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Manual de Procedimentos Em UTI - Trabalho

Manual de Procedimentos Em UTI - Trabalho

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  • 1 Unidade de Terapia Intensiva
  • 1.1 Conceito de UTI
  • 2 Planta Física, Equipamentos e Dotação do Pessoal
  • 2.1 Planta Física
  • 2.2 Localização
  • 2.3 Número de Leitos
  • 2.4 Forma da Unidade
  • 2.5 Elementos da Unidade
  • 2.6 Equipamentos
  • 2.7 Dotação de Pessoal
  • 3 Normas e Rotinas
  • 3.1 Boletins
  • 3.2 Visitas ao paciente na UTI
  • Procedimentos Básicos Realizados em UTI
  • 4.1-Lavagem Das Mãos
  • 4.2-Aferição De Sinais Vitais
  • 4.4-Limpeza da Unidade
  • 4.5- Higiene Oral do Paciente Intubado
  • 4.7- Aspiração Traqueal
  • 4.8- Aplicação da Bolsa de Colostomia
  • 4.9- Aplicação da Bolsa Coletora Combehisive
  • 4.10- Lavagem Intestinal pela Colostomia
  • 4.12- Heparinização de Cateteres
  • 4.13- Curativos de Incisão Simples e Limpa
  • 4.17- Curativos de Punção
  • 4.18- Curativo de Punção de Subclávia
  • 4.19- Curativo de Traqueostomia
  • 4.20- Troca de conjunto de Cânula de Traqueostomia
  • 4.21- Composição do Carro de Urgência
  • 4.22- Reanimação Cardiorrespiratória
  • 4.23- Monitorização Cardíaca
  • 4.24- Desfibrilação Cardíaca
  • 4.25- Cardioversão
  • 4.26- Eletrocardiograma
  • 4.27- Marcapasso
  • 4.30- Sistema de Aspiração Contínua/ Intermitente
  • 4.32-Retirada do Cateter de Diálise Peritoneal
  • 4.33- Hemodiálise
  • 4.35- Sistema de Colchão Hiper-Hipotermia
  • 4.37- Restrição no Leito
  • 4.40 -Banho no leito
  • 4.41 -Aplicações Quentes e Frias
  • 4.42-Punção Lombar
  • 4.44-Tricotomia
  • 4.45-Punção Venosa com Agulha
  • 4.46-Lavagem Gástrica
  • 4.47-Lavagem Intestinal
  • 4.48-Dissecção de Veia
  • 4.49-Medicamentos utilizados em UTI
  • 4.50- Cateterismo Vesical
  • 4.51-Coletando Amostras de Fezes
  • 4.52-Alimentação por Gavagem
  • 4.55-Coleta de sangue para Hemocultura
  • 4.56-Valores Laboratoriais Normais
  • 4.57-Coleta De Urina
  • 4.58-Valores Laboratoriais Normais:
  • 4.59-Sonda Nasogástrica
  • - Sonda nasogástrica
  • 4.60-Sonda Nasoentérica
  • 4.61- Traqueostomia
  • 4.63- Intubação Endotraqueal
  • 4.64- Pressão Arterial Média - Invasiva
  • Cardíaco pelo Método de Termodiluição
  • 4.67-Introdução e Manutenção do Cateter
  • 4.68 Mensuração Do Débito Cardíaco
  • 4.69 Retirada Do Cateter
  • 4.71-Cateterismo Venoso Central
  • 4.72-Pressão Arterial Média-Invasiva
  • 4.73-Cuidados Após a Morte
  • Referencias Bibliográficas

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE LAVRAS

Manual de Procedimentos: Unidade de Terapia Intensiva (UTI)
Componentes:
Leidiane Mendes Lilian Rafaela Luisa Mariana Brito Luciana Custódio Maria Amélia Rodrigues Pollyana Gomes Sulmaya Acácia

LAVRAS-MG 2007

SUMÁRIO

1

Unidade de Terapia Intensiva.................................................................................05

1.1 Conceito de UTI.....................................................................................................05 1.2 Planta física e equipamentos de dotação do pessoal..............................................06 2.1 Planta física............................................................................................................06 2.2 Localização.............................................................................................................06 2.3 Número de leitos....................................................................................................07 2.4 Forma da Unidade...................................................................................................07 2.5 Elementos da Unidade.............................................................................................08 2.6 Equipamentos..........................................................................................................08 2.7 Dotação de Pessoal..................................................................................................09 3. Normas e Rotinas.....................................................................................................11 3.1 Boletins.....................................................................................................................11 3.2 Visita ao paciente na UTI..........................................................................................11 4 Procedimentos básicos realizados em UTI...............................................................12

4.1 Lavagem das mãos.....................................................................................................12 4.2 Aferição de sinais vitais.............................................................................................13 4.3 Preparo do leito/boxe.................................................................................................21 4.4 Limpeza da unidade...................................................................................................24 4.5 Higiene oral do paciente intubado.............................................................................26 4.6 Troca e/ou fixação do cadarço da cânula endotraqueal.............................................29 4.7 Aspiração traqueal.....................................................................................................32 4.8 Aplicação da bolsa de colostomia.............................................................................38 4.9 Aplicação da bolsa coletora Combehisive.................................................................41 4.10 Lavagem intestinal pela colostomia........................................................................44

4.11 Coleta de amostra de sangue arterial (adulto).........................................................47 4.12 Heparinização de cateter..........................................................................................51 4.13 Curativo de incisão simples e limpa........................................................................53 4.14 Curativo de incisão limpa com pontas subtotais ou totais......................................57 4.15 Curativo de incisão aberta (limpa ou contaminada)................................................62 4.16 Aproximação das bordas em deiscência cirurgica abdominal................................67 4.17 Curativos de punção...............................................................................................70 4.18 Curativo de punção de subclávia.............................................................................74 4.19 Curativo de traqueostomia.......................................................................................78 4.20 Troca de conjunto de cânula de traqueostomia de metal.........................................82 4.21 Composição do carro de urgência...........................................................................86 4.22 Reanimação cardiorrespiratória...............................................................................91 4.23 Monitorização cardíaca..........................................................................................102 4.24 Desfibrilação cardíaca...........................................................................................106 4.25 Cardioversão..........................................................................................................109 4.26 Eletrocardiograma.................................................................................................113 4.27 Marcapasso............................................................................................................119 4.28 Instalação de sistema de derenagem de tórax fechada..........................................121 4.29 Instalação de sistema de aspiração torácdica contínua..........................................125 4.30 Sistema de aspiração contínua intermitente...........................................................131 4.31 Instalação da diálise peritoneal..............................................................................133 4.32 Retirada do cateter de diálise peritoneal...............................................................139 4.33 Hemodiálise...........................................................................................................142 4.34 Passagem de balão gastroesofágico.......................................................................151 4.35 Sistema de colchão hiper-hipotermia....................................................................154 4.36 Cuidados com balão intra aórtico..........................................................................159

4.37 Restrição no leito...................................................................................................167 4.38 Higiene íntima feminina........................................................................................169 4.39 Higiene íntima masculina......................................................................................170 4.40 Banho no leito........................................................................................................172 4.41 Aplicações quentes e frias.....................................................................................176 4.42 Punção lombar.......................................................................................................180 4.43 Mensuração da pressão venosa central.................................................................184 4.44 Tricotomia.............................................................................................................185 4.45 Punção venosa com agulha....................................................................................187 4.46 Lavagem gástrica...................................................................................................190 4.47 Lavagem intestinal.................................................................................................193 4.48 Dissecção de veia...................................................................................................195 4.49 Medicamentos utilizados em UTI..........................................................................196 4.50 Cateterismo vesical................................................................................................197 4.51 Coletando amostra de fezes...................................................................................203 4.52 Alimentação por gavagem.....................................................................................207 4.53 Alimentação nasojejunal/nasoduodenal................................................................209 4.54 Nebulização opu aerosol........................................................................................210 4.55 Coleta de sangue para hemocultura.......................................................................212 4.56 Valores laboratoriais normais................................................................................215 4.57 Coleta de urina.......................................................................................................219 4.58 Valores laboratoriais normais................................................................................221 4.59 Sonda nasogástrica................................................................................................223 4.60 Sonda nasoentérica................................................................................................226 4.61 Traqueostomia.......................................................................................................227 4.62 Extubação .............................................................................................................230

4.63 Intubação endotraqueal..........................................................................................232 4.64 Pressão arterial média invasiva..............................................................................234 4.65 Cateterismo cardíaco-Cuidados pré e pós instalação...........................................236 4.66 Assistência de enfermagem na instalação de cateter Suan-ganz e mensuração do débito cardíaco pelo método de termodiluição.....................................................238 4.67 Introdução e manutenção do cateter......................................................................240 4.68 Mensuração do débito cardíaco.............................................................................243 4.69 Retirada do cateter.................................................................................................245 4.70 Assistência de enfermagem na instalação e monitorização da PIC.......................246 4.71 Cateterismo venosa central....................................................................................250 4.72 Pressão arterial média-invasiva.............................................................................252 4.73 Cuidados após a morte..........................................................................................253 5 Referencias Bibliográficas......................................................................................255

deve ser considerada como fator preponderante. a Unidade de Cuidado Intensivo pode servir a uma variedade de propósitos importantes. O tratamento intensivo baseia-se no conceito de que. 4) Maior garantia para o médico de que seu paciente necessitado de cuidado intensivo esteja recebendo a observação e o tratamento requerido. Portanto. Entre eles estão: 1) Segurança de melhor qualidade de cuidado do paciente seriamente enfermo. 3) Uso mais econômico do pessoal e do equipamento. que ofereça segurança e um efetivo apoio emocional. Adequadamente planejada.1 Conceito de UTI Os serviços de Terapia Intensiva são áreas hospitalares destinadas a pacientes em estado crítico. 2) Uso mais eficiente do pessoal de enfermagem e de terapêutica especial. onde os pacientes necessitados de observação e cuidados especializados estejam agrupados. reunidos em uma área.5 1 Unidade de Terapia Intensiva 1. em um contexto onde um relacionamento humano. o mecanismo de morte está sempre limitado a um número relativamente pequeno de fenômenos fisiológicos. A observação e manutenção das funções básicas de vida desse paciente são as finalidades da unidade. Onde em qualquer situação. que necessitam de cuidados altamente complexos e controles estritos. bastando para isso que haja um grupo inteiramente motivado e com o espírito voltado para os objetivos e finalidades da unidade. podemos afirmar que é possível planejá-la e organizá-la em qualquer tipo de hospital. Com base no conceito geral de UTI. sob as melhores condições possíveis: centralização de esforços e coordenação de atividades. Uma atitude orientada para o aproveitamento das facilidades técnicas. A Unidade de Terapia Intensiva não é apenas um serviço com equipamento especial: implica uma atitude particular da equipe que ali trabalha. conceituamos Unidade de Terapia Intensiva como uma área onde os pacientes em estado grave podem ser tratados por uma equipe qualificada. . passiveis de serem influenciados. o paciente é o objetivo de uma unidade. organizada e operada. atingidas através de um atendimento em tempo hábil. embora haja uma multidão de doenças. por estarem concentrados numa área planejada funcionalmente. de tempo e de talento.

1 Planta Física A planta física da Unidade de Terapia Intensiva deve proporcionar: 1) Observação individual e de conjunto dos pacientes. 2. sem discriminação de grupos etários. .Área total = 2.5. 8) Rápido atendimento. 3) Tranqüilidade e ambiente agradável. 6) Fácil acesso. a Unidade de Terapia Intensiva deve localizar-se próxima ao Centro Cirúrgico e ao Centro de Recuperação Pós-Anestésica. com facilidade acesso aos serviços auxiliares de radiologia e laboratórios. 5) Meios para intercomunicação. facilitando os cuidados de enfermagem.∑ área total dos leitos A área reservada para cada leito é de cerca de 9m2 a 12m2. 2) Espaço suficiente para mobilização do paciente e locomoção do pessoal.6 2 Planta Física. 7) Boa iluminação e boa aeração. Equipamentos e Dotação do Pessoal 2.2 Localização Idealmente. Uma relativa privacidade e uma íntima proximidade de cada paciente com o posto de enfermagem devem ser consideradas na construção da unidade. 4) Atendimento a pacientes de ambos os sexos. É importante que esteja bem afastada das áreas de intensa movimentação (passagens para outros serviços ou unidades do hospital). Como guia para estimativa do tamanho da unidade sugere-se a seguinte fórmula: -. mas tendo fácil acesso aos elevadores.

para leitos de isolamentos. para a instalação de uma Unidade de Terapia Intensiva. 2. que propiciam uma relativa privacidade aos pacientes. estima-se que o número de leitos da UTI deva ser da ordem de 5% a 10 % do total de leitos.4 Forma da Unidade A área comum (aberta) para a disposição dos leitos é a melhor para a observação continua do paciente. Em relação a um hospital geral. . por normas. bem como tipo de serviço a ser implantado. Por esta razão. A eficiência de atendimento da equipe de trabalho tende a cair quando um número de pacientes internados na unidade é superior a oito.3 Número de Leitos O número de leitos que a Unidade de Terapia Intensiva deve ter depende. de maneira geral. preconizase a organização de varias unidades. quando a área é comum.7 Se mais que uma UTI é planejada é desejável que estejam situadas na mesma área (lado a lado). É recomendável. O custo diário por paciente em uma UTI é estimado em quatro ou cinco vezes mais que para aquele internado em uma área comum do hospital. Quando se determina um numero de leitos de uma unidade deve-se levar em consideração o numero de pacientes atendidos no hospital e potencialmente destinados ao cuidado intensivo. para que não haja necessidade de multiplicidade de recursos auxiliares. 2.  Redução do nível de ruído. Os leitos da UTI podem ainda ser disposto em quartos separados. da função da unidade e de sua especialidade. do tipo de hospital em que esteja localizada. quando houver necessidade de maior número de leitos para o atendimento ao paciente grave. providas de instalação de água. A separação dos leitos é feita com divisórias leves e laváveis. a criação de pelo menos duas áreas fechadas. Um máximo de doze leitos é fixado. Torna-se impraticável e extremamente onerosa uma unidade com menos de cinco leitos – o rendimento é insatisfatório em termos de atendimento e o custo para a instituição torna-se inviável. com algumas vantagens:  Isolamento dos pacientes infectados.

6 Equipamentos É regra geral que a escolha do equipamento para a unidade esteja diretamente ligada às características da mesma. 14) Área de cada leito. 8) Laboratórios. 13) Sala para o serviço de nutrição e dietética. 2. 10) Copa. Usualmente. 9) Quarto para plantonistas. Há uma necessidade real em se estabelecer adequação entre o equipamento a ser utilizado e a práticas desenvolvidas na unidade. 6) Vestiários. 3) Posto de enfermagem. 4) Área de preparo de medicação. Os organizadores e planejadores da unidade devem estar cientes e convictos de que o .5 Elementos da Unidade Os elementos da unidade são compostos por: 1) Área para estocagem de material e equipamento.  Confinamento do paciente agitado.8  Diminuição do risco de infecção cruzada. 2) Sala de utilidades. 7) Secretaria. 12) Área para recepção do paciente. 16) Sala para visitas. 15) Sala de reuniões. 5) Sanitários para pacientes. 11) Área para higienização de leitos. A desvantagem de uma unidade com leitos em quartos separados é a maior demanda da equipe de enfermagem. a combinação dos dois tipos de forma é adotada com bons resultados. 2.

Para que haja atendimento adequado ao paciente.7 Dotação de Pessoal O pessoal. 2. um índice suficientemente alto de pessoal deve se mantido na unidade. é organizado em função das necessidades do paciente e inteiramente voltado para os objetivos da UTI. a dotação do pessoal é uma conseqüência do padrão da unidade e visa a alcançar os seguintes objetivos: adequada atenção ao paciente e harmônica dinâmica de grupo. O pessoal deve ser calculado com base em alguns quesitos como: 1) Planta física. Os pacientes de terapia intensiva são totalmente dependentes e necessitam de continua assistência de enfermagem. estima-se em 4. fundamentalmente. O recrutamento do pessoal baseia-se em aspectos e características individuais e. 5) Suprimentos.9 equipamento sempre assessora o pessoal que atua junto ao paciente jamais o substituindo. 2) Número de leitos. mas alguns itens são essenciais e podem ser agrupados nas seguintes áreas: 1) Equipamento especializado para o atendimento de algumas patologias. 3) Equipamento geral. A Organização Mundial de Saúde estipula um padrão a respeito de pessoal: uma enfermeira para até quatro pacientes. O tipo de equipamento varia de uma unidade para outra. 6) Medidas de segurança. na Unidade de Terapia Intensiva. 6) Quantidade e qualidade do equipamento. 3) Características do hospital. Portanto. 4) Grau de dependência dos pacientes. deve haver na unidade uma enfermeira-chefe em tempo integral. 4) Equipamento ou material para consumo. 5) Capacidade do pessoal. 2) Equipamento de apoio. e calculado para a sua capacidade total.25 funcionários (auxiliares e .

pedido de almoxarifado e farmácia etc). . para cada 10 leitos ou fração.10 enfermeiros) por leito. Nossas equipes são compostas por:  Um responsável técnico com título de especialista em terapia intensiva.  Um médico diarista (rotineiro) para o turno da manhã e um à tarde com título de especialista em terapia intensiva para cada 10 leitos ou fração.  Um técnico de enfermagem para cada 2 leitos/fração por turno. aliada a uma organização medica eficiente. encaminhamentos de altas. propicia uma melhor proposta ao problema do paciente critico. É altamente desejável que a equipe de enfermagem se dedique inteiramente aos pacientes.  Um funcionário exclusivo responsável pelo serviço de limpeza. As atividades relacionadas às rotinas administrativas devem ser desenvolvidas. participam do atendimento ao paciente.  Um fisioterapeuta para cada 10 leitos ou fração no turno da manhã. são definidos e delimitados de acordo com as características da unidade e têm como objetivo central à recuperação do paciente e a prevenção de danos. da tarde e noite. em quase sua totalidade. transferência. Auxiliares de enfermagem bem treinados e motivados contribuem significativamente para a manutenção de um bom padrão de atendimento. pelo secretário de enfermagem (controle de estoque.  Um enfermeiro coordenador responsável pela área de enfermagem. Outros profissionais alem da equipe de enfermagem. As responsabilidades são então divididas e procura-se uma pratica terapêutica harmônica na unidade. Os papeis de cada um se revestem de igual importância.  Um enfermeiro assistencial por turno.  Um médico plantonista por turno exclusivo da unidade para cada 10 leitos ou fração.  Um psicólogo disponível para a unidade. exclusivo da unidade. Portanto uma enfática administração de enfermagem.  Um fonoaudiólogo e/ou terapeuta ocupacional disponível para a unidade.

não havendo a possibilidade de rodízio das visitas.3 É vedado ao visitante Entrada de criança com idade inferior a 14 anos. Transitar pela UTI. Utilização de aparelho celular. pois os mesmos podem interferir na monitorização do paciente. Dirigir-se a outros leitos.2 Visitas ao paciente na UTI Os pacientes internados na UTI ficarão sem acompanhantes. Entrada de alimentos na UTI . 3. Será permitido que 2 (DUAS) pessoas visitem o paciente.11 3 Normas e Rotinas 3. Dois teleboletins manhã e noite e uma visita diária com boletim médico. ocupando um box exclusivo.1 Boletins São fornecidos três boletins diários a fim de tornar a família ciente de todas as evoluções ocorridas. 3. no quadro geral do paciente.

Acionar o dispensador de sabão líquido e umedecer as palmas das mãos. Friccionar o punho com movimentos rotatórios com o auxílio da palma da mão oposta.12 Procedimentos Básicos Realizados em UTI 4. 12. 2. Abrir a torneira. 13. 7. 5. Friccionar o dorso das mãos com auxílio da mão oposta. Friccionar a região perineal dos dedos da mão com as pontas dos dedos da mão oposta. 9. Enxaguar as mãos iniciando pelo punho sem repetir os movimentos. 11. 10. 4. Umedecer as mãos. 3. Fechar a torneira e a seguir ensaboá-la e esfregá-la. Repetir o movimento para a outra mão. Unir as palmas das mãos. Espalhar a solução fazendo movimentos de fricção com as palmas das mãos. 14.1-Lavagem Das Mãos Realizado por: equipe multiprofissional  MATERIAL ● ● ● ● Papel toalha Álcool glicerinado a 1% Sabão líquido PVPI degermante somente para procedimentos especializados  PROCEDIMENTOS 1. Repetir o movimento no punho oposto. friccionando-as. Abrir a torneira. 6. Repetir o movimento para a mão oposta. 8. .

2-Aferição De Sinais Vitais Realizado por: equipe multiprofissional: médicos. Pegar o papel toalha e enxugar as mãos.13 15. seguindo a mesma seqüência da lavagem ou posteriormente utilizar álcool glicerinado. Enxaguar a torneira e fechá-la. OBSERVAÇÃO: Não usar álcool glicerinado quando usar detergente. 17.enfermeiros técnicos e auxiliares de enfermagem  PRESSÃO ARTERIAL Método Auscultatório-membro superior . 4. 16. Desprezar o papel toalha.

Colocar o diafragma do estetoscópio sobre a artéria evitando pressão muito forte. Desinsuflar o manguito rápida e regularmente (velocidade de aproximadamente 2mmHg/seg). 2. Selecionar o manguito de tamanho apropriado (ver observações. Colocar o manômetro no nível dos olhos. Deixar o indivíduo. Determinar o nível de insuflação máxima observando a pressão em que o pulso braquial não é mais palpável à medida que o manguito é rapidamente insuflado. A margem inferior deve ficar 2. pelo menos.5cm acima do espaço antecubital. esvazie o manguito completamente e espere 15 a 30 segundos. 14. 12.14  MATERIAL . 4.) 6.algodão embebido em álcool a 70%  PROCEDIMENTOS 1. Deixá-lo à vontade e permitir um repouso de cinco minutos. 7. Lavar as mãos. se possível. Marcar a pressão sistólica quando ocorrem duas batidas consecutivas. por palpação. 9. 3. Expor o membro do paciente enrolando a manga da roupa sem que haja compressão. 5. suficientemente perto para ler as calibrações marcadas pelo ponteiro ou coluna. 10. Localizar a artéria braquial ao longo da superfície ventromedial do braço.estetoscópio . 13. Explicar ao paciente o que será feito. num ambiente silencioso e tranqüilo e com o braço repousando ao nível do coração. Fechar a válvula da pêra e insuflar. 8. Localizar com os dedos a artéria braquial na dobra do cotovelo. Adicione então 30mmHg (note a presença de um pulso irregular). 11. Se for necessário reinsuflar.esfignomanômetro . O ponto a . Enrolar o manguito confortavelmente ao redor do braço centrando a bolsa inflável sobre a artéria braquial. Fazer isso apenas uma vez.

a medida indireta é utilizada porque é simples. Retirar todo ar do manguito. 15. OBSERVAÇÃO: ● Esperar de um a três minutos antes de repetir a medida de pressão do mesmo braço a fim de permitir o escoamento do sangue represado nas veias do antebraço. ● ● ● Não verificar a PA nos membros com fístulas arteriovenosas. determinar o ponto médio dobrando a bolsa inflável no meio. caso o desaparecimento dos sons ocorra muito próximo a zero. marcar também o ponto onde há amortecimento. Remover o manguito. 18. A largura do manguito deve ser de 40% da circunferência do braço e o comprimento de 80%. Marcar a pressão diastólica no desaparecimento dos sons. Lavar as mãos. ● Para centrar a bolsa inflável sobre a artéria braquial. Deixar o paciente confortável. com álcool a 70%. Apesar de imprecisa e sujeita a vários fatores de erro. 20. 21. 16. Anotar na ficha de controle. para adultos. em casos de lesões da pele.  A MEDIDA NA PRÁTICA Na clínica diária. Portanto apesar de relativamente simples. o método indireto exige cuidados para minimizar a influência dos inúmeros fatores de erro. . A PA poderá ser verificada também nos membros inferiores. 19.15 ser marcado é aquele correspondente à primeira batida. a medida da pressão arterial é realizada pelo método indireto. 17. utilizando-se a técnica auscultatória. Promover assepsia das olivas e do diafragma no início e término do procedimento. não exige equipamento sofisticado e apresenta boa correlação com a morbidade e a mortalidade por hipertensão arterial.

 PULSO  MATERIAL Relógio com ponteiro de segundos  PROCEDIMENTOS 1. preferencialmente em repouso. Manter o paciente confortável. Lavar as mãos. Leituras falsamente baixas também prejudicam o paciente por privá-lo dos benefícios do tratamento da hipertensão arterial. Leituras de pressão falsamente altas podem prejudicar o paciente. obrigando-o a seguir tratamento desnecessário. .16  AS CONSEQUÊNCIAS DA MEDIDA Estes cuidados na medida são fundamentais porque as conseqüências de um diagnóstico de hipertensão arterial erroneamente firmado ou excluído são extremamente graves. 2.

Contar as pulsações durante um minuto (avaliar freqüência. pediosa. volume e ritmo). . femural. tibial posterior. 6. ● ● Não verificar o pulso em membro com fístula arteriovenosa. poplitea. Procurar sentir bem o pulso antes de iniciar a contagem. Colocar as polpas dos dedos médio e indicador sobre a artéria (não usar o polegar). 7. temporal. Anotar na ficha de controle OBSERVAÇÕES: ● Evitar verificar o pulso em membros afetados de pacientes com lesões neurológicas ou vasculares. Pressionar suavemente até localizar os batimentos. 8. radial. 4. Lavar as mãos. A verificação do pulso pode ser feita nas artérias: carotídea.17 3. 5. braquial.

18  RESPIRAÇÃO  MATERIAL ● Relógio com ponteiro de segundos. Lavara as mãos. ritmo e profundidade da respiração. 3. Observar tipo. OBSERVAÇÃO: ● Anotar qualquer anormalidade. Colocar o paciente deitado confortavelmente.  PROCEDIMENTOS 1. Observar os movimentos respiratório (inspiração + expiração). Lavar as mãos. 6.  TEMPERATURA Temperatura Axilar  MATERIAL ● ● Termômetro Recipiente com bolas de algodão com álcool a 70%  PROCEDIMENTOS . apoiando-o sobre o tórax. 7. 4. Colocar os dedos no pulso do paciente como se fosse verificá-lo. Anotar na ficha de controle. 5. contando-os durante um minuto. 2.

Acomodar o paciente em decúbito dorsal. 2. Recipiente com bolas de algodão com álcool a 70%  PROCEDIMENTOS 1. Lavar as mãos. Lavar as mãos. da haste para o bulbo. Observar a coluna de mercúrio que deve estar abaixo de 35º C. 10.19 1. Explicar ao paciente o que será feito. 2. Retirar o termômetro após sete minutos. 5. Proceder à leitura movimentando o termômetro até visualizar a linha de mercúrio. 7. Explicar ao paciente o que será feito. 6. Retornar a coluna de mercúrio ao ponto inicial. colocando-o transversalmente sobre o tórax. 8. 9. Preparar o material. 3. fumou ou realizou a higiene oral. durante o período de 30 minutos antes. Temperatura Oral  MATERIAL ● ● Termômetro. Encostar o bulbo do termômetro no ápice da axila posicionando-o perpendicularmente à parede medial da axila. Limpar o termômetro com bola de algodão com álcool a 70%. Introduzir o termômetro sob a língua e deslizá-lo lentamente ao longo da linha da . 12. 4. Estar seguro de que o paciente não ingeriu alimentos ou bebidas quentes e frias. 6. 4. Abduzir o braço do paciente e enxugar a axila sem friccionar. 11. 5. 3. Pedir ao paciente para comprimir o braço de encontro ao corpo. Lavar a mãos. Preparar o material.

8. Retirar o termômetro após cinco minutos. Inserir lentamente. 11. Lavar as mãos. o termômetro por 4cm em direção à coluna vertebral. Temperatura Retal  MATERIAL ● ● ● Termômetro retal Lubrificante (vaselina líquida) Luvas  PROCEDIMENTOS 1. 12. Lavar as mãos. 10. Solicitar ao paciente o fechamento de forma acomodada. Colocar o paciente em decúbito lateral esquerdo e protegê-lo com lençol. 6. Calçar luvas. Descobrir o paciente e separar as nádegas de modo que o esfíncter anal seja visto claramente. secá-lo com papel e fazer assepsia com álcool a 70%. 3. Observar se a coluna de mercúrio está abaixo de 35º C. Explicar ao paciente o que será feito. Proceder à leitura. Proceder à leitura. 4. 7. Anotar na ficha de controle. Lubrificar a ponta do termômetro que vai ser inserido no reto. 9. 5. 10. . 2. 13. Retornar a coluna de mercúrio ao ponto inicial. 9. 7. 11.20 gengiva. 8. em direção á porção posterior da boca. Preparar o material e avaliar a necessidade de se colocar biombo. Retirar o termômetro após dois minutos. Lavar o termômetro com água corrente. de seus lábios ao redor do termômetro.

Retirar luvas. Retornar a coluna de mercúrio ao ponto inicial. 14.21 12. Ordenar a roupa no encosto da cadeira. colocando-o no carrinho de banho. 17. b) Lençol móvel (forro ou lençol dobrado. o qual ficará na porta do quarto ou na mesa do lado em que for iniciar a técnica. 16. Reunir o material necessário. Imergir o termômetro em solução de hipoclorito de sódio a 1% por 30 minutos e após enxaguar em água corrente. Anotar na ficha de controle. se necessário). . 13. 4. Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem. Lavar as mãos. 2. dispondo da seguinte maneira: a) Lençol de cima. 3.3-Preparo Do Leito/ Boxe Realizado pela equipe de enfermagem  CAMA SEM PACIENTE  MATERIAL ● ● ● ● 2 lençóis 1 lençol móvel 1 cobertor (se necessário) 1 fronha  PROCEDIMENTOS 1. Lavar as mãos. no carro de banho ou na mesa auxiliar. 15. c) Lençol de baixo.

● Fazer a prega de conforto. fixando. Estender o lençol de baixo passando-o sob o colchão e. 9. se necessário. 8. Passar para o lado oposto e completar a arrumação da cama. Deixar a unidade em ordem.  CAMA COM PACIENTE  MATERIAL ● ● ● ● ● ● ● 1 travesseiro 2 lençóis 1 lençol móvel 1 cobertor (se necessário) 1 forro de cabeceira (se necessário) 1 fralda (se necessário) 1 impermeável (se necessário) sanito branco. não colocar travesseiro e dobrar o lençol de cima juntamente com o cobertor. se necessário. Lavar as mãos. 11.22 4. 7. 10. posicionando-o na lateral do leito. Colocar o travesseiro. fazendo os cantos ou completar o nó. esticando o lençol de baixo. . na cabeceira. Colocar o lençol móvel. 12. fazendo o canto ou prepará-lo para o nó.o sob o colchão. Esticar o lençol móvel prendendo. 6. 5. OBSERVAÇÃO: ● Em cama de pós-operatório. Estender o lençol protetor. Estender o lençol de cima (protetor) em sentido longitudinal sobre o colchão.o sob o colchão. completando a vira de cabeceira e fazer os cantos dos pés.

23  PROCEDIMENTOS 1. Virar o paciente para o lado pronto. nunca expondo o paciente. Trocar o lençol protetor do paciente. 3. esticar os lençóis. 4. começando pela cabeceira. colocando-a dobrada e na ordem de uso da mesma. preparando-os e fazendo os cantos. Passar para o lado oposto. 9. até o meio da cama e sob o corpo do paciente. 5. fazendo os cantos começando pela cabeceira da cama. Colocar o paciente em decúbito lateral. fazendo o canto. realizar a técnica com duas pessoas. 7. 14. 13. OBSERVAÇÃO: ● Em caso de pacientes graves. Substituir o lençol protetor do colchão. 12. 2. 10. Colocar a fronha no travesseiro. 11. Colocar o travesseiro sem fronha na mesa ou cadeira. Lavar as mãos. acomodar o paciente. na cadeira ou carrinho de banho. e o lençol móvel. 8. Desprender a roupa do leito. 6. Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. . Retirar a roupa usada e colocar no hamper e ao mesmo tempo. Trazer a roupa de cama. protegido com lençol de cima. Enrolar o lençol móvel e o lençol de baixo separadamente. Colocar o hamper próximo à cama. e deixar frouxo observando a dobra dos pés.

Continuar a limpeza do colchão. 5. Recolher objetos da mesa de cabeceira e armário. Lavar as mãos. Calçar as luvas. deixando espaço suficiente para a realização da limpeza. inclusive as laterais do colchão.24 4. 3. Iniciar a limpeza do leito pela do leito pela parte superior do colchão. sempre do mais distante para o mais próximo. aspirador. 4. Afastar a cama e a mesa-de-cabeceira da parede. e guardálos no guarda-roupa do quarto. 9.4-Limpeza da Unidade Realizado pela equipe de enfermagem  MATERIAL ● ● ● Solução desinfetante (fenol sintético) 1 par de luvas Panos de limpeza  PROCEDIMENTOS 1. Desprender a roupa de cama e desprezá-la no hamper. Limpar a mesa-de-cabeceira por dentro e por fora. da cabeceira para o centro. Recolher materiais e equipamentos (ambu. 2. prateleira e gabinete. Encaminhar a garrafa de água à copa. sempre do mais distante para o mais próximo. 8. . 10. comadre. 11. 12. apoiando a parte já limpa na mesa-de -cabeceira. painel de gases. papagaio. Limpar os travesseiros. 6. umidificador. inclusive as laterais do colchão. Reunir o material e levá-lo à unidade do paciente. frasco de diurese) e encaminhá-los ao expurgo. e encaminhá-lo aos seus respectivos lugares. o suporte de soro. 7. do centro para os pés. campainha.

Limpar a cadeira (espaldar. 21. Elevar o estrado e proceder à limpeza da sua parte inferior. 20. Passar para o lado mais distante e limpar a lateral. OBSERVAÇÃO: ● Enxaguar o pano de limpeza na pia do banheiro. de preferência). ● Utilizar desinfetante em recipiente próprio (bisnaga. 23. inclusive o espaldar dos pés. assento e pés) e a escadinha. 17. grades e pés do leito. Retirar as luvas. do centro para os pés. . 16. 14. 24. 18. Elevar o estrado e proceder a limpeza de sua parte inferior. em direção ao centro. Dobrar o colchão ao meio e limpar a parte posterior do colchão. grades e pés do leito.25 13. 22. do centro para a cabeceira. 19. Lavar as mãos. Recolocar o estrado na posição horizontal. Testar luminárias. Passar para o lado mais próximo e limpar a lateral. Dobrar o colchão para o lado contrário e limpar a outra metade da parte posterior. sempre que necessário. em direção ao centro. painel e campainha. Limpar o estrado do centro para os pés. Recolocar o estrado na posição horizontal. Limpar o estrado do centro para a cabeceira. 15.

.um metro de cadarço.Aspirador montado.Calçar luvas 6.Reunir o material. 5. 3. . se necessário.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.espátulas envoltas em gazes . . .prevenir a formação de escaras e lesões de mucosa.  PROCEDIMENTO 1. . 4. . . 2.par de luvas. .lubrificante (vaselina líquida).Lavar as mãos.26 4. .Colocar o paciente em decúbito dorsal. elevado 45º.Evitar a contaminação da traquéia. .5.lâmina de bisturi.seringa de 20ml.Proporcionar conforto ao paciente. .Colocar uma toalha ou forro na parte superior do tórax do pescoço do paciente.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: .manter a cavidade oral limpa.cânula de guedel. .forro ou toalha .copo com água.solução antisséptica (solução bicarbonatada a 1%).Higiene Oral do Paciente Intubado Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA .

facilitar o procedimento ao executante. .Enxugar os lábios com forro ou toalha e lubrificá-la com vaselina.Instilar água bicarbonatada pelo orifício da cânula de guedel. e fazer a aspiração em seguida. caso haja conteúdo gástrico. conforme a rotina da unidade. 7. 12-Enxaguar a cavidade oral com água bicarbonatada e proceder à aspiração ao mesmo tempo.Abrir sonda nasogástrica.Prevenir infecção 2.Evitar contaminação.Evitar náuseas e refluxos de conteúdo gástrico para a boca.retiraras luvas. 15. 18.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 8.Proteger a roupa de cama. proporcionar maior conforto ao paciente. 9. 9. 3.27 7.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1. usando as espátulas envoltas em gazes e embebidas em solução antisséptica. Proceder à limpeza da própria cânula de guedel. 13. durante a higienização.Deixar o paciente em ordem. com auxílio de uma seringa.Verificar se o cuff da cânula endotraqueal ou traqueostomia está rigorosamente insuflado.Economizar tempo e poupar o funcionário.Evitar que a solução antisséptica e/ ou salivação penetre na traquéia. 16. 10.Lavar as mãos 17. 4.recompor a unidade e recolher o material.Anotar no prontuário o procedimento feito e anormalidades da dentição. 5. 11-Proceder à limpeza de toda a boca do paciente. 14. 6.Assegurar a salubridade de funcionário e evitar contaminação. 10-Retirar a cânula de guedel e lavá-la em água corrente na pia do sanitário do paciente ou proceder à troca por outra estéril. 19. 8.Garantir que toda a secreção depositada logo acima do cuff da cânula endotraqueal seja removida.recolocar a cânula de guedel.

A desinsuflação do cuff. em pacientes com sonda enteral recebendo dieta. não é indicada. 17.Prevenir infecção 13. 2.Manter o ambiente em ordem. para prevenir infecção.28 11-Limpar o palato superior.A coleta de secreções traqueobrônquicas para cultura não deve ser feita de rotina é recomendada apenas na vigência de surtos. a troca de cadarço ao se reposicionar a cânula endotraqueal. 16. com indicação da comissão de controle de infecção hospitalar. 18-Proporcionar conforto ao paciente. toda a arcada dentária (superior inferior) e lábios com solução bicarbonatada a 1% 12.Para evitar formação de escaras. 4. . 3. OBSERVAÇÕES: 1. 14. colaborando com a equipe. deverá ser providenciada. após a higiene oral.A higiene oral do paciente intubado deverá ser feita três vezes ao dia (uma vez por plantão).Observar lesões de mucosa e anormalidades de dentição. 19. 15.manter vias aéreas livres.Evitar a formação de escara na rima bucal.Prevenir infecção.facilitar procedimento.

Troca e/ ou Fixação do Cadarço da Cânula Endotraqueal Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE .  PROCEDIMENTO 1. 6.um par de luvas.Desinsuflar o cuff da cânula endotraqueal e posicioná-la no meio da boca. .Insuflar o cuff da cânula endotraqueal.reunir o material 4.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: .Colocar o paciente e decúbito dorsal.Lavar as mãos. gazes e luvas) . . .uma lâmina de bisturi ou tesoura. se necessário.um metro de cadarço .Calçar luvas. com auxílio de uma seringa. .Evitar a formação de escaras. .Fixar cânula endotraqueal.uma seringa de 5ml para insuflar o cuff. 5.29 4. 7. 2.Aliviar o desconforto do paciente. 8.Aspirador montado.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. elevado 45º. 3.6.Aspirar a cânula endotraqueal e a boca do paciente.material para aspiração traqueal (sondas. .

15.Economizar tempo e poupar o funcionário. 12. . 12. 3. 16. duas ou mais vezes.Assegurar a tranqüilidade do paciente.Prevenir infecção.Evitar a entrada de secreção da cavidade oral na traquéia.Assegurar salubridade do funcionário e evitar contaminação.facilitar o procedimento ao executante e proporcionar maior conforto ao paciente.facilitar os próximos passos.Proporcionar conforto ao paciente.Evitar aspiração brônquica do conteúdo gástrico. 11. tipo “trança”. passando-o pela região occipital. Não amarrar a cânula demasiadamente apertada para não obstruí-la. 9-Dar distância necessária entre o lábio superior e o tubo endotraqueal. quando dor desinsuflar cuff. acima das orelhas. 10-Garantir que a cânula fique realmente presa.Manter o ambiente em ordem colaborando com a equipe. onde se dá uma laçada e em seguida três nós. 4. 15.Deixar o paciente em ordem.Evitar incômodos ao paciente.30 9. 11. continuando pela face até a metade do lábio superior. 5.retirar as luvas 13.recompor a unidade e recolher o material.lavas as mãos. 14.Iniciar amarração do cadarço. até que a cânula esteja realmente fixa.Anotar no prontuário o procedimento feito.Cotar o cadarço que sobrou com a lâmina de bisturi ou a tesoura. 6. evitando assim a formação de escara neste local. 16. 7. 10-Passar o cadarço em seguida na parte inferior da cânula endotraqueal. 14.Evitar a formação de escaras na rima bucal. amarrando-a por baixo e a seguir por cima. 8.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1-Prevenir infecção 2. 13.registrar possíveis intercorrências.

pois causa desconforto. utilizar de preferência cânula de guedel grande. . para pacientes conscientes. 4.A cânula de guedel. 7. tomar o cuidado para não cortar a cânula endotraqueal. 2. preferencialmente após a fixação do novo.31 OBSERVAÇÕES. a fim de eu uma delas segure firmemente a cânula. proceder á técnica com duas pessoas.para pacientes inconscientes. 6.Ao fazer a troca do cadarço da sonda endotraqueal. pois provoca intenso desconforto e vômitos. evitando que a mesma se desloque do local certo. Neste caso. caso não seja possível. pois a mesma permite que a sonda de aspiração chegue mais próximo do cuff da cânula endotraqueal. e se retire com eficiência toda a secreção mais profunda. fixá-la na lateral da boca. de preferência. não se deve fixar a cânula endotraqueal no meio da boca. facilita a deglutição e a retirada para limpeza. 1. 5.Ao utilizar lâmina de bisturi para cortar o cadarço antigo. 3. estando solta na boca. acúmulo de salivação e dificuldade para paciente deglutir. sempre com o aspirador de secreções montado e ligado.Para pacientes conscientes. Além disso. não deve ser fixada junto com o tubo endotraqueal.Remover o cadarço antigo. pois poderá ocorrer vômito.A troca do cadarço do tubo endotraqueal deve ser feita quando necessário e não de rotina.

. . .  PROCEDIMENTO 1.ampola de água destilada . .rede de gases testada (vácuo. .Aspiração Traqueal Realizado por fisioterapeutas.sonda de aspiração (nº4 a 10 para crianças e nº10 a 14 para adultos).32 4. provocada por acúmulo de secreções nos pulmões. .um saco plástico pequeno (tipo bolsa de colostomia).Manter as vias aéreas livres e permeáveis.frasco coletor de secreções com extensão de látex estéril. . se necessário. .aspirador elétrico. .Lavar as mãos. 2.Óculos (se necessário). .Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. .seringa de 20ml com proteção.gazes . ar comprimido e oxigênio).garantir ventilação e oxigenação adequadas. .máscara facial.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: .ambu conectado a rede de oxigênio com extensão de látex.um frasco com água comum. enfermeiro e técnico  FINALIDADES DA TÉCNICA .2 pares de luvas estéreis.7. .Prevenir complicações no quadro clínico geral do paciente.

cianose e sangramento. . 9.Apanha a sonda de aspiração e ligar o aspirador. . 7.Colocar máscara a óculos se necessário. desligar o aspirador de secreções.Introduzir a sonda de aspiração com a mão direita no tubo endotraqueal na FASE INSPIRATORIA mantendo o látex pressionando com a mão esquerda. ou com ambu e oxigênio a 100% (cinco litros).Fazer a aspiração de três a cinco segundos na fase expiratória até no máximo cinco vezes. e simultaneamente. fazer movimentos circulares lentos na sonda de aspiração. trazendo-a para fora do tubo endotraqueal. . Para a sucção do brônquio esquerdo. 15-Repetir as operações dos itens 13 e 14 vezes necessárias e de acordo com as condições clínicas do paciente. arritmias. 16. utilizando a mesma sonda. 11.33 3. caso trate-se de respirador a volume. com a mão direita. 8-Ventilar o paciente três vezes consecutivas. 12. voltar a cabeça do paciente para o lado direito. com uma FIO2 de 100. utilizando o próprio respirador mecânico.Abrir a embalagem da sonda de aspiração esterilizada e conecta-la à extremidade do látex.Calçar luvas 10-Desconectar o respirador com a mão esquerda ou solicitar que um segundo elemento o faça. . 6-Utilizar sonda de aspiração compatível com o número da sonda endotraqueal do paciente.Não ultrapassar 15 segundos no total de sucção (incluindo as cinco vezes).Religar o respirador mecânico ou o nebulizador no paciente. Observar o paciente encontra-se em ventilação mecânica (assistida ou controlada) ou espontânea. caso se trate de respirador à pressão. inversão ou achatamento da onda T. 14.Para a sucção do brônquio direito. 5-Verificar tipo de característica da respiração e condições dos batimentos cardíacos. voltar a cabeça do paciente para o lado esquerdo. 13-Despressionar o látex para criação de sucção.reunir material 4. com a mão esquerda e desprezar a sonda de aspiração.Suspender a aspiração e ventilar o paciente quando ocorrer extra-sístole.

além de piorar a hipóxia que a aspiração normalmente já provoca. 24.Realizar aspiração orofaríngea. -Prevenir atelectasia. fazer movimentos circulares com a sonda de aspiração. bronca-constrição. 23.  PONTOS IMPORTANATES/ JUSTIFICATIVA 1. 6-Sondas de aspiração muito calibrosas podem produzir excessivas pressão negativa. 19.Assegurar a tranqüilidade do paciente. arritmias cardíacas. 22. parada cardíaca e morte. 20.Auscultar os pulmões do paciente após a aspiração.Lavar a extensão do látex. 3. 2. 4.Prevenir infecção. 7-Não retirar a sonda da embalagem antes do momento da aspiração. o qual terá que ser inferior ao padronizado. 8-Prevenir hipóxia.34 17. aspirando a água do frasco. mantendo o látex sob sucção. estar muito atento ao tempo de aspiração.Economizar tempo e poupar o funcionário. com uma nova sonda. lesar a mucosa traqueal. uma vez que a aspiração traqueal reduz a pressão arterial de oxigênio cerca de 35mmhg. 21.Evitar contaminação do paciente e promover proteção do próprio funcionário. e simultaneamente.Cada hiperinsuflação deve durar cerca de 5 segundos. hipotensão e aumento da pressão intracraniana.Deixar o paciente em ordem.Recompor a unidade e recolher o material. procedendo da seguinte forma: Introduzir a sonda alternadamente em cada narina e na boca até a faringe. 18. para não contaminá-la. 9-Prevenir contaminação seguindo técnica asséptica: .Anotar no prontuário o procedimento feito e eventuais anormalidades. 25.Desprezar a sonda de aspiração e desligar o aspirador de secreções.retirar a luva e lavar as mãos. . 5-Conforme o padrão respiratório do paciente. no final do ciclo de aspirações.Lavar as mãos.

21. 12. . 16-Certificar-se de que o respirador ou nebulizador estejam com os parâmetros anteriores sob controle. .Nunca lavar a sonda de aspiração.Garantir que o cuff da sonda endotraqueal esteja insuflado.Evitar hipóxia -Evitar possível parada cardiorrespiratória. 18-Não esquecer de aspirar o orifício da cânula de guedel. A sonda de aspiração deve ser introduzida em toda a sua extensão. 13. . .ligar o aspirador com a mão esquerda e com a mão direita. com a mão direita.A segunda pessoa que auxiliar precisa utilizar máscara também.Segurar o pacote da sonda com a mão esquerda e.A sucção não deve ocorrer neste momento da introdução para aspirar o ar. 15-Lembrar sempre que a cada cinco aspiração (15 segundos).Não contaminar as conexões. aspirar uma boa quantidade de água. introduzindo completamente a sonda de aspiração.Para lavar a extensão de látex. para depois reiniciar a aspiração. 20. . .Usar uma das mãos para manipular a sonda de aspiração a sonda de aspiração (a mão esquerda). 11-Para apanhar a sonda e ligar o aspirador sem contaminar o sistema e a mão direita. 10. introduzindo completamente a sonda de aspiração.Avaliar a eficácia da aspiração e se houve melhora da ventilação pulmonar. e não permitir que a secreção do látex retorne ao frasco de água.35 . . para que toda a secreção seja eliminada do sistema. durante as aspirações.Evitar hipóxia prolongada. 19-Não esquecer de aspirar o orifício da cânula de guedel. na água do frasco. a cânula endotraqueal e a extremidade do respirador ao desconectá-lo.Observar simultaneamente o padrão respiratório e monitorização cardíaca. 17. o paciente deverá ser ventilado.Os movimentos lentos são para permitir que haja uma sucção: . retirar a sonda da embalagem.Para evitar contaminação de estetoscópio que será utilizado na etapa seguinte. proceder da seguinte forma: . 14-Para corrigir a hipóxia provocada pela sucção devido à pressão negativa do aspirador.

rolhas ou mesmo grande quantidade de secreção.A técnica de aspiração traqueal deve ser feita de preferência por duas pessoas.Durante a aspiração.O cateter de sucção deve ter um diâmetro externo menor que o diâmetro interno na cânula endotraqueal ou traqueostomia. para evitar a contaminação do sistema tubo/ circuito.Aspirar o tubo endotraqueal somente quando necessário e nunca como rotina. protegido em saco plástico (bolsa de colostomia). além de reduzir o risco de contaminação.Prevenir infecção. A grande vantagem desta válvula. . alterações eletrocardiográficas etc. 4. o enfermeiro deverá avaliar o paciente. 6. utilizar na conexão paciente/ respirador a válvula tipo “unidirecional”. a qual permite que se faça aspiração sem desconectar o paciente do respirador. pode ser instilada água destilada estéril no tubo endotraqueal (cerca de 3ml). aspecto das secreções e quantidade.Manter a extremidade do látex. quando em desuso.A técnica de aspiração traqueal deve ser feita de preferência sem desconectar o respirador. prescrever o número de vezes que será feita à aspiração.36 22. para isso. 8. fixado na lateral do painel de gases. 7.Proporcionar conforto ao paciente. caso haja diminuição de freqüência cardíaca ou arritmias. como: sangramento. Portanto. após a instilação. 23. 25. e de acordo com a característica e quantidade da secreção. através de ambu ou do próprio respirador. cianose. Para adultos. Anotar reações do paciente e intercorrências. ventilar os pulmões com o ambu e em seguida fazer aspiração traqueal. 3. colaborando com a equipe. antes de utilizá-lo.Em caso de secreção espessa.Descrever característica. utilizar de preferência sondas de aspiração nº12/ ou nº14. 5. 2.manter o ambiente em ordem. 24.Testar sempre o aspirador de secreções. parar imediatamente o procedimento e oferecer oxigênio a 100%. OBSERVAÇÕES 1. é a não utilização de outra pessoa para auxiliar na técnica.

O aspirador de secreções mais indicado é o aspirador a vácuo. cuja pressão de sucção é muito forte.37 9. pois sua pressão de sucção é controlada.Caso o elemento que estiver realizado a aspiração for canhoto.Utilizar sempre o frasco coletor intermediário para evitar que entre secreção na rede de gases do painel. 10. a descrição deverá ser invertida. ou seja. evita-se utilizar aspiradores elétricos. . 11. onde diz mão direita considerar esquerda e viceversa. Assim.

soro fisiológico a 0. .9% . .gazes estéreis.Reunir o material.tesoura não estéril. . 4.Lavar as mãos 2.solução de benjoim. 10.Limpar a região fistulosa do dreno ou a colostomia com soro fisiológico a 0. 7. .Calçar luvas.pacote de curativo.Abrir o pacote de curativo. 9. 8. drenos ou colostomias. .9%. .Aplicação da Bolsa de Colostomia Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA.38 4.Proteger a pele contra ação dos sucos digestivos  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo – bolsa de colostomia.Aplicar solução de benjoim ao redor da área.Secar a área ao redor. expondo apenas a região a ser limpa.luvas .8.Controlar o débito da drenagem fistulosa.Biombo.secador de cabelos (se possível). .Colocar biombo 6. .  PROCEDIMENTO 1. . 5.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente 3.Colocar o paciente em posição confortável. com gaze.

Deixar o paciente em ordem. 5. 6.retirar o adesivo da bolsa.Fixar a bolsa. 13.Evitar contaminação do ambiente.Prevenir infecção. edema.retirar as luvas. 14. dermatite periestomal.Conter secreções drenadas. de fora para dentro. .Manter o ambiente em ordem.Observar técnica asséptica. 12. 7. se possível.Obedecer à técnica de curativo da ferida séptica. OBSERVAÇÕES: 1. 17.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 3.Prevenir infecção. 9. 16.Proporcionar conforto ao paciente. 1.39 11. 4. 15. 17. infecção. 15. . colaborando com a equipe.Assegurar a privacidade do paciente. estar sempre atento a possíveis complicações como: necrose. 12. 8. 13. 16.Registrar características e quantidade do débito e aspecto de colostomia.Lavar as mãos.Evitar contaminação do ambiente.Assegurar a salubridade do funcionário.Promover melhor adesão da bolsa. 14. 2.Assegurar a privacidade do paciente.Economizar tempo e poupar o funcionário. e promover a pele do paciente. ou seja.Verificar se o diâmetro da bolsa é compatível a área a ser explicada. 11.Anotar no prontuário o procedimento feito. 10.Utilizar secador de cabelos.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS.Ao realizar a troca da bolsa.Recompor a unidade e recolher o material. hemorragia. retração.

quando posteriormente haverá restabelecimento do trato intestinal. quando forem definitivas.As colostomias são classificadas. 3. 2. em: colostomia ascendente (o estoma está nível de cólon ascendente). e permanentes.40 colapso e distensão abdominal. quanto a sua localização anatômica.As colostomias são classificadas em: temporárias. com o ânus com orifício de saída natural. bem como parada de eliminação de flatos e conteúdo intestinal. colostomia transversa (o estomago está a nível de cólon transverso). colostomia descendente (o estoma está a nível de cólon descendente) e colostomia sigmóidea ( o estoma esta a nível de sigmóide). .

.Aplicação da Bolsa Coletora Combehisive Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA.Calçar luvas.Controlar débito da drenagem fistulosa.9%. ostomias ou drenos. 7. .Uma lâmina de bisturi.Um pacote de curativo.9%. 3.Abrir o pacote de curativo.Soro fisiológico a 0. .Manter a pele seca.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: .Lavar as mãos. se necessário.  PROCEDIMENTO 1. . . 5. 6.9.Limpar a região fistulosa com soro fisiológico 0.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.Solução de benjoim .41 4. . drenos e/ ou ostomias. . .Evitar a maceração e escoriação da região cutânea ao redor de fístulas. .Secador de cabelos (se possível). .Um par de luvas.Reunir o material 4.Colocar o paciente em posição confortável expondo apenas a região a ser limpa.Conjunto de bolsa e placa com diâmetro correspondente a ostomia.Máscara. 2.

de fora para dentro. .Utilizar o secador de cabelos (se possível).Assegurar a tranqüilidade do paciente. 14.Recompor a unidade e recolher o material.Secar a região com gaze seca e posteriormente com ar quente. para confirmar se a mesma se encontra devidamente encaixada à roda do aro.Recortar o orifício marcado. 17. . 15. 16.Evitar a contaminação do ambiente e da roupa de cama. solicitando ao paciente que enrijeça a região. dreno ou ostomia com gaze.Adaptar a bolsa plástica à parte inferior do aro da placa.Assegurar a salubridade do funcionário 6. ou utilizar o secador de cabelos novamente.Colocar a bolsa da seguinte maneira: Marcar o círculo com o guia de corte.Puxar suavemente a bolsa para baixo.Observar técnica asséptica.Retirar as luvas. 13.42 8. 5. 4. 9. ou seja.Prevenir infecção. 18. dreno ou ostomia.  PONTOS IMPORTANTES/JUSTIFICATIVA 1. .Exercer uma leve pressão à roda.Deixar o paciente em ordem. 10.Economizar tempo e poupar o funcionário. 11. . . . 12. para impedir a drenagem das secreções. 9.Retirar o adesivo da bolsa.Obedecer à técnica de curativo de ferida séptica.Anotar no prontuário o procedimento feito.Esperar a pele secar totalmente.Aplicar solução de benjoim somente na pele íntegra.Assegurar a privacidade do paciente. 2.Retirar o papel protetor siliconado que cobre a face posterior da placa.Lavar as mãos. 8. 7. . de acordo com o diâmetro da fístula.Aplicar a placa com o aro sobre a região. até que esteja seguro. 3.Proteger o orifício da fístula. a partir da parte inferior da bolsa plástica.

Garantir a aderência da bolsa. basta puxar apenas o aro da bolsa plástica.Certificar-se de que as paredes internas da bolsa plástica não estão colocadas.Prevenir infecção. 12.43 10. soltando apenas o clampe que fecha a bolsa na parte inferior da mesma.Para trocar a bolsa não há necessidade de retirar a placa aderente à pele.Lavagem Intestinal pela Colostomia . de preferência). 5. 17. 2. 14.Proporcionar conforto ao paciente.Esvaziar periodicamente a bolsa (uma vez por plantão. 11.Promover melhor aderência da bolsa. 4.Volume e características da eliminação.A durabilidade da bolsa plástica é de aproximadamente 15 dias. quando efetuar a troca da bolsa. 6.Evitar contaminação do ambiente.Manter o ambiente em ordem.lavar a bolsa com água a cada vez que desprezar o conteúdo no vazo sanitário. 13. 18. OBSERVAÇÕES 1. 15. colaborando com a equipe. 16. 3.Guardar p clampe.Certificar-se de sua aderência.

Retirar o ar da extensão do equipo. 5-Dependurar o frasco da solução comercial no suporte de soro.  PROCEDIMENTOS 1.Eliminação fecal . se houver.9%. . 6.uma tesoura comum.Lavagem Intestinal pela Colostomia Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA .medicação prescrita.papel higiênico. . . .Lavar as mãos. .bolsa de colostomia. . .Conectar a sonda retal na extremidade do equipo. .benjoim.Um biombo e uma comadre. 3.sonda retal fina. .gazes.uma toalha ou forro. 4-Colocar biombos. .luvas.10.solução fisiológica a 0. . . 7.Limpeza de cólon.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.Reunir material.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo – solução comercial para lavagem intestinal.44 4. 2. com o equipo de soro já conectado.

Introduzir cerca de 15 a 20cm da sonda. 1. 25. 2-Assegurar a tranqüilidade do paciente. 21. 4.Lubrificar a sonda usando gaze com anestésico. 17. 15.Após o efeito satisfatório da lavagem.Pedir ao paciente. 14. 22. 27. caso tenha sido utilizado.9%.Providenciara higiene do paciente. 13.Segurar a sonda retal com auxílio de uma gaze.Passar a solução de benjoim. desprezando-as no lixo próprio.Abrir a pinça do equipo as soluções. 11-Proceder à limpeza ao redor da colostomia com gaze e soro fisiológico a 0. 29.Retirar as luvas. que segure a sonda com uma gaze. Executar a técnica no sanitário caso possa deambular. 23.Deixar a solução correr vagarosamente.Lavar as mãos. 18. 3-Economizar tempo e poupar o funcionário.Calçar as luvas. proceder a limpeza ao redor da colostomia. 26. 12. clampando-a e puxando-a. .Dependurar cerca de 45 a 50cm acima da colostomia.Anotar no prontuário o procedimento feito.Secar a área ao redor da colostomia com gaze.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS.Verificar o diâmetro da colostomia para o encaixe da bolsa. 9.Prevenir infecção.45 8. 5.Deixar o paciente em ordem.Retirar a bolsa de colostomia e despreza-la no lixo do sanitário do quarto.Garantir a privacidade do paciente. 30. 10. 24. se ele puder.Providenciar que o banheiro seja higienizado. 28. 20.retirar a sonda. 16.Desprezar a sonda no lixo do sanitário envolvida em papel higiênico ou na própria embalagem da sonda retal.Recompor a unidade e recolher o material.Fechar a pinça quando terminar a solução evitando entrada de ar. 19.

28.Proporcionar conforto ao paciente.46 6.Evitar contaminação do ambiente.Promover alívio imediato ao paciente. se assim mesmo. 30. 25.Evitar contaminação do ambiente.Evitar a distensão e cólica abdominal.Facilitar a entrada da sonda. 29. 20. quantidade e aspecto do líquido retornado. 23-Aumentar a circunferência do orifício da bolsa de acordo com o diâmetro da colostomia.Evitar contaminação. diminuir a pressão do mesmo ou tentar introduzir mais 5cm da sonda.Deixar a solução correr.Facilitar procedimento. 9.facilitar a aderência da bolsa.Efeito da lavagem. 19. 15.Evitar distensão abdominal e desconforto ao paciente. 17.Se houver refluxo de grande quantidade de líquido.Prevenir infecção 27. não resolver.9%. abrir a pinça e deixar correr um pouco da solução. 11. 13.Evitar contaminação do quarto.Ligar a sonda ao frasco as soluções 7. .Facilitar o procedimento.Se encontrar resistência. 12. 26. 8. 16.manter ambiente em ordem.Facilitar a aderência da bolsa de colostomia. 18.Garantir a salubridade do funcionário. 22.Promover o conforto do paciente.Irrigar o estoma coberto. não insistir e comunicar o médico.Facilitar o procedimento. colaborando com a equipe. 14. 24. 21. . 10.Utilizar gaze e soro fisiológico a 0.

Caso paciente não possa ir ao banheiro. fazer o procedimento no próprio leito. um forro e um impermeável para colocar sob o local da colostomia. observar na prescrição médica qual estoma a ser irrigado.47 OBSERVAÇÕES: 1. levando uma comadre para desprezar o conteúdo. 2.Em caso de haver dois estomas. .

10. horário da coleta.heparina. . 2.Montar a seringa com agulha.48 4.Coletar sangue arterial para obter-se uma avaliação das alterações ácidobásicas do paciente. 7.Trocar a agulha.1ml do frasco de heparina.Calçar luvas 4.Aspirar.  PROCEDIMENTOS.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: .saco plástico. . 9. . .Lavar as mãos.Escolher o local de melhor condição para a punção da artéria. .uma tampa pequena de borracha. 5.um forro.Levar o material na bandeja junto ao paciente.Explicar o procedimento e finalidade 3. leito e número do registro. retirar todo o ar da seringa e proteger a agulha.luvas. 8.Fazer anti-sepsia do frasco de heparina 6. 0.uma seringa descartável 25 x 7. puxando o êmbolo da seringa até a porção final da mesma para heparinizá-la corretamente.uma seringa de vidro de 5ml.Identificar a seringa com o nome do paciente. 1. 25 x 6 .algodão com álcool a 70%.11. .Coleta de Amostra de Sangue Arterial (Adulto)  FINALIDADE DA TÉCNICA . .

3.Prevenir infecção.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS. 6. A angulação oblíqua de 30º e 45º favorece a compressão natural para estacar o sangramento.Colocar a seringa no saco plástico. 17. 16-Puncionar a artéria introduzindo a agulha lentamente. 19-Retirar todo o ar da seringa fixando o seu êmbolo através da ponta da agulha espetada numa tampa de borracha.Umedecer toda a seringa para facilitar a subida do êmbolo.Palpar e sentir a pulsação. 2. 10. 7. 25. 1.49 11. 23.Fixar a artéria entre os dedos indicador e médio. 12.Lavar as mãos. com o bisel voltado para cima.Assegurar a tranqüilidade do paciente.Proteger a região a ser puncionada com um forro impermeável. 26. 20-Pressionar firmemente a artéria por cerca de cinco minutos.Economizar tempo.Evitar a entrada de ar na seringa. 4. 22.Deixar o paciente em ordem e confortável. 24.Colher 2ml de sangue arterial. consequentemente alteração da PaO2. 14.Anotar no prontuário o procedimento feito. Excesso de heparina altera o PCO2. devido à diferença entre abertura cutânea e a artéria. ao puncionar a artéria.Assegurar a salubridade do funcionário durante todo o procedimento. 5.Evitar troca do material.Recompor a unidade e recolher o material.Usar técnica asséptica durante todo o procedimento. 15. ou até que haja para do completamente o sangramento. 18. 8.Utilizar técnica asséptica.Deixar o êmbolo as seringa subir normalmente logo que o sangue torne-se visível.Retirar luvas.Fazer a antissepsia da pele com algodão e álcool a 70%.Posicionar a seringa e agulha corretamente.Dar preferência às artérias radial ou branquial. . 9. 13. 21.

Evitar deslizamento do êmbolo e consequentemente entrada de ar na seringa. Não confundir o reflexo da pulsação da artéria com artéria propriamente dita. 13. pois esta manobra pode provocar entrada de ar na seringa.Manter quantidade suficiente para realização do exame. Comprima firmemente a artéria radial a seguir peça ao paciente que abra as mãos numa posição relaxada.manter o ambiente em ordem.Proporcionar conforto ao paciente.A seringa heparinizada com sangue colhido poderá permanecer em geladeira até 30 minutos.Prevenir infecção. 23.50 11. Repetir o teste ocluindo a artéria cubital.Teste de Allen. . 21. Condições do paciente: parâmetro do respirador OBSERVAÇÕES 1. 2. 19. 15. . Em condições normais ficam rosadas prontamente. Em seguida pressione os polegares sobre as artérias do paciente e peça-lhe que feche a mão com força. Observar açor das palmas. colaborando com a equipe. 26.Evitar infecção 14.90º para artéria femoral. Consiste em solicitar ao paciente que descanse seus braços.Realizar teste de Allen. . .Evitar a formação de hematoma trauma da artéria.Em ângulo de: .Para colher gasometria utilizar agulha 25 x 6 ou até agulha de insulina. 3.Assegurar a salubridade do funcionário. 24.30º para artéria radial pediosa.Evitar a movimentação da artéria. Consiste em verificar a permeabilidade das artérias radial e cubital. antes de ser encaminhada.Evitar a transfixação da artéria. 18. 25.45º para artéria braquial. e seringa de vidro ou descartável. 17.Hora da coleta.Diminuir o risco de erro. 16.Procurar não puxar o êmbolo manualmente. 20.

.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: . . . Abocaths.12.água destilada . . .frasco de heparina.Evitar coagulação sanguínea nos cateteres (scalps.Manter a permeabilidade da via.Evitar punções venosas repetitivas.agulha 25 x 8. etc).51 4.seringa de 10ml.Heparinização de Cateteres Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA .

Aspirar 0. 7. .Prevenir infecção.Recompor a unidade e recolher o material.Completar a seringa com água destilada ou soro fisiológico até atingir 10ml. durante 24 horas.manter o ambiente em ordem. se necessário.Prevenir infecção 2. para preencher o cateter: . .Fechar o cateter com a tampinha estéril própria.  PONTOS IMORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1.5ml.A seringa com solução heparinizada. até 72 horas e na seringa.Preparar a solução heparinizada: .52 . A solução heparinizada preparada poderá ser mantida em geladeira. colaborando com a equipe. data e hora. 2.Anotar no prontuário o procedimento feito. 5. 6. 4. A cada administração endovenosa.2ml de heparina (5. .Para Scalp – cerca de 2. 7. fora da geladeira. 4.  PROCEDIMENTOS 1. manter a tampinha do cateter protegida com agulha estéril.Administrar a solução heparinizada no cateter.tampinha estéril.Administrar a quantidade necessária. 3.cateter (scalp. identificada com o nome do paciente.Lavar as mãos.000 unidades). de preferência) .Para Abocaths .Lavar as mãos.Identificar a seringa corretamente.cerca de 1. 5. ou plug adaptador.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 8.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 6. ou abertura do sistema.0 ml . utilizar o equipo tipo polifix tampa. 3. deverá ser mantida no balcão do posto de enfermagem. 9.Deixar paciente em ordem.Caso trate-se de Abocaths.

Proporcionar conforto ao paciente.Heparinizar. lavar o cateter som soro fisiológico e aspirar à solução heparinizada no cateter. 4. 9. . durante até 72 horas. e em seguida. 2. 5. Scalps e não Abocaths.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: .Promover cicatrização.um par de curativo ou sistema de curativo comercializado.Trocar a solução heparinizada contida no interior do cateter a cada oito horas.53 8.Manter o cateter heparinizado no paciente.Observar anormalidade como: infiltração ou trombose na veia.13. . também poderá ser utilizado para coleta de sangue. .solução antisséptica .O cateter heparinizado. aspirar o sangue e heparinizar o cateter novamente. OBSERVAÇÕES: 1. Nesse caso.Limpar a lesão -Evitar infecção ou reduzir as infecções cruzadas.Curativos de Incisão Simples e Limpa Realizado por médicos. pois estes traumatizam a veia e são mais propensos a trombo flebites. 4. enfermeiros e técnicos.  FINALIDADE . caso não haja administração de medicamentos de forma periódica.gazes. de preferência.

sem voltar ao início da incisão. ao redor da incisão.Secar a incisão.Colocar o paciente em posição adequada. 6.54 . de cima para baixo.Datar o curativo se estiver ocluído. -um biombo (se necessário)  PROCEDIMENTO 1. 19. 14.Colocar gazes em quantidade suficiente sobre o campo estéril.Explicar o procedimento.Reunir o material numa bandeja auxiliar.Secar as laterais da incisão. 15-Colocar solução anti-séptica e/ou medicamentos na incisão. expondo apenas a área a ser tratada. 11-Montar a pinça Kelly com gaze.Proteger o paciente com biombo. . 13. com movimentos semicirculares. utilizando as duas faces da gaze.9% .Fechar a porta.Passar éter e/ou solução de benjoim. . 12.Fazer a limpeza da incisão.um saco plástico pequeno. 16. com solução de fenol. de cima para baixo.um par de luvas estéreis. nunca voltando à gaze onde já passou. desprezando-a na borda do campo. com uma gaze seca. auxiliada pela pinça anatômica e umedecê-la com soro fisiológico a 0. 2.Manter o curativo ocluído ou aberto.esparadrapo comum e/ ou especial. 3. 7.9%. 18. quando houver indicação. 8. de dentro para fora. de cima para baixo.Fazer a desinfecção da mesa auxiliar e/ou bandeja e da mesa da cabeceira.Colocar as pinças com os cabos voltados para a borda do campo. de cima para baixo. 4. se necessário. . 10-Remover o curativo antigo com a pinça dente de rato. de cima para baixo. 9.Lavar as mãos.éter e/ ou solução de benjoim. .soro fisiológico a 0. 5.Abrir o pacote de curativo com técnica asséptica. 17.

) 13.Ferida asséptica (limpa): a limpeza deverá ser feita de dentro para fora. limpa ou contaminada.Evitar contaminação.Deixar o paciente em ordem. .Garantir a privacidade do paciente. Trocar a gaze quantas vezes for necessário.Economizar tempo e poupar o funcionário. 11-A pinça anatômica é para movimentar o material estéril do campo e dobrar as gazes.Evitar contaminação do material.Anotar no prontuário o procedimento feito. 15.Trocar de gaze quantas vezes for necessário.Evitar desperdício. 4. 17.Lavar as mãos.Estar atento para não contaminar o material estéril do campo.Prevenir infecção. 23.A umidade impede a ação da solução antisséptica. 16.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1. 6. 9. 5.Recompor a unidade e recolher o material.Conforme o tamanho do curativo a região exposta. . 12-Não voltar à gaze para a parte mais limpa.Trocar de gaze quantas vezes for necessário. .Evitar a formação de meio de cultura.Evitar correntes de ar contaminação. 3. 22.Assegurar a tranqüilidade do paciente. . Trocar a gaze quantas vezes for necessário. 10. 14.55 20. 8. .Ferida séptica (contaminada): a limpeza deve ser feita de fora para dentro.Promover maior aderência do esparadrapo. (Vide técnica do curativo de incisão aberta. Não Voltar a gaze para a parte mais limpa. 2. 21. Não levar o carro de curativo para a unidade do paciente. a fim de evitar trazer contaminação da lesão para o campo. 7.Utilizar cada face da gaze apenas uma vez.Utilizar cada face de gaze apenas uma vez.

suja de secreção. protegê-lo com plástico.Nunca desprezar curativos sujos e dejetos no lixo do quarto e sim num saco plástico individual. . 22. utilizando sempre uma mesa ou bandeja auxiliar para apoio do material. não ultrapassando o período de seis horas (tempo provável da multiplicação das bactérias).Proceder à desinfecção da bandeja ou da mesa auxiliar. colaborando com a equipe.Aspecto e características da ferida. 9.Após cada curativo feito encaminhar ao expurgo o material de curativo usado bem como o saco plástico dos dejetos. e após ter retirado o curativo sujo. 23. 10-Não abrir curativos para encaminhar o paciente para o banho.Manter o ambiente em orem. 19. 24. 20. conforme o tipo de cirurgia. OBSERVAÇÕES: 1. 5.Solução antisséptica: trata-se da polivinilpirrolidona-iodo a 1% (PVPI).Evitar contaminação do próximo paciente.Intercorrências. 6.Curativos simples e limpos deverão ser mantidos ocluídos até 2º ou 3º pósoperatório. 8. 21.Remover curativos úmidos.56 18. sempre que necessário.Não falar próximo à ferida.Proporcionar conforto ao paciente. . e orientar o paciente para que faça o mesmo. 4. o mesmo tempo deverá ser adotado para a poupa de cama. .Manter o carro de curativo da unidade foro do quarto do paciente. 7.Manter o controle de dia e hora de realização do curativo. após a execução de cada curativo. 3. .Prevenir infecção.Reação do paciente.Data e hora da realização do curativo.Expor material de curativos e a ferida o mínimo possível. preconizada pelo Ministério da Saúde.Lavar as mãos antes e depois da realização dos curativos. 2.

Promover a cicatrização.Fazer hemostasia (compressão) . com Pontas Subtotais ou Totais Realizado por médicos. 12-Manter os membros afetados elevado. .57 11-Não usar faixas ou ataduras que comprimam os tecidos.solução antisséptica.Drenar e/ou absorver secreções. 13-Não utilizar soluções detergentes (ex:sabão) nos curativos.Limpar a lesão . .  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: -um pacote de curativo ou sistema de curativo comercializado.14. .Proteger e manter contato de medicamentos juntos ás feridas a adjacências.gazes .esparadrapo e/ou esparadrapo especial. . agravam o trauma tissular e retardam a cicatrização. Portanto. prejudicado a circulação. . beneficiando os tecidos. .  FINALIDADE DA TÉCNICA. . para que a circulação de retorno se processe.Retirar corpos estranhos da ferida. sem detergentes.Evitar infecção ou reduzir as infecções cruzadas. somente utilizar soluções antissépticas aquosas. enfermeiros e técnicos. .Curativos de Incisão Limpa. 4.

9%. . 8.Fechar a porta 5. incluindo os pontos totais ou subtotais. desprezando-a na borda do campo. 14.Montar a pinça Kelly com gaze auxiliada pela pinça anatômica. 13-Introduzir soro fisiológico. 7.58 . . . e umedecê-la com soro fisiológico 0. no interior dos pontos subtotais ou totais.um saco plástico pequeno . 12-Calçar luvas. . 16. com movimentos semicirculares. 9.9%. 3.um biombo (se necessário)  PROCEDIMENTOS. 10. de cima para baixo.Lavar as mãos 2.Colocar as pinças com cabos voltados para borda do campo. utilizado as duas faces da gaze sem voltar ao início da incisão. conforme a região a ser expostas. 6.Colocar gazes em quantidade suficiente sobre o campo estéril.uma seringa de 20ml . com auxilio de uma seringa.Proteger a roupa de cama com impermeável ou forro sob o local do curativo.Proteger o paciente com biombos se necessário.Abrir o pacote de curativo com técnica asséptica. 11-Remover o curativo antigo com a pinça dente de rato.soro fisiológico a 0. expondo apenas a área a ser tratada.Reunir o material numa bandeja auxiliar.Limpar as regiões laterais da incisão cirúrgica após a limpeza da incisão principal e do primeiro ponto total o subtotal.Colocar o paciente em posição adequada. 1.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 4.medicamentos específicos. 15-Fazer a limpeza incisão propriamente direta (central) de dentro para fora.éter e/ou solução de benjoim.

Passar o éter e/ou solução de benjoim ao redor da incisão.Recompor a unidade e recolher o material. dos pontos totais ou subtotais e das laterais conforme descrita nos itens 14 e 15. 21. 1. .  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS.Secar a incisão principal desde o início acompanhada dos pontos totais ou subtotais e das laterais. com soro fisiológico.59 17-Continuar a limpeza da incisão central.Economizar tempo e poupar o funcionário. 32.Retirar o excesso da solução antisséptica.Proteger a área principal (incisão central e ponto totais e subtotais) com gaze seca quantidade suficiente para cobrir a área. 29.Lavar as mãos. 18. 6.Proceder à limpeza. 20.Evitar correntes de ar e contaminação.Assegurar a tranqüilidade do paciente.Aplicar solução antisséptica na incisão principal e nos pontos totais e subtotais. 27. 2. fora da incisão.Fazer a desinfecção da mesa auxiliar e/ou bandeja e da mesa de cabeceira com solução fenólica. 25. quando houver indicação. 26.Datar o curativo de estiver ocluído 28. Não levar o caro de curativo para a unidade do paciente. seguindo a mesma direção anterior não voltando a gaze onde já passou. 30. 23.Prevenir infecção. 19.Deixar o paciente em ordem.Secar a região fora da incisão. 5. até chegar ao final da incisão e do ultimo ponto total ou subtotal. 4. com auxilio de gaze seca de cima para baixo do mesmo modo já descrito anteriormente.Retirar o impermeável e deixar o paciente confortável. 3. 31.Garantir a privacidade do paciente.Anotar no prontuário procedimento feito.Garantir a privacidade do paciente. 22. 24.Manter o curativo ocluído ou aberto.

. conforme o tipo de cirurgia.Manter o controle de dia e hora da realização do curativo. 20.Não voltar à gaze para a parte mais limpa. Remover ataduras de crepe.60 7.Evitar contaminação do material. 21. . 25-Curativos limpos deverão ser mantidos ocluídos até o segundo ou terceiro pósoperatório.Evitar contaminação proteger região.Ferida asséptica (limpa): a limpeza deverá ser feita de dentro para fora. caso existam. com auxilio de uma lâmpada de bisturi.Assegurar a salubridade do funcionário.Evitar a formação de meio de cultura.Não voltar à gaze para a parte mais limpa.A umidade impede a ação da solução antisséptica. . 22. .Utilizar cada face da gaze apenas uma vez. Trocar a gaze quantas vezes for necessário. a fim de evitar trazer contaminação da lesão para o campo.Evitar contaminação 9. . 10-Evitar desperdício. . os quais podem funcionar como meio de cultura. 23.Utilizar cada face da gaze apenas uma vez. 15.Evitar sujar a roupa de cama 8. . 19-Utilizar cada face da gaze apenas uma vez. 13.Trocar gaze quantas vezes for necessário. Não voltar a gaze para a parte mais limpa. 26. 27.Promover maior aderência do esparadrapo.Trocar a gaze quantas vezes for necessário. 12. 18-Trocar a gaze sempre que necessário .A umidade impede a ação da solução antisséptica.Evitar contaminação do próximo paciente. . 24.Retirar resíduos dos pontos. 17-Trocar de gaze sempre que necessário. 11-Estar atento para não contaminar o material estéril do campo. 16-Trocar de gaze quantas vezes for necessário. . 14-A pinça anatômica é para movimentar o material estéril do campo e dobrar as gazes.Não voltar à gaze para a parte mais limpa.Ferida séptica (contaminada): a limpeza deverá ser feita de fora para dentro.Utilizar a face da gaze apenas uma vez.

e não passa pelo peritônio. 33-Intercorrências. Geralmente é feito quando está previsto o retorno do paciente à cirurgia.Data e hora da realização do curativo 31-Aspecto e características da ferida.61 28. recoberto com equipo. 29. .PONTO SBTOTAL: é aquele feito com fio de satura. para reabertura da incisão e lavagem da cavidade peritoneal. 30. 32-Reação o paciente.PONTO TOTAL: é feito com equipo de soro e passa através do peritônio.Proporcionar conforto ao paciente. 2.Prevenir infecção. OBSERVAÇÕES: 1.

.Curativo de Incisão aberta (Limpa ou Contaminada) Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA .Bandeja auxiliar contendo: .Acrescentar.soro fisiológico a 0. . .solução degermante p/ as mãos -um pacote de curativo ou sistema comercializado .gaze vaselinada estéril.Retirar tecido necrótico.  MATERIAL . se necessário. . .Fazer hemostasia (compressão).15.medicamentos prescritos . . .esparadrapo comum e/ou esparadrapo especial .Promover cicatrização .gazes .Retirar corpos estranhos da ferida. se necessário: . .Evitar infecção ou reduzir infecção cruzada.Proteger e manter o contato de medicamento junto às feridas e adjacências.9% -um saco plástico pequeno ou grande.Drenar e/ou absorver secreções.solução antisséptica .62 4.Limpar a lesão. .éter e/ ou solução de benjoim.

Proteger o paciente com biombo. . 16-Fazer a limpeza da incisão aberta.Explicar o procedimento ao paciente. 4. .ataduras de crepe.Lavar as mãos com solução degermante. .uma lâmina de bisturi.Calçar luvas. 12-Colocar gazes em quantidade suficiente sobre o campo estéril. 5.63 . 2. 14-Remover o curativo antigo com a pinça dente d rato. expondo apenas a área a ser tratada. 7. 6. -chumaço de algodão estéril ou compressa estéreis. 15-Montar a pinça Kelly com gaze auxiliada pela pinça anatômica e umedecê-la com soro fisiológico 0.um par de luvas estéreis. 3.Reunir o material numa bandeja auxiliar. 17.Colocar máscara e avental.Secar a região de fora da incisão. 9.avental.um biombo  PROCEDIMENTOS 1.Colocar o paciente em posição adequada.máscara. .Fechar a porta.Proteger a roupa de cama com impermeável ou forro sob o local do curativo. .sacarose. . 10-Abrir o pacote de curativo em técnica asséptica. . .aspirador de secreções. desprezando-a na borda do campo.9%.uma bacia estéril. 11-Colocar as pinças com os cabos voltados à borda do campo. iniciando de fora para dentro. utilizando as duas faces da gaze. 8. 13-Retirar ataduras com auxílio da lâmina de bisturi. .

Secar a região dentro da incisão (deiscência). 32-Fazer a desinfecção da mesa auxiliar e/ ou bandeja da mesa de cabeceira com solução fenólica.Cobrir a incisão aberta com gaze seca. 26.Prevenir infecção.Secar a parte limpa de dentro da incisão.Manter o curativo ocluído. 2.Deixar o paciente em ordem. de cima para baixo. se houver indicação. 24. 28. com auxilio de uma gaze seca.Economizar tempo e poupar funcionário.Fazer a limpeza da parte de dentro da incisão (região da deiscência) utilizando soro fisiológico e as duas faces da gaze. chumaço ou vaselina estéril.Lavar as mãos. 36. Não levar o carro de curativo para a unidade do paciente . 3.Colocar solução antisséptica e/ou solução de benjoim. 19.Retiras máscara.Anotar no prontuário o procedimento feito e aspecto do curativo.Evitar contaminação da área aberta a ser tratada. 30.64 18.Datar o curativo. 25. 1.Retirar luvas. 27.Passar o éter e/ou solução de benjoim. 29.Recompor a unidade e recolher o material. 34. 4. 23. ao redor da incisão.Repetir o item 18 quantas vezes forem necessárias. 31. 33.  PONTOS IMPORTANTES.Retirar o impermeável. 35.Retirar o excesso de solução antisséptica. 22.Fazer limpeza da parte limpa de dentro da incisão soro fisiológico e as duas faces da gaze. conforme técnica descrita a seguir. Fazer ponto de aproximação de bordos de deiscência com espátulas. 20. 21. ao redor da incisão.Assegurar a tranqüilidade do paciente.

caso trate-se de deiscência com evisceração de órgãos. .Evitar sujar a roupa de cama. Não voltar a gaze à parte mais limpa. a fim de evitar trazer contaminação da lesão para o campo. caso existam.Assegurar a salubridade do funcionário. .Garantir a retirada total das secreções.A umidade a ação as soluções antisséptica.Evitar desperdício. 9. com presença de fístula.Facilitar o procedimento e evitar manipular muito o paciente. Trocar de gaze quantas vezes for necessário. Utilizar cada face da gaze apenas uma vez. 22-Utilizar cada face da gaze apenas uma vez. 20. 16-A umidade impede a ação da solução antisséptica. 21.Não voltar à gaze para a patê já limpa. . Realizar instalação concomitante. 8. Trocar de gaze se necessário.Economizar tempo. 18. caso trate-se de deiscência ampla. 14-A pinça anatômica é para movimentar o material estéril do campo e dobrar as gazes.Utilizar cada face de gaze apenas uma vez. Não voltar a gaze para a parte mais limpa. Utilizar gaze vaselinada estéril.Garantir a privacidade do paciente. Trocar de gaze quantas vezes for necessário. 23.Trocar d gaze quantas vezes for necessário. 10.Não voltar à gaze para parte mais limpa. 17. 7.Evitar contaminação e corrente de ar. 12. 13-Estar atento para não contaminar o material estéril do campo. Trocar a gaze quantas vezes for necessário. 6.A umidade impede a ação da solução antisséptica. drenando secreções em grande quantidade.Evitar a formação de meio de cultura. 19. Remover ataduras de crepe. . Utilizar cada face da gaze apenas uma vez. 15.Não voltar à gaze para a parte mais limpa.Utilizar cada face da gaze apenas uma vez. 11.65 5. Utilizar cada face da gaze apenas uma vez.Garantir a privacidade do paciente. Não voltar a gaze para a parte mais limpa. com auxilio de uma lâmina de bisturi.

Manter o ambiente em ordem.Manter o controle de dia e hora de realização do curativo. 2. mesmo não estando infectados. lavando-a com soro fisiológico. 31. colaborando com a equipe.O curativo já está protegido. 34.Proporcionar conforto ao paciente. caso haja indicação. colocar bacia sob a área a ser tratada. facilitam a infecção e perdem seus poderes bactericidas.Evitar contaminação do próximo paciente. tornando-se posteriormente a causa das infecções.Promover melhor aderência do esparadrapo.66 24-Deixar a região aberta. Utilizar instalação contínua de soro fisiológico (gota a gota) com aspiração intermitente. 37-Reação do paciente.Prevenir infecção. especialmente tratando-se de membros inferiores e superiores.Proporcionar conforto ao paciente. OBSERVAÇÕES: 1. O mesmo ocorre com dreno de penrose ou com uma escara aberta em fase de cicatrização. ou seja. independente do seu aspecto. pois entre a pele e a ferida. conforme orientação do Ministério da Saúde. 26. As mais adequadas.Trata-se de soluções detergentes-antissépicas. de fora para dentro. serão sempre realizados conforme a técnica do curativo contaminado.Evitar contaminação. 29.Facilitar o procedimento. uma vez estagnados na ferida. 27. Isso porque o sangue e/ou fluidos corporais.Os curativos de incisão aberta.Data e hora da realização do curativo. são as soluções de . 32. 28. 3. uma incisão aberta com tecido de granulação sem secreção purulenta deve ser feita como curativo contaminado. a pele é a área mais limpa.SABÃO ESPECIAL . caso haja presença de fístula com drenagem de grande débito. 35. 33. 36-Aspecto e característica da ferida. Assim. 25. 38-Intercorrências.Para curativos contaminados com uma secreção. 30.

Evitar evisceração dos órgãos.Acelerar o processo de cicatrização.67 P. . associadas a detergentes compatíveis e a substâncias protetoras da pele.Utilizar gaze vaselinada estéril. e por ultimo as colostomias e fístulas em geral.Utilizar máscara para curativos grandes e abertos.Utilizar gazes secas ou chumaços em cima da ferida.Amenizar a deformidade .16.um pacote de curativo .O uso de chumaço ou compressa depende da extensão da deiscência.Quando uma pessoa for trocar vários curativos num mesmo paciente. 9.  MATERIAL. 8. em quantidade suficiente para impedir que a drenagem atinja outras áreas do corpo. seguindo-se de ferida aberta não infectada. Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA. 4.P. . indicando apenas para áreas que necessitem de uma limpeza mecânica. I a 10% (1% de iodo livre) cloro-hexidina a 4%. 7. 6. V. para colocar nos curativos abertos onde haja exposição de vísceras e/ou outros tecidos.Colher material para cultura e bacterioscopia de feridas infectadas ou com suspeita de infecção. depois da ferida infectada. 5. deverá iniciar pelos curativos de incisão limpa e fechada.Aproximação dos Bordos em Deiscência Cirúrgica Abdominal. 4. -Bandeja auxiliar contendo: .

sendo a distância entre elas variada conforma a extensão da deiscência.soro fisiológico 0. 10. exercendo tensão adequada. expondo a área a ser aproximada.duas tiras de esparadrapo de 3 cm de largura e 20 cm de comprimento .Fixar a tira de esparadrapo no tecido cutâneo íntegro.Secar a região com gaze. . ou cruzamento uma espátula com outras fixando-as com elástico. 2.Reunir o material.Colocar espátulas nas bordas da ferida procurando aproximá-las o máximo possível.Colocar o paciente em decúbito dorsal.Vestir a máscara.Lavar as mãos 3. 13. à medida que o processo de cicatrização evoluiu e a deiscência se torna menos externa.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 11. 16.68 -duas espátulas de madeira (de preferência. na altura da coluna lombar. 5. a qual irá ser fixada nos flancos direito e esquerdo do paciente. de modo e manter a deiscência fechada ou semifechada.Recompor a unidade e recolher o material.Fixar com exatidão no meio de cada espátulas uma tira de esparadrapo. esterilizadas) . 12.9% . até completo fechamento da ferida. 8. utilizando o material de curativo. e se necessário até mesmo contornar as costas. 14-Diminuir a distância entre as espátulas.máscara .Proteger com gaze as proximidades da deiscência onde ocorre pressão das espátulas. 9.  PROCEDIMENTOS 1. 6.Lavar as mãos. no sentido longitudinal. Exercer tensão com duas tiras de esparadrapo. 7.Limpar a pele ao redor da deiscência com éter e/ou tintura de benjoim.Preparar o material para fixação usando espátulas de madeira unidas por duas tiras de esparadrapo próximas das extremidades destas espátulas. 15.9%.Limpar a região com soro fisiológico 0. 4.éter e/ ou solução de benjoim.

2.Deixar o paciente em ordem. 18-Registrar o quanto em centímetros a deiscência está fechando ou não é característica da lesão. . 15-Prevenir infecção. 11-Não apertá-las em excesso.A tira de esparadrapo deverá ser dupla exceto nas extremidades para aderência à pele e espátulas. distensão abdominal e dores.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSFICATIVAS 1. dor ou desconforto abdominal. pois isto poderá provocar mal-estar. 14-Auxiliar no fechamento da deiscência. 9.Facilitar procedimento 6. 2. 17. 16.Soltar as espátulas do abdômen caso ocorra distensão. colaborando com a equipe.Manter o ambiente em ordem.Observar a extensão da deiscência. . 10-Garantir a real fixação das espátulas.Facilitar aderência da espátula e esparadrapo. 8.Diminuir tempo e movimentos do funcionário. OBSERVAÇÕES: 1.Prevenir infecção 3. Usar técnica de curativo.69 17.Assegurar tranqüilidade do paciente. no local certo e evitar a maceração da pele. 5.O uso de sacarose em deiscência é utilizado como tratamento auxiliar no processo de cicatrização e prevenção do processo infeccioso.Proporcionar conforto ao paciente.Evitar contaminação da área de deiscência. 4. 12-Evitar maceração da pele. 13-Proteger pele macerada.Usar técnica asséptica ao abrir o pacote de curativo.

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4.17- Curativos de Punção
Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA

- Manter o local da inserção do cateter limpo e seco. - Prevenir infecção.  MATERIAL.

-Bandeja auxiliar contendo: - um pacote de curativos - solução antisséptica. - esparadrapo comum e / ou especial. - solução fisiológica 0,9%. - água oxigenada, se necessário. - um saco plástico para desprezar os dejetos. - éter e/ ou benjoim.  PROCEDIMENTOS.

1- Lavaras mãos.

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2- Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 3- Reunir o material. 4- Colocar o paciente em decúbito dorsal horizontal, orientando-o para que permaneça com o rosto voltado para o lado oposto ao curativo. 5- Expor a área. 6- Abrir ao pacote de curativo com técnica asséptica, fixando o pacote à mesa auxiliar para evitar dobradura e contaminação do campo, caso ele seja de papel. 7- Soltar o esparadrapo com as mãos, iniciando-se do canhão da agulha do cateter venoso central até o termino da capa protetora. 8- Montar a pinça Kelly com gaze, auxiliada pela pinça anatômica. 9- Umedecer a gaze com soro fisiológico ou éter. 10- Remover o esparadrapo com a pinça de dente de rato. 11- Remoer o curativo com a pinça de dente de rato. 12- Desprezar a gaze no saco plástico próprio. 13- Desprezar a pinça dente de rato na borda do campo. 14-Pega a pinça anatômica com uma das mãos para movimentar todo o material estéril do campo. 15- Montar a pinça Kelly com gaze, umedecendo-a com soro fisiológico. 16-Proceder à limpeza do local da inserção do cateter, com soro fisiológico, utilizando movimentos semicirculares, e as duas faces da gaze. 17- Proceder à limpeza da região ao redor do ponto de inserção com soro fisiológico. 18- Secar primeiro, a região do ponto de inserção, com uma gaze seca. 19- Secar, a seguir, a região ao redor do ponto de inserção com outra gaze seca. 20-Aplicar a solução antisséptica na região ao redor do ponto de inserção, em direção, ao cateter, incluindo a placa protetora. 21- Aplicar a solução antisséptica na região ao redor do ponto de inserção. 22- Retirar o excesso da solução antisséptica do ponto de inserção, da placa protetora e da pele ao redor do ponto de inserção com gaze seca. 23- Colocar a gaze cortada no local da inserção do cateter. 24- Limpar as marcas de esparadrapo com éter e com o auxilio da pinça Kelly. 25-Fixar a placa protetora com duas tiras de esparadrapo, partindo do ponto de inserção, até a junção cateter-equipo, unindo suas bordas. 26-Reforçar a fixação do curativo, utilizando-se de duas tiras de esparadrapo interpostas de modo perpendicular entre o ponto de inserção e a pele.

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27- Datar e rubricar o curativo. 28- Lavar as mãos. 29- Recompor a unidade e recolher o material. 30- Deixar o paciente em ordem. 31- Anotar no prontuário o procedimento feito.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVOS

1- Prevenir infecção. 2- Assegurar a tranqüilidade do paciente. 3- Economizar tempo e poupar funcionário. 4- Evitar contaminação, impedindo que o paciente respire sobre o local. 5- Facilitar o procedimento. 6- Colocar as pinças com cabos voltados para bordas do campo. 7- Não puxar o cateter venoso central, ao tracionar o esparadrapo. Utilizar a pinça dente de rato, caso consiga desprender o esparadrapo sem soltar o cateter venoso central. 8- A pinça anatômica é para movimentar o material estéril do campo e dobrar as gazes a fim de evitar trazer contaminação de lesão para o campo. 9- Utilizar as mãos, caso não consiga soltar o esparadrapo. 10- Utilizar as mãos caso não consiga soltar o esparadrapo. 11- Evitar contaminação. 12- Utilizar um saco plástico pequeno para cada curativo, evitando contaminação. 13- Cuidar para que esta pinça não contamine o resto do material que está estéril. 14- Evitar trazer a contaminação da lesão para o campo estéril. 15- Trocar a gaze sempre que necessário. 16- Trocar a gaze sempre que necessário Utilizar água oxigenada caso haja presença de sangue vivo ou coágulos ressecados. 17- Trocar a gaze sempre que necessário e não voltá-la. 18- Secar a região se estiver úmida de soro fisiológico, a solução antisséptica não agirá corretamente. 19- Umidade impede a ação da solução antisséptica. 20- Desprezar a gaze, sempre que necessário. 21- Trocar a gaze sempre que necessário. 22- Evitar a formação de meio de cultura.

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23- Prevenir a formação de meio de cultura. 24- Assegurar a aderência do esparadrapo. 25- Fixar melhor o cateter, evitando a sua saída acidental. 26- Proteger melhor o ponto de inserção. 27- Manter o controle de data e hora da realização do curativo. 28- Prevenir infecção. 29- Manter o ambiente em ordem, colaborando com a equipe. 30- Proporcionar conforto ao paciente. 31- Aspecto e características da inserção.

OBSERVAÇÕES:

1- A troca do curativo deve ser feita a cada 24 horas. 2- Ao executar o banho de pacientes com cateter venoso central, procurar proteger o local, para que não seja necessário abrir o curativo mais vezes. 3- A troca do curativo de cateter venoso central é uma técnica rigorosamente asséptica, e deve, portanto, ser sempre um curativo oclusivo. 4- Proceder à tricotomia da região onde se localiza o cateter venoso central se necessário, a fim de facilitar a fixação do mesmo. 5- Fixar os equipos dos sobre a pele do paciente, pois as conexões, como torneirinhas e equipo de duas vias, pesam muito podendo deslocar o cateter venoso central da posição correta. 6- Ao auxilio o médico na instalação do cateter venoso central, nunca abrir o equipo de soro e manipula-lo, mas sim, abrir a embalagem com técnica e colocá-lo no campo estéril. 7- Quando houver presença de hiperemia, mesmo sem secreção purulenta, significa presença de infecção e contaminação do cateter venoso central, e isto indica a necessidade de retirar o mesmo. 8- Para punção de jugular, utilizar de preferência o cateter venoso central de duas vias, pois além de evitar contaminação, a técnica de curativo para este tipo de cateter é muito mais simples evita acidentes do cateter, tão comuns com tipos convencionais de cateter venoso central.

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4.18- Curativo de Punção de Subclávia
Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA.

- Manter limpo o local da inserção do cateter. - Prevenir infecção.  MATERIAL

-Bandeja auxiliar contendo: - um saco plástico - solução antisséptica - esparadrapo - solução fisiológica a 0,9% - água oxigenada, se necessário - um saco plástico pequeno para desprezar dejetos - éter e/ ou benjoim  PROCEDIMENTOS.

1- Lavar as mãos. 2- Explicar procedimento e finalidade ao paciente. 3- Reunir material. 4- Colocar o paciente em posição confortável, orientando-o para que permaneça com o rosto voltado para o lado posto do curativo. 5- Expor a área. 6- Abrir pacote de curativo com técnica asséptica fixando o pacote à mesa auxiliar para evitar dobradura contaminação do campo, caso este seja de papel. 7- Soltar completamente o esparadrapo com as mãos, começando no canhão da agulha do cateter venoso central. 8- Montar a pinça Kelly com gaze, auxiliada pela pinça anatômica. 9- Umedecer a gaze com sôo fisiológico ou éter.

28. 11. a região do ponto de inserção com uma gaze seca.Desprezar o curativo no saco plástico próprio.V.Fechar o curativo com esparadrapo.Datar e rubricar o curativo. a seguir.Proceder à limpeza da região ao redor do ponto de inserção.Aplicar a solução antisséptica (P.I. com soro fisiológico.75 10. 18. 22.Proceder à limpeza da local da inserção do cateter.Lavar as mãos. da placa protetora e da pele. 19.Limpar as marcas do esparadrapo com éter. 29.Aplicar a solução antisséptica no ponto de inserção em direção ao cateter.Desprezar a pinça dente de rato na borda do campo. 15. englobando o ponto de inserção. 14.Montar a pinça Kelly com gaze. 30.Se primeiro. 13.Recompor a unidade e recolher o material.Retirar o excesso da solução antisséptica do ponto de inserção. 20. e as duas faces da gaze. 23-Colocar uma gaze dobrada e cortada ao meio no local da inserção do cateter e ocluir a região com esparadrapo. 31. 27. 16.Deixar o paciente em ordem. incluindo a placa protetora.Remover o curativo (pequena gaze cortada ao meio na inserção do cateter). a região ao redor do ponto de inserção em direção ao cateter.Pegar a pinça anatômica com uma das mãos para movimentar todo o material estéril do campo. com auxilio da pinça Kelly. incluindo a placa protetora. com soro fisiológico utilizando movimentos semicirculares. 12. . 25. 26. 24-Colocar uma gaze dobrada longitudinalmente em cima da placa protetora. 17. tópico) na região ao ponto de inserção.P.Secar. o redor do ponto de inserção. 21.Remover o esparadrapo com a pinça dente de rato.Anotar no prontuário o procedimento feito. apoiando-se a placa do cateter venoso central sobre a pele. umedecendo-o com soro fisiológico.

10. 21.Trocar a gaze sempre que necessário. 11. sem soltar o cateter venoso central.Utilizar um saco plástico pequeno para cada curativo.Utilizar as mãos caso não consiga retirar o esparadrapo.Proteger a região para evitar contaminação.Facilitar o procedimento. impedindo que o paciente respire sobre o local. 7. 8. 16. 6. Utilizar a pinça dente de rato. 4.Utilizar uma gaze de cada vez.Trocar a gaze sempre que necessário. 13. 1-Prevenir infecção 2.Trocar a gaze sempre que necessário. 22. 18-Se a região estiver de soro fisiológico. 9-Utilizar o soro fisiológico para retirar o esparadrapo especial e o éter para o esparadrapo comum.Utilizar uma gaze de cada vez. 5.Prevenir contaminação. caso consiga desprender o esparadrapo.Colocar as pinças com os cabos voltados para borda do campo. 15. 25. 24.Assegurar a tranqüilidade do paciente. . 17. Utilizar água oxigenada caso seja necessário (presença de sangue vivo ou coágulos ressecados).Visualizar a área.Economizar tempo a poupar o funcionário. 12.Garantir a fixação do cateter.Manter a controle da data e hora de realização do curativo.Reforçar a proteção do ponto de inserção.Cuidar para não puxar o cateter venoso central ao tracionar o esparadrapo.Facilitar a aderência do esparadrapo. 19. a solução antisséptica não agirá corretamente.Evitar contaminação.Prevenir a formação de meio de cultura e assegurar a aderência do esparadrapo.Evitar trazer a contaminação da lesão estéril para o campo estéril.Cuidar para que esta pinça não contamine o resto do material que está estéril.Preparar área. 3. 14.76  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS. 23. 28.Trocar a gaze sempre que necessário. 26. 20. 27.

Ao executar o banho de paciente com cateter venoso central. 4. 5. 31. 8. pois as conexões. pesam e muitas vezes deslocam o cateter venoso central da posição correta.Utilizar preferência o cateter venoso central de duas vias. pois o mesmo evitar contaminação e acidentes de saída do cateter. OBSERVAÇÕES: 1. para que não seja necessário abrir o curativo mais vezes. 2. com as torneirinhas e equipos de duas vias. onde se localiza o cateter venoso central. e isto indica a necessidade de retirada do mesmo.Quando houver presença de hiperemia. 30. mesmo sem secreção purulenta.A troca do curativo de cateter venoso central é uma técnica rigorosamente asséptica a deve. nunca abrir o equipo de soro e manipula-lo. durante a instalação do cateter venoso central. 3. .Ao auxiliar o médico.Aspecto e característica da inserção. 7. se necessário.77 29.Fixar os equipos dos soros sobre a pele do paciente. procurar proteger o local. mas sim abrir a embalagem com técnica e jogá-lo no campo estéril.A troca do curativo deve ser feita a cada 24 horas. 6.Proceder à tricotomia da região supra clavicular. significa presença de infecção e contaminação do cateter venoso central.Manter o ambiente em ordem. a fim de facilitar a fixação do mesmo. portanto ser sempre um curativo oclusivo. colaborando com a equipe.Proporcionar conforto ao paciente. impedindo a manipulação excessiva do local.

 MATERIAL -Bandeja auxiliar contendo: .um biombo  PROCEDIMENTO 1. .saco plástico pequeno .uma seringa para insuflar o cuff . .dois pares de luvas .óculos.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.um forro .solução antisséptica . 3.máscara .Manter a área limpa.19.uma lâmina de bisturi .cadarço .um pacote de curativo . 2.gazes .Curativo de Traqueostomia Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA.material para aspiração traqueal .9% . .Prevenir infecção.uma cuba rim . .Lavar as mãos. se necessário.Reunir material.78 4.solução fisiológica 0.Colocar a máscara. 4.

Secar a área. 17-Remover as secreções e crostas da cânula interna. 19.Desprezar o curativo sujo em saco plástico próprio. 18-Enxaguar a cânula interna. 30-Trocar o cadarço. 10.Retirar a cânula metálica interna. e proteger o tórax do paciente com forro. 9. utilizando preferência outra sonda. deixando-a protegida pela própria embalagem.Adaptar uma nova sonda de aspiração na extensão de látex. 6. colocando-a na cuba rim com água oxigenada. 7. 28. passando quantas gazes forem necessárias pelo interior da cânula. 12. 24. na cuba rim.Aspirar novamente à árvore traqueobrônquica. 25. com auxílio da pinça anatômica. por alguns minutos.Colocar biombo. em quantidade mínima. .Aspirar à traquéia através da cânula de traqueostomia.Montar a pinça Kocher com gaze. 26. 23.Introduzir a cânula interna no orifício da externa ou. 20.Proteger o tórax do paciente com o forro. 16. pela cavidade oral.Retirar a luva. 27.Colocar gaze em quantidade suficiente dentro do campo estéril.Calçar luvas. 22.Remover o curativo antigo com auxílio da pinça dente de rato. auxiliando com a pinça anatômica. colocar o novo conjunto de cânula (interna + externa) girando-o no interior da traquéia.79 5-Colocar o paciente em decúbito elevado a 45º. 8.Certificar-se que o cuff da cânula de traqueostomia esteja insuflado.Abrir o pacote de curativo com técnica asséptica.Calçar luvas.Retirar luvas. 11. Aspirar as vias aéreas acima do balonete (cuff).Passar solução antisséptica ao redor da traqueostomia. 21.Desprezar a pinça dente de rato. na extremidade do campo. 15. 14. se for o caso. 13. 29.Limpar a área ao redor da traqueostomia.Umedecer a gaze com solução fisiológica. caso se trate de cânula tipo descartável. com soro fisiológico e colocá-la no campo estéril do curativo.

Evitar maior contaminação da cânula interna.Para evitar a saída acidental da mesma. 17. 22.Evitar obstrução da cânula.Deixar o paciente em ordem.Prevenir contaminação.  PONTOS IMPORTANTES. 4.Evitar desperdício. 21.Evitar que se suje a roupa de cama. 34.Retirar conjunto completo da traqueostomia.Colocar as pinças com os cabos voltados para as bordas do campo estéril.Lavar as mãos.Recompor a unidade e recolher o material. Garantir a salubridade do funcionário.Evitar contaminação da sonda. 23. 20. 9. Evitar contaminação. 33.Utilizar uma gaze de cada vez. e substituí-lo por outro estéril.Evitar contaminação 12. se necessário. 13. para possíveis arritmias. 14.Garantir a privacidade do paciente 7. 19. 1.Prevenir infecção.Evitar contaminação do ambiente.Seguir técnica asséptica já descrita. 35.Tomar cuidado para não contaminar o resto do material estéril. 18.80 31. 16. . 5.Prevenir infecção e garantir a salubridade do funcionário. 2. 11. Manter vias áreas livres.Evitar contaminação do ambiente.Assegurar a tranqüilidade do paciente.Anotar no prontuário o procedimento feito. 10.Aspirar novamente se necessário.Economizar tempo e poupar o funcionário.Retirar o forro do tórax do paciente. 3. 8. 36.Facilitar o procedimento.Garantir a salubridade do funcionário. 15-Seguir técnica de “aspiração traqueal”. 6. 37. Ficar atento a sinais de insuficiência respiratória e observar o monitor cardíaco.

Troca do conjunto da cânula de traqueostomia (se houver).Girar para facilitar a entrada da cânula na traquéia. colaborando com equipe.Cadarço muito apertado cauda desconforto ao paciente e pode comprimir a veia jugular externa. Calçar novo par de luvas. 29. 30-Proteger a pele e absorver a secreção.Manter o ambiente em ordem. 37. 35.Prevenir infecção.Utilizar técnica asséptica. Limpar a trocar curativo quantas vezes for necessário. correndo risco de sair. . Estar atento para não penetrar solução antisséptica na traquéia.Prevenir infecção.Prevenir escaras. 36. 33. 34. Intercorrências. 32. segurando-a pelas laterais.Não encostar a mão no interior da cânula.81 24. 25. . 31.Proporcionar conforto ao paciente. 27. 28.Aspecto e características de secreção e do curativo.Evitar a contaminação direta na traquéia. Cadarço muito frouxo faz com que a cânula deslize na traquéia.Facilitar a limpeza.Promover o conforto e higiene do paciente.Manter a higiene e conforto do paciente. 26.

cadarço .um saco plástico pequeno .  PROCEDIMENTO.Colocar a máscara e óculos.uma lâmina de bisturi .um conjunto de cânula de traqueostomia (cânulas interna e externa) .Lavar as mãos.82 4. .Manter a via aérea desobstruída. -Bandeja auxiliar contendo: .  MATERIAL. . . se necessário.um par de luvas estéreis .Prevenir infecção.9% . .Explicar procedimento e finalidade.óculos.soro fisiológico a 0. 2.material para aspiração traqueal .um pacote de curativo . 3.Troca de conjunto de Cânula de Traqueostomia de Metal Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE TÉCNICA.um forro . .20.máscara. se necessário. 1.um biombo.

21. 19. 24.Secar área.Apanhar o conjunto da cânula estéril pelas laterais e introduzi-lo lentamente pelo orifício da traqueostomia. adaptar a gaze dobrada sob a cânula. com auxilio da pinça anatômica ou comas mãos. 13.Desprezar o curativo sujo em saco plástico próprio. através da cânula de traqueostomia. 30. 27. 9. 25.Proteger o tórax do paciente com o forro. 15.Colocar o paciente em decúbito elevado a 45º.Colocar biombo.Realizar aspiração traqueal. 7.Desprezar a pinça dente de rato na extremidade do campo. 5. 29. 26.Aplicar a solução antisséptica ao redor da traqueostomia. 31.Retirar todo conjunto e colocá-lo sobre a borda do campo.Com auxilio das pinça Kelly e anatômica. 12.Desamarrar o cadarço. 23.Umedecer a gaze com solução fisiológica. 28. 10. retirar travesseiro e proteger o tórax do paciente com forro. 16. auxiliada com a pinça anatômica.Adaptar a cânula interna.Recompor a unidade e recolher o material.Colocar gaze em quantidade suficiente e o conjunto da cânula dentro do campo estéril. 18.Calçar luvas. 17.83 4. 14.Retirar as luvas. 6.Deixar o paciente em ordem.Lavar as mãos. 11.Anotar no prontuário o procedimento feito. 22.Reunir material. 20.Montar a pinça Kelly com gaze.Retirar o mandril imediatamente após introdução da cânula.Abrir pacote de curativo com técnica asséptica. girando-o 180º.Remover o curativo antigo com o auxílio da pinça dente de rato. 8.Amarrar o cadarço. .Limpar área ao redor da traqueostomia.

Proteger contra possíveis traumatismos e facilitar a limpeza.Seguir técnica de aspiração traqueal. 15.A presença do mandril direciona a colocação da cânula externa. 5.Evitar desperdício e contaminação da cânula. Utilizar outro par de luvas.Se necessário.Manter a higiene e conforto do paciente. porém impede a respiração.Expor a região a ser tratada. 6.Evitar contaminação do ambiente e do próximo passo da técnica. 7. 17. 3.Evitar que se suje a roupa de cama. caso necessário. 22.Facilitar a limpeza. para a própria proteção do executante.A hiperextensão da cabeça facilita a introdução da cânula.Prevenir contaminação.Assegurar a privacidade do paciente.Soltar cânula. 25. 13. 10.Garantir a salubridade do funcionário. 20.Prevenir infecção.Procurar não encostar a mão na região já limpa do pescoço. 11.Colocar as pinças com os cabos voltados para a borda do campo. 27.84  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICTIVA 1.Prevenir infecção.Prevenir infecção e garantir a salubridade do funcionário.Fixar a cânula externa no pescoço. 23. 12. Evitar contaminação. 4.Utilizar uma gaze de cada vez. 19. 18. 21. por isso precisa ser imediatamente retirado após a introdução da cânula.Evitar contaminação do meio ambiente. .O mandril (obturador) deve estar adaptado à cânula externa.Prevenir escaras. Ficar atento a sinais de insuficiência respiratória e observar o monitor cardíaco. 24. 9. 8. realizar a aspiração traqueal. 2.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 26. 28. 16. 14.Economizar tempo e poupar o funcionário. Não se deve forçar a cânula ao ser introduzida.Tomar cuidado para não contaminar o resto do material estéril. para possíveis arritmias.

.Proceder à primeira troca da cânula descartável no décimo dia após.Quando o paciente estiver no respirador. as secreções.85 29. exceto se o paciente estiver com respirador mecânico ou no ato de passagem de dieta enteral.). sangramentos.Proporcionar conforto ao paciente. traqueomalácia etc.Quando o paciente está com cânula descartável: .O cuff da cânula descartável precisa adaptar-se suavemente na traquéia. retirá-lo após alguns dias para evitar a maceração da pele ao redor. 31.Verificar aspecto da traqueostomia. 30. a cada sete dias.Quando a cânula estiver com ponto na pele. desinsuflar o cuff da cânula antes de retirá-la. especialmente se o paciente estiver sob ventilação mecânica. colaborando com a equipe. pele etc.Manter o ambiente em ordem. . OBSERVAÇÕES 1. . Desconectar o respirador da cânula. Fazê-lo sempre com duas pessoas. . caso contrário poderá causar sérias complicações (estenose na traquéia. somente no momento da troca conectando-o imediatamente após. sem excesso de pressão. .Manter o cuff da cânula desinsuflado.Manter o fio do ponto interno da traqueostomia fixado com micropore na região do esterno (este fio é destinado a abrir a traquéia caso haja fechamento da mesma). . o suficiente para que fique fixa.

1 1. por não ter sido checado com antecedência. 3.000ml) o qual será posteriormente conectado ao sistema de aspiração do painel de gases do quarto.cinco ampolas. Realizado por enfermeiro  ORIENTAÇÕES GERAIS.Manter o cardioversor do carro de urgência ligado à rede elétrica quando em desuso. 5. a data. na qual deverá ser registrado: o nome do enfermeiro que revisou o carro. 3. a hora da última revisão e material em falta no hospital. GAVETA Nº.  COMPOSIÇÃO DO CARRO DE URGÊNCIA DO ADULTO.Composição do Carro de Urgência. 2.O carro de urgência deverá ter acoplado em sua lateral a tábua para massagem cardíaca.Manter o caro de urgência com etiqueta. no início de cada plantão e imediatamente após o uso.Bicarbonato de sódio a 10% .Sulfato de atropina – 25 ampolas .Xylocaína – dois frascos. 1. 8. ou ainda ter um aspirador elétrico com extensão com longa para rede elétrica. 7. 6. denominada “medicação de suporte”.21. 2.Manter ao lado do carro de urgência o frasco coletor de secreções (5.86 4.A limpeza geral do carro de urgência deverá ser feita no primeiro dia útil de cada mês. 4. onde serão guardados os medicamentos de “segunda” urgência.Todo posto de enfermagem das unidades de internação deverá ter uma gaveta.O carro de urgência devera ser revisado e complementado pelos enfermeiros das unidades.O carro de urgência deverá ser sempre propriamente do enfermeiro. portanto ele não poderá falhar no momento da urgência.

16.Cateter intravenoso nº. GAVETA Nº. 25.Scalp nº. 32.Agulhas descartáveis 25 x 8 – 10 unidades. 28. 23.Serrilhas.Uma cânula de guedel pequena. 26. 21.Flebocortid 500mg – três frascos.Uma cânula de guedel grande.5mm com cuff nº. 7.1% . 8. 38. 2.5mm com cuff nº. 23 .Cloreto de potássio 19.Agulhas intracardíacas – três unidades.três ampolas.Garrote simples.Uma cânula de traqueostomia descartável. 9. 19.Duas cânulas de intubação com conector nº. 6.Revivan – 10 ampolas. 6. 8. 14. 18. 24. 18 – duas unidades. 7.três ampolas. 6. 9. 34.Lâmina própria para cortar soro.Peça de cadarço – duas unidades de 80 cm.Cateter intravenoso nº. . 17.0mm com cuff nº.Agulhas descartáveis 40 x 12 – cinco unidades. 20.Diempax – cinco ampolas. 3. 8. 12.Duas cânulas de intubação com conector nº.Uma cânula de intubação com conector nº. 15.uma unidade. 5. 10. 21 . 16 – duas unidades.5mm com cuff nº.Jogo de eletrodos – uma unidade. 11. 2 1.Duas cânulas de intubação com conector nº.duas unidades.Adrenalina – 25 ampolas.Duas cânulas de intubação com conector nº. 5.Gluconato de cálcio 10% .Algodão com álcool. 13. 9.Lâmina de bisturi – uma unidade. 19 – duas unidades.87 4.Scalp nº.Scalp nº.0mm com cuff nº. 8.Uma cânula de guedel média. 7.Gazes – quantos pacotes. 4. 36.

21. 16. 26.duas lâminas grandes. 8 . 17. 24.dois pares de luvas estéreis nº.uma lâmina média.9% de 500ml .Dois cateteres de oxigênio nº 8. .Um microrressucitador.Duas pilhas médias novas de reserva para o laringoscópio.0m. 22. 16. 19. . para a rede de oxigênio e vácuo. 20.5 e/ ou 8.0.Cinco sondas de aspiração nº.uma lâmina pequena. 11.duas lâminas médias. 18.Quatro pares de luvas nº.uma lâmina pequena.duas seringas de 20ml .Uma tesoura.Uma pinça Maguil.um frasco de soro fisiológico a 0. PRATELEIRA INFERIOR Bandeja contendo: .uma lâmina grande . 13.Um rolo de esparadrapo.Dois fios guia.duas seringas de 10ml . 14. 25. .dois cateteres venosos centrais (adulto) .um frasco de soro glicosado a 5% de 500ml .88 10-Um jogo de laringoscópio com lâminas curvas: .Duas extensões de látex de 2. . .dois equipos micro gotas. 15.Um ambu adulto com máscara.Uma seringa descartável de 20ml.dois equipos comuns.Um frasco de xylocaína a 2% spray. 14.Um jogo de laringoscópio com lâminas retas: . 12. 7. 23.Cinco sondas de aspiração nº.Um tubo de xylocaína geléia.

GAVETA Nº. TAMPO SUPERIOR .Solu-witer ou Flebocortid – três frascos 14. 3.Dopamina – cinco ampolas. 9.cinco ampolas. 16.cinco ampolas. 15.Glicose a 50% . 8. 1 1. 7. 18. 5. .Decadron – três frascos.Adrenalina – 10 ampolas.  COMPOSIÇÃO DO CARRO DE URGÊNCIA PEDIÁTRICO. Obs: Conforme a característica da unidade. 19.Lasix – cinco ampolas. 6. 13. acrescentar outros medicamentos pertinentes ao tipo de paciente atendido.Águas destilada – cinco ampolas.três garrotes de látex de grosso calibre.Dormonid – cinco ampolas.Valium/ Diempax – cinco ampolas.Fenergan – cinco ampolas.Aminofilina – três ampolas.Cedilanide – cinco ampolas. 11.Hidantal ou fenotoína – cinco ampolas. 10.Solucortex ou Flebocortid – dois frascos.4% de 250ml .Sulfato de atropina – 10 ampolas.Cardiovascular com pás e cabo para monitorização. 17.89 .Soro fisiológico – cinco ampolas. 2. 4. .Fenergan – cinco ampolas.Gluconato de cálcio a 10% . 12.um aspirador de secreções para rede de oxigênio ou para rede de ar comprimido (na hipótese de o aspirador a vácuo não funcionar).um frasco de bicarbonato de sódio a 8.Bicarbonato de sódio a 10% .cinco ampolas.

2 – Dez agulhas descartáveis 25 x 7. 22. 18. GAVETA Nº.Três máscaras – RN – I – A. 4 – Dois cabo de laringoscópio (pequeno e grande). 10.Dois cateteres intravenosos. tamanhos 23.Xulocaína a 2% sem adrenalina – dois frascos. 6 e 8.Duas sondas de aspiração. tamanhos 4.90 20.Quatro pacotes de gaze estéril.Cinco serrilhas.Um tubo de xylocaína gel. 9. 8. 20. 2 1 .Cinco seringas descartáveis 5cc.Um jogo de lâminas (reta.Dois scalp. 25 e 27. 10 e 12. 6.22 e 24. 16.Um rolo de esparadrapo. 26. 11.Um micropore.Dois pares de luvas. 21.Cinco seringas descartáveis 10cc. 5.Seis eletrodos. 17. curva. 8. 7. e semicurva) – RN – I – A. 3 . 12.Uma pinça Maguil. 13. 6.Dois ambu (infantil e adulto). 19.Cinco agulhas descartáveis 40 x 12.Duas lâminas de bisturi.Duas pilhas novas pequenas. 21. . 24. 14.Um frasco de xylocaína spray.Três cânulas de guedel – RN – I – A. 25. 23.Cinco seringas descartáveis 1cc.Um cadarço. tamanhos 20.Dois cateteres de oxigênio – nº.Heparina – dois frascos. 15.

.22.Um soro fisiológico a 0. PARTE POSTERIOR .91 GAVETA Nº. 5 a 7 sem cuff.Um soro glicosado a 5% . 4. .Promover assistência ventilatória adequada.Dois equipo micro gotas. 2.Um microfix. 4.500ml.Dois tubos endotraqueais nºs 2.9% .Algodão com álcool. 6.Dois equipos comuns. 8. 3 1. 3.Promover circulação adequada.Uma extensão elétrica.500ml.Reanimação Cardiorrespiratória Realizado por médicos e equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA . 5.Corrigir distúrbio metabólico  MATERIAL .Dois fios guia. 7.Tábua para ressuscitação cardíaca TAMPO SUPERIOR .Garrote. .

ou material para passagem de cateter venoso central.Ajustar adequadamente a máscara na face do paciente. 4. chamá-lo em voz alta. ou caso não esteja em ambiente hospitalar) com hiperextesão da cabeça.BOCA A BOCA (se não houver ambu disponível. .Constatar a parada cardiorrespiratória.Respirador montado . para isso. ouvir.Carro de urgência completo (de preferência com cardioversor/ desfibrilador) . 2. chamar por AJUDA.5 segundo cada) da seguinte forma: .Material para dissecção de veia central. se necessário. processando da seguinte forma: determinar o nível de consciência do paciente: para isso. .92 . 6. 5.).Biombo  PROCEDIMENTOS 1.Monitor cardíaco . olhando sempre para o tórax do paciente.Abrir as vias aéreas (usar o método de hiperextensão da cabeça: com uma mão à testa. dar duas ventiladas rápidas e consecutivas (1 a 1. .Posicionar a vítima corretamente em decúbito horizontal dorsal e retirar próteses. se possível. . caso não obtenha resposta.Ventilar o paciente em duas pessoas: uma fixa a máscara na boa e nariz do paciente e a outra ventila com as duas mãos.AMBU COM MÁSCARA E OXIGENIO a 100% com cerca de 12 litros/ minuto: .Chamar por ajuda solicitando que tragam carro de urgência e biombo.Painel de gases com os acessórios em ordem: aspirador. 3. oxigênio e ar comprimido. . a) Se o paciente respira manter a via aérea aberta e observar a sua ventilação. e dois dedos da outra mão elevando o mento do paciente. b) Se o paciente não respira. sentir e observar a passagem do ar.Verificar se há ventilação (durante três a cinco segundos). e observar os movimentos respiratórios do tórax.Colocar a tábua.

a) Se existir pulso: continuar boca a boca cinco segundos e monitorar o pulso. 13. A primeira mão ai sobre a outra. Para colocar as mãos.Preparar o material para intubação e entregá-lo montado e testado para o elemento que irá intubar.0 segundos para realizar as compressões. verificá-lo a cada três a cinco minutos. e de 1. 14. Entregar: as luvas. 11. a partir daí. Coloque o dedo médio no ponto de união entre apêndice xifóide o esterno. do mesmo lado do reanimador se encontra. 10.10). e o indicador imediatamente ao lado. sendo metade do circulo compressão.Insuflar o cuff da cânula endotraqueal com auxílio de uma seringa. . O segundo reanimador ventila no intervalo entre a 5ª e 1ª compressão.Aspirar secreções se necessários. nesse momento.93 7-Verificar ausência de pulso (durante cinco a 10 segundos). se possível.Proceder a intubação somente mediante total e completa visualização das vias aéreas (cordas vocais. de maneira rítmica.DOIS REANIMADORES: cinco massagens e uma ventilação. lubrificado e o fio-guia conectado na mão direita do médico e o laringoscópio montado na sua mão esquerda. -UM REANIMADOR: 15 massagens e duas ventilações.Após um minuto (quatro ciclos de 15:12 ou 12 ciclos de 5:1) deve-se verificar novamente o pulso. segurando firmemente o tubo endotraqueal.Solicitar a monitorização cardíaca. mas nunca devem tocar o gradeado costal. glote e epiglote). 8. Gasta-se 3. 20.5 e 4. gentilmente. 12. O local das compressões se faz dois terços no inferior do esterno. As mãos não devem se perder a posição correta (Fig.Retirar o fio-guia. e abrir sonda nasogástrica especialmente se houver conteúdo gástrico.0 a 1. o tubo endotraqueal com o cuff testado. enche o gradeado costal e siga-o. As regiões ternar e hipoternar da outra mão são colocadas sobre o eixo maior de esterno. O pulso deve ser verificado sempre na artéria carótida. O primeiro faz a massagem contando em volta: UM e DOIS e TRÊS e QUANTRO e CINCO e diz para o outro reanimador em voz alta VENTILA. 9. comprimir 4 a 5cm. b) SE NÃO EXISTIR PULSO: iniciar a compressão do tórax.5 segundo para ventilar. . Manter os braços estendidos e os ombros perpendiculares aos tórax do paciente.

23.Deixar o paciente em ordem e confortável. 19. .Lavar as mãos. especialmente se tratando de pacientes com cateteres e sondas. 20. 4. observando a expansão torácica. enquanto o outro elemento segura o tubo endotraqueal. para pronto uso. 26. 17-Observar a eficácia da massagem através da palpação do pulso carotídeo e/ou observação do traçado do monitor cardíaco.Posição correta necessária para ventilação e massagem.Evitar obstrução da glote por queda da língua. até que ocorra estabilização do quadro clínico. e não de um sono profundo.Trazer o cardioversor/ Desfibrilador junto do leito do paciente e deixá-lo pronto para uso. 21. 2. massagem adequada. 24. Após o términio da reanimação. 16-Fixar a cânula endotraqueal com cadarço de acordo com a técnica. 5.Garantir que realmente se trata de uma para cardiorrespiratória.Anotar no prontuário do paciente: horário da parada. e colocar a cânula de guedel.Recolher o material deixar o carro de urgência em ordem e checado. 18. 22.Tomar cuidado ao colocar a tábua.Instalar respirador mecânico se necessário.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1.94 15-Testar o posicionamento do tubo endotraqueal através da insuflação manual (ambu) dos pulmões. 3.Promover. posteriormente.Observar respiração. tempo de reanimação e intercorrências.Agilizar o atendimento o mais rápido possível e promover a distribuição das tarefas conforme as prioridades.Manter o controle doa sinais vitais de modo rigoroso e contínuo. 25.Observar periodicamente as pupilas. . coloração das mucosas e extremidades. -Evitar a hiperextensão da cabeça para os pacientes politraumatizados. os quais poderão desconectar-se.

Verificar se o paciente permanece em parada cardiorrespiratória. fechar o nariz do paciente e selar os lábios do socorrista contra a boca do paciente.Não se precipitar. para facilitar a manutenção de um ritmo e freqüência corretos (80 a 100 movimentos/ minutos) o reanimador deve contar em voz alta: UM e DOIS e TRÊS e QUATRO e CINCO e SEIS etc. . pede a eficácia bem como atrapalha a equipe socorrista. 10. bem como desperdiça-se energia do socorrista. a) Ventilar paciente que respira prejudica-o. . b) É importante iniciar a reanimação.Utilizar a lâmina adequada para o laringoscópio. tipo geléia. utilizar de preferência anestésico em spray. 9.BOCA A BOCA: para ser efetiva. este deve: palpar o pulso e verificar se a massagem está sendo ou não eficiente. a) Providenciar o monitor cardíaco.O pulso. . se palpando em excesso. aí então. logo que possível (de preferência nesse momento). caso contrário. por cinco a 10 segundos.Ao chegar o segundo reanimador.Evitar escape do oxigênio e manter a cabeça bem posicionada. sem as compressões. . lembrar que se têm cinco segundo para confirmar a parada respiratória. b) Durante a massagem cardíaca.95 6. pode obstruir o fluxo e impedir a percepção da pulsação. de preferência anestésico a mais calibrosa. pode ser devido à presença de obstrução por corpo estranho.O pulso carotídeo.Facilitar o acompanhamento dos batimentos cardíacos durante a emergência.Evitar escape do oxigênio. . se há pulso. . . . Se ainda não conseguir.Escolher a cânula endotraqueal de diâmetro adequado ao paciente. ou a massagem. pois o cérebro não pode ficar mais do que três minutos sem oxigenação. 7. ATENÇÃO: Quando o paciente estiver intubado.Prevenir hipóxia. não há necessidade de se parar a ventilação. se verificado do lado oposto do reanimador. Se for incapaz de dar as duas ventilações. 8. sendo permitido se fazer as duas ao mesmo tempo. em seguida mandar o massageador parar e verificar. reposicionar melhor à cabeça e ventilar outra vez o paciente. proceder à retirada do membro. .Se houver tempo e condições.

22.Prevenir atelectasias. observando se ocorre escape de ar pela boca. .Se durante o procedimento houver dificuldades para intubar (mais de 15 segundos). . para facilitar a visualização do campo.Evitar aspiração traqueobrônquica e consequentemente pneumonia aspirativa. . 13. 23. 21. caso seja necessário.Evitar extubação acidental.Auxiliar o médico mantendo o paciente com o pescoço hiperestendido. 19. máscara e oxigênio a 100%.Pupilas midriáticas não fotorreagentes.Proporcionar conforto ao paciente. dar pausas. durante a expiração.Observar o traçado do monitor enquanto massageia. . 15. o qual deverá indicar sinal característico.Manter o aspirador de secreções ligado e junto à cabeça do paciente. além de provocar vômitos. .O cardioversor deve. ou ainda. para ventilação com ambu. .Garantir que o cuff foi suficientemente insuflado.Avaliar eficácia da ventilação e massagem.Evitar vazamento ao redor da cânula. . indicam hipóxia e provável lesão cerebral grave.Palpar o pulso carotídeo com cuidado reflexo vagal: . enquanto que pupilas fotorreagentes indicam massagem e ventilação eficientes. 12. fazer parte do carro de urgência. .Prevenir hipóxia.Observar a quantidade de ar a ser insuflado no cuff.Intubar sem visualização completa das vias aéreas pode traumatizar e prolongar o tempo de hipóxia. 17. não esteja posicionada na carina.Verificar se os pulmões estão sendo ventilados de modo simétrico. 14.Garantir que o tubo endotraqueal não tenha penetrado no esôfago.Ao auxiliar o médico.Não fixar cânula de guedel junto o tubo endotraqueal. para não atrapalha-lo. para pronto uso. . manter-se sempre no lado oposto à mão do médico que segura o laringoscópio. . de preferência.96 11. a qual varia de acordo com o tipo de cânula.Verificar a eficiência da reanimação realizada. ou somente esteja ventilando o pulmão direito.Evitar a formação de escara na rima bucal. 20. e afastando o lábio superior da boca. 16. 18.

a punção da veia não deve ser prioridade.Quem está ventilando. 3. O TROCA é dito no lugar do um. . antes de ventilar. 27.Quem está agora à cabeça do paciente.Levar sempre em conta a possibilidade de se ter uma nova urgência logo em seguida. A equipe deve preocupar-se com a ventilação e massagem. Portanto. 28. fazer o seguinte: . 26. . convulsões etc. 25. . Se voltar o pulso.Acompanhar a evolução do paciente que poderá apresentar nova parada cardiorrespiratória. logo que possível. caso não tenha número suficiente de socorristas. 4.Quem estava massageando vai à cabeça e verifica o pulso. . -Anotação de intercorrências como: quebra de costelas durante a massagem. deve-se avisar quem está no tórax.Controlar débito urinário e aliviar distensão gástrica que pode estar prejudicando a ventilação. e continuar a assistência respiratória.Providenciar material para dissecção ou punção da veia central. . antes de trocar de posição.Descrição de todos os procedimentos feitos.Quando houver dois reanimadores socorrendo o paciente e um deles cansar-se de massagear e for necessário de trocar de posição.97 24.Prevenir infecção. aspiração brônquica de conteúdo gástrico. puncionar uma veia periférica e administrar os medicamentos prescritos. e move-se para o tórax e coloca corretamente as mãos. OBSERVAÇÕES 1.Registrar a reanimação feita.Não retirar a tábua do paciente enquanto suas condições gerais não estiverem estáveis. VENTILA.Assim que for a parada cardiorrespiratória. quando necessário e possível. 2.O indivíduo que estiver massageando diz: TROCA e dois e três e quatro e cinco. ventila mais uma vez indicando que se deve reiniciar a técnica. ventila ao final do ciclo. indicando a necessidade de trocar.

facilitando e melhorando a expansão torácica.O sucesso de uma intubação rápida está no correto posicionamento do paciente no leito. anormalidade anatômica. Assim.5mm).98 5-Pode-se utilizar somente respirador a volume em substituição à ventilação com ambu. e oferece melhor visualização do campo. instalar a adrenalina e atropina pelo tubo endotraqueal. Este .Durante o atendimento da parada cardiorrespiratória manter três elementos da enfermagem.Durante o momento da intubação.Interromper imediatamente a intubação caso ocorra vômitos nesse momento. o paciente deverá estar em decúbito horizontal dorsal e a cabeça estendida para trás. de forma indireta.Caso não haja veias disponíveis para serem puncionadas. Caso haja cabeceira no leito. pois estes reduzem a resistência das vias aéreas na ventilação mecânica. tanto quanto por uma veia central. língua muito grande. e da lâmina de laringoscópio na cavidade oral. 9. 14. diretamente. o elemento da enfermagem que estiver auxiliando o médico na cabeceira deverá permanecer o tempo todo com o aspirador de secreções ligado em posição de ser reutilizado. afastar a cabeça do paciente para a lateral do mesmo. o qual irá encaixar no ambu e. sugerir para que se passe uma sonda nasogástrica. o que facilitará a visualização das cordas vocais e traquéia. no momento da reanimação. de diâmetro padronizado de 15mm. no respirador. não tocando a laringe. posicionar a cabeça lateralmente e aspirar às secreções da cavidade oral. pois sua ponta é colocada logo acima da epiglote. 8-Dar sempre preferência aos tubos endotraqueais de maior calibra (8. destina-se a afastar a epiglote da laringe. 10-Todos os tubos endotraqueais devem estar sempre com respectivos conectores “manchos”. posteriormente. pois a absorção nesta área é rápida e eficiente. 11. 6. logo que necessário. 13. 12. técnica precária. A lâmina reta destina-se a abrir a epiglote. 7.A intubação demorada ou difícil acontece quando existe relaxamento muscular inadequado. evitando aspiração brônquica. Se houver indicação e tempo. Assim.0 e 8. além do médico.A lâmina curva traumatiza menos que a reta. cavidade oral estreita ou ainda lâmina de laringoscópio curta para paciente com pescoço longo.

Abrir as vias aéreas (5seg) e em cerca de 12litros/ min. pois é comum a válvula do ambu estar emperrada. e desempenhando as seguintes funções junto com o médico socorrista. portanto. -MARCAR a hora de início da -MARCAR parada. ELEMENTO A ENFERMEIRO ELEMENTO B ATENDENTE ELEMENTO C TÉCNICO/ AUXILIAR.Ao ventilar o paciente com ambu.O uso de xylocaína geléia para lubrificação do tubo endotraqueal é discutido. desde que é considerado um meio de cultura. 15. ou corpo estranho se houver. 1º Caso seja o primeiro a 1º Caso seja o primeiro a 1º1º Caso seja o primeiro a chegar: chegar: chegar: -CHAMAR o paciente pelo -CHAMAR o paciente pelo -CHAMAR o paciente pelo nome -GRITAR por ajuda e nome -GRITAR por ajuda e nome -GRITAR por ajuda e -ABAIXAR a cabeceira do -ABAIXAR a cabeceira do -ABAIXAR a cabeceira do leito leito a hora leito de -MARCAR a hora de início da parada. 16. preparar o 2º Levar o carro de urgência paciente O2. 2º Calçar luvas Posicionar o início da parada. verificar se há respiração .99 parece ser um detalhe sem importância. 2º Calçar luvas. se necessário. 17. seu uso fica a critério da equipe. DISTRIBUIÇÃO DAS TAREFAS PARA CADA ELEMENTO QUE ATENDE A PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA. conectando a extensão e passar o ambu com a corretamente e retirar próteses de látex no umidificador e máscara para o elemento A. ambu e abrir o fluxômetro . como a intubação é um momento de alto estresse. provocando ma falsa impressão de boa ventilação. . observar atentamente a expansão torácica e o som característico do ambu. mas na realidade.Auxiliar o elemento B.Durante o atendimento da parada cardiorrespiratória é aconselhával que três elementos de enfermagem se posicionem da seguinte maneira. a equipe se esquece deste procedimento e só se lembra quando percebe que não consegue visualizar as vias aéreas.Montar o aspirador com do sistema de oxigenação e látex e a sonda de aspiração. para a montagem .

. tubo intubação. 8º Solicitar ao médico que 8º Continuar segurando o 8º Calçar luvas. dando apoio emocional. endotraqueal testado com fio guia e lubrificado com xylocaína geléia. em local litros. 9º Passar o ambu para o 9º Continuar segurando o 9º Preparar as drogas puncionar veias. puxando o lábio deixando-o superior. juntamente com e elemento e colocar sob o paciente. com o aspirador ligado. quando do paciente. 6º Ventilar cerca de três vezes. cabeceira ou em cima do próprio leito. necessário. caso for asculte. 7º Retirar o fio guia. o passaram os 15seg estetoscópio e o cadarço. aspirando (SN) e 15seg. chegar: e luvas. A para colocação da tábua. após a 7º Segurar o tubo 7º Insuflar o cuff e entregar o estetoscópio para o médico e o cadarço para o elemento A. + O2 100% com cinco litros.100 aspiração. com as duas mãos. 3º levantar o paciente para a 3º Levantar o paciente 3º Apanhar a tábua do carro colocação da tábua. passando-a para o elemento A. enquanto ventila para a tubo endotraqueal. médico e solicitar que ventile TET até estar firme e conforme solicitação médica. mantendo adequado (ex: na mesa de Manter o aspirador ligado se a cabeça hiperestendida. enquanto amarra o tubo amarrado no cadarço. confirmação da posição correta do tubo endotraqueal. com duas mãos. . 6º interrompendo a intubação. 5º Auxiliar o médico na 5º Controlar o tempo que o 5º Entregar para o médico. intubação e ventilar com ambu endotraqueal. Avisar que já tentar ata laringoscópio endotraqueal com fio guia. 4º Ventilar com ambu + O2 4º Segurar a máscara na 4º Preparar o material de 100% com mais ou menos 12 boca e no nariz do paciente intubação. segurando a cabeça médico leva para intubar. se 6º Retirar do carro: a seringa para insuflar o cuff.Abrir a sonda nasogástrica se houver. tubo Laringoscópio. nos pés).

carro mantendo organizado. o importante é que os três elementos estejam treinados e conheçam bem o protocolo. 13º Caso haja sucesso na 13º reanimação: . enquanto o médico massageia. 12º Solicitar ao elemento B 12º Ventilar o ambu + O2 12º Administrar drogas. 10º Verificar o pulso carotídeo 10º Buscar a escadinha e 10º e. ATENÇÃO – As posições sugeridas para os elementos da enfermagem poderão ser alteradas conforme a disponibilidade dos hospitais e capacitação das equipes. Preparar as o drogas. . massagem cardíaca com o médico.colher uma gasometria . bem como outros matérias e medicamentos utilizados. monitor cardíaco passar a ventilar sem parar. que ventile enquanto observa 100% com cinco litros as pupilas e o pulso carotídeo.101 endotraqueal.checar o carro de parada sugerir um cateterismo Providenciar o 13º Reorganizar o carro de parada cardiorrespiratória. caso haja parada cardíaca. vesical. se necessário. respirador substituindo imediatamente o ambu.solicitar um respirador . o laringoscópio. 11º Manter ventilação + 11º Apanha a lanterna 11º administrar drogas.

.  MATERIAL .Eletrodos . 7.  PROCEDIMENTOS 1. 6. 3.23.Reunir o material.Monitorização Cardíaca Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA .Pasta condutora. cabo de força e fio terra). se necessário.Lavar as mãos. 5.Fazer tricotomia do local de adesão dos eletrodos.Conectar obrigatoriamente a garra jacaré ou fio terra acessório a algum ponto de aterramento elétrico do local da instalação.Ligar o cabo de força do monitor à rede elétrica de acordo com a tensão da rede local.Gazes .Conectar o cabo paciente ao receptáculo do monitor.102 4.Explicar procedimento e finalidade ao paciente. 4. 2.Álcool .Detectar possíveis arritmias.Esparadrapo . . .Cardioscópio completo (cabo-paciente. onde está escrito paciente. limpeza do local com álcool ou éter.Registrar a atividade cardíaca (ritmo e freqüência).

19.Colocar a chave de derivações (7) do painel dianteiro na posição CAL. conforme níveis específicos para pacientes. no painel dianteiro. 23.Ajustar alarme para os limites inferiores de freqüência cardíaca. 18.Limpar os eletrodos com algodão embebido em álcool ou água. na derivação desejada. através do controle BRILHO do painel traseiro. 10. pressionando a tecla SEGUE/ CONGELA. 16. Fio amarelo: conectá-lo ao disco nº. (Fio vermelho).Ajustar o nível sonoro de alarme por intermédio do botão correspondente no painel traseiro. 11. ao lado do osso esterno.Ajustar conveniente e intensidade de traçado.Conectar os três fios do cabo-pacientes aos discos adesivos (eletrodos descartáveis) da seguinte forma: Fio vermelho: conectá-lo ao disco nº.Ligar o aparelho acionando a chave Rede (1). 14. 2.Lavas as mãos. no painel dianteiro.Ajustar a amplitude da onda R através do nível R. Fio preto: conectá-lo ao disco nº. do painel traseiro.Ligar o alarme da freqüência no painel dianteiro na chave correspondente. 12.Selecionar a amplitude do sinal através da chave GAHO. 15. 3º Disco: no IV espaço intercostal esquerdo na linha hemiclavicular. 9. (Fio Preto). no painel dianteiro. 20. 22.Colocar a tecla SEGUE/CONGELA do painel dianteiro na posição SANGUE.Dispor e fixar os eletrodos (discos adesivos) com pasta condutora no tórax do paciente. 21.Ajustar a intensidade sonora do sinalizador de onda R através do controle VOLUME R. 3.Colocar a tecla 22 mm/s – 50 mm/s do painel dianteiro na velocidade desejada. no painel dianteiro. do seguinte modo: 1º Disco: no IV espaço intercostal direito ao lado do osso esterno.Posicionar a chave de derivações.103 8. (Fio amarelo). 13. 2º Disco: no IV espaço intercostal esquerdo. 24.Congelar o traçado se desejar. . 17. 3.

Prevenir infecção. 3. 4.Segurar na plugue do cabo para não danificar material. 9. 6.Não colocar pasta condutora na parte adesiva do disco e sim somente no centro do mesmo. do painel dianteiro. acende sincronicamente com o aparecimento de cada novo ciclo. .O indicador luminoso de onda R.Detectar o momento em que houver bradicardia ou taquicardia acima dos limites se segurança. 20.Permitir a continuidade do traçado.Obter um bom traçado.Evitar interferência. ou ainda. . 13.Escolher o tamanho do traçado que desejar. 7.Fio Vermelho: positivo . apertar o botão PROT do painel dianteiro. 2.Permitir que a equipe de enfermagem possa ouvir os batimentos.Fio Preto: neutro . próxima de 80bpm. 8.Acompanhar adequadamente o traçado.Alertar a equipe quanto à possíveis oscilações na freqüência cardíaca.Evitar danificar do aparelho.Obter o aparecimento do sinal da ECG. 21.Uma indicação luminosa aparece no painel dianteiro e um traço aparece na TELA (13) do painel dianteiro do monitor. até que o alarme dispare. 12. sai freqüência correspondente.Para simular uma condição de alarme.Fio Amarelo: negativo 10. . 19. 18.Obter boa aderência do eletrodo.Garantir a tranqüilidade do paciente.Permitir boa visualização da onda R e complexo QRS. 16.104  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1. .Neta posição o monitor deve reproduzir uma onda de pulsos padrão. 5.Economizar tempo e poupar o funcionário. conforme calibração de cada aparelho.O mostrador digital do painel dianteiro indica. 17. 14. 11.Proporcionar boa imagem no monitor. a cada no pulso. 15.

23. 24.Prevenir infecção. mantenha a chave FILTRO do painel traseiro. 4. em prateleira própria. retire-o puxando sempre pelo plug e nunca pelos fios.Evitar a operação do aparelho próximo a campos magnéticos intensos.Não limpar com qualquer tipo de metal nem palha de aço o interior dos eletrodos. 5. OBSERVAÇÕES.Analisar qualquer alteração que julgar importante. 3. mantendo-o de preferência fixo na unidade do paciente. para evitar infiltração de liquido no aparelho.Caso ocorra o aparecimento de sinais espúrios interferindo no sinal do monitor. 6. 1. álcool ou água e sabão neutro.Limpar o aparelho com solução de fenol. 2. com o pano torcido.Evitar a operação ou armazenamento do parelho em ambientes de calor intensos ou úmidos.Evitar transportar muito o aparelho.105 22. na posição LIGA.MANUSEIO DOS CABOS: quando for necessária a retirada de algum cabo de sua tomada. .

caso não seja possível o ritmo sinusal. 3. Observar se o local da fixação dos eletrodos está correto. ajustando-a em Liga.Manter o sicronizador do aparelho desligado. ou assitolia.Desfibrilação Cardíaca Realizado por médicos  FINALIDADE DA TÉCNICA -Despolarização completa de todas as fibras miocárdicas retirando o paciente da Fibrilação Ventricular.Certificar-se que realmente se trata de uma fibrilação ventricular. . .106 4. palpando o pulso carotídeo.Descobrir o tórax do paciente.24.Colocar biombos se houver tempo e condições.Carro de urgência. . tentando de preferência a volta dos batimentos cardíacos.Trazer o desfibrilador próximo ao paciente.Desfibrilador com pás.Aplicar a pasta condutora na superfície metálica das pás e deslizar suavemente uma pá sobre a outra. 7. de modo uniforme.Acionar a chave Liga/ Desliga. 2. 8. 9.Pasta condutora. 6.Monitor cardíaco (ou cabo de monitorização do próprio cardioversor/ desfibrilador). 4. .Observar se a voltagem do aparelho à tomada elétrica da rede local.Biombos .  MATERIAL .  PROCEDIMENTOS 1.

abaixo da clavícula e a outra logo à esquerda do ápice cardíaco ou do mamilo esquerdo. enquanto for necessário.Lavar as mãos.Retirar as pás imediatamente depois de efetuada a desfibrilação. 21.Desligar o defibrilador através da chave Liga/ Desliga. 13. 3.Observar respiração. caso ocorra assistolia ventricular. caso o mesmo não possua proteção interna automática contra choque elétrico. 17. 14. 12.Iniciar ressuscitação cardiopulmonar.Conectar novamente o cabo de monitorização.Pressionar as pás sobre a parede torácica. descarregue a energia programada. reversão do ritmo cardíaco gerais do paciente. Observar se os eletrodos estão todos devidamente conectados no paciente.Deixar o paciente em ordem 26. observando simultaneamente o monitor cardíaco.Evitar trauma psicológico aos demais pacientes da unidade. caso trate-se de monitor proteção interna. 22. até que o desfibrilador.Afastar do leito do pacientes objetos e móveis que possam atrapalhar a movimentação da equipe. 4.Manter o desfibrilador próximo ao leito. caso fibrilação ventricular persista. caso o mesmo não possua proteção interna automática contra choque elétrico.Evitar acidentes e danificação do aparelho.107 10. 24. 16.Orientar para que o cabo do monitor do paciente.Repetir operação. caso não seja tomada previamente terrada. 11.Conectar o fio terra. . ao monitor cardíaco.Proceder a limpeza do aparelho e acessórios com fenol.Pressionar o botão de carga até atingir a carga elétrica desejada.Anotar no prontuário o procedimento feito.Recompor a unidade e recolher o material. éter ou álcool. 23. 25. 15. 20. 2.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1-Evitar erro diagnosticado por mau contato dos eletrodos. acionando simultaneamente os botões de descarga. 5.Posicionar corretamente as pás: uma logo à direita da parte superior do esterno.Desconectar o cabo do monitor do paciente. 18. 19.

de modo a não atrapalhar a colocação das pás de desfibrilador no tórax do paciente. 17. 7. 9. 8.Permitir o procedimento.Não permitir que as pás sejam acondicinadas no aparelho sem antes serem limpas.Para verificar se o paciente saiu da fibrilação ventricular. número de choques. 26. 24. 22. nome e assinatura.Optar pelos botões das pás.Observar técnica de Reanimação Cardiopulmonar. 19. 15.Uma indicação luminosa aparecerá nesta tecla. intubação etc. 21. e não pelo botão vermelho. 14. de acordo a orientação média e necessidade do paciente. .Obter eficiência da descarga elétrica. somente em casos de cardioversão.Evitar que a pasta escorra entre as pás.Evitar curto-circuito.Evitar que as pessoas recebam descarga elétrica.108 6. . 23. colaborando com a equipe. .Verificar se o paciente saiu da fibrilação ventricular e como estão os seus batimentos cardíacos.Aumentar a voltagem da carga. do painel frontal do aparelho.Prevenir infecção. de acordo com a idade e o peso do paciente. 18. 10. 11. 16.Procurar sempre fixar os eletrodos do cabo de monitorização. disparo.Acionar o sicronizador (botão SINC).Evitar danificar o monitor cardíaco externo. . fios etc. eletrodos. reversão ou não do ritmo de intercorrências. 13. voltagem utilizada.Para saber se será necessária reanimação cardiorrespiratória.A carga normalmente utilizada para desfibrilação varia de 50 a 400 watts/ s.Data e hora.Prevenir queimadura.Favorecer indução elétrica. .O operador não metálico das pás. 25. pois a pasta condutora danifica o desfibrilador.Manter o ambiente em ordem.Evitar desgastes caso o paciente apresente novamente fibrilação ventricular. 12. .Proporcionar conforto ao paciente.

2. 4. .Colocar o controle de energia em zero.Cardioversão Realizado por médicos  FINALIDADE DA TÉCNICA . 3.P e complexo QRS. tais como: taquicardias paroxística supra ventricular.Pasta condutora. flutter atrial. . .Monitor cardíaco. onde não importa o momento em que a carga elétrica é aplicada. uma vez que na fibrilação ventricular não ocorre contração miocárdica efetiva e. taquicardia ventricular.109 OBSERVAÇÕES 1.Biombo.Pressionar os botões de descarga ou descarregar o aparelho através do botão próprio.Se não houve necessidade de proceder à descarga elétrica sobre o paciente. utilizar pás próprias. fibrilação atrial para o ritmo sinusal.Segurar a superfície das pás firmemente uma contra a outra.25. . . portanto na há confirmação da onda T. .Caso seja necessário fazer desfibrilação interna (abertura do tórax).Conversão de arritmias cardíacas graves.Cardioversor/ Desfibrilador.A desfibrilação é a utilização do choque elétrico na fibrilação ventricular. proceder da seguinte forma: .  MATERIAL .

4.Lavar as mãos.Pressionar as pás firmemente no tórax do paciente. 5. 14. . 13.Retirar as pás do suporte e colocar pasta condutora na parte metálica de uma das pás e. 6. tomando o cuidado de ligar primeiro a garra jacaré à terra.110 .Preparar o paciente.Cateter de oxigênio. 17-Pressionar a tecla CARGA.Puncionar veia calibrosa ou preparar material para dissecção de veia. quando então o indicador de energia retorna a zero. 15.Checar e testar todo material de urgência. Quando este chegar próximo do ponto de carga desejado. . 12. 2. do painel dianteiro.Reunir o material a trazer o carro de urgência próximo leito. um segundo elemento.Posicionar a chave ECG. 9.Acionar a tecla Sinc.Monitorar o paciente com o cabo de monitoração do próprio cardioversor. 18. depois friccionar uma pá contra a outra. ligando o aparelho.Garantir vias aéreas livres e boa oxigenação.Acionar a tecla LIGA do painel dianteiro. na posição CABO-PAC ou PÁS de acordo com o meio escolhido. para espalhar a pasta de modo mais uniforme. 16. 11-Pressionar os botões da trava da tampa do cardioversor abri-lo. do painel dianteiro. As pás deverão ficar acondicionadas no suporte e o conector no seu receptáculo. Apertar os botões de ambas as pás. para aquisição do sinal de sincronismo (ECG). do painel dianteiro. pressionar a tecla disparo. 3.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. observando o indicador de energia. se houver indicação médica. ou como segunda opção.Colocar biombos. Se necessário. repetir o procedimento partir do item 15. 7.Carro de urgência. soltar a tecla.Colocar o plug do aparelho na tomada. 8. 10-Observar a voltagem do aparelho em relação à rede elétrica local.  PROCEDIMENTOS 1.

.Principalmente para pacientes intubados ou traqueostomizados. não usando o termo CHOQUE.111 19.Retirar próteses e expor o tórax do paciente.Garantir uma via de acesso para a administração de medicamentos. 4. 13. 5.Evitar trauma psicológico aos demais pacientes da unidade. 10. deixar o cabo de força do aparelho ligado à tomada. diminuindo sensivelmente a eficiência da descarga e causando queimaduras.Prevenir infecção. 9.Deixar o paciente em ordem. caso seja necessária.Observar o traçado cardíaco no monitor. .Não utilizar nunca monitor externo. 3. 24. .ATENÇÃO: Para carregar a bateria interna do cardioversor e mantê-la carregada. 2.Manter o paciente monitorado após a cardioversão por tempo indeterminado. até que o paciente esteja estável.Manter o cardioversor próximo ao leito do paciente até que o médico considere a situação sob controle e a arritmia devidamente tratada. .Evitar curto-circuito e danificação do aparelho.Cuidar para posicionar o aparelho com firmeza para que a tampa não se feche na hora do procedimento. 11.Recompor a unidade e recolher o material.Lavras as mãos. 20.Evitar imprevistos. mesmo com a tecla DESL do painel dianteiro pressionada (aparelho fora de uso). 22. 21. 7.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1.Anotar no prontuário o procedimento feito. 23. de forma que o choque não caia sobre a onda T.Economizar tempo e poupar o funcionário. 8.Sedar o paciente de acordo com a prescrição médica.Não espalhar pasta pelo tórax do paciente pois a mesma poderá causar um curtocircuito.Para que seja possível a cardioversão. 6.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 12.

.Normalmente.Proporcionar conforto ao paciente. altera sua intensidade sincronicamente com a onda R mostrada na tela do monitor ou o sinalizador sonoro. de forma a deixar livres os locais para a aplicação das pás do cardioversor. 23. 22.Prevenir infecção.Uma indicação luminosa aparecerá nesta tecla. não esquecer de posicionar os eletrodos no tórax do paciente.Utilizando a via cabo-paciente. 15. no sentido do choque não atingir a onda T. . 24. . . estar sempre atento para que as pessoas ao redor do leito se afastem.Observar a conversão do ritmo cardíaco após a cardioversão e acompanhar o traçado cardíaco.112 Evitar aplicar pasta na superfície dos cabos das pás. colaborando com a equipe. . 19.Recomenda-se a captação de sinal via cabo-paciente. .Dar preferência para a primeira opção de sincronia entre. 16.O sincronizador desliga-se automaticamente após cada síncrono.Manter o ambiente em ordem. 20. Nestas condições sinal é satisfatório para o disparo síncrono.Sinais vitais pós-cardioversão. 18.Ao realizar o disparo. por apresentar melhor qualidade e dar maior segurança de sincronismo. . a carga para cardioversão varia de 50 a 100 Watts. . quem está apertando a tecla DISPARO. 21. .Observar que o indicador luminoso da tecla Sinc.Resultado da cardioversão aplicada.Nível de consciência. . 14.Observar atentamente as reações do paciente.Estado geral do paciente após cardioversão. 17.Quantidade de energia utilizada.A tecla Sinc tem por objetivo sincronizar o cardioversor com a atividade cardíaca.Aspecto do traçado eletrocardiográfico: ritmo e freqüência.

 PROCEDIMENTOS 1.um cabo de força com terra.Colocar o paciente em decúbito dorsal.  MATERIAL -Eltrocardiógrafo completo: . 7.quatro braçadeiras de borracha para eletrodos.Antes de conectar o aparelho à rede.pasta condutora. 5. . .10 pilhas alcalinas C-15v .um fio terra . .Limpar a pele do paciente com gaze embebida em álcool nos locais onde serão fixados os eletrodos. .Reunir material.um rolo de papel termossensível de 48 mm. 4.Fazer registro da atividade elétrica do coração para fins diagnósticos. .26.quatro eletrodos metálicos.113 4. 6. .Colocar biombos.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. colocar a chave REDE/ DESLIGA/PILHA em DESLIGA. 3. .um cabo para paciente.um eletrodo precordial universal (pêra). 2.Eletrocardiograma Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA .Larvar a mãos.

Conectar uma das extremidades do cabo de força no receptáculo REDE do aparelho e a outra tomada de força. .Colocar o fusível no suporte FUSÍVEL. 24-Ajustar o GANHO para obtenção de 10mm de amplitude no traçado do sinal de calibração.5 A para rede 220v.Ligar o aparelho optando por REDE-PILHA-BATERIA. travandoo.Ligar o aparelho. ajustar o amortecimento. fechar o basculante. Em seguida.Pressionar intermitentemente a tecla CAL. de forma a obter um traçado nítido. 21. pressionar as teclas PROT N e esperar de 10 a 15s. para a agulha esquentar. 1 A para rede 110V e 0. 11. 13.Posicionar a chave seletora VELOCIDADE. 22.Colocar o SELETOR DE DERIVAÇÃO na posição CAL. 12-Colocar as pilhas no compartimento existente na parte inferior do aparelho.Colocar a chave seletora de tensão 110 v/ 220 v de acordo com a rede local. 15. 17. girando o controle TEMPERATURA à direita.Pressionar a tecla OBSV e ajustar. 23-Ajustar adequadamente a temperatura do estilete. 19. 26.114 8. elevando a trava na face lateral esquerda do aparelho e girando o basculante de papel para cima. 20. através do controle de amortecimento. 9.Pressionar a tecla RGST.Conectar o cabo do paciente ao receptáculo PACIENTE do painel lateral do eletrocardiógrafo. para aumento ou à esquerda. utilizando a chave REDE-DESL-PILHA e verificar a indicação bicolor LIGAD-PILHA-DESCARREGADA.Pressionar simultaneamente as travas da tampa. para diminuição. tomando o cuidado de fazê-lo com sua tampa fechada. para evitar danos ao painel superior. se necessário.Antes de ligar o aparelho. 16.Pressionar a tecla PROT.Colocar o papel de registro. 18. ligando primeiro a garra jacaré ao terra ou tomada terrada. 10. utilizando a chave correspondente. 14. 25-Em caso de deformação do traçado do sinal de calibração. a posição do estilete através do controle POSIÇÃO.

 PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1. . V4.Após o exame. V2. . .Selecionar através do SELETOR DE DERIVAÇÃO a derivação a derivação CAL. DI. V5 e V6. d) Fazer o eletrocardiograma: .Anotar no prontuário o procedimento feito.Acionar a tecla RGST. .Pressionar a tecla de sensibilidade em N/2.FIO VERMELHO: colocar nas imediações da artéria tibial anterior (membro inferir direito).Acionar a tecla OBSV. 31. . DII. a) Certificar-se de que o paciente esteja calmo. COM PÊRA: para as derivações precordiais.Recompor a unidade e recolher o material. . . AVR. . . b) Aplicar a pasta condutora nas placas metálicas dos eletrodos.Centralizar o traçado através do controle POSIÇÃO. 32. 2.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 30. V3. . .Obtenção do EGG.Selecionar a velocidade de registro desejada através do controle VELOCIDADE.115 27. 28.Lavar as mãos.FIO AZUL.FIO AMARELHO: colocar nas imediações da artéria radial (antebraço esquerdo).Prevenir infecção. II.FIO PRETO: colocar nas imediações da artéria tibial anterior (membro inferior direito). c) Fixar os eletrodos nos membros do paciente com ambiente com as braçadeiras de borracha da seguinte maneia: . ou 2N. 29.Posicionar o SELETOR DE DERIVAÇÃO para obtenção das derivações precordiais: V1.Posicionar o seletor de derivação para obtenção de outras derivações de ECG: CAL. . limpe os eletrodos com algodão embebido em álcool ou água. AVL e AVF.Deixar o paciente em ordem.FIO VERDE: colocar nas imediações da artéria tibial anterior (membro inferior esquerdo).

7. 15. b) Extraia o porta-pilha. 12-Ao colocar as pilhas.Registrar adequadamente a atividade cardíaca. 13-A conexão ao terra pode ser feita através do terra mediante o fio terra fornecido com acessório.Permitir a conexão do paciente com o aparelho.Obter o traçado 18. 14. -Afastar o paciente de pontos metálicos. POSIÇÃO PILHA: o aparecimento é alimentado pelas pilhas. certificar-se de que a chave REDE-DESL-PILHA esteja na posição DESL e observar as seguintes instruções: a) Retire a tampa do compartimento de pilha.Desengordurar a pele para facilitar a condução elétrica. 4. girando no sentido anti-horário os dois parafusos. 6. 8.Garantir a privacidade do paciente.Proteger o aparelho. 17.Permitir o acesso ao painel superior e aos acessórios contidos no estojo. conforme as indicações no porta-pilha. apertando os parafusos.PROT significa parada do papel milimetrado.POSIÇÃO REDE: aparelho é alimentado pela rede local. ATENÇÃO: caso a indicação luminosa assuma a cor vermelha ou não acenda com a chave na posição PILHA verificar a corretamente instalação e o estado das pilhas. POSIÇÃO BATERIA: o aparelho é alimentado pele bateria.Colocar corretamente o papel para evitar possíveis danos. d) Retorne o porta-pilha ao compartimento.Economizar tempo e poupar o funcionário. 10.116 3. 5. c) Coloque 10 pilhas. ATENÇÃO: retire as pilhas quando o aparecimento não for por elas alimentado durante um lono período para que não ocorra vazamento das mesmas dentro do aparelho. e recoloque a tampa. 9. do compartimento. 16.Para informar o acionamento do aparelho e suas condições de alimentação.ATENÇÃO: A NÃO OBSERVÂNCIA DESTE ITEM PODE SER DANIFICAR SEVERAMENTE O APARELHO. . tomando cuido para não romper os fios de conexão.

Para pausa e observação do eletrocardiograma. acionar imediatamente a tecla PROT e verificar a correta instalação dos eletrodos.Para obter o melhor registro possível.Caso ocorram interferências: a) Verificar se o fio terra está bem conectado. para que as pilhas tenham maior durabilidade. 26. Neste caso a interferência será menor.Para selecionar a amplitude do traçado. 21.Para registrar o pulso de referência correspondente o sinal de calibração. .A pressão do estilete sobre o papel de registro influi nos ajustes de temperatura e amortecimento. . ligar o filtro no painel lateral do aparelho para atenuar freqüências altas. desconectando o cabo de força da tomada elétrica e posicionar a chave REDE/ DESL/ PILHA/. .Neste instante o papel começa a se deslocar e o estilete.ATENÇÃO: .ATENÇÃO: Os ajustes de temperatura. 23.ATENÇÃO: Os ajustes de temperatura. . . a aquecer. para que o mesmo funcione a pilha. ganho e amortecimento são realizados com o auxílio de uma chave de fenda. .Recomenda-se desligar o aparelho no final de cada exame. b) Se isto não for suficiente.A pressão do estilete sobre o papel de registro influi nos ajustes e temperatura e amortecimento.Para obter a velocidade de registro desejada. .Agora o eletrocardiógrafo ECG-40 está pronto para o registro dos sinais desejados. . 22. ganho e amortecimento são realizados com auxílio de uma chave de fenda.Só conectar este fio no momento de se fazer as derivações precordiais.O ponto ótimo de ajuste do controle TEMPERATURA é atingido quando obtém um traço fino e contínuo sem borrões (temperatura extremamente alta) e sem falhas nas inscrições rápidas (temperatura baixa).117 . 20. . . 25.Gravar o impulso elétrico do coração de acordo com as diferentes posições anatômicas relativas a superfície cardíaca. . desligar o aparelho da rede. . c) Se persistir a interferência.Para impressão do traçado no papel.ATENÇÃO: Se forem observados ruídos excessivos durante o procedimento.

31. 29. 30.Manter o ambiente em ordem.Prevenir infecção. 32.Não limpe os eletrodos com metal ou abrasivos e mantenha-os sempre limpos e secos. colaborando com a equipe. .118 recomenda-se acionar a tecla prot na troca de posição do eletrodo precordial. 28.Possíveis arritmias importantes e que exijam observação rigorosa.Proporcionar conforto ao paciente.

.bandeja de flebotomia. . . . . . determinando sua despolarização e conseqüente contração.Explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente. -um cabo de marcapasso bipolar.aparelho de tricotomia. .Lavar as mãos. 3.um frasco de anestésico sem adrenalina. .uma extensão esterilizada entre o eletrodo e o gerador.um fio de algodão 2-0 com agulha.solução antisséptica. 4. .  MATERIAL.119 4.Reunir o material.uma seringa descartável de 20ml. .dois campos cirúrgicos médios.27.um par de luvas estéril.Marcapasso Realizado por médicos  FINALIDADE .Checar a validade da bateria do marcapasso.duas agulhas 25x 8.  PROCEDIMENTOS 1.avental. . .uma lâmina de bisturi. 2.Emitir estímulos elétricos ao coração.um gerador de pulso bipolar de demanda. .um cateter venoso esterilizado. . . .um rolo de esparadrapo. máscara e gorro.

Anotar no prontuário o procedimento feito. 11.Proporcionar conforto ao paciente. 4.Prevenir infecção.Para checar a validade da bateria. 6. .Evitar o mau funcionamento do aparelho. 11. 9. 7. 9.Prevenir desgaste de bateria durante uso de gerador.BRASCOR-12 (Bipolar): . 10.Manter o ambiente em ordem.Fixar gerador 10. 6.Deixar o paciente em ordem.Testar o gerador.Lavar as mãos. 13. 8.Registrar possíveis arritmias ou qualquer outra intercorrências.Auxiliar o médico durante todo o procedimento.Economizar tempo e poupar o funcionário. procedendo da seguinte maneira: com o auxilio de .Prevenir infecção.Recompor a unidade e recolher o material 12. 7. 3. 1.Evitar desconexão do eletrodo. verificando se o ponteiro do mostrador atinge e se mantém na faixa azul.Observar presença de arritmias durante a passagem.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1.Colocar para o bom andamento do procedimento.Prevenir infecção. Se permanecer na faixa vermelha deve ser trocada a bateria. 8. 13.120 5.Prevenir infecção.Ligar o aparelho e pressionar o botão preto.Realizar a limpeza pele com sabão especial e tricomia. OBSERVAÇÕES: . se necessário.Realizar curativo oclusivo na inserção do eletrodo. 2-Garantir a tranqüilidade do paciente. colaborando com a equipe. 12. 5.

Colocar a nova bateria. por obstrução ou falha do sistema. graduado tampa de borracha montada: dois intermediários de vidro: um longo (20 cm) e um curto (8 cm) .Instalação de Sistema de Drenagem de Tórax Fechada Realizado por médicos  FINALIDADE .28. 4.Ligar o aparelho e observar se o ponteiro do mostrador da bateria atinge e se mantém na faixa azul.121 uma chave de fenda. . trocar a bateria.BRASCOR-20: .um frasco de 1000 ml (frasco coletor de tampão d’água).água esterilizada ou soro fisiológico .50 metros.um pacote de curativo . que deve encontrar-se na caixa do gerador.Controlar a permeabilidade e funcionamento do sistema de drenagem torácica para garantir expansibilidade pulmonar. 2.  MATERIAL -Bandeja auxiliar contendo: . Se permanecer na faixa vermelha. fechando a caixa em seguida. .uma pinça Kelly com proteção (ou clampe). retirar a tampa e a bateria.um par de luvas estéril .esparadrapo . soltar os dois parafusos situados na parte póstero-inferior do aparelho.extensão do látex de 1. Utilizar sempre duas baterias. detectar hemorragia e evitar acúmulo de líquido e ar na cavidade torácica. abrindo a tampa na parte póstero-superior do gerador.

o nível de água e escrever: data. 16. 14.Reunir o material. 18. 7. 6. 5-Colocar soro fisiológico ou água esterilizada no frasco.Lavar as mãos.Colocar no frasco de drenagem uma tira de esparadrapo de 2 cm de largura em sentido vertical. . 10.Pinçar o dreno de tórax do paciente com pinça Kelly.Retirar a extensão de látex do dreno de tórax e deixar escorrer o conteúdo para dentro do frasco.Conectar a extremidade da extensão de látex ao dreno de tórax. 19. 9.Conectar a tampa montada no frasco de drenagem.Fixar a extremidade da extensão de látex ao dreno de tórax com esparadrapo.Deixar o paciente em ordem. 11. Demarcar no esparadrapo com um traço horizontal. 15. 4. 12. de modo que o intermediário de vidro longo fique imerso 2 cm na água. 13. mantendo a extremidade do látex protegida com um campo estéril. 2.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.Retirar a pinça do dreno.Anotar no prontuário o procedimento feito. 8. mantendo o sistema impermeável ao ar.Observar o aspecto e volume e líquido drenado.Vedar a tampa de borracha com esparadrapo.Lavar as mãos. 21. 3.Levar o frasco de drenagem junto ao paciente. hora e assinar.122  PROCEDIMENTOS 1. a fim de restabelecer uma pressão negativa interpleural.Observar a oscilação de coluna d’água de acordo com a respiração profunda.Abrir pacote esterilizado do rasco de drenagem montado.Proceder à troca de curativo de dreno de tórax. 20.Calçar as luvas.Recompor a unidade e recolher o material. 17. 22.

14.Economizar tempo e poupar o funcionário.Manter o frasco de drenagem (coletor) sempre em nível inferior ao tórax do paciente.Obedecer à técnica asséptica e utilizar antisséptico adequado. 8. 17. 2. 18. 3. 1.Observar técnica asséptica. . 5. 9. 7. .123  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA. prejudicando assim a expansão pulmonar. o qual irá imerso no frasco de drenagem. assegurando o fluxo gravitacional evitando o refluxo e ar drenados da cavidade pleural. 16.Evitar contaminação.Garantir a salubridade do funcionário. o látex deverá estar rigorosamente ao intermediário de vidro longo.Assegurar a tranqüilidade do paciente. ou seja mais do que 2 cm de água. c) quando houver obstrução do sistema. 11. 4. 6.Evitar entrada de ar (pneumotórax).Proceder à troca do frasco de drenagem (coletor) quando: a) o volume drenado aproximar-se cerca de 2 cm da extremidade do respiro. .Evitar entrada de ar e desconexão acidental do sistema.Observar técnica asséptica e verificar se o sistema está em ordem.Água colocada no frasco de drenagem atua impedindo o ar de voltar para o espaço pleural (pneumotórax). o paciente necessitará de uma pressão interpleural mais alta para conseguir respirar.Evitar a contaminação do ambiente.Prevenir infecção.A oscilação da coluna d’água mostra que há uma comunicação efetiva entre a cavidade pleural e o frasco de drenagem. 12.Montar o novo sistema. 15.Controlar o débito.Evitar entrada de ar e desconexão acidental do sistema.Se o intermediário longo estiver submerso muito profundamente.Observar técnica asséptica. 10. b) quando o volume drenado chegar ao ponto de prejudicar a continuidade da drenagem torácica. 13.

. q que provavelmente não há mais conteúdo a ser drenado. Qualquer que seja o método usado (mãos ou pinça) deve ser feito com cuidado.À aquele que faz o tampão de água formando vácuo.A oscilação da coluna d’água cessará em duas situações: .É aquele que está em contato com o paciente. . aí então faz-se a ordenha. NUNCA ORDENHAR EM DIREÇÃO AO PACIENTE: .Prevenir contaminação. OBSERVAÇÕES: 1.Manter o ambiente em ordem. indicando que houver a reexpansão do pulmão. Deixe que a borracha volte ao tamanho normal e repita a manobra por duas a três vezes. provoca dor e pode deslocar o dreno. Este frasco coleta o líquido e o ar drenados do pulmão. É constituído de uma tampa de borracha com um tubo curto que funciona como suspiro e um tubo longo que fica imerso a 2 cm abaixo do nível da água.Segurar com firmeza o tubo de extensão de látex próximo ao dreno com a mão esquerda e adaptar logo abaixo a pinça de ordenha.Caso não se tenha disponível a pinça de ordenha. data e hora da troca. 2. deslizando-a através do látex com auxilio de algodão embebido em álcool ou talco.Mensuração do débito drenado. utilizar a própria mão direita. .Obstrução do dreno por coágulos.Técnica da ordenha: . É constituído de uma tampa de borracha com dois tubos curtos: um que é ligado ao tubo longo do frasco do selo d’água e outro que é ligado ao dreno de tórax do paciente. 22. FRASCO DE DRENAGEM (COLETOR). 3. uma vez que lê altera a pressão intrapleural. Tracionar o látex com auxílio da pinça em direção descendente.No momento em que a pleura visceral encostar na extremidade aberta do dreno. através de extensões do látex. 20.Proporcionar conforto a paciente. 21.A drenagem do tórax fechada simples poderá também ser feita através de dois frascos: FRASCO DO SELO D’ÁGUA: . colaborando com a equipe.124 19. característica e aspecto.

um esparadrapo .Instalação do Sistema de Aspiração Torácica Contínua Realizado Por médicos e enfermeiros  FINALIDADE DA TECNICA . 5.Acelerar a retirada de ar e de líquido do espaço pleural. .Controlar a permeabilidade e funcionamento do sistema de drenagem torácica para garantir expansibilidade pulmonar.uma extensão de late de 20 cm .Manter o frasco sempre abaixo do nível da região coxofemoral. por obstrução ou falha do sistema.Orientar o paciente que a deambula quando aos cuidados com dreno: .uma extensão de látex de 2 m . quando a troca ocorreu nas primeiras 24 horas.um frasco de drenagem de tórax simples montado esterilizado (coletor) .Não tocar o látex do frasco.um frasco esterilizado de 3.A troca do sistema de drenagem de tórax ( látex e vidro) deverá ser feita com técnica asséptica a cada 24 horas. .Não pinçar o dreno ao sair do leito para deambular.125 4. 6.000 ml com tampa (redutor) de três vias: este frasco faz o controle da aspiração da rede de vácuo .29. detectar hemorragias e evitar acúmulo de líquido na cavidade torácica. 4.um aspirador a vácuo completo .  MATERIAL -Bandeja auxiliar contendo: .

através da profundidade que o tubo de vidro é mergulhado na água. 17-Observar a oscilação da coluna d’água de acordo com a respiração profunda do paciente.126 .Lavar as mãos. 6. 19-Montar o frasco redutor (3. 9.Colocar no frasco de drenagem uma tira de esparadrapo de 2 cm de largura em sentido vertical. 4. 10-Levar o frasco de drenagem junto ao paciente.água destilada ou soro fisiológico . . 12-Calçar as luvas.uma pinça Kelly não estéril. 3. 18-Colocar soro fisiológico ou água destilada esterilizada no frasco 3. o qual faz o controle da aspiração na cavidade pleural.000 ml (redutor). 7.Montar o frasco de drenagem de tórax simples fechado (coletor) conforme técnica já descrita.um par de luvas. Demarcar no esparadrapo horizontal o nível da água e escrever: data.Colocar soro fisiológico ou água destilada esterilizada no frasco.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. ou seja: 5. de modo que o intermediário de vidro longo fique imerso 2 cm na água. 14-Conectar a extremidade da extensão de látex ao dreno de tórax. 8. 2. mantendo a extremidade do látex protegida com um campo estéril. .Reunir o material. a fim de restabelecer uma pressão negativa intrapleural. 13-Retirar a extensão de látex do dreno de tórax e deixar escorrer o conteúdo para dentro do frasco.000 ml).  PROCEDMENTOS 1. hora e assinar. mantendo o sistema impermeável ao ar.Vedar a tampa de borracha com esparadrapo. 16-Retirar a pinça do dreno.Abrir o pacote esterilizado do frasco de drenagem montado.Conectar a tampa montada no frasco de drenagem. 15-Fixar extremidade da extensão de látex ao dreno do tórax com esparadrapo. 11-Pinçar o dreno de tórax com a pinça Kelly.

2. ou seja. 8.Utilizar técnica asséptica. 27. 30. 21-Conectar a extensão de látex de 2 m ao primeiro tubo curto do frasco redutor até o aspirador a vácuo do painel.Ligar o aspirador. 28. prejudicando assim a expansão pulmonar. 31.Deixar o paciente em ordem.Anotar no prontuário o procedimento feito. .Prevenir infecção.Conectar a extensão de látex de 20 cm ao segundo tubo curto do frasco redutor até o respirador do frasco de drenagem simples (coletor). 9.Recompor unidade e recolher material. 7. 5.Observar técnica asséptica e verificar se o sistema está em ordem. 26.Se o intermediário longo estiver submerso muito profundamente.Observar o aspecto e volume do líquido drenado. 29. 6.Controlar o débito.127 20-Conectar o aspirador (“de parede”) à rede de vácuo do painel de gases. o paciente necessitará de uma pressão interpleural mais alta para conseguir respirar.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 24. 3. o qual irá imerso no frasco de drenagem. 22. 25.  PONTOS IMPORTANYES JUSTIFICATIVAS 1.A água colocada no frasco de drenagem atua impedindo o ar de voltar para o espaço pleural (pneumotórax). o látex deverá está conectado rigorosamente ao intermediário de vidro longo.Pinçar o dreno de tórax antes de ligar o aspirador.Observar técnica asséptica.Soltar a pinça de dreno. .Evitar entrada de ar e desconexão acidental do sistema. mais do que 2 cm de água. . 4.Observar técnica asséptica.Lavar as mãos.Economizar tempo e poupar o funcionário. 23.Testar todo o sistema.

24.Proceder à troca do frasco de drenagem (coletor) quando: a) o volume drenado atingir a extremidade respiro. 26. 11.Evitar a contaminação do ambiente. 14.Evitar entrada de ar e desconexão acidental do sistema. 12-Garantir a salubridade do funcionário.Colocar quantidade suficiente para o tubo longo fique mergulhado cerca de 20 cm abaixo do nível da água. oscilação da coluna líquida do rasco coletor (5.1º tubo curto.128 10.Evitar entrada de ar (pneumotórax). Atenção: Borbulhamento no frasco coletor indicará pneumotórax ou fístula pulmonar.Fazer conexão entre o frasco redutor e ar rede de vácuo. b) quando o volume drenado chegar ao ponto de prejudicar a continuidade da drenagem torácica (ocorre o movimento ascendente do líquido da extensão de látex). 18. 22. traumatizando assim a pleura e o pulmão do paciente. ao quais são conectados três tubos de vidro. 27.2º tudo curto. que é submerso de 15 a 20 cm abaixo do nível da água. 23. . 25. 20.Aconselha-se utilizar uma válvula medidora de pressão para controlar a aspiração.Evitar contaminação.Para testar o sistema. 17-A oscilação da coluna d’água mostra que há uma comunicação efetiva entre a cavidade pleural e o frasco de drenagem. 19-Frasco redutor (3.Para dar início à sucção.000 ml). 16-Manter o frasco de drenagem (coletor) sempre em nível inferior ao tórax do paciente. e a outra extremidade fica em contato com o ar.000) contém: uma tampa de borracha com três orifícios. 13.Fazer a conexão entre o frasco redutor e o coletor do paciente.Montar o novo sistema. assegurando o fluxo gravitacional e evitando o refluxo de líquido e de ar drenados da cavidade pleural. .Sistema correto: borbulhamento contínuo no frasco redutor (3.Evitar o excesso de sucção e aumento da pressão negativa. .000ml) de acordo com a respiração e borbulhamento do frasco coletor com expiração forçada ou tosse.Tubo longo: de mais ou menos 40 cm. 21. 15. .

As extensões de látex devem ter comprimento suficiente para permitir a livre movimentação do paciente no leito. OBSERVAÇÕES: 1.129 c) quando houver obstrução no sistema. 29. conectá-los ao sistema de drenagem. colaborando com a equipe.Frasco nº. É constituído de uma tampa de borracha com dois tubos curtos de vidro. desconectando a água que havia sido colocada anteriormente no frasco coletor.Manter o ambiente em ordem.O sistema de aspiração torácica contínua pode também ser feito através de três frascos: .NOTA: No sistema de três frascos existe o frasco de drenagem (coletor) separado do frasco que contém o selo água.Frasco nº. É constituído de uma tampa de borracha com um tubo longo que fica imerso a 2 cm abaixo do nível da água e um tubo curto. . 4. É constituído de uma tampa de borracha com dois tubos curtos de vidro e um tubo longo que fica imerso a 20 cm abaixo do nível da água. entretanto ser demasiadamente longas.Quando o paciente estiver com dois drenos torácicos.O sistema de aspiração contínua poderá ser feito através de uma bomba de sucção.Prevenir infecção.Proporcionar conforto ao paciente. 3. Este frasco coleta um volume de ar e líquido drenados da cavidade pleural. através de uma conexão em Y.3: FRASCO REGULADOR DE PRESÃO (REDUTOR) é aquele que fica em contato com aspirador a vácuo. . 31. 2: FRASCO CO SEO D’ÁGUA é aquele que faz um tampão de água formando vácuo. A vantagem deste sistema é que o volume e a natureza da drenagem do tórax podem ser avaliados com maior precisão. 2. 30.Mensuração do débito drenado e suas características.Frasco nº. 28. não devem. . 1: FRASCO DE DRENAGEM ( COLETOR) é aquele que está diretamente em contato com o dreno do paciente. . pois além de dificultar a aspiração pode provocar acotovelamento e acidentes.

9. 7. 10.Proteger com borrachas macias extremidade da pinça Kelly para evitar a danificação do dreno de tórax. Neste caso.000 ml) e o aspirador a vácuo. dispensado-se assim o frasco redutor (3. e de acordo com a escala graduada do copo.Para se verificar a permeabilidade do sistema.Se o sistema de drenagem não funcionar. em substituição ao frasco redutor. faz-se necessário desligar o aspirador e desconectar o látex do frasco redutor. .Se o dreno de tórax for acidentalmente retirado do paciente.Manter sempre uma pinça disponível para situações de urgência. 11. correspondente a pressão em cm H2O desejada.Neste sistema de aspiração torácica contínua.Os frascos deverão permanecer sempre abaixo do nível do tórax (mais ou menos 1 metro). tossir e respirar fundo para melhorar a permeabilidade do tubo torácico.No caso de ocorrer falhas no sistema de aspiração. a falha está no próprio sistema.130 5.Se o sistema de drenagem funcionar corretamente. pinçar o dreno de tórax e ligar o aspirador: . . proporcionando o suspiro de ar da coluna d’água. 13. . pode-se utilizar o aspirador torácico a vácuo. deixando o paciente somente com frasco de drenagem simples. 6.Proteger todos os intermediários de vidro com esparadrapo. .Mandar o paciente vira-se.Conectar a extensão de látex do aspirador torácico ao suspiro do frasco de drenagem simples. o motivo está no próprio dreno do tórax. Aí então faz-se necessário comunicar o médico. 12. 8.Colocar água esterilizada em quantidade suficiente. o qual é diretamente adaptado à rede de vácuo. deve-se comprimir rapidamente o orifício com uma gaze esterilizada ou mesmo com a mão.Desconectar o copo da tampa do aspirador torácico. fazer o seguinte: .Abrir a válvula de vácuo de acordo com o borbulhamento. .

Calçar luvas.Duas extensões de látex esterilizadas (uma de aproximadamente 50 cm e outra maior de 1. 3.Ligar a bomba à rede elétrica. de forma que não faça alça.Instalar as extensões de látex esterilizadas. ficar protegida para ser posteriormente conectada ao paciente (DRENO).Verificar se os frasco coletor e de vácuo estão devidamente conectados.  PROCEDIMENTOS 1-Lavar as mãos.131 4.Um par de luvas. .Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 2.Sistema de Aspiração Contínua/ Intermitente Realizado pela equipe de enfermagem e fisioterapeutas  FINALIDADE DA TECNICA -Drenagem e aspiração e intermitente de fluidos corporais em procedimentos cirúrgicos ou fistulas (gástricas ou torácicas). 5. A segunda extensão (maior) deve a outra saída do frasco coletor e a extremidade livre. 4. 7. . 6. .30.  MATERIAL -Bomba de aspiração com frasco coletor e frasco de vácuo. A primeira extensão (menor) deve conectar o frasco de vácuo ao frasco coletor.20 cm).Reuni material.Escolher o modo de funcionamento da bomba (se contínuo ou intermitente). 8.Esparadrapo. .

Ligar o aparelho.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1. . para que não cause prejuízos ao paciente. a fim de evitar o derrame de secreção.Garantir o bom funcionamento do aparelho. 4.O procedimento deve ser suave e ao mesmo tempo firme para não deslocar o dreno e nem causar dor ao paciente. para evitar danos ao mesmo.Ao conectar a extensão de látex. 9. 12. 11-Verificar se está funcionando. 16. 10. 5. dependendo do caso. . .Fixar a conexão com esparadrapo.Evitar contaminação e posterior infecção.Deixar o paciente em ordem.Observar atentamente a voltagem do aparelho e da rede elétrica local. 11.Lavar as mãos. 6.Garantir um funcionamento eficaz do aparelho. Evitar obstrução do dreno. 7. 13.Anotar no prontuário o procedimento feito. 17. 10.Assegurar a tranqüilidade do paciente.Economizar tempo e poupar o funcionário.132 9-Conectar a extremidade livre da extensão de látex ao dreno instalado no paciente. lembrando-se de clampar o dreno antes de realizar o procedimento.Observar tipo e quantidade da secreção drenada.Se intermitente: definir a freqüência e também posicionar o seletor de vácuo na pressão desejada.Prevenir infecção.A escolha deve ser feita pelo médico.Garantir a salubridade do funcionário. 2.Retirar as luvas. 15.Evitar desconexão acidental. 3. observar as instruções contidas na tampa do frasco coletor. .Recompor a unidade e recolher o material. 8. 14.

OBSERVAÇÕES 1.Manter o ambiente em ordem.Mensuração do débito drenado e suas características.Retirar substâncias tóxicas e detritos do metabolismo.Término do procedimento.Material para tricotomia . 13. 2. 17. . 3-As extensões de látex devem ser colocadas em solução desencrostante. campo e compressa .bandeja de diálise . . a bomba de aspiração deve ser limpa com pano molhado em água e sabão. colaborando com a equipe. 16.Instalação da Diálise Peritoneal (Sistema Aberto) Realizado por médicos  FINALIDADE DA TECNICA .Prevenir infecção. 14.Os frascos coletor e de vácuo devem ser lavados e desinfetados. 15.Proporcionar conforto ao paciente.31.Depois de ser usada.pacote estéril contendo: avental.  MATERIAL . 4.Ajudar a regular o equilibro hidroeletrolítico. lavadas após em água corrente e enviadas para esterilização m óxido de etileno.133 12-Detectar se está havendo algum traumatismo para o paciente com o funcionamento da bomba.Retirar excesso de líquidos.

se necessário.equipo de diálise .solução antisséptica . colocar máscara em si próprio e auxiliar o médico durante o procedimento.duas seringas descartáveis de 10 ml .impresso próprio para diálise .Colocar biombos. caso seja necessário.bandeja pequena com dispositivo para cortar soro.cateter de diálise .Lavar as mãos.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.solução de diálise .Fechar portas.sistema de aquecimento .esparadrapo ou micropore . . 8.anestésicos sem adrenalina . fazer tricotomia do abdômen.máscara . 3. 7.lâmina de bisturi . 5.suporte de soro para diálise .duas seringas de insulina .Colocar máscara no paciente e deixá-lo em decúbito horizontal dorsal.mesa auxiliar se necessário .Reunir todo o material.quatro agulhas descartáveis 25/8 .fio sutura mononylon 3-0 . verificar sinais vitais. 4.134 . algodão com álcool a 70%. 6. serrilha e medicamentos prescritos .  PROCEDIMENTOS 1.um par de luvas estéril .solução degermante para a pele.Pesar o paciente. 2. e limpeza da pele com solução degermante.Solicitar ao paciente que esvazie a bexiga ou realizar cateterismo vesical.

27. já instalado na cavidade abdominal.Anotar na ficha de controle a hora de início e término da infusão. isto. este primeiro banho. 12. abaixo do nível do leito. é todas as pinças do equipo de diálise e deixar a solução correr. agulhas. 26. conforme orientação médica. fechada. 25.Conectar a via da drenagem a um frasco coletor. mantendo a via da drenagem fechada.Auxiliar o médico a vestir-se.Deixar os sistemas abertos. 22. a via da drenagem. 20.Registrar com ZERO.Conectar as extremidades do equipo de diálise aos frascos de solução de diálise. 15.Abrir em cima da mesa auxiliar o pacote contendo: avental. 21.135 9.Fornecer antisséptico ao médico. término da drenagem e o volume do líquido infundindo e drenado. 10.Fechar todas as pinças do equipo e dependurar os frascos de diálise no suporte do soro. fio de sutura.Segurar o frasco.Verificar com médico a previsão do número de banhos e exames laboratoriais necessários. 23. 18. ou mais. 19.Abrir todo o sistema. gazes. 16. com álcool a 70% e cortá-los com o dispositivo próprio.Abrir o sistema. abrindo as pinças dos frascos. 14.Fazer a antissepsia dos frascos de diálise. cateter de diálise.Fazer a antissepsia do frasco de anestésico com álcool a 70%.Logo após a infusão destes dois principais litros. mantendo. abrir a via da “drenagem” e deixar drenar todo o líquido no rasco coletor.Infundir o primeiro banhos. logo após o médico ter fixado a extremidade do equipo ao cateter de diálise. 13. e infundir os dois primeiros litros da solução na cavidade abdominal. campos e compressas estéreis. . equipo de diálise. para que o médico possa aspirar o anestésico.Pinçar o equipo no término da infusão e deixar a solução na cavidade por 30 minutos. anotando início. 11-Colocar no campo estéril o material necessário: seringa. permitindo que a solução dialisadora penetre na cavidade abdominal. 17. 24. logo após terminada a drenagem do banho ZERO.

5. 11. 7. 30.Garantir a privacidade do paciente. 8. 3.Evitar correntes de ar e circulação de pessoas provocando contaminação.Fazer antissepsia as pele.Anotar no prontuário o procedimento feito.136 28. 39.Fechar a pinça da via de drenagem.Economizar tempo a e poupar funcionário.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 35.Desprezar o líquido drenado do primeiro banho.Observar e anotar: volume.Evitar que o médico se contamine.Continuar os banhos até a retirada do cateter.Registrar os dados inicias para se ter um parâmetro ao final da diálise. . turvação do líquido etc.Avisar o médico para providenciar a retirada do cateter.Prevenir contaminação e possível infecção cruzada.Preparar material para retirada do cateter de diálise. 32. utilizando luvas.Utilizar técnica rigorosamente asséptica. 9. 29.Auxiliar o médico no sentido de evitar conversas desnecessárias no quarto e assim poder dar mais atenção e apoio ao paciente.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1.Evitar perfuração da bexiga.Infundir o segundo banho.Abrir a via da drenagem após os 30 minutos. aspecto ou qualquer outra anormalidade ocorrida durante o banho.Prevenir infecção. 38. como: sangramento.Lavar as mãos. Esvaziar o frasco coletor e medir o volume drenado com precisão.Prevenir a contaminação da área a ser puncionada. 12. 2.Recompor a unidade e recolher o material. 40. . 31.Deixar no paciente em ordem. 6. bem como de todos os outros. no vaso sanitário do banheiro do quarto. 4. 37. 33. e registrar na folha de controle o início e término da drenagem. 36. 10. marcando hora de início e fim da infusão.Fazer o balanço da diálise na folha de controle. 34.

Não permitir o contado da mão do auxiliar com a mão do médico.Turvação pode significar infecção. 22.Utilizar frasco de anestésico novo. .Anotar início e término da drenagem é fundamental pois muita demora pode significar mau funcionamento da diálise.Evitar obstrução do sistema. . dura em média 10 a 15 minutos. 20. 16.Utilizar técnica rigorosamente asséptica. .Testar a infusão e drenagem antes de iniciar o balanço hídrico. 24. pois a água estagnada no mesmo constitui meio cultura. 19. 30.Para evitar o acúmulo nos próximos banhos. pois poderá haver ganhado ou perdido.Manter o controle dos dados. Tempo superiores a estes. 17. 28. 29. 15. 27. 31. 23. que está enluvada. indicam problema na instalação do cateter ou mau posicionamento do mesmo. 14.Tomar cuidado para não contaminar o ambiente. . . apesar de não permanecer na cavidade.Retirar todo ar do sistema. 26. 32.Estar atento para não haver acotovelamento das conexões.Lembrar que o tempo de infusão para a entrada da solução na cavidade.Os frascos de diálise devem ser pré-aquecidos em aquecedor próprio.Balanço positivo (+): quando ficou líquido retido na cavidade abdominal. 25. .Deixar 30’ é importante para que a solução tenha tempo de retirar as toxinas do organismo.Utilizar técnica asséptica. 21.Observar com atenção o código vigente.Prevenir chamados desnecessários possíveis complicações. isto é: . 18. trauma.Não utilizar banho-maria.Utilizar frasco graduado.Para posteriormente reabrir parte do sistema.Registrar este primeiro banho é importante. e sangramento. provavelmente.137 13.Manter a via de drenagem clampada.Lavar a cavidade abdominal e testar a permeabilidade do sistema.Manter o controle dos dados. .Balanço negativo (-) quando foi eliminado mais líquido do que o infundido. bem como é o indicador se a técnica de colocação do cateter for correta.

36.Providenciar um lixo adequado para os frascos vazios de solução de diálise. 4. 8.Se a drenagem do líquido de diálise da cavidade abdominal estiver lenta e difícil. 35. de forma circular. pois provavelmente será necessário fazer alguns banhos hipertônicos. 11-Caso se trate de reinstalação de diálise. 34. 3. chamar o médico. rigorosamente. Caso seja grande ou permaneça sem melhora.Verificar se ocorre sangramento durante a drenagem. a cada troca.Data e hora da instalação e retirada do cateter de diálise e se o balanço final for positivo ou negativo.Prevenir contaminação 38.Evitar contaminação do ambiente. . 37. chamar o médico. quando o médico da nefrologia autorizar e se fizer presente. faz-se necessário chamar o médico.Só suspender os banhos. sem forçar o cateter para dentro da cavidade abdominal. ao retirar a prótese de Deanne encaminha-la a Unidade de Diálise Peritonel. a retenção de líquido na cavidade persistir.138 33. 2. 39.Proporcionar alívio e conforto ao paciente. chamar o médico. 6. Caso isto não resolva.Proporcionar alívio e conforto ao paciente. pois caso se trate de vazamento importante. para provável refixação do cateter ou reposicionamento do mesmo.Controlar diurese. 7.Verificar se ocorre vazamento ao redor do cateter. ou seja. para não correr o risco de perder material.Manter a porta fechada durante a instalação e manuseio do cateter de diálise. durante a diálise. bem como o estado geral do paciente. solicitar ao paciente para mudar de posição ou tentar manipular com cuidado o cateter. 10-Caso a diálise se mostre ineficaz.Fazer a antissepsia da boca dos frascos de diálise.Proporcionar conforto ao paciente. OBSERVAÇÕES: 1. 9.Lavar as mãos sempre antes e após o manuseio a troca dos frascos da solução de diálise.

16. 17. se necessário. campo e compressa . 13.. mas pode e deve virar-se. A sua movimentação previne escaras.Pacote estéril contendo: avental. com cuidado.A heparina é utilizada de rotina (0. 4.Observar o paciente quando a: hipertemia. no final da infusão. e sim.139 12. em embalagem de soro.  MATERIAL .máscara . Estes podem indicar desequilíbrio hidroeletroliítico e alterações hemodinâmicas (choques ou hiper-hidratação).Orientar o paciente no sentido de que não precisa permanecer imóvel no leito. 18. 14. pois se não o frasco ao dá vazão ao restante da solução.um par de luvas estéril . uma vez que geralmente os dois frascos correm juntos.000 ml) para garantir a permeabilidade do cateter.Caso o líquido drenado da cavidade abdominal esteja com aspecto turvo.Quando se tratar de solução hipertônica não usar glicose 50% em ampola . para não provocar contaminação no manuseio. hipotensão e/ ou arritmias.Desligar a diálise.Deixar o pertuito da cavidade abdominal preparado para futuras diálises. . para entrar ar.2 ml por cada 2. encaminhar uma amostra para cultura. estes poderão ser colocados em um dos frascos. 15-Caso haja medicamentos prescritos. complicações pulmonares etc. além de facilitar a drenagem.32-Retirada do Cateter de Diálise Peritoneal Realizado por médicos e enfermeiros  FINALIDADE DA TÉCNICA .Desconectar o equipo do frasco de diálise somente uma vez.

9) Fechar portar e janelas. se necessário -campo fenestrado -biombos  PROCEDIMENTOS 1) Lavar as mãos. . a drenagem deve ser prolongada. colocar máscara em si próprio e auxiliar o médico durante o procedimento. 11) Auxiliar o médico amarrando as tirar do avental. fio de sutura. 7) Auxilir o medico na retirada do cateter. 18) Orientar o paciente quantos aos cuidados com a prótese. agulha. 16) Pesar o paciente.material de curativo. o pacote de avental. 2) Explicar o procedimento e finalidade ao paciente 3) Reunir o material 4) Colocar biombos 5) Manter a diálise peritoneal até o momento da retirada do cateter 6) Após a ultima infusão. 15) Verificar sinais vitais do paciente. 8) Colocar mascara no paciente e deixa-lo em decúbito horizontal dorsal. Lâmina de bisturi -fio de sutura mononylon 3-0 -antisséptico -esparadrapo comum ou especial -prótese de Deanne -anestésicos sem adrenalina se necessário -agulha e seringa. após a introdução da prótese no orifício do cateter de diálise. campo e compressa. 14) Fazer curativo oclusivo. gazes. ou de cabeceira. material de curativo e prótese de Deanne. 17) Fechar a ficha de balanço. ingestão hídrica e sal. 13) Fornecer o antisséptico ao médico. 10) Abrir em cima da mesa auxiliar.140 . 12) Colocar no campo estéril o material necessário: seringa.

Manter o ambiente em ordem. 9.Assegurar a tranqüilidade do paciente. Posicionar corretamente o paciente. 3.Fazer a antissepsia no local da inserção do cateter.Verificar-se ao final da diálise se o balanço foi positivo ou negativo. 23) Anotar no prontuário o procedimento feito. PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS. 6. 11-Evitar que o médico se contamine. 20) Lavar as mãos. 4.Prevenir infecção. 10-Utilizar técnica rigorosamente antisséptica. 20 Prevenir contaminação. 16.Não desligar a diálise.Economizar tempo e poupar o funcionário. enquanto o médico não chegar. evitando conversas desnecessárias no quarto. .Verificar se houve alterações.Prevenir a contaminação da área de inserção do cateter. e assim dar mais atenção e apoio ao paciente. 15.Garantir a privacidade do paciente. ou desconectar o sistema.A próteses de Deanne mantém o pertuito abdominal para a próxima diálise a ser instalada.Dar apoio ao médico e ao paciente. colaborando com a equipe. para facilitar o procedimento. 12-Auxiliar o médico no sentido de agilizar o procedimento. 21. 2. 19. 22) Deixar o paciente em ordem. 18. 7.Obter o controle final. 5. uréia e creatinina. 17. 1. 13.141 19) Colher sangue para dosagem de eletrólitos. 14.Evitar corrente de ar e circulação de pessoal provocando contaminação. 21) Recompor a unidade e recolher o material. 8.Prevenir complicações e tranqüilizar o paciente.Para saber da eficácia da diálise.Permitir que a cavidade peritoneal fique completamente.

agulhas descartáveis.Métodos permanentes permitem um acesso vascular e incluem anastomose subcutânea de uma artéria de extremidade a uma veia vizinha.equipo simples.Eliminar. água e substancia tóxicas exógenas do sangue. .Linha venosa. 4.duas agulhas de punção de fístula. . os produtos finais do catabolismo protéico.equipo arterial (entrada) . .soro fisiológico de 1000 ml. jugular. .Hemodiálise Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TECNICA . . O dializador tem fibras ocas e é pré-esterilizado. . Métodos temporários utilizam a inserção percutânea de um cateter em uma grande veia (femoral. 23. .Proporcionar conforto ao paciente.um par de luvas estéreis. através de dialisadores que funcionam como rim artificial.seringas descartáveis de 5 ml.seringas descartáveis de 20 ml. (Fístula arteriovenosa) e a interposição subcutânea de um enxerto tubular entre uma artéria de extremidade e uma veia.gazes estéreis. . interna e subclávia).33.142 22.dializadores .  MATERIAL . .Possíveis intercorrências e avaliação final da diálise realizada. . .Máquina hemodialisadora .equipo arterial (saída) – Linha arterial.

fita adesiva. 2. -óculos de proteção. 6. .recipiente para armazenamento de dializadores.Encher o tanque com 120 litros ou 240 litros.PVPI tópico.5 ml de heparina para 1000 ml de soro fisiológico). 4. . . 9.Conectar o equipo na parte superior do capilar.álcool a 70%.Acrescentar concentrado para hemodiálise ( acetato de bicarbonato). .  PROCEDIMENTOS 1.Adaptar o dializador ás conexões de recirculação de concentrados de diálise nas mangueiras da máquina. colocando a trava na posição drenar.  QUANTO AO CAPILAR a) Montagem de dializador: 1.Mexer bem a solução.Passar água limpa no tanque e recircular a água por pouco tempo. . invertendo o equipo inferior capilar.heparina sódica pura. .143 . 3.Verificar a voltagem da máquina. . 3.Calçar luvas. 5.formol a 3%. . 8.dispositivo cortante para o soro.Conectar o equipo venoso na parte inferior do capilar. -concentrados para hemodiálise (acetato ou bicarbonato).soro fisiológico 2000 ml. 2. 7. .Drenar o restante da água. .Erguer a trave para posição de diálise.Lavar as mãos.esparadrapo comum e/ ou especial.soro heparinizado (2.

Adaptar o soro fisiológico no equipo e essa conexão apropriada do equipo arterial. 2. fazendo-se o nível. 2. sem ligar a bomba de sangue e deixar-se correr 1. 4. 3.Conectar o sistema com heparina que é prescrita pelo médico e diluída em poucos ml de soro fisiológico. 8. 9.Colocar um outro recipiente sendo este as ponteiras que irão ser adaptadas ao paciente.000 ml/min.Trocar-se o soro fisiológico por soro heparinizado e passa-se 200 ml pelo cabo arterial.  SE PRIMEIRO USO: 1. ou pode ser pura. seguindo a rotina: . 5.Proteger as pontas dos equipos com gaze embebida em solução antisséptica.144 4.Colocar as ponteiras do equipos num recipiente. 6.Rotular o dialisador. ligando-se a bomba de sangue em 80/ 100 ml/ min.Pinçar o euipo onde está adaptada a seringa. 7.  SEM DIALISADOR REPROCESSADO (armazenamento com formal a 3%. com identificação do paciente. observando o sentido correto. sem ligar o rolete.) 1.Adaptar a porção siliconizada do equipo arterial à bomba de sangue.Ligar a recirculação da máquina em 1.Pinçar o equipo arterial e deixa-se passar para o equipo venoso. 6.Pinça-se o equipo arterial e deixa-se passar para o catabolhas.500 ml pelo equipo venoso para o recipiente inferior. 5.Passa-se 500 ml de soro fisiológico para baixo ( equipo arterial).Colocar um recipiente onde possa ser colocado o equipo que será conectado ao manômetro de PV (pressão venosa) e que irá ter uma seringa de 20 ml vazia e pinçada.Lavar o capilar com dois litros de soro fisiológico a um fluxo de 200 ml/ min. .

Seguir a mesma rotina.Embeber uma gaze com PVPI tintura para antissepsia no local da punção. 10.145 3.Chegar à punção e fixar a agulha. agulhas de punção de fístula. 6. 7.  QUANTO AO PACIENTE 1. fixa a agulha na fita crepe e solta-se o garroteamento. pois poderá perder a fístula. 5. 2. 14. onde há frênito. no sentido mão/ braço na parte mais distal da fístula. . Deitado.Secar com papel-toalha. 4-Orientar o paciente para sentar-se ao lado do dialisador já preparado e identificado com nome completo. 12. quando não for possível. 3. Checa-se a punção.Pesar.Colocar o campo estéril sob membro a ser puncionado.Verificar variação de peso de uma sessão para outra e excesso em relação ao peso seco.Garrotear novamente. Soltar o garroteamento. gazes.Calçar luvas.Puncionar.Encher a seringa com soro heparinizado (que restou da heparinização do sistema) com auxilio de outra pessoa. verificar a pressão arterial com o paciente sentado e em pé. 11-Garrotear o membro (próximo á axila) e manter o garroteamento até que e peça para soltá-lo.Preparar psicologicamente o paciente para as punções. sendo que há mudança na quantidade de soro fisiológico (5 litros de soro fisiológico + 1 litro heparinizado). 8.Puncionar a parte próxima da fístula no sentido/ mão.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTFICATIVAS 1. 9.Não verificar a pressão arterial mo membro que possua a fístula arteriovenosa. 13. 15. 2.Colocar no campo: seringa de 20 ml.Lavar bem o braço com solução degermante e água em abundância. primeiramente.

Preencher as agulhas de punção. .Utilizar técnica asséptica.Evitar traumas ao paciente. O equipo maior do catabolhas deve ser conectado ao manômetro de pressão transmembrana (PV).  LIGANDO PACIENTE Á MÁQUINA 1.146 3. 9.Desligar a bomba de sangue. 4. 6.Solicitar ao paciente que lê mesmo faça o garroteamento. (Exceto a que será utilizada para coleta de sangue e que após a coleta deverá ser preenchida com soro heparinizado).Evitar possível troca de dialisadores prevenindo assim a infecção cruzada. 10.Usar como via de acesso para devolução sangüínea.Aumentar a segurança a fim de impedir a contaminação. 13. 10.Usar como via de acesso para retirada sanguínea. 11-Conectar o equipo venoso à agulha distal da fístula (venosa). 14. 3. 8. 6.Garantir a salubridade do funcionário. 8.Aumentar o ingurgitamento (o próprio paciente faz o garroteamento).Calçar luvas.Conectar o equipo arterial á agulha proximal da fistula (arterial).Ligar o termostato da máquina. 4.Fixar o equipo arterial em dois lugares distintos. 11.Checar a recirculação da máquina se está ligada. 12-Pinçar o equipo menor que sai do catabolhas e nele colocar uma seringa vazia com 5ml de ar.Facilitar o procedimento.Ligar a bomba de sangue em fluxo de aproximadamente 120 ml/ min. 5.Soltar lentamente a pinça que está abaixo do catabolhas.Fazer assepsia do equipo arterial com solução antisséptica.Evitar contaminação na hora da punção. 12. 7.Fazer assepsia do equipo venoso com solução antisséptica (PVPI tópico). 5. 2. 9. 7. mantendo um nível mínimo e completando-o quando o sangue estiver completando o “primming do sistema”.

O ar colocado na seringa á utilizado para controlar o nível de catabolhas.Evitar que o sangue esfrie sem contato com a solução fria.Resíduos de formal. 16-Observar se há intercorrências nas punções (hematomas. 7. 4. 5. 13.Repor volume. devido a reação à: 8. 6. .Evitar hemólise. 3.Conectar todo o sistema ao paciente.Evitar tração que possa desconectar o equipo da agulha. 14-Injetar a heparina e pinçar novamente.Se venoso: puncionar mais distal se possível. e não causar pressão ( choque) na devolução do sangue.Hemantoma: Desligar imediatamente: .Se arterial: puncionar mais proximal.147 13-Ligar a bomba de sangue em mais ou menos 120ml/min e ir retirando a pinça abaixo do catabolhas lentamente.Evitar a contaminação do paciente. .Iniciar o processo de hemodiálise ao sistema.Ligar o paciente efetivamente ao sistema.Garantir a salubridade do funcionário. pinçar novamente mantendo-o conectado ao sistema. se possível. então gire-a sempre coma bomba de sangue desligada. 14.Descobrir a agulha arterial e movimenta-la para cima e para baixo ligeiramente ou.Sucção de influxo: 16.Hemólise por contato com solução não homogênea. 9. 17-Manter a eficácia na diálise. 2. . se novo. 12. sucção de influxo). se houver necessidade.Observar se o paciente refere mal estar ou se há escurecimento do sangue.Resíduos de fibras. 15-Conectar o equipo com soro fisiológico e deixar correr mais ou menos 10 ml. 11. 15. 10.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTFICATIVAS 1.

11) Dobrar uma gaze em tamanho bem pequeno e retirar a agulha arterial comprimindo simultaneamente. 15) Trocar a gaze e colocar esparadrapo. bacteremia. cefaléia. se necessário. 8) Ligar a bomba de sangue e deixar que o sangue chegue até a conexão do soro. 17. 4) Abrir o soro fisiológico. 12) Parar a bomba de sangue.Caso não seja possível. 10) Religar a bomba de sangue e colocar a extremidade no galão inferior. assim que cessar o sangramento. mantendo a pinça de Reynolds no equipo.  DESLIGANDO O PACIENTE DA MÁQUINA 1) Calçar luvas. devolver o sangue de uma vias e providenciar bolsa de gelo. 16) Pesar e verificar a pressão arterial do paciente sentado e em pé.Manter eficácia na diálise. 7) Desconectar o equipo arterial. dobrando a extremidade.Manter eficácia na diálise. . quando o soro que esta sendo injetado tiver uma concentração sanguínea baixa. após pinçar o equipo arterial. 13) Pinçar a agulha venosa e dobrar a extremidade. 20.Evitar contaminação e danos ao equipamento. 9) Desligar a bomba de sangue e abrir a pinça deixando o soro fisiológico chegar até a extremidade do equipo arterial. 18. hipertensão. observando presença de vômitos.Retirar mais líquido do paciente. 6) Pinçar a agulha arterial. câimbras. 5) Desligar a bomba de sangue. 2) Colocar o galão no chão e o outro sobre a máquina. 14) Retirar a agulha venosa e colocar a gaze dobrada no local para que o paciente a segure. e deixando que o paciente a segure.148 . 22-Estar atento a qualquer queixa. retirando o equipo venoso e colocando-o no galão inferior.Evitar embolia gasosa. 19. 21. 3) Retirar PV e erguer o catabolhas. sudorese etc.

9. 12.Colocar 30 litros de água e adicionar hipoclorito puro se atingir a diluição em 1%. 2.Controlar eficiência das fibras. 7.Verificar parâmetros inicial e final. 15.Drenar o restante da solução de hemodiálise.Garantir a salubridade do funcionário.Erguer a chave para posição Diálise.Desinfecção da máquina. 16-Retirada completa do hipoclorito da máquina. Anotar. 14.Diminui a pressão no sistema.Drenar solução. 8.Aproveitamento maior do sangue.149  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTFICATIVAS 1. 6. 13. . ligando a bomba e as recirculações. 7. até próxima sessão de hemodiálise. 10.Inativar o bicarbonato.Evitar trocas de dialisadores.Lavar com água. 11-Armazenar adequadamente para reutilização.Ligar a bomba e recirculação durante a 30 minutos. 4. 8. passando por toda a parte interna.Iniciar a devolução do sangue para o paciente.  LIMPEZA DE MÁQUINA 1. 3. além de baixar a trave para posição DRENAR. para evitar hemólise no paciente e danos no equipamento.Colocar água limpa. 3.Colocar água no tanque e colocar ácido muriático (3%) para inativar bicarbonato de sódio e recirculação por 15 minutos.Esvaziar a máquina. 9.Fechar a torneira e deixar drenar. 2.Desligar o paciente do sistema. 4. 5.Devolução total de sangue e não infundir soro fisiológico. 6. 5. além do necessário.Evitar contaminação.Evitar sangramento.

Na parte superior do dialisador é conectada uma mangueira própria que está ligada a um frasco de aspiração e este por sua vez ligado ao vácuo.Ultrafiltração (UF). 3.Hemoperfusão-uma associação útil usada em overdose e envenenamento (Paraquart). se estiver impossibilidade de lavar o braço. Fazer assepsia com solução adequada. 11.Drenar água e repetir o item 9. . Fazer assepsia na linha arterial com solução antisséptica e conecta-la na via de saída.Drenar e desligar toda a máquina. Aspirar heparina residual e observar permeabilidade.150 10. colocamos um campo cirúrgico e fazemos a antissepsia no próprio local. 13. como finalidade retirar uma grande quantidade de líquido do paciente. porque o carvão do cartucho competirá com as proteínas plasmática pela droga. Isto é feito através da colocação de uma PV alta com a bomba de recirculação desligada.Se o paciente não tem fístula em sim um cateter percutâneo. Depois de ligar o equipo arterial do sistema o processo na ponta venosa. retirar o conector da ponta arterial. OBSERVAÇÕES: 1.No preparo do paciente para hemodiálise.Recolocar água e deixar recircular durante 15 minutos.tem. A hemoperfusão é mais efetiva do que a hemodiálise na eliminação do sangue de muitas drogas ligadas as proteínas.Reunir o material e deixar a máquina em ordem. usa-se um campo fenestrado. 4. irá removê-la da circulação. 2. é um processo pelo qual o sangue é passado através de um cartucho carregado com um cartão vegetal ativado ou carbono. 12. absorverá a droga e desse modo.

6. 5.Colocar o paciente em posição Fowler.solução anestésica.avental.  PROCEDIMENTOS 1. 3.sonda de Sengstaken-Blackmore. promovendo hemostasia varizes esofagianas. com anestésico.Caso a sonda não possua as identificações corretas para o balão gástrico e esofágico. 4. antes de passar a sonda. 7.seringa de 50 ml . com extensão de látex. .Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 2. fazê-lo com esparadrapo.Lavar as mãos. .Calçar luvas e vestir avental.Reunir material. (geléia) .um frasco coletor.151 4.34 – Passagens do Balão Gastroesofágico (Sengstaken-Blackmore) Realizado por médicos e enfermeiros  FINALIDADE DA TÉNICA -Combater sangramento digestivo alto.gazes .esparadrapo .um par de luvas .Testar a sonda utilizando a seringa de 50 ml i injetando ar.Lubrificar muito bem toda a extensão da sonda. 8.  MATERIAL -Bandeja auxiliar contendo: . .

Lavas as mãos. para que haja penetração do anestésico até a nasofaringe. visto que a passagem desta sonda é altamente dolorosa e incômoda. 16. 5. 17. conforme a pressão da coluna de mercúrio. 20. . conforme indicação médica. 14. 18.Tracionar a sonda até sentir resistência.Insuflar o balão gástrico com 40 a 60 ml de ar conforme indicação médica. 13.Recompor a unidade e recolher o material. 3. 11.Fixar a extremidade da sonda na região frontal do paciente.Conectar uma extensão à via gástrica até o frasco coletor.Facilitar a introdução da sonda.Verificar se a sonda está corretamente posicionada. com auxílio de intermediário plástico.Evitar perda de tempo e maior traumatismo para o paciente.Insuflar o balão esofágico com 60 a 100 ml de ar.Anotar no prontuário do paciente a procedimento feito. .Prevenir infecção.Deixar o paciente em ordem.Orientar o paciente para deglutir no momento em que for solicitado. 21. 19. 23. 12. ou utilizar o esfigmomanômetro.Pedir ao paciente para abrir a boca e verificar se o balão está corretamente posicionado.Retirar as luvas.152 9-Instalar anestésico pelas narinas do paciente e solicitá-lo a inspirar profundamente.Economizar tempo e poupar o funcionário. 10.Verificar com mito cuidado e atenção se realmente não existe nenhum orifício nos balões.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. deixando apenas uma porta para fora. ou utilizar o esfigmomanômetro conforme a pressão da coluna de mercúrio.Introduzir a sonda pela narina em toda a extensão. 2-Acalmar o paciente. 15. 22. 4. pois o mesmo provavelmente estará extremamente estressado e irrequieto devido o sangramento e o mal-estar geral.

Permitir a saída do conteúdo gástrico.Assegurar o tamponamento da cárdia e fixação da sonda.Esta quantidade de ar poderá variar. Apesar de raros. evitando a formação de necrose de asa do nariz.Oferecer água.Escutar o timbre de voz do paciente. 21.Evitar maiores traumatismos. podendo ser até mesmo visualizado na boca do paciente. 16.Fixar a sonda de maneira adequada. 8.153 6. 22. 10. 7.Proteger o executante.Prevenir infecção. 15. 12. se houver desconforto intenso. pode ser pelo fato de o paciente ter pescoço curto ou caixa torácica pequena.100 ml de ar correspondente a 80 mmHg no esfigmomanômetro. sendo necessário retirar essa sonda e providencia outra menor.Fazer a marcação das duas vias para evitar injetar medicação nos balões. 17. quando ocorrem. colaborando com a equipe. . no esfigmomanômetro.Auxiliar a passagem da sonda. prejudicam a respiração do paciente e provoca intenso desconforto. Neste caso. 18.facilitar a progressão da sonda até o estômago. 23. dificuldade respiratória e/ ou persistir sangramento. 9. -Balão esofágico: cuff de cor VERMELHA.Quantidade de ar colocada em cada balão. 19.Manter o ambiente em ordem.Balão gástrico: cuff de cor BRANCA. 11. 13. .Facilitar a passagem da sonda. se necessário.Facilitar o procedimento 20. . o balão esofágico ultrapassar o esôfago. . 14. para ajudar o paciente a deglutir.Promover o conforto do paciente.Evitar a saída acidental da sonda.50 ml de ar correspondente a 40 mmHg.Utilizar o mesmo processo da sonda nasogástrica. Se este estiver alterado. . características do conteúdo gástrico e a presença ou não de sangramento.

5.35. pelo contato do corpo do paciente com o (s) cobertor (es).  MATERIAL .termômetro retal. os cobertores ou apenas um cobertor) .Sistema de Colchão Hiper-Hipotermia Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TECNICA . 6.Baixar ou elevar a temperatura do corpo do paciente e/ ou manter a temperatura normal do corpo.algodão ortopédico e atadura de crepe.5 litros) cobrindo completamente as serpentinas de cobre.154 4.Posicionar o aparelho aos pés da cama do paciente.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. .lençóis de algodão (um para cada cobertor térmico) ou cobertor . 3.Lavar as mãos. O colchão de hipohipertermia pode ser usado ou dois sistemas de operação manual ou automático (modelo utilizado no HC-UNICAMP0). 2. através da transferência de calor.Conectar o (s) cobertores (es) ao reservatório de água.  PROCEDIMENTOS 1. 4.cobertores de hipo-hipertermia (conforme a necessidade.5 litros) .Reunir o material.Colocar água destilada no reservatório (12. .água destilada (aproximadamente a quantidade de 12.Aparelho de hipertermia .

Estender um cobertor térmico sobre o lençol da cama. 7. 3. 9.Não utilizar extensões elétricas ou peças em T e ligar numa rede independente à do painel de gazes.  OPERAÇÃO MANUAL 1.Acionar a alavanca ON e REFRIGERAÇÃ. 4. 8. 2.Estender um lençol de algodão ou cobertor sobre o cobertor térmico. 7.Prevenir infecção. 8-Proporcionar a circulação de água nos cobertores (e observação do funcionamento). 6.Acionar a alavanca MANUAL. 9-A s duas opções exigem observação da enfermagem. 4.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 3. 2.Economizar tempo e poupar u funcionário.Ligar o aparelho na rede elétrica.Posicionar o paciente sobre o cobertor térmico.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1.155 7.Posicionar no termômetro (de dois ponteiros) do aparelho a temperatura desejada. sobre o paciente.Colocar o termômetro retal.Monitorizar a temperatura axilar com regularidade. 6. caso seja necessário. sob o paciente. 9.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS . 5.Para proceder ao aquecimento ou resfriamento.Colocar o outro cobertor térmico.Acionar a alavanca ON e REFRIGERAÇÃO.Desligar o aparelho e optar por um dos sistemas: manual ou automático.Evitar a queima de resistência. 10.Facilitar o manuseio.Cobrir o paciente com lençol de algodão. com o botão em OFF. 5. 8.

Proteger o pavilhão auricular do paciente. 5. 3. 6.Área sujeita a vasoconstrição severa.Proteger o paciente.Permitir o funcionamento da circulação da água evitar danos ao sistema.Avaliar sempre que possível os níveis gasométricos de glicemia.rapidez no efeito de hipo ou hiperdermia.Monitorizar a temperatura axilar. 3.De preferência. 8.Aspirar com freqüência o paciente em hipotermia. 8. 2. 10.  USO DO COBERTOR TÉRMICO 1.156 1-Evitar o acúmulo de água e deslizamento. do paciente com algodão ortopédico a atadura de crepe.Proteger as extremidades (mãos e pés). pois haverá um controle preciso do paciente/ aparelho: 4. mesmo que o paciente esteja com termômetro retal. com freqüência.Poder haver somente alteração da temperatura periférica. 6.Avaliar o nível de consciência. 9.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1.Evitar a formação de escaras e queimaduras por calor ou frio. 2.Proporcionar o efeito desejado.Mobilizar o paciente de 2/2 horas e observar a coloração da pele.Área sujeita a vasoconstrição severa. 7. .Permitir maior área de exposição 5.Monitorizar as freqüências cardíaca e respiratória. associado a pressão arterial e pressão venosa central. 4. 3. 9.Avaliar balanço hídrico regularmente.Será temperatura da água mantida no reservatório do aparelho.Proteger o papel do paciente. 7. 2.

Pode haver diferenças o resfriamento ou aquecimento apenas periférico. pela diminuição do consumo de oxigênio.Hipotermia causa: hiperglicemia (corrigida com o aumento da temperatura). 11. .Hipotermia causa: midriase (às vezes. diminuição da pressão venosa central (desidratação. 9.hipertermia causa: o inverso. sob o paciente. 10. 10. 7.Hipotermia diminui o consumo de oxigênio. .Hipotermia causa: diminuição dos movimentos ciliares com conseqüente aumento de secreção brônquica. .Colocar outro cobertor térmico. .Hiporermia causa: Confusão mental.Hipertermia causa: diminuição da diurese.157 4. 9.Tracionar a alavanca do SERVO CONTROL para RED LINE ajustar o ponteiro para incidir exatamente sobre a linha vermelha. aumento da pressão intracraniana (PIC).Acionar a alavanca AUTOMÁTICO. 8.Hipotermia causa: bradicardia e bradipneia com arritmia. 5. 6. pulso filiforme PA inaudível.Cobrir o paciente com lençol de algodão. 8-Tracionar a alavanca do SERVO CONTROL para TEMP/ SET ajustar o ponteiro para a temperatura desejada. . sudorese) e aumento da pressão intracraniana (PIC). 5.Estender um lençol de algodão e cobertor térmico.Introduzir e fixar o termômetro retal no paciente com proteção de látex fino na ponta. 2.Hipotermia causa: Obnubilação e torpor.  OPERAÇÃO “AUTOMÁTICO” 1. 6. sobre o paciente. 4.Acionar a alavanca ON e REFRIGERAÇÃO. e convulsões.Posicionar o paciente sobre o cobertor térmico. paralítica). 3. caso seja necessário.Hipotermia causa: aumento da diurese. . 7.Hipertermia aumenta o consumo de oxigênio.Estender um cobertor térmico sobre o lençol da cama.Monitorar a temperatura axilar com freqüência. aumento da pressão venosa central (PVC).

6.Desligar o aparelho em OFF e REFRIGERAÇÃO.Guardar um lugar próprio.Permitir o funcionamento da circulação da água e evitar queima do sistema.Proporcionar maior área de exposição ao calor ao frio.Proporcionar a exatidão na mensuração da temperatura.Proteção do equipamento e paciente.Proporcionar a proteção da pele do paciente. 5.Desconectar os cobertores do aparelho e a mangueira de drenagem.Checar o material. 9. 7.Trocar a roupa de cama do paciente e colocá-lo em posição confortável.Secar o reservatório. 10.  PARA RETRAR. 5. 11. 2.Conectar ao aparelho no reservatório de água a mangueira de drenagem. 12.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1.Utilizar látex do tipo do dreno de penrose.Promover a proteção do paciente.Dependurar as conexões de drenagem do reservatório. . 2. .158 12. 10.Proporcionar rapidez do efeito de hipo ou hipertermia. 3.Proporcionar o aquecimento ou resfriamento da água.retirar o termômetro retal do paciente. 3. 9.Corresponde ao esforço do aparelho em atingir essa temperatura. 4. . 11. 6. 8.Passar pano embebido em solução desinfetante nos cobertores e na superfície do aparelho.Retirar os cobertores térmicos do paciente. LIMPAR E GUARDAR O EQUIPAMENTO 1.Evitar Iatrogênias.Monitorização constante da temperatura retal.Lê as instruções para uso de coberto térmico.Para não haver acúmulo de água e deslizamento.Pode haver aquecimento ou resfriamento apenas periférico. 8. 4. 7.

Evitar danificação do sistema.Para evitar extravios e danos.  MATERIAL . 7. 8.Não imergi-los em solução química.duas máscaras .Encaminhar para desinfecção. 2.Manter o ambiente em ordem.Para escoamento e secagem.36. 13 -Anotar no prontuário p procedimento feito.Para esvaziamento dos cobertores. 9. 11.159 12.Cuidados com Balão Intra-Aórtico (BIA) Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TECNICA .Deixar o paciente em ordem. 4.Álcool a 70% . 12.Dar continuidade à mudança de decúbito. 3.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIICATIVA 1. 4. aumentando o fluxo coronariano e reduzindo o trabalho cardíaco. desinfecção e guarda. 5.Favorecer a relação oferta –consumo de oxigênio. 6.Para limpeza. 10.Documentar as atividades realizadas para recuperação do paciente.Para escoamento da água no ralo.Proporcionar conforto ao paciente.

conjunto introdutor mais dilatador 18 F.cinco pacotes de gazes estéreis . Cateter intravenoso.duas agulhas descartáveis 30 x 8 ou 30 x 7 .material de tricotomia. 6.dois pares de luvas . .dois gorros . 2.Lavar as mãos.avental de chumbo . domo.  PROCEDIMENTOS 1-Orientar paciente e família quanto ao procedimento: técnica. . seringas e transdutor de pressão .Fazer anti-sepsia com PVPI tintura mais colocação dos campos esterilizados.dois aventais esterilizados . 3.Reunir material e levar para local próximo do paciente. fio guia tipo J . extensão de polietileno.Preparar a região inguinal (tricotomia “em calsão”).dilatador 12 F.solução antisséptica (PVPI tintura) .duas agulhas descartáveis 40 x10. torneirinhas. dispondo-o sobre mesa auxiliar.bomba de contra pulsação AVCO modelo 10 .160 . -uma seringa descartável de 20 ml.fluoroscópio .um frasco de xylocaína a 2% sem vaso constritor .um rolo de esparadrapo comum e/ ou especial .dois fios de sutura de algodão 2-0 agulhado (2) . finalidade e cuidados.uma bandeja de flebotomia .pacote com seis campos cirúrgicos . 5.torpedo reserva de gás hélio -material para punção (PAM).cateter-balão bomba de contra pulsação AVCO modelo 10 . 4.Fazer a assepsia do bocal do frasco anestésico.

9. 18 para punção da arterial femoral. 6. após a retirada da agulha. 8.Prevenir infecção.161 7.Qualquer ar remanescente no balão e retirado completamente com uma seringa. 5. 8. sendo necessária a presença do enfermeiro para proporcionar assistência ao paciente e auxilio à equipe médica durante o procedimento.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1.Assistir à passagem do dilatador 8 F sobre o fio guia. enquanto um assistente mantém imóvel a porção distal do cateter-balão.O paciente deve ser orientado quanto às etapas do procedimento e quanto aos sintomas que sejam decorrentes da técnica.Assistir a adaptação do cateter-balão ao console da bomba e a pulsação intraáortica é iniciada.Fornecer material para botão anestésico. 11-Assistir à troca do dilatador 8 F por uma combinação de introdutor mais dilatador 12 F que é avançado sobre o guia para dentro da artéria femoral.Inicia-se nesse ponto a técnica propriamente dita. 15. deixando locado na artéria femoral o dilatador 12 F.Sua finalidade é dilatar o tecido subcutâneo e o local da punção arterial. através da agulha. 9.Prevenir infecção.Racionalizar e agilizar o procedimento. começando da parte distal. 14. 2.O material deve ser fornecido de maneira pronta e organizada a fim de agilizar o procedimento. objetivando também sua colaboração.Fornecer agulha ou dispositivo intravenoso nº.Assistir à introdução do balão desinsuflado através do introdutor e posicionado sob fluoroscopia na aorta torácica descendente. . realizada pelo hemodinamicista e/ ou intensivista.097 cm). 3. na artéria femoral. 4.Deve-se procurar minimizar o estresse psicológico do paciente ou da família. 13.Assistir à introdução do fio guia tipo J (0. 7. 12-Assistir à preparação do cateter-balão da seguinte maneira: o balão é umedecedor em solução salina e enrolado sobre si mesmo.Assistir à remoção do fio guia e do dilatador 12 F. O Balão desinsuflado é enrolado em volta do cateter-balão. 10.

INDICAÇÃO: -Paciente com falência ventricular esquerda geralmente refratária ao tratamento usual. Deve ser inserido antes da instalação do balão intra-aortico (BIA). 1.162 10. 1. mais fidedigna será a curva de pressão.1 . Nos pacientes com IAM complicado com choque cardiogênico.O sangramento é controlado pela compressão firme do introdutor exposto.IAM com defeitos mecânicos corrigíveis: insuficiência mitral aguda e CIV (comunicação interventricular).4 – Em cirurgia cardíaca: .  CUIDADOS AO PACIENTE COM BALÃO INTRA-AORTICO 1.2 . 15. refratário à terapêutica.Pacientes com angina refratária pós IAM ou angina instável que serão submetidos ao cateterismo ou cirurgia cardíaca.E através as curva de pressão arterial periférica que percutem os nível pressóricos a nível de raiz de aorta em paralelo com o traçado eletrocardiográfico. 13. Sua finalidade é avaliar o comportamento hemodinâmico. o cateter pode ser rodado mais nem uma força deve ser empregada para que não ocorra dissecção. 1.Quanto mais próximo à aorta for a artéria da PAM.O cateter atreial periférico para obtenção da pressão arterial média.3 . A extensão apropriada do cateter a ser inserida pode ser estimada colocando-se o cateter sobre o abdômen e tórax do paciente com 1 cm acima de ângulo de Louis. 12.Se for encotrada resitencia na passagem do cateter balão através da bifurcação aorto-iliaca. que serão feitas as insuflações e desinsuflações do cateterbalão. o BIA deve ser instalado antes da cinecorinariografia e mantido no período perioperatório até estabilização clínica/hemodinâmica. 1.Choque cadiogênico pós IAM. 11. medicamentosa máxima. antes e após a instalação do BIA. e o cateter de Swan-Gang. 14.Esse preparo tem a finalidade de reduzir ao máximo o diâmetro do cateter-balão.

índice cardíaco – 1C menor que 2.Presença de doença aorto-ilíaca (que poderia impedir a penetração do cateterbalão (CB) na aorta pela via usual). . 2 – CONTRA-INDICAÇÃO: 2. 1. 3 – COMPLICAÇÕES 3.Bacteremia transitória. após contusão miocárdica (especialmente quanto instalada precocemente a lesão). 1.2 – Maiores: . 3.8 – Para melhorar performance de ventrículo esquerdo. 2.Profilática em cirurgias de alto risco (pacientes com fração de ejeção – FE menor que 30%.Perda transitória do pulso pedioso após a retirada do cateter. mesmo que não cardíacas.5 – Para suporte circulatório em pacientes candidatos a transplante cardíaco.Na síndrome de baixo débito. .6 – Pacientes de alto risco cardíaco submetidos a grandes cirurgias. . agravando a sobrecarga de ventrículo esquerdo).Nos pacientes que apresentam dificuldade de saída da CEC (circulação extracorpórea).2 – Relativa: . . 1.2litros/min e pressão capilar pulmonar – PCP maior que 18 mnHg).Mau posicionamento do balão na aorta ascendente.Aneurisma dissecante da aorta (porque a introdução do cateter calibroso na luz arterial pode aumentar a área de dissecção ou romper a arteria). 1.Nas cirurgias da fase aguda do IAM (infarto agudo do miocárdio) complicado com choque cardiogênico.7 – Para proporcionar suporte circulatório mecânico durante reanimação cardiocirculatória. . .Insuficiência aortica severa (porque o refluxo aórtico seria aumentado.1 – Absolutas: .1 – Menores: .163 .

creatinina.Embolia renal. diminui a resistência periférica. . a cada 30 minutos. obtendo-se com isso melhor rendimento cardíaco.3 – Controle sistêmico: . O balão é então retirado. 4. glicemia.6 – Os pulsos distais devem ser monitorizados cuidadosamente utilizando-se Doppler.Bomba de contrapulsação AVCO modelo 10. . sódio.4 – Cuidados com a remoção do cateter-balão: antes de ser removido.164 .7 – O aumento da pressão diastólica da Ao é responsável pela melhora da circulação coronariana. 4 – CUIDADOS GERAIS 4. fazendo desaparecer um espaço virtual criado pela insuflação anterior. 4.Morte relacionada ao cateter. . com auxilio de uma seringa.Avental de chumbo.Falência pulmonar – assistência respiratória. deverá ser insuflado o balão manualmente. A artéria femoral distal do balão é fortemente comprimida antes que o cateter-balão e o introdutor sejam retirados juntos. uréia. .Um rolo de esparadrapo comum e/ou especial. 4. .1 – Controle laboratorial diário: coleta de sangue para hemograma. . coagulograma. . potássio. .5 – Deve ser feita compressão no local de punção por 30 minutos. aumentando a perfusão e o aporte de oxigênio ao miocárdio.2 – Nunca deixar bomba desligada por mais de 30 minutos enquanto o BIA estiver implantado.Dissecção do eixo aorto-ilíaco. 4. 4.Fuoroscópio. gasometria arterial. Nesta intercorrência. A desinsuflação do cateter-balão. diminuindo . . o balão deve ser completamente colapsado com uma seringa. se necessário. 4. enzimas.Extremidades isquêmicas.Aquelas associadas com hemorragia no local da punção.Falência renal – métodos dialíticos.

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a impedância à ejeção ventricular e, portanto diminuindo o trabalho cardíaco. Os efeitos do balão levam a uma diminuição na pressão sistólica da Ao e aumento da pressão distólica. Essa inversão da curva pressórica é chamada de contrapulsação.  CUIDADOS AO PACIENTE COM BALÃO INTRA-AÓRTICO (BIA) (de acordo com os problemas em potencial)  PROCEDIMENTO A – INFECÇÃO 1 – Empregar técnica asséptica no implante do cateter-balão. 2 – Lavar as mãos antes e após manipular o (BIA e as conexões). 3 – Observar antibioticoterapia antes e após passagem do BIA. 4 – Remover curativo no local de inserção a cada 24 horas ou antes se houver umidade. 5 – Controlar temperatura detectando picos febris com coleta de hemocultura, se necessário.

B - ALTERAÇÕES HEMATOLOGICAS 1 – Observar presença de sangramentos no local da inserção, através da verificação constante do curativo. 2 – Atentar quanto a sinais de hipovolemia. 3 – Realizar controle periódico de tempo de coagulação, coagulograma, dosagem de plaquetas, hematócrito e hemoglobina com reposição de derivados sanguineos, se necessário. C – ALTERAÇÃO DE PERFUSÃO PERIFERICA 1 – Comparar a intensidade do pulso (tibial posterior, pedioso) antes e após inserção do platão8-Acionar a alavanca ON e REFRIGERAÇÃO. D – ALTERAÇÕES HEMODINAMICAS E ELETROCARDIOGRAFICAS

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1 – Manter conexões do monitor eletrocardiográfico bem adaptadas para obtenção de traçado nítido. 2 – Detectar precocemente ocorrência de arritmias ajustando o funcionamento do BIA às arritmias. 3 – Realizar monitorização habitual no mínimo a cada hora (PC, ritmo cardíaco, PAM, PAD, PAP, PCP, e DC). E – DOBRADURA OU MAU POSICIONAMENTO DO BIA 1 – Realizar raio X – tórax diários. 2 – Não elevar a cabeceira do leito acima de 30º. 3 – Manter membro cateterizado sempre em extensão.  PONTOS IMPORTANTES/JUSTIFICATIVA 1 – Infecção após implante do BIA pode determinar endocardite ou outras complicações como septicemia, devendo portanto ser empregado todo o esforço na prevenção de infecção e/ou seu controle. 2 – A inserção de um cateter de grande calibre na artéria femoral, associada ao uso de heparinização, aumenta a probabilidade de ocorrência de sangramento de intensidade variável. 3- O BIA aumenta o risco de embolização periférica e dissecção da parede e pode desencadear espasmo arterial. A ocorrência de alteração das condições de perfusão periférica pode indicar a necessidade de retirada do cateter-balão, uma vez que o comprometimento poderá tornar-se irreversível. 4- A obtenção do traçado eletrocardiografio e da PAM é fundamental para a sincronia da insuflação do cateter balão com a diástole ventricular, bem como avaliação da percussão hemodinâmica do funcionamento do BIA. 5- Com a finalidade de iddentificar o posionamento do BIA. Pequenos deslocamentos em relação à posição ideal são tolerados e não necessitam ser corrigidos. 6- A angulação inadequada entre tronco e membro cateterizado pode levar a dobra ou fratura do cateter ou deslocamento do balão para o arco aortico.

OBSERVAÇÕES

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1 – O balão intra-aórtico é um método de assistência circulatória que consiste na introdução por via percutanea, ou dissecção da artéria femoral, de um cateter-balão (CB), que fica locado no porção descendente da aorta, próximo à artéria subclávia esquerda, e é conectado externamente a um equipamento eletrônico para insuflar o balão. O balão é insuflado durante a diástole e desinsuflado na sístole. 2 – Nossa experiência com essa técnica é limitada e esporádica.

4.37- Restrição no Leito
Realizado pela equipe de enfermagem  MATERIAL

- Lençóis - atadura de crepe - algodão ortopédico ou chumaço.

 PROCEDIMENTO

RESTRIÇÃO DOS OMBROS (um lençol)

1- Lavar as mãos. 2- Explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente (se possível). 3- Dobrar o lençol em diagonal, até formar uma faixa de 25 cm de largura. 4- Colocar a faixa sob as costas do paciente, passando pelas axilas, cruzando sob a cabeça e amarrando na cabeceira da cama. 5- Lavar as mãos. 6- Anotar.

RESTRIÇÂO DE ABDOME (dois lençóis)

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1- Colocar o lençol em faixa sobre o abdome do paciente e outro sob a região lombar. 2- Torcer juntas as pontas do lado direito dos dois lençóis, amarrando-as no estrado da cama, repetir o mesmo procedimento para o lado esquerdo.

RESTRIÇÃO DOS JOELHOS (dois lençóis)

1- Colocar o lençol em faixa sob os joelhos do paciente. 2- Passar a ponta do lado direito sobre o joelho direito e por baixo do joelho direito e amarrar no estrado da cama. Proceder da mesma maneira para o joelho esquerdo.

RESTRIÇÃO DOS JOELHOS: TÉCNICA DO 8

1- Colocar o lençol em faixa sob o joelho direito e sobre o joelho esquerdo. 2- Passar o outro lençol em faixa sob o esquerdo e sobre o direito. 3- Juntar as pontas de ambos os lençóis e amarrar no estrado da cama.

RESTRIÇÃO DOS MEMBROS COM ATADURA DE CREPE

1- Lavar as mãos. 2- Explicar o procedimento e a finalidade ao paciente (se possível). 3- Colocar o membro em posição anatômica. 4- Proteger a região do membro a ser restringido com algodão ortopédico. 5- Dobrar a atadura de crepe em forma de oito. 6- Colocar a atadura de crepe no membro, ajustar para que não fique frouxa e nem garroteie o membro. 7- Amarrar as extremidades da faixa na lateral da cama. 8- Lavar as mãos. 9- Anotar.

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4.38 - Higiene Íntima Feminino
Realizado pela equipe de enfermagem

 MATERIAL

- Balde - bacia, se necessário - pacote de gaze - comadre - pano de banho - luvas - sanito e hamper - sabão líquido ou glicerina - biombo - forro.  PROCEDIMENTO

1-Lavar as mãos. 2-Reunir o material e levá-lo próximo ao leito do paciente. 3-Explicar o que será feito à paciente. 4-Calçar luvas. 5-Trazer o hamper próximo ao leito. 6-Colocar a paciente em posição ginecológica, procurando expô-la ao mínimo. 7-Colocar o forro sob a região glútea. 8-Colocar a comadre sob a região glútea. 9-Irrigar a vulva com água. 10-Ensaboar a região vulvar por fora, de cima para baixo. 11-Afastar os grandes lábios e lavá-los no sentido anteroposterior, sem atingir o ânus, utilizando pano de banho. 12- Lavar o ânus por último. 13-Colocar o material usado no hamper.

Balde .170 14-Irrigar a vulva com água limpa.39 .pano de banho . fazer o asseio perineal duas vezes ao dia.pacote de gaze .forro. 15-Retirar o forro. se necessário . .Higiene Íntima Masculina Realizado pela equipe de enfermagem  MATERIAL .luvas . retirar a comadre e enxaguar a vulva com o forro que está sob a paciente. 16-Deixar a paciente confortável e a unidade em ordem.comadre . 17.sanito e hamper .sabão líquido ou glicerinado . .biombo . 18-Retirar as luvas.bacia.Se a paciente estiver com sonda vesical. 19-Lavar as mãos. antes de iniciar à limpeza com água e sabão.Se houver presença de secreção uretral e/ou vaginal. OBSERVAÇÕES . utilizar gaze para retirar o excesso. 4.Enxaguar a comadre no banheiro juntamente com o balde. 20-Anotar.

Irrigar.Irrigar para retirar o sabão.Ensaboar e lavar e região anal.Se houver a presença de secreção purulenta na região uretral.Trazer o hamper próximo ao leito. 17.Enxaguar a comadre no banheiro.Reposicionar o prepúcio.Irrigar a região genital.Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem.Colocar a comadre sob a região glútea. glande e depois o corpo do pênis. 18.Anotar. retirando o sabão. 14. 5. 3. . expondo somente a área necessária.Se o paciente estiver com sonda vesical ou preservativo. 19.Retirar as luvas. 20.Lavar as mãos.Reunir o material e levá-lo próximo ao leito do paciente. 9. 12. 10. prepúcio.Posicionar o paciente. 4.Calçar luvas. 7. 11. 8.Retirar o forro.171  PROCEDIMENTO 1. juntamente com o balde. 21. 13.Lavar as mãos. 6. . 15.Explicar ao paciente o que será feito. fazer o asseio perineal duas vezes ao dia. 16. limpá-la com gaze antes de proceder à limpeza com água e sabão.Afastar o prepúcio para baixo. 2. Iniciar a limpeza ensaboando a meato urinário.Retirar a comadre e enxaguar a região com o forro. OBSERVAÇÕES: .Colocar o forro sob a região glútea.

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4.40 -Banho no leito
Realizado pela equipe de enfermagem

Paciente dependente total - Duas pessoas
 MATERIAL  Carro de banho contendo:

- 1 caixa de luvas (não estéreis); - 1 frasco de sabão líquido; - 1 frasco de álcool glicerinado; - 1 frasco de álcool a 70%; - 1 frasco de vaselina líquida; - 1 pente; - copos descartáveis; - 1 glicofita; - 5 pacotes de gaze; - 1 fita adesiva ou esparadrapo; - 6 preservativos urinários; - 6 aparelhos de tricotomia descartáveis; - eletrodo; - xilocaína geléia; - cadarço; - 1 vidro de bicarbonato de sódio a 1%; - 1 frasco de fenol; - 1 pacote de atadura de crepe; - 1 pacote de algodão; - 20 pares de luvas para banho; - 40 espátulas para higiene oral; - sanito e grande, para hamper;

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- balde; - bacia; - panos para banho; -comadre e/ou papagaio (do próprio paciente); - roupa de uso pessoal (camisola, pijama, fraldão); - roupa de cama: 2 lençóis, 1 lençol móvel, 1 forro (se necessário), 1 cobertor, 1 lençol para fralda (se necessário) e 1 impermeável (se necessário); - biombos; - hamper; - gazes, se necessário.

 PROCEDIMENTO

1- Lavar as mãos. 2- Trazer o carro de banho e o hamper próximo ao leito do paciente. 3- Explicar ao paciente o que será feito. 4- Fechar portas e janelas. 5- Proteger a unidade com biombos. 6- Calçar luvas. 7- Desprender a roupa de cama, iniciando do lado oposto de onde vai permanecer. 8- Fazer higiene oral no paciente. 9- Lavar a cabeça e fazer a barba, se necessário. 10- Lavar os olhos, limpando-os do canto interno para o externo, usando uma parte separada do pano de banho para cada olho; se houver secreção purulenta, limpar os olhos inicialmente com gaze. 11- Lavar, enxaguar e enxugar o rosto, orelhas e pescoço. 12- Remover a camisola ou camisa do pijama, mantendo tórax protegido com a toalha ou lençol protetor. 13- Lavar, enxaguar e enxugar o braço e a mão do lado mais distante, depois o mais próximo com movimentos longos e firmes do punho à axila. 14- Lavar e enxugar o tórax e abdome com movimentos circulares, ativando a circulação. 15- Enxugar a região lavada observando condições da pele e mamas.

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16- Cobrir o tórax com lençol limpo, abaixando o lençol em uso até a região genital. 17- Lavar, enxaguar e enxugar as pernas; do tornozelo à raiz da coxa, do mais distante para o mais próximo. 18- Colocar um dos pés do paciente na bacia. 19- Lavar, enxaguar e enxugar o pé, principalmente nos interdígitos, observando condições das unhas. 20- Repetir o procedimento para outro pé, retirando a bacia e trocando a água.] 21- Virar o paciente em decúbito lateral. 22- Lavar, enxaguar e enxugar, massageando as costas, nádegas e cóccix e colocar a toalha ou lençol protetor sob as costas e nádegas. 23- Encaixar a comadre e virar o paciente em decúbito dorsal (em cima da comadre). 24- Fazer o asseio perineal de acordo com a técnica (neste momento utilizar um novo pano, caso trate-se de paciente com sonda vesical, e trocar a água). 25- Retirar a comadre e deixá-la ao lado do leito, juntamente com a bacia e o balde. 26- Colocar o paciente em decúbito lateral, empurrar a roupa úmida para o meio do leito, enxugando o colchão. 27- Lavar as mãos enluvadas, para não contaminar a roupa limpa. 28- Proceder à arrumação do leito como paciente em decúbito lateral, com lençol de baixo, impermeável se necessário lençol móvel, e forro para a cabeceira. 29- Virar o paciente sobre o lado pronto do leito. 30- Retirar a roupa suja e desprezá-la no hamper. 31- Lavar as mãos enluvadas e terminar a arrumação do leito. 32- Fazer os cantos da cabeceira e dos pés. 33- Vestir o paciente ou colocar o fraldão se necessário. 34- Pentear os cabelos do paciente. 35- Trocar a fronha. 36- Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem. 37- Lavar balde, bacia e comadre com água e sabão, passar álcool a 70%. 38- Limpar a superfície do criado-mudo, das grades do leito, do carro de banho e dos equipamentos, com solução desinfetante. 39- Lavar o pente. 40- Retirar as luvas. 41- Lavar as mãos. 42- Anotar.

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OBSERVAÇÕES:

- Oferecer comadre ou papagaio ao paciente e procurar saber se tem clister prescrito. Se houver, fazê-lo em primeiro lugar. - Trocar a água sempre que necessário e desprezar a suja no vaso sanitário. - Ao utilizar o carro de banho, considerar a parte superior como a contaminada (para o apoio do balde e bacia) e a inferior como limpa. - Quando houver colostomia ou drenos de qualquer espécie, esvaziá-los, antes do banho, trocar luvas, anotar o débito e iniciar o banho. - Quando o banho for dado por apenas uma pessoa, considerando-se que o paciente pode ajudar, seguir a mesma técnica, porém este elemento não deverá se esquecer de lavar as mãos enluvadas antes de manipular a roupa limpa. - Caso não haja o carro de banho, utilizar-se a mesa-de-cabeceira como a parte contaminada e a cadeira como a limpa. - O uso de máscara para realizar o banho é opcional como rotina, e obrigatória nos casos de isolamento. Poderá também ser usada na presença de odores desagradáveis. - Uma vez iniciado o banho, todo material do carro de banho, de uso comum dos pacientes, não deverá ser manipulado.

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4.41 -Aplicações Quentes e Frias
Realizado pela equipe de enfermagem

 Bolsa de Gelo
 MATERIAL

- bolsa de gelo; - gelo; - forro.

 PROCEDIMENTO

1- Lavar as mãos. 2- Verificar a indicação do tratamento (local e duração). 3- Reunir o material e levá-lo próximo ao leito do paciente após: a) Ter colocado gelo na bolsa, até 1/3 de sua capacidade e apoiá-la sobre uma superfície plana, comprimindo-a e erguendo o gargalo para retirar o ar do seu interior; b) Ter fechado hermeticamente a rolha e invertido a posição da bolsa, observando se há vazamento. 4- Explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente. 5- Colocar o paciente em posição confortável, expondo a área que deve receber o tratamento. 6- Proteger a bolsa com o forro e colocá-la sobre a área programada. 7- Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem ao término do tratamento. 8- Lavar as mãos. 9- Anotar.

OBSERVAÇÕES:

evitando assim paredes colabem. inguinal e posterior do pescoço com as compressas previamente molhadas na mistura de água e álcool.  Compressas Frias  MATERIAL . 5.Lavar as mãos. . usando os dois líquidos sempre em quantidades iguais. sempre guardando a proporção de 1:1.Acompanhar a aplicação durante todo o tempo. 8. isto é.Colocar na bacia uma mistura de água e álcool.Verificar a indicação do tratamento (plano de cuidados ou recomendação verbal da enfermeira). 6. . .177 .Ao final do procedimento esvaziar.água. . 3.álcool.Aplicar as compressas frias durante pelo menos 30 minutos. 2.Enchê-la de ar. se necessário. 4.pacotes de compressas grandes.  PROCEDIMENTO – (Nas hipertermias) 1.forro.Descobrir o paciente e envolver as regiões axilar.Explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente.bacia. .Proteger a unidade do paciente com biombos. lavar e enxaguar a bolsa. trocando freqüentemente as mesmas. .biombo. 7. .Reunir o material e levá-lo próximo ao leito do paciente. .

Antes de colocá-las sobre o paciente. b) Ter colocado a água na bola. para acompanhar a eficiência do processo.Enxugar o paciente e trocar a roupa de cama. 3. 4. observando se há vazamento. OBSERVAÇÕES: Não há necessidade de deixar as compressas completamente encharcadas. 11.Anotar.178 9. 12. 2. comprima-as retirando todo o excesso da água+ álcool. 10. com especial atenção à rolha.Controlar a temperatura do paciente a cada 15 minutos.bolsa de água quente. ao final do tratamento.  PROCEDIMENTO 1. c) Ter fechado hermeticamente e rolha e invertido a posição da bolsa.Lavar as mãos.Verificar a indicação do tratamento (local e duração).Lavar as mãos. até 1/3 de sua capacidade.forro. 13. . . após: a) Ter verificado a integridade da bolsa.  Bolsa de água quente  MATERIAL .Reunir o material e levá-lo ao leito do paciente.Explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente.Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem.

Ao final de cada aplicação. para conservar o aquecimento.Anotar. OBSERVAÇÕES: .Lavar as mãos. . .forro. 7. . 10. esvaziar.  Compressas Quentes  MATERIAL .Remover a água da bolsa sempre que esfriar. 8. . -Diante de qualquer anormalidade (hiperemia acentuada.Manter a região protegida ao término do tratamento. por exemplo) interromper a aplicação.bacia. 9. lavar e enxaguar a bolsa.Enchê-la de ar para que as paredes internas não colabem. .A temperatura da água deve ser quente.Se o paciente estiver inconsciente. . observar com freqüência o local da aplicação da bolsa quente.Proteger a bolsa com forro e colocá-la sobre a área programada observando o tempo previsto para a aplicação quente.  PROCEDIMENTO .179 5. mas tolerável pelo paciente. 6.2 compressas.Acompanhar a aplicação todo o tempo.Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem.Colocar o paciente em posição confortável. . expondo a área que deve receber o tratamento.

2.Colocar água quente na bacia. 9. 5.Enxugar o paciente e trocar a roupa da cama. 11.Anotar.Colocar outra compressa na bacia. . bem como aliviar a pressão intracraniana por meio da remoção de LCR.Molhar as compressas e.Verificar a indicação do tratamento (local e duração). 15. 3. 7. 14.Aplicar a compressa no local indicado. Também é usado terapeuticamente para administração de medicamentos ou anestésicos.Lavar as mãos.Repetir as aplicações assim que o tempo indicado seja atingido. antes de aplicá-las. 13. cobrindo-o com uma toalha ou forro para evitar que ocorra a perda de calor. o que indica a hemorragoa cerebral. 12. 8. retirar o excesso de água. para obter amostras do LCR para análise laboratorial e também para injetar corantes ou gases para acentuar o exame radiológico do cérebro e da medula espinhal.Explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente.Reunir o material e levá-lo próximo ao leito do paciente. 4. 4.Observar as condições da pele e estar atento as anormalidades durante todo o procedimento.Lavar as mãos. 6. ao final do tratamento.42-Punção Lombar Realizado por médicos  FINALIDADE DA TÉCNICA O procedimento é executado para detectar o aumento da pressão intracraniana (PIC) ou a presença de sangue no liquido cérebro espinhal (LCR).Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem.Trocar a compressa aplicada assim que começar a esfriar. 10.180 1.

Conforme o médico retira a agulha.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.Quando o medico atinge o espaço subaracnóide removerá o manguito ou guia e drenará um pouco do LCR. 3. flexionando os joelhos em direção a cabeça. 2. 8. .O medico acopla a torneira e o manômetro à agulha espinal. 7. 5.Reverter ou prevenir atelectasias em pacientes com respirações superficiais (ex: pós-operatório. 11. aplica pressão direta no ponto da punção com compressa de gaze esterilizada. 10.Colocar o paciente em decúbito lateral.Reunir o material. 9.Após alguns minutos.É necessário certificar de que a coluna do paciente esteja curvada e as costas perto da beirada da cama. aplique uma tira de bandagem adesiva sobre o ponto. 4. onde ele deve permanecer nessa posição de 4 á 6 horas para prevenir cefaléia devido a perda de LCR.Lavar as mãos. doenças neuromusculares). 6.  Ventilação Mecânica Realizado por médicos e fisiterapeutas  FINALIDADE DA TÉCNICA .Quando o procedimento estiver completo. esta posição abre os espaços entre as vértebras. próximo do medico. permitindo ao medico inserir a agulha mais facilmente. coloque o paciente em decúbito dorsal.181  PROCEDIMENTO 1.O médico insere uma agulha espinal no espaço intervertebral no nível L3-4 ou L4-5.

sistema nervoso central e território esplâncnico). com necessidade de monitorização dessa pressão. a ventilação mecânica.Reduzir a pressão intra-craniana. diminuindo o consumo de oxigênio pelos músculos respiratórios.Reduzir o consumo de oxigênio em condições graves de baixa perfusão.Permitir sedação e/ou curarização para realização de cirurgias ou outros procedimentos na UTI. pode favorecer a perfusão de outros órgãos (sobretudo coração.E fazer a estabilização torácica em pacientes com múltiplas fraturas de arcos costais. ao contrário do que se utilizava no início do seu uso clínico que era a pressão negativa. através de hiperventilação. Nas formas graves de choque circulatório. .182 . mesmo na ausência de indicação gasométrica. . pode-se dividir a ventilação a pressão positiva em quatro fases: 1) Fase Inspiratória 2) Mudança da fase inspiratória para a fase expiratória 3) Fase expiratória 4) Mudança da fase expiratória para a inspiração  MODOS DE VENTILAÇÃO MECÂNICA Existem 4 modos básicos de ventilação: 1) Controlado 2) Assistido 3) Assistido-controlado 4) Mandatório intermitente . A ventilação mecânica basicamente é feita através do uso de pressão positiva nas vias aéreas. . Desta forma.

(ventilação mecânica) ou seja. Na tentativa de propor um eixo norteador da prática de enfermagem na ventilação mecânica. ao prestar assistência ao paciente sob ventilação mecânica. é fundamental para um adequado tratamento do paciente grave ventilado artificialmente. monitorização respiratória à beira do leito. extensa e complexa.M. é importante que a enfermagem saiba executar a assistência holística ao paciente.  ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM 1) O controle do paciente em V. 2) A equipe de enfermagem. Os parâmetros ajustados inicialmente são: Fração inspirada de oxigênio: 100% Freqüência respiratória: 12-16 respirações por minuto Volume corrente: 10ml/kg Fluxo inspiratório: 50-60l/min PEEP: 5cmH2O Sensibilidade: 1cmH2O Os ajustes posteriores dependerão das condições do paciente. deve sempre ter presente que este é um elemento importante na situação assistencial e que todos os membros da equipe devem trabalhar de forma eficiente e integrada. 3) A atração da enfermagem na ventilação mecânica é intensiva.183  AJUSTES INICIAIS DA VENTILAÇÃO MECÂNICA A modalidade inicial da ventilação mecânica é a assistido-controlada. .

184 4. .43-Mensuração da Pressão Venosa central (PVC) Realizado por médicos  FINALIDADE DA TÉCNICA -Indicado para terapias intravenosas de longa duração por diminuição de riscos relacionados a terapias diversas e comodidade ao paciente.  PROCEDIMENTO 1) Lavar as mãos.Gaze esterilizadas. . . cardiogênico). -Medida de pressão venosa central  MATERIAL .Curativo transparente. -Via de administração de nutrição parenteral. 2) Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 3) Reunir o material. . . -Manuseio volêmico de pacientes em choques (choques séptico. hipovolêmico.Fio de sutura agulhado. .Luvas esterilizadas. 5) É necessário preparar a pele do paciente com solução de clorohexidina alcoólico.Campos esterilizados. 4) Colocar o paciente em decubito dorsal.Cateter central com indutor. em posição de Trendelemburg tornando os vasos mais turgidos e reduzindo a chance de embolia gasosa.

.Chumaços de algodão.Luvas descartáveis. para a realização de exames especificos.185 6) Serão utilizadas ou a subclávia ou a jugular.Impermeável (para a proteção do leito). .  MATERIAL .Papel toalha.Cuba rim.Biombo. uma melhor observação da parte a ser tratada e redução dos riscos de infecções. colocação de drenos e sondas. . -Permitindo assim.Tesoura. . . . 4. . . .44-Tricotomia Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA . em procedimentos de curativos.Iluminação auxiliar.Pinça. .Éter ou álcool 90% .Cuba com água filtrada. . . nos casos de atendimento emergencial nos prontos de socorros.Sabão de barba (em tubo ou aerosol).A tricotomia tem por objetivo preparar a região para cirugia.Aparelho de barbear descartavel.

3) Fazer a anti-sepsia da área. 9) Por fim. 7) A tricotomia deverá se limitar à área onde será realizada a cirurgia ou exame especializados. Após o término da raspagem retirar o excesso de sabão com o papel toalha. sempre obedecendo ao ponto da cirurgia e adjacências: 1) Cirurgia craniana= raspa-se todo pescoço e o couro cabeludo. 2) Sendo necessário. o aparelho descartável e demais materiais utilizados. isolar o leito com biombo para dar privacidade ao paciente. faz-se nova assepsia com algodão embebido em álcool sobre toda a extensão da área tricotomizada. a tricotomia se dará da seguinte forma. 4) Com a mão não dominante.186  PROCEDIMENTO 1) Separar todo o material. ou então do ato que a indicou. pode-se utilizar o aparelho elétrico denominado “máquina zero”. jogando no lixo as luvas. E esta raspagem deverá ocorrer de forma a que as lâminas do aparelho desloquem-se no sentido do crescimento dos pêlos. inicialmente faz-se o corte com a tesoura e em seguida inicia-se a tricotomização. E normalmente é feito em torno de duas a três horas antes da cirugia. estando o profissional de enfermagem com as luvas calçadas. dispondo-o numa bandeja. 6) Em se tratando de pêlos longos. retirá-los com papel toalha ou higiênico. axilas. com algodão embebido em álcool. espalhar o sabão de barba pela área a ser tricotomizada. estirar a pele e com movimentos suaves da outra da mão. 8) Na rapagem da cabeça. toda a região torácica e os ombros. com o aparelho de barba iniciar a raspagem dos pêlos. OBSERVAÇÕES: No preparo do paciente para cirurgia. 5) Havendo excesso de pêlos no aparelho. Com um chumaço de algodão seguro por uma pinça. . 2) Cirurgia do pescoço= raspa-se o pescoço.

Luvas descartáveis. . de cateteres para diálise. 6) Cirurgia renal= raspa-se todo o tronco (posterior e anterior). a inserção de cateteres para monitorização de dados fisiológicos e para colocação de cabo para marcapasso. . iodo.45-Punção Venosa com Agulha ou Cateter Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA . 5) Cirurgia abdominal= raspa-se todo o tórax (tronco). e. 4) Cirurgia torácica= raspa-se toda a região do tórax até o ponto umbilical (frente e costas). quando se tem uma veia central. além de permitir a adequada administração de medicamentos e fluidos. 7) Cirurgia dos membros inferiores= raspa-se toda a extensão dos membros inferiores (anterior e posterior) e a região genital.Garrote de látex. ou de nutrição parenteral.  MATERIAL . 4. axilas.Sabão anti-séptico (álcool. membros superiores e pescoço.187 3) Cirurgia nos ombros superiores= raspam-se todos os membros superiores e axilas. a região pubiana e as nádegas. os membros superiores. . possibilita a obtensão de amostras de sangue para análises laboratoriais.poridona). iodo. ombros.O acesso a circulação venosa. axilas. membros superiores e área genital.

Tala de braço revestida quando necessário. 7) Fazer com que o paciente abra e feche a mao várias vezes. . 5) Selecionar o local para a punção. e verificar a distenção satisfatória da veia. Determinar se o paciente é destro ou sinistro 3) Retirar o ar do equipo. 2) Explicar o procedimento ao paciente.Extensor do equipo ou do dispositivo intermediário. . . Silastic. Poliuretano ou cloreto de polivinila) no calibre escolhido (número 14 e 25) . .Cateter (teflon. 8) Retirar o garrote. também do equipo do scalp (pode retirar o ar com liquido a partir do equipo de infusão.Esparadrapo. . antes de manusear materiais esterilizados e iniciar a punçâo venosa. Com dispositivo heparinizado: . 6) Aplicar o garrote 5-10cm acima do local da punçao desejado.Heparina ou solução fisiológica (1-2 ml) em seringa esterelizada. .Curativo transparente ou outro material para curativos.Scalp tipo borboleta.  PROCEDIMENTO 1) Realizar lavagem das mãos. . 9) Limpar o local: a) Fazer tricotomia. 4) Calçar as luvas.Solução IV.Equipo. Os pulsos dstais devem permanecer palpáveis. caso o local não esteja muito visível.188 Em saco de infusão: . prendendo a agulha nele ou através da irrigaçao do sccalp com solução fisiológica em seringa esterilizada). Fazer com que o paciente deite no leito.

acoplar o equipo ou outro dispositivo heparinizado. em seguida empurrar a agulha em paralelo á pele. Tentar outra punção com um novo cateter . Utilizar um movimento lento e continuo.Retirar a proteção da agulha. a fim de separar a agulha do cateter em 0. Fase da realização: inserção do cateter . até que tenha sido desinfetado um círculo de 5-10 cm. . . d) Permitir que a área seque ao ar livre. .Introduzir a agulha.Avançar o cateter aproximadamente por 0. começando a partir do centro do local proposto para a periferia.Segurar o braço do paciente de modo que o polegar do enfermeiro fique posicionado aproximadamente a 5cm do local.Sendo a veia penetrada. . 10) Reaplicar o garrote.6 -1.Como alternativa. abaixar o cateter pea câmara plástica transparente de refluxo. Exercer tração sobre a pele na direção da mão. . e irrigar tentando fazer com que o cateter flua dentro a veia. e não pelo manúbrio colorido. com o bisel voltado para cima. pode haver a neessidade de penetrar primeiramente na pele em um ângulo de 20° e.6 cm.Quando o vaso é “bailarina”. . se o cateter não avançar livremente.3 cm para dentro da veia. e avançar o cateter para dentro da veia. c) Preparar a pele com iodo-poridona (um iodafos) durante 1 min. soltar o garrote e remover cuidadosamente a agulha eo cateter. parar.Puxar a agulha para trás. .. .Quando encontrar resistência. enquanto tentar avançar o cateter.189 b) Limpar a pele com algodão com álcool. através da pele em um ângulo.

Fazer uma alça no equipo e fixar com esparadrapo ao curativo ou ao braço. . . hora da inserção e as iniciais do profissional. OBSERVAÇÕES: O tempo de permanência padronizado para um cateter periférico de curta duração é de três dias. . . acoplá-lo ao manúbrio do cateter e ajustar o fluxo de infusao á velocidade prescrita. acima da extremidade do cateter com o dedo mínimo ou anelar.Se for um equipo. soltar o garrote e remover lentamente a agulha enquanto mantém o maúbrio do cateter em posiçãao. Irrigar com tomando cuidado de manter a esterilidade do equipo. 4. colocar a tampinha e o extebsor. Quando não for trocado de acordo com a política da instituição registrar a justificativa. Entretanto. data. Irrrigar com 0.46-Lavagem Gástrica Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA A lavagem gástrica é a aspiraçao do contéudo do estômago e a lavagem do estômagfo por meio de sonda nasogástrica. .5ml de solução fisiologica ou heparina.Registrar no esparadrapo do curativo com uma seta indicando o trajeto do cateter.Aplicar pressão sobre a veia. . tipo de solução e material do cateter.Aplicar o curativo transparente no local ou usar o curativo de acordo com o protocolo da instituição. tomando cuidado de manter a esterilidade do equipo.190 . podem ser feitas exceções ao acesso venoso do paciente. tamanho do cateter.Se for um dispositivo heparinizado. Registrar essa informção a cada troca de curativo.

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Realizado por: Tecnico sobe supervisão do enfermeiro.

-

Remover o veneno não absorvido depois da ingestão do veneno.

-

Diagnosticar e tratar a hemorragia gástrica, para fazer cessar a hemorragia.

-

Limpar o estômago antes de procedimento endoscópicos. Remover o líquido ou pequenas partículas de material do estômago.

 MATERIAL

- Sonda nasogástrica de grosso calibre ou sonda de Ewald de grosso calibre. - Seringa de 20 a 50 ml com adaptador para sonda. - Funil de plástico grande com adaptador para se acoplar á sonda gástrica. - Lubrificante hidrossolúvel. - Soluçao de lavagem (soro fisiológico aquecido ou outra soluçao prescrita). - Recipiente para o aspirado. - Tubos nasotraqueais ou endotraqueais com balonetes infláveis; para quando o paciente está inconsciente. - Frascos para amostras.

 PROCEDIMENTO

1) Remover a dentadura e inspecionar a cavidade oral para dentes soltos. 2) Medir a distância entre a crista do nariz e o processo xifóide, utilizando a sonda, marcar na sonda, com uma caneta indelével ou esparadrapo, a distância medida. 3) Lubrificar a sonda com lubrificante hidrossolúvel. 4) Quando o paciente está comatoso, é intubado com tubo nasotraqueal ou endotraqueal com balonete. 5) Colocar o paciente inconsciente em posiçao de decubito lateral esquerdo com a cabeça (abaixada aproximadamente em 15°, o pescoço e o tronco formando linha reta.

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6) Introduzir a sonda pela via oral (ou nasal), enquanto mantém a cabeça em posição neutra. Introduzir a sonda até a marca com esparadrapo ou área de 50 cm. Depois que a sonda da lavagem é introduzida, a cabeceira do leito deve ser abaixada. Ter um aspirador dísponível e pronto. 7) Submergir a extremidade livre da sonda dentro da água no memento da expiraçaõa do paciente ou auscultar o estômago durante a injeção de ar cm uma seribga, para confirmar a localização gástrica. 8) Aspirar o conteúdo gástrico com a seringa presa á sonda, antes de instilar a água ou ant´doto. Preservar a amostra para análise. 9) Remover a seringa. Prender o funil na sonda gástrica ou usar seringa de 50 ml, para colocar o líquido de lavagem na sonda gástrica. 10) Elevar o funil acima da cabeça do paciente e derramar aproximadamente 150 a 200 ml da solução no funil. 11) Abaixar o funil e sifonar o conteúdo gástrico para dentro de recipiente. 12) Preservar amostras das duas primeiras lavagens. 13) Repetir o procedimento de lavagem, até que o líquido que retoma seja relativamente claro e não se observem partículas. 14) Ao término: a) O estômago deve ficar completamente vazio. b) Um absorvente (carvão ativado em pó misturado com água para foramr uma pasta, com a consistência de sopa espess) pode ser instilado no tubo e deixado no estômago. c) Catártico salino pode ser instilado na sonda 15) Pinçar a sonda durante a remoção ou manter a aspiração, enquanto a sonda está sendo retirada. 16) Administrar um catártico para o paciente, quando prescrito. Advertir o paciente que as fezes ficarão escuras por causa do carvão.

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4.47-Lavagem Intestinal
Realizado pela equipe de enfermagem

 FINALIDADE DA TÉCNICA

Vem a ser a introduçaõ de líquido no intestino grosso, por uma sonda retal, através do ânus ou da entrada da colostomia, que é uma abertura ciruurgica de uma alça intestinal funcionando como um ânus artificial. - Preparação intestinal pra exames diagnóstico ou ciruurgica, a fim de esvaziar o contéudo fecal do intestino. - Introduçao de medicamento no cólon (como enemas que contêm neomicaiexalato, visando diminuir o nível sérico de potássio. - Amolecer as fezes (enema de retençao oleoso) - Aliviar os gases (leite, melado ou Fleet enema). - Promover defecação e eliminar as fezes do cólon do paciente com constipação ou impactação.  MATERIAL

- Enema pronto ou recipiente de enema; - Luvas descartáveis; - Geléia hidrossolúvel; - Oleado; - Toalha; - Comadre ou cadeia higiênica; - Cuba; - Papel higiênico.

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 PROCEDIMENTO

Fase Preparatória
1) Aliviar os hábitos intestinais do paciente (última evacuação, uso de laxativos, padrões intestinais) e condição física (hemorróidas,

mobilidade, controle do esfíncter externo). 2) Fornecer privacidade e explicar o procedimento ao paciente.

Fase de Realização
1) Lavras as mãos; 2) Colocar o paciente em decúbito lateral esquerdo com o joelho direito flexionado (posição de Sims). 3) Ajeitar o oleado por baixo do paciente e cobrir com toalha de banho; 4) Colocar a comadre ou cadeira higiênica em posição para os pacientes que não podem deambular até o vaso sanitário ou têm dificuldade de controlar o esfíncter. 5) Remover a tampa de plástico da sonda e lubrificar a extremidade da sonda por 7,5 a 10 cm exceto quando pré-embalado. Mesmo assim o enema embalado pode precisar de mais lubrificante; 6) Calçar as luvas descartáveis; 7) Separar as nádegas e localizar o reto; 8) Informar ao paciente que você está inserindo a sonda, para que ele faça respirações lentas e profundas; 9) Instilar lentamente a solução usando pinça em rolete e a altura do frasco para ajustar a velocidade do fluxo, quando se empregam bolsas de enema e sonda. Para os enemas altos, elevar o frasco do enema 40 a 50 cm acima do ânus; para os enemas baixos, 30 cm. Quando se utiliza enema pré-embalado, apertar lentamente o recipiente, até que toda a solução tenha sido instilada; 10) Abaixar o recipiente ou fechar a pinça do equipo, quando o paciente se queixar de cólicas; 11) Retirar a sonda retal, depois que toda a solução de enema foi instilada ou até que o refluxo fique claro (não mais que três enemas);

195

12) Instruir o paciente a prender a solução o maior tempo possível e avisar que uma sensação de distensão pode ser sentida; 13) Descartar os suprimentos no recipiente de lixo apropriado; 14) Auxiliar o paciente com a comadre ou na cadeira higiênica ou no vaso sanitário, quando ocorre a urgência de defecar; 15) Observar o retorno do enema para quantidade, conteúdo fecal, instruir o paciente a não dar descarga no vaso sanitário, até que o enfermeiro tenha observado os resultados.

4.48-Dissecção de Veia
Realizado por médicos

 FINALIDADE DA TÉCNICA

Em algumas situações, quando há total impossibilidade de se proceder a punção venosa, principalmente quando o objetivo é uma veia central e existe maior risco de hemorragias, como nos portadores de coagulopatias, ou pacientes submetidos à terapia trombolítica, ou ainda por dificuldades locais, como deformidades anatômicas, celulites ou grandes queimaduras, a dissecação de veia representa uma boa alternativa. Dá-se preferência à veia basílica no terço distal do braço, ou à safena junto ao maléolo interno, embora outras possam ser utilizadas, como a cefálica, a jugular externa, ou mesmo a porção proximal da safena interna. Quando realizado pro médicos experientes e dentro das rigorosas técnicas de um ato cirúrgico, esse procedimento é rápido e seguro, com baixo risco de lesão de estruturas adjacentes e outros complicações sérias. No entanto algumas desvantagens deve ser apontadas; maior chance de infecção e menor durabilidade de acesso venoso pela ocorrência de flebite, trombose venosa, ou mesmo celulite.

4) Flebocortid. 17) Morfina. 7) Perivan. 24) Difenidramina. 18) Cetamina. 2) Adrenalina 3) Gluconato de cálcio. 9) Bicarbonato de sódio.196 4. .49-Medicamentos utilizados em UTI Realizado pela equipe de enfermagem 1) Atropina. 11) Metilprenidisolona. 10) Dopamina. 15) Dobritamina. 21) Succinilcolina. 6) Cloreto de potássio. 16) Fentanila. 8) Adenosina. 20) Propofol. 14) Lidocaína. 22) Pancurônio. 23) Rocurônio. 13) Naloxone. 5) Diempax. 25) Dofretamina. 19) Midazolan. 12) Flumasenil.

afastados em 0. esponjas.Luvas estéreis .Refletor com suporte  PROCEDIMENTO  PACIENTE DO SEXO FEMININO Fase preparatória 1. drenar a urina nos períodos pré-e pós-operatório.Conjunto de sonda estéril descartável com lubrificante . para aliviar a retenção urinária aguda ou crônica. campos.Colocar o recipiente para os resíduos em local acessível.197 4. 2.  CATETERISMO VESICAL (ALÍVIO)  MATERIAL .50. ou determinar a menstruação exata da drenagem urinária em pacientes criticamente doentes. Cobrir a paciente.Cateterismo Vesical Realizado por enfermeiros  FINALIDADE DA TÉCNICA O cateterismo pode ser realizado.6m. . Posicionar a paciente confortavelmente.Toalha de banho/ lençol para cobrir .Recipiente estéril pra cultura . 3. Abrir a bandeja de cateterismo usando a técnica asséptica. Colocar a paciente em posição de decúbito dorsal com os joelhos flexionados. . . determinar a quantidade de urina residual depois de urinar.Luvas. quadris flexionados e pés repousando sobre o leito.Solução anti-séptica para a limpeza periuretral (estéril) .

empregam-se o cloreto de benzalcônio ou outro agente de limpeza. 5. utilizando técnica asséptica estrita. Permitir que alguma urina flua através da sonda. limpeza com movimentos para baixo no sentido antero-posterior. 3. Calçar as luvas estéreis. Fase de Realização 1. 2. uma das mãos deve manter o afastamento dos lábios.198 4. 4. Descartar o chumaço de algodão após cada uso. antes de coletar uma amostra. Posicionar o oleado sob as nádegas da paciente. Lubrificar bem a sonda com lubrificante ou anestésico tópico prescrito. 7. até que o cateterismo termine. Lavar a glande do pênis ao redor do meato urinário com uma solução iodófora. Direcionar a luz para a visualização da área genital. b. 2. Manter a esterilidade da mão dominante. Introduzir a sonda bem-lubrificada por 5 a 7 cm no meato uretral. Manter a retração do prepúcio. b. Evitar contaminar a superfície da sonda. . de modo que o meato uretral seja visualizado. Lavar as mãos. Quando o paciente é sensível ao iodo. Limpar ao redor do meato uretral com uma solução de iodopovidona. Manipular as compressas de limpeza com pinça. c. 6. usando a pinça para fixar as compressas limpas. Garantir que a sonda não é muito grande ou fica muito apertada no meato uretral.  PACIENTE DO SEXO MASCULINO 1. Separar os pequenos lábios. a. a.

4. . enquanto a sonda é introduzida. procedimento.  PROCEDIMENTO 1) Cateterizar o paciente usando uma sonda pré-conectada a um coletor de drenagem de sistema fechado. quando indicado.Lubrificante. quando a urina parar de fluir. para ajudar a relaxar o esfíncter.Bandeja de cateterismo com coletor de urina de sistema fechado de drenagem urinária. Pinçar a sonda e remove-la suavemente. 3. Secar a área.Solução antibacteriana para limpeza.  CATETERISMO VESICAL DE DEMORA  MATERIAL . . até que a urina flua. Pedir que o paciente faça força (como se estivesse urinando). quantidade e aspecto da urina.5 cm. . avançar a sonda por 15 a 25 cm. Aplicar tração suave no pênis. Registrar a hora. tornar o paciente confortável. 4. introduzir a sonda dentro da uretra. 7. avançar o cateter por mais 2. Quando a resistência é sentida no esfíncter externo. Recolocar (ou reposicionar) o prepúcio. . Quando a urina começa a fluir.199 3. Fase de acompanhamento 1. 2. Segurar a diáfise do pênis (com a mão não-dominante) e eleva-lo. 6. Enviar amostra para o laboratório. Usar as luvas estéreis. 5. aumentar discretamente a tração do pênis e aplicar pressão suave e contínua sobre a sonda.Compressas de gaze.

200 a) Avançar a sonda quase até sua bifurcação (para o paciente do sexo masculino). 2) Fixar a sonda de demora. 2) Evitar o uso de talco e sprays na área perineal. a) Sexo feminino: prender a sonda e o equipo de drenagem na coxa. b) Insuflar o balão de acordo com as orientações do fabricante. 4) Aspirar um pequeno volume de urina para cultura. c) Manter o equipo sobre a perna do paciente. 5) Remover a agulha da seringa e liberar cuidadosamente a urina dentro do frasco estéril de coleta. antes de insuflar o balão. 3) Introduzir uma agulha 21G estéril (presa a uma seringa estéril) na porta de aspiração do equipo da sonda. em seguida.  OBTENDO URINA PARA CULTURA 1) Clampear o equipo de drenagem abaixo da porta de aspiração durante alguns minutos. Certificar-se de que a sonda está drenada adequadamente. 6) Soltar o clamp da sonda. Sexo masculino: prender a sonda na coxa do paciente. para permitir que a urina seja coletada. 7) Enviar a amostra imediatamente ao laboratório. a menos que a obstrução seja prevista (sangramento após cirurgia da bexiga/próstata). 2) Limpar a porta de aspiração com iodopovidona ou álcool a 70%. puxar discretamente a sonda. para retirar os resíduos.  PARA IRRIGAR A SONDA Nota: Isto não é realizado. b) Permitir alguma folga do equipo. para acomodar os movimentos do paciente. 3) Evitar a tração sobre o cateter durante a limpeza.  CUIDADOS COM A SONDA DE DEMORA 1) Limpar ao redor da área onde o cateter penetra no meato uretral (junção meatocateter) com água e sabão durante o banho diário. .

b) Não permitir que a urina seja coletada no equipo. reconectar a sonda e o equipo. Usar luvas limpas e descartáveis. 8) Repetir o procedimento de irrigação. 9) Desinfetar a extremidade distal do cateter e a extremidade do equipo de drenagem. para evitar a infecção. . 5) Colocar uma cuba de drenagem estéril sob a sonda. derramar a solução irrigante estéril em um recipiente estéril. 4) Desconectar a sonda do equipo de drenagem. coloração e caráter do líquido de retorno. porque deve ser mantido um fluxo de urina. 10) Documentar o tipo e a quantidade de solução irrigante. 2) Manter o fluxo urinário desobstruído.  MANTENDO UM SISTEMA FECHADO DE DRENAGEM 1) Lavras as mãos imediatamente antes e depois de manusear qualquer parte do sistema. Retirar as luvas. Calçar as luvas. a) Manter a bolsa de drenagem em uma posição pendente abaixo da bexiga. bem como a reação do paciente. quando manusear o sistema de drenagem. permitindo que o retorno do líquido drene para dentro da cuba. 6) Conectar uma seringa de grande volume na sonda e irrigar a sonda.201 1) Lavar as mãos.  TROCANDO A SONDA Trocar a sonda de acordo com as necessidades do paciente. Cobrir o equipo com uma tampa estéril. 3) Limpar ao redor da conexão sonda/dreno com gaze estéril embebida em solução de iodopovidona. 2) Usando técnica asséptica. usando a quantidade prescrita de irrigante estéril. até que o líquido esteja claro ou de acordo com as orientações do médico. Lavar as mãos. 7) Remover a seringa e colocar a extremidade da sonda sobre a cuba de drenagem. presença de sedimento/coágulos sangüíneos.

Esvazie a bolsa em um recipiente coletor separado para cada paciente. d) Trocar a bolsa de drenagem.  AÇÃO DE ENFERMAGEM FASES DE REALIZAÇÃO 1. observar a condição do paciente e qualquer sinal de sofrimento.202 3) Para esvaziar a bolsa de drenagem. separar o paciente infectado com uma sonda de demora de um paciente não-infectado. comprimir a uretra da criança: a) meninos: pressão sobre o pênis. b) Desinfetar a torneira. Quando isto não for possível. a) Lavar as mãos. 4. Quando a urina foi obtida ou o procedimento é interrompido e a agulha foi removida. O médico e o enfermeiro devem usar luvas. . Enquanto o procedimento está sendo realizado.  EVITANDO A CONTAMINAÇÃO CRUZADA 1) Lavras as mãos antes e depois de manusear a sonda/sistema de drenagem e entre os pacientes. calce as luvas. 3) Verificar os pacientes em risco. Desinfetar novamente a torneira. c) Evitar deixar a bolsa de drenagem tocar no solo. 3. ou quando as junções de conexão começam a extravasar. 2. quando o fluxo de urina se torna obstruído. 2) Designar apenas um paciente com sistema de drenagem por quarto. aplicar pressão sobre o local da punção com uma compressa de gaze 4x4 e a mão enluvada. Confortar a criança através da conversa e do sorriso. quando ocorre a contaminação. b) meninas: pressão digital para cima sobre a uretra pelo reto. Para evitar a micção durante o procedimento.

Recolocar a fralda. Observar a coloração da urina (pode ser rósea).  FASES DE ACOMPANHAMENTO 1) Verificar periodicamente a criança durante uma hora após o procedimento. A urina sanguinolenta deve ser comunicada ao médico. 3) Descrever com exatidão e colocar em uma tabela o procedimento. Aplicar um Band-Aid. quando necessário. incluindo: a) Horário do procedimento.51-Coletando Amostras de Fezes Realizado pela equipe de enfermagem  MATERIAL . 4. d) Descrição e quantidade da urina obtida.Abaixador de língua . para avaliar se houve sangramento ou transudação.Fralda .Recipiente da amostra .Luvas . c) Como o paciente tolerou o procedimento. 2) Anotar o horário da primeira micção depois do procedimento.Revestimento de celofane ou plástico (usado quando as fezes estão amolecidas ou aquosas) . Segurar e confortar a criança durante alguns minutos. e) Condição do paciente e atividade depois do paciente. b) Se foi obtida ou não a amostra.203 5.

b) Coloração. FASE DE ACOMPANHAMENTO 1. c) Tipo de amostra coletada. para ver se ocorreu a evacuação. colocar só a fralda. e) Condição da pele. Remover pequena quantidade de fezes das fraldas com o abaixador de língua e colocar no recipiente da amostra. Quando as fezes são macias ou formadas. Quando há necessidade de amostra de paciente cujas fezes estão amolecidas ou aquosas o suficiente para ser absorvidas na fralda. Em seguida. Descrever e registrar com exatidão o seguinte: a) Horário em que a amostra foi coletada. colocar a fralda na criança e posicionar de modo que a cabeça fique ligeiramente elevada.204 Nota: A coleta de amostra de fezes de criança com mais idade que já possui treinamento nos hábitos intestinais é idêntica à coleta em adulto.  PROCEDIMENTO FASE PREPARATÓRIA 1. 2. Verificar a criança com freqüência. FASE DE REALIZAÇÃO 1. . Retirar a fralda suja da criança. Enviar de imediato a amostra rotulada ao laboratório. Limpar a área perineal. 5. Colocar este revestimento entre a fralda e a pele. quantidade e consistência das fezes (anotar qualquer odor fétido). d) Natureza do exame para o qual a amostra foi coletada. revestir a fralda com um pedaço de celofane ou plástico. Usar luvas. colocar uma fralda limpa e deixar a criança confortável. 4. 3.

Saco plástico.  COLETA ESCARRO  MATERIAL .205  COLETA DE SECREÇÃO  MATERIAL . coloca o frasco no saco e eviar ao laboratório o material úmido (o mais rápido possível). colocar o frasco no saco plástico e enviar ao laboratório o material úmido ( o mais rapidamente possível).Coletar dois frascos estéreis esfregando a conjuntiva da parte interna da pálpebra inferior. colocar o frasco no saco plástico e enviar ao laboratório o material úmido (o mais rapidamente possível). SECREÇÃO DE OLHO .Frasco tipo swab identificado.Coleta dois frascos estéreis da parte mais profunda da ferida. SECREÇÃO DE FERIDA CIRÚRGICA . SECREÇÃO DO TEGUMENTO .Coletar dois frascos estéreis da parte mais profunda. SECREÇÃO VAGINAL - Coletar dois frascos estéreis na parte interna. . colocar no saco plástico e enviar ao laboratório o material úmido ( o mais rapidamente possível).

Obtenção postural do escarro deve ser utilizada quando não conseguir que o paciente expectore. 7) Colocar o recipiente no saco plástico. . Escarro com resto alimentar altra o resultado do exame. 10) Anotar. depois do paciente ter enxaguado a boca com água simples. .206 . 2) Preparar o recipiente e identificá-lo.Luvas. . .Caso tenha duas ou mais amostras pedidas. 9) Lavras as mãos.O escarro para cultura deverá ser encaminhado imediatamente ao laboratório. 3) Explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente. para retirar resto alimentar . 4) Calçar luvas. 8) Retirar as luvas.Orientar o paciente na véspera sobre o exame a ser feito. 11) Encaminhar imediatamente ao laboratório OBSERVAÇÕES: .  PROCEDIMENTO 1) Lavar as mãos.Saco plástico. colher somente uma por dia. 6) Orientar o paciente a esforça-se profundamente para tossir. 5) Colher amostra em jejum. . .Recipiente padronizado.

descendo pelo esôfago e até dentro do estômago. com extremidade arredondada. quando da alimentação por mamadeira. a alimentação por gavagem propiciar um método seguro de alimentação em paciente flácido. paciente que apresenta distúrbio respiratório (freqüência respiratória maior que 60/min) ou paciente intubado.Seringa .Reservatório limpo e calibrado para o líquido de alimentação . quando ela é incapaz de sugar ou deglutir adequadamente. podendo fornecer as calorias suplementares ou adicionais. Pode.Sonda de borracha ou plástico estéril. Pode a alimentação por gavagem evitar a fadiga ou a cianose que podem ocorrer. A referida alimentação proporciona uma via que permite a ingesta adequada de calorias ou líquido.Chupeta . além da faringe. paciente delibitado ou com anomalias do trato digestivo.52-Alimentação por Gavagem Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA A alimentação por gavagem é um meio de fornecer o alimento por meio de sonda introduzida através das narinas ou boca.Alimento líquido na temperatura ambiente . tamanho 5-12G (sonda de alimentação de French Argyle) .207 4. ainda.  MATERIAL .Estetoscópio . Ela pode proporcionar um método de alimentação ou de administração de medicamentos que não exige esforço da criança. Essa alimentação pode ser contínua ou intermitente.Água para lubrificação . um pouco além do esfíncter da cárdia.Esparadrapo – hipoalergênico . A alimentação por gavagem pode fornecer o suplemento para uma criança que se alimenta mal com mamadeira. paciente inquieto.

a) Inserção através das narinas: deslizar a sonda para dentro da narina e direcionar ao occipício em plano horizontal ao longo do assoalho da cavidade nasal. fixa-la com esparadrapo na face do paciente. Abaixar a porção anterior da língua com o dedo indicador. No recém-nascido em especial. Posicionar a criança em decúbito lateral ou dorsal. b) Inserção através da boca: passar a sonda através da boca no sentido da parte posterior da faringe. com uma fralda enrolada sob os ombros. 5. 3. inserir a sonda ao longo do dedo indicador e reclinar a cabeça um pouco para diante. Estabilizar a cabeça do paciente com uma das mãos. Testar. 3. Tentar girar suavemente a sonda. medir a distância entre a ponta do nariz e a orelha até o processo xifóide do esterno. observar para a estimulação vagal. 4. Quando a sonda foi inserida até o comprimento pré-medido. Lubrificar a sonda com água estéril ou soro fisiológico. a passagem da sonda pode ser sincronizada com a deglutição. introduzir a sonda de forma suave e rápida. Não empurrar contra a resistência. 2.208  AÇÃO DE ENFERMAGEM FASE PREPARATÓRIA 1. 2. se encontrar resistência. Contenção corporal total pode ser necessária. Ter um aspirador disponível. 6. para certificar-se de que a posição da sonda está correta. Medir a sonda de alimentação e marcar com esparadrapo. 7. Quando não há deglutição. Não direcionar a sonda para cima. Observar para o sofrimento respiratório. . Quando o paciente deglute. para manter esta posição. FASE DE REALIZAÇÃO 1. para introduzir a sonda. usar a outra.

c) Aspirar pequena quantidade do conteúdo gástrico e testar a acidez através de fita de pH. devolve-los ao estômago e diminuir tal quantidade da quantidade total da fórmula a ser administrada. Aspirar a sonda. porque o esôfago se localiza atrás da traquéia). b) Aspirar o ar injetado no estômago. (A anatomia de um bebê torna relativamente difícil adentrar na traquéia. 4. antes de iniciar a alimentação. Encaixar o reservatório à sonda e encher com o alimento líquido. .5 a 5 ml de ar na sonda. d) Observar e palpar suavemente o abdômen para a extremidade da sonda. suspender a alimentação. Incentivar a criança a sugar a chupeta durante a alimentação.As alimentações nasojejunal (N-J) ou nasoduodenal (N-D) são meios de fornecer alimentação enteral total através de sonda inserida pelas narinas. Colocar a criança no colo. a) Quando mais da metade da alimentação anterior for aspirada. Ao mesmo tempo. A posição de alimentação deve ser em decúbito lateral direito com a cabeça e o tórax ligeiramente elevados. Evitar inserir a sonda dentro da traquéia da criança. 8. 9.209 a) Injetar 0. b) Quando pequenos resíduos da fórmula são aspirados. auscultar o típico som de gargarejo gástrico com um estetoscópio colocado sobre a região epigástrica.53-Alimentação Nasojejunal/Alimentação Nasoduodenal Realizado por enfermeiros  FINALIDADE DA TÉCNICA . quando possível.

quando a criança ou bebê são incapazes de tolerar os métodos alternativos de alimentação (baixo peso de nascimento. . . podem minimizar a regurgitação e a distensão gástrica. . o eolo.A cada duas ou quatro horas. tornando mais fácil expectoração.54-Nebulização Ou Aerossol Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA .Mucolíticos: são medicamentos que liquefazem as secreções.As alimentações N-D ou N-J podem fornecer um método de alimentação que não exige esforço do paciente. .As alimentações duodenal ou jejunal diminuem o risco de aspiração.210 faringe.As alimentações N-J e N-D proporcionam uma via que permite a ingesta calórica ou hídrica adequada (alimentação enteral total) por meio de gotejamento intermitente ou contínuo. . e ultrapassando o piloro do estômago para dentro do duodeno ou jejuno.Com ação antibiótica: quando existe uma infecção no trato respiratório. . .Tipo de aerossóis: . 4.As alimentações N-D ou N-J também podem propiciar uma via para a administração de medicamentos orais.Com ação broncodilatora: são medicamento que aumenta com o calibre das vias respiratórias. diminuindo o broncoespasmo. o enfermeiro administra o medicamento mediante insuflações de ambu. diretamente no tubo endotraqueal ou na cânula de traqueostomia do paciente. . . esforço respiratório persistente no paciente entubado). porque o alimento ultrapassa o piloro.Podem ser administrado em nebulizador ou através de um dispositivo de forma cônica. esôfago.

 PROCEDIMENTOS 1) Lavar as mãos 2) Verificar se o aerossol se encontra em perfeitas condições: não está turvo e no prazo de validade. Traquéia). .211  MATERIAL . 3) Se o paciente esta consciente. 8) Se o paciente está consciente e é colaborativo. . 6) Se estiver respirando espontaneamente conecta-se um dispositivo especial ao ventilador ou mascara provida de arnês.Dispositivo nebulizador. . 9) Os aerossóis são programado em tempo e freqüência dependendo da situação clinica do paciente. 4) O aerossol é introduzido no dispositivo nebulizador. se for necessário dissolver o medicamento. (Boca. sendo a técnica realizada sob a vigilância do enfermeiro. programa se o seu funcionamento no ventilador. pede se lhe que faça uma ligeira pausa inspiratória enquanto inala o aerossol. para que a ação terapêutica do aerossol seja eficaz.Aerossol prescrito. deve ser corretamente informado.Soro fisiológico. 10) Uma vez finalizada a sessão de aerossóis. . 5) Se o paciente está conectado a ventilação mecânica.Seringa e agulha para preparo do medicamento. deve se desligar o comando correspondente do aparelho. 7) O nebulizador deve ser projetado diretamente para o ponto de entrada.

55-Coleta de sangue para Hemocultura Realizado por bioquímicos e enfermeiros  FINALIDADE TÉCNICA.sabão especial. .gaze seca estéril.212 OBSERVAÇÕES: - É freqüente que cada sessão de aerossóis se complemente com fisioterapia respiratória.  MATERIAL.garrote . - Proceder á limpeza do nebulizador e secagem correta do mesmo.  PROCEDIMENTO 1. . . .duas agulhas 25 x 8.Colocar a máscara. manobra que ajudara a expulsão das secreções retidas. . com a finalidade de retirar partículas de sessões anteriores.uma seringa descartável. . 4. . que são reservatório de agentes infeccioso. Bandeja auxiliar contendo: .máscara .solução antisséptica.Detectar e identificar a presença de microrganismo na corrente sangüínea. .par de luvas estéril. .frasco de hemocultura à temperatura ambiental.álcool 70%.

Calçar as luvas 14. .Colocar o sangue no frasco de hemocultura lentamente.Retirar as luvas. 13. 24.Soltar garrote. 22.Aspirar o volume de sangue necessário (cera de 5ml).Deixar o paciente em ordem.Colocar o frasco em saco plástico.Colocar dentro do campo estéril: seringa.Prevenir infecção 3.Abrir o pacote de material de curativo. (PVPI degermante) 3. 25. 12.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.  PONTOS IMPORTANTES. 2. 16.213 2.Levar imediatamente o frasco ao laboratório.Garrotear o membro novamente. 15.Anotar no prontuário o procedimento feito.Soltar a garrote do membro. 10-Fazer a anti-sepsia da pele com auxílio do material de curativo e solução antisséptica. 4.Lavar as mãos.Fazer antissepsia da boca do frasco de hemocultura com álcool a 70%. 17.Prevenir contaminação da área a ser puncionada. 9. 20. gaze seca estéril e antisséptico na gaze.Lavar as mãos com sabão especial. 11. 26.Garrotear o membro e localizar a veia a ser puncionada.Misturar delicadamente o sangue ao meio de cultura. 8.Palpar a veia e puncioná-la. agulhas. 21.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 1. 19.Recompor a unidade e recolher o material. 18.Reunir o material 5.Trocar a agulha da seringa.Retirar o excesso da solução antisséptica com gaze estéril seca. 6. 23. 7.

colaborando com a equipe. 26.Facilitar o procedimento. 15.Evitar contaminação.Horário da coleta e temperatura do paciente. 22. 8.Prevenir infecção. 14. pois se for colocado mais do que 5ml ficará difícil a leitura da hemocultura. evitando aumento de outra pessoa. não utilizar frasco gelado. 20.Para engurgitar as veias e facilitar a sua visualização.Prevenir contaminação da região a ser puncionada.Economizar tempo e poupar o funcionário 5.Aliviar a tensão do membro. 25. 6.Localizar a veia novamente para puncioná-la definitivamente. 16. 11.Para não deixar o paciente longo tempo garroteando.Proporcionar conforto ao paciente. 12. 24. 13. 23.Utilizar técnica correta. 17.Garantir a salubridade do funcionário. Portanto. 21.214 4.Observar técnica asséptica. 18.Racionalizar a tarefa. 7. colocar 1 a 5ml em frasco de 5 a 10ml.Nunca deixar o material colhido na geladeira. 10.Evitar hemólise.Evitar alteração do exame devido ao excesso da solução antisséptica. .Prevenir infecção. 9.Manter o ambiente em ordem. 19-O frasco de hemocultura deve estar em temperatura ambiente.A quantidade certa é importante. pois haverá mais sangue do ÁGAR.Prevenir infecção.

As hemoculturas deverão ser colhidas de preferência no início da ascensão da temperatura corporal e jamais no pico máximo. com intervalos mínimos de uma hora entre as duas primeiras amostras. a veia cefálica ou basílica na porção medial do braço.Rodiziar o local da punção.56-Valores Laboratoriais Normais  Testes Sanguíneos Tempo parcial ativado de tromboplastina 25 a 36 segundos Tempo de sangramento: Tabela: 2 a 8 minutos. Velocidade de hemossedimentação. preferencialmente.Retirar o frasco da geladeira no mínimo uma hora antes as coleta do sangue. 5.Puncionar. 8-Coletar o sangue de preferência antes da administração de antibioticoterapia.5º C. 4.Coletar no máximo três amostras em 24 horas. Duke: 1 a 3 minutos.Colher hemocultura de paciente sem febre só justifica os casos de quadro clínico grave (septicemia. endocardite). 4.Identificar o frasco de hemocultura anotando: primeira.215 OBSERVAÇÃO: 1. 7. Homens: 0 a 10mm/hora Mulheres: 0 a 20mm/hora Produtos de desintegração da fibrina Prova de exclusão: > 10mcg/ml Ensaio quantitativo: > 3mcg/ml . 6. 2. portanto até em 38. Ivy: 1 a 7 minutos. segunda e terceira amostra. 3.

plasma 195 a 365 mg/dl Hematócrito Homens: 42% a 54% Mulheres: 38% a 46% Hemoglobina. total Homens: 14 a 18g/dl Mulheres: 38% a 46% Contagem de plaquetas 130. 8% Linfócitos: 16.8 segundos Mulheres: 9.5 a 11. 5% a 76.000 a 370.2 % a 43% Monócitos: 0.3% a 7% Basófilos: 0.100 a 10.000/mm3 Tempo de protrombina Homens: 9.6 a 11. soro .900/ l Tempo de coagulação.2 a 5.216 - Fibrinogênio. sangue Neutrofilos: 47.6% Eosinófilo: 0.6% a 9.3 segundos Contagem de eritrócitos Homens: 4.5 a 6.4 milhos/ l sangue venoso Índice de eritrócitos MCV: 84 a 99 3 / eritrócito MCH: 26 A 32 pg/ eritrócito MCHC: 30% A 36% Contagem de reticulócitos 0. sangue total 5 a 15 minutos Diferencial de leucócitos.3% a 2% Amilase.2 milhoes/ l sangue venoso Mulheres: 4.5% a 2% da contagem total de eritrócitos Contagem de leucócitos 4.

1 mg/dl Uréia. Indireto. sangue 8 a 20 mg/dl Cálcio. soro 100 a 108 mEq/litro Colesterol. soro Adulto: direto. soro 120 a 330mg/dl Creatina fosfoquinase Total: Homens. <0. sangue .1 a 1. sangue 22 a 34 mEq/litro Cloreto.6:1 Ferro.2 a 0.217 60 a 180 unidades Somogyi/dl Bilirrubina. soro Homens: 70 a 150 mcg/dl Mulheres: 80 a 150 mcg/dl Ácido lático. nitrogênio. soro Homens: 0. total.6 mg/dl Mulheres: 0.1 mg/dl Dióxido de carbono total.6 a 0. plasma 70 a 100mg/dl Desidrogenase Hidroxibuírica Soro HDB: 114 A 290 unidade/ml LDH/HDB Média:1.5 a 5. 23 a 99 unidades/litro. Mulheres.5 mEq/ litro Absorção atômica: 8.9 a 10. soro 4. 15 a 57 unidades/litro CPK-BB: Nenhum CPK-MB: 0 A 7UI/Litro Creatina. jejum. < ou igual 1.5 mg/dl.9mg/dl Glicose.

9g/dl - Transaminase Glutâmicooxaloacética (TGO).7 a 2.8 a 5.1%a 29% LDH2: 29.1 mg/dl - Fosfatos. soro 3. soro 1.6 mEq/ litro - Potássio. soro 8 a 20 unidades/ litro - Sódio.5% LDH3: 18. soro 6.2% A 16.8 a 2.5 mEq/litro - Proteína.3 a 6 mg/dl OBSERVAÇÃO: Os valores variam entre os laboratórios. soro 135 a 145 mEq/litro - Ácido úrico.5% LDH5: 5. Certifique-se de estar familiarizado com os laboratórios disponíveis.5 a 2.218 0.65 mEq/ litro - Desidrogenase lática Total: 48 a 115 UI/ litro LDH1: 18.6 a 7.4% - Magnésio.3% A 13.8% A 26% LDH4: 9. total.93 a 1. soro Homens: 4.5 mEq/litro Absorção atômica: 1. . soro 1.4% A 37.3 a 8 mg/dl Mulheres: 2.

6) Despreza-se o primeiro jato de urina. Comadre. Luvas estéreis (utilizada em paciente com sonda vesical) Cuba rim esterilizada Etiquetas de identificação. recolhendo o jato médio diretamente na cuba rim esterilizada. 5) Lavar os genitais com água e sabão (conforme protocolo correspondente). 2) Lavar as mãos. 3) Colocar luvas de procedimento. Solução Anti-séptica. Frasco estéril. Agulha IM e seringa de 20cc. se for possível. . Gaze esterilizada.  MATERIAL - Pinça de Kocher ou similar (Em caso de sondagem vesical). 4) Com o paciente em decúbito dorsal colocar as extremidades inferiores fletidas e abertas.  PROCEDIMENTOS 1) Informar o paciente todos os procedimentos.57-Coleta De Urina Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA Coleta de urina para Urocultura: é coletado uma amostra de urina estéril para pesquisa de micoorganismos. Sabão. Luvas de procedimento.219 4.

- Extrair cerca de 10 ml de urina com a seringa. Lavar as mãos.Encaminhar a amostra no prazo estabelecido pelo laboratório ou na sua impossibilidade conservar as amostras segundo a norma estabelecida. 10) Registrar na folha de anotações de enfermagem o procedimento realizado  SE O PACIENTE ESTÁ COM SONDA VESICAL: - Manter a sonda fechada cerca de meia hora. Colocar luvas esterilizadas e puncionar a região de conexão com sonda com agulha e seringa de 20 ml. evitar desconexões desnecessárias. utilizar material esterilizado e evitar manipulações desnecessárias. Desinfetar o látex da sonda com solução anti-séptica. Recolher o material. Registrar na folha de anotações de enfermagem. em geral. . Enviar a amostra ao laboratório.220 7) Passar parte da urina coletada para o frasco estéril (pelo menos 20 ml) sem contaminar e enviar ao laboratório. 9) Lavar as mãos. . Retirar a pinça de clampagem. Colocar a urina extraída dentro do frasco esterilizado e identifica-lo. OBSERVAÇÃO: . 8) Recolher os materiais. - Colocar luvas de procedimento.Em pacientes com sonda. com uma pinça de Kocher ou similar.

urina <150mg/24horas Eritrócitos. urina Homens: 4 a 14 mg/24horas Mulheres: 2 a 12mg/24 horas Cetonas.5 a 10 mg/24horas Esteróides 17-cetogênicos.221 4. urina Negativo Cálcio.5 a 12 mg/24horas Mulheres: 4 a 17 mg/24horas Proteínas. urina Homens: 1 a 1. urina 0 a 3 por campo de grande amplitude . urina Homens: <275 mg/24 horas Mulheres: <250mg/24 horas Catecolaminas.9g/24horas Mulheres: 0.5 a 12 mg/24horas Mulheres:2.8 a 1. urina Amostra de 24 horas: 0 a 135 mcg Amostra aleatória: 0 a 18 mcg/dl Creatinina. urina Homens: 4. urina 10 a 80 unidades/ hora de amilase Bilirrubina. urina Negativo 17-hidroxicorticoesteróides.58-Valores Laboratoriais Normais:  Química de urina Amilase. urina Homens: 4. urina Negativo 17-cetoesteróides.7 g/24horas Glicose.

025 a 1.8mg/24horas Contagem de leucócitos 0 a 4 por campo de grande amplitude OBSERVAÇÃO: - Os valores variam entre os laboratórios.222 - Sódio.032 Osmolalidade: <100mOsm/kg: 80% da água excretada em 4 horas Ácido vanililmandélico. urina Depuração máxima: 64 a 99ml/minuto. Aparência: Clara Gravidade especifica: 1. Certifique-se de estar familiarizado com os laboratórios disponíveis .7 a 6. urina 0.0 Açucares: Ausente Célula epiteliais: Ausentes Cilindros: Ausentes. Cor: Palha Odor: Levemente aromático.5 a 8. urina 30 a 280 mEq/24horas - Cloreto de sódio. rotina. urina 5 a 20g/24horas - Uréia. Análise de urina. exceto cilindros hialinos ocasionais Cristais: Presentes Células fúngicas: Ausentes Concentração de urina Gravidade especifica: 1.025 a 1.030 pH: 4.

 MATERIAL .Esparadrapo hipoalergênico .Clamp para a sonda .Abaixador de língua .Estetoscópio .Seringa de 20 ml .Toalha.Aspirador.Sonda nasogástrica . tratar a obstrução mecânica.Lanterna .Copo de água e canudo .Lubrificante hidrossolúvel . lenço de papel e cuba rim .Luvas descartáveis . evitar ou aliviar a náusea e vômito após cirurgia ou eventos traumáticos. administrar medicamentos e alimentos (gavagem) diretamente dentro do trato GI.Tintura de benjoim .223 4. quando se suspeita de obstrução pilórica ou intestinal. determinar a quantidade de pressão e atividade motora no trato gastrintestinal (exames diagnósticos).Curativo transparente biooclusivo .59-Sonda Nasogástrica Realizado por enfermeiros  FINALIDADE DA TÉCNICA A introdução de sonda nasogástrica (SNG) refere-se à inserção de sonda através da nasofaringe dentro do estômago. A sondagem nasogástrica é realizada para remover líquidos e gases do estômago. obter amostras do conteúdo gástrico para exames laboratoriais. quando prescrito .

observando para qualquer obstruçâo. 5) Inspecionar as narinas com uma lanterna. antes de introduzir a sonda na narina. colocar a cuba-rim e os lenços de papal no alcance do paciente. é feita uma segunda marca. e enfiar suavemente a sonda dentro da nasofaringe posterior. o que ajuda a determinar qual narina está mais permeável. 3) Inclinar a cabeça do paciente para trás. 4) Fazer com que o paciente assoe o nariz. para limpar as narinas. 7) Medir a distância entre o nariz. direcionando para baixo e para trás no sentido da orelha. 3) Remover as dentaduras. 2) Lubrificar a porção enrolada da sonda com o lubrificante hidrossolúvel. Esta mediçáo constitui o comprimento necessário para alcançar o estômago.224 . 6) Lavar tuas mãos. 4) Fazer com que o paciente incline a cabeça para diante. pôr a toalha sobre o tórax. b) Quando a sonda alcança o processo xifóide (extremidade do esterno). e marcar corretamente na sonda. .Soro fisiológico  PROCEDIMENTOS 1) Explicar o procedimento ao paciente e dizer como a respiração pela boca e engolir podem ajudar na passagem da sonda. a) A distáncia do nariz ao lóbulo da orelha é a primeira marca na sonda. calçar as luvas descartáveis. Esta medição representa a distância até a nasofaringe. FASE DE REALIZAÇÃO 1) Enrolar os primeiros 7 a 10cm da sonda se redor dos seus dedos. o lóbulo da orelha e o apêndice xifóide do paciente. Ocluir cada narina e pedir que o paciente respire. 2) Colocar o paciente em posição sentada ou de Fowier alta.

tosse cianose. 13) Fixar a sonda: a) Esparadrapo antialérgico. quando o paciente dsglute. para redirecionar a curvatura. para fazer um nó corrediço. 11) Depois que a sonda é introduzida e a colocação correta confirmada. prender a sonda à aspiração ou clampear a sonda. 16) Garantir ao paciente que o desconforto máximo que ele pode sentir irá diminuir. como dispnéia. para confirmar a posição da sonda. 9) Continuar a avançar a sonda. d) Radiografia pode ser realizada. 8) Quando existirem sinais de angústia. remover imediatamente a sonda. 12) Aplicar tintura de benjoin na área onde o esparadrapo é colocado. prender a extremidade íntegra do ou esparadrapo no nariz e cruzar as extremidade as separadas ao redor da sonda. b) Prender a seringa na extremidade da SNG. de modo a fixar a sonde na roupa do parciente.225 5) Rodar suavemante a sonda em 180º. Colocar o estetoscópio sobre o quadrante superior esquerdo do abdome e injetar l0 a 20 ml de ar. logo que se acostume com a sonda. 6) Continuar a avançar a sonda gentilmente a cada vez oue O paciente engole. c) Aspirar a conteúdo do estômago com urna seringa de 50 ml. dividi-lo em seu comprimento apenas até a metade. Usar uma faixa de borracha. b) Colocar um curativo biooclusivo transparente na saída da narina. enquanto esculta o abdome. 14) Fixar a sonde na roupa do paciante. . até que a marca alcance a narina do paciante. não empregar força. até que a finalidade da inserção da sonda aconteça. 7) Quando surge obstrução para impedir a passagem da sonda. 15) Clampear a sonda. a) Pedir que o paciente fale. 10) Para verificar ao a sonda está no esiônmago.

60-Sonda Nasoentérica Realizado por enfermeiros  FINALIDADE DA TÉCNICA A sonda nasoentérica. A sucção é necessária pelas seguintes razões: 1) Evacuar líquidos e flatos. 6) Esparadrapo. desta forma fornecendo nutrição ao local cirúrgico. 4) Gazes. que pode causar obstrução. 3) Fio guia. As sondas nasoentéricas podem ser usadas tanto para alimentação quanto para aspiração e descompressão. 3) Aumentar o fluxo sangüíneo para a linha de sutura. juntamente com a coloração. é introduzida através do nariz e passada pelo esôfago e estômago até o trato intestinal. 4. tipo e tamanho da sonda inserida.  MATERIAL 1) Sonda nasoentérica (Doobhoff) 2) Luvas. Documentar as verificações da posição depois de cada avaliação. 7) Xilocaína. 5) Seringa 20 ml.226 17) Registrar a hora. 8) Vaselina líquida . 2) Reduzir edema. de forma a evitar vômito e reduzir a tensão ao longo da linha de incisão. ou sonda longa. quantidade e consistência da drenagem.

15) Retirar luvas. 16) Fixar a sonda. 11) Solicitar ao paciente que inspire profundamente e degluta várias vezes. 14) Executar testes e fechar a sonda. 8) Introduzir o fio guia no interior da sonda. 5) Calçar luvas. 9) Lubrificar a ponta com xilocaína. 13) Retirar o fio guia. 17) Deixar o paciente confortável. 10) Introduzir a sonda através da narina até a orofaringe e solicitar ao paciente que mantenha o pescoço em flexão. 6) Medir a distância do lóbulo da orelha até a ponta do nariz e deste até o apêndice xifóide. 7) Injetar a vaselina no interior da sonda. 18) Lavar as mãos. 4) Colocar o paciente em decúbito elevado. 3) Explicar o procedimento ao paciente.Traqueostomia Realizado por médicos  FINALIDADE DA TÉCNICA Traqueostomia é um procedimento cirúrgico ao nível do pescoço que estabelece um orifício artificial na traquéia. abaixo da laringe. 19) Anotar 4. Acrescentar de 15 a 25 cm e marcar. 12) Introduzir a sonda até a delimitação. 2) Reunir o material próximo ao leito.227  PROCEDIMENTOS 1) Lavar as mãos.61. indicado em emergências e nas .

Bolsa de reanmaçào e mâscara com fonte de oxigênio.Instrumentos sestéreis: pinça hemostática.O mm para a maioria dos adultos). . . .Avental.Suporte respiratório disponivel para pós-traqueostomia (ventilação mecânica. apresenta diversas vantagens quando comparada com o tubo orotraqueal. . .. . luvas e campos cirúrgicos estéreis. material de sutura.Explicar o procedimento ao paciente. 3 .0 a 9.Gorro e viseira.Seringa para a insuflação do balonete. .Sedaçâo. .Fazer a tricotomia da região cervical.Solução anti-séptica.Aspirador e sondas de aspraçâo.Compressas de gaze. O objetivo é não prejudicar as cordas vocais do paciente ao passar o tubo de ar.Obter o consentimento formal para o procedimento cirúrgico. . . . Frequentemente realizado em pacientes necessitando de ventilação mecanica prolongada. tesouras. mais facilidade de remoção de secreções da árvore traqueobrônquica e manutenção segura da via aérea  MATERIAL Cânula de traqueostomia (tamanhos de 6. bisturi e lâmina.Reunir o material.Bandeja de tricotomia . . . A técnica.Anestësico local e sringa . 4 . 2 . incluindo maior conforto do paciente. FASE DE REALIZAÇÃO 1 . fórceps.228 intubações prolongadas. nestes pacientes. mâscara de oxigénio traqueal).

10 .Posicionar o paciente (decúbito dorsal com a cabeça estendida. aspirar quando necessário. com um apoio sob os ombros). 13 ..229 5 . a) Sangrameanto. tipo.. 6 . 7 .Ajudar a vestir o avental e as luvas. 8 . c) Ar subcutânea .Realizar a radiografia do tórax.Posicionar o foco luminoso. 11 .Auxiliar na colocação dos campos cirúrgicos estéreis. FASE DE ACOMPANHAMENTO 1 . 2 . e aplicar o curativo.. 15 . fornecer o medicamento conforme e prescrição e estar preparado para administrar os cuidados de emergência.Fixar a cânula de traqueostomia com fitas ou outro disposiltivo da fixação. anotar o tamanho dacânula empregada. administrados. monitorar os sinais vitais do paciente. 12 -Durante o procedimento. 3 . insuflar o balonete.lmediatamante após a introdução da cânula.Administrar o medicamento. dose e via dos medicamentas.Auxiliar na preparação anti-séptica. 9 .Verificar a pressão do balonete da cânula de traqueostomia. 14 .Avaliar e registrar a condição do estoma.Avaliar os sinais vitais e o estado respiratório. b) Edema. quando prescrito.Colocar viseira. médico que realizou o procedimento.

expansão pulmonar e sons respiratórios entes da extubação.Colocar a viseira.Máscara facial conectada ao tubo corrugado de grosso calibre. . Avaliar o paciente pera outros sinais de força muscular adequada: a) Instruir a paciente a apertar com força os dedos indicador e médio da mão do enfermeiro. CV e FM. 6 . enfermeiros e fisioterapeutas  MATERIAL . 3 . .Explicar o procadiimentc ao paciente.62-Extubação Realizado por médicos. FASE PREPARATÓRIA 1.Seringa de 10 ml. umidificador e fonte de oxigênio.Aspirar a cânula endotraquial. .Preparar o equipamento necessário. Registrar V.Colocar o paciente sentado ou na posição de semi-Fowler.Bolsa de reanimação (AMBU) e máscara com fluxo de oxigênio.230 4.Obter as prescrições para e extubaçãoo e a terapia com oxigénio pósextubação. b) Pedir ao paciente que levante a cabeça do travesseiro a mantenha-a deste modo por dois ou três segundos. 2. Monitorar a freqüência cardiaca.Aspirador da tonslta (instrumento de aspiração cirúrgica). . 2 . FASE DE REALIZAÇÃO 1 . 4 . 5 .

aspirar a parte posterior da via aérea do paciente com o aspirador.Extubar o paciente: a) Pedir ao paciente que faça a respiração mais profunda possível (quando o paciente não estiver seguindo os comandos. tentar ventilá-lo com a bolsa da reanimação e máscara. 12 . Quando o paciente desenvolver qualquer um dos referidos problemas. desinsuflar o balonete por completo a puxar a cânula para fora na direção da curva (para fora e para baixo). ou dificuldade respiratória. 10 . 2 . para remover as secreções. pedir ao paciente que tussa ou expire vigorosamante.Quando o cânula estiver plenamente removida. 9 .Calçar as luvas. A seguir. 11 . e preparar para a reintubação.Fornecer o oxigênio suplementar usando a máscara facial . b) Na inspiração maxima.Pode ser prescrita a oxigênoterapia. fornecer uma respiração profunda com a bolsa de reanimação).Aspirar a via aérea orofaríngea acima do balonete endotraqueal da forma mais completa possivel. 8 .231 7 .Avaliar imediatamente qualquer sinal-da obstrução das vias aéreas.Observar o aspecto da voz a os sinais de sangue na secreção. FASE DE ACOMPANHAMENTO 1 .

- Lubrificante hirossolúvel. manômetro-fluxômetro com água bidestilada pelo nível indicado pelo recipiente. até ocupar a região traqueal correspodente. por um tubo flexível provido de um balão proximo a sua extremidade. - Ventilador manual tipo ambu. - Larigoscópio com lâminas de diferentes tamanhos. durante certo tempo. conexão. que se insufla a partir do exterior.232 4. tapando o nariz e a boca do paciente para o ventilar antes de proceder á intubação endotraqueal. Ponto de vacúo. para dirigir facilmente o tubo nasotraqueal até a traquéia ou se a intubação oral se mostrar dificíl.63.  MATERIAL - Fonte de oxigenio. sondas de aspiraçao de diferentes calibres. Realizado por: médico. ou cânula orofaringea).Intubação Endotraqueal Realizado por médicos  FINALIDADE DA TECNICA Consiste em substituir. dispositivo de ventilação ou reservatório de oxigênio. ou como meio de aspirar as secreções bucais. as vias respiratorias superiores do paciente. - Tubo oral ou nasal de calibre adequado ao paciente. - Mascara de oxigenio corretamente insuflada. Tubo de Guedel (ou de Mayo. . Fio guia para facilitar a introdução do tubo. conexões. para evitar que o paciente morda o tubo uma vez intubado oralmente. aspirador. Pinças de Magyll. permitindo ventilar o paciente até concentrações de 100% de oxigênio. O paciente apresenta hipersecreção salivar.

4) Posiciona-se o paciente.] 5) Introduzir o larigoscópio na boca do paciente e proceder a aspiraçao das secreções orais. para despistar uma intubação seletiva do bronquio direito. cama na horizontal. 7) Uma vez no local. 9) Fixar bem o tubo. testar o balão do tubo e enchê-lo. - Carro de urgencia. 8) Verficar a coreta localização do tubo mediante a ausculta de ambos os campos pulmonares com o estetoscópio. relaxantes de ação rápida que favorecem a ação rapida do tubo. . - Ventilador: verificando as conexoes e tendo programaddos os parâmetros ventilatórios. 10) Conectar o paciente ao ventilador. Medicação: sedativos. verificando as conexõess os alarmes e a melhoria ventilatória. 2) Verificar o funcionamento de todo o material: a integridade do tubo. 6) O médico visualiza a glote e introduz o tubo até a traquéia.233 - Seringas descartaveis par administrar medicação. não permitindo escapes de ar.. com ou sem ajuda do fio-guia. paciente em decúbito dorsal. - Luvas estéreis e de procedimento. 11) Proceder as aspiração de secreçoes sempre que necessário. para deixar espaço á pessoa que vais intubá-lo.  PROCEDIMENTOS 1) Explicar o procedimento ao paciente segundo o seu nível de consciência e capacidade de compreensão. conforme a dificuldade que se apresente. com tábua de massagem cardíaca. 3) Baixa se a cama do paciente. e desde o exterior insufla-se o balão para isolar a via respiratória.

Invasiva Realizado por médicos  PROCEDIMENTOS 1) Reunir o material. 10) Calçar luvas. 12) Puncionar artéria com cateter intra.Pressão Arterial Média . 3) Prevenir infecção. adaptar torneirinha. pediosa.64. 5) Preencher o sistema com soro fisiologico heparinizado.venoso numero 20. 13) Conectar torneirinhas duas vias no cateter intravenovo. 15) Irrigar o sistema. ou quando necessário (curva achatada). 16) Abrir torneirinha transdutor e cateter extensor. 11) Fazer assepsia do local com PVPI tintura. 90 º para artéria femoral. 6) Zerar o sistema. . mantendo 30 para artéria radial. seringas. 9) Fazer teste de Allen antes de puncionar artperia radial. 7) Explicar o procedimento ao paciente. equipo de soro e tubo extensor. 17) Fazer curativo. 18) Irrigar sistema de hora em hora. 2) Montar o sistema monitor transdutor conferindo o funcionamento do transdutor. 3) Lavras as mãos.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1) Economizar tempo. 2) Segurança nos dados obtidos. 45º para braqueal.234 4. 14) Adpatar tubo extensor à torneirinha do cateter intravenoso. 8) Avaliar o sistemaarterial do paciente. 4) Conectar o domo ao transdutor.

13) Facilitar coleta de sangue. escolher outra via de acesso. seringas e cateter extensor) a cada 24h de acordo com normas do CCIH. A artéria femoral é calibrosa. 7) Evitar ansiedade. 11) Prevenir infecção. 14) Evitar vazamento no conexão. 12) Evitar transfixão da matéria. porém o local dificulta a manutenção do sistema e aumenta o risco de infecção. 5) Evitar prsença de bolhas. evitando riscos de infecção. 6) Proporcionar valores e curvas fidedignas. . 16) Manter o sistema pérvio. Observar as extremidades do membro. Diastólica. puncionado a fim de detectar sinais de insufciencia arterial. torneirinha. Trocar sistemas (SF. 10) Manter assepsia na execução de técnicas. domo. 15) Observar curva e valores da PA: Sistólica. - Trocar curativo do local.235 4) Monitorizar a pressão imediatamente após o termino do procedimento. - Trocar cateter a cada 72h de acordo com normas do CCIH. liquido. 8) As artérias radial e pediosa têm preferência pois ambas contam com circulação colaratel da artéria ulnar e tibial respectivamente e são de facil acesso. 9) Verificar presença de fluxo colateral. Se teste negativo. OBSERVAÇÃO: - Fixar o membro de punção caso o paciente esteja confuso e ou ajeitado. A artéria braqueal não possui circulação colateral e tem maoir possibilidade de trombose. Média.

estruturas valvulares e vasos pulmonares.algodão com álcool .Assegurar a tranquilidade do paciente 3.236 4.balança antropométrica .um pacote de gases .um rolo de esparadrapo . através de injeção de material radiopaco (contraste) na corrente sanguínea.aparelho de tricotomia .solução degermante de PVPI .um equipo de soro microgotas .Evitar choque anafilático pelo contraste (que é à base do iodo) .espessômetro .  MATERIAL Pré-Cateterismo: .uma cuba rim .um par de luvas .um frasco de soro fisiológico ou glicosado a 5% de 500ml  PONTOS IMPORTANTES/JUSTIFICATIVAS 1.65.Cateterismo Cardíaco– Cuidados Pré e Pós-Instalação Realizado por médicos e equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA . artérias e veias cardíacas.Prevenir contaminação 2.um cateter intravenoso nº 20 .Demonstrar o perfil das câmaras.

se . bem como à quantidade de contraste a ser utilizada. prevenindo a o vômitos durante o procedimento.monitor cardíaco . 2) Verificar sinais vitais 3) Checar pulso. 4) Orientar o paciente para relatar sensação de formigamento ou dor neste membro 5) Observar presença de sangramento no local do curativo 6) Manter o membro cateterizado em extensão por seis horas (se membro superior) ou por oito horas (se membro inferior) 7) Repouso no leito conforme evolução do paciente 8) Orientar o paciente para movimentar extremidades do membro cateterizado. se membro superior. e movimentar artelhos e pés.Prevenir infecção 7-Adequar os equipamentos disponíveis na sala de hemodinâmica à constituição física do paciente.  MATERIAL Pós-Cateterismo .água para beber  PROCEDIMENTO 1) Monitorizar o paciente. antes do procedimento. perfusão periférica e temperatura do membro cateterizado a cada 30 minutos nas primeiras duas horas e a cada hora até seis horas após o procedimento. 5-Colaborar na antissepsia e facilitar o procedimento 6. 9)Abrir e fechar mão.estetoscópio .237 4-Garantir que o paciente permaneceu por horas em jejum.esfigmomanômetro .termômetro .

Evitar esforço físico. Detectar precocemente a ocorrência de arritmias 2. A terceira luz . Comunicar equipe médica imediatamente. com balonete inflável. situado a 30cm do distal. 4. diminuindo o trabalho cardíaco 8. feito de cloreto de plivilinilina. 6. Facilitar a eliminação do contraste 4. Avaliar condições básicas do paciente 3. Sinais de complicações conseqüentes ao procedimento 5. Detectar precocemente sangramento. Evitar sangramento local 7. Melhorar perfusão periférica 9. Realizar compressão que sejam tomadas outras medidas.238 membro inferior.66-Assistência De Enfermagem Na Instalação Do Cateter De Swan-Ganz e Mensuração do Débito Cardíaco pelo Método de Termodiluição Realizado por médicos  CATETER DE SWAN-GANZ Trata. caso haja alteração. calibres 5. 10) Incentivar ingestão líquida (200ml/h)  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1.6F (utilizado para crianças) orifício distal e um proximal. para proceder a hemostasia em tempo hábil. Detectar precocemente sinais de isquemia no membro cateterizado. de 1m de comprimento.se de um cateter triplo lúmen termorresistente.

 MATERIAL PARA A INTRODUÇÃO DO CATETER Kit contendo:  dois domos  dois tubos extensores com conexão “lee-look” 8F  quatro torneiras de duas vias  cinco seringas descartáveis de 5ml ou “Intra-flow”  dois frascos de SF a 0. através da mensuração das pressões AD (átrio direito). AE (átrio esquerdo). de forma a reconhecer objetiva e mensuravelmente a função cardíaca e os distúrbios circulatório. logo acima do balonete. AP (artéria pulmonar).250ml  um frasco de heparina  um frasco de xylocaína 2% sem vasoconstritor  dois equipos macrogotas  um cortaplast  uma seringa descartável de 20ml  duas agulhas descartáveis de 30 x 8 (ou 25 x 7)  duas agulhas descartáveis 40 x 12  um kit introdutor (com introdutor + dilatador e protetor)  um cateter de Swan-Ganz 7.0F . embutida na parede do cateter.9% . Contém ainda um fio que leva à termorresistência. e a programação de condutas terapêuticas mais adequadas. RVP (resistência vascular pulmonar). A investigação hemodinâmica permite definir. os grupos de maior risco.  FINALIDADE DA TÉCNICA Realizar estudo hemodinâmico. PCP (pressão capilar pulmonar). IC (índice cardíaco) e cálculo da diferença arteriovenosa de oxigênio. determinação indireta da RSV (resistência vascular sistêmica).239 termina no balonete inflável na extremidade da sonda. através de índices diagnósticos e prognósticos. da terminação numérica do débito cardíaco.

procedendo à . se necessário  uma bandeja de flebotomina  dois aventais estéreis  um pacote de campo cirúrgico  um cuba rim estéril  um frasco de PVPI – tintura  um monitor com saída para ECG e três pressões (transdutor)  um televisor  algodão com álcool a 70% 4.240  uma lâmina de bisturi  um envelope de fio cirúrgico mononylon 3-0  micropore  esparadrapo  dois pares de luvas estéreis tamanho médio  dois gorros  duas máscaras  duas bolsas de pressão  material para tricotomia.67-Introdução e Manutenção do Cateter Realizado por médicos  PROCEDIMENTO 1) Posicionar o paciente adequadamente no leito.

 PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. observando alterações da morfologia das ondas ou dos valores pressóricos. 13) Manter o cateter-balão sempre desinsuflado. tornando como referência a linha axilar média do paciente 4)Manter monitorização eletrocardiográfica durante e após todo procedimento 5)Acompanhar equipe médica na passagem do cateter 6)Montar mesa auxiliar com material esterilizado 7)Fornecer PVPI tintura 8)Fornecer material para botão anestésico 9)Assistir à introdução do jogo introdutor + dilatador. Economizar tempo e poupar o funcionário . que deve ter sido previamente preenchido com solução salina heparinizada e conectado aos transdutores de pressão 10)Realizar curativo oclusivo no local da inserção do cateter. Assegurar a tranquilidade do paciente 2. utilizando o intraflow 12)Fixar com esparadrapo a parte externa do cateter no tórax do paciente. 11) Fazer irrigação do cateter com soro fisiológico heparinizado de h/h ou quando for observado achatamento da curva ou fazer irrigação intermitente com sistema fechado. e quando proceder a mensuração da PCP não manter a oclusão por mais de 60 segundos 14) Manter monitorização contínua das pressões de AP e AD e avaliar a forma das curvas. com posterior retirada do dilatador e introdução do cateter de Swan-Ganz. se necessário.241 colocação de coxins s/n 2) Conferir a calibração das pressões do aparelho 3)Zerar o aparelho. que deve ser renovado a cada 24h ou com maior frequência.

que são. Prevenir infecção 5. Prevenir infecção. evitando alterações nas mensurações das pressões 13. Manter permeabilidade do cateter evitando a formação de trombos 8. oferecendo o material adequado. 23.Garantir a estabilidade hemodinâmica do paciente e assistir a urgências se necessário 7. 15.Verificar se o transdutor está íntegro e funcionando adequadamente 12. Manter permeabilidade do cateter. Garantir a obtenção de um traçado adequado e valores de pressão fidedignas. Utilizar técnica asséptica 19. Durante a passagem do cateter dever ser avaliadas as curvas de pressão que vão surgindo na tela do visor. PAP (pressão artéria pulmonar). Proporcionar apoio ao paciente durante todo o procedendo 18. Lembrar ao médico para testar a integridade do cateter de Swan-Ganz e o balonete 21. Garantir privacidade d paciente 4. Garantir a obtenção fidedignas dos valores de pressão 16. Evitar infecção . Prevenir infecção 6. Evitar interferências (artefatos na transdução da pressão). Evitar alterações dos resultados das pressões 9. Auxiliar na técnica. Expor a área onde será feita a introdução do cateter 14. Evitar dor. Quando o cateter chega ao átrio direito (AD). Zerar o equipamento 10. PVD (pressão ventrículo D). PCP (pressão capilar pulmonar) quando insuflado o balão (curva e valores de normalidade). Detectar precocemente a ocorrência de arritmias 17. sequencialmente: PAD (pressão átrio D). Para retirar todas as bolhas de dar sistema. deve ser insuflado o balonete para facilitar sue deslocamento em direção à artéria pulmonar 22. Fazer antissepsia da pele 20.242 3.

 PROCEDIMENTO 1)Reunir material .uma caixa de isopor . Checar a integridade do sistema 4. .duas formas de gelo .duas seringas descartáveis lavadas com heparina para a gasometria arterial e venosa  EQUIPAMENTOS Monitor para mensuração do débito cardíaco contendo: -termômetro para solução glicosada -termossensor para o cateter -um televisor. Evitar exteriorização do cateter 25.243 24.68 Mensuração Do Débito Cardíaco Realizado por médicos  MATERIAL .dois frascos de SG a 5% de 250ml em temperatura de 0º . Evitar a ocorrência de isquemia pulmonar 26.uma seringa descartável de 20ml .uma sonda de aspiração traqueal nº 12 .um par de luvas estéreis tamanho médio.

Garantir a obtenção de traçados e valores de pressão fidedignos 5. Certificar a temperatura adequada da solução a ser injetada e mensurar a temperatura sanguínea 6. Prevenir infecção 4. PCP. Repetir o procedimento mais duas vezes.se aguardar o aparecimento da curva de débito no televisor e o valor numérico (em 1/min) do DC. Prevenir infecção 7. . Assegurar a tranquilidade do paciente 3. de forma rápida e regular. conectando a ele uma seringa descartável de 20ml 8)Realizar a mensuração do DC da seguinte forma: 9)Injetar na porção proximal do cateter (via de acesso ao átrio D) 10ml de SG 5% a 0ºC. 11)Proceder a coleta simultânea (com duas pessoas) de gasometria arterial e venosa  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. É aceitável a variação de 0-4ºC 8. 10)Proceder o registro das pressões de: PAD. PAP.Economizar tempo e funcionário 2. simultaneamente ao início da infusão da solução. antes de serem realizadas as outras medições. e adaptar o termossensor do cateter ao transdutor de temperatura do aparelho 6)Calçar luvas 7)Colocar a sonda de aspiração no segundo frasco de SG 5% a 0ºC.Deve.244 2)Explicar o procedimento e finalidade ao paciente 3)Lavar as mãos 4)Calibrar o aparelho de pressão após irrigação das vias com solução salina heparinizada 5)Colocar termômetro apropriado em um dos frascos de SG 5% a 0ºC. Outro profissional pressionar o botão adequado no aparelho de débito cardíaco.

se hemostasia 13)Realizar curativo compressivo . 9. observando o traçado eletrocardiográfico 11)Retirar rapidamente o introdutor 12)Realizar compressão local durante o tempo necessário para obter. Se os valores obtidos forem díspares. repetir o procedimento até que sejam obtidos três valores próximos para a média.245 A finalidade é “zerar” o momento da infusão.69 Retirada Do Cateter Realizado por médicos e enfermeiros  MATERIAL -pacote de curativo -lâmina de bisturi -rolo de esparadrapo -um par de luvas  PROCEDIMENTO 1)Reunir material 2)Explicar o procedimento e finalidade ao paciente 3)Lavar as mãos 4)Proceder a desconexão entre o cateter e os transdutores de pressão 5)Abrir o material de curativo 6)Proceder a retirada do curativo 7)Proceder a antissepsia do local com PVPI tópico 8)Retirar ponto de fixação com auxílio de lâmina de bisturi 9)Checar desinsuflação do balonete 10)Retirar cuidadosamente o cateter.Possibilitar cálculos de diferença A-V de O2 4.

Economizar tempo e poupar funcionário 2. orientar terapêutica médica e cuidados de enfermagem. Utilizar técnica asséptica 4.9% de 250ml .70 Assistência de Enfermagem na Instalação e Monitorização da Pressão Intracraniana (Pic) Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA . Retirar com cuidado e delicadeza 5.Manter monitorização contínua da pressão intracraniana para auxiliar no diagnóstico.246  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. Assegurar a tranquilidade do paciente 3. Prevenir infecção 4.  MATERIAL -Um monitor de uma pressão e ECG -um televisor -um suporte de transdutor -um domo -um tubo extensor de polietileno -duas torneirinhas -um obturador de torneirinha -uma seringa de 5ml -um cateter uretral siliconizado nº 10 -um equipo macrogotas -um frasco de soro fisiológico a 0.

9% 250ml + 0.247 -um frasco de heparina -um aparelho para tricotomia -uma lâmina Gilette -uma bandeja de PIC -um gorro -uma máscara -um avental -um par de luvas -dois pacotes de gazes -um campo fenestrado -um vidro de solução antisséptica PVPI tintura -um vidro de éter -um fio de sutura nylon 2. 6) Proceder à montagem do sistema. 5) Preparar heparinização do soro fisiológico a 0. 8) Testar o transdutor.25ml de heparina. Conectar o domo + torneirinha ao transdutor 9) Adaptar equipo da solução heparinizada à extremidade da torneirinha .0 -duas agulhas 25 x 8 -uma seringa descartável 20ml -um frasco de xylocaína 2% S/A -esparadrapo -micropore -algodão com álcool a 70%  PROCEDIMENTOS 1) Reunir material e equipamento necessário ao procedimento 2) Colocar biombos 3) Lavar as mãos 4) Fazer tricotomia do couro cabeludo e limpeza com solução degermante. 7) Conectar em cada extremidade do domo uma torneirinha de duas vias.

Garantir a privacidade do paciente 3. Mensurar com fidelidade a pressão 8.lo na extremidade da torneirinha. máscara. Manter o sistema preenchido de solução 6. Racionalizar tempo e agilizar o procedimento 2. 18) Fazer antissepsia com álcool a 70% da tampa do frasco de xylocaína e oferecer para aspiração da solução. 15) Dispor sobre a bandeja de PIC o fio de sutura. seringa de 20ml. adaptá. 19) Receber do médico o tubo extensor. na lateral da torneirinha inferior ao domo. Facilitar o acesso e evitar infecção 5. após abrir o primeiro campo. 20) Preencher o sistema com solução fisiológica heparinizada. Facilitar o procedimento . Agilizar o procedimento 7. gazes. 10) Adaptar uma seringa de 5ml. cateter uretral nº e tubo extensor. 11) Calibrar e zerar o sistema 12) Posicionar o paciente adequadamente no leito (decúbito dorsal 30º) 13) Auxiliar o médico na paramentação (gorro . 21) Zerar o sistema na altura do condutor auditivo externo (TRAGUS). 17) Oferecer campo fenestrado para delimitar área de procedimento.248 superiordo domo + obturador na lateral da mesma. evitando presença de bolhas no mesmo. agulhas. 22) Realizar curativo oclusivo no local da inserção do cateter  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. Prevenir infecção 4. luvas e avental) 14) Oferecer a bandeja de PIC ao médico. com cabeceira elevada à 30º. 16) Oferecer solução antisséptica PVPI tintura para antissepsia do local. no sentido torneirinha-domo-torneirinha-tubo extensor.

. Prevenir infecção OBSERVAÇÕES: 1 O paciente com monitorização de PIC pode ser mobilizado quando mantém estabilidade em decúbito dorsal e lateral. Trocar curativo a cada 48h ou S/N.249 9. mesmo em D. Evitar infecção 10.  4. 9 Manter a cabeça alinhada com a coluna para facilitar drenagem jugular. Evitar infecção 12. Tempo de permanência do cateter: até cinco dias. Evitar manobras evitar decúbito horizontal. Valor normal PIC: 0 – 15mmHg.PIC entre 11 e 20mmHg: levemente elevada.PIC < ou igual 10mmHg. Evitar manipulação do sistema pois há grande risco de infecção. normal. 11 Para efeito de classificação dos níveis de PIC.  2.H. utilizamos na UTI-HCUNICAMP os seguintes critérios:  1. 10 Protocolo de tratamento utilizado no TCE.  3. mesmo em procedimentos como passagem de cateter venoso central e intubação.PIC > ou igual 41mmHg: gravemente elevada. 2 3 4 5 6 7 8 Manter cabeceira elevada 30 a 45º. Agilizar o procedimento 11. Média 10. Não deve irrigar a PIC para evitar infecção e aumento da mesma.PIC entre 21 e 40mmHg: moderadamente Elevada. Manter fidedigna a mensuração 13.

um frasco de PVPI tintura .uma seringa 20ml .um avental estéril .um soro fisiológico 250ml .um par de luvas .uma máscara .um pacote de gaze estéril .um cateter venoso central .71-Cateterismo Venoso Central Realizado por médicos Via de acesso – Jugular ou Subclávia  FINALIDADE DA TÉCNICA .uma torneirinha três vias .uma bandeja flebotomina .um rolo de esparadrapo .um frasco de xylocaína à 2% sem vasoconstritor .algodão com álcool a 70% .um gorro .um fio de sutura algodão ou mononylon 00 ou 3-0 .um equipo .Manter via de acesso para infusões e monitorização da pressão venosa central (PVC)  MATERIAL .250 4.

Facilitar a punção . em caso de punção subclávia. 8) Abrir material que vai ser usado. 7) Oferece bandeja de flebotomina para o médico. 11) Solicitar ao médico que fixe a parte proximal do equipo ao campo fenestrado. conforme técnica já descrita  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. fazer teste de refluxo sanguíneo abaixando o frasco de soro até o surgimento de sangue. após abertura do primeiro campo. 5) Auxiliar o médico a se paramentar (máscara. 13) Após a punção. Prevenir infecção 4. após o médico ter aberto a bandeja de flebotomina (seringa 20ml. cateter venoso central.251  PROCEDIMENTOS 1) Lavar as mãos 2) Explicar o procedimento e finalidade ao paciente 3) Reunir material 4) Fazer tricotomia no local da punção s/n e limpeza com solução degermante. Garantir a tranquilidade do paciente 2. 10) Fazer assepsia da tampa do frasco de xylocaína e oferecer ao médico para aspirar anestésico. 9) Oferecer solução antisséptica local (PVPI – tintura). 14) Fazer o curativo. gorro e luva). Racionalizar tempo e agilizar procedimento 3. fio de sutura. Evitar infecção 5. 12) Desconectar respirador do tubo endotraqueal ou traqueostomia se o paciente estiver em uso de prótese ventilatória. 6) Posicionar o paciente Trendelenburg invertido. equipo e gazes).

252 6. 4 Em caso de obstrução. se persistir a obstrução. Fixação do cateter. aspirar com seringa de 1ml para não deslocar trombo. 4. o cateter deve ser retirado. Evitar acidente de punção (pneumotórax) 11. 2 3 Deve ser feito controle radiológico após a punção. Facilitar adaptação do equipo ao cateter sem contaminação 10. .Manter monitorização contínua da pressão arterial.72-Pressão Arterial Média-Invasiva Realizado por médicos  FINALIDADE DA TÉCNICA .três torneirinhas 2 vias . febre). secreção purulenta. Material . Evitar infecção 8.Manter via de acesso para coleta de sangue arterial. Racionalizar tempo e agilizar o procedimento 7. . tremores. jamais injetar e sim solicitar passagem de novo cateter. evitar contaminação. OBSERVAÇÕES: 1 O curativo do cateter deve ser trocado diariamente ou na presença de secreção. Segurança da manutenção da via venosa puncionada 12. Evitar infecção e sensibilidade do paciente no local da punção 9. Quando surgir qualquer sinal de infecção(hiperemia local.um cateter intravenoso nº 20 .

PVPI tintura .um material de curativo . colocando um lençol de baixo e o que ira embrulhar o corpo.um par de luvas . segundo as normas estabelecidas na unidade.  PROCEDIMENTO 1) Proporcionar ao paciente atendimento religioso.253 . 3) Verificar se o medico certificou o óbito. mobilizando com cuidado e respeito: Tampar os orifícios naturais e artificiais com algodão. se for este o caso.um domo .um monitor com transdutor.um rolo micropore . 2) Permitir a entrada da família.25ml de heparina . 4) Retirar as drenagens cateteres e sondas. .um equipo de soro macrogotas .73-Cuidados Após a Morte Realizado pela equipe de enfermagem O enfermeiro deve realizar um trabalho rápido. devendo agir respeitosamente em todo o procedimento. mas flexibilizando as nestes momentos. 5) Limpar o corpo.um suporte transdutor . 6) Mudar a roupa de cama.um cateter extensor . visor e/ ou display . de forma silenciosa.um soro fisiológico 250ml com 0.um campo fenestrado 4.duas seringas de 5ml . procurando fazer com que os demais pacientes não fiquem afetados pelo falecimento.

o médico notificará os serviços respectivos. Os outros pacientes não devem perceber a situação. 12) Avisar os funcionários que irão fazer o transporte ate o necrotério 13) Recolher a roupa e os materiais em sacos. em uma placa ou adesivo. os dados pessoais do cadáver. . Anula-se o procedimento habitual e procedem-se á cobertura do cadáver com um lençol. 10) Cobrir o corpo completamente com outro lençol. A equipe deverá ser cuidadosa nos seus comentários Se a morte constitui um caso judicial. OBSERVAÇÃO: - No final do procedimento deve ser feita limpeza e desinfecção da sala. Se a patologia do paciente é infecciosa. 14) No prontuário deverá ser registrado a hora do falecimento e as observações de enfermagem relacionadas com o mesmo. 8) Alinhar o corpo e fechar-lhe as pálpebras. 9) Envolver o cadáver com um lençol. 11) Identificar. para não criar obstáculos á instituição do processo familiar. deixando a face visível. Não se deve submeter o corpo a manipulações desnecessárias. a roupa e objetos deverão ser colocados em sacos apropriados.254 7) Entregar aos familiares os objetos pessoais do paciente.

AMADIO I. T. M. São Paulo: Ed. Procedimentos Básicos de Enfermagem – Departamento de Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Campinas. 2000. São Paulo: Ed. et al. 1° ed. Rio de Janeiro: Ed. M. 580p. C. SOS Cuidados Emergenciais. 2 ed. São Paulo. S. et al. São Paulo: Ed. 118p. UNICAMP. 2000. Atheneu. A. et al. 2002. Ed. 392p. M. Atheneu. et al. Enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva. .McGraw-Hill. 1994.Guias Pratico de Enfermagem – Cuidados Intensivos. 2004 ROGANTE. ALEXANDRE N. GOMES. Rideel. 185p.255 Referencias Bibliográficas ANDRADE. M. Procedimentos Especializados de Enfermagem – Departamento de Enfermagem do Hospital das Clínicas. Pedagógica e Universitária LTDA. M.

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