhados no Radar objectos com uma velocidade diminuta, chegando por vezes a pairar na zona de Viseu e da Guarda, embora desapareçam repentinamente (inclusivamente têm ido caças da FAP no seu alcance mas nada encontram). Deve tratar-se de helicópteros

CEAFI – Mas vocês detectam a sua aproximação?

R – Bem, por vezes são detectados no interior da zona de alcance do Radar

CEAFI – Só apanham objectos assim, isto é. Lentos?

R – Às vezes apanhamos uns que parecem flechas de tal forma que pouco tempo estão no

ecrã, mas devem ser avarias do Radar.

CEAFI – Não têm detectado sinais com outras características?

R – Sim, por vezes são detectados objectos que fazem manobras bruscas de direcção mas

devem ser aviões estranhos.

CEAFI – Concluindo, todos os sinais ou são helis ou aviões ou então é o Radar avariado não?

R – Nem todos, pois há sinais que não consegue saber-se ao certo o que são. Com certeza

serão Jamings mecânicos.

CEAFI - ???

R – Isto é, placas metálicas largadas por aviões como cobertura para enganar o Radar.

CEAFI – Como se usa na guerra, não?

R – É isso mesmo.

CEAFI – Mas como não detectam o ou os aparelhos causadores?

R – Isso não sei

CEAFI – Não acha isso estranho?

R – Às vezes detectam-se objectos que não se identificam. Devem ser Jamings electrónicos,

que são sinais de interferência emitidos de barcos ou postos fixos.

Eis caros leitores as versões oficiais acerca dos estranhos objectos. Perguntamos: perante isto que se deverá fazer?

Fonte: «Revista Insólito nº 2 – Julho de 1975»

fazer? Fonte: «Revista Insólito nº 2 – Julho de 1975» base das Lajes Poderá consultar vários

base das Lajes

Poderá consultar vários casos ocorridos na Base Aérea Nº 4 das Lajes – Ilha Terceira – Açores. Estão descritos na:

(Secção Ovnis no Arquipélago dos Açores).

1 de Fevereiro de 1968 às 00h:15 horas – Cabrito, sobre instalações militares da USAF.

1973 - Base das Lajes – sobre a pista da base.

28 de Abril de 1980 pelas 00 horas, sobre a

Os Açores na rota dos OVNIS

1983 ou 1984 – Durante a noite e madrugada, algo desconhecido andou a sobrevoar a base das Lajes.

15 de Dezembro de 2004 às 09:55 horas, algo desconhecido sobre a pista da base das Lajes. Nota retirada de uma página na Internet: Quando voava com regularidade para os Açores, sei que havia muitos relatórios de OVNI’s, que pairavam com regularidade perto daquela base (referência à Base das Lajes).

No dia 4 de Setembro de 1957, quatro aviões F-84, da Força Aérea Portuguesa comandados pelo capitão José Lemos Ferreira, que viria a ser, cerca de 20 anos mais tarde, Chefe do Estado Maior da F.A.P. e Chefe do Estado Maior das Forças Armadas Portuguesas acompanhado pelos sargentos Alberto Gomes Covas, Salvador Alberto Oliveira e Manuel Neves Marcelino, partiram da Base Aérea da OTA, em Portugal. O voo era de treino de navegação nocturna, com destino a Córdova, Espanha, regressando em direcção a Portalegre e, finalmente, de novo OTA. De regresso, e depois da "volta" feita em Córdova, viram no céu, na direcção de Cáceres, a Norte, uma "esfera esquisita, parecendo um corpo celeste anormal". O objecto encontrava-se na posição frontal à dos aviões e sensivelmente à mesma altitude:

8.000 a 8.500 metros. O fenómeno foi descortinado primeiro pelo comandante e um dos sargentos e, posteriormente, pelos outros dois pilotos.

Fonte: «Revista Insólito nº 3 e 4 Agosto e Setembro de 1975» Página de José Garrido www.ovni.do.sapo.pt

de 1975» Página de José Garrido www.ovni.do.sapo.pt Em Novembro de 1959 , o general Conceição e

Em Novembro de 1959, o general Conceição e Silva (mais tarde foi Chefe do Estado Maior da FAP e Ministro da República para a Região Autónoma dos Açores) e outros colegas assistiram na parada da Base Aérea nº 1 em Sintra, à queda de cabelos de anjo, um filamento habitualmente associado à passagem de Ovnis.

Fonte: «Jornal Tal & Qual de 3 de Setembro de 1993»

PILOTOS DA FAP OBSERVAM FEIXE DE LUZ SOBRE TOMAR Data: 18 de Junho de 1975 Hora: Entre as 23H45 e as 00H15 Local: TOMAR, distrito de Santarém, província do Ribatejo Testemunhas: Aníbal Fuentefria Jacinto, 26 anos, mais cinco tripulantes, todos pilotos militares, a bordo de um avião Cessna Skymaster em viagem de Lagos para a base de Tancos. Condições meteorológicas: Céu limpo, com bruma no horizonte. Ausência de vento e temperatura de cerca de 15/18 graus. Visibilidade da Lua: negativa Tipo de observação: LN (Hynek) Índice de credibilidade: 3,38 Índice de estranheza: 3

SITUAÇÃO HISTÓRICA E GEO-MORFOLÓGICA A cidade de Tomar está situada nas duas margens do rio Nabão, na base de um monte acastelado, a 135 kms de Lisboa, 60 de Santarém e a 30 de Fátima. É possível conjecturar acerca do seu povoamento em épocas recuadas mas carece-se de documentação anterior ao séc. XII. A

conjecturar acerca do seu povoamento em épocas recuadas mas carece-se de documentação anterior ao séc. XII.

Os Açores na rota dos OVNIS

origem de Tomar está ligada à existência das velhas povoações de Sellium, estação luso- romana da via militar Scalabis (Santarém) – Aeminium (Coimbra e de Nabância cuja implantação ainda hoje se discute. De salientar naturalmente a importância do Castelo de Tomar, fundado por D. Gualdim Pais, mestre dos Templários em Portugal, e que assentaria também em ruínas de uma povoação existente no morro onde foi implantado. Quanto aos aspectos geológicos temos a considerar que Tomar está assente sobre calcários terciários. Os afloramentos jurássicos começam a 1 km ao norte da cidade. Os terrenos liássicos constituem uma banda N-S de seis kms ao longo do rio Nabão, estendendo-se por uma largura de 2,5 kms entre Pedreira e Casais. Na complexa tectónica desta área, sobressai uma rede de falhas geológicas de importância desigual que desenham uma rede ortogonal, ao norte da localidade. A principal das falhas meridianas pode-se designar por falha de Nabão. Existe um primeiro grupo de falhas com uma orientação WSW-ENE e outro com direcção N-S. A leste do vale do Nabão, ressalta uma rede muito cerrada de anticlinais e sinclinais. A outra região que nos interessa analisar sob o ponto de vista geomorfológico é a correspondente à vertical do lugar de imobilização do Ovni e que, pelos cálculos efectuados se situa sobre a Serra de Santo António, na região de Mendiga, aproximadamente. Trata-se de um maciço calcário jurássico, limitado a W e N por falhas normais. O planalto com o mesmo nome está recortado por diversas falhas de orientação NW-SE, por vezes injectadas por filões de rochas eruptivas doleríticas. Outras falhas, de direcção sensivelmente N_S, mais ou menos paralelas à estrutura tifónica da área, são também conhecidas. Sob o ponto de vista hidrológico, é uma região de morfologia kárstica, com numerosas bacias fechadas, grutas, algares e ribeiras subterrâneas.

A VIAGEM DE LAGOS PARA TANCOS Num avião Cessna Skymaster, as seis testemunhas – quatro pilotos e dois mecânicos – seguiam viagem desde Lagos até Tancos, base militar onde pertencem. A rota passava à vertical de Fátima. Na região de Santarém o controle da Torre de Lisboa solicitou aos ocupantes do aparelho que, logo chegados às cercanias da base, tentassem identificar um alvo desconhecido que não respondia às chamadas feitas para o efeito. Aníbal Jacinto, um dos pilotos, pormenoriza os incidentes da viagem:

Estávamos a ouvir o controle de identificações de todos os aviões que entram no sector da base, quando, a umas 10/12 milhas da zona de Tancos, vimos o alvo que tinha a aparência da luz de anti-colisão de um avião e cuja presença estava a ser dada pelo radar planimétrico. Naquele momento, estávamos a uns quatro mil pés de altura. Sei que foi depois de Santarém que eles nos pediram para fazer a identificação do alvo. Este, estaria a uma distância de oito a nove milhas de distância da base, para Oeste, no sentido do Oceano Atlântico portanto. Nessa altura, seguíamos rumo à vertical de Fátima.

Os Açores na rota dos OVNIS

O comandante do avião acelerou-o até ao máximo permitido, tendo-nos aproximado do alvo a umas cinco milhas, segundo as indicações do radar. Aí, a luz começou a deslocar-se para Oeste e a acelerar de tal modo que a distância entre nós aumentou rapidamente até que a luz desapareceu na bruma do horizonte. Ficamos a umas 30/40 milhas de distância em pouco

Ficamos a umas 30/40 milhas de distância em pouco tempo. O aspecto desse alvo - foi

tempo. O aspecto desse alvo - foi a única vez que o vimos - era o de uma luz vermelha, do tipo anti-colisão. Tinha um pulsar ritmado e essa era a única luz visível. Quando nos aproximamos mais, reparámos que não se apagava como o flash, mas um pouco mais lento, talvez de um em um segundo ou de dois em dois. Entretanto, no mesmo momento, vimos um avião comercial da TAP que entrava no território e se situava a umas 10 milhas ao nosso lado. A luz era muito mais potente do que a do avião.

PENSAMOS NO ERRO DO RADAR Estávamos a sul de Fátima. Quando vimos que não o podíamos alcançar, comunicamos com o controle de Lisboa e voltámos novamente para o bordo de Fátima para fazermos a descida para a nossa base. Quatro ou cinco minutos depois, aproximávamo-nos de Tomar, quando o radar de Lisboa nos informou que o objecto estava outra vez na zona. Começou a dar-nos indicações sobre a sua posição e nós movimentávamo-nos de acordo com as informações recebida. A dada altura ficamos a cerca de uma milha – distância que é quase a mínima que o radar consegue resolver – e não vimos luz nenhuma. Não nos tinha possibilidade de dar a

Os Açores na rota dos OVNIS

altitude porque na altura o controle tinha uma avaria. Apenas nos diziam que estávamos a uma milha à esquerda, depois atrás de nós e ainda para o lado da nossa asa direita. Tanto assim que pensámos que o radar estivesse avariado e a dar-nos indicações trocadas: olhem, está uma milha à vossa asa esquerda – diziam: Virávamos para lá e logo emendavam: afastou-se

. Andámos assim durante uns 20 minutos na área, até que, quando

estávamos na vertical de Tomar, ao darmos uma volta sobre a esquerda, a três mil pés, o radar

indicou-nos que os ecos estavam coincidentes no scope.

agora para cinco milhas

UMA LUZ INTENSA E SEM DISPERSÃO Estávamos então a ser controlados pelo radar civil, tendo o de Montejunto tentado o radar em altitude. Logo nos disseram que os ecos estavam coincidentes. Olhamos para cima e para baixo, tentando descortinar qualquer coisa. Procurámos intensamente na zona e foi então que, quando estávamos a voltar para a esquerda, na sombra da nossa asa, vimos um foco de luz muito intensa e de forma oval, muito limitada e sem dispersão alguma. Aquilo estaria a uns 500 metros ao nosso lado e a uma altitude superior à nossa porque vimos o foco mas não víamos a sua origem. Ele surgia já no enfiamento da nossa asa. Estávamos nessa altura a 900 metros de altitude e é difícil calcular o ponto de origem do foco. O ângulo de abertura do feixe luminoso, desde que surgia na nossa asa até ao seu encontro com o solo, abria muito pouco. Pelo que ele iluminou de Tomar – a praça principal – nós calculámos que seria, na base, uma elipse com cerca de 120/150 metros de comprimento maior por uns 75. O foco varreu a praça, dando a ideia de que tinha sido focado como se estivesse ligeiramente em movimento e daí que esse jacto de luz fosse varrer a zona durante uns dois segundos. Era uma elipse bastante excêntrica em virtude da inclinação que o feixe trazia. O que notámos desde logo foi a diferença com um tipo de avião que nós temos e que dispõe de um feixe potente mas cuja luz, ao chegar ao solo, se dispersa normalmente, com penumbra. Aquele não: onde caía era tudo branco, logo limitado pelo negro da noite. Não tinha esbatimento progressivo da penumbra. Estaríamos a uns 500 metros por sobre a periferia da cidade. O radar, dizia-nos que os ecos eram coincidentes porque o aparelho não tem poder de resolução para distâncias tão pequenas. A origem do foco estava por certo acima de nós. Ainda virámos para lá mas mal tentamos a manobra já o foco se tinha apagado e não vimos nada, nem sequer a luz vermelha que tínhamos visto de início. Suponho que, pela largura do foco na base, o ponto projector estaria, entre 150 a 300 metros acima de nós. Portanto, nós estaríamos a 3000 pés e ele a uns 4000 de altitude.

nós estaríamos a 3000 pés e ele a uns 4000 de altitude. REPETE-SE O JOGO DO

REPETE-SE O JOGO DO ALVO E DO AVIÃO A cor do foco era branca, tipo holofote. Não nos apercebemos de movimento na referida praça, pelo facto de ser noite e também pelo escasso tempo de projecção. Só nos convencemos de que aquilo não era nenhum avião. Um dos pilotos que ia connosco experimentou um certo pânico porque constatou isso mesmo. Nosso não era, porque não tínhamos qualquer informação sobre outro movimento através da Torre de Lisboa. Aliás, quando fizemos o relatório para a Região Aérea disseram-nos igualmente que não havia aviões nossos no ar. Um outro aparelho que tinha feito a mesma viagem, 15 minutos atrás de nós, ainda ficou no local para ver se localizava alguma coisa já que estávamos com pouco combustível.

Os Açores na rota dos OVNIS

De facto, na altura da observação, tínhamos registado a posição do alvo como coincidente com

a nossa. Como pouco depois voltamos para a base, o outro avião ficou na área tentando a busca, durante cerca de um quarto de hora. Andou também às voltas com o eco, como nos

aconteceu a nós. Ora para a direita, ora para a esquerda, não conseguiu ver nada, ficando com

a impressão que o radar de Lisboa não estava em boas condições. Nessa altura, o controle

continuava a afirmar que tinha o objecto na mesma zona, sempre referenciado pelo radar. Concluindo: o foco luminoso teria de comprimento mais de um quilómetro. Para iluminar daquela maneira só um laser. Nós temos helicópteros que tem um foco mais pequeno e dispersivo. Outros aviões, como os V 2 V 5 têm um projector que ilumina a longa distância mas dispersa a luz, sem dúvida. Outros aviões que passaram na zona, foram interrogados pela Torre sobre se viam alguma coisa estranha. De outras bases, viemos a saber que não houvera saídas de aviões. Por fim, a nossa Torre de Tancos também localizou o objecto. Aqui, o pessoal da noite parece ter tido uma certa experiência deste tipo de fenómeno, a que chamam luz fantasma. Por outras ocasiões, aconteceu o mesmo, segundo apurámos.

LUZ FANTASMA – VISITA FREQUENTE Soubemos isto mal chegamos à Base. Logo o pessoal de serviço nocturno nos informou que também via a tal luz fantasma que pouco antes passara por ali. O sargento de serviço disse- nos que o fenómeno passara à vertical do aeródromo. No fim de semana imediato, um dos tripulantes que fazia o nosso voo, o furriel Francisco, que estava de serviço às Operações, foi chamado juntamente com outro colega para ver a luz fantasma. Aí, identificou-a como sendo do mesmo tipo que havíamos visto sobre Tomar. A luz vermelha a lançar o mesmo foco de luz densa para o solo. O pessoal de terra viria a confirmar, aquando do nosso caso, a observação da mesma luz três ou quatro dias antes. O objecto encontrava-se na vertical da Base, deslocando-se no sentido vertical e horizontal com acelerações enormes que nem sequer são de helicóptero. Para uma imobilização daquelas só temos o heli ou os modernos aviões de descolagem vertical que são relativamente lentos a fazê-lo. Os pilotos que observaram esta luz disseram logo que não podia tratar-se de helicóptero. Além disso, não emitia o mínimo ruído. Enfim, não conheciam meio aéreo capaz de fazer aquilo. Não vejo motivos para qualquer confusão. Nos aviões, a luz anti-colisão é vermelha e as outras, na ponta das asas, não deixam qualquer dúvida. O aspecto do alvo era apenas luminoso. Nas observações da Base era o mesmo foco de propagação instantânea com uns dois segundos de duração. Andou por ali a passear até que arrancou em grande velocidade. Havia bastantes chamadas para a Base por causa da tal luz. Uns e outros, perguntávamo-nos se havia aviões no ar mas nunca encontrámos justificação para uma coisa daquelas.

AS CONDIÇÕES DE VOO E DOS TRIPULANTES Segundo o mesmo piloto, estava de facto bom tempo para fazermos voo nocturno sem problemas. Todos os tripulantes do Cessna estavam em boas condições físicas e psíquicas, portanto, de operacionalidade. As suas idades estão compreendidas entre os 21 e os 30 anos. Todos fizeram a observação a olho nu. O piloto que mais se assustou com o caso tem, inclusive, muitas horas de voo, cerca de 12 mil. Uns e outros eram conhecidas de missões em África e quando aquele viu o foco de luz, quis virar para o lado contrário mas o comandante de bordo forçou a manter o rumo e a alterá-lo para tentarem ver o foco. Trocaram rápidas impressões sobre a natureza do fenómeno e a propriedade do mesmo, não conseguindo atribuir o facto aos aviões comuns. A testemunha citada e o furriel Francisco, que observaria um objecto semelhante três ou quatro dias depois, eram os menos experientes. Não se verificaram interferências nem no avião nem efeitos secundários nos tripulantes. A duração total do caso, foi de cerca de meia hora para o primeiro Cessna e mais 15 minutos para o segundo aparelho que o seguia e permaneceu na área.

OUTROS FENÓMENOS REGISTADOS NA ÁREA Um outro ponto que merece a nossa atenção e que é sublinhado por Jan Heering é a da possibilidade deste tipo de emissão luminosa estar associada a um aspecto particular do fenómeno Ovni: o dos chamados foo-fighters. Ora a presença deste tipo de ocorrência não é singular na região em causa, de acordo com outros casos verificados em plena cidade, antes e depois do caso do Cessna.

Os Açores na rota dos OVNIS

Em 5 de Março de 1974 – Cerca das 6H30, uma bola de fogo semelhante à Lua na fase do ocaso, foi avistada pelo Sr. Herman Gomes da Silva, quando se dirigia de automóvel para aquela cidade (Tomar). O ovni foi visto elevar-se sobre um pinhal e acompanhou a testemunha durante o percurso. A dada altura, o Sr. Herman reparou que a bola de fogo se dirigia precisamente para a vertical do Castelo de Tomar onde parou a uma distância de 100 metros, emitindo um grande clarão.

Em 16 de Julho de 1978 – Cerca das 5H30, em pleno centro da cidade, a escassas centenas

de metros do Castelo, a Sra. D. Maria Emília Chambinho, viu uma esfera multicolor descer a

um metro do solo da rua onde habita. Após um ruído que foi descrito como o de uma porta a fechar-se, o ovni subiu na vertical. Para além de perturbações fisiológicas sofridas pela testemunha, foi recuperada pelos investigadores uma espécie de terra negra, libertando um odor a gás. O estudo deste caso continua em curso. Uma recente ocorrência, simultânea com a vaga de observações na noite de 30 de Agosto passado, na área da Grande Lisboa, vem trazer mais um dado à caracterização do fenómeno. Entre as 21H30 e as 22H, diversas pessoas, identificadas no relatório efectuado para o CEAFI encontravam-se na aldeia de Canto de Baixo, na Serra de Tomar, quando observaram umas luzes paralelas, vermelho-alaranjadas vivas que acendiam e apagavam por sobre a zona da albufeira de Castelo de Bode. Subitamente, as luzes apagaram-se, vindo a reaparecer (?) num ponto luminoso sobre Tomar ou perto da cidade. Era uma luz igual e grande que começou a descrever um arco, passando a uma forma de charuto, depois oval e por fim de quarto crescente ( Poucos minutos depois, as testemunhas viram aproximar-se simultaneamente, dois ou três objectos do Castelo de Bode e outros tantos de Tomar.

Fonte: Revista Insólito nº 36 Novembro / Dezembro de 1978

DUAS HORAS DE PASSEIO DE UMA NUVEM BIZARRA

Data: 7 de Janeiro de 1977 Hora: 15:15 Horas Local: Paços de Ferreira Testemunhas: Controlador de radar de uma base de intercepção e alerta em Portugal. (Identidade não divulgada a pedido). Tipo de observação: Observação radar; Radar Optics Notification.

observação: Observação radar; Radar Optics Notification. A entrevista que a seguir se reproduz, versa a

A entrevista que a seguir se reproduz, versa a movimentação de Ovnis no período que corresponde aos primeiros dias do ano de 1977, actividade essa notificada pelos meios usuais de detecção por radar da FAP. A experiência do entrevistado na sua qualidade de controlador de uma das principais estações de detecção portuguesa vem confirmar algumas das mais importantes observações de Objectos Voadores Não Identificados em algumas zonas do território nacional, mormente na área da cidade da Guarda, e que tiveram como observadores duas testemunhas

separadas entre si no espaço e no tempo, ambas apontando para um mesmo tipo de entidade

ou humanóide igualmente observado por uma destas testemunhas, nas proximidades de um

Ovni imóvel a baixa altitude.

O controlador entrevistado possui 7 anos de experiência nas suas funções e afirmou,

claramente, que as detecções de alvos não identificados no referido período eram em todas diferentes das situações que até ali havia experimentado. Referiu inicialmente que os sistemas actuais, sendo mais sofisticados, permitiam uma detecção mais eficaz, contribuindo igualmente para tal situação o facto dessa vigilância se fazer durante as vinte e quatro horas do dia. Nesses primeiros dias de 1977, a costumada rotina de pedido de identificação de engenhos

Os Açores na rota dos OVNIS

voadores foi quebrada pelo não cumprimento dessa obrigação por parte de um objecto voador não identificado.

PILOTO RECUSOU ENTRAR NA NÚVEM O raio de acção do radar, a partir da estação é de 220 milhas no planimétrico e de cerca de 40.000 pés no altimétrico. O alcance da nossa estação estende-se até Lisboa e para sul da capital a detecção é cometida a outra estação, cujo raio de acção vai até ao Mediterrâneo. Para os aviões a identificação não se torna difícil, uma vez que eles se deslocam por corredores áreas pré-determinadas. O movimento extraordinário será militar ou civil particular? De vez em quando, alguns destes aviões esquecem-se de reportar a sua rota e somos forçados a pedir a identificação. Relativamente a esses alvos esquisitos posso adiantar que numa sexta-feira, dia 7 de Janeiro, portanto estando eu de serviço, tive a oportunidade de seguir um desses objectos no écran do radar. Aliás, dias antes, terça e quarta- feira, tinha havido idênticas detecções que, como é habitual, foram alvo de relatórios envolvendo todos os dados relativos e coordenadas horas, etc. Nessa sexta-feira, isso aconteceu por volta das quinze horas e quinze, prolongando-se a situação até cerca das dezassete horas e quarenta. Curiosamente o sinal registado era idêntico ao de um avião, pormenor confirmado mais tarde por meio dos aparelhos que tentaram a intercepção visual. É de salientar o facto de o radar altimétrico não detectar o alvo e fazê-lo em relação aos aviões, facto que, na terça e quarta- feira anteriores se tinha registado igualmente em relação aos próprios objectos não identificados. O referido objecto começou por ser detectado à hora já referida deslocando-se para Sul numa zona entre Montalegre e Chaves. Daí prosseguiu até Penodono, Sernancelhe, flectindo depois sobre o curso do Mondego vindo a pairar sobre a zona de Anadia onde se manteve durante algum tempo. Posteriormente deslocou-se de novo para sul até Coimbra tendo estacionado sobre o rio Mondego durante cerca de um quarto de hora. Todo este trajecto é feito à velocidade média 70/80 km/h, durante pouco mais de 2 horas. Verificou-se apenas um aumento nítido de velocidade a partir da segunda tentativa de intercepção feita sobre a zona de Anadia onde o objecto terá atingido entre 200 a 300 km/h. Recapitulando, um primeiro caça saído de Monte Real tinha tentado um primeiro contacto sobre a região de Sernancelhas, mas o piloto não conseguiu registar nenhum tipo de engenho voador. Entretanto tinha-me sido solicitado que entrasse em contacto com os postos de GNR distribuídos ao longo da trajectória do objecto. Recordo que, numa altura em que contactava com o posto de Sernancelhe, o avião de Monte Real sobrevoava aquela região. Insistindo perguntei aos agentes se não estavam a ver nada no céu incluindo o caça. Isto porque o piloto deste último nos tinha informado que o alvo do seu radar coincidia com uma nuvem. De acordo com as informações dos agentes da GNR, o tempo estava bom havendo de facto a assinalar algumas nuvens claras. Ora o piloto do caça tinha falado na tal coincidência de uma dessas nuvens ser o alvo do seu radar. Voando a uns 10.000 pés o caça chegou a andar na ordem dos 3.500 pés o que de algum modo dará uma ideia quanto à altitude de tal nuvem. Apesar das insistências do oficial que controlava a operação o piloto do caça recusou-se a entrar na nuvem que ele descreveu como sendo um cúmulo que parava na zona de Sernancelhe juntamente com as outras observadas pela GNR local.

descreveu como sendo um cúmulo que parava na zona de Sernancelhe juntamente com as outras observadas
descreveu como sendo um cúmulo que parava na zona de Sernancelhe juntamente com as outras observadas

Os Açores na rota dos OVNIS

A nuvem tinha cerca de 5.000 pés de espessura e 3.500 pés de diâmetro, e segundo a descrição do guarda a sua

tonalidade era muito clara. Para todos os efeitos o piloto achou por bem não

se meter no cúmulo. Depois de pairar

algum tempo na zona, o piloto desiste

e volta para a base sem ter

conseguido identificar o alvo que se

confundia com a misteriosa nuvem.

Logo de seguida, descola novo avião

de S. Jacinto que ao aproximar-se do

objecto, passando-lhe inclusive pela frente, faz com que este se desloque cerca de 7 milhas para sul, trajecto este feito em cerca de um minuto. Aparentemente, aquilo que o se3gundo avião observa continua a ser a nuvem cuja posição coincide igualmente com o alvo registado no nosso radar. Na sua deambulação a nuvem alterou bastante a altitude, chegando a descer, segundo informação do piloto do segundo avião a cerca de 2.500 pés. Quanto a distinguirmos as nuvens dos restantes alvos móveis no espaço aéreo é ponto assente que para nós não há confusão possível. O seu aparecimento no radar – vulgarmente registamos as passagens das chamadas frentes em

meteorologia – é distinto daquilo que estávamos apanhando nessa sexta-feira. A sua trajectória era demasiado inteligente, coincidindo quase com o percurso do voo TAP Bragança – Lisboa.

O vento soprava de 040050 com uma intensidade cerca de 40 nós precisamente pela

rectaguarda da insólita nuvem. Os pilotos prosseguiram o contacto visual até cerca das 17H30

já que a partir desta hora a aproximação do crepúsculo não permitia a continuação dos

sobrevoos. Assim não estivemos só nós a acompanhar a trajectória da nuvem suspeita da qual perdemos o rasto subitamente a partir de uma milha a sul de Coimbra. Talvez pelo facto não podermos contar com o altimétrico. Entretanto o desaparecimento da nuvem dá-se quase uma hora depois do avião da base de S. Jacinto ter abandonado o contacto.

do avião da base de S. Jacinto ter abandonado o contacto. OBSERVAÇÃO RADAR CONFIRMA CASO NOS

OBSERVAÇÃO RADAR CONFIRMA CASO NOS ARREDORES DA GUARDA Em relação à detecção de terça-feira, dia 4 de Janeiro, posso adiantar que o caso foi registado por um colega meu e desenrola-se de modo algo semelhante ao anteriormente narrado. Nesse dia o objecto entrou pela mesma região mas deslocando-se sensivelmente por um rumo mais afastado para além das 50 milhas de alcance dirigindo-se para a região da Guarda. Segue-se logo de seguida uma intercepção por um avião sobre o referido local durante a qual o piloto baixa mas já nada vê. Ora no preciso local onde se dá o desaparecimento do objecto, verificar-

se-ia, no dia seguinte, pelas noticias dos jornais, que ele coincidia precisamente com a zona de observação de uma das testemunhas do humanóide no exterior do objecto, ou seja na zona do Carrapito nos arredores da Guarda. O registo desse alvo é feito pelo radar de terra uma vez que o piloto não consegue o contacto visual. Aliás, posteriormente, estivemos a comparar o trajecto que havia ficado marcado na sala de operações e comprovamos que efectivamente o último sinal no nosso radar se ajustava ao local onde uma das testemunhas tinha visto o humanóide e o objecto subitamente desaparecidos da sua vista. Nesse dia o objecto tornou a ser referenciado mais a sul acabando ao que parece por se afastar no sentido do oceano pela zona de Peniche.

O tipo de sinal então registado era idêntico ao que por mim foi detectado na sexta-feira

seguinte. Ainda em relação à intercepção de terça-feira ela ocorre durante o dia não

Os Açores na rota dos OVNIS

coincidindo apenas com a hora de observação das testemunhas de terra. No entanto é possível que o objecto tivesse mantido por bastante tempo na zona da Guarda.

Fonte: «Revista Insólito nº 34 Agosto / Setembro de 1978»

A 17 de Junho de 1977, incidente com um avião DO 27 sobre a barragem de Castelo de Bode, próximo de Tomar. ENCONTRO IMEDIATO SOBRE CASTELO DE BODE. Um dos casos mais paradigmáticos conhecidos em Portugal de um encontro imediato com Objectos Voadores Não Identificados, foi o que ocorreu, com um piloto da Força Aérea Portuguesa, próximo de Tomar. O "incidente" aconteceu em 17 de Junho de 1977 sobre a Barragem de Castelo de Bode, próximo de Tomar. Com efeito, José Francisco Rodrigues, na altura com 23 anos, Furriel da FAP pertencendo à Esquadra 31 da Base Aérea nº 3, em Tancos, com mais de 850 horas de voo, foi interveniente num acontecimento

que nunca se esquecerá. "Andava a escolher em que nuvem havia de se meter" quando viu algo escuro, muito escuro, no meio de uma, que contrastava com as restantes que eram esbranquiçadas; nesse momento deveria estar sobre a vertical daquilo que julga ser uma subestação da Barragem. De imediato pensou tratar-se um avião "cargo" fazendo também um "voo de instrumentos" e que "aquela mancha escura" seria o nariz do radar, mas logo constatou que o nariz do avião seria extremamente pequeno em relação ao "corpo" que via. Iniciou a volta pela esquerda contactando simultaneamente a torre indagando se havia "tráfego" na zona. Informado negativamente, solicitou que aquela contactasse com BATINA (radar) para averiguar da existência de actividade aérea não identificada naquela área. Informado negativamente, prosseguiu a volta pela esquerda até ter completado 315º. Foi então que surgiu-lhe o objecto a cerca de 6 metros, pelas 11 horas. Nesta altura, o que parecia ser a metade inferior daquele "corpo", que teria entre 12 e 15 metros de comprimento, era bem visível enquanto a restante estava encoberta pelas nuvens parecendo encontrar-se parado ou deslocando-se a velocidade reduzida. Observou-o durante uns 3 segundos o que foi o suficiente para verificar que era escuro, quase preto, apresentando saliências que presumiu serem janelas - talvez três, quatro ou cinco - de cor branca- amarelada e que "não eram transparentes". O furriel José Francisco Rodrigues pensa que o objecto terá partido a grande velocidade, uma vez que, repentinamente, deixou de vê-lo. Segundo a testemunha, numa fracção de segundo houve vários acontecimentos que sucederam quase em simultâneo: assim, enquanto observava o OVNI e ao fim de uns três segundos a DO-27 entrou em "perda"! Nas suas palavras, a aeronave entrou "numa picada incontrolável ", pelo que deixou de ver o "fenómeno". O piloto acha que a "picada" teria sido provocada, muito provavelmente, por uma falha dos filetes de ar na asa, porque o motor manifestou fortes vibrações que originaram a

provavelmente, por uma falha dos filetes de ar na asa, porque o motor manifestou fortes vibrações
provavelmente, por uma falha dos filetes de ar na asa, porque o motor manifestou fortes vibrações

Os Açores na rota dos OVNIS

"perda do avião", totalmente fora das suas características. A falta de sustentação da DORNIER foi de tal ordem que o furriel Francisco afirmou:

os comandos no sentido de

recuperar o avião sem que ele reagisse; cheguei inclusive a activar, cruzando os comandos na tentativa de recuperar, levando o manche à frente; porém, o avião atingiu rapidamente os 140 e, de seguida, os 180 nós. Tentei novamente a recuperação da picada o que consegui finalmente muito perto do solo. Penso mesmo que cheguei de tocar nas árvores ali existentes; por sua vez Gyro (Giroscópio Direccional Eléctrico) enlouqueceu, porque, quando recuperei, apresentava um desfasamento de 180 graus em relação à bússola ; isto é, depois de ter recuperado reparei que me dirigia para Norte e não para Sul". Da observação foi feito um relatório preliminar e enviado a Estado Maior da Força Aérea

"pensava não me safar daquela vez". E prosseguiu "

activei

Portuguesa. Algumas pessoas testemunharam do solo, que o avião fazia um tremendo ruído parecendo cair em "folha morta".

um tremendo ruído parecendo cair em "folha morta". Piloto José Francisco Esboço do objecto observado Quando

Piloto José Francisco

cair em "folha morta". Piloto José Francisco Esboço do objecto observado Quando o piloto regressou à

Esboço do objecto observado

Quando o piloto regressou à BA nº3 foi submetido a exames médicos, concluindo-se que encontrava-se de perfeito estado de saúde, tendo elaborado um relatório do sucedido para o Estado Maior da Força Aérea. Alguns dos colegas do piloto ainda insinuaram que o furriel José Francisco teria visto a Barragem de Castelo de Bode de cabeça para baixo. Porém, este contrapôs: "Não sou doido! Se tivesse feito um voo invertido teria espetado quatro parafusos na cabeça que estão salientes no teto do avião".

Fonte: «Revista Insólito nº 37 Janeiro/Fevereiro/Março de 1979» Página José Garrido http://ovni.do.sapo.pt/principal/clasport/jfranc/jofranc.htm

A 2 de Novembro de 1982 o incidente sobre Montejunto com dois pilotos da FAP da Base Aérea Nº 2 da OTA com aviões Chipmunk. Os documentos resultantes do relatório mantêm-se secretos apesar de terem sido enviadas cópias a um grupo especial de investigação da NATO.

cópias a um grupo especial de investigação da NATO. Na imagem da esquerda, um dos pilotos

Na imagem da esquerda, um dos pilotos intervenientes na observação do objecto (à direita) avistado sobre a região de Montejunto

Este incidente aéreo não-identificado constitui sem dúvida, pelo seu alto nível de credibilidade e estranheza, um dos mais significativos da história da fenomenologia aérea não-classificada, nacional e internacional. Tanto as condições de observação como o nível das capacidades e acuinidades técnico- profissionais das testemunhas envolvidas (três pilotos da Força Aérea Portuguesa).

Os Açores na rota dos OVNIS

Naquela manhã, o dia estava transparente e

luminoso, com o céu limpo e visibilidade ilimitada. Três pilotos da FAP saíram da base aérea nº 2, situada na Ota, com destino ás suas zonas de treino. O Tenente Júlio Guerra começou por aperceber-se, cerca das 10:50, da presença de um objecto brilhante deslocando-se de norte para sul, a baixa altitude, sobre a região de Vila Verde dos Francos, serra de Montejunto. Subitamente o referido objecto elevou-se bruscamente e colocou-se à mesma altitude do avião militar, uns 1500 metros. "Tratava-se de um objecto que parecia uma grande «bolha de mercúrio» constituída por dois hemisférios, sendo o inferior de cor avermelhada, metálica e brilhante. Na junção dos dois hemisférios, e no sentido equatorial, tinha uma espécie de protuberâncias. Teria cerca de dois metros de diâmetro real", explicou o tenente Guerra. A grande velocidade o engenho começou a descrever círculos em redor do monomotor, obrigando o piloto a fazer curvas apertadas para não o perder de vista. As tripulações das outras naves militares foram alertadas, bem como a torre da Base Aérea nº 2. Inicialmente, o relato do tenente Guerra mereceu apenas alguns gracejos habituais nestas circunstâncias. Felizmente, cerca das 11:05, dois outros pilotos, tripulando uma outra aeronave, resolveram verificar com os seus próprios olhos a que se devia a excitação do seu camarada de profissão.

O objecto começou a descrever círculos

de profissão. O objecto começou a descrever círculos Foto Montagem do incidente sobre a região de

Foto Montagem do incidente sobre a região de Montejunto

Eram eles os alferes Carlos Garcês e António Gomes. Dupla perseguição ao desconhecido, enquanto o segundo avião não chegou ao local o tenente Guerra ia-se dando conta das incríveis evoluções e acelerações do pequeno objecto voador. Os cálculos efectuados sugerem que o engenho desconhecido levava sensivelmente meio-minuto a descrever uma volta com o diâmetro de 7km e um perímetro na ordem dos 21kms. Contas feitas, a sua velocidade média ultrapassa os 2500 kms/hora! A partir do momento em que a segunda aeronave militar se juntou à do tenente Guerra, os outros dois pilotos puderam também seguir as suas evoluções. Nesta altura, o tenente Guerra tentou, com algum risco, interceptar o engenho, mas este desviou-se e, animado de grande velocidade, descreveu uma última curva e afastou-se para sudoeste, perdendo-se da vista dos três pilotos. Eram 11 horas e 15 minutos.

Fonte: «Anomalia – Volume 3 de 1995» e Portugal Misterioso, selecções do Reader's Digest Página de José Garrido http://ovni.do.sapo.pt/principal/clasestr/china/RPChina.htm#OVNI

Dezembro de 1995:

No dia 14 e 15 de Dezembro de 1995 várias dezenas de testemunhas da região de Guimarães informaram os orgãos de comunicação locais do avistamento de fenómenos luminosos, aparentemente estruturados, deslocando-se a baixa altitude. As observações foram feitas a partir de diferentes locais por um variado leque de testemunhas, incluindo agentes da PSP e

Os Açores na rota dos OVNIS

um oficial da Força Aérea que se deslocava pela auto-estrada Porto - Braga. Este último negou que o objecto luminoso, observado cerca das 8 horas da manhã, ainda em plena obscuridade, fosse uma aeronave convencional. Segundo a descrição de uma das testemunhas, o objecto foi comparado ao de um autocarro voador, de cor de alumínio baço, com duas fileiras de janelas escuras, com uma vermelha na traseira e uma branca, tipo foco, na parte da frente. Confirma-se que a 50 km, na Serra da Padrela, realizavam-se exercícios militares, para treino de soldados que iam partir em missão para a Bósnia. Nesses exercícios participaram vários meios aéreos, incluindo helicópteros pertencentes à esquadra nº 12 de Paços de Ferreira. As investigações efectuadas pelo nosso colaborador General Conceição e Silva, junto da FAP, não revelaram que qualquer aparelho militar possa ter ocasionado a mini-vaga de observações em Guimarães. Segundo a FAP, no dia 14 de Dezembro, não houve actividade de helicópteros antes ou depois das 8 horas da manhã, nem se registou qualquer voo nessa área e a essa hora.

Fonte: Newsletter da CNIFO – Verão de 1996

1996 – Base Aérea nº 11 – Beja Extracto de um artigo publicado na página da APOVNI, em 12 de Agosto de 2005, da autoria de António Azeitona. Longe vai o tempo em que o comandante da base aérea de Beja negava peremptoriamente que o celebre ovni em forma de cabaça acharutada, isto à 9 anos, tivesse de alguma forma ter sido avistado por cima da base.

Os novos ventos em Alfragide vêm contrariar aquilo foi feito a dois soldados que estavam estacionados na B.A. de Beja em 1996, estes soldados foram mandados vir a Lisboa tendo sido interrogados durante quase 12 horas seguidas, com o fim de lhes meterem medo para que não contassem nada a ninguém, referente ao grande disco voador que esteve parado alguns minutos sobre a B.A. Beja e que eles presenciaram mesmo por cima das suas cabeças. Perante aquilo que consegui apurar a mentalidade da FAP nesse ano, erradamente levou-os a enveredar por esse acto de meterem medo, quando a atitude mais inteligente era investigarem esses dois soldados, porque o avistamento era para os soldados e não para a base, era o rebuçado para os soldados. A nave estava ali para premiar os soldados abduzidos, era como se viessem agradecer o tempo que eles tinham dispendido em favor da causa abdutiva. Lembro-me da EX-APPO ter-se deslocado a Beja e como havia conhecimentos dentro da B.A. Beja, tínhamos como objectivo encontrar a senhora cabo que tinha aparecido na TVI declarado que tinha visto à distância uma nave, lá na base. Conseguiu-se saber que esse cabo no dia a seguir ao ter aparecido na TVI foi de imediato destacado dessa base para lugar incerto. Também nesses anos alguns dos elementos do núcleo de Beja eram seguidos por carros com matrículas falsas durante muitos quilómetros. Acontecia também aparecerem esses carros e lá de dentro saíam homens jovens com corte de cabelo à militar e sem lhes darem autorização começavam a tirar fotos aos nossos elementos, parecia que havia uma tentativa deliberada de intimidação. Outras vezes sentia-se muitos cliques nas linhas telefónicas dos nossos companheiros eu próprio fui testemunha dessas interferências.

muitos cliques nas linhas telefónicas dos nossos companheiros eu próprio fui testemunha dessas interferências. 70

Os Açores na rota dos OVNIS

Esperamos que as novas mentalidades que esvoaçam em Alfragide e na Rua Alexandre Herculano em Lisboa, deixem-nos trabalhar em paz e sossego em prol do futuro desta terra.

Fonte: www.apovni.org

10 de Março de 2005

Pelas 17:45 horas, ao final do dia existia uma neblina, e nós observamos perto da cidade e da Base Aérea nº 11 de Beja, algo a planar entre as nuvens, mas quando o céu ficou um pouco limpo vimos um estranho avião tipo de um grande charuto que aparentemente movia-se lentamente no sentido do topo norte da base, depois o avião desapareceu. O meu companheiro viu o estranho objecto de início pensa que fosse um avião militar, mas sem asas?! Motores?! Nenhuma saída de fumo?! A cor era como o aço, cinzento com tom de azul. Não era a primeira vez em 1992 aconteceu um período de observações, curiosamente estamos vivendo outro na região.

Fonte: www.nuforc.org

estamos vivendo outro na região. Fonte: www.nuforc.org 1 de Junho de 2004 , observação de Norte

1 de Junho de 2004, observação de Norte a Sul de Portugal, a Força Aérea informou que os radares de defesa aérea registaram um alvo, o objecto foi detectado nos radares da base aérea n.º 6 de Montijo e n.º 11 de Beja o objecto não identificado, também observado por algumas torres de controle de tráfego aéreo. Os F16 da FAP estiveram em estado de alerta. Mistério – Objecto que traçou céus de Portugal continua por identificar.

FORÇA AÉREA DE PREVENÇÃO 7. 6.2004 Alguma coisa passou anteontem à noite nos céus de Portugal. Os radares de defesa aérea localizaram-na, embora as autoridades não soubessem dar-lhe nome. O mais adequado parece ser Objecto Voador Não Identificado (OVNI) e, por isso mesmo, a Força Aérea está em estado de alerta com radares e caças F-16.

Muitos foram os que viram uma “luz intensa, com fumo”. O CM falou mesmo com um automobilista que afirma ter observado um objecto emiti-la. Já para o astrónomo José Matos tudo se resumiu ao reflexo de um satélite. O fenómeno deveria repetir-se ontem. Isso poderia explicar a luz. Mas não o objecto. Com efeito, o porta-voz da Força Aérea Portuguesa (FAP), coronel Carlos Barbosa, afirmou que os radares de defesa aérea registaram um “alvo” durante dois ou três minutos. O “alvo” não era qualquer avião identificado como tal. O fenómeno, descrito como uma luz branca e intensa, com fumo e sem som, foi também detectado por controladores de tráfego aéreo de Beja e do Montijo e avistado pelos bombeiros do Aeroporto de Lisboa. Outras informações reforçam a presença de algo além de uma luz. Segundo Paulo Lagarto, da empresa gestora do espaço aéreo português, NAV, “às 23h44 [de terça-feira] a torre de controlo do Porto detectou um objecto com uma atitude ascendente, que 25 minutos antes tinha sido reportado no Montijo e em Beja como um objecto não identificado”. Fernando Monteiro, docente investigador do Departamento de Geologia da Universidade de Ciências de Lisboa, rejeitou a possibilidade de queda de um meteorito. “Seria muito mais rápido e causaria um enorme estrondo”, disse ao Correio da Manhã, “eliminando” a hipótese de outros fenómenos meteorológicos. Fora de questão ficou ainda a hipótese de precipitação de um satélite ou de fragmentos do mesmo. Apesar de garantir ao CM desconhecer o que sucedera, o porta-voz da Agência Espacial Europeia, Franco Bonacina, disse que a agência saberia, se fosse um aparelho desses.

o porta-voz da Agência Espacial Europeia, Franco Bonacina, disse que a agência saberia, se fosse um

Os Açores na rota dos OVNIS

Confrontado com os dados da FAP, o astrónomo José Matos manteve a explicação, segundo a qual a luz intensa era o reflexo do satélite «Iridium» e voltaria a ser vista na noite passada. “Estes satélites orbitam a cerca de 780 quilómetros de altura e cada um deles tem três antenas polidas, como se fossem espelhos, que podem reflectir a luz solar”, disse.

O QUE NÃO FOI

Queda de um meteorito: ocorreria muito rapidamente e causaria um enorme estrondo. Bola de luz (ball lightening): fenómeno associado à ocorrência de tempestades. Outro qualquer fenómeno meteorológico. Queda de um satélite.

O QUE PODE SER

Objecto Voador Não Identificado (OVNI), sem conotação com vida extraterrestre. Efeito que a Comunidade científica ainda não consegue explicar. OVNI, conotado com inteligência extraterrestre. Reflexo do satélite de comunicações Iridium.

DADOS DA FAP Objecto: OVNI Forma: Fusiforme (tipo vaivém da NASA) Radares: Registos em Foia e Montejunto, anteontem, às 22horas. Duração: 2 a 3 minutos. Velocidade: 120 a 900 km/h. Registos de altitude: 2100, 3000 e 12.100 metros.

NENHUM OBJECTO FABRICADO PELO HOMEM É CAPAZ DAQUILO À minha frente estava um objecto. Primeiro pareceu-me um avião. Quando começou a descer ficou envolto em fumo branco e lançou um foco de luz controlada, que não se propagou, nem alcançou o chão: ficou a meia altura. Pensei que fosse uma aeronave em apuros. Liguei para o 112. Não devem ter passado cinco minutos e o objecto, que não emitia som, começou a subir numa trajectória em ‘s’ e desapareceu rapidamente. O fumo também desapareceu logo. Luís Jorge Carmona Pires, que trabalhou 13 anos nas Oficinas Gerais de Material Aeronáutico e cinco no departamento de helicópteros da companhia dos diamantes de Angola, não tem dúvidas: “Não há qualquer objecto fabricado pelo Homem que faça aquilo.” O encontro inesperado ocorreu, anteontem à noite, quando circulava na A23, entre Torres Novas e Castelo Branco junto ao nó de Vila Velha de Ródão. Surpreendeu-me que o fumo, mais parecido com vapor de água, não se dissipasse lentamente”, observou Luís Jorge, notando ainda que, do registo de chamadas do telemóvel, desapareceu a que fizera para o 112.

Fonte: «Jornal Correio da Manhã»

10 de Abril de 2005 - Sines

«Jornal Correio da Manhã» 10 de Abril de 2005 - Sines voltamos para Lisboa. Sines no

voltamos para Lisboa.

Sines no litoral Alentejano, a cerca de 180 km de Lisboa, um dos portos com águas mais profundas e terra de refinarias e industrias pesadas, têm-se tornado palco dos mais vastos avistamentos de ovnis nos últimos anos, quase que se pode dizer ser Sines a Meca dos ovnis Portugueses. Ontem domingo 10 de Abril de 2005, Abel Moreira, Carla Batista e Luís Aparício estiveram de visita aos nossos colaboradores Nuno Alves e Sílvio Guerrinha. Fizemos um percurso turístico, visitamos os diversos locais onde se deram avistamentos recentes e pelas 18 horas

Os Açores na rota dos OVNIS

Pelas 22 horas somos confrontados pelo Nuno Alves, pessoa que nos merece o maior grau de credibilidade, com a seguinte informação:

Lúcia, esposa do Nuno Alves, estava à janela a estender a roupa, deveria ser cerca 21:30 horas e vê passar na lentamente uma luz enorme, em forma de charuto e com a parte dianteira

ovalada. Esta cabeça emitia uma luz muito forte provocando encandeamento onde também emitia flashes e raios em várias direcções para a atmosfera ao seu redor permitindo com estes raios e flashes observar o seu vulto (formato). De imediato chama pelo marido. Verifica então que outras pessoas estavam também a ver o mesmo.

O fenómeno deslocava-se a cerca a de 3000 metros de altitude e teria cerca de 40 metros de

comprimento.

O avistamento terminou eram 21:48 horas.

Incrível explosão em Sines e arredores Hoje segunda-feira 11 de Abril de 2005 às 17:09 horas, registou-se duas explosões gigantescas em Sines. Estas explosões registaram-se na atmosfera tendo o seu estrondo durado cerca de 4 segundos cada uma. Em contacto com os bombeiros soubemos que receberam inúmeras chamadas de pessoas alarmadas. Também a Protecção Civil de Sines foi

muito contactada. As diversas fábricas em Sines tiveram os seus alarmes disparados. Na fábrica da Repsol, antiga Borealis, que produz plásticos, um reactor enorme cilíndrico, rebentou e lançou para a atmosfera muito fumo, tendo de seguida ficado inoperativo. Não há conhecimento de outros danos, nem se encontra explicação para estas explosões na atmosfera.

O barulho foi ouvido em Santiago do Cacém , Cercal do Alentejo, Sines ,Porto Covo, Melides

entre outras localidades! Em Melides que fica a 30 km a Norte de Sines, as casas abanaram com os estrondos, tal foi a sua intensidade e duração. Ainda segundo Nuno Alves, um dos nossos colaboradores em Sines, foram visto dois objectos ontem (2005/04/11) no Cercal do Alentejo a alta velocidade, sendo possivelmente estes que provocaram os dois estrondos alertando as populações vizinhas! As pessoas residentes no Cercal, não dão a certeza de ser aviões ou outros objectos quaisquer.

Explicação para os dois estrondos em Sines.

Os dois fortes estrondos que, anteontem, assustaram as populações do litoral alentejano foram causados por dois aviões F-16, ao ultrapassarem a barreira do som, disse, ontem, à agência Lusa, o porta-voz da Força Aérea, coronel Carlos Barbosa. Não se registaram danos. Os dois caças descolaram da Base Aérea de Monte Real, onde estão estacionados, para prestar apoio a um avião que estava com dificuldades de comunicação, acrescentou. Atendendo à emergência da situação, que aquele responsável militar se escusou a revelar, os aviões terão ultrapassado a barreira do som mais perto de localidades do que fazem habitualmente nos exercícios. Os enormes estrondos produzidos foram ouvidos numa extensa faixa de cerca de 100 quilómetros, entre Santiago do Cacém (Alentejo Litoral) e Aljezur (Algarve), disse o comandante Nazário, dos Bombeiros de Odemira, outra das localidades onde soaram os estampidos. Quando aviões supersónicos, como é o caso do F-16 (que atingem quase 1500 quilómetros/hora), ultrapassam a barreira do som (cerca de 1150 quilómetros/hora) produzem ondas de choque que causam um barulho semelhante a uma explosão. O porta-voz da NAV Portugal, que gere o tráfego aéreo, negou que a situação tenha sido uma emergência. Ficamos baralhados a NAV diz que não havia emergência nenhuma e a FAP andou a velocidades que fez abanar as casas e provocou danos em fábricas. O que é que a FAP andava a perseguir, seria um avião em dificuldades ou algum ovni, tão comum neste região do

Alentejo?

Força Aérea recusa informar Segundo o Jornal O Público, a Força Aérea Portuguesa, recusou-se a responder à pergunta que tipo de avião era esse que estaria em apuros de comunicação, dizendo que isso é segredo e não poderá ser revelado. Nota-se assim que o mistério aumenta com esta recusa de informação por parte da F.A.P.

Fonte: www.apovni.org

OVNIS ABATIDOS EM PORTUGAL

Os Açores na rota dos OVNIS

Colocada: 09-06-2005 09:55:59 Assunto: Acobertamento de incidentes ovnilógicos em Portugal Gostaria que lessem esta mensagem que descobri num fórum da BURN do Brasil. Vou reproduzir um pequeno extracto do texto, que considero mais interessante:

Existe um caso já com uns anos em que a Força Aérea Portuguesa registou nos radares

um objecto voador não identificado perto da Base Aérea, onde este objecto passado poucos minutos simplesmente se desloca para parte incerta! Foram lançados dois aviões caças que supostamente dispararam mísseis atingindo este objecto. Isto durante a noite. Na manhã seguinte um helicóptero de cargas pesadas PUMA descolou da pista regressando horas depois com um artefacto de forma muito estranha a que alguns militares já aposentados alegam ser definitivamente um ovni. Este objecto foi recolhido e colocado num hangar fortemente guardado pela policia aérea da unidade. O comandante desta base segundo alguns militares alegou que se trataria de um satélite que teria caído em solo português e que estes se limitaram a fazer uma recolha deste aparelho. De seguida informaram os militares para não se aproximarem do hangar, por causa da suposta radioactividade que este poderia ter! Os militares envolvidos foram chamados a Lisboa e levaram uma lavagem cerebral, fazendo estes acreditarem que não se trataria de um ovni. Segundo um amigo meu envolvido alegou que chegaram a ameaçar os militares e suas famílias. Uma coisa é certa é que Portugal não tem satélites, e se fosse realmente um satélite já o teriam recolhido! Porque este continuou na base e supostamente ainda se encontra nesta base! Tem surgido muita polémica sobre este incidente, mas que está fortemente guardado pelos militares. Existe também relatos de que teria caído também um ovni na Serra da Gardunha, onde o governo encobriu toda a divulgação. Existe também relatos da queda de um ovni em pleno Algarve em que estiveram envolvidas forças militares, abafando este incidente. Muitos ufólogos portugueses continuam não acreditando nestes casos, enquanto outros ainda tentam desvendar este mistério! Eu estive envolvido neste mistério, na altura colaborava com a ufogenesis e tinha descoberto informação muito útil e provas de que estes tinham em sua posse um ovni, mas que já não seria o primeiro! [ ]

] [

Passado dois dias alguém invadiu o meu computador, apagando toda a matéria que já tinha recolhido e ainda fui ameaçado de diversas formas.

Descobri que o governo português, tem um grupo governamental secreto de investigação ovni,

que tem o nome de sétima companhia. [

[

]

]

Fonte: www.mail-archive.com/ufoburn@yahoogrupos.com.br/msg01514.html

Opinião pessoal:

Ao ler esta mensagem no fórum da BURN, não fiquei muito surpreendido, porque apesar da Força Aérea Portuguesa demonstrar alguma abertura em relação ao fenómeno OVNI, certamente tem conhecimento de muitas situações, deve possuir muitos arquivos classificados dificilmente virão a ser do conhecimento geral. Assim como acredito que exista algum organismo oficial ligado aos meios militares ou aos serviços de segurança interna, neste caso o seu nome será irrelevante. Em relação há existência de um ovni guardado num hangar de uma Base da FAP, pela descrição que o autor da mensagem do fórum faz, somente conheço um local possível e esse local será a BA nº 6 do Montijo. E passo a explicar o porquê! Os helicópteros PUMA, estão estacionados somente em duas bases aéreas, que são a BA 4 nas Lajes, ilha Terceira e na BA 6 do Montijo.

Os Açores na rota dos OVNIS

Se o autor da mensagem afirma, que um helicóptero Puma, deslocou pela manhã da Base e regressou à mesma, passado algumas horas, com um artefacto desconhecido, portanto o meu raciocínio aponta para a BA 6.

desconhecido, portanto o meu raciocínio aponta para a BA 6. Base Aérea nº 6 do Montijo

Base Aérea nº 6 do Montijo

Para terminar, abaixo está uma fotomontagem de um caso ocorrido na Serra de Montejunto, próximo da Estação de Radar nº 3 da Força Aérea Portuguesa. Desconheço a data da referida ocorrência, sei que foram efectuados vários registos fotográficos espectaculares, porque já vi as referidas fotos, infelizmente não existe autorização para a divulgação das mesmas, por parte do seu autor. Como já afirmei, esta foto é uma montagem.

autorização para a divulgação das mesmas, por parte do seu autor. Como já afirmei, esta foto