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psiquiatria Forense

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AVALIAÇÃO FORENSE DE AGRESSORES ADULTOS Abordagem categorial - explica o comporta/o anti-social e criminoso através de 1 agrupa/o de variáveis sócio

-demograficas, jurídicopenais e/ou psicometricas com perfis consistentes e contrastantes entre si ; 1 boa tipologia devera dar indicações sobre o trata/o e aloja/o dos sujeitos ( identificação+ separação = redução de problemas); + indicada para a criminalidade sexual e homicídios; intervenção remediativa. Abordagem desenvolvimental – resulta das respostas a algumas relacionadas com a variabilidade quantitativa e qualitativa da actividade criminosa em função da idade (ex: pq é q as pessoas começam a cometer actos anti-socias? pq é q algumas param de os cometer enquanto q outras continuam? Como explica, em termos de gravidade, a escalonada dos actos anti-socias?); Identificação de factores de risco e factores protectivos; + indicada para a criminalidade contra o património ou associada ao consumo de subst; identificação de ofensores crónicos e criminosos de carreira; intervenção preventiva. Desordem da personalidade anti-social (DSM) - A. Existe 1 padrão consistente de desrespeito e violação dos direitos de outrem, q ocorre desde os 15 anos de idade, indicado por 3 ou + dos seguintes critérios: 1 - Falhanço na conformidade às normas sociais no q diz respeito às questões legais através da execução repetida de actos susceptíveis de levar à prisão; 2 - Insinceridade (deceitfulness), traduzida pelo uso repetido da mentira, de subterfúgios ou da manipulação de outros para proveito ou prazer pessoal; 3 - Impulsividade ou incapacidade para planear o futuro; 4 - Irritabilidade e agressividade, indiciada pelo envolvi/o repetido em lutas ou assaltos; 5 Desrespeito temerário pela sua segurança ou dos outros; 6 - Irresponsabilidade consistente, verificável pelo constante falhanço na manutenção de 1 comporta/o laboral ou honrar de compromissos financeiros; 7 - Ausência de remorsos, verificável numa postura indiferente ou na racionalização de situações que envolveram o ferimento, o maltrato ou o roubo de outras pessoas; B. O indivíduo tem, pelo -, 18 anos de idade. C. Há provas seguras da existência de 1 desordem da conduta iniciada antes dos 15 anos. D. A ocorrência de comporta/os anti-sociais não surge exclusiva/ no decurso de episódios maníacos ou numa esquizofrenia. Características gerais das personalidades anti-socias - Dimensão Cognitiva ( Pensamento concreto vs abstracto; Pensamento alternativo deficitário; Pensamento consequente deficitário; Locus de controle externo; Distorções cognitivas;); Dimensão Emocional e Afectiva (Insensibilidade/superficialidade afectiva; Egocentrismo; Relaciona/o impessoal; bx auto-estima); Dimensão Comportamental (Agressividade; Impulsividade; Insinceridade/manipulação); Dimensão Biológica ( Hiporeactividade do SNA: Sub-activação Cortical). Avaliação - Instrumentos: Checklists /Entrevistas ( Entrevista Clínica (DSM); Psicopatia (PCL-R/PCL-SV); Risco de Violência (HCR-20; SVR-20; SARA;CRHC); Distorções Cognitivas (CDCOS); Crenças sobre a Violência (ECV; ECAS; ECVS; ECVC). Inventários/Questionários/Escalas (Ansiedade (STAI), Depressão (BDI), Agressividade (AQ); Sintomatologia Psicopatológica (BSI); Violência Conjugal (IVC) ). Avaliação Neuro-psicológica. Avaliação da Personalidade (16 PF; MMPI). Detecção da mentira e da simulação (SIMS). Funciona/o Familiar. Funciona/o Geral (trabalho, tempos livres, vizinhança; amigos). Protocolos de avaliação dos agressores conjugais -dimensões a avaliar: avaliação do funciona/ global (ele/os de avaliação: fuinciona/o individual, conjugal e familar); avaliação das ocorrências (ele/os de avaliação: avaliação das queixas e dos alegados episódios abusivos); avaliação psicológica – áreas centrais (ele/os de avaliação: Psicopatia, Funcio/o cognitivo (deficiência mental); Agressividade; Outras características de Personalidade (personalidade anti-social ou outras perturbações); Psicopatologia/sintomas psicopatológicos; Comporta/os, atitudes e crenças no âmbito da violência conjugal) ; avaliação do risco ( ele/os de avaliação: Factores estáticos vs dinâmicos; Níveis de risco; Risco de violência conjugal vs homicídio conjugal). Protocolos de avaliação dos agressores sexuais- dimensões a avaliar: funciona/o global (ele/os de avaliação: funciona/o individual, relacional na intimidade, sexual); avaliação de ofensas sexuais (ele/os de avaliação: História de Agressões ou Violência; História de Comporta/os Sexuais Abusivos; Análise do(s) episódio(s) das alegadas ofensas sexuais) Avaliação de áreas centrais especificas (ele/os de avaliação: Psicopatia; Funciona/o cognitivo (perturbações mentais); Agressividade; Outras características da personalidade (perturbações ou características relevantes); Crenças e Distorções cognitivas; Abuso de subst; Disfunções Orgânicas; Disfunções Sexuais; Estilo de vida criminal); avaliação da perigosidade do risco e tratabilidade (ele/os de avaliação: Factores individuais vs situacionais; Níveis de risco; Prognóstico (se submetido a intervenção terapêutica) ). Avaliação dos agressores: recomendações finais - Domínio de competências q vão para além dos conheci/os académicos e profissionais da psicologia; Lidar c/ situações adversas e c/ indivíduos por x inadequados do ponto de vista social e pessoal; Nem todos os agressores expressam animosidade de forma evidente; Postura de aparente cooperação; Características normativas do ponto de vista psicológico e 1 funciona/o psico-social ajustado; Avaliação ao longo de várias sessões (atenção a mudanças e oscilações comportamentais e emocionais inter-sessões); Avaliação compreensiva e abrangente (dados provenientes de múltiplas fontes, informantes e instru/os); Possibilidade de aceder à avaliação da vítima; Na tomada de decisão judicial ambas as avaliações são essenciais. INTRODUÇÃO À NEUROPSICOLOGIA FORENSE O papel da Neuropsicologia – Pesquisa das relações cérebro-comportamentais para a avaliação, diagnostico e trata/o de patologias (neuro)psiquiatricas. Avaliar e caracterizar os factores q influenciam os padrões neurocognitivos dos resultados dos testes para a compreensão da expressão, progressão ou recuperação da dça. A importância da Neuropsicologia Forense -melhores testes para avaliar as funções cognitivas; melhor conheci/o da genética, circuitos cerebrais e funções cognitivas; a função cotgnitiva é preditora do funciona/o no “mundo real”; novas estratégias terapêuticas para os défices cognitivos. O termo neuropsicologia Forense faz referencia a aplicação de conheci/os de Neuropsicologia a questões legais. A Neuropsicologia clínica sofreu gde desenvolvi/o graças a investigações e a publicações realizadas sobre conheci/os. Apenas nos últimos anos os neuropsicologos clínicos começaram a ter 1 participação imp e decisiva nos tribunais. Tornou-se freq o testemunho como perito q informa o juiz sobre as sequelas na conduta, emocionais e cognitivas q resultam das lesões no cérebro humano e ao mesmo tempo da imp das variáveis psicossocias na modulação do funciona/o e alt do cérebro. Objectivo e campo de aplicação da Neuropsicologia Forense - identificação das sequelas envolvidas no dano cerebral ligeiro como “ o síndrome pos–comocional”. Determinação do funciona/o intelectual prévio. A valorização da deterioração cognitiva. Relação entre a Neuropsicologia e Lei – o desenvolvi/o de estudos sobre as relações entre o cérebro e a conduta mediante métodos quantitativos. As estratégias interpretativas para inferir a presença, a localização e o tipo de neuropatologia. A tomada de decisão sobre assuntos legais, como a determinação da incapacidade. A descrição dos perfis cognitivos e de conduta característicos de cada dça neurológica. A determinação do prognostico. As implicações do funciona/o psicossocial. A decisão sobre as intervenções + apropriadas. Principais limitações da Neuropsicologia Forense - falta de praticas estandardizadas; ausência de 1 relação fiável entre a precisão critica e a educação e a experiência. Os limites gerais do juízo humano e as dificuldades na integração de dados complexos na inferência clínica. Problemas com a fiabilidade e validade dos juízos clínicos e a superioridade dos métodos actuais (seguros). As dificuldades para estimar os níveis de funcionamento pré-morbido. Os limites nas relações entre o desempenho num teste e a competência ecológica. Os problemas para avaliar a simulação. Interpretação das provas Neuropsicológicas-aspectos relativos à inferência neuropsicológica: humor e psicopatologia/personalidade (as alt do humor – ex: depressão; afectam o desempenho NP?); efeito da idade ( a idade afecta o desempenho da NP?); efeito da pratica - repetição ( qual o efeito da aprendizagem na repetição de certas provas?); pontuação de corte (pontuação q deferência doentes “orgânicos” dos outros com grau de erro <); frequente/ o grau de compromisso é imp, não simples/ se é ou não “significante”; imp ter em conta que o funciona/o pré-morbido ( ex: desempenho normal em alguns testes anterior/ á lesão cerebral podem indicar o grau de deterioração); padrão ou perfil NP. A comparação de pontuações a partir de ≠ testes NPs. Efeito da 1

idade – o efeito da idade sobre a memoria observa-se apos os 40 anos. Imp existir 1 grupo de controlo ou valores de referencia para a idade (escolaridade). Os défices estão relacionados com a “velocidade de processa/o da informação”?. Mtos dos testes NPs estandardizados usam 1 escala de cotação por idade (escolaridade). Efeitos da pratica (repetição): alterar as provas NPs aplicadas é imp - ex: fazer comparação dos desempenhos numa dça neurodegenerativa, ou num pré-pos cirurgia. Efeitos da pratica podem ser↓ por provas ou baterias paralelas. MAS: a “novidade” pode ser 1 factor crucial em algumas provas (ex: executivas). Não é claro q os doentes usem as mesmas estratégias qdo se repetem as provas. Personalidade/ humor: as alt podem ser consequência directa de 1 dça cerebral (“prosopagnosia” apos lesão do lobo frontal) ou resposta “normal” à situação presente (depressão c/ sintomas psicóticos; depressão pos-AVC). Mto frequente/ há 1 combinação de factores. Estas alt podem afectar o desempenho NP. Como avaliar o humor? BAck Depression Inventory (BD); Hamilton Depression Rating Scale (HDRS); Montgomery-Asberg Depression Rating Scale (MADRS). Hamilton Anxiety Rating Scale ( HARS); Beck Ansiety Inventory. Young Mania Rating Scale (YMRS). Factores que fazem suspeitar da presença de Simulação possibilidade de benefícios por manutenção das sequelas (indemnização económica, determinação de incapacidade laboral, etc.). falta de coerência entre o rendi/o do individuo nos testes e o funciona/o na sua vida quotidiana, ou entre as queixas da pessoa e os achados objectivos. Incompatibilidade entre os resultados das provas e o perfil dos sintomas próprios das lesões neurológicas subjacentes. Rendi/o mto pobre em tarefas motoras e sensoriais e desempenho normal em tarefas que avaliam capacidades cognitivas especificas como a memoria. Pouca colaboração ou atitude evasiva do individuo. Inconsistência entre as respostas do individuo de tal forma q falha em tarefas fáceis e á resposta correcta a perguntas q implicam os mesmos processos cognitivos ou q exploram as mesmas capacidades. Deverá ter-se em especial atenção para estas situações para q se demonstre e descreva esta possível simulação de sequelas neuropsicológicas no relatório pericial. Indicadores de falta de consistência interna na realização de provas neuropsicológicas – efeito da posição seriada, ou seja, a tendência a recordar os 1ºs dígitos e os últimos elementos de 1 serie (ex: lista de palavras) e com > precisão que os ele/os intermédios. Discrepância nos resultados de provas q avaliam os mesmos processos e capacidades e não podem ser explicadas por alt de atenção, motivação, dificuldade na tarefa, ou propriedades psicometricas das provas. Rendi/o mto bx em provas neuropsicológicas que a > parte das pessoas c/ lesão cerebral moderada a grave realizam bem. Padrão de execução “mal-bem-mal” nas avaliações seriadas. Bx fiabilidade teste-reteste em sessões de avaliação separadas. Presença de respostas ilógicas ou absurdas (ex: melhor recordar dos itens + difíceis do que dos + fáceis). Diagnostico diferencial entre simulação e perturbação factícia - simulação:existe 1 incentivo externo; compensação económica; evitar 1 responsabilidade legal; pode considerar-se adaptativo em certas circunstancias; os objectivos são aparentes; os sintomas desaparecem qdo já não são necessários. perturbação factícia: existe 1 necessidade psicológica de assumir o papel de doente; implica sp 1 determinado grau de psicopatologia; os sintomas mtas x são resolvidos depois de o processo judicial. Síndrome pos-comocional (DSM-IV) – A – historia de TCE q causou perturbação pos-comocional cerebral; B- provas objectivas que evidenciam deterioração da capacidade para fixar a atenção (concentração, alternar estímulos de atenção, tarefas cognitivas simultâneas) ou de memoria (aprendizagem ou evocação de informação) a partir destes testes neuropsicológicos ou técnicas de avaliação cognitiva quantificada. C- presença de 3 ou + dos seguintes sintomas apos o traumatismo q duram pelo – 3 meses: fadiga fácil; alt do sono; dores de cabeça ou cefaleias; vertigens ou tonturas; comporta/o irritável ou agressivo c/ o seu factor desencadeante; ansiedade, depressão ou labilidade emocional; alt da personalidade ( ex: comporta/o social ou sexual inapropriado); apatia ou falta de espontaneidade. D- os sintomas dos critérios B e C têm inicio depois do TCE ou que represente 1 agrava/o significativo dos sintomas préexistentes. E- todas as alt provocam e representam 1 ↓ significativa do nível prévio de actividade. F- estes sintomas não cumprem os critérios de diag de demência devido a TCE e não são melhor explicados pela presença de qq outra perturbação mental: demência, alt da personalidade, perturbação somatoforme, perturbação factícia e simulação. Perturbações (neuro)psiquiátricas vs Síndrome pos-comocional _ perturbação por stress pos-traumatico. Perturbação adaptativa. Perturbação de ansiedade. Perturbação do humor (depressão major). Abuso ou dependência de subst. Demência. Perturbação amnésica. Perturbação somatoforme. Perturbação factícia. Simulação. Dor crónica. Indicadores de falta de consistência interna na realização de provas neuropsicológicas – pontuações bx em provas motoras e sensoriais que não correspondem a 1 padrao anatómico da lesão. Pontuações em provas de atenção/concentração mto inferiores à da memoria geral. Memoria de reconheci/o exagerada/ alterada, inclusive pior que nas provas de evocação o recordar livre. Efeito reduzido da posição seriada em provas de evocação livre de material apreendido. Nenhum efeito da ajuda semântica nas provas de recordar diferido. Rendimento final < aquilo que seria esperado por “azar” ( mto azar). Pontuações no CVLT para a detecção de simulação de alt de memoria apos 1 TCE ligeiro a moderado - pontuação total no recordar livre. ↓ do efeito de primazia no recordar(?). evocação a longo prazo com ajuda semântica. Elementos correctos na prova de reconhecimento. Falsos + na prova de reconhecimento. Discriminação no reconhecimento. Domínios cognitivos alterados na lesão cerebral – atenção, memoria, funções executivas, processamento global. Provas + utilizadas para avaliar a atenção - Bender Visual Motor Gestall (BVMG) Test; d2 Test of Attention; Digit Vigilance Test; Hooper Visual organization test; Paced auditory Serial Addition Test (PASAT); Testo f variables of Attention (TOVA); Trail- Making Test (TMT) Parts A e B; Bell´s Test; Digit Span ( memoria de dígitos; prova que avalia a atenção e a capacidade de atenção sustentada e de memoria de trabalho. L.frontal que inclui o córtex dorso lateral pré-frontal (BA46) em particualr o dorsolateral pré-frontal direito anterior (BA9) e posterior (BA8)). Balloons Test: prova que avalia a atenção e mede a capacidade de atenção visual; Gyrus supramarginal do C. parietal (BA40); área temporo-polar (BA38); Área motora primaria ou gyrus pré-central (BA4). Memoria semântica – memoria para factos, conhecimento geral. Memoria episódica – memoria para acontecimentos. Memoria declarativa – memoria para aquilo q se tem consciência, q se tem conhecimento. Memoria procedimental – saber como. Memoria de curto prazo – memoria de acontecimentos recentes . Memoria de longo prazo – memoria de acontecimentos longinquos. Memoria de trabalho ( working memory) - memoria operativa . AVALIAÇÃO DA (IN)IMPUTABILIDADE Intervenção pericial psiquiátricano âmbito do Direito Penal - Inimputabilidade em razão de anomalia psíquica (artº. 20º do C.P.); Delinquentes por tendência (artºs. 83º e ss. do C.P.); Alcoólicos e equiparados (artºs. 86º e ss. do C.P.); Internamento de inimputáveis (artºs. 91º e ss. do C.P.); Internamento de imputáveis portadores de anomalia psíquica (artºs. 104º e ss. do C.P.); Perícia médico-legal (artº 52º da Lei nº 15/93, de 20 de Janeiro) Código de Processo Penal Capítulo VI –Da prova pericial Artigo 159º - Perícias médico-legais e forenses - 1 -As perícias ML e forenses q se insiram nas atribuições do INML são realizadas pelas delegações desta e pelos gabinetes ML. 2 –Excepcional/, perante manifesta impossibilidade dos serviços, as perícias podem ser realizadas por entidades terceiras, públicas ou privadas, contratadas ou indicadas para o efeito pelo instituto. 3 –Nas comarcas não compreendidas na área de actuação das delegações e dos gabinetes ML em funciona/o, as perícias ML e forenses podem ser realizadas por médicos a contratar pelo instituto. 6 –O disposto nos nºs anteriores é correspondente/ aplicável a perícias relativas a questões psiquiátricas, na qual podem participar tb especialistas em psicologia e criminologia. Lei nº 45/2004 de 19/08 Secção V Exames e perícias no âmbito da psiquiatria e psicologia forenses Artigo 24.º Realização das Perícias - 1. são solicitados pela entidade competente à delegação do Instituto da área territorial do tribunal q os requer. 2. Sp q a delegação não disponha de especialistas nestas áreas em nº suficiente para assegurar a resposta às solicitações, pode deferir os exames e perícias a serviços especializados do Serviço Nacional de Saúde. Lei nº 45/2004, de 19/08Artigo 2.º 1. são 2

q a pena se destina a punir o crime e assim realizar a justiça. Precursor do inquérito da personalidade e da criminologia Clínica. Razão e liberdade no homem Intervenção psiquiatrica forense no qdro do código penal – na presunção de anomalia psiquica a entidade q requisita o exame é o tribunal ou o MP. criminosos ocasionais. não deverá ser imposta qq pena ao indivíduo q. 3 –A comprovada incapacidade do agente para ser influenciado pelas penas pode constituir índice da situação prevista no nº anterior. Código PenalArtigo 20ºInimputabilidade em razão de anomalia psíquica . não restam dúvidas de q. Modelo Misto: Consiste em fazer depender a decisão do juiz de 1 prévia avaliação médico-psicológica do indivíduo. q o mesmo é dizer insusceptível de responsabilidade e censura penal. Tratando-se de 1 categoria pura/ normativa. recepção. Trata-se da constatação de factos. Inimputabilidade: Conceito normativo. Vigorando a presunção da capacidade penal de todos os indivíduos a partir de determinada idade. A psicologia criminal não é + do que 1 subconjunto da antropologia criminal. a não ser na medida em q ela é inevitável à percepção q o ser humano tem do exterior e à pura actividade cognitiva. ≠ será a solução à luz do modelo lato: subsistindo dúvida insanável. psicológicos. adquire mto > flexibilidade e. por força de patologia mental. Modelo restrito: Impõe a existência de 1 doença mental comprovada pelos médicos e q constitui pressuposto indispensável para a declaração de inimputabilidade. q significa grosso modo q. por força de 1 anomalia psíquica.Adoptando a teoria de q são questões de factos que se resolvem através de actos mera/ cognitivos. as perícias referidas no nº anterior. objectivos de estabilização da criminalidade dentro de certos parâmetros) visa a população em geral. àquele q é incapaz de compreender o significado do mal praticadoou. cível. desde as moderadas (q quase consubstanciam 1 modelo misto) até às +s extremistas. dispensando a colaboração do médico. O crime é criado pela lei. psiquiatras) dispõem e q. Admitindo a retribuição como fim da pena. 2 – Pode ser declarado inimputável quem. a punição dos inimputáveis. q levariam à identificação do “criminoso nato”. poderão ser realizadas por entidades terceiras. e partindo todas elas da existência de uma dça mental q foi determinante para a prática do crime. Modelo Normativo: Caberia ao juiz decidir sobre a liberdade e capacidade de culpa do agente. Há 1 presunção de capacidade do indivíduo adulto. Consciência e vontade do facto ilícito. Origem do exame médico-psicológico do criminoso. mas não se trata já necessaria/ de 1 dça. O crime deve ser perspectivado no sentido naturalista e humano. contratadas ou indicadas para o efeito pelo Instituto. factos q ilidam essa presunção. nem tende a tomar como exemplo o inimputável. avaliados de forma empírica e necessaria/ subjectiva. triegem e estatística…. 2 –Em caso algum a pena pode ultrapassar a medida da culpa.e. este efeito é obtido qq q seja o indivíduo sobre quem recai a punição. BenignoDiTullio(1896-1979): O Homem deve ser encarado na sua totalidade. tiver. causa e remédio” (1899). Serviço de Psiquiatria forense – coordenação. INML.Culpabilidade e responsabilidade. ao menos. em certas circunstâncias a fixar pela lei. se de 1 medida de segurança. INML) → realização dos ex clínicos e complementares → relatório pericial → investigação. q não se reconhece total/ no doente mental. Enriço Ferri( 1856-1929): Introduziu a abordagem sociológica e a utilização da estatística no estudo da criminalidade como facto social. neste caso as conclusões periciais (condições relativas ao momento da pratica do facto) são: capacidade de avaliar a ilicitude do facto e de 3 . Estando ausente a “liberdade de opção”. Criminologia Geral . Em sede de prevenção geral -. se a aplicação de 1 pena. criminosos habituais. embora falíveis e incompletos. 3 –A medida de segurança só pode ser aplicada se for proporcionada à gravidade do facto e à perigosidade do agente. por força de 1 anomalia psíquica grave. 1 x estas verificadas. e questões de direitoas q impliquem juízos de valor. perante manifesta impossibilidade dos serviços. 1ª abordagem multidisciplinar científica aplicada ao crime. ainda assim. disciplinar) → coordenação. Desde há mto ligada a certas categorias –a menoridade e a anomalia psíquica grave–tem como tradução prática a não punição de quem é declarado inimputável.g. recepção. 2.Os precursores: RafaelloGarofalo(1851-1914): “A Criminologia”( 1885). nas delegações e nos gabinetes ML do INML. Delitos convencionais (variáveis com as leis dos lugares)). a capacidade para avaliar a ilicitude deste ou para se determinar de acordo c/ essa avaliação sensivel/ ↓. Não se alcançando essa prova. q avaliaria a capacidade do indivíduo em causa e pronunciaria 1 juízo definitivo e insindicável pelo juiz. obrigatória/. Trata/o social c/ medidas de prevenção. utilizando os inquéritos biológicos. neurológicos. Teoria marcada pela ideia da existência de estigmas de degenerescência. funcionais. A prevenção geral de intimidação (e admitindo q esta atinja. Cesare Lombroso (18351909): “O Homem Delinquente” (1876). Medidas de segurança em relação aos definitiva/ perigososos. Invocou a importância do determinismo social no comporta/o de certos criminosos e a necessidade de actuar sobre as condições de vida para evitar as recidivas.Modelo Médico-Psicológico: A decisão sobre a inimputabilidade ou imputabilidade caberia exclusiva/ ao médico. não cabe qq pena. por via desses limites. para além de qq dúvida. Isto é. nos termos dos respectivos estatutos. podendo incluir qq perturbação q afecte a capacidade de entender e querer. e não compete aos peritos declará-la mas tão só verificar as condições normativa/ exigidas. a averiguar através de perícia médica. relatório pericial → entidades requisitantes (magistrados. “A Mulher Criminosa e a Prostituta” (1896). o juiz deverá decidir qual a melhor solução para o arguido. A necessidade de 1 compreensão bio-psico-antropológica do comporta/o delitivo: a pena deve adaptar-se à pessoa e não ao acto. não foi livre nas suas acções.. sem q por isso possa ser censurado. no momento da prática do facto. mas não pode ser conectado c/ o seu autor pq este é incapaz de culpa. os mais exactos de q se dispõe. os criterios de diagnostico ML são: 1-ausencia de anomalia psiquica. de acordo c/ indícios q não a enfermidade mental medica/ comprovada. q remetem o juízo de capacidade penal exclusiva/ para o juiz. A criminologia deve debruçar-se sobre o estudo do delinquente.. de modo a que cada 1 receba o que merece pelos seus actos. cuja finalidade é que a população tome consciência da dimensão e real valor da ameaça penal. o facto praticado não pode ser atribuído ao seu autor. através dos meios de análise de q os técnicos (v. Este juízo não implica qq valoração. constituindo esta o seu limite. que depende do juízo do tribunal e tomará as perícias médicas apenas como 1 auxiliar entre outros. Noção de “estado perigoso” (temibilidade–adaptabilidade). devemos excluir. não naturalista. Código PenalArtigo 40º Finalidades das penas e das medidas de segurança . a conclusão dependerá + da ponderação de interesses efectuada pelo juiz do que dos factos apurados pelos peritos.1 -É inimputável quem. a verificação concreta da inimputabilidade só pode ser 1 questão de facto. para o modelo restrito. Pq não se punem os inimputaveis em razão de anomalia psiquica? . Excepcional/. são. adiante designado por Instituto. outras) → requesição de ex periciais (foros: penal.realizadas. 4 -A imputabilidade não é excluída qdo a anomalia psíquica tiver sido provocada pelo agente com intenção de praticar o facto. Classificação dos crimes baseada nos afectos (Crimes naturais (em q predominam os afectos). aut administrativas. de avaliar a ilicitude deste ou de se determinar de acordo com essa avaliação. A inimputabilidade é 1 conceito normativo.Se a pena deve corresponder à culpa. Mantém-se a exigência de 1 anomalia psíquica para q se verifique a inimputabilidade. q só pode ser ilidida perante a comprovação de 1 estado patológico que afecte as suas faculdades mentais. “se converteu em objecto passivo de processos funcionais” abnormes. a psiquiatria executa o exame pericial. família. o indivíduo será considerado imputável. “O Crime. ainda q efectiva/ não o seja. públicas ou privadas. etc. A decisão sobre a (in)imputabilidade basear-se-ia em parâmetros de normalidade e compreensibilidade dos comporta/os. Verificação da inimputabilidade: questão de facto ou de direito? . se reconhecermos q a esta teoria terá de opor-se os limites constituídos pelo respeito da dignidade humana e pelo princípio da culpa. for incapaz. triagem e estatística →distribuição de requesições dos exames → entidades requisitadas (departa/o de psiquiatria e saúde mental. de algum modo. i. em caso de dúvida. trabalho. só poderá concluir-se o oposto se forem demonstrados. Todavia. valerá 1 sistema semelhante ao in dubio pro reo. Modelo lato: Admite várias modalidades. pelo q nada impediria que aos inimputáveis fossem aplicadas penas. Aqui se enquadra a figura do arguido que “pode ser declarado inimputável”. não acidental e cujos efeitos não domina. Eixo da imputabilidade . Modelos de inimputabilidade . a declaração de inimputabilidade decorre inelutavel/ do juízo científico expresso nas conclusões da perícia. e a inimputabilidade corresponde a incapacidade de culpa. no momento da prática do facto. não é justo punir quem não tem culpa. criminosos por acessos de paixão. Classificação dos criminosos em alienados criminosos-natos.1 –A aplicação de penas e de medidas de segurança visa a protecção de bens jurídicos e a reintegração do agente na sociedade. O facto mantém-se nocivo e reprovável.

Energia. impulsivo ou acompanhado de elaboração prévia . contra a liberdade ou contra a autodeterminação sexual. etc. Antecedentes familiares (pais. RNM. etc.determinar de acordo c/ essa avaliação. Observação clínica do sujeito: Explicação dos objectivos e metodologia do exame. Relato dos factos q estiveram na origem do exame (fornecido pelo próprio e/ou familiares próximos). continuum biográfico. neste caso as conclusoes periciais serão: capacidade sensivel/ ↓ de avaliar a ilicitude ou de determinar de acordo c/ essa avaliação. análises clínicas. boletins de internamento. Escolha do tipo de entrevista. 2-(Em caso de homicídio) verificava-se 1 ↓ da responsabilidade relativa/ aos actos praticados. contemplando todas as etapas do desenvolvi/o. A vítima (Relação com o agressor. documentos clínicos. fichas clínicas. Solicitação dos exames complementares de diagnóstico tidos por necessário (testes psicológicos.e.O estado mental é um perfil de pelo menos vinte funções psíquicas: Aparência. médica e psiquiátrica. TAC. Gestos e posturas (aproximação. Incendiários. Análise estrutural: Perturbação quantitativa. etc. tóxicos. etc. para suprimir 1 testemunha comprometedora.). 1 clínica instrumental( escalas clínicas. Psicopatologia). palidez. pausas.O arguido tem de provar. Outros (crimes contra o património. de confronto) (vítima ocasional ou que desempenhou um papel de incitamento ou provocação.). está incapaz para participar no julgamento. Situacional (1 conjunto de factores de stresse é causa do crime). Humor. Avaliação global.. 2-Embora em condições para comparecer em tribunal.). Avaliação do estado mental. depoimentos. apenas morte da vítima ou morte associada a mutilação ou profanação do cadáver. q. alucinações. Diagnóstico nosológico (DSM-IV TR. sudação). 4 . por razões afectivas de vingança. Funcionamento familiar. Conclusões médico-legais (em função do âmbito do exame). Comportamento psicomotor. Acto associado a 1 outra forma de criminalidade (roubo. nomeada/ de carácter heredo-familiar). bem como de eventuais dças. por isso. impulsivo. ex. Discurso. Antecedentes pessoais biografia do sujeito. Manifestações neurovegetativas (rubor. vandalismo. militar. súbito e inesperado). Risco delitivo: Reduzido. Relações existentes entre a vítima e o homicida (situação de encontro. não deverá ser considerado culpado. Parte integrante do método clínico. que não sabia q o q estava a fazer nesse momento era proibido por lei) ou 3-Qdo 1 pessoa está sob o efeito de 1 delírio q afecta a correcta avaliação da natureza e qualidade do seu acto. social e laboral.Neuroses: Semiologia dominante: Angústia. irmãos. defesa contra a angústia. por isso. O acto praticado (facto típico): Crime contra a vida. Neutralidade benevolente. Selecção das peças pertinentes (auto de denúncia. Risco delitivo: Reduzido Psicoses: Semiologia dominante: Delírio. compreensiva e integrada: O autor do crime (Personalidade. podem ser alegadas as seguintes situações relativa/ ao arguido: 1-Não se encontra em condições para comparecer em tribunal. sistemas de suporte familiar). praticar 1 facto ilícito típico é punido com pena de prisão até 5 anos ou com pena de multa até 600 dias. Contexto: Avaliação psicológica/psicopatológica.1 –Quem. débito. vocacional.Na > dos casos. receptividade. a decisão judicial será de imputavel (em principio) e cumprirá a pena. Orientação. incluindo o vestuário e adereços. e directa. Rendimento intelectual. i. etc.). Juízo crítico. Perturbações exógenas – confusionais: Semiologia dominante : Obnubilação da consciência. Discurso (volume. 4-(Em caso de bebé morto pela mãe). a alegria ou o espanto). Anomalia mental como defesa em tribunal . Avaliação da (in)imputabilidade.e. Interacção no momento da passagem ao acto). em termos de probabilidade. etc. conflitos ideológicos.). se deva ter em conta as motivações inconscientes (p. num tribunal superior.). Memória. O arguido pode invocar que. Modo de execução (uso de armas propria/ ditas. Pensa/o (forma. nesse momento. Código Penal Artigo 295º Embriaguez e intoxicação .por negligência. ou de instrumentos comuns usados como armas improvisadas). Semi-directiva. atitudes de sedução). Condução da entrevista clínica . Relato exaustivo de todos os ele/os apurados em cada 1 das rubricas atrás enunciadas. no momento da prática dos factos. Respeito. 2 – anomalia psiquica. a dor. relatórios de investigação e outras diligências. Nível de consciência. Acto inscrito numa série.Aspectos não verbais: Mímica facial (expressões afectivas como a cólera. Personalidade prévia. hábitos tóxicos. Informação sobre o comporta/o do examinando na prisão (fornecida pelo próprio e registos do EP). Sindromes psicopatologicos – classificação categorial . 3 – anomalia psiquica grave não acidental. Principais tipos de arguidos sujeitos a exame pericial psiquiátrico: Homicidas. etc. conteúdo. Atenção. Entrevista clínica: Paradigma do trabalho clínico (dimensões interactiva e discursiva). Etapas do exame pericial psiquiátrico: Estudo do processo judicial.). não era total/ responsável. silêncios. de cólera. pelo . etc. a tristeza. etc. inexplicável. depressão . rejeição. desorganização da personalidade. Motivações para a agressão – Social (o meio ou certos grupos têm 1 influência predominante no crime). segundo a sua natureza: Acto voluntário ou não. através das peças processuais. Directiva. Informação recolhida (indirecta. Compulsivo (resultante de 1 perturbação da personalidade ou obsessão fantasista). Solicitação de documentos clínicos ou outros qdo necessários (relatório dos médicos assistentes. a decisão judicial será a de inimputavel (artº 20º nº1) q pode ser sem perigosidade ou c/ perigosidade e neste caso serão administradas medidas de segurança.e. decorrente da situação ou acompanhado de elaboração prévia (premeditação). Alt da memória e da atenção. Agressores sexuais. Comunicação táctil (aperto de mão furtivo ou caloroso). consciente ou não). Olhar (fixação ou fuga). Acto isolado. postura. Percepção do homicídio (limpo ou sujo). religiosa. Discussão (diagnóstico psicopatológico e explicação integrada e contextualizada de todos os elementos apurados em relação c/ os factos que deram origem ao exame). Percepção. ele tem o mesmo grau de responsabilidade que teria se os factos fossem como ele julga que são. cônjuge e outras figuras de referência afectiva. de fúria) ou motivações pouco aparentes (carácter incompreensível. gestos e atitude. testes psicométricos. padrões distintos). o arguido afectado de 1 perturbação mental é submetido a julgamento. CID-10). projectivos. o grau de perturbação mental era tal que a autora deverá ser considerada culpada não de homicídio. algumas xs psicótico). Nalguns raros casos. mas de infanticídio. Vocalização e modulação da voz (altura. Catatímico (acto frequente/ explosivo devido à tensão acumulada). ainda q. Biografia pessoal (escolaridade.. Linguagem. Concentração. agiu sob o efeito de 1 anomalia psíquica q verificava as Mc Naughten Rules(1843): 1-Que devido a essa anomalia ele não conhecia a natureza ou qualidade do seu acto (i. ritmo) e sistema de crenças. A passagem ao acto (Acto isolado.premeditação). de ciúme. contra o património. exames radiológicos. por força de 1 grave perturbação mental: 1-Não era responsável pelos seus actos e. não foi cometido qq crime. Capacidade de abstracção. contra a integridade física. Ameaças abertas ou veladas em relação a terceiros ou ao próprio. regularidade. sugestivo de habitualidade criminal. Entrevista clínica . Empatia. neste caso as conclusoes pericias serão as de incapacidade de avaliar a ilicitude do facto ou de se determinar de acordo c/ essa avaliação.Avaliação do acto em si mesmo. Inteligibilidade das motivações do acto (morte por interesse. Eventual prognose sobre a perigosidade Proposta de medidas terapêuticas ou psicossociais. Informação recolhida na 1ª entrevista: Avaliação do nível de funciona/o mental do sujeito. Características do acto homicida .). Avaliação do estado mental . Insight. fornecida pelo próprio). Agressores contra a integridade física.). 3-Agiu de forma automáticae. bem assim como eventuais dças somáticas ou mentais. autismo.. neste último caso. políticas ou revolucionárias (actos terroristas. Aspecto físico e reacções durante a entrevista. Afecto. ameaça. a decisão judicial será a de q pode ser declarado como inimputavel (artº 20º nºs 2 e 3) q pode ser sem perigosidade ou c/ perigosidade e neste caso serão administradas medidas de segurança. Sugestionabilidade. Atitude clínica do técnico: Semi-directividade. nesse estado. exames periciais de outras especialidades. Informação sobre o comporta/o anterior e posterior à prática do crime. que não sabia o q estava a fazer nesse momento) ou 2-Que devido a essa anomalia ele não sabia que o que estava a fazer era errado (i. etc. Pensamento (forma. Impulsivo (geral/ sexual. Variações do humor e respostas emocionais. 3 –O procedi/o criminal depende de queixa ou de acusação particular se o procedi/ pelo facto ilícito típico tb dependesse de 1 ou de outra. invoca q. se colocar em estado de inimputabilidade derivado da ingestão ou consumo de bebida alcoólica ou de subst tóxica e. Análise estrutural: Perturbação qualitativa.Tipos de entrevista: Não directiva. violação. Finalidades suprapessoais. incluindo os registos dos interrogatórios da polícia. processo biográfico. ritmo). O bebé não desejado q cai dos braços da mãe e morre). 2 –A pena não pode ser > à prevista para o facto ilícito típico praticado. EEG. etc. Não culpado por razões de insanidade . que inclui: 1 clínica “à vista desarmada” (a observação e a entrevista). conteúdo. 3-Embora admita ter praticado o acto. Elaboração do relatório pericial: Preâmbulo. Investi/o do espaço (investi/o da relação através das posições dos lugares).

Legitimidade: 1 – Tem legitimidade para requerer o internamento compulsivo o representante legal do portador de anomalia psíquica.º Revisão da situação do internado: 2 – A revisão é obrigatória. continuum ou desenvolvi/o biográfico.º 26.Termos subsequentes: 1 – Qdo da avaliação clínico psiquiátrica se concluir pela necessidade de interna/o e o internando a ele se opuser. c/ a eventual colaboração de outros profissionais de saúde mental.º . salvo toxicofilias.090 doentes com esquizofrenia por ano (15. geral/ transitória.º 13. particular/ evidente na impulsividade das crianças de < de 3 anos.º . 38.º . Questão da existência de 1 “cromossoma do crime”. agitação.ordenando para o efeito q. sp q. tiver.º .5 x < q o nº acima explicitado). verificando-se os pressupostos do artigo 12. por força de 1 anomalia psíquica.11 por 1. a serotonina. apontam para 1% a 2% da população do sexo masculino portadores do cariótipo XYY. a norepinefrina.Pressupostos e duração mínima: 1 – Quem tiver praticado 1 facto ilícito típico e for considerado inimputável. no momento da prática do facto. exista perigo iminente para os bens jurídicos aí referidos. A origem de algumas condutas violentas pode ser encontrada numa ruptura do equilíbrio entre o sistema do córtex frontal (local de controlo das interacções e portanto da socialização) e o sistema límbico (zona de regulação das funções primárias de sobrevivência). nomeada/ por deterioração aguda do seu estado.Avaliação clínico-psiquiátrica: 1 – A avaliação clínico-psiquiátrica é deferida aos serviços oficiais de assistência psiquiátrica da área de residência do internando. Perturbações da personalidade Semiologia dominante: Conflitualidade social. remetendo o expediente ao MP com competência na área em q se iniciou a condução. ex. c/ cópia do mandado e do relatório de avaliação. Risco delitivo: Reduzido.000 hab.13 / 100.º . entre os indivíduos portadores de dça mental. impulsividade.O interna/ compulsivo só pode ser determinado qdo for a única forma de garantir a submissão a trata/o do internado e finda logo q cessem os pressupostos q lhe deram origem.º 33. a capacidade para avaliar a ilicitude deste ou para se determinar de acordo c/ essa avaliação sensivel/ ↓. o juiz profere decisão de manutenção ou não do interna/o. 3 – A comprovada incapacidade do agente para ser influenciado pelas penas pode constituir índice da situação prevista no nº anterior.º 7º -Definições: a) Interna/o compulsivo: internamento por decisão judicial do portador de anomalia psíquica grave. 1 relatório de avaliação clínicopsiquiátrica elaborado por 2 psiquiatras. 4 – Para o efeito do disposto no n.Princípios gerais: 1. imaturidade afectiva. por força dela. de natureza pessoal ou patrimonial. 4 – A inimputabilidade não é excluída qdo a anomalia psíquica tiver sido provocada pelo agente com intenção de praticar o facto. O sistema límbico está relacionado com condutas de desinibição e violência no homem. Influência genética nas condutas anti-sociais: O apareci/o de condutas violentas nos portadores de anomalias genéticas q provocam défices na produção de monomaminas. persiste até à adolescência e. 2 – O interna/ compulsivo só pode ser determinado se for proporcionado ao grau de perigo e ao bem jurídico em causa.º 2 o estabeleci/o envia.Artigo 91. condutas agressivas . no prazo de 5 dias. a entidade q tiver apresentado o portador de anomalia psíquica restitui-o de imediato à liberdade.º . 5 – O juízo técnico-científico inerente à avaliação clínico-psiquiátrica está subtraído à livre apreciação do juiz.LEI n. Cálculos posteriores. Fundamentos biológicos da delinquência . no animal.59 / 1000 doentes ou 1/629. 2 – Pode ainda ser internado o portador de anomalia psíquica grave q não possua o discernimento necessário para avaliar o sentido e alcance do consenti/o. como a dopamina. c/ a eventual colaboração de outros profissionais de saúde mental.Substituição do internamento: 1 – O interna/o é substituído por trata/o compulsivo em regime ambulatório sp q seja possível manter esse trata/o em liberdade.º 8.º . não acidental e cujos efeitos não domina.º 22. 0. 2 – Pode ser declarado inimputável quem.Pressupostos da punição .º 25. seja c/ a delinquência.º 23.Inimputabilidade em razão de anomalia psíquica: 1 – É inimputável quem.º ..º 36/98. pela situação de urgência e de perigo na demora.º 17. sugere que as condutas anti-sociais seriam matizadas por traços de personalidade ligados a características individuais de produção de neurotransmissores.º 24. O gene da MAO foi reconhecido nos cromossomas X.Pressupostos: 1 – O portador de anomalia psíquica grave q crie. no prazo máx de 48h a contar da privação da liberdade nos termos dos artigos 23.º. 1x q essa sobrerepresentação ocorria nas populações prisionais. trata/o ou segurança. é mandado internar pelo tribunal em estabelecimento de cura. processo (demências). Risco delitivo: elevado. Análise estrutural: Perturbação qualitativa. fundamentada em relatório de avaliação clínico-psiquiátrica do serviço de saúde onde decorreu o internamento.Artigo 20. decorridos 2 meses sobre o início do interna/o ou sobre a decisão q o tiver mantido. Art. até 10 dias antes da data calculada para a revisão. previa/ a qq trata/o: 1. Art. Art.º e 35. por virtude da anomalia psíquica e da gravidade do facto praticado. Codigo penal . próprios ou alheios. o estabeleci/o comunica. 1 situação de perigo para bens jurídicos. Art.5% homicídios ocorriam durante o 1º surto. Risco delitivo: Reduzido.º 35.º . houver fundado receio de q venha a cometer outros factos da mesma espécie.Condução do internando: 3 – Qdo. e recuse submeter-se ao necessário trata/o médico. 3 – Sp q possível o interna/o é substituído por trata/o em regime ambulatório.º Pressupostos: O portador da anomalia psíquica pode ser internado compulsiva/ de urgência. Estruturas cerebrais e bioquímica do sistema nervoso: A estimulação eléctrica de certas zonas do cérebro –em particular do sistema límbico –provoca. continuum (oligofrenias).º. de 24/7 Art. sp q. Anomalia psiquica grave e criminalidade – a importancia da implementação de medidas preventivas: Tx anual de homicídio de 0. mto para além dela.º . Art. no prazo de 15 dias. 4 – Os serviços remetem o relatório ao tribunal no prazo máx de 7 dias.º . ou por decisão judicial.º . Análise estrutural : Perturbação qualitativa.º 27. Art.Internamento de inimputáveis . hereditariedade de características de tempera/o ou de carácter q conduzem à violência ou à delinquência).000 doentes na fase de pós-trata/o ou 1/ 9. por parte do internado. nalguns casos. a cargo de 2 psiquiatras q não tenham procedido à anterior. Art. de imediato. 2 – Qdo o facto praticado pelo inimputável corresponder a crime contra as pessoas ou a crime 5 .Factores de risco congénitos e hereditários (cromossomas supranumerários. nos termos do artigo 20. INTERNAMENTO COMPULSIVO Internamento compulsivo . qq pessoa c/ legitimidade para requerer a sua interdição. nos termos dos artigos seguintes. 2 – Qdo a avaliação clínico-psiquiátrica não confirmar a necessidade de interna/o. Art. tenha lugar nova avaliação clínico psiquiátrica. por força de 1 anomalia psíquica grave. pode ser internado em estabeleci/o adequado. Mtas perturbações mentais estão associadas a disfunções das aminas biogénicas.º e 25.º1. Art. onde é submetido a avaliação clínico-psiquiátrica c/ registo clínico e lhe é prestada a assistência médica necessária. ao tribunal judicial c/ competência na área a admissão daquele. de avaliar a ilicitude deste ou de se determinar de acordo com essa avaliação.Cessação do internamento: 1 – O interna/o finda qdo cessarem os pressupostos q lhe deram origem. Art.º 12. seja c/ a violência. A revisão da literatura) não permite concluir pela existência de qq relação entre 1 Y suplementar e delinquência. n. das condições fixadas pelo psiquiatra assistente para o trata/o em regime ambulatório. no momento da prática do facto. Cromossoma supranumerário (“cromossoma do crime”): Os homens portadores de um cromossoma Y supranumerário estariam sobrerepresentados nas populações de delinquentes. Codigo penal. for incapaz. nomeada/ a monoamino-oxidase: p. as autoridades de saúde pública e o MP. sem q por isso possa ser censurado. Análise estrutural: Perturbação quantitativa.Confirmação judicial: 2 – Realizadas as diligências q reputar necessárias. eventual/: estupor.desorientação.Apresentação do internando: O internando é apresentado de imediato no estabeleci/o c/ urgência psiquiátrica mais próximo do local em que se iniciou a condução. qq agente policial procede à condução imediata do internando.º. A imaturidade do sistema frontal. 2 – A cessação ocorre por alta dada pelo director clínico do estabeleci/o. de relevante valor.. Estruturas cerebrais e mecanismos fisiológicos que poderiam facilitar a passagem ao acto violento ou delinquente. Art. qdo a ausência de trata/o deteriore de forma acentuada o seu estado.Decisão final: 1 – . 2 – A substituição depende de expressa aceitação. não seja possível a emissão prévia de mandado.º . 3 – A substituição é comunicada ao tribunal competente.º. Art.º 34. devendo ser realizada por 2 psiquiatras. delírios e alucinações (psicoses sintomáticas). mas o polimorfismo dos sintomas não permite estabelecer relações directas. problemas pré-natais e perinatais.º 3. independente/ de requeri/o. doentes com níveis bx de MAO-B no sangue apresentam desinibição. sem prejuízo do disposto nos artigos 34. Art. n. Demencias e oligofrenias: Semiologia dominante: Défice intelectual. c/ a eventual colaboração de outros profissionais de saúde mental.

na expectativa de q a intervenção do sistema judicial possa incentivar o trata/o e reinserção social do sujeito. Comorbilidade. O consumo de “drogas”. Abuso de Subst. A intervenção legislativa qto à “problemática da droga” em Portugal evoluiu sob a égide de ≠ vertentes. q contém o elenco de todas as subst proibidas. sexual). Respostas comportamentais. (c) Existe evidência de alt do comporta/o antes dos 15 anos. Padrões comportamentais: Comporta/o perseverativo. até 1 de Julho de 2001. Estigmatização. História Familiar caótica.Internamento de inimputáveis . Cluster B: (Dramático & Emotivo): Perturbação Antisocial da Personalidade. Perturbação Histriónica da Personalidade. Mesológico – Comunidade (desordem pública e insegurança). Reduzida preocupação pelas consequências das suas acções. 2 – O interna/o não pode exceder o limite máx da pena correspondente ao tipo de crime cometido pelo inimputável. a lei agrava as penas e refere a necessidade de se aprofundarem as técnicas de investigação policial. Raiva intensa. Incapacidade para avaliar as perdas a nível pessoal. Problemas Judiciais Perturbação Anti – Social da Personalidade: (A) Padrão pervasivo de desrespeito e violação dos direitos dos outros ( Falsidade e Mentiras freq. condução perigosa. Psicológico (défices funcionais. Impulsividade (i. Efeitos Tóxicos. Toxicodependência. da construção e curso do pensa/o. Nas sociedades a perigosidade das toxicodependência é sentida a nível: Micro Social – Família (disrupção. violência).. A dependências de drogas / Personalidade é complexa é imp não se fazer o diag de perturbação da personalidade baseado unica/ no comporta/o consequente à intoxicação ou abstinência ou associado a outras actividades ao “serviço” da manutenção da dependência. b) resposta emocional. Adição: Subst Químicas.Cessação e prorrogação do internamento: 1 – Sem prejuízo do disposto no n. “CravinCraving”. apesar das tentativas de interromper ou moderar o seu uso. Conjugação variáveis biográfico – existenciais (relações c/ os acontecimentos e c/ as significações existenciais). Reforço Negativo. abuso de subst. o que resultou na Lei n º 30/2000 de 29 de Novembro. Incapacidade de inibir a obtenção da satisfação imediata. 2002).Conjugação de variáveis individuais (neuronais. Macro Social – Sociedade alargada (efeitos na economia. Origina sofrimento e incapacidade a) Cognição percepção. Comportamental (violência e negligência dos vários papéis sociais). na qual a “droga” simbolizava delito.Os efeitos nefastos das subst manifestam-se a vários níveis: Biológico (toxicidade. o interna/o finda qdo o tribunal verificar q cessou o estado de perigosidade criminal q lhe deu origem. ou seja. social e judiciais. racionalização e indiferença. Codigo penal . Irritabilidade e agressividade (conflitos frequentes). Negação ou a não consciência do seu próprio problema. Tolerância.Aspectos Médico Legais: Toxicomania. dependência). Estado Emocional Negativo A relação entre dependências de drogas /Personalidade / actividade criminal . Dependência Psicológica. Senti/o crónico de vazio.Défices de discernimento pessoal e social. Presença de condutas de adm mto estereotipadas. Fenómenos de tolerância podem estar ou não presentes. Padrão de relações interpessoais intensas e instáveis. Indivíduo. Ausência de remorsos . nihilismo. tiveram primeira/ 1 reacção de salvaguarda da saúde pública e. Ideação paranóide transitória reactiva ao stress ou sintomas dissociativos graves.de perigo comum puníveis c/ pena de prisão > a 5 anos. Desenvolvimento da Conducta Adictiva: Factores sociais. (B) Ter idade mín de 18 anos. Perturbação Borderline da Personalidade. Dificuldades nas tomadas de decisão. dos processos sensoperceptivos e do comporta/o Droga . Evidência de neuroadaptação c/ fenómenos de tolerância e abstinência. Grupo Heterogéneo de Condutas Patológicas – Adições comportamentais Dependência de Subst Psicoactiva (OMS. comporta/os de riscos sexual. (C) Não ocorre exclusiva/ durante evolução de esquizofrenia ou de episódio maníaco Perturbação Borderline da Personalidade: Padrão global de instabilidade no relaciona/o interpessoal. > Prevalência de Perturbação Obsessivo – Compulsiva e antiSocial da Personalidade nos Homens. Se a subst não constar da Tabela não é proibida. A fronteira entre o lícito e o ilícito é traçada pelas Tabelas anexas a este decreto. 1983-1995: Associando o Tráfico às formas + graves de delinquência contemporânea. As adições seriam qq tipo de dependência face a algo ou a alguém e as características associadas a essa dependência escravizante são: espiral de autodestruição. alternância entre a idealização e a desvalorização. c/ o fim de experimentar seus efeitos psíquicos ou evitar a sensação desagradável q a sua falta ocasiona.e. Perturbação da Personalidade Sem Outra Especificação Dependência de Drogas de Abuso e Perturbações da Personalidade . 1964): Estado psíquico / físico. Início da adolescência ou adulto jovem. saúde pública e sistema judicial). Outros factores de Risco: Historia de abuso na infância (verbal. Ansiedade e Perturbações do Comporta/o Alimentar. Activacão de circuitos de recompensa. Não é suficiente provar q a subst tem determinados efeitos. Isola/o Social. face à “problemática da droga”. perda de sentido da vida. Incapacidade de reexperimentar e evocar estados emocionais associados ao nefasto. Excessiva ansiedade social q habitual/ não reduz nos ambiente de familiaridade). emocionais. podendo ser livre/ consumida ou transaccionada. “binge eating”). DEPENDENCIA DE DROGAS DE ABUSO E PERTURBAÇÕES DA PERSONALIDADE – ASPECTOS MEDICO-LEGAIS Droga . Desencadeia 1 tendência natural para o ↑ progressivo das doses Ou q causa síndrome de abstinência. O consumo é penalizado de forma simbólica. Perturbação Esquizotípica da Personalidade. Adição é qq realidade q torna a pessoa escrava de si mesma no seu corpo. O normativo inscreveu-se numa lógica criminalizadora do consumo. Julgou-se que a utilização de estratégias punitivas seriam suficientes para desencorajar o uso de “drogas”. Se a subst constar da Tabela é proibida. Violência e Homicídio. era considerado pelo nosso 6 . Só pode ser aplicado se a subst for proibida. É necessário provar qual a subst concreta e verificar a sua inclusão numa das referidas Tabelas. História familiar de Esquizofrenia. o interna/o tem a duração mín de 3 anos. Tendência a exibir comporta/os desinibidos ou impulsivos e a agir irresponsavel/. Suicídio. Conjugação variáveis ecosociais (relações interpessoais e c/ o meio). na auto imagem e afectos e marcada impulsividade: (inicio na idade adulta): Esforço frenético para evitar o abandono real ou imaginário. gastos. Categorias das Perturbações da Personalidade( DSM – IV. efeitos na personalidade). Cluster C: (Ansioso & Receoso): Perturbação Evitante da Personalidade. Incapacidade para se conformar c/ as normas sociais. comportamentais e fisiológicos: Evidência subjectiva de condutas compulsivas para o consumo da(s) droga(s). vazio existencial.Artigo 92. Perturbação Dependente da Personalidade. d) controlo dos impulsos. das funções psíquicas básicas.º 2 do artigo anterior. Decreto Lei n º 15/93 de 22 de Janeiro: Define o regime jurídico aplicável ao tráfico e consumo de Estupefacientes e Subst Psicotrópicas. Vários estudos corroboram que o consumo crónico de subst psicoactivas desenvolve processos de neuroadaptação . Provoca alt indesejáveis e nefastas ao nível consciência. de trata/o e não de prisão. Perturbação da Identidade. na sua mente e no seu espírito. 1995 até aos nossos dias: Há 1 racionalidade que assenta numa visão de que o consumidor é 1 doente necessitando. Depressão. ↑ da possibilidade de se expor ao risco. Irresponsabilidade consistente.º . posterior/ 1 reacção de defesa da tranquilidade dos cidadãos.Factores de Risco: > Prevalência de Perturbação Borderline da Personalidade nas Mulheres.TR): Cluster A: (Invulgar& Excêntrico): Perturbação Paranóide da Personalidade. (1970-1975). Desejo de suspender os consumos. Instabilidade emocional e variações do humor. Tendência para a recaída nos consumos após 1 período de abstinência. segundo critérios da OMS: Provoca dependência física/psíquica. Compulsão a consumir a subst de forma continuada. cognitivas . Reforço Positivo. familiar. prazer autista. Perturbação Esquizóide da Personalidade. Qdro Legal do Tráfico e Consumo de Estupefacientes e Subst Psicotrópicas . o q parece reflectir 1 insensibilidade às consequências futuras (“miopia” comportamental. Dependência. abismo de incomunicação. Efeitos Gratificantes.Os Estados. Conjunto de fenómenos cognitivos. Perturbação Obsessivo – Compulsiva da Personalidade. salvo se a libertação se revelar compatível c/ a defesa da ordem jurídica e da paz social. Padrões comportamentais no Dependente de drogas . de segurança. Auto-administracão. Comporta/o Auto destrutivo. auto mutilações. Incapacidade de controlo inibitório do comporta/o. Perturbação Narcísica da Personalidade. Estável c/ o tempo. Subst. Impulsividade e desconfiança. Bechara et al. física. Efeitos Físicos. Definição de Perturbação da Personalidade: Padrão duradouro de experiência interna e do comporta/o q se desvia marcada/ do esperado na cultura da pessoa (DSM – IVTR).Subst Psicoactiva com capacidade aditiva –Farmacológica/ activa sobre SNC. História Familiar de Perturbação da Personalidade. c) função interpessoal. Pervasivo e inflexível. Comporta/o suicidário recorrente. comportamentais e personalidade). negligência. inapropriada e dificuldade no controlo dos impulsos.

Compromisso neurobiológico frequ. Noutro estudo. Até à presente data. Os eventuais reflexos do consumo na capacidade de avaliar a ilicitude dos seus actos ou de se determinar de acordo com a avaliação feita. O q levou alguns autores à concepção de 1 padrão psicopatológico. Lei n º 15/93 de 22 de Janeiro. 20º do Código Penal: 1. c/ vista à atenuação do mal-estar psíquico e psicobiológico. A análise de sub-factores permitiu ainda afirmar q os sujeitos dependentes apresentam 1 correlação + c/ traços de ansiedade. No entanto.43º do Dec. O conceito de arguido (art. Circunstâncias do crime. 40.Em estado de intoxicação. no momento da prática do facto.2º. haja notícia de que o arguido era toxicodependente à data dos factos q lhe são imputados. A perícia pode relevar. Decreto-Lei nº15/93 de 22 de Janeiro Art. Portaria nº 94/96 de 26 de Março Problemas Médico-Legais das dependências de subst de Abuso: Imputabilidade vs.57º do CPP) desaparece e passamos a ter a designação de indiciado – indivíduo surpreendido a consumir. Presença de pervesidade.Código Penal – artigos 86º e 88º: Se 1 alcoólico ou pessoa c/ tendência para abusar de bebidas alcoólicas…é punido com 1 pena relativa/ indeterminada sp q os crimes tiverem sido praticados em estado de embriaguez ou estiverem relacionados com o alcoolismo ou com a tendência do agente” As acções praticadas sob efeito de drogas ou sob a necessidade premente de as consumir não são causa de inimputabilidade. Lei nº45/2004 de 19 de Agosto: Estabelece o regime jurídico da realização das perícias médico-legais e forenses. a capacidade para avaliar a ilicitude deste ou para se determinar de acordo com essa avaliação sensivel/ ↓. a saber: neuroticismo. não acidental e cujos efeitos não domina. q não se confinam aos territórios jurídicos. Capacidade de sentir culpa. Nesta medida. verifica-se que é nos heroinómanos em q a incidência de psicopatia é < e episódica. Coercivo ou Punitivo – em q o consumo e o tráfico de subst ilícitas constantes de 1 lista são considerados crimes e punidos em conformidade. em q os consumos de álcool e estupefacientes aparecem mtas xs associados c/ traços psicopáticos. a severidade punitiva cedeu a x a tentativas de compreensão/explicação dos comporta/os e dos seus actores.Lei nº 15/93 de 22de Janeiro.art. assim pondo em grave risco a sua saúde ou revelando perigosidade social. Portaria nº 94/96 de 26 de Março: Procedimentos de diagnóstico e exames perícias para efeitos do exame previsto no art. º do Dec. no momento da prática do facto. a adquirir ou a deter para consumo estupefacientes ou subst psicotrópicas cuja quantidade não ultrapasse a necessária para o consumo médio individual durante o período de 10 dias. sendo q a quantidade da subst tem q se reportar à prevista no mapa a que se refere o art. extroversão. Art. os procedi/os de diag e os exames perícias têm por finalidade determinar: a) o eventual estado de toxicodependência da pessoa a eles sujeita. tiver. a pessoa é capaz de apreciar o carácter permitido ou proibido dos seus actos e de determinar a sua decisão em função das valorizações que fez. Lei nº 30/2000 de 29 de Novembro: A discriminalização que abrange as “drogas” constantes das Tabelas I a IV em anexo ao DL n º 15/93 de 22 de Janeiro. Modelo Médico – em q o consumo ou o abuso são o resultado de 1 estado doentio 7 . realçam q os sujeitos dependentes exibem traços de neuroticismo e de afabilidade. exame médico adequado. A imputabilidade não é excluída qdo a anomalia psíquica tiver sido provocada pelo agente com intenção de praticar o facto. É inimputável quem. 1x q se está perante 1 fenómeno q. O processa/o das contraordenações e a aplicação das respectivas sanções competem a 1 comissão designada “comissão para a dissuasão da toxicodependência” (nº1 do art.52º (Perícia médicolegal): 1-logo que. pode ser ordenado. 52º dl 15/93 de 22 de Janeiro: “ Os eventuais reflexos do consumo na capacidade de avaliar a ilicitude dos seus actos ou de se determinar de acordo com a avaliação feita” – (caracteristica normativa de inimputabilidade). os Ministros da Justiça e da Saúde vieram determinar os procedi/os de diag e exames perícias necessários à caracterização do estado de toxicodependência. 20º CP: São contemplados os casos de intoxicação pelo álcool ou qq outra subst que conduzam o individuo a 1 estado tal que a acção praticada não é livre in actu. Consciência da ilicitude do acto. surge como acréscimo de problemas a 1 problemática q já se evidencia.Capítulo VI – Da Prova Pericial . descriminaram a personalidade de sujeitos dependentes de acordo c/ o modelo dos 5 factores (modelo de personalidade criado por Costa e McCrae q dispunha os traços de personalidade em 5 factores. Qdro Legal para determinação de Imputabilidade . não despenaliza as condutas a consumir. não pode ser focalizada. No nº 4 do art. enquanto parecem não evidenciar serem conscienciosos. Em estado de privação ou de “craving”.º da Portaria nº 94/96 de 26 de Março.ordenamento jurídico. Decreto – Lei nº15/93 de 22 de Janeiro .9.Art. A abordagem político-legislativa das questões suscitadas pela droga tem privilegiado o consumo e o consumidor enquanto actor social q protagoniza a realidade do fenómeno da toxicodependência desde a aprovação da Estratégia Nacional de Luta contra a Droga. 2. evidenciou-se q a prevalência de traços psicopáticos ou características anti-sociais em toxicodependentes como sendo 1 dado documentado. sob 1 perspectiva jurídica. é ordenada a realização urgente de perícia adequada à determinação do seu estado. b) a existência de grave risco para a sua saúde ou de perigosidade social decorrentes daquele estado. Os resultados. bem como sobre o seu grau de socialização. Existência de comorbilidade psiquiátrica /médica. 4. Estudos. se deles tiverem necessidade.º (Perícia sobre a Personalidade): 1-Para efeitos da avaliação da personalidade e da perigosidade do arguido pode haver lugar a perícia sobre as suas características psíquicas independentes de causas patológicas. assim como correlações – c/ características como a abertura a novas acções e a abertura a novas ideias.71º (Diagnóstico e quantificação de subst): Concretizando essa perícia. O seu estado no momento da realização da perícia. comporta/o criminoso e psicopatia. nesse sentido. Reconheci/o da natureza e qualidades do acto mas ausência do conheci/o do erro praticado. vivacidade. nos termos do nº1 do art. Á medida que a Lei se foi permeabilizando ao conhe/o científico. Não é sequer necessário que haja um inquérito. abrindo-se 1 nova lógica científica na arquitectura jurídica. Existência de impulsividade. Fora da realidade por “defeito da Razão” Código de Processo Penal . Diminuição da Imputabilidade na prática do crime? . a institutos de criminologia ou outros institutos especializados…. vulnerabilidade. por força de 1 anomalia psíquica grave. Critérios de Imputabilidade: Nas circunstâncias do acto praticado. longe de ser solucionador. de avaliar a ilicitude destes ou de se determinar de acordo c/ essa avaliação. a culpa do agente e a determinação da sanção. foi investigada a correlação droga. c/ frequência remete para 1 estado patológico caracterizado pela compulsão ao uso. mas q na altura do acto estavam parcial/ incapazes de o fazer”. o perito deve pronunciar-se sobre: A natureza dos produtos consumidos. Inimputabilidade em razão de anomalia psíquica . depressão. o q convoca abordagens diferenciadas e plurais. adquirir e deter para consumo estupefacientes e subst psicotrópicas mas antes mantém-nas proibidas como ilícito de mera ordenação social. Inimputabilidade. 3-Os peritos podem requerer informações sobre os antecedentes criminais do arguido. no «combate» à toxicodependência foram utilizados os seguintes modelos: Modelo Penal. subjacente aos comporta/os aditivos. em q todos teriam em comum a perda de autocontrolo. 160. sentido gregário. a impulsividade e a incapacidade para inibirem comporta/os anti-sociais. impulsividade. no decurso do inquérito ou da instrução. existe 1 sujeito consumidor. como crime de consumo ilícito de estupefacientes – art. afabilidade (agreableness) e “conscienciosidade” (conscientiousness)).Art. abertura. Pode ser declarado inimputável quem. Não pode ser realizado pelos serviços ML.5º ) que estava sediada no Governo Civil do distrito. for incapaz. há características e traços q são consistentes no eixo temporal e contextual q levam a admitir haver aspectos referentes à personalidade q são comuns aos sujeitos dependentes de drogas de abuso. Toxicodependência e personalidade: Há evidências q indicam q o conceito de dependência vai além do domínio inter-pessoal. por força de anomalia psíquica. sem q por isso possa ser censurado. de modo privilegiado. Pode dizer-se q “embora se reconheça a existência de 1 ligação entre consumo de subst e comporta/os anti-sociais e criminosos. nomeada/ para a decisão sobre a revogação da prisão preventiva. 2-Na medida do possível. Decreto-Lei nº15/93 de 22 de Janeiro Art. Se houver indícios de q 1 pessoa é consumidora habitual de plantas subst ou preparações referidas nas tabelas I a IV.Art. pelo MP da comarca da sua residência.Capítulo IV – Consumo e Tratamento . Atenuação da Imputabilidade: “Indivíduos capazes de apreciar a ilegalidade do acto e c/ a capacidade crítica de agir de acordo c/ esse conheci/o. Critérios de Inimputabilidade: Nas circunstâncias do acto praticado verifica-se incapacidade para reconhecer a sua natureza e qualidades criminosas. 2-A perícia deve ser deferida a serviços de reinserção social. a relação entre estes 2 fenómenos está longe de ser linear” e q a encarceração de indivíduos c/ problemas de consumo de droga.43º (Exame médico a consumidores habituais): Este exame não está dependente da prática de qq crime ou contraordenação previstos nas leis da “droga” ou sequer 1 crime conexo com essa actividade. A droga no q tange ao seu consumo e actos conexos.

MMPI-2: inventário multifásico de personalidade do Minesota 2.e. embora em termos estatísticos não parecesse bem fundada. Escalas relativas ao bem-estar da criança em relação ao exercício das responsabilidades parentais. Wais-III: escala de inteligência de Wechslerpara adultos 3º edição . especial/ nos casos em q o uso da droga resulta em status e aprovação dos amigos. diagnóstico. Escala de impulsividade de BARRAT. composição de objectos. mesmo não querendo tratá-los em massa. BSI: inventário de sintomas psicopatológicos. Organização perceptiva. raciocínio. CSDD – escala cornell para a depressão na demência. LP: labirintos de Porteus. aritmética. SMC – escala de queixas de memória. de amigos no uso de drogas. ao quebrar a relação psico-social c/ a sua dependência e resocializá-lo para 1 novo familiar e laboral. Retenção de memória auditiva imediata e de memória de trabalho. Entre outras «deficiências». Planificação e organização perceptiva. Para avaliação da dinâmica familiar: PSI – índice de stresse parental. a interacção de mecanismos biológicos básicos c/ múltiplos factores sociais. Porém. bem como determinados locais e contextos. concentração.pesquisa de símbolos. TRVB: teste de retenção visual de Benton. PTSD – perturbação de stresse pós-traumático. bender. Para a avaliação cognitiva: Wais-R: Escala de inteligência de Wechslerpr adultos revista. pensamento. SVR-20: avaliação de risco de violência sexual. mesmo nos períodos do + negro insucesso. Para avaliações específicas (sintomatologia. linguagem. Atenção e capacidade sequencial. No processo de dependência de drogas. BG: teste Guestálicovisomotor. EMW: escala de memória de Wechsler. q por definição são: unidades especializadas q prestam cuidados a toxicodependentes q necessitam de interna/o prolongado c/ apoio psicoterapêutico e sócio terapêutico. A avaliação clinica permite 1 categorização genérica das funções ou capacidades afectadas não podendo todavia prescindir. sp se manteve 1 esperança suspensa nas comunidades terapêuticas. Cage – questionário de alcoolismo. Atenção dividida e controlada. nestas classificações de drogados ou toxicodependentes. SWLS – escala de satisfação com a vida. versão adolescentes. tanto no uso inicial qto na perpetuação do uso. HCR-20: avaliação de risco de violência (versão 2). EMBU – pais. Para se proceder a esta avaliação são necessários: Testes de nível intelectual. sociais e ambientais tb influenciam a continuação do uso e as txs de recaídas entre aqueles q buscam trata/o. compreensão. Testes de processos cognitivos (avaliação de perturbações de percepção. em ≠s estagios do processo. TAT: teste de apercepção temática. PCL-SV: checklist de psicopatia revista. A escala de inteligência de Wechsler: proporciona-nos 1 informação + completa do funciona/o intelectual do individuo. algumas situações sociais podem exercer efeito reforçador. Fornece informação sobre: Compreensão das palavras e sua definição. ADAS – escava de avaliação da doença de Alzheimer. TP: Toulouse. c/ envolvi/o de familiar e/ou.do agente consumidor e nesta base são enviados a trata/o os consumidores e os pequenos traficantes q realizam essa operação apenas para sustentar o consumo próprio. memória imediata. PARI – questionário de estilos parentais. ECSV: escala de crenças sobre a violação. mas sabem pouco. atenção.” A sub escala verbal é composta por 7 sub testes: vocabulário. mas factores relacionados à personalidade e biologia. FBI – inventário de comportamento frontal. Screening: bateria neuropsicologica. A modelação parental e social exerce imp efeito reforçador. Traços de personalidade caracterizados por comporta/os de busca de novidade e busca de sensações parecem estar relacionados c/ uso de múltiplas drogas. NPI – inventário neuropsiquiátrico. capacidade de categorização e de conceptualização. tutores e cuidadores. código. Raciocínio fluido e processa/o simultâneo de informação. Escala de demência . podendo levar a 1 perda de flexibilidade de uso de determinada droga. coordenação viso motora. provavel/ são + imp em relação ao modo como os efeitos de determinada droga são percebidos.. E é nesta fase q reconhecemos o papel das comunidades terapêuticas. Fornece informação sobre: Atenção. A fissura (craving) pela cocaína e outros psico estimulantes está associada tanto c/ sinalizadores (gatilhos) q evocam recordações do reforço + (euforia. As drogas são ≠s e as pessoas tb. Atenção e concentração. IADL – escala de actividades instrumentais de vida diária. culturais e políticos influenciam o comporta/o de uso de drogas. Embora as acções de determinada droga sejam críticas para o processo. RZM – teste de frustração de rosenzweig. Os + poderosos são o reforço + (busca de droga para obtenção de prazer) e o reforço . pessoas e comporta/os associados c/ o uso de psicoestimulantes. Definição de inteligência: “ É a capacidade global ou agregada do individuo actuar c/ 1 finalidade de pensar racional/ e de lidar eficaz/ c/ o seu meu ambiente. GDS – escala de depressão geriátrica. organização espacial. RORSCHACH: psicodiagnóstico de rorschach. PCL-YV: Checklist de psicopatia revista. disposição de objectos. falam do q sabem. Raciocínio não-verbal e pensa/o analítico. matrizes. IEP – inventário de estilos parentais materno e paterno.(busca de droga para evitação do desprazer). DAD – avaliação de incapacidade funcional na demência. de 1 avaliação psicológica c/ vista à necessária “quantificação” dessas perturbações e 1 + correcta e ajustada apreciação de 1 eventual défice dessas capacidades. podem tornar-se reforçadores secundários. organização grafo-perceptiva. FAT – familya perception test. memória. Raciocínio lógico-abstracto. Testes de personalidade. AVALIAÇÃO PSICOLOGICA INSTRUMENTAL EM CONTEXTO FORENSE Avaliação em psicologia forense: A avaliação constitui 1 processo complexo. Para avaliação de sintomatologia: SCL-90-R: escala de avaliação de sintomas 90. Do ponto de vista das aprendizagens sociais. sequência de letras e números. informação. compreende diversos momentos de entre os quais a entrevista psicológica é fundamental. ECVC – escala de crenças sobre a violência conjugal. Grau de aculturação social. Eventual/ o equipamento necessário para o uso (p. ASI – índice de severidade de adição. 3º edição. mtos têm esta «deficiência» do saber. Entrevista de Zerit de sobrecarga do cuidador. por via da regra. combinam as 2 perspectivas anteriores. energia e bem-estar) qto c/ os gatilhos q evocam estados aversivos (tais como a depressão e ansiedade) ou evocam a abstinência e seus efeitos desprazerosos. seringas. Auto – questionário marital. Mas nestas fronteiras da realidade e da ilusão. FCR: figura complexa de rey. 8 . edição revista. Qq evento q reforça 1 padrão comportamental anterior pode ser considerado 1 reforçador deste comporta/o. risco. EPQ: inventário de personalidade de Eysenck. Os Modelos Mistos ou Integrados – q na base do bom senso penal e do q é interpretado como o interesse da sociedade e do indivíduo. temos de reconhecer q entre eles encontramos pessoas que não sabem falar do q sentem. MMPI. nada parece ter influenciado de modo apreciável a maré da dependência q foi mostrando períodos de fluxo e refluxo aparente/ indiferente aos esforços q os governos do + variado cariz político contra ela desencadearam. isqueiro) e indicadores da disponibilidade da subst. alerta. etc). A escala de inteligência integra 2s grupos distintos de subtestes: o grupo verbal e o grupo de realização. CDR – avaliação clinica da demência. IPE – inventário de práticas educativas. J-soap-II: avaliação do risco em agressores sexuais adolescentes. história prévia de comporta/o anti-social ou outra condição psiquiátrica pré-existente. sem relação afectiva estável. não se presume q todas as pessoas que se tornam dependentes da mesma droga sintam os seus efeitos da mesma maneira ou sejam motivados pelo mesmo conjunto de factores. capacidade de distinguir o essencial. Avaliação breve de estado mental. A disponibilidade da droga. Independente/ dos efeitos farmacológicos. > auto-estima. MCMI III: inventário clinico multiaxial de Milton III. MAST – Michigan Alcholism screening test. Contudo. do sexo masculino. cubos. ARASA: avaliação de risco de agressores sexuais adolescentes.A: inventário multifásico de personalidade do Minesota para adolescentes. c/ o objectivo de promover o seu trata/o e a sua resocialização. além de crenças acerca dos efeitos das drogas. versão reduzida. Para avaliação da demência: GDS – escala de deterioração global. Além disso.imp. Para avaliação da personalidade: Mini Mult: versão reduzida do MMPI. CUIDA – questionário para a avaliação de candidatos à adopção. Áreas de avaliação em adultos: Esta área tem como base a avaliação da inteligência e das funções mentais. A sub escala de Realização é composta por 7 Sub testes: Comple/o de gravuras. ≠s factores podem ser + ou . memória de dígitos.etc): PCL-R: checklist de psicopatia revista. Factores biológicos. MPR: matrizes progressivas de raven. capacidade viso-construtiva. Grau de socialização. Maci: inventário clinico para adolescentes de Milton. Audit – prova de auto-conhecimento. Questionário das funções psicossociais do consumo de álcool. WAIS-III: Avaliação do desenvolvi/o cognitivo dos 16 aos 90 anos. a sua aceitação social e pressões de pares podem ser os principais determinantes da experimentação inicial. EMW: escala de memória de W. Memória remota. ECPF – escala de crenças sobre a punição física. As vulnerabilidades individuais para o uso e potencial dependência incluem os seguintes: adolescentes ou adultos jovens. há vários possíveis modos de acção pelos quais os psico estimulantes podem reforçar o comporta/o de busca e consumo.

dependente. A chamada deterioração mental é a perda de eficiência precoce e + ou . casa dos 30. Mesmo existindo notas elvadas o resultado não é unívoco. podendo a hipocondria pertencer a 1 qdro patologico + geral. > grau de cooperação do sujeito. necessidade de melhor adequação da legislação penal. casos habitual/ delicados. narcisica. Constituido por 175 itens distribuidos por 24 escalas clinicas e 4 indices de validação. fins periciais. Ma – a triade psicotica. ansiedade. através da escala de memória de Wechsler. tidas como. Pa e Ma.Haverá deterioração mnésica? O que é? A deterioração mnésica é a perda precoce + ou . validade. motivação para mudar e presença consciente da problematica pessoal. defices no controlo dos impulsos. Validade: grau de garantia em q 1 teste mede o que efectiva/ pretende medir (há vários critérios para a validação de 1 prova.wais III. As escalas clinicas por outro lado pretendem avaliar os traços de personalidade + salientes. instabilidade emocional. depressiva. sendo esta validação indispensável para q. 2. pessimismo. Remete para estados hipomaniacos. Os sujeitos têm 1 longa historia de exageros nas dores e há 1 procura de compaixão. sentimentos de inutilidade e incapacidade. matrizes progressivas de raven. por ex. Rorschach. Remete para ideias de referencia. esquizofrenia e hipomania. bx autoconfiança. euforia. q gera 1 senti/o real de medo por parte da pessoa alvo. impulsividade e instabilidade do humor. lentificação motora. D. relação especifica c/ nenhuma estrutura. desconfiança. TAT. Em contexto forense – Solicitado pelas entidades oficiais.qual a eficiência e o funcionamento intelectual? Testes aplicáveis: escalas de Wechsler. ausencia de interesses profundos. 2.Testes das matrizes progressivas de RAVEN ou PM38 . dificuldade no controlo dos impulsos e das emoções. paranoia. Expectativa face às repercussões dos resultados. estas não serão validadas. apatia. fins terapêuticos. insegurança. entre outros. Constituido por 71 itens. tendendo a optar sp pela resposta que o favorece + do ponto de vista social. Mini-Mult: surgiu em 1968. Retrato robot: solteiro ou divorciado. obsessoes.acentuada de eficiência mnésica. anti-social. Posterior/ à avaliação da validade do perfil incidir-se-á sobre as escalas clinicas. O perfil neurotico esta presente qdo a elevação recai sobre as 3 primeiras escalas – a triade neurotica (Hs. agressiva. Esta situação verifica-se no caso de: o sujeito ter falsificado as respostas num sentido desfavoravel. delirios persecutorios e de grandeza. Remete para queixas.teste de raciocínio lógico-abstracto ou teste de factor g. não ter compreendido as questoes. negação desses problemas e canalização dos conflitos para a via somatica. histeria. b. irritabilidade. depressão.escala de mentira (L): o resultado permite apresiar em que medida o sujeito se esforça por falsificar os resultados. As escalas de validade pretendem avaliar a competencia do sujeito para responder às perguntas. o + das xs. psicopatia. c. Fidelidade: Traduz a consistência dos resultados obtidos por 1 sujeito qdo testado nova/ c/ o mesmo teste ou c/ outro equivalente. não figurativos. Testes para uma avaliação em psicologia forense . Figura complexa de Rey. e) com 12 pranchas cada 1. e perturbações psicoticas. A considerar: inexistência de estudos no nosso país. evitativa. 3. medos. compulsiva. pensa/o obsessivo. STALKING. Sc. podem envolver formas extremas de agressão. Haverá deterioração mental? O que é? A partir de certa idade há uma deterioração fisiológica normal e progressiva que afecta designada/ certas funções intelectuais. fobias. verificando-se 1 dificuldade crescente de prancha por prancha. histrionica. TESTES PARA UMA AVALIAÇÃO EM PSICOLOGIA FORENSE Testes + utilizados para a avaliação da personalidade: Mini-Mult.é solicitada pelo próprio ou pelo seu terapeuta. Standarização/padronização: constância do material. ou apenas c/ base nestes tendo os codigos como objectivo condensar a informação. Estas escalas distribuem-se da seguinte forma: a) escalas clinicas de personalidade . ou mesmo simulação. A escala não tem valor diag. Em suma esta prova permite identificar trações de personalidade + realçados no sujeito baseando-se em escalas de validade e escalas clinicas. para q se possa concluir correcta/ 1 sequencia inacabada.histeria (Hy) mede a presença de sintomas histericos de conversão. não apresentando estas.Em contexto clinico . a alienação significativa das relações afectivas. egocentrismo. constando nestas geral/ 1 de 3 tipos de perfis básicos: neurótico. 4 – desvio psicopatico (Pd) mede a tendencia q o sujeito apresenta para manifestar caracteristicas psicopaticas. Se o resultado for elevado: revela 1 atitude defensiva por parte do sujeito. O que é um teste psicológico? É 1 medida objectiva e padronizada de 1 amostra de comporta/o. psicastenia.acentuada de 1 conjunto de funções intelectuais. q são interpretadas atraves de perfis ou codigos que podem ser utilizados em concordancia na interpretação ou isolada/. Se o resultao foi + elevado do que as escalas clinicas. dificuldade em aprender com os erros. d. Factores que interferem com a avaliação em contexto forense: Ansiedade situacional. revestindo a forma de assédio e perseguição de tonalidade ameaçadora explicita ou implícita.escala de correcção (K): o resultado desta escala é essencial/ utilizado como factor de correcção para q melhor se possa discriminar as escalas clinicas. tendendo este a tentar transmitir a imagem de “normalidade”. frequente/ associados a violência doméstica. inteligência média ou superior. incapacidade de concentração. ter dado respostas ao acaso. A determinação faz-se. fornecendo dados acerca da personalidade do individuo atraves de nºs que correspondem às 2 ou 3 escalas + salientes do perfil. ou mesmo ter 1 anomalia mental grave. indecisoes.escala de validade/falsidade (F): permite controlar a verdade do teste. Haverá indício de deterioração orgânica? Na detecção da lesão cerebral orgânica são utilizados sobretudo testes de organização perceptiva e estrutural como por ex: Retenção visual de Benton. onde se podem verificar delirios paranoides. permitindo ainda interpretar a eventual existencia de distorções e defensividade. 3. Eventuais ganhos secundários. É 1 instrumento objectivo de avaliação da personalidade. Millon III – Inventario Clinico Multiaxial de Millon III. A estrutura da prova é constituida por 3 escalas de validade e ainda 8 escalas clinicas. imaturidade. Características: Standarização. (Pt)7 – esquizofrenia (Sc) mede sintoms caracteristicos da esquizofrenia. imputáveis. distorções da realidade. Como se avalia a deterioração mental? Screening neuropsicológico para a deterioração/ Wais-III. etc. MMPI 2. psicotico e psicopático. Remete para ideias e comprota/os estranhos. Estas últimas exigem o estabeleci/o de normas que permitem atribuir significado a 1 resultado obtido.inclui as esclas esquizoide. suspeição e bizarrias. auto-desvalorização. Pode revelar imaturidade. O perfil psicopatico pode ser dado por 1 elevação isolada da escala Pd e possivel elevação de Ma ou até elevação conjunta das escalas Pd. Remete para o padrao de comporta/o anti-social. alienação social e familiar. dificuldades sexuais e sensações peculiares. das regras de aplicação e das regras de interpretação. problemas na infância. Remete para queixas e sintomas somaticos. Remete para fobias. Wais-III. em que exige ao examinando q compreenda a relação existente entre ≠s elementos geométricos. Se o resultado for bx revela autocrítica. percebendo a sua atitude perante a prova. etc. preocupações e sintomas relacionados c/ a saude corporal. desconfiança e hipervigilancia. os stalkers são. 4. falta de confiança. sociais e intelectuais com o mundo externo que podem determinar 1 comportamento bizarro manifesto. o que é? Padrão de comporta/o intrusivo. inquietude. Para alem destes perfis a interpretação da prova tb pode ser efectuada c/ base em codigos. separação precoce da mãe.1. senti/o de perseguição. insatisfação. Hy). As escalas de validade são: 1. 1 – hipocondria (Hs) mede as sensações cinestesicas normias q no entanto são sentidas de forma exagerada e desagradavel pelo individuo. bx tolerancia a frustação e explosoes agressivas. podendo a sintomatologia depressiva estar associada a outras perturbações. 9 . 2 – depressão (D)3 mede o sintoma clinico depressivo. antecedentes criminais e/ou psiquiátricos. Millon III. por ex. 8 – hipomania (Ma) mede a hiperactividade do pensa/o e da acção. O mito e a realidade: Avaliação psicológica em contexto clinico e em contexto forense . É constituído por 5 séries (a. fuga de ideias. 1 determinado resultado seja reconhecido como medida de inteligência). 3 . compulsões. As escalas clinicas são: hipocondria. egocentrismo. fidelidade. pensa/o confuso. atraves de Kincannos. 5 – paranoia (Pa) mede em simultaneo as perturbações caracteriais onde a paranoia é caracterizada por 1 psicorigidez. Remete para sintomas depressivos (melancolia. O perfil psicotico acontece qdo esta presente 1 elevação das escalas Pa. È 1 instru/o psicometrico q pretende proceder à avaliação dos principais elementos da personalidade atraves de 8 escalas q representam traços de personalidade e ainda á detecção de psicopatologia aquando da sua existencia. necessidade de trata/o psiquiátrico/psicológico. Relaciona-se c/ a auto-agressão. É 1 versão reduzida do Inventario Multifasico e Personalidade de Minnesoita (MMPI) de Hathaway e Mckinley surgido em 1951. atitude de reserva. 6 – psicastenia mede algumas perturbações psicologicas como a fadiga fisica e intelectual. assim como traços de caracter histerico.

Perturbações neurocognitivas ligeiras. no entanto. relação c/ o outro. Observação Apresentação (cuidada/descuidada.Estabelecido com base em dados etiopatogénicos.1925): 1. enquadra/o em qdros psicopatologicos. Contextos de avaliaçãodo dano psíquico .). a inteligência não seria 1 função distinta. 2. construção de modelos e resolução de problemas. tratar-se-ia de função cognitiva geral.). 10 . b) escalas de patologia grave da personalidade – inclui as escalas esquizotípica. dependencia de subst e perturbação de stress pos-traumatico.Nesta situação pode confundir-se em parte c/ o prejuízo moral e o papel do perito psiquiatra consiste em analisar os elementos psicopatológicos distinguindo-os dos problemas existenciais. Verosimilhança do diag etiológico.etc. Tipo de intervenções médico-cirúrgicas (neurocirurgia. angustia. Pede-se ao sujeito que conte 1 historia. etc. Tipo e duração dos cuidados médicos (interna/o hospitalar. habitual/ súbita e inesperada. Estado anterior e personalidade de base. Critérios gerais parcial/ sobreponíveis aos utilizados para averiguar a eventual relação entre 1 cancro e 1 traumatismo (7 critérios propostos por Muller e Cordonnier. Acontecimentos traumático e pessoa . DSM-IV-TR. exames complementares de diag. traços depressivos. perturbação bipolar. Ainda q certas áreas do cérebro pareçam especializadas em processos mentais específicos. torturado ou obrigado a deslocação forçada devido a condições de guerra. Classificação Estatística Internacional de Doenças e Perturbações de Saúde Relacionadas (CID-10. até a situação ficar resolvida. Traumatismo indirecto q resulta de 1 aconteci/o no qual o sujeito não se encontra directa/ implicado (dano por ricochete).Série das perturbações neuropsicológicas dos traumatismos cranianos. Vulnerabilidades pessoais . permitindo comunicar.Não raras xs é invocado. ocorrer. reabilitação. Agressão criminosa. permitindo avaliar: aspectos das funções cognitivas. Circunstâncias do dano psíquico . conhecer. imaturidade. até se resolver o problema.q se podem ter reflectido na personalidade. Avaliação dos défices cognitivos pós-traumáticos: O cérebro é o órgão + complexo e imp do sistema nervoso. organização psicotica. c/ tendência a prolongarem-se no tempo. Testemunhar ou tomar conheci/o de aconteci/os traumáticos.). Consequências de acontecimentos de vida . outras especialidades. a actividade mental mobiliza simultanea/ diversas áreas. perturbações persistentes do humor. Abuso físico ou negligência grave na infância. num indivíduo com antecedentes psicóticos. Avaliação pericial das perturbações mentais . 7. Desastres naturais. feito prisioneiro de guerra. dependencia do alcool.Lesão cerebral envolvendo perturbações neurológicas. operando 3 processos fundamentais: o da percepção. Estabelecimento do nexo de causalidade (critérios gerais. crenças e valores. mas em função da avaliação. perturbação somatoforme. traços ansiosos. cuja intensidade e consequências podem ser avaliadas tendo em conta o terreno psicológico. mesmo depois da causa original ter desaparecido. Aconteci/os +s e . associada ou não a qq tipo de lesão física. Ausência de anterioridade e integridade prévia da região traumatizada. Concordância de localização entre as sequelas e a região traumatizada (não). Referências nosográficas: Classificação das perturbações num qdro nosológico preciso. Quociente de inteligência. o da integração e o da execução. Características da personalidade. recordar. nomeada/ psicofármacos. envolvendo consequências de tipo orgânico associadas a consequências de tipo psíquico resultantes das circunstâncias do traumatismo físico e/ou da repercussão das lesões corporais. Dificuldades particulares: Incerteza relativa/ à etiologia de certas perturbações mentais. Pode. d) escalas de sindromes graves – inclui as escalas de perturbações do pensamento. Não existe consenso sobre o conceito de“inteligência”: para uns.Estão ligadas a: Aspectos genéticos. Não existe evidência científica q 1 traumatismo físico possa estar na génese de 1 esquizofrenia (a sua etiologia é multifactorial) ou de 1 psicose maníaco-depressiva (associada a perturbações genéticas e biológicas). certa e exclusiva com o evento traumático em causa. Direito do Trabalho (reparação do dano q implique perda da capacidade de ganho). Teste de Rorschach – mobiliza o conjunto do sujeito. Exposição a situações de combate no decurso da vida militar. As funções neuropsicológicas são de importância primordial. c) escalas de sindromes clinicos .Avaliação clínica. c/ especial incidência nos seguintes parâmetros: Estudo exaustivo da biografia do sujeito. Nexo de causalidade em psiquiatria . 1992). Psicoses e traumatismo . entrar em relação c/ o outro.Estudo exaustivo de todos os documentos médicos (processos e relatórios clínicos. 1 descompensação temporária compreensível na evolução da sua perturbação mental a justificar trata/o até à sua remissão (regresso ao estado anterior). 3. sem qq lesão física . Continuidade evolutiva ou encadea/o clínico. Possíveis consequências psíquicas de traumatismos físicos . etc. 2000). Situações pontuais indutoras de stresse crónico provocam desgaste psicológico q se prolonga no tempo. Manual de Estatística e Diagnóstico das Perturbações Mentais (Associação Americana de Psiquiatria. Aspectos gerais da avaliaçãodo dano psíquico . neuropsicológicas (perturbações das funções cognitivas) e psico-orgânicas (reacções psicoafectivas ligadas à lesão cerebral). etc.Acidentes graves. significado e impacto q determina na pessoa. depressão major e perturbações delirantes. aprender. Aconteci/os traumáticos provocam efeitos graves. capacidade de auto-controlo e agressividade. agressividade contida ou explosiva. em função das circunstâncias e da vivência do traumatismo físico. auto-destrutiva. etc. Evolução clínica. Crenças e valores relacionados c/ objectivos. que incluem: A perturbação de stresse agudo e a perturbação de stresse pós-traumático. Série das perturbações ansiosas e série das perturbações da adaptação. com vista a conhecer: A natureza do traumatismo e das lesões sofridas. Traumatismo físico sem TCE. Período de tempo decorrido entre o evento traumático e o aparecimento das perturbações. psicoterapia. Traumatismo psíquico isolado sem lesão física associado a consequências de tipo exclusiva/ psíquico.inclui as escalas perturbação da ansiedade. para outros. envolvendo consequências de tipo orgânico associados ou não a consequências de tipo psíquico resultantes de lesão cerebral. As perturbações da adaptação (neurose pós-traumática. Certeza do diag actual. Transtornos psiquiátricos e dças físicas prévias. Perturbações cognitivas associadas a uma alt da personalidade (síndromo frontal). TAT – é composto por 20 pranchas. 6. Perturbações mentais encontradas na sequência de traumatismos . não em função do tipo de aconteci/o em si. o desenvolvi/o de 1 pe rturbação mental processual de natureza psicótica.). Manif clínicas destes qdros psicopatológicos não justificam a fixação de 1 IPP de natureza psiquiátrica em relação directa. trata/os e medica/os prescritos. perturbação depressiva. Ser raptado. Tipos de acontecimentos traumáticos .Problemas diários de “resolução automática” têm efeitos benignos. caracteristicas afectivas e emocionais. estado-limite e paranóide. Perturbações psicotraumáticas isoladas. Direito Civil (reparação personalizada e integral do dano). q inclui: Demências pós-traumáticas (?). responder. social e cultural onde se manifesta. associada ou não a perturbações psicotraumáticas em função das circunstâncias e da vivência do traumatismo físico. Síndromo pós-comocional (?). Perturbações mnésicas. borderline. Este pormenor leva a compreender pq há seres humanos q podem sentir certos aconteci/os como traumáticos embora não correspondam verdadeira/ ao q se costuma designar por trauma. Lesões de qq outra parte do corpo c/ a vivência particular de alt da imagem corporal e de eventual incapacidade física sequelar. segundo critérios internacional/ reconhecidos.). com relevância para o encadeamento anátomo-clínico e o período que decorreu entre o traumatismo e as primeiras manifestações psicopatológicas). Pode-se concluir a partir do RCH ou TAT que se trata de: organização neurotica. Identificação ou demonstração de 1 estado anterior. Realidade e intensidade do traumatismo (não). imagem de si. etc. 4. mas a expressão de 3 tipos de actividade intelectual a níveis diversos –abstracção. afectividade.Traumatismo físico c/ TCE confirmado. Outros (CGA. OMS. Agressão sexual.negativista.O cérebro funciona de 1 forma global. 16 para a mulher e 15 para o homem. Abuso sexual infantil. AVALIAÇÃO DO DANO PSIQUICO Traumatismo psíquico – Conceito: Aconteci/o q irrompe na vida do sujeito de forma traumática. medicina interna. na sequência de um traumatismo físico ou emocional. 5. Situações pontuais indutoras de stresse provocam desgaste psicológico delimitado. etc.O julga/o de gravidade extrema é feito. psiquiatria.Direito Penal( tipificação do crime e graduação da pena). ambulatório.

1 qualidade complexa.) não são independentes.E. Dissimulação: Ocultar ou minimizar os sintomas c/ a finalidade de obter benefícios ou evitar certas consequências (p. Percepção (normal. para efeitos do artº20 C. Albuquerque (1993/94). obnubilação.As limitações dos testes psicométricos . Escala Neurocomportamental (Neurobehavioral RatingScale –NRS)de H. Capacidade geral de autocrítica (conservada. Simulação. (quociente intelectual) pelo de Q. 8-Avaliação global dos défices neuropsicológicos: Bateria de Testes Neuropsicológicos de Halstead.). adequado/desadequado).16 a 25 pontos. TNI por Acidentes de Trabalho ou Doenças Profissionais (Anexo I do Decreto-Lei nº 352/2007. Overall e R. Figura Complexa de Rey. Tabela de avaliação de incapacidades permanentes em direito civil (Anexo II do Decreto-Lei nº 352/2007. sintomas de hiperactivação fisiológica e alt do padrão de comporta/o. labilidade. mas os seus efeitos devem ser avaliados de 1 forma integrada e compreensiva (o todo é. indiferente.P. lesão ou disfunção cerebral: Perturbação orgânica da personalidade. variável. Potenciais evocados. fluxo ideativo. Nível de conhecimentos gerais (bom. Perturbações mentais decorrentes de lesão cerebral orgânica.Subsequentes a “lesões físicas pós-traumáticas geradoras de sequelas graves e necessitando de trata/o complexo e de longa duração”. C/ grave repercussão . Actual/ fala-se de inteligência emocional. Contacto (dócil. 6-Avaliação perceptiva (para estes 3 últimos. 1989). funcionais e situacionais. Quantum doloris. médio. vocabulário. espaciais.. 2 . orientação). RMN. as competências relacionais e o coping. indemnização ou isenção de certas obrigações). Dano estético.Incapacidade temporária (total ou parcial).Parâmetros de avaliação: sequelas lesionais. colaborante. etc.Capítulo X – Psiquiatria (de acordo c/ as classificações da CID-10 e do DSM-IV): Perturbações da adaptação: Reacção depressiva prolongada.Avaliação dos aspectos motores. Além disso. de 23 de Outubro) . Perturbação de stresse pós-traumático. por ex. pelo .A. de 23 de Outubro) Capítulo I –B) Psiquiatria (de acordo com as classificações da CID-10 e do DSM-IV): Perturbações persistentes do humor.I. Ducarne de Ribaucourt. Com ligeira repercussão . Perturbação factícia e patomimia: Produção de sintomas visando desempenhar o papel de doente (único benefício aparente). eufórico. J.Questionários: Inventário Multifásico da Personalidade de Minnesota (MMPI). mutismo). C/ grave repercussão .P). devendo ter em conta. embotada. Memória (normal. C/ ligeira repercussão . as medidas específicas dos testes (capacidade verbal. São provas padronizadas: 1-Avaliação de nível intelectual:Teste WAIS-R ou Matrizes Progressivas de Raven. Exame do estado actual (PSE). Discurso (espontaneidade. p. A PSIQUIATRIA E A PSICOLOGIA NA AVALIAÇÃO PERICIAL EM SEXOLOGIA FORENSE Apesar de não específicas. Outras perturbações mentais: Outras perturbações psíquicas não especificadas.4 a 10 “. Levin.11 a 15 “. não contemplam a totalidade das aptidões intelectuais. neutro. instável.16 a 25 pontos. sobretudo. Nível de consciência (lucidez. Outras perturbações mentais (p. não existe qq medida objectiva do nível de funciona/o cognitivo anterior ao traumatismo. estados obsessivos. abstracção. desenhando-se. Raciocínio (encadea/o. ↓. Capacidade de abstracção (grau de dificuldade na formulação de conceitos). ilógico c/ produção delirante. as orientações teóricas de quem os concebeu e de quem os aplica. Sisson (1987): Traduzida para português por F. 1997 .Manif psíquicas. reexperiência penosa do aconteci/o traumático. 7-Deterioração mental orgânica:Testes de retenção visual (Teste de Benton. Incapacidade permanente parcial (IPP).Baterias de testes psicológicos e neuropsicológicos. Electroencefalograma. Instrumentos de avaliação complementar do dano psíquico . A sintomatologia inclui condutas de evita/o (de situações ou pensa/os q evoquem o trauma). perturbação factícia e dissimulação – Simulação: Produção intencional de sintomas ou o seu exagero grosseiro c/ o propósito de obter benefícios (p. Estudo da personalidade: 1 . confusão.E. A. Adaptada à avaliação médico-legal do dano por I.E. 5-Avaliação da praxia. Goethe. amnésia). em consonância. Parâmetros de avaliação do dano psíquico. 11 . utiliza-se. juízo crítico.Técnicas projectivas: Teste Psicodiagnóstico de Rorschach. sem ignorar a utilidade e as limitações dos testes psicométricos. C/ ligeira repercussão . MiniMult. Síndrome pós-concussional. necessaria/. C/ moderada repercussão . 1 tendência para substituir a avaliação do Q. (quociente emocional). ex. estados fóbicos e obsessivos). prejuízo profissional ou prejuízo juvenil. de Teresa Magalhães. reticente. como as suas capacidades criativas e o seu conheci/o do meio natural e social. Escala OMS para a Avaliação de 1 Incapacidade Psiquiátrica (OMS/DAS. Estado psíquico permanente doloroso caracterizado por perturbações persistentes do humor (> 2 anos). e não pode ser c/ ele confundida. admitindo-se. Juízo (grau de crítica. Ter presente. Ressonância afectiva (empatia. ausente). Bender.11 a 15 “. de 1 evento traumático q excede os mecanismos de defesa do indivíduo.Os testes são úteis para medir as performances individuais em determinadas condições. Questionário de Personalidade de Eysenck (EPI). patrimoniaise extrapatrimoniais . Avaliação dos défices cognitivos pós-traumáticos . Remissão para o artigo 3 (perturbações cognitivas) do sub-capítulo “Neurologia”. Martins. As emoções são indissociáveis da razão–“A percepção das emoções exerce 1 influência imp na capacidade de discerni/o. prejuízo sexual. Perturbações mentais decorrentes de lesão cerebral orgânica e outras perturbações mentais . construção sintáctica). o tipo de perícias e de questões suscitadas são: Responsabilidade criminal e avaliação de pressupostos ML de (in)imputabilidade do arguido de crimes sexuais (artº 159 C. High.I. q os seus resultados reflectem. ex. a qual inclui 5 instrumentos: História psiquiátrica e descrição sócio-demográfica. sofrível. combinação subtil de auto-controlo. Vieira e A. A inteligência não é definida pelo Q. Com moderada repercussão .N. todavia. ex. súbita e imprevisível. 3-Avaliação da linguagem (estudo das afasias):Teste de Head e Teste de B. hipermnésia. agilidade/embotamento intelectual). hipomnésia. frouxa. baseado numa entrevista psiquiátrica semi-estruturada. A sua valorização pericial só deve ter lugar após. qdo independente de processo psicopatológico (artº 160 C. não traduzindo certos aspectos da inteligência dos examinados. a possibilidade de simulação. mudança de trabalho). Antunes. Avaliação dos défices cognitivos pós-traumáticos: Em regra. Prejuízo de afirmação pessoal (PAP). oposição. K.Perturbações mentais decorrentes de lesão cerebral orgânica. interferência de fenómenos alucinatórios). Rorschach). 4-Avaliação da atenção. A avaliação ML do dano psíquico não se deve quedar pela mera determinação das competências técnicas e conceptuais. Perdigão (1993). Primado da avaliação clínica. maniforme). Perturbação de stresse pós-traumático . elevado. O Q. Teste de Apercepção Temática de Murray (TAT). Humor (estável. Tipo de linguagem (articulação. Escala para avaliação de 1 incapacidade (DAS). sensoriais e emocionais. Índice de Cornell. Testes das funções psicológicas . C/ moderada repercussão . Perturbações persistentes do humor . mediadas pela ansiedade e provocadas pela ocorrência. deliróide).adequação/extravagância do vestuário). Inventário de Avaliação do Dano Corporal.Avaliação dos défices neuropsicológicos . indiferença. negativismo). Exames complementaresde diagnóstico: Análises clínicas. Gaudêncio e L.I. 2-Avaliação da memória:Escala de Memória de Wechsler. como. em contexto litigioso. estados fóbicos. Perturbação de stresse pós-traumático.P. sociabilidade e consciência do seu próprio valor. Testes das funções psicológicas. Pensa/o (lógico.2 anos de evolução. Os sistemas neuronais q alimentam a 1ª encontram-se combinados c/ aqueles q subjazem à 2ª”.16 a 25 pontos.M.P. F. depressivo. neologismos. frieza. Escala de cotação dos indivíduos c/ perturbações mentais (PIRS). O factor de stresse deve ser intenso e/ou prolongado. reduzido).P. Avaliação diagnóstica e prognóstica (DPA). por si sós. é 1 medida de performances intelectuais q. pobre). Nível intelectual (normal.S. Probabilidade de repetição de factos típicos semelhantes ou seja a perigosidade. o qual representaria 1 melhor indicador do comporta/o das pessoas em diversas situações. adequação. c/ repercussão a nível do funciona/o social. O tipo de défice cognitivo está relacionado c/ a zona cerebral lesada.11 a 15 “. orientação espacio-temporal. qdros psicóticos. incontinência). Estudo radiológico do crânio (vários planos e incidências). Questionário de Personalidade de Catell.4 a 10 “. o Teste de Luria). verbais. laboral ou de outras áreas importantes da actividade do indivíduo: C/ grave repercussão . Martins. TAC crânio-encefálica e tomografia computorizada de emissão de fotão único. > q a soma das partes). ex. W.4 a 10 “. D. Perturbações da personalidade e do comportamento devidas a doença. desde q estabelecido 1 nexo de causalidade c/ o aconteci/o traumático. em regra.

Especificar se: Sexual/ atraído por Homens/Sexual/ atraído por Mulheres/Sexual/ atraído por Ambos/ Não Atraído Sexual/ por Nenhum. elaboração e estrutura da narrativa. pretendendo o Tribunal avaliar a Perigosidade. ao tribunal. ou os impulsos sexuais ou fantasias provocam mal-estar clínica/ significativo ou dificuldades interpessoais. 165. implicando tocar ou roçar-se em alguém q não o permite. A pessoa actuou debaixo destes impulsos sexuais. impulsos sexuais ou comporta/os. ou os impulsos sexuais ou fantasias provocam mal-estar clínica/ significativo ou dificuldades interpessoais. Fetichismo. Actos sexuais de adolescentes (art. Disfunções Sexuais devidas a um Estado Físico geral.166º).P. impulsos sexuais ou comporta/os. durante 1 período de pelo – 6 meses. Outras perturbações de personalidade. Masoquismo Sexual . q sp deva o perito se pronunciar sobre o desenvolvi/o. impulsos sexuais ou comporta/os. Fantasias sexual/ excitantes. impulsos sexuais ou comporta/os. Em Adolescentes ou Adultos. não é competente para avaliar pressupostos medico-legais de inimputabilidade. Lenocínio (art. Fantasias sexual/ excitantes. quantidade de detalhes. pretendendo Tribunal avaliar eventual inimputabilidade Perícia sobre a Personalidade. impulsos ou comporta/os sexuais. B. Com efeito.164º). sobre os aspectos perceptivos e cognitivos do depoimento. Sadismo Sexual . Sadismo sexual.P. Perturbações de Dor Sexual. Recurso à prostituição de menores (art. B. Abuso sexual de pessoa internada (art.A..A. implicando a exposição dos próprios orgãos genitais a 1 estranho de forma inesperada. As fantasias.Cuja credibilidade não pode assentar na perícia psicológica efectuada – perícia essa cuja realização apenas está prevista no C. apresentada como científica.175º). O dilema pericial. Crimes contra a liberdade sexual e Crimes contra a autodeterminação sexual . perde relevo a avaliação da personalidade (mencionada no nº 3 do artigo citado). implicando o acto de observar. implicando o acto (real. durante 1 período de pelo . Perturbação da Identidade de Género sem outra especificação. Pedofilia. Fraude sexual (art.P. Frotteurismo. Sem critérios para doença mental. e não sobre a sua credibilidade. Acórdão da Relação de Lisboa (nota 19 – do acórdão 7071/2005-3 de 18/01/2006) .Exibicionismo . Pedofilia.P. não simulado) em q o sofrimento psicológico ou físico (incluindo humilhação) da vítima é sexual/ excitante para a pessoa.173º). implicando trasvestir-se.176º). durante 1 período de pelo – 6 meses. necrofilia. durante 1 período de pelo .P. e q à partida se presume “subtraída à livre apreciação do julgador” (art. Perícia prevista no art. não simulado) de ser humilhado. recorrentes e intensos. preso ou submetido a qq outro sofrimento.). Parafilias .A.P. descrição de interacções. Fantasias sexual/ excitantes. A perícia prevista no art. Avaliação de pessoa inconsciente ou incapaz de opor resistência (artº154 C. Fantasias. e ainda q possa expor considerações sobre estrutura lógica. Vaginismo (não devido a um estado físico geral). Perturbações da Excitação Sexual. Desejo Sexual Hipoactivo. ou os impulsos sexuais ou fantasias provocam mal-estar clinica/ significativo ou dificuldades interpessoais. C.P. 1 pessoa nua.165º). Abuso sexual de pessoa incapaz de resistência (art. Perturbação do Orgasmo no Homem. maturidade e socialização daquele indivíduo. B. 154º do Código do Processo Penal pretendendo-se como objecto a avaliação psiquiátrica e/ou psicológica de vítima de crime sexual.174º). para os < de 16 anos e pq o perito apenas pode e deve pronunciar-se sobre a capacidade da pessoa em causa conservar em memória e reproduzir os aconteci/os q presenciou. se o pretendido é efectiva/ avaliar a capacidade do testemunho. B. para importar acima de tudo 1 realidade pericial bem ≠. Disfunções Sexuais – Perturbações do Desejo Sexual. roupa interior feminina). As fantasias. B. admissão de falhas de memória.169º). Pornografia de menores (art. Perturbações Sexuais – Parafilias: Exibicionismo. Exibicionismo. Disfunções Sexuais induzidas por Subst. 159º do Código do Processo Penal.). Perturbações da Identidade de Género. B.6 meses. Procriação artificial não consentida (art. e por xs até por Juristas. ocupacional ou em outras áreas. implicando o acto (real. recorrentes e intensos.º 160 C.171º).A. Frotteurismo . Perturbações do Orgasmo.Perturbação da Identidade de Género.A.P. Fetichismo Transvestido. Especificar o tipo: Tipo Exclusivo/Tipo Não Exclusivo. Especificar se: Sexual/ atraído por Homens/Sexualmente atraído por Mulheres/Sexualmente atraído por Ambos. Ejaculação Precoce. A Pericia sobre a personalidade prevista no art. Especificar se: Com Disforia de Género Voyeurismo. Importunação sexual (art. Fantasias sexual/ excitantes. Frotteurismo. ou os impulsos sexuais ou fantasias provocam mal-estar clínica/ significativo ou dificuldades interpessoais. recorrentes e intensos. Especificar se: Limitado a Incesto. C. agredido. Considera-se perigoso verter aos autos matéria subjectiva. provocam mal-estar clínica/ significativo ou dificuldade no funciona/o social. competência essa q é do tribunal. Voyeurismo.172º). implicando actividade sexual com 1 criança ou crianças na pré-puberdade (geral/ com 13 anos ou -). Violação (art. impulsos sexuais ou comporta/os. Esta perícia é frequente/ confundida por Psiquiatras/Psicólogos. ou os impulsos sexuais ou fantasias provocam mal-estar clínica/ significativo ou dificuldades interpessoais. Em crianças. Pedofilia . impulsos sexuais ou comporta/os. detalhes supérfluos. Abuso sexual de crianças (art. A pessoa actuou debaixo destes impulsos sexuais. A pessoa actuou debaixo destes impulsos sexuais. Fetichismo Transvestido .Coacção sexual (art.6 meses.Disfunções Sexuais.168º).16 anos e é pelo – 5 anos mais velho q a criança ou crianças no Critério A. 163º do C.Avaliação da capacidade de testemunho de menor de 18 anos (artº 131 C. envolvendo a utilização de objectos inanimados (por ex. durante 1 período de pelo . Disfunções Sexuais. recorrentes e intensos.6 meses. impulsos sexuais ou comporta/os. provocam mal-estar clínica/ significativo ou dificuldade no funciona/o social. Lenocínio de menores (art. Perturbação do Orgasmo na Mulher. com vista a determinar a capacidade ou incapacidade da mesma e presença ou ausência de discernimento e vontade em matéria sexual. impulsos sexuais ou comporta/os. A pessoa actuou debaixo destes impulsos sexuais. clismafilia e urofilia ). Parafilias. Fantasias sexual/ excitantes. Os fetiches não se limitam a peças de vestuário feminino utilizado no trasvestismo (como no Fetichismo Trasvestido) ou a objectos concebidos para a estimulação táctil dos genitais (por ex vibrador). e 178 C. para efeitos do artº 163.170º). A pessoa actuou debaixo destes impulsos sexuais. Perturbação de controle de impulsos. provocam mal-estar clínica/ significativo ou dificuldade no funciona/o social. mas como avaliadora de credibilidade de depoimentos. inexorável/ . Psicoses crónicas.A. As fantasias. durante 1 período de pelo . não para avaliar capacidades de testemunho. Enfatiza-se q o perito não se deve pronunciar sobre a veracidade de 1 testemunho. zoofilia. 160º do Código do Processo Penal. correcções espontâneas.6 meses. Perturbações Sexuais e da Identidade de Género .levanta desde logo algumas dificuldades e inconsistências.6 meses. Fantasias sexual/ excitantes. q é a avaliação psicométrica e/ou neuropsicológica em particular da atenção e da memória. 12 .). Fantasias sexual/ excitantes.P. Parafilia sem outra especificação. impulsos sexuais ou comporta/os.167º). q se está a despir ou envolvida em actividade sexual. Voyeurismo . recorrentes e intensos. Masoquismo Sexual.A. Sadismo Sexual. Parafilia Sem Outra Especificação. durante 1 período de pelo – 6 meses. recorrentes e intensos.P. B. ou seja. recorrentes e intensos. Fetichismo . Parafilia Sem Outra Especificação . obedecer ao objecto de perícia para o q fará 1 avaliação cognitiva e não da personalidade. ocupacional ou noutras áreas. Abuso ou dependência de álcool ou drogas. Fetichismo transvestido.163º). Perturbação Eréctil no Homem. ocupacional ou noutras áreas imp. Esse juízo pertence. q de algum modo ajudem o Tribunal a ajuizar da credibilidade de 1 testemunho. Perícia Médico-Legal e Psiquiátrica nos termos do art. Perturbação da Excitação Sexual na Mulher. nos termos do art. isto sem prejuízo. insuspeitada/.Fetichismo. Dispareunia (não devido a um estado físico geral). 131º . Aversão Sexual. recorrentes e intensos. Atraso mental. Abuso sexual de menores dependentes (art. Situações clínicas: Parafilias e outras . ou obedecer estrita/ ao articulado realizando “Perícia Sobre a Personalidade” q não é em si competente para avaliar a capacidade de testemunhar. coprofilia. B. impulsos sexuais ou comporta/os. será pois. Voyeurismo.(Exs: escatologia telefónica. durante 1 período de pelo .A. Masoquismo sexual. Perturbações da Identidade de Género . q a pretendem ver como. Perturbações da Excitação Sexual. contexto.P. A pessoa tem pelo . Perturbações do Desejo Sexual. importando sim para o Tribunal melhor aferir sobre a culpa do agente para determinação da respectiva sanção penal. Perturbação anti-social de personalidade.

a perigosidade. 4-As indagações. a perícia adequada para avaliar essa mesma perigosidade. sp q. SCL-90-R. além de facilitar o enquadra/o do tipo legal de crime. ?. prisão etc). resposta aos quesitos (se os houver). exame indirecto. Art.Vítima de abuso na infância.Avaliação clínica. pode ter lugar perícia sobre a personalidade. para a avaliação de pressupostos ML de (in)imputabilidade. por outro motivo. Para efeito de avaliação da personalidade e da perigosidade do arguido pode haver lugar a perícia sobre as suas características psíquicas . qdo isso não for possível ou conveniente. Observação psicopatológica actual. nomeada/ para a decisão sobre a revogação da prisão preventiva. conforme decorre do art. a especialistas em criminologia. P. Código Penal .Quem tiver praticado 1 facto ilícito típico e for considerado inimputável.R. 159º do CPP q implicará referência ao diag. pelo que forçosa/ são realizadas perícias em tudo sobreponíveis a quaisquer outras. especial/ no plano psíquico. profissional e sócio-cultural. ou particular.1 . Problemas de relacionamento.A imputabilidade não é excluída qdo a anomalia psíquica tiver sido provocada pelo agente c/ intenção de praticar o facto. elementos esses coadjuvantes do tribunal. em ordem a detectar se possui ou não capacidade para compreender. caso seja medico-legalmente avançado a presença de pressupostos de inimputabilidade. Porém. Atitudes de apoio ou desvalorização das ofensas sexuais. por força de 1 anomalia psíquica grave.I.com a perícia mencionada no art. na capacidade da avaliação e determinação do arguido (no momento da prática dos facto q lhe é imputado) e conforme o art. assim como as questões médico-legais que suscitam. identificação do examinado. caso se considere não existir anomalia psíquica grave. da psicologia e quem sabe se da imagiologia… Avaliação Pericial em Sexologia Forense .Capacidade e dever de testemunhar .1-Qq pessoa q não se encontrar interdita por anomalia psíquica tem capacidade para ser testemunha e só pode recusar-se nos casos previstos na lei.e baixas capacidades cientificas…...131º) – preambulo. Passado de fracasso em medidas alternativas ou de flexibilização. O).P. Escala de Memória de Wechsler (WMS-III).. 131 C. é mandado internar pelo tribunal em estabeleci/o de cura. houver fundado receio de q venha a cometer outros factos da mesma espécie. Exame Pericial .. 0.P. o tipo de perícias que habitual/ são solicitadas pelo Tribunal nestas situações.º .Inimputabilidade em razão de anomalia psíquica . Imputabilidade. Observação actual). discussão (Análise de elementos sobre a capacidade para testemunhar e se desejado. se delas tiverem necessidade. resposta aos quesitos (se os houver). 3 – A comprovada incapacidade do agente para ser influenciado pelas penas pode constituir índice da situação prevista no nº anterior. Apesar de não serem específicas. exame indirecto. aproveitando-se do seu estado ou incapacidade. ou. caberá ao psiquiatra pronunciar-se sobre ela. Eysenck Personality Scales. Mini Mental State … MMPI-2 . Escalada na frequência ou gravidade das ofensas sexuais. avaliar e relatar factos que digam respeito a si ou a outrem. Passado de ofensas violentas não sexuais. avaliando-se tb a capacidade de culpa do indivíduo. a interferência ou não daquela anomalia psíquica em concreto. em sociologia ou em psiquiatria.incluindo os serviços de reinserção social. 2) Probabilidade de repetição de factos típicos semelhantes (perigosidade). tendo a finalidade de esclarecer e auxiliar a autoridade judicial. -). . elementos em q se baseia o relatorio. ou seja.Artigo 160. é punido c/ pena de prisão de 6 meses a 8 anos. Extrema minimização ou negação das ofensas sexuais. avaliação clínica ( Entrevistas de avaliação realizadas. S. avaliação instrumental. 91º do CP.PMK ). 20º do CP. discussão. conclusões (Diagnóstico psiquiátrico formulado. no momento da prática do facto.D. por virtude da anomalia psíquica e da gravidade do facto praticado. Da entrevista de avaliação junto da alegada vítima… salienta-se… (…) descrição do alegado abuso sexual (…) revelação (…). a culpa do agente e a determinação da sanção. trata/o e segurança.1.530/99. referidas nos nºs anteriores. identificação do examinado.Abuso sexual de pessoa incapaz de resistência . Teste de Retenção Visual de Benton.P.independentes de causas patológicas.V. Relativa/ à probabilidade de repetição dos factos típicos semelhantes (2). O valor da prova pericial em penal e o estado actual da ciência psiquiatrica e psicológica. MMPI-A (versão adolescentes-experimental). ordenadas anterior/ ao depoimento não impedem que este se produza. em psicologia. incluindo as perícias de psiquiatria e psicologia.Perícia sobre a personalidade . de acordo com o artº 151º do Código Processo Penal.Modelo(s) de relatórios periciais Artigo 159º: preambulo. 3) Capacidade de testemunho.As perícias ML constituem para a Justiça 1meio de prova. informação (O examinado é arguido… os motivos para o exame são…).Situação actual: enquadra/o familiar. discussão. Código do Processo Penal . Passado de ofensas não violentas. sem q por isso possa ser censurado. Perícias médico-legais . A perícia pode relevar. Ideação suicida/homicida.T.L. 2. . Cotação: Presença (N. 4) Pessoa inconsciente ou incapaz de opôr resistência.Ajustamento Psico-social: Desvio sexual. CODIGO PENAL . visa-se determinar o estado de desenvolvi/o do menor. Perturbação mental grave. Planos futuros: Ausência de planos realistas.Acórdão do Supremo (S. bem como sobre o seu grau de socialização. avaliação cognitiva e da personalidade. ou seja. Perspectiva Optimista: Haja bom senso.165º C.J. Das entrevistas de avaliação junto de… salienta-se…. é realizada a perícia prevista no art. No 1º caso (1). não acidental e cujos efeitos não domina. for incapaz. identificação. por força de 1 anomalia psíquica. S. administrativa.. Ofensas sexuais de múltiplos tipos.Proc. Art. Figura Complexa de Rey. no momento da prática do facto. conforme aludido no art.C. q lhe permitem avaliar da credibilidade q deve ser atribuída ao testemunho prestado ou a prestar Perícias médico-legais . qdo isso for necessário para avaliar da sua credibilidade e puder ser feito sem retardamento da marcha normal do processo.Modelo(s) de relatórios periciais Artigo 160º: preambulo. não define exames específicos nestas perícias em situações de crimes sexuais.P. Ofensas sexuais: Frequência elevada de ofensas sexuais.Artigo 91º . cumpra-se a legis artis. MACI (versão adolescentes experimental). Exames complementares de diagnóstico). policial. elementos em q se baseia o relatório. controle-se o narcisismo dos peritos. Toulouse-Piéron.…. Segurança Social. A perícia deve ser deferida a serviços especializados .R (Sexual Violence Risk – 20) . 5ª secção) .Inventário Multifásico de Personalidade de Minnesota (versão experimental). Os peritos podem requerer informações sobre os antecedentes criminais do arguido. Rorschach. de avaliar a ilicitude deste ou de se determinar de acordo com essa avaliação. nos termos do artigo 20º. Psicopatia. são: 1) Responsabilidade criminal: (In)Imputabilidade. informação. Antecedentes familiares.-20 . nº 3 do C. Matrizes Progressivas de Raven. O actual sistema legal das perícias médico-legais. Ofensas sexuais com uso de armas ou ameaças de morte. Problemas associados ao uso de subst. e das 13 . Serviços contactados (exs:escola. exame directo (Relato dos factos . 2-A autoridade judiciária verifica a aptidão física ou mental de qq pessoa para prestar testemunho. e q não deve abdicar do estudo de factores de risco de violência reconhecidos na literatura científica. Antecedentes pessoais e familiares sumários. Atitudes negativas face à intervenção. 3. conclusão (atente-se o articulado legal). De 7/12/1999.1. Centro Saúde.Quem praticar acto sexual de relevo c/ pessoa inconsciente ou incapaz. Hamilton Depression.B..P. e confiemos no avanço da psiquiatria. avaliação instrumental ( Ex: WAIS-III. para decisão judicial sobre a credibilidade das declarações…): conclusões.R. Precogs. Mudança recente (+.Para avaliação da Capacidade do Testemunho (art. avaliação de risco de violência sexual . o grau de maturidade.. 131º. que cremos + psicológica que psiquiátrica. q estabelece o regime jurídico da realização das perícias ML e forenses. mas q necessaria/ deverá aprofundar a reflexão.. Propostas terapêuticas e Prognóstico). TAT.. H. Ofensas sexuais com agressões físicas. Instrumentos utilizados.. Problemas no emprego. exame indirecto. científicos ou artísticos. Antecedentes pessoais. baseando-se no princípio geral de que 1 prova pericial.até lá. 4 . será sobre a personalidade. cartas de tarot e bolas de cristal precisam-se. aquando da acusação pelo Ministério Público.Artigo 20º . a capacidade para avaliar a ilicitude deste ou para se determinar de acordo c/ essa avaliação sensível/ ↓. exame directo (Breve relato dos factos.. assim como da análise de todo o processo de socialização. tem lugar qdo a percepção ou apreciação dos factos exigirem especiais conheci/os técnicos. de opor resistência. tiver.É inimputável quem. Risco de violência sexual: Baixo / Moderado / Alto Pericias psiquiatricas e psicológicas em sexologia forense -Perspectiva Pessimista: Altas expectativas para baixos resultados. 2 – Pode ser declarado inimputável quem. Perigosidade. 160º do CPP. Importa aqui 1 avaliação + abrangente.C..MCMI-II – Inventário Multiaxial de Millon. 3-Tratando-se de depoimento de < de 18 anos em crimes contra a liberdade e autodeterminação sexual de menores.

A 3ª questão colocada – a da avaliação da capacidade de testemunho – é aquela em q de forma evidente admite-se ter 1 posição firme. Implica não só um analisar das competências ditas superiores cognitivas (por ex: da capacidade de fixar a atenção. Psicofármacos para as condições associadas Terapias cognitivas têm impacto >r às psicodinâmicas. Este conceito estende-se a outros diag. Tais condutas estarem catalogadas como dça mental. e averiguar se cognitiva/. raiva c/ o modelo médico. melhor se detecta a Simulação. Simulação vs perturbações factícias . Encontramos no passado dça séria na família. É q pese embora frequente/ seja solicitado. Na perturbação factícia é reportada 1 variedade de sintomas. dissociativos e personalidade histeriforme. psiquiatras e especialistas de outras disciplinas q. se o examinado não souber. assim como a promoção da colaboração entre psicólogos. enquanto q a simulação é + 1 estado temporário. os autores discutiram o q pode ser realizado à luz da legislação portuguesa. reter em memória e depois reproduzir) mas tb aspectos de personalidade a descrever na perícia. ao denominado risco de violência. do ponto de vista clínico as capacidades pragmáticas daquela pessoa naquela situação. Autores consideram ser imp conciliar/ compreender as ≠s terminologias. nomeada/ a avaliação de 1 alegado perfil. apoiando-se no contributo de ≠s disciplinas. da saúde mental ou de outras áreas das ciências sociais e humanas. classificando os ofensores em eixos multidimensionais. alguns modelos de classificação q têm esta heterogeneidade em conta. fornecendo tipologias úteis e pormenorizadas dos ofensores sexuais. e mto . é o pedido de avaliação da capacidade de testemunhar nos termos do art. Beneficiar dissimulando algo que incapacite. mto embora c/ 1 paralelo claro de natureza clínica. nos termos do art. consensual. Envolver a família. q pode incluir não só queixas subjectivas como sinais autoinflingidos e exagero de condições médicas préexistentes. O termo ofensor sexual é 1 constructo jurídico. aspecto último q não está efectiva/ prevista na nossa legislação. Dissimulação . narcísicas e histeriónicas. dissociativos e personalidade histeriforme. A classificação dos comporta/os sexuais anormais é influenciada pela apreciação sociocultural num dado período histórico. podem ser susceptíveis a q se reconheça a sua responsabilidade penal. Interna/os curtos. Alucinações visuais 14 . até pq quem avalia a verdade ou a mentira é tão somente o Tribunal. Campos de acção da simulação . Existem.características psíquicas em geral. 1/3 são acusatórias. não bastando 1 mera quantificação de QI. é perigoso verter aos autos matéria subjectiva apresentada como científica. designadamente profissionais de direito. C/ efeito. no sistema de justiça. O termo parafilia é 1 constructo médico. para actuações + concertadas e uniformes Cientes de q a avaliação em Psiquiatria e Psicologia Forense é 1 tema complexo. como por ex fazer diag. seria + útil caracterizar cada tipo de ofensor sexual numa perspectiva dimensional. têm dificuldades semelhantes. de se avaliar e de se determinar. nomeada/ a referência à idade mental. do ponto de vista ML. q não é. As alucinações tendem a ↓ qdo os pacientes se envolvem em actividades motivadas. obter benefícios lucrativos). q pouca informação útil traz face à variabilidade da capacidade funcional dentro de cada nosologia. é mtas xs solicitado q medico-legal/ sejam avaliadas eventuais vítimas. q se prenunci pericial/ sobre credibilidade de testemunho. está apta a dar 1 precioso contributo perante o crescente interesse e ↑ de estudos científicos recorrendo a dados estatísticos para análise dos factores de risco descritos pela literatura médico-psicológica. pela natureza e intensidade destes. O psiquiatra neste tipo de avaliação deve transcender o simples colocar de diag. ou relações com médicos. seja pq se o fizer arrisca seria/ a perder-se em considerações + pessoais do q objectivas ou de ciência. e nos crimes sexuais. não esquecendo q o contributo da psiquiatria e psicologia forense é sp condicionado e dependente do país em análise. Riscos de chamar mentiroso. Estes arguidos têm histórias pessoais e criminais únicas. na área penal. ML – perigosidade – relembramos ser este termo 1 constructo jurídico. O 3º caso (3) que frequente/ chega à ML. lidam c/ os mesmos problemas. existem ≠s terminologias na área legal e na área clínica. evitar serviços / serviços militares. a opinião é de q o verdadeiro perito (psiquiatra ou psicólogo) não o deverá fazer. Pode haver no passado abuso físico ou sexual. Limitá-la a 1 condição médica é 1 visão redutora e q omite as múltiplas relações entre o sexual e todas as vertentes da vida humana. Perturbação factícia é + como 1 traço de personalidade. q prepare para as tarefas q serão confiadas. Os termos aberração. Simuladores são + personalidades antisociais. tendo em conta que é social/ + censurável abusar de pessoa inconsciente ou incapaz de opor resistência (4). constando esse quesito em despacho judicial. q poderão dificultar a interface entre ambas. Final/. e as atitudes e crenças relacionadas c/ a ofensa sexual pode variar. bem identificados e de claras indicações. em q em termos psicológicos se procura o controle. intelectual/ e emocional/ é ou não aquele doente capaz. Pensão. estando ausentes incentivos externos (fugir da justiça. não quer dizer q não haja lugar a sanção penal. em termos cognitivos repita-se. não contínuas. a par de formação específica. 30% dos esquizofrénicos respondem às suas alucinações. É extrema a utilidade q a Psiquiatria tem para o Direito qdo se trata da avaliação da (in)imputabilidade.Produção intencional de sintomas ou o seu exagero. A delimitação entre comporta/os sexuais normais e patológicos de 1 forma precisa não é possível. Perturbação Factícia . O diag de parafilia não supõe por si mesmo 1 modificação da imputabilidade. A motivação é apenas assumir o papel de doente. SIMULAÇÃO Simulação . Por isso deve perguntar-se sp o q ele faz para as ↓. seja por entrar em matéria q apenas ao tribunal compete. enquanto q os factícios são + personalidades borderline. mas não existe nenhum sistema classificativo c/ validade universal. sendo q outras estruturas reguladoras do comporta/o sexual.é a produção intencional de sintomas físicos ou psíquicos.. Mais dúvidas surgem relativa/ a algo que às xs é pedido. é confundida com a de veracidade de testemunho. não rara/. Habitual/ levantam questões ≠s das q são abordadas no domínio clínico. processar mental/ a informação. no sentido da integração de conceitos q possam ser úteis em ambas as áreas. motivado por incentivo externo.utilização de terminologia ultrapassada. Fazer diag diferencial. assim como a necessidade de + investigação nesta área. dado q o ordena/o jurídico tem os seus próprios critérios.Indemnização. a empatia é imp. como se pode constatar nas classificações internacionais de doenças e a sua evolução ao longo dos anos. O + imp é estar atento a inconsistências entre o q é reportado e o q é observado: Alucinações e psicose . trans e inter dispiciplinar.Incentivos externos / Papel de Doente. Trabalhar em contexto forense exige 1 conheci/o eclético.Esconder ou minimizar sintomas. Simulação de doença psíquica – Qto melhor se compreender a fenomenologia e se tiver conheci/os em psicopatologia. enquanto q nos simuladores são + provável/ recriados os mesmos sintomas. As Situações Clínicas: A Sexualidade Humana é 1 tema multi.º 163 CPP. Mais 1x têm de ser medico-legal/ analisadas. desconfie. 154º CPP.As alucinações dos esquizofrénicos são intermitentes. consumir drogas. em particular. Perturbação Factícia – Produção de sintomas "c/ o fim" de assumir o papel de doente. c/ considerações em termos clínicos. Qdros conversivos. se prova efectiva/ em julga/o essa mesma prática. desvio foram substituídos pela designação Parafilia q coloca ênfase no q atrai o indivíduo (filia) com implicações na terapêutica que está recomendada em situações q envolvam agressão sexual. em geral. perversão. 131º CPP. Em 88% vêm de fora da cabeça. A > dos ofensores sexuais não tem 1 diag de parafilia. 2º os quais só algumas das pessoas portadoras de dça mental. Para a 4ª questão em análise – avaliação da consciência e capacidade de opor resistência – existe total sintonia c/ o exposto por autores nacionais. e q se presume subtraída à livre apreciação do julgador (art. para aplicação de 1 pena > ou<. aqui. cremos q a medicina legal e em particular a psicologia forense. Qdros conversivos. Porém. do q a 1 modelo estrito e normativo. Surge clássica/ em personalidades borderline. (acerca da 1ª questão levantada) aderimos c/ > convicção a 1 modelo misto e lato de inimputabilidade. mas o prognóstico é sp reservado. dissociativos e personalidade histeriforme. enquanto q nas perturbações factícias são quase sp pedidos testes dolorosos e de risco. Qdros conversivos. Mudar para trabalho + cómodo. Os simuladores ficam "satisfeitos" c/ a hospitalização e métodos de diag benignos. Atenção que os verdadeiros Doentes Mentais tb podem simular. Abordagem: Não antagonizar. A Psiquiatria e a Psicologia Forense englobam 1 gde variedade de domínios do saber. c/ efeito. como a religião e a justiça. Esta avaliação. de acordo c/ a sua própria avaliação. o ser controlado e o ter "atenção". Contexto criminal. O ofensor sexual é alguém q sendo acusado e condenado por crime sexual. inclusiva/ por magistrados. O parafílico é alguém c/ o diag de parafilia. em substituição das categorias de diag das classificações internacionais de dças (embora se reconheça q estes fornecem 1 nomenclatura universal/ aceite e compreensível). Qto à 2ª questão.

Difícil enganar clínicos experientes. Confirme essas alucinações ou delírios do passado nos registos dos hospitais. Mentiras descrissão de comportamentos não verbais – características vocais: discurso hesitante. Mentiras . Repare-se que bastam 2 ou 3 ideias chave.. As análises toxicológicas q podem traduzir o oposto do pretendido. Os q falam verdade podem ter relatos + ou . Obter observações dos guardas prisionais.T. Preocupação / Pressão.D. Longas viagens para despistar perseguidores.). As alucinações são essencial/ visuais. exige tempo e capacidades. É relevante ter conheci/o de algo q o arguido não suspeita q se sabe. qdo comparados com os P. ao contrário do q se possa pensar. Perguntar “está ele a ser sincero?” é melhor que “está ele a mentir?”. Simulação de amnésia .Já foi dito q os adultos na comunidade contam em média 1 mentira/dia. Bizarria. Os delírios demoram semanas a estruturar-se. não se contradizer. susceptíveis de sugerir verdadeiras alucinações. A atenção à voz parece ser o + útil. As questões a colocar sobre alucinações não devem incluir essa palavra ( pelo . mas tb. Excitação. . Perseguição. Os profissionais para quem é imp a avaliação da credibilidade revelam a tendência inversa.. mas como se diz.Observação do comportamento não verbal. Barricar-se no quarto.O problema dos critérios diag. pois na realidade elas são pratica/ inexistentes. Simular P. a > parte das pessoas faz movi/ não intencionais. pelo q frequente/ os simuladores se esquecem deles. Perguntas: Acha que. Desorganização.. o embotamento. no dia a dia. recorrer a memória. é total nessa lacuna. Simular Mania .. ou não estarem mínima/ preocupados c/ o serem ou não detectados. o aconteci/o é sonhado algumas xs e. ainda que parcial. Nihilismo. serviço militar. o nível de actividade motora de 1 maníaco. mas tb Civil e Penal. realiza operações de controle (ou tentativa de controle) cognitivo. apresentam mtos sorrisos e 15 . . de modo a detectar se tem algum nível dos medica/os por ele referidos como tendo sido ingeridos para a dça em causa. ou seja. Bastante vivenciadas. podem inibi-los e assim terem -. Mentem em ¼ das interacções. As pessoas têm tendência a dar credibilidade ao q dizem os outros. depois. Se os q mentem acreditarem q mentir ↑ os movimentos.etc. Dependência/ Abuso/ Doseamento. Mas é + fácil detectar verdades ( 67 % ) do q detectar mentiras (44 %) cuja acuidade é até < ao acaso. Ser envenenado. T.A dependência do álcool / O Abuso do Álcool/o Consumo do álcool/ a alcoolémia. Perguntas indirectas são melhores q as directas para a acuidade de previsão. q pensar em respostas plausíveis. todavia estão descritos casos raros em q beber de novo pode recuperar memória gravada imediata/ antes do black-out. Obtenha o registo criminal detalhado. se eu lhe for dando pistas.Questões legislativas: a figura do consumidor habitual. variação diurna. Dimensões de Vivência delirantes . Black-Outs alcoólicos . A memória processual (ex. As pessoas serem duplos. outros ele/os vão sendo incluídos no sonho. qdo mto. Delirium Tremens .Difícil manter por mto tempo a pressão de discurso. Simular Abuso de subst . Nos delírios não importa tanto o q se diz.não são freq. Bioquímica/ o black-out está associado a 1 rápida subida de alcoolémia. Ciúme. ABC da detecção da simulação . poder-se-á lembrar de alguma coisa? Os simuladores respondem geralmente "Não" Os amnésicos tendem a responder "Talvez".A intoxicação alcoólica aguda pode causar episódios de perda de memória. deve juntar-se o máx de dados possíveis.T. Análise do conteúdo do discurso. e experiência conteúdos complexos. Amor (erotomania). Isto talvez pq. Genuínos pesadelos dos P. durante a ingestão alcoólica anterior.Atenção que psicóticos "reais" tb podem simular.. Conteúdo cognitivo: Os q mentem têm. Por outro lado. passa por processos emocionais. Estabelecer boa relação clínica é útil para a colheita de material para detectar simuladores. A amnésia é anterograda. Observação do comportamento não verbal: Conteúdo emocional: Culpa. Simulador recusa + empregos pouco exigentes.A acuidade da predição ronda os 57 %. O simulador fala da repetição do pesadelo “sp igual”. mostram variações do tema do evento traumático.sudação. desconhecendo o indivíduo qdo terminou ou "acordou". reproduzem a bx de atenção e bx de memória e. Os simuladores chamam +s a atenção para a sua dça. e os simuladores tendem a dizer q a estruturação foi imediata (Percepção delirante não é interpretação delirante). "Toque" orgânico indicia verdadeira amnésia. Os simuladores simulam apenas qdo observados.informações sobre a sua actividade. não é fácil distinguir 1 verdadeira de 1 falsa amnésia. militares e histórias sobre tendência para dças mentais. repetição das mesmas palavras. Obtenha registos escolares. mas é dificil reportar sintomas subtis como características da insónia. As expressões faciais. Mas também ficam + rígidos.T. reflectir previa/ na consistência da resposta. Essencial/ auditivas. "The interview may be prolonged to promote fatigue in the malingerer". tem 1 fim vago no tempo. Rey Fifteen Item Test. Ter insectos/parasitas por bx da pele. empregos). e isto sem mentir. Simulador alega depressões associadas. Os que falam verdade.. a concretização ou a pobreza. Medo.Convicção. frases incompletas..3 de 5 filas.. Respostas fisiológicas (em si próprio normais ) acontecem.os simuladores devem ser suspeitados. perda de concentração.inicial/). o "toque" não é bizarro e a vivência/preocupação não é tão significativa. ao contrário das testemunhas. De culpa.(. Descubra se o simulador já teve oportunidade de observar casos de psicose. enfatizando novas queixas físicas. É + difícil para os simuladores imitar a forma do q o conteúdo.D.são bem + difíceis de simular q os +. o q necessária/ não deixa de influenciar o comporta/o verbal e não Verbal . Quem não tiver memória grave/ deteriorada (visivel a "olho") relembra pelo .Expressão facial.) Depois do evento traumático. Religião / Místicas. gradual/. Por outro lado. Mesmo para o + experiente clínico. peça-lhe para fazer 1 análise ao sangue. Os sintomas . perda de interesse. guiar carro) não é geral/ afectada. Velhos mentem . jogar cartas e actividades recreativas. Pedir apoio da psicologia sp e mesmo assim. Três possibilidades abstractas e clássicas de detectar mentiras . e assim terem comporta/os não verbais de ansiedade. Comprar e transportar armas. alt das vibrações vocais. erros no discurso: repetição de frases ou de palavras. Simular Depressões . os q mentem podem não ter qq ansiedade ou senti/o de culpa e até estarem habituados ou ser-lhes fácil. Os simuladores tendem a "over act" o papel. Ser possuído por “demónios”. nos esquizofrénicos. pode ser útil. pelo q detectam + verdades do q mentiras.A... Antes de entrevistar o arguido. c/ + ou – pormenores.fidedignas para detectar mentiras. Suspeitar de alucinações de monstros. Simuladores fornecem . Tudo isto dá trabalho.S. ao mentir. Os delírios (reais) aparecem mto associados a estratégias: Mudar de residência. Têm geral/ crítica. mas tb tácteis e por x auditivas. Tem habitual/ curta duração e é geral/ permanente.Frequente em sede de Direito de Trabalho.Registos podem fácil/ ser confirmados (escola. Obtenha cópias de todos os relatórios médicos.S. rara/ ou mal. 1 discurso é construído e pode não ter bases de evidência ou não ser memorizado. Delírios e psicose . Tipos de delírios + freq . Nos não delirantes é possível estimular a dúvida. Os que falam verdade podem tb ter medo q pensem que eles estão a mentir. mas continua capaz de ver TV. Faça 1 história detalhada sobre dças e alucinações do passado. dão as pistas . perguntas indirectas e amplas. características faciais: olham para a face do entrevistadro. É esta subida q bloqueia o passar de memória a curto para longo prazo. ou outras. Clínica/ aparecem em estados tardios de alcoolismo.que os + novos. pelo que rara/ é simulação bem sucedida. Daí que seja teórica/ irrecuperável após 30 min. Ser descendente da família real. Simular Atraso Mental .O simulador diz-se incapaz para trabalhar. não são punidos por mentir.D. . e "toque" de personalidade indicia falsa amnésia. Após fazer a avaliação psiquiátrica/psicológica a 1 eventual simulador. mas reivindica tenaz/ os seus sintomas pós traumáticos. no mín. Extrovertidos mentem + que os introvertidos. há + verdades do q mentiras.S.De dça. Alucinoses Alcoólicas _ Seguem-se à cessação ou redução de álcool. Tenha o cuidado de colocar questões claras e directas.estruturados. ideias de suicídio. É fácil simular inibição. Um "verdadeiro" black-out tem 1 preciso ponto de início. períodos de latência: períodos de silencio entre as questões e as respostas. q levam a “dizer” q estão a mentir. Tendências futuras. Extensão para várias áreas de vida. Pedir protecção à polícia. em contraste c/ os psicóticos q relutante/ discutem os seus sintomas. salvo em qdros orgânicos /cerebrais ou por drogas. Pedir para memorizar. Pessoas c/ black-outs não se comportam diferente/ do que qdo embriegadas sem amnésia. se for caso disso. · Simulação – a mentira o indivíduo. Medição de respostas fisiológicas (pulso. Os arguidos.

elaboração e estrutura da narrativa.).B. margens de erro q consideramos inaceitáveis.P. da motivação do indivíduo que mente. Esta grelha de avaliação tem.A . Adultos incapacitados. apresentada como científica. quantidade de detalhes. objectos e aconteci/os. ao tribunal. A quem incumbe a tutela do interdito? . do grau de planea/o da mentira. inexoravelmente .. excitação. Enfatiza-se q o perito não se deve pronunciar sobre a veracidade de 1 testemunho. Qdo não seja possível ou outras razões desaconselhem o deferi/o da tutela nos termos das alíneas anteriores. % de erro conhecida. Igual/.) e pq o perito apenas pode e deve pronunciar-se sobre a capacidade da pessoa em causa conservar em memória e reproduzir os aconteci/os q presenciou. 4-As indagações.Existe relação de subordinação específica à figura do curador. Inabilitação . 2-A autoridade judiciária verifica a aptidão física ou mental de qq pessoa para prestar testemunho. A Interdição pode não ser permanente . 1 das dificuldades do mentiroso é saber o q dizer qdo não sabe o q se sabe. admissão de falhas de memória. hora. gde nº de detalhes: descrições especificas do lugar. Não só há poucas chaves não verbais para a detecção de mentiras. explicitando razões Ministério Público.C. ordenadas anterior/ ao depoimento não impedem q este se produza. Cegueira. q a pretendem ver como. 152º CC). somos pessoal/ de opinião q não deve este instru/o ser formal/ utilizado. como estas são mto específicas para cada situação.P. 151º do CC).Cuja credibilidade não pode assentar na perícia psicológica efectuada – perícia essa cuja realização apenas está prevista no C. punhos. ao qual o observador está atento.A (Statement Validity Assessment). INTERDIÇÃO E INABILITAÇÃO Interdição . Os 5 critérios. Qto a uns. Não surpreende q a SVA não preencha os critérios de admissibilidade como prova pericial em Tribunal. movi/ não funcionais das mãos e dedos sem movi/to dos braços. por serem > a 30% (% de erro ideal/ calculado para os melhores centros e técnicos c/ especial treino e formação naquela entrevista). Movimentos: manipulações pessoais: coçar a cabeça. qdo isso for necessário para avaliar da sua credibilidade e puder ser feito sem retardamento da marcha normal do processo. em testa/o ou docu/o. generica/ aceite pela comunidade científica. elementos esses coadjuvantes do tribunal. avaliar e relatar factos q digam respeito a si ou a outrem. esta perícia é frequente/ confundida por Psiquiatras/Psicólogos. 139º CC). Pedir para descrever assuntos do dia a dia . Esse juízo pertence. > a possibilidade de ser observada no comporta/o (forma) ou de se “trair” (conteúdo). Características verbais: produção não estruturada do discurso. Art. qto a outros. etc. podendo para esse efeito alienar os seus bens (vender bens deste). q lhe permitem avaliar da credibilidade q deve ser atribuída ao testemunho prestado ou a prestar Acórdão da Relação de Lisboa (nota 19 – do acórdão 7071/2005-3 de 18/01/2006) .gargalhadas.P. pessoas. especial/ no plano psíquico.J.é a propensão para efectuar despesas ruinosas e injustificadas (mania. Não podem perfilhar. correcções espontâneas. ao não satisfazer as guidelines providenciadas pelo Supremo Tribunal dos Estados Unidos da América e criadas a propósito do caso Daubert em 1993. contexto. de qq parente sucessível e do Ministério Público” (art. testar. Em termos de Lei. a q deverá obedecer 1 prova pericial. Não existe 1 padrão típico de comporta/o enganador. ou pelo abuso de bebidas alcoólicas ou de estupefacientes.T.. movi/os dos: pés. ou aquele que o tribunal entende que melhor desempenhará o cargo). para ser qualificada como tal: a existência de hipótese cientifica testável. o Interdito é equiparado ao Menor (art.P. Padrão de actuação do TUTOR . pode esta ser levantada a requeri/o do próprio interdito.530/99. se mostrem incapazes de reger conveniente/ o seu património” (art. 5ª secção) – c/ a perícia mencionada no art. do tutor ou curador. o grau de maturidade. sujeita a revisão interpares / cientifica/ publicado. Mas pode: eventual/ perfilhar. do cônjuge. mas apenas qdo: Forem incapacitantes. A sentença especifica os actos autorizados e limites concretos.(art. A incapacidade dos Inabilitados por Anomalia Psíquica implica: Não pode: casar . visa-se determinar o estado de desenvolvi/o do <. e ainda se estiver internado em Hospital Psiquiátrico: Director do Hospital (desde que no interesse do interditando). e ainda q possa expor considerações sobre estrutura lógica. em ordem a detectar se possui ou não capacidade para compreender. ou seja. O Ministério Público. ou qdo o indivíduo tenta passar 1 imagem credível. q de algum modo ajudem o Tribunal a ajuizar da credibilidade de 1 testemunho. ainda art. É maleável e de limites variáveis. na voz. Mentiras – Guidelines: As mentiras só são detectadas se os indivíduos sentirem determinadas emoções ( medo. ou qdo lhes é difícil/ “fabricável”. ele/os de carácter clínico justificativo. + pistas dará. detalhes supérfluos. De 7/12/1999. detalhes não usuais. descrissão das interações: informações envolvendo os entrevistadores e outras pessoas. já testada. O tutor deve exercer a tutela com a diligência de 1 bom pai de família. e não sobre a sua credibilidade. A Inabilitação é suprida por curatela . rotineiras e depois íntimas. ultrapassando a possibilidade de prova “para além da dúvida razoável“ q é exigida. surdez-mudez ou cegueira.P. 163º do C. descrição de interacções. 944º e seguintes CPC). 138º CC (cf. embora de carácter permanente.2. correcções espontâneas. A Interdição é suprida por tutela . A validade dos diversos indicadores de mentira define-se. culpa. 131º. assim como aqueles q. Acórdão do Supremo (S. surdez-mudez ou cegueira se mostrem incapazes de governar sua pessoa e bens” art. de facto. em função: da complexidade da mentira. Considera-se perigoso verter aos autos matéria subjectiva. toxicodependência). em cada circunstância. e q à partida se presume “subtraída à livre apreciação do julgador” (art. E ainda permanentes. É grave que a inabilitação. para os < de 16 anos (.V. detalhes do local do aconteci/to nas não relacionados c/ o aconteci/o temporal ou contexto espacial. Aos filhos maiores (o + velho. O tutor do interdito deve cuidar especial/ da saúde deste. de acordo c/ o q for determinado na sentença. alcoolismo. movi/os para alterar a posição que apresentam. pernas. que é constituído por 2 vogais (parentes ou afins do interditando) e presidido pelo Ministério Público. pescoço e tronco. A incapacidade dos Interditos por Anomalia Psíquica é + vincada . qto a outros ainda. 143º CC): Ao cônjuge. Não podem testar. 1 pessoa suspeita de mentir deve ser encorajada a falar.Proc.P. o q se reflecte no seu comporta/o não verbal.Existe relação de dependência total da figura do tutor. mesmo as q mentem.Anomalia psíquica.Podem ser interditados do exercício dos seus direitos todos aqueles que por anomalia psíquica. ouvido o Conselho de Família. 3 causas de interdição . perguntas banais. mas como avaliadora de credibilidade de depoimentos. nos olhos. competência essa q é do tribunal.1-Qq pessoa q não se encontrar interdita por anomalia psíquica tem capacidade para ser testemunha e só pode recusar-se nos casos previstos na lei. não para avaliar capacidades de testemunho. ou o q exerce poder paternal. pela sua habitual prodigalidade..Cessando a causa que determinou a Interdição.). consoante a sentença.Aproxima-se da incapacidade absoluta.. Capacidade e dever de testemunhar . Qq parente sucessível.Ainda q alguns ele/os propostos analisar nesta perícia estejam incluídos no protocolo do S.P. cabe ao Tribunal designar. raiva. Sejam actuais. Não podem casar. A qq dos progenitores. dependendo do estado no momento. Não exercem o poder paternal.P. Prodigalidade . Grelha C. movi/os dos braços e mãos como suplemento do discurso q apresentam.” Quem pode requerer a interdição? . A linha de base deve ser 1º observada. 3-Tratando-se de depoimento de < 18 anos em crimes contra a liberdade e autodeterminação sexual de <. e por xs até por Juristas. etc. 131 C. 16 . À pessoa designada pelos pais. A conclusão de q é mentira deve ser extraída apenas qdo outras possibilidades foram excluídas. nº 3 do C. os sinais observam-se nos movi/os das mãos ou dos dedos. das características individuais do mentiroso.(Princípios gerais) . não seja de tal modo grave que justifique a sua interdição. Surdez – mudez. Qto + falar.“Podem ser inabilitados os indivíduos cuja anomalia psíquica. das implicações da descoberta da verdade. pode ter lugar perícia sobre a personalidade. sobre os aspectos perceptivos e cognitivos do depoimento. reprodução do discurso.O cônjuge do interditando. O curador. exercer poder paternal . referidas nos nºs anteriores.Artigo 1935º . Pessoas ≠ têm variáveis ≠.. cabeça.

q indiciem patologia psicótica em actividade ou orgânica-demencial grave. o relatório pericial deve precisar. dos representantes do requerido e do perito ou peritos nomeados.. sabendo referir por ex q hoje é 5ª feira. Sindromes Cerebrais Orgânicos (qdo gravesDemências (vasculares ou degenerativas). vestuário e arranjo cuidado. auto e alo-psiquica/ no espaço e no tempo. não se apurando alucinações actuais. à rua. Sendo q a manutenção de acompanha/o humano e inserção familiar é vantajosa.. Optou-se por não questionar directa/ sobre o libido...º. a data provável do começo desta e os meios de trata/os propostos. + representação. O levanta/o parcial da inabilitação mas O levantamento da Inabilitação não pode ser deferido antes de 5 anos sobre o trânsito em julgado da sentença que o decretou e As formas previstas pela lei para o suprimento das incapacidades são: A tutela: a pessoa é interditada. Contacto minima/ adequado.Exemplo 1: Demência . sendo q devem ser dadas indicações relativa/ a nível de capacidade e o q pode ou não consegue fazer. automatismos ou obstruções. somos do parecer integrar a examinanda pressupostos ML conducentes a 1 interdição. a Dependência traço de personalidade e a Idade avançada não são fundamentos da incapacitação jurídica. sendo q devem ser dadas indicações relativa/ a nível de capacidade e o q pode ou não consegue fazer. podendo qq dos presentes sugerir a formulação de certas perguntas.(afasia. responsabilizar-se pelas despesas. Importa sim a sintomatologia clínica e intensidade ou qualidade da sua interferência concreta no processa/o de informação cognitiva e na realidade concreta e pragmática do seu dia a dia particular. Observação psicopatológica actual. qdro este que é arrastado. Especificar a presença ou ausência de pressupostos médico-legais para interdição.C.O diag terá sido colocado.P. q relevam do prejuízo das faculdades cognitivas (atenção.. Modelo de relatorio/Protótipo: Na sequência de interrogatório judicial e como previsto nos art. e se se revelar necessário por especialista em neurologia/psiquiatria. procedeu-se à observação pericial psiquiátrica de.N. referir se justifica Inabilitação. e o q pensa sobre ter filhos e os educar?..C. Art.. relativa/ ao seu comporta/o.De deslocação para compras. faz recados?. sendo q previa/ foram atenta/ consultados os autos.. e havendo ainda oportunidade de obter dados através da entrevista (acompanhante) do examinando. Ainda assim. será ouvido o requerente.. 4. Caso não integre pressupostos ML para interdição. é agressivo?. por ex. sozinho ou acompanhado.. Biótipo normolineo.Dças de causas genéticas ou metabólicas)...A. Deficiências Mentais / Atrasos Mentais (qdo graves ... Logo após o interrogatório procede-se. o tutor age em x do interdito (representação). Linguagem bem articulada. leitura. sp que possível.Como medida de trata/ propõe-se q faça segui/o regular pelo médico de clínica geral.tem por fim averiguar da existência e do grau de incapacidade do requerido e é feito pelo juiz . ainda q receoso. 3. sendo consultado previa/ a informação clinica presente aos autos . Interdição e Inabilitação . de etiologia provavel/ degenerativa (tipo Alzheimer) / vascular. de semblante infantil. Enquadra/o Actual: O(A) examinando(a) passa o seu dia-a-dia. para este efeito pode ser autorizado o interna/o do arguido pelo tempo indispensável.M. 950º e seguintes C. onde é referido. idade aparente correspondente à real. A curatela: a pessoa é inabilitada. Qdo se pronuncie pela necessidade da interdição ou inabilitação.Art. Interdição e Inabilitação – qdros clinicos . no caso contrário. Está inquieto.. Especificar a extensão da incapacidade.º950º: Interrogatório .. o q resultará de deficit cognitivo decorrente de atraso de desenvolvi/o descrito. sendo o seu comporta/o motor algo estereotipado. Preâmbulo: Na sequência do auto de interrogatório judicial procedeu-se à observação psiquiátrica de. E.A curatela . estando os afectos ligeira/ embotados e admitindo-se reacções emocionais impulsivas. admitindo-se 17 . História Clinica Sumária (procurar data de inicio). 2. conteúdo sem ideias delirantes detectadas admitindo-se porem desconfiança presente. O qdro clínico terá sido notado.Relatório pericial .. por isso em rigor não podemos dizer q qdros implicam interdições e quais implicam inabilitações. ainda que possam ser úteis ou até necessários. Exemplo 2: Atraso de Desenvolvimento – Sumaria/ e em conclusão: Do ponto de vista psiquiátrico o examinando apresenta 1 irreversível Atraso de Desenvolvi/o.º951º . 4. a extensão da sua incapacidade. sendo q relativa/ à memória surge prejudicada.. em particular os argumentos do articulado e documentos clínicos de suporte. interdições são freq: Atrasos de Desenvolvi/o (Paralisia Cerebral. Pode-se requerer: A interdição de 1 inabilitado.).. perturbação da sede... decorrente em termos causais de situação pouco esclarecida como é habitual nestes casos.. A senso-percepção encontra-se conservada.Função do curador: Assistência. podendo formar imediat/ juízo seguro.. lenta/ progressivo e q conheceu definitivo agrava/o. sendo q de acordo c/ os relatos obtidos a deterioração definitiva incapacitante irreversível terá ocorrido. Desta forma foi possível confirmar aspectos já referenciados aos autos como. se agrava/o. Discussão e Conclusões: Especificar diag. c/ atraso mental.Adultos incapacitados . processa/o.. lenta/ progressivo. Relatorio pericial psiquiatrico . sexualidade?. A natureza do processo demencial em causa é. exames complementares de diagn: Testes psicológicos. de forma tímida mas minima/ adequado.. Postura 1 pouco tensa. pensa/o e afectividade..demência por multi-enfartes). concentração) e intelectivas (calculo.E. cumprindo prescrições que aí vierem a ser determinadas. Caso não integre pressupostos ML para interdição.estando medicado com psicofármacos.. mas qdo os peritos não cheguem a 1 conclusão segura sobre a capacidade ou incapacidade do arguido. Observação psicopatologica / Exame Mental: Qto à observação constata-se q se apresenta na sala 1 pouco lentificado. prazo para a entrega do relatório. mas q é dia 13 e mês de Fevereiro.. sem alt de descontinuidade actual. consciente. sp que possível... Juízo critico nesta data e em termos gerais apenas parcial/ mantido. actua ao lado (assistência). . O examinando passa o seu dia a dia. provas psicométricas e TAC – CE) e desenvolvendo: Antecedentes pessoais e psico-sociais. Autismo). relativa/ à capacidade para gerir pessoa e bens e necessidade de vir a ser nomeado tutor.Sumaria/ e em conclusão: A examinanda apresenta 1 qdro de demência.. pode continuar-se o exame no local + apropriado e proceder-se às diligências q se mostrem necessárias 3.. Especificar data de inicio. as conclusões da perícia são ditadas para a acta. inabilitações são freq: Qdros clínicos anteriores de grau ou intensidade sintomática <. beneficiando da nomeação de tutor..Exame pericial: 1. como se disse. devida/ analisados os argumentos da petição inicial. o curador autoriza actos do inabilitado. estamos no inverno. A Incapacidade física. raciocínio.tidos como adequados. A conversão de interdição em inabilitação.2..Falha porém ao ser ↑ a complexidade das questões. No interrogatório judicial responde correcta.. Não é admitido segundo exame nesta fase do processo. tem namorada?. abstracção.Em situações sociais (explorar relação em casa c/ familiares idas a compras. Exames imagiológicos ( T. formal/ pobre. escrita... Esquizofrenias (mas podem ter pressupostos para interdição se deficit imp ou de longa data). mas sem apresentar ecopraxias.Social/ diz. podendo ser afirmado haver severa deterioração cognitiva.Art. a almoços c/ amigos. A avaliação é primordial/ clínica. memoria. obedece a ordens?.. etc. a especie de afecção de q sofre o requerido.. mas em q vai mantendo (embora c/ dificuldade) a pragmática. O pensa/o apresenta 1 curso de ritmo lento.A extensão da incapacidade. Dentro do prazo marcado. ao exame do requerido..O diag é imp mas pode em absoluto ser irrelevante.Clinica/ é seguido. houve ainda oportunidade de entrevistar acompanhantes do interditando/inabilitando à audiência (. dosea/o de drogas. R. mas sem desorganização nesta data.Acção Especial de Interdição/Inabilitação . no caso em apreciação e face aos défices e razão social se deverá equacionar manter colocação em local vocacionado como é o presente lar.Igual/ sobre eventual agressividade. “A administração do património do inabilitado pode ser entregue no todo ou em parte ao curador” . Ditado aos Autos: 1. Status pós A.C. q pode promover exame numa clínica da especialidade.Relativa/ sexualidade é dito. O humor tem colorido eutímico (normal). crónico.. insight sobre as suas limitações e se beneficia clinica/ com a nomeação de curador. na ausência de exames complementares melhor se afere da descrição feita e observação no auto de interrogatório judicial e exame médico. Foca a atenção mas surge disperso. expressão facial e mímica concordante c/ o discurso. Face ao exposto. não tendo sido referida desinibição sexual ou espontanea/.etc). apenas escassa/ orientado. conheci/o sobre se beneficia clinica/ c/ a nomeação de curador.ºs 950 e seguintes do C... referir se justifica Inabilitação. gere ou não dinheiro de bolso?. fixando-se. Outros ( função hepática. apetite ou sono.V. pelo respectivo director.P.) face às previsíveis dificuldades de comunicação.. Alcoolismo e Toxicodependências. Especificar medidas de trata/o proposto. Ainda assim. c/ assistência do autor .C): A ser realizado de acordo c/ o modelo anterior em q é ditado aos autos. não fazendo medicação psiquiátrica. sabe o que é casar?. q na pratica a impedem de governar pessoa e bens irreversivel/. mas suportado c/ rubrica de Exames Complementares de Diag (por ex . sem verbigerações ou neologismos num discurso q é pobre.. sendo feito pelo próprio sem ou c/ ajuda (?).G.. que dela cuide supervisione e se sinta afectiva/ próxima. especial/ se para inabilitações.consta tb docu/o clinico de serviços oficiais de saúde. nunca excedendo 1 mês.).

Dça mental provocada pelo crime (depressão em reclusos. entre os q foram previstos como não violentos. Crime reflectindo perturbações de personalidade /maneira de ser e estar disfuncional e social/ desadaptativa (não necessaria/ patológica). Contexto. A gde maioria dos doentes mentais não são violentos. essencial/ emotiva.O perigo é motivação do legislador: exs. no caso concreto considera-se ser de manter/equacionar no futuro colocação em lar. Bx capacidade introspectiva. a data de inicio é arbitrada no 1º ano de vida. ↑ de exposição ao ambiente predatório em torno dos consumos de subst ilícitas. alto. e eventual/ da especialidade de psiquiatria c/ apoio psicológico e socio-reabilitativo de aprendizagem. a sensibilidade diagnostica ronda 52%. Comporta/os anti-sociais repetitivos. memória. Fragilidades do Método Actuarial que limitam a sua utilização na avaliação do risco . mas algo que frequente/ é avaliado. Eminência. e especificidade diagnostica como a proporção de sujeitos. Dificuldade em obter os mesmos resultados em contextos clínico. Possiveis mecanismos de ligação entre abuso de subst e violência . avaliar o risco está a 1 passo do manejo do risco. Probabilidade. Consciencia da experiencia emocional. Conduzir de forma rude. Previsões clinicas vs actuariais – 1 razão para o clinico alterar 1 previsão estatistica. prototipos.1. relacionado c/ a expressão emocional e q vai corresponder a 1 comporta/o de ataque ou pelo . temos: sensibilidade nosologica como a proporção de sujeitos. raiva e disforia presentes e freq..Psiquiatras e psicológos de 1 maneira geral sobrepredizem a violência.à sua motivação. risco como conceito + actual e definido como “sistematic way of dealing with hazards and insecurities induced and introduced by modernization itself”. Negligência da aderência à medicação. tensão nas entrevistas. predictor como marcador diag. Avaliação actuarial: a utilização de metodos estatisticos.O perigo faz parte do tipo: ex. mas tudo depende de querermos acima de tudo evitar os falsos + ou falsos -. Traços de personalidade associados à violencia – Impulsividade. mas actual/ afirma-se: Existe relação entre Dça Mental e Violência. focada e dirigida. confundindo-se c/ violência. varios objectivos. atenção. não implica algo de fixo. etc. a sensibilidade diagnostica ronda 53%. Classificação qto ao Bem Juridico . As pessoas não são “consistentes utilizadores automaticos de pistas racionais solucionadores de problemas mecanica/” antes usam intuição. Condução perigosa. Deve o examinando manter segui/o médico regular em consultas de medicina familiar. Crimes de perigo abstrato .N. constata-se que a exactidão das predições actuariais melhora na especificidade mas não na sensibilidade. violencia planeada e intencional. Esta é a expressão manifesta e viva da agressão e transporta a destrutividade no comporta/o relacional. linguagem. pressenti/o de ameaça previa. não é tido em conta pelas estatisticas. A decisão clinica do risco é tomada por clinicos com base em: violencia previa.Crime em resposta a sintomas psicóticos. Bx tolerância à frustração.V. PTSD após crime de familiar). da direcção e do grau da relação entre dça mental e violência. Difíceis de generalizar a amostras ≠s das q foram utilizadas na sua construção 2. entre os q se revelaram não violentos. Face ao exposto somos do parecer que o examinando beneficie da nomeação de tutor..) . Avaliação clinica: a exactidão das predições clinicas é melhor q o acaso da sorte. a descrição da entrevista e observação são suficiente/ eloquentes permitindo afirmar q mto embora responda minima/ a questões básicas (seja no interrogatório judicial seja no exame médico) em termos pragmáticos o funciona/o social e autonomia são seria/ prejudicados. Mas + investigação é necessaria sobre a forma como os clinicos avaliam o risco de violencia. sem consciencia da emoção. a especificidade diagnostica ronda 83%.É a probabilidade de 1 dano futuro que se consubstancializará na pratica de 1 novo crime. integrando pressupostos ML previstos para interdição. Possiveis mecanismos de ligação entre abuso de subst e violência. Situacional.Aspectos psicológicos: Para se proceder a esta avaliação são necessários: testes de: nível intelectual. De acordo c/ informações clínicas e relato de acompanhantes. Abordagem Actuarial versus Abordagem Clínica: Avaliação mista q tenha em conta dados estatísticos estáticos ponderados por dados clínicos dinâmicos. As condutas violentas qdo ocorrem são nos episódios agudos e geral/ acompanhantes tardios. estavel ou inerente. uso de alcool e drogas. Aparência Física e Vestuário. é q este pode notar a presença de 1 factor decisivo. principais defensores: Jonh Monahan e Henry Steadman nos USA e Snowden no UK. creças ou scripts. Prognose da perigosidade – avaliação do risco de violencia – se considerar-mos face a 1 paralelo a 1 modelo medico: violencia como dça ou nosologia. Componentes de análise do risco – Magnitude. 3.anos de idade. Existirá Perigo sp q a produção do resultado desvalioso é + provavel q a sua não produção. violencia reactiva e imediata. personalidade de processos cognitivos (de avaliação de perturbações de percepção. A sensibilidade nosologica ronda 60%. Exarcebação de sintomas psicóticos. ainda q em outros grupos profissionais o erro seja >. ↑ de exposição ao ambiente predatório em torno dos consumos de subst ilícitas. Período prolongado de follow-up vs violência iminente. Acertar 1 em cada 3 é 1 bom resultado. sendo 1 afecto primário. Inabilidade para tolerar crítica. q real/ se revelaram não violentos. sendo q foi melhor evidenciada e desde aí diag após os. para 1 decisão administrativa clinica c/ fundamentação cientifica psicologica. Doença mental e violência . 18 . Coincidência entre crime e dça mental. passivel de classficar 1 risco bx. Sexo. A agressão transporta a intenção de infligir mal. q sendo raro. experiencia clinica ou juridica. falta de agradabilidade na entrevista. entre os q foram previstos como violentos. a especificidade nosologica ronda 58%. Negligência da aderência à medicação.Muda o foco de atenção da qualidade para a probabilidade. Da “perigosidade” ao “risco de violencia”: Mudança de Linguagem ou Mudança de paradigma? .Desinibição do comporta/o agressivo pelas subst. a especificidade nosologica ronda 85%. difusa. Perigosidade . O > risco de violência em Doentes Mentais é a ocorrência de co-morbilidade com abuso de álcool e drogas. AVALIAÇÃO DE RISCO DE VIOLENCIA Agressividade .disposição visando a defesa ou afirmação contra alguém ou alguma coisa.capacidade ↑ da pessoa se tornar autora de 1 crime.. A extensão da incapacidade é moderada a significativa. Ainda que preferencial/ a inserção familiar deva ser privilegiada em termos humanos e de acompanha/o e suporte. Tendem a ignorar os factores com bx probabilidade prévia e informações específicas de cada caso. raciocínio. q real/ se revelaram violentos. essencial/ cognitiva. Tipo de crime ou violência para q é feita a previsão. pensa/o. o objectivo é ↓ o senti/o de ameaça. Exacerbação dos conflitos inter-pessoais no contexto dos consumos. mas ainda assim é modesta. As potenciais vítimas rara/ são desconhecidos. q foram previstos como tal e sensibilidade diagnostica como proporção de sujeitos. Interdição e Inabilitação .Condução em estado de embriaguêsDetenção de arma proibida. Crime como gratificação de "desejos compulsivos". Violencia predadora – minimo arousal e bx actividade do sistema nervoso vegetativo. A sensibilidade nosologica ronda 49%. Colheita de várias fontes e confirmação da informação. Alguns defensores de avaliações clinicas. Padroes de relação entre crime e doença mental . a especificidade diagnostica ronda 64%. sendo q ainda q não tenham sido feitos exames complementares psicológicos. insights. Principais viezes: Tempo de Previsão. e qdo comparado com as predições/avaliações clinicas. entre aqueles que real/ se tornaram violentos q foram previstos como tal e especificidade nosologica como a proporção de sujeitos. Exacerbação dos conflitos inter-pessoais no contexto dos consumos. q dele possa cuidar e c/ quem mantenha afectividade. Simulação de dça mental. não é percebida a ameaça previa.Crimes de dano. Violencia afectiva/impulsiva – intenso arousal e actividade S. A relação é fraca mas +. Tendência para projectar a culpa. tendo sido apontados erros de 40 a 95%. Exarcebação de sintomas psicóticos. Frequência.Variação ao longo das décadas do teor. Avaliação do risco de violencia . medio. Desinibição do comporta/o agressivo pelas subst. Bx de empatia. Crimes de perigo:Crimes de perigo concreto . mudanças na caracterização legal (em psiquiatria) e do estigma envolvido. Egocêntricos. agora preferem as actuariais. Relações afectivas superficiais.natureza multifactorial bio-psico-social. esquemas.

isto é. Traumatismo craniano. Aliança terapêutica. Tendem a não integrar os factores de risco dinâmicos. perturbações de comunicação. Interacções potenciais entre fact. Consumo de álcool e drogas. imprudente. que o certo é que gde nº de violentos não são doentes. Actos no passado violentos. dirigidos a factores. principio: relevancia do esquema de avaliação para a gestão e ↓ do risco juizo clinico não estruturado: aceitavel juizo estatistico/actuarial: aceitavel. áreas de investigação: a) Área dos riscos dinâmicos. Direcções Futuras na Avaliação do Risco: a) Área dos riscos dinâmicos. falta de compaixão. associadas a abuso de alcool e drogas. Introspecção difícil dificuldades de comunicação. trata/o ou não. Frequentar ambientes de delinquência. Atraso de desenvolvi/o. precedidas de medo e raiva. As tx de violência são > ao no passado hipotizado. Acesso a instrumentos de violência e/ou porte de arma.1960 s – 1981. frequencia e aceitação de efeitos secundarios. provocadora. Atitudes . O comporta/o no passado é melhor preditor do que o julga/o clínico. agitação. limite ou impulsividade. Auto-mutilações. Surgem assim as check-lists. grau de insigh. relação terapeutica. 3ª Geração: A combinação de factores de risco de violência em 4 domínios: estrutural. Mudanças nos factores de risco ao longo do tempo. Condenações prévias por violência física ou sexual. Factores epidemiológicos: Idade. agitação ou não. juizo clinico não estruturado: pobre juizo estatistico/actuarial: bom. Implicações futuras: Atenção ao viez da Publicação (são publicados os +). Sintomas – (Pode ser até que ↓ mas é imprevisível). Ausência de projectos realistas. frustração dos indivíduos psicóticos. Mudanças nos factores de risco ao longo do tempo. 2ª Geração: Pelo . e de outros factores. Eventos traumáticos. para orientar programas de prevenção e tratamento da violência. Insucesso escolar. Imaturidade psicológica. principio: metodo claro e logico da comunicação das decisões do risco. 1ª Geração: Os Clínicos têm 1 acuidade de previsão não mais de 2 em 3 . actuadas anterior/. juizo profissional estruturado: bom. e. Educação fria. sexuais. contexto especifico. Egoísmo. Componentes estáveis e específicos em determinado tempo. Condução de automóvel perigosa. Situação de crise.nos últimos 15 anos .1980 s – 1995. Plano especifico. Não aderência a trata/o. ou seja. prostituição. Stress ou depressividade.Estrato Socio-Cultural. Brutalidade parental. Preditores ligados à potencial vitima . hostil. Preditores ligados à infancia do examinado . 2ª Geração . Dça psicótica. O desenvolvi/o de vários instrumentos desenvolveu e melhorou a validade dos julgamentos de risco. desorganização prediz no interna/o e ideacção paranoide no exterior. devendo ser comunicada como simples risco. Marginalidade. intervenção e gestão do risco . e concomitante abuso de subst. instabilidade emocional. Sexo. Desemprego. mas não elevado. Misto de comporta/os impulsivos. dependente. b) Área de investigação apoiada em ensaios clínicos (Identificação de fact. consumos de drogas). Abuso de álcool e drogas. impulsividade.Proximidade geográfica e/ou afectiva vítima-agressor. Efeitos moderadores das variáveis. e outras condutas de risco. sistematizadas. Fantasias agressivas. Perda precoce dos pais. Ameaças de morte à vitima. Ideação suicida ou homicida. será q relação entre 2 variáveis mudará em função de 1. Componentes estáveis e específicos em determinado tempo. raiva. Psicose desestabilizada ou desorganizada – Comporta/o e afectos ilógicos. comporta/o despropositado). Desorganização (afecto inapropriado. Mais do q 6 meses. Extroversão com ansiedade. juizo profissional estruturado: bom. Designação nominal de perseguidor. hostilidade. O conheci/o empírico dos factores de risco de violência .Precocidade de delinquência violenta. juizo clinico não estruturado: pobre. critica social. comorbilidade c/ abuso de subst. Interacções potenciais entre factores de risco dinâmicos e estáveis e entre as ≠s variáveis entre si (ex. Na actualidade aconselha-se 1 avaliação mista. sexo masculino. Má relação com as pessoas no ambiente circundante.Falha repetida de tentativas de reabilitação. principio: cobertura abrangente de factores de risco de violencia juizo clinico não estruturado: pobre. raiva. moral ou intelectual. A violencia é + provavel qdo as ideias delirantes forem – persecutorias. gde nº de doentes não são violentos. jovem. distancia ao local e politica de saude. 3ª variável?). com base em factores de risco estatistica/ conhecidos. Falta de supervisão parental. juizo clinico não estruturado: pobre. Analise dos modelos de avaliação do risco á luz dos 5 principios de avaliação e gestão efectivas do risco – principio: identificação fidedigna de factores rigorosos de risco e violencia.Itens do instrumento predeterminados: Não é considerada qq outra informação extrerna. factor de risco de violência Sendo 1 sintoma heterogéneo há a considerar a probabilidade da violência em: Sintomas +. Planos sem viabilidade. Preditores de actuação comportamental . de risco dinâmico e estáveis e entre as ≠s variáveis entre si). Inserção e controle de pensa/o. Três gerações de avaliação de risco de violência . nem vale a pena). avaliar clinica/. Os avanços da investigação permitiram o desenvolvi/o de standarts de avaliação de risco. b) Área de investigação apoiada em ensaios clínicos (Identificação de factores de risco dinâmicos.1995 s – actualidade. Implementação de programas de redução da violência. Motivo. inafectividade. Os estudos de 2ª geração têm > acuidade. Cólera. Plano concreto de agressão. Colocação em instituição ou família de acolhi/o. 3ª Geração . clínico. Investigadores têm de dar + atenção aos detalhes qdo escrevem destacando quais os sintomas. Preditores ligados ao estilo de vida social Inadaptação socio-familiar.juizo profissional estruturado: aceitavel/ bom. deixando de pensar claro. criando conflitos inter – pessoais fáceis). A predição de violência a longo prazo de doentes em ambulatório é habitual/ incorrecta. feminina. de risco dinâmico. contextual . mas depende da agudização. Simples correlação como no exemplo nº de igrejas e nº de famílias podendo haver variável intermédia: Personalidade? Abuso de subst? Falta de suporte social? Acontecimentos de vida stressantes?. Relações interpessoais. Factores de risco de violencia: Ameaça a vítima concreta.juizo profissional estruturado: aceitavel/ bom.às intervenções médicas ou sociais. deficiente ou doente mental. Na década de 90 foi estabelecido que psicose é 1 consistente e robusto. ideacção paranoide e hostilidade. incendiárias ou sádicas. Preditores ligados a antecedentes criminais . histórico. 19 . Rigidez e falta de sensibilidade à mudança 5.Meio familiar abusivo. sobre que circunstâncias situacionais e em combinação com que factores pessoais se está associada a > risco de violência?”. A predição de violência é análoga à previsão do tempo. Personalidade psicopática. tanto +. 4. associados a que personalidades. Multiplicidade e gravidade de infracções. Abuso na infância. associadas a roubo de pensa/o. A psicose pode elevar em 2 a 3 x o risco. Pode não proporcionar as informações + adequadas para programas de prevenção da violência. toxicodependência. Atitudes das vítimas. atenção deve ser dada a: tempo (a fiabilidade perde-se com o ↑ do tempo. A questão “Está a psicose associada a riscos de violência?” deve ser substítuida por “Que sintomas e aspectos particulares da psicose. Que sintomas em psicoticos fazem prever violencia: threat control-over-ride. alucinações de comando (especial/ vozes conhecidas).juizo estatistico/actuarial: aceitavel.Psicose causa violência ( Psicose focando ou organizando a decisão . Havendo relação Psicose-Violência então há 3 possibilidades nenhuma delas provadas ou excluída . imprevisibilidade. juizo estatistico/actuarial: aceitavel.Delírios e alucinações de comando c/ motivos a/ou intenção. Perturbação de personalidade. Modelo teórico precisa-se. isolamento social. juizo estatistico/actuarial: bom. Recaidas e reagudizações em psicoticos – factores de não aderencia ao trata/ incluem: natureza da dça. associadas a alucinações de comando de vozes conhecidas. Vitima hostil. principio: processo de decisão susceptivel de revisão e explicação.1ª Geração . A predição de violência é melhor do q o acaso. Acesso a meios letais e à vitima. ressenti/o. Psicose é consequência de violência (por ex o stress de motor em família despoleta qdro clínico psicótico. Condutas aditivas. Outros preditores ligados ao estado mental . ou permissiva. sentimentos de injustiça. alucinações de comando. Traumatismo de parto.1 em 2 predições tem acuidade .. Dça Mental Grave sobretudo em agudização. A dça mental pode ser 1 significativo factor de risco .Mentalização ou verbalização deficiente. juizo profissional estruturado: bom.

estado ou resultado: não ha vaga nem psicologis c/ experiencia. Mania / Perturbação Bipolar. caracteristicas familiares e setting social. pais com: depressão. So estagiarios. Ex teorico da avaliação de manejo do risco de violencia – factor de risco: psicose manejo: uso de medicação decanoato/acção retardada trabalhar aderencia aos cp. Pedir autorização ao tribunal para fins de semana encorajantes. Olha para si. antecedentes familiares de violencia. A reacção é a de pode ser verdade. Mecanismo postulado para o alcool é a desinibição e impulsividade. Situações a evitar – agressão verbal: ex: comentarios agressivos. violencia ligeira. A reacção é a contratransferencia. C/ trata/o apropriado a probabilidade de 1 pessoa com dça mental grave cometer 1 crime violento é significativa/ ↓. 25-60% da população prisional tem perturbação da personalidade. manejo: programa de psicoterapia. subindo para 5x mais se associar dça mental. comporta/o dominante. antecedentes familiares de violencia. a possivel reacção é a de clarificar as expectativas e estabelecer “contratos”. senti/os de dominação. na mania não esperar premeditação. personalidade anti-social ou alcoolismo ↑ o risco 10x mais em homens e 40x mais em mulheres. Parafilias. parece ligeira/ predispor especial/ se temporal ou alt da personalidade organica. Perguntar ao consultor juridico o q pode ser feito qto à licença de porte de arma. Delirium. factor de risco: abuso sexual. equacionar possibilidade. historia criminal previa. estado ou resultado: falta de kit.P. antes desorganização. manipulação de armas. 73% de enfermeiros reportam terem sido em algum momento vítimas de violência de pacientes. intuição da experiencia valorizada como processamento cognitivo. Factores de risco para violencia fisica para c/ crianças – pais: não biologicos. misticas e persecutorias. existam passagens ao acto. "Eu Estava Perturbado": Distinção entre Perturbações emocionais e Doença Mental. risco de ofensas corporais ou homicidios por razoes pueris. Amnésia.Que criterios usam os clinicos para se convencerem a si. eles testam os limites e o limiar de controlo. Depressão Psicótica / Perturbação Bipolar. Factores de risco para q os homens que espancam as mulheres pratiquem homicidio: uso de armas em evento previo. Traumatismos Cranianos Triviais. Qdo as pessoas c/ dça mental grave cometem crimes violentos. ainda que nesse qdro como nos outros estados ansiosos.Esquizofrenia. Perturbações de Controle de Impulso (Perturbação Explosiva Intermitente). factor de risco: sexo masculino.R-R). considera-se como vitima e procura justiça. Episódio Psicótico Breve. ansiedade e furis. factores educacionais. Depressão e Mania: possibilidade de suicidio ou homicidio altruista. A reacção possivel é a de focar-se nas inconsistencias e nos objectivos. ½ dos homens q violentam as suas mulheres tb são violentos para os seus filhos. co-morbilidade c/ abuso de drogas e alcool. O problema fundamental ao nivel da saude publica no q diz respeito às dças mentias e à violencia. Evita responsabilidade. gde nº de filhos. bx auto-estima. Infância Perturbada. Frequente/ é referido amnesia. olha para o entrevistador. Fica calmo e estabelece limites. distinguindo o clinico entre os “positiva/ conotados por todos” e os que são “cautelosa/ e intensa/ observados”. Perturbações Dissociativas. pais c/ pouca autoestima.S. pedido á administração e ao laboratorio. estado ou resultado: aceitou apos insistencia e negociando saidas ao jardim.Perturbação de Personalidade. A reacção possivel é a de estabelecer limites e contingencias. Perturbações de Ansiedade. Aproximada/ 2/3 destas mulheres foram vitimas de violencia domestica. discordia familiar e maltratos na mulher. Factores de risco: homens c/ antecedentes de violencia na infancia. a violencia + nos q tem exacerbações recorrentes. intenção de matar. Epilepsia: controversia: passado/presente. Predição de homicidio em mulheres “ batidas” – aproximada/ 70% das mulheres assassinadas são mortas pelo marido/companheiro. A resposta possivel é a de observar directa/ o comporta/o. + do q contra o outro. Perturbação Esquizofreniforme. culpabilidade. A assitente social contactou 1 irmã. Psicose Partilhada. Doenças mentais cuja irresponsabilidade é questionavel .solteiros ou jovens. exigir confiança: ex: voce não confia em mim. o risco é proporcional à hipertimia. Ocasional/ delirium associa-se a violencia. agressoes em crianças. e bizarria acompanhante. estado ou resultado: a mae disse q ja deitou a arma fora. conduta e condução perigosa. Perturbações Depressivas Não Psicóticas. violencia sexual nas mulheres/ companheiras.40 a 70 % de psiquiatras foram em algum momento vítimas de agressividade dos pacientes em > ou < grau (21% não verbalizaram isso com ninguém). Psicose Esquizoafectiva. procura de simpatia: ex: voce não acredita em 20 . Psicose Orgânica (Tóxica). Violencia e diagnostico – esquizofrenia: formas paranoides e hebefrenicas. alcoolismo/ abuso de alcool. O mito dos media sobre a violencia contra estranhos por parte dos pacientes esquizofrenicos violentos é rara/ confirmado na realidade.T. o risco é 3x > em homens e 4x > em mulheres. factor de risco: abuso de drogas. nivel educacional bx. crinaças c/ comporta/os desadequados/dificeis. manejo: analises obrigatorias regulares. alguns nºs – risco de prisão em doentes mentais é 3x > à população. esquizofrenia pode ↑ violencia homicida 8x em homens e 6x em mulheres. Coloca duvidas. Fazer entrevistas familiares para poder trabalhar isso. Black-out Alcoólico. estado ou resultado: a mae não aceita. profanações. bx nivel educacional. estado ou resultado: avaliação funcional pela terapia ocupacional. Presença de “sintomas psicoticos” em esquizofrenia. mas provavel/ existe co-morbilidade – alcool.D. pedagogia a ele e à familia. Alegadas defesas por insanidade . Atraso mental: QI bx é risco de comporta/o violento. à exaltação passional e á depressão. de ruina. ser consistente. A reacção é o medo. furto e contra o patrimonio. refere falsas acusações. psicose paranoide: violencia é premeditada. As P. abuso de drogas e/ou alcool. associando-se a ideias hipocondriacas. ou agressões sexuais. é o abuso de alcool. Perturbações F actícias. personalidade previa. Estabelece o seu proprio plano. 6. procurar pessoa q possa controlar isso qdo ele sair. A reacção possivel é a verificar discrepancias entre as palavras proferidas e os feitos. educação religiosa. fase aguda é ≠ da evolução cronica. leva a mau prognostico. fazem-no geral/ contra familiares ou outras pessoas significativas e não contra estranhos. personalidade. “a avaliação da. fantasias em praticar homicidio e/ou suicidio. Abuso e Dependência de Álcool e Drogas. 86>% das ideias homicidas associam-se a ideias suicidarias. sendo freq a hostilidade e a irritabilidade. a capacidade dos serviços em garantir segui/o ambulatorio. 10-15% dos detidos apresenta dça psiquiatrica. Demencias: desinibição sexual e do comporta/o. Os doentes esquizofrenicos q aderiram a 1 trata/o não apresentam > risco de violencia q qq outra pessoa.Insanidade Cultural. a violencia como acompanha/o tardio da dça. e para sugerirem em tribunal de libertação? – na globalidade os peritos usam criterios clinicos (os do H. c/ perturbação de personalidade. factor de risco: tinha 1 arma em casa manejo: trabalhar ou ficar sem a arma. as reacções são: viscerias e contratrasferencia. e em equipa assitencial”é valorizada. manejo: treino de formação profissional. Violência em Técnicos de Saúde Mental . Drogas facilitam tb psicoses. As mulheres vitimas de violencia domestica estão + expostas a risco de homicio pelos seus maridos/companheiros apos abandonarem a relação. drogas.Demência. Sindrome de abstinencia leva a procura de drogas e por ai violencia. a maioria dos homens violentos têm antecedentes de outras relaçoes violentas. abuso de alcool/alcoolismo. Antecedentes criminais principal/ envolvendo roubos e jogo. a violencia ligeira contra si. isola/o social. Comparações negativas: ex: há profissionais melhores. organizada e/ou defensiva.a reacção é a indecisão. As respostas possiveis são: estar calmo e estabelecer limites. factor de risco:estar desempregado. esquizofrenia (contradição entre os varios trabalhos e ao longo do tempo. explicações: ex: nunca satisfeito c/ as explicações. factor de risco: vive sozinho manejo: viver c/ alguem qdo sair. factores de risco graves para violencia com mas mulheres inclui: homens violentos na sua generalidade. os atrasos mentais/oligofrenias. violencia fora de casa. Personalidade e atitudes agressivas no quotidiano. exibicionismo. as ideias paranoides podem aparecer. intimidação: ex: manter-se calmo e colocar falsas acusações. A > parte das pessoas com dça mental grave não comete crimes violentos. confrontação: ex: acções legais. Disturbios da ansiedade: o mito do P.4% tem sindromes esquizomorfos ou dça bipolar ou depressão grave. pais c/ problemas psicologicos/psiquiatricos ou de saude. sarcasmo. Condutas aditivas: o alcool e drogas ↑ a probabilidade de violencia em doentes mentais e na população em geral. são as + representadas em comportamentos violentos atingindo os 60%. Diagnostico psiquiatrico e violencia – a polemica a proposito da epilepsia. subtipos em interna/o + a forma desorganizada/ hebefrenica em ambulatorio a forma paranoide. Atraso Mental. O diag mesmo q em co-morbilidade. Doenças mentais que podem vir a causar irresponsabilidade e perigo . A reacção é defensiva. os esquizofrenicos são tb frequente/ vitimas de violencia. Violencia e dça mental.C. É mto valorizado o comporta/o social durante a detenção e o ser integrado em treino de aptidoes sociais. qdo há interna/o o risco bx drastica/ em poucos dias).

nos termos do art. tendo em conta que é social/ + censurável abusar de pessoa inconsciente ou incapaz de opor resistência (4). Crianças em sofri/o psicológico dever ser orientadas para intervenção terapêutica e não objecto de perícia. 21 . tanto em ambiente hospital como em tratamento ambulatório. e q não deve abdicar do estudo de factores de risco de violência reconhecidos na literatura científica. sendo q outras estruturas reguladoras do comporta/o sexual. Modelo restrito. ou particular. até pq quem avalia a verdade ou a mentira é tão somente o Tribunal. Esta avaliação. dispensando a colaboração do médico. não cumprir a medicação prescrita. 159º do CPP q implicará referência ao diag.ex. Relativa/ à probabilidade de repetição dos factos típicos semelhantes (2). Atraso de desenvolvi/o. podendo mesmo idealizar e premeditar a forma de o fazer. As Situações Clínicas: A Sexualidade Humana é 1 tema multi. Modelo Normativo. de acordo com o artº 151º do Código Processo Penal. aspecto último q não está efectiva/ prevista na nossa legislação. a perícia adequada para avaliar essa mesma perigosidade. Há 1 presunção de capacidade do indivíduo adulto. administrativa. Traumatismo de parto. sindrome de alienação parental . e das características psíquicas em geral. q estabelece o regime jurídico da realização das perícias ML e forenses. pertença anterior a grupos denominados de “gangs”. Alucinações de comando. Desconfianças e excessiva hostilidade típicas destes sujeitos podem ser expressadas em discussões agressivas. Perturbação de personalidade. tendo a finalidade de esclarecer e auxiliar a autoridade judicial. A reacção é a de ↑ o seu ego. por xs c/ cadastro criminal em idade mto precoce. pessoas de difícil convivência. conforme decorre do art. é confundida com a de veracidade de testemunho. Abuso na infância. O actual sistema legal das perícias médico-legais. Do ponto de vista ML deve-se enfatizar q o conhecido por síndrome de alienação parental é 1 constructo operacional q escapa. Consumo de álcool e drogas. como ex. Porém. processar mental/ a informação. Factores de risco de violencia . assim como da análise de todo o processo de socialização. podendo incluir qq perturbação q afecte a capacidade de entender e querer.mim. misturadas c/ a medicação. é o pedido de avaliação da capacidade de testemunhar nos termos do art. q remetem o juízo de capacidade penal exclusiva/ para o juiz. A delimitação entre comporta/os sexuais normais e patológicos de 1 forma precisa não é possível. desde as moderadas (q quase consubstanciam 1 modelo misto) até às +s extremistas. baseando-se no princípio geral de que 1 prova pericial. No 1º caso (1). 154º CPP. Implica não só um analisar das competências ditas superiores cognitivas (por ex: da capacidade de fixar a atenção. qdo a significação interna do motivo. para a avaliação de pressupostos ML de (in)imputabilidade. 1 doente c/ esquizofrenia paranoide em descompensação tem 1 elevada probabilidade de se tornar violento. verbalizando c/ frequência a intenção de concretizar o acto. qdo o sujeito direcciona a sua violência particular/ a 1 vítima em particular. ou seja. Final/. mas q necessaria/ deverá aprofundar a reflexão. Sexo. Misto de comporta/os impulsivos. 4) Pessoa inconsciente ou incapaz de opôr resistência. aquando da acusação pelo Ministério Público.Ameaça a vítima concreta. Rederecciona a responsabilidade. cuja regulação de poder paternal esteja em disputa. Motivo. à ciência jurídica e à ciência médico psicológica. Plano sem viabilidade. existem estudos q relacionam actos de violência no adultos c/ o facto de na infância tb eles terem sido vitimas de violência ( ex: Violência Doméstica). e c/ frequência enfrentam problemas com relaciona/os íntimos. q avaliaria a capacidade do indivíduo em causa e pronunciaria 1 juízo definitivo e insindicável pelo juiz. etc). 2) Probabilidade de repetição de factos típicos semelhantes (perigosidade).Cultural. avaliando-se tb a capacidade de culpa do indivíduo. Importa aqui 1 avaliação + abrangente. na capacidade da avaliação e determinação do arguido (no momento da prática dos facto q lhe é imputado) e conforme o art. pelo que forçosa/ são realizadas perícias em tudo sobreponíveis a quaisquer outras. Traumatismo craniano. Dça Mental Grave sobretudo em agudização. o agressor pode abrandar o impulso violento se a vítima se encontrar longe do seu alcance. caberá ao psiquiatra pronunciar-se sobre ela. trans e inter dispiciplinar. científicos ou artísticos. policial. Modelo Misto e Modelo lato.conceito em q 1 dos pais c/ a finalidade de alienar o outro. A reacção possivel é a de focar-se nos objectivos e não ligar. não define exames específicos nestas perícias em situações de crimes sexuais. levanta-se a questão de q o síndrome de alienação parental não é + q 1 constructo académico q visa caracterizar alt no vinculo afectivo parental. como a religião e a justiça. insight exagerado: ex: voce é o melhor. tem lugar qdo a percepção ou apreciação dos factos exigirem especiais conheci/os técnicos. Modelo Médico-Psicológico: A decisão sobre a inimputabilidade ou imputabilidade caberia exclusiva/ ao médico. reter em memória e depois reproduzir) mas tb aspectos de personalidade a descrever na perícia. ou seja. é + fácil comporta/os de violência extrema se o agressor tiver acesso fácil a armas letais. Relações inter-pessoais. os ambientes c/ relações interpessoais violentas têm + propensão a desencadear comporta/os violentos. de acordo c/ indícios q não a enfermidade mental medica/ comprovada. qdo o sujeito tem 1 estória de vida passada envolvendo actos violentos. não rara/. A decisão sobre a (in)imputabilidade basear-se-ia em parâmetros de normalidade e compreensibilidade dos comporta/os. Sócio . Inserção e controle de pensa/o. será sobre a personalidade. Modelo lato: Admite várias modalidades. q só pode ser ilidida perante a comprovação de 1 estado patológico que afecte as suas faculdades mentais. Actos no passado violentos. assim como as questões médico-legais que suscitam. 3) Capacidade de testemunho. Estrato. Ainda assim. Modelo restrito: Impõe a existência de 1 doença mental comprovada pelos médicos e q constitui pressuposto indispensável para a declaração de inimputabilidade. Modelo Normativo: Caberia ao juiz decidir sobre a liberdade e capacidade de culpa do agente. o tipo de perícias que habitual/ são solicitadas pelo Tribunal nestas situações. a presença de 1 aliança terapêutica + c/ o paciente parece fazer crer q ↓ o risco de violência do doente psiquiátrico. que cremos + psicológica que psiquiátrica. avaliados de forma empírica e necessaria/ subjectiva. Faz comentarios + e olha para si. Acesso a meios letais e à vítima. Modelo Misto: Consiste em fazer depender a decisão do juiz de 1 prévia avaliação médico-psicológica do indivíduo. mas antes de 1 conceito sociológico. o agressor já visualizou o plano para levar a bom porto a sua acção. Por ex. queixas recorrentes ou afasta/o silencioso e visivel/ hostil. de forma a obter preferência ou estabelecer 1 relação preferencial c/ o filho. A reacção é a de q pode ter mudado. a interferência ou não daquela anomalia psíquica em concreto. as perícias não poderão ser desvalorizadas qdo da avaliação técnico-científica do sofri/o do menor seja pertinente. (ex: agentes da autoridade c/ arma de serviço. o sujeito por xs não sendo violento por natureza em certas circunstâncias pode ser autor de atitudes de violência extrema. 2) Refira alguns contributos da psiquiatria e psicologia para a sexologia forense As perícias ML constituem para a Justiça 1meio de prova. Aliança terapêutica. 91º do CP. Não aderência a trata/o. caçadores. p. conforme aludido no art. é para o sujeito de tal forma intensa q se torna como 1 “carga propulsora” para o acto violento. para aplicação de 1 pena > ou<. mas não se trata já necessaria/ de 1 dça. Apesar de não serem específicas. A reacção possivel é a de focar-se na responsabilidade pessoal. caso se considere não existir anomalia psíquica grave. são: 1) Responsabilidade criminal: (In)Imputabilidade. Plano específico. 20º do CP. Importa não menosprezar o sofri/o e repercussões psicológicas e psiquiátricas futuras nas crianças expostas a conflitos de q resulta 1 desestruturação do vínculo afectivo parental. é mtas xs solicitado q medico-legal/ sejam avaliadas eventuais vítimas. EXAMES 1) Caracterize breve/ os ≠s modelos de inimputabilidade Os modelos de inimputabilidade são:Modelo Médico-Psicológico. constando esse quesito em despacho judicial. é realizada a perícia prevista no art. além de facilitar o enquadra/o do tipo legal de crime. em geral. existe alguns estudos q têm vindo a identificar certas zonas cerebrais c/ o comporta/o violento. Factores epidemiológicos: Idade. Limitá-la a 1 condição médica é 1 visão redutora e q omite as múltiplas relações entre o sexual e todas as vertentes da vida humana. os indivíduos c/ Transtorno da Personalidade paranoide são. O 3º caso (3) que frequente/ chega à ML. o doente q ouve vozes que lhe comandam as acções. em violência doméstica existe reincidência de agressões qto + próximo os ex-cônjuges ficam a residir u1 do outro. os doentes em terapia devem ser “ensinados” a lidar c/ situações de stress extremo recorrendo a estratégias de gestão de stress. Esta alt no vínculo afectivo parental não se trata de 1 patologia. qdo usados fórceps existem dados q indícios lesões. Face ás definições. Mantém-se a exigência de 1 anomalia psíquica para q se verifique a inimputabilidade. normal/ + comum qdo há especificidade na identidade da vitima. a perigosidade. ainda pouco significante para outros. 160º do CPP. 131º CPP. promove 1 “campanha” de forma a denegrir a imagem do outro progenitor de forma a ser bem sucedido nos seus intentos. incluindo as perícias de psiquiatria e psicologia. caso seja medico-legalmente avançado a presença de pressupostos de inimputabilidade.

fins periciais. atitude de reserva. Psicose afectiva. como a determinação da incapacidade. Expectativa face às repercussões dos resultados. Os termos aberração. de se avaliar e de se determinar. Especificar medidas de trata/o proposto. 4. deação homicida. q se prenunci pericial/ sobre credibilidade de testemunho. alguns modelos de classificação q têm esta heterogeneidade em conta. sp que possível. inclusiva/ por magistrados. Mais dúvidas surgem relativa/ a algo que às xs é pedido. insight sobre as suas limitações e se beneficia clinica/ com a nomeação de curador. O termo parafilia é 1 constructo médico. Especificar data de inicio. As estratégias interpretativas para inferir a presença. existem ≠s terminologias na área legal e na área clínica. classificando os ofensores em eixos multidimensionais. Porém. nunca excedendo 1 mês. lidam c/ os mesmos problemas. consensual. mas qdo os peritos não cheguem a 1 conclusão segura sobre a capacidade ou incapacidade do arguido. fins terapêuticos. O diag de parafilia não supõe por si mesmo 1 modificação da imputabilidade. designadamente profissionais de direito. O termo ofensor sexual é 1 constructo jurídico. Especificar a extensão da incapacidade.º 163 CPP. Sinais/sintomas de intoxicação com subst. Discussão e Conclusões: Especificar diag. Outras Psicoses? 6) Distinga a avaliação psicologica em contexto clinico e em contexto forense.Exame pericial: 1. q pouca informação útil traz face à variabilidade da capacidade funcional dentro de cada nosologia. 7) Diga qual a + valia da avaliação neuropsicologica para a pratica clinica forense . perversão. Tais condutas estarem catalogadas como dça mental. aqui. novas estratégias terapêuticas para os défices cognitivos. e nos crimes sexuais. para actuações + concertadas e uniformes Cientes de q a avaliação em Psiquiatria e Psicologia Forense é 1 tema complexo. circuitos cerebrais e funções cognitivas. do ponto de vista clínico as capacidades pragmáticas daquela pessoa naquela situação. Existem. Diag + freq: Psicose esquizofrénica. A valorização da deterioração cognitiva. Tornou-se freq o testemunho como perito q informa o juiz sobre as sequelas na conduta. q prepare para as tarefas q serão confiadas. mas não existe nenhum sistema classificativo c/ validade universal. fixando-se. 2º os quais só algumas das pessoas portadoras de dça mental. 2. desvio foram substituídos pela designação Parafilia q coloca ênfase no q atrai o indivíduo (filia) com implicações na terapêutica que está recomendada em situações q envolvam agressão sexual. sp que possível. ML – perigosidade – relembramos ser este termo 1 constructo jurídico. é perigoso verter aos autos matéria subjectiva apresentada como científica. apoiando-se no contributo de ≠s disciplinas. Trabalhar em contexto forense exige 1 conheci/o eclético. q não é. Determinação do funciona/o intelectual prévio. e averiguar se cognitiva/. do q a 1 modelo estrito e normativo.têm dificuldades semelhantes. q poderão dificultar a interface entre ambas. Este conceito estende-se a outros diag. relativa/ à capacidade para gerir pessoa e bens e necessidade de vir a ser nomeado tutor. c/ efeito. Ditado aos Autos:. Habitual/ levantam questões ≠s das q são abordadas no domínio clínico. está apta a dar 1 precioso contributo perante o crescente interesse e ↑ de estudos científicos recorrendo a dados estatísticos para análise dos factores de risco descritos pela literatura médico-psicológica. Especificar a presença ou ausência de pressupostos MLs para interdição. não bastando 1 mera quantificação de QI. Factores que interferem com a avaliação em contexto forense: Ansiedade situacional. da saúde mental ou de outras áreas das ciências sociais e humanas. É q pese embora frequente/ seja solicitado.sintomas + freq à data do internamento compulsivo: Ideação delirante. melhor conheci/o da genética. seja pq se o fizer arrisca seria/ a perder-se em considerações + pessoais do q objectivas ou de ciência. assim como a promoção da colaboração entre psicólogos. Estes arguidos têm histórias pessoais e criminais únicas. no sentido da integração de conceitos q possam ser úteis em ambas as áreas. Dentro do prazo marcado. em termos cognitivos repita-se. se prova efectiva/ em julga/o essa mesma prática. A classificação dos comporta/os sexuais anormais é influenciada pela apreciação sociocultural num dado período histórico. dado q o ordena/o jurídico tem os seus próprios critérios. A Neuropsicologia clínica sofreu gde desenvolvi/o graças a investigações e a publicações realizadas sobre conheci/os. Ideação suicida. Apenas nos últimos anos os neuropsicologos clínicos começaram a ter 1 participação imp e decisiva nos tribunais. As implicações do funciona/o psicossocial.identificação das sequelas envolvidas no dano cerebral ligeiro como “ o síndrome pos–comocional”. Em contexto forense – Solicitado pelas entidades oficiais. prazo para a entrega do relatório. na área penal. em geral. A determinação do prognostico. Em contexto clinico . cremos q a medicina legal e em particular a psicologia forense. 4) Distinga perturbação da personalidade do conceito de psicopatia que é medido pela PCL-R ? 5) Enuncie qdros psicopatologicos + freq entre os doentes q são internados compulsiva/ . Mais 1x têm de ser medico-legal/ analisadas. a data provável do começo desta e os meios de trata/os propostos. ao denominado risco de violência. em particular. Sem consciência mórbida. Caso não integre pressupostos ML para interdição. a opinião é de q o verdadeiro perito (psiquiatra ou psicólogo) não o deverá fazer. Para a 4ª questão em análise – avaliação da consciência e capacidade de opor resistência – existe total sintonia c/ o exposto por autores nacionais. não quer dizer q não haja lugar a sanção penal. nomeada/ a avaliação de 1 alegado perfil.Fornece melhores testes para avaliar as funções cognitivas. em substituição das categorias de diag das classificações internacionais de dças (embora se reconheça q estes fornecem 1 nomenclatura universal/ aceite e compreensível). Autores consideram ser imp conciliar/ compreender as ≠s terminologias. pode continuar-se o exame no local + apropriado e proceder-se às diligências q se mostrem necessárias 3. mto embora c/ 1 paralelo claro de natureza clínica.º951º . A > dos ofensores sexuais não tem 1 diag de parafilia. Qdo se pronuncie pela necessidade da interdição ou inabilitação. > grau de cooperação do sujeito. e q se presume subtraída à livre apreciação do julgador (art. responsabilizar-se pelas despesas. intelectual/ e emocional/ é ou não aquele doente capaz. a função cotgnitiva é preditora do funciona/o no “mundo real”. no sistema de justiça. A descrição dos perfis cognitivos e de conduta característicos de cada dça neurológica. nomeada/ a referência à idade mental. ou mesmo simulação. A tomada de decisão sobre assuntos legais. 22 . e mto .é solicitada pelo próprio ou pelo seu terapeuta. Psicose Paranóide. Relação entre a Neuropsicologia e Lei – o desenvolvi/o de estudos sobre as relações entre o cérebro e a conduta mediante métodos quantitativos. psiquiatras e especialistas de outras disciplinas q. É extrema a utilidade q a Psiquiatria tem para o Direito qdo se trata da avaliação da (in)imputabilidade. sendo q devem ser dadas indicações relativa/ a nível de capacidade e o q pode ou não consegue fazer. alias se encontram previstas no nº3 do art 951º do CP Art. como se pode constatar nas classificações internacionais de doenças e a sua evolução ao longo dos anos. a localização e o tipo de neuropatologia. A 3ª questão colocada – a da avaliação da capacidade de testemunho – é aquela em q de forma evidente admite-se ter 1 posição firme. a extensão da sua incapacidade. Não é admitido 2º exame nesta fase do processo. A Psiquiatria e a Psicologia Forense englobam 1 gde variedade de domínios do saber. c/ considerações em termos clínicos. assim como a necessidade de + investigação nesta área. referir se justifica Inabilitação. O psiquiatra neste tipo de avaliação deve transcender o simples colocar de diag. emocionais e cognitivas q resultam das lesões no cérebro humano e ao mesmo tempo da imp das variáveis psicossocias na modulação do funciona/o e alt do cérebro. do ponto de vista ML. (acerca da 1ª questão levantada) aderimos c/ > convicção a 1 modelo misto e lato de inimputabilidade. pela natureza e intensidade destes. A decisão sobre as intervenções + apropriadas. as conclusões da perícia são ditadas para a acta. o relatório pericial deve precisar. 3) Diga quais são as questoes q o psiquiatra deve clarificar nas suas conclusoes periciais se 1 processo especial de interdição/inabilitação as quais. Qto à 2ª questão. a par de formação específica. Alt graves do humor. Actividade alucinatória. de acordo c/ a sua própria avaliação. Alt do comporta/o. será ouvido o requerente. podendo formar imediat/ juízo seguro. q pode promover exame numa clínica da especialidade. e as atitudes e crenças relacionadas c/ a ofensa sexual pode variar. fornecendo tipologias úteis e pormenorizadas dos ofensores sexuais. Logo após o interrogatório procede-se. Objectivo e campo de aplicação da Neuropsicologia Forense . para este efeito pode ser autorizado o interna/o do arguido pelo tempo indispensável. podem ser susceptíveis a q se reconheça a sua responsabilidade penal. a especie de afecção de q sofre o requerido. O termo neuropsicologia Forense faz referencia a aplicação de conheci/os de Neuropsicologia a questões legais.utilização de terminologia ultrapassada. desconfiança. não esquecendo q o contributo da psiquiatria e psicologia forense é sp condicionado e dependente do país em análise. C/ efeito. os autores discutiram o q pode ser realizado à luz da legislação portuguesa. Sinais/sintomas de intoxicação alcoólica aguda. seria + útil caracterizar cada tipo de ofensor sexual numa perspectiva dimensional. no caso contrário. pelo respectivo director. seja por entrar em matéria q apenas ao tribunal compete. O ofensor sexual é alguém q sendo acusado e condenado por crime sexual. ao exame do requerido. O parafílico é alguém c/ o diag de parafilia. Eventuais ganhos secundários.

O risco de homiocidio conjugal difere do risco de violencia conjugal por.. A formula subjacente a construção de 1 sistema tipologico é: a) identificação + separação = redução de problemas b) avaliação + separação = redução de problemas c) separação + intervenção = redução de problemas d) avaliação + intervenção = redução de problemas e) nenhuma das anteriores esta correcta B. inexorável/ . e não sobre a sua credibilidade. Art. ou obedecer estrita/ ao articulado realizando “Perícia Sobre a Personalidade” q não é em si competente para avaliar a capacidade de testemunhar. composição de objectos. ordenadas anterior/ ao depoimento não impedem que este se produza. sequência de letras e números. q a pretendem ver como.a) incluir + variaveis relacionadas c/ o contexto social do agressor b) atender + a aspectos do funcionamento laboral 23 .. se o pretendido é efectiva/ avaliar a capacidade do testemunho. organização espacial.levanta desde logo algumas dificuldades e inconsistências. Esse juízo pertence. 2-A autoridade judiciária verifica a aptidão física ou mental de qq pessoa para prestar testemunho. q é a avaliação psicométrica e/ou neuropsicológica em particular da atenção e da memória.P. admissão de falhas de memória. obedecer ao objecto de perícia para o q fará 1 avaliação cognitiva e não da personalidade. .. A abordagem desenvolvimental. isto sem prejuízo.. 131º . não para avaliar capacidades de testemunho. competência essa q é do tribunal. para importar acima de tudo 1 realidade pericial bem ≠. Fornece informação sobre: Atenção. Raciocínio lógico-abstracto. Raciocínio fluido e processa/o simultâneo de informação. 10) Assinale a resposta mais certa: A. A maioria das pessoas q se encontram presas. Memória remota.pesquisa de símbolos. 163º do C. contexto.P. Atenção e capacidade sequencial.P. apresentada como científica.. memória imediata.WAIS-III: Avaliação do desenvolvi/o cognitivo dos 16 aos 90 anos. detalhes supérfluos.. coordenação viso motora. Atenção dividida e controlada. 3-Tratando-se de depoimento de < de 18 anos em crimes contra a liberdade e autodeterminação sexual de menores. A sub escala verbal é composta por 7 sub testes: vocabulário. referidas nos nºs anteriores. Fornece informação sobre: Compreensão das palavras e sua definição. perde relevo a avaliação da personalidade (mencionada no nº 3 do artigo citado)..1-Qq pessoa q não se encontrar interdita por anomalia psíquica tem capacidade para ser testemunha e só pode recusar-se nos casos previstos na lei. para os < de 16 anos e pq o perito apenas pode e deve pronunciar-se sobre a capacidade da pessoa em causa conservar em memória e reproduzir os aconteci/os q presenciou. qdo isso for necessário para avaliar da sua credibilidade e puder ser feito sem retardamento da marcha normal do processo. matrizes.P. correcções espontâneas. Acórdão da Relação de Lisboa (nota 19 – do acórdão 7071/2005-3 de 18/01/2006) . quantidade de detalhes. 4-As indagações. aritmética. ou seja. pode ter lugar perícia sobre a personalidade. O dilema pericial.. da questão de credibilidade q por xs é requerida a solicitação das partes A perícia prevista no art.Cuja credibilidade não pode assentar na perícia psicológica efectuada – perícia essa cuja realização apenas está prevista no C.P. ao tribunal. organização grafo-perceptiva.a) é adequada para trabalhar na prevenção da delinquencia e criminalidade b) é relevante na explicação da criminalidade juvenil c) não resulta na explicação dos crimes de colarinho branco d) a+b e) todas as anteriores estão certas D. informação. descrição de interacções. capacidade de categorização e de conceptualização.P. memória de dígitos. capacidade viso-construtiva. Retenção de memória auditiva imediata e de memória de trabalho. e ainda q possa expor considerações sobre estrutura lógica. Esta perícia é frequente/ confundida por Psiquiatras/Psicólogos. Grau de aculturação social. Organização perceptiva. q sp deva o perito se pronunciar sobre o desenvolvi/o. cubos. mas como avaliadora de credibilidade de depoimentos.). A sub escala de Realização é composta por 7 Sub testes: Comple/o de gravuras. q de algum modo ajudem o Tribunal a ajuizar da credibilidade de 1 testemunho. Planificação e organização perceptiva. A “reprodução familar da delinquencia” tem + tendencia a ocorrer-se. Atenção e concentração. 131 C. capacidade de distinguir o essencial. código. Considera-se perigoso verter aos autos matéria subjectiva. e por xs até por Juristas. Com efeito. compreensão. concentração. elaboração e estrutura da narrativa. a) ambos os progenitores estiverem presos b) so estiver preso o pai c) 1 dos progenitores ja tiver estado preso d) se houver problemas de alcoolismo na familia e) todas as anteriores estão erradas E. maturidade e socialização daquele indivíduo. Enfatiza-se q o perito não se deve pronunciar sobre a veracidade de 1 testemunho. sobre os aspectos perceptivos e cognitivos do depoimento. Raciocínio não-verbal e pensa/o analítico. disposição de objectos. LIMITAÇÕES? 9) Distinga a avaliação pericial da capacidade do testemunho nos termos do art 131º do CPP. será pois.. Grau de socialização.Capacidade e dever de testemunhar . e q à partida se presume “subtraída à livre apreciação do julgador” (art.8) Discuta a utilidade e limitações da WAIS III na avaliação psicologica em contexto forense . a) é doente mental b) é portadora do disturbio de personalidade anti-social c) é vitima de segregação social d) é reincidente e) todas as anteriores estão erradas C.

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