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como+passar+na+OAB

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  • 1) ATIVIDADE DE ADVOCACIA E MANDATO
  • 2) DIREITOS DO ADVOGADO
  • 3) INSCRIÇÃO NA OAB
  • 4) SOCIEDADE DE ADVOGADOS
  • 5) ADVOGADO EMPREGADO
  • 6) HONORÁRIOS
  • 7) INCOMPATIBILIDADES E IMPEDIMENTOS
  • 8) PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR
  • 9) DEVERES DOS ADVOGADOS, INFRAÇÕES E SANÇÕES
  • 10) OAB E ELEIÇÕES
  • 11) CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA DA OAB
  • 12) REGULAMENTO DA OAB
  • 13) QUESTÕES DE CONTEÚDO VARIADO
  • 1) TEORIA DA CONSTITUIÇÃO, PODER CONSTITUINTE E PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS
  • 2) CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE
  • 3) DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS
  • 4) DIREITOS SOCIAIS, NACIONALIDADE E DIREITOS POLÍTICOS
  • 5) ORGANIZAÇÃO DO ESTADO
  • 6) ORGANIZAÇÃO DOS PODERES LEGISLATIVO E EXECUTIVO
  • 7) JUDICIÁRIO E FUNÇÕES ESSENCIAIS À JUSTIÇA
  • 1) TEORIA GERAL DO DIREITO EMPRESARIAL
  • 2) SOCIEDADES
  • 3) TÍTULOS DE CRÉDITO
  • 4) FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS E LIQUI- DAÇÃO EXTRAJUDICIAL
  • 5) CONTRATOS EMPRESARIAIS
  • 6) PROPRIEDADE INDUSTRIAL
  • 1. NOÇÕES BÁSICAS
  • 2. RESPONSABILIDADE DO FORNECEDOR
  • 3. PRÁTICAS COMERCIAIS E PROTEÇÃO CONTRATUAL
  • 1) LICC
  • 2) GERAL
  • 3) OBRIGAÇÕES
  • 4) CONTRATOS
  • 5) RESPONSABILIDADE CIVIL
  • 6) COISAS
  • 7) FAMÍLIA
  • 8) SUCESSÕES
  • 9) DIREITO DE EMPRESA E TÍTULOS DE CRÉDITO
  • 10) TEMAS COMBINADOS
  • 1) PRINCÍPIOS DO PROCESSO CIVIL
  • 2) PARTES, PROCURADORES E MINISTÉRIO PÚBLICO
  • 3) LITISCONSÓRCIO, ASSISTÊNCIA E INTERVENÇÃO DE TERCEIROS
  • 4) JURISDIÇÃO E COMPETÊNCIA
  • 5) PRESSUPOSTOS PROCESSUAIS E CONDIÇÕES DA AÇÃO
  • 6) FORMAÇÃO, SUSPENSÃO E EXTINÇÃO DO PROCESSO NULIDAES.
  • 7) TUTELA ANTECIPADA E LIMINAR EM CAUTELAR
  • 8) PROCESSO DE CONHECIMENTO. RITOS SUMÁRIO E ORDINÁRIO
  • 9) AÇÕES ANULATÓRIA E RESCISÓRIA
  • 10) RECURSOS
  • 12) CAUTELAR
  • 13) PROCEDIMENTOS ESPECIAIS
  • 14) LEGISLAÇÃO EXTRAVAGANTE
  • 15) TEMAS VARIADOS E COMBINADOS
  • 1) INTRODUÇÃO, PRINCÍPIOS E PODERES
  • 2) ATO ADMINISTRATIVO
  • 3) ORGANIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
  • 4) SERVIDORES PÚBLICOS E IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA
  • 5) INTERVENÇÃO NA PROPRIEDADE E NO DOMÍNIO ECONÔMICO
  • 6) BENS PÚBLICOS
  • 7) RESPONSABILIDADE DO ESTADO
  • 8) LICITAÇÕES E CONTRATOS
  • 9) SERVIÇO PÚBLICO, CONCESSÃO E PPP
  • 10) CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO E PROCESSO ADMINISTRATIVO
  • 11) TEMAS COMBINADOS
  • 1) PRINCÍPIOS E LIMITAÇÕES CONSTITUCIONAIS AO PODER DE TRIBUTAR
  • 2) COMPETÊNCIA E CAPACIDADE TRIBUTÁRIAS
  • 3) TRIBUTOS EM ESPÉCIE
  • 4) IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS, ESTADUAIS E MUNICIPAIS
  • 6) OBRIGAÇÃO, RESPONSABILIDADE E SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIAS
  • 7) CRÉDITO TRIBUTÁRIO: CONSTITUIÇÃO, SUSPENSÃO, EXTINÇÃO E EXCLUSÃO
  • 8) ISENÇÃO E IMUNIDADE
  • 10) AÇÕES TRIBUTÁRIAS
  • 11) DIREITO FINANCEIRO E REPARTIÇÃO DE RECEITAS TRIBUTÁRIAS
  • 1) INTRODUÇÃO
  • 2) FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO CONTRATO DE TRABALHO
  • 3) SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO
  • 4) TRABALHO DA MULHER, DO MENOR, DO EMPREGADO DOMÉSTICO E RURAL
  • 5) DURAÇÃO DO TRABALHO
  • 6) REMUNERAÇÃO E SALÁRIO
  • 7) SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO
  • 8) EXTINÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO
  • 9) DIREITO COLETIVO DO TRABALHO
  • 10) JUSTIÇA DO TRABALHO E COMPETÊNCIA
  • 12) RECURSOS E AÇÃO RESCISÓRIA
  • 13) APOSENTADORIA
  • 1) NOÇÕES BÁSICAS
  • 2) SISNAMA. INSTRUMENTOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE
  • 3) RESPONSABILIDADE CIVIL, ADMINISTRATIVA E PENAL
  • 1) CONCEITO, FONTES, PRINCÍPIOS E APLICAÇÃO DA LEI NO TEMPO E NO ESPAÇO
  • 2) TEORIA DO CRIME
  • 3) PENAS, CONCURSO DE CRIMES E AÇÃO PENAL
  • 4) EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE - PRESCRIÇÃO
  • 5) CRIMES CONTRA A PESSOA E CONTRA O PATRIMÔNIO
  • 7) CRIMES RELATIVOS A DROGAS
  • 8) LEGISLAÇÃO EXTRAVAGANTE E OUTROS CRIMES COMBINADOS
  • 1) FONTES, PRINCÍPIOS GERAIS E INTERPRETAÇÃO
  • 2) INQUÉRITO POLICIAL
  • 3) AÇÃO PENAL, SUSPENSÃO CONDICIONAL DO PROCESSO E AÇÃO CIVIL
  • 4) JURISDIÇÃO E COMPETÊNCIA; CONEXÃO E CONTINÊNCIA
  • 5) QUESTÕES E PROCESSOS INCIDENTES
  • 6) PROVA
  • 7) PRISÃO
  • 8) SUJEITOS PROCESSUAIS, CITAÇÃO, INTIMAÇÃO E PRAZOS
  • 9) PROCESSOS E PROCEDIMENTOS; SENTENÇA, PRECLUSÃO E COISA JULGADA
  • 10) PROCESSO DOS CRIMES DA COMPETÊNCIA DO JÚRI
  • 11) NULIDADES
  • 12) RECURSOS
  • 13. HABEAS CORPUS, MANDADO DE SEGURANÇA E REVISÃO CRIMINAL
  • 14) EXECUÇÃO PENAL
  • 15) LEGISLAÇÃO EXTRAVAGANTE E TEMAS COMBINADOS

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2009 Proibida a reprodução total ou parcial. Os infratores serão processados na forma da lei. Todos os direitos reservados à Editora Foco Jurídico Ltda Al. José Amstalden 491 - Cj. 52 CEP 13331-100 - Indaiatuba - SP E-mail: contato@focojuridico.com.br Site: www.focojuridico.com.br

APRESENTAÇÃO

omo passar na OAB? A experiência diz que aquele que quer ser aprovado deve fazer três coisas: a) entender a teoria; b) ler a letra da lei, e c) treinar. A teoria é vista em cursos e livros à disposição do aluno no mercado. O problema é que o candidato normalmente pára nessa providência. A leitura da lei e o treinamento acabam sendo deixados de lado. E é nesse ponto que está o grande erro. Em média, mais de 90% das questões são respondidas a partir do texto da lei. Além disso, as questões de prova se repetem muito. É por isso que é fundamental o candidato contar com a presente obra. Com ela você poderá ler a letra da lei e treinar. Cada questão vem comentada com o dispositivo legal em que você encontrará a resposta correta. Com isso você terá acesso aos principais dispositivos legais que aparecem na prova da OAB, de uma maneira lúdica e desafiadora. Além disso, você começará a perceber as técnicas dos examinadores, as ‘pegadinhas’ típicas de prova e ganhará bastante segurança para o momento decisivo, que é o dia da sua prova. É importante ressaltar que essa obra é única no mercado, pois somente ela traz todas as provas que a CESPE realizou para o Exame de Ordem. Além disso, a obra traz comentário para cada questão. E ainda traz a divisão por disciplinas e temas, tudo em ordem cronológica de exames. É por isso que podemos afirmar com uma exclamação que essa obra vai demonstrar a você COMO PASSAR NA OAB!

C

SUMÁRIO

ÉTICA PROFISSIONAL ........................................................................................ 11
1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) 8) 9) 10) 11) 12) 13) ATIVIDADE DE ADVOCACIA E MANDATO. .......................................................................................................11 DIREITOS DO ADVOGADO. ...............................................................................................................................14 INSCRIÇÃO NA OAB. ..........................................................................................................................................20 SOCIEDADE DE ADVOGADOS. ........................................................................................................................24 ADVOGADO EMPREGADO. ..............................................................................................................................28 HONORÁRIOS. ...................................................................................................................................................28 INCOMPATIBILIDADES E IMPEDIMENTOS. ...................................................................................................30 PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR. .................................................................................................32 DEVERES DOS ADVOGADOS, INFRAÇÕES E SANÇÕES. .............................................................................36 OAB E ELEIÇÕES. ..............................................................................................................................................41 CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA DA OAB. .....................................................................................................51 REGULAMENTO DA OAB. .................................................................................................................................59 QUESTÕES DE CONTEÚDO VARIADO.............................................................................................................62

DIREITO CONSTITUCIONAL ............................................................................... 65
1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) 8) TEORIA DA CONSTITUIÇÃO, PODER CONSTITUINTE E PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS ..............................65 CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE........................................................................................................70 DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS. .....................................................................................78 DIREITOS SOCIAIS, NACIONALIDADE E DIREITOS POLÍTICOS. ..................................................................87 ORGANIZAÇÃO DO ESTADO.............................................................................................................................90 ORGANIZAÇÃO DOS PODERES LEGISLATIVO E EXECUTIVO. ....................................................................95 JUDICIÁRIO E FUNÇÕES ESSENCIAIS À JUSTIÇA. .....................................................................................102 DEFESA DO ESTADO, TRIBUTAÇÃO E ORÇAMENTO E ORDEM ECONÔMICA E FINANCEIRA E ORDEM SOCIAL. ................................................................................................................109

DIREITO INTERNACIONAL ............................................................................... 115 DIREITO EMPRESARIAL ................................................................................... 123
1) 2) 3) 4) 5) 6) TEORIA GERAL DO DIREITO EMPRESARIAL. ..............................................................................................123 SOCIEDADES. ...................................................................................................................................................125 TÍTULOS DE CRÉDITO. ....................................................................................................................................136 FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS E LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL. .......................................141 CONTRATOS EMPRESARIAIS. .......................................................................................................................146 PROPRIEDADE INDUSTRIAL. ........................................................................................................................147

DIREITO DO CONSUMIDOR.............................................................................. 151
1) 2) 3) NOÇÕES BÁSICAS. ..........................................................................................................................................151 RESPONSABILIDADE DO FORNECEDOR. ....................................................................................................151 PRÁTICAS COMERCIAIS E PROTEÇÃO CONTRATUAL. ..............................................................................152

DIREITO CIVIL .................................................................................................... 155
1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) 8) 9) 10) LICC ...................................................................................................................................................................155 GERAL. ..............................................................................................................................................................156 OBRIGAÇÕES. ..................................................................................................................................................167 CONTRATOS. ...................................................................................................................................................172 RESPONSABILIDADE CIVIL. ...........................................................................................................................178 COISAS. ............................................................................................................................................................182 FAMÍLIA. ..........................................................................................................................................................190 SUCESSÕES. ....................................................................................................................................................196 DIREITO DE EMPRESA E TÍTULOS DE CRÉDITO. .......................................................................................200 TEMAS COMBINADOS. ...................................................................................................................................206

DIREITO PROCESSUAL CIVIL .......................................................................... 209
1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) 8) 9) 10) 11) 12) 13) 14) 15) PRINCÍPIOS DO PROCESSO CIVIL. ...............................................................................................................209 PARTES, PROCURADORES E MINISTÉRIO PÚBLICO. ................................................................................212 LITISCONSÓRCIO, ASSISTÊNCIA E INTERVENÇÃO DE TERCEIROS. ......................................................214 JURISDIÇÃO E COMPETÊNCIA. .....................................................................................................................218 PRESSUPOSTOS PROCESSUAIS E CONDIÇÕES DA AÇÃO. ......................................................................221 FORMAÇÃO, SUSPENSÃO E EXTINÇÃO DO PROCESSO. NULIDAES........................................................223 TUTELA ANTECIPADA E LIMINAR EM CAUTELAR. ......................................................................................226 PROCESSO DE CONHECIMENTO. RITOS SUMÁRIO E ORDINÁRIO. ..........................................................227 AÇÕES ANULATÓRIA E RESCISÓRIA. ...........................................................................................................236 RECURSOS. ......................................................................................................................................................238 EXECUÇÃO. .....................................................................................................................................................245 CAUTELAR. ......................................................................................................................................................248 PROCEDIMENTOS ESPECIAIS. ......................................................................................................................250 LEGISLAÇÃO EXTRAVAGANTE. .....................................................................................................................255 TEMAS VARIADOS E COMBINADOS. .............................................................................................................256

DIREITO ADMINISTRATIVO .............................................................................. 263
1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) 8) 9) 10) 11) INTRODUÇÃO, PRINCÍPIOS E PODERES. ....................................................................................................263 ATO ADMINISTRATIVO. ...................................................................................................................................267 ORGANIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. ..........................................................................................275 SERVIDORES PÚBLICOS E IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. ..................................................................280 INTERVENÇÃO NA PROPRIEDADE E NO DOMÍNIO ECONÔMICO. ............................................................292 BENS PÚBLICOS. ............................................................................................................................................296 RESPONSABILIDADE DO ESTADO. ..............................................................................................................298 LICITAÇÕES E CONTRATOS. ..........................................................................................................................301 SERVIÇO PÚBLICO, CONCESSÃO E PPP. .....................................................................................................311 CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO E PROCESSO ADMINISTRATIVO. .........................................................313 TEMAS COMBINADOS. ...................................................................................................................................316

DIREITO TRIBUTÁRIO ....................................................................................... 317
1) 2) 3) 4) 5) PRINCÍPIOS E LIMITAÇÕES CONSTITUCIONAIS AO PODER DE TRIBUTAR. ...........................................317 COMPETÊNCIA E CAPACIDADE TRIBUTÁRIAS. ...........................................................................................324 TRIBUTOS EM ESPÉCIE. .................................................................................................................................327 IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS, ESTADUAIS E MUNICIPAIS. .................................................332 VIGÊNCIA, APLICAÇÃO, INTERPRETAÇÃO E INTEGRAÇÃO DA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA. ............................................................................................................................337 6) 7) 8) 9) OBRIGAÇÃO, RESPONSABILIDADE E SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIAS. ......................................................342 CRÉDITO TRIBUTÁRIO: CONSTITUIÇÃO, SUSPENSÃO, EXTINÇÃO E EXCLUSÃO. .................................348 ISENÇÃO E IMUNIDADE...................................................................................................................................358 GARANTIAS E PRIVILÉGIOS TRIBUTÁRIOS; ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA E RESTITUIÇÕES. SUPERSIMPLES. ..................................................................................................................359 10) 11) AÇÕES TRIBUTÁRIAS. .....................................................................................................................................361 DIREITO FINANCEIRO E REPARTIÇÃO DE RECEITAS TRIBUTÁRIAS. ......................................................363

DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO.......................................................... 367
1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) 8) 9) 10) 11) INTRODUÇÃO. .................................................................................................................................................367 FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO CONTRATO DE TRABALHO. .......................................................369 SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO. ...................................................................................................374 TRABALHO DA MULHER, DO MENOR, DO EMPREGADO DOMÉSTICO E RURAL. ...................................375 DURAÇÃO DO TRABALHO. .............................................................................................................................379 REMUNERAÇÃO E SALÁRIO. .........................................................................................................................382 SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO. ...............................................................391 EXTINÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO. ................................................................................................392 DIREITO COLETIVO DO TRABALHO. ..............................................................................................................401 JUSTIÇA DO TRABALHO E COMPETÊNCIA. ..................................................................................................402 TEORIA DO PROCESSO E PROCEDIMENTOS: ORDINÁRIO, SUMÁRIO, SUMARÍSSIMO E ESPECIAIS. ........................................................................................................................407 12) 13) RECURSOS E AÇÃO RESCISÓRIA. ................................................................................................................418 APOSENTADORIA ............................................................................................................................................431

......................................................................435 RESPONSABILIDADE CIVIL........................................................... 14) 15) FONTES...................................................... ................................................ ..... ADMINISTRATIVA E PENAL.....................505 SUJEITOS PROCESSUAIS...........507 PROCESSOS E PROCEDIMENTOS.PRESCRIÇÃO........................................................................ PRINCÍPIOS E APLICAÇÃO DA LEI NO TEMPO E NO ESPAÇO ........................................................................................ .................471 7) 8) CRIMES RELATIVOS A DROGAS..... ............. SUSPENSÃO CONDICIONAL DO PROCESSO E AÇÃO CIVIL........................................................... MANDADO DE SEGURANÇA E REVISÃO CRIMINAL.................... .............464 CRIMES CONTRA A PESSOA E CONTRA O PATRIMÔNIO. 498 QUESTÕES E PROCESSOS INCIDENTES.............508 PROCESSO DOS CRIMES DA COMPETÊNCIA DO JÚRI.............................................................. CONEXÃO E CONTINÊNCIA.................................................................................................................................................................. ..................................................................... .. ................................................................ ............................502 PRISÃO................................................................................................................................495 JURISDIÇÃO E COMPETÊNCIA.......................................................... PRINCÍPIOS GERAIS E INTERPRETAÇÃO..................................... PRECLUSÃO E COISA JULGADA..................................................................................................... A FÉ PÚBLICA.. CITAÇÃO.524 ............................................... .........................................................................................................................................492 AÇÃO PENAL........................................................................................460 EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE ...........................................466 CRIMES CONTRA OS COSTUMES........ ..... .................................. ... 489 1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) 8) 9) 10) 11) 12) 13...............................................438 DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE...... .................................................518 EXECUÇÃO PENAL............. ............................................................. 449 1) 2) 3) 4) 5) 6) CONCEITO........................................... ........ ....510 NULIDADES......... 433 1) 2) 3) NOÇÕES BÁSICAS.................................................477 DIREITO PROCESSUAL PENAL ............513 HABEAS CORPUS....452 PENAS....................................................... A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E AS FINANÇAS PÚBLICAS............................................. ....................511 RECURSOS............................................................................................................................................................................ INSTRUMENTOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE.........489 INQUÉRITO POLICIAL....... .............................................................DIREITO AMBIENTAL .............449 TEORIA DO CRIME..............521 LEGISLAÇÃO EXTRAVAGANTE E TEMAS COMBINADOS...............................433 SISNAMA........................................................................ ...........................475 LEGISLAÇÃO EXTRAVAGANTE E OUTROS CRIMES COMBINADOS.... CONCURSO DE CRIMES E AÇÃO PENAL...........................................................500 PROVA.............................. 443 DIREITO PENAL ........................................ ....................... SENTENÇA... ................................................................................ INTIMAÇÃO E PRAZOS.. .......... ........... FONTES..............................................................................

em março de 2008. foi preso. § 2o. obrigatoriamente. da Lei 8. D: art.906/1994 — Estatuto da Advocacia e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) —. Eduardo deverá. obrigatoriamente.SP) Em cada uma das opções a seguir. bacharel em direito não inscrito na OAB.2. foi inscrito na OAB. Nessa situação. Assinale a opção que apresenta a assertiva correta. Irresignado.099/95. tendo sido aprovado no exame de ordem. da Lei 8. por determinação de juiz federal. ele pretende ingressar com reclamação trabalhista perante a justiça do trabalho. Nessa situação. C: art. Nessa situação. A Adelaide constituiu uma associação e pretende levar o ato de constituição a órgão competente. Carlos é bacharel em direito e. Nessa situação. recebeu a comunicação de sua demissão. ele terá. ALTERNATIVA "A" . 791 da CLT. por não exercer a profissão de advogado. B: art.ÉTICA PROFISSIONAL 1) ATIVIDADE DE ADVOCACIA E MANDATO. B C D A: art. de estar assinado por advogado. pois o acesso aos juizados é restrito ao cidadão comum. 9o da Lei 9. seguida de uma assertiva a ser julgada. (OAB/CESPE – 2008. é apresentada uma situação hipotética relacionada à Lei no 8. contratar um advogado. em operação da Polícia Federal. em março de 2008.906/94. § 1o. 1o.906/94. ele não pode ingressar com ação de indenização nos juizados especiais. Eduardo foi funcionário de uma empresa de seguros por mais de 25 anos e. para ingressar com a ação na justiça. para que o ato seja registrado. 1o. Ronaldo não pode impetrar habeas corpus perante o TRF. Ronaldo.

composta por dois advogados. é possível ingressar em juízo pessoalmente. por não disporem dos recursos financeiros necessários à constituição de advogado. p. seria impossível ingressar em juízo sem constituir advogado.1) João. único. 4o. § 3o.099/95. Para ingressar com ação no juizado especial civil sem constituir advogado. B: art. (OAB/CESPE – 2007.SP) Assinale a opção correta acerca da atividade da advocacia prevista no Estatuto da Advocacia e da OAB. § 1o. com o objetivo de que ambos o representem judicialmente em uma ação indenizatória. é necessário que se comprove formação universitária. resolveram ingressar em juízo pessoalmente. da Lei 8. A procuração. com a indicação de que eles fazem parte da referida sociedade.906/94 e art. o advogado estará sem a representação do referido cliente. 5o. e Júlio ingressou com ação no juizado especial civil. Em ambas as circunstâncias descritas. em causas cujo valor seja inferior a vinte salários mínimos. A Um estagiário de advocacia regularmente inscrito na OAB/SP está apto a assinar sozinho as contestações e reconvenções dos processos do escritório em que atua. da Lei 8.2. 9o da Lei 9. C: art. B C D A: art.3) Rodrigo celebrou contrato de prestação de serviços advocatícios com a sociedade de advogados Carvalho e Pereira. João impetrou habeas corpus em favor de seu irmão Jânio. 1o. Nessa situação hipotética. sendo sua imediata apresentação exigida até nos casos de urgência. (OAB/CESPE – 2008. a procuração judicial referente à prestação desse serviço A deve ser outorgada aos advogados. B C D Art. Tendo como referência essa situação hipotética. § 1o.906/94. prescindindo-se da constituição de advogado. mecânico. e Júlio.906/94. instrumento indispensável para o exercício profissional da advocacia.WANDER GARCIA 12 (OAB/CESPE – 2008. administrador de empresas desempregado. 29 do Regulamento Geral. habilita o advogado para a prática de todos os atos judiciais em prol do seu cliente. D: art. . já no dia seguinte. prescindindo-se da constituição de advogado. A Apenas na impetração de habeas corpus é possível ingressar em juízo pessoalmente. eximindo-se de qualquer responsabilidade sobre a causa. Ao renunciar ao mandato de cliente. assinale a opção correta. Alegação final apresentada em audiência por advogado suspenso do exercício profissional é considerada ato nulo. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "D" 5o. da Lei 8. Tanto na impetração de habeas corpus quanto no juizado especial civil.906/94. da Lei 8.

Não é necessária nova procuração desde que se proponha conversão da separação em divórcio. sendo dispensável a indicação expressa dos advogados que a integram. Considerando essa situação hipotética. Após 15 meses. A José Silva deverá apresentar petição de especificação de provas na hipótese de seu cliente não ter constituído novo advogado nos autos. de forma consensual. a separação. o acessório (divórcio) acompanha o principal. ajuizada pela União. restritos à separação judicial. José Silva. com a expressa enumeração e qualificação dos advogados que a compõem. 10 do Código de Ética e Disciplina . O Diário de Justiça de 8/2/2007 publicou a intimação para que as partes especificassem provas que desejavam produzir. Cristina foi procurada por essa mesma cliente. assinale a opção correta de acordo com a norma em vigor. ALTERNATIVA "A" C D Art. assinale a opção correta.CED. com as expedições e registros de mandado de averbação competente e formal de partilha de bens. Após o trânsito em julgado. . recebeu procuração de sua cliente para propor ação de separação judicial. A Por se tratar de direito de família. (OAB/CESPE – 2007. Não é necessária nova procuração. (OAB/CESPE – 2007. pode ser outorgada tanto à sociedade quanto individualmente aos advogados. entendendo esta que a contratação anterior se estenderia também a essa causa.SP) Dra.1) Em 5/2/2007. sem necessidade de nova procuração. 15.906/94. da Lei 8. os autos foram arquivados. notificou pessoalmente seu cliente da renúncia ao mandato outorgado nos autos de ação cível.3.13 ÉTICA PROFISSIONAL B deve ser outorgada à sociedade. após prolongada fase probatória. Cristina. mas devem ser cobrados novos honorários. Uma vez concluída a causa ou arquivado o processo. advogada. audiências e recurso a instância superior. § 3o. advogado. presumem-se o cumprimento e a cessação do mandato. deve ser outorgada à sociedade. o que foi feito. Considerando a situação hipotética acima e o que dispõe o Estatuto da Advocacia. sendo necessários nova procuração para o pedido de divórcio e novo contrato de honorários. pois o contrato de prestação de serviços foi celebrado com a pessoa jurídica. ALTERNATIVA "C" B C D Art. pelo rito ordinário. apesar de nada constar na procuração e no contrato de honorários. Dra. que lhe solicitou a propositura de ação de divórcio.

magistrados e membros do Ministério Público (MP). Considerando-se a situação hipotética acima e o que dispõe o Código de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil (CED–OAB).As autoridades.Não há hierarquia nem subordinação entre advogados. tratamento compatível com a dignidade da advocacia e condições adequadas ao seu desempenho.2) No que diz respeito aos direitos e prerrogativas dos advogados. 2) DIREITOS DO ADVOGADO. O juiz deve reabrir o prazo para especificação de provas porque uma das partes estava sem advogado nos autos. § 3o. (OAB/CESPE – 2008. em substituição a outro advogado. I . ALTERNATIVA "A" C D Art. O cliente pode se dirigir diretamente ao juiz e informar as provas que pretende produzir. requerer ao juiz da causa que declare a extinção do mandato do advogado que atuava no processo. em um processo que tramita na primeira vara cível de uma capital há 10 anos. 5o. III . assim como pedir ao juiz que intime o afastamento do advogado que atuava anteriormente no processo. orientar o cliente para revogar a procuração outorgada ao outro advogado mediante ação judicial prevista no Livro de Procedimentos Especiais do Código de Processo Civil. entrar em contato com o advogado que já atua no caso e solicitar-lhe substabelecimento ou renúncia ao mandato. no exercício da profissão. dos quais há dois anos está concluso para sentença. da Lei 8. II . os servidores públicos e os serventuários da justiça devem dispensar ao advogado. .Compete exclusivamente ao presidente do Conselho Federal conhecer de fato que possa causar ou tenha causado violação de direitos ou prerrogativas do advogado.3) Um advogado foi contratado por um cliente para atuar.WANDER GARCIA 14 B José Silva deverá comunicar ao seu cliente da publicação da intimação para que ele providencie outro advogado para cumpri-la. o advogado contratado deverá A juntar aos autos novo instrumento de procuração e requerer que as futuras intimações sejam feitas em seu nome. 11 do CED. juntando aos autos a notificação de renúncia de seu advogado. (OAB/CESPE – 2006.906/94. julgue os seguintes itens. ALTERNATIVA "D" B C D Art.

IX. A quantidade de itens certos é igual a A 1. 7o. 7o. D: Art. VI. IV: art. salvo quando estes forem considerados incomunicáveis. da Lei 8.105. p. 4. 6o. bem como o de comunicar-se com seus clientes. retirar-se do recinto mediante representação do presidente da seccional.906/94. A possibilidade de realização de sustentação oral por no mínimo quinze minutos em recursos após o voto do relator. 7o. hoje. XX. 7o. 6o da Lei 8.906/94. a. (OAB/CESPE – 2007. 7o.906/94 (certa). pessoal e reservadamente. 2. da Lei 8. entre outros. mesmo sem procuração. certificou-se de que a autoridade que deveria presidir o ato não havia comparecido. 7o. mediante comunicação protocolizada em juízo. 15 do Regulamento Geral ALTERNATIVA "B" (errada).906/94. aguardava pregão para ato judicial. C: o art.906/94 (errada). B C D A: art. requerer a suspensão do referido ato mediante representação ao tribunal de justiça. ALTERNATIVA "C" . II: art. XX. advogado regularmente inscrito na OAB/GO. da Lei 8. Otaviano estaria autorizado a A retirar-se do recinto mediante comunicação protocolizada em juízo. a profissão em todo o território nacional.2) Otaviano. Nessa situação hipotética. da Lei 8. a Lei 8. ALTERNATIVA "A" B C D Art. com liberdade. B: art.906/94 (certa). mesmo sem procuração. da Lei 8.São direitos dos advogados.3) Assinale a única opção que não representa direito dos advogados. mesmo além dos cancelos que separam a parte reservada aos magistrados. da Lei 8. A comunicação com clientes presos. único. (OAB/CESPE – 2008. III. o de exercer. Após três horas do horário designado. B C D I: art. da Lei 8. III: art.906/94. Deixar de realizar audiência judicial na hipótese de o juiz se atrasar por mais de 30 minutos.15 ÉTICA PROFISSIONAL IV . 7o. I e III. 3.906/94 estabelece apenas o direito previsto no art. X. embargar o referido ato mediante moção de repúdio do presidente da seccional. A O livre ingresso nas salas de sessões.906/94 foi suspenso na ADIN 1.

ou não.SP) Considere-se que João. em especial. o advogado. advogado. 4o do CED. às 6 horas da manhã. em processos e artigos doutrinários de sua lavra. a primeira do dia. tenha recebido determinação de seu superior hierárquico para adotar determinada tese jurídica da qual ele. Não.SP) Advogado especializado foi contratado para defender interesses de cliente que estava sendo investigado por supostos delitos. 18 e 31.SP) Dr. verbalmente. XX. sendo detentor de cargo público.906/94 e art. também. sobre o mesmo tema.WANDER GARCIA 16 (OAB/CESPE – 2007. não podendo a polícia ter agido como o fez. de que a polícia havia ingressado no local em busca de documentos. o responsável pelo pregão de que iria embora com seu cliente. de acordo com o Estatuto da Advocacia. assinale a opção correta de acordo com a Lei federal 8. pacientemente.906/94. concursado. Nessa situação. da Lei 8. ALTERNATIVA "A" B C D Arts. no horário correto. compareceu com seu cliente para a audiência designada pelo juízo. visto que inexiste hierarquia entre procuradores municipais concursados. Ficou aguardando. no que se refere às prerrogativas profissionais. I. § 1o. à escrivã. desde que comunicasse. Sim. ele teria o dever de atender aos interesses maiores da administração pública. protocolando o documento no setor competente. (OAB/CESPE – 2007. o porteiro do prédio onde estava situado o escritório do advogado o avisou. A verbalmente. Considerando a situação hipotética acima. Decorridos alguns meses. João poderia ter recusado tal determinação? A Sim. . que podem. anteriormente.3. da Lei 8. ALTERNATIVA "D" B C D Art. às 13 h. A A inviolabilidade do escritório é sagrada. 7o. procurador municipal. à escrivã.906/1994 — Estatuto da Advocacia e da OAB. discordasse por atentar contra a legislação vigente e jurisprudência consolidada. a razão de sua retirada. por escrito. pois o conceito de liberdade e independência é exclusivo aos advogados particulares. 7o. tendo tido a notícia de que o magistrado sequer havia chegado ao fórum. aceitar uma causa. a razão de sua retirada. por mais de 30 min. tendo João emitido sua opinião. lastreado em sua liberdade e independência e. teria o direito de retirar-se. na sala de audiência. Cláudio. Não. por escrito.3. porque. João. entregando o documento. porque a adoção da mencionada tese jurídica afrontaria posicionamento anterior seu. na sala de audiências. que iria embora em virtude da ausência do juiz. Nessa situação. (OAB/CESPE – 2007.3. inclusive. em mãos.

B C D A: art. É direito do advogado sustentar oralmente. assim reconhecidas pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A polícia. B: o art. II. 7o. C: vide nova redação do art. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2007. e. V. ser aplicada prisão domiciliar.906/94. antes de sentença transitada em julgado.767/08 mudou a redação do dispositivo. assinale a opção correta de acordo com o Estatuto dos Advogados e a interpretação do STF. da Lei 8. É direito do advogado ter respeitada a inviolabilidade de seu escritório ou local de trabalho. a Lei 11.1) Com relação ao entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) quanto ao Estatuto da Advocacia. A A imunidade profissional do advogado pelas manifestações em juízo não alcança o crime de calúnia. bem assim. B . II. D: é imprescindível! (art. pelo prazo de até 15 minutos. na falta dessas. C D Art. Repare que. na medida em que ele sempre presta serviço público e exerce função social na administração da justiça. (OAB/CESPE – 2007. IX. nos casos de crime comum. salvo caso de busca e apreensão determinada por magistrado e acompanhada de representante da OAB. É prescindível a presença de representante da OAB quando um advogado é preso por motivo ligado ao exercício da advocacia. poderia ter ingressado no escritório do advogado e revistado o local sem quaisquer restrições. A polícia poderia ter ingressado no escritório desde que por ordem judicial expressa em mandado de busca e apreensão e respeitados documentos e dados cobertos com tutela de sigilo profissional. depois da realização da prova (2007. A É direito do advogado não ser recolhido preso. 7o.906/94). da Lei 8. em julgamentos de recursos nos tribunais superiores.1) Com relação aos direitos dos advogados. da Lei 8. IV. 7o. 7o. 7o. de seus arquivos e dados e sua correspondência e de suas comunicações. da Lei 8.17 ÉTICA PROFISSIONAL B A polícia poderia ter invadido o escritório de advocacia desde que o advogado estivesse sendo investigado juntamente com seu cliente. O advogado não pode recusar-se a depor como testemunha em processo em que tenha atuado. da Lei 8.906/94 foi suspenso na ADIN 1. desde que munida de ordem judicial expressa em mandado de busca e apreensão.105. assinale a opção correta. a comunicação à OAB. senão em sala de Estado Maior.906/94. após o voto do relator. com instalações e comodidades condignas.906/94.3).

assinale a opção correta. 7o. (OAB/CESPE – 2006. D A: art. O advogado não tem imunidade profissional em razão de manifestação nos autos judiciais em nome de seu cliente. é importante destacar que o art. 7o. (OAB/CESPE – 2006. em caráter confidencial e com as cautelas próprias. que. § 1o.906/94 e art. 5o. a indicar um representante para acompanhar a B . devendo ser efetuado a exclusivo critério do conselho. D: art. 18.906/94. espécie do gênero advogado empregado. do Regulamento Geral. portanto. O advogado somente pode postular em juízo mediante a apresentação de procuração outorgada pelo cliente.906/94 que trata do “Advogado Empregado”.906/1994. no exercício da profissão. B: art. conforme a Lei no 8.906/94. dirija palavras grosseiras e desrespeitosas a um juiz. da Lei 8. § 5o.527/97 dispõe que os advogados públicos não se sujeitam ao capítulo da Lei 8. 7o. em uma atitude de total desprezo pelo magistrado. assinale a opção correta. C: art. ambos da Lei 8. § 2o. advogado. A Os advogados da União são empregados e. XIII. 7o. e art. Considere que a polícia requeira. da Lei 8.906/94. mas a retirada para a extração de cópias ou estudo no escritório é condicionada à existência de procuração para o advogado que for retirá-los. Lei no 8. § 7o. XIX. A Considere que Pedro.WANDER GARCIA 18 C É facultada aos advogados a consulta de autos de processos findos em cartório. XV. B C D A: os advogados públicos (o que inclui os advogados da União) estão sujeitos às leis do ente a que pertencerem e também à Lei 8.906/94. pois a sua imunidade material profissional abrange o desacato. a autoridade judiciária competente intime a OAB. 5o. da Lei 8. apesar dos questionamentos que a norma vem recebendo.3) Considerando as prerrogativas do advogado. Nessa situação.906/94. Pedro não responderá por crime. B: art. C: art. § ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "D" 1o. A vista dos autos de processos judiciais em cartório somente pode ser deferida aos advogados que possuem procuração. da Lei 8. perante a autoridade judiciária competente. tendo seu regime jurídico regido exclusivamente pelo estatuto da advocacia. 7o. da Lei 8. 4o da Lei 9.906/1994 e o entendimento do STF. 7o.2) A respeito dos direitos dos advogados. § 2o. da Lei 8.906/94.906/94. D: art. a busca e apreensão de documentação de Antônio no escritório de seu advogado. em razão desse requerimento. O desagravo público é instrumento de defesa dos direitos e prerrogativas da advocacia e sua concessão não depende da concordância do advogado ofendido nem pode ser por este dispensado.

906/94. D: art. A imunidade material do advogado alcança a difamação e a injúria apenas quando a manifestação se der em juízo. da Lei 8. da Lei 8. em instância judicial ou administrativa. assinale a opção correta. C: o art. da Lei 8. C A imunidade material não exclui a responsabilidade civil ou penal. 7o. em cartório ou na repartição competente. II. pelos prazos legais. IX. prevista na Lei no 8. nos termos da Lei no 8. após o voto do relator. D O advogado pode ser preso em flagrante. 7o. 7o. da Lei 8. da Lei 8. da Lei 8. D: art.906/94. ter respeitado o seu sigilo telefônico e fiscal. . quando a manifestação do advogado caracterizar calúnia. da Lei 8. A A: art. oralmente e no prazo de quinze minutos. C É direito do advogado sustentar. (OAB/CESPE – 2006. para esclarecer equívoco ou dúvida surgida em relação a fatos. B ter vista dos autos de processos judiciais ou administrativos de qualquer natureza. pela ordem. II. a injúria e a calúnia. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2006.906/1994. 7o.105. da Lei 8. 7o.906/94 (numa interpretação sistemática chega-se à conclusão de que.906/94.1) É direito do advogado. B: art. A B Art. § 2o. C: Art. B: art. em nome da liberdade de defesa e do sigilo profissional.19 ÉTICA PROFISSIONAL diligência e que a OAB se mantenha inerte. A: art. mesmo em casos de crime afiançável. IV. Nesse caso. por motivo de exercício da profissão. em qualquer juízo ou tribunal. as razões de qualquer recurso ou processo. IV e § 2o. A imunidade material do advogado alcança a difamação. 7o. X.906/94. § 2o. mediante ordem judicial. 7o. D Por causa de sua imunidade material. XV e § 1o.906/94. mediante intervenção sumária. o advogado não pode ser responsável administrativamente perante a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pelos excessos que cometer.906/1994. D usar da palavra.767/08). C não ser preso em flagrante por crime de desacato. 7o.906/94.906/94 foi suspenso na ADIN 1. nas sessões de julgamento.1) No que se refere à imunidade material do advogado. é possível quebra de sigilos). ou retirá-los. da Lei 8. 7o. documentos ou afirmações que influam no julgamento. se for absolvido nas esferas penal ou civil. a prova produzida a partir da diligência será considerada lícita.906/94 (repare que houve mudança na redação do dispositivo – Lei 11.

3) INSCRIÇÃO NA OAB. A solicitação de Wilon deve ser negada. pois advogados somente têm direito de examinar processos judiciais em que atuem como procuradores. 18 do Regulamento Geral. A propósito dessa situação hipotética. ALTERNATIVA "A" B C D Art. 7o. ALTERNATIVA "B" B C D Art.ES) O advogado Wilon compareceu a uma vara cível e. assinale a opção correta. desde que o conselho seccional pertinente promova a publicação de uma mensagem de desagravo público em jornal de grande circulação no estado. seu parentesco com o autor da ação. § 5o. desde que o referido processo não esteja submetido a sigilo. desagravo público do advogado.906/94 e art. tiver suas prerrogativas profissionais desrespeitadas por um juiz de direito daquele estado. da Lei 8. o respectivo conselho seccional da OAB deverá convertê-lo em privado. Nessa situação. (OAB/CESPE – 2004. será dispensável a realização de sessão pública de desagravo.WANDER GARCIA 20 (OAB/CESPE – 2004. mesmo não tendo procuração nos autos. A o respectivo conselho seccional da OAB poderá promover.906/94. a oportunidade ao referido juiz de manifestar-se acerca dos fatos motivadores do desagravo. O pedido de Wilon deve ser deferido. pediu para examinar um processo em que figurava como autor um tio seu. A ausência de procuração nos autos seria motivo suficiente para o indeferimento do pedido de Wilon. em determinado estado da Federação. Laércio deve . (OAB/CESPE – 2008.2) Suponha que Laércio. esteja atuando em doze causas na cidade de Belo Horizonte. documentalmente. seria permitido que a OAB realizasse desagravo público sem conceder. XV e § 1o. caso o advogado dispense a realização do desagravo público. dado que o direito ao contraditório é constitucionalmente garantido apenas no âmbito dos processos judiciais. 7o. previamente. exceto se ele provasse. enviando mensagem reservada de desagravo ao referido juiz.ES) Se um advogado. de ofício. da Lei 8. advogado regularmente inscrito na OAB/RJ e domiciliado na cidade do Rio de Janeiro. A Um motivo suficiente para o indeferimento do pedido de Wilon seria o fato de o referido processo já ter sido encerrado e arquivado.

D pedir sua inscrição suplementar na OAB/MG. Compete a cada seccional regulamentar o exame de ordem mediante resolução. Considerando a situação hipotética acima.906/94. C Ana deve solicitar inscrição suplementar no Conselho Seccional da OAB/PE e no da OAB/SP. assinale a opção correta de acordo com o Estatuto da OAB. § 2o. da Lei 8. pois ela atua em mais processos na justiça pernambucana que na justiça baiana. baseando-se no princípio processual do lex fori regit actus. B O brasileiro graduado em direito em universidade estrangeira não pode obter inscrição de advogado no Brasil. C O estágio profissional de advocacia com duração superior a dois anos exime da realização de prova para inscrição como advogado na OAB.906/94. 9o. C pedir a transferência de sua inscrição para a OAB/MG. 8o.906/94. (OAB/CESPE – 2007. A Art. 8o.906/94. Ana atua. § 2o. B Ana somente tem o dever de solicitar inscrição suplementar na OAB/PE. sob pena de exercício ilegal da profissão e sanção disciplinar.906/94.3) Ana. podendo ela advogar em todo o território brasileiro. sob pena de exclusão dos quadros da OAB. D A situação de Ana é regular. § ALTERNATIVA "D" 3o. da Lei 8. da Lei 8. IV. Além de atuar em oito causas perante o Poder Judiciário baiano. B: art. é uma advogada inscrita somente no Conselho Seccional da OAB na Bahia (OAB/BA). Ana deve solicitar a transferência de sua inscrição para a OAB/PE. A ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "B" Art. 8o. da Lei 8. D: art. § 2o. residente e domiciliada em Salvador – BA. vedada a inscrição na OAB. sob pena de multa e suspensão. da Lei 8.3) Em relação à inscrição para atuação como advogado e como estagiário. § 1o. B associar-se a um escritório de advocacia cuja sede se situe na cidade de Belo Horizonte. também. (OAB/CESPE – 2007. pois a inscrição na OAB tem caráter nacional. C: art. D O aluno de direito que exerça cargo de analista judiciário pode freqüentar estágio ministrado pela respectiva instituição de ensino superior. A A: art. para fins de aprendizagem. em treze processos que correm na justiça estadual de Pernambuco e em dois processos que correm perante varas da justiça federal em São Paulo.906/94. 10. 10. assinale a opção correta. da Lei 8.21 ÉTICA PROFISSIONAL requerer ao Poder Judiciário — com a devida comunicação protocolada junto às respectivas seccionais envolvidas — a transferência de foro. .

Com base nessa situação hipotética. ALTERNATIVA "B" da Lei 8. Rafael deve. onde tem seu domicílio profissional e inscrição principal. Nessa situação. a função de diretor jurídico de uma autarquia federal. por ingresso em cargo público. em até cinco dias. em Brasília – DF. II. devendo essa suspensão se estender pelo período em que estiver ocupando o referido cargo. B: art. 8o da Lei 8. B . da Lei 8.906/94). ser licenciado de ofício.WANDER GARCIA 22 (OAB/CESPE – 2007.906/94. II. na justiça federal. D: a lei não admite essa dispensa (art. da Lei 8. solicitar cancelamento. e 12.906/94.906/94. em Aracaju – SE. A mantê-la.906/94. (OAB/CESPE – 2006. Não será possível a atuação do advogado sem a prévia inscrição suplementar na OAB/ SE. A aprovação em concurso de procurador de município autoriza a obtenção da inscrição como advogado sem que o interessado se submeta ao exame da ordem. A O advogado poderá atuar desde que haja prévia comunicação à OAB/BA. pois a referida função é atividade privativa de advogado. assinale a opção correta de acordo com o Estatuto da Advocacia. assinale a opção correta acerca da atuação profissional em outro domicílio. IV.1) Em relação à inscrição dos advogados na OAB. solicitar suspensão por tempo indeterminado. 11. demissível ad nutum. ALTERNATIVA "A" B C D Art. C: arts. para exercer. 8o da Lei 8. o advogado deve promover a inscrição suplementar nos conselhos seccionais em cujos territórios tenha atuação em mais de 5 feitos judiciais por ano. por perder um dos requisitos necessários para a inscrição. O exercício em caráter definitivo de atividade incompatível com a advocacia no ano de 2002 implicará o licenciamento do profissional.3) Rafael. tomou posse em cargo público comissionado. restaurando-se o número da inscrição anterior após a cessação da incompatibilidade. (OAB/CESPE – 2007. Além da inscrição principal. pelo rito ordinário. B C D A: não há esse requisito no art. A Para a inscrição como advogado. foi procurado por um cliente para patrocínio de uma ação de repetição de indébito. é necessário ser brasileiro nato. 1o. advogado regularmente inscrito na OAB/DF. a partir da sua primeira atuação nos autos do processo em Aracaju.3) Um advogado que atua exclusivamente em Salvador – BA. com relação a sua inscrição na OAB. 10. § 2o.

§ 2o. caso venha a se reinscrever. da Lei 8. licença essa que o tornaria isento do pagamento da anuidade à OAB/ES. assinale a opção correta. somente poderá ser mantida caso ele permaneça licenciado durante o período em que estiver investido no referido cargo. B: 9o. mas. O advogado denunciado pela prática de crime hediondo tem sua inscrição suspensa no momento do recebimento da denúncia.906/94. no mínimo. dois terços dos votos de todos os membros do conselho competente. advogado inscrito na OAB/ES.906/94.ES) Considere que Celso. da Lei 8. 8o.23 ÉTICA PROFISSIONAL C O advogado poderá atuar na causa sem prévia inscrição na OAB/SE e sem comunicar o fato à OAB/BA. Nessa situação. da Lei 8. § 2o.3) Em relação à inscrição como advogado e às anuidades pagas à OAB. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2004. 1o. ele terá direito a restaurar seu número original de inscrição.906/94. A atuação regular do advogado em Aracaju depende de prévia autorização do secretário geral da OAB/SE. C: não existe essa previsão. B C D A: não existe essa regra. em procedimento em que sejam observados os termos do procedimento disciplinar. . pois a advocacia pública somente pode ser exercida por advogados regularmente inscritos na OAB. A inscrição como estagiário na OAB é feita na seccional do domicílio do requerente. deverá ser mantida.906/94. deverá ser cancelada. foi recentemente aprovado em concurso público para provimento de cargo de procurador do estado do Espírito Santo. 10. da Lei 8. D: art. (OAB/CESPE – 2006. a inscrição de Celso na OAB/ES A deverá ser suspensa enquanto ele permanecer no exercício do referido cargo. II. B C D Art. § 3o. A inidoneidade moral para inscrição como advogado pode ser suscitada por qualquer pessoa e deve ser declarada por decisão de. ALTERNATIVA "C" D Art. A O advogado que completa 70 anos de idade fica desobrigado do pagamento de anuidade. sendo que amanhã ele tomará posse e entrará em exercício no cargo.

eles tornaram-se sócios de um escritório de advocacia. por motivo de saúde. VII. Antônio Geraldo faleceu. João Braz poderia ter integrado outra sociedade de advogados. ou seja. assinale a opção correta no que se refere à sociedade de advogados.SP) João Braz e Antônio Geraldo são advogados inscritos na Seccional de São Paulo. que foi registrado na Seccional da OAB de São Paulo com o nome Antônio Geraldo Advogados Associados. Helena somente poderá ser inscrita como advogada depois de prestar pessoalmente compromisso perante a OAB/ES. se houver previsão dessa possibilidade no ato constitutivo da sociedade. da Lei 8.2. Considerando a situação hipotética apresentada. (OAB/CESPE – 2008. A Obrigatoriamente.WANDER GARCIA 24 (OAB/CESPE – 2004. desde que o escritório tivesse filial na mesma área territorial da Seccional de São Paulo. . encontra-se impedida de comparecer à solenidade em que os bacharéis aprovados no referido exame prestarão compromisso perante a OAB/ES. o nome dos dois sócios. A Helena será dispensada de prestar o referido compromisso. assinale a opção correta. o escritório poderá permanecer com o mesmo nome. § 1o. Após seis anos de trabalho como sócio de João Braz. mas. a razão social do escritório deveria conter. 16. ainda que posteriormente (art. 8o. João Braz e Antônio Geraldo Advogados Associados. Helena poderá ser inscrita como advogada sem prestar o referido compromisso. Após a morte de Antônio Geraldo.ES) Helena foi aprovada em exame de ordem realizado pela OAB/ ES. O registro de constituição do escritório Antônio Geraldo Advogados Associados deve ser feito no Conselho Federal da OAB. da Lei 8. Em face dessa situação hipotética. desde que o mandatário seja advogado regularmente inscrito na OAB.906/94). ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "D" 4) SOCIEDADE DE ADVOGADOS. B C D Art.906/94. desde que comprove devidamente a impossibilidade de seu comparecimento. Em janeiro de 2002. Mesmo sendo impossível o seu comparecimento à referida solenidade. B C D O importante é que o compromisso seja prestado perante o Conselho. Desde que esteja inscrita como estagiária perante a OAB/ES. Helena poderá prestar o compromisso mediante procurador constituído por instrumento público. Antes da morte de Antônio Geraldo.

de seu contrato social no cadastro unificado do Conselho Federal da OAB. O advogado em questão pode integrar mais de uma sociedade de advogados. § 3o.SP) Assinale a opção correta quanto à sociedade de advogados. a sociedade poderá representar. a empresa X. B. em juízo. da Lei 8. os interesses de ambas as empresas com a condição de que os advogados-sócios A e B defendam.906/94. não individualmente. caput. e.1. em juízo. § 1o. Pessoa jurídica de direito privado que contratar os serviços de uma sociedade de advogados outorgará poderes mediante procuração em nome do sócio majoritário. 15. C: art. de seus estatutos no Registro Civil de Pessoas Jurídicas. (OAB/CESPE – 2007. pois o respectivo conselho seccional não autoriza tal atuação na comarca da capital.PR) Considerando que um advogado integre duas renomadas sociedades de advogados. § 6o. a cada advogado da sociedade. da Lei 8. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "B" § 1o. (OAB/CESPE – 2007.3) A personalidade jurídica de uma sociedade de advogados sediada no Pará tem início com o registro.3. C e D sejam sócios da mesma sociedade de advogados e que X e Z sejam empresas clientes da sociedade. Nenhum advogado pode integrar mais de uma sociedade de advogados. desde que não atue em causas propostas pelo mesmo cliente em ambas as sociedades.906/94. da Lei 8. da Lei 8. Considere que A.906/94. B C D A: art. B C D Art. B C . A O advogado em questão não pode integrar mais de uma sociedade de advogados na cidade de Curitiba. com sede ou filial na mesma área territorial do respectivo conselho seccional. 15. havendo uma demanda com interesses opostos. de seus atos constitutivos na OAB/PA. da Lei 8. A de seu contrato social na Junta Comercial competente. B: art. aprovado. e os advogados-sócios C e D defendam a empresa Z. 16. tendo como objeto a atividade da advocacia e registrando-a na respectiva junta comercial. 15. assinale a opção correta. Quatro advogados podem associar-se em uma sociedade por cotas de responsabilidade limitada. D: art. 15.25 ÉTICA PROFISSIONAL (OAB/CESPE – 2008. A A sociedade de advogados que incluir no seu quadro de sócio bacharel em direito sem inscrição na OAB não obterá o registro no Conselho Seccional da OAB.906/94. ambas sediadas em Curitiba. Nesse caso.906/94.

registrado no cartório de registro civil de pessoas jurídicas e arquivado no Conselho Federal da OAB. Em relação a essa situação hipotética.906/94.WANDER GARCIA 26 D Esse advogado pode tomar parte como sócio-fundador na primeira sociedade em que se integrou e atuar na outra como sócio benemérito. constituição da filial deve ser averbado no Conselho Federal da OAB e arquivado na Junta Comercial. fundação da filial deve ser averbado na Junta Comercial e arquivado no Conselho Federal da OAB. ficando os sócios obrigados a transferir sua inscrição para a Seccional onde a filial for instalada. ficando os sócios obrigados a inscrição suplementar. mas não poderá funcionar. mas admite autorização de funcionamento. B . como sociedade de advocacia mista. novo sócio com inscrição regular na Seccional do local onde for instalada.PR) O advogado Pedro Pires convidou seu antigo colega de graduação. em razão da não-inscrição da desembargadora na OAB. § 5o. ficando os sócios obrigados a eleger. sendo estes ofertados ao público através do “carnê justiça”.906/94. a psicóloga Ana Pereira e a desembargadora Laura Benevides. da Lei 8. além dos serviços jurídicos propriamente ditos. constituição deve ser averbado na Junta Comercial.3. regularmente inscrito na OAB/PR. desde que devidamente registrada no Conselho Federal de Contabilidade e no Conselho Regional de Psicologia. é correto afirmar que o ato de A constituição da filial deve ser averbado no registro da sociedade e arquivado junto ao Conselho Estadual do local onde for instalada. (OAB/CESPE – 2007. pelo Tribunal de Ética da OAB. ficando os sócios obrigados a inscrição suplementar. B C D Art. § 4o. Também foram convidados a constituir tal sociedade o contabilista Omar Pascoal. é correto afirmar que a referida sociedade A não deve ser admitida em registro. da Lei 8. A esse respeito. (OAB/CESPE – 2007. pode ser admitida em registro. para com ele constituir sociedade de advogados. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "A" Art.3. Em reunião preliminar. em um prazo máximo de noventa dias.PR) Considere-se que uma sociedade de advogados sediada em Curitiba – PR – pretenda abrir filial na cidade de Goiânia – GO. inovador sistema de financiamento dos honorários advocatícios. os sócios concordaram em atribuir à referida sociedade o nome Dura Lex Advogados Associados e decidiram que a esta prestaria consultoria contábil e psicológica aos seus clientes. André Silva. 15. 15.

pois deveria ter sido escolhido para a sociedade nome fantasia. nem pode funcionar.906/94. 16. A A razão social de uma sociedade de advogados deve. 15.1) No tocante às sociedades de advogados. B: art. B: art.906/94.906/94. da Lei 8. da Lei 8. § 1o. tende a realizar atividade estranha à advocacia e inclui sócio totalmente proibido de advogar. B C D A: art. sendo vedada a utilização de expressões estrangeiras. § 4o. adota denominação de fantasia.3) No que se refere às sociedades de advogados. desde que os respectivos escritórios não patrocinem clientes de interesses opostos. 16. caput. conter o nome de pelo menos um advogado responsável pela sociedade.906/94. assinale a opção correta. ALTERNATIVA "C" D Art. As sociedades de advogados são registradas nos cartórios de registro de pessoas jurídicas do local de sua sede. da Lei 8. 16. da Lei 8. 15o. 15. D: ALTERNATIVA "D" art. A É vedada a permanência de nome de sócio falecido na razão social da sociedade de advogados. 15. C: art.906/94. da Lei 8. D: art.906/94. da Lei 8. ALTERNATIVA "A" § 2o. .27 ÉTICA PROFISSIONAL C não deve ser admitida em registro. da Lei 8. B C D A: art. É possível que um advogado pertença a mais de uma sociedade de advogados registradas em uma mesma seccional. da Lei 8. visto que apresenta forma ou característica mercantil. desde que tal possibilidade esteja prevista no ato constitutivo. § 2o. C: art. O advogado somente poderá integrar mais de uma sociedade de advogados mediante expressa autorização do conselho seccional e se houver previsão no contrato social das sociedades. O CED-OAB não se aplica às sociedades de advogados porque o direito brasileiro não admite a responsabilização penal da pessoa jurídica. 1o. obrigatoriamente. não deve ser admitida em registro nem pode funcionar. assinale a opção correta. §§ 4o e 6o. 15o. 16. (OAB/CESPE – 2007. § 1o.906/94. da Lei 8. § 1o. em língua portuguesa. O licenciamento de sócio para o exercício temporário de atividade incompatível com a advocacia não precisa ser averbado no registro da sociedade. (OAB/CESPE – 2006. podendo permanecer o de sócio falecido.906/94. É vedado às juntas comerciais o registro de sociedade que inclua a atividade de advocacia entre suas finalidades. obrigatoriamente.906/94.

somente fará jus a receber honorários de sucumbência caso esse direito esteja expressamente previsto em seu contrato de trabalho. (OAB/CESPE – 2004. Por ter efetuado contrato com a Maciel Advogados. § 3o. nomear individualmente os advogados que compõem a sociedade. C: art. por ser pessoa jurídica. D: art. Em face dessa situação hipotética. a Douglas será vedado patrocinar causa voltada à anulação de ato em cuja elaboração ele tenha participado. caput. Zózimo decidiu contratar essa empresa para representá-lo em uma ação judicial. no instrumento de mandato. A Será nula disposição contratual que defina regime de dedicação exclusiva para Douglas.906/94). 20. B: art. da Lei 8.906/94. deve observar . A Maciel Advogados pode adotar tanto a forma de sociedade limitada quanto a forma de sociedade anônima. 21 da Lei 8. 14 do Regulamento Geral.906/94).WANDER GARCIA 28 (OAB/CESPE – 2004. Por ser Douglas advogado empregado. da Lei 8. Caso venha a desligar-se futuramente da empresa. da Lei 8. O fato de Maria integrar a referida sociedade impede que ela seja sócia de qualquer outra sociedade de advogados com sede no estado do Espírito Santo. B C D A: art.906/94. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "D" 5) ADVOGADO EMPREGADO.906/94. D: art. B C D A: art. B: a regra geral é outra (art. encontra-se fora da incidência do Código de Ética e Disciplina da OAB (CED-OAB).ES) Considerando que Douglas seja advogado empregado na consultoria jurídica de uma grande empresa. § 2o. § 4o. 15.906/94. sociedade de advogados sediada no estado do Espírito Santo. 6) HONORÁRIOS. Os honorários de sucumbência recebidos por Douglas devem integrar a base de cálculo de sua gratificação natalina. ao fixar seus honorários advocatícios. Zózimo deve outorgar procuração ad judicia à própria sociedade. caput. C: a sociedade não pode ter forma mercantil. da Lei 8. sendo desnecessário. assinale a opção correta. 15. (OAB/CESPE – 2008. que integra a Maciel Advogados. A A Maciel Advogados. por isso não pode ser uma sociedade anônima (art. assinale a opção correta. 15.2. já que esse diploma normativo estabelece direitos e deveres apenas para pessoas físicas. 20 do CED.SP) Segundo as disposições do Código de Ética e Disciplina da OAB. da Lei 8. o advogado inscrito na OAB há vinte anos. 16.ES) Após ter ouvido elogios ao trabalho de Maria.

O crédito decorrente do contrato de honorários é quirografário no processo de falência. assinale a opção correta de acordo com o Estatuto da OAB. Considerando a situação acima exposta. O pedido foi julgado procedente e houve a condenação da Fazenda também em honorários advocatícios de 10% do valor da condenação. o impedimento da adoção da cláusula quota litis para honorários representados por pecúnia. a possibilidade de participação em bens particulares do cliente mediante contrato verbal ou escrito. 36. (OAB/CESPE – 2007. assinale a opção correta.000.3) A construtora Muralha Ltda. ALTERNATIVA "A" B C D Art. (OAB/CESPE – 2007. do CED. Inexistindo contrato escrito de honorários. no caso de êxito. a empresa faliu. O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil entende que apenas os honorários contratuais são direito do advogado e que os de sucumbência pertencem ao cliente. VII. 24.00 decorrente de contrato administrativo de prestação de serviços já devidamente realizados. inclusive nos mesmos autos judiciais. Na hipótese de a União não pagar os honorários de sucumbência. do CED. o pagamento de 20% do proveito econômico decorrente da decisão judicial. os honorários de sucumbência. O advogado substabelecido com reserva pode cobrar os honorários diretamente do cliente. ALTERNATIVA "D" B C D Art. A A sociedade de advogados tem legitimidade para executar autonomamente os honorários de sucumbência. Antes do trânsito em julgado. a sociedade poderá exigir do cliente o adimplemento desta obrigação. § 1o. não é possível a cumulação desta com os honorários de sucumbência. A No sistema de quota litis. Ficou pactuado.29 ÉTICA PROFISSIONAL A a forma de contrato oral prevista para os advogados inscritos há mais de dez anos na OAB.SP) No que se refere a honorários advocatícios. sua competência profissional e seu renome. B C . sem intervenção daquele que lhe substabeleceu. contratou Souza e Silva Advogados Associados S/S para o ajuizamento de ação para condenação da União ao pagamento de crédito de R$ 300. está implícito que o advogado receberá.3. apenas.

WANDER GARCIA

30

D

A ação de cobrança de honorários prescreve em cinco anos, a contar do trânsito em julgado da decisão que o fixar, entre outras hipóteses previstas no Estatuto da Advocacia.

A: art. 38 do CED; B: art. 22, § 2o, da Lei 8.906/94; C: art. 26 da Lei 8.906/94; D: art. 25, II, da Lei 8.906/94.
ALTERNATIVA "D"

(OAB/CESPE – 2006.2) Quanto à aplicação do Estatuto da OAB e à sua interpretação pelos tribunais superiores, assinale a opção correta.
A

Os honorários advocatícios devem ser compensados quando houver sucumbência recíproca, assegurando-se o direito autônomo do advogado à execução do saldo sem exclusão da legitimidade da própria parte. Os honorários de sucumbência fixados em sentença judicial transitada em julgado contra a União acima do limite previsto na Constituição Federal, para crédito de pequeno valor, não podem ser executados por meio de precatório alimentar, já que não são enquadráveis nesse conceito. Mesmo que haja indicação pelo juiz, o advogado não é obrigado a aceitar o patrocínio de causa de juridicamente necessitado, no caso de impossibilidade da defensoria pública no local da prestação de serviço, já que, nesse caso, não há como se fixarem os honorários advocatícios em seu favor. A execução dos honorários deve ser promovida em ação executiva autônoma.

B

C

D

A: Súmula 306 do STJ; B: o STF reconheceu que são alimentares (RE no 470407/DF, DJ de 13/10/2006, Rel.
ALTERNATIVA "A"

Min. Marco Aurélio); C: art. 22, § 1o, da Lei 8.906/94; D: art. 24, § 1o, da Lei 8.906/94.

7) INCOMPATIBILIDADES E IMPEDIMENTOS.
(OAB/CESPE – 2007.3.SP) Advogados que venham a ocupar, em nível estadual ou municipal, cargo de presidente ou de diretores no Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (PROCON), quanto ao exercício concomitante da advocacia, estão
A

impedidos de advogar contra a fazenda pública, órgão que os remunera. incompatibilizados para o exercício da advocacia. incompatibilizados para o exercício da advocacia, podendo, entretanto, patrocinar os interesses do PROCON ao qual estejam subordinados. impedidos de advogar contra a União, estados e municípios.
ALTERNATIVA "B"

B
C

D

Art. 28, III, da Lei 8.906/94.

31

ÉTICA PROFISSIONAL

(OAB/CESPE – 2006.3) Quanto às incompatibilidades e impedimentos dos advogados, assinale a opção correta.
A

O impedimento implica proibição total para o exercício da advocacia, como é o caso dos membros do Poder Judiciário. Os militares da Marinha, por integrarem a administração federal direta, são impedidos de advogar contra a União, mas não, contra as entidades da administração federal indireta. Os professores de direito nas universidades públicas federais não são impedidos de advogar contra a União. Os tabeliães podem exercer a advocacia, exceto no território em que se encontra localizado o seu cartório.

B

C

D

A: proibição parcial (art. 27 da Lei 8.906/94); B: art. 28, VI, da Lei 8.906/94; C: art. 30, I e p. único, da Lei 8.906/94; D: art. 28, IV, da Lei 8.906/94.
ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "D"

(OAB/CESPE – 2006.2) Com relação a impedimentos e suspeições constantes na Lei no 8.906/1994, assinale a opção correta.
A

Para o servidor efetivo ocupante de cargo de técnico-administrativo no âmbito do Ministério Público Federal, o exercício desse cargo é incompatível com o exercício amplo da advocacia. Caso um advogado ocupe cargo eletivo de vereador, nessa situação, há incompatibilidade com o exercício da advocacia e também impedimento, mesmo que a demanda não seja contra o município que o remunera como parlamentar. O ocupante de cargo efetivo de professor universitário está impedido de advogar, inclusive contra a União. O exercício do cargo de diretor em uma concessionária de serviço público é atividade incompatível com o exercício da advocacia.

B

C

D

A: art. 30, I, da Lei 8.906/94; B: impedimento (art. 30, II, da Lei 8.906/94); C: impedido de advogar só contra o ente que o remunera, a não ser que se trate de professor de curso jurídico, que não terá sequer esse impedimento (art. 30, I e p. único, da Lei 8.906/94); D: art. 28, III, da Lei 8.906/94.

(OAB/CESPE – 2006.1) No que se refere à incompatibilidade e ao impedimento do advogado, constantes na Lei no 8.906/1994, e com base nos precedentes dos tribunais superiores, assinale a opção correta.
A

A incompatibilidade determina a proibição parcial e o impedimento, a proibição total do exercício da advocacia.

WANDER GARCIA

32

B

A incompatibilidade do exercício da advocacia com o exercício da função jurisdicional não alcança os advogados membros da justiça eleitoral. Professores de cursos jurídicos de universidades públicas, investidos em cargo efetivo, são impedidos de advogarem, já que são integrantes da administração indireta. Um deputado federal, que seja também advogado, não está impedido de advogar contra uma concessionária de serviço público federal.

C
D

A: é o contrário (art. 27 da Lei 8.906/94); B: de fato, na ADIN 1.127-8 foi feita essa ressalva ao art. 28, II, da Lei 8.906/94; C: art. 30, I e p. único, da Lei 8.906/94; D: art. 30, II, da Lei 8.906/94.
ALTERNATIVA "B"

8) PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR.
(OAB/CESPE – 2008.2) Acerca da composição e do funcionamento dos tribunais de ética e disciplina da OAB, assinale a opção correta.
A

Compete privativamente a cada conselho seccional definir a composição e o funcionamento dos tribunais de ética e disciplina, bem como a escolha dos membros desses tribunais. Os membros dos tribunais de ética e disciplina são eleitos a cada triênio, por votação direta, excluindo-se desta os estagiários. A composição desses tribunais depende de parecer expedido pela plenária do Conselho Federal. O presidente do tribunal de ética e disciplina é escolhido pelo colegiado do Conselho Federal, em votação secreta.
ALTERNATIVA "A"

B

C

D

A: art. 58, XIII, da Lei 8.906/94; B a D: art. 114 do Regulamento Geral.

(OAB/CESPE – 2008.2) Ainda com relação ao tribunal de ética e disciplina da OAB, assinale a opção correta.
A

Cabe ao tribunal de ética e disciplina da OAB suspender preventivamente o advogado que, por mais de três anos consecutivos, não regularizar suas pendências com a Receita Federal. O processo disciplinar instaura-se somente por representação do ofendido, não sendo possível fazê-lo de ofício. Quando, além da infração disciplinar, configurar como crime ou contravenção o fato de que o advogado seja acusado, o julgamento do infrator na justiça comum dependerá de comunicação de tal fato pelo tribunal de ética e disciplina da OAB.

B

C

33

ÉTICA PROFISSIONAL

D

O processo disciplinar perante a OAB tramita em sigilo até que se encerre, só tendo acesso às suas informações as partes, seus defensores e a autoridade judiciária competente.

A: não existe essa previsão (art. 70, § 3o, da Lei 8.906/94); B: art. 72 da Lei 8.906/94; C: art. 71 da Lei 8.906/94;
ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "A"

D: art. 72, § 2o, da Lei 8.906/94.

(OAB/CESPE – 2008.2.SP) Assinale a opção correta acerca da competência do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB.
A

Cabe ao Tribunal de Ética e Disciplina a promoção, junto aos cursos de direito, de discussões relativas à ética profissional, com o objetivo de formação da consciência dos futuros profissionais. A instauração de processo acerca de infração a norma de ética profissional se inicia com o requerimento de interessados, não cabendo ao Tribunal de Ética e Disciplina da OAB fazê-lo de ofício. Não compete ao Tribunal de Ética e Disciplina da OAB responder a consultas relativas à ética profissional. Mediação e conciliação não são aplicáveis às questões relativas à dissolução de sociedade de advogados.

B

C

D

A: art. 50, II, do CED; B: art. 72 da Lei 8.906/94; C: art. 49 do CED; D: art. 50, IV, c, do CED.

(OAB/CESPE – 2008.1) Com relação ao trâmite do processo disciplinar previsto no Estatuto da Advocacia e da OAB, assinale a opção correta.
A

O processo somente pode ser instaurado mediante representação da pessoa interessada. O processo tramita em sigilo até o seu término, tendo acesso às suas informações apenas as partes, seus defensores e a autoridade judiciária competente. Apenas o relator tem acesso às informações do processo. O prazo para a defesa prévia no processo é improrrogável.

B

C
D

A: art. 72 da Lei 8.906/94; B e C: art. 72, § 2o, da Lei 8.906/94; D: art. 73, § 3o, da Lei 8.906/94.

(OAB/CESPE – 2008.1.SP) Assinale a opção correta no tocante ao Código de Ética e Disciplina da OAB.
A

O processo disciplinar perante aos conselhos seccionais pode ser instaurado de ofício por qualquer de seus conselheiros ou mediante representação anônima dos clientes que se sintam prejudicados por seus advogados constituídos.

WANDER GARCIA

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B

Ao Tribunal de Ética e Disciplina da OAB compete julgar os processos disciplinares dos advogados inscritos nas Seccionais. As consultas, em tese, sobre ética profissional devem ser processadas e respondidas pelo presidente da Seccional. Representação contra presidente de Conselho Seccional deve ser processada e julgada pelo Conselho Federal da OAB e, não, pelo plenário do tribunal de Ética e Disciplina da sede local. A representação em face de conselheiro federal deve ser processada e julgada pelo Pleno do Conselho Seccional em que esteja inscrito o conselheiro.

C

D

A: art. 73, caput. da Lei 8.906/94 e art. 51 do CED; B: art. 56 do CED; C: art. 51, § 3o, do CED; D: art. 51, §
ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "D"

3o, do CED.

(OAB/CESPE – 2008.1.SP) Assinale a opção correta de acordo com a norma em vigor.
A

A punição disciplinar dos inscritos na OAB compete exclusivamente ao Tribunal de Ética e Disciplina do Conselho Federal da OAB. Os processos disciplinares contra advogados inscritos na OAB são públicos e não tramitam em sigilo, em respeito ao princípio da publicidade. As decisões do Tribunal de Ética e Disciplina são soberanas, não estando sujeitas a revisão. Recebido o processo disciplinar, o Tribunal de Ética e Disciplina deve determinar a notificação do advogado representado para apresentar defesa prévia no prazo de 15 dias.

B

C

D

A: art. 70, § 1o, da Lei 8.906/94 e art. 51, § 3o, do CED; B: art. 72, § 2o, da Lei 8.906/94; C: art. 73, § 5o, e arts. 76 e 75 da Lei 8.906/94; D: art. 52 do CED.

(OAB/CESPE – 2007.2) Uma empresa brasileira de ônibus, com sede em São Paulo, transportava, da cidade de Campinas – SP para Buenos Aires, na Argentina, passageiros de nacionalidade argentina. Em território brasileiro, houve acidente em que faleceram todos os passageiros e o motorista. João da Silva, advogado inscrito na OAB/SP, colocou anúncios nos principais jornais argentinos, oferecendo seus serviços para o ajuizamento de ação de indenização perante a justiça estadual de São Paulo, com a afirmação de que garantia o êxito da demanda. Para alguns dos familiares dos falecidos, houve, inclusive, o envio de carta com o mesmo teor da propaganda. Em relação à situação acima descrita, assinale a opção correta, de acordo com o Estatuto da OAB.
A

Ao tomar conhecimento do fato, o tribunal de ética e disciplina da seccional de São Paulo pode suspender o advogado preventivamente, desde que respeitado o contraditório prévio.

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ÉTICA PROFISSIONAL

B

A Ordem dos Advogados da Argentina pode instaurar processo ético-disciplinar contra o advogado. O Conselho Federal é originariamente competente para dar início ao processo disciplinar contra o advogado, visto que a infração de ostensiva propaganda com garantia de êxito na atuação em juízo ocorreu fora do território nacional. A OAB não poderá aplicar penalidade ao advogado em razão de a publicidade ter ocorrido fora do território nacional.
ALTERNATIVA "A"

C

D

Art. 70, § 3o, da Lei 8.906/94.

(OAB/CESPE – 2006.3) Em caso de repercussão prejudicial à dignidade da advocacia, o advogado pode ser suspenso preventivamente
A

somente após o julgamento do recurso de ofício pelo conselho pleno da seccional onde tiver a inscrição principal, com o resultado obtido por maioria simples. pelo presidente da seccional onde tiver a inscrição principal, que recorrerá de ofício ao tribunal de ética e disciplina. somente em procedimento originário no Conselho Federal da Ordem dos Advogados, por maioria de dois terços de seus membros. pelo tribunal de ética e disciplina do conselho seccional onde tenha inscrição principal, depois de ouvido em sessão para a qual deverá ser notificado a comparecer.
ALTERNATIVA "D"

B

C

D

Art. 70, § 3o, da Lei 8.906/94.

(OAB/CESPE – 2006.1) No que se refere ao processo administrativo disciplinar perante a OAB, de que trata a Lei no 8.906/1994, assinale a opção incorreta.
A

Salvo disposição em contrário, aplica-se subsidiariamente ao processo disciplinar a legislação processual penal comum. Em regra, os prazos necessários à manifestação de advogados, estagiários e terceiros, em processos disciplinares da OAB, são de 15 dias. A competência do Conselho Seccional para punir disciplinarmente os inscritos na OAB firma-se, em regra, pelo lugar da infração. O processo disciplinar instaura-se apenas por meio de representação de uma autoridade ou por solicitação da pessoa interessada.

B

C

D

A: art. 68 da Lei 8.906/94; B: art. 69 da Lei 8.906/94; C: art. 70, caput, da Lei 8.906/94; D: art. 72, caput, da Lei 8.906/94.
ALTERNATIVA "D"

WANDER GARCIA

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9) DEVERES DOS ADVOGADOS, INFRAÇÕES E SANÇÕES.
(OAB/CESPE – 2008.1) Um advogado regularmente inscrito na OAB percebeu que os conflitos existentes entre uma cliente que representa e o esposo dela devem-se à dificuldade deste em expressar a ela o seu afeto. Tendo profunda convicção religiosa quanto à indissolubilidade dos laços conjugais, o causídico resolveu, por livre e espontânea vontade, intervir no conflito do casal, convidando o esposo de sua cliente para tomar uma cerveja em sua companhia, ocasião em que estabeleceu entendimento, em relação à causa, com este, sem que sua cliente o tivesse autorizado a fazê-lo. Na situação acima descrita, a conduta do referido advogado
A

constituiu infração disciplinar tão-somente pelo fato de o advogado utilizar-se de meio impróprio — a ingestão de bebida alcoólica — para a obtenção do entendimento com a parte adversa. foi perfeitamente regular, pois fundamenta-se na utilização de métodos alternativos para a resolução de conflitos. não constituiu infração disciplinar, posto que o advogado agiu em defesa dos interesses de sua cliente. constituiu infração disciplinar, visto que o advogado estabeleceu entendimento com a parte adversa sem autorização de sua cliente.
ALTERNATIVA "D"

B

C
D

Art. 34, VIII, da Lei 8.906/94.

(OAB/CESPE – 2008.1) João, advogado, dotado de reconhecida inteligência e fluente oratória, ao substituir um colega de escritório acometido por mal súbito, teve apenas alguns minutos antes da audiência para tomar ciência do pleito. Lançando mão de informações colhidas no corredor do fórum acerca das preferências doutrinárias do juiz da causa, resolveu improvisar sua defesa, fantasiando sobre determinado manuscrito que teria sido elaborado por Hans Kelsen em seu leito de morte, em que este teria defendido tese inédita sobre a aplicabilidade da norma em questão, conseguindo, com isso, impressionar o referido magistrado e intimidar o adversário com a profundidade de seus conhecimentos jurídico-filosóficos. Na situação hipotética apresentada, de acordo com o Estatuto da Advocacia e da OAB, João
A

não incorreu em infração disciplinar, visto que não deturpou o teor de nenhum dispositivo legal ou documento, tendo, apenas, inventado uma estória fantasiosa sobre Kelsen. incorreu em infração disciplinar, posto que o Estatuto da OAB proíbe o uso do argumento pacta non sunt servanda. incorreu em infração disciplinar, visto que deturpou o teor de citação doutrinária para confundir o adversário e (ou) iludir o juiz da causa. não incorreu em infração disciplinar, pois agiu amparado pelo princípio da ampla defesa.
ALTERNATIVA "C"

B

C

D

Art. 34, XIV, da Lei 8.906/94.

37

ÉTICA PROFISSIONAL

(OAB/CESPE – 2008.1) Considere que uma advogada regularmente inscrita na OAB e que tem como cliente uma vidente recolhida à prisão em função da prática reiterada do crime de estelionato, acreditando no dom premonitório de sua cliente, tenha solicitado e recebido desta considerável quantia em dinheiro para que pudesse apostar no jogo do bicho, cujo resultado havia sido supostamente antecipado pela vidente. Quanto à conduta da advogada em questão, assinale a opção correta.
A

A advogada não incorreu em infração disciplinar, pois o jogo em questão consiste em contravenção que vem sendo historicamente tolerada pelas autoridades constituídas. Como o Estatuto da Advocacia e da OAB só prevê punição para o advogado que freqüentar cassinos clandestinos, onde, além da prática da contravenção, há, com freqüência, o concurso de crimes, tais como a exploração do lenocínio e o tráfico de drogas, a advogada não incorreu em infração disciplinar. A advogada incorreu em infração disciplinar, pois feriu dispositivo do Estatuto da Advocacia e da OAB, que proíbe ao advogado o recebimento de qualquer importância de seu constituído sem emitir recibo e informar à Seccional sobre o valor recebido. Por ter solicitado e recebido de sua cliente importância para aplicação ilícita ou desonesta, já que o chamado jogo do bicho é uma contravenção penal, a advogada incorreu em infração disciplinar.
ALTERNATIVA "D"

B

C

D

Art. 34, XVIII, da Lei 8.906/94.

(OAB/CESPE – 2008.1) Considere que um advogado que nunca tenha sido punido disciplinarmente seja processado pela OAB, sob a acusação de violação de sigilo profissional, e venha a ser condenado. Nessa situação, deve-se aplicar pena de
A

censura. exclusão, com retenção de honorários. suspensão. multa progressiva.
ALTERNATIVA "A"

B
C
D

Art. 36, I, c/c art. 34, VII, ambos da Lei 8.906/94

(OAB/CESPE – 2008.1) O Tribunal de Ética e Disciplina da OAB prevê, considerada a natureza da infração ética cometida, a suspensão temporária da aplicação das penas de advertência e censura impostas, desde que o infrator
A

seja primário e, dentro do prazo de 120 dias, passe a freqüentar e conclua curso, simpósio, seminário, ou atividade equivalente, sobre ética profissional do advogado, realizados por entidade de notória idoneidade.

WANDER GARCIA

38

B

assine termo de compromisso para a prestação de serviços comunitários voltados ao atendimento das demandas judiciais da população de baixa renda, mesmo não sendo primário. seja primário e sofra de doença incurável ou contagiosa. seja primário e, dentro do prazo de 120 dias, passe a freqüentar e conclua curso de formação em civismo constitucionalista.
ALTERNATIVA "A"

C
D

Art. 59 do CED.

(OAB/CESPE – 2007.3) No que se refere ao exercício da atividade profissional do advogado, assinale a opção incorreta.
A

O advogado sempre deve atuar com honestidade e boa-fé, sendo-lhe vedado expor fatos em juízo falseando deliberadamente a verdade. O advogado deve estimular a conciliação entre os litigantes, prevenindo, sempre que possível, a instauração de litígios. O advogado sempre deve informar o cliente dos eventuais riscos de sua pretensão e aconselhá-lo a não ingressar em aventura judicial. O advogado deve defender com zelo e dedicação os interesses de seu cliente, tendo o dever de recorrer de todas as decisões em que seus representados sejam sucumbentes.

B

C

D

A: art. 6o do CED; B: art. 2o, VI, do CED; C: art. 8o do CED; D: art. 46 do CED – não existe o dever de recorrer de todas as decisões, mas o dever de agir com zelo.
ALTERNATIVA "D"

(OAB/CESPE – 2007.3.SP) Considere-se que determinado advogado tenha sido representado perante uma das turmas disciplinares por não ter prestado a um cliente seu contas de quantia recebida ao término da causa deste. Nessa situação, após o devido processo legal, o advogado poderá
A

ser suspenso, indefinidamente, até que satisfaça, integralmente, a dívida, inclusive, com correção monetária. não ser punido, desde que alegue situação de penúria, devidamente comprovada nos autos. sofrer pena de censura, desde que restitua, de pronto, ao cliente a quantia indevidamente recebida. ser suspenso pelo prazo máximo de 12 meses, além de ter de quitar seu débito para com o cliente.
ALTERNATIVA "A"

B

C

D

Art. 37, § 2o, da Lei 8.906/94.

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ÉTICA PROFISSIONAL

(OAB/CESPE – 2007.3.PR) O advogado Paulo de Sousa é casado com conhecida e renomada psicóloga de Curitiba, que se dedica a terapia de casais em crise. Mensalmente, a referida psicóloga realiza sessões de análise em grupo em um hotel-fazenda da região. O advogado Paulo sempre participa de tais eventos, ministrando, ao final das sessões, palestras sobre questões relativas ao direito de família, para os casais que não obtiveram êxito na terapia, e se vale de tal oportunidade para distribuir cartões com o endereço de seu escritório. Considerando essa situação hipotética, é correto afirmar, à luz do Estatuto da OAB, que
A

a conduta do advogado não configura infração disciplinar, pois angariar ou captar causas só é passível de censura ou advertência quando tais procedimentos são veiculados pela mídia. o advogado em questão incorreu na conduta típica prevista, no Estatuto da OAB, como instigação ao litígio, por isso deve ser excluído da Ordem. a conduta do advogado constitui infração disciplinar visto que objetiva angariar ou captar causas com ou sem a intervenção de terceiros. a conduta do advogado é totalmente adequada e conforme com o que dispõe o Estatuto, visto que as infrações por este arroladas não abarcam a captação de causas e, sim, a cooptação de clientes.
ALTERNATIVA "C"

B

C

D

Art. 34, IV, da Lei 8.906/94.

(OAB/CESPE – 2007.2) Em relação às infrações disciplinares aplicáveis aos advogados, assinale a opção correta de acordo com o Estatuto do Advogado.
A

A violação ao Código de Ética e Disciplina do Advogado é punível com suspensão do exercício da advocacia por, no mínimo, 15 dias. A deturpação de transcrição de dispositivo de lei ou de citação doutrinária em petição é falta punível, em regra, com censura. A prescrição de aplicação de penalidade de censura ocorre em um ano, a partir da data da ciência do fato pela OAB. O exercício assíduo e proficiente de mandato na OAB é cláusula excludente de aplicação de penalidade.

B

C

D

A: art. 37, § 1o, da Lei 8.906/94; B: art. 34, XVI, c/c art. 36, I, ambos da Lei 8.906/94; C: art. 42 da Lei 8.906/94; D: não existe essa previsão.
ALTERNATIVA "B"

(OAB/CESPE – 2006.3) Em relação às infrações e sanções disciplinares, assinale a opção correta.
A

Salvo os casos específicos, a violação a algum preceito do CED–OAB constitui infração disciplinar punível com censura.

A A censura se aplica na hipótese de deixar o advogado de pagar as contribuições. quando ainda não era advogada. D: é o contrário (art. único. 43 da Lei 8. único.906/94. da parte contrária ou de terceiro. Marcos não cometeu infração disciplinar. A advertência pode ser convertida em censura. C D A: art. depois de regularmente notificado. O estagiário não se submete às penalidades do estatuto do advogado. a inscrição de Joaquina nos quadros da OAB pode ser anulada.2) Acerca das infrações e sanções disciplinares. mas ela não pode ser punida por infração disciplinar. 65 do CED. sem expressa autorização do constituinte. O recebimento de valores. Nessa situação. A pena de censura pode ser convertida em advertência.906/1994 e sua interpretação nos tribunais superiores.906/94 e art. da Lei 8. quando presente circunstância atenuante. assinale a opção correta. B: art. XXVI. da Lei 8. e na hipótese de prática. bacharel em direito. (OAB/CESPE – 2006.906/94. sem registro nos assentamentos do inscrito. Nessa situação. relacionados com o objeto do mandato. de ato excedente de sua habilitação. XXIX da Lei 8. a assinasse.1) No que se refere às infrações e sanções disciplinares previstas na Lei no 8. B C D A: art. fez uma petição inicial e pediu que Marcos. é causa para aplicação da sanção de exclusão dos quadros da Ordem. p.906/94. assinale a opção correta. já que a falsificação se deu antes de sua inscrição. 34. II. A Pedro. Joaquina é advogada e fez falsa prova do seu diploma de bacharel em direito.906/94. A exclusão é aplicável nos casos de aplicação. A penalidade de censura não deve ser publicada. B: art. 36. 36. único. como não é inscrito nos quadros da OAB. da Lei 8. pelo estagiário. por três vezes. devendo a pena recair exclusivamente sobre o advogado responsável por seu treinamento. 36. 35. D: art.906/94. 34. da penalidade de suspensão. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2006. p. da Lei 8.WANDER GARCIA 40 B Prescreve em dez anos a pretensão punitiva contra advogado pela prática de infração punível com exclusão da advocacia. p. em ofício reservado. multas e preços de serviços devidos à OAB. B C .906/94). I. C: art. 34. que ficará registrada nos assentamentos funcionais do advogado. advogado. da Lei 8. C: art. da Lei 8.906/94. nos termos do estatuto. após manifestação favorável de 2/3 dos membros do Conselho Seccional competente.

IV. 149. I e p. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2004. B C D A: a Conferência Nacional dos Advogados é órgão consultivo máximo do Conselho Federal da OAB e. 40. XXIII. 37. único. C: art. designada pelo presidente do Conselho Federal. os serviços de apoio e infra-estrutura e o regimento interno da CNA. B: art. I. 34.906/94. D: art. § 2o. deve ser considerado circunstância agravante da sanção a ser aplicada. a programação dos trabalhos. 34. do Regulamento Geral. B: art. a contar da prática do ato infracional.41 ÉTICA PROFISSIONAL D A prescrição da pretensão punitiva ocorre em cinco anos. A A CNA é dirigida por uma comissão organizadora. sob pena de nulidade do processo. 147 do Regulamento Geral). de fato.906/94. A: art. ambos da Lei 8. c/c art. C: art. § 1o.906/94. não deve influenciar na fixação da sanção. I. a comissão organizadora é representada pelo relator. 147. tornará nula a condenação.2) No que se refere à CNA. assinale a opção correta. da Lei 8. o fato de o advogado ser conselheiro suplente da OAB/ES: A deve ser considerado circunstância atenuante da sanção a ser aplicada. c/c art. os nomes dos expositores. pois o julgamento desse processo disciplinar seria de competência do Conselho Federal da OAB.906/94. 148 do Regulamento Geral. que tem poderes para cumprir a programação estabelecida e decidir as questões ocorrentes e os casos omissos. Cabe ao Conselho Federal definir a distribuição do temário.906/94. As sessões da CNA são dirigidas por um presidente e um relator. 10) OAB E ELEIÇÕES. da Lei 8. tem a característica apontada na alternativa (art. do Regulamento Geral. 38. 37. (OAB/CESPE – 2008. Durante o funcionamento da conferência. XIX. 43 da Lei 8. escolhidos pelo Conselho Federal. ALTERNATIVA "A" B C D Art. D: art. . por ele presidida e integrada pelos membros da diretoria e por outros convidados.ES) Na situação em que um advogado venha a ser condenado pelo Tribunal de Ética e Disciplina da OAB/ES pela prática de infração disciplinar punível com suspensão. ambos da Lei 8.

C: art. B: art. O Conselho Federal atua por meio da diretoria. 51. na qualidade de membros honorários vitalícios. B C D A: art. autorizar. relativas às matérias de competência das câmaras especializadas ou à interpretação do estatuto.2) As competências do órgão especial do Conselho Pleno incluem a deliberação sobre I .906/94. assinale a opção correta. da presidência. instaurar. D: art.906/94. C: art. por maioria simples das delegações.WANDER GARCIA 42 (OAB/CESPE – 2008. Os presidentes dos Conselhos Seccionais participam do plenário do Conselho Federal. podendo votar em desacordo com os respectivos conselheiros federais quando abordadas questões referentes às garantias do exercício da advocacia. apenas quando não tenham sido unânimes ou contrariem o estatuto. 52. do plenário. formuladas em tese. 54. 54. o reconhecimento e(ou) credenciamento dos cursos jurídicos no Brasil. XVI.consultas escritas. D: art. da Lei 8. 51. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2008. do regulamento geral. de quatro câmaras técnicas e do órgão especial recursal. processo de cassação dos presidentes vitalícios acusados de enriquecimento ilícito. XV.906/94. integrantes das delegações de cada unidade federativa. 54.906/94. I e II.906/94. de ofício. A As delegações de cada unidade federativa são compostas por seis conselheiros federais e dois suplentes. da Lei 8. da Lei 8. 64 do Regulamento Geral.906/94.recurso contra decisões das câmaras. O Conselho Federal compõe-se dos conselheiros federais. III .recurso contra decisões do presidente da República ou do ministro-chefe da Casa Civil. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2008. II . inclui-se a de A autorizar a criação. dispor sobre a identificação dos inscritos na OAB e sobre os respectivos símbolos privativos. o código de ética e disciplina e os provimentos. a oneração ou alienação de seus bens imóveis por meio de seu presidente.2) Com relação ao Conselho Federal da OAB. da Lei 8. § 1 o.2) Entre as competências do Conselho Federal. da Lei 8. B: não existe essa competência. B C D A: art. e dos seus ex-presidentes. X. do código de ética . da Lei 8. o regulamento geral. § 2o.

906/94.2. III. (OAB/CESPE – 2008. em autos ou peças submetidos ao conhecimento do Conselho Federal. a ser encaminhada ao tribunal de justiça do estado. ALTERNATIVA "A" B C D A: art. devendo todos os conselhos seccionais ser cientificados do conteúdo das respostas.determinação ao conselho seccional competente para instaurar processo. Os conselheiros seccionais têm prioridade perante os demais advogados inscritos na Seccional para figurar nas listas de composição de escolha de desembargador estadual. II e III.43 ÉTICA PROFISSIONAL e disciplina e dos provimentos. 76 da Lei 8. IV e V. encontrar fato que constitua infração disciplinar. Lei 8. 58. IV e V.conflitos ou divergências entre órgãos da OAB. O julgamento dos recursos interpostos em face de questões decididas pelo presidente do Conselho Seccional da OAB de São Paulo é da competência privativa do Conselho Federal da OAB. da Lei 8. III e IV. O Conselho Pleno do Conselho Federal da OAB é composto pelos conselheiros federais mais antigos de cada delegação. A O Órgão Especial do Conselho Pleno do Conselho Federal da OAB é presidido pelo seu vice-presidente.906/94.906/94. XIV. A A tabela de honorários advocatícios é fixada pelo Conselho Seccional e tem validade em todo o território do respectivo estado da Federação. quando. B . 58. I. (OAB/CESPE – 2008. C e D: art. para preenchimento de vaga reservada pelo quinto constitucional. V. Estão certos apenas os itens A I. ALTERNATIVA "D" B C D Art. V . 85 do Regulamento Geral. para preenchimento de vaga reservada pelo quinto constitucional.SP) Assinale a opção correta em relação ao Estatuto da Advocacia e da OAB. IV . É da competência do presidente de cada Conselho Seccional a eleição de lista de advogados para preenchimento dos cargos de desembargadores estaduais. II.SP) Assinale a opção correta acerca do Conselho Federal da OAB. B: art.2.

B: art.SP) Assinale a opção correta com relação às subseções da OAB.SP) No que diz respeito às eleições na OAB.906/94. . C: art.WANDER GARCIA 44 C O Órgão Especial do Conselho Pleno do Conselho Federal é composto por três conselheiros federais de cada unidade da Federação. 60. D: art. A Conflito de competência entre subseções do estado de São Paulo deverá ser decidido pelo Conselho Federal da OAB. A As câmaras do Conselho Federal têm a mesma competência para julgamento e são presididas pelos conselheiros federais mais antigos do Órgão Especial do Conselho Pleno.2. c. do Regulamento Geral. Os recursos dos advogados que respondem a processo disciplinar serão julgados pela vice-presidência do Conselho Federal. (OAB/CESPE – 2008. 119 do Regulamento Geral. A É obrigatório o comparecimento de todos os advogados inscritos e licenciados da OAB às eleições dos conselhos seccionais. À Primeira Câmara compete decidir o recurso de advogado impedido do exercício da advocacia. Lei 8. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2008. um município. 89. 60. 84 do Regulamento Geral. caput. Lei 8. § 1o. previstas no Regulamento Geral da OAB. As subseções não têm autonomia administrativa. 90. B C D A: arts. B C D A: art. assinale a opção correta. I. 60. do Regulamento Geral. As áreas territoriais das subseções deverão abranger. O conselheiro federal de cada delegação que participar do Órgão Especial do Conselho Pleno não poderá integrar o Conselho Pleno. C: art. D: art. caput. Lei 8.SP) Assinale a opção correta acerca das disposições do Conselho Federal.906/94. do Regulamento Geral. B: art. I. 87 a 89 do Regulamento Geral. 88. ALTERNATIVA "A" D Art. que fixa a sua competência territorial.906/94.2. I. As subseções são órgãos da OAB vinculados ao respectivo Conselho Seccional. no máximo. Compete à Segunda Câmara do Conselho Federal decidir os recursos relativos ao processo eleitoral da OAB.2. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2008.

V. 105. a. C O pedido de criação de um curso de direito depende de parecer opinativo da Comissão de Ensino Jurídico do Conselho Federal da OAB. A A: art. assinale a opção correta. (OAB/CESPE – 2008. § 1o. Regulamento Geral. D: art.SP) Considerando o Regulamento Geral do Estatuto da Advocacia e da OAB. a. A participação de Conselho Seccional da OAB em evento internacional de interesse da advocacia depende de expressa autorização do presidente da respectiva Seccional. As Subseções dos Conselhos Seccionais têm competência para ajuizar ação direta de inconstitucionalidade de lei estadual em face da Constituição Estadual perante o tribunal de justiça do estado. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2008. B: art. D: não existe essa previsão. da Lei 8. os atuais ocupantes de cargos de diretoria. 105. C Para concorrerem às eleições.1. independentemente de autorização pessoal dos interessados. do Regulamento Geral. V. A A: art. 105.906/94. 83 do Regulamento Geral. assinale a opção correta.45 ÉTICA PROFISSIONAL Advogado com inscrição suplementar deverá votar obrigatoriamente na sede da inscrição principal. 84. B O Conselho Pleno do Conselho Federal da OAB é integrado pelos conselheiros federais das delegações e conselheiros seccionais de cada unidade da Federação. da Lei 8. f. Regulamento Geral. C: art. 63. 134. C: art.1. B: art. B: art. c.SP) Acerca da competência do Conselho Seccional e das Subseções. C: art. 80 do Regulamento Geral. D Advogado inscrito na OAB e com três anos de exercício de advocacia não pode integrar chapa para concorrer a cargo eletivo no Conselho Seccional. 74 do Regulamento Geral. § 2o. do Regulamento Geral. B Um Conselho Seccional da OAB pode ajuizar mandado de segurança coletivo em defesa de seus inscritos. § 4o. 131. 131. . Regulamento Geral. B A: art. D O presidente do Instituto dos Advogados de cada unidade da federação terá direito a voto nas sessões dos Conselhos Seccionais que deliberarem sobre o ajuizamento de ação direta de inconstitucionalidade de lei estadual em face da Constituição Federal.906/94. ALTERNATIVA "D" D: art. D O conselheiro federal que integrar o Órgão Especial do Conselho Pleno não terá assento nas sessões do Conselho Pleno. C Um Conselho Seccional da OAB pode ajuizar ação direta de inconstitucionalidade de lei federal em face da Constituição Federal perante o STF. § 7o. presidência e vice-presidência deverão se licenciar dos seus mandatos três meses antes das eleições. caput. do Regulamento Geral. V.

SP) Assinale a opção correta de acordo com o Estatuto da OAB. D A área territorial da Subseção pode abranger um ou mais municípios. § 1o. 55. da Lei 8. D A prescrição para pretensão de cobrança das contribuições é de cinco anos. 60.3. 58. do Regulamento Geral. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. p. D O Conselho Seccional é órgão do Conselho Federal. O pagamento da anuidade da OAB não isenta os advogados de recolherem contribuição sindical.906/94. C Os Conselhos Seccionais elegem a lista sêxtupla para o provimento de cargos de desembargador.500 inscritos.906/94. por óbvio. único. ou parte de município. 43 da Lei 8. da Lei 8.906/94. pode intervir nas Subseções. da Lei 8. § 1o. 46. (OAB/CESPE – 2007. exceto o Conselho do Distrito Federal. da Lei 8.906/94.WANDER GARCIA 46 (OAB/CESPE – 2007.906/94. Somente é possível a criação de Caixa de Assistência dos Advogados quando a seccional contar com mais de 1. 60. B: não existe essa ligação. em razão de essa unidade da Federação não ter Poder Judiciário próprio. A A: art. C O presidente de Seccional pode. II.906/94). C: o DF tem Poder Judiciário próprio. B: art.3) Em relação à organização da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). assinale a opção correta. C: não existe essa previsão. 47 da Lei 8. a contar da exigibilidade. assinale a opção correta. C: art. receber remuneração pelo exercício do cargo. B A anuidade da OAB é fixada pelo conselho federal da entidade. § 4o. ALTERNATIVA "D" D: art. O Conselho Seccional. B O Conselho Seccional comunica aos seus advogados inscritos a tabela de honorários estipulada pelo Conselho Federal. ALTERNATIVA "C" . 45. § 6o. a critério do Pleno. D: art. desde que haja pelo menos quinze advogados profissionalmente domiciliados.3) Em relação à organização dos Conselhos Seccionais e das Subseções. da Lei 8. V.906/94.906/94. da Lei 8. D: é órgão da OAB (art. 45. B A OAB está ligada ao Ministério da Justiça para fins de dotação orçamentária. A A: art. B: art. C Débito relativo à contribuição dos advogados para a OAB constitui título executivo extrajudicial. por voto da maioria absoluta de seus membros. A A: art.

p. da Lei 8. da Lei 8. D: art. Uma seccional pode abranger um ou mais estados da Federação. § 1o. sim. do Regulamento Geral.47 ÉTICA PROFISSIONAL (OAB/CESPE – 2007. mediante provimento. mas o Conselho Seccional a que ela se vincula. caput.906/94.906/94. 62. 75 do Regulamento Geral. ainda que previstas no orçamento. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2007. Ao conselho pleno compete deliberar. 75. sobre propostas e indicações relacionadas às finalidades institucionais da OAB bem como instituir. 63 e ss da Lei 8.906/94. devem ser apreciadas apenas depois de ouvido o diretor-tesoureiro quanto às disponibilidades financeiras para a sua execução. da Lei 8. A esse respeito. ainda. comissões permanentes para assessorar o Conselho Federal e a diretoria. os advogados elegem diretamente o Conselho Federal da OAB. A Juntamente com a eleição do Conselho Seccional e da Subseção. O conselho pleno pode decidir sobre todas as matérias privativas de seu órgão especial. 76.3. Uma Caixa de Assistência aos Advogados não tem personalidade própria. sendo permitido o acesso a eles apenas por deliberação expressa de conselheiro federal mediante habeas data impetrado exclusivamente pelo procurador-geral da República. 76 do Regulamento Geral. A Os dados cadastrais são sigilosos. devendo o presidente designar relator para apresentar relatório e voto escrito na sessão seguinte.906/94. em caso de vacância por morte e regular. partes de município. obrigatoriamente. B: art.SP) Assinale a opção correta em relação ao Estatuto da OAB. da ementa do acórdão. § 1o. § 2o. C: art. B C D A: art. assinale a opção correta. em caráter nacional. mediante resolução.PR) Assinale a opção correta no que se refere à estrutura e funcionamento do Conselho Federal da OAB. 60. 60. Todas as propostas. B: art. B C D A: art. quando o presidente atribuir-lhes caráter de urgência e grande relevância. eleger o sucessor dos membros da diretoria do Conselho Federal. A As indicações e propostas são oferecidas oralmente. . único.3. C: art. (OAB/CESPE – 2007.PR) Aos Conselhos Seccionais da OAB incumbe atualizar o cadastro dos advogados inscritos e organizar a lista correspondente.3. D: art. pelo ministro da Justiça ou pelo presidente do STF. matérias de sua competência que não exijam edição de resolução normativa. do Regulamento Geral. Uma subseção pode abranger um ou mais municípios e. acompanhado.

assinale a opção correta. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. se for o caso. 24 e 103 do Regulamento Geral. 65 do Regulamento Geral. B C D A: art. C: art. o número da inscrição (principal e suplementar). assinale a opção correta. Esse cadastro deve ser feito até 31 de dezembro de cada ano e deve conter o nome completo de cada advogado. D: art.906/94. contra ato de sua diretoria não cabe recurso ao respectivo conselho seccional.906/94. com sede na capital da República. A No exercício de seu mandato. Ao presidente do Conselho Seccional é reservado lugar junto à delegação respectiva. os endereços e telefones profissionais e o nome da sociedade de advogados de que faça parte. B C . em sessão plenária para deliberarem em conjunto sobre os assuntos relativos ao desempenho de suas atividades.906/94. O presidente nacional da OAB e o presidente do Conselho Federal reúnem-se.WANDER GARCIA 48 B O cadastro e a lista correspondente são indexados à Receita Federal e permitem o rastreamento da movimentação bancária dos advogados suspeitos de envolvimento com lavagem de dinheiro e evasão de divisas.2) Em relação à organização e ao funcionamento da OAB.PR) Acerca do Conselho Federal da OAB. O Conselho Federal da OAB compõe-se de um presidente. 51 da Lei 8. de acordo com o Estatuto dos Advogados. Uma subseção da OAB tem diretoria eleita. Os registros constantes no cadastro devem ter ampla publicidade. sendo permitido a qualquer cidadão acessar os dados pessoais dos advogados inscritos na OAB. mas não pode ter conselho de subseção. tendo estes direito a voz nas sessões do Conselho. O conselho federal é competente para a criação de subseções com mais de 5 mil advogados. ALTERNATIVA "C" C D Arts. não tendo ele. direito a voz nas sessões do Conselho Federal e de suas câmaras. cabendo ao presidente do Conselho Federal atuar no interesse da advocacia nacional. porém. (OAB/CESPE – 2007. 52 da Lei 8. dos conselheiros federais integrantes das delegações de cada unidade federativa e de seus ex-presidentes. 55 da Lei 8. mensalmente.3. o conselheiro federal atua no interesse de seus representantes diretos. B: art. A Em razão da personalidade jurídica própria da Caixa de Assistência dos Advogados.

C: não há essa previsão. 56. B: art. assinale a opção correta. 56. B C D A: art. da Lei 8.906/94. 60. 76 da Lei 8. D: art.906/94. 62 da da Lei 8. § 2o. ALTERNATIVA "C" . 54. § 1o. assinale a opção correta. 53. A: art. quando presentes às sessões de seu respectivo conselho seccional.906/94.906/94. da Lei 8.49 ÉTICA PROFISSIONAL D Os conselheiros federais de São Paulo. Compete ao Conselho Federal elaborar a lista sêxtupla para indicação dos advogados que concorrerão à vaga de desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios porque é a União que organiza e mantém o Poder Judiciário daquela unidade da Federação. mas não podem votar nessas sessões. da Lei 8. pois o instituto é órgão da OAB. § 2o. O voto nas deliberações do Conselho Federal é tomado por cada delegação estadual. da Lei 8. D: art. mas não podem promover sua seguridade social complementar. XV. (OAB/CESPE – 2007. § 3o. da Lei 8. A área da subseção do conselho seccional limita-se à do município em que estiver situada. O presidente do instituto dos advogados estadual é membro honorário e tem direito a voz e voto nas reuniões da seccional. A O Conselho Federal é o órgão competente para autorizar a instalação de cursos jurídicos no Brasil. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007. B: art.1) No que se refere à organização da OAB. § 3o.906/94.906/94. D: art. têm direito a voz. inclusive promovendo a recomendação das instituições com melhor aproveitamento nos exames de ordem.1) Em relação ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. B: não existe essa previsão. A As caixas de assistência dos advogados têm por objetivo organizar os seguros de saúde dos inscritos na OAB e seus familiares.906/94.906/94.906/94 . 53. § 1o. B C D A: art. 60. da Lei 8. C: art. O presidente do Conselho Federal tem direito apenas a voz nas deliberações do conselho. O presidente do Conselho Federal não precisa ser conselheiro federal eleito. da Lei 8. C: arts.906/94. 60 e 61 da Lei 8.

B: art. pelo ministro da Justiça. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2006.2) A respeito da organização da OAB. portanto. D: art. B: art. II. A Nos termos da Lei no 8. B C D A: art.3) Em relação à administração da OAB.906/94. D: art. XIII. assinale a opção correta. 98 e 104 do Regulamento Geral. O ajuizamento de ação direta de inconstitucionalidade pelo conselho federal é decisão exclusiva do seu presidente. C: arts. da Lei 8. A condenação disciplinar é hipótese expressamente prevista de extinção automática do mandato perante a ordem. 82 do Regulamento Geral. A A terceira câmara do conselho federal da OAB é presidida por seu tesoureiro e tem.WANDER GARCIA 50 (OAB/CESPE – 2006. da Lei 8. prevista na Lei no 6. B C D A: art.830/1980. é título executivo extrajudicial e deve ser cobrada por meio de ação executiva fiscal. A OAB é autarquia da administração pública e tem seus servidores nomeados. 54. 44. relativa a crédito inscrito pela OAB. 62.906/1994. A Caixa de Assistência dos Advogados tem personalidade jurídica distinta da OAB e. as demandas em que ela figurar como parte são de competência da justiça estadual. assinale a opção correta. O tesoureiro não compõe o Conselho Federal. após a aprovação em concurso público.1) Quanto à organização e aos fins da OAB.906/94). 66. (OAB/CESPE – 2006. as caixas de assistência dos advogados são órgãos da OAB e não possuem personalidade jurídica própria. Compete à primeira câmara do conselho federal da OAB decidir quanto aos recursos acerca da ética do advogado. caput. entre suas atribuições.906/94. 88 do Regulamento Geral. a de apreciar os relatórios anuais e deliberar acerca do balanço e das contas da diretoria do conselho federal e dos conselhos seccionais. ALTERNATIVA "A" caput e § 1o. as demandas em que figurar a OAB como parte devem ser julgadas pela justiça federal. B C . A certidão passada pela diretoria do conselho competente. Um membro do Conselho Federal ou de qualquer órgão da OAB pode ter o seu nome incluído nas listas constitucionais para preenchimento de cargos nos tribunais.906/94. da Lei 8. da Lei 8. por isso. A A OAB tem personalidade jurídica de autarquia especial. 90 do Regulamento Geral. C: a OAB é um “serviço público” (art. assinale a opção correta.

advogado inscrito na OAB. esclarecendo dúvidas dos telespectadores a respeito de relações de consumo. notificar Anderson por intermédio da Comissão de Ética e Disciplina da OAB para que este se manifeste no prazo de quinze dias corridos e. Antônio aconselha os telespectadores a comparecer ao referido instituto. supondo-se que não se trate de medida judicial urgente e inadiável nem haja motivo justo que desabone Anderson. DJ 18/10/04). para fins informativos. continuar defendendo os interesses de João em consonância com os preceitos éticos da advocacia. D: não são remunerados. pois o Código de Ética e Disciplina da OAB impõe ao advogado o dever da B . descobriu que seu potencial cliente João omitira-lhe o fato de já ter constituído o advogado Anderson para a mesma causa. ALTERNATIVA "A" 11) CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA DA OAB. Na situação apresentada. A Antônio deve deixar de participar do programa de televisão. salvo em noticiários e. fundado e dirigido por ele mesmo. (OAB/CESPE – 2008.51 ÉTICA PROFISSIONAL D O exercício dos cargos de conselheiro ou de membro da diretoria de órgão da OAB é remunerado. DJ 18/10/04). Considerando a situação hipotética apresentada. Antônio deve continuar a divulgar os telefones do referido instituto de defesa do consumidor. haja vista a existência de outro advogado já constituído. além de divulgar os telefones de um instituto de defesa do consumidor que oferece assistência jurídica aos seus associados a preços módicos. recusar o mandato. estando este sujeito a censura. ALTERNATIVA "D" B C D Art. participa semanalmente de um programa de televisão. educacionais ou instrutivos. é isso que ocorre (vide o EREsp 503252. denunciar Anderson ao Tribunal de Ética da OAB por omissão culposa. sendo vedados pronunciamentos ilustrativos. exclusivamente. (OAB/CESPE – 2008. B: a OAB deve usar a execução comum. 11 do CED.2) Paulo. de acordo com imposições éticas. A: de fato. advogado regularmente inscrito na OAB/PR. caso Anderson não se manifeste. assinale a opção correta com base no Código de Ética e Disciplina da OAB. visto que o Código de Ética e Disciplina da OAB proíbe essa participação aos advogados regularmente inscritos na Ordem. e não a execução fiscal (vide também o EREsp 503252. Paulo deve A denunciar João ao Conselho Federal por litigância de má-fé. Nessas oportunidades.1) Antônio. C: a competência é da justiça federal.

A Apenas o item II está certo. (OAB/CESPE – 2008. a título de patrocínio pela ação reivindicatória de um imóvel. ele poderá recusar-se a depor. caso este indique o advogado B para trabalhar no mesmo processo. assinale a opção correta. p.distribua livreto com mensagens bíblicas às famílias das vítimas de um acidente aéreo. Nessa situação. abster-se de debates sensacionalistas.1. sendo. Caso um advogado receba um mandado de intimação para prestar depoimento em processo judicial no qual tenha atuado como procurador. Apenas os itens I e II estão certos. Assinale a opção correta. de acordo com o princípio da publicidade e da livre expressão.divida seus honorários em parcelas mensais e induza o cliente a assinar notas promissórias. 38. B C . tendo o cuidado de inserir seu cartão profissional entre as páginas do livreto. com o intuito de promover-se profissionalmente. automóvel de cliente que não disponha de dinheiro para efetuar o pagamento dos honorários. Antônio deve. nos meios de comunicação social. único.receba. 42 do CED).WANDER GARCIA 52 transparência. II . permitidas todas as formas de manifestação pública do profissional regularmente inscrito na Ordem. deverá o advogado A aceitar a indicação. B C D I: não é possível a emissão de título de crédito (art. com os respectivos valores e vencimentos.1) Viola o Código de Ética e Disciplina da OAB o advogado que I . tão-somente. Apenas os itens I e III estão certos. portanto. ALTERNATIVA "C" Arts. conforme previsão do Código de Ética. 32 e 33 do CED. 7o do CED.SP) No que se refere ao sigilo profissional e às relações com o cliente previstos no Código de Ética e Disciplina da OAB. de maneira que o cartão só possa ser percebido por quem folheie o livreto. A Considere que o advogado A assine contrato de honorários advocatícios com seu cliente. dado o dever de guardar sigilo sobre fatos relativos ao seu ofício. presume-se a cessação do mandato constituído ao advogado. do CED. III . II: art. Todos os itens estão certos. III: art. Prolatada a sentença. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2008. C D Antônio deve abster-se de responder com habitualidade consulta sobre matéria jurídica.

do CED.1. (OAB/CESPE – 2007. juntamente com seu nome e número de inscrição na OAB. 26 do CED. § 1o. os títulos de mestrado e doutorado conferidos por instituição de ensino superior reconhecida. B: art. É permitida a divulgação de informações sobre as dimensões. o Código de Ética e Disciplina da OAB permite ao advogado A pronunciar-se sobre métodos de trabalho usados por seus colegas de profissão em programas de televisão. do CED. qualidade ou estrutura do escritório de advocacia.3.SP) Assinale a opção correta com relação ao Código de Ética e Disciplina da OAB. B: art. § 4o. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "D" A: art. Um advogado que mudar a sede profissional de seu escritório para sua residência poderá anunciar seus serviços utilizando-se de outdoor. 29. 30 do CED. o cargo que ocupou. É permitida a ampla divulgação de valores dos serviços advocatícios. 27 do CED. . uma vez que não mais exerce função pública. Um ministro aposentado de tribunal superior pode mencionar.53 ÉTICA PROFISSIONAL D As confidências feitas pelo cliente não podem ser utilizadas pelo advogado na defesa. C: art. B e C: art. ou debate de caráter sensacionalista. A O advogado em entrevista à imprensa pode mencionar seus clientes e demandas sob seu patrocínio. desde que sem insinuações a promoção pessoal ou profissional.SP) Assinale a opção correta quanto a publicidade na advocacia. B C D A: art. em seu anúncio de serviços profissionais de advocacia. 29. 22 do CED. A Com a criação da Rádio e TV Justiça. Um advogado regularmente inscrito na OAB pode anunciar seus serviços profissionais indicando. D: art. para captar clientes. 10 do CED. 30 do CED. É permitido o anúncio em forma de placa de identificação do escritório apenas no local onde este esteja instalado. 31. D: art. (OAB/CESPE – 2007. § 1o. visto que tal utilização constitui violação do direito à intimidade do cliente. C: art. ALTERNATIVA "D" B C D A: arts. 29 do CED. os anúncios dos serviços profissionais dos advogados passaram a ser veiculados exclusivamente por esses canais.3. (OAB/CESPE – 2008. D: art. do CED. 32 e 33 do CED.PR) Quanto à publicidade.

Extinto o prazo das razões finais. ALTERNATIVA "B" C D A: art. § 2o. do CED. 52. do CED. gratuidade ou formas de pagamento. 32 do CED. § 3o. para finalidade exclusivamente informativa. A A representação contra membros do Conselho Federal e presidentes dos Conselhos Seccionais é processada e julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Considerando a situação hipotética acima. D: art. C: art. devem preservá-los no anonimato. § 1o. uma vez que integram uma mesma sociedade profissional.3. assinale a opção correta quanto aos procedimentos do processo disciplinar. B: art. sem que estes tenham ciência do fato. 31. (OAB/CESPE – 2007. 51. Em respeito aos direitos e garantias individuais consagrados na CF.WANDER GARCIA 54 B anunciar. veicular na mídia impressa referências a valores dos serviços. B: art. utilizar símbolos oficiais e os que sejam utilizados pela OAB apenas em material impresso. 28 do CED. a ser submetida ao tribunal. os seus serviços profissionais. individual ou coletivamente.PR) Os advogados João da Silva e José de Sousa. desde que não sejam utilizados termos ou expressões que possam iludir ou confundir o público.PR) À luz do Código de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). 51.3. faz-se necessária a presença de um interventor do conselho de B . com discrição e moderação. O relator pode propor ao presidente do Conselho Seccional ou da subseção o arquivamento da representação. assinale a opção correta com base no Código de Ética e Disciplina da OAB. representam em juízo clientes com interesses opostos. os processos disciplinares. tabelas. (OAB/CESPE – 2007. o presidente do Conselho Seccional designa como relator um membro da sociedade civil organizada para presidir a instrução processual. Quando advogados de uma mesma sociedade profissional representam em juízo clientes com interesses opostos. 31 do CED. do CED. do CED. dos eventuais riscos da sua pretensão e das conseqüências que poderão advir da demanda por eles patrocinada. integrantes da mesma sociedade profissional. D: art. quando esta estiver desconstituída dos pressupostos de admissibilidade. recebida a representação. C: art. § 5o. o relator profere sentença cominatória. instaurados mediante representação dos interessados. Em tais casos. ALTERNATIVA "D" B C D A: art. A Os advogados em questão devem limitar-se a informar seus respectivos clientes. de forma clara e inequívoca. 51 do CED.

afirmou ter sido o advogado Antônio Macedo o verdadeiro autor do crime. Para defendê-lo. ao ser interrogado perante o juiz e os jurados. A necessidade de resguardar o sigilo profissional impede que os advogados em questão informem seus respectivos clientes das pretensões de seus oponentes. assinale a opção correta de acordo com o Código de Ética e Disciplina dos Advogados. vendo-se afrontado pelo próprio cliente. visto que ele. cabendo à esposa e aos pais do réu desmentir a acusação ocorrida no interrogatório. foi contratado o advogado Antônio Macedo. respeitável criminalista da cidade e. porém. (OAB/CESPE – 2007. B . Diante dos fatos acima narrados. ALTERNATIVA "D" B C D Art.2) Em relação aos honorários advocatícios tratados no Código de Ética e Disciplina dos Advogados.2) José da Silva foi denunciado pela prática de homicídio. 25 do CED. 17 do CED. inimigo do de cujus. A O recebimento de honorários de sucumbência exclui o pagamento dos honorários contratuais. tem de agir em defesa própria. O advogado. (OAB/CESPE – 2007. por coincidência. Durante o julgamento. ALTERNATIVA "C" D Art. O denunciado confessou o crime no escritório de seu patrono. ocasião em que estavam presentes a esposa e os pais do réu. todavia não os impede de representar em juízo clientes com interesses opostos. O sigilo profissional impede o advogado de revelar a confissão do cliente. A O advogado deverá substabelecer o mandato outorgado com reservas de iguais poderes a outro patrono. C Os advogados integrantes da mesma sociedade profissional ou reunidos em caráter permanente para cooperação recíproca não podem representar em juízo clientes com interesses opostos. assinale a opção correta. nesse caso. O advogado poderá revelar as confidências feitas em seu escritório desde que autorizado pelo réu.55 ÉTICA PROFISSIONAL ética da seccional em que essa sociedade encontra-se sediada. o réu. com o objetivo de controlar e fiscalizar a atuação dos causídicos. O advogado não pode levar em consideração a condição econômica do cliente para fixação dos honorários advocatícios. desde que empreguem todos os meios lícitos para formular acordo compatível com os interesses de seus representados. pode revelar o segredo a ele confiado.

Ao lado de sua fotografia de paletó e gravata.1) O advogado Júlio César anunciou seus serviços profissionais em outdoors na cidade em que exercia suas atividades. os nomes de alguns de seus clientes mais famosos na localidade e as frases: A pessoa certa para resolver seus problemas judiciais. eram apresentados seu nome. O CED–OAB permite que o advogado anuncie seus serviços profissionais. B: art. Aqui o cliente é quem manda. Tendo como referência inicial o texto acima e com relação ao CED–OAB.3) Advogados assediam parentes de vítimas de acidente. os honorários devem ser necessariamente representados por pecúnia.br> (com adaptações). desde que o advogado o faça com discrição quanto ao conteúdo e a forma. desde que haja representação de um de seus clientes arrolados no anúncio. 36. B . prometendo indenizações milionárias contra as empresas envolvidas no acidente. A garantia da vitória ou seu dinheiro de volta. desde que estes não sejam retirados das dependências da OAB. Há expressa vedação a que o advogado tenha participação no patrimônio particular de clientes comprovadamente sem condições pecuniárias de pagá-lo. A seccional da OAB em que está inscrito Júlio César poderá abrir processo disciplinar contra ele. já que esta é uma forma de atrair pessoas com os mesmos tipos de problemas jurídicos. § 1o.estadao. assinale a opção correta. Há advogados que comparecem a enterros de vítimas de acidentes ocorridos na prestação de serviço público praticado por empresas aéreas. Com base no CED-OAB. A Em atenção ao princípio da publicidade. 38 do CED. individual ou coletivamente. haverá livre acesso a todos os que desejarem manusear os autos. Não há problema na mera divulgação dos nomes dos clientes na publicidade de Júlio César. (OAB/CESPE – 2007.com. do CED. C: art. 30 do CED. vedada a divulgação conjunta com outra atividade. ALTERNATIVA "C" A: art. IV. 35. ALTERNATIVA "D" B C D Art. O anúncio em outdoors é tipificado como imoderado e vedado pelo CED-OAB. para finalidade exclusivamente informativa. o endereço do escritório. inscrição na OAB. do CED. único. para oferecer aos familiares seus serviços na proposição de ações judiciais. 38.WANDER GARCIA 56 C D Na hipótese de adoção de cláusula quota litis. do CED. Advogados estrangeiros também têm vindo ao Brasil com o mesmo objetivo. durante a tramitação do processo administrativo disciplinar movido contra advogados que assediam familiares de vítimas de acidentes. p. Internet:<www:// conjur. com discrição e moderação. A É possível o anúncio dos serviços profissionais de advogados em outdoors. (OAB/CESPE – 2006. assinale a opção correta a propósito da situação hipotética acima. D: art.

7o do CED. 20 do CED. 4o. 28 do CED. desde que não indique as demandas em que eles estejam incluídos. mesmo que indiretamente. III. B: art. único. C: art. É legítimo que o advogado recuse o patrocínio de pretensão concernente a lei ou direito que também lhe seja aplicável. manifestada anteriormente. a título de esclarecimento da população. assinale a opção que não constituir dever do advogado. B C D A: art. 33. A É permitido o oferecimento de serviços advocatícios que importem.2) Ainda considerando o Código de Ética e Disciplina da OAB. p. Cumprir todas as ordens de seu patrão. a. C: art. D: art. do CED. desde que essa atividade não proporcione a autopromoção do profissional. VIII. p.57 ÉTICA PROFISSIONAL C Na publicidade permitida pelo CED–OAB. IV. p. A Velar pela sua reputação pessoal e profissional. do CED. § 1o. do CED. do CED. desde que realizada discretamente. 72. 2o. 24. único.906/94. II. D: art. c. Não vincular seu nome a empreendimento de cunho manifestamente duvidoso. (OAB/CESPE – 2006. assinale a opção correta. . ALTERNATIVA "B" D A: art. 2o. Abster-se de utilizar influência indevida em seu beneficio ou de seu cliente. sem declarar o nome de qualquer um dos envolvidos. 2o. § 2o. orientado ou conhecido em consulta ato jurídico antes da outorga de poderes pelo novo cliente. do CED. do CED. quando vinculado ao cliente ou constituinte por relação de emprego. B: art. em inculcação de clientela.2) De acordo com o Código de Ética e Disciplina da OAB. D: art. B: art. B C D A: art. C: art. da Lei 8. p. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2006. é desnecessário que ele se abstenha de patrocinar causa que vise à impugnação da validade desse ato. ou que contrarie expressa orientação sua. 4o do CED. O substabelecimento de mandato com reservas de poderes exige o prévio e inequívoco conhecimento do cliente. do CEC. Nesse caso. 33. único. O CED–OAB permite que o advogado debata causa sob seu patrocínio em qualquer veículo de comunicação. VIII. pode o advogado divulgar a lista de seus clientes. Considere que um advogado tenha colaborado. único.

assinale a opção correta. na frente de seu escritório. que não podem. ao advogado é permitido A apresentar-se. como especialista em habeas corpus e anulação de multas de trânsito. O anúncio dos serviços do advogado pode ser feito por meio de publicidade ou propaganda em televisão ou rádio. 29. ALTERNATIVA "C" B C D A: art. com finalidade exclusivamente informativa. D: art. D: art. A celebração de convênio para prestação de serviços jurídicos com redução dos valores estabelecidos na tabela de honorários não corresponde a captação de clientes ou causa. 4o. fixar. B: art. portanto. placa em que se identifique como ex-desembargador do TJES.WANDER GARCIA 58 (OAB/CESPE – 2006. D: art. utilizar-se de outdoor publicitário. 28 do CED. ser reveladas a terceiros. assinale a opção correta.ES) De acordo com o CED-OAB. 31. . § 2o. e não há necessidade de prévia demonstração perante o Tribunal de Ética e Disciplina. § 4o.906/94. 39 do CED. § 2o.1) Quanto ao Código de Ética do Advogado. do CED. A indicação expressa do nome de advogado ou de seu escritório na parte externa de veículo não é considerada imoderada e. Presumem-se confidenciais as comunicações epistolares entre advogado e cliente. 29. em publicidade veiculada em um sítio da Internet. 28 do CED. B: art. 29. p. publicar. C: art. 30 do CED. ALTERNATIVA "D" B C D A: art. em jornal. permitida. C: art. caput.906/1994. A É lícito ao advogado apenas visar a sua promoção pessoal em manifestações públicas. do CED. do CED. da Lei 8. (OAB/CESPE – 2006. p. portanto. É lícito ao advogado empregado recusar o patrocínio de causa que contrarie sua expressa manifestação anterior. não sendo exigido que se mencione o nome completo. único. 32 do CED. (OAB/CESPE – 2004. A O anúncio dos serviços do advogado pode ser feito utilizando-se apenas o apelido pelo qual ele é conhecido. 27. A vedação de captação de clientela impede que o advogado anuncie os seus serviços. anúncio publicitário discreto e moderado. desde que realizado com discrição e de forma moderada.2) De acordo com o Código de Ética da OAB e com a Lei no 8. C: art. do CED. único. salvo se as condições peculiares da necessidade e dos carentes o exigirem. ALTERNATIVA "C" B C D A e B: art. ainda que este seja discreto tanto no conteúdo como na forma. do CED.

18 do Regulamento Geral. ainda que a ofensa seja eminentemente pessoal. Assinale a opção correta. A Apenas o item III está certo. I . B . que não pode dispensá-lo.1. 18. sob a responsabilidade de um advogado.Na sessão de desagravo. tem direito ao desagravo público promovido pelo conselho competente.O desagravo público. 18. de ofício. está inscrito na OAB/SP desde março de 2008 e acompanha os processos do escritório. A Alberto pode assinar petição de juntada de documento em processo em curso perante qualquer vara cível da capital.1) Acerca do desagravo público e das disposições do Regulamento Geral do Estatuto da Advocacia e da OAB. quando ofendido comprovadamente em razão do exercício profissional ou de cargo ou função da OAB. bem como no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ/SP). (OAB/CESPE – 2008. § 7o. do Regulamento Geral. do Regulamento Geral. visto que a opinião pública poderá relacioná-la com o exercício profissional ou com as prerrogativas gerais do advogado. assinale a opção correta de acordo com a norma em vigor. B C D I: art. III: art. IV: art. II: art. encaminhada ao ofensor e às autoridades e registrada nos assentamentos do inscrito. Considerando essa situação hipotética. político ou religioso. Apenas os itens II e IV estão certos. o presidente lê a nota a ser publicada na imprensa. § 5o. bem como no livrotombo do Conselho Nacional de Imprensa. O arquivamento só é possível quando for configurada crítica de caráter doutrinário. perante as varas cíveis da primeira instância da capital. sem a assinatura conjunta do advogado por ele responsável.O relator não pode propor o arquivamento do pedido. como instrumento de defesa dos direitos e prerrogativas da advocacia. devendo ser promovido a critério do conselho. a seu pedido ou de qualquer pessoa. III .59 ÉTICA PROFISSIONAL 12) REGULAMENTO DA OAB. julgue os itens subseqüentes. Todos os itens estão certos. estagiário de renomado escritório de advocacia da capital paulista. do Regulamento ALTERNATIVA "B" Geral.SP) Alberto. não depende de concordância do ofendido. Mesmo com autorização do advogado responsável. II . (OAB/CESPE – 2008. § 2o. 18. IV .O inscrito na OAB. Apenas os itens I e III estão certos. Alberto não pode retirar autos em cartório.

B: art. 29. do Regulamento Geral. nem fundação pública). A Na hipótese de renúncia de conselheiro federal de um estado da Federação. sem a presença do advogado responsável. único. B: art. D: o art. 62. § 1o.2) Em relação à atividade do advogado. ALTERNATIVA "B" . 9o. exige-se o quorum de maioria absoluta dos conselheiros federais. p. O voto da delegação de conselheiros federais de um estado da Federação é o de sua maioria.2) Em relação ao Conselho Federal da OAB. p. único. I. 77 do Regulamento Geral. do Regulamento Geral. A A diretoria de empresa privada de advocacia pode ser exercida por quem não se encontre regularmente inscrito na OAB. B C D A: não existe essa possibilidade no Regulamento Geral. cabe ao Conselho Federal. das audiências do escritório que estejam em curso nas varas cíveis de primeira instância. § 1o. D A: art. 29. (OAB/CESPE – 2007. BO advogado da Caixa Econômica Federal é considerado advogado público pelo Regulamento Geral da OAB. Os ex-presidentes do Conselho Federal não têm direito a voto nas sessões desse conselho. C: o art. B C D A: art. Os integrantes da advocacia pública são elegíveis e podem integrar qualquer órgão da OAB. C: art. 29 do Regulamento Geral não traz essa possibilidade. D: art. Alberto pode assinar isoladamente apenas as contra-razões de apelação perante o TJ/ SP. eleger outro que o substitua. 54 do Regulamento Geral. B: art. 9o do Regulamento Geral (a CEF não é autarquia. C: art. do Regulamento Geral. D: art.WANDER GARCIA 60 C Por estar regularmente inscrito na OAB como estagiário. Alberto pode participar. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2007. 78 do Regulamento Geral. assinale a opção correta de acordo com o Regulamento Geral da OAB. A prática de atos privativos de advogado por terceiros não inscritos na OAB é permitida desde que autorizada por dois terços dos integrantes do Conselho Federal da OAB. na inexistência de suplente. do Regulamento Geral. Para a edição de provimentos. III. 29 do Regulamento Geral não permite a um estagiário a assinatura isolada de contra-razões de apelação. não lhe sendo permitido fazer qualquer sustentação oral nos julgamentos. assinale a opção correta de acordo com o Regulamento Geral da OAB. 4o do Regulamento Geral.

I. D: art. a função de diretoria ou gerência jurídicas é privativa de advogado inscrito regularmente na OAB. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2006. Os advogados públicos são dispensados do pagamento da anuidade da OAB. como preposto. do Regulamento Geral. Não cabe intervenção do conselho seccional nas suas subseções. B: art. também. à legislação local. B C D . 14 do Regulamento Geral. O cargo de conselheiro seccional não tem suplentes eleitos. D: art. 106.2) Acerca do que consta no Regimento Geral da OAB. § 2o. C: art.61 ÉTICA PROFISSIONAL (OAB/CESPE – 2007. uma vez que a suplência somente está prevista para membros do Conselho Federal. C: art. assinale a opção correta. Em regra. 81 do Regulamento Geral. do Regulamento Geral. pois integram a remuneração dos advogados. 105. Os advogados públicos devem ser obrigatoriamente inscritos na OAB. B C D A: art. V. do Regulamento Geral e do Código de Ética e Disciplina da OAB e não à legislação aplicada aos demais servidores públicos. do Regulamento Geral. A O ajuizamento de ação civil pública pela OAB pode ser decidido pela diretoria da seccional. B C D A: art. A Em sociedade de economia mista.1) Em face do Regulamento Geral do Estatuto da OAB e dos precedentes dos tribunais superiores. os honorários de sucumbência fixados em favor dos advogados empregados pertencem aos seus empregadores. visto que os integrantes das subseções são eleitos pelo voto direto dos advogados que as integram. As anuidades da OAB têm natureza tributária. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2006. 7o do Regulamento Geral. Os advogados públicos sujeitam-se exclusivamente ao regime do Estatuto. Os conselhos seccionais são integrados por um número mínimo de 30 membros.2) De acordo com o Regulamento Geral da Advocacia. assinale a opção correta. B: sujeitam-se. A As anuidades da OAB são fixadas por lei federal. 3o do Regulamento Geral. É permitido que advogado de pessoa jurídica figure. nos mesmos processos judiciais. assinale a opção correta em relação à organização e atuação dos conselhos seccionais da OAB. b. se houver poderes especiais. 106.

Presidente de Conselho Seccional de estado da Federação tem lugar reservado nas sessões do Conselho Federal. D: a OAB defende a tese de que não tem. As Seccionais da OAB têm imunidade tributária para o IPTU.906/94 e art. da Lei 8. da Lei 8.SP) Assinale a opção correta em relação ao Estatuto da OAB. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2008. B: art. Um ex-presidente do Conselho Federal da OAB tem direito a voz nas sessões do Conselho Federal. 62. 55. não é possível a utilização da execução fiscal. c/c art. 8o. 55. B: todos os inscritos devem pagar a anuidade (art. único. 9o e 10 do Regulamento Geral. assim. B: arts. 10 do Regulamento Geral. a anuidade pode ser aumentada sem lei prévia. 13) QUESTÕES DE CONTEÚDO VARIADO. C: art. independentemente de aprovação no exame de ordem.1.WANDER GARCIA 62 A: art. por incompatibilidade. 9o. C: art.906/94. 52 da Lei 8. § 2o. do Regulamento Geral. 9o e10 do Regulamento Geral. do Regulamento Geral. . B C D A: art. B C D A: art. contudo não pode compor qualquer órgão de Conselho Seccional em que esteja inscrito. do Regulamento Geral. 45. p. 9o. único. A Um consultor jurídico de estado da Federação regularmente inscrito na respectiva Seccional da OAB sujeita-se ao regime do Código de Ética e Disciplina da OAB e não pode integrar cargos de diretoria da Seccional. por outro lado. 51. p. Os advogados da União são obrigados à inscrição na OAB para o exercício de suas atividades. § 1o. prevista no Regulamento Geral do Estatuto da Advocacia e da OAB. ambos do Regulamento Geral).SP) Assinale a opção correta no que se refere à advocacia pública. da Lei 8. Um procurador de estado exerce a advocacia pública e está obrigado à inscrição na OAB.1. mas devem declarar e pagar anualmente o imposto de renda. D: art. C: art. § 5o. 10. do Regulamento Geral. A Cidadão norte-americano que seja graduado em direito por universidade nos Estados Unidos da América pode inscrever-se diretamente como advogado na OAB/SP. § 1o. Os defensores públicos federais não estão obrigados à inscrição na OAB por não exercerem a advocacia. D: arts. caput. juntamente com a delegação de seu estado e com direito a voto.906/94. IV.906/94. (OAB/CESPE – 2008.

B CCA D O direito a prisão especial. da Lei 8.2) Assinale a opção correta acerca da interpretação e da aplicação da Lei no 8. C: no juizado criminal não existe essa regra.63 ÉTICA PROFISSIONAL (OAB/CESPE – 2006. D: ALTERNATIVA "A" art.906/94. na hipótese de inexistência de sala de Estado-Maior. 47 da Lei 8.906/94.906/1994. não gera direito ao recolhimento em prisão domiciliar. da Lei 8. V. A A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) não integra a administração pública. segundo o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF). Os advogados não estão isentos do pagamento da contribuição sindical. presença de advogado no juizado especial criminal federal é facultativa nas causas de até 20 salários mínimos. 7o.906/94. 44. . A: art. § 1o. em favor do advogado. B: art.

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PODER CONSTITUINTE E PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS. por não admitir a alteração dos Atos das Disposições Constitu- D rígida. ao se falar em constituição flexível. 47 e 60. (OAB/CESPE – 2007. O primeiro cuida do processo de elaboração da lei comum. De outro lado. Contém matérias que exigem processo de alteração mais formal. cionais Transitórias. B C C transitoriamente rígida. a Constituição Federal de 1988 pode ser classificada como A flexível. CF. verifica-se que o processo legislativo de alteração da norma constitucional é idêntico ao processo de alteração das normas infraconstitucionais. exceto com relação às cláusulas pétreas. ALTERNATIVA "D" . na constituição flexível. Não há. por admitir alteração por iniciativa não só dos membros do Congresso Nacional. impondo o processo legislativo de alteração destinado às leis infraconstitucionais. hierarquia entre norma constitucional e lei infraconstitucional. por admitir alteração de seu conteúdo. pois. o segundo. é a constituição que é tanto rígida quanto flexível. outras dispensam essa formalidade.DIREITO CONSTITUCIONAL 1) TEORIA DA CONSTITUIÇÃO. Semi-rígida.SP) Quanto ao processo de mudança. como também do presidente da República. arts. por fim. do processo para criação de emenda à Constituição.3. por admitir a alteração de seu conteúdo por meio de processo mais rigoroso e complexo que o processo de elaboração das leis comuns. mais dificultoso. semi-rígida.

da CF. B C D A: art. B: criado e instituído pelo poder constituinte originário. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007. em ambos. O poder de reforma está limitado às chamadas cláusulas pétreas. (OAB/CESPE – 2007. assinale a opção correta. O poder constituinte derivado decorrente é caracterizado essencialmente pela sua ausência de vinculação a qualquer regra anterior. III. A O constitucionalismo. A Denomina-se mutação constitucional o processo formal de alteração da Constituição por meio das técnicas de revisão e reforma constitucional. em dois turnos. . O valor social do trabalho e da livre iniciativa é um dos fundamentos da República Federativa do Brasil. 1o.WANDER GARCIA 66 (OAB/CESPE – 2007. três quintos dos votos dos respectivos membros. está diretamente relacionado com a ideologia socialista do início da primeira metade do século XX. 60. § 2o. desde que por iniciativa da maioria absoluta dos membros do Congresso Nacional. § 4o. da CF. IV. D: art.2) O poder constituinte reformador manifestado por meio de emendas A permite que a matéria constante de proposta de emenda rejeitada ou havida por prejudicada seja objeto de nova proposta na mesma sessão legislativa. considerando-se aprovada se obtiver. 60. C: art.1) Acerca da teoria geral da Constituição Federal. exige. 60. entre as quais se inclui a proibição de mudança do voto majoritário ou proporcional pelo voto distrital misto. pela sua autonomia e pela sua incondicionalidade. tem por características ser inicial. C: art. da CF. que pode ser conceituado como o movimento político-social que pretende limitar o poder e estabelecer o rol de direitos e garantias fundamentais. autônomo e incondicionado. B C D A: não é correta a afirmação de que o constitucionalismo estaria diretamente relacionado com a ideologia socialista do início da primeira metade do século XX. que a proposta seja discutida e votada em cada casa do Congresso Nacional. da CF. ilimitado. B: são características atribuídas ao poder constituinte originário. 60.1) No que concerne à hermenêutica e à aplicação das normas constitucionais. § 5o. assinale a opção correta. pode ser iniciado por meio das mesas das assembléias legislativas. da CF. o poder constituinte derivado decorrente é limitado e condicionado a ele. no âmbito federal. ALTERNATIVA "D" D: art.

3) Com relação à interpretação e à aplicação da Constituição. a norma constitucional de eficácia contida é aquela que já contém todos os elementos necessários para a sua aplicação imediata. pela constitucionalidade e outra ou outras pela inconstitucionalidade. adota-se a técnica da interpretação conforme para. 60. B: não há se falar em hierarquia entre normas da Constituição. A No sistema constitucional brasileiro. não se admite a declaração de inconstitucionalidade de proposta de emenda constitucional que tenha por objeto a abolição de normas e princípios nela previstos. as demais. Na hipótese de o Estado não produzir os atos legislativos e administrativos necessários à efetivação de direitos constitucionais.67 DIREITO CONSTITUCIONAL B Quando uma norma infraconstitucional contar com mais de uma interpretação possível. diante de normas de caráter polissêmico ou plurissignificativo. C: as normas de eficácia contida de fato têm aplicabilidade imediata. 103. alteração no significado interpretativo da norma constitucional. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2006. escolher aquela ou aquelas que melhor se conforme(m) à Constituição. em que o exercício de determinado direito está condicionado à edição de uma lei ou à tomada de uma providência ALTERNATIVA "C" administrativa. seja para aumentar a sua eficácia. da CF (são as chamadas cláusulas pétreas). contido pela atividade do legislador infraconstitucional (chamadas também de normas de eficácia redutível ou restringível). B C D A: verificar-se-á a chamada declaração de inconstitucionalidade sem redução de texto sempre que o STF conferir a uma norma um determinado sentido interpretativo que a faça adequar-se ao texto constitucional. Consiste no mecanismo por meio do qual o intérprete. § 2o. seja para restringi-la. não admitindo qualquer normatividade ulterior. C: art. mas. C D A: mutação constitucional não é o processo formal de alteração da Constituição. da CF. assinale a opção correta. a existência de hierarquia entre normas da própria Constituição permite a declaração da inconstitucionalidade de uma norma da Constituição por violação a outra nela também prevista. D: trata-se de norma de eficácia limitada de princípio programático. A norma constitucional que preceitua como objetivos da República Federativa do Brasil erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais é enquadrada como norma constitucional de eficácia plena. mas podem ter o seu alcance reduzido. no mínimo. deve dar prioridade à interpretação que melhor atenda ao texto constitucional. D: art. conseqüentemente. No sistema brasileiro. qualquer que seja a matéria. B: é o chamado princípio da interpretação conforme a Constituição. § 4o. . afastando-se. não se admite a declaração de inconstitucionalidade de lei sem redução de texto. sim. Ao contrário da norma de eficácia plena. Esse expediente só é possível diante das normas plurívocas. No sistema brasileiro. uma. sem redução do texto. na medida em que estabelece um programa a ser implementado por meio de legislação integrativa da vontade constituinte. é possível exigir a sua ação positiva com fundamento no princípio da supremacia da Constituição. Trata-se da chamada inconstitucionalidade por omissão.

uma vez que a sua aplicabilidade depende da edição de normas de caráter infraconstitucional. porque os comandos constitucionais somente se concretizam mediante a própria edição das normas infraconstitucionais a que se referem. É o regime dos Atos Institucionais. a partir de então. consagra o chamado controle difuso de constitucionalidade. Inspirando-se na organização dos Estados Unidos da América. passa a ser dominado pelo Comando Militar Revolucionário. inclusive o voto das mulheres. visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações”. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2006. A ordem constitucional instaurada pela Constituição de 1946 foi rompida pelo golpe militar de 1964. A Constituição de 1891 introduziu no país o voto secreto e universal.WANDER GARCIA 68 (OAB/CESPE – 2006. princípio de eficácia contida. exceto quando as primeiras tiverem o caráter de normas programáticas. política.2) O parágrafo único do art. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2006. as normas definidoras de direitos fundamentais têm hierarquia maior que os dispositivos que definem a organização do Estado. como também implementou a ação interventiva. B C D A: a Constituição Imperial de 1824 foi marcada pela presença do Poder Moderador. juntamente com as normas de princípio institutivo. presente na atual Carta. dispositivo normativo auto-aplicável. assinale a opção correta. por sua vez. A A Constituição de 1824 introduziu no país a organização federativa.1) De acordo com a dogmática constitucional contemporânea. Começam as perseguições e prisões políticas. a Constituição de 1934 introduziu no Brasil o sistema presidencialista de governo. social e cultural dos povos da América Latina. espécie do gênero normas de eficácia limitada. C: a Constituição de 1934 não só manteve o sistema de controle difuso. introduzido pela Carta anterior. B: a Constituição Republicana de 1891. B C D Modelo de classificação desenvolvido pelo Prof.1) Acerca da história constitucional do Brasil. 4o da Constituição da República estabelece que “A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica. A afirmação acima é equivocada porque . D: Jango cai no dia 1o de abril de 1964. norma programática. que estabelece para o Estado o dever de envidar esforços para concretizar os seus preceitos. Esse dispositivo constitucional constitui um(a) A regra de eficácia limitada. por força da regra constitucional que atribui eficácia imediata a todos os princípios constitucionais. José Afonso da Silva que constitui. O poder.

B a única diferença hierárquica admitida pela dogmática constitucional é a existente entre regras e princípios constitucionais. foi promulgada por uma assembléia constituinte eleita exclusivamente para o fim de elaborá-la. D as normas definidoras de direitos fundamentais são sempre normas programáticas. A A Constituição da República de 1988. A Todas as normas contidas na Constituição (formal). portanto. encontram-se no mesmo nível hierárquico. seguindo a tradição constitucionalista brasileira. da CF. Nos quadros da dogmática jurídica contemporânea.1) No texto da Constituição da República. encontra-se explicitamente o princípio A da proporcionalidade. B: a convocação de uma assembléia nacional constituinte implicaria inaugurar uma nova ordem cons- . No atual sistema constitucional. No sistema constitucional brasileiro. a União tem prevalência hierárquica sobre o estado do Espírito Santo. de proteção à boa-fé. os princípios constitucionais que definem direitos fundamentais ocupam o mesmo patamar hierárquico das normas constitucionais que regem o processo legislativo. assinale a opção correta. 26.ES) Com relação ao direito constitucional. a convocação de uma assembléia nacional constituinte para elaborar uma nova constituição federal deve ser feita mediante emenda à atual Constituição da República. Não há. da eficiência. sendo que os princípios têm status hierárquico superior ao das regras. C somente as normas definidoras de direitos individuais têm hierarquia superior aos demais dispositivos constitucionais. que se falar em hierarquia entre normas constitucionais. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2006. (OAB/CESPE – 2004. 37. com relação à administração pública. que foram comclamados a se reunir por meio da EC n. do duplo grau de jurisdição. B C D A: a Assembléia Nacional Constituinte foi formada pelos membros da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. no que concerne ao processo civil. inclusive as cláusulas pétreas. ALTERNATIVA "C" B C D Art. caput.69 DIREITO CONSTITUCIONAL a dogmática constitucional contemporânea não admite a distinção hierárquica entre normas constitucionais. no tocante à ponderação de valores constitucionais. eleição para essa finalidade. Não houve. no tocante às relações jurídicas contratuais. pois.

rompendo por completo com a ordem precedente. arts. A Pode ser objeto da ação direta de inconstitucionalidade o decreto legislativo aprovado pelo Congresso Nacional com o escopo de sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa. B C D Classificação criada pelo Prof. C: arts. Trata-se de normas que veiculam programas a serem implementados pelo Estado. espécie do gênero norma de eficácia limitada. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2004.ES) A Constituição da República é rígida porque A contém cláusulas pétreas. 1o. norma programática.ES) A disposição constitucional que determina que “o Brasil propugnará pela formação de um tribunal internacional dos direitos humanos” é uma A norma de eficácia contida. O governador de um estado ou a assembléia legislativa que impugna ato normativo de outro estado não tem necessidade de demonstrar a relação de pertinência da pretendida declaração de inconstitucionalidade da lei.1) Com relação ao controle de constitucionalidade no direito brasileiro. B . pois inexistem sanções aplicáveis em razão do seu descumprimento. ALTERNATIVA "B" B C D CF. (OAB/CESPE – 2008. caput.WANDER GARCIA 70 titucional. D: inexiste hierarquia entre princípios e normas constitucionais. norma de eficácia limitada. o exercício do poder constituinte decorrente restou limitado ao período de revisão constitucional. e 18. (OAB/CESPE – 2004. quase-norma. José Afonso da Silva. ALTERNATIVA "C" 2) CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE. porque a criação do referido tribunal não depende apenas de decisão do legislador brasileiro. ao lado das normas de princípio institutivo. assinale a opção incorreta. é necessário maioria qualificada para realizar alteração do texto constitucional. a elaboração de emendas à Constituição envolve procedimentos e requisitos específicos que tornam a modificação do texto constitucional mais difícil que a alteração da legislação ordinária ou complementar. da CF (Estado Federal). 47 e 60. É. com o objetivo de realizar fins sociais. até então vigente. pois até hoje permanece sem regulamentação. caput.

1993. 4o.882/1999. III. 9.1) Assinale a opção incorreta com relação à argüição de descumprimento de preceito fundamental. pode ser proposta por qualquer cidadão. a. nas ações diretas de inconstitucionalidade. em argüição de descumprimento de preceito fundamental.882/1999 disciplina o seu processo e julgamento. da Lei n. 102 da CF. 103. C: a despeito do comando contido no art. possuem efeito vinculante. da CF. Estes devem demonstrar que a pretensão deduzida guarda relação de pertinência com os objetivos institucionais. § 1o. I.882/1999. 13 da Lei n.882/1999. 10. de 17. A Cabe reclamação ao STF quando for descumprida uma decisão tomada em argüição de descumprimento de preceito fundamental. I. D: art. A argüição de descumprimento de preceito fundamental não será admitida quando houver outro meio eficaz para sanar a lesividade. As decisões de mérito.882/1999. D: art. 14. B: art. sobretudo quando o Supremo já houver se manifestado pela inconstitucionalidade. É o que o Supremo convencionou chamar de vínculo de pertinência temática. Qualquer cidadão pode propor argüição de descumprimento de preceito fundamental.SP) A ação declaratória de constitucionalidade A foi instituída pelo constituinte originário na Constituição de 1988. perante o STF. 9. da Lei n. B C D A: art.71 DIREITO CONSTITUCIONAL C A jurisprudência do STF entende que. 2o. da Lei no 9. 9. B: o STF classifica os legitimados do art. 102. D A: art. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2008. São os mesmos legitimados para a propositura da ação direta de inconstitucionalidade. A esse respeito: ADI 2. 9. somente será julgada se existir controvérsia judicial relevante sobre a aplicação da lei ou do ato normativo de que trata a ação. A Lei n. § 3o. 103 da CF em universais (genéricos) e temáticos (específicos). 103 da CF. especialmente se o STF já tiver se manifestado pela inconstitucionalidade. o advogado-geral da União não está obrigado a fazer defesa do ato questionado. B: art. não admite pedido de medida cautelar. C: art.1. A ação declaratória de constitucionalidade só é cabível quando ficar demonstrada a existência de controvérsia judicial relevante sobre a aplicação da disposição objeto da ação.03. (OAB/CESPE – 2008. C: constitui pressuposto desta ação a . haja vista a presunção de constitucionalidade das leis e atos normativos. O instituto da argüição de descumprimento de preceito fundamental está previsto no § 1o do art. 3. de fato o STF vem entendendo que o advogado-geral da União não está obrigado a fazer a defesa do ato questionado. 9. B C D A: foi introduzida na ordem jurídica brasileira pela EC n.868/1999.101/MS. § 3o. da Lei n. da CF.

102. também chamado aberto. da Lei n. salvo expressa manifestação em sentido contrário. o processo deverá ser suspenso. B: art. A somente os tribunais poderão declarar a inconstitucionalidade das leis e atos normativos. pelo voto da maioria dos seus membros. 9.SP) No controle difuso da constitucionalidade. A tem o mesmo efeito da revogação da lei ou ato normativo impugnado. da CF. III. o ato declarado inconstitucional. nas ações diretas de inconstitucionalidade. III. D: art.1.868/1999. ex vi do art. da CF. § 1o. 11. desde sua origem. 14. b.868/1999. B C D A: o controle difuso.868/1999. A respeito desse controle. 21 da Lei n. de forma retroativa. quando declararem a inconstitucionalidade de lei federal. juntamente com todas as conseqüências dele derivadas. a medida será concedida para o fim de suspender a eficácia da lei ou do ato normativo (caráter provisório). o que é mensurado por meio da existência de um número considerável de ações nas quais é questionada a constitucionalidade da lei ou do ato normativo. torna aplicável a legislação anterior acaso existente. D: o questionamento da lei ou do ato normativo via ação direta não tem o condão de determinar a suspensão do processo onde também se discuta a questão constitucional por via de exceção. da Lei n. se houver ação direta de inconstitucionalidade contra a mesma lei ou ato normativo pendente de julgamento no STF. será dotada de eficácia erga omnes se houver expressa manifestação do Tribunal nesse sentido. é realizado por qualquer juízo ou tribunal do Poder Judiciário. da Lei no 9. assinale a opção correta.1. X.WANDER GARCIA 72 controvérsia acerca da constitucionalidade da lei ou ato normativo. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2007. .3) No controle de constitucionalidade de ato normativo pela via difusa. 52. C: art. B: art. C e D: art. a declaração de inconstitucionalidade nunca produzirá efeitos erga omnes. 9. B C D A: presentes os requisitos comuns a todas as cautelares (periculum in mora e fumus boni iuris). 11. de modo a desfazer. A Os efeitos da declaração de inconstitucionalidade afetam somente as partes envolvidas no processo.868/1999.SP) A concessão de medida cautelar pelo STF. em regra. 9. as decisões proferidas em única ou última instância estarão sujeitas a recurso extraordinário. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2008. (OAB/CESPE – 2008. é sempre dotada de efeito ex tunc. discute-se o caso concreto. ALTERNATIVA "B" § 2o.

102. entretanto. I. pois. mas. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007. D: os efeitos serão ex nunc. de lei declarada inconstitucional por decisão definitiva do STF). fala-se em controle preventivo de constitucionalidade. em decorrência de decisão de dois terços dos membros do STF. B A: diferentemente do que ocorre no controle por via de ação – art. conferindo. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2007. de objetivo principal da lide.3. Supremo Tribunal Federal (STF). em controle de constitucionalidade de normas originárias.3. quando este julga mandado de segurança coletivo. C tratado internacional incorporado à ordem jurídica brasileira. quando este veta projeto de lei. no todo ou em parte. inclusive pelo próprio Supremo Tribunal Federal. ser ampliados por motivos de segurança jurídica ou de excepcional interesse social. de forma retroativa. 52. da CF (é atribuição do Senado Federal. D: não há se falar. aqui. porquanto são produto do poder constituinte originário. em controle de constitucionalidade. D juiz singular de primeiro grau. C Os efeitos devem ser inter partes. podendo. ao julgar recurso extraordinário. e as declarações de inconstitucionalidade terão efeito inter partes e ex tunc. da lei ou ato normativo declarado inconstitucional por decisão definitiva do STF. C tribunal de justiça do estado. A B A: quando o presidente da República veta um projeto de lei por entendê-lo inconstitucional (veto jurídico). Não há que se falar. § 2o. suspender a execução. sim. não se trata. da CF. a. pois. da CF. está exercendo controle difuso de constitucionalidade. C: art. 125. . A As normas constitucionais originárias são sempre constitucionais. D Os efeitos se tornarão ex tunc a partir do momento em que o Senado Federal editar uma resolução suspendendo a execução. por intermédio de resolução.73 DIREITO CONSTITUCIONAL A declaração de inconstitucionalidade terá efeitos ex tunc e erga omnes por decisão do STF. B: o STF. D norma constitucional originária. quando este julga ação direta de inconstitucionalidade. pois somente a este cabe assegurar a supremacia das normas constitucionais. de mero incidente.SP) O Supremo Tribunal Federal não tem admitido o controle por meio de ação direta de inconstitucionalidade de decreto autônomo. não retroagirão. X. a declaração de inconstitucionalidade constitui exigência para a solução do caso concreto. no controle por via de exceção. afetando tão-somente as partes do processo. C: art. eficácia erga omnes. B emenda à Constituição. Os conflitos porventura existentes deverão ser harmonizados por meio de mecanismos de interpretação. quando este julga recurso extraordinário.SP) O controle concentrado da constitucionalidade das leis é exercido pelo presidente da República. dessa forma. no todo ou em parte. ou seja. B: o controle difuso (por via de exceção) será feito por qualquer juízo ou tribunal integrante do Poder Judiciário.

868/1999). 9. 102. 52. o recorrente deverá demonstrar. D: art. I. da CF. É cabível ação direta de inconstitucionalidade para impugnar o decreto que incorpora o tratado internacional no direito brasileiro. da CF. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007.PR) No que se refere ao sistema brasileiro de controle de constitucionalidade. III. da CF.2) Em relação ao controle de constitucionalidade das leis no direito brasileiro. 103. em preliminar. a quem. C: a resolução do Senado Federal (art. Independente da natureza dos tratados e convenções internacionais. o interesse de agir. B: o governador de estado é legitimado especial. X. l. a repercussão geral das questões constitucionais discutidas no caso. CF) suspenderá a execução de lei declarada inconstitucional pelo STF ALTERNATIVA "A" em sede de controle difuso de constitucionalidade. B: art. segundo entendimento do STF. a fim de que o B . B C D A: art. a.3. da CF. O dispositivo confere legitimidade ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. A O autor de ação declaratória de constitucionalidade deve demonstrar existência de controvérsia judicial na aplicação da norma pelos tribunais ao questionar a norma perante o Supremo Tribunal Federal (STF). C: art. I. da Lei n. nos termos da lei. VII. Admite-se o uso do mandado de segurança por parlamentares para garantir que o processo legislativo em curso no Congresso Nacional seja conduzido sem vícios de forma.2) Acerca do controle de constitucionalidade. por conta disso. assinale a opção correta. sempre poderão ser objeto de ação direta. em ação direta de inconstitucionalidade. LXIX. 14. No recurso extraordinário. § 2o. D: art. assinale a opção incorreta. 102. É legitimado para propor ação direta de inconstitucionalidade o presidente da OAB.WANDER GARCIA 74 (OAB/CESPE – 2007. (OAB/CESPE – 2007. A É cabível a argüição de descumprimento a preceito fundamental mesmo quando houver outra medida eficaz para sanar a lesividade. Resolução do Senado Federal é o instrumento adequado para dar eficácia erga omnes a decisão de ação direta de inconstitucionalidade. A Admite-se o ajuizamento de reclamação para garantir a autoridade de decisão do STF proferida. cuja verificação está vinculada à existência de um número razoável de ações em que seja discutida a mesma questão constitucional (art. A decisão na ação direta de inconstitucionalidade não tem eficácia vinculante. assinale a opção correta. 102. Não se exige de governador de estado demonstração de pertinência temática para propositura de ação direta de inconstitucionalidade. B C D A: a controvérsia sobre a constitucionalidade da lei ou do ato normativo é pressuposto desta ação. da CF. incumbe demonstrar o vínculo de pertinência temática. e não ao seu presidente. em medida cautelar. 5o.

103-A. terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública. B: art. § 1o. CF. da CF. O controle incidental é a prerrogativa do STF de declarar. 4o.2) Considere que um estudante de direito afirme que tenha sido publicado acórdão do STF em que o tribunal declarou incidentalmente a inconstitucionalidade de dispositivo de lei federal. 97 da CF e Súmula vinculante n. aprovar súmula que. (OAB/CESPE – 2006. quanto ao controle de constitucionalidade. após reiteradas decisões sobre matéria constitucional.3) Com relação ao STF e ao controle de constitucionalidade das leis. as decisões em controle concreto têm efeitos ex nunc. 10 do STF (cláusula de reserva de plenário). § 3o. a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo. C: o controle concentrado tem natureza incidental. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2006. que é da competência exclusiva dos tribunais. 102. 9.882/1999. razão pela qual não há por que o advogado-geral da União ser ouvido. em sede de controle concreto e difuso de constitucionalidade. por meio de um acórdão que tem eficácia erga omnes e efeitos ex tunc. C D Os partidos políticos têm legitimidade para instaurar o controle concentrado de constitucionalidade. da Lei n. D: não há. assinale a opção correta. A: art.75 DIREITO CONSTITUCIONAL tribunal examine a admissão do recurso. em abstrato e com efeito erga omnes. não cabe ao juiz a declaração de inconstitucionalidade de lei. a partir de sua publicação na imprensa oficial. D: art. a turma do tribunal pode declarar a inconstitucionalidade desta e afastar a sua incidência no caso concreto. Essa afirmação do estudante é incorreta porque A declarações de constitucionalidade em sede de controle difuso não têm eficácia erga omnes. É obrigatória a oitiva do advogado-geral da União nas ações diretas de inconstitucionalidade por omissão. B: art. B C D A: adotamos. já que realizado na forma concentrada (pelo órgão de cúpula do Poder Judiciário) e na forma difusa (por qualquer juiz ou tribunal). ato ou texto impugnado a ser defendido. somente podendo recusá-lo pela manifestação de dois terços de seus membros. O STF poderá. Ao julgar apelação interposta com fundamento na inconstitucionalidade de lei. o sistema jurisdicional misto. mas controle concentrado de constitucionalidade. nas ações diretas de inconstitucionalidade por omissão. C: o controle incidental (incidenter tantum) corresponde ao controle difuso. B C . A No sistema constitucional brasileiro. o STF não realiza controle difuso.

WANDER GARCIA

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D

as decisões com efeitos ex tunc produzem efeito vinculante, e não eficácia erga omnes.

A: declarações de constitucionalidade em sede de controle difuso só vinculam as partes envolvidas no processo, ainda que este tenha tramitado no Supremo Tribunal Federal; B: o STF, assim como qualquer juízo ou tribunal integrante do Poder Judiciário, realizada, sim, controle difuso de constitucionalidade; C: as decisões em controle concreto têm efeitos ex tunc (retroativos); D: as decisões em controle concreto produzem efeitos retroativos e inter partes. Seus efeitos, portanto, só vinculam as partes envolvidas no processo; não há, da mesma forma, se falar em eficácia erga omnes (oponível contra todos).
ALTERNATIVA "A"

(OAB/CESPE – 2006.2) Em uma argüição de descumprimento de preceito fundamental, o STF
A

julga um incidente processual que lhe foi submetido por um tribunal de segundo grau. somente pode proceder ao controle de constitucionalidade de leis ou atos administrativos normativos. pode avocar processos que tramitam em tribunais superiores e que envolvam o controle concreto de constitucionalidade de atos do poder público que atentem contra direitos fundamentais. pode atribuir efeitos ex nunc a sua decisão.
ALTERNATIVA "D"

B

C

D

Art. 11, Lei no 9.882/99.

(OAB/CESPE – 2006.1) Considere que, no julgamento de uma ação direta de inconstitucionalidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) realizou procedimento hermenêutico de “interpretação conforme” e declarou a inconstitucionalidade parcial, sem redução do texto, de determinado artigo de lei complementar federal. Nessa situação, considerando que o referido acórdão nada dispõe acerca da extensão dos seus efeitos, a declaração de inconstitucionalidade
A

tem efeitos ex nunc, pois a atribuição de efeitos retroativos a um acórdão somente pode ser feita mediante determinação expressa, na própria decisão, da maioria absoluta dos membros do tribunal. tem efeitos inter partes, por tratar-se de declaração de inconstitucionalidade parcial. tem efeitos erga omnes e ex tunc. somente terá efeito vinculante caso o Senado Federal suspenda a eficácia do dispositivo declarado inconstitucional.

B
C
D

Art. 102, § 2o, da CF. É a regra em se tratando de declarações de inconstitucionalidade. Eficácia contra todos e retroativa.
ALTERNATIVA "C"

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DIREITO CONSTITUCIONAL

(OAB/CESPE – 2006.1) Considere que um juiz do trabalho prolatou sentença condenatória fundamentada no argumento de que determinada cláusula de um contrato de trabalho era inválida por ser incompatível com um dispositivo da Constituição da República. Nessa situação, o referido juiz
A

editou sentença inválida, por usurpar competência privativa do STF. exerceu controle difuso de constitucionalidade. exerceu controle de constitucionalidade por via de ação. prolatou sentença inconstitucional, pois a declaração de inconstitucionalidade de cláusulas de contratos trabalhistas é uma competência privativa do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

B
C
D

Trata-se do controle exercido por qualquer juiz ou tribunal diante de um caso concreto. Chamado também de aberto, incidental ou controle por via de exceção.
ALTERNATIVA "B"

(OAB/CESPE – 2006.1) Considere que uma associação de moradores, constituída há mais de cinco anos na cidade de Salvador – BA, ingressou com ação civil pública perante a justiça estadual baiana postulando a declaração de inconstitucionalidade de uma lei municipal, por ela violar direitos fundamentais previstos na Constituição da República. Nessa situação, o juiz da causa deve
A

indeferir a petição inicial, por ilegitimidade processual ativa, na medida em que a ação civil pública é um instrumento processual exclusivo do Ministério Público. indeferir a petição inicial, pois o pedido é incompatível com a via processual escolhida. indeferir a petição inicial, pois juízes estaduais não podem exercer controle de constitucionalidade. declarar-se incompetente para o julgamento da causa, pois a incompatibilidade entre leis municipais e a Constituição da República somente pode ser apreciada pela justiça federal.

B
C
D

Segundo entendimento do STF, a ação civil pública somente poderá ser utilizada como instrumento idôneo para questionar a constitucionalidade de lei ou ato do Poder Público quando a questão constitucional identificar-se como prejudicial, incidental. No caso acima, a controvérsia constitucional revela-se como objeto único da demanda.
ALTERNATIVA "B"

(OAB/CESPE – 2008.2) Acerca do controle de constitucionalidade concentrado, julgue os itens a seguir. I - A administração pública indireta, assim como a direta, nas esferas federal, estadual e municipal, fica vinculada às decisões definitivas de mérito proferidas pelo STF nas ações diretas de inconstitucionalidade e nas ações declaratórias de constitucionalidade.

WANDER GARCIA

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II - Em razão do princípio da subsidiariedade, a ação direta de inconstitucionalidade por omissão somente será cabível se ficar provada a inexistência de qualquer meio eficaz para afastar a lesão no âmbito judicial. III - É possível controle de constitucionalidade do direito estadual e do direito municipal no processo de argüição de descumprimento de preceito fundamental. IV - São legitimados para propor ação direta de inconstitucionalidade interventiva os mesmos que têm legitimação para propor ação direta de inconstitucionalidade genérica. Estão certos apenas os itens
A

I e II. I e III. II e IV. III e IV.

B
C
D

Item I: art. 102, § 2o, da CF; item II: não é requisito da ação direta por omissão; item III: art. 102, § 1o, da CF, e art. 1o, parágrafo único, I, da Lei n. 9.882/1999; item IV: está legitimado para a propositura da ação direta interventiva federal o procurador-geral da República (arts. 34, VII, e 36, III, da CF).
ALTERNATIVA "B"

(OAB/CESPE – 2008.2.SP) Assinale a opção correta no que se refere ao controle concentrado da constitucionalidade.
A

A ação direta contra lei municipal poderá ser ajuizada no Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração de inconstitucionalidade sempre produzirá efeitos ex nunc. A ação direta contra lei estadual somente será julgada no tribunal de justiça local. Não há previsão constitucional para o julgamento de ação direta no âmbito dos tribunais regionais federais (TRFs).

B
C
D

A: arts. 102, I, a, e 125, § 2o, da CF; B: a declaração de inconstitucionalidade produz em regra efeitos ex tunc; C: art. 102, I, a, da CF; D: a ação direta será julgada pelo STF (art. 102, I, a, da CF), quando se tratar de lei ou ato normativo federal ou estadual em face da Constituição Federal, e será julgada pelo TJ local (art. 125, § 2o, da CF), em se tratando de leis ou atos normativos estaduais ou municipais em face da Constituição Estadual. No que concerne ao controle concentrado, de fato a Carta Magna não conferiu nenhuma competência aos TRFs.
ALTERNATIVA "D"

3) DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS.
(OAB/CESPE – 2008.1) No que diz respeito aos direitos fundamentais, assinale a opção correta.
A

O Estado deve prestar assistência jurídica integral e gratuita a todos.

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DIREITO CONSTITUCIONAL

B
C
D

O direito de qualquer cidadão propor ação popular é previsto constitucionalmente. São gratuitas as ações de habeas corpus, habeas data e o mandado de injunção. O mandado de segurança coletivo pode ser impetrado por qualquer partido político.

A: art. 5o, LXXIV, da CF; B: art. 5o, LXXIII, da CF; C: art. 5o, LXXVII, da CF; D: art. 5o, LXX, a, da CF (partido político com representação no Congresso Nacional).
ALTERNATIVA "B"

(OAB/CESPE – 2008.1) Acerca da proteção e da perda do direito de propriedade, julgue os itens seguintes. I - A Constituição assegura a proteção às participações individuais em obras coletivas e à reprodução da imagem e voz humanas, inclusive em atividades desportivas. II - A obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens podem ser integralmente estendidas aos sucessores e contra eles executadas. III - Na desapropriação de imóvel rural de interesse para a reforma agrária e de imóvel urbano não edificado, subutilizado ou não utilizado, o pagamento ocorrerá mediante títulos públicos e, não, mediante indenização em dinheiro. IV - Aos autores pertence o direito exclusivo de utilização, publicação ou reprodução de suas obras, transmissível aos herdeiros em caráter permanente. Estão certos apenas os itens
A

I e III. I e IV. II e III. II e IV.

B
C
D

Item I: art. 5o, XXVIII, a, da CF; item II: art. 5o, XLV, parte final, da CF; item III: arts. 182, § 4o, III, e 184, ambos
ALTERNATIVA "A"

da CF; item IV: art. 5o, XXVII, da CF.

(OAB/CESPE – 2008.1.SP) Segundo a Constituição de 1988, constitui crime inafiançável e imprescritível
A

a prática da tortura. a prática do racismo. o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. o definido em lei como hediondo.
ALTERNATIVA "B"

B
C
D

Art. 5o, XLII, da CF.

WANDER GARCIA

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(OAB/CESPE – 2007.3) O descaso para com os problemas sociais, que veio a caracterizar o État Gendarme, associado às pressões decorrentes da industrialização em marcha, o impacto do crescimento demográfico e o agravamento das disparidades no interior da sociedade, tudo isso gerou novas reivindicações, impondo ao Estado um papel ativo na realização da justiça social. O ideal absenteísta do Estado liberal não respondia, satisfatoriamente, às exigências do momento. Uma nova compreensão do relacionamento Estado/sociedade levou os poderes públicos a assumir o dever de operar para que a sociedade lograsse superar as suas angústias estruturais. Daí o progressivo estabelecimento pelos Estados de seguros sociais variados, importando intervenção intensa na vida econômica e a orientação das ações estatais por objetivos de justiça social. Gilmar Ferreira Mendes et al. Curso de direito constitucional. São Paulo: Saraiva, 2007, p. 223 (com adaptações). Esse texto caracteriza, em seu contexto histórico, a
A

primeira geração de direitos fundamentais. segunda geração de direitos fundamentais. terceira geração de direitos fundamentais. quarta geração de direitos fundamentais.

B
C
D

A: os direitos fundamentais de primeira geração correspondem às liberdades públicas e aos direitos políticos; B: trata-se dos chamados direitos sociais ou direitos fundamentais de segunda geração. Estão relacionados no art. 6o da CF. Hodiernamente, as Constituições, com o fito de ver concretizada a igualdade real em situações sociais desiguais, estabelece normas de compensação, conferindo melhores condições aos mais necessitados; C: os de terceira geração são aqueles que decorrem de profundas alterações verificadas na população em geral, tais como desenvolvimento tecnológico e preocupação com o meio ambiente; D: e, por fim, os de quarta geração são produto do avanço no campo da engenharia genética.
ALTERNATIVA "B"

(OAB/CESPE – 2007.3.PR) No que se refere aos direitos e garantias fundamentais consagrados na CF, é correto afirmar que
A

as penas de banimento restringem-se a caso de guerra declarada. o preso tem direito à identificação dos responsáveis por seu interrogatório policial. a prática da tortura é considerada crime imprescritível. o brasileiro naturalizado não poderá ser extraditado após a naturalização, salvo em caso de comprovado envolvimento em tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins ou de condenação por crime contra a segurança nacional.

B
C
D

A: art. 5o, XLVII, a e d, da CF (o texto constitucional excepcionou tão-somente a vedação imposta à pena de morte; não fez o mesmo em relação à pena de banimento); B: art. 5o, LXIV, da CF; C: art. 5o, XLIII, da CF; Lei
ALTERNATIVA "B"

n. 9.455/1997 (Crimes de Tortura); D: art. 5o, LI, da CF.

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DIREITO CONSTITUCIONAL

(OAB/CESPE – 2007.2) Acerca da teoria geral dos direitos fundamentais, assinale a opção correta.
A

O dispositivo constitucional que assegura que a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito é um direito e não uma garantia. O direito ao progresso é um exemplo de direito fundamental de segunda geração ou dimensão. Os direitos fundamentais são relativos e históricos, pois podem ser limitados por outros direitos fundamentais e surgem e desaparecem ao longo da história humana. Quando previstos em tratados e convenções internacionais, os direitos fundamentais são equivalentes às emendas constitucionais.

B

C

D

A: direito é a vantagem conferida pela norma constitucional; já garantia, como é o caso, é o instrumento apto a assegurar o exercício desse direito; B: trata-se de direito de terceira geração; C: os direitos fundamentais têm como características, dentre outras, a historicidade e o caráter relativo, na medida em que nascem,
ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "A"

modificam-se e desaparecem; D: art. 5o, § 3o, da CF.

(OAB/CESPE – 2007.2) Acerca dos direitos e garantias previstos na Constituição Federal, assinale a opção correta.
A

É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e às suas liturgias. Em nenhuma hipótese são previstas penas de morte, ou de caráter perpétuo, ou de trabalhos forçados, ou de banimento ou cruéis. São inafiançáveis os crimes de racismo, tortura, tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os cometidos por grupos armados, civis e militares, contra a ordem constitucional e o estado democrático. Mas em relação aos crimes hediondos, fica o legislador autorizado a excluir ou não a inafiançabilidade. São legitimados a impetrar o mandado de segurança coletivo os partidos políticos e as organizações ou entidades legalmente constituídas e em funcionamento há pelo menos um ano.

B

C

D

A: art. 5o, VI, da CF; B: art. 5o, XLVII, a, da CF (a vedação imposta à pena de morte, e somente a ela neste inciso, é excepcionada em caso de guerra declarada); C: art. 5o, XLII, XLIII e XLIV, da CF; D: art. 5o, LXX, da CF.

(OAB/CESPE – 2007.1) A respeito dos direitos e das garantias fundamentais, assinale a opção correta.
A

No que se refere à inviolabilidade da intimidade, da vida privada, da honra e da imagem das pessoas, a Constituição Federal assegurou a preferência pelo modelo de reparação em detrimento da prevenção ao dano.

WANDER GARCIA

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B

Os direitos e garantias fundamentais, criados como direitos negativos, impedem o poder público, mas não a esfera privada, de violar o espaço mínimo de liberdades assegurado pela Constituição Federal. De acordo com a doutrina majoritária, os direitos de segunda geração, ou direitos sociais, não constituem simples normas de natureza dirigente, sendo verdadeiros direitos subjetivos que impõem ao Estado um facere. A casa é o asilo inviolável, nela não se pode penetrar, salvo na hipótese de flagrante delito ou para prestar socorro, durante o dia, ou por ordem judicial.

C

D

A: art. 5o, IX e X, da CF; B: a esfera privada, a exemplo do poder público, também deve se abster de violar as
ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "D"

liberdades asseguradas pela Constituição Federal; C: art. 6o, da CF; D: art. 5o, XI, da CF.

(OAB/CESPE – 2006.3) Acerca dos direitos e deveres individuais, assinale a opção correta.
A

A casa é asilo inviolável do indivíduo. Ninguém pode ingressar em residência alheia sem o consentimento do morador, salvo flagrante delito ou determinação judicial, independentemente do horário do dia ou da noite. A sucessão de bens de estrangeiros situados no país será regulada sempre pela lei brasileira em benefício do cônjuge ou dos filhos brasileiros, independentemente da lei pessoal do de cujus. Mediante o pagamento da respectiva taxa, fica assegurado a todos o direito à obtenção de certidões em repartições públicas, para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal. Uma das inovações introduzidas pela Emenda Constitucional no 45 é a garantia dada a todos, no âmbito judicial e administrativo, da duração razoável do processo e dos meios que assegurem a celeridade de sua tramitação.

B

C

D

A: art. 5o, XI, da CF; B: art. 5o, XXXI, da CF; C: art. 5o, XXXIV, b, da CF; D: art. 5o, LXXVIII, da CF.

(OAB/CESPE – 2006.3) Ainda a propósito dos direitos e deveres individuais, assinale a opção correta.
A

A garantia de que nenhuma pena ultrapassará a pessoa do condenado impede que a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento dos bens em decorrência de ilícito penal sejam estendidas aos sucessores e contra eles executadas. A prática do racismo constitui crime inafiançável, imprescritível, insuscetível de graça ou anistia, sujeito à pena de detenção, nos termos da lei.

B

83

DIREITO CONSTITUCIONAL

C

Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos votos dos respectivos membros, serão equivalentes às emendas constitucionais. A vedação à identificação criminal do cidadão civilmente identificado tem caráter absoluto também em relação ao legislador, a quem a Constituição não conferiu qualquer ressalva.
ALTERNATIVA "C"

D

A: art. 5o, XLV, da CF; B: art. 5o, XLII, da CF; C: art. 5o, § 3o, da CF; D: art. 5o, LVIII, da CF.

(OAB/CESPE – 2006.3) Assinale a opção correta acerca de remédios constitucionais.
A

A ação popular é o remédio constitucional cabível para o cidadão atacar ato lesivo à moralidade, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural. O habeas data é o remédio constitucional apropriado sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade, à soberania e à cidadania. São gratuitas as ações de habeas corpus, habeas data e mandado de segurança, e, na forma da lei, os atos necessários ao exercício da cidadania. O mandado de injunção será concedido para assegurar o conhecimento de informações, constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público, relativas à pessoa do impetrante.

B

C
D

A: art. 5o, LXXIII, da CF; Lei n. 4.717/65 (Lei de Ação Popular); B: art. 5o, LXXI, da CF (mandado de injunção);
ALTERNATIVA "A"

C: art. 5o, LXXVII, da CF; D: art. 5o, LXXII, da CF (habeas data).

(OAB/CESPE – 2006.3) Com relação à prisão e à ação penal na Constituição, assinale a opção correta.
A

Em determinadas situações, poderá a lei vedar ao preso civil o direito à identificação dos responsáveis por sua prisão ou por seu interrogatório policial. De acordo com a Constituição da República, ninguém será levado à prisão ou nela será mantido quando a lei admitir a liberdade provisória, com ou sem fiança. Não se admite a prisão civil por dívida do responsável pelo inadimplemento voluntário e inescusável de obrigação alimentícia. É inadmissível ação privada nos crimes de ação pública, se esta não for intentada no prazo legal pelo Ministério Público.

B

C
D

A: art. 5o, LXIV, da CF (não há exceção); B: art. 5o, LXVI, da CF; C: art. 5o, LXVII, da CF; D: art. 5o, LIX, da CF.
ALTERNATIVA "B"

WANDER GARCIA

84

(OAB/CESPE – 2006.3) No tocante à ação popular, assinale a opção correta.
A

A ação mandamental exige, para a sua apreciação, comprovação documental e préconstituída dos fatos narrados na inicial que configurem lesão ou ameaça a direito líquido e certo que se pretende coibir. Se o autor da ação popular deixar de dar andamento regular ao processo, o juiz deverá determinar, por edital, a intimação do autor, do Ministério Público ou de qualquer outro cidadão para manifestar interesse em dar continuidade à ação. Vencido o prazo fixado no edital, não havendo manifestação dos interessados, o juiz deverá proferir sentença extinguindo o processo, sem julgamento do mérito, por abandono da causa. Na hipótese de desistência ou abandono por parte do autor originário, o Ministério Público assume o pólo ativo da ação popular em substituição processual. Todavia, essa substituição poderá ser indeferida quando o representante do parquet protocolar o pedido depois de transcorrido o prazo fixado no edital para a substituição do autor da ação popular, sob o fundamento da ocorrência da preclusão da oportunidade para fazê-lo. Tem legitimidade passiva para responder a ação mandamental, em litisconsórcio necessário, a autoridade coatora e a pessoa jurídica de direito público a cujos quadros pertencer o funcionário. Assim, para a validade da sentença proferida no mandamus, é imprescindível a citação da pessoa jurídica de direito público que irá suportar a eficácia econômica da decisão.

B

C

D

A: art. 5o, LXXIII, da CF; Lei n. 4.717/1965 (Lei de Ação Popular); B e C: art. 9o da Lei n. 4.717/1965; D: art.
ALTERNATIVA "A"

6o da Lei n. 4.717/1965.

(OAB/CESPE – 2004.ES) Acerca de direitos e garantias fundamentais, assinale a opção correta.
A

Se dois motoristas multados por excesso de velocidade julgarem ilegal a aplicação da penalidade e decidirem impugná-la judicialmente, a ação cabível para anulá-la será o mandado de segurança coletivo. A Constituição da República permite que delegados de polícia determinem a prisão de suspeitos para fins de averiguação, desde que estes permaneçam detidos em salas individuais. Violaria a Constituição da República a aprovação de emenda constitucional que impusesse aos presos a obrigação de trabalharem quarenta horas semanais e determinasse que a renda obtida com esse trabalho seria revertida ao custeio do sistema penitenciário brasileiro. O direito constitucional de inviolabilidade do domicílio aplica-se apenas a imóveis residenciais.

B

C

D

85

DIREITO CONSTITUCIONAL

A: art. 5o, LXX, da CF (não dispõem de legitimidade para tanto); B: art. 5o, LXI, da CF. A prisão para averiguação não se coaduna com a vigente ordem constitucional; C: art. 5o, XLVII, c, c/c o art. 60, § 4o, IV, ambos da CF; D: art. 5o, XI, da CF. Em conformidade com a doutrina e a jurisprudência, o conceito de casa abrange, além dos imóveis residenciais, as oficinas, os escritórios, as empresas etc.
ALTERNATIVA "C"

(OAB/CESPE – 2004.ES) Amélia é uma brasileira pobre e Marcos é um rico empresário brasileiro. Por força constitucional, ambos têm direito a obter de forma gratuita
A

o registro civil de nascimento. o registro de óbito. a assistência jurídica prestada pelo Estado. a celebração de casamento civil.

B
C
D

A: art. 5o, LXXVI, a, da CF (tão-somente para os reconhecidamente pobres); B: art. 5o, LXXVI, b, da CF (tão-só para os reconhecidamente pobres); C: art. 5o, LXXIV, da CF (somente àqueles que comprovarem insuficiência
ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "D"

de recursos); D: art. 226, § 1o, da CF.

(OAB/CESPE – 2008.2) Acerca do que dispõe a Convenção de Viena sobre relações diplomáticas, assinale a opção incorreta.
A

Os locais onde se estabelece missão diplomática são invioláveis. Qualquer membro de uma missão diplomática pode ser declarado persona non grata pelo Estado acreditado, sem que este precise apresentar qualquer justificativa. O agente diplomático goza de isenção de impostos e taxas, havendo exceções a esse respeito. A mala diplomática não pode ser aberta, exceto nos casos de fundada suspeita de tráfico ilícito de entorpecentes ou atividade terrorista.

B

C

D

Art. 27, Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas.

(OAB/CESPE – 2008.2) Não se inclui entre as quatro Convenções de Genebra de 1949 sobre Direito Internacional Humanitário a convenção relativa
A

à melhoria da sorte dos feridos e enfermos dos exércitos em campanha. ao tratamento dos prisioneiros de guerra. à proteção de bens culturais em caso de conflito armado. à proteção das pessoas civis em tempo de guerra.

B
C
D

LXX. .2. LXXIII. assim. A A ação popular só pode ser proposta de forma repressiva. 5o. 5o. será devido o pagamento de custas. da CF. o direito do impetrante de receber informações constantes de registros de entidades governamentais ou de caráter público é incondicionado.507/1997 (estabelece o rito processual aplicável ao habeas data). nas ações populares. da CF. D somente será devido o pagamento de custas se houver comprovada má-fé da parte ré. não se admitindo que lhe sejam negadas informações sobre sua própria pessoa. por três quintos dos votos dos respectivos membros. Lei n. combatentes ou não. 4. (OAB/CESPE – 2008. em nenhuma hipótese. B às leis ordinárias. Organização sindical. D aos decretos legislativos. entidade de classe ou associação legalmente constituída e em funcionamento há pelo menos um ano têm legitimação ativa para impetrar mandado de segurança coletivo em defesa dos interesses de seus membros ou associados. em tempos de guerra. O mandado de segurança pode ser proposto tanto contra autoridade pública quanto contra agente de pessoas jurídicas privadas no exercício de atribuições do poder público. entre 1964 e 1949. LXIX. sendo incabível.SP) De acordo com a CF. A ALTERNATIVA "B" Art. 5o. da CF. serão equivalentes às leis complementares. 9.WANDER GARCIA 86 As Convenções de Genebra estabelecem direitos e deveres de pessoas. 5o. em dois turnos. b. Dentre os seus objetivos. B: art. A ALTERNATIVA "C" Art. 5o.2. C às emendas constitucionais. C nunca haverá condenação em honorários de sucumbência. D: art. LXXII. No habeas data. Foram elaboradas durante quatro oportunidades. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2008. da CF. B somente será devido o pagamento de custas se houver comprovada má-fé do autor da ação. da CF. Lei n. em cada Casa do Congresso Nacional. da CF. § 3o. C: art. 5o.2) Assinale a opção incorreta acerca dos remédios constitucionais. não estava o de dar proteção a bens culturais em caso de guerra.SP) Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados. (OAB/CESPE – 2008. sua proposição antes da consumação dos efeitos lesivos de ato contra o patrimônio público. LXXIII.717/1965 (Lei da Ação Popular). B C D A: art.

A Art. 45. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2008. quanto mediante lei de iniciativa popular. desde que venham a residir na República Federativa do Brasil e optem. os governadores dos estados são escolhidos pelo sistema majoritário. C: art. A A: arts. caput. ainda que de pais estrangeiros que estejam a serviço de seu país. C O plebiscito e o referendo podem ser convocados tanto pelo Congresso Nacional. c. D os nascidos. C os senadores são escolhidos pelo sistema proporcional.C. naquele. mas. dos deputados estaduais e dos vereadores devam efetivar-se pelo critério proporcional. por maioria simples dos votos. 54/2007). o lugar onde ele reside com animus definitivo. 49.1. D Reconhecida a incapacidade civil absoluta. 77 da CF. D o presidente da República é escolhido pelo sistema misto.1) No que diz respeito aos direitos políticos. no estrangeiro.3. da CF. assinale a opção incorreta. D: art. I. . no sistema eleitoral brasileiro. de pai brasileiro ou de mãe brasileira. pois. (OAB/CESPE – 2008. B: art. por maioria absoluta dos votos. não. (OAB/CESPE – 2007. A os deputados federais são escolhidos pelo sistema majoritário. caput. NACIONALIDADE E DIREITOS POLÍTICOS. n. A Art. 46. no estrangeiro. desde que sejam registrados em repartição brasileira competente. no estrangeiro. B A Constituição Federal determina que as eleições dos deputados federais. de pai e mãe brasileiros. leva-se em conta o lugar onde o interessado tem vínculos políticos e sociais e. a ser exercida por meio de decreto legislativo. antes de atingida a maioridade. do CF. a perda de tais direitos. O conceito de domicílio eleitoral não se confunde com o de domicílio da pessoa natural regulado no Código Civil. 28 e 77. Trata-se de competência exclusiva do Congresso Nacional. desde que ambos estejam a serviço da República Federativa do Brasil. 12. não. da CF (redação determinada pela E. ocorre a suspensão dos direitos políticos. C os nascidos. por meio de decreto legislativo.SP) São brasileiros natos os nascidos na República Federativa do Brasil. de pai brasileiro ou de mãe brasileira. CF.87 DIREITO CONSTITUCIONAL 4) DIREITOS SOCIAIS. mediante sentença que decrete a interdição. da CF. XV. B os nascidos. em qualquer tempo.SP) É correto afirmar que. pela nacionalidade brasileira.

exceto se permanecer residindo em território brasileiro. assinale a opção correta. o presidente da República. pois a Constituição Federal não prevê hipóteses de perda de nacionalidade. federações. da CF. caput. mas também os votos nulos e os em branco. só adquirem personalidade jurídica após registrarem seus estatutos no Tribunal Regional Eleitoral do estado onde têm sede. b. § 4o. assinale a opção correta. renunciar aos cargos). 12. aos servidores ocupantes de cargos públicos. D No sistema eleitoral brasileiro. cuja aquisição da personalidade jurídica está tão-só condicionada ao registro de seus estatutos no Cartório de Registro de Títulos e Documentos. da CF. da CF. D: art. A ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "C" Art. são considerados votos válidos não apenas os votos conferidos à legenda partidária e aos candidatos. Os partidos políticos. § 6o. não é extensivo às federações e confederações sindicais. os governadores de estado e do Distrito Federal e os prefeitos devem licenciar-se dos respectivos mandatos seis meses antes do pleito.WANDER GARCIA 88 (OAB/CESPE – 2007. O aposentado tem direito a votar nas eleições dos sindicatos.3. exceto se a lei estrangeira impuser a naturalização ao brasileiro residente no território do respectivo estado estrangeiro como condição para sua permanência. C: art. A O princípio da unicidade sindical. (OAB/CESPE – 2007. exceto se for brasileiro nato. em verdade. B perderá a nacionalidade brasileira. 5o. como pessoas jurídicas de direito público.SP) O brasileiro que adquirir outra nacionalidade passará a ter dupla nacionalidade. 7o da CF são aplicáveis. mas não pode integrar a diretoria dessas entidades. (OAB/CESPE – 2007. A A: trata-se de pessoas jurídicas de direito privado. 77. da CF (eles devem. B Para concorrerem a outros cargos.PR) Acerca dos direitos sociais na CF. II. D perderá a nacionalidade brasileira. § 2o. B C . que veda a criação de mais de um sindicato representativo da mesma categoria profissional ou econômica na mesma base territorial. C perderá a nacionalidade brasileira.3.3. confederações e centrais sindicais. em sua totalidade. C A norma que reconhece a facultatividade do voto aos maiores de 70 anos aplica-se às pessoas portadoras de deficiência que torne impossível ou demasiadamente oneroso o cumprimento das obrigações relativas ao alistamento e ao exercício do voto. Os direitos sociais elencados no art. 14. B: art.PR) Relativamente aos direitos políticos e aos partidos políticos.

nas eleições que serão realizadas em outubro de 2006. A Art. 39. da CF. II. B prefeitos de municípios com menos de 200 mil eleitores. da CF. VII. da CF. da CF. pretenda concorrer. B a filha do governador é inelegível para o cargo de deputada federal pelo referido estado. para concorrer regularmente à reeleição o governador precisaria ter renunciado ao seu cargo seis meses antes da data das eleições. pois a Constituição da República veda a diplomação de deputados que sejam parentes de até segundo grau dos respectivos governadores.2) Considere que. C: art. A ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "A" Art. § 7o. Nessa situação. (OAB/CESPE – 2004.89 DIREITO CONSTITUCIONAL D São assegurados ao trabalhador avulso os mesmos direitos do trabalhador com vínculo empregatício permanente. Rodrigo não tem direito de impugnar a referida prisão por meio de habeas . XXXIV. que tem 35 anos de idade e é filiada ao mesmo partido do pai. Nessa situação. ao cargo de deputada federal.ES) Cada opção abaixo apresenta uma situação hipotética a respeito dos direitos da nacionalidade e do direito constitucional. B: art. 45.2) Por força do ordenamento constitucional. caput. 14. mas. os eleitos pelo sistema proporcional incluem o(s) deputados federais. D presidente do STF. 8o. da CF. § 3o. D: art. A Rodrigo é um turista argentino e foi preso em flagrante em uma praia do Espírito Santo. C se o governador e a sua filha se candidatassem por partidos diferentes. o atual governador de determinado estado da Federação concorra à reeleição e sua filha. seguida de uma assertiva a ser julgada. a filha não poderá tomar posse como deputada federal. se ambos forem efetivamente eleitos. mas seria elegível para o cargo de presidente da República. ambos poderiam concorrer regularmente no referido pleito eleitoral. 7o. D pai e filha podem candidatar-se regularmente aos referidos cargos. pela primeira vez. (OAB/CESPE – 2006. (OAB/CESPE – 2006. C senadores da República. 8o. ALTERNATIVA "D" A: art. da CF. Assinale a opção cuja assertiva esteja correta.

14. nasceu na Colômbia e mudou-se para o Brasil em seu trigésimo aniversário. pois a Constituição da República garante esse direito somente a brasileiros e a estrangeiros residentes no país. os prefeitos municipais A podem ser reeleitos para até dois períodos subseqüentes ao do primeiro mandato. sendolhe facultado optar pela sua remuneração. (OAB/CESPE – 2008. tal pedido lhe será negado. Gutierrez não poderá assumir o cargo de juiz de direito. Hugo. a despeito do comando contido no caput do art. Nessa situação. caso desejem se candidatar à reeleição. B .SP) O servidor público da administração direta. ser estendidos aos estrangeiros não residentes no país. I. para que ele cumpra a pena a que foi condenado. pois tal investidura é restrita a brasileiros natos. sim. 12. que os direitos e garantias fundamentais devem. autárquica ou fundacional investido no mandato de prefeito municipal A será necessariamente afastado do cargo. mesmo que aprovado em concurso de provas e títulos. se forem concorrer a outros cargos eletivos. apesar da ordem de prisão dirigida contra ele. É vedada a extradição de brasileiro nato. devem renunciar aos respectivos mandatos até seis meses antes do pleito. não poderão ser reeleitos. é-lhe vedado candidatar-se à presidência da República. da CF. § 6o. 5) ORGANIZAÇÃO DO ESTADO. filho de pai brasileiro e mãe colombiana. § 3o. 12. c. C: art. D: art. se a França solicitar ao Brasil a extradição de Paulo. da ALTERNATIVA "B" CF. perceberá. as vantagens de seu cargo. mas que. da CF. conseguiu evadir-se da Europa e voltar ao Brasil. 5o. ALTERNATIVA "C" B C D Art. emprego ou função que esteja ocupando. B: art. C D A: o STF e a doutrina vêm entendendo. (OAB/CESPE – 2008. se houver compatibilidade de horários. sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo.WANDER GARCIA 90 corpus. ele não pode adquirir o status de brasileiro nato e. Nessa situação. B Paulo é um brasileiro nato que foi condenado na França por tentativa de homicídio.SP) Conforme dispõe a CF. solicitou e obteve sua naturalização como cidadão brasileiro após ter concluído bacharelado em ciências jurídicas em faculdade brasileira. Gutierrez. da CF. emprego ou função. nascido na Venezuela.2. Nessa situação. 5o da CF. portanto. somente devem renunciar aos respectivos mandatos até seis meses antes do pleito.1. LI.

respectivamente. A A instituição. define indicativamente os dos municípios e atribui os poderes remanescentes para os estados. da CF. da competência material exclusiva e da competência legislativa privativa da União.3. respectivamente. por força do ALTERNATIVA "B" que dispõe o art. perceberá. competências de caráter exclusivo e privativo. como ente central. da CF. sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo. 84. B C D Os arts. incondicionalmente. todos autônomos. A lei federal é hierarquicamente superior à lei estadual. 25. o Estado federal brasileiro A é formado pela união indissolúvel dos estados e municípios e do Distrito Federal (DF). emprego ou função que esteja ocupando. mesmo de forma suplementar. são reservadas as competências remanescentes. possam legislar sobre as matérias que são objeto da legislação federal e estadual. § 3o. da CF.91 DIREITO CONSTITUCIONAL C será afastado do cargo. B C D A: art. 21 e 22 da Constituição cuidam. B: ambas são leis ordinárias e não há hierarquia entre elas. desde que feita por lei distrital precedida de consulta prévia. ALTERNATIVA "C" . as vantagens de seu cargo. adota um sistema de repartição de competências que enumera os poderes da União. Aos Estados. II. sendo apenas a União detentora do atributo da soberania. (OAB/CESPE – 2007. da CF. emprego ou função. tratam da competência comum com outros entes e da competência legislativa concorrente com os Estados. mediante plebiscito. C: art. 23 e 24. pelos estados. D: art.SP) Acerca do sistema federativo brasileiro. da população interessada. não admite que os municípios. restando aos estados. ao DF e aos municípios apenas o exercício de competências legislativas em caráter remanescente e suplementar. caso não haja compatibilidade de horários. 38. também da CF.3) Nos termos da Constituição de 1988. assinale a opção correta. (OAB/CESPE – 2007. 32 da CF. destina à União. X. sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração. § 1o. já os arts. Compete ao presidente da República decretar a intervenção federal. É permitida a divisão do Distrito Federal em municípios. de regiões metropolitanas depende da edição de lei complementar federal. ALTERNATIVA "A" D Art. 25.

I. desde que autorizados previamente pelo Congresso Nacional. A No âmbito da competência comum. . Em relação à situação hipotética acima.PR) Acerca do sistema federativo brasileiro. da CF. da CF. assinale a opção correta. § 2o. II: art. I. 30. A A lei é inconstitucional porque cabe à União legislar sobre instituições bancárias. toda vez que ele esperar atendimento por mais de 30 minutos na fila do banco. singularmente. da CF.Nenhum dos entes federais detém. assinale a opção correta. tendo em vista o equilíbrio do desenvolvimento e do bem-estar em âmbito nacional. X. I . julgue os itens que se seguem.WANDER GARCIA 92 (OAB/CESPE – 2007.São bens da União os sítios arqueológicos e pré-históricos. II .3. (OAB/CESPE – 2007. ALTERNATIVA "D" B C D I: art. (OAB/CESPE – 2007. ALTERNATIVA "D" B C D Art. 49. lei complementar da União fixará normas para a cooperação entre a União e os estados. III: art. III . I. Estão certos apenas os itens A I e II.2) Acerca da organização da federação brasileira. A lei é inconstitucional porque cabe aos estados legislar sobre as competências residuais da Constituição Federal de 1988. A parte da lei que dispõe sobre multa é inconstitucional porque somente lei federal ou o Banco Central podem fixar sanção pecuniária e aplicá-la a banco infrator. III e IV. da CF. IV: art. da CF. o atributo da soberania.Territórios podem ser criados por lei complementar.2) O município de Aracaju editou lei que obriga todo estabelecimento bancário instalado em seu território a pagar multa de R$ 120. A lei é constitucional. o Distrito Federal (DF) e os municípios. 1o.Estados podem celebrar tratados internacionais sobre matérias de sua competência. 18.00 ao consumidor. I e IV. desde que haja consulta prévia às populações interessadas. 20. na medida em que cabe aos municípios dispor sobre o tempo de atendimento nas agências localizadas em seu território. IV . I e III.

1o. após representação do procurador-geral da República. § 4o. na forma como prevista na Constituição Federal.1) Acerca da organização do Estado. 37. . o fato de um estadomembro proceder ao provimento de cargo efetivo no âmbito da administração pública centralizada sem realizar concurso público. D: art. No âmbito da competência concorrente. de consulta prévia. da CF. a norma municipal volta a viger. sendo que o decreto de intervenção limitar-se-á a suspender a execução do ato impugnado. é necessária a edição de uma lei autorizativa estadual. II. C: art. da CF. que se estende pelos estados do Amazonas e do Pará. É cláusula pétrea a regra constitucional segundo a qual a matéria constante de proposta de emenda rejeitada ou havida por prejudicada não pode ser objeto de nova proposta na mesma sessão legislativa. B C D A: art. a ausência de norma estadual possibilita ao município dispor sobre a matéria de forma supletiva. Viola um princípio sensível. constante da Constituição Federal. único. O rio Amazonas. Para a criação de um município. O advento de norma estadual suspende a execução da norma municipal com ela incompatível. ALTERNATIVA "A" 60. VI. mediante plebiscito. de forma que. da CF. assinale a opção correta. B: art. ao erigi-lo ao patamar constitucional. A A Federação é forma de Estado. par. A Expressão do Estado democrático de direito moderno. C D A: art. III e § 3o.93 DIREITO CONSTITUCIONAL B A intervenção da União nos estados ou no DF. Forma de governo: Monarquia e República. 22. assinale a opção correta. por fim. dispensada a apreciação pelo Congresso Nacional ou pela assembléia legislativa. da CF. da CF. 18. na hipótese de inexecução de lei federal. § 5o. o estudo de viabilidade municipal. (OAB/CESPE – 2006. Esta última foi por nós adotada. da CF. a publicidade é um daqueles princípios a que o legislador constituinte conferiu alcance ilimitado. apresentados e publicados na forma da lei federal. B: arts. D: art. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. III. 34. revogada a lei estadual superveniente. da CF.3) Com relação aos princípios da administração pública. 20. 25. e 36. às populações dos municípios envolvidos. Adotou o Brasil o princípio federativo. §§ 1o a 4o. e. ao passo que a República é forma de governo. Forma de Estado: Estado unitário e Estado federal. da CF. se essa medida bastar ao restabelecimento da normalidade. caput. não é um bem da União. deverá ser determinada pelo STF. C: art.

moralidade. publicidade e eficiência. C A Constituição Federal menciona os princípios de legalidade. (OAB/CESPE – 2006. D: art. LX. entre os quais se inclui o da obrigatoriedade de contratação por concurso público. que somente entraria em vigor caso fosse referendada pela maioria absoluta dos eleitores domiciliados tanto em MG quanto no ES. B ALTERNATIVA "B" A: art. 5o. 37. da CF. da CF. só o da moralidade fundamenta o dever de probidade do administrador público. D dependeria da prévia aprovação tanto da população de MG quanto da população do ES. A Art. da CF. 22. por ser da União a competência legislativa residual. alguns parlamentares desse estado advoguem a incorporação a MG do território do Espírito Santo (ES). da CF.1) A Constituição da República determina. . as empresas públicas e as sociedades de economia mista não se submetem a alguns princípios estabelecidos na Constituição Federal. 18. a perda da função pública. § 1o. B passaria à competência concorrente da União. § 4o. a referida incorporação seria inconstitucional.2) Considere que. (OAB/CESPE – 2006. para o estado de Minas Gerais (MG) ter acesso ao mar. sem prejuízo da ação penal cabível.429/92. na forma e gradação previstas em lei. A ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "A" Art. C: art. em seu art. II. D permaneceria na competência da União. Desses princípios. D Sujeitas a regime próprio. dado que as normas que fixam as competências dos órgãos federativos não podem ser alteradas por emenda constitucional. dos estados e do Distrito Federal. 25. a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário. Se uma emenda à Constituição excluísse do texto constitucional o referido inciso XI. a competência para legislar acerca de trânsito passaria à competência dos estados. inciso XI. que compete privativamente à União legislar sobre trânsito e transporte. 11 da Lei 8. Nessa situação. C permaneceria sendo uma competência privativa da União. § 3o. por violação do princípio federativo. da CF. C deveria ser realizada mediante lei complementar federal.WANDER GARCIA 94 As sanções previstas para os atos de improbidade incluem a suspensão dos direitos políticos. 37. B somente poderia ser realizada por meio da edição de uma emenda à Constituição da República. impessoalidade. B: art.

(OAB/CESPE – 2008. C: art. 93 da CF. ALTERNATIVA "D" B C D Art. 68. dentro de 24 horas. da CF. garantir a aplicação do mínimo exigido da receita na segurança pública. da CF. .1) No que diz respeito à disciplina constitucional relativa ao processo legislativo. D: art. A A delegação legislativa é instituto de índole excepcional. caput e §§. da CF. 34. 6) ORGANIZAÇÃO DOS PODERES LEGISLATIVO E EXECUTIVO. da CF.2) Assinale a opção correta acerca da disciplina constitucional dos municípios. 29. III. ALTERNATIVA "C" B C D A: art.2) Não constitui causa de intervenção da União nos estados e no DF a necessidade de A manter a integridade nacional. A posse de prefeitos e vice-prefeitos ocorrerá no dia 15 de fevereiro do ano subseqüente ao da eleição. 64. Compete privativamente aos municípios legislar sobre trânsito e transporte. da CF. B: art. podem editar constituição própria. que são dotados de autonomia. prover a execução de ordem judicial. É vedada a criação de tribunais de contas municipais. CF. O presidente da República dispõe de 48 horas para vetar um projeto de lei. § 4o. 22. § 1o. É da iniciativa reservada do STJ a lei complementar sobre o Estatuto da Magistratura. 31. devendo ser solicitada pelo presidente da República ao Congresso Nacional. B: art. O presidente da República poderá solicitar urgência para votação de projetos de lei da iniciativa tanto de deputados federais quanto de senadores. C: art. comunicar os motivos do veto ao presidente do Senado Federal. A Os municípios. (OAB/CESPE – 2008.95 DIREITO CONSTITUCIONAL (OAB/CESPE – 2008. D: art. XI. contadas da data de seu recebimento. assinale a opção correta. 29 da CF. da CF. devendo. ALTERNATIVA "A" B C D A: art. assegurar o princípio da autonomia municipal. § 1o. 66.

não tiver assumido o cargo. sem necessidade de autorização do Congresso Nacional. 77. assinale a opção correta. acordos ou atos internacionais que acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional. XXII. deverá ser convocado. e. da CF. por maioria absoluta.1) No que concerne à disciplina constitucional relativa ao Poder Executivo. para assumir o cargo. 102. C e D: art. da CF. A Compete ao presidente da República. 49. entre os remanescentes. § 1o. § 2o. em primeiro turno. A LC 90/97 estabelece as hipóteses nas quais forças estrangeiras podem transitar pelo território nacional. 77. B: art. C: art. o de maior votação. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. Compete ao Congresso Nacional autorizar o presidente da República a denunciar tratados. sobre tratados. o presidente ou o vice-presidente. antes do segundo turno da votação. deverá ser convocado. 78 e 80. da CF. houver morte. Se. acordos ou atos internacionais que acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional. ambos da CF. D: art. desistência ou impedimento de candidato à chefia do Poder Executivo federal. (OAB/CESPE – 2008. § 4o. em conjunto ou separadamente. I. permitir que tropas estrangeiras transitem pelo país nos casos previstos em lei complementar. ALTERNATIVA "C" B C D A: arts. B C D A: art. o candidato que obtiver a maioria absoluta de votos. da CF. computados os votos em branco e os nulos. I. decorridos 10 dias da data fixada para a posse presidencial. 84.1) Assinale a opção correta quanto às competências dispostas na Constituição Federal acerca das relações internacionais. A Se. A podem ter seus atos controlados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) quando envolverem ilegalidade ou ofensa a direito individual. Compete ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgar o litígio entre Estado estrangeiro e o Distrito Federal. Será considerado eleito presidente da República. deverá ser realizada eleição direta após 90 dias contados da abertura da última vaga. . 81.WANDER GARCIA 96 (OAB/CESPE – 2008. da CF. salvo motivo de força maior. o segundo mais votado no pleito eleitoral. B: art.3) É correto afirmar que as comissões parlamentares de inquérito criadas no âmbito da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. da CF. Compete ao Congresso Nacional resolver definitivamente. Em caso de vacância dos cargos de presidente e vice-presidente da República ocorrida nos últimos dois anos do mandato presidencial.

ao procuradorgeral da República ou ao advogado-geral da União algumas atribuições que lhe são privativas. 86. da CF. buscas e apreensões em domicílios e a condução coercitiva de indiciados e testemunhas. admite que os deputados e senadores sejam proprietários ou controladores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público. (OAB/CESPE – 2007. só possa ser preso em flagrante delito de crime inafiançável. ALTERNATIVA "A" C D Art. fiscal e de dados. 58. D: art. da CF. 54. mas. nas infrações comuns. C: art. a. § 3o. preventivas ou em flagrante delito. ALTERNATIVA "A" B C D A: art. visto que lhes é permitido adotar medidas cautelares próprias das autoridades judiciais. A discussão e a votação dos projetos de lei de iniciativa dos tribunais superiores devem ter início na Câmara dos Deputados. da CF. 60. B C D A: art. B: art. 84. podem decretar a indisponibilidade de bens dos investigados. B: art. desde que não ocupem cargos de diretores ou nela exerçam função remunerada. A Após a aprovação da proposta de emenda constitucional pelo Congresso Nacional. da CF. § 3o. Leis complementares devem ser aprovadas por maioria absoluta. § 3o. D: neste caso a lei será inconstitucional em razão do vício de iniciativa. A emenda à Constituição não se submete a veto nem a sanção. parágrafo único. 64 da CF. Ela é promulgada pelas Mesas da Câmara e do Senado. C: art.3) Assinale a opção incorreta acerca do processo legislativo previsto na Constituição Federal. II. cabe ao presidente da República sancioná-la ou vetá-la. 56. ALTERNATIVA "A" . (OAB/CESPE – 2007. podendo adotar medidas como a quebra de sigilo bancário. I. a de secretário estadual.3) A disciplina constitucional sobre a organização dos Poderes Executivo e Legislativo A permite que o presidente da República delegue aos ministros de Estado.97 DIREITO CONSTITUCIONAL B possuem competência para a decretação de prisões temporárias. autoriza que o deputado ou senador se licencie do cargo para exercer a função de ministro de Estado. 69 da CF. têm poderes de investigação próprios das autoridades judiciais. da CF. da CF. estabelece que o presidente da República. não. A sanção do projeto de lei não convalida o defeito de iniciativa.

§ 7o. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. ao contrário desta. apresentação de veto pelo presidente da República. 62. O STF não admite. D: princípio da simetria. B C D A: art. B: as medidas provisórias também se submetem ao controle de constitucionalidade. É de trinta dias o prazo máximo para a apreciação. VI.3) Com relação à disciplina constitucional das medidas provisórias. Lei n. promulgação pelo presidente da República. Entretanto. cumpridas as regras básicas do processo legislativo no âmbito da União. B C D Art.3. de medida provisória. 85. Seu processo de formação é idêntico ao da lei ordinária. da CF. que só poderá proferir condenação mediante voto de 2/3 de seus membros.SP) O impeachment do presidente da República A pode ser iniciado por denúncia de qualquer cidadão. 49 da Constituição. aprovação pelo quorum de maioria simples. pelas duas casas do Congresso Nacional. o decreto legislativo não se submete a sanção nem a veto. da CF) destina-se a regular as matérias contidas no art. pode resultar na perda do cargo e a inabilitação permanente para o exercício de função pública. assinale a opção correta. da CF.079/50 (Crimes de Responsabilidade). 62. I.SP) O processo de elaboração de decreto legislativo assemelha-se ao da lei ordinária com relação à A iniciativa. só pode ser processado mediante autorização de 2/3 do Senado Federal. art. CF. em sede de ação direta de inconstitucionalidade. § 1o. Na Constituição Federal não há nenhuma vedação quanto à edição de medidas provisórias pelos estados. b. (OAB/CESPE – 2007. B C D O decreto legislativo (art. 1. A Medida provisória pode versar sobre matéria relativa a direito penal. C: art. 14. 59. ALTERNATIVA "B" . é processado perante o Supremo Tribunal Federal. podendo esta ser exercida pelo presidente da República. o controle de constitucionalidade de medidas provisórias.3.WANDER GARCIA 98 (OAB/CESPE – 2007. As constituições estaduais podem prever a edição de medidas provisórias.

A Constitui crime de responsabilidade a ausência. A A CF veda terminantemente que a matéria constante de projeto de lei rejeitado possa ser objeto de novo projeto na mesma sessão legislativa. Os ministros de Estado são escolhidos entre brasileiros natos maiores de vinte e um anos e no exercício dos direitos políticos. 61. D: art. ou arquivado. 87 da CF. II.99 DIREITO CONSTITUCIONAL (OAB/CESPE – 2007. A O ministro do planejamento é membro nato do Conselho de Defesa Nacional. se o veto for por estes rejeitado. B: art. da CF. d. B . nos dois primeiros anos do mandato. para prestar informações sobre assunto determinado. Na hipótese de vacância dos cargos de presidente e vice-presidente da República. § 1o. Compete privativamente ao presidente da República acreditar representantes diplomáticos estrangeiros. 91. 66. São de iniciativa privativa do presidente da República as leis que disponham sobre a organização do Ministério Público da União. quando houver convocação por parte da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. bem como as normas gerais para a organização do Ministério Público dos Estados. ou de qualquer de suas comissões. que completará o mandato do antecessor. 84. VII. o Congresso Nacional deverá proceder à eleição indireta. O veto presidencial a projeto de lei deverá ser apreciado inicialmente na Câmara dos Deputados. da CF. de ministro de Estado ou qualquer titular de órgão diretamente subordinado à presidência da República. 66. assinale a opção correta. § 4o. assinale a opção correta.PR) Com relação ao processo legislativo. 83 da CF. sem licença do Congresso Nacional. (OAB/CESPE – 2007. B: art. O presidente e o vice-presidente da República não poderão. sendo o projeto remetido ao Senado Federal na hipótese de o veto ser mantido pelos deputados.3. da CF. para escolher o sucessor. C: art. ALTERNATIVA "A" B C D A: art. com a autorização prévia do Senado Federal. sem justificação adequada.2) Acerca da organização dos Poderes Legislativo e Executivo. C: art. da CF. ausentar-se do país. D: art. § 1o.3. VII. no prazo de 30 dias a contar da vacância do último cargo. da CF.PR) Assinale a opção correta acerca da disciplina constitucional do Poder Executivo. O presidente da República somente poderá vetar integralmente um projeto de lei se considerá-lo inconstitucional. 67 da CF. (OAB/CESPE – 2007. ALTERNATIVA "B" B C D A: art.

presente a maioria absoluta de seus membros. no mínimo. conforme a Constituição.1) Quanto ao processo legislativo.320/64. II. art.079/50 (Crimes de Responsabilidade). limitada ao âmbito federal. 55. serviço da dívida e transferências tributárias constitucionais para estados. mediante provocação da respectiva mesa ou de partido político representado no Congresso Nacional. ambos da CF. suprimindo-a do texto. caput. além da compatibilidade com o plano plurianual e a lei de diretrizes orçamentárias. A iniciativa popular aos projetos de lei está. 33 da Lei 4. ALTERNATIVA "A" § 3o. assinale a opção correta. da CF. 53. para que um projeto de lei ordinária seja aprovado. C: art. Considerando o presidente da República que a utilização. a origem dos recursos necessários nas hipóteses de aumento das dotações para pessoal e seus encargos. B . da CF. (OAB/CESPE – 2007. ao projeto de lei do orçamento anual devem indicar. é necessário que haja a maioria simples. 61. B C D A: art. XIII. Dessa forma. pelo legislador. A No Senado Federal. 1. O deputado federal ou senador terá os seus direitos políticos perdidos ou suspensos somente quando decidido pela respectiva casa por voto secreto e maioria absoluta. 80 da CF.2) Acerca do processo legislativo. D A: art. de iniciativa parlamentar. ALTERNATIVA "A" § 2o. da CF. As emendas. e art. como o Senado Federal tem 81 senadores. D: art. § 1o. 41 votos para que seja aprovado. referido projeto demandará. (OAB/CESPE – 2007. Um projeto de lei que disponha sobre parcelamento tributário de dívidas do imposto sobre propriedade veicular (IPVA) não pode ser apresentado por parlamentar. d. B: art. municípios e DF. bem como normas gerais para a organização do Ministério Público dos estados. da CF. 50. e sancionar o restante. § 2o. A Compete ao presidente da República a iniciativa a projeto de lei que disponha sobre a organização do Ministério Público da União. assegurada ampla defesa. de uma expressão que torna o dispositivo legal inconstitucional. da CF. B: art. 66. § 4o. do DF e dos territórios. por ser matéria de competência privativa do chefe do Poder Executivo. assinale a opção correta. 27.WANDER GARCIA 100 C O senador ou deputado federal que tenha cometido crime antes da diplomação somente terá o seu processo penal por crime comum suspenso pela respectiva casa por iniciativa de partido político nela representado e pelo voto da maioria de seus membros. 29. poderá vetar apenas a expressão inconstitucional. C: art. 13 da Lei n. D: art.

47 da CF (a maioria simples exigida é dos presentes). da CF. da CF. durante o período de seu mandato eletivo. I. poderá rejeitá-lo pelo voto da maioria absoluta dos deputados e senadores. A Se o presidente da República vetar um artigo de projeto de lei regularmente aprovado pelo Congresso Nacional. B: não existe na lei. C: art. 19. B: art. § 2o. da CF. § 1o. ALTERNATIVA "C" B C D A: art. II. da CF. . 54. da CF. a exigência de projeto de lei ALTERNATIVA "D" privativamente ao chefe do poder executivo. tem mandato com duração correspondente a oito legislaturas. propor ação direta de inconstitucionalidade perante o Supremo Tribunal Federal (STF). ALTERNATIVA "A" B C D A: art. por meio de decreto legislativo. 103. A matéria veiculada em MP rejeitada pelo Congresso Nacional não poderá ser reapresentada na mesma sessão legislativa. durante o curso do seu mandato. que. por crime comum ocorrido após sua diplomação. D: art. da CF. não pode assumir. C: art. B: art. 62. Seria inválida uma medida provisória que concedesse aumento de salário aos agentes de polícia federal. 53. da CF. neste caso. Não satisfeito com a referida alteração. § 1o. pois a Constituição da República veda a utilização desse tipo de norma jurídica para a finalidade de aumentar a remuneração de servidores. D: art.ES) Assinale a opção correta a respeito de direito constitucional. agora em fase de sanção ou veto. 62. as relações jurídicas decorrentes da edição da MP rejeitada. da CF. (OAB/CESPE – 2004. da CF. D A: art. pois a definição dos cultos permitidos somente pode ser feita mediante lei federal. alterando o projeto inicial encaminhado pelo presidente da República. cargo de presidente de empresa pública federal. II. 46. § 1o. em sessão conjunta. § 1o. (OAB/CESPE – 2004. IV. D: art. 62. Uma medida provisória que reduzisse alíquotas do imposto de renda seria incompatível com os mandamentos constitucionais. C: art. poderá o presidente da República editar nova medida provisória (MP) sobre a matéria rejeitada. tal veto poderá ser apreciado pelo Congresso Nacional. b.ES) Um senador da República eleito pelo estado do Espírito Santo A é parte legítima para. cabendo a esse órgão disciplinar. 62. § 4o.101 DIREITO CONSTITUCIONAL C Considere que o Congresso Nacional já tenha aprovado determinado projeto de lei. isoladamente. 66. não pode ser processado. Seria inconstitucional decreto do presidente da República que estabelecesse rol exaustivo de cultos religiosos cujo exercício seria livre no território nacional. da CF. §§ 10 e 11.

D: art. da CF. impedimentos.WANDER GARCIA 102 (OAB/CESPE – 2004. B C D A: art. B C . caput. Seria constitucional dispositivo de lei estadual que fixasse o salário mínimo a ser pago por empresas com sede no estado em um valor correspondente a 150% do salário mínimo fixado por lei federal. C: art. da CF.SP) A súmula do STF com efeito vinculante A pode ser aprovada mediante decisão da maioria absoluta dos seus membros. da CF. A Incorreria em inconstitucionalidade uma lei editada pela Assembléia Legislativa estadual determinando a proibição do uso de capacetes por motociclistas nas vias urbanas do estado. financeira e orçamentária previstas na CF. Lei n. 22. não é de observância obrigatória para a administração pública estadual e municipal. III. 71. 7) JUDICIÁRIO E FUNÇÕES ESSENCIAIS À JUSTIÇA. B C D A: art. (OAB/CESPE – 2008. bem como dos direitos e haveres da União.1. 73. § 1o. X. D: art. XI. da CF. Seria constitucional dispositivo de lei complementar estadual do Espírito Santo que atribuísse aos deputados estaduais iniciativa para propor lei alterando o salário dos servidores públicos estaduais. assinale a opção correta. 121 da CF. Os ministros do TCU têm as mesmas garantias. 7o. 37. da CF. B: art. em razão da reiterada ocorrência de assassinatos em que os homicidas não foram identificados por serem motociclistas que usavam capacetes. 73. da CF. avais e garantias. Uma das finalidades do controle interno é exercer o controle de operações de crédito. No âmbito da União. IV. assinale a opção correta. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2008. 74. da CF. Seria compatível com a Constituição da República a instituição de carreira específica de juiz eleitoral estadual mediante lei complementar do estado do Espírito Santo.2) Com relação às fiscalizações contábil. § 3o. prerrogativas. não pode ser revista ou cancelada de ofício pelo próprio STF. vencimentos e vantagens dos ministros do STF. B: art. A Os ministros do TCU serão nomeados entre brasileiros natos.503/97 (Código de Trânsito Brasileiro). C: art.ES) Acerca da competência legislativa do estado do Espírito Santo. 9. o controle externo é exercido exclusivamente pelo TCU.

julgar o litígio entre Estado estrangeiro ou organismo internacional e a União. I. a extradição solicitada por Estado estrangeiro. II e IV. da CF.103 DIREITO CONSTITUCIONAL D pode ter seu cancelamento provocado por aqueles legitimados à propositura da ação direta de inconstitucionalidade.1. I e III. IV .julgar. exerce função jurisdicional em todo o território nacional. originariamente. ALTERNATIVA "D" Art. ALTERNATIVA "A" B C D Art. em recurso ordinário. 11. ainda não teve a constitucionalidade da sua instituição apreciada pelo STF. 105. o crime político. III .3) Ao STF compete. 3o. a ação declaratória de constitucionalidade de lei ou ato normativo estadual.julgar os conflitos de competência entre tribunais de justiça estaduais. o DF ou o território. Estão certos apenas os itens A I e II. da CF. A o mandado de segurança contra ato de ministro de Estado. (OAB/CESPE – 2007. a argüição de descumprimento de preceito fundamental decorrente da Constituição. da CF. 102.1. § 2o. I. dos ministros de Estado e do procurador-geral da República. B C . tem seus atos sujeitos a controle apenas no STF.SP) Compete ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgar. (OAB/CESPE – 2008. I . b. o estado.417/06. art. originariamente.SP) O Conselho Nacional de Justiça A não integra o Poder Judiciário. ALTERNATIVA "B" B C D Art. (OAB/CESPE – 2008. 103-A. Lei n. II . r.julgar. o mandado de segurança contra atos do presidente da República.

SP) Na atual organização constitucional do Poder Judiciário. da CF.3. IV: art. assinale a opção correta. outra função pública ou atividade político-partidária. da CF. da CF. por provocação do procurador-geral da República. 109. estão impedidos de exercer a advocacia. 95. 93. da CF. Os membros do Ministério Público. que. apesar de prestar consultoria e assessoramento jurídico ao Poder Executivo. 102. D sucessão de bens de estrangeiros situados no país. A ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "C" Art. anulará o ato administrativo ou cassará a decisão judicial impugnada. (OAB/CESPE – 2007. e. e determinará que outra seja proferida com ou sem a aplicação da súmula. I. da CF. A A advocacia pública. na ordem constitucional brasileira. d.WANDER GARCIA 104 D III e IV. § 5o. (OAB/CESPE – 2007. C: art. garantia que se aplica. é um órgão independente. I. B grave violação de direitos humanos assegurados em tratado internacional.2) Acerca da organização do Poder Judiciário. . conforme o caso. III: art. 128. § 5o. da CF. A Do ato administrativo ou decisão judicial que contrariar a súmula vinculante aplicável ou que indevidamente a aplicar. e seus membros são possuidores das mesmas garantias do Ministério Público. a todos os juízes e aos ministros do STF e demais tribunais superiores. caberá argüição de descumprimento a preceito fundamental ao STF. na sua totalidade.3. C discriminação entre brasileiros natos e naturalizados. I. julgando-a procedente. é admitido o deslocamento para o foro da justiça federal. o. II. D: art. O magistrado somente perderá o cargo mediante sentença judicial transitada em julgado. I. 102. assinale a opção correta. II. Tal como as decisões judiciais. as decisões administrativas dos tribunais do Poder Judiciário devem ser motivadas e realizadas em sessão pública. X. B: art. da CF. 131 da CF. ALTERNATIVA "D" I: art.PR) Sobre o Poder Judiciário e as funções essenciais à Justiça. II: art. 102. das causas que versarem sobre extradição de brasileiros naturalizados. indistintamente. B C D A: art. da CF. b. (OAB/CESPE – 2007. 102.

o Plenário do Supremo Tribunal Federal firmou jurisprudência no sentido de que a relação de emprego entre o Poder Público e seus servidores é sempre de caráter jurídico-administrativo e. da CF. 105. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. § 2o. I. assinale a opção correta.1) Com relação ao Poder Judiciário. inclusive no que se refere à execução da dívida ativa. 102. C Os advogados da União representam a União. 109. de acordo com o entendimento do STF. r. 93. 102. C: art. B: art. VI. da CF. da CF. sem prejuízo do controle exercido pelo Tribunal de Contas. da CF. a competência para dirimir conflitos entre as duas partes será sempre da Justiça Comum. D Os conflitos entre servidores públicos temporários regidos pelo direito administrativo e a administração pública direta da União passaram a ser de competência da justiça trabalhista. portanto. § 3o. D Aos juízes é vedado exercer a advocacia no juízo ou tribunal do qual se afastou. parágrafo único. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007. C: art. por força do advento da Emenda Constitucional no 45/2005. da CF. da CF. e não da Justiça do Trabalho. C: art. D Às defensorias públicas é assegurada autonomia funcional e administrativa. assinale a opção correta. 131.1) Acerca das funções essenciais à justiça. C Os crimes cometidos contra o sistema financeiro. B: art. antes de decorridos três anos do afastamento do cargo por aposentadoria ou exoneração. salvo para os tribunais. B Compete ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgar o litígio entre Estado estrangeiro ou organismo internacional e os estados ou o DF. 134. e. 103-A. judicial e extrajudicialmente. B A: art. D: de fato. Compete ao STF processar e julgar originariamente os mandados de segurança e habeas corpus impetrados contra o Conselho Nacional do Ministério Público. i. V. I. B Compete ao Conselho Nacional do Ministério Público o controle da atuação administrativa e financeira do Ministério Público. D: art. 95. A A: art. 130-A. D: art. § 2o II. da CF. da CF. XI. contra a ordem econômica-financeira e contra os consumidores são de competência da justiça federal. da CF. § 3o. 73 da CF. da CF.105 DIREITO CONSTITUCIONAL Compete ao STF a homologação de sentenças estrangeiras e a concessão de exequatur às cartas rogatórias. A A: art. C A atividade jurisdicional será ininterrupta. B: art. . Integra o Ministério Público da União o Ministério Público do Tribunal de Contas da União (TCU). sendo vedadas férias coletivas. I.

102. Compete ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) processar e julgar. ALTERNATIVA "D" B C D A: art. da CF. nos recursos extraordinário e especial. no foro do domicílio do segurado ou beneficiário. sempre que a comarca não seja sede de vara do juízo federal. D: art. o. os litígios entre Estado estrangeiro ou organismo internacional e a União.ES) Assinale a opção correta acerca do Poder Judiciário. C: Súmula n. A Aos juízes estaduais compete processar e julgar as causas entre Estado estrangeiro ou organismo internacional e município ou pessoa domiciliada ou residente no país. 105. os conflitos de competência entre os juízes estaduais e os juízes do trabalho. B C D A: art. reconhecer a existência ou a inexistência de determinado fato. III. III. o estado. 102. I. assinale a opção correta. originariamente. serão processadas e julgadas as causas em que forem parte instituição de previdência social pública e segurado. Compete ao Supremo Tribunal Federal (STF) processar e julgar. B: art. assinale a opção correta. originariamente. Na justiça estadual. (OAB/CESPE – 2006. interpretando norma infraconstitucional. da CF. § 3o. .WANDER GARCIA 106 (OAB/CESPE – 2006. Compete ao STF e ao STJ.3) A propósito dos recursos especial e extraordinário. da CF. e. A Caso cometa crime de homicídio doloso durante o exercício do mandato. 109. o Distrito Federal (DF) ou o território. o governador de um estado federado deverá ser processado e julgado pelo tribunal de justiça do respectivo estado. deixando de examinar a legislação federal. B: art. da CF. D: não cabe em sede de recurso especial e extraordinário análise de fatos não analisados na instância ordinária. viola dispositivo da Constituição Federal. C: art. II. I. Admite-se recurso extraordinário contra decisão que. 211 do STJ. A É cabível recurso especial para o STJ contra decisão que julgar válida lei local contestada em face de lei federal. É inadmissível recurso especial se o tribunal a quo analisou a questão restritamente à legislação local. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2004. da CF. 102. respectivamente. b. 109. quando o tribunal a quo tiver firmado o contrário. competindo o julgamento do recurso ao tribunal regional federal da área de jurisdição do juiz de primeiro grau. da CF.3) Acerca da competência dos juízes e tribunais.

dos estados. C: art. Nenhum de seus membros pode ser indicado pelo Conselho Federal da OAB. (OAB/CESPE – 2008. 103-B. B: art. I. § 2o. 96. 103-B da CF. 103-B. D: art. I. III. I. admitida uma recondução. da CD. do DF e dos municípios. da CF. do Exército e da Aeronáutica. 114. da CF. 93. A O mandato de seus membros dura quatro anos. B: art. 103-B. d. D: art. ALTERNATIVA "C" B C D A: art. XII. 102. Cabem ao STF o processo e o julgamento dos mandados de segurança e dos habeas data contra ato de ministro de Estado. 125. C: art. 105. cujos representantes podem. Os TRTs não se submetem à regra do quinto constitucional. Seus membros são nomeados pelo presidente da República. B: art. e o cargo inicial será o de juiz substituto. dos comandantes da Marinha. da CF. 71 da CF. § 4o.2) Assinale a opção correta acerca do CNJ. O Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCEES) é o órgão do Poder Judiciário estadual competente para processar e julgar os secretários de governo por crimes de improbidade administrativa. falar e ser ouvidos em quaisquer sessões do CNJ. diferentemente dos tribunais regionais federais e dos tribunais dos estados e do DF. D: art. ALTERNATIVA "B" C D A: art. ALTERNATIVA "D" B C D A: art. da CF. A criação de um tribunal de alçada no Espírito Santo pode ser realizada mediante lei complementar de iniciativa do TJES. (OAB/CESPE – 2008. da CF.2) Com relação às regras pertinentes ao Poder Judiciário constantes da CF. inclusive contra seus serviços auxiliares. I. C: art. . § 2o. c. abrangidos os entes de direito público externo e da administração pública direta e indireta da União. da CF. II. a. da CF. 94 da CF. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Compete à justiça do trabalho processar e julgar as ações oriundas da relação de trabalho. São suas funções receber e conhecer reclamações contra membro ou órgão do Poder Judiciário.107 DIREITO CONSTITUCIONAL B Se o governador do estado do Espírito Santo editasse regulamento incompatível com a Constituição desse estado. A O ingresso na carreira da magistratura deve ser feito por concurso público de provas ou de provas e títulos. assinale a opção correta. porém. da CF. o procurador-geral de justiça poderia impugnar esse ato perante o Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) mediante ação de inconstitucionalidade.

Não são permitidas emendas parlamentares aos projetos de lei de iniciativa exclusiva do presidente da República. da CF. 103-B.2. 105. 66. da CF. do STF. distribuídos. será então enviado ao Senado Federal. . § 4o. pelo menos. à Câmara dos Deputados. § 2o. C: art. ALTERNATIVA "D" B C D Art. da CF. da CF. ALTERNATIVA "C" B C D Art. de ofício. este será submetido a votação inicialmente na Câmara dos Deputados.WANDER GARCIA 108 (OAB/CESPE – 2008. A iniciativa popular de lei poderá ser exercida pela apresentação. e.SP) O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) A somente poderá apreciar a legalidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Poder Judiciário mediante provocação devidamente fundamentada. I. poderá desconstituir os atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Poder Judiciário. § 2o. II.SP) A homologação de sentenças estrangeiras é de competência A da justiça federal do local onde tem domicílio o interessado. a legalidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Poder Judiciário. § 4o. de ofício ou mediante provocação. i. no mínimo. (OAB/CESPE – 2008. poderá apreciar. 127. § 3o.2. A Havendo veto do presidente da República a um projeto de lei. do TRF da região onde tem domicílio o interessado. mas não poderá desconstituí-los. do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Pertence ao MP a iniciativa para propor ao Poder Legislativo a criação e extinção de seus cargos e serviços auxiliares. 61. da CF. poderá apreciar. (OAB/CESPE – 2008.2) Assinale a opção correta com relação ao processo legislativo no texto constitucional. por três estados. em caso de ilegalidade. se o veto for mantido. B: art. da CF. 64. D: art. ALTERNATIVA "C" B C D A: art. 2% da população nacional. de projeto de lei subscrito por. a conveniência e oportunidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Poder Judiciário.

103-A.2. se o ato provier de juiz de direito. não poderá ser cancelada ou revista. o STF. 8) DEFESA DO ESTADO.SP) Contra decisão judicial que tenha contrariado súmula vinculante aplicável a caso concreto cabe A mandado de segurança ao STJ. 105. é de observância obrigatória pelos demais órgãos do Poder Judiciário caso seja aprovada pela maioria simples dos membros do tribunal. ALTERNATIVA "A" B C D Art.SP) Será competente para julgar originariamente habeas corpus em que figure como paciente desembargador de tribunal de justiça estadual A o TRF da respectiva região. da CF. o STJ.109 DIREITO CONSTITUCIONAL (OAB/CESPE – 2008. assinale a opção incorreta. I. (OAB/CESPE – 2007.2. ALTERNATIVA "B" B C D Art.PR) Sobre a disciplina constitucional da ordem econômica e financeira. 103-A. o próprio tribunal de justiça estadual ao qual esteja vinculado o desembargador. (OAB/CESPE – 2008. . ALTERNATIVA "D" B C D Art. TRIBUTAÇÃO E ORÇAMENTO E ORDEM ECONÔMICA E FINANCEIRA E ORDEM SOCIAL. reclamação ao STF. reclamação ao CNJ. somente poderá ser revista ou cancelada mediante provocação devidamente motivada.2. c. da CF. A Os imóveis públicos não serão adquiridos por usucapião. da CF. reclamação ao tribunal de justiça. caput.SP) De acordo com dispositivo constitucional.3. a súmula do STF com efeito vinculante A será aprovada após reiteradas decisões sobre matéria constitucional. § 3o. (OAB/CESPE – 2008.

A As pessoas jurídicas. A União. assim como de monopólio privado. o Distrito Federal e os municípios podem exercer o tabelamento de preços quando a iniciativa privada se revela sem condições de mantê-los nas regulares condições de mercado. § 4o. n.3. 192 da CF. D: art. a realização de estudo prévio de impacto ambiental. 174 da CF. para o desempenho exclusivo de certas atividades do domínio econômico. fauna. A O texto constitucional. o Estado só intervém no domínio econômico de forma indireta. Antes da E. cabendo-lhes o usufruto exclusivo das riquezas do solo. haja vista exigências de interesse público. pesca. na ordem constitucional brasileira. (OAB/CESPE – 2007. assinale a opção correta. A CF veda expressamente a exploração direta de atividades econômicas pelo poder público. o § 3o deste dispositivo – eliminado .limitava os juros a 12% ao ano. 173. É competência privativa da União legislar sobre florestas. II e III. C: art. os estados. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007. estão sujeitas a sanções penais e administrativas se praticarem atividades e condutas consideradas lesivas ao meio ambiente.3. § 1o.PR) A respeito da atuação do Estado no domínio econômico. B C D A: a lei somente admite o monopólio estatal em algumas situações peculiares (art. admite a existência de monopólio estatal. da CF. por meio das entidades paraestatais. A refinação do petróleo nacional ou estrangeiro constitui monopólio da União. 177 da CF). da CF. 173. caput. defesa do solo e dos recursos naturais. tanto quanto as pessoas físicas. B: art. de 29/05/2003. e art. As terras tradicionalmente ocupadas pelos índios destinam-se a sua posse permanente. 40. 173. sujeitam-se ao regime jurídico próprio das empresas privadas. dos rios e dos lagos nelas exis- B C D . A defesa do meio ambiente impõe a necessidade de se exigir. proteção do meio ambiente e controle da poluição. que alterou a redação do art.C. assim. As empresas públicas que explorem atividade econômica possuem personalidade de direito privado e.WANDER GARCIA 110 B C D As taxas de juros reais não podem exceder o limite de 12% ao ano. A defesa do meio ambiente é um dos princípios da ordem econômica.PR) Assinale a opção correta a respeito do meio ambiente e dos índios. para instalação de qualquer obra ou atividade que possa causar algum nível de degradação ambiental. ainda que sofram o influxo de algumas regras de direito público.

C: art. no ensino fundamental. 225. § 2o. no que toca à regulação constitucional do direito à educação.111 DIREITO CONSTITUCIONAL tentes. D: art. extradição de estrangeiro condenado em seu país de origem pela prática de terrorismo. da CF. mas elas são consideradas bens dos estados-membros em que as comunidades indígenas estão radicadas. § 3o. A Compete privativamente à União desapropriar o imóvel rural para fins de reforma agrária. B: art. IV. que define as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. § 1o. interpretação extensiva de princípios constitucionais. por caracterizarem limitações ao poder do Estado. Lei n. na medida em que a Constituição da República somente prevê gratuidade obrigatória para os níveis de ensino fundamental e médio. 225. dado que os direitos fundamentais devem ser interpretados estritamente.1) Assinale a opção correta.1) Acerca de política urbana. 206. A instituição da cobrança de mensalidades em universidades públicas pode ser feita mediante lei ordinária. da CF. da CF. somente podem instituir universidades estaduais os estados-membros da federação em que o ensino médio for garantido a todas as pessoas em idade escolar. ALTERNATIVA "C" B C D Art. (OAB/CESPE – 2007. § 1o. IV.2) É incompatível com o ordenamento constitucional brasileiro o (a) A promulgação de leis interpretativas que configurem interpretação autêntica. D: art. ALTERNATIVA "A" B C D A: art. da CF. § 3o. (OAB/CESPE – 2006. A Seria inconstitucional lei municipal que determinasse a obrigatoriedade de freqüência em aulas de ensino religioso. agrícola e de reforma agrária. 194 da CF. 211. usucapião de terras tradicionalmente ocupadas por comunidades indígenas. em 1988. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2006. A: art. da CF. 231. 22 da CF. quando o ato criminoso tenha sido inspirado por motivos políticos. assinale a opção correta. 9. § 4o. mesmo que essa lei garantisse a diversidade religiosa e o estímulo à tolerância com a diferença. da CF. mas essa competência somente poderá incidir sobre imóveis que não estejam . da CF. Desde a promulgação da Constituição da República. B: art. A educação pública integra a seguridade social. 210.605/98. C: art. que é custeada mediante impostos estabelecidos especificamente para essa finalidade. 231.

A A CF proíbe a formação de monopólios. IV. aqueles em que a atividade não favoreça o bem-estar dos trabalhadores. independentemente de suas condições econômicas. da CF. assinale a opção correta à luz da ordem social e do entendimento do STF.1) Josias foi aposentado por invalidez. 184. já que os custos com medicação e as despesas de seu filho de 10 anos de idade ultrapassam o valor de seus proventos de aposentadoria. 9. Considerando a situação hipotética acima. (OAB/CESPE – 2008. pelo fato de ele ser pai de uma criança. Dessa forma. por exemplo. efetuando-se o pagamento com títulos da dívida pública. As ações de assistência social devem ser prestadas a Josias. C: art. da CF. par. C D A: arts. B: Lei n.WANDER GARCIA 112 cumprindo a sua função social. as quais exigem caráter contributivo. único. 198. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. 184. caput. A competência para fornecer a medicação gratuita em favor de Josias é solidária entre o município em que Josias tem domicílio e o respectivo estado-membro. 191. caberá à União privativamente aumentar o valor do referido benefício ou custear as despesas do tratamento de Josias. inclusive os estatais. B . como. por ter contraído o vírus da AIDS. 203 da CF. caput. C: art. 194 da CF. B O beneficiário da distribuição de imóvel rural objeto da reforma agrária pode alienar o seu domínio imediatamente. à previdência e à assistência social. A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos poderes públicos e da sociedade destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde. mas essa restrição não se aplica aos imóveis públicos rurais. da CF. § 2o. D: art. O imóvel urbano que não esteja cumprindo a sua função social poderá ser imediatamente desapropriado. Os imóveis públicos urbanos não são suscetíveis de usucapião. 189 da CF. ALTERNATIVA "B" B C D A: art. sendo esse um dos grandes entraves à concretização da reforma agrária. A A competência para legislar sobre previdência social e sobre saúde é privativa da União.2) Assinale a opção correta a respeito da atuação do Estado no domínio econômico. da CF. e não tem condições econômicas de custear o seu tratamento.313/96. O Estado promove a exploração direta de atividade econômica por meio de empresas públicas e sociedades de economia mista. e 186. D: art. B: art.

O Estado pode estabelecer o controle de abastecimento e o tabelamento de preços. VIII. Ao militar que esteja em serviço ativo é proibida a filiação a partido político. 143. B C D A: art. da CF. 173 da CF. da CF. 142. § 3o. 174. B: art. É garantida ao militar a remuneração do trabalho noturno superior à do diurno. § 3o. § 3o. da CF. C: art. C: art. da CF.113 DIREITO CONSTITUCIONAL C D As atividades monopolizadas pela União são impassíveis de delegação. 142. da CF. CF. assinale a opção incorreta. § 2o. ALTERNATIVA "D" . 177. 142. (OAB/CESPE – 2008.2) Com relação ao que dispõe a CF acerca da disciplina das forças armadas. B: art. A A sindicalização é proibida ao militar. D: art. 177 da CF. V. § 1o. D: art. IV. ALTERNATIVA "D" A: art. Os eclesiásticos são isentos do serviço militar obrigatório em tempo de paz.

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com prevalência do espanhol em caso de dúvida sobre a aplicação ou interpretação dos tratados constitutivos. ao passo que a Constituição brasileira proíbe tal aplicação. 5o da Constituição Federal prevê a submissão do Brasil à jurisdição de tribunais penais internacionais e tribunais de direitos humanos.gov. C O Tribunal Penal Internacional prevê a possibilidade de aplicação da pena de morte. B: Arts. tratados e convenções internacionais. não obstante os esforços brasileiros para a criação de um instrumento sobre tal matéria. C: art. entre no seguinte site: www2. entre Estados. D O § 4o do art.DIREITO INTERNACIONAL (OAB/CESPE – 2008. assinale a opção correta. operando a primeira entre um Estado e o mencionado tribunal e a segunda. que criou o Tribunal Penal Internacional.1) Acerca de tribunais internacionais e de sua repercussão. B O Estatuto de Roma. 89 a 91 do Estatuto de Roma. 120 e 127 do Estatuto de Roma.mre. assinale a opção correta. estabelece uma diferença entre entrega e extradição. 77 do Estatuto de Roma. B O MERCOSUL ainda não possui um tratado sobre defesa da concorrência. ALTERNATIVA "B" Obs: para encontrar textos de acordos. A . D: desde que “a cuja criação tenha manifestado adesão”. A A: arts. Os idiomas oficiais do MERCOSUL são o espanhol e o português.br/dai/quadros.htm (Ministério das Relações Exteriores) (OAB/CESPE – 2008.1) No que diz respeito ao MERCOSUL. O Estatuto de Roma não permite reservas nem a retirada dos Estados-membros do tratado.

ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007. A A zona contígua brasileira compreende uma faixa que se estende de 12 a 24 milhas marítimas. C: art.3) A respeito do direito internacional do mar e sua recepção no direito brasileiro. Decisões de tribunais constitucionais dos estados. o Brasil tem o direito exclusivo de regular a investigação científica marinha. 3o da Lei 8. . 34 do Protocolo de Ouro Preto.617/93. (OAB/CESPE – 2007. 1o da Lei 8. 4o da Lei 8.br. contadas a partir das linhas de base que servem para medir a largura do mar territorial. Em sua zona econômica exclusiva. do STF) não são fonte do direito internacional público. um tratado pode proibir expressamente a formulação de reservas. B C D De fato. C: art. 36 do Protocolo de Ouro Preto.617/93.3) Em razão de sua natureza descentralizada. O mar territorial brasileiro compreende uma faixa de duzentas milhas marítimas de largura. É reconhecido aos navios de todas as nacionalidades o direito de passagem inocente no mar territorial brasileiro. B C D A: art. assinale a opção incorreta. Que fonte. B: art. B: existe o Protocolo de Defesa da Concorrência do Mercosul. não pode ser considerada fonte de direito internacional? A Tratado. D: art. A De acordo com a Convenção de Viena sobre direito dos tratados. 17 do Tratado de Assunção.617/93.617/93.mercosul. o direito internacional público desenvolveu-se no sentido de admitir fontes de direito diferentes daquelas admitidas no direito interno.3. 8o da Lei 8. Costume. as decisões dos tribunais constitucionais dos estados (no Brasil. É vedado ao MERCOSUL celebrar acordos de sede. medidas a partir da linha de base. entre as listadas a seguir. A: art.gov. Princípios gerais de direito. ALTERNATIVA "C" Obs: os tratados e protocolos do Mercosul podem ser encontrados no site www. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007.WANDER GARCIA 116 C D O MERCOSUL possui personalidade jurídica de direito internacional. D: art.PR) Assinale a opção correta quanto ao direito dos tratados.

§ 4o. mas regra suplementar de interpretação (art. (OAB/CESPE – 2007. . A aplicação provisória de tratados. podem ser escritos ou orais. Os tratados. A A Convenção de Viena de 1969 destina-se a regular toda a legislação relacionada com as organizações internacionais. B: esse recurso não é uma das regras gerais de interpretação (art. (OAB/CESPE – 2007. Tratado é todo acordo internacional concluído apenas entre Estados e regulado pelo direito internacional. B C D A Anistia Internacional é um movimento mundial independente. acordos e convenções no âmbito do direito internacional. C D A: art. C: ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "C" art.117 DIREITO INTERNACIONAL B O recurso aos trabalhos preparatórios inclui-se na Regra Geral de Interpretação disposta na Convenção de Viena sobre direito dos tratados. 2o. Essa organização não pertence à ONU.2) Com relação a tratados. não está prevista na Convenção de Viena sobre direito dos tratados. da Convenção. 5o. 25 da Convenção. 19.PR) Não compõe a estrutura da Organização das Nações Unidas (ONU) o(a) A Comissão de Direito Internacional. O Brasil submete-se à jurisdição de tribunal penal internacional a cuja criação tenha manifestado adesão. Anistia Internacional. da CF. Assembléia-Geral. a. I. 32 da Convenção). D: art. cujo papel é tomar medidas para prevenir que governos violem os Direitos Humanos. embora alguns Estados a pratiquem.3. assinale a opção correta. da Convenção de Viena sobre o Direito dos Tratados. ALTERNATIVA "B" B C D Art. Conselho de Direitos Humanos. a. 31 da Convenção). A extinção de um tratado por ab-rogação ocorre sempre que a intenção terminativa emana de uma das partes por ele obrigadas. segundo a Convenção de Viena sobre direito dos tratados.

deve constituir advogado. assinale a opção correta. inclusive sobre os navios de guerra que nelas se encontrem. deve comprovar. assim como os baixios a descoberto. 12. (OAB/CESPE – 2004. B C . Considere que. a. Nacionalidade é o vínculo entre o indivíduo e a nação. assinale a opção correta. a criança terá nacionalidade brasileira. ALTERNATIVA "D" B C D Art. A extradição é um ato estatal que obriga o estrangeiro a sair do território nacional. deve demonstrar a sua condição de vítima ou comprovar a autorização expressa da vítima ou dos familiares desta.WANDER GARCIA 118 (OAB/CESPE – 2007. durante uma viagem de navio. a parte peticionária A pode ser qualquer pessoa ou grupo de pessoas ou entidade não-governamental legalmente reconhecida em um ou mais Estados-membros da Organização dos Estados Americanos. em qualquer caso. (OAB/CESPE – 2004. Considerando esses pressupostos. devem-se cumprir pressupostos processuais e de admissibilidade.2) Acerca do direito internacional atinente a nacionalidade e a extradição. da CF. A A perda da nacionalidade brasileira somente poderá ocorrer caso haja aquisição de outra nacionalidade por naturalização voluntária. todos os recursos de jurisdição interna. I. que interpôs e esgotou. ao qual não poderá mais retornar. Nessa situação. 44 da Convenção Americana de Direitos Humanos (Pacto de San José da Costa Rica). O Estado brasileiro reconhece o direito de passagem inocente de navios. em seu mar territorial. A O Estado brasileiro exerce soberania ilimitada sobre as águas interiores. mercantes ou de guerra. têm mar territorial próprio.ES) Considerando a figura acima. previamente. um casal de argentinos. que deixara seu país rumo a um passeio pelo Caribe tenha uma criança no momento em que o navio transite no mar territorial brasileiro. de todas as nacionalidades. que ilustra limites do mar territorial de parte da costa brasileira.ES) Para a apresentação à Comissão Interamericana de Direitos Humanos de petição individual contendo denúncias ou queixas de violação da Convenção Americana sobre Direitos Humanos por um Estado-parte. ALTERNATIVA "A" B C D Art. As ilhas artificiais e as plataformas.

também de nacionalidade uruguaia. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2004. O STJ é competente (art.617/93. o trânsito em julgado e o preenchimento das formalidades necessárias à execução no local em que a sentença homologanda foi prolatada. 1o da Lei 8. § 4o. por meio da qual se declarou a dissolução da sociedade conjugal. A homologação não pode estabelecer comando que não existe na sentença estrangeira. 1o da Lei 8. omitidos na sentença estrangeira homologanda. a brasileira naturalizada residente no Brasil divorciar-se do cônjuge brasileiro. I. por exemplo (art. por divórcio. A: não é ilimitada. 3o da Lei 8. C: art. Citada. Considerando a situação hipotética apresentada.617/93. D: art. 12. ALTERNATIVA "A" B C D Art. da CF. o brasileiro tiver reconhecida outra nacionalidade originária por Estado estrangeiro que adota o critério do jus sanguinis. havida com Maria de los Angeles Solano.119 DIREITO INTERNACIONAL D O mar territorial brasileiro compreende uma faixa de cerca de 370 km de largura.906/94. por naturalização voluntária. a competência do juiz prolator da sentença homologanda. 105. ocorrerá a perda da nacionalidade brasileira quando A o brasileiro residente no exterior adquirir outra nacionalidade. os bens comuns existentes no Brasil. B: ALTERNATIVA "C" art. a requerida apresentou contestação. devendo o Brasil respeitar o direito de passagem. medida a partir da linha de baixa-mar do litoral continental e insular. da CF). i. (OAB/CESPE – 2004. . requereu ao STF a homologação da sentença prolatada por juiz da República Oriental do Uruguai. constitui matéria que extrapola os limites impostos à contestação em processo de homologação de sentença estrangeira A a autenticidade dos documentos juntados aos autos. 3o da Lei 8. B C D A homologação de sentença estrangeira não é mais da competência do STF (EC 45/04). de nacionalidade uruguaia e com permanência legal no Brasil.ES) Carlos.ES) De acordo com a Constituição Federal. a brasileira residente no exterior contrair matrimônio com estrangeiro.617/93). II.

de nacionalidade italiana. ALTERNATIVA "D" B C D Art. pelo Juízo da 1a Vara Federal do Estado do Espírito Santo. que negou provimento ao recurso de apelação interposto pela defesa.brasileiro naturalizado e houver praticado crime comum após a naturalização.brasileiro nato. a expulsão de estrangeiro é ato de soberania. cuja sentença resultou confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 2a Região. cujo reconhecimento se operou em 28/7/1994. do CP.ES) Raul.WANDER GARCIA 120 (OAB/CESPE – 2004. . por haver sido decretada judicialmente a extinção da punibilidade do crime que ensejou o processo administrativo de expulsão. 71 (crime continuado) do Código Penal (CP).ES) Caso seja requerida ao governo da República Federativa do Brasil a extradição de um indivíduo por um Estado soberano. como incurso nas sanções do art. habeas corpus. perante o STF. habeas corpus. II . I. para impugnar o decreto expulsório em virtude de o expulsando possuir residência e emprego fixos no Brasil há mais de dez anos. esse pedido não será concedido se o extraditando for I . os efeitos do decreto de expulsão seriam obstruídos por meio da impetração. à pena de quatro anos de reclusão. mandado de segurança contra ato do presidente da República. alegando-se a ilegalidade do ato expulsório por ter o expulsando filha brasileira sob sua guarda e dependência econômica. na conformidade do art. de 19/8/1980.815. sendo coator o presidente da República. sendo coator o presidente da República. conforme o art. a quem incumbe o juízo de conveniência e oportunidade da decretação do ato expulsório ou de sua revogação. o juiz da 1a Vara Federal do Estado do Espírito Santo. Em face da situação hipotética e dos esclarecimentos apresentados. acolhendo manifestação do Ministério Público. 102. da CF. 65 da Lei no 6. 304 (uso de documento falso) combinado com o art. houve por bem declarar extinta a punibilidade de Raul. i. IV. culminando na expedição do decreto de expulsão datado de 29/7/1994 e publicado no Diário Oficial da União em 30/7/1994. (OAB/CESPE – 2004. 107. Como é sabido. foi condenado. Tendo por base tal condenação. o Ministério da Justiça instaurou processo administrativo. discricionário e político-administrativo de defesa do Estado. Por sentença prolatada em 5/9/1994. para impugnar o decreto expulsório por comprovado cerceamento de defesa do expulsando no curso do processo administrativo de expulsão. de A mandado de segurança contra ato do presidente da República. da competência privativa do presidente da República.

ALTERNATIVA "B" B C D Arts. 5o. II. V . ambos da CF.português amparado pelo Estatuto da Igualdade.estrangeiro casado com brasileiro há mais de cinco anos ou com prole brasileira sob sua guarda ou dependência econômica. II e IV. LI. e 12. I.brasileiro naturalizado e tiver participação comprovada em tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. após a naturalização. desde que a extradição tenha sido requerida pelo governo português. na forma da lei.121 DIREITO INTERNACIONAL III . IV e V. pela prática de crime comum. III. § 1o. IV . Estão certos apenas os itens A I. II e III. . III e V.

.

3) Paulo e Vinícius.. únicos sócios da Ômega Comércio de Roupas Ltda. Considerando a situação hipotética acima. 1. assinale a opção correta. . Os alienantes do estabelecimento empresarial da Ômega Comércio de Roupas Ltda. (OAB/CESPE – 2007. também. C: art. A A eficácia da alienação do estabelecimento empresarial dependerá sempre do consentimento expresso de todos os credores.DIREITO EMPRESARIAL 1) TEORIA GERAL DO DIREITO EMPRESARIAL. O franqueador não poderá rescindir o contrato de franquia com a Ômega Comércio de Roupas Ltda.145 do CC. havia celebrado contrato de franquia com conhecida empresa fabricante de roupas e artigos esportivos. assinale a opção correta.2) Considerando o atual estágio do direito comercial (ou empresarial) brasileiro. (OAB/CESPE – 2007. ALTERNATIVA "D" B C D A: art. não poderão fazer concorrência aos adquirentes nos cinco anos subseqüentes à transferência. D: art. decidiram ceder integralmente suas cotas sociais e.146 do CC. O adquirente não responderá por qualquer débito anterior à transferência do estabelecimento empresarial. adotou a teoria da empresa. salvo se houver autorização expressa para tanto.148 do CC. 1. A O Código Civil de 2002. B: art. assim como o Código Comercial de 1850. com base na transferência do estabelecimento. 1. 1. Ômega Comércio de Roupas Ltda. alienar o estabelecimento empresarial da sociedade para Roberto e Ana.147 do CC.

22. (OAB/CESPE – 2006.3) Quanto ao que prescreve o Código Civil a respeito do contrato de alienação de estabelecimento empresarial.2) Com relação ao nome empresarial. acima da porta. O Código Civil de 2002 revogou totalmente o Código Comercial de 1850.144 do CC. após ser registrado. O adquirente do estabelecimento responde por todo e qualquer débito anterior ao negócio. reencontrou um antigo companheiro. 1. ALTERNATIVA "D" C D Art. A Constituição da República estabelece a competência privativa da União para legislar sobre direito comercial (ou empresarial). Salvo autorização expressa de terceiros contratantes. A O nome empresarial não pode ser objeto de alienação. (OAB/CESPE – 2006. o adquirente do estabelecimento não se sub-roga nos contratos anteriores ao negócio firmados pelo alienante. 1. goza de proteção em todo território nacional. ALTERNATIVA "A" B C D Art.164 do CC. da CF. assinale a opção correta. Em princípio. assinale a opção correta. o nome empresarial. I. no qual se lia X Esportes. (OAB/CESPE – 2007. que se identificou como gerente da X Esportes Ltda. Aproximou-se da vitrine e viu uma chuteira dourada com uma etiqueta bordada com o nome X Chute.WANDER GARCIA 124 B O Código Civil de 2002 não revogou a antiga legislação sobre sociedades por quotas de responsabilidade limitada.2) Carlos andava pelos corredores de um centro comercial quando observou uma grande loja de materiais esportivos. A O contrato que tenha por objeto a alienação do estabelecimento só produzirá efeitos perante terceiros depois de averbado na junta comercial. O empresário individual opera sob denominação. salvo cláusula expressa em sentido contrário. ALTERNATIVA "A" B C D Art. com um letreiro luminoso. O alienante do estabelecimento pode fazer concorrência ao adquirente. As companhias podem adotar firma ou denominação social. Ao entrar na loja. Ele fez uma rápida pesquisa de preços .

pois impede a habitualidade de seu exercício. B: art. da CF. 1. B C D A: art.2) Acerca do exercício da empresa em sociedade. (OAB/CESPE – 2008. denominação social e endereço de e-mail. com dezesseis anos completos. . do CC.158. A O menor. § 1o. do CC. desde que haja prévia autorização ou concessão da União. D: art. art. A A constituição de sociedade para a realização de apenas um negócio determinado é incompatível com a atividade empresarial. marca. que podem exercer a atividade de empresário os que estiverem em pleno gozo da capacidade civil e não forem legalmente impedidos. patente. quanto à disciplina dos requisitos para o exercício da atividade empresarial.br. nome empresarial. II. marca. 136 da Lei 11. título de estabelecimento identifica o local onde é exercida e vem a contato com o público a atividade empresarial. C: art. respectivamente. nome empresarial e nome de domínio. X. sendo imprescindível a homologação desta por sentença. as expressões sublinhadas referem-se. assinale a opção correta. a A título de estabelecimento.xesportes. Ao servidor público federal é vedada a condição de acionista ou cotista de sociedade empresária. 117. ao se retirar. título de estabelecimento. marca é o sinal que identifica o produto ou serviço (art. 122 da Lei 9. § 2o.125 DIREITO EMPRESARIAL e.com. 9o. da Lei 8. A atividade econômica de exploração de recursos minerais pode ser levada a efeito por empresas nacionais ou estrangeiras. para consultar os preços da loja. nome de domínio é uma combinação única de letras ou nomes perceptíveis à linguagem humana. 972 do Código Civil. marca. denominação social e nome de domínio. B C D De fato.279/96). somente poderá exercer atividade empresarial após a emancipação. foi informado pelo velho amigo de que.112/90.101/05. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2006. 176. Os atos praticados por empresário falido impedido de exercer atividade empresarial terão plena validade em relação a terceiros de boa-fé. Assinale a opção correta. título de estabelecimento e nome de domínio.1) Dispõe o art. ele poderia acessar o sítio www. No texto acima. ALTERNATIVA "B" 2) SOCIEDADES. nome empresarial. números ou travessões e códigos que encaminham informações entre usuários do sistema de internet.

por prazo indeterminado. . único. 57. A qualificação de uma sociedade como empresarial só ocorre quando ela exerce atividade própria de empresário sujeito a registro. 967 do CC. podem ser classificadas em ordinárias e preferenciais. A As ações. da Lei 6. 75. A O instrumento do contrato deverá ser inscrito no Registro Civil de Pessoas Jurídicas. sendo permitida a participação nos lucros anuais. apenas acionistas poderão ser simultaneamente titulares de ações e debêntures. da Lei 6. Considerando essa situação hipotética. por ser empresarial o objeto da atividade.404/76.404/76. que dispõe sobre as sociedades por ações. (OAB/CESPE – 2008.WANDER GARCIA 126 B O conceito de sociedade implica o exercício de atividade econômica.1) Armando e Arnaldo.2) Com base na Lei no 6. (OAB/CESPE – 2008. podendo conter garantia real ou flutuante.404/76. B: art. O instrumento do contrato deverá ser inscrito no Registro Público de Empresas Mercantis. ALTERNATIVA "B" § 1o. Os bônus de subscrição conferem direito de crédito contra a companhia. resolveram celebrar contrato de sociedade para realizar. advogados. ALTERNATIVA "D" B C D Art. A sociedade só existirá se o instrumento do contrato for submetido a registro. 46. B C D A: art.404/1976. em razão de os sócios serem advogados. assinale a opção correta. A sociedade que precipuamente exercer atividade de empresário rural só poderá adotar tipo reservado às sociedades empresárias. C: art. a sociedade será necessariamente simples. § 1o. quanto à forma. a fabricação regular de peças para automóveis. embora nem toda sociedade que realize atividade econômica seja necessariamente considerada empresarial. assinale a opção correta acerca das características jurídicas desse tipo de sociedade empresarial. 15 da Lei 6. ALTERNATIVA "B" C D Art.404/76. As partes beneficiárias compõem o capital social desse tipo de sociedade. 982 do CC. D: art. da Lei 6. Nessas sociedades. par. Sendo ambos os sócios advogados.

por disposição expressa do Código Civil. 982.127 DIREITO EMPRESARIAL (OAB/CESPE – 2008.SP) Caso o contrato da sociedade mencionada na situação hipotética venha a silenciar sobre o tema da alienação de quotas. obrigatoriamente. poderá adquirir suas próprias quotas. 1. ALTERNATIVA "D" B C D Art.SP) Independentemente de seu objeto social.057 do CC. ALTERNATIVA "A" B C D Art. é correto afirmar que A somente sócios que sejam pessoas físicas podem constituí-la. as quotas dessa sociedade serão amplamente alienáveis a terceiros. A Joaquim poderá opor-se a eventual alienação a terceiros da participação de Torquato.1. sociedade limitada. (OAB/CESPE – 2008. o ato constitutivo da sociedade deve ser. . A parte de Joaquim será integralizada com a transferência de um estabelecimento que ele explora como empresário individual. do CC. Torquato.1) Com base nas disposições do Código Civil relativas à sociedade em conta de participação. no mesmo ramo de atividade da sociedade a se constituir.1. (OAB/CESPE – 2008. a sociedade. ALTERNATIVA "B" B C D Art. apenas os sócios ostensivos podem exercer a atividade constitutiva do objeto social. Joaquim concorrerá com 80% do capital e. Texto para as três questões seguintes Joaquim dos Santos e Torquato Araújo pretendem constituir uma sociedade limitada cujo objeto será atuar no mercado de varejo de roupas masculinas. inscrito na junta comercial. sociedade em comandita simples. par. todos os sócios devem responder ilimitadamente pelas obrigações sociais devidas a terceiros. considera-se sociedade simples a A sociedade em nome coletivo. com os restantes 20%. Torquato poderá opor-se a eventual alienação a terceiros da participação de Joaquim. único. sociedade cooperativa. 991 do CC.

Santos & Araújo Ltda.SP) De acordo com a legislação em vigor.158 do CC. bem como a sua divisão em quotas.092 do CC. O capital poderá ser dividido em duas quotas de valores desiguais.055 do CC. Companhia das Roupas. assinale a opção correta. Entretanto. por meio de A nota promissória.1. instrumentaliza-se.WANDER GARCIA 128 (OAB/CESPE – 2008.1. Atacadista Santa Rita Limitada. cobrar em juízo o valor faltante para a integralização da participação inadimplida. A O contrato social poderá admitir que Torquato realize suas quotas com prestação de serviços. em nome coletivo. ALTERNATIVA "C" B C D Art.SP) O commercial paper. 1. Araújo e Santos Limitada. no Brasil. ALTERNATIVA "D" B C D Art.SP) No que se refere ao capital da sociedade a ser constituída por Joaquim e Torquato. simples.1. (OAB/CESPE – 2008. prorroga-a por tempo indeterminado. em regra. ALTERNATIVA "B" B C D Art.SP) São legalmente viáveis para denominar a sociedade empresarial a ser constituída por Joaquim e Torquato os seguintes nomes: A Comércio de Roupas Santos. sem oposição de sócio e sem que entre em liquidação. em comandita por ações. apenas. (OAB/CESPE – 2008. 1. O capital da limitada não se orienta pelo princípio da intangibilidade. (OAB/CESPE – 2008. . Limitada.1. Caso um dos sócios se torne remisso. ao outro caberá. 1. não se sujeita a essa prorrogação automática a sociedade A cooperativa. Araújo & Cia. o vencimento do prazo de duração da sociedade. Varejão das Roupas Santa Rita Limitada. amplamente utilizado no mercado de valores mobiliários. Comércio de Roupas Santa Rita Ltda. Santa Rita Comércio de Roupas Limitada.

letra de câmbio. representado por João. Os bens particulares. poderá continuar a empresa. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. a sociedade anônima é reconhecidamente uma sociedade de capitais. devem ser constituídas por.052 do CC. como uma ferramenta de captação mais atraente. sete acionistas.129 DIREITO EMPRESARIAL B C D cédula de crédito. na alienação de bens imóveis integrantes do patrimônio da empresa. para que o filho de Renato possa continuar a empresa. Flávio optar pela dissolução da sociedade. Se João não puder exercer atividade de empresário. durante a fase de liquidação. 1. sendo irrelevantes as características pessoais de seus acionistas. que o filho de Renato já possuía ao tempo da sucessão não responderão por dívidas da sociedade. no mínimo. são sociedades de capitais. A O filho de Renato. Em julho de 2007. sendo desnecessária autorização judicial se essa hipótese de sucessão estiver prevista no contrato social. Se. estão proibidas por lei de receberem nome de pessoa física em sua denominação. o qual ficou sob a tutela de seu tio João. Renato faleceu em virtude de acidente automobilístico. conforme o objeto social. ALTERNATIVA "C" . B C D De fato. com a aprovação judicial. ficando João isento da responsabilidade pelos atos do gerente nomeado. sendo relevante a aglutinação de capitais e não de seus sócios como pessoas. um ou mais gerentes. Flávio era casado sob o regime de comunhão universal de bens e Renato era viúvo. Com base nessa situação hipotética. (OAB/CESPE – 2007. deixando como único herdeiro seu filho de quatorze anos. também conhecidas por commercial papers. ALTERNATIVA "B" B C D Art. deve-se nomear. estranhos ao acervo da empresa. De fato. será necessária a outorga de sua esposa. assinale a opção correta. as empresas estão buscando as operações de curto prazo por meio de notas promissórias.3) As sociedades anônimas A podem ser simples ou empresárias. com a concordância do sócio remanescente. bônus de subscrição.3) Renato e Flávio eram sócios da pessoa jurídica X Comércio de Alimentos Ltda.

(OAB/CESPE – 2007. não-sócios e residentes no país. 25%.3. do CC. ALTERNATIVA "C" B C D Art. sócios. não-sócios e residentes no país. Mauro Vaz. assinale a opção correta. facultativa. no mínimo.066 do CC.PR) Considerando que três primos. (OAB/CESPE – 2007.3. obrigatória. no mínimo. 3 membros e respectivos suplentes.WANDER GARCIA 130 (OAB/CESPE – 2007. 10%. ainda que seja por herança.3.PR) Acerca das sociedades cooperativas. sempre com o objetivo de lucro. das ações em que se divide o capital social fixado no estatuto. As cooperativas constituem sociedades de pessoas que se obrigam reciprocamente para o exercício de uma atividade econômica. (OAB/CESPE – 2007. ALTERNATIVA "A" B C D Art. Paulo Torres e Saulo Silva. 5 membros e respectivos suplentes. 1. obrigatória. devendo o conselho ser composto por. 1. no mínimo. A É ilícita a transferência das quotas do capital social das sociedades cooperativas a nãocooperado. é a ele conferido o direito de mais de um voto nas deliberações da sociedade. I. devendo ser o conselho composto por. das ações em que se divide o capital social fixado no estatuto. da Lei 6. IV. sócios. no mínimo. . devendo ser o conselho composto por. das ações em que se divide o capital social fixado no estatuto. e residentes no país.SP) É correto afirmar que a instituição do conselho fiscal de uma sociedade empresária limitada é A facultativa. 5 membros e respectivos suplentes.094. ou não. 80. ou não. e residentes no país. ALTERNATIVA "A" B C D Art. no mínimo. devendo ser o conselho composto por. Nas sociedades cooperativas em que o cooperado possua mais de 50% do capital social. A lei determina que as sociedades cooperativas singulares sejam constituídas com o número mínimo de três pessoas físicas. no mínimo.404/76. 50%.SP) A constituição de sociedade anônima depende de subscrição de A todas as ações em que se divide o capital social fixado no estatuto. constituam uma sociedade em nome coletivo para atuar no ramo de venda de livros.3. no mínimo. 3 membros e respectivos suplentes.

157 do CC. A responsabilidade dos sócios da Vaz. próprio das sociedades em nome coletivo. C As quotas do capital são amplamente transferíveis a terceiros estranhos à sociedade. 1. Alberto resolveu alienar suas quotas a Carlos. Torres & Cia.131 DIREITO EMPRESARIAL denominada Vaz. é exemplo de denominação social. desde que não houvesse oposição de titulares de mais de um quarto do capital social. C Por expressa determinação legal. Paulo e Saulo podem ser administradores da Vaz. O contrato social é omisso sobre essa hipótese. 1. Torres & Cia. assinale a opção correta. independentemente de averbação no respectivo órgão de registro. por serem seus sócios. têm a faculdade de executar diretamente os bens dos sócios antes de procederem à execução dos bens sociais da sociedade. B O valor da soma de quotas de cada sócio é ilimitado. Torres & Cia. C Após a alienação das quotas de Alberto. Com relação a essa situação hipotética.2) À luz do atual Código Civil. apenas Mauro. A Art. Torres & Cia..2) Os irmãos João Silva e Carlos Silva constituíram sociedade limitada com Alberto Souza. I. D De acordo com o Código Civil. Torres & Cia. A dispensa ou a variabilidade do capital social é admitida. A Art. poderia fazê-lo. sob a firma social Silva & Souza Comércio de Bebidas Limitada. e sair da sociedade. B Os credores da Vaz. A Art. de acordo com o Código Civil. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "B" . A cessão das quotas de Alberto opera efeitos perante terceiros desde o momento em que for aperfeiçoada. Alberto só poderá ceder suas quotas a Carlos se João não se opuser. B Caso Alberto tivesse optado por ceder suas quotas a terceiro estranho à sociedade. pelas obrigações sociais é limitada ao valor de suas quotas. Após algum tempo. com base nas normas que regem as sociedades em nome coletivo. 1. (OAB/CESPE – 2007. a sociedade poderá continuar suas atividades sob sua firma original.. assinale a opção correta. D O nome empresarial Vaz. assinale a opção correta acerca das características das sociedades cooperativas. (OAB/C– 2007. do CC.057 do CC. D Os sócios têm direito de voto na proporção de sua participação no capital da cooperativa.094.

10. único.WANDER GARCIA 132 (OAB/CESPE – 2007. assinale a opção que não apresenta direito essencial do acionista. par. da Lei 6. O regime da sociedade em comum aplica-se também às sociedades por ações em organização.2) Relativamente às companhias. Os bens e as dívidas da sociedade em comum constituem patrimônio especial. A sociedade em comum é uma espécie societária personificada. assinale a opção correta. em serviços ou em qualquer espécie de bens suscetíveis de avaliação em dinheiro. A Todos os sócios respondem solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais. expresso em moeda nacional ou estrangeira. (OAB/CESPE – 2007.404/76. participação nos lucros da sociedade participação no acervo da companhia em caso de liquidação C direito de voto D direito de retirada A B (OAB/CESPE – 2007.3) Quanto aos prepostos.1) Acerca da sociedade em comum. administrado e titularizado pelo sócio administrador. A O preposto pode.1) Com relação ao capital das companhias. (OAB/CESPE – 2006. o subscritor ou o acionista responderá pela solvência do devedor. segundo o que preceitua o Código Civil. excluído do benefício de ordem aquele que contratou pela sociedade. assinale a opção correta. ALTERNATIVA "B" B C D Art. 990 do CC. apenas os acionistas titulares de ações ordinárias têm direito de preferência na hipótese de aumento do capital. mesmo sem autorização escrita. ALTERNATIVA "C" Art. § 2o. A Pode ser formado com contribuições em dinheiro. ALTERNATIVA "A" B C D Art. assinale a opção incorreta. Em regra. fazer-se substituir no desempenho da preposição. é fixado pelo estatuto da companhia. da Lei 6. Quando a entrada consistir em crédito.404/76. . 15. O valor do capital social.

045 do CC. 1. na sede desta. a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor das quotas. B: art. C: art. todos os sócios respondem solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais. D: art. pode subsistir sem a pluralidade de sócios por até 180 dias. salvo nos casos em que haja prazo para reclamação. ou em sucursal. C: art.175 do CC. 1. assinale a opção incorreta.3) Se todas as cotas de uma sociedade limitada forem adquiridas por um único sócio. encarregado pelo preponente.133 DIREITO EMPRESARIAL B Considera-se gerente o preposto permanente no exercício da empresa. Na sociedade em comum. pessoas físicas. recebe sem protesto. os sócios comanditários. O gerente. 1. essa entrega é considerada perfeita. Na sociedade em nome coletivo.052 do CC.172 do CC. ALTERNATIVA "A" C D A: art. essa sociedade A dissolve-se imediatamente. D: art. extingue-se de pleno direito. automaticamente transforma-se em firma individual. Se o preposto. . 1. mas todos respondem solidariamente pela integralização do capital social. (OAB/CESPE – 2006. IV. de acordo com o Código Civil. 1. A Na sociedade limitada. ALTERNATIVA "D" B C D A: art. bens ou valores. do CC. pode figurar em juízo em nome do preponente. filial ou agência. 990 do CC. (OAB/CESPE – 2006.039 do CC. pois a legislação brasileira não admite a figura da sociedade unipessoal. B: art. 1. ALTERNATIVA "C" B C D Art.2) Quanto ao regime de responsabilidade dos sócios por dívidas da sociedade. 1. são responsáveis solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais. papéis. todos os sócios respondem solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais.033. Na sociedade em comandita simples. 1. excluído do benefício de ordem aquele que contratou pela sociedade.169 do CC. pelas obrigações resultantes do exercício da sua função.171 do CC.

Considere que. ao final do procedimento. do CC.1) Assinale a opção correta.2) Com relação às operações societárias. ALTERNATIVA "B" B C D Art. cujos atos constitutivos só foram inscritos no registro próprio em 6/7/2004. D A formação do capital social da sociedade anônima deve se dar necessariamente com contribuição pecuniária. em sociedade limitada cujo capital social ainda não esteja integralizado. A transformação de sociedades somente é possível de S. os credores poderão haver desta apenas as obrigações veiculadas no protocolo da operação.404/76. caso a pluralidade de sócios não tenha sido recomposta no prazo de 180 dias. assinale a opção correta. A Na transformação da sociedade ABC Ltda.WANDER GARCIA 134 (OAB/CESPE – 2006.033. (OAB/CESPE – 2004. Nesse caso. em ABC S.404/76. assinale a opção correta. e. em 5/4/2004. com relação ao direito societário moderno. e desde que contra isso tenham se oposto oportunamente. para Ltda.A. durante o período compreendido entre 5/4/2004 e 6/7/2004. a sociedade não possuiu personalidade jurídica. A ALTERNATIVA "B" A: art. do CC. C: art. Nessa situação. 1.A. 227 da Lei 6.076. 7o da Lei 6. Joana e Márcia são consideradas empresárias. 1. A operação em que ABC Ltda. a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas. Alessandra e Cristine decidiram formar determinada sociedade. A . será de dois terços do respectivo capital social. IV. B Constitui hipótese de dissolução e liquidação da sociedade empresária a unipessoalidade. C O quorum de deliberação para nomeação de administrador não-sócio. D: art. segundo a Lei no 6. A fusão de sociedades somente pode ocorrer entre pessoas jurídicas organizadas sob a mesma forma societária. B: art. se une a ABC S. Na sociedade em comum.404/1976..A. conforme disposições do Código Civil. B Considere que Joana e Márcia sejam sócias da sociedade empresária Elite Segurança Ltda. é uma incorporação. II. C Não há impedimento legal à contratação de sociedade empresária entre cônjuges casados sob o regime de comunhão universal de bens. e vice-versa.A. subsiste a sociedade ABC S.ES) Acerca do direito de empresa. (OAB/CESPE – 2006. 990 do CC.

O capital social de uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada pode ser dividido em quotas iguais ou desiguais. no exercício de atividade de natureza científica. Felipe deseja ceder a totalidade de suas quotas a Pablo. em que o capital se divide em ações de igual valor nominal.000. Antônio integralizou sua cota.ES) A sociedade anônima ou companhia é pessoa jurídica de direito privado. assinale a opção incorreta. Felipe. p. XIII. 982 do CC.00 e cada sócio subscreveu uma cota de R$ 200. B: art. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2004. São Paulo: Saraiva.081 do CC. 966. A A razão social é a forma de designar a sociedade anônima e deve ser acompanhada da expressão “companhia” ou “sociedade anônima”. Nessa situação. individualmente (portanto não em sociedade) a atividade econômica de produção e circulação de bens e de serviços (art. 1. 1. D: art.135 DIREITO EMPRESARIAL D A sociedade que. B: empresário é quem exerce.ES) Quanto às sociedades limitadas. mas Francisco tornou-se inadimplente e não dispõe de recursos pecuniários para solver sua dívida com a sociedade. limitando-se a responsabilidade dos subscritores e dos acionistas que nela posteriormente ingressarem ao preço de emissão das ações por eles subscritas ou adquiridas. v. Considere a seguinte situação hipotética. 2003. D: art. Nessa sociedade. C: art.). ou sem valor nominal. . o ato de cessão entre Felipe e Pablo independerá da audiência de Ricardo. Parte especial: do direito de empresa. Ricardo e Pablo são sócios de determinada sociedade por quotas de responsabilidade limitada e. 985 do CC. produza bens e serviços de consumo é considerada empresária. de natureza eminentemente mercantil.055 do CC.052 do CC. C: art. Na sociedade por quotas de responsabilidade limitada. 1. Modesto Carvalhosa. Antônio deverá arcar com a integralização da cota subscrita por Francisco. A: art. Tomando o texto acima como referência inicial. 365-6 (com adaptações).000.00. Comentários ao Código Civil. assinale a opção correta quanto às sociedades anônimas. 977 do CC. mesmo na ausência de disposição em contrato social nesse sentido. CC. o capital social é de R$ 400.057 do CC. A Considere que Antônio e Francisco sejam sócios de determinada sociedade por quotas de responsabilidade limitada. B C D A: art. ações essas de livre negociabilidade. Em face dessa situação. em conformidade com o atual ordenamento civil. o capital social pode ser majorado após a integralização das quotas. 1. sendo desnecessária qualquer alteração no ato constitutivo da sociedade. (OAB/CESPE – 2004. quando assim emitidas.

54 do Decreto no 2. conterá mandato puro e simples de pagar quantia determinada. . nesse caso.160 do CC e art. a nota promissória A poderá ser firmada por assinatura a rogo.404/76. Quanto aos seus requisitos essenciais. 1o da Lei 6. C D A: art.404/76. precisa ser denominada. D: art. ao portador ou escriturais. endossáveis. duplicata rural. 1. assim como o cheque não são compatíveis com o aceite. mesmo que tenha agido nos limites da lei e do estatuto social. (OAB/CESPE – 2008. poderá não indicar o nome do sacado. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "D" 3) TÍTULOS DE CRÉDITO.2) Os títulos de crédito são tradicionalmente concebidos como documentos que apresentam requisitos formais de existência e validade. com sua espécie identificada no texto do título. Daniel foi nomeado administrador de uma sociedade anônima que. letra de câmbio. B: art.044/1908. 1. sofreu prejuízos de ordem patrimonial. durante sua gestão. se o sacador não puder ou não souber assiná-la. nota promissória. C: art.1) De acordo com a legislação em vigor relativa a títulos de crédito. não é passível de aceite a A duplicata. (OAB/CESPE – 2008. 3o da Lei 6. As ações da sociedade anônima são classificadas em nominativas. ALTERNATIVA "D" B C D Art. permitindo-se. contados da data da assembléia.404/76. de acordo com o regulado para cada espécie. Considere a seguinte situação hipotética.404/76. Daniel será pessoalmente responsável pelos prejuízos causados à sociedade anônima. a ação para a anulação dessas deliberações prescreverá em 2 anos.088 do CC e art. a nota promissória. B C D De fato. saque ao portador. 286 da Lei 6. Nessa situação.WANDER GARCIA 136 B Se os sócios de determinada sociedade anônima convocarem assembléia geral da qual resultem deliberações contrárias ao estatuto social da companhia. 20 da Lei 6.

3. 21 da Lei 7. ALTERNATIVA "C" B C D Art. ALTERNATIVA "B" B C D Art. . em 1 ano. responde pela solvência do devedor principal.357/85.137 DIREITO EMPRESARIAL (OAB/CESPE – 2007. é admitido endosso do sacado. (OAB/CESPE – 2007.00. da Lei 11. (OAB/CESPE – 2007. pode ser emitido em momento diverso do warrant. sacado e respectivos avalistas. o endosso transfere a Luana a posse. contado da data do protesto. o endosso produz os mesmos efeitos jurídicos de uma cessão civil de créditos. no valor de R$ 500. por ter endossado o cheque. 18. ALTERNATIVA "A" B C D Art. em 3 anos. contados da data do protesto. contados da data do protesto. 1o. é correto afirmar que A é nulo o endosso parcial. 18. ainda que acompanhado do warrant. contado da data do vencimento do título. (OAB/CESPE – 2007. § 3o. II. não é permitido ao endossante vedar novo endosso. da Lei 5.076/04. endossante e seus avalistas.3) Considerando-se que Paula tenha endossado a Luana um cheque de terceiro no valor de R$ 500. ALTERNATIVA "A" B C D Art.474/68.3. deve ser emitido simultaneamente ao warrant. não a propriedade do título de crédito.SP) O Certificado de Depósito Agropecuário (CDA) A só pode ser transmitido junto com o warrant. não constitui título executivo extrajudicial. em 1 ano. em 3 anos.00.SP) A pretensão à execução da duplicata prescreve contra o A endossante e seus avalistas. sacado e respectivos avalistas.SP) Quanto ao cheque.3. é correto afirmar que A Paula. o endosso de Paula será nulo de pleno direito se a obrigação consubstanciada no cheque já estiver vencida.357/85. o endosso deve indicar o endossatário. § 1o. da Lei 7.

sacada por um credor contra o seu devedor. empresário individual. que.00. a duplicata só pode ser protestada por falta de aceite ou de pagamento. B C D Art. ou seja. prestar fiança ou aval. C: a duplicata é sacada pelo credor a seu favor e não de terceiro como na letra de câmbio. também por endosso. De acordo com a legislação em vigor. B: súmula 189 do STF. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007. 1. acerca da disciplina normativa dos títulos de crédito.647. por sua vez. no valor de R$ 5. em seu favor. transferiu-o a João. em favor de alguém. transferiu-o a João. com praça de pagamento em Brasília – DF. empresário individual. (OAB/CESPE – 2007. não se elide a possibilidade de protesto por falta de pagamento. cônjuge de Maria.3. em seu favor. por sua vez. . 13 da Lei 5.PR) Assinale a opção correta.00. O protesto deve ser tirado na praça de pagamento constante da duplicata. em Brasília – DF.000. À exceção do regime de casamento da separação absoluta de bens. Marcos colocou o título em circulação. A par do endosso.000. Acerca do protesto da duplicata mencionada na situação hipotética acima. Com relação à duplicata descrita no texto. emitiu uma duplicata contra Lucas.1) Marcos.WANDER GARCIA 138 (OAB/CESPE – 2007. Após isso. endossando-o a Mateus. Consideram-se sucessivos os avais superpostos e prestados sem a indicação da pessoa avalizada. A A denominação duplicata não precisa estar expressa no título para que este valha como tal. endossando-o a Mateus. que. III. os cônjuges não podem. A Para que João possa cobrar de Mateus. Após isso. A duplicata mercantil é uma ordem de pagamento à vista ou a prazo. aval de Josué. B C D A: os títulos causais são exatamente aqueles associados à relação jurídica original.474/68. assinale a opção incorreta. D: art. A par do endosso. Mateus fez vir à duplicata. cônjuge de Maria. também por endosso. Mateus fez vir à duplicata. Caso não seja exercida a faculdade de protestar o título por falta de aceite. tais como a nota promissória. é imprescindível o protesto do título. assinale a opção correta. com praça de pagamento em Brasília – DF. no valor de R$ 5. emitiu uma duplicata contra Lucas.1) Marcos. A Os títulos de crédito causais são aqueles dissociados da relação jurídica que lhes deu origem. do CC. aval de Josué. Marcos colocou o título em circulação. sem autorização do outro.

§ 1o. c. e 25 da Lei 5. não é necessária autorização de Maria.2) De vez em quando. O cheque veicula obrigação portável. 15 da LUG – Decreto 57.. garantindo a aceitação e o pagamento do título ALTERNATIVA "C" (art. só chateação.663/66. o que os bancos querem é reduzir o risco da operação de crédito. um altruísta. e nenhum gerente de banco poderá recusar. e você coloca uma única e singela imposição: que o gerente ou o presidente do banco avalize a operação. porque é exatamente o mesmo pedido que eles estão fazendo. a duplicata pode ser executada contra o sacador-endossante e seus garantes. O banco ficará obviamente feliz com o empréstimo que você viabilizou.c. Mas que interesse tem o avalista em colocar seus bens em risco sem nada receber em troca? O avalista entra gratuitamente nesse contrato. sem cobrar juros. 15. em virtude de contrato expresso ou tácito. ele raciocina que perguntar não ofende. arts. um amigo que mal me cumprimenta. Considerando o texto .3) A respeito do regime do cheque no Brasil. Stephen Kanitiz. e que aprendi com um verdadeiro amigo. Procuro um avalista.). 23 (com adaptações). Conforme a jurisprudência do STJ. Marcos e Lucas. A O cheque pré-datado encontra-se previsto expressamente na legislação brasileira. A validade da obrigação de Josué. O emitente deve ter fundos disponíveis em poder do sacado e estar autorizado a emitir cheque sobre eles. Seu amigo ou parente vai pular de alegria. assinale a opção correta.474/68). me pede que seja seu avalista. ou um colega de trabalho que nunca me ajudou. 4o da Lei 7. ALTERNATIVA "D" B C D Art. 12/5/2004. (OAB/CESPE – 2006. mesmo sem aceite e desprovida de prova de entrega da mercadoria ou da prestação do serviço. sem receber uma remuneração pelo serviço que presta ao banco. O avalista só entra com obrigações e não tem nenhum benefício. só depende da cara-de-pau de cada um. segundo entendimento do STJ a duplicata pode ser executada porquanto o endosso apaga o vínculo causal da duplicata entre endossatário. Provavelmente. como avalista.. Não é um pedido exorbitante. como um voluntário. Por que os bancos insistem em obter um aval de um amigo do cliente? No fundo. Uma técnica que eu uso nessas ocasiões.357/85. (OAB/CESPE – 2006.139 DIREITO EMPRESARIAL B C Para que o aval de Josué seja eficaz. p. depende da existência e da validade das obrigações de Mateus. é ficar indignado com os juros exorbitantes cobrados pelo banco e oferecer o mesmo empréstimo. D De fato. arrolando também os bens pessoais do avalista como garantia. endossante e avalistas. Veja. O cheque contém promessa incondicional de pagamento de quantia determinada. Seria hipocrisia recusar (.

00 e. pode prestar aval. João recusou-se a efetuar o pagamento e manifestou-se no sentido de que não pretendia pagar. colega de trabalho. do CC. em regra. nesse momento. assinale a opção correta relativamente ao aval no âmbito do Código Civil vigente. o aval constitui uma garantia real. mesmo que José possuísse o referido título. entretanto. Considere a seguinte situação hipotética. comprador. Da mesma forma que o penhor. Passado o período estipulado para o pagamento. no qual Batista. tenha emitido cártula de cheque para pagamento da dívida contraída. A O avalista não pode. do qual possuía cópia. Nessa situação. .WANDER GARCIA 140 acima como referência inicial. § 1o. o benefício de ordem ao avalista. A Considerando situação hipotética em que Armando e Batista tenham firmado contrato de compra e venda.500. Pedro pretende transferir a outrem. devidamente registrado em cartório. Em conformidade com o atual ordenamento civil. Semelhantemente ao que ocorre na fiança. sem autorização do outro.000. III. exceto no regime da separação absoluta.044/1908.ES) Acerca do instituto dos títulos de crédito. do CC. garante.647. 1. instituída. assinale a opção correta. nenhum dos cônjuges. José poderá ajuizar ação de execução contra João. para garantir o pagamento da dívida. no Código Civil. (OAB/CESPE – 2004. assim como sucede com o fiador de contrato de locação imobiliária urbana. O aval. por endosso. 8o do Decreto 2. João solicitou a José. Considere a seguinte situação hipotética. Diante desse fato. invocar a proteção ao seu bem de família. o título de crédito emitido representa a própria obrigação contraída e com ela se confunde. utilizando-se da cópia do cheque emitido para saldar a dívida. comunicou ao colega que havia perdido o cheque.00. em título de crédito. Pedro poderá efetuar a transferência do título por meio de contrato escrito. B C D A: cheque não é título causal. a propriedade de uma nota promissória representativa da importância de R$ 15. ALTERNATIVA "C" B C D Art. José procurou João para receber a importância devida e. empréstimo de R$ 8. entregou a este um cheque representativo do valor emprestado. B: para execução de título executivo extrajudicial faz-se necessário a apresentação ALTERNATIVA "C" do original do título. C: art. Nessa situação. D: art. 889. os títulos de crédito podem ser emitidos em computador.

101/2005. 76 da Lei 11. Diferentemente do previsto para a recuperação extrajudicial. da Lei no 11. (OAB/CESPE – 2008. assinale a opção correta. . o pedido de restituição de bem alheio sob posse do devedor quando da decretação da falência. seja do locatário.SP) Com relação aos efeitos da declaração de falência. seja do locador. compete necessariamente ao juízo falimentar A a ação em que o falido figurar como autor e que seja oferecida após a decretação da falência.101/2005.1.101/05. sendo a recuperação extrajudicial reservada apenas às microempresas e empresas de pequeno porte. RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS E LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL. Ambos os procedimentos envolvem a negociação de todos os créditos oponíveis ao devedor. a reclamação trabalhista oferecida contra o falido após a decretação da falência.1) Consoante a regulamentação processual da falência. A Havendo falência.2) A Lei no 11. 52 III. prevista na Lei no 11.101/2005 prevê a possibilidade de o empresário renegociar seus débitos mediante os institutos da recuperação judicial e da recuperação extrajudicial.141 DIREITO EMPRESARIAL 4) FALÊNCIA. assinale a opção correta. a recuperação extrajudicial limita-se a procedimento negocial entre o devedor e os respectivos credores. (OAB/CESPE – 2008. Ambos os procedimentos exigem que o devedor apresente plano de recuperação. A Diferentemente do previsto para a recuperação judicial. (OAB/CESPE – 2008. o pedido de recuperação judicial poderá acarretar a suspensão de ações e execuções contra o devedor antes que o plano de recuperação do empresário seja apresentado aos credores. Acerca das semelhanças e diferenças entre ambos os institutos. resolve-se o contrato de locação. ALTERNATIVA "D" B C D Art. o qual somente vinculará os envolvidos se devidamente aprovado em assembléia geral de credores. ALTERNATIVA "B" B C D Art. a execução fiscal em curso contra o devedor falido quando da decretação da falência. excluída a participação do Poder Judiciário em qualquer uma de suas fases.

SP) Segundo a Lei no 11. que pode ser pessoa física ou jurídica. C: art. O mandato conferido pelo devedor. da Lei 11. a contar do decreto da falência. no momento do pedido. para a realização de negócios. 181. VII.05. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007.. No ato em que for deferido o processamento da recuperação judicial da MN Serviços Ltda. II.WANDER GARCIA 142 B Desde a decretação da falência ou do seqüestro. o devedor perde o direito de administrar seus bens ou deles dispor até a sentença que extingue suas obrigações. esteja exercendo regularmente suas atividades há mais de cinco anos.101/05. possa requerer a recuperação judicial. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007. B: art. . da Lei 11. Considerando a situação apresentada e as normas relativas à recuperação judicial das sociedades empresárias. D: art. B C D A: art..101/05. deliberaram pela recuperação judicial da referida pessoa jurídica. não impede exercício do cargo de gerência. da Lei 11.101. B: art. existentes na data do pedido. não impossibilita o falido de gerir empresa por mandato.101/05. verificando-se o respectivo saldo.101/05. 116 da Lei 11. 48 da Lei 11. 119. a condenação por crime falimentar A impede o exercício de qualquer atividade empresarial pelo prazo de 5 anos.3. D: art. 51. estarão sujeitos à recuperação judicial. 52.101/05. antes da falência. Apenas os créditos vencidos do devedor. II. 121 da Lei 11. assinale a opção correta.101/05. B C D Art.101/05. é necessário que ela. I. da Lei 11. C D A: art.3) Os sócios da MN Serviços Ltda. deve ser nomeado administrador judicial. 120 da Lei 11. subsiste à decretação da falência. 49 da Lei 11.101/2005. A petição inicial da MN Serviços Ltda. pessoa jurídica que atua no ramo de prestação de serviços de limpeza e conservação. As contas-correntes com o devedor consideram-se encerradas no momento de decretação da falência. A Para que a MN Serviços Ltda. visando superar situação de crise econômicofinanceira. deve ser instruída com as demonstrações contábeis relativas aos cinco últimos exercícios sociais. C: art.101/05. impede o falido de exercer cargo ou função em conselho de administração.

assinale a opção incorreta. § 1o. da Lei 11. ALTERNATIVA "A" B C D Art. 195 da Lei 11.SP) A decretação da falência das concessionárias de serviços públicos A implica sua transferência para outra concessionária nomeada pelo Juízo da Falência.143 DIREITO EMPRESARIAL (OAB/CESPE – 2007. no prazo de 180 dias. o próprio devedor.2) Com respeito à ação revocatória prevista na legislação falimentar.3.101/05. no que se refere ao regime jurídico da intervenção e da liquidação extrajudicial. assim como as sociedades de capitalização. (OAB/CESPE – 2007.3.3. ALTERNATIVA "B" B C D Art. 23 da Lei 9. implica a administração da concessão pelo administrador judicial enquanto perdurar o processo de falência. a contar da data da prolação da sentença que decretou a falência. É vedado ao Banco Central do Brasil decretar de ofício a liquidação extrajudicial de instituição financeira privada. encontra-se o Ministério Público. 1o da Lei 6. (OAB/CESPE – 2007.PR) Assinale a opção correta. (OAB/CESPE – 2007. A A intervenção produzirá imediatamente o vencimento antecipado de todas as obrigações da instituição devedora. 97. O período de intervenção extrajudicial. As sociedades seguradoras e as operadoras de plano de saúde. implica extinção da concessão.101/2005.024/74 e art. o herdeiro do devedor.PR) Não tem legitimidade ativa para requerer a falência do devedor A o empresário irregular. ALTERNATIVA "D" B C D Art. o credor com garantia real. estão sujeitas aos regimes de intervenção e liquidação extrajudicial. . é vedada pela Lei no 11. pode ser prorrogado uma única vez.101/05. que nunca poderá ser superior a dois anos.656/98. A Entre os legitimados ao ajuizamento da ação revocatória.

A ação revocatória pode ser promovida contra todos os que figuraram no ato ou que por efeito dele foram garantidos ou beneficiados. . será intimado a fazê-lo e. C D A: art. desde que se prove o conluio fraudulento entre o devedor (falido) e o terceiro que com ele contratar. 133 da Lei 11. para o devedor aumentar despesas ou contratar empregados.2) A respeito da convolação da recuperação judicial em falência. abrange toda e qualquer sorte de crédito. A Caso o devedor não apresente o plano de recuperação no prazo legal. 71 da Lei 11. Na convolação.1) O plano de recuperação judicial para microempresas e para empresas de pequeno porte A prevê parcelamento das dívidas em até 72 parcelas mensais. A convolação em falência poderá ocorrer por descumprimento de qualquer obrigação assumida no plano de recuperação.101/05. 136 da Lei 11. prevê o pagamento da primeira parcela das dívidas no prazo máximo de 30 dias.a. assinale a opção correta. B C D Art. 132 da Lei 11. oneração ou alienação praticados durante a recuperação judicial presumem-se inválidos. 73 da Lei 11. Se a recuperação tiver sido deferida no curso da falência.101/05. C: art.101/05.101/05 (OAB/CESPE – 2007. A ação revocatória correrá perante o juízo da falência e obedecerá ao rito ordinário previsto no Código de Processo Civil. endividamento. é inadmissível a convolação. os atos de administração. B C D Art. consideram-se inexistentes os atos praticados com a intenção de prejudicar credores. contados da distribuição do pedido de recuperação judicial. iguais e sucessivas. D: art. caso não seja apresentado o plano. haverá a convolação em falência. B: art.101/05. corrigidas monetariamente e acrescidas de juros de 6% a. estabelece a necessidade de autorização do juiz. somente após. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2007. após ouvidos o administrador judicial e o comitê de credores.101/05. 134 da Lei 11.WANDER GARCIA 144 B Na sistemática da revocatória.

as empresas que explorem serviços aéreos. A As empresas públicas estão sujeitas aos termos da referida lei. A Para que seja deferido pedido de recuperação judicial formulado por sociedade cooperativa. B: art. créditos com garantia real e créditos tributários. assinale a opção correta. 2o da Lei 11. ou da filial de empresa que tenha sede fora do Brasil. da Lei 11. ALTERNATIVA "C" B C D Art.101/2005.101/05. 5o. 3o da Lei 11.101/05.1) Assinale a opção correta acerca da disciplina da recuperação judicial. as despesas que os credores fizerem para nelas tomar parte. São exigíveis do devedor. entre as entidades a que se aplicam a recuperação judicial e a extrajudicial. Não são exigíveis do devedor. D: art. no regime da Lei no 11. administrador de empresas ou contador. extrajudicial e da falência do empresário e da sociedade empresária.101/05. O plano de recuperação judicial da microempresa e da empresa de pequeno porte abrange apenas créditos derivados da legislação do trabalho. na recuperação judicial ou na falência. na recuperação judicial ou na falência. será necessária a juntada dos documentos obrigatórios discriminados em legislação específica. B C D A: art.2) Quanto à falência. salvo as custas judiciais decorrentes de litígio com o devedor. além da demonstração do exercício da atividade econômica há mais de dois anos. B C .101/05. as obrigações a título gratuito. economista.145 DIREITO EMPRESARIAL (OAB/CESPE – 2006. da Lei 11. auxiliar do juízo que participa da administração da empresa em recuperação judicial. as sociedades de economia mista. I. incluem-se A as empresas públicas. deferir a recuperação judicial ou decretar a falência o juízo do local da sede do empresário ou da sociedade empresária. II. deve ser necessariamente advogado. as instituições financeiras. (OAB/CESPE – 2006. C: art. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2006. O administrador judicial. 2o da Lei 11. É competente para homologar o plano de recuperação extrajudicial. 5o.101/05.3) Nos termos da nova Lei de Falências.

101/05. sendo um misto de compra e venda com locação e alienação fiduciária. par. atribuindo-se integralmente ao arrendatário o ônus da desvalorização cambial ocorrida em 1999. expressamente. (OAB/CESPE – 2008. B: Súmula 293 do STJ.886/65. I. arrendamento mercantil e leasing são equivalentes. único da Lei 4. (OAB/CESPE – 2007. único.101/05. II.101/05. da Lei 11. 59. Segundo a jurisprudência do STJ. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "B" 5) CONTRATOS EMPRESARIAIS.SP) Acerca do contrato de representação comercial. que pode ser interposto por qualquer credor ou pelo Ministério Público.101/05.886/65. a força maior constitui motivo para rescisão do contrato por qualquer das partes. 71. da Lei 11. a cobrança antecipada do valor residual garantido não descaracteriza o contrato de arrendamento mercantil. no contrato de arrendamento mercantil. 35. da Lei 4. B C D A: de fato. 31.886/65. A: art. é possível a correção monetária pelo dólar norte-americano. 21 da Lei 11. A Arrendamento mercantil. D: art. regulado pela Lei no 4. C: o STJ firmou entendimento no sentido de repartir o índice de reajuste de forma equitativa entre as partes contratantes. 2o. 44. B: art. . da Lei 11. par. e. C: art. da Lei 4. B C D A: art. § 2 o.SP) Assinale a opção correta no que se refere ao arrendamento mercantil. a exclusividade é presumida quando não afastada. é correto afirmar que A é permitida a inclusão de cláusula del credere.886/1965.3. D: o contrato de arrendamento mercantil tem natureza complexa. leasing e alienação fiduciária são expressões equivalentes. D: art. prescreve em 3 anos a ação do representante comercial para pleitear a retribuição que lhe é devida. B: art. C: art.886/65. no contrato.1.WANDER GARCIA 146 D A decisão que concede a recuperação judicial desafia o recurso de agravo de instrumento. 43 da Lei 4. porém a alienação fiduciária é instituto diverso. O contrato de arrendamento mercantil caracteriza-se como uma compra e venda a prestação. De acordo com a atual jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

é denominado contrato de comissão.ES) Cada uma das opções abaixo. corretagem. tal contrato deverá conter. firmou contrato com Célio. D um processo de fabricação de tinta. obrigatoriamente. a obrigação de promover. D mandato. 27.2) De acordo com as leis brasileiras. 6) PROPRIEDADE INDUSTRIAL.955/94. o qual se tornou inadimplente. seguida de uma assertiva a ser julgada. B: art.147 DIREITO EMPRESARIAL (OAB/CESPE – 2007. em caráter não-eventual e sem vínculos de dependência.886/65. d. C agência. 8o e 10. A ALTERNATIVA "A" A: art. à conta de outras.SP) O contrato pelo qual uma pessoa assume. a realização de certos negócios. em zona determinada. 2o do Dec. C o método cirúrgico de transplante de coração em animais. Assinale a opção cuja assertiva esteja incorreta. ALTERNATIVA "C" . no exercício regular de suas atribuições de comissário. 697 do CC. Bento não responderá pela inadimplência de Célio. considera-se criação passível de ser objeto de direito de patente a pintura em que se retrata a imagem de um grupo de pessoas. B o livro científico em que se descrevem aplicações de medicamentos. B Laura e Bernardo decidiram firmar contrato de representação comercial. caso Marta se torne inadimplente. Lei 911/69. 6o da Lei 8. a instituição financeira está obrigada a promover ação de cobrança e a requerer a venda do bem alienado em leilão. (OAB/CESPE – 2008. mediante retribuição.279/96. D Adalberto celebrou com Bento contrato de comissão. D: art. a indicação do local em que será exercida a representação. Marta firmou contrato de alienação fiduciária em garantia com determinada instituição financeira. A ALTERNATIVA "D" Arts. apresenta uma situação hipotética.3. C: art. Nessa situação. Nessa situação. A B Art. 710 do CC. Nessa situação. ambos da Lei 9. esse contrato terá validade independentemente de registro em cartório de registros públicos. Bento. da Lei 4. referentes a contratos empresariais. C Joaquim firmou contrato de franquia com determinada sociedade empresária. (OAB/CESPE – 2004. Nessa situação.

previsto nessa lei. bem como a respectiva designação.WANDER GARCIA 148 (OAB/CESPE – 2008.1.279/1996. B C D A: art.279/96. algarismo e data. estrangeira ou internacional. será concedida proteção em todos os ramos de atividade. Art. são suscetíveis de registro como marca os sinais distintivos visualmente perceptíveis. que trata da propriedade industrial. nacional. A inclusive em relação à exploração ocorrida entre a data da publicação do pedido e a data da concessão da patente. assinale a opção correta. À marca notoriamente conhecida. figura ou imitação. tenham relação com o produto ou serviço a distinguir.279/1996. A À marca de alto renome será concedida proteção em seu ramo de atividade. B C D Arts. C: art. inclusive contra aquele que. idêntico. sinais ou expressões empregados apenas como meio de propaganda. D: art. 122 e 124.SP) São registráveis como marca A letra. de origem diversa.279/96. da Lei 9. Com base no regime jurídico das marcas. 126 da Lei 9. 123. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2008. III. 125 da Lei 9. 123. quando revestidos de suficiente forma distintiva. será concedida proteção para ser utilizada por todos os que atuarem no correspondente ramo de atividade.SP) A Lei no 9.279/96. desde que registrada no Brasil. da Lei 9. se devidamente registrada no Brasil. 44 da Lei 9. de boa-fé. somente após a data da concessão da patente. À marca de produto ou serviço será concedida proteção para distinguir produto ou serviço de outro. B: art. termos técnicos que. na ciência e na arte. antes da data do depósito ou de prioridade da patente. semelhante ou afim.279/96. confere ao titular da patente o direito de obter indenização pela exploração indevida de seu objeto.1) Segundo o art. usados na indústria.279/96.3. B C D Art. À marca coletiva.279/96 (OAB/CESPE – 2007. ambos da Lei 9. não compreendidos nas proibições legais. . 122 da Lei no 9. bandeira pública ou oficial. já explorava seu objeto no país. I. a partir da data em que restar comprovada sua invenção pelo titular. independentemente de estar registrada no Brasil. ainda que isoladamente.

C: art. 2o.279/96. Caso seja solicitado por Cristiano o registro na ocasião do referido depósito. Cristiano dirigiu-se ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). onde fez o depósito do respectivo pedido. 217 da Lei 9. B C D A: art. assinale a opção incorreta.279/96. D: art. C: art. II e III. contados da data de depósito. Os pedidos de patente e de registro de desenho industrial devem atender às condições estabelecidas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).279/96. sendo mantidos em sigilo durante 18 meses. A propriedade do desenho industrial referente à mesa de Cristiano adquire-se pelo registro validamente concedido. da Lei 9. 109 da Lei 9. § 1o. o seu pedido poderá ser mantido em sigilo por determinado prazo legal. inclusive para receber citação.279/96. 108 da Lei 9. da Lei 9. o modelo de utilidade. 106. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2006.1) Acerca da propriedade industrial. Novas técnicas cirúrgicas não são consideradas invenções e. B: art. da Lei 9. Caso o pedido de Cristiano seja aprovado. Desejando registrar o objeto como desenho industrial. com poderes para representá-la administrativa e judicialmente. após o qual será processado. por isso. I. B C D A: art. B: art. D: art. esse desenho não é registrável. designer de uma fábrica de móveis. A Caso o desenho industrial referente à mesa de Cristiano seja contrário à moral ou aos bons costumes ou ofenda a honra ou a imagem de pessoas. Deve ser extinta a patente de pessoa jurídica domiciliada no exterior que se abstiver de constituir procurador qualificado e domiciliado no Brasil. 100.279/96. de forma oval e que se sustenta em apenas três pés. o desenho industrial e a marca.279/96.279/96. 106.2) Cristiano.279/96.149 DIREITO EMPRESARIAL (OAB/CESPE – 2007. § 1o. o registro vigorará pelo prazo improrrogável de 5 anos. criou uma mesa inovadora. . da Lei 9. I. A São bens integrantes da propriedade industrial a invenção. da Lei 9. não poderão ser patenteadas. assinale a opção incorreta. Com relação a essa situação hipotética. 10. VIII.

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O conceito de serviço engloba qualquer atividade oferecida no mercado de consumo. do CDC.3) No que se refere ao campo de aplicação do Código de Defesa do Consumidor (CDC). A A explosão de loja que comercializa. ALTERNATIVA "D" B C D A: art. 2. entre outros produtos. C: art. NOÇÕES BÁSICAS. § 1o. 3o. A O conceito de consumidor restringe-se às pessoas físicas que adquirem produtos como destinatárias finais da comercialização de bens no mercado de consumo. § 2o. móveis ou imóveis. que sejam oferecidos pelos fornecedores para consumo pelos adquirentes. mediante remuneração. assinale a opção correta. 3o. causando lesão corporal e morte a diversas pessoas. (OAB/CESPE – 2007. o importador e o comerciante. do CDC. O conceito de produto é definido como o conjunto de bens corpóreos. assinale a opção correta. o produtor. D: art. 7o do CDC. fogos de artifício e pólvora.2) Acerca da responsabilidade por vícios do produto e do serviço nas relações de consumo. RESPONSABILIDADE DO FORNECEDOR. B: art. O conceito de fornecedor envolve o fabricante. os quais responderão solidariamente sempre que ocorrer dano indenizável ao consumidor. 3o c/c o art. se ficar demonstrada a exclusividade de sua . o construtor. acarreta a responsabilidade civil do comerciante decorrente de fato do produto. salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista. (OAB/CESPE – 2006.DIREITO DO CONSUMIDOR 1. 2o do CDC.

ainda que comprovado o fato e demonstrada a ocorrência de efetivo constrangimento à esfera moral do consumidor. PRÁTICAS COMERCIAIS E PROTEÇÃO CONTRATUAL. a colocação do produto no mercado por representante autônomo do fornecedor. se o produto tiver defeito.3) Considerando-se a relação jurídica em face da proteção contratual ordenada pelo CDC. total ou parcialmente. aos consumidores equiparam-se todas as pessoas que. B C D A: art. C: se não há dano. no ato da compra. C D A: art. 12 e ss do CDC. mesmo sem haver dano. preferencialmente mediante abatimento do valor da indenização nas prestações vincendas. incidem os comandos do art. do CDC. desde que ela tenha sido efetuada no estabelecimento comercial do fornecedor. do CDC. Nesse caso.WANDER GARCIA 152 culpa pelo evento danoso. 6o. B A reparação por danos materiais decorrentes de vício do produto ou do serviço afasta a possibilidade de reparação por danos morais. B: a garantia contratual é complementar à legal (art. não exclui a responsabilidade deste. B: art. além das sanções administrativas e penais. C: art. 12 e 27 do CDC). 49 do CDC. D: art. não há que se falar em responsabilidade por vício ou por defeito. cabe pedido indenizatório (arts. por óbvio. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "C" 3. Quando forem fornecidos produtos potencialmente perigosos ao consumo. 50 do CDC). D: se o produto tiver vícios. se a garantia do fornecedor contra defeitos aparentes ou ocultos que ocorram no produto adquirido será ou legal ou contratual. pode liquidar antecipadamente o débito em questão. . incide cumulativamente a responsabilidade pelo fato do produto e a responsabilidade por perdas e danos. O fornecedor pode eximir-se da responsabilidade pelos vícios do produto ou do serviço e do dever de indenizar os danos por eles causados se provar que o acidente de consumo ocorreu por caso fortuito ou força maior ou que a colocação do produto no mercado se deu por ato de um representante autônomo do fornecedor. é correto afirmar que um consumidor que tenha comprado produto mediante pagamento em 10 prestações A dispõe de até 7 dias para desistir da compra realizada. dependendo de oferta por parte do fornecedor. 17 do CDC. 18 do CDC. exigindo redução proporcional dos juros cobrados. venham a sofrer as conseqüências do evento danoso. embora não tendo participado diretamente da relação de consumo. (OAB/CESPE – 2007. deve ser imediatamente indenizado caso o produto apresente problemas. pode escolher. § 2o. 52. VII.

49 do CDC. veiculada por qualquer forma ou meio de comunicação. 30 do CDC. do CDC. do CDC.2) Em um contrato de consumo. estabelece a remessa do nome do consumidor inadimplente para bancos de dados ou cadastros de consumidores. o juiz pode adotar toda e qualquer medida para que seja obtido o efeito concreto pretendido pelas partes em caso de não-cumprimento da oferta ou do contrato pelo fornecedor. Em todo contrato de consumo consta. não é considerada abusiva a cláusula que A transfere responsabilidades a terceiros. V. o CDC é norma de ordem pública (art. D: art. A Na execução dos contratos de consumo. como a marca do produto e as condições de pagamento. assinale a opção correta. ALTERNATIVA "D" 6o. D: art. C: art. implicitamente. determina a utilização compulsória de arbitragem. 51. B: o direito à revisão contratual independe de o contrato ser de adesão (art. III. do CDC. dentro do prazo de reflexão. desde que o contrato seja de adesão e cause lesão a direitos individuais ou coletivos. obriga o fornecedor que a fizer veicular ou dela se utilizar e integra o contrato que vier a ser celebrado. C: art. rescindir unilateralmente o acordo celebrado. 43 do CDC. estabelece a inversão do ônus da prova em prejuízo do consumidor. . salvo quando expressamente constar do contrato cláusula que disponha de maneira diversa. segundo a qual o consumidor pode arrepender-se do negócio e. do CDC). 51. 51. B: art. VI. (OAB/CESPE – 2006. B C D A: art. as cláusulas contratuais desproporcionais.2) Acerca do direito de proteção ao consumidor. toda informação ou publicidade sobre preços e condições de produtos ou serviços. Segundo o princípio da vinculação da oferta. VII. Nos contratos regidos pelo Código de Defesa do Consumidor. 84 do CDC. portanto as cláusulas contratais não podem se sobrepor às suas disposições. abusivas ou ilegais podem ser objeto de revisão. a cláusula de arrependimento.153 DIREITO CONSUMIDOR (OAB/CESPE – 2007. ALTERNATIVA "D" B C D A: art. 1o). independentemente de qualquer justificativa.

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a interpretação autêntica da lei é realizada A pela doutrina. (OAB/CESPE – 2008.SP) Acerca do que dispõe a Lei de Introdução ao Código Civil. seja por se ter realizado o termo preestabelecido. seja por se ter implementado a condição necessária. A O direito adquirido é aquele que foi definitivamente incorporado ao patrimônio de seu titular. ou seja.SP) A ciência da interpretação normativa tem por objetivo descobrir o sentido e o alcance das normas jurídicas. a interpretação autêntica é aquela realizada pelo próprio autor da lei. ALTERNATIVA "C" B C D De fato.DIREITO CIVIL 1) LICC. é possível a utilização dos costumes contra legem como instrumento de integração do ordenamento jurídico. A analogia e a interpretação extensiva são institutos jurídicos idênticos. pela prolação de uma decisão judicial. pela jurisprudência. B C D . A lei nova que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já existentes revoga a lei anterior.2. assinale a opção correta. Nesse contexto. (OAB/CESPE – 2008. Em qualquer situação. pelo legislador. ainda que não o declare expressamente.2. o legislador.

B: art. possível e determinado. objeto. da LICC. se. ou seja. D: derrogação é a revogação parcial de texto de lei. objeto lícito. da LICC. B C D Art. da LICC. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. assinale a opção correta. da LICC. ou. B C D A: art. . § 3o. possível e determinado. Repristinação da lei é dar nova vigência a determinada lei. por qualquer motivo. desde que seu entendimento seja estendido além do usual. pois a primeira admite a lacuna da lei.2. até que a lei nova com ela seja incompatível. § 1o. ocorrer nova publicação do texto legal. agente emissor de vontade capaz e legitimado para o negócio. possível e determinado. C: art. ou juridicamente determinável. agente emissor de vontade capaz e legitimado para o negócio. D: o costume somente terá aplicação quando não infringir o texto da lei. agente emissor de vontade.SP) Segundo a doutrina. forma. A lei nova que estabelece disposições gerais revoga as leis especiais anteriores que dispuserem sobre a mesma matéria. são pressupostos de validade do negócio jurídico: A manifestação de vontade. ou seja. o prazo de obrigatoriedade da lei contará da primeira publicação. objeto lícito. manifestação de vontade de boa-fé. ou determinável. uma mesma matéria não pode ser regida por diversas leis. C: não se deve confundir analogia com interpretação extensiva. objeto lícito. A lei tem vigência até que a outra lei a revogue. ocorre a derrogação da lei. § 2o. uma lei que tiver sido revogada volta a viger por determinação expressa de uma nova lei. forma legalmente prescrita ou não defesa em lei. da LICC. 2o.3) Acerca da Lei de Introdução do Código Civil e da vigência. §3o. aplicação e interpretação das leis. a revogação integral de uma lei anterior por uma posterior. enquanto a segunda admite a existência da lei que pode ser usada no caso. ou determinável. forma.WANDER GARCIA 156 A: art. 1o. 2o. A Iniciado o transcurso da vacatio legis. 2o. manifestação de vontade livre. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "C" 2) GERAL. pois não pode ocorrer conflito de leis. (OAB/CESPE – 2008. então. 104 do CC. agente legitimado para o negócio. B: art. Nesse caso. 6o. ou seja. § 2o.

assinale a opção correta. o silêncio indica consentimento ou anuência quanto à manifestação de vontade na interpretação dos negócios jurídicos. Se restar caracterizada a má-fé desse terceiro. a teoria adotada pelo novo Código Civil é da realidade técnica. pessoa com a qual o representante celebra o negócio. é anulável e não nulo. o ato.157 DIREITO CIVIL (OAB/CESPE – 2008. ainda que a requerimento dos interessados. pertenças. B Para que o dolo de terceiro acarrete anulabilidade do negócio jurídico. B C D De fato. ao serviço ou ao aformoseamento de outro são classificados como acessórios. § único. C A nulidade absoluta. D O negócio jurídico concluído pelo representante legal em conflito com interesses do representado é anulável. o negócio jurídico é eivado de nulidade absoluta. ainda que o terceiro. não se convalesce pelo decurso do tempo nem pode ser suprida pelo juiz. ao uso.2. B: não é necessário que as partes tivessem conhecimento (art. a adotada no Código Civil de 2002 é a teoria A da ficção. C: art. (OAB/CESPE – 2008. C imóveis por acessão física. 119 do CC. de modo duradouro. de qualquer forma. sendo insuscetível de confirmação. por ser de ordem pública. é exigido que as partes envolvidas no negócio conheçam. não constituindo partes integrantes. do CC. Quando a lei não exigir forma expressa. não tenha conhecimento de tal conflito. 111 do CC. A B Art. A A: art. negativista. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2008.SP) Os bens jurídicos que. se destinam.SP) O conceito de pessoa jurídica pode ser entendido como o conjunto de pessoas ou de bens arrecadados que adquire personalidade jurídica própria por uma ficção legal. de antemão. da realidade técnica. 148 do CC). Entre as teorias que procuram justificar a existência da pessoa jurídica. ALTERNATIVA "B" . 93 do CC. D imóveis por acessão industrial.2.1) Acerca dos fatos jurídicos. D: art. a existência do dolo. da realidade objetiva ou orgânica. fazendo uma distinção entre o ser humano e a pessoa jurídica. 168.

C praticado para fraudar credores. à imagem e à honra. defeito sujeito à anulabilidade do negócio jurídico. C a promessa de recompensa e a gestão de negócios.3) No que concerne aos defeitos do negócio jurídico. São exemplos de atributos da personalidade a capacidade e a obrigação de prestar fatos. A . B Podem demandar a anulabilidade do negócio simulado o terceiro juridicamente interessado e o Ministério Público. dolo. A Art. ao corpo. positivas ou negativas. sem a devida assistência legal. D a fiança e a transação. exige-se que. os direitos da personalidade referem-se aos direitos subjetivos da pessoa de defender o que é próprio.SP) Por meio de atributos pode-se identificar juridicamente a pessoa como determinado sujeito a quem a lei garante posições jurídicas.SP) São negócios jurídicos unilaterais a troca ou permuta e a doação. coação. B o comodato e o mútuo. Para caracterizar a simulação. como o direito à vida. assinale a opção correta. como é o caso da promessa de recompensa e da gestão de negócios. à liberdade. ao nome. sendo vedada aos simuladores a faculdade de alegar a simulação ou requerer em juízo a sua anulação. em litígio comum ou contra terceiros. na conduta do agente.1. (OAB/CESPE – 2008.WANDER GARCIA 158 (OAB/CESPE – 2008. inerente a sua pessoa de maneira perpétua. B o nome e a obrigação de dar ou restituir coisa. B praticado por pessoa relativamente incapaz.1. A Realmente os negócios jurídicos unilaterais são aqueles que se aperfeiçoam com uma única manifestação de vontade. (OAB/CESPE – 2007. além da intenção de violar dispositivo de lei. 166. VI. do CC. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2008. D tiver por objetivo fraudar lei imperativa.1. estado de perigo ou lesão. haja o desejo de prejudicar terceiros.SP) É nulo o negócio jurídico quando viciado por erro. A De fato. C o estado civil e o concubinato. D o domicílio e a fama.

185 do CC) e a decadência importa na perda de um direito previsto em lei. B a concepção e a morte. D efeitos erga omnes. C a maioridade e a morte. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. 11 e 13 do CC. C disponibilidade. com o nascimento e a morte.SP) A perda do direito potestativo e a perda da pretensão em virtude da inércia do titular no prazo determinado por lei vinculam-se. D ação e omissão. respectivamente. A B Arts. C omissão e ato ilícito. na celebração do negócio. respectivamente. (OAB/CESPE – 2007. aproveitando-se. esse negócio será nulo porque a manifestação de vontade emana de erro essencial e escusável. B: art. a prescrição é a extinção do direito à pretensão (art. D a concepção e a senilidade. §§ 1o e 2o.3.SP) Não é própria aos direitos da personalidade a qualidade de imprescritibilidade.Art. do CC. aos conceitos de decadência e prescrição. A De fato. C . C A: simulação é defeito que causa a nulidade do negócio jurídico. levando-a a concluir a avença e assumir uma obrigação desproporcional à vantagem obtida pelo outro. 168 do CC. A ALTERNATIVA "A" Arts. irrenunciabilidade. 2o e 6 o do CC. D: erro torna o negócio jurídico anulável (art. 138 do CC). uma das partes induzir a erro a outra. ALTERNATIVA "C" . D Se. o negócio.159 DIREITO CIVIL A lesão é vício de consentimento que surge concomitantemente com o negócio e acarreta a sua anulabilidade. permitindo-se a revisão contratual para evitar a anulação. 157. assim.SP) A personalidade civil da pessoa natural surge e desaparece.3.3. B prescrição e decadência. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2007.

. por si só. obedecida a vocação hereditária. por isso a pessoa mais nova recebe a herança deixada pela mais velha e. a doutrina conceitua fatos jurídicos stricto sensu como sendo os fatos naturais sem levar em ALTERNATIVA "D" conta a vontade. B C D A: de fato. a aluvião. C: art. de compra e venda.3. sendo elas ascendente e descendente uma da outra.3.3. do CC. mas somente aquelas que possuem a capacidade de fato podem exercer. pois. por isso não se reconhece lesão a direitos da personalidade se o suposto ofendido já for morto. a morte. o testamento.808 do CC. 1. de doação. a aluvião. B C D Realmente. o testamento. Se duas pessoas falecerem ao mesmo tempo.PR) A respeito das pessoas naturais.WANDER GARCIA 160 (OAB/CESPE – 2007. de aceitação ou de repúdio a herança. os atos da vida civil. assinale a opção correta. B: art. único. a dívida de jogo. do CC). A A pessoa que possui plena capacidade de fato pode adquirir direitos e exercê-los por si mesma. a residência. A pessoa portadora de deficiência mental grave e notória que não seja interditada pode dispor validamente de seus bens. 1o do CC). 8o do CC (comoriência). par. visto que nascem com a pessoa e a acompanham durante toda a sua existência até a sua morte. transmite a herança a seus herdeiros. D: a incapacidade da pessoa portadora de deficiência mental grave e notória decorre de lei ALTERNATIVA "A" (art. ALTERNATIVA "D" B C D Art. II. necessitando. o contrato. de representação. a pessoa perde a capacidade. o nascimento. o nascimento.SP) São exemplos de fatos jurídicos stricto sensu A a declaração. 20. intenção ou consciência do agente. 3o. sem necessidade de assistência ou representação. somente depois do trânsito em julgado da sentença de interdição.SP) Não comporta condição o ato A mútuo. por isso. Os direitos da personalidade são inatos e permanentes. todos possuem a capacidade de direito (art. (OAB/CESPE – 2007. a descoberta de tesouro. (OAB/CESPE – 2007. presume-se que a mais velha precede a mais nova.

D: art. C: art. 154 do CC. o juiz deve reconhecê-lo de ofício. (OAB/CESPE – 2007. No negócio jurídico. 156 do CC. por ser matéria de ordem pública. O dolo acidental é um vício social e. B: art. B: art. considera-se condição a cláusula que. certo e predeterminado.3.PR) A respeito dos fatos. por ser irrevogável. por afetar a manifestação da vontade do agente. pode ser feita antes ou depois que ela se consumar. ainda que a parte a quem aproveite não tenha nem deva ter conhecimento dele. 196 do CC. Tratando-se de prazo decadencial estabelecido em lei. se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da contraprestação da outra parte. ou por inexperiência. 121 do CC. D: art. Nesse caso. o beneficiário responde solidariamente com o terceiro pelas perdas e danos causados à vítima. B . a suspensão da prescrição em favor de um dos credores solidários deve aproveitar os outros credores. (OAB/CESPE – 2007. Configura-se estado de perigo quando uma pessoa.161 DIREITO CIVIL (OAB/CESPE – 2007. ALTERNATIVA "A" B C D A: art. C: art. embora possa ser anulada. independentemente de argüição da parte interessada. assinale a opção correta. derivada exclusivamente da vontade de uma das partes.2) Acerca das provas. subordina a existência ou o efeito do negócio a evento futuro. As presunções legais não serão admitidas nos fatos em que a lei não admitir depoimento de testemunha. Quando o prazo prescricional se inicia com o autor da herança. A Só se admite a anulação do negócio jurídico celebrado mediante coação exercida por terceiro quando o beneficiário tiver sabido ou devesse saber da coação. assinale a opção correta.3. provoca a anulação do negócio jurídico. A A confissão é irretratável. 273 do CC. mas só produz os seus efeitos se não prejudicar diretos de terceiros.PR) Com referência a prescrição e decadência. Nas obrigações divisíveis e nas indivisíveis. ALTERNATIVA "D" B C D A: art. 191 do CC. assinale a opção correta. expressa ou tácita. atos e negócios jurídicos. pois a morte é uma das causas da suspensão da prescrição do exercício de ação que envolva direito patrimonial. 146 do CC. 210 do CC. A A renúncia da prescrição. sob premente necessidade. aquele recomeça a correr contra o seu sucessor.

ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. A emancipação voluntária ocorre pelo exercício de emprego público efetivo. par. Depois de transitada em julgado. inatos ou decorrentes. par. 11 do CC. único. por havê-lo presenciado ou por ouvir algo a seu respeito. o que significa dizer que toda pessoa tem capacidade de adquirir direitos e contrair obrigações. único.1) Acerca das pessoas e do domicílio. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2007. C Imóveis por acessão intelectual é tudo aquilo que o homem incorporar permanentemente ao solo. 76 do CC. A: art. C A República Federativa do Brasil é pessoa jurídica de direito público interno. A capacidade de exercício é imanente a toda pessoa. estranha à relação processual. único. assinale a opção incorreta. 62. 1o do CC). C: art.1) No que se refere às normas relativas aos bens e a suas classificações. A Os direitos da personalidade são intransmissíveis. 214 do CC. assinale a opção correta. perpétuos e insuscetíveis de apropriação. I. A .1) Com relação ao direito da pessoa. que declara em juízo conhecer o fato alegado. D: art. B: art. A A: no caso de firma individual não há distinção patrimonial entre a sociedade e o indivíduo. B A energia elétrica e os direitos autorais são considerados bens móveis. D: art. o servidor público.WANDER GARCIA 162 C D É plenamente válida a confissão do incapaz se feita por meio de seu representante legal. de modo que não se possa retirar sem destruição. do CC. Os bens públicos dominicais são disponíveis e alienáveis. par. B A fundação de direito privado não pode ter fins lucrativos. C: art. 41 do CC. Testemunha instrumentária é a pessoa natural. do CC. B: a capacidade imanente a toda pessoa é a de direito (art. 230 do CC. assinale a opção incorreta. irrenunciáveis. 213.563 do CC. D: testemunha instrumentária é aquela que assiste aos atos formalizados num instrumento. (OAB/CESPE – 2007. Não é cabível a desconsideração da personalidade jurídica em se tratando de firma individual. 5o. D Têm domicílio necessário o incapaz. o militar e o preso. a sentença judicial que decreta a nulidade ou anulação do casamento deve ser registrada no cartório de registro de pessoas naturais. 1. do CC). cuja validade depende da presença dela. C: a emancipação voluntária é aquela pela concessão dos pais mediante instrumento público (art. B: art. B C D A: art.

do CC. C: imóveis por acessão intelectual são aqueles que o proprietário imobiliza por sua vontade. B: art. B C D A: de fato o negócio unilateral não recepctício independe da aceitação da outra parte. ressalvado direito de terceiro. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007. IV . D: de fato.163 DIREITO CIVIL D A moeda é coisa incerta e fungível. se desconhecida da outra parte ao tempo da consumação do negócio jurídico. I e III. Estão certos apenas os itens A I e II. Representação deriva de lei ou contrato (art. B: art. C: art. II . tem-se mera expectativa de direito ou direito eventual pendente. expresso ou tácito. I e III. A validade do negócio jurídico requer capacidade do agente. A reserva mental ilícita ou irregular torna nula a declaração da vontade. oneroso ou gratuito. julgue os itens abaixo. I .Em face da condição resolutiva. 83.1) No que se refere ao termo ou condição e aos defeitos do negócio jurídico. e tem aceitação voluntária. outorgado pelo representado.Na fraude contra credores.A condição é a cláusula que subordina o efeito do negócio jurídico. Representante legal é a pessoa munida de mandato.1) Acerca do negócio jurídico. 110 do CC. assinale a opção incorreta. mas é passível de ratificação pelas partes. tal requisito tipifica a um só tempo elementos de existência e pressupostos de validade do negócio jurídico. a evento futuro e incerto. A Negócio jurídico unilateral não receptício é um ato de autonomia privada que se aperfeiçoa pela declaração do seu autor e produz seus efeitos sem a necessidade de aceitação e conhecimento por parte do seu destinatário. 104 do CC. III . A: art. 115 do CC). a pessoa munida de mandato é mandatária. 101 do CC. Nesse sentido. D: de fato moeda é fungível e incerta eis que pode ser substituída. aformoseamento ou comodidade.O vício resultante da coação causa a anulabilidade do negócio jurídico. B . o ato de alienação de bens praticado pelo devedor é nulo de pleno direito e dispensa a propositura de ação própria para anulação do negócio jurídico. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2007. empregando-os intencionalmente em sua exploração industrial.

Os atos simulados são nulos. B C D A: arts. É nulo o negócio jurídico celebrado pelo representante legal em conflito com interesses com o representado. Entretanto. Configura-se o estado de perigo quando uma pessoa. III e IV. por isso.WANDER GARCIA 164 C D II e IV. 166. O negócio jurídico apresenta-se defeituoso quando ambas as partes agem reciprocamente com dolo e com errônea transmissão de vontade. sob premente necessidade. por se tratar de vício insanável em face da incapacidade de um dos participantes do negócio. 158 do CC. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "A" B – I: art. caracterizam-se má-fé e prejuízo. obriga-se a prestação desproporcional ao valor da prestação oposta. VI e 169 do CC. Com a declaração da nulidade.2) A respeito dos defeitos dos negócios jurídicos. Essa nulidade é fixada no interesse de toda a coletividade. 156 do CC. C: art. não gerando. 127 do CC. assinale a opção correta. 172 do CC. insuscetíveis de confirmação pelas partes ou de convalidação pelo decurso do prazo. Nessa situação. 121 do CC. (OAB/CESPE – 2006. III: art. apesar de nulo o negócio. qualquer efeito jurídico. não tenha conhecimento da incapacidade do outro contratante. A O negócio jurídico é nulo quando tiver por objetivo fraudar lei imperativa.3) A propósito dos fatos jurídicos. por ser a sua finalidade terminar um litígio instaurado entre as partes. B: art. A transação é um modo de extinção das obrigações oriundas de direitos patrimoniais contestados e tem como condição necessária a existência de ação judicial. o negócio não produzirá qualquer efeito por ofender princípios de ordem pública e conter vícios essenciais. subsiste o ato dissimulado se válido na substância e na forma. impondo-se o reconhecimento da nulidade do negócio jurídico. II: art. Os efeitos da transação começam a partir do trânsito em julgado da sentença homologatória. IV: art. em detrimento da garantia de que este representa a satisfação do crédito alheio. (OAB/CESPE – 2006. Nessa situação. ainda que o terceiro. A Reputa-se em fraude contra credores a alienação efetuada pelo devedor dos direitos sobre imóvel penhorado em ação de execução. tendo alcance geral e eficácia erga omnes. qualquer um dos con- B C . gerando um lucro exagerado ao outro contratante. 119 do CC. com o qual o representante celebrou o negócio. 840 do CC. D: art. assinale a opção correta.

1. 158 do CC. respondem somente com seu patrimônio pelos atos praticados por seus administradores. ou má-fé. I. 1. 150 do CC. 167 do CC. desde que se responsabilize pelos danos experimentados pelo outro contratante e por aquele causado a terceiro de boa-fé. com a liquidação da quota do sócio falecido em favor de seus herdeiros. Realmente. validamente constituídas. D A lesão inclui-se entre os vícios de consentimento. somente será possível por sentença do juiz. A Configura-se o estado de perigo quando uma pessoa. ensejando a nulidade absoluta do negócio. B C . 171. é necessário que. a emancipação por escritura pública somente é possível se feita pelos pais. Nessa situação. É válido o ato negocial em que ambas as partes houverem reciprocamente agido com dolo. conceder a emancipação voluntária ao filho do casal. B: art. 5o. por representar declaração enganosa da vontade. No caso de discordância. assinale a opção correta.165 DIREITO CIVIL tratantes pode requerer a anulação do negócio. da parte adversa. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2006. na falta do outro. A simulação relativa é um vício social que acarreta a nulidade do negócio jurídico. é assegurado a qualquer um deles. ela subsistirá até o término do procedimento de liquidação e a averbação da dissolução no registro em que ela estiver inscrita. a pessoa pode demandar a nulidade do negócio jurídico. dispensando-se a verificação do dolo. As pessoas jurídicas. do CC. ALTERNATIVA "B" A: art. 50 do CC. Nas sociedades de pessoas. C: art. mesmo que seja válido na substância e na forma. B: art. Em caso de desacordo entre os genitores quanto a emancipação do filho. gerando lucro exagerado ao outro contratante. do CC. C: art. por meio da resolução da sociedade. D: art.109 do CC. ou por um deles. A nenhuma delas é permitido reclamar indenização. devendo cada uma suportar o prejuízo experimentado. em conjunto. mediante escritura pública devidamente registrada no cartório de registro civil. na conduta do agente. assinale a opção incorreta.1) Acerca dos fatos jurídicos. por inexperiência ou sob premente necessidade. II. os remanescentes podem impedir o ingresso na sociedade do sucessor ou dos sucessores do de cujus. (OAB/CESPE – 2006. Para caracterização da lesão. A Havendo dissolução da pessoa jurídica. desde que esses atos sejam praticados sem abuso da personalidade jurídica. obriga-se a prestação desproporcional entre as prestações recíprocas. B C D A: art. ocorra intenção de lesar terceiro e demonstração da exagerada vantagem auferida por esse na conclusão do negócio.028 do CC. quando um sócio morre.2) A respeito das pessoas naturais e jurídicas. não subsistindo o ato negocial. D: art.

na conduta do agente. assinale a opção incorreta. ALTERNATIVA "B" B C D A e B: art. o que obriga o beneficiado a devolver o que recebeu em proveito do acervo do devedor. 156 do CC. e aniquila-se o negócio jurídico simulado.WANDER GARCIA 166 D A lesão consiste em declaração enganosa da vontade de um dos participantes do negócio jurídico e inclui-se entre os vícios de consentimento. bem como sobre norma dispositiva. Assim. no contrato de compra e venda de um imóvel rural. é necessário que. 85 do CC. B: art. (OAB/CESPE – 2004. Os produtos de uma exploração do solo são bens acessórios e. mas veicula vontade enganosa. deve-se entender que esses bens não foram objeto da negociação.ES) No tocante aos defeitos do ato e do negócio jurídico. 138 do CC. O negócio jurídico é anulável. C: art. não obstante não terem existência própria. 167 do CC. O direito à sucessão aberta é um bem incorpóreo considerado por lei como imóvel para que possa receber proteção jurídica. que consistia na verdadeira intenção das partes. A Se. 80. D: art. ocorra a intenção de lesar terceiro. ALTERNATIVA "D" B C D A e B: art. por sua qualidade individual. . 150 do CC. D: art. ambas sujeitas ao livre acordo das partes. São fungíveis os bens que. (OAB/CESPE – 2004.ES) Acerca dos bens. assinale a opção correta. 162 do CC. mesmo se tal transação fosse considerada legal por uma das partes. II. na simulação. 167 do CC. 94 do CC. nada se dispuser sobre o destino dos bens móveis que servem aos fins do imóvel. O pagamento de dívida vencida efetuado pelo devedor insolvente a um de seus credores quirografários presume-se em fraude ao concurso de credores. do CC. C: art. com a conseqüente nulidade do negócio jurídico. A Para caracterização do vício da simulação. D: art. Constatada a ocorrência de vício da simulação no negócio jurídico. admite-se a subsistência do ato dissimulado se este for válido na forma e na substância. sobrevive o negócio jurídico dissimulado. ALTERNATIVA "B" A: art. acarretando a nulidade absoluta do negócio jurídico. 157 do CC. têm valor especial e não podem ser substituídos sem que haja alteração de seu conteúdo. se atingido por erro de direito que recaia sobre norma cogente. que se apresenta no mundo real. podem ser objeto de ato negocial por vontade das partes ou por circunstâncias do próprio negócio. C: art.

2) Fátima era credora de Pedro. cujo adimplemento requer o cumprimento de apenas uma delas. nada opõe à cessão não pode alegar direito à compensação. Se. 252 do CC. sem a anuência dos demais. assinale a opção correta. cabe a ele responder por toda ela perante Fábio. seja do credor seja do devedor. já que. Considerando a situação hipotética apresentada e as disposições do Código Civil acerca de solidariedade. A cessão do crédito afasta a compensação. Como Pedro não realizou o pagamento. concentra-se em uma única para pagamento por meio de escolha.1) Acerca do direito das obrigações. . nesse caso. que terminou por pagar o débito com os juros da mora. um dos devedores. ou seja. em uma obrigação solidária passiva. renegociar a dívida. e para cuja validade é necessário o consentimento prévio do devedor. 290 do CC. notificado da cessão que o credor faz dos seus direitos a terceiros. Como a dívida solidária foi contraída no interesse exclusivo de Pedro. Por não ter sido parte no processo judicial. ALTERNATIVA "D" B C D A: art. a obrigação adicional é devida por todos os co-obrigados em face da aplicação da teoria da representação. C: art. dívida a ser por ele quitada no prazo máximo de 60 dias. Pedro não será obrigado a responder pelos juros da mora. com modificação objetiva da obrigação. Mesmo tendo efetuado o pagamento. assinale a opção correta. as partes convencionam duas ou mais prestações cumulativamente exigíveis. o devedor que. mediante a alteração do credor. que contraíram com ela. ou seja. Fábio não tem o direito de cobrar algo dos demais devedores. D: arts. assumindo a majoração dos juros pactuados. cada um deles tem a obrigação pelo total da dívida. de forma solidária e no interesse exclusivo de Pedro.167 DIREITO CIVIL 3) OBRIGAÇÕES. (OAB/CESPE – 2008. pois acarreta a modificação subjetiva da relação obrigacional. A A cessão de crédito consiste em negócio jurídico por meio do qual o credor transmite o seu crédito a um terceiro. Fábio e Júlio. Assim. da existência de mandato recíproco entre os devedores solidários. 290 e 294 do CC. B: art. Nas obrigações alternativas. A Fábio deverá cobrar dos outros dois devedores a quantia que pagou a Fátima. Fátima ajuizou ação contra Fábio. 285 do CC. (OAB/CESPE – 2008. ALTERNATIVA "C" B C D C – Art. 278 do CC.

os co-obrigados que nela não intervieram. quando a indivisibilidade é proveniente da vontade das partes. sem qualquer direito ao credor de receber indenização ou de exigir a restituição da coisa. 857 do CC. não poderá o credor rejeitar a prestação. B: de fato. a obrigação de restituir. que será obrigado a indenizar os prejuízos sofridos pelo gestor. 257 do CC. C: art. para mera prorrogação do pagamento da dívida. aquele que recebeu o pagamento que não lhe era devido. A insolvência civil gera a declaração de insolvência e esta implica a execução dos bens do devedor não-empresário por concurso universal de credores. C: art. assinale a opção correta. a obrigação resolve-se automaticamente. Se houver pluralidade de sujeitos. todos os credores devem concorrer em igualdade de condições. 861 do CC. O pagamento indevido faz surgir. ou seja. seja espontaneamente ou por meio da ação de repetição de indébito. (OAB/CESPE – 2008. O acordo extrajudicial firmado entre credor e devedor principal. ALTERNATIVA "B" .WANDER GARCIA 168 (OAB/CESPE – 2008. A Caso o devedor inadimplente de obrigação decida purgar a mora oferecendo ao credor a prestação vencida. acrescida da indenização dos danos causados ao credor pela mora. No caso de obrigação de restituir coisa certa. e pleitear a resolução do contrato. implica novação. assinale a opção correta. D: art. D: art. deverá restituir o que recebeu. B C D A: art. 234 do CC. sem culpa do devedor.1) Ainda no que concerne ao direito das obrigações. vindo esta a perecer. respeitada a proporcionalidade de seus créditos. A Aquele que estipula uma gratificação pela prestação de determinado serviço anunciado publicamente e dirigido a todos fica obrigado a cumprir a recompensa a todas as pessoas que executarem a ação recompensável da maneira por ele esperada. sendo a obrigação indivisível. desonerando. I. com base no princípio de vedação ao enriquecimento ilícito. B: art. transformando a mora em inadimplemento definitivo. pode haver o cumprimento fracionado da obrigação. tratando-se de indivisibilidade legal. 401. ALTERNATIVA "C" B C D A: art. sem qualquer preferência ou privilégio. 361 do CC. além das despesas úteis e necessárias realizadas. O gestor de negócios alheios age voluntariamente no interesse do dono do negócio e de acordo com a vontade declarada deste. 956 do CC. assim. ou seja. do CC. para aquele que recebeu indevidamente.1) No que concerne aos atos unilaterais. às preferências e privilégios creditórios.

os herdeiros. D: art. não o assuma. em decorrência da natureza da obrigação.SP) Constitui obrigação de fazer materialmente infungível aquela que A recaia sobre prestação de coisa certa. seja referente a coisas ainda não individualizadas. com o fito de extinguir a obrigação.PR) Assinale a opção correta com relação ao direito das obrigações. subsiste o débito originário. 356 do CC. por meio da imputação do pagamento. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. A A morte do devedor provoca o vencimento antecipado da obrigação. B: art. A Havendo pluralidade de devedor. assim. A dação em pagamento constitui acordo entre o credor e devedor. por meio do qual o credor consente em receber objeto distinto do previsto no título constitutivo da obrigação. 352 do CC. diante da insuficiência de condições financeiras para o pagamento de todo o débito. possa ser prestada por terceira pessoa. B C D A: art. o inadimplemento da obrigação indivisível não altera os direitos do credor nem a obrigação perde esse caráter. pois. (OAB/CESPE – 2007. assinale a opção correta.169 DIREITO CIVIL (OAB/CESPE – 2008. nesse caso.3. independentemente da concordância do credor ou do devedor originário. O devedor de várias dívidas ainda não vencidas a um mesmo credor.3. 259 do CC. 299 do CC. poderá propor quitá-lo antecipadamente. não obstante a cláusula que exclui a garantia contra a evicção. de qualquer dos devedores. solidariamente. salvo quando se tratar de obrigação personalíssima.1. ele tem direito de recobrar o preço que tenha pago pela coisa perdida. assumindo o terceiro a posição de devedor. do contrato ou das circunstâncias da situação concreta. B . mais perdas e danos. com os seus acessórios e garantias especiais. a morte do devedor é causa da extinção da relação obrigacional. obrigação infungível é aquela que o devedor deve cumprir pessoalmente. se dele informado. por ela respondendo. não admita substituição da pessoa do devedor por outrem. Ocorrendo a evicção. porque designadas apenas pelo gênero a que pertencem e à sua qualidade. A infungibilidade pode decorrer da vontade das partes ou da própria natureza da obrigação. ou. peso ou medida. podendo. C: art. B C D De fato. o credor demandar a obrigação por inteiro.PR) Ainda a respeito das obrigações e dos contratos. se o evicto desconhece o risco. Com a assunção de dívida.

e houver novação entre credor e um dos devedores solidários. ficando.WANDER GARCIA 170 C Qualquer crédito poderá ser cedido. se a isso não se opuserem a natureza da obrigação. salvo em razão do perecimento de uma ou de algumas das prestações em razão de caso fortuito ou por força maior.425 do CC. 350 do CC. do CPC. Nas obrigações de meio. assinale a opção incorreta. 385 do CC. D: art. Se a obrigação for solidária. B: art. O terceiro interessado que paga dívida pela qual seja ou possa ser obrigado. 1. porém o cedente não responde pela solvência do devedor. do CC. A A obrigação alternativa ou facultativa tem natureza complexa porque possui prestações e objetos múltiplos. pode cobrar o total da dívida. de modo que o depósito ou pagamento desta não desobriga o devedor do cumprimento da prestação estabelecida na sentença da ação cominatória. mesmo que o seu desembolso seja menor. D: art. A mora e a violação positiva da obrigação ou do contrato por parte do devedor são exemplos de inadimplemento relativo. a convenção com o devedor ou a lei. Remição é a renúncia gratuita do crédito. 394 do CC. (OAB/CESPE – 2007. 461 . assinale a opção incorreta. conste ou não do título. esteja vencido ou por vencer. ALTERNATIVA "C" D A: art. exonerados os outros devedores. § 3o. mas não necessário. em que o devedor se libera prestando integralmente todas as prestações pactuadas. 138 do CC. somente sobre os bens do que contraiu a nova obrigação remanescem todas as garantias do crédito novado. B C D A: art. A A base subjetiva do negócio jurídico compreende as representações nas quais as partes assentaram seu acordo de vontade. por esse fato. C: arts. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2006. 449 do CC. Remissão é a renúncia gratuita ao crédito. 286 e 296.1) Com relação às normas atinentes ao negócio jurídico e às obrigações. B C . visto que se sub-roga nos direitos e ações do credor. o devedor satisfaz a obrigação desde que demonstre que todas as possibilidades foram utilizadas para atingir o objetivo pretendido. A multa cominatória tem caráter intimidativo. B: art. a frustração subjetiva dos contraentes pode render ensejo à não obrigatoriedade da prestação ou à anulação do negócio jurídico por erro essencial. Desse modo. exigíveis cumulativamente. C: art.3) Em conformidade com o direito das obrigações.

B . em regra. o que resulta em extinção da obrigação e exoneração do devedor primitivo. extinguindo-se o vínculo obrigacional. C: realmente. pois a obrigação assumida pelo devedor é originária de dívida prescrita. sem culpa do devedor. constituindo nova — com a peculiaridade de fornecer nova garantia do pagamento da dívida —. ocorre a substituição do sujeito passivo da relação de crédito. B: art. ou seja. O devedor só se desonera da obrigação após entregar ao credor exatamente a coisa que prometeu dar. a obrigação converte-se em perdas e danos. C: art. 252 do CC.ES) No que se refere às obrigações. assinale a opção correta. que não poderá abster-se do ato. D: art. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2006. nas obrigações de meio não se obriga pelo resultado. em razão de força maior ou de caso fortuito. Entretanto. D: art. Na obrigação alternativa o devedor se desobriga ao cumprir uma das prestações pactuadas cuja escolha. a reunião. A Ocorre a assunção de dívida quando um terceiro. B C D A: no caso descrito trata-se de típica hipótese de novação. 250 do CC. estranho à relação obrigacional. qual seja: ao título de crédito no valor integral da dívida. 234 do CC. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2004. Na hipótese de novação. Na assunção de dívida. pela nova obrigação respondem solidariamente todos os devedores.1) A respeito do direito das obrigações. sendo irrelevante tratar-se de obrigação solidária ou obrigação em que ocorra a confusão de parte da dívida. havendo devedores solidários. assume a posição de devedor e se responsabiliza pela dívida. A: art. A Na hipótese de o devedor firmar contrato de renegociação de dívida prescrita. na mesma pessoa. B: art. extingue-se totalmente a obrigação. cabe ao devedor. para atender interesse jurídico do credor ou de terceiro. A obrigação de não fazer é aquela em que o devedor assume o compromisso de se abster de algum fato que poderia praticar livremente se não se tivesse obrigado. não ocorrerá novação. se essa obrigação se impossibilitar. Se ocorrer a confusão. considerando-a resolvida. os acessórios e as garantias do débito.171 DIREITO CIVIL D O credor de coisa certa não pode ser obrigado a receber outra. mesmo sendo mais valiosa. das qualidades de credor e devedor de uma mesma relação obrigacional. inclusive os que não participaram da novação. 383 do CC. 300 do CC. assinale a opção correta. exceto as garantias do crédito que tiverem sido prestadas por terceiro. o devedor será exonerado do cumprimento desta. Do contrário. e sobre os seus bens subsistem as preferências e garantias do crédito novado. 365 do CC.

408 e 409 do CC. lesão absoluta. ao celebrar um contrato de seguro. resolução do contrato por inexecução involuntária. lesão relativa. (OAB/CESPE – 2008. (OAB/CESPE – 2008. assinale a opção correta de acordo com o atual Código Civil. o pagamento será considerado válido e o devedor exonerado da obrigação. resilição do contrato por onerosidade excessiva. resolução do contrato por onerosidade excessiva. independentemente da decisão da ação. o devedor. C: arts. 312 do CC. Na situação hipotética apresentada. (OAB/CESPE – 2008. culposamente. poderá efetuar o pagamento a qualquer dos credores. dolo negativo.WANDER GARCIA 172 C A cláusula penal é um pacto acessório mediante o qual as partes contratantes estabelecem as perdas e danos a serem aplicados contra aquele que.SP) João. B: art. ALTERNATIVA "C" D A: art. Nesse contexto. ALTERNATIVA "B" B C D Art.1. que dificulta extremamente o adimplemento do contrato. 766 do CC. 299 do CC.SP) De acordo com o Código Civil de 2002. 478 do CC. 4) CONTRATOS.2) A respeito da resolução dos contratos por onerosidade excessiva. mesmo tendo conhecimento da ação. a onerosidade excessiva decorre de evento extraordinário e imprevisível. . ALTERNATIVA "C" B C D Art. Nesse caso. omitiu intencionalmente que era portador de moléstia grave para assegurar a celebração do negócio jurídico. a conduta de João caracteriza A dolo positivo. Se a dívida vencer enquanto houver litígio entre credores. D: art.1. que não teria sido realizado não fosse a omissão do fato. 365 do CC. deixar de cumprir uma obrigação ou retardar o seu cumprimento. a onerosidade excessiva dá ensejo à A resolução do contrato por inexecução voluntária.

mas só responde pelo extravio das bagagens se o passageiro tiver declarado o valor a elas correspondente. Considerando a situação hipotética acima e as disposições do Código Civil vigente. em razão da aplicação do princípio segundo o qual os pactos devem ser cumpridos da exata forma como foram firmados. ao qual também não se aplica a excludente da força maior. não há como a outra parte evitar a resolução por onerosidade excessiva. vendeu a Luíza. assinale a opção correta. pelos quais Juliana poderá exigir aumento de preço. deve estar caracterizada a seguinte situação: prestação excessivamente onerosa para uma das partes. (OAB/CESPE – 2008. ALTERNATIVA "B" B C D Art. terá direito aos filhotes. de acordo com o Código Civil vigente. assinale a opção correta. C O referido instituto aplica-se a qualquer contrato. com a exigência de pagamento antecipado. assim. sem que Juliana percebesse. É nula a cláusula de exclusão da responsabilidade no contrato de transporte de pessoas.173 DIREITO CIVIL Para que haja aplicação do referido instituto. Luíza terá de entregar metade dos filhotes a Juliana. a fim de que seja cumprida a finalidade da norma. Como ainda não houve a entrega do animal.2) Juliana. A O transportador responde pelos danos causados às pessoas transportadas. 492 do CC. os efeitos deverão retroagir à data do evento que acarretou a onerosidade excessiva. a qual deveria ser entregue no prazo de seis meses. Os filhotes serão considerados acréscimos à coisa. uma cadela da raça labrador. proprietária de um canil. com dois anos de idade e com pedigree. também com pedigree. com extrema vantagem para a outra. Por previsão legal. por isso. B ALTERNATIVA "A" . ficou prenhe de outro labrador. A Por já ter sido pago o preço. (OAB/CESPE – 2008. sob pena de enriquecimento sem causa. D Caso a resolução do contrato seja decretada por sentença.2) A respeito do transporte de pessoas. Luíza já era proprietária do labrador e. Juliana será dona dos filhotes que vierem a nascer. o animal vendido. à vista. A Art. B Presentes os respectivos pressupostos. e deu à luz os filhotes. Durante o período que antecedeu à entrega. 478 do CC. o devedor pode requerer a resolução tanto de contrato de execução instantânea quanto de execução continuada. em virtude de acontecimentos extraordinários e imprevisíveis.

contratos de comodato. salvo quando tenha ocorrido a alienação da coisa doada. 619. o deslocamento de coisas. A No contrato de empreitada global a preço fixo. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "A" Art. par. do CC. sucessivamente. 756 do CC. no entanto não comporta a execução específica. No contrato de transporte cumulativo.WANDER GARCIA 174 C D O transportador não poderá reter bagagem ou objetos pessoais de passageiros para garantir o pagamento da passagem que não tiver sido efetuado no início do percurso. B C D Art. B C D A: art. Esse preço pode ser fixado de acordo com o tabelamento oficial. O contrato preliminar gera uma obrigação de fazer.1. 736 do CC. poderá ser argüida a exceção do contrato não cumprido. . cada transportador se obriga a cumprir o contrato relativamente ao respectivo percurso. D: art. não poderá o empreiteiro exigir alteração do valor do preço pelo serviço extraordinário executado às claras. contratos de mútuo. (OAB/CESPE – 2008. se.SP) A exceção do contrato não cumprido poderá ser argüida nos A contratos sinalagmáticos. C: art. inclusive sob a supervisão do dono da obra. 465 do CC. (OAB/CESPE – 2007. o transporte feito por cortesia não se subordina às normas estipuladas para o contrato de transporte de pessoas. o transportador deverá responder pelo dano. único. Em regra. B: art. o bem doado não volta ao patrimônio do doador se este sobreviver ao donatário. Na doação com cláusula de reversão.1) Assinale a opção correta com relação aos contratos. (OAB/CESPE – 2008. 476 do CC. negócios jurídicos unilaterais. a coisa transportada for danificada. em tal percurso. estipulado por terceiro ou por qualquer um dos contratantes. assinale a opção correta. Somente nos contratos sinalagmáticos. 547 do CC. em que vários transportadores efetuam. em que as prestações são recíprocas.3) Acerca dos contratos regidos pelo Código Civil. resolvendo-se o seu descumprimento em perdas e danos. A O contrato de compra e venda deve conter cláusula que estipule o preço do bem ou o modo de determiná-lo.

Por isso. termos genéricos. inferior ou com mais ônus do que aqueles estabelecidos na obrigação principal.SP) A retrovenda. O prazo prescricional para a rescisão do contrato de compra e venda de imóvel com base em vício redibitório é contado a partir da data em que o adquirente tomou conhecimento do vício. e constitui título executivo extrajudicial. assinale a opção correta. penalidades contratuais. D: art. se uma das partes não cumprir espontaneamente a sua prestação. Nos contratos onerosos com cláusula de exclusão completa da garantia contra a evicção. No contrato bilateral com cláusula resolutiva expressa. servindo-lhe. ainda. 476 do CC.175 DIREITO CIVIL B O objeto do contrato de fiança é uma obrigação assumida em outro contrato do qual é acessório. 823 do CC. de garantia. 462 do CC. o contratante prejudicado poderá considerar o contrato resolvido. C: art. traduz título representativo de dívida líquida. a indenização securitária deve ser feita em dinheiro.PR) A respeito dos contratos. salvo se convencionada pelos contratantes a recomposição ou a substituição da coisa. Seção II. (OAB/CESPE – 2007. do CC. B: art. 776 do CC.3. ALTERNATIVA "D" C D A: arts. (OAB/CESPE – 2007. §1o. Capítulo I. pactos adjetos. No contrato de seguro de coisa. a preempção e a venda com reserva de domínio constituem modalidades de A cláusulas obrigatórias. ALTERNATIVA "B" B C D Vide Título VI.3. D: art. 449 do CC. ALTERNATIVA "D" B C D A: art. 485 a 488 do CC. a responsabilidade do fiador deve corresponder ao valor da dívida garantida. no qual os contratantes assumam que as obrigações autônomas devem ser cumpridas sucessivamente. B: art. podendo qualquer das partes dá-lo por desfeito por resilição unilateral. por força do que seja livremente convencionado entre as partes. o alienante é exonerado de qualquer responsabilidade. do CC. não podendo ser em valor superior. O contrato de abertura de crédito rotativo firmado com instituição financeira. alegando a exceção do contrato não cumprido. C: Súmula 233 do STJ. A O contrato preliminar não tem força obrigatória. garantido por nota promissória e acompanhado do demonstrativo do débito. certa e exigível. . 445.

assinale a opção correta. posteriormente. ao tempo da tradição da coisa. B: art. A deterioração da coisa em poder do adquirente não afasta a responsabilidade do alienante.3) A respeito de contratos. não será responsabilizado pelo defeito da coisa alienada. se ocorrer o suicídio. a fiança. não se encontraria coberta pela apólice de acidentes pessoais. Entretanto.2) Acerca da evicção e dos vícios redibitórios. ainda que não premeditado.WANDER GARCIA 176 (OAB/CESPE – 2006. Em decorrência da regra de que o acessório segue o principal. A O adquirente de bem em hasta pública não tem a garantia dos vícios redibitórios nem da evicção. Quando o comprador adquire um bem e. ALTERNATIVA "D" B C D A: art. o credor as conservará depois de executado o contrato. 463 do CC. D: art. por essa razão é vedada a cláusula de arrependimento. Se o contrato de compra e venda de imóvel não possuir cláusula de arrependimento. este deve ser entendido como arras confirmatórias e princípio do pagamento. C: art. se o alienante desconhecia o vício. 443 do CC. reconhecida por sentença judicial e em favor do verdadeiro detentor do direito sobre o bem. que responde por evicção total. abrangerá toda a dívida. único. alegando que por ter sido a morte voluntária. B: art. No seguro de vida para o caso de morte. em virtude de reclamação judicial. conhecia o vício redibitório no bem objeto de contrato. A O contrato preliminar é o compromisso para uma futura declaração de vontade. este deve restituir o que recebeu. caberá o cumprimento da obrigação principal ao fiador. 447 do CC. se restar provado que o alienante. B C D A: art. Destina-se a dar segurança às partes que querem celebrar o contrato. assegurando a qualquer das partes o direito potestativo de exigir o cumprimento do pactuado. 822 do CC. determinante e preexistente à alienação. ainda que limitada. provocar a deterioração do bem. A evicção é a perda ou o desapossamento da coisa adquirida por causa jurídica. 417 do CC. assinale a opção correta. ou seja. pois a natureza processual da arrematação afasta a natureza negocial da compra e venda. com exceção do caso em que o adquirente. o segurador poderá recusar o pagamento do capital segurado. se o devedor tornar-se inadimplente. ao passo que o devedor as deduzirá da prestação quando do pagamento final. Logo. é preparatório para um negócio definitivo. do segurado. agindo com dolo. constata que a coisa adquirida padece de defeitos ocultos. no qual foi paga uma determinada quantia como sinal. D: art. C: evicção é uma espécie de perda ou desapossamento (parcial ou total) que o comprador de um bem vem a sofrer. do CC. com sua parte principal e todos os acessórios. 451 do CC. par. proposta por outra pessoa que se considera a legítima dona da coisa ou do direito real anteriormente alienada. (OAB/CESPE – 2006. ALTERNATIVA "B" . 798. Assim.

B Considere-se que o cônjuge varão.365 do CC. ALTERNATIVA "D" B C D A: art. Entretanto. ainda que alegue que desconhecia o risco. autoriza o credor a tornar-se proprietário do objeto da garantia. poderá o credor rejeitar a prestação por não lhe ser mais útil. inclusive pela devolução do preço pago pelo adquirente da coisa evicta. C A fiança é uma garantia de natureza acessória e subsidiária. prestou fiança em contrato de renegociação de dívida de operações de crédito. sem a devida outorga uxória. assinale a opção correta. sendo assegurado ao fiador o benefício de ordem.177 DIREITO CIVIL (OAB/CESPE – 2006. pois a cláusula de isenção é excludente de responsabilidade do alienante. A fiança se concretiza independentemente da aceitação do credor em relação à pessoa do fiador. ou que não o assumiu. do CC. 448 do CC. caso em que obrigará apenas os bens da meação do fiador. 827 do CC. acrescidas da indenização ao credor dos prejuízos sofridos com a mora. ALTERNATIVA "C" . conservação da coisa e a obrigação de restituí-la quando reclamada pelo proprietário. no vencimento. C: art. D: art. a fiança é anulável. este pode purgar a mora oferecendo ao credor as prestações vencidas. com cláusula expressa de exclusão da garantia da evicção. executam-se os bens do fiador. podendo fazer uso dela e tirar proveito econômico da coisa depositada. a quitação da dívida. 1. A responsabilidade do fiador é solidária e direta. transformando a mora em inadimplemento. transmitindo-se aos herdeiros. segundo o qual primeiro executam-se os bens do devedor. Nessa situação. A fiança é uma garantia pessoal e fidejussória e pode ser dada em contrato ou em título de crédito. O depósito é o contrato gratuito e temporário pelo qual uma pessoa entrega para outra coisa móvel ou imóvel para mantê-la em sua posse. A Verificada a evicção da coisa adquirida por meio de contrato oneroso. no qual incluiu-se cláusula constando que o não pagamento da dívida. assinale a opção correta. caso este não a cumpra. (OAB/CESPE – 2006. durante a vigência do casamento pelo regime da comunhão universal de bens. e se não for suficiente. O depositário assume a guarda.1) A respeito dos contratos regidos pelo Código Civil. ainda que o devedor se proponha a purgar a mora. com a transferência da propriedade do bem para o credor caracteriza-se dação em pagamento. D A fiança é formalizada por meio de contrato pelo qual uma pessoa garante satisfazer ao credor uma obrigação assumida pelo devedor. A Art. B: art. Em caso de inadimplemento pelo devedor da obrigação assumida no contrato. 628 do CC. Nessa situação. Considere-se que foi firmado contrato de empréstimo.1) A respeito do contrato de fiança. o evicto não poderá recobrar o preço que pagou pela coisa. 401 e incisos I e II.

além de extinguir o contrato. respeita o que ficar acordado entre os contratantes. c. 443 do CC. porque o ofensor acredita encontrar-se diante de uma injusta agressão. no entanto. Se. então. não se faz necessária a outorga uxória ou marital. 5) RESPONSABILIDADE CIVIL. Considerando a situação hipotética apresentada. assinale a opção correta. (OAB/CESPE – 2008. 933. contudo.000. próprio da empresa.2) Maria. Os pais de Maria responderão objetivamente pelo prejuízo se dispuserem de meios suficientes para tanto. menor com 14 anos de idade. como regra. assinale a opção incorreta. pois a lei. por isso Maria será responsável pelo prejuízo ainda que tenha de se privar do necessário a sua sobrevivência. (OAB/CESPE – 2008. A responsabilidade do alienante por vícios redibitórios deve constar expressamente do contrato. essa mesma venda for realizada a um dos filhos dos donos da empresa. Nesse . ambos do CC. A Havendo alienação de bem imóvel. A responsabilidade civil é inafastável. dada pelo destinatário da proposta. A resolução do contrato em razão de inadimplemento. pintou flores coloridas em um carro da Polícia Rodoviária Federal que estava estacionado em frente à sua casa. não mais subsistirá a proposta e desaparecerá qualquer responsabilidade por parte do proponente.00 aos cofres públicos. Se a resposta de aceitação. sendo certo. que tal responsabilidade não subsiste se o alienante ignorava o vício ou o defeito da coisa.ES) No que concerne aos contratos. A A legítima defesa putativa é causa excludente de responsabilidade civil pelo prejuízo causado. ALTERNATIVA "D" B C D A: art. 428 do CC.WANDER GARCIA 178 (OAB/CESPE – 2004. assinale a opção correta acerca da responsabilidade quanto ao prejuízo causado. filha de Henrique e Mônica. 932. O reparo do dano causado ao veículo custou R$ 5. obriga o responsável a pagar perdas e danos. I. 978 do CC. D: art. ou qualquer obrigatoriedade de sua parte em sustentar a proposta feita. for extemporânea. ALTERNATIVA "D" B C D Arts. Os pais de Maria somente poderão ser responsabilizados pelo prejuízo caso seja provado que tiveram culpa pelo dano. A Maria não poderá ser responsabilizada pelo prejuízo porquanto é incapaz de deveres na ordem civil. C: art.c. bem como o consentimento dos demais descendentes.1) A respeito da responsabilidade civil. B: art. 475 do CC. impor-se-á a dita outorga.

sendo indiferente a culpa da vítima. a excussão de bens do responsável em caráter subsidiário. único. procura-se fixar a sua extensão e a expectativa de lucro. 942. C: dano emergente equivale a perda efetivamente sofrida. apesar de causar dano aos direitos de outrem. Por isso. no caso de colisão de veículos. B A responsabilidade civil de dono de animal pelos danos que este venha a causar a terceiros depende da comprovação de ter havido falta de vigilância ou de cuidado com o animal. do CC somente refere como não sendo atos ilícitos a legítima defesa. do CC. A: art. assinale a opção correta. são demandados os bens do devedor. devendo cada parte suportar os prejuízos sofridos. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007. D Na responsabilidade subsidiária. único. existe uma preferência na ordem de excussão: primeiro. por não constituir ato ilícito. D: art. 945 do CC. ALTERNATIVA "A" . cabe à vítima escolher a quem imputar o dever de reparar. par. C O dano emergente compreende aquilo que a vítima efetivamente perdeu e o que razoavelmente deixou de ganhar com a ocorrência do fato danoso. exoneram o causador do dano da responsabilidade pela reparação do prejuízo causado. acarreta a compensação dos danos. por exemplo. 927. por toda a dívida. C Quando inúmeras e sucessivas causas contribuem para a produção do evento danoso. embora sejam considerados como atos ilícitos. do CC. inicia-se. 188. I e II. B: art. 188. o que deixou de ganhar equivale a lucros cessantes. Nessa situação.179 DIREITO CIVIL caso. na obrigação subsidiária deve ser respeitada a ordem de preferência e o devedor subsidiário somente será atingido se o principal não tiver bens para garantir a dívida. D Os atos praticados em legítima defesa. do CC. par. que provoquem danos morais ou materiais a outrem. não tendo sido encontrados ou sendo eles insuficientes. A A: art. D: de fato. então. C: art. não acarreta o dever de indenizar. todas essas causas são consideradas como adequadas a produzir o acidente e a gerar a responsabilidade solidária para aqueles que o provocaram. I. B A concorrência de culpas do agente causador do dano e da vítima por acidente de trânsito. desde que exista uma relação jurídica entre o causador do dano e o responsável pela indenização. 936 do CC. objetivando-se a recomposição do patrimônio lesado. A responsabilidade por ato de terceiro é objetiva e permite estender a obrigação de reparar o dano a pessoa diversa daquela que praticou a conduta danosa. B: art.3) No que concerne ao ato ilícito e à responsabilidade civil. Na reparação desse dano. uma das pessoas tem o débito originário e a outra tem apenas a responsabilidade por esse débito. no exercício regular de um direito ou em estado de necessidade.

exceto se o evento resultar de força maior.WANDER GARCIA 180 (OAB/CESPE – 2007. configura-se na conduta do credor a prática de ato abusivo de direito. D: art. A No caso de estado de necessidade decorrente de situação de perigo causada por terceiro. Portanto. do CC. 929 do CC. B: a responsabilidade objetiva é aquela que independe de conduta culposa do agente. (OAB/CESPE – 2006. Nesse caso. ressalvadas as normas aplicáveis às relações de consumo. pelos absolutamente incapazes respondem subsidiariamente os seus representantes legais. e ele responderá objetivamente pelos danos materiais e morais sofridos pelo devedor. 187 do CC. ALTERNATIVA "D" B C D A: art. isto é. A responsabilidade objetiva funda-se na idéia de culpa que deve ser provada pela vítima ou na teoria do risco. assinale a opção correta. o nexo de causalidade. pois se fundamenta no critério subjetivo-finalístico. 927 do CC. 939 do CC. bem como à sua bagagem. B C D A: art. B: art. a pessoa lesada ou o dono da coisa danificada não pode reclamar indenização do prejuízo que sofreu.2) Acerca da responsabilidade civil. Tratando-se de vício exclusivamente de quantidade. São requisitos essenciais da responsabilidade subjetiva: a prática do ato. A responsabilidade civil decorrente do abuso do direito depende da comprovação de culpa. o transportador assume uma obrigação de resultado e responde objetivamente pelos danos a ele causados.3) No que concerne à responsabilidade civil. ALTERNATIVA "C" . C: art. I. o dano e o dolo ou a culpa do agente causador do dano. D: art. A Para o reconhecimento da responsabilidade civil. por se tratar de ato lícito. C: art. Quando se compromete a conduzir um passageiro a determinado lugar sem qualquer imprevisto. 734 do CC. orienta-se para o fato de que a criação de risco é fonte de lucro ou de comodidade para os seus criadores. Se o credor demandar o devedor antes do vencimento da dívida ou por dívida já paga fica obrigado à repetição do indébito por valor igual ao dobro do que recebeu. 931 do CC. assinale a opção correta. mais os acréscimos legais. exige-se a plena capacidade de discernimento da pessoa a quem se imputa a prática do ato danoso. 932. os empresários individuais e as empresas respondem objetivamente por danos causados pelos produtos postos em circulação. Quem não pode entender o caráter ilícito de sua conduta não incorre em culpa e não pode ser responsabilizado civilmente.

C: requisito do dever de indenizar é o dano causado à vítima (art. B: a jurisprudência tem entendido o contrário.181 DIREITO CIVIL (OAB/CESPE – 2006. D: os direitos da personalidade não compõem o patrimônio. por configurar um indevido bis in idem (duas vezes sobre a mesma coisa). B: dano emergente equivale a perda efetivamente sofrida. Contratada a realização de uma cirurgia estética embelezadora. A Se houve o dano. o cirurgião assume uma obrigação de resultado. 927 do CC). Dano emergente compreende aquilo que a vítima efetivamente perdeu e o que razoavelmente deixou de ganhar com a ocorrência do fato danoso. decorrentes do mesmo fato. Se a vítima tiver concorrido culposamente para o evento danoso. B C D A: art. resulta em dever de indenizar em virtude da violação a um dever de conduta. em parcelas quantificáveis autonomamente. mesmo se não houver causado dano à vítima ou ao seu patrimônio. 927 do CC.1) A respeito da responsabilidade civil. não há relação de causalidade nem obrigação de indenizar. ou decorrente de eventual deformidade ou de alguma irregularidade. desaparece a responsabilidade do agente causador. C: art. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2004. Não se admite a cumulação de indenização por danos morais e estéticos. mas a sua causa não está relacionada com a conduta do agente. ALTERNATIVA "A" . porque no dano estético está compreendido o dano moral. deixando de existir a relação de causa e efeito entre o ato e o prejuízo experimentado pela vítima. 945 do CC. assinale a opção correta. D: art. assinale a opção correta. O dano patrimonial atinge os bens jurídicos que integram o patrimônio da vítima. Por patrimônio deve-se entender o conjunto das relações jurídicas de uma pessoa apreciáveis em dinheiro.ES) Acerca da responsabilidade civil. A A fixação judicial do valor da indenização a título de danos morais está vinculada estritamente ao valor do prejuízo efetivamente experimentado e demonstrado pela vítima. ou seja. sujeitando-se à obrigação de indenizar pelo não-cumprimento do resultado pretendido pela outra parte contratante. de modo que o insucesso importa em responsabilidade civil pelos danos materiais e morais que acarretar. 951 do CC. bem como aqueles direitos integrantes da personalidade de uma pessoa. que é perfeitamente cumulável o dano moral e estético. o que deixou de ganhar equivale a lucros cessantes. há de se levar em conta o poder econômico das partes e o caráter educativo da sanção. Para a adequada fixação do dano moral. B C D A: a fixação por danos morais não carece de comprovação e não vem estabelecida pela lei e será analisada caso a caso pelo julgador. O ato praticado com abuso de direito.

A exoneração pretendida por Pedro ocorrerá parcialmente e de pleno direito à medida que o débito for sendo quitado. visto que a hipoteca possui natureza obrigacional. .SP) Segundo a legislação civil. D O pagamento de uma ou mais prestações da dívida não importa exoneração correspondente da garantia. 1. Pedro procurou Lúcia e requereu exoneração correspondente da garantia hipotecária. D obrigação natural. assinale a opção correta à luz do Código Civil. C A pretensão de Pedro é permitida pela lei quando o montante do débito não representar mais de 20% do valor do bem hipotecado. para garantir dívida de R$ 100 mil contraída com Lúcia.2. mansa.SP) A posse exercida com animus domini.238 do CC.421 do CC. é denominada posse ad interdicta. C obrigação propter rem ou obrigação híbrida. o adquirente do imóvel em condomínio edilício responde pelos débitos condominiais. a referida obrigação denomina-se obrigação eficacial. B obrigação com ônus pessoal. Considerando a situação hipotética apresentada. A A obrigação propter rem é aquela que persegue a coisa. 1. A Art. C pro diviso. ininterrupta e justa. independentemente de quem usufruiu do serviço. ainda que anteriores à data de sua aquisição. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2008. A Art. deu sua casa.WANDER GARCIA 182 6) COISAS. Pagos R$ 50 mil do débito. D pro indiviso. pacífica. durante o lapso de tempo necessário à aquisição da propriedade.2) Pedro. B ad usucapionem.2. (OAB/CESPE – 2008. B A exoneração requerida não poderá ser aceita por Lúcia. Nesse contexto. que vale R$ 200 mil. em hipoteca. (OAB/CESPE – 2008.

para se aperfeiçoar. 1. assinale a opção correta. que terá ação regressiva contra os outros três condôminos. na situação hipotética apresentada. se o imóvel for alienado.1) Quanto aos direitos reais.210 do CC. Em razão do condomínio. pode utilizar-se do desforço imediato para defesa da sua posse. Os outros três condôminos decidiram não pagar o gasto efetuado.2) Fernando. em razão do tempo ocorrido desde a turbação. tem direito de requerer medida assecuratória ante a violência iminente. O penhor é um contato real que. não dispensa a transferência efetiva da posse da coisa empenhada para o credor.000. Lá construíram uma casa. Cláudia. depende da tradição do bem. (OAB/CESPE – 2008. B C . Duas semanas após o fato. uma piscina e um campo de futebol. a dívida se presume solidária. razão pela qual poderá ser cobrada por inteiro de qualquer condômino. Renato teve de desocupar sua casa. A deve pleitear a manutenção da posse. A É nula a cláusula que proíbe ao proprietário alienar imóvel hipotecado. Com base no que dispõe o atual Código Civil. contratou profissional capacitado para proceder ao conserto pela quantia de R$ 2. Fernando.318 do CC. A A dívida obrigará Fernando. Considerando a situação hipotética apresentada. tem direito à reintegração da posse. contudo. ou seja. ALTERNATIVA "A" B C D Art. é correto afirmar que Renato. (OAB/CESPE – 2008. 1. Renato procurou um advogado para se informar a respeito da providência jurídica que poderia ser adotada nessa situação. comunicado pelo caseiro da existência de uma rachadura na piscina. por tratar-se de esbulho.183 DIREITO CIVIL (OAB/CESPE – 2008. o direito de usufruto da que vier a falecer acrescerá automaticamente à parte do sobrevivente. Lena e Ricardo adquiriram uma chácara para passarem os finais de semana.00. que fora invadida por Glauber e Walter. assinale a opção correta acerca do pagamento da dívida contraída por Fernando. Se for constituído o usufruto em favor de duas pessoas. ainda que se trate de penhor mercantil ou de veículos. podem os contratantes validamente firmar convenção acessória que autorize o vencimento antecipado do crédito hipotecário. ALTERNATIVA "B" B C D Art. O condômino só pode ser obrigado a concorrer para as despesas de conservação da coisa quando previamente anuir. O profissional contratado deverá exigir de cada um dos condôminos a parte equivalente a um quarto da dívida.2) Em 2/7/2008.

D: esta disposição somente é aplicável ao condomínio geral.412. 1. em condições iguais. direito real pelo qual o proprietário.393.411 do CC. 1. instituído por ato inter vivos ou causa mortis. .WANDER GARCIA 184 D O titular de um direito real de habitação pode alugar o imóvel gravado e. não podendo estes alugá-lo nem emprestá-lo. par. se impõe sobre prédio serviente em benefício do dominante. único. caput e par.c. único. 1. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2008.1) No que diz respeito ao condomínio e aos direitos e deveres dos condôminos. ele não responderá pessoalmente pelo compromisso assumido. todos do CC. A: art. direito real temporário de ocupar gratuitamente bem imóvel alheio para a moradia do titular e de sua família. do CC. temporariamente. No condomínio edilício. com isso. Se um dos consortes contrair dívida em proveito da comunhão. caput e §1o. permite ao usuário. No condomínio edilício.1. A É direito dos condôminos requerer a divisão da coisa comum. aos demais consortes. para atender às suas necessidades e às de sua família. C: art.475. 1.318 do CC.c. 1. deve ser rateado entre todos os consortes.340 do CC. 1. B: art. resolvendo o condômino alugar a sua unidade ou a sua garagem. B: art. temporariamente. porém é possível instituir-se a indivisibilidade convencional por prazo não superior a cinco anos. do CC.414 do CC. c.431. a título gratuito ou oneroso. concede a outrem o direito de construir ou plantar em seu terreno. direito real de gozo sobre bens imóveis que. 1.413.320. D: art. de modo gratuito ou oneroso. obter renda para a sua subsistência ou de sua família.SP) O direito ao uso de coisa alheia constitui A direito real que. ele deverá dar preferência. 1. c. ainda que de uso exclusivo de um condômino ou de alguns deles. fruir todas as utilidades de coisa móvel ou imóvel. C: art. assinale a opção correta. B C D Art. B C D A: art. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2008. devendo todos os condôminos responder pela dívida contraída em benefício de todos. em virtude de lei ou vontade das partes. o pagamento das despesas relativas às partes comuns do edifício. suscetível de prorrogação ulterior. 1. do CC. 1.

238 do CC. 1. do esbulho praticado pelo réu e da perda da posse. A Art. ou. aquisição da propriedade de bens imóveis. B ALTERNATIVA "B" . na contestação. em petitória. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. assinale a opção correta. derivado de aquisição da propriedade. (OAB/CESPE – 2007. a demonstração da data do esbulho. Na ação de reintegração de posse. mesmo que o réu não demande. derivado de aquisição da posse. a procedência do pedido fica condicionada à efetiva comprovação da posse. 1. ainda. 1.185 DIREITO CIVIL (OAB/CESPE – 2008.219 do CC. admite-se a conversão de uma possessória em outra. C: na ação dúplice o réu deve. Exige-se. D direito ao uso de bem móvel de propriedade do devedor. deduzir expressamente o pedido contraposto (art. Nessas ações. tais como plantações ou construções. ainda. O possuidor de má-fé tem direito à retenção da coisa alheia até ser indenizado pelas benfeitorias necessárias e melhorias implementadas. (OAB/CESPE – 2007. exige-se o exercício de poderes de fato sobre a coisa.225 do CC elenca os direitos reais. 922 do CPC). B direito real de garantia.3) A respeito da posse e da proteção possessória. proteção possessória nem indenização por benfeitorias erigidas na coisa. C direito do promitente comprador. de celebração de contrato.3. ALTERNATIVA "A" B C D Art. na contestação.SP) A anticrese constitui modo de aquisição da propriedade imóvel. especificação e comistão são modos de A cessão de direitos de posse. Para a obtenção dessa posse.419 do CC. 1.SP) Ocupação. 927 do CPC. D: Art. A ação possessória tem natureza dúplice.SP) A usucapião constitui modo A originário de aquisição da propriedade. B C D A: art.1. B: art. para que seja definido o rito pelo qual deverá tramitar o processo.3. A A posse natural é um direito real de aquisição da propriedade de bens móveis e imóveis.

389. 1. 1. C: art.PR) A respeito do direito das coisas. 1. D: art. ALTERNATIVA "D" . A A: art. único. salvo se provar que a perda ou deterioração ocorreria de qualquer modo. assinale a opção correta. D Todos os itens estão certos. 1. D A servidão de passagem somente pode ser estabelecida entre dois imóveis pertencentes ou não aos mesmos proprietários. mas mantém-se como detentor direto da coisa. Arts. II: art. ainda que desprovido do registro. par. 1. encravado. todos do CC. o dominante. desde que estes estejam de boa-fé.269 e 1. III: art.046 do CPC. A I: o constituto possessório nada mais é do que forma de tradição ficta da posse.O possuidor de má-fé deve indenizar o reivindicante pelos prejuízos decorrentes de perda ou deterioração do bem. IV: art. B O possuidor de má-fé tem direito de ser ressarcido apenas pelas benfeitorias necessárias. I . perda de propriedade imaterial.2) Tendo em vista o que dispõe o Código Civil a respeito de posse.Dá-se o constituto possessório quando o possuidor transfere a posse a outrem. I. B Apenas os itens I e III estão certos. II .218 do CC. O atual Código Civil denomina comissão o instituto que o Código Civil de 1916 chamava de comistão. Apenas os itens I e II estão certos. 1.3.272.255.É admissível a oposição de embargos de terceiro fundados em alegação de posse advinda do compromisso de compra e venda de imóvel.219 do CC. C Apenas os itens II e IV estão certos.203 do CC. ainda que acidentais. do CC. sendo um deles. Assinale a opção correta. de boa-fé.263. III . Única observação comporta a presente questão. B: art. 1. mesmo que estivesse o bem em poder do reivindicante. C Aquele que.21 do CC. 1. (OAB/CESPE – 2007. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2007. julgue os itens seguintes. A posse precária adquirida pelo de cujus perde esse caráter quando transmitida causa mortis aos seus sucessores.Constitui efeito da posse a autodefesa do possuidor no caso de turbação ou esbulho.WANDER GARCIA 186 C D aquisição da propriedade de bens móveis. IV . 1. cujo valor deve ser fixado judicialmente ou por acordo. edifica em terreno alheio adquire a propriedade do solo desde que o valor da construção exceda consideravelmente o valor do terreno e haja pagamento de indenização ao proprietário. assistindo-lhe direito de retenção pelo valor atualizado ou pelo custo da benfeitoria. do CC.

3) Quanto à usucapião. Adquire-se a propriedade de bem móvel ou imóvel pela tradição da coisa negociada pelas partes. 1. avulsão e o abandono de álveo) e de fato não é fato gerador de imposto de transmissão.792 do CC. a título singular ou universal. . B C D A: o prazo é de quinze anos (art. A Ao possuidor de má-fé são assegurados os interditos possessórios. A usucapião especial de imóvel localizado em área urbana possui como um dos requisitos o justo título. assim considerado o documento hábil à aquisição do domínio e a boa-fé. seja bem móvel ou imóvel. Acessão natural é o direito em razão do qual o proprietário de um bem passa a adquirir a propriedade de tudo aquilo que nele adere. o desconhecimento do vício que lhe impede a aquisição do bem. Por se tratar de modo originário de aquisição. independentemente se ordinária. de um bem.240 do CC). B C D A: art. que retire da terra a sua subsistência ou que torne a terra produtiva com atividade agrícola. Na usucapião rural. esse fato jurídico não é gerador do imposto de transmissão. por determinado espaço de tempo. 1. Na aquisição derivada da propriedade por causa mortis. B: art. C: justo título não é requisito para a usucapião especial (art. é modo originário de aquisição da propriedade por aquele que tem a posse sem interrupção nem oposição por determinado período de tempo e depende de sentença judicial que servirá de título para o registro.219 do CC.3) Quanto à posse e à propriedade. gerando. a declaração de seu domínio sobre aquele bem. para todos os efeitos. 1. 1. D: art. portanto. 1. 1. ou nele realizado obras ou serviços de caráter produtivo. urbana ou rural. o possuidor deve ser pessoa física ou jurídica que houver estabelecido no imóvel sua moradia habitual. ocorre a transferência da integralidade do patrimônio que pertencia à pessoa falecida. assinale a opção correta. não há transmissão e. o histórico da propriedade inicia-se com o adquirente. por meio de uma ação judicial. ou seja.268 do CC.238 do CC. assinale a opção correta. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2006. assumindo o sucessor todas as obrigações e as dívidas pessoais do de cujus. bem como o direito de retenção do bem possuído até a completa indenização pelo proprietário das benfeitorias necessárias e das úteis feitas na coisa possuída.187 DIREITO CIVIL (OAB/CESPE – 2006. especial.238 do CC). D: art. adquirirá a sua propriedade por meio da usucapião extraordinária. assim. exigindo-se para a validade dessa aquisição que a coisa seja de propriedade do vendedor ou de terceiro por ele representado.239 do CC. isto é. pacífica e ininterrupta do imóvel há 11 anos. B: art. 1. que lhe permite buscar. Usucapião é modo originário de aquisição da propriedade e ocorre quando uma pessoa mantém a posse mansa e pacífica. a chamada prescrição aquisitiva. aluvião. extrativa ou agroindustrial. C: a acessão natural se dá quando a união ou incorporação de coisa acessória à principal advém de acontecimento natural (formação de ilhas. A usucapião. A Caso uma pessoa exerça com ânimo de dono a posse mansa.

D: art. 1. 1. A O penhor comum ou convencional só pode ser instituído por escrito e completa-se com a entrega da coisa móvel de propriedade do devedor ou de terceiro garantidor ao credor pignoratício.432. com a finalidade de garantir o pagamento de um débito. 1.378 do CC.429 do CC. por força da referida cláusula. pode exigir que seu vizinho lhe dê passagem.431.c. pois inexiste reciprocidade em prol do dono do prédio serviente.3) Com relação aos direitos reais sobre coisas alheias.506 do CC. assinale a opção correta. assinale a opção correta. 1.476 do CC). poderá o credor promover a venda amigável do bem para o pagamento. 1. Trata-se de direito de vizinhança oneroso. cada herdeiro é responsável tão-somente pelo pagamento da dívida relativa ao seu quinhão. A anticrese é um direito real de garantia com eficácia erga omnes em que o devedor ou um terceiro garantidor transmite a posse direta e indireta de bem móvel ao credor como garantia de uma dívida. 1. Em hipótese de inadimplemento do débito garantido. . transformando-se a obrigação real em obrigação pessoal do devedor originário que assumiu a dívida perante o credor hipotecário.WANDER GARCIA 188 (OAB/CESPE – 2006. Se o bem que constitui o único imóvel do espólio estiver hipotecado. A Um imóvel gravado com cláusula de inalienabilidade. em razão de sua proximidade e da indivisibilidade destes com os prédios dominantes.499 do CC. podendo resgatar a dívida da parte que lhe cabe. 1. D: art. C: art. Trata-se de uma limitação recíproca ao direito de propriedade. imposta por lei a determinados prédios encravados. Extingue-se a hipoteca com a alienação da propriedade. nem pode ser objeto de posse. não existe esta restrição na lei. não está sujeito a usucapião. c. B: não existem os referidos requisitos para a existência de mais de uma hipoteca sobre o imóvel (art. A servidão é um direito real de uso. B C D A: art. O mesmo imóvel pode ser dado em garantia hipotecária a mais de uma dívida até o limite do valor venal do imóvel e exigindo-se para tanto que o credor originário e o da segunda hipoteca sejam a mesma pessoa e que haja sua concordância expressa com a divisibilidade da referida garantia. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2006. O dono de prédio sem acesso a via pública. B: art. razão pela qual tem direito de ser indenizado dos prejuízos oriundos do trânsito. C: art. ambos do CC. 1. nascente ou porto.285 do CC. B C D A:.2) Acerca do direito das coisas.

A inversão dessa regra dependerá sempre de cláusula expressa. ao segundo credor. A aquisição do domínio pode ser originária. Ao superficiário é concedido. bem como sobre as acessões e benfeitorias introduzidas no imóvel. como locatário. assinale a opção correta. 1. após satisfeito este. ALTERNATIVA "A" . usucapião e ocupação).375 do CC. Se um imóvel em condomínio residencial for adquirido por arrematação. assinale a opção incorreta. ou ao terceiro. Nesse caso. por prazo determinado e a título gratuito ou oneroso. independentemente de qualquer indenização. conforme a ordem cronológica do vencimento do título. sem nenhum ônus (ex: acessão. o adquirente não responde.219 do CC. trata-se de aquisição da posse mediante o constituto possessório. 1.1) Acerca da posse e da propriedade. ALTERNATIVA "A" B C D A: art. pelos encargos condominiais em atraso e incidentes sobre o imóvel arrematado. par. ficando convencionado que Antônio permanecerá no imóvel. único. sucessão hereditária) e o novo dono vai adquirir nas mesmas condições do anterior. clandestina ou precária é permitido pela cessação da violência ou da clandestinidade e pelo decurso de ano e dia. do CC. Extinto o direito de superfície. 1. contrato com tradição para móveis.477 do CC. A Considere-se que Antônio vende a Carlos a casa em que reside e de que é proprietário. B: art. 1. o direito de construir ou plantar sobre o terreno. D: de fato. 1. bem como de dispor do direito. perante o condomínio.369 do CC. é originária quando a propriedade é adquirida sem vínculo com o dono anterior. por serem dívidas anteriores à alienação. por morte do superficiário. bem como o direito de retenção. quando há transmissibilidade do domínio por ato causa mortis ou inter vivos. ou derivada. 1. quando o indivíduo adquire a propriedade do bem sem que este tenha sido transmitido por alguém. O convalescimento da posse adquirida de forma violenta. Assim. a aquisição é derivada quando decorre do relacionamento entre pessoas (ex: contrato registrado para imóveis.267. deve-se pagar integralmente o credor hipotecário cujo título vença primeiro e. de modo que o proprietário sempre vai adquirir propriedade plena. via de regra. transferindo-o a terceiros e. 1. (OAB/CESPE – 2004. a aquisição da propriedade pode ser originária ou derivada.ES) A respeito do direito das coisas.189 DIREITO CIVIL (OAB/CESPE – 2006. B: art. D: art.203 do CC. sem nenhuma restrição. aos seus herdeiros.345 do CC. A A preferência das hipotecas entre os vários credores hipotecários se dará pela ordem de vencimento do título constitutivo. Ao possuidor de má-fé é assegurado o direito à indenização das benfeitorias necessárias e das úteis. O direito de superfície se constitui mediante escritura pública regularmente registrada no registro de imóveis. o proprietário recuperará o pleno domínio sobre o terreno. C: art. C: art. B C D A: art.

a obrigação de prestar alimentos não pode ser transmitida aos herdeiros.WANDER GARCIA 190 7) FAMÍLIA.704. do CC. do CC. ALTERNATIVA "A" B C D A: art.2) A respeito dos regimes de bens entre os cônjuges. do CC. I. perde o privilégio da impenhorabilidade para a execução de outras dívidas. O cônjuge declarado culpado na ação de separação judicial não pode pedir alimentos ao outro. Para que seja reconhecida a impenhorabilidade do bem de família. par. (OAB/CESPE – 2008. D: art. B: art. 1. II. B C D A: art. A Somente a pequena propriedade rural pode ser constituída como bem de família. A administração dos bens próprios só é possível quando adotado pelos cônjuges o regime da separação de bens.707 do CC. assinale a opção correta. C: art.641.2) A respeito da disciplina dos alimentos no Código Civil vigente. D: art. assinale a opção correta.700 do CC. B: art. O bem de família. 1. C: art. do CC. B C . com exceção da garantida pela hipoteca do bem imóvel. Por ser de caráter personalíssimo. mas admite-se a sua compensação como forma de se evitar o enriquecimento sem causa. assinale a opção correta. 1. O crédito decorrente da obrigação alimentar é insuscetível de cessão e penhora. restringindo-se a impenhorabilidade tão-somente à sede ou à residência da família. § 1o. 1. mas a renúncia do direito a alimentos não é permitida.1) A respeito do bem de família. II. 1. do CC. 1. O regime de bens começa a vigorar tão logo seja escolhido perante o oficial de registro de casamentos.642. A É possível que a pessoa que necessite dos alimentos não venha a pedi-los. A A lei impõe ao maior de sessenta anos o regime obrigatório da separação de bens.707 do CC. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2008. 1. oferecido em garantia hipotecária de determinado contrato.647.639. único. e. É sempre necessária para a alienação de bem imóvel a autorização do outro cônjuge. 1. é necessária a prova de que o imóvel em que reside a família do devedor seja o único imóvel de propriedade do devedor e que necessariamente seja utilizado exclusivamente como a residência da família. (OAB/CESPE – 2008. ainda.

ascendentes. sendo ele considerado inalienável. incluindo-se. sendo devidos os alimentos.696 do CC. filhos.1.712 do CC. B: art. conseqüentemente. sob a alegação de que não tem bens suficientes. 1. que indica os parentes obrigados de forma taxativa. isto é. viúvo ou viúva que tiver filho do cônjuge falecido. B: art. não pode posteriormente reclamá-los do marido. poderá posteriormente qualquer um dos ex-cônjuges postular pensão alimentícia ao outro. 1.1) Assinale a opção correta acerca dos alimentos. A Os alimentos provisionais concedidos em ação cautelar incidental são repetíveis caso sobrevenha sentença que julgue improcedente o respectivo pedido. C: não pode o imóvel instituído como bem de família ser dado em hipoteca. tios e sobrinhos. ainda que já dissolvido o casamento que originou a afinidade. no acordo de separação. parentesco por afinidade em linha reta. invocando os princípios da solidariedade familiar e da capacidade financeira do outro. salvo as relacionadas com tributos relativos ao prédio e as despesas de condomínio.711 do CC. D: art. 1. quer sejam alimentos provisionais ou os definitivos. D: art. os alimentos são irrepetíveis.191 DIREITO CIVIL D Com a instituição do bem de família convencional. C: a posição atual do STJ é no sentido de que os alimentos são devidos pelo ex-cônjuge somente se previstos no acordo de separação ou se por sentença declarado responsável pela separação: havendo a mulher dispensado alimentos. sendo várias as pessoas obrigadas a prestar alimentos. enquanto não fizer o inventário dos bens do casal e der partilha aos herdeiros. B C D A: a obrigação alimentar é irrepetível. permanecendo isento de execuções por dívidas posteriores a essa instituição. reciprocamente. 1. Havendo renúncia ou dispensa dos alimentos na ação de divórcio.SP) Constitui impedimento matrimonial dirimente circunstância que envolva A pessoa divorciada enquanto não houver sido homologada ou decidida a partilha de bens do casal. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2008.698 do CC. B C . o prédio se torna inalienável e impenhorável. todas devem concorrer na proporção dos respectivos recursos. O credor de alimentos pode pleitear alimentos complementares ao parente de outra classe se o mais próximo não estiver em condições de suportar totalmente o encargo. à própria mantença.715 do CC. uma vez prestados. uma vez que. impedido estará de receber tal ônus. e. nem pode prover. A: art. descendentes e colaterais até o quarto grau. com o seu trabalho. pelos pais. A obrigação alimentar decorre da lei. (OAB/CESPE – 2008. 1.

cunhados e sobrinhos. adota-se a linha como sendo a vinculação da pessoa ao tronco ancestral comum. para a contagem do parentesco. extingue-se automaticamente o patrimônio comum que foi destinado a garantir a segurança e a moradia do casal. com a pessoa tutelada ou curatelada. É facultado ao casal judicialmente separado restabelecer a qualquer momento a sociedade conjugal.3) Relativamente ao direito de família. ascendentes. por presunção legal. são aptos a praticar todos os atos da vida civil. Quando forem escolher como opção um regime de bens diverso do legal. somente o cônjuge inocente poderá requerer a invalidade desse casamento.WANDER GARCIA 192 D tutor ou curador e os seus descendentes. A sua administração compete a ambos os cônjuges e. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "C" Art. 1. 1. se deles necessitar e não tiver aptidão para o trabalho nem parentes em condições de prestá-los. caso se encontrem impossibilitados de cuidar de seus próprios interesses. mas produzirá todos os efeitos civis perante os contraentes e terceiros até o trânsito em julgado da sentença que declarar a sua nulidade. com a morte de qualquer um deles. resguardando-se eventuais direitos de terceiros. no entanto.521 do CC.699 do CC. Em se tratando de separação judicial fundada na culpa. irmãos. Por se tratar de ação personalíssima. B: art. A O casamento putativo é nulo. sendo que. 1.591 do CC. Os nubentes devem fazer opção pelo regime de bens por termo no próprio processo de habilitação do casamento. 1. caput e par.728 do CC. o cônjuge declarado culpado terá direito aos alimentos indispensáveis à subsistência. (OAB/CESPE – 2007. D: art. 1. A Sobrevindo mudança na situação financeira daquele que presta alimentos ou na daquele que os recebe. Os maiores de dezoito anos de idade adquirem plena capacidade e. do CC.577. assinale a opção correta. único. assinale a opção correta. serão representados por um tutor. que é o da separação de bens. B C D A: art. B C D . enquanto não cessar a tutela ou curatela e não estiverem saldadas as respectivas contas. por meio de petição nos autos da separação judicial. C: art. é possível a revisão dos alimentos fixados em sentença com trânsito em julgado. O parentesco em linha reta limita-se até o quarto grau. (OAB/CESPE – 2007. deverão fazê-lo por pacto antenupcial ou por escritura pública. por meio do ajuizamento de ação rescisória. O bem de família é inalienável e impenhorável.3) Ainda a respeito do direito de família.

do CC.591 do CC. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. § 1o. O divórcio litigioso direto não pode ser concedido sem prévia partilha de bens.193 DIREITO CIVIL A: arts. os alimentos provisórios ou provisionais fixados somente podem ser reduzidos por outra decisão judicial. 1. 1. não for lavrado o assento no livro de registro. Sendo os alimentos concedidos. B: art. 1. B C D A: art.720 do CC. 1. 1. logo depois de celebrado. o dever de alimentos decorre de lei se conjugados o dever de prestar pelo cônjuge e a necessidade do cônjuge culpado pelo rompimento do casamento. D: a bigamia é impedimento público ou absoluto. para tanto. prova da dependência econômica porquanto ao renunciar os alimentos na separação a esposa perde a qualidade de dependente presumida. C: este é o entendimento majoritário dos TRFs e STJ.PR) Relativamente ao direito de família. C: art.653 do CC. descendentes. colaterais ou transversais.2) Assinale a opção correta quanto ao direito de família. eles são devidos desde a data em que sejam fixados até a data em que seja proferida a sentença que os reduziu. B: realmente. assinale a opção correta. sendo necessário. pela anulação. A É nulo o casamento celebrado com a inobservância de qualquer dos impedimentos apontados na legislação que rege a matéria. em razão do interesse público e social envolvido.561 do CC.563 do CC.581 do CC. Consideram-se parentes em linha reta as pessoas que são provenientes de um só tronco e estão umas para com as outras na relação de ascendentes.3. A Será nulo o casamento se. 1. 1. B C D A: art. como provisórios ou como provisionais em caráter cautelar. D: art. O casamento se dissolve pela morte de um dos cônjuges. A bigamia constitui impedimento matrimonial impediente. com fundamento na lei de alimentos. 1.548 do CC. comprovada a necessidade econômica superveniente. B: art.549 e 1. pela separação judicial ou pelo divórcio. ALTERNATIVA "C" . A mulher que tenha renunciado aos alimentos na separação judicial tem direito à pensão previdenciária por morte do ex-marido. (OAB/CESPE – 2007. A declaração da nulidade acarreta a invalidade do casamento a partir da data da sentença que o invalidou. até o quarto grau de parentesco. D: de fato.571. C: art.

D: art. assim como no casamento. Nas relações de parentesco na linha reta. 1.829.624 do CC. Tanto o dever de lealdade quanto o de respeito mútuo A . extingue-se a afinidade com a dissolução do casamento ou da união estável. estabelecendo laços parentais para todos os efeitos e tão-somente com a família adotante. ainda que de maiores de 18 anos de idade. 1. sob a sistemática do Código Civil e do Estatuto da Criança e do Adolescente. o que permite que os cônjuges se casem novamente.623 do CC. salvo na hipótese de adoção póstuma. toda e qualquer adoção. o adotado rompe todos os vínculos com sua família de origem. mais singela que o testamento. 1. do CC. B: art. Por força das novas regras estabelecidas pelo Código Civil. são deveres dos companheiros a lealdade.WANDER GARCIA 194 (OAB/CESPE – 2007. portanto.2) Acerca do direito de família. o consentimento do seu representante legal será dispensado se o menor for abandonado. ou órfão. 1.881 do CC. o segundo casamento é declarado nulo. A A: art. será sempre judicial e a competência para o processamento e o julgamento do pedido é do juízo da vara de família. C Havendo herdeiros descendentes. B: de fato a doutrina e a jurisprudência entendem que os alimentos são irrepetíveis.626 do CC. C: art.1) Acerca do direito de família. ou.628 do CC. D A sentença que concede a adoção. Entretanto. 1. 1. 1. D: art. Nessa situação. produz efeitos a partir do seu trânsito em julgado. B Na união estável. ainda quando se trate de adoção unilateral. D Codicilo é negócio jurídico unilateral mortis causa. o referido consentimento será dado pelo representante do Ministério Público. §2o. de forma menos solene e. I. escrito. A A: art. o cônjuge sobrevivente casado sob o regime da separação obrigatória de bens não é herdeiro necessário do cônjuge falecido. caso em que retroagirá à data do óbito do adotante. (OAB/CESPE – 2006. B A verba alimentícia é sempre irrepetível. em regra.3) Acerca da adoção. C: art. B Na adoção de menor. se o morto presumido aparecer. ainda que o alimentante vença a demanda e a fixação da verba decorra da prática de ato ilícito. assinale a opção correta. Com a morte presumida extinguem-se a sociedade e o vínculo conjugal. C Com a adoção.595. do CC. mediante o qual o autor da herança dispõe de bens de pouco valor ou de particular valor sentimental. quando os pais residirem fora do local de seu domicílio e quando o tutor recusar-se a consentir com a adoção. assinale a opção correta. assinale a opção incorreta. o respeito e a assistência mútua. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2006.

1.571 do CC. C: art. a separação de fato torna os bens incomunicáveis. C O autor da ação investigatória de paternidade tem direito a alimentos provisórios fixados antes da sentença declaratória da filiação. Se o regime de bens adotado à época do casamento foi o da comunhão universal. o curador. C: não cabem alimentos provisórios na ação de investigação de paternidade por falta de prova do parentesco (art.1) Acerca do direito de família. a qual não cria. D A: art. assim. Nessa situação. a sentença foi confirmada em recurso de apelação e transitou em julgado. A O cônjuge que desistiu dos alimentos por ocasião da separação judicial. 1. a prévia interdição ou o pedido de substituição do curador para que os parentes eleitos pela lei possam vir a juízo. assinale a opção correta. Paralelamente à deslealdade está o adultério. mesmo após o divórcio do casal. quebrando o direito-dever de fidelidade entre os companheiros. Considere-se que uma ação de investigação de paternidade tenha sido julgada improcedente por não ter o autor se desincumbido do ônus da prova. incomunicabilidade de bens ou patrimônio. ambos do CC.563 do CC. único. Nas ações desconstitutivas do vínculo do casamento. 2o da Lei de Alimentos). o ascendente ou o irmão têm legitimidade representativa para propor ou defender cônjuge sem plena capacidade.566 e 1. 1. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2006. No entanto. deles passando a necessitar. dispensando-se. sobrevindo modificação em sua situação econômica.576. B: Súmula 149 do STF. sob a alegação de que o direito à filiação é indisponível e imprescritível. por si. A sociedade conjugal não se extingue com a separação de fato. fundamentando o seu pedido na irrenunciabilidade aos alimentos. B: arts. . 1. e esses são devidos ainda que a decisão seja objeto de recurso. no acordo de separação. B C D A: a posição atual do STJ é no sentido de que os alimentos são devidos pelo ex-cônjuge somente se previstos no acordo de separação ou se por sentença declarado responsável pela separação: havendo a mulher dispensado alimentos. do CC. A declaração da nulidade acarreta a invalidade do casamento a partir da data da sentença que o invalidou. D: de fato. os bens adquiridos após a separação de fato são comunicáveis. É nulo o casamento celebrado com a inobservância de qualquer dos impedimentos apontados na legislação que rege a matéria.724. não pode posteriormente reclamá-los do marido. poderá pleitear de seu ex-cônjuge os alimentos necessários. D: art. estando sujeitos à partilha. poderá o autor propor nova ação investigatória. o casamento produz todos os efeitos civis perante os contraentes até o trânsito em julgado da sentença mencionada. par.195 DIREITO CIVIL provocam injúrias graves quando descumpridos.

A A: art. escrito.1. C: art. em primeiro lugar. uns em falta dos outros. B: art. D Codicilo é ato jurídico unilateral de última vontade. No entanto. D A adoção de pessoa maior de dezoito anos de idade é regida pelo Código Civil e obedecerá a processo judicial. O legatário sucede o autor da herança a título universal. pois o objetivo da mencionada adoção é atender interesses patrimoniais e sucessórios. D: em qualquer processo de adoção faz-se necessária a participação do Ministério Público pois se trata de ação de estado. assinale a opção correta. 1. A B A: o legatário sucede a título singular e o herdeiro. D Não há previsão legal que autorize o descendente a deserdar o ascendente. C A deserdação pode ser ordenada em testamento válido.881 do CC. seja pelo divórcio.964 do CC. como em linha reta.860 do CC. Considerada a ordem de vocação hereditária. Porém. B: art.621 do CC. seja pela morte. 1.WANDER GARCIA 196 (OAB/CESPE – 2006. recaindo a obrigação nos mais próximos em grau.c.696. desaparece com a dissolução do casamento.595. 1. § 2o. Na obrigação de prestar alimentos decorrente do parentesco. 1. A Art. bastando para tanto que comprove a convivência com o menor e a demonstração de que a medida visa ao interesse do adotando. B A deserdação dos descendentes pelos ascendentes em razão de ofensa física exige prévia decisão da justiça penal. C A pessoa jurídica detém capacidade testamentária ativa.698.SP) Assinale a opção correta a respeito da deserdação. tanto no vínculo colateral. D: art. A legislação civil brasileira admite a deserdação imotivada. do CC. os parentes em linha reta. ALTERNATIVA "A" 8) SUCESSÕES. pelo qual o autor da herança pode dispor sobre o seu enterro. (OAB/CESPE – 2008.845 do CC. ambos do CC.1) Ainda acerca do direito de família. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "C" . a título universal. são chamados a prestá-los. os alimentos serão complementados pelos parentes de grau imediatamente mais próximo. C Poderá um dos cônjuges adotar o filho do outro.SP) Assinale a opção correta a respeito do direito das sucessões. (OAB/CESPE – 2008. 1. 1. se estes não tiverem condições de suportar totalmente o encargo. 1. c.1. os irmãos do falecido são herdeiros necessários. não se faz necessária a intervenção do Ministério Público. B O parentesco estabelecido pela afinidade. 1. C: art. ainda que conste no assento de nascimento do adotando o nome do pai biológico.

a finalização do inventário.c. 1.SP) Não é própria aos testamentos a solenidade.823.992 do CC. se todos os herdeiros. a morte do sucedido.2) Com relação a contratos e sucessão. o direito civil brasileiro adotou o princípio de saisine segundo o qual a sucessão tem início com a morte (art. renunciarem à herança. é válida a cláusula de renúncia à indenização das benfeitorias e ao direito de retenção. B C D A: arts. O herdeiro necessário é deserdado por seu ascendente quando o testador deixa de contemplá-lo em seu testamento.3. declarada vacante.812 c. A B Art. deserdação ou indignidade. No inventário e partilha.197 DIREITO CIVIL (OAB/CESPE – 2007. em virtude de pré-morte. B C D De fato. a abertura do inventário. 1. A A renúncia a herança é um ato irrevogável. a gratuidade. C: art. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007.3) Em relação à sucessão legítima e testamentária. assinale a opção correta. desde logo. (OAB/CESPE – 2007. ambos do CC. C a unilateralidade. esta será. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. a omissão involuntária dos bens da herança pelo inventariante configura sonegação de bens e o sujeita a apresentar os bens que omitiu. D a irrevogabilidade. 1. quando outra pessoa é chamada a suceder em lugar do herdeiro.3. D: no caso de substituição hereditária ocorre a sucessão por estirpe.SP) A sucessão da pessoa natural ocorre com A o testamento. B: o herdeiro necessário não precisa constar do testamento. Ocorre a sucessão por cabeça.858 do CC. de qualquer classe. e a pagar perdas e danos aos demais herdeiros. 1. 1. A Nos contratos de locação.784 do CC). ALTERNATIVA "D" . assinale a opção incorreta. por isso. ou substituição hereditária.

Configura a existência de herança vacante o falecimento de alguém sem deixar herdeiro testamentário ou legítimo notoriamente conhecido. A A doação de ascendente para descendente importa em adiantamento da legítima.245/91. existente no acervo. A respeito dessa situação hipotética e acerca do direito das sucessões. 25% para Antônia e 25% para Maria. 1. tornando-se sucessor da totalidade do patrimônio da falecida —. 1. bem como o patrimônio do casal e o bem particular da ex-esposa. Pedro.2) Cláudio e Rosa eram casados pelo regime de comunhão parcial de bens e tinham um filho. A falecida deixou testamento conhecido. a herança de Rosa representada pelos bens do casal será dividida em duas partes iguais: Cláudio receberá 50% e o restante será divido em partes iguais. e Rosa possuía um imóvel rural. A avó paterna de Rosa. assinale a opção correta.829. Antônia receberá. uma antecipação de suas quotas legítimas necessárias. Rosa não poderia dispor de mais da metade do seu patrimônio. D: art. assinale a opção correta. adquirido na constância do casamento. em que não se pode verificar a ordem cronológica dos falecimentos. Rosa e Pedro faleceram. Desse modo. ficando para Antônia 25% desse imóvel. B: art. por meio do qual fazia a doação do imóvel rural à sua mãe. pertence ao legatário a coisa certa.2) A respeito do direito das sucessões. 35 da Lei 8. isto é. C: art. ou seja. c. I e II. Maria. salvo se o legado estiver sob condição suspensiva. Em virtude de um acidente de trânsito ocorrido em 20/2/2006. Com relação ao imóvel rural. por herança de seu pai. ALTERNATIVA "C" B C D Arts.819 do CC. se Rosa ou Pedro. (OAB/CESPE – 2006. Cláudio terá direito à metade. abrangidos tanto o seu ativo como o seu passivo. Cláudio receberá toda a herança.WANDER GARCIA 198 B Desde a abertura da sucessão. presume-se que os mais velhos tenham morrido antes dos mais jovens. a parte disponível da propriedade do imóvel rural. Antônia. Assim. O casal possuía um automóvel e o apartamento onde residia a família.c. ALTERNATIVA "D" C D A: art. (OAB/CESPE – 2006.923 do CC.846. No caso de o laudo pericial comprovar que houve premoriência de Rosa. Se o laudo pericial não puder identificar quem morreu primeiro. 1. 982 do CPC. não se deferindo de imediato a posse da coisa legada nem podendo o legatário nela entrar por autoridade própria. a título universal. Como Cláudio é herdeiro necessário. Será sempre judicial a partilha se algum herdeiro for incapaz. como doação de sua filha. também era viva à época do acidente. menor impúbere. de morte simultânea e em razão do mesmo acontecimento. ambos do CC. A Nos casos de comoriência. 1. quando da abertura .

(OAB/CESPE – 2004. 548 do CC.833 do CC. A colação é o ato de retorno ao monte partível das liberalidades feitas pelo de cujus. do CC. maior e capaz transfira. antes de sua morte. B: art. B A renúncia de todos os herdeiros da mesma classe em favor do monte impede os filhos desses herdeiros de sucederem por direito próprio ou por cabeça. e tem por finalidade igualar as legítimas doações destes e do cônjuge sobrevivente.829. a totalidade de seus bens para seu único filho. os bens e dotes que recebeu. A Considere-se que dois netos representam o pai pré-morto na sucessão do avô. deixar cônjuge e pais sobreviventes. ALTERNATIVA "C" B C D A: art. 2. do CC. o herdeiro recebe a totalidade ou uma fração determinada do patrimônio do de cujus. presume-se que os mais velhos tenham morrido antes dos mais jovens.1) A respeito do direito das sucessões. No casamento sob o regime da comunhão universal de bens. A Na sucessão mortis causa a título universal. e um dos netos decide renunciar à herança. B: art.199 DIREITO CIVIL do inventário. concorrendo com os filhos do casal. É admissível que um indivíduo viúvo.810 do CC. I. nos autos do inventário. D: art.829. assinale a opção correta. C: art. 2. assinale a opção correta. 1. todos sobreviventes. ou seja.002 do CC. o herdeiro contemplado com a doação é obrigado a trazer à colação. 1.002 do CC. Nos casos de comoriência. o qual não permite a verificação da ordem cronológica dos falecimentos. de morte simultânea.810 do CC. B . por direito de representação. em razão do mesmo acontecimento. Nesse caso. 1. por estirpe. serão chamados à sucessão os ascendentes. todos serão chamados à sucessão. que receberão a totalidade dos bens particulares do de cujus. em doação universal e ainda em vida. o cônjuge sobrevivente participa da herança deixada pelo outro. Serão chamados a sucederem em todos os direitos em que eles sucederiam. ALTERNATIVA "A" C D A: art. Se o autor da herança for casado em regime de separação de bens e. os filhos herdam por cabeça e os netos. I. D: art. C: art. (OAB/CESPE – 2006. não tendo descendentes. Considere-se que determinada pessoa tenha falecido deixando bens a partilhar e dois filhos e três netos.ES) Com relação ao direito das sucessões. cabendolhe quinhão igual ao dos que sucederem por cabeça. Nessa situação. a seus descendentes. a parte renunciada será acrescida à parte de todos os herdeiros. 1. 1. os parentes dos renunciantes.

ou uma fração dele. Declarada judicialmente a vacância da herança. ou seja. titularizado e gerido exclusivamente pelo respectivo sócio-administrador. na sucessão a título universal transfere-se ao sucessor a totalidade do patrimônio do de cujus. os ascendentes herdarão por linha. A Art. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "C" .SP) Assinale a opção correta com relação à sociedade em comum. § 1o. B a matrícula de leiloeiros. mas deixando bens e avós paternos e bisavó materna. B A sociedade em comum constitui um tipo societário elegível pelas partes e passível de ser levado a registro como tal. B: art.150 do CC. a sociedade anônima rege-se pelas normas da sociedade em comum. a herança será dividida em partes iguais. os bens que a integram incorporam-se desde logo e definitivamente aos bens do Estado. (OAB/CESPE – 2008.WANDER GARCIA 200 C Se um indivíduo falecer sem deixar descendentes. D A: de fato. 1. D: art. (OAB/CESPE – 2008. o arquivamento de atos constitutivos de sociedades em comandita por ações e a autenticação dos instrumentos de escrituração empresarial.SP) De acordo com a legislação em vigor. C: art. D a matrícula de escrituração empresarial. são atos próprios do registro público de empresas a matrícula de atos constitutivos de sociedades empresárias. A Art. C a matrícula de tradutores públicos. 1. a esta se aplicam as normas da sociedade em comum. 50% para os avós paternos e 50% para a bisavó materna. Assim. Enquanto não forem arquivados os atos constitutivos.822 do CC.1. o arquivamento de documentos relativos à constituição de firmas individuais e a autenticação de atos constitutivos de sociedade simples. o arquivamento de atos constitutivos de sociedades por ações e a autenticação feita por tradutores públicos. C Enquanto não levados a registro os atos constitutivos de uma sociedade simples. ALTERNATIVA "A" 9) DIREITO DE EMPRESA E TÍTULOS DE CRÉDITO. o arquivamento de atos constitutivos de sociedades anônimas e a autenticação dos instrumentos de escrituração dos agentes auxiliares do comércio.836.1. 986 do CC. 8o do CC. D Os bens e dívidas da sociedade em comum constituem patrimônio especial. abrangendo tanto seu ativo como seu passivo. 1. do CC.

1. desde que não sejam atribuídos ao mesmo quaisquer poderes de gerência ou administração e o capital da sociedade esteja totalmente integralizado. D: art.SP) O menor de 18 anos de idade pode ser sócio em sociedade em nome coletivo. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "C" . expressamente. qualquer dos cônjuges.027 do CC. C: art. A A legislação brasileira confere tratamento detalhado ao contrato de franquia. tanto na constituição como nas alterações contratuais. 977 do CC. assinale a opção correta. A De fato.1. (OAB/CESPE – 2008. a posição do STF é de que o menor pode ser quotista. D a affectio societatis. o rol dos direitos e deveres do franqueador e do franqueado.1. 1. D Diferentemente do que sucede com a fiança. 978 do CC. Os casados sob o regime da comunhão universal podem contratar sociedade entre si. desde que não haja no respectivo ato constitutivo a previsão de capital autorizado.SP) Acerca do contrato de franquia.SP) Com relação aos empresários.201 DIREITO CIVIL (OAB/CESPE – 2008. do CC. (OAB/CESPE – 2008. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2008. sem necessidade de outorga conjugal. A B A: art. assinale a opção correta. 997 do CC. A B Art. C Tanto os herdeiros do cônjuge de sócio quanto o cônjuge de sócio que tenha se separado judicialmente podem exigir desde logo a parte que lhes couber na quota social. C sociedade limitada.1.647. sendo nela estabelecido. a partilha dos resultados. às sociedades e às relações de família. alienar os imóveis que integrem o patrimônio da empresa ou gravá-los com ônus real. B: art. desde que o capital esteja integralizado.SP) Não constitui elemento do contrato de sociedade referido no Código Civil o exercício de atividade econômica. pode prestar aval. O empresário casado pode. sem autorização do outro. B sociedade anônima.1. D sociedade subsidiária integral. C a contribuição dos sócios consistente apenas em bens. qualquer que seja o regime de bens. III.

WANDER GARCIA 202 B A falta da prévia circular de oferta de franquia torna nulo. podem ser cedidos. único. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2008. Para ter efeito entre as partes. D: de fato.955/94. assim como as licenças para exploração. total ou parcialmente. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2008.955/94. C: art.SP) A respeito das licenças para exploração e das cessões de patentes. efeito apenas entre as partes.279/96. ambos de conteúdo indivisível. O contrato de franquia pode ser verbal.SP) Assinale a opção correta no que diz respeito a invenção e modelo de utilidade realizado por empregado ou prestador de serviço. B: art. As licenças compulsórias serão concedidas com caráter de exclusividade para a exploração da patente.279/96.1. par. exclusivamente ao empregador quando decorrer de contrato de estágio cuja execução ocorra no Brasil e que tenha por objeto a pesquisa ou a atividade inventiva. titular da patente. A invenção pertence. A As cessões de patentes. 4o. 58 da Lei 9. C: art. as licenças para exploração de patentes devem ser registradas no INPI.1. 68. 62 da Lei 9. § 1o. o contrato de franquia deve ser registrado no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). neste caso. B: art. D: art. é obrigado a conceder ao empregado autor de invento participação nos ganhos econômicos resultantes da exploração da patente. da Lei 8. Para produzir efeitos perante terceiros. é necessária a averbação deste perante o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Tanto o pedido de patente quanto a patente. ainda que aquela seja resultado de contribuição pessoal do estagiário. A A invenção pertence exclusivamente ao empregador quando decorrer de contrato de trabalho cuja execução ocorra no Brasil e que tenha por objeto a pesquisa ou a atividade inventiva. para que uma franquia seja válida. O empregador.6o da Lei 8. assinale a opção correta. ela não precisa ter registro do contrato de franquia perante órgão governamental. de acordo com os termos do Ato Normativo 115/93. o contrato de franquia. mas para que seja válida contra terceiros.955/94) não expõe de forma detalhada os deveres das partes. do CC. C D A: a lei que regula o contrato de franquia (8. de pleno direito. são legalmente classificadas em voluntárias e compulsórias. tendo. em regra. B C D A: vide Capítulo VIII da Lei 9. B C .279/96.

o alienante fica obrigado. B C . C: art. o procedimento de A pedido de restituição. Regularizado o trespasse. caput. 88 da Lei 9. expressamente. na atual Lei de Falências. embargos de terceiros. § 3o. 91. do CC.1.SP) O prazo para o devedor apresentar contestação ao requerimento de falência é de A vinte e quatro horas. Os cônjuges podem contratar sociedade entre si ou com terceiros. A A sociedade de advogados é empresária. ALTERNATIVA "B" B C D Art. em regra. sem anuência do outro.101/05. do CC. (OAB/CESPE – 2008. quarenta e oito horas.279/96. quinze dias. pois ambos os cônjuges contribuem com seus bens particulares para a formação do patrimônio social.203 DIREITO CIVIL D Considera-se desenvolvida pelo empregado. 89 da Lei 9.3. ALTERNATIVA "C" B C D Art.SP) Não está previsto. D: art. visto que os seus sócios desenvolvem atividade intelectual visando à obtenção de lucros e constituem o capital social com o seu trabalho.101/05. pelo prazo de cinco anos. habilitação de crédito. recuperação extrajudicial. 91. 98 da Lei 11. (OAB/CESPE – 2008. (OAB/CESPE – 2007.279/96. salvo disposição expressa no contrato. 93 da Lei 11. a invenção cuja patente tenha sido por ele requerida até o prazo de um ano após a extinção do vínculo empregatício. Denomina-se trespasse a alienação de estabelecimento de um empresário ou de uma sociedade empresária a outra sociedade empresária ou empresário.1. B: art. ALTERNATIVA "A" A: art. a não fazer concorrência ao adquirente. dez dias.PR) Assinale a opção correta no que se refere ao direito de empresa. desde que o regime de casamento seja o de separação total de bens.

ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007. com capital integralizado. mediante organização e investimento de capital visando auferir lucro. Um magistrado não pode ser sócio de sociedades simples ou empresárias. as sociedades de advogados que apresentem forma ou características mercantis. podem ser transferíveis por endosso em branco ou em preto. do CC. 1. nem podem funcionar. alienar os imóveis que integram o patrimônio da empresa ou graválos de ônus real. D: art. C: art. (OAB/CESPE – 2007. emitidos em favor de pessoa indeterminada. B C D A: art.906/94. B: art. A B A: não existe vedação legal.WANDER GARCIA 204 D Em caso de dissolução de sociedade por cota de responsabilidade limitada. a sociedade de advogados é simples pois “não são admitidas a registro. 977 do CC. não poderá. C: art. que adotem denominação de fantasia. C: art. 899. é autônomo em relação à obrigação do devedor principal e se constitui no momento da aposição da assinatura do avalista no título de crédito. Endosso pode ser corretamente definido como a transferência total ou parcial do crédito correspondente a um título feita pelo credor ou endossante ao endossatário. que realizem atividades estranhas à advocacia. ademais.PR) Assinale a opção correta quanto aos títulos de crédito. com o concurso de colaboradores ou auxiliares é considerado empresário. sem a outorga conjugal. art. do CC.2) No referente ao direito de empresa. B: art. § 2o. 966 do CC.3. único. D: art. par. não se admitindo o pagamento parcial do título de crédito por desnaturar a literalidade do título. o sócio gerente responde solidária e ilimitadamente com seus bens particulares pelas dívidas da sociedade. A O devedor que paga integralmente o título de crédito se desonera da obrigação nele representada. 902.147 do CC. . D: art. 912. D Aquele que exerce profissão intelectual de natureza científica. 958 do CC. O(A) empresário(a) casado(a).052 do CC. qualquer que seja o regime de bens. a vedação do pagamento parcial. B: títulos nominativos são aqueles emitidos em favor de pessoa determinada. que incluam sócio não inscrito como advogado ou totalmente proibido de advogar” (Lei 8. A: de fato. 978 do CC. por isso. assinale a opção correta. § 2o. do CC. Os títulos nominativos. a quitação da obrigação deve constar expressamente do título que deverá ser entregue ao devedor. C O crédito pessoal de qualquer espécie tem preferência sobre o crédito real. 1. 16). espécie de obrigação cambial. O aval.

205 DIREITO CIVIL (OAB/CESPE – 2006. assinale a opção incorreta. No caso de superveniente incapacidade do empresário e sua conseqüente impossibilidade de continuar a empresa antes exercida. declarações e assinaturas referentes ao título de crédito devem constar da própria cártula. B C D A: art.3) Quanto aos títulos de crédito. pois o incapaz não pode exercer a atividade de empresário. independentemente do tipo da sociedade empresarial.052 do CC. O título de crédito abstrato é aquele cuja causa da emissão é determinada e a obrigação é vinculada a essa causa que gerou o negócio. O princípio da cartularidade no direito cambial significa que todos os atos. ou seja. Caberá ao empresário a livre escolha do nome da sociedade. 1. enquanto o capital social não for totalmente integralizado. o título abstrato é aquele sem causa determinada e sem vinculação à causa. optar pelo uso de um nome fantasia ou por um nome retirado do seu objeto social. 904 do CC. O empresário é a pessoa que exerce. a cessão dos direitos nele incorporados realiza-se mediante endosso ou por tradição. que são representados pelas assinaturas dos endossantes com a designação em favor de quem está sendo transferido o título. ainda. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2006. no caso do endosso em preto. ocorrerá a extinção e dissolução da empresa. C: art. A Somente a pessoa maior e capaz e em pleno exercício de todos os seus direitos tem atribuição para exercer a atividade de empresário na condição de titular de firma individual. A sociedade tem por nome comercial uma razão social ou uma denominação social. 910 do CC. Entretanto. no campo de direito privado. ainda que assistido por seu representante legal. a imperiosa necessidade da apresentação do título para o exercício do direito nele mencionado. a responsabilidade dos sócios é restrita. D: art.3) De acordo com o direito de empresa. ALTERNATIVA "B" . B: de fato. Na sociedade limitada. A circulação do título à ordem realiza-se por meio de uma série de endossos. assinale a opção correta. 967 do CC. os sócios respondem solidariamente pela integralização do capital social. D: o tipo de sociedade é fator decisivo para a opção entre razão social ou denominação social. pois. C: cartularidade é. Pode ele. B: art. cada sócio responde pela parcela do capital que integralizar. comercial ou científica com finalidade lucrativa. B C D A: art. A No caso do título de crédito à ordem. podendo ele usar tanto denominação como razão social. quando se tratar de título ao portador. 974 do CC. qualquer atividade econômica. É obrigatória a inscrição do empresário no cartório civil das pessoas jurídicas da respectiva sede.

398 do CC). cancelam-se com a morte dos doadores. II. quando instituídas para garantia de usufruto. Será própria quando os acréscimos se formarem pelos depósitos ou aterros naturais nos terrenos marginais do rio. (OAB/CESPE – 2007. B: art. D: art. a teoria da aparência é justificada pela exigência da preservação da segurança das relações jurídicas e o resguardo da boa-fé de terceiros.WANDER GARCIA 206 10) TEMAS COMBINADOS. em sede de ação reparatória ou indenizatória. As cláusulas de impenhorabilidade e inalienabilidade.242. constitui requisito caracterizador da teoria da aparência. aplica-se a lei holandesa se a empresa arrendadora (holandesa) abdicar do foro inglês e ajuizar a ação no domicílio da empresa arrendatária. Nas obrigações provenientes de ato ilícito. do CC. No entanto.1) Acerca das pessoas. 1. 545 do CC. situado no Brasil. o sistema jurídico brasileiro não admite a repristinação. Aquele que se beneficia pela aluvião não tem de pagar indenização. será imprópria se o acréscimo se formar pelo afastamento das águas que descobrem parte do álveo. . 2o. dos bens e dos fatos jurídicos. C: art. da LICC. contam-se os juros moratórios a partir da citação. B C D A: de fato. (OAB/CESPE – 2007.1) Assinale a opção correta acerca do direito das obrigações e do direito das coisas. em contrato de arrendamento celebrado entre empresa holandesa e brasileira e constituído na Inglaterra. A A situação de fato. A aluvião é forma de aquisição da propriedade por acessão decorrente de fenômenos naturais. Para qualificar e reger as obrigações. D: art. certa e exigível. assinale a opção incorreta. B: neste caso. B C D A: mora accipiendi é a mora do credor. A Mora accipiendi é a mora do devedor de obrigação líquida. C: juros moratórios são devidos pelo atraso. cercada de circunstâncias tais que manifestamente a apresentem como se fosse uma situação de direito. Juros remuneratórios ou compensatórios são devidos pelo atraso no cumprimento da prestação por parte do devedor. De outra parte. manifestada através da confiança depositada na aparência. aplica-se a lei do país em que elas forem constituídas. 17 da LICC. § ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "D" 3o. Salvo disposição específica em contrário. os juros moratórios contam-se do ato ilícito (art.

B C D A: art.207 DIREITO CIVIL (OAB/CESPE – 2007. embora em execução provisória — porque pendente o julgamento de recurso contra a decisão que não admitiu o recurso especial —. na hipótese da doação. mesmo que tenha dado causa à separação dos conviventes. Quando um descendente recebe uma doação de seu pai. o cedente poderá assumir a responsabilidade também pela solvência do devedor. 1. 544 do CC. há a presunção de adiantamento de legítima.431 do CC. o estado civil do cônjuge sobrevivente é o de viuvez. A usucapião é forma originária de aquisição da propriedade. ao contrário do que ocorre na compra e venda e na permuta. ou seja.1) Considerando o direito das obrigações. 1.563 do CC. ainda que sobre o imóvel usucapiendo haja cláusula de inalienabilidade instituída pelo proprietário anterior. B C D A: art. a responsabilidade do cedente é limitada ao valor que recebeu do cessionário. assinale a opção incorreta.238 do CC. sendo que a declaração de nulidade desse casamento tem efeito ex nunc. . A Para doar bens a um de seus descendentes. Se houver acordo entre as partes. coisas e sucessões. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2004.011 do CC. enquanto não transitada em julgado a sentença que decretou o divórcio o vínculo ainda existe. A Na cessão de crédito por título oneroso. É nulo o casamento celebrado com inobservância de impedimento. 2. produz efeitos até a data da declaração de sua nulidade. D: de fato. Desfeita a união estável. mais juros. Nas dívidas garantidas por penhor. C: art. essa doação não se sujeita à colação. este terá por objeto determinado bem imóvel de propriedade do devedor. 295 do CC. mesmo anulado. 1. D: art. o cedente sempre responde ao cessionário pela existência do crédito. assinale a opção incorreta. Assim. Nessa hipótese. o companheiro poderá pleitear alimentos do outro. o ascendente não necessita do consentimento dos demais herdeiros. 1. B: art. B: art. mesmo que o bem doado ao herdeiro seja mais valioso que o quinhão hereditário a que teria direito. prevalece a propriedade adquirida por usucapião extraordinária. C: art. devido a serviços que lhe prestou. Falecendo o varão antes de transitada em julgado a decisão que decretou o divórcio.ES) Acerca do direito de família e das sucessões. pois.694 do CC. alegando que se encontra impossibilitado de prover a própria subsistência.

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(OAB/CESPE – 2008. da prova legal.PR) A respeito dos princípios que regem o processo civil e aos relativos à jurisdição civil. porém de forma sempre motivada. o sistema A das ordálias. no CPC. B C D De fato. O princípio dispositivo assegura ao juiz o poder de iniciativa probatória quando as partes deixarem de alegar ou provar os fatos postos como fundamento da demanda. adota-se.SP) No que se refere às provas. o juiz deve julgar a causa com imparcialidade e com base nos fatos alegados e provados pelas partes. no entanto. do livre convencimento motivado. da livre convicção (ou íntimo ou moral).DIREITO PROCESSUAL CIVIL 1) PRINCÍPIOS DO PROCESSO CIVIL. no caso de grave ou difícil reparação. Segundo o princípio do contraditório. A Para que os princípios da oralidade e da concentração sejam efetivos.3. as decisões interlocutórias são irrecorríveis.1. admitindo-se. cada faculdade processual deve ser exercitada dentro da fase adequada. B C D . o nosso sistema processual prestigiou a liberdade do juiz na apreciação e valoração das provas. De acordo com o princípio da eventualidade. recursos que devem ser recebidos no efeito devolutivo. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2007. assegurando aos litigantes ampla defesa. assinale a opção correta. sob pena de se perder a oportunidade de praticá-la.

os princípios informativos são regras predominantemente técnicas.2) No âmbito do processo civil. quase sempre universais. trazendo carga ideológica significativa. sob pena de preclusão. desligados de maior conotação ideológica. São os atos posteriores à lei nova que se regularão conforme os preceitos desta. v. por esta razão. o processo tem de submeter-se a um ordenamento jurídico preexistente. válidos para os sistemas ideologicamente afeiçoados aos princípios fundamentais que lhes correspondam. sendo.WANDER GARCIA 210 De fato. qualifica o juízo sobre a admissibilidade ou inadmissibilidade do julgamento da demanda. Os princípios fundamentais prescindem de demonstração maior. sendo assim considerados axiomas universais. assinale a opção incorreta. sendo resguardada a inteira eficácia dos atos processuais até então praticados. portanto. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. Os princípios fundamentais não podem ser antagônicos entre si. Já os denominados princípios fundamentais do processo são diretrizes nitidamente inspiradas por características políticas. à capacidade. A denominada jurisdição voluntária é o conjunto de atribuições administrativas integrativas. às condições da ação e aos pressupostos processuais. assinale a opção correta. a lei nova atinge o processo em curso no ponto em que este se achar. 1. na contestação. A respeito do assunto abordado no texto acima. se este se alterar quando estiver em curso o processo. toda a matéria de defesa e nela expor todas as razões de fato e direito com que impugna o pedido do autor. pelo juiz. B C D De fato. confiadas pela lei ao Poder Judiciário. Os princípios da oralidade e da publicidade dos atos processuais constituem espécies do gênero princípios informativos. entretanto. A Segundo o princípio jurídico. no momento em que ela entrar em vigor. O exame das matérias atinentes à ação e ao processo. Manual de direito processual civil.1) Tendo em vista as normas atinentes aos princípios gerais do processo. A Tipifica o princípio da eventualidade o fato de a lei processual deduzir que compete ao réu alegar. os atos processuais até então realizados devem ser respeitados. O indivíduo menor de dezoito anos e maior de dezesseis anos de idade não detém capacidade processual plena para pleitear a sua própria emancipação sem assistência de seus pais ou tutor. 23 (com adaptações). p. B C D . (OAB/CESPE – 2007. de acordo com o princípio da eventualidade. a parte deve esgotar o ato processual no momento oportuno. 9a ed. São Paulo: RT. Alvim Arruda.

compete às partes a iniciativa da instauração da relação processual e do seu desenvolvimento. mas o exame de ofício dessas questões deve ser precedido de plena participação das partes. B: também denominada graciosa. sem interveniência do Estado. não há preclusão pro judicato.consagrado no artigo 121. Segundo a preclusão pro judicato. B C D A: hodiernamente. execução de testamento. ALTERNATIVA "A" .211 DIREITO PROCESSUAL CIVIL A: art. alterando alguns prazos processuais. de ofício. e ocorreu preclusão. Há. conferindo-lhes maior segurança. nela não se enquadra o conflito de interesses. sobre a realização das provas requeridas pelas partes ou qualquer outra questão prejudicial ou incidente. pelo seu não uso dentro do prazo ou pelo fato de havê-la exercido. 300 do CPC. O fundamento da jurisdição voluntária é a ordem pública. 9o. de direito disponível ou indisponível. Nesse caso. A O princípio do contraditório é absoluto e deve ser observado pelas partes e pelo juiz. devendo decidir de acordo com o seu livre convencimento. mas este prefere dotá-los das garantias jurisdicionais e processuais. determinados negócios de direito privado (separação consensual. de garantias de participação igualitária das partes no processo. sem fundamentá-lo ou fundá-lo em qualquer dos meios probatórios. a lei nova não atinge os processos em andamento e nenhum efeito tem sobre eles. Também pode o juiz conhecer da matéria independentemente de provocação. ainda que em grau de recurso. 282 a 284 do CPC. nomeação de tutor ou curador) poderiam ser realizados pelos próprios interessados. 130 do CPC. C: art. O juiz pode. a vontade dos interessados converge para o mesmo fim. nenhum outro juiz decidirá novamente a questão. I. No processo civil. alcançando somente os processos interpostos após a sua entrada em vigor. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2006. A preclusão temporal indica a perda da faculdade processual. o princípio do contraditório representa verdadeiro objetivo político do provimento jurisdicional ou administrativo mediante a outorga. mas é necessário que ele a submeta à manifestação das partes antes de decidir. I. conhecer questões de ordem pública independentemente de provocação. sob pena de nulidade do processo. do CPC. C: art.2) A respeito dos princípios informativos de direito processual civil e das leis processuais. as provas só podem ser produzidas pelas partes. Quando entra em vigor. D: arts. D: se houve decisão. com a decisão de mérito de uma questão. honorária ou não-contenciosa. porque esta supõe ausência de decisão. pelo ordenamento jurídico. assinale a opção correta. relação intrínseca desse princípio com o tratamento paritário das partes no processo . Resultam do princípio da eventualidade tanto a preclusão temporal como a pro judicato. a jurisdição voluntária é assim chamada porque. do CPC. ao contrário da jurisdição contenciosa. mas o juiz é soberano para analisá-las. B: a lei processual atinge os processos em curso. que não pode ser objeto de qualquer outro julgamento judicial. dessa forma.

Ao réu preso.2) A respeito da capacidade processual. sendo-lhe vedado manifestar-se contrariamente àquele que representa.WANDER GARCIA 212 2) PARTES. 9o. que tem a incumbência de contestar o feito. 42 do CPC. 12. (OAB/CESPE – 2008. assinale a opção correta. PROCURADORES E MINISTÉRIO PÚBLICO. tutela. 38 do CPC. A nas causas concernentes ao estado das pessoas. I. Toda pessoa que se acha no exercício dos seus direitos tem capacidade para estar em juízo.1) A respeito das partes e dos procuradores. interdição. declaração de ausência e disposições de última vontade. C: art. do CPC. 9o. § 2o. casamento. VII. o juiz deve determinar a suspensão do processo e marcar prazo para que o réu constitua novo mandatário. 7o do CPC. altera a legitimidade das partes. deve ser nomeado curador especial. do CPC. ALTERNATIVA "B" B C D A: art. 10 do CPC. C: art. ALTERNATIVA "C" B C D A: art. do CPC. B: art. no curso do processo. assinale a opção correta. A outorga de procuração para o foro. A A alienação da coisa litigiosa. cabe ao Ministério Público oficiar obrigatoriamente. D: art. (OAB/CESPE – 2008. . podendo ele receber e dar quitação. ainda que iniciada a audiência de instrução e julgamento.3) No processo civil. reconhecer a procedência do pedido e firmar qualquer compromisso. habilita o advogado a praticar todos os atos do processo em nome da parte. Findo o prazo. do CPC. 265. Se os interesses do incapaz colidirem com os do representante legal. pátrio poder. a critério do juiz. ainda que tenha sido citado pessoalmente. A decisão proferida na causa em que atua o substituto processual faz coisa julgada para o substituído. curatela. B: art. No caso de falecimento do procurador do réu. (OAB/CESPE – 2007. será dispensável a representação. A sociedade sem personalidade jurídica será representada em juízo por qualquer dos sócios. D: art. II. se o réu não cumprir a determinação. A Atualmente. devendo prosseguir a demanda entre adquirente em substituição ao alienante e a parte contrária originária. não existe hipótese em que um cônjuge precise de autorização do outro para propor ação judicial. o juiz deve determinar o prosseguimento do processo e garantir ao réu curador especial. em geral.

do regime democrático. em quaisquer processos nos quais o juiz reputar conveniente a intervenção do Ministério Público. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. 82 do CPC. em razão do caráter unitário da relação jurídica litigiosa e da necessidade da formação do litisconsórcio.3. Na substituição processual. (OAB/CESPE – 2007. os cônjuges são litisconsortes necessários se réus. em nome próprio. nesse caso. salvo quando se tratar de bens imóveis próprios e o regime do casamento for o de separação absoluta de bens. nas ações civis públicas e em quaisquer processos de inventário causa mortis. No litisconsórcio unitário e no simples. dos interesses sociais e individuais indisponíveis. pode atuar como autor ou órgão interveniente. A O Ministério Público não detém legitimidade para propor ação popular. o cônjuge dependerá do assentimento de seu consorte para ingressar em juízo. assinale a opção correta. direito próprio. Com relação a esse assunto. B C D A: art. Se qualquer das partes ou seus advogados deixarem de cumprir com exatidão as determinações judiciais. Esse substituto defende. I. em sede do processo civil. serão caracterizados o ato atentatório ao exercício de jurisdição e a litigância de má-fé. A Nas ações que versem sobre direitos reais imobiliários. do CPC. um terceiro torna-se parte da relação jurídica em razão da mudança de titularidade do direito material discutido em juízo. o juiz condenará as partes e seus advogados ao pagamento de multa de até 10% do valor da causa. 10. § 1o. C: art. nas ações populares. independentemente da qualidade das partes. e 600 do CPC. o juiz deve decidir a causa de maneira uniforme para todos os litisconsortes. D: apenas no litisconsórcio unitário a decisão deve ser uniforme. mas não o serão se autores. ALTERNATIVA "A" C D Art. 41 do CPC.1) O Ministério Público. O desempenho dessa variedade de funções tem por finalidade primordial zelar pela defesa da ordem jurídica. B: arts. B . na condição de fiscal da lei. pois. A existência de herdeiros incapazes outorga legitimidade concorrente ao Ministério Público para requerer ao juiz o inventário e a partilha. nesse caso. assinale a opção incorreta. 14. decorrente de um negócio jurídico entre vivos ou por causa de morte.PR) Acerca das partes e dos procuradores. V.213 DIREITO PROCESSUAL CIVIL B nas ações relativas à locação de imóveis residenciais urbanos.

ASSISTÊNCIA E INTERVENÇÃO DE TERCEIROS. só é permitida a substituição das partes originárias em caso de falecimento. desde que estejam representados ou assistidos por seus representantes legais. segundo as regras de direito material. assinale a opção correta. é correto afirmar que Carla agirá corretamente se A promover o chamamento ao processo de Renata. O advogado.2) A respeito das partes e dos procuradores. único. ainda que o direito de ação seja intransmissível ou que se trate de direito indisponível.2) Carla e Renata eram fiadoras de André em contrato de locação de um apartamento residencial. o locador ajuizou ação de cobrança contra o locatário e Carla. a atuação do representante ou assistente legal do incapaz não é causa absoluta e suficiente para dispensa legal de intervenção do Ministério Público. ALTERNATIVA "D" D Art. par. (OAB/CESPE – 2008. com a citação válida do réu. A Se. B: arts. 7o e 8o. (OAB/CESPE – 2006. aptidão para a prática de atos da vida civil. no processo civil. Considerando a situação hipotética apresentada. somente os civilmente capazes possuem capacidade processual. C: art. desde que não cause embaraço à administração da justiça e não constitua resistência injustificada. 41 do CPC.WANDER GARCIA 214 C No processo civil. Os civilmente incapazes também podem ser partes em processo judicial. em defesa de seu cliente. ocorre o que se denomina substituição processual. até que se proceda à habilitação dos sucessores ou do espólio. Depois de se estabilizar a demanda. D: art. do CPC. em virtude de falta de capacidade desta. 14. houver necessidade de se alterar a pessoa que figura em um dos pólos do processo. o juiz fixará multa a ser aplicada ao advogado. em caráter solidário e mediante renúncia ao benefício de ordem. . no curso do processo. Embora todos os sujeitos de direito tenham capacidade de ser parte. 41 do CPC. 83 do CPC. apenas quando atua na função de fiscal da lei. mediante a suspensão do feito. ambos do CPC. ALTERNATIVA "B" B C D A: art. haja vista que as duas são fiadoras. 3) LITISCONSÓRCIO. pode praticar qualquer ato que beneficie a parte por ele defendida. em valor não superior a 20% do valor da causa. Como André não pagou os últimos três meses de aluguel. Em caso de violação desse comportamento ético. Esse substituto integra a incapacidade da parte e atua em nome e em defesa dela. detém legitimidade para oferecer exceção de incompetência relativa do juízo. isso porque não possuem. O Ministério Público.

B: art. B C D A: art. D requerer a suspensão do processo até que André conteste a ação. 78 do CPC. B Art. a denunciação à lide é uma lide secundária que se forma entre denunciante e denunciado e segue a sorte do processo principal. visto que ela também está obrigada pelo contrato. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "A" . consumidores que se dizem individualmente lesados em virtude do consumo do mesmo produto podem agir em litisconsórcio contra o produtor. a fim de obter elementos para apresentar a sua defesa. razão pela qual chamamos unitário. sendo necessário o litisconsórcio assim formado. é lide secundária em relação à ação principal.3) Com relação ao litisconsórcio. D: de fato. Tanto o autor quanto o réu têm legitimidade para requerer o chamamento ao processo do devedor principal. uma vez extinta a ação principal. é correto afirmar que A todo litisconsórcio necessário é também unitário. 50. sendo unitário o litisconsórcio assim formado. 62 do CPC. do CPC. (OAB/CESPE – 2007. Quando o chamamento for manejado pelo autor. por falta de objeto. par. dos demais co-devedores solidários ou do fiador. A denunciação à lide constitui uma nova ação. a lide secundária. e. A O terceiro que se sentir prejudicado ou que tiver seu direito ameaçado em virtude de uma pretensão discutida em juízo poderá ingressar na ação e nomear-se como legítimo detentor do direito disputado pelo autor. para exigir-lhe perdas e danos. por meio do incidente denominado nomeação à autoria. II.3) Com referência a intervenção de terceiros e a assistência. do CPC. para exigir-lhe perdas e danos. as vítimas de um mesmo acidente de trânsito podem agir em litisconsórcio contra quem o causou. B C D De fato. 77. resta prejudicada. eis que dependente. assinale a opção correta. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007. o litisconsórcio formado entre os réus de uma ação anulatória de um mesmo negócio jurídico é unitário. no caso de uma ação anulatória o resultado será o mesmo para os litisconsortes.215 DIREITO PROCESSUAL CIVIL denunciar Renata à lide. A assistência somente é admissível até o julgamento da apelação. ou seja. C: art. pois se trata de fiança dada pelas duas conjuntamente. C nomear Renata à autoria. único. permite-se o aditamento da petição inicial pelo chamado.

se o assistente não integrar a lide. 70 do CPC. C: art. formando-se litisconsórcio passivo necessário entre os opostos. visando excluir a pretensão do autor e auxiliar o réu em sua defesa. Tratando-se de litisconsórcio unitário e necessário. a legitimidade é conjunta. D: art. assinale a opção correta. . isto é. no pólo passivo todos os que devem responder solidariamente com ele pela satisfação do direito pretendido pelo autor. B: art. 47 do CPC. O litisconsórcio necessário ocorre somente quanto ao pólo passivo da relação processual.3) Acerca do litisconsórcio e da intervenção de terceiros no processo civil. A O assistente simples ou o litisconsorcial. o réu e os chamados mantêm vínculo de direito material com o autor. Entretanto. seja ativo ou passivo. O chamamento ao processo permite ao réu incluir.2) Acerca do litisconsórcio e da assistência. sem discussão dos direitos que lhe cabem sobre o bem disputado na ação principal. quando o autor tiver necessariamente de litisconsorciar-se para promover a ação. (OAB/CESPE – 2006. mas pode praticar atos processuais que sejam benéficos ao assistido. Para admissão do assistente simples ou do litisconsorcial. porque o direito de ação é uma faculdade que se coloca à disposição daquele que tiver seu direito violado. o terceiro ingressa em juízo pretendendo defender sua posse ou propriedade sobre os bens apreendidos judicialmente. Nesse litisconsórcio. pois a coisa julgada não atinge quem não foi parte no processo. o requisito da legitimidade somente se aperfeiçoa se todos os litisconsortes integrarem o respectivo pólo da relação processual. 56 do CPC. III. A Na oposição. 50 do CPC. o litisconsorte é sempre facultativo. Assim. que não assume a posição de parte. por defender o interesse alheio. O terceiro que tiver interesse jurídico em que uma das partes vença a ação pode intervir como assistente simples. ALTERNATIVA "B" B C D A: art. 77. Ocorre a denunciação da lide quando um terceiro interessado requer sua intervenção no processo pendente entre as partes. pode formular o pedido de admissão em qualquer momento da instrução processual. ALTERNATIVA "B" B C D Art.WANDER GARCIA 216 (OAB/CESPE – 2006. coercitivamente. é necessário que exista uma relação jurídica entre o assistente e o adversário do assistido e que os efeitos da sentença influam diretamente nessa relação jurídica. assinale a opção correta. do CPC. mas a lide pode ser decidida de maneira diversa para eles. a recusa do outro litisconsorte impedirá que se promova validamente a ação. Quanto ao pólo ativo. só pode formulá-lo antes de proferida a sentença. No chamamento. com ou sem o ingresso deste terceiro no processo. pode discutir os fatos e fundamentos da sentença em processo posterior.

deverá nomear à autoria aquele que deve figurar no pólo passivo. Destina-se.ES) Em relação aos sujeitos do processo. B: art. portanto. assinale a opção incorreta. D: art. ALTERNATIVA "C" . por perda superveniente do interesse de agir. resta prejudicada a denunciação formulada pelo réu. A Se o denunciado aceitar a denunciação e contestar o pedido. O chamamento ao processo consiste na admissibilidade de o réu fazer com que codevedores solidários passem a integrar o pólo passivo da demanda junto com ele. B C D A: art. o juiz condenará o denunciado diretamente em favor do autor. a trazer para o pólo passivo da relação processual terceiro que. embora legitimado a figurar como réu desde o início. assinale a opção correta. 70 do CPC. 62 do CPC. Tratando-se de demanda que verse sobre domínio ou posse. 52 do CPC. (OAB/CESPE – 2004. em litisconsórcio. 62 do CPC. ao adquirente cumpre nomear à autoria o alienante. 74 do CPC. Improcedente a pretensão inicial. de um lado e. por ter interesse econômico de que a sentença seja favorável ao litigante a quem assiste. C: art. formando-se um litisconsórcio ativo. 46 do CPC. III. a lei não exige que os autores possuam legitimidade em todos os pedidos constantes da inicial. de outro. do CPC. 77. por ser este o verdadeiro proprietário ou possuidor. embora apontado pelo autor como responsável pela resistência ao reconhecimento do direito afirmado na inicial. Nesse caso. B: art. A Para a formação do litisconsórcio. D: de fato. que tanto pode ser o autor como o réu. O responsável pelo prejuízo deve denunciar a lide quando agir cumprindo ordens ou instruções de terceiro. o processo prosseguirá entre o autor. se o réu. O assistente ingressa na relação processual como parte. auxiliando a defesa do seu assistido. por vontade do autor não ocupe essa posição. ficando assim o nomeado abrangido pela eficácia da coisa material resultante da sentença. Nesse caso. Considere-se que o adquirente de uma área rural seja impedido de dela tomar posse. ao promover a ação reivindicatória contra o ocupante. a denunciação à lide é lide secundária e dependente da principal. for mero detentor da coisa.217 DIREITO PROCESSUAL CIVIL (OAB/CESPE – 2006. pois outrem a ocupa.1) A respeito da intervenção de terceiros no processo civil. ALTERNATIVA "B" B C D A: art. C: art. o denunciado. alegando ser o legítimo proprietário. para integrar a relação processual.

Além disso. por conseguinte. no âmbito do processo civil. D: art. 95 do CPC. o juiz determinará a reunião das ações propostas em separado. A Uma das características da jurisdição é a aptidão para a coisa julgada. 102 do CPC. no foro do domicílio do réu. C: art.c. Nas hipóteses de prorrogação da competência por conexão ou por continência. todos do CPC. B: o princípio do juiz natural assegura a imparcialidade da decisão.c. mas admite-se sua modificação posterior nas hipóteses de fixação pelo critério territorial ou pelo valor da causa. A convenção de arbitragem não é pressuposto processual negativo. esta é fixada no momento em que o juiz determina a citação do réu. 219.SP) Assinale a opção correta acerca da jurisdição. No entanto. 267. novas ações. em regra. ALTERNATIVA "A" . da ação e do processo. caso as ações já estejam em curso. somente haverá jurisdição se houver coisa julgada material. se os litigantes assim o desejarem. admite-se que haja prorrogação da competência para o foro da situação da coisa.WANDER GARCIA 218 4) JURISDIÇÃO E COMPETÊNCIA. o interesse de agir e a possibilidade jurídica do pedido são considerados elementos da ação. As ações fundadas em direito pessoal ou direito real sobre bens imóveis serão propostas. unidas à demanda anteriormente ajuizada por um dos vínculos previstos em lei. B: art. c. D: art. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. mesmo sendo absoluta a competência. 106. C: são elementos da ação. (OAB/CESPE – 2008. com juiz determinado por lei que antecede ao conflito. as partes. c.1. A capacidade de estar em juízo. é a função de resolver os conflitos que a ela sejam dirigidos. do CPC. B C D A: jurisdição. pedido e causa de pedir.3) Assinale a opção correta acerca da competência. determina o juízo. VII. 102 do CPC. B C D A: arts. em matéria civil. em substituição a estes segundo as possibilidades normatizadoras do Direito e independente de o resultado dar-se com análise de mérito ou não. a fim de que sejam decididas simultaneamente pelo juiz prevento. A A prevenção define o juízo para o qual serão distribuídas. Segundo o princípio da perpetuação da competência. da justiça comum. consistindo em instrumento de garantia da independência do juiz. por dependência. O princípio do juiz natural tem por finalidade garantir a prestação da tutela jurisdicional por juiz independente e imparcial. 102. que terá sua competência prorrogada em razão da conexão ou continência.

§ 2o. B C D A: adotou a teoria do direito de ação autônomo e abstrato. 219. possui cunho eminentemente de direito pessoal. caso seja criada uma vara especializada de família na comarca. jurisdição e competência. 301. D: de fato. os feitos anteriores também são enviados à vara especializada. assinale a opção correta. D: arts. C: nestes casos.1) Quanto a ação. B C D A: art. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007. havendo duas ações conexas em curso. Os limites internacionais da jurisdição são estabelecidos pela norma interna de cada Estado.PR) Assinale a opção correta no que se refere à competência no processo civil. extinguindo o processo sem resolução do mérito. 112 do CPC. ocorre a reunião de processos para o julgamento em sentença única.219 DIREITO PROCESSUAL CIVIL (OAB/CESPE – 2007. respeitados os critérios da conveniência e viabilidade. revogação e originalidade. permanecendo os feitos anteriores em tramitação nas respectivas varas de origem. A A ação de dissolução de união estável. cabe a cada Estado estabelecer os limites da sua jurisdição segundo os seus critérios.c. Verificada a ocorrência da conexão ou continência. 102 do CPC. a competência é do juízo do processo em que haja a primeira citação válida. B: art. (OAB/CESPE – 2006. Tratando-se de ação de divisão de imóvel situado em duas comarcas. A Se absoluta.2) Acerca dos critérios para a fixação da competência. De acordo com o princípio da inalterabilidade da competência absoluta em razão da matéria. mas o juiz pode declará-la de ofício. ainda que apresente conseqüências relativas a bens imóveis. do CPC). A O Código de Processo Civil brasileiro. é competente para julgar a lide sobre a totalidade do imóvel o juízo de qualquer das comarcas onde se situa parte do imóvel. a incompetência deve ser argüida por exceção. mesmo quando se tratar de competência material ou funcional. devendo o foro competente ser fixado de acordo com o domicílio do réu. C: revogação e originalidade não são características da jurisdição. pedido e causa de pedir (art. . somente as novas ações devem ser propostas perante ela.869/1973. o fundamento jurídico ou fato lesivo e o valor da causa. adotou a teoria da ação como direito autônomo e concreto. ambos do CPC. com derrogação de competência anterior e prorrogação da competência firmada. São elementos identificadores da ação: as partes.3. segundo a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ). c. B: são elementos da ação: parte. assinale a opção correta. São características da função jurisdicional: imparcialidade. 95. Lei no 5.

além da competência absoluta do juízo para conhecer de uma das ações. prevalece o foro especial do alimentando. conjuntamente. 219 do CPC. C D A: de fato. 100. necessariamente. ainda que um dos cônjuges tenha transferido seu domicílio para outra cidade. ao contestar a denunciação. no juízo em que se processou a separação judicial do casal. B C D A: art. em face do princípio da identidade física do juiz. Nesse caso. As ações de investigação de paternidade cumuladas com pedido de alimentos devem ser ajuizadas perante o juízo competente para examinar a pretensão alimentícia. Deferida a denunciação da lide. bem como nas de competência exclusiva e concorrente. do CPC. O pedido de conversão de separação em divórcio deve ser formulado. Trata-se de competência absoluta fundada no critério funcional. A prevenção é um critério para se fixar a competência entre dois juízes igualmente competentes e para se excluírem os demais juízes competentes de um mesmo foro ou tribunal e ocorre nas hipóteses de competência relativa e absoluta. A As execuções de sentenças proferidas em ação de alimentos devem ser processadas no juízo em que foi decidida a causa no primeiro grau de jurisdição. do CPC. as ações devem ser reunidas e será competente para julgá-las.1) A respeito da competência. D: art. consoante a regra da perpetuação da jurisdição. Sendo ajuizadas ações continentes em juízos diversos. no caso. ainda que o alimentando transfira residência para foro diverso daquele do juiz da sentença exeqüenda.WANDER GARCIA 220 B Ocorrendo a prorrogação legal da competência de um determinado órgão judiciário. I. 453825/ MT). Ocorrendo a conexão ou continência de duas ou mais ações que têm curso em foros diversos. II. a necessidade do julgamento simultâneo ou do conjunto das ações que foram propostas separadamente em foros distintos. 475-P. 100. 106 do CPC. essa competência não pode ser alterada. 72. do CPC. C: art. B: basta a competência absoluta. não podendo ser alterada. § 1o. consoante a regra insculpida no art. B: art. exige-se. o juízo daquela em que a instrução do processo já estiver concluído. 94 do CPC (vide Resp. Por se tratar de competência fixada pelo critério funcional. do CPC. . para a modificação da competência por esse critério. o juiz competente será aquele que determinou a citação válida em primeiro lugar. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2006. opor exceção de foro alegando residir em outra comarca. o denunciado pode. ainda que para a demanda declaratória vigore o foro geral. assinale a opção correta. D: art. C: art. o juiz que era absolutamente incompetente se legitima para a causa. esse é o entendimento do STJ.

ALTERNATIVA "C" B C D Art. na sentença.A autocomposição destaca-se como um meio alternativo válido de solução de conflitos de interesses. pretensão. A Apenas os itens II e III estão certos. B C D I: a autocomposição ocorre quando as partes envolvidas em um conflito chegam de comum acordo a uma solução que entendam adequada. de modo que o juiz. poderá ter por satisfeitos tais requisitos.Tipifica a teoria da asserção a possibilidade jurídica de se perquirir quanto à existência das condições da ação em momento posterior à propositura desta. III: as objeções processuais tratam sempre de matéria de ordem pública e. ou. do CPC. Todos os itens estão certos.A competência determinada pelo critério do valor da causa pode ser classificada como relativa. Desse modo.SP) O interesse de agir é A faculdade da ação. condição da ação. Assinale a opção correta. não podendo o magistrado adentrar com profundidade em sua análise. Apenas os itens I. porque é instituída levando-se em conta o interesse privado das partes. reconhecer a carência do direito de ação do autor. (OAB/CESPE – 2007. ALTERNATIVA "D" . como tal. II: art.221 DIREITO PROCESSUAL CIVIL 5) PRESSUPOSTOS PROCESSUAIS E CONDIÇÕES DA AÇÃO. II e IV estão certos. I . III . as condições da ação são aferidas consoante o alegado pelo autor na petição inicial. caso contrário. também denominada de prospettazione.3. II . pode essa forma alternativa ser utilizada dentro ou fora da relação jurídica de direito processual (endo ou extraprocessual). a depender da incidência de circunstâncias supervenientes. VI.As objeções processuais podem e devem ser verificadas de ofício pelo juiz. podem ser verificadas de ofício pelo juiz.1) Ante o que dispõem as normas sobre as condições da ação e da competência jurisdicional e quanto aos atos processuais. IV . sob pena de exercer juízo meritório. IV: segundo a Teoria da Asserção. elemento da ação. 267. em qualquer tempo e grau de jurisdição. 111 do CPC. e não se sujeitam à preclusão. III e IV estão certos. Apenas os itens I. julgue os seguintes itens. (OAB/CESPE – 2007.

C: de fato. 267. do CPC. V. ambos do CPC. do CPC. ainda.WANDER GARCIA 222 (OAB/CESPE – 2006. em virtude da ocorrência da litispendência. 267. D O reconhecimento da ausência de pressupostos processuais conduz à declaração incidental de improcedência da ação e à condenação do autor ao pagamento dos ônus sucumbenciais. assinale a opção correta. ALTERNATIVA "C" . por serem ambas pressupostos processuais que se relacionam com a capacidade para estar em juízo. Sendo essa uma das condições da ação. A A verificação da presença das condições da ação faz-se quando do julgamento do mérito da pretensão do autor. ele responderá pelas custas de retardamento. sendo essas condições requisitos indispensáveis à obtenção de uma decisão que acolha ou rejeite o pedido do autor.1) A respeito das condições da ação no processo civil. assinale a opção correta. do ponto de vista prático. B: arts. o menor de 16 anos de idade possui capacidade processual para propor ação contra o suposto pai para investigar a paternidade. (OAB/CESPE – 2006. IV. A capacidade processual se confunde com a legitimação para a causa. IV e VI. por carência de ação. B: art. § 3o. o processo será extinto. 267. razão pela qual a inadequação procedimental acarreta inexistência do interesse processual. muito embora ela possa ser conhecida de ofício. é atribuído a um terceiro interessado a legitimidade para litigar direito alheio em nome daquele que detém a titularidade do direito em litígio. A A: a litispendência não é condição da ação. Se restar comprovada a existência de outra causa igual. D: art. mas sem o trânsito em julgado. Ocorre a legitimação extraordinária ou substituição processual quando. do CPC. Assim. 7o e 8o. D: essa definição de legitimação extraordinária. § 3o. ainda que já decidida. o provimento jurisdicional não lhe será útil. mas causa de extinção sem apreciação do mérito (art. C: art. Assim. em virtude da lei. na substituição processual defende-se direito próprio. B Se o réu não alegar a falta de uma das condições da ação na primeira oportunidade que tiver para falar nos autos. 267. 267. a pretensão do autor não será resolvida. quando essa tutela jurisdicional pode trazer-lhe alguma utilidade. C Os pressupostos processuais são os requisitos necessários à regularidade e à existência da relação processual e a falta de qualquer desses requisitos acarreta a extinção do processo sem resolução do mérito. do CPC. Existe interesse processual quando a parte tem necessidade de ir a juízo para alcançar a tutela pretendida e. B C D A: art. do ALTERNATIVA "B" CPC).3) Acerca das condições da ação e dos pressupostos processuais. ajuizando a ação errada ou utilizando-se do procedimento incorreto. o interesse processual se divide em utilidade e adequação.

a procuração genérica não confere poderes para o advogado opor exceção de impedimento e suspeição do juiz. ALTERNATIVA "D" B C D A: art. D: art. o autor renuncia ao direito sobre o qual se funda a ação. No processo civil. NULIDAES. ou seja. Ainda que o outorgante seja absolutamente incapaz. sob pena de preclusão. 38 do CPC.1) Quanto às nulidades processuais. (OAB/CESPE – 2008. O ato processual praticado em desconformidade com a norma que disciplina sua produção é inválido. mesmo que se trate de um ato complexo. A A procuração geral para o foro confere poderes ao advogado para a prática de todos os atos necessários ao desenvolvimento do processo e pode ser constituída por instrumento público ou particular. (OAB/CESPE – 2008. B: art.ES) Em relação aos pressupostos processuais. 6) FORMAÇÃO. neste último caso. 38 do CPC. de ofício. SUSPENSÃO E EXTINÇÃO DO PROCESSO. a procuração genérica não habilita o advogado a receber citação nem a praticar os denominados atos dispositivos. 8o do CPC. o reconhecimento de firma. isto é. sendo desnecessário. o juiz acolhe a alegação de perempção. C: art. de perda da faculdade processual de promover a anulação. ainda que não cause prejuízo à regularidade processual ou às partes. é admissível a procuração por instrumento particular. todos os atos subseqüentes a ele serão também anulados. decretar sua nulidade e determinar sua repetição. 267 do CPC. extingue-se o processo sem resolução de mérito quando A o juiz reconhece a prescrição ou a decadência. as partes transigem. B C . A A nulidade relativa deve ser argüida pela parte interessada em sua decretação. ALTERNATIVA "D" B C D Art. aqueles mediante os quais as partes dispõem de direitos e faculdades substanciais ou processuais. Salvo previsão expressa no instrumento. assinale a opção correta.SP) De acordo com o Código de Processo Civil (CPC).1. assinale a opção incorreta. Anulado um ato processual. na primeira oportunidade em que lhe couber falar nos autos. 38 do CPC. depois do ato defeituoso. pois quem pratica o ato é seu representante legal. ainda que sejam independentes entre si e que a nulidade se refira a apenas uma parte do ato.223 DIREITO PROCESSUAL CIVIL (OAB/CESPE – 2004. devendo o juiz.

A nulidade dos atos processuais deve ser alegada pela parte que a aproveita. salvo os atos urgentes. assinale a opção correta. todos os que lhe forem subseqüentes estarão. 245 do CPC. quando as partes transigirem ou quando o autor renunciar ao direito sobre o qual se funda a ação ou. A Durante a suspensão do processo.PR) Com relação às nulidades no processo civil. sem resolução do mérito. à extinção do processo. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "A" A: art. 250 do CPC. ainda que se possa decidir o mérito a favor do cônjuge ausente. mesmo que se trate de caso B C D . mesmo aqueles que não dependam do ato nulo ou que puderem ser fracionados. o desrespeito a essa proibição legal leva à inexistência jurídica do ato praticado.PR) Acerca da formação. afinal. a falta de outorga uxória. Ocorre a perempção quando o autor der causa. o seu direito.3. 244 do CPC. ainda. caso em que o vício será declarado de ofício pelo juiz. anulados. mas não é permitido praticar qualquer ato processual. único. Extingue-se o processo. (OAB/CESPE – 2007. o ato deve ser invalidado por iniciativa do juiz. par. também. ainda. por três vezes. a relação jurídica processual continua a gerar seus efeitos. pela convenção de arbitragem. embora insanável. (OAB/CESPE – 2007. a fim de se evitar dano irreparável. B: art. C: art. 268. 265 do CPC. D: art. 267 do CPC. B C D A: art. pode ser suprido por outro de igual efeito. assinale a opção correta. 266 do CPC. Comprovada a ocorrência de nulidade absoluta. B: art. D: art. que determinará. em defesa. A Anulado ato viciado. As nulidades dos atos processuais. o ato nulo. C: art. do CPC. suspensão e extinção do processo. pois a nulidade do ato afeta toda a relação processual. a repetição do ato processual defeituoso. extingue-se o direito material. por ocasião da primeira oportunidade em que se manifestar nos autos. visto que todas as nulidades processuais são insanáveis. têm como conseqüência a ineficácia dos atos processuais realizados em desconformidade com a norma que protege o interesse público.WANDER GARCIA 224 D Deve ser decretada a nulidade do processo em que se tenha constatado. por defeito de forma.3. 248 do CPC. Nesse caso. não podendo o autor propor nova ação nem alegar. O processo será suspenso quando a sentença estiver na dependência de solução de uma questão preliminar surgida no curso do processo e que condicione a apreciação do mérito da causa.

B C . sob pena de preclusão ou de a parte responder integralmente pelas custas processuais. restituindo-se integralmente o prazo legal ou judicial. assinale a opção correta. deve determinar a suspensão do processo até a decretação da interdição e a nomeação do curador. B: art. 248 do CPC. recebendo os autos. proferir sentença de extinção do processo sem julgamento do mérito. do CPC. B C D A: art. 245 do CPC. (OAB/CESPE – 2004. interrompendo-se todos os prazos em curso. o escrivão deve providenciar sua conclusão. III. iniciando-se a contagem do lapso legal. assinale a opção correta. as partes transigirem. A Se. em face da falta superveniente de interesse processual da parte autora.ES) Quanto à formação. Os atos de movimentação do processo. o defeito da incapacidade do autor. de instrução probatória e de julgamento acontecerão por dever de ofício dos encarregados da função jurisdicional.225 DIREITO PROCESSUAL CIVIL em que o juiz deva decretar a nulidade. a ação é considerada proposta a partir do momento em que o réu é citado. Proposta a ação pelo autor. A: art. O juiz. o andamento do feito se restabelece. certificando a ocorrência da perempção. C: art. o processo fica suspenso até que a parte nomeie novo advogado. de ofício. assim. fazendo coisa julgada material. ao desenvolvimento e à extinção do processo. A A partir do momento em que o advogado comunica nos autos haver renunciado ao mandato outorgado pela parte. 267. Quando o juiz suspeitar que o autor é portador de doença mental. 218 do CPC. tão logo cesse o efeito do acontecimento. Ocorrendo a suspensão do processo. por falta de manifestação do autor. C: art. determinando o arquivamento destes. D: art. a atividade jurisdicional não mais dependerá do constante impulso da parte para se desenvolver. III.2) A respeito da suspensão e da extinção do processo. Os atos processuais anteriormente praticados devem ser ratificados e os prazos iniciados antes da suspensão devem ser considerados inexistentes. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2006. sanando-se. B: art. 269. Nas comarcas em que um só juízo se encarrega da jurisdição. voluntário ou não. 265 do CPC. no curso da demanda. deve. que provocou a sua paralisação. isto é. D: art. Permanecendo os autos paralisados por mais de 30 dias. 249 do CPC. 250 do CPC. então. a sentença que homologar a transação adquirirá força de extinguir o processo com julgamento de mérito. do CPC.

corre risco de sofrer dano de difícil reparação. em face da demora do processo principal. a prova testemunhal. a verossimilhança das alegações e a reversibilidade dos efeitos do provimento. a prova inequívoca. 263 do CPC. e o que se decide na ação cautelar é se há probabilidade do direito afirmado pelo autor e se esse direito. pois. O juiz poderá antecipar. tampouco influi em seu julgamento.WANDER GARCIA 226 D Na hipótese de foro com vários juízos. o abuso de direito e o manifesto propósito protelatório do réu. Devido à urgência e celeridade. assinale a opção correta. não se admitindo. A O indeferimento de medida cautelar não obsta o ingresso da ação principal. B C D . 262 do CPC. D: art. A indicação da ação principal a ser proposta e o seu fundamento são requisitos obrigatórios da petição inicial da medida cautelar preparatória. C: art. 273 do CPC. os efeitos da tutela pretendida. a prova inequívoca. (OAB/CESPE – 2007. São exemplos de pressupostos gerais A a prova inequívoca. que se tornou competente para o feito. desde que haja fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação. ALTERNATIVA "C" B C D Art. mesmo quando tenha sido acolhida. 45 do CPC. (OAB/CESPE – 2008. conquanto dependentes no plano da existência. é necessária a presença de pressupostos gerais e alternativos. a verossimilhança das alegações e o perigo da demora. ter-se-á como proposta a ação pelo deferimento da petição inicial pelo juiz a quem foi distribuída a causa. 263 do CPC.1. alegação de prescrição ou decadência. para esse fim. Para a sua concessão. 7) TUTELA ANTECIPADA E LIMINAR EM CAUTELAR. ALTERNATIVA "B" A: art. de ofício ou a requerimento da parte autora. B: art. na ação cautelar. guardam ambos autonomia no que vier a ser decidido acerca do mérito de ambas as demandas. a verossimilhança das alegações e o perigo da demora. as decisões liminares proferidas no processo cautelar só podem ser concedidas se a petição inicial estiver acompanhada de prova pré-constituída e inequívoca do direito afirmado pelo requerente e se houver risco iminente de perigo.3) Acerca da tutela de urgência.SP) A antecipação dos efeitos da tutela é concebida como forma de obtenção da tutela jurisdicional em momento anterior à prolação da sentença.

D: art. ao antecipar a tutela. assinale a opção correta. Apreciação de questão prejudicial fará coisa julgada se decidida incidentemente no processo. Ainda que não tenha deferido a tutela antecipada no início do processo.1) A respeito da tutela antecipada. mesmo que as partes não o requeiram. 804 do CPC. B: art. poderá o juiz. ALTERNATIVA "D" B C D Art. a parte deverá instaurar um processo antecedente requerendo a medida prévia antes da instauração do processo principal. estabelecida como fundamento da sentença. . A verdade dos fatos. A Para ter força de lei nos limites da lide e das questões decididas. assinale a opção correta.227 DIREITO PROCESSUAL CIVIL ou fique caracterizado o abuso de direito de defesa ou o manifesto propósito protelatório do réu. conceder a antecipação dos efeitos da providência definitiva. ainda que esta não requeira. do CPC. desde que o faça fundamentadamente. A: art. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2006. RITOS SUMÁRIO E ORDINÁRIO. Os motivos da sentença fazem coisa julgada se forem importantes para determinar o alcance da parte dispositiva. 810 do CPC. não faz coisa julgada. o juiz. ALTERNATIVA "C" B C D Art. (OAB/CESPE – 2008. C: art. 801 do CPC. Pela aplicação da regra da fungibilidade dos provimentos de urgência. deverá antecipar os efeitos práticos da sentença. ao decidir a causa. a sentença deve conter julgamento total da lide. escolher a providência mais adequada para a solução do litígio. II. convencendo-se da verossimilhança da alegação do autor. 273 do CPC. Para a obtenção da tutela antecipada. 469. A Restando provado nos autos a necessidade da utilização da tutela satisfativa para resguardar interesse da parte autora. o juiz poderá. 273 do CPC. ainda que esta não esteja contida no pedido do autor. fundamentando a sua decisão no dever do magistrado de velar pela rápida e adequada solução dos litígios.2) A respeito da coisa julgada. 8) PROCESSO DE CONHECIMENTO.

possessórias. pessoais. A Paulo não poderá substituir Fábio por outra testemunha dada a preclusão. ALTERNATIVA "A" B C D A: art. tenha deixado de apresentar contestação. do CPC. (OAB/CESPE – 2008. citado para tomar conhecimento de ação ajuizada contra si.WANDER GARCIA 228 (OAB/CESPE – 2008. A Nas ações de estado. ambos os cônjuges serão necessariamente citados para as ações A de locação de bem móvel. Em face dessa situação hipotética. 408. que tenham por objeto o reconhecimento. ALTERNATIVA "D" B C D Art.SP) Assinale a opção correta acerca dos atos processuais. ALTERNATIVA "C" B C D Art. pois. C: art. Fábio poderá ser substituído por outra testemunha. que contraiu enfermidade que impossibilitou seu comparecimento à audiência. 222. assinale a opção correta. Se Paulo não tiver arrolado o máximo de testemunhas permitidas.2) Considere que Raimundo. a. D: art. assinale a opção correta. O benefício do prazo em quádruplo para contestar e em dobro para recorrer é extensivo às sociedades de economia mista. provada a enfermidade. O prazo para a contestação realizada pela defensoria pública é contado em quádruplo. Não será possível substituir Fábio caso já tenha sido recebida a intimação para a audiência de instrução. Considerando a situação hipotética apresentada. § 1o. 179 do CPC. restando caracterizada a revelia. arrolou como testemunha Fábio. (OAB/CESPE – 2008.1. será possível substituir Fábio. . em qualquer caso. a citação pelo correio é inadmissível. 188 do CPC. 188 do CPC. do CPC. (OAB/CESPE – 2008. B: art. II. do CPC.2) Paulo.SP) De acordo com a legislação processual civil. 10.1. A superveniência de férias interrompe o curso do prazo. a constituição ou a extinção de ônus sobre imóveis de um ou de ambos os cônjuges. em ação que ajuizou em face de José. a lei processual lhe garante tal possibilidade.

ALTERNATIVA "A" B C D Art. B C . § 1o. o réu deve alegar. ocorrerá a chamada prorrogação de competência. pode ser prorrogada. reputar-se-ão verdadeiros os fatos afirmados pelo autor. a pedido do réu como preliminar da contestação e. de ofício. C: somente a incompetência relativa. Em obediência ao princípio da concentração das defesas. um deles conteste a ação. não ser alegada como preliminar na contestação. salvo se ele tiver patrono nos autos. 105 do CPC. assinale a opção correta. Como a defesa é ato privativo do réu. É admissível a convenção que distribua de maneira diversa o ônus da prova quando o litígio versa sobre direitos indisponíveis das partes. determinar a reunião das ações para que sejam decididas na mesma sentença. que deve ser argüida por exceção. exceto aquelas que devem ser veiculadas através de exceção. ainda que. A A argüição de falsidade pode verificar-se. o juiz pode. A Caso o réu compareça em juízo para apontar a inexistência ou a invalidade da citação e esta não seja acolhida. absoluta ou relativa. com finalidade preventiva. D: art.229 DIREITO PROCESSUAL CIVIL A Os prazos contra Raimundo correrão independentemente de intimação. de modo que este deduza o restante da defesa. 300 do CPC. no mesmo despacho. não. 322 do CPC. na contestação. havendo pluralidade de réus e sendo litisconsórcio unitário. Ocorrendo a conexão de ações propostas em separado. no cível. determinar nova citação do réu e a reabertura do prazo para resposta. toda a matéria de defesa. o juiz deve. assinale a opção correta. do CPC.1) Quanto às provas no processo civil. No caso de a incompetência do juízo. (OAB/CESPE – 2008. Raimundo poderá intervir no processo apenas até o encerramento da fase de instrução. B: art. ainda que uma somente possa ser acolhida caso outra seja rejeitada. por meio de ação autônoma. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2008. B C D A: art.1) Acerca da resposta do réu. ou como incidente no curso do processo em que o documento foi oferecido. Tanto os fatos controvertidos como os fatos notórios afirmados pelas partes precisam ser demonstrados para que sobre eles forme o juiz a sua convicção. O autor da ação poderá alterar o pedido sem necessidade de citar Raimundo novamente. 214.

No entanto. as questões decididas na sentença. único. A reconvenção é cabível em qualquer procedimento. Não obstante a autonomia da reconvenção. A fundamentação da sentença fica coberta pela coisa julgada material. esse revel poderá intervir no processo em qualquer fase. Nesse caso. D: arts. do CPC. assinale a opção correta. sendo de fato. ambos do CPC. 343 do CPC. para praticar uma das modalidades de resposta. gera. Quando for interposto esse recurso. do CPC. sem resolução do mérito. recebendo-o no estado em que se encontrar.3) A respeito da petição inicial e da resposta do réu. poderá o juiz julgar liminarmente a lide. par. ALTERNATIVA "A" A: art. B: art. pelo princípio da eventualidade. 268 do CPC. 390 do CPC. e 470. ocorre a coisa julgada formal. simultaneamente com a contestação. III. consideram-se deduzidas e repelidas as alegações que o autor tenha deixado de apresentar para o acolhimento de seu pedido. ainda que houver motivo justificado. B C D A: art. A apreciação e resolução de questão prejudicial decidida incidentalmente no processo não faz coisa julgada material. o manejo dela exige a sua apresentação em petição escrita. do CPC. assinale a opção correta. A Contra a decisão que indefere total ou parcialmente a petição inicial. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. A Com o trânsito em julgado da sentença que encerra a relação processual. inclusive nas ações dúplices. 333. B: o trânsito em julgado torna imutável a sentença e. I. porque indiscutíveis. C: art. de regra. rejeitando ou acolhendo o pedido do autor. 334. desde que satisfeitos os pressupostos processuais e as condições da ação. I. (OAB/CESPE – 2008. cabe juízo de retratação da sentença. podendo o juiz modificar sua decisão e determinar a citação do réu. considera-se que as partes deduziram todas as suas alegações. O não-comparecimento do réu ao processo. ainda que a parte expressamente o requeira. o recurso cabível é a apelação. presunção de veracidade dos fatos afirmados pelo autor e exonera o juiz de intimar o réu dos atos processuais praticados. 469. Quando for proposta uma ação em que a pretensão do autor seja daquelas em que a matéria controvertida seja de direito ou. o requerente não poderá recusar-se a responder ao que lhe for interrogado sobre as questões de fato da causa. já existam outras causas idênticas.WANDER GARCIA 230 D Qualquer das partes pode requerer que o juiz tome o seu próprio depoimento pessoal. D: art. B C D . C: art. 269. Após o trânsito em julgado da sentença.1) A respeito da sentença e da coisa julgada no processo civil. o que torna imutáveis.

trata-se de pedidos A facultativos. poderá ser proferida sentença de improcedência da ação. após a contestação. 521 do CPC. B C . Nesse caso. o pedido formulado pelo autor somente poderá ser alterado A até a citação. 292 do CPC. único.3. (OAB/CESPE – 2007. A A questão prejudicial decidida incidentalmente ou deduzida em reconvenção faz coisa julgada material. dando-se preferência ao primeiro. nos quais não haja controvérsia sobre matéria de fato e o mesmo juízo já tenha proferido sentença de improcedência total da ação. (OAB/CESPE – 2007. por constituir premissa necessária à conclusão da parte dispositiva da sentença.3.SP) Proposta a ação. A sentença que julga procedentes embargos à execução opostos pela Fazenda Pública. independentemente da concordância do réu. depois ao que o segue.PR) Assinale a opção correta no que diz respeito à sentença e à coisa julgada no processo civil. 285-A caput. ALTERNATIVA "D" B C D Art. do CPC. do CPC. necessariamente com a concordância do réu. independentemente da citação do réu. pelas autarquias e fundações de direito público está sujeita à obrigatoriedade do duplo grau de jurisdição. 322 e par. independentemente da concordância do réu. 264 do CPC. cumulativos. ALTERNATIVA "B" B C D Art. alternativos. B: art. cada um deles devendo ser conhecido e apreciado na ordem de apresentação. até a contestação e após a citação. D: art. por caracterizar pressuposto necessário ao julgamento da questão principal. Quando existirem casos idênticos ao proposto pelo autor.SP) Suponha-se que o autor de uma ação formule dois pedidos. necessariamente com a concordância do réu.231 DIREITO PROCESSUAL CIVIL A: art. até a citação. C: nas ações dúplices cabe o pedido contraposto no bojo da contestação. sucessivos.3. isto é. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007.

do CPC. § 3o. é necessária a adstrição do juiz ao pedido do autor. par. é conferida ao credor a opção entre o cumprimento na forma específica ou a conversão da obrigação em prestação pecuniária. 461. será condenado ao pagamento dos ônus de sucumbência. destina-se a compelir o devedor ao cumprimento da prestação específica e o seu valor não pode cumular-se às perdas e danos. modificativo ou extintivo do direito do autor. A multa coercitiva. não fazer e entregar coisa. . A A: art. do CPC. 475. pode ser conhecida pelo tribunal ou pelo órgão ad quem no julgamento do recurso de apelação. desde que observado o princípio da menor onerosidade possível. para assegurar a efetivação dessa prestação. do CPC. isto é. 245. B: art. 509 do CPC. 461. ainda que vencedor na causa. D: art. do CPC. A: art. 267. do CPC. D O juiz.PR) Acerca da tutela específica das obrigações de fazer. ou seja. II. deverá impor. B Na ação que tenha por objeto a entrega da coisa.WANDER GARCIA 232 D As sentenças declaratórias. B Tratando-se de litisconsórcio simples ou unitário.3. III. 285-A do CPC. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. 461. conforme se trate de coisa móvel ou imóvel. B: art. § 2o. ocorre a comunicação dos efeitos dos recursos a todos os litigantes. D: art. C Nas obrigações de fazer. do CPC. C: art. C: art. o recurso interposto por um dos litisconsortes a todos aproveita. ainda que se prove ter havido impedimento por justa causa. § 4o.PR) Assinale a opção correta a respeito do procedimento ordinário. o juiz determinará a expedição de mandado de busca e apreensão ou imissão na posse. § 3o. A A: art. ao determinar que a prestação da obrigação de fazer ou não fazer seja cumprida. corrigida monetariamente e acrescida de juros de mora. do CPC. 267. C Caso transcorra o prazo legal ou judicial sem a prática de determinado ato processual. D: apenas as sentenças declaratórias retroagem. B: art. que tem caráter indenizatório e punitivo.3. do CPC. por não argüir em sua resposta fato impeditivo. isto é. C: art. do CPC. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. a medida coercitiva que for requerida pela parte. único. § 2o. § 1o. 461-A. opera-se a preclusão. deferida a tutela específica e não cumprida a obrigação no prazo fixado. assinale a opção correta. D O réu que dilatar o julgamento da lide. condenatórias e constitutivas produzem efeito ex tunc. retroagem à época em que foi formada ou verificada a relação jurídica. 469. A inexistência de uma das condições da ação. mesmo que esta não tenha sido julgada pelo juiz de primeiro grau. que não pode ser afastada pelo juiz.

provas e sentença. 458 do CPC. IV: art. I e III. 261 do CPC. 282 do CPC. D: art. C II e IV. julgue os itens seguintes. assinale a opção incorreta.É defeso ao juiz. . III .3) Em relação à petição inicial e à resposta do réu. III: art. § 5o.São elementos da sentença o relatório. do CPC.São suspeitos de depor como testemunhas o cônjuge da parte e o interdito por demência. 405. ALTERNATIVA "C" I: art. § 1o. II . isto é. a causa petendi. em regra. de ofício. não pode ser objeto de ação rescisória. assinale a opção correta. A A petição inicial deve indicar o fato e os fundamentos jurídicos do pedido. ALTERNATIVA "D" B C D A: art. 219. IV . é produzida na fase postulatória. observada a peculiaridade do procedimento específico e será autuado em apenso.233 DIREITO PROCESSUAL CIVIL (OAB/CESPE – 2007. se transitar em julgado. C: art. e o réu não tem mais a possibilidade de deduzir o restante da defesa que deveria ter sido apresentado na contestação.2) A propósito da sentença e da coisa julgada. esse prazo é comum a todos. A B (OAB/CESPE – 2006. ainda que os litisconsortes tenham o mesmo procurador. do CPC. Havendo litisconsórcio passivo. No procedimento ordinário. (OAB/CESPE – 2006. por caracterizar-se como sentença terminativa.As provas em geral são produzidas na fase instrutória do procedimento.1) Tendo em vista o que dispõe o Código de Processo Civil em relação a prescrição. Estão certos apenas os itens I e II. pronunciar a prescrição da pretensão do autor. A A sentença que apresentar nulidade por inobservância dos requisitos essenciais pode ser rescindida em grau de apelação. não se abre novo prazo para resposta. § 3o. seja qual for sua espécie. mas conta-se em dobro. 191 do CPC. II: art. os fundamentos e o dispositivo. 214. 396 do CPC. D III e IV. I . o fundamento da pretensão do autor. o réu tem o prazo de 15 dias para apresentar resposta. B: art. No entanto. todavia a prova documental. O incidente de impugnação ao valor atribuído à causa na petição inicial deverá ser formulado no prazo da contestação. Se o réu comparece e alega apenas a inexistência ou a invalidade da citação e se essa alegação não é acolhida. Constitui-se a causa petendi do fato ou do conjunto de fatos a que o autor atribui a produção do efeito jurídico por ele pretendido. do CPC.

sem a necessidade de ação autônoma de execução. o autor pode interpor recurso de apelação. Nas ações que tenham por objeto o cumprimento de obrigação de fazer ou não fazer. fluído o prazo para interpor agravo. resolvendo-se em perdas e danos somente se o credor assim o preferir ou. ficando o juiz impedido de examiná-la. B: sentença citra petita é aquela que não aprecia toda a demanda objetiva. são atingidas pela eficácia preclusiva da coisa julgada. As questões que estão fora desses limites objetivos.WANDER GARCIA 234 A sentença citra petita pode ser corretamente definida como aquela em que o juiz se omite sobre todos os pedidos feitos pelo autor.2) A respeito da tutela específica das obrigações de fazer. basta que estejam presentes os requisitos da probabilidade razoável do êxito da demanda e o justificado receio de ineficácia do provimento final. do CPC. 461. determinar providências concretas que assegurem o resultado prático correspondente. § 5o. § 5o. e requerer que o tribunal ad quem complemente a decisão e conceda o pedido sobre o qual a sentença foi omissa. deve. caput e § 1o. ainda. 469 do CPC. 461. para a concessão da tutela liminar. aferir o modo mais adequado para a efetivação da tutela específica ou para a obtenção do resultado prático equivalente. o julgamento dá-se aquém do pedido. por ter apreciado matéria preclusa. B Em se tratando da tutela específica em casos de obrigação de fazer ou de não fazer. do qual não houve recurso. B A: art. a execução deve ser efetivada em forma específica. de não fazer e de entregar coisa. naquilo em que puderem interferir no mérito da causa. 461. argüindo a preliminar de nulidade da sentença. fixar prazo para o cumprimento da obrigação e impor multa pelo atraso ou. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2006. C É nula a sentença que. C: a preclusão pro judicato consiste em que qualquer magistrado não poderá decidir questões anteriormente decididas. resolver a obrigação em perdas e danos. do CPC. Nessa situação. julgue o autor carecedor da ação. matéria esta decidida no despacho saneador. se impossível o seu cumprimento. assinale a opção incorreta. D O objeto da coisa julgada material é a sentença de mérito e dentro da sentença somente o dispositivo é acobertado pela autoridade da coisa julgada. em face da ocorrência da preclusão pro judicato. também. esta deve ser substituída pelo pagamento de multa diária ou de indenização. ainda. B: art. ALTERNATIVA "C" . C Quando o juiz conceder a tutela específica da obrigação. Tal decisão sujeita-se à declaração de nulidade pelo Tribunal ad quem. isto é. do CPC. D É possível ao magistrado cominar multa diária contra a fazenda pública em caso de eventual descumprimento de obrigação de fazer. do CPC. quando procedente o pedido. permitindo-se ao julgador. C: art. à vista das circunstâncias do caso apreciado. 485 do CPC. A C – A: art. reapreciando matéria relativa a condições da ação. D: art. D: art. Caso o devedor não cumpra a obrigação específica no prazo estipulado. § 3o. 461.

275. desde que a soma de doze prestações do valor pleiteado a título de pensão alimentícia não exceda 60 vezes o valor do salário mínimo. originariamente. par. D Nos ritos ordinário e sumário. 315 do CPC. Quando se fala em comunhão de causas de pedir.2) A respeito da reconvenção. C Para que a reconvenção seja admissível. C O autor tem liberdade para escolher entre o procedimento dos juizados especiais estaduais e o procedimento sumário. II. do CPC. (OAB/CESPE – 2004. tenha sido absolutamente incompetente para conhecê-la. é faculdade da parte a escolha entre o procedimento sumário na justiça comum ou juizado especial. assinale a opção correta. o juiz da causa principal torna-se competente para a reconvenção. se a reconvenção for conexa com a ação principal ou com o fundamento de defesa. ainda que.235 DIREITO PROCESSUAL CIVIL (OAB/CESPE – 2006. exige-se que ela seja conexa com a ação principal ou com o fundamento da defesa. A A: art. mas que tais causas de pedir contenham alguma identidade que justifique o processamento simultâneo das demandas. B Tramita pelo rito sumário ação de investigação de paternidade cumulada com alimentos.ES) Em relação a processo e procedimento. assinale a opção correta. Tramitam pelo rito sumário as causas de ressarcimento por danos em prédio urbano ou rústico e de ressarcimento por danos causados em acidente de veículo de via terrestre. se transforma em procedimento ordinário. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2004. ou se cabível a adoção do procedimento ordinário para a reconvenção. único. D: art. a reconvenção é admitida se para ela estiver disposto procedimento igual. D O juiz da causa principal é competente para a reconvenção. se o autor não indicar o rol de testemunhas na petição inicial. A O processo extinto por falta de litisconsorte necessário ou por ser reconhecidamente impossível o pedido de exigência de prestação não vencida não gera impedimento para ALTERNATIVA "D" . Não será admissível a reconvenção destinada a obter utilidade que pode ser conferida ao reconvinte-réu caso a sentença relativa à ação primitiva seja de improcedência. 276 do CPC. preclui seu direito de apresentá-lo posteriormente. do CPC. B: art. depois de determinada providência preliminar. 275. Assim.ES) A respeito dos atos das partes. B Quando a ação tiver procedimento especial. A reconvenção é admitida também se o procedimento especial disposto para a ação primitiva for daqueles que. C: de fato. não se pretende exigir que as causas de pedir da ação e da reconvenção sejam rigorosamente iguais. assinale a opção incorreta. desde que o valor da causa não exceda 60 vezes o valor do salário mínimo. A Art.

em favor do autor. (OAB/CESPE – 2008. em ambas as hipóteses. único. ela não fará coisa julgada. Na situação hipotética apresentada. concussão ou corrupção do prolator. C: art. Não satisfeito. 485. o tribunal manteve a sentença. esta caberá se a sentença de mérito transitada em julgado tiver sido proferida por juiz relativamente incompetente. propor ação rescisória. O juiz de primeiro grau julgou improcedente o pedido. em presença de todos os litisconsortes necessários ou para reclamar o pagamento da divisa já agora vencida e não satisfeita. incluindo os pedidos que deixou de fazer na inicial. do CPC. B A confissão e o reconhecimento do pedido são causas de extinção do processo com julgamento do mérito. par. acatando a juridicidade da pretensão do autor. assinale a opção correta. condenando Eduardo por litigância de má-fé. também chamadas de exceção. D caso o julgamento da apelação interposta tenha resultado de acórdão não-unânime. C Ao contestar a ação. D A réplica é o momento processual adequado para o autor aditar a inicial. C se a sentença de mérito transitada em julgado se fundar em prova cuja falsidade tenha sido apurada em processo administrativo. B caso haja prova de que a decisão de mérito transitada em julgado tenha sido proferida por prevaricação. ela não pode. 294 do CPC. o réu deve alegar as preliminares de natureza processual. B: arts. A ALTERNATIVA "B" . pedindo sua condenação em danos morais e materiais. pois. cabendo-lhe contestar posteriormente o mérito da causa somente se o juiz rejeitar as preliminares argüidas.WANDER GARCIA 236 que a parte proponha idêntica ação. haja vista a obrigatoriedade do exaurimento das instâncias recursais. do CPC. No entanto. 47. do CPC. Havendo a propositura de uma segunda demanda idêntica à outra e cuja decisão tenha transitado em julgado. (OAB/CESPE – 2008. 269. I. e contra essa sentença pode ser ajuizada ação rescisória sem a submissão ao prazo estabelecido em lei. após o trânsito em julgado da decisão.1) Acerca da ação rescisória. Eduardo apelou. 300 do CPC. ALTERNATIVA "A" 9) AÇÕES ANULATÓRIA E RESCISÓRIA.2) Eduardo ajuizou ação em face de Márcia. II. caso Eduardo queira ajuizar ação rescisória. o réu admite a veracidade de fatos que lhe são desfavoráveis. A Caso a parte não tenha interposto todos os recursos cabíveis contra decisão que lhe tenha sido desfavorável. A Art. mesmo que essa segunda ação seja decidida. A: art. D: art. havendo trânsito em julgado da decisão. e 348.

A De fato. .1. nesta hipótese caberá ação rescisória (art. inadmissível ou improcedente. A A: art. do CPC. B: não existe na lei a previsão do requisito de exaurimento das instâncias recursais. A sentença proferida por juiz incompetente. 495 do CPC. 485. assinale a opção correta. assinale a opção correta.3) A respeito da ação anulatória dos atos judiciais. III. seja a incompetência absoluta ou relativa. do CPC. 488. do CPC. o Ministério Público não detém legitimidade para atuar no processo como custos legis. a contar do trânsito em julgado da decisão que pretende anular. B Se o autor pretender desconstituir uma sentença homologatória em ação de procedimento voluntário. padece de vício insanável. C A ação anulatória não é o instrumento apropriado para desconstituir sentença que extinguiu processo por falta de preparo. É cabível ação anulatória para rescindir as sentenças de mérito e aquelas que homologam os atos de disponibilidade das partes que implicam encerramento do processo ou desistência da ação. C: art. D A turma recursal dos juizados especiais cíveis tem competência para processar e julgar ação rescisória. 485. razão pela qual pode ser contestada por meio da ação rescisória. proferida por um juiz impedido. O depósito prévio de 5% sobre o valor da causa será revertido em benefício do réu somente quando a ação rescisória for declarada. II. ainda que essa sentença tenha por fundamento a nulidade da decisão. D: art. 487. ressalvada a concessão de medidas de natureza cautelar ou antecipatória de tutela. 59 da Lei no 9. II. D A competência para processar e julgar a ação anulatória deve ser do juízo hierarquicamente superior ao juízo que proferiu a sentença que se pretende anular. (OAB/CESPE – 2006. D: art.SP) No que se refere à ação rescisória. C: art. II. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2008. por unanimidade. B A incompetência relativa do juízo constitui fundamento para a propositura de ação rescisória. 489 do CPC.237 DIREITO PROCESSUAL CIVIL C O ajuizamento da ação rescisória não impede o cumprimento da sentença rescindenda. D A: art. C Em se tratando de ação rescisória sob o fundamento de colusão entre as partes. do CPC. B: art. ele deverá propor ação anulatória no prazo de dois anos.485 do CPC).099/95.

e não no momento em que o tribunal ad quem proferiu o juízo negativo de admissibilidade. I. cabe ação rescisória desta decisão. o termo inicial do prazo pressupõe o trânsito em julgado da decisão. 544 do CPC. C: art. B C D A: art. B C D A: art. quer pela ausência de requisitos de admissibilidade da impugnação. (OAB/CESPE – 2008. ALTERNATIVA "D" . Assim. quer pelo decurso do prazo. porque a rescisória não pode ser utilizada como sucedâneo de contestação. Nesse caso. B: art. Após o trânsito em julgado. 503 do CPC. D: art. É possível desistir do recurso antes da sua interposição. assinale a opção correta. 502 do CPC. B: não existe na lei a previsão do requisito de exaurimento das instâncias recursais.1) A respeito da ação rescisória. A O agravo de instrumento interposto contra decisão que nega seguimento aos recursos especial e extraordinário não dispensa o preparo. exige-se que o processo não tenha corrido à sua revelia. que se opera.1. mas direito da parte criando o estado de sujeição na outra parte independentemente da sua vontade. A Considere que foi ajuizada ação ordinária de cobrança. do CPC. Assim. O direito de recorrer é um direito potestativo processual. a decisão terá transitado em julgado no momento em que se deu o término do prazo para o manejo do recurso. pode o relator negar seguimento a rescisória quando restar provado que a parte autora tenha deixado escoar o prazo recursal por desídia. 487. quanto ao réu. Na ação rescisória. no entanto. o direito de recorrer não é mera faculdade. desde que presentes as condições da ação e os demais pressupostos específicos. 485 do CPC. O cabimento da ação rescisória pressupõe que o sucumbente da ação originária tenha esgotado todos os recursos cabíveis contra a decisão que pretende desconstituir. ALTERNATIVA "C" 10) RECURSOS. quando não mais impugnável a decisão por recurso. A renúncia do recurso não impede a interposição posterior de outro recurso. 495 do CPC. o autor constatou o impedimento do juiz prolator da sentença.SP) Com base na teoria geral dos recursos. se não for admitido o recurso por intempestividade. o autor e o réu originários podem manejar a rescisória. As partes do processo no qual foi proferida a sentença rescindenda têm legitimidade ativa para a propositura da ação rescisória. C: art. D: de fato. Assim. na qual o juiz julgou o autor carecedor da ação. assinale a opção correta.WANDER GARCIA 238 (OAB/CESPE – 2006.

539 do CPC. a regularidade formal. Caso haja sucumbência recíproca. ainda que a sentença recorrida não as tenha julgado por inteiro. C: art. o tribunal determinará o retorno dos autos ao juízo de primeiro grau. no agravo de instrumento. A Caso o recorrente alegue no recurso de apelação e seja reconhecida a nulidade da citação. a regularidade formal é requisito extrínseco. § 1o. Não cabe interposição de recurso ordinário para o STJ contra decisão proferida por juiz que atua em primeiro grau de jurisdição.1.239 DIREITO PROCESSUAL CIVIL (OAB/CESPE – 2008. § 2o.SP) Não constitui requisito intrínseco de admissibilidade recursal A o interesse recursal. § 3o. B C D A: art. do CPC. a inexistência de fato impeditivo ou extintivo. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2008. por qualquer das partes. D: art. B: art. 515. na apelação. do CPC. do CPC. 515. admite-se. nos embargos infringentes.1) A respeito dos recursos no processo civil. 500.2) No que se refere à apelação. B: art. do CPC. ao qual se aplicam as mesmas regras do recurso independente. ALTERNATIVA "B" B C D De fato. C: art. deve determinar a repetição do ato citatório. 515. Quando o processo tiver sido extinto sem julgamento de mérito. assinale a opção correta. o recurso adesivo. do CPC. A Constatando a ocorrência de nulidade sanável. único. devendo devolver o processo para julgamento pelo juiz de primeiro grau. salvo se for ele intempestivo. Com a oposição dos embargos de declaração. assinale a opção correta. Se o pedido ou a defesa possuírem mais de um fundamento e o juiz acolher apenas um deles. D: art. a legitimidade. (OAB/CESPE – 2008. ocorre a interrupção do prazo para a interposição de outros recursos. o qual. . por sua vez. a apelação não poderá devolver ao tribunal o conhecimento dos demais. do CPC. § 4o. 538 do CPC. 515. ALTERNATIVA "B" B C D A: art. é defeso ao tribunal julgar desde logo a lide. nos recursos especial e extraordinário. § 4o. par. O tribunal apreciará e julgará todas as questões suscitadas e discutidas no processo. 515. o tribunal sempre devolverá os autos ao juiz prolator da sentença para que este tome medidas que possam saná-las.

542. único. do ato pelo qual o juiz decide os embargos à execução fundada em título executivo extrajudicial. no registro de distribuição. C: art. em regra. do CPC. 522.099/95.SP) No que concerne à teoria geral dos recursos. A apelação interposta contra sentença que confirma a antecipação dos efeitos da tutela não tem efeito suspensivo. A Para que a desistência do recurso produza efeitos. B: art. do CPC. assinale a opção correta.1. interrompem o prazo para a interposição do recurso inominado. 522 do CPC.WANDER GARCIA 240 (OAB/CESPE – 2008. Admite-se. ALTERNATIVA "D" B C D Art. Exige-se o preparo na interposição do agravo retido.1. quando interpostos contra sentença. (OAB/CESPE – 2007. (OAB/CESPE – 2008. B: art. a interposição de recurso contra despacho proferido pelo magistrado. par. 501 do CPC. 504 do CPC. Contra as decisões interlocutórias é cabível. são necessárias a concordância do recorrido e a homologação judicial. do CPC. 50 da Lei 9. A No âmbito dos juizados especiais cíveis.3) De acordo com o sistema recursal do Código de Processo Civil. ALTERNATIVA "C" B C D A: art. do ato pelo qual o juiz julga a liquidação de sentença. 506 do CPC. assinale a opção correta.SP) Relativamente aos recursos em espécie. 520. o agravo de instrumento pode ser interposto. do ato pelo qual o juiz ordena a anotação. entre outros atos judiciais. do oferecimento de reconvenção. excepcionalmente. . C: art. D: art. A do ato pelo qual o juiz determina a juntada de documento produzido pela parte. ALTERNATIVA "B" B C D A: art. a interposição de agravo de instrumento. § 3o. O prazo para a interposição do recurso conta-se a partir da data da leitura da sentença em audiência. D: art. os embargos de declaração. O Código de Processo Civil não autoriza a interposição de recurso especial e extraordinário na forma retida. 522 do CPC. da intimação da decisão judicial ou da publicação do dispositivo do acórdão no órgão oficial. VII.

ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2007. A Art. assinale a opção correta.SP) A contrariedade do julgado às normas contidas na legislação federal e às contidas na Constituição da República dá ensejo. Pode o STJ conhecer de recurso especial interposto sob a alegação de que a decisão recorrida violou diretamente a Constituição Federal. B: conhecimento diz respeito a admissibilidade formal do recurso e provimento refere-se ao mérito. A A cognição do STJ. pode o recurso estar formalmente em ordem e. Conhecimento e provimento de um recurso são expressões equivalentes. A Quando o recorrente objetiva uma resposta judicial que lhe seja mais favorável.3. D o trânsito em julgado.SP) A oposição de embargos de declaração contra acórdão que julgou apelação determina a suspensão do prazo para a interposição de outros recursos. dar-lhe ou negar-lhe provimento. neste caso. B C D A: Súmula 7 do STJ.3) No que se refere a matéria de recursos cíveis e à atuação do Superior Tribunal de Justiça (STJ). 102. C a fluência do prazo para a interposição de outros recursos. B a interrupção do prazo para a interposição de outros recursos. a A recurso especial e recurso extraordinário. no entanto. III. não ter razão quanto ao mérito. ALTERNATIVA "B" . apelação e recurso ordinário. e 105. no julgamento do recurso especial.3.3. abrange as questões de fato. D: trata-se. assinale a opção correta. recurso extraordinário e recurso ordinário. ambos da CF. respectivamente.PR) A respeito do recurso no processo civil. (OAB/CESPE – 2007. III. no mérito. a. podendo a Corte reexaminar a prova produzida. Pode o STJ conhecer de um recurso especial e. mandado de segurança e apelação. ALTERNATIVA "A" B C D Arts.241 DIREITO PROCESSUAL CIVIL (OAB/CESPE – 2007. (OAB/CESPE – 2007. 538 do CPC. C: de fato. de recurso extraordinário. ele deve interpor recurso de invalidação da decisão e requerer novo pronunciamento do tribunal ad quem. a.

Nessa situação. deve ser feito pelo autor. salvo se o relator suspender tal efeito. se o recurso é recebido no efeito suspensivo a decisão recorrida não produz efeitos. A A interposição do recurso munido de efeito suspensivo prolonga a ineficácia da decisão recorrida. 546 do CPC. é causa de inadmissibilidade do recurso pelo relator.3) A respeito dos recursos no processo civil. assinale a opção correta. do CPC. O órgão judicial ad quem. (OAB/CESPE – 2006. em se tratando de recurso extraordinário. B C D A: de fato. cujo processamento ocorre independentemente de citação do réu e com possibilidade de retratação do decidido pelo juiz sentenciante. deve julgar admissível ou inadmissível o recurso interposto.2) Acerca dos recursos cíveis. A possibilidade da interposição cumulativa de recursos ofende o princípio da unicidade do recurso. C: art. § 2o. seja de questão infraconstitucional.WANDER GARCIA 242 B A falta de juntada de cópia de petição de agravo de instrumento interposto no tribunal ad quem. do CPC. negará seguimento ao recurso. B: art. de ofício ou a requerimento das partes. na inicial e. simultaneamente. O prequestionamento. na contestação. o tribunal. quando se tratar de decisão suscetível de causar à parte lesão grave e de difícil reparação. ao concluir o exame do mérito recursal. C: o prequestionamento deve ser feito junto ao Tribunal antes da interposição do recurso especial ou extraordinário. 526. seja da questão constitucional. na hipótese de recurso especial. tanto na modalidade retida quanto por instrumento. não poderá extinguir o processo por ausência dos pressupostos processuais. 518. que. nos autos do processo de origem. o tribunal deverá cassar a decisão e determinar o retorno dos autos à vara de origem. matéria não decidida pelo juiz de primeiro grau. A Será decisão interlocutória o ato do juiz que não extinguir. pelo réu. Em face da proibição da supressão de instância. assinale a opção correta. no julgamento de qualquer um dos recursos para a revisão de decisão de mérito. único. 560 do CPC. D: é possível a interposição de recurso especial e extraordinária em face da mesma decisão. Contra a decisão que indefere a petição inicial é cabível a apelação. C D A: não há previsão legal de recurso de invalidação. o procedimento e a relação processual. B: art. sob pena de preclusão. Contra essa decisão cabe o recurso de agravo. B . D: art. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. par. A divergência entre julgados do mesmo tribunal enseja a interposição de recurso especial.

o recorrente deve demonstrar em suas razões de recurso. do CPC. § 1o. (OAB/CESPE – 2006. 541. impõe ao recorrente reiterá-lo no prazo para a interposição do recurso contra a decisão final. ALTERNATIVA "A" D A: art. . havendo omissão. que haja violação à legislação infraconstitucional e que o recorrente tenha esgotado todos os recursos ordinários. 105. do CPC. cópia autenticada ou ainda mediante citação do repositório de jurisprudência. deduzido em face de decisão interlocutória. a interpretação do direito for divergente da que haja sido dada por outro tribunal ou da dos órgãos fracionários do próprio tribunal a quem se recorre. 476 do CPC. Ambos os recursos são interponíveis no prazo de quinze dias e devem ser veiculados em peças autônomas. A Se na decisão houver afronta à ordem constitucional e infraconstitucional. B: art. § 3o. B: art. Quando o recurso especial fundar-se em dissídio jurisprudencial. por violação de questão federal.1) A respeito dos recursos no processo civil. mediante certidão. A retenção de recurso especial interposto contra acórdão proferido no agravo de instrumento. 543 do CPC. do CPC. no julgamento recorrido. Qualquer das partes poderá suscitar o incidente de uniformização da jurisprudência quando. ou para as contra-razões. C: Súmula 211 do STJ. de forma analítica. 522 do CPC. D: art. ainda que o tribunal local não tenha sanado a omissão e rejeitado os embargos. tenham sido interpostos embargos de declaração com a finalidade de assegurar o requisito de pré-questionamento dos recursos excepcionais. convencendo-se das razões do recorrido. D: art.243 DIREITO PROCESSUAL CIVIL C Para admissibilidade do recurso especial. dado ser incabível o recurso extraordinário posterior para discutir questão preexistente. da CF. 542. exige-se que a matéria violada tenha sido objeto de discussão ou que. quando. mencionando as circunstâncias que identifiquem ou assemelhem os casos confrontados. C: art. em que tiver sido publicada a decisão divergente. acolhe a preliminar de não conhecimento do recurso. assinale a opção incorreta. par. ALTERNATIVA "C" B C D A: art. A O juiz pode retratar-se da decisão interlocutória que recebe a apelação e indeferir o seu processamento. a interposição dos recursos extraordinário e especial deve ser simultânea. (OAB/CESPE – 2006.2) A respeito dos recursos extraordinário e especial. 515. oficial ou credenciado. É cabível o recurso especial contra decisão proferida em última instância. assinale a opção correta. a divergência na interpretação da lei federal. exige-se que o acórdão impugnado tenha extinguido o processo com resolução de mérito. Para o conhecimento do recurso pelo tribunal ad quem. III. único.

D: art. não se aplica no julgamento dos recursos de sentença em que ocorre a sucumbência recíproca dos litigantes. ainda que a sentença não as tenha decidido por inteiro. o pedido do recorrente limita a atuação do tribunal. com ou sem julgamento do mérito. na forma retida. D Tratando-se de apelação dirigida contra sentença terminativa. A O recurso de apelação e os de agravo — de instrumento e retido — possuem juízo de retratação. Assim. A O princípio da proibição da reforma para pior. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2006. 515. pois. § 1o. reformatio in pejus. 515. ALTERNATIVA "A" B: art. cabe apelação. ao julgar a apelação. nesses casos. mas o mesmo não se aplica à fundamentação. examinar todas as questões suscitadas e discutidas no processo. reformar ou manter a decisão recorrida. C É cabível o agravo. B: arts. ao receber o recurso. 557 do CPC. 522 do CPC. nesse caso. 513 e 515. do CPC. C: art.1) A respeito do reexame obrigatório e dos recursos no processo civil.WANDER GARCIA 244 Contra a sentença que extingue o processo. definindo o litígio com o provimento ou não ao recurso. do CPC. ambos do CPC. D: art. podendo o tribunal. 518. negar seguimento a remessa obrigatória por considerá-la manifestamente improcedente. § 2o. poderão ambos interpor recursos. O recurso deverá ser interposto perante o juiz prolator da decisão recorrida. O recurso de apelação devolve ao tribunal toda a matéria efetivamente impugnada. juízo ad quem. B A: art. ou seja. tendo em vista a decisão de primeira instância encontrar-se em consonância com a jurisprudência do respectivo tribunal. que poderá retratar-se ante o apelo do recorrente ou remeter os autos ao tribunal competente. o provimento do recurso autoriza o tribunal a prosseguir no julgamento do mérito da causa que não foi apreciada na instância inferior. do CPC. contra a decisão que não recebe o recurso de apelação por considerá-lo intempestivo. que pode reformar a decisão para pior em desfavor do único recorrente. 475 do CPC. nos limites dos recursos interpostos. em decisão monocrática. toda matéria é devolvida ao tribunal. B C D A: se a decisão for favorável em parte a um dos litigantes e em outra parte a outro litigante. assinale a opção correta. C: art. não se há quem falar em reformatio in pejus. assinale a opção incorreta. pode o juiz. Poderá o relator. . (OAB/CESPE – 2004.ES) Acerca dos recursos e da ação rescisória. porque o tribunal poderá dar provimento ao recurso do autor ou do réu ou negar provimento a ambos. § 3o. O reexame necessário devolve ao tribunal a apreciação das questões decididas na sentença e as matérias passíveis de conhecimento de ofício.

a ser proposta no prazo de quinze dias. D oferecer impugnação no prazo de quinze dias. cabíveis contra a decisão. foi intimado da formalização da penhora e avaliação no dia 31 de julho de 2008. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "B" . a ser proposta no prazo de quinze dias.1. D: art. B opor-se à execução por meio de ação de embargos à execução. na pessoa do seu advogado. Na situação hipotética apresentada. 485 do CPC. D arrematação de bens penhorados. em sede de execução por quantia lastreada em sentença judicial. não possui carga decisória. 504 do CPC. nas diligências empreendidas. C opor-se à execução por meio de ação de embargos à arrematação. O meirinho. 475-J. por meio de mandado postal. C Cabem embargos infringentes de qualquer decisão proferida em apelação ou rescisória. impugná-la por ação rescisória. do CPC. arresto de bens de propriedade do executado. 530 do CPC. para que se cumpra o devido processo legal. B: art. o qual foi removido ao depositário público. proferida a decisão por maioria. apreendeu um veículo automotor de propriedade deste. O juiz recebeu a petição inicial e determinou a citação do executado. § 1o . lastreada em nota promissória. contra Antônio. não poderá. posteriormente. D Se a parte deixou de interpor recurso extraordinário ou especial.1. Nessa situação hipotética. B A: art. A B Art. (OAB/CESPE – 2008. desde que um dos votos tenha sido vencido. a ser proposta no prazo de quinze dias. C: art. apesar de ser prolatado no curso do processo. (OAB/CESPE – 2008. A ALTERNATIVA "D" Art. contados da data da intimação da formalização do auto de penhora e de avaliação.SP) Pedro propôs ação de execução. C adjudicação de bens penhorados. contados a partir do primeiro dia útil após a intimação. contados da juntada do mandado devidamente cumprido. 515 do CPC.245 DIREITO PROCESSUAL CIVIL O despacho meramente ordinatório não pode ser impugnado por agravo de instrumento porque. 11) EXECUÇÃO. 653 do CPC. contados a partir do primeiro dia útil após a intimação. não tendo localizado Antônio. lavrando-se o respectivo auto.SP) José. o ato processual executivo praticado pelo oficial de justiça denomina-se penhora de bens de propriedade do executado. José poderá opor-se à execução por meio de ação de embargos à execução.

C: art. a penhora é o ato de constrição do bem visando garantir o pagamento da dívida executada. do CPC. no qual o cumprimento do mandado de citação deve ser feito por meio de oficial de justiça. A A: art. tratando-se de bem móvel. transcorrido o prazo para o devedor pagar ou oferecer bens à penhora. nos três dias subseqüentes à citação.245 e 1. A responsabilidade é patrimonial. podendo ser originária ou secundária.267. 652. o oficial de justiça deverá. D: arts. B Excesso de execução ocorre quando o valor dos bens penhorados é superior ao crédito reclamado.WANDER GARCIA 246 (OAB/CESPE – 2008. C Emprega-se a hasta pública na modalidade leilão para a alienação judicial de bem imóvel. assinale a opção correta. No cumprimento da sentença. ato do qual o devedor deverá ser intimado pessoalmente. ambos do CC. mediante a tradição deste. e do registro em cartório da carta de arrematação. no caso de bem imóvel. No âmbito da execução por quantia contra o devedor solvente. C penhora. exceto nos casos de dívida de alimentos e de infidelidade de depositário. de modo direto ou indireto. na satisfação do crédito exeqüendo denomina-se adjudicação. penhorar ou arrestar os bens indicados pelo autor. a execução recai diretamente sobre o patrimônio do devedor.3) Quanto ao processo de execução. conforme o caso. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2008. exceto quando se tratar de processo de execução por título judicial ou extrajudicial. 686. D usufruto. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007. a citação é feita por via postal. e consiste no vínculo de natureza processual que sujeita os bens de uma pessoa à execução.SP) O ato processual por meio do qual se buscam e se apreendem bens do executado para empregá-los. D A arrematação válida transfere o domínio ou a propriedade do bem arrematado ao arrematante.SP) Quanto à ação e ao processo de execução cível. Assim. A De fato.1. IV. do CPC. o executado. B C . B penhor. A No processo civil. 1. além da opção de efetuar o pagamento do crédito reclamado.1. § 3o. terá o ônus ou o direito de nomear bens à penhora. assinale a opção correta. B: neste caso configura-se o excesso de penhora.

D: Art. § 1o. 475-J.SP) Iniciada a execução de sentença. o terceiro senhor e possuidor. do CPC. apelação. Na ação de execução. 475-J. 222 do CPC.046. 5o. mas apenas gravar a coisa com a constrição para garantia do crédito. B: art. LXVII. § 1o. B C D A: art. o inadimplemento do devedor. embargos de terceiro. C: a penhora não tem efeito de desapossar o devedor. A Se a execução for fundada em sentença cível ou penal condenatória. porém. embargos à execução. na ação de embargos do devedor. O desapossamento constitui efeito processual da penhora.247 DIREITO PROCESSUAL CIVIL D O valor da causa nos embargos do devedor. da CF. por se tratar de ação autônoma. 591 do CPC c. (OAB/CESPE – 2006. ou simplesmente possuidor de tais bens. deve ser o mesmo da ação de execução.1) Acerca das normas reguladoras do cumprimento da sentença de execução do título extrajudicial. o valor correto será o correspondente ao débito atacado. poderá propor ação de embargos de terceiros visando desconstituir o ato de constrição patrimonial. § 1o.3) Relativamente ao processo de execução. (OAB/CESPE – 2007. A No caso de turbação ou esbulho na posse de bens decorrente de penhora judicial. ou seja. a eventual defesa do executado será feita por meio de A impugnação. C: art. 475-J do CPC. deve ser igual ao valor atribuído à principal. 1. a competência para a execução por ordem do juiz é fundada em critério funcional. 580 do CPC. assinale a opção incorreta. A: art. B: art. D: o valor da causa. do CPC. esta não tem valor próprio. . segundo a regra de que o juiz da execução é o juiz da ação.c. assinale a opção incorreta. do CPC. se os embargos atacam apenas parte do débito. B C D Art. em virtude da subordinação existente entre a causa principal e a acessória. o fundamento jurídico do pedido do exeqüente é a atitude violadora do direito de crédito deste. como em qualquer outra ação incidental ou cautelar. pois. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007.3. O cumprimento da sentença executiva que tenha por objeto o pagamento de determinada quantia se desenvolve mediante prévio requerimento do credor. art.

(OAB/CESPE – 2008. do CPC. ou todos. ALTERNATIVA "A" C D A: art. para todas elas. desde que. 1o da Lei 6. a interposição de ação cautelar preparatória obriga o autor a propor a ação principal no prazo de 30 dias. C: art.SP) De acordo com a legislação processual civil. B: art. em que o mandato de citação foi juntado aos autos. A Deverá ser apresentada contestação ao pedido de seqüestro no prazo de quinze dias contado da juntada do mandado de citação. em litisconsórcio passivo. o juiz tenha competência funcional ou material e que a forma processual seja idêntica. 806 do CPC. a correção monetária e os juros devem ser calculados a partir do vencimento da dívida e. Considerando a situação hipotética apresentada. 573 do CPC. foi citado em ação cautelar de seqüestro movida contra si por pessoa que se apresenta como proprietária do seu veículo. 475-P. que recentemente adquiriu automóvel para utilização em serviço de taxista. da interposição da medida cautelar. 12) CAUTELAR. A inércia de João em apresentar a defesa não surtirá efeitos até que o juiz condutor do feito designe audiência de justificação para avaliar a possibilidade de concessão da medida cautelar. qualquer devedor pode ser executado. devidamente cumprido. ALTERNATIVA "A" B C D A – Art. trinta dias a contar do ajuizamento da cautelar. aos autos. ainda que fundadas em títulos diferentes. nas demais ações. Nas execuções de títulos extrajudiciais. III. a correção é devida a partir do ajuizamento e não da citação válida.WANDER GARCIA 248 B No pólo passivo da execução. do deferimento da medida cautelar. Apresentada a contestação no prazo legal. 568 do CPC. contados da data A da efetivação da medida cautelar. D: art. deve figurar o obrigado principal e originário ou o responsável pelo cumprimento da obrigação. João deverá ficar atento ao prazo que o autor tem para propor a ação principal. assinale a opção correta. (OAB/CESPE – 2008. Se houver solidariedade passiva. O credor poderá acumular várias execuções contra o mesmo devedor. B C . qual seja.1.2) João.899/81.

SP) João.1. A Ação cautelar de antecipação de prova pode ser ajuizada como preparatória ou incidental à ação principal em curso. (OAB/CESPE – 2008. do CPC. por isso. não se exigindo. 813.3. pois a discussão sobre a valoração e a necessidade da prova será feita somente na ação principal. tenta ausentar-se ou alienar os bens que possui para alterar a sua situação patrimonial e obrigacional. garantir a viabilidade da propositura e o desenvolvimento da ação principal. cessada a eficácia da medida ou quando não for concedida a liminar. B C D Art.SP) A ação cautelar tem a finalidade própria de A interromper a decadência. o arrolamento de bens. satisfazer direito material. verossimilhança do direito nem a urgência da medida. quando a sentença proferida no processo principal lhe for desfavorável.249 DIREITO PROCESSUAL CIVIL D Caberá a João requerer ao juiz condutor do feito que o bem lhe seja confiado em depósito. II. 824. para o deferimento dessa medida. A sentença cautelar não faz coisa julgada material. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "C" Art. o seqüestro. com o objetivo de prejudicar seus credores. 796 do CPC). satisfazer direito já declarado. o arresto.PR) Assinale a opção correta a respeito do processo cautelar. B C D De fato essa é a função da cautelar (art. Nessa situação. A propositura de ação cautelar acarreta ao autor.3. desde que preste caução idônea e ofereça maiores garantias que o autor da ação. (OAB/CESPE – 2007. independentemente de haver culpa ou dolo. do CPC. a obrigação de indenizar a parte contrária pelos prejuízos sofridos com a execução da medida. (OAB/CESPE – 2007. o autor poderá renovar o pedido com o mesmo fundamento. B C . a medida judicial cabível para evitar que João prejudique o credor da obrigação é A a busca e apreensão. I. que não tem domicílio certo e é devedor de uma obrigação de dar.

808. que pode ser real ou fidejussória.2) Com relação aos embargos do devedor. do CPC. ato do processo de execução. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2006.WANDER GARCIA 250 D O arresto. do CPC. a medida cautelar visa garantir o desenvolvimento e resultado da demanda principal. D: de fato. para ressarcir qualquer prejuízo que a providência cautelar possa acarretar ao requerido. mas em constrição que. converte-se em penhora. 848 do CPC. único. o princípio da adstrição do juiz ao pedido da parte é mitigado em favor do princípio da fungibilidade. § 2o. C Caso o juiz conceda a medida liminar sem colher a manifestação do requerido. 804 do CPC. § 1o. porque versa sobre fatos diversos e visa justificar decisão diferente daquela a ser obtida na ação principal. 13) PROCEDIMENTOS ESPECIAIS. D O procedimento da ação cautelar é restrito apenas à apuração da necessidade ou não da medida de garantia. C Um devedor citado mediante carta precatória deverá opor seus embargos à execução no prazo de 15 dias contado da juntada do mandado no juízo deprecado. depósito ou caução. A: art. oportunidade em que as partes poderão produzir as provas sobre o mérito da questão. Assim. 738. D: o arresto não consiste na apreensão. mediante penhora. 808. (OAB/CESPE – 2008. D Se cada um dos executados for representado por procurador diverso. opera-se a decadência do direito à cautela e do direito material de que seja titular o requerente. O executado poderá ajuizar os embargos à execução desde que satisfaça o requisito da garantia do juízo. o prazo para a oposição de embargos para cada um deles é contado da juntada dos respectivos mandados de citação. B: art. do CPC. B Diante da execução de devedores solidários. § 3o. C: art. bastantes para garantir e sobre eles incidir a execução.1) Assinale a opção incorreta. consiste na apreensão de bens determinados do devedor. em caráter provisional. 811 do CPC. Assim. C: art. se efetivada. . A A: art. do CPC. B No processo cautelar. II. A A: art. Não ajuizada a ação principal no prazo de trinta dias. sendo lícito ao juiz conceder medida diversa daquela requerida pelo autor. B: art. 736 do CPC. não poderá o requerente propor qualquer outra ação objetivando a pretensão material que fora discutida na medida cautelar atingida pela decadência. assinale a opção correta. D: art. a instrução da ação cautelar não se confunde com a da ação principal. do CPC. contam-se em dobro os prazos para falar nos autos. C: art. 738. B: em respeito ao princípio da fungibilidade das cautelares e poder geral de cautela. com relação ao processo cautelar. 738. par. poderá impor ao requerente a prestação de uma caução.

124-A do CPC. 1. assinale a opção correta. B: art. B C D De fato.122 do CPC. as possessórias são fungíveis.1. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2008. fungibilidade. regime de visitas e pensão devida aos filhos e ao cônjuge virago. Assinada a petição por ambos os cônjuges.SP) Não é própria das ações possessórias a característica de A caráter dúplice. guarda dos menores. ALTERNATIVA "C" B C D Art. (OAB/CESPE – 2007. Eles eram casados sob o regime da comunhão parcial de bens e viveram juntos por três anos. infungibilidade. a ausência de um destes à audiência designada pelo juiz não impedirá a homologação do acordo. B C D C – A: art. ou seja. Considerando essa situação hipotética. será possível a homologação do acordo de separação. ainda. Havendo acordo quanto à guarda dos menores. Dividiram. ALTERNATIVA "B" .122.2) Paulo e Maria resolveram separar-se judicialmente na forma consensual tão logo Paulo deixou o lar conjugal. jurisdição contenciosa. de modo que a Paulo coube angariar os recursos necessários às despesas da família e a Maria.121.SP) Constitui requisito exigido para a propositura da ação monitória A prova documental que seja título executivo extrajudicial. prova documental que demonstre a existência de crédito de natureza infungível. A Por não haver litígio entre as partes. prova escrita pré-constituída sem eficácia de título executivo. a administração do lar e a criação dos filhos menores. da qual constarão todas as disposições atinentes à partilha do patrimônio. C: art. 1.3. maiores e capazes. prova testemunhal que ateste a veracidade do fato. caso o autor ingresse com ação errada pode o juiz receber como se fosse a correta (imissão no lugar de reintegração por exemplo). nos quais tiveram dois filhos e adquiriram um imóvel.251 DIREITO PROCESSUAL CIVIL (OAB/CESPE – 2008. Será condição imprescindível à homologação do acordo de separação a existência de acordo quanto à partilha dos bens do casal. § 1o. do CPC. visitas e alimentos. 1.102-A do CPC. as atribuições inerentes ao casamento entre si. 1. 1. § 1o. Paulo e Maria poderão separar-se mediante escritura pública. D: art. do CPC.

3. solidariamente. caso o juiz se convença das alegações do autor. o espólio é representado A pelo curador. por todos os herdeiros. B C D Nestes casos não há conflito de interesses. atuando como substituto processual. Caso seja julgada procedente uma ação de alimentos na qual o genitor do menor alega como defesa a impossibilidade de suportar o encargo alimentar.3. pelo testamenteiro.SP) No processo de inventário. ajuizar ação de investigação de paternidade cumulada com alimentos apenas em favor de menor que não possuir representante legal ou no caso de interesses conflitantes entre ambos. deve. ao pagamento da verba alimentar na parte correspondente à contribuição paterna para criação e educação do filho incapaz. (OAB/CESPE – 2006. ALTERNATIVA "C" B C D Art. do CPC.3) Quanto à ação de alimentos. ou mesmo de encontrar-se desempregado. julgar procedente seu pedido para determinar a exoneração ou a redução do encargo alimentar e fixar o termo inicial a partir da citação. não retira a liquidez do título executivo nem autoriza a extinção da ação. V. ao proferir a sentença. 12.WANDER GARCIA 252 (OAB/CESPE – 2007.SP) Os procedimentos de interdição e de separação consensual são exemplos de A jurisdição voluntária. ação sumária. apenas a necessidade de outorga jurisdicional para validar em virtude da importância do ato ALTERNATIVA "A" . o fato de o devedor não perceber rendimentos mensais fixos. ação ordinária. em face da sucumbência recíproca. (OAB/CESPE – 2007. jurisdição contenciosa. Em ação de exoneração de alimentos. B C D . No caso de redução dos alimentos. a sentença deverá condenar o pai e os avós. assinale a opção correta. A O Ministério Público tem legitimidade para. o juiz deve condenar cada um dos litigantes a suportar a metade dos ônus processuais. pelo inventariante. Em uma ação de execução de alimentos fixados em percentual sobre a remuneração do executado.

A A ação de consignação é uma execução ao contrário. assinale a opção correta. antes de um ano e dia contados da turbação da posse. Na inicial da ação possessória. por serem estes irrepetíveis. com o depósito da coisa devida. devendo o credor a ele obrigatoriamente submeter-se. pois o cheque não pode mais ser objeto de cobrança. como a ação foi ajuizada em face do genitor.1) Considere que foi ajuizada ação monitória com base em cheque inexeqüível em face da prescrição. seja fungível ou infungível. não há que se tolerar possa permanecer ao alvedrio do próprio devedor de alimentos (executado). cuja liquidez. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2006. cuja base de cálculo tenha se arrimado em porcentagem incidente sobre os vencimentos líquidos percebidos. assinale a opção correta. em sua defesa. uma vez que o vínculo alimentar em questão. que apenas atuará na ação de alimentos como fiscal da lei em razão da existência de interesse de menor. acrescido de juros e correção monetária. C: art. O réu alegou. Essa ação é o meio hábil para que o devedor possa exonerar-se da obrigação.253 DIREITO PROCESSUAL CIVIL A: de fato. esta não é a função do Ministério Público. D: de fato. quando ajuizada ação de reintegração de posse. (OAB/CESPE – 2006. B: no caso. O juiz indeferiu a inicial condenando o autor em custas e honorários fixados em 20% do valor da causa. à ele caberá a obrigação de pagar. líquida e certa. há que subsistir incólume o dever do indigitado genitor (executado). B: art. de prestar alimentos a seus descendentes. mas poderá valer-se da ação reivindicatória ou petitória. cominação de pena para o caso de nova turbação ou esbulho e desfazimento de construção ou plantação feita em detrimento de sua posse. Depois desse prazo. Será concedida a proteção possessória. 921 do CPC. em flagrante prejuízo de seu descendente. terá eficácia a partir da publicação da sentença.696 da Lei Federal no 10. A O procedimento monitório substituiu a ação de conhecimento. A ação de depósito tem por finalidade exigir a restituição da coisa móvel. 924 do CPC.406/02. C: em caso de procedência da ação de alimentos. que tem cabimento quando a dívida for em dinheiro. o autor pode cumular o pedido possessório com o de condenação em perdas e danos. ou o seu equivalente em dinheiro. ainda sujeitando o devedor a prisão civil. no mais. ainda que posteriormente venha a ocorrer a perda do emprego. que foi entregue ao depositário como garantia de dívida. D: art. pois neste objetiva-se a economia processual e a satisfação . Diante dessa situação hipotética e a respeito da ação monitória. impossibilidade jurídica do pedido. conforme retratado em sentença condenatória de alimentos (título exeqüendo). resulta da aplicação de norma de ordem pública insculpida no art. exsurgindo como certa a obrigação determinada no título judicial exeqüendo. B C D A: art. 1. o possuidor perderá a proteção possessória. 901 do CPC. 890 do CPC. sendo imprestável para embasar execução.3) Com referência às ações de procedimentos especiais de jurisdição contenciosa.

por ser obrigação natural. com isso. consoante prescreve o § 4o do mencionado dispositivo legal. C D De fato. uma vez que a referida rescisão do contrato de trabalho enseja a inexistência de base de cálculo para apurar a quantia devida. o título executivo e. mediante petição dirigida ao juiz. O executado apresentou como justificativa para o inadimplemento a rescisão de seu contrato de trabalho. assim também entendidas as extintas sem julgamento do mérito. desenvolvia pequenos e eventuais serviços. a condenação em honorários advocatícios não deve ser fixada em percentual do valor da causa. não pode embasar ação monitória.WANDER GARCIA 254 do direito do credor. ainda que a decisão seja objeto de recurso. o juiz deverá fixar liminarmente os alimentos provisórios que serão devidos até o trânsito em julgado da sentença declaratória da paternidade. o juiz deverá extinguir o processo de execução. Ademais. Nessa situação. mediante apreciação eqüitativa do juiz. proporcionando-lhe. 20 do CPC. dando-se vista à parte contrária para manifestar-se. o imediato acesso à execução forçada. no menor tempo possível. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2006. Considere-se que foi ajuizada execução de alimentos. atualmente. podendo os alimentos serem revistos a qualquer tempo. alegando que. o juiz deve nomear um curador especial para promover a defesa do réu e determinar o prosseguimento do processo como ação ordinária de cobrança. ocorrida à revelia. o devedor de alimentos pode provocar a revisão ou exoneração destes.1) A respeito dos alimentos e da ação de alimentos. nas causas em que não houver condenação. pois o cheque prescrito. Na ação monitória. nos próprios autos em que foi fixada a obrigação. razão pela qual não tinha condições financeiras para cumprir a obrigação anteriormente assumida com a criação e a educação dos filhos menores. o juiz agiu acertadamente ao extinguir o feito. devendo os honorários ser arbitrados em valor moderado e razoável. pois a rescisão do contrato de trabalho do devedor de alimentos retira a liquidez do título executivo judicial. Considere-se que tenha sido ajuizada ação de investigação de paternidade cumulada com pedido de alimentos. a fixação da verba advocatícia está desvinculada dos percentuais máximo e mínimo do § 3o do art. Assim. Quando a petição inicial é indeferida. A sentença que fixa os alimentos não faz coisa julgada material. Nessa situação. não cabe ao autor a escolha da via processual. mas sim conforme apreciação eqüitativa do juiz. B C D . assinale a opção correta. fixados em percentual sobre o salário mensal do alimentante. B No caso. A A execução de alimentos pelo rito da coerção pessoal tem como pressuposto a atualidade do débito referente às três últimas parcelas anteriores ao ajuizamento do processo executivo e as que se vencerem no curso do processo. à luz das peculiaridades do caso concreto.

. julgando improcedente apelação. Denegada a segurança. As informações. nas prestações de trato sucessivo. há que subsistir incólume o dever do indigitado genitor (executado). pelo interessado. denegatória de mandado de segurança. embora apontando a competência a um inferior hierárquico. 2o da Lei 5. sendo que para a propositura de ação de redução ou exoneração deverá o autor comprovar a alteração nos fatos (causa de pedir). 18 da Lei 1. por falta de prova ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "A" do parentesco (art. resulta da aplicação de norma de ordem pública insculpida no art. pois a presunção de veracidade dos fatos alegados no pedido inicial decorre da ausência do demandado à sessão de conciliação ou à audiência de instrução.478/68). a responsabilidade pelo ato objeto do mandamus. sem que o juiz expressamente casse a liminar que a tenha concedido. 105.406/02.533/51. o prazo decadencial para a impetração do writ é renovado mês a mês. deve ser decretada a revelia do réu que não compareça à audiência de instrução e julgamento. (OAB/CESPE – 2008. B: a sentença que fixa os alimentos faz coisa julgada material. Lei no 9. A Como regra. A A fluência do prazo decadencial para a propositura de mandado de segurança tem início com a ciência. 1. exsurgindo como certa a obrigação determinada no título judicial exeqüendo. na ação de investigação de paternidade. C: de fato. 14) LEGISLAÇÃO EXTRAVAGANTE.099/1995.255 DIREITO PROCESSUAL CIVIL A: Súmula 309 do STJ. No entanto. do ato impugnado. transferindo-lhe. por encampação. II. sob o fundamento de que. devem ser prestadas pela autoridade coatora ou pelo representante legal ou judicial da pessoa jurídica. confirma sentença de primeiro grau. ainda que posteriormente venha a ocorrer a perda do emprego.1) Quanto ao mandado de segurança. (OAB/CESPE – 2008. em flagrante prejuízo de seu descendente. uma vez que o vínculo alimentar em questão. a liminar prevalece até o trânsito em julgado da decisão final. havendo recurso voluntário. ainda que compareça o seu advogado ou que seja apresentada defesa escrita. B C D A: art. por constituírem defesa judicial. a autoridade comparece ao processo e defende o ato impugnado. assinale a opção correta. no mais. D: o Superior Tribunal de Justiça já pacificou o entendimento da Teoria da Encampação. em Mandado de Segurança. b. não há que se tolerar possa permanecer ao alvedrio do próprio devedor de alimentos (executado).696 da Lei Federal no 10. C: Súmula 405 do STF. É cabível recurso ordinário ao STJ contra acórdão do tribunal que. B: art. D: não cabem alimentos provisórios. encampando-o e legitimando-se passivamente. da CF. cuja base de cálculo tenha se arrimado em porcentagem incidente sobre os vencimentos líquidos percebidos. cuja liquidez. conforme retratado em sentença condenatória de alimentos (título exeqüendo).1) Acerca da Lei dos Juizados Especiais Cíveis (JEC). de prestar alimentos a seus descendentes. assinale a opção correta.

C: art. a parte vencida. pode recorrer da decisão monocrática e requerer a sua revisão pela turma recursal.1) A respeito da jurisdição e da ação. 41. § 2o. 20 da Lei 9. assinale a opção correta.099/95. no caso concreto. (OAB/CESPE – 2008. 36 da Lei 9. 1. Segundo os princípios da simplicidade e da informalidade que regem o julgamento nos juizados especiais. As condições da ação devem ser verificadas pelo juiz desde o despacho de recebimento da petição inicial até a prolação da sentença. atendendo aos princípios da celeridade e concentração dos atos processuais. O pedido do autor e a resposta do réu podem ser feitos por escrito ou oralmente. 267. § 3o. B: não há previsão legal de recurso de agravo nos processos do juizado especial ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "D" cível. C: art. pois nessas demandas não se exige a obediência ao princípio da identidade física do juiz. Na chamada jurisdição voluntária. do CPC. devem ser necessariamente reduzidas a termo escrito. com a finalidade de assegurar a rápida solução do litígio. objeto e causa de pedir.WANDER GARCIA 256 B No sistema recursal dos juizados especiais. qualquer que seja o valor da causa. A Duas ações são consideradas idênticas quando ocorrer identidade de partes. caso seja verificada.099/95. Assim. contra as decisões interlocutórias é cabível o agravo na forma retida. do CPC. não sendo possível transformar o contencioso em voluntário por ato subseqüente ou por manifestação de vontade de qualquer das partes. a vontade da lei. que substitui a vontade das partes litigantes por meio de uma sentença de mérito. que impede a interrupção da marcha do processo. no cotejo entre as duas ações. haverá pluralidade de causas de pedir. 15) TEMAS VARIADOS E COMBINADOS. a composição dos litígios é obtida pela intervenção do juiz. B: na jurisdição voluntária o juiz não substitui as partes porque não há litígio. Caso seja iniciado um procedimento de jurisdição contenciosa. entretanto.123 do CPC. as provas orais produzidas em audiência. pois a falta de uma delas durante o processo caracteriza a carência superveniente. D: art. este deve seguir até a sentença final no procedimento escolhido pelo autor. ainda que não possua capacidade postulatória. C D A: art. aplicando. B C D A: a norma jurídica invocada não faz parte da causa de pedir. que enseja a extinção do processo sem resolução do mérito. a invocação de norma jurídica diversa em cada uma delas. . D: art.

2) Quanto às normas que regulam sucumbência processual. ainda que tenha ocorrido a violação do direito. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2007. Há legitimação extraordinária para a causa quando há coincidência entre a legitimação de requerer o direito material e a legitimidade para estar em juízo. o juiz poderá julgar procedente o pedido formulado pelo autor. neste caso. pode limitar sua pretensão à declaração da relação jurídica devendo o juiz. . Não é cabível ação monitória contra a fazenda pública. assinale a opção correta. positiva ou negativa. A A ação declaratória incidental pura. independentemente de citação do réu. muito embora tenha suportado algum dano. incompetência do juízo. seguir o princípio da adstrição. assinale a opção correta. assinale a opção correta. 285-A do CPC.2) Acerca das normas que regulam a remessa oficial. de ofício ou a requerimento da parte. tipifica a impossibilidade jurídica do pedido. a outorga conjugal e a representação processual. Na ação de indenização por dano moral. a citação. tais como o de obstar a incidência da decadência e o de interromper a prescrição. dispensadas a litispendência e a contestação. O interesse de agir do autor pode limitar-se à declaração da existência ou da inexistência de relação jurídica. 322 do CPC. tendo por objeto a declaração de existência ou inexistência de uma relação jurídica prejudicial à causa originariamente instalada no processo. C: Súmula 326 do STJ. improcedência do pedido e revelia. no juízo. § 2o. do CPC. B: art. o autor. B: a legitimação extraordinária ocorre quando a parte postula direito alheio nos casos previstos em lei. a falta da autorização do marido ou outorga da mulher para a propositura da demanda. (OAB/CESPE – 2007. D: de fato. B C D A: a ação declaratória incidental é uma demanda formulada no curso de processo pendente. C: não há impedimento legal. ainda que tenha patrono constituído nos autos. Contra o revel correrão todos os prazos processuais independentemente de intimação deste. acarreta a nulidade da citação do réu e seus efeitos substanciais e processuais. B C D A: art. A Nas causas que versem sobre direitos reais imobiliários. quando não suprida pelo juiz. visto tratar-se de condição da ação proposta. a condenação em montante inferior ao postulado na inicial não implica sucumbência recíproca. A Quando a matéria controvertida for unicamente de direito e. D: art.2) Com relação ao direito de se mover uma ação. O acolhimento da incompetência do juízo. versa sobre questão processual prejudicial.257 DIREITO PROCESSUAL CIVIL (OAB/CESPE – 2007. 113. já houver sido proferida sentença em outros casos idênticos.

o juiz decretará a revelia. 12 do CPC. Todos os itens estão certos. quando o pedido tiver sido reiterado.concl. verificada a irregularidade da representação processual do réu e não sanada no prazo designado. despesas processuais e depositário de bens penhorados. inclusive a dos honorários de advogado. Apenas os itens I. 24). inclusive aquelas relativas a atos cuja realização for determinada de ofício pelo juiz ou a requerimento do Ministério Público.A capacidade das partes e a regularidade de sua representação judicial são pressupostos de validade da relação processual. 13 e 27. I . 11 do CPC.2) Tendo em vista o que dispõe o Código de Processo Civil em relação a capacidade das partes.Ressalvadas as despesas processuais decorrentes das diligências requeridas pelo réu. A Apenas os itens II e III estão certos. B C D I: arts. (OAB/CESPE – 2007. assinale a opção correta. II . III e IV estão certos. ambos do CPC. D: art. todas as demais despesas serão adiantadas pelo autor. Assim. desistência da ação e valor da causa. III: “não há honorários em incidentes do processo” (VI ENTA . IV O encargo de depositário de bens penhorados pode ser expressamente recusado. 9o do CPC. Apenas os itens I. IV: súmula 319 do STJ. cabe a condenação do vencido ao pagamento dos honorários advocatícios. A No caso de desistência da ação. III .Nos incidentes processuais. . Assinale a opção correta. B: art.WANDER GARCIA 258 B C O representante legal da parte autora é também parte no processo. interesse recursal. II e IV estão certos. II: art.Encontro Nacional dos Tribunais de Alçada . o juiz deverá nomear curador especial se o réu deixar de apresentar resposta no prazo legal. 475 do CPC. mesmo que em litisconsórcio com outros autores.2) Com relação a distribuição do processo. C: art. 24 do CPC. Tratando-se de citação real. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. A remessa oficial devolve ao tribunal o reexame de todas as parcelas da condenação suportadas pela fazenda pública. procede-se à distribuição aleatória do processo entre juízos da mesma competência. julgue os itens seguintes. ALTERNATIVA "C" D A: art.

seja aleatória ou por dependência. . B C D A: de fato. do CPC. único. A prevenção do juízo tipifica efeito material da citação. o impedimento tem natureza de objeção processual.2) Acerca dos efeitos da decadência. IV. prescrição. 126 do CPC. 269. C: art. a petição inicial será indeferida e o processo. do CPC. do CPC. Reconhecida a decadência ou a prescrição. A obrigatoriedade da distribuição aleatória ou por dependência do processo implica a divisão do foro entre juízes igualmente competentes. ser reconhecido de ofício pelo juiz. 475-I. D: a prevenção é efeito puramente processual (art. A O impedimento é uma objeção processual. A nomeação à autoria é modalidade de intervenção de terceiros voluntária e somente pode ser suscitada pelo autor. vedado o uso da analogia. D: Súmula 318 do STJ ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. par. C D A: art. 322. mesmo. sem julgamento do mérito. para que faça ou deixe de fazer alguma coisa. sendo-lhe. A dispensa de intimação do réu revel sem patrono constituído nos autos tipifica efeito material da revelia. 253. é o mecanismo que fixa o juiz competente. A execução provisória da sentença pressupõe decisão judicial impugnada mediante recurso recebido nos efeitos devolutivo e suspensivo. 219 do CPC).1) Quanto às normas pertinentes ao processo de conhecimento e de execução. determinado e líquido. sem que venha a sofrer os efeitos da revelia. § 1o. B:a dispensa da intimação é efeito processual da revelia. Formulado pedido certo. A lacuna ou obscuridade da lei pode eximir o juiz de sentenciar ou despachar. C: a distribuição. assinale a opção correta. B: art. assinale a opção correta. 62 do CPC. ALTERNATIVA "A" D: art. (OAB/CESPE – 2007. A O réu pode ser revel. do CPC. ainda. extinto.259 DIREITO PROCESSUAL CIVIL B A citação é o ato por meio do qual se dá ciência a alguém dos atos do processo. somente o autor tem interesse recursal em argüir o vício da sentença ilíquida. B: art. B C D A: art. citação e revelia. C: art. II. 213 do CPC. na medida em que pode ser alegado a qualquer tempo pela parte e deve.

ALTERNATIVA "A" B C D A: art. a intervenção de terceiros e os recursos cíveis. (OAB/CESPE – 2007. a tutela de mérito antecipada. desde que todas estejam de acordo.A capacidade de ser parte constitui pressuposto subjetivo de constituição válida da relação de direito processual. II . ou parcela deles. A revelia do nomeado à autoria desqualifica a legitimidade deste para a interposição do recurso de apelação. Nesse caso.1) Quanto às normas que regulam a intervenção de terceiros. mostrar-se incontroverso. B: art. assinale a opção correta. 219 do CPC. § 6o. A interrupção da prescrição constitui um dos efeitos processuais da citação inválida. 273. C: art. C: a renúncia pressupõe recurso ainda não interposto. é cabível o chamamento ao processo. D: art. ainda que peremptórios.1) Julgue os itens subseqüentes. Na hipótese do recurso de apelação interposto contra a decisão que indefere a petição inicial da ação de conhecimento. assinale a opção correta. 499 do CPC. reduzir ou prorrogar prazos. os tribunais e juízos são previstos na Constituição e nas leis infraconstitucionais.No processo civil. A As sentenças constitutivas adquirem exeqüibilidade provisória na pendência de julgamento de recurso especial. III . se já o foi será desistência.1) Acerca das normas processuais que regem o cumprimento da sentença judicial. relativos à teoria geral do processo civil. A renúncia ao direito de recorrer alcança o recurso já interposto.No direito brasileiro. No procedimento comum sumário. A A tutela antecipada poderá ser concedida quando um ou mais dos pedidos cumulados.WANDER GARCIA 260 (OAB/CESPE – 2007. I . ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007. as sentenças constitutivas não são suscetíveis de execução provisória. 280 do CPC. denominada sentença de mérito parcial. B: art. pode o próprio juiz se retratar e reformar a sua decisão. o que torna impossível a criação de órgãos jurisdicionais de exceção para julgamento de causas específicas. do CPC. B C D A: de fato. . com índole de generalidade. É permitido às partes. trata-se de prestação jurisdicional de mérito específico e limitado. 182 do CPC. 296 do CPC. a prescrição e os prazos processuais. D: art. é dado ao Ministério Público o prazo em quádruplo para contestar e em dobro para recorrer.

Apenas os itens I. III e IV estão certos.2) Acerca da comunicação dos atos processuais. devendo fluir o prazo para o oferecimento da contestação. não importa em comparecimento espontâneo por parte desse réu. par. a citação é válida e o prazo para contestar não pode sofrer qualquer alteração. 225 do CP. II e IV estão certos. A petição solicitando a vista dos autos e a juntada de instrumento de procuração em que. havendo mais de um advogado constituído nos autos. O prazo da contestação. 188 do CPC. na citação com hora certa. Apenas os itens I. da CF. A O mandado de citação deve conter o prazo para a resposta do réu e os efeitos da revelia. (OAB/CESPE – 2006. antes de expedido o mandado de citação. do CPC. IV: art. no mandado de citação. após a juntada do mandado aos autos. aplicando-se-lhes. conste poder expresso ao advogado do réu para receber a citação. § 1o. subsidiariamente. D: art. desde que não haja pedido expresso de intimação exclusiva em nome de advogado específico. 13 do CPC. ALTERNATIVA "D" B C D I: art. B C D A: nula é a citação quando o mandado silencia ou consta de forma errônea a respeito de um dos requisitos elencados no art. XXXVII. C: de fato. II: art. válida a intimação efetuada em nome de um deles. assinale a opção correta. 214. do CPC. o entendimento do STJ é no sentido de que.Os procedimentos especiais e o procedimento sumário regem-se pelas disposições que lhes são próprias. confirmando a citação do réu. 272.261 DIREITO PROCESSUAL CIVIL IV . III: art. Assinale a opção correta. ALTERNATIVA "C" . do CPC. A Apenas os itens II e III estão certos. Se. as disposições gerais do procedimento comum ordinário. não constar o prazo para a defesa ou se for concedido prazo maior que o previsto na lei. B: art. II. 241. inicia-se a partir da data da juntada aos autos do aviso de recebimento da carta enviada pelo escrivão. 5o. único. Considera-se válida a intimação realizada em nome de um dos advogados constituídos nos autos pela parte. Todos os itens estão certos. se o substabelecimento foi feito com reserva de poderes e não constou pedido expresso para que a publicação fosse exclusivamente direcionada a um patrono específico.

A sentença terminativa não faz coisa julgada material. § 3o. D: art. visto que não se chegou a apreciar a substância da lide. ainda que inexista requerimento do réu nesse sentido. assinale a opção incorreta. do CPC.WANDER GARCIA 262 (OAB/CESPE – 2004. em juízo provisório de admissibilidade. podendo a parte renovar a propositura da ação. O juiz pode indeferir a petição inicial antes mesmo de determinar a citação do réu.ES) Com referência aos atos do juiz. por abandono da causa pelo autor. . 518 do CPC. admitindo-a. A O juiz poderá prolatar sentença de extinção do processo. ALTERNATIVA "A" B C D A: art. 284 do CPC. 267. C: art. ou não. Cabe ao juiz que prolatou a sentença receber a apelação interposta pela parte. 268 do CPC. B: art.

SP) Assinale a opção correta com relação aos princípios que regem a administração pública. D: o poder de polícia pode ser discricionário ou vinculado.2. devendo ser exercidos pelo administrador público. a administração não pode criar direitos. . proibições. B: a relação entre um ente da administração indireta e o ente político que o criou é de controle. de acordo com a lei que estabelecer a competência para o exercício de dado poder de polícia. O poder de polícia somente pode ser exercido de maneira discricionária. ou seja. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2008. A O poder disciplinar caracteriza-se pela discricionariedade. medidas punitivas. B C D A: os poderes públicos não são disponíveis.2) No que se refere aos poderes dos administradores públicos. é sublegal. PRINCÍPIOS E PODERES. de fato. podendo a administração escolher entre punir e não punir a falta praticada pelo servidor. (OAB/CESPE – 2008. obrigações. e não de hierarquia. No exercício do poder regulamentar.DIREITO ADMINISTRATIVO 1) INTRODUÇÃO. Uma autarquia ou uma empresa pública estadual está ligada a um estado-membro por uma relação de subordinação decorrente da hierarquia. não pode inovar na ordem jurídica. A Não ofende o princípio da moralidade administrativa a nomeação de servidora pública do Poder Executivo para cargo em comissão em tribunal de justiça no qual o vicepresidente seja parente da nomeada. devendo limitar-se a estabelecer normas sobre a forma como a lei vai ser cumprida. assinale a opção correta. C: o poder regulamentar.

ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "A" e "C" (OAB/CESPE – 2008. Ato administrativo não pode restringir. em razão da idade do candidato. por ofensa ao princípio da razoabilidade. IV. ainda quando tal exigência esteja prevista em lei. (OAB/CESPE – 2007. C: somente a lei pode trazer limite de idade em concurso (art. No exercício do poder regulamentar. I. I. mediante decreto. C D A: fere a Súmula Vinculante no 13 do STF. da CF. a administração não possui discricionariedade no ato de escolha da penalidade que deve ser aplicada. C: trata-se do princípio da independência e da harmonia entre os poderes (art. inscrição em concurso para cargo público. 37. pois. D: a lei pode exigir exame psicotécnico (art. da CF). devendo ater-se aos rígidos comandos estabelecidos em lei. B: benefício ilegal não pode ser estendido. o princípio administrativo aplicável ao ato que tornou sem efeito o ato de aposentadoria praticado é o da . da CF). sob a invocação do princípio da isonomia. pois elas não são dotadas do poder de império necessário ao desempenho da atividade de polícia administrativa. o chefe do Poder Executivo só pode disciplinar e alterar. falsificada pelo próprio beneficiário. O Poder Judiciário pode dispensar a realização de exame psicotécnico em concurso para investidura em cargo público. inexiste hierarquia entre os membros que compõem os Poderes Judiciário e Legislativo no exercício de suas funções jurisdicionais e legislativas. Na situação hipotética considerada. Descoberta a fraude alguns meses mais tarde. O poder disciplinar é exercido de modo vinculado. diante de infrações funcionais praticadas por servidor. estender benefício ilegalmente concedido a um grupo de servidores a outro grupo que esteja em situação idêntica. D: o poder regulamentar existe sempre que a lei tiver de ser regulamentada (art. 37. o poder de polícia é privativo de autoridade pública. assinale a opção correta. visto que o fazem sem relação de subordinação ou comando. Mesmo cabendo ao Poder Executivo o controle dos recursos públicos. as leis que tenham sido originariamente propostas por ele.WANDER GARCIA 264 B A administração pública pode.3) O diretor-geral de determinado órgão público federal exarou despacho concessivo de aposentadoria a um servidor em cuja contagem do tempo de serviço fora utilizada certidão de tempo de contribuição do INSS. a referida autoridade tornou sem efeito o ato de aposentadoria. B C D A: de fato. A O poder de polícia não pode ser delegado a pessoas de direito privado. B: a lei pode estabelecer competência discricionária ou vinculada para o exercício do poder disciplinar. 2o da CF). e Súmula 686 do STF). ainda que sejam integrantes da administração pública.1) Com relação aos poderes administrativos. 84.

deveria obedecer. entre outras. 2. VI e VII.784/99 e Súmula 473 do STF. tendo sido inserido posteriormente. a administração pública somente pode impor obrigações em virtude de lei. 53 da Lei 9. direitos.o 1. (OAB/CESPE – 2007. ALTERNATIVA "A" B C D Art. segurança jurídica. indisponibilidade dos bens públicos. B C D A: foi inserido pela EC 19/98.o.SP) A Lei Complementar n. razoabilidade e objetividade.784/99.025. 37. da CF. de 7 de dezembro de 2007. do estado de São Paulo. V). vedada a imposição de obrigações.PR) Assinale a opção correta acerca dos princípios da administração pública.265 DIREITO ADMINISTRATIVO A autotutela. o princípio da impessoalidade não foi consagrado expressamente na CF. Embora seja consagrado pela jurisprudência e pela doutrina. por sua vez. podem ser concedidos por atos administrativos. ao criar a Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (ARSESP). Tais diretrizes dizem respeito aos seguintes princípios: A eficiência e devido processo legal.3. 2. ALTERNATIVA "C" B C D Vide. caput. B: o órgão decisor pode acolher motivos indicados por outro órgão (motiação aliunde). A O princípio da eficiência não constava expressamente do texto original da CF. D: a atuação administrativa sempre depende de lei.3. O princípio da motivação determina que os motivos do ato praticado devam ser determinados pelo mesmo órgão que tenha tomado a decisão. C: art. por meio de emenda constitucional. da Lei 9.o. restrições e sanções em medida superior àquelas estritamente necessárias ao atendimento do interesse público” (art. também. proporcionalidade e motivação. no desempenho de suas atividades. 2o. III) e de “indicação dos pressupostos de fato e de direito que determinem as suas decisões” (art. p. (OAB/CESPE – 2007. dispôs que essa agência. legalidade e formalidade. o art. ALTERNATIVA "A" . razoabilidade das decisões administrativas. único. às diretrizes de “adequação entre meios e fins. Em virtude do princípio da legalidade.

XXIV. pelo menos expressamente. coercibilidade. C: o Judiciário controla os aspectos de legalidade. o ordenamento jurídico em vigor veda. 2o. facticidade. LXXVIII. atos normativos regulamentares podem vir ao mundo jurídico por meio de resoluções e instruções normativas. B C D A: vale a pena ler os arts. assinale a opção correta. D: art. 5o. p. B C D A: o art.WANDER GARCIA 266 (OAB/CESPE – 2007.784/99. discricionariedade. 11 a 17 da Lei 9. B: art. é lícito ao Estado desapropriar qualquer bem particular. da CF. aos processos administrativos. C: art. admite ação popular quando haja simples lesão à moralidade administrativa. B: deriva do poder regulamentar. no âmbito da União.3) Considerando os princípios da administração pública. (OAB/CESPE – 2006.PR) Não constitui característica do poder de polícia a A auto-executoriedade. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2006. O princípio da razoável duração do processo. A O ato imoral não pode ser anulado por meio de ação popular. sem que haja prévia e justa indenização. único. O poder regulamentar é exercido apenas por meio de decreto. não se estendendo ao dano moral. da CF. D: excepcionalmente. inserido na Constituição por emenda. já que esta pressupõe lesividade econômica. não se estende. 5o. XIII. da Lei 9. . razoabilidade e moralidade dos atos discricionários. ALTERNATIVA "C" B C D A facticidade não constitui atributo ou característica dos atos e poderes administrativos. 5o. LXXIII. A O poder de delegação e o de avocação decorrem do poder hierárquico. O poder discricionário não comporta nenhuma possibilidade de controle por parte do Poder Judiciário.3) Assinale a opção correta quanto aos poderes e deveres dos administradores públicos. da CF.784/99. Com base no princípio da segurança jurídica. Com base no princípio da supremacia do interesse público sobre o privado. A possibilidade de o chefe do Poder Executivo emitir decretos regulamentares com vistas a regular uma lei penal deriva do poder de polícia. por exemplo. a aplicação retroativa de nova interpretação jurídica dada pela administração ao mesmo dispositivo legal.3.

XXXVI. Os atos que exauriram seus efeitos podem ser revogados. D: um ato só pode ser revogado enquanto ainda existir. o objeto. ele fica extinto. pois os atos vinculados são aqueles em que somente há uma opção para o agente público. B C D A: só atos discricionários podem ser revogados. C: a revogação é expressão do princípio do interesse público. (OAB/CESPE – 2008. não há possibilidade de ser revogado.267 DIREITO ADMINISTRATIVO 2) ATO ADMINISTRATIVO. pois a revogação importa em análise de conveniência e oportunidade administrativas. 5o. elemento ou requisito do ato administrativo A a forma. assinale a opção correta. a competência para revogar um ato administrativo é sempre da autoridade que o tenha praticado. A competência revogatória pode ser exercida mesmo após a consumação e o exaurimento dos efeitos do ato administrativo praticado.2. via de regra. de modo que não mais é passível de revogação. B . Os atos que geram direitos adquiridos não podem ser revogados. D: atos que geram direitos ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "B" adquiridos não podem ser revogados (art.SP) Acerca da competência revogatória da administração pública. Ao Poder Judiciário é vedado revogar atos administrativos emanados do Poder Executivo. A Os atos discricionários são. (OAB/CESPE – 2008. B: quando um ato exaure (cumpre) seus efeitos.2) Assinale a opção incorreta no que se refere à revogação de atos administrativos. B C D A: um ato pode ser revogado pela autoridade que o tenha praticado ou pela autoridade superior na hierarquia. e não da publicidade. da CF). A Na ausência de dispositivo legal que regule a matéria. desde que motivadamente. C: o Poder Judiciário só pode anular atos do Executivo. se o ato já foi extinto por consumação ou exaurimento. B: o Judiciário só pode revogar seus próprios atos. e não atos dos outros poderes. no exercício das funções administrativas.2. (OAB/CESPE – 2008. segundo a doutrina dominante.SP) Não configura. Ao Poder Judiciário não se reconhece competência para revogar atos administrativos. suscetíveis de revogação. e não revogar. O exercício da competência revogatória é decorrência do princípio da publicidade dos atos administrativos.

o motivo do ato deve sempre guardar compatibilidade com a situação de fato que gerou a manifestação de vontade. ALTERNATIVA "D" Os requisitos dos atos administrativos são: competência. B C D . estará ele irremediavelmente inquinado de vício de legalidade. Motivo e motivação do ato administrativo são conceitos equivalentes no direito administrativo. forma. portanto.3) Encontra-se sedimentado o entendimento de que ao Poder Judiciário é defeso apreciar o mérito dos atos administrativos.WANDER GARCIA 268 C D a finalidade. se o interessado comprovar que inexiste a realidade fática mencionada no ato como determinante da vontade. Nos atos administrativos discricionários. Embora discricionariedade e arbitrariedade sejam espécies do mesmo gênero e. objeto. Não há discricionariedade contra legem. ou seja. B C D A: de fato. pois. assinale a opção correta. assinale a opção correta. a discricionariedade. motivo e finalidade. apenas a segunda é passível de controle de legalidade em sentido estrito. A A garantia constitucional de que ninguém será obrigado a deixar de fazer algo senão em virtude de lei assegura ao administrador público ilimitada discricionariedade na escolha dos critérios de conveniência e oportunidade nos casos de anomia. B: motivo é o fato que autoriza a prática do ato. uma presunção absoluta. C: nos atos discricionários há sempre duas partes: a vinculada (ou de legalidade) e a de mérito (consistente na margem de liberdade do administrador público). legítimas. limitando sua atuação quanto à aferição dos aspectos relativos à sua legalidade. O abuso de poder e a arbitrariedade têm como traço de distinção o fato de que aquele se sujeita ao controle judicial e esta. A esse respeito. pela teoria dos motivos determinantes a inexistência do fato invocado como motivo do ato torna este inválido.1. D: trata-se de uma presunção relativa (juris tantum). a inexistência do fato utilizado para praticar o ato é um problema no requisito “motivo”. já motivação é a demonstração de que o ato é legal. A presunção de legitimidade dos atos administrativos é uma presunção jure et de jure. A Segundo a teoria dos motivos determinantes do ato administrativo. a inexistência de demonstração da legalidade (de uma motivação) é um problema no requisito “forma”. (OAB/CESPE – 2008. somente à revisão administrativa.SP) Com relação aos diversos aspectos que regem os atos administrativos. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. todos os requisitos são vinculados.

Nessa situação.: contrato de locação). ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007. está caracterizado o ato administrativo. da CF). os atos políticos (ex. assinale a opção correta. B: a arbitrariedade não é legítima num Estado de Direito (art.3) O conselho diretor de uma autarquia federal baixou resolução disciplinando que todas as compras de material permanente acima de cinqüenta mil reais só poderiam ser feitas pela própria sede. B: como se viu na resposta à letra “a”. e o citado superintendente homologou o resultado e adjudicou o objeto da licitação à empresa vencedora. é sempre uma margem de liberdade ditada pela lei. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. da CF). a garantia de que trata a primeira parte da afirmativa vale para os particulares (art. e não contra a lei. 1o.: a pavimentação de uma rua). nos termos da lei que rege a competência daquele cargo. Mesmo nos casos em que o administrador público contrata com o particular em igualdade de condições. Ainda assim. não se fala em ato administrativo. II. nem todos os atos da administração são atos administrativos. agiu com desvio de poder. pois a administração pública está sendo representada por seu agente.3) Considerando que há evidentes elementos de identidade entre ato jurídico e ato administrativo. A Existem atos praticados pelos administradores públicos que não se enquadram como atos administrativos típicos. caput.: um veto a uma lei) e os fatos materiais (ex. D: nos poucos casos em que a administração está em pé de igualdade com o particular (ex. Atos administrativos. C: exercentes de cargo em comissão podem expedir atos administrativos. caput.: contrato em que a administração é locatária). a discricionariedade é sempre dentro da lei. O exercício de cargo público em caráter efetivo é conditio sine quae non para prática do ato administrativo. atos da administração e atos de gestão administrativa são expressões sinônimas. 5o. da CF). A licitação acabou sendo feita sem incidentes. o superintendente A agiu com excesso de poder. e que este é espécie do gênero ato jurídico. B C D A: não são atos administrativos típicos os atos praticados pela administração com regência da lei privada (ex. um dos superintendentes estaduais abriu licitação para compra de microcomputadores no valor de trezentos mil reais. 37.269 DIREITO ADMINISTRATIVO A: o administrador público só pode fazer o que a lei determinar ou permitir. C: tanto o abuso de poder como a arbitrariedade estão sujeitos ao controle jurisdicional. mas em ato jurídico regido pelo direito privado. D: de fato. e não para o agente público (art. como é o caso dos contratos disciplinados pelo direito privado. B .

ocorreu a exeqüibilidade da patente. justamente a situação que ocorreu no caso em tela. em caráter instrumental ou de colaboração com o poder público. que consiste em praticar ato de ofício (a licitação) contra expressa ordem de superior hierárquico (a resolução do conselho diretor). o desvio de poder é um descumprimento ao requisito “finalidade” do ato administrativo. A D licença remunerada. O problema é de excesso de poder. composto. haja vista a necessidade da compra e o atendimento aos requisitos de validez expressos na Lei de Licitações. C credenciamento. cometeu o crime de prevaricação. que recebem credenciamento do Poder Público para a prática de certas atividades em colaboração com este (aulas. o ato de concessão da patente é tipicamente um ato administrativo complexo. exames etc. ALTERNATIVA "C" . B parceria público-privada. Após deferimento do pedido de concessão da patente. autorização não-precária. sem licitação e com cobrança dos interessados. remuneradas. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. uma vez que foi necessária a integração de duas autoridades para sua emissão. foi condicionado à anuência da ANVISA. configura.SP) Ato ou contrato formal pelo qual a administração pública confere a um particular (pessoa física ou jurídica). Um exemplo de credenciamento é o ato que ocorre com as empresas de auto-escola. tipicamente. Nessa situação. normalmente sem prévia licitação.3. mas vinculado às razões da ANVISA. pendente de termo ou condição. visto que.WANDER GARCIA 270 C D cometeu mera irregularidade administrativa. a prerrogativa de exercer certas atividades materiais ou técnicas. A B Ato composto é aquele em que dois ou mais órgãos praticam dois ou mais atos. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007.3. o procedimento foi encaminhado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para análise de eventuais riscos à saúde decorrentes da circulação do produto. embora tenha sido expedido pelo INPI.SP) Uma indústria farmacêutica pleiteou perante o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) a obtenção de patente de um produto farmacêutico. sendo que o segundo normalmente é indispensável à exeqüibilidade do primeiro.). Com a anuência da ANVISA. D discricionário na emissão. diretamente pelos interessados. na maioria das vezes. a título oneroso. pois houve descumprimento ao requisito “competência” do ato administrativo. C informal.

São Paulo: Malheiros. já os outros elementos podem ser trazidos pela lei com margem de liberdade (mérito) para o administrador.3. C: os atos administrativos podem ser praticados pelas administrações públicas dos três poderes (Executivo. inválidos serão apenas os efeitos do ato e não o próprio ato em si. de decisão de recurso administrativo e os de matérias de competência exclusiva. C Os atos administrativos são praticados apenas pela administração pública. Decorre do que Renato Alessi chama de “poder extroverso”. em regra. A . pois permite a coação direta (o uso da força) para obrigar o particular a cumprir o determinado.PR) É a qualidade pela qual os atos administrativos se impõem a terceiros.2) Em relação aos atos administrativos. que interferem na esfera jurídica de outras pessoas. a exigibilidade é um plus em relação à imperatividade. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007. 13 da Lei 9. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007. 373 (com adaptações). não são passíveis de delegação.271 DIREITO ADMINISTRATIVO (OAB/CESPE – 2007. Celso Antônio Bandeira de Mello. D: art. 2000. e a auto-executoriedade é um plus ainda maior. Curso de Direito Administrativo. 13a ed. Se o motivo que determina e justifica a prática do ato é inexistente ou é inválido. Os atos de gestão são os que a administração pratica no exercício do seu poder supremo sobre os particulares. implica o dever da administração de indenizar o administrado pelos prejuízos decorrentes da invalidação do ato. por considerá-lo inconveniente ao interesse público. assinale a opção correta. ou seja. executoriedade. nos termos da Lei n.784/99. A A: pela teoria dos motivos determinantes. p. B: um ato discricionário de partes vinculadas e partes de mérito. O texto acima descreve o seguinte atributo do ato administrativo: exigibilidade. o texto trata da imperatividade. D imperatividade. A B De fato. D A anulação de um ato administrativo. independentemente de sua concordância. um problema no motivo torna o ato inválido. B A presunção de legitimidade é atributo apenas dos atos administrativos vinculados. constituindo-as unilateralmente em obrigações.o 9. C presunção de legitimidade. C Revogação consiste na supressão de ato legítimo e eficaz realizada pela administração. que permite ao poder público editar provimentos que vão além da esfera jurídica do sujeito emitente. Legislativo e Judiciário). B Os elementos do ato administrativo que se referem ao mérito são o objeto e a finalidade. a competência é sempre vinculada. pois permite uma coação indireta para que o particular cumpra o determinado. D Os atos de caráter normativo.784/1999.2) Acerca dos atos administrativos. assinale a opção correta.

B: a presunção de legitimidade é atributo de todos os atos administrativos. tenha sido comunicado dos danos causados e do valor a ser pago. assinale a opção correta. Nessa situação. assinale a opção correta. em contraposição aos atos de império. mas não é dotado de presunção de legitimidade e veracidade. portanto. segundo doutrina dominante. A A demolição de uma casa pela administração é considerada ato administrativo discricionário. Considere que um servidor público municipal. quando eivados de ilegalidade. uma prescrição de conduta. todavia.WANDER GARCIA 272 A: os atos de gestão. A Um ato administrativo que viole a lei deve ser revogado pela própria administração. na ação executiva fiscal. não são exercidos com supremacia em relação ao particular. 59.1) Acerca dos atos administrativos. D: de atos ilegais não nascem. trata-se de fato administrativo. porém inconvenientes pela existência de um fato novo. para que um ato seja ato administrativo é necessário que contenha um comando. C: de fato. a revogação incide sobre atos legais e legítimos. Um ato nulo pode. único. por parte da melhor doutrina. a anulação não gera. B: de fato. como regra. diante da força auto-executória dos atos administrativos. pois não tem competência para condenar civilmente um servidor. em matéria de contratos administrativos o contratante de boa-fé tem direito de ser indenizado pelas prestações que já tiver cumprido (art. responsabilizado pelo acidente. e mais. B C D A: a demolição nem sequer é ato administrativo. da Lei 8. O lançamento tributário de determinado tributo pela administração tributária é ato administrativo vinculado. B C D . ato administrativo. eventualmente. mas sim ato da administração. ocupante do cargo efetivo de motorista. já que o fiscal deve demonstrar. p.1) Em relação ao controle da administração pública. execução fiscal não é ação de conhecimento. D: o Município deve ingressar com ação de regresso para esse fim. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. a veracidade e a legitimidade de seu ato. sob pena de nulidade. o que não ocorre num ato meramente opinativo. (OAB/CESPE – 2007. o município não precisa ingressar com ação de reparação de danos. independentemente de provocação. como regra. A anulação do ato administrativo importa em análise dos critérios de conveniência e oportunidade. tenha colidido a viatura oficial em um poste. A administração tem o prazo prescricional de 5 anos para anular os seus próprios atos. Um parecer opinativo acerca de determinado assunto emitido pela consultoria jurídica de órgão da administração pública não é considerado.666/93). e que. C: todo ato administrativo é dotado de presunção de legitimidade e veracidade. direitos. deixar de ser anulado em atenção ao princípio da segurança jurídica. o dever de indenizar.

A anulação de ato administrativo ilegal pela própria administração terá efeitos ex tunc. há casos (excepcionais) em que o ato nulo não é anulado. a anulação tem efeito ex tunc (retroage). próprio dos atos nulos.3) Acerca do controle dos atos administrativos. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2006. D: de fato. O Poder Executivo pode anular ato administrativo ilegal a qualquer tempo. 54 da Lei 9. faz-se referência ao conceito de A homologação. e não sobre atos inconvenientes. Os atos administrativos que emanam do Poder Legislativo (leis) e do Poder Judiciário (decisões judiciais) podem ser diferenciados por sua natureza. C: de fato. renúncia. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2006. B: como se viu. visto. mas a anulação é feita com base na apreciação da existência de legalidade ou de ilegalidade. e não de prescrição.273 DIREITO ADMINISTRATIVO A: ato que viola a lei (ato ilegal) deve ser anulado. A O Poder Judiciário pode revogar ato administrativo. por exemplo. um exemplo é o visto dado por um chefe numa manifestação de seu subordinado. 54 da Lei 9. C: há prazo decadencial para a anulação de atos administrativos (art. .784/99). além disso.784/99). a anulação incide sobre atos ilegais. B C D De fato. com base nos critérios de conveniência e oportunidade. Quando se conceitua ato administrativo como sendo aquele pelo qual o poder público controla outro ato da própria administração ou do administrado. esse prazo é para os casos em que do ato decorram efeitos favoráveis aos administrados. a revogação incide sobre atos inconvenientes. o visto é um ato que verifica apenas a legitimidade formal de um ato. dispensa. e não sobre atos ilegais. e não vale para os casos em que o beneficiário está de má-fé (art. aferindo sua legitimidade formal para dar-lhe exeqüibilidade. O Poder Judiciário pode anular ato administrativo. conteúdo e forma. existe o instituto da conversão. e não com base em conveniência e oportunidade. D: o prazo de 5 anos é de decadência.2) A administração pública realiza sua função executiva por meio de atos jurídicos que recebem a denominação especial de atos administrativos. assinale a opção correta. e não revogado. B C D A: o Judiciário só pode revogar os seus próprios atos administrativos. B: o Judiciário pode anular atos administrativos de todos os poderes. para dar-lhe exeqüibilidade.

por motivo de conveniência.1) Os atos administrativos possuem atributos que os diferenciam dos atos privados.2) Quando um ato administrativo legal e perfeito torna-se inconveniente ao interesse público. IV . “qualidades”. “notas peculiares” dos atos administrativos. III .Ato vinculado ou regrado é aquele para cuja realização a lei estabelece requisitos e condições.Ato revogável é o que nasce afetado de vício insanável por ausência ou defeito substancial em seus elementos constitutivos ou em seu procedimento formativo.1) Julgue os seguintes itens. B . atos inconvenientes são revogados. de sua conveniência. refazimento. São atributos típicos desses atos a presunção de legitimidade. A coercibilidade também é trazida por parte da doutrina como atributo do ato administrativo. de sua oportunidade e do modo de sua realização. (OAB/CESPE – 2006. oportunidade ou justiça. a administração pública poderá suprimi-lo por meio de A anulação. a exigibilidade. I . I e III.Ato nulo é aquele que a administração. referentes a atos administrativos. a imperatividade. a auto-executoriedade e a tipicidade.Ato discricionário pode ser praticado pela administração com liberdade de escolha de seu conteúdo. e somente ela. de seu destinatário. ALTERNATIVA "D" B C D De fato. A presunção de legitimidade imperatividade auto-executoriedade legalidade B C D Atributos são “prerrogativas”. revogação. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2006.WANDER GARCIA 274 (OAB/CESPE – 2006. Assinale a opção que não configura atributo exclusivo do ato administrativo. pode invalidar. renúncia. Estão certos apenas os itens A I e II. II .

p. 2008. II: De fato.ES) Atos administrativos discricionários A podem ser anulados por motivo de conveniência e oportunidade. quando as executam.. pessoa de direito público. por um fato novo. Rio de Janeiro: Lumen Juris. os atos discricionários são aqueles que conferem margem de liberdade à administração. 13.. B C D Pela ordem crescente temos agentes públicos. pois nestes o administrador tem de explicar bem as razões que utilizou para a sua prática. a questão trata de um conceito “integrado por agentes” e com “funções”. fica inconveniente. são sujeitos a controle judicial. órgão público. B: de fato. I: De fato. IV: ato revogável é aquele que nasce conforme a lei (sem vícios). não podem ser revogados de ofício.275 DIREITO ADMINISTRATIVO C D II e IV. 3) ORGANIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. C: os atos discricionários podem ser revogados de ofício.) compartimento na estrutura estatal a que são cometidas funções determinadas. O trecho acima se refere ao conceito de A função pública. conceito esse que só pode ser de órgãos públicos. não se submetem ao princípio da motivação. (OAB/CESPE – 2008. 19a ed. III e IV. moralidade e razoabilidade. ALTERNATIVA "B" . principalmente os discricionários. sendo integrado por agentes que. mas que. órgãos públicos e pessoas de direito público.2) (. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2004. agente público. pois estes são integrados por agentes. III: Os atos nulos podem ser invalidados pela administração ou pelo Judiciário. e o critério para a anulação é a ilegalidade e não a inconveniência. B C D A: atos discricionários são revogados (e não anulados) por motivo de conveniência e oportunidade. manifestam a própria vontade do Estado. mas somente quanto aos aspectos de legalidade. os atos discricionários são sujeitos a controle judicial. D: todos os atos administrativos devem ser motivados. José dos Santos Carvalho Filho. os atos regrados ou vinculados são aqueles que a lei estabelece objetivamente as condições de seu exercício. Manual de direito administrativo.

C: essas sociedades têm necessariamente capital público e privado. § 6o. Todas as entidades da administração indireta federal. gestão administrativa e financeira descentralizada. D: órgãos não têm personalidade jurídica. C: de fato. A As entidades da administração indireta. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2008. B: de fato. para seu melhor funcionamento. e não são criadas livremente.1) No que diz respeito à administração indireta. 37. Os órgãos que compõem a estrutura da Presidência da República.WANDER GARCIA 276 (OAB/CESPE – 2008. B C D A: a Administração Indireta é composta de pessoas de direito público (como autarquias e agências reguladoras) e também de pessoas de direito privado (como empresas públicas e sociedades de economia mista). com o auxílio do Tribunal de Contas da União. As sociedades de economia mista têm patrimônio próprio e capital exclusivo da União. B: as concessionárias de serviço público devem obedecer às normas de direito público referentes à prestação dos serviços concedidos. As autarquias destinam-se à execução de atividades típicas da administração pública que requeiram. da CF). estão sujeitas ao controle externo realizado pelo Poder Legislativo. a administração indireta inteira está sujeita ao controle externo pelo Legislativo. 70. B C D A: de fato.347/85). D: de fato. assinale a opção incorreta. caput. sujeitando-se apenas a normas de direito privado. 5o da Lei 7. A Todas as entidades que compõem a administração pública indireta dispõem de personalidade jurídica de direito público. sejam elas de direito público ou de direito privado. vinculando-se ao ministério em cuja área de competência estiver enquadrada sua principal atividade. apesar de serem dotados de personalidade jurídica. as entidades da administração indireta têm legitimidade para a ação civil pública (art.2) Assinale a opção correta a respeito da organização da administração pública federal. estão submetidos à supervisão direta do ministro chefe da Casa Civil. com o auxílio do Tribunal de Contas (art. incluindo-se as regidas por normas de direito privado. . mas apenas quando houver interesse de segurança nacional ou relevante interesse público. As pessoas jurídicas de direito privado prestadoras de serviços públicos atuam com autonomia de vontade. têm legitimação ativa para propor ação civil pública. destinando-se à exploração de atividade econômica que o governo seja levado a exercer por força de contingência ou conveniência administrativa. As pessoas jurídicas de direito privado prestadoras de serviços públicos sujeitam-se à responsabilidade civil objetiva. as autarquias desempenham atividades típicas da administração pública. a responsabilidade das concessionárias de serviço público é objetiva (art. da CF). por isso são pessoas jurídicas de direito público.

B: tais conselhos não estão regidos simplesmente pelas regras atinentes às associações. A Antes mesmo de ser consagrada na CF. A Os serviços de fiscalização de profissões regulamentadas não constituem atividade típica de Estado. uma autarquia federal cujos bens são todos bens públicos de uso especial. sim. alguns exercem mandato. afirmou a impossibilidade de se penhorarem seus bens e determinou que sua execução só poderia ocorrer pelo regime do precatório (art. .SP) Recente decisão do Supremo Tribunal Federal. apesar de ser uma empresa pública (pessoa jurídica de direito privado estatal). Os conselhos de fiscalização de profissões regulamentadas têm natureza jurídica de associações. por se tratar de empresa pública que executa serviço público. porque. B C D A: a fiscalização é. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007.1. o que permite que tenha uma condição diferenciada de outras empresas. pois exercem função fiscalizatória. ao INSS. B C D De fato. uma sociedade de economia mista cujos bens são bens públicos dominiais. pois ela não concorre no mercado. a decisão beneficiou os Correios. A fiscalização desses conselhos sobre as pessoas físicas ou jurídicas é uma expressão do poder de polícia.277 DIREITO ADMINISTRATIVO (OAB/CESPE – 2008. que. C: nem todas as pessoas que trabalham nesses conselhos são consideradas empregadas. uma atividade típica do Estado. e foi tomada porque essa pessoa jurídica. D: de fato. a exigência de criação de autarquias por lei já estava disposta no Decreto-lei n.3. Tal decisão ocorreu em referência A ao Banco do Brasil.3. As relações que abrangem esses conselhos e as pessoas físicas ou jurídicas podem ser equiparadas à relação de trabalho. é uma função pública.SP) Assinale a opção correta a respeito dos conselhos de fiscalização profissional. a fiscalização que esses conselhos exercem é expressão do poder de polícia. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007. 100 da Constituição Federal).o 200/1967. como empresa privada e concessionária de serviço público.PR) Assinale a opção incorreta no que diz respeito à administração indireta. tem monopólio do serviço que presta. por exemplo. à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). todos seus bens são reversíveis. levando em consideração a peculiar situação jurídica de uma estatal (regida pelo direito privado). à Companhia de Gás de São Paulo (COMGAS). como se viu.

já que são titulares de direitos subjetivos próprios a serem defendidos. da CF. A Os dirigentes das empresas estatais que não são empregados dessas empresas não são considerados celetistas. é matéria reservada à lei. devem ser criadas por meio de lei. A Receita Federal (fazenda pública) tem natureza jurídica autárquica. afirmar que “João propôs uma ação de rito ordinário contra a receita federal”. Com o fim do regime jurídico único. da CF. no que se refere à estruturação dos órgãos e competência. B C D A: órgão público não tem personalidade jurídica. a ação deve ser promovida contra a União Federal. permite a organização da administração pública por meio de decreto. 84. XX.WANDER GARCIA 278 B As empresas públicas e as sociedades de economia mista devem ser estruturadas sob a forma de sociedades anônimas. ao passo que as sociedades de economia mista só podem ser estruturadas sob a forma de sociedades anônimas. assinale a opção correta. (OAB/CESPE – 2007. de acordo com o princípio da legalidade. portanto. D: a CF. a Mesa da Câmara dos Deputados pode entrar com mandado de segurança para defender direitos próprios. C: art. já que aquele estaria agindo em seu nome. A criação de subsidiárias de sociedades de economia mista depende de autorização legislativa.2) Acerca dos órgãos públicos. A É correto. quando prestadoras de serviço público. no art. As autarquias. VI. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. por exemplo. assinale a opção correta. é a Teoria do Órgão. Alguns órgãos públicos têm capacidade processual. Assim. 37. 5o. a vontade do órgão público é imputada à pessoa jurídica a cuja estrutura pertence. B: As empresas públicas admitem qualquer tipo societário. D: art. C D A: art. fundações e empresas estatais. os funcionários públicos das empresas estatais. B: de fato. B C D . A acumulação remunerada de cargos públicos estende-se a funções e empregos públicos e abrange empresas públicas e sociedade de economia mista. A teoria que melhor explica a relação existente entre o servidor público e a pessoa jurídica do Estado é a teoria da representação. em que os atos dos agentes públicos são imputados diretamente à administração pública. cuja característica principal consiste no princípio da imputação volitiva.1) Em relação à organização da administração pública. C: a teoria em tela. podem. na verdade. atualmente. ser estatutários. 37. alguns órgãos públicos têm capacidade processual ou capacidade judiciária. do ponto de vista da natureza jurídica do órgão. A organização da administração pública direta. do Decreto-Lei 200/67. XVII. a. I.

as entidades paraestatais são aquelas que colaboram com a Administração.: não exercem poder de polícia). instituídas por iniciativa de particulares. SENAI. D: as OSCIPS celebram termo de parceira (art. esse é conceito de autarquia (vide. 37. B C D A: a distribuição interna de competência denomina-se desconcentração. A A distribuição de competências entre órgãos de uma mesma pessoa jurídica de direito público denomina-se descentralização. os dirigentes não são empregados comuns. I. o art. mediante controle administrativo exercido nos limites da lei. não integram a administração indireta dos entes federados consorciados. ex. . sem fins lucrativos. do Decreto-Lei 200/67).790/99). Os consórcios públicos. § 1o.637/98).107/05). Denomina-se. B: a Receita Federal é órgão do Ministério da Fazenda.1) Acerca das entidades paraestatais e do terceiro setor. para desempenhar atividade típica de Estado. p. As organizações sociais são pessoas jurídicas de direito privado. 70. C: os funcionários das empresas estatais prestadoras de serviço público devem ter regime celetista. estando incluídas no terceiro setor. B: de fato. mas não fazem parte dela). único. assinale a opção correta. criada por lei. SESC. ao passo que as organizações sociais celebram contrato de gestão (art. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. C: essas organizações não exercem atividades típicas do Estado (por ex.. 6o. com capacidade de auto-administração para o desempenho de serviço público descentralizado. D: as autarquias são criadas pela lei. e não autarquia (pessoa jurídica). ao passo que as organizações sociais celebram termo de parceria. autarquia a pessoa jurídica de direito público. C: as organizações sociais são entidades paraestatais (seguem paralelas à administração. 5o e seguintes da Lei 9. SENAC) não se submetem à regra da licitação nem a controle pelo TCU. 9o e seguintes da Lei 9. da CF). B C D A: essas entidades são fiscalizadas pelo TCU (art.279 DIREITO ADMINISTRATIVO A: de fato.3) Acerca da organização administrativa. 5o. p. assinale a opção correta. D: os consórcios públicos de direito público (“associações públicas”) são parte integrantes da administração indireta dos entes políticos consorciados ALTERNATIVA "B" (art. da CF). As organizações sociais integram a administração indireta. doutrinariamente. B: de fato. XIX. mas as fundações e as empresas estatais são autorizadas pela lei (art. com personalidade jurídica de direito público. (OAB/CESPE – 2006. As organizações da sociedade civil de interesse público celebram contrato de gestão. As entidades paraestatais estão incluídas no denominado terceiro setor. da Lei 11. A As entidades do denominado sistema S (SESI.

quanto para a instituição de empresa pública. 37. como para a instituição de empresa pública. da CF. e decreto. lei específica. A responsabilidade civil do servidor público é objetiva. a. A responsabilidade administrativa do servidor público será afastada em caso de absolvição criminal que negue a existência do fato ou de sua autoria. A A FES deve ser vinculada a um órgão da administração direta do ES. ALTERNATIVA "A" 4) SERVIDORES PÚBLICOS E IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. (OAB/CESPE – 2004. é recíproca. quando se tratar de criação de autarquia. .2) No que concerne às responsabilidades do servidor público. decreto.WANDER GARCIA 280 (OAB/CESPE – 2006. tanto para a criação de autarquia. para a instituição de empresa pública. penal e administrativo.ES) Considerando que a Fundação Espírito Santo (FES) é uma fundação que integra a administração do estado do Espírito Santo (ES). da CF). tanto para a criação de autarquia. ALTERNATIVA "C" B C D A responsabilidade civil do servidor é subjetiva (art. mas não ao pagamento de impostos e taxas federais. para exercício do controle ou tutela. decreto específico. D: a imunidade de imposto. ALTERNATIVA "B" B C D Art. da CF). 37. assinale a opção incorreta. § 6o. penais e administrativas poderão cumular-se. Aos servidores da FES é aplicável a lei federal que estabelece os direitos e deveres dos servidores públicos civis. dependendo da finalidade da fundação. As sanções civis. A FES é imune ao pagamento de impostos e taxas municipais. C: os servidores são regidos pelo estatuto local dos funcionários públicos ou pela CLT. no caso de criação de autarquia. VI. atingindo todos os entes federativos (art. 150. B: a extinção só pode ser feita por lei. A FES pode ser extinta mediante decreto do governador do ES. no caso de instituição de empresa pública. XIX. (OAB/CESPE – 2008. B C D A: as entidades da administração indireta estão sempre vinculadas a um algum órgão da administração direta. quando existir. assinale a opção correta. e lei.2) A norma jurídica necessária à criação de uma autarquia ou à autorização da instituição de uma empresa pública foi definida pela Constituição Federal como A lei. A Tais responsabilidades podem ser do tipo civil.

112/90.Na prática de atos de improbidade administrativa. 94. 142. na esfera federal.2) A respeito dos agentes públicos. mesmo os que exercem.As pessoas que.112/90. . nos termos da CF. A responsabilidade civil do servidor decorre de ato comissivo — mas não omissivo — que resulte em prejuízo ao erário ou a terceiros. 39. IV. os procuradores dos estados e do DF e os defensores públicos são. cargo.Os integrantes da Advocacia-Geral da União. 42. ambos da CF. assinale a opção correta. 2o da Lei 8. Estão certos apenas os itens A I e II. Será cassada a aposentadoria ou a disponibilidade do inativo que houver praticado falta punível. emprego ou função pública são considerados agentes públicos. § 4o.112/1990. II: os contratados temporariamente não são regidos pelo estatuto dos funcionários públicos. § ALTERNATIVA "D" 3o. I. da Lei 8.2) Acerca do Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União. III . na atividade.429/92. I . mas pela Lei 8. O servidor investido em mandato federal. 134 da Lei 8. § 2o. III: art. da Lei 8.745/93. B C D A: art. § 1o. II e III.o 8. A O servidor investido em mandato eletivo não poderá ser removido ou redistribuído de ofício para localidade diversa daquela onde exerce o mandato. IV: art.281 DIREITO ADMINISTRATIVO (OAB/CESPE – 2008. na esfera federal. julgue os itens a seguir. são contratadas por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público são regidas pela Lei n. ambos da CF. B C D I: art. B: ato omissivo (desde que culposo) também pode gerar responsabilidade do servidor. I. II . C: art. 94. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2008. D: art. estadual ou distrital será afastado do cargo. III e IV.O dispositivo constitucional que proíbe a sindicalização e a greve dos militares federais estende-se aos militares dos estados e do DF. sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração como servidor. c/c art. 135 c/c art. remunerados por subsídios. com suspensão ou demissão. IV .112/90. emprego ou função. III e IV. mandato. sem remuneração.

B e C: art. O registro nos assentamentos funcionais de João corresponde a um ato de indiciação.2. 142. (OAB/CESPE – 2008.WANDER GARCIA 282 (OAB/CESPE – 2008. quando o cargo for preenchido sem observância da classificação. seu chefe imediato.2.112/1990. aplicou a João uma advertência e determinou que ela fosse registrada nos assentamentos funcionais de João. ou mandado judicial. durante 4 dias. 45 da Lei 8.SP) A Lei n. ainda que dentro do prazo de validade do certame. A advertência não pode ser registrada em assentamentos funcionais. mediante autorização do servidor. a contribuição para a previdência social. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2008. III. nenhum desconto pode incidir sobre a remuneração ou o provento de servidor público. configura nulidade absoluta. da Lei 8.112/90.SP) João. 143 e 145. servidor público federal. salvo por imposição legal. segundo a Lei n. observando tal situação. a ação disciplinar contra o servidor estaria prescrita em 120 dias. assinale a opção correta. ALTERNATIVA "C" B C D Art. D: art.SP) Acerca dos atos administrativos relacionados a concursos públicos. assinale a opção correta. por se caracterizar como ato oral.112/90. Em face da situação hipotética apresentada e das regras que regem a aplicação de punição disciplinar aos servidores públicos federais. contudo. A O candidato aprovado em concurso público não tem direito garantido à nomeação. II.o 8. 131 da Lei 8. a contribuição para plano de saúde patrocinado por entidade aberta de previdência social. em determinado procedimento administrativo.o 8.112/1990 determina que.112/90. em que o servidor teria assegurada ampla defesa.112/90. podendo. haver consignação em folha de pagamento a favor de terceiros. da Lei 8. Corresponde a desconto realizado por imposição legal A a contribuição para o custeio de associação de servidores públicos.2. sem a instauração de sindicância. A A aplicação de advertência a João. trabalhou desidiosamente. A nomeação de candidato aprovado em concurso público não implica direito à posse no cargo a ser preenchido. a amortização de empréstimo ou financiamento concedido ao servidor público federal por entidade fechada ou aberta de previdência privada. B C D A: arts. Paulo. Como a infração cometida por João sujeita-se à penalidade de advertência. B .

IV.2. D: Súmula 685 do STF (“É inconstitucional toda modalidade de provimento que propicie ao servidor investir-se. da CF e Súmula 15 do STF (“Dentro do prazo de validade do concurso. o candidato aprovado tem direito à nomeação. É permitida a acumulação de. três cargos públicos de profissionais de saúde. 37. A regra da vedação de acumulação de cargos públicos se estende a empregos e funções e abrange as sociedades de economia mista. C: Súmula 684 do STF (“É inconstitucional o veto não motivado à participação de candidato a concurso público”). quando o cargo for preenchido sem observância da classificação”). D A: art.SP) Não configura sanção constitucionalmente prevista para os atos de improbidade administrativa A a suspensão por mais de trinta dias. em cargo que não integre a carreira na qual fora anteriormente investido. no máximo. a perda da função pública. assinale a opção correta. É inconstitucional o provimento que propicie ao servidor investir-se. ALTERNATIVA "A" B C D Art. B: Súmula 16 do STF (“Funcionário nomeado por concurso tem direito à posse”). quando houver compatibilidade de horários e desde que ambos os cargos públicos sejam de professor do ensino fundamental.1) No que se refere à acumulação remunerada de cargos públicos. a suspensão dos direitos políticos. 37. ALTERNATIVA "A" B C D Art. sem prévia aprovação em concurso público destinado ao seu provimento. da CF. sem percepção de vencimentos. são taxativas. É permitida a acumulação de dois cargos públicos de professor. tal como o respaldado em prévia investigação da vida pregressa do candidato. 12 da Lei 8. A As exceções à regra da vedação de acumulação de cargos públicos. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2008. previstas na Constituição Federal. sem prévia aprovação em concurso público. (OAB/CESPE – 2008. mas não as sociedades controladas indiretamente pelo poder público.283 DIREITO ADMINISTRATIVO C É legítimo o veto não-motivado à participação de candidato em concurso público.429/92. . XVI e XVII. o ressarcimento ao erário. em cargo que não integra a carreira na qual anteriormente investido”).

SP) Com base na Lei n. não podendo esta punir o servidor pelo fato decidido na esfera criminal.WANDER GARCIA 284 (OAB/CESPE – 2008. O servidor público estável está sujeito à perda do cargo em virtude de sentença judicial publicada em jornal oficial. B . a punição na instância administrativa. não poderá ser anulada. caso tenha sido aplicada. Cargo público é o conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que deve ser cometido a um servidor.1) Relativamente à estabilidade no serviço público. houver a configuração de ilícito administrativo naquilo que a doutrina denomina de conduta residual. O servidor público adquire estabilidade com dois anos de efetivo serviço. 41 da CF e art. das autarquias e das fundações públicas federais.112/1990. haverá repercussão no âmbito da administração. D: a punição administrativa pode ser anulada se for ilegal. em exercício. e. São estáveis os servidores públicos que se encontravam. não compreendida na absolvição pelo juízo criminal. em nenhuma hipótese a decisão judicial surtirá efeito na relação funcional. por quatro anos continuados. A a decisão absolutória não influirá na decisão administrativa se.1. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2008. em conseqüência. B C D A e B: a falta residual diz respeito a assunto não compreendido na absolvição criminal. que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União. além da conduta penal imputada. C: a decisão judicial criminal influenciará na esfera administrativa quando houver absolvição por inexistência material do fato ou negativa da autoria. 19 do ADCT. A O servidor público estável pode perder o cargo mediante processo administrativo. assinale a opção correta. A Servidor é a pessoa legalmente investida em função pública.1) Suponha que um servidor tenha sido absolvido na instância penal em razão de ter ficado provada a inexistência do ato ilícito que lhe fora atribuído. na esfera administrativa. ALTERNATIVA "A" B C D Art. (OAB/CESPE – 2008. na data da promulgação da Constituição de 1988. no serviço público.o 8. é admissível a punição administrativa do servidor público”). assinale a opção correta. conforme a Súmula 18 do STF (“Pela falta residual. Nessa situação.

37. 37. C: art. é permitida a abertura de novo concurso público. B C D A: vide art. com denominação própria e vencimento pago pelos cofres públicos. B . O prazo de validade do concurso e as condições de sua realização serão fixados em edital. em uma instituição pública. II. São três as espécies genéricas de improbidade administrativa: os atos de improbidade administrativa que importam enriquecimento ilícito. 2o da Lei 8. da CF). crie cargos públicos. conforme dispuserem a lei e o regulamento do respectivo plano de carreira. D A: art. a prestação de serviços gratuitos por parte do servidor público. em prejuízo do candidato aprovado no concurso anterior. assinale a opção correta. como regra. emprego ou função na administração pública direta. condicionada a inscrição do candidato ao pagamento do valor fixado no edital e impossibilitada a hipótese de isenção dessa taxa. B e C: art.SP) Acerca do regime legal dos concursos públicos. único. A Os atos de improbidade administrativa somente serão punidos quando praticados por agentes públicos que sejam também servidores públicos. mas é possível que ato infralegal. podendo ser prorrogado uma única vez. da CF. nessa mesma instituição. (OAB/CESPE – 2008. da CF (“na forma prevista em lei”). como um decreto.112/90. p.SP) Assinale a opção correta no que se refere à lei que dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato. para provimento em caráter efetivo ou em comissão. É permitida. em regra. O concurso público terá validade de até dois anos. cargo. A Os concursos públicos serão de provas ou de provas e títulos. Ainda que existam.112/90. que será publicado no Diário Oficial da União ou em jornal diário de grande circulação. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2008. o aprovado tem prioridade na nomeação em relação a novos concursados (art.112/90.285 DIREITO ADMINISTRATIVO C Os cargos públicos são criados por lei. III. D: art. da Lei 8.112/90. B: art. para o mesmo cargo. IV. os que causam lesão ao erário e os que atentam contra os princípios da administração pública. por igual período. D: no prazo de validade do concurso. 37.1. podendo ser realizados em duas etapas. 4o da Lei 8. candidatos aprovados em concurso anterior com prazo de validade não expirado.1. 3o. indireta ou fundacional. 3o da Lei 8.

429/92. § 1o. B C D A: art. 40. dupla punição pelo mesmo fato. C: art. § 2o. 37. é necessário. É possível a acumulação remunerada de dois cargos de enfermeiro. Ao serem concedidos. . emprego ou função administrativa permanente e mediante remuneração. ou seja. 12. dez anos de efetivo exercício no serviço público.WANDER GARCIA 286 C Reputam-se como agentes públicos para fins de sanção decorrente da prática de improbidade administrativa apenas os que exercem mandato. C: art. caput. da CF.429/92. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. os proventos de aposentadoria. 40.3) Assinale a opção incorreta no que diz respeito ao regime de aposentadoria dos servidores públicos. D: art. poderão ser maiores do que a remuneração recebida pelo servidor no cargo efetivo em que se aposentou. 40. § 5o.429/92. função pública. D: art. O professor que houver ministrado aulas apenas para o ensino superior não terá direito a um abrandamento nas exigências para a aposentadoria voluntária. § 1o. da CF. entre as relacionadas pelo Conselho Federal de Medicina. B: arts. Para que possa ocorrer a aposentadoria voluntária. A O servidor aposentado em razão de haver contraído doença incurável. como nos serviços voluntários. A acumulação remunerada só será possível se um dos cargos for emprego público e o outro. 2o da Lei 8. para que não ocorra bis in idem. A Somente é possível a acumulação de cargos públicos se um deles não for remunerado. pelo menos. B C D Art. não serão impostas ao ímprobo as sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa.429/92. XVI e XVII. tem direito a proventos integrais. da CF. 10 e 11 da Lei 8. quando preenchidos todos os requisitos para apresentação em data posterior à vigência da Emenda Constitucional n. 2o da Lei 8. da CF. assinale a opção correta. sob nenhuma hipótese. É possível a acumulação remunerada de dois cargos de engenheiro.3) No que concerne a cargos públicos. que o servidor tenha. da CF. III. 9o. (OAB/CESPE – 2007. I. Caso o ato de improbidade configure também sanção penal ou disciplinar. B: art. 40.o 20/1998. D A: art. cargo. da Lei 8. entre outros requisitos.

3) O diretor-geral de determinado órgão público federal exarou despacho concessivo de aposentadoria a um servidor em cuja contagem do tempo de serviço fora utilizada certidão de tempo de contribuição do INSS. penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas atribuições”.112/1990. A administração não pode aplicar pena de demissão ao servidor em processo disciplinar se este houver sido absolvido em processo criminal. Nesse caso. pois já estão delimitadas a autoria e a materialidade do fato. A Pode haver responsabilidade civil sem que haja a penal. 143 da Lei 8. não cabe sindicância preliminar ou investigatória. C: a absolvição na esfera criminal só repercute na esfera administrativa se for por inexistência material do fato ou negativa de autoria (art. a autoridade é obrigada a promover a apuração e a responsabilização.o 8. B C D Pelo princípio da obrigatoriedade. já o servidor deverá ser processado criminalmente pela prática. 125 da Lei 8. do crime de falsificação de documento público. B C D A e B: os ilícitos e as responsabilidades civil. penal e administrativa são independentes entre si (art. Descoberta a fraude alguns meses mais tarde. Os proventos de aposentadoria pagos irregularmente ao servidor denunciado que não possam ser reavidos administrativamente pelo órgão público poderão ser objeto de repetição perante a justiça federal. falsificada pelo próprio beneficiário. Caso o diretor deixe de aplicar pena disciplinar ao seu subordinado. conforme previsto na Lei n.112/90. D: art. Considerando esse comando legal.112/90). 126 da Lei 8. Sempre que houver a responsabilidade penal. Considerando a situação hipotética apresentada. entre outros.o 8. haverá também a responsabilidade civil e a administrativa. assinale a opção correta.112/90).112/1990. no caso (art. A O diretor-geral tem o dever de instaurar imediatamente um processo administrativo disciplinar contra o servidor. a referida autoridade tornou sem efeito o ato de aposentadoria.112/90).287 DIREITO ADMINISTRATIVO (OAB/CESPE – 2007. o “servidor responde civil.3) De acordo com o art. mas sempre haverá a obrigação administrativa. 121 da Lei n. O Estatuto do Servidor Público Federal prevê que as sanções penais. ele estará apenas cometendo uma irregularidade administrativa. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007. 125 da Lei 8. assinale a opção incorreta. ALTERNATIVA "C" . cíveis e administrativas podem ser cumuladas.

Ao servidor público que tomou posse após a Emenda Constitucional n. 117. VI – art. enquanto a exoneração não tem esse caráter. 7o da Lei 8.o 41/2003 serão exigidos para aposentadoria por invalidez os seguintes requisitos: 10 anos de tempo de serviço público.PR) Sobre o regime jurídico único dos servidores públicos civis da União. Considere que um cidadão ocupe cargo efetivo de professor em determinado município e tenha sido aprovado em concurso público de técnico judiciário. I.1) A respeito dos agentes públicos.A investidura em cargo público ocorre com a nomeação. I e III. B C D I: art. da CF. Nessa situação. em qualquer área do conhecimento. . 84. da Lei 8. da Lei 8. XIX.3.112/90 (posse). B: art. I . da Lei 8. 40. II. Estão certos apenas os itens A I e II. 97. essas duas expressões têm esse sentido. III e IV. ALTERNATIVA "B" OAB/CESPE – 2007. julgue os itens a seguir.A licença por motivo de afastamento do cônjuge é concedida por prazo indeterminado e sem remuneração. II e IV.Sem qualquer prejuízo.112/90. II . B C D A: são considerados agentes públicos. para alistar-se como eleitor.É proibido ao servidor público recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando isso lhe for solicitado. da CF). A Os particulares em colaboração com o poder público são considerados servidores públicos. os dois cargos referidos são acumuláveis. ALTERNATIVA "C" § 1o. e não servidores públicos. XVI e XVII. idade mínima de 60 anos para os homens e 55 para as mulheres e tempo de contribuição de 35 anos para o homem e de 30 anos para as mulheres. cargo acessível aos que detenham nível médio de escolaridade. C: de fato. III: art. § 1o. D: a aposentadoria por invalidez não traz esses requisitos (art.WANDER GARCIA 288 (OAB/CESPE – 2007. II: art. A demissão de servidor público tem natureza punitiva. pode o servidor ausentar-se do serviço por três dias. III .112/90 (dois dias). 5 anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria. IV .112/90. assinale a opção correta. 37.

O limite de idade para inscrição em concurso público legitima-se quando possa ser justificado pela natureza das atribuições do cargo.1) Acerca da improbidade administrativa. da Constituição. da Lei 8. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2006. não bastando que se afirme que o fará ao longo da instrução processual. Como exceção. B: a pessoa jurídica interessada também é legitimada ativa (art. B C D A: a ação por improbidade admite dilação probatória. 17 da Lei 8. da CF. § 13. (OAB/CESPE – 2006. 37. a Constituição admite acumulações. pelo Ministério Público. assinale a opção correta. C: não há competência por prerrogativa de função em ação de improbidade (o STF considerou inconstitucional a extensão dessa vantagem para as ações por improbidade).3) Assinale a opção correta com relação aos agentes públicos. da CF).429/92). Com relação a esse assunto. com exclusividade. como regra geral. I. não permite a acumulação de cargos públicos. II. Prevalece o entendimento de que a ação judicial cabível para apurar e punir os atos de improbidade de natureza civil deve ser titularizada. o ato qualificado como de improbidade administrativa. 17 da Lei 8. . 23. quando possa ser justificado pela natureza das atribuições do cargo a ser preenchido. 40. assinale a opção que apresenta um caso para o qual há permissão constitucional de acumulação de cargos públicos. B C D A: a regra não existe para provimento de cargo em comissão (art. já que corre pelo rito ordinário (art. D: art.2) A Constituição Federal de 1988. D: art. C: não se considera haver compatibilidade de horários quando os dois cargos são de 40 horas semanais cada um. 7o. da prática do ato. desde que haja compatibilidade de horários. o prazo prescricional de 5 anos para que seja proposta a pertinente ação de improbidade tem início com o término do exercício do referido cargo e não. B: Súmula 683 do STF (“O limite de idade para a inscrição em concurso público só se legitima em face do art.289 DIREITO ADMINISTRATIVO (OAB/CESPE – 2007. logo na inicial. A A regra do concurso público é exigida para toda forma de provimento originário em cargos públicos.”).429/92. Nessa situação. Os servidores públicos federais detentores exclusivamente de cargo em comissão integram o regime próprio de previdência social. mas somente três anos depois desse ato tenha sido afastado do exclusivo cargo em comissão que ocupava.429/92). Considere que um ex-servidor público tenha praticado ato de improbidade administrativa. A O Ministério Público deve provar. A competência judicial para apurar ato de improbidade de governador de estado é do STJ. desde que haja compatibilidade de horários. XXX. A acumulação ilegal de cargos não ocorre na hipótese de um servidor público federal ocupar dois cargos efetivos de professor com 40 horas semanais de trabalho cada um.

sem prejuízo do cargo e da remuneração. XVI e XVII. 37. 7o. ALTERNATIVA "C" B C D Art. § 3o. III. ambos da CF. prorrogável uma vez. XVIII. c/c art. um percentual mínimo de A 25%. da CF. da CF. improrrogável. c/c art. 39. 30%. dois anos. 150 dias.2) A Constituição Federal assegura a toda servidora pública o direito à licença gestante. 180 dias. (OAB/CESPE – 2006. três anos. improrrogável. ALTERNATIVA "D" B C D Art. 7o. § 3o. XVI. ALTERNATIVA "B" B C D Art. (OAB/CESPE – 2006. por igual período. (OAB/CESPE – 2006. com quatro horas em repartições públicas diferentes dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde. com duração de A 90 dias. 50%. ambos da CF. como acréscimo entre o valor da hora normal e o da extraordinária. 39. estabelecendo. 37. 120 dias. . prorrogável uma vez.WANDER GARCIA 290 A um cargo de médico e um de advogado dois cargos de advogado. dois anos. 100%. com profissões regulamentadas dois cargos de professor e um de advogado ALTERNATIVA "C" B C D Art.2) A Constituição Federal garantiu ao servidor público remuneração por serviço extraordinário superior à do serviço normal.2) O prazo de validade estabelecido na Constituição Federal para os concursos públicos é de até A três anos. por igual período.

112/90). O fato de ocupar cargo comissionado confere a Marina o direito de exercer funções de confiança.ES) Marina.291 DIREITO ADMINISTRATIVO (OAB/CESPE – 2004. e não nomeados. pois empregados públicos não são sujeitos a nomeação. A respeito dessa situação hipotética. C: nas empresas estatais os trabalhadores são chamados de “empregados públicos”. 37. porque a investidura mediante posse é restrita a nomeações para cargos de provimento efetivo. . por hipótese. assinale a opção correta. Quanto a essa informação hipotética. II. pois são regidos pela CLT. o art. B C D A ajuda de custo para mudança de domicílio de pessoa nomeada para cargo em comissão é comum nos estatutos de funcionário público (vide. utilizar a expressão “servidores públicos” no lugar de “empregados públicos”. a realização do referido concurso deve ter sido facultativa. assinale a opção correta. 56 da Lei 8.ES) Considere. A Como apenas as pessoas jurídicas de direito público são sujeitas à obrigação de admitir exclusivamente pessoal selecionado mediante concurso público. que uma notícia de jornal afirme que “uma empresa pública do estado do Espírito Santo nomeou dez empregados públicos aprovados no último concurso”.. É vedado ao estado do Espírito Santo conceder ajuda de custo a Marina para sua mudança de domicílio de Belo Horizonte – MG para Vitória – ES. B: não se admite sociedade unipessoal. D: os empregados públicos são contratados. Considerando que a expressão “empresa pública” tenha sido empregada de modo tecnicamente apropriado. B C D A: o concurso público é obrigatório para as pessoas de direito público e de direito privado estatais (art. atualmente desempregada e residente em Belo Horizonte – MG. necessariamente. Para ser tecnicamente correta. p. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2004. foi nomeada na última sexta-feira para cargo público comissionado na administração direta do Espírito Santo. Seria descabido que Marina viesse a assinar um termo de posse no cargo para o qual foi nomeada. então a referida empresa tanto poderia ser uma sociedade unipessoal quanto uma sociedade de economia mista. A A validade da nomeação de Marina depende de sua prévia aprovação em concurso público. ex. A notícia considerada contém uma incorreção técnico-jurídica. sendo que as funções inerentes a esse cargo deverão ser desempenhadas no município de Vitória – ES. da CF). a notícia deveria.

(OAB/CESPE – 2008. E o tombamento restringe a utilização da coisa. mas com o objetivo de proteger um bem de valor histórico ou cultural. um exemplo de limitação administrativa é a lei de trânsito. a limitação administrativa vem prevista em lei. B: de fato. a requisição. sem passá-la para o domínio do Poder Público. a servidão atinge apenas parte de um imóvel (ex. em benefício de serviços de interesse coletivo. C: a requisição de bens ou serviços atinge um bem determinado (por ex.1) No que concerne à intervenção do Estado sobre a propriedade privada. a limitação administrativa não gera o direito de indenizar.WANDER GARCIA 292 5) INTERVENÇÃO NA PROPRIEDADE E NO DOMÍNIO ECONÔMICO. B C D A: a servidão é um ônus real que permite à administração usar um bem para a prestação de um serviço público ou para uma obra pública. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2008. para apaziguar uma situação de iminente perigo público (por ex. o tombamento.: pessoas desabrigadas por conta de uma grande enchente).2) A modalidade de intervenção estatal que gera a transferência da propriedade de seu dono para o Estado é A a desapropriação. impondo obrigações negativas ou positivas às pessoas. a servidão não afeta o caráter absoluto do direito de propriedade.: um ginásio esportivo de um clube privado). as limitações administrativas constituem medidas previstas em lei com fundamento no poder de polícia do Estado. é a desapropriação. a requisição de bens móveis e fungíveis impõe obrigações de caráter geral a proprietários indeterminados. por se tratar de uma imposição geral (atinge a todos que estão em dada situação). em benefício do interesse geral. é correto afirmar que A a servidão administrativa afeta o caráter absoluto do direito de propriedade. ALTERNATIVA "B" . normalmente.: servidão para a instalação de uma antena de celular num pedaço de uma propriedade). a servidão administrativa. com o fim de condicionar o exercício do direito de propriedade ao bem-estar social. implicando limitação perpétua do mesmo em benefício do interesse coletivo. dessa forma. que condiciona nossa liberdade e nossa propriedade para resguardar o bem-estar social. D: o tombamento não é instituído em benefício de um serviço público. em caso de iminente perigo público. o tombamento implica a instituição de direito real de natureza pública. não afetando o caráter perpétuo e irrevogável do direito de propriedade. gerando para os proprietários obrigações positivas ou negativas. impondo ao proprietário a obrigação de suportar um ônus parcial sobre o imóvel de sua propriedade. A servidão é apenas um direito real que permite o uso da coisa. A requisição de bens ou serviços é feita para atender a situação transitória. B C D De fato.

293 DIREITO ADMINISTRATIVO (OAB/CESPE – 2008. os juros compensatórios devem ser fixados à luz do princípio da retroatividade. como o pagamento. esse atraso só passa a existir “a partir de 1o de janeiro do exercício seguinte àquele em que o pagamento deveria ser feito. B C D A: o tombamento pode ser um ato compulsório (tombamento de ofício) ou voluntário (por solicitação ou anuência do interessado). B: o tombamento incide sobre bens imóveis e móveis (art. Na atualidade.365/41).SP) Acerca da desapropriação e dos juros moratórios e compensatórios incidentes sobre ela.-Lei 25/37). o mesmo dispositivo estabelece que esses juros serão de 6% ao ano. 1o do Dec. A É irrelevante o fato de o imóvel ser ou não produtivo para a fixação dos juros compensatórios na desapropriação. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2008. B C D A: de fato. C: não é efeito do tombamento a proibição de alienação da coisa. de acordo com a Súmula 618 do STF. caso o proprietário queira vendê-la (art. são sempre de 12% ao ano. 6o a 9o do Dec. B: os juros compensatórios. é feito por precatório. contam-se desde a imissão na posse. Em ação expropriatória.-Lei 25/37). Caso o tombamento importe em esvaziamento econômico do bem tombado. deve ser aplicado o índice vigente ao tempo da sentença que julga a desapropriação. seja na indireta. mas o Poder Público tem direito de preferência na sua aquisição.1. O tombamento é ato administrativo que se destina à proteção de bens imóveis. Os juros moratórios. D: os tribunais superiores reconhecem o direito de indenização ao proprietário de um bem tombado quando haja esvaziamento econômico do bem. esse dispositivo não foi alterado pelo STF. 100 da Constituição” (art. conforme os arts. a taxa de juros compensatórios aplicável às desapropriações é de 6% ao ano. C: os juros moratórios são contados a partir do momento em que o Poder Público está em mora no pagamento da indenização. seja na desapropriação direta. cria-se a obrigação de indenizar por parte do Estado. ou seja. D: os juros compensatórios são de 12% ao ano. os juros compensatórios têm por finalidade compensar o proprietário pela perda antecipada da posse da coisa sem o recebimento integral dos valores que lhe cabem. pois estes são devidos em razão da perda antecipada da posse. de regra. A O tombamento é um ato administrativo compulsório.1.SP) Assinale a opção correta a respeito do instituto do tombamento. O tombamento impede a transmissão da propriedade do bem sobre o qual recaia. nos termos do art. 22 do Dec. sendo inadequado para a proteção de bens móveis.-Lei 25/37. . como se viu. que implica a diminuição da garantia da prévia indenização estipulada na Constituição Federal. 15-B do Dec-lei 3. assinale a opção correta.

Não. discutir sobre eventual desvio de finalidade do administrador ou sobre a existência dos motivos que o administrador tenha considerado como de utilidade pública. A União pode desapropriar bens dos estados. Sim. os estados.SP) Considere-se que. B: na desapropriação só se discute vício formal e preço. do Dec. mas os bens da União não são expropriáveis.3. . Nessa situação. assinale a opção correta. 20 do Dec. A A União. de necessidade pública. § 2o. porque o interesse público não pode se sobressair ao direito de propriedade. no próprio processo de desapropriação. Sim.2) Acerca da desapropriação.3.WANDER GARCIA 294 (OAB/CESPE – 2007. Ao Poder Judiciário é vedado. pelo poder de auto-executoriedade que tem o poder expropriante. O estado-membro tem competência para desapropriar bens de uma autarquia ou de uma empresa pública municipal. declarando a urgência e estabelecendo o valor venal do imóvel para pagamento do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) como o valor da indenização. 2o. da CF (competência privativa da União). 15 do Dec.PR) No que se refere ao instituto da desapropriação. um estadomembro tenha editado decreto declarando de utilidade pública um imóvel privado. ALTERNATIVA "D" B C D Art.-Lei 3. (OAB/CESPE – 2007.365/41. II. combinado com a comprovação da urgência. B C D A: art. constitucionalmente assegurado.365/41). o Distrito Federal e os municípios possuem competência concorrente para legislar sobre desapropriação. 22. para a construção de uma estrada. desde que obtenha uma liminar em juízo. do Distrito Federal e dos municípios. outras questões devem ser discutidas em ação própria (art. havendo urgência na desapropriação do bem. A Desapropriação indireta é o fato administrativo por meio do qual o Estado se apropria de bem particular. a não ser que seja editado novo decreto. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007.-Lei 3.365/41. depositando um valor que se entenda justo para a devida indenização. poderá o ente público imitir-se imediatamente na posse do imóvel. assinale a opção incorreta.-Lei 3. C e D: art. ainda que o proprietário não concorde com o valor da indenização que lhe foi oferecido? A Não. situado no traçado da pretendida estrada. sem a observância dos requisitos da declaração e da indenização prévia.

B A: correto – trata-se do chamado apossamento administrativo (art. devem ser incluídos os imóveis contíguos ao imóvel desapropriado.-Lei 3. 24. C: art. da CF não impõe prévios contraditório e apreciação judicial para a execução da requisição de bens ou serviços. 15a. A vedação de desmatamento de parte da área de floresta em cada propriedade rural é exemplo de limitação administrativa. sendo que as voluptuosas não serão indenizadas. ambos da CF. por se tratar de um ônus real. 183.2) Acerca da intervenção do Estado na propriedade. C A servidão administrativa não precisa ser registrada no registro de imóveis. para revenda futura (art. dependendo de prévia apreciação judicial ou administrativa. a terra nua e as benfeitorias úteis e necessárias serão indenizadas por meio de títulos da dívida agrária.-Lei 25/37). C: a servidão administrativa. p. O tombamento não é o meio adequado para a defesa do patrimônio histórico ou artístico nacional. o que é coerente com a situação de iminente perigo público em que é cabível. B: as benfeitorias úteis e necessárias serão indenizadas em dinheiro (art.-Lei 3. do Dec. deve ser registrada. em regra. D O ato administrativo que formaliza a requisição não é auto-executório. C Os bens públicos não podem ser desapropriados. A B A: o tombamento incide sobre bens imóveis e móveis (art. § 3o. 191. XXV. 1o do Dec.3) Acerca da intervenção do Estado no domínio econômico. (OAB/CESPE – 2007. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2006.365/41). 184. da CF). único. necessários ao desenvolvimento da obra a que se destina. não são indenizáveis. assegurando-se ampla defesa e contraditório. D Na desapropriação por zona. D: o art. C As limitações administrativas. serão indenizadas por título da dívida pública não apenas a terra nua. e art.365/41). mas também as benfeitorias úteis e necessárias. assinale a opção correta. B A servidão administrativa tem natureza jurídica de direito pessoal e não é necessário ser objeto de registro público. O tombamento só pode recair sobre bens imóveis. D Na desapropriação por interesse social para fins de reforma agrária. 4o do Dec. § 3o. A . § 1o. temos no caso uma limitação administrativa. pela qual ao menos 20% da propriedade não pode ser desmatada. por se tratar de uma imposição geral (e não individual).295 DIREITO ADMINISTRATIVO Na desapropriação por interesse social para fins de reforma agrária. já que são determinações de caráter geral. D: a desapropriação por zona pode ter duas finalidades: reservar área para o futuro ou abranger área que terá ALTERNATIVA "A" extraordinária valorização com a obra. B: toda propriedade rural deve obedecer à chamada “reserva legal”. assinale a opção correta.

2) Acerca dos bens públicos. § 1o. da CF). devidamente motivada. da CF. (OAB/CESPE – 2007. 20. Assinale a opção que não apresenta motivação constitucional para desapropriação. (OAB/CESPE – 2006. da CF). A Os terrenos de marinha acrescidos pertencem ao primeiro ente federado que os descobrir. III. sendo esta medida a partir da costa até o limite de 12 milhas marítimas. da CF. D: art. (OAB/CESPE – 2008. § 1o.WANDER GARCIA 296 A: o tombamento é instrumento constitucional de proteção do patrimônio histórico e cultural (art. D: as benfeitorias úteis e necessárias serão indenizadas em dinheiro ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "D" (art. da CF) ou dos Estados-membros (art. da CF). deve ser registrada. As correntes de água que banhem mais de um estado são bens da União. B: art. C: as terras devolutas podem ser da União (art. assinale a opção correta.617/93. 20. a concessão de direito real de uso de imóveis públicos poderá ser contratada coletivamente. da CF). 184. B: a servidão administrativa. 5o. As terras devolutas são bens exclusivos da União. São bens da União os recursos naturais da plataforma continental. B . II. 216. B C D A: os terrenos de marinha são da União (art. 6) BENS PÚBLICOS.1) Desapropriação ou expropriação é a transferência obrigatória da propriedade particular para o poder público. 26. 11 da Lei 8.2) Acerca das espécies de bens públicos. C: de fato. VII. por se tratar de uma imposição geral (feita a todos que estão em dada situação). A Nos casos de programas e projetos habitacionais de interesse social. desenvolvidos por órgãos ou entidades da administração pública com atuação específica nessa área. 20. assinale a opção correta. IV. A clamor social necessidade pública utilidade pública interesse social ALTERNATIVA "A" B C D Art. a limitação administrativa não gera direito de indenização aos prejudicados. Os bens das empresas públicas e das sociedades de economia mista que prestam serviço público submetem-se ao regime próprio das empresas privadas. por se tratar de um ônus real. XXIV.

f. dos estados. A Um veículo oficial inservível. IV. B C D A: esse veículo. pois é destinado a estabelecimento público (art. B: todos são bem de uso comum do povo. III. II. 99. 26. (OAB/CESPE – 2006. pois são indispensáveis à defesa das fronteiras. portanto. 20. do Código Civil). das fortificações e construções militares. dos estados e do DF. 20. do CC). 20. C: arts. B: as terras devolutas são bens dominicais. segundo o art. 99. da CF). As cavidades naturais subterrâneas.666/93 (com as alterações da Lei 11. no caso. continua afetado ao serviço público. praças e veículo policial mares. I. ruas e veículo policial B C D A: veículo policial é bem de uso especial. A: art. do CC). C: as terras devolutas também podem ser dos Estados-membros (art. pois é destinado a serviço público (art. 17. são bens da União. estradas e praças rios. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2006.3) Quanto aos bens públicos. C: prédios da prefeitura e veículo policial são bens de uso especial. assinale a opção correta. e 26. II. D: a faixa de fronteira (de 150 km de largura) não é necessariamente bem da União. As terras devolutas são bens de uso especial. As ilhas costeiras podem ser da União. como os afetados a um serviço público (doutrina). é apenas “considerada fundamental para a defesa do território nacional.481/07). dos municípios ou mesmo de particulares. ALTERNATIVA "B" . 99 do CC. da CF). será mero patrimônio da administração pública. mares e prédios da sede da prefeitura prédios da sede da prefeitura. cabendo a esses explorá-los economicamente sem prejuízo da ação fiscalizadora da União. como as grutas. II. D: as cavidades naturais subterrâneas são bens da União (art. da Lei 8. da CF). Todos os imóveis localizados na faixa de fronteira de 150 km de largura. IV. 99. B: são bens públicos tanto os pertencentes às pessoas de direito público (art. X. 98 do Código Civil). ambos da CF. e não ao regime das empresas privadas. estacionado no pátio de uma repartição. são bens dos municípios nas quais se encontram. conforme o texto constitucional. de modo que estes se submetem a um regime jurídico de direito público. A ruas. X.297 DIREITO ADMINISTRATIVO C D Todas as terras devolutas são bens da União.1) Assinale a opção em que todos os bens sejam considerados de uso comum do povo. e sua ocupação e utilização serão reguladas em lei” (art. C: prédio da prefeitura é bem de uso especial. será mero bem dominical (art.

lagos e canais públicos. B: não há previsão constitucional nesse sentido. cumprindo pena em regime aberto. ALTERNATIVA "C" B C D De fato. § 2o. VII. B . 2o. Os potenciais de energia eólica são bens da União.2. A Configura-se. Constituem parte do patrimônio público estadual os rios. A Afirmar que um bem público foi desafetado significa asseverar que ele deixou de ser um bem de uso especial e passou a integrar o conjunto dos bens de uso comum do povo. da CF).WANDER GARCIA 298 (OAB/CESPE – 2006. a responsabilidade subjetiva do Estado em face do fato de Josué não ter sido submetido à regressão de regime prisional e ter cometido o crime em ocasião em que deveria estar preso. marginais dos rios. B C D A: a desafetação faz com que o bem passe a ser dominical. banhadas pelas águas do mar ou dos rios navegáveis.1) Terras devolutas são as A ocupadas pelos índios. assinale a opção correta. 20. condenado por latrocínio e estelionato. D: Estados não podem desapropriar bens ALTERNATIVA "D" da União (art. pertencentes ao domínio público de qualquer das entidades estatais. as terras devolutas e os terrenos de marinha. Nesse caso. É vedado ao estado do Espírito Santo desapropriar bens dominicais da União. (OAB/CESPE – 2004. do Dec. fugiu diversas vezes do estabelecimento prisional. faixas de terras particulares. oneradas com a servidão de trânsito. assinale a opção correta acerca da responsabilidade do Estado. por parte da administração pública. pois não houve uma conduta positiva. ou seja. na largura de quinze metros. 7) RESPONSABILIDADE DO ESTADO. Embora sempre localizado e novamente detido pelas autoridades policiais. um agir.-Lei 3. (OAB/CESPE – 2008.ES) Acerca dos bens públicos. Durante a oitava fuga.SP) Josué.365/41). Tendo por base essa situação hipotética. é impossível a configuração do nexo causal. ele não foi submetido à regressão de regime prisional. C: os terrenos de marinha pertencem à União (art. Josué praticou estupro contra criança de 12 anos de idade. que não se acham utilizadas pelo poder público nem destinadas a fins administrativos específicos. a letra “c” traz a definição de terras devolutas. pois são considerados bens públicos federais todos aqueles que a Constituição da República não atribui expressamente aos estados federados. no caso.

3. Relator Min. devendo-se verificar a existência de culpa ou dolo. (OAB/CESPE – 2007. A teoria da responsabilidade objetiva aplica-se. Josué. sem motivo. em decorrência de buracos em uma estrada privatizada. mas vítimas do evento. a responsabilidade é subjetiva. no mínimo. não corresponderiam a caso de responsabilidade objetiva danos causados a proprietário A de restaurante. tanto por ação quanto por omissão.3. a particulares. rel. B C D . D No caso de omissão do Estado. o prejudicado tem como alternativa propor a ação indenizatória contra o próprio juiz responsável e. DJ 06-05-2005. de veículo abalroado por ônibus de empresa de transporte coletivo. por suspensão. aos danos que o Estado causa. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2007.SP) Recente decisão do STF entendeu que a garantia constitucional de responsabilidade objetiva de pessoa privada que preste serviço público volta-se apenas ao usuário desse serviço público. Assim como as pessoas jurídicas de direito público. B C D Na situação narrada na letra “c” o proprietário e os passageiros do veículo abalroado não são usuários do serviço público. Não se pode responsabilizar o Estado por danos sofridos pelos indivíduos quando aqueles decorrem de fato de terceiro ou de ação da própria vítima. RE 409. na situação narrada houve. DJ 20-04-2007. A Quando o juiz pratica ato jurisdicional com o intuito deliberado de causar prejuízo à parte ou a terceiro. de veículo que. de forma genérica. tenha sofrido acidente com perda parcial do veículo. sequer cabe discutir a responsabilização do Estado. CARLOS VELLOSO. A decisão do STF foi dada no RE 262651/SP.299 DIREITO ADMINISTRATIVO C Na situação apresentada.203/RS.. contra o Estado. de hotel. a ensejar a sua responsabilização. À situação apresentada é aplicável a teoria do risco integral. do serviço de distribuição de gás canalizado. pois o ato danoso praticado foi realizado por um particular. em decorrência de suspensão por 24 horas do fornecimento de energia elétrica. e. não. as pessoas jurídicas de direito privado prestadoras de serviços públicos e as que se dedicam à exploração de atividade econômica estão sujeitas à responsabilidade civil objetiva. trata-se de um caso ALTERNATIVA "A" real: STF. JOAQUIM BARBOSA. p/ Acórdão: Min.PR) Assinale a opção correta no que se refere à responsabilidade civil do Estado. De acordo com esse entendimento. atitude culposa do Estado. não. por um agente público. 2a T.

3) Considerando a responsabilidade civil do Estado e o controle judicial. denuncie à lide o respectivo servidor alegadamente causador do dano. ingressará com ação regressiva contra o agente público. da CF só é aplicável às pessoas jurídicas de direito privado quando estas forem concessionárias de serviço público. A Prevalece o entendimento de que. A ação de responsabilidade objetiva. A vítima de dano causado por ato comissivo deve ingressar com ação de indenização por responsabilidade objetiva contra o servidor público que praticou o ato. Min. 37. A Conforme entendimento do STF. que admite excludentes de responsabilidade. segundo o STF. conforme entendimento do STF. perquirir acerca da culpa e do dolo. que não admite excludentes. é imperioso que este. rel. por se tratar de um direito constitucional do Estado (art. B: o STF não admite que se acione diretamente o agente público que praticou o ato (RE 327. mantidos pelo Estado em péssimas condições. a responsabilidade do Estado é calcada na teoria do risco administrativo. a vítima deve acionar apenas o Estado e este. Não há responsabilidade civil do Estado por dano causado pelo rompimento de uma adutora ou de um cabo elétrico. assinale a opção correta.904. B: a responsabilidade do Estado por omissão é subjetiva. conforme entendimento prevalecente. B C D A: de fato. 37. a responsabilidade do Estado por atos omissivos e comissivos de seus agentes será sempre objetiva. § 6o. D: de fato. j. § 6o. a responsabilidade extracontratual do Estado é subjetiva. sob o fundamento de sua responsabilidade objetiva. e não na teoria do risco integral. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. não pode ser proposta contra o servidor causador do dano.904.1) Quanto à responsabilidade extracontratual do Estado. Min. se for o caso. sendo necessário. C: a responsabilidade objetiva prevista no art. nos casos de omissão.WANDER GARCIA 300 A: o STF entende que não se pode acionar diretamente o agente público (RE 327. em 15/08/06 – Informativo 436). com fundamento na Constituição da República. Carlos Brito. B C . situação que admite sua responsabilização. D: a denunciação da lide não é obrigatória para o Estado exercer ação regressiva contra o servidor. Carlos Brito. A responsabilidade objetiva das concessionárias do serviço público. C: o caso é de uma omissão culposa do Estado. (OAB/CESPE – 2006. da CF). rel. Proposta a ação de indenização por danos materiais e morais contra o Estado. já que essa situação se insere no conceito de caso fortuito. alcança os não-usuários do serviço público. assinale a opção correta. em 15/08/06 – Informativo 436). prevalece esse entendimento no STF e no STJ. por isso. segundo o STF e o STJ. j.

. 8) LICITAÇÕES E CONTRATOS. exceto se restar demonstrado que este agiu dolosamente. Min. a condenação do município a reparar o dano não lhe confere direito de regresso contra o agente causador do prejuízo. D: a denunciação da lide não é obrigatória. será obrigatória a denunciação à lide do servidor causador do dano.ES) Suponha que Humberto ingresse com ação de reparação de danos contra o município de Vitória – ES. 37. pois os parâmetros de fixação de danos morais dependem demasiadamente da subjetividade do juiz. portanto. assinale a opção correta. C: de fato. B: a responsabilidade objetiva das concessionárias prevista no art. o Estado poderá ingressar com ação regressiva contra ele. Humberto pode postular somente a reparação de danos materiais. onde fica o ministério ao qual a entidade está vinculada. rel. Carlos Brito. B C D A responsabilidade do Estado é objetiva. O aviso da licitação. segundo porque a ação de responsabilidade não pode ser promovida diretamente contra ele (RE 327. § 6o. não se discute culpa ou dolo.SP) Para a contratação do serviço de demolição parcial e reparação de um prédio de uma autarquia situada na cidade de São Paulo.904. foi publicado. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2004. local onde seriam realizadas as obras.301 DIREITO ADMINISTRATIVO D Na ação de responsabilidade objetiva do Estado. CARLOS VELLOSO.2. no edital do certame. a licitação deveria ocorrer no Distrito Federal (DF). ação de responsabilidade objetiva não pode ser proposta contra o servidor. conforme entendimento predominante no STJ. postulando indenização relativa a danos causados por ato que um agente desse município praticou no exercício regular de suas funções. nessa qualidade. A: o STF (e o STJ) entende que a responsabilidade do Estado é objetiva por atos comissivos e subjetiva por condutas omissivas. § 6o. foi aberto processo de licitação pública. (OAB/CESPE – 2008. da CF). com o resumo do edital. Se o agente público tiver agido culposa ou dolosamente. é desnecessária a comprovação de que o referido agente municipal atuou com dolo ou culpa. a avaliação da culpa do agente causador do dano tem de basear-se apenas em fatos objetivamente comprovados. em 15/08/06 – Informativo 436). j. A para que o pedido de Humberto seja julgado procedente. 37. causem a terceiros. Por motivo de interesse público. no DF. Relator Min. da CF só alcança os usuários do serviço concedido (STF. primeiro porque ele só responde subjetivamente (art. mas restou claro. DJ 06-052005). Nessa ação judicial. em jornal diário de grande circulação. em virtude de ser objetiva a responsabilidade civil das pessoas jurídicas de direito público por danos que seus agentes. Considerando a situação hipotética apresentada e tendo por base a lei que regula licitações e contratos. RE 262651/SP. que os licitantes deveriam ter sua sede instalada no estado de São Paulo.

é obrigatória a publicação de aviso acerca do processo licitatório também em São Paulo. nem em jornal diário de grande circulação nem no Diário Oficial. III .o 8. A publicidade dada à licitação não poderia ser realizada mediante resumo do edital. concurso. entretanto. Está correta a exigência editalícia de que os licitantes tenham domicílio no estado de São Paulo. comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação exigidos no edital para a execução de seu objeto. tomada de preços.WANDER GARCIA 302 A A autarquia. pois é obrigatória a publicação do edital em sua integralidade.Concorrência é a modalidade de licitação que permite a participação de interessados que. manifestem seu interesse com antecedência de até 48 horas da apresentação das propostas. que tal aviso seja publicado no Diário Oficial da União (que circula também em São Paulo).520/02).666/1993 não incluem A leilão.666/93 só prevê as modalidades concorrência. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2008. para o caso. II . a Lei 8. na fase inicial de habilitação preliminar.1) As modalidades de licitação previstas na Lei n. no mínimo. três interessados do ramo. B C D O pregão está previsto em lei própria (Lei 10. mas determina. não poderia realizar a licitação no DF. B C D A lei admite a publicação de aviso contendo o resumo do edital.Convite é a modalidade de licitação entre. Não é cabível. por estar sediada em São Paulo. e não apenas em jornal de grande circulação do DF (art. julgue os itens abaixo.1) Com base nas modalidades de licitação previstas na Lei n. local em que o serviço a ser contratado será prestado. 21. . convite. e da qual podem participar também aqueles que. escolhidos e convidados pela unidade administrativa. tomada de preços. I.666/93). da Lei 8.Leilão é a modalidade de licitação realizada entre quaisquer interessados para a venda de bens móveis inservíveis para a administração ou de produtos legalmente apreendidos ou penhorados. I . (OAB/CESPE – 2008. mesmo não estando cadastrados.o 8. concurso e leilão (art. para bens semoventes e bens imóveis.666/1993. Ainda que a licitação seja realizada no DF. pregão. 22).

III e IV. p. I e III. VI. trata-se de previsão expressa do art. como condição para que o contrato adquira eficácia. do objeto do contrato. respectivamente. já que aquele procedimento é condição de validade deste. (OAB/CESPE – 2008. II: admite-se exigência de garantia na fase licitatória (art. observada a necessária qualificação. §§ 5o. 22. 31. 3o e 2o. Estão certos apenas os itens A I e II. 78. total ou parcial. único.Entre as normas referentes ao aspecto formal. da Lei 8.A subcontratação. não na fase licitatória. da íntegra do contrato. I e III. III. inclui-se a que exige a publicação. da Lei 8. este terá de ser anulado. no Diário Oficial. serviços e compras admite que tal exigência seja feita somente com o licitante vencedor e no momento da assinatura do respectivo contrato. I . III .A ilegalidade no procedimento da licitação vicia também o próprio contrato. da Lei 8. B C D I: de fato. a associação do contratado com outrem. total ou parcial.1) A respeito da disciplina legal relativa aos contratos administrativos. somente são possíveis se expressamente previstas no edital e no contrato.666/93). Estão certos apenas os itens A I e II.666/93). julgue os itens a seguir. II e IV. III: de fato. 61. III e IV. a ilegalidade na licitação contamina a validade da contratação. IV . de modo que.A faculdade que a administração possui de exigir garantia nos contratos de obras.Tomada de preços é a modalidade de licitação realizada entre interessados devidamente cadastrados ou que preencham os requisitos para cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas. II . ALTERNATIVA "B" .666/93. ALTERNATIVA "C" B C D Art. bem como a cessão ou transferência. 1o. II e IV.303 DIREITO ADMINISTRATIVO IV . no prazo máximo de 30 dias a contar da data da assinatura. IV – o prazo é diverso (art. ainda que a referida ilegalidade seja apurada depois de celebrado o contrato.

1. Considerando a situação hipotética acima. fornecesse gás natural veicular para sua frota de ônibus. neste caso. As demais são hipóteses de dispensa de licitação (art. quando não acudirem interessados à licitação anterior e. quando a União tiver de intervir no domínio econômico para regular preços ou normalizar o abastecimento. presidente da República. A contratada não deverá arcar com qualquer ônus pelo inadimplemento do contrato por se tratar de fato do príncipe. ALTERNATIVA "A" B C D Art. presidente de comissão de licitação. 37. B C D Art. da Lei 8. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2008. é inexigível a licitação A nos casos de guerra ou grave perturbação da ordem. I. 24 da mesma lei).3) Empresa pública de transporte coletivo firmou contrato com rede de distribuição de combustíveis para que.666/1993.1. que regulamenta o art. A contratada se vê impossibilitada de cumprir a avença nos termos pactuados. órgão gestor do cadastro informativo de créditos (CADIN). § 3o. A Aplica-se ao caso a teoria da imprevisão. 87. A empresa fornecedora de combustíveis terá de ressarcir a empresa pública pelos prejuízos causados pela paralisação de sua frota por força da cláusula rebus sic stantibus.666/93. por metro cúbico de gás. da Constituição Federal e institui normas para licitações e contratos da administração pública. (OAB/CESPE – 2007. No nono mês de vigência do contrato. todas as condições preestabelecidas.SP) De acordo com a Lei n. da Lei 8. o principal fornecedor de gás ao Brasil teve de suspender o fornecimento do produto devido a graves problemas político-sociais internos. assinale a opção correta.WANDER GARCIA 304 (OAB/CESPE – 2008. justificadamente. B C .o 8. o valor médio cobrado pelo mercado segundo levantamento feito pela ANP. em caso de inviabilidade de competição para aquisição de materiais que só possam ser fornecidos por empresa ou representante comercial exclusivo.SP) A declaração da inidoneidade para licitar ou contratar com a administração pública federal é da competência do A ministro de Estado. mantidas. não puder ser repetida a licitação sem prejuízo para a administração. 25. pagando. pelo prazo de 24 meses.666/93. inciso XXI.

PR) A respeito dos princípios que regem a licitação. 65. a tomada de preço e o convite. possa ser corrigido. (OAB/CESPE – 2007. ALTERNATIVA "A" Arts. II. (OAB/CESPE – 2007. apenas a concorrência e a tomada de preços. trabalhista ou previdenciária entre empresas brasileiras e estrangeiras. se contiver falha. O princípio da vinculação ao instrumento convocatório não impede que o edital. d.107/05. ALTERNATIVA "D" B C D Lei 11. apenas a concorrência. § 1o. B C . como planejamento e fiscalização de serviço público. apenas a concorrência.666/93. é vedado que se estabeleça tratamento diferenciado de natureza comercial. derivada de convênio de cooperação ou de consórcio público e que expressa delegação de atividades. concessão de serviço público. é denominada A convênio consorcial. antes da realização de qualquer processo licitatório. e 57. o concurso e o leilão. protocolo de intenções. a tomada de preço. ambos da Lei 8. legal.666/93.3.305 DIREITO ADMINISTRATIVO D A empresa pública poderá buscar reparação financeira junto à Corte Interamericana de Direito OEA. assinale a opção incorreta. desde que a divulgação ocorra pela mesma forma que se deu o texto original e o prazo para apresentação das propostas seja reaberto.3. contrato de programa. 22 da Lei 8. Em razão do princípio da igualdade. (OAB/CESPE – 2007.3. ALTERNATIVA "A" B C D Art. com antecedência mínima de quinze dias úteis da data prevista para a publicação do edital.SP) Uma forma de contratação entre integrantes da administração pública. II.SP) São modalidades de licitação A a concorrência. o convite. ou isonomia. A O princípio da publicidade impõe a necessidade de a administração realizar audiência pública.

666/93. no que se refere à alteração quantitativa. de forma unilateral. II. não se pode selecionar simplesmente o de menor preço. em que a administração comprove a impossibilidade da conclusão da obra. Como os contratos administrativos também se submetem ao princípio da formalidade. justificada e determinada pela máxima autoridade da esfera administrativa a que está subordinado o contratante e exarada no processo administrativo a que se refere o contrato. § 4o. da Lei 8. da Lei 8. da Lei 8. No entanto.666/93. serviço ou fornecimento. se o edital de licitação prevê o critério de melhor técnica. D: art. único.666/93). de obras. nos prazos estipulados. de alta relevância e amplo conhecimento. acarretando modificação do valor inicial do contrato além do limite previsto em lei. B C D A: art. II. d. o percentual de 50% em relação ao valor original do contrato. por parte da administração. III e IV (respectivamente).1) A respeito dos contratos administrativos.666/93. A administração pode rescindir o contrato. como limite para os acréscimos e supressões nas obras.WANDER GARCIA 306 D Pelo princípio do julgamento objetivo. serviços ou compras. B: há exceção em que pode ser verbal (art. § 1o. A administração pode alterar. ALTERNATIVA "A" 65. na ocorrência de caso fortuito ou força maior.666/93. do serviço ou do fornecimento. B: art. a lentidão do cumprimento de uma obra. 39 da Lei 8. (OAB/CESPE – 2007. não ficando obrigada ao pagamento de qualquer indenização. XII.666/93. como a cláusula que autoriza à administração impor penalidades administrativas. C: art. assinale a opção correta. § 1o. 78. a supressão.666/93. D: art. 3o.666/93). (OAB/CESPE – 2007.2) Os motivos para rescisão determinada por ato unilateral e escrito da administração não incluem A razão de interesse público. da Lei 8. 60. eles devem ser obrigatoriamente escritos. a lei estabelece. C: art. da Lei 8.666/93. . da Lei 8. 46 da Lei 8. ALTERNATIVA "A" 21. A Os contratos administrativos diferenciam-se dos demais contratos privados no que se refere às chamadas cláusulas exorbitantes. 65. A: a audiência pública só é obrigatória nos casos expressamente previstos na lei (art. serviços ou compras. ALTERNATIVA "B" B C D Art. os contratos que celebrar. o atraso injustificado no início de obra. p. 58 da Lei 8. de forma unilateral.

XXVI. II. quando prestadoras de serviço público.307 DIREITO ADMINISTRATIVO (OAB/CESPE – 2007. 25 da Lei 8. A contratação de empresa de publicidade pode ser feita sem licitação. prescreve que a lei estabelecerá o estatuto das empresas estatais exploradoras de atividade econômica. D: art.2) Acerca de contratos administrativos. B: correto. atribui ao vencedor do certame a atividade (obra. na forma da Lei n. em seu art. C: o art.1) Quanto às licitações. para a prestação de serviços públicos de forma associada nos termos do autorizado em contrato de consórcio público ou em convênio de cooperação.3) No que se refere às licitações. da Lei 10. serviço ou compra) que constitui o objeto da futura contratação. 25. . observados os princípios da administração pública. 4o. assinale a opção correta. A Na modalidade pregão.666/93. B: a CF. A inexigibilidade de licitação ocorre nas hipóteses expressamente previstas em lei. B C D A: art.666/93. § 1o. da Lei 8.666/93 não estabelece essa hipótese de dispensa. da Lei 8. podem elaborar ato normativo sobre licitação. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2006. 24 da Lei 8. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2006.666/93 veda expressamente a contratação direta nesse caso. Ocorre dispensa de licitação na hipótese de contratação de serviços telefônicos prestados pelas concessionárias de serviço público.520/02. o licitante contratado deve obedecer não apenas aos termos do contrato. Nos termos da Constituição Federal. mas também às determinações da administração. por intermédio da autoridade competente.o 8. VIII e IX. 173. C: a inexigibilidade ocorre quando a licitação for inviável. A De acordo com o princípio da adjudicação compulsória.666/1993 — Lei de Licitações e Contratos Administrativos. assinale a opção correta. 24. D: o art. III. diante da natureza singular do serviço. É dispensável a licitação na hipótese de celebração de contrato de programa entre entes da Federação ou com entidades da administração indireta. os autores das cinco melhores propostas têm a possibilidade imediata de fazerem novos lances verbais e sucessivos. B C D A: o princípio confere ao adjudicatário (ganhador do certame) o direito de não ser preterido na contratação. inclusive quanto a licitações e contratos. assinale a opção que apresenta somente cláusulas necessárias ao contrato administrativo. de forma a possibilitar a obtenção da proposta mais vantajosa. Adjudicação é o ato pelo qual a administração. as empresas estatais (sociedades de economia mista e empresas públicas). não sendo taxativo o rol previsto no art.

666. confidencialidade e penalidades objeto. condições de pagamento. o percentual de acréscimo ou supressão que o contratado é obrigado a aceitar nos contratos de obras.o 8. da Lei 8. acréscimos e supressões que se fizerem necessários nas obras. condições de pagamento.666/93. inclusive de publicidade. respectivamente.o 8. dos estados. as sociedades de economia mista e demais entidades controladas direta ou indiretamente pela União. § 1o. Lei n. Estão subordinados ao regime dessa Lei. nas mesmas condições contratuais. preço. 55. do Distrito Federal e dos municípios. (OAB/CESPE – 2006. penalidades.WANDER GARCIA 308 A objeto. estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras.2) A Lei n. Acerca desse assunto. assinale a opção que apresenta. 65. além dos órgãos da administração direta.o 8. serviços ou compras. os fundos especiais.666/93. as autarquias.666/93. alienações e locações no âmbito dos Poderes da União. Texto para as PRÓXIMAS TRÊS QUESTÕES. A concorrência leilão pesquisa de preço convite ALTERNATIVA "C" B C D Art. e o percentual para reforma de edifício ou de equipamentos. conhecida como Lei de Licitações e Contratos Administrativos. compras. preço. condições de pagamento e penalidades preço. serviços e compras. serviços. condições de pagamento e confidencialidade preço. 22 da Lei 8. III e VIII. de 21 de junho de 1993. as empresas públicas.666/1993 assevera que o contratado é obrigado a aceitar. (OAB/CESPE – 2006. I. estados. da Lei 8. bem como na reforma de edifício ou de equipamento.1) Assinale a opção que não corresponde a modalidade de licitação definida pela Lei n. Distrito Federal e municípios. confidencialidade e objeto ALTERNATIVA "C" B C D Art. . A 25% e 50% 25% e 75% 50% e 25% 50% e 75% ALTERNATIVA "A" B C D Art.666/93. as fundações públicas.

essa contratação deve ser precedida de A licitação. Estão certos apenas os itens A I e III. II .666/93.1) Na hipótese de um órgão da administração pública resolver contratar um artista popular de grande sucesso para as festas de final de ano. em qualquer uma de suas modalidades. 25. da Lei 8.1) Rescisão é o desfazimento do contrato durante sua execução por inadimplência de uma das partes.309 DIREITO ADMINISTRATIVO (OAB/CESPE – 2006. II e III. da Lei 8. pregão eletrônico. A Lei n. III. IV .1) Acerca das cláusulas necessárias do contrato administrativo.Os direitos e as responsabilidades das partes. as penalidades cabíveis e os valores das multas são cláusulas necessárias do contrato.666/93. por inviabilidade de competição. III. I. ato de inexigibilidade de licitação. (OAB/CESPE – 2006.O preço e as condições de pagamento podem ser omitidos no contrato. II e IV.o 8. ato de dispensa de licitação. A ato unilateral da administração término do prazo do contrato B . ALTERNATIVA "B" B C D Art.O contrato deve ter objeto definido. Assinale a opção que não representa forma de rescisão de contrato administrativo.666/93 define as formas de rescisão dos contratos. 55. julgue os itens que se seguem. I .O contrato não precisa prever casos de rescisão. pela superveniência de eventos que impeçam ou tornem inconveniente o prosseguimento do ajuste ou pela ocorrência de fatos que acarretem seu rompimento de pleno direito. VII e VIII (respectivamente). I e IV. III . por inviabilidade de competição. ALTERNATIVA "A" B C D Art. (OAB/CESPE – 2006.

caso fortuito. Nessa situação. X.666/93. geral. onerosos.1) Na execução dos contratos administrativos. é correto afirmar que houve A força maior.666/93). e não de rescisão do contrato administrativo. 22 da Lei 8. a teoria da imprevisão ocupa-se de eventos extraordinários. ao contrário do fato da administração. B C D O fato do príncipe é um fato geral que onera o contrato. C: por se tratar de serviço de natureza predominantemente intelectual. positiva ou negativa. fato da administração. retardadores ou impeditivos à conclusão do objeto pactuado.WANDER GARCIA 310 C D amigável. 4o. os entes federativos são dispensados da obrigação de realizar esse tipo de estudo. independentemente do valor estimado da contratação. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2006. No caso dos contratos administrativos. D: os entes federativos também estão sujeitos ao EIA nos casos em que ele é necessário. imprevistos e imprevisíveis.520/02).ES) Admita. seria lícito realizar licitação do tipo “melhor técnica”. que onera substancialmente a execução do contrato administrativo. Vide os casos de rescisão no art. por hipótese. da Lei 10. imprevista e imprevisível. a realização do referido EIA é facultativa porque. 46 da Lei 8. que é um fato que se dirige especificamente ao contrato. mesmo em caso de obras potencialmente causadoras de significativa degradação do meio ambiente. por acordo entre as partes decisão judicial O término do prazo é causa de extinção. . 79 da Lei 8. onerando-o. que o estado do Espírito Santo pretende realizar licitação com o objetivo de selecionar uma pessoa jurídica para fazer o estudo de impacto ambiental (EIA) de uma ferrovia que o estado pretende construir entre Vitória – ES e Itapemirim – ES. a parte atingida fica liberada dos encargos originários e o contrato há de ser revisto ou rescindido. B C D A: a modalidade pregão só admite o tipo menor preço (art. seria vedado realizar a referida licitação na modalidade tomada de preços. (OAB/CESPE – 2004. B: não há vedação expressa da utilização da tomada de preço no caso (art. é cabível o tipo “menor preço” (art. fato do príncipe.666/93). dada a presunção de legitimidade dos atos administrativos. A seria lícito realizar a referida licitação na modalidade pregão do tipo “técnica e preço”. quando há determinação estatal. Quando isso ocorre.

da Lei 8. água e energia elétrica. fundação. feita pelo poder concedente à pessoa física ou jurídica que demonstre capacidade para seu desempenho. na modalidade de concorrência. que se dirige a usuários determinados. (OAB/CESPE – 2007. 2o. como o de telefonia. III. B C D A: só uma pessoa de direito público pode ser poder concedente. ao contrário do serviço uti singuli. na modalidade de concorrência. com usuários indeterminados. . inclusive com a utilização dos populares fumacês. ampliação ou melhoramento de quaisquer obras de interesse público. reforma. mediante licitação. à pessoa jurídica ou consórcio de empresas que demonstre capacidade para a sua realização. assinale a opção incorreta. IV. a título precário. (OAB/CESPE – 2008. mediante licitação. Considera-se permissão de serviço público a delegação.SP) De acordo com a lei que dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos. uti singuli. II. empresa pública ou sociedade de economia mista em cuja competência se encontre o serviço público precedido. por sua conta e risco. D: art. 2o. A Considera-se poder concedente a autarquia. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "D" da Lei 8. feita pelo poder concedente. mediante licitação. B C D Trata-se de serviço uti universi. por sua conta e risco e por prazo determinado. B: art. 2o.987/95. objeto de concessão ou permissão. pois é um serviço geral. da execução de obra pública.987/95.987/95. CONCESSÃO E PPP. à pessoa jurídica ou consórcio de empresas que demonstre capacidade para seu desempenho.3) A campanha de prevenção à dengue desenvolvida em todo o território nacional pelo Ministério da Saúde. de forma que o investimento da concessionária seja remunerado e amortizado mediante a exploração do serviço ou da obra por prazo determinado. necessariamente. pode ser classificada como serviço público A social autônomo. C: art. da prestação de serviços públicos. uti universi. Considera-se concessão de serviço público precedida da execução de obra pública a construção.1. social vinculado. Considera-se concessão de serviço público a delegação de sua prestação. conservação.311 DIREITO ADMINISTRATIVO 9) SERVIÇO PÚBLICO. por sua conta e risco. da Lei 8. delegada pelo poder concedente. total ou parcial.

11 (modicidade) c/c art. 6o. desde que o aumento do prazo contratual não ultrapasse o percentual de 25% em relação ao prazo estabelecido originariamente. mesmo quando não comprovado seu impacto. sob o fundamento de que teria havido alterações nos deveres contratuais da concessionária. mediante qualquer modalidade de licitação. o que teria causado desbalanceamento do equilíbrio econômico-financeiro do contrato.o 8. em um contrato de concessão de manutenção de rodovia. 22. cortesia na sua prestação e modicidade das tarifas. § 1o. 9o. II. A concessão de serviço público é a delegação de sua prestação. § 3o. da Lei 8. o procedimento do poder concedente A é irregular. da Lei 8. após a apresentação da proposta. B C D Art.3. D: ALTERNATIVA "D" art. Nessa situação.SP) Suponha-se que. para mais ou para menos. ab initio. B: art. generalidade.987/95. Não será desclassificada. à pessoa jurídica ou consórcio de empresas que demonstre capacidade para seu desempenho. segurança. feita pelo poder concedente. visto que o aumento do prazo. atualidade. 2o. O serviço público é adequado quando satisfizer as condições de regularidade. o poder concedente tenha aumentado o prazo contratual.WANDER GARCIA 312 (OAB/CESPE – 2007. continuidade. alteração ou extinção de quaisquer tributos ou encargos legais. visto que o contrato de concessão está sempre vinculado ao que foi determinado no edital da licitação prévia. para sua viabilização. 9o. com o aumento de tarifa. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007.2) Acerca das definições contidas na Lei de Concessões Públicas (Lei n. pode ser considerado regular. a proposta que. por sua conta e risco e por prazo determinado.987/95 (concorrência). necessite de vantagens ou subsídios que não estejam previamente autorizados em lei e à disposição de todos os concorrentes. . B C D A: art. A A criação.987/1995). só pode ser considerado regular no caso de a alteração dos deveres contratuais ser decorrente de força maior ou caso fortuito.987/95.987/95. é regular. c/c art.987/95. o princípio da modicidade da tarifa. eficiência. XII (prorrogação da concessão). da Lei 8. pode evitar que se fira. § 4o (equilíbrio). além de repor o equilíbrio de contrato. 17 da Lei 8. C: art. conforme o caso. assinale a opção correta. da Lei 8. implica a revisão da tarifa.

13. Os contratos administrativos de concessão de serviços públicos podem ser objeto de solução de controvérsias por meio do instituto da arbitragem.784/99. 23-A da Lei 8. As matérias de competência exclusiva de órgão ou autoridade só podem ser objeto de delegação se houver expressa autorização da autoridade delegante. Os atos administrativos que importem anulação.2) No que se refere à norma estabelecida na Lei n. da Lei 9. 11 da Lei 9. D: o STJ admite. salvo quanto a serviços essenciais (creches.3) Acerca dos contratos administrativos e dos serviços públicos.o 9. B C D A: os contratos administrativos se diferenciam dos contratos privados pela existência de cláusulas exorbitantes (art.784/99. 18. com o interessado em um processo administrativo que envolva as mesmas partes está impedido de atuar nesse processo. Conforme entendimento prevalecente no âmbito do STJ. C: art. 58 da Lei 8. os serviços de energia elétrica são considerados essenciais e. assinale a opção correta. o corte no fornecimento pelo não-pagamento da tarifa. 50. ALTERNATIVA "B" 10) CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO E PROCESSO ADMINISTRATIVO. VIII.313 DIREITO ADMINISTRATIVO (OAB/CESPE – 2006.079/04. A Os contratos administrativos não se diferenciam dos chamados contratos privados que são firmados pela administração. A O processo administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido de interessado. no âmbito das parcerias público-privadas. o art. sim. C: art. antes da celebração do contrato. que versa sobre o processo administrativo no âmbito da administração pública federal. III. (OAB/CESPE – 2008. D: art. suspensão ou convalidação devem ser obrigatoriamente motivados. III. B C D A: art. revogação. na esfera judicial.784/99. não exige a formação de sociedade de propósito específico.) e a débitos antigos. 5o da Lei 9. ALTERNATIVA "D" . por ex.784/99. O servidor ou autoridade que esteja litigando. assinale a opção incorreta.666/93). B: art. B: de fato. da Lei 9. da Lei 9.987/95 traz essa possibilidade.784/1999. A concessão administrativa. portanto. insuscetíveis de suspensão do seu fornecimento por motivo de inadimplência no pagamento da respectiva conta.

SP) Em um processo instaurado pelo tribunal de contas para analisar um contrato de execução de obras firmado por determinada prefeitura. A No exercício de suas funções constitucionais. 31 da CF). XXXV. da Lei 9. D: art. concomitante ou a posteriori à edição do ato administrativo (art. bens e valores públicos da administração direta e indireta. com o auxílio dos Tribunais de Contas Estaduais ou dos Municípios. no qual foram denunciadas . obter cópias de documentos neles contidos e conhecer as decisões proferidas.784/99 (administração federal direta e indireta). B C D A: art.WANDER GARCIA 314 (OAB/CESPE – 2008. O processo administrativo tem seu início sempre por iniciativa da própria administração pública. 3o. C: a fiscalização financeira das Prefeituras é feita pelo Poder Legislativo Municipal (pelas Câmaras dos Vereadores). assinale a opção correta.784/99 (todos os ALTERNATIVA "C" poderes).1) Acerca do controle da administração pública. O controle judicial da atividade administrativa do Estado é sempre exercido a posteriori.3.2. 70 da CF. o extravio ou outra irregularidade que cause prejuízo ao erário público.784/99. (OAB/CESPE – 2008. 71. 1o.784/99. B C D A: art. quando houver (art. 5o da Lei 9. A prerrogativa atribuída ao Poder Legislativo de fiscalizar a receita. ou seja. da CF.SP) Assinale a opção correta com relação às normas que regulam o processo administrativo no âmbito da administração pública federal. As normas que regulam o processo administrativo no âmbito da administração pública federal são aplicáveis apenas ao Poder Executivo. B: art. 1o da Lei 9. estando excluídos dessa apreciação os atos do Poder Judiciário. depois que os atos administrativos são produzidos e ingressam no mundo jurídico. II. cabe ao Tribunal de Contas da União julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. com o auxílio do tribunal de contas do estado respectivo. a despesa e a gestão dos recursos públicos abrange somente os atos do Poder Executivo. 5o. CF – “lesão ou ameaça a direito”). B: o controle pode ser prévio. D: art. A As normas que regulam o processo administrativo no âmbito da administração pública federal aplicam-se apenas à administração pública direta. bem como as contas daqueles que provocarem a perda. da Lei 9. O administrado tem o direito de ter ciência da tramitação dos processos administrativos em que tenha a condição de interessado bem como de ter vista dos autos. Cabe à assembléia legislativa de cada estado da Federação exercer o controle financeiro do governo estadual e das prefeituras. II. C: art. § 1o.

não.315 DIREITO ADMINISTRATIVO irregularidades no pagamento de medições. O advogado deverá impetrar mandado de segurança contra ato do secretário de recursos humanos perante a justiça federal no DF. O advogado poderá impetrar mandado de segurança contra o presidente do STF perante o próprio STF. LIV e LV. não sendo a empreiteira parte nesse processo. com o objetivo de justificar a correção dos pagamentos que lhe foram feitos. ALTERNATIVA "D" B C D Art. pois há litisconsórcio necessário entre o delegante e o delegatário. assinale a opção correta. porque se trata de um processo administrativo no âmbito desse tribunal. O tribunal de contas não recebeu a defesa e negou o solicitado pela concessionária. a Súmula 510 do STF estabelece que “praticado o ato por autoridade. O advogado poderá impetrar mandado de segurança contra ato do secretário de recursos humanos perante o próprio STF. não há foro especial para o secretário de recursos humanos. ALTERNATIVA "B" . visto que o direito à prova é uma concretização da garantia constitucional do devido processo legal. porque a delegação não exclui a responsabilização pela prática do ato. Se no Regimento Interno do Tribunal de Contas não houver disposição que ampare a pretensão da concessionária. da CF. aplicável a todos os processos administrativos. administrativa. contra ela cabe o mandado de segurança ou a medida judicial”. de modo que a ação deve ser aforada na justiça federal do DF. O tribunal de contas não deveria ter tomado essa decisão. A decisão do tribunal de contas está de acordo com a lei. A O advogado deverá impetrar mandado de segurança contra o presidente do STF e o secretário de recursos humanos. no exercício de competência delegada. (OAB/CESPE – 2007. a concessionária deveria ter sido considerada como litigante e. a empreiteira contratada. considera-se correto o posicionamento desse tribunal. assinale a opção correta. Considerando essa situação hipotética. portanto. B C D Quanto à autoridade coatora.2) O presidente do STF delegou ao secretário de recursos humanos desse tribunal a atribuição de dispor sobre a promoção na carreira de analista judiciário dos servidores dessa Corte. apresentou defesa e solicitou a realização de perícia contábil nas faturas emitidas em decorrência do contrato. em razão disso. por petição. Um servidor se sentiu preterido nos critérios de direito utilizados na promoção e. contratou advogado para promover as medidas judiciais cabíveis. A Tendo os processos no tribunal de contas natureza jurisdicional e. com direito ao contraditório e à ampla defesa. de controle externo apenas das pessoas públicas e dos agentes públicos. 5o. Quanto à competência. Acerca dessa situação hipotética.

C: nem todo contrato celebrado pela administração é contrato administrativo. com competência. da CF. § 3o. B C D A: o TCU não é integrante da estrutura do Legislativo. As decisões do TCU de que resulte imputação de débito ou multa terão eficácia de título executivo.WANDER GARCIA 316 (OAB/CESPE – 2007. O escoamento in albis do prazo para a interposição de recurso administrativo contra um ato vinculado faz precluir o direito da administração de rever. A profusa criação de agências reguladoras ocorrida na segunda metade da década passada constitui um processo de descentralização administrativa. A Como ramo autônomo da ciência do direito.1) No que concerne ao TCU. e não de mera desconcentração. mas órgão auxiliar desse Poder (arts. caput. 71. da CF. ALTERNATIVA "B" . assinale a opção correta. Contratos administrativos são aqueles em que ao menos uma das partes é um ente federativo ou uma entidade da administração indireta. B: correto. pois a administração deve zelar pela observância do princípio da legalidade. 71. A O TCU é órgão integrante da estrutura administrativa do Poder Legislativo. O TCU não detém competência para fiscalizar a aplicação de recursos públicos feita pelas empresas estatais exploradoras de atividade econômica. B: art. ALTERNATIVA "C" ambos da CF). C: art. e 73. caput. entre outras. 70. XXXV. assinale a opção correta. de ofício. D: não. 5o. esse ato. (OAB/CESPE – 2004.ES) A respeito do direito administrativo. sob pena de violação do princípio da separação dos poderes. O Poder Judiciário não pode anular as decisões do TCU. D: art. da CF. caput. o direito administrativo é o conjunto de normas que rege a atividade administrativa do Poder Executivo. para aprovar as contas do presidente da República. 11) TEMAS COMBINADOS. B C D A: o direito administrativo rege a atividade administrativa dos três Poderes.

156. era recolhido no mês de junho não deve obediência ao princípio da anterioridade tributária. (OAB/CESPE – 2008. assinale a opção correta.2) O princípio da progressividade tributária não se aplica ao imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza. dispondo sobre aumento da alíquota do imposto sobre produtos industrializados. somente se aplica aos fatos geradores ocorridos a partir de 1.o de janeiro de 2008. 153. D Lei ordinária que altere o prazo para o recolhimento de determinado imposto sobre o patrimônio que. §§ 1o (I) e 2o. alterada substancialmente ou suprimida por emenda à CF. determinado imposto somente pode ser cobrado no exercício financeiro seguinte ao da publicação da lei que o instituiu e após autorização orçamentária do Poder Legislativo.SP) Acerca do princípio tributário da anterioridade. Lei que tenha sido publicada no dia 20 de setembro de 2007. C Pelo princípio da anterioridade tributária. (OAB/CESPE – 2008. §§ 2o (I) e 4o (I). A . da CF.DIREITO TRIBUTÁRIO 1) PRINCÍPIOS E LIMITAÇÕES CONSTITUCIONAIS AO PODER DE TRIBUTAR. C sobre a transmissão onerosa de bens imóveis. art. B predial e territorial urbano.2. da CF. B O STF decidiu que a anterioridade tributária constitui garantia ao contribuinte e somente pode ser excepcionada. nos anos anteriores. ALTERNATIVA "C" Art. A D territorial rural.

são enumerados critérios em razão dos quais é proibida a distinção de tratamento tributário. IV. C: a autorização orçamentária só é necessária para a realização de despesas (para gastar!). c/c art. 153. definição dos contribuintes e das alíquotas dos impostos discriminados pela CF. Entre esses critérios não estão incluídos A direitos decorrentes de diferentes ocupações profissionais. nem mesmo por emenda constitucional pode ser alterada (art.1) Consoante o princípio da igualdade tributária. D: lei que altere o prazo para pagamento de tributo não está sujeita ao princípio da anterioriedade (geral e nonagesimal). tem por finalidade implementar a isonomia na tributação da renda. § 1o.2. definição dos fatos geradores e da base de cálculo dos impostos discriminados pela CF. c/c art. 150. 146 da CF não faz referência à definição das alíquotas por lei complementar. B: se o princípio da anterioridade é garantia fundamental do contribuinte. B C D O art. 60. § 4o. III. IV. É correto afirmar que o critério da generalidade A constitui técnica de incidência de alíquotas por meio da qual se procura variá-las em uma razão proporcional à base de cálculo. segundo jurisprudência pacífica do STF. (OAB/CESPE – 2008. impõe a sujeição de todos os indivíduos à tributação do imposto de renda. independentemente de quaisquer características do contribuinte. direitos decorrentes da ocupação de diferentes funções públicas.SP) A CF determina que o imposto de renda será informado pelos critérios da generalidade. determina que a totalidade da renda do sujeito passivo deve sujeitar-se à tributação. a generalidade tem a ver com a sujeição de todos (geral) ao imposto. da CF). e não para arrecadar tributos. B C D De fato. é vedado conferir tratamento desigual a contribuintes que se encontrem em situação equivalente. onerando mais gravosamente os contribuintes que tenham maior capacidade contributiva. da universalidade e da progressividade.1) Não constitui matéria de direito tributário reservada pela Constituição Federal (CF) à lei complementar a A definição das espécies tributárias. b. (OAB/CESPE – 2008. No texto constitucional. B . 150. definição de tributos. na forma da lei. independentemente da denominação jurídica dos rendimentos. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2008. todos da CF.WANDER GARCIA 318 A: art.

da CF proíbe o confisco em qualquer tributo. 150. B C D Art. caput. do próprio CTN. 150. B C D Art. 106. dos tratados internacionais. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "C" Art. C: o art. (OAB/CESPE – 2008. rendimentos decorrentes de diferentes nacionalidades. essa competência. 153. hipótese de exclusão tributária. § 2o. da Constituição Federal e dos tratados internacionais. 97. a modificação do prazo para recolhimento não se submete à anterioriedade tributária. da Constituição Federal e da respectiva constituição estadual. da CF. do CTN.1) Dado que a Constituição Federal atribuiu competência para os estados legislarem sobre o IPVA. do CTN. da CF. . atualização do valor monetário da base de cálculo do tributo. do próprio CTN. D: art.319 DIREITO TRIBUTÁRIO C D rendimentos decorrentes de diferentes ocupações profissionais.1. (OAB/CESPE – 2008. VII. dos tratados internacionais e da respectiva constituição estadual. I. IV. está. em tese. essa prerrogativa envolve o pleno poder de legislar sobre esse tributo. (OAB/CESPE – 2008. Todavia. B: a lei tributária meramente interpretativa aplica-se ao fato pretérito sim (art. O princípio tributário da vedação ao confisco é aplicável apenas aos impostos e às taxas. A lei tributária meramente interpretativa não é retroativa. II. B C D D – A: segundo o STF. consoante o Código Tributário Nacional (CTN). da Constituição Federal e da respectiva constituição estadual. cominação de penalidades para as ações ou omissões contrárias a dispositivos de lei. submetida às limitações A do próprio CTN. do CTN). O imposto sobre grandes fortunas deve ser instituído por lei complementar.SP) Assinale a opção correta quanto às limitações constitucionais ao poder de tributar.1) Não constitui matéria tributária exclusiva de lei a A definição do fato gerador da obrigação tributária principal. A A lei que modifica o prazo para recolhimento da contribuição social deve obediência ao princípio da anterioridade tributária. 6o.

SP) Constitui exceção ao princípio da anterioridade A a instituição de contribuição para o custeio do serviço de iluminação pública. a cobrança de tributo novo em menos de 90 dias a partir da publicação da lei que o criou. D: art. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "D" § 2o. 147 da CF). assinale a opção incorreta. e não para todos os casos. a instituição de empréstimos compulsórios no caso de investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional. C: trata-se da alternativa incorreta. A Fere preceito constitucional a instituição de taxa sobre serviços de engenharia prestados por particulares. não tem exceção expressa no texto constitucional A a instituição de tributo sem lei que o estabeleça. (OAB/CESPE – 2007. está correto dizer que fere a CF a instituição de uma taxa no caso. 149. da CF. II. conforme art. 145. caberá à União instituir o IPVA sobre os veículos licenciados no referido território.3) Acerca do sistema tributário nacional.3. da CF. Todos os impostos instituídos pela União têm caráter pessoal e são graduados segundo a capacidade econômica dos contribuintes. . B C D Art. a majoração de tributo sem lei que o estabeleça. que faz essa determinação “sempre que possível”. conforme o art. (OAB/CESPE – 2007. da CF. portanto. B: também está correto (art. As contribuições de intervenção no domínio econômico instituídas pela União não incidirão sobre receitas decorrentes de exportação. I. a instituição ou majoração do imposto sobre a exportação.WANDER GARCIA 320 (OAB/CESPE – 2007. a cobrança de tributo novo no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que o criou. ALTERNATIVA "A" B C D Confira o inteiro teor do art. § 1o. 150 da CF. II e § 1o. para o exterior. da CF. a instituição de contribuição de intervenção no domínio econômico. B C D A: a taxa só pode ser criada em virtude de uma conduta estatal (prestação de um serviço público ou exercício de poder polícia). 145. Caso seja criado um território federal. 153.3) Entre as seguinte vedações. de produtos nacionais ou nacionalizados.

153. a majoração da anuidade (em face do princípio da legalidade tributária) depende de lei. 150. C As anuidades devidas aos conselhos de fiscalização profissional são fixadas e majoradas por resoluções dos respectivos conselhos. ao DF e aos municípios cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que a lei que os instituiu ou majorou tenha sido publicada. II. como regra. 151. da CF.SP) Os princípios constitucionais que informam a cobrança do IPI são a não-cumulatividade e a seletividade. estes. assinale a opção correta. C a seletividade e a generalidade. aos estados. A D a progressividade e a generalidade. D: o princípio em tela tem o nome de princípio da anterioridade. B: art. A A: a lei complementar traz apenas as normas gerais relativas aos tributos (art. I. 151. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "C" Art. da CF). A A: art. da CF). (OAB/CESPE – 2007. III.3. em tese. 151. B É lícito ao presidente da República reduzir a alíquota do imposto sobre produtos industrializados por decreto presidencial. B a não-cumulatividade e a progressividade. da CF.PR) Considera-se constitucional projeto de lei que tribute a renda dos servidores dos estados em níveis superiores aos que fixa para os servidores federais.1) O poder de tributar não é absoluto. D: art. Acerca das limitações à competência tributária. podem ser criados por lei ordinária. II. B institui isenção de ICMS nas regiões mais pobres do Brasil. D Pelo princípio da anualidade tributária. . IV e § 3o (II e I). (OAB/CESPE – 2007. da CF. 145. pois a Constituição Federal impõe às entidades detentoras de capacidade tributária algumas limitações. A norma constitucional impõe que os impostos sejam criados por lei complementar. da CF. C: art. é vedado à União. II. 146 da CF). 153. e que este é remunerado por taxa (art. § 1o.3. C institua alíquotas de IPI inferiores para produtores instalados nas regiões mais pobres do Brasil. B: lei federal não pode estabelecer isenção de tributo estadual (art. D tribute a renda das obrigações da dívida pública dos estados em níveis superiores aos que fixa para as obrigações da União. da CF.321 DIREITO TRIBUTÁRIO (OAB/CESPE – 2007. C: considerando que a fiscalização exercida pelos conselhos é considerada exercício de poder de polícia.

C: art. da CF. 156. podendo ser tratadas por atos infra-legais. é a alternativa incorreta. (OAB/CESPE – 2006. não estão sujeitas à reserva legal. C Em decorrência do princípio da capacidade contributiva. C: está correta. da CF). A A: está correta. como a emissão de notas fiscais. não existindo quanto ao ITBI (art. D É lícito que a matéria atinente à fixação das alíquotas mínimas para o IPVA seja disciplinada por decreto. B: art. III. 153. alguns tributos podem ter suas alíquotas modificadas por ato do Poder Executivo. D: de fato. A B D imposto sobre serviços de transporte intermunicipal. § 1o. rendas e serviços. § 2o. IV. da CF. A ALTERNATIVA "A" A: art. § 2o. Esses tributos incluem o imposto sobre a propriedade de veículos automotores (IPVA). da CF. II. pois.1) Acerca das limitações ao poder de tributar. B O imposto sobre produtos industrializados somente poderá ser cobrado após o transcurso de noventa dias da data da publicação da lei que houver majorado sua alíquota. de acordo com o art. a lei não poderá estabelecer alíquotas progressivas para o imposto de transmissão inter vivos de bens imóveis (ITBI) com base no valor venal do imóvel. 155. § 1o. da CF. devendo pagar impostos sobre seus patrimônios. C imposto sobre importações. § 1o. (OAB/CESPE – 2006. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "D" Art. 156. 156.WANDER GARCIA 322 (OAB/CESPE – 2007. os Correios (que é empresa pública que tem monopólio do serviço) gozam dessa imunidade recíproca. B A discriminação dos serviços a serem tributados pelo imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISS) será veiculada por lei ordinária. segundo o STF. assinale a opção incorreta. Os empréstimos compulsórios somente serão instituídos mediante lei complementar. mesmo que estes estejam vinculados às suas finalidades essenciais. 148 da CF. . 150.3) Conforme a Constituição Federal. imposto sobre a prestação de serviços de qualquer natureza (ISSQN). da CF).1) Assinale a opção correta acerca da legislação tributária. pois essa previsão só existe em relação ao IPTU (art. B: está correta. As matérias atinentes às obrigações tributárias acessórias. D Empresas públicas prestadoras de serviços públicos de prestação obrigatória pelo Estado não gozam de imunidade tributária recíproca. C Apenas emendas constitucionais estabelecerão as alíquotas do ICMS aplicáveis às operações de exportação. desde que a “obrigação” sirva à mera operacionalização da tributação prevista em lei.

Acerca dos efeitos dessa medida. A Como regra geral. As alíquotas dos impostos de importação.ES) Acerca da limitação ao poder de tributar introduzida pela Emenda Constitucional n. 146 da CF). § 2o. devem observar o prazo de noventa dias. ALTERNATIVA "D" B C D Art. A Medida provisória não pode regular matéria tributária. tais como impostos. e não criar ou majorar tributos (art. (OAB/CESPE – 2004. A nova tabela produziu efeitos a partir de 11/11/2003. A nova tabela produziu efeitos a partir de 1. que trata da majoração da tabela de alíquotas do imposto de renda. taxas. 62. da CF. § 2o. quando instituídos para atender às despesas decorrentes de investimento público de caráter urgente e relevante. alcançando os rendimentos auferidos após essa data-limite. em atenção ao princípio da não-surpresa.ES) Considere que o governo tenha publicado medida provisória em 11/11/2003. A alteração de base de cálculo dos impostos sobre a propriedade urbana e sobre a propriedade de veículos automotores não está sujeita à observação do prazo de noventa dias.o/1/2004. assinale a opção correta. 153. assinale a opção correta. B C D A: o art. B: a função da lei complementar é fixar normas gerais em matéria tributária. tributos. 33 e 47 do CTN e a Lei Complementar 87/96). Os empréstimos compulsórios.ES) A respeito da legalidade tributária. B C . As bases de cálculo do imposto municipal sobre a propriedade urbana e do imposto estadual sobre a propriedade de veículos automotores podem ser fixadas por decreto. D: leis complementares já estabelecem a base de cálculo dos dois tributos (vide arts. da CF. da CF admite medida provisória em matéria tributária. o que deve ser respeitado pelos Estados-membros e Municípios. com a publicação da lei no Diário Oficial até o dia 31/12/2003. contribuições de intervenção no domínio econômico e contribuições sociais. A nova tabela alcançou os rendimentos auferidos a partir de 11/11/2003. de exportação e sobre produtos industrializados podem ser fixadas por ato normativo do Poder Executivo federal. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2004. assinale a opção incorreta. 62.o 42/2003 — denominada anterioridade nonagesimal ou princípio da nãosurpresa —. poderão provocar efeitos financeiros no mesmo exercício em que for publicada sua lei de instituição ou majoração. após a conversão da medida provisória em lei. C: art. § 1o. se decorrido o prazo de noventa dias. contribuições de melhoria.323 DIREITO TRIBUTÁRIO (OAB/CESPE – 2004. A A nova tabela produziu efeitos noventa dias após sua publicação. Somente lei complementar pode tratar de instituição ou majoração de tributos.

. No segundo território. b.ES) Considere que o Poder Executivo Municipal tenha editado decreto que majore a alíquota do imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISS) incidente sobre a prestação de serviços de profissionais liberais de nível superior. III. 148. (OAB/CESPE – 2008. 150. à União.WANDER GARCIA 324 D Não se submetem à regra de anterioridade nonagesimal os impostos de importação. No segundo território. (OAB/CESPE – 2004. irretroatividade. anterioridade. está incorreta. Nesse caso. ALTERNATIVA "B" B C D Art. a arrecadação dos tributos estaduais caberia ao governo do próprio território. A No primeiro território. I. § 1o. à União. 2) COMPETÊNCIA E CAPACIDADE TRIBUTÁRIAS.2) Supondo que a União tenha criado dois territórios federais em determinada área da região amazônica: o primeiro localizado em área não dividida em municípios e o segundo. da CF). C: o princípio da anterioridade nonagesimal só se aplica para ALTERNATIVA "A" a instituição ou majoração dos tributos. ALTERNATIVA "D" B C D Art. e a dos tributos municipais. de exportação e de renda. a arrecadação dos tributos estaduais caberia ao governo do próprio território. da CF – não precisa respeitar a anterioridade nonagesimal). c. legalidade. da CF (repare que o empréstimo compulsório para atender a despesas extraordinárias – art. B: art. e a dos tributos municipais. 150. 147 da CF. e seu § 1o. I. 150. da CF. 150. pois o princípio da anterioridade nonagesimal não exclui o princípio da anterioridade tradicional. tanto a arrecadação dos tributos estaduais quanto a dos municipais caberiam à União. assinale a opção correta relativamente à competência para a arrecadação dos tributos nos dois territórios. em área onde há três municípios. este impõe que a instituição ou majoração dos tributos só produzirá efeitos no exercício financeiro seguinte ao da publicação da respectiva lei (art. tanto a arrecadação dos tributos estaduais quanto a dos municipais caberiam à União. III. D: art. A: de fato. da CF. a decisão violou o princípio da A anualidade. No primeiro território.

A cobrança do imposto extraordinário deve obediência ao princípio da anterioridade. A É lícito que o imposto extraordinário seja instituído por lei ordinária. (OAB/CESPE – 2008. na iminência de guerra externa. assinale a opção correta. assinale a opção correta acerca da competência tributária. 154. ALTERNATIVA "A" B C D Art. ALTERNATIVA "D" B C D Art. a União não pode criar impostos cumulativos. a União não pode criar empréstimos compulsórios que tenham base de cálculo idêntica à dos impostos previstos na Constituição. tem capacidade tributária restrita até completar dezesseis anos de idade.1) A União instituiu certo tributo federal e atribuiu a uma autarquia a função de arrecadar e fiscalizar o mencionado tributo. Tendo como referência inicial a situação acima apresentada. . da CF. porque é menor. ALTERNATIVA "A" B C D Art. A iminência de guerra externa somente dá ensejo à instituição de empréstimo compulsório. do CTN. Considerando essa hipótese e as normas relativas à competência tributária. 126.2. I. II. 154. da CF.325 DIREITO TRIBUTÁRIO (OAB/CESPE – 2008. A instituição desse imposto caracterizaria bitributação. um indivíduo de um mês de idade A já tem total capacidade tributária.3) Do conceito de competência residual deduz-se que A os estados não podem criar taxas que tenham base de cálculo idêntica à dos impostos. os estados só podem criar impostos que não tenham fato gerador ou base de cálculo idênticos aos dos impostos previstos na Constituição. (OAB/CESPE – 2007. A Em havendo discussão judicial acerca do tributo instituído. tem capacidade tributária restrita até completar dezoito anos de idade. a autarquia não será beneficiada pelas garantias e privilégios processuais atribuídos à União. (OAB/CESPE – 2007.SP) Suponha que.2) Com base no que dispõe o CTN. não tem qualquer capacidade tributária. a União institua um imposto extraordinário cujo fato gerador seja a propriedade predial e territorial urbana. I.

Acerca da competência tributária. a Constituição confere um poder.3) Segundo a Constituição Federal. por outro lado. 147 da CF. A Os municípios são as entidades políticas competentes para instituir IPVA. a Lei de Responsabilidade Fiscal determina que os tributos sejam criados e cobrados (art. B: art. e não só impostos. assinale a opção correta. além disso. Competência tributária comum é o poder atribuído aos entes federativos para instituir os impostos enumerados na Constituição Federal. da CF. B C D A: art. ALTERNATIVA "C" . e não um dever.2) A Constituição Federal atribuiu a certa entidade política a competência para instituir o imposto sobre a propriedade de veículos automotores (IPVA). D: a competência tributária é o poder conferido para instituir (e. D: art. criar contribuições previdenciárias a serem cobradas dos empregados do setor privado. 155. B: o ente político só pode delegar a capacidade tributária. 7o do CTN. A Constituição Federal apenas outorga aos entes tributantes o mister de instituir tributos. 149-A da CF). só permite a cobrança de contribuições previdenciárias dos servidores do Distrito Federal. C: o art. 11). criar contribuição destinada à iluminação pública. cobrar) tributos. 149. (OAB/CESPE – 2006. da CF. 155. o DF não tem competência para A tributar o transporte intermunicipal de pessoas. 149-A da CF. tributar os serviços de qualquer natureza. B C D A: art.WANDER GARCIA 326 B A atribuição das funções de arrecadar e fiscalizar o tributo instituído pela União poderia ter sido conferida a pessoa jurídica de direito privado. poderá transferir as funções de arrecadar ou fiscalizar o IPVA. III. § 1o. C: de fato. II. A situação apresentada constitui hipótese de delegação da competência tributária da União. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2006.: art. e não a competência tributária. as atribuições conferidas à autarquia. da CF. ALTERNATIVA "C" C D Art. a qualquer tempo e por ato unilateral. ou seja. mas o exercício da competência tributária é uma faculdade. O ente político detentor da competência tributária poderá delegá-la a outra pessoa jurídica de direito público. há casos em que existe verdadeiro dever de instituir o tributo (ex. É lícito que a União revogue. conseqüentemente.

entre as quais não se inclui a criação de A impostos extraordinários por meio de medidas provisórias.2) Suponha que uma unidade federativa tenha instituído uma taxa pela utilização do serviço público. a CF oferece algumas formas de incrementar a receita federal. 154.o 101/2000. específica ou divisível. efetiva ou potencial. II. da CF (repare que a questão diz respeito à utilização do serviço e não às características do serviço).327 DIREITO TRIBUTÁRIO (OAB/CESPE – 2006. 145. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2008. estabelece como requisito da responsabilidade na gestão fiscal a instituição. C: art. A Na iminência ou no caso de guerra externa. da CF). II.2) Na hipótese de o Brasil decretar estado de guerra.1) Assinale a opção correta acerca de matéria atinente a competência tributária. pois cada um pode instituir esses tributos no âmbito de suas atribuições. de acordo com entendimento jurisprudencial já sedimentado. 11 da Lei Complementar 101/00. a União é competente para. I. é indispensável que a utilização desse serviço seja A efetiva e potencial. B C D A: o art. 148. B: trata-se de competência concorrente. A competência tributária privativa é o poder que têm a União. A Lei de Responsabilidade Fiscal. ALTERNATIVA "C" 3) TRIBUTOS EM ESPÉCIE. no âmbito de suas respectivas atribuições. Para que essa taxa atenda aos requisitos constitucionais mínimos. Lei Complementar n. A União poderá instituir novas fontes de arrecadação destinadas a garantir a manutenção ou expansão da seguridade social e. novas contribuições sociais não poderão ter fato gerador ou base de cálculo próprio dos impostos já discriminados na Constituição da República. já se a opção for pela instituição de empréstimo compulsório para o caso. . a previsão e a efetiva arrecadação de todos os tributos da competência do ente político. B C D Art. (OAB/CESPE – 2008. não exige lei complementar para esse imposto extraordinário. os estados. mediante lei complementar. D: não há previsão constitucional para essas novas fontes para a seguridade social. o Distrito Federal e os municípios para instituírem taxas e contribuições de melhoria. específica e divisível. o tributo deve ser criado por lei complementar (art. instituir impostos extraordinários.

ter alíquotas específicas. a natureza não será de contribuição social. porque não haverá obra envolvida. da CF. com base na unidade de medida adotada. a natureza jurídica de tal exação A será de imposto. não será de contribuição de melhoria. ambos da CF. empréstimos compulsórios por meio de medidas provisórias. ao passo que sabemos que as contribuições sociais são tributos vinculados. assim. § 2o. Pecuária e Abastecimento quanto às fiscalizações de estabelecimentos que acondicionam carnes bovinas destinadas à exportação. o problema é que a afirmativa deu a entender que essas contribuições não estão vinculadas a uma atuação estatal. 143 da CF e art. o valor a ser pago pelos contribuintes constitui . porque estará vinculada. a uma atuação estatal. ALTERNATIVA "D" Arts. II. B C D Art. incidir sobre as receitas de exportação. será de taxa. nesse caso. porque se destinará ao exercício do poder de polícia. empréstimos compulsórios por meio de lei complementar. não será de contribuição social. pois os requisitos para a cobrança dessa contribuição (obra pública + valorização imobiliária – art. B C D A e B: o serviço de segurança. I. incidir sobre as receitas de importação.2) Se o governo criar um tributo sobre a utilização dos serviços públicos de defesa nacional destinado a cobrir os custos de manutenção das forças armadas. porque servirá ao serviço público não divisível.1.SP) Considere que a União institua uma lei visando definir o valor de serviços administrativos de órgão do Ministério da Agricultura. 149. Nessa hipótese. não caberia a cobrança de taxa (que requer serviço divisível) e de imposto (que não é o tributo adequado para retribuir serviços prestados pelo Estado). e 154.WANDER GARCIA 328 B C D impostos extraordinários por meio de lei ordinária. 148.1) De acordo com a Constituição Federal. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2008. de fato. na receita bruta ou no valor da operação. (OAB/CESPE – 2008. (OAB/CESPE – 2008. 81 do CTN) não estão presentes no caso. não é divisível. C: está correta. as contribuições sociais e de intervenção no domínio econômico podem A ter alíquotas ad valorem. com base no faturamento. D: de fato. sim.

(OAB/CESPE – 2007. .3. por decorrer de regime jurídico tributário. 145. provenientes de valores obtidos no mercado interno. II. inclusive sobre a importação de produtos ou serviços estrangeiros. e com alíquotas estabelecidas por ato do Poder Executivo. é lícito à União instituir empréstimos compulsórios mediante medida provisória. da CF. inclusive sobre a importação e exportação de produtos ou serviços estrangeiros. fixadas em regulamento. ALTERNATIVA "C" B C D Art. inclusive sobre a importação e exportação de produtos ou serviços estrangeiros. imposto. pelo caráter compulsório da cobrança.329 DIREITO TRIBUTÁRIO A taxa. por corresponder a arrecadação de valores para atividade específica. inclusive sobre a importação e exportação de produtos ou serviços estrangeiros. a fiscalização (o poder de polícia) dá ensejo à cobrança de taxa (art. A Em casos de relevância e urgência. tarifa. São fatos geradores do empréstimo compulsório a calamidade pública. a guerra externa ou o investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional. 148 da CF. fixadas em lei. não incidindo sobre as receitas de exportação. provenientes de valores obtidos no mercado interno. Constitui hipótese de instituição de imposto extraordinário a ocorrência de calamidade pública. provenientes de valores obtidos no mercado interno. § 2o. (OAB/CESPE – 2008. ALTERNATIVA "A" B C D De fato.SP) As contribuições de intervenção no domínio econômico podem ser cobradas sobre bases de cálculo A fixadas em regulamento.SP) Acerca do empréstimo compulsório. A importância arrecadada com a cobrança do empréstimo compulsório tem aplicação vinculada à despesa que ensejou sua instituição. fixadas em lei. assinale a opção correta. 149.1. por decorrer da lei. contribuição. da CF). ALTERNATIVA "B" B C D Art. provenientes de valores obtidos no mercado interno.

(OAB/CESPE – 2007. desde que uma lei complementar a torne não-cumulativa.3.WANDER GARCIA 330 (OAB/CESPE – 2007. a espécie tributária que Gilson paga pela iluminação pública é A taxa paga ao estado. apenas. A devem ter alíquotas ou bases de cálculo idênticas. Nessa situação. (OAB/CESPE – 2006. imposto. da empresa e da entidade a ela equiparada. 195. independentemente da atividade econômica ou utilização intensiva de mão-de-obra. ALTERNATIVA "B" B C D Art. alíquotas idênticas em função do princípio da igualdade. podem ter alíquotas ou bases de cálculo diferenciadas em razão da atividade econômica ou utilização intensiva de mão-de-obra. (OAB/CESPE – 2007. Entretanto. podem ter alíquotas diferenciadas em função da diversidade da base de financiamento. taxa.3. contribuição especial paga ao estado. ALTERNATIVA "B" B C D Art. I. desde que aprovado por meio de lei complementar. contribuição especial. devem ter. taxa paga ao município. desde que aprovado por meio de lei complementar. não é permitido à União cobrar contribuição .PR) Gilson reside em uma localidade paranaense que é servida com iluminação pública cobrada dos contribuintes.3. contribuição especial paga ao município.PR) Constitui hipótese juridicamente correta de instituição de um tributo com o mesmo fato gerador da CPMF a criação de um(a) A imposto. a Constituição Federal permite à União cobrar as chamadas contribuições sociais. receita ou faturamento e lucro. 149 da CF. 149-A da CF. na forma do artigo 195. que trata da folha de salários. da Constituição Federal.SP) As contribuições sociais cobradas do empregador.3) Além dos impostos. desde que 20% do produto de sua arrecadação sejam distribuídos aos estados da Federação. ALTERNATIVA "D" B C D Art. da CF. § 9o.

destinada à iluminação pública. ALTERNATIVA "D" B C D Art. entretanto.3) Na história da legislação tributária brasileira. B: há previsão de vinculação (art. 149-A da CF. é relevante levar-se em consideração a destinação do produto da arrecadação. IV. com saúde e segurança. 195. com ensino. assinale a opção correta. 165. por falta de competência tributária. c. A Não procede a preocupação do ente federado. B C D A: não há previsão de vinculação. sobre a receita de concursos de prognósticos. 195. Isso ocorria para se evitar que fosse declarada inconstitucional a lei instituidora. C: há previsão de vinculação só para a saúde (art. B: art. mesmo assim. da CF). O fato gerador é critério de exame da natureza jurídica específica do tributo. Entretanto.ES) Os recursos provenientes de impostos não podem ser vinculados a órgão. ALTERNATIVA "B" B C D A: art. III. só para a hipótese prevista no art. e. D: há previsão de vinculação só para garantias (e não para pagamentos). Considerando essa afirmação. fundo ou despesa. (OAB/CESPE – 2004. 4o do CTN. da CF). § 8o. como determina o princípio constitucional da não-afetação ou não-vinculação. o nome de taxa. 167. 167. I. da CF. da CF (antecipação de receita tributária). dando-lhes. da CF. pois um tributo será considerado taxa desde que seja criado com esta denominação. Para a definição da natureza jurídica. da CF. freqüentemente ocorreu de entes da Federação criarem verdadeiros impostos.331 DIREITO TRIBUTÁRIO A sobre o lucro das empresas. I. Todas as características formais do tributo estabelecidas na lei de criação devem ser consideradas na definição da espécie tributária. são exceções e podem receber garantia legal de vinculação em orçamento de parte da arrecadação de impostos as despesas A de pagamento de servidores públicos. ALTERNATIVA "B" . (OAB/CESPE – 2006. IV. de pagamento de prestações de empréstimos e financiamentos. C: art. D: art. sobre o faturamento das empresas. relativamente à natureza jurídica do tributo. 195. b.

tem função eminentemente extrafiscal.SP) Assinale a opção correta acerca do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação (ICMS).WANDER GARCIA 332 4) IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS. da CF.2. II. deverá pagar a CIDE em dobro. da CF). ESTADUAIS E MUNICIPAIS. consoante a lei. ele. por meio de lei. da Lei Complementar 116/03). ALTERNATIVA "D" B C D Art. na forma da lei. como fator de regulação da economia no setor de prestação de serviços. A Lei complementar federal determina que o ICMS constitui imposto obrigatoriamente seletivo em razão da essencialidade das mercadorias e dos serviços. pois a CIDE se restringe às pessoas jurídicas. B C D A: o ISS tem função arrecadatória. São contribuintes do ISS os prestadores de serviços de transporte municipal e intermunicipal. Lei complementar federal fixa a alíquota máxima do ISS em 35% sobre o valor do serviço prestado. da CF). II. poderá ser equiparado a pessoa jurídica. 155. § 3o. A deverá ser.SP) Assinale a opção correta acerca do imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISS). Os serviços públicos específicos e divisíveis prestados ao contribuinte não se sujeitam à incidência do ISS. (OAB/CESPE – 2008.2) Com relação à CIDE incidente sobre petróleo e derivados. caso um cidadão brasileiro decida importar derivados de petróleo. D: a alíquota máxima ALTERNATIVA "B" do ISS é de 5% (art. 145. C: sobre tais serviços incide ICMS (art. consoante disposição constitucional. 8o. (OAB/CESPE – 2008. A O ISS. A isenção do ICMS em determinada operação jamais acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores. poderá optar pelo enquadramento como pessoa física ou jurídica.2. isento do pagamento do tributo sobre a importação. II. (OAB/CESPE – 2008. visto que estará isento do pagamento de outros tributos. 149. B: pela prestação de um serviço público dessa natureza o estado pode cobrar taxa (art. B .

1) Consoante o CTN. 155.SP) Assinale a opção correta quanto ao imposto sobre operações de crédito. caso Carlos. 2o. § 2o. da CF). e 156.1) Carlos. 155. § 3o. II. C: art. presumido. ambos da CF. inclusive no fornecimento de alimentação e bebidas em bares. Nessa situação. § 2o. 155. (OAB/CESPE – 2008. II. de fato. pela qual este imposto “será seletivo” (art. d. mas constitui fato gerador do imposto os serviços prestados a destinatários no exterior. líquido. restaurantes e estabelecimentos similares.1. proprietário de uma loja de máquinas fotográficas. imposto de renda sobre o lucro real e passará a pagar o imposto sobre o lucro presumido. câmbio e seguro. ele deixará de pagar A ICMS e passará a pagar ISS. arbitrado. IPI e passará a pagar ICMS. Nesse caso.333 DIREITO TRIBUTÁRIO C Incide o ICMS sobre as operações relativas à circulação de mercadorias. 155. IPI e passará a pagar ISS. I). B . A O IOF tem função predominantemente extrafiscal. está decidido a deixar de vender o produto e passar a oferecer serviços de assistência técnica a equipamentos fotográficos. (OAB/CESPE – 2008. III. ou relativas a títulos ou valores mobiliários (IOF). III. X. não está prevista no CTN a base de cálculo na forma de lucro A real. Constitui uma das hipóteses de incidência do IOF a posse de um título mobiliário. ALTERNATIVA "A" B C D Arts. a. da Lei ALTERNATIVA "C" Complementar 87/96. I. da CF. 44 do CTN. a base de cálculo do imposto de renda da pessoa jurídica corresponde ao montante da renda e dos proventos tributáveis. 153. e não “deverá ser seletivo” (art. ALTERNATIVA "C" B C D Art. (OAB/CESPE – 2008. O ICMS não incide sobre operações que destinem mercadorias para o exterior. diferente da previsão do IPI. B: o art. § 2o. passe a oferecer somente esse novo serviço. D: art. D A: a CF dispõe que o imposto “poderá ser seletivo”. da CF admite exceções a essa regra (“salvo determinação em contrário da legislação”).

ALTERNATIVA "D" B C D Art.WANDER GARCIA 334 C D As alíquotas do IOF somente podem ser modificadas por lei em sentido estrito. também. 153. sendo o comprador domiciliado em Goiânia – GO e o vendedor. IV. da CF. 156. I. 65 do CTN (parte final). 147 do CTN). 156. 63. de bem imóvel. da CF. da CF dispõe que essa exclusão deve ser feita por lei complementar. .3) O imposto sobre produtos industrializados. § 3o. o retorno de mercadoria industrializada anteriormente exportada. contraria dispositivo constitucional que. (OAB/CESPE – 2007. alíquotas diversas de acordo com o uso do imóvel. Nesse caso. de competência da União. A Um município que institui lei estabelecendo alíquotas progressivas para o imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana (IPTU) em razão do valor do imóvel e. § 1o. § 3o. V e § 1o. Considere-se um ato de compra e venda de bem imóvel localizado no DF. C: art. e à lei complementar. II. B C D A: art. em Imperatriz – MA. independentemente do motivo do retorno. por ato oneroso. da CF. D: o art. tendo como parâmetro o uso do bem imóvel. Nesse caso. A: art. da CF. veda o estabelecimento de alíquotas diversas para o IPTU. Considere-se que certo município edite lei excluindo o ISS sobre exportações de serviços para países da América Latina. da CF. D: não existe essa regra geral para o IOF (art. Compete à lei ordinária fixar as alíquotas mínimas do imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISS). § 3o. 156. pois apenas a Constituição Federal pode dispor acerca da exclusão da incidência do ISS sobre a exportação de serviços. será devido ao DF o imposto sobre transmissão inter vivos. do CTN. não incide sobre A a importação de produtos industrializados. I. a lei municipal contraria o texto constitucional. O lançamento do IOF deve ser sempre executado de ofício pela autoridade administrativa. B: art. fixar as alíquotas máximas. B: art. 156. a exportação de produtos industrializados. a arrematação de produtos industrializados apreendidos e levados a leilão. III.3) Assinale a opção correta no que se refere aos impostos de competência dos municípios. 153. C: art. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. § 2o. a qualquer título.

serviço de correios e telégrafos. assinale a opção correta. não incide sobre A a alienação de mercadorias entre contribuintes de estados diferentes. o Código Tributário Nacional (CTN) determina que o poder público promova e mantenha ali certos melhoramentos. para fins de instituição e cobrança do IPTU.335 DIREITO TRIBUTÁRIO (OAB/CESPE – 2007. como tal. ALTERNATIVA "C" B C D Art. em seu projeto de negócio. A propósito dessa situação hipotética e considerando a disciplina normativa do ISS. B C D De fato. X.SP) O ICMS. imposto de renda sobre o lucro da empresa. ICMS sobre o papel destinado à publicação de periódicos. Nessa situação. prestações de serviço de comunicação nas modalidades de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita. a prestação de serviços de transporte entre contribuintes e não-contribuintes de estados diferentes. d.PR) Considere-se que Mauro deseje montar uma editora e. preste serviços no Brasil e no exterior e.2) Para que determinada área seja considerada urbana. (OAB/CESPE – 2007. seja contribuinte do ISS. ALTERNATIVA "B" B C D Art. 32.3. porque não está acobertado pela imunidade tributária prevista no art. é o descrito na alternativa “b”. (OAB/CESPE – 2007. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. abastecimento de água. 155. o único imposto que Mauro deverá pagar. do CTN. tributo pertencente aos estados e Distrito Federal. entre os quais figura o A transporte público coletivo. § 2o. serviço de coleta de lixo. esteja inserido o planejamento tributário da empresa.2) Suponha que a Bite Serviços de Informática Ltda. Mauro terá de pagar A IPI sobre os livros publicados. d. da CF. IPI sobre os jornais a serem produzidos. 150.3. VI. § 1o. . importação de bens por particulares ou sociedades desvinculadas ao comércio. da CF.

reimportados para a realização de reparos em razão de defeitos técnicos. B: art. 3o do CTN). João não está obrigado a pagar o imposto de renda em razão de os valores por ele auferidos terem sido provenientes de atividade ilícita.1) Um navio cargueiro. O ISS não incide sobre a exportação dos serviços da Bite Serviços de Informática Ltda. O imposto de renda deve ser informado pelos critérios da universalidade. Os empregados da Bite Serviços de Informática Ltda.WANDER GARCIA 336 A A Bite Serviços de Informática Ltda. (OAB/CESPE – 2007. lote 2 – automóveis fabricados no Brasil. 2o. Em regular atividade fiscal. lote 3 – automóveis em trânsito. I. . em trânsito para a Argentina.250/95 – imposto sobre a renda de pessoas físicas). mas não apresentou declaração ao fisco federal em virtude de essa renda ter sido proveniente da prática de tráfico ilícito de substâncias entorpecentes. da CF. São contribuintes do ISS a Bite Serviços de Informática Ltda. B C D A: a multa não é um tributo.1) João auferiu renda superior a R$ 100. § 1o. medida provisória ou decreto. bem como seus diretores e sócios-gerentes. está desobrigada de recolher o ISS quanto aos serviços iniciados no exterior do país. pois tributo não é sanção por ato ilícito (art. Considerando a situação hipotética apresentada acima e as normas do sistema tributário nacional. lote 1 – automóveis fabricados nos Estados Unidos da América para serem vendidos no Brasil. A Constitui tributo a multa imposta a João pelo atraso na entrega de sua declaração de renda. para países estrangeiros. O imposto de renda poderá ser instituído por lei complementar. ALTERNATIVA "D" D: art. João foi compelido a pagar multa pecuniária pelo atraso na entrega de sua declaração de renda.: Lei 9. 153. da Lei Complementar 116/03. da progressividade e da generalidade. (OAB/CESPE – 2007.000. assinale a opção correta. atracou em porto brasileiro com três lotes de automóveis com as características a seguir. lei ordinária. para serem vendidos na Argentina. 43.00 no ano calendário de 2005. do CTN. § 2o. devem recolher o ISS. C: trata-se de tributo criado por lei ordinária (ex. ALTERNATIVA "C" B C D Art.

337 DIREITO TRIBUTÁRIO Com relação ao imposto de importação.2. também poderia ser considerada correta. D: art. INTERPRETAÇÃO E INTEGRAÇÃO DA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA. o fornecimento simultâneo de mercadorias e serviços exclui o ICMS. . I. ao argumento de que a indenização importa em acréscimo no patrimônio do indenizado (p. DJ 26/06/08). que percebam rendimentos de outras pessoas físicas e não se enquadrem nas hipóteses de isenção do imposto de renda. 153. incidindo apenas o ISS. art. (hoje também está correta a alternativa “b”) ALTERNATIVA "D" (GABARITO OFICIAL) 5) VIGÊNCIA. a declaração é que é anual (arts. (OAB/CESPE – 2006. hoje. respectivamente. I e § 1o. B: essa alternativa. 2o da Lei 7. O imposto de importação é de caráter marcadamente fiscal. APLICAÇÃO.SP) Por disposição expressa do Código Tributário Nacional (CTN). deve ser interpretada literalmente a legislação tributária que disponha sobre A compensação de tributos. da Lei Complementar 87/96). mas tem objetivos extrafiscais. B C D A: o recolhimento deve ser mensal. de sua matriz para sua filial. C: esse imposto não tem caráter fiscal (visa somente à arrecadação!). 2o.: Resp 963. (OAB/CESPE – 2008.250/95. feito por pessoa jurídica. devem efetuar o recolhimento desse referido imposto apenas anualmente. 4o e 7o da Lei 9.713/88). 21 do CTN). Incide imposto de importação apenas sobre os automóveis do lote 3. tendo como referência inicial a situação hipotética acima apresentada. C: art. A alteração das alíquotas do imposto de importação não se sujeita aos princípios constitucionais tributários da legalidade e da anterioridade. A Incide imposto de importação apenas sobre os automóveis dos lotes 1 e 2. Caracteriza hipótese de incidência do imposto de renda a percepção de indenização por danos morais. A Os profissionais liberais sem vínculo empregatício. B C D A e B: o imposto é de importação de produtos estrangeiros (art. Nos restaurantes.381. ex. O ICMS não incidirá sobre o deslocamento de mercadorias. pois o STJ vem entendendo que essa tributação é possível. D: Súmula 166 do STJ: “não constitui fato gerador do ICMS o simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento do mesmo contribuinte”. 153. da CF). tratando-se de importante instrumento ALTERNATIVA "D" da política cambial e do comércio exterior (art. assinale a opção correta. I. da CF.1) Assinale a opção correta sobre o ICMS e o imposto de renda.

respectivamente. B C . consignação em pagamento. a Secretaria da Receita Federal do Brasil expediu instrução normativa dispondo sobre normas gerais de arrecadação de contribuições sociais de sua competência. em respeito ao princípio da anterioridade tributária. a alíquota do ITBI e o imóvel passou a ser avaliado em R$ 120. na forma como foi procedida. entrou em vigor uma lei que alterou.WANDER GARCIA 338 B C D outorga de isenção. a referida lei. (OAB/CESPE – 2008. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "C" Art.o de janeiro de 2008.00. proprietário de um imóvel avaliado. prescrição e decadência.00 3% R$ 120. 111 do CTN.1. Considerando a situação hipotética descrita.000.000. não pagou o IPTU de 2007 e. inexistindo disposição em contrário.000. Em 15 de dezembro de 2007. passou a incidir eficazmente sobre fatos geradores ocorridos a partir de 1. Nessa situação. seguida de uma assertiva a ser julgada com base nas normas gerais de direito tributário. em 2007.00 4% B C D Art. inválida.00 4% R$ 120. por intermédio do Poder Executivo. assinale a opção que representa. 105 do CTN. Assinale a opção em que a assertiva está correta. portanto. pretende vender o imóvel para um interessado com quem firmou. com base na legislação aplicável. de 3% para 4%. em 2007.000. A Determinado município da Federação. (OAB/CESPE – 2008. Em maio de 2008. Nessa situação.1) Ricardo. um contrato de promessa de compra e venda. neste ano de 2008. é possível concluir que a referida atualização deveria ter sido feita por lei em sentido estrito. foi publicada lei estadual fixando a base de cálculo do imposto sobre a propriedade de veículos automotores (IPVA).00.00 3% R$ 100. a referida atualização monetária. a referida instrução normativa deve entrar em vigor 30 dias após a sua publicação. sendo.000.SP) Em cada uma das opções abaixo. é apresentada uma situação hipotética. Nessa situação. o valor da base de cálculo do IPTU de 2007 e a alíquota do ITBI que deverão ser pagos. Em janeiro de 2008. expediu ato para a atualização do valor monetário da base de cálculo do ISS. em R$ 100. A R$ 100.000.

c. D: art. o percentual de multa que Osvaldo terá de pagar é igual a A 0%. independentemente de sua posterior revogação.3) Osvaldo. do CTN. 20%. assim.00 e requereu a exclusão da multa. Nessa situação. da CF. do CTN e art. pugnando pela revogação do auto de infração. A A eqüidade deve vir antes da analogia. do CTN (“data da sua publicação”). 103. 108 do CTN. 97.00 e multa de 20%. III. 106. 10%. ALTERNATIVA "C" B C D Art. C: art. posterior. b. Os princípios gerais de direito tributário devem vir antes da analogia. declarou-se devedor dos R$ 10.PR) Como forma de resolver lacunas no direito tributário. Antes do julgamento pelo órgão competente. 106. A analogia deve vir antes dos princípios gerais de direito público. confirmada a existência do fundamento legal da obrigação acessória. do CTN.000. B: art. 7o da Lei Complementar 116/03). que foi notificado pelo fisco para o pagamento de um imposto de R$ 10. A alíquota de 15% não se sobreporá à de 10%. B C D Art. por denúncia espontânea. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. foi publicada lei que tornou desnecessária a referida obrigação acessória. em uma ordem especificada em lei. não sendo aplicável ao caso a lei posterior.3. em virtude de não ter satisfeito determinadas obrigações acessórias na importação de bens de capital.000. que alterou a alíquota para 15%. Alfa apresentou defesa escrita. no curso do processo. e outra. II. Nessa situação. A eqüidade deve vir antes dos princípios gerais de direito tributário. I. o auto de infração deve ser considerado válido. A: a base de cálculo do imposto está prevista em lei complementar e consiste no “preço do serviço” (art. não pode retroagir. 15%.339 DIREITO TRIBUTÁRIO D A pessoa jurídica Alfa foi autuada pela autoridade competente. Em relação a essa ordem. II. a autoridade aplicadora da lei deve fazer uso de quatro instrumentos jurídicos. impugnou o lançamento e. pois é penalidade mais severa e. § 1o. 150. Irresignada. Ainda no curso do processo. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2007. assinale a opção correta. advieram duas leis: uma que alterou a alíquota da multa para o correspondente a 10%. nos procedimentos de importação de bens de capital. .

111 do CTN. São Paulo: Saraiva. o Distrito Federal e os municípios e suas autarquias. é correto afirmar que se interpreta literalmente a legislação que disponha sobre A dispensa do cumprimento de obrigações tributárias principais. devido ao princípio da anualidade.3.o X. Direito tributário brasileiro. sendo omissa quanto à sua entrada em vigor. Poderá ser cobrada a referida majoração somente em face dos fatos geradores ocorridos após 45 dias da publicação da Lei n. 100. já que aquela lei foi omissa quanto a sua entrada em vigor. devido a regra contida na Lei de Introdução ao Código Civil. B C . assinale a opção correta. ALTERNATIVA "A" B C D Art.PR) De acordo com o CTN. os atos normativos expedidos pelas autoridades legislativas. prescrição e decadência. as decisões dos órgãos singulares do Poder Judiciário a que a lei atribua eficácia normativa. (OAB/CESPE – 2007. De acordo com o princípio da anterioridade nonagesimal. (OAB/CESPE – 2007. os convênios que entre si celebrem a União.1) A Lei n.2) Interpretar a norma jurídica consiste em identificar o seu sentido e alcance. 11a ed.o X. (Luciano Amaro. do CTN. A interpretação (ou exegese) é necessária para que se possa aplicar a lei às situações concretas que nela se subsumam. III. exclusão do crédito tributário. Chama-se hermenêutica a ciência da interpretação.WANDER GARCIA 340 (OAB/CESPE – 2007. 2005. constituem normas complementares a que estão sujeitos os contribuintes A as práticas reiteradamente observadas pelas autoridades administrativas.o/1/2006. Com relação à situação hipotética apresentada e a vigência das leis tributárias. os estados. extinção do crédito tributário. p. majorou o imposto sobre produtos industrializados (IPI). publicada no dia 30 de setembro de 2005. a referida majoração somente poderá ser cobrada em face dos fatos geradores ocorridos após 90 dias da sua publicação. ALTERNATIVA "B" B C D Art. A A referida majoração somente poderá ser cobrada em face dos fatos geradores ocorridos a partir de 1. 205) A partir do texto acima.

a fixação de alíquota do tributo e da sua base de cálculo. cujas disposições vão além da mera obrigação de estabelecer tributo por meio de lei. ressalvadas determinadas hipóteses. da CF. os estados. 150. o DF e os municípios. as hipóteses de exclusão. (OAB/CESPE – 2006. seja a interpretação com caráter normativo (por ex. A: o princípio é o da anterioridade. já que o IPI não se submete ao princípio da anterioridade.3) Um dos princípios de maior abrangência e relevância para o direito tributário é o da legalidade. as normas complementares. Todavia. suspensão e extinção de créditos tributários. é correto afirmar que independe de lei A o estabelecimento de norma interpretativa da lei. não se aplica o princípio da anterioridade. c. (OAB/CESPE – 2006. III.341 DIREITO TRIBUTÁRIO D Os valores provenientes dessa majoração podem ser cobrados em face dos fatos geradores ocorridos a partir de sua publicação. da legalidade em geral (C) e da indisponibilidade do interesse público (D). mas também. não se exige lei para estabelecer a interpretação de lei. 150. as decisões dos órgãos singulares de jurisdição administrativa. ou para outras infrações nela definidas. 150. Nos demais casos. seja a interpretação no caso concreto. do CTN). III.: imposta por uma instrução normativa ou por um parecer normativo). B C D De fato. ALTERNATIVA "B" B C D Art. mas se aplica o princípio da ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "A" anterioridade nonagesimal (art. quanto ao IPI. D: de fato.3) A base normativa do direito tributário compreende não apenas as leis. a cominação de penalidades para as ações ou omissões contrárias a seus dispositivos. § 1o. os convênios que entre si celebrem a União. . ou de dispensa ou redução de penalidades. a lei é necessária em função do princípio da legalidade tributária (B). Nesse contexto. nem tudo no direito tributário está submisso a tal princípio. da CF. 100 do CTN. C: são aplicáveis as alíneas b e c do art. a que a lei atribua eficácia normativa. Não se classificam como normas complementares A os atos normativos expedidos pelas autoridades administrativas. os decretos. B: art. entre outras.

(OAB/CESPE – 2008. à disposição sobre parcelamento do crédito tributário e à autorização de dações em pagamento. 104. § 1o. II. Estão sob reserva de lei complementar as matérias atinentes à concessão de isenções. O emprego da analogia não pode resultar na exigência de tributo não previsto em lei. B C D A: art. para tanto. do CTN. 108. do CTN. § 2o. B . com novo registro empresarial. O emprego da analogia não pode resultar na criação de hipótese de incidência. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "A" D: art.WANDER GARCIA 342 (OAB/CESPE – 2006. do CTN. 6) OBRIGAÇÃO. 111. recebeu do fisco estadual uma notificação para pagamento de ICMS relativo a vendas ocorridas na loja que comprara. 106. B: art. Certo dia. § 1o. assinale a opção correta. João continuou. do CTN. 103. 146 da CF não faz essa exigência para esses casos. A A lei tributária que outorga benefício tributário de isenção pode ser interpretada extensivamente. III. B C D A: art. Deverá obediência ao princípio da anterioridade tributária a revogação de isenção não onerosa concedida para promover o desenvolvimento de precária região brasileira. (OAB/CESPE – 2004. A disciplina da integração da legislação tributária determina que o emprego do princípio da eqüidade não pode resultar na dispensa do pagamento de penalidade pecuniária. II. B: art. é correto afirmar que João A não responderá pela dívida tributária anterior porque não foi constituída por ele. A lei tributária expressamente interpretativa pode retroagir para instituir cobrança sobre fato gerador passado. mas por Pedro. C: o art. aquela atividade comercial. então. 108. RESPONSABILIDADE E SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIAS. do CTN. mas criou. do CTN. sendo elas realizadas em data anterior à da operação de compra da loja.2) João adquiriu de Pedro uma das lojas de tecidos que este possuía e que funcionava no mesmo endereço havia vinte anos.ES) Assinale a opção incorreta. I. do CTN. Considerando-se a situação hipotética apresentada. C: art.1) Acerca da legislação tributária. D: art. 108. nova empresa. não responderá pela dívida tributária anterior porque a ele só pertence a nova pessoa jurídica. A As decisões provenientes dos Conselhos de Contribuintes do Ministério da Fazenda a que a lei atribuir eficácia normativa entrarão em vigor trinta dias após a data de sua publicação.

ALTERNATIVA "B" B C D Art. sujeito ativo. responderá pela dívida tributária anterior subsidiariamente com Pedro. independentemente de ter ou não relação pessoal e direta com a situação que constitua o fato gerador. 125 do CTN. não será afetada a prescrição para Pedro. deve cobrar de Tiago. somente Tiago permanecerá devedor. 133 do CTN.1. independentemente de ter ou não relação pessoal e direta com a situação que constitua o fato gerador. o fisco deve primeiramente cobrar dele e. seguida de uma assertiva a ser julgada com relação ao sujeito passivo tributário e à responsabilidade tributária. somente após esgotados os esforços. desde que este continue a explorar a venda de tecidos em suas outras lojas.1) Considere que Pedro e Tiago sejam.343 DIREITO TRIBUTÁRIO C responderá integralmente pela dívida tributária anterior porque. Nessa situação. A se a lei conceder remissão pessoal a Tiago.2) O indivíduo a quem a lei atribua dever de pagar determinado tributo é considerado. com a compra da loja. . se Pedro pagar a metade da dívida.SP) Em cada uma das opções abaixo. em razão de ter relação pessoal e direta com a situação que constitua o fato gerador. 121 do CTN. sua obrigação decorre da lei. ALTERNATIVA "D" D Art. sujeito passivo. (OAB/CESPE – 2008. porque. o saldo da dívida passa todo para Pedro. segundo o CTN. por lei. ALTERNATIVA "A" B C D Art. (OAB/CESPE – 2008. se Pedro foi quem deu razão à dívida. Assinale a opção em que a assertiva está correta. A contribuinte. adquiriu a totalidade dos direitos e deveres relativos àquele estabelecimento. (OAB/CESPE – 2008. é apresentada uma situação hipotética. responsável. considerados sujeitos passivos solidários em relação a determinada dívida tributária. independentemente de ter relação pessoal e direta com a situação que constitua o fato gerador. se a lei conceder a interrupção da prescrição em prejuízo de Tiago.

Nessa situação. não podendo o Estado responsabilizar quem estava de boa-fé perante uma declaração deste. no valor de R$ 2. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2008. no exercício da curatela. Luciano é motorista de caminhão e não possui residência fixa. Entretanto. de imposto predial e territorial urbano (IPTU) relativo ao respectivo imóvel. I. 134.00. II. quando veio a falecer. não tendo Luciano domicílio eleito. o espólio do de cujus responderá pelos respectivos débitos. taxa de polícia. II. por escritura pública.SP) Considere que Gilson possua os seguintes débitos vencidos para com a fazenda pública municipal: imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISS).350. Sendo autônomo. outra na região Norte e outra na região Centro-Oeste do país. do CTN (solidariedade). ISS e contribuição de melhoria. do CTN. a autoridade administrativa competente deverá extinguir os créditos tributários na seguinte ordem: A ISS. Roberto intervier em algum ato que configure fato gerador de tributo devido pelo curatelado. § 1o. taxa de polícia e contribuição de melhoria. posteriormente. D: apesar do disposto no art. no valor de R$ 800. . Nessa situação. em virtude do não-recolhimento de imposto de renda. Patrícia é responsável tributária pelo pagamento do referido crédito tributário. no valor de 550. acometido de acidente vascular cerebral. Nessa situação. C: art. do CTN. 163. Patrícia celebrou. não havendo qualquer responsabilidade dos sucessores no que se refere ao patrimônio pessoal deles. a fazenda municipal constatou a existência de débitos. Roberto será responsável subsidiário ao cumprimento da referida obrigação principal. ALTERNATIVA "D" B C D Art. ISS. contrato de compra e venda de imóvel pertencente a Joaquim. que. B: art. 131 do CTN. do CTN. contribuição de melhoria. B C D A: art. passou a ser absolutamente incapaz de exercer os atos da vida civil. Joaquim apresentou certidão negativa de débitos tributários relativos ao imóvel objeto do contrato. Roberto foi nomeado curador de seu pai.00.00. Nessa situação. No ato da lavratura do instrumento.1. contribuição de melhoria. a certidão negativa de débitos tem presunção de legitimidade. 131. 127. anteriores à alienação do bem a Patrícia. ele presta serviços a diversas empresas: uma situada na região Sul. tendo sido esse fato consignado na própria escritura pública. contribuição de melhoria e taxa de polícia.WANDER GARCIA 344 A Pedro estava sendo executado por dívida tributária. deve ser considerado seu domicílio tributário o lugar onde Luciano for encontrado. No caso de imputação do pagamento. se. taxa de polícia. taxa de polícia e ISS.

aplicada na recuperação judicial e na falência. da prática comprovada de atos ilícitos. § 1o. constata-se que a responsabilidade tributária de terceiros emerge A de sua capacidade contributiva.345 DIREITO TRIBUTÁRIO (OAB/CESPE – 2007. do CTN. é.SP) Da análise das disposições do Código Tributário Nacional. em conformidade com o que dispõe a lei. do CTN. do CTN. (OAB/CESPE – 2007. do fato de serem dirigentes de pessoas jurídicas. pela legislação tributária. eventualmente. tais como prestar declarações ao fisco. pela legislação tributária. assinale a opção correta. aplicada somente na recuperação judicial. necessariamente. 135. ALTERNATIVA "B" B C D Art.3. ALTERNATIVA "A" B C D Art.3. § 2o. 133. excluída.SP) De acordo com o que dispõe o Código Tributário Nacional. Nesse caso. (OAB/CESPE – 2007. emitir nota fiscal. pagar uma multa. ALTERNATIVA "B" B C D Art.PR) Considere-se que a empresa Paraná Petróleo tenha sido considerada.2) A Nuporanga Indústria e Comércio de Alimentos Ltda. na alienação de ativos. na recuperação judicial e na falência. que trata da responsabilidade tributária pessoal de terceiros. a empresa A deve. . pela natureza de sua atividade. somente no que se refere à recuperação judicial. (OAB/CESPE – 2007. Considerando a situação hipotética acima e as normas atinentes à obrigação tributária. obrigada a prestações acessórias. deve cumprir várias obrigações tributárias. pagar penalidades pecuniárias. 113. atua no ramo de venda de produtos alimentícios e. deve ter deixado de pagar um imposto e deve pagá-lo com juros. sujeito passivo de obrigações tributárias acessórias. deve pagar certo tributo com atualização monetária.3. caput. recolher o imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias (ICMS) e. de acréscimo de riqueza decorrente do ato ilícito cometido. a responsabilidade dos sucessores deve ser A excluída na alienação de ativos.

Segundo o CTN. do CTN.WANDER GARCIA 346 A A obrigação de empresas. administrador do supermercado Boas Compras. nesse caso. de pagar eventuais penalidades pecuniárias constitui obrigação tributária principal. A respeito dessa situação e à luz das normas relativas às obrigações tributárias. 124 do CTN.2) Com o fito de atuar no ramo de fabricação de móveis residenciais. como a Nuporanga. (OAB/CESPE – 2007. D: a alternativa só seria verdadeira se dela constasse que Carlos age com excesso de poder ou infração da lei (art. Carlos e o supermercado Boas Compras são solidariamente responsáveis pelo pagamento dos tributos devidos. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2006. assinale a opção correta. que passa por severas privações financeiras.. ALTERNATIVA "A" B C D Art. A pessoa jurídica JC Móveis Ltda. B: art. sujeito passivo direto da obrigação tributária. B C D A: art. A O domicílio tributário de JC Móveis Ltda. dois amigos constituíram a sociedade JC Móveis Ltda. B . A obrigação da Nuporanga de recolher o ICMS constitui obrigação tributária acessória. 113 do CTN. as obrigações tributárias. assinale a opção correta acerca da obrigação tributária. adquiriram um imóvel e alguns equipamentos para fomentar a atividade empresarial. na condição de administrador do supermercado Boas Compras. O dever de recolher os tributos devidos pelo supermercado Boas Compras constitui uma obrigação tributária acessória. é pessoalmente responsável pelos créditos correspondentes a obrigações tributárias decorrentes de quaisquer de seus atos. Carlos. decorrem da lei em sentido estrito.1) Carlos. será determinado pela autoridade tributária com aptidão para fiscalizar e cobrar os tributos de sua respectiva competência. A obrigação tributária acessória é dependente da obrigação tributária principal. III. é responsável pelo recolhimento na fonte do imposto de renda devido por seus empregados e. 135 do CTN). deixou de recolher vários tributos da referida pessoa jurídica. principal e acessória. Tendo como referência inicial a situação hipotética acima. contrataram seis empregados. C: Art. 123. 113 do CTN. A A capacidade tributária passiva do referido supermercado Boas Compras não depende de sua regular constituição.

2) João. caput. D A: art. Caso a autoridade tributária constate que a JC Móveis Ltda. ALTERNATIVA "D" B C D Art. Na execução fiscal. III. do CTN (responsável). a eventual penhora dos bens de sócio não poderá atingir a meação de sua respectiva mulher. assinale a opção incorreta. quanto a tributos relativos ao exercício de 2004. Como a Marmoraria do Sul Ltda. José. como a abstenção de escrituração dos livros fiscais de JC Móveis Ltda. que esteve à frente da administração da sociedade por 5 anos. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2006. Considerando essa situação hipotética como referência inicial e acerca das normas que regem a responsabilidade tributária da sociedade e de seus sócios. Jonas foi nomeado administrador. 127 do CTN. § 1o. sendo o primeiro dono de 10% do valor do imóvel e o segundo. deverá ser decretada a perda de sua capacidade tributária passiva. 113. Em junho de 2005. no que diz respeito à obrigação tributária. do CTN. (OAB/CESPE – 2006. se encontrava em débito para com a fazenda pública estadual.. a União não poderá cobrar de João mais do que a décima parte do valor devido em decorrência da incidência do ITR. Assim. praticou atos em desconformidade com o contrato social. único. João e Jonas não poderão permanecer no pólo passivo da execução fiscal. p. a concessão de isenção objetiva exonera todos os devedores. C: art. foi promovida execução fiscal contra a pessoa jurídica e seus sócios. 45. Havendo solidariedade tributária. do CTN. converte-se em obrigação principal relativamente a eventual penalidade pecuniária.347 DIREITO TRIBUTÁRIO C O descumprimento de obrigações tributárias. proprietário do restante.1) Assinale a opção incorreta. O inadimplemento das obrigações tributárias da pessoa jurídica devedora é bastante para caracterizar a responsabilidade pessoal e solidária do sócio-gerente. 126. não foi regularmente constituída. José e Jonas são sócios da Marmoraria do Sul Ltda. do CTN. A Suponha que João e Bento sejam co-proprietários de determinada propriedade rural. entre janeiro de 2000 e maio de 2005. D: art. B . sem prejuízo de aplicação de multa. 135. B: art. A A responsabilidade de sócio pelas dívidas tributárias da sociedade é hipótese de substituição tributária.

2) Ocorrido determinado fato gerador. pessoalmente. os tributos devidos em razão do regular exercício da sociedade deverão ser cobrados de André e Leonor. A dissolução de sociedade limitada em débito com o fisco acarreta a responsabilização pessoal do sócio-gerente. como no caso em que as indústrias automobilísticas recolhem o ICMS no momento da saída dos automóveis de seus estabelecimentos. configura-se a situação de extinção da dívida por . assinale a opção correta. SUSPENSÃO. (OAB/CESPE – 2008. Passaram-se seis anos. C: art. uma vez que a sociedade em conta de participação não possui capacidade tributária passiva.WANDER GARCIA 348 C Hipótese de incidência tributária não se confunde com fato gerador da obrigação tributária. O contribuinte que deixar de emitir nota fiscal somente poderá ser responsabilizado pela infração tributária mediante a demonstração de dolo ou culpa. justamente. 124 e 125 do CTN. B: a idéia da venda do bem é. B C D A: o caso trata da substituição tributária progressiva. metade da dívida das pessoas que se enquadravam na situação de Augusto. Nesse caso. Augusto deveria pagar o respectivo tributo. 136 do CTN. ALTERNATIVA "B" 7) CRÉDITO TRIBUTÁRIO: CONSTITUIÇÃO. Entretanto. e o fisco nem mesmo constituiu o crédito tributário contra Augusto. uma lei editada posteriormente ao fato deu por extinta. tendo sido a aquisição levada a efeito no curso de processo de execução fiscal. A pessoa que tenha adquirido bem imóvel em hasta pública. (OAB/CESPE – 2006. já o segundo é a concretização da hipótese de incidência no mundo dos fatos e dá origem à obrigação tributária. EXTINÇÃO E EXCLUSÃO. Considere que André e Leonor são sócios de determinada sociedade em conta de participação. D: art. 135. relativamente à outra metade do crédito. do CTN. mesmo que o preço pago seja insuficiente para cobrir o débito tributário. ALTERNATIVA "A" D Arts. Nessa hipótese. não podendo o comprador (arrematante) ficar responsável por estes. não será responsável pelo pagamento de eventuais ônus tributários incidentes sobre o bem arrematado. vez que ainda não houve a ocorrência do fato gerador. A primeira corresponde à previsão legal e abstrata da situação que implica a incidência da norma tributária. sem pagamento. caput. A Ocorre a substituição tributária regressiva na hipótese de recolhimento do imposto antes da ocorrência do fato gerador. mesmo quando observados os procedimentos legais e contratuais aplicáveis à hipótese. para pagar os tributos devidos.1) Acerca da responsabilidade tributária.

1. O direito do contribuinte à compensação de créditos tributários não é auto-aplicável. assinale a opção correta. dependendo de lei. intermunicipal e de comunicação (ICMS). mediante processo regular. desde que os documentos fiscais expedidos pelo sujeito passivo não mereçam fé. ALTERNATIVA "C" B C D Arts. ALTERNATIVA "C" B C D Arts. Em conformidade com entendimento jurisprudencial já pacificado.2. para o efeito de atribuir responsabilidade tributária a terceiros pelo pagamento do tributo em comento. (OAB/CESPE – 2008. em virtude da adoção. prescrição e compensação. B C . objeto de contestação judicial pelo sujeito passivo. A Em face da irregularidade apurada. no curso do procedimento administrativo fiscal. assinale a opção correta.SP) No que diz respeito à compensação do crédito tributário. com base na legislação vigente na data da autuação. A autoridade lançadora deverá arbitrar. 172 e 173 do CTN. de preços diferentes aos ajustados. remissão e decadência. É lícita a compensação mediante o aproveitamento de tributo. for publicada lei estadual que outorgue ao crédito maiores garantias. o preço ou valor das mercadorias. a autoridade administrativa competente pode efetivar o lançamento do tributo de ofício. essa nova norma deverá ser aplicada ao lançamento de ofício da autoridade administrativa competente.349 DIREITO TRIBUTÁRIO A transação e remissão. transação e prescrição. (OAB/CESPE – 2008. ao Poder Judiciário é admitido deferir a compensação de créditos tributários em antecipação de tutela de mérito. Tendo como referência a situação hipotética descrita acima. certos e vencidos do sujeito passivo contra a fazenda pública.SP) Ômega Indústria e Comércio Ltda. Se. antes do trânsito em julgado da respectiva decisão judicial. foi autuada por irregularidades apuradas no lançamento do imposto sobre circulação de mercadoria e prestação de serviços de transporte interestadual. A O CTN somente admite a compensação de créditos tributários com créditos líquidos. na nota fiscal. 170 e 170-A do CTN.

B: art. Ambos os débitos estão vencidos e são de titularidade do mesmo sujeito ativo. Lá. relatou o fato e. C: art. depois. 152. a do IPTU. para proceder à transferência da propriedade de seu veículo a Airton. Nessa situação. 144. no dia 17/12/2007. ALTERNATIVA "C" B C D Art. A moratória. 148 do CTN. a autoridade competente para receber o pagamento deve determinar. b. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. o pagamento parcial do tributo. ALTERNATIVA "B" D: art. do CTN. o depósito do seu montante integral. Considere a seguinte situação hipotética. 160 do CTN (30 dias). após assinar o reque- . a imputação do débito de ISS e. A concessão de moratória em caráter individual gera direito adquirido. quando a legislação tributária não fixar o tempo do pagamento. Na Secretaria da Fazenda. na condição de responsável por sucessão. A: art.SP) Assinale a opção correta quanto às modalidades de suspensão e extinção do crédito tributário. I. 163. Onofre é profissional autônomo e possui débitos de ISS relativo a sua atividade profissional e de IPTU. havendo pagamento parcial dos tributos. caput. pode ser concedida pela União somente quanto aos tributos de sua competência. 144. em caráter geral. foi informado de que a transferência dependia da quitação do IPVA daquele ano. em primeiro lugar. B C D A: art. B: art. I. 18 da Lei Complementar 87/96 e art.1) As hipóteses previstas no CTN para suspensão da exigibilidade do crédito tributário. (OAB/CESPE – 2008. 144. § 1o. (OAB/CESPE – 2008.1. do CTN.3) Wilson foi ao DETRAN. do CTN. 151 do CTN. D: art.WANDER GARCIA 350 D Não deve ser aplicada ao lançamento legislação posterior à ocorrência do fato gerador da obrigação que tenha instituído novos critérios de fiscalização. C: art. do CTN. e que ele deveria ir à Secretaria da Fazenda para providenciar o pagamento. 155 do CTN. do CTN. não incluem A a medida liminar em ação judicial. o parcelamento. § 1o. A O vencimento do crédito tributário. deve ser estipulado em 10 dias após a notificação do lançamento.

ele não precisaria pagar o tributo. suspende a exigibilidade do crédito tributário. 149 do CTN.3) O taxista João recebeu do fisco estadual uma correspondência na qual lhe foi informado que.351 DIREITO TRIBUTÁRIO rimento da segunda via do documento de arrecadação do imposto sobre a propriedade de veículos automotores (IPVA). estando em débito com a fazenda pública estadual em razão do não recolhimento do imposto sobre operações referentes à circulação de mercadorias relativo aos dois últimos anos. Nessa situação. ALTERNATIVA "C" B C D Art. isenção. por requerimento. 180 do CTN). ALTERNATIVA "B" B C D Art. relativamente ao IPVA. . uma vez que fora aprovada uma lei. que excluía o crédito tributário dos taxistas. exclui o crédito tributário. do CTN. (OAB/CESPE – 2007. recebeu a notificação para pagamento do respectivo imposto. B C D Trata-se de isenção. e 176 do CTN). 175. Nessa situação hipotética. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2007.3) Suponha-se que determinada sociedade limitada. I. anistia. pela respectiva assembléia legislativa. A situação hipotética acima configura caso de lançamento tributário A por declaração. concede remissão ao crédito tributário. transação. por homologação. VI. promova o parcelamento do valor devido. Seria anistia se houvesse exclusão de uma penalidade tributária (art. pode-se dizer que a citada lei estabeleceu uma A remissão. o parcelamento A extingue o crédito tributário. pois a lei excluiu crédito relativo ao próprio tributo (arts. de ofício. 151. mesmo tendo ocorrido o fato gerador do IPVA.

do CTN). D: art. único. pagamento prévio. com vistas à apuração e quitação de sua dívida. as infrações cometidas com dolo ou culpa pelas pessoas jurídicas beneficiadas. A ITR — lançamento por homologação IPVA — lançamento por declaração ICMS — lançamento por homologação COFINS — lançamento de ofício ALTERNATIVA "C" B C D Art. confissão prévia. B C D A: abrange só as infrações administrativas (art. I.3) Considere-se que a União conceda anistia tributária abrangendo infrações cometidas por pessoas jurídicas domiciliadas em certa região brasileira. Não se aplica a anistia às infrações cometidas anteriormente à vigência da lei. em razão de condições que lhes são peculiares.PR) Assinale a opção em que está correta a correlação entre um tributo e sua espécie de lançamento principal. (OAB/CESPE – 2007. deixou de declarar receita e de pagar ISSQN por vários meses. assinale a opção correta. B C D Art. pagamento espontâneo. do CTN. I. do CTN.3. do CTN. 150 do CTN. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. também. A lei concessiva da anistia abrange. Não se aplica a anistia a atos praticados com simulação pelas pessoas jurídicas beneficiadas. caput e seu p. 180. Nessa situação hipotética e de acordo com as normas atinentes ao crédito tributário. 138. Nessa situação. prestador de serviços. C: art. Quando recebeu como pagamento uma boa quantia em dinheiro. a lei denomina o procedimento de Walter A denúncia espontânea. A A anistia abrange as infrações administrativas e as contravenções penais cometidas pelas pessoas jurídicas beneficiadas. do CTN. 180. 180.PR) Walter. resolveu informar ao fisco sobre sua receita como prestador de serviços. .3.WANDER GARCIA 352 (OAB/CESPE – 2007. 180. I. B: art. caput.

do CTN. A contribuição para o financiamento da seguridade social (COFINS) constitui tributo sujeito ao lançamento por declaração. contados da data do fato gerador da obrigação tributária. A partir dessa informação.1) No que concerne ao lançamento do crédito tributário. 143 do CTN. 144. 144 do CTN. compete privativamente à autoridade administrativa constituir o crédito tributário pelo lançamento. D: a COFINS está sujeita ao lançamento por homologação (Lei Complementar 70/91). A A data da ocorrência do fato gerador vai definir a legislação tributária que regerá a constituição do crédito tributário. B: art. cabendo ao sujeito ativo apenas conferir a apuração e o pagamento já realizados. C: art. assinale a opção correta no que se refere a lançamento e suas modalidades. somente pode ser efetivada.2) Segundo o que dispõe o CTN. B C D A: art.353 DIREITO TRIBUTÁRIO (OAB/CESPE – 2007. assinale a opção correta. aplica-se ao lançamento a legislação posterior a esta data que tenha outorgado ao crédito maiores privilégios. É de cinco anos o prazo prescricional para cobrança de crédito tributário. Não existindo disposição legal em contrário. são tributos que as pessoas pagam após terem recebido o lançamento (normalmente pelos Correios). calcular o montante do tributo devido e efetuar o pagamento. O imposto sobre a propriedade de veículos automotores (IPVA) e a taxa de limpeza pública são tributos normalmente submetidos ao lançamento de ofício. 147 do CTN. o sujeito passivo deve verificar a ocorrência do fato gerador. nos casos em que o valor tributário esteja expresso em moeda estrangeira. . em relação a um mesmo sujeito passivo. 146 do CTN. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2007. Todavia. introduzida em conseqüência de decisão judicial. C: de fato. quanto a fato gerador ocorrido posteriormente à sua introdução. No lançamento por declaração. B: art. caput e § 1o. B C D A: art. D: contados da data da constituição definitiva do crédito tributário (art. 174 do CTN). para o efeito de atribuir responsabilidade tributária a terceiros. A A legislação aplicável ao lançamento será a vigente na data em que o mesmo for efetivado. deverá ser feita a sua conversão em moeda nacional ao câmbio do dia em que se proceder ao lançamento tributário. Qualquer modificação nos critérios jurídicos adotados pela autoridade administrativa no exercício do lançamento.

WANDER GARCIA 354 (OAB/CESPE – 2007. A Não havendo disposição legal em contrário. a respeito da possibilidade de compensação do aludido crédito com créditos líquidos e certos vincendos de sua titularidade contra a fazenda pública. § 2o. Para estes créditos. (OAB/CESPE – 2007.00 para pagamento do imposto de renda do exercício de 2005. não haverá a incidência de juros moratórios.1) O sujeito passivo de determinada relação jurídica tributária formulou consulta. . por despacho da autoridade administrativa. Mesmo sendo líquidos e certos. mesmo que. o sujeito passivo emitiu cheque no valor de R$ 3. ALTERNATIVA "B" B C D Arts. do CTN.00.000. 162. o despacho concessivo do favor seja anulado em virtude de ter sido constatada a existência de dolo ou simulação do benefício. 170 do CTN. de R$ 2. concedeu moratória em caráter geral. I. do CTN. estabelecendo ainda critérios e condições para que o referido favor seja estendido individualmente. A concessão da moratória não interrompe o prazo prescricional do direito à cobrança do crédito tributário. relativamente a um tributo. A concessão de moratória em caráter individual não gera direito adquirido. mesmo que o crédito não seja pago até a data do vencimento. assinale a opção correta.000. dentro do prazo legal para pagamento do crédito. 152 e ss. respectivamente. não são compensáveis créditos vincendos contra a fazenda pública. constituídos ou não. presume-se que a concessão da moratória abrange todos os créditos tributários.00 e R$ 4. A Na pendência da consulta formulada. posteriormente.00. do CTN. nos valores. por intermédio de lei federal. D: art.000. aos que não possuam domicílio na aludida região.000. Considerando essa situação e com base na legislação tributária vigente. 161.1) A União. O mesmo sujeito passivo também possui créditos tributários vencidos relativos ao imposto de renda dos exercícios de 2004 e 2005. ALTERNATIVA "A" B C D A: art. Com base na legislação tributária aplicável e tendo a situação hipotética acima como referência. C: art. assinale a opção correta. à data da edição da referida lei federal. A autoridade administrativa que receber o pagamento relativo a créditos tributários vencidos deverá imputar os R$ 3. B: art. A moratória não pode ser concedida em favor de determinada classe ou categoria de sujeitos passivos. pagando-o diretamente na repartição fiscal. O pagamento de tributos não pode ser efetuado por meio de cheques. circunscrevendo seus efeitos a determinada região do território nacional. 163 do CTN.

o crédito tributário não pode ser suspenso por A conversão de depósito em renda. (OAB/CESPE – 2006. . (OAB/CESPE – 2006. 151 e 156. do CTN. foi lavrado auto de infração em fevereiro de 2006. nos termos das leis reguladoras do processo tributário administrativo. conforme o Código Tributário Nacional (CTN). isenção. alíquota. 156 e 175 do CTN.355 DIREITO TRIBUTÁRIO (OAB/CESPE – 2006. não incluem a A compensação.3) De acordo com o CTN. remissão.3) Na composição do lançamento tributário. identificação do contribuinte. 142 do CTN. A O lançamento tributário opera efeitos ex nunc. concessão de medida liminar em mandado de segurança. para efetuar fiscalização do recolhimento de IPTU relativo ao exercício de 2000. prescrição.2) Uma autoridade fazendária de certa unidade da federação dirigiu-se ao estabelecimento empresarial da pessoa jurídica Solar Higienização Ltda. são observados alguns fatores necessários ao cálculo do valor dos tributos. possuindo natureza constitutiva e declaratória. ALTERNATIVA "A" B C D Arts. Como os dirigentes da referida pessoa jurídica não procederam ao pagamento do tributo devido.3) As formas de extinção do crédito tributário. Com base nessa situação hipotética e acerca da disciplina normativa do lançamento e do crédito tributário. assinale a opção correta. ALTERNATIVA "A" B C D Art. base de cálculo. reclamações e recursos. moratória. (OAB/CESPE – 2006. VI. ALTERNATIVA "D" B C D Arts. Esses fatores não incluem o(a) A vencimento.

De acordo com o art. a moratória produz efeitos de forma automática. podendo o benefício fiscal ser revogado de ofício. ALTERNATIVA "D" . decorrente de enchente que assolou certa região sulista. B: art. consideradas as condições pessoais e peculiares do sujeito passivo. B C D A: o STJ é pacífico nesse sentido (REsp 674. A Concedida individualmente. acerca de crédito e lançamento tributários. procedimento em que o contribuinte antecipa o pagamento do tributo. A lei municipal concessiva da moratória deverá ser interpretada literalmente. Nesse caso. A O imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza é tributo sujeito ao lançamento por homologação. Isso porque o IPTU de 2000 deveria ser lançado em 2000 e o prazo de 5 anos ALTERNATIVA "B" começa a contar do primeiro dia do exercício seguinte (ou seja. Em março.. No caso de tributo definitivamente constituído em janeiro de 2006. A moratória concedida pelo ente municipal somente abrangerá tributos definitivamente constituídos à data do despacho que a outorgar. 173.706. 174 do CTN. à alíquota de 1%. do CTN. não poderá invocar direito adquirido. ALTERNATIVA "A" B C D Arts. D: art. Em face dessa situação hipotética. tendo operado a decadência. o homologa.1) Assinale a opção incorreta. (OAB/CESPE – 2006. e a autoridade tributária. o ente municipal competente concedeu moratória à empresa Alves Indústria de Estofados Ltda. Sendo o sujeito passivo da obrigação tributária regularmente notificado quanto ao lançamento. 152 e ss.WANDER GARCIA 356 B C D O auto de infração foi lavrado após o advento da decadência. 1o de janeiro de 2001). o prazo para o lançamento do IPTU se extinguiu em janeiro de 2006. 145 do CTN. assegurando-se ao contribuinte o contraditório e a ampla defesa. I. este somente poderá ser alterado por força de decisão judicial. A Alves Indústria de Estofados Ltda. Considere que. a alíquota utilizada para cálculo do tributo deverá ser de 1%. a pretensão da Fazenda Pública à execução do respectivo crédito tributário prescreverá em janeiro de 2011. DJ 01/09/08). em fevereiro. do CTN. O IPTU é imposto objeto de lançamento por homologação. 144 do CTN. determinado contribuinte prestou serviços sujeitos à incidência do imposto sobre serviços (ISS). (OAB/CESPE – 2006. assinale a opção incorreta com relação às normas que disciplinam a moratória.2) Por motivo de ordem pública. O ato de constituição do crédito tributário é ato discricionário. C: art. posteriormente. sendo o lançamento efetivado em abril. foi publicada lei que majorou a alíquota do imposto para 2%.

proferidas em sede de processo administrativo fiscal. assinale a opção correta. do CTN. o juízo competente poderá declarar o direito à compensação tributária. D: art. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2004. 147 do CTN. do CTN. ao deferir a medida liminar. Constituem hipóteses de extinção do crédito tributário as decisões administrativas irreformáveis. determina a matéria tributável. pretendendo compensar créditos tributários. A isenção e a anistia. sem prévio exame da autoridade tributante.357 DIREITO TRIBUTÁRIO (OAB/CESPE – 2006. A Será extinto o crédito tributário de contribuinte que promover o depósito integral do montante exigido pela fazenda pública. que efetua a determinação da obrigação tributária e o pagamento antecipado do tributo. D: art. C: de fato. causas suspensivas do crédito tributário. B C D A: art. C: art. propõe aplicação da sanção cabível. O lançamento de um tributo é atividade administrativa vinculada. com pedido de provimento jurisdicional liminar.1) A respeito de suspensão. a efetiva compensação não pode ser concedida em decisão liminar (Súmula 212 do STJ: “A compensação de créditos tributários não pode ser deferida em ação cautelar ou por medida liminar cautelar ou antecipatória”). II. 142. do CTN. 175 do CTN (exclusão). do CTN (suspensão).ES) O lançamento regularmente notificado ao sujeito passivo pode ser alterado em condições previstas no Código Tributário Nacional. extinção e exclusão do crédito tributário. Se determinado contribuinte. favoráveis ou contrárias ao contribuinte. B: art. 147 do CTN. identifica o sujeito passivo e. IX. único. pressupõem a existência de lançamento do respectivo tributo. estará impedido de conceder a efetiva compensação dos créditos. caput.ES) Assinale a opção incorreta a respeito de lançamento tributário. O lançamento por declaração caracteriza-se pela maior participação do contribuinte. Ocorre lançamento por declaração mesmo quando as informações acerca da matéria de fato tiverem de ser prestadas por terceiro legalmente obrigado. tanto administrativa quanto judicialmente. 142. 159. A Denomina-se lançamento o procedimento administrativo que verifica a ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2004. B C D A: art. p. 151. . se for o caso. B: art. calcula o montante do tributo devido. as quais não incluem o(a) A impugnação do sujeito passivo. impetrar mandado de segurança. mas.

2) De acordo com o CTN. manter escrituração de suas receitas e despesas em livros revestidos de formalidades que assegurem a exatidão das informações. ALTERNATIVA "C" B C D Trata-se de imunidade. ela deve A abster-se de distribuir mais do que 5% de seu patrimônio ou de suas rendas. ato de ofício da autoridade administrativa. visando ao crescimento setorial e ao combate ao desemprego. embasado em comprovação de dolo. a União pode conceder isenção tributária a empreendimentos industriais ou agrícolas que se instalem em unidades da federação consideradas subdesenvolvidas. retificação da declaração por iniciativa do próprio contribuinte.2) Segundo a legislação tributária. 145 do CTN.1. fraude ou simulação do contribuinte ou de terceiro em seu favor. (OAB/CESPE – 2006. 8) ISENÇÃO E IMUNIDADE. Com relação a essa situação. 14 do CTN. para que uma instituição de educação sem fins lucrativos goze da imunidade tributária relativa ao pagamento de impostos sobre seu patrimônio. assinale a opção incorreta acerca das normas relativas à legislação tributária. renda ou serviços. nomear apenas diretores brasileiros. . aplicar ao menos 50% de seus recursos na manutenção dos seus objetivos institucionais. imunidade tributária. (OAB/CESPE – 2008. ALTERNATIVA "D" B C D Art.SP) A norma constitucional que veda aos entes federativos a instituição de impostos sobre templos de qualquer culto representa A anistia tributária.WANDER GARCIA 358 B ato de ofício da autoridade administrativa. embasado em comprovação de fraude ou falta funcional da autoridade que efetuou o lançamento. isenção tributária. ALTERNATIVA "D" C D Art. por estar prevista na Constituição Federal. remissão tributária. (OAB/CESPE – 2007. com vistas a reduzir ou excluir tributo.

D: não existe essa previsão na Constituição (art. 7o. B C D A: art. documentos ou livros. D: art. SUPERSIMPLES. 104 do CTN e art.SP) De acordo com a legislação tributária que dispõe a respeito do processo administrativo fiscal. trinta dias após o despacho aduaneiro de mercadoria importada. da CF.2. I. C: art. Salvo disposição em sentido contrário. ALTERNATIVA "A" B C D Art. ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA E RESTITUIÇÕES. 183 do CTN. B C D A: art. único. do CTN. b e c.2. da CF.235/72. do Distrito Federal ou dos municípios.SP) Assinale a opção correta a respeito das garantias e privilégios do crédito tributário. I. B: art. (OAB/CESPE – 2008. . A isenção somente poderá ser concedida por lei complementar. ALTERNATIVA "D" 9) GARANTIAS E PRIVILÉGIOS TRIBUTÁRIOS. As pessoas jurídicas beneficiadas com a isenção devem cumprir as obrigações tributárias acessórias e se submeter à fiscalização da entidade tributante. do CTN. p. 188 do CTN. mesmo os hipotecados ou penhorados. Em quaisquer hipóteses. a lei tributária começará a vigorar no território nacional no prazo de 45 dias após a sua publicação. II. p. 186. do Decreto 70. o crédito tributário tem preferência em relação ao crédito com garantia real. apenas com a lavratura do auto de infração. Todos os bens do sujeito passivo respondem pelo crédito tributário. Reputam-se extraconcursais os créditos tributários passíveis de concurso de preferências entre as pessoas jurídicas de direito público. 146 da CF). A O rol das garantias do crédito tributário. 186. previsto no CTN. do CTN. o procedimento fiscal tem início A com a apreensão de mercadorias. único. III. B: art. é meramente exemplificativo.359 DIREITO TRIBUTÁRIO A A isenção outorgada pela União não poderá abranger tributos de competência dos estados. a seu livre arbítrio. 175. p. 151. salvo se o ônus real for anterior à constituição do respectivo crédito. no momento em que decidir o fiscal de tributos. único. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2008. C: art. III. 150.

B: art. em razão do processamento da defesa junto à instância administrativa. 38. em cada ano-calendário. relativa ao recolhimento do ICMS.SP) A concomitância da tramitação de defesa administrativa e medida judicial em nome do contribuinte interessado enseja A o indeferimento da medida judicial. Um dos requisitos para que uma pessoa jurídica possa se enquadrar na definição legal de microempresa é que a mesma aufira. 17. A propósito .000. que é domiciliado no México. 3o. decidiu que os impostos e contribuições da referida pessoa jurídica deveriam ser recolhidos pelo regime do Simples Nacional. 13 da Lei Complementar 123/06. o sobrestamento da medida judicial até resolução da questão perante a instância administrativa. A O Simples Nacional implica o recolhimento trimestral de vários tributos.00. a contribuição para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). sem apreciação de mérito. mediante documento único de arrecadação. a extinção da defesa administrativa. dedica-se exclusivamente a sua atividade-fim.2) A Sol Agência de Viagem e Turismo Ltda. por considerar que a agência se enquadra nos requisitos legais de uma microempresa. Inclui-se.830/80. por utilizar-se de duas vias de defesa — administrativa e judicial — para discussão da mesma matéria. c/c ALTERNATIVA "D" seu § 1o.2) Considere que. se a matéria discutida em ambas as instâncias for absolutamente idêntica. II. 13. ALTERNATIVA "C" B C D Art. I. § 1o. B C D A: art. da Lei Complementar 123/06. II. (OAB/CESPE – 2007. D: art.3. Considerando a situação hipotética apresentada. C: art. da Lei Complementar 123/06. Um de seus sócios diretores. da Lei Complementar 123/06. em razão de inadimplemento de obrigação tributária. a aplicação da multa por litigância de má-fé ao interessado. receita bruta igual ou inferior a R$ 240. p. entre as contribuições recolhidas pelo sistema do Simples Nacional. (OAB/CESPE – 2006. A Sol Agência de Viagem e Turismo Ltda. da Lei 6. tenham sido promovidas a inscrição em dívida ativa e o posterior aforamento de execução fiscal contra LM Livraria Ltda. não pode recolher seus impostos e contribuições na forma do Simples Nacional por ter sócio domiciliado no exterior. único. VIII. assinale a opção correta de acordo com o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte.WANDER GARCIA 360 (OAB/CESPE – 2007.

B C D A: não existe essa determinação legal (arts. do CTN. ALTERNATIVA "A" 10) AÇÕES TRIBUTÁRIAS. relativas a representações criminais para fins penais. II. C: art. (OAB/CESPE – 2007. p.SP) Em relação à prescrição intercorrente ocorrida no curso da execução fiscal. os tabeliães devem prestar todas as informações às autoridades tributárias de que disponham concernentes a bens. A certidão de dívida ativa regularmente lavrada contra LM Livraria Ltda. C: art. do CTN. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2006. § 2o. assinale a opção incorreta.3. 204. 197. 201 a 204 do CTN).1) Com relação à administração tributária. negócios ou atividades de terceiros. D: art. constitui título executivo extrajudicial e goza de presunção iuris et de iure de liquidez e certeza. do CTN. A Esse tipo de prescrição não pode ser decretado de ofício.361 DIREITO TRIBUTÁRIO dessas considerações e observadas as normas atinentes à administração tributária. Tal prescrição não pode ser decretada de ofício. único. a dívida ativa não-tributária. I. 198. do CTN. 204 do CTN. entre outros. Não constitui vício da certidão de dívida ativa a ausência de menção expressa quanto ao valor dos juros de mora e demais encargos. único. 39. A Somente mediante ordem judicial fundamentada. por serem indisponíveis os interesses patrimoniais da fazenda pública. pelos agentes fazendários. desde que conste a maneira de calculá-los. da Lei 4. A dívida ativa tributária regularmente inscrita goza de presunção relativa de certeza e liquidez. I. assinale a opção correta. O pagamento de parte do débito tributário de LM Livraria Ltda. B C D A: art. B: art. Recursos provenientes da cobrança de preço público constituem.320/64. Não constitui violação ao princípio do sigilo fiscal a divulgação de informações. 204. p. B: a presunção é relativa (art. A A lei determina que seja promovida a notificação do sujeito passivo acerca da inscrição do crédito tributário em dívida ativa. § 3o. 202. do CTN. consubstanciado em certidão de dívida ativa afeta a liquidez da referida certidão. assinale a opção correta. D: art. B .

assinale a opção correta acerca das normas atinentes à execução fiscal. É possível o reconhecimento. A executada foi citada para pagar a dívida com juros e multa de mora e encargos indicados na certidão de dívida ativa ou para garantir a execução. na forma e prazos devidos. haja vista que a dívida ativa regularmente inscrita não traz a presunção de sua certeza e liquidez.830/80. pois a fazenda pública não pode pleitear a anulação da alienação do patrimônio efetuada pelo devedor. pois a fazenda pública pode pleitear a anulação da alienação do patrimônio efetuada desde a ocorrência do fato gerador que ensejou o débito. pois a fazenda pública pode pleitear a anulação da alienação do patrimônio efetuada a partir da inscrição do débito em dívida ativa. A certidão de dívida ativa poderá ser emendada até decisão proferida em recurso especial.SP) A alienação do patrimônio por parte do devedor com débitos perante a fazenda pública não pode ser anulada. ALTERNATIVA "D" D Art. pois a fazenda pública não pode pleitear a anulação da alienação do patrimônio efetuada pelo devedor.. da prescrição intercorrente. B C . é verdadeira. a afirmativa acima A não é verdadeira. A A MN Consultoria e Serviços Ltda. Tendo como referência inicial a situação hipotética acima. do imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISS).WANDER GARCIA 362 C Essa prescrição pode ser decretada de ofício. § 4o. não é verdadeira.2) A fazenda pública municipal ajuizou execução fiscal contra a MN Consultoria e Serviços Ltda.3. desde que a fazenda pública seja previamente ouvida sobre a matéria. A lei veda que a petição inicial e a certidão de dívida ativa constituam um único documento. 185 do CTN. desde que o devedor não tenha outros bens que possam satisfazer o pagamento total do débito. desde que estejam caracterizados a omissão e o desinteresse da fazenda pública no processamento da execução fiscal. (OAB/CESPE – 2007. 40. é verdadeira. não poderá apresentar reconvenção nos autos da execução fiscal proposta em seu desfavor. da Lei 6. À luz do Código Tributário Nacional. (OAB/CESPE – 2007. pelo não-recolhimento. ALTERNATIVA "A" B C D Art. em razão da ausência de previsão no Código Tributário Nacional. de ofício.

3. por depósito ou fiança. II. sobre a propriedade predial e territorial urbana. B C D Art.. II. a qualquer título. nem garantida a execução. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "B" 11) DIREITO FINANCEIRO E REPARTIÇÃO DE RECEITAS TRIBUTÁRIAS.363 DIREITO TRIBUTÁRIO D O despacho do juiz que deferir a petição inicial determinará o arresto dos bens da MN Consultoria e Serviços Ltda. o município de Vila Bela dispõe de 2 milhões de reais. provenientes da distribuição de receitas tributárias do imposto de renda (IR).830/80. III. § 3o. A: art.830/80. da Lei 6. do imposto sobre a propriedade de veículos automotores (IPVA) e do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestação de serviços de transporte interestadual e inter- . (OAB/CESPE – 2007. 6o. B C D Art. 7o. § 8o.2. sobre a propriedade territorial rural. da Lei 6. da Lei 6. do imposto sobre a propriedade territorial rural (ITR). 158. entre os quais se inclui o(a) A imposto sobre a propriedade de veículos automotores. (OAB/CESPE – 2007. sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. da CF. imposto sobre a importação. relativamente aos imóveis neles situados.830/80. caso a dívida não seja paga. relativamente aos imóveis neles situados. D: art. § 2o. C: art. da CF. Lei 6. imposto sobre a transmissão causa mortis ou doações de quaisquer bens e direitos. 16.SP) As normas que regem a repartição das receitas tributárias determinam que pertencem aos municípios 50% do produto da arrecadação do imposto A de renda retido na fonte. B: art. contribuição social sobre o lucro.1) Para custear serviços públicos de sua competência.830/80.PR) Os municípios recebem parte do produto de alguns dos tributos arrecadados pela União e pelo estado da Federação ao qual pertencem. 158. sobre rendimentos pagos. (OAB/CESPE – 2008. 2o. por eles ou por suas autarquias.

00. D: de fato. B C D A: Art. 158. B .000. e não o valor pelo qual o automóvel foi comprado. ALTERNATIVA "B" B C D Art. não o uso de veículo automotor. por suas fundações públicas e autarquias.02).00. mas cujo valor de mercado é de R$ 70.09. por ele. o que importa é o valor venal. São devidos ao município de Vila Bela 20% do ICMS arrecadado pelo respectivo estado. ou seja. A base de cálculo do IPVA quanto ao automóvel do empresário será o valor venal deste.WANDER GARCIA 364 municipal e de comunicação (ICMS).2) Considere que um grande empresário tenha recebido em seu domicílio tributário cobrança quanto ao IPVA de sua aeronave e de seu automóvel. A No sistema tributário brasileiro. este último comprado de um amigo que se encontrava em crise financeira por R$ 50. a qualquer título. o STF tem esse entendimento (RE 134. A jurisprudência do STF é no sentido de que não deverá incidir IPVA sobre a propriedade ou posse de aeronaves. a repartição das receitas tributárias abrange os impostos e a contribuição de intervenção no domínio econômico relativa às atividades de importação ou comercialização de petróleo e seus derivados. Caberão ao município de Vila Bela 50% do ITR quanto aos imóveis situados em seu território. C: de fato. da CF.509. II. 20% pertencerá ao município onde estiver licenciado o respectivo veículo automotor. acerca do IPVA. DJ 13. Ao município de Vila Bela são cabíveis 30% do IPVA relativo aos veículos licenciados em seu território. Ao Distrito Federal pertence a metade do produto do imposto de renda incidente na fonte sobre os rendimentos pagos. A Quando da repartição da receita tributária decorrente do IPVA.00.1) Com relação às normas de repartição das receitas tributárias. Considerando a situação hipotética acima. 158. da CF. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2006. R$ 70. (OAB/CESPE – 2006.000. Nesse caso. III. gás natural e seus derivados e álcool combustível (CIDE combustíveis). da CF. B: art. assinale a opção incorreta. 155. A Pertencem ao município de Vila Bela 50% do IR incidente na fonte sobre rendimentos pagos a qualquer título por essa entidade administrativa.000. O fato gerador do IPVA é a propriedade. assinale a opção correta acerca da matéria atinente à distribuição das receitas tributárias. assinale a opção incorreta. III.

ALTERNATIVA "B" D Art. e a integralidade do produto de sua arrecadação caberá ao município.365 DIREITO TRIBUTÁRIO C Se determinado município optar por fiscalizar e cobrar o imposto sobre a propriedade territorial rural (ITR). A Constituição Federal determina que metade dos recursos do fundo para os programas de financiamento ao setor produtivo das regiões Norte. . de competência da União. 157 e seguintes da CF. Nordeste e Centro-Oeste que forem destinados à região Nordeste será assegurada ao semi-árido nordestino. este não poderá implicar redução do imposto ou qualquer outra forma de renúncia fiscal.

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ingressou com ação na justiça do trabalho pleiteando o reconhecimento da relação de emprego com um hospital público municipal. caracterizada por treinamento em serviço. em regime de dedicação exclusiva.DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO 1) INTRODUÇÃO.2) Ciro trabalha como taxista para uma empresa que explora o serviço de táxi de um município. trabalhador autônomo. B C . pagamento de salário. sendo o automóvel utilizado em serviço por Ciro de propriedade da mencionada empresa. já que presentes os elementos caracterizadores do vínculo. definir se houve ou não uma relação de emprego. médico residente. (OAB/CESPE – 2008. Em face da situação hipotética apresentada. ou seja. (OAB/CESPE – 2007.o 80. empresário. assinale a opção correta. empregado. Ciro é considerado A trabalhador avulso. Diante dessa situação hipotética. não pode ser caracterizada como relação de emprego.281/1977. regida sob os ditames do Decreto n. Caberá ao juiz. de acordo com a legislação trabalhista. Logo. subordinação e permanência. uma vez que o período de residência médica deve ser considerado relação de emprego. ao analisar a demanda.1) João. A residência médica é uma modalidade de ensino de pós-graduação. ALTERNATIVA "C" B C D Art. 3o da CLT. A Assiste razão a João.

1o do Decreto 80. entre outras.281/77. o processo de agregação de trabalhadores em empresas. a Revolução Industrial ocorrida no século XVIII — e suas conseqüências na estruturação e disseminação do sistema capitalista — constituiu a fonte material básica do direito do trabalho. tem operado como elemento indutor da positivação de normas legais trabalhistas. em caráter ocasional. B C D . que labore 4 horas diárias. não existe nenhum vínculo entre o médico e o hospital. como resultado da expansão do sistema econômico. razão pela qual deve ser considerada fonte material do direito do trabalho. assinale a opção incorreta. sem ingerência do proprietário da obra na forma de sua execução. assinale a opção correta. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2004. pode ser apontado como fonte material do direito do trabalho. Filosoficamente. a ação articulada dos trabalhadores. O trabalhador voluntário que presta serviços com ânimo e causa benevolente deve ser considerado empregado. ALTERNATIVA "B" Art. (OAB/CESPE – 2004. na condição de médico. mas não exerce atividade laborativa. deve ser considerado empregado. buscando a melhoria de sua condição social com a participação dos sindicatos. Sob o ponto de vista político. Qualifica-se como empregado o trabalhador contratado para executar a ampliação da residência de um servidor público. oneroso e habitual.WANDER GARCIA 368 D Durante o período de residência médica.ES) Considerando as fontes do direito do trabalho. favorecendo o surgimento de uma consciência social coletiva de índole reivindicatória.ES) A respeito dos sujeitos da relação de emprego. mediante preço certo e prazo previamente ajustados. B C D Uma corrente de pensamento não pode ser considerada uma fonte formal do direito do trabalho. o socialismo cristão e o fascismo corporativista. fundamentaram o direito do trabalho e por isso são consideradas fontes formais desse ramo da ciência jurídica. a determinado hospital. Deve ser considerado empregado o trabalhador associado a cooperativa de mão-de-obra que preste serviços pessoais e onerosos. cidades e regiões do mundo ocidental. A O advogado contratado para a execução de pareceres jurídicos em caráter pessoal. A Sob a perspectiva econômica. se perceber valores habituais da instituição privada acolhedora. já que apenas assiste aulas no hospital. correntes de pensamento tais como o trabalhismo. Sob a ótica sociológica.

A Após a extinção do contrato de trabalho o princípio da indisponibilidade fica mitigado. Como expressão do princípio da proteção. no exame das declarações de vontade. em tal período. mesmo que a relação jurídica implique vínculo de emprego. B Tal documento é desnecessário para o trabalhador rural. B Por aplicação do princípio da indisponibilidade ou da irrenunciabilidade de direitos trabalhistas.3. ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2004.369 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO A: art.ES) Quanto aos princípios informativos do direito do trabalho. ficando a empresa. C Esse documento é desnecessário para os trabalhadores domésticos. assinale a opção correta. Tal documento é desnecessário para os trabalhadores em domicílio. ainda que em caso de força maior ou de prejuízos devidamente comprovados. . mesmo que a relação jurídica implique vínculo de emprego. A Art. C: a falta de subordinação descaracteriza a relação de trabalho. obrigada a permitir o comparecimento do trabalhador ao posto de emissão mais próximo.906/94. 13 da CLT. independentemente do momento em que venha a ser praticado: antes.SP) Com referência à Carteira de Trabalho e Previdência Social. assinale a opção incorreta. 20 da Lei 8. as normas jurídicas trabalhistas encerram núcleo mínimo de direitos que devem ser imperativamente observados pelos sujeitos da relação de emprego. durante ou após o encerramento da relação de emprego. C O princípio da inalterabilidade lesiva do contrato de trabalho impede que o empregador promova a redução dos salários de seus empregados sem o concurso do sindicato profissional correspondente. B: o caráter ocasional descaracteriza a relação de trabalho. o empregado que não o possua poderá ser admitido até o limite de 30 dias. atentar mais para a efetiva intenção das partes. será nulo qualquer ato unilateral ou bilateral de despojamento patrimonial realizado pelo trabalhador. 2) FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO CONTRATO DE TRABALHO. quando benéfica ao trabalhador. em detrimento de ajustes formais ou expressos em contrário. D Nas localidades onde tal documento não seja emitido. D O princípio da primazia da realidade consagra a noção civilista de que se deve. D: o ânimo benevolente descaracteriza a relação de trabalho. (OAB/CESPE – 2007. 3o da CLT e art. mesmo que a relação jurídica implique vínculo de emprego.

os funcionários deveriam usar os brindes de campanha. A justificativa da diretoria é a de que o trabalho em uma instituição cuja primordial função é a administração de recursos financeiros torna fundamental o conhecimento dos antecedentes criminais de seus empregados. exceto o salário. que todas as pessoas que se candidatem a uma vaga de emprego na instituição apresentem certidão de antecedentes criminais. A O detentor de cargo de confiança não tem direito ao recebimento de qualquer outro tipo de verba. prevalece a idéia de que a solicitação é indevida. a diretoria da empresa Boi no Pasto Ltda. teve sua CTPS anotada. (OAB/CESPE – 2007. já que fere o direito à livre concorrência dos candidatos. filho do presidente da empresa. cargo de confiança de livre nomeação e exoneração. já que atenta contra a organização do trabalho. que.PR) Em um período de eleições municipais. é um ato criminoso. Nessa situação. (OAB/CESPE – 2007.WANDER GARCIA 370 (OAB/CESPE – 2007. além de terem recebido determinação que nada condiz com o andamento dos trabalhos. fere o direito à dignidade da pessoa humana e serve de base a discriminação. Ao ser contratado. No momento de sua demissão.A. Antônio constatou que nenhum depósito havia sido efetuado no FGTS. já que possui o caráter transitório. ainda teriam de utilizar o material de campanha do candidato. exige. Além da determinação de voto. a exigência feita pela instituição financeira A é uma mera formalidade. Nessa situação. Com relação à situação apresentada. o exercício de cargo de confiança no serviço público não está sujeito ao regime celetista e o detentor do cargo não faz jus ao FGTS. não caracterizando nenhuma irregularidade.PR) O Banco Cifrão S.3. B . o dano moral está configurado. ALTERNATIVA "C" B C D De fato. enquanto perdurar a campanha eleitoral. que não prejudica o sistema de seleção de candidatos. em órgão da prefeitura do Município X.PR) Antônio foi contratado para exercer. dura apenas momentaneamente. deve ser considerado ato criminoso. determinou que todos os seus funcionários votassem em determinado candidato a prefeito. ALTERNATIVA "D" B C D De fato. ou seja.3. como condição de contratação de seus empregados. Apesar da anotação feita na CTPS de Antônio. o ato da diretoria A é considerado perfeito e regular. é um direito da empresa contratante na seleção dos melhores candidatos. assinale a opção correta. caracteriza dano moral aos empregados. como adesivos e camisetas. faz parte do poder de mando do empregador.3.

da Lei 8. também na função de vendedor. necessariamente. mas a empresa Beta Ltda. deve pagar-lhe um adicional. O contrato de trabalho por prazo determinado poderá ser estipulado por prazo superior a 2 anos. na empresa Beta Ltda. A Francisco deve denunciar sua situação à Delegacia Regional do Trabalho. B C D Súmula 129 do TST: “A prestação de serviços a mais de uma empresa do mesmo grupo econômico. Vide. visto que exercia cargo de confiança em órgão municipal. A prestação de serviços a duas empresas do mesmo grupo econômico. A contratação de Antônio foi regular e legal. —.112/90 (Estatuto dos Servidores da União). da CLT. e não pela CLT. não caracteriza a coexistência de mais de um contrato de trabalho. assinale a opção correta. A justiça do trabalho não reconhece. que pertence ao mesmo grupo econômico da empresa Alfa Ltda. C: art. a ALTERNATIVA "B" título de exemplo. da CLT. e o município deveria ter efetuado os depósitos no FGTS. em nenhuma hipótese. na função de vendedor.2) A respeito de contrato de trabalho. Francisco trabalha. das 14 às 18 horas. visto que a situação caracteriza exploração indevida de seu trabalho. 445. das 8 às 12 horas. assinale a opção correta. durante a mesma jornada de trabalho. Acerca dessa situação hipotética. O contrato de experiência não poderá exceder o prazo de 90 dias. único. já que a CTPS de Antônio foi assinada. D: art. Francisco possui apenas um vínculo empregatício — com a empresa Alfa Ltda. não configura a coexistência de mais de um contrato de trabalho. único. p. contratado pela empresa Alfa Ltda. na referida empresa. 443 da CLT. A A mudança na propriedade ou na estrutura jurídica da empresa deverá. B C D A: arts.” ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007.. caput. 3o. trabalha. visto que Francisco desenvolve suas funções em duas empresas distintas.3. durante a mesma jornada de trabalho. já que se beneficia de seu trabalho.. salvo ajuste em contrário. o art. B: art. 10 e 448 da CLT.371 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO C Antônio jamais poderia ter sido contratado sob o regime da CLT. 445. No período vespertino. no período matutino. (OAB/CESPE – 2007. alterar os contratos de trabalho de seus empregados. p. o contrato de trabalho verbal. D O detentor de cargo em comissão é regido pelo estatuto dos funcionários públicos local. A situação caracteriza dois vínculos empregatícios. ALTERNATIVA "C" .PR) Francisco. desde que exista interesse das partes.

a possibilidade de transferência em decorrência da necessidade do serviço. não existindo nenhuma irregularidade. 469. a transferência ocorreu de forma correta. a transferência presume-se abusiva. assinale a opção correta. B C D De fato. e Amarildo.2) Renato foi contratado pela empresa Casa Azul em outubro de 2005 para exercer suas funções no município A.WANDER GARCIA 372 (OAB/CESPE – 2007. recebia um salário mensal.. No mês de janeiro de 2007. 3o da CLT). porém esse vínculo jamais poderá ser reconhecido. A Apesar de existir previsão de transferência no contrato de trabalho de Renato. e trabalhava de forma contínua e ininterrupta. A transferência não pode se concretizar.. policial militar. ALTERNATIVA "B" . A justiça do trabalho não pode reconhecer nenhuma espécie de vínculo empregatício entre Amarildo e a empresa Boliche e Cia. Considerando a situação hipotética apresentada.2) Amarildo. sendo garantida a inamovibilidade.. A Súmula 386 do TST trata do assunto. trabalhava para a empresa Boliche e Cia. está configurada a relação de trabalho (art. se não o fizer. da CLT. nos horários em que não estava a serviço da corporação militar. já que o seu contrato previa tal possibilidade em caso de necessidade do serviço. assinale a opção correta. em razão da situação de militar de Amarildo. Não existe vínculo empregatício entre Amarildo e a empresa Boliche e Cia. sob o argumento da necessidade do serviço. já que Amarildo é policial militar. A transferência de Renato seguiu os parâmetros previstos na CLT. Renato sabia desde o início do pacto laboral que poderia ser transferido a qualquer tempo. Amarildo cumpria expressamente as ordens emanadas da direção. É legítimo o reconhecimento da relação de trabalho entre Amarildo e a empresa Boliche e Cia. já que o trabalho prestado por Amarildo para essa empresa constitui trabalho eventual autônomo. já que a legislação atual veda qualquer tipo de transferência de empregados. Considerando a situação apresentada. (OAB/CESPE – 2007. Logo. porém sem a comprovação da citada necessidade do serviço. a empresa transferiu Renato para o município B. § 1o. Na referida empresa. expressamente. todas as vezes que não estava escalado na corporação. ALTERNATIVA "A" B C D Art. como agente de segurança. O contrato de trabalho de Renato previa. pois. a empresa deve comprovar a necessidade do serviço. independentemente do eventual cabimento de penalidade disciplinar prevista no estatuto do policial militar. A Existe vínculo empregatício entre a empresa Boliche e Cia.

CLT. alterações no estado civil e referentes a dependentes. ele foi transferido para trabalhar em uma agência da instituição X. Se Antônio tivesse sido pré-avisado e. após a cessação do benefício. Em 4 de maio de 2006. Pedro mantinha contrato de trabalho apenas com a instituição financeira X. o instituto cessou o pagamento do auxílio. pago pelo INSS. (OAB/CESPE – 2006. prestava serviços para duas pessoas jurídicas. Em 27 de março de 2006. nem apresentado qualquer justificativa para esse fato. no curso do aviso prévio. não existe essa previsão na CLT. A partir dessa data. Após alguns meses . Banco X S. durante a mesma jornada de trabalho. assinale a opção correta. sendo ambas subordinadas à instituição financeira X.2) Antônio. ALTERNATIVA "C" B C D De fato.. acidentes do trabalho.A. em exame médico realizado pela previdência social.A. A O não-retorno de Antônio ao serviço até 4 de maio não configura abandono de emprego. localizada no Brasil. em virtude da doença laboral. fosse concedido a ele auxílio-doença. Por determinação de seu empregador. retiraria de Antônio o direito ao recebimento das verbas rescisórias de natureza indenizatória. Antônio ainda não havia retornado ao emprego. (OAB/CESPE – 2006.373 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO (OAB/CESPE – 2006.1) Pedro trabalhava nos Estados Unidos da América (EUA) para a instituição financeira X. ficasse afastado de seus serviços por menos de 15 dias. § 4o. atos desabonadores à conduta do empregado. Antônio não teria direito à estabilidade provisória se. fosse concedido a ele auxílio-doença. ALTERNATIVA "D" B C D Art. a caracterização de abandono de emprego. Decorridos 15 dias de afastamento. Com base na situação hipotética apresentada. em virtude de ter sido constatada a recuperação da capacidade laborativa de Antônio. em 27 de agosto de 2005. e X Leasing e Arrendamento Mercantil S. a concretização dos efeitos da dispensa somente ocorreria após expirar-se a estabilidade provisória. no Brasil. foi acometido de doença laboral. Pedro. o que provocou seu afastamento. Entretanto. durante esse período.3) Não estão previstas na carteira de trabalho e previdência social anotações relacionadas a A interrupções e suspensões no contrato de trabalho. 29. empregado de determinada pessoa jurídica. Antônio passou a receber auxílio-doença acidentário. Se Antônio tivesse sido pré-avisado e. que o declarou inapto para o serviço. ele foi encaminhado à perícia médica do INSS.

entre os seus representantes. tem estabilidade no emprego garantida desde a eleição até um ano após o final de seu mandato. Em virtude de Pedro ter sido contratado originariamente nos EUA.2. Em uma demanda trabalhista proposta por Pedro. assinale a opção correta. ambos da CLT.SP) O empregado eleito para cargo de direção da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) A tem estabilidade no emprego garantida desde o registro da candidatura até um ano após o final de seu mandato. e atingirá apenas as parcelas anteriores a cinco anos. 3) SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO. (OAB/CESPE – 2007. tem estabilidade no emprego garantida desde o início de sua atuação no cargo até o final de seu mandato. seu contrato de trabalho é regido pelas leis daquele país. também. serão solidariamente responsáveis a instituição financeira X.3. Pedro teve suprimido adicional pecuniário. a qualquer tempo. e X Leasing e Arrendamento Mercantil S. ALTERNATIVA "A" B C D Arts. enquanto vigorar o contrato de trabalho.WANDER GARCIA 374 trabalhando no Brasil. (OAB/CESPE – 2008. o Banco X S. há a coexistência de três contratos de trabalho. Vide. o empregado que obtiver maior número de votos. a Súmula 129 do TST. Considerando-se que a alteração contratual suprimiu uma prestação periódica (adicional pecuniário sobre o salário). na situação hipotética acima. sempre. ALTERNATIVA "C" B C D Art. não conta com estabilidade no emprego. § 2o. o segundo candidato mais votado. e o vice-presidente. o vice-presidente da comissão. o presidente da CIPA. sem justa causa. 2o. podendo ser despedido. que incidia sobre seu salário. B . entre eles. Com base nessa situação hipotética.A. e os empregados elegerão. a prescrição é parcial. não recebendo qualquer outra vantagem para compensar essa perda. O empregador designará.A. A De acordo com a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). 165 e 543. § 3o. A O presidente da CIPA será. da CLT.SP) Assinale a opção correta quanto à composição da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). em desfavor de seu empregador. anualmente.

373-A. sendo possível tornar-se regular mediante a concordância expressa do respectivo sindicato da categoria profissional. e o vice-presidente. (OAB/CESPE – 2008.3. visto que as funções do cargo oferecido não são compatíveis com estado gestacional. sendo os demais cargos preenchidos por votação indireta entre os membros eleitos da CIPA. improcedente. incluindo-se os suplentes. nesse caso. procedente. ALTERNATIVA "B" D Art. Essa garantia somente é aplicada aos membros titulares da CIPA. o empregado que obtiver maior número de votos. Tanto o presidente quanto o vice-presidente serão livremente designados pelo empregador. da CLT. visto que representa um elemento limitador do acesso feminino ao mercado de trabalho. eleito por votação indireta entre os membros da comissão.375 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO C O presidente da CIPA será. ALTERNATIVA "D" B C D Art. 165 da CLT e Súmula 339 do TST. 4) TRABALHO DA MULHER. IV. em jornal de grande circulação. DO MENOR. 164. (OAB/CESPE – 2007. DO EMPREGADO DOMÉSTICO E RURAL. anúncio oferecendo vagas para o cargo de secretário executivo e a contratação de pessoas do sexo feminino estiver condicionada à apresentação de documento médico que ateste que a pretendente à vaga não esteja em estado gestacional. A garantia de emprego é aplicada a todos os membros da CIPA. a condição imposta no ato de contratação deverá ser considerada A procedente. da CLT. ALTERNATIVA "C" B C D Art. no que diz respeito à garantia de emprego dos membros eleitos da CIPA.2) Se uma empresa de médio porte publicar. .PR) Assinale a opção correta. sempre. Não há que se falar em garantia de emprego a membros da CIPA. § 5o. A A garantia de emprego somente se aplica aos membros suplentes da CIPA se estes forem efetivados como titulares. dado que o poder de mando do empresário possibilita tal exigência para a contratação de pessoas do sexo feminino. improcedente.

000 habitantes. único. exigir atestado de gravidez. para fins de admissão ou permanência no emprego. 7o. pois é considerado trabalhador rural o motorista que. Ao ser demitido sem justa causa. Vide a Lei 5.2. assinale a opção correta. Manuel dirigia o caminhão da empresa. o repouso semanal remunerado. publicar anúncio de emprego em que haja referência a determinado sexo para o desempenho de atividade que sabidamente assim o exija. ALTERNATIVA "D" B C D Art. XV e p. em caso de desemprego involuntário.859/72. ALTERNATIVA "C" B C D Art. não.1) Constitui direito aplicável à categoria dos empregados domésticos A a remuneração do trabalho noturno superior à do diurno. localizada em um município de 20. Vide a Lei 5. .WANDER GARCIA 376 (OAB/CESPE – 2008. Manuel ingressou com reclamação trabalhista. XV e p. como trabalhador rural. único. preferencialmente aos domingos. trabalhando no âmbito de empresa cuja atividade é preponderantemente rural. Com relação a essa situação hipotética. da CLT.859/72. a lei permite ao empregador A recusar emprego em razão de situação familiar da mulher trabalhadora. 7o. repouso semanal remunerado. jornada de trabalho não superior a oito horas diárias.2. na zona rural. recebimento de horas extras. (OAB/CESPE – 2008. considerar o sexo como variável determinante para fins de ascensão profissional. I. o salário-família. não enfrenta o trânsito de estradas e cidades. e que beneficiava e distribuía leite no âmbito municipal. o seguro-desemprego. A Não assiste razão a Manuel. 373-A. fazendo a coleta de leite diretamente nas fazendas da região e levando o produto até a empresa. ALTERNATIVA "D" B C D Art. (OAB/CESPE – 2008.SP) Com relação ao trabalho da mulher. pleiteando o seu enquadramento funcional como motorista e. (OAB/CESPE – 2008.1) Manuel foi contratado como trabalhador rural por uma empresa de pequeno porte.SP) É assegurado ao empregado doméstico A adicional noturno.

desde que comprovado que o trabalhador esteja recebendo treinamento em ofício ou profissão. da comunicação ao empregador da confirmação da gravidez.SP) Assinale a opção correta quanto à dispensa arbitrária ou sem justa causa de empregada doméstica gestante. da concepção do feto. (OAB/CESPE – 2007. Assiste razão a Manuel. A É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa da empregada doméstica gestante desde a confirmação da gravidez até 5 meses após o parto. Assiste razão a Manuel. visto que.377 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO B Não assiste razão a Manuel. visto que. sem limite máximo de idade.SP) O contrato de aprendizagem deve ser celebrado com indivíduo A maior de 14 anos e menor de 24 anos. B . a função ficou caracterizada como motorista. ALTERNATIVA "D" B C D O direito decorre da gravidez. exceto com relação aos portadores de deficiência. (OAB/CESPE – 2007. e não da comunicação da gravidez. da confirmação da gravidez. pois trabalhador rural é apenas aquele que exerce funções diretamente no campo. maior de 15 anos de idade.3) A contagem do prazo da estabilidade de empregada gestante tem como marco inicial a data A do parto. desde a admissão. ALTERNATIVA "A" B C D Art. caso em que a idade máxima não se aplica.3. maior de 12 anos e menor de 16 anos. (OAB/CESPE – 2007. É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa da empregada doméstica gestante desde a confirmação da gravidez até 90 dias após o parto. 428 da CLT.3. teve conhecimento prévio do trabalho e das condições de trabalho a que se sujeitaria. ALTERNATIVA "A" C D Orientação Jurisprudencial da SBDI-1 no 315. tendo dirigido o caminhão. maior de 12 anos e menor de 18 anos.

II: art. XXIII. em 21/12/2005 constatou que estava grávida há. II .1) Maria. XXIII. 4. b. da CLT. da CF (certa). Bastante ofendida. ressaltou que a gravidez era problema dela e que não era justificativa para mantê-la no emprego. no ordenamento jurídico brasileiro. em funções de acrobata. da CLT (certa). momento em que informou o seu estado gravídico à sua empregadora. 2. duas semanas. Com base nessa situação hipotética. antes do recebimento do aviso-prévio. (OAB/CESPE – 2006. Para ter direito à estabilidade provisória. 7o. B C D I: art. em tom agressivo. 3. desde que expressa e escrita. da CF e art. Inexiste. da CF e art. ginasta e outras semelhantes. salvo na condição de aprendiz. I . Maria afirmou que renunciaria o seu direito ao aviso-prévio e assinou termo redigido pelo representante legal da empregadora. 4o-A da Lei 5. 404 da CLT (certa). § 3o. 405. aproximadamente. julgue os seguintes itens. III . à moralidade do menor o trabalho em empresas circenses. O representante legal da empregadora. IV . III: art.3) Com relação ao trabalho do menor. e.É proibido qualquer trabalho a menor de 16 anos de idade. I.Ao menor de 18 anos é vedado trabalho noturno. Maria recebeu aviso-prévio. declarando expressamente a sua renúncia. 7o.Ao menor não será permitido o trabalho insalubre ou em locais e serviços perigosos. Maria deveria ter comunicado sua condição à empregadora na data em que teve certeza de sua gravidez. B . ALTERNATIVA "A" D Art. ALTERNATIVA "C" 405. A A renúncia ao direito ao aviso-prévio.859/72. 7o. empregada de determinada pessoa jurídica. é juridicamente válida. em regra. No dia 15/2/2006. portanto. saltimbanco. A quantidade de itens certos é igual a A 1.WANDER GARCIA 378 C É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa da empregada doméstica gestante desde a confirmação da gravidez até 120 dias após o parto. IV: art. a partir dos 14 anos. assinale a opção correta.Não se considera prejudicial. XXIII. (OAB/CESPE – 2006. qualquer vedação para a dispensa arbitrária ou sem justa causa da empregada doméstica gestante.

379

DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO

C

Se Maria não estivesse grávida e recebesse aviso-prévio, e, no curso deste, lhe fosse concedido benefício previdenciário denominado auxílio-doença, os efeitos da dispensa só se concretizariam após o término do referido auxílio. Para o cálculo do prazo do aviso-prévio, são incluídos o dia em que o aviso foi efetivamente realizado e o dia do vencimento.
ALTERNATIVA "C"

D

Súmula 371 do TST.

5) DURAÇÃO DO TRABALHO.
(OAB/CESPE – 2008.2.SP) De acordo com o que dispõe a Consolidação das Leis do Trabalho, o intervalo mínimo para descanso entre uma jornada de trabalho e outra deve ser de
A

10 horas. 11 horas. 12 horas. 13 horas.
ALTERNATIVA "B"

B
C
D

Art. 382 da CLT.

(OAB/CESPE – 2008.1.SP) Acerca da jornada de trabalho, assinale a opção correta.
A

Se o empregador fornecer transporte ao empregado, no início ou no fim da jornada de trabalho, o tempo do percurso deve ser contado como hora in itinere, se o local de trabalho for de difícil acesso ou se não for servido por transporte público regular. O adicional de horas extras deve ser, no máximo, 50% superior à hora normal. O repouso semanal de 24 horas consecutivas deverá ser obrigatoriamente aos domingos. Os intervalos de descanso intrajornada devem ser, em qualquer caso, de duas horas.

B
C

D

A: art. 58, § 2o, da CLT; B: “no mínimo” (art. 7o, XVI, da CF); C: “preferencialmente” (art. 7o, XV, da CF); D: art. 71 da CLT.
ALTERNATIVA "A"

(OAB/CESPE – 2008.1) João, motorista da Empresa de Ônibus Expresso Ltda., trabalhava na linha que ligava dois municípios, em um mesmo estado, distantes 400 km um do outro. Findo o contrato de trabalho sem justa causa, João ingressou com reclamação trabalhista contra a empresa, pleiteando o pagamento de horas extras. A empresa juntou aos autos os relatórios

WANDER GARCIA

380

diários emitidos pelo tacógrafo do ônibus, afirmando que tais relatórios comprovavam que João não laborava em jornada extraordinária. Considerando a situação hipotética apresentada, assinale a opção correta.
A

O tacógrafo não comprova jornada de trabalho em nenhuma hipótese, pois serve, apenas, para controlar a velocidade do ônibus. O tacógrafo não serve como prova, pois não existe dispositivo na CLT que assim o classifique. O tacógrafo, sem a existência de outros elementos, não serve para controlar a jornada de trabalho do empregado que exerce jornada externa. O tacógrafo, por si só, é um elemento capaz de demonstrar a jornada de trabalho, já que é o espelho do tempo de duração da viagem, comprovando, assim, a jornada de trabalho.
ALTERNATIVA "C"

B

C

D

Orientação Jurisprudencial da SBDI-1 no 332.

(OAB/CESPE – 2007.2) Hugo, bancário, moveu reclamação trabalhista contra o Banco Santo André S.A., formulando pedido de pagamento de jornada extraordinária que ele alega ter trabalhado e não recebido. Uma vez que as horas extras eram habituais, Hugo formulou pedido de integração das horas extras habituais ao salário. Também em decorrência da habitualidade das horas extras, Hugo pediu a integração das horas extras para efeito de cálculo dos repousos semanais remunerados, argumentando que, no caso de bancário, os repousos semanais incluem os sábados e os domingos. A propósito da situação hipotética acima apresentada, assinale a opção correta.
A

Uma vez que os bancos não funcionam nos dias de sábado e domingo, tais dias podem ser considerados como repouso semanal remunerado. Sendo assim, é devida a repercussão dos valores pagos a título de horas extras na remuneração dos sábados e domingos. O pedido formulado por Hugo poderá ser procedente se existir, em convenção coletiva, previsão da integração das horas extras ao salário. As horas extras trabalhadas devem ser pagas a Hugo, mas não há que se falar em integração ao salário, já que não existe previsão legal para tal pedido. O sábado do bancário é considerado dia útil, e não como repouso semanal remunerado. Logo, não há que se falar em repercussão do pagamento de horas extras habituais em sua remuneração.
ALTERNATIVA "D"

B

C

D

Súmula 113 do TST.

381

DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO

(OAB/CESPE – 2006.1) Felipe trabalhava para a pessoa jurídica Beta, com jornada diária de 8 horas. No deslocamento de sua residência para o estabelecimento empresarial de Beta, por ser itinerário não servido de transporte público coletivo, Felipe utilizava condução fornecida pelo empregador. Durante dois dias no mês, Felipe tinha jornada de dez horas diárias. No dia 15/1/2006, Felipe foi demitido, sem justa causa, tendo cumprido seu aviso-prévio com redução de horário. Com base nessa situação hipotética, assinale a opção correta.
A

O regime de compensação de jornada somente poderá ser implementado por Beta se houver acordo ou convenção coletiva prevendo a possibilidade desse ajuste. Beta poderá substituir o período a ser reduzido na jornada de trabalho de Felipe, durante o aviso-prévio, pelo pagamento das horas correspondentes. O adicional de horas extraordinárias devido, na situação hipotética descrita, não integra o salário de Felipe. O tempo despendido por Felipe no deslocamento entre sua residência e o estabelecimento empresarial de Beta, na condução fornecida pelo empregador, será considerado como extraordinário sempre que extrapolar a jornada diária estabelecida contratualmente.
ALTERNATIVA "D"

B

C

D

Art. 58, § 2o, da CLT.

(OAB/CESPE – 2006.1) José trabalha como garçom em um restaurante, desde 20/7/1994, com jornada de seis horas, recebendo salário fixo, acrescido das gorjetas. Sua jornada inicia-se às 18 h, de terça-feira a domingo. O estabelecimento empresarial do empregador de José fecha às terças e quintas-feiras à meia-noite, e de sexta-feira a domingo, às duas horas da manhã. Considerando que a hora do trabalho noturno corresponde a 52 minutos e 30 segundos, assinale a opção correta.
A

O adicional noturno, por ser parcela indenizatória, não integra o salário de José. José presta, de terça-feira a domingo, serviço em horário extraordinário, fazendo jus, também, ao respectivo adicional. Se José for transferido para o período diurno, continuará tendo direito ao adicional noturno. As gorjetas recebidas por José deverão ser utilizadas como base de cálculo para as parcelas do adicional noturno.

B

C

D

Considerando a “hora do trabalho noturno” (52 minutos e 30 segundos), José presta horas extras todos os dias.
ALTERNATIVA "B"

WANDER GARCIA

382

(OAB/CESPE – 2004.ES) Considerando as regras legais relativas à jornada de trabalho, assinale a opção incorreta.
A

As horas prestadas a partir da oitava hora diária por bancário ocupante de cargo de chefia e que perceba gratificação igual ou superior a um terço do salário são extras. Verificado o labor por nove horas diárias em quatro dias da semana e oito horas no quinto dia subseqüente, com duas folgas semanais, pelo empregado de uma padaria, não serão devidas horas extras, caso exista acordo escrito prevendo o sistema horário praticado. Nas atividades insalubres, o trabalho extraordinário pode ser prestado sem restrições, observando-se apenas o limite de duas horas diárias. O empregado que exerce atividade externa incompatível com a fixação de horário de trabalho, desde que tal condição esteja anotada na carteira profissional e no registro de empregados, não faz jus a horas extras.
ALTERNATIVA "C"

B

C

D

Art. 60 da CLT.

6) REMUNERAÇÃO E SALÁRIO.
(OAB/CESPE – 2008.2.SP) A configuração de equiparação salarial por identidade entre dois empregados não ocorre na hipótese de
A

empregado e paradigma trabalharem para empregadores distintos. empregado e paradigma trabalharem na mesma localidade. inexistência de quadro de carreira na empresa. a diferença de tempo de serviço entre os empregados não ser superior a dois anos.
ALTERNATIVA "A"

B
C
D

Art. 461 da CLT (“mesmo empregador”).

(OAB/CESPE – 2008.2.SP) Desde que haja autorização prévia e por escrito do empregado, é lícito ao empregador efetuar desconto ou reter parte do salário no que se refere
A

às horas em que este falta ao serviço para comparecimento necessário, como parte, à justiça do trabalho. aos valores relativos a planos de assistência odontológica e médico-hospitalar. à contribuição sindical obrigatória. aos salários correspondentes ao prazo do aviso prévio quando o empregado pede demissão e não paga ao empregador o respectivo aviso.
ALTERNATIVA "B"

B
C
D

Súmula 342 do TST.

383

DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO

(OAB/CESPE – 2008.2.SP) Conforme a legislação trabalhista, a redução salarial é
A

vedada em qualquer hipótese. permitida, desde que prevista em convenção coletiva, apenas. permitida, desde que autorizada pelo empregado por escrito. vedada, salvo quando determinada em convenção ou acordo coletivo de trabalho.
ALTERNATIVA "D"

B
C
D

Art. 7o, VI, da CF.

(OAB/CESPE – 2008.1.SP) Quanto ao salário in natura, assinale a opção correta.
A

Devem ser considerados como salário pago os equipamentos fornecidos aos empregados e utilizados no local de trabalho. O transporte de ida e volta para o trabalho bem como o vale-transporte têm natureza salarial. Compreendem-se no salário as prestações in natura que a empresa, por força do contrato ou do costume, fornecer habitualmente ao empregado. É permitido o pagamento do salário por meio de alimentação, habitação, vestuário e bebidas alcoólicas.
ALTERNATIVA "C"

B

C

D

Art. 458 da CLT.

(OAB/CESPE – 2007.3) Joel, advogado do Banco Cifrão S.A., ingressou com uma reclamação trabalhista alegando que, por exercer a advocacia no banco, é detentor de função de confiança e, conseqüentemente, possui direito a gratificação. Considerando essa situação hipotética, assinale a opção correta.
A

Por exercer a advocacia em um banco, Joel tem direito à gratificação de um terço do seu salário, já que ocupa função de confiança. A função de advogado, em banco, é equiparada à de gerente, em razão da importância da sua função, e, por esse motivo, Joel deve receber gratificação. O advogado não deve receber gratificação, pois, como advogado, não pode exercer cargo de confiança no banco. O advogado não tem direito à gratificação pleiteada, pois o fato de exercer a advocacia não é suficiente para qualificar a função como de confiança.
ALTERNATIVA "D"

B

C

D

Súmula 102 do TST (item V).

WANDER GARCIA

384

(OAB/CESPE – 2007.3) A partir do mês de agosto de 2007, a empresa Pedra Branca Ltda., onde trabalha Alberto, deixou de pagar os salários dos empregados, alegando sérias dificuldades financeiras, mas sempre sustentando que viabilizaria novos contratos para resolver a crise. Durante 4 meses seguidos, Alberto trabalhou sem receber os salários. Considerando a situação hipotética acima, assinale a opção correta.
A

Alberto pode pleitear na justiça do trabalho a rescisão indireta do seu contrato de trabalho, por descumprimento das cláusulas contratuais por parte do empregador. Alberto pode deixar de trabalhar, por iniciativa própria, até que a empresa regularize o pagamento dos salários. Dificuldade financeira grave é motivo justificante para a empresa atrasar temporariamente o salário dos empregados. Não existe qualquer tipo de irregularidade praticada pela empresa, que pode atrasar, por até 6 meses, o pagamento de salários, sem que essa atitude justifique rescisão do contrato por parte do empregado.
ALTERNATIVA "A"

B

C

D

Art. 483, d, da CLT.

(OAB/CESPE – 2007.3.SP) Para os trabalhadores maiores de 18 anos, considerando-se contrato de trabalho que perdurar por mais de 3 anos, a prescrição do direito de reclamar a concessão das férias ou o pagamento da respectiva remuneração é
A

contada do término do prazo do período concessivo, ou, se for o caso, da cessação do contrato de trabalho. contada do término do prazo do período aquisitivo. contada a partir da data em que o trabalhador completar 19 anos. inexistente, visto que tal direito é imprescritível.
ALTERNATIVA "A"

B
C
D

Arts. 149 e 134 da CLT.

(OAB/CESPE – 2007.3.PR) João trabalhava para a empresa Papel Branco Ltda. Uma vez a cada 20 dias, ele exercia suas funções no laboratório da empresa, local classificado como insalubre, onde acompanhava a produção e fiscalizava as atividades laboratoriais. Quando não estava no laboratório, João exercia suas funções no escritório da empresa. Considerando essa situação hipotética, assinale a opção correta, no que se refere ao adicional de insalubridade.
A

O trabalho intermitente em locais insalubres não afasta o direito ao recebimento do adicional de insalubridade. É devido o pagamento de adicional de insalubridade a qualquer empregado que tenha adentrado em local insalubre, ainda que a permanência no local tenha sido por poucas horas.

B

385

DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO

C

Não é cabível o pagamento do adicional de insalubridade a João, pois o trabalho exercido por ele em local insalubre era eventual. Não é cabível o pagamento do adicional de insalubridade a João, visto que tal adicional somente é devido quando o trabalho é exercido em local insalubre, diariamente, de forma ininterrupta.
ALTERNATIVA "A"

D

Súmula 47 do TST.

(OAB/CESPE – 2007.3.PR) Alberto, empregado da empresa Prata Ltda., faltou ao serviço, no dia 20 de janeiro de 2008, no período vespertino, para comparecer à 1a Vara do Trabalho de sua cidade, visto que era reclamante em um processo trabalhista que movia contra a empresa Bronze Ltda., sua antiga empregadora. José, seu superior hierárquico na empresa Prata, determinou o desconto, em seu salário, referente a essa falta ao serviço. Considerando a situação hipotética acima, assinale a opção correta.
A

As horas correspondentes à falta do empregado ao trabalho para comparecimento necessário à justiça do trabalho como parte não justificam o desconto no salário. O desconto das horas referentes à falta do empregado para comparecimento à justiça do trabalho como parte deve ficar a critério do empregador, que pode optar por efetuá-lo, ou não. A falta ao trabalho, ainda que para acompanhar audiência na justiça do trabalho, justifica o desconto respectivo no salário. A falta ao trabalho para acompanhar audiência judicial somente justifica o desconto no salário do trabalhador mediante autorização específica do juiz do trabalho para tal ato.
ALTERNATIVA "A"

B

C

D

Art. 473, VIII, da CLT.

(OAB/CESPE – 2007.3.PR) Marcelo foi contratado pela empresa Vale Tudo Ltda. para exercer a função de vendedor. Como a atividade exercida por ele, na empresa, exige visita ao cliente para a efetivação das vendas, a empresa lhe forneceu um automóvel, que fica à sua disposição, inclusive nos finais de semana. Nessa situação, o automóvel fornecido pela empresa
A

não possui natureza salarial, já que é considerado indispensável para a realização do trabalho, ainda que também seja utilizado para atividades particulares. não configura natureza salarial visto que bens móveis jamais podem configurar salário. possui natureza salarial, independentemente do fim a que ele se destina. possui natureza salarial, visto que fica à disposição de Marcelo também nos finais de semana.
ALTERNATIVA "A"

B
C
D

Súmula 367 do TST.

WANDER GARCIA

386

(OAB/CESPE – 2007.3.PR) Paulo, comissário de bordo da Companhia Aérea Nuvem Branca, ao ser demitido, ingressou com reclamação trabalhista pleiteando o pagamento de adicional de periculosidade, sob a alegação de que permanecia no interior das aeronaves no momento em que eram reabastecidas. A respeito dessa situação hipotética, assinale a opção correta.
A

É devido o pagamento do adicional de periculosidade em grau máximo, pois o reabastecimento da aeronave expunha o empregado ao risco de morte. É devido o pagamento do adicional de periculosidade em grau mínimo, já que não havia o contato direto do empregado com o combustível. Não há que se falar em pagamento de adicional de periculosidade visto que, não havendo contato direto do empregado com inflamáveis, o risco não é considerado acentuado. Não há que se falar em pagamento do adicional de periculosidade, visto que o ato de reabastecimento não traz qualquer risco ao empregado.
ALTERNATIVA "C"

B

C

D

Art. 193 da CLT.

(OAB/CESPE – 2007.2) Márcio ingressou com reclamação trabalhista contra a empresa Asa Branca, pleiteando o recebimento do adicional de insalubridade durante todo o período do pacto laboral, sob o argumento de que trabalhava em local insalubre. A empresa argumentou que não era devido o adicional de insalubridade, já que Márcio não trabalhava em caráter permanente em local insalubre, e, sendo assim, expunha-se a situação insalubre apenas de forma intermitente. Diante da situação hipotética acima apresentada, assinale a opção correta.
A

Márcio tem o direito de receber o adicional de insalubridade, já que esse é um direito de todo trabalhador que exerça qualquer tipo de atividade, ainda que por tempo ínfimo, em local insalubre. A simples alegação da intermitência do trabalho em local insalubre não afasta, por si só, o direito do empregado de receber o adicional. O adicional de insalubridade deve ser pago aos empregados que trabalham em caráter permanente em ambientes ou locais insalubres. Sendo assim, Márcio não adquiriu o direito de recebê-lo. A intermitência do trabalho em local insalubre afasta o direito do empregado de receber o adicional, pois não há exposição contínua à insalubridade. Logo, é correta a tese sustentada pela empresa.
ALTERNATIVA "B"

B

C

D

Súmula 47 do TST.

387

DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO

(OAB/CESPE – 2007.2) José — tabagista que consome um maço de cigarros por dia — é empregado de uma indústria de cigarros. Recebe por mês um salário de R$ 1.000,00 e uma quantidade de cigarros equivalente a um maço por dia de trabalho. Acerca da situação hipotética acima apresentada, assinale a opção correta.
A

Os cigarros fornecidos pela empresa a José integram o seu salário, já que a atitude da empresa atenua o seu gasto mensal, uma vez que José teria de comprar diariamente um maço de cigarros para suprir a sua necessidade de fumar. Os cigarros fornecidos pela empresa a José não podem ser considerados como salário in natura. Os cigarros fornecidos pela empresa a José constituem salário, já que são uma prestação habitual fornecida pela empresa. Salário corresponde apenas ao valor em dinheiro pago pela empresa aos seus empregados, portanto, os cigarros fornecidos pela empresa a José não podem constituir salário.
ALTERNATIVA "B"

B

C

D

Súmula 367 do TST.

(OAB/CESPE – 2006.3) De acordo com a CLT, considera-se como salário
A

o seguro de vida e de acidentes pessoais. a alimentação in natura habitualmente fornecida ao empregado. a previdência privada. a assistência médica.
ALTERNATIVA "B"

B
C
D

Art. 458 da CLT.

(OAB/CESPE – 2006.3) Carlos exercia as funções de administrador na fazenda Esperança. Cabia a ele, entre outras atribuições, contratar e demitir empregados, estabelecer as tarefas e as metas que deveriam ser cumpridas, zelar pelas instalações da fazenda. Carlos executava suas tarefas em regime de dedicação exclusiva e, nos períodos de colheitas, cumpria regime de trabalho de até 10 horas por dia. No entanto, não havia nenhum superior que lhe fiscalizasse a jornada de trabalho. Considerando essa situação hipotética, julgue os itens subseqüentes. I - É devido o pagamento de horas extras a Carlos, visto que ele chegava a trabalhar em jornada de até 10 horas. II - Carlos não se beneficiará da contagem de horas extras, visto que ele mantinha o poder de decisão e não havia superior que lhe fiscalizasse o horário de trabalho. III - Carlos, por ser empregado rural, não receberá horas extras, pois não há previsão legal de pagamento de horas extras a esse tipo de empregado.

WANDER GARCIA

388

IV - Se Carlos não tivesse poder de mando, registrasse sua jornada de trabalho em cartão de ponto e se tal jornada fosse aferida pelo proprietário da fazenda, ele faria jus ao recebimento de horas extras. Estão certos apenas os itens
A

I e II. I e III. II e IV. III e IV.
ALTERNATIVA "C"

B
C
D

Art. 62, II, da CLT.

(OAB/CESPE – 2006.2) Pedro era empregado da pessoa jurídica Delta desde fevereiro de 1995, quando esta editou o regulamento n.o 1, que previa complementação de aposentadoria aos empregados que tivessem mais de 10 anos de serviços prestados à empresa e que se aposentassem na vigência do contrato de trabalho. O referido regulamento foi revogado pelo regulamento n.o 2, em julho de 2004, que não manteve a aludida complementação. Pedro aposentou-se em abril de 2005. Com base no ordenamento jurídico vigente e acerca dessa situação hipotética, assinale a opção correta.
A

Se o regulamento n.o 2 tivesse mantido a complementação da aposentadoria, prevista no regulamento anterior, alterando apenas seus critérios de concessão e reduzindo o valor do benefício, essas alterações não seriam aplicáveis à situação jurídica de Pedro. A revogação do regulamento somente será aplicável à situação jurídica de Pedro se ele expressamente consentir na adoção da nova norma regulamentar. A revogação do regulamento n.o 1 é plenamente válida e suprimiu o direito de Pedro à aposentadoria. Se Pedro, ao aposentar-se, não receber a complementação de aposentadoria, poderá requerer a exigibilidade de seu alegado direito a qualquer tempo, observada a prescrição parcial, relativamente às parcelas anteriores ao qüinqüênio.
ALTERNATIVA "A"

B

C

D

Súmula 288 do TST.

(OAB/CESPE – 2006.2) Marcos trabalha para Jonas, exercendo a função de auxiliar de cargas e descargas em câmara frigorífica, pela qual recebe adicional de insalubridade. Jonas fornece a Marcos todos os equipamentos de proteção individual necessários para o desempenho de sua função. Marcos, que reside a 10 km do local de trabalho, eventualmente, quando se atrasa e perde a condução fornecida pela empregadora, utiliza transporte público coletivo para chegar

gratificação de produtividade equivalente ao acréscimo de 10% sobre o valor total das gorjetas rateadas. ALTERNATIVA "D" B C D Súmula 354 do TST. (OAB/CESPE – 2006. de equipamentos de proteção individual. Ao integrar a remuneração. A A gratificação de produtividade ajustada não repercute no valor do repouso semanal remunerado. o ônibus em que estava capotou e ele sofreu fratura do braço esquerdo. É cabível que Beta celebre. O tempo gasto por Marcos em condução fornecida por sua empregadora. Essa gratificação foi posteriormente suprimida pelo pagamento de um valor fixo bastante inferior à média anual da antiga gratificação. Certa vez. não é considerado tempo de serviço. na função de garçom. B . cobradas pelo empregador na nota de serviço. Pelo desempenho de suas funções. mensalmente.3) As gorjetas. O adicional de insalubridade percebido por Marcos integra sua remuneração para todos os efeitos legais. as gorjetas servem como base de cálculo para A aviso prévio. recebia. ALTERNATIVA "C" B C D Súmula 289 do TST. quando Marcos retornava para a sua residência.389 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO ao trabalho. Com base na situação hipotética descrita acima. assinale a opção incorreta. tendo de ausentar-se do trabalho por 12 dias. horas extras. pelo empregador. integram a remuneração do empregado. Considerando a situação hipotética acima. após longo e exaustivo dia de trabalho. além das gorjetas. no deslocamento entre sua residência e seu local de trabalho. acordo individual com Renato para a prestação de serviços em sobrejornada. A prescrição para pleitear o pagamento da gratificação indevidamente suprimida é total. em virtude do fornecimento. ou oferecidas espontaneamente pelos clientes. (OAB/CESPE – 2006. assinale a opção incorreta. por escrito. O pagamento do adicional de insalubridade não é obrigatório. As gorjetas pagas pelo empregador integram a remuneração de Renato e não servem de base para o cálculo do aviso prévio. com regime 18 horas semanais de trabalho.2) Renato trabalhava para a pessoa jurídica Beta. A Os 12 dias de ausência de Marcos não devem ser considerados para o cálculo de suas férias.

vale-refeição e auxílio-moradia. assinale a opção incorreta. A As gorjetas recebidas dos clientes pelo garçom de um restaurante integram a sua remuneração. § 1o. nos termos da CLT. ainda. As diárias para viagens que não excedam 50% do salário do empregado não possuem natureza salarial. independentemente de previsão no contrato. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "A" Súmula 354 do TST. (OAB/CESPE – 2004. Henrique também trabalha para Alfa. (OAB/CESPE – 2006. João passou a receber um salário fixo. salvo disposição em contrário. C: Súmula 101 do TST. B: art. B C D Súmula 159 do TST (“em todas as ausências”) e Art. décimo terceiro salário. B C D A: Súmula 354 do TST. sem receber nenhum acréscimo em sua remuneração. O vale-refeição fornecido pelo empregador de João tem natureza salarial. assinale a opção incorreta. acrescido de comissões e. Em caso de dano causado dolosamente pelo empregado. Todavia. 462. recebendo salário fixo.1) João trabalha para a pessoa jurídica Alfa. Após alguns meses. será lícito o desconto salarial correspondente. englobando também o valor correspondente às horas extras trabalhadas. e ganha o dobro da remuneração de João. destinado a cobrir a remuneração anteriormente recebida. Os pagamentos devidos ao trabalhador devem ser feitos mensalmente. João percebeu que esse novo salário não cobria efetivamente todas as parcelas pagas anteriormente.ES) No que se refere às regras que informam a remuneração e o salário. integrando-se ao salário de João no valor real de sua utilidade. A A alteração da forma de pagamento do salário de João é válida. 459 da CLT. João sempre o substitui. ALTERNATIVA "B" . Durante as férias e em todas as ausências de Henrique. O auxílio-moradia pago pelo empregador de João tem natureza salarial. Durante as substituições aludidas na situação hipotética descrita acima. prevista no contrato firmado com seu empregador. 458 da CLT (alimentação e moradia).WANDER GARCIA 390 C D adicional noturno. Considerando a situação hipotética acima. D: art. da CLT (“ou”). João tem direito à remuneração de Henrique.

em relação ao contrato de trabalho. durante o período em que Pedro estiver exercendo o cargo de diretor. § 3o.2) A denominada aposentadoria por invalidez é. suspensão. durante o gozo de descanso semanal remunerado. prorrogação. interrupção do contrato de trabalho. devendo ser remunerados pela previdência social. rescisão. rescindido. fraturou o tornozelo e precisou ficar afastado do trabalho por 28 dias. causa de A interrupção. B C D Nos primeiros 15 dias do afastamento por invalidez ou por doença. Em decorrência do acidente. (OAB/CESPE – 2008. . Nessa situação hipotética. Segundo o estatuto da sociedade anônima.391 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO 7) SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO. suspensão do contrato de trabalho. sofreu uma queda em sua residência. ALTERNATIVA "B" B C D Súmula 269 do TST. empregado da empresa Luz e Arte Ltda. nessa situação hipotética.213/91). devendo ser remunerados pela previdência social. e 60. devendo ser remunerados pelo empregador. devendo ser remunerados pelo empregador. os primeiros 15 dias de afastamento de Juarez são considerados A interrupção do contrato de trabalho. 475 da CLT. seu contrato de trabalho ficará A interrompido. (OAB/CESPE – 2008. suspensão do contrato de trabalho. 43. prorrogado.. Segundo orientação do TST.2) Juarez. ALTERNATIVA "D" B C D Art. § 2o. (OAB/CESPE – 2008. caberá à empresa pagar o salário do ALTERNATIVA "A" empregado (arts. suspenso. o mandato de diretor era de 2 anos.2) Pedro foi eleito para exercer o cargo de diretor da sociedade anônima da qual já era empregado havia 12 anos. ambos da Lei 8.

divulgou.WANDER GARCIA 392 8) EXTINÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO. da CLT. que se caracteriza como incontinência de conduta ou mau procedimento. advertido pelo empregador.2) Aníbal foi eleito membro do conselho fiscal do sindicato representativo de sua categoria profissional em 20 de maio de 2008.. seu posto de trabalho. contratado como vigilante noturno de uma instituição financeira. A atitude de Jorge. mas apenas desconforto para seus colegas de trabalho. para resolver questões particulares. é considerada A ato de improbidade. No dia 20 de agosto de 2008.2) Antônio. e. para fins de despedida por justa causa. por cerca de 30 minutos. ALTERNATIVA "C" B C D Art. constitui motivo de dispensa por justa causa. já que ele é fumante há mais de 20 anos. nessas ocasiões. sem justificativa. h. tendo sido. a atitude de Antônio. O ato de fumar nos ambientes fechados da empresa constitui motivo de despedida por justa causa por ato de indisciplina. por diversas vezes. (OAB/CESPE – 2008.2) A direção da empresa Vale Verde Ltda. e. de acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho. Como a atitude de Jorge não gera prejuízo para a empresa. desídia no desempenho de suas funções. (OAB/CESPE – 2008. Jorge. abandonou. abandono de emprego. A A atitude de Jorge não se caracteriza como desobediência à determinação do empregador dado o grau de dependência em relação ao cigarro. Considerando a situação hipotética acima e com base na legislação trabalhista. da CLT. fumante há mais de 20 anos. foi flagrado fumando nos ambientes fechados da empresa. tendo sido estabelecidos locais específicos para a prática do tabagismo. a proibição de fumar nos ambientes fechados da empresa. ato de indisciplina ou de insubordinação. (OAB/CESPE – 2008. assinale a opção correta. 482. ALTERNATIVA "C" B C D Art. ele não pode ser punido por fumar em ambientes fechados da empresa. 482. por meio de circular interna. uma vez que Jorge descumpriu uma ordem geral do empregador. empregado da empresa Vale Verde Ltda. fato comprovado por testemunhas. em duas oportunidades distintas. Aníbal . Na situação hipotética apresentada. descumpriu tal norma.

devidas pelas pessoas jurídicas de direito público. somente seria regular se houvesse a extinção da empresa. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2008. deverão ser pagas na data da primeira audiência designada pelo juiz. § 1o. (OAB/CESPE – 2008. sob pena de o empregador pagá-las com multa de 50% sobre o valor original. É válido. é facultado ao empregado rescindir o contrato de trabalho.1) Não é cabível contrato de trabalho por prazo determinado em A contrato de empreitada. As verbas rescisórias incontroversas. A No caso de morte do empregador constituído em empresa individual. a demissão de Aníbal A foi regular. § 2o. contrato de experiência. foi arbitrária. Segundo orientação do TST. 477. da CLT. B: Súmula 314 do TST. pois membro de conselho fiscal de sindicato não tem direito à estabilidade provisória porquanto não representa ou atua na defesa de direitos da categoria respectiva. atividades empresariais de caráter transitório. da CLT. § 2o. serviço cuja natureza ou transitoriedade justifique a predeterminação do prazo. foi irregular. o pedido de demissão que.393 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO foi demitido sem justa causa da empresa onde trabalhava. .2. C: não existe essa previsão na lei. A rescisão que ocorra até trinta dias antes da data-base da categoria profissional não autoriza o pagamento das verbas rescisórias com o salário já corrigido. B C D A: art. feito pelo empregado. nessa situação hipotética. 443. 483. ALTERNATIVA "A" B C D Orientação Jurisprudencial da SBDI-1 no 365.SP) Assinale a opção correta com relação à rescisão do contrato de trabalho. no contrato de trabalho que supere um ano de vigência. não seja realizado no Ministério do Trabalho e Emprego nem tenha assistência de sindicato. da CLT. ALTERNATIVA "A" B C D Art. agindo somente na fiscalização da gestão financeira do sindicato. pois não houve nenhuma justificativa prévia ou inquérito capaz de provar justa causa para a demissão. D: art. pois Aníbal gozava de estabilidade provisória desde sua eleição ao cargo de conselheiro fiscal do sindicato.

à época da demissão. por ter. § 1o. José deveria ter sido contratado segundo as regras da Lei n. repare que o dispositivo só concede o direito à estabilidade aos titulares de cargo efetivo.3) Jurandir. 41 da CF (com a redação determinada pela EC 19/98). 475. tendo cessado o motivo da invalidez. Em 20 de outubro de 2007. A demissão. a partir daquela data. O cancelamento da aposentadoria por invalidez não garantiria o retorno de Joaquim ao emprego. assinale a opção correta. No processo criminal movido por Pedro. portanto não poderia ser cancelada em nenhuma situação. Jurandir se beneficiou da suspensão condicional do processo. de José somente seria possível em caso de extinção da empresa. Considerando a situação hipotética acima. O INSS não poderia ter cancelado a aposentadoria por invalidez após o transcurso de cinco anos. sendo possível a sua demissão sem justa causa. que prestou concurso público para concorrer a uma vaga em uma empresa pública estadual. Como se trata de empresa pública. B C D Art. ALTERNATIVA "A" B C D Art.112/1990. e não poderia ter sido demitido sem justa causa. Joaquim estaria. Considerando a situação hipotética acima. empregado da Empresa Alfa Ltda. o TST entende que os empregados de empresas estatais não têm direito à estabilidade. apto novamente a exercer normalmente suas funções. quando gozava seu descanso semanal remunerado. visto que já adquirira a estabilidade prevista na Constituição Federal. agredindo-o fisicamente. A A José não é garantida a estabilidade prevista na Constituição Federal. (OAB/CESPE – 2007.3) Joaquim foi aposentado por invalidez no dia 3 de agosto de 2001 e. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. o INSS cancelou a aposentadoria por considerar que. da CLT e Súmula 160 do TST. e não aos titulares de emprego público (vínculo próprio das empresas estatais). José foi demitido sem justa causa. sem justa causa.3) José.o 8.. assinale a opção correta. no dia 30 de outubro de 2007.WANDER GARCIA 394 (OAB/CESPE – 2007. tendo iniciado suas atividades em 20 de outubro de 2003. José não poderia ter sido demitido sem justa causa. A aposentadoria por invalidez é definitiva. mais de três anos de efetivo exercício. em um domingo. mas os celetistas da Administração Direta têm (Súmula 390). por lesões corporais leves. foi aprovado. discutiu com Pedro em um bar. A Joaquim teria o direito de retornar ao emprego. mediante o pagamento de cestas básicas a .

481 da CLT e Súmula 163 do TST. 180 dias. 445 da CLT.395 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO uma instituição de caridade. A A suspensão condicional do processo. (OAB/CESPE – 2007. pelo prazo de 90 dias. (OAB/CESPE – 2007. salvo se existisse motivo de justa causa. em nenhuma hipótese. a empresa Ouro Branco A poderia rescindir o contrato de experiência antes do prazo de 90 dias. Com relação à situação hipotética acima. A conduta praticada por Jurandir é ofensiva à boa fama da empresa. o que ensejaria uma demanda por danos morais. visto que o prazo máximo para este tipo de contrato é de 30 dias. ALTERNATIVA "D" B C D Art. André. sem efetuar o pagamento do aviso prévio. desde que pagasse a Alfredo o aviso prévio. salvo nos casos de condenação imposta que torne impossível a continuidade do trabalho. .SP) O contrato de trabalho por prazo determinado. não poderia rescindir o contrato de experiência antes de findos os 90 dias. pactuou um contrato de experiência com Alfredo. 3 anos. é motivo suficiente para a demissão por justa causa aplicada a Jurandir.3. por ser uma espécie de condenação criminal. 482. demitiu Jurandir por justa causa. haja vista o mau procedimento de Jurandir. Ao tomar conhecimento do processo criminal. Nessa situação. pactuou com Alfredo contrato de experiência irregular. O processo criminal não é motivo para demissão por justa causa. poderá ser estipulado por prazo superior a A 120 dias.PR) A empresa Ouro Branco Ltda. b. da CLT. proprietário da Empresa Alfa. poderia rescindir contrato de experiência antes do prazo de 90 dias. a empresa resolveu rescindir o contrato de experiência e demitir. ALTERNATIVA "C" B C D Art. 2 anos. Após 50 dias de trabalho. além da restrição de não poder se ausentar da cidade enquanto perdurasse o período de suspensão.3. A demissão por justa causa foi bem aplicada. imotivadamente. mas não justificaria demissão por justa causa. Alfredo. assinale a opção correta. ALTERNATIVA "B" B C D Art.

deixando clara para Francisco a situação interina de seu emprego. foi demitido dessa empresa.3. uma forte chuva de granizo destruiu por completo o estabelecimento onde funcionava a empresa. pois ainda não tinha completado 12 meses de efetivo exercício na empresa.WANDER GARCIA 396 (OAB/CESPE – 2007. a empresa Alfa contratou Francisco para substituí-lo. funcionário da empresa Alfa. no que diz respeito ao direito de Manuel receber férias.2) A empresa Rio Corrente Ltda. (OAB/CESPE – 2007. com fundamento no motivo de força maior. No mês de setembro. com justa causa. A A demissão de Manuel. no dia 30 de dezembro de 2007. contratado pela empresa Sol Ltda. e pagar todas as verbas devidas previstas nos casos de rescisão sem justa causa. Nos quadros da empresa. Considerando a situação hipotética acima. antes de haver completado 12 meses de efetivo exercício na empresa. mas sem o acréscimo de 1/3 garantido constitucionalmente. com justa causa. Diante da aposentadoria de João. funcionava em um único estabelecimento e empregava 15 funcionários. assinale a opção correta. Manuel somente poderia receber qualquer verba a título de férias se tivesse completado o período aquisitivo de 12 meses. já que. gera o direito de recebimento de férias integrais. sem justa causa.2) João. de forma que os prejuízos econômicos sofridos tornaram inviável a sua continuidade. 147 da CLT e Súmula 171 do TST. Nessa situação hipotética. não havia nenhum empregado que gozasse de estabilidade. ALTERNATIVA "A" B C D Art. ALTERNATIVA "C" B C D Art. se João . A extinção do contrato de trabalho sem justa causa assegura a Manuel o direito de receber as férias proporcionais. Manuel deveria receber o valor referente às férias proporcionais ao período em que esteve empregado. (OAB/CESPE – 2007. sem justa causa. ainda que não tenha completado o período aquisitivo de 12 meses. no dia 2 de fevereiro de 2007. independentemente do tempo trabalhado na empresa. a empresa deve rescindir os contratos de trabalho de seus empregados A com fundamento no motivo de força maior. 502 da CLT. e pagar indenização equivalente à metade da que seria devida em caso de rescisão sem justa causa. mas pagar as verbas devidas como se a rescisão tivesse ocorrido sem justa causa. foi aposentado por invalidez em setembro de 2005. sem justa causa.PR) Manuel.

da CLT. h. da CLT. A empresa demitiu Joaquim por justa causa. remanejando-o para outra função. a empresa Alfa A deverá manter necessariamente o contrato de trabalho de Francisco. não cabe a aplicação da justa causa a Tito. desrespeitando ordem geral emanada da direção que proibia os empregados de fumarem nesse espaço. Nessa situação. e não um ato de indisciplina. já que a atitude praticada por ele constitui um estado de necessidade inerente ao vício de fumar. poderá rescindir o contrato de trabalho de Francisco. tendo sua aposentadoria cancelada. efetuando o pagamento da indenização devida pelo rompimento do contrato de trabalho. consistente em ato de indisciplina. A A empresa jamais poderia emitir norma de proibição de fumar no interior do escritório. fumava no interior do escritório da empresa. A A simples adesão à greve não pode ser considerada falta grave. assinale a opção correta. ALTERNATIVA "C" B C D Art. . A atitude praticada por Tito constitui motivo para a despedida por justa causa. já que agia com negligência em relação à proibição emanada da direção da empresa. poderá rescindir o contrato de trabalho com justa causa.. ALTERNATIVA "B" B C D Art. 475. § 2o. assinale a opção correta. empregado da empresa Pégasus Ltda. já que descumpria ordens gerais do empregador dirigidas impessoalmente ao quadro de empregados. seria reintegrado em sua função. (OAB/CESPE – 2007. Diante dessa situação hipotética. Apesar de descumprir a ordem da direção de não fumar no interior do escritório. uma vez que João assumirá novamente o cargo. João recuperou sua capacidade de trabalho em outubro de 2006. em relação a Francisco. empregado da empresa Delta.397 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO fosse declarado apto a retornar ao trabalho. 482. a falta culposa. Considerando a situação hipotética acima e a súmula 316 do STF.1) Joaquim. A atitude praticada por Tito constitui motivo para a despedida por justa causa. já que João reassumirá sua função originária. uma vez que o cientificou previamente da situação de interinidade do seu contrato de trabalho. considerando que o fato de ter aderido à greve poderia ser considerado falta grave. sem indenização. ou seja.2) Tito. aderiu a greve organizada pelo sindicato de sua categoria. consistente na desídia. (OAB/CESPE – 2007. pois estaria utilizando do seu poder econômico para tolher a liberdade individual dos seus empregados. deve rescindir o contrato de trabalho.

assinale a opção correta. pois. ocorrendo a morte do empregador. 483. Não existe necessidade de Manoel ingressar com ação judicial para a rescisão contratual. Manoel ingressou com uma reclamação trabalhista objetivando a rescisão do seu contrato de trabalho por justa causa do empregado.O caráter indenizatório que se dá ao pagamento do aviso prévio não trabalhado lhe retira o caráter alimentar. A morte do empregador empresa individual é um dos casos de demissão sem justa causa para fins de verbas rescisórias. o contrato de trabalho estará automaticamente rescindido. mas a justificativa para demissão deveria ser a incontinência de conduta ou o mau procedimento. Em decorrência da morte do empregador da mencionada empresa. como integração ao tempo de serviço.1) Manoel é empregado de uma empresa individual. ALTERNATIVA "C" B C D Art. Com referência à situação hipotética acima apresentada. ALTERNATIVA "A" C D Súmula 316 do STF: “A simples adesão a greve não constitui falta grave”.WANDER GARCIA 398 B A adesão à greve justifica um motivo de suspensão do empregado. para todos os efeitos. II . com pagamento da indenização.A cessação da atividade da empresa. mas não de justa causa. A A morte do empregador é motivo de rescisão indireta do contrato de trabalho por justa causa do empregado. Joaquim praticou ato de insubordinação ao aderir à greve.O aviso prévio trabalhado ou indenizado computa-se. A morte do empregador empresa individual constitui hipótese de motivo justificado. A atitude de aderir à greve e de não comparecer ao trabalho é incompatível com o abandono de emprego. da CLT. fundamentando-se no art. I . (OAB/CESPE – 2007. 483 da CLT. § 2o. . mas não motivo imediato para a aplicação da justa causa. (OAB/CESPE – 2007. III . julgue os itens a seguir.1) No que diz respeito ao instituto do aviso prévio. exclui o direito do empregado ao aviso prévio.

previstas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). B C D I: Súmula 13 do TST. III: art.O pagamento.399 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO Assinale a opção correta. da CLT e Súmula 44 do TST. e pleiteando o recebimento das verbas rescisórias pertinentes. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2006. A Apenas o item I está certo. recebeu aviso-prévio indenizado. em 10/4/2005.Tanto a rescisão para atender obrigações legais quanto a morte do empregador que constitui empresa individual são consideradas hipóteses de justa causa do empregado para a rescisão do contrato de trabalho. culpa . a injúria e o dano moral. Todos os itens estão certos. dos salários atrasados elide a mora capaz de determinar a rescisão do contrato de trabalho. III e IV. IV: art.Podem ser considerados como atos lesivos da honra e boa fama. a calúnia. 482. 2o da CLT (o empregador assume os riscos da atividade econômica). sob alegação de justa causa. § 1o. alegando demissão sem justa causa. alternativamente. em audiência. capazes de justificar a justa causa do empregado. a difamação.1) Luiz. da CLT. Não se conformando com a situação. II . IV .O fato de o empregador enfrentar dificuldades provenientes de política governamental não autoriza nem descaracteriza a mora salarial. j e k. II: art. alegou a existência de justa causa ou. Estão certos apenas os itens A I e II. ALTERNATIVA "A" B C D Art. julgue os itens seguintes. Apenas o item II está certo. I e IV. 487. Apenas os itens I e III estão certos. ao apresentar sua contestação. Luiz ajuizou reclamação trabalhista em desfavor de sua antiga empregadora.3) A respeito das hipóteses de justa causa do empregado. empregado de determinada pessoa jurídica. O empregador. I . III . (OAB/CESPE – 2006. II e III. 483 da CLT.

assinale a opção incorreta. Luiz terá direito a apenas 50% do valor do aviso-prévio indenizado. B: art. com mandato a ser exercido no biênio de 2006/2007. A Para que se consubstancie o direito à estabilidade provisória. por escrito. na rescisão contratual sem justa causa. Com base nessa situação hipotética. . assinale a opção incorreta. B C D A: art. filiado ao sindicato de sua categoria profissional. mesmo que ele estivesse cumprindo aviso-prévio na data do registro de sua candidatura. no curso do período do aviso-prévio. No cálculo das verbas rescisórias. estando filiado ao sindicato dos jornalistas. Se o contrato de Luiz fosse por prazo determinado. ele não teria direito a estabilidade provisória. A Se for declarada judicialmente a existência de culpa recíproca. registrasse sua candidatura ao cargo de dirigente sindical dessa entidade. Luiz teria direito a receber. não será considerado o percentual do reajuste coletivo da categoria a que pertencia Luiz. O reajuste da categoria profissional a que pertence Luiz foi estabelecido em acordo coletivo para o dia 7 de maio de cada ano.WANDER GARCIA 400 recíproca na rescisão do contrato de trabalho. empresa do ramo de hotelaria. 491 da CLT e Súmula 73 do TST. B C D Súmula 369 do TST (V). registrou sua candidatura. Se Antônio fosse graduado em jornalismo e. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2006. valor correspondente à metade do que teria direito até o término do contrato.1) Antônio. A estabilidade provisória estaria assegurada a Antônio. o direito de Antônio à estabilidade provisória também perecerá. relativamente à categoria profissional dos jornalistas. no dia 11/11/2005. Se. a entidade sindical deverá comunicar. 479 da CLT. a título de indenização. para concorrer às eleições ao cargo de dirigente sindical. que trabalha para a pessoa jurídica Ômega. por exercer atividade diferenciada em Ômega. o dia e a hora do registro de candidatura de Antônio. à pessoa jurídica Ômega. Com base na situação hipotética acima. C: art. D: Súmula 314 do TST. Luiz cometer ato que se consubstancie em falta grave. Se Ômega extinguir totalmente suas atividades. exerce a função de chefe do departamento de recursos humanos. 484 da CLT e Súmula 14 do TST. Antônio. ele não terá direito ao recebimento de qualquer verba de natureza indenizatória.

2) Em 18/1/2006. sob pena de prescrição da pretensão correlata. B: por se tratar de pedido de natureza constitutiva (negativa).ES) Acerca das regras de prescrição e decadência no direito do trabalho.401 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO (OAB/CESPE – 2004. sendo. contrariando norma coletiva do sindicato representativo da categoria dos novos empregados de Beta. Para dispensar dirigente sindical que cometa falta grave. plenamente válido e eficaz. a contar da suspensão aplicada. ele teve seu contrato de experiência rescindido. 7o. com base em cláusula assecuratória do direito recíproco de rescisão. Em 30/5/2006. Considerando a situação hipotética descrita acima. assinale a opção incorreta. Embora não esteja previsto em lei. Durante a vigência do contrato de trabalho. B C D A: art. José celebrou novo contrato de experiência com Alfa. XXIX. 7o. o que assegura aos empregados os direitos adquiridos quando ainda trabalhavam para a pessoa jurídica sucedida. da CLT. da CF. ALTERNATIVA "D" C: art. de 45 dias. o prazo para o ajuizamento da ação é de dois anos a contar da extinção do contrato de trabalho. o prazo fixado pelo empregador para que seus empregados adiram a plano de desligamento incentivado é de natureza decadencial. A Na forma como foi rescindido o primeiro contrato de experiência. 9) DIREITO COLETIVO DO TRABALHO. acordo escrito de compensação de jornada de trabalho. expressamente ajustada. O segundo contrato celebrado entre José e Alfa é considerado contrato por prazo indeterminado. § 3o. Após 40 dias de serviços prestados. O acordo individual escrito de compensação de jornada de trabalho sobrepõe-se à norma coletiva antagônica. . Houve sucessão empresarial entre Alfa e Beta. Por isso. portanto. que manteve o quadro de pessoal anterior e firmou com cada um dos empregados. 543. a empresa Alfa deveria ter pré-avisado José do término do contrato. a Alfa cessou suas atividades e alienou seu único estabelecimento empresarial para a pessoa jurídica Beta. D: o art. inclusive com José. XXIX. prorrogável por igual período. dispõe o empregador do prazo prescricional de 30 dias. (OAB/CESPE – 2006. assinale a opção incorreta. não traz esse prazo. da CF. José celebrou contrato de experiência com a pessoa jurídica Alfa. José tem direito à indenização correspondente ao período do aviso prévio não-concedido. Decorridos 20 dias da constituição desse novo contrato. sob pena de prescrição da pretensão correlata. pelo prazo de 90 dias. A Para os trabalhadores urbanos. ALTERNATIVA "B" B C D Art. 444 da CLT. o prazo é decadencial. o trabalhador rural dispõe de cinco anos para ajuizar reclamação trabalhista.

entrará em vigor na data de sua publicação. José deve ajuizar a ação perante a justiça comum estadual. A O dissídio coletivo instaurado é de natureza econômica. para efeito de promoção por antiguidade. Nenhuma das partes compareceu à primeira audiência.2) José foi demitido sem justa causa pela empresa Solo Brilhante. . A sentença que decidir o conflito. tendo esse demonstrado interesse em mover ação para obter a indenização correspondente à não-liberação das guias do seguro-desemprego. As bases de conciliação da representação configuram o requisito essencial da petição inicial. assinale a opção correta de acordo com entendimento do TST. em dissídio coletivo. constam como motivo do dissídio o fato de diversas empregadoras estarem considerando apenas o tempo de serviço prestado na empresa e não o tempo trabalhado na indústria automobilística. declarando a interpretação da norma coletiva aduzida. Não é cabível nenhum tipo de ação com o objetivo de pedido de indenização. do TST. devido ao fato de as partes não terem comparecido à audiência inicial. sem resolução do mérito. A José deve ajuizar seu pedido perante a justiça federal. a aceitação da interpretação de que seja considerado. nesse caso. José deve ajuizar sua inicial perante a justiça do trabalho. Acerca dessa situação hipotética. a referida empresa não forneceu a José as guias referentes ao seguro-desemprego. tendo recebido suas verbas rescisórias. Contudo.2) O sindicato dos trabalhadores da indústria automobilística ajuizou representação para instauração de instância. assinale a opção correta. como base para conciliação. Na representação inicial. pleiteando a interpretação de norma jurídica que estabelece condições para o direito à promoção por antiguidade no âmbito do quadro de pessoal de cada empregadora. I. o tempo total de serviço prestado na indústria automobilística e não aquele especificamente prestado em cada empresa. Considerando a situação hipotética apresentada.WANDER GARCIA 402 (OAB/CESPE – 2006. ALTERNATIVA "B" B C D Art. 764 da CLT. ALTERNATIVA "C" B C D Súmula 389. O sindicato trabalhista reivindicou. O processo deve ser arquivado. (OAB/CESPE – 2008. 10) JUSTIÇA DO TRABALHO E COMPETÊNCIA.

403

DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO

(OAB/CESPE – 2008.2.SP) Quanto à competência, é correto afirmar que a justiça do trabalho é competente para julgar
A

as ações de indenização por dano moral ou patrimonial, decorrentes ou não de relação de trabalho. os crimes contra a organização do trabalho e, nos casos determinados por lei, contra o sistema financeiro e a ordem econômico-financeira. as causas em que forem parte a instituição de previdência social e segurado. as ações oriundas da relação de trabalho, abrangidos os entes de direito público externo e da administração pública direta e indireta.
ALTERNATIVA "D"

B

C
D

Art. 114 da CF.

(OAB/CESPE – 2008.1.SP) Não dizem respeito à competência da justiça do trabalho as ações
A

que tratem de representação sindical entre sindicatos. de natureza penal. que envolvam direito de greve. decorrentes da relação do trabalho.
ALTERNATIVA "B"

B
C
D

Art. 114 da CF.

(OAB/CESPE – 2008.1.SP) Segundo posicionamento atual da jurisprudência, as ações decorrentes de acidente do trabalho propostas por empregado contra empregador devem ser da competência da
A

justiça comum estadual, se ajuizadas após a Emenda Constitucional n.o 45/2004. justiça federal. justiça do trabalho. justiça do trabalho, desde que participe do feito também a instituição previdenciária.
ALTERNATIVA "C"

B
C
D

Art. 114, VI, da CF.

(OAB/CESPE – 2007.3) Um conflito de competência existente entre um juiz do trabalho e um juiz federal deve ser julgado
A

pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). por um tribunal regional federal.

B

WANDER GARCIA

404

C
D

pelo STJ. pelo STF.
ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "B"

Art. 105, I, d, da CF.

(OAB/CESPE – 2007.3) Suponha-se que um empregado tenha sido demitido sem justa causa da empresa para que trabalhava e que esta não lhe tenha fornecido as guias do seguro desemprego. Nessa situação, caso o empregado tenha interesse em mover algum tipo de ação contra a empresa para obter indenização pelo não-fornecimento das guias do seguro-desemprego, ele deve ingressar com ação
A

em vara cível da justiça comum estadual. na justiça do trabalho. na justiça federal. em juizado especial cível da justiça comum estadual.

B
C
D

Súmula 389, I, do TST.

(OAB/CESPE – 2007.3) Assinale a opção correta, considerando que, em determinado processo, tenha sido sugerido haver conflito de competência funcional entre o TRT e uma vara do trabalho a ele vinculada.
A

Não se configura conflito de competência entre TRT e vara do trabalho a ele vinculada. O TRT deverá julgar o conflito. O TST deverá julgar o conflito. O STF deverá julgar o conflito.

B
C
D

Não existe conflito de competência entre autoridades de primeiro e de segundo grau (arts. 115 e 123 do CPC).
ALTERNATIVA "A"

(OAB/CESPE – 2007.3) Alfredo, empregado da Empresa Mala Direta S.A., ao perceber que a empresa não havia providenciado o seu cadastro no PIS, procurou a diretoria da empresa para sanar a omissão, obtendo como resposta que a empresa não tomaria qualquer providência a esse respeito. Nessa situação, caso Alfredo venha a demandar contra a empresa, objetivando o cadastramento no PIS, ele deve mover a ação perante
A

a justiça federal. a justiça comum estadual.

B

405

DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO

C
D

o STJ. a justiça do trabalho.
ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "D"

Súmula 300 do TST.

(OAB/CESPE – 2007.3.PR) A empresa Ômega Ltda., empregadora de Márcio, não efetuou o cadastramento do referido empregado no Programa de Integração Social (PIS). Ao constatar o problema, Márcio formulou solicitação escrita para a diretoria da empresa, com o objetivo de solucionar a omissão. Porém, nenhuma providência foi tomada. Nessa situação hipotética, caso Márcio queira mover ação judicial para solucionar a pendência, deve propor a ação na justiça comum estadual. B no juizado especial federal. C na justiça federal.
A D

na justiça do trabalho.

Súmula 300 do TST.

(OAB/CESPE – 2007.2) Na justiça do trabalho, os beneficiários da justiça gratuita são isentos do pagamento de custas. Entre os isentos do pagamento de custas, incluem-se as sociedades de economia mista. empresas privadas. C empresas públicas.
A

B

D

fundações públicas estaduais que não explorem atividade econômica.
ALTERNATIVA "D"

Art. 790-A da CLT.

(OAB/CESPE – 2007.1) Antônio foi contratado, mediante concurso público e sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), para trabalhar em uma empresa pública estadual. Nessa situação, considerando a existência de litígio a respeito de verbas rescisórias a serem pagas a Antônio, será competente para julgar a demanda a justiça comum. B justiça federal. C justiça do trabalho.
A D

justiça eleitoral.

Art. 114, I, da CF. A Justiça Comum julga os litígios dos agentes públicos estatutários e a Justiça do Trabalho, dos celetistas.
ALTERNATIVA "C"

WANDER GARCIA

406

(OAB/CESPE – 2007.1) Nas localidades não abrangidas por jurisdição de vara do trabalho, as demandas trabalhistas serão julgadas pelo juiz de direito. Recurso interposto contra decisão de juiz de direito em matéria trabalhista deve ser julgado pelo
A

tribunal de justiça do estado. tribunal regional federal da região a que estiver submetida a jurisdição do estado. STJ. respectivo tribunal regional do trabalho.
ALTERNATIVA "D"

B
C
D

Art. 112 da CLT.

(OAB/CESPE – 2006.3) Julgue os itens seguintes, relativos à competência da justiça do trabalho. I - É competência da justiça do trabalho processar e julgar as ações de indenização por dano moral ou patrimonial decorrentes da relação de trabalho. II - É competência da justiça do trabalho processar e julgar as ações que envolvam exercício do direito de greve. III - Os mandados de segurança, habeas corpus e habeas data serão processados e julgados na justiça do trabalho quando o ato questionado envolver matéria sujeita a sua jurisdição. IV - Compete à justiça do trabalho processar e julgar as execuções, de ofício, das contribuições sociais previstas na Constituição Federal decorrentes das sentenças que proferir. A quantidade de itens certos é igual a
A

4. 3. 2. 1.
ALTERNATIVA "A"

B
C
D

I: art. 114, VI, da CF; II: art. 114, II, da CF; III: art. 114, IV, da CF; IV: art. 114, VIII, da CF.

(OAB/CESPE – 2006.3) Nas comarcas não abrangidas pela jurisdição da justiça do trabalho, atribui-se ao juiz de direito a competência para julgar as demandas trabalhistas. Em caso de recurso de sentença proferida por um juiz de direito em matéria trabalhista, deverá julgar esse recurso o tribunal
A

de justiça do estado. regional do trabalho do estado.

B

407

DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO

C
D

regional federal. de justiça.
ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "B"

Art. 112 da CF.

(OAB/CESPE – 2006.3) João é empregado da empresa Carta Branca Ltda., reside na cidade Beta e trabalha na cidade Ômega. Essa empresa tem sede na cidade Alfa e outra filial na cidade Delta. Nessa situação, se for mover reclamação trabalhista contra a empresa Carta Branca, João deve protocolizar sua inicial apenas na cidade
A

Beta. Ômega. Alfa. Delta.

B
C
D

Art. 651 da CLT.

11) TEORIA DO PROCESSO E PROCEDIMENTOS: ORDINÁRIO, SUMÁRIO, SUMARÍSSIMO E ESPECIAIS.
(OAB/CESPE – 2008.2) Segundo orientação do TST, na justiça do trabalho, a condenação em honorários advocatícios, necessariamente, requer
A

a assistência por sindicato, apenas. o benefício da justiça gratuita, apenas. a simples procuração do advogado juntada aos autos. a assistência por sindicato e o benefício da justiça gratuita, de forma concomitante.

B
C
D

Orientação Jurisprudencial da SBDI-1 no 305.

(OAB/CESPE – 2008.2) Em um processo trabalhista que objetivava o pagamento de adicional de insalubridade, o juiz determinou que a parte recolhesse previamente os honorários do perito, para, após, ser realizada a perícia. Em face da situação hipotética apresentada, assinale a opção correta, segundo entendimento do TST.
A

A determinação do juiz está em perfeita harmonia com o disposto no Código de Processo Civil e deve ser aplicada ao processo do trabalho. É ilegal a exigência de depósito prévio para custeio de honorários periciais, uma vez que tal exigência é incompatível com o processo do trabalho.

B

WANDER GARCIA

408

C
D

Não é cabível o pagamento de honorários periciais em processos trabalhistas. Despesas com honorários periciais no processo do trabalho devem ser custeadas pelo próprio tribunal e, não, pelas partes.
ALTERNATIVA "B"

Orientação Jurisprudencial da SBDI-2 no 98.

(OAB/CESPE – 2008.1) Não se inclui entre os exemplos de pessoa isenta do pagamento de custas na justiça do trabalho, enumerados no art. 790-A da CLT, a
A

autarquia estadual. fundação pública estadual que não explore atividade econômica. União. empresa pública.

B
C
D

Art. 790-A da CLT. As empresas estatais têm um regime jurídico de direito privado, e, portanto, não podem ter esse tipo de benefício.
ALTERNATIVA "D"

(OAB/CESPE – 2008.1) Antônio moveu reclamação trabalhista contra a Empresa Sol Ardente, tendo o valor total das verbas pleiteadas correspondido a R$ 6.500,00. Na audiência de conciliação, a empresa reclamada não compareceu, e o juiz percebeu que a citação não fora realizada porque o reclamante havia fornecido o endereço da reclamada de forma incompleta. Nessa situação, o juiz deve
A

determinar o retorno do processo à secretaria da vara para tentativa de localização da reclamada. determinar o arquivamento da reclamação trabalhista. abrir prazo para que o reclamante informe o endereço correto da reclamada, determinando a designação de nova audiência. aplicar a penalidade da revelia e confissão da reclamada.
ALTERNATIVA "B"

B
C

D

Art. 852-B da CLT.

(OAB/CESPE – 2008.1) João moveu reclamação trabalhista contra a Empresa Delta Ltda., pleiteando pagamento de adicional de insalubridade. Alegou, na inicial, que tinha contato permanente com o elemento A, nocivo à saúde. Realizada a perícia, ficou constatado que João trabalhava em condições nocivas, porém em contato permanente com o elemento B e, não,

409

DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO

como afirmado na inicial, com o elemento A. Considerando a situação hipotética apresentada, assinale a opção correta.
A

A ação deve ser julgada improcedente, visto que a prova dos autos não se coaduna com o pedido. Tendo a perícia concluído que João trabalhava em condições insalubres, o fato de ele ter apontado agente insalubre diverso não prejudica o pedido de adicional de insalubridade. A reclamação trabalhista movida por João deve ser extinta sem o julgamento do mérito, visto que o pedido se torna juridicamente impossível, em virtude de o elemento nocivo justificador do pedido não ter sido o mesmo detectado pela perícia. O juiz deve abrir prazo para que João reformule o pedido e substitua o agente nocivo.
ALTERNATIVA "B"

B

C

D

Súmula 293 do TST.

(OAB/CESPE – 2008.1) Francisco trabalhava na Empresa ABC Ltda., a qual, encerradas suas atividades, dispensou todos os seus empregados sem justa causa. Francisco resolveu, então, ingressar com reclamação trabalhista para obter o pagamento do adicional de insalubridade. Com base na situação hipotética apresentada, assinale a opção correta.
A

Ocorrendo o encerramento das atividades da empresa, fica prejudicado o pedido de pagamento do adicional de insalubridade, pois fica descaracterizada a atividade em condições insalubres. Uma vez que trabalhou em condições insalubres durante todo o vínculo com a empresa, vindo a pleitear o pagamento do adicional somente após a ruptura do contrato de trabalho, caracteriza-se a renúncia tácita por parte de Francisco ao adicional. Não é possível estabelecer condenação por adicional de insalubridade, visto que, com o encerramento das atividades da empresa, a realização da perícia torna-se inviável. Quando não for possível a realização da perícia, por motivo de encerramento das atividades da empresa, o juiz pode utilizar-se de outros meios de prova para julgar o pedido de pagamento de adicional de insalubridade.
ALTERNATIVA "D"

B

C

D

Orientação Jurisprudencial da SBDI-1 no 278.

(OAB/CESPE – 2008.1.SP) Assinale a opção correta com relação à reclamação trabalhista.
A

É necessário que a petição inicial esteja assinada por advogado. A reclamação só pode ser apresentada de modo escrito, não sendo admitida na forma verbal.

B

WANDER GARCIA

410

C
D

O empregador pode ser substituído em audiência por preposto. A ausência do reclamante na audiência designada acarreta o arquivamento da reclamação, o que impede o ajuizamento de nova ação.
ALTERNATIVA "C"

A: art. 791 da CLT; B: art. 840 da CLT; C: art. 843 da CLT; D: art. 844, p. único, da CLT.

(OAB/CESPE – 2008.1.SP) Segundo o posicionamento atual da jurisprudência, os sindicatos atuam na forma de
A

substituição processual com ampla legitimidade ativa ad causam. substituição processual no processo de conhecimento, apenas. representação processual com ampla legitimidade ativa ad causam. representação processual no processo de conhecimento, apenas.
ALTERNATIVA "A"

B
C
D

Vide, por exemplo, Súmulas 271 e 286 do TST.

(OAB/CESPE – 2007.3) Em uma audiência inaugural, compareceu o advogado da reclamada, o qual estava munido do instrumento de procuração e da defesa. O preposto não compareceu. O juiz, então, aplicou a revelia, argumentando que o representante legal da empresa não estava presente. Diante do problema apresentado na situação hipotética acima,
A

está correto o posicionamento do juiz, uma vez que a presença do preposto ou representante legal da reclamada é obrigatória na audiência, não sendo suficiente a presença do advogado para apresentar contestação. o juiz deveria ter suspendido a audiência e determinado a intimação da reclamada para tal ato em nova data por ele designada. o juiz deveria ter recebido a defesa trazida pelo advogado e afastado a revelia. caberia ao juiz conceder a palavra ao advogado do reclamante, pois, em caso de concordância deste, o juiz poderia receber a contestação apresentada pelo advogado da reclamada, mesmo sem a presença do preposto.
ALTERNATIVA "A"

B
C
D

Art. 844 da CLT.

(OAB/CESPE – 2007.3.SP) Assinale a opção correta em relação ao direito processual.
A

Ainda que a competência em razão da matéria seja trabalhista, em se tratando de “relação de emprego” em que se discutam danos morais imputados ao empregador em prejuízo do empregado, as normas processuais que devem ser aplicadas são exclusivamente as do direito processual civil.

411

DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO

B

Em nenhuma hipótese deve-se aplicar norma do direito processual civil em ações trabalhistas. Mesmo que a competência em razão da matéria seja trabalhista, em se tratando de mera “relação de trabalho” e não de “relação de emprego”, as normas processuais que devem ser aplicadas são as do direito processual civil. Nos casos omissos, o direito processual comum será fonte subsidiária do direito processual do trabalho, exceto naquilo em que for incompatível com as normas deste.
ALTERNATIVA "D"

C

D

Art. 769 da CLT.

(OAB/CESPE – 2007.3.SP) Na forma da legislação processual trabalhista, os laudos periciais dos assistentes técnicos indicados pelas partes devem ser juntados aos autos
A

no prazo comum de 10 dias, após as partes serem intimadas da apresentação do laudo do perito do juízo. no prazo comum de 30 dias, após as partes serem intimadas da apresentação do laudo do perito do juízo. no prazo comum de 20 dias, após as partes serem intimadas da apresentação do laudo do perito do juízo. no mesmo prazo assinalado para o perito do juízo, sob pena de serem desentranhados dos autos.
ALTERNATIVA "D"

B

C

D

Art. 3o, par. único, da Lei 5.584/70.

(OAB/CESPE – 2007.2) Pedro e a empresa Mar Grande pactuaram acordo para resolução de reclamação trabalhista. Formalizaram o acordo por escrito, e encaminharam petição ao juiz, com cópia do acordo em anexo, formulando pedido de homologação. O juiz, contudo, não homologou o acordo. Pedro, então, impetrou mandado de segurança contra o juiz, pleiteando a homologação do acordo via concessão de segurança. Considerando essa situação hipotética, assinale a opção correta.
A

A homologação do acordo constitui uma faculdade do juiz, inexistindo direito líquido e certo tutelável pela via do mandado de segurança. Não é cabível mandado de segurança na justiça do trabalho. O desembargador designado relator deve conceder a segurança, pois caberia ao juiz a homologação do acordo, uma vez que a vontade das partes deve prevalecer.

B
C

WANDER GARCIA

412

D

O desembargador designado relator não deve sequer conhecer as razões do mandado de segurança, já que o juiz de 1.o grau não seria autoridade coatora, sendo, portanto, parte ilegítima.
ALTERNATIVA "A" ALTERNATIVA "C"

Súmula 418 do TST.

(OAB/CESPE – 2007.2) A respeito das condições de validade do mandato e do substabelecimento, julgue os itens a seguir. I - O instrumento de mandato com prazo determinado que contém cláusula estabelecendo a prevalência dos poderes para atuar até o final da demanda não pode ser considerado válido. II - São válidos os atos praticados pelo substabelecido, ainda que não haja, no mandato, poderes expressos para substabelecer. III - Configura-se irregularidade de representação no caso de o substabelecimento ser anterior à outorga passada ao substabelecente. A quantidade de itens certos é igual a
A

0. 1. 2. 3.

B
C
D

Súmula 395 do TST.

(OAB/CESPE – 2007.1) Cláudio, embora tenha menos de 18 anos de idade, exerce atividade como empregado. Para isso, ele está autorizado a assinar os recibos de salários e é plenamente responsável pelas violações contratuais. Em face dessa situação hipotética, assinale a opção correta no que diz respeito a eventual depoimento pessoal de Cláudio em audiência no juízo trabalhista.
A

Uma vez que Cláudio é o próprio prestador dos serviços, está autorizado a assinar os recibos de salários e é plenamente responsável pelas violações contratuais, então pode ser considerado como se maior de idade fosse em depoimentos judiciais. Quanto aos efeitos jurídicos de seu depoimento, Cláudio não pode ser equiparado ao maior de idade, exigindo-se a presença de um assistente. Caberá ao juiz analisar a necessidade ou não da presença de um assistente no depoimento de Cláudio na justiça do trabalho. A presença de assistente é cabível somente nos casos de contratos de aprendizes.
ALTERNATIVA "B"

B
C

D

Art. 402 da CLT.

SBDI-I 2. ALTERNATIVA "D" B C D Art. assinale a opção correta. decidir sobre o cabimento ou não da reconvenção. ao analisar uma questão. citação ou notificação por via postal. ou pela própria pessoa do reclamado. Caberá ao juiz trabalhista. .413 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO (OAB/CESPE – 2007. incumbindo à parte provar o não recebimento. a jurisprudência admite a reconvenção. Ac. E-RR 73. na empresa. A O instituto da reconvenção é de direito material e não processual. em nenhuma hipótese.1) No que diz respeito ao instituto da reconvenção. 6.124/93. (OAB/CESPE – 2007. preposto legalmente constituído. 841 da CLT (TST. assinale a opção correta. no inquérito judicial contra empregado estável. este é o entendimento do TST na aplicação do art. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. o número máximo de testemunhas que cada parte poderá arrolar é igual a A 2.1) Sob a sistemática da justiça do trabalho. Vantuil Abdala. 3.7. em caso de pessoa física. Não se admite. A A citação ou notificação postal presume-se realizada quando tenha sido entregue. apesar de não estar prevista expressamente na CLT. a empregado da reclamada. B C D De fato. também é cabível no processo trabalhista. Não existe na jurisprudência ou na doutrina nenhum posicionamento ou previsão a respeito do cabimento da reconvenção em ação declaratória. A citação ou notificação postal apenas poderá ser considerada válida quando for recebida pessoalmente pelo proprietário da reclamada. A reconvenção.144/96). 5. B C D De fato. em face da aplicação subsidiária do CPC ao processo do trabalho. a zelador de prédio comercial ou tenha sido depositada em caixa postal da empresa. já que agências de correios não são órgãos vinculados à justiça do trabalho. 821 da CLT. A citação na justiça do trabalho apenas poderá ser realizada por oficial de justiça.1) Quanto a citação ou notificação postal na justiça do trabalho.

Estão certos apenas os itens A I e II. Na audiência de instrução. da CLT. B C D I: art. incumbindo ao autor a correta indicação do nome e do endereço do reclamado. por . da CLT. assinale a opção correta. (OAB/CESPE – 2007. diretor ou empregado da reclamada. que.1) Na justiça do trabalho. IV . Tércio apresentou como sua testemunha Iram. A sua ausência sempre deverá atrair a aplicação da revelia.O pedido deverá ser certo ou determinado e indicará o valor correspondente. II e IV. autárquica ou fundacional também podem se submeter ao procedimento sumaríssimo. da CLT. da CLT. pode figurar como preposto qualquer condômino.As demandas em que é parte a administração pública direta. que comparecerão à audiência de instrução e julgamento independentemente de intimação. 852-H. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2006. III . II: art. I. II . 852-B. único. A respeito do preposto. § 2o.3) Tércio moveu reclamação trabalhista contra a empresa Aurora Ltda. III: art. A carta de preposição é o documento hábil para a prova do mandato outorgado. II. I . par. A Pode figurar como preposto prestador de serviço que tenha conhecimento dos fatos discutidos na ação.WANDER GARCIA 414 (OAB/CESPE – 2007.As partes poderão arrolar até no máximo três testemunhas cada. 852-A. ALTERNATIVA "C" B C D Súmula 377 do TST. não havendo a necessidade de comparecimento do síndico ou administrador. se o valor pleiteado não exceder a quarenta vezes o salário mínimo. 852-B.Não se fará citação por edital. III e IV. I e III. julgue os itens seguintes.1) A respeito do procedimento sumaríssimo na justiça do trabalho. Nas ações contra condomínio. a parte ré (reclamada) pode ser representada por preposto em audiência. A representação da pessoa jurídica por preposto em audiência exige que seja sócio. IV: art.

(OAB/CESPE – 2006. IV . também litigava contra a empresa Aurora Ltda. os advogados foram . I . Iram seria suspeito. objeto da demanda. basta ser conhecedor da situação de fato.. por também estar litigando em outro processo contra a mesma reclamada. O advogado da empresa contraditou a testemunha. I e III.O preposto deve ser. Na mesma audiência. Para a formulação dos quesitos à perícia. para que Tércio apresente nova testemunha no lugar de Iram. III e IV. o juiz deve A indeferir a contradita e ouvir o depoimento de Iram como testemunha compromissada. foi determinada a produção de prova pericial.3) A respeito do preposto. que compareceria espontaneamente. alegando que. (OAB/CESPE – 2006. II .2) Ana ajuizou reclamação trabalhista contra a pessoa jurídica Eta.415 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO sua vez. proceder à oitiva de Iram como informante. suspender a audiência.430. com base na alegação de ter sido acometida de doença profissional. Nessa situação hipotética. Durante a audiência de instrução e julgamento. sem que este preste compromisso. Estão certos apenas os itens A I e II. diretor ou empregado da reclamada. III . pois o fato de este estar litigando contra o mesmo empregador não o torna suspeito.A carta de preposição é documento hábil para prova do mandato outorgado. faltou.Nas ações que digam respeito a empregados domésticos. necessariamente. deferir a contradita e dispensar a oitiva de Iram. ALTERNATIVA "D" B C D Súmula 377 do TST.00. em qualquer caso. devido a sua manifesta suspeição. uma das testemunhas de Ana.Para figurar como preposto em um processo. Maria. não é necessário que o preposto seja empregado do reclamado. ALTERNATIVA "A" B C D Súmula 357 do TST. A sua ausência deve atrair a aplicação da revelia. Ana deu à causa o valor de R$ 7. julgue os itens subseqüentes. II e IV. pleiteando sua reintegração ao emprego. sócio. na condição de ex-empregado. bem como para a nomeação de assistente técnico.

840 da CLT. em situação semelhante à do autor que a convida a comparecer em juízo. da CLT. o pedido e a causa de pedir. B C D A: art. A testemunha que demandar contra o ex-empregador. A ausência do reclamante à audiência determina o arquivamento do feito. além da correta qualificação dos litigantes e da indicação do juízo para o qual ela é dirigida. assinale a opção incorreta. valendo seu depoimento como simples informação. § 2o. 844 da CLT. C e D: art. 852-A. Considerando essa situação hipotética. não prestará compromisso. da CLT. assinale a opção correta. a partir da data da notificação citatória. em seus respectivos escritórios profissionais. § 4o. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2004. B C D A: art. e a intimação para apresentação dos quesitos tiver sido encaminhada para o endereço antigo. B: art. por via postal. (OAB/CESPE – 2004.WANDER GARCIA 416 intimados. A A audiência destinada à instalação da litiscontestatio em ação movida contra pessoa jurídica de direito privado deve ser realizada com prazo mínimo de cinco dias. Quando ainda não estiver instalada a litiscontestatio. sob pena de configuração de revelia e confissão ficta. B . a petição inicial tem de ser escrita e conter o valor da causa.ES) A propósito das provas na justiça do trabalho. único. o número máximo de testemunhas é seis por litigante. 852-H. Ana somente poderia ter requerido intimação judicial de Maria se demonstrasse que esta foi efetivamente convidada e deixou de comparecer à audiência de instrução e julgamento.ES) Considerando as regras que informam o procedimento ordinário observado nas ações individuais na justiça do trabalho. da CLT. A Caso Eta seja uma fundação pública. Necessariamente. par. o comparecimento da parte reclamada à audiência é obrigatório. é lícito que Ana obtenha restituição do prazo para a realização desse ato processual. 852-B. D: art. Se o advogado de Ana tiver mudado o endereço de seu escritório sem comunicar o juízo. da CLT. C: art. B: art. § 3o. sob pena de inépcia. assinale a opção incorreta. salvo se já produzida defesa nos autos pela parte reclamada. a reclamação de Ana deve tramitar pelo procedimento ordinário. 841 da CLT. A Nas ações que tenham por objeto falta grave supostamente praticada por empregado detentor de estabilidade provisória no emprego. 852-H. A prova pericial pode ser corretamente produzida no procedimento sumaríssimo.

sob pena de nulidade. D: art. único. assinale a opção correta. 852-A da CLT. admite-se que o trabalhador postule diretamente aos órgãos do Poder Judiciário sem o concurso de advogados. (OAB/CESPE – 2004. A Aplicável às ações que tenham por objeto pretensões cujo valor não suplante sessenta salários mínimos. 195 da CLT. será obrigatória a submissão da sentença ao duplo grau de jurisdição. deve o magistrado indeferir de plano a inicial. da CLT. par. B: art. sob pena de nulidade. 852-A.ES) Acerca dos princípios do direito processual do trabalho. desde que antes da prolação do julgamento. B C D A: art. ALTERNATIVA "C" D A: art. que devem comparecer à audiência em qualquer hipótese. deve o juiz. independentemente de qualquer provocação dos interessados. independentemente de intimação. arquivando a reclamação. B C . salvo nos casos em que se discuta direito a adicional de insalubridade ou periculosidade. Como manifestação do princípio do impulso processual de ofício. havendo polêmica judicial acerca da existência de horas extras. A Por aplicação do princípio da proteção. obrigatoriamente. C: art. Tendo em vista o princípio do jus postulandi. sob pena de nulidade. em que a sua produção será obrigatória. § 2o. o ônus da prova caberá sempre ao sujeito que habita o pólo passivo da relação jurídica processual. Cada parte pode indicar até três testemunhas. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2004. a qual deve ser realizada em uma única oportunidade. não há possibilidade de fracionamento da audiência. § 1o. a prova pericial é sempre admissível na justiça do trabalho. Inexistindo indicação do valor do pedido deduzido. B: Súmula 357 do TST. sob pena de preclusão. da CLT. D: Súmula 8 do TST. 852-B. 852-H. A parte autora pode apresentar os documentos essenciais à propositura da ação a qualquer tempo. da CLT. C: art.ES) Quanto ao procedimento sumaríssimo na justiça do trabalho. assinale a opção correta. dar andamento às execuções. excepcionados os casos em que se discuta a existência de justa causa ou de estabilidade decorrente de gravidez. 821 da CLT. Sobrevindo condenação em ação proposta sob o rito sumaríssimo em face de autarquia federal.417 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO C A critério dos magistrados que presidem as instruções.

visando um processo célere e simples.WANDER GARCIA 418 D Do princípio da concentração. Segundo orientação do TST. permitido é a reclamação verbal (art. simplicidade e economia processual. apenas questiona a nulidade processual por cerceio de defesa por ocasião do recurso ordinário aviado contra a sentença terminativa proferida. A competência da justiça do trabalho para julgar indenização por dano moral resultante de acidente de trabalho será prorrogada caso a parte demandada deixe de suscitar tal questão por ocasião de sua resposta.. compareceu pessoalmente à Secretaria da 1a Turma do TRT e tomou conhecimento do teor de decisão que havia negado provimento a recurso ordinário interposto pela empresa. 12) RECURSOS E AÇÃO RESCISÓRIA. no processo do trabalho. o recurso de revista interposto é considerado A tempestivo. 795 da CLT. B C D Orientação Jurisprudencial da SBDI-1 no 357. ocorrido em audiência. Juca interpôs recurso de revista para o TST. Proclamada a nulidade processual. a parte demandada está desobrigada de suscitar a nulidade processual resultante da incompetência territorial.2) Juca. deserto. sob pena de convalidação. na situação hipotética apresentada. antes de ocorrer a publicação do acórdão regional.ES) A respeito das regras que informam as nulidades no âmbito do processo do trabalho. ainda que não dependam daquele ato anterior viciado. assinale a opção correta. extemporâneo. intempestivo. todos os atos ulteriores serão nulos. Não há preclusão quando a parte prejudicada com o indeferimento da produção de prova pericial. A Em nenhuma hipótese. decorrem os postulados da imediação e da oralidade. . ALTERNATIVA "A" B C D Art. 840 da CLT). De fato. (OAB/CESPE – 2008. fundado em noções de celeridade. No mesmo dia. advogado da empresa Terra e Mar Ltda. ALTERNATIVA "D" ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2004.

§ 6o.2) O prazo para a interposição de recurso de embargos para a Seção de Dissídios Individuais no TST é de A 5 dias. não afeta a contagem do prazo para a interposição do recurso ordinário. . (OAB/CESPE – 2008. 538 do CPC. 10 dias. 895-B da CLT. agravo de instrumento para o TST. agravo de instrumento para o TST. da CLT. quando houver contrariedade à súmula de jurisprudência uniforme do TST e violação direta à CF. ALTERNATIVA "B" B C D Art. no prazo de 10 dias. 896.419 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO (OAB/CESPE – 2008. o recurso de revista será cabível A quando a decisão proferida pelo TRT violar disposição de lei federal. no prazo de 10 dias.2) Contra decisão definitiva proferida por TRT em mandado de segurança cabe A recurso ordinário para o TST.2. 894 da CLT. ALTERNATIVA "B" B C D Art. no prazo de 8 dias. ALTERNATIVA "C" B C D Art. no prazo de 8 dias. (OAB/CESPE – 2008. 15 dias. (OAB/CESPE – 2008.SP) A oposição dos embargos de declaração A suspende o prazo para a interposição do recurso ordinário. 8 dias. interrompe o prazo para a interposição do recurso ordinário. nos casos em que haja flagrante injustiça. ALTERNATIVA "B" B C D Art. impede a contagem do prazo para a interposição do recurso ordinário. quando houver divergência jurisprudencial entre TRTs.2) Nos processos que correm sob o rito sumaríssimo. recurso ordinário para o TST.

visto que a falta de assinatura constitui mera irregularidade formal. conhecido. ALTERNATIVA "A" B C D Art. em execução de sentença. ALTERNATIVA "D" B C D Art. 10 dias. deve abrir prazo para o advogado assiná-lo e sanar a irregularidade. (OAB/CESPE – 2008. e seu mérito analisado. 8 dias.WANDER GARCIA 420 (OAB/CESPE – 2008. de forma tempestiva.. Nessa situação. (OAB/CESPE – 2008. e efetuado corretamente o depósito recursal. tenha apresentado recurso de revista contra acórdão proferido por tribunal regional do trabalho. Esse recurso é cabível contra decisões proferidas pelos tribunais regionais do trabalho ou por suas turmas.1) Considere que Antonino. A o recurso deve ser considerado como inexistente. 897-A da CLT. para que o ministro relator decida sobre a abertura de prazo para o advogado assinar o recurso ou sobre a negativa de seguimento. A Não é cabível a interposição de recurso de revista nas causas sujeitas ao procedimento sumaríssimo. 896 da CLT. ALTERNATIVA "A" B C D Orientação Jurisprudencial da SBDI-1 no 120. o recurso deve ser remetido ao TST. Tal recurso possui efeitos devolutivo e suspensivo em todos os casos. com fundamento na irregularidade. O prazo para interposição do recurso de revista é de 10 dias. 15 dias.1) No que diz respeito ao recurso de revista. advogado da Empresa Água Limpa Ltda. por falta de assinatura do advogado. . mas não tenha assinado o referido recurso. no processo do trabalho. é de A 5 dias. o recurso deve ser encaminhado ao Tribunal Superior do Trabalho (TST). assinale a opção correta.1) O prazo para a oposição de embargos de declaração. o desembargador-presidente do tribunal regional. ao aferir a admissibilidade do recurso. em casos de ofensa direta e literal de norma da Constituição Federal.

O juiz de 1a instância julgou procedente o pedido e estabeleceu condenação contra a Empresa Alfa Ltda. Sendo a CLT omissa. aplica-se subsidiariamente o disposto no CPC. assinale a opção correta. o oferecimento tardio de procuração. assinale a opção correta com relação ao prazo para a interposição do recurso ordinário. e formulou pedido de condenação solidária da Empresa Ômega Ltda. que assim dispõe: “Quando os litisconsortes tiverem diferentes procuradores. . pois a CLT também estabelece o prazo em dobro quando presentes litisconsortes com procuradores distintos.o dia do prazo. A Empresa Ômega Ltda. Ambos os recursos apresentados seriam intempestivos. de modo geral. de forma que o prazo é contado em dobro quando houver litisconsortes com procuradores distintos. requerendo a concessão de prazo para posterior juntada do instrumento de procuração.o dia. fundamentando-se no art. interpôs recurso de revista. As empresas possuíam advogados distintos. Na justiça do trabalho. o fez no 14. A A juntada posterior de instrumento de procuração é cabível em qualquer fase do processo. já que o mandado pode ser outorgado de forma tácita.” Considerando essa situação hipotética. para recorrer e. interpôs recurso ordinário no 7. É inadmissível. Tendo como referência a situação hipotética descrita. não existe a necessidade de procuração. visto que é incompatível com o princípio da celeridade inerente ao processo trabalhista. constituídos nos autos. visto que o prazo para apresentar recurso ordinário é de 5 dias.421 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO (OAB/CESPE – 2008. (OAB/CESPE – 2008. e condenação solidária da Empresa Ômega Ltda. e a Empresa Alfa Ltda. ser-lhe-ão contados em dobro os prazos para contestar. 191 do Código de Processo Civil (CPC). O advogado da Empresa Alfa Ltda.1) José. em instância recursal.1) Antônio moveu reclamação trabalhista contra a Empresa Alfa Ltda. advogado não constituído nos autos. ALTERNATIVA "A" B C D Orientação Jurisprudencial da SBDI-1 no 310. para falar nos autos. Caberá ao relator designado para julgar o recurso de revista a análise do pedido de juntada posterior do instrumento de procuração. não precisaria sequer invocar o CPC. ALTERNATIVA "C" B C D Súmula 383 do TST. A O prazo em dobro previsto no CPC é inaplicável ao processo do trabalho.

contrárias entre si quando a decisão recorrida estiver de acordo com súmula ou orientação jurisprudencial do TST. assinale a opção incorreta. A As empresas em liquidação extrajudicial equiparam-se a uma massa falida. apresentou recurso de revista contra acórdão do tribunal regional do trabalho (TRT) que teria sido desfavorável à . (OAB/CESPE – 2008. (OAB/CESPE – 2007. por isso gozam do privilégio de não precisar efetuar o depósito recursal. É de oito dias o prazo do agravo de petição. ALTERNATIVA "A" B C D Art. assinale a opção correta. mas não efetue o pagamento das custas. 895 da CLT. da CLT. II.3) Considerando que uma empresa que se encontre em liquidação extrajudicial apresente recurso ordinário de uma sentença de 1. (OAB/CESPE – 2007. sob pena de o recurso ser considerado deserto. e o tribunal julgará a questão do pagamento das custas e do depósito recursal. nem recolher as custas processuais para recorrer.WANDER GARCIA 422 (OAB/CESPE – 2008. O juiz deve mandar intimar a empresa para fazer o recolhimento das custas e efetuar o depósito recursal. divergentes da decisão proferida pelo Tribunal Pleno. ALTERNATIVA "C" B C D Art. contrárias à letra da lei federal.1. É de quinze dias o prazo do recurso ordinário. pois empresa em liquidação extrajudicial não goza do mesmo benefício concedido às massas falidas.o grau. O recurso da empresa deve ser considerado deserto. no prazo de 5 dias. advogado da empresa Casa Nova. É de oito dias o prazo do recurso de revista.3) Alfredo. tampouco realize o depósito recursal. A É de cinco dias o prazo dos embargos de declaração. ALTERNATIVA "B" B C D Súmula 86 do TST.1.SP) No Tribunal Superior do Trabalho (TST). cabem embargos de decisões de turmas A que divergirem entre si. O juiz deve mandar processar o recurso da forma como se encontra.SP) Acerca dos prazos recursais. 894.

897 da CLT. É inadmissível. embargos do devedor. contratou Augusto. A O recurso de revista deve ser conhecido e provido pelo TST. assinale a opção correta. para interpor recurso de revista em um processo trabalhista. antes de processar o recurso para o TST. ALTERNATIVA "C" B C D Art. portanto.o grau. antes de proceder à análise do recurso. Nos fundamentos do recurso. deve determinar a juntada da procuração. que não possuía procuração nos autos. Augusto. ALTERNATIVA "B" B C D Súmula 383 do TST. em instância de recurso. A O desembargador-presidente do TRT deve abrir vista para que o advogado junte a procuração. Não é cabível a interposição de recurso de revista para reexame de fatos e provas. pleiteando prazo para a juntada posterior do instrumento de procuração. a sentença de 1.3) Contra as decisões dos juízes do trabalho. O advogado da empresa deveria ter interposto. ALTERNATIVA "C" B C D Súmula 126 do TST. já que a prova apresentada pelo reclamante no processo não foi suficiente para comprovar o seu direito. no TST. cabe(m) A recurso ordinário. (OAB/CESPE – 2007.o grau foi confirmada pelo TRT. Considerando a situação hipotética acima. interpôs o recurso. O ministro-relator. (OAB/CESPE – 2007. o recurso extraordinário para o STF. agravo de petição.423 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO empresa. Como a sentença de 1. . o protesto para juntada posterior de procuração. deveria ser reformada. Com relação a essa situação hipotética. Alfredo argumentou que o depoimento da única testemunha apresentada pelo reclamante não havia comprovado o direito alegado na inicial e que.3) A Empresa Caixa Grande Ltda. A procuração pode ser juntada a qualquer tempo no processo. não seria cabível a interposição de qualquer recurso para o TST. juntamente com o recurso de revista. advogado. confirmada no TRT. apelação. assinale a opção correta. nas execuções.

Das decisões proferidas pelo juízo de primeiro grau na fase executória. salvo na hipótese de ofensa direta e literal de norma da Constituição Federal. Das decisões proferidas pelo juízo de primeiro grau na fase executória. e o código correto para cada caso. do TST. não cabe recurso de revista. A Das decisões proferidas pelos tribunais regionais ou por suas turmas. que disciplina o recolhimento de custas e emolumentos devidos à União no âmbito da Justiça do Trabalho. (OAB/CESPE – 2007. em 1a instância. conforme entendimento do TST. O recurso da empresa Nuvem Branca está deserto. bastando. uma vez que as custas deveriam ter sido recolhidas. A O recurso está apto a ser conhecido e provido. DARF. § 2o. o advogado da empresa providenciou o recolhimento das custas processuais e do depósito recursal. o qual foi pago na guia correta e recolhido na Caixa Econômica Federal.SP) Assinale a opção correta no que diz respeito a recurso de revista na justiça do trabalho. salvo na hipótese de dúvida de interpretação de lei federal. que seja utilizada a guia correta.3. salvo na hipótese de violação de súmula do próprio tribunal regional a cuja jurisdição esteja ele subordinado. da CLT. não cabe recurso de revista. não existe a exigência expressa de obrigatoriedade no recolhimento de custas processuais para que se possa recorrer.PR) A empresa Nuvem Branca Ltda. em nenhuma hipótese cabe recurso de revista. já que. na fase executória.A. estabelece em seu item IV que “as custas e emolumentos deverão ser recolhidos nas instituições financeiras integrantes da Rede Arrecadadora de Receitas Federais”.3. as custas foram recolhidas em um banco particular. Com o objetivo de interpor recurso ordinário. obrigatoriamente.WANDER GARCIA 424 (OAB/CESPE – 2007. O recurso está apto a ser conhecido e provido. já que qualquer instituição financeira estaria apta a receber o valor correspondente às custas processuais. no qual a empresa possuía convênio. assinale a opção correta. O recurso da empresa Nuvem Branca está deserto. ALTERNATIVA "B" B C D Art. em processo trabalhista. na fase executória. 896. na Caixa Econômica Federal. visto que as custas somente poderiam ter sido recolhidas no Banco do Brasil S. B C D A Instrução Normativa no 20/02. foi condenada. não cabe recurso de revista. na justiça do trabalho. Das decisões proferidas pelos tribunais regionais ou por suas turmas. Com relação a essa situação hipotética. Contudo. ALTERNATIVA "A" .

. interpôs agravo de instrumento contra decisão do presidente de tribunal regional do trabalho (TRT). ALTERNATIVA "B" B C D Art. assinale a opção correta. juntar cópia aos autos da prova do feriado local. advogado da empresa Asa Branca Ltda. 15 dias. Opôs embargos de declaração do acórdão proferido em recurso de revista. 13/7/2007. No processo do trabalho. Considerando a situação hipotética acima. A Turma deveria ter concedido prazo para que a empresa providenciasse a juntada do instrumento de procuração do advogado. 8 dias.2) Severino. assinale a opção correta. a existência de feriado local ou de dia útil em que não haja expediente forense para justificar a prorrogação do prazo recursal.3. ALTERNATIVA "A" B C D Súmula 383 do TST. o advogado pode atuar em qualquer instância independentemente de procuração. A decisão que negou seguimento a referido recurso foi publicada no Diário da Justiça em uma sexta-feira. é compatível com o processo do trabalho. embora não esteja disciplinado de forma expressa na CLT. A ausência do instrumento de procuração é uma mera irregularidade formal.PR) Everaldo. O prazo para a interposição de um recurso adesivo ao recurso de revista é de A 5 dias. advogado da empresa Solar Ltda. A Não é cabível a abertura de prazo em sede de recurso para regularizar procuração. sem. A Turma não conheceu do recurso. 896 da CLT. quando da interposição do recurso.425 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO (OAB/CESPE – 2007. por considerá-lo inexistente. cabendo a juntada do instrumento procuratório no ato da interposição do recurso. A A parte deve comprovar. para atestar que o TRT não teve expediente no citado dia. que negou seguimento a recurso de revista. A respeito dessa situação hipotética.3. foi contratado para atuar em favor da empresa perante o Tribunal Superior do Trabalho. O prazo para a interposição do agravo de instrumento é de 8 dias. (OAB/CESPE – 2007. (OAB/CESPE – 2007. contudo. não prejudicando o recurso interposto. 10 dias.. Severino protocolou o recurso no dia 24/7/2007.PR) O recurso adesivo. porém sem juntar o instrumento de procuração. . Como o dia 23/7/2007 foi feriado local.

assinale a opção correta. A O prazo para a interposição do recurso. O INSS deverá ser intimado das decisões homologatórias de acordos que contenham parcela indenizatória.1) Considerando que a Lei n.WANDER GARCIA 426 B Caberia ao relator do processo no Tribunal Superior do Trabalho solicitar ao TRT a comprovação do feriado local. já que tal matéria cabe apenas a análise do STF. avaliar a pertinência ou não da intimação do INSS. Não existe necessidade de prova do feriado. não é cabível nenhum tipo de depósito recursal. é de 15 dias.035/2000 autorizou o INSS a recorrer dos acordos que contenham parcelas indenizatórias. . publicada no respectivo Diário Oficial. em razão de sua natureza extraordinária. Não existe necessidade de intimação do INSS.1) No que diz respeito ao recurso de revista. ALTERNATIVA "C" B C D Art. ALTERNATIVA "A" C D Súmula 385 do TST. o acordo homologado pelo juiz torna-se definitivo e põe fim ao processo. nem de certidão emitida pelo TRT. ALTERNATIVA "C" B C D Art.o 10. (OAB/CESPE – 2007. Nas razões do recurso de revista.035/2000 apenas previu possibilidade de recurso por parte do INSS. Cabe ao TRT providenciar a juntada aos autos da respectiva certidão comprovando a existência de feriado local. § 4o. (OAB/CESPE – 2007. Caberá ao juiz.457/2007). 896 da CLT. mas não a obrigatoriedade de recorrer. nessas situações. sendo-lhe facultado interpor recurso relativo às contribuições que lhe forem devidas. com o não funcionamento do foro no respectivo dia. já que o feriado local é constituído por lei estadual. 832. pois a Lei n. assinale a opção correta.o 10. é vedada a discussão a respeito de afronta direta e literal à Constituição Federal. A Apesar da possibilidade de recurso do INSS. Em sede de recurso de revista. da CLT (após a prova a redação foi alterada pela Lei 11. Não cabe recurso de revista para discutir interpretação de cláusula de contrato de trabalho.

caso já interposto e recolhido referente ao recurso ordinário. no prazo de 8 dias. Considerando-se.00.427 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO (OAB/CESPE – 2006. da CLT.500. A recurso ordinário agravo de petição embargos do devedor agravo de instrumento ALTERNATIVA "B" B C D Art.00 para interposição de recurso extraordinário e considerando-se. a. 897.3) Assinale a opção correspondente ao recurso cabível das decisões proferidas pelo juiz do trabalho em sentença de execução. 894 da CLT. julgou procedente o pedido formulado na inicial e estabeleceu como valor da condenação a quantia de R$ 8. R$ 3. que a sentença não foi reformada.00. que a tabela de interposição de recursos estabeleça o recolhimento de R$ 5. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2006. corresponderá à complementação do valor da condenação.000.000. a quantia que o advogado deve depositar para interpor o recurso de revista é de A R$ 7.000. . A O prazo para a interposição de recurso de embargos é de 8 dias. Ao interpor o recurso ordinário.00. (OAB/CESPE – 2006.00.500.000. cabe agravo de instrumento para o STF.00 para interposição de recurso ordinário.500. O prazo para a interposição do recurso ordinário é o mesmo que se concede à interposição da apelação no cível.3) Assinale a opção correta quanto aos prazos para a interposição de recursos na justiça do trabalho. o juiz.00 para interposição de recurso de revista e R$ 9. R$ 7. R$ 8.00. o valor do depósito recursal para o recurso de revista.3) Em processo movido contra determinada empresa.00. hipoteticamente. ALTERNATIVA "A" B C D Art. R$ 5. B C D De fato. O prazo para a interposição de agravo de petição é de 5 dias.000. ainda. o advogado da empresa efetuou um depósito recursal no valor de R$ 5.000. na sentença de primeiro grau. Da decisão do ministro presidente do Tribunal Superior do Trabalho que nega seguimento ao recurso extraordinário.

Mário perdeu a perna esquerda e a visão de um dos olhos.2) A pessoa jurídica Ômega.WANDER GARCIA 428 (OAB/CESPE – 2006. a sentença foi mantida. Gama apresentou contestação sob a alegação de que não houvera. Inconformado. A primeira instância julgou parcialmente procedente o pedido de Fernando. Nesse caso.2) Fernando ajuizou reclamação trabalhista contra sua antiga empregadora. que foi julgada improcedente.00 a título de custas processuais. acrescidos do valor correspondente ao depósito recursal. Em sede de recurso ordinário. Na segunda instância. Mário. (OAB/CESPE – 2006. A partir da situação hipotética acima descrita. alegando direito a estabilidade provisória. condenando Gama ao pagamento das verbas rescisórias devidas. Com base nessa situação hipotética. ainda que aquele tramite em segredo de justiça. assinale a opção correta. que exercia a função de pedreiro. pedindo sua reintegração ao emprego e. assinale a opção correta. ALTERNATIVA "C" B C D Art. proferiu sentença que julgou procedente o pedido de Mário e condenou Ômega ao pagamento de indenização no valor de R$ 150. da parte do sindicado. Ômega deve recolher R$ 3. . obter certidões do referido processo. Dessa decisão. em São Paulo.000. o pagamento das verbas rescisórias devidas. é defeso a Ômega argüir a incompetência do juízo. Para interposição de recurso ordinário. Para execução da avença. alternativamente. O juiz da causa.00. por não utilizar equipamentos de proteção individual. celebrou contrato de empreitada para a construção de um edifício na cidade de Fortaleza – CE. Ômega contestou a pretensão de Mário e apresentou exceção de incompetência. que tivesse informado a respeito da candidatura de Fernando e sob o argumento de que todas as verbas haviam sido pagas corretamente. ajuizou ação de indenização por danos morais e estéticos contra sua empregadora. em 20/3/2006. Ambos recorreram. somente Fernando interpôs recurso de revista. em virtude do registro de sua candidatura para o cargo de dirigente sindical. objeto do contrato de empreitada. com sede em São Paulo. É permitido.000. comunicação oportuna. que foi protocolado no nono dia. independentemente de despacho do juiz. o prazo para interposição do recurso ordinário se inicia no dia da juntada aos autos da notificação. Fernando alegou dissídio jurisprudencial não-específico. caiu do terceiro andar do edifício em construção. A Considere que Ômega tenha recebido notificação postal. a pessoa jurídica Gama. 789 da CLT. Em virtude desse acidente. tanto às partes quanto aos seus procuradores. em virtude de feriado criado por lei estadual. Durante as obras. Ômega contratou diversos empregados moradores do município de Fortaleza. que informava o teor da sentença condenatória. Como fundamento do recurso de revista. em sua sede. em 10/5/2005.

c. relativamente aos dois pedidos. Qualquer omissão existente no acórdão que julgar o recurso de revista interposto deve ser objeto de embargos à SDI 1. interpôs recurso de revista. da CLT. ALTERNATIVA "B" B C D Art. ao analisar a ação rescisória ajuizada por Justiniano. O recurso de Justiniano não foi conhecido por sua manifesta intempestividade. Inconformado. indevidamente suprimida. O recurso de Zeta foi improvido. condenando Zeta ao pagamento das verbas. A competência para julgar a referida ação rescisória. O juízo de primeira instância. ao analisar a questão. . O acórdão transitou em julgado no dia 13/3/2004. assinale a opção incorreta. pleiteando o recebimento de complementação de aposentadoria.429 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO A É incabível a interposição de recurso adesivo ao recurso de revista de Fernando. Fernando deve comprovar a existência do feriado estadual. Com relação à situação hipotética descrita. 678. então. e improcedente o pedido de complementação de aposentadoria. para interposição do recurso ordinário desse acórdão. em 22/8/2003. e verbas trabalhistas. Zeta. não ocorrendo preclusão se não forem opostos embargos declaratórios. A Considere que o tribunal. observando-se o prazo prescricional das parcelas anteriores a 5 anos do ajuizamento da ação. Justiniano ajuizou ação rescisória pedindo a desconstituição do acórdão. (OAB/CESPE – 2006. considerando-se indevida a condenação ao pagamento das verbas rescisórias. que deve ser conhecido. do Tribunal Superior do Trabalho. Justiniano e Zeta recorreram. é do tribunal regional do trabalho. É juridicamente impossível o pedido de desconstituição do acórdão quanto à decisão que julgou improcedente o pedido de condenação de Zeta ao pagamento de complementação de aposentadoria. 2. para condenar Zeta ao pagamento das verbas trabalhistas e da complementação da aposentadoria.2) Justiniano ajuizou reclamação trabalhista contra seu antigo empregador. a pessoa jurídica Zeta. O prazo decadencial para a propositura de ação rescisória que vise desconstituir a decisão que julgou improcedente o pedido de condenação de Zeta ao pagamento de complementação de aposentadoria iniciou-se em 30/8/2003. Para comprovação da tempestividade do recurso de revista. profira decisão condenando Zeta. ALTERNATIVA "C" B C D Súmula 385 do TST. Zeta deve recolher o valor do depósito recursal. que foi julgado procedente. O fato de o dissídio jurisprudencial não ter sido específico não inviabiliza a apreciação do recurso de revista. Nesse caso. julgou parcialmente procedente o pedido de Justiniano.

C Se. não há necessidade de realização de depósito recursal. com base na alegação de que possuía estabilidade provisória e sua demissão ocorrera sem justa causa. será necessária a complementação do depósito recursal para a interposição do recurso extraordinário. o prazo para a interposição do citado recurso é de A 5 dias. a sentença poderá ser executada no que concerne aos valores que não forem objeto de discordância. assinale a opção incorreta. B Se a tutela for antecipada na sentença. no quinto dia do prazo. (OAB/CESPE – 2007.1) Mário ajuizou reclamação trabalhista. como pressuposto de admissibilidade dos recursos. A D Não é cabível mandado de segurança contra decisão que conceder pedido de liminar. ocorrer o trânsito em julgado de sentença condenatória e forem impugnados os valores por intermédio de embargos à execução. Com base nessa situação hipotética.000. Com referência a essa situação hipotética. Sendo assim. em face de o depósito recursal ter sido efetivado apenas no oitavo dia do prazo e não juntamente com a interposição do recurso. C O recurso deve ser considerado deserto. confirmada pela inexistência de inquérito para apuração de falta grave. reformou a sentença e condenou a reclamada ao pagamento de R$ 4. ao analisar o referido recurso. após o trânsito em julgado da reclamação trabalhista.00. Somente será cabível o mandado de segurança. no valor de R$ 4. o recurso cabível é o ordinário. A sentença de primeira instância julgou improcedente o pedido de Renato. O juiz indeferiu o pedido de antecipação de tutela e determinou a notificação da reclamada. ALTERNATIVA "C" . ALTERNATIVA "A" Súmula 414 do TST. Renato interpôs recurso ordinário. em antecipação de tutela.2) O recurso de revista possui a característica de ser uma espécie de recurso extraordinário. Não se conformando com a decisão. (OAB/CESPE – 2006. após garantido o juízo. Inconformado com a decisão. B Se for aumentado o valor inicialmente atribuído à condenação.1) Renato ajuizou reclamação trabalhista contra sua antiga empregadora. pleiteando.000. A reclamada protocolou recurso de revista. A Súmula 245 do TST. O TRT.00 a título de verbas rescisórias. D Na fase de execução. para obter a antecipação de tutela pleiteada. e juntou o comprovante da realização do depósito recursal somente no oitavo dia do prazo recursal. na interposição de agravo de petição. Mário impetrou mandado de segurança. a sua reintegração ao emprego. na reclamação ajuizada por Mário. assinale a opção incorreta. Para a interposição de recurso de revista é necessária a realização de depósito recursal.WANDER GARCIA 430 (OAB/CESPE – 2006.

arbitrariamente despedido. não ficando o empregador desonerado de indenizar o empregado. salvo se o empregado voltar a trabalhar em outra empresa. C A aposentadoria espontânea extingue o contrato de trabalho. A A aposentadoria espontânea extingue o contrato de trabalho.431 DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO 8 dias. C 10 dias. a Orientação Jurisprudencial da SBDI-1 no 177 foi cancelada e o TST passou a entender que a aposentadoria voluntária não extingue o contrato de trabalho.1. ainda que o empregado continue a trabalhar na empresa após a concessão do benefício previdenciário. B D 15 dias. desobrigando para sempre o empregador do pagamento da multa de 40% sobre os depósitos do FGTS do período anterior à aposentadoria. A aposentadoria voluntária extingue o contrato de trabalho. 13) APOSENTADORIA (OAB/CESPE – 2008. assinale a opção correta. 896 da CLT. D A concessão da aposentadoria voluntária ao trabalhador não extingue. instantânea e automaticamente. o vínculo de emprego. . B De fato.SP) Com relação ao entendimento jurisprudencial dominante sobre a aposentadoria espontânea do empregado. da multa de 40% sobre depósitos de FGTS anteriores à aposentadoria. ALTERNATIVA "B" ALTERNATIVA "D" Art.

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225.DIREITO AMBIENTAL 1) NOÇÕES BÁSICAS. tornou-se obrigatório em virtude da jurisprudência pacífica do Supremo Tribunal Federal (STF). a fauna. IV. B: art. da CF (lei federal). (OAB/CESPE – 2007. 225. 225. e ambiente cultural. da CF. 225 da CF). Assim. A A Constituição consagra o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado fora do Título II. B C D A: Título VIII (art. que abrange as obras de arte. o Atol das Rocas é considerado patrimônio nacional. o ar.1) Com relação à disciplina constitucional no âmbito do meio ambiente. Por disposição constitucional. assinala o jurista. C: art. museus. é possível classificar o meio ambiente em ambiente natural. assinale a opção correta. a flora. . que se refere aos direitos e garantias fundamentais. enfim. na concepção moderna de meio ambiente. (OAB/CESPE – 2008. § 6o. este é considerado não apenas como a natureza mas também como as modificações que o homem nela vem introduzindo. da CF. que compreende a água. embora não tenha sido expressamente consagrado na Constituição. O estudo prévio de impacto ambiental para instalação de obra potencialmente lesiva ao meio ambiente. As usinas que operem com reator nuclear devem ter sua localização definida em lei estadual. imóveis históricos. § ALTERNATIVA "A" 4o. belas paisagens. § 1o.3) Segundo o jurista Vladimir Passos de Freitas. devendo sua utilização obedecer às condições de preservação do meio ambiente. D: art.

O princípio da função sócio-ambiental da propriedade autoriza o poder público a impor limites apenas ao uso de bens imóveis localizados em área rural. C: art. D: a Lei de Tombamento (Decreto-Lei 25/37) não proíbe o chamado tombamento cumulativo.WANDER GARCIA 434 tudo o que possa contribuir para o bem-estar e a felicidade do ser humano. o inventário. na dúvida sobre se uma certa atividade prejudica o meio ambiente. Consoante o princípio do poluidor-pagador. a falta de certeza científica não pode ser invocada como motivo para se adiarem medidas destinadas a prevenir a degradação ambiental. O texto da questão decorre do Princípio 15 da Declaração do Rio (produzida na ECO/92). IV. o registro. no que respeita à exploração de seus recursos naturais. B C D A: art. da CF. 225. deve-se ficar com este. Considerando tal concepção. estados. D: art. bem como o princípio do poluidor-pagador. III. embargar obras ou atividades. podendo a administração pública. com base no poder de polícia. a retrocessão e a desapropriação. B: v. III. assinale a opção correta. B C D A: pelo princípio da precaução. § 1o. diante de ameaças de danos sérios e irreversíveis. ambos da CF. não se admitindo. em razão da relevância nacional dos bens que o integram. tais como o tombamento. Em decorrência do princípio da prevenção. Princípio 16 da Declaração do Rio. 216. As criações científicas e tecnológicas integram o patrimônio cultural brasileiro. A idéia aqui é eliminar que o próprio perigo possa se concretizar. o empreendedor deve apresentar ao poder público estudo prévio de impacto ambiental referente a qualquer atividade que implique a utilização ou transformação de recursos naturais. Sendo comum a competência material para a proteção do patrimônio cultural. da CF. não se aplicando. da CF. § 1o. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. em razão da proibição do bis in idem. sob pena de cometimento de infração administrativa ambiental. 216. Os municípios não detêm competência para proteger o patrimônio cultural. tomando as medidas adequadas para que o suposto dano de fato não ocorra. A A Constituição Federal admite formas específicas de proteção do patrimônio cultural. tal preceito à propriedade urbana. porém. assinale a opção correta. C: o estudo prévio de impacto ambiental só deve ser exigido para atividades que podem causar significativo ALTERNATIVA "A" impacto ambiental (art. a definição dos custos de produção de determinada empresa poluidora não pode levar em consideração os custos sociais externos decorrentes de sua atividade poluente. 216. e art. IV. . União. § 1o. 225. da CF). B: art.2) Relativamente aos princípios gerais do direito ambiental e a suas formas de materialização. 23. porém. DF e municípios podem instituir tombamento de bens imóveis dotados de valor histórico-cultural. sendo elas objeto de especial proteção pelo poder público. o tombamento de um mesmo bem por mais de uma pessoa política. A De acordo com o princípio da precaução.

10.2) Assinale a opção correta de acordo com a legislação de direito ambiental. § 1o. instalação. o detalhamento e os riscos de atividade potencialmente poluidora ou degradadora. no entanto. não há obrigação de sua realização em todos os licenciamentos. 10. sob qualquer forma. nem determinação para que o CONOMA a realize. do Decreto 99. o que não pode ocorrer em uma reserva de desenvolvimento sustentável. D: a licença de instalação é dada antes da licença de operação (art.2) De acordo com a lei que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação. localizada no interior de uma unidade de conservação. assinale a opção correta. caput. A Na denominada zona de amortecimento. inclusive a implantação das estruturas físicas necessárias à gestão da unidade. B C D A: art. ampliação e operação de atividades e empreendimentos potencialmente poluidores ou de atividades que. A licença de instalação só pode ser concedida a empreendimentos e atividades potencialmente poluidores após se verificar o efetivo cumprimento das medidas de controle ambiental propostas na licença de operação. 17. quando for o caso. B C . (OAB/CESPE – 2008. C: a Resolução 237/97 do CONAMA (art. de acordo com os objetivos gerais de uma unidade de conservação.274/90. de acordo com os critérios estabelecidos pelo Conselho de Governo. a cargo do órgão licenciador (p. É permitida a ocupação social de uma estação ecológica.274/90). Plano de manejo é o documento técnico mediante o qual se estabelecem. na qual é possível o funcionamento de atividades econômicas.435 DIREITO AMBIENTAL 2) SISNAMA. Cabe ao órgão ambiental local definir os critérios de exigibilidade. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2008. sendo necessária a participação de dois terços dos conselheiros. da Lei 6. possam causar degradação ambiental. ex: o IBAMA).938/81. as atividades humanas estão sujeitas a normas e restrições específicas. 19 do Decreto 99. uma vez que esta é de posse e domínio públicos. como forma de minimizar os impactos negativos sobre a unidade. o seu zoneamento e as normas que devem presidir o uso da área e o manejo dos recursos naturais. V) admite a realização de audiência pública no licenciamento ambiental. INSTRUMENTOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE. ficando a sua realização. B: art. A O licenciamento ambiental é o procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização. As atividades potencialmente poluidoras só podem receber a licença de operação após audiência pública realizada no Conselho Nacional de Meio Ambiente.

6o. Apenas o item III está certo.Nesse Conselho. 2o. B C D I: art. estadual e municipal.985/99. da Lei 9.274/90. Todos os itens estão certos. 2o.O CONAMA é composto pelo plenário. pelas câmaras técnicas e pelos diretórios regionais de políticas socioambientais.985/00). B: art. C: art.a avaliação de impacto ambiental e o licenciamento e a revisão de atividades efetivamente ou potencialmente poluidoras. do Decreto 99. II: art. é obrigatória a presença de um representante de sociedade civil legalmente constituída.o estabelecimento de padrões de qualidade ambiental e o zoneamento ambiental. cuja atuação esteja diretamente ligada à preservação da qualidade ambiental e cadastrada no Cadastro Internacional das Organizações Não-Governamentais Ambientalistas.274/90. Apenas o item II está certo.1) São instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente I . A: art. VIII. da Lei 9. III: art. XVII. I . julgue os itens que se seguem.985/00. II . de cada uma das regiões geográficas do país. Assinale a opção correta. 14. do Decreto 99. na agricultura de subsistência.A participação dos membros do CONAMA é considerada serviço de natureza relevante e não será remunerada. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2008. 9o da Lei 9.1) Quanto à constituição e ao funcionamento do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA). voltados para a melhoria da qualidade ambiental e a criação de espaços territoriais especialmente protegidos pelo poder público federal. D: trata-se de unidade de uso sustentável (art. II . § 4o.WANDER GARCIA 436 D A reserva extrativista é uma unidade de proteção integral utilizada por populações extrativistas tradicionais.985/00.os incentivos à produção e instalação de equipamentos e a criação ou absorção de tecnologia. III . cabendo às instituições representadas o custeio das despesas de deslocamento e estadia. IV. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2008. . 4o do Decreto 99.274/90. XVIII. da Lei 9. complementarmente. 5o. cuja existência baseia-se no extrativismo e. III . A Apenas o item I está certo. tais como áreas de proteção ambiental de relevante interesse ecológico e reservas extrativistas.

mais abrangente que o segundo e o engloba em si mesmo. a diagnose das interferências ecossistêmicas e a avaliação progressiva das ações antrópicas. B O EIA/RIMA é uma das fases do procedimento de licenciamento ambiental. ou seja. sendo estes os elementos que darão suporte à redação do RIMA. ALTERNATIVA "C" (OAB/CESPE – 2007. D O EIA divide-se em três etapas bem distintas: a análise da dinâmica dos sistemas socioambientais. III e IV.938/81. B Em respeito ao segredo industrial e comercial. da CF. A . da Lei 6.PR) Quanto ao Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e sua relação com o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA).437 DIREITO AMBIENTAL Assinale a opção correta. Apenas os itens I e II estão certos. portanto. B: art. C e D: Resolução 01/86 do CONAMA. assinale a opção correta.3. art. IV. A legislação brasileira estabelece. a Constituição Federal de 1988 (CF) estabeleceu como uma das características centrais do EIA o sigilo. todos os casos em que a administração pública deve exigir do empreendedor a elaboração de estudo prévio de impacto ambiental. 9o.2) Considerando aspectos relativos à proteção administrativa do meio ambiente. B Apenas os itens I e III estão certos. o qual nunca poderá ser dispensado pelo órgão ambiental. ALTERNATIVA "D" (OAB/CESPE – 2007. trabalhos de campo. I e II. 9o. vedada a sua publicidade.938/81. C Apenas os itens II e III estão certos. da Lei 6. 225. C O EIA e o RIMA apresentam algumas diferenças: o primeiro compreende o levantamento da literatura científica e legal pertinente. devendo ser elaborado por equipe técnica multidisciplinar indicada pelo órgão ambiental competente. em enumeração taxativa. O EIA deve ser elaborado posteriormente à autorização da obra ou atividade potencialmente poluidora. sendo.938/81. V e VI. portanto. da Lei 6. 9o. § 1o. I: art. A A: segundo a doutrina e a jurisprudência o EIA deve ser realizado antes do licenciamento ambiental propriamente dito. cabendo ao empreendedor recolher à administração pública o valor correspondente aos seus custos. análises de laboratório e a própria redação do relatório. A D Todos os itens estão certos. assinale a opção correta. II: art. desde que o licenciamento prévio tenha sido autorizado pelo órgão ambiental competente. É. antes da concessão de licença prévia.

A reserva particular do patrimônio natural é uma UC que visa à conservação da diversidade biológica. A reserva extrativista é uma espécie de UC de uso sustentável de domínio coletivo privado. A As pessoas jurídicas devem ser responsabilizadas administrativa. civil e penalmente nos casos em que a infração seja cometida por decisão de seu representante legal ou contratual. 22.985/00. a visitação pública é absolutamente proibida. 9o. no interesse ou benefício da sua entidade. da CF). os casos em que a administração pública deve solicitar ao empreendedor estudo de impacto ambiental (EIA). ou de seu órgão colegiado. IV. D A: é exemplificativo o rol previsto na Resolução 01/86 do CONAMA. da Lei 6. 8o da Resolução 01/86 do CONAMA. já para reduzir ou desafetar a unidade. do EIA está vinculada ao custo final do empreendimento proposto. para criar uma unidade de conservação basta um ato do Poder Público (decreto ou lei). 225.2) Acerca do Sistema Nacional de Unidades de Conservação. assinale a opção correta. assim reconhecidas pelo poder público. 22 referido acima. . B C D A: de fato. mas a potencialidade deste causar significativo impacto ambiental. atendidos certos requisitos (arts. A exigência.985/00. 8o a 13 da Lei 9. ADMINISTRATIVA E PENAL. 3) RESPONSABILIDADE CIVIL. A As UCs podem ser criadas por decreto do Poder Executivo. a avaliação de impactos ambientais e a criação de espaços territoriais especialmente protegidos. o zoneamento ambiental. entre outros.1. nos termos do art. em rol exemplificativo. D: art. A legislação brasileira estabelece. 18 da Lei 9. II. cuja titularidade cabe a populações extrativistas tradicionais.938/81. (OAB/CESPE – 2008. de acordo com tabela fixada pela administração pública.985/00). B: a criação da unidade deve obedecer ao art. § 7o).WANDER GARCIA 438 C São instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente. B: art. face ao fato do EIA ser um instituto de natureza constitucional (art. Nas unidades de conservação (UCs) de proteção integral. em áreas públicas ou particulares. § 1o. D: a exigência do EIA não está ligada ao custo do empreendimento. cuja criação depende tão-somente da manifestação de vontade do proprietário perante o órgão ambiental e da subseqüente declaração de interesse social para fins de desapropriação da área. apenas mediante lei específica (art. entretanto a administração pública pode autorizar a realização de pesquisa científica em tais unidades. 22 da Lei 9. mas somente a lei em sentido formal pode autorizar a desafetação ou a redução de seus limites. ALTERNATIVA "C" ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. ou não. III e VI.SP) Assinale a opção correta acerca dos crimes contra o meio ambiente. C: a visitação pública é permitida. C: art.

sociedade de economia mista ou associação. da Lei 9. ou seja. ficando o autor. o elemento culpa e a comprovação do indiscutível caráter lesivo da atividade desenvolvida pelo agente. ALTERNATIVA "A" (OAB/CESPE – 2007. D A responsabilidade civil por danos causados ao meio ambiente é de natureza objetiva. este pode atingir pessoas em particular (individual e individual homogêneo). B: quanto à extensão.605/98. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. o dano ambiental também tem natureza exclusivamente difusa. C Dada a irreversibilidade do dano ambiental. para sua caracterização. buscar a recuperação do bem lesado. C A competência para o julgamento desses crimes. C: deve-se. a única forma de reparação contra esse tipo de dano. não é imprescindível o elemento culpa. A Cabe exclusivamente ao Conselho Superior do Ministério Público e ao Conselho Federal Gestor do Fundo de Direitos Difusos a propositura de ação civil pública por danos causados ao meio ambiente provenientes de empresa pública. p. salvo comprovada má-fé. reduzindo o bem-estar do indivíduo ou da coletividade ou atingindo o valor intrínseco do bem. na via judicial. 109 da CF. a indenização não é a única alternativa. o dano ambiental pode ser patrimonial. assinale a opção correta. fundação. quando disser respeito à perda material do bem ambiental. D: art. D: a responsabilidade por dano ambiental é objetiva. razão pela qual é vedado ao indivíduo — vítima direta de um dano — reivindicar indenização a si próprio. 109. a competência para julgamento do crime ambiental será da justiça estadual. A A: quanto às vítimas do dano ambiental. em primeiro lugar.PR) Quanto aos meios processuais para a defesa ambiental. ressalvados os casos de competência da Justiça Federal previstos no art. qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise anular ato lesivo ao meio ambiente ou ao patrimônio histórico e cultural. isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência. B Quanto à extensão. B A: art.3. C: a competência é da Justiça Estadual. da Lei 9. B . 3o. único. I. Sendo o meio ambiente um bem difuso. sendo imprescindíveis. 3o. é a indenização pecuniária.439 DIREITO AMBIENTAL Punem-se pelo crime ambiental o autor e os co-autores. não sendo possível tecnicamente a reparação específica. da CF. ou extrapatrimonial.3) Assinale a opção correta em relação ao dano ambiental. B: art. D Quando animais forem exterminados dentro de unidade de conservação ambiental mantida pela União. é da justiça federal. De acordo com a CF. um grupo de pessoas (coletivo) ou um número indeterminável de pessoas (difusos). caput. quando ofender valores imateriais. é possível também utilizar a compensação ambiental. o dano pode ser patrimonial (material) ou extrapatrimonial (moral). a qual deverá resultar em recursos para a minimização dos impactos na área afetada pela atividade lesiva. mas não o partícipe.605/98. em regra.

independentemente de culpa. prescindindo-se. não pode promover o arquivamento do inquérito civil ou dos documentos em seu poder. para sua caracterização. A responsabilidade civil por danos causados ao meio ambiente. 5o. 9o da Lei 7. por ser de natureza objetiva. de nexo de causalidade. a responsabilidade ambiental é objetiva. C: o inquérito civil não é indispensável para a propositura ALTERNATIVA "B" de ação civil pública. (OAB/CESPE – 2007.WANDER GARCIA 440 C O inquérito civil é um instrumento indispensável para o exercício da ação civil pública em defesa do meio ambiente.2) Com relação à responsabilidade por danos ambientais. ALTERNATIVA "B" (OAB/CESPE – 2007. pois é ele que dá suporte à preparação dessa ação perante o Judiciário. B: art. não se discute se a atividade é ilícita (culposa ou dolosa).347/85. O Ministério Público. LXXIII. é objetiva a natureza das responsabilidades penal e administrativa por danos causados a esse bem jurídico. assinale a opção correta. assim. sendo igualmente irrelevante saber se a atividade danosa é lícita ou ilícita. para o proprietário. não é necessária a culpa. em face da limitação ao potencial econômico do bem. assinale a opção correta. D: art. pouco importa se é lícita ou não a atividade causadora do dano. do elemento culpa e do nexo causal entre a conduta e o evento danoso. D: não existe responsabilidade penal objetiva. Em razão da necessidade de melhor proteção ao meio ambiente. A natureza objetiva da responsabilidade civil por danos ambientai