MI032/1

CENTRAIS

CONTRA

INCÊNDIO

STOPFIRE “NE” - EEJ

- MANUAL DE INSTRUÇÕES -

...... ... .....5 – Informação do sistema (Quadro eléctrico das electrobombas principal + auxiliar). ..Teste periódico 6.. ........... . .. . ... .... .. .. 7. .... ..... .. .... . ... ... .. 3 3 3 3 4 6 6 6 7 7 2. .. ..3 . ... MOVIMENTAÇÕES E ARMAZENAGEM 3.... .. ..Inspecção periódica 6..... ......... ..... ....... ... .... .. AVARIAS . . .. .. . ... . ..... .. . . . . .. . ........... ... .... .......... . ...1 . . .... . 7.... . . .. . ..4 – Protecção do sistema 4..... RECEPÇÃO .. . ...... .......INDICE 1.4...... ........ .. .. 6. .... . . . 12 1 ...4....... INSTALAÇÃO .. .. ..... ...2 . ... ..... .... .... ...... ...... .. ...... . .3 ... .. .. ... . . . ...... .... . ........Manutenção das válvulas de segurança .. ... . ......Manutenção das bombas 7.2 ..Princípio de funcionamento 4.. . ...... . .. .... .. . ..5 – Arranques imprevistos das electrobombas principal ou reserva .Teste manual das bombas 5... ...3 ...... .. . .. . .. ... .. ..... ... .. .... . ... 7........ . ........ ..... 7.. . . .. .. ..2 ..... . .... . .......... ...Instalação .. .... .. ARRANQUE . ... . . . .. .. 4... .. . 7 4.............. .... ....... . .. . 4..4 . ....... ... . . 7.. .. .....1 – A pressão no manómetro é inferior à pressão de paragem .... . 9 9 9 9 10 10 10 10 11 11 11 11 11 11 5.A electrobomba JOCKEY não arranca .. ..... 6........ . ..Afinação da central .. . ... ......... .Teste da central . . ... . . .2 ..... . .... . .... ...1 . . . . . 4. . ........ .. .. ....... ... FUNCIONAMENTO DA CENTRAL 4. ...... .. ......... 3..1 .... ..... ... .... . . .. .... ...Considerações gerais 3...... .... ....... .. .. ... .. . .1 . . ... . .Arranque automático 5... . .. . 8 5.As electrobombas rodam em sentido contrário . ....... ....3 .. . . ... . . ..... . . . .... ..... MANUTENÇÃO ........ . . ... ... ... . .. ... ... .... .... ...... .. .As electrobombas não param .. .. .... . .... ...... .. ... . . ..... . ......... . ...... . . .. 7... ..2 – A pressão no manómetro é superior à pressão de paragem 11 7....... ... . ...... . .......... ...6 – Informação do sistema (Quadro eléctrico da electrobomba de reserva) ........ ....... .. .. .....2 .1 . ..... ...... ... ..O térmico da bomba JOCKEY dispara .....

.............. ................. .10 .....7 – Instabilidade da pressão na elevação 7... 2 ...... 12 12 12 13 13 13 .6 – Arranques e paragens excessivos da electrobomba auxiliar ................ 7.7...... ................8 ....11 – Empanques destruídos ANEXOS: Esquemas dos Quadros Eléctricos ... ........ ............ .........9 .As bombas aquecem (Hidráulico) 7..........As bombas gripam 7.......... .........As electrobombas não debitam água 7. .........

. sobre o assunto em causa. a sua movimentação tem que ser MUITO CUIDADOSA. S.A.Considerações gerais As Centrais contra Incêndio devido à sua necessária fiabilidade na resposta. 1 3 . Qualquer falta ou dano deve ser reclamado ao transportador e informada a EFACEC Bombas Hidraulicas e Ventiladores. limpo. isento de poeiras e não sujeito a vibrações. operação e manutenção da sua Central contra Incêndio. Fig. 1. Neste último caso a conduta de aspiração deve ser instalada na horizontal ou com tendência para subir até à bomba ( ver fig.. 2. Pedimo-lhe para ler e seguir todas as indicações nele contidas. afim de o ilucidarmos sobre a questão em falta. seco. S. agradecemos que contacte a EFACEC Bombas Hidráulicas e Ventiladores. deve ser armazenada em local afastado de quedas ou choques de objectos. 1 ). RECEPÇÃO Todo o equipamento deve ser cuidadosamente inspeccionado aquando da sua recepção. Se a central não for instalada de imediato. INSTALAÇÃO 3. devem ser postas a funcionar e testadas regularmente com as bombas em carga diminuindo-se assim o perigo do seu não funcionamento por desferragem. é necessário criar as condições que assegurem uma ferragem permanente.INTRODUÇÃO Este Manual foi preparado para o assistir na instalação. 3. MOVIMENTAÇÕES E ARMAZENAGEM Dada a fragilidade e sensibilidade de muitos dos equipamentos que compõem a central.1 .A. Quando tal não for possível. logo que lhe seja possível. Se em qualquer momento tiver um problema que não é contemplado neste Manual.

3 4 . deve estar protegida contra qualquer acidente (p.Instalação Fixar rigidamente a base da central ao solo usando os furos existentes (esta vai preparada para o efeito) e nivelá-la conforme é mostrado na fig. Deve-se impedir que uma bomba ao funcionar sozinha. Fig.ex: incêndio. 2 ). manutenção e reparação. 3. . A central deve ficar o mais próxima possível da fonte de alimentação de água ou reservatório. por intermédio de drenos suficientes e amplos ou instalando uma bomba de drenagem. 2 Deve-se impedir a formação do vórtice na conduta de aspiração. 3.2 . possa aspirar ar através do sistema de purga ou de caudal minimo de outra bomba. O local da instalação deve ser arejado ou seja com garantida circulação de ar e com espaço suficiente para permitir fàcilmente as operações de teste.Qualquer cone de redução instalado na conduta da aspiração deve ser do tipo excêntrico e instalado de modo a que a sua geratriz superior fique na horizontal ( ver fig. esmagamento. . corte. Qualquer seccionador na linha de alimentação deve conter um aviso do tipo: "Não cortar mesmo em caso de incêndio ( Circuito das Bombas de Incêndio) ". incluindo os seccionadores ou interruptores gerais. A fonte de alimentação de energia eléctrica deve ser directa do posto de transformação de maneira a assegurar o funcionamento das bombas eléctricas. etc. Fig. A linha de alimentação deve ser colocada em locais de muito pouco risco de incêndio e no seu percurso. A casa das máquinas da Central contra Incêndio deve ser protegida contra alagamentos.) que possa ocasionar a sua interrupção ou dano. mesmo quando tenham sido desligados todos os outros circuitos eléctricos.

Prever um tubo de descarga da água de refrigeração dos empanques de cordão das bombas. Ligar o colector de descarga à rede de incêndio.Ligar as aspirações das bombas. tendo o cuidado de não lhe introduzir esforços que possam ser transmitidos às flanges das bombas. Ligar as saídas de água das válvulas de segurança ao reservatório de alimentação ou a um esgoto de água. Neste caso deve-se usar uma junta flexível anti-vibrátil. com tubagens independentes instalando uma válvula de corte em cada uma delas. se possível. Instalar o controle de nível do reservatório e executar a sua ligação ao quadro de comando. Ligar (quando exista) o circuito de provas ao reservatório de alimentação. Verificar ou executar as ligações aos quadros de comando dos circuitos das bombas e circuitos auxiliares – pressostatos. alimentação dos motores eléctricos (Ver esquema dos quadros eléctricos em anexo). Fazer a ligação da rede eléctrica de alimentação aos quadros eléctricos (ver esquema dos quadros eléctricos em anexo). 5 .

Se o consumo utilizado no combate ao incêndio fôr pequeno. Se a fuga ou consumo ultrapassar a capacidade da electrobomba auxiliar. produzindo desta forma o arranque da electrobomba principal. a pressão é elevada a um valor capaz de actuar a válvula de segurança existente á saída da bomba deixando assim escapar parte do excesso de pressão existente no interior da rede de incêndio. Se o consumo ultrapassar a capacidade da electrobomba principal ou se esta tiver uma avaria darse-á a abertura do ou dos pressostatos “PR1 e PR2” (regulados para uma pressão inferior aos correspondentes á electrobomba principal). esta não conseguirá elevar a pressão pelo que continuará a cair até que provoca a abertura de um ou de ambos os pressostatos “PP1 ou PP2” (regulados para uma pressão inferior à do anteriormente mencionado). no entanto. é obrigatório após a sua completa instalação. um quadro eléctrico de comando e protecção das electrobombas principal e auxiliar e um quadro eléctrico de comando e protecção da electrobomba de reserva. sendo esta desligada quando se der a abertura do mesmo pressostato ( o que quer dizer que a pressão da instalação foi atingida ). testá-la novamente e se necessário ajustar a sua afinação às reais condições de funcionamento da instalação. rodando a respectiva botoneira para a posição O desde que ambos os pressostatos correspondentes a essa Electrobomba já se encontrem na situação de fechados (pressão alta). O arranque desta poderá ser atrasado de 1 a 60 segundos no relé de atraso existente no interior do Quadro Eléctrico com a designação Ka7.2 . Nesta posição.Princípio de funcionamento: Esta central contra incêndio é constituída por uma electrobomba principal. iniciando-se assim o arranque da electrobomba de reserva. a electrobomba correspondente á botoneira selecionada arranca imediatamente se pressionar o respectivo botão VERDE (Arranque). A paragem da electrobomba principal só poderá ser feita manualmente. Se existir uma fuga ou um pequeno consumo de água no Sistema de Incêndio. só parando se existir um defeito na electrobomba auxiliar. uma electrobomba de reserva. . O arranque desta poderá tambem ser atrasado de 1 a 60 segundos no relé de atraso existente no interior do Quadro Eléctrico respectivo com a designação Ka7. Para cada uma das Electrobombas o quadro eléctrico respectivo possui uma botoneira de : MAN – O . 4. Funcionamento da central em automático (botoneiras colocadas na posição AUT ). uma electrobomba auxiliar “Jockey”. 6 . Se o consumo utilizado no combate ao incêndio fôr pequeno. a pressão é elevada a um valor capaz de actuar a válvula de segurança existente á saída da bomba deixando assim escapar parte do excesso de pressão existente no interior da rede de incêndio.1 . se se rodar a respectiva botoneira para a posição O ou pressionar o botão VERMELHO (Paragem).AUT Funcionamento do quadro em manual – MAN. a pressão descerá provocando o fecho do pressostato “PA” que accionará a electrobomba auxiliar para reposição da pressão perdida.4.FUNCIONAMENTO DA CENTRAL 4.Afinação da central A central foi testada e regulada em fábrica.

A electrobomba auxiliar está protegida contra: Sobrecorrente por relé térmico Curto-circuito por fusíveis 4.A paragem da electrobomba de reserva só poderá ser feita manualmente.3 . 4.4 – Protecção do sistema: As electrobombas principal e reserva estão protegidas contra: Curto-circuito por fusíveis. Pode ser realizado manualmente utilizando o arranque manual das electrobombas. 4. Pode ser realizado manualmente por abertura da válvula do circuito de provas devolvendo a água usada novamente para o reservatório.Teste da Central: O teste à Central deverá ser feito regularmente ou seja pelo menos uma vez por semana e durante pelo menos dez (10) minutos. simulando a existência de um incêndio. rodando a respectiva botoneira para a posição O desde que ambos os pressostatos correspondentes a essa Electrobomba já se encontrem na situação de fechados (pressão alta).Informação do sistema (Quadro eléctrico das electrobombas principal + auxiliar): O quadro fornece as seguintes informações opticas: Presença de fases Bloqueio da Electrobomba Principal (Falha de tensão) Electrobomba principal ligada Electrobomba principal pedida Electrobomba auxiliar ligada Disparo térmico da Electrobomba auxiliar Falta de água Incêndio Falha de tensão no circuito de comando Avaria no sistema O quadro fornece as seguintes informações acústicas: Disparo térmico da Electrobomba auxiliar Falta de água Incêndio Avaria no sistema 7 . Pode ser realizado manualmente por abertura de uma qualquer válvula no circuito.5 .

4.6 .Informação do sistema (Quadro eléctrico da electrobomba de reserva): O quadro fornece as seguintes informações opticas: Presença de fases Bloqueio da Electrobomba de Reserva (Falha de tensão) Electrobomba de Reserva ligada Electrobomba de Reserva pedida Falta de água Incêndio Falha de tensão no circuito de comando Avaria no sistema O quadro fornece as seguintes informações acústicas: Disparo térmico da Electrobomba auxiliar Falta de água Incêndio Avaria no sistema 8 .

Ligar o interruptor das electrobombas em MAN separadamente e verificar o sentido de rotação dos motores eléctricos. Antes de se instalar a Central contra Incêndio deve-se testar a estanquecidade das condutas da rede de incêndio pelo menos a 1. trocam-se entre si a posição de 2 fases à entrada do quadro de comando.Arranque automático ( Ver o referenciado no ponto 4.2 . O troço de tubo que contêm o filtro poderá assim ser usado numa outra instalação a fim de realizar o mesmo efeito.Teste manual das bombas: Ligar o interruptor geral -Ι em ambos os quadros eléctricos. 9 .3 Teste da Central. Antes de se efectuar o arranque das bombas.ARRANQUE Antes de se efectuar o enchimento do reservatório abastecedor de água deve-se prever uma limpesa completa ao mesmo e ás condutas. a aspiração de impurezas poderá obstruir a válvula de segurança prejudicando desta forma o bom funcionamento da Central contra Incêndio. 5 Depois de alguns dias de funcionamento da Central retira-se o filtro de impurezas e coloca-se no seu lugar o troço de tubo que anteriormente tinha sido retirado.5. Se o sentido não fôr o correcto. O funcionamento de cada bomba deverá ser regular e silencioso.Teste periódico : O teste periódico já foi explicitado no ponto 4. Verificar também após confirmação do sentido de rotação. Fig.3 . Deverá ser verificada a purga do circuito dos pressostatos e do manómetro (a Central contra Incêndio vai preparada com um purgador automático de ar). se cada uma das bombas está a pressurizar o sistema (ver manómetro). 5. 5. 5. Ligar o interruptor de cada uma das bombas em AUT (Automático). Uma forma de eliminar esta possibilidade poderá ser a inclusão no colector de aspiração de um troço de tubo flangeado que possa ser retirado e substituído por um troço de igual comprimento munido de um filtro de impurezas como é mostrado na Fig.5 vezes a pressão máxima de serviço.2 ): Ligar o interruptor geral -Ι em ambos os quadros eléctricos. .1 . 5. Após a realização das acções anteriores deve-se ter o cuidado de abrir as respectivas válvulas de corte na aspiração para obter a ferragem de ambas as bombas. deverá ser feita uma última inspecção ao reservatório abastecedor de água e verificar se este e a água lá contida estão limpos.

3 .Inspecção periódica: O funcionamento e estado geral.Manutenção das bombas: A executar de acordo com o seu próprio manual que acompanha cada uma delas. incluíndo conservação e limpeza.1 . acompanhar um teste ou provocar uma simulação de incêndio por abertura de uma válvula da instalação. 6.MANUTENÇÃO A manutenção da central contra incêndio compreende: 6. Essa verificação é feita recorrendo-se a um manómetro aplicado na válvula existente no topo superior do reservatório. Pode-se. 10 . da central deve ser periodicamente inspeccionado.Manutenção das válvulas de segurança: Periodicamente deverão ser limpas as válvulas de segurança. deixando escapar alguma água limpa por forma a limpá-la interiormente. por exemplo. deverá ser feita uma pressorização até se atingir o valor anteriormente estipulado. 6. Para esse efeito coloca-se a funcionar a Electrobomba principal e a de Reserva em modo manual até as válvulas de segurança entrarem em funcionamento.2 .6. Se esse valor for inferior a um pré-estabelecido e que é igual á pressão normal de trabalho diminuída de 0.5 Kg/cm2. . Anualmente o reservatório de pressão deve ser esvaziado completamente e. deverá ser medida a pressão de pré carga existente no mesmo. nesta situação.

ã Alguma válvula de corte colocada na aspiração ou compressão fechada. ã Electrobombas a rodar em sentido contrário. 7. ã Interruptor geral desligado. ã Válvula de segurança com sujidade e não fecha completamente.P. ã Contactor avariado (Bobine queimada).A pressão no manómetro é inferior à pressão de paragem: ã Bombas mal purgadas. ã Verificar se existe tensão nas três fases. verificar a intensidade de corrente que o motor eléctrico gasta. ã Caso de bombas em aspiração . ã Térmico avariado. ã Manómetro defeituoso.AVARIAS . ã Controlar a intensidade de corrente consumida pelo motor eléctrico. ã Válvula de fundo defeituosa. ã Bomba entupida ou com desgaste (fuga interna importante). ã A pressão de elevação é superior ao valor de regulação de baixa pressão (B.a depressão na aspiração é superior ao NPSH requerido por essa bomba ( NPSH disponível ≤ NPSH requerido ). ã Caudal muito grande na rede de incêndio.A pressão no manómetro é superior à pressão de paragem: ã Manómetro defeituoso. ã Pressostato defeituoso ou cabo eléctrico de informação desligado.2 . ã Pressostato ou pressostatos da bomba avariados ou defeituosos.2 .O térmico da electrobomba JOCKEY dispara: ã Má regulação do térmico.5 . 7.4 . ã Fusível queimado. ã Verificar o aperto dos parafusos nos bornes de entrada da corrente eléctrica.As electrobombas não param: 7. ã Automatismo de paragem. ã Alimentação eléctrica incorrecta. as electrobombas não rodam à plena velocidade.1 .4. no quadro eléctrico. 7. ã Pressostato ou pressostatos da bomba defeituoso ou mal regulado. .1 . 7.A electrobomba JOCKEY não arranca: ã Falta de corrente eléctrica.) do pressostato. defeituoso ou desregulado. ã Cavitação.7. ã Entrada de ar na aspiração.4.As electrobombas rodam em sentido contrário: ã Trocar duas fases na entrada do quadro eléctrico de comando.Arranques imprevistos das electrobombas principal e de reserva: 11 . 7. ã Interruptor da electrobomba desligado.Causas possíveis 7. ã Térmico da electrobomba disparado ou avariado.3 .

7. ã O cabo de ligação dos pressostatos está defeituoso ou mal ligado. ã Perda de carga elevada na aspiração provocando uma queda de pressão na aspiração.7 . ã Entrada de ar na aspiração. ã Alimentação eléctrica incorrecta. ã As electrobombas estão a girar em sentido contrário.Arranques e paragens excessivos da electrobomba auxiliar: ã Falta de pressão no reservatório pré-comprimido. ã Automatismo de arranque/paragem. ã Cavitação. ã Falta de pressão no reservatório pré-comprimido.8 . ã Perda de carga muito elevada na aspiração. ã Alimentação eléctrica incorrecta. defeituoso ou desregulado.6 . ã Pressostato avariado ou mal regulado.Instabilidade da pressão na elevação: ã Manómetro defeituoso. ã Válvula de retenção defeituosa ou com sujidade. ã Turbulência na aspiração. ã Turbulência na aspiração. 7. ã Válvula de corte do reservatório pré-comprimido fechada. 7. ã Automatismo de arranque/paragem. ã Válvula de corte do reservatório pré-comprimido fechada. ã Cavitação. ã Válvulas de retenção defeituosas ou com sujidade. ã As bombas estão mal ferradas. ã Membrana do reservatório rompida. ã Pressostatos avariados ou mal regulados. ã Membrana do reservatório rompida.ã Despressorização do sistema de incêndio por falta prolongada da energia eléctrica ou fugas anormais no sistema. no quadro eléctrico.As electrobombas não debitam água: ã Válvulas de corte na aspiração ou compressão parcialmente fechadas. 12 . ã Perda de carga elevada na aspiração provocando uma queda de pressão na aspiração. defeituoso ou desregulado. ã Líquido aspirado carregado de ar. no quadro eléctrico.

11 – Empanques destruídos: ã Bombas a funcionar em seco. Se as bombas instaladas possuirem este tipo de empanque é obrigatório a manutenção de um gotejar em funcionamento para lubrificação e refrigeração do mesmo.7. 7.As bombas gripam: ã Bombas a funcionar em seco ou mal purgadas.9 . ã Empanque de gacheta mal regulado. ã Líquido bombeado com sólidos abrasivos em suspenção. ã Válvulas de corte na aspiração ou compressão fechadas.As bombas aquecem (Hidráulico): ã A válvula de segurança está bloqueada e não deixa sair água. 13 . 7.10 .