MEDIÇÃO DE NÍVEL 1-Introdução A medição de nível, embora tenha conceituação simples, requer por vezes artifícios e técnicas apuradas

. O nível é uma variável importante na indústria não somente para a operação do próprio processo, mas também para fins de cálculo de custo e de inventário. Os sistemas de medição de nível variam em complexidade desde simples visores para leituras locais até indicação remota, registro ou controle automático. Na indústria se requer medições tanto de nível de líquidos como de sólidos. Para facilitar a compreensão costuma-se definir nível, como sendo a altura do conteúdo de um reservatório, que poderá ser um líquido ou um sólido. Classificação e tipo de medidores de nível A medida do nível de um reservatório contendo líquido ou sólido, é efetuada a fim de manter esta variável em um valor fixo ou entre dois valores determinados, ou ainda para determinar a quantidade (volume ou massa) do fluido em questão. Existem dois métodos de medição que são usados nos processos em geral. a) Método de Medição Direta É a medição que se faz tendo como referência a posição do plano superior da substância medida. b) Método da Medição Indireta É o tipo de medição que se faz para determinar o nível em função de uma segunda variável. A tabela 1, a seguir mostra alguns dos tipos para determinar medição de nível mais utilizados na instrumentação.

2- MEDIDORES DE NÍVEL Medidor de Nível Tipo Régua ou Gabarito.

Consiste em uma régua graduada que tem o comprimento conveniente, para ser introduzido dentro do reservatório onde vai ser medido o nível . A determinação do nível se efetuará através da leitura direta do comprimento marcado na régua, pelo líquido. São instrumentos simples e de baixo custo permitindo medidas instantâneas. A graduação da régua deve ser feita a uma temperatura de referência, podendo estar graduada em unidades de comprimento, volume ou Massa. PRINCÍPIO DE OPERAÇÃO Uma bóia, de diâmetro especificamente calculado de acordo com a densidade do produto, é fixada em um cabo de aço inox que passa por uma seqüência de roldanas, movendo um indicador do lado externo do tanque. O indicador (ponteiro) desliza sobre uma régua graduada, por exemplo em metro ou em litro, indicando o valor medido.

Visores de Nível Aplica-se nestes instrumentos o princípio dos vasos comunicantes. Um tubo transparente é colocado a partir da base do reservatório até o seu ponto mais alto, permitindo a leitura precisa do nível do líquido, mesmo para altas pressões. Os visores de nível se destinam exclusivamente à monitoração do nível de líquido ou da interface entre dois líquidos imiscíveis, em vasos, colunas, reatores, tanques, etc. submetidos ou não à pressão. Os visores são aplicados quase na totalidade dos casos de monitoração local do nível, devido ao seu baixo custo em comparação com outros tipos de instrumentos, a não ser em casos onde a pressão e temperatura sejam excessivas e impeçam a sua utilização. Devido às suas características construtivas, os visores de nível são de fácil manutenção e construídos de maneira a oferecer segurança na operação. Para atender as mais variadas aplicações em diversos processos existem atualmente os visores do tipo tubular, de vidro plano, magnéticos e os especiais para uso em caldeiras. Todos serão analisados um a um nos itens subseqüentes.

A - Visores de Vidro Tubular Estes visores são normalmente fabricados com tubos de vidro retos com paredes de espessuras adequada a cada aplicação. Estes tubos são fixados entre duas válvulas de bloqueio de desenho especial através de união e juntas de vedação apropriadas a cada especificação de projetos . O comprimento e o diâmetro do tubo irão depender das condições a que estará submetido o visor, porém convêm observar que os mesmos não suportam altas pressões e temperaturas. Para proteção do tubo de vidro contra eventuais choques externos, são fornecidas hastes protetoras metálicas colocadas em torno do tubo de vidro ou com tubos ou chapas plástica envolvendo o mesmo.

Os tubos de vidro têm diâmetros normalizados onde para cada dimensão estão relacionados valores de pressão e temperatura máximas permissíveis. Devido às características construtivas, os visores de vidro tubular não suportam altas pressões e temperaturas, bem como apresentam alta probabilidade de quebra acidental do vidro por choque externo. Devido às limitações quanto a sua resistência a segurança, os visores de vidro tubular são recomendados para uso em processos que não apresentam pressões superiores a cerca de 2,0 bar e em temperaturas que não excedam a 100 graus Celsius. Não se recomenda o seu uso com líquidos tóxicos, inflamáveis ou corrosivos, visto que a fragilidade destes instrumentos aumenta a possibilidade de perda de produto contido no equipamento.

B - Visores de Vidro Plano Os vidros planos substituíram, ao longo dos anos, quase a totalidade dos visores tubulares. Esse fato decorre da inerente falta de segurança apresentada pelos visores tubulares em aplicações com pressões elevadas. Atualmente, os visores planos representam cerca de 90% das aplicações de visores de nível em plantas industriais. São compostos de um ou vários módulos onde se fixam barras planas de vidro. Estes módulos são conhecidos como seções dos visores. Apesar da diversidade de modelos e fabricantes, cada seção apresenta uma altura variando de 100 a 350 mm e, dependendo do desnível a ser medido, os visores podem ser compostos de várias seções (visor multisseção). Contudo, recomendase que cada visor tenha, no máximo, quatro seções. Ultrapassa esse limite, o peso da unidade torna-se excessivo e o visor pode deixar de ser auto-sustentável, necessitando de suportes adicionais. Caso sejam previstas variações amplas na temperatura do fluido, o visor deverá ser provido com loops de expansão para possibilitar a dilatação ou contração resultantes.

Recomendações para instalação e operação eficiente Geralmente a instalação de um visor de vidro requer os seguintes acessórios adicionais : • Válvulas de isolação das tomadas de amostra (válvula 1 e 2). • Válvula de bloqueio junto ao visor, normalmente, são válvulas de três vias (3 e 4) que permitem conectar o visor à tubulação de tomada no equipamento ou à saída de dreno ou respiro. • Válvula de dreno ( 5 ) instalada na extremidade inferior do visor. Eventualmente poderá ser instalada também uma válvula para respiro em lugar do plugue mostrado na Fig. 08. A especificação da classe de pressão, material e outras características das válvulas, tubo e do próprio visor devem seguir a especificação do equipamento a ele relacionado. Várias opções para instalação de instrumentos de nível podem ser usadas.

Por segurança, as válvulas de bloqueio do visor podem ser dotadas de uma esfera de retenção que previna a descarga de fluido para atmosfera se, porventura, ocorrer a quebra do vidro ou vazamento excessivo no visor. Quando se deseja maximizar a viabilidade, as válvulas de bloqueio deverão ser instaladas lateralmente. Por outro lado, para facilitar o posicionamento do visor em relação ao observador poderão ser instaladas válvulas “off-set” que permitem a comunicação sem obstruções entre a conexão ao visor e a saída de dreno ou respiro, já que a haste da válvula é deslocada lateralmente em relação ao canal de comunicação visor-dreno/respiro.

Quando instalados em vasos onde também se encontram instrumentos de medição contínua de nível recomenda-se que os visores cubram uma faixa maior que a destes, de forma a facilitar o ajuste ou verificação de funcionamento dos medidores. Os visores de vidro devem ser instalados em posição que permita ao operador uma boa visibilidade e fácil acesso para manutenção do tubo de vidro, das válvulas e juntas. O vidro deve ser mantido sempre limpo e verificadas sempre as condições das juntas de vedação e válvulas de bloqueio.

Medidor de nível por borbulhador

Neste tipo de medição, um tubo é inserido no líquido em um vaso. Uma das pontas devidamente preparada é submersa no líquido cujo nível se deseja medir e através da ponta superior é fornecido ar ou gás inerte permanentemente. O princípio no qual se baseia este tipo de medição é que será necessário uma pressão de ar igual à coluna líquida existente no vaso, para que o ar vença este obstáculo e consiga escapar pela extremidade inferior do tubo. Na medição é necessário que se possa saber se a pressão exercida pela coluna de líquido está sendo vencida ou não, e isto se torna possível com o escape das bolhas de ar pela ponta imersa no tubo. Isto representa um pequeno valor adicional na pressão de ar, desprezível, desde que o borbulhamento não seja intenso. A medida se faz através de um instrumento receptor que pode ser um manômetro ou qualquer outro instrumento transmissor de pressão. A figura seguinte mostra um esquema deste tipo de medidor.

Quando o nível do líquido sobe ou desce a pressão interna do tubo aumenta ou diminui respectivamente acompanhando o nível; esta variação de pressão é sentida pelo instrumento receptor. Uma coluna de líquido maior requer, maior pressão de ar para que haja expulsão de bolhas de ar e para colunas menores, pressões menores de ar. Para termos um bom índice de precisão, é necessário que o fluxo de ar ou gás seja mantido constante em qualquer situação e para conseguirmos esta condição temos diversas maneiras, seja pela utilização de orifícios de restrição, válvulasagulha, rotâmetros com reguladores de pressão diferencial, borbulhadores reguláveis, entre outros. As válvulas-agulha e os orifícios de restrição são utilizados por constituírem limitadores de vazão. Podem ser regulados, no caso das válvulas-agulha, até obter o borbulhamento ideal e calculado, no caso de orifícios de restrição. Já o rotâmetro com reguladores de pressão diferencial apresentam ótima precisão, pois, além de permitirem vazão de ar ou gás, mantêm o fluxo do mesmo constante regulando permanentemente a queda de pressão à montante e a jusante do rotâmetro.

Recomendações para seleção O método do borbulhamento tal como descrito não é indicado para vasos sob pressão, visto que uma variação na pressão do vaso irá afetar a leitura, somandose à coluna de líquido. Isto faz com que o instrumento receptor acuse nível maior que o realmente existente nos vasos. Sob vácuo ocorre o mesmo. Nestes casos deve-se usar um instrumento de pressão diferencial onde uma das tomadas é ligada ao topo do equipamento. Os borbulhadores não são recomendados também, quando o ar ou gás possa contaminar ou alterar as características do produto. O ar utilizado deve ser o ar de instrumentos, seco e isento de óleo, ou qualquer gás inerte. O líquido não deve conter sólidos em suspensão e sua densidade deve manter sempre constante. Recomendações para Instalação O tubo de medição deve ser instalado firmemente, não permitindo vibrações ou deslocamentos longitudinais. Deve-se cuidar para que equipamentos como agitadores ou serpentinas não interfiram no funcionamento dos borbulhadores. Deve-se, sempre que possível instalá-lo em um ponto onde as variações de nível por ondulação da superfície sejam mínimas e onde é possível instalar quebraondas. A extremidade do tubo imersa no líquido deve ter um corte em ângulo ou um chanfro triangular , com a finalidade de formar bolhas pequenas, garantindo uma pressão no interior do tubo o mais estável possível.

Chave de nível múltiplo tipo bóia magnética Possui como principais atrativos sua grande simplicidade de operação e manuseio, baixo custo de instalação e facilidade de ajuste. Pode ser utilizado em uma vasta gama de aplicações, efetuando o controle preciso do nível de praticamente qualquer tipo de líquido. Seu funcionamento não é afetado pôr determinadas características que podem variar no processo, como pôr exemplo : temperatura, densidade, condutividade, pressão, espuma a alterações na mistura.

características • Controle múltiplo de nível  • Facilidade e rapidez de ajuste • Fácil instalação e manutenção • Materiais em contato com o processo resistentes à corrosão • Sistema de controle de nível altamente confiável, versátil e de baixo custo princípio de funcionamento Consiste no livre movimento de uma bóia magnética em tubo guia, de acordo com a variação que ocorre com o nível do líquido. No interior deste tubo guia encontram-se sensores magnéticos (reed switches) posicionados em locais predeterminados pelo cliente que são acionados pela passagem da bóia.

aplicação Pode ser utilizado para o controle de nível de vários tipos de líquidos como : água, fluidos combustíveis (álcool, gasolina, óleo diesel, querosene, lubrificantes), fluidos corrosivos, etc. Permite o controle de bombas, implementação de alarmes (sonoros ou visuais), controle de válvulas, etc.

Chave de nível bóia lateral Desenvolvida para controlar o nível de líquidos em tanques ou reservatórios, sendo instalada sempre lateralmente.

São extremamente fáceis de instalar, manusear e operar, não necessitando de alimentação elétrica para sua operação, uma vez que utiliza um simples contato seco. Seu funcionamento não é afetado por determinadas características como variações que possam ocorrer de pressão e temperatura (desde que dentro dos limites especificados), condutividade ou a presença de espuma, gases/vapores sobre o líquido. características • Baixo custo • Fácil de instalar e ajustar • Requer manutenção mínima • Operação sem alimentação elétrica • Versátil : utilizável em uma infinidade de aplicações

princípio de funcionamento Uma bóia presa em uma de suas extremidades à uma haste transmite o movimento do líquido no interior do tanque a um magneto preso à outra extremidade desta mesma haste. Por meio de acoplamento magnético, este movimento é transferido a um outro magneto existente no interior do invólucro (sem nenhum contato físico com o magneto anterior), provocando a comutação de um contato elétrico.

APLICAÇÃO Alarme de nível alto/baixo, controle de nível através de dispositivos como bombas ou válvulas envolvendo os mais diversos produtos como água, produtos químicos, entre outros, seja em tanques ou reservatórios são algumas aplicações típicas desta chave. Chave de nível tipo bóia pera A chave tipo bóia pêra é um regulador de nível extremamente simples e confiável, utilizado em uma ampla gama de aplicações, como por exemplo : controle de nível alto/baixo, alarmes ou automação de dispositivos elétricos como bombas, válvulas, etc.

Devido ao seu design exterior e ao material com que é fabricado (polipropileno), é indicado para os mais diversos meios : desde água potável até efluentes e esgotos. PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO A chave de nível é suspensa por um cabo de PVC e possui no interior de seu invólucro selado um microcontato e uma pequena esfera de metal. Conforme o nível sobe ou desce, a esfera acompanha a inclinação da bóia. A mudança do contato (comutação) acontece somente quando o ângulo de inclinação for maior que 45º. O ajuste do ponto de atuação é feito através do contrapeso que acompanha a bóia, podendo estar localizado em qualquer posição ao longo do cabo.

Chave de nível tipo condutiva A chave de nível condutiva foi desenvolvida para o controle de nível de produtos líquidos condutivos, podendo controlar até 6 níveis diferentes na versão remota e até 2 pontos na versão compacta, bem como efetuar um controle diferencial, operando bombas, válvulas, ou qualquer outro dispositivo. O instrumento consiste basicamente de um ou mais sensores (ou eletrodos), um invólucro onde estes são conectados e uma unidade eletrônica, que pode ser integral ou remota contendo a saída de relês.

Como não apresenta partes móveis, requer manutenção mínima. características • Aplicável no controle de nível de uma ampla gama de líquidos • Controle independente (até 6 pontos) ou diferencial • Seguro : utiliza tensão e corrente alternados de baixos valores (não ocorre eletrólise) • Simples de instalar e ajustar princípio de funcionamento Baseia-se na condutividade do líquido, isto é, na sua habilidade em conduzir eletricidade. As hastes são energizadas com baixa tensão alternada (não há risco de eletrólise) e o comprimento de cada uma determina o nível exato onde a chave atuará. À medida que o nível do líquido sobe e atinge os sensores, fecha-se o circuito elétrico formado pelos eletrodos, líquido condutivo e referência, provocando a atuação do respectivo relê. A referência pode ser a própria parede do tanque no caso deste ser metálico.

aplicação A chave de nível condutiva é utilizada em diversas aplicações envolvendo líquidos condutivos como água, efluentes, produtos químicos agressivos ou não, alimentícios, entre outros. Alarme de nível alto/baixo em tanques, reservatórios ou poços profundos ou o controle de bombas/válvulas são algumas das aplicações típicas.

Chave de nível capacitiva A chave de nível capacitiva pode ser utilizada para detectar o nível de uma ampla faixa de produtos como pós, granulados, líquidos condutivos ou isolantes, corrosivos ou inflamáveis, polpas, etc., oferecendo confiabilidade, estabilidade e durabilidade a um baixo custo.

Uma vez que não apresenta partes móveis, requer manutenção mínima. O instrumento consiste basicamente de um sensor (sonda) e uma unidade eletrônica. características • Aplicável no controle de nível de uma ampla gama de produtos • Sem partes móveis – requer manutenção mínima • Imune à formação de incrustações na sonda • Sensibilidade ajustável princípio de funcionamento A operação da chave de nível tipo capacitiva baseia-se na variação da capacitância.Todos os produtos possuem uma característica denominada constante dielétrica, cujo valor é maior que aquela apresentada pelo ar (K=1). A sonda do instrumento e a parede do tanque ou reservatório (ou ainda uma haste de referência caso o tanque não seja metálico) atuam como as placas de um capacitor. No momento em que o produto entra em contato com a sonda, ocorre uma variação da capacitância – devido à diferença de constantes dielétricas – que é captada pelo circuito eletrônico, provocando a atuação do relê.

Devido ao seu princípio de funcionamento, é indicada para o controle de nível (alto ou baixo) de vários produtos, tanto sólidos como líquidos (pós, granulados, polpas, líquidos corrosivos, inflamáveis, etc.), permitindo operar alarmes, válvulas outro tipo de controle.

Transmissor de nível hidrostático O transmissor de nível hidrostático (pendular) é um instrumento extremamente versátil para medição de nível em poços ou reservatórios. Possui como principais atrativos sua grande simplicidade de operação e manuseio e baixo custo de instalação. Apresenta uma ampla gama de aplicações, efetuando a medição precisa do nível de praticamente qualquer tipo de líquido. Sua construção permite a instalação em locais de difícil acesso ou montagem como reservatórios elevados, tanques estreitos, poços artesianos simples ou subterrâneos.

PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO Baseia-se na medição da diferença de pressão entre a coluna de líquido sobre o sensor (pressão hidrostática) e a pressão atmosférica, que é convertida em um sinal de 4-20 mA proporcional ao nível por meio de um transdutor piezo-resistivo cuja membrana (diafragma) de aço inox é pressionada pelo fluido. O sensor é suspenso por um cabo que possui em seu interior um tubo de pequeno diâmetro (respiro), permitindo ao sensor compensar a pressão atmosférica. Em sua outra extremidade o cabo possui os fios para a conexão elétrica do sinal analógico, seja para um indicador, CLP ou outro dispositivo de monitoramento ou controle. CARACTERÍSTICAS • Construção compacta (aço inox) • Sem partes móveis • Diversas faixas de medição • Sem necessidade de ajustes • Não é afetado pela presença de espuma ou turbulência • Fácil instalação e manuseio APLICAÇÕES Monitoramento de água em : • Tanques • Reservatórios • Poços artesianos • Represas • Rios

Transmissor de nível capacitivo apresentação O transmissor de nível capacitivo é um instrumento compacto extremamente versátil, uma vez que pode ser utilizado em uma grande variedade de materiais como líquidos condutivos ou não e materiais sólidos como pós e granulados. Não apresentam partes móveis, uma vez que sua operação baseia-se no princípio da variação de capacitância. 1- Display numérico com menu de programação e status de saída 2- Sistema de montagem modular adaptável a várias conexões no processo 3 – Ponta de prove disponível em 10”, 18” e 28”. 4 – sinais de saída nos padrões industriais

princípio de funcionamento O funcionamento do transmissor capacitivo baseia-se no mesmo princípio do capacitor : a haste do transmissor (que pode ser isolada ou não) forma uma das placas, enquanto a outra é formada pela parede do tanque/silo ou por uma haste auxiliar (referência). A função do dielétrico é executada pelo material a ser medido ou pela isolação da haste do transmissor.

À medida que o nível sobe ou desce, ocorre uma variação na capacitância, que é convertida em um sinal analógico de 4-20 mA proporcional ao nível através do circuito eletrônico. características • Versatilidade : produtos líquidos ou sólidos • Sem partes móveis • Ligação a dois fios • Medição até 20 m • Manutenção mínima parcial ou total em PVC aplicações • Líquidos condutivos :ácidos, bases, soluções aquosas, etc. • Líquidos não condutivos : solventes, petroquímicos, etc. • Sólidos : - pós - granulados (grão, areia, carvão, minérios, etc.)

Medição de nível por pressão diferencial usando célula capacitiva A linha de transmissores LD301(SMAR) incorpora a técnica de medição de pressão por célula capacitiva e a flexibilidade e precisão assegurada pela utilização de microprocessador no seu circuito eletrônico. Projetados para o uso em controle de processos industriais, estes transmissores a dois fios geram um sinal de 4-20 mA em função de uma pressão diferencial aplicada. O sinal de 420 mA pode ser transmitido a longas distâncias, limitado apenas pela resistência da linha, com excelente imunidade a ruídos elétricos. Comunicação digital para calibração remota e monitoração estão disponíveis, superpondo um sinal digital no mesmo par de fios que carrega o sinal analógico.

As características marcantes da linha LD301 são: precisão de 0,075%, rangeabilidade de 40:1, pequenas dimensões e peso, possibilidade de calibração remota e disponibilidade para controle com algoritmo PID. O transmissor é composto de duas partes principais: o sensor (a célula capacitiva) e o circuito eletrônico.

A Célula Capacitiva é mostrada esquematicamente na figura acima. No centro da célula está o diafragma sensor (1). Este diafragma flexiona em função da diferença de pressões na célula. Estas pressões são aplicadas diretamente aos diafragmas isoladores (2). Estes por sua vez, transmitem as pressões aplicadas ao diafragma sensor através do fluido de enchimento (3), provocando a deflexão do diafragma sensor. O diafragma sensor é também um eletrodo móvel. As duas superfícies metalizadas (4) são eletrodos fixos. A deflexão do diafragma sensor é percebida através da variação de capacitância entre os dois eletrodos fixos e móvel. O Circuito Eletrônico, medindo a variação de capacitância, gera um sinal de 4-20 mA em função da pressão diferencial aplicada. Sendo microprocessado, o circuito eletrônico é extremamente flexível e preciso, permitindo obter-se a alta rangeabilidade e precisão. Para

melhorar

ainda

mais

a

performance

do

transmissor,

a

temperatura

é

constantemente medida e a saída do transmissor é continuamente compensada para esta variação.

Transmissores com selo Transmissores com selos remotos permitem que o transmissor não entre em contato direto com o fluido do processo. Selos remotos são úteis quando: • A temperatura do processo está fora do limite normal de operação do transmissor e não pode ser conduzida nesta condição na linha de impulso • O processo é corrosivo e requer freqüente substituição do transmissor • O processo requer materiais especiais, não comuns • O processo contém sólidos ou é viscoso, esta condição poderá obstruir a linha de impulso • A aplicação requer o uso de conexões sanitárias • Exigência de facilidade de limpeza do processo nas conexões para evitar contaminações em processos de batelada • Necessidade de preencher a linha de impulso periodicamente O selo é uma extensão do transmissor. A medição de nível usa o mesmo princípio dos transmissores sem selo: a pressão é proporcional ao nível. A pressão na base do tanque corresponde ao altura da coluna de líquido multiplicado pela densidade. A escolha correta do selo remoto é importante para manter a boa performance do transmissor de pressão.

Uso em tanques abertos Transmissor abaixo da tomada de pressão Em tanque aberto, usando sistema de selo simples, com transmissor abaixo do tomada de pressão, é similar ao transmissor simples usando um capilar preenchido com o fluido do processo. A diferença é que a distancia entre a tomada de impulso e o transmissor deve ser calculada com a densidade relativa do fluido de preenchimento ao invés do fluido do processo. Note que deve ser considerada a diferença de altura entre a tomada de pressão e o transmissor, e não o comprimento do capilar.

Os setpoints da calibração de SPAN são: 4 mA = LminS + dS = (0 x 0.9) + (20 x 0.934) = 18.7 inH2O 20 mA = LmaxS + dS = (60 x 0.9) + (20 x 0.934) = 72.7 inH2O Ou 20 mA = 4mA + span, onde o span = (Lmax – Lmin)S = 18.7 + 54 = 72.7 inH2O Transmissor calibrado: de18.7 a 72.7 inH2O Transmissor acima da tomada de pressão O uso de selos oferece outra vantagem, há maior versatilidade na montagem do transmissor. Ele pode ser localizado acima da tomada de pressão. Isto é particularmente útil quando o tanque está enterrado ou se o transmissor deve se localizado numa área mais conveniente. O transmissor pode ser montado acima da tomada de pressão ao tanto que for preciso desde que a pressão contrária (reversa ao selo) não exceda 1 atmosfera (33,9 pés). Quando o selo está abaixo do transmissor, o cálculo do nível é um pouco diferente porque a distância deve ser subtraída do nível ao invés de ser somada.

Os setpoints da calibração de SPAN são: 4 mA = LminS – dS = (0 x 0.9) – (100 x 0.934) = -93.4 inH2O 20 mA= Lmax S – dS = (60 x 0.9) – (100 x 0.934) = –39.4 inH2O - ou 20 mA = 4 mA + span, onde span = (Lmax – Lmin)S = –93.4 + 54 = –39.4 inH2O Calibração do transmissor: de –93.4 a –39.4 inH2O Na figura acima a máxima distância(d) do transmissor acima da tomada de pressão é de 36 pés, ou o equivalente a 1 atmosfera (33,9”) dividida pela densidade relativa do liquido de preenchimento (33,9 / 0,934 = 36,3”). Esta altura pode ser significantemente limitada se a densidade relativa do liquido de preenchimento for maior que 1,0. Uso em tanques fechados – sistema com dois selos Em sistemas fechados, a localização do transmissor e restrita pela máxima distancia permitida acima da tomada inferior de pressão. Em sistemas pressurizados, isto é o mesmo que 1 atmosfera, equivalente ao que vimos previamente. Em sub-atmosfera (sistemas de vácuo), o transmissor poderá ser montado na altura da tomada inferior de pressão ou abaixo. Isto assegura que o transmissor “ver” sempre uma pressão positiva tanto no lado de medição quanto no de referência.

Em sistemas de dois selos, a distância entre as tomadas de pressão torna-se a referência de compensação de Zero. Os cálculos são os mesmos, apesar de mudar a posição da montagem do transmissor.

Os setpoints da calibração de SPAN são: 4 mA = LminS – hS = (0 x 0.9) – (90 x 1.1) = –99 inH2O 20 mA= LmaxS – hS = (60 x 0.9) – (90 x 1.1) = –45 inH2O ou 20 mA= 4mA + span = –99 + (60 x 0.9) = –45 inH2O Transmissor calibrado: de –99 a –45 inH2O

Considerações de aplicação Usando selos remotos aumenta o número de aplicações onde transmissores de pressão podem ser usados. Entretanto, o conjunto de selagem (selos, capilares e líquido de preenchimento) devem ser escolhidos e montados corretamente para otimizar seu desempenho. As vantagens do selos são as seguintes: • São mais fáceis de manter o fluido de preenchimento entre a tomada de pressão e o transmissor, especialmente para o capilar de referência (lado de baixa pressão) • Em sistemas de vácuo, o sistema fechado do selo, irá manter a altura constante para o lado de baixa pressão(referência), o que não acontece com o sistema sem selos • Quando se usa selos como extensão para transmissores de pressão, a precisão da medição do transmissor permanece a mesma. Entretanto, o uso de selos remotos pode adicionar erros sobre do desempenho geral do sistema. Mudanças na temperatura e na montagem do transmissor são importantes parâmetros a serem considerados. . Temperatura Se há significantes mudanças na temperatura do processo o no ambiente, o erro irá variar significativamente com cada combinação de selo, capilar a fluido de preenchimento. Diafragmas de pequenos diâmetros ou selos são sensíveis a mudanças de temperatura. Diafragmas de grandes diâmetros ajudam a minimizar os erros. Longos capilares também aumentam o tempo de resposta do transmissor de pressão para mudanças no nível. Fluido de preenchimento é geralmente o mais difícil componente a ser escolhido. É bom escolher fluidos que tenham mínima expansão e contração características com mudanças de temperatura. Fluidos de preenchimento necessitam ser compatíveis como o processo. Eles também precisam resistir a temperaturas extremas tanto do processo quanto do ambiente. Montagem A montagem do transmissor com unidade de selo também é importante. Embora o uso de selos permita montagens mais flexíveis, mas não é ilimitada. Para aplicações de vácuo, o transmissor deverá sempre ser montado abaixo do nível da tomada de pressão inferior. Para tanques na pressão atmosférica ou acima, o transmissor pode ser montado abaixo da tomada de pressão inferior mas a distância multiplicada pela densidade relativa do fluido de preenchimento deverá sempre ser menor que o equivalente a 1 atmosfera de pressão. Ambas estas

medidas ajudam a prevenir danos ao selo e assegura o funcionamento correto o conjunto. vantagens • Amplia a capacidade do transmissor • Oferece maior flexibilidade na montagem. • Não susceptível a entupimento ou congelamento • Mais fácil de controlar. Limitações • Pode sofrer influência da temperatura. Escolha cuidadosa minimiza este erro. • Pequenos spans podem ser difícil de serem medidos quando selos são adicionados ao transmissor. • Tempo de resposta aumenta quando é usado grandes capilares .

Medição de Nível por radar O que é RADAR ? A palavra RADAR se origina da frase RAdio Detection And Ranging , que foi aplicado para fins militares em 1930 para detecção de aviões. Hoje , o RADAR tem muitas aplicações úteis como: detecção de tempestades para ajudar pilotos e estações metereológicas para evitarem mal tempo, usado também para medir velocidade de automóveis para coibir excesso de velocidade e para uma navegação segura para pequenos barcos. Radar é também similar a eletrodomésticos como o forno microondas. Dispositivos de radar e fornos microondas produzem ambos ondas eletromagnéticas . Enquanto o forno microondas é usado para aquecer alimentos, o Radar é usado tipicamente para determinar distância e velocidade. Em relação à medição de nível, a cinqüenta anos se usa Radar para medir nível de líquidos e tanques transportadores de produtos químicos. Neste caso é usado para determinar a quantidade de carga que pode ser adicionada sem haver transbordamento. Desde que o Radar tem se tornado um dispositivo preciso de medição de nível, tem sido usado nas indústrias de petróleo, energia, químicas, de alimentos e cervejaria, papel e celulose e farmacêutica .

Radar é Seguro ? Radar é um dispositivo que transmite ondas eletromagnéticas alimentado por uma fonte de energia. A inteira distribuição das ondas eletromagnéticas e chamado de Espectro Eletromagnético.

O espectro define a freqüência e o comprimento de onda de diferentes tipos de ondas eletromagnéticas. Freqüência é o número de vibrações por segundo, e é medida em Hertz ou ciclos/segundo. Comprimento de onda é a medida do comprimento de cada onda completa e é expressa em Metros. Freqüência e comprimento de onda são inversamente proporcionais ; ondas eletromagnéticas com alta freqüência tem pequeno comprimento de onda e ondas eletromagnéticas com baixa freqüência tem grande comprimento de onda. A freqüências mais comuns são as que são visíveis ao olho humano. Outras freqüências comuns incluem as de TV e radio(FM e AM). As rádios FM transmitem sinais de 88 a 108MHz . Nos radares a freqüência é na faixa de 3 a 30GHz (gigahertz). Os radares hoje usam de 5 a 10 GHZ. Recentemente foi desenvolvido radares para freqüência de 24 GHz. Usando freqüência de 24 GHz permite que as aplicações tenham antenas e largura do feixe muito menores , que resulta em fácil instalação, em comparação com os anteriores.

Se você examinar o espectro eletromagnético inteiro, você pode ver que altas freqüências como raios gama, raios X e luz ultravioleta são mais perigosas e estão bem acima da freqüência usada nos radares. TIPOS DE SINAIS DE RADAR Os dois tipos mais comum de sinais de onda de Radar usadas para medição de nível são Radar de Pulsos e FMCW (Frequency Modulated Continuous Wave – onda contínua com freqüência modulada). RADAR DE PULSOS Também chamado de radar de tempo de trânsito, transmite um curto e nãocontínuo pulso de sinal. O nível do produto no tanque é medido com base no tempo transcorrido entre a saída do sinal do transmissor e a recepção do sinal de retorno (eco). Como as onda eletromagnéticas viajam na velocidade da luz( 3000Km/h), o tempo deve ser medido em picosegundos (trilhionésimo de segundo!). Isto é muito difícil e caro de ser medido, exigindo que sejam construídos dispositivos eletrônicos muito precisos. Esta dificuldade de medir o tempo de trânsito precisamente pode causar erros na precisão do radar. Em adição a isto, radar de pulsos tem dificuldade de distinguir entre sinais de múltiplos ecos e falsos sinais de retorno, provenientes de agitadores, lâminas(pás), escadas e outras obstruções que possam estar no interior do tanque. RADAR FMCW Diferentemente do radar de pulsos, o radar FMCW transmite um sinal contínuo que muda de freqüência. Quando o sinal alcança a superfície do material, o sinal é refletido de volta para o radar. Invés de atentar para o tempo de trânsito, o receptor do radar avalia a diferença de freqüência entre o sinal transmitido e o sinal de retorno. Plotando esta diferença de freqüência em relação ao sinal produzido pelo transmissor, o resultado é proporcional à distância, e conseqüentemente, ao nível do tanque.

Características do sinal de RADAR O princípio básico do radar é a sua capacidade de refletir sobre a superfície dos materiais baseado na constante dielétrica do material. A constante dielétrica do material é diretamente proporcional à quantidade de energia eletromagnética que é refletida dele. O vácuo tem uma constante dielétrica igual a 1, que significa que não reflexão de sinal de radar. Qualquer material que tiver constante dielétrica maior que 1,8 , como a água, óleo cru, ou amônia, irá facilmente refletir sinais de radar. Quanto maior a constante dielétrica do material , mais sinal será refletido e disponibilizado para medição de nível. Por outro lado, sinais de radar tende a atravessar materiais que tem constante dielétrica menor que 1,8 , como o ar, vapor, certos gases, ou espuma. Esta é a razão que faz o radar ser uma excelente tecnologia para medição de nível de materiais em tanques. O ar, vapor e espumas não afetam a medição de nível, se comparado com outras tecnologias de medição. Em adicional, mudanças na constante dielétrica causada por mudanças na temperatura ou pressão tem pouco efeito sobre o sinal. MEDIÇÃO DE NÍVEL Radares determinam o nível do produto num tanque medindo a parte não preenchida do tanque(ullage). Esta parte não preenchida, ou espaço de vapor, é a distância entre o radar e a superfície do produto(material). A medição de nível é determinada subtraindo da distância do radar até a base do tanque, esta parte não preenchida.

A reference gauge height (altura de referência do transmissor) é a distancia da base do tanque ao da placa de referência(strike plate) até a face do radar montado no flange. A altura de referência do transmissor estabelece o ponto de onde todo o nível e medições de calibração são feitas. COMPONENTES BÁSICOS DE UM RADAR

Na parte superior de um radar típico, está o invólucro geralmente de alumínio. Nele ficam as partes eletrônicas de processamento do sinal. Esta parte eletrônica é o coração do radar. Nela é produzida a onda eletromagnética usando um oscilador que converte tensão contínua em microondas ou sinal. Também recebe o sinal de retorno.

O sinal passa para a eletrônica através de um guia de onda. O guia de onda é o percurso entre a eletrônica e a antena. A antena é tipicamente uma peça em forma de cone feita de inox. Ela controla a largura do feixe do sinal para ajudar a manter o sinal focado na base e não se espalhar pelo tanque inteiro e dando falsos ecos. O tamanho da antena é inversamente proporcional com a freqüência; quanto maior a freqüência, menor será a antena. APLICAÇÕES DE RADAR Radar é um método de medição de nível sem contato. É uma alternativa em processos onde a inserção de objetos de prova é proibido ou o produto é corrosivo. O radar é insensível a características muito comuns de líquidos como mudança de densidade, constante dielétrica ou condutividade. A avançada tecnologia do Radar permite precisa medição de nível , emitindo sinais seguros em microondas.

Medição de nível por RADAR em aplicações menos severas:

Medição de nível por RADAR em aplicações severas onde há presença de gases, espuma, poeira e objetos como tubulações e agitadores:

Controle de nível por empuxo

Os controladores digitais de nível são instrumentos acionados por loop. Junto com um sensor do tipo pistão auxiliar de compressão, eles medem as mudanças no nível de um líquido, no nível da interface entre dois líquidos ou na densidade de um líquido. Uma mudança no nível, na densidade ou no nível da interface no fluído medido causa uma mudança na posição do pistão auxiliar de compressão. Esta mudança é transferida para o conjunto do tubo de torque e para o conjunto da alavanca do controlador digital de nível. O movimento rotativo desloca um ímã fixado ao conjunto da alavanca, alterando o campo magnético que é medido pelo sensor de efeito Hall. O sensor converte o sinal do campo magnético em um sinal eletrônico variável, o qual é convertido no sinal de saída de 4 e 20 mA do controlador digital de nível. Os sensores de nível disponíveis nas configurações com e sem gaiola. Os sensores com gaiola proporcionam uma operação mais estável do que os sensores sem gaiola para recipientes com obstruções internas ou turbulência interna considerável. Os sensores sem gaiola são geralmente usados em aplicações que requerem pistões auxiliares de compressão grandes alojados por conexões flangeadas grandes. Hastes de pistão auxiliar de compressão de comprimentos diferentes permitem baixar o pistão auxiliar de compressão até a profundidade desejada. Ajuste simplificado e calibração... Com o Assistente de Ajuste eletrônico, a partida do controlador digital de nível é simples e rápida. Os alarmes de nível e temperatura, as tabelas de gravidades específicas, a compensação de calibração e as tendências podem ser configurados imediatamente. Os controladores digitais de nível também possibilitam o restabelecimento dos intervalos sem uma referência de fluido. Sensível a pequenas mudanças no processo... A precisa conversão analógica para digital de alto ganho permite a medição de pequenas mudanças na variável do processo. Isto permite que os controladores digitais de nível sejam usados em aplicações difíceis de medição de nível, interface ou densidade de líquidos. Além disso, um filtro de entrada e um amortecimento na saída eliminam ondulações

induzidas pelo pistão auxiliar de compressão no sinal de saída devido à turbulência no líquido. Efeitos reduzidos de temperatura... Um sensor interno de temperatura garante que as alterações na temperatura ambiente não afetem o desempenho do controlador digital de nível. Com um sinal de entrada RTD, o controlador digital de nível também pode compensar automaticamente mudanças específicas de gravidade causadas por mudanças na temperatura.

Sensor sem gaiola

Sensor com gaiola

Transmissor e controlador pneumático de nível

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Modo de controle proporcional, proporcional + reset, folga diferencial (ligardesligar) ou operação de transmissor Controle simples com dial para ajustes de ponto de controle, banda proporcional, reset, zero e amplitude O sensor de pistão auxiliar de compressão mede alterações no nível de líquidos, gravidade específica ou nível de interface; e o controlador ou transmissor envia um sinal pneumático que é proporcional às alterações O pistão auxiliar de compressão fica em uma gaiola reforçada para montagem lateral de um reservatório ou pode ser suspenso em um reservatório sem uma gaiola Conexões ao tanque com flange

Banda proporcional ajustável para uma total alteração de pressão de saída acima de 10 a 100% do comprimento do pistão auxiliar de compressão Banda proporcional ajustável para uma total Controlador pneumático alteração de pressão de saída acima de 20 a 200% proporcional + Reset do comprimento do pistão auxiliar de compressão Controlador pneumático Banda proporcional ajustável para uma total proporcional + Reset com alteração de pressão de saída acima de 20 a 200% regulador sem saturação do comprimento do pistão auxiliar de compressão integral Opções de Amplitude ajustável para uma total alteração de controladores Transmissor pneumático pressão de saída acima de 20 a 100% do e proporcional comprimento do pistão auxiliar de compressão transmissores Controlador pneumático Folga diferencial ajustável para uma completa com folga diferencial(ligarmudança de pressão de saída de 0 a 100% do desligar) totalmente comprimento do pistão auxiliar de compressão ajustável Folga diferencial ajustável para total mudança de Controlador pneumático saída acima de 25 a 40% do comprimento de com folga diferencial(ligar- pistão auxiliar de compressão ( o ajuste irá variar desligar) com ajuste de acordo com o comprimento, gravidade limitado especifica e pressão do pistão auxiliar de compressão) Continuamente ajustável para colocar a amplitude de menos de 100% em qualquer lugar dentro do Ajuste de Zero(somente transmissores) comprimento do pistão auxiliar de compressão(nível de interface ou fluido) Controlador proporcional pneumático Controladores e transmissores Sinal de saída: proporcional ou de reset Ação Controladores de folga direta( aumentando o diferencial com ajuste total nível aumenta a saída) Controladores de folga ou ação reversa difencial com ajuste limitado 0,2 a 1,0 ou 0,4 a 3 a 15 ou 6 a 30 2,0 bar psig 0 e 1,4 ou 0 e2,0 bar 0 e 15 ou 0 e 30 psig

Pressão de alimentação 0 e total

Medição de nivel e distância com laser Este medidor usa o principio de medição por tempo de trânsito com curtos pulsos de LASER. Ele pode ser operado com praticamente qualquer tipo de placa de superfície. Sem placas reflexivas e possível medição de distância de centenas de metros; com tarja reflexiva é possível medição de mais de 1000m.

PRINCIPIO DE FUNCIONAMENTO Um gerador de pulsos elétricos periodicamente aciona um diodo semicondutor LASER imitindo pulsos de luz infravermelha, que são colimadas e emitidas pelas lentes de transmissão. Parte do eco do sinal refletido é recebido pelas lentes de recepção, e atinge um fotodiodo que gera um sinal elétrico de recepção. O intervalo de tempo entre a transmissão e recepção de pulsos é contado por um relógio de freqüência de quartzo estabilizado. O resultado alimenta um microcomputador interno que processa os dados de medição e converte em vários tipos de saída (4 a 20 mA, 1 a 5 V, ...)

Faixa de medição (dependente do coeficiente de reflexão da tarja) 2) Boa, tarjas com  80% Acima de 400 m

ruim, tarjas com  10% Tarja reflexiva tipo olho-de-gato Distancia mínima 4) incerteza Resolução Tempo de medição (s) 7) Estatística de desvio (mm) 8) Divergência do feixe infravermelho 9) Classe de segurança ( para os olhos) de acordo com a IEC60825-1:2001 Interface de dados

Acima de 150 m Acima de 2000 m 1m tipicamente ±25 em pior dos casos ±75 mm 2 mm 0.3 / 0.5 / 1 / 2 ±20 / ±15 / ±10 / ±7 1.6 mrad x 0.5 mrad mm,

RS232 & RS422 (seleção), baud rate entre 300 Bd a 38.4 kBd

Medição de nível em silo de carvão com alta concentração de poeira

Vantagens:
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Feixe de medição estreito Mediçao em alta resolução Operação confiável mesmo em ambiente muito poeirento e sujo Cálculo exato do possível volume

Praticamente todo tipo de material , líquidos em forma de pó, pode ser medido.

Medição de Nível por Pesagem A medição de nível por pesagem consiste basicamente na instalação de células de cargas nas bases de sustentação do silo cujo nível se deseja medir.

Célula de carga é um sensor constituído por fitas extensiométricas (STRAIN-GAUGES) fixados adequadamente em um bloco de aço especial com dimensões calculadas para apresentar uma deformação elástica e linear quando submetido a uma força. Essa deformação é detectada pelas fitas extensiométricas através da variação de sua resistência elétrica, sendo ligadas a uma Ponte de Wheststone. Um peso aplicado na célula de carga causa compressões e deflexões , que alteram a resistência ôhmica destas strain gages, sendo esta alteração proporcional à carga (peso).

Como a mudança de resistência é muito pequena, requer o uso de um circuito por com ponte de Wheatstone para converter a mudança de resistência em sinal de tensão de saída.

Tipos de células de carga Células de carga de compressão Geralmente tem a forma de um botão. São ideais para montagem o espaço é restrito. Ela oferece uma excelente estabilidade.

células de carga de compressão/ tensão

Podem ser usada para aplicações onde a carga pode passar de tensão para compressão e vice-versa. São ideais para espaços restritos. O tratamento das extremidades facilitam a instalação.

Células de carga em “S” Fornece um bom sinal mesmo em tensões e compressões baixas. Aplicações incluem medição de nível em tanques, uso em balanças, etc.

Células de carga de curvatura Usadas em múltiplas aplicações, pesagem de tanques e em controle de processos industriais

Célula de carga tipo lata Usadas em aplicações simples e multi-pesagem. São hermeticamente fechadas e seladas, podendo ser lavadas e usadas em área molhadas.

As células de carga podem ser instaladas sob os pontos de apoio da estrutura do silo, de tal forma que o seu peso é nelas aplicado. Para estas aplicações é necessário que as células de carga sejam imunes a esforços laterais. Para isto seus encostos para a carga são constituídos de apoios especiais do tipo côncavo ou esférico. O número de células de carga varia em função da forma de silo, sendo que a solução que apresenta melhor precisão é apoiar o silo em três células dispostas defasadas de 120º em relação à projeção do seu centro de simetria.

Sempre que possível o silo deve ser projetado com seção transversal circular de forma a garantir uma distribuição estável e equalizada do peso total entre as três células de carga. Em algumas instalações existem silos apoiados em uma ou duas células de carga sendo os outros apoios fixos; esta solução não é recomendada devido à imprecisão provocada pela distribuição desigual do peso entre os apoios. Para silos pequenos podem ser usadas células de carga que são deformadas por tração, sendo neste caso o silo suspenso por uma única célula, eliminando-se o problema de distribuição de carga. Os sistemas de medição de nível através de pesagem exigem que o silo seja fisicamente isolado da estrutura do prédio, evitando, desta forma, que forças estranhas sejam aplicadas às células de carga, introduzindo erros na medição. Algumas alterações do projeto estrutural do prédio poderão ser necessárias, uma vez que o peso do silo não está mais distribuído em uma estrutura de sustentação, mas, sim, concentrando em pontos onde serão instaladas as células de carga. Os sistemas de enchimento e esvaziamento do silo deverão ser cuidadosamente projetados tendo em vista minimizar sua interferência no sistema de medição. Deve ser evitada a instalação de vibradores, motores e outras fontes de vibração em contato direto com o silo. Em silos mais altos ou instalados em local sujeito a vibrações excessivas, recomendase a colocação de barras estabilizadoras nas laterais do silo para absorver os eventuais esforços horizontais que tendam a desequilibrar o silo prejudicando o desempenho do sistema.

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