FACULDADE DE DIREITO, CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E ECONÔMICAS – FADE CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

MÓDULO 1 – FOLHA DE PAGAMENTO ROTINAS TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS: teoria e exercícios

Professor: Isaque de Azevedo Gomes Fraga 2º semestre / 2010

INFORMAÇÕES PRELIMINARES SOBRE A DISCIPLINA ROTINAS TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS. EMENTA Folha de Pagamento, Férias, 13º Salário e Rescisões. Contabilização. CARGA HORÁRIA / FREQÜÊNCIA MÍNIMA O conteúdo da disciplina será ministrado em 80 horas-aula que equivalem a quatro aulas por semana. A freqüência mínima é de 75% da carga horária (60 aulas). Assim, o discente poderá ter apenas 20 faltas; acima desse limite estará sujeito à reprovação por freqüência. CRITÉRIOS PARA APROVAÇÃO Serão distribuídos 100 (cem) pontos através de Trabalhos de Aplicação (TAs) e exercícios em sala de aula. Será considerado aprovado na disciplina, sem Exame Suplementar, o aluno ou aluna que obtiver nota final igual ou superior a 60 (sessenta) pontos e tiver uma freqüência mínima de 75% da carga horária da disciplina. Se o aluno ou aluna obtiver nota igual ou superior a 40 (quarenta) pontos poderá ser submetido ao Exame Suplementar (ES) no valor de 100 (cem) pontos. Neste caso sua Nota Final (NF) será igual à soma do Total de Pontos (TP) obtidos ao longo do período letivo com a nota do ES, dividido por dois, ou seja: NF = (TP + ES) ÷ 2. Serão aprovados os alunos e alunas que obtiverem Nota Final igual ou superior a 60 pontos. DISTRIBUIÇÃO DOS 100 PONTOS Exercícios em sala: 20 pontos; dois TAs individuais de 25 pontos cada e um TA em dupla de 30 pontos (as duplas serão formadas professor, em função da pontuação). A distribuição dos pontos poderá ser alterada mediante prévia comunicação. A segunda chamada dos TAs só será aplicada, em calendário específico, mediante requerimento à DRA e/ou apresentação do protocolo do mesmo. A falta às aulas no dia em que for aplicado exercício avaliativo acarretará perda dos pontos relativos ao mesmo, exceto nos casos de Regime Especial de Estudos. A entrega do exercício feito pelo discente após a data agendada acarretará perda da metade dos pontos e só será aceita antes da correção e/ou devolução do mesmo pelo professor. Os casos omissos serão acordados entre a professor e o (a) discente. REFERÊNCIAS Bibliografia Básica CARRION, Valentin. Comentários à Consolidação das Leis do Trabalho. 35. ed. São Paulo: Saraiva, 2009, 1395 p. GOMES, Elizeu Domingues. Rotinas Trabalhistas e Previdenciárias. 3. ed. Belo Horizonte: Líder, 2004, 428 p. OLIVEIRA, Aristeu de. Manual de prática trabalhista. 41. ed. São Paulo : Atlas, 2007. 767 p. Bibliografia Complementar CORTEZ, Julpiano Chaves. Prática trabalhista: cálculos. 6. ed. rev. e ampl.São Paulo: LTR, 1992, 296 p. FRAGA, Isaque de Azevedo Gomes. Apostila de Rotinas Trabalhistas e Previdenciárias – Teoria e Exercícios. Univale, 2010-2. NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de direito do trabalho. 24. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Saraiva, 2009. 1415 p. OLIVEIRA, Aristeu de. Cálculos trabalhistas: folha de pagamento, vale-transporte, férias, rescisão de contrato de trabalho, décimo terceiro salário, contribuição sindical, Alteração no FGTS: L. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2001. 269 p. PONT, Juarez Varallo. Cálculos no processo trabalhista. 10. ed. rev. e atual. Curitiba: Juruá, 1996. 463 p. SERSON, José. Curso de rotinas trabalhistas. 36. ed. São Paulo: Revista dos tribunais, 1995, 528 p.

1

CONCEITOS GERAIS – CÁLCULOS TRABALHISTAS

1.1 EMPREGADOR (art. 2º da CLT) Considera-se empregador a empresa, individual ou coletiva, que assumindo os riscos da atividade econômica admite, assalaria e dirige a prestação de serviços. Equiparam-se ao empregador, para os efeitos exclusivos da relação de emprego: • os profissionais liberais; • as instituições de beneficência; • as associações recreativas; outras instituições sem fins lucrativos; 1.1.1 GRUPO ECONÔMICO (Art. 2º, § 2º da CLT) Sempre que uma ou mais empresas, tendo, embora, cada uma delas, personalidade jurídica própria, estiverem sob a direção, controle ou administração de outra, constituindo grupo industrial, comercial ou de qualquer outra atividade econômica, serão, para os efeitos da relação de emprego, solidariamente responsáveis a empresa principal e cada uma das subordinadas. 1.2 EMPREGADO (Art. 3º da CLT) Considera-se empregado toda pessoa física que presta serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste e mediante salário. 1.3 TRABALHADOR AVULSO Trabalhador avulso é aquele que, sindicalizado ou não, presta serviço de natureza urbana ou rural a diversas empresas, sem vínculo empregatício. Caracterizam o trabalhador avulso: a) Eventualidade: ao contrário de habitual ou constante, a prestação de serviço é ocasional, eventual e geralmente de curta duração; b) Subordinação: o avulso trabalha por conta alheia e mediante dependência; c) Variedade de contratantes: os avulsos prestam serviços a diversos tomadores de serviços, sem relação de continuidade com qualquer deles; d) Intermediação: ao contrário do empregado que se aproxima diretamente da empresa, o avulso trabalha agrupado em torno de órgão específico por intermédio do qual se desenvolvem suas atividades. (RPS – aprovado pelo decreto nº 3.048/1999, art. 9º, VI, e IN INSS/DC 118/2005, art. 6º) 1.4 TRABALHADOR TEMPORÁRIO (IN MTB 03/97) Trabalho temporário é aquele prestado por pessoa física a uma empresa tomadora ou cliente para atender à necessidade transitória de substituição de seu pessoal regular e permanente ou ao acréscimo extraordinário de serviços.

na modalidade profissional da educação de jovens e adultos.6 TRABALHADOR DOMÉSTICO Entende-se por empregado doméstico aquele que presta serviços de natureza contínua e de finalidade não lucrativa à pessoa ou à família no âmbito residencial destas. além de integrar o itinerário formativo do educando. desenvolvido no ambiente de trabalho. temporariamente. b) à pessoa física ou à família. cuja atividade consiste em colocar à disposição de outras empresas. O estágio. de ensino médio. A Lei 11. que é o espaço de tempo entre o termo inicial e o final da jornada de trabalho. 1. desenvolvidas pelo estudante. acrescida à carga horária regular e obrigatória. que faz parte do projeto pedagógico do curso. da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental. visa o aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular. destacamos os seguintes elementos: a) prestação de serviço de natureza não lucrativa.788/2008. As atividades de extensão. trabalhadores devidamente qualificados por estas. Deste conceito. da quantidade de trabalho que o empregado se obriga a prestar ao seu empregador.Considera-se como empresa de trabalho temporário a pessoa física ou jurídica urbana. de educação profissional. Conforme determinação das diretrizes curriculares da etapa. o estágio poderá ser: Obrigatório: é aquele definido como tal no projeto do curso. estabeleceu novas normas quanto à contratação de estudantes na condição de estagiários.5 ESTAGIÁRIO Consideram-se estágio o ato educativo escolar supervisionado. que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam freqüentando o ensino regular em instituições de educação superior. Não se confunde com horário de trabalho. que revogou a Lei 6494/77. de monitorias e de iniciação científica na educação superior.é a limitação. . Não-obrigatório: é aquele desenvolvido como atividade opcional. no âmbito residencial das mesmas. 1. 1. cuja carga horária é requisito para aprovação e obtenção de diploma. c) continuadamente. somente poderão ser equiparadas ao estágio em caso de previsão no projeto pedagógico do curso. objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho.7 CONCEITO E ESPÉCIES DE JORNADA DE TRABALHO a) Jornada de trabalho . modalidade e área de ensino e do projeto pedagógico do curso. em função do tempo. remunerados e assistidos.

considera-se noturna a jornada cumprida pelo empregado entre 22:00h de um dia e 5:00h da manhã seguinte. Porém. da CLT). com um adicional mínimo de 50% (art. devido a possíveis prorrogações (art. § 5º. ou a de empregados menores de dezoito anos. mesmo que não haja oposição ou resistência do trabalhador. oito horas de jornada noturna correspondem a sete horas do relógio (art. 61. não justificadas por uma necessidade imperiosa. de um dia e 4:00h da manhã seguinte (art. bancária. no limite máximo de duas horas diárias. Assim. São eminentemente contratuais (art. Horas extraordinárias (stricto sensu) não têm fundamento contratual. compreendendo as imediatamente seguintes à jornada ordinária ou. b) Jornada normal .é aquela que se enquadra nos limites máximos de jornada fixados pela lei. da CLT. o empregador deve total submissão à lei. sendo a hora contada como de 60 minutos.8 PRORROGAÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO SEM COMPENSAÇÃO Nessa modalidade. 73. § 1º da CLT). como. Assim. 59 CLT). c) Jornada extraordinária lato sensu . 1. XVI C. Jornada extraordinária lato sensu corresponde ao gênero.na lavoura. Horas suplementares seriam aquelas combinadas entre o patrão e o empregado. às imediatamente seguintes a estas. em havendo contratação de horas suplementares. tendo como espécie as horas suplementares e as horas extraordinárias.73. tem duração de 52’30". mesmo após às 5 horas da manhã (OJ n° 6 SDI/TST). noturno é o trabalho compreendido entre 21:00h de um dia e 5:00h da manhã seguinte. Porém. e) Jornada de trabalho noturna rural . c/c art. a jornada noturna poderá ir além das 5:00h da manhã. a jornada é considerada integralmente noturna. comércio e etc.889/73).O empregador tem grande liberdade na fixação do horário de trabalho de seus empregados. Eis as chamadas horas suplementares. art. A duração da hora noturna é menor do que da hora diurna. d) Jornada de trabalho noturna urbana . 59. CLT). na pecuária é noturno o trabalho compreendido entre 20:00 h. fazendo incidir a hora reduzida de 52’ e 30” e o adicional de 20%. podendo ter limites ou não (art. § 5º da CLT). ao contrato ou convenção coletiva de trabalho.são as horas excedentes aos limites da jornada normal. no que concerne à determinação da duração da jornada de trabalho.. . A jornada de trabalho noturna rural não é reduzida. As prorrogações de horário acompanham a classificação. se cumprida a jornada normal noturna e o trabalho for prorrogado com término no período diurno. 73. f) Jornada de trabalho mista .F. o horário é prorrogado até o limite de duas horas diárias. não podendo exigir do empregado mais tempo de trabalho que o legalmente permitido. mediante acordo individual escrito entre patrão e empregado. São justificadas por uma necessidade imperiosa da empresa. acordo ou convenção coletivos ou contrato individual de emprego.é aquela que se inicia no período diurno e termina no noturno ou vice-versa. devendo observar as regras gerais estabelecidas pelo poder público relativamente a algumas atividades empresariais. 7º da Lei n° 5. 7º. por exemplo.

mediante acordo coletivo negociado com o sindicato profissional representante de seus empregados.9 PRORROGAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO COM COMPENSAÇÃO O horário é prorrogado em alguns dias da semana e reduzido em outros. de modo a não ultrapassar o limite da jornada semanal. o respectivo acordo poderá ser entabulado diretamente entre o patrão e o empregado. . prevendo a compensação de jornada no prazo de até doze meses. Quando houver prorrogação de horas. desde que seja expresso (OJ/SDI-1 223) e não proibido por convenção ou acordo coletivo de trabalho (OJ/SDI-1 182 TST). a prorrogação de jornada de trabalho com compensação dá-se por meio de acordo escrito entre patrão e empregado. A prestação de horas extras habituais descaracteriza o acordo de compensação e as horas que ultrapassarem a jornada semanal normal devem ser pagas como horas extras e. (art. quanto àquelas destinadas à compensação. Quando a compensação for semanal.1. Todavia. Mulheres e menores podem trabalhar sob este regime de compensação. quando a empresa pretender um maior prazo para compensação das horas trabalhadas a mais. salvo se houver instrumento coletivo proibindo tal prática. deverá utilizar-se do banco de horas. Não há adicional em razão da compensação. o limite será de duas horas extras diárias. deve ser pago a mais apenas o adicional por trabalho extraordinário (OJ/SDI-1 220 TST). Comumente. 59 § 2º) A jurisprudência firmou-se no sentido de ser viável o acordo individual de compensação de jornada de trabalho.

foram criadas as moedas. 2. em se tratando de analfabeto. os homens não puderam mais satisfazer suas necessidades através da simples troca de mercadorias. principalmente após a Revolução Industrial. que passaram a ser utilizadas como meio de troca na economia e como medida de valor. assinado pelo empregado.1. levaram o trabalhador a não mais aceitar que seu trabalho fosse pago com mercadorias.2 2. Lançar mensalmente em títulos próprios de sua contabilidade. deverão ser lançados mensalmente na folha de pagamento todos os créditos a que o empregado faz jus. As mudanças implantadas nos processos produtivos ao longo dos séculos.  . em razão da prestação de serviços. sendo necessário que seu trabalho também fosse pago com moeda. foi necessária a criação de outro instrumento de troca que possuísse valor. se esta não for possível.1. visa atender uma obrigação prevista no art. dentro do horário do serviço ou imediatamente após o encerramento deste. Podemos dizer que o demonstrativo de pagamento divide-se em três partes básicas: Proventos. 47 do Regulamento da Organização e Custeio da Seguridade Social (ROSCSS) que determina que a empresa é obrigada a: • • Preparar folha de pagamento da remuneração paga ou creditada a todos os segurados a seu serviço. 2. de forma discriminada. além de um procedimento de caráter trabalhista . Para isso.1 OBRIGATORIEDADE A confecção da folha de pagamento. A partir desta necessidade surgiu o salário. descontos e informações de bases de cálculo e Fgts a recolher.1 EVOLUÇÃO FOLHA DE PAGAMENTO Com a evolução da humanidade. ou. mediante sua impressão digital.2 COMPROVANTE DE PAGAMENTO O pagamento de salário deve ser efetuado:  contra-recibo. Assim. as contribuições da empresa e os totais recolhidos. o montante das quantias descontadas. pois somente estas não satisfaziam as necessidades básicas. em dia útil e no local do trabalho. a seu rogo (em dinheiro). os fatos geradores de todas as contribuições.

caso o acesso ao estabelecimento de crédito exija a sua utilização.4 Contagem dos Dias Para efeito de determinar o prazo de pagamento dos salários.3. deve ser assegurado ao empregado:   horário que permita o desconto imediato do cheque. o pagamento deverá ser efetuado na sexta feira.1. os valores deverão estar à disposição do empregado. Lei nº 7. Bases: Art.1.5 PENALIDADES Constatada a inobservância das disposições mencionadas neste trabalho.1. 465 da CLT. por tarefa etc. O empregador se sujeitará à multa administrativa de 160 UFIR por trabalhador prejudicado. . por força do art. Remuneração é a soma do salário contratualmente estipulado(mensal. 465. 2.4.2 SALÁRIO E REMUNERAÇÃO Salário é a contraprestação devida ao empregado pela prestação de serviços. Caso o 5º dia útil seja um sábado e a empresa não trabalhe aos sábados. caberá ao Fiscal do Trabalho a lavratura de auto de infração. Para a legislação trabalhista o sábado é considerado dia útil. 464. deve ser efetuado até o 5º (quinto) dia após o vencimento.1.2 QUINZENALISTAS E SEMANALISTAS Quando tratar-se de pagamento estipulado por quinzena ou semana.1 SISTEMA BANCÁRIO O empregador que utilizar o sistema bancário para o pagamento dos salários.1. em decorrência do contrato de trabalho. até o 5º (quinto) dia útil do mês seguinte.1. e Instrução Normativa SRT/MTb nº 01/89. o mais tardar. transporte. inclusive o municipal. 2. 2.1.3 FORMAS DE PAGAMENTO 2.2 POR MEIO DE CHEQUE Se o pagamento for efetuado por meio de cheque. 2.855/89. salvo critério mais favorável previsto em documento coletivo de trabalho da respectiva categoria profissional.3.) com outras vantagens percebidas na vigência do contrato de trabalho como horas extras. § 1º. excluindo o domingo e feriado. por hora. 2. deve ser considerado na contagem dos dias o sábado. 459.4. 501 da CLT. 2.2.1 MENSALISTAS O pagamento do salário mensal deve ser efetuado o mais tardar até o 5º dia útil do mês subseqüente ao vencido.

percentagens. IRRF INSS FGTS SIM NÃO SIM NÃO SIM NÃO SIM SIM SIM NÃO SIM SIM NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO SIM SIM SIM NÃO NÃO SIM SIM SIM SIM SIM NÃO SIM NÃO SIM NÃO SIM NÃO NÃO SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM NÃO SIM NÃO SIM NÃO Décimo Terceiro Salário parcela adicional de 1/12 paga em rescisão devido ao aviso prévio indenizado (Ver Nota¹) Décimo Terceiro Salário – 1a. parcela ou por rescisão do contrato de trabalho Diárias para Viagem até 50% do salário Diárias para Viagem acima de 50% do salário Estágio (Lei 11. parcela Décimo Terceiro Salário – 2a.1 QUADRO DE INCIDÊNCIAS TRIBUTÁRIAS VERBAS Abonos Abono Pecuniário de férias (Ver Nota²) Adicionais: • Insalubridade • Periculosidade • Noturno • Horas Extras • Tempo de Serviço • Transferência Ajuda de Custo (parcela única para transferência) Auxílio Acidentário (primeiros 15 dias a cargo do empregador) Auxílio Doença (primeiros 15 dias a cargo do empregador) Aviso Prévio Indenizado (Ver Nota¹) Aviso Prévio Trabalhado comissões. gratificações. 2.788/2008) Férias Gozadas e Adicional 1/3 Férias dobradas – parcela paga em dobro (Ver Nota²) Férias Indenizadas + 1/3 por ocasião de rescisão. Gorjetas Gratificações Indenização por despedida nos 30 dias que antecede a data base (Lei 6708/79. 9) Indenização por rescisão antecipada de trabalho com termo estipulado (exemplo: contrato de experiência) Participação dos empregados nos lucros Quebra de Caixa Salário Maternidade Salário Família Serviço Militar (Nota ³) Vale Transporte Valor da Alimentação – PAT NÃO SIM SIM NÃO NÃO SIM SIM SIM NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO NÃO NOTA¹: O Decreto 3048/99 em seu artigo 214. concomitante com a IN 971/2009 (que revogou a IN 3/2005). § 9º. aposentadoria ou exoneração (Ver Nota²). o aviso prévio indenizado e a parcela do décimo .2. diárias para viagem etc. insalubridade. adicional de periculosidade. além de outras parcelas. inciso V. estabelecia que não integrava a remuneração para fins de cálculo de INSS. art.adicional noturno.

2. ADI RFB 28/2009 e Instrução Normativa 936/2009) também não há incidência de imposto de renda sobre o abono pecuniário e o respectivo 1/3 constitucional pagos na vigência do contrato. há entendimento por parte da Secretaria da Receita Federal do Brasil de que não há incidência do imposto de renda. 214.22 de 1.00 % 9. passa a incidir INSS sobre o Aviso Prévio Indenizado. a partir do qual. entende-se que não há o desconto sobre as respectivas verbas.40 ALÍQUOTA INSS 8.em dobro (mais um terço constitucional). as remunerações deverão ser somadas para o correto enquadramento na tabela acima.905/2004. já que foram pagas e não gozadas por necessidade de serviço.01.terceiro salário correspondente ao período do aviso prévio indenizado.467.040.integrais (mais um terço constitucional). não há imposto de renda sobre férias pagas em dobro. respeitando-se o limite máximo de contribuição.2010 SALÁRIO-DE-CONTRIBUIÇÃO (R$) até 1.71 até 3. conforme Parecer PGFN 1. paga ou creditada na rescisão do contrato de trabalho.00 % Notas: • Sempre que ocorrer mais de um vínculo empregatício para os segurados empregado e doméstico. Como o referido decreto não se manifesta quanto ao reflexo do aviso sobre férias e 13º salário. abono pecuniário (mais um terço constitucional). cabe ao empregador recolher o FGTS sobre o valor do salário ou da média salarial (no caso de salário variável). ou exoneração.70 de 1.23 até 1.040.2009 foi publicado o Decreto 6727/2009 revogando a alínea "f" do art. por se tratarem estas de férias indenizadas. Conforme entendimentos da SRF (Parecer PGFN 1. Entendemos que. aposentadoria. sobre os seguintes rendimentos: • • • • férias não-gozadas . Esta mesma regra se aplica às remunerações do trabalhador avulso. 2.905/2004. férias não-gozadas .Portaria MF/MPS 333/2010 VIGENTE A PARTIR DE 01. desde que os pagamentos sejam efetuados por ocasião da rescisão do contrato de trabalho.733. § 9º. No entanto. . Entretanto. NOTA²: Conforme Solução de divergência 1 de 2009.733. pois durante este período há a interrupção do contrato de trabalho. NOTA³: Durante a prestação do serviço militar não há qualquer pagamento de verbas salariais ao empregado.01. em 13. EMPREGADO DOMÉSTICO E TRABALHADOR AVULSO .00% 11. férias não-gozadas .2 TABELA DE CONTRIBUIÇÃO DOS SEGURADOS EMPREGADO.proporcionais (mais um terço constitucional).

06. destinadas a custear benefícios complementares assemelhados aos da Previdência Social.16 até 2. aplicar-se-á a alíquota sobre os valores em separado.4 TABELA DE QUOTAS DO SALÁRIO FAMÍLIA VIGENTE DE 01.78 A base de cálculo do imposto de renda na fonte é determinada mediante a dedução das seguintes parcelas do rendimento tributável: 1) as importâncias pagas em dinheiro a título de pensão alimentícia em face das normas do Direito de Família.03 De R$ 539.19 Alíquota % 7. cujo titular ou quotista seja trabalhador com vínculo empregatício ou administrador.64 R$ 19.499.71 até 3.995. o original do comprovante de pagamento.743.12.2010 Vigência A Partir de 01/01/2010 Remuneração 0.19 Acima de 3.00 Até R$ 539.70 De 2.• Quando houver pagamento de remuneração relativa a décimo terceiro salário.743. os valores pagos somente poderão ser deduzidos da base de cálculo.499. cujo ônus tenha sido do contribuinte.246.2010 Base de Cálculo em R$ Até 1.69 (cento e cinqüenta reais e sessenta e nove centavos) por dependente.2010 A 31. 2. quando em cumprimento de decisão judicial ou acordo homologado judicialmente. a partir do mês em que o contribuinte completar 65 anos de idade.48 .12. 2.75 De 2.62 692. do Distrito Federal e dos Municípios.3 TABELA DE IMPOSTO DE RENDA VIGENTE DE 01. transferência para a reserva remunerada ou reforma. ou seja.43 280. 2) a quantia de R$ 150.94 505.76 até 2.2.18 Salário Família R$ 27.5 Parcela a Deduzir do Imposto em R$ 112.2010 A 31.15 correspondente a parcela isenta dos rendimentos provenientes de aposentadoria e pensão. se houver anuência da empresa e se o beneficiário fornecer a empresa.2.04 a R$ 810. dos Estados.246.995. 5) o valor de até R$ 1. este não deve ser somado a remuneração mensal para efeito de enquadramento na tabela de salários-decontribuição.5 15 22.499. inclusive a prestação de alimentos provisionais. Atenção: Quando a fonte pagadora não for responsável pelo desconto dessas contribuições. 4) as contribuições para entidade de previdência privada domiciliada no Brasil e para o Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi).5 27.01. 3) as contribuições para a Previdência Social da União.15 De 1.

em número não excedentes a duas. será. realização ou conclusão de serviços inadiáveis cuja inexecução possa acarretar prejuízo manifesto. 2. que deverá constar. ser comunicado à Delegacia Regional do Trabalho no prazo de 10 (dez) dias no caso de empregados maiores e 48 (quarenta e oito) horas no caso de empregados menores. XVI) = VHE 3º PASSO = Apurar o valor das H.De R$ 810.CLT. Base: Art. A legislação trabalhista vigente estabelece que a duração normal do trabalho. desde a promulgação da Constituição Federal/1988.1 INTRODUÇÃO Consideram-se extras as horas trabalhadas diariamente além da jornada legal ou contratual. Assim. no máximo. A remuneração do serviço extraordinário.19 a R$ 999. 13.00 R$ 00.3 HORAS EXTRAS 2. 7º. independentemente de acordo ou contrato coletivo.00 2. se pegarmos as 220 horas de trabalho do mês e multiplicarmos por 60 minutos. mediante acordo individual.200 minutos.5 (Adicional Constitucional – CF/88. 59. do acordo. para efeito de serviço extraordinário poderá a jornada diária de trabalho dos empregados maiores serem acrescida de horas suplementares. Excepcionalmente. Ocorrendo necessidade imperiosa. 61 da Consolidação das Leis do Trabalho . e 220 horas mensais. 50% (cinqüenta por cento) superior à da hora normal.999. convenção ou sentença normativa.3. devendo. art. 44 (quarenta e quatro) semanais. ocorrendo necessidade imperiosa (de força maior). salvo os casos especiais. Valor da hora normal (VHN) = Salário base (SB) / 220 2º PASSO = Mensurar o valor da Hora Extra (VHE) VHN x 1.2 FÓRMULA DO CÁLCULO DE HORAS EXTRAS (HE) 1º PASSO = Achar o valor da hora normal trabalhada. e art. acharemos os minutos trabalhados no mês. a duração do trabalho poderá exceder ao limite legal ou convencionado e não poderá ser superior a 12 (doze) horas.3. poderá ser prorrogada além do limite legalmente permitido. contudo. acordo coletivo. ou seja. obrigatoriamente. caput . é de 8 (oito) horas diárias. de horas trabalhadas Exemplo 01: . no mínimo. Todavia. convenção coletiva ou sentença normativa.E trabalhadas VHE x Nº.

Em no mês de julho de 2010.00 / 220 = 5.5 = 0. Enunciado nº.250 / 13. Quanto receberá por este trabalho suplementar? Cálculo das Horas Extras com 75% a) VHN = 1. Quanto receberá por este trabalho suplementar? Solução: a) VHN = 2.5 = 10.17 c) HE = VHE x Nº. .17 b) VHE = VHN x 1. de minutos trabalhados = 0.5 = 0.1 FÓRMULA PARA O CÁLCULO DO RSR Para elaboração do cálculo do repouso semanal remunerado.Um empregado que trabalha em jornada normal.200. de horas trabalhadas = 9. 172.00 b) VHE = VHN x 1.00 / 13.5 = 15.200 = 0.17 x 810 (13 horas x 60 minutos + 30 minutos) = 134.RSR As horas extraordinárias trabalhadas deverão ser computadas no cálculo do RSR ou DSR.00 (dois mil e duzentos reais) mensais.4. mediante acordo escrito.200 = 0. do TST "Computam-se no cálculo do repouso remunerado as horas extras habitualmente prestadas.00 (Um mil duzentos e cinqüenta reais) mensais. Em no mês de julho de 2010.94 x 13. multiplica-se pelo número de domingos e feriados (DNU) do mês.00 Exemplo 02: Um empregado que trabalha em jornada normal." 2.4 REPOUSO SEMANAL REMUNERADO . ganha R$ 1. de minutos trabalhados = 0. ganha R$ 2.25 x 2.00 c) HE = VHE x Nº.75 = 9.250.00 ou a) VHN = 2.00 x 1.00 x 40 = 600.17 x 1.23 2.09 b) VHE = VHN x 1.200. fez 13 horas e 30 minutos de horas extras.250.200.00 / 220 = 10. de horas trabalhadas = 15. mediante acordo escrito.75 = 0.23 ou a) VHN = 1.09 x 1. divide-se o resultado pelo número de dias úteis (DU) do mês.5 = 134. o cálculo é o seguinte:    soma-se as horas extras do mês. fez 40 horas extras.75 = 0.68 b) VHE = VHN x 1.400 (40 horas x 60 minutos) = 600.25 c) HE = VHE x Nº.94 c) HE = VHE x Nº.

00 c) HE = VHE x Nº.O funcionário B percebeu.00 x 1.00 (VHE) = 88.12 Horas d) Hora Extra 80% .22 x 4 = 88.00. DU. Com base nesta informação calcule o valor dos seguintes eventos: a) Hora Extra 50% .22 Horas b) Hora Extra 100% .5 = 15. sabendo-se que no referido mês tivemos 25 DU. 6 DNU. mediante acordo escrito.00 / 220 = 10.44 Horas e) O RSR 2.93 g) 5. Exemplo 03: Um empregado que trabalha em jornada normal. Com base nesta informação calcule o valor dos seguintes eventos: .00.48 f) 1. no mês 05/2010. a média terá que ser feita separadamente.200.O funcionário A percebeu no mês 05/2010.00 b) VHE = VHN x 1. 4 DNU. um salário equivalente a R$ 1.00 RSR: d) soma das horas extras do mês = 40 h e) 40 (horas extras) / 27 (DU) = 1. exceto se recair em feriado.00 / 27 = 22.250. um salário equivalente a R$ 3.800. Em no mês de julho de 2010. Caso as horas extras feitas durante o mês tenham percentuais diferentes.89 ou RSR = Valor em R$ das horas extras / 27 (DU) x 4 (DNU) RSR = 600. multiplica-se pelo valor da hora extra (VHE) atual. de horas trabalhadas = 15.5 = 10. ganha R$ 2. sabendo-se que no referido mês tivemos 26. Nota: o sábado é considerado dia útil.89 EXERCÍCIO 2 1.00 (dois mil e duzentos reais) mensais.93 x 15.25 Horas c) Hora Extra 120% .00 x 40 = 600. fez 40 horas extras.22 RSR = 22.200.48 x 4 (DNU) = 5. Quanto receberá por este trabalho suplementar e RSR? Solução: Horas Extras: a) VHN = 2.

8 Horas b) Hora Extra 75% . acima dos limites de tolerância fixados em razão da natureza.80 de Hora extra 50%. 7º. Com base nesta informação calcule o valor dos seguintes eventos: a) Hora Extra 50% .2.00 de Hora extra com 75%.00 de hora extra com 100%.00.00. da intensidade do agente e o tempo de exposição aos seus efeitos.33 de Hora extra com 100%. R$ 111.10 Horas e) O RSR 3. .39 de Hora Extra 100%.17 Horas b) Hora Extra 75% .63 de Hora extra 100%. qual o valor do RSR? 8.O funcionário Z percebeu no mês R$ 130.320. e R$ 210. e uma comissão de R$ 633. R$ 363. Assim.O Funcionário H percebeu neste mês os seguintes valores referente à Hora Extra: R$ 89.Sabendo que o funcionário percebeu R$ 263.Um funcionário ganha $500. sabendo-se que no referido mês tivemos 24 DU.930. qual o valor do RSR? 6. 2. inciso XIII da CF. doentio.580 minutos e) O RSR 4.O Funcionário Y percebeu no mês R$ 32.36 referente Hora Extra 75% e R$ 221. neste caso não há menção sobre o percentual do adicional na convenção coletiva. Qual o valor das HE e o total de sua remuneração? 10.16 referente Hora Extra 100%. que pode causar doenças. No mês de janeiro de 2010 este funcionário fez 14 horas extras. e neste mês teve 24 DU e 6 DNU. trabalha 7h20min de segunda a sábado. R$ 230.00 por mês e tem sua jornada de trabalho mensal de 220 horas.a) Hora Extra 50% .5 ADICIONAL DE INSALUBRIDADE Como o próprio nome diz.32. neste mês tivemos 27 dias úteis e 4 dias inúteis. condições ou métodos de trabalho.00 de Hora extra com 50% . atendendo às 44 horas semanais conforme preceitua o art. expõem o empregado a agentes nocivos à saúde. 6 DNU. qual o valor do DSR? 9. qual o valor do Repouso Semanal Remunerado ? 7.00 de Hora Extra 50% num mês com 25 DU. Sabendo que neste mês tivemos 23 DU e 7 DNU. num mês que tem 24 DU e 6 DNU.00. qual o valor do RSR deste funcionário? 5. são consideras insalubres as atividades ou operações que por sua natureza.42 Horas d) Hora Extra 180% . no mês 05/2010. R$ 12.5 horas c) Hora Extra 100% . um salário equivalente a R$ 200. insalubridade é algo não salubre.O funcionário X percebeu no mês R$ 190.Calcule o valor da hora normal de um funcionário que recebe um salário mensal de R$ 1. e 6 DNU.10 Horas e 25 minutos d) Hora Extra 120% .36 de Hora extra 75%.1.36 referente Hora Extra 50%.O funcionário C percebeu. R$ 418. e recebe um salário no valor de R$ 1.09 Horas c) Hora Extra 100% .

de 28/10/2003) O adicional de insalubridade devido a empregado que. 7º. de 08/06/78. Alertamos que este entendimento está controvertido em função da Súmula nº 4 do STF e a Súmula 228 do TST e. caso em que o adicional de insalubridade será sobre este calculado. da Constituição da República. salvo as hipóteses previstas no Enunciado nº 17. 192 da CLT). Considerações: Súmula nº 228 TST Adicional de insalubridade. por profissional competente e devidamente registrado no Ministério do Trabalho e Emprego. Para o cálculo do valor da hora extra onde o empregado recebe adicional de insalubridade.214. percebe salário profissional será sobre este calculado Apesar da literalidade do art. Base de cálculo: O percentual do adicional de insalubridade incide sobre o salário mínimo de que cogita o art. é necessária perícia médica ou perito de Engenharia de Segurança no Trabalho. por força de lei. tendo como seu salário profissional o valor de R$ 834. o Enunciado 349 do TST é categórico: A validade do acordo coletivo ou convenção coletiva de compensação de jornada de trabalho em atividade insalubre prescinde da inspeção prévia da autoridade competente em matéria de higiene do trabalho (art. com alterações posteriores. 76 da Consolidação das Leis do Trabalho. Para caracterizar e classificar a insalubridade. salário profissional. de 28/10/2003) Súmula nº 17 do TST (restaurado pela Resolução nº 121. conforme a NR 15 do MTB. para a insalubridade de grau máximo. por força de lei. Exemplo 04: O empregado A trabalha em ambiente insalubre. 10% (dez por cento). por isso. assegura ao empregado três percentuais diferentes de adicional: • • • 40% (quarenta por cento). O exercício de trabalho em condições insalubres acima dos limites estabelecidos pelo Ministério do Trabalho (art. para a insalubridade de grau médio. (Nova redação dada pela Resolução nº 121.56 e o grau médio de insalubridade.A discriminação dos agentes considerados nocivos à saúde bem como os limites de tolerância mencionados estão previstos nos anexos da NR-15 aprovada pela Portaria nº 3. XIII. salvo se o empregado perceber. A base de cálculo deste adicional é o Salário Mínimo vigente da região. Qual será o valor do adicional de insalubridade que o mesmo perceberá? . em consonância com as normas baixadas pelo Ministério do Trabalho. 20% (vinte por cento). art. sugerimos a leitura no tópico abaixo para maiores esclarecimentos. 60 da CLT). convenção coletiva ou sentença normativa. 60 da CLT em sentido contrário. para a insalubridade de grau mínimo. convenção coletiva ou sentença normativa. considera-se o valor do adicional de insalubridade para apurar as horas extras.

85 x 4. qual o valor de sua remuneração no mês? 3. Insalubridade) = 728. logo de acordo com a perícia realizado pelos médicos do MTB revelou que o empregado está exposto a agentes insalubre em Grau máximo. O RSR. Dados complementares:    Salário profissional: R$ 520.31 x 1. O adicional de Insalubridade.5 (Adicional CF/88) = VHE 4.Um empregado exerce a função de mecânico e tem seu salário fixo contratado R$ 1.96 x 12 (horas extras) = R$ 59.00.56 d) RSR = 12 (total de horas extras) / 26 (dias úteis) x 4 (dias não úteis) = 1. .040. Qual o valor de sua remuneração no mês? 2.00 /220 (horas mês) = 3.) 26 DU e 4 Não úteis Pede-se: a) b) c) d) e) O salário. Solução: a) Salário profissional = R$ 520.00 + 59.080. O valor das horas extras.00 Insalubridade em Grau Máximo (40% s.00 b) Insalubridade 40% = R$ 208. sendo devido o adicional de insalubridade em Grau médio pelo exposição dos agentes.Um empregado exerce a função de enfermeiro e tem seu salário fixo contratado R$ 2.00 c) HE 12 = 520.72 EXERCÍCIO 3 1.56 + 9. Considerando que o funcionário foi admitido em 20.16 = R$ 796. logo de acordo com a perícia realizado pelos médicos do MTB revelou que o empregado está exposto a óleos minerais (Graxas e Querosene).m.91 Exemplo 05: Um funcionário que trabalha em atividade insalubre e tem sua jornada estendida em 12 horas.16 e) Total da Remuneração = R$ 520.01 e o piso da categoria é R$ 480. Valor Total da remuneração deste funcionário.480.00 + 208.Grau de insalubridade médio = 20% Salário profissional x grau médio de insalubridade = 834.96 (VHE) = R$ 9.00 (salário) + 208.01.00.00 (Adic.Um funcionário que trabalha em atividade insalubre e tem sua jornada estendida em 18 horas e como salário fixo o valor de R$ 1.56 x 20% = R$ 166.00 por mês. Considerando que o funcionário foi admitido em 20.00.

A periculosidade é caracterizada por perícia a cargo de Engenheiro do Trabalho ou Médico do Trabalho. Súmula Nº. há incidência do adicional de periculosidade. Considerando que o funcionário foi admitido em 15. Exemplo: frentista de posto de combustível. O valor das horas extras. não tem contato regular com a situação de risco.35. mesmo que o contato do trabalhador com atividades periculosas não seja contínua.01. 4. operador em distribuidora de gás. qual o valor de sua remuneração no mês? Dados complementares:  Salário profissional: R$ 720. eletricistas e etc. ou seja.O funcionário ZWY labora em atividade insalubre e tem sua jornada estendida em 26 horas.Dados complementares:  Salário profissional: R$ 720. O RSR.m. São periculosas as atividades ou operações. Base: art.XX. Valor Total da remuneração deste funcionário 2. é proibido o trabalho do menor em atividades perigosas ou insalubres. O RSR. O adicional de Insalubridade. Não se aplica a periculosidade ao trabalhador que é exposto apenas eventualmente. A jurisprudência trabalhista tem determinado que. 195 da CLT. em condição de risco acentuado.)  25 DU e 6 DNU Pede-se: a) b) c) d) e) O salário. O valor das horas extras. percebe como salário fixo o valor de R$ 795. Conforme quadros aprovados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. 364 do TST .00  Insalubridade em Grau Mínimo (10%)  26 DU e 5 DNU Pede-se: a) b) c) d) e) O salário. onde a natureza ou os seus métodos de trabalhos configure um contato com substancias inflamáveis ou explosivos. O adicional de Insalubridade. Valor Total da remuneração deste funcionário.6 ADICIONAL DE PERICULOSIDADE O adicional de periculosidade é um valor devido ao empregado exposto a atividades periculosas. registrados no Ministério do Trabalho (MTE).00  Insalubridade em Grau Mínimo (10% s.

DJ 21. 195 da CLT.08. sendo habitual.00 Periculosidade 30% 25 DU e 6 DNU O salário. Valor Total da remuneração deste funcionário.Adicional de periculosidade. (ex-OJs nº 05 .11. apenas.Inserida em 27.00.00 .09. conforme o Art.Inserida em 14. tendo como seu salário R$ 3.Res. deve ser respeitada.180. Exemplo 06: O empregado A trabalha em ambiente periculoso. (ex-OJ nº 258 . Em relação aos eletricitários. 121/2003. Exposição eventual. 258 e 280 da SDI-1) . desde que pactuada em acordos ou convenções coletivos. 129/2005 .1994 e nº 280 . permanente e intermitente (conversão das Orientações Jurisprudenciais nºs 5. Indevido. o TST editou a Súmula 191. O adicional de Periculosidade.2003). O valor das horas extras. I .00 Exemplo 06: Um funcionário que trabalha em atividade perigosa e tem sua jornada estendida em 14 horas.2002) O valor do adicional de periculosidade é de 30% sobre o salário do empregado (e não sobre o salário mínimo). Entretanto.200.2003) II . quando o contato dá-se de forma eventual. ou o que.00 x 30% = R$ 960. Pede-se: Solução: a) Salário profissional = R$ 1.05). assim considerado o fortuito. sujeita-se a condições de risco. Dados complementares:    a) b) c) d) e) Salário contratual: R$ 1.DJ 11. em percentual inferior ao legal e proporcional ao tempo de exposição ao risco. Qual será o valor do adicional de periculosidade que o mesmo perceberá? Solução: Valor do salário mensal x 30% = 3.03. Eis a Súmula: O adicional de periculosidade incide apenas sobre o salário básico e não sobre este acrescido de outros adicionais.A fixação do adicional de periculosidade.200. o cálculo do adicional de periculosidade deverá ser efetuado sobre a totalidade das parcelas de natureza salarial.Res.DJ 20. sem os acréscimos resultantes de gratificações.00 b) Periculosidade 30% = R$ 354. prêmios ou participações nos lucros da empresa. dá-se por tempo extremamente reduzido.Faz jus ao adicional de periculosidade o empregado exposto permanentemente ou que. (Nova redação . O RSR. de forma intermitente. em que os eletricitários terão o adicional calculado sobre o total dos salários.180.04.

00 (Adic.00.14 e) Total da Remuneração = R$ 1.c) HE 14 = 1.O funcionário IDAGF labora em atividade periculosa e tem sua jornada estendida em 8 horas.Um funcionário que trabalha em atividade perigosa e tem sua jornada estendida em 24 horas.000. Dados complementares:  Salário contratual: R$ 1.00 (salário) + 354.00 /220 (horas mês) = 6.00 + 354.180.97 x 1. Valor Total da remuneração deste funcionário. O valor das horas extras.Um funcionário que trabalhe em atividade perigosa e tem sua jornada estendida em 15 horas Então.35.534.43 + 35. O adicional de Insalubridade.36 x 10. qual o valor de sua remuneração no mês? Dados complementares:  Salário Base: R$ 1.715. Valor Total da remuneração deste funcionário 5.00  Periculosidade 30%  23 DU e 7 DNU Pede-se: a) b) c) d) e) O salário. Qual o valor de sua remuneração no mês? 2.00 + 146.180.46 (VHE) = R$ 35. logo de acordo com a perícia realizado pelos médicos do MTB revelou que o empregado está exposto ao perigo de descarga elétrica.14 = R$ 1. O valor das horas extras.Um empregado exerce a função de Eletricista e tem seu salário fixo contratado R$ 945.57 EXERCÍCIO 4 1.Um empregado exerce a função de Bombeiro de Posto de gasolina e tem seu salário fixo contratado R$ 830.00  Periculosidade 30%  25 DU e 5 DNU Pede-se: a) b) c) d) e) O salário.04. Considerando que o funcionário foi admitido em 15.5 (Adicional CF/88) = VHE 10.XX. Considerando que o funcionário foi admitido em 10. 4. O RSR.00  Periculosidade (30% sobre o salário contratual) . qual o valor de sua remuneração no mês? 3. O adicional de Periculosidade.46 x 14 (horas extras) = R$ 146.43 d) RSR = 14 (total de horas extras) / 25 (dias úteis) x 6 (dias não úteis) = 3.00.01. Periculosidade) = 1. O RSR. logo de acordo com a perícia realizado pelos médicos do MTB revelou que o empregado está exposto ao perigo de explosão. percebe como salário fixo o valor de R$ 795.850.  Salário R$ 600.

Para que possamos achar o real número de horas noturnas trabalhadas. remuneração do trabalho noturno superior à do diurno. Assim. deste modo descobrindo o número exato de horas noturnas trabalhadas. 2.1 Horário Noturno Considera-se noturno. e na pecuária. cada hora noturna sofre a redução de 7 minutos e 30 segundos sobre o valor da hora diurna. todavia constitui da maneira mais fácil de visualização. teremos que utilizar um fator de correção. é computada como sendo de 52 (cinqüenta e dois) minutos e 30 (trinta) segundos. estabelece que são direitos dos trabalhadores. no seu artigo 7º. entre 20:00 horas às 4:00 horas do dia seguinte. 2.8 HORA NOTURNA A hora normal tem a duração de 60 (sessenta) minutos e a hora noturna. onde. Ou seja. quantas horas noturnas o mesmo laborou? Solução: a) Número de horas relógio trabalhadas = 22:00 as 05:00 = 7:00 horas-relógio . inciso IX. além de outros.5 (corresponde a 52’30") e multiplique por 60': nº. assim sendo achando o fator de 1. nas atividades urbanas. Salienta-se que esta não é a única maneira de apurar o número de horas noturnas trabalhadas. nas atividades urbanas.7.5 x 60 = nº. utilize o seguinte raciocínio: divida o número de horasrelógio por 52. o trabalho realizado entre as 22:00 horas de um dia às 5:00 horas do dia seguinte. Qual o valor da remuneração deste funcionário. pega-se a hora normal (60 minutos) e divide-se pela hora noturna 52:50 (corresponde a 52’30"). outra forma de calcular as horas noturnas seria: Para se calcular as horas noturnas. Nas atividades rurais. por disposição legal. é considerado noturno o trabalho executado na lavoura entre 21:00 horas de um dia às 5:00 horas do dia seguinte. de horas noturnas Exemplo 07: O funcionário ABC trabalha no horário compreendido entre as 22:00 as 05:00.7 ADICIONAL TRABALHO NOTURNO A Constituição Federal. 2.1429 de deverá ser multiplicado pelo número de horas relógio que o funcionário laborou. de horas / 52.

5 e multiplica-se por 60 = 4 / 52. A concessão do período de repouso ou alimentação aplica-se inclusive a vigias. porteiros e outras funções assemelhadas sem qualquer distinção. Exemplo 09: A funcionário YWZ trabalha de Segunda a Sexta-feira: das 14:30 às 18:30 e das 19:30 às 23:14. quantas horas noturnas o mesmo laborou? Solução: a) Número de horas relógio trabalhadas = 22:00 as 02:00 = 4:00 horas-relógio b) Multiplicar pelo fator de correção = 4:00 x 1.1 Intervalo No trabalho noturno também deve haver o intervalo para repouso ou alimentação. prevalecendo para esse efeito a de 60 minutos. sob pena de pagamento de multas e horas complementares.8. Nas atividades rurais a hora noturna é considerada como de 60 (sessenta) minutos.60 ou 5:00 2. durante o período noturno.5 = 0.08 x 60 = 4.13 x 60 = 8:00 Assim. o horário reduzido. 2.5 = 0. com 1 horas de intervalo para descanso e alimentação e aos Sábados das 15:00 as 19:00 horas. Quantas horas a mesma trabalha por semana? Solução: . vigilantes. não havendo. jornada de trabalho superior a 4 horas e não excedente a 6 horas: intervalo de 15 minutos.2 Cálculo das horas semanais considerando parte das horas noturnas Considerando um empregado que durante sua jornada normal trabalhe das 14:30 às 23:14 horas. este terá. zeladores. sendo:    jornada de trabalho de até 4 horas: sem intervalo.1429 = 4. temos que o aludido funcionário laborou no mencionado dia 08:00 horas noturnas. a redução como nas atividades urbanas.1429 = 8:00 Ou a) Número de horas relógio trabalhadas = 22:00 as 05:00 = 7:00 horas-relógio b) Divide-se por 52. Ao intervalo para repouso ou alimentação não se aplica a redução da hora. jornada de trabalho excedente a 6 horas: intervalo de no mínimo 1 (uma) hora e no máximo 2 (duas) horas. portanto.8.60 ou 5:00 Ou a) Número de horas relógio trabalhadas = 22:00 as 02:00 = 4:00 horas-relógio b) Divide-se por 52. Exemplos 08: O funcionário DEF trabalha no horário compreendido entre as 22:00 as 02:00.5 e multiplica-se por 60 = 7 / 52.b) Multiplicar pelo fator de correção = 7:00 x 1.

8. Nota: Veja que o cálculo da redução das horas noturnas deve ser feito em horas. dividindo-se pelos DU.1429 = 01:30 horas normais Total de horas diárias = 06:30 + 01:30 = 08:00 horas Total de horas de segunda à sexta = 08:00 x 5 dias = 40:00 horas Total de horas de Sábados: das 15:00 às 19:00 = 04:00 horas Somando as horas de segunda a sábado = 40:00 + 04:00 = 44:00 horas semanais. Se o empregado trabalha em período noturno.00 . multiplicado-se pelo DNU.3 Integração ao Salário O adicional noturno. Se o total de horas ultrapassar o previsto em lei. Fórmula: Nº.Adicional Noturno A integração do adicional noturno no descanso semanal remunerado se obtém através da média diária do número de horas noturnas (Nº.4 Descanso Semanal Remunerado .HN) realizadas no mês.80 2. 2.5 Hora Extra Noturna .Calculando as horas trabalhadas temos: Horas diurnas = das 14:30 às 18:30 e das 19:30 às 22:00 = 06:30 horas normais Horas Noturnas = das 22:00 às 23:14 = 01:14 horas x 1. pago com habitualidade.7 DNU Solução: 46 horas noturnas / 23 DU X 7 DNU = 14 x 20% x 6. deve ser feita a redução para compor a jornada normal de trabalho (8:00 horas diárias ou 44:00 horas semanais). integram o salário para todos os efeitos legais.8.46 horas noturnas no mês de abril/10 . conforme Enunciado I da Súmula TST nº 60: "O adicional noturno. caberá o pagamento de horas extraordinárias.23 DU . Cálculo realizado em calculadora centesimal.HN / DU X DNU X 20% X VHN Exemplo 10: . integra o salário do empregado para todos os efeitos.8. multiplicando-se pelo adicional de 20% e multiplicando-se pelo valor da hora normal.valor da hora normal R$ 6. não dará o mesmo resultado.80 DSR = R$ 16. pagos com habitualidade." 2.00 VHN = 16. bem como as horas extras noturnas.

mesmo sendo estas após as 05:00 horas.5 x 9.valor da hora normal: R$ 4.20 (R$ 7. o empregado fará jus aos adicionais noturno e extra (20% + 50%. multiplicando-se pelo DNU.5 horas noturnas / 23 DU X 7 DNU = 3. multiplicando-se pelo valor da hora extra noturna (VHEn). cumulativamente. No período de 22. vide convenção coletiva no que diz respeito ao valor dos percentuais).Consideramos um empregado urbano que trabalhe 220 horas no mês e recebe R$ 720." Portanto. conforme Enunciado II da Súmula nº 60 TST: "Cumprida integralmente a jornada no período noturno e prorrogada esta.Havendo prestação de horas extras no horário noturno. Salário mensal R$ 880.01 ele trabalhou de 18:00 às 24:00hs. Exegese do art.00 VHEn = 31.valor da hora extra noturna: R$ 9. § 5º.valor da hora extra noturna: R$ 7.00 . terá direito ao adicional noturno sobre as horas prorrogadas. dividido pelo DU.valor a pagar de horas extras noturnas: R$ 43.Hora Extra Noturna A integração da hora extra noturna no descanso semanal remunerado far-se-á mediante a média diária das horas extras noturnas realizadas.8. Qual o valor do adicional noturno e sua remuneração? . da CLT.01 a 28.00: .50 EXERCÍCIO 5 01.valor da hora noturna: R$ 4.80 (R$ 4.7 DNU Solução: 11.6 Descanso Semanal Remunerado .HE / DU x DNU x VHEn Exemplo 11: . o empregado com jornada de trabalho noturno que realiza horas extraordinárias. 73. devido é também o adicional quanto às horas prorrogadas.00 .23 DU .00 (R$ 5. Abaixo segue exemplo de cálculo: .Empregado realizou no mês 6 horas extras noturnas.5 horas extras noturnas no mês de abril/10 .horas extras noturnas realizadas: 6 horas .20 (R$ 4.00 por mês.00 + 20% + 50%) . Fórmula: DSR = Nº.11.valor da hora normal: R$ 5.50 DSR = R$ 31.20 x 6) 3.00 + 20% + 50%) .00 + 20%) .

05. Ao comissionista aplica-se a garantia que o valor do salário não seja inferior ao valor do salário mínimo vigente ou ao valor do "piso" previsto em acordo.00  Insalubridade em Grau Máximo (40% s.m. Calcule a sua jornada noturna e o adicional noturno. Como o horário de 2 as 3 não é computado na jornada de trabalho. Quanto receberá no final do mês a título de adicional noturno? 08. como a importância fixa estipulada e percentagens relativas aos negócios realizados (comissões).Um empregado foi contratado para uma jornada de 08 horas diárias. mediante acordo. Quanto perceberá por essas horas extras ordinárias? 09. convenção ou sentença normativa. em certo mês.1 Descanso Semanal Remunerado Todo empregado tem direito ao repouso semanal remunerado de 24 horas consecutivas. Seu salário mensal é de R$ 900. mediante acordo. a cláusula relativa ao salário deverá ser elaborada da forma mais clara possível.Um empregado que ganha R$ 1. Então. qual seria composição do horário deste funcionário? 06. deve-se obrigatoriamente efetuar as anotações na Carteira de Trabalho e Previdência Social . laborou 50 horas extras suplementares das 22 às 24 horas. dentre outras.empregado que percebe R$ 6.600. das 21 as 23 horas.)  Qual o valor da remuneração deste funcionário 04. tendo o seu início às 22:00 horas e o intervalo para alimentação de 2 às 3 horas.  Salário R$560. No contrato de trabalho do empregado vendedor.00 mensais trabalha em jornada que se encerra à 1 hora.Um funcionário percebe R$ 8.976 mensais.00 mensais.00.Um funcionário que trabalhe em horário noturno e tem sua jornada estendida em 17 horas.01 ele trabalhou de 04:00 às 12:00hs.050. trabalhou horas suplementares durante 20 dias úteis. em determinado mês. inclusive o comissionista. como vendas efetuadas ou metas de produção atingidas.A empresa HXL esta contratando um empregado para trabalhar na seguinte jornada: Inicio às 16 horas intervalo p/refeição 20h as 21h a que horas termina sua jornada de trabalho? 07.9. Qual o valor do adicional noturno e sua remuneração? 03.01 a 30.02.Consideramos um empregado rural que trabalhe 220 horas no mês na lavoura e recebe R$500.Um empregado trabalha no horário de 22:00 horas as 05:00 horas durante 10 dias em área urbana.CTPS. As parcelas que integram a remuneração devem ser especificadas na CTPS conforme constarem no contrato de trabalho. . as anotações referentes à remuneração. preferencialmente aos domingos. No período de 22. Na admissão do empregado.00 por mês. destacando quando necessário: 2.9 COMISSÃO Comissionista é o empregado que percebe gratificação dada por certo serviço que realizou. Quanto receberá por esse trabalho extraordinário? 2. da categoria do empregado.

." (TRT .Bases: Constituição Federal.00 x 5 (domingos) DSR = R$ 340. exceto se recair em feriado.259 da 2ªT. Exemplo 12: 1. .08. regulamentada pelo Decreto nº 27. inciso XV. 1.Rel.560. Empregado comissionista auferiu no mês de maio/2010 um total de comissões de R$ 1.00 x 5 (4 domingos e 1 feriado) 26 DSR = R$ 68.1ª . em seu artigo 7º.00 e tem um salário fixo de R$ 430. Empregado auferiu no mês de maio/2010 um total de comissões de R$ 1. de 27.048/49.768.560.9. divide-se o produto mensal das comissões pelo número dos dias úteis do mês em causa. A fórmula de cálculo fica: DSR = comissões DU x DNU * Importante: O sábado é considerado dia útil.Ac. além do Enunciado do TST mencionado: "Para a fixação do valor do repouso de comissionista.00 x 5 (4 domingos e 1 feriado) DSR = R$ 300. Seu DSR corresponderá: DSR = R$ 1. através do Enunciado TST nº 27.00 x 5 (4 domingos e 1 feriado) 26 DSR = R$ 60. Juiz Gustavo Câmara Simões Barbosa).divide-se pelo número de dias úteis.74 . ainda que pracista.R .00.2 Forma de Cálculo Para a determinação do cálculo nos utilizamos de outro acórdão. que dispõe: "É devida remuneração do repouso semanal e dos dias feriados ao empregado comissionista. Seu DSR corresponderá: DSR = R$ 1.00.multiplica-se pelo número de domingos e feriados.10 DESCONTOS SALARIAIS OBRIGATÓRIOS E REGULAMENTADOS .00 Observação: Não é devido DSR sobre a parte fixa do salário. Em resumo: .RO 2. A jurisprudência trabalhista também consolidou o direito ao repouso semanal remunerado para o comissionista.somam-se as comissões auferidas no mês." 2.114/74 . juntamente com o artigo 67 da CLT e o artigo 1º da Lei nº 605/49. 2.00 2.768.

Se o adiantamento se referir a rendimentos que não sejam integralmente pagos no próprio mês. 5º dia útil subseqüente ao mês anterior. o efetivo pagamento. que a competência do rendimento pago não é relevante para determinação da Tabela Progressiva aplicável. a qualquer título. incidente sobre o respectivo salário-de-contribuição. Veja a tabela de IRF utilizada nos cálculos desta obra bem como a tabela de IRF vigente. embora seja da folha do mês anterior.10. Esta mesma regra se aplica às remunerações do trabalhador avulso.2009. deverá ter total atenção quando da alteração da tabela a partir do dia 1º do mês. Exemplo 13: Empresa efetuou o pagamento de salários de dezembro/08 em 07.00% e 11.01. 9. para as empresas que efetuam o pagamento do salários até o 5º dia útil. deve ser feito com base na nova tabela. desde que os rendimentos sejam integralmente pagos no próprio mês a que se referir. as remunerações deverão ser somadas para o correto enquadramento na tabela. Assim. respeitando-se o limite máximo de contribuição. determinando a base de cálculo a partir do somatório dos rendimentos pago no mês. Quando houver pagamento de remuneração relativa a décimo terceiro salário. em relação aos beneficiários pessoas físicas. O adiantamento de rendimentos correspondentes a determinado mês não estará sujeito à retenção. mediante a aplicação das alíquotas de 8. já que o cálculo do imposto.00%. portanto. é o efetivo pagamento. ou seja. este não deve ser somado à remuneração mensal para efeito de enquadramento na tabela de salários-decontribuição.10. 2.00%.1 Previdência Social Cabe aos empregadores o desconto relativo às contribuições previdenciárias de seus empregados. aplicar-se-á a alíquota sobre os valores em separado. Sempre que ocorrer mais de um vínculo empregatício para os segurados empregado e doméstico. Para melhor esclarecer utilizaremos um exemplo hipotético utilizando a alteração da tabela de IRF a partir de janeiro/10. a fonte pagadora deve proceder ao desconto do imposto por ocasião de cada pagamento.2.2 Imposto de Renda na Fonte O Regulamento do Imposto de Renda dispõe que quando houver mais de um pagamento. Sabendo-se que o fato gerador da retenção do imposto de renda. momento em que serão efetuados o cálculo e a retenção do imposto sobre o total dos rendimentos pagos no mesmo mês. a um mesmo beneficiário. no próprio mês. mas sim. no mês. o imposto será calculado de imediato sobre esse adiantamento. Neste caso. como a tabela progressiva do imposto de renda foi alterada a partir de . é importante frisar. e compensando o imposto retido por ocasião do(s) pagamento(s) efetuado(s) anteriormente.

Neste caso.2009.341.30 Demonstrativo detalhado IRF = (Salário .600.2009. possivelmente haverá um desconto a maior ou a menor de imposto de renda sobre a folha de dez/08 e esta diferença deverá ser corrigida.00 INSS R$ 334.01. Ocorrendo a alteração da tabela e caso a empresa tenha feito o cálculo com a tabela antiga. equivalente a R$ 79.29 . Para as empresas que efetuam o pagamento dos salários dentro do mês de referência este risco não ocorre. após a alteração da tabela.41 Líquido a Receber R$ 3.parc.2009 Folha de Pagamento Dez/2008 Cálculo Correto Cálculo Incorreto Salário R$ 3.97 .00 .29 INSS R$ 334.11 x 15%) . restituindo ou descontando o valor equivalente.28 (R$ 235.parcela deduzir IRF = (3.R$ 268.60 → R$144. ou seja.109. Para esclarecermos melhor e considerando as informações abaixo. Se a empresa utilizou a tabela vigente em dez/08.60) x % tab .R$ 156. o empregador é obrigado a fornecê-los. então.) x % tabela .74 x 27. o cálculo do imposto de renda deveria ter sido feito com base na nova tabela.11 VALE-TRANSPORTE O Vale-Transporte constitui benefício que o empregador antecipará ao trabalhador para utilização efetiva em despesas de deslocamento residência-trabalho e vice-versa.600.00 Salário R$ 3.030.5%) . 2.00 Dependentes = 03 (R$432.100.) x % tabela . Entende-se como deslocamento a soma dos segmentos componentes da viagem do beneficiário.20 x 3) Folha Pagamento = Dez/2008 Data Pagamento Salário = 07.84 IRF = R$ 156.13). Não existe determinação legal de distância mínima para que seja obrigatório o fornecimento do Vale-Transporte.600.851.41 Como a empresa efetuou o pagamento de salários de Dez/08 em 07. o empregado utilizando-se de transporte coletivo por mínima que seja a distância. vigente a partir de 01.R$ 268.R$ 548.833.13 Imposto de Renda (03 dep) R$ 235.82 IRF = R$ 784.334.parcela deduzir IRF = (3.23 .58 Líquido a Receber R$ 3.413.01.00 .29 Imposto de Renda (03 dep) R$ 156.13 Demonstrativo detalhado IRF = (Salário . por um ou mais meios de transporte.600.2009.1º de janeiro de 2009. houve desconto a maior de imposto de renda. a empresa deve efetuar a apuração do imposto de renda da folha de dez/08 com base na tabela progressiva de jan/09.dep.82 IRF = R$ 235.INSS . demonstraremos nos quadros o cálculo correto e o cálculo incorreto: Salário do empregado = R$ 3. .01.97) x % tab .deduzir IRF = (R$ 2.INSS .84 IRF = R$ 424.dep.parc. entre sua residência e o local de trabalho.deduzir IRF = (R$ 2.00 .432.01. o fato gerador para efeito do cálculo é 07.41 .R$ 548.

2. Excluem-se das formas de transporte mencionadas os serviços seletivos e os especiais. do beneficiário que exercer o respectivo direito. O desconto é proporcional nos casos de admissão. Proporção de vale-transporte no mês da admissão: 20 divididos por 40 = 50%. o Parecer Normativo SFT/MT nº 15/92. se o empregado optar por este benefício. considerando o mês completo de junho. Salário-base mensal: R$ 500.1. na parcela equivalente a 6% (seis por cento) de seu salário básico ou vencimento. em linhas regulares e com tarifas fixadas pela autoridade competente. Utilizará 20 passes no período de 15 a 30 de junho.00 = R$ 30. intermunicipal e interestadual com características semelhantes ao urbano.11. ainda.00 Desconto proporcional: R$ 30. O total de passes.75. em Convenção ou Acordo Coletivo de Trabalho que favoreça o beneficiário. operado diretamente pelo poder público ou mediante delegação.1. A concessão do Vale-Transporte autoriza o empregador a descontar. o valor da parcela equivalente a 6% (seis por cento) do seu salário básico ou vencimento.Cabe ao empregador o desconto do percentual de 6% (seis por cento) incidente sobre o salário-base ou vencimento do empregado. é de 40.00.00 6% x R$ 500.11. esclareceu que toma-se como o seu salário inteiro e não apenas os dias úteis do mês calendário.75 x 20 = 35.00 x 50% = R$ 15. Para efeito da base de cálculo do desconto de 6%. excluídos quaisquer adicionais ou vantagens. 2. excluídos quaisquer adicionais ou vantagens.1 Utilização O Vale-Transporte é utilizável em todas as formas de transporte coletivo público urbano ou.1 Custeio O Vale-Transporte será custeado:   pelo beneficiário. Exemplo 14: Empregado admitido em 15 de junho. no que exceder à parcela referida no item anterior. mensalmente. 2. pelo empregador. salvo estipulação em contrário.2 Proporcionalidade do desconto O valor da parcela a ser suportada pelo beneficiário será descontada proporcionalmente à quantidade de Vale-Transporte concedida para o período a que se refere o salário ou vencimento e por ocasião de seu pagamento. Custo do vale transporte individual: R$ 1.11.00 . desligamento e férias. Custo do vale transporte em junho: R$ 1.

Exemplo 15: O empregado utiliza 4 Vales-Transporte para o seu deslocamento residência-trabalho e vice-versa.1 Base de cálculo para o desconto A base de cálculo para determinação da parcela a ser descontada do beneficiário será:   o salário básico ou vencimento. ou então se procede ao desconto do valor real dos passes não utilizados.95 a título de horas extras a 50%. gorjetas ou equivalentes. .00 .do empregado será descontado: R$ 36.valor dos Vales-Transporte: R$ 184.11. a empresa poderá optar por uma das situações abaixo: a) exigir que o empregado devolva os vales-transporte não utilizados. gratificações. de imediato não mais faz jus o empregado ao benefício concedido. quando da concessão do vale. logo ocorrendo uma demissão no curso de um mês com aviso prévio indenizado.00 = R$ 20.00 Portanto: .00 + R$ 50. para os trabalhadores remunerados por tarefa ou serviço feito ou quando se tratar de remuneração constituída exclusivamente de comissões. integralmente do salário do empregado. e descontá-los.00 2. excluídos quaisquer adicionais ou vantagens.00 – R$ 15.2 Faltas/afastamentos – devolução O vale-transporte é para uso exclusivo no deslocamento casa-trabalho e vice-versa. Por exemplo.11. como o caso de doença).nº de dias de trabalho no mês de julho: 23 . Neste caso. b) no mês seguinte. devendo devolver os VT não utilizados ou ser descontado o valor equivalente.a empresa custeará: R$ 148. Salário mensal de agosto R$ 600.3 Valor inferior a 6% . Havendo ausências do empregado ao trabalho (mesmo justificadas. O desconto do Vale-Transporte somente poderá ser feito em relação ao salário pago.11.2.nº de Vales-Transporte necessários: 92 .00. Na demissão do empregado este deve devolver os passes que sobraram. percentagens. e o montante percebido no período.6% do salário básico (R$ 600.00 (2 x 92) . c) multiplicar os vales não utilizados pelo valor real dos mesmos.00): R$ 36. a empresa somente poderá descontar o valor dos vales relativos à remuneração da quinzena que está sendo paga. Isto porque o empregador entrega antecipadamente ao empregado os vales que adquiriu. se a empresa paga por quinzena não poderá descontar no pagamento da 1ª quinzena os vales correspondentes ao mês todo. a empresa poderá deduzir os vales não utilizados no mês anterior.Encargo de VT do empregador no mês de junho: R$ 35. 2. 2.

4 Empregado que utiliza veículo próprio O trabalhador que utiliza veículo próprio para seu deslocamento não terá direito ao vale transporte. Bases: Lei 7. 81. mensalmente. que não seja o deslocamento residência-trabalho e vice-versa.00 Portanto. Art.valor dos Vales-Transporte: R$ 80.418/1985. 2. Exemplo 16: O empregado utiliza 2 Vales-Transporte para o seu deslocamento residência-trabalho e vice-versa. 7º do Decreto nº 95. mensalmente. ilegítimos e adotivos) ou equiparados. 16 § 3°): a) o enteado. 5º e 7º do Decreto nº 95. sob pena de ter seu contrato de trabalho rescindido por justa causa.nº de Vales-Transporte necessários: 46 . Caso venha a optar pelo recebimento do benefício e passar a utilizá-lo de forma irregular. do empregado será descontado: R$ 80. ao segurado empregado urbano ou rural (exceto doméstico). Salário mensal do mês de agosto R$ 1.400. deve ser orientado pelo empregador para alterar o termo de opção do vale transporte. 2. O percentual relativo a esse custeio deixou . o empregado poderá optar pelo recebimento antecipado do ValeTransporte. b) o menor que esteja sob sua tutela e não possua bens suficientes para o próprio sustento e educação.50 (1. 3º. estará cometendo falta grave nos termos do § 3º. pela empresa a título de contribuição previdenciária é destinada ao custeio do salário família. na proporção do respectivo número de filhos (legítimos.12 SALÁRIO FAMÍLIA O salário família será devido.12.50 e não R$ 84. e ao trabalhador avulso.nº de dias de trabalho no mês de julho: 23 .Sendo a despesa com o deslocamento do beneficiário inferior a 6% (seis por cento) do salário básico ou vencimento. que possua baixa renda. Decreto 95. 2. legitimados. Equiparam-se aos filhos do segurado (Decreto 3048/99.1 Custeio-Reembolso Uma parte da importância recolhida. até 14 anos de idade ou inválidos (de qualquer idade) – Decreto 3048/99.247/87.6% do salário: R$ 84. art.00.11.75 x 46) .00 (6% do salário) devido o valor integral dos Vales-Transporte ser inferior aos 6% do salário. A invalidez do filho ou equiparado maior de 14 anos de idade deverá ser verificada em exame médico-pericial a cargo da Previdência Social.247/87). art. (artigos 2º.247/1987 e os citados no texto. cujo valor será integralmente descontado por ocasião do pagamento do respectivo salário ou vencimento. .

receberá o salário família de R$ 27.00. b) 1/30 (um trinta avos) da quantia percebida no mês anterior. não terá direito de receber o salário família no referido mês. semana. Exemplos 17: 1. empreitada ou comissão. 3. a importância correspondente. resultando saldo favorável à empresa.00 sem outras variáveis. e Lei 7.de ser específico a partir da competência setembro/89. por meio do campo 6 da GPS. se a remuneração for paga por tarefa.00 R$ 40. quinzena ou mês). Se o empregado percebe mensal R$ 510.00 R$ 20. Na hipótese de a soma das importâncias relativas às deduções de salário família.30. § 1º. se o pagamento ao empregado for feito por unidade de tempo (hora.00 + R$ 40. devendo descontá-lo do montante devido a título de contribuição previdenciária (exceto se o pagamento for apenas da parte de segurados). saláriomaternidade etc. cujo valor bruto em sua folha de pagamento é de R$ 540. 19 e 20. arts.19 por filho.00 R$ 153. Se o empregado percebe: Salário Mensal Adicional de periculosidade Horas extras Adicional noturno DSR Total R$ 510. . Nos termos do art.00 R$ 803. 2.00) ultrapassou a R$ 798. letras "a" e "b" da CLT.00 de horas extras. qualquer que seja a forma de pagamento. uma vez que a taxa a que se sujeitam as empresas em geral (20%) engloba o custeio de vários benefícios (Decreto 53. 2. ser superior ao valor das contribuições a recolher.13 CONTRIBUIÇÃO SINDICAL DOS EMPREGADOS A Contribuição Sindical dos empregados será recolhida de uma só vez e corresponderá à remuneração de um dia de trabalho. Poderá ser objeto de compensação ou restituição a contribuição recolhida a maior em decorrência da não-dedução em época oportuna. Dessa forma. receberá o salário família de R$ 19.787/89). poderá ter reembolsado mensalmente este valor.153/63. no ato da quitação. Se o empregado percebe mensal R$ 510.00 Como sua remuneração total do mês (R$ 803. tendo a empresa efetuado o pagamento das quotas de salário família. 582. considera-se um dia de trabalho o equivalente a: a) uma jornada normal de trabalho. dia. esta receberá.24 por filho.00 R$ 80. de quotas de salário família comprovadamente pagas aos empregados.

2 Desconto Os empregadores são obrigados a descontar da folha de pagamento de seus empregados. a Contribuição Sindical corresponderá a 1/30 avos da importância que tiver servido de base. ou nos casos em que o empregado receba. sem percepção de salários. sem que tenha havido em outra empresa o desconto da Contribuição Sindical. ou seja. gorjetas. pode-se ter aquele empregado admitido no mês de abril. terá o desconto da Contribuição Sindical também no mês de março.1 Salário Pago em Utilidades Quando o salário for pago em utilidades. vai ser composta da remuneração que corresponda à jornada diária normal do empregado. caso em que este não poderá sofrer outro desconto. 2. o seu desconto será efetuado em maio e o respectivo recolhimento será em junho (art. 4. acidente do trabalho ou licença não remunerada. a Contribuição Sindical por estes devida aos respectivos sindicatos. Assim. Referida hipótese deverá ser anotada na ficha de Registro de Empregados. Admissão Após o Mês de Março Os empregados que forem admitidos depois do mês de março serão descontados no primeiro mês subseqüente ao do início do trabalho. por motivo de doença. Como exemplo. Exemplo 18: . 602 da CLT). para recolhimento em abril. Admissão Antes do Mês de Março Empregado admitido no mês de janeiro ou fevereiro.13. § 2º da CLT). 1.O desconto da contribuição sindical corresponde a um dia normal de trabalho. as horas extras não irão compor. uma vez que estas horas são realizadas além da jornada normal. Admissão no Mês de Março Deve-se verificar se o empregado não sofreu o desconto respectivo na empresa anterior. relativa ao mês de março de cada ano. 3.13. 2. 2. habitualmente. Empregado Afastado O empregado que se encontra afastado da empresa no mês de março. ou seja. no mês destinado ao desconto. 582. Caso não tenha ocorrido qualquer desconto. deverá sofrer o desconto da Contribuição Sindical no primeiro mês subseqüente ao do reinício do trabalho. o mesmo deverá ocorrer no próprio mês de março. no mês de janeiro para a contribuição do empregado à Previdência Social (art.

.Empregado sofreu acidente de trabalho em fevereiro. O desconto da Contribuição Sindical deverá ser efetuado em julho e recolhido em agosto. e só retornou à atividade em junho.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful