respostas

coletânea de
produzidas e veiculadas no âmbito do serviço brasileiro de respostas técnicas – sbrt

técnicas
01. AGRICULTURA E PECUÁRIA
OrganizaçãO

Oswaldo Massambani

01. Agricultura e pecuária 02. Alimentos e bebidas 03. Borracha e plástico 04. Brinquedos e jogos 05. Celulose e papel 06. Construção 07. Couro e calçados 08. Eletricidade, gás e água 09. Equipamentos de instrumentação médico 10. Equipamento de medida, teste, controle de automação industrial 11. Equipamento de segurança profissional 12. Gemas e metais preciosos

13. Madeira 14. Máquinas e equipamentos 15. Material eletrônico e aparelhos e equipamentos de comunicação 16. Meio ambiente, reciclagem e tratamento de residuos 17. Metal 18. Metalurgia básica 19. Minerais não metálicos 20. Mobiliário 21. Produtos químicos 22. Serviços industriais 23. Têxtil 24. Transporte e armazenagem 25. Vestuário e acessórios 

AgriculturA e PecuáriA

Universidade de são PaUlo reitora Suely Vilela vice-reitor Franco Maria Lajolo Pró-reitora de Graduação Selma Garrido Pimenta Pró-reitor de Cultura e extensão Universitária Ruy Alberto Corrêa Altafim - 2008-2009 Pró-reitora de Pesquisa Mayana Zatz Pró-reitor de Pós-graduação Armando Corbani Ferraz

aGênCia UsP de inovação Coordenador Oswaldo Massambani diretor Técnico de empresa e empreendedorismo Jose Antonio Lerosa de Siqueira diretor de Processos de inovação Claudio Tervydis diretor Técnico de Propriedade intelectual Maria Aparecida de Souza diretor Técnico de Transf. de Tecnologia Alexandre Venturini Lima diretor Técnico de inovações para sustentabilidade Elizabeth Teixeira Lima Pólo Pirassununga/Piracicaba Daniel Dias
Agência USP de Inovação Av. Prof. Luciano Gualberto, trav. J, 374 7º andar Prédio da Antiga Reitoria Cidade Universitária Butantã São Paulo - SP - Brasil 05508-010 Telefone: 11 3091 4495 www.inovacao.usp.br

Pólo ribeirão/Bauru Flávia Oliveira do Prado Pólo são Carlos Freid Artur Leonardo Augusto Garnica

Produção visual e web: Thais Helena dos Santos [ Midiamix Editora Digital ] 

respostas
coletânea de
produzidas e veiculadas no âmbito do serviço brasileiro de respostas técnicas – sbrt

técnicas
01. AGRICULTURA E PECUÁRIA
ORGAnIZAçãO

Oswaldo Massambani

01. Agricultura e pecuária 02. Alimentos e bebidas 03. Borracha e plástico 04. Brinquedos e jogos 05. Celulose e papel 06. Construção 07. Couro e calçados 08. Eletricidade, gás e água 09. Equipamentos de instrumentação médico 10. Equipamento de medida, teste, controle de automação industrial 11. Equipamento de segurança profissional 12. Gemas e metais preciosos

13. Madeira 14. Máquinas e equipamentos 15. Material eletrônico e aparelhos e equipamentos de comunicação 16. Meio ambiente, reciclagem e tratamento de residuos 17. Metal 18. Metalurgia básica 19. Minerais não metálicos 20. Mobiliário 21. Produtos químicos 22. Serviços industriais 23. Têxtil 24. Transporte e armazenagem 25. Vestuário e acessórios 

AgriculturA e PecuáriA



O Programa Disque Tecnologia, em parceria com o Sistema Integrado de Bibliotecas, ambos da Universidade de São Paulo, está oferecendo ao público essa importante coletânea de respostas técnicas produzidas e veiculadas no âmbito do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT, abrangendo um conjunto de temas distribuídos por diversos setores da Indústria e da Agropecuária. O Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas é uma iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia, por meio do Programa Tecnologia Industrial Básica, com recursos dos fundos setoriais, mediante convênio com o CnPq. O SBRT resulta de parceria entre diversas instituições que dispõem de serviços de apoio às empresas nos moldes do Disque Tecnologia. São elas: o Centro de Desenvolvimento Tecnológico, da Universidade de Brasília; o CETEC, de Minas Gerais; o Disque Tecnologia/Agência USP de Inovação, da Universidade de São Paulo; a Rede de Tecnologia da Bahia (IEL); a Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro; e o SEnAI, do Rio Grande do Sul. Esse grupo de entidades técnicas é apoiado pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT, do MCT, e pelo SEBRAE nacional. A idéia básica que norteou a constituição do SBRT foi a de prover a informação tecnológica diretamente ao demandante e de acordo com sua necessidade específica; na verdade o SBRT é fruto da evolução da experiência brasileira com a organização de serviços de informação tecnológica a partir da década de 1970, desde o Centro de Informação Tecnológica do Instituto nacional de Tecnologia, em cooperação com a CnI, passando pelos núcleos de Informação Tecnológica apoiados pelo Programa TIB no âmbito do PADCT e também por diversas iniciativas como o Disque Tecnologia, cujo mérito é justamente o de prover respostas de forma mais direta e expedita. 

AgriculturA e PecuáriA

prefácio



Se na época das primeiras iniciativas a ausência de profissionais especializados, a mobilização de departamentos nas universidades e institutos de pesquisa e mesmo a disponibilidade de um computador eram obstáculos, hoje o acesso amplo à Internet, pode ser também um obstáculo de outra ordem, exigindo mecanismos que possam trabalhar a informação e mesmo buscar fontes mais adequadas; é esse o ambiente do SBRT: prover informações de baixa e média complexidade, em uma fase inicial e posteriormente atender também demandas de alta complexidade. O fato é que o SBRT se firmou como ferramenta de inovação no sentido lato e o simples registro sistemático das informações no seu portal se tornou um canal para futuros demandantes; também a publicação de algumas respostas em jornais tiveram sucesso, estendendo seu alcance. Por todas as razões, essa surpreendente e importantíssima iniciativa do Disque Tecnologia vem oferecer a evidência objetiva da informação útil e vem materializar na forma de livro todo um esforço dirigido à capacitação tecnológica da empresa e do empreendedor brasileiro. Foi com alegria e emoção que percorri as respostas procurando imaginar desde o demandante formulando a pergunta, passando pela complexa construção da resposta, até a sua entrega, muitas vezes decisiva para a viabilização de negócios, para a criação de empregos e para a conquista de mercados. É, portanto, com um sentimento de gratidão que registro a preciosa inspiração dos dirigentes da Agência USP de Inovação ao oferecer esse magnífico incentivo ao desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil. reinaldo dias Ferraz de souza Coordenador - Geral de Serviços Tecnológicos Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Ministério da Ciência e Tecnologia 

AgriculturA e PecuáriA

SUMário
Agropecuária em clima temperado............................................................. Alimentação bovina utilizando a uréia ....................................................... Amendoim ....................................................................................................... Amendoim forra geiro, palmito, pupunha ................................................. Ampliar a comercialização de plantas medicinais .................................... Apicultura ......................................................................................................... Aproveitamento de escamas e barbatanas de peixe ............................... Arroz preto iac 00.......................................................................................... Árvores avaliada .............................................................................................. Ataque da cochinilha da cultura da soja..................................................... Azeitona e oliveira .......................................................................................... Babosa aloe vera ............................................................................................. Balanceamento de ração para suínos ......................................................... Beneficiamento da bucha vegetal ............................................................... Beneficiamento de café ................................................................................. Beneficiamento de urucum .......................................................................... Beneficiamento do feijão .............................................................................. Biodiesel ........................................................................................................... Biodiesel de sebo bovino .............................................................................. Biodigestor ....................................................................................................... Bucha vegetal .................................................................................................. Bulbos de flores ............................................................................................... Café como vermifugo para suínos ............................................................... Calagem do solo ............................................................................................. Capim para gado leiteiro ............................................................................... Características do abacaxi goldem para cultivo ........................................ Cogumelo......................................................................................................... Colheita da laranja .......................................................................................... Combater fundo de solo de bananeira ....................................................... Comedouros individuais para cavalos ........................................................ Compostagem em leras................................................................................. Confinamento de boi e novilha .................................................................... Confinamento de ração para garrotes ........................................................ Construção de galpão para estocagem de café e milho.......................... Couro de caprino ............................................................................................ Criação de avestruz ........................................................................................ Criação de camarão ........................................................................................ 

  0     9         9 0 0    9    0          

Criação de camarão de água doce...............................................................  Criação de caprinos ........................................................................................ 0 Criação de caprinos no estado de são paulo .............................................  Criação de ovinos............................................................................................ 9 Criação de ovinos em regime semi-intensivo ............................................  Criação de peixes: pirarucu, tambaqui, dourado e pintado .................... 90 Criação de peixes: tilápia, pacu e pintado .................................................. 9 Criação de suínos ............................................................................................ 0 Criação de tartaruga tigre d´água................................................................ 0 Criação de tilápia em tanques de pvc ......................................................... 0 Cruzamento de espécies no cultivo de pimentas .....................................  Cultivo de azeitona .........................................................................................  Cultivo de framboesa .....................................................................................  Cultivo de caqui ..............................................................................................  Cultivo de cogumelo do sol ..........................................................................  Cultivo de girassol orgânico..........................................................................  Cultivo de mamona e extração do óleo de mamona ...............................  Cultivo de melancias ...................................................................................... 0 Cultivo de morango-tomates orgânicos.....................................................  Cultivo de oliveiras .........................................................................................  Cultivo de pequi ..............................................................................................  Cultivo de pinus ..............................................................................................  Cultivo de pupunha........................................................................................ 0 Cultivo de soja .................................................................................................  Cultivo de suculentas .....................................................................................  Cultivo de tomate orgânico ..........................................................................  Cultivo e germinação do coqueiro anão .................................................... 90 Cultivo e mercado de plantas medicinais................................................... 00 Desinfecção de granjas de aves ................................................................... 0 Diferenças entre biodiesel e querosene vegetal ......................................  Doença em plantio de morango ..................................................................  Doenças em ovinos pododermatite ............................................................  Dormência do palmito pupunha .................................................................  Envasamento de mel em bisnaga ................................................................ 9 Equipamentos para biocombustível ...........................................................  Erva chamada tansagem ...............................................................................  Ervilha ............................................................................................................... 9 Exposição externa do falo de avestruz........................................................  Extração de óleo de gengibre.......................................................................  Extração de óleo de manjericão e ilinol ......................................................  Extração de soja .............................................................................................. 0

9

AgriculturA e PecuáriA

Fabricação de ossinhos para cães ................................................................ Farelo de soja ................................................................................................... Fertilização do solo ......................................................................................... Fisiologia das frutas, fruticultura .................................................................. Fornecedores de máquinas para descascar girassol ................................ Frango ............................................................................................................... Gado leiteiro .................................................................................................... Gansos africanos ............................................................................................. Granja................................................................................................................ Jojoba................................................................................................................ Industrialização e exportação do Óleo da castanha do pará .................. Informações sobre irrigação de pasto, retirada do leite .......................... Instalação para produção de leite em pequena escala ............................ Legislação de plantio de árvores nativas, Orientações sobre o plantio e manejo do ipê roxo................................... Madeira guanandi........................................................................................... Manejo de cogumelos acarius bisporus ..................................................... Manejo de rebanho de vacas em lactação ................................................. Máquina para fabricação de ração .............................................................. Mata ciliar em nascente ................................................................................. Morcego ........................................................................................................... Mudas de jabuticaba ...................................................................................... Nutrição de búfalas ........................................................................................ Ovinocultura ovinocraprino.......................................................................... Pastagem em plantio de amendoim e pupunha ...................................... Penas de frango .............................................................................................. Plantação de palmito com criação de ovinos ............................................ Plantação de tomates .................................................................................... Plantio associado, eucalipto e mandioca ................................................... Plantio da espécie florestal teca ................................................................... Plantio de capim ............................................................................................. Plantio de eucalipto ....................................................................................... Plantio de eucalipto custo da produção ..................................................... Plantio de grão de bico e lentilha ................................................................ Plantio de limão .............................................................................................. Plantio de mamona - extração de óleo de mamona ................................ Plantio de mandioca ...................................................................................... Plantio de milho .............................................................................................. Plantio de seringueira e produção de latex ............................................... Plantio de tomate orgânico .......................................................................... Plantio e consorciamento do eucalipto ...................................................... 

     0 9 9 0 09  0  9       0 0     9 99 0 0          

0

Plasticultura ..................................................................................................... Possibilidades de uso do soro resultante da produção de queijos ........ Pragas em mudas de eucalipto .................................................................... Pragas em pastagens ..................................................................................... Produção da spirulina .................................................................................... Produção de biodiesel ................................................................................... Produção de carne de caprino ..................................................................... Produção de carvão vegetal ......................................................................... Produção de cogumelo em estufa ............................................................... Produção de milho ......................................................................................... Produto alternativo para alimentação de tilapia....................................... Projeto de irrigação ........................................................................................ Psitacideos ....................................................................................................... Ração animal ................................................................................................... Ração para aves caipiras ................................................................................ Ração para avestruz........................................................................................ Ração para bovinos a base de amendoim.................................................. Ração para criação de frango ....................................................................... Ração seca para cães e gatos ........................................................................ Ranicultura ....................................................................................................... Reflorestamento.............................................................................................. Reflorestamento com cedro australiano .................................................... Reflorestamento de eucalipto ...................................................................... Reflorestamento de nascentes de água...................................................... Sincronização do cio em bovinos ................................................................ Sobras de palmito para alimentar vacas ..................................................... Subsolador na soca de cana.......................................................................... Usina de biodiesel........................................................................................... Uso de composto orgânico em cobertura de vasos e noções básicas de compostagem ....................................................................... Uvas sem sementes ........................................................................................ Variedades de café .......................................................................................... Viveiro de mudas ............................................................................................ Viveiro de mudas florestais ........................................................................... 

 0  90 9 9 0 0       9  0  0   9   90 9 9 0  0   

AgriculturA e PecuáriA



Clima temperado; culturas; plantação; atividade agropecuária

PALAvRAs-ChAvE

Gostaria de saber qual tipo de atividade agropecuária seria recomendada para a região de Cunha – SP.

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA

Uma região de clima temperado apresenta uma temperatura que varia regularmente ao longo do ano, com a média acima de 0º C, nos meses mais quentes e entre -º e º C, nos meses frios. Possui quatro estações bem definidas: um verão relativamente quente, um outono com temperaturas gradativamente mais baixas com o passar dos dias, um inverno frio, e uma primavera, com temperaturas gradativamente mais altas com o passar dos dias. Umidade depende da localização e condições geográficas de uma dada região. Nas regiões dos oceanos localizadas em regiões de climas temperados, diz-se que possuem águas temperadas. O clima determinado subtropical úmido é uma variação do clima temperado, presente também no Brasil. Tal clima usualmente acontece no interior de continentes ou nos litorais à leste de tais continentes, entre latitudes de °e 0. Ao contrário de climas mediterrâneos, uma zona de clima subtropical possui verões úmidos dado massas tropicais instáveis. Localizada no Alto Paraíba, o município de Cunha ocupa 0 km² de colinas e montanhas aninhadas entre as serras da Quebra-Cangalha, da Bocaina e do Mar. Limita-se com Ubatuba, São Luiz de Paraitinga, Lagoinha, Guaratinguetá, Lorena, Silveiras, Areias, São José de Barreiro no estado de São Paulo e Angra dos Reis e Paraty no estado do Rio de Janeiro. A altitude media é de .00 metros e os pontos mais altos são o Pico da Pedra da Macela (.0 metros) e o Pico do Cume (0 metros). O clima é temperado e seco, com variações de temperatura de - a °C 

sOLUÇÃO APREsENTADA

AgriculturA e PecuáriA

AGROPECUÁRIA EM CLIMA TEMPERADO

no inverno e de  a °C no verão. Cunha recebeu a denominação de Estância Climática em 9. Sua população atual gira em torno de .000 habitantes, a maioria (0%) dos quais reside na zona rural. Atualmente as principais atividades econômicas são a pecuária leiteira e de corte e as culturas de milho, feijão e batata. Nos últimos anos vem crescendo o turismo como nova atividade do município, assim como a produção de trutas, cogumelos e artesanato. Destaca-se também a cerâmica de alta temperatura, que tem atraído muitos turistas. Alguns cultivos podem ser sugeridos, como:
l

l

A alfafa, que embora seja uma planta típica de clima temperado, apresenta capacidade de adaptação a grande variedade de climas e altitudes, podendo ser cultivada tanto ao nível do mar, quanto em altitudes elevadas. Quanto à temperatura ambiente, a alfafa de flor amarela (Medicago falcata) sobreviveu a temperaturas inferiores a -ºC no Alasca e algumas variedades comuns (Medicago sativa) foram cultivadas no Vale da Morte na Califórnia, EUA, onde ocorrem temperaturas de até ºC. O pêssego e a nectarina são frutas muito apreciadas no mundo, pelo sabor, pela aparência e pelo seu valor econômico no âmbito da cadeia produtiva.

O abastecimento nacional provém de cinco pólos nacionais de produção: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. O período de oferta inicia em setembro com a produção paulista e conclui em fevereiro com a produção gaúcha. A ameixa, a amora-preta, o morango e as uvas viníferes e uvas americanas também são culturas possíveis para este tipo de clima.

CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs
A implantação de atividade agropecuária é dependente do clima, mas também do tipo de solo e outros fatores que poderão indicar a melhor atividade a ser executada. Recomenda-se o contato com a Prefeitura do Município para a adequação dos processos legais envolvendo atividade agropecuária e para saber quais são as possibilidades de produção da região. 

sp.cunha. 00.usp.htm>. Disponível em: <http://www. embrapa. Disponível em: <www. 0 . Cunhatur. Prefeitura Municipal da Estância Climática de Cunha. que apresenta informações sobre as diferentes atividades agropecuárias desenvolvidas em clima temperado. Acesso em:  de set. Disponível em: <http://www.wikipedia.com. Acesso em:  de set.sp. Adriana Sabino Sotolani NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de set 00  AgriculturA e PecuáriA A Empresa Júnior da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz – USP faz consultoria referente ao assunto e pode ser de grande ajuda para a escolha da melhor atividade para o local.cpact. . ESALQ Jr. Disponível em: <http://www.br/sistemas/index. Acesso em:  de set. 00.cunhatur. Acesso em:  de set.gov.br>. 00.br/~esalqjrc>.ciagri.cunha. Consultoria Av.Prefeitura Municipal da Estância Climática de Cunha. Acesso em:  de set. Carlos Botelho.br>. Esalq Júnior. FONTEs CONsULTADAs Wikipedia. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de set 00.sistemas de produção. Disponível em: <http://www.com>. 00. Embrapa .gov.Sala 0 - Piracicaba – SP Fone/Fax: (9) 9-99 Sugere-se também consulta à Embrapa.br>. 00.

por exemplo. alimentação de ruminantes. Departamento de Zootecnia telefone () 99-0. uréia. usar a uréia como alternativa para diminuir o custo do preço do leite e ainda garantir as proteínas necessárias. muita proteína degradável na formulação da ração não permite adição de uréia. todavia. afirma o professor que a quantidade de uréia depende dos demais ingredientes da ração. Segundo o professor e doutor Paulo Roberto Leme do Departamento de Zootecnia da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da USP é possível sim. desenvolvido pelo professor Sebastião Valadares da Universidade Federal de Viçosa.ALIMENTAÇÃO BOvINA UTILIzANDO A URéIA PALAvRAs-ChAvE Alimentação bovina. O professor Paulo Leme sugere que o balanceamento do alimento deve ser feito por um programa de computação para alcançar melhores resultados e informa que existem vários programas de computação para cálculo de rações e formulação disponíveis no mercado e um deles é o Super Crac. A uréia seria uma alternativa para diminuir o custo da alimentação de vacas leiteiras e ainda garantir as proteínas necessárias para os animais? Como posso utilizar a uréia na alimentação sem que as vacas se intoxiquem? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A alimentação de animais em geral deve ser bem estudada e equilibrada para se obter os resultados esperados.  . alimentação alternativa de bovinos. conhecendo cada um de seus componentes. Para isto é necessário fazer um estudo completo da ração ou alimento que se está oferecendo.

http://www. Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa.br/ telefone () 99- Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  Jan.Contatar O professor.fzea. telefone () 99.br . Departamento de Zootecnia da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo. telefone (9) -9 Professor. Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa. 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs . REFERêNCIAs Professor. doutor Sebastião Valadares. www.usp. doutor Sebastião Valadares.ufv. doutor Paulo Roberto Leme.

fumigando sempre que necessário. Fazer o controle de insetos e roedores. Técnicas de armazenagem do amendoim em cascas. insetos em geral. Tais Suassuma a armazenagem do amendoim deve se considerar que: . .AMENDOIM PALAvRAs-ChAvE Amendoim. para eliminar terra e todas impurezas que possam vir do campo. . Armazenar o amendoim sempre em casca. pássaros. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com a pesquisadora da EMBRAPA. Não apoiar os sacos de amendoim nas paredes. para detectar se algo está errado. Inspecionar o armazém freqüentemente.  . Manter o armazém sempre limpo. . Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Algodão. 9. 0. se for o caso. Permitir boa ventilação do ambiente com sistema de exaustão. Não superlotar o armazém . mantendo uma distância de 0cm das mesmas. O expurgo deve ser realizado sob a orientação de um agrônomo ou técnico agrícola que poderão oferecer orientação quanto a novas regulamentações. A armazenagem deve ser feita em cima de estrados. . Fazer pré-limpeza. Certificar-se que o armazém não esteja isento de infiltrações. . . Não fazer pilhas muito altas. . Monitorar a umidade relativa do ar (UR) que deve ser inferior a %. armazenagem do amendoim. . . para facilitar as operações e inspeções.

Sugere-se consultar um agrônomo ou técnico agrícola para maiores esclarecimentos . Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Algodão. 00 9 AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs . REFERêNCIAs Tais Suassuma. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr. pesquisadora da EMBRAPA.

pois a agressividade do sistema radicular do amendoim forrageiro compete com a planta nova por nutrientes e água podendo. mantém a umidade do solo e proporciona maior produção de nitrogênio no solo. durante a formação de um broto novo a perda do perfilho principal. mesmo estabilizada. pupunha. a planta pode necessitar de maiores nutrientes.AMENDOIM FORRAGEIRO. assim. o cultivo do amendoim forrageiro em plantações de pupunha reduz o custo com o roçado.br/ http://www.cpafac. PALMITO.ceplac. prejudicar a sua capacidade produtiva na fase adulta.cpafac.pdf 0 . devese tomar o cuidado de controlar a biomassa do amendoim na área de entorno da planta.br/radar/CULTIVO%20DA%20PUPUNHEIRA. Porém.htm Sobre o cultivo da pupunha ver: http://www. no caso de plantios recentes. sOLUÇÃO APREsENTADA REFERêNCIAs A EMBRAPA-ACRE possui vários trabalhos sobre o amendoim forrageiro disponível para download http://www. Este controle também é desejável para a produção de palmito. qual será quantidade de água e nutrientes se a área estiver coberta com amendoim forrageiro? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo o pesquisador Judson Ferreira Valentim da EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – do Acre. pois o objetivo aqui é apenas o controle do roçado e. PUPUNhA PALAvRAs-ChAvE Amendoim forrageiro.gov. palmito Saber a dosagem necessária de água e nutrientes aplicados à plantação de pupunha destinada à extração do palmito.embrapa.embrapa.br/amendoim. Entretanto.

00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL .Wladimir Barbieri Junior  de mar.

pdf sOLUÇÃO APREsENTADA  .br/ Santosflora: http://www. tais como: Quimer: http://www.org.quimer. Esclarecemos que não mantemos nenhum vínculo comercial ou institucional com essas empresas e que os nomes delas aqui são sugestões para auxílio. aao.com.br/ Fuchs: http://www. Para a área de plantas medicinais sugerimos que consulte estas empresas que já fazem este contato entre o produtor e o consumidor. transporte e comércio.ambrosifarma. plantas medicinais. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Existem empresas especializadas em colocar produtos.br/ Caso deseje realizar o cultivo orgânico de plantas medicinais plantas.br/ Ambrosiana: http://www. Disponível em: http://www.br/ Na área de condimentos poderão ser contatadas as empresas: Damm: http://www.com.fuchs-gewuerze. Exploração. É produtor e deseja comercializar plantas secas condimentares e medicinais para mercados potenciais.traffic. entre outros.org/publications/traficc_portu.com.br/.com. Sugerimos também a consulta do relatório Plantas medicinais do Brasil: aspectos gerais sobre legislação e comércio.com.AMPLIAR A COMERCIALIzAÇÃO DE PLANTAs MEDICINAIs PALAvRAs-ChAvE Plantas condimentares. produção.santosflora. Comércio e conservação.damm.Associação de Agricultura Orgânica em http://www. como plantas medicinais e condimentares. contactar a AAO . à disposição de fabricantes de medicamentos fitoterápicos ou mesmo a disposição do público consumidor. que traz informações sobre: Instrumentos legais relacionados às plantas medicinais.

Departamento de Farmácia. 00.fuchs-gewurze.br/>. Acesso em:  de fev. 0 Butantã 00900 . FUCHS.br/ METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA AMBROSIANA ervas medicinais. Av.ibama.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Além de consultar essas empresas é necessário que o produtor tenha a licença do IBAMA de produtor rural para comercializar legalmente. Disponível em: <http://www. IBAMA . SP .com.com. Acesso em:  de fev. 00. Disponível em: <http://www.com. Faculdade de Ciências Farmacêuticas. Acesso em:  de fev.MA tel:(9) -00/-00/- fax: (9) - Mais informações no site do IBAMA http://www. 00. br/>.Brasil Telefone: ()09- Email: lenach@usp.  AgriculturA e PecuáriA INDICAÇõEs . Disponível em: <http://www.damm.0-0 – São Luís .Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. QUIMER ervas e especiarias. Disponível em: <http://www. nº  – Centro . 00.ambrosifarma.br/>. 00. Disponível em: <http://www.quimer. DAMM Produtos Alimentícios.EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: Professor Doutor Paulo Chanel Deodato de Freitas Universidade de São Paulo. br/>.br/>.gov.Sao Paulo. Acesso em:  de fev. O IBAMA em São Luiz está localizado na Avenida Jaime Tavares.CEP: .com. Acesso em:  de fev. Lineu Prestes.gov.ibama.

00. 00  . Ximena.santosflora. Lúcia Helena de. Plantas medicinais do Brasil: aspectos gerais sobre legislação e comércio. OLIVEIRA.pdf>. 00. Disponível em: <http:// www..com. Acesso em:  de fev.Santosflora ervas medicinais e aromáticas. Marcus Vinícius M. MARTINS. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev. SILVA.org/publications/traficc_portu.traffic. BUITRÓN. Suelma Ribeiro. Disponível em: <http:// www. Acesso em:  de fev.br/>.

A abelha rainha A rainha é a mãe das abelhas da colméia. Rainha. abelha. devido à incapacidade de manter uma produção adequada. ele é considerado orgânico. própolis. mais comum. comportamento de defesa e resistência às doenças das demais. quando as abelhas reconhecem que a rainha está comprometida. composto de colméias com abelhas agressivas. Porém. a colméia passa por um processo de troca de rainha. PALAvRAs-ChAvE Informações gerais sobre como iniciar criação de abelhas. Se o mel for produzido em regiões onde não se utilizam agrotóxicos e nem produtos químicos. O mel é obtido a partir do néctar das flores. De forma natural. Quando a rainha começa a falhar. ela é a chave de tudo.Apicultura. basta dizer que é possível transformar um apiário. mel. produzindo menos ovos do que a colméia precisa. Enfim. Dela dependem todas as atividades relacionadas à produção de mel. simplesmente trocando as rainhas. como observaremos a seguir. Para se ter uma idéia de sua importância. O fato acontece quando a rainha morre ou. abelhas operárias e zangão. sadias e produtoras. doentes e pouco produtivas. de forma a substituí-las por rainhas de linhagens melhoradas. em colméias mansas. geléia real. não é sempre que uma rainha em declínio é reposta.  AgriculturA e PecuáriA APICULTURA . por se constituir na única fêmea reprodutora da colméia. as abelhas iniciam a criação de nova rainha. fazem parte de uma terminologia toda própria. em um mês. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Apicultura é a arte de criação de abelhas para a obtenção de mel. criação de abelhas. Esta criação é feita pelo apicultor. pólen. Este comportamento é mais acentuado em colméias fortes porque as abelhas são mais exigentes. cera ou polinização de pomares.

zangões e rainhas  . Antes do vôo. inibidos de se desenvolver (por ação de feromônios provindos da rainha e das crias). e depois voam diariamente. Quando abundante o alimento. Numa colônia normal. Dentro do que se conhece o zangão não executa nenhuma tarefa e sua única função é buscar uma rainha fora da colméia. Os primeiros vôos duram entre  e  minutos e servem de orientação. O trabalho da colméia é feito pelas operárias e sua divisão é controlada pelos feronômios da rainha. que são os lugares onde os zangões voam. se limpam. a rainha não será capaz de sobreviver. os zangões se alimentam. em condições favoráveis. Uma pequena quantidade de operárias tem controle sobre a rainha. que é como uma máquina de por ovos. os ovários das operárias são. estimulam as operárias a trabalhar. Existem várias áreas de congregação de zangões dentro dos limites de vôo das rainhas (90 a 0 m do apiário). antecipando a chegada das rainhas. Nos primeiros momentos são alimentados pelas operárias. com a qual aumenta a postura de ovos. O vôo de acasalamento é feito por zangões de mais de  dias. que. quando apresentam espermatozóides maduros. Existe uma relação entre rainhas e operárias: sem a rainha. Acasalamento O acasalamento entre zangão e rainha ocorre em áreas de congregação. as operárias alimentam a rainha em maior proporção. naturalmente. podem produzir ovos que dão origem a uma descendência de zangões. depois se viram sozinhos. mas tem pequenos ovários que. a colônia morrerá e sem as operárias. A maioria dos zangões fazem seu primeiro vôo com  a  dias. Então. com especial atenção às antenas e aos olhos. pagando com sua vida na copulação. O zangão Os zangões são maiores que a rainha e operárias e se caracterizam por não ter ferrão. em outras palavras.As abelhas operárias: As operárias de abelhas melíferas são incapazes de se acasalar. O zangão leva  dias para emergir como adulto.

Mas. que morre minutos após o acasalamento. A substituição programada deve ser feita com base no seu período médio de vida que. O acasalamento ocorre em vôo livre. as características da colônia. As rainhas comumente realizam o vôo nupcial entre o º e o º dia e podem ser fecundadas em média por 0 a  zangões em um único vôo nupcial. a capacidade das abelhas para a produção de mel. preso a sua câmara vaginal. MANEjO DE APIÁRIOs Como avaliar a qualidade da rainha? Não se pode julgar a capacidade de uma rainha simplesmente a olho. geralmente entre 0 e  m de altura. ela não sai mais para o vôo nupcial.. em menos de  segundos. é bom frisar que as rainhas velhas e com problemas devem ser substituídas logo que percebidas. as probabilidades de enxameação da sua descendência. Após a cópula e a morte do zangão. os zangões rapidamente se orientam para a rainha. com os zangões liberando seu sêmen no orifício genital da rainha. Isto funciona para que as operárias tenham a certeza que ela foi fecundada e que vai iniciar a postura dentro de poucos dias. Para tal julgamento interessa a sua capacidade de postura. A copulação é rápida e espetacular. De quanto em quanto tempo deve-se substituir as rainhas? A melhor época para a substituição é 0 a 0 dias antes da florada. quase sempre a rainha retorna para a colméia com o resto da genitália do macho. para que no início da florada as colônias já estejam restabelecidas. A ejaculação separa a rainha e o zangão. o mais importante. O número de vôos da rainha depende da quantidade de esperma que entra na espermateca. . a resistência a certas doenças e.Uma vez que a rainha chega à área de congregação. Quando a rainha apresenta cerca de  milhões de espermatozóides. em condições brasileiras está ao redor de 0 me AgriculturA e PecuáriA têm numerosas opções para o acasalamento e ele tende a acontecer longe de seus próprios ninhos. usando pistas químicas e visuais.

conta-gotas para pingar o substrato. onde é necessário simplesmente uma faca quente para cortar e remover as células reais do favo. A indústria de cosméticos mostra uma grande quantidade de produtos de beleza. etc. onde é preciso sarrafo com abertura das células para baixo e quadro de madeira • Miller . lâmpada para iluminar as células contendo as larvas e telas excluidoras de rainhas. Porém. se o apicultor precisa produzir poucas rainhas(-0). Nesse caso. Como alimento. para prevenir ou sanar eventuais deficiências alimentares em aminoácidos. substrato para depositar as larvas. os padrões de consumo devem ser mais rigorosos. em vários casos. Também pode ser usado como medicamento. AsPECTOs ECONôMICOs/COMERCIAIs/GERENCIAIs Nos anos 0. sendo sempre necessário uma alimentação de reforço ou estimulante.  . Em princípio. Mas.ses. atuando principalmente na renovação das células da pele. existem  outros métodos: • Alley . quadros porta-sarrafos. nesse caso. sarrafos porta-cúpulas. o mel deve ser tomado para se obter um melhor rendimento físico e intelectual. PRODUÇÃO DE RAINhAs PARA COMERCIALIzAÇÃO Na produção comercial de rainhas em grande escala pelo “método Dootitle” são necessários: cúpulas artificiais de cera ou plástico. A troca de rainha deve ser planejada com antecedência e o apicultor poderá produzir rainhas de suas melhores colméias ou adquiri-las de algum centro produtor. sais minerais. vitaminas. ajudando no rejuvenescimento. para que a rainha possa fazer a postura regularmente e expandir a população para poder usufruir o máximo na entrada do fluxo forte de alimento. o mel tornou-se o mais novo produto apícola a ser explorado. que tenham algum controle genético. as substituições devem ser programadas em ciclos de 0 meses. estilete para transferência de larvas. vai precisar só de uma gaiola pequena para remover a rainha junto com algumas operárias.

bem como é utilizado na área cosmética. No entanto grande parte da produção é exportada e. medicamentos e velas são as principais consumidoras.l l O mercado nacional ainda está no começo o que significa que ainda há espaço para novos empreendedores. bem como a abelha rainha. Limoeiro do Norte e São João do Jaguaribe. gemas e dos cortes nas cascas dos vegetais. principalmente 9 AgriculturA e PecuáriA vANTAGENs DA APICULTURA: qualquer região é adequada segundo pesquisas realizadas a atividade possibilita bom retorno uma vez que o produto pode ser comercializado tanto no mercado nacional co mo ser exportado l além do mel há outros produtos que são comercializados. Cerca de % da própolis produzida no Brasil é exportada. O estado é o segundo do nordeste em produção atrás do Piauí. É usada pelas abelhas para fechar as frestas e a entrada do ninho. principalmente. As regiões do Ceará que mais produzem mel são a do Cariri e do Baixo Jaguaribe. pelas indústrias de cosméticos e farmacêutica. como: própolis. enxames. OUTROs PRODUTOs: Cera Utilizada pelas abelhas para construção dos favos e fechamento dos alvéolos. as colméias da China. É usada. dentre os estados brasileiros produtores e exportadores de mel destaca-se o estado do Ceará que no ano de 00 acumulou divisas de US$ . . Própolis Substância resinosa. uma vez que a oferta é menor que a demanda. O Brasil entrou no mercado internacional após terem. milhões com exportações. sido atingidas por doenças causadas pelo uso de antibióticos nos apiários. As indústrias de cosméticos. o que representa um aumento de % em relação ao ano anterior. O destaque dá-se pela grande variedade de plantas melíferas possibilitando produção variada em termos de sabor e aroma. retirada dos botões florais. l O mel é alimento. Tabuleiro do Norte e Palhano. adesiva e balsâmica elaborada pelas abelhas a partir da mistura da cera e da resina coletada das plantas. geleia real. Produzida por glândulas especiais situadas no abdome das abelhas operárias.

seco. girassol. em cápsulas ou tabletes. Alimentação das abelhas A alimentação. ótimas instalações e força de vontade não são suficientes. É importante saber que devido ao sabor e aroma das flores.para o Japão. Plantas Melíferas Ter excelentes abelhas. Só após essa transferência é que ocorre a formação dos frutos. cafeeiro. pessegueiro. Jabuticabeira. misturada com mel ou mesmo liofilizada. Pólen e néctar devem estar disponíveis em grandes quantidades e variedade durante todo o ano o que evita períodos de escassez. laranjeira. É usado como suplemento alimentar. Geléia real A geléia real é uma substância produzida pelas glândulas hipofaringeanas e mandubulares das operárias com até  dias de idade. as abelhas têm preferências por umas plantas mais do que por outras. Usado como alimento pelas abelhas na fase larval e abelhas adultas com até  dias de idade. Neste caso saber escolher bem o local onde instalar o apiário é fundamental. é um xarope feito de água e 0 . O nosso país é rico em plantas melíferas até mesmo em regiões secas. alecrim. Polinização A polinização é a transferência do pólen (gameta masculino da flor) para o óvulo da mesma flor ou de outra flor da mesma espécie. comercializado misturado com o mel. É usada como alimento das larvas e da rainha. mas é imprescindível oferecer às abelhas boa alimentação que é composta de néctar e pólen. é produzida por alguns apicultores para comercialização in natura. no início da formação. Entre tantas plantas melíferas citamos algumas: abacateiro. É utilizada pelas indústrias de cosméticos e medicamentos. Pólen apícola Gameta masculino das flores coletado pelas abelhas e transportado para a colmeia para ser armazenado nos alvéolos e passar por um processo de fermentação. eucalipto.

com consistência parecida com a do leite condensado. em geral. decantação e armazenagem A colheita do mel é feita com uma ferramenta que recebe o nome de garfo desoperculador. esbranquiçada.  AgriculturA e PecuáriA açúcar e que deve ser renovado a cada  dias. para treinamento. Os apiários devem distar 00m de residências ou instalações de animais. de cheiro típico. ácida. pólen e água por elas ingeridas. Classificação do mel Há várias maneiras de se classificar o mel: l pela sua origem ou qualidade (mel de eucalipto. no Brasil.O alimento das abelhas operárias e zangões até o terceiro dia de idade e para a rainha para toda a sua vida é a geléia real. Apiários Os apiários podem ser fixos ou migratórios (apicultura migratória) neste caso o objetivo é a polinização. de assa-peixe. Os quadros cheios de mel (melgueiras) devem ser retirados e levados para um cômodo próprio para este fim sendo colocados em uma centrífuga que permite a saída do mel que é armazenado em um utensílio de aço inox para decantação. Este xarope fica disponível por 0 dias. . uma substância mole. com mel. O período de decantação é de  dias depois dos quais o mel deve ser armazenado em potes plásticos para alimentos. Os apiários são formados por colméias o que facilita dimensionar o tamanho do negócio: um apiário de  a 0 colméias é. dois períodos mais favoráveis para implantação de apiários: de Agosto a Março e de Setembro a Janeiro sendo este o melhor período por ser de floradas. etc) l pelo seu estado ou densidade (virgem ou cristalino) l Formação dos apiários Há. Colheita. É produzida pelas glândulas hipofaríngeas situadas na cabeça das abelhas operárias-nutrizes de  a  dias de idade.

com. entre fundos.htm http://www2. e entre as laterais de 0. podendo ainda ser gramado para evitar ratos e formigas.com.Entre apiários deve-se deixar de  a  metros de distância.php www.criareplantar.asp http://www. digita api- ário. INDICAÇõEs Alguns links interessantes para consulta: http://www. pois sem flores não existe apicultura.com. A água deve ficar há 00m do apiário.ba. a .agridata.00 metro.br/apicultura/programa.br/cadeiasprodutivas/%7B7BA65001-A124-47B8A543-2BA23E626FFF%7D. erva cidreira. preferencialmente. As colméias devem ficar debaixo de árvores ou perto de modo a tomar sol ainda que seja somente o sol da manhã.br/apicult.sebraern.br/pecuaria/apicultura/index.sebrae. O terreno em volta dos apiários deve ser.br clicando no ícone idéias de negócios. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia  . roçado e limpo.gov.sebraees. A iniciação de um apiário pode ser por atração ou iscagem de colméias utilizando-se de cera alveolada com adição de algum produto atrativo que poder ser capim santo. clicando na palavra apiário http://www.com. plano.htm CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs É importante ter em mente que na apicultura é muito importante se preocupar com a preservação e com a expansão do pasto apícola.mg. etc na forma de chá ou mesmo comprando enxames.

ba.sebraern. 00.br/Aprotec/resposta.usp. PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA APICULTURA NO RN.CRIAR E PLANTAR.br/IdeiasNegocios/pag_mos_ide_ neg.asp?tipoobjeto=3&objeto=273&botao=0>. 00  AgriculturA e PecuáriA APROTEC . Disponível em: <http://www. 00. Acesso em  de jan.com. SEBRAE BA Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas da Bahia.php>.br/apicultura/programa. Apicultura.br/ cadeiasprodutivas/%7B7BA65001-A124-47B8-A543-2BA23E626FFF%7D. Apicultura. Disponível em: <http://www.sebrae.htm>.Tecnologia Apropriada.asp>. 00.br/pecuaria/apicultura/index. Acesso em  de jan.asp?Resp=44>. Acesso em  de jan. Apicultura. SEBRAE ES Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo.com. Apiário: criação de abelha e produção de mel. . Disponível em: <http:// www. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jan. Acesso em  de jan.com.sebraees.criareplantar.cecae.com. Acesso em  de jan. 00. Disponível em: <http://www. 00. Disponível em: <http://www2.

que são jogados fora e quer saber que tipo de máquina pode ser utilizado para ajudar a processar esses materiais para vender comercialmente. muitas vezes não havendo sequer maquinário especializado para separar e tratar esses insumos. por se tratar de  sOLUÇÃO APREsENTADA . gerando um excedente. Tais excedentes têm sido reaproveitados para a fabricação de farinhas de alto valor nutritivo. feiras e supermercados. esse é ainda um processo embrionário. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Hoje em dia. sendo usada máquinas de desossar e triturar frango como auxílio improvisado. Mesmo assim. muitos governos municipais e estaduais têm se interessado por tais projetos (vide link em referências). ainda sob maiores estudos. um mercado muito promissor. aproveitamento de barbatanas de peixe. no qual seu alto valor nutritivo é usado para produção de diversos insumos com fins comerciais. criando assim. cabeça e bucho. diversos estudos e projetos têm como objetivo aproveitar os resíduos de peixes que sobram quando são cortados e limpos para serem vendidos nos mercados. em pratos diferenciados e até mesmo na fabricação de remédios. aproveitamento de resíduos de peixe. No entanto. barbatanas e intestino de peixe para fins comerciais? Quais os métodos indicados? Qual é a máquina mais apropriada que pode utilizar? Verificou que há restos de peixes. usados em ração animal.APROvEITAMENTO DE EsCAMAs E BARBATANAs DE PEIXE PALAvRAs-ChAvE Aproveitamento de escamas. tais como espinhaço. É possível aproveitar escamas. Há estudos sobre o aproveitamento de diversas partes descartadas do pescado (vide link para tese em referências).

00 Indica-se. o que seria benéfico para ambos os lados. Site : http://www.br Costa Sul Pescados Ltda. além de fornecer algumas dicas e métodos de como proceder nessa área.  – Machados CEP: -000.Centro 000-00 .com.costasul.php?id=3 acesso em:  de jul.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se consultar a tese da pesquisadora Fernanda Terra. Emprego e Promoção Social .Curitiba – Paraná .com. há mais indicações de fornecedores caso seja necessário. Indústria Alimentícia e Negócios da Pesca Rua Orlando Ferreira. pois muitos trabalhos nessa área estão sendo desenvolvidos.br/index_spp. 0 . eles possam vir a prestar.gep.br E-mail: costasul@costasul. Contato: Governo do Paraná . MHC. também.cttmar. Tel: () -0 / -0 / - E-mail: mhcpesca@uol. que trata do reaproveitamento de refugos de pescado para produção de insumos para o mercado.com.Secretaria do Trabalho. alguns métodos. abrir espaço também para um convênio e troca de experiências. entrar em contato com as empresas listadas abaixo que já utilizam métodos para o aproveitamento de resíduos de pescado para averiguar se o maquinário que eles usam pode ser utilizado nessa empreitada. pode gerar renda e empregos para as empresas e para população. Disponível em: http://www. Tese da Doutoranda Fernanda Terra. e que tipo de ajuda.Machados CEP: -000.univali. . O que pode. Rua Geral de Machados.Tel: () -00.End: Rua Pedro Ivo. ou consultoria. Por fim. entrar em contato com o Governo do Paraná. 0 . Na própria tese.br  AgriculturA e PecuáriA um mercado que além de evitar gastos.

Disponível em: <http://www. Acesso em:  de jul.gov.com. Matinhos aproveita resíduos do pescado”.php?chave=288*41*6902&id =21>.00  . Trabalho. CEP: -000 Tel: () -9 / - Yarapesca Captura Indústria e Comércio da Pesca Rua  de Agosto.leardine. Emprego e Promoção Social do Paraná. 0 – Centro. Rua Aníbal Gaya.pr. Rodrigo Ravani Gurgel NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul.br Indústria e Comércio de Pescados Dickison Ltda. 00.br/setp/imprensa/index. 0 . Tel: () -0 / -0 Site: http://www.São Domingos.com.  . CEP: -000 Tel:() -0 / -0 REFERêNCIAs SECRETARIA de Estado.São Domingos CEP: -000.setp.Leardine Indústria e Comércio de Pescados Ltda.br E-mail: leardine@melim. End: Av José Francisco Laurindo.

e em terreno arenoso. ele disse que pode apresentar bons resultados em áreas de terreno arenoso. se houver um bom sistema de irrigação. em regime alagado. segundo ele. No entanto. Plantação essa que poderá contar inclusive. desenvolvido pelo Instituto Agronômico de Campinas. o Insituto terá a certeza da viabilidade do IAC 00 em plantio fora de várzea. A expectativa é que essa produção seja obtida em junho/julho de 00. só após a conclusão desses estudos e testes. é para ser plantado em várzea. com as sementes que possuíam. segundo o responsável pela pesquisa Cândido Ricardo Bastos. mas de manter o solo constantemente úmido. arroz preto. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA O arroz preto. no Pólo de Tatuí. em solo não alagado.Arroz. com a orientação do Instituto. sOLUÇÃO APREsENTADA Recomenda-se manter contato com o Instituto Agronômico de Campinas. para saber quando elas estarão disponíveis. Contudo. setor de sementes. para avaliar a resposta do produto à região que vai ser plantado. Nesse sentido ele indica que. O agrônomo explicou que se trata de um arroz de cultivo delicado. de 00 a 0 dias. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs  AgriculturA e PecuáriA ARROz PRETO IAC 600 . IAC 00. Bastos salientou que o IAC está produzindo.  hectares de arroz preto. Essa irrigação não fará o papel de encharcá-lo. Cândido Bastos concluiu que o ideal seria que primeiramente se fizesse uma produção em pequena escala do arroz. IAC 00 PALAvRAs-ChAvE Quer saber se o arroz IAC 00 pode ser produzido no Brasil. E se já existem sementes para comercialização. o que faz com que ele não tenha tempo para se restabelecer se houver qualquer tipo de estresse durante a produção. pois seu ciclo é curto. bem como para saber do resultado das pesquisas do Pólo Tatuí.

Instituto Agronômico de Campinas. Cândido Ricardo. Telefone: (09) - Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev.br>. 00 Setor de Sementes. Instituto Agronômico de Campinas Instituto Agronômico de Campinas.REFERêNCIAs BASTOS. Disponível em: <www.gov.iac.sp. Agrônomo responsável pelo desenvolvimento do IAC 00. acesso em  de fev. 00  .

no entanto. também. pois para cada planta é utilizada micorrizas diferentes. Inoculação micorrízica PALAvRAs-ChAvE Como fazer inoculação de micorrizas em espécies florestais nativas da Mata Atlântica. A inoculação de espécies eficientes de fungos Mata Atântica é recomendada na produção de mudas. Um grande número de espécies arbóreas tropicais.Micorriza. do fósforo adicionado pela adubação. Essa inoculação. mas aumenta a eficiência de utilização pelas plantas do fósforo natural do solo e. Segundo Agrônomo da EMPRAPA a inoculação pode ocorrer no solo ou até na própria semente. o empreendedor adquirir alguns tipos de espécies em mudas já inoculadas. a micorriza arbuscular melhora a resposta das culturas aos diversos corretivos e adubos aplicados ao solo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA A micorriza é utilizada por sua associação natural e benéfica às plantas melhorando seu crescimento. desprovidos desses fungos. podendo também. principalmente do fósforo. vai depender da espécie e variedade da planta a ser inoculada. geralmente. De acordo com a EMBRAPA a parte dos filamentos dos fungos penetra nas raízes e a parte externa funciona como um sistema radicular adicional. pois os substratos utilizados são. A micorriza não substitui a adubação fosfatada. florestais e fru- sOLUÇÃO APREsENTADA 9 AgriculturA e PecuáriA ÁRvOREs AvALIADA . ocupando maior volume do solo e aumentando a absorção de nutrientes pelas plantas. A adubação fosfatada pode ser mais eficiente para a planta com a micorriza. Além de aumentar a absorção de nutrientes pelas plantas.

e posteriormente decida-se em comprar as sementes já inoculadas. REFERêNCIAs EMBRAPA -Micorriza aumenta a produtividade das plantas e a eficiência dos insumos. ou tratar o solo com o tipo de micorriza ideal para sua produção. e forrageiras como: leucena. nº  Tel: (9) - . Adriana Sabino Sotolani NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de maio 00 0 . manga. sucupira. acerola. abacate. eucalipto. gueroba. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se que o empreendedor escolha o melhor tipo de micorriza que se encaixa com o seu tipo de produção.usp.embrapa. mamão. do Departamento de Ciências Sociais da Escola Superior de Agricultura que poderá auxiliá-lo na inoculação de micorriza. citros.html>. Disponível em: <http://www. maracujá. Sugere-se que o cliente entre em contato com a ESALQ Júnior Florestal.cpac.br/tecnologias/micorriza. Acesso em:  de maio 00. baru.tíferas. café.br Pode-se também acessar a página <http://www. ESALQ Júnior Florestal Departamento de Ciências Florestais Av: Pádua Dias. se beneficia da inoculação com fungos MA. Acesso em:  de maio 00.FAX: (9) -0 E-mail: esalqjrf@esalq. Entre elas podese citar: jacarandá da Bahia. palmeiras como: buriti.pdf> que oferece informação em Tecnologia de Inoculação Micorrízica em Viveiros de Pinus spp.ipef. além das espécies arbóreas destinadas à recuperação de matas de galeria e de áreas degradadas.br/publicacoes/ctecnica/nr071. pequi.

Na safra 9/99 foram registrados focos com altas populações de cochonilha em raiz de soja no Mato Grosso do Sul e no Paraná. pragas PALAvRAs-ChAvE Gostaria de saber informações sobre o ataque de cochonilha e larva minadoura na cultura da soja. com conse sOLUÇÃO APREsENTADA AgriculturA e PecuáriA ATAQUE DA COChINILhA DA CULTURA DA sOjA . IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo a pesquisadora da EMBRAPA –Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Lenita de Oliveira. a cochonilha-da-raiz é considerada uma praga secundária de ocorrência eventual e raramente suas populações atingem nível de dano. mas sabe-se pelas observações de campo que é alto. mandioca e café. o que dificulta inclusive o desenvolvimento de trabalhos de pesquisa sobre esse inseto em soja. Várias espécies podem ocorrer na raiz da soja e sua identificação não tem sido realizada com precisão. Em geral. Essas cochonilhas também são comuns em citrus. Apesar da presença de cochonilhas brancas no sistema radicular da soja ser relativamente freqüente. larva minadoura. mas em geral são espécies dos gêneros Dymicoccus ou Pseudococcus. a soja é mais sensível ao ataque de pragas de raiz nos primeiros 0 dias e na época de enchimento de grãos. provavelmente superior a 0- cochonilhas por planta. as cochonilhas em soja são pouco conhecidas e praticamente não há pesquisas sobre elas. Em geral sua ocorrência é localizada e os surtos com nível de dano são eventuais e raramente ocorrem por mais de um ano seguido. não há informações sobre o nível populacional que causa dano efetivo em soja. têm sido bastante raras as notificações de áreas de soja com altas populações. A ocorrência de estiagem ou a presença de camadas adensadas no solo. Desde então. Infelizmente. podendo variar com as condições climáticas e de fertilidade do solo.Soja. cochonilha.

Em caso de altas populações nas raízes e necessidade de replantio o controle teria que ser feito via tratamento de semente. farinhenta. O nome minadoura é dado a várias pragas como a broca e a larva de ditro. embora possa haver para outras culturas. A questão da biodiversidade também serve ao manejo contra pragas do tipo minadoura. após o estabelecimento da cultura. causando a morte de tecido l As plantas atacadas ficam debilitadas. formando apêndices laterais característicos. é praticamente nula. localizam-se na parte inferior interna das raízes adventícias. l A ocorrência de danos em lavouras de soja geralmente é em reboleiras (manchas). Para maiores especificidades de informações e diagnósticos.  . especialmente na fase inicial de desenvolvimento pode levar à morte da planta. pois praticamente inexistem inseticidas sistêmicos que “descem” para a raiz (em geral o fluxo desses inseticidas é ascendente). Quando o ataque é muito severo. apresentam folhas amareladas. l Normalmente. Infelizmente. também pode diminuir a tolerância da soja a pragas de raiz. Não há recomendações/indicações oficiais ou inseticidas registrados para controle dessa praga em soja. Características gerais e danos l Apresenta corpo coberto de secreção branca. Deve-se também estar atento a grandes derrubadas de mata nativa.qüente prejuízo no desenvolvimento radicular. raízes e entrenós subterrâneos de coloração negra. Em algumas situações de alta população podem também se localizar na parte aérea da planta (principalmente no caule) l O dano é causado pela extração da seiva e. seria necessário identificar a larva em questão que poderá ser realizada por um profissional qualificado. não temos informações sobre eficiência/eficácia de produtos para controle dessa praga. pois com a diminuição da biodiversidade haverá conseqüentemente a diminuição de predadores naturais da cochonilha bem como o de outras plantas nativas mais favoráveis à cochonilha que a soja. A possibilidade de controle químico. possivelmente pela injeção de saliva tóxica.

Acesso em: 0 de abr. 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .embrapa. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr.cnpso.Para maiores especificações sobre o assunto.br REFERêNCIAs EMBRAPA Soja.br/>.embrapa. 00. pedimos para que entre em contato com o serviço de atendimento ao consumidor da embrapa: sac@cnpso. Disponível em: <http://www.

mas existem oliveiras. em 9. na Grécia. sendo que algumas localizadas em Jerusalém chegam a .gov. Apesar disso. que alcança. Figura 1: árvore de pequeno porte do gênero Olea Fonte: CODEVASF (Companhia de Desenvolvimento do Vale do Rio São Francisco e do Parnaíba). a  .br/noticiasCODEVASF/000_0 >. Uma de suas principais características é o seu período de vida. Este período de vida extenso se deve a sua alta resistência. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA: sOLUÇÃO APREsENTADA: A oliveira – Olea sp Dentre as espécies mais conhecidas do gênero Olea. no máximo. Disponível em: < http://www. em média os 00 anos.00 anos. além de não ser muito resistente ao frio intenso. preparo de azeitona em conserva Deseja receber informações sobre o cultivo de Olea europea (Oliveira) e sobre o preparo de azeitonas em conserva. O que explica a perda de imensos olivais na Espanha e conseqüentemente de toda a produção de azeite.000 anos. Ela é classificada como arvoreta (atingindo. os 0 metros) por apresentar baixo porte. encontra-se a Olea europea ou oliveira. tem a copa frondosa (sendo que suas folhas permanecem três anos na copa). transformando os novos botões que nascem em folhas e ramos novos.codevasf. pois ela tem a capacidade de se autoregenerar. com muitos ramos e galhos retorcidos (figura ). Acesso em:  de maio de 00. Algumas chegam até 00 anos. Devido à pouca resistência ao frio e ao seu longo período de vida. que chegaram aos .AzEITONA E OLIvEIRA PALAvRAs-ChAvE: Cultivo de Olea europea. o seu cultivo requer uma série de cuidados.

deve-se levar em conta que elas são adaptadas a clima temperado quente. a oliveira pode começar a dar frutos. todavia. da EPAMIG (Empresa Agropecuária de Minas Gerais). Os frutos vão aparecer em Junho e Outubro. são suficientes para  AgriculturA e PecuáriA oliveira não pode ser plantada em qualquer lugar. vai ocorrendo o desenvolvimento da polpa (Figura ). mais difícil. a fecundação das flores é muito difícil (para cada 0 flores de uma oliveira. temperaturas de inverno com médias entre º C e 0º C. sendo que elas necessitam de temperaturas baixas no período que antecede a floração. Acesso em:  de maio de 00. altitudes que variam entre 00 e . sendo que no mês de Maio acontece o seu ápice (as flores são pequenas e brancas. apenas uma é fecundada. fruto da oliveira (azeitona). de modo que se possa obter uma oliveira produtiva e saudável. sendo que inicialmente é visualizada somente a semente (ou caroço.00 metros e um regime de chuvas superior a 00 mm. como costumam chamar no Brasil) e depois.htm >. de modo a desenvolver uma azeitona). epamig. Todo o cuidado deve ser tomado durante a germinação das sementes e crescimento das árvores. já que ela demora para alcançar a maturidade e conseqüentemente a produção de frutos. sendo a fase de formação da polpa do fruto. Após o longo período de crescimento da planta. atingindo a maturidade. geralmente acontece nos meses de Abril e Junho.A floração. nem correntezas de água após o degelo (fato que se restringe a algumas regiões do Sul do Brasil). Para o plantio adequado de oliveiras no Brasil. Disponível em: < http://www. não podendo ter muitos ventos forte. de modo que se possa obter resultados satisfatórios na colheita dos frutos. A escolha do local deve ser perfeita. pouco a pouco. dando um ar peculiar aos campos de olivais neste mês). em fase de desenvolvimento.br/informativos/cultivo_azeitona. De acordo com o pesquisador Luiz Eugênio Santana. Fonte: EPAMIG / Informativos. no Mediterrâneo. . Figura 2.

Sem uma produção própria de azeite de olivas e azeitonas o Brasil tornou-se dependente da importação destes produtos. Uma das pioneiras na elaboração de projetos de cultivo de Oliveiras é a EPAMIG (Empresa de Agropecuária de Minas Gerais). possui um microclima muito similar ao da primeira região. Em condições normais. apesar de não se localizar no Sul do Brasil. por fim.uma produção econômica. . para o desenvolvimento de trabalhos de pesquisa e cultivo de oliveiras. sendo que na década de 0. ou seja. o cultivo se espalhou para a América Latina (apenas em locais. os responsáveis pela sua cultura na bacia do Mediterrâneo. Cultivo de Olea sp. história do cultivo de Olea sp A oliveira foi primeiramente cultivada em regiões da Ásia Menor. Duas variedades de Olea têm se destacado no projeto da EPAMIG: a  . O cultivo de oliveiras na região Sul do país apresentam micro-climas favoráveis ao cultivo de Olea. entretanto o Sul de Minas. E. cada pé de Olea produz de  kg a 0 kg de azeitonas. sendo que dependendo do Ph do solo haverá modificação da qualidade da azeitona produzida. foi transportada pelos fenícios para as ilhas gregas. E para produzir  litro de azeite são necessários  kg do fruto. devido a expansão do uso do azeite e das azeitona. sendo que a Argentina e o Peru foram um dos primeiros países a testar diferentes variedades de oliveira. território hoje ocupado pela Turquia. foram os gregos.. as oliveiras se adaptam melhor a solos básicos do que a solos ácidos. Nos séculos XV e XVI. O pH do solo deve ser superior a . Entretanto. pretendendo escolher aquelas que se adaptavam melhor a seus climas. no Brasil A oliveira foi trazida por imigrantes a quase dois séculos. principalmente se seu destino for para a produção de azeite. foi introduzida no Sul de Minas Gerais. Depois. onde o clima condizia com o crescimento das oliveiras). o cultivo das oliveiras se estendeu a Portugal e depois para a Espanha e Itália. que se utiliza da Fazenda experimental de Maria da Fé.

pois seu gosto é muito amargo. Quando atinge esta tonalidade. A azeitona Azeitona é o nome que se dá ao fruto da oliveira. Já a colheita é realizada em janeiro e fevereiro. sendo comercializado com o nome de azei AgriculturA e PecuáriA “Grapollo”. Assim. Um outro projeto que está se desenvolvendo. o que aumenta os custos da produção. Além da cultura de Olea. As azeitonas podem ter várias cores. a ameixa. mas à medida em que vão amadurecendo. com sistema de irrigação (esta iniciativa de plantio por irrigação é pioneira no Brasil). o fruto já está maduro. . Somente após quatro anos de plantio é que as mudas tornam-se produtivas. o abacate. As oliveiras serão cultivadas na região de Petrolina (PE). O plantio realizado no período seco necessita de irrigação até o completo adaptação da muda.  meses de antecedência. e são as que apresentam a maior produtividade e melhor adaptação ao clima da região. o pêssego e a tangerina. devendo ser encomendadas com. Todas as culturas serão localizadas em áreas de irrigação. quando consumida após a colheita. no mínimo.As mudas produzidas são vendidas na Fazenda Experimental a R$ . a pitaya. está se dando no semiárido nordestino. sendo que este mesmo nome. é empregado para mais de 0 espécies diferentes. Elas podem ser plantadas em qualquer época do ano. todas as azeitonas são verdes. suas cores vão mudando. será realizado o plantio integrado de outras culturas. Juazeiro e Bom Jesus da Lapa (BA).00. o produto usualmente empregado na culinária não é a azeitona ao natural. todas estas culturas mais a Olea se expandirão via Vale do são Francisco. a azeitona deve passar por um processamento. de acastanhados para roxo e enfim para preto. como o caqui. o rambotã. para a produção de azeitonas de mesa. Possivelmente. destinada à extração de óleo e a “ Ascolana”. após o completo desenvolvimento dos frutos. pois apesar de produzir por muitos anos. Inicialmente. o desenvolvimento inicial da planta é muito lento. mas curtida em água e sal ou numa solução alcalina. o que depende da espécie de oliveira cultivada e do grau de maturação do fruto. Para ser consumida. Estas duas variedades se destacaram entre outras . o mangostão. mas é preferêncial que o plantio se dê no período chuvoso.

Azeitona verde Arauco (Argentina) Natural. há diferentes padrões para diferentes fases de maturação do fruto. Fornecida nos tipos Fargas. As principais variedades de azeitona estão dispostas na figura . que dão incomparável sabor à azeitona. Empeltre e Nevadilha. Quanto ao sabor e ao aroma. muito fibrosa e pouco apreciada. graúda e muito carnuda. com sabor acentuado e marcante para aperitivos finos. Azeitona Preta Temperada (Argentina) Conjunto de temperos especiais em óleo. a mais conhecida de paladar saboroso. é de consumo geral. Há variedades que são colhidas verdes e depois curtidas (chamada de azeitona verde). no Brasil. Azeitona Preta Califórnia (Argentina) Artificial semelhante à Arauco. Azeitona Carnuda. Na Espanha. indicada para aperitivos e consagrada em fins culinários diversos. a “Gordal”.tona preta. a principal zona de produção de azeitonas verdes é a de Sevilha. grande e carnuda e a “Hojiblanca”. sendo que as variedades mais conhecidas são a “Manzanilla”. Azeitona Preta Chilena (Chile) Natural. enquanto que há outras que são vendidas quando maduras. suave e delicada.  .

Figura 3: principais variedades comercializadas de azeitona Fonte: Stelmar. mas com ótimo consumo e sabor. Azeitona verde Recheada (Argentina) Natural recheada. Azeitona verde Mazanilha (Argentina) Natural. Graúda e carnuda com caroço de porte médio. dependendo das características da variedade.htm >. Disponível em: < http://www. devem ser colhidas após a completa maturação – época em que apresentam a maior quantidade de óleo.com. As azeitonas podem ser destinadas tanto ao consumo em mesa. como para a extração de óleo de oliva. Azeitona verde sem caroço (Argentina) Natural. um pouco menor.Azeitona verde Gordal (Espanha) Natural. sem caroço.br/azeitona. As destinadas à extração de azeite. Acesso em:  de maio de 00. para recheios diversos. As azeitonas destinadas à mesa devem ser colhidas manualmente. evitando “machucaduras”. de porte médio. e fornecida já com recheio com pasta de pimentão. sabor suave para aperitivos finos. enquanto homens subiam nas árvores ou em escadas e 9 AgriculturA e PecuáriA . A colheita da azeitona costumava ser feita a mão. Estendiam-se toalhas no solo. sem caroço.stelamar. que são prejudiciais para o curtimento. sabor suave para aperitivos finos. similar à Gordal espanhola. Graúda e carnuda. sem sabor acentuado.

Cada oliveira é capaz de produzir de 0 a 00 quilos de frutos por safra. Outro método. Nessa condição as azei0 . as azeitonas selecionadas devem ser acondicionadas em vasilhas de plástico. no máximo.cuidadosamente arrancavam as azeitonas. da parte externa para a interior do fruto. Em seguida. ainda. eliminando as defeituosas. em solução de cloreto de sódio (sal de cozinha) à concentração de. Antes que a solução penetre até a semente. %. uma sistema de ganchos para puxar as azeitonas. as azeitonas devem ser retiradas da solução de hidróxido de sódio e submetidas à lavagem em água limpa por um período de  a 0 dias. A lavagem é feita preferencialmente em água corrente. Condições adequadas aliadas à tecnologia proporcionam uma excelente produção de azeitonas. ainda é feito a mão. Isto pode ser feito. as azeitonas devem ser submetidas a uma seleção manual (divididas em maiores e menores). Finalmente os frutos podem ser armazenados em vasilhas apropriadas (vidro. o que costumava danificar as oliveiras e seus frutos. era o uso de varas. Após esse período. Apesar destes métodos. sendo necessária a verificação da reação da solução com a polpa dos frutos. surgiu com a criação de máquinas que fazem vibrar as árvores e derrubam as azeitonas. as que sofreram ataques de pragas e doenças. ou em dois terços da polpa. com aspecto úmido. o sistema mais utilizado para produção em larga escala. onde serão submersas em solução de hidróxido de sódio – a concentração desta solução varia de local para local e de variedade. assim como os ramos e folhas que vieram junto do campo. ou trocandose a água das vasilhas duas ou mais vezes ao dia. entretanto nas marcas mais finas de azeite e azeitona o processo de colheita. tornando-se adocicadas. Processamento das azeitonas Logo após a colheita. as azeitonas perdem totalmente o sabor amargo característico dos frutos. de verde-claro para róseo. Realizando-se cortes transversais em amostras de três ou quatro azeitonas. Desenvolveu-se. em intervalos de  ou  horas. Verificar-se-á uma mudança de coloração da polpa. As azeitonas devem permanecer na solução de  a 0 horas. as quais eram colocadas em cestos pelas mulheres. plástico ou louça).

com.gov.cultivo de oliveiras para a produção de azeitonas. Acesso em:  de maio de 00. Disponível em: < http://www. Acesso em:  de maio de 00.ibict.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se o acesso ao link do SBRT (Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas).produção de azeitonas e fornecedores de equipamentos.ibict. EPAMIG. () -.br/upload/sbrt674.conservação de azeitonas.Fazenda Experimental de Maria da Fé. sobre: .br/azeitona. TEL: ()- . .br/upload/sbrt435. . Disponível em: < http://www.ibict. . Acesso em:  de maio de 00. Acesso em:  de maio de 00.  AgriculturA e PecuáriA tonas podem ser armazenadas por um longo período.br/informativos/cultivo_ azeitona. Disponível em: < http://sbrt. Acesso em:  de maio de 00.htm >.com.codevasf. TEL. .php >.stelamar. Herbário. para esclarecimento de dúvidas sobre cultivo de olivais. Acesso em:  de maio de 00. CODEVASF. Acesso em:  de maio de 00 Recomenda-se a consulta da EPAMIG.br/cie/saiba/mitlenhi/ oliva.pdf >.ibict.herbario. Disponível em: < http://sbrt. Disponível em:< http://www. Acesso em:  de maio de 00. SBRT.pdf >.htm >. Disponível em: < http://www.pdf >. Disponível em: < http://sbrt.EPAMIG – Setor Comercial de Publicação.htm >. Disponível em: < http://sbrt.br/noticiasCODEVASF/20040823_02 >.epamig.br/upload/ sbrt1173.br/lista_respostas. REFERêNCIAs Stelamar.

espigueiro.pt/reportagem/ 6883966fd8f918a4aa29be29d2c386fb. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de maio de 00.Espigueiro. 00  .pt. Camila Gomes Victorino NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de maio.html >.

sOLUÇÃO APREsENTADA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Segue-se referência de algumas Respostas Técnicas que podem ser consultadas de acordo com as informações desejado a respeito da Aloe Vera barbadensis Mill: l l l Com relação a informações sobre processo de extração do gel (óleo) deve-se consultar a Resposta Técnica 9.após o corte. ou seja. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. pode ser por até dois dias se mantida e transportada em um local não exposto ao sol. Vale ressaltar que em cada uma das Respostas Técnicas citadas. cujas referências estão abaixo. PALAvRAs-ChAvE Tempo que a folha madura de Aloe vera barbadensis Mill .Aloe Vera. Também uma matéria-prima limpa e saudável é fundamental para que ela se conserve por esses dois dias. Já com relação a informações sobre cultivo e sobre características biológicas da Aloe Vera barbadensis mill. Também com relação à legislação consultar Resposta Técnica 0. o tempo de conservação da Aloe vera barbadensis Mill innatura. Babosa. nem a chuva e nem a vento. e se o local for limpo. babosa-de–botica. e não muito úmido.  AgriculturA e PecuáriA BABOsA ALOE vERA . existem referências de uma séria de documentos que podem ser consultados caso queira mais informações. consulte a Resposta Técnica 0. cujas referências estão na secção referências. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo o Professor Doutor Keigo Minami do Departamento de Produção Vegetal de ESALQ-USP. após o corte. pode ser conservada sem sofre deteriorização. gel de babosa.

ibict.pdf> acesso em  de abril de 00.sbrt.br/upload/sbrt1941.br/upload/sbrt207. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz.ibict.REFERêNCIAs OLIVEIRA. Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais. Instituto de Tecnologia do Paraná. Nelma C. Disponível em: <http://www. SBRT. SBRT.br/departamentos/lpv/docentes. SBRT. Serviço Brasileiro de Resposta Técnico. Resposta Técnica 0. Sonia Maria M. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.sbrt. de. DATA DE FINALIzAÇÃO  . Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. ARAUJO. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de abril de 00. CETEC.pdf> acesso em  de abril de 00. Resposta 9.usp.sbrt.br/upload/sbrt208. Resposta Técnica 0.esalq.ibict. TECPAR. de.pdf> acesso em  de abril de 00. Nelma C. Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais. ARAUJO. htm> acesso em  de abril de 00. Professor Doutor Keigo Minami do Departamento de Produção Vegetal de ESALQ-USP. de. Disponível em: <http://www. CETEC.

 litros de água potável ingerida para cada kg de ração consumida. Ainda. PALAvRAs-ChAvE Obter informações sobre balanceamento de ração para suínos.000 kg de ração com um gasto médio de 0 kg de núcleo. em especial quanto a gra sOLUÇÃO APREsENTADA AgriculturA e PecuáriA BALANCEAMENTO DE RAÇÃO PARA sUÍNOs . atenção especial deve ser dada aos ingredientes. O excesso de nutrientes nas rações é um dos maiores causadores de poluição do ambiente. estimase um gasto anual de 9. Isso envolve a disponibilidade de ingredientes em quantidade e qualidade adequada a preços que viabilizem a produção de suínos. . mil litros de água potável para cada porca e sua produção. em uma granja estabilizada de ciclo completo. a obtenção de lucros também exige a combinação adequada dos ingredientes para compor dietas balanceadas nutricionalmente para cada fase de produção. é necessário dispor de . considerando uma relação média de . para cada porca do plantel produzindo 0 leitões ao ano. buscando-se aqueles que apresentam alta digestibilidade e disponibilidade dos nutrientes e que sejam processados adequadamente. portanto. A aplicação dos conhecimentos de nutrição deve contribuir para a preservação do ambiente e isto significa que o balanceamento das rações deve atender estritamente as exigências nutricionais nas diferentes fases de produção. visando atender as exigências nutricionais específicas. terminados até os 0 kg de peso de abate.Suínos. De acordo com a EMBRAPA Suínos e Aves. ração para suínos. Como formular uma ração em porcentagem de proteína e energia? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA A possibilidade de auferir lucros com a suinocultura depende fundamentalmente de um adequado planejamento da alimentação dos animais.0 kg de milho e .00 kg de farelo de soja. Em termos médios. balanceamento de ração para suínos.

Através da nutrição e do manejo da alimentação e da água devem ser atendidas as necessidades básicas dos animais em termos de saciedade da fome e da sede. a aveia integral moída. o soro de leite seco. geralmente. o trigo mourisco. a produtos químicos ou agentes biológicos que sejam prejudiciais para a produção e reprodução. valor de energia metabolizável acima de . proteína. via alimentação e água. o grão de milho moído. o trigo integral. São estes os principais fatores nutricionais que determinam o seu uso para as várias fases de vida do suíno. o sorgo baixo tanino.00 kcal/kg e teor de fibra bruta acima de %. a polpa de citrus. pela quantidade com que podem ser incluídos nas dietas. Alimentos energéticos também fornecedores de proteína São aqueles que possuem.000 kcal/kg do alimento e. a nutrição deve assegurar o aporte adequado de nutrientes para a manutenção normal da gestação. Existem várias classes de alimentos quanto a concentração de nutrientes. entre outros.nulometria. a torta de dendê. No contexto do bem estar animal. Em complementação a mistura dos componentes da ração deve ser uniforme e o arraçoamento dos suínos deve seguir boas práticas que evitem ao máximo o desperdício. o farelo de amendoim. a cevada em grão com casca. a cevada em grão. São exemplos: o farelo de arroz integral. São exemplos: a quirera de arroz. o farelo de castanha de caju. Os animais não devem ser expostos. sem causar deficiências nutricionais clínicas ou subclínicas e sem provocar intoxicações crônicas ou agudas. o triguilho e o triticale. Ingredientes para rações Para compor uma ração balanceada são necessárias a disponibilidade e combinação adequada de ingredientes incluindo um núcleo ou premix mineral-vitamínico específico para a fase produtiva do suíno. Alimentos energéticos com médio a alto teor de fibra Estes alimentos têm energia metabolizável acima de . De uma forma geral é possível classificar os ingredientes pelo teor de energia. o grão de guandu cozido. são também importantes fornecedores de proteína. o farelo de coco. para a ocorrência de partos normais e para uma produção adequada de leite que garanta um desenvolvimento normal dos leitões durante o período de lactação. fibra ou minerais presentes. a raspa de  . aumentando a resistência às doenças.

período e condições de armazenamento. São exemplos: o feno moído de alfafa. Avaliação dos alimentos Os grãos de cereais e outras sementes variam sua composição em nutrientes principalmente em função da variedade. Como exemplos mais comuns temos o calcário calcítico. o farelo de soja % PB e a soja integral tostada. a farinha de ostras e o sal comum. Alimentos exclusivamente fornecedores de minerais São fontes de cálcio. o farelo de babaçu. o farelo de soja % PB. a farinha de ossos calcinada. o glúten de milho. a casca de soja e o farelo de trigo. o farelo de algodão. a farinha de penas e vísceras. tipo de solo onde foram produzidos. a levedura seca. São exemplos: o leite desnatado em pó. a soja cozida seca. o farelo de polpa de caju. o farelo de canola e o farelo de girassol. mais de % de fibra bruta e valor máximo de energia de 00 kcal/kg de alimento. o fosfato monoamônio. São exemplos: o farelo de algaroba. As forrageiras apresentam variação principalmente  AgriculturA e PecuáriA mandioca (de onde foi extraído o amido) e o milho em espiga com palha. o fosfato bicálcico. São exemplos: as farinhas de carne e ossos com diferentes níveis de PB e a farinha de peixe. de fibra acima de 0% e concentração de energia metabolizável menor que . Alimentos protéicos com alto teor de energia Os representantes dessa classe possuem mais de % de proteína bruta e valor de energia metabolizável acima de .00 kcal/ kg. de fósforo. a farinha de sangue. a soja extrusada. .Alimentos fibrosos com baixa concentração de energia e médio teor de proteína Possuem teor de proteína bruta maior que %.00 kcal por kg de alimento. de cálcio e fósforo ao mesmo tempo e de sódio. o farelo de soja % PB. Alimentos protéicos com alto teor de minerais A inclusão destes ingredientes em rações para suínos é limitada pela alta concentração de minerais que apresentam. clima. Alimentos fibrosos com baixa concentração em proteína São os ingredientes que possuem teor de proteína abaixo de %. adubação utilizada. o farelo de arroz desengordurado.

 . no entanto. Sempre deverá ser feita a inclusão de premix vitamínico e de microminerais. ausência de efeitos negativos sobre a qualidade da carne e compatibilidade com a preservação ambiental. deve-se lançar mão de análises de laboratório. clima. Os leitões novos não admitem ingredientes de baixa digestibilidade ou alimentos fibrosos na dieta. Desta forma. enquanto um alto teor de fibra na dieta é adequado para as matrizes até os 0 dias de gestação. por isso. A principal causa de variação na composição dos subprodutos de indústria é o tipo de processamento utilizado. alimentos protéicos com alto teor de minerais e alimentos exclusivamente fornecedores de minerais. além de variações diárias dentro do mesmo tipo de processamento. segurança para a saúde humana e animal. rastreabilidade na ração. o fósforo e o sódio. O uso de aminoácidos sintéticos pode ser vantajoso na redução de custos da ração. necessitando. A complementação dos demais nutrientes deve ser feita com os alimentos exclusivamente energéticos. de preferência em barricas que minimizem a ação da luz. uma formulação adequada é obtida com a combinação dos alimentos energéticos também fornecedores de proteína com alimentos protéicos com alto teor de energia. bem como a conservação do produto.com a variedade. para viabilizar a formulação de rações com base em valores de nutrientes o mais próximo possível da realidade. Preparo das rações Para a maioria das fases. Esses produtos devem ser utilizados dentro de 0 dias após a data de sua fabricação e ser mantidos em lugares secos e frescos. orientação técnica específica. ensilagem). dispensa o uso dos alimentos exclusivamente fornecedores de minerais. na maioria das vezes. bem como atender os seguintes critérios simultaneamente: eficiência do ponto de vista econômico. além de período e condições de armazenamento. O Núcleo é um tipo especial de premix que já contém o cálcio. além das vitaminas e micro-minerais necessários. tipo de solo e adubação. que indicarão a real composição em nutrientes das matérias-primas disponíveis. processamento (fenação. a idade da planta. O uso de promotores de crescimento nas rações deve atender a legislação do MAPA.

já que os gastos com a alimentação correspondem à maior parte do custo de produção dos suínos. inicial. Níveis nutricionais recomendados para as diferentes fases de produção Ração Lactação Nutrientes Energia metabolizável (Kcal/kg) Ração Gestação Ração Lactação Ração Préinicial Ração Inicial Ração Crescimento Ração Terminação 0 00 0 00 0 0 9 AgriculturA e PecuáriA Os cuidados com o preparo das rações somam-se aos esforços de formular uma dieta contendo ingredientes com composição e valor nutricional conhecidos e. crescimento. gestação e lactação) elaboradas por técnicos especializados ou que sejam indicadas nos rótulos dos sacos de concentrados e núcleos. Também podem ser usados ingredientes fibrosos (alternativos) para alimentar as matrizes em gestação. atendendo as exigências nutricionais dos suínos. a dieta deve conter no mínimo os mesmos níveis nutricionais de uma dieta de gestação (Tabela 0). Os níveis apresentados na Tabela 0 referem-se a um consumo médio diário de  kg de ração por matriz.Formulação das rações Usar fórmulas específicas para cada fase da criação (pré-inicial. Os níveis sugeridos na Tabela 0 representam um padrão compatível com a recomendação de fornecimento de ração referida no Capítulo . Qualquer erro em uma ou mais etapas do processo de produção de rações pode acarretar em prejuízos econômicos expressivos. As matrizes em gestação recebem arraçoamento de forma controlada. terminação. Para atender as necessidades diárias de nutrientes de cachaços adultos. A ração de lactação deve ter alta concentração em nutrientes porque a demanda em nutrientes para a produção de leite é muito alta. Tabela 10. devendo nesse caso ser revista a quantidade de ração diária a ser fornecida. razão pela qual é possível preparar uma ampla variedade de rações com níveis nutricionais diferenciados. Ler com atenção as indicações dos produtos e seguir rigorosamente suas recomendações. .

 0. 0. 0.  0. 0. 0. 0.Proteína bruta (%) Lisina (%) Metionina (%) Metionina + Cistina (%) Treonina (%) Triptofano (%) Cálcio (%) Fósforo total (%) Fósforo disponível (%) Sódio (%) . 0.  . 0. 0. 0. 0% de leite desnatado em pó e  a % de gordura ou óleo. 0.  . O cuidado na escolha de um núcleo de comprovada qualidade é de fundamental importância para obter sucesso na produção de leitões nesta fase.9 0. 0. 0. 0. 0.9 0.   0. 0. 0. 0. Para a formulação da ração pré-inicial  recomenda-se o uso de  a 0% de soro de leite em pó. dependendo da idade de desmame. 0. . Obs: Os microminerais e as vitaminas necessárias são obtidos pela inclusão de núcleo ou premix mineral vitamínico na proporção recomendada pelo fabricante. No desmame realizado aos  dias de idade podem ser fornecidos dois tipos de ração préinicial que são fundamentais para um bom desempenho e que se diferenciam em termos de qualidade. 0. A alimentação dos leitões durante o período que ficam na maternidade e na creche é um dos fatores mais críticos na produção de suínos. 0. 0. 0. 0. 0. 0. pode-se utilizar % na dieta em substituição ao leite desnatado em pó. 0. 0. 0. Isto é possível com o uso de ingredientes e núcleos dentro das normas de qualidade. 0. 0. 0. 0. pela maior digestibilidade dos ingredientes. Os animais recebem em curto período de vida dois a três tipos de ração. 0. A ração pré-inicial  deve ser preparada com cuidado especial para evitar os problemas digestivos e as diarréias do pós desmame. 0. 0 .  0. 0. 0. 0. 0. 0. 0. Caso tenha disponível farinha de carne ou farinha de peixe de boa qualidade. A ração pré-inicial  pode ser preparada com a inclusão de 0% de soro de leite em pó e  a % de gordura ou óleo para junto com o milho. farelo de soja (em limite de inclusão de %) e núcleo de boa qualidade para compor uma ração nutricionalmente adequada para esta fase. 0. 0.9 0. 0.

evitando-se o uso de balanças de vara. O uso de balanças é indispensável. as balanças devem apresentar boa precisão e sensibilidade. os quais poderão proporcionar uma redução no custo da alimentação. porém em níveis de inclusão baixos. Nestas fases. Recomenda-se que o número de rações na fase de terminação seja aumentado de  para  sempre que o peso de abate for próximo a 0 kg.  AgriculturA e PecuáriA Na fase inicial devem-se formular as dietas tendo como ingredientes base preferencialmente o milho e o farelo de soja. A utilização de baldes ou outro sistema para medir o volume. Neste caso a ração terminação  será fornecida dos 0 até os 0 kg contendo os níveis nutricionais apresentados na tabela 0 e a ração terminação  será fornecida dos 0 kg até o peso de abate contendo uma redução de % nos níveis nutricionais da ração terminação  exceto para o nível de energia metabolizável que deverá apresentar um valor de . As opções de dietas para suínos na fase de crescimento ( a  kg de peso vivo) e terminação ( a  kg de peso vivo) são muito variadas. entre outros). aveia. Pesagem dos ingredientes Pesar cada ingrediente que entra na composição da dieta conforme a quantidade que entra na fórmula.00 Kcal/kg. em relação a uma dieta de milho e farelo de soja. já é possível a utilização de ingredientes alternativos como. . triticale. mandioca e seus subprodutos. Além disso. por exemplo. a solução é a aquisição de ração comercial pronta específica para cada fase.Se houver dificuldade de formular as rações pré-inicial e inicial. sempre de fornecedores idôneos e que tenham registro no MAPA para a produção e comercialização de rações. cereais de inverno (trigo. contendo os ingredientes especificados em cada uma delas. A experiência de outros produtores da região que alcançaram sucesso com a produção de leitões pode ser importante para identificar os fornecedores e fabricantes de rações idôneos. subprodutos do arroz. não deve acontecer pois há erros decorrentes da variação nas densidades de diferentes ingredientes ou de diferentes partidas de um mesmo ingrediente. pode-se lançar mão de inúmeros alimentos alternativos. em vez do peso. porém.

As misturas realizadas acima do tempo ideal acarretam gastos desnecessários com energia e mão de obra. ou o ingrediente de maior quantidade indicado na fórmula. Em geral. o tempo de mistura na granja para se ter uma idéia de qual é o tempo ideal. ocasionando prejuízos ao produtor devido ao pior desempenho dos animais. retirar cerca de 0 kg da mistura e reservar. agitando-se o conteúdo vigorosamente durante algum tempo até notar-se que as partes apresentam-se distribuídas com certa homogeneidade. tomando-se toda a cautela para evitar acidentes. antes de adicioná-lo aos outros ingredientes que farão parte da mistura. o que acarretará desuniformidade dos lotes e perdas econômicas para o produtor. após carregá-lo com todos os ingredientes. após colocar todos os ingredientes. antibióticos e outros aditivos com cerca de  kg de milho moído. há misturadores verticais que apresentam tempo ótimo de mistura de  minutos e outros de 9 minutos. o tempo ideal de mistura. Finalmente.Mistura dos ingredientes Misturar previamente o premix ou o núcleo contendo minerais e vitaminas. pelo menos uma vez. O misturador deve ser sempre limpo após o uso. deve ser o indicado pelo fabricante do misturador. Após aproximadamente  minutos de funcionamento do misturador. coloca-se no misturador em funcionamento. depois o segundo ingrediente em quantidade e assim sucessivamente. Misturas realizadas abaixo ou acima da faixa ideal de tempo não são de boa qualidade. Essa pré-mistura pode ser realizada em misturador em “Y”. Para facilitar a distribuição dos ingredientes. Entretanto.  . Daí a necessidade de se determinar o tempo ideal de mistura. Porém. primeiro o milho moído. ou outro grão moído. A seguir colocar no misturador o premix ou núcleo previamente misturado com o milho e misturar por mais  minutos. tambor ou ainda com o uso de um saco plástico resistente. Para misturar os ingredientes usar misturadores. uma mesma partida terá diferentes quantidades de nutrientes. Tempo de mistura O tempo de mistura. em misturadores verticais. A mistura de ração com o uso das mãos ou com pás não proporciona uma distribuição uniforme de todos os nutrientes da ração. é de  a  minutos. é recomendável que se determine. recolocar os 0 kg da mistura retirados anteriormente e observar o tempo de mistura.

a instalação separada de machos castrados e fêmeas tem vantagens porque os machos castrados ingerem mais alimentos e mais rapidamente do que as leitoas e depositam mais gordura com menor idade. A um mesmo peso de abate e sob a mesma nutrição as fêmeas apresentam mais proteína. . menos gordura e menos matéria seca na carcaça quando comparadas aos machos castrados. tem efeito sobre o potencial de crescimento.% no ganho de peso. a eficiência alimentar e a qualidade de carcaça em suínos na fase de crescimento-terminação. A forma farelada é a mais usual e é usada nas granjas que misturam as rações na propriedade. Machos inteiros e leitoas depositam menos gordura no regime alimentar à vontade porque tem maior potencial de crescimento muscular e maior gasto energético para mantença quando comparados aos castrados. pela ação dos hormônios sexuais. quando sob a influência diferenciadora da atividade hormonal obedece à seguinte ordem decrescente: machos inteiros. o consumo voluntário de alimento. Isso fará com que o material que estava parado nas bocas de descarga seja também misturado. Com a peletização é observada uma melhoria média em . Manejo da alimentação por sexo separado O fator sexo. de cerca de 0 kg. O efeito da peletização sobre a melhora na conversão alimentar que ocorre sob  diferentes modos: redução das perdas. Sob o ponto de vista da alimentação. Quando os animais são alimentados com rações contendo o mesmo nível nutricional e abatidos na mesma época. melhora na digestibilidade dos nutrientes e menor gasto de energia para ingestão da ração. leitoas e machos castrados. sem estratégia de peso de abate diferenciado.% no consumo de ração e . A capacidade de deposição de tecido muscular pelos suínos.9% na conversão alimentar. . resultando em carcaças com menor porcentagem de carne. enquanto que a forma peletizada deve ser a preferencial a ser adotada quando a ração é adquirida pronta. a instalação dos suínos por diferença de sexo  AgriculturA e PecuáriA Aconselha-se que a cada  minutos seja retirada e recolocada imediatamente no misturador uma quantidade de ração.Forma física da ração As rações secas destinadas a alimentação de suínos podem ser apresentadas sob duas formas: farelada ou peletizada.

ibict. Acesso em  de jul. EMBRAPA Suínos e Aves Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária. principalmente para os castrados. Acesso em  de jul.embrapa. Nutrição.br REFERêNCIAs SBRT Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. Disponível em: http://www. Desta forma todo lote pode ser abatido com até uma semana de antecipação o que pode representar.br>. Acesso em: 0 de jul. 00. sugere-se consultar a EMBRAPA Suínos e Aves (Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária). que possui maiores informações sobre o assunto.cnptia. um aumento em até % na porcentagem de carne na carcaça.embrapa. 00. Disponível em: <http:// www. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para mais informação.sbrt.pdf>.br/upload/sbrt1477. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/nutricao. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul.cnpsa. EMBRAPA Suínos e Aves Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária. maquinário para fabricar ração para suínos com restos de alimentos.cnpsa.proporciona carcaças mais magras porque as fêmeas não sofrerão a competição dos castrados pela ração atingindo peso de abate mais cedo. Disponível em: <http://www. 00  .html. 00.embrapa.

Depois. Quanto à limpeza das buchas a pesquisadora Arlete Melo. O beneficiamento refere-se ao processo de lavagem ou limpeza das buchas incluindo a retirada das sementes e ao desenvolvimento de outros produtos. No entanto. sendo que. A pesquisador Arlete Melo explica que a bucha colhida no ponto certo não requer tratamento químico. No dia seguinte a casca estará solta. portanto a melhor época para colheita. deixando de molho de um dia para o outro. colocá-las em um tanque (pode ser tanque de lavar roupa). Arlete Melo deixa claro que é imprescindível sol na secagem das buchas. A bucha vegetal tem conquistado o mercado e o interesse justamente por ser produto natural. é quando a bucha está devez. do Instituto Agronômico de Campinas informa que a obtenção de buchas bem limpas não requer uso de produtos químicos o que iria contra os recentes conceitos de produto ecologicamente corretos. Esta etapa tem a função de amolecer a casca da bucha. deve-se colhê-las. quando a bucha  sOLUÇÃO APREsENTADA AgriculturA e PecuáriA BENEFICIAMENTO DA BUChA vEGETAL . lava-se bem e coloca ao sol para secar. apresenta cor branca e é bem formada. batê-las no tanque. que não esteja atacada por doenças. afirma a pesquisadora. bastando para tanto. Algumas porções de casca que ainda permanecerem resistentes devem ser retiradas. Sobre o uso de produtos químicos na lavagem da bucha: a pesquisadora informa que é desnecessário tal procedimento porque a bucha colhida no momento certo e.Bucha vegetal PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Saber quais são as aplicações e formas de beneficiamento mais viáveis para venda e exportação da bucha vegetal. quando então. bem como conseguir clientes fora do país. este último já está sendo estudado pelo SEBRAE-MG.

está sendo substituído por um recipiente de metal adaptado que bate as buchas facilitando o desprendimento da casca. telefone () - Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out. pesquisadora do Instituto Agronômico de Campinas. cidade de Inconfidentes. Emater-MG. segundo a pesquisadora. área de Melhoramento. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se usar métodos naturais de limpeza das buchas. 00  .é armazenada por período longo ela amarelece e endurece. O tanque. REFERêNCIAs Arlete Melo.

que atendam aos requisitos de qualidade global de bebida. desde que limpos e de bebida dura a mole. de bebida mole a dura. que tem somente atributos de qualidades positivos. excelentes. verdes e ardidos (PVA).São os produtos de qualidade reconhecidamente boa. pretos-verdes e fermentados. características únicas e marcantes.Beneficiamento café PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Como produtor de café gostaria de estudar o processo de beneficiamento e industrialização a fim de verticalizar o seu negócio. Admite-se a utilização de grãos de safras antigas. O café superior deve ser constituído de cafés tipos  a  COB. com atmosfera inerte ou com válvula aromática. Tipos de café Café Gourmert . o empreendedor deverá fazer uma pesquisa para saber qual é o tipo de café mais apreciado pelo público que pretende atender. O café gourmert deve ser embalado a vácuo. para melhor aproveitamento dessas raras características. O café gourmert deve ser constituído unicamente com café arábica de bebida apenas mole. verdes e ardidos e ausência de grãos pretos-verdes e ou fermentados. Os cafés superiores são aqueles constituídos de café arábica ou blendados com café robusta/conillon.Classificação Oficial Brasileira). podendo ser preparado preferencialmente em máquinas de café expresso. deve ser moderadamente clara a moderadamente escura. com 0% de defeitos pretos. mole ou estritamente mole de tipos  a  (COB. inclusive comprando a produção dos agricultores vizinhos. acessíveis aos consumidores que a valorizam e que mantém a sua fidelidade à bebida. com o limite de até % no blend. Com a intenção de verticalizar o seu negócio. com um máximo de 0% de defeitos pretos. Cafés superiores . robusta/conillon e de sOLUÇÃO APREsENTADA  AgriculturA e PecuáriA BENEFICIAMENTO DE CAFé .São aqueles cafés considerados mais raros e exclusivos. A torra.

desde que o seu gosto não seja pronunciado e nem preponderante. com no máximo 0% de frutos verdes. vitaminados. na qualidade da bebida e no valor do produto. Esse tipo de café deverá ser consumido no máximo até uma hora após seu preparo.São os produtos que fornecem algo mais além do prazer da bebida. Esta categoria deve ser constituída de cafés até tipo  COB. etc. Estão disponibilizados no mercado hoje. verdes e ardidos e ausência de grãos pretosverdes e fermentados. em panos ou  . A colheita manual pode ser do tipo seletiva. café com leite. Recomenda-se iniciar a colheita. Colheita e preparo(1) A desuniformidade de maturação dos frutos é um dos principais dificuldades a serem superadas para realização de uma boa colheita do café.Os cafés tradicionais são aqueles cafés produzidos a partir de blends de grãos que valorizam o equilíbrio entre a excelência da bebida e o sabor.São os produtos de uma nova geração tecnológica de produtos como os cappuccinos. uma vez que esta composição só é compatível com a preparação por coador. São os cafés descafeinados. os shakes. Estes tipos de cafés devem ser embalados a vácuo ou com atmosfera inerte ou com válvula aromática. no desgaste da planta. Cafés Tradicionais . Cafés Funcionais . Cafés Inovadores . no rendimento de colheita. contribuindo para o bem estar do consumidor e satisfazendo a sua necessidade de cuidados com a saúde. evitando as perdas de aroma e sabor. robusta/conillon e café verde-claro. etc. Quantidades excessivas de frutos verdes causam prejuízos na classificação por tipo. derriçando-se todos os frutos de cada ramo no chão. orgânicos. catando-se a dedo somente os frutos maduros ou do tipo concentrada. cafés gelados enlatados. enriquecidos. no peso de grão. admitindo-se a utilização de grãos de safras passadas. com um máximo de 0% de defeitos pretos.café verde-claros. semimecanizada e mecanizada. em embalagens tipo “almofada” ou fechadas no sistema de vácuo. A colheita do café pode ser realizada de forma manual. Esta categoria não será certificada para café expresso.

Os processos de preparo do café podem ser agrupados em três sistemas: • Preparo por Via seca. 99). Dependendo das condições existentes. Por outro lado. A derriça no chão não é recomendável. a) Preparo por via seca: É o processo mais utilizado pelos produtores. Nas condições brasileiras. a colheita semimecanizada utiliza derriçadeiras portáteis ou tracionadas. separação dos frutos em diversas fases de maturação. as operações de pós-colheita do café compreendem a separação das impurezas por vibração ou por imersão em água. 00). dispensando a limpeza prévia do solo. paus. pois controla inclusive as fermentações dos grãos que acontece na planta. pois tende a aumentar os custos e diminuir a qualidade. em se tratando de preparo por via seca. folhas) e também separados por estágio de maturação (verde/ cereja / seco) através de um lavador/separador propiciando uma secagem mais uniforme e específica por fruto. • Preparo por Via úmida. com maior controle das fermentações. em que existe maior predominância deste método de colheita (Veneziano. . eliminação da mucilagem quimicamente dando o café despolpado ou mecanicamente dando o café desmucilado e ainda a secagem direta dos grãos que produz o café natural ou café de terreiro (Cortez. usualmente feitas nas lavouras de café Arábica. Esta é a maneira mais recomendável. desprovidas de recolhedores e a mecanizada é feita com máquinas colhedeiras completas automotrizes ou tracionadas por trator. O café colhido é secado com casca ao natural em terreiros ou secadores mecânicos. • Preparo por Via semi-úmida.A derriça no pano é a forma de colheita mais indicada para região amazônica. conforme tem se verificado no estado de Rondônia. por efeito das condições climáticas. durante a mudança do estádio maduro para seco. eliminação da casca resultando em café cereja descascado. antes de ir para secagem. com eliminação da casca e da mucilagem resultando no café despolpado. sem eliminação da casca resultando no café natural. contribuindo para melhoria da qualidade 9 AgriculturA e PecuáriA em peneiras. com eliminação da casca resultando no café cereja descascado. os frutos poderão ser separados das impurezas (pedras.

o preparo via úmida é muito usado para produção de sementes. havendo diminuição da necessidade de secagem em terreiro ou secador. pois na secagem seu pergaminho fica envolvido pela totalidade ou quase totalidade da mucilagem e assim em contato com açúcares. No descascador o café verde é separado mecanicamente sob pressão indo para o terreiro de secagem. c) Preparo por via semi-úmida: Inicialmente. o café cereja descascado (CD) pode ser levado direto para o terreiro de secagem ou antes passar pelo degomador mecânico para retirada do excesso de mucilagem. O café bóia vai direto para o terreiro de secagem. com aroma e doçura dos cafés brasileiros.do produto resultando numa melhor classificação. devido existir muita desuniformidade quanto ao tamanho dos frutos. principalmente no Conilon. que é complementada por uma lavagem deixando o café totalmente desmucilado. Por fim. O café obtido nesse tipo de preparo é melhor classificado quanto ao tipo e bebida. que lhe conferem o sabor doce do grão a exemplo do café natural. De imediato neste processo são observadas as vantagens já mencionadas no processo de preparo anterior. enquanto o café cereja é descascado por processo mecânico. enquanto o café verde e o café cereja misturados vão para o descascador. o CD apresenta características organolépticas superiores. Em café Robusta. o café despolpado é colocado em tanques de fermentação para eliminação da mucilagem. Embora os dois últimos tipos de preparo apresentem vantagens em relação ao primeiro. Além disso. o café da roça é separado num equipamento de lavagem e separação. b) Preparo por via úmida: Inicialmente o café da roça é encaminhado ao lavador/separador e em seguida o café cereja segue para o despolpador onde será descascado e despolpado. porém exigindo maiores cuidados no despolpamento. verifica-se que não são muito utilizados na re0 . sem o sabor verde. como redução do volume do produto devido a eliminação da polpa. Finalmente. diminuição da necessidade de tulha de armazenamento e redução do tempo de secagem e beneficiamento.

Uma forma de potencializar o uso desse sistema é implantá-lo em associações e cooperativas de produtores. tendo no seu interior ao longo do seu centro. tem efeito marcante nas determinações do índice de qualidade. rápida e barata. recebe maior aeração tanto por cima como por baixo. Terreiro de tela suspensa – atualmente vem sendo muito recomendado. Os mesmos são constituídos de um cilindro metálico com paredes perfuradas. sendo que método de secagem escolhido. . e maiores custos operacionais. Terreiro de piso revestido – Considera-se recomendável por proporcionar uma secagem mais eficiente. impede o ataque de microorganismos e garante um produto com secagem uniforme e de melhor qualidade. pois consiste de uma estrutura suspensa. garantindo um produto de melhor qualidade e com maior rendimento de secagem do que o terreiro de chão batido. com sua estrutura e manejo. Terreiro de chão batido – não é recomendável pois este tipo de terreiro além de ter menor rendimento de secagem. Além desses benefícios este tipo de terreiro proporciona maior redução de mão-de-obra. favorece a ocorrência de sujeiras e fermentações indesejáveis. O uso de cobertura com plástico translúcido é aconselhável nas regiões onde a colheita coincide com a época das chuvas. nível de classificação e valor comercial do produto. devido à necessidade de investimento em infra-estrutura. são secadores mecânicos industriais mais conhecidos e utilizados nas propriedades rurais que produzem o café Conilon e o café despolpado. que evita o contato do café com o solo.sECAGEM secagem em terreiros A secagem corresponde à fase complementar a todos os processos de preparo do café.  AgriculturA e PecuáriA gião amazônica. é de construção simples. originando um produto de má qualidade. diminuição do tempo de secagem. secagem em secadores Os secadores horizontais rotativos intermitentes ou pré-secadores. mais uniforme e com menos riscos de contaminação de impurezas e fermentações.

e abaixo do fundo.  . Estes secadores recebem o café com qualquer grau de umidade. depois de cinco horas passar par 0° C e finalmente manter em 0° C até terminar a secagem. tendo na parte superior a colocação de um aleito constituído por uma chapa metálica perfurada. Estes secadores podem receber café com qualquer grau de umidade. Caso o café já tenha sofrido a meia-seca no terreiro. são secadores manuais artesanais. iniciando com 0° C. tendo na parte superior a câmara de repouso dos grãos. Os secadores verticais com câmara de repouso são secadores mecânicos industriais que exigem o café que já tenha recebido uma présecagem ou meia-seca. seja ele em terreiros revestidos ou suspensos. e assim sucessivamente até completar a secagem. cuja camada não deva passar de 0cm de altura. a formação de um colchão de ar quente. em que depois o café desce e é levado por bica de fogo até a base do elevador que leva novamente para o alto até a câmara de repouso. como café fluindo para abaixo onde se encontra a câmara de secagem com seu interior tendo circulação de ar quente vindo da fornalha. com maior consumo de energia e mão-de-obra. com a temperatura não ultrapassando a 0°C e tendo revolvimento manual constante da massa de café. Os mesmos são feitos de alvenaria. mas nunca devem trabalhar totalmente cheios deixando sempre espaço para movimentação do produto. Os secadores-barcaças de leito fixo. consistindo de uma estrutura retangular. Os mesmos são constituídos de um grande depósito metálico. para que não haja perda de calor. Considera-se importante que os secadores sejam carregados totalmente. apresentando movimento rotativo através de um sistema de engrenagem. conseqüentemente aumentando tempo de secagem. sendo portanto de baixo custo. devese carregar normalmente o secador horizontal e proceder como se o produto já estivesse sido pré-secado no mesmo secador. secadores horizontais ou em secador-barcaça. Eles fazem a primeira etapa de secagem do café com o mesmo atingindo a meia-seca para depois ser passado para outro secador vertical ou continuar secando no mesmo secador horizontal desde que os grãos estejam com umidade uniforme e a temperatura da massa do café não ultrapasse os ° C. Deve-se também ser controlada a temperatura do ar da fornalha. sendo alimentado por uma fornalha e insuflado por um ventilador.um tubo perfurado onde é injetado o ar quente vindo da fornalha. podendo ser construídos com recursos locais na propriedade.

feita em terreiro de preferência revestido. no sentido de proporcionar uma maior uniformidade de seca dos grãos e maior redução do tempo e secagem. Terminar a secagem com teor de umidade dos grãos de  a %. evitando defeitos. pois pode diminuir o peso e facilitar a quebra durante o benefício. para secagem do café com frutos verdes. Carregar os secadores estando os mesmos com a fornalha apagada. através da utilização combinada do terreiro-secador. em que após o resfriamento cai para  a %. para em seguida ser completado o processo de secagem em secador mecânico. Fazer quando possível a utilização da fornalha de fogo indireto.  AgriculturA e PecuáriA Independente de qualquer que seja o tipo de secador a ser utilizado. Consumir sempre lenha bem seca para não produzir fumaça e não conferir cheiro a massa de café. secagem Mista A secagem mista é considerado um sistema de secagem muito comum. (99). para que não ultrapasse os °C. Evitar a secagem excessiva do café. passa por uma primeira secagem chamada de pré-secagem. Neste sistema. o armazenamento do café pode ser realizado na propriedade sendo o café em coco ou em armazéns-padrão quando o café está beneficiado. Conferir o tempo de secagem em torno de  a  horas para café de terreiro e 0 horas para o café cereja descascado. tais como: . os quais contribuirão para sua melhor eficiência. geralmente o café quer seja ele café da roça ou café despolpado. Controlar a temperatura da massa de café. Acender a fornalha somente depois que o secador estiver cheio e em movimento. alguns procedimentos de maneira geral deverão ser observados. Baixar a temperatura da massa de café e não ultrapassar os 0°C. Manter a secagem lenta objetivando a melhor uniformidade do produto. ARMAzENAMENTO Conforme Bartholo et al.l l l l l l l l l l l Considerar a formação de lotes homogêneos fazendo a secagem por separação de lotes.

l Proteger o ambiente de gotejamento e penetração de chuvas. l Evitar o armazenamento do café junto com defensivos e fertilizantes. que são esvaziados e descarregado em canouras de recepção. Estes armazéns geralmente são administrados por entidades públicas ou privadas as quais mantêm uma execução rigorosa de normas. luminosidade. l Possuir repartições para separar diversos tipos de lotes de café. com observação ainda dos seguintes cuidados: l Isolar o café do chão com a colocação de estrados de madeira para não pegar umidade. areia.  . visando o máximo a diminuição de umidade no ambiente. ensolarados e bem ventilados. mantendo as condições do ambiente apropriadas. l Armazenar o café evitando o teor de umidade superior a %. temperatura e umidade.Na propriedade o café em coco pode ser armazenado a granel em tulhas de madeira ou ainda ensacado em depósito de alvenaria. pedaços de madeira.etc. l Manter o café em coco na tulha ou depósito até sua venda ou beneficiamento. A partir dessas canouras e por esteiras transportadoras. Os grãos costumam chegar em sacos. Nos armazéns padrão o café beneficiado é armazenado numa estrutura que permite uma conservação ideal do produto. objetivando garantir com eficiência e segurança o sistema de armazenagem de produtos agrícolas. l Utilizar sacarias limpas de aninhagem para acondicionamento. com uniformidade de ventilação. desde que esses locais sejam conservados secos. os grãos são enviados para equipamentos de limpeza. Equipamentos básicos para a torrefação de café l Elevador de café cru l Silo para grãos torrados l Conjunto torrados l Conjunto moagem/empacotamento l Máquina para fechar Processo de Produção O processo se dá com o recebimento e a limpeza dos grãos de café. l Realizar vigilância e controle de possíveis ataques de insetos e roedores. com a finalidade de eliminar pequenas pedras.

Há mais um descanso de  horas para liberar o CO desprendido na hora da moagem. Isto é feito com a finalidade de se obter as misturas exatas das diferentes variedades de grãos de café. os grãos de café são esfriados. A empresa deverá se associar a ABIC e realizar todos os procedimentos solicitados pela Associação. onde se produzem as mudanças físicas e químicas mais importantes e onde o grão de café realmente adquire as suas características típicas. detectando se o produto é livre de impurezas. Em seguida serão pesados e transportados para os tanques intermediários de armazenamento. aroma e sabor. deixar o café descansar por cerca de  horas.O torrador é o forno. A Associação Brasileira da Industria de Café ABIC. È importante. ou se nele é feito algum tipo de mistura. . após a torra. INDICAÇõEs MÁQUINAs E EQUIPAMENTOs: Bio Queimadores BIO QUEIMADORES DRAGÃO Telefone () -0  AgriculturA e PecuáriA Outra esteira transportadora encarrega-se de colher as diferentes variedades de grãos de café recebidas e levá-las a pontos diferentes. para que o processo de torra não prossiga e provoque a queima do café. realiza uma analise da qualidade do café comercializado no varejo. para que ocorra o resfriamento completo. o tempo de torrefação foi bastante encurtado. O processo de torrefação e moagem de café é. e a temperatura do processo foi reduzida de 900°C para 90°C. desenvolvendo cor. A evolução do processo de torrefação tem sido intensa nos últimos anos. Uma vez torrados. Para obter o selo de pureza. a fim de evitar o estufamento na embalagem. o mesmo em todas as empresas do ramo O que diferencia. basicamente. produzindo qualidades típicas de cada fabricante. Feito isso. o café deve ser moído pelo sistema a martelo ou a rolos. Assim por exemplo. de trinta para apenas cinco minutos. em principio. uma unidade da outra é a automatização do processo de envasamento (embalagem) e a cor final do produto.

org.MAQ.AUTOMATICAS LTDA Telefone () -099 RAUMAK MÁQUINAS LTDA Telefone () 0-0 Torrefação e Moagem de café Máquina MÁQUINAS TIGRE S/A Telefone () -9 INDUSTRIA MAQUINAS D’ANDREIA S/A Telefone (9) -0 FORNECEDOREs: Sacaria para Café SACARIA MEIRELES LTDA Telefone () 9- COMPANHIA TEXTIL DE CATANHAL S/A Telefone () -9 Embalagem para café PLASCO INDUSTRIA E COMERCIO LTDA Telefone () 9-000 AFASA IND. COM.abnt.Empacotadeira para pó SELOVAC INDUSTRIA E COMERCIO LTDA Telefone () -99 MASIPACK IND. DE SACOS PLÁSTICOS LTDA Telefone () - Embalagens Zenith ltda Telefone () 9- NORMAs TéCNICAs: MB 000 Análise de café MB 0009 Determinação de cloreto no café As normas podem ser obtida na ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas http://www.br  .

abecafe.org. para se obter a secagem uniforme dos grãos. .com. 00. 00  AgriculturA e PecuáriA EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: . Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr. À tarde o café deve ser ajuntado em leiras de 0 a 0 centímetros de altura. O café deve permanecer no terreiro até atingir % de umidade para ser armazenado ou beneficiado.sebraemg. dispostas no mesmo sentido da inclinação do terreiro.br/FontesHTML/Cafe/CultivodoCafeRobustaRO/colheita.abic. Cuidados no armazenamento. Cuidados na secagem. O café deve ser armazenado com teor de umidade em torno de  a %. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia . Cultivo do Café Robusta em Rondônia. Nos primeiros dias. O armazém ou tulha deve ser construído de acordo com as normas para sua localização.br ABIC Associação Brasileira da Industria de Café http://www.br ABECAFE Associação Brasileira de Exportadores de Café http://www.ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas http://www. não deve tomar chuva. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs 00. além de materiais e dimensões recomendadas. Disponível em: <http://www. SEBRAE MG TORREFAÇÃO E CAFÉ.cnptia. Acesso em: 0 de abr. o café deve ficar esparramado no terreiro.abnt. Depois o café atinge a meia-seca. por isso deve passar aas noites amontoados e coberto com encerado.com.br/arquivos/pontopartida/Torrefação>. em camadas finas de três a quatro centímetros e ser revolvido constantemente.embrapa.br Para ter um produto de qualidade alguns cuidados são necessários. para permitir um perfeito arejamento do café.htm>. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.com. Acesso em: 0 de abr.

em seu documento sobre urucum (cujas referências completas estão abaixo). a empresa apoiou esses produtores. Com consumo. afirma Munuera. Hansen esses trabalhos de desenvolvimento foram fundamentais para atender sua estratégia global de negócios. interessada em diminuir seus custos de transporte e em contar com grãos com maior teor de bixina. especialmente informações sobre máquinas usadas no beneficiamento. Para a Chr.  .BENEFICIAMENTO DE URUCUM PALAvRAs-ChAvE Urucum. O restante das compras vêm do Paraná e de Rondônia. mercado de urucum Informações gerais sobre cultivo e beneficiamento do urucum. revela. pelos produtores paulistas”. a unidade transaciona em exportações intercompany. possuindo hoje o melhor urucum do País. fazendo um trabalho de seleção das melhores sementes.00 toneladas de sementes. depois de análises de laboratórios. em 00. Segundo explica o gerente de vendas da Chr.%”. de acordo com a Revista Química e Derivado-Editora QD. “Hoje 0% do nosso consumo de sementes de urucum são de São Paulo. contra a média nacional de . onde os teores de bixina atingem %. Hansen. de . e sobre o mercado do urucum no estado de São Paulo. “Espalhamos as melhores. passaram a se organizar e contar com apoio tecnológico de empresas do ramo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Mercado Com relação ao mercado de urucum no estado de São Paulo. Embora este último estado o gerente também considere como produtor de um bom urucum. Marcos Munuera. o seu problema é não contar com planejamento bem organizado e produtores concentrados como ocorre em São Paulo. máquinas de beneficiar urucum. Isso porque a unidade de Valinhos foi escolhida como centro mundial dos corantes de urucum. as regiões de Monte Castelo e Olímpia.

do clima. secagem das sementes ensacamento.0. ou por US$ 0. por percentual de bixina. Hansen coloca no mercado o corante lipossolúvel a R$ 0/kg e o hidrossolúvel a R$ . sobretudo em virtude do desenvolvimento das versões encapsuladas e acid proof. da exigência do comprador. Munuera acredita muito na expansão das aplicações do corante de urucum. da localidade na época e. essencialmente. Recolhimento dos frutos no campo É uma tarefa que tem estreita relação com a quantidade do produto colhido.Comprando o produtor a uma média de US$ 0. maioneses. descachopamento. Dependendo do nível técnico do produtor. 9 AgriculturA e PecuáriA principalmente para a matriz na Dinamarca. sendo constituída das seguintes etapas: recolhimento dos frutos no campo. e por causa da crescente aceitação do mercado externo. A idéia é unificar os atuais três processos diferentes em apenas uma extração alcalina. balas e confeitos. . peneiramento.0 por quilo de semente. descrição essa de acordo com o documento: Colheita e Pós-colheita do Urucum (Bixa orellana L. recheios de biscoito e massas. A produção de urucum hoje é responsável por mais de 0% de suas vendas de corantes naturais (a empresa também produz coagulantes para produção de queijo). A pós-colheita tem início no momento seguinte à colheita propriamente dita. para melhor atender a demanda. a sua unidade produtiva passa por reformulação. O primeiro é principalmente vendido para aplicações em margarinas. a obtenção do tipo lipossolúvel seria feita por simples mistura com óleo vegetal. a Chr. para corantes hidrossolúveis. embutidos. classificação e comercialização.) (cujas referências completas estão abaixo): Pós-colheita As práticas de pós-colheita apresentam expressiva importância no processo agroindustrial do urucuzeiro devido à influência direta na qualidade do produto final. enquanto o segundo destina-se às salsichas. cerca de  t por semana de corantes hidro e lipossolúveis de urucum a %. Beneficiamento Abaixo segue uma descrição dos procedimentos a que são submetidos o urucum após ser colhido até a produção do corante. pré-secagem dos frutos. A partir desse concentrado. Aliás. já citadas.

os frutos são secados em secadores solares. bem como em secadores artificiais. O manual é realizado após a “bateção” dos frutos. Pré-secagem dos frutos Consiste no recolhimento dos frutos sobre lonas. Peneiramento O peneiramento do material colhido pode ser feito tanto manual como mecânico. No processo de secagem. A perda de bixina é diretamente proporcional ao teor de umidade das sementes. sem perda de qualidade do produto. ao sol e o método artificial cuja perda de umidade ocorre em secadores com calor e ventilação forçada. em terreiros ou em secadores de alvenaria. Normalmente. recomenda-se mexer as sementes o mínimo possível. enquanto que o mecânico. pela sua exposição ao calor (sol e oxida0 . O método mecânico. Um fator importante a considerar é que pelo atrito. O natural no qual as sementes são colocadas em terreiros e/ou sobre lonas. secagem das sementes Há dois métodos utilizados para a operação da secagem. isto dependendo das condições pluviais locais. as perdas de bixina são significativas. A redução da umidade dos frutos (cachopas) e das sementes. Descachopamento Dependendo do poder aquisitivo do produtor. Outra opção é colher direto em balaios ou sacos e armazenálos em local adequado. Em algumas regiões do país. visando evitar perdas significativas das mesmas.os frutos colhidos podem permanecer por um curto período de dias nas entrelinhas das plantas. pode haver perdas de qualidade de sementes. é o objetivo principal para facilitar o descachopamento. pela maneira incorreta de se utilizar à vara no batimento às sementes. devido ao maior teor de umidade das sementes e/ou regulagem do equipamento. é o mais indicado. a . Observação: o nome das maquinas usada no processo de descachopamento e no de peneiramento podem ser adquirido junto com os fornecedores indicados abaixo. após a descachopagem em máquinas incompletas. quando se procede ao descachopamento manual. perde-se bixina nesta operação. o descachopamento poderá ser efetuado pelos métodos manual e mecânico. apesar de apresentar perdas de bixina de .0%.

A Emepa optou pela utilização do método KOH devido à facilidade na aquisição desse extrator. por este método. Alguns laboratórios determinaram a bixina diretamente. Armazenagem A armazenagem do produto deve ser feita. Outros. no local da secagem. com pouca luz e sobre estrados. Deve-se evitar a presença de roedores e insetos. determinaram indiretamente. conforme as exigências pré-estabelecidas pelo comprador.KOH e clorofórmio.KOH ou hidróxido de sódio . em São Paulo. por meio do tratamento das sementes com solução de hidróxido de potássio . ficando sujeitas à contaminação. os quais foram enviados ao Ministério da Agricultura para apreciação e validação dos mesmos. comparados e avaliados. As sementes armazenadas a granel perdem mais rapidamente o teor de bixina. através de estudos comparativos. envolvido nesses estudos. Este é o método aceito internacionalmente. É de suma importância verificar o porcentual de umidade contido nas sementes. pode-se recorrer ao método do clorofórmio para diri AgriculturA e PecuáriA ção). analisou a mesma amostra pelo seu próprio método. preliminarmente. transformando a bixina em norbixina.Ensacamento O processo de ensacamento deve ser procedido em saco de polipropileno de 0 kg devidamente limpo ou em outro tipo de recipiente. Metodologias para a determinação de bixina O método para a determinação de bixina. onde os resultados das análises foram discutidos. ao seu baixo custo operacional e maior rigidez no teor final de bixina. A perda por atrito é função da falta de controle no carregamento e no descarregamento das sementes. podendo haver incidência de mofo. utilizando sementes de urucum.NaOH e posterior leitura espectrofotométrica. de preferência. visando tornar o material armazenado da melhor qualidade. Após serem testados e analisados quatorze métodos diferentes e realizadas várias reuniões no Instituto Adolfo Lutz. realizaram a seleção de dois métodos . Caso os resultados obtidos. umidades relativas superiores a % não são recomendadas. visto que. em local fresco. sejam bastante diferenciados. onde cada laboratório. foi realizado. . fazendo a extração com clorofórmio e posterior leitura espectrofotométrica.

mantendo-as por  minuto. que consistem. limpar o erlenmeyer e não mexer o material decantado na lã de vidro. cujo resultado é convertido em bixina pela multiplicação do fator . jogar fora (na pia) aproximadamente 00 ml para facilitar o manuseio com o balão. em outros dois balões volumétricos de 000 ml. consulta-se a tabela e encontra-se o número correspondente em bixina. adicionar 0 ml da solução de KOH a % e colocar para ferver. tomar uma alíquota de  ml da solução corante (filtrada anteriormente) e. Sem agitar. O método KOH expressa a norbixina. Tampar e agitar bem. Tampar bem o balão volumétrico e agitar bem a solução. Com a leitura do aparelho. completar para 000 ml com a solução de KOH a 0. ao término de cada filtragem. Retira a quantidade necessária desta solução final para a cubeta do espectrofotômetro e a outra cubeta completa com a solução de KOH a % para calibragem do aparelho.%. Para maior comodidade. com o auxílio de um funil de vidro. basicamente. posteriormente. Em um balão volumétrico de 000 ml. Quando estiver em ebulição.0 que fornece um teor final de bixina pouco inferior ao dosado com o clorofórmio. Em um erlenmeyer de 00 ml. Obtenção do corante natural bixina Além dos processos de extração por solventes. de técnicas físicas que promovem a raspagem ou o atrito  . filtra-se a solução e. esfriar em água corrente (torneira). lavando as sementes com água deionizada (00 ml) por sete a nove vezes.mir alguma dúvida. lã de vidro e um bastão de vidro. não comprometendo o método KOH. geralmente. completar o balão até 000 ml. uma peneira pequena. e. contra um branco de solução de KOH a %. pipeta e outros instrumentos. em célula de  cm. colocar as sementes. Continuando a operação. finalmente. nos seguintes passos: Pesar  g da amostra (sementes de urucum). com suas numerações correspondentes. A metodologia utilizada para a determinação do método KOH consiste. a bixina também pode ser extraída por processos puramente mecânicos. Ler no espectrofotômetro a  nm. Como observação.

.Esses processos estão em fase de aperfeiçoamento onde os produtos assim obtidos. de bixina. São Paulo-SP CEP: 00-00 Telefone: ()-9 Fax: ()9-000 E-mail: tigre@moinhostigre.br Meteor Indústria e Comércio Ltda.sa@uol. São Paulo-SP CEP: 0-00 Telefone: ()9- Fax: ()9-0 E-mail: meteor.  – Centro. predominante.br Site: http://www. Rua Dom Aguirre. os fornecedores são: Máquinas Tigre S/A. apresentam baixos teores de bixina. Av.com. São Paulo – SP Tel: () -000 Afonso Panza R:  de novembro. Rua Guaranésia. Fornecedores Fornecedores de maquinas para descachopamento e peneiramento De acordo com a ABIMAQ. Rua Professor Luciano Prata. São Paulo – SP Tel: ()    AgriculturA e PecuáriA entre grãos visando à separação de sua camada externa que contém o corante.com. os fornecedores são: Semco S/A. Marta Balanças e Aparelhos de Precisão. Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.com.  /  – Saúde.  – Jd.moinhostigre. . Marajuara.br Fornecedores de Equipamento de laboratório De acordo com o documento: Idéias de negócio: Fabricação de perfumes. . Capivari – SP Tel: (9) 9 . Miguel de Estáfano. geralmente. o qual é obtido na forma.

cultivares. Também. ainda.globo. caso precise de mais informações. Henry Nestlé. adubação  .emepa. 9. as outras fontes presentes nos documentos referenciados abaixo. o vídeo: Cultivo de Urucum e Corantes Naturais. e Com. O vídeo pode ser adquirido através do CPT.br/upload/ sbrt526. Centro de Produções Técnicas. disponível em: http://www.br/ Com relação ao mercado da produção e beneficiamento de urucum no Brasil. irrigação.cpt. encontram-se indicações sobre como proceder a um cultivo eficientes do urucum. Escritório de São Paulo.pl?controle=9632# Finalmente no site da EMEPA-Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária do Paraná.php acesso em  de nov. a importância de se consultar as fontes indicadas. Nesse site existe ainda informações sobre: preparo do solo.Caçapava – SP Tel: ()   CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se.br/produtos/058_417. Disponível em: http://www. Disponível em: http://www.pdf Sugerimos.org. e que serviram da base para se fazer esses documento.sbrt.com/ cgi-bin/globorural/montar_texto.se ter acesso a vídeo e textos sobre o assunto desejado. Esse material pode ter grande valia no aprendizado sobre o manuseio com o urucum. podem-se encontrar informações na Resposta Técnica . Vila Carrão. Glasstubing Ind. São Paulo – SP Tel: () 9 0. caso queira uma descrição detalhada desse mercado no estado de São Paulo. Ressalta-se. no site da Globo Rural. LTDA (especializada em frascos e vidraçarias) Av. também. Grama Dois . cuidado com pragas e doenças.Vidraria Anchieta LTDA (especializada em frascos e vidraçarias) Rua Evangelina. fazer uma pesquisa de mercado e para isso deve-se entrar em contato com o SEBRAE-SP. 00.com. Disponível em: http://globoruraltv. bem como. 0.br/simbrau/. pode .com. Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micros Empresas.ibict.sebraesp. Tal material encontra-se disponível em: http://www.

br FRANCO. Franca-SP Telefone: () - E-mail: franca@sebraesp. SEBRAE-SP.htm >.quimicaederivados.pdf>.abimaq. Disponível em: <http://www. 00. 00.com.). Acesso em:  de nov.br/simbrau/>. Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micros Empresas.emepa. Simpósio Brasileiro do Urucum. 00. 00.Serviço Brasileiro de Resposta Técnica.br/upload/sbrt526. Acesso em:  de nov. 00  AgriculturA e PecuáriA entre outros.htm>.sebraesp.REFERêNCIAs ABIMAQ. Disponível em: < http://www. Colheita e Pós-colheita do Urucum (Bixa orellana L.sbrt. SBRT .br/>.com. Acesso em:  de nov. . Urucum.ibict. 00. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de nov. Acesso em:  de nov.org.br/revista/qd421/corantes3. Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de nov. Simpósio Brasileiro do Urucum.br/inform/urucum_colheita. org.Editora QD. br/>.emepa.com. Disponível em: http://www. Acesso em:  de nov. Revista Química e Derivado. Disponível em: <http:// www. Escritório Regional Franca Endereço: rua Ângelo Pedro. Portanto seria muito útil consultá-lo. escritório de São Paulo. 00.com.  Bairro: São José. Camilo Flamarion de Oliveira.

C. achados arqueológicos mais antigos. suportam a hipótese de que o feijoeiro teria sido domesticado na Mesoamérica e disseminado. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Origem e história Existem diversas hipóteses para explicar a origem e domesticação do feijoeiro. utilizando-os até mesmo como pagamento de apostas. Por outro lado. uma vez que esse alimento fazia parte essencial da dieta dos guerreiros em marcha. na América do Sul.  .C.000 a.C.BENEFICIAMENTO DO FEIjÃO PALAvRAs-ChAvE Beneficiamento. beneficiamento do feijão Qual o processo de beneficiamento do feijão. cerca de 0. posteriormente. Foram encontradas referências aos feijões na Idade do Bronze. Eram cultivados no antigo Egito e na Grécia. e entre os hebraicos.000 a. sendo. datados de cerca de . de feijões domesticados na América do Sul (sítio de Guitarrero. Os grandes exploradores ajudaram a difundir o uso e o cultivo de feijão para as mais remotas regiões do planeta.000 a. Os feijões estão entre os alimentos mais antigos. também. remontando aos primeiros registros da história da humanidade. similares a variedades criolas simpátricas. equipamentos. As ruínas da antiga Tróia revelam evidências de que os feijões eram o prato favorito dos robustos guerreiros troianos. Os antigos romanos usavam extensivamente feijões nas suas festas gastronômicas. Tipos selvagens. na Suíça. encontrados no México e a existência de tipos domesticados.. A maioria dos historiadores atribui a disseminação dos feijões no mundo em decorrência das guerras. feijão. equipamentos e fornecedores. na Mesoamérica. no Peru) são indícios de que o feijoeiro teria sido domesticado na América do Sul e transportado para a América do Norte (). cultuados como símbolo da vida.. cerca de .

Figura  – Feijão carioca ()

Figura  – Feijão preto ()

Plantio Para se obter sucesso em uma lavoura é importante reunir todas as condições que favoreçam a planta a expressar todo o seu potencial produtivo (). A escolha da área, a qualidade das sementes e a operação de semeadura, especialmente no que se refere à época, à profundidade em que as sementes são colocadas, o espaçamento entre fileiras e o número de sementes por metro, são fatores bastante importantes e devem ser levados em consideração. O feijoeiro é uma planta com sistema radicular delicado, com sua maior parte concentrada na camada de até 0 cm de profundidade do solo, por isso, deve-se ter um cuidado especial na escolha da área. Solos pesados, compactados, sujeitos a formar crosta na superfície ou ao encharcamento não são adequados para a cultura do feijoeiro, recomendam-se solos friáveis, com boa aeração, de textura arenoargilosa, relativamente profundos e ricos em matéria orgânica e elementos nutritivos. A semente de boa qualidade permite a formação de lavoura uniforme, maximiza o aproveitamento dos demais insumos utilizados, evita a propagação e diminui as fontes de contaminação de doenças na lavoura, reduz a disseminação de plantas nocivas e a agressividade daquelas já presentes no solo. O seu custo corresponde normalmente de 0 a 0% do custo total da lavoura. Quanto à semeadura, as épocas recomendadas concentram-se, basicamente, em três períodos, o chamado das “águas”, nos meses de setembro a novembro, o da “seca” ou safrinha, de janeiro a março, 

AgriculturA e PecuáriA

e o de outono-inverno ou terceira época, nos meses de maio a julho. No plantio de outono-inverno ou terceira época, que só pode ser conduzido em regiões onde o inverno é ameno, sem ocorrência de geadas, como em algumas áreas de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Espírito Santo, o agricultor, via de regra, necessita irrigar a lavoura. Na época da “seca” nem sempre as chuvas são suficientes durante todo o ciclo da cultura, sendo conveniente, neste caso, complementar com irrigação. A profundidade de semeadura pode variar conforme o tipo de solo. Em geral recomendam-se de - cm para solos argilosos ou úmidos e de - cm para solos arenosos. A densidade, ou o número de plantas por unidade de área, é resultado da combinação de espaçamento entre fileiras de plantas e número de plantas por metro de fileira. Espaçamentos de 0,0 a 0,0 m entre fileiras e com 0 a  plantas por metro, em geral proporcionam os melhores rendimentos. Importância econômica e informação nutricional Os grãos de feijão representam uma importante fonte protéica na dieta humana dos países em desenvolvimento das regiões tropicais e subtropicais, particularmente nas Américas (% da produção mundial) e no leste e sul da África (0% da produção mundial). Seu consumo per capita no Brasil situou-se, em 00, em ,9 kg/hab/ano, e, na década de 0, chegou a alcançar patamares de - kg/hab/ano, sendo esta redução atribuída, ao longo do tempo, a vários fatores. Há grandes variações regionais quanto ao gosto e preferência por tipos de grãos consumidos (). O feijão apresenta componentes e características que tornam seu consumo vantajoso do ponto de vista nutricional. Entre eles citam-se o conteúdo protéico, o teor elevado de lisina, a fibra alimentar, alto conteúdo de carboidratos complexos e a presença de vitaminas do complexo B (). A Tabela  apresenta as informações nutricionais do feijão. 

Porção 0g ( colheres de sopa) Quantidade por porção Valor calórico 00kcal Carboidratos g Proteínas g Gorduras Totais 0kg Gorduras Saturadas 0g Colesterol 0mg Fibra Alimentar g Cálcio mg Ferro mg Sódio 0mg * valor diário.

%VD (*) % % % 0% 0% 0% % % % 0%

Produção no Brasil O feijão é cultivado em praticamente todo o território nacional, porém grande parte da produção está concentrada em apenas 0 estados, PR, MG, BA, SP, GO, SC, RS, CE, PE e PA, responsáveis por praticamente % da produção nacional, atingindo anualmente cerca de ,0 milhões de toneladas, distribuídas em três safras distintas, águas, seca e inverno (). Os dois gêneros de feijões cultivados no Brasil são Phaseulus e o Vigna, sendo que o primeiro é mais cultivado na região Centro Sul (carioca e preto), e o segundo na região Norte/Nordeste (macaçar/caupi). Segundo estimativas, mais da metade da produção brasileira é constituída da variedade carioca, preferida pelos consumidores da região Centro Sul, seguida pelo feijão preto e em pequenas quantidades (outras variedades) que são os feijões, vermelho, canário, jalo, rajado e rosinha, atendendo alguns nichos no mercado interno e externo. 

9

AgriculturA e PecuáriA

Tabela 1: Informação nutricional do feijão (2)

Figura 3 – Produção de feijão no Brasil (6)

Colheita e pós-colheita A mecanização do feijoeiro, independente do sistema de cultivo empregado, não apresenta maiores problemas nas operações agrícolas realizadas antes da colheita e no beneficiamento dos grãos. São utilizados equipamentos convencionais a outras culturas, como a do arroz, do milho e da soja, para preparo do solo, semeadura, tratos culturais e limpeza e classificação dos grãos. Diversos métodos são usados na colheita do feijoeiro, os quais variam em função do sistema de cultivo, do tipo de planta e do tamanho da lavoura (). Com o surgimento de grandes lavouras em monocultivo, a colheita tem sido feita por processos semi-mecanizados (arranquio manual das plantas e trilhamento com recolhedora trilhadora); mecanizado indireto em duas operações (ceifamento das plantas com ceifadora e trilhamento com recolhedora trilhadora) e mecanizado direto em uma operação com colhedora automotriz apropriada. 90

As colhedoras automotrizes convencionais apresentam desempenho insatisfatório no feijoeiro em relação à perda e à danificação de grãos. Porém, uma melhoria no desempenho dessas máquinas tem sido obtida ao equipá-las com plataformas de corte flexíveis e com mecanismos para diminuir a danificação e a mistura de terra nos grãos. Conforme a colheita, o beneficiamento do feijão também se constitui numa operação de grande importância, pois os métodos de colheita não proporcionam um produto final limpo e padronizado em condições de ser comercializado. É necessário que o produto colhido passe por um processo de limpeza para melhorar a pureza, germinação e vigor. Processos produtivos e máquinas na etapa de beneficiamento O beneficiamento é feito, geralmente, por dois equipamentos principais: a máquina de ar e peneira e a máquina densimétrica que possui mais recursos para separar impurezas de tamanho e densidade próximos da semente. Após o beneficiamento, o feijão armazenado, destinado ao plantio ou ao consumo, deve receber tratamentos especiais para evitar sua depreciação (). Os processos para empacotamento de cereais podem variar entre sistemas semi-automáticos, de baixa produtividade, que não exigem mão-de-obra especializada, até sistemas altamente sofisticados, totalmente controlados por computador com softwares especialmente desenvolvidos, exigindo mão-de-obra altamente especializada (). O processo semi-automático (será descrito este processo considerando-se que o empreendedor é iniciante na atividade) é composto, pelo menos, das seguintes etapas:
l

l

Pré-limpeza dos grãos: o equipamento de pré-limpeza dos grãos é importante para as impurezas, que normalmente, acompanham os grãos na colheita. Composto por um sistema de aspiração de impurezas leves e peneiras com função variável, limpa os grãos de suas piores impurezas, melhorando a qualidade do produto. Secagem: é importante no processo produtivo para garantir o prazo de validade. Grãos úmidos tendem a se deteriorar em menos tempo. A secagem é feita normalmente, por ventilador acoplado a sistemas de geração de calor, instalados em esteiras ou 9

AgriculturA e PecuáriA

l

l

elevador de canecas. Empacotamento: depois de limpos e secos, os grãos devem ser transportados para empacotadora. Algumas máquinas semi-automáticas funcionam com compressor de ar, podendo produzir até .00 sacos de 00 gramas por hora. Lacragem dos pacotes e impressão da data de validade.

LEGIsLAÇÃO
- Portaria nº , de  de julho de 9, do Ministério da Agricultura e do Abastecimento, institui: Norma de identidade, qualidade, apresentação e embalagem do feijão. * Informações completas sobre a portaria podem ser acessadas através do link: http://extranet.agricultura.gov.br/sislegis-consulta/consultarLegislacao.do?operacao=visualizar&id=1024

INsTITUIÇõEs
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE Telefone: 0800 78 02 02 Site: http://www.sebraesp.com.br/ Embrapa Arroz e Feijão Rodovia GO-, km  Zona Rural C.P. 9. CEP -000 Santo Antônio de Goiás - GO Telefone: () -0 FAX: () -00 Site: http://www.cnpaf.embrapa.br/ Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA Telefone Geral da Anvisa: () -000 Site: http://www.anvisa.gov.br/

FORNECEDOREs DE MÁQUINAs E EQUIPAMENTOs
Lucato Rua Américo Viera,  CEP -9 Limeira - SP Telefone: (9) -00 9

Lemaqui Equipamentos Industriais Av. Acvat  sala 0 CEP: 9900-000 – Americano Lajeado - RS Telefone: () 0-0 Fax: () 09-0 E-mail: lemaqui@lemaqui.com.br Site: http://www.lemaqui.com.br/ Comal Comércio de Máquinas e Acessórios Agrícolas de Limeira Ltda Endereço: Rua Alberto Pelegrini,  - CEP -09 - JD. Vista Alegre Limeira - SP Fone/FAX: (9) -9 E-mail: comal@widesoft.com.br Site: http://www.widesoft.com.br/users/comal/ Balanças Vargas Ltda Rua: Monte Simplon, 9 – Nova Suíça CEP: 00-0 Belo Horizonte – MG Telefone: () - FAX: () -0 E-mail: balancasvargas@terra.com.br GBR Máquinas Ltda Rua Santa Rita,  – Centro CEP: 00-00 Juiz de Fora – MG Telefone/FAX: () -90 E-mail: gbmaquinas@yahoo.com.br Site: http://www.gbmaquinas.com.br Moinhos Indústria e Comércio Tecmolin Ltda Rua Ettore Ximenes,  CEP: 0-00 São Paulo – SP 9

AgriculturA e PecuáriA

FAX: (9) - E-mail: lucato@lucato.com.br Site: http://www.lucato.com.br/

Telefone: () -9 FAX: () -9 E-mail: tecmolin@tecmolin.com.br Site: http://www.tecmolin.com.br Engetecno Rua São Paulo,  Poços de Caldas, MG CEP 0-0 Telefone: () - Site: http://www.engetecno.com.br/index.html * A Engetecno fornece projeto de fábrica para beneficiamento de feijão.

FORNECEDOREs DE EMBALAGENs
SR Embalagens Plásticas Av. Mário de Oliveira, 00 - Distrito Industrial II Caixa Postal  - CEP -0 Barretos – SP Telefone: () - FAX: () -0 Site: http://www.srembalagens.com.br/ Embalagem Transparente São Paulo Ltda Rua Barra do Tibagi, /9 CEP: 0-000 São Paulo – SP Telefone: () -0 / - / - FAX: () -09 E-mail: embalagemsp@embalagemsaopaulo.com.br Site: http://www.embalagemsaopaulo.com.br/testeindex6.html Indústria de Plásticos Cristal Americano - Comércio e Transportes Ltda Rua Mendes Caldeira, 00 – Brás Cep: 000-00 São Paulo – SP Telefone: () 9- FAX: () 9-9 Site: http://www.ipcal.com.br/ 9

Tão importante quanto produzir é conseguir vender. Para isso, deve ser criado algum tipo de benefício ao consumidor, para que ele dê preferência à nova marca, em detrimento da concorrência. O empreendedor deve ainda, ter em mente, que ao abrir esse tipo de empresa, estará sujeito à Vigilância Sanitária de sua região, devendo, portanto, antes de iniciar o negócio, informar-se nos órgãos responsáveis pela fiscalização e no caso de regulamentação, idéias de investimento, documentação necessária para início da atividade, o cliente poderá deverá entrar em contato com o SEBRAE.

REFERêNCIAs 
. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Origem e história do feijão. Disponível em: <http://www.cnpaf.embrapa.br/feijao/historia.htm>. Acesso em:  de abr. 00. . Unifeijão. Valores Nutricionais. Disponível em: <http://www.unifeijao. com.br/>. Acesso em:  de abr. 00. . SILVA, C. C. da. Cultivo do feijoeiro comum: plantio. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Feijao/CultivodoFeijoeiro/plantio.htm>. Acesso em 0 de abr. 00. . YOKOYAMA, L. P. Cultivo do feijoeiro comum: importância econômica. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Feijao/CultivodoFeijoeiro/importancia.htm>. Acesso em: 0 de abr. 00. . DEL PELOSO, M. J.; COSTA, J. G. C. da; RAYA, C. A.; FARIA, L. C. de. Cultivo do feijoeiro comum: cultivares. Disponível em: <http://sistemasde-

producao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Feijao/CultivodoFeijoeiro/cultivares. htm>. Acesso em: 0 de abr. 00.

www.unifeijao.com.br/>. Acesso em: 0 de abr. 00. 

. Unifeijão. A produção de feijão no Brasil. Disponível em: <http:// 

. SILVA, J. G. da; FONSECA, J. R. Cultivo do feijoeiro comum: colheita e pós-colheita. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Feijao/CultivodoFeijoeiro/colheita.htm>. Acesso em: 0 9

AgriculturA e PecuáriA

CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs

de abr. 00. . SEBRAE. Ponto de partida: beneficiamento e empacotamento de cereais, farináceos e grãos. Disponível em: <http://www.sebrae-

mg.com.br/Geral/visualizadorConteudo.aspx?cod_areasuperior=2&cod_ areaconteudo=231&cod_pasta=234>. Acesso em: 0 de abr. 00.

Kleberson Ricardo de Oliveira Pereira

NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 

0 de abr. 00

9

Biodiesel, obtenção do biodiesel, processo de transesterificação

PALAvRAs-ChAvE

Saber qual procedimento adotar para realizar a transesterificação e obter o biodiesel. E como saber a qualidade do produto obtido.

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA

sOLUÇÃO APREsENTADA
1. Introdução Biodiesel é um combustível biodegradável derivado de fontes renováveis, que pode ser obtido por diferentes processos tais como o craqueamento, a esterificação ou pela transesterificação. Pode ser produzido a partir de gorduras animais ou de óleos vegetais, existindo dezenas de espécies vegetais no Brasil que podem ser utilizadas, tais como: mamona, dendê (palma), girassol, babaçu, amendoim, pinhão manso e soja, dentre outras (). 2. Biodiesel O biodiesel substitui total ou parcialmente o óleo diesel de petróleo em motores ciclodiesel automotivos (de caminhões, tratores, camionetas, automóveis, etc) ou estacionários (geradores de eletricidade, calor, etc). Pode ser usado puro ou misturado ao diesel em diversas proporções. A mistura de % de biodiesel ao diesel de petróleo é chamada de B e assim sucessivamente, até o biodiesel puro, denominado B00 (). Segundo a Lei nº 11.097, de  de janeiro de 00 (), biodiesel é um “ biocombustível derivado de biomassa renovável para uso em motores a combustão interna com ignição por compressão ou, conforme regulamento, para geração de outro tipo de energia, que possa substituir parcial ou totalmente combustíveis de origem fóssil”. A transesterificação é processo mais utilizado atualmente para a produção de biodiesel. Consiste numa reação química dos óleos vegetais ou gorduras animais com o álcool comum (etanol) ou o metanol,

9

AgriculturA e PecuáriA

BIODIEsEL

estimulada por um catalisador, da qual também se extrai a glicerina, produto com aplicações diversas na indústria química (). Cerca de 0% de uma molécula de óleo vegetal é formada por glicerina. A glicerina torna o óleo mais denso e viscoso. Durante o processo de transesterificação, a glicerina é removida do óleo vegetal, deixando o óleo mais fino e reduzindo a viscosidade (). Além da glicerina, a cadeia produtiva do biodiesel gera uma série de outros co-produtos (torta, farelo etc.) que podem agregar valor e se constituir em outras fontes de renda importantes para os produtores. 2.1. Ácidos graxos O resultado da reação química entre os ácidos graxos contidos em óleos vegetais e gorduras animais e um álcool, que pode ser o etanol ou o metanol, é um éster etílico ou metílico. Quando usado como combustível, denominamos tal produto de biodiesel (). Entre os diversos compostos estudados pela química orgânica estão os chamados ácidos carboxílicos. Tais compostos têm como característica o grupo funcional carboxila:

Grupo carboxila: Os ácidos carboxílicos encontrados em gorduras animais e óleos vegetais são conhecidos como ácidos graxos. Para a descrição da molécula de um ácido graxo, deve-se indicar o comprimento da cadeia carbônica (número de átomos de carbono), o número de duplas ligações e a posição exata de tais ligações. 2.2. Produção O processo de produção do biodiesel, partindo de uma matéria prima graxa qualquer, envolve as etapas operacionais mostradas no fluxograma a seguir ():

9

MATÉRIA PRIMA

PREPARAçãO DA MATÉRIA PRIMA CATALISADOR ( NaoH ou KOH ) óLEO OU GORDURA REAçãO DE TRASNSESTERIFICAçãO

METANOL OU ETANOL

áLCOOL ETíLICO OU METíLICO SEPARAçãO DE FASES

FASE PESADA

FASE LEVE

DESIDRATAçãO DO áLCOOL

RECUPERAçãO DO áLCOOL DA GLICERINA GLICERINA BRUTA DESTILAçãO DA GLICERINA

ExCESSOS DE áLCOOL RECUPERADO

RECUPERAçãO DO áLCOOL DOS ÉSTERES

PURIFICAçãO DOS ÉSTERES

RESíDUO GLICÉRICO

GLICERINA DESTILADA

BIODIESEL

Figura 1. Fluxograma do processo de obtenção do biodiesel (4).

Na preparação da matéria-prima para sua transformação em biodiesel visa-se obter condições favoráveis para a reação de transesterificação, para assim alcançar a maior taxa de conversão possível. Primeiramente, a matéria prima deve ter o mínimo de umidade e acidez possíveis, isso pode ser realizado através dos processos de desumidificação e de neutralização, respectivamente. A neutralização pode ser realizada com solução e a desumidificação através do processo de secagem. Esses processos variam com as características de cada produto. A segunda etapa do processo é conhecida como etapa de conversão e ocorre através da reação de transesterificação, onde ocorre a transformação dos óleos ou gorduras em ésteres metílicos ou etílicos de ácidos graxos, constituintes do biodiesel.

99

AgriculturA e PecuáriA

Após a fase de transesterificação, obtém-se uma massa reacional final que é constituída por duas fases, que são separáveis por decantação ou ainda centrifugação. A fase mais pesada é composta de glicerina bruta, impregnada dos excessos utilizados de álcool, de água, e de impurezas inerentes à matéria prima. A fase menos densa é constituída de uma mistura de ésteres metílicos ou etílicos, conforme a natureza do álcool originalmente adotado, também impregnado de excessos reacionais de álcool e de impurezas. Após a separação, podemos obter a glicerina bruta, a partir da fase pesada que é submetida a um processo de evaporação, eliminando seus constituintes voláteis. E o álcool residual é obtido da fase leve e sua purificação provém da destilação, para assim obter álcool desidratado. A purificação dos ésteres ocorre pelo processo de centrifugação e desumidificação, resultando no produto conhecido como biodiesel. Este deve seguir as normas estabelecidas para o biodiesel como combustível. Um outro subproduto que constitui rentabilidade neste processo é a glicerina bruta. No entanto, a procura pela glicerina purificada é muito maior, devida ao seu valor econômico. A glicerina purificada pode ser obtida por destilação à vácuo. 2.3. Especificações e qualidade O biodiesel constitui na atualidade uma das mais importantes alternativas para os combustíveis derivados do petróleo. Em função dessa importância e da futura regulamentação para sua utilização no país, o estabelecimento de padrões de qualidade para o biodiesel é uma das maiores preocupações do governo brasileiro. Assegurar um combustível de qualidade sob qualquer situação, garantir os direitos dos consumidores e preservar o meio ambiente são os focos principais de tal preocupação. Através da Portaria  de /09/0, a Agência Nacional do Petróleo – ANP, estabeleceu as especificações iniciais para o biodiesel puro a ser adicionado no óleo diesel automotivo para testes em frotas cativas ou para uso em processo industrial específico nos termos da Portaria ANP 0, de  de agosto de 00. 

00

br/> E-mail: tecpar@tecpar.melo@dedini.br> Telefone: (9) 0- Contato: eliana.  Cidade Industrial de Curitiba 0-00 . 9 .Cidade Universitária Telefones: () 09-.ABIMAQ Disponível em: <http://www.br 0 AgriculturA e PecuáriA INsTITUIÇõEs .br> Cummins Latin America Disponível em: <http://www.São Paulo – SP CEP: 00-00 Disponível em: <http://www. () 09-.br/> Portal Biodiesel Brasil Disponível em: <http://www.biodieselbrasil.com.org.CENBIO Av.asp> Telefone: 000--00 Contato: falecom@cummins.cenbio.br/> Centro Nacional de Referência em Biomassa .dedini.gov.Instituto de Tecnologia do Paraná . notícias.com.tecpar.TECPAR Rua Professor Algacyr Munhoz Mader. Professor Luciano Gualberto.br/> Portal que contém informações sobre associações. empresas e produtos sobre bio-combustíveis.Curitiba – PR Fone: () -000 Fax: () -0 Disponível em: <http://www.abimaq.com Dedini S/A indústrias de Base Disponível em: <http://www. Contato: atendimento@biodieselbrasil. revistas.com.br Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel Disponível em: <http://www.com.org.com. () -9 Fax: () 09-9 .cummins.biodiesel.br Fabricantes de Máquinas e Equipamentos Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos .br/cla/default.

br Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais .com.petrobras.com.html> Associação Brasileira das Indústrias de Biodiesel Disponível em: <http://www.br TECBIO Tecnologias Bioenergéticas Ltda Disponível em: <http://www.soyminas.Fax: () -9 Laboratórios Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo M.abiove.com.br/page7.br> Contato: abiodiesel@abiodiesel.com.br Interagro Disponível em: <http://www.ind.br/> Telefone: () .br/> Telefone: () -0 .com.com.Cenpes Disponível em: <http://www2.br/index1.htm> Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobrás. Contato: sonia@cenpes.com.Indústria e Comércio de Centrífugas Ltda Disponível em: <http://www. de Mello .org.turbinave.abiodiesel.com.petrobras.com.agr.br Soyminas Biodiesel Disponível em: <http://www.br Telefone: (9) -00 / (9) -0 Contato: turbinave@turbinave.br Associações TURBINAVE .agr.br/portal/tecnologia. / Ramal – 0 Contato: tecbio@tecbio.tecbio.org.FENDEL Tecnologia Disponível em: <http://www.br> Telefone: ()   Contato: vendas@interagro.ABIOVE Disponível em: <http://www.br 0 .ind.br> Fone/Fax: () - Cel: () 99- Contato: thomas@fendel.fendel.interagro.html> Telefone: () - Contato: soyminas@soyminas.

00.br> Contato: dqmdoca@super.br/>.cfm> Laboratório de Tecnologias Verdes . REFERêNCIAs . 0 AgriculturA e PecuáriA Departamento de Química .br Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo .donato-ufrj. Acesso em: 0 de out. é o órgão responsável por regulamentar e especificar os padrões aceitáveis.FURG .IPT Disponível em: <http://www.Laboratório Kolbe de Síntese Orgânica . Disponível em: <http://www.cjb.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O procedimento adotado para realizar a transesterificação está mostrado no fluxograma e detalhado no texto que segue logo após o mesmo.br/ladetel.com.br> Contato: tecpar@tecpar.LADETEL Disponível em: <http://dabdoub-labs.br>.ibict.furg. No caso da qualidade do produto obtido.net/> Telefone: () - Contato: donato@eq. No portal do SBRT – Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – existem respostas relacionadas ao assunto e estão disponíveis para acesso.Telefone: () -9 Disponível em: <http://www.sbrt. a ANP (Agência Nacional do Petróleo).tecpar.gov.ipt.br Instituto de Tecnologia do Paraná .Greentec Disponível em: <http://www.TECPAR Disponível em: <http://www.furg.br Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas . <http://www.biodiesel. Portal do Biodiesel.br> Telefone: 000-9 Contato: ouvidoria@ipt. indicamos que entre em contato com as instituições indicadas.ufrj. Caso o cliente tenha dúvidas sobre o processo. pois possuem especialistas no assunto que poderão auxiliá-lo da melhor forma possível.

.biodiesel. Lei que dispõe sobre a introdução do biodiesel na matriz energética brasileira. altera as Leis nos 9.br/upload/sbrt1257. Disponível em: <http://www. Disponível em <http://www. 9. Acesso em: 0 de out. 00.. . Boletim Técnico Nº . Acesso em: 0 de out. edição 00. Kleberson Ricardo de Oliveira Pereira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out. 00 0 . .gov.ibict.sbrt..br/upload/sbrt1420.sbrt. 00.ibict.br/cerbio/> Acesso em: 0 de out. Disponível em: <http://www. Instituto de Tecnologia do Paraná.tecpar.pdf>.pdf> Acesso em: 0 de out. de  de agosto de 99. 00. 00. de 0 de dezembro de 00. e dá outras providências.pdf>..br/docs/ lei11097_13jan2005. Disponível em <http://www. de  de outubro de 999 e 0..

100 kg óleo Vegetal (éster) 15 kg Metanol ou Etanol (álcool) Pressão Atmosférica Reação Química 40o . outros Para melhor entendimento sobre o assunto aconselha-se ler.sbrt. “sebo bovino” no site do SBRT: Serviço Brasileiro de Resposta Técnica: <www.br> acesso em  de maio de 00 e ler as Respostas Técnicas sugeridas. biodiesel. PALAvRAs-ChAvE Qual o rendimento do sebo bovino no processo de biodiesel? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com Fluxograma de Massa. rendimento do sebo bovino. tem-se aproximadamente 99. cujas referências completas encontram-se abaixo e com o texto: Energia alternativa.ibict.70o C 40o . NaOH. Exemplo: Resposta Técnica 99. Disponível em: <http://sbrt. no Processo de Transesterificação. junto a uma quantidade média de álcool de  Kg.br/upload/sbrt969. por completo. assim como buscar por: “biodiesel”. biodiesel de sebo bovino. Kg de biodiesel. abaixo.70o MIN 10 kg Glicerina (álcool) 105 kg Biodiesel (éster) Catalisador KOH.pdf> acesso em  de maio de 00 0 CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs AgriculturA e PecuáriA BIODIEsEL DE sEBO BOvINO .ibict. presente no texto: Identificação dos Gargalos e Estabelecimento de um Plano de Ação para o Sucesso do Programa Brasileiro do Biodiesel. os textos citados na secção Referências. pode-se dizer que a partir de 00Kg de sebo bovino. o qual fala que o rendimento do biodiesel feito de sebo bovino é % inferior ao feito a partir de óleo vegetais.Sebo bovino.

Disponível em: <http://www.gov. Mauricio C.usp.seia. Secretaria de Meio Ambiente e Recurso Hídricos. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Identificação dos Gargalos e Estabelecimento de um Plano de Ação para o Sucesso do Programa Brasileiro do Biodiesel. Governo de Baiha.. Portal SEIA. Energia alternativa.REFERêNCIAs PENTEADO. Acesso em:  de maio 00.ba. Rev. do P.cfm?idnoticia=2426>.br/teses/disponiveis/3/3149/tde-08122005111726/publico/Mauricio.pdf >. Dissertação de mestrado. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 . Baiha-Brasil. de Salles. Ed. 9 p. 00. POLI/USP. Disponível: <www. Acesso em:  de maio 00. São Paulo 00.br/noticias.teses.

000 aves). • Redução do poder poluente e do nível de patógenos. PALAvRAs-ChAvE Saber a respeito da construção de um biodigestor para utilização no aquecimento de aviários na fase inicial (pintos) e quantidade ideal para armazenamento dos gases para um aviário de 0 x  (0. biogás. • Menor tempo de retenção hidráulica e de área para degradação anaeróbia.Traços As vantagens • O resultado da decomposição é a geração de um gás de alto poder energético capaz de substituir a lenha.Traços Amônia . O tempo de retenção dos dejetos depende da capacidade das bactérias em degradar a matéria orgânica. energia alternativa. • Valorização dos dejetos para uso agronômico como fertilizante. alimentação contínua sem agitação e sem isolamento. Um método prático de estimar o tamanho do biodigestor é dado pela fórmula abaixo: TB = V * TRH sOLUÇÃO APREsENTADA 0 AgriculturA e PecuáriA BIODIGEsTOR . O dimensionamento Existem vários modelos de biodigestores. aviário.Biodigestor. em comparação com outros sistemas. a % Carbônico . IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA O biogás é a combinação de gases resultantes da digestão anaeróbia da matéria orgânica contida nos dejetos. Os mais simples possuem um único estágio. gasolina e o GLP. Sua composição média de gases é: () Metano . a % Sulfídrico .

0 a % • Suínos .0 O manejo Os dejetos devem ser manejados de forma a manter uma concentração adequada de sólidos totais para otimizar a produção de biogás: • Bovinos .0. Eles influenciam diretamente o custo/benefício do biogás. O investimento em armazenagem pode ser substancialmente reduzido com a utilização do filme plástico de PVC.Kg) .0.Onde : TB = Tamanho do biodigestor (m) V = Vazão diária de dejetos (m/dia) TRH = Tempo de retenção necessário para a degradação da matéria orgânica (varia de 0 a 0 dias). a 0% • Aves . a 9% O gás sulfídrico.0 • Aves (. Os custos A armazenagem e o sistema de liquefação do biogás são fatores limitantes à popularização dos biodigestores.0 • Suínos (90Kg) . gás carbônico e vapor d’água devem ser removidos por serem corrosivos e diminuírem a eficiência energética.0. A produção Estima-se que a produção de biogás (m/cabeça/dia) seja de: • Bovinos (00Kg) . É um material resisten0 .

. Onde deseja-se um aproveitamento maior dos recursos energéticos do biogás esse modelo torna-se uma opção mais apropriada Outra opção é o biodigestor indiano O Biodigestor Indiano é composto basicamente por: l l l l l l Caixa de Carga Tubo de Carga Câmara de biodigestão cilíndrica Gasômetro Tubo-guia Tubo de Descarga 09 AgriculturA e PecuáriA te. O biodigestor indiano encontra o seu ponto a favor num aproveitamento do gás mais aprimorado e uma visibilidade do processo mais imediata pelo movimento da campânula. seguro e durável.O biodigestor chinês tem uma grande vantagem em seu custo reduzido e na sua simplicidade de construção. Onde haja recursos limitados e principalmente uma necessidade de saneamento básico e de biofertilizante o modelo chinês é o mais indicado. Há lugares e situações onde isso é um fator determinante. Uma opção é o biodigestor chinês.

de acordo com o volume de biogás acumulado ou retirado. porque ele se movimentara para cima ou para baixo. Gasômetro: refere-se ao elemento que será responsável por armazenar o biogás produzido. feita de cantoneiras de aço carbono ¾”. Isto é possível. Para isso. Tubo de descarga: servirá para fazer a retirada do material fermentado (sólidos e líquidos) de dentro do biodigestor. e 0 . refere-se ao local onde os dejetos diluídos em água serão colocados para serem introduzidos no sistema. por gravidade. Normalmente utiliza-se um tubo em PVC com 0 mm de diâmetro. quando este se movimentar para cima ou para baixo. Ela também deverá ser construída em alvenaria. Ele deverá ter formato cilíndrico. sendo a cobertura superior abaulada (em forma de cone). Esse elemento deverá ser obtido a partir de um tubo galvanizado com duas e meio de polegadas de diâmetro. Ela também deverá ser construída em alvenaria.l l Caixa ou Caneleta de Descarga Saída de Biogás Sendo que: Caixa Descarga: feita em alvenaria. Câmara de biodigestão cilíndrica: refere-se ao local onde ocorrerá a fermentação do material e a conseqüente liberação do biogás. Caixa ou caneleta de descarga: refere-se ao local para onde será encaminhado o material retirado de dentro do biodigestor até ser conduzido para outro local. desde a caixa de carga até o interior do biodigestor. para evitar a deposição de impurezas e água na parte externa do mesmo. permitindo o seu fornecimento com pressão constante. deve-se utilizar também tubo PVC com 0 mm de diâmetro. Tubo-guia: terá a função de guiar o gasômetro. Tubo de Carga: serve para conduzir o material. a qual deverá ser soldada em uma estrutura metálica. Geralmente o gasômetro é feito de chapa de aço numero .

embrapa.Tecnoeste .br Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas http://sbrt. para possibilitar acompanhar os movimentos do gasômetro. km 0 Concordia – SC CEP 900-000 Telefone (9) - http://www. pelo qual o biogás sairá do interior do gasômetro e será conduzido até os pontos de consumo de combustível. Normalmente o sistema tem um abatimento de 0 a 0% da carga orgânica. o que implica em cuidados redobrados com o manejo.A fermentação ocorrerá mais intensamente quando a temperatura do material estiver entre 0º e º C. Por essa razão é que o biodigestor é construído enterrado. . O biodigestor é um sistema de tratamento que estabiliza parcialmente o dejeto.  AgriculturA e PecuáriA saída de biogás: refere-se a um dispositivo que deverá na parte superior do gasômetro. o manejo dos biodigestores enterrados é mais fácil de ser executado. por quilograma de material utilizado. é maior e ocorre em menor tempo. como lagoas de estabilização. se o destino final forem os corpos d’água.cnpsa. Alem disso.ibict. ele reduz o poder poluente do dejeto nestas percentagens. ou seja. ocorrido em Janeiro de 00 na cidade de Concórdia – SC. pois abaixo da superfície do solo as temperaturas são mais elevadas e as suas variações são menores. sendo que nestas condições.pdf CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O biodigestor com utilização de biogás para aquecimento de aviários é uma das tecnologias que a Embrapa Suínos e Aves apresentou no º Show Tecnológico Rural do Oeste Catarinense. O produto final deve passar por tratamento complementar. Recomenda-se que esse dispositivo seja de mangueira flexível. INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: Embrapa Suinos e Aves BR . a produção de biogás.br/upload/sbrt436.

Valorize os dejetos animais: Use o Biodigestor. . METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA . br/?/noticias/2005/01/noticias-2005-01n04. Embrapa Suínos e Aves. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr. Acesso em: 0 de abr. O mais comum e recomendável é o uso do biogás para aquecimento de aviários e leitores em creche. Para mais informações sobre essa tecnologia pode ser obtida com a Embrapa Suínos e Aves pelo telefone (9) -. 00.O biogás gerado pelo biodigestor. 00.br/?/tecnologias/biodigestor. Acesso em: 0 de abr. 00  .htm>.enpsa. Disponível em: <http://www.embrapa. pode ser utilizado em sistemas de geração de energia térmica e elétrica.cnpsa. Disponível em: <http://www. secagem de grãos e aquecimento de água.html>.embrapa.

bastando para tanto. que não esteja atacada por doenças. Algumas porções de casca que ainda permanecerem resistentes devem ser retiradas. portanto a melhor época para colheita. de boa aceitação no mercado. deixando de molho de um dia para o outro. para obter bucha natural com coloração branca.Bucha vegetal PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Qual produtos deve utilizar e em que quantidade dos mesmos. lava-se bem e coloca ao sol para secar. quando então. deve-se colhê-las. No dia seguinte a casca estará solta. é quando a bucha está devez. No entanto. Arlete Melo deixa claro que é imprescindível sol na secagem das buchas. quando a bucha é armazenada por período longo ela amarelece e endurece. A pesquisadora Arlete Melo explica que a bucha colhida no ponto certo não requer tratamento químico. apresenta cor branca e é bem formada. afirma a pesquisadora. Para buchas amareladas o engenheiro químico Fernando Lón recomenda a seguinte formulação:  AgriculturA e PecuáriA BUChA vEGETAL . A bucha vegetal tem conquistado o mercado e o interesse justamente por ser produto natural. colocá-las em um tanque (pode ser tanque de lavar roupa). batê-las no tanque. Sobre o uso de produtos químicos na lavagem da bucha: a pesquisadora informa que é desnecessário tal procedimento porque a bucha colhida no momento certo e. Esta etapa tem a função de amolecer a casca da bucha. do Instituto Agronômico de Campinas informa que a obtenção de buchas bem limpas não requer uso de produtos químicos o que iria contra os recentes conceitos de produto ecologicamente corretos. Depois. sOLUÇÃO APREsENTADA A limpeza das buchas a pesquisadora Arlete Melo.

l l l l l Soda Caústica  a 0 % (segundo o químico para se chegar na dosagem certa. 00  . José Abílio de Oliveira . de avental. Lavar bem. de máscaras e de segurança. O manuseio de produtos químicos exige cuidados especiais. segundo a pesquisadora. Adiciona  a 0 % de hipoclorito ou peróxido na água para amolecimento das fibras. área de Melhoramento. Acrescentar % de glicerina na água. A glicerina amolece as fibras da bucha. telefone () - Fernando Lón – Engenheiro Químico da FERCK ACESSORIA Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de out. adiciona-se a soda ouço a pouco a título de teste) e deixa de molho por  a  horas Lavar bem. está sendo substituído por um recipiente de metal adaptado que bate as buchas facilitando o desprendimento da casca. O tanque.Emater-MG. REFERêNCIAs Arlete Melo . cidade de Inconfidentes. como uso de luvas.pesquisadora do Instituto Agronômico de Campinas. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se usar métodos naturais de limpeza das buchas bem como usar buchas de qualidade.

Como exemplo cita-se a Gladíolo. todavia existem vários livros sobre o assunto no mercado (livrarias) que são importantes fontes de informação. ou seja. desde ferramentas e guias de estação até dicas de plantio e índices com mais de trezentas espécies de bulbos. mas podese acelerar a performance. flores. o livro intitulado Bulbos. de Michael Jefferson-Brown. bulbos de flores. Pecuária e Abastecimento. Um manual completo para o cultivo de bulbos. de 9 de dezembro de 9. por algumas semanas em ambiente com baixa temperatura (entre  e  graus Celsius) e depois plantar. Área de Olericultura da Escola Superior de Agronomia “Luiz de Queiroz” a propagação vegetativa é lenta. PALAvRAs-ChAvE Como produzir e comercializar bulbos de flores (informações gerais) IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o professor e doutor Keigo Minami do Departamento de Produção Vegetal. reprodução de flores. porque cada espécie exige um processo específico. Existem várias espécies que se propagam por meio de seus bulbos e indicar uma a uma seria improdutivo. ainda que cada parte da raiz que se parece com dente de alho é um bulbo que deve ser separado um a um. como por exemplo. que trata da Produção de sementes e mudas dispõe que: É obrigatório o registro no Ministério da Agricultura.  da Lei Nº . cada “dente” é uma nova planta. colocado em ambiente com baixa temperatura e depois pode ser plantado. mais conhecida como palma. para acelerar seu processo de propagação deve-se deixar seus bulbos.Reprodução de bulbos. O Professor Keigo informa. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs LEGIsLAÇÃO O Art. de todo o  AgriculturA e PecuáriA BULBOs DE FLOREs .0.

NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de nov. 00 Professor e Doutor Keigo Minami do Departamento de Produção Vegetal. inclusive quando utilizado para florestamento ou reflorestamento .php?id=123 acesso em: 0 de nov. Siga as instruções para se deleitar com a beleza exótica das diversas flores que melhor se adaptam ao seu ambiente e clima. de  de julho de 99. 00  . um grupo de alegres tulipas ou uma bordadura com narcisos resplandecentes. guias práticos e fotos ilustrativas. para mais informações sobre o processo de reprodução de bulbos a consulta ou aquisição da literatura indicada abaixo: Título: Bulbos Autor: Michael Jefferson-Brown Editora: Manole Este guia exclusivo sobre bulbos o conduz passo a passo por todos os estágios do cultivo. Sugere-se. este livro o ajudará a criar um espetáculo de tirar o fôlego através de um índice com mais de trezentas espécies de bulbos. A PORTARIA Nº .com. Tel: (9) 9-90.viveiro de mudas destinado à exploração comercial ou industrial. Disponível em: http://www. determina que o registro seja efetuado na Delegacia Federal de Agricultura do Estado. Área de Olericultura da Escola Superior de Agronomia “Luiz de Queiroz”. bem como envasar e a induzir o crescimento dentro de casa. dicas de especialistas. Art. Para aquisição consulte a Editora Manole.br/livros. como projetar e cuidar do seu jardim de bulbos. manole. 0. Seja planejando um mar espetacular de campainhas. REFERêNCIAs Magda das Graças Costa.

como vermífugo. a folha de bananeira. Valdomiro Shigueru Miyada. desde o início de seu consumo humano. Esta última. suinocultura PALAvRAs-ChAvE Existe algum estudo sobre o café utilizado como vermífugo para leitões? IDENTIFICAÇÃO DE DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O uso do café iniciou-se a partir da observação dos rebanhos de cabras que. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Sugere-se o contato com a EMBRAPA . cuja a propriedade adstringente atua como redutor da evacuação de líquidos nas fezes. Os pesquisadores. vermífugo. ficavam mais agitadas. a maioria voláteis. Prof. Contudo. que iniciará uma pesquisa sobre princípios ativos contidos em certas plantas.Café. leitão. Estas observações levantaram a curiosidade sobre a fruta que. do Departamento de Não Ruminantes da ESALQ USP e Profa. como a niacina. sais minerais e os ácidos clorogênicos/quinídeos. dentre centenas de outros. do Departamento de Zootecnia/FZEA informam que não há estudos conhecidos sobre o uso do café como vermífugo. embora se acredite ter ação vermífuga. que requerem maiores estudos. Deste então a ciência médica dedicou uma atenção quase que obsessiva e exclusiva à cafeína e muito pouca aos demais compostos bioativos do café. descoberta na Alemanha em 0 pelo químico Ferdinand Runge.Suínos e Aves. foi vista como estimulante. contém altas taxas de tanino. Jacinta Diva Ferrugem Gomes. porco. suíno. ao ingerirem a fruta. a substância mais pesquisada e conhecida do café é a cafeína. em algumas regiões. Dra.  AgriculturA e PecuáriA CAFé COMO vERMIFUGO PARA sUÍNOs . Sabe-se que o conhecimento popular utiliza sementes de abóbora e.

FONTEs CONsULTADAs EMBRAPA Suínos e Aves. Acesso em: 0 de ago. EMBRAPA Café.cnpsa. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . Disponível em: <http://www22. Acesso em: 0 de ago.00. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de ago.embrapa.embrapa. Disponível em: <http://www.sede.como alternativa medicinal para suínos.br/cafe/ >. br/>.00.

sendo por isso. calagem para cultivo de milho PALAvRAs-ChAvE Saber qual é a quantidade ideal calcário para executar a calagem de um solo que não recebe tratamentos corretivos há cerca de três anos e. calagem. conhecimentos tecnológicos. que é utilizado para o cultivo de milho. histórico da área. Os demais íons H+ e Al+. tais como caracterização da área. pela matéria orgânica e pelos os óxidos de ferro e alumínio. denominados de Al trocável ou acidez trocável. tipo de solo. são denominados acidez potencial. a recomendação de calagem não é um procedimento simples. da cultura. caracterizando-se por baixas concentrações de cálcio e de magnésio (elementos diretamente envolvidos no desenvolvimento das raízes) e por valores elevados de alumínio trocável e baixa disponibilidade de fósforo do solo. que tem sua origem na pesquisa naquela região ou estado. a solução do solo. parte dos íons alumínio são deslocados por outros cátions. sOLUÇÃO APREsENTADA 9 AgriculturA e PecuáriA CALAGEM DO sOLO . Apenas. Os íons H+ dissociados na fase líquida são denominados acidez ativa. que é estimada pelo pH. características específicas do mercado. Os solos brasileiros na sua maioria são ácidos. A acidez do solo é representada basicamente por duas fases: a fase sólida e a fase líquida. . e fica em equilíbrio com a fase liquida. . características da propriedade agrícola. por pressupor o conhecimento de um número razoável de informações tais como: . principalmente àquelas relacionadas a preços de insumos e disponibilidade de crédito. A fase sólida é representada pelas argilas.Milho. etc. ligados à fase sólida. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo o pesquisador Gilson Pitta. expectativa de rendimento.

o calcário magnesiano ou o dolomítico são os recomendados. K e Na com os valores da acidez potencial (H + Al). A estimativa da Necessidade de Calagem (NC) é feita através da análise química do solo sendo que. Mg. Em situações que requeiram também a correção do magnésio. O poder neutralizante do calcário é determinado pela comparação com o poder de neutralização do carbonato de cálcio puro (CaCO). No caso do milho. Como estimar a necessidade da calagem? O método de estimação apresentado a seguir é o Método da Saturação de Bases. É baseado na correlação do pH do solo com a saturação por bases. de modo a proporcionar uma 0 . outras fontes de magnésio devem ser utilizadas.e requer uma análise laboratorial do solo para a determinação das quantidades de Ca. que é de 00%. Por essa razão. Aplicação do calcário Recomenda-se que a aplicação do calcário seja a mais uniforme possível em toda a extensão do terreno.M. ajustado ao pH . K. Mg. em toneladas/ hectare é representada pela expressão: NC = ( V –V ) CTC / 00 CTC representa a soma das bases Ca. extraídos com acetato de cálcio 0. é denominado de Poder Relativo de Neutralização Total (PRNT) ou equivalente de carbonato de cálcio. diferentes métodos vêm sendo utilizados nas diferentes regiões do Brasil. e em alguns casos também o Na. V é a saturação original do solo. além da determinação de H+Al (acidez potencial). desenvolvido estado de São Paulo e amplamente utilizado nesta região. recomenda-se valores de V entre 0% e 0%. Não sendo suficientes. através da análise química. expressos em Cmolc/dm. e deve ser realizada verificando-se características como valor neutralizante.Os métodos que quantificam a necessidade de calcário visam à eliminação não somente da acidez ativa. mas também da acidez potencial do solo. grau de finura e reatividade do material corretivo. V é a saturação de bases que se deseja elevar. A escolha do calcário é também muito importante para o sucesso da operação de correção do solo. A fórmula para o cálculo da Necessidade de Calagem.

Atividades que também devem ser auxiliadas por um profissional devidamente qualificado.A incorporação do calcário deverá ser a mais profunda possível. seguindo-se esta última. Em solos sob plantio direto consolidado.  AgriculturA e PecuáriA melhor mistura com as partículas do solo. . Essa observação ainda é mais relevante quando se recomendam quantidades superiores a  toneladas/ha. para o êxito da operação de calagem. de uma gradagem. t/ha. a escolha do tipo de calcário a ser utilizado e a forma de aplicação do mesmo. sugere-se o parcelamento em duas vezes. solos de textura média e arenosos: / da necessidade de calcário (NC). Para valores iguais ou superiores a 0%. as quantidades são menores e as recomendações são baseadas na textura do solo: 1. Nessa situação. adotar o valor limite. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Atualmente o método mais utilizado na região de São Paulo para estimar necessidade de calagem é o Método de Saturação de Bases. ou seja. solos argilosos: / a / da necessidade de calcário (NC). Nessa situação. adotar o valor limite. metade antes da aração e a outra metade após essa operação. Se maior que . não se deve efetuar a calagem. a  t/ha. Se maior que . A necessidade de uma nova aplicação de calcário deve ser monitorada através da saturação por bases do solo. porém exige uma análise laboratorial do solo para quantificação de alguns componentes químicos presentes no mesmo. é possível aplicar o calcário na superfície. para a camada de 0 a 0 cm. Este é um método eficiente. pelo método de saturação de bases para a camada de 0 a 0 cm. 2. Também são importantes. Esta análise deve ser feita por um profissional devidamente qualificado e capacitado para tal atividade. de preferência a profundidades maiores que 0 cm. sem a necessidade de revolvimento para incorporação (aração e gradagem). pelo método de saturação de bases.

de A. Carlos A. 00. V.htm>.00.embrapa. Acesso em 0 de ago. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de ago. cnpms. Gilson et al. Cultivo do Milho. Disponível em: <http://www.  .br/publicacoes/milho/fercalagem.REFERêNCIAs PITTA.

entre as baquearias temos o Marandi e o Mg. PALAvRAs-ChAvE Saber qual o melhor capim ou grama para pasto irrigado destinado a gado leiteiro. sOLUÇÃO APREsENTADA  AgriculturA e PecuáriA CAPIM PARA GADO LEITEIRO . Por exemplo: as espécies de capim mais indicadas para o gado leiteiro não terão um alto rendimento nos solos pobres em fósforo. Mg.Capim. e os quinodum Estrela. Camerum. Tanzânia. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA O capim sempre será preferível à grama por produzir maior quantidade de biomassa. As que necessitam de poucas condições favoráveis do solo são as Umidículas (Certania) e dictoncrias. As que requerem alta exigência destas condições são os capins Mombaça. capim para gado leiteiro. Porém a escolha do melhor capim dependerá. primeiramente. o rendimento dependerá das condições topográficas e da capacidade de drenagem deste solo. topografia e drenagem). Além da fertilidade. Dífito e Cossicross. Aires e Atlas. Serão estes os aspectos principais que definirão também a quantidade e a freqüência de água que o pasto deverá ser irrigado no período de secas. pasto irrigado. Os mais indicados para o pastejo de gado leiteiro são: Mg. Mg. Tanzânia e Mombaça. Há várias espécies de capim e a melhor escolha dependerá do grau de exigência das condições acima citadas (quantidade de fósforo. os napil Elefante. Entre as que exigem condições medianas estão as espécies de baquearias Decumbens. pastagem irrigada para gado leiteiro. da análise do solo em que será realizado o plantio.

Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de set. pode-se recorrer a Embrapa de sua região e solicitar um mapa da Carta de solos e avaliar as condições topográficas e de drenagem da área junto a um profissional da área. 00.  . pois geralmente nestas a análise de solo já fora realizada bem como os procedimentos adequados. Contudo. REFERêNCIAs Professor Ademir de Luca da Esalq. caso haja interesse em ir mais afundo sobre a questão.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Segundo o professor Ademir de Luca da ESALQ (Escola Superior de Agricultura Luis de Queirós) a melhor orientação para o pequeno produtor é procurar saber qual o capim mais utilizado nas áreas vizinhas à sua.Escola Superior de Agricultura Luis de Queirós.

Isto acontece porque as empresas envolvidas – duas “holdings” do setor de fruticultura – disputavam a patente desta variedade. pragas e doenças). Contudo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O abacaxi MD é um duplo híbrido.e com o pH que deverá estar entre . As únicas experiências de plantio no Brasil têm sido realizadas no Ceará e na Paraíba e poucas informações se têm sobre as pesquisas desenvolvidas nestas áreas de domínio privado.  AgriculturA e PecuáriA CARACTERÍsTICAs DO ABACAXI GOLDEM PARA CULTIvO .. isto é. abacaxi golden. afirma Tavares.que procuramos a EMBRAPA.Abacaxi. sobre o mercado para este tipo de abacaxi e porque há tão pouca informação sobre esta variedade. também conhecido como golden? Gostaria de obter informações sobre a cultura (plantio. sabe-se que a patente já pode ser considerada de domínio público. segundo o professor José Renato Tavares do CNPMF -Centro Nacional de Pesquisa de Mandioca e Fruticultura . e . abacaxi gold.já plantado em áreas restritas e particulares do nordeste brasileiro e que se beneficiam do projeto de Integração do Rio São Francisco . cuidados. pois a planta é conhecida a mais de dez anos na América Central. fruticultura PALAvRAs-ChAvE Quais são as características do abacaxi MD. abacaxi MD. Ela é bastante suscetível à bucha fitospora e a funcariose. um descendente de híbridos da variedade Smooth Cayene. Essa variedade apresenta menor teor de acidez e formato mais uniforme. Para resolver este problema.até mesmo à Embrapa é restringido o acesso a estes locais. É levando em conta estas concepções que diante da escassez de informação sobre o abacaxi MD . razão pela qual têm atraído interesses para a exportação. Entretanto podemos adiantar que em muito pouco a cultura desta variedade de abacaxi se difere das outras. Porém. basta o produtor estar atento aos cuidados com a irrigação – o solo não deve encharcar .

Tel.EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA / Centro Nacional de Pesquisa de Mandioca e Fruticultura.mx> Laboratório Bionova Avenida Santa Luzia  . o preço das mudas pode ser elevado devido a pouca oferta.Fax: () 0  Email: bionova@bionova-mudas. Maiores dados sobre o mercado podem ser obtidos junto a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.Bairro Sumaré .: ++(0)-09  . Para maiores informações sugere-se consultar as instituições abaixo: Tecnologia de Micropropagação e obtenção de mudas e sementes: Associações: EMBRAPA .br Vendas de “Piñas MD” no Panamá e Costa Rica – Tel.php&menu=4> Pesquisador: José Renato Santos Cabral – E-mail: jrenato@cnpmf.itver. Trata-se de algo de praxe e que não deve tomar o empreendedor de preocupações. A segunda opção por serem plantas de laboratório leva algum tempo para se adaptarem ao cultivo em lavoura. Disponível em: <http://www.Ribeirão Preto.php?p=servicos.br/index. A aposta na variedade é que sua colheita seja antecipada em relação às outras e a sua resistência ao transporte seja mais eficiente. Tanto o mercado interno quanto o externo apresentam grandes potenciais de aceitação do MD. pois tratam de plantas convencionais para o plantio.Para a obtenção de mudas recomenda-se importá-las da Costa Rica ou consegui-las diretamente de laboratórios.cnpmf. Disponível em: <http://www. Deve-se solicitar a importação junto ao Ministério da Agricultura que poderá exigir.com. portanto mais adaptadas ao manejo e cultivo.embrapa. 0090 . A primeira opção é mais favorável.embrapa. Ademais. sem muita extensão burocrática.edu.: () 0  . apenas uma quarentena contra possíveis riscos ambientais. SP.br Tel () -0 Fornecedores de mudas na Costa Rica Instituto Tecnológico de Veracruz –México.

Danilo. Disponível em: <http://www.fao.org/inpho/content/compend/text/ch33s/AE614s01. Acesso em: 0 de fev.MEJÍA. Operaciones Postcosecha de la Piña. 00  AgriculturA e PecuáriA REFERêNCIAs . 00 Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev.htm>.

herbario. Qual é a quantidade de calor que o cogumelo champignon libera na fase de colonização? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA De acordo com o Luiz Henrique Rosa.htm>. Acesso em: 0 de maio 00. bisporus. Este aumento da temperatura pode ser prejudicial ao cultivo do cogumelo.ibict. para um bom desenvolvimento do micélio do A. A medida que o micélio coloniza o composto. fase de colonização do champignon. O Dr.pdf?PHPSESSID=d93fa4f467eda428c317  . Disponível em: <http://sbrt.com. Disponível em: <http://www. bisporus pelos nutrientes presentes no composto. doutor em Microbiologia durante a fase de colonização do composto (após a saída do pasteurizador) a liberação de calor do Agaricus bisporus (champignon de Paris) é gradual.br/upload/sbrt1176.br/dataherb13/cogumelos. Agaricus bisporus. pois favorece o desenvolvimento de microrganismos termófilos (que crescem melhor em temperaturas elevadas). Para que não ocorra este aquecimento a estufa deve ser ventilada com maior freqüência da metade para final desta etapa (que dura aproximadamente  dias). Luiz Henrique informa. Isto ocorre devido a taxa de atividade metabólica (reações químicas para o crescimento) do micélio que começa a se desenvolver a partir da “semente”. Estes termófilos podem competir com o micélio do A. cogumelo. a temperatura dentro do saco de colonização pode chegar a oC. sOLUÇÃO APREsENTADA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Cultivo de cogumelos. ainda que.COGUMELO PALAvRAs-ChAvE Cogumelo champignon. Cultivo de Cogumelo. a temparatura dentro da estufa de colonização deve permanecer entre -oC.

fca. na Produtividade de Agaricus Blazei.ufpel.uepg.Cultivo e Análise da composição química do cogumelo do sol (agaricus blazei murril) <http://www. Acesso em: 0 de maio 00. doutor em Microbiologia Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de maio 00. REFERêNCIAs Dr. Efeitos da Camada de Cobertura.pdf>.pdf>. Disponível em: < http://www. Luiz Henrique Rosa.tche. . Acesso em: 0 de maio 00. Acesso em: 0 de maio 00. Desinfestação de Composto para Cultivo de Cogumelo Agaricus bisporus (Lange) Imbach.unesp.br/propesp/publicatio/bio/2003_2/03. da Massa do Substrato e do Ambiente de Cultivo.br/faem/agrociencia/v2n3/artigo05. Acesso em: 0 de maio 00.br/servicos/publicacoes/Energia/revista/V14N199/141Gilberto. 9 AgriculturA e PecuáriA 034854a15f34>.pdf>. Disponível em: <http://www.

dependendo do tamanho do pomar. O “arranquio” é um método mais rápido. colheita da laranja Deseja saber: . quando ainda estão com orvalho ou molhados de chuva. Deve-se evitar colher frutos nas primeiras horas da manhã. porém promove maiores danos aos frutos. tais como luvas. colheita. os frutos colhidos não devem ter contato direto com o solo. . etc. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Os frutos podem ser colhidos pelo método do “arranquio” (torção do pedúnculo seguida de sua remoção). Como é feita a colheita da laranja e quais são os equipamentos utilizados. principalmente na região peduncular. ou por meio de tesouras ou alicates de colheita.. Qual é o processo utilizado para transportar a laranja até o caminhão. Qual é a produtividade média (em quilos) de um pé de laranja. nem exposição direta ao sol. É obrigatória a limpeza e higienização de equipamentos e utensílios de colheita.COLhEITA DA LARANjA PALAvRAs-ChAvE Laranja. Obrigatoriamente. Recomenda-se o uso de caixas plásticas e sacos para realizar a colheita. podem ser utilizadas operações mecanizadas ou a carroça. Para o transporte das caixas. chuva. . A colheita por derriça (movimentação vigorosa da planta) não deve ser realizada. É proibida a mistura de frutos coletados no chão com os colhidos no pé. tesouras e caixas. Frutos com cortes ou qualquer outro tipo de injúria (ferimento) devem ser descartados ainda no campo. O intervalo de segurança dos agrotóxicos deve ser obrigatoriamente respeitado para a colheita dos frutos. sendo recomendado que sejam levados para o seu destino 0 . favorecendo a entrada de patógenos e a perda de água.

br E-mail: através do site COOPERCITRUS – Cooperativa do Cafeicultores e Citricultores de São Paulo Site: http://www. que são facilmente afetados por doenças e mais sensíveis aos danos mecânicos. Kg.com. porém deve-se lembrar que este é um valor sujeito a grandes variações.BA Fone: () -000 / Fax: () -09 Site: http://www. Kg.br E-mail: abecitrus@abecitrus.  .br E-mail: através do site ABECITRUS – Associação Brasileira dos Exportadores de Cítricos Rua Iguatemi. recomenda-se entrar em contato com as seguintes instituições: EMBRAPA Mandioca e Fruticultura Tropical Rua Embrapa.conj.com. s/nº. Em relação à quantidade de laranjas por caixa. .cnpmf.coopercitrus. e os frutos muito maduros.SP Fone: () -0 / Fax: () -9 Site: http://www.Cruz das Almas .abecitrus. 90 -São Paulo .br ASSOCITRUS – Associação Brasileira de Citricultores Rua Prudente de Moraes.associtrus.SP Fone: () -00 / Fax: () 0-09 Site: http://www. os frutos verdes. . devidas principalmente as diferentes tecnologias de produção adotadas.com.  .embrapa.br  AgriculturA e PecuáriA no mesmo dia da colheita. estando entre 0 a 0 unidades por caixa de 0.A produtividade média por árvore está ao redor de  caixas de 0. os de fraca coloração de suco.Bebedouro . podendo gerar sabor estranho e contaminação do restante da carga. Descartam-se ainda os frutos danificados mecanicamente.com. esta varia de acordo com tamanho da fruta. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para obter mais informações e entrar em contato com especialistas no assunto.

“Sistema de Produção para Pequenos Produtores de Citros do Nordeste”.asp?cod=48>.abecitrus.htm>.br/faqs_br_resposta. Acesso em 0 de maio 00. Acesso em 0 de maio 00. V. Disponível em <http://www. ISSN -9. ABECITRUS.br/FontesHTML/ Citros/CitrosNEPequenosProdutores/colheita.embrapa. Disponível em <http://sistemasdeproducao. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de maio 00. Carlos A. dez/00. EMBRAPA Mandioca e Fruticultura Tropical.cnptia.  .REFERêNCIAs MAGALHAES. Antônia Fonseca de Jesus et al. de A.com.

mas. E. “maça”. fungo de solo. uma vez que as cultivares mais plantadas são susceptíveis ou altamente susceptíveis ao patógeno. O controle do mal-do-Panamá passa necessariamente pela utilização de variedades resistentes e a experiência tem mostrado que esta é a melhor forma.Bananeira. a avaliação da resistência de genótipos de bananeira em relação à doença.Smith. Sendo assim. desenvolver variedades de bananeira tipos “prata”. Cubense. visando a obtenção de novas cultivares com esta característica. genótipos tetraplóides e nos aspectos de metodologia de avaliação da resistência. IDENTIFICAÇÃO DA DEANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Os fungos constituem os maiores problemas da bananicultura mundial causando doenças como a murcha de Fusarium (mal-do-Panamá). murcha de Fusarium PALAvRAs-ChAvE Saber como combater o Mal-do-Panamá da banana prata. variedades triplóides. causado por Fusarium oxysporum f. a doença apresenta importância especial. especificamente para o Brasil. O assunto tem sido abordado em avaliação de genótipos diplóides. É um dos mais graves problemas da bananicultura mundial. é um fungo de solo com alta capacidade de sobrevivência no mesmo. “gros michel” e “bluggoe” resistentes a pragas. tornando o controle da doença ainda mais difícil. tem sido a ação prioritária para o controle da mesma. reduzindo o porte e o ciclo da cultura e aumentan AgriculturA e PecuáriA COMBATER FUNDO DE sOLO DE BANANEIRA . doenças e nematóides.F. Mal-do-Panamá. Os programas de melhoramento genético de bananeira conduzidos em diferentes locais apresentam os seguintes objetivos: • Mediante o uso de métodos convencionais de melhoramento. O mal-do-Panamá. sp. “plátanos”.

de drenagem. dar preferência a solos com teores mais elevados de matéria orgânica. cálcio e magnésio. o melhoramento de bananeira busca desenvolver variedades resistentes as sigatokas amarela e negra. isto aumenta a concorrência entre as espécies. que são condições menos favoráveis ao patógeno. aumentando a produtividade. devendo-se realizar medidas preventivas como. utilizar mudas sadias. Um outro cuidado a ser tomado é na irrigação. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia  . dificultando a ação e a sobrevivência de F. • Independente do método. ao moko. corrigir o pH do solo. mantendo-o próximo à neutralidade e com níveis ótimos de cálcio e magnésio. Na área erradicada aplicar calcário ou cal hidratada.br/#banana CONCLUsÃO E RECOMENDAÇÃO Nos bananais já estabelecidos e que a doença comece a se manifestar recomenda-se a erradicação das plantas doentes. guardando sempre uma boa relação entre potássio.embrapa. evitar áreas onde já ocorreu a doença. Para o mal-do-Panamá não há controle químico. de inundação. ao mal-do-Panamá. INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA EMBRAPA Mandioca e Fruticultura Tropical http://sistemasdeproducao.cnptia. oxysporum cubense no solo. pois o fungo é disseminado por água de irrigação.do a produtividade. por animais e equipamentos. reduzindo o porte e o ciclo da cultura. manter as plantas sempre bem adubadas. Isto evita a propagação do inóculo na área de cultivo. assim como pelo homem. aos nematóides e à broca-do-rizoma. utilizando herbicidas.

Banana: Sistema de Produção Disponível em: <http://sistemasdeproducao.br/dbg/trab2002/MELHOR/ MHR017.ufv. 00  AgriculturA e PecuáriA BRAZ. Acesso em:  de jan.htm>.EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 9 de jan.br/#banana>. Disponível em: <http://www. Vamberto Barbosa. . Melhoramento genético da bananeira (Musa spp). Acesso em:  de jan.cnptia. embrapa. 00. 00.

eqüinocultura Gostaria de obter informações para construção de comedouros individuais de cavalos. largura.COMEDOUROs INDIvIDUAIs PARA CAvALOs PALAvRAs-ChAvE Comedouros para cavalos. Comprimento: 0cm. Qual é a atura do chão. as dimensões para comedouros de cavalos individuais são: Altura: 0cm. Profundidade: 0cm e Altura em relação a base: 0cm sOLUÇÃO APREsENTADA ESALQ – Escola Superior de Agricultura Luis de Queiroz FONTEs CONsULTADAs Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jul.de 00  . comprimento e profundidade adequada IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo o Prof. Cláudio Maluf Adad do Departamento de Ruminantes da ESALQ/USP.

após duas semanas. Contudo. alimento para galinhas. produção de ovos. principalmente uns escuros parecendo caroço de azeitona. muitos vermes são encontrados. com a adição das larvas. vermes. 00  AgriculturA e PecuáriA COMPOsTAGEM EM LERAs . larvas. Desta forma fica garantida a estas larvas a umidade e o alimento necessários para seu desenvolvimento. PALAvRAs-ChAvE No processo de compostagem em leras. a baixa produtividade de ovos pode estar associada a alguma deficiência protéica que. no processo de compostagem. outro fator correlato à baixa produção de ovos é a idade das aves: Galinhas muito velhas ou muito novas têm geralmente baixa produção. Quais os macronutrientes que compõem esses vermes? Pode alimentar galinhas com eles para aumentar a produção de ovos? Pode criá-los em um ambiente mais limpo? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Na verdade o que costumeiramente é chamado de “verme”. ovos. são larvas de moscas que depositam seus ovos na matéria orgânica. baixo nível protéico das galinhas. o importante é que o substrato garanta a umidade e o alimento para que atraiam as moscas. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de out. Elas podem ser criadas num remanejamento mais higiênico da compostagem.razão pela qual podem compor a dieta de galinhas para aumentar a produção de ovos. Porém se as galinhas estão em idade de procriação. alimentação para galinhas. poderá ser sanada.Compostagem em leras. baixa produção de ovos. Estas larvas são ricas fontes de proteína .

época em que o preço do boi gordo tende a ser mais alto compensando. boi. Uma área de confinamento para bovinos deve garantir condições espaciais para que o gado possa tranqüilamente se alimentar.CONFINAMENTO DE BOI E NOvILhA PALAvRAs-ChAvE Confinamento. assim. deitar e ruminar. Uma outra vantagem para quem pensa na opção do regime de semiconfinamento é que com os bois fora do pasto. O resultado é um boi pronto em meados de setembro e outubro. O coxo deve ser amplo e bem distribuído de modo que os animais não se atropelem com a chegada do alimento. resultam na perda de peso do gado. os custos. bovino. o sistema permite suprir as necessidades de alimento dos animais alcançando em plena entressafra um acréscimo geral de  arrobas por boi entre 00 a 0 dias de confinamento. os gastos de manutenção e estrutura. novilha. ou seja. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A grande vantagem do confinamento do gado bovino é a diminuição do tempo de engorda do rebanho. cada divisão do curral destinadas a 00 animais tenha pelo menos  mil metros quadrados. em média. pois o problema da falta de estrutura para manter a boiada na pastagem principalmente durante o inverno. época em que os bezerros se desenvolvem.isto corresponde  . é necessário lembrar que no semiconfinamento os cuidados com o boi solto não devem ser esquecidos. a secura e a escassez dos pastos provocados pelo frio e a estiagem. Desta forma. Porem. Cada boi come cerca de 0 quilos de ração por dia . este não sofre muito se recuperando antecipadamente ao período de chuvas. alimentação adequada e como tratar os animais. Obter informações sobre o confinamento de bois e novilhas. gado. A recomendação é de que. pois o confinamento no inverno não realiza milagres.

Acesso em  de 9 AgriculturA e PecuáriA a . parece mais lógico confinar visando-se à terminação durante a época da entressafra. mas também o melaço e a levedura usada como agente de fermentação do álcool. .bmf. produzidos e armazenados na própria fazenda. .% de uréia e .% de bagaço de cana hidrolisado.br/pages/portal/2004/associados1/AssociadosListaCategoria1.% de milho e melaço. Disponível em: maio 00. a idéia de um confinamento intensivo durante todo o ano.% de farelo de soja. Nelas o bagaço é submetido a uma alta pressão e temperatura (este processo conhecido por hidrólise visa a quebra da lignina. Para finalizar.asp?Categoria=US&Nome=&CategoriaAux= >. No caso brasileiro. molécula não digerida pelos animais). a um preço mais baixo.% do seu peso vivo. http://www2.com.9% de levedura liquida. pode não vir a se encaixar nas finalidades do empreendedor. o bagaço de cana hidrolisado pode ser uma opção viável. Por exemplo. A comida é dada de  a  vezes por dia e o custo dependerá principalmente das matérias-primas que compõem a ração. onde há muita terra.Uma receita utilizada na Usina Açucareira Vale do Rosário contém . Nessa época pode-se obter não somente o bagaço. A alimentação é a principal diferenciação no manejo de bois e novilhas: animais mais jovens. ou . baixo poder aquisitivo e um sistema de classificação de carcaças ainda incipiente. . . pouco capital.% de sais minerais.  e  (até 00 kg) são mais exigentes com a alimentação. utilizando-se instalações simples e práticas e alimentos de preferência. INDICAÇõEs: Site com vários endereços de usinas para consulta sobre o bagaço de cana e confinamento bovino – conhecidos por “Boitel”. Algumas usinas já processam o bagaço obtendo um farelo úmido e de fácil digestão para o gado. pois o período de seca no inverno coincide com o final da safra da cana-de-açúcar. Outras opções são o milho e o farelo de soja enriquecidos com uréia e sal mineral e pode ser adicionado o capim elefante (os grãos aumentam o custo da ração para o pequeno produtor). entre 0 e 00 kg. 0. necessitam de dietas nutritivas de valores mais econômicos enquanto que animais pertencentes aos estados .

embrapa.html>.br/publicacoes/cot/COT50. Este informativo apresenta desde a planta do conjunto de instalações necessárias para o confinamento até a lida com questões de custo e alimentação. Acesso em  de maio 00. 99. Guia Prático para o Confinador. Disponível em <http://www. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .cnpgc. Aqui disponibilizamos uma pagina informativa-técnica sobre o “confinamento como sistema alternativo para o pequeno produtor”. Nobel: São Paulo. Paulo Mário Bacariça. podendo-se obter informações adicionais sobre o assunto.A EMBRAPA desenvolve várias pesquisas sobre confinamento. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO / FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs / BIBLIOGRAFIA VASCONCELLOS.

Técnicas de confinamento. custos e utilização sobre diversas instalações e/ou equipamentos utilizados na moderna produção pecuária. esquemas para construção) e utilização de  AgriculturA e PecuáriA CONFINAMENTO DE RAÇÃO PARA GARROTEs . Cochos: Agruparemos aqui as informações ligadas à construção (dimensões. materiais. construção para confinamento. Curral: Estão neste item os trabalhos e dúvidas mais comuns ligados à construção e utilização de currais no manejo do rebanho. ração para bovino PALAvRAs-ChAvE Indicação de técnicas de construção de cercado de confinamento de bois e formulações de rações para engorda em confinamento e semiconfinamento de garrotes na faixa de 0 quilos para terminação e abate final. instalações para confinamento. resistência e economicidade do curral. Serão comentados aspectos como localização. Você encontrará aqui orientações básicas que atentam especificamente à funcionalidade. Instalações e Equipamentos. Instalações e Equipamentos necessários ao desenvolvimento da Produção Pecuária û Bovino de Corte. serão apresentados todos os trabalhos e dúvidas mais comuns que se relacionem a Construções.Construções. capazes de facilitar o manejo do rebanho ou contribuir para a eficiência de algum processo específico. Obtenção de informações sobre a estrutura física necessária à produção de carne bovina. dimensões. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA sobre o assunto “Tecnologias para produção de gado de corte” . materiais. sem considerarmos a sub-área em que ele se enquadraria. As informações desta área de conhecimento foram agrupadas em: Listagem Geral: Neste tópico.

Tais informações estão disponíveis na íntegra no site da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA. sal mineral e ração  . Tal programa.FZEA/USP existe um programa específico para o desenvolvimento de cálculos para formulação da ração ideal para a potencialização da engorda do gado bovino. Desenvolvido pela equipe do Professor Dante Pazzanese Lanna da ESALQ-USP. Trata-se de um sistema integrado que estima as exigências nutricionais. Para recuperá-las utilize o link abaixo: http://www.br sobre o assunto: “Ração para gado” Segundo o Prof. proteinados.cochos para fornecimento de suplementos minerais.html Outras informações sobre o assunto podem ser encontradas no site da mesma empresa utilizando-se a ferramenta de busca e as palavras chaves pertinentes para os interesses da busca: http://www. de forma a se facilitar o manejo e garantir a manutenção da qualidade dos insumos fornecidos. etc) para o fornecimento da dieta com menor custo por arroba produzida.embrapa. cálculo das exigências nutricionais e simulação do desempenho de bovinos.embrapa. bem como o fácil acesso dos animais a eles. Estrutura Física para Confinamento: Poderemos encontrar neste item informações sobre a construção e utilização de Instalações e Equipamentos aplicados especificamente aos Confinamentos (Método intensivo de terminação de bovinos mantidos e alimentados em currais). chamado Ração de Lucro Máximo – RLM. o desempenho (ganho de peso e conversão alimentar) e formula concentrados.br/tecnologias/quersabermais/2.cnpgc. ou utilizados em atividades de suporte à produção de bovinos. Equipamentos: Serão apresentadas informações técnicas sobre a utilização de diversos equipamentos ligados diretamente ao manejo dos animais. Dr. Paulo Roberto Leme da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos . prevê a utilização de dados sobre os ingredientes (especialmente preço posto na fazenda) e sobre os garrotes (raça. rações e água aos animais criados a pasto ou em regimes confinados.cnpgc. ganho prévio. O RLM é um software de formulação e otimização de dietas.

com.ibict.integrasoftware. gratuitamente.ibict. permitindo adoção por fábricas de rações. l Inclusão do custo fixo no custo final do ganho. Ração de Custo Mínimo.pdf http://sbrt. l Distribui ingredientes em até  misturadores.br/upload/sbrt935.pdf http://sbrt. dietas e relatórios.ibict.Ração de Lucro Máximo.ibict.br/download/rlm/demo/rlm3. l Modelo de exigências do usuário: o usuário define as exigências e restrições. a partir do link abaixo: http://www. Paulo Roberto Leme Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos . Ração para Máximo Ganho de Peso.pdf http://sbrt. ou solucionar dúvidas sobre a utilização do programa RLM. l Modelo de exigências do RLM: novas equações específicas para zebuínos e seus cruzados.pdf http://sbrt.br/upload/sbrt251. Dr. ou acesse os links indicados abaixo: http://sbrt.ibict.FZEA/USP Telefone: (9) -9 E-mail: prleme@usp.br/upload/sbrt752. procurar por: Prof.pdf CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para obter outras informações. l Nova sub-rotina de otimização reconhecida mundialmente (Mosek). l Permite cadastrar um número ilimitado de ingredientes e nutrientes. O programa trabalha com as seguintes informações: l Preço sombra: identificação do preço que viabiliza a compra do ingrediente.br  AgriculturA e PecuáriA completa para bovinos: .br/upload/sbrt715.exe Para obter mais informações pertinentes sobre o assunto utilize a ferramenta de busca do site do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT. l Envio por e-mail de formulações. O Download de tal programa pode ser feito.br/upload/sbrt343. l Permite otimizar dietas incluindo até 00 ingredientes.

Disponível em: <http://www. SBRT Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.REFERêNCIAs Laboratório de Nutrição e Crescimento Animal – ESALQ/USP. Acesso em:  de dez. Acesso em:  de dez. EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. 00. Acesso em:  de dez.br>. Fabiana Rocha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de dez.cnpgc. <http://sbrt. 00. 00.ibict. Disponível em: <http://www.embrapa.ciagri.br>. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .br>.usp.

É preferível armazenar o café em coco do que beneficiado. do ataque de insetos e ratos. o armazenamento do café tem como finalidades: Armazenar o café em coco ou pergaminho. adotar armazéns e paióis arejados. PALAvRAs-ChAvE Quais as especificações técnicas para se construir um galpão de x m. O café deverá ser mantido nas tulhas que devem ser construídas em locais com boa insolação. Para o café. após a secagem e antes do beneficiamento.Construção de galpão. elevados do solo em cerca de 0. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Os armazéns são construções indispensáveis ao armazenamento da produção agrícola e influem decisivamente na sua qualidade e preço. para estocagem de grãos (café e milho)? Gostaria de maiores detalhes sobre armazenamento de café e milho. utilizar sacarias limpas de aninhagem para acondicionamento. podem-se fazer repartições para separar diversos tipos de lotes de café. para o café beneficiado são utilizadas sacas de aninhagem. estocagem de grãos.90 m.0. porque se preserva muito mais as características do produto. Para isso. drenagem e ventiladas. São utilizadas tulhas para o acondicionamento do café a granel.0. evitar armazenar junto com defensivos e fertilizantes. De acordo com o Manual de Segurança e Qualidade para a Cultura do Café() (00). livres de goteiras. além de especial proteção ao ataque de carunchos e ratos. da umidade do solo. com  AgriculturA e PecuáriA CONsTRUÇÃO DE GALPÃO PARA EsTOCAGEM DE CAFé E MILhO . evitar café com teor de umidade superior a %. Condições inadequadas de armazenamento poderão conferir sabores estranhos à bebida. Todo e qualquer cereal armazenado deve ser totalmente protegido da umidade das chuvas.

A colocação de aberturas laterais de ventilação. para melhorar a iluminação natural (mínimo de % da área coberta). é armazenada em sacos de 0 kg. É portanto. de inspeção e amostragem são fatores importantes a serem considerados durante o armazenamento por períodos relativamente longos (acima de três anos).  . em paredes opostas. em relação aos sistemas de armazenagem em silos a granel. Alguns pontos relativos à construção. Entretanto. a quase totalidade do café beneficiado. dispostos em pilhas no armazém. evitando-se reentrâncias e terminado em meia-cana junto ao piso e nunca em ângulo reto.temperatura ambiente ao redor de 0°C e umidade relativa máxima de %. Também é recomendável que as tulhas ou armazéns tenham baixa luminosidade. A utilização de telhas transparentes. Que as portas sejam instaladas frontalmente. sem grandes riscos de deterioração. Esse tipo de armazenagem possui vantagens e desvantagens. Que o pé-direito tenha altura mínima de  m. para que o café (principalmente o beneficiado) não perca cor pela exposição excessiva à luz. pássaros e insetos no interior do armazém. O fechamento lateral das paredes. junto ao piso e a cobertura. além de outros padrões de qualidade. É fundamental preservar o café com -% de umidade já que é bastante higroscópico. Além disso. Apesar dos avanços tecnológicos dos últimos anos. o armazenamento em sacaria permite a segregação dos lotes. considerando-se que o produto é avaliado. pelo teste da xícara e também por procedência. protegidas por estruturas de telas e com aberturas reguláveis. apesar das desvantagens (grande volume. no Brasil. indispensável: l l l l l l A instalação de portas em números e locais tecnicamente escolhidos. para evitar aceso de roedores. A construção de paredes lisas. custo de operação). que influenciam na utilização do armazém devem ser criteriosamente observados quando se decide pelo uso de sistemas em sacarias. aspecto muito importante. a facilidade de acesso aos lotes. isto é. de circulação de ar sobre a sacaria. no mesmo alinhamento. podendo absorver umidade do ar se mantido em ambientes com umidade relativa elevada. de modo a facilitar as operações de cargas e descargas. O saco de café é uma unidade que se adapta ao manuseio e ao comércio em pequena escala.

Acesso em:  de abr.l l l l INDICAÇõEs: EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: EMBRAPA MILHO http://www. de marquises. A instalação de sistemas de prevenção e combates a incêndios.br/café/ CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs As informações são gerais e. Cultivo do Café Orgânico. 00  AgriculturA e PecuáriA Que o piso seja impermeável. . Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia EMBRAPA. 00.br EMBRAPA CAFÉ http://www. Disponível em: <http://www. É indispensável. no mínimo a 0 cm acima do nível do solo. e que esteja.22sede.embrapa.br/publicacoes/sistemasdeproducao/cafe/poscolheita. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr. para carga e descarga em dias chuvosos. mesmo que o piso seja impermeável.htm>. cnpab. A construção em cada porta. a utilização de estrados para permitir a circulação de ar na base da pilha. de concreto.embrapa.cnpms.embrapa. portanto devem ser adaptadas as suas dimensões.

A qualidade do couro produzido no Brasil deixa muito a desejar. A pele caprina. com 0.000 t.% da produção mundial.COURO DE CAPRINO PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Couro. concentrando 9%. ou seja. 9. A qualidade de um couro é constatada à medida que satisfaz as exigências dos fabricantes de produtos derivados deste material. abate e pré-curtimento. varia de 0 a % do valor do animal. a pele caprina deve atender a determinados requisitos. com relação à natureza química. como produzir couro de caprino de alta qualidade para mercado exigente Informações solicitadas: l qual o procedimento para se ter um couro de alta qualidade? l quais equipamentos são necessários? l qual a melhor raça? l qual o custo mínimo para iniciar o negócio? sOLUÇÃO APREsENTADA O Brasil é o sexto maior criador de caprinos do mundo []. milhões nos estados da região nordeste em 999. de acordo com o porte do animal. um produto de expressão econômica. representando . conforme sua utilização. resultado de problemas oriundos da fase de produção. milhões de cabeças. mecânica e estética. O Brasil produz cerca de . curtimento Planejamento para iniciar negócio no ramo de couro de caprino/ovino. que engloba os fornecedores de matéria-prima e o processo de transformação  . A produção mundial de peles de caprinos é liderada pela Ásia. A uniformidade do produto depende de um programa amplo de controle de qualidade. principalmente pela Índia e China. Para a comercialização.

. Curtir significa conservar []. E. o que permite apenas o lixamento como acabamento. eqüino ou caprino. na prática. 9 AgriculturA e PecuáriA da pele em couro. zircônio ou ferro. não ocorre. necessário tratá-la adequadamente. todas as operações dentro do curtume objetivam este fim. o que. com isso. por isso é usado para solas. é necessário retirar alguns elementos que compõem esta pele. Estas operações podem ser resumidas da seguinte forma: 1. Isto é possível através da utilização de substâncias orgânicas e/ou inorgânicas. os dois processos consistem em retirar a epiderme ou queratina (pelo e unhas) e a hipoderme (glândulas de gordura). O curtimento através de gordura é um processo mais artesanal e circunscrito ao universo das comunidades dos esquimós a fim de atender suas necessidades mais peculiares. Torna-se. No caso do uso de substância vegetal (tanino). ela deveria ser imediatamente industrializada. processo que atinge 90% do mercado mundial. na processo de retirada e conservação do couro dos animais. principalmente de pequenos abatedouros. para deixar apenas a derme ou colágeno (fibras). No caso aqui. Operações de Ribeira Conservação das Peles: Devido ao fato de ser putrescível. Os espaços vagos deixados pela epiderme e hipoderme são ocupados pelos agentes curtentes. Desta forma. podendo ser cromo (o mais usado). ) com substância vegetal e ) com sais de metal. seja ele bovino. Existem três grandes processos de curtimento classificados de acordo com o agente curtente: ) com gorduras. No caso dos sais de metal. tanto no curtimento ao tanino quanto no uso dos sais de metal. o couro adquire maior maleabilidade e maciez para o uso. o couro se torna mais endurecido e armado. ao ser retirada do animal. para conservar a pele do animal. além de permitir um acabamento mais refinado. Consciente disto.O processo de curtimento do couro depende dos cuidados. vários programas e cursos têm surgido para melhorar a qualidade desta matéria-prima. para que possa ser levada ao curtume e industrializada com os menores danos possíveis.

bem como provocar o inchamento da pele. Tem por objetivo a retirada dos pêlos e da epiderme. As operações de ribeira (começo) são responsabilizadas pela geração de carga e de odor. O HS é tóxico e. que corrói os encanamentos e remove o oxigênio porventura existente nos fluxos dos esgotos. preparando as fibras colágenas e elásticas para serem curtidas e. com agitação periódica. O número de camadas é variável. consiste em separar a pele em camadas. realizada por operários que efetuam as aparas de peles. a qual remove a parte indesejável (carnaças). transforma-se em ácido sulfúrico (HSO). Operações Finais Descarne: É a remoção do tecido adiposo e do sebo aderentes à face interna da pele. através de navalhas helicoidais. e a parte inferior. Esta operação é feita em máquina descarnadeira. obstaculizando as funções fisiológicas das plantas e. 2. saponificar as gorduras. Divisão: A operação de dividir ou de rachar.Lavagem e Remolho: A lavagem e o remolho têm por finalidade retirar o sal e repor. horizontalmente. Normalmente são duas: a parte superior. a presença de grandes quantidades de cloreto de sódio e de outros sais solúveis no efluente faz aumentar a pressão osmótica do terreno. a mais nobre. A descarnagem permite uma penetração mais fácil e mais eficiente dos curtentes. onde originalmente estavam implantados os pêlos. na presença de oxigênio e bactérias. nos cursos d’água. e manualmente. no sentido de sua superfície. impede o crescimento de algumas espécies de peixes. sulfeto de sódio e cal hidratada. Depilação ou Caleiro: Esta é uma das fases iniciais mais importantes do curtimento. Consiste num banho de aproximadamente dezessete horas. Após a lavagem. o teor de água apresentado pelas peles quando estas recobriam o animal. denominada “flor”. numa solução contendo água. removendo irregularidades da periferia das mesmas (patas e pescoço). Os despejos do caleiro e depilação são altamente nocivos às instalações de esgotos e aos cursos d’água. tornando-os sépticos. embora também sirva para a 0 . pois os sulfetos transformam-se facilmente em gás sulfídrico (HS) pela ação de ácidos ou de microorganismos. também. no menor espaço de tempo possível. dependendo da espessura da pele. considerada como subproduto.

que é o principal componente do couro. mas também por ter a reputação de ser um perigoso contaminante. ou seja. Através dele as peles são batidas com movimentos circulares ao passo que são inseridos os produtos químicos de acordo com as etapas do processo. mas de acordo com a variação da passagem de uma condição para outra. também realizado no fulão. 2 A escala química do pH parte do zero e vai até 14. o curtimento confere o “tato” necessário e as características químicas e físicas principais do couro. é baixar o teor alcalino. tanto ácido quanto básico. Efetua-se. a operação de rebaixe. é quando se diz que a pele está “relaxada” e pronta para receber o agente curtente. Os índices próximos a sete indicam neutralidade. Isto é feito da seguinte forma: ao se alterar o pH.. neutralizando a cal contida na pele. as tripas são recolocadas no fulão e submetidas a dois processos químicos simultâneos.  AgriculturA e PecuáriA elaboração de produtos nobres tais como camurções para calçados e vestimentas denominada de “raspa” ou “crosta”. na depilação chega a .Descalcinação e Purga: Após a divisão.0-. é um tratamento salino-ácido que tem duas finalidades: conservação (pode-se comercializar as peles neste estágio) e preparação das peles para o curtimento propriamente dito. ou seja.0. a pele atinge o peso mínimo. Não apenas por ser utilizado em 90% da produção de couro. sendo que quando o pH está mais próximo do zero indica que é ácido e quando mais próximo do 14 indica que é alcalino ou básico. Curtimento: Converte o colágeno. Além disso. que também é chamado de desencalagem. o pH que. através de enzimas que quebram as fibras do colágeno para dar ao couro propriedades semelhantes ao tecido (mais leve e maleável). . passando para . O cromo constitui o principal problema de poluição para a maioria dos curtidores. então. que consiste em homo1 Recipiente circular que é utilizado em praticamente todas as operações dentro do curtume. Rebaixamento: As operações anteriores não deixam a pele uniforme. Píquel: O píquel. A purga é um tratamento enzimático feito antes do píquel de acordo com a demanda do produto e tem por finalidade melhorar a qualidade da elastina. A finalidade do primeiro. a pele incha e ganha peso. em uma substância imputrescível. de difícil tratamento. seja nas operações de ribeira ou finais.

Tingimento e Engraxe: Estes processos. há mais de oitenta fabricantes de máquinas e equipamentos para curtumes. Instalações e Fases de Criação dos caprinos O curral com objetivo de abrigo e manejo dos caprinos pode ser sim . são feitos em fulões. No curtimento mineral. Neste sentido.abimaq. Neutralização. Quanto ao investimento necessário É primordial ter em mente a importância de se desenvolver um plano de negócio.br . sempre dependendo do produto final desejado. pode auxiliar no desenvolvimento deste plano de negócio. o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas . a neutralização e o engraxe são indispensáveis. executam-se todos ou parte deles. http://www. http://guiabrasileirodocouro.com. para o início de um empreendimento. Dependendo do fim a que se destina o couro. O plano de negócio é uma ferramenta que contém todos os dados referentes ao projeto. também pode ser consultada para obter informações sobre os equipamentos necessários. é o conjunto de informações que permite ao empreendedor decidir com mais segurança sobre o negócio a ser iniciado. http://www. No site da Guia Brasileiro do Couro. que variam muito de curtume para curtume. A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.com. atendendo a duas situações bem específicas: l viabilidade do negócio e l avaliação financeira para o caso de captação de recursos.br .Sebrae.com.geneizar a espessura da pele. seja ele em que área for. Até esta fase do processo o produto é chamado de Wet Blue (devido a sua coloração azulada). Recurtimento.sebraesp. Equipamentos necessários Os equipamentos necessários dependerão do projeto específico para da instalação pretendida. efetuados após o rebaixe. sendo o principal exportado pelo mercado coureiro do Brasil (Tabela ) devido às taxações que o couro acabado tem nos países europeus e nos EUA.br . Acabamento Final: Esta última fase é realizada através de duas operações mecânicas: secagem e amaciamento.

cnptia. pode-se utilizar a planta baixa do modelo Embrapa de chiqueiro para o sistema alternativo de criação de caprinos. animais em lactação. Como referência de instação. rústico (chão batido) e construído com material disponível na propriedade. http://sistemasdeproducao. Quanto ao Manejo sanitário Os caprinos são acometidos por várias doenças.htm Em particular. Naturalmente. produzindo abscessos ou caroços.embrapa. cabritos desmamados. o número de animais e os objetivos da criação serão fatores importantes na escolha do tipo de curral a ser construído.Figura 1: Modelo de chiqueiro da Embrapa Este projeto oferece espaço para cabras em gestação. o ectima contagioso (boqueira). a Linfadenite caseosa ou mal-do-caroço.br/FontesHTML/AgriculturaFamiliar/RegiaoMeioNorteBrasil/Caprinos/manejosanitario. Os caroços podem apa AgriculturA e PecuáriA ples. a linfadenite caseosa (mal-do-caroço). com capacidade para 00 animais. doença contagiosa. além das doenças causadas por ectoparasitas. a pododermatite (frieira). miíases (bicheiras) e sarnas e. causada por uma bactéria que se localiza nos linfonodos ou landras. aquelas causadas por endoparasitas (verminose). principalmente. entre as quais. sem qualquer objeto que possa prejudicar a pele do animal. como piolhos. Rebanhos para fornecimento de couro exige área limpa. animais em fase de reprodução. .

CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs As peles de caprinos curtidas sem pêlo seguem metodologia de cur .ibict.00.br/ ensino/outros/?ID=20. Instituto de Pesquisas Tecnológicas. INDICAÇõEs: O IPT.ipt. além da carne. Remover e manter as fezes em locais distantes. Vermifugar o rebanho ao trocar de área.recer em vários locais e sua presença causa desvalorização da pele. O conteúdo do curso compreende: l Análise de cortes histológicas de peles l Considerações sobre o colágeno (principal constituinte das peles) l Apresentação técnica de curtimento detalhando as etapas do processo l Tipos de curtimento l Noções de dimensionamento de equipamentos de curtimento l Noções de tratamento dos efluentes gerados pelo processo de curtimento Maiores informações podem ser obtidas através de http://www. utilizando produtos como: formol comercial a %.br/upload/sbrt320. cal virgem a 0%. Disponível em http://www. Animais recém chegados devem passar pela vermifugação antes de serem colocados junto ao rebanho. desenvolvidas em equipamentos de curtimento.br/exportacao. cujo objetivo é transferir ao participante a tecnologia de curtimento de peles através de exposições teóricas e atividades práticas.0. oferece o curso “Curtimento de Peles”. Limpeza das instalações A higiene das instalações deve ser feita diariamente já a desinfecção uma vez por mês. Quanto á criação de ovinos sugerimos consultar a resposta técnica disponível em: http://sbrt.pdf e em qualquer caso continuamos a disposição para maiores esclarecimentos. Relizar rotação de pastagens.com.htm em .courobusiness. Iodophor a % e hipoclorito de sódio a %. Não admitir superlotação nas pastagens.

como geradora de renda (comercialização de animais. purga. a criação de caprinos é uma atividade que desempenha importante função socioeconômica. carne e peles) e como fonte de proteína de alto valor nutritivo para as populações de baixa renda (consumo de animais nas propriedades). Deve-se prestar muita atenção com os resíduos do curtume para não agredir o meio ambiente. caleiro. A qualidade do couro é função de todos as etapas do processo de obtenção do couro. produção. A idade do animal para abate influi significativamente na qualidade do couro de caprinos fornecendo qualidade adequados para o uso a que se destina []. Além disso. desde o nascimento do animal. píquel. tingimento. lixamento. prensagem e medição. desengraxe. neutralização. vácuo. por ser esta etapa a responsável pela tendência da separação das camadas termostática e reticular da derme. são empregados processos químicos e operações mecânicas: . Revista Brasileira de  AgriculturA e PecuáriA timento semelhante às peles bovinas. estiragem. divisão. Características físico-mecânicas e químicas do couro de caprinos abatidos em idades diferenciadas. engraxe e acabamento. curtimento. denominados remolho. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA () Brito. desencalagem. abate e processamento da pele.Químicos: onde “a água é utilizada como veículo de difusão dos produtos. sendo corretamente desengraxadas. É importante considerar as condições climáticas predominantes no local onde se deseja implantar ou aprimorar a criação. et al. Mecânicas: são discriminadas como descarne. Os animais devem ser adquiridos com as características adaptadas à região onde serão criados. Para transformação de peles em couros. recurtimento. enxugamento. amaciamento. rebaixamento.

-9. O trabalho e a relação sociedade-natureza: uma reflexão sobre a indústria de curtimento de couro em presidente prudente. 00.. com. Disponível em: <http://www2..htm>. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de mar. p. v. () Campos. Fábio Henrique de. n. Acesso em:  de mar.br/ ceget/pegada/peg13n3.Zootecnia. Acesso em:  de mar.unesp. 00  . 00. Disponível em: <http://guiabrasileirodocouro.br>.00. Guia Brasileiro do Couro.prudente.

PALAvRAs-ChAvE Cliente tem criação de avestruzes que deseja criar em local onde também existe criação de frangos. quilos de ração. . É considerado uma ave doméstica. Portaria No. com reduzido emprego de mãode-obra. O IBAMA se manifestará ainda quanto à criação em cativeiro. O animal não exige muitos cuidados. por demanda. sendo o maior na alimentação. caso haja indícios ou riscos de danos que possam ser causados às espécies silvestres ou ao ambiente. Uma das exigências do IBAMA é que as aves não tenham ou venham a ter contato com outros animais da fauna regional. de acordo com a Portaria do Ministério do Meio Ambiente de acordo com IBAMA. A ave é criada em cativeiro e não exige grandes extensões de terra para reproduzir. se é possível conciliar avestruzes com frangos a uma distância aproximada de 50 metros? A criação de outras aves no mesmo local não é permitida por medidas de biosseguridade. 1. podendo ser de pequeno porte. Pergunta: l É possível conciliar avestruzes com frangos a uma distância aproximada de 0 metros? l Poderá utilizar uma barreira com cerca viva para auxiliar no isolamento sanitário? l Está correndo riscos excessivos? l O que diz a regulamentação? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A estrutiocultura (criação de avestruz) despontou no país como uma excelente alternativa para o desenvolvimento de pequenas áreas rurais.Estrutiocultura. de  de março de 00. criação de aves. avestruz. criação de avestruzes. precisando de um quilo de pasto verde por dia com complemento de .  AgriculturA e PecuáriA CRIAÇÃO DE AvEsTRUz .

não credenciar a criação pretendida por falta de condições sanitárias.” 2. no. Ministério da Agricultura. muros de alvenaria. que impeçam a introdução e disseminação de patógenos. Os riscos. de postura comercial ou de criação de perus. após avaliação do risco sanitário. etc é de  km. responsável pela vistoria e emissão do laudo de funcionamento do estabelecimento. Pecuária e Abastecimento. codornas. de  de Fevereiro de 00 . diz: que a distância “de estabelecimentos de criação de ratitas a estabelecimentos de avicultura industrial.” 3. já citada. matas naturais. topografia. Ministério da Agricultura. quando delegada a atividade a esse último. o Regulamento diz. as cercas-vivas podem ser usadas como parte das medidas de biosseguridade e ser adotadas mas não contornam problemas de natureza drástica como 0 m de isolamento. podem ou não ocorrer.2. mas existem e podemos citar aqui: • riscos de transmissão de doenças de frangos e galinhas de postura para dentro da criação de avestruzes e ou vice-versa com prejuízos para ambas as partes. Portanto. controle de acesso e outras) ou da utilização de manejo e medidas de biossegurança diferenciadas. são muito grandes e não devem ser corridos por diversos motivos. o criador não poderá requerer as guias de trânsito quando da possível comercialização das aves. alterações nas distâncias mínimas acima mencionadas. Todavia. Pecuária e Abastecimento. O que diz a regulamentação? A Instrução Normativa. em função da existência de barreiras (reflorestamento. a critério do Fiscal Federal Agropecuário ou do Médico Veterinário Oficial Federal ou Estadual.  . . no item : “Em estabelecimentos preexistentes poderão ser admitidas. perdizes. • de produtividade reduzida por excesso de problemas de contaminação. • de não obter credenciamento do MAPA. sendo um deles o fato de o MAPA. item . Podem estar ocorrendo riscos excessivos? Os riscos são situações imprevisíveis.. Poderá utilizar uma barreira com cerca viva para auxiliar no isolamento sanitário? Segundo a Instrução Normativa no. ou seja. . de terminação de frango de corte. para quem desrespeitar a legislação.

estudantes de ciências agrárias e demais interessados e que tem como objetivo formar empresários e técnicos com perfil e visão empreendedora. de  de Fevereiro de 00 Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da Agricultura. de Criação e Alojamento de Ratitas. Pecuária e Abastecimento. . eqüídeos. Aprova a uniformização da nomenclatura de produtos cárneos não formulados em uso para aves e coelhos. a minuta da Instrução Normativa que estabelece Normas para disciplinar a importação de avestruzes para reprodução. gerar 9 AgriculturA e PecuáriA LEGIsLAÇÃO . de  de Novembro de 00. Ministério do Meio Ambiente. Instrução Normativa no. ovinos.Instrução Normativa Conjunta no. de  de Julho de 00 Instrução Normativa no. ovos e outras espécies de animais. Secretaria de Defesa DE Agropecuária. á contar da data da publicação desta Portaria. . de 9 de Fevereiro de 99. pelo prazo de sessenta (0) dias. Submeter à consulta pública. Pecuária e Abastecimento. de 9 de Janeiro de 00 Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da Agricultura. Fiscalização e Controle Sanitário dos Estabelecimentos de Incubação.Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da Agricultura. Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da agricultura. . bubalinos. Portaria no. Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da Agricultura. complementares à Instrução Normativa Ministerial nº 0. de  de Julho de 00.. Aprova o Regulamento Técnico para Registro. suídeos. INDICAÇõEs Cursos Um excelente curso destinado a técnicos. Pecuária e Abastecimento Portaria no. . Resolução no. de  de Junho de 00. de 0 de dezembro de 99.  de Junho de 00. produtores. Normativa sobre importação ovos. 0. caprinos. Pecuária e Abastecimento.

procure o IAGRO – Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal e MAPA – Ministério da Agricultura e Pecuária. Disponível em: <http:// www. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Na criação de avestruzes. é o livro: “A Criação do Avestruz: Guia completo de A a Z”. as instalações têm uma função de apoio às atividades ligadas ao processo produtivo. Antes de iniciar o criatório.Norte . 00. tecnológicas e econômicas ligadas ao seu campo de trabalho e capacitar quanto ás novas realidades do Agribusiness Mundial será oferecido pelo grupo Criação de Avestruzes com início: 09 e 0 de Abril. sendo esta uma exigência do IBAMA.com. Avançado e Aplicado. oferecer conforto e segurança aos animais. Roberto Arana. Sistemática de Avaliação: aulas teóricas e práticas presenciais são realizadas no Centro de Tecnologia e Produção de Avestruzes Grupo Ostrich do Brasil Via Anhangüera Km 0 . As principais funções são: facilitar o manejo alimentar. assim como em qualquer outra exploração animal.br>. impedindo que as aves tenham contato com outros animais da fauna regional. sanitário e reprodutivo. O curso é sub-dividido em  Módulos: Básico. Marcelo Kornfeld e Márcio Carvalho e editado pela EDUSP. Acesso em: 0 de abr. 0 . Consultar a associação de criadores mais próxima de sua região para orientação técnica.conhecimento da gestão de políticas setoriais.Pirassununga – SP Telefone: 9) -00. (9) -00 METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA ABRE: Associação Brasileira de Estrutiocultura. escrito por Celso Carrer. proporcionar condições para obtenção de índices de produtividade à exploração e condições de contenção e biossegurança. Uma publicação indicada para os criadores de avestruzes.abreonline.

br>. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr. Ostrich. Disponível em: <http://www. br>.br>.aviculturaindustrial. Estrutipar: Cooperativa dos Estrutiocultores do Paraná.ostrich. 00. Criar e plantar.com. 00. Disponível em: <http://www.com. 00. 00. Disponível em: <http://www. Portal do Avestruz. Acesso em: 0 de abr. Acesso em: 0 de abr.com. Acesso em: 0 de abr.avestruz.br/>. 00  AgriculturA e PecuáriA ACAB: Associação dos Criadores de Avestruzes do Brasil.br>. Acesso em: 0 de abr. 00. com.com.acab.com. Disponível em: <http://criareplantar. Acesso em: 0 de abr.br>.Avestruz Máster. CooperAvestruz: Coperativa de Criadores de Avestruz.br>.org.com. Acesso em: 0 de abr. Avicultura Industrial.br>. Disponível em: <http://www. 00. . Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www.com.br> . Disponível em: <http://www.portaldoavestruz. Acesso em: 0 de abr. 00. Disponível em: <http://www.estrutiopar.cooperavestruz. Acesso em: 0 de abr. Avestruz. 00.avestruzmaster. 00. Acesso em: 0 de abr.

A preocupação principal com a criação será o cuidado com as doenças provocadas por vírus e bactérias. criação de camarão. Tal fato tem levado à implantação de fazendas para a produção de camarões marinhos principalmente no nordeste. de modo geral. estes deverão ser tratados com antibióticos e ração reforçada. Deve-se estar atento à compra de pós-larvas e caso seja constatado em análise a presença de alguns sintomas de doença. camarão. as inovações tecnológicas da área centram-se em formas de redução da área de produção e de desperdícios na fase de crescimento e engorda. Por exemplo. evitando-se grandes perdas. passou-se a colocar a ração em bandejas. Outra inovação está no uso da espécie “Penaeus vannamei” proveniente do Equador. porem. Obter informações sobre criação de camarão. Um dos fatores desta situação é a redução do camarão em alto-mar devido à pesca predatória.  . As gaiolas que variavam de  a 0 hectares passaram para de  a  há e é comum o uso de areadores para facilitar a circulação de ar. Atualmente. pois as espécies brasileiras possuem baixo ganho de peso.CRIAÇÃO DE CAMARÃO PALAvRAs-ChAvE Piscicultura. toda a região tropical e subtropical do litoral brasileiro apresenta condições favoráveis ao desenvolvimento deste cultivo. segundo a ABCC (Associação Brasileira dos Criadores de Camarão). IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA No Brasil a procura por camarões tem provocado nos últimos anos um constante crescimento da produção.

contactar as seguintes instituições: FUNDIPESCA .br/ Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul.com.Associação Brasileira de Criadores de Camarão Possui links de fornecedores e presta consultoria para pequenos produtores. Site: http://www.it/zumbi/org/funpesca/pcamar.peacelink.html ABCC . 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .Fundação para o Desenvolvimento de Comunidades Pesqueiras Artesanais Fornece todos os procedimentos básicos para a introdução da criação de camarões em gaiolas. Site: http://ospiti. para complementar as informações.abccam.Sugere-se.

Existem diversas espécies nativas de camarões de água doce com potencial para criação comercial. dependendo do tamanho. além de boa aceitação no mercado. praticar canibalismo. juvenil e adulto. inclusive. O seu ciclo de vida compõe-se de quatro fases: larva. três sistemas de criação adotados na carcinicultura de água doce. Deseja criar camarão de água doce.CRIAÇÃO DE CAMARÃO DE ÁGUA DOCE PALAvRAs-ChAvE Carcinicultura. Vietnã) introduzida no Brasil em meados de 9. podendo. Índia.  . O hábito alimentar deste camarão é onívoro. A fêmea produz de . com ração balanceada. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O camarão de água doce é. basicamente. Em cultivo intenso. ser onívora. se a disponibilidade de alimentos for insuficiente. camarão da Malásia.000 ovos. atualmente consumido em larga escala e sua obtenção é basicamente proveniente de operações de cultivo. superando as outras devido às suas características como o rápido crescimento. pós-larva. Trata-se de uma espécie originária dos paises do Indo-Pacífico (Malásia. sistema de criação Existem. alcança um peso médio de 0 g em seis meses de criação. Suas características estão citadas a seguir. a carcinicultura.000 a 00. quando estará em condições de ser comercializado. criação camarão de água doce. A espécie exótica Macrobrachium rosenbergii (camarão da Malásia) é a que se encontra mais bem adaptada para a atividade. chegando-se ao aproveitamento de 0% dos mesmos. apresentar alta fertilidade e fecundidade.

sistema bifásico (média tecnologia): trata-se da manutenção das pós-larvas recém-metamorfoseadas em viveiros-berçário. altas densidades ( a  pós-larvas/litro) em tanques de concreto. de terra. .000 kg/há/ano. sistema trifásico (alta tecnologia): semelhante ao anterior. Formas de manejo Manejo alimentar. Tal sistema permite alcançar produtividades próximas de . na proporção que varia entre  a 0 pós-larvas/m. alvenaria. seguindo o manejo descrito no sistema bifásico.000 a . os juvenis com peso médio de . também em terra. seus organismos com peso médio de 0. etc.0 g são transferidos para os berçários secundários. A sua produtividade estabelece-se entre . quantidades e teores protéicos variam de acordo com a faixa de tamanho dos camarões. Os viveiros escavados no solo oferecem um bom recurso de alimento natural. sendo despescados com peso médio de  a 0 g. Os viveiros são povoados com pós-larvas recém metamorfoseadas. As pós-larvas permanecem nestes berçários durante aproximadamente dois meses. A adubação química ou orgânica dos viveiros é periodicamente praticada a fim de incrementar esta fauna. Neles. fibra de vidro. As produtividades neste sistema regulam-se entre .00 a . diferindo apenas pela consideração de uma fase inicial realizada em berçários primários. O ciclo tem duração média de  meses sem qualquer transferência.00 kg/há/ano. respectivamente para as fases iniciais e finais de cultivo. em densidades de  a 0 juvenis/m. Ali permanecem por mais quatro meses.000 kg/há/ano. em densidades que variam de 0 a 00 pós-larvas/m. cujos tamanhos das partículas. Rações contendo 0 a % de proteína bruta são fornecidas na proporção de 00 a % da biomassa total dos camarões. Esta fase tem duração de  a 0 dias.0 g são transferidos para os viveiros de engorda. Em todas as fases os camarões recebem alimentação artificial na forma de ração balanceada e peletizada. as pós-larvas recém-metamorfoseadas são estocadas e. composto principalmente pela fauna bentônica que compreende as formas larvais e adultas de invertebrados aquáticos. Em seguida. Estas diminuições nas proporções são gradativas ao longo do tempo de cultivo. usado na recria.  AgriculturA e PecuáriA sistema monofásico (baixa tecnologia): é caracterizado por apenas um tipo de viveiro.

geralmente após seis meses de recria. com uma declividade de até %. ou seja. Teores de oxigênio dissolvido. Outros manejos. operação em que o viveiro é totalmente drenado e todos os camarões são capturados. Localização Os viveiros devem ser instalados em locais onde haja fornecimento de água natural (poços. rios ou nascentes). provocando o aparecimento de rachaduras nas paredes dos tanques. cuja captura dos organismos é feita através de arrasto com rede seletiva.Manejo hídrico. pH. Amostragens quinzenais de camarões são realizadas para avaliar o crescimento dos organismos e obter informações para o cálculo das quantidades necessárias de ração. dureza.0. O solo ideal deve ter pH próximo a .  . arenoso torna-se desapropriado em função do seu baixo poder de retenção de água. O local é considerado adequado quando a temperatura média do mês mais frio é igual ou superior a 0ºC e quando existem ventos constantes e moderados. A qualidade da água deve ser rigorosamente controlada para que as condições ambientais se estabeleçam dentro dos padrões de exigência dos camarões a fim de gerar maior produtividade no cultivo. córregos. Deve-se evitar implantá-los onde há grandes variações de temperatura entre o dia e a noite. alcalinidade e outros são monitorados semanalmente. O terreno deve ser plano ou levemente ondulado. Com menos de 0% de argila. Isto ocorre geralmente depois de  ou  meses do ciclo total (berçário + engorda). Ao final do processo. Os solos considerados como ideais para a construção de viveiros são aqueles com taxa de argila variando entre 0% e 0%. enquanto que. As despescas seletivas são realizadas a cada 0 dias aproximadamente. temperatura e transparência são parâmetros controlados diariamente nos viveiros. o excesso de água acumulada costuma causar problemas na drenagem do viveiro. efetua-se uma despesca total. Despescas As despescas nos viveiros de engorda iniciam-se sempre que uma boa parcela de camarões já tenha atingido o tamanho comercial. Com mais de 0% de argila. Em cada viveiro de engorda se promovem em média  a  operações.

tela protetora usada para proteger a entrada de predadores e saída de camarões. restaurantes e lojas especializadas em pescados. O mercado consumidor é bastante diversificado. assim como suas peculiaridades. podendo-se citar as redes de supermercados. mesmo que pequenas. produção de pós-larvas • Engorda. criação dos jovens a partir da fase de pós-larvas até atingir o tamanho comercial. s/n. alguns instrumentos simples são indispensáveis: disco de Secchi – medir transparência da água.Matéria-prima O cultivo de camarão de água doce envolve duas fases: • Larvicultura. phmetro. Em alguns estados brasileiros essas licenças podem ser expedidas diretamente pelo IBAMA. tarrafas.UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Centro de Aquicultura da UNESP Via de Acesso Prof Paulo Donato Castelane.unesp. oxímetro – medir o oxigênio dissolvido na água.para medir o pH da água. termômetromedir a temperatura da água. ou kits para análise química do oxigênio dissolvido. .br  AgriculturA e PecuáriA Equipamentos Nenhum projeto de carcinicultura pode funcionar sem uma infraestrutura mínima capaz de atender as necessidades gerais de uma produção. CEP -900 JABOTICABAL SP FONE () 0-0 e-mail caunesp@caunesp. dentre as quais incluem-se a licença ambiental e a outorga do uso do recurso hídrico. LEGIsLAÇÃO: EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: UNESP . Trata-se de um produto nobre. Para obtenção deste registro. com excelente aceitação nos mercados interno e externo. hotéis. Portanto podemos considerar como matéria-prima à pós-larvas que deverá ser adquirida em laboratórios especializados. Em fazendas de engorda. redes de pescas. INDICAÇõEs: O criador de camarão deverá solicitar o registro de aqüicultor junto ao IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). o requerente deverá atender a algumas exigências.

Devido ao tamanho do espelho de água dos viveiros. http://www.com. mariscos e crustáceos.Associação Brasileira de Criadores de Organismos Aquáticos Av. o índice de evaporação é altíssimo. utiliza-se de 0 a 0 milhões de litros de água por tonelada produzida. Francisco Matarazzo. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A criação de camarão de água doce vem crescendo muito nos últimos anos. A utilização de produtos químicos tem provocado a mortandade de peixes. É bastante problemático investir em uma atividade com consumo de água tão elevado. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia ABRACOA – Associação Brasileira de Criadores de Organismos Aquá . fonte de sobrevivência de muitas comunidades. A carcinicultura é uma das atividades que mais consome água. levando-se em consideração três despescas. Para ser ter uma idéia.  CEP 00-900 São Paulo SP Fone () - e-mail abracoa@uol.gov. cursos e certificação. imensas áreas de manguezais e de matas ciliares ao longo dos rios vêm sendo destruídas. gamboas. mas alguns cuidados devem ser tomados principalmente em relação ao impacto ambiental.br http://www.net CURsOs: Serviços.br ABRACOA . Com a construção dos viveiros nas margens dos rios.ibama.abracoa. principalmente na região nordeste. lagos e dunas.kit. caranguejos.Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Renováveis.Fazem pesquisa e prestam assistência técnica e vendem alevinos IBAMA .

00. 00 RIBEIRO.net>. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev. Priscila Vieira Rosa.br/recomendacoes_tecnicas_para. Acesso em:  de fev. Acesso em:  de fev. 00 9 AgriculturA e PecuáriA ticos.ibama. Disponível em: <http://aquicultura. 00 (Boletim Técnico). Acesso em:  de fev.kit. Paula Adriane Perez. Disponível em: <http://www. 00.BR.gov.br/>. IBAMA .htm>. LOGATO.AQUICULTURA . . Criação de Camarões de Água Doce.Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Renováveis. Disponível em: < http://www.abracoa. Lavras: Universidade Federal de Lavras. Recomendações básicas para a criação do Camarão da Malásia.

mesmo em criações com emprego de tecnologias mais simples Com estes dados e outros mais o futuro empreendedor deve escrever o plano de negócio o qual oferecerá dados mais concretos sobre a questão. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. caprinocultura Saber qual é a melhor forma de obter um plantel de cabras leiteiras com baixo custo. também. a topografia do terreno dentre outras características Importante se faz. Quando da formação do rebanho. Portanto deve-se definir. caprinos. onde vender o leite e a carne na grande São Paulo ou adjacências e se existe algum frigorífico que possa comprar os cabritos vivos ou tem que abatê-los. Especialistas informam que devem ser adquiridos cabras de raças ou linhagens com períodos de lactação de 0 dias e uma produção inicial acima de .CRIAÇÃO DE CAPRINOs PALAvRAs-ChAvE Criação de caprinos. Na decisão de criação de caprinos deve-se levar em consideração alguns aspectos básicos relevantes para que a atividade tenha êxito. em grande parte. Um aspecto que deve ser considerado diz respeito às condições climáticas predominantes no local onde se deseja implantar ou aprimorar a criação. analisando o tipo de vegetação lá existente. 0 . o sucesso da criação. visitar os criadores da região onde se poderá adquirir as crias de acordo com os interesses postados. primeiramente o local de criação. Qual é a melhor forma de obter um plantel de cabras leiteiras com baixo custo? Da escolha das cabras depende. devem ser adquiridos animais com características adaptadas à região que satisfaçam aos interesses do criador. como pode obter um lucro maior na carne de cabritos ou no leite de cabra. a facilidade de obtenção de água. litros.

principalmente da Bahia. os hotéis são compradores em potencial. Para saber qual é a melhor opção necessário se faz desenvolver plano de negócio para as atividades de interesse. manter as instalações sempre higienizadas. ou ainda oferecer produtos de sua própria fabricação. “Em se tratando de salas de ordenha. em geral compram os animais já abatidos. logo depois de efetuada cada ordenha”. No entanto. Outro fator de igual importância é quanto a saúde dos animais o que significa dar assistência veterinária. o próprio mercado indica o preço praticado dentro da modalidade escolhido pelo pecuarista. diariamente. Os supermercados e empórios já oferecem leite. Quanto a venda da carne ou do leite deve-se considerar que. carne e até pratos prontos e os preços não são tímidos. Onde vender o leite e a carne na grande são Paulo ou adjacências? Existe algum frigorífico que possa comprar os cabritos vivos ou tem que abatê-los? Os grandes supermercados. queijos. Como posso obter um lucro maior na carne de cabritos ou no leite de cabra? São Paulo detém o maior rebanho de cabras leiteiras do país. que é livre de barreira sanitária e pode vender a produção para todo o Brasil. ou seja. mas sim meios de analisar cada custo que envolve um empreendimento buscando alternativas que possam diminuir as despesas. com expectativa de pequena redução nas compras externas.Ele acrescenta que 90% da carne caprina consumida em São Paulo são importadas do Nordeste. os restaurante-classe A. a água deve estar disponível. 3. não existe uma receita pronta para aumentar lucros. a higienização deve ser realizada. ele diz que têm surgido novas queijarias no País. uma vez que tais produtos são considerados como diferenciados. O que se deduz é que um plantel que recebe os devidos cuidados e alimentação sadia evita doenças que oneram os custos de criação. os empórios. seguido por Minas Gerais e Rio de Janeiro. No entanto. o próprio pecuarista pode fazer a venda e entregar. A alimentação deve seguir as sugestões para cada raça. mas para alcançá-los o pecuarista deve contratar um intermediário ou fazer visitas de apresentação de seus produtos. ou participar de uma cooperativa. todavia é  AgriculturA e PecuáriA 2. . Os frigoríficos. praticar a vacinação conforme orientação dos profissionais da área. O presidente da Capripaulo informa que estudo realizado há dois anos indicava que 0% da demanda de leite de cabra e derivados eram supridas pelas importações.

Dentre elas citam-se: <http://www.pdf> <http://www.sbrt. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out. Ceará Telefone: (0xx-) -000 Fax: (0xx-) -0 E-mail: ant@cnpc.ibict. Acesso em: 0 de out.br/upload/sbrt925.ibict.br/upload/sbrt400.sbrt.pdf >.pdf> <http://www. Disponível em: <http:// www.pdf> <http://www.ibict.fundamental conhecê-los de perto. 00  . no seguinte endereço: Embrapa Caprinos Fazenda Três Lagoas Estrada Sobral/Groaíras.ibict. Sistema Brasileiro de Respostas Técnicas.Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.br/upload/sbrt480.br REFERêNCIAs Embrapa Caprinos . km  Caixa Postal D-0 0-90 Sobral.sbrt.sbrt.Telefone: () -000 SBRT. várias respostas técnicas que poderão ser úteis neste momento. fazer contatos.br/upload/sbrt480.pdf> Ainda a Embrapa Caprinos oferece oportunidade para maiores esclarecimentos.ibict. saber de suas demandas e potencial.br/upload/sbrt479. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Encontram-se nas páginas do SBRT.embrapa. 00.sbrt.

Como estimar o custo inicial? Da escolha das cabras depende. decidir com mais segurança sobre o negócio a ser iniciado.br) que oferece vários cursos. é o conjunto de informações. Sugerimos consultar o Sebrae (http:// www. é primordial ter em mente.Caprinocultura. 2. Estimativa de capital necessário até a produção pode cobrir as despesas? Para se determinar o custo de um empreendimento. Especialistas informam que devem ser adquiridos cabras de raças ou linhagens com períodos de lactação de 0 dias e uma produção inicial acima de . Com estes dados o futuro empreendedor deve escrever o plano de negócio o qual oferecerá dados mais concretos sobre a questão. a importância de se desenvolver o plano de negócio. O plano de negócio é uma ferramenta que contém todos os dados referentes ao projeto. atendendo a situações bem específicas: viabilidade do negócio e avaliação financeira para o caso de captação de recursos. como controlar custos. em grande parte. dentre tantos outros.  AgriculturA e PecuáriA CRIAÇÃO DE CAPRINOs NO EsTADO DE sÃO PAULO . o sucesso da criação. ao empreendedor. caprinos PALAvRAs-ChAvE Obter informações sobre criação de caprinos no Estado de São Paulo. litros.sebraesp.com. oficinas e palestras tais como: como iniciar um negócio. que permitem. Como estimar o custo inicial? Estimativa de capital necessário até a produção cobrir as despesas? Quanto de terra é necessário para um rebanho de 00 caprinos para leite e queijo? Qual é a melhor raça para este fim? Aonde procurar mão de obra qualificada? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. criação de caprinos. como abrir uma empresa. O capital inicial e de giro serão determinados pelo plano de negócio que definirá o número de cabeças necessário para iniciar a criação e que cubra as despesas fixas.

ele diz que têm surgido novas queijarias no País.  . O presidente da Associação Paulista de Criadores de Caprinos (Capripaulo). Ele acrescenta que 90% da carne caprina consumida em São Paulo são importadas do Nordeste. na sua maioria extensiva e a partir de animais sem registros”. milhões de ovinos e 0 milhões de caprinos a produção brasileira de carne de caprinos e carne e lã de ovinos é insuficiente para atender ao consumo interno. Na decisão de criação de caprinos deve-se levar em consideração alguns aspectos básicos relevantes para que a atividade tenha êxito. reúne a elite da caprinocultura de leite. Minas Gerais e Rio de Janeiro são exportadores de genética caprina para outros Estados. a facilidade de obtenção de água. Um aspecto que deve ser considerado diz respeito às condições climáticas predominantes no local onde se deseja implantar ou aprimorar a criação. Quando da formação do rebanho. Wilson Valentini Junior. diz.3. analisando o tipo de vegetação lá existente. O presidente da Capripaulo informa que estudo realizado há dois anos indicava que 0% da demanda de leite de cabra e derivados eram supridas pelas importações. que é livre de barreira sanitária e pode vender a produção para todo o Brasil. aponta boas perspectivas para a caprinocultura. Para suprir a demanda. “A atividade está crescendo muito”. “Já o Sul. a topografia do terreno dentre outras características. primeiramente o local de criação. afirma. principalmente da Bahia. seguido por Minas Gerais e Rio de Janeiro. Oitavo do ranking mundial com um rebanho estimado em .” São Paulo detém o maior rebanho de cabras leiteiras do País. “No Nordeste. Portanto deve-se definir. Quer obter informações sobre criação de caprinos no Estado de são Paulo. principalmente. No entanto. mesmo em criações com emprego de tecnologias mais simples. devem ser adquiridos animais com características adaptadas à região que satisfaçam aos interesses do criador. com expectativa de pequena redução nas compras externas. o País tem de importar esses produtos de países vizinhos. o forte é a criação voltada para corte. Tanto que São Paulo.

• • • • A primeira divisão deve dar acesso a um piquete com pastagem nativa ou cultivada. • Cabras em estado avançado de gestação (próximas à parição) e cabras recém-paridas. Os cochos podem ser feitos de pneus. pelo menos quatro divisões destinadas para lotes de animais nas seguintes fases de desenvolvimento. Quanto de terra é necessário para um rebanho de 100 caprinos para leite e queijo? O número de cabeças que podem ser colocados em uma determinada área varia de acordo com a espécie. .0 m acima da altura do cocho.O tamanho do chiqueiro deve ser definido de acordo com a dimensão do rebanho. a uma altura de cerca de 0. para evitar a entrada de animais. Cabriteiro (animais em lactação). Esta área permite manejar adequadamente as cabras próximas à parição e as cabras recém-paridas. Cabritos desmamados. recomendando-se uma área útil de 0. m a .0 m. devem ser colocados cochos para sal mineral para a suplementação dos animais. internamente. Animais em fase de reprodução (matrizes e reprodutores).0 m do solo. Qual é a melhor raça para este fim? Existem várias raças para leite e como já mencionado anteriormente o empreendedor deve escolher aquela que melhor se adapta ao local de criação. Segue abaixo relaçãao de raças leiteiras conforme solicitado:  AgriculturA e PecuáriA 4. sobre eles. para cada animal adulto. podendo. constituído por ripa ou arame. Em cada uma das divisões reservadas tanto aos lotes de cabras próximas à parição e as recém-paridas. quanto para os animais em reprodução e desmamados. ser colocado um protetor. É importante que o chiqueiro apresente. evitando a ação de predadores e a ocorrência de miíases (bicheiras) nos animais recém-nascidos. 5. qualidade e o estado das pastagens e das forrageiras lá encontradas. de tábuas ou de troncos ocos encontrados na propriedade e devem ficar posicionados a uma altura de 0.

É uma raça cosmopolita. orelhas pequenas a medianas e eretas. fronte larga. chanfro reto. produção leite( a . Grison: Mais rústica. fina e bem elegante.com  a . Média de produção de leite: kg. chanfro reto. orelha ereta e curta. sendo no Brasil o padrão alpino de cor acamurçada. orelhas pequenas a medianas e eretas. Parda Alpina Origem suiça. é considerada uma das melhores raças para produção de leite. e a cabeça assim como a cauda mais escura que o restante do corpo. Apresenta cabeça com perfil retilíneo. Apresenta a variedade Branca-Alemã.Na Suiça apresenta  tipos: Oberhasli-Brienz: Suiça . olhos grandes e claros. com ou sem cornos.Pelagem uniformemente branca. encontrada desde as regiões baixas até as regiões montanhosas. no Vale do Toggenburg: proviniente do cruzamento  . No Brasil apresenta grande porte. ventre escuro.saanem De origem Suiça. parte distal dos membros preta. vale do rio Saanen nos cantões de Berna e Appenzel. Produção de leite  kg ( kg ±  kg ) e período médio de lactação:  meses (  EMBED Equation  dias ). orelhas pequenas e horizontais. presença ou não de chifres. com listra preta na linha nuca-dorso lombar até a garupa. com ou sem barba. perfil retilíneo. pelagem parda (claro-acinzentado ao vermelho escuro). Toggenburg Origem suiça. possuindo uma grande estrutura óssea. Cabeça cônica e alongada. pelagem totalmente branca.Apresenta chifres. pelagem de cor variada. kg)  ± kg e período EMBED Equation de lactação: 9 meses ( ±  dias). É um animal de grande corpulência. linha preta dos olhos ao focinho. fronte larga. orelhas levantadas de tamanho médio. Padrão Brasileiro possui grande porte. pêlos curtos. apresenta uma faixa negra no dorso sendo os membros escuros na parte inferior. Pêlos curtos. ponta das orelhas escuras. profundo. espesso. suporta condições climáticas extremas. presença ou não de chifres.naturalmente mocha.% de gordura.

pelos de comprimento mediano a longo.0m nos machos adultos e de 0. recentemente foi introduzido um lote desta raça por criadores do estado da Paraíba. focinho. eretas e muito móveis. . Apresenta  faixas brancas que partem do lado da boca e terminam junto as orelhas. Muito produtiva e rústica.0 dias de lactação. variando do claro ao escuro. orelhas pequenas na horizontal. de porte pequeno. Pernas abaixo do joelho e na inserção da cauda são claras. bastante atenção à exploração e seleção. ainda as raças mistas como Anglo Nubiana. com peso variando nas fêmeas adultas de  kg a 0 kg.  AgriculturA e PecuáriA inicial da cabra Fulva de Saint-Gall x Saanen. presença ou não de chifres. de cor geralmente preta.Pêlos podem ser curtos ou apresentar fios mais compridos no dorso e na parte externa das coxas. É um animal geralmente mocho. Média de produção de leite: 00 a 900 kg em  . bodes com pêlos mais longos e mais grossos. para o aprimoramento da produção de leite. No Brasil. passam pelos olhos e vão terminar nas comissuras labiais.0m nas fêmeas. Canindé. podendo haver exemplares de cor castanho-escura. mostrando orelhas de tamanho mediano elevadas e dirigidas para frente. pouco côncava. chanfro reto. com cabeça bem feita e alongada. com listras de cor clara que partindo das orelhas. parte distal dos membros e inserção da cauda de cor branca. Murciana A raça é originária da Espanha e insere-se no tronco das Pirinaicas (europeu). Marota. Graúna. Moxotó.Apresenta porte médio. Os espanhóis têm dedicado. fronte larga. e nos machos adultos de 0 kg a 0 kg. sem cornos (podendo eventualmente apresentar chifres). de perfil reto com frontal amplo e ligeiramente deprimido ao centro. A cabeça é triangular. ao longo das últimas décadas. São animais de pêlos curtos e finos. Cor castanha-cinza claro. A altura média da cernelha é de 0. A média de produção é de 00 kg de leite por lactação. perfil retilíneo. Há. As orelhas são de tamanho médio. pelagem de cor acinzentada. Padrão Brasileiro é de porte grande.

unesp. Raças Nativas: a ameaça da extinção. Danilo Elmo de A.agropauta. São Paulo reúne a elite dos ovinos e caprinos. Diônes Oliveira. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de jun. REFERêNCIAs Embrapa Meio-Norte. Acesso em:  de jun. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jun. porém devem ter feito cursos sobre a criação e ter profundos conhecimentos sobre todos os tipos de manejo.br/ovinos/racapri. 00. 00.6. Um rebanho sadio pode produzir mais por menos. Acesso em:  de jun.embrapa. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .fmvz.com. Agropauta. Disponível em: <http://www.asp?todo=id&id=91>. uma vez que não há necessidade de mão de obra qualificada para o dia a dia. Capritec soluções em capricultura. Salles.br>. Aonde procurar mão de obra qualificada? A mão de obra deve ser adquirida no local da criação. Acesso em:  de jun.br/>. Hévila Oliveira.com. Santos. Todavia é primordial que um veterinário acompanhe o rebanho cuidando para o mesmo seja sadio. Disponível em: <http://www. 00. 00.htm>. Disponível em: <http:// www.cpamn.capritec. Valgueiro.br/destaque.

mas sugere estabelecer matrizes com macho de Santa Inês. Quanto à reprodução: na primavera pode-se usar raça Santa Inês e no outono raças estacionais. 9 AgriculturA e PecuáriA CRIAÇÃO DE OvINOs . Wilyy de France ou Texel. O que permitirá o abate de fêmeas e machos. a necessidade de assessoria será menor. alimentação e eventuais suplementos. l clima adequado ao tipo de criação. O Departamento de Zootécnica da Esalq possui um Laboratório Experimental que recepciona visitantes mensalmente. Caso o criador entenda bem da atividade. ovinicultura PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Informação sobre criação de ovinos.Ovinos. e a partir daí colocar Suffok. A atividade requer assistência de profissionais (veterinários) principalmente para aqueles que estejam iniciando a atividade. Inscrições gratuitas podem ser feitas por telefone (9) 9-. l animais de boa qualidade e procedência. com a professora Ivanete. l disponibilidade de água. desde que trabalhem com as técnicas adequadas para cada raça. Ivanete Susin Departamento de Zootecnia/Esalq/ USP informou que não existem estudos sobre cruzamento de animais deslanados com lanados. mas não dispensável. poderão obter ótimos lucros com a criação desses animais. A Professora Dra. Condições necessárias para criação de ovinos A criação de ovinos é uma atividade pecuária das mais importantes e que apresenta um grande potencial para investimentos no Brasil. raça deslanada. Fatores críticos para o sucesso: l conhecimento técnico por parte do criador. e “entusiasmo” pela atividade. Os criadores.

carneiros. Formação do rebanho ovino O número de ovinos que podem ser colocados em uma determinada área varia de acordo com a espécie. pode-se colocar de  a  ovinos por hectare. controle fito-sanitário. As ovelhas são destinadas à reprodução e à produção de lã. Quando a densidade de ovinos em um pasto é muito grande e não há rotação de pastagens. não só o fator econômico. o zootécnico. qualidade e o estado das pastagens e das forrageiras lá encontradas. apartados dele. pois já produziram a lã de um ano. Já a aquisição de ovinos no outono permite ao criador observar a qualidade da lã e o seu volume quando elas já estão com lã de  ou  meses e que. ficando altamente contaminado por vermes que certamente os infestarão. reduzindo o rebanho por causarem muitas mortes. podem ser colocados. a formação do animal. deve-se escolher a melhor época para fazêlo. muitas vezes. levando em consideração.000 ovinos. Economicamente. também. Os carneiros ficam com o rebanho durante o período dos acasalamentos. o rebanho poderá ser prejudicado pelas verminoses que debilitam os animais. O rebanho Pode ser formado por ovelhas. já foram até acasaladas. o terreno recebe muitas fezes. capões e jovens machos ou fêmeas. de 00 a 00 bovinos. porque: l após a tosquia os animais estão mais leves e são vendidos por menores preços. Em um pasto com . depois. a melhor época é logo após a tosquia (novembro ou dezembro). Aquisição dos ovinos para a formação do rebanho Para iniciar uma criação. desde que o número de bovinos seja menor. Com isso. mas. Em pastagens mais ricas. Essas são as condições encontradas em criações 0 . também. ou seja. l e também porque o criador deve observar bem. um período de  a  meses durante o ano sendo.l l qualidade das pastagens. mas o seu preço é mais elevado. e o seu estado de saúde. havendo possibilidades de agregar bovinos na mesma área. dependendo do desejo do criador.

 AgriculturA e PecuáriA de regime extensivo ou semi-extensivo. As características do velo devem estar de acordo com os padrões da raça. quando são abatidos para consumo. com uma lã de qualidade e em bom estado. Melhor seria iniciar uma criação de ovelhas novas e de uma só raça. do comprimento e da finura. pois deles vai depender a melhoria do rebanho e o seu valor econômico. Seu corpo é cheio. uma cabeça bem proporcionada. com fios longos. Eles são. machos e fêmeas. l para produzir lã de qualidade o ovino precisa apresentar um velo denso. bons aprumos com ossos fortes e largos. grosso e bem inserido. ou seja. depois. para que o criador possa sentir os problemas dessa atividade e adquirir prática. l é bem desenvolvido. por um período de  meses da última tosquia. . pescoço forte. amplas fossas nasais. Os cordeiros são castrados para a venda aos  ou  meses de idade ou mantidos para substituírem os capões vendidos ou abatidos. é a sua saúde. um rebanho bastante uniforme em relação ao seu exterior. em número nunca superior a . Sua qualidade decorre da uniformidade. As fêmeas ou borregas são mantidas para substituir as ovelhas velhas e aquelas que morrerem.000 cabeças. l devem apresentar todas as características da sua raça. lombo reto. em todo o velo. O número de machos deve ser de  a % do de ovelhas destinadas à reprodução. grossura uniforme em toda a sua extensão e com barriga e pernas bem cobertas de lã. cara larga. durante  a  safras. Naturalmente. são destinados à produção de lã. formando assim. Procedimentos para a seleção dos ovinos O principal item a ser levado em consideração na escolha dos ovinos. Um ovino sadio apresenta: l olhar vivo. vendidos para corte ou mantidos no rebanho até os  anos de idade. sendo os que produzem maiores quantidades desse produto têxtil. os animais destinados à reprodução devem ser bem selecionados. os “capões”.Os machos castrados.

é um dos fatores críticos para o sucesso do empreendimento. em todo o corpo. pernas compridas.  . que possuem um baixo teor de fibras e um alto teor de nutrientes digestíveis totais. focinho fino. eriçada e sem resistência pode ser conseqüência de uma verminose avançada ou decorrente de uma sarna. o que restringe as possibilidades de acasalamento de cada fêmea e. ampliando as possibilidades reprodutivas para várias épocas do ano. classificadas como concentrados aquosos. As ovelhas apresentam. as possibilidades reprodutivas. muito importante. ainda. isso significa a presença de uma bronquite verminótica. apenas um cio por ano. Temos. como em qualquer tipo de criação. O exame das mamas é. l muco quase purulento nas narinas.Cuidados a serem tomados e pontos a serem observados: l lã sem brilho. também. Para aproveitamento do período fértil os machos devem estar em condições totalmente adequadas à reprodução. mal aprumadas e finas. Reprodução e Manejo A reprodução dos ovinos. acompanhado de tosse. Alimentos para ovinos A alimentação dos ovinos é baseada em alimentos volumosos (com um elevado teor de fibras e baixo teor de nutrientes digestíveis totais e concentrados. por falta de lã. peso abaixo do normal e barriga e pernas peladas. peito estreito. cada raça apresenta uma época mais indicada para a cobertura. l constituição débil. conseqüentemente. cara muito estreita. tendo em vista o fim das gestações no verão. Todavia. O primeiro sinal de sarna é o aparecimento de pontas de mechas de lã que se desprendem para então aparecerem várias falhas de pêlos. que é a época mais comum para os nascimentos. O criador deve conhecer bem o processo e os métodos que devem ser empregados para obter melhores resultados. O criador deve conhecer bem o momento ou época do ano mais adequada para o acasalamento. um período reprodutivo. os tubérculos e as raízes. as raças de lã mais fina. por exemplo. ou seja. apresenta um período reprodutivo maior ampliando. geralmente.

UOV .uov.Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba. Disponível em: <http://www. Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba. número do telefone: () -9. Este curso tem como objetivo as doenças que podem afetar a criação. Profa.ruralnews. Publicações.Universidade On-line de Viçosa. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 mar.com. dos anos de 00 e 00.br>. Acesso em: 0 mar.br>. E-mail: ivasusin@esalq.br/public05_. O rebanho deve receber boa alimentação durante todo o ano.br. Glória Lourdes. Disponível em: <http://www.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugerimos conhecer o material apresentado no Simpósio de Ovinos e Caprinos de Corte. informações pelo telefone () -09. 00. Departamento de Zootecnia /Esalq/USP. RURAL News.php>. Acesso em: 0 mar. da UNESP oferecerá um curso (Criação de Ovinos) nos dias . .br A Faculdade de Medicina. e  de Abril de 00.usp.emepa.com. pela EMEPA. 00. porém haverá também informação sobre manejo.Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia EMEPA . Dra.org. 00  AgriculturA e PecuáriA Para que as fêmeas estejam totalmente preparadas para o período de acasalamento. Ivanete Susin. Veterinária e Zootecnia de Botucatu. Cursos Universidade On-Line de Viçosa – http://www. o criador deverá estar atento aos cuidados básicos para o desempenho eficiente. com a Dra. Telefone (9) 9-. Acesso em: 0 mar. uov.com. 00. estando em condições sanitárias adequadas. Disponível em: <http://www.

no ano de 00 “demonstrou que estas não precisam ser sofisticadas para o acabamento de cordeiros. As dimensões. ovinos. em  há é possível colocar 00 cabeças. No entanto a Embrapa recomenda as seguintes áreas úteis por animal adulto: 0. Estas devem ser feitas com base no conhecimento do comportamento dos ovinos.CRIAÇÃO DE OvINOs EM REGIME sEMI-INTENsIvO PALAvRAs-ChAvE Criação de ovinos. Saber se é possível iniciar uma criação comercial de ovinos em regime semi-intensivo voltado para exploração de carne em área de apenas um alqueire. ao construir instalações. Desta forma fica. ovinos em regime semi-intensivo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Criação de ovinos em regime semi-intensivo Há instalações que podem ser adotadas. Estas áreas são para: l cabras em estado avançado de gestação com acesso a um piquete com pastagem nativa ou cultivada. sob controle para evitar que animais sofram qualquer ataque que possam prejudicar-lhes a saúde e a dos recém-nascidos. são as áreas restritas designadas a certas etapas do desenvolvimento do rebanho. O que se deve observar. portanto. em Corumbá. Quantos hectares seriam o ideal para iniciar uma criação (possui 1 ha). o manejo. tanto de ovinos quanto de caprinos. que são simples e econômicas. como em sistema de semiconfinamento. ou tamanho das instalações dependerão do número de animais destinados à criação. Um experimento apresentado no IV Simpósio sobre Recursos Naturais e Sócio-econômicos do Pantanal. respeitando seus hábitos e necessidades básicas”.0 m.. (MS). l animais em fase de reprodução (matrizes e reprodutores)  .0 m a .

armazenam e reduzem o desperdício de alimentos. no caso. Embrapa Caprinos (veja endereço completo em referências).0 m do solo (). A Embrapa desenvolveu um modelo de instalações para 00 caprinos. . favorecem o manuseio do rebanho e o controle de doenças. as principais são: centros de manejo l saleiros l apriscos  AgriculturA e PecuáriA Cabriteiro (animais em lactação) Cabritos desmamados. estes podem ser de pneus usados. mas que poderia servir de modelo para o empreendedor que deseja iniciar uma pequena criação. isto é: elas facilitam e reduzem o uso da mão de obra para as tarefas diárias. Também em termos de cochos. de tábuas ou mesmo de troncos de árvores. faz os seguintes esclarecimentos e recomendações para criação de caprinos e ovinos: O Objetivo das instalações O objetivo das instalações é viabilizar e facilitar o manejo geral de um rebanho caprino ou ovino. dentro de um processo de produção. cobertura vegetal.l l Em cada uma dessas áreas há de se colocar cochos para suplementação alimentar com sal mineral. protegem e dão segurança aos animais. a 0. Este modelo é direcionado para criadores familiares. de palha de babaçu ou carnaúba.” As Principais Instalações Entre as instalações mais utilizadas na produção de caprinos e ovinos. otimizando o emprego da mão-de-obra. dividem pastagens. Neste modelo as instalações são de chão batido. sem causar estresse aos animais.” A Importância A importância das instalações está fundamentada na extrema capacidade que elas têm em buscar a otimização da relação homem/ animal/ambiente. A Embrapa Caprinos. reduzindo custos e favorecendo a produção e a produtividade do empreendimento. entre outras.

” Área (m) Coberta Matrizes Animais jovens Crias Reprodutores .0 > . Largura = 0. 0.0 Descoberta > . m a 0. ou seja utilizar 0 a 0 animais por metro linear de cocho. Ver Quadro abaixo.: Estas mesmas medidas são recomendadas também para Centros de Manejo e Currais de engorda. em Cab/m. Tamanho das áreas coberta e descoberta (área de exercício) de um aprisco para caprinos e/ou ovinos. Brete: Comprimento = 0 m. Outras recomendações de medidas: Cocho: Recomenda-se 0. > . o que se espera é que a instalação disponibilize espaço apenas o suficiente para propiciar condições favoráveis ao desempenho dos animais. é desperdício. Tamanho exagerado ou área em excesso têm custos mais elevados. sem trazer maiores benefícios.0 > . m na base inferior e 0.0 0. Mais do que isso. m linear para cada animal. m.0 Obs.  . seja para o descanso ou repouso noturno dos animais. Seja para o pastoreio ou alimentação no cocho. Altura = 0. . m na base superior.l l l l l l l l l pedilúvio currais esterqueiras bretes cercas comedouros bebedouros galpões salas de ordenha Aspectos Importantes na Construção das Instalações para caprinos e Ovinos Tamanho ou a área das instalações – O tamanho ou a área de uma instalação diz respeito tão somente ao tamanho do rebanho.

Largura = a mesma largura da porteira. Pelo con AgriculturA e PecuáriA Pedilúvio: Comprimento = . de espaço.” . longe de estradas e próximo à casa do manejado. também. na medida em que ela deve atender aspectos de ambiente. palhas para coberta. bem drenados. sem maior sofisticação. e a redução máxima dos seus efeitos negativos sobre os animais (as correntes de ar e a umidade em excesso. os apriscos deverão situar-se sempre no sentido NorteSul. a sua localização é de extrema importância. permitir uma boa circulação de ar e resguardar os animais de ventos fortes e encanados. entre outros). permitir o livre acesso de manejadores e o trânsito fácil dos animais. de tempo e de segurança.0 m. ainda. como é o caso dos apriscos. em especial a sua situação com relação aos pontos cardeais que é um fator importante. Profundidade = 0. ventilado. ou a um melhor armazenamento de alimentos ou. a uma melhor divisão de pastagens.” situação Em algumas instalações.Material utilizado Para a construção do aprisco.” Localização das construções Para toda construção. o material da própria fazenda.” Funcionalidade Toda e qualquer instalação têm a obrigatoriedade de ser funcional. varas. por exemplo: eles devem ser construídos em terreno elevado. na medida do possível. no desenvolvimento das atividades diárias com um rebanho.0 m. proporcionando proteção e segurança ao mesmo. Em caso de apriscos. isto é.” Relação custo-benefício A fiel observância deste aspecto tem sido recomendado enfaticamente. em cada localidade. tendo em vista a predominância dos ventos e das chuvas. etc. visando a redução dos custos. deve facilitar a alimentação e tratamento dos animais e permitir a divisão dos mesmos em categorias Atender. durável e resistente como: madeira. na medida em que nem sempre fazer uso de uma instalação qualquer significa maior rentabilidade para um rebanho. pedras toscas. para um melhor aproveitamento da penetração dos raios solares (manhã e tarde). será utilizado. tem que atender bem às necessidades do rebanho. Assim.

ibict.“ “A maior ou a menor freqüência de limpeza está condicionada às condições ambientais como: períodos chuvoso e seco.cnpc.” “Em se tratando de salas de ordenha. 00. sem sombra de dúvida.br REFERêNCIAs Embrapa Caprinos.trário. isto implica numa redução da economicidade.pdf >. acabamento. Portanto.” higienização A higiene das instalações é. Disponível em: <http:// www. Todavia. Disponível em: <http://www. sobretudo quando se trata de currais.  .br>.embrapa.” CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se entrar em contato com a Embrapa Caprinos oferece oportunidade para esclarecimentos mais detalhados sobre instalações. etc.sbrt.embrapa.br/upload/sbrt480. no seguinte endereço: Embrapa Caprinos Fazenda Três Lagoas Estrada Sobral/Groaíras. 00. logo após efetuada cada ordenha. o tipo da instalação. SBRT-Serviço Brasileiro de Resposta Técnicas. a higienização deve ser realizada. o bom senso do produtor ou do manejador é o melhor referencial indicativo para o estabelecimento da freqüência de limpeza das instalações. diariamente.). Ceará Telefone: (0xx-) -000 Fax: (0xx-) -0 E-mail: ant@cnpc. Acesso em:  ago. a recomendação para a construção de uma instalação é questionar sempre: qual o seu custo? Quais os benefícios? E qual é a relação Custo / Benefício?. lactação. muitas vezes. apriscos e centros de manejo. Acesso em:  de ago. a categoria de animais e as fazes de produção (gestação. km  Caixa Postal D-0 0-90 Sobral. um aspecto de extrema importância na produção de caprinos e ovinos.

Magda das Graças Costa  de ago. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL .

TAMBAQUI.sbrt. br/upload/sbrt781. o que significa um mercado com potencial superior a 00 mil toneladas de peixe/ano. publicada neste portal (SBRT).ibict. mas a criação. podendo alcançar até 0 kg no primeiro ano de criação. grande rusticidade ao manuseio e respiração aérea. Possui alta velocidade de crescimento. condição que pode facilitar sua criação em tanques-rede de pequeno volume. etc são fundamentais para o sucesso do empreendimento. <http://www. ainda é escasso. o conhecimento sobre o comportamento e crescimento do pirarucu. PIRARUCU 90 . quilos per capita/ano. DOURADO E PINTADO PALAvRAs-ChAvE Peixe. principalmente em cativeiro.CRIAÇÃO DE PEIXEs: PIRARUCU.amazonpress.htm>. piscicultura. a alimentação. a pesca nativa não supre um oitavo desta demanda. o consumo de peixe é de cerca de . em qualquer modalidade de criação intensiva. A média de consumo na região amazônica é de  quilos per capita/ano. Dourado e Pintado. Sobre como iniciar criação de peixes de água doce. criação de peixe Informações gerais e específicas sobre criação dos peixes: Pirarucu. A seguir informações gerais sobre criação dos peixes solicitados.com. Tambaqui.br/roraima/dedoc/rr23042002. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA No Brasil. o manejo. além de não manifestar canibalismo quando confinado em altas densidades e de ser facilmente treinado para aceitar alimentação com ração extrusada. sugere-se visitar a seguinte página:<http://www.pdf>. No entanto. O pirarucu é provavelmente a espécie mais promissora para o desenvolvimento da criação de peixes em regime intensivo na região Amazônica. porém.

que baixas densidades de estocagem influenciaram o aparecimento de classes hierárquicas. dificultando com isso o acesso ao alimento e gerando competição nas zonas de alimentação. em que os dominantes monopolizam as zonas de alimentação e o alimento. na criação do salmão do Atlântico. conseqüentemente. observaram. afetando a homogeneidade dos lotes. diferenciando o crescimento entre essas duas classes. onde a construção de represas e viveiros escavados é inviável. do piscicultor Rodolfo Henrique Français. podem quebrar o status social de dominância e subordinação. Criações em tanques-rede de pequeno volume podem ser mais vantajosas que as criações tradicionais. é 9 TAMBAQUI AgriculturA e PecuáriA A homogeneidade no crescimento dos peixes. uma vez que permitem altas densidades de estocagem e. A adoção da técnica de tanques-rede tem se difundido mundialmente e apresenta algumas vantagens. A estocagem de lotes de peixes com tamanhos homogêneos iniciais influenciam na homogeneidade do lote final . Embora os fenômenos que geram estresse e a variação do crescimento nos peixes nem sempre estejam relacionados à tomada de alimento.scielo. principalmente quando o adensamento de peixes é grande. aumentando a produtividade.br/scielo. dominantes e subordinadas. como seu uso em ambientes de difícil acesso. tendendo à manutenção de lotes mais homogêneos e. Densidades de estocagem excessivas também podem causar variações no crescimento dos peixes. em ambientes confinados. quando ideais. no caso de peixes de respiração aquática obrigatória e o ataque de agentes patogênicos. existem aqueles que influenciam na condição fisiológica e sanidade dos peixes como o déficit de oxigênio. é conseqüência de diversos fatores que influenciam o desempenho dessa população. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da densidade de estocagem sobre a variação do crescimento de juvenis de pirarucu em tanques-rede de pequeno volume.Densidades inadequadas de estocagem de peixes podem trazer complicações para a criação. além das condições de manejo que permitem seu uso em escala comercial e familiar.php?script=sci_arttext&pid=S0100204X2003000100014> A Fazenda Água Limpa. Fonte:< http://www.

Rio Grande do Norte. Os produtores compram os alevinos e os põem nos berçários. para calcular a capacidade do tanque. metro de profundidade. com a utilização do berçário é possível produzir tambaqui com peso comercial de venda após seis meses de engorda. os produtores de Roraima ainda compram alevinos dos centros de alevinagem de São Paulo. de  mil a  mil metros e até .” Depois de seis meses. Os alevinos entram nos berçários com  gramas e alcançam mais de 00 gramas em 0 dias. “Isso significa um custo de R$ . ração extrusada com % de proteína. é um peixe de primeira em termos de qualificação comercial”. segundo o agrônomo. custam entre R$ 0. quando vão para os tanques de engorda. Mato Grosso e Acre. além de farinha de carne. explica.” A criação de tambaqui é simples. Nesses tanques. o peixe atinge o peso comercial. que são tanques de mil a  mil metros quadrados. quando estão prontos para o consumo.00 e R$ 0. Segundo o agrônomo. Nas condições de Roraima é necessário .00. Durante dois meses. “Mas bem abaixo dos R$ 00. conforme o resultado da análise. usando esterco ou adubo químico. onde estão instalados  tanques em 0 hectares. Patrício explica que é preciso corrigir a acidez da água. três vezes ao dia. por peixe com alimentação”. um dos peixes mais apreciados na região. dependendo da distância e da espécie.um dos criatórios de tambaqui de Roraima. quilo de ração para produzir  quilo de peixe. o tanque é esvaziado e faz-se novo repovoamento.00 o milheiro. diz. de ossos e de peixes. por meio de adubação nitrogenada. acrescida de minerais e vitaminas próprios para a criação. “Além de estar adaptado. quando adquiridos no próprio Estado. Por motivos econômicos. de milho e de arroz. feita com farelo de soja. quatro vezes ao dia. eles recebem. durante seis meses. “Se levarmos em conta os gastos com mão-de9 . divide-se a área total pelo peso final do peixe para chegar à densidade. De acordo com Patrício. de 0 x 0 metros ou de 0 x 0 metros. que presta assessoria ao criatório. os peixes recebem ração balanceada com % de proteína. Segundo ele. diz Patrício. os preços dos alevinos variam muito. é retirado com rede. além de equilibrar a população de plâncton. “Fica mais barato trazer de fora”. dependendo do Estado vendedor. “O ideal é  quilo de peixe por metro quadrado. Em geral.

DOURADO E PINTADO CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Sugere-se. entre elas o associativismo.sbrt. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. pacú e outros nativos) em tanques-rede de pequeno e grande volume. Outros tratados: <http://www.” .br/roraima/dedoc/rr23042002. <http://www. “Em dois anos.com. Densidade de estocagem de ju9 AgriculturA e PecuáriA obra e manejo.pdf> informações sobre criação e engorda de peixes. disponíveis em: <http://www. com a adoção de várias ações.htm> Para criação destas duas variedades sugere-se consultar as respostas técnicas publicadas no portal do SBRT. Disponível em: <http://www.sbrt. Acesso em: 0 set.” Estímulo O Sebrae Roraima vem estimulando a criação de peixe em cativeiro.ibict. 00.ibict.br. chegamos a um custo total de R$ . br/>.ibict.pdf> informações a respeito de cultivo de peixes (pintado.br/upload/sbrt937.br/upload/sbrt303. FONTEs CONsULTADAs Amazonpress.amazonpress.com.amazonpress.sbrt. Franmir Rodrigues et al. para o peixe alcançar o ponto ideal de consumo. o investimento está pago.br/upload/sbrt550.pdf> Criação de peixe pintado.sbrt. mercado e financiamentos. A pesca artesanal.pdf> Viabilidade Econômica de Peixes Pintados e Cacharas. BRANDAO.com. na calha do Rio Branco e afluentes. <http://www.Cada tanque de  mil metros quadrados produz 0 mil quilos de tambaqui e dá uma renda de R$  mil/mês. ainda consultar as demais respostas técnicas publicadas no portal em questão. também vem merecendo atenção especial. manejo e tratamento de pescado. Fonte: <http://www.br/upload/sbrt339.ibict.

Sérgio Fonseca e STORTI FILHO. v. CAVERO. 9. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de set.scielo. agropec.scielo. Acesso em: 0 set. <http://www.. Brasília. n. Disponível em:<http://www. Acesso em: 0 set. agropec. Efeito da densidade de estocagem na homogeneidade do crescimento de juvenis de pirarucu em ambiente confinado. 00. Produtos agrícolas e florestais como alimento suplementar de tambaqui em policultivo com jaraqui. Pesq. Acesso em: 0 set. GUIMARÃES. .embrapa.sct.php?script=sci_ arttext&pid=S0100-204X2004000400009>. 00. Pesq.br/scielo.php?script=sci_ arttext&pid=S0100-204X2003000100014>. 00 9 . . 00. Brasília. n. v.venis de tambaqui durante a recria em tanques-rede.pdf#search=%22cria%C3%A7%C3%A3o%20peixe%20tamb aqui%20and%20tese%22>. 00. bras. ..br/pdf/pab2004/ marco/v39n03a14. 00. Bruno Adan Sagratzki et al. bras.br/scielo. Disponível em: <http://atlas. Atílio.

equipamentos e conhecimentos técnicos e mercadológicos. surge como atividade econômica alternativa. supermercados.Piscicultura. feiras e outros. o produtor deve analisar se tem condições efetivas de desenvolvê-lo. inicialmente. Mercado O progresso nas técnicas de reprodução. como tilápia. tilápia. pintado PALAvRAs-ChAvE Informação sobre criação de peixes. destinados a peixarias. a piscicultura promete resultados animadores em produtividade. visando ganhos econômicos com o suprimento de um mercado promissor. Por essa razão. gerente de pecuária da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (EMATER-DF). uma vez que. 9 AgriculturA e PecuáriA CRIAÇÃO DE PEIXEs: TILÁPIA. De acordo com José Lopes Germano. demanda investimento inicial considerável em instalações. qualidade e retorno econômico. quanto o consumo industrial.000 m. Criatório Para a implantação de um criatório de peixes. e o abastecimento dos pesque-pagues. como atividade recreativa. mas só passam a ser rentáveis quando feitos em tanques a partir de . pacu e pintado IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Com a possibilidade de se usar técnicas semi-intensivas e intensivas de criação. que se multiplicam em áreas próximas dos centros urbanos. manejo e alimentação e a melhoria de instalações tem gerado as condições básicas para se expandir a piscicultura. para se tornar lucrativo. pacu. os projetos de desenvolvimento da piscicultura podem ser realizados em vários tamanhos. para a produção de filés. PACU E PINTADO . Esse mercado é representado pelo aumento crescente da demanda tanto de peixes in natura.

nível intermediário de monitoramento da qualidade da água. podendo os primeiros ter tamanhos que variam de 00 a . maior dificuldade de controle de predadores e também da densidade (peixe/ m). pH e níveis de alcalinidade. Esse tipo possui custo de construção maior. portanto. 9 . os tipos de viveiros observados são: • POR BARRAMENTO. é necessário utilizar esse tipo de viveiro. com uma taxa de renovação da água do viveiro entre % e 0% ao dia. os escavados. obtendo-se produtividade anuais médias entre  mil a 0 mil Kg/ha/ano. m de viveiros de criação. Entretanto. m para a construção de  m de viveiro. que incluem técnicas de exploração com baixa renovação da água (menos de % ao dia) e nível baixo de monitoramento de sua qualidade. POR DERIvAÇÃO. de forma a aumentar a taxa de sobrevivência dos alevinos.. Outro sistema semi-intensivo possível de ser desenvolvido incorpora mais tecnologia.Tipos de viveiros Normalmente. contando-se apenas o monitoramento de sua transparência e. e uso de viveiros-berçários. apresentam características como fundo irregular. suas características permitem controle melhor do volume de água. dependendo da topografia do terreno. dada a necessidade de movimentação de terra. Consiste na interrupção de um curso d’água. o que proporciona melhor produtividade. atualmente em uso na criação de peixes contam-se os sistemas de produção semi-intensivos. Sua proporção é de :. Contudo. da densidade de peixes e dos predadores.00 m. em conseqüência. com acompanhamento de sua transparência. m a 0. das temperaturas máxima e mínimas. ou seja.  mde viveiro-berçário para cada . ou seja. com uma produtividade anual por hectare inferior a . que têm como objetivo aumentar a taxa de sobrevivência dos alevinos. São. que pode variar de 0. Nos sistemas que utilizam níveis mais altos de tecnologia. • • • • Tecnologia Entre as tecnologias. falta de condições para controlar o fluxo de água que entra no viveiro. formando viveiros de baixo custo de construção. de difícil manejo cultural. vIvEIROs-BERÇÁRIOs.00 Kg de peixe e baixa rentabilidade.

Mesmo com estes condicionantes. como em todo negócio. . intensivo monitoramento da qualidade da água. por derivação. De todos esses fatores. com baixos níveis de monitoramento da qualidade da água. sem dúvida. a localização adequada. com alto nível de controle do manejo cultural das espécies de peixe e monitoramento intensivo da água. 0 milhões de alevinos/ano. por barramento. A ela. somando o uso de aeradores na proporção de  HP/ha e o uso de viveiros berçários. com níveis intermediários de monitoramento da qualidade da água e tecnologia de manejo. busca-se um maior rendimento dos viveiros. São os seguintes os sistemas de criação estudados. Cenário O estabelecimento da produção total da piscicultura brasileira não é tarefa fácil. tem-se o sistema intensivo de criação. expostos para que possam servir como modelos aos interessados: . terreno plano com baixa movimentação de terra. alcançando a produtividade média anual acima de 0 mil Kg/ha. está ligado diretamente 9 AgriculturA e PecuáriA Por último. Mas. Existem cerca de 0 estações destas no país.000 toneladas/ano. aproximadamente. que produzem. Caracteriza-se por uma tecnologia de produção que envolve a renovação de mais de 0% da água do viveiro por dia. segundo especialistas do ramo. O que leva ao sucesso Os fatores primordiais para o sucesso de uma criação de peixes são a qualidade do produto. por derivação. A estimativa é de que sejam produzidas em torno de . o sucesso vai depender de como ele será conduzido pelo seu proprietário. oxigênio dissolvido e amônia. a qualidade sanitária do produto. acompanhando-se a transparência.sistemas de criação Com a finalidade de se obter resultados compensatórios. o principal é. Sistema de criação semi-intensivo. inclusive com o uso de aeradores mecânicos. temperaturas máximas e mínimas. como forma de obter melhor rentabilidade. o mercado brasileiro ainda tem muito espaço para novos empreendimentos. Boa parte desta produção cabe a estações públicas de criação de alevinos. a facilidade para distribuição e a diversificação de espécies. o preço competitivo. pH. Sistema de criação semi-intensivo. . . Sistema de criação semi-intensivo. alcalinidade.

Diante da inexistência de associações de criadores. e muito. com o maior número de dados possíveis. como é o caso da EMATER e dos postos das secretarias de Agricultura. para se constituir como empresa é necessário atender às exigências da burocracia. na qualidade dos alevinos e rações fornecidas. uma outra opção segura é buscar indicações nos escritórios públicos de manejo rural. nas quais se pode cobrar responsabilidade. a melhor forma de travar contato com os fornecedores é procurando indicações com as associações de aquicultores da região. Legislação Específica Este é o tipo de negócio que depende. o piscicultor pode ser considerado produtor rural. de 0 de agosto de 99. assim como nas associações. Há uma portaria de 99 que torna obrigatório o registro do aquicultor e estabelece as normas de operação na atividade. Além disso. Pacu-caranha Nome Científico: Piaractus mesopotamicus Família: Characidae Distribuição Geográfica: Bacia do Prata. O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) é o principal órgão regulador deste segmento. Além das opções de abertura de firma individual ou societária. Fornecedores O conhecimento dos fornecedores. (SEBRAE .o sucesso de um criatório. No caso da regulamentação ambiental da atividade de piscicultura. Desta forma serão obtidas informações. é fundamental para o sucesso de uma empresa do ramo. a limpeza geral dos tanques. a portaria do Ibama é a seguinte: Portaria Nº 9 . o que reduz a burocracia e mesmo os custos. 9 . de contador.N/9. Para isso. além de boas instalações e manutenção adequada. a boa saúde dos empregados e a qualidade das rações. são essenciais os cuidados veterinários com a criação. No caso da criação de peixes. Nestes escritórios.ES) Algumas informações sobre os peixes solicitados na demanda: Nome Popular: Pacu. neste caso. pois não há necessidade. do respeito à legislação ambiental para sobreviver. podem ser encontradas relações de locais onde podem ser adquiridos os alevinos.

No Brasil foram introduzidas três espécies: Oreochromis niloticus (tilápia do Nilo) que pode alcançar cerca de kg. peixes. praias e canal dos rios. Ecologia: Espécie onívora. Pode ser separada das outras espécies do gênero pelo padrão de manchas: pequenas. Sarotherodon hornorum (tilápia zanzibar) de coloração escura e maxilas protráteis. Oreochromis. e esbranquiçada abaixo da linha lateral. Os dentes são molariformes. acima e abaixo da linha lateral. o ventre é mais claro. Nome Popular: Tilápia Nome Científico: Tilapia rendali. e uma variedade desenvolvida em Israel. amarelado quando o peixe está vivo. Descrição: Peixe de couro. cabeça grande e achatada. com tendência a herbívora: alimenta-se de frutos/sementes. É importante na pesca comercial e esportiva. A alimentação pode variar dependendo da 99 AgriculturA e PecuáriA Descrição: Peixe de escamas. Alcança cerca de 0cm de comprimento total. Espécie de grande porte. Ocorre em vários tipos de hábitats como lagos. e também é muito importante comercialmente. que apresentam uma grande capacidade de adaptação aos ambientes lênticos. algas e. suportam grandes variações de temperatura e toleram baixos teores de oxigênio dissolvido. pode alcançar mais de m de comprimento total. Tilapia rendali (tilápia rendali) com cerca de kg. Ecologia: As tilápias são espécies oportunistas. A coloração é cinza escuro no dorso.Nome Popular: Pintado/Speckled Catfish Nome Científico: Pseudoplatystoma corruscans Família: Pimelodidae Distribuição Geográfica: Bacias do Prata e São Francisco. corpo romboidal e comprimido. mais raramente. folhas. corpo um pouco alto e comprimido. introduzidas em quase todo o Brasil. espalhadas ao longo do corpo. clareando em direção ao ventre. Existem cerca de 00 espécies de tilápia. Realiza migrações de desova. É considerado um dos peixes mais esportivos do Pantanal. corpo alongado e roliço. castanho ou cinza escuro. Sarotherodon e Tilapia. que atualmente vem sendo cultivada. . Descrição: Peixes de escamas. A coloração é uniforme. pretas e arredondadas ou ovaladas. Oreochromis niloticus Família: Cichlidae Distribuição Geográfica: Espécies da África. “SaintPeters”. distribuídas em três gêneros. Além disso. crustáceos e moluscos. Ecologia: Espécie piscívora.

de 00.espécie: podem ser onívoras. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Procurar o Instituto de Pesca. -9.pesca. Mantém-se um serviço de atendimento técnico gratuito ao interessado.br>. Pequenos enganos geralmente custam mais do que uma consultoria especializada. herbívoras ou fitoplanctófagas.sp. sendo que a desova pode ocorrer mais de quatro vezes por ano. -0. Aces00 .com.ambientebrasil.pisciculturapaulista. um técnico da instituição pode efetuar uma visita técnica na propriedade. todas as sextas-feiras.com.gov.br/ METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Ambiente Brasil: portal ambiental. na cidade de São Paulo. Instituto de Pesca. Recomenda-se ao interessado visitar bons projetos de piscicultura e ler livros técnicos especializados. Acesso em: 0 de abr. Como protegem a prole. Disponível em: <http://www. mediante prévio agendamento. através dos fones () -. Quando necessário. das 09 às  h. Francisco Matarazzo . O site da Piscicultura Paulista trás muitas coisas sobre o assunto. Recomendação importante: Não inicie qualquer atividade sem uma orientação técnica qualificada. localizado na Av. sendo esta missão cumprida com a divulgação de informações básicas ou aplicadas que auxiliam o interessado na implantação e/ou adequação de projetos de piscicultura. Disponível em: <http://www.br/>. o índice de sobrevivência é bastante elevado. é interessante entrar na página para mais informações http://www. Algumas espécies se reproduzem a partir dos seis meses de idade. O Instituto de Pesca possui uma biblioteca especializada e estações experimentais de piscicultura. Fonte: PNDPA Instituto de Pesca O Instituto tem com uma de suas missões a transferência de tecnologia sobre a criação de peixes de água doce.

br/>. SEBRAE ES.br/IdeiasNegocios/pag_mos_ide_neg.htm>. Criação de peixes. Acesso em: 0 de abr. de 00. com.sebraees. de 00. Disponível em: <http://www. de 00 0 AgriculturA e PecuáriA so em: 0 de abr. de 00.Pesquisa Agropecuária: pecuária e pisicultura.agridata. . com.mg. Piscicultura Paulista. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http:// www.gov. de 00.br/peixes.asp?id=363&tipoobjeto=3&objeto= 363&botao=0>.pisciculturapaulista. Acesso em: 0 de abr. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr. Acesso em: 0 de abr.

Também é importante identificar as potencialidades desta área. para superar ao máximo as adversidades topográficas. pois a qualidade de vida da área depende do ajuste do projeto as leis de proteção ambiental.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ #manejonutri 0 . Possui uma propriedade com quatro alqueires.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ #manejoamb Manejo Nutricional http://sistemasdeproducao. algumas informações sobre implantação da suinocultura poderão ser úteis: Avaliação dos riscos de impacto ambiental http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa. suinocultura Saber qual o tamanho ideal para uma criação der aproximadamente 0 matrizes de suínos? Precisa saber as medidas. pode-se ter uma idéia mais clara sobre onde implantar o projeto de uma pocilga e prever possíveis expansões.CRIAÇÃO DE sUÍNOs PALAvRAs-ChAvE Suínos. localização. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Primeiramente é necessário fazer o planejamento da área. construção para criação de suínos.cnptia.embrapa. Desta forma.embrapa. Para tanto. o pé direito. caso seja necessário. com quais possibilidades de produtos se pretende trabalhar e quais os meios de adequá-los num mesmo conjunto de produção. material empregado.cnptia. ter noção da topografia do terreno e das técnicas.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ #avaliacao Manejo voltado para a proteção ambiental http://sistemasdeproducao. O planejamento também implica na preocupação com o meio-ambiente. criação de suínos.

A obstrução das correntes de ar somente será desejável em períodos frios. Normalmente recomenda-se largura de até 0 m para clima quente e úmido e largura de 0 até  m para clima quente e seco. possibilitar a livre circulação das correntes de ar.http://sistemasdeproducao. Portanto deverá estar longe de outros edifícios ou barreiras naturais que obstruam as correntes de ar. A largura da pocilga esta atrelada ao clima da região. Sendo assim. os porcos são sensíveis a baixas temperaturas e o risco de comprometimento da produção aumenta por conta deste fator. Desta forma evitará a radiação solar no período mais crítico.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ #manejoagua LOCALIzAÇÃO DA POCILGA E sIsTEMA DE MANEjO DE DEjETOs sUÍNOs (croqui exemplificado) Fonte: EMBRAPA suínos e Aves Além da avaliação das distâncias necessárias de acordo com a legislação ambiental e sanitária. no interior do local. longe da drenagem direta dos ventos. 0 AgriculturA e PecuáriA Manejo de água na propriedade . m a fim de que favoreça a circulação do ar e dissipe a radiação proveniente do teto. em casos de fundos de vales. a localização preferencial será aquela que oferece uma suave declividade e. Recomenda-se que esta esteja disposta no sentido lesteoeste. pois apesar de serem animais homeotérmicos. ou seja.embrapa. Geralmente. deve-se evitar a insolação direta. a localização deve levar em conta futuras expansões e. Apesar da necessidade de aquecimento para a temperatura ideal dentro da pocilga.cnptia. o recomendável para o pé direito e de  à .

0 m de largura com declividade de %. cujas folhas caem no inverno. Para o telhado o recomendado é que este seja de duas águas e o material empregado seja telhas de cerâmica.0 . sendo recomendado diâmetro mínimo de 0. . deve-se evitar o uso de telhas de amianto e/ou metálicas. Beiral . O uso de árvores na área circundante também é recomendável. O sistema de produção de suínos compreende as fases de pré-co0 . Obs: O uso da telha fibro-cimento está sendo limitado em alguns Estados... . permitindo assim o sombreamento no verão e o aquecimento do sol durante o inverno. A construção de corredor central com portas de acesso às salas não é recomendada. revestida de alvenaria de tijolos ou de concreto pré-fabricado. As portas de entradas devem ser previstas pelas laterais da instalação.0 m para as secundárias.0 . Largura.0 . exceto nas instalações com apenas duas salas em que as portas de entrada podem ser pelas extremidades. . . Para receber as águas provenientes do telhado.. O uso de grama na área circundante diminui a incidência da radiação solar.0 Pé-direito .O comprimento deverá estar de acordo com o planejamento da produção e o cálculo do número de baias de acordo com a capacidade produtiva. A rede de esgoto deve ser em manilhas ou tubos de PVC.0 -. construir uma canaleta ao longo da instalação de 0. .. O uso de um laternim para facilitar a circulação do ar também e recomendável.. pé-direito e beiral em função do clima para telhas de barro. Clima Quente seco Quente úmido Largura 0.0 para as linhas principais e de 0. Esquema para determinação das dimensões do lanternim. porém ela deverá estar sempre aparada para evitar a proliferação de insetos. se for uma regia de clima frio e recomendável que se utilize espécies caducifólia.

Acesso em: 0 de nov.cnptia. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. .embrapa.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/index.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ index. fisiológicas e térmicas do animal. creche. crescimento e terminação.embrapa. maternidade.cnptia. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de nov.As recomendações de cálculos e medidas para a construção do tipo de baia para cada fase estarão atreladas ao número de matrizes e ao período utilizado de intervalo entre os lotes. Sistema de criação de suínos. 00. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 AgriculturA e PecuáriA brição e gestação. Disponível em: http://sistemasdeproducao. O site da Embrapa contém as informações para a construção do número de lotes de acordo com período de intervalo entre lotes e numero de matrizes disponíveis. Os aspectos construtivos das instalações diferem em cada fase de criação e devem se adequar às características físicas.html>. bem como a medida da área recomendável por animal de acordo com seu gênero e idade.html REFERêNCIAs EMBRAPA Suínos e Aves.

Trachemys Dorbignyi Como iniciar uma criação de tartaruga tigre d’água (Trachemys Dorbignyi)? Quanto tempo leva para o IBAMA conceder a licença para criadouro comercial? Qual é a melhor forma de criá-los. conhecida como Tigre d’água. atendendo a densidade máxima de ocupação e a profundidade mínima. As tartarugas. Esta espécie ocorre ainda no Uruguai e parte da Argentina. o fundo não pode ser de cimento puro. que habita principalmente a região da Lagoa dos Patos e o Banhado do Taim. No entanto. seguem algumas informações da criação da espécie. o órgão não emite mais licenças para criadouro comercial de tartaruga da espécie Trachemys Dorbignyi. necessitam de um tanque com 0% da área formada por água. com uma profundidade mínima do tanque de 0 cm. para criação. se em lagos ou tanques? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo informações do Depto. se tratando de animais de 0 a 0 cm de comprimento de carapaça. de Fauna do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA. O Tigre d´água brasileiro (Trachemys dorbignyi) é uma espécie natural do rio Guaíba. que é um animal que atinge até  cm de carapaça. Portanto está proibida sua criação comercial. e nunca 0 . ele deve ser bem liso. de um modo geral. corresponde a uma ocupação máxima de 0 animais por cada 0 metros quadrados. Nos tanques. que. é necessário criá-lo em tanques ou aquários grandes. No caso do tigre-d’água. para fins preservacionistas.CRIAÇÃO DE TARTARUGA TIGRE D´ÁGUA PALAvRAs-ChAvE Criação de tartaruga. no Estado do Rio Grande do Sul. tartaruga tigre d’água.

A água deve ser trocada a cada dois dias para não sobrecarregá-la com uratos (produto de excreção do metabolismo protéico). o que pode filtrar os raios ultravioletas (UVB). como bases feitas de torres de filtro biológico escorando essa plataforma. Evidentemente. o que além de sobrecarregar o peso do aquário. quanto maior a população do aquaterrário. onde se lava as pedras e o vidro. REPTISUN %UVB). a luz ideal é a natural. Tais lâmpadas devem ser colocadas na tampa do aquaterrário. porque do contrário. cortando-se um pedaço de pequena espessura (mm) no formato que se deseja fazer a plataforma. deve ser feita uma vez por mês. A desinfecção das pedras. luz solar direta. . pelo aumento de superfície de contato com as excreções dos animais. bem como dos vidros do aquaterrário. Devem ficar a uma distância de no máximo 0cm do animal. O aquaterrário deverá ter filtros internos do tipo “skimmer” para permitir a remoção dos excrementos maiores. há a necessidade de se proporcionar um local adequado para desovas. instaladas com um start e um reator. Todas as lâmpadas têm um prazo de validade e devem ser substituídas uma vez por ano. desde que obedecido o esquema de troca de água a cada dois dias. O vidro lateral do aquaterrário também filtra os raios UVB. ou seja. ela deve ser construída com pedras e cimento. A desinfecção é feita preferencialmente com hipoclorito de sódio (água sanitária) diluído em água. sem interferentes como vidro ou acrílico. colando-se pedras roladas de rio com silicone. Quanto à iluminação. Desta forma. A espécie prefere desovar em areia. Vegetação artificial pode ser utilizada como ornamentação. Evidentemente deve-se retirar todos os animais do 0 AgriculturA e PecuáriA áspero. dificulta a limpeza do mesmo. evita-se a colocação de muitas pedras. enxaguando-se vigorosamente para retirar todo o excesso. mais essa plataforma precisará de suportes. que tenha vegetação. Os animais também necessitam de uma rampa de acesso a uma área seca.Com filhotes e animais jovens é possível começar a criação em aquários ou aquaterrários. Isso já corresponde ao fotoperíodo do animal. Atualmente existem lâmpadas fluorescentes que emitem esse comprimento de onda (REPTO-GLO. não têm eficácia. ou maior o peso dos animais. Quando existirem fêmeas adultas. Devem permanecer ligadas por no mínimo quatro horas e no máximo oito horas por dia. Nestes lugares a plataforma de acesso à área seca pode ser feita em vidro.

REFERêNCIAs Depto. 00. Para ambos os locais de criação (aquaterrário ou tanque) o aquecimento deve ser constante. a lâmpada incandescente deve ser instalada na plataforma seca. bem como esclarecer dúvidas sobre a legislação vigente. para obter as exigências e o regulamento necessário para a construção de um criadouro preservacionista. No aquaterrário.br/site/produtos/showprod. Ele pode vir (no caso do aquaterrário) de lâmpadas incandescentes ou de aquecedores. Vegetação artificial é importantíssima como fornecimento de ponto de fuga contra o excesso de calor (por isso que o aquaterrário deve ter um gradiente térmico) e como esconderijo de animais assustados. Por fim. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomendamos que se entre em contato com o Depto. De Fauna do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA. O ideal é oferecer alimento uma vez ao dia. com cerca de -0% de proteína bruta. DUTRA. de Patologia 0 . realizando o mesmo papel. utilizando=-se os mesmos métodos. A limpeza do tanque também deve ser feita uma vez por meio. a alimentação de Trachemys dorbignyi deve constituir de ração para tartarugas aquáticas. A água deve estar em torno de -ºC. acesso em  de mar. a vegetação natural deve estar presente. peixes picados e talos de Elodea (alga comum de aquário) como suplemento de vitamina A.recinto por ocasião da lavagem. Mestrando do Depto.ecoanimal.com. ECOANIMAL Disponível em: <http://www. Telefone: () 0-. De Fauna do IBAMA. em pequenas porções. No tanque.asp?nm=&tp=54&tp p=2625&ccm=y>. observando o consumo para evitar desperdício e acúmulo de resíduos na água. O mesmo departamento pode prestar mais informações sobre a proibição da criação comercial. Gustavo Henrique Pereira.

00. . publicado no site Vida de Cão.Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar. Disponível em: <http://www.vidadecao.com. “Criação de Tartarugas Aquáticas”.asp?menu=aquaticascriacao. htm>. acesso em  de mar. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 09 AgriculturA e PecuáriA Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo.br/reptil/index2.

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA sobre a Tilápia: Tilápia é o nome comum dado a vários gêneros de peixes ciclídeos de água doce pertencentes à sub-família Pseudocrenilabrinae e em particular ao género Tilapia. Tilápia. Existem quase 0 espécies de tilápia catalogadas. com um índice de sobrevivência bastante alto. Tanque. o Professor Doutor José Eurico Possebon Cyrino do Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (ESALQ – USP) nos forneceu algumas informações bastantes úteis a cerca desta técnica de criação de tilápia em tanques de PVC flexíveis. predominam a tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus). Para solucionar as questões do cliente. mas. Podendo ter até quatro períodos de desova por ano. Ressalta que é uma técnica já muito utilizada e consagrada no exterior. a tilápia Rendali (Tilapia rendali). Este peixe possui diversos atributos que o fazem ideal para sua criação. PVC Informações sobre a criação de Tilápia em tanques de PVC flexíveis XP0. no entanto no Brasil ainda é pouco utilizada pelos piscicultores. funcionamento do sistema e adaptação do peixe. e relativa facilidade de procriação em cativeiro. apesar de alguns já estarem aderindo à tecnologia. havendo apenas duas empresas no 0 . São nativos da África. O mercado nacional e externo de filé de tilápia é bastante aquecido. nas águas brasileiras. com cerca de kg.CRIAÇÃO DE TILÁPIA EM TANQUEs DE PvC PALAvRAs-ChAvE Peixe. resistência a várias doenças comuns em peixes. especialmente na Alemanha para a criação de Trutas. Criação. Isto inclui boa qualidade de carne e sabor. uma ampla tolerância a diferentes climas e ambientes. e a tilápia Zanzibar (Sarotherodon hornorum). que pode alcançar cerca de kg.

com. 0 – Jd.recolast.Boituva . já muito utilizadas e difundidas no Brasil. que realiza esporadicamente eventos de apresentação e demonstração da técnica (visitas monitoradas).SP Tel: () -9 / () 0-0 Site: http://www. não apresentando nenhum problema neste sentido. Quanto à adaptação do peixe o professor destaca que a tilápia é extremamente adaptável. Sendo este o melhor meio de se ter uma noção concreta da rentabilidade da utilização dos tanques de PVC flexíveis. O Professor acrescenta que a respeito da rentabilidade do negócio.com.br Existem inclusive outras técnicas. . INTITUIÇõEs EsPECIALIsTAs Recolast Impermeabilizações Ltda: End: Av Gaivota Preta.br Site: http://www. com a técnica em funcionamento e com outros criadores que já a utilizam.Algumas vantagens da técnica é ser uma tecnologia absolutamente limpa. onde haverá a possibilidade do empreendedor ter contato direto com os equipamentos. 0 C. Cep: 0-00 – Guarulhos – SP Tel / Fax: ()09 Email: erica@recolast. e que estão abaixo citadas:  AgriculturA e PecuáriA estado de São Paulo especializadas no ramo e detentoras da tecnologia. com grau de produtividade muito significativo. por isso extremamente interessante do ponto de vista ecológico. 90 Cep: 0-000 . pode ser realizada em meio urbano e é bastante funcional. para a criação de tilápia em cativeiro que também podem ser empregadas. Exige-se um sistema de bombas hidráulicas para a circulação de água. sendo muito versátil.P. Valéria. No Nordeste tal técnica já é bastante utilizada na criação de larva e pós-larvas de camarão.com.br Bass Piscicultura: End: Estr.basspiscicultura. do Tijuco Preto. é muito interessante que o cliente procure a empresa especializada Recolast Impermeabilizações Ltda.

Alguns criadores utilizam curimbatás e cascudos também dentro dessas gaiolas a fim de efetuarem a limpeza das malhas. A sua produção pode depender das características físicas e biológicas (dimensão. canos de PVC. bambu. g) vêm atingindo o tamanho comercial de 00 gramas em  dias. pois facilita o manejo e é mais vantajoso do ponto de vista produtivo e econômico pela maior facilidade de renovação da água. arames galvanizados revestidos com PVC ou ainda telas rígidas. O cultivo em tanques-rede ou gaiolas pode ser realizado em reservatórios. produção natural de alimento). etc. reduzindo o estresse e melhorando o sistema imunológico desses animais. bombonas.Tanques – rede ou gaiolas: Trata-se de uma criação intensiva cujo resultado final é uma alta produtividade. Recomenda-se utilizar tanques-rede de até 0 m³. furtos e oferecer sombreamento que impede a incidência de raios UV e diminuir a visão dos peixes. Em temperaturas médias de °C.) que sustentam submersos na água redes de náilon. Essas estruturas poderão ser colocadas em represas que possuam profundidade mínima de  metros. resultados obtidos principalmente com o cultivo de tilápias. alevinos com cm (0. A tecnologia permite produzir em média 00 kg/m³/ano. isopor. açudes e lagos. Esse equipamento é constituído basicamente por flutuadores (galões. Produções entre 0 e 00 kg de tilápia por m são possíveis e gaiolas menores são mais produtivas por unidade de volume devido a uma  . Em geral são estruturas retangulares que flutuam na água e confinam peixes em seu interior. local onde fixam-se os vegetais (algas) que dificultam a renovação de água. Os tanques-rede devem ser cobertos para prevenir a ação de predadores. Vale salientar que nesse tipo de cultivo há uma dependência exclusiva de alimento artificial (ração). O formato retangular permite uma melhor passagem e renovação de água dentro das gaiolas. removendo os dejetos produzidos pelos peixes. pacus e pintados. correntes. plásticos perfurados. profundidade.

suas características permitem controle melhor do volume de água. m² de viveiros de criação. o que proporciona melhor produtividade. REFERêNCIAs CYRINO. que pode variar de 0. Contudo. Sua proporção é de :. que têm como objetivo aumentar a taxa de sobrevivência dos alevinos. Entretanto. Derivação: Esse tipo possui custo de construção maior. dada a necessidade de movimentação de terra. viveiros-berçarios: Nos sistemas que utilizam níveis mais altos de tecnologia.00 m². de difícil manejo cultural. ou seja. apresentam características como fundo irregular. podendo os primeiros ter tamanhos que variam de 00 a . . São. falta de condições para controlar o fluxo de água que entra no viveiro. José Eurico Possebon Professor Doutor do Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura Luis de Queirós da Universidade de São Paulo (ESALQ – USP)  AgriculturA e PecuáriA mais eficiente troca de água. é necessário utilizar esse tipo de viveiro. para se atingir bons resultados.  m² de viveiro-berçário para cada . por parte do piscicultor. os tipos de viveiros observados são: Barramento: Consiste na interrupção de um curso d’água. Lembrando que a piscicultura é uma atividade que exige dedicação total.Tipos de viveiros: Normalmente. formando viveiros de baixo custo de construção.. portanto. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se que o cliente entre em contato com a empresa citada (Recolast) para possível agendamento de sua visita monitorada aos viveiros de tilápia em tanques de PVC flexíveis. da densidade de peixes e dos predadores. maior dificuldade de controle de predadores e também da densidade (peixe/m²). É importante que o empreendedor faça uma pesquisa e reflita sobre a viabilidade de seu negócio. m³ para a construção de m² de viveiro. m³ a 0. dependendo da topografia do terreno.

pt.IGARASHI.br. 00. acesso em  de Mar. Disponível no link: http://www. 00.htm . Disponível em http://www.wikipedia. org acesso em  de Mar.ibict. acesso em  de Mar.com/ ctaufc/tilapia.geocities. a enciclopédia livre. 00. WIKIPÉDIA. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. sbrt. disponível em http://www. Annelise Gomes de Carvalho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de Mar. Marco Antonio. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .

Outras formas de uso popular são os molhos à base de soro de leite.Pimenta. do gosto do público ao qual se destinam.000 pés.000 a . Já as pimentas de cheiro são as que mais circulam e têm movimento comercial entre os produtores rurais do centro-sul do Estado. “exportada” para Manaus. murupi e olho-de-peixe são usadas com maior intensidade e volume nas comunidades indígenas. tucupi (escorrido da mandioca) ou vinagre. no estado de Roraima. Segundo Collares. O cruzamento entre espécies está prejudicando e modificando a qualidade das pimentas.00 o saco de 0 kg in natura (verde). cruzamento de pimenta PALAvRAs-ChAvE Saber informações sobre o cruzamento de várias espécies diferentes no cultivo de pimentas. Quando há excedente de produção. proteína animal e pimenta que é levado ao fogo e ingerido com o beiju. Joacir Freitas. sempre em unidades familiares. a seleção da melhor espécie dependerá da finalidade em que as pimentas serão empregadas e. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Pimentas do gênero capsicum possuem uma enorme diversidade de formas.Os plantios variam de . cor e de nível de ardência. Em uma mesma área foram plantadas pimentas do gênero capsicum de diversas variedades. horticultores e agricultores indígenas comercializam pimentas in natura e na  AgriculturA e PecuáriA CRUzAMENTO DE EsPéCIEs NO CULTIvO DE PIMENTAs . Conforme o pesquisador da EMBRAPA Roraima. capiscum. A produção é vendida no mercado local a R$ 0. as comunidades secam e moem as pimentas até obter um pó fino localmente conhecido como “jiquitaia”. e também. um caldo à base de água. as pimentas são utilizadas regularmente em muitas comunidades indígenas na “damorida”. Conforme o pesquisador. As pimentas de “cheiro” (média e baixa ardência) são as mais comercializadas. no caso de temperos. Por exemplo. nas feiras livres da cidade de Boa Vista. as pimentas malagueta.

as linhagens das várias espécies trabalhadas terão uma maior garantia de se manterem mesmo que convivam num mesmo espaço. Todas as plantas do gênero capiscum são angiospermas. o cultivo das pimentas tem demonstrado a possibilidade de desenvolver um agronegócio com diversas formas de beneficiamento como plantas ornamentais. hortaliças para temperos. Desta forma a pimenta é uma grande alternativa de cultivo tanto para a agricultura familiar como para os empresários. pastas e licores de pimenta doce. demonstrando ser atraente para produtores. várias espécies numa mesma área acarreta na formação de híbridos e este cruzamento desenfreado pode prejudicar todo o cultivo. O pólen das flores se propaga através de agentes abióticos como o vento e a água e fatores bióticos como os insetos.  . doces. bombons. agregando valor à produção. no entanto. também. embalagem e estudo de novos mercados podem ampliar a atividade. inseticida natural. ou seja. Existem variedades que produzem 0 toneladas por hectare a cada ano. Existem empresários que já estão desenvolvendo um trabalho artesanal na produção de geléias. obtendo um preço no mercado de R$ . Porem se a intenção for trabalhar com um ou mais tipos para diversas finalidades deve-se isolar cada espécie de modo a não permitir o cruzamento entre elas. doces. De fato. Como são do mesmo gênero. controle de qualidade. molhos e licores. dependem da formação de florescência para reproduzirem. com um custo de produção em torno de R$ 0 mil. Numa mesma área é recomendável o uso de estufas. pois as capiscum se adaptam muito bem à aclimatação quente-úmida proporcionada por uma estufa e. em pó. Neste caso será preciso erradicar as espécies e híbridos que não se enquadrem na finalidade da produção. O que se recomenda então é que se determine a espécie com a qual se quer trabalhar e a partir deste ponto busque a seleção das melhores sementes. pois o rendimento bruto chega a R$  mil por cada hectare/ano. vendedores e consumidores. desta forma. Este agronegócio tem crescido muito entre os feirantes. entre a implantação e a condução da cultura.forma de molhos e. aspectos relacionados com tecnologia de processamento.0 por quilo in natura.

disponibiliza um catálogo on-line contendo 0 espécies do gênero capsicum catalogadas. O sabor apimentado do Estado de Roraima. Disponível em: <http://www.br/projetos/capsicum/consulta_base.html>.ambientebrasil. Daniela. Banco de Germoplasma de Capsicum spp.html&conteudo=./agropecuario/programas/sabor_ rr.br/composer.html>. REFERêNCIAs COLLARES. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de maio 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária ./ agropecuario/index. Disponível em: <http://www.A EMBRAPA.com.php3?base=. Acesso em:  de maio 00. Pode-se por este serviço detectar as espécies com as quais se trabalha ver sua procedência e a partir de seus dados obter sementes confiáveis no que diz respeito de sua linhagem.cnph.embrapa.

entre eles está o Olea. é a oliveira cultivada. entre as quais se destacam a Olea europea L. lanceoladas. que acredita ser de oliveira. verde escuras  . Olea europea sativa Atinge  a 0 metros de altura. o fruto é uma drupa muito pequena. jamelão. Folhas: as folhas são mais curtas e mais largas que as da oliveira silvestre. ramos tortuosos e espinhos. casca menos escuro que a da oliveira silvestre. Raiz: a raiz principal é bastante pivotante e pode chega a  metros. Este gênero apresenta duas subespécies: Olea europea sativa. Como identificar? Em sendo azeitonas. pecioladas. As folhas são estreitas. como prepará-las para consumo? sOLUÇÃO APREsENTADA Oliveira Características Botânicas A oliveira faz parte da família das Oleáceas.. Olea europea sylvestris Apresenta porte médio.CULTIvO DE AzEITONA PALAvRAs-ChAvE Azeitona. e da subfamília das Oleóides. inteiras. pobre em óleo. são opostas. oliveira. A tribo Oleae reúne vários gêneros. três pés. Dentro deste gênero existem cerca de  espécies. curtas. conhecida popularmente como oliveira. casca escura. esta se divide nas tribos das Oleae e das Syringeae. A semente é utilizada para produzir porta enxerto da oliveira cultivada. as raízes secundárias são fortes. e Olea europea sylvestris. jambeiro IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Tem em uma chácara. Os ramos são flexíveis e desprovidos de espinhos.

branco amareladas. amadurecem nos ramos de dois anos. em inflorescência em panícula de . num mesmo indivíduo se encontram dois tipos de flores: monoclinas e fisiologicamente estaminíferas. com consistência coriácea. Freqüente nas plantas cultivadas. ou no ovário. 0. com bastante polpa e muito óleo. Puramente estaminíferas (masculinas): possuem apenas os estames providos de pólen. Fisiologicamente estaminíferas: Têm dois estames normais poliníferos. portanto não produzem frutos e sementes. . Flores: pequenas.br/Alimentus/feira/mpoutro/oliva/cabot. ou nos óvulos Estes três tipos de flores encontram-se . em diferentes grupos de indivíduos. 9 AgriculturA e PecuáriA na face adaxial e acinzentadas na fase abaxial. cujo fruto tem o mesmo aspecto da azeitona. monoclinas e puramente estaminífera. Às vezes. Pode apresentar anormalidades no pistilo.ufrgs.Frutos: os frutos são do tamanho médio a grande. http://www. que formam-se nos brotos de um ano. ou 0 flores. não possuem pistilo. as vezes. que é o jambolão. o que é raro. o que é bastante freqüente.htm Flor de oliveira Fonte: imagens google Existe uma outra planta. Bastante raro. Há três tipos de flores: l l l Monoclinas (hermafroditas): possuem estames e pistilos normais e produzem frutos e sementes.

tamanho e cor com a azeitona. tais como Eurico Teixeira e Pimentel Gomes. perto do sabor tão especial das outras tantas Mirtáceas brasileiras. segundo vários estudiosos. quando comparado ao seu tamanho total. de coloração roxa. E. apesar de um pouco adstringentes. Flores creme ou brancas. cambuís. Fruto: Forma ovóide. porém permeáveis e profundos. originária da Índia. Frutifica de janeiro a maio. são agradáveis ao paladar. azeitona Nome científico: Eugenia jambolana Lam Família botânica: Myrtaceae Origem: Índia Características da planta: Arvore de até 0 m de altura de copa ampla. porém. pitangas. Alguns vêm no fruto do jambolão uma certa semelhança de formato. Porém. Ainda segundo este último autor. muito ramificada. guabijus e tantas outras. Prefere climas quentes e úmidos. Os frutos do jambolão. Polpa carnosa que envolve uma semente. Por esse motivo. O jambolão é uma grande. gabirobas. o jambolão entra na confecção de tortas e doces. de coloração roxo-avermelhada a quase negra. cambucis. em seu país de origem. pequeno. grumixamas. “azei-tona” passou a ser um nome freqüentemente utilizado para designar o fruto do 0 . Pequenos. de onde provêm algumas das mais brasileiras entre todas as frutas: jabuticabas. principalmente de regiões litorâneas. ramalhuda e belíssima árvore da família das Mirtáceas. araçás. além de ser consumido in natura. cambucás. quase negra por fora e de polpa pouco caldosa. quando maduro. Folhas lisas e brilhantes. com pétalas arredondadas caracteristicamente em forma de capuz. o fruto do jambolão envolve um caroço único e grande. Cultivo: Multiplica-se por sementes. o sabor do jambolão não se destaca tanto.jambolão Nome popular: jamelão. desenvolve-se bem em qualquer tipo de solo. coisa que o brasileiro ainda não aprendeu a fazer. jambeiro.

usp. tendo sido logo abolido. Assim. Árvore de jambolão Fruto do jambolão Fonte:http://www. que se desdobram para obtê-los.br/especiais/frutasnobrasil/jambolao.html CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Uma forma de identificar a planta. pelos motivos acima apontados. em Belo Horizonte. por exemplo. em profusão. inclusive. . em virtude de sua farta frutificação. quintais e espaços públicos. é através de sua flor. nos tecidos das roupas. em relação ao clima e pela florada. Muito apreciados pelas crianças.futuro. podese ver as frondosas árvores de “azeitona” ao longo de muitos quilômetros pelas estradas que seguem para o interior. sUGEsTÃO DE LEITURA: Analise da qualidade do processo de envase de azeitonas verdes. quando começou a frutificar. são muito semelhantes. em especial no nordeste do país. Pio Corrêa conta que certa vez. nos calçamentos das ruas e na pintura dos automóveis. capital do Estado de Minas Gerais.Naquela região. estamos fornecendo informações sobre o jambolão. que no aspecto do fruto.bibvirt. o jambolão torna-se árvore pouco indicada para preencher. os frutos do jambolão têm um grande inconveniente: sua polpa e casca de coloração arroxeada deixam manchas indeléveis na pele das mãos. Em Pernambuco. o jambolão adaptou-se tão bem que se tornou espécie subos-pontânea. Como pelas características da oliveira. o jambolão foi experimentado na arborização urbana.  AgriculturA e PecuáriA jambolão.

etc. existe no site do SBRT uma resposta técnica sobre o tema.br/upload/sbrt2894. Disponível em: <http:// www. Acesso em 0 de jul. 00. Acesso em: 0 de jul.pdf> FONTEs CONsULTADAs BIBLIOTECA VIRTUAL DO ESTUDANTE.disponível em: http://www.br/Alimentus/feira/mpoutro/ oliva/cabot.html>. R. características de qualidade.futuro. Jambolão. Disponível em:<http://www.. Acesso em: 0 de jul.br>.pdf Para o processamento da azeitona.ufrgs.br/especiais/frutasnobrasil/jambolao. 00  .bibvirt.A. Dissertação de mestrado. SOUZA. pH da salmora. Disponível em: <http://www. Características Botânicas. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jul.qualimetria. Universidade Federal de Santa Catarina.sbrt. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. disponível em: <http://www.ibict.br/dissertacoes_arquivos/rosely.ibict.usp.htm>.descrição do processo de pasteurização. 00.sbrt. SBRT Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. 00. fluxograma de envase.ufsc.

Deve-se deixá-la crescer em canteiro. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Conforme consulta a Alverides Machado dos Santos – pesquisador do Centro Nacional de Pesquisa de Fruteiras de Clima Temperado. as touceiras precisam ser desmanchadas e as mudas dever ser transplantadas em outro local para que a concorrência entre os ramos não afete a produção. Os frutos surgem a partir do mês de novembro e as colheitas se estendem até fevereiro.. Não é recomendada a formação de parreiras.0m de altura. é possível obter frutos de maior tamanho. Pelotas/RS – presente em reportagem da revista eletrônica Globo Rural. para a produção de framboesa é necessário temperatura inferior a ºC. Solos férteis também dispensam adubação química. Já para os mais fracos. Abaixo disso. retirando-se todos os galhos que produziram. Para manter uma produção regular é indicado não deixar mais de cinco a sete hastes por planta. a fim de obter mais frutos.0 a . Se o pH do solo estiver em torno de . O desponte (poda verde) deve ser feito quando as plantas atingirem entre . no mínimo 00 horas por ano. a cada três ou quatro anos. cultivo de framboesa. Desse modo. poda e mudas de framboesa. Os tratos culturais são bastante simples. pois a framboesa produz apenas nas extremidades do ramo. não é necessário o uso de calcário. recomenda-se  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE FRAMBOEsA .Framboesa. aplica-se o produto para corrigir sua acidez.0m e . poda de framboesa PALAvRAs-ChAvE Informações sobre cultivo. Suas mudas são fáceis de pegar e por possuir grande capacidade de propagação. As plantas começam a produzir um ano e meio após as mudas serem levadas para o local definitivo. obedecendo as indicações de poda e desbaste. Após a época de frutificação deve-se fazer o desbaste das plantas.

O telefone de contato é () -9 ou e-mail: agricolatheodosio@terra. Promoção: Embrapa Clima Temperado e FAPEG. pereira. para comercialização de mudas de alta sanidade.br/liv/Catalogo. ameixeira. Autor: Emerson Steinberg. framboesa.asp. 99. Editora Nobel.embrapa.A.embrapa.br (deve-se . A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) possui diversas publicações que podem auxiliar no cultivo de framboesas.pdf No que se refere a aquisição de mudas.  .embrapa.submarino.com. M. Amora-Preta e Framboesa. Relacionado ao tema. Disponível em: http://www.br/books_productdetails.Catálogo” e escolher a área de interesse) ou na Livraria Virtual da Embrapa http://www.asp?Query=ProductPage &ProdTypeId=1&ProdId=5357&ST=CL2146 Curso nacional sobreprodução e inspeção de mudas de plantas frutíferas.sct.  p. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Recomendamos as seguintes publicações referentes ao cultivo de framboesas: Aspectos Técnicos da Cultura da Framboeseira. Disponível em: http://www.cpact. 9.com. amora preta. indicamos a empresa Agrícola Theodósio. acessar o link “Publicações . pessegueiro. licenciada pela Embrapa. Manual para produção de mudas de frutíferas: macieira. também indicamos simpósio que ocorrerá em novembro no Rio Grande do Sul: º Simpósio Nacional do Morango e o º Encontro Sobre Pequenas Frutas e Frutas Nativas do Mercosul. morangueiro. disponíveis no endereço: www. Produção de pequenas frutas no Brasil e Importação de mudas de pequenas frutas e º Seminário Brasileiro sobre Pequenas Frutas. ISBN: 00.o uso de  gramas de adubo à base de 0-0-0 (NPK).br/publica/anais/peqfrutas.embrapa. Pelotas.cnpuv.br. pelo telefone () -99 ou e-mail: ant@cpact.br. Disponível no setor de comercialização da EMBRAPA. p./UFPel/EMBRAPA-CNPFT. para cada metro quadrado de área plantada.

com/barra. Pelotas – RS.Sede Embrapa Clima Temperado. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. br/FontesHTML/Ameixa/CultivodaAmeixeira/cap15. Período: de  a 0 de novembro de 00. Globo Rural responde: A framboesa exige clima bem frio.asp?d=/edic/186/ gr_responde. Cultivo da ameixeira. 00  AgriculturA e PecuáriA Local: Auditório Ailton Raseira .embrapa.morango/index.cnptia. 00. 00.cpact.br/eventos/2006/simposio_ .globo.embrapa.htm>. Mais informações: http://www.htm >. Acesso em: 0 de jul. Iva Maria Alves NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jul. Acesso em: 0 de jul. Disponível em: <http://globorural.php FONTEs CONsULTADAs Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa. GLOBO RURAL.

A produção de caqui destina-se. produtivas e de alta capacidade de adaptação climática. quando apresenta sementes. na quase totalidade. Centro de documentação e Informação. globoso e ligeiramente achatado.É vigorosa e bastante produtiva. Mazeli. em forma de passa e vinagre. Sistema Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas. no mercado interno. Taubaté: apresenta fruto grande. bastante taninosa antes de completar a maturação. É vigorosa e  . de forma globosa achatada. tem plantas arbóreas.F. mas com boas perspectivas de exportação. cultivo de caqui.CULTIvO DE CAQUI PALAvRAs-ChAvE Caqui. Os frutos prestam-se também ao aproveitamento industrial-artesanal. com dois sulcos laterais. antes de completar a maturação. produção de caqui. da família Ebenaceae. espécie subtropical de origem asiática. cultivar de caqui.. destino da produção. Sem sementes a polpa é clara e bastante taninosa. rústicas. Sistema de Resposta do SEBRAE-MG. O fruto é do tamanho médio ou grande. A polpa é amarelo claro. As espécies mais conhecidas são: l l l Subugaki ou Taninoso é cultivar Taninosas. ao consumo in natura. a polpa é amarelo-avermelhado. época da produção dos cultivares e produtividade. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A presente resposta foi extraída do CDI. (possuem Tanino que é uma substância adstringente). de folhas caducas. com sementes ou não e sempre de polpa amarela. Informações sobre o cultivo de caqui. O Caqui Diospyro Kaki L. SRT. Na escolha do cultivar devem ser observados os seguintes fatores: clima.

A maturação é precoce e acontece em fevereiro. Hachiya. através do cruzamento da Trakoukaki e a Haganosho. de forma oblonga e cônica. É muito produtiva. Giombo. quando sem semen AgriculturA e PecuáriA . O fruto é grande. Altera sua composição e cor quando tem ou não sementes. bastante taninosa antes de completar a maturação. Pomelo (IAC  ): híbrido obtido pelo IAC. apresenta polpa amarelo-escuro tendendo á parda quando tem sementes abundantes.l l l l l l l l l l bastante produtiva. O fruto é de tamanho médio a grande e tem forma achatada. Instituto Agronômico de Campinas. ligeiramente avermelhada com a presença de fibras e normalmente cinco a seis sementes por fruto. A planta tem bom vigor. A polpa é amarelo-avermelhado. O fruto é grande de forma achatada. São também chamados de cultivares de frutos doces ou duros. Pode ser colhida de janeiro a maio. São doces com sementes ou não e sempre de polpa amarela. Os cultivares deste grupo não possuem tanino. Quando não tem sementes a polpa é amarela e rica em tanino. não taninosa. quando aparecem sementes é doce sua cor é escura em volta das sementes. Regina (IAC -): híbrido obtido pelo IAC. através do cruzamento entre a cultivar Giombo e Haganosho. Amagaki ou Doce. As arvores são medianamente vigorosas e produtivas. Para este cultivar é recomendado realizar o desbaste dos frutos para evitar alternância de produção. quando madura é alaranjada. consistente. Tem polpa adstringente e amadurece em fevereiro e março. A polpa é consistente. É vigorosa e bastante produtiva. Necessita de tratamento fitossanitário contra a cercosporiose. Instituto Agronômico de Campinas. O fruto é grande e globoso e a polpa. É bastante exigente em tratos culturais para obter boa produção. A polpa é amarelo-claro. A maturação acorre mais tarde em relação ao Jirô. O tipo de caqui de cor escura é chamado de chocolate. através do cruzamento entre a cultivar Chocolate e a Haganosho. Apresenta fruto grande. O fruto tem tamanho médio com forma oblonga. forma achatada e quadrangular. Jirô. A polpa é amarelo-avermelhado. mas com perfil arredondado. Fuyu. bastante taninosa. Rubi (IAC -): híbrido obtido pelo IAC. Variável. nunca taninosa e de coloração mais escura. A polpa é adstringente e amadurece em fevereiro e março. Instituto Agronômico de Campinas. Rama Forte.

Devem ser instalados quebra-ventos e existir disponibilidade de água para os devidos tratos culturais. bastante taninosa antes de completar a maturação. Evitar regiões baixas e localizadas onde há acúmulo de ar frio. não adstringente e amadurece precocemente. de forma globosa e achatada. Chocolate. Não apresenta tanino quando tem grande quantidade de sementes. (IAC -): híbrido obtido pelo IAC. Instituto Agronômico de Campinas. amarela e muito taninosa. Preparo do solo Realizar análise do solo e as posteriores correções e adubações de acordo com as recomendações técnicas. É vigorosa e muito produtiva. próprias para o caquizeiro. Deve-se evitar solos arenosos que facilitam a disseminação de nematóides. portanto. amadurecendo tardiamente. são regiões com menor disponibilidades hibernais e. A temperatura mais favorável ao desenvolvimento de fruteiras de clima temperado varia de oC. O fruto é pequeno e de forma achatada. O terreno deve apresentar relevo que facilite a mecanização. Luiz de Queiroz. Kauru. Devem ser escolhidos locais onde não ocorram geadas. através do cruzamento entre a cultivar Luiz de Queiroz e Haganosho. Quando se apresenta com sementes a polpa é escura. Para quebra do repouso fisiológico requer determinado regime de frio e apresenta acentuado repouso vegetativo. A polpa é amarelo-avermelhado quando apresenta sementes. á º C.o C). É bastante produtiva. A maturação ocorre de fevereiro á março. Clima O caquizeiro exige clima frio e é resistente a baixas temperaturas. A polpa é consistente. O fruto é de tamanho de médio a grande. Pode-se plantar o caquizeiro em regiões de zero a 0 horas de frio (temperatura menor que . É vigorosa e bastante produtiva. O fruto apresenta polpa adstringente quando sem sementes e não taninosa e doce quando com sementes.l l l tes e do tipo chocolate. quando não tem sementes. Sem sementes a polpa é clara. pela baixa capacidade de retenção de umidade e por esta . que é uma espécie de menor exigência de frio em relação á outras fruteiras temperadas.

As plantas necessitam passar por um determinado tempo de baixas tempera9 AgriculturA e PecuáriA rem sujeitas a perdas de fertilidade.0cm a 0cm acima do nível do solo e distribuir corretamente as raízes por toda a extensão da cova. sendo necessário. Após este procedimento iniciase o enchimento das covas com terra. . havendo falta de chuvas. Quando a cova estiver pela metade. ao máximo. Faz-se uma bacia na superfície (coroamento) e colocando-se mais  a 0 litros de água. As mudas devem ser adquiridas de viveiristas idôneos e estar dentro dos padrões recomendadas pela legislação. Após essas operações. O espaçamento pode ser de . em seguida realizar a calagem de acordo com a análise do solo. O preparo do solo deve ser feito antecedendo.0m ( plantas por hectare). ficando a utilização de curvas de nível para outras situações.0m por . De uma maneira geral. procede-se a marcação do terreno e abertura das covas. O plantio é realizado nos meses de julho e agosto. A conservação do solo é importante principalmente quando se trabalha com culturas perenes. nesta fase. é recomendável repetir a irrigação. a época normal de plantio.0cm x . deve-se ter o cuidado de manter o nível de enxertia . As mudas provenientes de viveiros.0cm (00 plantas por hectare). recomenda-se aração profunda e dragagem para o preparo do solo. No caso de mudas de torrão o plantio pode ser nos meses de novembro e dezembro. no caso de mudas de raiz nua. coloca-se água (0 a  litros) e completa o restante da cova. As covas devem ter as dimensões de 0cm x 0cm x 0cm e ser corretamente adubadas. enchendo com terra. podem ser transportadas para o local definitivo. Normalmente. . Após o plantio. evitando que elas fiquem enroladas ou retorcidas. ao se plantar as mudas nas covas. época de repouso vegetativo. sendo necessária a adoção de outras práticas conservacionistas. Recomendam-se solos com boa drenagem e com bom teor de matéria orgânica. Nem sempre apenas o plantio em curvas de nível soluciona o problema.Em terrenos com pouca ou quase nenhuma declividade as covas podem ser abertas em linha reta. Quebra de Dormência As fruteiras de clima temperado apresentam um período de dormência que é um fator de defesa contra as condições ambientais desfavorável ao desenvolvimento da planta durante este período.

Poda de frutificação . Poda e condição Quanto à fase de vida das árvores: Poda de formação . utilizado no período de decadências das árvores. mas. Atualmente tem algumas restrições. Poda de rejuvenescimento – inclui o conjunto de operações. as despontas. Poda verde – é feita no período em que as plantas se mantêm em atividade vegetativa. A solução tem sido buscada na seleção e melhoramento de cultivares com baixa exigência de frio e tratamentos químicos para compensar a ação das baixas temperaturas. mas em fase de evidencie ainda suficiente capacidade de regeneração. os anelamentos. surge o problema de folhação retardada que se caracteriza pela permanência de muitas gemas em dormência.turas (inferiores a oC) que variam conforme as espécies e cultivares. os encurtamentos. quando os ramos se encontram. Poda de concorrência – é realizada através de desbrotas suprimem0 . Com a expansão dessas fruteiras para regiões tropicais e subtropicais. as podas em verde adquirem substancial relevância nos modernos sistemas de condução. dentro dos limites possíveis. mesmo quando as condições são favoráveis ao crescimento. Destina-se a revigorar o esqueleto e renovar a vegetação e os órgãos de frutificação das plantas. verdes e com folhas. portanto.consiste em sistema de operações realizadas nas árvores novas durante a fase de crescimento vegetativo.engloba o conjunto de intervenções aplicado nas fruteiras não só no período em que o esqueleto se aproxima de sua forma definitiva. Quanto à época em que são executadas: Poda em seco – é realizada no final do inverno. Com restrição da poda em período invernal. sobretudo durante a fase produtiva das plantas. para que na primavera ocorra uma natural quebra de dormência. Poda de ramificação – objetiva a formação de ramificações indispensáveis à formação do esqueleto das árvores. onde o inverno é mais ameno. perto da época de brotação. realçalas ao máximo. as descorticações. Usa-se para este efeito. Tem o propósito de manter o equilíbrio entre as funções vegetativa e produtiva buscando.

Poda de equilíbrio – tem como finalidade restabelecer o equilíbrio relativo entre os diversos eixos do esqueleto das plantas. galho da coroa. besouro-de-limeira. Pragas e Doenças As pragas mais comuns são: cigarrinhas. lagarta-do-fruto. São inúmeras as formas definitivas que as fruteiras de clima temperado podem apresentar quando chegam à fase adulta. Colheita O caqui é colhido. existem algumas modalidades susceptíveis de promover. notadamente das pernadas e da flecha. É evidente que. Poda de Recuo . promovendo o seu adensamento ou estabelecendo competição com outros ramos essenciais à estrutura das árvores.promove o rebaixamento da copa de modo a evitar que ela atinja uma altura indesejável e imprópria para a execução dos diversos trabalhos culturais desde a colheita dos frutos até os tratamentos fitossanitários e a própria prática das podas. a maior produtividade dos pomares. podridão da raiz. cercospora (viveiro).  AgriculturA e PecuáriA . em relação a outras. Esta poda baseia-se na aplicação de inclinações sobre esses eixos Poda distal – consiste na eliminação dos ramos ou brotos situados na zona da extremidade ou zona distante das guias responsáveis pelo prolongamento dos eixos do esqueleto seja das pernadas. As doenças mais comuns são: antracnose. não interessam na formação das plantas se dirigem para a parte internadas copas. cochonilhas. objetivos que definem as grandes preocupações e tendência da moderna fruticultura. e broca. normalmente entre os de dezembro á maio. mosca-das-frutas. dentro dessa adversidade. conjugada com a mais precoce entrada em frutificação. triples. Deve ser realizados o devido controle com produtos recomendados por engenheiro agrônomo. dos braços ou das flechas.se os ramos que concorrem com as ramificações selecionadas para a formação do esqueleto. Poda Interna – realiza-se a desbrota dos ramos que.

00. Para concluir se o risco de um determinado empreendimento é baixo. etc) e desenvolver. potencialidade da região. REFERêNCIAs SEBRAE MG Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresa de Minas Gerais. tecnologia disponível. perfil dos concorrentes. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jul. Disponível em: < h t t p : / / w w w. com os dados obtidos o plano de negócio que indicará a viabilidade ou não do empreendimento. a s p x ? c o d _ a r e a s u p e r i o r = 2 & co d _ a r e a co n t e u d o = 2 3 1 & co d _ p a s t a = 2 3 4 & co d _ conteudo=1501&cod_documento=103>. b r / G e r a l / a r q u i v o _ g e t . 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . Acesso em: 0 de jul. c o m . s e b r a e m g . restrições legais.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Deve-se ressaltar que riscos são inerentes a qualquer empreendimento. médio ou alto será necessário buscar mais informações que contemplem cada uma das variáveis que impactam o negócio (por exemplo: o interesse do consumidor pelo produto ou serviço.

encontra-se patenteada como marca junto ao INPI – Instituto Nacional de Propriedade Intelectual. cogumelos do sol. os maiores rendimentos estão sendo obtidos em estufas com nebulizadores. sendo que a maioria da produção acaba sendo voltada para a exportação. Diferentemente de outras espécies de cogumelos. não existem bases científicas que comprovem tal propriedade medicinal. o SEBRAE-MG desenvolveu um documento que contempla de forma detalhada todas etapas do processo de produção do Agaricus blazei. É também importante ressaltar que a denominação “Cogumelos do Sol”. que promovem o rápido desenvolvimento. o Agaricus blazei prefere temperaturas mais elevadas e alta umidade. Porém. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Originário do Brasil.Cogumelos. cultivo de cogumelos do sol PALAvRAs-ChAvE Informações sobre cultivo de cogumelos do sol. e a sua utilização requer a autorização e o pagamento de direitos autorais à empresa detentora da patente. começou a ser recentemente divulgado pela mídia como sendo eficaz no combate ao câncer. Quanto às técnicas de cultivo. usada popularmente para caracterizar o Agaricus blazei. No Brasil o produto não pode ser comercializado como medicamento. o cogumelo da espécie Agaricus blazei. popularmente conhecido como Cogumelo do Sol. No estado de São Paulo. Este documento pode ser obtido gratuitamente através do link abaixo:  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE COGUMELO DO sOL . desde o preparo da matéria prima até o beneficiamento. podendo ser cultivado diretamente no solo.

br/Geral/arquivo_get. Disponível em: <http://www.sebraemg. além de fornecer indicações de leituras. cursos e contatos de instituições competentes no assunto.com. vídeos.br/Geral/arquivo_get.aspx?cod_documento=107 São abordados ainda aspectos gerenciais. A leitura cautelosa deste documento é indispensável para quem quer ingressar de forma correta neste ramo de negócios. V. REFERêNCIAs “CULTIVO DE COGUMELO”. financeiros. Acesso em:  de nov. Carlos A. aspx?cod_documento=107>. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de nov.http://www. desenvolvido pela equipe do Serviço de Resposta Técnica do SEBRAEMG. Documento da série Ponto de Partida.sebraemg. mercadológicos.com. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . 00. fiscais e jurídicos da atividade de cultivo de cogumelos. de A.

O Girassol: Atualmente. Na semente também se encontram lecitina. É uma planta de polinização cruzada. Na União Soviética o melhoramento genético tornou as plantas com sementes e capítulos grandes. diversos ácidos orgânicos. As sementes são ricas em óleo: raras vezes contêm menos de 0%. o girassol foi levado para a Europa.Girassol. como uma planta ornamental e hortaliça. fitina. estearina. usos do girassol PALAvRAs-ChAvE Saber como cultivar girassol orgânico. necessitando de insetos na época do florescimento. No óleo predominam a linoleína e a oleína.() Origem: Planta anual. que produz flores na primavera e no verão. mas não sabe como é o cultivo. etc. existindo menores quantidades de palmitina. girassol orgânico. especialmente sob temperaturas entre  e 0 graus C. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O girassol é uma planta anual que se adapta a diversas condições climáticas. chegando algumas variedades produzidas por hibridação a ter quantidades superiores a 0 %.  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE GIRAssOL ORGÂNICO . Trata-se de uma planta robusta e muito resistente. principalmente das abelhas. colesterina. sendo cultivado em todos os continentes. Gostaria de produzir. No século XVI. o girassol ocupa o quarto lugar como fonte de óleo comestível. palma e canola. seguido da soja. o girassol é originário da América do Norte e se reproduz por meio de sementes. mas podem florescer o ano todo. araquina e lignocerina. cultivo do girassol. com grande importância na economia mundial.

e • proteínas: uso semelhante à da soja. matéria orgânica.Como fonte protéica. na rotação de culturas em sistema convencional ou plantio direto. exigindo poucas adaptações. para a ração animal e uso humano. sucessão. o girassol também é classificado como a quarta opção. casca. • Girassol é a quarta fonte de óleo vegetal mais consumida no mundo. raiz. adequando-se época de semeadura às condições climáticas locais. É cultura de fácil adaptabilidade a diferentes regiões produtoras do país. Em resumo. na integração lavourapecuária. alimentação animal. uma vez que aproveita os equipamentos que existem na propriedade. podemos dizer que o girassol tem: • Adaptabilidade a diferentes ambientes. Recentemente. O girassol é importante na produção de grãos. • qualidades nutricionais do óleo. • resistência a períodos de estiagem. Não é necessário grande investimento em máquinas. paisagismo e decoração. e é uma cultura de condução fácil. É excelente no sistema de rotação de cultivo. • capacidade de reciclar nutrientes. ()  . silagem. • grão: proteína. e • qualidades nutricionais da silagem. tem-se insistido sobre o valor farmacológico das flores e do caule do girassol. alimentação animal e humana. • pouca sensibilidade ao fotoperíodo. biodiesel. • capítulo: fornecer sementes e grãos. Usos: Veja abaixo algumas das aplicações possíveis para o girassol: • O girassol pode ser utilizado como remédio caseiro para diversas doenças. Veja abaixo para que pode ser útil o girassol por partes da planta: • A planta inteira: forragem. óleo. adubo verde. e reciclagem de nutrientes (melhorando de solo). • tolerância a baixas e altas temperaturas. • flores: mel. • óleo: alimentação humana. E ainda ajuda na melhor estruturação do solo. • casca: combustível. cosméticos.

O nitrogênio é um dos elementos essenciais para o desenvolvimento  AgriculturA e PecuáriA Cultivo: O plantio do girassol após a retirada da cultura de verão.Plantio: Cerca de 0% do sucesso da cultura do girassol vem de uma boa população de capítulos no momento da colheita. principalmente pela possibilidade de obter um melhor aproveitamento da terra. sementes sem germinar. O solo muito frio atrasa a germinação. A temperatura muito baixa durante a floração pode provocar aborto das flores tanto por morte do pólen como por morte das abelhas (agentes essenciais à polinização). esta cultura encaixa-se bem. é certeza de boas produções (como indicado adiante). Em algumas regiões do Brasil. () . Para obter um estande uniforme siga alguns procedimentos: • Não plante o girassol em solos compactados. O pico é ao redor dos 0 dias. A uniformidade na emergência exige. especialmente entre 0 e 0 dias após a emergência. temperaturas de pelo menos º C. provocando uma germinação desuniforme. entre outros fatores. A deficiência em nitrogênio tem sido apontada como um dos fatores mais limitantes da produtividade. que normalmente fica ociosa após a colheita do milho ou soja. onde existe a possibilidade de safrinha. • Atente à profundidade do plantio entre  e  cm. ou até mesmo. • O girassol desenvolve-se bem em solos de média fertilidade. A absorção de NPK aumenta drasticamente a partir de 0 dias após o plantio. por isso a qualidade do plantio torna-se um fator decisivo para obter ótima produtividade. Nas regiões frias o produtor deve prestar atenção para a temperatura do solo. altas produções só são obtidas sob solos corrigidos e com bons níveis de fertilidade. No momento do plantio o solo deve ter umidade suficiente para que a semente tenha condições de germinar. É muito importante assegurar uma nutrição adequada em nitrogênio antes da iniciação do botão floral. pode ser uma opção para a produção de grãos de excelente qualidade. • Controle bem os espaços. uma população correta. no entanto.

 (ou abaixo). Além disso. e ainda de ajudar outras culturas como o milho. No caso de aparecer alguma lagarta preta comendo a folha do girassol o produtor não precisa se assustar. No caso do milho. O girassol consorciado que é uma forma de garantir a sanidade do solo e da planta. é sensível à ausência de boro. Esse processo pode parecer demorado. convém que o produtor prepare o solo organicamente até recuperar “a vida” dele. no máximo. Existem algumas especificações especiais para preparar o solo ao cultivo de girassol orgânico e que podem ser fatores limitantes à produtividade ideal. o girassol diminui muito o ataque das lagartas. Um desses fatores é o pH. usar o bórax em pequena dose (que não descaracteriza o manejo orgânico). A planta do girassol não tolera solos ácidos.() Se for cultivá-lo de forma orgânica seria interessante consorciar com plantas que disponibilizam o boro e outros micro-nutrientes. () Especificações Do Cultivo Orgânico: O cultivo do girassol é relativamente simples. mas o resultado é duradouro e  . O período de plantio recomendado é na metade do período de verão (final de dezembro até fevereiro). para no ciclo seguinte plantar. o feijão. deve. ainda mais se for orgânico. Para se cultivar o girassol com manejo orgânico é necessário sempre observar o plantio com rotação das culturas nas áreas. a mamona e a abóbora (plantados em consórcio). É possível plantar até  plantas por metro linear e com 0 cm entre linhas para o rápido fechamento do espaço limpo do solo. o produtor deverá monitorar essa possível deficiência. é melhor para a colheita e evita muito tombamento das plantas. e não nasce em pH de . por exemplo. produzindo uma condição de solo coberta com muita matéria orgânica e pouca capina (o girassol agüenta).e produção do girassol. O produtor deve analisar o solo para identificar se estas necessidades de regular o pH e o nível de boro estão de acordo com as especificações. Se o solo não estiver adequado. deve deixar e observar que o girassol chega ao final do ciclo com toda sua plenitude vital. Se for usar algum suplemento.

agromil.() . () -0/00 / Fax: - e-mail: dfa-es@agricultura. 000 99 / e-mail: cenagri@agricultura.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Deve-se atentar com minúcia para a descrição dos processos que envolvem o cultivo de girassol orgânico (descrito anteriormente) e 9 AgriculturA e PecuáriA sustentável.agricultura.planetaorganico.Fax ()  00 Caixa Postal  .br http://www. N.Paraná.com. Se feito de outra forma (com aditivos químicos) o efeito pode ser passageiro.INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs DO RAMO: Portal PLANETA ORGÂNICO http://www.Brasil INsTITUIÇõEs DE APOIO: Ministério da Agricultura e do Abastecimento Esplanada dos Ministérios.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa Portal: http://www. S.br Portal AGROMIL Artigo: http://www.9/sl.0/Ens.com.br EMBRAPA .embrapa.gov. Suá/Vitória/ES/900-0 Tel. Navegantes.com. não equilibrando assim o “organismo” que esta se trabalhando “organicamente”.sebrae.gov.D/Brasília/DF/00-000 Tel. Bl.com.br/girassol.br DFA/Ministério da Agricultura Av.agromil.br/ SEBRAE .br Embrapa Soja Rod.CEP 00-90 Londrina.gov.Serviço de Apoio ás Micro e Pequenas Empresas (nacional) http://www.Distrito de Warta Telefone ()  000 . Carlos João Strass .htm Portal: http://www.

EMBRAPA .embrapa.Educação&Agricultura E-mail: sitio@sitioduascachoeiras.com.Fax ()  00 Caixa Postal  .Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA . Acesso em:  de maio de 00. Sítio Duas Cachoeiras .cnpso.br/ . Embrapa Soja Rod. Para mais dúvidas de ordem tecnológica. sugere-se entrar em contato com alguma instituição do ramo (citadas acima).br Portal: http://www.Brasil Artigo: http://www.Distrito de Warta Telefone ()  000 . Portal AGROMIL.sitioduascachoeiras.embrapa. Carlos João Strass . Disponível em: <http://www. Acesso em:  de maio 00.manter estreito laço com as instituições representativas desse ramo de atividade.br>.br>.com.Paraná.agromil.php?op_page=54&cod_pai=38 Caio Bendazzoli NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .CEP 00-90 Londrina.br/index. . Disponível em: <http://www.com.

1. este pode ser de vários tipos.2 Escolha da área. 1. temperatura do ar entre 0 e 0ºC. O solo deve ter pH próximo da neutralidade e ser bem preparado. Clima e solo A mamoneira é uma planta de origem tropical bastante resistente à seca e heliófila (gosta de muito sol). que promove erosão e compactação do solo). Para o seu pleno crescimento e desenvolvimento requer pelo menos 00mm de chuvas. deve-se optar por regiões de relevo plano ou suavemente inclinado (declividade inferior a %). preparo e conservação do solo Na escolha da área a ser cultivada. Quanto ao solo. 1.Mamona. utilizando sempre o plantio em nível. Das Técnicas E Condições Ótimas De Cultivo Da Mamoneira 1. das técnicas de extração do óleo e das especificações técnicas exigidas para a sua comercialização. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. e altitudes de preferência superiores a 00m. Deseja saber a respeito das técnicas de plantio. Para preparar o solo. exceto os muito argilosos (sujeitos a encharcamento) e os salinos e/ou sódicos (com elevado teor de sódio trocável). óleo de mamona.3 Cultivares Existem várias cultivares de mamoneira disponíveis para o plantio  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE MAMONA E EXTRAÇÃO DO ÓLEO DE MAMONA . usando-se arado de aiveca e grade leve (deve-se evitar a grade aradora. deve-se triturar os restos culturais com grade leve e depois fazer a aração. bem como sobre as características desse mercado e da viabilidade econômica da atividade. cultivo de mamona. extração de óleo de mamona PALAvRAs-ChAvE Pretende iniciar um plantio de mamona e efetuar a extração de seu óleo para fins comerciais.

razão pela qual se deve fazer. As duas variedades anteriormente citadas apresentam. com a correção do PRNT do calcário. a análise do solo.0m x .4 Adubação e calagem A mamoneira é uma planta exigente em nutrientes para produzir bem. dos teores de cálcio e de magnésio e do alumínio trocável. deve-se fazer a calagem pelo menos três meses antes do plantio e em solo úmido para que haja reação do calcário. resistentes à seca e de boa capacidade de produção (média de . sempre que possível. Quando houver pobreza nutricional. a . Caso o pH esteja muito ácido (abaixo de ). deiscência dos frutos. Em breve. tipo dos cachos e outras características. com uma planta por cova. em que o mais simples é tomar. existindo diversos métodos de se calcular.  e % de óleo em média. e fósforo em fundação nas covas na quantidade de 0kg de P0/ha. como base. plantas/ha. densidade e profundidade Para os tipos de cultivares citados anteriormente deve-se usar o espaçamento padrão de . Espaçamento. deve-se fazer a adubação racionalmente.5. variedades desenvolvidas pela EMBRAPA em convênio com a EBDA para serem utilizadas na agricultura familiar no Nordeste. do teor de matéria orgânica.em nosso país. devendo a quantidade de calcário a ser usada igual a  x o teor de Al. variando em porte. outros genótipos deverão ser lançados no mercado. caso a análise do solo apresente teor abaixo de 0 mg/dm. 1. respectivamente. o Al do solo. Em geral. A quantidade de calcário a ser colocada no solo. 1. em cmolc/ dm. com maior produtividade e percentagem de óleo nas sementes. Estes são cultivares de boa rusticidade. Geralmente para plantios em pequena escala recomenda-se o uso de cultivares de porte médio (.0m) e de frutos semi-indeiscentes. tanto em condições  . Isto resultará em uma população de.00 kg/ha de baga em condições de cultivo de sequeiro). como a BRS 9 Nordestina e a BRS  Paraguacu.0m. incorporado nos primeiros 0cm. depende do valor do pH. na adubação deve-se usar somente nitrogênio na quantidade de 0kg de N/ha aplicado em cobertura no início da floração do primeiro cacho.

que tem crescimento inicial muito lento. dependendo do tipo de solo. também de ciclo rápido (0 a 00 dias).6 sistema de cultivo consorciado O sistema de consórcio mais recomendado consiste no plantio da mamoneira juntamente com o feijão Vigna ou feijão Phaselous. Outros consórcios que estão sendo estudados envolvem o gergelim. Em solos de baixa fertilidade natural ou desgastados pela erosão e outros fatores. . porém são mais complexos e nem sempre expressam vantagens em termos de produtividade e ganho na qualidade do produto final.m.0m para a mamona e o feijão deve ser colocado com três ou quatro fileiras espaçadas a 0.0m x .m ou . As sementes devem ser colocadas para germinar a uma profundidade variando de . Deve-se usar o espaçamento de . pode-se colocar uma população maior com a configuração de . método de plantio (manual ou mecânico) e do método a ser usado no controle das plantas daninhas.0m com uma planta por cova.Existem outros esquemas de plantio com o uso de fileiras duplas. pois essas gramíneas são muito competitivas e reduzem substancialmente a produtividade da mamoneira no consórcio. de porte ereto. de ciclo curto (na faixa de 0 a 0 dias). O consórcio com o milho e o sorgo deve ser evitado. e usar cultivares resistentes a viroses. respectivamente para quatro ou três fileiras. que são as sementes com elevado teor de óleo.0m x . ciclo curto e hábito de crescimento determinado. e de preferência de porte ereto. o importante é se plantar a leguminosa  dias depois do plantio da mamona.0m livre. 1. resultando numa população de . com o uso de herbicidas as sementes devem ser protegidas e só então colocadas mais profundamente.  AgriculturA e PecuáriA de cultivo solteiro quanto em cultivo consorciado com outra cultura. pois. para evitar ou reduzir ao máximo a competição do feijão na mamoneira. deixando-se do lado das fileiras de mamona 0. a . e o amendoim.000 plantas/ha. dependendo da região de cultivo. Independente do tipo. de hábito de crescimento determinado.0cm.

usar produtos à base de malathion. na dosagem de 0g i. pode-se. é o mesmo que ataca a soja e outras culturas./ha. destacam-se as seguintes: PERCEvEjO vERDE: este inseto. também. o químico ou uma combinação deles.000 indivíduos por hectare. Para o controle pode-se usar produtos biológicos à base de Baculovirus ou Bacillus thuringiensis. o mecanizado. Ataca as folhas de ambas as culturas e até as vagens do feijão. o cultural. reduzindo assim a uma a duas limpas no sistema como um todo 1. Controle de plantas daninhas A mamoneira é muito sensível à competição causada pelas plantas daninhas. cuja cultura secundária também já faz o controle cultural. Para o pequeno produtor.7. LAGARTA DAs FOLhAs: este inseto.1.0 a . As mariposas medem cerca de 0mm de envergadura e são de coloração preta. Alimenta-se sugando as plantas.O período crítico de competição são os primeiros 0 dias após a emergência das plantas. Entre as pragas da mamoneira. recomenda-se o uso correto do cultivador (com profundidade de .a. Mede entre  e mm de comprimento e vive em média dois meses. como o caso da Empoasca kraemeri. que são parasitóides e devem ser liberados na densidade de 00. Controle de pragas A mamoneira é alvo de vários insetos e ácaros que podem lhe causar danos. complementada dentro das fileiras com a enxada) tanto nos sistemas solteiros quanto nos consorciados. de nome latino Spodoptera latifascia.8. além do Trichograma.a/há.0cm e dentro do período crítico. Para o controle químico. que se não forem controladas podem reduzir bastante sua produtividade. recomenda-se o uso do endosulfan. Para o controle químico recomendam-se produtos à base de monocrotofos na dosagem de 0g i. CIGARRINhAs: São duas ou mais espécies que atacam a mamona e algumas também o feijão.  . São muito ágeis e sugadores e atacam as folhas. com volume de calda entre 00 e 0 litros/ha. inclusive o feijão. reduzindo ou mesmo anulando sua capacidade de produção. como o manual. em especial o vigna. tanto ataca a mamona quanto o feijão. Podem-se usar diversos métodos de controle de plantas daninhas. Nezara viridula. em especial os frutos da mamona e as vagens do feijão.

Cercosporioses e Alternaria. pulverizações nos sulcos de plantio. fazer a rotação de culturas e não plantar na área em que no ano anterior tiver ocorrido a doença. Para o feijão vigna destacam-se as várias doenças causadas por vírus. 1. O adulto é uma mariposa de 0mm de envergadura que deposita os ovos nas folhas da mamona e do feijão. causada pelo fungo Botryodiplodia theobromae. LAGARTA DO sOLO: este inseto também ataca as culturas do feijão e da mamona. em especial (Aphis gossypii e Aphis fabae). Outras doenças da mamoneira são: Murcha de Fusarium. o adulto é uma pequena mariposa de 0mm de envergadura. Para seu controle deve-se eliminar os restos culturais. a mosca branca (Bemisia spp. como a BR 0 -Piauí. causada pelo fungo Fusarium oxysporum F. ricini. o percevejo vermelho (Crinocerus bimaculatus) e o minador das folhas (Liriomyza sativae). a lagarta vive enterrada próximo das plantas. As lagartas alimentamse das folhas das plantas da mamona e do feijão e o controle pode ser feito com inseticidas sistêmicos colocados junto das sementes ou pulverizando o colo das plantas com produtos à base de carbaryl ou metil parathion. a vaquinha (Diabrótica speciosa). De hábito noturno. causado pelo fungo Botrytis ricini. para a mamona o Ácaro rajado (Tetranychus urticae) e a Lagarta imperial (Eacles imperialis). ainda. várias espécies de pulgões. deve-se empregar sementes tratadas com inseticida sistêmico ou aplicações dirigidas ao colo das plantas ou. a lagarta militar (Spodoptera frugiperda). . e o segredo do sucesso é o uso de cultivares resistentes. Recomenda-se o uso de carbosulfan granulado ou outro produto registrado.).LAGARTA ROsCA: este inseto é muito comum no Nordeste do Brasil (Agrostis ipsilon). Para o feijão vigna destacam-se: A paquinha (Neocurtilla hexadactyla). BR  Mulato e BR  Gurguéia que são resistentes ao vírus CP AgriculturA e PecuáriA piretróides (como o deltametrina) e carbaryl. que ataca e destroi toda a estrutura floral e de frutificação da planta.9. denominado Elasmopalpus lignosellus. Podridão de Botryodiplodia. Para o controle. Controle de doenças A principal doença da mamoneira é o Mofo Cinzento. Existem outros artrópodes que atacam a mamona. o feijão ou outra cultura que vier a ser consorciada com esta euforbiaceae destacando-se. para essas duas culturas.

caso não tenha sido usado em sistemas consorciados. Recomenda-se a rotação com o algodão herbáceo (Gossypium hirsutum L. com coloração marrom. Para este vírus. Os cachos devem ser cortados. Dos Processos De Extração Do Óleo De Mamona [2] 2. Rotação cultural A rotação de culturas é uma das mais importantes práticas agrícolas. 1. ou escalonar a mesma. que causam intenso crestamento. como a maioria dos vírus. sem estar chovendo. cestas ou jarras e levados para terreiros para secagem ao sol por dois a cinco dias. BR  .Piauí.10. pois em tais cultivares as sementes não caem no chão. para completarem a secagem e abrirem para soltarem as sementes. embora quase sempre seja negligenciada pelos nossos produtores. As mesmas cultivares anteriores. 2. dando-se várias colheitas proporcionais ao número de cachos por planta. Limpeza da semente A semente a ser processada deve estar livre de matérias estranhas que podem prejudicar os equipamentos e reduzir o rendimento de óleo. Em condições de sequeiro são produzidos de  a 0 cachos por planta nos sistemas de produção descritos neste documento.). Trata-se de um método eficaz de prevenção de pragas e doenças e de conservação da produtividade do solo.Poty.Canindé e BR  . Pode-se realizar uma única colheita. Existe ainda o vírus CPRMV (Cowpea Rugosa Mosaic Potyvirus).SMV (Cowpea Severe Mosaic Comovirus). e que ataca as plantas.  .11. com o milho ou o sorgo. além do amendoim e do feijão.Mulato. colocados em sacos. transmitido por pulgões. recomenda-se o uso de uma das seguintes cultivares: BR . secagem e armazenamento da mamona em baga (sementes) Considerando-se a mamona com o uso de cultivares de porte médio e de frutos semi-indeiscentes. Não se deve plantar mamona por mais de dois anos no mesmo local sem se fazer rotação de culturas. e quando / dos frutos dos cachos estiverem maduros. destruindo as folhas. Vita . 1. O terreiro pode ser de chão batido ou de cimento.1. BR 0 . Colheita. também são resistentes ao vírus CpSMo (Cowpea Severa Mothle Potyvirus). recomendam-se os seguintes procedimentos na colheita: olher com o ambiente seco.

Cozimento Realizado em tachos de cozimento. pois seu funcionamento permite operar a baixas temperaturas. O cozimento controlado também permite eliminar as toxinas. O cozedor é construído com câmaras de vapor saturado.7.2.8. entretanto.2.3. Prensagem Consiste em uma pressão para expulsão do óleo. 2. . Pode utilizar-se um filtro prensa. filtro de placas verticais e. Moagem Utilizada para facilitar o cozimento e a prensagem. a massa residual (torta) pode ser moída para  AgriculturA e PecuáriA São utilizadas peneiras oscilantes com ou sem sistema de ventilação para retirada de impurezas. 2. sem a necessidade de caldeira para geração de vapor. a massa é comprimida por um eixo helicoidal que gira dentro de um recipiente com aberturas por onde sai o óleo. umidade e do tempo que a semente permanece no equipamento tem por finalidade garantir liberação as partículas de óleo contidas nos envólucros celulares. Filtragem do óleo Partículas da massa presentes no óleo devem ser separadas antes da estocagem. no caso de pequenas produções. ou mesa gravitacional que separa partículas com diferentes pesos específicos.5. Descascamento de sementes São utilizados equipamentos para retirada das cascas como quebradores e peneiras de separação. Esse último é muito utilizado na extração de óleo de mamona “a frio”. O controle da temperatura. 2. 2. 2.4. podendo ser contínua ou descontínua. a massa é prensada por um cilindro hidráulico dentro do recipiente. 2.6. eventualmente. Na prensagem contínua. peneiras vibratórias. Pesagem É realizada para controle do rendimento obtido. Na prensagem descontínua. Moagem da torta Após a extração do óleo. pode ser realizado no fogo direto.

Caso seja destinado à exportação. º 3: deve ter no máximo . a . . A moagem é feita em moinho tipo martelo com telas reguláveis. de índice e refração a º C. . além de ser brilhante. com cor variando do amarelo-escuro ao marrom-escuro e verde-escuro.% de impurezas e umidade. Óleo de mamona industrial n. a . . a . de viscosidade a ° C. de viscosidade a ºC. após o refino. com o máximo de % de acidez de 0. e cor amarelo- e vermelho- a . principalmente devido à sua aplicação na produção de  .9 de densidade a .º C.º 1: tipo comercial ou standard. na escala Lovibond. de coloração amarelo-claro.9 a 0. A torta é um subproduto que possui diversas aplicações: quando devidamente preparada. Óleo Medicinal: Também denominado extra-pale.9 de densidade a . pode ser classificado comercialmente nas seguintes categorias: Óleo industrial n.% de impurezas e umidade. o óleo deve atender às especificações específicas do país importador.º C. brilhante. 3. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A produção de óleo de mamona é uma atividade que vem crescendo bastante. º 1: deve ter no máximo % de acidez livre. de índice de refração a º C.homogeneizar a sua granulometria. No caso do mercado norte-americano estas características são as seguintes: Óleo de mamona industrial n. a . 0. Óleo industrial n. . por ser praticamente incolor.% de acidez livre. é límpido. deve ser absolutamente isento de acidez e de impurezas.% de impurezas e umidade. 0. 0. e coloração amarelo-claro.º 3: tipo comercial não deve ter acidez maior que % e impureza maior que %. Das Especificações Técnicas Do Óleo [3] O óleo de mamona. pode funcionar como adubo ou como componente na alimentação animal e até mesmo humana. 0.

. O SEBRAE. de M. escolher entre a atividade de cultivo da mamoneira ou a atividade de extração do óleo a partir de sementes adquiridas de terceiros.ibict. . de preferência supervisionado por um profissional competente na área. Napoleão E.com. como em qualquer atividade empresarial. br/br/parasuaempresa/planodenegocio.aboissa.inf. Serviço Brasileiro De Respostas Técnicas – SBRT. Acesso em:  de ago.cnpa. FETT.br/upload/sbrt1105. o plano de negócios é ferramenta indispensável para o sucesso. Finalmente. além de permitir uma produção em escala menor.sebrae.htm>. provavelmente. Isso. V. ”Sistema de produção para a cultura da mamona na agricultura familiar no semi-árido nordestino”. Acesso em:  de ago. Mauro Sander.00.ppt> REFERêNCIAs . de A.sbrt.biodiesel. pois diminuirá a complexidade administrativa e o volume inicial de capital a ser investido.embrapa.pdf>. 00. 00 9 AgriculturA e PecuáriA . e deve ser feito com bastante cautela e rigor. Acesso em:  de ago. Carlos A. br/mamona/sistemaproducaomamona.asp > A UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA – UFSC disponibiliza um modelo de plano de negócios em PowerPoint através do endereço: http://www. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out.com. Mamona. Recomenda-se. et al. tornará a atividade mais simples e viável. /0/00. fornece alguns elementos básicos sobre como elaborar um plano de negócios através do endereço: <http://www.br/mamona/>. Disponível em: <http://www. EMBRAPA Algodão. 00. Resposta Técnica SBRT0 . BELTRÃO. focar melhor qual será sua atividade.ufsc. combustível que vem sendo amplamente pesquisado e desenvolvido no Brasil. Disponível em: <http:// www. 00.1. Disponível em: <http://www.br/~gauthier/PlanoNeg/Cap2.

A melancia é considerada uma das principais cucurbitáceas cultivadas no Brasil. em uma área onde tem uma produção de laranjas com um ano de idade e conhecer quais as variedades indicadas. com rendimento de . 99). destacando-se a abóbora. A principal região produtora de melancia do estado de São Paulo é Marília. 9). IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Informações gerais sobre a Melancia A melancia é originária da África. embora na Índia é encontrada grande diversidade desta espécie. gênero Citrullus. CentroOeste e Sudeste. 0 . Segundo Lopes (99) a produção brasileira de cucurbitáceas vem crescendo cerca de 0% ao ano a partir de 9. moranga e pepino como as espécies mais expressivas na economia agrícola nacional. que apresenta hábitos rasteiros com ramificações.9 mil ha em 99 e produção de . e a produtividade média brasileira é de 0 t/ha (IBGE. A melancia é uma espécie anual. pertence à família das curcubitaceae. concentrando-se nos -0 cm superficiais do solo. No estado de São Paulo a cultura da melancia ocupa uma área representativa. cultivo melancia em consórcio Saber como cultivar melancias em consórcio. melancia.) Matsumura & Nakai. melão. chuchu. o Nordeste é responsável por . embora algumas raízes alcancem maiores profundidades (Casali et al. mil t de frutos. t ha- (IBGE. abobrinha.. espécie Citrullus lanatus (Thunb.CULTIvO DE MELANCIAs PALAvRAs-ChAvE Melancia.% da produção nacional. tendo alcançado . mais especificamente nas regiões Nordeste. que podem alcançar de  a  metros de comprimento e as raízes desenvolvem-se no sentido horizontal. 99).

atingindo maior acúmulo de matéria fresca aos  dias após a emergência. 2. A contribuição média no acúmulo de massa seca total foi de %. c) frutos pequenos. Cultivares de melancia Em melancia. . o que pode possibilitar incremento na exportação. para as folhas. submetido em diferentes substratos e volumes de recipientes. 00). os caracteres de maior importância econômica são: a) precocidade. intensificando-se a partir deste até o final do ciclo. em virtude de as plantas apresentarem um ciclo menor. por proporcionar consumo mais rápido do produto. na proporção de ::: v/v) foram semelhantes e superior. plantas que apresentem maior número de frutos possível. vêm ocorrendo mudanças no cultivo da melancia. com recipiente de 00 cm³. podendo refletir em maior taxa de retorno econômico para a atividade de produção da melancia. g) menor número de sementes (Ferreira et al. o que resulta em maior produtividade. que resulta em maior quantidade do produto a ser consumido. respectivamente. em condições de casa de vegetação. conforme indica Filgueira (000). Concluíram que o substrato Plantimax® e substrato A (esterco de curral. isto é. terra. avaliaram o crescimento de mudas de melancia cv. aos  dias após a semeadura. f ) alto teor de açúcar. caule e frutos. de sólidos solúveis. % e 0%. Atualmente. (00). e) maior espessura da polpa. b) alta prolificidade. Crescimento e desenvolvimento da melancia Araújo Neto et al. d) polpa vermelha. Grangeiro & Cecílio Filho (00a) avaliaram o acúmulo de matéria seca do híbrido de melancia sem sementes ‘Nova’ e verificaram que o crescimento foi lento até os  dias após o transplante.como na qualidade e ainda otimiza o uso dos fertilizantes pelas plantas. tendo em vista a introdução de híbri AgriculturA e PecuáriA O manejo adequado da nutrição mineral pode otimizar o sistema de produção da melancia que buscam excelência tanto na produção. carvão vegetal e areia. ou seja.. Crimson Sweet. um retorno mais rápido do capital investido. facilitar o acondicionamento e o transporte.1. e com isso.

Tipo alongado . embora a área cultivada com esta cultura ainda é incipiente no Brasil. tem-se observando crescimento da participação dos cultivares sem sementes no mercado de melancia. Adubação: kg de esterco de curral. cuja cultivar típica é a americana Charleston Gray.  .que são híbridos auto-estéreis. Neste sentido. Na falta de adubo orgânico. aplica-se a adubação química (fórmula --) à base de até 00g por planta. Dependendo de temperatura e chuva. Espaçamento:  x m. como plantas mais vigorosas e resistentes a maior número de doenças. Na região centro-sul. como segue (Filgueira. Os híbridos apresentam vantagens sobre os cultivares tradicionais.dos. 0g de superfosfato simples e 0g de cloreto de potássio em cobertura.preferido na maioria das regiões produtoras. época de plantio O período de agosto a novembro é favorável para comercialização. os cultivares atualmente utilizados podem ser divididos em três grupos ou tipos. deixando-se três a quatro frutos perfeitos por planta. segundo o formato dos frutos e a presença de sementes. com duas plantas por cova. sementes necessárias: 00 a . 000). Tipo globular .que produz frutos cilíndricos. que produz frutos globular ou globular-alongado. vale ressaltar que nos últimos anos. introduzidos a partir do início da década de 90. ciclo mais precoce para a colheita. com peso de  a  kg. com polpa de boa qualidade. com peso de  a  kg. maior número de flores femininas e produção de maior número de frutos por área e com melhor qualidade. que produzem frutos tipo globular. com peso de 0 a  kg. com polpa vermelho-viva. 0g de sulfato de amônio após frutificação. cuja cultivar típica é a americana Crimson Sweet.000g/ha. pode-se plantar o ano todo. Tipo sem semente . Tratos culturais: desbastar frutos irregulares.

CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs REFERêNCIAs Catalogo Rural.época de colheita: a colheita se inicia de  a 0 dias após a semeadura. Arthur Bernardes Cecílio Filho Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. As melhores variedades são: omaru-yamato. unesp. fairfax e charleston-gray e o plantio consorciado com as laranjeiras não terá problema tanto no que diz respeito da penetração das raízes. Departamento de Produção Vegetal. como pelo sombreamento que o laranjal irá produzir para a lavoura de melancia. Produção normal: 0 . 00  AgriculturA e PecuáriA Irrigação: é indispensável na fase de germinação e de frutificação.br> Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de out. quando o pedúnculo se torna seco. O apoio de um engenheiro agrônomo é importante para orientar sobre os cultivares. Recomenda-se marcar com estacas de bambu coloridas (cada cinco dias com cores diferentes) os frutos perfeitos logo após a fecundação. Disponível em: <http://www. especialmente em solo arenoso.agrov.com/vegetais/frutas/ index. 00 Prof. .0tha. Dr. Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal.htm > Acesso em:  de out.fcav. (FCAV/UNESP) Disponível em: <http://www. necessários para maturação. a fim de permitir a contagem de 0 dias.

morango. produto orgânico Como fazer o cultivo de morangos em estufa. susceptível à rizoctoniose (Rhizoctonia). Conforme Antunes e Duarte Filho. l santa Clara: cultivar de dias curtos. tomamos a decisão de pesquisar cultivares do morango. Tudla. Cultura de Morangos As principais cultivares destinadas a indústria são: Santa Clara. Bürkley. no item referências. todavia segue abaixo. Dover. endereços de onde encontrar informações técnicas sobre cultivares de tomates lembrando que existem variedades diferentes de tomates. Para atender a ambos é indicado a cultivar Vila Nova. fruto grande e de bom sabor. médios e de coloração verde escura. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Dado a complexidade da solicitação e. cultivares. Oso Grande. l vila Nova: cultivar de dias curtos. Para consumo in natura: Tangi. antracnose (Colletotrichum sp) e à murcha de verticilium (Verticillium albo-atrum). as principais variedades cultivadas são: l Campinas: cultivar de dias curtos e rústica. boa densidade de folhas que recobrem os frutos. planta de alto vigor. folhas de densidade e tamanho. principalmente porque cultivares orgânicos em estufas para qualquer plantio usa mesma a técnica. ciclo precoce e alta produtividade. planta de porte médio. Campinas. Selva e Seascape.CULTIvO DE MORANGO-TOMATEs ORGÂNICOs PALAvRAs-ChAvE Cultivares de morango. tolerância à mancha angular (Xanthomonas fragariae). ciclo médio e produtivi .

folhas grandes e de coloração verde escura. Mudas As mudas devem ser selecionadas por diâmetro. A escolha do sistema é fundamental para uma definição dos caminhos a seguir. diferenciando-se principalmente por apresentar frutos grandes e de maior uniformidade. comportamento parecido com o da cultivar Selva. com folhas grandes e de coloração verde escura. observando que as mudas de diâmetro maior florescem mais cedo. com média tecnologia. ou ainda de baixo nível tecnológico quando requer baixo investimento e ainda há o sistema ecológico ou produção integrada. melhor sabor e polpa de textura firme. planta vigorosa. Os seguintes aspectos devem ser considerados: l tipo de mercado a que se destina a produção. Implantação da Cultura Nesta fase são tomadas decisões que serão vitais para o sucesso ou o fracasso do empreendimento. antes de realizar o plantio. ciclo precoce e com alta capacidade de produção. ciclo tardio e com grande capacidade produtiva. média produtividade. Camarosa: cultivar de dias curtos. seascape: cultivar de dias neutros. coloração interna dos frutos mais intensa. l sistema de produção a ser adotado: alta tecnologia com altos investimentos. planta de alto vigor. frutos de tamanho irregular. com folhas grandes e de coloração verde escura. ciclo mediano e elevada capacidade produtiva. planta vigorosa com folhas grandes de coloração verde escura. planta vigorosa. de coloração vermelha clara. apresentando muita pilosidade nos folíolos. susceptível às principais doenças que ocorrem no Brasil. característica que evidencia tolerância ao ácaro rajado. planta vigorosa com folhas grandes e coloração verde escura.l l l l l l l dade alta. Bürkley: cultivar de dias curtos. cerca de 0 a  dias antes das de tamanho médio e até 0 dias antes das menores. muito alta capacidade de produção e ciclo precoce. selva: cultivar de dias neutros. Este esquema facilita o manejo principalmente  AgriculturA e PecuáriA . Tudla Milsey: cultivar de dias curtos. Tangi: cultivar de dias curtos. Oso Grande: cultivar de dias curtos e de grande adaptabilidade.

de modo que fique uniformemente disperso e com as extremidades (pontas) no sentido vertical. Para o produtor que possui viveiro. folhas. deve-se ter um cuidado especial: na distribuição do sistema radicular. Se retiradas. fungos e fatores climáticos (ressecamento. Não plantar a muda com o sistema radicular embarrado. não é aconselhável o plantio de mudas pequenas por não apresentarem precocidade e seu índice de produtividade é de 0 a % menor. em virtude das temperaturas elevadas e da muda estar fisiologicamente imatura. especialmente do sistema radicular. Quanto à limpeza das mudas é importante seguir o processo iniciando pelo corte das folhas a  cm da base do pecíolo.da colheita. No plantio da muda. etc). novas coroas e estolões. Manejo No manejo da muda é importante observar os seguintes itens: l usar embalagens novas para evitar possíveis contaminações. Nos plantios antes de abril. Cultivo protegido O túnel plástico para o cultivo de morango vem sendo cada vez mais  . frio. não devem permitir que mudas pequenas sejam incluídas nos lotes comercializados. Este possui uma pequena bainha que tem a função de proteger as gemas que formarão as inflorescências. o que poderá provocar um processo de fermentação na parte interna. as gemas expostas ficam vulneráveis a danos mecânicos. Plantio A época ideal para o plantio é de  de abril a 0 de maio. Quanto ao sistema radicular. pois isto dificulta a distribuição das raízes na cova. l não empilhar os fardos de mudas em camadas. Os que dependem de mudas compradas. tornando-se difícil o surgimento de novas raízes quando as primeiras encontram-se muito agrupadas. l evitar o ressecamento da muda. A redução da área foliar evita a perda de água e reduz o estresse na operação de transplante. deve ser aparado mantendo-se de 0 a  cm de comprimento. há sérios problemas com mortalidade de plantas.

Desvantagens do cultivo protegido As mudanças na estrutura dificultam. reprodução e comportamento de fungos. e que reduzindo a incidência de fungos e bactérias. Atualmente já se fala na terceira geração de sistemas de produção para a cultura do morango: a utilização de “casas plásticas”. prática usual em função das doenças oriundas do solo. vantagens do cultivo protegido l Reduz a umidade foliar. e proporcionado condições de produzir frutos de excelente qualidade. l Amplia o período de safra. neblinas. com reduzida utilização de defensivos. pragas e invasoras poderá ser mais eficiente através da utilização de métodos biológicos que agem diretamente sobre os organismos. que tem as mesmas funções do túnel.O controle das doenças. desenvolvimento. além de afetar todos os aspectos do processo da cultura: crescimento. Estas apresentam a vantagem de permitir atividades no plantio. devido ao molhamento do fruto na colheita. com cultivo em sistema hidropônico vertical em substratos inertes. com reflexos positivos na diminuição da ocorrência de doenças que atacam a parte aérea. l Permite o uso de técnicas de desinfecção de solo: solarização ou aplicação de produtos fumigantes. evitando que as folhas se molhem. pode-se alterar o ambiente interno do túnel. a rotação de áreas. Com este manejo. l Protege contra geadas. O túnel evita excessos de água ou seca e danos provocados por granizo. existe a produção de morangos em casa plástica. l Facilita o uso de substrato.  AgriculturA e PecuáriA utilizado pelos produtores porque oferece melhoria de qualidade e disponibilidade do produto em uma condição mais controlada. A utilização de túnel tem como função básica proteger as plantas da chuva. . mesmo em dias de chuva e bem como realização da colheita nestes dias com frutos de ótima qualidade. ou orvalho muito forte. Além do túnel baixo. operação não aconselhada no túnel baixo. A utilização de um controle mais natural vem despontando como opção de controle do espectro de radiação.

Quanto ás variedades de morangos pode-se afirmar que não há variedades específicas para o cultivo orgânico e há produtores que fazem suas próprias mudas. se estiver localizada próxima da cidade. Embrapa Clima Temperado. A incidência em estufa seria. Segundo o pesquisador da Embrapa Luiz Eduardo Antunes. Quanto ao cultivo orgânico em estufas Segundo o pesquisador Luis Eduardo C. tanto do ponto de vista organoléptico como de contaminantes químicos e microbiológicos. e a aplicação de defensivos agrícolas melhorando a qualidade das “frutas”. Já em cultivo semi-hidropônico o número de mudas poderia ser maior. kg de frutos. principalmente com estufins baixos. digamos mais adequado a filosofia de produtos orgânicos. ao redor de  a . entendendo que as bolsas plásticas substituem o canteiro. pelos padrões de rendimento em cultivo orgânico. No cultivo em estufas provavelmente aparecerão problemas diferentes daqueles encontrados em plantações em solo. Quanto ao tipo de estufa.  . assim como a produção e os custos relativos. pois o cliente poderia fazer sua própria opção de fruto in loco. As estufas altas são mais caras. em uma área pequena. o produtor poderia optar pelo colha e pague. apesar de ser a baixa mais indicada não há outras restrições. pelo menos o dobro. Antunes. do fungo oídeo. Com mil/metros quadrados o cliente poderia ter uma variedade de plantas ao redor de  mil plantas e produzir. a produção em estufa é uma ótima opção para produtores que não dispõem de grandes áreas de plantio e. Se for fora do solo. não sendo assim orgânico. O interessado deverá visitar alguns fornecedores. Se for canteiros no chão fica. tipo hidropônico ou semi-hidropônico envolveria a aplicação de nutrientes químicos via água.Este sistema permite ao agricultor trabalhar em pé e não de cócoras condição esta menos insalubre além de reduzir consideravelmente a incidência de podridões e doenças foliares. por exemplo. O cultivo em estufas requer do produtor preparar sacolas de plástico para plantar as mudas.

A função dos 9 AgriculturA e PecuáriA inclusive para levantamento de preços e optar por uma que mais se encaixe com as suas necessidades. principalmente com Hortigranjeiros frescos. restos de verduras. Soja. que provém de um sistema de cultivo que respeita as leis da natureza e a preservação dos seus recursos. Na América do Sul. bilhões/ano) e Japonês (U$  bilhão/ano). Cacau. Açúcar e Caju. Em matéria da Gazeta Mercantil de  de junho de 999. . Frutas secas. estima-se um movimento de U$ . aparas. é a Argentina que apresenta maior nível de crescimento. as áreas cultivadas organicamente já representam uma parcela visível na área agrícola total de diversos países. saudável. Produto Orgânico O produto orgânico é cultivado sem o uso de adubos químicos e os chamados agrotóxicos. milhões de dólares por ano. bilhões em todo o mundo para este ano. Em relação ao mercado externo. folhas. Como conseqüência. O produto orgânico é um produto limpo. Conservas e Cereais. apontam para um movimento acima de U$ 0 bilhões nos EUA e U$ . etc. O plantio de orgânicos vem contando com a participação de diversas entidades como o programa de pesquisa em Agricultura Orgânica da Emcaper (Empresa Capixaba de Pesquisa. e de diversos trabalhos realizados por ONG’s. Laticínios. totalizando um movimento global de . Assistência Técnica e Extensão Rural). milhões de dólares. Os mercados que mais cresceram foram: Europeu (U$  bilhões/ano). as estimativas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Americano (U$ . O movimento anual interno brasileiro está estimado em U$  milhão de dólares. especialmente com Café.. Resíduos como esterco. são adicionados na compostagem ou canteiros para que sejam decompostos e transformados em nutrientes para as plantas.Cultivo Orgânico O mercado mundial de produtos orgânicos tem crescido de 0 a 0% anualmente.

INCAPER . 0 .embrapa. O IBD . engenherio agrônomo.Sc.microorganismos é. dentre outros. Este selo só é conferido após rigorosos exames de controle de qualidade de solo. São Paulo.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugerimos contactar os diferentes núcleos de pesquisa sobre cultivo orgânico e preparar um plano de negócio antes de dar início a qualquer atividade. No Brasil existem  produtores com o selo orgânico fornecido pelo IBD. permeável à água e ao ar. M.com.INSTITUTO BIODINÂMICO DE DESENVOLVIMENTO RURAL. Pode-se dizer que a produção orgânica provém de pequenos núcleos familiares que tiram da terra o seu sustento.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Telefone: ()  ramal:  Fax: () 0 E-mail: antunes@cpact.embrapa. solta.Empresa Capixaba de Pesquisa. água. fiscaliza e certifica produtos orgânicos no Brasil de acordo com normas internacionais.cpact. Telefone: ()  Fax: ()  E-mail: jacimarsouza@yahoo. reciclagem de matéria orgânica.br Jacimar Luis de Souza. localizado em Botucatu. Assistência Técnica e Extensão Rural. a garantia ao consumidor de estar consumindo produtos orgânicos. tornar a terra porosa..br Site: http://www. além de transformar a matéria orgânica em alimento para as plantas. Antunes EMBRAPA Clima Temperado . INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: Luis Eduardo C. selo de Certificação O selo é a certificação.

com.embrapa. Acesso em:  de fev.naturalrural.ibd.Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia ANTUNES. Acesso em:  de fev. Acesso em:  de fev.br>. Luis Eduardo Corrêa. 00.embrapa.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. .br/>.es. Disponível em: <http://www. Jaime. INCAPER . Sistema de Produção do Morango.Portal de orgânicos na Internet. DUARTE FILHO. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de fev. 00. Acesso em: NATURAL RURAL . Acesso em:  de fev.Empresa Capixaba de Pesquisa.gov. Disponível em:<http://www.com.gov.br/FontesHTML/Morango/SistemaProducaoMorango/index. EMBRAPA . IBD . cnptia. htm>.br/>. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. 00.incaper. 00. Assistência Técnica e Extensão Rural. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Para cultivares de Tomates sugerimos contactar a Embrapa.Instituto Biodinâmico de Desenvolvimento Rural.br>. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www.

e a variedade “Ascolana” destinada à produção de azeitonas de mesa. duas variedades têm-se destacado nas pesquisas: a variedade “Grapollo”. A EPAMIG – Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De origem européia. e encontra nos estados do sul do país condições climáticas favoráveis ao seu cultivo.CULTIvO DE OLIvEIRAs PALAvRAs-ChAvE Oliveira. Nesta fazenda. destinada à extração de óleo. a oliveira é uma planta que necessita de baixas temperaturas no período que antecede a floração para que se obtenham resultados satisfatórios na produção. são as que apresentam maior produtividade e melhor adaptação ao clima da região. a oliveira foi trazida ao Brasil por imigrantes há quase dois séculos. dentre as muitas trabalhadas. vem desenvolvendo um trabalho pioneiro de pesquisa e cultivo de oliveiras. localizada em uma região cujas condições são semelhantes às dos estados do sul do país. O pH do solo. que já demonstraram resultados bastante satisfatórios. através da Fazenda Experimental de Maria da Fé. que deve ser superior a . Também deseja saber quais as condições de solo. Característica de regiões de clima temperado..  . clima e relevo mais favoráveis ao cultivo. altitudes que variam entre 00 e .00 metros e regime de chuvas superior a 00 mm são suficientes para produções econômicas. principalmente do azeite. cultivo de oliveira Deseja saber se existem mudas de oliveira adaptadas para o cultivo no Brasil. Estas variedades. também interfere na qualidade da produção. Para o pesquisador da EPAMIG Luiz Eugênio Santana de Mattos. temperaturas de inverno com médias entre  e 0ºC.

mas que possui um desenvolvimento inicial bastante lento. Mosca da Oliveira e diversas espécies de formigas. O óleo. . de acordo com as características de cada variedade. após o completo desenvolvimento dos frutos. até se tornarem adocicadas. O ideal é submetê-las a um processo de curtimento. Essa pasta é submetida a uma prensagem gradativa. o material sofre decantação. As pesquisas indicam que condições adequadas aliadas ao uso da tecnologia podem proporcionar uma excelente produção de azeitonas: cada oliveira é capaz de produzir de 0 a 00 quilos de frutos por safra. pois. Elas permanecem nessa solução por um período de até 0 horas e. Fumagina.A mudas podem ser plantadas em qualquer época do ano. concentrado na parte superior. que resulta em óleo. após um dia de repouso. usando solução de hidróxido de sódio. Cochonilhas. o que aumenta os custos da produção. quando o percentual de óleo é maior. podem ter dois destinos: podem ser utilizadas para o consumo em mesa ou para a extração do óleo de oliva. moendas de granito transformam as azeitonas em uma pasta densa. As azeitonas. elas são muito amargas. mas devese optar preferencialmente pelo plantio no período chuvoso. é então recolhido. água e mucilagens. A extração é realizada em três etapas: primeiro. Tudo isso é recolhido em tanques e. Para obter maiores informações. evitando “machucaduras”. Antracnose da Oliveira. Já a colheita deve ser realizada nos meses de janeiro e fevereiro. Já para a fabricação de azeite. a colheita deve ser realizada após a completa maturação do fruto. As principais doenças e pragas que afetam as oliveiras são: Tuberculose da Oliveira. Somente após quatro anos de plantio é que as mudas tornam-se produtivas. devem ser lavadas em água limpa por  a 0 dias. nesse estado. recomenda-se entrar em contato a  AgriculturA e PecuáriA A oliveira é uma cultura que produz por muitos anos. Uma característica dessa fruta é ser imprópria para o consumo logo após a colheita. As destinadas à mesa devem ser colhidas manualmente. filtrado e armazenado. O plantio realizado no período seco necessita de irrigação até o completo “pegamento” da muda. em seguida.

br/informativos/cultivo_azeitona. Carlos A.epamig.htm>. V. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . Disponível em <http://www.EPAMIG: EPAMIG – Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais Site: http://www.br Fone: () - REFERêNCIAs “Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas”.br E-mail: faleconosco@epamig. de A. Informe técnico sobre o trabalho de pesquisa e cultivo de oliveiras desenvolvido pela EPAMIG. acesso em  de jan. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jan. 00.epamig.

Desta forma. Propagação A propagação do pequizeiro pode ser feita por sementes ou por meio de enxertia. PALAvRAs-ChAvE Deseja obter informações sobre cultivo de pequi em larga escala e sobre o procedimento de extração do óleo de pequi destinado à produção de biodiesel. O plantio por sementes apresenta o inconveniente  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE PEQUI . biodiesel. cultivo de pequi. e os cultivares são originados de seleção natural. o preparo do solo pode resumir-se no preparo de covas para plantio. extração de óleo de pequi. objetivando conciliar os interesses ecológicos e econômicos. sobre o cultivo do pequizeiro Escolha de Cultivares O pequizeiro tem grande diversidade genética. geralmente ácidos. bem drenados e tolera solos pobres e ácidos. óleo de pequi. profundos e porosos. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. Um cultivar de porte anão e precoce. pobres em cálcio. com plantas homogêneas quanto a características desejáveis e ausência de espinhos no caroço vem sendo desenvolvido através de pesquisas Escolha do Local O pequizeiro é encontrado nos solos de cerrado. É recomendável o seu plantio em sistemas agroflorestais com outras espécies. Preparo e Conservação do solo Requer solos profundos. em clareiras e ou intercalar a outras plantas nativas ou plantadas. submetidos a períodos chuvosos e secos bem definidos.Pequi. magnésio e matéria orgânica.

A coleta vai de outubro a janeiro. Para plantios futuros. não encardidas. Para se obter melhores índices de germinação os frutos devem ser coletados logo após a sua queda ao chão. O procedimento de remoção da polpa deve ser realizado em água corrente. as sementes apresentam amêndoas com coloração clara. Já o processo da enxertia assegura a obtenção de plantações uniformes. com plantas de características variadas.  . Após a coleta retira-se a casca do fruto e as sementes ou caroços. imersas em solução a  % por 0 minutos. Formação de Mudas I. o que é garantia de seu completo amadurecimento. Em seguida faz-se o descarte das sementes chochas. Quando bem conservadas. enquanto que a enxertia pode ser feita de outubro a março. OBTENÇÃO E TRATAMENTO DAs sEMENTEs: A produção de mudas inicia com a seleção das plantas matrizes que devem ser identificadas e preservadas para futuras coletas de sementes ou ramos para enxertia. Após despolpadas. recomenda-se o tratamento das sementes despolpadas com solução de Benomyl a 0 %. as sementes são secadas em um lugar ventilado e com sombra durante uma ou duas semanas. com boa produção de frutos e com as características desejadas para sua finalidade. dependendo da região produtora. via úmida. as sementes podem ser acondicionadas em sacos de estopa e armazenadas em lugar fresco. para facilitar a remoção da polpa (despolpa). por agitação da mistura das sementes com brita média e grossa. As sementes devem ser provenientes de plantas sadias.de originar cultivos não uniformes. brocadas e manchadas. sendo que estes devem permanecer amontoados dentro de um recipiente limpo e à sombra durante uma semana. A despolpa pode ser feita também em betoneira. Após o tratamento e secas à sombra.

 ou  filas justapostas. As mudas devem  AgriculturA e PecuáriA II. As sementes mais secas apresentam maior absorção e maior efeito do produto. que é recoberta com um centímetro de vermiculita média. mm. GERMINAÇÃO A germinação ao natural é baixa e lenta. III. espaçadas de 0 a 0 cm entre si. sEMEADURA E TRANsPLANTIO: A sementeira deve ser construída a céu aberto (sem cobertura). e apresentar as dimensões de  cm x  cm x 0. sanfonados e perfurados na base e na lateral. contendo  g do ingrediente ativo para  litros d’água) e semeadas em seguida. em canteiros com um metro de largura e comprimento variável. Neste caso. ou outro material similar disponível. os sacos devem ser dispostos em canteiros de . com leito de 0 centímetros de espessura de areia grossa de rio e peneirada. com capacidade para quatro litros de substrato. para que as mudas não fiquem muito abafadas. atingindo 0 a 0 % ao longo do ano. Este produto também promove maior crescimento das mudas. Os sacos devem ser de cor preta. Os caroços são semeados justapostos com folga de aproximadamente um centímetro entre eles. As mudas devem ser transplantadas para os sacos de polietileno o mais cedo possível. mantendo-se úmido o leito da sementeira. pó de serra curtido. Deve-se evitar o transplantio de mudas já enfolhadas para não causar danos ao sistema radicular. Logo após a semeadura e durante o período de germinação. pode-se usar o ácido giberélico. as sementes devem ser mergulhadas por  horas em solução de ácido giberélico (  pacote de 0 g do produto comercial Progib. deve-se fazer regas diárias. O viveiro deve ser feito a céu aberto e. que ficarão prontas para o plantio no início da estação chuvosa seguinte. assim que se perceba o início da emissão da radicela.Para se obter melhor índice. rapidez e concentração da germinação num determinado período (de três a quatro meses após a semeadura ). . formando apenas uma camada de sementes.

TRANPLANTIO Para garantir maior pegamento das mudas.0 cm de diâmetro do caule e 0 a 0 cm de altura. quando estarão aptas para o plantio no campo ou para a enxertia. v. encharcando a cova com água durante o plantio (plantio na lama ou no barro). Se as mudas forem enxertadas. para não provocar seu destorroamento durante o plantio da muda. utilizando o subsolo abaixo de 0 cm de profundidade. PREPARO DO sUBsTRATO E ADUBAÇõEs PARA O vIvEIRO O preparo do substrato e o enchimento dos sacos de polietileno devem ser feitos com antecedência ao transplantio das mudas. Maiores índices de pegamento são obtidos quando a enxertia é realizada em meses quentes do ano. a . para depois agregar esta mistura ao restante da terra. 00 litros 0 litros  . deve-se transplantar somente aquelas com folhas maduras.permanecer no viveiro até a próxima estação chuvosa. desenvolvimento e seleção dos enxertos. ENXERTIA A enxertia pode ser feita por garfagem lateral simples. sugere-se preparar no máximo 00 litros de substrato a cada vez. Para o preparo do substrato utilizar: terra de barranco. por garfagem no topo ou por borbulhia tipo escudo ou placa. esterco de curral curtido. Iv. aproveitando o período seco ou menos chuvoso para essas atividades. Para uma mistura uniforme. A terra para o substrato deve ter de 0 a 0 % de argila e não ser arenosa. em áreas não cultivadas. mas que não coincidem com o período de florescimento e frutificação da espécie. A terra deve ser coletada. de preferência. Deve ser processada em ambiente de viveiro com 0 % de sombra. A enxertia deve ser realizada somente nas mudas vigorosas e quando atingirem de 0. vI. Primeiramente misturam-se o calcário e os adubos químicos e estes com apenas  kg da terra do substrato. o plantio deverá ser feito somente após a brotação.

0 g de sulfato de amônio por planta. para não acumular água. vII. com boa aeração e drenagem. g de uréia ou . na dose de 0.calcário dolomítico (PRNT=00 %) superfosfato simples. Preparo para o Plantio I. adicionando-se  g de uréia ou 0 g de sulfato de amônio por regador de 0 litros de água. mensalmente. A ferrugem pode ser controlada com pulverizações da folhagem com fungicidas cúpricos. ABERTURA E PREPARO DAs COvAs As covas devem ter as dimensões de 0 x 0 x 0 centímetros. Para minimizar a incidência de podridão-de-raízes. Durante a formação das mudas.  g de sulfato de cobre. O controle de cupins deve ser feito por destruição mecânica dos cupinzeiros associada com aplicação de cupinicidas. CONTROLE DE DOENÇAs NO vIvEIRO: As principais doenças constatadas em mudas de pequi são a podridão-de-raízes e a ferrugem das folhas. e sacos plásticos bem perfurados na lateral e no fundo. O superfosfato simples mais os micronutrientes ou FTE podem ser substituídos por 00g de Termofosfato Yoorim Master. cloreto de potássio FTE BR  00 g 00 g 0 g 0 g (ou 0 g de sulfato de zinco. II. regando normalmente as mudas encanteiradas. EsPAÇAMENTO O espaçamento recomendado é de  a 0 metros entre plantas. recomenda-se não irrigar em excesso e usar substrato com até 0 % de esterco e 0 % de argila. A adubação é feita de acordo com os resultados da análise de solo. Outra maneira prática de se fazer essas adubações é via água de irrigação. 9 AgriculturA e PecuáriA . elas devem receber adubações nitrogenadas em cobertura.  g de bórax e  g de molibidato de amônio). As formigas devem ser controladas por aplicações de formicidas disponíveis no mercado.  g de sulfato de manganês.

com um. respectivamente.Na ausência da analise do solo. dispensando-se neste caso a aplicação de outras fontes dos micronutrientes. três. respectivamente. Plantio O plantio deve ser feito no início da estação chuvosa. com  g de sulfato de amônio e 0 g de cloreto de potássio por cova. a cada 0 dias. Adubação de Cobertura Após o plantio. Fazer uma bacia ao redor da cova.0 g 0. não corrigidos. g Os micronutrientes podem ser substituídos por 0 g de FTE BR . 00 g 0 g 0 g 0 g g g . 00 e 0 g da fórmula 0-0-0 por planta. Sugerem-se adubações anuais nas doses de 0. até o final do período chuvoso. b) Em solos de textura média e arenosa. tanto as doses de calcário como de superfosfato simples devem ser reduzidas para 0 % e 0 %. o superfosfato simples pode ser substituído por igual quantidade de Termofosfato Yoorim Master. acrescentar sulfato de zinco. quatro e cinco ou mais anos de idade. sulfato de zinco. Para evitar toxidez e desequilíbrios nutricionais nas mudas. cloreto de potássio. sulfato de cobre. bórax molibidato de amônio. de modo a armazenar maior quantidade de água. incorporar por cova de plantio: calcário dolomítico ou magnesiano (PRNT=00 %) superfosfato simples. 0. Plantar no centro da cova sem abafar o tronco com a terra. sulfato de manganês. e cobrir a superfície da cova em volta da planta com material vegetal seco. Apertar a terra levemente ao redor da muda e regar bem. Retirar o saco plástico ou outra embalagem que envolve a muda. os fertilizantes devem ser bem misturados com toda a terra da cova. dois. 00. em doses equivalentes 0 . são recomendadas três adubações em cobertura. pode-se usar: a) Em solos argilosos. sulfato de cobre e sulfato de manganês.

são o Mal-do-Cipó e a morte descendente da planta. não se deve colher sementes de plantas doentes ou retirar seus ramos para enxertia. para mudas produzidas a partir de sementes. deve-se realizar o controle de plantas daninhas. durante o período chuvoso. A incidência de percevejos nos frutos poderá ser controlada naturalmente através do consórcio com outras plantas. A produção do pequizeiro inicia a partir do quarto ou quinto ano após o plantio. ao redor da planta. % e .Tratos Culturais Capinas: a fim de evitar competição com o pequizeiro. O uso de mudas enxertadas permite antecipar a frutificação para o segundo ou terceiro ano após o plantio. . A maturação e colheita ocorrem normalmente no período de novembro a março. por meio de capinas manuais. e parcelar essas doses em três aplicações em cobertura. % da fórmula. . envolvendo o caule da planta. semelhante a uma saia e impedindo o acesso e o dano das formigas às folhas. Colheita e Comercialização O fruto está maduro quando a casca do tronco da planta apresentase mole. Quando os frutos atingem a fase de maturação. O ataque de formigas pode ser evitado com a colocação de copos plásticos descartáveis de 00 ml. de boca para baixo. A produtividade de pequizeiros adul AgriculturA e PecuáriA a  %. As principais doenças do pequizeiro na fase de crescimento. respectivamente. de modo uniforme em toda a área sob copa. eles desprendem-se da planta caindo ao chão. com coroamento. Controle de pragas e doenças: o controle de cupins e formigas deve ser feito por destruição mecânica dos ninhos e utilização racional de cupinicidas e formicidas disponíveis no mercado. no sistema agroflorestal. cujo controle consiste em podar os ramos doentes 0 centímetros abaixo das partes lesionadas e pincelar as extremidades com calda ou pasta à base de fungicidas cúpricos.

00. EMATER-MG. varia de 00 a 000 frutos por planta por ano. sobre a extraçâo do óleo de pequi para a produçâo de biodiesel O óleo das sementes de pequi pode ter diversas aplicações. Deve-se deixar as sementes em contato com o solvente até a total extração do óleo. Acesso em: 0 de mar.gov. SALVIANO. dentre os quais encontra-se o óleo de pequi. de cada hectare plantado podem ser obtidos até . maio 00. o que equivale a  a 0 caixas por planta / ano.htm>. Agro Ildeu de.00 litros de óleo de pequi. pode-se esperar uma produtividade de até 00 caixas / ha / ano. Segundo o professor Miguel Dabdoub. Para obter maiores informações e esclarecimentos. Disponível em <http://www. dentre as quais está a produção de biodiesel. recomenda-se entrar em contato com o LADETEL: LADETEL . Antônio.mg.tos. O procedimento utilizado pelo LADETEL para a obtenção do óleo de pequi foi a extração através do solvente hexano. 2.br/ site_emater/Serv_Prod/Livraria/Fruticultura/Pequi.Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas Fone: () 0- REFERêNCIAs SOUZA. É importantíssimo lembrar que o óleo de pequi obtido através de extração por solvente não pode ser destinado ao consumo alimentício. Ciências e Letras da USP Ribeirão Preto já produz biocombustível a partir de diversos óleos vegetais.  . “A Cultura do Pequi”. no espaçamento de 0 x 0 m. conforme legislação da ANVISA. e depois deve-se promover a evaporação do solvente. O Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas (LADETEL) da Faculdade de Filosofia. em condições naturais.emater. Em sistema de cultivo homogêneo.

usp. 00. 00 .Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de mar. “Laboratório testa biodiesel com óleos de plantas brasileiras em veículos e locomotivas”. Agência USP de Notícias.br/agen/repgs/2003/pags/280. Disponível em <http://www. Acesso em: 0 de mar. //00. Júlio. Carlos A. htm>. V. DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA BERNARDES. de A.Contato telefônico com o LADETEL .

CULTIvO DE PINUs PALAvRAs-ChAvE Pinus. na produção de laminados. O pinus também pode ser utilizado na implantação de quebra ventos(). sementes: As sementes podem ser obtidas das árvores existentes na região ou compradas em locais especializados. na maioria dos planejamentos florestais. A madeira do pinus é usada em construções leves ou pesadas. compensados. semeadura: em sementeira. elliottii também é muito utilizado para a extração de resina. chapas de fibras e de partículas. devido principalmente ao seu rápido crescimento. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA As espécies do gênero Pinus são amplamente utilizadas em reflorestamentos no Brasil. O P. entre outros. tem sido fundamentada principalmente no uso final da  . cultivo de pinus Informações sobre o cultivo de pinus e sua rentabilidade. em canteiro de mudas embaladas e em canteiros de mudas de raiz nua. Plantio: Preparo do terreno: l Construção de estradas e aceiros l Desmatamento e aproveitamento de madeira l Enleiramento ou encoivaramento l Queima das leiras l Desenleiramento l Combate à formiga l Revolvimento do solo l Sulcamento e/ou coveamento Espaçamento: A escolha do espaçamento de plantio. na produção de celulose e papel.

Ele influencia as taxas de crescimento das plantas. . notadamente de Pinus sp.m.00 Unidade m m  AgriculturA e PecuáriA madeira. Ao mesmo tempo duas rodas convergentes fecham o sulco. Preços praticados no mercado (fonte: TecnoFlora Florestal): Pinus em pé no estado do Paraná Região Cascavel Ponta Grossa e Guarapuava Diâmetro >0 a 0 cm - cm Preço R$ . Tratamentos especiais: A limpeza é realizada até que as plantas atinjam um porte suficiente para dominar a vegetação invasora A prevenção ao ataque das formigas cortadeiras deve ser realizado constantemente. Nos plantios de pinus. mostra que. O espaçamento tem uma série de implicações do ponto de vista silvicultural. distribuição de mudas e plantio propriamente dito. na qual a localização e o próprio combate são facilitados. quando a sobrevivência deste é inferior a 90%. a idade de corte. tecnológico e econômico. As indústrias de papel e celulose têm nos reflorestamentos.. O replantio deverá ser realizado num período de 0 dias após o plantio. considerando a origem da madeira. florestas naturais e plantadas. bem como as práticas de exploração e manejo florestal e conseqüentemente os custos de produção. os reflorestamentos são a principal fonte de matéria prima para abastecimento industrial. através da vigilância e do combate na fase de preparo do solo. a qualidade das madeiras. abertura de covas.Métodos de plantio: Plantio manual: consiste inicialmente no balizamento e alinhamento.m x . Aspectos econômicos: Os dados da evolução do consumo. As mudas mal plantadas são arrumadas por um operário que segue a máquina. Plantio mecanizado: consiste de um trator que transporta as mudas e abre a cova com um disco sulcador enquanto um operário distribui as mudas.00 . e Eucalytus sp. a partir do ano de 99. sendo este processo utilizado para mudas de raiz nuas. sua fonte de matéria prima. costumam ser utilizado o espaçamento de m x m e .

00 . .00 .0 .00 .00 -. Irati e União da Vitória 0- cm -0 cm Preço R$ 9.00 .0 . Contenda Mandirituba Gal Carneiro e União da Vitória > cm -9 cm 0- cm 0- cm - cm - cm >  0- cm - cm > cm 0-0 cm 0-0 cm >0 cm - cm 9- cm - cm > cm 0- cm - cm > cm .00 .00 a . Fazenda Rio Grande.00 a . Cianorte Tunas do Paraná >  cm 0- cm Pinus em tora no estado do Paraná Região Castro e Pitanga Diâmetro -0 cm 0- cm - cm -9 cm 0- cm -9 cm 0cm e acima - cm - cm - cm  cm e acima Gal Carneiro.00 a 9.00 9. Tibagi e Castro Ponta Grossa. Campo Largo.00 .0 a .00 9.0 0.0 .00 0. .00 .00 .00 .00 . Campo Mourão.00 .Ponta Grossa e Prudentópolis Ponta Grossa.00 . 0.0 .00 .0 m st st st st st st st st st st st st st st st st st st st m st Teixeira Soares e Irati Castro e Reserva Maringá.00 0.00 .0 Unidade st m m m m m m st st st ton m m OBs Guarapuava e Piraí do Sul Sengés e Jaguariaiva 0.00 .0 . Alto Paraná.00 . st= ton  .00 .00 .00 9.00 0.

0 .00 . a aceitação ou rejeição do projeto terá de ser avaliada sob outros aspectos.00 .se RBC <  -------à o investimento não é vantajoso e rejeitar o projeto. Quanto maior o valor da RBC. Se a RBC for igual a um. é feita em função da própria recuperação do investimento. pode-se dizer que: investindo-se uma certa quantia em determinado projeto.se RBC >  -------à o investimento é vantajoso e aceita-se o projeto. isto é.00 . Assim. 9. em valores de hoje. .00 9. ao final do seu ciclo (período de maturação) tem-se o retorno do investimento.00 .00 . . menor ou igual ao montante investido. tem-se que: .0 m m m m m m m m st st st st st st st ton m m m ton ton ton podada Curiuva  ton=m Telêmaco Borba -0 cm 0 cm e acima  ton=m De um modo bem simples. .00 0. para efeito de aceitar ou rejeitar um projeto de investimento. como a taxa de juros e o ciclo de vida do projeto para decidir sobre sua aceitação ou não. desta forma. .0 .00 .0 0. que poderá ser maior.00 .0 . A análise da RBC.00 9. não há excedente econômico.0 .00 0. RBC = .0 . maior o  AgriculturA e PecuáriA .Bituruna Palmas - cm -0 cm  cm e acima 0- cm -0 cm - cm -0 cm  cm e acima  a  cm - cm - cm  cm e acima  a  cm - cm - cm < cm - cm - cm  a 0 cm 0-0 cm .

a que apresentou a maior vantagem econômica pelo critério da RBC. Gráfico 1 . Desde cedo é de extrema importância uma visita a cooperativas de  . Como pode ser visualizada. Mercados promissores de painéis reconstituídos como MDF e OSB estão se fortalecendo. com a vantagem de ter uma baixa utilização de mão-de-obra e de insumos e apresentar receitas nas épocas dos desbastes e corte raso. principalmente naqueles sortimentos em que ocorre um melhor aproveitamento da madeira. serraria e laminação. não aplicar um capital que você não poderá perder. que geram bons rendimentos no pátio industrial. nitidamente.Resultado da análise econômica pela RBC O pinus é uma cultura com excelente retorno econômico. Por esse motivo. Os sortimentos de madeira a serem produzidos são para celulose. a cultura do pínus é. de acordo com o diâmetro das toras. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs É sempre importante saber que nesse mercado os retornos sobre o investimento demoram por volta de  a  anos dependendo do desenvolvimento e dos cuidados com a vegetação. o mercado vem remunerando bem a madeira de pinus e há uma tendência de valoração de preço.retorno do capital investido e vice-versa. Nos últimos tempos. O gráfico  sintetiza os resultados da avaliação das culturas selecionadas para análise.

Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. EMBRAPA . já ter fechado contratos com futuros clientes. Disponível em: <http://www.br>.com. Disponível em: <http://www. agroecologica. Acesso em:  de nov.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. . Disponível em: <http://www.com. Portal da Revista Agroecologia Hoje. SEBRAE ES . . 00.ambientebrasil. Acesso em:  de nov. Acesso em:  de nov.br>.com. 00.br>. 00. como a industria de papel e celulose que já compram madeira antes mesmo do início do cultivo.embrapa. Samir Sayed NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de nov. se possível. 00. Acesso em:  de nov. .sebraes. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA madeira presentes em seu estado para avaliar quanto você vai produzir e.REFERêNCIAs .br>. Disponível em: <http://www. . Ambiente Brasil.

mantendo-as nesta solução por  minutos. deixando-as de molho por um período de  a  dias. Depois de colhidos. Em seguida. Lave-as novamente em água corrente e deixe-as secar a sombra por um dia. e se necessário. Deve-se trocar a água diariamente para evitar fermentação excessiva. pois com a secagem elas perdem rapidamente o poder germinativo. devem ser selecionados os de bom aspecto e que não tenham sido atacados por fungos e pragas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Para obter um melhor aproveitamento das sementes de pupunha. Selecionados os frutos. As sementes que boiarem devem ser descartadas. pois provavelmente não germinarão. Para obter maiores informações a respeito do cultivo de pupunha. os frutos devem ser colhidos quando maduros. Feito isso. corte-os e retire as sementes manualmente. as sementes devem ser lavadas com água. as sementes devem ser semeadas o mais rápido possível. devendo ser provenientes de plantas matrizes sem espinhos.CULTIvO DE PUPUNhA PALAvRAs-ChAvE Pupunha. recomenda-se acessar o documento disponível através do link abaixo: Cultivo de pupunha 0 . Após isso. trate as sementes com água sanitária comercial diluída na proporção de :. sementes de pupunha Deseja saber qual é o melhor método de quebra de dormência das sementes de pupunha. os resíduos da polpa devem ser removidos esfregando as sementes em peneira de malha grossa. sadias e que produzam perfilhos.

de A. . Rio Branco.embrapa.cpafac.br/pdf/cirtec31. A.pdf>. Disponível em <http://www. p. 000. C. “Cultivo da pupunha para palmito no Acre”. L.REFERêNCIAs BERGO. V. DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA . 00. Carlos A. P. acesso em  de mar. M. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar. Embrapa Acre. 00. LUNZ.

controle de plantas daninhas.CULTIvO DE sOjA PALAvRAs-ChAvE Soja. sobre mudanças econômicas que ocorreram no Brasil nos últimos anos. variáveis e operacio-  . até quanto será o custo de produção da soja. Tipos de cultivares. disseminação. pode-se ter condição de saber desde o que deve ser feito para se ter um solo bem preparado. pois a partir delas. inoculação das sementes com Bradnhrizobium. trás informações gerais sobre cálculo de custos na atividade agrícola. dissecação em pós-colheita de soja. inicialmente. tecnologia das sementes e colheita. semeadura direta. na região de Tacuru no Mato Grosso. manejo do solo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA No documento Tecnologia de Produção de Soja Região Central do Brasil 00 encontra-se uma série de informações sobre produção de soja: Histórico do cultivo de soja no país. resistência. produtos agrícolas. custo de produção. insumos agrícolas Informação sobre os custos de produção da lavoura de soja. Essas informações são úteis para que se faça um planejamento satisfatório da implantação de uma lavoura de soja. manuseio de herbicidas e descarte de embalagens. mensurando em seguida os componentes de custos. retenção foliar e haste verde. processo de rotação de cultura no contexto da produção de soja. o texto Custos de Produção Agrícola da CONAB. exigências climáticas para uma boa produção. Em seguida o texto apresenta a nova metodologia de cálculo de custos usada no referente estudo. perspectivas de mercado. Companhia Nacional de Abastecimento. após dividir os custos agrícolas em custos fixos. doenças e medidas de controle. instalação da lavoura. as quais levaram que se buscasse obter formas mais eficientes de se calcular custos agrícolas. Correção e manutenção do solo. a expansão no cultivo nos últimos anos. No último capítulo o estudo. Esse texto versa. manuseio de insetos-pragas. No sentido de se buscar obter os custos referentes à produção agrícola.

que envolve operação com aviões..Safra de Verão . Os custos de cultivo de soja. Sendo esses divididos em 9. que busque domesticá-lo. de implementos e de maquinários.9 reais. . limpeza. recepção. . versa sobre cada item que compõe cada um dos três diferentes tipos de custos citados. nutri-lo. Já os custos de cultivo de soja. na região de Sapezal-MT. fertilizantes e defensivos. quanto via plantio direto. operações com máquinas. reais provenientes de despesas financeiras com juros. secagem e armazenamento 0-d. sabe-se que inicialmente devem-se considerar as condições prévias da área onde se pretende plantar a soja. é no total de .Agora especificamente sobre o cálculo dos custos referentes à produção de soja. que consiste em operação com aviões. gastos com depreciações de benfeitorias/instalações. deve-se ter uma preparação maior do solo. No documento Custos de Produção . e . é no total de . para terrenos novos. operações com máquinas. encargos sociais e seguro de capital fixo. por hectare. mão-de AgriculturA e PecuáriA nais. . PROAGRO e assistência técnica. Caso o terreno seja novo. mão-de-obra fixa. gastos com despesas de custeio da lavoura. o custo de produção de soja será maior. via plantio convencional. deve-se proceder a uma efetiva abertura da área a ser plantada. mão-deobra temporária. Sendo que 9.Safra 2005/06 encontra-se uma série de tabelas com os custos de produção de soja (entre outros insumos agrícolas) em diferentes regiões. devem-se usar inicialmente variedades específicas de sementes. deve-se proceder a um processo de calagem por um período de  a  anos.9 reais. na região de Primavera do Leste-MT.0 reais. Para um terreno já cultivado os custos de produção de uma lavoura de soja variam de acordo com o tipo de plantio e com a área onde a soja está sendo plantada. devido à manutenção periódica de maquinários. referentes à remuneração esperada sobre capital fixo e renda de terras.0 reais.. reais. gastos com despesas do pós-colheita. sementes. . Assim. . estabilizá-lo. que engloba transporte externo. reais. quando comparado com o custo referente ao de uma lavoura plantada em um terreno já cultivado. entre outros procedimentos. reais. por hectare. reais se deve a gastos com custeio da lavoura. via plantio direto. produção essa tanto via cultivo convencional.

Londrina-PR. secagem e armazenamento 0-d. seguro da produção. de implementos e de maquinários. REFERêNCIAs EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.obra temporária. reais com depreciações de benfeitorias/instalações. Vale ressaltar que engenheiros agronômicos podem ser conseguidos de forma direta e particular ou via órgãos estaduais e municipais de apoio ao produtor rural. . fertilizantes e defensivos. Embrapa Cerrado. 00. por exemplo.pdf>. que a partir de uma análise das condições do local onde se pretende plantar a soja e das particularidades regionais. Com. a EMATER-MT.conab. Disponível em: http://www. Embrapa Soja. mais próxima. . 00. Finalmente.Safra 2005/06.pdf>. encargos sociais e seguro de capital fixo. Acesso em: 0 de jun. Fundação Meridional. Tecnologia de Produção de Soja Região Central do Brasil 00. as quais consistem em transporte externo. tem-se que os custos fornecidos acima estão próximos dos custos praticados na região de Tacuru. recepção. Disponível em: <http://www. poderá fornecer o desejado.Safra de Verão . referentes a remuneração esperada sobre capital fixo e renda de terras. Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada. assistência técnica. 9p.br/download/safra/custosproducaometodologia. órgão da ESALQ/USP. br/download/publicacao/central_2005. reais com despesas pós-colheita. .embrapa. e 0.0 com gastos com manutenção periódica de maquinários. Custos de Produção Agrícola CONAB. como informou Mauro Osaki pesquisador do CEPEA. reais com despesas com juros.gov. Disponível em: <http://  . limpeza. Acesso em: 0 de jun. mão-de-obra fixa. 00. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo.cnpso. . deve-se buscar um engenheiro agronômico. Custos de Produção . Embrapa Agropecuária Oeste. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Caso queira calcular o custo exato de implantação da pretensa lavoura de soja. sementes. Empresa Mato-grossense de Assistência Técnica e Extensão Rural de Mato Grosso.

OSAKI. Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada. . Mauro pesquisador do CEPEA. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA www. 00.pdf>. órgão da ESALQ/USP.gov. 00.usp.br/download/safra/CustodeProducao-SafradeVerao.conab.br/> Acesso em: 0 de jun.esalq. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jun. Disponível em: <http://cepea.Acesso em: 0 de jun.

recomenda-se o uso de cascalhos e seixos juntamente com o solo que deve possuir alguma matéria orgânica. a mesma regra pode ser aplicada as echeverias tomando o cuidado de não adicionar água se a umidade do ar estiver alta e a umidade do solo se mantever por períodos prolongados. pois somente encontrou livros que se destinam ao cultivo por hobbie.CULTIvO DE sUCULENTAs PALAvRAs-ChAvE Cactos. sOLUÇÃO APREsENTADA INDICAÇõEs: Cultivating Echeveria hybrids in the Australian home (em inglês) http://www. O solo deve ter uma boa drenagem. A regra básica é dispor o vaso com / de seixos. Qual a drenagem necessária para o desenvolvimento deste tipo de planta? Como preparar o substrato e onde buscar bibliografia para melhorar a produtividade e a qualidade das plantas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA O grande vilão entre estas suculentas não é a acidez do solo.html  . mas as baixas temperaturas. jardinagem. As do gênero haworthia são originárias da África do Sul e as do gênero echeveria provem dos desertos mexicanos e da América do Sul. / de cascalhos e / de terra própria para vasos. mas não tanto a ponto de reter água em excesso . para tanto. suculentas Saber qual o pH adequado para o cultivo de cactos e suculentas como haworthia e echeveria e conseqüentemente como corrigir a acidez do solo se necessário.com/cultivation. plantas ornamentais.echeverias. De forma geral.o que apodreceria as raízes das plantas. Ambas toleram regiões temperadas. tropicais e subtropicais. mas são sensíveis a geadas (temperaturas abaixo de ºC). Afora este problema são plantas bem resistentes e o tipo de solo não interfere tanto no seu desenvolvimento quanto a sua quantidade e disposição em relação ao sistema de drenagem da água no vaso.

org/ The cactus and succulent plant mall http://www.info/ The Haworthia Society (em inglês) http://www. pois o clima e umidade de cada região interferem no crescimento e propagação das espécies.html Haworthia. Lá se pode encontrar uma vasta bibliografia sobre estes gêneros de plantas. Portanto os livros encontrados não se destinam necessariamente a pessoas que cultivam por “hobbie”.haworthia.com/Plants/Crassulace- . Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de abr. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Echeveria (em inglês) http://www. Se o interesse é vendê-las comercialmente em larga escala. Cabe ao empreendedor a orientação de seu público local no manejo correto.ae/Echeveria.haworthia. a maioria disponibiliza sites na língua inglesa e francesa. jardins ou jardins de inverno.html CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Há muitas associações fora do país. Mas enfatizamos que a principal questão em relação a estas plantas esta relacionada com a drenagem da água. as condições favoráveis ao desenvolvimento da planta serão as mesmas.Se em vasos grandes ou pequenos.com/cacmalpt.haworthia. Os solos empregados em vasos e pequenos jardins são ricos em matéria orgânica e não apresentam uma acidez elevada. Mesmo estas associações confirmam que as noções sobre o cultivo dependerão da experiência de quem as cultiva. mas ao cultivo ornamental em geral.Com (em inglês) http://www. devendo ser cultivadas separadas em vasos ou com plantas que requeiram as mesmas condições.desert-tropicals.com/ Hints on cultivation of Haworthias and Gasterias (em inglês) http:// www. a fim de que as plantas perdurem de acordo com a destinação do local a serem plantadas definitivamente .cactus-mall. A maior parte delas possui potencial ornamental e é largamente empregada no paisagismo e jardinagem.

Desta forma. Isto não funciona com os orgânicos. ou ainda. Se o primeiro lhe fornecerá os sintomas das pragas e doenças para análise.CULTIvO DE TOMATE ORGÂNICO PALAvRAs-ChAvE Tomate orgânico. que visa a boa qualidade do produto.  . A questão é que não é fácil a manutenção deste manejo. cujo domínio de uma técnica seria a garantia de uma boa safra. caberá ao segundo a orientação para que o sintoma conduza a uma causa possível da praga. sem o uso de pesticidas. se é constatado um fungo devido a umidade e se o cultivo do tomate é feito de modo rasteiro pode-se com o manejo por haste da lavoura garantir uma melhor areação e diminuição da taxa de umidade. julgamos que o primeiro passo é a aquisição das informações gerais e o contato com especialistas da área. Por exemplo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O setor de agricultura orgânica vem crescendo a uma taxa de 0% ao ano no país. o manejo da informação. O produtor deverá visar sempre o ponto de intersecção entre o conhecimento particular e empírico e o conhecimento geral e acadêmico. Aqui o conhecimento empírico ganha maior importância por se tratar de uma produção mais aberta aos ciclos naturais. cresce o número de consumidores preocupados com a forma e o manejo com que os alimentos são cultivados até chegarem às prateleiras do supermercado. Abaixo disponibilizamos alguns links que tratam deste assunto especificamente. pois o produtor de orgânicos sabe que sua produção não estará sujeita a um controle fechado. A melhor arma é a informação. Ou seja. razão pela qual estamos disponibilizando links que conduzam à informações gerais para identificação com o que possa estar acontecendo e casos de estudos particulares para comparações de semelhanças e diferenças. agricultura orgânica Informações gerais sobre o cultivo do tomate orgânico e o controle de pragas na zona da mata do nordeste.

teses.usp.br > Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de out. Para acessar a pagina referente ao assunto “tomate orgânico” segue o endereço abaixo.embrapa.Disponível em: <http://www.cnph.pdf> A USP disponibiliza um sistema de biblioteca virtual. Disponível em: <http://www.br:4500/ALEPH/por/USP/USP/DEDALUS/ FIND-A?FIND=Todos&BASE=Todas+as+Bases&VALUE=tomate+and+organico > A EMBRAPA –Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – lançou recentemente o livro “Doenças do tomateiro”. . Disponível em: < http://dedalus.usp.br/teses/disponiveis/11/11136/tde20072005-155751/publico/LucianoTamiso. A partir da identificação da doença pode-se buscar os meios de tratamento cabíveis a um sistema orgânico. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA O primeiro trata-se de uma tese desenvolvida na ESALQ-Escola Superior de Agricultura Luis de Queiros – Por Luciano Tamiso que aborda o desenvolvimento e comparação entre algumas áreas de cultivo do tomate orgânico.com os tópicos das publicações e seus autores que são especialistas na área.

O plantio do coqueiro anão requer cuidados especiais que devem ser observados. no espaçamento de .CULTIvO E GERMINAÇÃO DO COQUEIRO ANÃO PALAvRAs-ChAvE Coqueiro anão. x . não sendo indicados os solos excessivamente argilosos e/ou os sujeitos a encharcamento. cultivo do coqueiro anão. Como marcar as covas O coqueiro anão deve ser plantado em triângulo. orientada no sentido Norte-Sul. germinação do coqueiro anão Informações sobre o cultivo do coqueiro anão e qual é o método mais fácil que permite a germinação do coco? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segue abaixo orientação sobre plantio de coqueiro anão que deve ser.m (0 plantas/ha). O CATI também oferece apoio aos agricultores. com temperatura média em torno de oC. Temperaturas inferiores a oC prejudicam o seu desenvolvimento e causam a queda dos frutos pequenos. O cultivo do coqueiro anão Onde plantar O coqueiro requer um clima quente. ou seja um engenheiro agrônomo ou técnico. Eng. Caso o problema persista. as covas 90 . o primeiro passo a ser dado nesta cultura. Solos de textura franco-arenosa e profundos são os mais adequados. x . necessário se faz consultar um especilaista. Agrônomo Joel Lamoglia. 1. segundo o pesquisador da Embrapa. A partir de uma linha básica.

m. em torno da muda. sucessivamente. 9 AgriculturA e PecuáriA são marcadas a cada . usando 00g de uréia e 00g de cloreto de potássio espalhados sobre a cova. . fazer a adubação de cobertura. retirar um pouco de terra do centro da cova e colocar a muda. Depois. Depois de aberta. marca-se a segunda linha. tendo o cuidado de separar a terra da camada superficial (primeiros 0cm). sendo as covas preparadas com 0 dias de antecedência. preparar a cova fazendo o seu enchimento com a seguinte mistura: terra de superfície. com o auxílio de uma corrente. fixando-a ao solo. O plantio da muda só deve ser feito após a fermentação do adubo orgânico. adubo orgânico (uma lata de 0L de esterco bovino ou quantidade equivalente de outra fonte orgânica) e 00g de superfosfato simples.Figura 1 . A partir da segunda linha marca-se a terceira e. Para o plantio. Para isto.Marcação das covas para o plantio do coqueiro anão Como plantar O plantio das mudas deve ser efetuado no início do período chuvoso. Após um mês do plantio. tendo em cada extremidade e no meio uma argola. com m de extensão. e tendo o cuidado de evitar o enterrio total da semente (Figura ). abrir covas de 0 x 0 x 0cm. assim. até completar a marcação de toda a área (Figura ). originando a primeira linha.

aplicadas de uma só vez. no final do período chuvoso. Em plantios comerciais. o tipo de solo. A necessidade de água depende de vários fatores: idade da planta. ou seja. A quantidade de água é crescente de acordo com o desenvolvimento da planta. o coqueiro deve receber de 0 a 0 litros/água/dia. É nessa área limpa onde são aplicados os adubos e a água de irrigação. e em solos de baixa fertilidade natural.Figura 2. acompanhando. recomendam-se as doses contidas na Tabela . Quando e como adubar A adubação deve ser realizada anualmente. a limpeza de uma área ao redor da planta. Podendo atingir de 0 a 0 litro/dia. etc. sem conotação comercial. é indispensável fazer o coroamento.0m de raio. De maneira geral. 9 . mais ou menos. no primeiro período seco após o plantio. iniciando com 0. necessitando de irrigação no período seco para se desenvolver e produzir bem. Em pequenos plantios. a projeção da copa. O coqueiro é muito exigente em água. Tratos culturais e irrigação Para evitar a concorrência das plantas daninhas por água e nutrientes.0m e atingindo . O tamanho da coroa varia de acordo com a idade da planta. Preparo da cova e plantio da muda de coqueiro. para repor os nutrientes retirados do solo pela planta. o clima. a partir do º ano. quando a planta é adulta. a adubação deve ser baseada.

encontrando condições climáticas( favoráveis entre as latitudes 0°N e 0°S. A adubação orgânica é muito importante para o coqueiro. na análise do solo e.TABELA 1 Doses de adubos (g/planta) recomendadas para o coqueiro em diferentes fases. inicialmente. na análise foliar. com média anual em torno de °C e oscilações diárias de ºC a °C. 02. Aplicação dos fertilizantes no coqueiro adulto. . depois.Os adubos devem ser espalhados na zona de aplicação indicada na Figura .00m da base do coqueiro. Mínimas diárias inferiores a °C modificam a morfologia do coqueiro e. para o consumo da água. 9 AgriculturA e PecuáriA sempre.0 e . cultivado em solos de baixa fertilidade. devem ser colhidos com a idade de  a  meses. entre 0. mesmo que de pequena duração. Figura 3. consideradas ótimas para o crescimento e produção. Exigências climáticas do coqueiro Como as demais palmáceas. onde está situada a maior parte das raízes ativas do coqueiro. A colheita Os frutos verdes. Temperatura O coqueiro requer um clima quente. sem grandes variações de temperatura. provocam desordens fisiológicas.) é uma planta essencialmente tropical. o coqueiro Cocos nucifera L. É nesta zona. e deve ser feita na mesma área de aplicação da química.

Tem-se observado que o número de frutos por planta. Tem-se observado que o crescimento e produção não dependem apenas da pluviosidade total. A temperatura determina também. a °N. Umidade relativa do ar inferior a 0% é prejudicial ao crescimento dessa planta. provocam queda prematura dos frutos. é considerado prejudicial ao coqueiro. além de reduzirem a absorção de nutrientes. devido à redução da transpiração. tornando-se prejudiciais apenas quando coincidem com baixa umidade atmosférica. ou quando o fornecimento de água é possível através da irrigação. que não pode ser compensada pela absorção de água através das raízes. Por outro lado. O regime pluviométrico ideal é caracterizado por uma precipitação anual de . mas também da distribuição anual das chuvas. Essa situação é amenizada em ambiente onde o lençol freático é pouco profundo ( a m). Umidade atmosférica Pela distribuição geográfica da cultura do coqueiro pode-se concluir que os climas quentes e úmidos são os mais favoráveis ao desenvolvimento dessa planta. de nutrientes pelas raízes. No Sri Lanka.tais como a parada do crescimento e o abortamento de flores. provocando alta taxa de transpiração foliar. a altitude em que o coqueiro pode ser cultivado. provocado pela redução da umidade atmosférica. Pluviosidade A distribuição das chuvas é o fator que mais influi no desenvolvimento do coqueiro. enquanto que na Jamaica. com menos de 0mm de precipitação por mês.00mm. condições de umidade muito elevada. conseqüentemente. Um período de três meses. induz um aumento na absorção de água e. Temperaturas mais elevadas que a ótima são toleradas. Em regiões onde o lençol freático é pouco profundo ( a  metros). com pluviosidades mensais nunca inferiores a 0mm. coqueiros acima de 0m não são comercialmente cultivados. são encontrados coqueiros a 0 metros acima do nível do mar. o tamanho da 9 . o limite máximo de altitude torna-se mais baixo. o aumento da transpiração foliar. agravada pelo ventos quentes e secos. e favorecem a propagação de doenças fúngicas. À medida que se distancia da linha do equador. oN.

a absorção de água e nutrientes pelas raízes.radiação solar O coqueiro é uma planta altamente exigente em luz e não se desenvolve bem sob condições de baixa luminosidade. causando as seguintes conseqüências: redução da insolação.Intensidade luminosa . dificuldade de ocorrer uma boa fecundação. como acontece na região litorânea do Nordeste do Brasil. O vento tem papel importante na disseminação do pólen e na fecundação das flores femininas. 0 horas por mês. A adaptação do coqueiro aos Neossolos Quartzarênicos (Areias Quartazosas) do Litoral Nordestino. Todavia sob condições de deficiência de água no solo. Apesar do sistema radicular do coqueiro ser muito resistente. principalmente quando seu estipe está danificado pela ação das coleobrocas. sendo a produção recuperada somente dois anos após o fim desse período. os ventos tornam-se prejudiciais por agravarem os efeitos da seca. seu habitat. uma excessiva quantidade de chuva. possível falta de aeração do solo. vento Os ventos fracos e moderados favorecem o desenvolvimento do coqueiro por aumentarem sua transpiração. O aspecto estiolado de coqueiros que crescem sob o sombreamento de coqueiros adultos é bem conhecido. os ventos fortes podem derrubar coqueiros muito altos. principalmente na zona de maior atuação das raízes. mas que permitam bom suprimento de água para as plantas. está quase sempre associada à presença de lençol freático pouco 9 AgriculturA e PecuáriA noz e a quantidade de copra por noz são consideravelmente afetados 0 meses após um prolongado período de seca. pode ser prejudicial. No entanto a insolação não é um bom método para avaliar a incidência de energia luminosa. e conseqüentemente. Uma insolação de . . por um longo período. no mínimo. ainda.000 horas anuais com. é considerada ideal. o coqueiro apresenta melhores condições de adaptação a solos leves e bem drenados. Essa importância é maior na variedade Gigante por ser alógama. lixiviação dos elementos minerais e. sendo menos importante nas variedades Anãs por serem predominantemente autógamas. devendo-se considerar principalmente a radiação solar. Contudo.0 Solos Escolha do solo Em geral.

comuns nos solos desse ecossistema. trouxe. se muito superficiais. mais exigente em água e nutrientes. sua baixa capacidade de retenção de água. O deslocamento da cultura do coqueiro para regiões não convencionalmente cultivadas. baixa capacidade de retenção de água e lençol freático muito profundo. sendo a irrigação a alternativa mais utilizada. ainda se encontram em fase de estudo. Os solos que predominam nos tabuleiros são. Além de regular o suprimento de água. predominantemente. as precipitações pluviais são concentradas em cinco a seis meses contínuos. Por apresentarem elevados níveis de adensamento. caso dos solos dos Tabuleiros Costeiros do Nordeste. compensando assim. deixam as plantas vulneráveis ao tombamento. reduzem a profundidade efetiva do solo dificultando a circulação normal de água e ar e. Essas camadas. portanto ao coqueiro. principalmente se a variedade cultivada for o coqueiro Anão Verde. na presença de umidade. os quais. como conseqüência. Essa condição permite a ampliação da área de solo a ser explorada pelas raízes. perenes ou semiperenes. um dos problemas mais graves. Quando o lençol freático é profundo. Como agravante. região em franca expansão da cocoicultura para água de coco. gerando déficit hídrico para culturas de ciclo longo. na sua grande maioria. interferem na forma com que a água é retida. a irrigação reduz a expressão do adensamento da camada coesa. é necessária a adoção de técnicas eficazes no suprimento de água para as plantas. na aeração e na resistência à penetração das raízes. favoráveis. Em plantios de sequeiro. este conjunto de características põe em risco a cocoicultura. a qual. promovendo danos ao crescimento e desenvolvimento das plantas. diz respeito à existência de camadas coesas sub superficiais. necessitando dessa forma. Como os riscos para o coqueiro nos Tabuleiros Costeiros estão relacionados quase sempre ao baixo suprimento de água para as plantas. cultivadas sob regime de sequeiro. A cultura da coqueiro se enquadra nessa categoria. uma série de problemas tecnológicos. porém apresentam baixos teores de matéria orgânica e de nutrientes. permitindo a penetração das raízes e o aprofundamento do sistema radicular. se torna friável. de cuidados especiais quanto ao fornecimento regular de água e nutrientes a fim de que seja possível sua exploração econômica nesse ecossistema.profundo. em geral. melhorando o 9 . em sistemas irrigados. Nos Tabuleiros Costeiros. o seu cultivo tem sido viável. arenosos.

A 9 AgriculturA e PecuáriA suprimento de água e nutrientes e reduzindo a vulnerabilidade das plantas a estresses hídricos. e fazer a inversão da área cortada. é um pré-requisito importante para promover o arejamento da camada explorada pelas raízes.Apesar dessas limitações é possível o cultivo do coqueiro em outras regiões que não a Baixada Litorânea devendo-se utilizar. mas que garantam a manutenção de umidade e de nutrientes no solo por toda vida útil das plantas. O produtor deverá ter sempre em mente que o melhor manejo é aquele em que se utiliza o mínimo possível de operações mecanizadas. É imprescindível a utilização de práticas culturais que impeçam a perda rápida de água após a estação chuvosa e o revolvimento excessivo do solo. no entanto. . boas relações custo/benefício e preservação ambiental. Considerando que nos tabuleiros a expansão da cocoicultura em áreas virgens é uma situação cada vez mais rara. Deve-se optar pela manutenção da cobertura vegetal durante a época chuvosa. sempre que possível. Preparo do solo O manejo do solo nas entrelinhas de culturas perenes. pois a combinação de horizonte coeso com camada compactada tende a acelerar o processo de degradação podendo criar situações insustentáveis para exploração agrícola e preservação ambiental. quando os teores de água no solo são elevados e reduzi-las durante o período seco. será dada ênfase apenas para áreas já desmatadas. pode intensificar a erosão e promover compactação subsuperficial. restringir a duas. o objetivo principal consiste em cortar o solo a determinada profundidade da superfície. esse efeito é muito grave. Se feito de forma inadequada. O bom senso é que vai determinar quantas operações serão necessárias devendo-se . no máximo três operações ao ano. ou. acreditando-se com isso. Nos solos dos tabuleiros com camada coesa. sistemas tecnificados. no entanto. irrigados ou não. será possível a obtenção de produtividades compatíveis com os investimentos aplicados. No manejo do solo utilizando disco. facilitar a absorção de água e nutrientes e preparar o leito para o plantio. Com esses cuidados. Essa estratégia tem sido bastante utilizada em diversas fruteiras cultivadas no Nordeste. estar proporcionando melhores condições físicas para o desenvolvimento da cultura.

Embrapa Tabuleiros Costeiros Av.embrapa. Em muitos solos desse ecossistema. Entre as estratégias a serem utilizada deve-se incluir sempre que possível a substituição da grade por escarificador. principalmente em plantios jovens.vantagem desse sistema é bastante discutível. entre outras práticas que propiciem a utilização dos recursos naturais disponíveis e que tenha o cunho de preservação ambiental. a “camada arável” se reduz a poucos centímetros. reduzir a freqüência de operações mecanizadas. Conservação do solo Devido à preferência para o plantio do coqueiro em áreas com relevo plano a suave ondulado e em solos arenoso. 0 90-00 Aracaju (SE) Telefone: (9) 009- Fax: (9) - Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) sac@cpatc. indica-se a consulta a Embrapa Tabuleiros Costeiros. a manutenção da cobertura vegetal sobre o solo e o rompimento de camadas adensadas e/ou compactadas superficiais. O Engenheiro Agrônomo Edson Eduardo Melo Passos desenvolve pesquisas na área de Exigências Climáticas do Coqueiro e o Engenheiro Agrônomo Fernando Luis Dultra Cintra desenvolve pesquisas na área de solos. utilizar alternância de capinas. Beira Mar. bem drenados. utilizar coberturas vegetais (leguminosas) nas entrelinhas. onde o sistema radicular ainda não ocupou toda a área das entrelinhas. acredita-se que a operação de preparo utilizando hastes (escarificador). quando existentes. as práticas conservacionistas devem ser direcionadas para melhorar a estrutura do solo através da adição de matéria orgânica e minimização de práticas mecanizadas. fazendo com que essa prática acelere a degradação da matéria orgânica e deixe o solo mais vulnerável à erosão. Por esse motivo. principalmente nos Tabuleiros Costeiros. Caso precise de maiores informações. seja mais recomendável. pode-se citar o menor consumo de energia. cuidando-se para evitar competição por água e nutrientes e promover a utilização dos resíduos da cultura como cobertura morta. Dentre as vantagens desse sistema.br 9 .

FONTES. FERREIRA. Acesso em:  de ago.br/>. Disponível em: <http://www. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 99 AgriculturA e PecuáriA CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs . FONTEs CONsULTADAs Embrapa Tabuleiros Costeiros. O total da fórmula a ser utilizado por ano equivale ao somatório das quantidades de cada adubo recomendado isoladamente. Acesso em:  de ago. Disponível em: <http://www.doc>. 00. Humberto Rollemberg. 00.br/download/SP1. Por exemplo: No ano . a quantidade da fórmula 0-0-0 por planta é 00 (00+00+000). Luiz Alberto. Sistema de Produção para a Cultura do Coqueiro. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de ago.cpatc.cpatc.embrapa. Joana Maria Santos e SIQUEIRA.Se o produtor preferir utilizar uma mistura comercial. deve ser empregada a fórmula 0-0-0.embrapa.

como medicamentos para cura de enfermidades ou no uso de aromatizantes. A maioria é usada pelo ser humano como fonte de alimento. não se esquecendo em momento algum que as plantas medicinais devem conter satisfatória concentração de princípios ativos. O conhecimento tradicional de grupos sociais que fazem uso das plantas é a fonte essencial para a descoberta dos princípios ativossubstâncias capazes de exercer uma ação de cura. como por exemplo o solo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Introdução O Brasil tem a maior biodiversidade do planeta com cerca de  mil espécies de plantas superiores conhecidas. seja ela em grandes áreas ou em microssistemas. O cultivo de plantas medicinais deve ser imprescindivelmente racional e produtivo. estações do ano. ainda não é possível dizer o quanto cada fator pode contribuir para aumentar ou diminuir tais níveis.CULTIvO E MERCADO DE PLANTAs MEDICINAIs PALAvRAs-ChAvE Plantas medicinais. como matéria-prima para construção. Em qualquer que seja a escala. entre outros.responsáveis no combate de doenças. cultivo de plantas medicinais. mercado de plantas medicinais Saber sobre cultivo e mercado de plantas medicinais. Existem vários fatores que influenciam a quantidade de princípios ativos. o cultivo deve atender às necessidades básicas de quem o realiza. o tempo de duração do dia (fotoperíodo). Contudo. o clima. épocas de plantio e colheita. Deve-se tomar determinados cuidados no cultivo de plantas medi00 .

valas. A adubação pode efetuar-se antes do plantio (prévia) e durante o cultivo (de reposição). Todas as plantas devem ser secas na sombra e em local com ventilação para que haja uma maior conservação e não se diminua a quantidade de princípios ativos. a sexuada (por sementes) e a assexuada (por estruturas vegetativas . porosidade.) e a irrigação deve ser realizada em temperatura bem amena (cedo pela manhã ou ao entardecer).caules e brotos). tais como: evitar o plantio e colheita em beiras de estradas. dentre outros aspectos. quássia. camomila. ravinas. pois influencia diretamente a capacidade de absorção de nutrientes. A secagem deve ser realizada logo que a planta for colhida. Nunca devem ser utilizados defensivos agrícolas que não sejam naturais. 0 AgriculturA e PecuáriA cinais. etc. salsa. se forem colhidas em épocas erradas. como também a melhoria das condições físicas do solo no que se refere à estrutura. pois as plantas absorvem os gases tóxicos emitidos pelos veículos. pela possibilidade de se produzir sombras indesejadas. devendo sempre respeitar um determinado espaçamento para cada tipo de planta. A colheita constitui uma etapa muito importante do cultivo de plantas medicinais. promover condições favoráveis ao bom desenvolvimento das espécies. entre outras. Ela deve ser feita com o objetivo de melhorar a fertilidade. cursos de água poluída. Os mais indicados são: () o processo de rotação de culturas e () a associação de plantas que repelem alguns insetos . Também influencia na intensidade de luz a qual a planta deve ser exposta. corrigir a acidez existente. . A propagação pode ser realizada por duas formas básicas. viveiros de mudas ou diretamente no solo.O plantio pode ser realizado em sementeiras. pela competição alimentar que pode ser evitada se houver obediência do mesmo. o local escolhido para a implantação do cultivo não deve ser próximo de reservatórios de água que estejam sujeitos à contaminação (redes de esgotos. retenção de umidade. pois a maioria das plantas. apresentarão uma quantidade insignificante de princípios ativos e. terão pouco ou nenhum efeito terapêutico.como a urtiga. conseqüentemente.

Não apenas o cultivo de plantas medicinais deve ser intensificado e renovado. Qualquer erro em algum elo desta cadeia vai comprometer o resultado final do processo. As plantas medicinais podem ser cultivadas visando o aspecto fitoquímico. Cícero Flávio Soares Aragão Universidade de Cuiabá). etc.O trabalho com plantas medicinais inicia-se na identificação correta da espécie. pode não ser evitada. etc. Existem duas alternativas para obtenção da matéria-prima ativa vegetal: a coleta das fontes nativas e a cultivada. erros no armazenamento podem comprometer os princípios ativos ou causar contaminação por fungos e produzir toxicidade nos pacientes. Uma desvantagem. coleta adequada. Por exemplo. Por fim. O cultivo de plantas medicinais é muito importante para o controle de qualidade de fitoterápicos. a utilização errônea das plantas ou o emprego de técnicas inadequadas de preparação prejudicam os resultados finais ou causam efeitos colaterais (BOTSARIS. Permite garantir a qualidade de toda área a ser cultivada.. o uso de pesticidas. que também devem ser adequados para que os resultados sejam satisfatórios. A utilização de técnicas de cultivo e genéticas permite o cultivo de espécies que são mais produtivas e resistentes a doenças. já que o sucesso do cultivo depende menos da sua quantidade e mais de sua qualidade. além da proximidade do local de processamento. geram uma planta com pouco princípio ativo. mas também outros fatores que afetam a qualidade do produto. pois o risco da adulteração ou troca por outras matérias-primas vegetais é quase totalmente eliminado. 99 citado pelo Prof. pré-tratamento e armazenamento corretos e termina com a preparação e utilização terapêutica. uma espécie identificada erradamente pode resultar em medicamento fitoterápico inócuo ou até numa intoxicação por planta venenosa. o cultivo em solo ou clima inadequado. diferenças no conteúdo de substâncias ativas em várias partes da planta e du0 . o tipo e a quantidade do pesticida usado pode ser controlado mantendo o resíduo dentro dos limites toleráveis. o mesmo ocorrendo se a colheita não for na época e de forma adequadas. o uso de pesticida. O conteúdo das substâncias ativas de plantas medicinais cultivadas pode ser afetado por vários fatores: l variação genética e transmissão hereditária das substâncias secundárias (geralmente o princípio ativo) l variabilidade morfo e ontogenética. Dr. por exemplo. Por sua vez.

que atinjam  m de altura. Existem vasos e floreiras de todas as formas. tamanhos e tipos de material. Para plantas mais altas.l Plantas Medicinais Cultivadas Em Canteiros As plantas medicinais. estes deverão possuir  m de largura e comprimento variável. Materiais como xaxim e coxim (fibra de coco) também devem ser previamente encharcados. o mais fácil e prático é provavelmente plantá-las em vasos. não deveriam ficar em contato dire0 AgriculturA e PecuáriA rante seu desenvolvimento. Para as plantas que chegam a  m de altura. por possuírem ciclo curto. Para cultivá-las em canteiros. deve-se usar  cm entre as plantas e 0 cm entre as linhas. Quando se trata plantas individuais. etc. Vasos de metal. para evitar que absorvam a umidade do solo. ou nas floreiras podem ser plantados sementes ou mudas de plantas medicinais. Plantas Medicinais Cultivadas Em vasos Ou Floreiras Nos vasos. tendo uma distância de 0 cm entre eles. Os canteiros são normalmente utilizados para plantas de pequeno porte e anuais. altitude. podem ser tratadas como as hortaliças. com a finalidade de possibilitar a movimentação. Conforme o tipo de material da qual é feita o futuro vaso ou jardineira. fertilização. Seja para assegurar que eles tenham uma vida útil mais longa. seja para possibilitar às plantas melhores condições de cultivo: • • • Vasos de barro que nunca foram usados devem ser mergulhados em água por  horas. influências ambientais (localização. clima.) . O espaçamento utilizado normalmente é de 0 cm entre as plantas de espécies de porte baixo e de 0 cm entre sulcos. torna-se necessário um pequeno tratamento prévio. do contrário tenderão a ficar ressecados. usar 0 cm entre as mesmas e 0 cm entre sulcos. em princípio.

apenas uma vez por semana é o suficiente. uma parte de esterco ou composto orgânico e uma parte de areia grossa de construção. a sálvia. Nem água demais. o melhor seria forrá-los internamente com um saco plástico e só depois colocar a terra. incorporando à terra composto orgânico ou esterco de gado curtido. Já o alecrim. nem de menos. de  em  dias na primavera e no outono. com selador. Devem cultivar-se com maior abundância as plantas que são utilizadas com mais freqüência. Quanto ao coentro e salsa é melhor partilharem outro vaso. para não haver excesso de água. Se isso ocorrer. No cuidado dispensado às plantas. cochonilhas. Vasos ou jardineiras de madeira exigem sempre impermeabilização. tripes nas 0 . perlite ou cacos partidos no fundo. Também há muitas variedades de hortelã que podem ser cultivadas no mesmo vaso. enquanto que no inverno.• • to com a terra. a alfazema devem ser cultivadas sozinhas. Todos os vasos ou jardineiras precisam ter buracos de drenagem e (exceto os cestos) uma camada de cascalho. pois todas apreciam um solo moderadamente molhado e tendem a dispersar as raízes. fibrocimento e cimento são materiais que não requerem nenhum tratamento antes do plantio. Plásticos. Num vaso podem plantar manjericão ou manjerona. fibras de vidro para vasos. pois todas estas gostam de lugares iluminados. No caso de aparecerem pragas como pulgões. Pode fazer-se esta mistura com uma parte de terra comum de jardim. as regas constituem uma das coisas mais importantes. antes de ser pintada com verniz. dando-se melhor com um meio um pouco mais fresco e molhado do que o primeiro. A adubação do solo deve ser feita de seis em seis meses. mas onde o sol não bata constantemente. o melhor é verificar a umidade do solo todos os dias no verão. Portanto. a tendência natural é que venham a enferrujar. devendo ser cheios com uma boa mistura de terra.

• Evitar as que se encontram nas proximidades de fungos. • Fazer desde o momento da coleta. a triagem dos fragmentos que possam proceder de outras plantas. antes que haja rebrotado. podem estar impregnadas com produtos químicos utilizados como adubos ou inseticidas. diluídos em  litros de água . b) as flores ou as sumidades floridas devem ser recolhidas no início da floração. Este último destino é o que requer mais atenção. o que as faria perder uma boa parte de seu aroma. por 0 AgriculturA e PecuáriA plantas use o inseticida caseiro que é constituído de:  g de fumo de corda picado bem fino. Vigiar particularmente as deposições de animais. extração de substâncias ativas ou aromáticas do material fresco e secagem do material fresco. para evitar que apareçam bolores ou fermentações. ser recolhidas antes da floração. • Não comprimi-las para que não murchem. ou no começo da primavera. • Selecionar somente plantas sãs. que são: • Não devem ser coletadas plantas encontradas próximas de rodovias e plantações pois estas podem apresentar danificações provocadas pelos gases liberados dos escapamentos dos automóveis e. d) as raízes devem ser retiradas do solo quando o talo murcha. sem manchas e não atacadas por insetos. c) os frutos devem ser colhidos no início da maturação. • Não coletar plantas ou partes de plantas que estejam rigorosamente limpas.Plantas Medicinais Coletadas No Campo Ao coletar as plantas medicinais no campo são necessário saber que os vegetais das quais se utilizam: a) as folhas devem geralmente. no segundo caso. Processamento Das Plantas Medicinais Após a obtenção das plantas medicinais.  g de sabão de potássio neutro em pó e 0 ml de álcool. Na coleta das plantas medicinais é preciso tomar algumas precauções. normalmente o material pode seguir três caminhos: uso direto do material fresco. • É necessário tomar cuidado para que as plantas que se coletem não se sujem mutuamente com a terra. • Preparar para a dessecação o mais rápido possível.

aço inoxidável ou tecido com características semelhantes. flores. devem-se separar a plantas de espécies diferentes.). deve-se adotar alguns procedimentos básicos para se obter um produto de boa qualidade. etc. etc. etc. São eles: • • • • não lavar as plantas antes da secagem. utilizam-se métodos que elevam a temperatura e promovem a ventilação ou simplesmente reduzem a umidade relativa do ar. as plantas colhidas inteiras devem ter cada parte (folhas. Esse processo de uso doméstico. frutos e raízes) secas em separado e conservadas em recipientes individuais. relacionadas principalmente com a ventilação. Para isto podem ser utilizadas bandejas com fundo de tela plástica fina. é recomendado para regiões que apresentam condições climáticas favoráveis. em local ventilado. exceto no caso de determinados rizomas e raízes. Outra maneira prática consiste em espalhar em camada fina o material em uma mesa ou bancada. • • A secagem natural é um processo lento e deve ser conduzida à sombra. as plantas colhidas e transportadas ao local de secagem não devem receber raios solares. forradas com papel. outras plantas. secadores. em ambiente abrigado do sol e com ventilação. O aumen0 . permitindo assim a circulação de ar entre as partes vegetais e uma secagem mais uniforme. A secagem pode ser conduzida em condições ambientais ou com o uso de estufas. A secagem artificial de plantas medicinais é fundamentada no aumento da capacidade do ar de retirar a umidade da planta. pedras.preservar os materiais. sementes. deve-se fazer a eliminação de elementos estranhos (terra. danificadas. Nesse processo. descoloridas. independente do método a ser empregado. possibilitando o uso das plantas a qualquer tempo. dentro dos prazos normais de conservação. deve-se espalhar o material a ser seco em camadas finas.) e partes que estejam em condições indesejáveis (manchadas. Assim. antes de submeter as plantas à secagem. Antes de submeter as plantas à secagem. protegido de poeira e do ataque de insetos e outros animais.

o consumo de produtos naturais. com os derivados de plantas medicinais correspondendo a US$ . que pode chegar ao mercado num tempo dez vezes menor. laxantes. A secagem artificial origina material de melhor qualidade por aumentar a rapidez do processo. diuréticos. grupos e países desenvolvidos na biodiversidade dos países tropicais e subtropicais. Particularmente a Amazônia. o aumento acentuado do consumo de fitoterápicos ocorre basicamente pelos mesmos motivos do restante do mundo. sendo US$ 0 bilhões derivados de substâncias ativas de plantas medicinais. não fica difícil entender por que cresce diariamente o interesse de empresas. A temperatura utilizada varia de  a ºC. é um grande alvo para ser fornecedora de matéria-prima na produção de antibióticos. que tem cerca de 0 mil espécies de plantas (0% de todas as existentes no planeta e apenas aproximadamente % já estudadas). analgésicos. é mais acessível à população com menor poder aquisitivo. a descoberta de novos princípios ativos nas plantas. bilhão desse total. existe atualmente um maior número de profissionais envolvidos nos mais diversos trabalhos com plantas medicinais e/ou fitoterápi0 AgriculturA e PecuáriA to da temperatura vai também reduzir a umidade relativa do ar. Portanto. pois proporcionam “cocção” das plantas e não uma secagem. Contudo. a comprovação científica de fitoterápicos. Já a estimativa do mercado nacional de medicamentos é de aproximadamente US$  bilhões/ano. caindo para US$ 0 milhões no caso de um fitoterápico. e o preço que. antidepressivos. No Brasil. conseqüentemente. Além disso. A estimativa do mercado mundial para medicamentos é de US$ 00 bilhões/ano. Temperaturas acima de ºC danificam os órgãos vegetais e seus conteúdos. apesar de inativarem maior quantidade de enzimas. anti-hipertensivos. entre outros. de maneira geral.Mercado O crescimento do mercado mundial de fitoterápicos é estimado em 0 a 0% ao ano e as principais razões que impulsionaram esse grande crescimento nas últimas décadas foram: a valorização de uma vida de hábitos mais saudáveis e. enquanto a ventilação vai facilitar a homogeneização do ar de secagem em toda a massa de plantas secagem. os evidentes efeitos colaterais dos medicamentos sintéticos. antiinflamatórios. . o desenvolvimento de um medicamento sintético custa em torno de US$ 00 milhões.

viabilizar a utilização de plantas medicinais ou fitoterápicos nos postos de saúde dos municípios. e os estudos de propagação. por muitas razões. incentivar o cultivo e coleta de forma sustentável. implementados por muitos governos estaduais e municipais. Outros motivos de suma importância são os programas oficiais de saúde. pois. Procuram também incentivar o cultivo e produção extrativa sustentável de plantas medicinais.). Para isso. destacam-se a localização e identificação de populações naturais. como a unha-de-gato (Uncaria tomentosa e U. seja na pesquisa. as seguintes ações devem ser desenvolvidas: avaliar o potencial medicinal e definir estratégias para a conservação e exploração das espécies nativas. onde esteja sendo 0 . andiroba (Carapa guianensis) e murmuru (Astrocaryum spp. No Acre. também são criadas alternativas econômicas para as comunidades rurais. em áreas de ocorrência natural. um programa municipal ou estadual com plantas medicinais/ fitoterapia oficial tem tudo para obter êxito. torna-se impossível a execução das atividades. Dessa maneira. fomento ou difusão. Para que isso ocorra. com objetivos bem definidos. os estudos do comportamento. além de realizar uma ampla campanha de divulgação nas escolas e nas comunidades em geral.cos. é possível construir uma estrutura eficiente. Esses programas vão muito além da simples distribuição de fitoterápicos ou recomendação de uso para a população mais carente desses estados/municípios. Conseqüentemente. mas a principal é a grande quantidade e variedade de matéria-prima disponível. Dentro desse contexto. guianensis). a Embrapa Acre vem desenvolvendo trabalhos de pesquisa com espécies medicinais de ocorrência natural no Estado. que a cada dia perdem o poder de competitividade diante da chamada “economia globalizada”. Portanto. capaz de melhorar a qualidade de vida das populações tradicionais do meio rural e assegurar as necessidades básicas de saúde para toda a população do meio urbano. desde 000. a multiinstitucionalização também é fundamental. como as ações desenvolvidas nos Estados do Ceará e Paraná. crescimento e desenvolvimento dessas espécies. sem haver uma complementação das várias áreas de especialização. deve-se ter a consciência da necessidade da multidisciplinaridade envolvida nas ações previstas para um programa como esse. Entre as ações desenvolvidas.

br/flora/plantas_medicinais. 00. Acesso em  de abr.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O NUPLAM .html >. (Texto sobre mercado elaborado por João Alencar de Sousa e Elias Melo de Miranda) . melhoria da qualidade de vida das populações extrativistas e a conservação de ecossistemas naturais.NÚCLEO DE PLANTAS MEDICINAIS E AROMÁTICAS visa conciliar pesquisa científica e conhecimento tradicional. Acesso em  de abr. Cícero Flávio Soares.ciagri.htm>. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr. 00. a realizar.ibama. Disponível em: <http://educar.br/biologia/prociencias/medicinais.sc. Disponível em: <http://www.sede@ibama. Disponível em: <http://www2. acreditando que a valorização desse conhecimento e a partilha dos benefícios dele resultante são um caminho para a geração de renda. Acesso em  de abr. 00 09 AgriculturA e PecuáriA executado um programa de plantas medicinais/ fitoterapia.usp. incentivar e divulgar a pesquisa científica voltada para o desenvolvimento de técnicas de cultivo e manejo que garantam a sustentabilidade econômica e ecológica do uso de plantas medicinais e aromáticas e a valorização dos conhecimentos e saberes populares. Importância do cultivo no controle de qualidade de fitoterápicos. Maiores informações: Tel: () -0 Fax: ()  9 E-mail: plantasmedicinais. Plantas medicinais.br/ planmedi/importancia_cultivo. IBAMA Flora. Propõe-se. 00.gov.usp. gov. Plantas Medicinais.html >.br METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Aragão.

. 0 . Essa limpeza prévia deve ser feita com água limpa. A limpeza pode ser subdividida em limpeza seca e limpeza úmida. modo de aplicação e equipamentos utilizados IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O processo de limpeza e desinfecção das granjas de frangos de corte tem importância vital na profilaxia de doenças infecciosas. Inicialmente faz-se a limpeza a seco. criação de aves. associada ao vazio sanitário é fundamental para minimizar os riscos de infecções e a quebra do ciclo de vida de determinados agentes infecciosos. Nesse processo. Para as informações do processo de higiene e desinfecção de granjas de aves. retirando-se os equipamentos e demais utensílios do aviário. A remoção de detritos e gorduras é imprescindível para o sucesso da desinfecção. os procedimentos de limpeza do aviário devem ser iniciados imediatamente após a saída das aves. definindo-se uma seqüência lógica para a execução das atividades. Higienização compreende os procedimentos de limpeza e desinfecção das instalações e equipamentos e correta eliminação dos resíduos da produção. a limpeza é tão importante quanto a desinfecção. seguiremos as orientações do Comunicado Técnico n.DEsINFECÇÃO DE GRANjAs DE AvEs PALAvRAs-ChAvE Higienização de granja. da EMBRAPA Suínos e Aves. “Importância da higienização na produção agrícola”. O desempenho de uma granja está intimamente relacionada às medidas de biosseguridade adotadas. A higienização das instalações. desinfecção de granja. avicultura Quais são os produtos químicos utilizados na desinfecção de granjas de aves. Devem ser programados com antecedência. Limpeza Respeitada a complexidade inerente aos diferentes sistemas de produção. avicultura.

o material da cama deve ser retirado do aviário. os produtos químicos bactericidas e germicidas são amplamente utilizados. Faz-se a retirada da cama e de toda matéria orgânica. a cama deve ser sempre nova. dos equipamentos. piso. amontoado e coberto por pelo menos 0 dias.A limpeza úmida consiste na lavagem com água sob pressão. utilizando-se jatos fortes em movimentos de cima para baixo. Para tanto. restos de ração e da sujeira impregnadas nos utensílios e nas paredes. Tanto na reutilização da cama quanto na distribuição de cama nova é indispensável que seja feita uma desinfecção prévia. Na escolha do produto desinfetante devem ser consideradas características tais como: o local e as superfícies a serem desinfectadas. bebedouros e comedouros. que consiste na queima das penas superficiais existentes sobre a cama de aviário. telas. Esse procedimento é dificultado quando a cama não for removida do aviário. Após secagem proceder a desinfecção. fungos e esporos). entre outras. Os arredores das instalações também devem ser varridos e a grama aparada. Desinfecção A desinfecção de ambientes e utensílios tem por objetivo destruir microorganismos patogênicos e para tanto são utilizados agentes físicos (calor. atender à relação custo x  AgriculturA e PecuáriA Nesse momento. orgânica sintética e orgânica natural). inclusive as formas resistentes. local em que os pintos permanecem nos primeiros dias. Junto aos círculos de proteção. A reutilização da cama com bom estado de conservação. pode-se fazer uso da chamada “vassoura de fogo”. muretas e cortinas. para que o calor e fermentação produzidos atuem na redução de patógenos. os germicidas devem eliminar todos os microorganismos (bactérias. as condições de limpeza possíveis de serem alcançadas antes da desinfecção. das paredes. apesar de suscitar controvérsias é um manejo freqüente nas produções de frangos. radiação) e químicos (produtos da química mineral. Nos estabelecimentos avícolas. Os bactericidas são aqueles que devem destruir bactérias sob a forma vegetativa já. O desinfetante deve ter alto poder de eliminação de patógenos. . o agente a ser destruído. vigas e cortinas. teto. vigas. com o uso de um lança chamas. desde que não tenha ocorrido problema sanitário durante o alojamento anterior.

baixa toxidade. estabilidade em condições adversas de pH (grau de dissociação eletrolítica). com periodicidade inferior a  semanas. Um método bastante utilizado para avaliar a eficiência de um programa de limpeza e desinfecção é a exposi . os desinfetantes atuam por meio da coagulação de proteínas. frente a determinados patógenos e o material a ser desinfectado. Monitoramento da desinfecção A avaliação do processo de desinfecção deve ser realizada sistematicamente. Não existe o desinfetante ideal. Para evitar essa resistência é necessário elaborar um programa de desinfecção em que seja estabelecido o rodízio de diferentes princípios ativos. elevada penetrabilidade e não causar efeitos adversos ao meio ambiente. alto poder residual.benefício. por meio de amostragem para contagem total de bactérias presentes no ambiente. Basicamente. A escolha de um desinfetante deve ser precedida da avaliação do potencial de atuação do princípio ativo. Os modos e equipamentos utilizados para a desinfecção variam conforme o produto utilizado. Na Tabela . A utilização de um único princípio ativo de forma ininterrupta propiciará o aparecimento de amostras microbianas resistentes ao produto utilizado. por oxidação e pela ação do pH. estão citados os principais princípios ativos de desinfetantes. de modo geral os fabricantes dos produtos indicam os meios de aplicação. alguns dos seus respectivos derivados e local de uso.

após a desinfecção. FONTEs CONsULTADAs Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA. desinfecção e correto descarte de carcaças. menores as condições para que microorganismos permaneçam viáveis. potencializando o efeito da desinfecção.A análise microbiana do substrato de cama de aviário. pode ser realizada pelo uso da técnica de placas Petrifilm que consistem em um sistema pronto de meio de cultura usado para avaliação da qualidade microbiólogica de superfícies por enumeração de colônias.br/>.embrapa. . Considera-se vazio sanitário o período em que a instalação permanece vazia após os procedimentos de limpeza e desinfecção.  AgriculturA e PecuáriA ção de placas com meio de cultivo seletivo para contagem de indicadores microbianos. Amostras de superfície também podem ser conseguidas pelo contato direto de suabes estéreis com a superfície a ser analisada. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs A redução dos riscos à saúde dos plantéis avícolas está associada à adoção de medidas simples mas necessárias que compõem programas de biosseguridade. Deve-se estar atento aos cuidados básicos de limpeza. Esse período permite a destruição de certos organismos não atingidos pela desinfecção. Quanto maior o tempo de “descanso” do aviário. ventilação e incidência de sol. 00.cnpsa. Disponível em: <http://www. o vazio das instalações entre alojamentos das aves é determinante para o sucesso dos procedimentos de higienização. permitindo a secagem das instalações. pois esses procedimentos rotineiros que. muitas vezes são relegados a uma importância menor. que se tornam sensíveis à ação de agentes físicos naturais como: aumento da temperatura. vazio das instalações Complementar à limpeza e desinfecção. compreendem o alicerce para a manutenção da qualidade da saúde dos plantéis brasileiros. abertas no ambiente por tempo determinado. Suínos e Aves. Após serem semeadas em meio de cultura. permitem a determinação do número de células viáveis pela visualização de colônias. Acesso em: 0 de jul.

00.. Concórdia – SC. BABA. Et. 00  . in Revista Avicultura Industrial.br>. Fátima. Acesso em: 0 de jul. de 00. Alli. n. “Limpeza e desinfecção em granjas de frango de corte”. Edison.aviculturaindustrial. “Importânica da higienização na produção agrícola”.com. dez. Disponível em: <http://www. .JAENISCH. Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jul. in Comunicado Técnico.

Matérias-primas: óleos vegetais (grão de amendoim. amêndoa do coco de dendê. baga de mamona. semente de colza. polpa de abacate. energético e químico. Utilizações: farmacêutico. biodegradável e ambientalmente correto. obtidos da reação de transesterificação de qualquer triglicerídeo com um álcool de cadeia curta. semente de maracujá. caroço de algodão. constituído de uma mistura de ésteres metílicos ou etílicos de ácidos graxos. metanol ou Etanol. Processo de produção: Preparação da matéria-prima Reação de transferência com uso de catalisadores Separação das fases: fase pesada (recuperação do álcool da glicerina) e fase leve (recuperação do álcool dos ésteres). querosene vegetal. entre outras matérias graxas de origem animal) e óleos e gorduras residuais (resultantes de processamentos domésticos. caroço de oiticica. gorduras animais (o sebo bovino. diferenças entre biodiesel e querosene vegetal PALAvRAs-ChAvE Saber as diferenças básicas entre querosene vegetal e biodiesel. semente de girassol. os óleos de peixes. polpa do dendê. amêndoa do coco da praia. sucedâneo ao óleo diesel mineral. o óleo de mocotó. alimentício. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Biodiesel: O que tem sido denominado de BIODIESEL é um combustível renovável. respectivamente. semente de linhaça).Biodiesel. amêndoa do coco de babaçu. Destilação das glicerinas (resultando resíduos e glicerinas) e purifica AgriculturA e PecuáriA DIFERENÇAs ENTRE BIODIEsEL E QUEROsENE vEGETAL .a banha de porco. comerciais e industriais).

turbo hélice. Na Europa a normalização dos padrões para o biodiesel é estabelecida pelas Normas DIN . Utilizações: predominantemente energético (aviação). a Medalha do Mérito Aeronáutico. cana-de-açúcar. Aquele projeto de pesquisa foi o sustentáculo de todas as atividades da PROERG. por Portaria Ministerial e Decreto Presidencial. decolou de São José dos Campos para sobrevoar Brasília. No Brasil ainda não existe uma norma técnica própria para as especificações do biodiesel. lamenta-se a inexistência do apoio de quem. uma aeronave nacional. e. Dia do Aviador. pois estão sempre comprando essa preciosa mercadoria.  . de amendoim. Foram requeridas ao INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial. Matérias-primas: capim. Infelizmente. valendo para o autor. duas patentes de invenção. a qual entrou em domínio público. Nos Estados Unidos a normalização emana das Normas ASTM D-. foi a primeira patente. de colza. a nível mundial. o combustível foi aprovado e homologado pelo CTA – Centro Técnico Aeroespacial. das quais uma foi homologada. fato este que tem retardado a homologação do combustível. de girassol. mais uma vez. A Patente PI –009. de 90. o querosene vegetal para aviões à jato estava pronto. do biodiesel e do querosene vegetal de aviação. de marca “Bandeirante”. E. de babaçu. concentrava os interesses nos negócios de combustíveis no Brasil. de dendê. por lei e direitos exclusivistas. em90. pelo tempo e desuso. no dia  de outubro de 9. hoje diretor da TECBIO) e o Tenente Brigadeiro Délio Jardim de Matos (Ministro da Aeronáutica). óleos de soja. recebendo a denominação de PROSENE. de algodão. Querosene vegetal: De um pacto realizado entre Expedito José de Sá Parente (autor do então Prodiesel.ção dos ésteres (resultando o biodiesel). foi desenvolvido na PROERG um sucedâneo vegetal do querosene de aviação. Após exaustivos testes em turbinas em bancada. No final de 9. uma honrosa comenda. os países subdesenvolvidos não têm o hábito de possuir tecnologia. A patente homologada do novo combustível foi doada para o Ministério da Aeronáutica.

Disponível em: <http://www.tecbio. E-mail <migjodab@usp. Miguel Dabdoub. Dr. enquanto o querosene vegetal somente usa óleos vegetais.br>. Departamento de Química. Acesso em: 0 de dez. Universidade de São Paulo. Disponível em: <http://dabdoub-labs. 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs . Quanto às utilizações: o biodiesel geralmente tem larga utilização na indústria alimentícia. Faculdade de Filosofia. energética.com.cfm>. Ciências e Letras de Ribeirão Preto. 00. enquanto o querosene vegetal tem seu uso focado no fornecimento de energia para o setor de aviação.As principais diferenças entre o biodiesel e o querosene vegetal consistem: Quanto às matérias-primas: o biodiesel pode ser obtido através de gorduras animais e resíduos. Samir Sayed NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de dez. TECBIO. Quanto à fabricação: o querosene vegetal tem mais etapas de processamento que o biodiesel. 00. Acesso em: 0 de dez. Prof. química e farmacêutica. para fazer o querosene vegetal é necessário mais refinamento e aditivos para a obtenção de potência para os aviões (isso implica mais custos).br>.com.br/ladetel. REFERêNCIAs LADETEC-USP: Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas.

a Flor Preta é considerada uma das principais doenças da cultura do morangueiro podendo causar perdas que variam entre 0 e  %. O C. que ocorre em plantações de morangos. em plantação de morangos IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A doença pinta preta. ao lado de Rio Grande do Sul e Minas Gerais. A introdução do patógeno em áreas isentas é feita. embora Colletotrichum fragariae possa. Campinas e Sorocaba se destacando como as principais produtoras do Estado. meristemas apicais e parte superior do rizoma. pinta preta Auxílio para combater doença. pois viabiliza pequenas propriedades e aumenta a oferta de empregos no campo Atualmente. Além da alta rentabilidade ( %). O Estado de São Paulo está entre os maiores produtores de morango do Brasil. A forma conhecida por Flor Preta produz. morangueiro. pedúnculos. provavelmente. com as regiões de Bragança Paulista. também produzir sintomas em flores. DE 0 DE JULHO DE 00. segundo INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº . e os frutos novos e em desenvolvimento tornam-se escuros e mumificados (secos). Em frutos já desenvolvidos podem aparecer manchas marrons. acutatum pode infectar. uma necrose. conhecida como pinta preta. folhas. A dificuldade por parte dos produtores em identificar sintomas em mudas. como já dito. nos ramos florais. profundas e firmes. essa rosácea desempenha importante papel social. é mais conhecida como Flor Preta. em pequena escala. A doença é causada pelo fungo Colletotrichum acutatum. além das flores.DOENÇA EM PLANTIO DE MORANGO PALAvRAs-ChAvE Morango. aliada à  . frutos. doença. da ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – do Ministério da Agricultura e do Abastecimento. através de mudas contaminadas.

O modo natural de combate à Flor Preta se circunscreve a algumas práticas preventivas como uma acurada atenção ao clima. o que existe são algumas com resistência muito baixa como “IAC Campinas” e “Dover”. ou se acentue a umidade que favorece a ploriferação do C. com revolvimento do solo e solarização. tecnologias largamente empregadas pelos produtores. Deve-se também eliminar completamente os restos culturais e. ao invés de plástico preto. Quanto mais frio e menos úmido melhor. o morango tem na umidade um fator de risco para a produtividade. quando as mudas atuam como inóculo primário. Esses fatores fazem com que o controle de C. . acutatum. embora não existam culturas tão eficazes assim. favorecem a doença. e às áreas que se pretende fazer o plantio.A cobertura do solo com plástico preto “mulching” e a irrigação por aspersão. acutatum seja considerado como difícil. Por ser uma cultura de inverno. tem mostrado baixos índices de contaminação deste fungo. A partir daí. para que o morango não apodreça rapidamente. propiciando o aparecimento desses fungos. é fundamental a utilização de mudas sadias. o fungo poderá sobreviver no solo em restos de cultura. a altitude e ao solo da região. 9 AgriculturA e PecuáriA carência de cultivares com um bom nível de resistência. praticar rotação de culturas. se possível. o inóculo secundário é responsável pela infecção de flores e frutos. e a proteção do solo com cobertura vegetal. recomenda-se cortar a irrigação. que servirão como fonte de inóculo para os cultivos posteriores. A doença é favorecida por temperaturas amenas. Uma vez iniciada a doença. podendo ocasionar prejuízos significativos. portanto deve se ter uma adubação equilibrada. no sentido de se verificar algum histórico da doença no local. O plantio deve ser feito em áreas bem drenadas dando preferência à irrigação por gotejo. Adubações pesadas de N e P podem promover um aumento da incidência da doença. O que se deve fazer é escolher uma cultura que se encaixe o melhor possível ao clima. Além disso. embora se possa fazer um tratamento de mudas por imersão com fungicidas. principalmente via água de chuva ou de irrigação. sendo mais severa nas fases de florescimento e frutificação. Em caso de chuvas. Outra atitude a ser tomada é a escolha de culturas de morango mais resistentes à Flor Preta. favorece a introdução da doença em novas áreas.

. Inst. e reproduzido pela Associação Brasileira de Horticultura. o auxílio de um agrônomo. J.biologico. Instituto Biológico. matéria publicada no Jornal Correio de Uberlândia.br/scielo. seguido pelo Prochloraz. segundo pesquisa de R. obtiveram um melhor desempenho. Efeito de Fungicidas em Colletotrichum acutatum e Controle da Antracnose do Morangueiro. atmosféricas e de solo da região. São Paulo. em 00.scielo. seguido pelo Difeconozale. n.abhorti0 . 00..-. et.O uso de fungicidas no controle de doenças na cultura do morangueiro constitui prática importante para garantir a sustentabilidade da produção de morango. Centro de Sanidade Vegetal.al. “Controle Químico da Flor Preta (Colletotrichum Acutatum Simmonds) do Morangueiro em Condições de Campo”..gov..sp. se mostraram mais eficazes. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se. Biol. Disponível em <http://www. p. especialista em fitopatologias. Apesar disso. 00.php?script=sci_ arttext&pid=S0100-41582001000300016> acesso em  de jan. em testes com três diferentes culturas. KOSOSKI. SciELO Brasil. 00. v. No entanto. “Praga ataca plantações de morango”. atualmente não existem fungicidas que possam ser oficialmente recomendados para o controle da Flor Preta. alguns fungicidas apresentaram melhor resultado. 00. al. 0 de set...pdf> acesso em  de jan. em  de ago. jul. R. et./dez. do Instituto Biológico de São Paulo. contudo. Principalmente no que se refere à substituição do tipo de morango utilizado por um mais adequado as condições climáticas. Rafela M. al. o Prochloraz. Pois somente com uma análise apurada do plantio e das condições agronômicas do local é que se poderá com certeza definitiva optar por um tratamento mais adequado ao problema. J. et. pois reduz as perdas provocadas pelas doenças e melhora a qualidade do produto final colhido. se possível.. Disponível em <http:// www. REFERêNCIAs DOMINGUES. DOMINGUES. 00. Arq. Em duas culturas. sobre o controle químico da Flor Preta.br/arquivos/V68_2/domingues... Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. e na terceira cultura o Fluazinam. Disponível em <http://www.

Sindicato Rural de Jundiaí.srjundiai. .br/morango. http://www.htm acesso em  de jan. Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jan.asp?id=1266> acesso em  de jan.com. 00. 00  AgriculturA e PecuáriA cultura. 00.com.br/News/Default.

O casco apresenta-se edemasiado.DOENÇAs EM OvINOs PODODERMATITE PALAvRAs-ChAvE Pododermatite. Umidade excessiva do solo e acúmulo de fezes nas instalações e nos cascos favorecem o desenvolvimento do agente etiológico na região. doenças. () O primeiro sinal é a claudicação acompanhada da inflamação local. quente e dolorido. Haverá desenvolvimento de tecido granuloso na região afetada. Quando o tratamento não é prontamente efetuado. As instalações deverão ter piso ripado para todos os sistemas de criação. A infecção é causada principalmente pelo Spherophorus necrophorus e Fusiformis nodosa. podendo atuar ainda no processo infeccioso o Staphylococcus e o Streptococcus sp. () é possível tratar esta doença sem retirar os animais do pasto? A melhor maneira de prevenir o aparecimento da enfermidade é não deixar os animais em locais de solo úmido e em instalações com acúmulo de fezes. ovinos. caprinos É possível tratar esta doença sem retirar os animais do pasto? Há casos em que o produtor é obrigado a sacrificar o animal? O animal afetado pela doença pode ser consumido? Quais os produtos de última geração recomendados para tratar essa doença? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Podermatite ou Pododermite É uma enfermidade de natureza contagiosa que afeta os cascos dos caprinos e ovinos. posteriormente haverá necrose progressiva com desprendimento do tecido mole do casco e formação de pus de odor pútrido. uma vez que evita o acúmulo  . O processo inflamatório estende-se até o espaço interdigital. o estado geral do animal estará comprometido com aparecimento de febre. falta de apetite e emagrecimento progressivo. principalmente no inverno. O casqueamento periódico do rebanho é recomendável.

A aplicação de antibiótico parenteral associado a anti -inflamatório será feita conforme o caso.00.com. () . Neste trabalho. Em seguida todo o tecido necrosado deverá ser removido.gov. Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.  AgriculturA e PecuáriA de lama e fezes nos cascos que predispõem o aparecimento do processo infeccioso. na proporção de :. http://www. dos anos de 00 e 00.embrapa. por apresentarem infecções e possível estado febril. Preço: R$. pela EMEPA. número do telefone: () 9. isola-se o local com atadura de gaze. Glória Lourdes.br/COT43.uov. () Quais os produtos de última geração recomendados para tratar essa doença? O tratamento consiste na limpeza do local afetado com água oxigenada ou solução fisiológica. de 0 páginas são apresentadas informações quanto aos sinais clínicos. http://www. acessado em /0/00.htm.cnpc. Fonte: http://www.há casos em que o produtor é obrigado a sacrificar o animal? Somente o veterinário poderá diagnosticar e aplicar as medidas necessárias. com a Dra. A medicação a ser administrada será no local da lesão. tratamento e medidas de controle e prevenção da pododermatite.embrapa. Esta consiste em antibiótico à base de penicilina em pó e sulfa. O isolamento do animal em local limpo e seco se faz necessário para não disseminar a enfermidade no rebanho.() INDICAÇõEs: Publicação sobre “Pododermatite em caprinos e ovinos: prevenção e controle” pode ser encontrada na EMBRAPA.br. repetese o tratamento até a cicatrização total. Recomenda-se o uso do pedilúvio com solução de sulfato de cobre. Universidade On Line de Viçosa. existindo o risco de toxinfecção alimentar. formol ou tintura de iodo a %. Cursos: UOV. diagnóstico.br. acessado em  Abril 00 Conhecer o material apresentado no Simpósio de Ovinos e Caprinos de Corte. O animal afetado pela doença pode ser consumido? Animais portadores de pododermatite não deverão ser enviados para o abate.

a chuva também propicia um ambiente favorável para vermes e bactérias que se instalam no solo úmido e nas gramíneas. Correntes de ar frio são um pe . Região mais adequada para criação. Vacinação e remédios. • Cuidado com a chuva. Prevenções. Um experimento apresentado no IV Simpósio sobre Recursos Naturais e Sócio-econômicos do Pantanal. Para combater os males são sugeridas as seguintes medidas preventivas): • Quarentena para animais recém adquiridos ou que viajaram e tiveram contato com outros rebanhos. • Desinfecção mensal ou mesmo quinzenal de instalações e áreas de repouso dos animais. O mais importante é o manejo. juntamente com o criador. formol e vassoura-de-fogo). apartações em lotes por idade. em Corumbá. embora os ovinos sejam bem adaptáveis á diferentes climas. tipos de instalações. • Evitar altas lotações ou aglomerações desnecessárias de animais.Algumas informações adicionais importantes: Instalações. (MS). Além de ser importante para o crescimento do capim. Sugere-se conhecer as diferentes raças. respeitando seu hábitos e necessidades básicas”. Estas devem ser feitas com base no conhecimento do comportamento dos ovinos. a alimentação o fornecimento de água e a saúde do rebanho que não devem ser precários. com desinfetantes apropriados e concentrações ideais para a desinfecção (geralmente com cal virgem seco. ou qualquer umidade. no ano de 00 “demonstraram que estas não precisam ser sofisticadas para o acabamento de cordeiros. que esclarecerão sobre os pontos cruciais e mais vulneráveis e fará acompanhamento da saúde do rebanho. Há instalações simples que podem ser adotadas como em sistema de semiconfinamento que são simples e econômicas. • Medidas de manejo. Este é um assunto de extrema importância que afetará o rebanho. • Calendário profilático de vacinações e vermifugações no decorrer do ano. O criador deve consultar profissionais da área. a lama. • Cuidado com os ventos gelados. creolina ou fenóis. • Vazio sanitário em época estratégica do ano (manter os pastos sem animais). para melhor avaliar o manejo sanitário e alimentar.

para males diversos é de suma importância para a exploração animal.htm>. lembrando que uma simples lesão em poucos dias pode se tornar uma situação grave e complicada.com.• • CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Independe da resposta acima ressalta-se a necessidade de consultar profissional da área (veterinário) para diagnóstico e indicação do tratamento adequado.nogueirafilho. . 00. 00.htm>.unesp. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA . Acesso em:  de abr. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de abr.fmvz. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA rigo para animais novos.. Acesso em:  de abr. Disponível em: <http://www. Manejo de caprinos leiteiros. Manter uma farmácia com vários tipos de medicamentos. .br/ovinos/utilid36. Inspeção periódica rigorosa.br/ordenha_higienica. Disponível em: <http://www.

A simples imersão das sementes em água. a semente é dormente porque os tecidos que a envolvem exercem um impedimento que não pode ser superado.  . ou com a resistência mecânica do tegumento ou do pericarpo ao crescimento do embrião. é o que causa a secagem excessiva das sementes. o embrião destas quando isolado.DORMêNCIA DO PALMITO PUPUNhA PALAvRAs-ChAvE Palmito. mesmo sob condições favoráveis. Neste caso. Esta é a mais comum das categorias de dormência. com a presença de inibidores químicos no tegumento ou no pericarpo. sendo conhecido como dormência imposta pelo tegumento. nas condições da floresta. impedindo-as de absorver água e iniciar o processo germinativo. secagem e adubação direta. podem minimizar este tipo de dormência ao degradarem o tegumento das sementes. palmito pupunha Como quebrar a dormência do palmito pupunha. Os fungos e as bactérias presentes no solo. que normalmente é decorrente de longos períodos de armazenamento. tais como a cumarina ou o ácido parasórbico. Se os métodos de quebra de dormência testados pelo cliente não deram resultados. à temperatura ambiente (ºC) elimina o problema. Porém. Já foram testados vários métodos como: Escarificação. germina normalmente. e está relacionada com a impermeabilidade do tegumento ou do pericarpo à água e ao oxigênio. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O palmito de pupunha apresenta o tipo de dormência conhecida como tegumentar ou exógena e isso ocorre quando as sementes viáveis de algumas espécies não germinam. recomenda-se a Imersão em água. em muitos casos.

mantendo-as nesta solução por  minutos. .rsa.ufu. os resíduos da polpa devem ser removidos esfregando as sementes em peneira de malha grossa.br/?pg=arvore_definicao_semente> Fonte: EMBRAPA.gov. as sementes devem ser semeadas o mais rápido possível.00 http://www.fflorestal. trate as sementes com água sanitária comercial diluída na proporção de :. As sementes de algumas espécies apresentam dificuldades para germinar.php3?base=. e se necessário.br REFERêNCIAs Disponível em: <http://www.pick-upau. Cultivo da Pupunha para Palmito no Acre  AgriculturA e PecuáriA Passo-a-Passo Selecione os frutos. Troque a água diariamente para evitar fermentação excessiva.iciag. htm Acesso em 0 de jun.fruticultura. html&conteudo=.00 http://www.htm Acesso em 0 de jun.edu. pois provavelmente não germinarão.ambientebrasil. veja outros sites sobre o assunto: http://www. Feito isso.html Acesso em: 0 de jun. Após isso.Em seguida.org.br/palmaceas. deixando-as de molho por um período de  a  dias.00 http://www. corte-os e retire as sementes manualmente.ufam.br/composer. sem contudo estarem dormentes.com./florestal/index.sp. Lave-as novamente em água corrente e deixe-as secar a sombra por um dia.br/sementes/caract_especies.00.html#Dormência%20em%20p almeiras Acesso em :0 de jun.00 http://www./florestal/palmitojucara.br/mundo/palmito_ecologico/palmito_pupunha.com. as sementes devem ser lavadas com água.arvoresbrasil. As sementes que boiarem devem ser descartadas. Acesso em: 0 de jun. pois com a secagem elas perdem rapidamente o poder germinativo.

br/pdf/cirtec31. de 00. A. 000.http://www. p. P.embrapa. Rio Branco. Nome do técnico responsável Cristiane de Lima Quadros 0 de jun. “Cultivo da pupunha para palmito no Acre”. M. Embrapa Acre. Disponível em: <http:// www. C.cpafac.br/pdf/cirtec31. Acesso em:  de mar. L. LUNZ.cpafac. DATA DE FINALIzAÇÃO  .br/upload/sbrt2437.ibict.embrapa.pdf>. 00. .html> BERGO.pdf SBRT – Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas Disponível em: <http://sbrt.

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O negócio de envasar mel em sachê tem um potencial mercado consumidor. abelha PALAvRAs-ChAvE Obter informações sobre o negócio de envasamento de mel em bisnaga (sachê): equipamentos utilizados no processo de envasamento. Assim aconselha-se que se faça um plano de negócio. além de conhecimento na área de apicultura. pois esse negócio demanda um investimento considerável.gov. além das acima listadas. mel. consultando o site da Anvisa. embalagem para mel. exigências sanitárias. As disposições que são de interesse ao cliente: 9 AgriculturA e PecuáriA ENvAsAMENTO DE MEL EM BIsNAGA . Com relação às exigências sanitárias relativas ao envasamento de mel em bisnaga.com. pois a partir dele poder-se-á definir objetivos e assim identificar melhor quais informações.br.Envasar mel. sebrae. Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. dever-se-á buscar. Em contato com essas disposições gerais poder-se-á identificar as partes que se referem à situação (mel envasado em um dado material plástico) e a partir do identificado poderse-á tomar as devidas precauções no sentido de adequar o produto às exigências sanitárias. cuja site é: http://www. Caso existam dúvidas na formulação do plano de negócio aconselha-se buscar ajuda junto ao SEBRAE. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (http://www. bisnaga.br). necessidade de pesquisa sobre o potencial mercado consumidor. viabilidade do negócio. encontrar-se-á Resoluções que dispõem sobre embalagens e equipamentos plásticos em contato com alimentos. sachê.anvisa. mas a viabilidade ou não do negócio depende muito das condições do empreendedor. conhecimento técnico para que se produza um produto adequado às normas de vigilância sanitária.

htm . 9 – capão redondo.l l l Resolução número 0.html . Disponível em: http://e-legis. Abaixo serão apresentados alguns equipamentos. para envase em sache.kit.br/alimentos/legis/especifica/embalagens.m.br/leisref/public/showAct.gov. Tel / fax. de 9 de maio de 999.bvs.V. End: Av.no Guia de Embalagem (http://www. São Paulo–SP cep: 09-000.jhm.C. que apresenta disposições gerais para embalagens e equipamentos plásticos em contato com alimentos e seus anexos. bvs. estrada da capelinha  mogi das cruzes sp cep : 00-90 telefone : () - fax : () - E-mail : jhm@jhm.com. Plastline Tel: () 9-009/ 9. máquinas ltda.br Site: http://www.net/ms_equipamentos. que dispõe sobre a aprovação e inclusão na lista positiva de aditivos destinados à elaboração de embalagens e equipamentos em contato com alimentos e respectivas restrições desses aditivos. de  de outubro de 00. Resolução .anvisa. Disponível em: http://e-legis.com. Envasadora j.V.br/guia/site. de  de janeiro de 00. Site: http://www.RDC número .h. com os respectivos fornecedores: Seladora de Rádio Freqüência semi-automática SRF-SA Maq Sel Máquinas Seladoras LT.maqsel. Ellis Maas.C.com.br/leisref/public/showAct.: () –  – .php?id=103 . Com Relação a fornecedores de mangueira de P.php?id=5773 . Disponível em: http://www.br Mangueira de P. Resolução – RDC número .guiadaembalagem. que dispõe sobre aprovação da inclusão das substâncias e suas respectivas restrições nas seguintes listas positivas para embalagem plásticas e equipamentos plásticos em contato com alimentos..asp?whichpage= 0 .

Acesso em  de maio 00.abimaq.INDICAÇõEs: NORMAS TÉCNICAS: ABNT. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia ANVISA Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Acesso em  de maio 00 ABIMAQ Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos. poder-se-á encontrar outros fornecedores.maqsel.abnt.kit.br>. Maq Sel Máquinas Seladoras LT. por exemplo. . caso não se disponha de capital para bancar o negócio.html>.com.org. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www. http://www. net/ms_equipamentos.anvisa. Acesso em  de maio 00.gov. que se procure formar parcerias ou se busque empréstimos em órgãos de fomento como. BNDES. Disponível em: <http://www.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Tendo em vista o considerável custo dos equipamentos necessários para implantar o negócio aconselha-se que.br/>. Associação Brasileira de Normas Técnicas. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA 3&pagesize=13&classe=19). Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

enquanto que o gás carbônico emitido pela queima de petróleo é um  . o que lhe confere lubricidade. misturado com óleo diesel (desde B até B0) ou usado como aditivo ao óleo diesel. portanto não-renovável) e que é obtido a partir da reação de um óleo vegetal. com capacidade de produção de uma tonelada por hora e relação de equipamentos para a desidratação de etanol. toneladas de dióxido de carbono. Aspectos gerais do uso de óleos vegetais como fonte de energia. Relação dos equipamentos para a produção de biodiesel. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Aspectos gerais e uso do biodiesel O biodiesel é um combustível renovável. O uso de uma tonelada de biocombustível evita a produção de até . de motores a combustão. Um dos principais motivos do uso de biocombustíveis na atualidade é a preocupação que se tem com a emissão de gases responsáveis pelo aumento do efeito estufa no planeta. Quimicamente é definido como um éster monoalquilado. como combustível. na presença de um catalisador ácido ou básico. sendo necessária a adição de um catalisador para acelerar o processo de reação. mais um álcool anidro. derivado de um ácido graxo de origem natural e que pode ser produzido através da reação de triglicerídeos com metanol ou etanol. Isso acontece porque mesmo liberando o gás como resíduo da combustão do motor. gordura animal ou resto de óleo animal ou vegetal utilizado no processo de cocção (fritura). substituto do óleo diesel (proveniente do petróleo e. equipamentos para produção de álcool anidro. e é assim chamado de B00. O biodiesel pode ser utilizado puro.EQUIPAMENTOs PARA BIOCOMBUsTÍvEL PALAvRAs-ChAvE Equipamentos para produção de biodiesel. este gás é o mesmo que o assimilado pela planta no processo de fotossíntese.

a partir do óleo de mamona. já que os seres desta época não estão adaptados ao clima quente que este mesmo produziria como conseqüência do aumento do efeito estufa. de acordo com o Dr. produzido a partir de óleo usado para fritura pode vir a solucionar o problema do descarte deste óleo. o gasto de energia para a sua produção é de cerca de trinta e seis porcento da energia total produzida na sua combustão. O biodiesel pode vir a ser um substituto do petróleo o que coloca o país produtor em posição estratégica no que se refere a independência energética e beneficia o desenvolvimento de pequenos produtores e empreendedores. liberado na queima de derivados do petróleo e outras substâncias tóxicas que causam problemas respiratórios nas grandes cidades e desenvolvimento de chuvas ácidas. ainda no quesito ambiental.excesso que foi assimilado por plantas a milhões de anos atrás. Silmar  AgriculturA e PecuáriA . como a da mamona. quanto particulares. que não pode ser descartado no esgoto (o que torna o tratamento de esgoto muito mais caro. abacate ou óleo usado são. este. se liberado. Na época de assimilação deste gás pelas plantas. como o dendê. Entretanto. constituirá um excesso. Estas estão. Os biocombustíveis e o biodiesel Apesar de todas as vantagens do biodiesel. evita uma possível mudança climática. causada pela liberação de dióxido de carbono em excesso (para esta época). principalmente quando usado puro. nem no lixo comum. Por fim. porém. do girassol e mesmo do abacate e de plantas nativas de diversas regiões brasileiras. geralmente. que hoje são um grave problema para as florestas (principalmente nas florestas do Canadá) e monumentos constituídos de mármore. hoje. Assim o uso de biocombustíveis. Além disso. produzidas por estudantes de segundo grau. Hoje muitas tecnologias para pequena produção de biodiesel. além do desenvolvimento sustentável de diversas regiões. o biodiesel evita a emissão de enxofre. além de entupir pias). Ocorre todos os anos na Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e a entrada é gratuita. pode ser proveniente de culturas mais viáveis economicamente. pois o óleo vegetal usado. expostas na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE). mesmo. o que evita extinções em massa e prejuízos futuros para a humanidade. o biodiesel. que é nacional e expõem trabalhos de estudantes de todo o país. o mesmo não era excessivo para os seres vivos que lá viviam. adaptados ao clima quente daquela época. tanto de escolas públicas.

br>. acaba por gerar resíduos no motor conforme o tempo de uso. Além disso. sem ter que possuir todo o maquinário para a produção do biodiesel. Para saber mais acerca dos debates sobre o uso dos biocombustíveis. Telefone para contato: () - / e-mail: <soyminas@soyminas. html>. recomenda-se o acesso ao sítio da Associação “Journeytoforever”. com versão em inglês e espanhol.Denucci. Um dos projetos da CATI. No caso. Hoje. o uso desta pequena porcentagem junto ao óleo diesel e gasolina. Disponível em: <http://journeytoforever. que além de demandar muita energia. para sessenta porcento de óleo diesel e cinco porcento de gasolina. mas pode-se entrar em contato com o Engenheiro Arthur Augusto Alves. é cara. que desenvolveu parte da tecnologia da “Soyminas Biodiesel” que pode ajudar no esclarecimento de dúvidas sobre biodiesel. já diminui o percentual de uso de combustíveis fósseis. com combustível. sem passar pela reação de esterificação. Assim. Recomenda-se o acesso ao link do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SBRT) sobre equipamentos para a produção de biodiesel. o uso do óleo vegetal puro. que pode diminuir seus gastos. a qual diminui a viscosidade do óleo e permite o seu uso sem danificar o motor. Equipamentos para a produção de biocombustíveis A empresa brasileira “Soyminas Biodiesel” desenvolveu toda a sua tecnologia para a produção de biodiesel a partir de óleo de girassol e nabo forrageiro. O principal problema do uso do óleo vegetal sem passar pela reação de esterificação é que a sua viscosidade. a utilização de um biocombustível é muito mais eficiente do que o uso do biodiesel. Apesar de ainda não se conseguir usar o óleo puro. os quinze porcento são gastos no processo de prensagem do fruto ou semente para a produção do óleo. com o desenvolvimento de tecnologias de prensagem baratas. essa mistura se torna viável para o pequeno agricultor. produzindo menos poluição. Acesso em:  de abr de 00. da CATI (Coordenadoria de Assistência técnica Integral). Ela não vende mais as máquinas responsáveis pela produção de biodiesel.org/biofuel.ind. tecnologias e outras fontes de energia renováveis. da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo é desenvolver tecnologias que beneficiem o uso do óleo vegetal diretamente no motor. produzida na combustão. gasta apenas quinze porcento de sua energia. já se desenvolveu uma mistura de trinta porcento de óleo vegetal.  .

org.Desidratação de álcoois Recomenda-se o acesso ao link do SBRT sobre etanol. além de notícias nacionais e internacionais. que não deveriam ser emitidas.  AgriculturA e PecuáriA Disponível em: <http://sbrt. Disponível em: <http:// www. para entender mais sobre os diversos processos de desidratação do álcool. Além do biodiesel aqui abordado. recomenda-se o acesso a sítios . Acesso em:  de Abr de 00. Acesso em:  de abr de 00.ibict.org. Acesso em:  de abr de 00. com.br/>. com uma seleção de conteúdos sobre o mundo do biodiesel. para veículos automotores. a “Dedini S/A Indústrias de base” fornece tecnologia para produção de álcool anidro e biodiesel.pdf>. reservas de dióxido de carbono.br/pt/index.br/upload/sbrt783.ibict. Disponível em: <http://www. Disponível em:<http://www. metanol e biodiesel.que informem sobre outras fontes de energia.sbrt. . CENBIO.pdf>. Disponível em: <http://www.biodiesel.cenbio.como o “journeytoforever” e ao sítio do CENBIO (Centro Nacional de Referência à biomassa) da Universidade de Campinas (Unicamp) .pdf>. Acesso em.br/upload/sbrt983.  de abr de 00. Recomenda-se o acesso a ABIODIESEL (Associação Brasileira das indústrias de biodiesel) Os associados têm desconto nos eventos promovidos pela associação e seus parceiros e acesso completo ao Centro de Estudos. tanto como pessoa física como jurídica. Acesso em:  de abr de 00. Recomenda-se o acesso ao link do SBRT. Por fim. ABIODIESEL. já que os seres vivos não estão adaptados a esta quantidade de gás na atmosfera (o gás em si não faz mal.ibict. Pode-se associar.br/>. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A substituição dos derivados de petróleo por fontes renováveis e ecologicamente corretas possibilita que problemas recorrentes da saúde pública atual possam ser evitados. Acesso em:  de abr de 00.sbrt.dedini. mas sim a mudança climática acarretada pelo aumento do efeito estufa). Disponível em: <http://www.htm>. já que os biocombustíveis não lançam na atmosfera gases tóxicos como o enxofre e não emitem.br/upload/sbrt2099. como outros biocombustíveis ou energia solar. através de sua queima.

biodiesel. REFERêNCIAs Associação “Journeytoforever”.dedini.br/>.org/biofuel. html>. óleo de girassol e de soja. SBRT. Acesso em:  de abr de 00. Camila Gomes Victorino NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr de 00  .br/upload/sbrt894.soyminas. Acesso em:  de abr de 00.html>.cenbio.sbrt. Acesso em.ibict. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de abr de 00. Doutor Silmar Denucci da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral.“journeytoforever.  de abr de 00. Disponível em: <http://www. recomenda-se o acesso ao link do SBRT sobre biodiesel. CENBIO. Para entender mais sobre biodiesel a base de óleo de girassol. divisão Ataliba Leonel.br>.sp.htm>.ind.br/>. Disponível em: <http://www.sbrt. Disponível em: < http://www. Acesso em:  deabr de 00.org.org. Disponível em: <http://www. CATI.  de abr de 00. Telefone () -00.com. Acesso em.cati. Disponível em: <http://journeytoforever. Acesso em:  de abr de 00.br/pt/index. br/>.gov.pdf>. Disponível em: <http://journeytoforever. Disponível em: <http://www. Disponível em:<http://www. Acesso em:  de abr de 00. org/biofuel. Dedini S/A Indústrias de base.ibict. Acesso em:  de abr de 00.br/>. ABIODIESEL. Soyminas Biodiesel.

bordos levemente recortados. pecíolos longos. antidiarreica. cinco-nervos. transagem. beiras de estradas e junto a muro. cor branco-amareladas. com ráquis atingindo até 0. vivaz. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Nome Científico: Plantago lanceolata. Nome Popular: Tansagem. Flores bem pequenas. tanchagem. Constituintes químicos principais: Heterosídos (aucubigenina). pronunciadas na face superior e ainda mais na basal. gramados. A colheita das flores deve ocorrer nos meses de agosto a março e as sementes separam-se da espiga no fim do verão. anti-inflamatório. transagem. principalmente em jardins. sete–nervos. pomares.Tansagem. vegetando espontaneamente em quase todo o país. tanchagem PALAvRAs-ChAvE Informações sobre a erva Tansagem. tranchagem. adstringente. tanchagem – maior. Parte utilizada: As folhas e sementes. bactericida. Família: Plantaginaceae. raiz fasciculada e frutos tipo cápsula. quando estão bem maduras. percorridas por nervuras curvilíneas. e de caule aparente. cor verde-cana pálida. diurético. mas perfeitamente aclimatada no Brasil. Descrição: Planta herbácea atingindo de  a cm de altura.0 m. ondulados. Prefere solos arenosos. expectorante. reunidas em espigas. ricos em matéria orgânica e com boa umidade. radicais. cicatrizante. como em solos cultivados e pastagens. transage. desenvolvendo-se mais intensamente em locais abertos. forma ovular. transage. Origem: Européia. plantagem. Folhas dispostas em forma de ramalhetes. depurativa. As sementes são laxativas. muci-  AgriculturA e PecuáriA ERvA ChAMADA TANsAGEM . () Propagação: Por sementes Uso fármaco terapêutico: dor de garganta.

por isso é usado nas hemoptises e úlceras gástricas. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .br/siesalq/pm/isanete3. anti-hemorrágico. Preparo e Posologia: O chá das folhas é adstringente. cicatrizante. ácido clorogênico e ursólico. Chá de uma folha seca ou verde com uma pitada de sal de cozinha. expectorante.esalq. Uso interno: para problemas respiratórios: tosse. alcalóides ( plantagonina. Disponível em <http://www. Beber uma xícara  vezes ao dia. Isanete Geraldini Costa. sob a forma de emplasto. Indicações para amidalite.%). estomatite. faringite. ferimentos abertos. Carlos A. Indicação. como parte das exigências do curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Plantas Medicinais: manejo. alantoína. decocção (chás). furúnculo. 00.usp. Infusão da folha seca: 0g em um litro de água fervente. para a cura dos males da garganta. varizes. Mastigação de pedaços de folha. pdf>. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de out.lagens. “Plantas medicinais e aromáticas no sistema único de saúde da região sul de Cuiabá-MT”. uso e manipulação. para cicatrizar. bronquite e catarros. pp -9. glicosídeos (aucubina). de A. REFERêNCIAs BIESKI.00. Acesso em: 0 de out. Monografia apresentada ao Departamento de Agricultura da Universidade Federal de Lavras. paulatinamente. para a obtenção do título de especialista em Plantas Medicinais. taninos (. V. No caso de hemorróidas use no banho de assento que ajuda acabar com as inflamações. para gargarejos. Uso externo: úlceras e feridas – folhas frescas trituradas. purificador do sangue. indicaína). Formas farmacêuticas habituais: Infusão.

A ‘AXÉ’ é uma linhagem F do cruzamento do F (‘Plus’ x ‘Triofin’) com a cultivar Bolero. mas pode ser também destinada ao mercado de grãos debulhados. verificou-se que a variedade mais indicada é a Ervilha Axé. Características da nova cultivar Altura das plantas (cm) Tipo de folha (normal) 0 AfAf 9 AgriculturA e PecuáriA ERvILhA . l Altas produtividades são obtidas mesmo na presença de baixas leituras tenderométricas (). O material abaixo é um reprodução parcial do material produzido. o material é de alto valor protéico e possui boa aceitação para a alimentação animal.Ervilha. A cultivar Triofin foi utilizada como fonte de resistência ao oídio. Ervilha axé Esta nova cultivar de ervilha verde foi desenvolvida especialmente para a agroindústria (grãos verdes enlatados e grãos congelados). conserva PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Informações sobre variedade de ervilha especial para conservas. Patos de Minas e Iraí de Minas . tanto em ensaios como em áreas comerciais. obtida após o processo de remoção dos grãos verdes nas indústrias. Após levantamento junto a EMBRAPA. l Outra vantagem da 'AXÉ' é alta produção de massa verde. Além disso. Apresenta bom nível de resistência de campo ao oídio (Erysiphe pisi DC). Produtividade superior em relação às cultivares existentes atualmente no mercado: l Em torno de 000 Kg/ha têm sido obtidos na região de Brasília .MG. acima de 0T/há.DF.

Na região centro-oeste recomenda-se semeaduras de abril a junho e em locais com altitudes superiores a 00 metros. Disponível 0 . No Rio Grande do Sul recomendase a semeadura nos meses de julho e agosto.cnph. .Hortaliças. Os dados de contato são: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro Nacional de Pesquisa de Hortaliças Ministério da Agricultura e do Abastecimento BR 00 Km 09 Brasília/Anápolis . CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Verificar junto a Embrapa Hortaliças os produtores desse cultivar.br/cultivares/ ervilha3.Caixa Postal  CEP 09-90 Brasília. Acesso em:  de jul.htm>.Inicio do florescimento (dias de germinação) Colheita de grãos verdes (dias após inicio da germinação) Resistência ao oídio Numero de grãos por vagem Numero de vagens por planta Diâmetro dos grãos (mm) Cor dos grãos Unidade de calor até o florescimento Unidade de calor até o inicio da colheita Maciez do grãos (leitura de tenderômetro) Peso aproximado de 000 sementes (g)   Mediante resistente . Disponível em: <http://www. A tecnologia de produção para cultivo a nova cultivar encontra-se na publicação “Cultivo da ervilha”. DF Fone: () -9000 Fax : () - FONTEs CONsULTADAs ERVILHA AXÉ. 00.0 verde  0  0 A ‘AXÉ’ deve ser cultivada em locais de clima ameno.embrapa. . Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária . editada pela Embrapa Hortaliças.

cnph.embrapa.Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jul.br/>. Acesso em:  de jul. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA em: <http://www. 00. .

enfermidades. Na sua criação há um macho de avestruz que expõe o falo excessivamente e não tem galado a fêmea. após essas duas atividades o falo deve ser recolhido na bolsa cloacal onde permanece protegido. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se a procura de uma assistência técnica de qualidade para resolver esse problema. quando urina e defeca e b) Pouco antes de realizar a cobertura na fêmea que se dá várias vezes ao dia durante a época de reprodução. O Grupo Ostrich do Brasil.EXPOsIÇÃO EXTERNA DO FALO DE AvEsTRUz PALAvRAs-ChAvE Estrutiocultura. Marcelo Kornfeld e Márcio Carvalho e editado pela EDUSP. O número é: (9) -00. Como descobrir a causa do problema? Será um problema muscular? Poderá ter alguma infecção? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O falo do avestruz normalmente é exposto de forma rápida em duas situações diferentes: a) Ao final do processo de excreção. sob risco de perder-se o animal como reprodutor. criação de avestruz Busca informação sobre a exposição externa excessiva do falo de um macho de avestruz. através do professor Celso Carrer. avestruz.  .o que se traduz em menos postura. Roberto Arana. No entanto. A exposição continuada do falo é quase sempre resultado de um processo de acidente que resulta em infecção que deve ser tratada adequadamente por um veterinário experiente em estrutiocultura. Uma publicação muito indicada para os criadores de avestruz é o livro: “A Criação do Avestruz: Guia completo de A a Z” escrito por Celso Carrer. disponibiliza seu telefone para qualquer contato de auxílio técnico.

br>. 00. EDUSP . Universidade do Avestruz: Disponível em: <http://www.aviculturaindustrial. br/pecuaria/avestruz/index.com. Disponível em: <http:// www.com. Acesso em  de mar.php>. Acesso em  de mar. 00.aviculturaindustrial.criareplantar.edusp.com.portaldoavestruz.Editora da Universidade de São Paulo. 00. 00.com. 00. asp?id=11359&tipo_tabela=produtos&categoria=avestruz>. Criar e Plantar . br>. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA . Disponível em: <http://www. Sinopse do livro A Criação do Avestruz: Guia completo de A a Z). 00.Avicultura industrial. Caio Bendazzoli NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar. Portal do Avestruz. Acesso em  de mar. Acesso em  de mar.uniavestruz. com. Acesso em  de mar. Disponível em: <http://www.br/site/dinamica. Disponível em: <http://www. Acesso em  de mar.Avestruz.br/>.com. Disponível em: <http://www. br>.

jamaicano.00 antes de Cristo como condimento carminativo para ajudar na digestão. Adão Roberto da Silva. O gengibre prefere solos com pH entre . extração de óleo essencial Saber qual é o método ideal para extração de óleo essencial de gengibre e se o mercado é interessante economicamente. mas se transforma em várias plantas em vez de uma só. que o gengibre reduz a incidência de vômito tanto quanto algum medicamento sintético como a metoclo-pramida (plasil). as partes subterrâneas e comestíveis. Para o cultivo. óleo essencial de gengibre. Os sulcos de plantio precisam ter cerca de  centímetros de profundidade  . Foi comprovado. Há muitas variedades comerciais de óleo essencial de gengibre e são classificados de acordo com sua origem geográfica como. gengibre africano. Uma diferença fundamental num rizoma.0 e a correção com calcário deve ser feita no mínimo três meses antes do plantio. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Conforme o prof. o nome oficial do gengibre é Zingiber officinale roscoe. o solo ideal deve ser argilo-arenoso. O gengibre vem sendo usado pelos chineses desde . é que se quebrarmos um pedaço de um rizoma ele não morre (como acontece com a raiz). são os responsáveis pela propagação vegetativa. por exemplo. num estudo britânico. A produção no Brasil é pequena e quase totalmente absorvida pelo mercado externo. Cultivo Os rizomas da planta. fértil e de boa drenagem. mas não suporta encharcamento. o plantio deve ser feito no início da estação das chuvas. cochinês (de Cochim no sul da Índia). que é um caule subterrâneo de uma raiz. e . O gengibre é tido erroneamente como raiz quando na verdade é um rizoma.EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE GENGIBRE PALAvRAs-ChAvE Gengibre. A cultura necessita de muita água. De acordo com os técnicos do Instituto Agronômico do Paraná.

raízes. os rizomas são cobertos com uma camada de 0 centímetros de terra. a irrigação e o controle de pragas. madeiras e algumas flores. Se fizer uma inalação é bom para gripes e resfriados. na parte superior desta mesma água obtida. uma camada de óleo essencial que é separado através de decantação. úlcera péptica. Carecendo ainda de evidências científicas. reumatismo. Forma-se então. A extração do óleo essencial é feita principalmente pelo método de destilação a vapor: É o método mais comum. o vapor circula através das partes da planta forçando a quebra das frágeis bolsas intercelulares que se abrem e liberam o óleo essencial. passam por um processo de resfriamento através do uso de uma serpentina e se condensam com a água. as literaturas médica e popular fazem referência ao gengibre como sendo útil no tratamento de depressão. mudanças vasculares devido ao envelhecimento peniano e impotência. mostrando-se útil tanto em preparados para a pele. Embora resistente. o gengibre necessita de alguns tratos culturais: a chamada “amontoa” (o rizoma cresce para cima. À medida que este processo acontece. A destilação a vapor é feita em um alambique onde partes frescas da planta e algumas vezes secas são colocadas. como até mesmo de uso oral no tratamento da saúde interna. Em muitos casos. zingibereno e bisaboleno.e a distância recomendada entre os rizomas é de  a  centímetros. O ciclo da planta varia de sete a dez meses. Os rizomas estão no ponto de colheita quando as folhas começam a amarelar. destilado. Propriedades dos compostos A atividade do gengibre pode ser atribuída ao seu óleo essencial que é responsável pelo odor característico e uma mistura volátil de óleoresina é responsável por sua pungência. A água que sobra de todo o processo depois de retirado o óleo. mas nem sempre é indicado para extrair-se o óleo essencial de sementes. colesterol elevado. Os componentes principais dos óleos essenciais são os sesquiterpenos. Depois de plantados. Seu óleo essencial pode ser usado em compressas para amenizar dores. Ela retem muitas das propriedades terapêuticas da planta. artrites. as sensíveis moléculas de óleos essenciais evaporam junto com o vapor d´água viajando através de um tubo no alto do destilador onde. normalmente é indicado para obterem-se óleos essenciais de folhas e ervas. logo em seguida. portanto. os hidrosóis são preferidos aos óleos essenciais devido a serem mais  AgriculturA e PecuáriA . Saindo de uma caldeira. é chamada de água floral. hidrosol ou hidrolato. é preciso cobri-lo periodicamente com terra).

html Acesso em:  de set. Acesso em:  de set. 00.br/upload/sbrt1133.br/upload/sbrt1363.html Acesso em:  de set.br/upload/sbrt1375. consulte Resposta Técnica já elaborada através do link abaixo: http://sbrt.html Acesso em:  de set. Porém.html Acesso em:  de set.br/upload/sbrt1353. 00.ibict.br/upload/sbrt1105. http://sbrt. 00. Para obter informações sobre o mercado utilize o serviço de consultoria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE: Postos de atendimento do Escritório Regional Sorocaba: Escritório Regional Sorocaba Endereço:Rua Cesário Mota 0 Bairro: Centro CEP: 0-00 Telefone: () - Fax: () - E-mail: sorocaba@sebraesp.html Acesso em:  de set.suaves.br  . http://sbrt. Para obter outras informações sobre extração de óleo essencial de outros substratos.br/upload/sbrt1169. entre elas: l l l l Hidrodestilação Solvente Prensagem a Frio Turbodestilação e Hidrofusão CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para saber mais sobre as outras técnicas de extração de óleo essencial de gengibre. 00.br/upload/sbrt1213. http://sbrt. há ainda outras formas utilizadas na obtenção deste óleo. 00.html Acesso em:  de set.ibict. consulte as seguintes respostas técnicas: http://sbrt.html?PHPSESSID=c61a1443fbff10682ea6e 691d9ed3ab7 . 00. acima citadas.html Acesso em:  de set. 00. http://sbrt.com.ibict.ibict.ibict.ibict.ibict.ibict. http://sbrt.br/upload/sbrt1284. 00. http://sbrt. principalmente em se tratando de crianças ou quando uma maior diluição dos óleos se faz necessária.

php> Acesso em /09/00. .ibict. Disponível em : <http://www.br>.Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. SBRT . das 0h às h. Fabiana Rocha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 9 de set. Disponível em: <http:// sbrt.com. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Itu Posto de Atendimento ao Empreendedor de Itu Endereço: Rua do Patrocínio 9 Bairro: Centro Telefone: () 0-/0 Atendimento: de ª a ª feira.br/complem/aromaterapia7. Acesso em:  de set.vidaintegral. 00.REFERêNCIAs Para que serve o óleo essencial de gengibre? Jornal Vida Integral.

é possível produzir um novo óleo a partir do manjericão e capacitar agricultores para fornecer as indústrias perfumistas o novo produto. INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: Nilson Maia do Centro de Análise e Pesquisa Tecnológica do Agronegócio de Horticultura. linalol Saber a viabilidade da extração de óleo de linalol através da plantação de manjericão. é possível alcançar um rendimento alto em áreas relativamente pequenas.br  . Foram realizados estudos. Com o cultivo de manjericão. do Instituto Agronômico (IAC-APTA) Telefone (9) - e-mail nilson@iac. a planta requer quatro meses. Para a atividade do produtor. onde foi verificado a existência deste mesmo óleo no manjericão. Nilson Maia do Instituto Agronômico de Campinas.gov. porém de maneira predatória.EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE MANjERICÃO E ILINOL PALAvRAs-ChAvE Extração de óleo manjericão. O óleo de linalol é extraído do pau-rosa. Outra vantagem é que da produção da muda a colheita.sp. O agricultor que se dedicar a produção do manjericão e tiver a sua própria destilaria poderá gerar cerca de dois mil dólares/hectare. porém com porcentagens menores. madeira originária da amazônia. a pesquisa trará uma mudança bastante significativa. enquanto que o cultivo do pau-rosa toma aproximadamente três décadas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o pesquisador Prof.

SP e para ser viável os produtores devem estar a uma distancia de 0 a 0 Km da destilaria.A extração do óleo de manjericão está em um projeto piloto em uma destilaria na cidade de Votuporanga . 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs . Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar.

texturizado de soja.com.br/upload/ sbrt1236. Finalmente com relação à produção de extrato hidrossolúvel de soja. é feito do desengordurado de soja. o Dr. a partir do qual pode se fazer a farinha de soja texturizada. desengordurado de soja. encontram-se instruções detalhadas de como se produzir extrato de soja. José Luis Ramírez Ascheri. por exemplo: Bunge.ibict.00 mil reais) e que tem um mercado bastante concorrido.embrapa. Já com relação à produção de farinha de soja texturizada. dentre os quais se destaca o curso: “Processos de Extrusão de Alimentos: aspectos tecnológicos para o desenvolvimento e produção de alimentos para consumo humano e animal”.pdf (Acesso em  de out. Pesquisador da Embrapa Agroindústria de Alimentos.br/ (Acesso em: 9 de out.sbrt. portanto. que o texturizado de soja. deve-se consultá-la. Sobre esse curso pode-se obter maiores informações pelo endereço: http://www. Doutor Ascheri afirma. Serviço Brasileiro de Resposta Técnica.br/ (Acesso em:  de out. farinha de soja. 00). por um processo que consiste em submeter o desengordurado a pré-cozimento. cujo site é: http://www. sendo posteriormente levado a uma extrusora. também. a dissertação de mestrado: “Avaliação bioquímica e nutricional do 0 . farinha texturizada de soja. extrato hidrossolúvel de soja Informações sobre processo de produção de extrato de soja solúvel e de farinha de soja texturizada. Vale ressaltar que a Embrapa oferece uma série de cursos referentes à atividade agropecuária.ctaa. afirmou ser esse um empreendimento que demanda muito investimento (por volta de 0. extrato de soja. para finalmente ser secado em um secador. 00). no endereço: http://www.bunge. Mercado esse composto basicamente por multinacionais. onde o pré-cozido é cozido e cortado.EXTRAÇÃO DE sOjA PALAvRAs-ChAvE Soja. 00). IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Na Resposta Técnica  presente no site do SBRT.

Planta Piloto de Tecnologia de Cereais Avenida Das Américas 90 .pdf> Acesso em:  out.br EMBRAPA Soja. com o objetivo de obter maiores informações. Carlos Augusto V. Disponível em:<http://www.br/>.ibict.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Na Resposta técnica acima referenciada existem indicações.Guaratiba CEP: 00-0 Rio de Janeiro . caso tenha maiores dúvidas. pelo site www. REFERêNCIAs BOTELHO. Também no endereço: http://www. Disque Tecnolo-gia/CECAE-USP. cuja referência completa se encontra abaixo. . de Arruda. tanto de outras Respostas técnicas. 00) ou por telefones que podem ser obtidos no endereço: http://www. Já no endereço: http://dedalus.htm (Acesso em 9 de out. como de instituições e de documentos. pode-se entrar em contato com o departamento de Agroindústria Alimentos e Nutrição da ESALQ.embrapa.br (Acesso em 9 de out. Resposta Técnica . Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. 00) têm-se referências de um livro relativo a farinha de soja. Finalmente. Acesso em:  de out. 00) pode se encontrar uma série de receitas à base de soja.esalq.RJ -Brasil.br/ upload/sbrt1236.usp. 00.sbrt.br/departamentos/lan/ (Acesso em: 9/0/0). Fone: () 0-99 Fax: () 0-090 E-mail: ascheri@ctaa.br/html/receitas.cnpso.usp. José Luis Ramírez Ascheri Pesquisador Embrapa Agroindústria de Alimentos. pode fornecer informações fundamentais. ESALQ/USP.embrapa. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Uni AgriculturA e PecuáriA extrato hidrossolúvel obtido de farinha de soja desengordurada e emulsificada”.usp.embrapa.esalq. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária especializada em Soja. que devem ser consultados. Dr. Disponível em: <http://www. 00.cnpso.br:4500/ALEPH/POR/ FZE/FZE/FZEA/FULL/0570739? (Acesso em 9 de out.

Endereço da referência: Disponível em: <http://dedalus.. Dissertação (mestrado) -.versidade de São Paulo. Marcia Regina Pereira. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de out. Viçosa: S. 00. MONTEIRO.usp. 00. Avaliação bioquímica e nutricional do extrato hidrossolúvel obtido de farinha de soja desengordurada e emulsificada.esalq. Disponível em: <http://www. Acesso em: 9 de out.br>. 99.usp. p.N.br:4500/ALEPH/POR/E– SA/ESA/ESALQ/FULL/0609886>. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .Universidade Federal de Viçosa na área de agroquímica 99. Acesso em 9 de out.

l Bater por mais uma hora. l Repetir o processo acima.abimaq.Ossinhos para cães. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o Eng. tipo palito para cães. ele deverá ser lavado em equipamento chamado Fulão. Com.% . por 0 minutos. analista de Informação/Ceimaq/ Abimaq (Associação Brasileira de Fabricante de Máquinas e Equipamentos. desta vez com água fria em solução de água oxigenada de % a . por mais ou menos uma hora.com. couro digerível PALAvRAs-ChAvE Saber qual é o processo correto e a formulação da massa para se fabricar couro digerível. l Dar nozinhos nas tiras para dar forma de osso l Secar os ossinhos em estufa. Willys de Souza Jr. em temperatura entre 0 e 0 graus Celsius. Fabricantes de Fulão HVR Ind. bate-se o couro. l Depois dos 0 minutos. no Fulão..br) o processo de fabricação é dividido em duas partes e a matéria prima utilizada para a fabricação é a raspa de couro em tripa. com água fria em diluição de % a % de sulfato de amônia. Esta lavagem dura em torno de 0 minutos. l Retirar o couro do Fulão e cortá-lo em tiras. produto para cão. e Serviços Ltda Rua Jose Carlos Coutinho 9 Caruaru (PE) Número do Telefone: () -90  AgriculturA e PecuáriA FABRICAÇÃO DE OssINhOs PARA CÃEs . Processo passo-a-passo l De acordo com o peso do couro a ser utilizado. http://www.

caso precise de maiores informações.br> Fabricante de Estufas Master Equipamentos Industriais LTDA Rua Dr.  Novo Hamburgo (RS)/ Número do Telefone: () 9- CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Além do fornecido acima.michelon.Associação Brasileira de Fabricantes de Máquinas e Equipamentos.abimaq. Schine. Schinke..  Novo Hamburgo (RS) Número do Telefone: () 9- Disponível em: <http://www. Karl W. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .ind. Acesso em  de set. analista de Informação/Ceimaq/Abimaq/ Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de set. aconselha-se procurar médico veterinário ou/e entre em contato com a ABIMAQ.Master Equipamentos Industriais Ltda Rua Dr.br>. Engenheiro . 00. S/N Caxias do Sul (RS) Número do Telefone: () -0 Disponível em: < http://www. Karl W.masterequipamentos.com. Jr. Willys de Souza. REFERêNCIAs ABIMAQ . Disponível em: <http://www.br> Michelon Fuloes e Molinetes LTDA Travessa Thompson Flores.com.

que queremos fornecer. além de outros fatores. para extração do óleo. pela indústria alimentícia. Para isso. O controle da qualidade de todas as matérias-primas utilizadas nas rações é fundamental para monitorarmos a qualidade dos nutrientes. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Definição do Produto Entende-se por farelo de soja o produto resultante da extração do óleo dos grãos de soja (Glycine max. sendo sua produção destinada para a obtenção de óleo e farelo. assim como todos os outros ingredientes. é fundamental que tenhamos. O farelo de soja é obtido a partir da moagem dos grãos de soja. e representa um dos ingredientes de maior importância utilizado em rações animais. A soja é uma das mais importantes culturas agrícolas mundiais.Farelo de soja. somente o fato de formularmos uma dieta com níveis nutricionais adequados a cada espécie animal. Entretanto. torta de soja PALAvRAs-ChAvE Informações de como é transformada a torta de soja (resíduo do esmagamento) em farelo de soja. (L) Merril). O farelo de soja. que é destinado para consumo humano. deve sempre ser analisado para avaliarmos as suas características nutricionais  AgriculturA e PecuáriA FARELO DE sOjA . não é suficiente para garantirmos que realmente todos os nutrientes estarão disponíveis para os animais nas quantidades desejadas. por processo mecânico e/ou químico. afim de garantirmos que os ingredientes realmente possuam nutrientes com a qualidade e quantidade. A nutrição animal adequada visa atender a todos os requerimentos nutricionais dos animais para que estes expressem todo o seu potencial produtivo. um controle de qualidade das matérias-primas que constituem as rações. para comercialização. que estão sendo atribuídas à cada ingrediente.

como: inibidores de tripisina. a soja é uma planta leguminosa. influenciando diretamente em seu valor nutricional. tem o objetivo de evitar que farelos de soja de baixa qualidade sejam utilizados nas rações. Portanto.  . evitando-se com isso perdas no desempenho animal e em resultados econômicos na produção. Portanto com a inativação da enzima urease teoricamente os fatores antinutricionais estariam destruídos. Proteína Bruta. destruídos pelo calor. Por se tratar de um subproduto obtido após a extração do óleo de soja. ambos são termolábeis. De uma maneira geral essa análise determina se o farelo de soja recebeu processamento térmico suficiente para inativar os fatores antinutricionais presentes no grão de soja. que têm o objetivo de monitorar o padrão nutricional do ingrediente. que possui alguns fatores antinutricionais para os monogástricos. Além disso. hemaglutininas.e também a qualidade de seu processamento. que devem ser destruídos pelo processamento térmico. e outros. Para monitorarmos a qualidade do processamento a qual submetemos o farelo de soja. passa por uma série de processamentos que podem afetar a sua qualidade nutricional. o monitoramento através de análises bromatológicas. Sua metodologia consiste em determinar a redução na atividade da enzima urease. que podem ser afetados pelo processamento térmico inadequado do grão de soja. indicam que o farelo passou por um adequado processamento térmico. o farelo de soja.0 até no máximo de 0. A composição nutricional do farelo de soja deve ser avaliada através de análises bromatológicas como: Umidade. Análise de Atividade Ureática Esta análise tem como objetivo determinar a destruição dos fatores antinutricionais presentes no grão de soja. existem algumas análises específicas. presente no grão de soja. como: Atividade Ureática e Proteína Solúvel que determinam a qualidade e disponibilidade dos nutrientes no farelo de soja. Cálcio e Fósforo. e que é destruída pelo calor. como resultado dessa análise podemos observar que atividade ureática com valor de pH variando de 0.. Existe uma correlação direta entre os fatores antinutricionais e a urease. antes que o ingrediente seja incluído em rações de aves e suínos. Fibra Bruta. A análise de atividade ureática é um bom indicativo de processamento térmico adequado ou inadequado do farelo de soja ( Tabela: ). objetivando a destruição dos fatores antinutricionais.

mesmo com a análise de atividade ureática ao redor de zero. . Proteína solúvel abaixo de 0%.0 0. com um mínimo de desnaturação.0 0.0. em alguns casos. com o objetivo de destruirmos os fatores antinutricionais presentes. afetando diretamente a disponibilidade da proteína e dos aminoácidos presentes no farelo. Para a classificação do farelo de soja em relação a quantidade de proteína solúvel ( tabela- ) encontrada em análises. algumas limitações para os resultados encontrados na análise. tendo mantido quase inalterada a qualidade de sua proteína. A estatística mostra que em algumas análises de atividade ureática com valor próximo de zero. indicaria a ocorrência de uma desnaturação significativa na proteína da soja. verificamos uma queda na solubilidade da proteína e consequentemente uma queda na disponibilidade da proteína e dos aminoácidos para os animais. A proteína solúvel é aquela disponível para a absorção pelo animal. ou seja. O grão de soja pode apresentar até 00% de sua Proteína Bruta. quanto maior a quantidade de proteína solúvel.0 . solúvel em KOH. >0. ainda assim poderemos encontrar inibidores de tripisina no farelo. observamos que a medida que submetemos o grão de soja ao processamento térmico. podemos considerar que o farelo que apresentar proteína solúvel acima de 0% passou por um adequado processamento térmico.Tabela 1: Padrão de Atividade Ureática do Farelo de soja Classificação Excelente Boa Regular Deficiente Atividade Ureática 0. Sendo assim.0 . Trabalhos na literatura indicam que. Existe também um correlação direta da qualidade no processamento do farelo de soja com a quantidade de proteína solúvel presente neste farelo. melhor a disponibilidade da proteína e dos aminoácidos para o animal. Contudo. .0.30 solubilidade da Proteína em hidróxido de Potássio ( KOh ) Esta análise consiste em uma segunda metodologia para se avaliar a qualidade do farelo de soja processado.  AgriculturA e PecuáriA Existem no entanto.0. foi determinado ainda a presença de  a % dos fatores antinutricionais no farelo de soja.

Como conclusão podemos verificar que tanto a Atividade Ureática como a análise de Proteína Solúvel nos indicam sobre a qualidade de processamento recebido pelo farelo de soja. oriundos de diversos fornecedores nacionais. Os resultados são apresentados nos gráficos a seguir: Gráfico 1: Distribuição dos Resultados de Proteína solúvel (%) Fonte: Poli-Nutri Alimentos Ltda  .Tabela 2: Padrão de solubilidade da Proteína em KOh no Farelo de soja Classificação Excelente Boa Razoável Deficiente Solubilidade em KOH > % > 0% > % < % Resultados destas análises mostram que amostras de diferentes farelos de soja com solubilidade da proteína acima de 0%. ou seja. E com isso nos permite trabalhar com maior garantia de estarmos fornecendo nutrientes em qualidade e quantidade bem próximas àquelas as quais estamos formulando. de farelo de soja. dentro do padrão mínimo para o ingrediente. e portanto sobre a qualidade nutricional deste ingrediente. enviadas a nosso laboratório foram submetidas a análises de Atividade Ureática e Proteína Solúvel. apresentaram respostas diferentes no desempenho dos animais. Aproximadamente 00 amostras. Avaliação da Qualidade de Farelo de soja Realizamos um estudo com o objetivo de avaliar a qualidade do processamento de farelo de soja.

% das amostras analisadas apresentam Proteína Solúvel acima de 0% de solubilidade. que dificulta a digestão do animal. 9 AgriculturA e PecuáriA Conforme gráfico anterior podemos verificar que aproximadamente 9. . qualidade. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Segundo a pesquisadora Vera Denassi.% das amostras apresentam pH para urease entre 0. contribui para a obtenção de um ingrediente de alto valor nutricional e de extrema importância para a manutenção dos resultados de desempenho e viabilidade econômica das atividades ligadas a produção animal. na grande maioria dos fornecedores. evidenciando que a qualidade empregada no processamento do farelo de soja.% das amostras estão fora do padrão esperado para o ingrediente.% estão abaixo das especificações de qualidade desejada para o farelo de soja. da EMBRAPA Soja.0 e 0. o que evidencia que apenas . para inibir a enzima tripsina. Recomenda-se a leitura do artigo Norma de identidade. o farelo de soja a ser utilizado como ração deverá sobre um tratamento térmico. evidenciando que a grande maioria das amostras encontram-se dentro do padrão esperado para o ingrediente. Como conclusão do estudo podemos verificar que a maior parte das amostras analisadas apresentaram resultados de Atividade Ureática e Proteína Solúvel dentro do padrão mínimo esperado para o ingrediente..Gráfico 2: Distribuição dos Resultados de Atividade Ureática Fonte: Poli-Nutri Alimentos Ltda Os resultados das análises de Atividade Ureática das amostras mostram que aproximadamente 9. O telefone para contactar a pesquisadora é () -. e apenas .

htm >. 00. Acesso em: 0 ago. 00 Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 ago. FONTEs CONsULTADAs Poli-Nutri Alimentos Ltda.cidasc. Disponível em: <http://www. amostragem.br/ conteudo_artigos_anteriores_janeiro.sc.gov. disponível em: http://www.com. Acesso em: 0 ago.cidasc. Disponível em: <http://www. apresentação.htm. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 . Esta norma tem por objetivo definir as características de identidade.sc.embalagem. Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina. marcação e apresentação do farelo de soja.br/html/institucional/empresa.polinutri. armazenamento e transporte do farelo de soja que se destina a comercialização interna.br/html/institucional/empresa..gov.htm>. qualidade.

batizada de “rochagem”. foi o tema da tese de doutorado da pesquisadora Suzi Huff Theodoro. rochagem PALAvRAs-ChAvE Pretende realizar a adubação de sua horta/pomar através da utilização de pó de rochas. A rochagem pode ser feita a partir do uso dos rejeitos gerados pelas pedreiras e pelas empresas de mineração das proximidades. A pesquisadora realizou experimentos com a técnica em um assentamento formado por pequenos agricultores familiares. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A melhora na fertilidade e a recuperação de solos degradados através da utilização de uma mistura adequada de rocha moídas é uma técnica que vem sendo desenvolvido e aplicado com bastante êxito no Brasil. Acrescenta ainda que qualquer tipo de solo pode beneficiar-se da técnica. porque apresenta um custo menor em relação aos fertilizantes químicos convencionais e porque permite a fertilização do solo sem promover a sua degradação. promovendo a sua fertilização. Esta técnica. a água proveniente da chuva ou dos mecanismos de irrigação vai desprendendo os nutrientes presentes nas rochas e deixando-os disponíveis na terra. obtendo resultados surpreendentes. A pesquisadora argumenta que o uso da técnica apresenta benefícios econômicos e ambientais. O mecanismo básico do funcionamento da fertilização por “rochagem” é o seguinte: ao longo do tempo. obten-  AgriculturA e PecuáriA FERTILIzAÇÃO DO sOLO . fertilização. São utilizadas principalmente rochas vulcânicas. pó de rochas. ricas em macro e micro nutrientes indispensáveis ao desenvolvimento das plantas. defendida no ano 000 no Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília –CDS/UnB. e quer saber como pode obter o produto e quais as empresas que o comercializam. desde que exista a disponibilidade de rochas com características apropriadas para a fertilização.Adubação.

Isso a torna ao mesmo tempo ecológica e barata. obter o pó de rocha desta maneira envolve a escolha de quais são os tipos de rochas disponíveis mais adequados para o tipo de solo. Estas atividades envolvem alguns testes laboratoriais e um conhecimento aprofundado nas áreas de geologia e/ou agronomia. portanto. Produto: Itafértil Tratar com Wilma Telefone: () -09 Grupo Mibasa Produto: Melhorador de solos MB- Site do produto: http://www. Entretanto.htm Contato via e-mail através do site: http://www. Atualmente já existem empresas no ramo de mineração que perceberam que poderiam utilizar seus resíduos de forma lucrativa.br/camp_continua. são atividades que devem ser realizadas por cientistas ou profissionais especializados nestas áreas de conhecimento.com. Muitos deles são certificados pelo Instituo Biodinâmico como produtos aprovados para a agricultura orgânica. e passaram a comercializarem fertilizantes elaborados a partir de pó de rochas.mibasa. Estes produtos são especialmente desenvolvidos para a finalidade de fertilização e correção de solo.mibasa. Este é o grande trunfo da técnica: ela pode ser aplicada a partir de materiais que antes eram descartados como resíduos. Segue abaixo o contato de duas empresas que comercializam este produto: Mineração São Judas Ltda. e principalmente a identificação de quais são os materiais que não estão contaminados por elementos tóxicos.  . contendo todos os micro e macro nutrientes necessários e sendo livres de substâncias tóxicas. a determinação da composição da mistura e da dosagem de aplicação. suas aplicações e seus custos.com.br/display.do-se um produto a um custo praticamente nulo. php CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se entrar em contato com as empresas indicadas para trocar informações mais detalhadas a respeito dos produtos.

br/portal/pages/publico/expandir.br/html/materia/materia_daih. .fbb.com.fbb?codConteudoLog= 1789>. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Caso queira utilizar um produto elaborado a partir de resíduos de rochas disponíveis localmente. Disponível em: http://www. Acesso em: 9 de set. V. Disponível em: <http://www.html>. Acesso em: 9 de set.00.FONTEs CONsULTADAs TERRA fértil em prol dos excluídos. de A. Carlos A.00. Acesso em: 9 de set. é imprescindível contar com a orientação de um especialista nas áreas de geologia e/ou agronomia. PÓ de rocha vira terra fértil em prol dos excluídos.htm>.00. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 9 de set. FERTILIZAÇÃO da terra pela terra: uma alternativa de sustentabilidade para o pequeno produtor rural.unb.org. O uso indiscriminado de rochas inadequadas ou contaminadas pode causar sérios danos ao solo e ao meio ambiente.universia.br/ acs/bcopauta/agricultura1. Disponível em: <http://www.

Nesse sentido a produção de embalagens que promovam uma maior conservação das frutas deve ser feita. são necessários estudos específicos relativos a cada espécie de fruta para que as pretendidas embalagens possam ser feitas. Portanto. promovam uma maior conservação das frutas. sob coordenação do professor Ricardo. embalagens que promovam a conservação de frutas devem fazer com que se reduza à concentração de oxigênio e aumente a de gás carbônico na região atmosférica próximo a dada fruta. que levando em consideração as características dos respectivos gases. Nesse sentido. a partir de controle da liberação desses gases. gases exalados por frutas Informações gerais sobre os gases liberados pelas frutas durante o processo de amadurecimento. O professor Doutor Ricardo Alfredo Kluge ressalta que cada fruta tem características gasosas especificas e. assim. para que se possam desenvolver embalagens. segundo Cloves Ribeiro Neto. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o professor Ricardo Alfredo Kluge.FIsIOLOGIA DAs FRUTAs. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo. Também. INsTITUIÇõEs: Contatar as instituições:  . Instituto Brasileiro de Frutas. aconselha-se entrar em contato com o Laboratório de Fisiologia e Bioquímica Pós-colheita da ESALQ/USP. fruticultura. aconselha que para cada fruta deve se ter uma embalagem diferente. principalmente. FRUTICULTURA PALAvRAs-ChAvE Frutas. os principais gases liberados por frutas durante o amadurecimento são o etileno e o gás carbônico. técnico da IBRAF. embalagens para frutas. conservação de frutas.

sentido de obter mais informações. Giombo.sp. Influência da embalagem de polietileno na remoção da adstringência e na qualidade de caquis (Diospyrus kaki L. Informação disponível em: <http://dedalus. Utilização de atmosfera modificada na conservação pós-colheita da goiaba ‘Kumagai’. 00.) Cultivar Taubaté.Instituto Brasileiro de Frutas Site: http://www. 00. Acesso em:  de jul. 00. armazenados sob refrigeração. Informação disponível em: <http://dedalus. Acesso em:  de jul. 00.). Utilização de embalagem de polietileno na conservação de caquis ‘Giombo’ durante o armazenamento refrigerado. Acesso em:  de jul.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/1046814? >.br/ CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se.gov. Informação disponível em: <http://dedalus. Embalagens para conservação refrigerada de goiabas.usp.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/0583690?>. cv. Acesso em:  de jul. br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1127653?>.ital. Informação disponível em: <http://dedalus.usp.ITAL . a leitura dos textos abaixo Efeito da embalagem e do armazenamento no amadurecimento do caqui (diospyros kaki l.usp.usp. Acesso em:  de jul.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/1199280?>. Acesso em:  de jul.Instituto de Tecnologia em Alimentos Site: http://www.ibraf.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/1313510?>.br/ .  AgriculturA e PecuáriA IBRAF . Informação disponível em: <http://dedalus.org. Informação disponível em: <http://dedalus.usp. 00. 00. Conservação de goiabas ‘Kumagai’ em diferentes temperaturas e materiais de embalagem.usp.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/1196395?>.

Tel/Fax: () -.br/ Laboratório de fisiologia e Bioquímica Pós-colheita da ESALQ/USP. Cloves Ribeiro Neto. Disponível em: <http://dedalus.br/portugues/uspfacil/buscausp/frame.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1387883?> Acesso em:  de jul. Disponível em: <http://www. orientação de Luiz Carlos de Oliveira Lima. Instituto Brasileiro de Frutas. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .php?num=20& q=Ricardo+Plungi&submit.x=16&submit. Disponível em: http://www2. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo. Acesso em:  de jul.Qualidade pós-colheita de goiabas ‘Pedro Sato’ armazenadas sob refrigeração e atmosfera modificada por biofilme de fécula de mandioca / Mariana Teixeira Rodrigues Vila. REFERêNCIAs Professor Doutor Ricardo Alfredo Kluge da ESALQ/USP. Central de Serviços de Exportação. Capítulo : Cadeia de Comercialização e suas Exigência.busca.gov.ibraf.usp. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo.y=11 Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jul. IBRAF.usp. sob coordenação do professor Ricardo.PDF>.org.br http://www. 00. 00.org.br/pls/portal/docs/PAGE/MAPA/ MENU_LATERAL/AGRICULTURA_PECUARIA/ESTUDOS_PUBLICACOES/ESTUDO_ MERCADO_FRUTAS/CAPITULO_6.agricultura. E-mail: centraldeserviços@ibraf.

Foi na União Soviética que o melhoramento o enfoque era dado à seleção de plantas com sementes e capítulos grandes. onde era utilizado como uma planta ornamental e como uma hortaliça.Beneficiamento gergelim. que foi utilizada como alimento pelos índios americanos em mistura com outros vegetais. com o crescimento do consumo de óleo comestível. Cultivo Do Gergelim Origem e histórico: É uma das espécies vegetais mais antigas cultivadas pelo homem. o girassol também é classificado como a quarta opção. E quais são os fornecedores de máquinas de descascar girassol. como os Estados Unidos. a produção mundial de girassol tem evoluído. bem como máquinas beneficiadoras do gergelim. O  AgriculturA e PecuáriA FORNECEDOREs DE MÁQUINAs PARA DEsCAsCAR GIRAssOL . PALAvRAs-ChAvE Saber como melhorar o plantio de girassol. concentrados e isolados protéicos. Foi na União Soviética que o melhoramento de girassol. maquinas e equipamentos para o beneficiamento do girassol e do gergelim. para a ração animal e uso humano. França. teve o início. sendo liderada pela União Soviética. Várias pesquisas sobre a utilização e o processamento da proteína de girassol vêm sendo desenvolvidas e países. seguido da soja. o girassol foi levado para a Europa e Ásia. Argentina e China. Estados Unidos. para produzir genótipos com altos teores de óleo. Como fonte protéica. Nos primeiros trabalhos de melhoramento o enfoque era dado à seleção de plantas com sementes e capítulos grandes. Atualmente. beneficiamento de girassol. Itália e Canadá já possuem indústrias produzindo farinhas. o girassol ocupa o quarto lugar como forte de óleo comestível. Desde então. palma e canola. No século XVI. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O girassol é uma planta originária das Américas.

L. Cultivares que apresentem cor da semente branca ou creme possuem maior valor comercial (sementes escuras têm demanda restrita ao uso caseiro e medicinal). Planta cresce como pequeno arbusto alcançando altura de . ao nível das fazendas.chamadas de terreiros. aí foi plantado. segundo Caminhoá o gergelim provem da Ásia e da África e. Chegou ao Brasil (Nordeste) trazido pelos portugueses no século XVI. As flores podem ter cor rósea. Índia. Os principais centros de origem e difusão são a Etiópia (centro básico) e Ásia (Afeganistão. CNPAG e CNPAG. O gergelim é conhecido pelo nome científico de Sesamum indicum.tipo de ramificação e resistência às pragas.local de sua origem é incerto podendo situar-se entre Ásia e a África.de separação de glebas . Pedaliaceae.grãos . zirgelim. Segundo as características edafoclimáticas do Nordeste a EMBRAPA tem recomendado as cultivares . Irã e China). Dicotyledonae.notadamente os indianosconsideravam as sementes do gergelim quase sagradas. CNPAG para plantios. o gergelim é originário apenas da Ásia. vulgarmente também é conhecido por sésamo. à saber:  . para outros autores. os impérios entre os rios Tigre e Eufrates (Ásia Menor) cultivavam comercialmente o gergelim.do caule. De Candolle afirma ser o gergelim originário da ilha de Sonda (África). girgilim e jorgelim. O produto obtido . os orientais . arredondadas ou dentadas.m. tem hábito de crescimento ramificado ou não. as mais baixas crescem mais largas. branca ou violeta e o fruto é uma baga alongada com pelugem contendo sementes pequenas com cor variando do branco ao preto. já se aproveitava o gergelim para obtenção do óleo. as folhas da parte alta tem forma de ponta de lança. coloração. como “cultura de fundo de quintal” ou em pequenas áreas . tempo dos faraós. No Egito. A planta do gergelim é cultivada desde a antigüidade. ciclo. As cultivares (variedades) podem ser diferenciadas por vários atributos da planta como altura. e havia raros excedentes para comercialização. das folhas e das sementes . tradicionalmente.era consumido.

podem ser usados para trabalhar-se nessa faixa de mercado. possui resistência à mancha angular e susceptibilidade à cercosporiose e murcha de macrophomina. Exige áreas com altitude média de 0m. vem sendo cultivado em quase todos os países de clima quente e em zonas temperadas (mais amenas.CNPAG3: porte mediano (altura até 0cm). hábito de crescimento ramificado. espaçamento de 0. CLIMA: O gergelim é considerado planta tropical e subtropical. com ciclo de 90 dias. teor de óleo de -0%.m. mancha angular e cercosporiose. solos profundos (acima de 0cm). É recomendada para plantio de sequeiro ou irrigado em todo o Nordeste. CNPAG4: (BRS9): plantas com haste cor verde.000 sementes de .-0. Tolera murcha de macrophomina. sementes cor creme. entre as latitudes de  º N e  º S mas pode ser encontrado medrando na China. . OBS: em regiões do Nordeste onde há maior risco de seca ou com período chuvoso curto recomenda-se cultivares de ciclo curto a médio. Indicada para regiões nordestinas onde a mancha angular tornou-se problema. porte de  cm (porte mediano). um fruto por axila foliar.  frutos/axila.com ciclo de 0 dias ou o Gouri.nativos do Nordeste . precipitações entre 00 e 00mm anuais. ciclo médio (00 dias). ciclo médio (00 dias). Cultivares de grãos pretos . Gasta-se  kg de sementes para plantar  hectare. gramas. sementes coloração creme. 9 AgriculturA e PecuáriA CNPAG2: obtida no CPATSA/Embrapa. peso médio de . na Rússia e nos EUA. crescimento ramificado.-0. até ºC). precoce (90 dias). tem porte mediano. O gergelim distribuiu-se. temperatura de -ºC. floração/maturação uniformes. tolerância à mancha angular e susceptibilidade à cercosporiose e à murcha de macrophomina. em condições de irrigação ou como segunda cultura ou lavoura de seca (Agreste) também deve-se dar preferência a cultivares mais rápidos. pH em torno de . X 0. Adapta-se ao Nordeste e cerrados de Goiás. ausência de pelos nas folhas e hastes. no mundo.

Em regiões semi-áridas do Nordeste (Seridó. no primeiro mês de vida -.m.A altitude da zona de plantio não deve ultrapassar a . bem drenados e de boa fertilidade natural (macro e micronutrientes) e nunca solos salinos.feito por médios e grandes produtores é inadequado para as condições tropicais. comercialmente. brilho solar por  a  horas/dia (0 horas de preferência). PREPARO DO sOLO . Cariri.com textura franca. por sementes.não tolerando. sOLOs: O gergelim prefere solos profundos .pH próximo a  . por serem pequenas elas devem ser lançadas em solo bem preparado objetivando-se facilitar a emergência das plantinhas.Pelo pequeno produtor é feito via uso do cultivo (operação contra indicada).0m. Weis 9 (citado pela Embrapa). ou acima de . a temperatura média do ar deve estar entre ºC e ºC (notadamente para germinação. a planta.uma a duas arações e uma a duas gradagens . para manter crescimento/desenvolvimento da planta e para manter altos os teores de sesamina e sesamolina).0. (para a maioria das cultivares). a acima . O gergelim é considerada planta resistente à seca./ano bem distribuídas . A planta requer . promover seu estabelecimento rápido e evitar a competição de ervas. Para o preparo indica-se: PREPARO COM sOLO sECO: Inicialmente fazer trituração e pré-incorporação de restos culturais e plantas daninhas tardias através de 0 . PLANTIO: O gergelim deve ser propagado. Sertão) os solos são razoáveis para o cultivo da planta que é considerada esgotante do solo sendo sensível ao encharcamento e a saturação hídrica do solo.00 unidades de calor (graus térmicos) por - meses. chuvas leves de 00 a 0mm. Os solos devem apresentar reação neutra . idealizou a distribuição das chuvas para o gergelim da seguinte forma: % do total de chuvas da germinação ao aparecimento do primeiro botão floral. A planta pode crescer/desenvolver-se em tipos diversos de solos sem atingir a plenitude observada nos solos preferenciais. é extremamente sensível à salinidade e alcalinidade (por sódio trocável).baixas altitudes (próximas ao zero) e boa luminosidade são interessantes para o gergelim. o preparo “convencional” . % durante o período da floração e 0% no início da maturação. aqueles com pH abaixo de .0 a 0mm.

PREPARO COM sOLO úMIDO: Tritura-se e incorpora-se restos culturais e plantas daninhas com uso de grade leve ou niveladora.  a  dias após incorporação realiza-se uma aração com arado de aiveca. (00 mil plantas/ hectare). Deve-se plantar em período tal que o amadurecimento/colheita das plantas ocorra em período seco (sem incidência de chuvas sobre as capsulas abertas). segundo o espaçamento adotado gasta-se  a  quilos de sementes para semear um hectare. x 0cm x 0cm.tem-se obtido. com um furo no fundo e acoplada (amarrada) a uma haste de madeira própria para o plantio em covas. consta de uma lata de óleo de soja de um litro. ADUBAÇÃO: O gergelim é considerado planta esgotante de solos. para cultivares de ciclo longo fazer plantio. Evitar uso de grade aradora ou muito pesada. . Para cultivares de ciclo médio a curto e de habito de crescimento ramificado . por áreas uniformes do terreno a plantar e enviá-las a laboratório para análise. entre fileiras .e 0-0cm.policaule .com uma planta a cada 0cm. entre fileiras . na fileira .% não se recomenda o uso de fertilizantes nitrogenados.são de 00cm. na profundidade de 0-0cm. Ela abre a cova (ponta da madeira) e semeia (-0 sementes) simultaneamente.  AgriculturA e PecuáriA grade aradora..para cultivares que não se ramificam e de ciclo curto.com uma planta a cada 0cm. Caso análise indique fósforo disponível acima de 0 ppm dispensar o uso de adubação fosfatada. para fins de adubação. sEMEADURA: A semeadura pode ser realizada em sulcos contínuos. rendimentos satisfatórios com configurações envolvendo fileiras duplas . Não utilizar sulcos com profundidade acima de cm. Há semeadora manual bastante simples e de fácil construção. se o teor de matéria orgânica for superior a . na fileira para cultivares que se ramificam . recomenda-se retirar amostras de solo.onde o fator limitante é água .0cm. preliminamente. à mão ou mediante o emprego de semeadoras adaptadas. de profundidade plantando-se no seco ou no início do período chuvoso. de uma maneira geral. éPOCAs DE PLANTIO: Para cultivares de ciclo longo (-meses) recomenda-se o plantio no início das chuvas. Os espaçamentos recomendados para o Nordeste brasileiro . em seguida realiza-se uma aração de 0-0cm.

Os cultivos mecânicos devem ser superficiais e realizados logo no início (plantas jovens são vulneráveis à ação do cultivador). em sua maioria.deixa-se - plantas por unidade de espaçamento dentro da fileira. Lepidoptera. este deve ser feito em duas etapas e com solo úmido: Primeira: Plantas com  folhas . No caso de herbicidas os produtos comerciais deverão ser.sem restauração da fertilidade via adubação orgânica e/ou inorgânica -. deixa-se uma a duas plantas por unidade de espaçamento dentro da fileira. (areia.com milho e algodão herbáceo . Segundo: Plantas com -cm. Os equipamentos devem operar superficialmente no máximo a cm. os rendimentos obtidos deverão ser baixos. foram os herbicidas mais eficientes. barro. para uso desses químicos deve-se levar em conta a textura do solo. TRATOs CULTURAIs: Desbaste: para atender a recomendações referentes aos espaçamentos e densidades de plantio é necessário proceder-se ao raleamento ou desbaste no campo. É a principal praga de cultura. aplicados em pré-emergência (PRE) em solo úmido. Testes com produtos químicos demonstraram que. de altura . kg/ha) .em desbaste definitivo. usam-se métodos mecânicos .ou métodos químicos . Caso a população de ervas for mista .enxada ou cultivador . o Alachlor (- kg/ha) e o Diuron (. Salienta-se que é preferível colocar gergelim em sistema de rotação cultural . Além disso. exige controle sistemático em lavouras extensas ou em áreas tradicionais de cultivo notadamente em anos de pouca chuva.  . ambos em PRE da cultura e ervas. em condições de sequeiro ou de irrigação.em solos adubados no ano anterior.Cultivando gergelim em solos desgastados . de profundidade. o preparo do solo já auxilia no controle de ervas quando é feito com trituração/incorporação e aração com terreno úmido.folhas largas + folhas estreitas usar mistura de herbicidas (graminicida + latifolicida).herbicidas. PRAGAs DO GERGELIM: Lagarta enroladeira: Antigastra catalaunalis. argila) e o teor de matéria orgânica. CONTROLE DE ERvAs DANINhAs: gergelim é planta de crescimento inicial lento.

CIGARRINhA vERDE: Empoasca sp. em áreas recém-desmatadas deve-se efetuar o controle com produtos formicidas. vive em colônias sugando a seiva da face interior de folhas. O inseto adulto mede -mm. Homoptera..COLEOPTERA: são problemas nos 0 dias iniciais de desenvolvimento da lavoura quando provocam orifícios ovalados nas folhas.. PULGÃO: Aphis sp. . Controle: vide praga anterior. Homoptera: praga de importância principalmente em culturas conduzidas sob irrigação e/ou consorciadas com o algodoeiro. vAQUINhAs AMARELAs (BEsOURINhOs).com duas aplicações em pulverização com agroquímicos à base de carbaryl (Carvim. O adulto é um inseto pequeno. possue asas. Em ataques severos as lagartas abrem galerias no ápice da planta e nas cápsulas (frutos) reduzindo drasticamente a produção de grãos. Inseto transmissor de viroses e da filoidia para o gergelim notadamente quando existem feijoeiros e malváceas (guanxumas e vassaourinhas) contaminados nas cercanias. O controle pode ser feito através de aplicação de agroquímicos à base de Tiometom ou Pirimicarb.fases anteriores .sAúvAs: Atacam a fase inicial do desenvolvimento do gergelim. sem asas e deslocam-se lateralmente com movimentos rápidos.mariposa .  AgriculturA e PecuáriA O adulto fêmea é um inseto . deltametrina. O controle deve ser feito antes da frutificação . Todos sugam a seiva das folhas e estas e plantas atacadas apresentam-se verde-amareladas. São saltadores magníficos. Plantas atacadas apresentam folhas brilhosas com o aspecto “melado” característico (deposição de fezes na face inferior). as formas jovens são verde-claras. reproduz-se sem concurso do macho em locais quentes. Sevin) ou deltametrina (Decis). dois a cinco dias após surgem larvas . tem cor verde. de corpo mole.branco-amareladas (mais tarde passam a verdeamareladas) que dobram o limbo da folha no sentido longitudinal e se alimentam da face dorsal.lagartinhas . bordas das folhas enroladas para baixo e ramos com cor verde-pálida. brotos e ramos tenros. de comprimento.amarelo-castanho que efetua postura na face inferior da folha. Podem ser controlados com malatiom. carbaryl.

. O agente é propagado de local a local por sementes infectadas.MANChA ANGULAR: agente causador de doença. no caule e ramos aparecem lesões de coloração marrom-claro que podem circundá-lo ou estender-se longitudinalmente até próximo ao ápice da planta.uso de sementes sadias. O controle é feito pelo uso de sementes livres do agente. mais claras na face inferior da folha. 00% das plantas. cor parda ou parda-escura. secam e morrem. O controle é feito por: -uso de cultivares resistentes à doença. Hansford: das principais moléstias. O fungo ataca. Embora existam nas duas faces as estruturas do agente estão mais presentes na face superior. Por transformação dos órgãos florais em folhas há esterilidade da planta.  . livres do agente. com esses sintomas murcham. de altura. FILOIDIA: caracteriza-se pelo encurtamento dos internós e pela proliferação abundante de folhas e ramos na parte apical da planta afetada. por rotação de culturas e por uso de variedade resistente (a Aceitera). . com mais intensidade as folhas baixas (mais velhas) que caem desfolhando a metade inferior da planta.pulverização com fungicida à base de sulfato de cobre quando as plantas atingirem -0cm.fungo Fusarium oxysporum: aparece em quase todas as regiões onde se cultiva o gergelim. Doença ocorre desde estágio de plântula até a maturação. Plantas atacadas podem secar e morrer posteriormente. A moléstia é transmitida por enxertia e por insetos pasídeos. A doença pode ser transmitida pela cigarrinha verde.fungo Cylindrosporium sesami. por vezes. MURChA DE FUsARIO: agente causador da doença . causa sérios prejuízos à planta. vIROsE: plantas afetadas podem ficar atrofiadas mostrando áreas cloróticas ou de cor amarela intercaladas com áreas verdes na superfície foliar. PODRIDÃO NEGRA DO CAULE: agente causador fungo Macrophomina phaseolina (Tassi) Gold: ocorre com severidade causando grandes prejuízos à planta. atinge. que exibe um aspecto de envassouramento. afetando folhas. O controle passa por cultivares resistentes. através corte transversal do caule pode-se observar o enegrecimento dos tecidos do sistema vascular das plantas que. obtidas de plantas sadias e tratamento de sementes com fungicidas à base de carbendazim ou tiofanato metílico. Produz lesões angulares quadráticas ou retangulares e irregulares.

que se abrem naturalmente na maturação (e deixam cair as sementes que se perdem) na maioria das cultivares . milho-gergelim-milho. A colheita pode ser feita manual ou mecanicamente. . Cannechio Filho 9(citado pela Embrapa) salienta que as melhores culturas para a rotação com o gergelim são milho e algodão herbáceo. Os seguintes esquemas são preconizados por Silva(citado pela Embrapa) a saber: feijão-gergelim. na manual as plantas são cortadas na base e amarradas em feixes pequenos de 0cm.000kg/ha (lavouras de sequeiro). Por apresentar frutos deiscentes . • Observar o momento do inicio da abertura dos frutos da base da haste .duzentos (00) gramas . Recolhe-se os grãos.e 00-. A exposição das cápsulas abertas às chuvas (umidade) provoca o escurecimento dos grãos e sua depreciação comercial do produto.nas cultivares deiscentes que indica o momento exato do inicio da colheita. hastes e frutos. protegidas das chuvas. fiquem empilhadas com os ápices (parte de cima). Rendimentos: Sessenta (0) a cento cinqüenta (0) gramas de sementes ou mais .COLhEITA/ RENDIMENTO . As cultivares neste artigo relacionadas podem render .000kg/ha de grãos . feixes virados de cabeça para baixo.de grãos por metro quadrado traduzem em bom rendimento da lavoura. faz-se abanação (retirada de folhas e pedaços de galhos). Por ocasião da colheita as cápsulas devem estar maduras sem estarem abertas. Hastes e frutos já secos devem ser levados a um terreiro cimentado ou o piso com lona.a colheita do gergelim requer cuidados. para se evitar isso deve-se sincronizar a época de plantio e o ciclo da cultivar para colher-se na época de estiagem.lavouras irrigadas . Para se realizar uma colheita bem feita deve-se: • Saber a duração do ciclo da cultivar (variedade). mamona-amendoim-gergelim. de diâmetro para que as plantas. • Determinar a época do corte em função da ocorrência do amarelecimento das folhas. Cultivar CNPAG   AgriculturA e PecuáriA ROTAÇÃO DE CULTURAs: a rotação de culturas promove benefícios na produtividade e redução de pragas no gergelim e lavouras que entrarem no sistema de rotação. coloca-se o lote para secagem ao sol.COLhEITA: segundo as condições ambientais e a cultivar o gergelim completa o seu ciclo entre  e  meses. o operário deve bater com um pedaço de madeira para liberar os grãos de gergelim para o piso protegido.

mecmaq. Santa Cruz do Rio Pardo SP Cep: 900-000 Telefone: ()- Fax : ()- Site: http://www. 0. Piracicaba SP Cep: -0 Telefone: (9)-9 Fax : (9)-09 Site http://www.e Com.br Descascadores Indústria De Máquinas D Andréa S/A. Fornecedores de Equipamentos e máquinas: Beneficiador de sementes Indústria e Comércio Mecmaq Ltda.br Jr-Industria E Comercio De Maquinas Agrícolas Ltda Avenida do Manganês 0 Assis SP Cep : 9-00 Telefone: ()- Fax: ()- Site: http://www.msuzuki.br Pinhalense S/A.br Máquinas Suzuki S/A.maquinasdandrea.com.com.Máquinas Agrícolas Rua Honório Soares 0  .com.com.entringer. Avenida Conde Francisco Matarazzo 0 Catanduva SP Cep: 0- Telefone: ()-0 Fax : ()-0 Site: http://www. Avenida Pompéia 9. Avenida Souza Queiroz  Limeira SP Cep: -9 Telefone: (9)- Fax: (9)- Site : http://www.000kg/ha (com adubação).com. Rua Jose Zacura  -C. Ltda.mgraciano.produz 00kg/ha (sem adubação) e . P.br Máquinas Agrícolas Graciano Ind.

verificando a relação de custo X beneficio.org. 00.673 acesso em:  de jul. Disponível em: http://sbrt. 00 REFERêNCIAs EMBRAPA ALGODÃO Gergelimcultura no Trópico Seminário Nordestino Circular Técnica n. Sobre o cultivo de girassol.com.Paraíba EBDA Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola Regional de Barreiras Situação do gergelim em Barreiras Agro. Jazon Silva Oliveira .br>. sugere-se consular a resposta técnica publicada pelo Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SBRT). Disponível em: <http://www.br/upload/sbrt.ibict.julho/000 .br .Campina Grande .º  julgo/99 .pinhalense.Barreiras/Bahia ABIMAQ Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jul. Acesso em:  de jul.Pesquisador .abimaq.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se fazer pesquisa junto aos fornecedores indicados para verificar qual deles atende as suas necessidades. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Espírito Santo do Pinhal SP Cep: 990-000 Telefone: (9)-900 Fax: (9)-90 Site: http://www.

qual a idade se dá a troca de penas dentro de um período de 00 dias. O ideal é utilizar nas criações de frango em sistema caipira a mesma ração destinada aos frangos de corte. se exercitando e por isso seu crescimento ser mais lento e sua carne diferenciada. para se evitar tais canhões pequenas. não havendo distinção de gênero. no caso de criação de frangos em sistema caipira. abate. Lembrando que. uma vez que. que seria o nascimento de outras penas. restrita ou deficiente influencia no desenvolvimento da cobertura de penas das aves. O que pode estar ocasionando tal problema dos canhões pequenos provavelmente é a alimentação destinada à criação. machos e fêmeas. Com relação ao empenamento dos frangos e a existência de canhões pequenos no momento do abate. o tempo ideal de abate é muito variável. ser de 0 dias ou.FRANGO PALAvRAs-ChAvE Frango.USP). podendo ser responsável por tal atraso no nascimento da cobertura de penas ou na troca destas. Por que isso ocorre? Quer saber qual a idade ideal para o abate. da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (ESALQ . Podendo. em casos mais precoces.  . troca de pena Possui criação de frangos no método caipira. Informações se existem alimentos que influenciam de forma negativa e positiva o aparecimento tais canhões. Uma alimentação desbalanceada. em casos mais tardios. mesmo em abatedouros de frangos de corte. o peso das aves deve estar entre Kg ou . ou seja.Kg. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o Professor Doutor Antonio Augusto Domingos Coelho do Departamento de Genética – Melhoramento de Aves. são abatidos na mesma época. das granjas. a diferença de sexo das aves não é relevante. no momento do abate tem percebido que as frangas praticamente não tem canhões pequenos. ambos. de até 00 dias. o que vai diferenciar o frango caipira do de granja não é alimentação e sim o fato de estarem soltos.

da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (ESALQ .br/~frafeliz> CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se.br Site:<http://www. usadas pelas granjas de corte. Antonio Augusto Domingos. Professor Doutor do Departamento de Genética – Melhoramento de Aves. DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA Quanto a ração existem diversas marcas disponíveis no mercado.INsTITUIÇõEs: Frango Feliz . No caso de se já utilizar este tipo de ração é aconselhável que se mude a marca ou o fornecedor.usp.  Cep: 00 90 – Piracicaba – SP Caixa Postal  Tel: (9) 9 Email: frangofeliz@esalq.uso.USP End: Av Pádua Dias. REFERêNCIAs COELHO.USP). se for o caso.Departamento de genética – ESALQ . 00. Annelise Gomes de Carvalho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jun. . a alteração da alimentação dos frangos para rações balanceadas.ciagri.

um grande crescimento na utilização da irrigação de pastagens foi observado. surgidos em fazendas antes dedicadas à exploração agrícola e que já possuíam irrigação via pivô central. sendo que muitos desses projetos pecuários fracassaram. pela redução dos riscos) quanto conservacionista. A divulgação em revistas técnicas de dados zootécnicos relativos a pastagens irrigadas motivou o desenvolvimento de projetos de pesquisa voltados a gerar dados que possibilitassem orientar tomadas de decisão nessa modalidade de exploração pecuária. Moacyr Corsi da ESALQ aponta alguns aspectos que estão associados a essas frustrações de resultados. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Os primeiros sistemas comerciais de exploração de pastagens irrigadas no Brasil datam do início da década de 90. decorrente agora não mais do remanejamento de áreas irrigadas de agricultura para pecuária. Dr. pastagens irrigadas. Ao final da década de 90. mas sim da utilização dessa tecnologia por pecuaristas com o intuito de aumentar a produtividade de suas propriedades. O trabalho do Projeto CAPIM financiando pela FAPESP como projeto temático e coordenado pelo Prof. benefícios tanto do ponto de vista econômico (principalmente. piquetes irrigados Implantar o modelo de pastagem irrigada e manuseio para gado leiteiro. rodízios de pastagens. através da recuperação do nível de matéria orgânica e controle de pragas e daninhas.GADO LEITEIRO PALAvRAs-ChAvE Gado leiteiro. Falhas quanto à melhoria da fertilidade do solo usualmente es- 0 . A introdução de pastagens em uma área sob rotação de culturas trazia vantagens. proporcionavam com a pecuária a sua integração com a agricultura. dentre as quais melhoria da fertilidade do solo. numerosos equipamentos de irrigação foram implantados objetivando a recria e engorda de bovinos no Brasil central. Embora a pesquisa científica ainda não tenha dados conclusivos a respeito da viabilidade econômica do sistema.

por descuido ou incompetência do projetista. a irrigação da mesma sem ao menos uma modesta intensificação das áreas de sequeiro traz resultado muito aquém do que seria obtido com a intensificação paralela da área não irrigada. um bom valor de compra dos animais é essencial para a viabilização econômica do sistema. nem dos erros de colocação dos sprays nos locais corretos ou errados que afetam a uniformidade da lâmina. mas do conceito de gigantismo dos Pivots que por “olho grande” de fazendeiros que. Irrigação Pivot Central É sem dúvida o melhor processo de irrigação para pastagens. a irrigação continuará sendo uma alternativa da exploração de pastagens. mas tem erros enormes no dimensionamento desses equipamentos. mas sim o seu uso que na maior parte das vezes é equivocado. A rentabilidade do gado.tão associadas a tais insucessos. é uma rentabilidade baixa que não suporta estes excessos  AgriculturA e PecuáriA .Apesar dos inúmeros fracassos produtivos e econômicos. A falta de critério técnico para definir a lâmina de água a ser aplicada prejudica a adubação e a economia do processo. Não erros típicos de hidráulica. De fato. ignorando também os circuitos comerciais que regra geral não são favoráveis ao criador de animais. O manejo subjetivo da irrigação tem sido apontado como responsável por frustrações em áreas irrigadas com pecuária. de maneira desinformada. chegando em certos casos a mais de  CV por hectare. Como a área irrigada normalmente corresponde à pequena porcentagem da área total (em torno de 0% da propriedade). Os incrementos de produtividade obtidos e a elevada rotatividade de animais na área irrigada levam a necessidade de um esquema refinado de reposição. A intensificação deve se dar de maneira gradativa e na propriedade como um todo. A noção de que a irrigação é a etapa final de intensificação foi por vezes negligenciada. No segundo caso. quer seja via aquisição externa. tomam decisões de implantar máquinas com 00 ou 0 hectares. não é a técnica que é inadequada. quer seja via remanejamento de animais de pastagens de sequeiro da propriedade. nas quais é praticamente impossível manter uma eficácia de lâmina de água sem a componente negativa de uma elevadíssima energia de consumo. Os casos de sucesso existem e continuarão existindo desde que sejam atendidas as premissas básicas acima expostas. A elevação da fertilidade do solo até níveis compatíveis com sistemas intensivos e a correta reposição dos nutrientes extraídos pela planta forrageira são as principais causas relacionadas respectivamente às frustrações quanto à produtividade e a perenidade das pastagens.

É possível elevar o nível de eficiência para 0% ou 0%”.000 litros de leite por hectare ao ano. porque as ofertas que chegam ao comprador de Pivots. Melhoria das pastagens “A média da produtividade animal no país é de  arrobas por hectare anuais e . respectivamente. financiado pela FAPESP. sendo largamente utilizado na alimentação de rebanhos leiteiros sob as formas de pastejo. dependendo do grau de intensificação do uso dessa pastagem”. que há  anos investiga formas de incrementar as pastagens brasileiras e que coordena o projeto temático Caracterização e Avaliação de Pastagens Irrigadas e seu Manejo (Capim) . É uma questão de pura honestidade comercial. Como as companhias de energia não querem saber do caso. “No Brasil. feno e silagem. a  arrobas e  mil litros de leite. da Esalq. o criador de animais entra no prejuízo na certa por falta de planejamento. mais caro por hectare. o que significa que de 0% a 0% da forragem produzida é perdida. ficam desfavorecidas se informarem que para ter um consumo energético menor na irrigação.de consumo energético. fácil adaptação aos diversos ecossistemas e boa aceitação pelos animais. terão de fracionar os seus Pivots o que significa um custo de implantação da irrigação. No Paraná. ao nível dos fornecedores de irrigação. revela Moacyr Corsi. potássio e micronutrientes. como nitrogênio. A solução para estes casos será a diminuição dos tamanhos dos Pivots para limites onde a perda de carga na tubagem não exija altos consumos energéticos sejam eles elétricos ou a diesel. prevê Corsi. É também a forrageira mais  . O mercado de Pivots. O capim elefante é considerado uma das mais importantes forrageiras tropicais devido ao seu elevado potencial de produção de biomassa. como é já habitual. A qualidade do pasto depende do aumento da produtividade da planta forrageira e de seu manejo. com o uso de calagem e a aplicação de fertilizantes. em Goiás e em São Paulo. temse alcançado produtividade ao redor de 0 arrobas por hectare ao ano em pastagens não irrigadas e acima de 0 arrobas em pastagens irrigadas”. O aumento da produção do pasto pode ser feito com a melhora das condições do solo. a média de eficiência no pastejo está ao redor de 0% a 0%. Esses números poderiam chegar. não tem interesse comercial em esclarecer. afirma Corsi.

. com 0 dias de descanso do pasto. Os produtores têm usado características individuais da planta para orientar a melhor forma de uso das cultivares. características produtivas e adaptação ambiental das cultivares disponíveis são referências importantes para orientar a escolha. . com plantas que apresentam diferentes tipos morfológicos. três e cinco dias. cujo fenômeno está relacionado com melhor distribuição da produção de forragem ao longo do ano. apresenta as vantagens de propiciar maior aproveitamento da forragem produzida e redução de perdas no campo. Poucas são as cultivares para uso específico sob pastejo. três e cinco dias de ocupação. pela utilização de forragem com diferentes idades e que apresentam valores nutritivos variáveis. Considerando o problema de estacionalidade.  AgriculturA e PecuáriA indicada para a formação de capineiras. pois. afetando. taiwan. quase sempre. kg/ha para um. Entre as preferidas para corte em propriedades leiteiras pode-se citar a variedades mineiro.Existem diversas cultivares de capim elefante sendo utilizadas para corte e fornecimento no cocho. Isso é causado. sugere-se o uso de cultivares de florescimento tardio. Foram avaliados os efeitos de períodos de ocupação da pastagem de um. Cultivares com predominância de perfilhos basais são as mais indicadas para uso em capineiras. sobre a produção de leite. O custo de formação. além de uma elevada produtividade. Constatou-se que embora ocorram variações diárias na produção de leite nos três períodos de ocupação num mesmo piquete. para corte e fornecimento de forragem verde picada no cocho. A rápida perda de qualidade decorrente do aumento da idade da planta é um fator observado no capim elefante e na maioria das forrageiras tropicais. As produções anuais de leite atingiram . conseqüentemente o consumo diário dos animais. As demais são de duplo propósito. . e . foram desenvolvidas pela Embrapa-Gado de Leite. respectivamente. Os resultados obtidos em termos de produção de leite são bastante variáveis. napier. constituindo exemplos a pioneiro e a mott. cameroon e cultivar roxo. isso não afeta a produção média por animal e por área. Várias pesquisas em que se utilizou capim elefante sob pastejo. mas tanto a produtividade como a qualidade da forragem estão mais relacionadas com o manejo do que com a cultivar utilizada.

Esse manejo visa obter a melhor relação entre a quantidade e a qualidade da forragem. a produção de leite é mais uniforme. A inclusão de outros ingredientes na dieta. quando o capim elefante estiver com . tendo como conseqüência uma maior oscilação na produção de leite. a capineira deve ser utilizada em talhões com diferentes alturas do capim. na época seca. Com 0 dias de descanso e com o fornecimento de concentrado. em conseqüência da perda de qualidade. na época chuvosa. como os concentrados. No entanto. Por outro lado. Para tanto. Meta é Relacionar Quantidade e Qualidade da Forragem As capineiras. a qualidade. com uma produção diária de leite em torno de  kg/vaca.00 kg de concentrado. recomenda-se utilizar três dias de pastejo com trinta dias de descanso. a produção de leite por área aumentou 9 kg/ha de leite em 0 dias. uma vez que tanto o rendimento forrageiro  .0 m de altura ou a cada 0 dias. a disponibilidade e a ingestão de forragem é maior no primeiro dia e menor no último. Considerando a economia em cercas. com um hectare de capineira bem formada e manejada podese alimentar dez vacas de leite durante 0 dias.0 m. foi observado que ocorre uma significativa redução na produção de leite quando os piquetes são pastejados após os trinta dias de descanso.  e  dias). pois nessas condições a variação na qualidade da forragem disponível é minimizada. Nesse caso. pelo aumento da idade da planta. em pastagem de capim elefante. o que facilita o seu manejo e permite ao produtor estabelecer comparações entre os talhões. Na Embrapa-Gado de Leite não foi observado o efeito de diferentes períodos de descanso (0. exige que se relacione sua área disponível com o número de animais a serem arraçoados durante todo o ano. quando bem manejadas. essa prática exige um grande número de piquetes. o que permite se estimar a quantidade de capim disponível a curto prazo. a seletividade animal é exercida. no período das águas. implicando consumo de . o que provavelmente não compensa o aumento no custo de produção.Com o pastejo de um dia por piquete. facilidade de manejo e a baixa oscilação da produção de leite por animal. dependerá do nível de produção do rebanho e do estágio de lactação dos animais. quando um piquete é utilizado por mais de um dia. recomenda-se cortá-lo com . Entretanto. sobre a produção de leite por animal. Os cortes podem ser realizados manual ou mecanicamente. Em geral.

propiciando ao animal consumir quantidades de energia e proteína que possibilitem bom desempenho em ganho de peso ou produção de leite. esses equipamentos possuem um mecanismo de corte que abala a base da touceira. Em seguida processa-se a picagem do material. comprometendo a rebrota do capim-elefante e sua produtividade em médio prazo. o que promove maior racionalidade no uso da mão-de-obra da fazenda. de preferência com enxada bem afiada. No entanto. Numa capineira de corte alto podem ocorrer problemas de esmagamento de plantas pelo tráfego de carretas. Este equipamento. Em caso de sobra de capim de um talhão. influenciando o desempenho animal. o corte deverá ser iniciado do fundo para a frente da capineira. devendo ser preteridos em relação àqueles que trabalham com sistemas de facas oscilantes. facilitando os cortes seguintes. Dessa maneira. com redução drástica na sua produtividade e longevidade.O capim elefante deve ser cortado em quantidade suficiente para dois dias de fornecimento aos animais. com engate para carreta ou vagão. a rebrota seguinte. quando a forragem verde é a única ou a principal fonte de alimento. considerado o ideal para promover aumento no consumo de forragem. Dessa maneira. O corte manual deve ser feito rente ao solo. em conseqüência. tendo-se o cuidado de verificar se as facas estão afiadas e a picadeira regulada de modo que pique o material no tamanho de - cm. além do corte. além de propiciar brotação mais robusta. faz uma picagem grosseira do material cortado. . hoje os mais recomendados para essa prática. No corte mecanizado. prejudicando as gemas acima do nível do solo e. Facas desreguladas e cegas permitem o corte do material em pedaços  AgriculturA e PecuáriA quanto o valor nutritivo são afetados pela idade da capineira e. esta deve apresentar elevada qualidade. conseqüentemente. O corte baixo facilita a entrada de carroças e carretas na área para recolher o capim. este deve ser cortado e fornecido para categorias do rebanho menos exigentes ou seu uso para silagem. O recolhimento do capim cortado deverá ser orientado no sentido de evitar a entrada de máquinas nas áreas recém-cortadas e em fase de rebrota. que é conduzido à carreta ou vagão forrageiro por meio de um tubo. a colhedeira tipo Taarup ou similar deve ser acoplada ao trator. o que não é conseguido quando se faz o corte a 0 ou 0 cm de altura. Nunca se deve deixá-lo “passar” para cortá-lo no ano seguinte. O material cortado manualmente pode ser transportado por carroça ou carreta até o local onde se encontra a picadeira de forragem.

O conhecimento de quais nutrientes e em que quantidade foram removidos permitirão estimar em que base se deve fazer a sua reposição ao solo. entre outros fatores. desfibrados e desuniformes. Esses fertilizantes devem ser misturados e aplicados parceladamente após cada corte. podendo ser administrada em uma ou duas porções diárias. desde que recomendados pela análise. não necessitando fazer a operação anterior. o que deve ser feito em função da produção de forragem removida da área. o capim é picado pela própria máquina na capineira. Como as forragens retiram grandes quantidades de nutrientes do solo é necessário que se proceda à adubação de manutenção. além do concentrado. No caso de solos de baixa e média fertilidade. No caso do corte mecanizado. Adubação de Manutenção Repõe os Nutrientes Retirados do solo Para evitar problemas com o desgaste das facas e com a regulagem da picadeira. de modo que se equilibrem os vários elementos do solo e possibilitem bom desenvolvimento da capineira. a forragem deve ser colocada no cocho para os animais em quantidade suficiente para que o consumo animal não seja restringido.muito grandes. com o solo úmido. que deve ser realizada anualmente. correspondentes a 00 kg/ha de sulfato de amônio. Uma vez cortada. 0 kg/ha de superfosfato simples e 0 kg/ha de cloreto de potássio. Além disso. o proprietário deve seguir as recomendações de uso do fabricante. são recomendados 0 kg/ha de N. Os mesmos cuidados no procedimento da regulagem e afiação das facas devem ser observados antes de cada corte mecânico de forragem na capineira. O consumo de forragem verde pelo animal é variável e dependente do seu teor em matéria seca e do uso ou não de alimento concentrado ou pasto. O enxofre passa a assumir importância. espectivamente. fazendo que o consumo pelo animal seja reduzido e haja muita sobra de forragem no cocho. Um animal adulto consome entre  e  kg/dia de forragem verde como alimento exclusivo. na medida em que outras fontes tradicionais de outros nutrientes como o sulfato de amônio ou o superfosfato simples estão sendo substituídas por fon . Elementos como o cálcio e o magnésio devem ser repostos pela calagem. 0 kg/ha de PO e 0 kg/ha de KO. durante a estação chuvosa. pode prejudicar o equipamento e aumentar o consumo de combustível ou energia.

00/ha/mês. A sua utilização ainda é pouco difundida para capineiras e pastagens. A irrigação constitui um importante fator para a manutenção da produção de forragem por ocasião de veranicos. Nessas regiões. permanecem favoráveis ao crescimento das plantas. devendo ser suplementado. especialmente zinco. desde que haja disponibilidade desse material na fazenda. bem como na época seca. parcelando-a após cada corte. a adubação química da capineira deverá ser conduzida em níveis superiores aos tradicionalmente indicados. por ocasião do plantio. Em propriedades onde se utiliza a irrigação durante todo o ano. o uso da irrigação poderá possibilitar uma redução no uso de volumosos conservados e concentrados durante o ano. especialmente em regiões onde o índice pluviométrico é muito baixo. independente da época do ano. . O uso de irrigação possibilita manter elevada produção do capim elefante para regiões em que a temperatura e a luminosidade. Avaliando Alternativas O uso exclusivo de pastagem não é suficiente para sustentar uma produção de leite estável ao longo do ano.  AgriculturA e PecuáriA tes mais concentradas ou mais baratas. pois o capim elefante. Em geral. juntamente com o fósforo. equivalentes a 0 kg/ha de sulfato de zinco. torna-se necessária a aplicação de  kg/ha de zinco. deve ser espalhado uniformemente sobre toda a área de capineira recém-cortada. Uma análise econômica baseada apenas nos custos variáveis mostrou que a produção de leite em pastagens de capim elefante com o uso de irrigação apresenta um retorno de até R$ 0. Caso haja disponibilidade de cama de frango. para solos com deficiência de enxofre. o mais recomendável é usar entre  e  toneladas/ha/ano. devido ao pouco conhecimento e ao alto custo dessa prática. A adubação orgânica também pode e deve ser aplicada na capineira. removido diariamente do curral após as ordenhas.000 kg/ha/ano. o que corresponde a mais de 0. Aplicações de 0 a 0 toneladas por hectare de esterco bovino por ano são comumente recomendadas. Em pastagens irrigadas de capim elefante podem ser obtidas produções diárias de leite superiores a 00 kg/ha.Em regiões onde existe uma comprovada deficiência de micronutrientes. tem sido recomendada a aplicação de 0 a 0 kg/ha de enxofre. durante todo o ano. O esterco verde.

com a mesma quantidade de cana. a intensificação da produção baseada no uso de algumas gramíneas podem se constituir em uma boa alternativa para o período de escassez do pasto. florona. florakirk. concentrando a produção no período chuvoso com queda significativa no período seco. Entre as mais utilizadas destacam-se a cana-de-açúcar.como a maioria das forrageiras tropicais. Quando bem adubada. a uréia. tifton . Assim. são sujeitos ao fenômeno da estacionalidade. alfafa e as do gênero Cynodon. irrigada e com o uso de suplementação baseada em  kg/vaca/dia de concentrado. durante a época de baixa disponibilidade de forragem torna-se necessário suplementar a pastagem com forragem conservada. forragem verde picada ou. ainda. Sobre esta. Estes resultados foram obtidos com vacas Holandesas puras e período de avaliação de 0 semanas. essa forrageira deve ser associada a uma fonte de nitrogênio não-protéico . aveia. um volumoso muito utilizado para alimentação de bovinos na época seca. estrela e florico. Nesse sentido. Quando se adicionam diferentes suplementos. a Embrapa-Gado de Leite tem recomendado um dia de pastejo e  dias de descanso no período seco e  dias no período chuvoso. tifton . Por apresentar baixo teor de proteína bruta. Já a cana-de-açúcar. suplementados a pasto com a mistura cana-de-açúcar + uréia. Animais em crescimento.no caso. a prática e os experimentos têm revelado bons resultados na intensificação da produção de leite a pasto e na produção de feno. Entre as cultivares recomendadas encontram-se a coastcross-. maturação e colheita coincidente com o período de menor crescimento do pasto. usa-se % da mistura uréia + fonte de enxofre. os ganhos de peso diário podem variar de 0 a 0  . diluídas em água. Para pastagens de coastcross-. como elevada produtividade. O fornecimento da mistura cana-de-açúcar + uréia deve ser precedido de adaptação dos animais por uma semana. O processo de intensificação da produção de leite deve considerar a utilização de sistemas que exijam pequeno investimento e que sejam auto-sustentáveis. riqueza em energia. azevém. podem obter ganhos de peso de 0 g/animal/dia. Para cada 00 kg de cana-de-açúcar picada. acrescida de uma fonte de enxofre. forrageiras de inverno e concentrados. essa pastagem possibilitou uma taxa de lotação de cinco vacas/ha e produção de  kg/vaca/dia de leite. Na segunda semana. apresenta características de importância forrageira. recomenda-se usar 00 g da mistura uréia + fonte de enxofre (9:).

em áreas de baixada. o que onera o custo de produção de leite. sem e com o uso de  kg/animal/dia de concentrado. 0 cm aproximadamente. foram obtidos  kg/ha/dia de leite. O pastejo deve ser rotativo. No Brasil. para o azevém. com excelentes resultados em termos de produção de leite. como forragem conservada (feno ou silagem).0 kg/vaca/dia. . e 9. proporcionando aumento de produção em sistemas intensivos. Pastagens de capim-elefante. a cada  dias durante a estação chuvosa e a cada  dias na época seca. O primeiro corte deve ocorrer entre 0 e 0 dias após o plantio. Em pesquisas realizadas na região Sudeste. A cultivar Flórida 0. a alfafa vem sendo cultivada com sucesso em áreas tropicais. podendo ser manejados sob pastejo contínuo ou rotativo. Os cortes devem ser feitos no início do florescimento. Pode ser usada. como verde picado ou sob pastejo. também tem mostrado boa adaptabilidade em condições tropicais. com animais em crescimento em pastagens de aveia. devendo-se repetir a operação a cada três ou quatro semanas. O plantio deve ocorrer após a colheita da cultura de verão. a cultivar mais utilizada e com maior disponibilidade de sementes no mercado é a Crioula. O pastejo deve ser iniciado quando a aveia alcançar uma altura entre  e 0 cm e. 9 AgriculturA e PecuáriA g/animal. sendo o volumoso recomendado para animais de alto potencial para produção de leite. de  a 0 cm do solo. respectivamente. Muito usada em países de clima temperado. no primeiro ano da cultura. respectivamente. De uso tradicional na região sul. suplementadas com canade-açúcar mais uréia no período seco possibilitam produções de leite de .As aveias amarela e preta e o azevém são forrageiras para uso exclusivo no período de inverno.0 kg/animal/dia. para as épocas chuvosa e seca. obedecendo a um dia de pastejo e a  ou a  dias de descanso. usando vacas puras Holandesas. A alfafa se destaca por apresentar alta produtividade e qualidade. a cinco cm do nível do solo.000 kg/ ha de feno. sob irrigação. essas forrageiras quando utilizada na região sudestes exigem o uso contínuo da irrigação. em pesquisa recente. Diversas pesquisas têm mostrado produções de leite ao redor de  kg/vaca/dia em aveia e azevém e ganhos de peso de . Sob pastejo exclusivo. a alfafa mostrou potencial de produção acima de . sendo recomendadas para alimentação de vacas em lactação.

n.. . 00 90 . MARTINS.fapesp. PEREIRA.com. Revista Balde Branco. abril.Fax: -0 E-mail: baldebranco@baldebranco. A. MAYA.V. C. Disponível em: <http://revistapesquisa.br . F. . A.200305> Acesso em: 09 de ago. 00 Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de ago. CRUZ FILHO. 00 .REFERêNCIA .fapesp1. CÓSER.  – CEP 000-900 – São Paulo-SP Tel: () -9 / -9 . ANO XI. E. A.B.C. Pesquisa FAPESP. 000 R Gomes Cardim..br/ show. Boletim NOTESALQ . fevereiro.php?lang=pt&id=revistas1. n.

Para evitar que as fêmeas botem fora do ninho é necessário que elas tenham ninhos disponíveis e o pesquisador sugere que o proprietário construa ninhos com caixas de madeira e com telhado e dividi-los com madeira. 9 AgriculturA e PecuáriA GANsOs AFRICANOs . mas acima deste número elas poderão ir botar em outros lugares e o proprietário. Até três ou quatro fêmeas é possivel que usem o mesmo ninho. Período de julho a novembro 0% dos ovos são férteis. diz o pesquisador. O pesquisador alerta que se for importante identificar os ovos de cada fêmea estas devem estar separadas. Levino da Embrapa Suínos e Aves: l l l l l Maturidade sexual:  ano. Duração da incubação  dias.Gansas africanas. O pesquisasor ainda informa que o ideal seria ter um “armário” e construir o ninho dentro deste. que as fêmeas compartilhem o mesmo ninho tanto para postagem como para chocagem dos ovos em esquema de revesamento. Os ninhos devem ter cm de altura por 0 cm de comprimento e deve-se cobri-los com capim. é normal sim. portanto deve ter atenção voltada para que esta situação não aconteça. É normal este procedimento? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com o pesquisador da Embrapa Suínos e Aves Sr. Vive mais de  anos.Tenho dois casais de gansos africanos e as fêmeas estão compartilhando o mesmo ninho tanto para postagem como para chocagem dos ovos em esquema de revesamento. Segue abaixo informações adicionais oferecidas pelo Sr. Levino José Bassi. Postura 0 a 0 ovos. ninho PALAvRAs-ChAvE Informações sobre criação de gansos.

ração de crescimento e verdura. a postura é de cerca de 0 a 0 ovos. Em geral. e 9 . Pode ser incubado artificialmente em chocadeira. Pasta o dia inteiro. Acasalamento l Os gansos estão prontos para o acasalamento com oito ou nove meses de idade e se. alimenta-se de ração inicial e verdura . Não necessita de abrigo. a quantidade de ovos aumenta. no máximo. ou galinha. que pode ser uma caixa de madeira forrada com palha aquecida por uma lâmpada. são bons guardas e sempre dão sinal de alarme quando alguém se aproxima. como galinhas. l Os filhotes só podem nadar com 0 ou 0 dias de vida. quando já tiverem pelo menos 0% das penas. l O ganso Africano é descendente do ganso selvagem chinês. aguardados por dez dias. e o peso médio da ave adulta é em torno de 0kg. l A diferença entre os gansos domésticos e os selvagens é que os domésticos não voam. como uma caixa de madeira. l A grande maioria dos gansos domésticos tem temperamento dócil e se dão muito bem em regime de pasto. l Os gansos selvagens podem voar alto.l l l l l l l Não necessita de lago. Primeiro mês. e colocados para chocar em incubadoras ou por outras aves. Na época de procriação deve receber ração de reprodução e verdura. l Os ninhos podem ser bem simples. ou seja. grandes distancias e chegam a mudar de região quando há mudanças de estação. l Assim que os gansinhos nascem é aconselhável transferi-los para uma criadeira. o vôo é curto (alguns metros) e baixo. l A primeira refeição é oferecida  horas após o nascimento. l A incubação é de aproximadamente 0 dias. No primeiro ano. um balaio ou mesmo um pneu velho recheado de palha. por isso os ovos devem ser retirados. elas abandonam o ninho antes da época certa. patas ou peruas. l As gansas de raça pura não costumam ser boas chocadeiras. A época de reprodução é entre os meses de julho e dezembro. l O período de incubação é de  a 0 dias. e as gansas passam a botar um ovo a cada dois dias. A partir do segundo ano. Após deve receber.reproduzem bem até o oitavo ano.

Disponível em <http://www. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de ago. elas colocavam nomes exóticos para valorizar a criação.l l FONTEs CONsULTADAs Embrapa Suínos e Aves.embrapa. A única explicação possível para o nome é que na antiguidade.cnpsa. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA a origem do nome Africano é desconhecida. Os gansos costumam usar rios com pouca corrente e as lagoas com bastante vegetação aquática. quando as pessoas criavam aves exóticas. Acesso em: 0 de a ago 00. . br/>. Quanto ao manejo sanitário das aves devem ser tomados cuidados tais como vacinas contra doenças típicas e deverá ser feito acompanhamento veterinário para melhor orientação na criação do seu plantel.

O resultado é que as “galinhas caipiras” produzem carne e ovos muito mais saborosos e saudáveis. sem defeitos físicos e dóceis. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Uma boa opção para a criação de galinhas em pequena escala é a criação de “galinhas caipiras” em sistemas mais tradicionais.GRANjA PALAvRAs-ChAvE Granja. • Cristas e barbelas bem desenvolvidas. As aves criadas através deste sistema alternativo são muito mais saudáveis do que as produzidas pelos sistemas de confinamento mais “avançados”. descartando as aves que não se enquadram nos itens abaixo. ou com a existência de no máximo um intermediário. Vejamos como proceder para montar uma pequena criação de galinhas caipiras: seleção do Plantel Com este trabalho pretendemos provocar uma seleção do plantel existente visando seu melhoramento. Escolha das Galinhas: • Selecionar as galinhas que demonstram serem saudáveis. a sua comercialização pode ser efetuada de modo direto (produtor-consumidor). pelos quais os consumidores estão dispostos a pagar um maior preço. que não exigem o confinamento total dos animais e nem uso de altas tecnologias. galinha caipira. • Boa conformação corporal. 9 . Além disso. nos quais os animais são submetidos a condições altamente estressantes e recebem altas doses de hormônios e medicamentos para que cresçam aceleradamente. tornando compensadores e bastante atrativos os preços dos produtos para o produtor. criação de galinha caipira Instruções sobre como montar uma pequena granja.

As aves que recomendamos deverão apresentar características de dupla aptidão . • Manter a proporção de um galo para dez galinhas. pois eles não tem capacidade de regular sua temperatura corporal. Hy-line Browm. . Menor tendência ao choco e manter-se em postura quando a maioria das galinhas estiver em muda. Para tanto recomenda-se a introdução de aves já melhoradas geneticamente que serão cruzadas com aves do plantel previamente selecionadas. Introdução de Aves Melhoradas É possível provocar o melhoramento genético do plantel. Quando a propriedade for dotada de energia elétrica os pintinhos 9 AgriculturA e PecuáriA • Por ovos com freqüência e de bom tamanho com formato regular. Os pintinhos requerem maiores cuidados principalmente nos primeiros 0 dias.• Escolha do Galo: • Devem ser vigorosos. deixando que a galinha abrigue sua ninhada. • Sexualmente ativos. Raças Puras . • Ser mantido no plantel no máximo 0 meses. New Hampshire. sadios.Paraíso Pedrez. Aves Canadense . Aves híbridas de ovos vermelhos. Plimauth Rock Bared.carne e ovos. Após o nascimento deverão ser retiradas do ninho as cascas de ovos gerados e o material que foi utilizado no ninho como forro e trocando-o por material limpo e seco. Shaver Browm. Isa Browm. por este motivo eles devem ser aquecidos pelas mães ou aquecimento artificial. quando o produtor colocar para chocar várias galinhas e a eclosão não for uniforme pode-se juntar as ninhadas de forma que cada galinha não tome conta de mais  pintinhos. Nas primeiras  horas após o nascimento não precisa dar alimentação pára os pintinhos. • Musculosos e pesados. sem precisar mudar o sistema produção e com pouco investimento. Label Rouge. não apresentar defeitos físicos ou de aprumos. Manejo de Pintinhos A grande mortalidade dos pintinhos é verificada nas criações que não usam nenhuma tecnologia.Rhode Island Red.

Nesta fase inicia-se a seleção das melhores aves para a reprodução. afim de preservar sua qualidade. cama. a fim de preservar a câmara de ar. vigorosos e bons reprodutores. para evitar que as aves durmam nele. casca de arroz. 9 .que contribui para o controle ao piolho e sarna. Devem ser colocados em locais de penumbra. pois as aves rejeitam ninhos muito claros no 9seu interior e se aninham em ninhos muito escuros. Os ovos destinados à comercialização são colhidos diariamente. que será usada 0 dias no verão e  dias no inverno. serragem e folha de fumo . feita com materiais como capim seco picado. devem ser limpos e guardados em ambientes frescos. A cama do ninho deve ser macia e confortável. Os machos também devem ser sadios. Deve ser mantido sempre limpo ter a espessura de  a 0 cm.poderão ser colocados em pinteiros providos de comedouros. bebedouros e aquecimento através de uma lâmpada elétrica. as demais serão engordadas e vendidas para o abate (machos e fêmeas). Recomenda-se  galo para 0 galinhas para haver uma boa fertilidade. estes são mais fortes (0%±) que as fêmeas e também tem a crista bem mais vermelha. Manejo de Aves Adultas As aves de reprodução que permanecerão no plantel devem ser sadias e estar em bom estado físico. A temperatura no interior do pinteiro deve ser regulada levantando ou abaixando a lâmpada ou compânula a gás. Quando os pintinhos se amontoarem debaixo da fonte de aquecimento é sinal que estão com frio ou quando se afastarem muito da fonte indica que está muito quente. comedouro e bebedouro e fonte de calor. Deve-se utilizar  ninho para  galinhas e estes devem ser fechados à noite. geladeiras ou caixas de isopor. e receberão o mesmo manejo das aves adultas. Manejo da Recria Após 0 dias o empenamento estará completo e as aves poderão ser soltas lentamente onde irão adquirir o hábito de ciscar e procurar alimento. Deve-se ter o cuidado de armazenar os ovos com a extremidade mais fina voltada para baixo. Quando a opção for adquirir pintinhos melhorados de incubatórios sugerimos utilizar c[circulo de proteção. Os machos neste período são facilmente reconhecidos. de acordo com o comportamento das aves.

sem trincas. duro e espesso. Distendido. Alimentação As aves caipiras são mais resistentes que as aves industriais. Contraído. Redonda. enrugada e escamosa. pode-se utilizar capim quicuro. quebradas e sujas. e portanto devem ser descartados. tifon. brachiaria. sem sujeiras. úmida e macia. Gasta. As aves devido a idade. capaz de atender suas exigências nutricionais. Forma ovalada. vermelho-vivo. cabendo dois ou mais dedos. Para haver uma boa eclosão deve-se colocar de 9 a  ovos para que a galinha o cubra totalmente. tamanho médio para grande. desenvolvimento sexual incompleto. portanto neste período as aves devem ficar presas. enrugada e seca. flexíveis e bem separados. A postura ocorre com freqüência de aproximadamente até 0 horas da manhã. ) Abdômen É importante deixar boas chocadeiras para se fazer incubação natural dos ovos. Bonita. aumentadas de tamanho. flácido. macia e lustrosa. mas mesmo assim devem receber suplementação através de ração balanceada e volumosos. pequenas. Próximo aos ninhos onde as galinhas estão chocando deve haver água e ração à vontade.CARACTEREs ) Crista e barbela )Cloaca ) Bico e canela ) Plumagem ) Ossos Pélvicos AvEs EM POsTURA Grande. . A ração balanceada deve ser fornecida em comedouros no interior do galinheiro na base de 0 g por dia por ave e cocho com mistura mineral para consumo à vontade. completa e sem pontas quebradas. gra9 AgriculturA e PecuáriA Os ovos para incubação devem ser colhidos mais vezes ao dia. rígidos e muito próximos. formato normal. Devem ser acondicionamento em pentes com extremidade maior voltada para cima e num período máximo de  dias. Finos. Área de pastagem recomendada para cada ave adulta é de aproximadamente 0 m. Esbranquiçados e canela achatada. Duros. Apresentamos a seguir um quadro para facilitar a seleção de galinhas em produção. AvEs FORA DE POsTURA Escura. pequena. Amarelos e canela roliça. ressequida. fino e suave. e com início de mudas precoces não produzem ovos.

pode-se utilizar também restos de hortaliças. 9 . rami.0 0.00 . Neste período o consumo médio de ração é aproximadamente  kg. ou copo tipo pressão. Sugerimos o plantio de feijão Guandu. Girassol. por ave. confrei. quando houver área disponível recomendase dividi-la em piquetes e fazer o manejo rotativo.ma estrela.0 0. Rações Fareladas de Produção Caseira Sugestão  Ingredientes Fubá de milho Farelo de soja Farinha de carne de ossos Quantidade necessária para 100 kg de ração (quilos)    Sugestão  Fubá de milho Quirera de arroz Farelo de soja farinha de carne de ossos  0   Sugestão  Fubá de milho Farelo de soja Feijão-guandu   0 Sugestão de Mistura INGREDIENTEs Fosfato Calcário Sal Comum TOTAL MISTURA PORCENTAGEM (%)    00 QUANTIDADE (Quilos) . Durante o dia a ração do comedouro deverá ser peneirada para retirada das impurezas. após este período as aves poderão ser soltas.00 Arraçoamento Do Pintinhos Durante os primeiros  a 0 dias deverá ser fornecido aos pintinhos ração comercial de fase inicial à vontade em comedouro tipo bandeira.

Esquema de vacinação Idade 0/ dias /0 dias Doença Tipo de vacina New Castle (Peste Aviária) La Sota New Castle (Peste Aviária) La Sota via de aplicação Ocular Ocular 99 AgriculturA e PecuáriA Água Água é de vital importância para a criação. . Apresentamos a seguir uma sugestão de solução desinfetante para caiação de ninhos. e os entulhos limpos retirados. Profilaxia Para esta criação recomenda-se um programa mínimo de vacinação para controle de algumas doenças. A quantidade de água consumida pelas aves normalmente é o dobro da que consomem em alimento. pinteiros e galpões.0 O piso das instalações deve ser forrado com uma “cama” que poderá ser de capim picado e seco. casca de arroz. sabugo de milho triturado. profilaxia e combate sistemático a vermes e parasitas. Esta deverá ser substituída a cada 90 dias ou parte da cama quando for molhada. O fornecimento da água deve ser em toda a fase de sua vida pura e fresca. cepilho de madeira.sanidade A saúde é importante para que as aves sejam boas reprodutoras de carne e ovos. Sugere-se uma solução de água e creolina na proporção de  a %. Deve-se usar de 00 g a  kg de material de cama para cada m de instalação. Produto Água Cal extinta Creolina Unidade Litros Quilos Litros Quantidade  . estas devem passar um período de isolamento de no mínimo 0 dias. tanto para bebida quanto para a manutenção geral do aviário. Para introduzir aves no plantel. etc.00 0. Todas as instalações e equipamentos e arredores da criação deverão ser limpos lavados e desinfetados a cada  dias. higiene. A manutenção da saúde é um conjunto de práticas que envolvem isolamento. As poças d’água estagnadas e brejos devem ser esgotados e ou isolados. para satisfazer as necessidades metabólicas.

Colocar em círculo de proteção com fonte de aquecimento/ água/ração. colocando nas bandejas e sobre o papel. Colocar papel jornal sobre a “cama” e retirá-lo após  dias. água de boa qualidade e localizados no mínimo a 0m da residência.Quando ocorrer estes tipos de parasitas deve-se fazer um polvilhamento ou pulverização de todas as instalações e equipamentos e nas próprias aves. OBSERVAÇÃO: As vacinas devem ser mantidas na geladeira (fora do congelador). após  horas fornecer quirera de milho ou fubá médio.Doença da Barbela) La Sota La Sota Cepa Suave Cepa Forte Solução Aquosa Ocular Ocular Membrana da Asa Membrana da Asa Intra muscular peito/coxa. As sobras de vacinas e frascos devem ser incineradas ou enterradas. Recomendações Complementares Quando a opção for adquirir pintinhos de incubatório para melhoramento do plantel algumas orientações devem ser seguidas: • • • • • Adquirir pintinhos de incubatórios idôneos. Instalações e Equipamentos • Devem ser escolhidos locais secos livre de inundações. Deve-se verificar a data de vencimento. isolado do fluxo normal do trânsito e de pessoal. seguindo as recomendações do fabricante.0/ dias / meses  dias  dias / meses New Castle (Peste Aviária) New Castle (Peste Aviária) Bouba (Caroço Pipoca) Bouba (Caroço Pipoca) Cólera Aviária (P.Aplicar vermífugo a base de Piperazina ou Mebendazoli de  em  meses para todas as aves via água ou ração conforme recomendações da bula. Durante as primeiras horas de chegada somente água e açúcar a %. vermifugação . • Devem ser utilizados de preferência os materiais disponíveis na 00 . proteção natural contra ventos fortes. Do º até o 0º dia fornecer ração inicial de frango de corte à vontade e soltá-los após este período. com drogas específicas. Multocida . sarnas/Piolhos . vacinados contra Marek e Bloba Aviária.

• Cobertura . cm/ave.Tipo copo de pressão  para cada 0 aves. Utilizar  cm linear por ave.com madeira ou outro material disponível . m de diâmetro. tubo de PVC ou chapa galvanizada. . x . sapé.feito em bambu. • Utilizar  aves por m. • Bebedouro pendular:  para cada 00 aves.” fio . • Cocho para minerais. telha de barro. • Bebedouro . • Compânula ou lâmpada para aquecimento. • Comedouro: Tipo cocho em madeira. Dimensões .cimento amianto.dimensões:  x  x  e com altura do piso de 0 cm. • Com a idade de 0 dias utilizar bebedouro e comedouros de aves adultas e retirando o círculo de proteção. trelissa. bambu ou maneira. • Comedouro tipo bandeira . • Paredes laterais .0 cm de altura alvenaria ou tábuas e completada até o teto arame .0 a 0 m. Pinteiro • Deve ser equipado com círculo de proteção altura de 0 cm e . 0 AgriculturA e PecuáriA propriedade.Galinheiro: • Piso terra batido ou concretado. • Poleiros: 0 cm/ave espaçadas 0 cm e distante do piso 0 cm. para 0 pintos com as seguintes medidas 0 x 0 x  cm. . Com fundo para casa de ração.0m. • Bebedouro: Tipo calha . • Utilizar cortinas. • Pé-direito . • Comedouro Tubular:  para cada 0 aves. • Dividir o galinheiro em três partes distintas: Abrigo de reprodução • Ninhos:  para  aves . • Iluminação:  lâmpada de  Watts para cada m. • Orientação leste/oeste. • Fazer um canal em volta da instalação para escoamento da água de chuva. bambu.

Carlos A. Disponível em: <http://www. Dimensões: .Casa de ração • No seu interior estão localizados o fundo dos ninhos por onde serão colhidos os ovos. 00.br/mantecn.gov.mg.agridata. Acesso em:  de dez. V. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de dez. de A. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .Referências • Manual Técnico de Criação de Galinhas Caipiras.htm>.0 x  m.

essa torta supera a do babaçu e a do trigo. O óleo é usado na indústria de cosméticos e farmacêuticas Planta arbustiva de cultura perene. e por ser dióica. Sua semente produz 0% de óleo com ótimas características para uso nas indústrias de cosméticos. originária do sudoeste dos Estados Unidos e noroeste do México (deserto de Sonora). semente PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Informações sobre cultivo da jojoba. fez com que as industrias buscassem outras fontes de obtenção. cujo tronco se ramifica desde a base. Sua oxidação é lenta e resiste a aquecimentos repetidos e a altas tempera- 0 AgriculturA e PecuáriA jOjOBA . e por isso tem uma formidável procura no mercado internacional proporcionando altos lucros. Serve para o fabrico de rações e é ótimo fertilizante. farmacêutica e lubrificação (como óleo lubrificante de motor de veículos. Seu óleo já era usado pelos astecas como tônico capilar. verificou-se que não houve necessidade de troca durante 00. como extrair o óleo sOLUÇÃO APREsENTADA A produção é o fruto da Jojobeira cujo teor de óleo é de 0% e 0% será usado como ração animal através de seu bagaço. produz uma torta com cerca de % de proteína que contém aminoácidos essenciais.000 km). as flores masculinas e femininas estão em pés distintos. fornecedores de sementes.Jojoba. Pode ser extraído facilmente com alto grau de pureza. da família das buxáceas (Simmondsia chinensis Schn. Seu bagaço (0% da semente). digestivo e tratamento de feridas.) com folhagem persistente. aproximando-se das mais nobres. a da soja e a do girassol. como a lisina e a metionina. podendo alcançar até m de altura. Pelo seu elevado teor de proteína bruta. Substitui o óleo de baleia com bastante vantagem e a proibição de sua pesca. como a do algodão.

A jojoba se planta de preferência na primavera em terreno arado e rastreado em fileiras de . O poder germinativo de sua semente é de alta durabilidade ( anos). sendo que as araduras para preparo do terreno e plantio efetuados uma única vez são irrisórios em relação a sua alta rentabilidade. além do que seu óleo não rancifica. Produz bom rendimento de sementes em baixas condições de alta salinidade. e absorvidos já na primeira colheita que ocorre no ° ano. existindo uma alta demanda pela indústria de cosméticos. existirem áreas não utilizadas para outras culturas devido a fatores geográficos. Gladstone da UFC a jojoba no Brasil é perfeitamente adaptável nas regiões de climas similares ao do Nordeste. e o custo de implantação são baixos. A Jojoba é de cultura perene (produz por mais de 00 anos). Substitui o óleo diesel. Portanto. Podem ser consorciadas outras culturas (milho. e pode ser armazenada por longos períodos. e o seu cultivo requer menos água para produzir que outros tradicionais. praticamente não tem glicerídeos nem triglicérides.. para estas regiões a jojoba é a planta ideal por suas características de clima desértico com alta resistência a falta d´água. os cerrados. Não se tem mais notícias atualmente de como ficou. além de que nas demais regiões de culturas tradicionais. é de fácil manejo.etc). No Brasil existem muitas terras improdutivas e de grande extensão. Deste modo se assegura que o vento arraste o pólen das flores masculinas para as flores femininas. não requer trabalho intenso e é pouca afetada por patógenos e insetos.turas. Os trabalhos foram efetuados no Ceara com rigor cientifico e o projeto durou alguns anos. x m e sua orientação deve ser perpendicular ao sentido do vento predominante. feijão. As flores são polinizadas pelo vento. sendo uma espécie que se adapta muito bem a zonas afetadas por secas prolongadas. tais como o semi-árido nordestino. Cabe ressaltar que conforme resultados dos trabalhos do Prof. climáticos e solo. Dada a sua tolerância a alto déficit hídrico. suporta vários anos sem água. 0 . e suas raízes pivotantes (penetram até m) recuperam o solo facilitando sua drenagem.

produzindo de forma adequada com níveis de  e  dS/m respectivamente. . conhecendo-se plantas de mais de 00 anos que ainda permanecem produtivas. e dos brotos tenros e flores em uma plantação adulta. O vento é um fator positivo por facilitar a polinização das flores e outros fatores 0 AgriculturA e PecuáriA e seus frutos começam a inchar-se até alcançar sua maturidade nos meses de março e abril do ano seguinte. no geral. não requerendo araduras. sempre e quando se aplica irrigação por gotejamento. Por ser um cultivo permanente e ótima opção por sua rentabilidade. de até -° a até 0° C. desde que apresente uma adequada ventilação. se abre e deixa cair a semente no solo. permite dar usos a recursos que no momento se encontram ociosos. elimina estes riscos. e o que pode comprometer um solo para o seu cultivo é uma má drenagem. ao incluir a jojoba como novo cultivo. As zonas áridas e semi-áridas assim como as demais regiões do Brasil são altamente vulneráveis a erosão e o fato de se destinar estes solos à produção de cultivos anuais sem nenhuma ou pouca preocupação em recompô-los. não são problemas os solos pedregosos. suas raízes são muito suscetíveis a asfixia radicular. o qual se traduz em uma perda de produção no ano. sendo que uma geada forte e prolongada pode produzir a morte de uma plantação completa se esta é nova. Resiste a temperaturas. exceto no início de sua plantação. Não obstante. Quando o fruto está maduro.00 kg/HA) e a produção total é alcançada aos 9 anos. onde se colhe. As plantas produzidas vegetativamente começam a produzir ao terceiro ano da plantação (. garantindo uma cobertura vegetal. a jojoba se adapta a uma ampla gama deles. A planta é sensível as geadas. se deve realizar em período de pouca atividade agrícola tradicional. produz um fruto a cada dois nós.No caso de propriedades já estabelecidas com outras culturas. Quanto a exigências de solo. são superiores aos de qualquer outro cultivo. e pode ser cultivada sem problemas em ladeiras. pode produzir um ou mais frutos em cada um dos nós do broto em alguns pés. aumenta os riscos de desertificação. Os níveis a que resiste. os custos de mão de obra e maquinaria são diminuídos devido a que. O cultivo de jojoba se caracteriza por sua longevidade. Esta espécie frutifica com os brotos novos e. A planta tem grande tolerância à salinidade de solo e água. e se desenvolve com maior rapidez se são altas ( a °C ). por ser um cultivo pouco intensivo e cujo principal trabalho que é a colheita.

Pode-se recomendar o uso de Simazina antes da plantação e no in0 . se deve irrigar a cada verão e uma vez ao mês no inverno se não existir chuvas de inverno na região. com suplementação de nitrogênio. deve-se efetuar o desbaste na primeira floração que ocorre no terceiro ou quarto ano após o plantio.00 plantas fêmeas e 0 masculinas por hectare). aproximadamente a  litros por planta em uma semana em média. Quando os cortes dos brotos foram tratados com o IBA.isto equivale. ainda mais se fosse irrigado por gotejamento. A jojoba requer de . rendendo possivelmente de sementes. Não obstante. Nas zonas áridas e semi-áridas. isto é. enraizaram 00% em  dias. Para uma plantação adulta.climáticos não afetam o cultivo. dificulta os trabalhos da colheita. o qual corresponde a metade ou um terço que se requer de um cultivo tradicional. Os arbustos masculinos devem intercalar-se em todo o bosque (aproximadamente . as ervas daninhas não tiveram que ser um grande problema. esta responde a uma fertilização tradicional. A irrigação se faz por sulcos ou por gotejamento. Na irrigação por sulcos.000 a 00 m³ de água por hectare no ano. é importante manter o cultivo livres das ervas daninhas. . se recomenda usar sistemas de irrigação por gotejamento. Na colheita se efetua uma poda e consiste somente em eliminar os ramos que crescem perto da superfície do solo para facilitar o trabalho de colher. Em zonas onde o principal limitante é a água. No verão irriga-se uma vez por semana e a cada  semanas no inverno para o caso de irrigação por gotejamento. como também se pode fazer uma poda mecanizada após a colheita para favorecer o desenvolvimento de novos brotos.  mg/g do talo. A maior resposta observada corresponde a aplicação de NITROGÊNIO na quantidade media de 0 a 0 kg por hectare ao ano. o sistema de sulcos é adequado em setores em que a água não é o limitante. de acordo com as características do solo. Embora não existam muitos estudos sobre fertilização para a jojoba. Para plantação efetuada por plantio direto ou através de mudas.0 kg/ha. mas sim a salinidade. Deste modo se assegura uma adequada lavagem dos sais do perfil destes solos. deixar uma planta masculina para cada 9 femininas. sendo que a presença destas. potássio e fósforo. As sementes plantadas necessitam de duas ou três irrigações durante o primeiro verão e devem ser protegidas dos animais e a remoção de ervas daninhas é recomendado após cada irrigação.

ponto de ebulição e chama. (veja Brometo de Metila) em casos isolados. Possui uma coloração clara e é rico em vitamina E. proteínas e sais minerais quando não-refinado. evitando-se desta forma contaminações de germes patógenos e deixar descansar por alguns dias. É usado na industria de lubrificantes e alternativa para o diesel A Jezyn Agronegocios. mista.Controle Fitossanitário: a cultura da jojoba é caracterizada por ser bastante saudável. sendo um material de fácil manipulação. e sob baixas temperaturas ele pode se solidificar homogeneamente se não foi refinado. grande estabilidade e não é afetado por repetidos aquecimento de até 00°C. não é tóxico. as sementes utilizadas no projeto. .O tratamento que tem se mostrado eficaz para controlar este fungo é a aplicação de Thiabendazole-Tecto-BAYER. Na produção de mudas a partir de sementes. incluindo a oleosa. detectando-se somente ataques de Fusarium sp. acnéica e inflamadas. além de não deixar que os óleos carreadores em geral fiquem rançosos com grande rapidez se adicionado a eles e possui longo tempo de vida. tomando-se muito cuidado nesta aplicação. são impor0 AgriculturA e PecuáriA verno em plantações já estabelecidas se podem efetuar aplicações de Glifosato ou outro herbicida de contato (com proteção para planta) quando se fizer necessário. deve-se fazer a mistura de esterco com areia grossa e se efetuar a aplicação de Brometo de Metila (clique aqui para informações de como utilizar este produto que é considerado altamente tóxico e outros produtos similares que existem no mercado) no composto. suas propriedades são promissoras: altos índice de viscosidade. O óleo de jojoba sem refinar possui uma longa história de uso pelos índios norte-americanos e é obtido da semente da jojoba prensada a frio (esmagamento) sem o uso de solventes e tem muito poucas impurezas. visto que o brometo é nocivo. Para muitas aplicações industriais. Não rancifica e é usado na fabricação de perfumes. cabelos e outros e é de fácil absorção por parte da pele e o fato de ser um recurso natural e biodegradável. Ele é indicado para todos os tipos de peles. sendo um líquido gorduroso com ponto de fusão de °C a 9°C. são razões para seu uso intensivo. baixa volatilidade. é hidrogenado e de fácil diluição em solventes orgânicos comuns. Cerca de 90% do óleo é destinado a industria de cosmético. está desenvolvendo um projeto para produção de óleo de jojoba. especialmente para produtos de pele.

CEP: 00-00 .pdf.html Óleo de jojoba como biodiesel Embrapa Pantanal Telefone () -0 http://www.br Outros links Plantação de jojoba http://www.net/ijec_glossary. disponíveis em: http://www.br/upload/sbrt1213. Acesso em: 09 de ago.pdf. existem algumas respostas sobre processo de extração de óleo.sbrt. 00 http://www. Acesso em: 09 de ago.ibict.ijec.sbrt.br/upload/sbrt1105.SP () 9-09 / () 9- / () -9 http://www.jsp? CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs No site do SBRT.ajorp.sbrt.com.ibict.br/upload/sbrt2012. Rua Darzan.ibict. e poderá fornecer maiores informações. Extração de óleo.tadas de Israel. 00. 0 -Santana .ibict. que poderão auxiliar na pesquisa.br>. 00 http://www.sbrt. 00 FONTEs CONsULTADAs Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. Acesso em: 09 de ago. Acesso em: 09 de ago. Disponível em: <http://www. Iva Maria Alves e Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de ago.São Paulo .com/news/news.pdf.newscientist.jezynagronegocios. 00 0 .com International Jojoba http://www.

enfrenta a crise gerada pela falta de modernização portuária no Brasil. exportação PALAvRAs-ChAvE Quer informações sobre a exportação da castanha do Pará e do óleo extraído de sua amêndoa. por outro. conseqüentemente.Castanha-do-pará. Xingu e Tocantins e também o contrabando deste produto pelo território boliviano. por exemplo. o principal voltado a esta comercialização.o porto não possui espaço suficiente para a demanda de containers que a castanha na condição in natura requer. por um lado. a diminuição do volume na estocagem e transporte da carga. Se. Segundo a CONAB –Companhia Nacional de Abastecimento . regiões próximas ao litoral e do rio Amazonas levam alguma vantagem para o escoamento de sua produção se comparados a situação de regiões interioranas como o caso do norte do Mato Grosso e sul do Pará. Ademais a situação se torna mais agravante se levarmos em consideração a falta de infra-estrutura nos portos fluviais ao logo dos rios Madeira. veremos. 09 AgriculturA e PecuáriA INDUsTRIALIzAÇÃO E EXPORTAÇÃO DO ÓLEO DA CAsTANhA DO PARÁ . um aumento da facilidade de transporte a medida que o produto final agrega trabalho. pois o porto de Belém. compararmos a castanha com casca. a castanha desidratada e o óleo da castanha. Deseja saber os equipamentos necessários para a produção deste produto. óleo de castanha-do-pará. Ainda assim. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A maior dificuldade para a exportação da castanha-do-pará tem sido o transporte do produto. A melhor estratégia de mercado tem sido o aumento do valor agregado ao produto final e. uma diminuição quantitativa da demanda do produto final necessária à viabilidade econômica do empreendimento e.

desde que sejam respeitadas as leis internacionais de proteção dos recursos naturais através do manejo sustentável da produção e beneficiamento e. quanto às indústrias estrangeiras. O empreendedor que se direcionar a esta área de atuação deverá levar em conta que a indústria farmacêutica brasileira é tecnologicamente desenvolvida e competitiva e está tão aberta ao lançamento de novos produtos e a pesquisa tanto. Os equipamentos destinados a extração do óleo da castanha são semelhantes ao da extração do óleo do caju. A destinação do óleo a indústria de cosméticos apresenta um grande potencial de desenvolvimento. A sugestão será a de uma pesquisa de mercado tanto junto às empresas brasileiras do ramo quanto às estrangeiras. Várias empresas no Norte e nordeste desenvolvem maquinários para as 0 . A produção do óleo é atualmente obtida através da moagem e compressão da amêndoa (embora em escala laboratorial já existam outros procedimentos possíveis como a utilização do etanol e do Co em estado crítico). Neste sentido algumas experiências realizadas pelo IPEA . podem servir de exemplo sobre a veiculação de produtos no mercado mundial. Vale a pena visitar o “Portail de l´hulie castanha-do-para provenant du palmier amazonien” que pretende montar um rede de sites voltados a promoção deste setor (projeto intitulado de “Celestino Pesce” que já se encontra disponível na Internet). Caberá. podese dizer que grandes são as possibilidades de fomento dos produtos da região amazônica junto a organizações internacionais .Outro fator que deve ser levado em conta é a aposta do mercado no crescimento da indústria farmacêutica para os próximos anos tanto no exterior como no Brasil. portanto ao empreendedor a análise das vantagens em destinar sua produção ao mercado externo ou interno.Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá – junto a algumas comunidades. também. Várias empresas européias (principalmente francesas e alemãs) se interessam em veicular produtos produzidos na Amazônia. a busca pelo resgate social que pequenas empresas podem trazer através da diversificação da economia local. A castanha-do-pará possui altas concentrações de vitamina E e selênio que garantem a este fruto o estatuto de uma grande fonte de anti-oxidantes que atuam no combate ao envelhecimento causado pelos radicais-livres produzidos pelo organismo. Com relação a veiculação de mercadorias no cenário mundial.

Abrindo o mercado de castanha-do-pará http:// www.gov.br/download/moc/titulos/T66s2004. No Brasil.Cursos sobre o processamento da castanha-do-pará e manejo sustentável Campus Universitário de Guama – Setor Profissional Casa do Poema –CEP 0-900 Belém –Pará_Brasil Tel 9   ou  0 Fax 9 9  E-mail: contatos@bolsaamazonia.gov.br/sisprod/castanha/ Normas Específicas de Castanha-Do-Brasil – Safra 00. cpafro.com Órgãos de fomento e pesquisas IEPA . html  AgriculturA e PecuáriA empresas deste ramo (veja no site do SBRT a consulta sobre “Extração do óleo da amêndoa do caju”). http://www.udupipages. contudo poderá ser de grande interesse a visita a sites indianos voltados a produção de maquinário para o fabrico deste tipo de óleo (a Índia apresenta um grande número de empresas especializadas na fabricação de maquinas para extração de óleo de amêndoas do caju e abriga feiras que giram em torno deste ramo).com/roasting.apnagroup.htm Gayathri Industries http://www.iepa.embrapa. Indicações: . http://www. Cultivo da Castanha-do-Brasil em Rondônia.com/products1.htm Indústria do caju na Índia Cashew Industry. David. http://www.html Cashew processing. tanto em relação a produção quanto a distribuição e possíveis mercados para o seu escoamento.Instituto de Pesquisas Científicas e tecnológicas do Estado do Amapá.br EMBRAPA. http://www. conab.gayathricashewmachinery.PDF histórias sobre o empreendedorismo no setor Mangurian.ap.iadb. o SEBRAE do Ceará mantém um projeto de minifábricas de extração do óleo da castanha do caju podendo ser uma fonte confiável de informações para o empreendedor voltado á industrialização da castanha-do-pará. http://www.org/idbamerica/archive/stories/1998/por/5g.com/ind/cashew.

prossiga.castanha-do-para.asp?id=port&produto=Castanha&camp o=2&extra=Am%EAndoa Divulgação de produtos Amazon Oil.The Cashew Export Promotion Council of Índia. http://www5.amazonoil.Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.org/html/c0000hom.br/ Vortal Cadeia Produtiva do Caju.com/index. http://www. http://www.abimaq. http://www.com Secretaria Geral da Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar.org.br/caju/asp/SaidaCat. http://www.cashewindia.prossiga.asp?cod=161&id=port Vortal Cadeia Produtiva do Caju: castanha e amêndoa.htm Equipamentos ABIMAQ .br/caju/asp/buscaextravortal. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . http://www5.shtml Castanha-do-pará.

difusor do sistema de produção a pasto argumenta que a irrigação é um processo economicamente viável. da  AgriculturA e PecuáriA INFORMAÇõEs sOBRE IRRIGAÇÃO DE PAsTO. completa Brasileiro. Com a irrigação. avalia o engenheiro agrícola Carlos Augusto Brasileiro Alencar. no Brasil. pastagem.Irrigação. difusor do sistema de produção a pasto. além de um bom pecuarista. a produção de leite é de apenas 0%. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. Como implantar irrigação no pasto que está formando O pesquisador Leovegildo Matos.00/kg de MS e R$ 0. principalmente em função da região. para isto precisa de um projeto. “Cuidar bem da pastagem. diz. RETIRADA DO LEITE . assim como boa parte dos custos da produção. na época da seca. ressalta que o produtor de leite que pretende ser grande.e das pastagens sem irrigação estão em torno de R$ 0. porém. a produção decai sensivelmente. “A alimentação das vacas em lactação responde por 0% a 0% desses custos”. em relação ao das águas”. “No período seco do ano. Os custos de produção de matéria seca (MS) da cana-de-açúcar . leite PALAvRAs-ChAvE Como implantar irrigação no pasto que está formando? Quais são os recursos necessários para tirar o leite ( vacas)? Pretende transformar a casa em curral. curral. Se uma boa pastagem depende de chuvas e delas depende a alimentação do rebanho. que a resposta à irrigação de gramíneas tropicais tem sido controvertida. Brasileiro ressalta. que trabalha no centro e no leste de Minas.uma das alternativas de alimentação dos bovinos para o período da seca .00/kg MS. estes valores são acrescidos de R$ 0. pasto. deve ser também um grande agricultor. representa muito em termos de lucratividade”. Leovegildo Matos. como quem cuida de uma lavoura. respectivamente.00. O pesquisador da Embrapa-Gado de Leite. Isso porque o leite entra pela boca da vaca.

Na região leste de Minas Gerais. de acordo com o turno da rega. o próprio vaqueiro que faz a ordenha pode realizar o serviço”. as linhas principais. do nível de insumos e do sistema adotado. enquanto o convencional fica em torno de R$  mil.espécie forrageira. nesse sistema. “No sistema convencional. a irrigação. Para isso. Pode parecer exagero. alumínio e PVC rígido. mas a correta montagem de uma sala de ordenha exige uma precisão tal que o pecuarista deve responder uma série de perguntas antes de fazer sua escolha. secundárias e laterais se apresentam como suficientes para irrigar toda a área. Tudo para reduzir ao máximo. os riscos de aprovar custos abusivos e  . é necessário mobilizar um trabalhador em tempo integral para cuidar do equipamento. O custo da produção que era em média de R$ 0. a irrigação é feita com funcionamento de um determinado número de aspersores por vez. O fator que ajudou a reduzir os custos foi a opção pela irrigação por aspersão fixa de baixa pressão. Por necessitarem de baixa pressão. No entanto. muitos sistemas são instalados com pressão por gravidade. com aspersores de pressão de serviço. a mão-de-obra também é otimizada. Nesse modelo. Brasileiro ressalta que “a diferença deste sistema tem sido grande em razão da baixa demanda de energia e de vazão”. o litro. Lá.() 2. Apesar das tubulações serem suficientes para irrigar ao mesmo tempo a área inteira. está hoje em torno de R$ 0. proveniente da diferença de nível entre a fonte de água e a área a ser irrigada. aponta experiências de sucesso econômico. conclui. cada rebanho é um rebanho. “Esse tipo de irrigação tem sido um dos métodos mais difundidos na região”.0. Quais são os recursos necessários para retirar o leite (ordenha) Cada caso é um caso. afirma Brasileiro. a produção média de leite é de 0 litros por vaca/dia numa taxa de lotação de cinco vacas/ha. o que torna a montagem do equipamento menos onerosa. tais como aço zincado. A condução da água da moto-bomba até os aspersores é efetuada por meio de tubulações de diversos tipos de material. Outro fator é o baixo custo do equipamento que está em torno de R$ 00/ha. tanto da cana-de-açúcar quanto do pasto de braquiária mostraram viabilidade. Segundo Brasileiro. cada propriedade é uma propriedade. o sistema é dotado de um tampão com rosca com controle manual nos pontos de irrigação.

Uma das primeiras questões colocadas pelo professor é: Quanto tempo diário de ordenha se pretende desenvolver na fazenda? Muito ou pouco. jamais fecharia as portas para esse sistema pelo fato de ser melhor e mais higiênico que o sistema manual. Luís Fernando Laranja. a resposta altera todo o cálculo de custos. Para se determinar o tamanho e o modelo da sala de ordenha. e preferências pessoais. presentes no próprio local de ordenha. pois haverá queda na eficiência”.Para ele o balde ao pé deve ser observado pelo produtor como um equipamento de transição. uma vez que o transporte do leite até o tanque quebra a continuidade do trabalho do retireiro e pode colocar em risco a qualidade do leite. duração do turno de ordenha. deve-se respeitar a limitação de mão-de-obra. mecanização/automação. número de ordenhas/dia. cada turno não deve passar de quatro horas. por exemplo. A carga microbiana inicial está diretamente associada à limpeza dos utensílios utilizados para retirada e transporte do leite. pontuou alguns aspectos fundamentais para ajudar na tomada de decisão sobre o assunto. nível de produção das vacas. mão-de-obra disponível. latões e sistema de ordenha são apontados como os principais fatores responsáveis pelo aumento de  AgriculturA e PecuáriA conseguir a melhor otimização dos equipamentos. () A obtenção do leite constitui a etapa de maior vulnerabilidade para a ocorrência de contaminações por sujidades. construções e equipamentos. “De forma geral. microrganismos e substâncias químicas. Desta forma. da Universidade de São Paulo (USP/Pirassununga). “No entanto. estabilizando o período de ordenha entre duas e duas horas e meia. Nesse sentido. disponibilidade de recursos. a higienização deficiente dos baldes. Numa propriedade familiar. o professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia. uma análise de custos de instalação e operação de sistemas de ordenha deve levar em consideração os custos de mão-de-obra. e que podem ser imediatamente incorporados ao produto in natura. “É importante não esquecer dos valores de depreciação e juros sobre o capital”. Laranja ressalta as variáveis decisivas na escolha: tamanho do rebanho. prática presente em mais de % das propriedades brasileiras”. . De acordo com ele.

Considerando que a superfície dos tetas representa uma importante fonte de contaminação do leite. a lavagem e desinfecção das mesmas. pois as vacas são manejadas em lotes. ou diretamente para o pasto. A qualidade da água utilizada para lavagem dos utensílios. para um único ordenhador. destinado a comportar de  a  animais por vez. () Outro tipo de instalação que pode ser utilizada é o chamado Miniestábulo ou Sistema de sala-de-ordenha. as vacas ficam no curral-de-espera. podendo a ordenha ser manual ou mecânica. que é um estábulo de tamanho reduzido. Na figura abaixo estão ilustrados alguns passos importantes para uma ordenha manual higiênica: sistema de ordenha higiênica para pequenos produtores: lavagem e secagem de tetas(3) Filtragem do leite e lavagem de peias de corrente e banco de ordenhador(3) Trata-se de um conjunto de pequenos investimentos e de práticas simples. antes da ordenha. que resultam em significativa melho . variando com o tamanho do rebanho. É de fácil manejo. realizados no processo de ordenha manual. depois de ordenhadas vão para o curral de descanso e alimentação. A principal vantagem é a redução do custo de construção. equipamentos de ordenha e tetas dos animais é fundamental para evitar a contaminação do leite. conclui-se que. Antes da ordenha.microorganismos. contribuem significativamente para o controle de doenças. com bezerro ao pé.

Nas palavras do pesquisador Eli Antonio Schiffler. A estrutura. Neste caso. anexo à sala de ordenha. para as moradias. bezerreiro convencional ou abrigos individuais. fazia com que o manejo ficasse prejudicado. ou melhor. calçada. sala de leite. mais magro. para evitar a condução da poeira formada durante o serviço. mais baratas do que as utilizadas em confinamento. da Embrapa Pecuária Sudeste. a saber: l Construção ou adaptação de uma sala de ordenha. coberta. () As instalações destinadas a alojar as diversas categorias de animais de um rebanho são projetadas em acordo com o sistema de exploração a ser adotado. deve-se atentar para a direção dos ventos dominantes e a distância entre a sede e o curral. nos períodos secos do ano.ria da qualidade do leite. l Construção ou adaptação de um pequeno curral de espera para os bezerros. 3. com capacidade para  vacas por vez. currais. sala de ordenha. muitas vezes deixando o animal estressado e. os currais tradicionais eram “acéfalos”. l Construção de um canzil para contenção. escritório. l Secagem das tetas com papel toalha e coagem do leite. Não faz muito tempo. l Substituição de cordas de seda para contenção das vacas (peias) e dos bezerros por correntes leves de fácil higienização e menor contaminação. associado a cocho para administração de concentrados durante a ordenha. Troncos para contenção dos animais. o pecuarista que precisava vacinar e cuidar do rebanho padecia com um curral pouco eficiente. a falta dela. O manejo em pasto requer estruturas mais simples e são em geral. abrigos rústicos para novilhas e cochos cobertos para minerais.00/litro). “Não havia uma padronização em etapas e isso fazia com que o produtor tivesse que manejar mais o gado”. silos. construídos nos pastos. depósito para alimentos e pre AgriculturA e PecuáriA . afirma. com mínima agregação de custos ao produto final (R$0. l Instalação de instalação hidráulica para lavagem das mãos e tetas dos animais: tanque de 00 litros + 0 m de canos de PVC de ½” e  m de mangueiras de jardim dotadas de pistolas nas extremidades. conseqüentemente. Projeto para curral Na instalação do curral e complementos.

as paredes podem ser de alvenaria ou réguas até  m de altura. mas do futuro utilizando os dados do plano de negócio. As instalações geralmente são padronizadas e obedecem aos seguintes critérios: l l l l l a área necessária é de  m por animal. bebedouros. limitando-se a se movimentar entre a procura de alimento e água. o piso deve ser de terra batida. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se: l consultar a Casa do Agricultor da região onde se encontra a propriedade. com cobertura de cama (serragem de madeira. No sistema os animais são confinados no sentido restrito da palavra. com réguas ou arame liso acima. galpão para abrigo de máquinas e equipamentos e cochos cobertos. bagaço de cana ou outro resíduo vegetal). o objetivo principal é a produção de esterco. e a produção de esterco. não somente o atual.paro de rações. objetivando ganho de peso. Em alguns casos. o cocho deve ser colocado de modo a permitir alimentação externa. o pé direito deve ter de . sendo o ganho de peso considerado uma vantagem a mais para cálculo da viabilidade econômica. com altura de 0 a 0 cm na borda superior. bem como projetar adequadamente as instalações. como o curral para o rebanho. a  m para animais adultos. a separação dos animais em lotes menores (0 a 00) é preferível tecnicamente. que poderá auxiliar com as questões com maior propriedade. porque propicia melhor manejo. Em determinadas regiões este sistema é idealizado com duas finalidades: o confinamento em si. uma vez que seu preço e principalmente sua disponibilidade para a agricultura são problemáticos. l conversar com pecuaristas e agricultores da região. reservatório de água. são colocados em pequenas áreas. l consultar profissional da área que poderá desenvolver projeto  . ou seja. Neste sistema de confinamento. ou calçada.

. Disponível em: <http://www. EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Disponível em: <http://www.embrapa. php?tipoConteudo=texto&idConteudo=325>. Acesso em:  de abr.html>.com.ruralnews. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.banet. 00. 00. Orlando Monteiro et al.criareplantar.br/construcoes/ bovinocultura/geral/gado_de_leite. Acesso em:  de abr. . 00. Alojamento dos Animais. 00.embrapa.com. Disponível em: <http://www. Carvalho Filho.gov. Disponível em: <http://www.br>. . Gado de Leite. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr.com.bichoonline.com. Acesso em:  de abr. Acesso em:  de abr. Criar e Plantar. 00 9 AgriculturA e PecuáriA conforme as necessidades e objetivos da empresa. Acesso em:  de abr. Disponível em: <http://www.br/artigos/rural0010.METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA .br/ FontesHTML/Leite/LeiteSemiArido/infra/alojamento. Pense bem antes de montar uma sala de ordenha. . .br>.cnptia. Ordenha: Fatores relacionados à higiene na ordenha. 00. 00. Acesso em:  de abr. Rural News.htm>. .htm>.br/pecuaria/leite/ leite.

levemente inclinado. Finalmente. o terreno deve ter dimensões e forma para suportar uma ampliação futura das instalações. Deve ainda contar com vias de acesso. com chuvas bem distribuídas o ano todo e boas pastagens. Orientação: o eixo longitudinal das instalações deve estar orientado no sentido leste-oeste. O tipo de manejo. leite Instalações para a produção de leite em pequena escala. ensolarado e ter boas condições de drenagem. fontes de abastecimento de energia e água potável. Quanto mais intensiva a produção. A escolha do modelo apropriado e da forma de manejo do gado devem ser feitos levando em consideração aspectos mercadológicos (quantidade e qualidade da produção). geográficos (clima. semi-intensivo ou intensivo. Três pontos são indispensáveis no planejamento das instalações (Souza et al): Localização: o terreno deve ser plano. pelos seguintes motivos: l evitar o superaquecimento nos período de verão. o modelo extensivo provavelmente deve ser o mais indicado. vegetação e relevo) e socioeconômicos (condição financeira e social do produtor). Por exemplo: para produzir quantidades pequenas quantidades em áreas planas.INsTALAÇÃO PARA PRODUÇÃO DE LEITE EM PEQUENA EsCALA PALAvRAs-ChAvE Instalações para gado de leite. via diminuição 0 . firme. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA As instalações exigidas para atividade produtora de leite dependem diretamente do tipo de manejo que será dado ao gado leiteiro. maior a complexidade do manejo e maior o custo das instalações e equipamentos envolvidos no processo produtivo. por sua vez tem relação direta com o modelo de produção a ser adotado: extensivo.

favorecer a ventilação natural das instalações no caso da existência de uma fachada permanentemente quente e outra permanentemente fria . dos insumos e do produto final. permitir a entrada do sol de inverno (que sobe pouco no horizonte) no interior das instalações. evitando movimentação desnecessária e contribuindo para a produtividade do trabalho.l l Disposição das instalações: deve facilitar a movimentação da mão de obra. e cabe ao produtor avaliar quais se encaixam ou não no seu plano particular de produção: l Currais para volumosos l Currais de espera l Anexos dos currais l lava-pés l pedilúvios l seringas l Divisórias de curral l madeira l arame liso ovalado l cordoalha de aço l Estábulo l sala de ordenha l sala de leite l farmácia l escritório l almoxarifado l sanitários l plataformas de embarque do leite l Bezerreiros l Baias para touros l Maternidade l Tanque para chorume. a necessidade de instalações varia em cada caso. biodigestores  AgriculturA e PecuáriA da exposição ao sol da superfície oeste das instalações. Segue abaixo uma lista de instalações geralmente utilizadas (Souza et al). Conforme mencionado. esterqueira. através de uma fachada voltada totalmente para o norte. e não existe uma formula geral para saber quais são ou não necessárias. lagoas. As instalações não devem situar-se a mais de Km do pasto das vacas.

disponível em http://atlas. e o produtor deve estar atento para distinguir quais são necessárias para o seu caso particular de produção. que conta com plantas e desenhos explicativos. alguns critérios gerais como localização. o que faz parecer viável uma atividade inviável economicamente. INDICAÇõEs: ARTIGOS: Tomada de decisões gerenciais no âmbito de duas fazendas familiares no sul goiano. A contabilização correta da atividade é também indispensável para o sucesso da atividade.br/pdf/ cct/v20/v20n2_05. assim como sugestões sobre materiais e dimensões.br/dea/ambiagro/ arquivos/GadoLeiteOutubro-2004. orientação e disposição dos itens devem ser seguidos para alcançar êxito no planejamento das instalações. disponível em http://www.pdf em 09/0/00.l l l Silos para forragem Comedouros e bebedouros Depósitos para alimentação Informações mais detalhadas a respeito da disposição das instalações. disponível em http://www. O artigo Tomada de decisões gerenciais no âmbito de duas fazendas familiares no sul goiano.ufv.pdf em 09/0/00. apresenta com mais detalhes o  .embrapa. sendo que muitos produtores fracassam porque contabilizam de forma incorreta seus custos de produção. disponível em http://www.ufv. Instalações para gado de leite. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs As instalações necessárias à produção de leite variam de caso para caso. Informações sobre medidas e materiais.br/dea/ambiagro/arquivos/GadoLeiteOutubro-2004. Apresenta plantas e desenhos ilustrativos de instalações. disponível em http://atlas.pdf em 09/0/00. No entanto. de materiais e medidas podem ser obtidas no artigo Instalações para gado de leite.sct.br/pdf/cct/v20/ v20n2_05.br/dea/ambiagro/arquivos/GadoLeiteOutubro-2004. assim como plantas e desenhos explicativos podem ser obtidos no artigo Instalações para gado de leite.pdf em 09/0/00.pdf em 09/0/00. Artigo que aborda o tema da contabilização e análise de viabilidade.embrapa.ufv.sct.

Cecília de F. et al. UFV. Instalações para gado de leite. Conta inclusive com planilhas de custo e resultados. de A.pdf>. V. Disponível em: <http://www.Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia SOUZA. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de maio 00  AgriculturA e PecuáriA tema da contabilização.ufv. out 00. Acesso em: 09 de maio 00. que podem servir como modelo de contabilização.br/dea/ambiagro/arquivos/GadoLeiteOutubro-2004. Carlos A. . através de instrutivo estudo de caso de duas fazendas produtoras de leite.

ORIENTAÇõEs sOBRE O PLANTIO E MANEjO DO IPê ROXO PALAvRAs-ChAvE Árvore nativa. Acesso ao texto completo em: <http://www. retiradas do site do IPEF (Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais). ipê-uva. A Tabebuia heptaphylla. texto produzido pela Acadêmica Giovana Beatriz Theodoro Marto sob a supervisão e orientação do Professor Luiz Ernesto George Barrichelo e do Engenheiro Paulo Henrique Muller. ipê roxo. sua floração ocorre entre os meses de setembro e fevereiro e suas folhas são Decíduas. ipêrosa (MG).ipef. e pela diminuição preocupante do número de indivíduos que ainda são encontrados em áreas de ocorrência natural.MG) peúva (MS) e piuva (MS. plantio. Pretende plantar em Minas Gerais.  .br/identificacao/tabebuia. ipê-de-flor-roxa. ipê-piranga. legislação Informações sobre a legislação para o plantio de árvores nativas para fins comerciais e orientações quanto ao plantio e manejo do Ipê Roxo. considerando-se as finalidades de sua madeira e extrativos foliares. pau-d’arco-roxo (BA. pau-d’arcorosa (BA). pau-d’arco (BA). inclusive orientações de produção.MT). ipê-roxo-anão (SP). graraíba. é uma das espécies que vêm sendo estudadas por ser de alto valor econômico. sobre o Ipê Roxo (Tabebuia heptaphylla): Também conhecida por outros diversos nomes populares como cabroé. Pertencente a família BIGNONIACEAE.heptaphylla. ipê-preto (RJ.asp>.RS). IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segue abaixo informações sobre o Ipê Roxo.LEGIsLAÇÃO DE PLANTIO DE ÁRvOREs NATIvAs.

com dominância apical não definida e bifurcações a várias alturas e próximas entre si. instrumentos musicais. A espécie atinge. O ipê-roxo tem apresentado um melhor crescimento em solos com fertilidade química média a elevada.0 m³/ha/ano. Clima subtropical de inverno seco e Clima subtropical. Após o corte. O ipê-roxo ocorre em locais com regime pluviométrico uniforme. Também pode ser usada para mobiliário.%. Clima tropical.solo A espécie ocorre em solos como os Argissolos. Em plantio. com boa drenagem e de textura franca a argilosa. batentes. degraus de escada. porém quando comparado com as espécies florestais nativas. entre 00 e 00 metros e em Latossolos. por exemplo. bolas de boliche entre outros. a porcentagem de plantas vivas foi de . a produção volumétrica máxima obtida foi de . tacos. prestando-se muito bem a florestamentos e reflorestamentos industriais. e na construção naval como quilhas de navio. Pragas e Doenças A madeira é resistente ao ataque de insetos e ao apodrecimento Usos da Madeira Sugere – se o uso da madeira de ipê-roxo para dormentes. profundos. com altitudes até 00 metros. porém aceita um déficit hídrico moderado. postes. Utilizando espaçamento  x  m. de  a  metros de altura com o raio da copa variando em torno de 0 a 0 metros. abrange variação média anual de º C a º C . eixos de roda. os ipês têm desenvolvimento relativamente rápido.  AgriculturA e PecuáriA Clima Se adapta a diversos climas como: o Clima tropical úmido e subúmido. com inverno seco. em Cambissolos. Aspectos silviculturais Apresenta crescimento irregular.Quanto à temperatura. na construção civil como vigas. A precipitação pode variar de 000 mm a 900 mm. na fase adulta. com verão quente. Crescimento e Produção O ipê-roxo apresenta crescimento lento a moderado. Possuem crescimento moderado. portais. em altitudes que podem variar entre 00 m a 00 m.

Plantio As mudas devem ter entre . o cliente precisará de autorização  . 99. para não perder o torrão. Cobrir apenas levemente as sementes com substrato peneirado. segue abaixo a descrição completa da obra: LORENZI. O desenvolvimento das plantas no campo é apenas moderado. c) em vegetação matricial arbórea. p.apresenta brotação e possui desrama natural deficiente. em canteiros ou embalagens individuais contendo solo argiloso rico em matéria orgânica. associado com espécies pioneiras e secundárias. visando melhoria na forma do fuste. é o livro Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil.0m e . para corte e comercialização da madeira. As sementes devem ser postas pra germinar logo que colhidas. O ipê-roxo pode ser plantado: a) a pleno sol em plantio puro. b) em plantio misto.00m de altura e devem ser transportadas em embalagens próprias. caso o cliente tenha interesse em conhecer melhor as árvores nativas brasileiras. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. porém com forma inadequada. os frutos devem ser coletados diretamente da árvore quando mudam da cor verde para quase preta. ficando prontas para o plantio no local definitivo em menos de quatro meses. LEGIsLAÇÃO: Antes de iniciar a plantação de Ipê Roxo. com comportamento satisfatório quando plantado em solos férteis. Nova Odessa: Plantarum.H. A emergência ocorre em 0- dias e o desenvolvimento das mudas é rápido. do botânico Henry Lorenzeti. em faixas na vegetação secundária e plantado em linhas. Produção de Mudas Para aproveitamento de sementes. mantendo-as em ambiente semi-sombreado. em Minas Gerais. Leitura Complementar: Uma boa sugestão de leitura. alcançando aproximadamente  metros em  anos. necessitando de podas freqüentes de condução e dos galhos para aumentar sua altura comercial. antes da dispersão das sementes.

br Superintendência do IBAMA em Belo Horizonte: End: Avenida do Contorno.Cx. para que se possa obter as informações referentes à Legislação Estadual de Minas Gerais sobre o plantio de árvores nativas para corte e as devidas orientações necessárias para se iniciar a plantação de tal espécie.gov. portando.Belo Horizonte – MG Tel: () 9-9/  . Sede .franco@ibama.gov.Caixa Postal 0 Cep: 00-90 .Fax: () 9-9 Email:dg@ief.br IBAMA: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos naturias Renováveis End: Ed.silva@ibama.Barro Preto Cep. segue. º andar .  .Piracicaba/SP Tel: (9) -00 / Fax:(9) - Email: ipef@ipef. 00-090 . abaixo os contatos do IEF . km  .gov.Caixa Postal 9  INsTITUIÇõEs: AgriculturA e PecuáriA dos órgãos responsáveis.Brasília-DF Fax: () - Site: <http://www. .br > Embrapa Florestas Estrada da Ribeira.Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais e do IBAMA – MG.gov. Postal nº 090 Cep: 0-900 .br Segue abaixo o contato de outras instituições relacionadas com o assunto: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais End: Avenida Pádua Dias. 0.ibama.br Contato: Roberto Messias Franco Email: roberto-messias.  – Cidade Jardim Cep: 000 – Belo Horizonte – MG Tel: () 99-000 / - / 99-009 / 9- Fax: () -99 Contato: Maria Auxiliadora Silva Email: maria-auxiliadora.IEF: Instituto Estadual de Floresta – Minas Gerais End: Rua Paracatu.mg.

O SBRT disponibiliza em seu site uma Resposta Técnica relacionada com o plantio de árvores para sua posterior venda. independente da espécie plantada. Annelise Gomes de Carvalho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul.pdf > <http://sbrt. 00. Acesso em:  de jul.br/identificacao/tabebuia.ipef.ibict. 00  . Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.asp >. Disponível em: <http://www. 00.br/upload/sbrt790.ibict. onde tudo se torna possível de ocorrer. pragas.ibama. como incêndios. sbrt. 00. técnico e econômico.pdf > CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs FONTEs CONsULTADAs Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.Cep: -000 – Colombo . atividade esta denominada “poupança verde”. volatilidades de mercado e preços. para a criação de mudas recomenda-se a leitura das seguintes Respostas Técnicas: <http://www.PR Tel: () -00 / Fax: () -0 Para se inteirar da legislação vigente sobre. disponível pelo seguinte atalho: <http:// sbrt. doenças.ibict. onde irá receber as devidas orientações.br/upload/sbrt3105. afetando a viabilidade e a atratividade destes projetos.br>.br/upload/sbrt1662. Acesso em:  de jul.sbrt.heptaphylla. ibict. Acesso em:  de jul. Na maioria das vezes. deve-se entrar em contato com o IEF . Disponível em: <http://www. Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (ESALQ – USP). a que estão sujeitos.br>. Disponível em: <http://www. caracterizam-se pelo elevado risco. sinistros.Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais.pdf > A respeito da construção de viveiros. estes riscos estão associados ao longo prazo.gov. Lembrando que os projetos de reflorestamento.

em móveis finos. e o preço médio é de R$  mil ao m ³. Para colher os almejados R$  milhões é preciso investir. É uma planta ornamental. inicialmente. na construção pesada. na construção naval.Guanandi. A exploração comercial do guanandi ainda é recente no Brasil. O tempo de corte do guanandi é de . marcenaria. Porém. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com a Revista da Madeira. pontes. um valor similar ao do mogno. aos quatro anos a espécie já começa a produzir sementes. carpintaria. que atualmente possui corte proibido no Brasil. pois o investimento a cada hectare. muito procurado pela fauna. madeira de guanandi PALAvRAs-ChAvE Saber se existe mercado para a madeira de guanandi. a madeira de guanandi tem sido citada por especialistas como espécie promissora na substituição do mogno. postes. tais como na construção civil. A casca e o látex são usados na medicina e na veterinária. dormentes. O guanandi possui a superfície ligeiramente lustrosa e tem boa durabilidade e resistência. é uma opção para quem possui capital reservado. pelo menos R$ 0 mil. É a primeira madeira de 9 AgriculturA e PecuáriA MADEIRA GUANANDI . mas a planta é descrita por especialistas como “árvore tão antiga quanto o Brasil”. porém é a mais resistente das plantas nativas para locais úmidos e encharcados. anos. É totalmente resistente à água. Vai bem em solo seco. Do fruto extrai-se o óleo industrial com % de pureza. soma cerca de R$  mil. Além dos diversos usos na indústria moveleira e de construção é uma ótima madeira para celulose. Além disso. Com possibilidade de múltiplos usos e de comércio promissor esta espécie deve se tornar preciosa nos próximos anos. que podem ser comercializadas ou utilizadas para expandir o plantio. incluindo as mudas. para cabo de ferramentas. Essas características permitem múltiplos usos. A receita bruta estimada em cinco hectares é de R$  milhões. chapas e lâminas decorativas e outros. apícola e para reflorestamento ambiental.

Moderadamente pesada (densidade 0. O alburno é moderadamente fácil. Características Gerais Nome científico: Calophyllum brasiliensis Características morfológicas . Folhas glabras.Altura de 0-0 m. É de fácil trabalhabilidade. coriáceas. no Paraná. Quanto as propriedade físico mecânicas a madeira do guanandi pode ser classificada como moderadamente pesada. No Brasil ainda é pouco utilizado. vigas. apresentando alta incidência de rachaduras e empenamentos durante a secagem ao ar. É provável que o nome venha do látex pegajoso de coloração amarelo-esverdeada eliminado pela casca. devido a presença de gomas em seus espaços celulares.lei de  de janeiro de . e porque os frutos possuem uma polpa branca viscosa. landim e jacareíba. porém. g/cm³) fácil de trabalhar. A durabilidade natural depende da época de corte mas. Madeira. A madeira é considerada imputrescível dentro da água. Na secagem em estufa devem ser empregados programas moderados. já em outros países da América do Sul é utilizada em alternativa ao mogno e ao cedro. pois apresenta os poros parcialmente preenchidos por óleo-recina. Os baianos. A madeira é de secagem difícil. durável quando exposta. é durável a moderadamente durável à podridão branca e marrom. o cerne é difícil de preservar pelos métodos banho quente-frio e a pressão. com tronco de 0-0 cm de diâmetro. a chamam de landi. retém pregos e parafusos com firmeza e não apresenta grandes dificuldade na colagem. Tem diversos apelidos no Brasil. com retratibilidade e resistência mecânica médias e de estabilidade dimensional média. Nomes populares: A espécie é popularmente conhecida como guanandi. Utilidade.lei do país . por exemplo. Nos tratamentos preservativos a espécie apresenta baixa permeabilidade às soluções preservantes em tratamento sob pressão. com alburno bastante espesso. de cedro-d’água. em geral. palavra proveniente do tupi gwanã’di que significa ‘o que é grudento’. para 0 . de 0- cm de comprimento por - cm de largura. quando o governo imperial reservou para o Estado o monopólio da exploração dessa madeira. No Amazonas é chamada de jacareúba e.A madeira é própria para confecção de canoas.

Informações Ecológicas Planta perenifólia. marcenaria e carpintaria (moveis finos). Características: de copa larga e arredondada. Se existisse seu preço seria similar ao do Mogno. como capoeiras e capoeirões. porém descontínua. Distribuição: o guanandi ocorre desde o México até o Paraguai. Cientistas da Universidade Federal do Mato Gros AgriculturA e PecuáriA construção civil. As flores brancas costumam aparecer entre setembro e novembro. sendo portanto útil no reflorestamento misto de áreas ciliares degradadas. As estimativas de preço são de R$  mil ao m³. que possui mais de 0 espécies. característica e exclusiva das florestas pluviais localizadas sobre solos úmidos e brejosos. O gênero Calophyllum significa ‘flor bonita’. com folhagem verdeescura. As árvores iniciam sua produção de sementes ao º ano. As folhas e ramos oriundos da desbrota e desbastes poderão ser vendidos para industrias de farmacoterapicos. o guanandi pode chegar a 0 metros de altura e 0 centímetros de diâmetro. o guanandi pode ser visto do Amazonas ao Rio Grande do Sul. A semente tem cor castanha e mede até  milímetros de diâmetro. subprodutos: a partir do º ano o produtor já pode obter renda com os subprodutos. A árvore é bastante ornamental podendo ser empregada no paisagismo em geral. A maturação dos frutos se faz de abril a junho. O tronco reto e cilíndrico é protegido por uma casca marrom-escura. No Brasil. que por vezes chega a formar populações puras. Preço: madeiras de lei no mercado mundial tem demanda crescente e oferta declinante. Classificação: a planta pertence à família Clusiaceae ou Guttiferae. ocorre geralmente em grandes agrupamentos. Sua dispersão é ampla. podendo assim ser utilizados para venda (sementes e mudas) como também para expandir o seu plantio. É capaz de crescer virtualmente dentro da água e até em áreas de mangue. entre elas a malva-do-campo. assoalhos. . heliófita ou luz difusa. obras internas. Os frutos são consumidos por varias espécie da fauna. É encontrada tanto na floresta primária densa como em vários estágios de sucessão. O Guanandi é uma madeira em extinção que não é ofertada no mercado brasileiro porque não existe.

Serve também como antiinflamatório. Custo de implantação: cada hectare. Se isso ocorre com a sua propriedade. palmito e outros). compensa adquirir uma área em qualquer outra região de terras baratas. solos: o guanandi ocorre naturalmente em solos aluviais com drenagem deficiente.so confirmam as propriedades medicinais do guanandi para doenças como diabetes. No Paraná. Assim. principalmente.000 a . valorização da terra: uma terra plantada com madeira nobre tem seu valor comercial elevado muitas vezes. e ácidos. em média R$  mil ao hectare. às superfícies pleistocênicas e holocênicas onde predominam os solos de baixa fertilidade natural. As plantas dos desbastes do º ano e do 0º ano poderão ser aproveitado comercialmente. bem drenados. praticamente o único serviço será controlar o mato nas entrelinhas e uma vez por ano fazer a desbrota (eliminação dos raminhos ou brotos que saem no tronco e que iriam formar galhos que roubariam energia da planta atrasando o crescimento da planta em altura). inclusive as mudas. Os espaços que vão surgindo com o desbaste poderão ser aproveitados com pastagens ou culturas que aceitam sombras (café .000 milímetros anuais. de textura que varia de fraca  .00 mudas/ha). cuja precipitação pluviométrica não atinja . Aí é só esperar o tempo do corte. custam. nos plantios experimentais desenvolvidos pela Embrapa Florestas. não entra mais sol e portanto não nasce mais mato nem brotação de ramos nos troncos. Contudo. Quanto mais cedo a plantação “fechar” (encontro das copas das arvores). sua ocorrência na Floresta Ombrófila Densa (Floresta Atlântida) restringe-se. e possui ação antimicrobiana. Tanto maior quanto mais anos forem se passando. dada a alta rentabilidade da receita do guanandi. cicatrizante. em locais úmidos periodicamente inundáveis e brejosos com textura arenosa a franca. cacau . Espaçamento: o ideal seria em torno de x  metros (. como de fertilidade química alta a média. no Paraná – em solos com propriedades físicas adequadas. A incidência do sol nas entrelinhas e no tronco estimulam o crescimento do mato e a brotação dos ramos no tronco. após o plantio. Contra-indicação:deve-se evitar o plantio em regiões cujas temperaturas caiam abaixo de três graus negativos e em regiões áridas.

Tem início entre  e  dias após a semeadura. Quando necessária. Em Porto Rico . a germinação prolonga-se por até seis meses. cerca de dois meses após a semeadura. . a semeadura direta do guanandi. Germinação: hepígea. a pleno sol. alguns pesquisadores recomendam que o fruto seja utilizado para semeadura como se fosse semente. Por isso. O poder germinativo é irregular. com germinação próxima a 00%. não havendo necessidade de despolpá-lo. para remover o epicarpo e o mesocarpo do fruto. na fase de viveiro. Cuidados especiais: recomenda-se usar sombreamento com 0% de intensidade luminosa. A desrama natural do guanandi é fraca. entre % e 9%. As mudas dessa espécie atingem porte adequado para plantio. não apresentando limitação quanto à drenagem. a repicagem deve ser feita  a  semanas após o aparecimento do hipocótilo. sendo recomendada escarificação mecânica ou estratificação em areia úmida por 0 dias. ou em tubetes de polipropileno grande. Na fase de muda. mesmo sob plantio em vegetação matricial arbórea. tanto para sementes de frutos não despolpados por morcegos . semeadura: recomenda-se semear uma semente em sacos de polietileno com dimensões mínimas de 0 cm de altura e  cm de diâmetros. a espécie tem apresentado crescimento satisfatório. Porém. sementes despolpadas por morcegos não necessitam de tratamento pré-germinativo. A extração da semente dá-se por maceração. é realizado com êxito. como para as sementes beneficiadas por morcegos.sementes: a coleta das sementes é feita geralmente no chão. Deve ser evitado plantio puro. no campo. A plântula aceita poda radicial. O guanandi se regenera abundantemente à sombra. Recomenda-se plantio  AgriculturA e PecuáriA a argilosa. apresenta sistema radicial reduzido. Contudo. necessita de sombreamento de intensidade média na fase juvenil. Essa espécie é intolerante a baixas temperaturas. contudo. necessitando de poda dos galhos. Dormência: o guanandi apresenta dormência tegumentar causada pelo endocarpo rígido ou causada pelo endocarpo rígido ou causada por substância inibidora da germinação. Apresenta crescimento monopodial com galhos finos. Sem o tratamento de superação de dormência . os cotilédones permanecem na semente.

enquanto que % de outras espécies são de madeiras para uso nobre (movelaria). é preciso fazer uma pesquisa de mercado para avaliar os investimentos necessários. Acesso em:  de set. com a vantagem de selecionar os competidores no mercado.ano  . Como todo mercado. matas plantadas de eucalipto e pinus totalizam 9% (papel e celulose). Revista da Madeira. associado com espécies pioneiras e secundárias. com. e em vegetação matricial arbórea em faixas abertas na floresta e plantado em linhas. enquanto que para madeiras nobres o preço fica e m torno de R$ 000. após corte.misto a pleno sol. . como o plantio de guanandi . Vasconcelos Florestal. onde encontrará várias informações sobre guanandi. Disponível em: <http://www. REFERêNCIAs Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de set.00 o m³. rentabilidade. No Brasil.reflorestar.pelas características de médio e longo prazo da colheita (receitas a partir do 0º ano com o final em ° ano) é um investimento de médio e longo prazo. Acesso em:  de set. exigindo do investidor alto capital de giro. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A atividade agroflorestal . Disponível em: <http://www. subprodutos.br>.com. Brota da touça.br/revista/materia. Espécie é apontada como substituta do mogno.março de 00. etc. 00  .00 o m³ do eucalipto e pinus . pois o retorno é a médio e longo prazo. 00. Uma recomendação é a visita ao site da Vasconcelos Florestal. O mercado paga hoje em torno de R$ 0.n  .remade.php?edicao=88&id=7111>. 00.

br/alimentos/registro_como.htm acesso em:  de Jul. Também deve-se consultar o documento: Como Elaborar Plano de Negócio. beneficiamento de cogumelo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Sobre as melhores formas de colocá-lo a venda.sebraemg. bem como forma de beneficiamento desses cogumelo. disponível no endereço: <http://www.sebraesp. sobre preços. de 00.pdf> acesso em  de Jul.pdf acesso em:  de Jul.br/arquivos/parasuaempresa/planodenegocios/ plano_de_negocios.Cogumelos Acarius bisporus. disponível em: Já com relação aos procedimentos necessários para registrar o produto deve entrar em contato com a ANVISA. de 00. de 00 O processamento do cogumelo (lavagem.br/upload/sbrt1443.anvisa.gov.  http://www.gov.sbrt. AgriculturA e PecuáriA MANEjO DE COGUMELOs ACARIUs BIsPORUs . deve-se fazer um plano de negócio e para isso aconselha entrar em contato com o posto de atendimento do SEBRAE. de 00. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. além de como registrar o pruduto gerado a partir deles. que pode ser encontrado no endereço: <http:// www. Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresas. disponível em: <http://www.asp> acesso em:  de Jul. registrar produto a base de cogumelos.ibict. PALAvRAs-ChAvE O Cultivo de cogumelos Acarius bisporus está apresentando problemas com mosquitos. br/institucional/faleconosco/opcao2.com. mosquitos em cogumelos. embalamento e estocagem) deve-se consultar a Resposta Técnica . disponível em: http://www.anvisa. nesse sentido gostaria de informações sobre combate desses mosquitos. Também pode-se consultar o ducomento: Manual de Procedimentos para Registro e Dispensa de Registro de Produtos. molho.br/Principal/Sebrae%20no%20estado/>. sobre estratégias de venda. de 00. ou pelo Fale Conosco. sobre possíveis consumidores.com. acesso em:  de Jul. pelo Telefones: 000  0 ou () -000.

unidade ESALQ. Telefone: (9) 9-99.pdf>. Empresa Júnior de Escola Superio ‘Luiz de Queiroz’.br/~esalqjrc/> acesso em :0 de Jul.com. o problema acontece até nos viveiros telados de empresas florestais e nada de concreto foi feito ainda. Acesso em:  de jul. Disponível em: http://www. Fitologia e Zoologia Agrícula da ESALQ/USP. de 00. Piracicaba-SP FONTEs CONsULTADAs Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micros Empresas de Minas Gerais. Para viveiros florestais está se testando o uso de nematóides. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. formada por alunos da Universidade de São Paulo.br>.usp. Acesso em:  de jul. 00. com tela do tipo anti-afídeo. Escola Superior “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo.ciagri. caso já não o for. Como Elaborar Plano de Negócio. mas é preciso saber muitas coisas para emplemetar qualquer tipo de controle (bilógico).00. Industrialização do cogume . o problema de lagartas em cultivo de cogumelo pode ser causado pela falta de higiene no manejo desse cultivo. anvisa. root gnats). Assim uma medida que poderia ser tomada seria telar o viveiro. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. ESALQ Júnior Consultoria Site: <http://www.br/arquivos/parasuaempresa/planodenegocios/plano_de_negocios. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Caso continue com dúvidas procure um engenheiro agrônomo ou entre em contato com a ESALQJR. popularmente conhecidos como “fungus gnats”(algo como mosquito do fungo). Disponível em: <http://www.gov.Sobre o problema com pragas nos cogumelos. quando aos mosquistos. segundo o professor Doutor Evoneo Berti Filho do Departamento de Entomologia. podem ser das famílias Mycetophilidae (fungus gnats) ou Sciaridae (dark-winged fungus gnats. sebraemg. Finalmente os mosquitos. o que é inadmissível em cultivo de cogumelos. embora algumas empresas tenham tentado usar produtos químicos.

Fitologia e Zoologia Agrícula da ESALQ/USP. 00.cnpq. Disponível em: <http:// www. 00.ibict.br/upload/sbrt1443.Professor Doutor Evoneo Berti Filho do Departamento de Entomologia. SP. 00. Escola Superior “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jul. Disponíovel em: <http:// buscatextual.br/buscatextual/visualizacv.sbrt. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA lo. Disque-Tecnologia/USP. Acesso em:  de jul.pdf>.jsp?id=K4797876A6> acesso em: de jul. São Paulo. .

o consumo de alimentos e mudanças no peso vivo do animal. André Luiz Monteiro Novo.  . a idade da vaca. para ser implementado. Não se deve esquecer o aspecto da sanidade.MANEjO DE REBANhO DE vACAs EM LACTAÇÃO PALAvRAs-ChAvE Gado. O animal deve contar com conforto adequado. água de boa qualidade e à vontade bem como a ordenha deve ser bem feita. o ideal é ter a proporção de 0% do rebanho adulto em lactação. gado leiteiro Quantas vacas são necessárias para manter três vacas em lactação. a condição corporal. ao mesmo tempo. É importante ressaltar que a genética do Zebu. Alimentação Um sistema de alimentação para vacas em lactação. do rebanho adulto. a base do sistema é primordial. permite que o animal dê leite por 0 meses e crie a cada  meses. é necessário considerar o nível de produção. sem restrições e de boa qualidade. ou seja não chega aos  meses de lactação. Neste caso a proporção é de aproximadamente de 0% Manejo Quanto ao manejo. o consumo esperado de matéria seca. como por exemplo. não ser deixado sob sol quente. durante um ano? Qual é o manejo necessário? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com o pesquisador da Embrapa Pecuária Sudoeste Dr.  vacas em lactação. Este índice de 0%. O estágio da lactação afeta a produção e a composição do leite. manejo de rebanho em lactação. o estágio da lactação. tipos e valor nutritivo dos alimentos a serem utilizados. mas ter local com sombra onde repousar. assim sendo o rebanho deve contar com alimentação adequada. normalmente tem persistência de lactação mais curta. ou seja.

Vacas que são ordenhadas três vezes ao dia consomem  a % mais 9 AgriculturA e PecuáriA Nas duas primeiras lactações da vida de uma vaca leiteira. no pico de consumo. O pico de consumo de alimentos só será atingido posteriormente. menores produções de leite e distúrbios metabólicos como cetose. até atingir o pico. Para isto. Um plano de alimentação para vacas em lactação deve considerar os três estádios da curva de lactação. Este procedimento evita a dominância. fígado gorduroso e deslocamento do abomaso. pois estes animais ainda continuam em crescimento. Vacas de alto potencial de produção devem apresentar um consumo de matéria seca equivalente a pelo menos % do seu peso vivo. são distintas para cada um deles. aumentando o consumo de matéria seca. Devem ser manejadas em pastagens de excelente qualidade e em quantidade suficiente para permitir alta ingestão de matéria seca. Assim. Deve-se fornecer volumoso de boa qualidade com suplementação com concentrados e mistura mineral adequada. não conseguem consumir alimentos em quantidades suficientes para sustentar a produção crescente de leite neste período. o manejo dos pastos em rotação é prática recomendada. . em torno de nove a dez semanas pós-parto. o que ocorre em torno de cinco a sete semanas após o parto. pois as exigências nutricionais dos animais. recomenda-se que aos requerimentos de mantença sejam adicionados 0% a mais para novilhas de primeira cria e 0% para vacas de segunda cria.Recomenda-se alimentar as vacas primíparas separadas das vacas mais velhas. nas primeiras semanas após o parto. As vacas. evitando que percam muito peso e tenham sua vida reprodutiva comprometida. Por isso. com necessidades nutricionais muito elevadas. além de baixa resistência aos agentes de doenças. é importante que recebam uma dieta que possa permitir a maior ingestão de nutrientes possível. Vacas que ganham muito peso antes do parto apresentam apetite reduzido. As vacas não devem parir nem excessivamente magras nem gordas. deve-se fornecer alimentos em quantidades superiores àquelas que deveriam estar recebendo em função da produção de leite.

forneça silagem de milho ou sorgo. à vontade. Para vacas mantidas em pastagens. Vacas com produções acima de 0 kg de leite por dia. na base de  kg para cada . devem receber gordura protegida (fonte comercial) para elevar o teor de gordura da dieta total para -%. Algumas opções para formulação de concentrado são apresentadas na Instrução Técnica para o Produtor de Leite . como farinha de peixe. Pode-se utilizar uma mistura simples à base de milho moído e farelo de soja ou de algodão. O concentrado para vacas em lactação deve apresentar  a % de proteína bruta (PB) e acima de 0% de nutrientes digestíveis totais (NDT). kg de leite produzidos. como caroço de algodão. manejadas em pastagens ou em confinamento. Para vacas de alta produção leiteira ou animais confinados. De outra forma. feno ou forrageiras de inverno.Sistemas de Alimentação nº 0. soja em grão moída ou caroço de algodão. deve-se fornecer concentrados com fontes de proteína de baixa degradabilidade no rúmen. soja em grão moída. tostada etc. Essas vacas devem receber 0 . cana-de-açúcar adicionada de % de uréia. a vaca deve consumir pelo menos um quilograma de matéria seca. Caso haja muita sobra. calcário e sal mineral ou dependendo da disponibilidade.matéria seca do que se ordenhadas duas vezes ao dia. reduza a quantidade. Opções de concentrados para vacas em lactação. farelo de algodão. Um regra prática para determinar a quantidade de volumoso a ser fornecida é monitorar a sobra ou o excesso que fica no cocho. há necessidade de suplementação com volumosos: capim-elefante verde picado. precisam ter ajustes em seu manejo e plano alimentar. Caso não haja sobras ou se sobrar menos do que 0% da quantidade total fornecida no dia anterior. silagem. Para vacas com produções diárias acima de -0 kg de leite. soja em grão moída ou sebo. Vacas de alta produção de leite. Para cada dois quilogramas de leite produzidos. durante o período de menor crescimento das forrageiras. além de uma fonte de gordura. ela pode perder peso em excesso e ficar mais sujeita a problemas metabólicos. aumente a quantidade de volumoso a ser fornecida.

Muito usada em confinamento total. feno. vacas no terço médio e vacas em final de lactação. A relação concentrado/volumoso é maior para vacas de maior pro AgriculturA e PecuáriA uma quantidade diária de gordura na dieta equivalente à quantidade de gordura produzida no leite. a tendência é de se formular uma dieta completa com alto teor energético e com nível de proteína não-degradável que atenda ao grupo de maior produção de leite. pode-se conseguir aumento do consumo voluntário. Alimentação e manejo de vacas de alto potencial genético. Rações mais secas ou mais úmidas podem limitar o consumo. para evitar problemas com acidose. o que pode causar problemas de acidose nos animais. minerais e vitaminas. Para reduzir mão-de-obra na mistura de diferentes formulações para os grupos de vacas com diferentes produções médias. principalmente na época mais quente do ano.Sistemas de Alimentação nº . Mantendo a dieta completa à disposição dos animais nesses períodos. Além disso. a % de bicarbonato de sódio e 0. Instrução Técnica para o Produtor de Leite . Deve-se encher o cocho no final da tarde. o teor de umidade da silagem deve ser monitorado semanalmente. O melhor teor de matéria seca da ração total está entre 0 e %. Para assegurar consumo máximo de forragem. A mistura dos ingredientes é feita em vagão misturador próprio. se possível. naturalmente já controlariam o consumo. Os demais grupos.Dieta completa é uma mistura de volumosos (silagem. as vacas podem consumir o alimento num horário de temperatura mais amena. para que os animais possam ter alimento fresco disponível durante a noite.% de óxido de magnésio na dieta total. o qual contém balança eletrônica para pesar os ingredientes. Por isso. tem a vantagem de evitar que as vacas possam consumir uma quantidade muito grande de concentrado de uma única vez. capim verde picado) com concentrados (energéticos e protéicos). deve-se garantir disponibilidade de alimentos ao longo do dia. ingerindo menos matéria seca. as vacas se alimentam após as ordenhas. . recomenda-se a inclusão de 0. Normalmente. Dessa forma.

na tabela abaixo. ção Técnica para o Produtor de Leite . à vontade (InstruTrabalhador na Bovinocultura de Leite . O fornecimento de concentrado deve ser feito com  a 0% de proteína bruta. Ela deve estar à disposição dos animais. uma vez que o leite é composto de  a % de água. o consumo de água aumenta substancialmente. No terço médio da lactação. na proporção de  kg para cada  kg de leite produzidos acima de  kg.Embrapa: Manual Técnico: Para vacas em lactação e animais que são mantidos em confinamento.Sistemas de Alimentação nº 41. as vacas já recuperaram parte das reservas corporais gastas no início da lactação e já deveriam estar enxertadas. nos meses de verão. litros de água para cada litro de leite produzido. Normalmente as vacas consomem . Produção de Concentrado leite (kg/dia) Até   a   a  0- 0  % -0 0  Volumoso %  a  Acima de  0- -0 -0 0- Deve-se tomar o cuidado de retirar restos de alimentos mofados do cocho antes de fornecer nova alimentação. Quando a temperatura ambiente se eleva. e a mesma relação acima de  kg  . Suplementos Minerais para Gado de Leite e Senar . sugere-se. preparando sua condição corporal para o próximo parto. De uma forma mais generalizada. as relações concentrado/volumoso. na época das chuvas. Vacas em lactação requerem uma quantidade muito grande de água.dução de leite.página ). é mais seguro e garantido incluir a mistura mineral no concentrado ou na dieta completa. Para animais mantidos em pastagens. o método mais prático de suplementar minerais é deixando a mistura (comprada ou preparada na própria fazenda) disponível em cocho coberto. A produção de leite começa a cair e as vacas devem continuar a ganhar peso. à vontade e próxima dos cochos.

principalmente. encerrando-se a lactação atual e o início da preparação para o próximo parto e lactação subseqüente. O suprimento de proteína. as vacas devem recuperar suas reservas corporais e a produção de leite já é bem menor que nos períodos anteriores.Qualidade do Leite e Segurança Alimentar nº 3. proporcionando maior qualidade e produção de colostro. É fundamental para que haja transferência de nutrientes para desenvolvimento do feto. compreendido entre a secagem e o próximo parto. para que se adaptem à dieta que receberão após  AgriculturA e PecuáriA iniciais de leite produzido. É o período em que ocorre a secagem do leite. conforme tabela abaixo. mas deve-se evitar que a vaca ganhe muito peso nesta fase. . Nas duas semanas que antecedem ao parto deve-se iniciar o fornecimento de pequenas quantidades do concentrado formulado para as vacas em lactação. que é acentuado nos últimos 0-90 dias que precedem o parto. para repor as reservas corporais perdidas no início da lactação. Método de secagem de vacas . em rebanhos bem manejados sua duração é de 0 dias. O período seco. o que normalmente se observa com vacas que parem gordas. mas que tenham alimento suficiente. minerais e vitaminas é muito importante. à redução na ingestão de alimentos pós-parto. para reduzir a incidência de problemas no parto e durante a fase inicial da lactação. principalmente na época seca do ano. a glândula mamária regenere os tecidos secretores de leite e acumule grandes quantidades de anticorpos. essencial para a sobrevivência da cria recém-nascida. durante o período seco do ano. Deve-se alimentar as vacas para evitar que ganhem peso em excesso. energia. Instrução Técnica para o Produtor de Leite .Produção de leite (kg/vaca/ dia) a a  a   a   a   a 0 Quantidade de Concentrado (kg/vaca/dia) época das “águas”      época seca       No terço final da lactação. Isso se deve.

portanto. isto é. o que dificulta a locomoção e reduz a capacidade de competição. em rebanhos nos quais se faz a observação no parto. Em torno de vinte a trinta dias antes do parto. Se for uma novilha esta preparação vem naturalmente. este animal deve ser levado para a maternidade. se preparar para próxima lactação e produzir um colostro de boa qualidade. pois permite que os microorganismos do rúmen se adaptem à dieta que vai ser ingerida durante a lactação. já que ela nunca pariu.Embrapa . Geralmente ficam mais pesados. os problemas são resolvidos de forma mais rápida e com maior sucesso e menor índice de natimortos. Neste período. a fêmea deve receber a mesma dieta que irá receber após o parto com restrição do sal mineral. A mistura mineral (com nível baixo de cálcio) deve estar disponível. à vontade. dependendo da sua condição corporal. ) após o parto. a % do peso vivo do animal.CNPGL. As quantidades a serem fornecidas variam de 0. vacas Gestantes Como ponto de partida. 99 e Embrapa Gado de Leite: 0 anos de pesquisa). em cocho coberto (Manual Técnico: Trabalhador na Bovinocultura de Leite – Senar-AR/ MG/Embrapa. uma vaca gestante nos dois últimos meses de gestação. É muito importante que neste período isto ocorra. deve-se fazer com que ela interrompa a produção de leite para que a glândula mamária possa descansar.o parto. O teor de cálcio da dieta de vacas no final da gestação deve ser reduzido para evitar problemas com febre do leite (Febre do leite .  . facilitando a observação diária. É bom lembrar que neste período final de gestação o animal sofre as maiores transformações. Por observação na maternidade conclui-se que. exigindo. deverão ir para uma baia-maternidade. que deve ser de preferência um pasto próximo ao curral. deve encerrar a lactação. maiores cuidados. O fato de ter uma maternidade vai facilitar alguma interferência que for necessária no decorrer do parto. No caso de confinamento total. Documentos.

Embrapa Gado e Leite. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária onde há técnicos competentes e preparados para oferecer as informações técnicas de que necessite.  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs .br/upload/sbrt343.embrapa. Engenheiro Agrônomo Telefone : () - No site do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas há outras respostas que tratam sobre o assunto e podem ser consultadas no endereço abaixo: Alimentação para vacas de leite .html>.br/upload/sbrt826. 00.sbrt.Sugere-se consultar a EMBRAPA.: () 9 0 Embrapa Sudoeste. 00. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de jul.pdf Ração de vacas em lactação . embrapa.http://www.br/>. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul.ibict.cnptia. Acesso em:  de jul. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.http://www. Juiz de Fora (MG) Telefone: () 9 00 Fax. 00.pdf FONTEs CONsULTADAs Embrapa Sudoeste. Embrapa Gado e Leite. São Carlos (SP) André Luiz Monteiro Novo.br/FontesHTML/Leite/LeiteSudeste/index.sbrt.cnpgl.ibict.

CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Primeiramente entrar em contato com a empresa disponível em referências. bem como o capital disponível para realizar tal investimento. Para produções de pequeno porte. com produção mensal de 0 toneladas. como é o caso. e estará mais apta a analisar o caso com maior profundidade. Ela foi recomendada por trabalhar com produtores de menor porte e ter equipamentos para atender os objetivos das mesmas. maquinário para fabricação de ração para suínos Indicação de maquinário para fabricar ração para suínos com restos de alimentos. é recomendada a aquisição de um misturador vertical. É preciso ficar atento às especificações sanitárias da produção da ra .MÁQUINA PARA FABRICAÇÃO DE RAÇÃO PALAvRAs-ChAvE Ração para suínos. Jacinta Diva Ferrugem Gomes da Faculdade de Zootecnia da USP. Caso a produção cresça e seja necessário o aumento da capacidade da empresa. é possível encontrar fornecedores de maquinário e consultorias para instalação de fábricas no site da Suíno Cultura Industrial. Entrando no espaço “Guia Gessulli” é possível encontrar fornecedores e produtores de diversos tipo e lugares. o maquinário e infra-estrutura necessários para a produção de ração voltado para suínos depende muito do volume que se estima alcançar. Outra opção de negócio seria a associação da empresa com cooperativas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo a Profa. possibilitando a produção da ração nas fábricas de processamento deles mediante pagamento de aluguel ou porcentagem da produção. Dra. no qual os processos de trituração e mistura são realizadas em um menor volume e de forma mais econômica.

Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul Disponível em:<http://www. Para tanto. Acesso em: 0 de out. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT outras informações importantes: Disponível em: <http://www.acsurs.br Suinocultura Industrial .REFERêNCIAs FZEA – Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da USP Contato: Profa.com.br/>.br/>. para eventuais melhorias no seu produto.com. Acesso em: 0 de out. Rodrigo Ravani Gurgel NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out. Dra. Legislação de alimentação de suínos e a sanidade: Disponível em: <http://www. Jacinta Diva Ferrugem Gomes e-mail: jacintaf@usp.sbrt.00.00.com.asp> Procura por fornecedores –Disponível em: <http://www.br/> e-mail: atendimento@ganasini.ganasini.br Alcides Ganasini & Cia Tel: () -99 Disponível em:<http://www. .guiagessulli.br/upload/sbrt1099. adaptar seu produtos às normas vigentes.acsurs. É interessante também checar outros dados relacionados ao balanceamento da alimentação de suínos.br/manualsanitarios.com. disponível no site do SBRT (vide link abaixo).ibict. Acesso em: 0 de out.00.00  AgriculturA e PecuáriA ção. para assim.suinoculturaindustrial. Acesso em: 0 de out.html>.com. bem como a composição da mesma.doc>.br/site/home.Disponível em: < http://www.00.com. é válido checar o link disponível abaixo sobre a legislação de alimentação de suínos.

junto a nascente existem poucas árvores. Assim os solos sem cobertura florestal reduzem drasticamente sua capacidade de retenção de água de chuva. A segunda de médio prazo. Segundo esta lei são obrigatórias as conservações de 0 metros de mata para cursos d’água com até 0 metros de largura.O termo Mata Ciliar também conhecida como mata de galeria. sOLUÇÃO APREsENTADA Junto a nascente é preciso preservar a Mata Ciliar. tais como: • • • • • • • Escoamento das águas da chuva Diminuição do pico dos períodos de cheia Estabilidade das margens e barrancos de cursos d’água Ciclo de nutrientes existentes na água. normalmente estão reduzidas a vestígios. A função das Matas Ciliares em relação às águas está ligada a sua influência sobre uma série de fatores importantes. As Matas Ciliares foram reduzidas drasticamente e. Entretanto. resulta nas enchentes. causando duas conseqüências gravíssimas. quando presentes. inclusive as estreitas faixas de florestas que ocorrem nas margens dos rios. tem sido usado para classificar as diversas formações vegetais. que é imediata. apesar de ser garantida pelo Código Florestal Lei Nº  de /09/. em vez de infiltrar no solo. a água escoa sobre a superfície formando enormes enxurradas que não permitem o bom abastecimento do lençol freático. A primeira. promoven-  .MATA CILIAR EM NAsCENTE PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Mata ciliar Qual é o tipo de árvore apropriada para plantar em uma nascente de água? Possui uma fazenda no sul de MG. na legislação brasileira o termo Mata Ciliar significa qualquer formação florestal que ocorre nas margens de cursos d’água. entre outros.

rios e riachos abastecidos por ela. Disponível em: <http://www. mas se estendem aos córregos.gov.sc. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Associação Mata Ciliar. 00 Mata Ciliar.usp.planalto.org. evoluem facilmente para as voçorocas.mataciliar. 00 9 AgriculturA e PecuáriA do a diminuição da água armazenada.br>. entidade produz mudas de essências nativas de 0 espécies de árvores nativas diferentes EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: CEMAC Centro Excelencia Matas Ciliares Universidade Federal de Lavras UFLA Depto Ciências Florestais Lavras – MG Telefone () 9- e-mail cemac_dcf@ufla. Com isso. 00. Se não controladas. Acesso em  de mar. . minimizando assim o problema da seca. Acesso em  de mar. reduzem-se as nascentes. Disponível em: <http://educar. Acesso em  de mar. Código Florestal.br/ccivil_03/ Leis/L4771. que vai proporcionar as características originais do local.INDICAÇõEs: FORNECEDOREs: Associação Mata Ciliar.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O importante é a recuperação da mata ciliar em torno da nascente. que são formadas pela combinação de processo de erosão e demonstram um desequilíbrio do ambiente. As conseqüências do rebaixamento do lençol freático não se limitam as nascentes.html>.htm>. Disponível em: <http://www.br/licenciatura/2003/vt/ mataciliar.

00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar.

só não sendo encontrados em locais muito frios como nos pólos. Esta classe é subdividida em 9 ordens. mas eles estão em todo nosso país. sótãos e porões. São em geral pequenos. bueiros e passagens de gado sob as rodovias l silos l pontes l cisternas ou poços l copas e folhagens de árvores e arbustos l vãos de dilatação de prédios l ocos de árvores l fossos de elevadores  AgriculturA e PecuáriA MORCEGO . frestas na paredes e marquises) l construções abandonadas l torres e forros de Igrejas l cavernas e grutas l túneis. Os morcegos ocorrem em quase todo o planeta. onde estão agrupados os morcegos.Morcego PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Informações sobre um método eficaz e barato para combater morcego. a quantidade de espécies varia de região para região. sOLUÇÃO APREsENTADA Os morcegos são mamíferos pertencentes à Classe Mammalia que caracteriza-se por animais vertebrados. Algumas espécies já estão ameaçadas de extinção. Principais abrigos de morcegos l nossas casas (forros. possuidores de corpo coberto de pêlos e que nutrem seus filhotes no início de seu desenvolvimento por leite secretado pelas glândulas mamárias das fêmeas. No Brasil nós temos morcegos de norte a sul. na grande maioria não excedendo 00 gramas de peso. entre as quais encontramos a dos Chiroptera.

para complementarem suas dietas. levam sementes para longe da planta-mãe. De acordo com a alimentação. mamões.são os famosos morcegos-vampiros. como sardinhas e barrigudinhos. Por isso.comem rãs. como mangas. carnívoros . piscívoros . frugívoros . ranívoros .comem pequenos peixes. porque ao pegarem os frutos para comer. Estudos feitos com as substâncias anticoagulantes presentes na saliva destas espécies poderão ajudar a salvar vidas de pessoas com doenças do coração. entre outras. figos. É muito comum vê-los em cidades.consomem folhas de diversas plantas. Às vezes. outros de grandes animais como vacas e cavalos. como o maracujá-de-restinga e o ipê. Eles se alimentam exclusivamente de sangue de vertebrados. mas nenhuma espécie de morcegos alimenta-se exclusivamente de anfíbios. podemos classificar os morcegos da seguinte maneira: l l l l l l l l l onívoros .l l estábulos cachoeiras Os morcegos hematófagos se alimentam de sangue. como os beijaflores (aves) se alimentam do néctar e do pólen produzidos por muitas flores.são morcegos que. se alimentando em mangueiras e amendoeiras. folívoros . besouros. como os gêneros Piper. incluindo mosquitos. pássaros. goiabas e principalmente frutos selvagens. sendo os  . bananas.caçam pequenos animais vertebrados.comem os mais variados frutos. Solanum. amêndoas. insetívoros . lagartos e até outros morcegos. estes morcegos podem ser vistos bebendo água com açúcar colocada em bebedouros de pássaros. que também pode utilizar outros alimentos. Um gênero que sabe-se ter esse hábito é o Trachops (Phyllostomidae). na regeneração de áreas desmatadas. conseqüentemente.utilizam vários dos itens citados abaixo em suas dietas. como ratos.alimentam-se de insetos. Cecropia (embaúba) etc. nectarívoros/polinívoros . hematófagos . gafanhotos e mariposas. ajudando em sua dispersão e. alguns de aves e pássaros. têm importante papel no controle de algumas pragas agrícolas. São importantíssimos para as florestas tropicais.

A dieta. . pelo menos. ou mesmo um arranhado por morcegos faça o seguinte: l lave o local com bastante água e sabão. 0 milhões de anos. Os morcegos hematófagos voam de seus abrigos em busca de presas para se alimentarem. Uma variedade enorme de plantas depende quase que exclusivamente dos morcegos para espalhar suas sementes. fazendo assim um rigoroso controle de população. m a 0 m de altura. conforme a espécie e a presa a ser localizada.Importância dos morcegos Os morcegos são importantes pois comem toneladas de insetos por ano. O vôo pode ser realizado a uma altura de 0. que ocorrem apenas nas Américas.  AgriculturA e PecuáriA únicos cordados (filo Chordata) a terem essa especialização. Os morcegos comedores de frutas espalham sementes de centenas de espécies de árvores. Há apenas três espécies no Mundo. pode ter certeza. perpetuando as espécies. Há. basta dizer que cerca de dois terços das angiospermas das florestas tropicais do mundo são polinizadas por eles. eles se alimentam do pólen e do néctar das flores. Os morcegos só mordem para se defender. Em caso de mordida. estima-se que aproximadamente 0 espécies de morcegos dependem parcial ou totalmente das plantas como fonte de alimento. Duas atacam aves (Diphylla ecaudata e Diaemus youngii) e uma ataca aves e mamíferos (Desmodus rotundus). Um bom e esperto morcego insetívoro pode devorar mais de 00 mosquitos por hora. faz com que esses animais contribuam para a regeneração das florestas e para a disseminação e distribuição de várias plantas. que pode ter se iniciado por acaso. Hoje. Para se ter uma idéia da importância dos morcegos. Ele tem muito mais medo do que você dele. contribuindo desta forma para a recomposição de nossas florestas e matas. A dispersão das sementes também faz com que eles sejam os principais responsáveis pela regeneração de florestas degradadas.

ou outros locais de sua casa. Além disto a destruição de um morcego nada resultará. caça ou destruição são considerados crimes. ligue para o Laboratório de Manejo de Animais Peçonhentos e Quirópteros ou órgão de saúde equivalente em sua cidade. A melhor hora para procurar os morcegos é ao pôr-do-sol. Uma vez localizado o ponto de passagem dos morcegos. veja a figura “coletada” no site do Bat Conservation International  . ou rede plástica. no Brasil. procure orientação médica na Unidade de Saúde mais próxima de sua casa imediatamente. Sua perseguição. isso é muito importante para você e para toda a comunidade. em fendas de paredes. coloque tela. pois quase imediatamente seu lugar será ocupado por outro exemplar. quando eles saem do seu descanso diurno. “Se você encontrou morcegos morando no forro. sobre a abertura e vede todos os lados da tela. de tal forma que os morcegos possam sair. estão protegidos pela Lei de Proteção à Fauna. mas não entrar de volta. o morcego tem que ser examinado! Os morcegos são espécies silvestres e. é identificar o local por onde os morcegos entram e saem. exceto a parte de baixo. e precisa desalojá-los. existem procedimentos humanitários e criteriosos para expulsá-los e fazer que não voltem mais.l l l l não mate nem jogue fora o animal. O primeiro passo.

Caso você tenha dúvidas de como proceder.  AgriculturA e PecuáriA Antes de iniciar esse procedimento de expulsão. para proteção dos animais. proibida. causando. Os inseticidas empregados não matam imediatamente os morcegos.CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Morcegos são protegidos por Lei de proteção à fauna por se tratarem de espécies brasileiras e sua destruição é.Tel. Lembre-se também que morcegos contaminados encontrados caídos poderão causar contaminação de animais domésticos e mordeduras se manipulados por crianças. é importante ter certeza de que não existem filhotes dentro. pois estes terão mais probabilidades de entrar em sua residência e ter contato com os moradores e animais domésticos. tanto no galinheiro. A Vigilância Sanitária de Peruíbe orienta voluntariamente moradores com problemas. em Peruíbe este serviço é feito pela Vigilância Sanitária. apenas o monitoramento é permitido. como para os cabritos. (GN) Prefeitura do Município de Peruíbe Unidade Central R. Alfredo Gomes. Além de ilegal este processo causa inúmeros problemas. . Uma outra opção. portanto. Não chame firmas dedetizadoras para eliminar os morcegos. Os ataques de Morcegos Hematófagos (também conhecido por vampiros) devem ser notificados imediatamente ao Departamento de Agricultura ou o Serviço Municipal de Vigilância Sanitária. Os moradores devem evitar a entrada dos animais em suas residências e podem solicitar sugestões por telefone ou carta. peça a orientação de um especialista ou de um órgão oficial em sua região. além do que seria uma crueldade desnecessária. desorientação. o problema será ainda aumentado. Por não saberem ainda voar. Com isso.  Centro . entretanto. os filhotes ficarão aprisionados e morrerão de fome. Não há órgão diretamente responsável pela retirada de morcegos e pelo seu controle em área urbana. () -00 Uma recomendação é a utilização de telas de proteção de malha fina. visando a preservação destes. seria a utilização de aparelhos de ultra-som para afastar os morcegos. causando um sério problema de mau cheiro.

Cristiane de Lima Quadros e Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de ago.FONTEs CONsULTADAs Prefeitura do Município de Peruíbe. Disponível em: <http:// www. Disponível em: <http://www. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . 00. 00. Acesso em: de ago.morcegolivre. Acesso em:  de ago. Ação Ambiental Morcego Livre.peruibe. Zoonose.vet.br/>.htm#Morcegos>.sp.gov.br/saude/semuvis/sau_zoo.

recomendadas conforme as espécies vegetais a serem cultivadas. muitas vezes. Acesso em: 0 de dez. piramidais. variedades. 00. O sistema de bandejas proporciona maior cuidado na fase de germinação e emergência. fazendo com que. Para obter outras informações sobre: as características da planta. Consulte o site da EMATER (Associação de Assistência Técnica  AgriculturA e PecuáriA MUDAs DE jABUTICABA . jabuticaba PALAvRAs-ChAvE Saber como formar mudas de jabuticaba. cilíndricas). conseqüentemente. No mercado existem diversos modelos de bandejas. consulte resposta técnica já publicada pelo site do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT. Tal documento pode ser acessado através do link abaixo: <http://sbrt. profundidades e volumes. plantio.pdf>. permitindo a obtenção de plantas mais vigorosas e produtivas. frutos. A semeadura indireta para a produção de mudas. é o método de propagação atualmente mais empregado para a grande maioria das espécies vegetais. formatos (redondas. Para obter as informações sobre “técnicas para a produção de mudas”. com diferentes números de células individuais.ibict. uma semente origine uma planta. do número de ciclos possíveis por ano.br/upload/sbrt735. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A produção de mudas constitui-se numa das etapas mais importantes do sistema produtivo. tratos culturais e produção de JABUTICABA. quanto do tempo necessário para a colheita e. com a adoção do sistema de bandejas multicelulares. tanto do ponto de vista nutricional. e posterior transplante para a lavoura definitiva. além de proporcionar menor custo no controle de pragas e doenças e alto índice de pegamento após o transplante. clima.Mudas de jabuticaba. Dela depende o desempenho final das plantas nos canteiros de produção. A modernização deste sistema somente teve início em 9.

geralmente de  a 0 cm de comprimento e de 0. a haste pode ser podada na altura de formação a 0 – 0 cm e. são enterradas em solo bem preparado (canteiro. disponível em: <http://www. Em fruticultura. A seguir. a parte acima é posteriormente eliminada. a  cm de diâmetro. Acesso em: 0 de dez. amarrada periodicamente a uma estaca de 0 – 0 cm. cortado da parte madura da planta. há formação da parte aérea da muda. com a tesoura de poda. as estacas lenhosas têm maior uso. isto é.br/Jabuticaba. sairão as brotações da parte aérea. ou verde. viveiro ou recipiente). de preferência.com. O sistema radicular sairá da parte cortada. Sua parte basal é cortada em bisel (inclinado) junto a uma gema. sobre a Estaquia A estaquia é baseada no enraizamento de um pedaço de ramo (estaca) (Figura ).e Extensão Rural do Estado de Rondônia). O ramo para estaca é cortado da planta. para que se processe um crescimento ereto da muda ou cavalo (neste caso. e seu ápice é cortado reto. No caso da muda. a qual deve. deixando apenas / de seu tamanho para fora do solo (Figura). feita a  – 0 cm na haste principal. se estiver estaqueando para posterior enxertia). São necessárias. Podem ser usadas para propagação ou para obtenção de porta-enxertos. fincada junto à planta. são retirados suas folhas e espinhos. não muito nova. Estacas colocadas para enraizamento Parreiral com mudas obtidas por estaquia e enxertado por garfagem Após a brotação das gemas.emater-rondonia. ser conduzida em uma única haste. embora para algumas espécies seja usada a estaca herbácea. no caso de enxertia posterior. 00.htm>. Das gemas. Há plantas que enraízam melhor de estacas mais novas.  .

br/upload/sbrt1157.pdf> <http://sbrt.ibict. Fabiana Rocha.pdf> REFERêNCIAs SBRT Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.ibict. 9 AgriculturA e PecuáriA portanto.br/upload/sbrt790.br/upload/sbrt1352. constantes desbrotas para permitir bom desenvolvimento da haste única. 00.pdf> <http://sbrt.br>.pdf> <http://sbrt. visite os links abaixo: <http://sbrt.br/upload/sbrt732.ibict. Disponível em: <http:// sbrt. brotada da estaca inicialmente plantada. Para ter acesso a estes documentos. . 00.ibict. Acesso em 0 de dez.pdf> <http://sbrt.Viveiro de goiaba com mudas de estaquia herbácia Estaca goiaba Outras informações de interesse sobre o assunto “Produção de Mudas” podem ser recuperadas no Banco de Respostas Técnicas do site do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT.br/upload/sbrt1754.ibict. NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de dez.ibict.

a propriedade deve ser conduzida corretamente. O criador deve conscientizar-se de que. Somente será possível melhorar a eficiência reprodutiva e empregar biotecnologias como a inseminação artificial e a transferência de embriões quando requisitos básicos forem controlados. no entanto. elas possuem potencial genético para produzir em media kg de leite por dia. foi muito cauteloso ao explicar as possibilidades de aumentar a produção de leite em búfalas. Deve-se 0 . decorrentes do tipo de manejo e do nível tecnológico empregados na criação. como o tipo de pastagem e as características do clima aos quais as búfalas estão expostas. cada vaca búfala está produzindo uma média de . sofrem variações nos índices reprodutivos.NUTRIÇÃO DE BúFALAs PALAvRAs-ChAvE Manejo de búfalo. que não é possível apresentar uma solução direta ao problema sem analisar as possíveis causas. tais como: nutrição adequada. O pesquisador salienta que os índices reprodutivos de rebanhos bubalinos variam conforme o manejo geral adotado na propriedade. Os búfalos. Pietro Sampaio Baruselli. pois existem um conjunto de fatores que podem ter contribuído para a estagnação da produtividade leiteira. suplementação mineral correta. mas há outras considerações a fazer. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O professor.kg de leite por dia. controle sanitário. nutrição de búfalos. Segundo ele. Ele afirma. responsável pelo departamento de reprodução animal da Faculdade de Medicina e Veterinária e Zootecnia de São Paulo. o rebanho precisa de uma suplementação consistente. controle produtivo (através de pesagens periódicas do leite ou dos animais) e conduta dentro das recomendações técnicas. para obter uma boa eficiência reprodutiva e conseqüente aumento na produtividade. pois possui uma criação de búfalos e não está conseguindo manter os animais com o sistema de pastagem atual. bufalo Saber qual a suplementação mineral adequada para búfalos de leite. como os demais animais domésticos.

Animais estabulados têm suas fezes recolhidas diariamente. No entanto. Nutrição do rebanho O bom estado nutricional do rebanho que vai receber alguma biotecnologia é imprescindível para se obterem índices reprodutivos satisfatórios. Portanto. É importante verificar se os úberes são limpos antes e após a ordenha. os bubalinos sobrevivem mas não alcançam índices produtivos satisfatórios. manejo da propriedade. em condições precárias. Realmente. Atenção  AgriculturA e PecuáriA ressaltar. que a questão de manejo e a nutrição desses animais estão fortemente relacionadas com a produtividade leiteira. ocorrem quedas na produção de carne e leite e diminuição da fertilidade. Do mesmo modo. que existe um conceito errôneo entre os criadores de búfalos. refere-se à prevenção e ao tratamento da mastite. merecendo assim uma atenção especial. etc. o leite é regularmente testado a fim de se detectar a presença de infecção sub-clínica. a superlotação das pastagens interfere negativamente na fertilidade. . A quantidade de animais por hectare varia conforme a localização da fazenda. ocorrendo comprometimento da reprodução e impossibilitando a implantação de um manejo reprodutivo adequado. a propriedade deve estar preparada para fornecer corretamente alimentação de boa qualidade para que os animais possam exercer adequadamente suas funções de reprodução. É freqüente encontrar propriedades com um número de animais maior do que sua capacidade suporte. não entra em cio e. Outro fator a ser observado é a capacidade de suporte da propriedade. fertilidade do solo. de que esses animais são rústicos e não necessitam de manejo adequado. quando se pretende obter bons índices reprodutivos.Percebe-se assim. A búfala. qualidade e tipo de pastagens. quando a alimentação do rebanho é precária. devido à errônea visão que alguns criadores têm sobre a rusticidade da espécie. Nos casos clínicos os animais são isolados e recebem tratamento específico. sem adequada alimentação. O professor ainda faz um alerta para o criador que deve estar sempre atento às doenças que podem atingir as búfalas. apresenta taxa de concepção reduzida. observa-se uma certa rusticidade da espécie entretanto. com o emprego de biotécnicas reprodutivas com vistas à melhoria genética da criação. quando entra.

evitar sua movimentação excessiva. Manejo De um modo geral. dado seu porte avantajado. no desenvolvimento e mesmo na fertilidade do rebanho.Observa-se.”. o manejo dos búfalos leiteiros é semelhante ao dos bovinos. não dão coices e não saltam cercas..a melhor cerca para o búfalo é um bom pasto. Alguns criadores optam pela contenção dos animais à noite. rompendo com mais facilidade cercas em mau estado de conservação. o búfalo está sujeito às mesmas doenças que afetam os bovinos. A Fazenda Paineiras da Ingaí possue uma criação de Búfalos Murrah Leiteiros e disponibilizam um site interessante sobre manejo e nutrição de búfalos que podem ajudar o criador a sanar as sua dúvidas. Deve-se atentar para a contenção destes animais. as cercas. Os búfalos respeitam bem cercas eletrificadas. os búfalos quando constantemente manejados. Reproduz-se. Seu consumo de matéria seca em função do peso corporal é ligeiramente superior ao dos bovinos sendo. reconhecidamente melhor conversor de alimentos mais pobres em carne e leite que os bovinos. principalmente em climas mais quentes. tem um temperamento extremamente dócil. a fim de evitar comprometimento na produção leiteira.. pulverizações e exames periódicos de controle.  . mesmo que com um só fio. a seguir. um fragmento sobre o manejo desses animais. Apesar de seu tamanho avantajado.especial deve ser dada quando o rebanho for submetido à ordenha mecânica e os animais forem de maior produção. busca o alimento onde ele se encontrar disponível. porém. mais grossa. Como já dizia um criador” . dado seus hábitos noturnos.Apesar de “rústico”. porém que. ou se aproveitando de eventuais interrupções de energia nas cercas eletrificadas.. O tratamento na secagem é também rotineiro. que podem ser de arame farpado ou liso devem ser mantidas em bom estado de conservação. devendo-se pois atentar para as medidas profiláticas usuais tais como vacinações. fornecendo aos animais sombreamento e/ou água para banho. apresentando excelente resposta na produção leiteira quando adequadamente alimentadas. Assim. na ausência de alimentação. de pelagem negra e com menor quantidade de glândulas sudoríparas. deve-se evitar o ocorrência de “stress térmico”.. desverminizações. o animal. quando aproveitam para suplementar suas necessidades de volumosos e.Dada as características de sua pele.

Assim. menor quantidade diária de nutrientes e energia é ingerida. com um menor consumo de alimentos. elaboradas ou não com aditivos secos (resíduo de cervejaria. porém. alterações na regularidade das ordenhas e alimentação podem promover redução importante em sua produção. .htm EXIGêNCIAs NUTRICIONAIs Como outros ruminantes. farelo de trigo. braquiarão). Fornece-se concentrado. farelinho de trigo) e.com. particularmente novilhas. sal e suplementos minerais. os animais são alimentados na primaveraverão sob pastejo rotacionado de capim Brachiaria decumbens. a ingestão de matéria seca pelo animal é função do teor de energia do alimento.A rotina e interação com os tratadores é fundamental na manutenção dos níveis de produção em búfalas. farinha de carne e ossos. Na propriedade de Ingaí. principalmente em estações de monta. mudanças bruscas de manejo. devem ser eliminados.hpg.br/ manejo. Assim. Animais velhos. Porém. além de suplemento mineral.ig. e posteriormente ajustado segundo a qualidade do volumoso e nível de produção dos animais. consultar :http://www. Na estação seca. na base de  a  Kg por dia para vacas em início de lactação (primeiros 90 dias). onde muitas vezes se pode manter mais de um macho em um mesmo lote. podem apresentar-se mais bravios e nestes casos. com cerca de % de PB e 0. um alimento mais pobre. principalmente machos. na sua insuficiência enquanto fontes adequadas de nutrientes para o crescimento e desenvolvimento  AgriculturA e PecuáriA sendo raros problemas com seu temperamento. não se verifica o comportamento de dominância observado nos touros bovinos. O concentrado. utilizam-se basicamente silagem de gramíneas (capim tanzânia. culturas invernais (aveia preta.paineirasdaingai. uréia. os búfalos têm capacidade de converter alimentos de baixa qualidade em energia e demais nutrientes necessários à sua manutenção.9% de NDT. Os touros adultos não podem ser mantidos juntos. Como vimos. azevem). presença de estranhos durante a ordenha. a não ser em fêmeas com crias recém nascidas. Maiores detalhes. misturado na propriedade é composto por resíduo seco de cervejaria. para os bezerros em lactação. resulta numa menor ingestão diária total e daí. resultando quando da utilização intensa deste tipo de alimentos.

não sendo considerados como fontes de energia. infecções. doenças (parasitoses. e quando restrita.possíveis destes animais. Quando atendidas suas exigências nutricionais. podendo resultar em carências alimentares de diversos destes nutrientes. haja visto a oferta alimentar inadequada. entre eles: tamanho. produção. que por sua vez. Apresentamos a seguir algumas de suas expressões e significados:  . fatores de stress ambiental (temperatura. esta última não digerível)) . extrativos não nitrogenados (principalmente carboidratos como o amido) e minerais (cinzas). • Diversas são as formas de expressar o valor energético dos alimentos. etc. fibras (formas complexas de carboidratos como celulose e lignina. A idéia de utilização destes animais em regiões onde os bovinos não conseguem sequer sobreviver. gorduras e açucares (carboidratos). esta espécie pode ampliar em muito seus indicadores produtivos. vento. resultam em indicadores pobres de produção dos mesmos. ENERGIA Como comentado acima. apresentam alguns parâmetros orientativos que serão apresentados a seguir.) • Os componentes alimentares que fornecem energia dividem-se basicamente em proteínas.). disponibilidade de água/sombra. • Nas análises básicas dos alimentos normalmente são avaliados o conteúdo proteico. o que muitas vezes traz muita confusão. Tais exigências. o conteúdo de energia dos alimentos é um fator fundamental no consumo dos alimentos. de precocidade reprodutiva e de velocidade de crescimento. extrato etéreo (gorduras).etc. apesar de ainda pouco estudadas. As proteínas e açucares possuem basicamente o mesmo valor energético  cal/g. resulta consequentemente numa menor ingestão global destes alimentos. fase de crescimento. vezes maior (9 cal/g). bem resultam em produções abaixo de sua capacidade genética. enquanto que as gorduras possuem valor . resultam numa menor ingestão de nutrientes. Diversos fatores afetam as necessidades de energia. estágio de prenhez. Os demais nutrientes como minerais e vitaminas tem efeito complementar na alimentação. idade.

.Energia Digestível . Quanto às unidades. ELm . x ED kcal/kg ELg . unidade escandinava. sendo expressa por unidade de matéria seca ingerida (Kcal/kg).  Kg de NDT equivale à cerca de . acreditamos.Nutrientes digestíveis totais. Através da análise básica dos alimentos. cujos trabalhos preliminares apontam para uma boa resposta na produção em búfalas (cerca de 0%).Energia líquida de manutenção. As técnicas de inseminação artificial vem se difundindo rapidamente  AgriculturA e PecuáriA • NDT . Energia necessária para o ganho de peso ou crescimento.Representa a quantidade total de energia ingerida deduzindo-se aquela excretada nas fezes.• • • • • • Existem ainda outras formas menos usadas em nosso meio de expressão de energia dos alimentos como a unidade amido. Energia necessária para produção leiteira. o NDT é expresso normalmente em Kg e os demais em calorias (cal.br/manejo. unidade aveia entre outras.ig. Energia necessária para manutenção do equilíbrio do animal (seco. virá dar um novo impulso ao processo de melhoramento e aumento da produção leiteira. pode-se calcular o teor de NDT. A utilização de moderna biotecnologia. assumindo-se para ruminantes que EM kcal/Kg = 0. hpg. o que nos permite afirmar que a intensificação do processo de melhoramento genético encontra na espécie um excelente potencial de desenvolvimento.Energia líquida de lactação.htm> A variabilidade da produção leiteira nas búfalas é ainda muito ampla.paineirasdaingai.00 cal de ED (energia digestível) ou cerca de .00kcal de ED. Assim. na urina e nos gases eliminados.Representa a energia total ingerida. Representa a soma de todos os nutrientes digestíveis contidos nos alimentos. normalmente expresso em porcentagem. já vem sendo testados para utilização a r-BST (somatotropina).com. Toma-se por base que  Kg de NDT produz cerca de . deduzindo-se aquelas excretadas nas fezes. É muitas vezes calculada por estimativa a partir da ED ou dos NDT. sem prenhez) ELl . ED .Energia líquida de ganho . Kcal =000cal ou Mcal=000 Kcal).0 cal de EM (energia metabolizável) Essas informações estão disponíveis em: <http://www. não em crescimento. EM .Energia Metabolizável .

alterações hormonais e outros fatores que resultam na redução da produção de leite. quando procuram sombra. outros fatores climáticos associadas afetam os animais sob sistema de pastejo. em locais com ventilação adequada. os animais pastam bastante das  às 0 horas da manhã e reduzem o pastoreio das 0 às  horas. indica-se a utilização de árvores com copa frondosa e alta (m. Outra técnica hoje muito estudada. o que ocorre quando a temperatura média se aproxima de ºC . levando à maior evaporação da umidade da pele.trabalhos experimentais demonstram que quando a temperatura do ar é superior a ºC. no mínimo). Mais informações sobre esse assunto.com. No caso do sombreamento natural. Pode-se minimizar os efeitos das elevadas temperaturas das regiões tropicais sobre os animais por meio de: a) Otimização do ambiente oferecido às búfalas em lactação através de algumas práticas de manejo: l Disponibilizar sombra para as búfalas . l Hora das ordenhas . tais como a umidade relativa velocidade do vento. Além disso. é a transferência de embriões. apesar de não disponível para utilização comercial. cujo primeiro produto no país nasceu em 99 na Fazenda Paineiras da Ingaí.nas criações particularmente no Sudeste e Sul do país.>  .o sombreamento pode ser provido por árvores (sombreamento natural) ou abrigos (sombreamento artificial). permitindo que haja a utilização do resultante calor latente de vaporização para os resfriamento do corpo.br/n_boletins.asp?Tipo=n&id=26. as búfalas devem ter acesso à sombra. Recomenda-se que as ordenhas sejam efetuadas em períodos de menor intensidade de pastejo. A água conduz o calor da superfície corporal para o ambiente.serrana. acessar o seguinte endereço: <http://www. Entre as ordenhas. com água e alimento suficientes. regularmente. Estresse Térmico É um outro fator que tem influência negativa na produção de leite. Isto faz com que diminuam as compensações induzidas pelo calor como o decréscimo na ingestão de alimentos.as búfalas devem ser submetidas à aspersão com água fria. já existindo disponíveis sêmen de touros de ascendência produtiva excelentes (como Montenegro da Ingaí). l Aspersão de água nas horas mais quentes do dia .

Recomenda-se ao criador. Sendo assim. L. Laticínios Ltda. Sugere-se ainda uma consulta aos seguintes sites: CARACTERÍSTICAS DOS FORNECEDORES DE LEITE DE BÚFALAS NA REGIÃO DE SARAPUÍ-SP Paineiras da Ingaí Ind.unesp. André Mendes Jorge jorgeam@fca.serrana.99. o Disque-Tecnologia cumpre a sua proposta de orientar os pequenos e médios proprietários e de encaminhá-los para alguma possível solução.UNESP .FMVZ Depto.180 Fazenda Experimental Lageado . no qual apuraram o perfil destes pecuaristas.br/n_boletins.hpg.com. através de coleta de dados “in loco” e de questionários.ig. . Dr. que faça uma avaliação do seu rebanho bubalino tendo em mente as informações e precauções apresentadas acima.Bubalinos Fone: (14) 821-3883 .Out/99. Produção e Exploração Animal Caixa Postal 0 -000 BOTUCATU .r. Pietro Sampaio Baruselli Departamento de Reprodução Animal FMVZ-USP barusell@usp. Disponível em:<http://www.asp?Tipo=n&id=26> Disponibiliza-se o contato com alguns especialistas na área: Prof.185 Fax: : (14) 821-3883 .paineirasdaingai. Dr.SP Indústria e Comércio de Aditivos e Suplementos para Animais. o impacto da atividade na economia a propriedade bem como as técnicas de manejo por eles empregadas. Trata-se de uma pesquisa realizada junto a “ parceiros do laticínio” em outubro de .r. Disponível em:<http://www.br Responsável pela Disciplina de Bubalinocultura e Responsável pelo Setor de Produção .com.amorim  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .br Prof.br/trabalhos> ESTRESSE TÉRMICO NAS BÚFALAS EM LACTAÇÃO: COMO É POSSÍVEL MINIMIZAR O PROBLEMA? –Publicado em 00.

0p. Hugo Didonet. 9. MANTEIGA E TRABALHO. Pietro Sampaio Baruselli. . Luiz Octávio Moura Carvalho.  pag. Reprodução e Produção Editores: Valquíria Hyppólito Barnabe. epidemiologia e controle. Dr. Jaboticabal: Funep. O BÚFALO . 99. LEITE.Indústria e Comércio de Aditivos e Suplementos para Animais “Simbióticos e Nutracêuticos: Prebióticos. BUBALINOS: Sanidade. São Paulo: Editora Ícone. 0 pag. 999. Brasilia: Embrapa-SPI. Prédio do Fazendeiro.JABOTICABAL-SP Telefone e Fax: PABX () 0-990 Site: http://www. 00 COLEÇÃO CRIAR-BÚFALOS. DOENÇAS EM BÚFALOS NO BRASIL: diagnóstico. Água Branca Fone: () - Fax: () -90 segue abaixo uma literatura vasta sobre Búfalos: MANUAL DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM BÚFALOS Autor: Prof. 0 pag. Pietro Sampaio Baruselli Professor Associado Departamento de Reprodução Animal Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia Universidade de São Paulo Editor: Associação Brasileira de Criadores de Búfalos. Belém:EMBRAPACpatu.Brasilia: Embrapa-SPI. Francisco Matarazzo.  CEP: . sala . Brasília: EMBRAPA-SPI.  . Poliprobióticos. CRIAÇÃO DE BÚFALOS. REPRESENTATIVIDADE DO BÚFALO PARA A PECUÁRIA BRASILEIRA..com.-00 . ABCB.SINÔNIMO DE CARNE. São Paulo. Cristo Nascimento. Lau.estibion. Extratos Vegetais” Av: Major Hilário Tavares Pinheiro.br Associação Brasileira dos Criadores de Búfalos (ABCB) Av. p. Belém:EMBRAPACpatu. 999. Walter Fonseca. Humberto Tonhati.

00. .bufalo.Moacyr Corsi e Flávio Augusto Portela / Santos / Período: de /0/00 à 0/0/00 -Carga Horária:  horas . 9. BÚFALOS.com.  pag.Inscrição: de 0/0/00 à /0/00 Objetivo: Oferecer treinamento e atualização sobre produção e manejo de pastagens para alimentação de bovinos de Corte. Disponível em: <http://www. Cristiane de Lima Quadros NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out.Cursos Curso de Difusão: “Sistema Rotacionado Intensivo de Produção de Pastagens para Bovinos de Corte” Período: de /0/00 à /0/00 Carga Horária:  horas Nº Vagas:  . Walter Fonseca.hpg.org. 00 9 AgriculturA e PecuáriA Cristo Nazaré Barbosa do Nascimento.br/leite.com. Belém: EMBRAPA.br/manejo.Fax: (9)- Site: http://www. Acesso em: 0 de set. Público alvo: Profissionais relacionados à produção de bovinos REFERêNCIAs Associação Brasileira dos Criadores de Búfalos.br e-mail: cdt@fealq.paineirasdaingai. Acesso em:  de set. Fazenda Paineiras da Ingaí.br Curso de Difusão: “Nutrição Avançada de Bovinos” Departamento de Zootecnia – Profs. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http:// www.fealq.usp.Nº Vagas:  Período de Inscrição: de 0/09/00 à /0/00. 00. Ernesto Dias.htm>.br ou ct@esalq. 9. Mais Informações: FEALQ – Contato: Maria Eugênea ou Luís Rafael Telefones: (9) -0/9- . Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia de São Paulo . São Paulo: Editora Ícone. 9 pag.ig. Luiz Octávio D. Acesso em:  de set.htm>.br/fmvz/bufalos>.org.usp. 00.Drs. Moura Carvalho.

sebraesp. ovinocaprino Saber qual é o custo inicial para criação de Ovinos. Carne e couro. oficinas e palestras tais como: como iniciar um negócio. Sugerimos consultar o Sebrae (http://www. aliado às características da espécie (docilidade. melhor raça para o abate 2. a importância de se desenvolver um plano de negócio. como controlar custos. que permitam ao empreendedor decidir com mais segurança sobre o negócio a ser iniciado. tanto para carne como para couro. ovinocultura. pasto. é o conjunto de informações. dentre tantos outros. O plano de negócio é uma ferramenta que contém todos os dados referentes ao projeto.com. Como deve ser a criação. porte pequeno e da relativa rusticidade).1. instalações. O capital inicial e de giro serão determinados pelo plano de negócio que definirá o número de cabeças necessário para iniciar a criação e que cubra as despesas fixas. com a finalidade de carne e couro. embora ambos sejam utilizados para carne. atendendo a situações bem específicas: viabilidade do negócio e avaliação financeira para o caso de captação de recursos. permitem a sua exploração utili- 0 . Ovinos para carne A criação de ovinos. vacinas e remédios. Investimento Necessário É primordial ter em mente. criação. como abrir uma empresa. rações. no Brasil.br) que oferece vários cursos. 2. etc Qual a melhor raça apara o abate? O sul de Minas Gerais é apropriado para tal criação? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. Isso. A produção de carne ovina representa hoje uma atividade cuja participação sócio-econômica é crescente e vem se firmando cada vez mais como alternativa de viabilização da pequena e média propriedade rural.OvINOCULTURA OvINOCRAPRINO PALAvRAs-ChAvE Ovinos. tem crescido muito nos últimos anos.

porque é a única que possui cabeça. com boa produção de leite. As fêmeas apresentam. A sangria não deve sujar o pêlo. com peso vivo entre  e 0 kg. na França. Sua lã é uma das melhores entre as raças de carne. com carneiros Southdown. Retirar a pele com cuidado e colocá-la em painel de secagem com o carnal para cima por  a  dias. conformação e alto rendimento de carcaça. onde foi realizado o cruzamento de reprodutores Dishley com as raças merinos exploradas na França. (Fonte: Ovinocultura). (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP).1. pois foi na região de Ile-de-France. podendo chegar a % em cordeiros machos. orelhas e membros totalmente desprovidos de lã e cobertos por pêlos negros. aos 0 a 0 dias de idade.2. a empreender a criação de uma nova raça. pois a raça tem a alta prolificidade como uma característica marcante da raça. levou Auguste Yvart. suffolk Originária da Inglaterra. devido à sua origem ser de animais das raças merinos. Adaptou-se bem ao Brasil. em . É de fácil identificação. por apresentar boa qualidade. Foi aceita como raça a partir de 9. A raça é especializada na produção de carne de ótima qualidade. escovando-os suavemente. habilidade materna. . suficiente para aleitar mais de um cordeiro. suficiente para garantir a maciez e sabor característico.  AgriculturA e PecuáriA zando a mão-de-obra familiar e instalações simples e de baixo custo Em São Paulo a demanda pela carne ovina concentra-se na de cordeiros. professor da Escola Nacional de Veterinária de Maisous-Alfort. alta fertilidade. através do cruzamento de ovelhas cara negra e aspadas da antiga raça Norfolk. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). os cordeiros são lavados com água a ºC e sabão. O Ile-de-France chegou ao Brasil em 9. exigindo um produto com teor moderado de gordura. mas não muito marcante. A raça recebeu este nome.1 Raças para o abate Ile de France A procura de uma raça tipo carne com bom desenvolvimento. Antes do abate. Tradicionalmente o mercado tem sido abastecido com animais oriundos de sistemas de criação onde atingem condições de abate. que melhor se adaptou. habilidade materna e características de boa conformação. no Rio Grande do Sul. sendo criada nas mais diferentes regiões.

apresentam lã branca e por isso. Entre as suas características destacam-se: constituição forte.em sistemas intensivos. em 99 após o incentivo do Dr. São animais bastante precoces. o Samm é um animal mocho. Também pertence ao grupo dos “Cara Negra” e expandiu-se bastante em determinadas regiões do Brasil. Possui grande capacidade para produção de carne de excelente qualidade. são muito utilizadas no cruzamento industrial com matrizes laneiras ou mistas. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). mais de um cordeiro. onde foi instituído um projeto de “Introdução de Genótipos de Ovinos da Raça Dorper no Estado da Paraíba”. o maior rebanho está  . Mário Silveira. rusticidade. produzindo carcaças magras e de boa qualidade. Texel De origem holandesa. São animais que. Secretário do Planejamento do Estado da Paraíba que via na caprino-ovinocultura uma das soluções para o semi-árido paraibano. hampshire Down Raça originária do Sul da Inglaterra através de cruzamentos entre carneiros Wiltshire e Berkshire. As fêmeas têm boa habilidade materna. produção de carne magra em carcaça pesada e de . permitindo alimentar bem . Adapta-se bem em sistema de criação a pasto. É uma raça produtora de carne. samm Ovino de dupla aptidão (carne e lã). quilos de leite/dia.A raça Dorper tem atendido uma variedade de condições de ambiente das regiões tropicais e semitropicais. precocidade. caracterizando-se pela produção de carcaças de boa qualidade. boa habilidade materna. apresentando alta taxa de nascimentos. aceitáveis índices de reprodução. pela excelente condição de adaptabilidade e vigor. foi introduzida no Brasil por volta de 9. altas taxas de crescimento e excelentes qualidades de carcaça. com boa produção leiteira. com baixo teor de gordura. facilidade de adaptação. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). também. onde os animais são bastante precoces. No Brasil. tendo se adaptado bem dentro de sistemas de criações mais intensivas. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). Dorper A raça foi aceita no Brasil. alta fertilidade.

de corpo comprido e de excepcional conformação. que corresponde a uma carcaça de qualidade.santa Inês Ovino deslanado do Nordeste do Brasil. (Fonte: Ovinocultura)  AgriculturA e PecuáriA na região Sul. A carne‚ apenas regular em qualidade. Kg de lã. (Fonte: ACCOBBA) 2. Morada Nova e Somalis.2 Raças para pele (couro) Karakul Raça produtora de peles finas. predominantemente no Rio Grande do Sul. subindo. classificada como Cruza  a  (lã grossa e longa). segundo o padrão atual. que é uma região seca. e o Centro Oeste. além de ovinos sem raça definida (SRD). como o Sudeste. Raça rústica. apresentando também excelente produção de leite. Ovino produtor de carne. pois a ovelha adulta pesa uns 0Kg e o carneiro de 0 a Kg. (Fonte: Agropauta) Leicester É uma raça mista para a produção de carne e lã longa. a raça também marca larga presença no Sudeste e na Amazônia. nos bons rebanhos a . no Turquestão russo. dá 0-0Kg de carcaça. O tosão dá . No entanto. o Santa Inês é resultado de cruzamentos das raças Bergamácia.-. Deve ser engordado o mais cedo possível. É de origem antiga e possui cauda gorda. Ásia Central. originária da Bucária. não podendo comparar-se com a das raças de lã média. e peso entre 0 e 0 quilos nos machos. Engordado dos  aos  meses.Kg por cabeça. de tamanho médio. que possui grande mercado consumidor. com rendimento de 0 a %. o que revela a sua capacidade de armazenar no corpo uma reserva graxa para enfrentar períodos de subnutrição. gorda e grosseira em granulação. adapta-se a qualquer sistema de criação e pastagem. do tipo lã curta e branca. outros mercados vêm despontando. os machos são chifrudos e as fêmeas mochas. Distribuído por todo Nordeste. tendo também uma cobertura de gordura muito espessa. sendo indicado para cruzamento com outras raças. Produz carne com baixo teor de gordura e pele de alta qualidade. e entre 0 e 90 quilos nas fêmeas. de clima rigoroso e vegetação pobre. É rústica e de tamanho médio. (Fonte: Agropauta) . O Santa Inês da atualidade tem porte grande.

Acredita-se que tenha origem em carneiros Bardaleiros Churros. que depende de um programa amplo de controle de qualidade. Para comercialização. O carneiro deslanado do Nordeste ou de Morada Nova apresenta grande rusticidade.Deslanado do Nordeste ou Morada Nova É um ovino desprovido de lã.Branca : com nariz e cascos despigmentados ou não. (Fonte: ACCOBA) O importante para os criadores de ovinos visando.Preta : totalmente preta. fêmeas adultas com 0/0 Kg Com aptidão para carne e pele. São animais de muito boa aptidão para carne e pele. Pêlos curtos ou médios. podendo apresentar resquícios de lã. de Portugual.Chitado : Pelagem Branca com pequenas manchas pretas e ou marrons. a venda de couro. ª . Deslanados ou com pouca lã. como a sua utilização e a uniformidade do produto. é pouco exigente. ª .() (Fonte: Ovinocultura) santa Inês Possui quatro tipos de pelagem: ª . conhecido no Nordeste Brasileiro há mais de um século e meio. a pele deve atender a determinados requisitos.Vermelha : é a pelagem mais comum. introduzidos pelos colonizadores. (Fonte: Ovinocultura) Rabo Largo Animais de porte médio com cauda de base larga e ponta de lança. branca e suas combinações. A criação é uma atividade que desempenha importante função socioeconômica. ª . produz peles excelentes e boa carne. como geradora de renda (comercialização de animais. (aspados) ou mochos. Chifrudos. carne e peles) e como fonte de proteína de alto valor biológico para  . O processo de curtimento do couro depende principalmente dos cuidados que pequenos abatedouros precisam ter na hora de retirar o couro dos animais e conservá-lo. Machos adultos com /0 Kg. que atinge o processo de transformação da pele em couro. mas requerem cuidados por serem exigentes quanto a alimentação. Apresenta pelagem vermelha. necessitando de boa pastagem ou complemento. é quanto aos cuidados que se deve ter para que a pele do animal não sofra lesões o que desvalorizaria a mesma.

deve-se escolher a melhor época para fazêlo. l controle fito-sanitário.2. . A atividade requer assistência de profissionais (veterinários) principalmente para aqueles que estejam iniciando a atividade. poderão obter ótimos lucros com a criação desses animais. pode-se colocar de  a  ovinos por hectare. reduzindo o rebanho por causarem muitas mortes. desde que o número de bovinos seja menor. l qualidade das pastagens. de 00 a 00 bovinos. também. mas não dispensável.3. Caso o criador entenda bem da atividade. o terreno recebe muitas fezes. Economicamente. havendo possibilidades de agregar bovinos na mesma área.1. l disponibilidade de água. mas. o rebanho poderá ser prejudicado pelas verminoses que debilitam os animais. Com isso. levando em consideração. alimentação e eventuais suplementos. Quando a densidade de ovinos em um pasto é muito grande e não há rotação de pastagens. Os criadores. l clima adequado ao tipo de criação. não só o fator econômico. Em pastagens mais ricas. qualidade e o estado das pastagens e das forrageiras lá encontradas. Condições necessárias para criação de ovinos A criação de ovinos é uma atividade pecuária das mais importantes e que apresenta um grande potencial para investimentos no Brasil. desde que trabalhem com as técnicas adequadas para cada raça. a necessidade de assessoria será menor. 3. Aquisição dos ovinos para a formação do rebanho Para iniciar uma criação. o zootécnico. Em um pasto com . porque: l após a tosquia os animais estão mais leves e são vendidos por  AgriculturA e PecuáriA as populações de baixa renda (consumo de animais nas propriedades).000 ovinos podem ser colocados. ficando altamente contaminado por vermes que certamente os infestarão. e “entusiasmo” pela atividade. Formação do rebanho ovino O número de ovinos que podem ser colocados em uma determinada área varia de acordo com a espécie. também. a melhor época é logo após a tosquia (novembro ou dezembro). l animais de boa qualidade e procedência. Fatores críticos para o sucesso: l conhecimento técnico por parte do criador. 3.

Já a aquisição de ovinos no outono permite ao criador observar a qualidade da lã e o seu volume quando elas já estão com lã de  ou  meses e que.000 cabeças. 3. vendidos para corte ou mantidos no rebanho até os  anos de idade. os animais destinados à reprodução devem ser bem selecionados. para que o criador possa sentir os problemas dessa atividade e adquirir prática. bons aprumos com ossos fortes e largos. pois deles vai depender a melhoria do rebanho e o seu valor econômico. As ovelhas são destinadas à reprodução e à produção de lã. mas o seu preço é mais elevado. grosso e bem inserido. ou seja. muitas vezes. já foram até acasaladas. os “capões”. e também porque o criador deve observar bem. Um ovino sadio apresenta: l olhar vivo. machos e fêmeas. a formação do animal. sendo os que produzem maiores quantidades desse produto têxtil. pescoço forte.menores preços. durante  a  safras. As fêmeas ou borregas são mantidas para substituir as ovelhas velhas e aquelas que morrerem. Os carneiros ficam com o rebanho durante o período dos acasalamentos. depois. l 3. é a sua saúde. amplas fossas nasais. l é bem desenvolvido. cara larga. O número de machos deve ser de  a % do de ovelhas destinadas à reprodução. quando são abatidos para consumo. (Fonte: Rural News). Eles são. uma cabeça bem proporcionada. O rebanho Pode ser formado por ovelhas.  . pois já produziram a lã de um ano. carneiros. Melhor seria iniciar uma criação de ovelhas novas e de uma só raça. Essas são as condições encontradas em criações de regime extensivo ou semi-extensivo. um período de  a  meses durante o ano sendo. apartados dele.4. Os machos castrados. Seu corpo é cheio. lombo reto. ou seja. dependendo do desejo do criador. com uma lã de qualidade e em bom estado. em número nunca superior a . Naturalmente. Procedimentos para a seleção dos ovinos O principal item a ser levado em consideração na escolha dos ovinos. capões e jovens machos ou fêmeas. Os cordeiros são castrados para a venda aos  ou  meses de idade ou mantidos para substituírem os capões vendidos ou abatidos.3. e o seu estado de saúde. são destinados à produção de lã. depois.

peso abaixo do normal e barriga e pernas peladas. l constituição débil. ou  AgriculturA e PecuáriA devem apresentar todas as características da sua raça. também. Alimentos para ovinos A alimentação dos ovinos é baseada em alimentos volumosos. ainda. O criador deve conhecer bem o momento ou época do ano mais adequada para o acasalamento. O exame das mamas é. isso significa a presença de uma bronquite verminótica. formando assim. com fios longos. por falta de lã. As ovelhas apresentam. l para produzir lã de qualidade o ovino precisa apresentar um velo denso. em todo o corpo. um período reprodutivo. l muco quase purulento nas narinas. Temos. muito importante. em todo o velo. peito estreito. As características do velo devem estar de acordo com os padrões da raça.5. Reprodução e Manejo A reprodução dos ovinos. os tubérculos e as raízes.7. por um período de  meses da última tosquia. (Fonte: Rural News) 3. eriçada e sem resistência pode ser conseqüência de uma verminose avançada ou decorrente de uma sarna. geralmente. acompanhado de tosse. pernas compridas. mal aprumadas e finas. do comprimento e da finura. com elevado teor de fibras e baixo teor de nutrientes digestíveis totais. Cuidados a serem tomados e pontos a serem observados: l lã sem brilho. um rebanho bastante uniforme em relação ao seu exterior. 3. tendo em vista o fim das gestações no verão. é um dos fatores críticos para o sucesso do empreendimento. classificadas como concentrados aquosos.6. grossura uniforme em toda a sua extensão e com barriga e pernas bem cobertas de lã. cara muito estreita. que é a época mais comum para os nascimentos. (Fonte: Rural News) . focinho fino. O primeiro sinal de sarna é o aparecimento de pontas de mechas de lã que se desprendem para então aparecerem várias falhas de pêlos. Sua qualidade decorre da uniformidade. como em qualquer tipo de criação. e concentrados que possuem um baixo teor de fibras e um alto teor de nutrientes digestíveis totais. O criador deve conhecer bem o processo e os métodos que devem ser empregados para obter melhores resultados.l 3.

no ano de 00 “demonstraram que estas não precisam ser sofisticadas para o acabamento de cordeiros. Todavia. o que restringe as possibilidades de acasalamento de cada fêmea e. apresentam um período reprodutivo maior ampliando as possibilidades reprodutivas para várias épocas do ano. pela Emepa. juntamente com o criador. a alimentação e o fornecimento de água que não devem ser precários e a saúde do rebanho. conseqüentemente.0 Região mais adequada para criação Sugere-se conhecer as diferentes raças. em Corumbá. INDICAÇõEs: Sugerimos conhecer o material apresentado no Simpósio de Ovinos e Caprinos de Corte. apenas um cio por ano.seja. Empresa  . Um experimento apresentado no IV Simpósio sobre Recursos Naturais e Sócio-econômicos do Pantanal. Para aproveitamento do período fértil os machos devem estar em condições totalmente adequadas à reprodução. O mais importante é o manejo.8 Instalações Há instalações simples que podem ser adotadas como em sistema de semiconfinamento que são simples e econômicas. As raças de lã mais fina por exemplo. () 3. respeitando seu hábitos e necessidades básicas”. que esclarecerá sobre os pontos cruciais e mais vulneráveis e fará acompanhamento da saúde do rebanho. as possibilidades reprodutivas. Para que as fêmeas estejam totalmente preparadas para o período de acasalamento. O criador deve consultar profissionais da área. . (Fonte: Rural News) 3. se não receber os devidos cuidados.9 vacinação e remédios Este é um assunto de extrema importância que afetará o produto final (carne e couro) e que causará grande impacto financeiramente. o criador deverá estar atento aos cuidados básicos para o desempenho eficiente. dos anos de 00 e 00. o manejo. O rebanho deve receber boa alimentação durante todo o ano. (MS). cada raça apresenta uma época mais indicada para a cobertura. embora os ovinos são bem adaptáveis á diferentes climas. Estas devem ser feitas com base no conhecimento do comportamento dos ovinos. estando em condições sanitárias adequadas.

br/agencia/simpan/sumario/artigos/asperctos/pdf/bioticos/643RB_Roberta_ 1_OKVisto.br>.agropauta. número do telefone () -09 está oferecendo um curso (Criação de Ovinos) programado para os nos dias .Curso: Universidade On Line de Viçosa (http://www.br>.geco.br>. Ovinos e Caprinos na UNESP.cpap.com. Disponível em: <http://www.net/>.uov. 00. Disponível em: <http://www. Ivanete Susin.com.embrapa. Um modelo de instalação para a criação de ovinos em semi-confinamento na Parte Alta de Corumbá. Acesso em  de mar.br) A Fuvet.cjb. 9 AgriculturA e PecuáriA Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba. 00. GECO .Associação dos Criadores de Caprinos e Ovinos da Bahia. Acesso em  de mar. haverá também informações sobre manejo. Disponível em: <http://www. e  de Abril de 00. Capinet. Acesso em  de mar. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA () Profa. Dra. número do telefone: () -9. Acesso em  de mar. asp?todo=id&id=91>. 00.com. Veterinária e Zootecnica de Botucatu. Agropauta. Disponível em: <http://www. ACCOBA . Ovinocultura. 00.accoba.fmvz.pdf>. Acesso em  de mar. 00. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http:// www. com a Dra. .ovinocultura.br/destaque. Departamento de Zootecnia não ruminates/Esalq/USP Telefone (9) 9- () Albaneze. Acesso em  de mar.caprinet.com. Glória Lourdes. Roberta de Fátima Goss do Nascimento et al.com. MS.Grupo de Estudo de Caprino e Ovino.unesp. Faculdade de Medicina. 00. Disponível em: <http://www. Embora este curso vise as doenças que podem afetar a criação.

UOV . Rural News.com. Universidade. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar. 00. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 . : Disponível em: <http://www. Acesso em  de mar.ruralnews.br>.Universidade On-Line de Viçosa. Disponível em: <http://www.htm>. Acesso em  de mar.com.uov. 00.br>. Acesso em  de mar.br/ovinos/ovinos. 00.

fazer a experiência em uma pequena área e com poucas reses para não comprometer a produção do palmito que parece aqui como o principal produto. Com relação à opção de utilizar carneiros. com isso. http://www.Pastoreio. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o pesquisador Judson Ferreira Valentim da EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – do Acre.cpafac. Neste caso a área de plantio serviria como um “greenshop” onde a massa vegetal seria retirada e disposta como alimento para os animais confinados em outra área. Pois qualquer rebanho mantido na área de plantio da pupunha poderá comer ou pisotear os perfilhos que estejam brotando comprometendo. a capacidade produtiva da pupunha. Uma opção é utilizar a biomassa do amendoim forrageiro como alimento. primeiramente. pastagem. podendo. assim. amendoim forrageiro. essa deve ser vista com alguns cuidados. pupunha PALAvRAs-ChAvE Há algum animal que possa pastar o amendoim forrageiro plantado junto à pupunha sem que. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A EMBRAPA-ACRE possui vários trabalhos sobre o amendoim forrageiro e sua associação com rebanhos principalmente bovinos destinados para a produção de leite. deve-se ter muita cautela ao optar por este tipo de procedimento. rebanho.br/  AgriculturA e PecuáriA PAsTAGEM EM PLANTIO DE AMENDOIM E PUPUNhA . danifique a planta para a extração do palmito? Gostaria de fazer uma experiência com carneiros.embrapa.

judson@cpafac.Pesquisador Judson Ferreira Valentim . 00  .br REFERêNCIAs Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de mar.embrapa.

criador da Antroposofia.Penas. já havia preconizado o mal da “vaca louca” muitas décadas atrás. apontando para o fato de que as técnicas de produção animal empregadas para os ruminantes (que utilizam-se de rações “enriquecidas” com carcaças. Nas próprias palavras proferidas por Rudolf Steiner. onde o volume de penas geradas como resíduo do abate é enorme. sangue. no ciclo de palestras “Saúde e Doença!” realizado em 9: “Agora pensem. existe uma grande polêmica sobre os possíveis efeitos que este canibalismo induzido podem provocar nos animais e conseqüentemente na saúde humana. que eu tenha que perambular e me dedicar a morder estas plantas. que posteriormente é utilizada na própria alimentação dos animais. que o bovino imagina uma vez. a dizer: isto me é muito monótono. porém. e isso acabaria invariavelmente resultando em manifestações patológicas graves nestes animais. Esta prática de transformar todos os resíduos gerados no processo de abate (tais como penas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Normalmente. carcaças e vísceras) em farinhas que serão utilizadas na composição das rações animais é bastante comum nos abatedouros de grande porte. penas de frango PALAvRAs-ChAvE Qual o destino que deve ser dado para as penas de frango resultante do abate. Isto pode ser feito para mim por outro animal. como componente de rações. Rudolf Steiner. Em abatedouros de grande escala. Eu vou comer então este animal! Então o bovino começaria a comer ou-  AgriculturA e PecuáriA PENAs DE FRANGO . sangue e ossos de outros animais) vão totalmente contra a natureza de um animal herbívoro ruminante. nas pequenas criações de frango as penas que surgem como resíduo do abate são simplesmente descartadas como resíduo orgânico ou aproveitadas em processos de compostagem. o que pode ser uma boa alternativa. costuma-se fazer uma farinha de penas.

as vacas ficariam loucas. que força é perdida. desperdiçada! Se perde uma força enorme. o que a força faz é produzir muito urato. ignorantes da verdadeira função e das necessidades dos seres vivos. O animal se entope todo desta força. O resultado disso seria que quando o bovino comeria carne diretamente. 00  . nós teríamos um rebanho maluco. Se vocês imaginarem uma fábrica em algum lugar. que através desta algo deva ser produzido.W. que se perde no corpo animal não se perde simplesmente.” A luz destas idéias. que dirigidos por estratégias de produção agropecuária exacerbadamente mecanicistas e ambiciosas. a ponto de se formarem grandes quantidades de uratos. ao começar a ingerir carne. impõem dietas canibalistas aos animais.). Ed. de uratos e de sais de uréia. 99). . se encher de substâncias nocivas.br/ibdfala2. cabe colocar o seguinte questionamento: são as vacas que estão loucas ou os loucos são os homens. E isto. “Uber Gesundtheit und Krankheit – Sobre Saúde e Doença”. V. e ela produz nada. Dornach: Rudolf Steiner Verlag. mas a fábrica inteira e posta em movimento. de A. O que acontece portanto quando em vez de vegetais ele se alimenta de carne? Ele deixa de utilizar as forças dentro dele.A.com. que servem para produzir a carne. esta força faz algo diferente nele do que de plantas se produzir carne. O bovino iria portanto. Mas os uratos também tem seus vícios. Mas. Coord.. mesmo sendo as pombas tão mansas. Esta força está nele e permanece lá. estes iriam ao cérebro e o bovino ficaria louco. Mas ele pode produzir ele mesmo esta carne! Ele tem a força em si para isto. se produz substâncias nocivas. As saber. 00 Carlos A. Em vez de se produzir carne. Os vícios especiais dos uratos são que eles tem uma fraqueza pelo cérebro e pelo sistema neuro-sensorial. pensem vocês.tro bovino. Citado por Alexandre Harkaly no prefácio do livro “A Dissociação entre Homem e Natureza (MIKLÓS. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jun. A. meus senhores. dietas estas que são completamente incompatíveis com a sua natureza? REFERêNCIAs STEINER.htm> acesso em 0 de jun. Se nós alimentássemos o bovino com pombas.planetaorganico. Ela faz algo diferente nele. Rudolf. a força. Disponível em <http://www.

porém esta alternativa se mostra absolutamente inviável por seu custo e trabalho. que constituem a base da alimentação dos ovinos. consorciar. criação.Ovelha. alimentando-os com o amendoim forrageiro ou outro tipo de leguminosa nativas ou gramíneas. ovino PALAvRAs-ChAvE Criar carneiros junto com a plantação palmito pupunha consorciada com amendoim forrageiro. não se esquecendo que é importante fornecer a criação suplementos minerais em saleiros. Estratégias como plantar determinados tipos de plantas que os carneiros “não gostem” ao redor dos palmitos.com. O ideal é que se crie os animais separados da plantação de palmito pupunha. não é possível e nem viável se consorciar a criação de ovinos com a plantação de palmito pupunha. palmito. cercar cada pé de palmito com uma cerca relativamente alta seria a única maneira de se evitar o acesso. ou pulverizar produtos que os repelem não são viáveis uma vez que não impediriam o acesso dos animais as plantas.asp?id=764  AgriculturA e PecuáriA PLANTAÇÃO DE PALMITO COM CRIAÇÃO DE OvINOs . uma vez que não existem métodos que impeçam que os animais comam os perfilhos do palmito.br/IdeiasNegocios/pag_mos_ide_neg. para tal necessita de informações acerca de alimentos que não sejam do agrado dos animais. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o Professor Doutor Alexandre Vaz Pires do Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ – USP). carneiro. que pode ser acessado pelo link: <http://www. E saber se isso é possível. sobre ovinocultura: Maiores informações sobre a ovinocultura estão disponíveis no site SEBRAE – ES (Serviço Brasileiro de Apoio á Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo) no campo “Idéias de negócio – Criação de carneiro – Ovinocultura”.sebraees.

Zona Rural .embrapa. José Horácio.org.SP Tel: () 9 00 Site: <http://www.embrapa.pdf> Sobre a alimentação de caprinos e ovinos recomenda-se a leitura do artigo da EMBRAPA Caprinos. disponível no seguinte link: <http://www.cnpc. Km 0 .cnpc. Disponível em: <http://www. disponível em: <http://www. Alexandre Vaz.br/upload/sbrt1843.Associação Paulista de Criadores de Ovinos End: Av.  Cep: 0-000 São Manuel .aspaco. Já a respeito do manejo produtivo dos caprinos e ovinos recomendase a artigo também da EMBRAPA Caprinos.ibict.embrapa.cnpc.br > ASPACO .embrapa.cnpc. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. 00 PIRES.br >.Caixa Postal D-0 Cep: 0-90 . Acesso em:  de maio.htm > INSTITUIÇÕES: EMBRAPA:Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro Nacional de Pesquisa de Caprinos End: Estrada Sobral/Groaíras.br > CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se a leitura das Respostas Técnicas e artigos acima citados.br/alimentacao. REFERêNCIAs EMBRAPA. Professor Doutor do Departamento de Zootec .htm>.&tipoobjeto=3&objeto=764&botao=0 > Também sobre a criação de ovinos existe uma Resposta Técnica já elaborada e disponível no site do SBRT que pode ser consultada através do seguinte link: <http://sbrt.br/manejoprodutivo.Sobral-CE Tel: () -000 / Fax: () -0 Site: <http://www.

SEBRAE – ES.br>. Serviço Brasileiro de Apoio á Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo. 00.com. . Annelise Gomes de Carvalho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA nia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ – USP). 00 SBRT.ibict.br>. Acesso em:  de maio. Disponível em: <http://www.sebraees. Disponível em: <http:// www.sbrt. Acesso em:  de maio. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.

PLANTAÇÃO DE TOMATEs PALAvRAs-ChAvE Olericultura. O cultivo de tomate apresenta também condições favoráveis de plantio em altitudes em torno de 00 metros. porosos. agrotóxicos. entre outros IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O tomate é uma hortaliça de consumo universal. tanto in natura como industrializado. plantação de tomate. estufa. tomaticultura. Ventos fortes também são prejudiciais à cultura. com grande expressão econômica no setor primário. as áreas de plantio utilizadas.9 t/ha e valor de produção ultrapassando um bilhão de reais. A época chuvosa. O tomateiro exige solos férteis. mais precisamente entre 0-ºC no dia e -ºC à noite. campo Gostaria de obter algumas comparações entre o plantio de tomates envarado no campo e em estufa: os consumos de água. revelam uma área plantada no país de . Regiões com temperatura média acima de 0ºC não são recomendadas para o cultivo dessa hortaliça. Acima de ºC há uma tendência dos frutos maduros tornarem-se amarelos e não vermelhos. as contaminações ao meio-ambiente. tomate. sendo necessária a instalação de quebra-ventos em locais sujeitos a essa intempérie. Outro fator prejudicial à cultura é a “água na folha”. ou seja. O tomateiro (Lycopersiscon esculentum Mill) é originário da região andina da América do Sul. em qualquer região é desaconselhável para o cultivo. Informações publicadas pelo IBGE com base na produção agrícola municipal de 000. quantidade excessiva de água. a não ser obviamente sob cultivo protegido. ha. o que faz com que o cultivo protegido seja caracterizado como “guarda-chuva”. O clima ideal para seu cultivo é aquele com temperatura amena durante o dia e fria durante as noites. com produtividade média de . bem drenados e ricos em matéria orgânica. É medianamente  .

Além disso. agrônoma. no período de menor oferta do produto. é 9 AgriculturA e PecuáriA tolerante à acidez. hoje. Segundo Rosa Maria Chung. existem grandes agricultores que possuem acima de um milhão de plantas. ou seja. no Brasil. no entanto. a área deve ser bem ensolarada. Evitar também áreas com jurubeba. pois entre a produção em campo ou em estufa existe uma série de fatores que devem ser ponderados. pois a rentabilidade. pimenta. voltado para fornecer o ano inteiro. mestre pelo Instituo Agronômico de Campinas. Esta possibilidade de fornecer tomate o ano inteiro. e as bactérias de defesa da planta se multiplicam facilmente. uma apurada análise dos fatores econômicos e ambientais que envolvem a iniciativa do produtor. seguida de uma insolação forte. É aconselhável a retirada de amostras de solo para análise química e física. o que difere é o escalonamento da produção. batata ou berinjela. Os que produzem em estufa. No cultivo seguinte poderá haver menos emprego de mão-de-obra na preparação da terra. A precipitação da chuva. enquanto os pequenos produtores se situam em torno de 0 a 0 mil plantas. o que definirá as adubações e correções exigidas pela cultura. a terra permanece mais estruturada e não sofre as conseqüências da erosão. A escolha pelo tipo de plantio e modo de produção requer. . O sistema radicular das plantas se desenvolve de forma mais eficiente. se possível próxima a uma fonte de água limpa contínua. geralmente. impedindo uma penetração regular de oxigênio e o alastramento correto das raízes. “as diferenças entre os dois sistemas de cultivo envolvem vários fatores e deve-se enfocar no final a comercialização. têm a mesma quantidade de plantas que os pequenos produtores.Além do solo apropriado. pimentão. com topografia pouco ondulada e situada em local que não tenha sido cultivado antes com tomate ou outras solanáceas como. é uma das principais vantagens da produção em estufa. o solo desprotegido fica propenso à erosão. mas é exigente em cálcio e magnésio. Conforme dados da agrônoma. pode provocar uma compactação da terra. Em ambiente protegido. recebe mais oxigênio. por se tratar de uma planta hospedeira de patógenos do tomate. também na entressafra. onde o produtor irá colocar os produtos e em cima desses dados trabalhar na melhor forma de cultivo”.

Em regiões sujeitas a baixas temperaturas ou a períodos de chuva intensos. conforme Aguiar e Silva são: alto custo em manutenção e conserto das casas de vegetação.. doenças no solo e foliares são mais agressivas e difíceis de serem tratadas. Quando a plantação é desenvolvida a céu aberto. o interior das estufas pode atingir temperaturas muito elevadas durante o dia. Outros fatores que podem prejudicar esse tipo de cultivo. necrosando o tecido. redução dos custos com fertilizantes e defensivos e melhor controle de pragas e doenças. Mas o maior problema. Entretanto. falta de inimigos naturais para o controle. quando o preço vai compensar o custo do investimento. bem como diminuir a possibilidade de oferecer produtos com resíduos tóxicos. o custo inicial para essa produção é superior ao de campo.. fungos nematóides e danos fisiológicos. Utilizando a estufa o agricultor pode economizar em defensivos e mão-de-obra. Esse aumento de produção é duas a três vezes maior. com um correto controle do ambiente. tem sua qualidade elevada e sua produtividade aumentada. “sol forte” durante o dia e queda de temperatura à noite. entre elas: maior proteção contra fenômenos climáticos. FCA/UNESP. O manejo das plantas nesse ambiente. No entanto. Muitas das doenças das plantas podem ser combatidas ou evitadas. janeiro e fevereiro) altas temperaturas associadas a altos valores de umidade podem levar a formação de verrugas sobre as folhas. al. entre outras. já que as culturas não sofrem influência dos fatores negativos quando a céu aberto (OLIVEIRA et al. excesso de chuva. granizo.bem maior. s/d). principalmente. nesse tipo de cultivo é o da plantação ficar suscetível as intempéries. devido. como toda sorte de vírus. 99 in AGUIAR E SILVA et. os danos do clima podem interferir negativamente na produção. bactérias. pragas atacam plantas que normalmente são hospedeiras no campo. uma série de outros problemas pode acometer também a plantação em campo. nos meses mais quentes (dezembro. por crescer em um ambiente controlado. o cultivo do tomateiro sob cobertura plástica é uma alternativa bem viável. O produto de estufa. Existem outras vantagens na utilização desses ambientes fechados ou semi-fechados. desde que se planeje as primeiras colheitas em épocas de entressafra. proteção do solo contra lixiviação. enfraquecendo as plantas e tornando-as expostas às doenças. a construção das estufas. em alguns casos é necessária a mudança do local da casa de vegetação a cada intervalo de dois anos. geadas. também requer 90 .

o custo de tomate em campo aberto atualmente (00/00) está girando em média U$ .00 . . outros fatores devem ser levados em conta. etc. que permitem uma área molhada contínua ao longo da fileira de plantas. No cultivo protegido tem-se um menor molhamento das folhas. Em estufa não ocorre lixiviação de fertilizantes ao solo e o movimento da água é de baixo para cima ao contrário do que ocorre no cultivo em campo aberto. por isso tem-se menos problemas com doenças foliares como a Requeima.00 . adubação. porém outras doenças podem aparecer nas condições de alta temperatura e alta umidade como o Oídio que não é comum aparecer em cultivo de campo aberto. mas as aplicações são mais reduzidas.R$ 0. Há o uso de agrotóxico em cultivo protegido. a planta. Por isso pode ocorrer problemas de salinização. No cultivo protegido o custo é em média 0-0% maior. permitindo alta incidência de pragas e doenças.00/caixa K (kg).00. pesquisadores da EMBRAPA. controle fitossanitário. para que se tenha bom retorno desse investimento.J.” A irrigação no interior da estufa. al. “No cultivo de ambiente protegido a alta temperatura é contornado pelo correto dimensionamento das estufas. Por necessitar de maiores investimentos. prejudicando o cultivo. Já em ambiente favorável a plantação em campo.F. de acordo com Luz. é feita geralmente através de fita e tubos de polietileno com gotejadores posicionados a cada 0 cm. O 9 AgriculturA e PecuáriA novas habilidades para os produtores tradicionais. que cultivam o tomate a céu aberto. esse tipo de cultivo requer um maior conhecimento das culturas e das tecnologias envolvidas: irrigação. utilizando-se o pé direito alto e deixando as laterais “livres” para melhorar a ventilação.R$ . No cultivo protegido há alta rotatividade do solo e isso acarreta em alguns cuidados para que não se tenha desequilíbrios da microbiologia do solo.Conforme dados fornecidos pela agrônoma. et. Septoria.. os tomates nobres são comercializados em caixa de papelão e o valor varia na faixa de R$ . Utilizase também cultivares de tomate mais adaptados ao ambiente protegido e com maior valor comercial. F. Continuando com informações de Rosa Chung. O preço médio pago pelo CEAGESP tem oscilações durante o ano de R$ .

mas estas telas têm o inconveniente de reduzir a ventilação interna e aumentar a temperatura dentro das estufas. e nos casos em que o agricultor não dispõe de equipamento de recalque e condução. e o solo não se desidrata tanto pela ação do vento e insolação direta. bom sistema de irrigação (requisitos para uma produção em estufa). uma vez que o microclima criado dentro das estufas pode favorecer. pois além de ser oneroso. o cultivo em estufa pode representar economias de água e insumos. deverá utilizar critérios técnicos específicos para que a planta receba a quantidade ideal e que não ocorra desperdício de fertilizantes. Dentro da estufa o produtor tem todas as condições de controle da umidade do solo. utilizando-se de uma estrutura de boa qualidade. já mencionada. podendo ocorrer danos irreparáveis ao solo. proporcionando maior economia ao agricultor e melhor aproveitamento alimentar das plantas. a severos ataques de pragas e doenças em curto espaço de tempo. A manutenção constante das telas e saias e o controle do trânsito de pessoas dentro das estufas também auxiliam na prevenção da entrada de pragas e doenças limitantes da cultura. a forma de aplicação de nutrientes precisa ser diferenciada em relação ao campo. reduzindo a fertilidade da terra. Isso é importante para as regiões onde a água é escassa. No cultivo protegido. 9 . fato que encarece a irrigação. O uso de telas laterais de sombrite 0 – % evita a entrada de insetos praga voadores como mariposas. sem a intervenção da chuva. que pode causar um desequilíbrio hídrico. uma grande parte dos adubos e corretivos são lavados pelas águas das chuvas. salinização. como sementes de alto valor. O uso de saias de plástico nas bordas da estufa evita a penetração de respingos d´água que podem disseminar patógenos para as plantas que ficam nessa área. nesse sistema não ocorrem chuvas. a transpiração das plantas pode ser menor. pois o produtor. A impermeabilidade do plástico evita que a chuva se precipite diretamente sobre os cultivos. As regas são menos constantes em relação aos plantios convencionais. Se tais critérios forem preenchidos. como a. impedindo a lixiviação dos insumos. A estufa deve estar permanentemente livre de plantas daninhas. Muitas vezes a lavoura é localizada longe da água. como já dito. Nos cultivos comuns. No ambiente da estufa.controle fitossanitário das plantas em ambiente protegido deve ser rigoroso.

embrapa. uma boa leitura sobre o assunto é o livro de Marco Antônio Rezende Alvarenga.. chamado Cultivo de Tomate em Estufa. distribuidor e consumidor da região. 00.fnp. Fayad. 99. da Editora UFLA. a FNP consultoria em agronegócios. Sobre produção de tomate em campo para industrialização.br/sistprod/tomate/index. de 00.00. da Universidade Federal de Viçosa.br>. disponível em: <http://www. acesso em  de jan. pelo custo de R$ 0. Segundo a Profa.cpt. são muitos os fatores que devem se levados em conta na escolha pelo cultivo de tomate envarado no campo ou em estufa. custo das produções.. disponível em <www. Tomate: Produção em campo. solo. Mello. Simone C.br>. em casa de vegetação e em hidroponia. Para tanto. A.com. ao custo de R$ . Análise essa que só poderá ser feita in loco. do Depto. Outras sugestões são a Tese de mestrado de J.com.Tomate em Estufa”. disponível em: <www. é de muito proveito o trabalho publicado pela EMBRAPA Hortaliças. Por último. como econômicas (valor inicial de investimento. que custa em torno de R$ 0.). de Produção Vegetal. sugerimos algumas publicações que tratam especificamente do assunto. intitulada Absorção de Nutrientes. tanto no que se refere às questões ambientais (clima. No 9 AgriculturA e PecuáriA .cnph.. altitude.00. acesso em 9 de jan. acesso em 9 de jan. e da Vídeo-aula do Centro de Produções Técnicas.. vende uma planilha de “Custo de Produção . é fundamental uma análise da região em que será implementada a cultura.Cultivo de tomate estaqueado em campo Cultivo em estufas CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Como já mencionado no corpo da Resposta Técnica. por profissional em agronomia ou agricultura.htm>. Para um melhor estudo teórico dos tipos de cultivo do tomate. da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da USP.00. de 00 .). de 00. Crescimento e Produção de Tomateiro Cultivado em Condições de Campo e de Estufa. mercado produtor.

de 00. Ministério da Agricultura.com. Pecuária e Abastecimento. Francisco Joaci de Freitas. Disponível em: <http://www.iea. 00.tulha./mar. Dra. v. Botucatu-SP. de 00. “Quantidade Absorvida e Concentração de Micronutrientes em Tomateiro sob Cultivo Fornecido”. Mestre em Agronomia. Rosa Maria.br>. Instituto Agronômico de Campinas. Marcelo Augusto de. valores. 9 . LUZ.pdf> acesso em 9 de jan.embrapa.9.do.pt/invest/ag00005. acesso em 9 de jan.br acesso em 9 de jan.cnph. da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. PONTES. REFERêNCIAs CHUNG. MELLO. de Produção Vegetal. al.br/sistprod/tomate/index. disponível em: <www. p.lce. Adriana Luzia. 00. dezembro de 00. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. EMBRAPA Hortaliças. Disponível em: www.usp. Disponível em: <http://www.br/tadeu/Tomate_Domingos_Tadeu. s/d. Ministério da Agricultura.embrapa. Departamento de Recursos Naturais – FCA/UNESP. Disponível em: <http://www.esalq. Profa. São Paulo. et.br/index. RR. AGUIAR E SILVA. al. indicativos e custos de produção podem ser encontrados no site do Instituto de Economia Agrícola. Simone da Costa. de 00.pdf> acesso em 9 de jan. et. n. 00. “O Cultivo do Tomate em Roraima”.htm> acesso em 9 de jan. et. São Paulo. Universidade de São Paulo. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA.al.entanto. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. USP. jan.gov..php/cpafrr/publica_es/circular_t_cnica/o_cultivo_ do_tomate_em_roraima> acesso em 9 de jan. Boa Vista. Estufas.... Avaliação de Temperatura e Umidade Relativa do Ar em Estufa com Cobertura de Polietileno. Cultivo de Tomate para Industrialização. 00.sapo. in Scientia Agricola.-. Pecuária e Abastecimento.sp. Tulha Agroinformação. do Depto. in Circular Técnica 0. cpafrr. Disponível em: <http://seila.

br>.gov.Instituto de Economia Agrícola. acesso em 9 de jan.sp. Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. de 00. Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 9 de jan.iea. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA . Disponível em: <www.

br/upload/sbrt1031.Redução da competição pode ocorrer quando dois ou mais genótipos utilizam os recursos do sítio diferentemente e. podem utilizar diferentes formas a radiação solar. uma vez que as comunidades naturais de plantas são formadas por misturas de diferentes espécies. cultivo associado de eucalipto e mandioca Informações sobre como associar a cultura de eucalipto com mandioca. Disponível para consulta em: http://www. redução de competição e facilitação (DeBell&Harrington. o aumento de produtividade. a umidade e os nutrientes. desta forma. E. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas Uma Resposta Técnica. que irão aumentar os nutrientes do solo. há o interesse mundial para que a produção florestal seja feita com um manejo mais próximo ao natural. Isto se deve ao fato de que as diferentes espécies de plantas demandam ou afetam os recursos e condições do sítio de forma desigual e em tempos distintos (DeBell&Harrington. promover um estímulo diferenciado a microbiota do solo como con9 .PLANTIO AssOCIADO. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O SBRT. na mistura de genótipos. onde há diferenças no crescimento fenológico na conformação da copa e no sistema radicular. Povoamentos mistos.sbrt. Plantios florestais consorciados podem ser mais produtivos que plantios puros. mais eficientemente. Conforme a teoria ecológica. EUCALIPTO E MANDIOCA PALAvRAs-ChAvE Plantio associado.pdf acesso em: 0 de jul. pois possui uma área de  hectares. possui em seu banco de dados uma resposta sobre o plantio associado de eucalipto com mandioca. com um prazo menor de colheita. 99). 00 Uma outra opção para aproveitar a área de plantio associado à mandioca é o plantio associado com leguminosas. 99). ainda.ibict. cultivo associado. Atualmente. pode ser sumarizado em dois princípios.

é limitada por inadequados níveis de nitrogênio. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O estudo acima mostra o benefício do cultivo de eucalipto associado a uma leguminosa. e teve concentração de nitrogênio e fósforo mais alta que no tratamento com eucalipto isolado. Além disso. maiores taxas de queda de material vegetal e ciclagem de nutrientes. Misturas com espécies leguminosas arbóreas. podem beneficiar. podendo resultar em acréscimo na produção. Sugere-se consultar a resposta técnica indicada a cima para obter informações sobre o processo de cultivo associado. devido ao menor porte da albizia. Na região seca. na qual a exigência por este elemento é bastante elevada. em muitos locais. favorecendo a manutenção da produtividade do povoamento. tais como Acacia e Albizia têm sido avaliadas e parecem ser promissoras na busca de fontes alternativas de suprimento de nitrogênio. a fase inicial de desenvolvimento da floresta. Neste período. Na fase nutricional posterior. Foi observado. albizia teve pouco crescimento e não beneficiou o eucalipto quanto à altura. neste experimento. A produtividade de eucalipto. com capacidade de fixar nitrogênio. A intercepção de luz foi 9% maior na mistura com % de albizia que no povoamento isolado e a eficiência de uso da luz foi % superior. aumentando a diversidade vegetal e a utilização de recursos do ambiente. Testes do consórcio de Eucalyptus salign e Albizia falcataria foram feitos em quatro locais do Havaí. cujos custos energéticos e financeiros são altos. onde parte do suprimento de nutrientes é mantida pela ciclagem. quando em associação com eucalipto. todo nutriente provém do solo. O eucalipto consorciado na região úmida foi mais alto e maior diâmetro. assim como fixação do nitrogênio nos tratamentos com mistura de espécies forneceram melhorias no solo que podem persistir nas rotações subseqüentes. o nitrogênio contido nos restos vegetais de leguminosas beneficia a decomposição dos resíduos orgânicos depositados no solo. dois deles numa região de clima úmido e os outros dois em clima seco. 9 AgriculturA e PecuáriA . o retorno dos nutrientes é mais rápido. que povoamentos mistos reduziram a competição e promoveram a facilitação. mas esta diferença foi atribuída a diminuição de competição por espaço. Desta forma. Espécies leguminosas. O diâmetro do eucalipto foi maior no consórcio.seqüência da diversidade de substâncias exsudadas pelas raízes das diferentes espécies.

html>. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jul.br/ci/bd/teses/disseracao/t4/ ts005/ts005_05. Acesso em:  de jul. Disponível em: <http://www.com. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 .adubostrevo.REFERêNCIAs ASPECTOS nutricionais de povoamentos puros e mistos de eucalipto. 00.

como: Togo. sendo a espécie cultivada em grande escala. Teça. Devido a sua dispersão geográfica e à variedade de ambientes onde ocorre naturalmente. Zaire. Laos. entre outros. a cultura de teca é tradicional. Vietnã e Java. sob supervisão e orientação do Prof. José Luis Stape. incluindo. No sul da Ásia. Nigéria. outros países tropicais. Camboja. quando os britânicos demandavam grandes quantidades de madeira para construção naval. Honduras e Brasil. e temperaturas extremas de °a °C. Camarões. porém não resiste à geada. é uma árvore de grande porte. principalmente na Índia.Tectona grandis. a teca é uma espécie de alta adaptabilidade com dispersão vertical entre 0 e 00m acima do nível do mar. tipo mais adequado de solo e qualidade das sementes. Tailândia. ocorrendo em áreas com precipitação anual de 00 a 00 mm. 99 AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DA EsPéCIE FLOREsTAL TECA . nativa das florestas tropicais situadas entre 0° e °N no subcontinente índico e no sudeste asiático. Atualmente. além dos asiáticos . popularmente conhecida como Teca. clima mais favorável. cultivo de Teça PALAvRAs-ChAvE Obter dados técnicos sobre a espécie florestal Tectona grandis e informações sobre forma de cultivo. Trinidad. Burma. do Departamento de Ciências Florestais da ESALQ/USP. Quais as particularidades necessárias ao cultivo da espécie no Mato Grosso? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A solução apresentada a seguir consiste na reprodução integral de um texto divulgado pelo Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais e elaborado pela acadêmica Aline Angeli. a área mundial plantada excede os  milhões de hectares.maiores produtores -. A Tectona grandis. A teca é cultivada desde o século XVIII.

Essa beleza peculiar faz da teca uma madeira muito procurada para decoração de interiores luxuosos e mobiliário fino. Mundialmente. onde o preço por metro cúbico supera o do próprio mogno. a teca é apreciada pela qualidade de sua madeira. a árvore atinge entre  a m (raramente acima de m) de altura e diâmetro (DAP) de 00cm ou mais.Apesar de poder ser cultivada apenas em regiões tropicais. nem todas germinam. laminação e compensados. de coloração branco-amarelada e se dispõem em panículas de até 0 x cm. de cor marrom e possuem diâmetro de aproximadamente cm. Seu tronco é reto e revestido por uma casca espessa. Informações Botânicas Os frutos são do tipo drupa. pois trata-se de uma essência caducifólia. bem distinto do cerne. A primeira frutificação ocorre aos  ou  anos de idade. Quando adulta. bem como pela sua rusticidade. le00 . As flores são pequenas. resistente ao fogo. Perde as folhas durante a estação seca. a madeira de teca é utilizada para as mais diversas finalidades: construção naval. cilíndricos. a madeira de teca é muito procurada (principalmente) no continente europeu. porém. Cada fruto apresenta quatro cavidades. Além do efeito decorativo. cuja cor é marrom viva e brilhante. A Madeira O alburno é estreito e claro. dentro das quais estão as sementes (uma por cavidade).

de ataques de pragas que possam comprometer os plantios. A durabilidade do cerne deve-se a tectoquinona. Essa substância também confere resistência a ácidos e protege pregos e parafusos da corrosão. as duas últimas são específicas para as áreas de ocorrência natural. apresenta boa resistência a peso.de floresta nativa ou reflorestamento. no Mato Grosso O IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) testou a qualidade da madeira proveniente de Cáceres e garante que as propriedades físicas e mecânicas são semelhantes às madeiras de teca oriundas do sudeste asiático. . apesar de ser leve. De 0 AgriculturA e PecuáriA nha e carvão vegetal. Porém. incluindo as toras de pequeno diâmetro obtida nos desbastes. Manaus-AM. tração e flexão.g/cm³ e. A Experiência de Cáceres. esse tratamento somente é necessário quando a madeira ficar exposta ao tempo. Até o momento são poucos os registros. Tanto alburno. que reduz a absorção de água e lubrifica as superfícies.toda a madeira é aproveitada. quanto cerne contém uma substância semelhante a um látex. o alburno possui todas as outras qualidades do cerne. principalmente devido a estudos como o realizado na Estação Experimental da EMBRAPA do Distrito Agropecuário da SUFRAMA. A teca também vem ganhando espaço no Amazonas. A durabilidade é uma característica marcante dessa espécie. a área plantada com teca era de cerca de 0 mil hectares. sendo que atualmente. Nos países onde a teca é explorada . denominado caucho. propriedade que facilita a aplicação de preservativos. semelhante ao mogno brasileiro. O alburno é um material permeável.A madeira é estável: praticamente não empena e se contrai muito pouco durante a secagem. A madeira de pequeno diâmetro é largamente usada na edificação de construções rústicas. só o Estado do Mato Grosso já possui mais de 0 mil ha de plantios. um preservativo natural contido nas células da madeira. como vigamento. portas. ademais. nos países onde a teca é cultivada. Em 9. A densidade média da teca é 0. A estabilidade permite que a teca (madeira) resista à variação de umidade no ambiente. decoração interna e também na produção dos mais diversos utensílios. esteio ou madeiramento do telhado. Painéis de sarrafos são utilizados para a fabricação de móveis.

Deve-se atentar para os seguintes fatores: A teca é exigente em fertilidade de solo. por problemas de erosão. O melhor crescimento das mudas de teca ocorreram quando as temperaturas diurnas variam entre °e °C e noturnas entre °e °C. Para Plantar Teca )Precipitação anual entre 00 e 00mm. que deve ser profundo (mais de . A qualidade da madeira depende desse período seco. )Período seco de  a  meses. recomenda-se a construção de obras de conservação de solo (curvas de nível e terraços) e o uso das técnicas de cultivo mínimo. Tanaka 99). A teca é uma essência exigente em teores de bases trocáveis do solo. coincidente com o período de temperaturas mais amenas. )A temperatura média anual deve estar acima de °C. Um estudo de avaliação do estado nutricional. econômico e ecológico sustentáveis nessa região. principalmente cálcio (Matricardi 99. O clima mais propício é o tropical úmido. pode ser uma alternativa de recuperaçãode áreas de pastagens abandonadas e degradadas. mostrou que o melhor desenvolvimento está relacionado à riqueza dos nutrientes. bem drenado. metros).acordo com pesquisadores da EMBRAPA. crescimento de teca e suas relações com os fatores de solo . sistemas agroflorestais com teca. caracterizado por verão chuvoso e inverno seco. Terrenos de maior declividade devem ser evitados. matéria orgânica e pH próximo da neutralidade. entre outras espécies. bem como uma maneira de conter a pressão de desmatamento sobre florestas primárias e promover o desenvolvimento social. 0 . Os solos de textura média são os mais indicados. permeável. mas com capacidade média a alta de retenção de água. Caso esse tipo de terreno seja utilizado.

os frutos de teca devem ser colocados imersos em água corrente por  a  horas. de áreas de produção. na realidade. seco e abrigado da luz. . As sementes verdadeiras são muito pequenas e delicadas e o fruto é duro demais para ser rompido e liberar as sementes sem danos. O melhor substrato é a areia com terra orgânica (na sementeira) e a temperatura ótima é alcançada cobrindo-se a sementeira com lona plástica preta por 9 horas As plântulas germinadas são então repicadas para saquinhos plásticos ou tubetes. Obs. Quando a opção for a de produzir mudas por sementes. baseiam-se em matrizes com adequado formato do tronco (retilíneo. estando prontas para plantio entre  a  meses.: Comercialmente. 0 AgriculturA e PecuáriA Produção de Mudas Para reflorestar  hectare de teca. sem bifurcações etc. deve-se levar em conta a qualidade do lote de sementes. cahamda muda-toco. Os frutos podem ser colhidos de julho a outubro e armazenados em local fresco. é importante conhecer as características físicas (densidade. Sementes melhores. quatro quilos de frutos (incluindo provisões para mudas de replantio). o que é chamado de semente. Uma alternativa de produção de mudas é através de raiz nua. Além do aspecto silvicultural. Como desvantagem tem-se o tempo maior.Para uniformizar a germinação. trata-se do fruto. resistência mecânica da madeira) das procedências utilizadas. Portanto. A muda “toco” pode ser transplantada para recipientes individuais ou ser plantada diretamente no campo. aproximadamente. planta-se o fruto e não sementes.) e crescimento. para produção das mudas. no espaçamento  x  m. Essa técnica consiste em podar a planta de forma a reter 0cm da raiz pivotante e cm do caule. de quatro a onze meses. são necessários.

clima. sendo que a maior parcela é consumida pelo mercado interno dos países produtores. • A madeira do primeiro desbaste é considerada não-comercial. aproximadamente. Emirados Árabes. haverá aumento de demanda devido à melhoria no padrão de vida nos países em desenvolvimento. Holanda. Austrália. qualidade de semente etc. A produção mundial é de. principalmente europeus. assim como de produção. Mianmar e Sri Lanka. ) Maiores importadores: Alemanha. no ciclo recomendado para produção de madeira comercial. o preço FOB do metro cúbico de madeira de teca comercial varia de US$ 00 a US$ 000. mas a oferta ainda é muito menor que a demanda. totalizando de 0 a 0 m³/ha ao. Itália e Reino Unido. o Brasil possui áreas adequadas para plantio de teca e uma floresta tropical para preservar. • Atualmente. • O quarto desbaste e o corte final concentram o resultado econômico do do reflorestamento com Teca.longo de  anos e num regime com  desbastes. porém tem aplicações no meio rural. O mercado brasileiro também é visto como um grande potencial de consumo .Dados de produtividade Os dados que seguem são referentes a plantios realizados em condições adequadas de cultivo (solo. Afinal. situa-se entre 0 a  m³/ha/ano. O mercado internacional consome cerca de 00 mil metros cúbicos.  milhões de metros cúbicos por ano. • De 0 a 0% da produção total é colhido no corte final.Mercado De acordo com análises de mercado. ) Hong Kong e Cingapura: centros de manufatura e reexportação da 0 . O decréscimo da oferta de outras madeiras tropicais que ocorrem em áreas naturais (como o mogno) e a conscientização ambiental dos consumidores. Dinamarca. Arábia Saudita. também são fatores decisivos para o aumento da demanda.): • A produtividade média. Japão. esse volume corresponde a valores entre 0 e 0m³/ha. Como é o Mercado? ) Maiores produtores: Indonésia. podendo gerar receita significativa. EUA. • Os custos de implantação e manutenção são amortizados nos segundo e terceiro desbastes. dependendo da qualidade de madeira (com ou sem nós) e bitola das toras.

Porém. deve-se ter em mente que para obter sucesso completo no cultivo é indispensável o acompanhamento de um profissional qualificado na área. passaram a importar.br Telefone: (9) 9-99 INDICAÇõEs: CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Conforme observado no texto. Aline. buscando identificar e solucionar eventuais problemas e procedimentos incorretos. no estado do Mato Grosso.Avenida Pádua Dias. Carlos A. “Tectona grandis (Teca)”.br/identificacao/tectona.grandis. demonstrou-se positiva quanto ao cultivo de Teca na região: as plantas tiveram rápido crescimento e demonstraram boa aptidão.asp>.CEP: 00-90 . 00 0 AgriculturA e PecuáriA teca de Mianmar. Disponível em: <http://www.usp. selecionar sementes e/ou mudas mais adequadas e monitorar o cultivo. . a experiência realizada em Cáceres. de A.  Caixa Postal 0 . que deverá avaliar as condições do local. ipef. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Angeli.br ESALQ Jr. Consultoria/USP E-mail: esaljrc@esalq. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jun. ) Índia e Tailândia: além de produzir. 00.ESPECIALISTAS / INSTITUIÇÕES: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais IPEF-LCF/ESALQ/USP . V. Acesso em: 0 de jun.Piracicaba/SP Telefone: (9) -00 Fax: (9) - E-mail: ipef@ipef.

distribuídas uniformemente. melhor em %. As inflorescências apresentam ramificações primárias curtas sem ramificações secundárias. A bainha apresenta densidade alta de pêlos curtos e duros.PLANTIO DE CAPIM PALAvRAs-ChAvE Capim-Tânzania. Capim Técnica de plantio. alta acidez. As espiguetas são pilosas. manejo e bibliografia sobre o Capim-Tanzânia. Possui folhas quebradiças. Capim Mombaça. Essa cultivar possui ótima produção de forragem com grande velocidade de estabelecimento e de rebrota. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A cultivar Massai é originária da África e foi coletada na Tanzânia pelo Instituto Francês de Pesquisa Científica e Desenvolvimento em Cooperação . baixa fertilidade l apresenta resistência á cigarrinha-das-pastagens 0 . CapimMassai. sendo em média. Comparada á outras cultivares de Panicum maximum. Capim-Braquiária MG-. As lâminas apresentam densidade média de pêlos curtos e duros na face superior. -alta resistência. % e % para as pastagens de Massai. sem cerosidade e largura de 9 mm. com a metade da superfície externa arroxeada. respectivamente l maior persistência em níveis mais baixos de Fósforo l maior produção de parte aérea e de raízes em soluções com alta concentração de alumínio l sistema radicular mais adaptado às condições adversas do solotais como: compactação. Apresenta média tolerância ao frio e boa resistência ao calor. déficit hídrico. Tanzânia e Mombaça. É uma planta que forma touceira atingindo altura média de 0 cm. o capim Massai apresenta: l melhor cobertura do solo. O verticilo é piloso. Os colmos são verdes.IRD.

 Kg/ha. É necessário adubação fosfatada que eleve os teores de fósforo em Mehlich- para as seguintes faixas: Solos muito argilosos (>%). zinco e boro Em climas com estação chuvosa no verão. aplicação de calcário necessária para elevar a saturação por bases ao mínimo de 0-%. A produção de sementes puras é de. em média. de sementes puras viáveis. e  e 0 AgriculturA e PecuáriA é menos exigente em adubação de manutenção. 9. O preparo de solo é o mesmo utilizado para a formação de outras pastagens. o plantio deverá ser realizado de meados de Outubro até Fevereiro. recomenda-se a aplicação de 0 KG/ha. de solo. região Centro Oeste. . de espaçamento. e . Nesta mesma estação. Desta produção. quando necessário. os conteúdos de proteína bruta e digestibilidade in vitro da matéria orgânica nas folhas e colmos foram. a uma profundidade de  cm. na camada de 0 a 0 cm. ou seja. Recomenda-se para implantação. mas requer níveis médios a altos de fertilidade do solo na implantação. cerca de  t.l É importante a aplicação de nitrogênio imediatamente após as colheitas de sementes. de enxofre e para os micronutrientes. Recomenda  Kg/ha. de uma fórmula de FTE que contenha cobre. 900 sementes puras. 0 a 0 Kg/ha. A quantidade de corretivos e adubos é baseada na análise de solos.>  mg dm- O potássio deve estar na faixa de 0 a 0 mg dm-. Avaliados sob pastejo rotacionado. sendo a época ideal o período de  de Novembro a  de Janeiro. a semeadura poderá ser feita a lanço ou em linhas não mais do que a 0 cm. verifica-se uma produção de 0% das folhas.%./ha.>  mg dm- l l l Solos argilosos (-%). a pastagem de capim Massai. Durante o período da seca esta percentagem reduz para %. a  mg dm- Solos textura média (-%). aração e gradagem. 0% durante a estação chuvosa. Uma ligeira compactação favorece a emergência de plântulas. Para os outros nutrientes. respectivamente. Em área adubada e corrigida. aproximadamente. por exemplo. Em um grama de sementes da cultivar Massai encontram-se. de matéria seca. sob pastejo rotacionado com  dias de utilização e  dias de descanso produz anualmente.

00.Escola Superior de Agricultura “Luis de Queiroz”. Cv. Piracicaba. Acesso em  de fev. Universidade de São Paulo. Disponível em: <http://www. Tese (Doutorado em Agronomia) . Santos. Pinheiro.9%. Mato Grosso do Sul. o pastejo rotacionado.gov.matsuda.embrapa. Acesso em  de fev. Tocantins. 00.br>. Tanzânia) em função da lâmina de irrigação e de adubação. Universidade de São Paulo. Essa cultivar apresentou excelente desempenho nos seguintes Estados: Acre. 00. Luiz Geraldo Teixeira. 00.pdf>.teses. Patrícia Menezes. Mato Grosso.br>. Viabilidade econômica da irrigação de pas0 . Disponível em: <http://www. Acesso em  de fev.teses. 00.br/teses/disponiveis/11/11139/tde-17072002-161144/publico/patricia.br METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Valter Dantas.embrapa. 00. INDICAÇõEs: Sugerimos consultar a: ESALQ Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. com um período de descanso entre  e  dias. Soria.pdf>. e sem grandes variações ao longo do ano.usp.usp. Disponível em: <http://www. USP Telefone: (9) 9-0) onde se encontra grande acervo na área de agricultura EMBRAPA http://www. Acesso em  de fev. Controle do desenvolvimento das hastes no capim Tanzânia. Distrito Federal. Produtividade do capim-Tanzânia (Panicum maximum Jacq. f. Em função da alta taxa de rebrota e para manter melhor valor nutritivo ao longo do ano recomenda-se.gov. Pará. Tese (Doutorado em Agronomia) .Escola Superior de Agricultura “Luis de Queiroz”. Disponível em: <http://www. f. Grupo Matsuda.com.br/teses/disponiveis/11/11143/tde-04042003-165152/publico/luis. Piracicaba.

br/teses/disponiveis/11/11140/tde-26042002-095619/publico/lavres.Escola Superior de Agricultura “Luis de Queiroz”. 00. 00. José. Dissertação (Mestrado em Agronomia) . Disponível em: <http://www. Combinações de doses de nitrogênio e potássio para o capim-Mombaça .br/teses/disponiveis/11/11143/tde-17072002164519/publico/valter.usp.teses.Lavres Júnior.pdf>.teses. Universidade de São Paulo. Acesso em  de fev. 00 09 AgriculturA e PecuáriA tagem de capimTanzânia em diferentes regiões do Brasil. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev. Piracicaba.br. 00. Acesso em  de fev. Bastando digitar no campo “Busca” da página principal da mesma: “cultivares capim Tanzânia” O resultado trará não somente sobre o capim da variedade Tanzânia como outros de seu interesse. Universidade de São Paulo. . 00. Piracicaba. Os títulos de teses acima citados estão disponíveis via Web no site da USP http://www. f. usp.usp.Escola Superior de Agricultura “Luis de Queiroz”. 0f. Dissertação (Mestrado em Agronomia) . Disponível em: <http://www.pdf>.

m ou x. a desbastagem estimula o desenvolvimento da espessura do tronco possibilitando um maior valor de mercado para a madeira ( seu uso não se destinará somente à produção de lenha.m. A espécie de eucalipto mais indicada dependerá das condições do terreno. engenharia florestal Quer saber se é viável o plantio de eucalipto na região do Vale do Ribeira. o espaçamento e variedade indicados. pois não requer o uso de máquinas no interior da cultura sendo o desbaste geralmente manual. seu desenvolvimento para o corte varia de  à  anos e o desbaste é favorável durante este período. mas também poderá ser empregada na indústria madeireira de corte. Destaca-se nesta região uma relativa concentração de industrias têxteis e de cimento que utilizam o carvão em seu processo industrial. O eucalipto saligna se desenvolve melhor em áreas secas. Curitiba e Sorocaba. lenha. Para áreas encharcadas a espécie robusta se adapta melhor a estas condições. ou seja.x. Pensa em plantar uma densidade relativamente alta e após. no entanto se o objetivo da cultura é a obtenção de lenha pode-se usar um espaçamento menor como o de . pois aumentam o valor agregado da madeira. porém seu crescimento é mais lento em relação a espécie saligna (a mais apropriada a produção de lenha). madeira. 0 . desbastar uma e posteriormente até duas visando a exploração da madeira. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A região do Vale do Ribeira apresenta um grande potencial para o plantio de eucalipto por estar próxima a grandes centros industriais como São Paulo. fabricação de postes entre outras finalidades). A desbastagem favorece também o plantio em alta densidade –  desbastagens durante a época de desenvolvimento são recomendáveis.PLANTIO DE EUCALIPTO PALAvRAs-ChAvE Eucalipto. O espaçamento indicado usualmente para o plantio comercial é o de xm.

br/>.br/esalqjrf/.usp. alguns projetos realizados que possibilitam respostas às dúvidas mais freqüentes do pequeno produtor Prof. Disponível em: <http://www.cnpf. disponibiliza em seu site http://lcf. José Leonardo de Moraes Gonçalves Dept. Disponível em: <http://lcf.usp.ESPECIALISTAS / INSTITUIÇÕES: A ESALQ JR. 00.br Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia ESALQ Jr Florestal.br/esalqjrf/>. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA INDICAÇõEs .embrapa.usp.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. de Ciências Florestais – ESALQ/USP E-mail: jlmgonca@esalq.esalq. de fev. EMBRAPA Florestas .esalq. 00. Wladimir Barbieri Junior e Matheus Felipe Zonete NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de fev. Acesso em:  de fev. Acesso em: .

alta capacidade de rebrota. entre outras utilizações. Portugal. Madagascar. custos de produção do eucalipto. Estados Unidos. De acordo com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). facilidade de aclimatação e potencial para usos múltiplos como: produção de lenha. o eucalipto brasileiro se destina basicamente à produção de celulose e papel e ao carvão que abastece as siderúrgicas. milhões de toneladas por ano) e alcançamos o maior índice médio de produtividade (0m por hectare ao ano).PLANTIO DE EUCALIPTO CUsTO DA PRODUÇÃO PALAvRAs-ChAvE Eucalipto. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O eucalipto é uma espécie florestal oriunda da Austrália e Indonésia. África do Sul. Espanha. reflorestamento. de  . temos a maior área plantada de eucaliptos do mundo (mais de  milhões de hectares). sendo que cerca de 0 encontram-se distribuídas por países com climas e solos bastante diferenciados como os encontrados no Brasil. Seu gênero é representado por mais de 00 espécies. insumo para a produção de celulose e papel. Essa disseminação deve-se às vantagens que o eucalipto oferece quando comparado com outras essências florestais: gênero de rápido crescimento. % das exportações e geram aproximadamente 0 mil empregos. Além da produção de celulose. Hoje. celulose e demais derivados representam % do nosso PIB. cobertura do solo de áreas inclinadas para combate da erosão. madeira. papel e carvão para siderúrgicas. produção de madeira. Saber qual o custo por hectare de uma lavoura de eucalipto. somos o maior produtor mundial da celulose (cerca de . As indústrias brasileiras que usam o eucalipto como matéria-prima para a produção de papel. Argentina. Marrocos e Israel. Itália. Chile.

tempo de maturação para corte. O custo médio de plantio é calculado em 000 reais por hectare plantado. que vão desde estudos sobre a sua fisiologia. do espaçamento entre as mudas. Dr José Leonardo de Moraes Gonçalves. Esse custo e composto. Esse último pode ser subdividido em custo de corte e custo de transporte. que envolve tudo que se gasta no primeiro ano com a lavoura e custo de manutenção. alimentícios. Vale ressaltar que esse custo pode variar dependendo da região. . nos custos de produção e. gastos com insumos. pisos. A madeira é utilizada na produção de móveis. adubação. combate de plantas invasoras. Um exemplo desses estudos são sobre melhoramento genético tradicional e clonagem.. que refletem diretamente na produtividade. mão-de-obra. pode ser subdividido em custo plantio. preparo do solo. que acabaram por gerar importantes modificações e inovações. são produzidos diferentes tipos de tecido sintético e cápsulas de remédios. Sendo que serão apresentados a seguir custos médios relativos à produção e comercialização do eucalipto. pode-se dividir os custos relativos ao cultivo comercial de eucalipto em custo de produção e custos de comercialização. postes e mastros para barcos. que envolve tudo que for gasto do segundo ano até a período que precede a corta dos eucaliptos. do tipo e da situação do solo. os aspectos relacionados a eles variam de acordo com a área plantada. que estão ligados direta ou indiretamente à determinação dos custos. basicamente.Sobre os custos é importante destacar que. dado o atual contexto do conhecimento cientifico sobre fatores referentes ao eucalipto. com respectivas considerações sobre as variações possíveis destes.. acabamentos refinados da construção civil. Também o custo de produção. conseqüentemente. que representa um terço do custo total do cultivo comercial de eucalipto. transporte. Dele também se obtém o óleo essencial em produtos de limpeza.  AgriculturA e PecuáriA onde se extrai a celulose. até de fatores econômicos ligados ao processo produtivo do mesmo. entre outros fatores. combate de formigas. por gastos com mudas. Sem falar do mel de alta qualidade produzido a partir do pólen de suas flores. da topografia do terreno. na comercialização e margens de lucro desse insumo. perfumes e remédios. o eucalipto tem sido foco de vários estudos. Segundo o Prof. mão-de-obra e maquinários aplicados no processo de plantio. Dado isso.

G. detalhado e exato dos custos referentes ao cultivo e comercialização de uma lavoura de eucalipto. principalmente. No entanto é claro que ele terá seu valor real na dependência. Desempenho Operacional e Custo de Plantio.br/esalqjrf/resumo_rev%20do%20eucalipto. é aconselhável que se busque ajuda de um engenheiro florestal. cuja resumo está no endereço eletrônico da Esalq Junior Florestal que é: www. Manual e Mecanizado de eucalipytus grandis Implantado com Cultivo Mínimo do Solo. é de 0 reais. Manual e Mecanizado de eucalipytus grandis Implantado com Cultivo Mínimo do Solo. pode ser calculado em 0 reais. O custo médio de transporte por hectare do eucalipto plantado. cujas referências encontram-se abaixo. Piracicaba 00.esalq.htm . Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo.lcf. que isso calculo de custos se torna possível. Victor A.O custo médio de manutenção pode variar entre 00 a 00 reais por hectare. que também represente um terço do custo total. pois só a partir do contato direto do profissional com o local a ser cultivado. devido á topografia do terreno. Desempenho Operacional e Custo de Plantio. Já o custo médio de corte por hectare. mais informações sobre custo você pode encontrá-las na tese: Qualidade. que representa um terço do custo total. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para que seja feito um plano específico. p. Também tem–se um estudo feito pela empresa Junior da ESALQ/USP. Professor Doutor do departamento de engenharia florestal da ESALQ/USP. Finalmente. da distancia a ser transportada. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Univer . e que pode ser negociado junto à empresa Junior da ESALQ Telefone: (9) -. Esse custo é composto basicamente de gasto no combate de formigas. principalmente. Qualidade. FESSEL. Estudo esse que tem como titulo: Viabilidade Econômica do Plantio Comercial do Eucalipto. vale ressaltar que esse custo pode variar. REFERêNCIAs GONÇALVES. usp. Dissertação de Mestrado. José Leonardo de Moraes.

00. Viabilidade Econômica do Plantio Comercial do Eucalipto. 00.br/teses/disponiveis/11/11150/tde-15082003-150926/publico/vitor. 00.esalq.com.br/especial/genolyptus4. Sumário do Plano de Manejo Florestal da Aracruz Celulose S/A.pdf>.Ministério da Ciência e Tecnologia.br/pt/ambiente/amb_manejo.htm>. 00. Disponível em: <http://www. . Projeto da Empresa Junior da engenharia florestal da ESALQ: Esalq Junior Florestal.teses. Acesso em:  de jun. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA sidade de São Paulo. Acesso em:  de jun. Disponível em: <http://www. Brasil: Campeão do Eucalipto. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jun.br/esalqjrf/>. Disponível em: <http://lcf.pdf>.usp. Acesso em:  de jun.aracruz. Especial Projeto Genolyptos. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de jun.mct.usp.gov.

tolerante à seca. em cobertura. Na ausência de inoculação. Sementes necessárias: 0 a 90 kg/ha. É recomendada.PLANTIO DE GRÃO DE BICO E LENTILhA PALAvRAs-ChAvE Plantio de grão-de-bico e lentilhas Obter informações sobre o plantio de grão-de-bico e lentilhas. indicada para cultivos de outono e inverno. para alimentação humana graças ao seu alto valor nutritivo. época de semeadura: março a abril. entre 0 e 0 dias após a semeadura. tamanho e coloração dos grãos. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Grão-de-bico (Cicer Arietinum L. Espaçamento e densidade de semeadura: entre linhas: 0 cm. No sulco de semeadura. Quando recomendada. Controle de plantas daninhas: se necessários. densidade: - sementes por metro linear. anual. se não houver disponibilidade de Rhizobium específico para submeter as sementes à inoculação.) Descrição: Espécie arbustiva. principalmente. aplicar até 0 kg/ha de PO e 0 kg/ha de KO conforme análise do solo.  . Cultivares: IAC-Marrocos e CNH-. Calagem e adubação: utilizar corretivos e fertilizantes conforme resultados da análise do solo. a calagem deverá elevar o índice de saturação por bases a 0%.  a  cultivos mecânicos até 0 dias após a semeadura. aplicar 0 kg/ha de N. ou herbicidas adequados. Qual é a época de plantio. adubação e quais os fornecedores de sementes. apresenta extensa variação na forma. à diversidade de emprego culinário e ampla aceitação em nosso meio.

No começo do século foi bastante cultivada no Rio Grande do Sul por imigrantes espanhóis. têm alto valor nutritivo e sabor agradável. podendo ser usada na alimentação humana. . materiais precoces apresentam ciclo de 0 a 0 dias. introduzida da Argentina. com 0 a 0 cm de altura.00 kg/ha de sementes (com irrigação). ereta. herbácea. estando as vagens secas. alemães e italianos. acompanhando o arroz. típica de clima temperado quente e tolerante a períodos de seca. Quantidade de sementes: 0 a 0 kg/ha. arrancar ou cortar as plantas para as operações de batedura e trilhagem para remoção dos grãos.00 kg/ha de sementes (sem irrigação) e . como adubo verde e forragem. Elaine Bahia Wutke. Suas sementes são de fácil cozimento e digestão. Cultivares: No Brasil. Edmilson José Ambrosano (). ou colheita mecânica em caso de maturação homogênea. Eduardo Antonio Bulisani () Fonte: Boletim 00 Lentilha (Lens Esculenta Moench. o tipo macrosperma (cotilédones amarelos e sementes graúdas) é o preferido.  AgriculturA e PecuáriA Colheita: aos 0 a 0 dias após a semeadura. Sua farinha pode ser utilizada no preparo de pratos culinários árabes. Autores Nelson Raimundo Braga ().) Descrição: Planta anual. e a cultivar Precoz. e no Brasil é mais usada na forma de sopa ou de caldo. Espaçamento e densidade de semeadura: 0 a 0 cm entre as linhas e 0 sementes por metro linear. Observação: Excesso de água induz crescimento vegetativo com redução na produção de grãos. no Brasil Central. época de semeadura: abril a junho no Sul do País e abril a maio no Brasil Central.00 a . tem bom potencial para cultivo sob irrigação. incluindo-se aqui sua palha.Produtividade normal: . Seu ciclo é em torno de 0 dias. Sua planta é bem ramificada.

Calagem e adubação: de acordo com a análise de solo. e as pragas: percevejos. Pode-se observar elevada incidência de acamamento das plantas devido à ação do vento e da chuva. Edmilson José Ambrosano () Fonte: Boletim 00 FORNECEDORES: Relação de fornecedores de sementes enviadas pela Embrapa – Hortaliças Agrocinco . tripes e brocas-das-axilas. Roque Presta. Sclerotium rolfsii e Fusarium oxysporum). Produtividade: 00 a . Nº 0 .Bairro: Centro 90-000 . Santa Tecla. vaquinhas.br Agrocinco .com.br HORTEC (RS) End: Av. pulgões. ferrugem. mosaico.agrocinco.00 kg/ha.SP End: Av.hortec. Controle de pragas e doenças: podem ocorrer as doenças antracnose.com. Aplicar na semeadura  kg/ha de nitrogênio. Autores Elaine Bahia Wutke (). míldio.br  INDICAÇõEs: . elevar o índice de saturação por bases a 0%. Não há produtos registrados para o controle até junho/9. mancha de Ascochyta. Colheita: manual (arranquio das plantas para secagem e posterior trilhagem com mangual ou vara) ou com trilhadora. 0 kg/ha de PO e 0 kg/ha de KO. 00 9-00 – Bagé – RS Tel: () -00 / () - site: http://www.Taguatinga – DF Tel: () - / () 99-9 e-mail: luiga@ig. e fungos de solo (Rhizoctonia solani.Monte Mor –SP Tel: (9) 9-0 / (9) 9- site: http://www.com.

SP Tel: (9) -0 / Fax: (9) - Site: http://www.com. 0 00-0 – São Paulo. .asgrow.com.horticeres. Riachuelo.  Caixa Postal  Bairro Cambuí 0-00 – Campinas.  Condomínio Ed.br Contato: Sr.br asgrow@asgrow. 9 -000 . Rodrigues. Cristina Almeida EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: 9 AgriculturA e PecuáriA e-mail: hortec@alternet. SP Tel: () -0 / Fax: () - Site: http://www.com.br e-mail: ayrton.br SEMENTES SAKAMA End: Av.rodrigues@svseeds. Alexandre Dante e Sra.HORTICERES End: Av. Imperatriz Leopoldina.br e-mail(s): marcio.com.Itaipava.com.br marcia.sakama. Gilberto Pozzan . RJ Tel: () -00 Fax: () -0 Site: http://www.com.br adangelo@agristar. Riachuelo – Bairro: Bosque . SP Tel: (9) -00 / Fax: (9) -00 Site: http://www.petoseed.com.br e-mail: sakama@sanet.C.  0-0 – Campinas.tulio.com.P.br e-mail(s): cal@agristar.com. Philuvio C.junior@svseeds.nascimento@svseeds.br SVS do Brasil/ASGROW do Brasil Sementes Ltda End: Rua Sampainho.com.com.br Contato: Sr. Conj.com.br TOPSEED/AGRISTAR End: Rd.

bem como com a Embrapa – Hortaliças.usp.gov.html e-mail: esalqjrc@esalq.br e braganr@iac. Carlos Botelho. Elaine Bahia Wutke e Dr. Disponível em: <http:// www. Nelson Raimundo Braga Contatos: tel. Brasília/Anápolis .SP Tel:(9) - Site: http://www.sp.br IAC .iac.shtml>.sp. que presta consultoria e auxílio para empreendedores que queiram iniciar um negócio na área da agropecuária. Acesso em 0 de jun.br/~esalqjrc/consultoria/historico. entrar em contato com os especialistas supracitados.br/index. 0 .br Empresa Brasileira de Agropecuária – Embrapa Hortaliças Centro Nacional de Pesquisa de Hortaliças End: Km 09 da BR-00 Rod.seednews.gov.php# e-mail: sac@cnph.Sala 0 - Piracicaba – SP Tel / Fax: (9) 9-99 Site: http://www./9 e-mail: ebwutke@iac.usp.CEP: 09-90 Tel: () -9000 Fax: () - Site: http://www.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Entrar em contato com os fornecedores de sementes. 0 .Campinas.ciagri.embrapa.Centro de Grãos e Fibras Especialistas: Dra.cnph. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Seed News Revista Internacional de Sementes.Caixa Postal  00-90 . 00. Outra recomendação é entrar em contato com a empresa Jr da Esalq (Escola Superior de Agronomia “Luiz de Queiros” – USP).br ESALQ Jr Consultoria – ESALQ/USP Av.br/portugues/index. Barão de Itapura nº  .gov.embrapa.sp.Instituto Agronômico de Campinas – IAC End: Av.inf.:(9) . e em caso de dúvida.

Rodrigo Ravani Gurgel NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jun.asp?d=/edic/182/gr_responde1. É possível plantar lentilha no Centro-Oeste do Brasil?.globo.Globo Rural.com/barra. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA . Disponível em: <http://globorural. 00.htm>. Acesso em 0 de jun.

os viveiristas têm optado por produzir seus próprios porta-enxertos. o viveirista deve obter um documento que comprove a procedência do material. dentre os quais está incluído o limão. variedade e quantidade de porta-enxertos adquiridos. Geralmente. sendo exigidos critérios específicos em relação à formação dos porta-enxertos e das mudas propriamente ditas. os porta-enxertos devem ser produzidos no interior de ambiente protegido. Visando uniformizar os tratos culturais e utilizar condições de temperatura e de umidade mais favoráveis à germinação e ao desenvolvi-  . a produção de porta-enxertos tem sido realizada no mesmo telado utilizado para a produção das mudas. ou ser produzidos no próprio viveiro. As mudas de citros. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Seguem-se abaixo os procedimentos desenvolvidos pela EMBRAPA Clima Temperado para a produção de mudas certificadas de gêneros cítricos. assim como de uma série de outras fruteiras. produção de mudas de limão Informações sobre como produzir mudas de limão. especificando a origem.PLANTIO DE LIMÃO PALAvRAs-ChAvE Mudas. Formação De Porta-enxertos Em se tratando de mudas certificadas. Normalmente. a partir de sementes de plantas-matrizes ou de sementeiras registradas. Os porta-enxertos podem ser adquiridos em tubetes prontos para o transplantio em embalagens definitivas. limão. Este documento deve ser uma nota fiscal ou fatura. podendo ser cultivadas em condições de campo. Nos casos de compra. As matrizes devem apresentar características genéticas e sanitárias bem definidas. são compostas pela combinação de uma variedade porta-enxerto com uma variedade copa.

Recipientes para semeadura Os porta-enxertos podem ser semeados em tubetes plásticos. limão ‘Cravo’. novas variedades poderão ser recomendadas à medida que sejam aprovadas em ensaios experimentais. citrumelo ‘Swingle ()’. tangerina ‘Sunki’. Os tubetes devem ser dispostos em bandejas plásticas perfuradas. as quais devem ser mantidas suspensas sobre cabos. tangerina ‘Cleópatra’. limão ‘Volkameriano’.variedades de porta-enxerto recomendadas Os porta-enxertos inicialmente eleitos para o Estado do Rio Grande do Sul foram: Poncirus trifoliata. 99). em forma cônica. substratos para semeadura O substrato deve apresentar propriedades físicas e químicas ade AgriculturA e PecuáriA mento inicial das plântulas. Após o uso. Nesse tipo de recipiente. com quatro a seis estrias longitudinais. fixados sobre mourões de madeira ou cimento (Carvalho. a laranja ‘Azeda’ somente deve ser utilizada como porta-enxerto de limões verdadeiros. bandejas ou embalagens definitivas. 99). laranja ‘Caipira’. com esticadores ou telas metálicas galvanizadas. 99). . Futuramente. permitindo a distribuição das plântulas em lotes homogêneos. embora apresente menor vigor em relação a outras variedades. 99). havendo a morte do meristema da raiz pivotante com conseqüente emissão de raízes secundárias. são os recipientes mais recomendados pela facilidade de manipulação. as raízes crescem em direção ao orifício basal. como o limão ‘Cravo’. alguns viveiristas têm produzido os porta-enxertos em telados separados das mudas enxertadas. principalmente por sua tolerância ao frio. O porta-enxerto mais utilizado no Rio Grande do Sul é o ‘Trifoliata’. Os tubetes de 0 cm. e por proporcionarem uma melhor circulação de ar entre as plântulas (Joaquim. Segundo essas normas. citrange ‘Troyer’. como o hipoclorito de sódio a % (Feichtenberger. o que atrasa a formação das mudas e o início da produção de frutos. os tubetes e as bandejas devem ser desinfectados via tratamento térmico ou com produtos químicos. citrange ‘Carrizo’ e laranja ‘Azeda’ (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. tangelo ‘Orlando’.

A maioria dos viveiros de citros tem utilizado substratos comerciais constituídos de casca de pinos. O substrato deve ser leve para facilitar o manuseio e o transporte. desde a fertilização até a irrigação. serragem. A desinfecção química.quadas para o desenvolvimento das plantas. Cada substrato exige um manejo diferente. Por isso. 99. o substrato deve estar isento dos fungos Armillaria sp. obrigatoriamente. em função de propriedades específicas. ser suficientemente consistente para fixar as plantas. devendo ser analisado em laboratório credenciado pela Entidade Certificadora e Fiscalizadora do Estado. o qual. Os principais componentes utilizados pelos viveiristas para a produção própria de substrato são: terra tratada. por autoclavagem (0-0ºC) não são recomendadas por prejudicarem o desenvolvimento da microflora benéfica do substrato (Feichtenberger. o custo e a facilidade de obtenção. não conter componentes de fácil decomposição. apresentar boa porosidade. seguida de correção quími .. Pratylenchus spp. e a térmica. areia e esterco curtido. tem que apresentar lotes uniformes. bagacilho de cana. com fumigantes. Graf. o viveirista pode optar pela produção própria ou aquisição junto a empresas especializadas. Rosellinea sp. palha de arroz. e Sclerotinia sp. vermiculita. analisando sempre a qualidade. isento de patógenos de solo.. Rhizoctonia solani. recomenda-se que seja realizada a análise de fertilidade do substrato. perlita.. drenagem e capacidade de retenção de água. A desinfestação desses componentes pode ser feita por solarização em coletor solar ou em sacos plásticos transparentes. e Tylenchulus semipenetrans. argila expandida. é muito importante trabalhar com um mesmo substrato. e dos nematodos Meloidogyne spp. húmus ou turfa (Joaquim. Phytophthora spp. Segundo as normas e padrões da Secretaria da Agricultura e Abastecimento (99). Conhecendo as propriedades de um substrato ideal. 99). 999). não conter sementes ou propágulos de plantas daninhas. Antes da distribuição nos recipientes. sendo as físicas determinantes por serem de difícil correção. possuir composição uniforme para facilitar o manejo das plantas e apresentar um custo compatível com a atividade.

normalmente é necessário acrescentar nitrogênio. Deve-se tomar cuidado para não utilizar uma concentração excessiva de cloro. Alguns viveiristas têm retirado o tegumento externo das sementes com a finalidade de melhorar a sanidade. 99). A semeadura pode ser feita utilizando-se de  a  sementes por tubete.A salinização do substrato é um dos problemas mais freqüentes no cultivo de plantas em recipientes. Pode-se utilizar a profundidade de  a  cm. A água de irrigação deve ser tratada com cloro ativo ou ser proveniente de poço artesiano. 99). semeadura Primeiramente. recomenda-se a adição de cloro na concentração de  a  ppm (Carvalho. Nessa concentração ocorre a inativação dos zoósporos de Phytophthora (Feichtenberger. A correção do nível de sais pode ser feita lixiviando-os. enquanto que os demais nutrientes podem ser aplicados em cobertura. Por isso. dependendo da variedade e da porcentagem de germinação do lote de sementes. redução do crescimento. deve-se avaliar a presença e a quantidade de sais. por meio de formulações de liberação lenta. fósforo e cálcio ao substrato. A toxidez por sais provoca necrose de folhas. deve-se tomar bastante cuidado com a aplicação de fertilizantes em excesso. 99). ou semanalmente. embora seja uma atividade bastante trabalhosa (Graf. Irrigação Durante a germinação e o desenvolvimento inicial dos porta-enxertos. por meio de irrigação em excesso. o que pode causar toxidez às plantas. as sementes devem ser submetidas a um tratamento térmico a ºC por 0 minutos (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. e. de forma a não descobrir as sementes. Esta é essencial para maximizar o desenvolvimento das plantas. a morte de plantas (Joaquim. . No caso da utilização de água de poço artesiano. 99). No caso de tratamento da água. O fósforo deve ser adicionado antes da semeadura.  AgriculturA e PecuáriA ca. Nessa fase. via fertirrigação. 999). até mesmo. desidratação. a irrigação deve ser feita manualmente ou por meio de aspersores. acelerar e uniformizar a germinação.

Esse recipiente desempenha um papel determinante no desenvolvimento do sistema radicular das mudas.Condução dos porta-enxertos A área do viveiro deve ser livre de detritos vegetais. 99. inclusive aqueles decorrentes do processo de produção das próprias mudas. como os tubetes. Porém. Os recipientes de polietileno. porém são reutilizáveis. Graf. Possuem a vantagem de apresentar estrias longitudinais. realização de lavagens e riscos de contaminação com patógenos de outras áreas. 999). também chamados de sacolas plásticas. normalmente aos 0-0 dias da semeadura (Graf. No caso de mudas de citros. devido às superfícies lisas do recipiente. podem rasgar com certa facilidade e estão sujeitos à ocorrência de enovelamento de raízes. evitando o seu enovelamento. 99). Normalmente. as plantas atípicas e de crescimento debilitado apresentam natureza híbrida. as plantas de cada variedade devem ser separadas em lotes mais homogêneos. sendo inversamente proporcional a sua taxa de poliembrionia. não havendo necessidade de retorno. os recipientes podem ser de plástico rígido ou de polietileno. os porta-en . sendo realizada desbrota semanal. Os vasos de plástico rígido apresentam um custo maior do que os de polietileno. influindo na formação e na configuração das raízes. Os vasos de plástico rígido são comercialmente denominados de citrovasos ou citropotes. apresentam um custo menor. Para facilitar o manejo. não ocupam espaço quando vazios e são descartáveis. A suspensão dos vasos em bancadas é essencial para esse comportamento das raízes. valem as mesmas observações efetuadas na fase de semeadura e de desenvolvimento inicial dos porta-enxertos. A taxa de ocorrência destes híbridos depende da espécie do porta-enxerto. Os portaenxertos devem ser conduzidos em haste única. devendo ser eliminadas. Com relação ao substrato. principalmente se houver atraso no plantio das mudas (Carvalho. Recipiente definitivo O recipiente definitivo das mudas deve apresentar dimensões mínimas de 0 cm de largura por 0 cm de altura (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. Transplantio Dependendo da variedade e das condições de cultivo. 999). para direcionar o crescimento das raízes para o fundo do recipiente.

a altura da enxertia deve ser entre 0 e 0 cm (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. Trata-se de ramos desfolhados de aproximadamente 0 a 0 cm. estando aptos a serem transplantados para os recipientes definitivos. O aumento progressivo da irrigação nos dias que antecedem a enxertia é recomendado para melhorar o desprendimento da casca. . periodicamente. em ‘T’ normal ou invertido. a espécie. os porta-enxertos estão aptos para a enxertia  a  meses após o transplantio. 99). onde será completada a formação das mudas. após  a  meses de cultivo. O transplantio das plantas deve ser feito com o torrão. Esta operação deve ser realizada no dia da enxertia. de forma a não lesionar o sistema radicular. o que diminui o vigor dos porta-enxertos. deve-se evitar o enrolamento de raízes na região do colo das plantas. tristeza e outras viroses (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. cancro cítrico.Por ocasião do transplantio. a cultivar e a quantidade de material adquirido. pois se feita anteriormente dificulta o desprendimento da casca. cultivadas em ambiente protegido e inspecionadas. Para a enxertia. O viveirista deve possuir um comprovante de origem das borbulhas. as borbulhas devem ser obtidas de plantas matrizes ou de borbulheiras registradas. Somente para os limões verdadeiros e para a lima ácida ‘Tahiti’. sendo fixada com fita plástica normal ou degradável (fitilho). com relação a mutações e à sanidade. As borbulhas são fornecidas em ramos chamados de porta-borbulhas. A enxertia deve ser feita por borbulhia. devem ser retiradas as folhas e os espinhos até 0 cm do colo do porta-enxerto. que pode ser uma nota fiscal ou fatura. A enxertia deve ser realizada a uma altura de 0 a 0 cm a partir do colo da planta para a maioria das variedades.  AgriculturA e PecuáriA xertos apresentam 0 a  cm de altura. principalmente clorose variegada dos citros. evitando a interrupção do crescimento dos porta-enxertos. 99). Formação De Mudas Enxertia Dependendo da variedade e condições de cultivo. Para a produção de mudas certificadas. contendo borbulhas maduras. que especifique a origem.

Adubação e irrigação A formulação dos adubos e a freqüência de adubação varia em função da variedade e da composição do substrato. A irrigação pode ser feita manualmente. de  mm². A tela citros. fungos e ácaros podem entrar pelos orifícios da tela e algumas espécies de cigarrinhas. juntamente com os tratamentos fitossanitários. Controle de pragas e de doenças O manejo de pragas e de doenças deve ser preventivo e rigoroso. um controle químico adicional com produtos específicos para a praga ou patógeno encontrado. Deve-se realizar. para uma adubação equilibrada. Porém. Por isso. acaricida e fungicida. Carvalho (99) recomenda a aplicação semanal. manganês. De uma forma geral. evitando prejuízos à qualidade e ao desenvolvimento das mudas. quinzenalmente. procedendo-se as correções em cobertura. No entanto. ramos e folhas e a lavagem de defensivos. na proporção de  a  g por planta. pulverizações com combinações de produtos de ação inseticida. zinco. cochonilhas e insetos adultos de minador pela própria porta do telado. de nitrato de potássio. é vantajosa para a produção de mudas sadias. controla a entrada da maioria dos insetospraga e vetores de doenças. A irrigação localizada por gotejo. procedendo-se. via água de irrigação ou da forma convencional. caso necessário. As desvantagens desse sistema referem-se ao maior custo e ao encharcamento de alguns recipientes devido ao consumo diferenciado de água pelas plantas em diferentes fases de desenvolvimento e em função da espécie de porta-enxerto. boro e ferro. via água de irrigação. vaso a vaso. e a aplicação foliar de nitrogênio. pulgões. 999). alternando os princípios ativos para evitar a proliferação de patógenos e de pragas resistentes (Graf. por aspersão ou de forma localizada em cada recipiente. O uso de armadilhas amarelas com cola adesiva na antecâmara e no  . além de possibilitar a adição de fertilizantes solúveis. o viveiro deve ser inspecionado permanentemente. recomenda-se o monitoramento do estado nutricional das plantas por meio de análise foliar e do substrato. além das pulverizações preventivas. de acordo com a necessidade de nutrientes. por evitar a umidade excessiva no tronco. nitrocálcio ou de fosfato monoamônico. quinzenalmente.

quando se verifica o pegamento. pavio ou palito. consiste em proceder o corte do porta-enxerto  cm acima da enxertia. que são atraídas por essa coloração. O tutoramento pode ser feito com matéria galvanizado ou não. Outra técnica utilizada para forçar a brotação. firme e estreito.. Nas condições climáticas do Estado de São Paulo. as mudas são produzidas e comercializadas em haste única. com aplicação de tinta na região abaixo e acima do ponto de enxertia (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral.Condução do enxerto e formação da muda A remoção do fitilho não degradável deve ser realizada  a 0 dias após a enxertia. pode ser feito o encurvamento do porta-enxerto. medidos a partir do colo da planta. utilizando o porta-enxerto limão ‘Cravo’. . O pedaço de ramo remanescente deve ser cortado. cinco dias após o corte do fitilho. Neste sistema de produção de mudas não são formadas “pernadas” ou ramos laterais. para evitar lesões no sistema radicular das mudas no momento em que é introduzido no substrato. principalmente de cigarrinhas. 99). Uma única brotação deve ser conduzida de forma tutorada até o amadurecimento do ramo. sendo chamadas de muda vareta. o que poderia provocar enovelamento do sistema radicular. Desta forma. 9 AgriculturA e PecuáriA interior do telado é essencial para o monitoramento e controle de insetos. 99).  dias antes da expedição das mudas (Sempionato et al. 99). devendo apresentar tecido já amadurecido (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. 0-0 cm para as laranjas e 0-0 cm para as limas ácidas e limões verdadeiros. O tutor deve ser fino. Caso este não ocorra. Para forçar a brotação. segurando com uma das mãos a 0 cm acima do enxerto e curvando com a outra a parte superior da planta até prender na base da muda. Para facilitar a identificação e evitar a troca de materiais. no momento da retirada do fitilho. como no sistema tradicional em campo. as plantas teriam que permanecer por mais tempo nos recipientes. A haste principal da muda vareta deve ser podada a 0-0 cm de altura para as tangerinas. Para tanto. A região do corte deve ser tratada com pasta cúprica. pode-se enxertar novamente no lado oposto do caule. a muda de haste única fica pronta para o plantio em aproximadamente  meses após a semeadura (Carvalho. recomendase a utilização de um código de cores para as variedades copa e porta-enxerto.

Sclerotinia sp. em virtude.. viróides e micoplasmas deve ser feito por laboratório credenciado. tolerando-se um desvio de no máximo  graus. dependendo do nível de climatização do telado. 99). e Armillaria sp. As mudas certificadas das tangerinas devem apresentar um diâmetro mínimo de 0. Este critério é fundamental para evitar o enovelamento das raízes. e Tylenchulus semipenetrans. apresentam um pegamento e vigor superior às mudas produzidas em viveiros a céu aberto. das plantas daninhas Cyperus rotundus (tiririca) e Cynodon dactilon (grama seda) e dos vírus. Rhizoctonia solani. 99). Pratylenchus spp.99). nematodos. cm e das demais espécies cítricas de 0. fungos. 0 . espera-se um atraso de - meses no processo de formação das mudas. Candidatus liberobacter e Spiroplasma citri. Xylella fastidiosa. O diagnóstico de infecções por bactérias. cm. da qualidade do sistema radicular. as mudas tipo palito. Padrão de qualidade das mudas certificadas O enxerto e o porta-enxerto devem constituir uma haste única.  cm acima do ponto de enxertia (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. viróides e micoplasmas patogênicos aos citros (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. principalmente. A idade máxima para o plantio é de  meses após a semeadura dos porta-enxertos para as mudas de haste única (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. Após a retirada de cada lote de mudas do viveiro. paredes e bancadas com hipoclorito de sódio a % ou formaldeído a % (Feichtenberger. citri. dos nematodos Meloidogyne spp. produzidas em ambiente protegido. as mudas devem ser isentas desses organismos... De forma geral. deve-se realizar a desinfecção dos pisos. vírus. Considerando a ocorrência de temperaturas médias menores no Rio Grande do Sul e o uso do porta-enxerto ‘Trifoliata’. 99). dos procariotos Xanthomonas campetris pv. ereta e vertical. O viveiro deve ser condenado pela simples ocorrência em qualquer uma das mudas dos fungos Phytophthora spp. Condenação de viveiros Determinados patógenos e plantas daninhas são extremamente danosos aos citros. Por isso. muitas vezes inviabilizando a produção. 99).

o endereço do viveiro e a identificação das variedades porta-enxerto e copa utilizadas. nas quais devem constar o nome e o número de registro do produtor. e das análises laboratoriais. Estes devem ser preferencialmente fechados ou cobertos com tela com malha inferior a  mm.  AgriculturA e PecuáriA As mudas devem apresentar sistema radicular bem desenvolvido. em bancadas com altura mínima de 0 cm do solo. Armazenamento e transporte As mudas certificadas poderão ser armazenadas fora do viveiro. mas que se enquadrarem nos demais padrões de qualidade. 99). as mudas produzidas para certificação que não atenderem os padrões morfológicos. o lote seja eliminado antes do final do ciclo e de forma a não contaminar os demais. Os caminhões utilizados para o transporte das mudas devem ser lavados e desinfectados com amônia quaternária antes do carregamento. a muda ou lote de mudas aprovados pela entidade certificadora receberão as etiquetas e o certificado de garantia. com raiz principal reta com pelo menos 0 cm de comprimento. para que. pós-enxertia e de liberação.Após o recebimento de parecer favorável nas inspeções de pós-semeadura. . devendo permanecer protegidas do ataque de insetos vetores em áreas de incidência de CVC e de tristeza (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. poderão ser comercializadas como “Mudas Fora de Padrão Morfológico”. As mudas não devem apresentar ramos quebrados ou lascados. As mudas devem receber etiquetas. podendo ser comercializadas. por um período não superior a  dias. os viveiristas devem realizar um controle próprio para aprimorar a qualidade das mudas. no caso de ser encontrado algum patógeno. Segundo a Secretaria da Agricultura e Abastecimento (99). É aconselhável a realização de inspeções visuais e de análises laboratoriais periódicas para os principais patógenos durante todo o processo de produção. pós-transplantio. Controle de qualidade durante o processo de produção das mudas Independentemente das inspeções oficiais. retorcidas ou quebradas. sem raízes enoveladas.

deve-se evitar lesões nas radicelas. Disponível em:<http://sistemasdeproducao. REFERêNCIAs OLIVEIRA.embrapa. deve-se coletar amostras do substrato. evitando os custos de enchimento dos recipientes definitivos. Caso seja detectado algum patógeno. Deve-se retirar uma folha por muda. de A.cnptia. sendo escolhidas as folhas maduras de coloração verde-oliva. Roberto Pedroso de et al. porém de tamanho menor.br/FontesHTML/Citros/MudasdeCitros/cap03. 0 dias antes da expedição das mudas. Acesso em:  de nov. Durante a coleta das amostras. que será utilizado no enchimento dos recipientes definitivos. devem ser amostrados lotes de mil plantas. e amostras de substrato e de radicelas dos tubetes onde se encontram os porta-enxertos prontos para transplantio. caso deseje maior segurança. Na primeira. o lote de substrato ou de porta-enxertos deve ser eliminado. Carlos A.htm>. 0 folhas de cada lote. deve-se amostrar pelo menos 0 mudas por lote de mil plantas. Para o diagnóstico da bactéria Xylella fastidiosa. devendo o equipamento amostrador ser desinfestado com álcool hidratado a cada mudança de lote. V.Para o diagnóstico de patógenos do gênero Phytophthora e de nematóides nocivos aos citros. Esta amostragem deve ser realizada somente na fase final de produção das mudas. cap : “Etapas da produção de mudas de citros”. no mínimo. deve-se coletar amostras de substrato e radicelas a uma profundidade de 0 cm do colo das plantas. O viveirista também pode realizar amostragens intermediárias. 00.. “Mudas de Citros”. A realização de testes para o cancro cítrico e para a mancha-preta em laboratórios credenciados também é recomendada (Borges et al. EMBRAPA Clima Temprerado. Para isto. causadora da clorose variegada dos citros. escolhidas aleatoriamente dentro do lote. coletando-se. 000). As amostras devem ser retiradas em fases distintas de desenvolvimento das mudas. antes do transplantio dos porta-enxertos. Na fase final. 00  . Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de nov. pode-se utilizar amostradores semelhantes aos utilizados para a amostragem de sementes ou de solo.

Para a extração do óleo industrial utiliza-se a prensagem a frio ou. para que a adubação e a calagem sejam a melhor possível. brilhante.  kg de óxido de Cálcio (CaO) e 0 kg de óxido de magnésio (MgO). que pode ter. desde o início do plantio até o produto final. o que conduz a uma demanda razoável por elementos essenciais. extração de óleo PALAvRAs-ChAvE Obter informações gerais sobre produção de óleo de mamona.  AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DE MAMONA – EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE MAMONA . sendo o ácido ricinoléico o seu maior componente. Além disso. fósforo. A mamoneira é uma planta exigente em nutrientes. é um óleo bastante estável em variadas condições de pressão e temperatura. depois de refinado. Por isso seu cultivo deve ser feito em solos com boa fertilidade natural ou com suprimento de fertilizantes orgânicos ou minerais para produzir bem. no máximo. especialmente nitrogênio. plantio. obtendo-se como produto principal o óleo e como subproduto a torta de mamona. de preferência. que tem grande capacidade de restauração de terras esgotadas.% de impurezas e umidade. Para uma produtividade de 000 kg/ha de sementes ela retira do solo as seguintes quantidades de nutrientes: 0 kg de nitrogênio (N).Mamona. a quente.  kg de óxido de potássio (KO). O ideal é que se proceda à análise do solo antes do plantio. obtendo-se óleo tipo standard límpido. potássio.  kg de pentóxido de fósforo (PO). % de acidez e 0. cálcio e magnésio. das sementes completas. tendo as sementes elevadas concentrações de óleo e proteínas.() Praticamente toda a produção da mamona é industrializada. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O óleo é o mais importante constituinte da semente de mamona.

alem de reduzir a resistência a vários insetos. recomenda-se a adubação com NPK na seguinte composição 0 kg de N. deve-se dividir a quantidade total dos fertilizantes pelo número de covas/ha e assim colocar a quantidade por cova. Contudo. região onde a cultura é emergente. Em excesso pode promover crescimento vegetativo exagerado e assim reduzir a produtividade. ou quando se faz a adubação com máquinas. plantas por hectare. sendo parte integrante dos ácidos nucléicos ( RNA e DNA. Potássio: Elemento essencial que ativa mais de 0 sistemas enzimáticos no metabolismo da mamoneira. Para um melhor aproveitamento da adubação. principal região produtora. de uma maneira geral. sendo participante da formação das proteínas e dos ácidos nucléicos. Chega às raízes da mamoneira por difusão. Funções dos Nutrientes na Mamoneira Nitrogênio: Elemento de suma importância . pragas e fungos. como é o caso da BRS 9 Nordestina. aplicando-se 90 % dele cerca de dois meses após a germinação. contudo.  kg de P0 e  kg de K0 por hectare. Carbono e Hidrogênio. e nos cerrados do Centro-Oeste. em função do espaçamento recomendado. para a qual se usa o espaçamento de m x m. Depois dos mega-elementos. O nitrogênio deve ser parcelado. não se aplica quando se planta cultivares de porte anão ou baixo. algumas recomendações encontradas são apresentadas abaixo. é ativador de vários sistemas enzimáticos. responsável pela integridade das  . Para o Estado de São Paulo. com . em espaçamentos mais adensados.A adubação da mamoneira é pouco estudada no Brasil. no caso do pequeno produtor com o plantio manual e uso de cultivares de porte mais alto. é o mais abundante elemento na mamoneira. principalmente nos estados do Nordeste. Cálcio: Elemento participante da lamela média das células.Chega às raízes da mamoneira por difusão. que são supridos pela água (O e H) e pelo gás carbônico (CO) da atmosfera. Oxigênio. sendo participante do mecanismo de abertura e fechamento dos estômatos. Essa recomendação. Fósforo: É um nutriente de vital importância para a mamoneira .

solo e clima. raios solares e ventos.  a 0cm. podendo também haver possibilidade de não emergência. para os outros.  AgriculturA e PecuáriA membranas celulares e de sua permeabilidade e da capacidade de seletividade. A área deve ter altitude superior a 00m acima do nível do mar. requerem maior profundidade que os solos de textura pesada. Solos de textura arenosa e. pelo menos. O solo deve ser fértil. com topografia plana a suavemente ondulada. no sentido perpendicular ao escoamento das águas. Semelhante recomendação deve ser dada com relação à incidência de chuva. quanto maior a capacidade de retenção de água do solo. menor a profundidade de plantio. Os principais fatores ambientais a serem considerados na escolha da área são: altitude.Magnésio: Elemento vital. Esses aspectos permitem a exposição do solo aos agentes erosivos. Essa planta apresenta pequena habilidade de proteção ao solo. Ela é cultivada em baixa densidade populacional. de boa drenagem e não erodido. portanto. para anos ou regiões com baixa probabilidade de chuvas. para anos ou regiões com freqüência normal de chuva. como chuva. de forma que. relevo. . uma profundidade de  a cm. Plantio O plantio da mamoneira deverá ser efetuado em curva de nível ou. devido à incidência de fungos e bactérias. profundo. A temperatura da região deve ser superior a 0ºC e precipitação pluvial anual de 00 a 00mm. ativador de vários sistemas enzimáticos e participante ativo da molécula da clorofila junto com o nitrogênio. Para os primeiros. A profundidade de semeadura deverá fixar-se em função da capacidade de armazenamento de água do solo. apresenta baixo índice de área foliar e sua exploração exige eficiente controle de plantas daninhas do plantio até 0 dias após a emergência. a profundidade de semeadura deve ser de  a cm. O produtor deverá estar atento ao fato de que o plantio muito profundo pode produzir plantas menos vigorosas e com hipocótilo muito longo. e. recomenda-se o plantio a uma profundidade de  a 0cm e. Escolha da Área O uso de área inadequada para o cultivo da mamoneira pode constituir-se num sério fator de degradação dos solos de uma região. com baixa capacidade de armazenamento de água.

Esse método consiste em semear duas ou três sementes em covas previamente abertas.época de Plantio A época de plantio está relacionada à incidência de pragas. O plantio mecânico é recomendado para cultivares de sementes pequenas ou médias. permitindo que a operação de colheita seja feita com um mínimo de repasses. Em regiões equatoriais. com excesso de umidade. o ideal recomendado é efetuar a semeadura no início da estação chuvosa após. Há referências de bons rendimentos com chuvas de  a 00mm anuais (Weiss. Métodos de Plantio O plantio da mamoneira poderá ser efetuado manual ou mecanicamente. pelo menos. 9). Nas regiões tropicais. 0mm de chuva. Colheita A colheita da mamoneira . Gastam-se de  a kg/ha de sementes para se plantar um hectare. há uma redução drástica de rendimento devido ao plantio tardio. o cultivo da mamoneira na época das chuvas pode se tornar inviável devido a pragas e seria recomendado o seu cultivo na estação seca. deixa-se cair três ou mais sementes por cova. Tanto a ausência como o excesso de chuvas no período da floração podem reduzir a produtividade da planta. Quando o índice de incidência de chuvas de uma região aproxima-se do mínimo exigido. térmicos e luminosos que podem interferir na emergência e na produtividade da lavoura. As operações de  . No caso da mamoneira. há uma correlação direta entre época de plantio e desempenho das lavouras. de maneira que a floração ocorre num espaço de tempo ligeiramente curto e também são semi deiscentes.0m). O plantio manual é mais comum para cultivares com sementes de tamanhos médio e grande e em sistema de plantio consorciado.0 a . plantas daninhas e à utilização do substrato ecológico. é uma das operações mais dispendiosas e que mais consomem mão-de-obra. As cultivares Nordestina e Paraguaçu apresentam uniformidade na frutificação. em função da necessidade de se repetir o processo de colheita  a  vezes durante o ano. dependendo da disponibilidade de implementos e das condições econômicas do produtor. cujos espaçamentos entre plantas na fileira seja pequeno (0. doenças. em especial os fatores hídricos. Dependendo da percentagem de germinação e do vigor das sementes. A mamoneira é tida como tolerante à seca.

diâmetro do fruto e maturidade são requisitos importantes para obter-se bom desem AgriculturA e PecuáriA colheita. de porte anão. canivete. para evitar o transporte de um grande volume que não seja de frutos. de baixo para cima. completando a secagem no terreiro. deve-se usar pentes feitos de prego sem cabeça ou de pinos de ferro colocados na parte interna superior do depósito. para isto. mediante algumas adaptações. em função da maturação progressiva dos cachos. pode depender a diferença de lucro ou prejuízo do produtor. cestos. então. com plantas de arquitetura compacta e perda parcial das folhas.Quando colher Para evitar perdas nas variedades semi-deiscentes. Métodos de colheita Colheita manual: a colheita manual é indicada para pequenas e médias propriedades. na lavoura. através da exposição das bagas ao sol ou. utilizando-se faca. Colheita mecânica: encontram-se disponíveis no Brasil variedades híbridas. A condução da lavoura dentro das técnicas recomendadas e o uso de variedades uniformes quanto ao porte de plantas. como a BRS 9 (Nordestina) e a BRS  (Paraguaçu) recomenda-se que a colheita seja feita quando dois terços dos frutos do cacho estiverem secos. permitindo mecanizar-se totalmente o cultivo da mamona. num esquema de rotação de culturas com a soja precoce e. o desprendimento dos frutos. tesoura ou podão. recomenda-se efetuar. em secadores mecânicos. Os cachos assim colhidos são depositados em jacás. . esses híbridos tem sido cultivados em safrinha. de modo que os frutos se desprendam e caiam dentro do objeto de transporte. carroças ou reboques e transportados para o local de secagem (terreiro ou secador). No Brasil. consiste em se quebrar e/ou cortar os cachos pela base. especialmente a colheita. se tem usado as mesmas máquinas de colher soja ou milho. Quando a produção é grande. A operação deve se prolongar por três ou quatro etapas. de forma que o cacho seja passado por entre os dentes do pente. Nessas máquinas as perdas aceitáveis deverão estar abaixo de %. onde a mão-de-obra é disponível e abundante e para as cultivares deiscentes e semideiscentes. indeiscentes. para a colheita. delas. secagem e beneficiamento dos frutos da mamoneira são extremamente importantes e.

dotado de um mecanismo que contém dois discos metálicos superpostos e axialmente coincidentes. com o fim de obter-se um produto mais limpo. à tardinha. sendo que a utilização dessas colheitadeiras adaptadas não tem demonstrado eficiência nessa operação. colocados em camadas finas e uniformes de  a 0cm de espessura por um período de  a  dias. outra prática importante e usual é a desfolha das plantas através da aplicação de desfolhantes 0 a  dias antes da colheita. amontoá-los e cobri-los com lona plástica para evitar a umidade da noite. onde a colheita e beneficiamento é toda manual. a natural é recomendada para pequenas produções e é feita expondo-se os frutos ao sol. secagem A secagem dos frutos pode ser natural ou artificial. Para ambos os sistemas de secagem. Mialhe et al.penho das máquinas na colheita. em terreiros cimentados ou de alvenaria. recomenda-se o uso de descascadores mecânicos. (s.d. A secagem artificial é recomendada para produções em áreas superiores a 0ha e consiste na utilização de secador mecânico para a retirada da umidade dos frutos. após o seu desprendimento do cacho. O mesmo procedimento deve ser adotado se houver ameaça de chuva. sendo um fixo e outro  . atualmente. quando secos. dependendo da região. Durante o dia recomenda-se fazer o revolvimento várias vezes. quando acontece a deiscência das cápsulas. Em lavouras tecnificadas. que vem sendo colhidos com máquinas destinadas à colheita de soja e milho adaptadas. Esse é o procedimento mais usado nos estados do Nordeste. Para o descascamento da produção de áreas maiores que 0ha e para cultivares indeiscentes.A temperatura ideal de secagem é de 0° a ° C. se forem batidos com varas. No Brasil. quando secos. Para o dimensionamento do terreiro deve-se considerar uma área de aproximadamente 00m para a secagem da produção de ha de mamona. existem grandes plantios no cerrado. Esses frutos se abrem facilmente. porém alguns frutos retém a casca. Descascamento Os frutos semideiscentes. para uniformizar a secagem e. uma vez que as perdas estão acima de %. se abrem e não há necessidade de descascamento.) desenvolveram um protótipo descascador de mamona. a umidade ideal dos frutos é de 0%. formando o que denominamos de “marinheiro” ou “dente de alho”.

sendo uns de concepção simples e outros de concepção mais complexa. na face superior. talos e outros corpos estranhos que normalmente acompanham a mamona. algumas empresas desenvolveram descascadores de mamona. Rotor descascador: composto de dois discos em ferro fundido cinzento. após ser descascado pelo rotor. Moega alimentadora do rotor: composta por uma rosca alimentadora. em bisel. que ficam totalmente limpos e prontos para o ensaque. que distribui o produto uniformemente ao rotor descascador.mm de largura no topo. 9 AgriculturA e PecuáriA . A elevação do produto é feita por coluna de ar. apresentando um ângulo interno.móvel. provido de um orifício central. composto de um ventilador axial que produzia uma corrente de ar para a retirada das impurezas e cascas. passa por uma coluna de ar. de °. revestido com borracha natural com dureza controlada. Sua regulagem é feita por um volante externo. além de proporcionar alimentação contínua e uniforme ao elevador de grãos. tendo esta uma comporta de regulagem que funciona como um dosador do produto para a pré-limpeza. Limpeza do produto descascado: o produto. na posição horizontal. revestido. Pré-limpeza: composta por uma peneira vibratória e uma coluna de ar produzida por uma turbina que separa as pedras. O disco superior apresentava diâmetro de mm. sua face inferior era revestida de um anel de borracha. Moega de alimentação: local por onde é colocada a mamona. Este processo facilita ainda mais a limpeza do produto. fundamentando-se no seu princípio. que realiza a abertura e o fechamento entre os rotores (de acordo com a variedade do produto). sendo estes detritos depositados em uma gaveta de fácil acesso. O disco inferior era acoplado a um eixo vertical dotado de movimento giratório. além de um sistema de limpeza. por um anel de borracha de 0. A partir deste protótipo e. que também tem a função de separar detritos que por ventura acompanhem a mamona. Elevador de Grãos: tem a função de transportar o produto para o processo de descasca (rotor). onde são separados as cascas e outras pequenas impurezas dos grãos. Outro disco de igual diâmetro localizava-se logo abaixo do primeiro.

da umidade. aproveitando um descascador manual de amendoim. afetando diretamente a germinação e o vigor das sementes e prejudicando a qualidade do óleo. o desempenho do descascamento situou-se entre 0 a 90% com quebra mínima das sementes. o que torna a máquina itinerante. Em testes preliminares. a .Bica ensacador: apresenta saída direta dos grãos e tem prendedores para sacaria. ou a motor elétrico de 0CV. variedade cultivada e produtividade/hectare. No armazenamento da mamona existem alguns aspectos que devem ser considerados sementes danificadas têm menor longevidade que as intactas. As alterações consistiram em colocar tiras de borracha de forma tangencial e perpendicular a um semi-cilindro que. as injúrias servem para entrada e disseminação de fungos e a presença destes acelera o processo de deterioração. Para o processo de extração de óleo Escala De Producao: Industrial 0 . secos e isentos de insetos e roedores. utilizando-se frutos bem secos. para posterior separação . atrita e movimenta os frutos sobre uma tela côncava com malha de abertura adequada. Esta máquina vem sendo usada com eficiência no beneficiamento dos campos de produção de mamona nas estações experimentais da Embrapa Algodão. Acondicionamento e Armazenagem Após o descascamento e limpeza das sementes. Capacidade de produção: a máquina apresenta uma capacidade de 0. A Embrapa Algodão. os sacos deverão ser empilhados em depósitos ou armazéns arejados.0 ton/h. acionado com movimento pendular. Necessita o trabalho de duas pessoas. sendo uma para o abastecimento da moega e outra para o ensacamento do produto. Acionamento da maquina: poderá ser através de um trator de média potencia. dependendo das condições do produto. procede-se ao ensacamento. com vistas a dar vazão às sementes e as cascas que caem sobre uma lona. utilizando-se sacos de aniagem com capacidade para 0 a 0kg. promoveu adaptações no mecanismo descascador para o beneficiamento da mamona. Caso a mamona não seja imediatamente comercializada.

com. FILTRAÇÃO LTDA.heinzle@andritz.br MAZBRA S/A. RUA HERMANN WEEGE  . José Ranieri -0 Jardim Cruzeiro do Sul 00-0 Bauru-SP Fone: () - Fax: () - http://www.COM. Máquinas/Equipamentos necessários para a Instalação para pequenos negócios EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE MAMONA Fabricante da máquina/equipamento FILTRO PRENSA ANDRITZ SEPARATION IND. conforme seu interesse. cabendo ao usuario a escolha entre os mesmos.andritz.ercitec.com http://www.: Os equipamentos relacionados podem contemplar similares Para uma mesma etapa do processo produtivo.Processo: l Limpeza l Descascamento l Laminacao l Coccao l Moagem l Prensagem l Filtragem INDICAÇõEs: Máquinas e equipamentos: Obs.PRÉDIO  90-000 POMERODE SC ()-0 ()-0 mauricio.com ECIRTEC EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS INDUSTRIAIS LTDA Fabricante da máquina/equipamento LAMINADOR DE ROLOS ECIRTEC EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS INDUSTRIAIS LTDA Ecirtec Equipamentos e Acessórios Indústriais Ltda. R: Dr.EQUIPS.INDÚSTRIA E COMÉRCIO  AgriculturA e PecuáriA .

Fax: () - webmaster@mazbra.br MASIERO INDUSTRIAL S/A.  0-00. Cap.com. ESTRADA MARCO POLO 90 09-0 SAO BERNARDO DO CAMPO SP () -9 () -99 secretaria@alpina. RUA SAO CARLOS  09-0 SAO CAETANO DO SUL SP ()-099 ()9- vendas@calsca. Jacy da Silva Pinheiro.alpina.  – Jurubatuba CEP 09-00 .com.Rua Arnaldo Magnicaro.SP Fone: () -00 .com. 0 Londrina – PR 0-00 Fone: () -000 Fax: () -000 mktmulti@sercomtel.br CALDEIRARIA SÃO CAETANO INDÚSTRIAS MECÂNICAS LTDA.br MAVI MÁQUINAS VIBRATÓRIAS LTDA.com.com.São Paulo .br Fabricante da máquina/equipamento TANQUE HORIZONTAL NÃOPRESSURIZADO ALPINA EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS LTDA.com.br Fabricante da máquina/equipamento PENEIRA VIBRATÓRIA CIRCULAR COMPANHIA MULTI INDUSTRIAL R.br http://www. Robert Bosch. 0 Londrina – PR 0-00 Fone: () -000 Fax: () -000 mktmulti@sercomtel. RODOVIA JAÚ DOIS CÓRREGOS S/N -KM 0 0-90 JAU SP  .br Fabricante da máquina/equipamento PENEIRA VIBRATÓRIA HORIZONTAL COMPANHIA MULTI INDUSTRIAL R.br http://www. Cap.com. Jacy da Silva Pinheiro.calsca.com. R. São Paulo SP Tel +   00 Fax +  9 9 mavi@mavi.

SETOR K -000 CABREUVA SP ()9-0 ()9-09 vendas@tecniplas.com.br http://www.br http://www.com.gardelin. RODOVIA JAÚ DOIS CÓRREGOS S/N -KM 0 0-90 JAU SP ()0-00 ()0-0 masiero@netsite.br CONSTRUÇÕES MECÂNICAS GARDELIN LTDA.br http://www. RUA SAO CARLOS  09-0 SAO CAETANO DO SUL SP ()-099 ()9- vendas@calsca.com. AVENIDA TEREZA CRISTINA / 0-000 SAO PAULO SP ()9-9 ()-90 veralucia@gardelin.br  AgriculturA e PecuáriA () 0-00 () 0-0 .br http://www.com.br TECNIPLAS TUBOS E CONEXÕES LTDA.com.com.tecniplas.com.com.com.br http://www.br CONSTRUÇÕES MECÂNICAS GARDELIN LTDA.br MASIERO INDUSTRIAL S/A.br Fabricante da máquina/equipamento TANQUE VERTICAL PRESSURIZADO CALDEIRARIA SÃO CAETANO INDÚSTRIAS MECÂNICAS LTDA.calsca.com.masiero@netsite. VIA DAS PAINEIRAS S/N LOTE .calsca. AVENIDA TEREZA CRISTINA / 0-000 SAO PAULO SP () 9-9 ()-90 veralucia@gardelin.br Fabricante da máquina/equipamento TANQUE HORIZONTAL PRESSURIZADO CALDEIRARIA SÃO CAETANO INDÚSTRIAS MECÂNICAS LTDA.com.gardelin. RUA SAO CARLOS  09-0 SAO CAETANO DO SUL SP ()-099 ()9- vendas@calsca.com.

Robério Ferreira do.A pesquisa de mercado vai ajudar nessa reflexão. Barros. Portanto a pesquisa e elaboração de um plano de negócios muito bem detalhado vai fornecer as respostas a esses questionamentos.br/FontesHTML/Mamona/CultivodaMamona/index. Maria Auxiliadora Lemos. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. 00  . realmente observamos mamoneiras em várias situações inclusive espontâneas. qual será o volume a ser produzido.cnptia.MASIERO INDUSTRIAL S/A. a área disponível é suficiente para o volume de óleo? Além disso. Cultivo da Mamona.html CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs As recomendações são para que defina a sua atuação.htm>. pois se o projeto é priorizar a produção de óleo. quem vai fornecer a matéria-prima? Se vai plantar também. nossa cultura popular reza que a mamona “dá” em qualquer lugar. a mamona requer cuidados especiais para que se obtenha resultados compensadores em seu cultivo.embrapa. focando mais onde vai investir.embrapa.br/produtos/mamona/index. RODOVIA JAÚ DOIS CÓRREGOS S/N -KM 0 0-90 JAU SP ()0-00 ()0-0 masiero@netsite. 00.br EMBRAPA Algodão EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: http://www. Acesso em:  de abr.cnpa. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr.com. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA . Santos. Todavia como vimos.

A rotação de culturas é um meio cultural que serve para prevenir o surgimento de populações de certas espécies de plantas daninhas a determinada cultura. PALAvRAs-ChAvE Indicação de nomes de herbicidas para aplicação em cultura de mandioca com 9 meses de desenvolvimento. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Controle de plantas daninhas em mandioca (extraído de Embrapa Mandioca e Fruticultura) Todo produtor visa obter maior produção por hectare. O controle de plantas daninhas é um insumo agrícola muito importante. com as plantas daninhas. são culturas geralmente muito competitivas com as plantas daninhas. controle de plantas daninhas. a exemplo do feijão-de-porco (Canavalia ensiformis). mas sem os demais não resulta em maiores benefícios Controle cultural O controle cultural de plantas daninhas inclui todas aquelas práticas agrícolas que. As coberturas verdes. O objetivo principal dessas coberturas é a melhoria das  AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DE MANDIOCA . As práticas que contribuem para um bom estabelecimento e desenvolvimento do cultivo são: Bom preparo do solo. plantas daninhas. devese empregar os insumos agrícolas da melhor maneira possível. manejadas eficientemente. seleção de variedades adaptadas. asseguram o desenvolvimento vigoroso da cultura possibilitando-a de competir com vantagens. a associação plantas daninhas-culturas tende a multiplicar-se rapidamente. Quando são aplicadas as mesmas práticas culturais seguidamente ano após ano no mesmo solo. cultivo de mandioca. controle cultural de plantas daninhas. uso de manivas de boa qualidade. herbicidas. correta densidade de plantio. Para atingir essas metas. rotação de culturas e o uso de coberturas verdes. com menor custo e melhor qualidade do produto. aumentando sua interferência sobre a cultura. cultivares de mandioca.Herbicida para mandioca.

A cultivação com implementos de tração animal ou mecanizada é um método de combater tanto plantas daninhas anuais bi-anual. quanto perenes. sejam eles de tração animal ou mecanizada. está em torno de 9 % do custo total. A monda ou arranquio manual é o método mais antigo de controle de plantas daninhas. Entretanto. Em solos úmidos. é ainda de grande importância em várias regiões do Brasil. para manter a cultura livre de competição por aproximadamente 00 dias (período crítico de interferência). dotados de enxadas asade-andorinha. A capina manual através da enxada é um meio altamente eficaz no controle de plantas daninhas e ainda é amplamente utilizado na cultura da mandioca. O controle por este tipo de equipamento é obtido pelo: ) rompimento da relação intima solo-raiz e a conseqüente suspensão da absorção de água. reduzindo consideravelmente a renda líquida do produtor. a roçada e o cultivo mecanizado feito por cultivadores tracionados por animais ou trator. Na cultura da mandioca é utilizado. entretanto. principalmente. muitas dessas plantas possuem grande poder inibitório sobre determinadas invasoras. apesar disso. sendo este mais efetivo sob condições de calor e solo seco. As espécies daninhas anuais são facilmente controladas pelo cultivo. prejudicando ou até mesmo inutilizando a operação. onde estas não são alcançadas pela enxada. a capina manual. como o arranquio manual. grades e cultivadores. Atualmente. Estes são bastante utilizados em lavoura de mandioca.propriedades físicas e químicas do solo. ) enterrio de pequenas plantas e conseqüentemente a morte por sufocação. a capina manual deixou de ser o método de controle mais econômico. com o alto custo da mão-de-obra braçal. ou se ocorrer chuva logo após o cultivo as raízes podem se restabelecer rapidamente. o custo de duas limpas à enxada. mesmo após o corte e formação de uma cobertura morta sobre o solo. mediante o emprego de arados. Controle mecânico O controle mecânico é realizado por meio de práticas de eliminação do mato. para a remoção de plantas daninhas entre as plantas de mandioca na linha de plantio da cultura.  . Utilização de cultivadores do tipo planet. ) corte da planta abaixo das gemas de crescimento.

O uso de herbicidas. Tanto em pré como em pós-emergência o sucesso da aplicação depende do conhecimento das espécies de plantas daninhas presentes. (990). quando comparado com outros métodos mecânicos de controle. % do custo total de produção e substitui aproximadamente duas limpas à enxada. Atualmente. A escolha do herbicida é conseqüência direta das espécies de plantas daninhas presentes e do seu custo. Para os pequenos produtores. biológico e cultural. substituindo o controle mecânico. nas linhas de plantio combinado com o cultivador animal.Controle químico Consiste no uso de herbicidas. Controle integrado Consiste na integração dos métodos químico. uma aplicação da mistura de tanque a exemplo do diuron + alachlor representa segundo Carvalho et al. onde o uso de herbicidas ainda é uma tecnologia de difícil adoção em curto prazo. obter um resultado mais eficiente. Atualmente. cinco dias depois. Essa mistura é de grande eficácia no controle de mono e dicotiledôneas em várias regiões do Brasil. condições do equipamento e da sua calibração/regulagem. A mandioca é uma planta que apresenta boa resistência a vários herbicidas. redução dos custos e menor efeito sobre o meio ambiente. ou tratorizado nas entrelinhas da mandioca. tem proporcionado o mais baixo percentual em relação ao custo total de produção. Atualmente a maioria dos herbicidas utilizados em mandioca é de pré-emergência total (antes da germinação do mato e da brotação da cultura) e aplicados logo após o plantio ou. recomendam-se os herbicidas à base de glifosate em aplicações dirigidas. seu estádio de desenvolvimento. assim. . escolha do herbicida ou mistura mais indicada. a substituição do controle à enxada nas entrelinhas da cultura pelo cultivador tração animal tem se mostrado como excelente alternativa. no máximo. mecânico. com o objetivo de eliminar as deficiências de cada um deles e. condições ambientais. quando aplicados antes de sua brotação e nas doses recomendadas. para redução dos  AgriculturA e PecuáriA . evitando atingir as folhas da cultura e quando a mandioca esteja com aproximadamente cinco meses apresentando 0 a 0 cm de haste em relação ao solo. que são produtos químicos aplicados em pré e pós-emergência do mato para seu controle.

utilizando-se feijão-de-porco. % e/ou infestação muito alta do mato. a exemplo do feijão-de-porco (Canavalia ensiformis) e do caupi próximo às linhas de mandioca. no Brasil. Deve-se tomar o cuidado de evitar o plantio dessas leguminosas. A utilização de coberturas verdes (leguminosas de ciclo curto) no controle integrado das plantas daninhas vem se mostrando como uma boa opção para mandioca plantada em fileiras duplas. permitindo também ao produtor fazer a rotação da cultura na mesma área. para o controle de plantas daninhas na cultura da mandioca.0 m para evitar a competição da cobertura vegetal com a cultura.custos das limpas e liberação de mão-de-obra familiar para outras atividades da propriedade. pela sua efetividade no controle do mato e na melhoria da estrutura  do solo. RECOMENDAÇõEs  . As doses mais elevadas são para solos com teor de matéria orgânica superior a . só justifica sua utilização quando a semente for produzida pelo produtor. Figura 1 Controle integrado de plantas daninhas utilizando-se feijão-de-porco Na Tabela a seguir são apresentados os principais herbicidas pré e pós-emergentes recomendados pela pesquisa. deixando no mínimo um afastamento de 0. Na Figura  é mostrado um exemplo do controle integrado. Em virtude do alto custo das sementes das leguminosas.

herbicidas indicados pela pesquisa . faixa de aplicação: 0.0 0. 9 AgriculturA e PecuáriA Tabela 1. l bombear até obter uma pressão de trabalho desejada.000 m )/0 m² = 00 l/ha Calibração de pulverizadores tratorizados l Encher o tanque do pulverizador ou colocar uma quantidade de água conhecida. Aplicando a fórmula: Vazão = (. . X 0.9 0. uniforme e na quantidade desejada.NOME COMUM NOMEs COMERCIAIs Trifluralina Metribuzin Clomazone Fonte: GOMES e LEAL Trifluralina Nortox.0 . Calibração de pulverizadores costais.0 m. l determinar a faixa de cobertura do bico ou bicos. . l procurar manter a pressão e efetuar (realizar) a aplicação a um passo normal.0 m = 0 m. l repetir pelo menos três vezes o mesmo processo para obter uma média. etc Sencor 0.. l determinar por diferença a quantidade de água gasta.0. litros.. calcular a vazão por hectare pela fórmula: Vazão (litros por hectare) = Água gasta em litros X 0.000 m ------------------------------------Área aplicada m Exemplo de Calibração de Pulverizador Costal l l l l Distância percorrida: 0 m. área aplicada: 0 m X 0. l Marcar 0 m na área onde será realizada a aplicação. l colocar uma quantidade conhecida de água no pulverizador.0 éPOCA APLICAÇÃO PPI PRÉ PRÉ Calibração de pulverizadores terrestres Consiste no ajuste correto do pulverizador para regular a descarga do herbicida a um nível constante. gasto de água: .a. Lexone SC Gamit DOsE kg do i./ha 0.

0 l X 0 = 0 litros. Cultivo da Mandioca para a Região dos Tabuleiros Costeiros. Edna Castilho. REFERêNCIAs Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jan. kg/cm. Jayme de Cerqueira e LEAL. calcular a vazão por hectare pela fórmula: Descarga de barra em litros X 0. Disponível em: < http:// sistemasdeproducao. marcar 0 m na área a ser aplicada. Repetir pelo menos três vezes a operação. medir a descarga do maior número possível de bicos para se determinar a descarga (vazão) média de cada bico no mesmo temp o que o trator gastou para percorrer os 0 m. 00.cnptia. l tempo gasto para percorrer 0 m:  segundos. com o trator parado e com a mesma rotação de trabalho.embrapa. 00.000 m )/00 m² = 00 l/ha GOMES. fixar a altura da barra para se obter uma cobertura uniforme e determinar a faixa de aplicação da mesma. l descarga média por bico: .br/FontesHTML/Mandioca/mandioca_ tabcosteiros/plantasdaninhas. multiplicar a descarga média por bico pelo número de bicos da barra para se determinar a vazão da barra. Acesso em: 0 de jan. que no caso foi 0 m.000 m Vazão (litros/hectare da solução) = ---------------------------------------. Área coberta pela barra em m em que a área coberta pela barra significa o produto da faixa de aplicação alcançada pela distância percorrida.0 litro. 0 .l l l l l l l regular a pressão entre . l área coberta pela barra: 00 m. e . determinar o tempo gasto pelo trator para percorrer os 0 m. l número de bicos: 0. l faixa de aplicação da barra: 0 l descarga total da barra: . Calcular a vazão aplicando a fórmula: Vazão = (0 l X 0. kg/cm. Exemplo de Calibração de Pulverizador Tratorizado: l Pressão: .htm>.

solo PALAvRAs-ChAvE Plantou sementes de milho sem saber o tipo de solo e da semente. É importante registrar que a região em questão não é tradicionalmente intensiva na produção de milho. O cruzamento das informações das análises de solo e das orientações da Casa da Agricultura poderá resultar na identificação da melhor variedade de sementes. Como e onde pode fazer análise? Voltamos a registrar a importância da Casa da Agricultura nesta questão. Esses laboratórios utilizam o moderno Sistema IAC de Análise de Solo e participam do Programa de Controle de Qualidade. que tem disponível toda a metodologia e assistência para o processo necessário para a obtenção de amostras representativas do solo da propriedade. Seria problema no solo? Onde e como fazer análise do solo? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Como identificar o(s) tipo(s) de solo: A região da propriedade em questão conta com excelente infra estrutura para a assistência do agricultor. A obtenção dessas amostras deve seguir um passo-a-passo metodológico que garantirá resultados confiáveis.Plantio de milho. não houve desenvolvimento das plantas. Milho. Assim sendo recomenda-se o contato direto com a Casa da Agricultura. ESPECIALISTAS / INSTITUIÇÕES: INDICAÇõEs:  AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DE MILhO . como também na identificação das possíveis necessidades de correção de solo. órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo). Na região encontram-se alguns laboratórios indicados pela CATI (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral. A EMBRAPA MILHO E SORGO é importante fonte de informações sobre as espécies de sementes de milho e outras culturas.

htm Possui material muito interessante sobre cultivo do milho IA . para que não ocorra a perda das sementes. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de mar. A pesquisa de mercado e no caso a pesquisa do que a região produz é importante. . Disponível em: <http://www.EMBRAPA MILHO E SORGO http://www. Casa da Agricultura Santa Isabel Rua Leopoldo da Cunha Lima.sp.gov. Cândido Xavier de Almeida e Souza  Telefone () 99- e-mail edr. antes de iniciar qualquer atividade. Silvana Floripes Carolino CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Como todo negócio.br O município de Santa Isabel é integrante da regional de Mogi das Cruzes.br/ Regional agrícola de Mogi das Cruzes Av.embrapa.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.cnpms.mcruzes@cati. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA EMBRAPA Milho e sorgo . Agr.iac.br>.gov.00.sp.Instituto Agronômico http://www. o planejamento é fundamental.br/publicacoes/milho.  Telefone () -0 Responsável: Eng.embrapa. 00  .cnpms. Acesso em 0 de mar.

Seringueira, plantio de seringueira

PALAvRAs-ChAvE

Obter informações sobre plantio da seringueira

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA

1. INTRODUÇÃO 1.1. seringueira Este nome é dado a diversas espécies do gênero Hevea (família das Euforbiáceas), a célebre “árvore borracha” (). 1.2. Origem A seringueira tem origem no centro Brasileiro-Paraguaio, especificamente no vale do Rio Amazonas. (º LN a ° LS) (). Na margem de rios e lugares inundáveis da mata de terra firme. Existe na floresta Amazônia mais  espécies de seringueira, toda do gênero Hevea e muito parecidos com essa espécie (). 1.3. Nomes Populares Seringueira, seringa, seringa-verdadeira, cau-chu, árvore-da-borracha, seringueira-preta (AC), seringueira-branca (). 1.4. Distribuição geográfica Os plantios comerciais encontram-se entre as latitudes ºN (China) e º S (litoral de São Paulo). 1.5. Importância econômica No Brasil, na área tradicional, a heveicultura tem abrangência na Amazônia Tropical Úmida, Mato Grosso e Bahia. Em áreas não tradicionais, é cultivada nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Maranhão, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. No Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba estão concentradas as 

AgriculturA e PecuáriA

PLANTIO DE sERINGUEIRA E PRODUÇÃO DE LATEX

maiores plantações do Estado de Minas Gerais, alcançando produtividade de, aproximadamente, .00 kg de borracha seca/ha/ano. Do ponto de vista social, a heveicultura é muito importante principalmente, na fixação do homem no campo, pois produz o ano todo. 2. vARIEDADEs Os clones mais produtivos são os orientais, como: PB , PR  e RRIM 00 e o clone nacional IAC , com produções em torno de .00 kg de borracha seca/ha/ano (). 3. APTIDÃO CLIMÁTICA As áreas de cultivo comercial da seringueira situam-se entre latitudes de ºN até ºS, o que evidencia adaptação a vários padrões climáticos. 3.1. Temperatura A seringueira desenvolve-se melhor em temperatura média do ar anual 0ºC, sendo que os limites térmicos mais favoráveis à fotossíntese estão entre ºC e 0ºC. Para o fluxo de látex, o intervalo entre ºC e ºC é o mais indicado. A seringueira é susceptível à geada, principalmente na fase jovem. Os primeiros danos letais ocorrem nas folhas em temperatura de 0°C a -°C. Temperatura menor que -°C é letal para a maioria dos clones. Em temperatura aproximada de 0ºC o crescimento é nulo. 3.2. Altitude As seringueiras não toleram geadas, logo o plantio não deve ser feito em altitudes muito elevadas, onde ocorrem com freqüência. Em altitudes de 90m, no Triângulo Mineiro, a cultura apresenta um desenvolvimento muito bom. Em São José do Rio Preto, em São Paulo, a 00m de altitude, a cultura tem um excelente desenvolvimento (Planalto Paulista 0-0m). 3.3. Fatores hídricos Evapotranspiração real anual (ER) > 900 mm. Deficiência hídrica anual (Da) < 0 mm, distribuídos em  a  meses no máximo. Precipitação anual maior que .00 mm. Regiões com umidade relativa do mês mais seco (URs), situando entre 0% e %, ER superior a 900 mm e Da entre 0 mm a 00 mm são considerados preferenciais para o desenvolvimento da seringueira. 

4.1. Escolha da área de plantio Plantar em solos bem drenados com pelo menos  m de profundidade e livres de camadas de impedimento à penetração de raízes (camadas compactadas, adensadas e/ou altos teores de Al e baixos teores de Ca). Ocorrendo qualquer um destes impedimentos, se possível, fazer as devidas correções. 4.2. Calagem Para calcular a quantidade de calcário a ser aplicada, utilizar o método de Al e Ca + Mg trocáveis, usando Y variável em função da textura do solo e X igual a , ou o de elevar a saturação por bases, a 0%. Em áreas mecanizáveis, o calcário deve ser incorporado na camada de 0-0 cm antes do plantio. No entanto, em seringais já formados, a calagem deve ser repetida a cada dois anos, de acordo com os resultados da análise de solo. A correção será feita de modo a atingir  cmolc/dm de Ca + Mg no solo, utilizando-se calcário dolomítico (calcário em t/ha =  - Ca + Mg). Já em terrenos com declives acentuados, onde a calagem em área total não é viável, recomendam-se as seguintes práticas: Abrir as covas de plantio com as dimensões mínimas de 0,0 x 0,0 m de boca por 0,0 m de profundidade, procedendo-se à calagem à base de 0g/cova para cada tonelada/ha de calcário recomendada pela análise do solo; Para o o, o, o e o anos de idade do seringal, proceder à calagem em sulcos rasos, paralelos às linhas de plantio, distanciando-se de , ,  e  m, respectivamente. A dose recomendada, pode ser, empiricamente, convertida em 00 g de calcário dolomítico por 0 m linear de sulco, para cada tonelada/ha de calcário, recomendada pela análise do solo. 4.3. Preparo da cova Quando a cova for feita manualmente, ou mecanicamente, por meio de perfuratriz, ela deve ter as dimensões de 0,0 m x 0,0 m de boca e 0,0 m a 0,0 m de profundidade, devendo os corretivos e fertilizantes ser bem misturados com toda a terra necessária para o total enchimento da cova. No caso de o plantio ser feito em sulcos, estes devem ser abertos com a profundidade de 0,0 m a 0,0m, fazendo-se, após, uma coveta, com enxadão, para ajustar a profundidade mínima de 0,0 m. 

AgriculturA e PecuáriA

4. sOLO, CORREÇÃO E ADUBAÇÃO

4.4. Adubação para formação de mudas 4.4.1. Mudas em sacola plástica (6 dm3) Para o preparo do substrato, utilizar duas partes de terra peneirada para uma parte de esterco de bovino curtido. Para cada m desta mistura, adicionar 00 g de PO + 00 g de KO. Como fontes de fósforo, recomendam-se, preferencialmente, aquelas que contenham também magnésio e micronutrientes. Caso contrário, deve-se acrescentar uma mistura de  g de MgO + 0, g de B + 0, g de Cu + , g de Zn por m de substrato. Como fonte de potássio, utilizar o cloreto de potássio. Em cobertura, após a repicagem, aplicar mensalmente, por meio de regas, uma solução de 0 g de sulfato de amônio por 0 litros de água, para cada m de canteiro. 4.4.2. Mudas em viveiro a pleno solo Antes do transplantio, abrir os sulcos de plantio com 0 cm a  cm de profundidade e incorporar 00 g de PO por 0 m linear de sulco, preferencialmente nas formas que contenham também magnésio e micronutrientes. Não sendo possível, acrescentar uma mistura de 9 g de MgO + 0, g de B + 0, g de Cu + 0, g de Zn por 0 m linear de sulco. Em cobertura, aplicar 0 g de sulfato de amônio+ 0 g de cloreto de potássio por 0 m linear, em filete contínuo, com a terra úmida. A primeira aplicação será feita após a completa maturação das folhas do primeiro lançamento. Novas aplicações serão feitas a cada lançamento, até atingir o ponto de enxertia. Adubação para formação do jardim clonal: Recomenda-se fazer a calagem em área total e a mesma adubação de plantio e cobertura indicada para o o ano agrícola da formação do seringal (Tabela ). Para a manutenção do jardim clonal, aplicar 0-90-0 kg/ha de N, PO e KO, para solos com baixos teores de P e K, parceladas em três vezes durante a estação chuvosa. Para solos com teores médios ou altos de P e K, reduzir essas doses para / ou /, respectivamente. 4.4. Adubação de formação e de produção do seringal Tabela  - Adubação de formação e de produção do seringal 

Época da N/ Adubação

PO mg de P/dm de solo Baixo Médio Alto

KO/ mg de K/dm de solo Baixo Médio Alto >0   

o ano agrícola Adubação em cova 0 dias pósplantio 0 dias pósplantio o ano agrícola o ano agrícola o ano agrícola o ano agrícola em diante

< -0 >0 <0 -0 ----------------------------- (g/planta) ---------------------------   0    0 0 

0 0 90 0 

90  0 

0 0 90 0 

0  0 

0 0 90 0 

0 0 0 0 

0 0 0 0

1/ As doses de N e K2O, a partir do 2o ano agrícola, serão parceladas em três vezes e aplicadas no início, meio e fim da estação chuvosa.

5. FORMAÇÃO DE MUDAs O sucesso da heveicultura, além de outros aspectos, depende basicamente da utilização de mudas de qualidade superior, sendo fundamental a produção de porta-enxertos vigorosos e a escolha de clones adaptados à região, com alto potencial de crescimento e produção. 5.1. sementes O armazenamento das sementes é feito em saco plástico de  a  kg, colocando apenas  a  kg de semente em cada saco, fazendo-se  a  furos no saco, para permitir uma pequena troca gasosa. Conservar em local fresco e arejado. 5.2. sementeira Localizada próxima do viveiro e da água. O canteiro é preparado com areia lavada, serragem curtida ou terriço deve ser coberto a um nível de 0 a 0% de sombreamento. Em regiões muito frias à noite, proteger os canteiros lateralmente. O semeio é feito, pressionando as sementes até cobrir a sua micrópila (poro germinativo), espalhando-se  a  kg de semente/m de can

AgriculturA e PecuáriA

teiro. Irrigar duas vezes por dia. A germinação inicia a partir do ° dia, sendo as plantas mais vigorosas germinadas, entre o ° ao ° dia. Descartar as plântulas germinadas a partir do ° dia. Após a germinação, quando as plântulas atingirem estádio de “patasde-aranha”, pode-se iniciar a sua repicagem para o viveiro. É feita nas horas mais frescas do dia, sempre com solo úmido, eliminando-se as plântulas defeituosas. O plantio é feito a uma profundidade , cm da superfície do solo, tendo-se o cuidado de não separar a semente da plântula. 5.3. viveiro Deve ser bem localizado e próximo a vertentes. A irrigação é feita à base de 0 mm/mês. O controle de plantas invasoras, nos primeiros  meses, é feito com capinas manuais. Após este período, pode ser feito com herbicidas, usando-se Gesatop, Gesapax, Karmex, Roundup ( a  L/ha). Viveiro a pleno solo (no chão): Deve ser feito em solos de boa drenagem e profundo, bem alinhado, em formas de blocos, em espaçamento de 0,0 m x 0,0 m em filas sêxtuplas, espaçadas de m entre si, conferindo uma densidade inicial de 0.000 plantas/ha. Viveiro em sacola plástica ( dm): Não usar sacolas transparentes. Neste tipo de viveiro, os blocos serão em  filas duplas espaçadas de 0,0 a 0,0 m e ruas de ,00 a ,0 m. As sacolas são enterradas em / de sua altura, para proteção lateral. 5.4. jardim Clonal É a implantação de matrizes para o fornecimento de borbulhas a serem utilizadas na produção de mudas enxertadas de qualidade superior no que se refere à produção de látex, resistência a doenças e adaptação a diferentes condições edafo-climáticas. Deve ser formado com um ano de antecedência, num espaçamento de ,00 x ,00 m. Os diferentes clones são plantados em balhões distintos, bem identificados por placa e croquis. As hastes devem ser colhidas com o último lançamento foliar maduro, eliminando-se a ponta. O primeiro corte deve ser feito com  a 9 meses após o início da brotação, a uma altura de 0 a 90 cm. Deve-se deixar desenvolver  a  brotações após cada corte. Cada metro de haste fornece em torno de 0 gemas viáveis. O diâmetro das hastes deve ser coerente com o diâmetro do porta-enxerto. O controle de plantas invasoras é feito como em .. 

5.6. Tipos de muda 5.6.1. Toco enxertado de raiz nua Muda enxertada no viveiro a pleno solo e levada diretamente para o campo. Às vésperas do arranquio, faz-se a decepagem dos porta-enxertos a uma altura de 0 a 0 cm do solo. Em seguida, aparar o caule do porta-enxerto em forma de bisel  cm acima da placa do enxerto e a raiz pivotante com cerca de 0 cm de comprimento. Aparar também as raízes laterais a  cm. Proceder à parafinagem da placa do enxerto e aplicar NAFUSAKU (0% de ANA). Este tipo de muda não é recomendado para regiões de período seco definido. 5.6.2. Toco de raiz nua ensacolado Muda enxertada no viveiro a pleno solo e transplantada para sacola plástica. O procedimento é o mesmo do tipo anterior. Neste caso, as mudas estarão prontas para o plantio no campo,  a  meses após serem ensacoladas, quando apresentam  a  lançamentos maduros. 5.6.3. Muda enxertada na sacola plástica Este tipo de muda é produzido no viveiro em sacola plástica, podendo as mudas serem transplantadas para o campo com a gema do enxerto dormente ou até com  lançamentos foliares. Os fundos das sacolas devem ser perfurados, permitindo a passagem da raiz pivotante para o solo e evitar o seu nivelamento. 5.6.4. Toco alto Muda produzida no viveiro a pleno solo, num espaçamento de ,00 x 9

AgriculturA e PecuáriA

5.5. Enxertia O processo usado é o do borbulhia por escudagem com placa embutida em janela aberta. O escudo utilizado é uma porção da casca com a gema sem o lenho. O escudo é fixado na janela aberta por meio de uma fita transparente de ,0 a , cm de largura e 0,0 a 0,0 mm de espessura. Retirar a fita após  semanas. Se o enxerto não pegou, enxertar do outro lado. A enxertia pode ser iniciada, quando os porta-enxertos atingirem um diâmetro de , cm, a  cm do solo, condicionada à facilidade de soltura da casca do porta-enxerto e da borbulha. Não pode ser feita sob chuva forte e, conseqüentemente, com o tronco do porta-enxerto molhado.

0,0 m. É usado no replantio ou na substituição de plantas raquíticas no ° ano após o plantio do seringal.

6. IMPLANTAÇÃO E MANEjO

Após a caracterização, limpeza e preparo da área, fazer a divisão dos blocos para facilitar os tratos culturais e programação de sangria. As locações de estradas principais (m) e secundárias (m) devem ser feitas de modo a reduzir o processo erosivo. Recomenda-se plantar um clone por bloco. 6.1. Marcação e piqueteamento Nas áreas planas, as linhas de plantio devem ser marcadas, se possível, no sentido norte-sul, obedecendo ao espaçamento ,0 m entre linhas e , m entre plantas (00 plantas/ha), sempre em curva de nível. Em área declinosas, as linhas de plantio devem ser demarcadas de modo a não se afastarem muito do espaçamento recomendado. Deve-se procurar obedecer a uma faixa entre  m a  m entre linha. Neste caso, é comum a ocorrência de linhas mortas. Posteriormente, faz-se a capina das faixas e, em seguida, a locação das covas, estaqueando-se a linha no espaçamento de , m. 6.2. Plantio Após a abertura e preparo das covas, no início do período chuvoso, fazer o plantio definitivo. No caso de mudas de raiz nua, deve-se firmar bem a ponta da raiz com a ajuda de um piquete, de modo a não formar bolsões de ar. Comprimir bem a terra em volta da muda. Quando o plantio é realizado com muda ensacolada, deve-se levá-la até ao lado da cova, retira-se o plástico e introduz-se a muda na cova, cuidando-se para não destorroá-la. Comprime-se a terra em volta do torrão. 6.3. Replantio Deve ser feito com mudas reservadas para tal e da mesma idade. O replantio não deve ultrapassar a 0% e deve ser feito no máximo até o ° ano após o plantio. Neste caso, usar muda de toco alto. 6.4. Controle de plantas invasoras Controlar as ervas numa faixa de m na linha de plantio, deixando as entrelinhas com a vegetação natural e quando necessário, fazer apenas uma roçagem, caso não sejam feitos plantios intercalares. O 0

6.5. Culturas intercalares Pode-se usar qualquer cultura desde que seja compatível com a seringueira. 6.6. Desbrota A eliminação dos ramos surgidos na haste principal deve ser feita até uma altura de, aproximadamente, ,0m em relação ao nível do solo. 6.7. Condução da copa Deixar crescer  a  ramos bem distribuídos a partir de , m a ,0 m de altura em relação ao solo. No caso de árvores quebradas, se o painel de sangria não foi afetado, cortar em bisel próximo ao ponto quebrado. Se o painel foi afetado, cortar próximo à soldadura do enxerto. 7. DOENÇAs 7.1. O mal-das-folhas Doença causada pelo fungo Microcylus ulei, é o principal fator limitante à expansão da heveicultura no Brasil, notadamente na região Norte do país. O dano maior é a queda prematura de folhas, podendo levar as plantas à morte. É controlada: plantio em “área de escape”; clones resistentes ou tolerantes; enxertia de copa; controle químico -Benlate, Bayleton e cycosin (00g/ha). Em viveiros e jardins as pulverizações devem ser semanalmente no período chuvoso e quinzenalmente no período seco. No plantio definitivo fazer seis pulverizações durante o período de reenfolhamento. 7.2. Mancha areolada Cansada pelo fungo Thanatephorus cucumeris. Seu controle pode ser feito com pulverizações semanais à base de cobre de 0,% p.a., e com Triadimefon, a 0,g de p.a./litro. 7.3. Doenças causadas pelo fungo Phytophthora spp Requeima, queda anormal das folhas, podridão dos frutos, cancro estriado do painel e cancro do tronco. O controle é feito preventivamente, através de práticas culturais pincelamento ou pulverização com fungicidas eficientes nos períodos favoráveis à disseminação 

AgriculturA e PecuáriA

controle pode ser feito com herbicida em seringais com mais de dois anos de idade, aplicando-se  a  litros Roundup/ha.

do patógeno e à infecção. Recomendam-se: Ridomil-Mancozeb de 0,% p.a., Aliette (Fozetyl) 0,% p.a., dentre outros. 7.4. Antracnose causada pelo fungo Colltotrichum gloeosporioides Manifesta-se em folhas imaturas, ramos, frutos e no painel. No painel, seu controle é feito com uso do fungicida Daconil 0, p.a, cerconil 0, p.a. e Benlate 0,0 p.a. Nas plantas, muito atacadas, usar uma pasta, após raspagem dos tecidos lesados: 0 g de Benlate + 00ml de óleo vegetal + 00g cal + 00ml de água + 0g de Agrimicina. Ao se reiniciar a sangria, aplicá-la a cm abaixo da região lesionada com tratamentos preventivos a cada  ou  dias conforme as condições climáticas. 8. PRAGAs A principal praga da seringueira é o mandarová (Erinny ello e E. alope). Seu controle pode ser feito com utilização do DIPEL(Bacillus thuringiensis), que atua sobre as lagartas de maneira geral. Os esporos da bactéria são produzidos em laboratório. Ainda pode ser controlada com piretróides (formulados com óleo) ou catação manual em seringais jovens. Outras pragas encontradas, de menor importâncias, são as formigas, vaquinhas, mosca branca, cochonilhas, cupins, paquinhas, coleobrocas, ácaros e percevejos-de-renda. 9. MELhORAMENTO O melhoramento genético no Brasil é feito, principalmente, no sentido de criação de clones tolerantes a doenças e que, ao mesmo tempo, apresentem produção satisfatória de látex. Dentre as espécies de Hevea, reconhecidas no Brasil, a H. brasiliensis (mais produtiva, maior variabilidade genética, menor resistência às doenças), H. benthamiana (muito produtiva e possui variabilidade genética para resistência); H. pauciflora (certa imunidade ao M. ulei, podendo ser indicada para enxertia de copa), H. camargoana e H. camporum (porte baixo) são as espécies mais utilizadas no melhoramento genético no país. A coleta e conservação dos recursos genéticos são importantes como fontes de resistência a doenças e de maior produção. 9.1. Métodos usados na obtenção de clones Testes precoces de avaliação da potencialidade de produção: 

9.1.2. Miniteste de produção ou teste de Mendes ou MTP Teste quantitativo, feito em plantas a partir de seis meses de idade. 9.1.3. Teste Morris-Mann ou hammaker-Morris-Mann (hMM) Teste quantitativo e mais confiável, feito em plantas com circunferência a partir de  cm a ,0 m do solo. 9.2. Poliploidização Leva ao gigantismo de certas partes vegetativas da planta, aumenta o diâmetro dos vasos laticíferos com um conseqüente aumento de produção, aumenta o número de cromossomas. As substâncias utilizadas são a colchicina e DMSO. 10. sANGRIA A sangria é iniciada quando pelo menos 0% das árvores (cerca de 00 árvores/ha) atingirem cm de circunferência do caule, a ,0cm acima da soldadura do enxerto. 10.1. Fatores que afetam a produção Comprimento, direção e profundidade do corte; hora da sangria (o escorrimento do látex é função da diluição e pressão de turgescência); altura da incisão, tipo de corte e sistemas de exportação (freqüência de sangria, estimulação e método de sangria). 10.2. simbologia de painel B= painel baixo ou descendente; H= painel alto ou ascendente; O= casca virgem; I = casca de ª regeneração; II = casca de ª regeneração; III = casca de ª regeneração; n° de painéis (,,, etc). 10.3. Estimulação É a aplicação de substâncias químicas para aumentar o período de escorrimento do látex. 10.4. substâncias estimulantes ANA; ,, - T; alguns óleos vegetais; Ácido  - cloroetilfosfônico (ETHREL) a , %, ,0 % e 0 %, dependendo da idade do seringal. 

AgriculturA e PecuáriA

9.1.1. Teste Cramer ou Testatex Teste qualitativo, feito em plantas a partir de um ano de idade.

10.5. Tipo de aplicação Ba -  a g do produto sobre a casca, prévia e superficialmente raspada; La - 0, a g do produto sobre toda a extensão do sulco de corte, sem a retirada do cernambi fita; Ga - 0, a g do produto sobre toda a extensão do sulco de corte, com a prévia retirada do cernambi fita; Pa - 0, a g do produto em faixa paralela e acima ao sulco de corte. 10.6. Condições para a estimulação Clones responsivos; sistema de sangria menos intensivo (mínimo de ½ S d/); fazer adubação de reposição; Não sangrar em condições ambientais adversas; corte bem feito; 10.7. secamento do painel “Brown bast” É o cessamento do escorrimento de látex no ato da sangria. Os sintomas são: trincamento da casca no estágio avançado; secamento parcial ou total dos painéis; aumento da viscosidade do látex e aparecimento de estrias marrons. Para prevenir o “Brown bast”, isolar a região seca; fazer os sulcos de divisão dos painéis bem profundos e deixar descansar por  meses. 0.. Sistemas de sangria 10.8.1. Meia-Espiral l Perímetro do ronco  cm a ,0 m da soldadura do enxerto; l Perímetro do tronco 0 cm a ,00 m do solo; l Inclinação do corte de 0°; l Simbologia: ½ S. 10.8.2. Espiral Completa l Perímetro do tronco 0 cm a ,0 m da soldadura do enxerto; l Inclinação do corte de °; l Freqüência mínima: d/; l Simbologia: S. 10.8.3. sangria por punctura (sPP) Perímetro do tronco  cm a ,0 m da soldadura do enxerto; Sangria precoce; Precisa ser estimulado mensalmente ETHREL % =  g/planta.

l l l 

l l 

0... Sangria mista ou micro-x Perímetro do tronco  cm a ,0 m da soldadura do enxerto; Fazem-se  cortes, sendo 9 cortes por punctura e  cortes convencionais.

Figura 1. Foto da seringueira e de suas folhas (3).

11. Utilidade A madeira pode ser empregada para tabuado, forros e caixotaria. Seu maior valor reside no látex extraído do seu tronco, que é transformado em borracha de excelente qualidade; sua exportação representou no passado a maior atividade econômica da região amazônica, colocando o Brasil durante muito tempo como o único produtor e exportador desse produto. No século passado foram contrabandeadas sementes dessa espécie para a Ásia, onde adaptou-se perfeitamente bem; a partir dessa época, vários países asiáticos passaram também a produzir e exportar borracha. As amêndoas (sementes) fornecem óleo secativo muito usado na indústria de tintas e vernizes. Atualmente essa espécie é cultivada em todo o Brasil tropical (). 

AgriculturA e PecuáriA

10.8.4. sangria ascendente l Seringal velho com o painel baixo muito usado;

CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs
Observa-se que a cultura da seringueira apresenta diversas questões que exigem o conhecimento teórico e prático - desde o plantio da semente até a árvore na sua fase adulta - por parte de quem deseja cultivar essa espécie. Neste caso recomendamos que o consulente busque um especialista da área, seja Agrônomo ou Engenheiro Agrônomo para avaliar o local onde é pretendido para o plantio visando também minimizar os riscos de investimento.

METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA 
. Corrêa, M. P. Dicionário das Plantas Úteis no Brasil. 9. . Pesquisa Agropecuária: agricultura-seringueira. Disponível em: <http://www.agridata.mg.gov.br/sering.htm>. Acesso em:  de abr. 00. . Clube da Semente do Brasil. Árvores: seringueira. Disponível em: <http://www.clubedasemente.org.br/seringueira.html>. Acesso em:  de abr. 00.

Kleberson Ricardo de Oliveira Pereira

NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 

de abr. 00

DATA DE FINALIzAÇÃO 

Tomate. agricultura orgânica PALAvRAs-ChAvE Indicação de cursos na área de plantação de tomate orgânico IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Não encontramos cursos específicos sobre plantação de tomates orgânicos que estejam acontecendo neste momento. entretanto localizamos uma fazenda em Serra Negra que oferece palestras sobre o tema. sendo essa também constituída pela “agricultura natural”. atualmente. com métodos mais cientificamente estudados. a Associação de Agricultura Orgânica também oferece cursos na área e indicamos o SEBRAE mais próximo para que seja consultado futuramente (não possui nenhum curso agendado no momento). compostagem e controle biológico de pragas e doenças. Sempre que possível baseiase no uso de estercos animais. agrotóxicos e reguladores de crescimento compostos sinteticamente. adubação verde. a “agricultura orgânica” nada mais é do que a agricultura realizada pelos nossos agricultores antes do uso de insumos químicos industriais (fertilizantes solúveis e agrotóxicos). Conceitualmente. “agricultura biodinâmica (uso de preparados biodinâmicos)” e “agricultura biológica (uso de mecanismos biológicos)”. trabalhando em harmonia com a natureza. Introdução Agricultura orgânica é o sistema de produção que exclui o uso de fertilizantes sintéticos de alta solubilidade. claro que. rotação de culturas. Esse método busca manter a estrutura e produtividade do solo. de acordo com especialistas da área. a “agricultura orgânica” insere-se na atualmente denominada “agroecologia” (agricultura com princípios ecológicos). Na realidade. A seguir são apresentadas informações úteis sobre o plantio de tomates orgânicos.  AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DE TOMATE ORGÂNICO . tomate orgânico. Os contatos de todos estão incluídos na parte “indicação” mais abaixo.

dispostas em bandejas apropriadas para a semeadura. a berinjela e a batata). Húmus e Vermicula) ou desenvolvidos pelo próprio produtor a partir de resíduos orgânicos “devidamente” preparados. o excesso de água pode prejudicar a qualidade e a sanidade das mudas. regras estas. evitando encharcar o substrato. de forma a manter o sistema agrícola mais equilibrado e sustentável.EMBRAPA Meio Ambiente. que não existem para a agricultura convencional. principalmente nas primeiras semanas após a germinação. deverão ser utilizados substratos orgânicos certificados (Bokashi. para semeadura das sementes nas bandejas. O volume de água aumenta á medida que a muda vai crescendo.O Tomate O tomate está entre as hortaliças mais consumidas no mundo. Transplantio Das Mudas De Tomate Orgânico Após a preparação adequada dos canteiros (revolvimento e forma . Nessa fase. os produtos orgânicos que mais estão evoluindo são as hortaliças (principalmente o tomate) e as folhagens. Tomates Orgânicos Existem diversas regras para a produção de alimentos orgânicos que devem ser fiscalizadas pelas entidades certificadoras. por estarem adaptadas a esse sistema. sendo uma fonte de vitaminas A e C e de sais minerais como potássio e magnésio. que pode ser combatido por defensivos naturais a base de Extrato de Nim (à 0. podendo ser irrigadas manual ou automaticamente. Formação Da Muda De Tomate Orgânico As mudas são formadas a partir de sementes de tomates orgânicos. Como substratos.%). originário dos países andinos. e cultivadas em viveiros isolados e protegidos. a uma taxa de 0% ao ano. o jiló. e/ou com o controle da temperatura de estufas que possuem climatização. De acordo com o projeto desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária . desde o norte do Chile até a Colômbia. Principais Pragas Nas Mudas De Tomate Orgânico Entre outras. É um fruto pertencente à família das Solanáceas (como o pimentão. sendo que essa maneira de produção está sendo considerada mais sustentável do que o sistema convencional que tem apresentado taxas de 0-%. uma das principais pragas que atacam as mudas de tomateiros é o ácaro vermelho (Tetranichus bimaculantus).

o uso tradicional de quebra-ventos. Principais Doenças Nos Tomates Orgânicos Os maiores problemas são a murcha bacteriana e a requeima. por sua vez. etc. Além das grandes vantagens por favorecer a fertilidade do solo. Os canteiros deverão. serem cobertos com uma vegetação morta (cobertura morta. sendo recomendado aplicar bastante matéria orgânica no solo. palha. Quanto ao controle. utiliza-se a rotação de culturas para reduzir a população de nematóides (Meloidogyne). e irrigados até atingirem a sua capacidade de campo. na agricultura orgânica. podendo-se. a adubação verde que fortalece o solo. tais como: o “mato” que é deixado no meio das plantações.). a diversificação de culturas que melhoram a resistência das plantas. a capacidade produtiva do solo e mantendo o sistema de produção como um todo mais equilibrado e mais sustentável. com fertilizantes orgânicos previamente tratados (curtidos). Deve-se realizar um controle rígido da qualidade. transplantar as mudas. rotação de culturas. deve-se realizar uma adubação. proprietária da marca Nata da Serra Bairro da Serra de Baixo . etc. controle da irrigação.tação do solo). através da incorporação do produto na camada superficial do solo dos canteiros (cerca de 0cm de profundidade). plantios mais espaçados e aplicação de Calda Bordalesa. A muda. recomenda-se cortar a irrigação por alguns dias. áreas novas. Também diversas práticas agrícolas tradicionais colaboraram. somente poderá ser transplantada após conter no mínimo  folhas bem definidas (cerca de  semanas de idade). e o melhor aproveitamento das ervas espontâneas como adubo orgânico ou cobertura morta. principalmente com crotalárias. capim. da murcha deve-se adotar os seguintes procedimentos: cultivares resistentes.Serra Negra – Estado de São Paulo – Brasil 9 AgriculturA e PecuáriA . assim. melhorando a biodiversidade e abrigando inimigos naturais de pragas. para evitar as pragas e doenças. Para a requeima ou mela. aumentando. como barreira para proteção de ventos fortes que causam um prejuízo invisível (disseminação de pragas e doenças). INDICAÇõEs: CURSOS: Fazenda Sula. então. tamanho e sanidade. A rotação é feita. saudáveis e com padrão uniforme. então. somente transplantando as mudas fortes.

sbrt.br Organização não-governamental aliada ao Movimento Internacional de Estudos da Agroecologia (MIESA). plantão técnico de apoio e cursos na área.com. Centro de Estudos Agroecológicos (CESAGRO) http://www.aao.ibict. situa-se em Santa Catarina: Rua Lídia Pless Pfeifer.Telefones (9) 9- / 9-0 . Saltinho . Bairro : CORAL Cep : 0900 Associação de Agricultura Orgânica http://www. assim como promove eventos técnicos.br 0 . .com.org.br/site/index. contato com MSc. assim como. Agrônoma Andréia Tecchio. Tem como atividades principais a publicação e divulgação de Normas Técnicas de Produção Orgânica. públicas e privadas.br Organização não-governamental sem fins lucrativos. http://ecovida. oferece serviços de elaboração de projetos sócio-econômicos em cooperação com outras instituições. Fone (9)  000.com. acessar os seguintes sites:  Rede de Agroecologia Ecovida / Núcleo Extremo Oeste de Santa Catarina. destinada a reunir e divulgar trabalhos técnico-científicos sobre agroecologia/agricultura orgânica. Agrônomo Ivo Severino Macagnan e a Eng. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se para adquirir conhecimentos básicos complementares aos aqui apresentados.SC. A entidade recebe e organiza os trabalhos para divulgação na internet.Presta assistência técnica e certificação para produção e comercialização de alimentos orgânicos. Serviço Brasileiro de Resposta Técnica (SBRT) http://www.agrorganica.E-mail natadaserra@natadaserra.br SEBRAE AGÊNCIA DE ATENDIMENTO EM LAGES Endereço : AV PRESIDENTE VARGAS 9 Telefone : 09 . Eng.php . .wopm.

br/upload/sbrt705.com.br/upload/sbrt720.natadaserra.html>.br/palestras. NATA da Terra. Acesso em:  de maio de 00. Tomate Orgânico. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de maio de 00. SBRT Serviço Brasileiro de Respostas. Disponível em: <http://www.ibict. Acesso em:  de maio de 00. Produção de Tomate Orgânico.ibict. possui diversas Respostas Técnicas sobre o cultivo de produtos orgânicos.html>.sbrt.html: de onde foram retiradas boa parte das informações contidas aqui.br/upload/sbrt705. Disponível em: <http://www. .sbrt. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Atualmente.ibict.html>.br/upload/sbrt720.sbrt.html: possui ótimas referências bibliográficas especificamente sobre a produção de tomates orgânicos ou http://www.ibict. acessível pelo endereço eletrônico http://www.sbrt.METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA SBRT Serviço Brasileiro de Respostas.

o que responderia a Kg/hec do adubo.PLANTIO E CONsORCIAMENTO DO EUCALIPTO PALAvRAs-ChAvE Eucalipto.  . Lembramos que ambas as etapas devem ser feitas em campo limpo para que não haja proliferação de mato. Para correção de base é usado o adubo 0. A quantidade de adubo será de 00Kg/ hec e é realizada após  meses do plantio. após um mês ou 0 dias ser colocado do outro seguindo o mesmo distanciamento. A correção do solo se divide em duas etapas: A correção de base e a adubação de cobertura. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A correção do solo não interfere no espaçamento. consórcio. espaçamento para plantio Qual o espaçamento ideal para eucalipto onde o solo tem baixos teores de fósforo e potássio? Gostaria de saber se pode consorciar o eucalipto com outras culturas. A correção de base é fundamental para o desenvolvimento da cultura de eucalipto razão pela qual não pode deixar de ser feita. 0 de fósforo. Segundo Lourival Fermiano.  de potássio.0m independente das condições em que o solo se encontra. A aplicação ser feita  dias após o plantio. em termos práticos são medidas autônomas. à proporção de  de nitrogênio. correção do solo. adubação. Devem ser utilizadas 0Kg/hec de fósforo . o espaçamento segue geralmente o modelo de mx. silvicultura. Esta é uma proporção padrão para os tipos de solos brasileiros que geralmente apresentam baixos teores de fósforo. isto é. o que poderia prejudicar a muda no ínicio de seu desenvolvimento. Na adubação de cobertura pode ser utilizado os adubos do tipo 0 ( de nitrogênio para  de potássio) ou 000 (0 de nitrogênio para 0 de potássio). técnico operacional da Estação Experimental de Itatiba/USP. O procedimento deve ser dividido em duas etapas para não matar a planta: deve ser colocado a cm da muda de um lado e.

deve-se seguir estritamente as técnicas de cultivo. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de set.br/>. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Com relação ao consórcio com outras culturas. Fermiano adverte que o eucalipto tem um rápido crescimento e que. Qualquer procedimento errado pode significar perda de crescimento e alteração da qualidade da madeira. Logo.ibict. Acesso em:  de set.00.br/ (acesso em  de set. Sugerimos também que outras consultas sobre o assunto eucalipto sejam buscadas no banco de dados do SBRT pelo link que segue abaixo: http://sbrt. pois a derrubada do eucalipto com certeza comprometera o desenvolvimento de uma lavoura adjacente. Disponivel em: <http://sbrt. é impreescindível. um profissional qualificado para o monitoramento do plantio.00) FONTEs CONsULTADAs Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas .CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Para que uma plantação de eucalipto de bons lucros e atinja o máximo de sua capacidade de produção. a área permanecerá sombreada por uma período de  a  anos (tempo de maturação do eucalipto para o corte). a cultura consorciada deverá suportar bem em área sombreada. Também deverá ter um ciclo rápido. ibict. . Portanto. portanto.

que consiste no uso do plástico na agricultura. se o intuito é promover uma campanha de incentivo à plasticultura. seguem-se abaixo algumas considerações gerais sobre os benefícios da sua adoção. ou ainda a simples cobertura do solo com uma camada fina de plástico filme para o cultivo de  . cobertura morta. Desta forma. não foi possível localizar uma informação confiável: através de comunicação via e-mail o Comitê Brasileiro de Plasticultura informou que não possui tal dado. optou-se por não fornecer tal informação. plasticultura Saber qual é a área cultivada com o sistema de “mulching” no Brasil. Porém. A plasticultura. uso de materiais plásticos em sistemas de cultivo totalmente protegidos (como estufas e hidroponias) para o cultivo de flores. atraindo produtores que buscam maior produtividade e tecnificação em suas atividades de cultivo. de onde podem ser obtidas maiores informações. e os dados encontrados em páginas da Internet eram antigos e apresentavam uma grande variabilidade. ainda ocupa uma fração restrita da agricultura brasileira. visto o caráter duvidoso da mesma. A plasticultura possui um horizonte de aplicação bastante largo. além da indicação de um documento produzido pelo SEBRAE-MG para quem deseja começar um negócio no ramo e o contato do COBAPLA – Comitê Brasileiro de Plasticultura.PLAsTICULTURA PALAvRAs-ChAvE Mulching. abrangendo desde complexos sistemas que usam materiais plásticos para a irrigação de regiões áridas e cultivo de frutas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Quanto à área cultivada com o sistema de “mulching” no Brasil. porém vem crescendo ano a ano. pois está fazendo uma campanha junto aos produtores agrícolas da sua região para ampliar o uso da plasticultura e deseja informar a estes produtores.

l antecipação da colheita. floricultores e horticultores. agrotóxicos e adubos. Este documento contém: l l l l informações a respeito de mercado. tributação.br/arquivos/pontopartida/Plasticultura.pdf>. Informações adicionais também podem ser obtidas através do COBAPLA – Comitê Brasileiro de Plasticultura: COBAPLA .sebraemg. Mais uma vez é ressaltada a importância da leitura deste material. podemos destacar: l aumento da produtividade. l redução no custo de produção. CX.SP Cep:090 Tel: ()(9) -09 Fax:()(9) -00 E -mail: plasticultura@plasticultura. finanças e outros aspectos organizacionais que são indispensáveis para quem deseja iniciar um negócio da forma correta.com. legislação. lista de contatos de instituições e universidades envolvidas com a plasticultura Este documento encontra-se gratuitamente disponível através do endereço: <http://www. O SEBRAE de MG desenvolveu um documento de enorme valor e de leitura indispensável para quem deseja iniciar um negócio em plasticultura.org. Postal -0 Campinas. Ponto de partida para início de negócio – “Plasticultura  AgriculturA e PecuáriA hortaliças (técnica conhecida como “mulching” ou cobertura morta).O uso do plástico pode gerar diversos benefícios tanto para fruticultores. informações técnicas necessárias para o desenvolvimento de estufas casos reais de culturas que se beneficiaram com a plasticultura. pois a cultura passa requerer menos tratos culturais. registro. Dentre eles.br REFERêNCIAs SEBRAE-MG. .Feagri/Unicamp Antonio Bliska Jr.

V. 00..cultivo sob plástico”. Disponível em <http://www. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .sebraemg.br/arquivos/pontopartida/Plasticultura. Carlos A.pdf>. de A. Acesso em:  de out. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de Out.com.

br:4500/ALEPH/POR/USP/USP/DEDALUS/SHORT/450224/1/> acesso em: 09 de Ago. como pode ser visto no estudo: Níveis de Soro de Leite na Dieta de Leitões na Ceche. onde podem ser encontrados. estão disponíveis. cujas referências completas. Também os Documentos: Viabilidade da substituição Gradativa do Leite Integral pelo Soro de Queijo no Desmamento de Bezerros Mestiços e Utilização de Mistura de Leite de Soja e Soro de Queijo no Aleitamento de Bezerros. mas não houve diferenças quanto ao ganho de peso nos diferentes tratamentos. cujo resume e referêcias completas podem ser encontradas no endereço: <http://www. Universidade de São Paulo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O soro de leite apresenta diferentes aplicações. quando o custo da ração economizada for maior que o custo do transporte de soro do laticínio até o local de alimentação dos leitões (a utilização do soro de leite em substituição à ração sem prejuízos no desenmpenho dos leitãos pode ser de até %). Uma das mais comuns é uso na alimentação de animais.usp.org/abstrac t?id=121265&toc=y> acesso em: 09 de Ago.usp.Soro de queijo. Assim o uso de soro de leite é viável economicamente. bem como o local na USP. soro de leite integral PALAvRAs-ChAvE Possibilidade de utilização para o soro do leite extraído no feitio de queijo.  AgriculturA e PecuáriA POssIBILIDADEs DE UsO DO sORO REsULTANTE DA PRODUÇÃO DE QUEIjOs . 00. sendo a mais conhecida na deita de porcos. apresentaram melhor conversão alimentar que os que receberam a dieta testemunha (tipo de dieta sem o soro). alimentados com dietas que contenha soro de leite.br:4500/ALEPH/POR/USP/ USP/DEDALUS/FULL/0598349?> acesso em: 09 de Ago. E como emplementar essas utilizações. 00 e <http://dedalus. reciclagem de soro de queijo. em: <http://dedalus. 00. respectivamentes.doaj. Esse estudo através de um experimento prático demonstra que os animais.

tem-se demonstrado a vabilidade tecnológica e nutricional do uso do soro de queijo como meio líquido de extração. inclusive do padrão utilizando apenas água da soja e soro de queijo.br/textos/hemeroteca/cta/vol19n1/cta19n1_15. realizando. com água em ebulição durante 0 minutos.A partir do artigo: Aproveitamento do Soro de queijo na Obtenção do Extrato Hidrossolúvel de Soja. 00. 0%. 0%. O extrato assim obtido foi aquecido em torno de resfriado a uma temperatura de °C.usp.% de bicarbonato de sódio (NaHCO). A relação sólido: líquido utilizada durante esta etapa é de :. desenvolveuse um produto rico em proteínas. livros. dissertações. Dessa forma.pdf> acesso em: 09 de Ago. os grãos foram drenados e submetidos a um branqueamento. futuro. 0%. que são macerados à temperatura de °C. surge como uma solução para a redução da poluição por ele causada.bibvirt. Assim.” As duas formas de uso do soro de queijo citadas são algumas entre várias. O processo utiliza grãos de soja inteiros. Posteriormente. entre outros que versão sobre possiblilidade de uso do soro de queijo. estudou-se a possibilidade de uso do soro de queijo como líquido de extração de proteínas de soja. na medida em que é desviado para o processamento desses produtos. além de aumentar o teor protéico.  . teses. 0%. reduzindo a adstringência natural da soja com conseqüente melhoria do sabor do extrato hidrossolúvel obtido. utilizando uma relação sólido: líquido de : numa solução a 0. durante doze horas. Na etapa em que a relação sólido: líquido é :. 00. “O uso do soro de queijo na formulação de “substitutos” ou “análogos” do leite. em substituição à água. No endereço: <http://dedalus. então substituíram-se 0%.” “A obtenção do extrato de soja foi feita de acordo com o método FEAA-UNICAMP. 0%. O sistema de trituração ou moagem dos grãos trabalha utilizando água quente durante 0 minutos e produzindo uma massa final com uma temperatura de 0-°C.br:4500/ALEPH/por/USP/USP/DEDALUS/FIND-A?FIND=Todos&BASE=Todas+as+Bases&VALUE=++soro+de+que ijo> acesso em: 09 de Ago. gerando extrato com maior valor nutricional e com um sabor muito mais agradável. disponível em: <http://www. 0%. 0%. 90% e 00% da porção líquido (água) por soro de queijo. podem-se encontrar referências de vários documentos. na elaboração de extratos hidrosslúveis. a análise sensorial e composição química dos produtos. do que o extrato hidrossolúvel de soja.usp. então.

br/gpesq2/garea5/apg507/reg_se/uf_sp/i_ital/g_5101/ gp5101. Instituto de Alimentos desenvolve pesquisas especificamente sobre possibilidade de utilização do soro de queijo. 00. Honório Domingos. FONTEs CONsULTADAs HAUPTLI. Aproveitamento do Soro de queijo na Obtenção do Extrato Hidrossolúvel de Soja. Disponível em: <http://dedalus. 00. Universidade de São Paulo.pdf> acesso em: 09 de Ago.usp.cnpq.Caso queira informações especilizada o ITAL. Níveis de Soro de Leite na Dieta de Leitões na Ceche. . 9 AgriculturA e PecuáriA CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs . Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de Agosto de 00. . Lucélia & LOVATTO Paulo Alberto & SILVA José Henrique Souza da & GARCIA Gerson Guarez & BRUM Júnior Berilo de Souza & OLIVEIRA Joyce Leite Siqueira de.htm> acesso em: 09 de Ago.br/textos/hemeroteca/cta/vol19n1/cta19n1_ 15. 00.futuro. pp. 00.usp. br:4500/ALEPH/por/USP/USP/DEDALUS/START > acesso em: 09 de Ago. 00 v. Universidade Federal de Santa Catarina 999. PRUDÊNCIO.bibvirt. cap.doaj. 00. Catálogo On-line – DEDALUS. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www. . como pode ser verificado em: <http://www. Banco de Dados Bibliográfico da USP.org/abstract?id=121265&toc=y> acesso em: 09 de Ago. Jornal: Ciência Rural. Elane Schwenden & BENEDET.

Ainda assim. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs O uso de insumos pode oferecer riscos para a saúde. A solução será. A destruição é total. se ficar mais tempo. que seja buscada no site do SBRT as demandas sobre o assunto eucalipto já disponíveis no banco de dados. na passagem do viveiro para o plantio. é provável que. Fermiano adverte que o tubete deverá ficar mergulhado na solução apenas o tempo necessário para a absorção do líquido. Sugerimos para maiores informações sobre o assunto. mergulhar o tubete em que se encontra a muda numa solução do insumo DECIS.PRAGAs EM MUDAs DE EUCALIPTO PALAvRAs-ChAvE Eucalipto. muda de eucalipto Como proceder para que cupins não ataquem a lavoura de eucalipto? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA É comum o ataque de cupim branco no ínicio da lavoura de eucalipto. controle de pragas. primeiramente a raiz das mudas e depois todo o cerne do caule. Esta espécie ataca. O link para o site da ESALQJunior 0 . que entre em contato com a Empresa Junior de consultoria da ESALQ. mesmo tratadas. corre-se o risco de matar a muda.Acesso em:  de set. algumas plantas. sucumbam ao ataque desta praga.br/>. razão pela qual deverá ter a supervisão de um profissional qualificado.técnico operacional da Estação Experimental de Itatiba/USP.00 Também sugerimos que caso haja interesse em informações mais aprofundadas e especificas.ibict. em um número bem menor. Esta solução deverá seguir a proporção de ml de DECIS para 0 litros de água. cupim branco. O link para acessar a busca no banco de dados segue abaixo: <http://sbrt. A planta morre devido a destruição de seu sistema condutor de nutrientes ( xilema e fluema presente no caule e na raiz) ser destruído. afirma Lourival Fermiano .

ciagri.Acesso em:  de set.FONTEs CONsULTADAs Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.00 Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de set.br/>.Acesso em:  de set.00 .br/~esalqjrc/>.00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA segue abaixo: <http://www. ibict. Disponível em:<http://sbrt.usp.

Peschiera fuschsia-  . pragas em pastagens. adubação. doenças e invasoras. assim como. germoplasma forrageiro. Com relação aos invasores Almeida afirma que os níveis de infestação e o grau de agressividade das plantas invasoras em pastagens. principalmente como controlá-las. em seu artigo: Degradação. as oportunidades de instalação de invasoras são reduzidas. de superar os efeitos nocivos de pragas. PITELLI (99) distingue entre dois tipos básicos de invasoras que se instalam em pastagens: l Em pastagens bem formadas com forrageiras de alto poder de ocupação do solo e com manejo adequado dos animais. solo. (assa-peixe). 99). dependem. em razão de manejos inadequados (MACEDO e ZIMMER. culminando com a degradação avançada dos recursos naturais. entre outros fatores. como por exemplo: Vernonia spp. uso do fogo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo Roberto Giolo de Almeida. estabelecimento. Recuperação e Sustentabilidade de Pastagens Cultivadas. da capacidade de recuperação natural para sustentar os níveis de produção e de qualidade exigidos pelos animais. invasores. Pterogyne nitens (amendoim-do-campo). manejo animal. do conhecimento deste agroecossistema e do nível tecnológico empregado no seu manejo. Os principais fatores relacionados com a degradação de pastagens são: clima. tipicamente arbustos e árvores de pequeno porte. Deste modo. crescem de maneira relativamente lenta exigindo controle pouco freqüente e menos rigoroso. plantas daninhas em pastagens Informações sobre pragas e plantas daninhas em pastagens. Estas espécies. da produtividade. pragas e doenças. o conceito de degradação de pastagens corresponde ao processo evolutivo de perda do vigor.PRAGAs EM PAsTAGENs PALAvRAs-ChAvE Pastagens.

como por exemplo: Sida spp. Andropogon bicornis (capim-rabode-burro). em que não houve ocupação efetiva da superfície do solo e submetidas à superlotação de animais. No caso de pastagens razoavelmente bem manejadas. sendo que algumas delas podem ser favorecidas pela adubação ou pela condição de melhor fertilidade do solo. brizantha cv. favorecendo a proliferação de invasoras melhor adaptadas a esta condição. sob condições dos cerrados. Para regiões de savanas úmidas. Marandu. nestas áreas. Estas espécies exigem medidas mais freqüentes e rigorosas de controle. para recuperação de pastagens degradadas de branquearia. seria mais um reflexo do mau manejo. Tanzânia e Colonião. citando dados não publicados de Nunes e Kichel. com viabilidade econômica. de ciclo curto e com mais rápido crescimento populacional. nos cerrados. Digitaria insularis (capim-amargoso). predominam espécies de invasoras mais efetivas na reprodução. Pteridium aquilinum (samambaia). como por exemplo o superpastejo.l A diversidade e a complexidade da vegetação nativa é um bom indicativo das invasoras que podem infestar as pastagens cultivadas nestas áreas. (guanxumas). levando à rápida degradação da pastagem. neste caso. etc. aumentando a disponibilidade de forragem em pastagens renovadas de P. . as limitações climáticas e de fertilidade do solo não permitem a produção abundante de invasoras em pastagens. MACEDO e ZIMMER (99).  AgriculturA e PecuáriA efolia (leiteiro). onde o emprego de grade aradora pesada. (99). nem sempre é um sinal de declínio da fertilidade do solo. e que. A presença de invasoras em pastagens. ARGEL e VEIGA (99) comentam que as condições climáticas e a diversidade de espécies de regiões do trópico úmido dificultam o estabelecimento e a persistência de pastagens. com ou sem adubação superficial. solos com baixa fertilidade natural podem limitar o desenvolvimento das plantas forrageiras. as práticas de controle de invasoras se tornam atividades prioritárias de manejo das pastagens. Porém. e B. segundo DIAS FILHO (990). maximum cvs. citaram trabalhos realizados na EMBRAPA-CNPGC. não foi eficiente para impedir o retorno da vegetação nativa. KICHEL et al. Em pastagens mal formadas. etc. mostraram que o uso de herbicida foi eficiente na redução de invasoras.

Os sistemas deroçadas mecânicas (com trator. UA/ha. apesar de maiores valores para CDMA (R$ 9. De acordo com estas estimativas. recentemente. por sementes e vegetativo. apresentaram menores valores para CDMA (R$ . com pulverizador costal. erva-de-rato. devido ao seu mecanismo de propagação. no toco com costal. Os sistemas de limpeza com herbicidas (foliar com Burrojet. alecrins.ano. sendo os benefícios proporcionados.0 a R$ 9./ha). assapeixe. com exceção da aplicação com avião.ano). como planta invasora de pastagens degradadas do cerrado. etc. e foliar com avião). após corte com enxadão. exigindo maior escala de operação. a substituição da vegetação  .de curta duração. enquanto que o emprego de herbicidas deve ser indicado somente quando o grau de infestação da pastagem for superior a 0-%. Neste contexto. além de serem menos exigentes quanto à escala de operação.00/ha). Utilizou-se uma solução aquosa concentrada de Picloran que inclui corante na formulação. com resultados a longo prazo. à infra-estrutura e arecursos humanos de qualidade. com valores para CS de 0. guanxumas.9 a 0. devido ao poder residual dos herbicidas. por meio de estimativas do custo direto médio anual (CDMA) e dos benefícios destes em termos de capacidade de suporte das pastagens (CS). e com subsolador). infraestrutura e recursos humanos de qualidade. a R$ 9. o custo com a limpeza de pastagens pode representar até 0% dos custos de produção na pecuária de corte. rabo-de-burro. coerana branca.). a 0. cambará. apresentando valores de CDMA de R$ . com Link. nas concentrações de -%. foliar com trator. a ocorrência de Memora peregrina. A ciganinha foi controlada por aplicações no toco. foi o sistema menos eficiente.NUNES (999) relatou.9 UA/ha. Caracterizada por ser de difícil erradicação. Ainda com relação aos sistemas que empregam roçadas para limpeza de pastagens. A roçada manual. PEREIRA (990a) comenta que a maioria das invasoras roçadas rebrotam com vigor (vassouras. UA/ha./ha e de CS de 0. amplamente utilizada em pequenas propriedades. proporcionaram maiores valores para CS (0. Já com relação às pragas e doenças. ANUALPEC(999) avaliou vários sistemas de limpeza de pastagens. as roçadas mecânicas dificilmente se justificam para infestações inferiores a 0%.ano. conhecida como ciganinha. que permanecem atuando no solo por  a  anos. apresenta vigorosa rebrotação causada por tratos mecânicos.

9. Dentre as doenças citam-se: a antracnose. As formigas cortadeiras do gênero Atta e Acromyrmex são as de  AgriculturA e PecuáriA clímax.99). as cigarrinhasdas-pastagens são vistas como a principal praga. decumbens. das condições climáticas e do manejo da pastagem. entre 0 e 90%. a 0- cm). ciliaris cv. 990b. . ruziziensis. em média. Propostas para o manejo integrado das cigarrinhas-das-pastagens incluem: a diversificação e. dependendo das espécies forrageiras. quebra de cadeias alimentares e de ciclos de nutrientes. Deois schach. Biloela). por sua ampla abrangência e pelos danos econômicos que podem causar. causa um desequilíbrio no ecossistema. a queima controlada. dentre as principais. além do aumento relativo da produção de matéria orgânica. Kazungula. de modo a evitar sobra de pasto (plantas estoloníferas não devem ser rebaixadas a menos de -0 cm. praticamente. caracterizando. PEREIRA. ou consorciação de espécies. em 0 dias. capimgordura. podendo estar associada à gradagem. de B. P. Planaltina. maximum cv. jaraguá. para as leguminosas. Calcula-se que  cigarrinhas adultas por metro quadrado. Deois flavopicta.Nos ecossistemas de pastagens cultivadas brasileiras. em áreas com histórico de altas infestações e o controle químico. setária cv. ou de espécies competidoras. o controle biológico. Como forrageiras resistentes citam-se: andropogon cv. e fungos que atacam as sementes de capins. provocando prejuízos variáveis. em pastagens estabelecidas. assim. reduzam em 0% a produção forrageira do pasto atacado. 99). quando forem encontradas 0- ninfas grandes por metro quadrado (ALVES. e sua ocorrência pode desencadear o processo de degradação. SILVEIRA NETO. As espécies de cigarrinhas Zulia entreriana. para o estabelecimento de pastagens cultivadas. cupins. ocorrem em. Makueni e Cynodon plectostachyuis. Formigas cortadeiras. todo o território nacional. o uso de espécies resistentes. VALÉRIO e KOLLER. pela diminuição da diversidade biogenética. e plantas cespitosas. B. gafanhotos. percevejos e lagartas são pragas secundárias. o aparecimento de pragas e doenças. Pastagens exclusivas de B. Estes fatos permitem que certas espécies sejam beneficiadas pela abundância de alimento e ausência ou diminuição da população de seus inimigos naturais e. de capim-colonião e de pangola são suscetíveis às cigarrinhas. de capim-buffel (C. brizantha . 9. o manejo adequado da carga animal. admite-se um prejuízo da ordem de % na produção de massa verde (ALVES. após as primeiras chuvas. cochonilhas.

P. por meio da utilização de fungos entomopatogênicos. Os prejuízos causados pelas formigas são consideráveis. uma pastagem com um número alto de.. 0 formigueiros/ha. na qualidade.. podem causar sérios danos na fase de estabelecimento. 99).maior importância para controle. ataca principalmente D. maximum .. No entanto. Os cupins de montículo. Centrosema spp. há controvérsias quanto aos danos que. Desmodium spp. 00 cupinzeiros/ha . estariam causando. m  . Mocis latipes . em média. no trópico úmido. enquanto que B. H. A. PEREIRA (990 b) comenta que pastagens contendo. Cornitermes cumulans. M. a dos próprios animais. e Setaria  . O controle desta praga é feito pelo uso de iscas de inseticidas químicos. podem ser encontrados infestando pastagens em diversas regiões do Brasil. A lagarta-dos-capinzais. ecológica e econômica para controle desta praga. possivelmente. minutiflora. teria sua área útil reduzida em apenas % (um por cento) (EMBRAPA.. decumbens é pouco atacada (antipreferência: antixenose). ALVES (99) sugere uma alternativa eficiente. nos ecossistemas de savana. Stylosanthes spp. Paspalum spp. SILVEIRA NETO (99) cita um estudo para comprovar os danos diretos causados ao sistema radicular de forrageiras por estes insetos. reduzindo a produção forrageira e a área útil das pastagens. por vezes. rufa. em que não foi constatado redução na produção. considerando-se que um cupinzeiro ocupa uma área média de 0. gayanus . As lagartas (larvas de lepidópteros) são pragas esporádicas das pastagens que chegam a causar grandes perdas de biomassa quando da ocorrência de altas infestações. bem como na cobertura vegetal dos pastos. principalmente para leguminosas como Pueraria phaseoloides. limitam a movimentação de máquinas e. maximum . em função do ataque das formigas. Caso não haja preocupação em controlá-los. B. altas infestações de cupinzeiros dificultam os tratos culturais. Normalmente atacam pastagens estabelecidas. As espécies de Acromyrmex mostram uma notória preferência por A.. Brachiaria spp. quando se compararam áreas infestadas (cerca de 0 cupinzeiros/ha) com outras não infestadas. 99). decumbens . Quanto ao argumento que os cupinzeiros diminuem a área útil das pastagens. aumentando sua população com o passar do tempo mas. pastagens mais velhas tenderão a apresentar níveis de infestação mais elevados. por exemplo. também. gayanus. e por P. Porém. humidicola é resistente e parece ter efeitos repressivos sobre populações de formigas (LAPOINTE e FERRUFINOC. perdem cerca de  kg de forragem por dia. Cynodon spp. e Leucaena spp.

O controle pode ser feito por meio do tratamento das sementes e pelo uso de variedades resistentes. especificamente no endereço: <http://www. Estas doenças são fatores limitantes ao ressemeio natural desta espécie e.. .reduzir o vigor das plantas. São Carlos-SP. e Tilletia ayresii.CPPSE. 99).htm> e adquirir os seguintes documentos: l Controle de plantas daninhas em campos de produção de sementes de forrageiras. O endereço completo da EMBRAPA. Finalmente vale ressaltar que se deve ler na integra o artigo: Degradação. conseqüentemente. INDICAÇõEs DE LEITURA Com o objetivo de se obter mais informações sobre o assunto.embrapa. maximum são afetadas pelo fungo Fusarium roseum. l Produção de Sementes de Gramíneas Forrageiras Tropicais. Recuperação e Sustentabilidade de Pastagens Cultivadas. na região do trópico úmido praticamente todas as variedades de P. devese ir ao site da EMBRAPA . Geralmente. para a manutenção das pastagens. que causa a doença da semente chamada “cárie do sino”. sua população aumenta depois de uma seca severa seguida de chuvas curtas e escalonadas. Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária – Centro de Pesquisa da Pecuária Sudeste.CPPSE é: Rodovia Washington Luiz. l Características agronômicas das principais plantas forrageiras tropicais.cppse. quando a população era de  lagartas/m. sendo amplamente difundida. Quanto às gramíneas. Em cultivares de Cynodon dactylon . Km  – CEP: 0-90. causada pelo fungo Colletotrichum gloeosporioides. foram observadas perdas de cerca de % de matéria verde. após a emergência. podendo causar a morte de plântulas e.A antracnose.br/publicacoes/publicacoes. e de % quando esta era de  lagartas/m (LAPOINTE e FERRUFINO-C. l Invasoras em Pastagens l As sementes de forrageiras como agronegócio no Brasil. no começo da época das chuvas. Telefone: ()  AgriculturA e PecuáriA spp. é uma doença que ataca as sementes de leguminosas tropicais em geral. que causa a “mela” das sementes. cujas referências completas se encontram abaixo.

artigos e periódicos. de 00. Referências completas. n.. n. Forragicultura & Pastagens.. Roberto Giolo de. Referências completas disponíveis em: < http://dedalus.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1355377?> acesso em  fev.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1459479> acesso em  fev. v.  p. 99. Referências completas disponível em: <http://dedalus.br/arquivos/degradacaorecuperacao . consulte-as. HADDAD. Piracicaba: FEALQ. Manejo de Pastagens. . 00.com. 999. Notícias da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Piracicaba. livro. p.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1027406> acesso em  de fev. 00. Anais de º Simpósio sobre Manejo de Pastagem.9 . .com. out.usp. de 00. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Aconselha-se que os documento indicados sejam lidos e caso ainda tenha dúvidas nesses textos existem uma série de outras indicações bibliográficas. M.usp. Artigo de periódico. Carlos Guilherme Silveira. . C. Patrícia Menezes. NOTESALQ Piracicaba. Recuperação e Sustentabilidade de Pastagens Cultivadas. fev. v. . REFERêNCIAs ALMEIDA. Monografia/livro.  .forragicultura. Também com o objetivo de se informar mais sobre o assunto segue as referências de alguns documentos: SANTOS. Também no site: <www.forragicultura. º ed. Fax: -. Degradação. Erros Comuns no Manejo de Pastagens e Outros Volumosos. você pode obter mais informações.usp. Sila Carneiro. Caixa Postal: 9. DA SILVA. disponível em: <http://dedalus. 0 p. p.br> acesso em  de fev. .usp. Referência completa disponível em: < http://dedalus. Manejo de Pastagens: O que é e o que significa. de 00. de 00. Piracicaba: ESALQ.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/0792602> acesso em  de fev. Disponível em: http://www. de 00. PEDREIRA.

107. de 00. de 00. de 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA sustentabilidadepastagens. de 00.253.cppse. Catálogo On-line Local – ESALQ. Disponível em: <http://143. Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária – Centro de Pesquisa da Pecuária Sudeste. Banco de Dados Bibliográficos da USP.125:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/> acesso em  de fev.CPPSE. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de fev.br/publicacoes/publicacoes. DEDALUS. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”.htm> acesso em  de fev.pdf acesso em  de fev. . Publicações.embrapa.EMBRAPA . disponível no endereço: <http://www.

sobretudo provitamina A e vitaminas do grupo B. mm de comprimento. calor e dos elementos essenciais à vida das plantas: carbono. o potássio e o ferro. Sendo menor do que 0. vista microscópica de uma spirulina (1) A spirulina é interessante para a alimentação humana e animal. além da clorofila. Introdução Nome científico da Spirulina “Cyanobactéria Arthrospira platensis” (Figura ). Sua reprodução é assexuada e se dá por divisão de filamentos. estas 90 . Ela vive de fotossíntese como as plantas. de minerais e proteínas. mas é diferente destas. pois ela contém quantidades enormes de ferro. porém nós a vemos verde e no microscópio ela parece com uma “mola” (). como o fósforo. nitrato e minerais. o magnésio. mas colore de verde a água em que vive. quase não é visível a olho nu. é uma alga azul. de vitaminas. os carotenóides e a ficocianina como pigmentos. luz. spirulina Informações sobre a produção da spirulina em tanque IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. utilizando assim a quase totalidade do espectro solar. Figura 1. pois possui.PRODUÇÃO DA sPIRULINA PALAvRAs-ChAvE Produção da spirulina. Para se desenvolver necessita de água.

como na China. pois os povos sabem que ela é um suplemento indispensável da alimentação deles. 9 AgriculturA e PecuáriA . Bastante procurada. em vários países. país da África Central. a um alto preço. Raspada. Hoje em dia se produz. As virtudes alimentares da spirulina são conhecidas desde milênios. que se conserva muito bem. spirulina secando na Fazenda Tamanduá (1) 2. sobretudo nos EUA onde é muito procurado como suplemento alimentar e. desde sempre as mulheres recolhem a spirulina filtrando a água das lagoas. Na África está presente nas lagoas temporárias que são salgadas e alcalinas. todos os seus elementos são completamente biodisponíveis para o organismo.podendo chegar a 0%. Além disso. Figura 2. Tailândia. a spirulina é colocada nos alimentos diários aos quais ela traz um valor nutritivo importante. os Astecas já recolhiam a spirulina em lagos alcalinos do planalto mexicano.9 kJ/ grama seca. A massa dessa alga microscópica se concentra então num purê de um verde profundo que depois é secado no sol (Figura ) em forma de bolacha. industrialmente. No ocidente a spirulina é pesquisada há pouco tempo. Propriedades Nutricionais da spirulina Proteínas :  % do peso (norma: >0) Glicídios :  % do peso Minerais :  % do peso (cinzas totais: <0) Lipídios :  % do peso Fibras :  % do peso Água :  % do peso (norma: <0) Conteúdo energético = 000 calorias ou 0. por isso. Índia e. por não possuírem parede celular. a spirulina é vendida nos mercados com o nome de “DIHÉ” e alimenta um tráfico intenso de caravanas. No Chade.

3. o sistema imunológico e a vitalidade em geral. Estudos ainda estão sendo realizados para comprovar a eficácia da spirulina em diabéticos. Os pigmentos têm uma ação anti-oxidante que ajudam a proteger o organismo do envelhecimento precoce. com muita incidência de raios solares. Utilização Sua composição faz dela um complemento alimentar interessante para todo mundo. em vários tipos de câncer. O ferro contido na spirulina combate a anemia e os outros minerais fortificam os ossos. A produção de spirulina se faz mais facilmente em regiões quentes. Tanque padrão de produção (10 m²) na Fazenda Tamanduá . favorecendo o desenvolvimento corporal. mas podem ser criadas artificialmente. vista frontal de tanque da Fazenda Tamanduá (1) 9 . do câncer. como também. por causa das vitaminas. problemas de colesterol. Figura 3. A reprodução se dá muito rapidamente tendo assim uma produção média por dia de g/m².sta. fortificação do sistema imunológico contra a AIDS etc (). melhorando. O meio parecido com aqueles dos lagos salgados pode ser feito com produtos químicos ou naturais (). doenças cardiovasculares. Ela equilibra a alimentação. o estado da pele. Cultivo As condições das quais a spirulina precisa para se desenvolver se encontram na natureza. Terezinha/PB (1) Figura 4. Nos tanques de produção esses elementos (químicos ou naturais) têm que ser colocados periodicamente. dos olhos. 4. ela se desenvolve dentro de tanques de produção que podem ter um tamanho variado e dos quais ela é recolhida utilizando filtros especiais.

Centro de Saúde e Tecnologia Rural .htm>.Patos / Paraíba . Dr. que possivelmente poderão esclarecer suas dúvidas.Fazenda Tamanduá Caixa Postal  .CEP 00-90 . 00 REFERêNCIAs Kleberson Ricardo de Oliveira Pereira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de out.Brasil Tel.fazendatamandua.br> Prof.Patos. Telefone: () -9 Disponível em: <fborja@cstr.Caixa Postal  – Jatobá 00-90 .ufcg. 00 9 AgriculturA e PecuáriA Especialista e Instituições . CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .com. Dr. Acesso em  de out.br> Na Fazenda Tamanduá.fazendatamandua. PB.com. Fernando Borja Universidade Federal de Campina Grande UFCG .: () -00 Fax: () -0 Disponível em: <http://www.edu. Indicamos que o cliente entre em contato direto com os técnicos da Fazenda Tamanduá ou o especialista. Disponível em <http://www. Fernando Borja da Universidade Federal de Campina Grande.br/jtfev05. Spirulina. a produção da spirulina encontra-se em fase de estudos e testes e está sendo acompanhada pelo Prof.

PRODUÇÃO DE BIODIEsEL PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Biodiesel Quais são os equipamentos utilizados para construir uma planta de um pequeno porte para produção de biodiesel? Está fazendo um levantamento sobre os equipamentos necessários para a produção de biodiesel e não consegue informações. automóveis. dentre outras. tratores. A mistura de % de biodiesel ao diesel de petróleo é chamada de B e assim sucessivamente. empregada para fabricação de sabonetes e diversos outros cosméticos. girassol. sOLUÇÃO APREsENTADA O biodiesel é um combustível biodegradável derivado de fontes renováveis. que pode ser obtido por diferentes processos tais como o craqueamento. mais utilizada. Esta última. Pode ser usado puro ou misturado ao diesel em diversas proporções. Desse processo também se extrai a glicerina. O biodiesel substitui total ou parcialmente o óleo diesel de petróleo em motores ciclodiesel automotivos (de caminhões. tais como mamona. estimulada por um catalisador. calor. etc) ou estacionários (geradores de eletricidade. amendoim. consiste numa reação química de óleos vegetais ou de go