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II - TCC -

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO CIÊNCIAS CONTÁBEIS EDIVAN DA SILVA SOUZA SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

COMÉRCIO VAREJISTA DE INSUMOS AGRÍCOLAS
Planejamento, Contabilização e Demonstrações Contábeis

Luís Eduardo Magalhães – Bahia - Brasil 2011

EDIVAN DA SILVA SOUZA

Luís Eduardo Magalhães – Bahia - Brasil 2011

COMÉRCIO VAREJISTA DE INSUMOS AGRÍCOLAS
Planejamento, Contabilização e Demonstrações Contábeis

Estágio Curricular Obrigatório II - TCC apresentado ao Curso Ciências Contábeis da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, Módulo VIII.

Orientadores: Professora Carla Patrícia Ramos/ Professor Fábio Rogério Proença/ Professor Glaucius André França.

Luís Eduardo Magalhães - Bahia Luís Eduardo Magalhães – Bahia – Brasil - Brasil 2011 2011

EDIVAN DA SILVA SOUZA

xxxxxxxxxxxxxxxx

Banca Examinadora: Presidente: _________________________ 2º Membro: _________________________ 3º Membro: _________________________ Luis Eduardo Magalhães,.

Brasil Luís Eduardo2011 Magalhães – Bahia . caráter. que me deu além do amor ao estudo. deram-me força com seus sorrisos e suas presenças em minha vida.DEDICATÓRIA A minha mãe. A minha esposa. A minhas filhas Isabella e Ana Luiza que mesmo na inocência de criança. viveu comigo as vitórias e derrotas da vida acadêmica e que certamente me acompanhará ainda pelo caminho rumo ao sucesso. responsabilidade e honestidade. que é uma das energias básicas para continuar no caminho. Aos amigos. ajudando-me nos momentos de insegurança.Brasil 2011 . um igual. que proporcionam momentos de alegria. Luís Eduardo Magalhães – Bahia . que com dedicação e palavras de otimismo me motivou a continuar. e que me ensinou a ver no próximo.

Aos colegas de curso que propiciaram a divisão do conhecimento além de harmoniosa convivência ao longo destes 4 anos de trajetória acadêmica. já tão atarefado. me conduzindo assim a caminhos seguros. para me instruir e aprimorar meus conhecimentos. mas não menos importante.Brasil 2011 . Por fim. representada aqui pelo Tutor e coordenador José Manoel da Costa e Ana Amélia Brugger Junqueira Motta. companheirismo e por propiciar a oportunidade de concretizar um sonho Luís Eduardo Magalhães – Bahia . pela disposição.AGRADECIMENTOS A Deus e ao Menino Jesus que me deu o dom da sabedoria. A UNOPAR e ao GACEA. Aos meus tutores em especial ao Vanoli que acompanhou estes últimos anos de vida acadêmica como tutor e como amigo. A minha orientadora Anelise Risse Martins. por abrir espaço em seu dia a dia.

como uma grande família. generosa e bela. a vida na plena liberdade com a morte simbolizada como um unir-se com os ancestrais. especialmente no campo da economia de mercado e das finanças especulativas que são as instâncias que definem os rumos do mundo e o dia-a-dia dos assalariados. na mesma Aldeia Comum. o planeta Terra” Leonardo Boff . a imanência opaca dos dias com a transcendência radiosa do espírito. E. ao final.” Leonardo Boff “Vamos rir chorar e aprender. teremos descoberto mil razões para viver mais e melhor. todos juntos.EPÍGRAFE “Não obstante esta obscuridade. como combinar o cotidiano com o surpreendente. à transparência nas relações sociais e à rejeição de formas de violência política repressiva e da transgressão dos direitos humanos. a felicidade discreta nesse mundo com a grande promessa na eternidade. ao cuidado para com a natureza. vivendo sob permanente ameaça de desemprego. importa reconhecer também a emergência de novos valores ligados à solidariedade internacional. Mas nem por isso diminuiu a crise de valores. Aprender especialmente como casar Céu e Terra vale dizer.

.

O principal âmbito de estudos em relação às Empresas Agropecuárias é no setor econômico. análise e estudo profundo e objetivo destas. denotando assim uma fragilidade na área de administração das mesmas. uma formação mais especializada como forma de propiciarão das capacitações exigidas para tal função. não possuem meios de sobrevivência em meio à competição com as grandes estruturas empresariais além de serem mais fragilizadas devido às incertezas do mercado. Trabalho de Conclusão de Curso de Bacharel em Ciências Contábies – Centro de Ciências Empresariais e Sociais Aplicadas. com destaque para sua área social. pois devido à menor estrutura. Falta aos gerentes e administradores. RESUMO O tema das empresas de agronegócios é muito discutido na literatura nacional e estrangeira. Universidade Norte do Paraná. com reflexo na produtividade destas. 2011.SOUZA. Pessoas renomadas buscam a caracterização. 2011. na grande maioria dos casos. Um dos principais fatores apontados para o fracasso do agronegócio é a presença constante de falhas gerenciais existentes. Desse modo. De acordo com sua estrutura comum. Luis Eduardo Magalhães. Da mesma forma. agindo como ferramentas de essencial controle e desenvolvimento social. sendo que um dos fatores a serem considerados é a determinação do custo dos produtos das mesmas empresas. a viabilidade muitas vezes não é levada em consideração pela maior presença do sentimento na tomada de decisões. de modo a sua viabilidade e manutenção como forma de apoio para as . gerencial e de gestão. devido ao fato de ser um dos principais aportes de emprego e geradoras de recursos para boa parte da população brasileira. Edivan da Silva. o estudo das estruturas de contabilidade administrativa aplicáveis aos agronegócios deve ser de importância capital na capacitação por parte das mesmas determinação de suas sustentar margens no que tange à necessárias de lucro e custos. Comércio de Insumos Agrícolas: Planejamento. contabilização e Demonstrações Contábeis. _______. O papel do agronegócio é primordial. Também na área acadêmica o tema é bastante atual e de profundo impacto. estas são bastante frágeis economicamente.

Insumos agrícolas.tomadas de decisão e estabelecimento de diretrizes para o cumprimento de sua função. mais sólidas e seguras Palavras-chave: Agronegócio. Contabilidade .

One of the main factors pointed to the failure of agribusiness is the constant presence of existing management failures. Agricultural Inputs. Accounting . Keywords: Agribusiness. denoting an area of weakness in the administration. People seek well-known characterization. Edivan da Silva. reflected in the productivity of these. The role of agribusiness is essential due to the fact that one of the main contributions of employment and generating resources for much of the population. 2011. these are quite fragile due to lower cost for the structure. Accounting and Financial Statements. Luis Eduardo Magalhães. 2011. Also in the academic subject is highly topical and profound impact. viability is often not taken into account by the greater presence of feeling in decision making. Trabalho de Conclusão de Curso de Bacharel em Ciências Contábies – Centro de Ciências Empresariais e Sociais Aplicadas. ABSTRACT The theme of agribusiness is much discussed on national and international literature. Thus. Failure to managers and administrators in most cases. especially in the social area. acting as essential tools of control and social development. a more specialized training as a means of propitiation of skills required for that function. Universidade Norte do Paraná. According to their common structure. The main course of studies in relation to Agricultural Enterprises is in the economic sector. Likewise. management and administration. have no means of survival amidst competition from large corporate structures and are more vulnerable due to market uncertainties.SOUZA. Trade in Agricultural Inputs: Planning. analysis and thorough and objective study of these. one of which factors to be considered is the determination of the cost of the products of same companies. the study of structures managerial accounting hould be applied to the agribusinesses importance in training by the same regarding the determining their rofit margins and costs required in order to sustain its viability and maintenance in support for decision-making and standard-setting more solid and secure to fulfill its function. _______.

LISTA DE FIGURAS .

LISTA DE GRÁFICOS .

LISTA DE TABELAS .

LISTA DE QUADROS .

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS A ABNT U UNOPAR Universidade Norte do Paraná Associação Brasileira de Normas Técnicas .

........... Em sentido geral................5 AGRADECIMENTOS . com o propósito de orientar.......... Para que necessário fundamentar uma gama de informações amplas e exatas.............. surge o que hoje se denomina contabilidade especializada........SUMÁRIO DEDICATÓRIA .....................7 1................ Em vista da imensa gama de atividades econômicas que surgiram ao longo da história. encurta as brechas entre as diferentes atividades comerciais e seus estados financeiros......... formar e conhecer como se deve levar agrícolas requerem normas e delineamentos............................... a contabilidade pode ser definida como um sistema de informação que proporciona relatórios aos interessados sobre as atividades e condições econômicas de um negócio............. Da necessidade de obter a informação financeira daquelas atividades onde seu dinamismo emerge do conhecido........................ juízos e métodos sejam eficazes........ sendo que esta contabilidade se tecnifica nas áreas onde a contabilidade geral não possui conhecimentos..................0................ que são obtidas em grande parte a partir dos registros ...........6 EPÍGRAFE ..................................... é contábeis.... Introdução A abertura e a gestão de uma empresa relacionada a insumos estas normas............................................ O presente trabalho de pesquisa faz referência às empresas de revenda de insumos agrícolas....... a contabilidade geral se submergiu em campos desconhecidos do mundo dos negócios com o fim de especializar-se em seus processos contábeis e demonstrar de forma transparente sua situação financeira... formular juízos e desenvolver métodos................

A contabilidade agrícola é o ponto de partida para obter dados confiáveis a respeito da natureza e magnitude dos fenômenos que ocorrem no processo de produção. estudando os custos de matéria prima. área comercial. Unicamente será rentável o negócio relacionado ao universo agrícola para aquelas pessoas que levem controles e reúnam informação que lhes sirvam de base para a tomada de decisões. que tem como principal objetivo. área de administração. que permitirão medir e planejar a execução do trabalho agrícola. Entre os temas que se tratarão no presente trabalho de pesquisa se encontram as bases conceituais da contabilidade agrícola que se encarrega do registro e ordenamento de informação que podem ser quantificadas. custos totais e unitários. regulação e avaliação de todas as fases comerciais do mercado de produtos e insumos para a produção agrícola. . Têm uma estrutura organizacional onde se dividem o trabalho por área de produção. através do uso de modernas técnicas contábeis. entre outros. integrais e sustentáveis. Enquanto a lei de mercado agrícola rege o planejamento. Por ser uma atividade competitiva seu sucesso dependerá da capacidade de aplicar métodos de trabalho e de gestão eficientes. insumos. ademais como se registra a contabilidade agrícola em matéria impositiva. fomento. mão de obra. atualmente. Para tomar decisões de caráter administrativo. onde participam as legislações bases do específicas. Assim também os custos agrícolas.a administração e controle de tal setor. tendo como objetivo principal saber como e quando produzir. A chave do sucesso de uma empresa agrícola reside. custos diretos e indiretos. estabelecer as desenvolvimento rural. custo da fase de estabelecimento. custos fixos e variáveis. área de operações. no conhecimento do negócio e na utilização adequada de métodos para o desenvolvimento do mesmo.

Os insumos agrícolas contribuem.0. defensivos. conhecer melhor sua empresa. 3.0. entre outros. tributos). como: a) quais os tributos que incidirão sobre a sua atividade. ração. destacando-se alguns pontos importantes. Histórico: Insumo é em teoria é a junção de fatores de produção diretos (matériasprimas) com outros indiretos (mão-de-obra.2. e que entram na elaboração de certa quantidade de bens ou serviços. c) quais os demonstrativos contábeis estão obrigados a apresentar. Desta forma. 4. E que o comércio de insumos agrícolas tem grande pujança devido à grande procura. energia.0 . b) quais as obrigações acessórias e trabalhistas a qual a empresa está obrigada a cumprir. Justificativa: Tendo em vista que a região tem grande potencial agrícola. aumentando e dinamizando os ganhos e customizando a produção e contribuindo para o surgimento de grandes agroindústrias e das grandes empresas de comércio de insumo. e muito para o incremento da produção agrícola. adubo. mão de obra especializada. No agronegócio os principais insumos são sementes. sendo uma das regiões mais produtivas do Brasil. maquinário. combustível. é necessário elaborar informações contábeis que permitam ao empresário. e suas atividades desenvolvidas. Informações Mercadológicas: .

014 000. Tributação Federal: IRPJ . A apuração do lucro real é feita na parte A do Livro de Apuração do Lucro Real.105 hab.BA População 60. Art. Os principais fornecedores são as agroindustrias de insumos agrícolas. ajustado pelas adições. mediante adições e exclusões ao lucro líquido do período de apuração (trimestral ou anual) do imposto e compensações de prejuízos fiscais autorizadas pela legislação do imposto de . Luís Eduardo Magalhães . Tributação. Como valor adicionado bruto no valor de R$ 288. 5.Imposto de Renda Pessoa Jurídica: É a base de cálculo do imposto sobre a renda apurada segundo registros contábeis e fiscais efetuados sistematicamente de acordo com as leis comerciais e fiscais. Regime de Apuração pelo Lucro Real: “Lucro Real é o lucro líquido do período. 3°). “Tributo é toda prestação pecuniária compulsória. instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada (CTN. A Área 3.01). Seus principais concorrentes são as multinacionais que fazem a venda direta ao produtor e outras 38 empresas situadas na região no ramo de comércio de insumos. O principal público alvo da empresa são os produtores rurais da região onde está situada a empresa.” (SILVA.0. corretivos de solo e defensivos agrícolas e atua apenas no mercado interno. p. que não constitua sanção por ato ilícito. em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir.941 km2 Bioma Cerrado B Fonte: IBGE – Censo 2010 Com base em pesquisa realizada pelo IBGE em 2009.00. atendendo as empresas agropecuárias situadas na Região Oeste da Bahia. apurado com observância das normas das legislações comercial e societária. está ranqueada como a 25º cidade mais produtiva do Brasil. fertilizantes.” 5. tais como.1. exclusões ou compensações prescritas pela legislação do imposto de Renda. 2006.A empresa presquisada trabalha exclusivamente com comércio de insumos agrícolas.

ocorridas dentro do estado da Bahia. com alíquota de 15%. de 1978.renda.SELIC. O pagamento será feito mediante a utilização do Documento de Arrecadação de Receitas Federais – DARF com o código da Receita N.3. o imposto devido poderá ser pago em até três quotas mensais. apurado trimestralmente. O valor de cada cota não poderá ser inferior a R$: 1. O prazo para pagamento será nos dias 31 de março. e demais atos legais e infralegais posteriores. 30 de setembro e 31 de dezembro. O imposto de renda devido. será pago em quota única.284/1997 . Porém nas operações interestaduais a base de cálculo do ICMS terá uma redução de 60% . a partir do primeiro dia do segundo mês subseqüente ao do encerramento do período de apuração até o último dia do mês anterior ao do pagamento e de 1% (um por cento) no mês do pagamento. em seu art. o domínio útil ou a posse de bem imóvel. Tributação Municipal: IPTU . até o último dia útil do mês subseqüente ao do encerramento do período de apuração. no caso de apuração trimestral do imposto de renda. 79 do Regulamento estadual.º 3373 5. 30 de junho. localizado na zona urbana do Município. vencíveis no último dia útil dos três meses subseqüentes ao de encerramento do período de apuração a que corresponder.00 As quotas do imposto serão acrescidas de juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia .Taxa de Licença de Localização .O Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana tem como fato gerador a propriedade. decreto 6. e a alíquota pode ser 17% para clientes não contribuintes ou de 12% para os contribuintes do ICMS 5. iguais e sucessivas. TLL .000. de insumos agropecuários.dos estabelecimentos em geral tem como fato gerador o licenciamento obrigatório com vistas ao ordenamento das . 20 as saída decorrentes da venda e transferência. À opção da pessoa jurídica. conforme dispõe o art.2. Tributação Estadual: De acordo com o RICMS/BA. para títulos federais. de acordo com as determinações contidas na Instrução Normativa SRF nº 28. acumulada mensalmente. são consideradas ISENTAS. regulado pela Lei Municipal 387/2009.

ajustado pelas adições. § 1º Incluem-se entre as atividades sujeitas ao licenciamento as de comércio. Remoção e Destinação de Resíduos Sólidos Domiciliares TRSD tem como fato gerador a utilização potencial dos serviços divisíveis de coleta. agropecuária. TFF – Taxa de Fiscalização e Funcionamento . A Taxa de Coleta. institucionais. 149-A da Constituição Federal. Os resíduos sólidos comuns de estabelecimentos públicos. ainda. o domínio útil ou a posse. considera-se estabelecimento o local. exclusões e compensações autorizadas pela legislação vigente. beneficiados pela iluminação pública. 5. do exercício de qualquer atividade nele abrangido. tem como fato o custeio do serviço da iluminação pública. O cálculo será realizado sob a Alíquota de 9% através do DARF. desportivas.atividades urbanas e a obediência às normas do Código de Postura e Plano Diretor Urbano.689/1988 e é destinada ao financiamento da seguridade social. manutenção. ainda que residencial. Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública – COSIP. de prestação de serviços em geral e. A Contribuição incide sobre a propriedade. indústria. § 2º Para efeito de aplicação deste artigo. A base de cálculo será apurada com base no resultado trimestral apurado contabilmente. além da instalação. melhoramento e expansão da rede de iluminação pública municipal. de prestação de serviços. arte ou ofício. cujo . as exercidas por entidades públicas ou privadas. comerciais e industriais. a qualquer título. Contribuições Sociais: CSLL: A contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL ou CSSL) foi instituída pela Lei nº 7.dos estabelecimentos em geral tem como fato gerador a sua fiscalização quanto as normas constantes no Código de Posturas relativas a higiene. prevista no art. tranqüilidade e segurança pública. ordem. costumes. edificados ou não. transporte. tratamento e destinação final dos resíduos sólidos domiciliares de fruição obrigatória prestados em regime público. religiosas ou as decorrentes de profissão.4. de imóveis. sociedades ou associações civis. caracterizados como Resíduos II-A pela NBR 10004 da Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT.

Deverá ser Registrado todas as entradas. corretivos de solo de origem mineral. mudas destinadas à semeadura e plantio). 1º da Lei nº 10. o valor fiscal total das operações ou prestações isentas ou não tributadas. incidentes na importação e na comercialização no mercado interno. 314 do RICMS/BA.0.925. segundo as datas de emissão dos documentos fiscais ou da Redução Z. o CNPJ do Fornecedor. com desdobramento em tantas linhas quantas forem as alíquotas aplicadas às operações ou prestações da mesma natureza. de mercadorias ou bens no estabelecimento.1.195.925. PIS e COFINS: Ficam reduzidas a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS. De cada documento fiscal deverá constar o valor contábil total das operações ou prestações. farinha de mandioca.1.2. sendo permitido o registro conjunto dos documentos de numeração seguida da mesma série e subsérie. Livro Registro de Entrada de Mercadorias: Deverá ser lançado em ordem cronológica da entrada de mercadorias ou serviços na empresa. seja para consumo ou revenda. a qualquer título. deverá constar o número da Nota Fiscal. ou as aquisições de mercadorias ou bens que não transitarem pelo estabelecimento. feijão. vacinas para uso veterinário. a série e a data do documento. cujo valor não poderá ser inferior a R$: 1. Lei nº 10. sementes. além dos serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação tomados pelo contribuinte. dos produtos especificados no art.000. de 2004. da mesma forma que o Imposto de Renda. Estadual: De Acordo com o Art. 6. adubos. art. 1º e Decreto no 5. poderá ser dividido em três cotas mensais. De cada documento fiscal deverá constar o valor contábil total das operações ou prestações. Livro Registro de Saída de Mercadorias: Os lançamentos serão feitos em ordem cronológica. o valor total da base de cálculo das operações ou prestações com crédito do imposto e o valor total do respectivo imposto creditado.1. de acordo com o Código Fiscal de Operações e Prestações. o valor total da base de cálculo das operações ou . o valor fiscal total de outras operações ou prestações sem crédito do imposto. defensivos agrícolas.código da Receita é 6012 e. de 2004 (arroz. pelos totais diários. de 2004 6. fertilizantes agrícolas.1. a empresa deverá manter pelo prazo de 5 anos os seguintes livros fiscais: 6. Livros Fiscais: 6.00 e a partir da segunda cota terá um acréscimo de 1% no valo do DARF.

ela está obrigada a substituir a emissão dos livros fiscais que vinha mantendo anteriormente.1. conhecido como SPED Fiscal. o valor fiscal total das operações ou prestações isentas ou não tributadas. além do Convênio ICMS nº 143.5. O livro Registro de Apuração do ICMS. a empresa vai gerar os livros fiscais. das operações de entradas e saídas de mercadorias. o valor fiscal total de outras operações ou prestações sem débito do imposto. Livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências: Destinada à transcrição de ocorrências fiscais da empresa.2. Devido a Tributação da empresa ser Lucro Real. Livro de Apuração do ICMS. Federal: 6.4. LALUR Esta sigla é do Livro de Apuração do Lucro Real. É utilizado para os ajustes dos débitos e créditos do ICMS. e para demonstrar a apuração de tal imposto. pelos seus valores e com especificações que permitam sua perfeita identificação. Foi .prestações com débito do imposto e o valor total do respectivo imposto debitado. validar através do programa disponibilizado pela própria Receita Federal.1. através deste sistema. depois deverá assinar o arquivo digitalmente através do uso de Certificado Digital e então transmitir o Arquivo Digital para o banco de dados da Receita. assim normatiza os artigos 897-A a 897G do decreto 6.1. pelo novo sistema da Receita Federal.1.3. destina-se ao lançamento mensal dos totais dos valores contábeis e os dos valores fiscais relativos ao ICMS. 6. que deve manter a escrituração de natureza fiscal e destina-se a apuração extracontábil do Lucro Real.2. Esta transmissão dos livros fiscais deverá ser feita até o dia 25 de cada mês subseqüente ao fato gerador. bem como das prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação utilizados ou prestados. Livro Registro de Inventário: O livro Registro de Inventário. extraídos dos livros próprios e agrupados segundo o Código Fiscal de Operações e Prestações. destina-se a arrolar. as mercadorias existentes no estabelecimento na data do balanço 6. 6.284/1997 do estado Baiano. 6.

concomitantemente com os lançamentos de ajustes efetuados na Parte A. no momento da determinação do lucro real.0. todavia deverá conter termo de abertura e encerramento.83 = 9. INSS Empregados: O Instituto Nacional da Seguridade Social arrecada esta contribuição por parte dos empregados individualmente.1. Na Parte B. ou na data de encerramento deste.00 % De 1. INSS Empresa: A empresa deverá recolher 20% sobre o total da remuneração paga aos funcionários. INSS 7. aplicando-se a alíquota de acordo com a faixa de salário. Este livro está dispensado de registro ou autenticação deste livro em qualquer repartição ou órgão.84 até R$ 3.689.91 a R$ 1.844.106.1. que é repassada ao Ministério da Previdência e Assistência Social através de Guia de Recolhimento denominada GPS que possui um código de pagamento específico de acordo com a tributação da empresa.00% 7.criado pelo Decreto-Lei n.º 1. 7.844. os ajustes ao lucro líquido do período serão feitos no curso do trimestre. RAT: .1. bem como ter estes termos assinados por um contador devidamente habilitado.598 de 1977 e posteriormente sofreu algumas alterações. Esta contribuição é descontada mensalmente da remuneração de cada funcionário. A e B.106.00 % De 1.90 = 8.66 = 11. Para pagamento de remuneração a partir de 1º de janeiro de 2011 (Portaria Interministerial MPS/MF 568/2010): • • • Até 1. Este livro tem duas partes. ou ao final do período de apuração.1. E deverão ser registrados na Parte A. Encargos Trabalhistas 7.2. 7.2.

relativamente às contribuições a que alude o dispositivo. 7.Os Estados. 146. I e III. da Lei nº 8.91 ao período atual Base legal: art.4.0 % Risco Grave 3. SEST. como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas. 195. Terceiros: Esta contribuição destina-se a entidades ou fundos. Conforme estabelece a Instrução Normativa RFB N. FGTS: Fundo de Garantia por Tempo de Serviço é uma conta vinculada a cada empregado.5.Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais. SESI. através de documento específico chamado GFIP. e sem prejuízo do previsto no art. 22. "b". de . III e 150.0 % No caso específico desta atividade de comércio de insumos agrícolas o RAT é de 2. que varia de acordo com as atividades das empresas. § 6º.11.3. SENAI. administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. O cálculo de terceiros se dá através de alíquotas que variam de acordo com o Código do FPAS. Como uma poupança. alíneas "a". Contribuição Sindical do Empregador: A Contribuição Sindical é prevista constitucionalmente no art. em benefício destes. Depositada pelo empregador. observado o disposto nos arts. Com alíquota de 8% sobre a remuneração bruta do empregado. ETC. 149 .Riscos Ambientais do Trabalho. tanto o INSS como o FGTS não incidem sobre ajudas de custo. 7. Porém vale lembrar que.212/91 • • • Risco Leve 1.0 % Risco Médio 2. o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir contribuição. 7. "c". cobrada de seus servidores. SENAC. inciso II.º 971/2009. Parágrafo único . 149 da Constituição Federal/88: "Art.0% sobre a remuneração bruta para os empregados. para o custeio. Vigência: de 01. Como por exemplo: INCRA. de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas.

registrado nas respectivas Juntas Comerciais ou órgãos equivalentes. 605 da CLT dispõe que: "As entidades sindicais são obrigadas a promover a publicação de editais concernentes ao recolhimento da contribuição sindical. da firma ou empresa. aos respectivos sindicatos de classe. conforme prevê o art. da CLT): Redação dada pela Lei nº 7." PRAZO DE RECOLHIMENTO A Contribuição Sindical deve ser recolhida no mês de janeiro de cada ano (de uma só vez). mediante a aplicação de alíquotas. durante três dias.sistemas de previdência e assistência social. (Redação dada pela Lei nº 6.386/76) VALOR O valor da contribuição sindical. será em importância proporcional ao capital social. para os empregadores. 587 da CLT." EDITAIS . RECOLHIMENTO EM ATRASO EMPRESAS CONSTITUÍDAS APÓS O MÊS DE JANEIRO Para as empresas que venham a estabelecer-se após o mês de janeiro. conforme a seguinte tabela (art. recolhem a contribuição sindical no mês em que requeiram às repartições o registro ou a licença para o exercício da respectiva atividade. 580. nos jornais de maior circulação local e até dez dias da data fixada para depósito bancário. inciso III.PUBLICAÇÃO PELA ENTIDADE SINDICAL O art.047/82 CLASSES DE CAPITAL .

8. conforme dispõe a Convenção Coletiva de Trabalho referente 2009 / 2010.LÍQUOTA até 150 vezes o maior valor de referência (MVR) acima de 150 até 1500 vezes o MVR acima de 150. Contribuição Sindical de Empregados: As Contribuições Sindicais de ordem dos empregados deverão ser recolhidas em favor do SINDICOB .6. ou que modifiquem ou possam vir a modificar a situação patrimonial da pessoa jurídica. mecânica ou tipograficamente Os livros ou fichas do Diário.1.000 até 800. Livro Diário É obrigatório o uso de Livro Diário. através de formulário especifico através da rede bancária da Caixa Econômica. dia a dia. em que serão lançados. de 1984 . A pessoa jurídica que empregar escrituração mecanizada poderá substituir o Diário e os livros facultativos ou auxiliares por fichas seguidamente numeradas. deverão conter termos de abertura e de encerramento. os atos ou operações da atividade.000 o MVR acima de 150. diretamente ou por reprodução. Livros Contábeis: 8. até a entrega da Declaração de Rendimentos de cada ano.0.000 vezes o MVR .02% 7.8% . estando sujeito a uma alíquota de 04% sobre o salário base do empregado. conforme dispõe a IN SRF nº 16.Sindicato do Comércio do Estado da Bahia. e ser submetidos à autenticação na Junta Comercial do Estado da Bahia – JUCEB.1% . Também deverão constar no livro Diário o Balancete e o balanço da empresa. até o mês seguinte imediato ao ato da assinatura da convenção. Segue anexo a Convenção Coletiva de Trabalho. encadernado com folhas numeradas seguidamente.2% .

Mas há outra demonstração contábil que indica o resultado que a empresa apurou no ano (lucro ou prejuízo) e que abrange o período integral (normalmente. 9. em boa ordem e segundo as normas contábeis recomendadas o Livro Razão ou fichas. Para Marion (2008) é o mais importante relatório contábil. A escrituração deverá ser individualizada. o Balanço Patrimonial é a representação gráfica do patrimônio e nele constam os valores do Ativo. Demonstração do resultado do Exercício (DRE) Como vimos anteriormente. que é a Demonstração do Resultado do Exercício.8.3. de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro).1. 259 do Regulamento do Imposto de Renda (RIR/99) 9. dispostos seguindo um padrão de forma a permitir uma breve visualização das posições econômico-financeiras da entidade. do Passivo e do Patrimonio Líquido em determinada data. Demonstrações Contábeis: 9. Livro Razão: A pessoa jurídica tributada com base no lucro real está obrigada a manter. Para Gouveia (2001) são as modificações ocorridas no Capital Social. naquela data específica. obedecendo a ordem cronológica das operações. Demonstração das Mutações do Patrimônio Liquido (DMPL) e de Lucros ou Prejuízos Acumulados.2. onde subtraem-se as despesas e indica o resultado (lucro ou prejuízo) tendo como . pois. por conta ou subconta.0. Segundo Gouveia (2001) Balanço Patrimonial é a apresentação dos saldos respectivos de todas as contas contábeis da entidade em um determinado momento. Balanço Patrimonial (BP). Marion (2008) define como um resumo das receitas base um período de normalmente 12 meses. em ordem. os lançamentos efetuados no Diário. É dispensada a autenticação do livro razão de acordo com o § 3º do Art. nos e despesas.2. é através deste que se verifica a saúde financeira e econômica da empresa em uma data específica. utilizados para resumir e totalizar. 9. mantidas as demais exigências .

A Demonstração do Valor Adicionado. por se tratar de um demonstrativo contábil.6. é calculada a partir da diferença entre o valor de sua produção e o dos bens e serviços produzidos por terceiros utilizados no processo de produção da empresa. constitui. medida no conceito de valor adicionado. uma importante fonte de informações à medida que apresenta esse conjunto de elementos que permitem a análise do desempenho econômico da empresa. desse modo.5. Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) Gouveia (2001) descreve a Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos como a apresentação de forma padronizada dos fatos que modificam o Capital Circulante da entidade. E ressalta que um dos motivos da falência de empresas é a ausência do DFC. começando pelo saldo incial e finalizando pelo saldo que aparece no Balanço Parimonial. Demonstração do Valor Adicionado (DVA). que projeta as receitas e despesas da empresas. que também pode integrar o Balanço Social. suas informações devem ser extraídas da escrituração. entre duas datas específicas. Obviamente. Para Marion (2008) a Demonstração do Fluxo de Caixa tem a finalidade de controlar as entradas e saídas de capital em um determinado período. com base nas Normas Contábeis vigentes e tendo como base o Princípio Contábil da Competência. A DOAR foi substituída Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC) 9. A Demonstração do Valor Adicionado (DVA) é o informe contábil que evidencia. 9. A riqueza gerada pela empresa.lucros ou prejuízos acumulados e anãs reservas. A DVA tem a finalidade de informar quanta riqueza a empresa produziu e sua respectiva distribuição. Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC). ou seja. 9.4. de forma sintética. a exposição das modificações financeiras da entidade entre duas datas específicas. evidenciando a geração de riqueza. assim como dos efeitos sociais produzidos pela distribuição dessa riqueza. . os valores correspondentes à formação da riqueza gerada pela empresa em determinado período e sua respectiva distribuição.

US$ 2. inscrição na ADAB – Agência de Defesa Agropecuária da Bahia e na Secretaria de Meio Ambiente do 11. Perfil do Agronegócio A acirrada concorrência se traduz na modernização das lavouras. 10. Anteriormente.9.5 bilhões. etc. Demais Aspectos da Atividade de Comércio de Insumos Agrícolas na Região Oeste da Bahia. utilizado periodicamente para verificar se os lançamentos contábeis do período estão corretos 9. Nenhum dos segmentos clássicos que compõem o agronegócio antes. acirrando ainda mais a disputa num mercado que movimenta. Balancete de Verificação. o grupo alemão Bayer anunciou a compra da Aventis. é de muita utilidade para a tomada de decisão e.8. só no Brasil. entidade que faz a reciclagem das embalagens evitando a poluição ambiental A venda de agrotóxicos deve proceder somente com receituário agronômico assinados pelo um profissional habilitado e registrados no CORE.está livre do furacão global das mudanças. num outro lance fusão . taxa de juros de empréstimos. dentro e fora da porteira . O acelerado e bilionário movimento de fusões e aquisições de empresas são apenas sua face mais visível. Notas Explicativas: Que são arranjadas no rodapé das demonstrações e complementam às mesmas com informações como mudança de critério contábil. embora não detecte todos os erros que possam existir nos lançamentos contábeis.0. Alem disto a empresa de revenda de insumos especialmente agrotóxicos deve ter Município. de empresas e revolução na ciência genética. garantias oferecidas aos bancos. é um resumo ordenado de todas as contas contábeis. Os produtores juntamente com a revenda estão obrigados a fazer a tríplice lavagem das embalagens de agrotóxicos e fazer a entrega periódica à Central Campo Limpo.7. Marion (2008) relata que o Balancete de Verificação. Há pouco tempo.0.

favorecem o ingresso de investimentos produtivos. Mas um aspecto relevante a ser mais discutido. O problema é que carece de uma maior organização para poder contribuir cada vez mais com o desenvolvimento desse país.espetacular. tem acentuado a concentração de segmentos do economia regional. números que mostram a sua valor importância para a multinacionais. dentro e depois da porteira. O agronegócio brasileiro tem mostrado um crescimento positivo na balança de pagamentos no período de 1972 a 1999. para um produto interno bruto de R9 bilhões (SANTOS. 11. O segmento é ainda responsável por 37% dos empregos. Funções nos Negócios Agropecuários A atividade agrícola continua sendo a mais importante da economia devemos nos transformar em . até pouco tempo atrás pareciam idéias apenas para serem mais bem trabalhadas num distante futuro. 21% do PIB .1. se viu a fusão das divisões agrícolas da Zeneca e Novartis. 25% do da produção e 40% das exportações. investidores. são emblemáticos. Os processos de aquisições. Segundo dados trabalhados pela Associação Brasileira de Agribusiness ABAG. Estas. O ramo de agronegócios brasileiro. 2002). O produtor rural deve se profissionalizar tornando-se um empresário rural e transformar seu empreendimento em uma empresa. Em todos os setores do agribusiness a fantástica corrida para adequar suas estratégias se deve as exigências atuais. 2002). Por outro lado. fertilizantes e máquinas agrícolas. compensado em muitos períodos as retrações de outros setores (MARION. constitui-se uma grande força financeira. o melhoramento genético de cultivares e as pesquisas em biotecnologia (MARION. para tanto.R$ 162 bilhões. o agronegócio brasileiro atingiu. que representam todos os segmentos de antes da porteira. pois temos que encarar nossa atividade como uma opção de investimento e. em 1995. 1996). Negociações semelhantes mostram uma guerra de titãs também nos segmentos de sementes. Por exemplo. surgindo a empresa Syngenta. em geral de empresas brasileiras por companhias agronegócios. Vejam-se algumas dessas novas situações desafiadoras na área de insumos identificando no setor “antes da porteira”.

Inicia-se com uma tarefa de observação e recolhimento de dados (mediante pesquisas. pela contribuição ao produto interno bruto. Realiza-se uma análise da informação.nacional.Terra . modificações nos processos de produção. produzir e a que custos habitualmente coincide com um ano ou um exercício fiscal. dos resultados correspondentes a um período de produção no curto econômicos que prazo. 1998).Trabalho . ajuda-lhe a tomar melhores decisões à hora de determinar que lhes e tem mais rentável produzir. como gerador de divisas e como principal fonte de trabalho.Capital . de como se estão movendo os mercados internos e externos para projetar-se sobre que vai (CREPALDI.).Como produzir? .Quando produzir? Para ter um panorama com respeito a essas três interrogantes os empresários precisam de informação correta e oportuna. que se utiliza para o estabelecimento de objetivos para o próximo período produtivo e a correspondente programação. A atividade agrícola conta com quatro fatores fundamentais para a produção: . O fato de conhecer quais são os próprios custos de produção. o produtor deve contar com técnicas de investigação e projeções que lhe facilitem fazer com freqüência. o que permite estabelecer um diagnóstico. A Administração financeira numa empresa agropecuária procura respostas às seguintes problemáticas: . etc.Que produzir? . a qual põe a disposição do empresário para que se tomem as decisões mais acertadas e oportunas. fichas. O Administrador obtém esta informação através do sistema de contabilidade agropecuária. a projeção e diversificação de novos cultivos.Empresário O processo de gestão de empresas agropecuárias pode ser descrito a partir de uma série de etapas. Denota-se o acompanhamento duplo por . Devido ao fato de que na agricultura as mudanças no mercado são freqüentes.

por exemplo. um diretor. que pode abarcar um estabelecimento agropecuário. as restrições existentes e as condicionantes existentes no manejo global da empresa. pelo que para cumprir com este processo devem existir alternativas e estas devem ser possíveis e racionais. o administrador. iniciando-se de novo o ciclo para o seguinte exercício produtivo. uma empresa é uma unidade de decisão. define-se aquela como um processo de natureza circular no qual. planejamento proposto se procede à Uma vez finalizada a execução do obtenção dos resultados técnicos. A sendo. procede-se à sua execução. 1996). Brasil. A compra de insumos. cuja figura pode estar constituída pelo dono da empresa.parte da gestão financeira.2. como é o caso do consumo de insumos. Esse centro de decisão é o empresário. tanto a partir do exercício fiscal realizado como seguir o tempo próprio das culturas trabalhadas na propriedade (LEMES. é uma decisão possível em qualquer época do ano. mediante a tomada de decisões. o próprio proprietário em sua grande maioria etc. o gerente. Decidir é eleger entre alternativas. 2003). Uma vez finalizado o processo de planejamento. De acordo com as funções da gestão financeira de agronegócios. no condição primordial é ou uma agroindústria associada. tarefa que continua com o planejamento e análise das decisões em relação a cursos de ação futuros. 2003). a partir de dados de eventos passados. que têm em comum a função de satisfazer os objetivos da direção necessária e os dispor de capacidade de decisão com respeito aos objetivos estabelecidos. Dentro do marco de planejamento. econômicos e empresariais. segundo a diretriz produtos específicos (MASSILON. A execução de alternativas possíveis e racionais leva consigo a um norte financeiro seguro e correto para a empresa (MASSILON. mas só será racional completada sua maturidade. A tomada de decisões é um processo contínuo na empresa e está sujeito ao controle e retificação. gera-se informação útil para o diagnóstico da empresa de agronegócios. vários deles ou centro de decisão. 11. dentro de uma determinada época. Processo e Atividade .

1996).Seguimento dos resultados parciais .Determinação dos resultados econômicos O conjunto de processos e atividades aporta diferentes conseqüências e resultados econômicos que devem ser avaliados pelo empresário (SANTOS. . portanto a implantação de técnicas de gestão de grande complexidade só se justifica na medida casos que o benefício gerado compense o custo adicional (Teoria da marginalidade). de modo a possibilitar ao empresário ou produtor a análise dos seus dados financeiros e possibilidades para os seqüentes exercícios.0. pagamentos a serem efetuados entre outros. Planejamento O planejamento representa o estudo e fixação dos objetivos da empresa tanto a longo como a curto prazo e referentes ao sistema total e a cada um dos subsistemas empresariais.Controle . 12. em seu lugar. A característica principal do planejamento é fornecer informação das condições internas e externas da empresa como redutora de incerteza existente entre as decisões necessárias para atingir os objetivos desejados (PROCÓPIO. do assessor.Diagnóstico .Análise .Coleta de informação .Verificação de objetivos e desvios Resultados .Execução .Estabelecimento de objetivos -Programação do aproveitamento ótimo de recursos . O objetivo final da gestão é melhorar a capacidade decisória do empresário de agronegócios ou.. O planejamento financeiro se baseia intrinsecamente nos quesitos de sua natureza.Tomada de decisões em condições de incerteza . tais como viabilidade de empréstimos. 1996).Planejamento .

indicando as normas a seguir nas ações futuras e abarcam os departamentos funcionais. 12.Contribuição aos objetivos. . . oferecendo diversas alternativas.Tempo: planos a curto e longo prazo.A função de planejamento deve cumprir os requisitos estabelecidos por Koomts e O'Donnell: . Métodos que se aplicam a operações específicas e se estabelecem como guia do trabalho de um indivíduo ou grupo de indivíduos.Eficácia do planejamento.Generalização. .Flexibilidade Planos rígidos: supõem um futuro verdadeiro e apresentam ações definidas e precisas.Amplitude e importância: indicando o nível de organização no que se origina o plano e sua extensão. . O processo de planejamento pode classificar-se em função dos seguintes critérios: . Planos flexíveis: consideram a possível aparição de alterações nos planos e supostos. .1. Podem ser: Políticos que representam o nível mais elevado de decisão e são afirmações gerais que guiam e orientam outras áreas e projetos. Métodos de Planejamento Orçamentários .Eficiência no uso dos recursos. Passado Futuro Presente Prever Planificar Executar Controlar Analisar Controlar Procedimentos.

Uma vez estabelecidos os objetivos existem diferentes alternativas ou cursos de ação que podem conduzir à consecução do fim, a partir de recursos escassos que delimitam a casta de alternativas viáveis. A interação dos objetivos, recursos e alternativas pode ser analisada mediante numerosos cálculos, pelo que se propõe o uso de modelos de decisão que permita de modo rápido procurar alternativas que maximizam os objetivos propostos. Dentro dos métodos de planejamento destacam: Orçamentários, técnicas de investigação operativa (programação linear) e a simulação. 12.1.1. Planejamento orçamentário. O método mais utilizado nas empresas de agronegócios segue sendo o orçamentário. Os orçamentos se definem como uma estimação de rendimentos e gastos futuros. O orçamento é um plano para organizar os gastos baseados nas rendas esperadas. Gropelli e Nickbackt (1998) definem o planejamento orçamentário "como a enunciação quantitativa detalhada de um plano para a exploração ou uma mudança em dito plano, e o prognóstico de seu resultado econômico. Nas empresas de agronegócios, os orçamentos são contas que se fazem para planejar as estratégias financeiras, comerciais e produtivas de uma empresa. Normalmente compreendem além do orçamento principal uma série de orçamentos detalhados e subsidiários referentes às vendas, produção, crescimento, etc. Os orçamentos se classificam em parciais e totais ou globais: - Orçamento global: O orçamento global da exploração considera todas as partidas de rendimentos e gastos que incidem na empresa de agronegócios, sendo variável de acordo com a natureza do produto gerado altamente pela alimentação,

empresa. Este tipo de orçamento se utiliza nas análises de investimentos para avaliar novos projetos e negócios. O orçamento global não separa os resultados econômicos por atividades (agricultura, pecuária, etc.) nem por fases produtivas (reprodução, crescimento, engorda, etc.). Permite obter o resultado final da exploração e compará-lo com outras alternativas produtivas, enquanto não indica nem quanto produzir, nem como produzir,

etc. Um orçamento total é um modelo que estima o resultado econômico de um planejamento e organização de atividades num período de tempo, normalmente num ano. Não obstante há que recordar que na elaboração de projetos de agronegócios se realizam planejamentos que podem atingir cinco ou dez anos, principalmente quando de pecuária devido ao crescimento e maturação lentos dos produtos. Nos projetos de gado os distintos orçamentos globais em grande número de ocasiões são complementares, já que existem os que se ocupam dos resultados de exploração capital. a. Orçamentos contábeis - Orçamento contábil final. Este tipo de orçamento, como enunciando anteriormente, serve para calcular os resultados finais da exploração. - Orçamento contábil de desenvolvimento. Habitualmente a proposta e desenvolvimento de um projeto de gado, assim como de certas culturas vegetais supõe um planejamento no tempo (podendo-se chegar a vários anos) e um orçamento final é insuficiente para conhecer a evolução das melhoras e os problemas existentes até a finalização do projeto (caso de um incremento dos efetivos de gado num período de cinco anos até duplicar o plantel de vacas presentes) e portanto se fazem necessários orçamentos de transição ou desenvolvimento (anuais, semestrais, etc.) que remetam i nformação dos resultados período a período. b. Orçamentos de capital Praticamente todos os projetos de agronegócios precisam habitualmente de um investimento de capital, seja próprio ou alheio, com um custo dado. Assim, requer um papel estratégico o conhecimento dos tempo. A fim de solucionar esta questão, requerimentos capitais no desenvolve-se os orçamentos de capital, ou , enquanto outros consideram os requerimentos de

como se denomina também comumente: programação de investimentos. - Orçamento simples de capital. De modo global se avalia a ornamentação parcial pelo quantidade monetária necessária para abordar os investimentos propostos contábeis finais. Diversos autores definem a método contábil "como uma forma grosseira de análise

marginal". - Orçamento de fluxo de fundos. Neste orçamento, estima-se as necessidades de capital no tempo, permitindo em conseqüência um de gado e trabalha em moeda corrente. - Orçamento de fluxo de fundos descontados. Diferentemente do método orçamentário anterior, além de planificar as necessidades de capital no tempo desconta o valor do dinheiro, levando-o a moeda constante. Este tipo de orçamento é de grande utilidade nas análises de investimentos. - Orçamento parcial: Quando as mudanças na empresa afetam a uma atividade ou parte da empresa, realiza-se um orçamento parcial que avalia as modificações de rendimentos e gastos associados a uma atividade. Os orçamentos parciais se utilizam para avaliar o impacto de uma mudança proposta ou uma ação alternativa, sobre o resultado da empresa. Nos projetos de agronegócios, de acordo com a natureza do mesmo, é freqüente a utilização de orçamentos parciais para a avaliação econômica de uma proposta de melhoras. Não obstante, é difícil delimitar o campo de ação das melhoras bem como suas interações produtivas, pelo que se opta em muitos casos pela realização de orçamentos globais frente aos parciais. Existem duas metodologias básicas de elaboração de orçamentos parciais: a - Clássicos ou contábeis (análise marginal). Diversos autores definem a orçamentação parcial pelo método contábil como uma forma grosseira de análise marginal, no sentido em que analisa as mudanças que ocorreram na conta de perdas e ganhos (rendimentos e custos) como conseqüência de uma melhora na exploração (LEMES, 1996). Este método se baseia na determinação da conta de perdas e ganhos de modo diferencial das alternativas. Em uma produção pecuária, por exemplo, o caso de renovar uma vaca de leite por outra somente contabiliza aqueles rendimentos e gastos que diferenciem um bem de outro. Baseiam-se na determinação de uma conta de perdas e ganhos que contemple: - Os rendimentos que se suprimem. planejamento financeiro da empresa. Este tipo de orçamento de capital é o mais utilizado nos projetos

- Os novos gastos. - Os novos rendimentos. - Gastos que se suprimem. b. Orçamento parcial de atividades (método da margem bruta). Utiliza-se o orçamento parcial para comparar diferentes atividades passíveis de serem incorporadas à empresa de agronegócios, mediante o cálculo e a comparação da margem bruta de cada atividade. A margem bruta é uma ferramenta de planejamento em atividades que competem pelos mesmos recursos (no caso das explorações de terras do semi-árido nordestino, o fator terra, etc.). O método da margem bruta por hectare se utiliza para selecionar investimentos e compara as margens brutas por item de cada atividade que utiliza o fator terra. Não obstante este método apresenta algumas limitações já que não considera as interações entre atividades, ou as atividades utilizam de modo diferente o fator terra. 12.2. Coleta de Informação Os gestores de agronegócios dos diferentes setores têm como uma necessidade o incremento da rentabilidade das explorações, sendo que para atingir este objetivo propõem melhorar a gestão técnica e econômica da exploração. Este é um objetivo principal, sendo que, o problema que justamente o ponto inicial. Em primeiro termo deve-se conhecer a exploração; isto significa dispor da informação necessária que permita realizar um diagnóstico da exploração, um planejamento, etc. Os técnicos e os proprietários crêem conhecer a exploração, mas quando são questionados sobre detalhes muito próprios da atividade, geralmente denota-se que se observa mais os aspectos financeiros e econômicos e menos os aspectos próprios da atividade. Mesmo que este trabalho seja voltado para a gestão financeira, esta deve estar sempre conectada com os demais aspectos gestórios da atividade. O primeiro passo é dispor de informação mediante a realização de registros gerais, sendo que os financeiros são essenciais neste aspecto. Esta carência propõem os técnicos e os proprietários é

já que é essencial a acessibilidade ao produtor. MARION (2003) propõe que o registro implica em custos e fornece rendimentos. bem como o contraste e verificação dos dados obtidos. igualmente que para qualquer outro recurso variável. No caso dos produtores de outros países da América Latina. Entendendo por informação útil aquela que permite ao empresário adotar uma política de decisões.de informação é um problema estrutural das explorações já que respondem que "não levam registros porque essa informação não lhes serve para nada" e como não sabem o que fazer com a informação não levam registros. Habitualmente este sistema misto permite uma aproximação rápida e não distante da realidade. O nível de complexidade do sistema de informação deve ser proporcional ao grau de informação útil transferida ao produtor. uma proposta adequada da pesquisa. etc. o técnico ou outra pessoa. e chega um momento em que a inclusão de registros adicionais gera custos marginais superiores aos rendimentos. A lei dos rendimentos decrescentes se aplica ao dinheiro ou ao valor do tempo investido no registro. Normalmente o técnico dispõe de um protocolo ou fichas de registros que lhe permite de um modo simples extrair a informação necessária ao mesmo tempo em que procede a sua verificação e tabulação. De modo didático estrutura-se a informação em física. Os sistemas de coleta são muito variados e seu uso vai estar unido ao nível sociocultural do produtor. o produtor está geralmente conscientizado de levar um sistema patrimonial ainda que não contábil. tanto se os custos consistem em honorários de assistência profissional. Este sistema propõe a necessidade de dispor de alguns profissionais treinados. como se trata do valor do tempo do produtor. assessores. Aconselha-se a implantação de um método simples de coleta de informação na empresa já que a adoção de metodologia complexas implica em dificuldades de entendimento e o conseguinte desânimo e abandono do produtor. deve-se abordar pelos métodos simplificados. Nem o proprietário nem o administrador são capazes de sair deste circunlóquio (círculo vicioso). ainda que alguns itens podem ir às faturas ou resguardos de pagamento seja de modo direto através do produtor. ou indiretamente angariando informação de das cooperativas. Utiliza-se como meio fundamental a pesquisa ou ficha de coleta de informação. econômica e patrimonial ainda . no caso brasileiro. como exemplo.

desde o setor gerencial ao operacional. (LEMES.1. 1996). 13. Isto se deve a um maior impacto emocional dos seus componentes. se recolhe de modo conjunto as produções específicas e o preço recebido por kg. Os principais fatores ligados ao sucesso da contabilidade gerencial são a importância devida por parte dos centros gerenciais das empresas de insumos agrícolas assim como a integração de seu pessoal para o cumprimento de todos os requisitos. que sofrem com a falta de recursos. com dados precisos e corretos na elaboração de Para tal. além de contarem com dados sobre a saúde da empresa e dos diversos setores que podem fazer parte da mesma. agrícola brasileira tanto em número de empregos quanto em circulação de minimizados. Assim. Isto faz com que tais empresas apresentem um comportamento de fragilidade e conseqüente maior número de erros. Recomendações para Futuros Trabalhos conhecimentos gerenciais e havendo a necessidade de grandes estudos para que estes fatores negativos sejam . Para tanto. sendo que para tanto este setor deve contar com um maior índice de informação em relação às operações que ocorrem na empresa. existe a metas. Isto pode se dar a partir de um controle gerencial mais efetivo. No entanto. estudos de possibilidade de utilização de ferramentas contábeis para que possam contar viabilidade financeira.0 Discussão sobre Fundamentalidade Quanto mais específica a empresa de revenda de insumos agrícolas maior a possibilidade de esta sofrer com questões próprias do ambiente. tais empresas são a principal força motriz econômica recursos.que esta divisão não é operativa já que à hora da coleta da informação está se encontra misturada por itens da exploração. etc. causais e conseqüenciais da contabilidade gerencial. esta deve estar voltada para a viabilidade de aplicação própria das entidades empresariais ligadas a este campo de atuação. assim como a precariedade de administrativos. 13.

00 1047.2.00 450.600.00 Cadeiras com encosto 1.00 320.00 Pia (balcão e cuba) 630.00 Armário de aço para pastas 1000.00 Fogão de 4 bocas 696.00 .0. 14.Futuros trabalhos na área devem levar em consideração a aplicabilidade prática e a viabilidade de aplicação das diversas ferramentas de contabilidade gerencial em relação às empresas de insumos agrícolas.Móveis : Quantidade 8 24 6 3 2 3 1 1 total . 14.00 aproximadamente.050. havendo a necessidade de mais trabalhos que focalizem estes parâmetros.250. Estrutura Física: .00 800.520.10 Armários de arquivo 1.Utensílios: Quantidade 8 3 8 8 1 Descrição do móvel Valor total R$: Mesas 1.00 Cadeiras de recepção 1782.00 suspensas Mesa para impressora 750. Memória de Cálculo 14.00 8. Estrutura de Capital Para a aquisição da estrutura física e da estrutura de pessoal além de conseguir pagar os fornecedores será necessário um capital social de no mínimo R$: 70 mil reais. Outro fator essencial é o estudo de implementações tecnológicas de menor custo próprias para empresas agrícolas revendedoras de insumos para que estas tenham a possibilidade de um maior aproveitamento em relação à correção de dados assim como na elaboração mais eficiente de relatórios e balanços.630.1. A caracterização dos problemas concernentes à empresa agrícola também é essencial para tal cometimento. além do capital de terceiro para custear o financiamento de veículos e alguns ativos imobilizados.678. totalizando R$: 155.10 Descrição do utensílio Computadores Completos Impressoras Jato Laser Telefone de mesa Calculadora de mesa Aparelho de FAX Valor total R$: 13.

369.163.000.554.000.Veículos Descrição do utensílio Bebedouro elétrico Geladeira Ar condicionado cafeteira Televisão 21” para recepção 16. estes bens serão adquiridos de forma parcelada. totalizando R$: 3.Os veículos serão financiados em 60 vezes de R$: 2.000.00 430.Galpão para depósito e salas para montagem do escritório: aluguel de R$: 4.º filhos 1 0 3 0 1 0 0 1 2 1 de Administrativo Daniela Cristina Administrativo Administrativo Administrativo Administrativo Administrativo Administrativo Vendas Aux.total .00 Valor total R$: 429.00 Nenhum funcionário optou pelo uso de vale transportes.98 .00 1.00.Eletrodomésticos Quantidade 1 1 5 1 1 total .000.200.530.000.00 . nem haverá incidência de comissões Valor estimado dos impostos trabalhistas: 42% = 8. .060.00 N.00 3. Estrutura de Pessoal Setor Nome Empregado Função Salário 1.00 3000.736.00 3.00 1.00 5000.00 6.632.139.3. Administrativo Florizete Vieira Aux. Serv.00 3.Os demais ativos imobilizados serão divididos pelo crediário próprio das lojas em 10 vezes sem juros.217. da seguinte maneira: .00 / mês Total da aquisição de bens do Ativo Imobilizado: 155.90 Quantidade Descrição do utensílio Valor total R$: 2 Caminhote usadas 124.00 57.00 640.00 3000. Gerais Laureston Souza Financeiro Lindioélion de Estoquista Jesus Michele Costa Recepcionista Rui costa dos Sócio Santos Ronaldo Mariano Sócio João da Costa Vendedor interno Paulo Pereira Vendedor externo Marcelo Almeida Vendedor externo total 20.68 pois há incidência de juros.90 820.996.00 2.20 14.

980.68 Pagto Parcelas (estrutura 3.00 24.200.080.00 2.60 7.00 INICIAL) Receita de Vendas 26.00 11.400. Projeção do Fluxo de Caixa: Demonstração das receitas e despesas (pagamentos) efetuados pela empresa no período de Março e Abril/2011 Descrição Valor ref.536.183.20 Fisica) Valor ref.80 1.379.00 3.00 19.153.25 552.00 3.94 Anterior 27.80 Abamex 50 Furadan 15 Iharol 200 Cipertrin 20 Clorpirifós 320 Bacnitro 30 Impacto 100 Ultra MN 35 Fosfito Total de vendas 26.002.400.5.14 Abril de 2011: R$: 10.750.000. Vlr Total Unit 38.00 Qtde 220 30 250 32 230 30 50 Abril / 2011 Vlr.20 .250.00 2.092.929.40 Total de Vendas 14.68 1.80 80.937.500.00 2.00 11.40 Aluguel imóveis 4. Unit Vlr Total 23.80 744.80 4.4.920.286.38 8.00 40.00 4.072.58 1.00 6.000.787.00 2.90 5.80 10.00 4.00 Total de compras 2.00 27.163.236.90 2.00 125.60 24.00 27.00 Total de compras As compras serão pagas 60 % a vista e 40% a prazo divididas em 3 vezes ou seja: Março de 2011: R$: 17.00 45 50.00 4.275.00 29.00 6.04 4.00 50.000.633.996.00 27. Unit Vlr Total 23. Vlr Total Unit 38.80 2.00 95.00 17.00 63.072.000.986. Projeção de Compras Produto Abamex Furadan Iharol Cipertrin Clorpirifós Bacnitro Impacto Ultra MN Fosfito Qtde 350 40 500 60 440 60 100 Março / 2011 Vlr.68 3.163.00 Qtde 150 40 250 30 230 25 50 45 Abril/2011 Vlr.00 63.20 80. Abril/2011 Saldo 38.000.250.00 50.25 1.00 80.60 828.002.60 55 50.800.04 6.60 e mais 3 parcelas de 3.14.00 100.38 5.737.84 612.304.00 17.371.80 992.58 5. Março/2011 Capital Social (CAIXA 70.60 552.996.00 17.00 2.68 1. Projeção de Vendas Produto Qtde Março/2011 Vlr.00 40.300.035.96 e mais três parcelas de R$: 2.00 Financiamento Veículos 2.6.150.60 7.84 1.00 19.88 14.896.00 1.

46 66.0 Plano de Contas 1. 14.01.02 1.002. Contabilização 9.441.09 1.1. neste caso não há impostos incidentes na aquisição deste tipo de mercadorias.05 1.07 1.10 0.1.1.06 1.40 SALDO Credor 20.053.98 14.09.1.02 1.02 Banco conta movimento Clientes Duplicatas a receber (-) Duplicatas descontadas (-) Provisão p/ devedores duvidosos Adiantamento a fornecedores Adiantamento a empregados Títulos a receber Nota promissória a receber Impostos diversos a compensar ICMS a recuperar IPI a recuperar .611.1.358.01 1.00* 57.1.01.1.74 38.1.00 8.021.60 0.01 Caixa pequenas despesas 1.554.09.1 1.1.0.980.78 * A Revenda de insumos para uso agrícola no estado da Bahia é beneficiado com alíquota de 0%.98 17.00* 53. 1.03 1.1.369.1.Salários Encargos trabalhistas Pagamento Compras Pagamento impostos Compras TOTAL 96.94 Saldo credor 20.08.1.08 1.1.01 1.937.00 8.1.1.01.96 12.04 1.1.01 1.554.369.01 ATIVO Circulante Disponível Caixa 1.01.

1.10.12.1.1.1.10 1.12.1.1.01 1.1.02 1.1.03 1.03 1.2.1.09.11.04 1.1.09.09.2.08 1.05 1.12.05 1.1.10.1.04 1.1.04 1.01 1.06 1.07 1.02 IRRF a recuperar CSLL a recuperar PIS a recuperar INSS a recuperar COFINS a recuperar Outros tributos a recuperar Estoques Mercadorias para Revenda Produtos em elaboração Matéria prima Material de embalagem Materiais de Uso/Consumo Títulos e valores mobiliários Depósito p/ incentivo fiscal Despesas antecipadas Juros s/ empréstimo de capital de giro Juros s/ financiamento Imobilizados Despesas financeiras Seguros Vale transporte Outras Não Circulante Realizável a longo prazo Aplicações em Incentivos Fiscais Investimentos .1.10.06 1.12.01.1.12.1.01 1.01 1.2.09.1.1.05 1.1.02 1.1.12 1.11 1.09.10.12.03 1.10.01 1.2 1.09.1.1.

03.2.13 1.2.04 1.11 1.04.04. equipamentos e ferramentas Computadores e periféricos (-) Depreciação Computadores Veículos (-) Depreciação veículos Imóveis (-) Depreciações Imóveis Intangíveis Marcas e Patentes (-) Amortização Marcas e patentes Pesquisa e desenvolvimento (-) Amortização Pesquisas e desenvolvimento Direitos autorais (-) Amortização sobre direitos autorais 2.2.2.2.03.03.03.03.02 1. PASSIVO .08 1. equipamentos e ferramentas (-) Depreciação máquinas.04.01 1.03.2.02.2.02 1.05 1.01 1.09 1.02.2.04 1.04 1.2.03.2.2.2.03.2.05 1.04.01 1.2.12 1.04.03.2.02 1.2.03 1.06 Participação empresas ações diversas Outros investimentos Imobilizado Terrenos Móveis e utensílios (-) Depreciação móveis e utensílios Instalações (-) Depreciação instalações Máquinas.03 1.03 1.06 1.2.2.03.10 1.2.1.07 1.2.2.2.2.04.03.03.03.

05 Circulante Salários a pagar Fornecedores Duplicatas a pagar Empréstimo e financiamentos Imposto a pagar / recolher Títulos a pagar Encargos Sociais a Recolher Outros Títulos a Pagar Aluguéis a pagar Água e Luz a pagar Dividendos Propostos a Pagar Não Circulante Exigível a Longo Prazo Promissórias a Pagar de Longo Prazo Patrimônio líquido Capital Social Capital Subscrito (-) Capital a Integralizar Reserva de capital Ágio na emissão de ações Alienação de partes beneficiárias Reservas de Reavaliação (saldos de 2007) Ajustes de Avaliação Patrimonial Reservas de Lucros .01.02.03 2.03 2.04 2.10 2.02 2.3.05 2.06 2.3.1.11 2.02 2.1.08 2.3.01 2.1.2.1.3.3 2.2 2.3.3.07 2.1 2.01.01 2.02 2.2.3.1.09 2.02.1.1.3.3.02 2.2.1.1.01 2.1.01 2.03 2.04 2.01 2.1.01.

1.05.01.07 2.3.2.3.3.2.2.2.03 2.3.05.2.01.03 3.05.3. 3.06 2.2.04 2.01.07 DESPESAS Custos diretos da produção Custos dos produtos vendidos CMV Despesas Operacionais Despesas Administrativas 13º Salário Adicional noturno Água / Esgoto Alimentação Aluguéis e arrendamento Assistência médica/social Associação de classe .2 3.01 3.01 2.01.2.07.05 2.01.1.05.1 3.2.01 2.01.3.02 Reserva Legal Reserva Estatutária Reserva para Contingências Reserva de Incentivos Fiscais Reserva de Retenção de Lucros Reserva de Lucros a Realizar Reserva Especial para Dividendos Obrigatórios Não Distribuídos (-) Ações em Tesouraria (-) Prejuízos Acumulados Lucros do exercício (-) Prejuízos do exercício 3.06 3.2.05 3.3.02 3.05.05.07 2.3.3.01 3.04 3.3.01.02 2.01 3.01 3.01.3.05.07.06 2.

01.2.2.01.01.01.2.01.01.32 Contribuição/donativos Correios Depreciação/Amortização Despesas com manutenção da loja Farmácia Férias FGTS Gás Horas extras Impostos e taxas Impressos Indenizações/aviso prévio INSS Legais e judiciais Luz Materiais de consumo Multas de trânsito Multas fiscais Pró labore administração Propaganda e publicidade Reproduções Revistas e jornais Salários e ordenados Seguros Serviço terceiros pessoa física .01.08 3.2.01.01.24 3.2.2.2.01.2.2.01.01.2.10 3.20 3.29 3.2.01.01.13 3.01.2.01.2.2.21 3.2.09 3.01.15 3.2.2.19 3.01.2.2.01.22 3.28 3.2.01.27 3.16 3.2.11 3.2.3.14 3.2.01.25 3.26 3.17 3.18 3.2.12 3.30 3.2.31 3.23 3.01.01.01.01.

02.2.01 3.2.02 3.2.1.2.02 3.07 3.2.35 3.2.02.01.2.1.1 4.02.02.05 3.03 3.01.02.2.2.03 3.34 3.2.2.3.33 3.01.02 RECEITA Receita bruta s/ vendas e serviços Receita bruta de venda Revenda de mercadorias Receita bruta de serviços .08 3.2.02.06 3.02.01 4.36 3.01. 4.04 3.02.2.2.03.2.09 3.01 3.02 3.03.1.3 Serviço terceiros pessoa jurídica Telefone Vale transporte Viagens e representações Despesas Comerciais Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Amostra grátis Combustível Comissões de venda Embalagens Fretes na entrega Impostos s/ veículos Manutenção de veículos Propaganda e publicidade Despesas financeiras Encargos e Juros de Mora Despesas Bancárias CPMF Despesas não operacionais 4.2.01 4.2.03.03 3.02.01.2.

02 4.2 4.3.3.3.2.2.02 4.07 4.01 4.3.3.2.01.02 4.01 4.3.3.03 4.3.01.03.03 4.02.01.04 4.02.3.2.4 Prestação de serviços Dedução de receita bruta vendas/serviços Dedução de receita bruta de vendas Cancelamento de devoluções Abatimento incondicional ICMS COFINS PIS s/ vendas e serviços Dedução de receita bruta s/ serviços ISS Receita operacional Receita financeira Variação monetária ativa Juros s/ aplicações financeiras Descontos obtidos Receita de aplicações pré-fixadas Multas ativas Dividendos Juros s/ duplicatas Recuperações diversas Reembolsos diversos Venda de sucatas Receitas patrimoniais Resultado da venda de bens Receita de Participações Societária .02 4.3.01.01.01 4.01.01.4.01.2.2.3.1.04 4.01 4.02.01 4.01.01 4.3 4.3.01.06 4.05 4.02.01 4.01.03 4.04 4.01.01 4.3.2.05 4.2.

Memórias de Cálculo CAPITAL SOCIAL DATA 01/03/2011 CONTA DEBITO CAIXA CONTA CRÉDITO CAPITAL SOCIAL VALOR R$ 35.1 5.01 4.000. 5.1.0.00 HISTÓRICO Valor ref.01 4. Integralização de capital pelo sócio Edivan da Silva 01/03/2011 CAIXA CAPITAL SOCIAL 35.00 HISTÓRICO Valor ref.4.000.00 IMPOSTOS E TAXAS DIVERSAS DATA CONTA DEBITO 01/03/2011 IMPOSTOS E TAXAS CONTA CRÉDITO CAIXA VALOR R$ R$ 350.01 CONTAS DE COMPENSAÇÃO Resultado do exercício Apuração de resultado 15. Integralização de capital pela sócia Francieli Pillon de Avila Souza 70.4.00 Souza Valor ref.00 SALDO 35.000.000.4.00 EMPRESTIMO BANCÁRIO DATA CONTA DEBITO CONTA CRÉDITO VALOR R$ HISTÓRICO SALDO . Taxas com abertura da empresa SALDO R$ 350.5 Receita em Participações com Empresa Coligadas Receita de Participações Societária Outras Receitas não operacionais 5.01.

24 cadeiras de encosto no valor de 1.m.10 HISTÓRICO compra a vista de 08 mesa no valor de 1.00.90 SALDO 8. Lojas de 03/03/2011 Eletrodomésticos Fornecedor 6.00. uma pia (balcão e cuba) no valor de 630. um fogão de 4 bocas no valor de 696.736.000. 05 arcondicionados no valor de 5.10.736.250.00. 03 armários de arquivo no valor de 1050.630.00.90.00. 01 geladeira no valor de 820.00.00 IMOBILIZADO MÓVEIS UTENSILIOS DATA 01/03/2011 CONTA DEBITO MÓVEIS CONTA CRÉDITO Fornecedor VALOR R$ 8. 01 cafeteira elétrica no valor de 57.678.000.90 Departamento Valor ref. 02 Armários de aço para pastas suspensas no valor de 1.emprestimo no banco do brasil. valor da parcela principal 5.00 . 03 mesas para impressora no valor de 450.00 NF 9546 do fornecedor Claudino S. Compra de 01 bebedouro elétrico no valor de 429.630.21/03/2011 BCO DO BRASIL S/A EMPRESTIMO BANCO DO BRASIL S/A 155.5% a. 06 Cadeiras de Recepção no valor de 1782.00 Valor ref.10 .42. a taxa de 3. carência de 60 dias 155.520.A.00.00 e um televisor 21” para recepção no valor de 6.332. a ser pago em 24 vezes.678.

28 HISTÓRICO Valor referente a depreciação da conta de Equipamentos de Informática ref. DEPRECIAÇÃO DE MÓVEIS E UTENSILIOS DATA CONTA DEBITO CONTA 03/04/2011 DEPRECIAÇÃO CRÉDITO DEPRECIAÇÃO ACUMULADA DE MÓVEIS E UTENSILIOS VALOR R$ 72.00 conforme NF 1276 do fornecedor Claudino S.DE INFORMÁTICA VALOR R$ 270.00. 08 calculadoras de mesa no valor de 800.A.32 EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA DATA 03/03/2011 CONTA DEBITO UTENSÍLIOS CONTA CRÉDITO Fornecedor VALOR R$ 16.00 e 01 aparelho de fax no valor de 450.00.217.430.00 HISTÓRICO Valor ref.00 conforme NF 0954 do fornecedor Claudino S.600.00. 08 telefones de mesa no valor de 320.047.03/2011 SALDO 270. Lojas de Departamento. Lojas de Departamento SALDO 16.217. 03 Impressoras LaserJet no valor de 1.00 DEPRECIAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA DATA CONTA DEBITO CONTA CRÉDITO 03/04/2011 DEPRECIAÇÃO DEPRECIAÇÃO ACUMULADA DE EQ. Compra de 08 Computadores completos no valor de 13.28 .32 HISTÓRICO Valor referente a depreciação da conta de móveis e utensílios ref. Mês 03/2011 SALDO 72.A.

33 PAGAMENTO DE JUROS SOBRE FINANCIAMENTO VEÍCULO DATA CONTA DEBITO CONTA CRÉDITO VALOR R$ 04/04/2011 JUROS PAGOS Banco GM 930.000.000.STRADA DATA CONTA DEBITO CONTA CRÉDITO 04/04/2011 Financiamento Banco GM – S10 Banco GM VALOR R$ 2.000.33 FINANCIAMENTO BANCO DO BRASIL . Parc 01/60 financiamento das S10 SALDO 121933. 03/2011 SALDO 2583.01 HISTÓRICO Valor ref.000.00 HISTÓRICO Valor referente aluguel mês 03/2011 conforme contrato.00 DEPRECIAÇÃO DE VEÍCULOS DATA 04/04/2011 CONTA DEBITO DEPRECIAÇÃO CONTA CRÉDITO DEPRECIAÇÃO ACUMULADA DE VEÍCULOS VALOR R$ 2583.VEÍCULOS DATA 04/03/2011 CONTA DEBITO Veículos CONTA CRÉDITO Financiamento Banco GM – S10 VALOR R$ 124. Compra de 02 caminhonetes S10 usadas marca GM conforme NF 5543 Adquiridos do fornecedor TOPVEL – Tropical Veículos e Peças Ltda.00 Valor referente aluguel mês 04/2011 conforme contrato.01 ALUGUEL DATA 01/03/2011 CONTA DEBITO ALUGUEL CONTA CRÉDITO CAIXA VALOR R$ 4. SALDO 4.33 HISTÓRICO Valor referente a depreciação acumulada de veículos ref.pgto juros sobre parcela 01/60 financiamento Veículo S10 SALDO 930.00 HISTÓRICO Valor ref.000. 100% financiada SALDO 124.066.00 01/04/2011 ALUGUEL CAIXA 4.67 HISTÓRICO Valor ref.00 . 4.000.

00 MATERIAL DE USO E CONSUMO DATA CONTA DEBITO CONTA CRÉDITO VALOR R$ HISTÓRICO SALDO . nf 2345 Ribas & Zavaszki Ltda.00 02/04/2011 MATERIAIS DE ESCRITÓRIO CAIXA 350. Conta de água mês 09/2011 Valor ref.00 Valor ref. SALDO 400. Conta energia mês10/2011 SALDO R$ 178.00 Valor referente compra de materiais diversos de uso no escritório.00 HISTÓRICO Valor ref.00 R$ 530. Conta energia mês 09/2011 Valor ref.00 HISTÓRICO Valor referente compra de materiais diversos de uso no escritório.00 ENERGIA ELÉTRICA DATA CONTA DEBITO 25/03/2011 25/04/2011 ENERGIA ELÉTRICA ENERGIA ELÉTRICA CONTA CRÉDITO BANCO DO BRASIL S/A BANCO DO BRASIL S/A VALOR R$ R$ 178.00 R$ 240. Conta telefone mês 09/2011 R$ 450. Conta de água mês 09/2011 R$ 50.00 R$ 120.00 R$ 70.00 R$ 980. 750.00 TELEFONE 21/03/2011 20/04/2011 TELEFONE TELEFONE BANCO DO BRASIL S/A BANCO DO BRASIL S/A R$ 450.MATERIAL DE ESCRITÓRIO DATA CONTA DEBITO 01/03/2011 MATERIAIS DE ESCRITÓRIO CONTA CRÉDITO CAIXA VALOR R$ 400.00 DESPESAS COM ÁGUA 25/03/2011 ÁGUA 25/04/2011 ÁGUA CAIXA CAIXA R$ 50. nf 2598 Ribas & Zavaszki Ltda. Conta telefone mês 09/2011 Valor ref.00 Valor ref.00 R$ 318.

430.62 até 2.139.TRANSP.00 3000.USO E CONSUMO CAIXA 150.00 2. nf 4567 Ponsoni & Borges Ltda.566.00% 7.00 6. Administrativo Aux. nf 4566 Ponsoni & Borges Ltda.00 14 – FOLHA DE PAGAMENTO SAL.00 3.000.566. X Daniela Cristina Florizete Vieira Laureston Souza Lindioélion de Jesus Michele Costa Francieli de Avila Edivan da Silva Souza João da Costa Paulo Pereira Marcelo Almeida Aux.060.61 De 1.569. Gerais Financeiro Estoquista Recepcionista Sócio Sócio Vendedor interno Vendedor externo Vendedor externo 1.00 02/04/2011 MAT.01/03/2011 MAT.00 valor referente compra de materiais para consumo.00 1.00 1.00 01/03/2011 MAT.50% 14.USO E CONSUMO CAIXA 180.00 610.USO E CONSUMO CAIXA 280.000.00 11 % 8% 11 % 9% 9% 11 % 11% 11% 1 0 3 0 1 0 0 1 2 x X X X X X X 3. BASE NOME FUNÇÃO (R$) INSS 9% FGTS 8% DEP.00 valor referente compra de materiais de limpeza em geral.000.TABELA IRRF 2011 Base de Cálculo(R$) Até 1.80% Tabela 1 . 150.00 640.00 11 % 1 x TOTAL DOS SALÁRIOS TOTAL DO PRO-LABORE INSS PARTE EMPRESA 26.85 Alíquota(%) 0. Valor referente compra de materiais de diversos uso. V.49 .000. nf 4622 Ponsoni & Borges Ltda.530.00 3000.200. Serv.00 3.00 Parcela a Deduzir do IR 0 117.347.

De 2.63 15.br/aliquotas/contribfont.86 até 3.911.63 Acima de 3.00% 22.receita.51 De 3.50% 293.95 Fonte: www.htm .50% 27.fazenda.37 723.347.52 até 3.130.58 528.911.gov.130.

00 Financeiro DESCONTOS INSS 11% CONT.30 Florizete Vieira PROVENTOS SALÁRIO BASE R$ 640.530.530.70 R$ 51.53 R$ 567.00 R$ 108.200.00 R$ 91.SINDICAL Total Proventos FGTS 8% R$ 1. Gerais DESCONTOS INSS 8% CONT.00 R$: 51.139.00 R$ 40.53 Total Proventos FGTS % R$ 1. Serv.00 Aux.93 R$ 2.00 R$ 51.40 Total Descontos Salário Liquido R$ 137.SINDICAL Total Descontos Salário Liquido RECEPCIONISTA DESCONTOS INSS 9% CONT.060.80 Total Descontos Salário Liquido ESTOQUISTA DESCONTOS INSS 9% CONT.341.07 Lindioélion de Jesus PROVENTOS SALÁRIO BASE R$ 1.47 R$ 998.SINDICAL Total Descontos Salário Liquido R$ 51.00 R$ 188.00 Total Proventos R$ 1.200.33 R$: Total Proventos FGTS 8% R$ 3.SINDICAL Total Descontos 489.51 R$ 37.20 R$ 21.MARÇO/2011 Daniela Cristina AUXILIAR ADMINISTRATIVO PROVENTOS DESCONTOS SALÁRIO BASE R$ 1.060.00 .570.12 Michele Costa PROVENTOS SALÁRIO BASE R$ 1.70 R$ 1.00 INSS 9% CONT.33 R$ 72.00 R$ 244.139.00 R$ 122.SINDICAL IRRF R$ 336.00 R$ 102.96 R$140.00 R$ 148.60 R$ 102.47 Total Proventos FGTS 8% R$ 640.20 Laureston Souza PROVENTOS SALÁRIO BASE R$ 3.ELABORAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO REF.

49 Valor ref.95 31/03/20 11 31/03/20 11 31/03/20 11 31/03/20 11 31/03/20 11 31/03/20 11 31/03/20 11 PRÓ-LABORE PRÓ-LABORE A PAGAR PRÓ-LABORE A PAGAR INSS INSS A RECOLHER INSS A RECOLHER 03/2011 R$ 3.52 Valor ref.214.904.INSS parte empresa 03/2011 R$ 1.618.08 Valor ref.73 Valor ref.30 CONT.provisão folha de pgto 03/2011 R$ 1.SINDICAL R$ 518.provisão de IRRF cfe folha 03/2011 Valor ref. Provisão INSS parte empregados.provisão férias 03/2011 R$ 1.01 Valor ref.165. Provisão 13º R$ 194.000.00 Valor ref.Sindical cfe folha 03/2011 R$ 6.00 03/2011 Valor ref provisão INSS pró-labore 31/03/20 11 31/03/20 11 SALÁRIOS A PAGAR SALÁRIOS A PAGAR IRRF A RECOLHER R$ 288. 03/2011 Valor ref.616.PROVISÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO E SEUS ENCARGOS CONTA DATA 31/03/20 11 31/03/20 11 DEBITO SALÁRIOS E ORDENADOS SALÁRIOS A PAGAR INSS A RECOLHER CONTA CRÉDITO SALÁRIOS A PAGAR VALOR R$ 14.31 salário 03/2011 VLR.REF IRRF S/ SALÁRIOS CFE FOLHA DE FGTS FÉRIAS 13º SALÁRIO FGTS A RECOLHER FÉRIAS A PAGAR 13º SALÁRIO A PAGAR SALÁRIO A PAGAR IRRF . Provisão Cont.00 HISTÓRICO Valor ref.provisão pró-labore R$ 660. FGTS 03/2011 R$ 1.569.

214.provisão de IRRF cfe folha PRÓ-LABORE A PAGAR PRÓ-LABORE A PAGAR INSS INSS A RECOLHER IRRF A RECOLHER R$: 213.31/03/20 11 PRO ABORE A PAGAR IRRF R$ 213.01 Valor ref.84 INSS A RECOLHER 04/2011 R$ 3.INSS parte empresa 04/2011 R$ 1.000.52 Valor ref.31 PRÓ-LABORE A PAGAR 04/2011 R$ 6.00 04/2011 Valor ref provisão INSS pró-labore 04/2011 Valor ref.49 Valor ref.618.08 Valor ref. FGTS 04/2011 R$ 1.569. Provisão INSS parte empregados. 04/2011 Valor ref.REF IRRF S/ PRO-LABORE CFE FOLHA DE 03/2011 30/04/20 11 30/04/20 11 ORDENADOS SALÁRIOS A PAGAR R$ 14.165.616.904. Provisão 13º salário 04/2011 FGTS FÉRIAS 13º SALÁRIO FGTS A RECOLHER FÉRIAS A PAGAR 13º SALÁRIO A PAGAR .provisão pró-labore R$ 660.provisão férias 04/2011 R$ 1.84 03/2011 VLR.73 Valor ref.provisão de IRRF cfe folha 30/04/20 11 30/04/20 11 30/04/20 11 30/04/20 11 30/04/20 11 30/04/20 11 30/04/20 11 30/04/20 11 SALÁRIOS A PAGAR PRÓ-LABORE IRRF A RECOLHER R$ 194.00 Valor ref.provisão folha de pagto SALÁRIOS A PAGAR INSS A RECOLHER 04/2011 R$ 1.00 Valor ref.

180.000.73 13º SALÁRIO .RESUMO DA FOLHA DE PAGAMENTO PROVENTOS SALÁRIO BASE R$ 14.165.R$ 14.00 /12 + 1/3 férias = R$ 1. 01 R$: 660.00 /12 = R$ 1.618.00 INSS PRÓ-LABORE IRRF IRRF S/PRO-LABORE SALÁRIO LIQUIDO LIQ.49 R$ 1.52 DESCONTOS R$1.PRÓ-LABORE CÁLCULO DOS ENCARGOS SOBRE FOLHA DE ABRIL/2011 R$ INSS PARTE EMPRESA INSS PARTE FUNCIONÁRIO INSS PRÓ-LABORE TOTAL INSS MÊS 14.214.904.68 R$ 5.569.01 R$660.569.R$ 14.00 X 26.616.31 R$ 213.569.076.08 1.84 R$12.00 R$ 6.00 R$194.RELAÇÃO DAS COMPRAS COMPRA DE MERCADORIAS PARA REVENDA REFERENTE MÊS DE MARÇO / 2011 CONTA DATA CONTA CRÉDITO DOCUMENTO HISTÓRICO VALOR DEBITO .00 INSS PRÓ-LABORE R$ 6.8% = 3.68 15.50 R$ FGTS 8% (FUNCIONÁRIO) CÁLCULO PARA PROVISÃO DE FÉRIAS E 13º SALARIO MENSAL FÉRIAS .758 .569.616.

637. Compra R$ a prazo Dow 9.575.Vlr. a ser pago em 30 d Vlr.992.ref. a ser pago em 30 d Vlr.00 R$ 11.00 R$: 6.60 R$ 18.ref. Compra 10/04/2011 MERCADORIA P/REVENDA a prazo Dow FORNECEDOR 0042 Agrocientes.00 .ref.649.321.pagto 60% da nota 05/03/2011 FORNECEDOR CAIXA 035 fiscal 035 Do fornecedor dow agrociences Em 31/03/2011 há um débito a pagar ao fornecedor no valor de R$: 11.ref.40 10.945.589.40 R$ 7.ref.60 4.pagto 60% da nota 10/04/2011 FORNECEDOR CAIXA 0042 fiscal 0042 Do fornecedor dow 20/04/2011 MERCADORIA P/REVENDA FORNECEDOR 0043 agrociences Vlr. 05/03/2011 MERCADORIA P/REVENDA FORNECEDOR 035 Compra a vista dow agrociences Vlr.ref.ref.pagto 60% da nota 03/03/2011 FORNECEDOR CAIXA 005 fiscal 0005 Do fornecedor dow agrociences Vlr.00 RELAÇÃO COMPRAS DE MERCADORIAS PARA REVENDER REFERENTE ABRIL/2011 CONTA CONTA DOCUMENT DATA HISTÓRICO VALOR DEBITO CRÉDITO O Vlr.958. Compra a 03/03/2011 MERCADORIA P/REVENDA FORNECEDOR 005 prazo Dow Agrocientes.

702. vlr ref venda de 3 mercadoria a vista cfe NF. vlr ref venda de R$ 9.024.20 16 – RELAÇÃO DAS VENDAS VENDA MERCADORIA MÊS MARÇO/2011 DATA CONTA DEBITO CONTA CRÉDITO DOCUMENT O HISTÓRICO vlr ref venda de 1 mercadoria a vista cfe NF. a ser pago em 3 vezes d Vlr.915.350.00 R$ 12.950.024.00 R$: 5.782.ref. .00 R$ 10.40 CAIXA CAIXA DATA CONTA DEBITO CONTA CRÉDITO DOCUMENT O HISTÓRICO vlr ref venda de VALOR 15/04/20 11 15/04/20 11 CAIXA VENDA MERCADORIA VENDA MERCADORIA 4 mercadoria a vista cfe NF. vlr ref venda de 2 mercadoria a vista cfe NF.AgrocienCes. VALOR 04/03/20 11 07/03/20 11 08/03/20 11 CAIXA VENDA MERCADORIA VENDA MERCADORIA VENDA MERCADORIA R$ 2.27 CAIXA 5 mercadoria a vista cfe NF.27 R$ 9.pagto 60% da nota 20/04/2011 FORNECEDOR CAIXA 0043 fiscal 0043 Do fornecedor dow agrociences Em 30/04/2011 há um débito a pagar ao fornecedor no valor de R$: 6.

38 5.UNI V.UNIT V.00 7.024.169.00 868.27 Os insumos agrícolas. AL SALDO V.UNIT V.TOT T.183. 23.TOT .364.38 1.80 AL 992.338.38 8.0 0 496.38 23.UNI V. possuem a tributação federal.00 DATA 03/03/2011 07/03/2011 10/04/2011 15/04/2011 25/04/2011 DESCRIÇ ÃO compra venda compra venda venda QTD E 40 QTD E QTD E 40 25 55 15 30 24. 00 2.00 24.38 23.MÉDIA PONDERADA MERCADO RIA: ABAMEX ENTRADA V.38 AL 8.TOT T. 00 20 15 15 220 23.UNI V. consideradas monofásicas.00 20 20 24.183.UNI V. em relação ao PIS e a COFINS. 00 23.7 SAIDA V. R$ 9. 6 50 100 23.80 24. 17 – FICHA DE CONTROLE DE ESTOQUES FICHA DE CONTROLE DO ESTOQUE .38 23. 24.7 350. uma vez que preocupado com o crescimento agrícola do nosso estado.38 23.60 DATA 03/03/2011 04/03/2011 07/03/2011 08/03/2011 DESCRIÇ ÃO compra venda venda venda QTD E 350 QTD E QTD E 350 330 315 300 520 470 370 10/04/2011 compra 15/04/2011 25/04/2011 venda venda MERCADO RIA: FURADAM ENTRADA V.364.80 24.38 23.0 0 SALDO V.0 0 496.00 12.60 350.70 7014.TOTAL T 24.80 24.80 992.715.80 24. Também há um incentivo fiscal do governo baiano em relação ao ICMS.988.40 7.38 23.38 23.38 23.25/04/20 11 CAIXA VENDA MERCADORIA vlr ref venda de 6 mercadoria a vista cfe NF.80 24.00 372.TOT .80 620.80 744.143.60 10.650.157.00 SAIDA V. permitiu que os insumos fossem vendidos com alíquota do ICMS igual a zero por cento. portanto não há incidência dos impostos em relação as vendas.60 8.TOTAL T 23.38 23.38 467. AL 372.80 35 15 .00 1.

00 200 250 4.236.00 DATA 03/03/2011 07/03/2011 10/04/2011 15/04/2011 DESCRIÇ ÃO compra venda compra venda QTD E 500 QTD E QTD E 500 300 550 300 MERCADO RIA: CIPERTRIN ENTRADA QTD V.400. AL SALDO V.000.UNI V.00 50.80 4.00 AL 3.00 2. SAIDA V.428.80 4.90 5.TOT T.00 3.80 AL 2.UNI V.TOTAL T 50. AL SALDO V.UNIT V.UNIT V.90 2.TOTAL T 11.MERCADO RIA: IHAROL ENTRADA V.0 0 SAIDA V.440.80 1.00 1.00 1.TOTAL T 17.25 17.90 2. AL SALDO V.200.400.25 17. 00 SAIDA V.00 1. 00 20 32 17.00 1.TOT E 60 .25 552.00 1.440.UNI V.00 690. 17.90 11. 00 230 11.035.0 0 17.808.TOT T.000.640.TOTAL T 4.UNI V.TOT T.50 DATA 05/03/2011 07/03/2011 20/04/2011 25/04/2011 DESCRIÇ ÃO compra venda compra venda QTD E QTD E 60 40 52 22 MERCADO RIA: CLORPIRIFÓS ENTRADA QTD V. 11.00 SAIDA V.80 2. 00 320 230 11.200.TOT .25 1. 00 11.80 1. AL SALDO V.00 DATA 05/03/2011 07/03/2011 DESCRIÇ ÃO compra venda QTD E 60 QTD E QTD E 60 30 .UNI V.UNIT V.165.236.737.00 897.UNI V.500.500.25 AL 1. 4.90 11.TOT T.00 30 17.UNIT V. 00 250 4.035.80 960.90 3. 00 4.737. 50.TOT E 440 .TOT .00 DATA 05/03/2011 08/03/2011 05/04/2011 25/04/2011 DESCRIÇ ÃO compra venda compra venda QTD E QTD E 440 120 350 120 MERCADO RIA: BACNITRO ENTRADA V.UNI V.50 350.25 17.UNI V.50 525. 00 30 50.428.90 11.00 379.00 4.00 1.90 AL 5.80 4.

300.UNIT V. AL SALDO V.00 50.000.00 20/04/2011 25/04/2011 compra venda 30 50. 00 SAIDA V.750.00 6.UNI V.650.00 1.TOTA .00 AL 6. 50.000.00 3.TOT T.TOT T. 00 20 18 – BOLETIM DE CAIXA E BANCO PLANILHA DO MOVIMENTO DE CAIXA DATA HISTÓRICO ENTRADA SAIDA 01/03/2011 Valor ref.Integralização capital R$ dos sócios 01/03/2011 Valor ref.TOTAL T 50.00 MERCADO RIA: IMPACTO ULTRA ENTRADA V. 63. 00 100 50 63. AL 1.750.UNI V. 00 25 50.150.500. 00 60 35 50.UNI V.00 50.300.00 2.000.00 R$ 69.150.00 1.00 L 2.UNIT V.250.UNI V.00 63.00 63.300. 00 63.150.0 0 SAIDA V.00 2. 00 SALDO V.00 3.00 3.00 DATA 05/03/2011 07/03/2011 20/04/2011 25/04/2011 DESCRIÇ ÃO compra venda compra venda QTD E 55 QTD E QTD E 55 20 65 35 45 50.750.00 2.pgto taxas abertura empresa 70.TOT .250.00 R$ 350.00 1.00 3.00 .00 0 3.00 50.00 SALDO R$ 70.00 6.000.00 63.750. 00 50 63.250.000.250.00 50.00 50.00 1.00 0 DATA 05/03/2011 08/03/2011 27/04/2011 30/04/2011 DESCRIÇ ÃO compra venda compra venda QTD E 100 QTD E QTD E 100 0 50 0 MERCADO RIA: MN FOSFITO ENTRADA V.00 1.TOTAL T 63.0 0 45 50.

80 R$ 227.836.064. Venda a vista nf 002 08/03/2011 Receb.350.00 R$ 65.00 R$ 50.00 R$ 65.00 R$ 64.00 R$ 6. Ponsoni & Borges 03/03/2011 Pagamento fornecedor 60% de NF 0005 de Dow Agrociences 04/03/2011 Receb.630.884.100.80 R$ 228.875.992.60 R$ 62.00 R$ 450. Ponsoni & Borges 01/03/2011 Referente de materiais diversos para consumo.182.80 .702.00 R$ 4.650.80 R$ 227.80 R$ 49.00 R$ 228.825.00 R$ 10.000.820.514.00 R$ 280.40 R$ 2.00 R$ 60.950.40 21/03/2011 Valor creditado referente a empréstimo Banco do Brasil S/A 21/03/2011 Pagamento conta de telefone 25/03/2011 Pagamento conta de energia elétrica 25/03/2011 Pagamento conta de água R$ 155.945.00 R$ 57.832.00 R$ 178. Venda a vista nf 001 05/03/2011 Pagamento fornecedor 60% de NF 0005 de Dow Agrociences 07/03/2011 Receb.01/03/2011 Pagamento de Aluguel antecipado referente a 03/2011 01/03/2011 Referente a compra de materiais diversos de uso no escritório Ribas & Zavadzki 01/03/2011 Referente a compra de material de limpeza em geral.00 R$ 400.00 R$ 10.886.00 R$ 150.00 R$ 65. Venda a vista nf 003 R$ 12.250.40 R$ 72.

Alvorada 04/04/2011 Receb. Venda a vista nf 031 09/04/2011 Receb.83 R$ 4.31/03/201 Pagamento da Folha 03/2011 1 31/03/201 Pagamento Pró-Labore 1 03/2011 R$ 14.21 R$ 15. Venda a vista nf 034 16/04/2011 Receb.592.84 R$ 13.21 R$ 19. Venda a vista nf 027 06/04/2011 pgto pró-labore 09/2011 08/04/2011 Receb.83 R$ 1. Venda a vista nf 044 25/04/2011 pgto conta água 10/2011 27/04/2011 Receb.557. Venda a vista nf 042 23/04/2011 Receb.00 R$ 6.80 01/04/2011 pgto parc 01/10 financiamento móveis e utensílios. Venda a vista nf 047 28/04/2011 Receb. Venda a vista nf 041 22/04/2011 Receb.774.50 2769.25 135.39 R$ 5.60 R$ 1.00 3679.569.84 3119.23 R$ 3.374. Venda a vista nf 048 4250.20 1000.15 .44 R$ 204.80 785.000.39 817.931.00 15.624.62 R$ 9.094. Venda a vista nf 038 19/04/2011 Receb. Venda a vista nf 032 12/04/2011 Receb.02 467.00 280.96 1238.23 R$ 8. Venda a prazo nf 014 20/04/2011 Receb.71 R$ 22.43 R$ 4.915.104.40 1002.049.733.00 250.22 R$ 13.464. Claudino 01/04/2011 pgto aluguel 10/2011 02/04/2011 compra material escritório nf 2598 Irmãos Ribeiro 02/04/2011 compra material consumo nf 9700 S.771.267.83 R$ 1.00 3.82 R$ 13.707.572.163.796.822.60 R$ 213.267.80 207.96 R$ 3316.60 415.12 1775.

77 R$ 36.19 R$ 10.00 R$ 12.285.36 653.79 R$ 40.000.15 PLANILHA DO MOVIMENTO DO BANCO DO BRASIL S/A DATA HISTÓRICO ENTRADA SAIDA 01/03/201 depósito origem caixa 14000. Venda a vista nf 020 1 26/03/201 Compra a vista Araujo A.Peças 1 19/03/201 Receb.00 350.840.844.7 5 518.455.497.0 0 619.79 R$ 40.5 0 1544.477.86 3994. Conta energia 09/2011 1 26/03/201 Receb.00 278.905.50 311.79 R$ 39.05 R$ 11.037.29 R$ 37.7 5 1550.28 1846.79 R$ 39.384.690. Venda a vista nf 015 1 21/03/201 valor ref.00 R$ 7.99 R$ 35.Peças 1 28/03/201 Receb. cheque 0001 05/03/201 Compra a prazo nf 32 SMM 1 08/03/201 Receb.52 907.70 1544. Venda a vista nf 005 1 10/03/201 Receb. Venda a visata nf 010 1 17/03/201 Compra a vista Araujo A. Emprestimo banco do 1 brasil 21/03/201 pgto conta telefone 09/2011 1 25/03/201 pgto ref.016.28/04/2011 depósito no banco do brasil 15000.60 30000.65 R$ 36.00 1 03/03/201 pgto parc 01/60 financiamento 1 strada 04/03/201 compra móveis e utensilios nf 1 5543 Lima e borges.775.125.24 .125.726.55 R$ 10.00 440.8 8 281.25 R$ 10.592.021. Venda a vista nf 022 1 02/04/201 recebimento venda a vista nf 26 1 04/04/201 pgto parc 02/60 financimento 1 strada 455. Venda a vista nf 007 1 14/03/201 Receb.41 R$ 11.25 R$ 10.69 R$ 9.70 SALDO R$ 14.

80 8222.00 12.327.097.689.06 R$ 10.8 0 11.Costa 07/04/201 pgto fornec.64 R$ 12.00 R$ 27.88 R$ 20. Venda a prazo nf 012 1 17/04/201 Receb.950.78 R$ 20.31 R$ 2516.7 6 3837.339.844.20 1624.27 R$ 9.328.88 R$ 350.sindical 09/2011 ch 1 0002 06/04/201 Receb.00 773. Auto Peças 1 Ag.06 R$ 6.9 0 146.54 R$ 24.68 R$ 23.0 2 2232.47 R$ 10.527.33 R$ 8. Venda a vista nf 029 1 07/04/201 pgto FGTS 09/2011 ch 0003 1 07/04/201 compra a vista Auto Peças 1 A.40 1746.28 R$ 16.957.97 992. Venda a vista nf 040 1 20/04/201 compra a vista fornec SMM 1 20/04/201 pgto INSS 09/2011 1 20/04/201 pgto conta telefone 10/2011 1 21/04/201 Receb.925.87 1522. Venda a vista nf 035 1 15/04/201 Receb. Venda a prazo nf 018 1 1298.87 .40 7198.617.95 R$ 12.7 0 23.31 3506. Venda a prazo nf 013 1 19/04/201 Receb.709.141.96 1681.166.75 R$ 10.151.7 0 3450.182. Venda a vista nf 037 1 16/04/201 Receb.0 0 4433.275.625.20 R$ 10.472.909.152.4 4 430. Venda a prazo nf 016 1 21/04/201 pgto fornecedor Baldan peças 1 23/04/201 Receb.26 R$ 13. SMM 1 13/04/201 Receb.44 1680.Costa 08/04/201 compra a vista fornec SMM 1 11/04/201 pgto fornec.36 R$ 7.64 R$ 774.31 R$ 10.04/04/201 pgto fornecedor Baldan peças 1 05/04/201 compra a vista fornec Araujo 1 Peças 05/04/201 saque cheque nr 002 para pgto 1 salário 05/04/201 pgto cont.2 0 3200.

377.BALANCETE DE VERIFICAÇÃO BALANCETE DE VERIFICAÇÃO MARÇO/2011 DESCRIÇÃO DEBITO CRÉDITO Ati vo Ativo Circulante Disponível Caixa Banco do Brasil S/A Duplicatas a receber Clientes Estoques Mercadoria para revenda Ativo Não Circulante Imobilizado Móveis e Utensilios Equipamentos de Informática Veículos (-) 5200.244.281.7 4 340.72 36477.02 .71 R$ 5.00 9967.0 7 11.00 5200.15 5658. Venda a vista nf 046 1 26/04/201 compra a vista JJ Peças 1 28/04/201 depósito origem caixa 1 28/04/201 compra a vista Silva Com Peças 1 29/04/201 Receb.00 3480.00 3480.40 21640.89 37271. Venda a vista nf 049 1 30/04/201 pgto fornecedor JJ Peças 1 1757.75 9564.09 R$ 7.00 32786.00 50000.00 R$ 2.29 7592.377.8 0 11585.02 R$ 15.75 6889.02 R$ 22.49 15000.00 ABRIL/2011 DEBITO CRÉDITO 8696.487. 96 19.941.909.658.13 R$ 4532.13 R$ 1.00 50000.22 R$ 17.96 8344.25/04/201 compra a vista fornec SMM 1 25/04/201 pgto conta energia 10/2011 1 26/04/201 Receb.

Ac.00 416. Eq.Sindical a recolher Provisões Trabalhistas Provisões para férias Provisões para 13º salário Passivo Não 486.29 1624. Móveis e Utensilios Dep.Depreciações Dep.80 3983.40 3842.00 1624.60 58. Ac.44 350. Veículos Passi vo Passivo Circulante Fornecedores a pagar Fornecedor es Obrigações Tributárias Contribuição Social a Recolher Imposto de Renda a Recolher Obrigações Trabalhistas Salários a pagar Pró-labore a pagar Obrigações Previdenciárias INSS a recolher FGTS a recolher contrib.61 1002.90 1002. Ac.30 29.70 365.67 86.80 32769.40 141.44 350.60 43.00 833.40 730.de Informática Dep.00 973.34 .06 12624.

00 1173.80 87.00 488.00 973.00 2347.00 977.N.00 486.68 700./vendas Alugueis Depreciaçã o 4380.Brasil-Strada Patrimonio Liquido Capital Social Capital Integralizad o Resultado Operacional Receita Operacional Receita Bruta com Vendas Custo das Mercadorias CV-Custo Merc. F.S.67 30000.70 365.86 30000.00 30000.00 48333.00 49166.00 30000.G.T.25 54607.Circulante Empréstimos e Financiamentos Empréstimo B.00 1090.84 350.S Vale Transporte Outras Despesas Adm.50 17735.40 120.30 8760. para revenda Despesas Operacionais Despesas com Pessoal Salários e Ordenados Férias e Abono 13º Salário Pró-labore I.60 9783.34 1000.24 78281.S.40 730.97 2000.94 .00 2180.do Brasil S/A Financiamento B.

15 R$ 5.640.02 Fornecedores Fornecedores a pagar Obrigações Tributárias CSSL a recolher IRPJ a recolher Obrigações Trabalhistas Salários a pagar Pró-labore a pagar Obrigações ATIVO NÃO R$ Previdenciárias INSS a recolher PASSIVO CIRCULANTE 21.00 R$ 37.00 350.18 R$ 208.00 550.92 R$ Disponível Caixa Banco do Brasil Duplicatas a receber Clientes Estoques Mercadoria para revenda 13.00 711.84 20 – BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO ATIVO CIRCULANTE BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO + P.60 R$ 12.00 300. R$ R$ 72.974.00 618.00 780.68 R$ 208.882.1 TOTAIS 8 R$ 167.640.40 R$ 12.84 R$ .00 350.161.00 110.60 R$ 57.986.973.00 245.70 R$ 3.02 R$ 37.250.00 430.00 350.Energia Elétrica Telefone Água Materiais de Uso e Consumo Materias de Escritório Impostos e Taxas Despesas Financeiras Juros pago R$ 167.L.002.80 R$ 1.271.00 710.86 R$ 21.658.90 R$ 1.70 R$ 36.973.983.00 R$ 21.68 278.75 R$ 21.624.90 R$ 7.271.624.16 R$ 4.592.882.347.42 1422.

00 R$ 833.00 R$ 50.000.680.00 Lucros ou Prejuizos Acumulados Lucros Acumulados R$ 183.34 Provisões Trabalhistas Provisão para Férias Provisão para 13º Salário PASSIVO NÃO CIRCULANTE R$ 78.24 R$ TOTAL DO ATIVO 129.44 R$ 350.34 Empréstimos e Financiamentos Empréstimo Bco do Brasil Financimento B. Móveis e Utens Deprec.CIRCULANTE 57. Equip.00 R$ 30.Ac.06 FGTS a recolher R$ 1.00 R$ 48.00 R$ 3.40 R$ 730.60 R$ 58.Veículos 58.00 -R$ 977.00 Imobilizado Móveis e Utensilios Equip.624.702.333.94 R$ 86.000.BrasilStrada R$ 78.000.98 21 – DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO . R$ 129.863.200.40 R$ 1.L.480.333.183.40 R$ 973.703.Informática Deprec.863.333.98 TOTAL PASSIVO + P.DRE .24 R$ 183.24 R$ Capital Social Capital Integralizado 30.Ac.34 R$ 30.000.de Informática Veículos (-)Depreciação Deprec.00 R$ 5.Ac.34 R$ PATRIMONIO LIQUIDO 30.

00 710.00 2180.26 50 86 0.S.86 54.S.00 550. Custo das Mercadorias Vendidas (=) RESULTADO OPERACIONAL BRUTO (-) DESPESAS OPERACIONAIS Despesas com Pessoal 8760.6 8 700.DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO RECEITA BRUTA 78281.433.94 618.86 .10 0 973.T.50 R$ 78.S.607.00 1422. Vale Transporte Outras Despesas Adm.N.80 87.00 780.8 4 R$ R$ 23.40 730.0 0 977./Vendas Alugueis Depreciação Energia Elétrica Telefone Água Materiais de Uso e Consumo Materiais de Escritório Impostos e Taxas Despesas Financeiras Juros pagos (=) RESULTADO OPERACIONAL LIQUIDO R$ 241.G.60 2000.0 0 2347.00 245. Vendas de Mercadorias (-) DEDUÇÕES DA RECEITA BRUTA RECEITA OPERACIONAL LIQUIDA (-) CUSTOS OPERACIONAIS 54607. F.0 Salários e Ordenados Férias e Abono 13º Salário Pró-labore I.674.DRE .00 350.00 R$ R$ 78.281.36 23.281.

RESERVAS . A lei 6. uma vez que a DLPA esta inclusa na DMPL. esta dispensada de apresentar a DLPA.24 30.70 R$ 183. fornece a movimentação ocorrida durante os exercícios nas contas que compõem o Patrimônio Liquido.404/76.2 4 30. 24 23 – DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA – DFC .24 R$ 241.L.10 22 – DEMOSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LIQUIDO – DMPL A DMPL.16 21. faz clara indicação do fluxo de uma conta para outra além de indicar a origem de cada acréscimo ou diminuição do P.DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LIQUIDO DESCRIÇÃO CAPITAL RESERVAS LUCROS OU TOTAL PREJUIZOS ACUMULAD OS A SUBSCRI REALIZA REALIZA TO SALDO EM 31/12 ANTERIOR AJUSTE DE EXERC.2 4 183.000 30.(+-) OUTRAS RECEITAS/DESPESAS LUCRO ANTES DOS IMPOSTOS IRPJ 15% CSSL 9% (=) LUCRO LIQUIDO 36. DMPL .183.ANTERIORES AUMENTO DE CAPITAL REVERSÕES DE RESERVAS LUCRO LIQUIDO DO EXERCICIO DESTINAÇÃO DO LUCRO .DIVIDENDOS SALDO EM 31/12 ATUAL 30.000 183.000 R DO CAPIT AL LUCR OS 183. estabelece que a companhia ao elaborar a DMPL.

107.000.84 R$ R$ 68.33 R$ 30. econômica e patrimonial de uma empresa.564.02 40.08 R$ R$ 3.42 R$ 350.000.40 R$ 48. pois revelam várias situações sobre a condição financeira. o fluxo de caixa demonstra a origem e aplicação de todo o dinheiro que transitou pelo caixa em um determinado período. DFC . Tradicionalmente o Balanço Patrimonial e a DRE.33 . são os demonstrativos mais utilizados para análise financeira.36 R$ 10. Neste caso a empresas estudada em questão não é obrigada a elaborar a DFC.801.000. mas não revelam como a empresa gerencia seu fluxo de caixa.00 R$ 8.471.218). Segundo Iudicibus & Marion (1999. p.00 R$ 9.48 R$ 28.00.332.991.62 R$ 9.170.96 R$ R$ 833.DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA MÊS ABRIL ORIGE NS R$ Emprestimo Bancário Capital integralizado Vendas a vista Recebimentos de clientes TOTAL DAS ORIGENS APLICAÇÕES R$ Compras à vista Pagamento de fornecedores Pgto despesas operacionais pgto de impostos e taxas pgto de imobilizado 9.513.170.A Demonstração do Fluxo de Caixa é um relatório obrigatório pela contabilidade para todas as sociedades de capital aberto ou com patrimônio liquido superior a R$ 2.461. vamos elaborar a DFC para uma análise.00 R$ 30.000. porém como é um relatório importante para a tomada de decisões gerenciais.906.84 R$ R$ R$ MÊS MAIO 38.

174.174.90 15.11) R$ 45.0.923. Conclusão As empresas de agronegócio são as maiores geradoras de empregos em relação às regiões não metropolitanas. Além disso.01 R$ 13. o volume total de capital circulante graças a estas empresas é bastante maior se comparado com a contribuição das .394.13 R$ (31.83 R$ 45.250.174.R$ TOTAL DAS APLICAÇÕES VARIAÇÃO DE CAIXA SALDO ANTERIOR SALDO FINAL DE CAIXA 22.01 R$ R$ 45.01 R$ 80.996.

No entanto. Manual de Tributos da Atividade Rural. sofrendo com a falta de informações e a pessoalidade nas relações empresariais.empresas de maior porte. realizadas também por uma entidade contábil habilitada mas afastada do processo produtivo da empresa. Apesar de tal situação. este trabalho serve como fundamentador para a ampliação do estímulo por parte das empresas de agronegócio para a utilização da tomada de decisões. Pedro Einstein Santos dos. Isto se deve ao fato destas empresas possuírem uma melhor estrutura gerencial e maior conhecimento internacional. a contabilidade também pode servir como excelente fornecedor das na informações atividade necessárias produtiva e para um melhor destas gerenciamento devido ao fato de destacar os mais diversos aspectos empresariais instituições. contabilidade gerencial como fonte de informações a serem usadas como fonte de referencia para a envolvidos mercadológica extrema das realidades intrínsecas ao mercado brasileiro e BIBLIOGRAFIA ANGELES. bastante menor se comparadas às empresas industriais. o agronegócio não se encontra muitas vezes preparado para estes fatores gerenciais. . tem-se um grande problema em relação à viabilidade destas. 2º ed. 1996) A contabilidade é normalmente praticada por estas empresas simplesmente devido às exigências legais. Assim. (PROCÓPIO. Ao contrário.

E. São Paulo: Moderna. Nobel. MARION. Londres: Merlin Press. GITMAN. CALLENBACH. Fundamentos do agronegócio. Karl & ENGELS. Contabilidade rural. Contabilidade Paulo: e controladoria em agribusiness. São Paulo: Atlas. PEARCE. 2º ed. 1987. São Paulo: Atlas. Contabilidade na agropecuária. São Paulo: Atlas. César A . LEMES. 1993. A. 1995. István. Contabilidade gerencial: teoria e prática. Demétrio. 1997. 1992. Técnicas de análise financeira. Editora. MÉSZÁROS. Sirlei. Environmental economics. Silvio Aparecido. ANTUNES. ASSAF NETO. Porto Alegre: Bookman Cia. 2002. Saraiva. et all. Erich A . Manifesto do partido comunista. São Progresso. Os sentidos do trabalho. __________. HELFERT. Friedrich. NBR ISO 14001:96. São Paulo: Atlas. Ricardo. Lawrence J. A . Gerenciamento ecológico. 1999. Coord. 1998. São Paulo: Boitempo Editorial. São paulo: decisorial. A . CREPALDI. Ehsan. In: MARION. 1998. T. Sistema de gestão ambiental: especificações. & SILVA. Administração do capital de giro. 1997. São Paulo: Cultrix. D. 2000. Administração financeira. 1996. São Paulo: Atlas. et all. GROPPELLI.São Paulo: Atlas. 7ed. São Paulo: Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas. 1993. 1998. Frances.C. Globalização: estado nacional e espaço mundial. São Paulo: Atlas. & NIKBAKHT. CAIRNCROSS. Araújo Júnior. Contabilidade rural: uma abordagem 1998. Nosso futuro comum. 2002 MAGNOLI. MARX. Meio ambiente: custos e benefícios. São Paulo: Harbra. 1996. Beyond capital: towards a theory of Transition. Princípios de administração financeira. José Carlos. Baltimore: The John Hopkins University Press. 2003. . COMISSÃO SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO. 1991. ABNT. J. MASSILON.

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