Revista Eletrônica de Enfermagem, v. 09, n. 02, p. 506- 517, 2007. Disponível em http://www.fen.ufg.br/revista/v9/n2/v9n2a17.

htm ____________________________________________________ ARTIGO DE ATUALIZAÇÃO

Atualidades na assistência de enfermagem a portadores de úlcera venosa Nursing care to the venous ulcer carrier news Atualidades en la ayuda del oficio de enfermera a los portadores de la úlcera del venosa Sara da Silva CarmoI, Clarissa Domingos de CastroII, Vanessa Souza RiosIII, Micheline Garcia Amorim SarquisIV RESUMO Úlcera venosa é uma lesão cutânea que acomete o terço inferior das pernas. Está associada à insuficiência venosa crônica, sendo esta a principal causa de úlcera de membros inferiores. Pode interferir na qualidade de vida, pois gera repercussões negativas na esfera social e econômica. A decisão quanto ao tipo do tratamento e orientações para prevenção de feridas exige conhecimento técnico e científico de um enfermeiro. É fundamental para esses profissionais atualizarem os conhecimentos sobre esse assunto, pois a construção de pesquisas é dinâmica e, constantemente, novos conhecimentos são incorporados ou descartados quando ultrapassados. Os objetivos deste artigo de atualização são discorrer sobre o histórico e sintomas da úlcera venosa, assistência de enfermagem, opções de tratamento, prevenção e relação custo/benefício do tratamento tradicional e atual de feridas. O diagnóstico baseia-se em história clínica completa, exame físico com identificação dos sinais e sintomas e exame complementar para analisar estrutura e função do sistema venoso. O tratamento é direcionado para obter cicatrização da úlcera e evitar recidivas. Os avanços no conhecimento sobre o tratamento de feridas têm permitido a integralidade do cuidado, busca pela autonomia do portador de úlcera venosa e ênfase na qualidade da assistência para favorecer a relação custo/benefício. Palavras chave: Úlcera venosa; Assistência de Enfermagem; Cicatrização de feridas. ABSTRACT The Venous Ulcer is a cutaneous wound that appears in the inferior third of the legs. It is associated with the chronic venous insufficiency being it the main cause of ulcer in the inferior members. It can interfere in the quality of life because it causes negative repercussions in the social and economic spheres. The decision for the proper type of
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treatment and the orientations for the prevention of the wounds demands a nurse’s technical and scientific knowledge. It is fundamental for these professionals to update their knowledge about the subject as the construction of researches is very dynamic and new information is constantly being incorporated or discarded when outdated. The objectives of this healthy updating article are to discuss through the history and the symptoms of the Venous Ulcer, nurse assistance, treatment options, prevention, and relation between cost and benefit of the traditional and current treatment of the wounds. The diagnosis is based on the complete clinical history, a physical exam identifying signals and symptoms, and a complementary exam to analyze the structure and function of the venous system. The treatment is directed to achieve complete healing of the ulcer and avoid future recurrences. The knowledge advances about the treatment of wounds have been permitted the integration of the care, the search for the autonomy of the bearer of Venous Ulcer, and the emphasis in the quality of assistance to benefit the relation between cost and benefit. Key Words: Venous ulcer; Nursing Assistance; Wound cicatrization.
Acadêmica do 6º período de Enfermagem do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix - Belo Horizonte MG. E-mail saragodsend@hotmail.com II Acadêmica do 6º período de Enfermagem do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix - Belo Horizonte MG. E-mail: clarissaenfermagem@yahoo.com.br III Acadêmica do 6º período de Enfermagem do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix - Belo Horizonte MG. E-mail: vanessa_srios@yahoo.com.br IV Enfermeira. Docente da Disciplina Feridas e Ostomias do curso de Enfermagem e Coordenadora da Clínica de Enfermagem do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix. Referência em Tratamento e Prevenção de Lesão Cutânea da Prefeitura Municipal de Contagem - MG. Diretora Técnica da Socurativos - Clínica Especializada em Tratamento de Feridas e Ostomias. E-mail: micheline@socurativos.com.br
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Sarquis MGA. bem como na freqüência de troca dos mesmos. econômicas e emocionais que podem . A educação do situação. Cicatrización de heridas. Es fundamental que estos profesionales actualicen el conocimiento en este tema. constantemente.htm RESUMEN Úlcera venosa es una lesión cutánea que acomete el tercio inferior de las piernas y se asocian a la escasez venosa crónica. faz-se dessa brasileira. Atualidades na assistência de enfermagem a portadores de úlcera venosa. sociais. a 507 prioritário no cuidar em enfermagem. Manifesta-se no terço inferior dos membros inferiores (1) interferir na qualidade de vida dos portadores dessa lesão cutânea Durante úlcera venosa a é (5) . Essa inadequação do funcionamento do sistema venoso é comum na população idosa. Asistencia de enfermera. El diagnóstico se basa en la historia clínica completa. também. El tratamiento es direccionado para obtener la cicatrización de la úlcera y evitar recidivas. de 22 de maio de 2005. tecidos mais profundos.Carmo SS. diante (4) . examen físico con la identificación de las señales y síntomas. INTRODUÇÃO Úlcera de perna é a síndrome em que há destruição de estruturas cutâneas. De acordo com a deliberação 65/00 do Conselho Regional de Enfermagem Minas Gerais. Puede interferir con la calidad de la vida.ufg. Castro CD. Rios VS. diagnóstica realizar da uma abordagem essencial avaliação global do paciente através da coleta de dados sobre a história clínica completa e exame físico (7) . busca por la autonomía del portador de la úlcera venosa y énfasis en la calidad de asistencia para favorecer la relación costo/beneficio. das recidivas úlceras (66%) constitui um dos problemas mais importantes na assistência à portadores de insuficiência venosa paciente. tais como as repercussões físicas.fen. Los avances en el conocimiento sobre tratamiento de heridas han permitido el completo cuidado. prevención y relación costo/beneficio del tratamiento tradicional y actual de heridas.br/revista/v9/n2/v9n2a17. O custo do tratamento atualizado de feridas é menor quando comparado ao tradicional e o fator determinante para tal é o elevado número de trocas dos curativos no tratamento tradicional (8) . podendo afetar. siendo esto la causa principal de la úlcera de miembros inferiores. Available from: URL: http://www. Por acometer grande parte da população . Várias complicações decorrem da úlcera venosa. opciones del tratamiento. A úlcera venosa representa cerca de 70% a 90% dos casos de úlceras de perna e apresenta como principal causa a insuficiência venosa crônica (2) . La decisión en cuanto al tipo de tratamiento y orientaciones para prevenir heridas exige un conocimiento técnico y científico de una enfermera. a úlcera de origem venosa constituise num problema epidemiológico que merece atenção especial por parte dos profissionais da área da saúde. tais como epiderme e derme. nos custos referentes à realização dos curativos. sendo a freqüência superior a 4% entre os idosos acima de 65 anos O elevado número de (3) . Revista Eletrônica de Enfermagem [serial on line] 2007 Mai-Ago. Los objetivos de este artículo de la actualización están al discurrir sobre el histórico y síntomas de la úlcera venosa. A indicação do tratamento de feridas deve estar calcada nos princípios que acelerem a cicatrização. 9(2): 506-517. nuevos conocimientos son incorporados o rechazados cuando son obsoletos. ya que genera repercusiones negativas en la esfera social y económica. considerando que la construcción de la investigación es dinámica y. y examen complementar para analizar la estructura y función del sistema venoso. Palabras clave: Úlcera venosa. la asistencia de enfermera.

uma vez que a construção de pesquisas é dinâmica e. . São sinais clínicos dessa técnico e científico de um enfermeiro profissionais atualizarem os patologia: a presença de veias varicosas – conseqüência da congestão do fluxo sanguíneo. As veias superficiais. Essa sobrecarga venosa ocorre devido à intensificação que do fluxo o sangüíneo retrógrado sobrecarrega . dermatite venosa – cuja causa possível é de contra proteínas que extravasam para a hipoderme ou infectantes. os objetivos deste artigo de atualização são discorrer sobre o histórico e sintomas da úlcera venosa. podendo apresentar prurido intenso – (2) . manifestada através de eritema. é degradada em hemossiderina. pigmento que confere a coloração castanhoazulada ou marrom-cinzentada aos tecidos reação contra auto-imune bactérias desencadeada (14) . Além disso. assistência de enfermagem. no interstício interferindo negativamente na 508 a insuficiência das válvulas venosas .Carmo SS. principalmente possuem mais tornam-se dilatadas e tortuosas. Fisiopatologia da úlcera venosa A insuficiência venosa crônica é definida como “uma anormalidade do funcionamento do sistema venoso causada por uma incompetência valvular. novos prática conhecimentos clínica (10) são incorporados na ou . edema de membros inferiores . 9(2): 506-517. a disfunção venosa pode ser resultado de um distúrbio congênito ou pode ser adquirida" (11) . bem como a custo/benefício tratamento tradicional e atual de feridas.htm decisão quanto ao tipo do tratamento a ser utilizado. Castro CD. Sarquis MGA. e finalmente. Revista Eletrônica de Enfermagem [serial on line] 2007 Mai-Ago. porém existe um consenso de que a hipertensão venosa é a condição mais comum para o aparecimento dessa lesão (2) músculo da panturrilha a ponto deste não conseguir bombear quantidades maiores de sangue. decorrente as que da incompetência paredes das válvulas delgadas. lipodermatoesclerose que .br/revista/v9/n2/v9n2a17.a hipertensão venosa é alimentada durante o relaxamento muscular devido ao refluxo venoso. A patogênese da úlcera venosa ainda é obscura. é fundamental para essa categoria de conhecimentos sobre tal assunto. prevenção bem de como feridas de orientações (9) A hipertensão venosa é responsável pelas alterações características (12) para da insuficiência exige conhecimento . Atualidades na assistência de enfermagem a portadores de úlcera venosa. que leva à formação de manguitos. relação opções de tratamento do e prevenção dessa lesão cutânea.ufg. o sistema venoso profundo ou ambos. edema. venosas. descamação e exsudato na extremidade do membro inferior. Sendo venosa crônica . Pode afetar o sistema venoso superficial. decorrente da substituição gradual destes por fibrose (15) O resultado dessa disfunção no sistema venoso é a instalação de um estado de hipertensão venosa. fato que impossibilita a pressão no interior do vaso sanguíneo atingir um valor abaixo de 60 mmHg (13) assim.fen. hiperpigmentação da pele – caracterizada pela liberação de hemoglobina após o rompimento dos glóbulos vermelhos extravasados para o interstício. Rios VS. descartados quando ultrapassados Neste sentido. Available from: URL: http://www. constantemente. A formação da úlcera venosa pode estar associada ao acúmulo de líquido e o depósito de fibrina. consiste no endurecimento da derme e tecido subcutâneo. na tentativa de contrabalançar (11) . associada ou não à obstrução do fluxo venoso.

br/revista/v9/n2/v9n2a17. O enfermeiro pode pesquisar o diagnóstico da úlcera venosa através da detecção de seus principais sinais e sintomas (Quadro 1). Índice de pressão tornozelo braço 0. radicais livres. o tratamento das lesões tissulares “deixou de ser apenas enfocado na realização da técnica de curativo. Rios VS. 509 . et al. Edema não depressível. Pode estar presente uma lipodermatoesclerose. compreendem: etilismo/ estado nutricional. Presença de tecido de granulação. Revista Eletrônica de Enfermagem [serial on line] 2007 Mai-Ago. glicemia em jejum. patologias uso. Veias cheias quando as pernas estão ligeiramente pendentes . Sarquis MGA. para estresse. O exame de escolha é o Duplex Scan. (17) inflamação que pode causar danos às válvulas venosas e ao tecido adjacente. medicamentos . A deficiência no suprimento de oxigênio e nutrientes pode acarretar. Pulsos presentes. Quadro 1: Histórico. em ulcerações e necroses. História de Trombose venosa profunda ou veias varicosas. Ausência de déficit neurológico. ansiedade. idade. Além do registro de enfermagem e projeção prognóstica” avaliação do (16) . Geralmente superficial com bordas irregulares.htm nutrição dos tecidos superficiais. Dermatite venosa. exame físico direcionado de acordo com a etiologia da lesão. Sinais e Sintomas da Úlcera Venosa. em associadas. Inchaço de tornozelo ou perna. proteínas totais e fracionadas auxiliam no diagnóstico dos possíveis fatores que influenciam na cicatrização da ferida. alergoses. conseqüentemente. 9(2): 506-517.. Castro CD. Não há claudicação. eliminações. bem subsidiam o diagnóstico da úlcera venosa. liberação de Esse processo desencadeia incorporar toda a metodologia da assistência que o enfermeiro presta.0.8 a 1. condições da pele . Localização e aparência da úlcera Outros achados na avaliação Região ao redor do tornozelo em especial a área do maléolo medial. Tal exame propicia a visualização das alterações (3) na estrutura e função no sistema venoso . 2003 (17) Alguns exames complementares Os exames de hemograma completo. escolha do tratamento e da cobertura a ser utilizada. Assistência de enfermagem Há algum tempo. tabagismo. com avaliação do estado geral do paciente.ufg. aumentando a susceptibilidade a ulcerações (11) hidratação oral. Outro mecanismo que elucida a úlcera venosa refere-se à reação entre os leucócitos citocina e e moléculas de adesão do endotélio havendo. sono/ repouso. Fonte: Adaptado Sarquis MGA. Podem ser observadas cicatrizes de úlceras anteriores.fen.Carmo SS. Atualidades na assistência de enfermagem a portadores de úlcera venosa. Descoloração do tornozelo/parte inferior da perna (depósito de hemossiderina). Desconforto moderado devido à úlcera – aliviado por elevação. geral do paciente Os itens a serem analisados durante a estado higiene. nas regiões acometidas dos membros inferiores.abaulamento do tornozelo. História Imobilidade/obesidade/ocupação em pé/trauma. dosagem de albumina sérica. É comum secreção intensa quando apresenta edema. Available from: URL: http://www.

Vale ressaltar a importância do enfermeiro usar comunicação verbal familiar à linguagem do paciente. reduzir as chances de traumas mecânicos e químicos no leito da ferida e manter a temperatura local em torno de 37ºC. áreas de necrose extensas. prescrição de dieta que favoreça a cicatrização. morno em jato para garantir limpeza eficaz e minimizar os riscos de trauma adicional na lesão não é (15) Conselho Federal de Enfermagem . excesso de diminuição número microorganismos na lesão . e de necrose tipo esfacelo (clinicamente da infecção apresentada como tecido amarelo/esverdeado desvitalizado resultante bacteriana). a limpeza deve ser feita com soro fisiológico a 0. Assim. O portador tratamento de úlcera clínico venosa oferecido consiste ao na .COFEN. de de um ambiente da favorável remoção à de através tecido bisturi. prevenção de recidivas. Este poderá ser utilizado para a remoção da necrose tipo escara (clinicamente apresentada como crosta preta endurecida).htm como de doenças associadas. A partir do diagnóstico o enfermeiro constrói planos de cuidados cujos objetivos são proporcionar condições que minimizem o tempo de cicatrização da ferida. reduzem os riscos de infecções. A autólise atividade enzimas pode . da ser lisossomais que quebram o tecido desvitalizado .fen. orientações quanto à importância de repouso e do uso de meias de compressão após a cura da ferida.Carmo SS.br/revista/v9/n2/v9n2a17. cutânea através (7) Os tecidos necróticos que não foram lesão da . A solicitação desses exames está regulamentada conforme a resolução 195 do (18) que otimizem o processo de cicatrização. Cabe ao enfermeiro estabelecer comunicação terapêutica com o cliente visando à valorização das queixas apresentadas e o respeito à particularidade de cada indivíduo. Rios VS. garantam a segurança e conforto do paciente. É a técnica mais rápida e efetiva para a remoção da necrose. A técnica de limpeza aplicada deve atender aos princípios . Available from: URL: http://www. . do (2) debris. tesoura e outros. (19) impedindo granulação eficaz eliminados da . podendo ser solicitado pelo enfermeiro . A finalidade da limpeza da ferida é a promoção cicatrização. O desbridamento autolítico (17) utilizado em conjunto com outros “remoção utilização do de tecido necrótico O desbridamento cirúrgico consiste na através instrumental cirúrgico como realização do curativo. aos comprometem a reparação tecidual por serem citotóxicos fibroblastos.ufg. para que o mesmo possa compreender as informações que lhes são transmitidas e. comprometer-se com sua saúde possibilitando o cumprimento das ações que lhes são delegadas a fim de garantir o sucesso do tratamento. Revista Eletrônica de Enfermagem [serial on line] 2007 Mai-Ago.9%. Sarquis MGA. assim. terapia compressiva. 9(2): 506-517. pois estas ocorre (3) conferem devido ambiente à adequado de para estimular a autodestruição tecidual. tais como. O limpeza podem ser retirados por meio do desbridamento autolítico ou mecânico desbridamento autolítico é promovido através da aplicação de coberturas primárias. fragmentos exsudato. Atualidades na assistência de enfermagem a portadores de úlcera venosa. Castro CD. como nos casos em que há presença de celulite ou sepsis” 510 (17) necrótico. O uso de anti-sépticos pois os mesmos a recomendado. dentre outros. de resíduos da cobertura anterior. principalmente quando o paciente necessita de intervenção urgente.

Desbridamento autolítico. Indicação Observação Pode ser associado ao hidrocolóide em pó ou em pasta em úlceras com profundidade.ufg.htm A cobertura para a úlcera venosa deve absorver o exsudato do leito da lesão. efetivados vitaminas e nesse calorias avaliar a patologia de base desse paciente diabetes (15) mellitus. para aumentar capacidade de absorção. indicação de foi possível elaborar o Quadro 2 que os mostra coberturas utilizadas no tratamento de feridas. 511 . A portador reparação de lesão. derivados de algas marinhas marrons. Feridas com pouco a moderado exsudato. carboximetilcelulose Hidrocolóide sódica e gelatina revestida por camada de poliuretano. 9(2): 506-517. Absorve o exsudato. (12) . bem como da diversidade e características dos produtos disponíveis (2. infectada e/ou estagnadas. manter ambiente local úmido. bem como prover isolamento térmico. . Não deve ser recortado. Quadro 2: Coberturas Componentes Pectinas. ser estéril e livre de contaminantes. ser impermeável a patógenos. ser de fácil aplicação e remoção a fim de evitar traumas durante a troca. Revista Eletrônica de Enfermagem [serial on line] 2007 Mai-Ago. O profissional de saúde deve identificar os déficits nutricionais do portador de úlcera de estase e adequar os alimentos prescritos às . revestida por poliuretano e prata. 4. Available from: URL: http://www. Castro CD. Espuma de poliuretano com prata Almofada de espuma de camadas sobrepostas de não-tecido e hidropolímero. Feridas infectadas ou Carvão ativado não que drena moderado ou abundante exsudato. Carboximetilcelulose e propilenoHidrogel glicol. Atualidades na assistência de enfermagem a portadores de úlcera venosa. Feridas com necrose. 15) (2) . obesidade e hipertensão a fim de planejar adequadamente a assistência leitura do artigo (15) demandam grandes quantidades de proteínas.Carmo SS. minimizar a dor da ferida. A escolha da cobertura será efetivada após avaliação dos aspectos e localização da lesão cutânea. ser hipoalergênica. partícula de alginato de cálcio. Partículas de carvão impregnadas com íons de prata. Com base na foi construído o Quadro 3 que mostra a fonte de alimentos e função dos nutrientes necessários à cicatrização. Auxilia o desbridamento autolítico. partícula de alginato de cálcio. faz hemostase. Sarquis MGA.fen. pois tem capacidade de filtrá-los. Alginato de cálcio Fibras naturais de alginato de cálcio e sódio. Têm ação bactericida da prata e elimina odores desagradáveis. por financeiras exemplo. Com base na leitura dos artigos componentes. Feridas com moderada a alta exsudação. bem como expressivamente pelo estado nutricional do fisiológicos minerais. Feridas com moderado a muito exsudato. tecidual pois é os influenciada mecanismos processo (15) possibilidades como. Rios VS. trata a infecção e estimula o desbridamento autolítico.br/revista/v9/n2/v9n2a17. exigências e escolhas do paciente.

brócolis. Revista Eletrônica de Enfermagem [serial on line] 2007 Mai-Ago. pois após sua cura o paciente deve usar a meia de compressão com o intuito de evitar recidiva 512 (4) decrescer no sentido tornozelo para o joelho. Zinco Crescimento e multiplicação celular. . espinafre cru. Available from: URL: http://www. Faz parte da constituição tecidual.htm Quadro 3: Fonte de alimentos e função dos nutrientes necessários à cicatrização Nutrientes Fonte de alimentos Vegetais folhosos verdeVitamina A escuros. . ser (4) laranja seleta. frango. Clara de ovo. a reverter ortorstatismo prolongado: aumento da pressão hidrostática intravascular . repolho. Atualidades na assistência de enfermagem a portadores de úlcera venosa. Suprimento energético da célula. Ferro Calorias A terapia compressiva pode ser realizada com o uso de meias de compressão ou bandagens. cenoura. e que tal procedimento capacitado (2) pode inferiores produzido deve pelo enfermeiro. tomate. A intensidade da compressão externa aplicada fim de nos membros o efeito (20) Função dos nutrientes na cicatrização Contribui para a epitelização e produção de colágeno. peixe. Peixe. fígado bovino. Vegetais folhosos verdeVitamina K escuros. Faz parte da constituição da hemoglobina cuja função é o transporte de oxigênio que é necessário para o processo de cicatrização. açaí. couveVitamina C flor. Sarquis MGA. brócolis. Proteína Colágeno Albumina Carnes vermelhas. Para este tipo de compressão é necessário que a ferida esteja instalada. pois constitui medida de controle da hipertensão venosa. carnes. Rios VS. Coenzima necessária na produção do precursor dos fatores de coagulação. médico ou um membro familiar .fen. Frutas cítricas. A albumina sérica é um indicador do estado nutricional do cliente. Coenzima das hidroxilases na produção de colágeno.br/revista/v9/n2/v9n2a17. batatas. Vitamina B6 tubérculos. . Gelatina. 9(2): 506-517. soja crua.Carmo SS. A troca do um dessa bandagem deve ser realizada uma ou dependendo feito por volume de exsudato e do edema. Feijão preto. vegetais e frutas amarelo-laranja. albumina em pó. Bloco de construção tecidual. Frutas não cítricas (banana).ufg. Eleva a produção de proteínas. Baixos níveis de albumina estão associados à cicatrização deficiente. Castro CD. pois bloqueia os efeitos inibidores dos glicocorticóides no processo de construção tecidual. óleos vegetais. ovos. carne escura. Diminui os riscos de infecção. fígado bovino. legumes. aveia (flocos crus). A Bota de Unna constitui uma das formas de terapia compressiva inelástica duas vezes por semana. sendo fundamental para que o tratamento da úlcera venosa seja eficaz. pé de galinha.

Rios VS. a melhor compreensão da relevância da meia de compressão na doença venosa possibilita ao paciente adesão desse ao tratamento efetivo e. Pois. “o autocuidado e a auto-ajuda. Castro CD. O principal motivo das recidivas é a negligência do paciente em relação às medidas preventivas. na maioria dos casos. ou depois de retirar a bandagem de compressão aplicadas pela manhã antes (2) .fen. Atualidades na assistência de enfermagem a portadores de úlcera venosa. o profissional de saúde deve fazer as orientações necessárias ao paciente. aumentar velocidade do fluxo venoso. Os portadores de doença venosa devem usar as meias de descanso por toda a vida. Os efeitos produzidos pela compressão elástica consistem na redução do diâmetro do vaso permitindo. além de amenizar a dor nos membros inferiores. A determinação de tais medidas deve ser feita na parte da manhã. tal como o uso de meias de compressão.br/revista/v9/n2/v9n2a17. devendo ser medidas a circunferência do tornozelo e da panturrilha. diminuindo os casos recidivantes” (12) insuficiência venosa somente quando usadas assiduamente . Available from: URL: http://www. característico insuficiência venosa crônica.Carmo SS. . do desconhecimento sobre a importância dessas técnicas na prevenção dos efeitos da insuficiência venosa. na melhorias significativas medidos. possibilitando assim a regressão do edema de perna. Sarquis MGA. 9(2): 506-517. bem como a altura entre a base do calcanhar e região abaixo do joelho. também. bem como esclarecer a este todas as dúvidas apresentadas. da no interstício e aumento da função da bomba muscular (9) várias . quando presente edema acima ou nas abaixo do joelho devem e ser deformidades articulações) ser posicionados na altura do coração . e/ou na elevação dos vezes ao dia.ufg. integrantes promovem compromisso individual. logo depois do paciente acordar. possivelmente. uma vez que estas mantêm (4) o tratamento da qualidade de vida das pessoas portadoras de qualquer enfermidade. o diâmetro da coxa no seu ponto mais largo e a altura entre a base do calcanhar e dobra glútea. Logo. Esta atitude do cliente advém. Cabe ressaltar que os membros inferiores devem (12) A mensuração dos membros inferiores é conduta necessária para a escolha adequada da meia de compressão. maior proximidade dos folhetos das válvulas a fim de minimizar o refluxo. Nos casos em que seja necessário prescrever meias que se estendem até a coxa (por exemplo. assim. paciente As meias de compressão devem ser do deambular e removidas antes de se deitar. Revista Eletrônica de Enfermagem [serial on line] 2007 Mai-Ago.htm O repouso consiste membros tornozelo inferiores. propiciando reabsorção do excesso de liquido 513 .

htm Quadro 4: Pressões recomendadas para o tratamento das desordens venosas Classe I II Pressão no tornozelo 14-17 mmHg 18-24 mmHg Suporte Leve Médio Indicações clínicas Tratar veias varicosas. Sarquis MGA. As divergências no tocante à qualidade de vida de pessoas com úlcera venosa crônica resultam de que a qualidade de vida é marcada pela subjetividade e multidimensionalidade e. Atualidades na assistência de enfermagem a portadores de úlcera venosa. qualidade de vida considerada como “muito boa” e “boa”. Com a finalidade de ilustrar tal abordada a comparação entre Entretanto. a úlcera venosa significa isolamento emocional indivíduo desencadear constrangimento. Revista Eletrônica de Enfermagem [serial on line] 2007 Mai-Ago. Belo Horizonte . custo/benefício. tratamento . O cálculo dos custos dos curativos foi feito com base nas feridas descritas adiante.31%) apresentaram. Quadro 5: Relação de alguns produtos usados no tratamento tradicional e atual de feridas 514 .br/revista/v9/n2/v9n2a17. isolamento social. além de acelerar o processo de cicatrização. 9(2): 506-517. a avaliação da mesma dependerá dos valores e concepções do indivíduo. e no as tratamento trocas são nos quais as pessoas estão inseridas . Dos participantes da pesquisa. portanto. Tratar hipertensão crônica severa e veias varicosas III 25-35 mmHg Forte severas.ufg. tristeza. Rios VS. realizadas duas vezes por semana. depressão. respectivamente. perda da auto-estima. . prevenir úlcera de perna e membros pósflebites. freqüentemente. inabilidade para o trabalho e. ambulatoriais” efeito ao (2) Comparação.Carmo SS. obteve-se resultado diferente em relação à qualidade de vida de portadores de úlcera venosa crônica. raiva. Tratamento tópico de úlcera venosa: proposta de uma diretriz baseada em evidências. tornando o tratamento menos oneroso fato. é (7) pacientes. Fonte: Borges EL. O curativos custo é da entre limpeza ao O relacionando tratamento e tratamento final dos atual tradicional e tratamento atual de feridas atualizado inferior custo tradicionais. Vale ressaltar que no tratamento tradicional é feita troca de curativo atualizado. bem como dos contextos diferenciados (6) tratamento tradicional e atual de feridas de duas pacientes com úlcera venosa atendidas na Clínica Escola de Enfermagem do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix. edema moderado. Available from: URL: http://www. 37 (41. considerando produtos utilizados para a troca diária de curativo em tratamento tradicional e os curativos realizados com coberturas de última geração (Quadro 5). Tratar veias varicosas mais severas e prevenir úlcera venosa. Para negativo (6) muitos por proporciona maior conforto para o paciente devido o menor número de trocas de curativos realizados. hospitalizações ou visitas clínicas social. Ribeirão Preto (SP): Escola de Enfermagem/USP.Minas Gerais. diariamente geralmente. em um estudo realizado com 89 pessoas.fen. no período de setembro de 2000 a março de 20001. auto-imagem negativa . Qualidade de vida de portadores de úlcera venosa As úlceras venosas “causam danos aos pacientes porque afetam seu estilo de vida devido à dor. 2005 (2) . Castro CD.7%) e 35 (39. [Doutorado].

A.88 de gastos mensalmente.05 Hidrogel 80grs. existentes há três anos. portadora de duas lesões crônicas.ufg. Atualidades na assistência de enfermagem a portadores de úlcera venosa. Available from: URL: http://www. foi de R$799. esparadrapo 20 cm.850. 30grs. Custo: R$ 9. basicamente. comprometidas por tecido necrótico tipo esfacelo.958.10.56. A paciente relatou que em tratamentos anteriores usou sulfadiazina de prata e colagenase. portadora de duas lesões crônicas causadas por insuficiência venosa do membro inferior direito (MID) e membro inferior esquerdo (MIE) comprometidas por tecido necrótico tipo esfacelo. Material para troca diária de curativo + limpeza diária Colagenase 5grs ao dia. O tempo de existência das feridas do MID e MIE foram de.90 Alginato de cálcio e sódio placa 10x10. Nestes tratamentos tradicionais a paciente gastou em média. com cura após três meses e 15 dias. Gase (1 embalagem.44 por semana.Carmo SS. Já os custos do tratamento com colagenase foram R$164. Solução Fisiológica 0. Custo: R$ 2.9% (250 ml). R$160. Castro CD. 68. Os gastos totais referentes ao mês foram de R$228. no uso de alginato de cálcio e sódio e a bota de unna. Luva procedimento (par).S. Revista Eletrônica de Enfermagem [serial on line] 2007 Mai-Ago.br/revista/v9/n2/v9n2a17.92 e R$659. Solução Fisiológica 0. R$80. teve início com o tratamento atualizado de feridas. Segundo a paciente em tratamentos anteriores usou sulfadiazina de prata e colagenase. durante o tratamento com sulfadiazina de prata. drenando quantidade moderada de exsudato. mês e ano.htm Tipo de tratamento Material para limpeza Produto utilizado Colagenase 10%.78 Sulfadiazina de prata 5grs ao dia.0 cm 2 foi de R$57. 9(2): 506-517. atadura 15cm. Custo: R$ 4. Rios VS. Sarquis MGA. totalizando R$320.40. gase (2 embalagens). esparadrapo 20 cm. Gase (3 embalagens). esparadrapo 20 cm. O tratamento consistiu.9% (250 Tratamento atual ml).A. durante o tratamento com sulfadiazina de prata. 30grs. Alginato de cálcio e sódio placa 10x10.46 e R$329. totalizando R$641. na Clínica Escola. Uma ferida apresentava 2. resultantes de insuficiência venosa do membro inferior direito. Luva procedimento (par). atadura. Já os custos do tratamento com colagenase foram R$82.40. esparadrapo 20cm. PVPI Tratamento tradicional degermante (20 ml). Agulha 25x8 mm. Custo: R$ 11.22 por semana. Custo: R$ 11.08. Nestes tratamentos tradicionais a paciente gastou em média.fen. O custo total do tratamento atualizado.84 e R$3. respectivamente.76 de gastos mensalmente.M.46 Hidrogel 5grs ao dia. gase (2 embalagens). Agulha 25x8 mm. O custo total semanal 515 . atadura 15cm.61 Paciente L. Paciente S.3 cm2 de área. PVPI tópico (20 ml). por de área e a outra 2.0 cm horizontalmente e o MIE apresentava várias lesões. A dimensão da lesão do MID era 2.45 Sulfadiazina de prata. A paciente. odor acentuado.). Anualmente os custos referentes ao tratamento com sulfadiazina de prata foram de R$3. por semana. respectivamente. gase (2 embalagens). respectivamente. drenando muito exsudato de aspecto seroso.5 cm verticalmente e 3. Custo: R$ 30. atadura 15 cm. 7 anos e 11 anos. referida anteriormente. no dia 30/11/05 e recebeu alta no dia 15/03/06.

Belo Horizonte. 27 (2): 240-250. A paciente. Rios VS. Fontes OA.916. Fisioterapia na cicatrização e recuperação funcional nos portadores de úlcera de hipertensão venosa crônica: uso da estimulação elétrica com corrente de alta voltagem. 10. 15.br 9. Lopez AR.fen. Lopes MR. Pires EJ.br/revista/v9/n2/v9n2a17. Lages JS. Ferreira AM. 9(2): 506-517.htm semana e por mês. Educação em saúde a portadores de úlcera varicosa através de atividades de grupo. uma vez que um produto de baixo custo pode tornar o tratamento de feridas oneroso se não proporcionar os resultados desejados. de e O custo total O semanal custo foi de foi de do R$118. Qualidade de vida de pessoas com úlceras venosas crônicas.16. Insuficiência venosa crônica: uma atualização. Acta Médica Porto Alegre 2005.ufg.scielo. Os custos anualmente foram de R$7. Úlcera venosa. 3. Úlcera de Insuficiência Venosa Crônica. França LHG. REFERÊNCIAS 1. Available from URL: http://www. 7. Lopes MJM. A busca de 516 . [Dissertação]. Santos SV. et al. Neste tratamento foram utilizados o hidrogel. teve início com o tratamento atualizado de feridas. Andrade FF. Abordagem de pacientes com úlcera de perna de etiologia venosa. Tratamento tópico de úlcera venosa: proposta de uma diretriz baseada em evidências. 4 (2): 195200. [serial on line] 2006 Dez [cited 2007 Mar 31]. CONSIDERAÇÕES FINAIS A prática clínica é uma importante fonte de inovação. Revista Eletrônica de Enfermagem [serial on line] 2007 Mai-Ago. Aguiar ET. o empenho para a diminuição de custos está começando a enfatizar a qualidade da assistência. 11. Qualidade de vida em pacientes com lesões ulceradas crônicas na insuficiência venosa de membros inferiores. cuidado e saúde 2004 jan-abr. Godoy JMP. bem como preza a busca pela autonomia do portador de úlcera venosa. Além disso. Swab de feridas: recomendável? Revista de Enfermagem UERJ 2006 jul/set. Úlcera de perna: um estudo de casos em Juiz de Fora-MG (Brasil) e região. Sarquis MGA.MG. Junior OL. Castro CD. Ciência. Integridade da pele prejudicada: identificando e diferenciando uma úlcera arterial e uma venosa. Os gastos totais referentes ao mês foram meses R$474. Ribeirão Preto (SP): Escola de Enfermagem/USP. Savino NS.40. uma vez que o paciente ocupa o papel principal no controle da hipertensão venosa e no processo de cicatrização dessa lesão cutânea. Silva JLA. 26: 331-341. referida anteriormente. Miyazaki COM. Borges EL. R$1. [Doutorado]. Cursi IB. Bersusa AAS. 2005. 17 (1): 15-20. espuma com prata e bota de unna. 6. Revista Gaúcha de Enfermagem 2006 jun. 81(6): 509-522.br/pdf/abd/v81n6/v81n06a0 2. Custos de Tratamentos de Feridas [online] 2005 Available from URL: http:/www.socurativos.pdf 4. 14 (3): 440-446. Sarquis MGA. 80 (1). no dia 03/04/06 e recebeu alta no dia 20/06/06. O cuidado de enfermagem a pacientes com feridas crônicas. Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular 2003. Poletti NAA. 2005. Andrade D. Aravites LB. 14. Atualidades na assistência de enfermagem a portadores de úlcera venosa. Ribeiro WS. Buzatto SHG. 3(1):81-92. 2. Yamada BFA. 8. Frade MAC. 12. Anais Brasileiros de Dermatologia. Deliberação nº 65/00 de 22 de maio de 2000.60.Carmo SS. COREN . Anais Brasileiros de Dermatologia 2005 jan-fev. [Dissertação]. dezessete total tratamento atualizado. 5. Soares SC. Lastória S. Available from: URL: http://www. com cura após dois dias. Cirurgia Vascular Angiologia 2001 fev. Ribeirão Preto (SP): Escola de Enfermagem/USP. São Paulo (SP): Faculdade de Medicina/USP. 13. Tavares V. 2001. Abbade LPF. Figueiredo MA. dos É perceptível o avanço sobre na o o produção prática em conhecimentos envolve tratamento ao portador de feridas crônicas. Jornal Vascular Brasileiro 2005 jul.186 referentes ao tratamento das lesões cutâneas existentes nos dois membros inferiores. Tal saúde atualmente princípio da integralidade em detrimento de uma abordagem curativa centrada na técnica.com. 2 (4): 318-328. na Clínica Escola. Pinto LJ.

corendf. Castro JBA. 16. 17. Andrade NC. 19. Ciência.07 517 .ufg.org. Atualidades na assistência de enfermagem a portadores de úlcera venosa. Sarquis MGA.br/site/materias. Busato CR. [cited 2006 May 21] Available from URL: http://www. Conselho Federal de Enfermagem. 2 (4): 113-118.br/revista/v9/n2/v9n2a17. Artigo recebido em 19. 2003. Manual de tratamento e prevenção de lesões cutâneas. Contagem. 2º ed. Revista Nursing 2006 nov. Oliveira BGRB. Insuficiência venosa crônica dos membros inferiores.Carmo SS. Ribeirão Preto (SP): Escola de Enfermagem/USP.10. Moraes MRS.fen. Sarquis MGA. 9(2): 506-517. Rios VS. Técnicas para avaliação do processo cicatricial de feridas. Resolução COFEN-195/1997 [on line].htm evidências para a prática. Revista da Sociedade Brasileira de Clínica Médica 2004. 20.08. 18. Available from: URL: http://www. Biologia e Saúde 2006 mar. Castro CD.06 Aprovado para publicação em 27.asp?ArticlesID=710. Tratamento tópico de úlcera de estase venosa – proposta para padronização. 2000. Écheli CSB. Revista Eletrônica de Enfermagem [serial on line] 2007 Mai-Ago. 12(1):7-14. Silva JCCB. [Dissertação].102(9):1106-1110. et al.

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