APOSTILA DE PROGRAMAÇÃO PARAMETRIZADA CNC SIEMENS 840D FANUC 21M MITSUBISHI MELDAS PARA CENTRO DE USINAGEM E FRESADORA CNC

ELABORADO POR ALAN NICOLIA www.fresadorcnc.com.br fresadorcnc@fresadorcnc.com.br

ÍNDICE

Algoritmo Programação Parametrizada 1º Parte : Siemens Parâmetros “R” 2º Parte:Fanuc Parâmetros “#” Operadores e Funções Aritméticas Operadores de Comparação e Lógicos

Função G65 Exemplos de programação parametrizada 3º Parte:Mitsubishi Parâmetros “#” Operadores e Funções Aritméticas Exemplos de programação parametrizada Trigonometria e parâmetros de corte IMPORTANTE: Esta linguagem de programação é válida para centros de usinagem e fresadoras cnc equipadas com comando Siemens 840 D Fanuc 21M Mitsubishi meldas Este manual tem por objetivo abordar o uso de alguns recursos especiais disponíveis no cnc 840D Siemens e Fanuc 21M e Mitsubishi meldas APRESENTAÇÃO:

Programação Paramétrica é um recurso de linguagem de programação que oferece ao programador maiores facilidades na geração de seus programas,também conhecida como Programação de Alto Nível ou Paramacro. Através dela é possível:      Trabalhar com variáveis computáveis; Usar funções computáveis em qualquer tipo de bloco; Ter acesso a certos parâmetros modais do sistema para computação; Utilizar operadores e expressões aritméticas para computação; Efetuar desvios adicionais,chamadas de sub-rotinas e subprogramas dependendo do resultado de uma função lógica;  Programar sub-rotinas e subprogramas parametrizados;  Programação de Ciclos Fixos parametrizados;  Cálculos utilizando funções lógicas e aritméticas.

ALGORITMO Um Algoritmo é uma seqüência de instruções ordenadas de forma lógica para a resolução de uma determinada tarefa ou problema. ALGORITMO NÃO COMPUTACIONAL Abaixo é apresentado um Algoritmo não computacional cujo objetivo é usar um telefone público. Início 1. Tirar o fone do gancho; 2. Ouvir o sinal de linha; 3. Introduzir o cartão; 4. Teclar o número desejado; 5. Se der o sinal de chamar 5.1 Conversar; 5.2 Desligar; 5.3 Retirar o cartão; 6. Senão 6.1 Repetir; Fim.

DESVIO

Nesta discussão curta. Porém. Por exemplo. Estas coisas são impossíveis só com a utilização do código G normal. podemos dizer que podem combinar técnicas de programação manuais com técnicas de programação paramétricas. explicaremos programação paramétrica e mostraremos suas aplicações principais. ou seja. Dado aos ganhos que este tipo de programas trazem e os benefícios que os "experts" possuem em conhecer os conceitos aplicados em programas parametrizados. Outros incluem User Task (Okuma). aritmética. as escolas técnicas não dizem mais sobre isto. Aplicações: Muitas companhias têm aplicações excelentes para macros de usuários e provavelmente não os conheça. Características relacionadas aos computadores como as variáveis. A mais popular é Custom Macro B (usado pela Fanuc e controles Fanuc compatíveis). Além de ter muitas rotinas relacionadas ao computador. No Brasil sem exagero pode se contar nos dedos das mãos as pessoas que conhecem e usam este tipo de programação. esta linguagem de programação reside direito no controle do CNC e pode ser acessado ao nível do código G. Como todas linguagens de programação a programação paramétrica possui várias versões. com os programas CNC normais. O que é? Programação paramétrica pode ser comparada a qualquer linguagem de programação como as linguagens BASIC. linguagem C ou PASCAL. e proteção de programa) que permite a edição interna do programa CNC. e os loopings estão disponíveis nesta linguagem. . Há poucas pessoas envolvidas com CNC que conhecem programação paramétrica e estas pessoas evitam comentar o uso deste tipo de programas. declarações de lógica. Q Routine (Sodick).Programação Parametrizada Talvez este seja o segredo mais bem guardado sobre conceitos CNC. macros que permitem ao usuário de CNC ter acesso a muitas propriedades do controle CNC (ferramenta de compensação. alarmes. a maioria das versões de programação paramétrica tem rotinas relacionadas ao CNC com relativa profundidade. e linguagem de programação Avançada [APL] (G & L). posicionamento dos de eixo. pois é quase nulo a informação que se obtém sobre isto nos meios acadêmicos a não ser grupos de estudos muito isolados. geração e edição de código G codifica. e fabricantes de controles. é surpreendente que os grandes usuários deste conceito se restrinjam aos construtores de máquinas de usinagem.

por exemplo. Quase todas companhias têm pelo menos algumas aplicações que se ajustem à categoria de macro de usuários. com dimensões variáveis. a maioria dos controles de CNC não possui interpolação em espiral. Probe (dispositivo destinado a medir posicionamentos relativos ou absolutos: sonda). vejamos.Claro que. deste modo o programador deverá referenciar em um quadro no desenho as cotas variáveis e propô-las em um programa parametrizado. · Dispositivos guias opcionais. Estes macros podem ser divididos em cinco categorias básicas. Mas. . Ou talvez você deseje que seu controle CNC tivesse mais (ou melhores) ciclos fixos. porém. Alguns destes podem te soar familiar. Possivelmente você tenha peças semelhantes. se você sabe utilizá-los pode ser que às vezes não imagine as muitas aplicações possíveis para estes macros ou então os sub-utilize. você pode desenvolver seus próprios ciclos fixos. entalhes ou algum tipo de usinagem em “pocket”. Executar uma usinagem em linha de precisão. você pode desenvolver rotinas de propósito gerais para operações como usinagem em linha. seguramente você tem algumas peças que requeiram operações de usinagem semelhantes pelo menos. Se você fizer isto. Em essência. macro de usuário o permite criar suas próprias formas de interpolação. pósprocesso que medem sistemas exatos. Com macros de usuários. · Movimentos complexos Pode haver vezes que seu controle CNC seja incapaz de gerar um movimento necessário com facilidade. e muitos outros dispositivos sofisticados requerem um nível mais alto de programar que podem não ser encontrados na codificação G “Standard”. acredite. padrões de furos de roscas específicas. você tem uma aplicação perfeita para macro de usuário. · Famílias de peças. que será acionado conforme as solicitações das peças a serem produzidas. Infelizmente. Em essência. seu controle tem que ter a habilidade para formar um movimento espiralado em XY enquanto formando um movimento linear em Z (movimento helicoidal não bastará neste caso). · Inventando Ciclos fixos (inclusive referenciando um código G) Até mesmo se você não tiver uma família perfeita de aplicação de peças para macro de usuário. Macro de usuário é a linguagem de programação paramétrica mais popular dirigida a estes dispositivos. com macro de usuário você pode gerar este movimento desejado.

Alguns exemplos de aplicações que se ajustam a esta categoria incluem contadoras de peças. · Utilidades Há um mundo de coisas que você pode fazer com macro de usuário que você consideraria nunca poder fazer sem este tipo de linguagem. tempo de transferência de programa.1 M30 .5 (avanço em IPM) #106=3. para chegar ao Z corrente) G01 Z-#103 F[#105 / 2] Y[#102 + #107 / 2 .#100 / 2] F#105 G02 J-[#107 / 2 . nós mostramos um exemplo simples escrito em "Custom macro B" para uma aplicação de centro de usinagem comando Fanuc 21M. Exemplo: Para melhorar a explanação do que podemos fazer com programação paramétrica. tempo dos ciclos. coordenada de sistema. Programa O0001 (número de Programa) #100=1. se você possui um acesso a “probe” ou mais em suas máquinas.#100 / 2] G01 Y#102 G00 Z. talvez você tenha provavelmente em macro de usuário. usando as saídas padrões dos próprios controles.5 (profundidade do furo) #104=400 (velocidade em RPM) #105=3. facilitar o uso de seu equipamento. Macro de usuário pode ajudar reduzir a cronometragem da organização.1 (aciona a compensação de comprimento da ferramenta.0 (diâmetro do furo) G90 G54 S#104 M03 (seleção do modo absoluto.Na realidade. rotação inicial) G00 X#101 Y#102 (posição corrente X e Y do centro do furo) G43 H#106 Z. (número de compensação do comprimento da ferramenta) #107=2.5 (Y posicionam do furo) #103 = . (diâmetro final do furo) #101=3. gerenciamento de vida de ferramenta.0 (X posicionam do furo) #102=1. Para usinar um furo de qualquer dimensão em qual quer local. e em geral. Note como semelhante este programa é a um programa escrito linguagem BASIC. mordentes automáticos inclusos as máquinas.

1ª PARTE: CNC SIEMENS 840D .

1 PARÂMETROS “R” 1. 1. Exemplo: R0=3. porém com dimensões variáveis. seguido ou não de uma expressão matemática.4 ATRIBUIÇÃO DOS PARÂMETROS DENTRO DO PROGRAMA: Os parâmetros de cálculo ou expressões matemáticas poderão substituir valores em todos endereços do programa. atribuída no parâmetro R10.3 ATRIBUIÇÃO DE VALORES Aos parâmetros “R” podem ser atribuídos valores diretos ou indiretos.4 R4=-6765.9999) No caso de valores inteiros.5678 R1=-36.1 EXPLANAÇÃO Parâmetros de cálculo “R”(Siemens) são registros fixos de R0 a R99 (Siemens) disponíveis para substituição de valores e usados nas representações das variáveis. Desenvolvimento de perfis bidimensionais e tridimensionais gerados ponto a ponto.2 APLICAÇÃO Desenvolvimento de programas de família de peças onde tem-se a mesma geometria. escreve-se após o caracter de endereço o caracter “ = “ e a identificação do parâmetro. exceto N. etc. G. cujo resultado deverá estar contido na seguinte gama de valores: + ou – (0. e L. na linha seguinte. o ponto decimal poderá ser omitido.1234 1.0000001 – 9999. através de algorítimos contidos dentro do programa com desvios condicionais. onde as coordenadas são calculadas. . Exemplo: N10 R5=24 R10=250 N20 G1 X=R5 F=R10 No exemplo acima temos a atribuição do valor 24 ao parâmetro R5 e o valor 250 ao parâmetro R10. teremos um deslocamento linear do eixo X para a coordenada de 24mm atribuída no parâmetro R5. também o mesmo com o sinal de positivo. 1. para isso. com uma velocidade de avanço F250 mm/min.

é necessário observar a notação matemática usual. no cálculo. tem prioridade sobre a adição e subtração. isto é a multiplicação e divisão. usa-se graus decimais ou milesimais no cálculo. Para definir uma prioridade.345) R9=R7*R8 R12=R10/R11 N70 R13=R1*R20-R9 N80 R15=SQRT(R13+R9*R1) 2 OPERADORES E FUNÇÕES ARITIMÉTICAS 2.OPERAÇÕES E FUNÇÕES ARITIMÉTICAS: Ao aplicar um cálculo. usa-se () “parênteses”. podem ser submetidos a diversos tipos de cálculos.1 Principais operadores e funções aritiméticas Os parâmetros de cálculo “R” . conforme visto no capítulo anterior. Exemplos: N60 R1=8 R20=SIN(30. Os principais operadores são: SÍMBOLO + * / SIN( ) COS( ) TAN( ) SQRT( ) ABS( ) POT( ) ROUND( ) = () DESCRIÇÃO ADIÇÃO SUBTRAÇÃO MULTIPLICAÇÃO DIVISÃO SENO COSSENO TANGENTE RAIZ QUADRADA NÚMERO ABSOLUTO ELEVADO AO QUADRADO ARREDONDAR PARA INTEIRO INSERIR VALOR PRIORIDADE NO CÁLCULO OU IDENTIFICAÇÃO . Em casos onde tem-se a necessidade de aplicar valores em graus.

Exemplos: R1=R1+2 Resultado: valor contido em R1+2. São eles: SÍMBOLO == <> > < >= <= DESCRIÇÃO Equal to Not equal to Greater than Less than Greater than or equal to Less than or equal to SIGNIFICADO Igual a Diferente Maior que Menor que Maior ou igual a Menor ou igual a Operadores lógicos: Operadores lógicos são usados para checar a condição de verdadeiro ou falso numa comparação entre 2 valores efetuando um desvio condicional. Caso o resultado da comparação não seja verdadeiro. Se estiver para frente usa-se GOTOF e se estiver para trás GOTOB. Sintaxe: IF (comparação) GOTO? (label destino) NOTA: “ ? “ O desvio pode ser um bloco (label) qua está para frente ou para trás do bloco condicional. LABEL DESTINO é a identificação do bloco para o qual a execução deverá ser desviada caso o resultado da comparação seja verdadeira. não haverá desvio. logo o programa segue no bloco seguinte. Expressões complexas podem também ser comparadas. . R3=SIN(30) Resultado: valor do seno de 30° R5=(R1+R20)/R3 Resultado: valor da equação OPERADORES DE COMPARAÇÃO E LÓGICOS Operadores de comparação: Os operadores de comparação podem ser utilizados para formular uma condição de desvio.

Exemplo: IF R10>=R11 GOTOB INICIO Se R10 for maior ou igual a R11 a execução do programa será deviada para o bloco (label) nomeado INICIO. o programa é desviado para o label nomeado como POSICAO que está programado a frente da comparação. que está programado para trás da comparação IF R20 ==(SIN(R31)) GOTOF POSICAO Se R20 for igual ao seno de R31. .

DE SEGURANÇA R9=1500. RAIO DA PEÇA R7=10. LARG. conforme o perfil abaixo: G17 G64 G17 G71 G90 G94 T2. TOTAL DO CHANFRO 1 R6=50. CHANFRO 45° R4=150. RAIO DA FERRAMENTA G0 X=-(R7+R8) Y=-(R7+R8) Z5 . LARG. COMPRIMENTO DO CHAN FRO 1 R3=10. TOTAL DA PEÇA R5=20. AVANÇO DE USINAGEM F1500 R7=R7/2. SUPORTE COM INSERTOS Ø10 M6 G54 D1 S2000 M3 CFTCP R1=200 .EXEMPLOS DE PROGRAMAS PARAMETRIZADOS: Elaborar um programa parametrizado para uma família de peças. DIST. COMPRIMENTO TOTAL DA PEÇA R2=70. Ø DA FERRAMENTA R8=3.

Z-5 G42 G1 X0 Y0 F=R9 X=R1-R6 G3 X=R1 Y=R6 CR=R6 G1 Y=R4-R3 X=R1-R3 Y=R4 X=R2 X0 Y=R4-R5 Y0 G40 X=-(R7+R8) Y=-(R7+R8) G0 Z200 M30 .

R8=20. R2=100. onde haverá um determinado incremento no eixo z até atingir a profundidade total da peça. R5=5. R7=7. R3=30. R9=12. FRESA DE TOPO Ø12 M6 G54 D1 S3000 M3 CFTCP R1=60.Elaborar um programa parametrizado para uma família de peças. COMPRIMENTO 1 COMPRIMENTO TOTAL DA PEÇA LARGURA 1 LARGURA TOTAL DA PEÇA LARGURA DO CHANFRO 45° RAIO 1 RAIO2 RAIO3 Ø DA FERRAMENTA . R6=25. G90 G94 G17 G71 G64 T3. R4=60. conforme o perfil abaixo: Neste exemplo aplicaremos uma função condicional para usinagem em modo de subrotina.

Z INICIAL R12=-20. DE SEGURANÇA EM Z R9=R9/2. RAIO DA FERRRAMENTA R16=R11+R15.R10=2000. POSIÇÃO SEGURA DE Z R20=R11-R13. PRIMEIRO INCREMENTO EM Z G0 X=-(R9+R14) Y=-(R9+R14) Z=R11 AAA: G0 Z=R20 BBB: G42 G1 X0 Y0 F=R10 X=R1 RND=R8 X=R2 Y=R3 Y=R4 CHF=R5 X=R6 G2 X0 Y=R4-R6 CR=R6 RND=R7 G1 Y0 CCC: G40 X=-(R9+R14) Y=-(R9+R14) R20=R20-R13 IF R20>R12 GOTOB AAA G0 Z=R12 REPEAT BBB CCC G0 Z=R16 G0 Z200 M30 . INCREMENTO DE CORTE EM Z R14=5 DIST. Z FINAL R13=2. DE SEGURANÇA EM X E Y R15=5 DIST. AVANÇO DE USINAGEM F2000 R11=0.

DA FERRAMENTA ÂNGULO INICIAL DIST. para que o sistema de cotas de um desenho esteja de acordo com as necessidades do programa cnc. Exemplo de um programa parametrizado para fazer um sextavado inscrito numa determinada circunferência: G90 G94 G17 G71 G64 T2. SUPORTE Ø50 M6 G54 D1 S2000 M3 R1=35. Manualmente. o programador deve estar preparado para a programação correta dos contornos que envolvem toda a geometria de uma determinada peça. seno cosseno e tangente. Isto pode ser melhorado se houver um amplo esclarecimento dos projetistas. todos os cálculos tornam-se fáceis a medida que desmembra-se segmentos e triângulos retângulos efetuando-se esses cálculos por teorema de Pitágoras e funções de ângulos como. partindo todas as cotas de um ponto de referência. a geometria de um determinado perfil ou superfície. R3=0. maiores esclarecimentos deverão ser pesquisados em livros de matemática especializados no assunto.PROGRAMAS PARAMÉTRICOS ENVOLVENDO TRIGONOMETRIA BÁSICA Muitos softwares executam cálculos necessários. R6=0. DE SEGURANÇA CONTADOR DO NÚMERO DE LADOS RAIO DA FERRAMENTA . A função desse treinamento não é definir funções matemáticas. R2=50. R4=3. R2=R2/2. RAIO DO CIRCULO DIAM. mesmo assim.

DEFINIÇÃO RAIO DO CÍRCULO R10=R3. é usado também como hipotenusa o raio da peça somado ao raio da ferramenta. ÂNGULO FINAL G0 X=((R1+R4)*COS(R3)) Y=((R1+R4)*SIN(R3)) Z2 G1 Z-5 F1500 INICIO: G1 X=(R1*COS(R3)) Y=(R1*SIN(R3)) R3=R3+60 R6=R6+1 IF R6<=6 GOTOB INICIO G1 X=((R1+R4)*COS(R10)) Y=((R1+R4)*SIN(R10)) G0 Z100 M30 Explanação: Em todo percurso o raio de usinagem deverá sempre ser o raio da peça somado ao raio da ferramenta.R1=R1+R2. e negativo no sentido antihorário . Para o posicionamento angular considera-se ângulo positivo no sentido horário. assim para o cálculo trigonométrico.

Substituindo para formula temos: DADOS: α=60° Para calculo de Y temos: CATETO OPOSTO SINα= ______________ HIPOTENUSA Para calculo de X temos: CATETO ADJACENTE COSα= _________________ HIPOTENUSA .Na ilustração acima temos a visualização de como são encontrados os valores de X e Y. através de relações trigonométricas.

RAIO DO ARCO + RAIO FERR. ÂNGULO INICIAL R4=360.Elaborar um programa parametrizado para execultar arcos com incrementos angulares de 0. DA FERRAMENTA R3=0. G0 Y=((R1+R7)*COS(R3)) X=((R1+R7)*SIN(R3)) Z2 G1 Z-5 F3000 INICIO: G1 Y=(R1*COS(R3)) X=(R1*SIN(R3)) F1500 R3=R3+R5 IF R4>R3 GOTOB INICIO G1 Y=(R1*COS(R4)) X=(R1*SIN(R4)) Y=((R1+R7)*COS(R4)) X=((R1+R7)*SIN(R4)) G0 Z100 M30 .5 INCREMENTO ÂNGULAR R6=R2/2 RAIO DA FERRAMENTA R7=5. ÂNGULO FINAL R5=0. RAIO DO ARCO R2=50.001 a 360 graus usando a função G1. DE SEGURANÇA R1=R1+R6. DIST. G90 G94 G17 G71 G64 T2 M6 G54 D1 S2000 M3 CFTCP R1=30. DIAM. DEF.

DA FERRAMENTA R1=((R1+R20)/2) R2=((R2+R20)/2). SEGURANÇA G0 X=((R1+R7)*COS(R3)) Y=((R2+R7)*SIN(R3)) Z5 G1 Z-5 F2000 INICIO: G1 X=(R1*COS(R3)) Y=(R2*SIN(R3)) R3=R3+R5 IF R4>R3 GOTOB INICIO G1 X=(R1*COS(R4)) Y=(R2*SIN(R4)) X=((R1+R7)*COS(R4)) Y=((R2+R7)*SIN(R4)) G0 Z100 M30 . COMPRIMENTO MENOR R20=50. DIST. ÂNGULO INICIAL R4=360. COMPRIMENTO MAIOR R2=50. INCREMENTO ANGULAR R7=3. RAIO PARA X E Y R3=0.Elaborar um programa parametrizado para usinagem de uma elipse real de 360°: G90 G94 G17 G71 G64 T1 M6 G54 D1 S3000 M3 CFTCP R1=80. DIAM. ÂNGULO FINAL R5=1.

ANGULO FINAL EM Z R8=2.Elaborar um programa parametrizado para usinagem de uma semi-esfera de 180°: . RAIO DA ESFERA. 40 M6 G54 D1 S3000 M3 G0 X100 Y0 Z200 G64 CFTCP R1=35. SUPORTE DIA. ANGULO INICIAL EM Z R4=0. INC. RAIO DA FERRAMENTA R3=90. ZERAMENTO NO CENTRO DA ESFERA EM X Y Z G90 G94 G17 G71 T2. ANGULAR EM Z INICIO: G1 X=((COS(R3)*R1)+R2) Y0 Z=(SIN(R3)*R1) F3000 G2 I=AC(0) J=AC(0) G1 X75 Y0 R3=R3-R8 IF R3 > = R4 GOTOB INICIO G1 X=((COS(R4)*R1)+R2) Y0 Z=(SIN(R4)*R1) F3000 G2 I=AC(0) J=AC(0) G0 Z200 M30 . R2=20.

EM X R6=20.5 IF R3 > R8 GOTOB INICIO . INICIO DA RAMPA EM X R7=R6+R1. 40 M6 G54 D1 S3000 M3 G0 X45 Y-30 Z20 R1=20.5. DEFINIR INICIO EM X INICIO: R8=(TAN(R2)*R5). NOVO Z DE CORTE G1 X=R7+R5 Z=-R8 Y-30 R5=R5+0. SUPORTE DIAM. Z DE CORTE G1 X=R7+R5 Z=-R8 F3000 Y75 R5=R5+0.Elaborar um programa parametrizado para usinar um plano inclinado em um determinado ângulo e distância inicial: .5 R8=(TAN(R2)*R5). A RAMPA INICIA A 20MM EM X G90 G94 G17 G71 T2. A RAMPA SERA USINADA NOS SENTIDOS DE Y . ZERAMENTO NO CANTO INFERIOR ESQUERDO E FACE SUPERIOR . ANGULO DA RAMPA RELACIONADO A FACE R3=10. ALTURA DA RAMPA R5=0. INCR. RAIO DA FERRAMENTA R2=15.

Inicialmente será usinado um cilindro com diâmetro de 80mm x 40 mm de altura.G1 X=((R3/TAN(R2))+R7) Z=-R3 Y75 G0 Z100 M30 Elaborar programa parametrizado para usinagem de um cone externo com qualquer altura. . Será executado um cone com diâmetro menor de 0 mm e diâmetro maior de 80 mm com 40 mm de altura e consequentemente um ângulo de 45°. raio ou ângulo. em modo de subrotina.

R4=40. Z INICIAL R7=0. RAIO DA FERR. 40 M6 G54 D1 S6000 M3 G0 X100 Y0 Z10 Z0 INI:G91 G1 Z-2 F5000 G90 G41 G1 X40. RAIO DE PERCURSO X Y AA: G1 Z=-R6 F5000 X=R1 G2 X=R1 Y0 I=-(R1) J0 G1 X100 R6=R6+R7 R8=(R7/TAN(R5)) R1=R1+R8 IF R6 < R4 GOTOB AA G1 Z=-R4 F5000 R2=R2+R3. Z R1=R1+R3. RAIO MENOR R2=40. RAIO DE PERCURSO MAIOR X=R2 G2 X=R2 Y0 I=-(R2) J0 G1 X100 G0 Z100 M30 . INICIAR CONE R1=0.5 J0 FIM: G40 G1 X100 REPEAT INI FIM P19 G0 X100 Y0 Z10. INCR.5 I-40. ANGULO DA PAREDE R6=0.5 Y0 G2 X40.G90 G94 G17 G71 G64 T2. ALTURA TOTAL Z R5=45. SUPORTE DIA.5. RAIO MAIOR R3=20.

O exemplo à seguir mostra como elaborar um programa parametrizado para usinar uma pirâmide com multi arestas. raio maior. ângulo entre uma aresta e outra através das variáveis. G90 G94 G17 G71 T2. Sendo possível modificar ângulo da parede. raio menor. RAIO MENOR . SUPORTE DIA. 40 M6 G54 D1 S3000 M3 G0 X80 Y0 Z10 R1=30. raio maior e altura total. Em função do raio menor. devemos informar o ângulo de inclinação da parede.

ANGULO FINAL X Y R5=60. VARIACAO X Y CONFORME PROF. INCR.R2=45. ANGULAR X Y R6=0. DE CORTE EM Z R9=36. RAIO DE PERCURSO X Y BB: G1 Z=-R6 F3000 AA: X=(R1*COS(R3)) Y=(R1*SIN(R3)) R3=R3+R5 IF R3 < R4 GOTOB AA X=(R1*COS(R4)) Y=(R1*SIN(R4)) G1 X80 Y0 R6=R6+R8. RAIO DA FERR. POSICAO DE CORTE DE Z R7=20.86. REDEFINIR RAIO DE PERCURSO X Y R3=R0. R1=R1+R10. REDEFINIR ANGULO INICIAL X Y IF R6 < R7 GOTOB BB G1 Z=-R7 F3000 R2=R2+R10. REDEFINIR ANGULO INICIAL X Y CC: X=(R2*COS(R3)) Y=(R2*SIN(R3)) R3=R3+R5 IF R3 < R4 GOTOB CC X=(R2*COS(R4)) Y=(R2*SIN(R4)) G0 X60 Y100 Z100 M30 . INCR. NOVA POSICAO DE CORTE Z R12=(R8*TAN(R9)). ANGULO DA PAREDE R10=20. NOVO RAIO DE PERCURSO R3=0. ANGULO INICIAL X Y R4=360. ALTURA TOTAL EM Z R8=1. Z R1=R1+R12. RAIO MAIOR R3=0.

Elaborar um programa parametrizado para executar cavidades circulares em qualquer raio e profundidade definindo incremento lateral e de profundidade de corte através de variáveis. desde que os parâmetros sejam trabalhados adequadamente. este programa pode ser bem aplicado em desbastes onde se tenha grande volume de material. INC. X . geralmente usa-se fresas de 2 cortes. Z R5=20. Para esta usinagem devemos usar uma ferramenta com corte pelo centro pois o incremento em Z é feito no sentido vertical. FRESA DE TOPO Ø12 M6 G54 D1 S7000 M3 G0 X0 Y0 Z10 R1=30. G90 G94 G17 G71 T5. INC. o zeramento em X e Y deverá ser o próprio centro da cavidade e zeramento em Z na face superior. A cavidade inicia usinando do centro para fora. acabamento de paredes internas e fundo de cavidades. RAIO FERR. Z R6=4. RAIO DA CAVIDADE R3=6. R4=1. PROF.

X IF R4 < = R5 GOTOB AA G1 Z=-(R5) F1000 R6=7. REDEFINIR INC. REDEFINIR RAIO DA CAVIDADE IF (R6 < = R1) GOTOB CC G41 G1 X=R1 G3 X=R1 Y0 I=-R1 J0 G3 X=R1 Y0 I=-R1 J0 G40 G1 X0 Y0 G0 Z100 M30 . REDEFINIR INC. REDEFINIR RAIO DA CAVIDADE IF (R6 < = R1) GOTOB BB G41 G1 X=R1 G3 X=R1 Y0 I=-R1 J0 G3 X=R1 Y0 I=-R1 J0 G40 G1 X0 Y0 R4=R4+3. REDEFINIR INC.AA: G1 Z=-(R4) F1000 BB: G41 G1 X=R6 F5000 G3 X=R6 Y0 I=-R6 J0 G40 G1 X0 Y0 R6=R6+4.X CC: G41 G1 X=R6 F5000 G3 X=R6 Y0 I=-R6 J0 G40 G1 X0 Y0 R6=R6+7. Z R6=7.

FERR. X . DIA. FRESA DE TOPO Ø12 G54 D1 S7000 M3 G0 X0 Y0 R1=70. Z R5=20.Elaborar programa parametrizado para usinagem de cavidades retangulares em qualquer comprimento. Devido ao eixo Z ser incrementado verticalmente é necessário o uso de fresas com corte pelo centro. COMP. INC. X R1=R1/2 R2=70. R3=R3/2 R4=1. Z R6=5. COMP. PROF. Esta usinagem incia do centro para fora nos eixos X e Y e da face superior para face inferior no eixo Z. G90 G94 G17 G71 T5. Y R2=R2/2 R3=12. INC. largura ou altura. mantendo nos cantos o prórprio raio da ferramenta.

Z R6=5. REDEFINIR INC.R7=45. REDEFINIR INC. X R8=TAN(R7)*R6 IF (R6 < = R1) GOTOB BB X=R1-R3 Y=R2-R3 X=-(R1-R3) Y=-(R2-R3) X=R1-R3 Y0 X0 R4=R4+1. Y G1 Z0 F5000 AA: G1 Z=-(R4) F1000 BB: X=R6-R3 F5000 Y=R8-R3 X=-(R6-R3) Y=-(R8-R3) X=R6-R3 Y0 R6=R6+5. X R8=TAN(R7)*R6 IF R4 < = R5 GOTOB AA CC: G1 Z=-(R5) F1000 R6=5. REDEFINIR INC. INC. REDEFINIR INC. ANGULO DIAGONAL R8=TAN(R7)*R6. X R8=TAN(R7)*R6 IF R6 < = R1 GOTOB DD X=R1-R3 F5000 Y=R2-R3 X=-(R1-R3) Y=-(R2-R3) X=R1-R3 Y0 X0 G0 Z100 M30 .X R8=TAN(R7)*R6 DD: X=R6-R3 F5000 Y=R8-R3 X=-(R6-R3) Y=-(R8-R3) X=R6-R3 Y0 R6=R6+5. REDEFINIR INC.

2ª PARTE: FANUC 21M .

porém com dimensões variáveis. 6. 6.0000001 – 9999.2 APLICAÇÃO Desenvolvimento de programas de família de peças onde tem-se a mesma geometria. Exemplo: #1=3. também o mesmo com o sinal de positivo.5678 #2=-36. etc. através de algorítimos contidos dentro do programa com desvios condicionais.4 #3=-6765.1234 .9999) No caso de valores inteiros. Desenvolvimento de perfis bidimensionais e tridimensionais gerados ponto a ponto. cujo resultado deverá estar contido na seguinte gama de valores: + ou – (0. 6. onde as coordenadas são calculadas.PARÂMETROS “#”.1 EXPLANAÇÃO Parâmetros de cálculo “#” são registros fixos disponíveis para substituição de valores e usados nas representações das variáveis.3 ATRIBUIÇÃO DE VALORES Aos parâmetros “#” podem ser atribuídos valores diretos ou indiretos. o ponto decimal poderá ser omitido.

6. usa-se [] “colchetes”. Exemplos: N60 #1=8 N65 #20=SIN[30. seguido ou não de uma expressão matemática. atribuída no parâmetro #10. Em casos onde tem-se a necessidade de aplicar valores em graus. isto é a multiplicação e divisão. G.4 ATRIBUIÇÃO DOS PARÂMETROS DENTRO DO PROGRAMA: Os parâmetros de cálculo ou expressões matemáticas poderão substituir valores em todos endereços do programa. com uma velocidade de avanço F250 mm/min. Para definir uma prioridade.6 TIPOS DE VARIÁVEIS As variáveis são classificadas em 4 tipos: a) #0 – Sempre nula → Valores podem ser assinalados para esta variável.6. é necessário observar a notação matemática usual. b) #1-#33 – Variáveis locais → Podem apenas ser usadas em macro para carregar dados como resultado de operações quando o comando e as variáveis locais são inicializadas . escreve-se após o caracter de endereço o caracter “ = “ e a identificação do parâmetro. no cálculo. tem prioridade sobre a adição e subtração. usa-se graus decimais ou milesimais no cálculo. exceto N. e L. na linha seguinte.345] N70 #9=#7*#8 N75 #12=#10/#11 N80 #13=#1*[#20-#9] N85 #15=SQRT[#13+#9*#1] 6. Exemplo: N10 #5=24 N15 #10=250 N20 G1 X#5 F[#10] No exemplo acima temos a atribuição do valor 24 ao parâmetro #5 e o valor 250 ao parâmetro #10. para isso.5 OPERAÇÕES E FUNÇÕES ARITIMÉTICAS: Ao aplicar um cálculo. teremos um deslocamento linear do eixo X para a coordenada de 24mm atribuída no parâmetro #5.

Os principais operadores são: SÍMBOLO + * / SIN[ ] COS[ ] TAN[ ] SQRT[ ] ABS[ ] [] ATAN[#x]/[#y] ASIN[ ] ACOS[ ] EXP[ ] DESCRIÇÃO ADIÇÃO SUBTRAÇÃO MULTIPLICAÇÃO DIVISÃO SENO COSSENO TANGENTE RAIZ QUADRADA NÚMERO ABSOLUTO PRIORIDADE NO CÁLCULO OU IDENTIFICAÇÃO ARCOTANGENTE SENO DO ARCO COSENO DO ARCO FUNÇÃO EXPONENCIAL .7 REFERENCIANDO VARIÁVEIS Para referenciar o valor de uma variável em um programa.especifique o endereço seguido pelo número da variável. c) #100-#149(#199) / #500-#531(#999) – Variáveis comuns →Podem estar parcialmente entre diferentes programas Macros. 6.#150 a #199 e #532 a #999 são permitidas(opcional).valores de compensação de ferramenta. podem ser submetidos a diversos tipos de cálculos. d) #1000 – Variáveis de Sistema → São usadas para ler uma variedade de dados NC como posição atual.variáveis comuns.sem valores (nulas).Quando uma expressão for usada para especificar uma variável.as variáveis #100 a #531 mantém os dados.1 Principais operadores e funções aritiméticas Os parâmetros “#” .Quando o comando é desligado.inclua a expressão entre colchetes.Quando uma macro é invocada.argumentos são assinalados para variáveis locais.Como opção. conforme visto no capítulo anterior. Exemplo: G01 X[#1+#2] F#3 OPERADORES E FUNÇÕES ARITIMÉTICAS 7.

Expressões complexas podem também ser comparadas.1 Operadores de comparação: Os operadores de comparação podem ser utilizados para formular uma condição de desvio. São eles: SÍMBOLO EQ NE GT LT GE LE DESCRIÇÃO “EQUAL TO” “NOT EQUAL TO” “GREATER THAN” “LESS THAN” “GREATER THAN OR EQUAL TO” “LESS THAN OR EQUAL TO” SIGNIFICADO IGUAL A DIFERENTE MAIOR QUE MENOR QUE MAIOR OU IGUAL A MENOR OU IGUAL A .Exemplos: #1=#1+2 #3=SIN[30] #5=[#1+#20]/#3 Resultado: valor contido em #1+2. Resultado: valor do seno de 30° Resultado: valor da equação OPERADORES DE COMPARAÇÃO E LÓGICOS 8.

Exemplo: IF [#10GE#11] GOTO200 Se #10 for maior ou igual a #11 a execução do programa será deviada para o bloco (label) N200. LABEL DESTINO é a identificação do bloco para o qual a execução deverá ser desviada caso o resultado da comparação seja verdadeira. não haverá desvio. logo o programa segue no bloco seguinte.Operadores lógicos: Operadores lógicos são usados para checar a condição de verdadeiro ou falso numa comparação entre 2 valores efetuando um desvio condicional. Sintaxe: IF [comparação] GOTO? (label destino) NOTA: “ ? “ O desvio deve ser um bloco (label) o qual está para frente ou para trás do bloco condicional. . Caso o resultado da comparação não seja verdadeiro.

com grandezas de dimensões representadas por variáveis. A especificação de argumentos II utiliza as letras A.L. apresentam formas geométricas iguais. ESPECIFICAÇÃO DE ARGUMENTOS I ENDEREÇO DO ARGUMENTO A B C D E F H I J K M Q R S T U V W X Y Z VARIÁVEL CORRESPONDENTE #1 #2 #3 #7 #8 #9 #11 #4 #5 #6 #13 #17 #18 #19 #20 #21 #22 #23 #24 #25 #26 .J.K até dez vezes.ou seja . mas com dimensões diferentes.C e também I.A especificação de argumentos I usa letras diferentes de G. Existem dois tipos de especificações de argumentos. no caso de família de peças. O tipo de especificação do argumento está determinado automaticamente pelas letras utilizadas.FUNÇÃO G65 Aplicação: MACRO B Podemos utilizar esta função quando desejamos elaborar programas. conforme a tabela. Devemos então elaborar um programa.N e P.B.definindo o processo a ser utilizado para a usinagem.O.cujas peças a serem fabricadas.

Este programa será chamado por outro.: G01 X100 M98 Pp -.é possível descrever uma mensagem de alarme de até 26 caracteres. o CNC para com a ativação de um alarme.M98 não permite faze-lo. no qual deverá ser programado a função G65 acompanhado da função P.com M98 o nível de variáveis locais não varia. 9.Com G65. Exemplo: #3000=1(FERRAMENTA NÃO ENCONTRADA).1 Diferenças entre chamadas de macro e chamadas de subprogramas A chamada de macro(G65) é diferente da chamada de um subprograma (M98) como se descreve a seguir: 1. definindo o número do programa contendo o processo de usinagem. 2.juntamente com uma mensagem de alarme.3 LIMITAÇÕES .G65 não detém a máquina.2 ALARMES DE MACRO NÚMERO DA VARIÁVEL #3000 FUNÇÃO Quando um valor entre 0 e 200 é atribuído à variável #3000.Quando um bloco M98 contém outro comando – ex.: G01 X100 M98 Pp .G65 chama incondicionalmente uma macro.Após uma expressão. 9.Por outro lado.se chama o subprograma depois de executar o comando. 9.A tela do CRT mostra os números de alarme. → A tela de alarme mostra “3001 FERRAMENTA NÃO ENCONTRADA”. 3. 4. e também dos endereços das variáveis representados pelas letras da tabela com seus respectivos valores dimensionais.Com G65 pode-se especificar um argumento (dado transferido a uma macro).acrescentando 3000 ao valor da variável #3000.Por outro lado.a máquina para no modo bloco a bloco.Quando um bloco M98 contém outro comando – ex.o nível de variáveis locais variam.

10.LE e LT.pois trata-se de um cálculo binário). .000.456 #2=9876543277777.000 #2=9876543300000.Os colchetes ([.#3=1000000. Esteja também atento em relação aos erros que possam resultar das expressões condicionais que utilizam EQ. Erro de Operação A precisão dos valores das variáveis é de cerca de 8 dígitos decimais.777 Os valores das variáveis passam a ser: #1=9876543200000.000 Neste caso.GT.o resultado é.]) são usados para anexar uma Colchetes expressão. eficiência e principalmente facilidade e rapidez no uso.NE. Exemplo: Quando se tenta atribuir os valores abaixo às variáveis #1 e #2: #1=9876543210123.quando se calcula #3=#2-#1. (O resultado real deste cálculo é ligeiramente diferente. Alguns exemplos de perfis possíveis de se usinar estão abaixo.Note que os parênteses são usados para comentários.podem não ser obtidos os resultados esperados.GE. Exemplos de programação parametrizada Este programa foi desenvolvido para desbaste de perfis bastante comuns na área de usinagem e mostrou versatilidade. Quando são utilizados números muito grandes em adições ou subtrações.

Foi desenvolvido para um Centro de Usinagem que tem opcional de variáveis de macro. uma vez que usina em rampa. sem prejudicar o bom funcionamento do equipamento. As correções das dimensões da peça podem ser feitas tanto nos valores do comprimento e largura. Os perfis podem ser chanfrados ou raiados nos cantos. podendo ocorrer variações ou até mesmo não sendo possível implementá-lo em outros modelos de máquina. para que seja usado praticamente. O chanfro no topo é opcional e é feito com ferramenta de chanfrar 90 graus. e por este motivo foi construído com esta estratégia de corte. um corte plano é feito para uniformizar a profundidade final. Os cortes. é sensato procurar informações a respeito das variáveis usadas. são pertinentes e estão expostas a seguir : A intenção do programa é desbastar o perfil e não dar acabamento no mesmo. depois que a altura do perfil é atingida. são concordantes . tanto do perfil quanto do chanfro no topo. como mostrado abaixo : O ponto zero-peça está no centro (X e Y) e no topo da peça ( Z ). .e. Algumas observações a respeito do mesmo. pois estas devem ser liberadas para uso. No caso de implantação. A ferramenta não perde contato com a parede da peça na usinagem do perfil. preferencialmente. que já deverá. lembrando que estes são todos iguais. como no valor do sobremetal ou também no valor do diâmetro da ferramenta . estar faceada .

5]] #122=[#121*2] #123=[#101-#107-#107+#122] #124=[#102-#107-#107+#122] #125=[#107/SIN[45]] #126=[#125+#122] #127=[#123*2] #128=[#124*2] #129=[#126*4] #130=[#127+#128+#129] (PERIMETRO) (DESLOCAMENTOS Z) #131=[#103/#104] #132=[#123/#130] #133=[#124/#130] .1 P/ CHANFRO. 0 P/ RAIO) #107=3 (MEDIDA DO RAIO/CHANFRO NOS CANTOS) #108=1 (MEDIDA DO CHANFRO NO TOPO DO PERFIL) #109=2 (FERRAMENTA PARA PERFIL) #110=800 (RPM PARA PERFIL) #111=900 (AVANCO DE CORTE PARA PERFIL) #112=8 (FLUIDO PARA PERFIL) #113=19 (FERRAMENTA PARA CHANFRO NO PERFIL) #114=5 (ALTURA Z DA USINAGEM PARA CHANFRO NO TOPO) #115=2500 (RPM PARA CHANFRO) #116=1500 (AVANCO DE CORTE PARA CHANFRO) #117=9 (FLUIDO PARA CHANFRO) (ACERTAR VALORES SOMENTE DAQUI PARA CIMA) (INICIO DOS CALCULOS PARA PERFIL) (RAIO DA FERRAMENTA) #118=#[#109+2400] #119=[#118/2] #120=[#119+#105] (RAIO CONSIDERANDO SOBREMETAL NA PAREDE) (CALCULOS PARA CHANFROS NOS CANTOS) (PERIMETRO) #121=[#120*TAN[22.Abaixo a sintaxe do programa: % O0001 (DESBASTE DO PERFIL) #101=100 (DIMENSÂO DA PEÇA NO SENTIDO X) #102=50 (DIMENSÂO DA PEÇA NO SENTIDO Y) #103=20 (DIMENSÂO DA PEÇA NO SENTIDO Z) #104=4 (QUANTIDADE DE PASSES EM Z) #105=0 (SOBREMETAL NA PAREDE) #106=1 (CANTOS DO PERFIL -.

#142.1415927] #152=[#107*2] #153=[#101-#152] #154=[#102-#152] #155=[#153+#153+#154+#154+#151] (PERIMETRO) (DESLOCAMENTOS Z) #156=[#151/4] #157=[#156/#155] #158=[#153/#155] #159=[#154/#155] #160=[#157*#131] (DESLOCAMENTO EM Z NOS RAIOS) #161=[#158*#131] (DESLOCAMENTO EM Z NO EIXO X) #162=[#159*#131] (DESLOCAMENTO EM Z NO EIXO Y) (POSICIONAMENTOS INICIAIS) (VARIAVEIS #140.#141.#144 USADAS TAMBEM PARA ESTES POSICIONAMENTOS) #165=[#153/2] (POSICIONAMENTO X PARA INICIO RAMPA) (TERMINO DOS CALCULOS PARA PERFIL) (INICIO DOS CALCULOS PARA CHANFRO NO TOPO) (RAIO DA FERRAMENTA) #167=#[#113+2400] #168=[#167/2] #169=[#168-#114] #170=[#168-#169-#108-#105] (RAIO CONSIDERANDO SOBREMETAL NA PAREDE) .#143.#134=[#126/#130] #135=[#132*#131] (DESLOCAMENTO Z NO EIXO X) #136=[#133*#131] (DESLOCAMENTO Z NO EIXO Y) #137=[#134*#131] (DESLOCAMENTO Z NO CHANFRO) (POSICIONAMENTOS INICIAIS) #140=[#101+#120+#120] #141=[#102+#120+#120] #142=[#140/2] #143=[#141/2] (POSICIONAMENTO INICIAL EM Y) #144=[#142+5] (POSICIONAMENTO INICIAL EM X) #145=[#123/2] (POSICIONAMENTO X PARA INICIO DA RAMPA) (DESLOCAMENTOS INCREMENTAIS) (VARIAVEIS #123 E #124 USADAS PARA OS DESLOCAMENTOS INCREMENTAIS EM X E Y) #146=[#126*SIN[45]] (DESLOCAMENTO XY NO CHANFRO) (TERMINO DOS CÁLCULOS PARA CHANFROS NOS CANTOS) (CALCULOS PARA RAIOS NOS CANTOS) (PERIMETRO) #150=[#107+#120] #151=[#150*2*3.

(CHANFRO NO TOPO COM CHANFRO NOS CANTOS) #171=[#170*TAN[22. M03 Z0 M#112 IF[#106EQ0]GOTO500 G01 X#145 F#111 M97 P1 L#104 G01 G91 X-#123 F#111 X-#146 Y#146 Y#124 X#146 Y#146 X#123 X#146 Y-#146 Y-#124 X-[#146+1] Y-[#146+1] X3.5]] #172=[#171*2] #173=[#101-#107-#107+#172] #174=[#102-#107-#107+#172] #175=[#107/SIN[45]] #176=[#175+#172] #177=[#173/2] (DESLOCAMENTO ABSOLUTO EM X) #178=[#174/2] (DESLOCAMENTO ABSOLUTO EM Y) #179=[#176*SIN[45]] (DESLOCAMENTO INCREMENTAL XY NOS CANTOS) (POSICIONAMENTOS INICIAIS) #180=[#101/2] #181=[#180+#170+5] (POSICIONAMENTO INICIAL EM X) #182=[#102/2] #183=[#182+#170] (POSICIONAMENTO INICIAL EM Y) (DESLOCAMENTOS) #184=[#173/2] (DESLOCAMENTO EM X) #185=[#174/2] (DESLOCAMENTO EM Y) #185=[#176*SIN[45]] (DESLOCAMENTO EM XY NO CHANFRO) (TERMINO DOS CALCULOS PARA CHANFRO NO TOPO) (CHANFRO NO TOPO COM RAIOS NOS CANTOS) #190=[#101-#107-#107] #191=[#102-#107-#107] #192=[#107+#170] (DESLOCAMENTO XY NO RAIO) #193=[#190/2] (DESLOCAMENTO ABSOLUTO EM X) #194=[#191/2] (DESLOCAMENTO ABSOLUTO EM Y) (TERMINO DOS CALCULOS PARA CHANFRO NO TOPO) G17 G90 G40 T#109 M06 G00 G53 Z0 G00 G54 X#144 Y-#143 S#110 G43 H#109 Z50. . Y-3.

M09 IF[#108GT0]GOTO550 M05 G00 G53 Z0 G53 X-370. Y-5. Y-3. M30 N500 G01 X#165 F#111 M97 P2 L#104 G01 G91 X-#153 G02 X-#150 Y#150 R#150 G01 Y#154 G02 X#150 Y#150 R#150 G01 X#153 G02 X#150 Y-#150 R#150 G01 Y-#154 G02 X-#150 Y-#150 R#150 G03 X-5. M30 N550 T#113 M06 G00 G53 Z0 G54 G90 X#181 Y-#183 S#115 G43 H#113 Z30. G00 G90 Z2. M03 Z-#114 M#117 IF[#106EQ0]GOTO600 G01 X-#177 F#116 G91 X-#179 Y#179 G90 Y#178 G91 X#179 Y#179 G90 X#177 G91 X#179 Y-#179 G90 Y-#178 G91 X-[#179+2] Y-[#179+2] X3. Y-150. R5. Z2.G00 G90 Z2. M09 IF[#108GT0]GOTO550 M05 G00 G53 Z0 G53 X-370. G00 G90 Z2. Y-150. M09 M05 G00 G53 Z0 G53 X-370. M30 . Y-150.

R5. Y-5. M09 M05 G00 G53 Z0 G53 X-370. M30 N1 G01 G91 X-#123 Z-#135 F#111 X-#146 Y#146 Z-#137 Y#124 Z-#136 X#146 Y#146 Z-#137 X#123 Z-#135 X#146 Y-#146 Z-#137 Y-#124 Z-#136 X-#146 Y-#146 Z-#137 M99 N2 G01 G91 X-#153 Z-#161 F#111 G02 X-#150 Y#150 Z-#160 R#150 G01 Y#154 Z-#162 G02 X#150 Y#150 Z-#160 R#150 G01 X#153 Z-#161 G02 X#150 Y-#150 Z-#160 R#150 G01 Y-#154 Z-#162 G02 X-#150 Y-#150 Z-#160 R#150 M99 % . Y-150.N600 G01 X-#193 F#116 G02 G91 X-#192 Y#192 R#192 G01 G90 Y#194 G02 G91 X#192 Y#192 R#192 G01 G90 X#193 G02 G91 X#192 Y-#192 R#192 G01 G90 Y-#194 G02 G91 X-#192 Y-#192 R#192 G03 X-5. G00 G90 Z2.

Elaborar um programa parametrizado para usinar um plano inclinado em um determinado ângulo e distância inicial: G90 G94 G17 G21 T2 (SUPORTE DIAM. EM Z) #6=70 (INICIO DA RAMPA EM Y) N30 #8=#5/TAN[#2] (Y ATUANTE) .32 (ALTURA DA RAMPA) #5=1 (INCR. 40) M6 G54 S5000 M3 G0 X130 Y-100 G43 H2 Z20 #1=20 (RAIO DA FERRAMENTA) #2=30 (ANGULO DA RAMPA RELACIONADO A FACE) #3=17.

#7=#6+#1+#8 (REDEFINIR INICIO EM Y) G1 X130 Y-100 F3000 Z-#5 Y-#7 X-30 G0 Z20 X130 #5=#5+1 IF [#5 LT #3] GOTO30 G1 X130 F3000 Z-#3 #9=#3/TAN[#2] (Y ATUANTE FINAL) #10=#6+#1+#9 (REDEFINIR INICIO EM Y FINAL) Y-#10 X-30 G0 Z100 M30 .

) #2=30 (RAIO DA PEÇA) #3=90 (ANGULO INICIAL) #4=2 (INCREMENTO ANGULAR) #5=0 (ANGULO FINAL) N100 G1 X[[COS[#3]*#2]+#1] Z[SIN[#3]*#2] F3000 . 40) M6 G54 S5000 M3 G0 X125 Y-25 G43 H2 Z50 G52 X70 Z-30 #1=20 (RAIO DA FERR.Elaborar programas parametrizados para usinar raios externos em uma determinada posição inicial: G90 G94 G17 G21 T2 (SUPORTE DIAM.

Y125 G0 Z#2+20 Y-25 #3=#3-#4 (REDEFINIR ANGULO INICIAL) IF [#3GE#5] GOTO100 G1 X[[COS[#5]*#2]+#1] Z[SIN[#5]*#2] Y125 G0 Z100 G52 X0 Y0 M30 .

5 (INCREMENTO EM Z) #5=#4/TAN[R2] (X E Y ATUANTE) .) #2=45 (ANGULO RELACIONADO A FACE) #3=15 (ALTURA DO CHANFRO) #4=0.Elaborar programas parametrizados para chanfrar contornos externos com qualquer ângulo de parede: G90 G94 G17 G21 T2 (SUPORTE DIAM. 40) M6 G54 S4000 M3 G0 X-100 Y-100 G43 H2 Z20 #1=20 (RAIO DA FERR.

#6=35 (METADE DOS LADOS MENORES X E Y) G1 Z0 F4000 N50 G1 X-[#6+#5+#1] Y-[#6+#5+#1] Z-#4 F4000 Y#6+#5+#1 X#6+#5+#1 Y-[#6+#5+#1] X-[#6+#5+#1] #4=#4+0.5 (REDEFINIR Z) #5=#4/TAN[R2] (X E Y ATUANTE) IF [#4GE#3] GOTO50 G0 Z100 M30 .

Elaborar programas parametrizados para arredondar contornos externos em qualquer raio : (ZERAR Z – O VALOR DO RAIO) G90 G94 G17 G21 T2 (SUPORTE DIAM. 40) M6 G54 S4000 M0 G0 X-100 Y-100 G43 H2 Z50 #1=20 (RAIO DA FERR.) #2=15 (RAIO DO CONTORNO) #3=90 (ANGULO DE INICIO) #4=0 (ANGULO FINAL) #5=1 (INCREMENTO ANGULAR) #6=35 (METADE MENOR DO PERFIL) N60 #7=COS[#3]*#2 (DEFINIR X E Y ATUANTE) #8=SIN[R3]*R2 (DEFINIR Z ATUANTE) G1 X-[#6+#7+#1] Y-[#6+#7+#1] Z#8 F2000 Y#6+#7+#1 X#6+#7+#1 Y-[#6+#7+#1] .

X-[#6+#7+#1] #3=#3-1 (REDEFINIR ANGULO INICIAL) IF[#3GE#4] GOTO60 G0 Z100 M30 .

Elaborar programa parametrizado usinagem de um perfil côncavo de 180° : G90 G94 G17 G21 T1 (ESFERICA DIAM.12) M6 G54 S6000 M3 G0 X0 Y-10 G43 H1 Z30 #1=35 (RAIO DA PEÇA) #2=6 (RAIO DA FERR.) #3=#1-#2 (RAIO DA TRAJETORIA) #4=0 (ANGULO INICIAL) #5=-180 (ANGULO FINAL) #6=1 (INCREMENTO ANGULAR) N80 G1 X[COS[#4]*#3] Z[SIN[R4]*#3] Y110 #4=#4-#6 (REDEFINIR ANGULO INICIAL) .

G1 X[COS[R4]*#3] Z[SIN[R4]*R3] Y-10 #4=#4-#6 (REDEFINIR ANGULO INICIAL) IF [#4GE#5] GOTO80 G0 Z100 M30 .

) #3=#1-#2 (RAIO DA TRAJETORIA MENOR) #13=#10-#2 (RAIO DA TRAJETORIA MAIOR) #4=0 (ANGULO INICIAL) #5=-180 (ANGULO FINAL) #6=1 (INCREMENTO ANGULAR) N70 G1 X[COS[#4]*#3] Z[SIN[#4]*#3] X[COS[#4]*#13] Z[SIN[#4]*#13] Y100 #4=#4-#6 (REDEFINIR ANGULO INICIAL) G1 X[COS[#4]*#3] Z[SIN[#4]*#3] Y0 #4=#4-#6 (REDEFINIR ANGULO INICIAL) IF[#4GE#5] GOTO70 G0 Z100 M30 .Elaborar programa parametrizado para usinagem de um perfil cônico interno de 180° G90 G94 G17 G21 T1( ESFERICA Ø12) M6 G54 D1 S6000 M3 G0 X0 Y-10 G43 H1 Z30 #1=35 (RAIO MAIOR DA PEÇA) #10=25 (RAIO MENOR DA PEçA) #2=6 (RAIO DA FERR.

Para usinagem deste perfil é necessário que o zeramento do eixo Z seja no centro do raio de arredondamento.Elaborar programa parametrizado para usinagem de arredondamento de arestas de cavidades circulares. 12) M6 G54 D1 S6000 M3 G0 X0 Y0 G43 H1 Z30 #1=6 (RAIO DA FERR.) #2=35 (RAIO MAIOR DA PECA) #3=25 (RAIO MENOR DA PECA) #4=10 (RAIO DO ARREDONDAMENTO) #5=90 (ANGULO INICIAL P/ Z) #6=180 (ANGULO FINAL P/ Z) #7=1 (INCREMENTO ANGULAR) N80 . G90 G94 G17 G21 T1 (FRESA DE TOPO DIAM. A cavidade deve está previamente acabada.

#8=COS[#5]*#4 (CALCULO P/ REDEFINIR X) #9=SIN[#5]*#4 (CALCULO P/ REDEFINIR Z) #10=#2+#8 (REDEFINIR RAIO MAIOR) #10=#10-#1 (REDEFINIR RAIO DE PERCURSO X Y) G1 X#10 Z#9 F2000 G3 X10 I-#10 #5=#5+#7 (ANGULO ATUANTE) IF[#5LE#6] GOTO80 G0 Z100 M30 .

3ª PARTE: MITSUBISHI .

G. exceto N.9999) No caso de valores inteiros. para isso. Exemplo: N10 #5=24 N15 #10=250 N20 G1 X#5 F[#10] No exemplo acima temos a atribuição do valor 24 ao parâmetro #5 e o valor 250 ao parâmetro #10.6 todos endereços do programa.4 ATRIBUIÇÃO DOS PARÂMETROS DENTRO DO PROGRAMA: 1. através de algorítimos contidos dentro do programa com desvios condicionais. seguido ou não de uma expressão matemática. porém com dimensões variáveis.1 EXPLANAÇÃO Parâmetros de cálculo “#” são registros fixos disponíveis para substituição de valores e usados nas representações das variáveis. Exemplo: #1=3. na linha seguinte.1234 1. 1. Desenvolvimento de perfis bidimensionais e tridimensionais gerados ponto a ponto. com uma velocidade de avanço F250 mm/min. cujo resultado deverá estar contido na seguinte gama de valores: + ou – (0.0000001 – 9999.PARÂMETROS “#”. o ponto decimal poderá ser omitido.2 APLICAÇÃO Desenvolvimento de programas de família de peças onde tem-se a mesma geometria. . onde as coordenadas são calculadas.5678 #2=-36.4 #3=-6765. atribuída no parâmetro #10.3 ATRIBUIÇÃO DE VALORES Aos parâmetros “#” podem ser atribuídos valores diretos ou indiretos. e L. 1. etc. também o mesmo com o sinal de positivo. 1.5 Os parâmetros de cálculo ou expressões matemáticas poderão substituir valores em 1. teremos um deslocamento linear do eixo X para a coordenada de 24mm atribuída no parâmetro #5. escreve-se após o caracter de endereço o caracter “ = “ e a identificação do parâmetro.

Exemplos: N60 #1=8 N65 #20=SIN[30.#150 a #199 e #532 a #999 são permitidas(opcional). usa-se [] “colchetes”. Para definir uma prioridade.valores de compensação de ferramenta. g) #100-#149(#199) / #500-#531(#999) – Variáveis comuns →Podem estar parcialmente entre diferentes programas Macros. usa-se graus decimais ou milesimais no cálculo.variáveis comuns. tem prioridade sobre a adição e subtração. é necessário observar a notação matemática usual.argumentos são assinalados para variáveis locais. Em casos onde tem-se a necessidade de aplicar valores em graus.Como opção.345] N70 #9=#7*#8 N75 #12=#10/#11 N80 #13=#1*[#20-#9] N85 #15=SQRT[#13+#9*#1] 1. f) #1-#33 – Variáveis locais → Podem apenas ser usadas em macro para carregar dados como resultado de operações quando o comando e as variáveis locais são inicializadas sem valores (nulas).8 TIPOS DE VARIÁVEIS As variáveis são classificadas em 4 tipos: e) #0 – Sempre nula → Valores podem ser assinalados para esta variável. .as variáveis #100 a #531 mantém os dados.7 OPERAÇÕES E FUNÇÕES ARITIMÉTICAS: Ao aplicar um cálculo. isto é a multiplicação e divisão.Quando o comando é desligado.1. h) #1000 – Variáveis de Sistema → São usadas para ler uma variedade de dados NC como posição atual.Quando uma macro é invocada. no cálculo.

especifique o endereço seguido pelo número da variável. podem ser submetidos a diversos tipos de cálculos.inclua a expressão entre colchetes. conforme visto no capítulo anterior.9 REFERENCIANDO VARIÁVEIS Para referenciar o valor de uma variável em um programa.1 Principais operadores e funções aritiméticas Os parâmetros “#” . Resultado: valor do seno de 30° Resultado: valor da equação . Os principais operadores são: SÍMBOLO + * / SIN[ ] COS[ ] TAN[ ] SQRT[ ] ABS[ ] [] ATAN[#x]/[#y] ASIN[ ] ACOS[ ] EXP[ ] DESCRIÇÃO ADIÇÃO SUBTRAÇÃO MULTIPLICAÇÃO DIVISÃO SENO COSSENO TANGENTE RAIZ QUADRADA NÚMERO ABSOLUTO PRIORIDADE NO CÁLCULO OU IDENTIFICAÇÃO ARCOTANGENTE SENO DO ARCO COSENO DO ARCO FUNÇÃO EXPONENCIAL Exemplos: #1=#1+2 #3=SIN[30] #5=[#1+#20]/#3 Resultado: valor contido em #1+2. Exemplo: G01 X[#1+#2] F#3 2 OPERADORES E FUNÇÕES ARITIMÉTICAS 2.Quando uma expressão for usada para especificar uma variável.1.

Sintaxe: IF [comparação] GOTO? (label destino) NOTA: “ ? “ O desvio deve ser um bloco (label) o qual está para frente ou para trás do bloco condicional. . Expressões complexas podem também ser comparadas.3 OPERADORES DE COMPARAÇÃO E LÓGICOS 3. logo o programa segue no bloco seguinte.1 Operadores de comparação: Os operadores de comparação podem ser utilizados para formular uma condição de desvio. São eles: SÍMBOLO EQ NE GT LT GE LE DESCRIÇÃO “EQUAL TO” “NOT EQUAL TO” “GREATER THAN” “LESS THAN” “GREATER THAN OR EQUAL TO” “LESS THAN OR EQUAL TO” SIGNIFICADO IGUAL A DIFERENTE MAIOR QUE MENOR QUE MAIOR OU IGUAL A MENOR OU IGUAL A 3. Caso o resultado da comparação não seja verdadeiro. não haverá desvio. LABEL DESTINO é a identificação do bloco para o qual a execução deverá ser desviada caso o resultado da comparação seja verdadeira.2 Operadores lógicos: Operadores lógicos são usados para checar a condição de verdadeiro ou falso numa comparação entre 2 valores efetuando um desvio condicional. Exemplo: IF [#10GE#11] GOTO200 Se #10 for maior ou igual a #11 a execução do programa será deviada para o bloco (label) N200.

(INCREMENTO ANGULAR) N10#5=[#1*COS[#2]]#6=[#1*SIN[#2]]( CALCULO DE SENO E COSENO DO ÂNGULO MULTIPLICANDO PELO RAIO DA ESFERA) #7=[#1-#5](SUBTRAÇÃO DO RAIO PELO COSENO.H1 #1=25. (RAIO DA ESFERA) #2=1. G43G0Z100.]GOTO10(SE #2 FOR MENOR QUE 91 VÁ PARA LINHA 10) N20G0Z100. X-80. #2=#2+#10(SOMA DO ANGULO INICIAL.Y0.I#6J0.Exemplos de programação parametrizada ESFERA PARAMETRIZADA %ESFERA O511 G21G40G54G80G90 S1000M3 GZ100. G40G0X-80. M30 % . (ÂNGULO INICIAL) #10=1. PARA CALCULAR O Z-) G0Z-[#7]F2000 G01G41D1X-#6F2000 G02X-#6Y0. VAI SOMAR DE 1º EM 1º GRAU VAI ATÉ 90) IF[#2LT91.

CHAVETA PARAMETRIZADA (SEM PARAR) %OBULONGO SEM PARAR G17 G21 G54 G90 #1= 0.(PROF. INICIAL) #2= 0.500 (INCREMENTO) #3= -30. (PROF FINAL) G43G0Z100.H1 X0.Y0. G0 Z5.

G01Z#1 F250 G41GO1Y-25.D1 F2000(COMPENSAÇÃO DA FERRAMENTA FORA DA SUBROTINA QUE É N10 N10 #1= [ #1 - [+ #2 ]]( SUBTRAÇÃO DO Z) GO1X120.Z#1 G03 X120.Y25.R25. G01X-120. G03X-120.Y-25.R25. IF [ #1 GT #3 ] GOTO10( DESVIO SE #1 FOR MAIOR #3 VA PARA LINHA 10) G01XO. G40G01Y0.( DESCOMPENSA A FERRAMENTA NO FINAL DA USINAGEM EM Z30) G00 Z100. M30 % ESTA É UMA BOA MANEIRA DE SE FAZER CONTORNO INTERNO SEM TER QUE COMPENSAR E DESCOMPENSAR A FERRAMENTA E DEIXAR MARCA NA PEÇA SEM FALAR EM GANHAR TEMPO NA USINAGEM. COLOCAMOS A CORDENADA INICIAL NO CENTRO DA CHAVETA, SEGUINDO PELO Z5 (Z#1 QUE NA PRIMEIRA CHAMADA AINDA TEM O VALOR DE ZERO, POIS SÓ SERÁ SUBTRAIDO DENTRO DO N10), EM SEGUIDA COMPENSAMOS A FERRAMENTA TAMBÉM FORA DO N10, APARTIR DAÍ É EXECUTADA TODA USINAGEM ATÉ O Z FINAL -30 (#3) COM A FERRAMENTA COMPENSADA. A FERRAMENTA SÓ É DESCOMPENSADA FORA DO SUBROTINA, INJDO PARA O CENTRO EM X E DESCOMPENSANDO EM Y.

CAVIDADE RETANGULAR PARAMETRIZADA % O516(CAV.RETANGULAR ) G0G54G17G90G21G80G40 G43G00Z100.H1. S2000M3 G0X0.Y0. #1=0.(***Z INICIAL**) #2=0.500(**INCREMENTO EM Z**) #3=-20.(***Z FINAL) #4=480(***METADE COMP. EM X) #5=188(***METADE COMP. EM Y) #6=32(***RAIO DA FRESA) ( SE QUISER DEIXAR SOBREMETAL PARA ULTIMO PASSE AUMENTAR RAIO ) #7=#4-#6(***METADE COMP. X - RAIO) #8=#5-#6(***METADE COMP. Y - RAIO) #9=10 (***NUMERO DE PASSES LATERAIS***) #10=#7/#9 (**PASSE LATERAL EM X) #11=#8/#9 (**PASSE LATERAL EM Y) #12=0. (**INICIAL EM X) #13=0. (**INICIAL EM Y) #14=35. (**RAIO CANTOS) #15=#14-#6 (**RAIO CANTO -RAIO FRESA)

(NÃO ALTERAR DAQUI EM DIANTE) G0Z5. G01Z#1F200 N1#1=[#1-[+#2]] G01Z#1F200 #12=0. #13=0. G40GO1X0.Y0.F1800 N2#12=#12+#10 #13=#13+#11 G01Y-#13 F1800 X#12,R#15 Y#13,R#15

X-#12,R#15 Y-#13,R#15 X0. IF[#12LT#7]GOTO2. N3G41G01Y-#5D1F1800 X#4,R#14 Y#5,R#14 X-#4,R#14 Y-#5,R#14 X#6 G40G01X0.Y0. IF[#1GT#3]GOTO1 G00Z100. M30. %

M99 % .(incremento em z) #3=-10.H1 G52 X-50 Y0 M98 P10 L1 G52 X50 Y50 M98 P10 L1 G52 X50 Y-50 M98 P10 L1 M30 %(SUBPROGRAMA) X0 Y0 #1=0.(Z FINAL) #4=20.INTERPOLAÇÃO HELICOIDAL PARAMETRIZADA( COM DESLOCAMENTO DE PONTO ZERO) %(PROGRAMA PRINCIPAL) O517 G21G40G54G80G90 S1000M3 GZ100. G43G0Z100.(raio do furo) GZ5. G01Z#1F200 G01G41D1X#4F2000 N10#1=[#1-[+#2]] G3X#4I-#4J0Z#1A360F1800 IF[#1GT#3]GOTO10 G40G1X0Y0 N20G0Z100.(z inicial) #2=1.

ELE INICIA COM O VALOR DE 1 FORA DA SUBROTINA. DENTRO DA SUBROTINA É FEITA ADIÇÃO EM SEGUIDA É PROGRAMDO UM DESVIO SE #2 (ÂNGULO) FOR MENOR QUE 91 VA PARA O N 10. G43G0Z100.H1 G0Z10 #1 = 10 (RAIO DA FACE) #2 = 1 (ANGULO INICIAL) #3 = 15 (INICIO DO RAIO DE 10MM) G0X-50 Y+0 N10 #4 = SIN [#2] (SENO DO ÂNGULO) #5 = COS [#2] (COSENO DO ÂNGULO) #6 = #4 * #1 (MULTIPLICAÇÃO DO SENO PELO RAIO DE 10MM) #7 = #5 * #1 (MULTIPLICAÇÃO DO COSENO PELO RAIO DE 10MM) #8 = #1 .#7 (SUBTRAÇÃO DO RAIO DE 10MM PELO COSENO) #9 = #6 + #3 (ADIÇÃO DO SENO COM O INICIO DO RAIO DE 10MM) G0Z-#8 G41G01D1X-#9F1800 G2X-#9Y0I#9J0 G1G40X-50Y0 #2 = #2 +1 (ADIÇÃO DO ÂNGULO. SOMARÁ ATÉ 90 GRAUS) IF[#2LT91.RAIO NA FACE DE UMA PEÇA CILINDRICA VAMOS PODER VER A PROGRAMAÇÃO DE UM RAIO NUMA PEÇA CILINDRICA COM 50MM DE DIÂMETRO E UM RAIO DE 10MM.] GOTO10 G0Z10 M30 % NESTE CASO O ANGULO É ATRIBUIDO COMO #2. . %(RAIO FACE) O518 G21G40G54G80G90 S1000M3 GZ100.

TENHO UMA PEÇA CILINDRICA DE 25MM DE RAIO. COMO ESTÁ SENDO EXECUTADO UM RAIO DE 10MM O RAIO TERÁ INICIO APARTIR DO RAIO DE 15 (#3). ATÉ CHEGAR Á 25MM .

H1 G52 X0 Y0 M98 P10 L1 G52 X-50 Y0 M98 P10 L1 G52 X50 Y0 M98 P10 L1 M30 %(SUBPROGRAMA) G0 Z10 G0X0Y0 #1 = 15 (RAIO CHANFRO) #2 = 0 (ATRIBUIÇÃO DE Z) G0 Z0 N10 #1 = #1 . %(PROGRAMA PRINCIPAL) O519 G21G40G54G80G90 S1000M3 GZ100.0.25 (SUBTRAÇÃO DO RAIO) #2 = #2 + 0. G43G0Z100.25 (ADIÇÃO DO INCREMENTO EM Z) G01 Z--#2F500 G01G41D1X#1F1800 G3X#1Y0I-#1J0A360 G1G40X0 IF[#2LT5] GOTO10 (SE #2 FOR MENOR QUE 5 VA PARA LINHA 10) G0Z10 M99 % . IREMOS FAZER UM CHANFRO DE 5MM POR 45º COM DESLOCAMENTO DE PONTO ZERO.PARAMETRIZANDO CHANFRO EM FURO NESTE EXEMPLO TEMOS 3 FUROS COM DIÂMETRO DE 20MM POR 50MM DE PROFUNDIDADE.

.25.25 E O VALOR DE Z É ADICIONADO 0.VIMOS QUE É ATRIBUIDO UM VALOR PARA O RAIO (#1=15MM) E PARA O INCREMENTO EM Z (#2) FORA DO LABEL. QUE É A METADE DO FURO QUE ESTAVA PRONTO. AUTOMATICAMENTE O VALOR DE #1 VAI SER SUBTRAÍDO 5MM CHEGANDO AO RAIO DE 10MM. NO FINAL É COLOCADO UM DESVIO SE #2 (INCREMENTO EM Z) FOR MENOR QUE 5 VA PARA N10. DENTRO DO LABEL N10 ESSE VALOR É SUBTRAÍDO POR 0. ENQUANTO #2 NÃO CHEGAR AO VALOR DE Z-5 VAI REPETIR O N10.

a Navegação. Num triângulo retângulo. Cosseno . a hipotenusa ao quadrado é igual a soma dos catetos ao quadrado". ou seja. desvinculou a Trigonometria da Astronomia transformando-a em um dos diversos ramos independentes da matemática. a Física. Tangente . RAZÕES TRIGONOMÉTRICAS Chamamos de triângulo retângulo o que tem um ângulo igual à 90 graus (ângulo reto). A Trigonometria é usada em vários áreas das ciências. Pitágoras. O matemático suíço Leonhard Euler. a Astronomia. o sen de um ângulo agudo é dado pelo quociente (razão) entre o cateto oposto a esse ângulo e a hipotenusa. Seno . através de seu teorema demostra que: "Em um triângulo retângulo.Num triângulo retângulo.Num triângulo retângulo. como as Engenharias. a tg de um ângulo agudo é dado pelo quociente entre o cateto oposto e cateto adjacente a esse ângulo. h 2= c2+ c2. ângulos e outros elementos dos triângulos. um dos grandes matématicos do século XVIII. o cos de um ângulo agudo é dado pelo quociente entre o cateto adjacente a esse ângulo e a hipotenusa.Num triângulo retângulo. Podemos também dividir o valor do seno do ângulo pelo valor do cosseno do mesmo ângulo. os dois lados que formam o ângulo reto são chamados de "Catetos" e o lado em frente ao ângulo reto é a "Hipotenusa". etc.TRIGONOMETRIA INTRODUÇÃO Trigonometria (do grego trígonon + metría) é o estudo puro e simples das medidas dos lados. .

o cos e a tg dos dois ângulos agudos do triângulo abaixo: Resolução: sen = 3/5 . Abaixo temos a tabela: .766 X = 7. sen cos tg = 4/5 .EXEMPLOS 1-) Vamos calcular o sen. ângulos entre 1o e 89o. vamos calcular o valor do lado X no triângulo retângulo dado: Resolução: cos 40o = X/10 X = 10 . cos 40o X = 10 . tg = 4/5 = 3/5 = 4/3 2-) Com o auxílio da tabela trigonométrica. isto é.66 TABELA TRIGONOMÉTRICA Podemos tabular os valores trigonométricos dos ângulos agudos. cos = 3/4 . 0.

104528 0.069756 0.249328 0.984808 0.292372 0.531709 0.305731 0.848048 tg 0.554309 0.190809 0.515038 0.052336 0.961262 0.920505 0.325568 0.390731 0.32492 0.981627 0.970296 0.374607 0.422618 0.866025 0.913545 0.212557 0.383864 0.997564 0.224951 0.241922 0.898794 0.034921 0.267949 0.069927 0.990268 0.466308 0.034899 0.87462 0.309017 0.258819 0.Ângulo 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 sen 0.158384 0.469472 0.176327 0.57735 0.5 0.087489 0.882948 0.286745 0.438371 0.445229 0.404026 0.857167 0.906308 0.45399 0.017452 0.487733 0.173648 0.36397 0.945519 0.93358 0.406737 0.600861 0.624869 .891007 0.509525 0.275637 0.927184 0.978148 0.994522 0.105104 0.087156 0.156434 0.052408 0.992546 0.956305 0.424475 0.344328 0.951057 0.999848 0.207912 0.34202 0.139173 0.358368 0.121869 0.999391 0.122785 0.939693 0.965926 0.97437 0.140541 0.230868 0.017455 0.529919 cos 0.987688 0.48481 0.19438 0.99863 0.996195 0.

932515 0.573576 0.694658 0.62932 0.743145 0.882948 0.279942 1.601815 0.898794 0.777146 0.809017 0.681998 0.587785 0.642788 0.144507 .573576 0.809017 0.788011 0.376382 1.544639 0.5 0.743145 0.600335 1.880726 1.804048 1.544639 0.866025 0.829038 0.798636 0.669131 0.642788 0.539865 1.731354 0.656059 0.8391 0.700208 0.681998 0.428148 1.615661 0.965689 1 1.422618 0.48481 0.906308 0.438371 0.615661 0.707107 0.664279 1.482561 1.766044 0.829038 0.753554 0.87462 0.71934 0.45399 0.848048 0.072369 1.33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 0.781286 0.809784 0.674509 0.559193 0.469472 0.191754 1.819152 0.03553 1.788011 0.150368 1.838671 0.515038 0.71934 0.559193 0.707107 0.529919 0.731354 0.891007 0.234897 1.050304 2.766044 0.656059 0.777146 0.732051 1.601815 0.838671 0.694658 0.900404 0.75471 0.62932 0.327045 1.869287 0.798636 0.857167 0.587785 0.75471 0.819152 0.962611 2.726543 0.669131 0.110613 1.649408 0.

34202 0.920505 0.475087 2.325568 0.904211 3.258819 0.406737 0.671282 6.961262 0.996195 0.331476 4.951057 0.30067 19.246037 2.156434 0.990268 0.945519 0.11537 8.190809 0.034899 0.077684 3.987688 0.99863 0.017452 2.70463 5.355852 2.66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 0.121869 0.965926 0.956305 0.939693 0.087156 0.313752 7.241922 0.374607 0.970296 0.93358 0.999391 0.913545 0.08114 28.173648 0.224951 0.28996 .63625 57.43005 14.994522 0.997564 0.292372 0.144554 5.978148 0.275637 0.052336 0.309017 0.104528 0.270853 3.732051 4.487414 3.144346 9.605089 2.139173 0.981627 0.992546 0.010781 4.747477 2.999848 0.390731 0.984808 0.514364 11.069756 0.97437 0.207912 0.358368 0.927184 0.

CIRCUNFERÊNCIA TRIGONOMÉTRICA Seja uma circunferência de centro O sobre a qual marcamos dois pontos distintos. . A e B. A cada uma das partes em que a circunferência fica dividida chamamos arco de circunferência.

PARÂMETROS DE CORTE .

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