Resumo:Prazo de prescrição para cobrança de FGTS E INSS?

- Todo trabalhador tem direito de sacar o dinheiro referente a sua conta quando é demitido sem justa causa, aposenta-se, quer comprar uma casa ou apartamento ou em caso de doença grave, como câncer e Aids; - Tem que ser controlado pela CLT, ele é ? - Sumula 206 do TST; - Caso tenha sido descontado, possui comprovantes? FGTS: - Caso o patrão interrompa o recolhimento antes do término do contrato de trabalho, vai se tornar inadimplente perante o FGTS. Assim, o empregado poderá pedir esses recolhimentos na Justiça do Trabalho. O FGTS é pago pelo patrão, o trabalhador não pode pagar por conta própria; - O direito de reclamar o recolhimento de FGTS prescreve em dois anos, contados da data da extinção do contrato de trabalho, podendo o empregado buscar os depósitos que deveriam ter sido feitos nos 30 anos anteriores, de acordo com o Enunciado nº 95, do TST, não havendo falar em prescrição qüinqüenal. (TRT 19ª R. – RO 01222.2000.003.19.00.3 – Rel. Juiz João Batista – J. 10.01.2002) - No entender de inúmeros juristas e juízes, a prescrição do prazo para reclamar o pagamento do FGTS foi consagrada em trinta anos.A discussão agora está entre o TST e o STJ: o TST afirma no Enunciado 362 “que é trintenária a prescrição do direito de reclamar contra o não-recolhimento para o FGTS, observado o prazo de dois anos após o término do contrato de trabalho”. O STJ, por sua vez determinou, através da Súmula 210, “que a ação de cobrança das contribuições para o FGTS prescreve em trinta anos.” - O artigo 144 da Lei Orgânica da Previdência Social (Lei n. 3.087, de 26 de agosto de 1960), por sua vez diz: “O direito de receber ou cobrar as importâncias que lhes sejam devidas, prescreverá, para as instituições de previdência social, em trinta anos”. Assim, como a lei que criou o FGTS (Lei 5.107/66) revogada com o advento da nova lei do Fundo, nos artigos 19 e 20, conferia os mesmos privilégios das contribuições devidas à Previdência Social ao Fundo de Garantia, conforme vemos no art.144, bem como na súmula 210, do STJ, o FGTS deverá ter a prescrição trintenária, pela lógica e amparado na lei. - FGTS. PRESCRIÇÃO TRINTENÁRIA. A prescrição trintenária, mencionada no art. 23, §5o, da Lei 8.036/90, refere-se à pretensão de cobrança dos depósitos de fundo de garantia não realizados sobre verbas remuneratórias regularmente pagas ao obreiro. Por sua vez, quanto aos depósitos relativos às verbas não quitadas na duração do contrato de trabalho, a prescrição aplicável é a quinquenal (art. 7o, XXIX, da CF), vez que a prescrição da pretensão ao valor principal também atinge as parcelas que dependem diretamente dele. (TRT/SP - 02057200506902006 - RO - Ac. 12aT 20090286388 - Rel. Benedito Valentini - DOE 15/05/2009) - A Constituição Federal fixa em dois anos o direito de pleitear a reparação de qualquer ato infringente de dispositivo nela contida (CF art.7º,XXII)

- Em síntese, possui divergência, entre 30 e 2 anos; - Telefone de duvidas do FGTS – 0800-7260101. INSS: - Aplica-se o prazo de 5 + 5 anos, ou seja, o tributo tem prazo de 5 anos para seu lançamento (o que ao meu ver ocorreu com a homologação do acordo na JT) e mais 05 anos para cobrar judicialmente o tributo; - O Estado tem 30 dias para fazer o lançamento do débito e o prazo prescricional de 5 anos para cobrálo. Se houve o lançamento após trinta dias cabe recurso e se não houve cobrança também; - STF decidiu que o INSS só pode cobrar dívida até 5 anos.

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Mas foi este prazo há pouco menos de um mes considerado inconstitucional pelo STF que fez sumula vinculante.. e segundo noticias desta semana. o STJ está para publicar uma Súmula estabelecendo como prazo prescricional 5 (cinco) anos. 144 da lei 3807. . De forma que passados mais de dois anos da saída da empresa não cabe ação alguma nem previdenciária. a empregada poderá ingressar judicialmente para que o empregador comprove o efetivo recolhimento das contribuições previdenciárias. ausência de comprovação de recolhimentos previdenciários. E foi feita a lei 8212 que baixou o prazo para 10 anos. Com a Constituição de 1988 as contribuições passaram a ser consideradas tributos. Porém cabe salientar que no caso em tela. Infelizmente mesmo no caso de FGTS a jurisprudencia dominante do TST vem entendendo que após 2 anos do término do contrato de trabalho ocorre a prescrição trabalhista na forma do que prevê a Constituição. e neste caso não entendo haver prescrição uma vez que na justiça trabalhista a prescrição é trintenária tanto para os casos previdenciários como fundiários. ENTÃO ELA PODE COBRAR DO SEU EX-EMPREGADOR? EXISTE PRESCRIÇÃO? A resposta é no sentido de não poder cobrar de seu ex-empregador por ter havido rescisão de contrato de trabalho há mais de dois anos. Já houve diversas discussões sobre o tema em Direito do Trabalho. EXISTE PRESCRIÇÃO PARA COBRAR DO EMPREGADOR QUE RECOLHA OU PAGUE AS CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS NÃO REALIZADAS DURANTE O CONTRATO DE TRABALHO? A EMPREGADA TRABALHOU DURANTE 15 ANOS ( 1990A 2005) E AO SER DEMITIDA VERIFICOU NO EXTRATO QUE SOMENTE HAVIAM UMAS 12 CONTRIBUIÇÕES. Quanto ao prazo de trinta anos para acões previdenciárias era previsto no art. Mesmo que se considere que até hoje está válido o prazo trintenário da lei 3807 a prescrição bienal já operou para ela. E quem gozava deste prazo eram as instituições de previdência social (a última o INSS) e não segurados ou trabalhadores.. Mas isto é duvidoso. Há uma discussão sobre se a lei 3807 teria sido recepcionada como lei complementar sobre prazo decadencial e prescricional tributário. ou seja o INSS tem prazo de cinco anos para cobrar do empregador eventuais recolhimentos em atraso. -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------A cobrança das contribuições não pagas é de responsabilidade do órgão previdenciário. NOS SEUS POUCOS CONTRA-CHEQUES QUE ENCONTROU NÃO TEM DESCONTO A TITULO DE INSS. ocorrendo assim a prescrição. Por enquanto a única lei complementar considerada sobre prescrição e decadencia tributária é o CTN que fala em 5 anos. Então só resta a ela esperar completar tempo de contribuição para aposentadoria e tentar provar este tempo ao INSS. Se negado por faltar contribuição aí cabe entrar na Justiça contra o INSS para que este conceda o benefício.

reduzindo para 5 anos. Quanto a execução de contribuições previdenciárias nota-se que nenhuma lei permite que o trabalhador promova a execução. Note que por enquanto nem foi feito pedido ao INSS. genero e grau. é sabido que. Neste ponto vale o estatuído na Constituição e os cinco anos não podem mais ser reclamados quando passados mais de dois anos após a rescisão do contrato de trabalho. segundo a hipótese ventilada pela consulente. etc para que sejam promovidos os procedimentos para execução das importancias devidas. Então o caso é de legitimidade ativa para propor a execução. bem como. o empregador pretenderia se abster de responder pelo crime de apropriação indébita. o que está sendo discutido é se ela pode executar as contribuições previdenciárias não pagas. regulamentando as contribuição previdenciárias. Quanto ao último parágrafo concordo em número. Jamais ela poderia intentar tal procedimento. É fato que com a emenda 45 foi ampliada a competência da Justiça do Trabalho para permitir que o trabalhador possa promover a execução na Justiça do Trabalho. considerado-se o disposto na Súmula 206 do TST Mas quanto ao caso dos recolhimentos previdenciários. Isto para os órgãos da previdencia social e não para os empregados. conforme estabelecido a Instrução Normativa n. O INSS não pode deixar de conceder o benefício. Quanto a não ser pronunciada de ofício a prescrição dificilmente o empregador deixará de alegá-la.ilustre coleta tem razão sobre a prscrição bienal. Entretanto. neste caso. Mas o trabalhador não goza do mesmo prazo do governo para execução. O restante é secundário. Inclusive em recurso. Concordo com sua posição em relação à execução da empresa pela trabalhadora no que tange as contribuições previdenciárias.Lembro ainda que em sede trabalhista a prescrição não se dá de oficio. ou seja. Ressalto ainda que recentemente o STJ declarou a inconstitucionalidade da prescrição previdenciaria de 10 anos. Ao contrário da lei 8036 do FGTS que tem dispositivo que o prevê. e pacificando a jurisprudencia. INSS. a empregada não poderá ser prejudicada pelo evento do não recolhimento das verbas previdenciárias. 3/2005. Observo ainda que o mero fato de não reter não o exime de pagar as importancias correspondentes ao empregado. visto que. especialmente no que tange as parcelas fundiárias. Ministério Público. considerando-se que sua CTPS esteja com todas suas anotações em ordem. "em alguns recibos de pagamento não constavam os decontos previdenciários". O trabalhador tem de se preocupar em provar o vínculo e o valor dos salários. É a primeira coisa que deveria ser feita. fato que argui tendo em conta acreditar que nenhum empregador assumiria o risco de se obrigar a recolher o que não foi descontado. não reteve consequentemente não recolheu. Fora isto é representar para a Receita. Seria contar demais com a sorte. especialmente . entendo que a pretensão da reclamante será unica e exclusivamente comprovar tais recolhimentos. Mas endossar a tese principal de execução direta pelo trabalhador no caso é dar falsas esperanças e fazer este se concentrar em algo que não garante o seu direito e não tem a utilidade que se pretende.

Fez súmula vinculante para tal. Não acredito que um empregador remunere seus empregados sem consignar os descontos tabelares para o INSS. de 1960. E todo o Judiciário e a administração são obrigados a seguir esta súmula. Lembro ainda que pelas dúvidas da consulente. do STF. existem casos que não versam sobre valores e sim sobre situações próprias. A Constituição de 1988 colocou as contribuições previdenciárias como tributos. A SV 8 não entrou neste detalhe. pertencem ao patrimonio da previdencia social. Sempre foram contestados estes prazos pelo fato de a doutrina e a jurisprudencia entenderem que deveria ser aplicado o art. Desde o início.porque seria ilegítima para figurar no polo ativo. é a exigencia de que o empregador comprove judicialmente os recolhimentos previdenciários. Mas por esta Constituição as contribuições previdenciárias não eram considerados tributos não se sujeitando a disposições da lei 5172 de 1966 (conhecida como Código Tributário Nacional ou CTN). seria materialmente complementar como o CTN e constitucional o prazo de 30 anos. Este tipo de extrato é emitido para contribuintes autonomos. por enquanto. 144 da lei 3807. Há um entendimento minoritário de que a lei 3807. que não é do meu conhecimento que os órgãos previdenciários emitam tais extratos demonstrando o quantum recolhido por cada empregado. principalmente as verbas retidas. PRAZO: 05 ANOS A CONTAR DA DATA DO ARQUIVAMENTO (ART. Na Constituição de 1967 o art. 45 e 46 da lei 8212 estatuíram prazos decadencial e prescricional de 10 anos. 45 e 46 da lei 8212. Tal procedimento possibilitaria inclusive responsabilizar o empregador pelos efetivos recolhimentos não comprovados. A lei 8212 não é complementar. de forma a oferecer garantias por meio de uma decisão judicial. e as verbas inerentes às contribuições previdenciárias não podem figurar no patrimonio da empregada. É ordinária. Nos presentes autos. Observo que nem sempre no judiciário trabalhista as discussões envolvem valores a receber. tais como a questão dos extratos. 40. revogou a lei 3807 inclusive seu art. LEI 6. que neste caso não ocorre a prescrição. 144 que tratava do prazo de 30 anos.830/80). mas não impossível. A lei 8212. o que vale é o prazo de 5 anos. Mas. algumas informações estavam truncadas. PESCRIÇÃO INTERCORRENTE NA EXECUÇÃO FISCAL. Se algum dia (acho quase impossível isto ocorrer) o Judiciário decidir que são 30 anos serão 30. E. Logo. jamais poderia ser revogada pela lei 8212 ordinária. No ano passado o STF decidiu que são inconstitucionais os art. De forma que não estando revogada ainda valeria o prazo de 30 anos. de 1960. o que se tem é uma execução fiscal. Não se poderia cobrar 30 anos retroativos. saldo a hipótese de ausencia de registro. Outro fato que também me causou dúvida é sua declaração de que nos contra-cheques não constavam descontos para o INSS. falava em prazo de 30 anos. 173 e 174 do CTN que falam em prazo de 5 anos. de 1991. a qual é competência do . propus um procedimento que não é comum na seara trabalhista. aplica-se a contribuições previdenciárias o prazo de 5 anos após a súmula vinculante 8. com inscrição própria. Mas na improvável hipótese de isto ocorrer por certo a decisão só terá validade para fatos geradores após esta. Os art. O CTN é considerado lei complementar. A Constituição exige lei complementar para normas gerais sobre decadencia e prescrição tributária. portanto. Abraços.

40.01646200807402005 . Marcelo Freire Gonçalves . extraímos: a) a obrigatoriedade da suspensão da execução por um. consoante os termos da Súmula no 327 do C. pode-se afirmar que o prazo de um ano estará sendo observado em uma visão teleológica. a prescrição a ser observada é a qüinqüenal.RO . A reparação de dano moral ou material decorrente de acidente do trabalho ou doença profissional é crédito de natureza trabalhista. consoante o teor do cotejamento dos parágrafo 3o e 4o. 2aT 20090114331 . Os autos foram para o arquivo em 30 de agosto de 2002. (TRT/SP 00388200606302004 . Em outras palavras. não houve. 219 do CPC e inciso I do art. Vamos inferi-la pelo exame concreto dos autos.DOE 24/03/2009) Diferenças de complementação de aposentadoria. Rejeito.responsabilidade civil. conforme art. parágrafo 1o). e) decorrido o prazo.RO . o juiz determinará o arquivamento. A doutrina indica que a melhor técnica de interpretação é a teleológica. (TRT/SP . Francisco Ferreira Jorge Neto . Pela interpretação literal do artigo 40. 11. mas fundado na responsabilidade civil. tem-se o início da prescrição. contudo. 13 ea data de fls. uma vez que a regra do parágrafo 1o do art. formalmente. houve quase o decurso de um ano. A contar do arquivamento.Ac. enquanto não houver a localização localizado o devedor ou encontrados bens sobre os quais possa recair a penhora e. determina que o juiz suspenderá o curso da execução. INTERRUPÇÃO DA PRESCRIÇÃO. suspende-se o processo por um ano. STJ. a determinação da suspensão. O desencadeamento do processo tem o condão de interromper a prescrição em relação aos pedidos que foram formulados na referida ação. 202 do Código Civil) e não da propositura da ação anterior.Judiciário Trabalhista após o advento da EC 45. sem que se tenha a fluência da prescrição (art.830. a manifestação de fls. Prescrição . no caput do art. AÇÃO COM PEDIDOS IDÊNTICOS EXTINTA SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO. que dispõe que "o termo inicial do prazo prescricional na ação de indenização.Ac. nesses casos.Ac. A interrupção também alcança a prescrição qüinqüenal. Pode-se dizer que. Entre o arquivamento e a manifestação do exeqüente houve o transcurso de mais de mais de cinco anos. começará o termo inicial para fins da fluência do prazo da prescrição. 202 do Código Civil. 40. 202 do Código Civil e o entendimento consubstanciado na Súmula no 268 do C. d) da decisão que ordenar o arquivamento. A decisão agravada está em sintonia com a Súmula 314 do STJ: "Em execução fiscal. Bastam à análise das datas entre o despacho de fls. O início da contagem da prescrição bienal para propositura de nova ação com as mesmas partes. findo o qual se inicia o prazo da prescrição qüinqüenal intercorrente".Rel. não localizados bens penhoráveis. c) após o prazo de um ano.Rel. não afetando o direito de ação. simplesmente.AP . 219 do CPC e parágrafo único do art. TST. b) o prazo máximo é de um ano para a suspensão (cotejamento do parágrafo 1o com o parágrafo 2o). não correrá o prazo da prescrição. A Lei 6. Aplicável também a Súmula 278 do C.DOE 11/09/2009) Recurso Ordinário. 15.TST não se restringem à prescrição bienal. 3aT 20090445095 Rel. o juiz ouvirá a fazenda pública e poderá decretar a prescrição. 12aT 20090694206 .DOE 09/06/2009) RECURSO ORDINÁRIO. a fazenda pública há de ser intimada da decretação da suspensão. é a data em que o segurado teve ciência .Ação de indenização por dano moral e material acidente trabalho ou doença profissional .01393200646602006 . Sergio José Bueno Junqueira Machado . pedido e causa de pedir dá-se a partir da data do arquivamento que é o último ato praticado no processo para a interromper (parágrafo único do art. (TRT/SP .

b) prescrição de três anos. havendo que se aplicar à espécie. A prescrição é instituto de direito material e. de modo que as correspondentes indenizações estão amparadas no Direito Civil e não na legislação trabalhista. não deve ser nem a trabalhista nem a civil. o que importa concluir que. se o fato lesivo ocorreu na vigência do Código Civil revogado. com a particularidade de que o ilícito é perpetrado no curso de um contrato de emprego. o Reclamante ajuizou a ação 00618. AÇÃO INDENIZATÓRIA DECORRENTE DE ACIDENTE DE TRABALHO. Considerando que esta ação indenizatória foi ajuizada em 27.06.12.00-1.RO . Logo. que tramitou pela egrégia 2ª Vara do Trabalho desta capital. pois restou demonstrado nos autos que o Reclamante teve seu contrato de trabalho suspenso em razão de afastamento para percebimento de benefício previdenciário desde 16. assim. impenderia considerar que o Reclamante alegou que. 199. seu contrato encontrava-se suspenso. não pode ser definida apenas pela competência do Órgão Jurisdicional. como tal. Sendo assim.Ac. o prazo geral de 10 (dez) anos estabelecido no art. a reclamar. se o fato lesivo foi praticado na vigência da EC 45 de 31. do CC/2002. de 16.2004 até a data do ajuizamento da ação. 206.2004. para os casos em que a ofensa tenha ocorrido na vigência do Código Civil de 2002 ou que a este se submeta por força da regra de transição. § 3º. tem-se que o direito do Obreiro não estaria fulminado pela prescrição qüinqüenal ou bienal trabalhista. pois está jungida à natureza da pretensão de direito material que constitui o objeto da lide.DOE 02/10/2009) PRESCRIÇÃO. o prazo previsto no art.23. o direito de ação do Reclamante não estaria encoberto pelo manto da prescrição. permaneceu recebendo auxílio previdenciário. bem assim que o acidente ocorreu em 29. (TRT/SP . de toda sorte. mas se trata de um dano à personalidade humana. 9ªT 20090701938 . se na data da entrada em vigor do novo Código Civil.02. em conformidade com o disposto no art. seu prazo prescricional também deve ser aquele previsto na legislação civil. 476 da CLT. Código atual.regra de transição..00662200607002003 .2007 como data do término do vínculo empregatício. A indenização por danos decorrentes de acidente de trabalho não é crédito trabalhista. Ainda que se adotasse entendimento filiativo à corrente que defende a aplicação do prazo prescricional trabalhista.2004. artigo 206. da Constituição Federal.002. Objetivando o recebimento de seus haveres trabalhistas. conforme estabelece o art. a prescrição desta modalidade de direito. para distribuição da demanda: a)prescrição de 20 anos. tornando-se incontroverso que tal situação permanecia inalterada no momento em que ocorreu a paralisação das atividades da Reclamada. do Código Civil.2004. Rita Maria Silvestre .04.06. não havia transcorrido mais da metade do tempo estabelecido na lei revogada .2007. de condição suspensiva. parágrafo 3º. Mesmo para aqueles que defendem a prescrição civil de três anos. c) prescrição qüinqüenal do artigo 7º. Tal situação implicava na suspensão de quase todos os efeitos do contrato de trabalho. até a data do término do vínculo declarada judicialmente. possibilitando a reabertura da instrução processual. Recurso ao qual se dá provimento para afastar a prescrição pronunciada e determinar o retorno dos autos à origem. inciso V. Portanto.03. durante estes lapsos. inciso XXIX.inequívoca da incapacidade laboral". pendendo. por intermédio da qual obteve pronunciamento judicial que fixou o dia 18. por exclusão. durante o período de recebimento do benefício previdenciário não fluía. I. nem constitui simples reparação civil.2007. 205 no Novo Código Civil. inclusive na esfera prescricional. . o prazo de prescrição de três anos para o ajuizamento da ação. artigo 2028 .Rel.

3º E 4º. A lei previu as hipóteses de suspensão e interrupção da prescrição em decorrência de problemas de saúde.inclusive para que seja apreciado o pedido de produção de perícia médica. Pelo princípio da actio nata. com o acréscimo de um terço.00710. (TRT23. PRECLUSÃO. encontram-se prescritos os direitos exigidos na ação quando o ajuizamento desta se deu após o prazo de cinco anos previsto no art. TODOS DO CC/2002. 2ª Turma. 460.003.2007. CONTAGEM. 1ª Turma. é defeso ao magistrado 'proferir sentença. em face da prova e de forma mais benéfica à Recorrente. RO . I. A suspensão do contrato de trabalho em decorrência de o empregado estar recebendo benefício previdenciário não interfere na fluência do prazo prescricional qüinqüenal quanto à pretensão indenizatória em razão de acidente de trabalho. não corre a prescrição. Relator: DESEMBARGADOR LUIZ ALCÂNTARA) PRESCRIÇÃO QÜINQÜENAL. (TRT23.2007. não corre qualquer prazo prescricional para o ajuizamento da ação. 7º. ART. Publicado em: 28/05/08.00828. Desta forma. HORAS EXTRAS. regulando. Publicado em: 04/04/08. devendo a pessoa.00-8.00-9. Relator: DESEMBARGADOR TARCÍSIO VALENTE) PRESCRIÇÃO BIENAL. não se havendo falar em nulidade decorrente de julgamento extra petita. Exsurgindo do acervo probatório elementos suficientes à caracterização de jornada extraordinária.dentre os herdeiros do empregado falecido. JULGAMENTO EXTRA PETITA. (TRT23. ser considerada totalmente ou relativamente incapaz. A concessão irregular das férias. SUPENSÃO DO CONTRATO DE TRABALHO. já que há pleito que depende da aferição da extensão da perda da capacidade laborativa noticiada pelo Obreiro. enquanto não alcançada a idade limite da capacidade plena para exercer por si seus próprios direitos. a norma do direito comum.23.2007. Dessa forma. do CPC. além. Recurso Ordinário a que se nega provimento. de natureza diversa da pedida.051. IMPOSSIBILIDADE. bem como condenar o réu em quantidade superior ou em objeto diverso do que lhe foi demandado'. a favor do autor. APOSENTADORIA POROVISÓRIA POR INVALIDEZ. AUXÍLIO-DOENÇA. XXIX da CF/88. Restando a condenação em salário menor ao pleiteado pelo Autor na inicial. em período menor que o permitido em lei. 198. eis que não se trata de parcela devida em razão da extinção do . INDENIZAÇÃO POR DANOS MORIAIS E MATERIAIS.23. PROVA. XXIX. Havendo menor de dezesseis anos absolutamente incapaz . 7º. que sequer foi pedida opportuno tempore. DEDUÇÃO. impõe a condenação do empregador ao pagamento em dobro do salário referente aos períodos não usufruídos. Os direitos decorrentes do contrato de trabalho e transmissíveis aos herdeiros são apenas aqueles ainda não atingidos pela prescrição qüinqüenal na data do falecimento do empregado (Art. 2ª Turma. FÉRIAS. RO . incensurável a decisão que reconhece o direito ao pagamento das horas extras.008. INOCORRÊNCIA. RO . 198. Tratando-se de parcelas de natureza diversa não se há falar em dedução. HERDEIROS MENORES IMPÚBERES. ART. contados da data da lesão. o prazo para o exercício da pretensão começa a fluir a partir do momento em que se torna exigível a obrigação ou do conhecimento da lesão do direito. a relação com o ex-empregador do de cujus.00-8. para tanto. da Constituição da República). Relator: DESEMBARGADORA MARIA BERENICE) PRESCRIÇÃO.00613. DO CCB. Nos termos do art. PRESCRIÇÃO QÜINQÜENAL. ACIDENTGE DE TRABALHO. Publicado em: 23/06/08. valendo registrar. I C/C ART. na forma constitucional. PARCELAS DE NATUREZA DIVERSAS.23. INOCORRÊNCIA.

– Rel.19. contados da data da extinção do contrato de trabalho. alínea a". aplicado a prescrição qüinqüenal ao FGTS.01. nos termos do que orienta o En. Devem ser respeitados os cinco anos posteriores a emenda. inciso XXIX. – RO-V . pois considera indevidamente como decadencial o lapso do biênio após a rescisão contratual.01. somente em 28.2002 – p.056. e na Súmula 20.2002) FGTS – PRESCRIÇÃO NUCLEAR – OCORRÊNCIA – A prescrição trintenária para o FGTS. são asseguradas a partir da propositura da reclamação. Juiz Luiz Antônio Lazarim – DOESP 28.2001. artigo 7º. assim como a qüinqüenal para os demais créditos dos trabalhadores urbanos e rurais. (TRT 5ª R. aquele que não ajuíza a ação nos dois anos seguintes à extinção do seu contrato de trabalho. inciso XXIX.1932-50 – (482/02) – 4ª T.00.022. (TRT 15ª R. não deve ser aplicada a nova regra prescricional. RO .2002 FGTS – PRESCRIÇÃO – O direito de reclamar o recolhimento de FGTS prescreve em dois anos. ditada pela Constituição da República. Relator: DESEMBARGADORA LEILA CALVO) MARCO PRESCRICIONAL – INTERPOSIÇÃO DA ACTIO – O prazo da prescrição qüinqüenal é contado da data do ajuizamento da ação.02.23. da jurisprudência dominante deste Regional.00790. ou seja. 2ª Turma. da Constituição da República. 16) FGTS – PRESCRIÇÃO TRINTENÁRIA – CONSEQÜÊNCIA – Tendo. podendo o empregado buscar os depósitos que deveriam ter sido feitos nos 30 anos .19. a fim de que seja declarada a prescrição trintenária. Juiz Antônio Catão – J.contrato e nem existe causa interruptiva ou suspensiva da prescrição das pretensões que não decorram do rompimento do contrato de trabalho.8 – Rel.2002) FGTS / PRESCRIÇÃO – É qüinqüenal a prescrição incidente sobre os depósitos judiciais resultantes de parcelas deferidas em sentença judicial. – RO 013726/2000 – Rel. 6944/2001 – (1605/2002) – Florianópolis – 1ª T. Recurso ordinário parcialmente provido. tendo em vista que é destinado ao exercício da postulação em juízo e que a decadência. – RO 01. (TRT 19ª R. 06.2001. Juiz Raymundo Figueirôa – DOBA 22. – RO 00478. ainda que pretenda reclamar.02. Juiz José Abílio – J. diferenças decorrentes do não-recolhimento da contribuição para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. Esse prazo é nitidamente prescricional. – Rel.0 – Red. desde que esta se verifique no biênio instituído pelo legislador como prazo máximo para o ingresso em juízo. tem contra si o manto da prescrição nuclear. (TRT23.2001. pressupõe a efetivação de algum ato independentemente da interposição da actio.99. Assim.055.02.2007. Entendimento consubstanciado nos Enunciados 206 e 362. Juiz Gerson Paulo Taboada Conrado – J.02. a decisão a quo". mais precisamente em 26. (TRT 19ª R.00. do C. do C. Publicado em: 30/04/08.05. 95. TST.08. tão-somente. impõe-se modificá-la. (TRT 12ª R. e não da data do rompimento do contrato. TST. 7º. Interpretação em contrário é inaceitável.00-0. 24. parte final. 19. nos termos do art.2005 pode ser aplicada integralmente a prescrição qüinqüenal. como instituto de direito material.2002) INAPLICABILIDADE DA PRESCRIÇÃO QÜINQÜENAL – CONTRATO INICIADO ANTES E FINDO APÓS A VIGÊNCIA DA EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 28/2001 – Iniciado o contrato de trabalho antes e findo depois da publicação da Emenda 28/2000. – RO 00295.

assim ementado (fl.. Ministro Milton Luiz Pereira). DJ.. O Superior Tribunal de Justiça negou seguimento ao Agravo de Instrumento nº 147.T.3 – Rel. por parte do empregado.... 1...C.N..00.. para a prescrição e decadência. Rel.19.. 10. Reg. de acordo com o Enunciado nº 95.. sujeita-se ao prazo trintenário... pág...PRESCRIÇÃO TRINTENÁRIA. é de 30 (trinta) anos.... fugidia dos tributos." A 1ª Turma do TRF da 3ª Região...003... por não serem contribuições de natureza tributária e nem previdenciária e sim sociais... 2 – A prescrição para cobrar qualquer parcela relativa ao FGTS..2002) PRESCRIÇÃO A prescrição das contribuições para o F.. em situação análoga.. pág...........08...T. 31.. mesmo antes da L. (TRT 19ª R....G.. 37): "DECISÃO Visto. Ambas as Turmas que compõem a Segunda Seção deste Tribunal têm entendido ser trintenária a prescrição da ação para cobrança de diferença de correção monetária nas contas vinculadas do FGTS.. nº 8/77. em acórdão de lavra do Juíz Relator Oliveira Lima... cuja natureza jurídica..EXPURGOS INFLACIONÁRIOS .( STJ.. não havendo falar em prescrição qüinqüenal.. decidiu: E o Egrégio Superior Tribunal de Justiça.. Posição jurisprudencial assentada n alinha dessa . do TST. conforme verifica-se abaixo (Doc. também vem ressaltando que o prazo de cobrança é trintenário....759).. de 24/08/98. 48): "CIVIL ..03..CORREÇÃO MONETÁRIA .......U.. na Apelação Civil nº 342559/SP...... 96..anteriores. 1ª T..048-DF (D.. Recursos Especial ( 98/0024890-0 )....CEF interpõe agravo de instrumento com o escopo de atacar decisão que negou seguimento a recurso especial aforado contra acórdão da 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região..... O FGTS...2000.. nº 146 de 01... espelhando a contribuição social. RESP 170475/RS..FUNDO DE GARANTIA DE TEMPO DE SERVIÇO .. 33..97...S... Juiz João Batista – J..." . – RO 01222... A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL ... como decidiu o julgado que segue: .....01. não estão sujeitas aos prazos de decadência e prescrição estabelecidos nos artigos 173 e 174 do C. etc.....J.0808873)...

70970)". pág.A contribuição para o FGTS não tem natureza tributária. 7. DJ 16. É farta a jurisprudência de nossos tribunais em reconhecer que os trabalhadores têm direito à atualização de suas contas vinculadas ao FGTS.P. ( AC . quando dos expurgos inflacionários.72 (janeiro/89).pág. têm decidido ser trintenária a prescrição da ação para cobrança de diferenças de correção monetária nas contas vinculadas do FGTS.Apelação Civil 0130104 .MG . a correção monetária dos saldos das contas vinculadas ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. NATUREZA DE CONTRIBUIÇÃO SOCIAL.06% ( junho/87). 246) " O prazo prescricional para o ajuizamento de ação que objetiva atualizar contas fundiárias é trintenário". Colocando ponto final no questionamento sobre a espécie. 50810). Dentre muitas colhe-se: " 3 .080887-3 – Relator Juíz OLIVEIRA LIMA. verbis: " 210 .30104 .87% ( fevereiro/91). DJ 01/07/1998 .APELAÇÃO CIVIL RELATOR JUÍZ MÁRIO CÉSAR RIBEIRO. ( Resp.1998 .6. sendo sua prescrição trintenária e.P. Relator Juíz Osmar Tognolo) " IX . ( TRF 1 .970) TRF 3ª REGIÃO – APELAÇÃO CIVEL Nº 342559/SP ( REG. DJ 09/04/1997 . sendo tão-somente a reposição do valor real da moeda.APELAÇÃO CIVIL RELATOR JUÍZ CÂNDIDO RIBEIRO.DJ 09.1997 .01. p.005841/0 . José Delgado.007554-0 .compreensão. ( AC . 1ª Turma. Rel. 42.MG DJ de 01/07/1998. Assim já decidiu a Excelsa Corte. 96.É devida. PRAZO PRESCRICIONAL . I – O Supremo Tribunal entende inaplicável ao FGTS a prescrição qüinqüenal do artigo 174 do CTN.04. adotando posturas idênticas.00.01.ambas a Turmas que compõe a Segunda Seção deste Tribunal têm entendido ser trintenária a prescrição da ação para cobrança de diferenças de correção monetária nas contas vinculadas do FGTS".8 e 9.00. senão vejamos: " 1.96. não qüinquenal.249-2/SP)". Não se aplicam à espécie os arts. 178 do Código Civil e 174 do Código Tributário Nacional. 70.12. na espécie.03. CORREÇÃO DAS CONTAS VINCULADAS A correção monetária não se constitui em um "plus".1998 -01. nos índices de 26. . ( AC .80% ( abril/90). a SÚMULA 210.98.DF .Turma 4 .DF . Precedentes da Excelsa Corte ( RE 100.236.A ação de cobrança das contribuições para o FGTS prescreve em 30 (trinta) anos.1996 .688/SP: " FUNDO DE GARANTIA POR TEMPO DE SE4RVIÇO .87% ( maio/90) e 21. Min. no Recurso Extraordinário nº 113. o SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA publicou no DJU de 5. 44.1997 . Os TRIBUNAIS REGIONAIS FEDERAIS. nº 0106964.

... o que se pode aplicar. março e abril de 1.Apelação Civil ." XI .990 e fevereiro de 1.. em suas decisões..32% (março/90). devem ser corrigidos pelos percentuais de 42.. sendo tão-somente a reposição do valor real da moeda....5173 ( expurgos de janeiro e fevereiro/89) x 2.0055747-1/MG.32% ( março/90).. nº 146 de 01.J.06% ( junho/87). que esses mesmos tribunais.32%. inclusive o STJ. 44.3898 = 1..... 7.. 20..87%.. como antes dito.. 3ª Turma . in casu.. ressalvando-se. 3..DJ 01. 84. 84..... o .87% (junho/90).. ( TRF 1 .. 84. 246)".. Os saldos das contas vinculadas do FGTS..... O IPC é o índice que melhor reflete a realidade inflacionária. Gilberto da Silva Melo. 20. ser imperioso descontar os percentuais já aplicados a título de correção monetária incidente sobre as contas vinculadas. 33. 44.90% ( março/91)..AC ... respectivamente. (D.90% ( março/91). " X . . Sendo pacifico o entendimento no Superior Tribunal de Justiça de que são devidos aos titulares de contas vinculadas de FGTS os reais índices de atualização. Nesse sentido.1998 ...." Pelo exposto.AC .. após brilhante dissertação sobre os índices expurgados nos diversos planos econômicos..007554-0/ MG... quando dos expurgados inflacionários..92% ( julho/90)..80% ( abril/90). A correção monetária não se constitui em um plus..01. como abaixo: (Doc. 3ª Turma DJ 01..pág..80% e 21... não resta a menor dúvida...72%.07.. Os índices são: 26. somente para débitos de janeiro/89 e anteriores. o Agravo de Instrumento nº 150.21% (fevereiro/91) e 13. 7.. 38) "D E C I S Ã O" 1..2341 ( expurgos de março/90 a fevereiro/91). pág..... objeto do presente litígio.. são unânimes em decidir favoravelmente em favor do trabalhador.. em trabalho intitulado "Os Expurgos Inflacionários nos Débitos Judiciais" veiculado pela Rede Mundial de Computadores . Os índices são: 26. tendo como relator o Sr.00.. 42..06% (junho/87)... embora os tribunais... 42... quando dos expurgados inflacionários.00.. Ministro Milton Luiz Pereira.97... 44. 12..92% ( julho/90).Apelação Civil ..U. ( TRF 1 ..87% ( junho/90).07.Os trabalhadores tinham direito adquirido à atualização dos saldos de suas contas vinculadas ao FGTS. notamos que..Internet...72% (janeiro/89).08. 174)".1997 ..80% ( abril/90).. temos um multiplicador de 3..pág. correspondentes aos IPC’s dos meses de janeiro de 1989.. não tenham aplicado com uniformidade os percentuais das diferenças a serem lançadas nos depósitos das contas vinculadas ao FGTS do trabalhador.01..21% ( fevereiro/91) e 13...72% (janeiro/89)...1998 .1998 ..685. 12.Os trabalhadores tinham direito adquirido dos saldos de suas contas vinculadas ao FGTS.991.. conclue: " Acumulando-se todos os expurgos. 2.830).

00 resultaria numa condenação não expurgada de R$338. uma condenação expurgada de R$100. Isto significa. para débitos de janeiro de janeiro/89 e anteriores. que. . em termos práticos.98%.que significa um percentual de 238.98".

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