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respostas

coletânea de
produzidas e veiculadas no âmbito do serviço brasileiro de respostas técnicas – sbrt

técnicas
01. AGRICULTURA E PECUÁRIA
OrganizaçãO

Oswaldo Massambani

01. Agricultura e pecuária 02. Alimentos e bebidas 03. Borracha e plástico 04. Brinquedos e jogos 05. Celulose e papel 06. Construção 07. Couro e calçados 08. Eletricidade, gás e água 09. Equipamentos de instrumentação médico 10. Equipamento de medida, teste, controle de automação industrial 11. Equipamento de segurança profissional 12. Gemas e metais preciosos

13. Madeira 14. Máquinas e equipamentos 15. Material eletrônico e aparelhos e equipamentos de comunicação 16. Meio ambiente, reciclagem e tratamento de residuos 17. Metal 18. Metalurgia básica 19. Minerais não metálicos 20. Mobiliário 21. Produtos químicos 22. Serviços industriais 23. Têxtil 24. Transporte e armazenagem 25. Vestuário e acessórios 

AgriculturA e PecuáriA

Universidade de são PaUlo reitora Suely Vilela vice-reitor Franco Maria Lajolo Pró-reitora de Graduação Selma Garrido Pimenta Pró-reitor de Cultura e extensão Universitária Ruy Alberto Corrêa Altafim - 2008-2009 Pró-reitora de Pesquisa Mayana Zatz Pró-reitor de Pós-graduação Armando Corbani Ferraz

aGênCia UsP de inovação Coordenador Oswaldo Massambani diretor Técnico de empresa e empreendedorismo Jose Antonio Lerosa de Siqueira diretor de Processos de inovação Claudio Tervydis diretor Técnico de Propriedade intelectual Maria Aparecida de Souza diretor Técnico de Transf. de Tecnologia Alexandre Venturini Lima diretor Técnico de inovações para sustentabilidade Elizabeth Teixeira Lima Pólo Pirassununga/Piracicaba Daniel Dias
Agência USP de Inovação Av. Prof. Luciano Gualberto, trav. J, 374 7º andar Prédio da Antiga Reitoria Cidade Universitária Butantã São Paulo - SP - Brasil 05508-010 Telefone: 11 3091 4495 www.inovacao.usp.br

Pólo ribeirão/Bauru Flávia Oliveira do Prado Pólo são Carlos Freid Artur Leonardo Augusto Garnica

Produção visual e web: Thais Helena dos Santos [ Midiamix Editora Digital ] 

respostas
coletânea de
produzidas e veiculadas no âmbito do serviço brasileiro de respostas técnicas – sbrt

técnicas
01. AGRICULTURA E PECUÁRIA
ORGAnIZAçãO

Oswaldo Massambani

01. Agricultura e pecuária 02. Alimentos e bebidas 03. Borracha e plástico 04. Brinquedos e jogos 05. Celulose e papel 06. Construção 07. Couro e calçados 08. Eletricidade, gás e água 09. Equipamentos de instrumentação médico 10. Equipamento de medida, teste, controle de automação industrial 11. Equipamento de segurança profissional 12. Gemas e metais preciosos

13. Madeira 14. Máquinas e equipamentos 15. Material eletrônico e aparelhos e equipamentos de comunicação 16. Meio ambiente, reciclagem e tratamento de residuos 17. Metal 18. Metalurgia básica 19. Minerais não metálicos 20. Mobiliário 21. Produtos químicos 22. Serviços industriais 23. Têxtil 24. Transporte e armazenagem 25. Vestuário e acessórios 

AgriculturA e PecuáriA



O Programa Disque Tecnologia, em parceria com o Sistema Integrado de Bibliotecas, ambos da Universidade de São Paulo, está oferecendo ao público essa importante coletânea de respostas técnicas produzidas e veiculadas no âmbito do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT, abrangendo um conjunto de temas distribuídos por diversos setores da Indústria e da Agropecuária. O Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas é uma iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia, por meio do Programa Tecnologia Industrial Básica, com recursos dos fundos setoriais, mediante convênio com o CnPq. O SBRT resulta de parceria entre diversas instituições que dispõem de serviços de apoio às empresas nos moldes do Disque Tecnologia. São elas: o Centro de Desenvolvimento Tecnológico, da Universidade de Brasília; o CETEC, de Minas Gerais; o Disque Tecnologia/Agência USP de Inovação, da Universidade de São Paulo; a Rede de Tecnologia da Bahia (IEL); a Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro; e o SEnAI, do Rio Grande do Sul. Esse grupo de entidades técnicas é apoiado pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT, do MCT, e pelo SEBRAE nacional. A idéia básica que norteou a constituição do SBRT foi a de prover a informação tecnológica diretamente ao demandante e de acordo com sua necessidade específica; na verdade o SBRT é fruto da evolução da experiência brasileira com a organização de serviços de informação tecnológica a partir da década de 1970, desde o Centro de Informação Tecnológica do Instituto nacional de Tecnologia, em cooperação com a CnI, passando pelos núcleos de Informação Tecnológica apoiados pelo Programa TIB no âmbito do PADCT e também por diversas iniciativas como o Disque Tecnologia, cujo mérito é justamente o de prover respostas de forma mais direta e expedita. 

AgriculturA e PecuáriA

prefácio



Se na época das primeiras iniciativas a ausência de profissionais especializados, a mobilização de departamentos nas universidades e institutos de pesquisa e mesmo a disponibilidade de um computador eram obstáculos, hoje o acesso amplo à Internet, pode ser também um obstáculo de outra ordem, exigindo mecanismos que possam trabalhar a informação e mesmo buscar fontes mais adequadas; é esse o ambiente do SBRT: prover informações de baixa e média complexidade, em uma fase inicial e posteriormente atender também demandas de alta complexidade. O fato é que o SBRT se firmou como ferramenta de inovação no sentido lato e o simples registro sistemático das informações no seu portal se tornou um canal para futuros demandantes; também a publicação de algumas respostas em jornais tiveram sucesso, estendendo seu alcance. Por todas as razões, essa surpreendente e importantíssima iniciativa do Disque Tecnologia vem oferecer a evidência objetiva da informação útil e vem materializar na forma de livro todo um esforço dirigido à capacitação tecnológica da empresa e do empreendedor brasileiro. Foi com alegria e emoção que percorri as respostas procurando imaginar desde o demandante formulando a pergunta, passando pela complexa construção da resposta, até a sua entrega, muitas vezes decisiva para a viabilização de negócios, para a criação de empregos e para a conquista de mercados. É, portanto, com um sentimento de gratidão que registro a preciosa inspiração dos dirigentes da Agência USP de Inovação ao oferecer esse magnífico incentivo ao desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil. reinaldo dias Ferraz de souza Coordenador - Geral de Serviços Tecnológicos Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Ministério da Ciência e Tecnologia 

AgriculturA e PecuáriA

SUMário
Agropecuária em clima temperado............................................................. Alimentação bovina utilizando a uréia ....................................................... Amendoim ....................................................................................................... Amendoim forra geiro, palmito, pupunha ................................................. Ampliar a comercialização de plantas medicinais .................................... Apicultura ......................................................................................................... Aproveitamento de escamas e barbatanas de peixe ............................... Arroz preto iac 00.......................................................................................... Árvores avaliada .............................................................................................. Ataque da cochinilha da cultura da soja..................................................... Azeitona e oliveira .......................................................................................... Babosa aloe vera ............................................................................................. Balanceamento de ração para suínos ......................................................... Beneficiamento da bucha vegetal ............................................................... Beneficiamento de café ................................................................................. Beneficiamento de urucum .......................................................................... Beneficiamento do feijão .............................................................................. Biodiesel ........................................................................................................... Biodiesel de sebo bovino .............................................................................. Biodigestor ....................................................................................................... Bucha vegetal .................................................................................................. Bulbos de flores ............................................................................................... Café como vermifugo para suínos ............................................................... Calagem do solo ............................................................................................. Capim para gado leiteiro ............................................................................... Características do abacaxi goldem para cultivo ........................................ Cogumelo......................................................................................................... Colheita da laranja .......................................................................................... Combater fundo de solo de bananeira ....................................................... Comedouros individuais para cavalos ........................................................ Compostagem em leras................................................................................. Confinamento de boi e novilha .................................................................... Confinamento de ração para garrotes ........................................................ Construção de galpão para estocagem de café e milho.......................... Couro de caprino ............................................................................................ Criação de avestruz ........................................................................................ Criação de camarão ........................................................................................ 

  0     9         9 0 0    9    0          

Criação de camarão de água doce...............................................................  Criação de caprinos ........................................................................................ 0 Criação de caprinos no estado de são paulo .............................................  Criação de ovinos............................................................................................ 9 Criação de ovinos em regime semi-intensivo ............................................  Criação de peixes: pirarucu, tambaqui, dourado e pintado .................... 90 Criação de peixes: tilápia, pacu e pintado .................................................. 9 Criação de suínos ............................................................................................ 0 Criação de tartaruga tigre d´água................................................................ 0 Criação de tilápia em tanques de pvc ......................................................... 0 Cruzamento de espécies no cultivo de pimentas .....................................  Cultivo de azeitona .........................................................................................  Cultivo de framboesa .....................................................................................  Cultivo de caqui ..............................................................................................  Cultivo de cogumelo do sol ..........................................................................  Cultivo de girassol orgânico..........................................................................  Cultivo de mamona e extração do óleo de mamona ...............................  Cultivo de melancias ...................................................................................... 0 Cultivo de morango-tomates orgânicos.....................................................  Cultivo de oliveiras .........................................................................................  Cultivo de pequi ..............................................................................................  Cultivo de pinus ..............................................................................................  Cultivo de pupunha........................................................................................ 0 Cultivo de soja .................................................................................................  Cultivo de suculentas .....................................................................................  Cultivo de tomate orgânico ..........................................................................  Cultivo e germinação do coqueiro anão .................................................... 90 Cultivo e mercado de plantas medicinais................................................... 00 Desinfecção de granjas de aves ................................................................... 0 Diferenças entre biodiesel e querosene vegetal ......................................  Doença em plantio de morango ..................................................................  Doenças em ovinos pododermatite ............................................................  Dormência do palmito pupunha .................................................................  Envasamento de mel em bisnaga ................................................................ 9 Equipamentos para biocombustível ...........................................................  Erva chamada tansagem ...............................................................................  Ervilha ............................................................................................................... 9 Exposição externa do falo de avestruz........................................................  Extração de óleo de gengibre.......................................................................  Extração de óleo de manjericão e ilinol ......................................................  Extração de soja .............................................................................................. 0

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AgriculturA e PecuáriA

Fabricação de ossinhos para cães ................................................................ Farelo de soja ................................................................................................... Fertilização do solo ......................................................................................... Fisiologia das frutas, fruticultura .................................................................. Fornecedores de máquinas para descascar girassol ................................ Frango ............................................................................................................... Gado leiteiro .................................................................................................... Gansos africanos ............................................................................................. Granja................................................................................................................ Jojoba................................................................................................................ Industrialização e exportação do Óleo da castanha do pará .................. Informações sobre irrigação de pasto, retirada do leite .......................... Instalação para produção de leite em pequena escala ............................ Legislação de plantio de árvores nativas, Orientações sobre o plantio e manejo do ipê roxo................................... Madeira guanandi........................................................................................... Manejo de cogumelos acarius bisporus ..................................................... Manejo de rebanho de vacas em lactação ................................................. Máquina para fabricação de ração .............................................................. Mata ciliar em nascente ................................................................................. Morcego ........................................................................................................... Mudas de jabuticaba ...................................................................................... Nutrição de búfalas ........................................................................................ Ovinocultura ovinocraprino.......................................................................... Pastagem em plantio de amendoim e pupunha ...................................... Penas de frango .............................................................................................. Plantação de palmito com criação de ovinos ............................................ Plantação de tomates .................................................................................... Plantio associado, eucalipto e mandioca ................................................... Plantio da espécie florestal teca ................................................................... Plantio de capim ............................................................................................. Plantio de eucalipto ....................................................................................... Plantio de eucalipto custo da produção ..................................................... Plantio de grão de bico e lentilha ................................................................ Plantio de limão .............................................................................................. Plantio de mamona - extração de óleo de mamona ................................ Plantio de mandioca ...................................................................................... Plantio de milho .............................................................................................. Plantio de seringueira e produção de latex ............................................... Plantio de tomate orgânico .......................................................................... Plantio e consorciamento do eucalipto ...................................................... 

     0 9 9 0 09  0  9       0 0     9 99 0 0          

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Plasticultura ..................................................................................................... Possibilidades de uso do soro resultante da produção de queijos ........ Pragas em mudas de eucalipto .................................................................... Pragas em pastagens ..................................................................................... Produção da spirulina .................................................................................... Produção de biodiesel ................................................................................... Produção de carne de caprino ..................................................................... Produção de carvão vegetal ......................................................................... Produção de cogumelo em estufa ............................................................... Produção de milho ......................................................................................... Produto alternativo para alimentação de tilapia....................................... Projeto de irrigação ........................................................................................ Psitacideos ....................................................................................................... Ração animal ................................................................................................... Ração para aves caipiras ................................................................................ Ração para avestruz........................................................................................ Ração para bovinos a base de amendoim.................................................. Ração para criação de frango ....................................................................... Ração seca para cães e gatos ........................................................................ Ranicultura ....................................................................................................... Reflorestamento.............................................................................................. Reflorestamento com cedro australiano .................................................... Reflorestamento de eucalipto ...................................................................... Reflorestamento de nascentes de água...................................................... Sincronização do cio em bovinos ................................................................ Sobras de palmito para alimentar vacas ..................................................... Subsolador na soca de cana.......................................................................... Usina de biodiesel........................................................................................... Uso de composto orgânico em cobertura de vasos e noções básicas de compostagem ....................................................................... Uvas sem sementes ........................................................................................ Variedades de café .......................................................................................... Viveiro de mudas ............................................................................................ Viveiro de mudas florestais ........................................................................... 

 0  90 9 9 0 0       9  0  0   9   90 9 9 0  0   

AgriculturA e PecuáriA



Clima temperado; culturas; plantação; atividade agropecuária

PALAvRAs-ChAvE

Gostaria de saber qual tipo de atividade agropecuária seria recomendada para a região de Cunha – SP.

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA

Uma região de clima temperado apresenta uma temperatura que varia regularmente ao longo do ano, com a média acima de 0º C, nos meses mais quentes e entre -º e º C, nos meses frios. Possui quatro estações bem definidas: um verão relativamente quente, um outono com temperaturas gradativamente mais baixas com o passar dos dias, um inverno frio, e uma primavera, com temperaturas gradativamente mais altas com o passar dos dias. Umidade depende da localização e condições geográficas de uma dada região. Nas regiões dos oceanos localizadas em regiões de climas temperados, diz-se que possuem águas temperadas. O clima determinado subtropical úmido é uma variação do clima temperado, presente também no Brasil. Tal clima usualmente acontece no interior de continentes ou nos litorais à leste de tais continentes, entre latitudes de °e 0. Ao contrário de climas mediterrâneos, uma zona de clima subtropical possui verões úmidos dado massas tropicais instáveis. Localizada no Alto Paraíba, o município de Cunha ocupa 0 km² de colinas e montanhas aninhadas entre as serras da Quebra-Cangalha, da Bocaina e do Mar. Limita-se com Ubatuba, São Luiz de Paraitinga, Lagoinha, Guaratinguetá, Lorena, Silveiras, Areias, São José de Barreiro no estado de São Paulo e Angra dos Reis e Paraty no estado do Rio de Janeiro. A altitude media é de .00 metros e os pontos mais altos são o Pico da Pedra da Macela (.0 metros) e o Pico do Cume (0 metros). O clima é temperado e seco, com variações de temperatura de - a °C 

sOLUÇÃO APREsENTADA

AgriculturA e PecuáriA

AGROPECUÁRIA EM CLIMA TEMPERADO

no inverno e de  a °C no verão. Cunha recebeu a denominação de Estância Climática em 9. Sua população atual gira em torno de .000 habitantes, a maioria (0%) dos quais reside na zona rural. Atualmente as principais atividades econômicas são a pecuária leiteira e de corte e as culturas de milho, feijão e batata. Nos últimos anos vem crescendo o turismo como nova atividade do município, assim como a produção de trutas, cogumelos e artesanato. Destaca-se também a cerâmica de alta temperatura, que tem atraído muitos turistas. Alguns cultivos podem ser sugeridos, como:
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A alfafa, que embora seja uma planta típica de clima temperado, apresenta capacidade de adaptação a grande variedade de climas e altitudes, podendo ser cultivada tanto ao nível do mar, quanto em altitudes elevadas. Quanto à temperatura ambiente, a alfafa de flor amarela (Medicago falcata) sobreviveu a temperaturas inferiores a -ºC no Alasca e algumas variedades comuns (Medicago sativa) foram cultivadas no Vale da Morte na Califórnia, EUA, onde ocorrem temperaturas de até ºC. O pêssego e a nectarina são frutas muito apreciadas no mundo, pelo sabor, pela aparência e pelo seu valor econômico no âmbito da cadeia produtiva.

O abastecimento nacional provém de cinco pólos nacionais de produção: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. O período de oferta inicia em setembro com a produção paulista e conclui em fevereiro com a produção gaúcha. A ameixa, a amora-preta, o morango e as uvas viníferes e uvas americanas também são culturas possíveis para este tipo de clima.

CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs
A implantação de atividade agropecuária é dependente do clima, mas também do tipo de solo e outros fatores que poderão indicar a melhor atividade a ser executada. Recomenda-se o contato com a Prefeitura do Município para a adequação dos processos legais envolvendo atividade agropecuária e para saber quais são as possibilidades de produção da região. 

Acesso em:  de set. Acesso em:  de set.ciagri. Disponível em: <www.cpact. Acesso em:  de set 00.sistemas de produção.gov.sp. Esalq Júnior.br/~esalqjrc>.br>.br/sistemas/index.wikipedia. Acesso em:  de set. Cunhatur. 00. Carlos Botelho.cunha. Embrapa . Disponível em: <http://www. Prefeitura Municipal da Estância Climática de Cunha.br>. 00.cunha. Acesso em:  de set. embrapa. Acesso em:  de set. 00.usp. Disponível em: <http://www. . Adriana Sabino Sotolani NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de set 00  AgriculturA e PecuáriA A Empresa Júnior da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz – USP faz consultoria referente ao assunto e pode ser de grande ajuda para a escolha da melhor atividade para o local. que apresenta informações sobre as diferentes atividades agropecuárias desenvolvidas em clima temperado. FONTEs CONsULTADAs Wikipedia. Disponível em: <http://www.com>.gov. 00. Disponível em: <http://www.htm>.br>.cunhatur. 0 .Prefeitura Municipal da Estância Climática de Cunha. Consultoria Av.sp. ESALQ Jr.Sala 0 - Piracicaba – SP Fone/Fax: (9) 9-99 Sugere-se também consulta à Embrapa. 00.com. Disponível em: <http://www.

Segundo o professor e doutor Paulo Roberto Leme do Departamento de Zootecnia da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da USP é possível sim. Para isto é necessário fazer um estudo completo da ração ou alimento que se está oferecendo. O professor Paulo Leme sugere que o balanceamento do alimento deve ser feito por um programa de computação para alcançar melhores resultados e informa que existem vários programas de computação para cálculo de rações e formulação disponíveis no mercado e um deles é o Super Crac. Departamento de Zootecnia telefone () 99-0. muita proteína degradável na formulação da ração não permite adição de uréia. alimentação alternativa de bovinos. usar a uréia como alternativa para diminuir o custo do preço do leite e ainda garantir as proteínas necessárias. alimentação de ruminantes. uréia. por exemplo. conhecendo cada um de seus componentes. afirma o professor que a quantidade de uréia depende dos demais ingredientes da ração.  .ALIMENTAÇÃO BOvINA UTILIzANDO A URéIA PALAvRAs-ChAvE Alimentação bovina. todavia. desenvolvido pelo professor Sebastião Valadares da Universidade Federal de Viçosa. A uréia seria uma alternativa para diminuir o custo da alimentação de vacas leiteiras e ainda garantir as proteínas necessárias para os animais? Como posso utilizar a uréia na alimentação sem que as vacas se intoxiquem? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A alimentação de animais em geral deve ser bem estudada e equilibrada para se obter os resultados esperados.

Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa. doutor Sebastião Valadares.br .ufv. doutor Paulo Roberto Leme.usp. Departamento de Zootecnia da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo. telefone () 99.fzea.Contatar O professor.br/ telefone () 99- Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  Jan. 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs . Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa. REFERêNCIAs Professor. doutor Sebastião Valadares. http://www. www. telefone (9) -9 Professor.

se for o caso. 9.AMENDOIM PALAvRAs-ChAvE Amendoim. 0. para eliminar terra e todas impurezas que possam vir do campo. armazenagem do amendoim. Certificar-se que o armazém não esteja isento de infiltrações. para detectar se algo está errado. Técnicas de armazenagem do amendoim em cascas.  . . Fazer o controle de insetos e roedores. Manter o armazém sempre limpo. A armazenagem deve ser feita em cima de estrados. Armazenar o amendoim sempre em casca. Tais Suassuma a armazenagem do amendoim deve se considerar que: . Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Algodão. Não apoiar os sacos de amendoim nas paredes. Não fazer pilhas muito altas. Monitorar a umidade relativa do ar (UR) que deve ser inferior a %. . Fazer pré-limpeza. . . IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com a pesquisadora da EMBRAPA. . . . . para facilitar as operações e inspeções. insetos em geral. O expurgo deve ser realizado sob a orientação de um agrônomo ou técnico agrícola que poderão oferecer orientação quanto a novas regulamentações. pássaros. fumigando sempre que necessário. Inspecionar o armazém freqüentemente. . Permitir boa ventilação do ambiente com sistema de exaustão. Não superlotar o armazém . mantendo uma distância de 0cm das mesmas.

REFERêNCIAs Tais Suassuma. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr. 00 9 AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .Sugere-se consultar um agrônomo ou técnico agrícola para maiores esclarecimentos . Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Algodão. pesquisadora da EMBRAPA.

Porém.cpafac. mesmo estabilizada. devese tomar o cuidado de controlar a biomassa do amendoim na área de entorno da planta. o cultivo do amendoim forrageiro em plantações de pupunha reduz o custo com o roçado. qual será quantidade de água e nutrientes se a área estiver coberta com amendoim forrageiro? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo o pesquisador Judson Ferreira Valentim da EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – do Acre.br/amendoim.ceplac.cpafac. Este controle também é desejável para a produção de palmito.AMENDOIM FORRAGEIRO.embrapa.pdf 0 . PUPUNhA PALAvRAs-ChAvE Amendoim forrageiro.gov. pois a agressividade do sistema radicular do amendoim forrageiro compete com a planta nova por nutrientes e água podendo. durante a formação de um broto novo a perda do perfilho principal. assim. pois o objetivo aqui é apenas o controle do roçado e. mantém a umidade do solo e proporciona maior produção de nitrogênio no solo. sOLUÇÃO APREsENTADA REFERêNCIAs A EMBRAPA-ACRE possui vários trabalhos sobre o amendoim forrageiro disponível para download http://www.embrapa. no caso de plantios recentes. PALMITO. pupunha.htm Sobre o cultivo da pupunha ver: http://www.br/radar/CULTIVO%20DA%20PUPUNHEIRA. a planta pode necessitar de maiores nutrientes. prejudicar a sua capacidade produtiva na fase adulta. palmito Saber a dosagem necessária de água e nutrientes aplicados à plantação de pupunha destinada à extração do palmito. Entretanto.br/ http://www.

Wladimir Barbieri Junior  de mar. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL .

pdf sOLUÇÃO APREsENTADA  .br/. É produtor e deseja comercializar plantas secas condimentares e medicinais para mercados potenciais. transporte e comércio.br/ Ambrosiana: http://www.org/publications/traficc_portu. aao. Para a área de plantas medicinais sugerimos que consulte estas empresas que já fazem este contato entre o produtor e o consumidor. à disposição de fabricantes de medicamentos fitoterápicos ou mesmo a disposição do público consumidor.br/ Santosflora: http://www.com. Esclarecemos que não mantemos nenhum vínculo comercial ou institucional com essas empresas e que os nomes delas aqui são sugestões para auxílio.br/ Caso deseje realizar o cultivo orgânico de plantas medicinais plantas. que traz informações sobre: Instrumentos legais relacionados às plantas medicinais. Sugerimos também a consulta do relatório Plantas medicinais do Brasil: aspectos gerais sobre legislação e comércio. plantas medicinais.com.org. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Existem empresas especializadas em colocar produtos.damm.com.com.com.santosflora. produção.br/ Fuchs: http://www.br/ Na área de condimentos poderão ser contatadas as empresas: Damm: http://www. Comércio e conservação.Associação de Agricultura Orgânica em http://www. como plantas medicinais e condimentares.traffic. Disponível em: http://www. contactar a AAO . tais como: Quimer: http://www. entre outros.quimer.AMPLIAR A COMERCIALIzAÇÃO DE PLANTAs MEDICINAIs PALAvRAs-ChAvE Plantas condimentares. Exploração.fuchs-gewuerze.ambrosifarma.

ambrosifarma. Departamento de Farmácia. Lineu Prestes. br/>.CEP: . IBAMA . br/>. Acesso em:  de fev.com.br/>.br/>.Sao Paulo. 00.Brasil Telefone: ()09- Email: lenach@usp.damm. Acesso em:  de fev. Disponível em: <http://www.gov. 00. O IBAMA em São Luiz está localizado na Avenida Jaime Tavares.MA tel:(9) -00/-00/- fax: (9) - Mais informações no site do IBAMA http://www. Acesso em:  de fev. Av. 00. Disponível em: <http://www.com. Disponível em: <http://www.  AgriculturA e PecuáriA INDICAÇõEs . Faculdade de Ciências Farmacêuticas.EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: Professor Doutor Paulo Chanel Deodato de Freitas Universidade de São Paulo. FUCHS.com. Disponível em: <http://www.gov.br/>. QUIMER ervas e especiarias.com.Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. SP .br/ METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA AMBROSIANA ervas medicinais.fuchs-gewurze. Acesso em:  de fev.quimer. 00. nº  – Centro .0-0 – São Luís . Disponível em: <http://www.ibama. Acesso em:  de fev. DAMM Produtos Alimentícios.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Além de consultar essas empresas é necessário que o produtor tenha a licença do IBAMA de produtor rural para comercializar legalmente.ibama. 0 Butantã 00900 . 00.

org/publications/traficc_portu. Plantas medicinais do Brasil: aspectos gerais sobre legislação e comércio. MARTINS. Lúcia Helena de. 00. Ximena. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev.com.traffic. Acesso em:  de fev. 00  .santosflora. BUITRÓN. Suelma Ribeiro.Santosflora ervas medicinais e aromáticas.br/>. Acesso em:  de fev. Marcus Vinícius M. 00. OLIVEIRA. Disponível em: <http:// www. SILVA.pdf>.. Disponível em: <http:// www.

O mel é obtido a partir do néctar das flores. Se o mel for produzido em regiões onde não se utilizam agrotóxicos e nem produtos químicos. não é sempre que uma rainha em declínio é reposta. mel. geléia real. abelhas operárias e zangão. simplesmente trocando as rainhas. Este comportamento é mais acentuado em colméias fortes porque as abelhas são mais exigentes. fazem parte de uma terminologia toda própria. criação de abelhas. Quando a rainha começa a falhar. Esta criação é feita pelo apicultor. pólen. quando as abelhas reconhecem que a rainha está comprometida. Para se ter uma idéia de sua importância.  AgriculturA e PecuáriA APICULTURA . a colméia passa por um processo de troca de rainha. Dela dependem todas as atividades relacionadas à produção de mel. PALAvRAs-ChAvE Informações gerais sobre como iniciar criação de abelhas. Enfim. abelha. ela é a chave de tudo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Apicultura é a arte de criação de abelhas para a obtenção de mel. as abelhas iniciam a criação de nova rainha. Rainha. própolis. ele é considerado orgânico. produzindo menos ovos do que a colméia precisa. em colméias mansas. mais comum. cera ou polinização de pomares. por se constituir na única fêmea reprodutora da colméia. devido à incapacidade de manter uma produção adequada. sadias e produtoras. O fato acontece quando a rainha morre ou. em um mês. de forma a substituí-las por rainhas de linhagens melhoradas. Porém. doentes e pouco produtivas. basta dizer que é possível transformar um apiário. como observaremos a seguir. A abelha rainha A rainha é a mãe das abelhas da colméia. comportamento de defesa e resistência às doenças das demais.Apicultura. composto de colméias com abelhas agressivas. De forma natural.

Numa colônia normal. pagando com sua vida na copulação. podem produzir ovos que dão origem a uma descendência de zangões. as operárias alimentam a rainha em maior proporção. mas tem pequenos ovários que. Quando abundante o alimento. antecipando a chegada das rainhas. quando apresentam espermatozóides maduros. Os primeiros vôos duram entre  e  minutos e servem de orientação. com especial atenção às antenas e aos olhos. Então. O vôo de acasalamento é feito por zangões de mais de  dias. que é como uma máquina de por ovos. se limpam. O zangão leva  dias para emergir como adulto. A maioria dos zangões fazem seu primeiro vôo com  a  dias. em condições favoráveis. Uma pequena quantidade de operárias tem controle sobre a rainha. zangões e rainhas  . estimulam as operárias a trabalhar. os ovários das operárias são. com a qual aumenta a postura de ovos. Antes do vôo. inibidos de se desenvolver (por ação de feromônios provindos da rainha e das crias). a rainha não será capaz de sobreviver. Nos primeiros momentos são alimentados pelas operárias. O zangão Os zangões são maiores que a rainha e operárias e se caracterizam por não ter ferrão. Existe uma relação entre rainhas e operárias: sem a rainha. que são os lugares onde os zangões voam. depois se viram sozinhos. Dentro do que se conhece o zangão não executa nenhuma tarefa e sua única função é buscar uma rainha fora da colméia. Existem várias áreas de congregação de zangões dentro dos limites de vôo das rainhas (90 a 0 m do apiário). que. em outras palavras. e depois voam diariamente. os zangões se alimentam.As abelhas operárias: As operárias de abelhas melíferas são incapazes de se acasalar. O trabalho da colméia é feito pelas operárias e sua divisão é controlada pelos feronômios da rainha. a colônia morrerá e sem as operárias. naturalmente. Acasalamento O acasalamento entre zangão e rainha ocorre em áreas de congregação.

os zangões rapidamente se orientam para a rainha. em condições brasileiras está ao redor de 0 me AgriculturA e PecuáriA têm numerosas opções para o acasalamento e ele tende a acontecer longe de seus próprios ninhos. geralmente entre 0 e  m de altura. A ejaculação separa a rainha e o zangão. . O número de vôos da rainha depende da quantidade de esperma que entra na espermateca. Quando a rainha apresenta cerca de  milhões de espermatozóides.. a capacidade das abelhas para a produção de mel. O acasalamento ocorre em vôo livre. De quanto em quanto tempo deve-se substituir as rainhas? A melhor época para a substituição é 0 a 0 dias antes da florada. MANEjO DE APIÁRIOs Como avaliar a qualidade da rainha? Não se pode julgar a capacidade de uma rainha simplesmente a olho. quase sempre a rainha retorna para a colméia com o resto da genitália do macho. Para tal julgamento interessa a sua capacidade de postura. A substituição programada deve ser feita com base no seu período médio de vida que. a resistência a certas doenças e. usando pistas químicas e visuais. preso a sua câmara vaginal. para que no início da florada as colônias já estejam restabelecidas. é bom frisar que as rainhas velhas e com problemas devem ser substituídas logo que percebidas. que morre minutos após o acasalamento. as características da colônia. A copulação é rápida e espetacular. Isto funciona para que as operárias tenham a certeza que ela foi fecundada e que vai iniciar a postura dentro de poucos dias.Uma vez que a rainha chega à área de congregação. o mais importante. ela não sai mais para o vôo nupcial. Após a cópula e a morte do zangão. Mas. com os zangões liberando seu sêmen no orifício genital da rainha. as probabilidades de enxameação da sua descendência. em menos de  segundos. As rainhas comumente realizam o vôo nupcial entre o º e o º dia e podem ser fecundadas em média por 0 a  zangões em um único vôo nupcial.

sendo sempre necessário uma alimentação de reforço ou estimulante. vitaminas. as substituições devem ser programadas em ciclos de 0 meses. substrato para depositar as larvas. os padrões de consumo devem ser mais rigorosos. Como alimento. A indústria de cosméticos mostra uma grande quantidade de produtos de beleza. quadros porta-sarrafos. sarrafos porta-cúpulas. em vários casos. Em princípio. Também pode ser usado como medicamento. Mas. etc. Nesse caso. o mel deve ser tomado para se obter um melhor rendimento físico e intelectual. vai precisar só de uma gaiola pequena para remover a rainha junto com algumas operárias.ses. Porém. que tenham algum controle genético. para prevenir ou sanar eventuais deficiências alimentares em aminoácidos. conta-gotas para pingar o substrato. estilete para transferência de larvas. sais minerais. onde é necessário simplesmente uma faca quente para cortar e remover as células reais do favo. A troca de rainha deve ser planejada com antecedência e o apicultor poderá produzir rainhas de suas melhores colméias ou adquiri-las de algum centro produtor. ajudando no rejuvenescimento. AsPECTOs ECONôMICOs/COMERCIAIs/GERENCIAIs Nos anos 0. o mel tornou-se o mais novo produto apícola a ser explorado. existem  outros métodos: • Alley .  . PRODUÇÃO DE RAINhAs PARA COMERCIALIzAÇÃO Na produção comercial de rainhas em grande escala pelo “método Dootitle” são necessários: cúpulas artificiais de cera ou plástico. para que a rainha possa fazer a postura regularmente e expandir a população para poder usufruir o máximo na entrada do fluxo forte de alimento. lâmpada para iluminar as células contendo as larvas e telas excluidoras de rainhas. onde é preciso sarrafo com abertura das células para baixo e quadro de madeira • Miller . se o apicultor precisa produzir poucas rainhas(-0). atuando principalmente na renovação das células da pele. nesse caso.

retirada dos botões florais. principalmente. uma vez que a oferta é menor que a demanda.l l O mercado nacional ainda está no começo o que significa que ainda há espaço para novos empreendedores. milhões com exportações. O estado é o segundo do nordeste em produção atrás do Piauí. adesiva e balsâmica elaborada pelas abelhas a partir da mistura da cera e da resina coletada das plantas. principalmente 9 AgriculturA e PecuáriA vANTAGENs DA APICULTURA: qualquer região é adequada segundo pesquisas realizadas a atividade possibilita bom retorno uma vez que o produto pode ser comercializado tanto no mercado nacional co mo ser exportado l além do mel há outros produtos que são comercializados. Limoeiro do Norte e São João do Jaguaribe. No entanto grande parte da produção é exportada e. bem como a abelha rainha. pelas indústrias de cosméticos e farmacêutica. sido atingidas por doenças causadas pelo uso de antibióticos nos apiários. o que representa um aumento de % em relação ao ano anterior. As indústrias de cosméticos. É usada. dentre os estados brasileiros produtores e exportadores de mel destaca-se o estado do Ceará que no ano de 00 acumulou divisas de US$ . É usada pelas abelhas para fechar as frestas e a entrada do ninho. enxames. como: própolis. Cerca de % da própolis produzida no Brasil é exportada. O destaque dá-se pela grande variedade de plantas melíferas possibilitando produção variada em termos de sabor e aroma. bem como é utilizado na área cosmética. Própolis Substância resinosa. l O mel é alimento. Tabuleiro do Norte e Palhano. . as colméias da China. medicamentos e velas são as principais consumidoras. As regiões do Ceará que mais produzem mel são a do Cariri e do Baixo Jaguaribe. geleia real. O Brasil entrou no mercado internacional após terem. OUTROs PRODUTOs: Cera Utilizada pelas abelhas para construção dos favos e fechamento dos alvéolos. Produzida por glândulas especiais situadas no abdome das abelhas operárias. gemas e dos cortes nas cascas dos vegetais.

em cápsulas ou tabletes. alecrim. ótimas instalações e força de vontade não são suficientes. É utilizada pelas indústrias de cosméticos e medicamentos. comercializado misturado com o mel. Pólen e néctar devem estar disponíveis em grandes quantidades e variedade durante todo o ano o que evita períodos de escassez. seco. pessegueiro. O nosso país é rico em plantas melíferas até mesmo em regiões secas. Pólen apícola Gameta masculino das flores coletado pelas abelhas e transportado para a colmeia para ser armazenado nos alvéolos e passar por um processo de fermentação. é produzida por alguns apicultores para comercialização in natura. É importante saber que devido ao sabor e aroma das flores. Geléia real A geléia real é uma substância produzida pelas glândulas hipofaringeanas e mandubulares das operárias com até  dias de idade. Entre tantas plantas melíferas citamos algumas: abacateiro. Jabuticabeira.para o Japão. Alimentação das abelhas A alimentação. no início da formação. mas é imprescindível oferecer às abelhas boa alimentação que é composta de néctar e pólen. Polinização A polinização é a transferência do pólen (gameta masculino da flor) para o óvulo da mesma flor ou de outra flor da mesma espécie. É usada como alimento das larvas e da rainha. Usado como alimento pelas abelhas na fase larval e abelhas adultas com até  dias de idade. girassol. É usado como suplemento alimentar. cafeeiro. as abelhas têm preferências por umas plantas mais do que por outras. Só após essa transferência é que ocorre a formação dos frutos. eucalipto. Plantas Melíferas Ter excelentes abelhas. é um xarope feito de água e 0 . misturada com mel ou mesmo liofilizada. Neste caso saber escolher bem o local onde instalar o apiário é fundamental. laranjeira.

É produzida pelas glândulas hipofaríngeas situadas na cabeça das abelhas operárias-nutrizes de  a  dias de idade. Apiários Os apiários podem ser fixos ou migratórios (apicultura migratória) neste caso o objetivo é a polinização. pólen e água por elas ingeridas. etc) l pelo seu estado ou densidade (virgem ou cristalino) l Formação dos apiários Há. Classificação do mel Há várias maneiras de se classificar o mel: l pela sua origem ou qualidade (mel de eucalipto. Este xarope fica disponível por 0 dias. com mel. uma substância mole.  AgriculturA e PecuáriA açúcar e que deve ser renovado a cada  dias. Colheita. de assa-peixe. Os apiários devem distar 00m de residências ou instalações de animais. de cheiro típico.O alimento das abelhas operárias e zangões até o terceiro dia de idade e para a rainha para toda a sua vida é a geléia real. Os apiários são formados por colméias o que facilita dimensionar o tamanho do negócio: um apiário de  a 0 colméias é. Os quadros cheios de mel (melgueiras) devem ser retirados e levados para um cômodo próprio para este fim sendo colocados em uma centrífuga que permite a saída do mel que é armazenado em um utensílio de aço inox para decantação. . em geral. decantação e armazenagem A colheita do mel é feita com uma ferramenta que recebe o nome de garfo desoperculador.com consistência parecida com a do leite condensado. no Brasil. dois períodos mais favoráveis para implantação de apiários: de Agosto a Março e de Setembro a Janeiro sendo este o melhor período por ser de floradas. ácida. para treinamento. O período de decantação é de  dias depois dos quais o mel deve ser armazenado em potes plásticos para alimentos. esbranquiçada.

mg. A água deve ficar há 00m do apiário.Entre apiários deve-se deixar de  a  metros de distância.com.ba.br/cadeiasprodutivas/%7B7BA65001-A124-47B8A543-2BA23E626FFF%7D.agridata.gov.00 metro.com. preferencialmente. plano. pois sem flores não existe apicultura.sebrae. INDICAÇõEs Alguns links interessantes para consulta: http://www.br/apicult. digita api- ário. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia  .asp http://www.br clicando no ícone idéias de negócios. etc na forma de chá ou mesmo comprando enxames.com.sebraees. a .br/apicultura/programa. entre fundos.htm http://www2.sebraern. erva cidreira. As colméias devem ficar debaixo de árvores ou perto de modo a tomar sol ainda que seja somente o sol da manhã.com.htm CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs É importante ter em mente que na apicultura é muito importante se preocupar com a preservação e com a expansão do pasto apícola.php www. O terreno em volta dos apiários deve ser. roçado e limpo. A iniciação de um apiário pode ser por atração ou iscagem de colméias utilizando-se de cera alveolada com adição de algum produto atrativo que poder ser capim santo. e entre as laterais de 0. podendo ainda ser gramado para evitar ratos e formigas. clicando na palavra apiário http://www.br/pecuaria/apicultura/index.criareplantar.

asp>. Acesso em  de jan. Apicultura.com. 00.asp?Resp=44>.ba. 00. Disponível em: <http://www.com.php>. Apiário: criação de abelha e produção de mel. Disponível em: <http://www.Tecnologia Apropriada. Disponível em: <http://www2. Apicultura.htm>.cecae.br/Aprotec/resposta.br/ cadeiasprodutivas/%7B7BA65001-A124-47B8-A543-2BA23E626FFF%7D.br/apicultura/programa. SEBRAE BA Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas da Bahia. .sebrae. Acesso em  de jan. 00. 00. Apicultura. 00.sebraees.criareplantar. PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA APICULTURA NO RN. Disponível em: <http:// www.com.com.usp. Acesso em  de jan.br/pecuaria/apicultura/index.sebraern. SEBRAE ES Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo.br/IdeiasNegocios/pag_mos_ide_ neg. Disponível em: <http://www. Acesso em  de jan. 00  AgriculturA e PecuáriA APROTEC . Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jan.asp?tipoobjeto=3&objeto=273&botao=0>.CRIAR E PLANTAR. Acesso em  de jan.

cabeça e bucho. em pratos diferenciados e até mesmo na fabricação de remédios. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Hoje em dia. muitas vezes não havendo sequer maquinário especializado para separar e tratar esses insumos. muitos governos municipais e estaduais têm se interessado por tais projetos (vide link em referências). tais como espinhaço. um mercado muito promissor. diversos estudos e projetos têm como objetivo aproveitar os resíduos de peixes que sobram quando são cortados e limpos para serem vendidos nos mercados. No entanto. gerando um excedente. feiras e supermercados. esse é ainda um processo embrionário. ainda sob maiores estudos.APROvEITAMENTO DE EsCAMAs E BARBATANAs DE PEIXE PALAvRAs-ChAvE Aproveitamento de escamas. aproveitamento de barbatanas de peixe. Há estudos sobre o aproveitamento de diversas partes descartadas do pescado (vide link para tese em referências). barbatanas e intestino de peixe para fins comerciais? Quais os métodos indicados? Qual é a máquina mais apropriada que pode utilizar? Verificou que há restos de peixes. Mesmo assim. É possível aproveitar escamas. Tais excedentes têm sido reaproveitados para a fabricação de farinhas de alto valor nutritivo. por se tratar de  sOLUÇÃO APREsENTADA . no qual seu alto valor nutritivo é usado para produção de diversos insumos com fins comerciais. que são jogados fora e quer saber que tipo de máquina pode ser utilizado para ajudar a processar esses materiais para vender comercialmente. usados em ração animal. sendo usada máquinas de desossar e triturar frango como auxílio improvisado. aproveitamento de resíduos de peixe. criando assim.

Tel: () -0 / -0 / - E-mail: mhcpesca@uol.br E-mail: costasul@costasul. Emprego e Promoção Social . Disponível em: http://www. ou consultoria. 0 . há mais indicações de fornecedores caso seja necessário.br Costa Sul Pescados Ltda. entrar em contato com as empresas listadas abaixo que já utilizam métodos para o aproveitamento de resíduos de pescado para averiguar se o maquinário que eles usam pode ser utilizado nessa empreitada.Centro 000-00 .php?id=3 acesso em:  de jul. também. e que tipo de ajuda.00 Indica-se. . pode gerar renda e empregos para as empresas e para população.Curitiba – Paraná . pois muitos trabalhos nessa área estão sendo desenvolvidos. Site : http://www.costasul. Por fim. Indústria Alimentícia e Negócios da Pesca Rua Orlando Ferreira.com.br  AgriculturA e PecuáriA um mercado que além de evitar gastos. Contato: Governo do Paraná . O que pode. alguns métodos.gep.br/index_spp.univali.com.cttmar.End: Rua Pedro Ivo. o que seria benéfico para ambos os lados.Secretaria do Trabalho. Tese da Doutoranda Fernanda Terra.com.  – Machados CEP: -000. 0 . abrir espaço também para um convênio e troca de experiências. MHC.Tel: () -00.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se consultar a tese da pesquisadora Fernanda Terra. Na própria tese.Machados CEP: -000. entrar em contato com o Governo do Paraná. Rua Geral de Machados. além de fornecer algumas dicas e métodos de como proceder nessa área. eles possam vir a prestar. que trata do reaproveitamento de refugos de pescado para produção de insumos para o mercado.

São Domingos CEP: -000.com.gov. Trabalho. Tel: () -0 / -0 Site: http://www. Matinhos aproveita resíduos do pescado”. Disponível em: <http://www.br/setp/imprensa/index. Rua Aníbal Gaya.br E-mail: leardine@melim.php?chave=288*41*6902&id =21>.  .Leardine Indústria e Comércio de Pescados Ltda.leardine. 0 . CEP: -000 Tel: () -9 / - Yarapesca Captura Indústria e Comércio da Pesca Rua  de Agosto. CEP: -000 Tel:() -0 / -0 REFERêNCIAs SECRETARIA de Estado.pr. Acesso em:  de jul.00  . End: Av José Francisco Laurindo.com. Rodrigo Ravani Gurgel NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul.São Domingos.br Indústria e Comércio de Pescados Dickison Ltda.setp. 0 – Centro. Emprego e Promoção Social do Paraná. 00.

 hectares de arroz preto. só após a conclusão desses estudos e testes. arroz preto. desenvolvido pelo Instituto Agronômico de Campinas. segundo ele. se houver um bom sistema de irrigação. para saber quando elas estarão disponíveis. Cândido Bastos concluiu que o ideal seria que primeiramente se fizesse uma produção em pequena escala do arroz. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA O arroz preto. o que faz com que ele não tenha tempo para se restabelecer se houver qualquer tipo de estresse durante a produção. mas de manter o solo constantemente úmido.Arroz. com a orientação do Instituto. Essa irrigação não fará o papel de encharcá-lo. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs  AgriculturA e PecuáriA ARROz PRETO IAC 600 . Contudo. ele disse que pode apresentar bons resultados em áreas de terreno arenoso. é para ser plantado em várzea. no Pólo de Tatuí. o Insituto terá a certeza da viabilidade do IAC 00 em plantio fora de várzea. IAC 00 PALAvRAs-ChAvE Quer saber se o arroz IAC 00 pode ser produzido no Brasil. em solo não alagado. com as sementes que possuíam. e em terreno arenoso. Bastos salientou que o IAC está produzindo. sOLUÇÃO APREsENTADA Recomenda-se manter contato com o Instituto Agronômico de Campinas. setor de sementes. para avaliar a resposta do produto à região que vai ser plantado. de 00 a 0 dias. Nesse sentido ele indica que. IAC 00. E se já existem sementes para comercialização. segundo o responsável pela pesquisa Cândido Ricardo Bastos. O agrônomo explicou que se trata de um arroz de cultivo delicado. A expectativa é que essa produção seja obtida em junho/julho de 00. Plantação essa que poderá contar inclusive. No entanto. em regime alagado. pois seu ciclo é curto. bem como para saber do resultado das pesquisas do Pólo Tatuí.

Agrônomo responsável pelo desenvolvimento do IAC 00. 00 Setor de Sementes. Cândido Ricardo. acesso em  de fev.REFERêNCIAs BASTOS.sp. Instituto Agronômico de Campinas Instituto Agronômico de Campinas.br>. Instituto Agronômico de Campinas. Telefone: (09) - Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev.iac. Disponível em: <www. 00  .gov.

mas aumenta a eficiência de utilização pelas plantas do fósforo natural do solo e.Micorriza. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA A micorriza é utilizada por sua associação natural e benéfica às plantas melhorando seu crescimento. pois para cada planta é utilizada micorrizas diferentes. no entanto. A micorriza não substitui a adubação fosfatada. podendo também. principalmente do fósforo. A adubação fosfatada pode ser mais eficiente para a planta com a micorriza. geralmente. Essa inoculação. A inoculação de espécies eficientes de fungos Mata Atântica é recomendada na produção de mudas. vai depender da espécie e variedade da planta a ser inoculada. Um grande número de espécies arbóreas tropicais. Segundo Agrônomo da EMPRAPA a inoculação pode ocorrer no solo ou até na própria semente. desprovidos desses fungos. De acordo com a EMBRAPA a parte dos filamentos dos fungos penetra nas raízes e a parte externa funciona como um sistema radicular adicional. florestais e fru- sOLUÇÃO APREsENTADA 9 AgriculturA e PecuáriA ÁRvOREs AvALIADA . também. Inoculação micorrízica PALAvRAs-ChAvE Como fazer inoculação de micorrizas em espécies florestais nativas da Mata Atlântica. Além de aumentar a absorção de nutrientes pelas plantas. o empreendedor adquirir alguns tipos de espécies em mudas já inoculadas. ocupando maior volume do solo e aumentando a absorção de nutrientes pelas plantas. pois os substratos utilizados são. do fósforo adicionado pela adubação. a micorriza arbuscular melhora a resposta das culturas aos diversos corretivos e adubos aplicados ao solo.

Acesso em:  de maio 00. eucalipto.br/tecnologias/micorriza. Adriana Sabino Sotolani NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de maio 00 0 . sucupira.cpac.br Pode-se também acessar a página <http://www.FAX: (9) -0 E-mail: esalqjrf@esalq.pdf> que oferece informação em Tecnologia de Inoculação Micorrízica em Viveiros de Pinus spp.tíferas.embrapa. e forrageiras como: leucena. gueroba.ipef. abacate. Disponível em: <http://www. maracujá. baru. do Departamento de Ciências Sociais da Escola Superior de Agricultura que poderá auxiliá-lo na inoculação de micorriza.usp. acerola. manga.br/publicacoes/ctecnica/nr071. citros. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se que o empreendedor escolha o melhor tipo de micorriza que se encaixa com o seu tipo de produção. Entre elas podese citar: jacarandá da Bahia. Sugere-se que o cliente entre em contato com a ESALQ Júnior Florestal. mamão. Acesso em:  de maio 00. nº  Tel: (9) - . além das espécies arbóreas destinadas à recuperação de matas de galeria e de áreas degradadas. palmeiras como: buriti. pequi. se beneficia da inoculação com fungos MA. ESALQ Júnior Florestal Departamento de Ciências Florestais Av: Pádua Dias. e posteriormente decida-se em comprar as sementes já inoculadas. café. REFERêNCIAs EMBRAPA -Micorriza aumenta a produtividade das plantas e a eficiência dos insumos. ou tratar o solo com o tipo de micorriza ideal para sua produção.html>.

Infelizmente. Em geral. não há informações sobre o nível populacional que causa dano efetivo em soja. larva minadoura. Várias espécies podem ocorrer na raiz da soja e sua identificação não tem sido realizada com precisão. A ocorrência de estiagem ou a presença de camadas adensadas no solo. provavelmente superior a 0- cochonilhas por planta. podendo variar com as condições climáticas e de fertilidade do solo. pragas PALAvRAs-ChAvE Gostaria de saber informações sobre o ataque de cochonilha e larva minadoura na cultura da soja. mandioca e café. têm sido bastante raras as notificações de áreas de soja com altas populações. Em geral sua ocorrência é localizada e os surtos com nível de dano são eventuais e raramente ocorrem por mais de um ano seguido. cochonilha. Na safra 9/99 foram registrados focos com altas populações de cochonilha em raiz de soja no Mato Grosso do Sul e no Paraná. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo a pesquisadora da EMBRAPA –Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Lenita de Oliveira. com conse sOLUÇÃO APREsENTADA AgriculturA e PecuáriA ATAQUE DA COChINILhA DA CULTURA DA sOjA . mas sabe-se pelas observações de campo que é alto. Desde então. a cochonilha-da-raiz é considerada uma praga secundária de ocorrência eventual e raramente suas populações atingem nível de dano. Essas cochonilhas também são comuns em citrus. mas em geral são espécies dos gêneros Dymicoccus ou Pseudococcus. a soja é mais sensível ao ataque de pragas de raiz nos primeiros 0 dias e na época de enchimento de grãos. as cochonilhas em soja são pouco conhecidas e praticamente não há pesquisas sobre elas.Soja. Apesar da presença de cochonilhas brancas no sistema radicular da soja ser relativamente freqüente. o que dificulta inclusive o desenvolvimento de trabalhos de pesquisa sobre esse inseto em soja.

também pode diminuir a tolerância da soja a pragas de raiz. apresentam folhas amareladas. raízes e entrenós subterrâneos de coloração negra. após o estabelecimento da cultura. Em algumas situações de alta população podem também se localizar na parte aérea da planta (principalmente no caule) l O dano é causado pela extração da seiva e. possivelmente pela injeção de saliva tóxica. farinhenta. pois praticamente inexistem inseticidas sistêmicos que “descem” para a raiz (em geral o fluxo desses inseticidas é ascendente). A possibilidade de controle químico. especialmente na fase inicial de desenvolvimento pode levar à morte da planta. pois com a diminuição da biodiversidade haverá conseqüentemente a diminuição de predadores naturais da cochonilha bem como o de outras plantas nativas mais favoráveis à cochonilha que a soja. O nome minadoura é dado a várias pragas como a broca e a larva de ditro. A questão da biodiversidade também serve ao manejo contra pragas do tipo minadoura. localizam-se na parte inferior interna das raízes adventícias. Infelizmente. causando a morte de tecido l As plantas atacadas ficam debilitadas. embora possa haver para outras culturas. formando apêndices laterais característicos. Quando o ataque é muito severo. Para maiores especificidades de informações e diagnósticos. Deve-se também estar atento a grandes derrubadas de mata nativa. é praticamente nula.  . l A ocorrência de danos em lavouras de soja geralmente é em reboleiras (manchas). Características gerais e danos l Apresenta corpo coberto de secreção branca. l Normalmente. não temos informações sobre eficiência/eficácia de produtos para controle dessa praga. seria necessário identificar a larva em questão que poderá ser realizada por um profissional qualificado. Não há recomendações/indicações oficiais ou inseticidas registrados para controle dessa praga em soja.qüente prejuízo no desenvolvimento radicular. Em caso de altas populações nas raízes e necessidade de replantio o controle teria que ser feito via tratamento de semente.

br/>.embrapa.br REFERêNCIAs EMBRAPA Soja. 00.Para maiores especificações sobre o assunto. Disponível em: <http://www. pedimos para que entre em contato com o serviço de atendimento ao consumidor da embrapa: sac@cnpso.cnpso.embrapa. Acesso em: 0 de abr. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr. 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .

que chegaram aos . Figura 1: árvore de pequeno porte do gênero Olea Fonte: CODEVASF (Companhia de Desenvolvimento do Vale do Rio São Francisco e do Parnaíba). no máximo.gov. preparo de azeitona em conserva Deseja receber informações sobre o cultivo de Olea europea (Oliveira) e sobre o preparo de azeitonas em conserva. na Grécia.00 anos. o seu cultivo requer uma série de cuidados.AzEITONA E OLIvEIRA PALAvRAs-ChAvE: Cultivo de Olea europea. pois ela tem a capacidade de se autoregenerar.br/noticiasCODEVASF/000_0 >. em 9.codevasf. com muitos ramos e galhos retorcidos (figura ). Este período de vida extenso se deve a sua alta resistência. Devido à pouca resistência ao frio e ao seu longo período de vida. a  . encontra-se a Olea europea ou oliveira. os 0 metros) por apresentar baixo porte. Acesso em:  de maio de 00. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA: sOLUÇÃO APREsENTADA: A oliveira – Olea sp Dentre as espécies mais conhecidas do gênero Olea. que alcança. em média os 00 anos. Ela é classificada como arvoreta (atingindo. além de não ser muito resistente ao frio intenso. transformando os novos botões que nascem em folhas e ramos novos. tem a copa frondosa (sendo que suas folhas permanecem três anos na copa). Uma de suas principais características é o seu período de vida. mas existem oliveiras. Disponível em: < http://www. O que explica a perda de imensos olivais na Espanha e conseqüentemente de toda a produção de azeite.000 anos. Apesar disso. sendo que algumas localizadas em Jerusalém chegam a . Algumas chegam até 00 anos.

de modo que se possa obter uma oliveira produtiva e saudável. Fonte: EPAMIG / Informativos. sendo que no mês de Maio acontece o seu ápice (as flores são pequenas e brancas. são suficientes para  AgriculturA e PecuáriA oliveira não pode ser plantada em qualquer lugar. atingindo a maturidade. em fase de desenvolvimento. Os frutos vão aparecer em Junho e Outubro. não podendo ter muitos ventos forte. Figura 2. vai ocorrendo o desenvolvimento da polpa (Figura ). de modo a desenvolver uma azeitona). já que ela demora para alcançar a maturidade e conseqüentemente a produção de frutos.00 metros e um regime de chuvas superior a 00 mm. deve-se levar em conta que elas são adaptadas a clima temperado quente. altitudes que variam entre 00 e . A escolha do local deve ser perfeita. nem correntezas de água após o degelo (fato que se restringe a algumas regiões do Sul do Brasil). da EPAMIG (Empresa Agropecuária de Minas Gerais). temperaturas de inverno com médias entre º C e 0º C. no Mediterrâneo. geralmente acontece nos meses de Abril e Junho. sendo que elas necessitam de temperaturas baixas no período que antecede a floração. fruto da oliveira (azeitona). mais difícil.br/informativos/cultivo_azeitona.A floração. de modo que se possa obter resultados satisfatórios na colheita dos frutos.htm >. Para o plantio adequado de oliveiras no Brasil. Todo o cuidado deve ser tomado durante a germinação das sementes e crescimento das árvores. Acesso em:  de maio de 00. apenas uma é fecundada. Após o longo período de crescimento da planta. Disponível em: < http://www. a fecundação das flores é muito difícil (para cada 0 flores de uma oliveira. a oliveira pode começar a dar frutos. todavia. sendo a fase de formação da polpa do fruto. epamig. dando um ar peculiar aos campos de olivais neste mês). . De acordo com o pesquisador Luiz Eugênio Santana. como costumam chamar no Brasil) e depois. pouco a pouco. sendo que inicialmente é visualizada somente a semente (ou caroço.

devido a expansão do uso do azeite e das azeitona. pretendendo escolher aquelas que se adaptavam melhor a seus climas. no Brasil A oliveira foi trazida por imigrantes a quase dois séculos.. foi introduzida no Sul de Minas Gerais. os responsáveis pela sua cultura na bacia do Mediterrâneo. o cultivo se espalhou para a América Latina (apenas em locais. O pH do solo deve ser superior a . foram os gregos. . O cultivo de oliveiras na região Sul do país apresentam micro-climas favoráveis ao cultivo de Olea. território hoje ocupado pela Turquia. o cultivo das oliveiras se estendeu a Portugal e depois para a Espanha e Itália. ou seja. Duas variedades de Olea têm se destacado no projeto da EPAMIG: a  . onde o clima condizia com o crescimento das oliveiras). Em condições normais. por fim. história do cultivo de Olea sp A oliveira foi primeiramente cultivada em regiões da Ásia Menor. sendo que na década de 0. foi transportada pelos fenícios para as ilhas gregas. E. Sem uma produção própria de azeite de olivas e azeitonas o Brasil tornou-se dependente da importação destes produtos. Cultivo de Olea sp. Depois. possui um microclima muito similar ao da primeira região. cada pé de Olea produz de  kg a 0 kg de azeitonas. principalmente se seu destino for para a produção de azeite. para o desenvolvimento de trabalhos de pesquisa e cultivo de oliveiras. Uma das pioneiras na elaboração de projetos de cultivo de Oliveiras é a EPAMIG (Empresa de Agropecuária de Minas Gerais). apesar de não se localizar no Sul do Brasil. as oliveiras se adaptam melhor a solos básicos do que a solos ácidos. Entretanto. que se utiliza da Fazenda experimental de Maria da Fé. sendo que a Argentina e o Peru foram um dos primeiros países a testar diferentes variedades de oliveira. sendo que dependendo do Ph do solo haverá modificação da qualidade da azeitona produzida. Nos séculos XV e XVI. E para produzir  litro de azeite são necessários  kg do fruto. entretanto o Sul de Minas.uma produção econômica.

a pitaya. a azeitona deve passar por um processamento. a ameixa.  meses de antecedência. o fruto já está maduro. mas é preferêncial que o plantio se dê no período chuvoso. todas estas culturas mais a Olea se expandirão via Vale do são Francisco. suas cores vão mudando. Quando atinge esta tonalidade. o rambotã. Já a colheita é realizada em janeiro e fevereiro.As mudas produzidas são vendidas na Fazenda Experimental a R$ .00. será realizado o plantio integrado de outras culturas. o que aumenta os custos da produção. o abacate. mas à medida em que vão amadurecendo. o desenvolvimento inicial da planta é muito lento. destinada à extração de óleo e a “ Ascolana”. é empregado para mais de 0 espécies diferentes. . no mínimo. quando consumida após a colheita. Todas as culturas serão localizadas em áreas de irrigação. Juazeiro e Bom Jesus da Lapa (BA). Estas duas variedades se destacaram entre outras . o que depende da espécie de oliveira cultivada e do grau de maturação do fruto. Além da cultura de Olea. após o completo desenvolvimento dos frutos. devendo ser encomendadas com. Inicialmente. A azeitona Azeitona é o nome que se dá ao fruto da oliveira. mas curtida em água e sal ou numa solução alcalina. o pêssego e a tangerina. Para ser consumida. de acastanhados para roxo e enfim para preto. As azeitonas podem ter várias cores. O plantio realizado no período seco necessita de irrigação até o completo adaptação da muda. Somente após quatro anos de plantio é que as mudas tornam-se produtivas. sendo que este mesmo nome. Um outro projeto que está se desenvolvendo. Assim. sendo comercializado com o nome de azei AgriculturA e PecuáriA “Grapollo”. pois seu gosto é muito amargo. Elas podem ser plantadas em qualquer época do ano. e são as que apresentam a maior produtividade e melhor adaptação ao clima da região. para a produção de azeitonas de mesa. está se dando no semiárido nordestino. pois apesar de produzir por muitos anos. Possivelmente. com sistema de irrigação (esta iniciativa de plantio por irrigação é pioneira no Brasil). o produto usualmente empregado na culinária não é a azeitona ao natural. como o caqui. todas as azeitonas são verdes. o mangostão. As oliveiras serão cultivadas na região de Petrolina (PE).

a principal zona de produção de azeitonas verdes é a de Sevilha. Azeitona verde Arauco (Argentina) Natural. Azeitona Preta Califórnia (Argentina) Artificial semelhante à Arauco.  . é de consumo geral. Há variedades que são colhidas verdes e depois curtidas (chamada de azeitona verde). Azeitona Preta Chilena (Chile) Natural. Azeitona Preta Temperada (Argentina) Conjunto de temperos especiais em óleo. que dão incomparável sabor à azeitona. enquanto que há outras que são vendidas quando maduras. Fornecida nos tipos Fargas. Quanto ao sabor e ao aroma. com sabor acentuado e marcante para aperitivos finos. Empeltre e Nevadilha. a “Gordal”. Na Espanha. Azeitona Carnuda. no Brasil.tona preta. sendo que as variedades mais conhecidas são a “Manzanilla”. a mais conhecida de paladar saboroso. grande e carnuda e a “Hojiblanca”. muito fibrosa e pouco apreciada. há diferentes padrões para diferentes fases de maturação do fruto. As principais variedades de azeitona estão dispostas na figura . suave e delicada. indicada para aperitivos e consagrada em fins culinários diversos. graúda e muito carnuda.

como para a extração de óleo de oliva. que são prejudiciais para o curtimento.stelamar. A colheita da azeitona costumava ser feita a mão. devem ser colhidas após a completa maturação – época em que apresentam a maior quantidade de óleo.htm >. Azeitona verde sem caroço (Argentina) Natural. Graúda e carnuda. dependendo das características da variedade. Disponível em: < http://www. de porte médio. evitando “machucaduras”. Graúda e carnuda com caroço de porte médio.Azeitona verde Gordal (Espanha) Natural. mas com ótimo consumo e sabor. sabor suave para aperitivos finos. As azeitonas podem ser destinadas tanto ao consumo em mesa.br/azeitona. Azeitona verde Mazanilha (Argentina) Natural. um pouco menor. Acesso em:  de maio de 00. sem caroço. Estendiam-se toalhas no solo. sem caroço. Azeitona verde Recheada (Argentina) Natural recheada. sabor suave para aperitivos finos. e fornecida já com recheio com pasta de pimentão. sem sabor acentuado. similar à Gordal espanhola. As destinadas à extração de azeite.com. As azeitonas destinadas à mesa devem ser colhidas manualmente. para recheios diversos. enquanto homens subiam nas árvores ou em escadas e 9 AgriculturA e PecuáriA . Figura 3: principais variedades comercializadas de azeitona Fonte: Stelmar.

era o uso de varas. entretanto nas marcas mais finas de azeite e azeitona o processo de colheita. com aspecto úmido. Isto pode ser feito. sendo necessária a verificação da reação da solução com a polpa dos frutos. de verde-claro para róseo. da parte externa para a interior do fruto. Finalmente os frutos podem ser armazenados em vasilhas apropriadas (vidro. %. eliminando as defeituosas. ou trocandose a água das vasilhas duas ou mais vezes ao dia. as azeitonas perdem totalmente o sabor amargo característico dos frutos. as que sofreram ataques de pragas e doenças. Desenvolveu-se. as quais eram colocadas em cestos pelas mulheres. Nessa condição as azei0 . ainda é feito a mão. tornando-se adocicadas. uma sistema de ganchos para puxar as azeitonas. Após esse período. assim como os ramos e folhas que vieram junto do campo. as azeitonas selecionadas devem ser acondicionadas em vasilhas de plástico. A lavagem é feita preferencialmente em água corrente. ainda. As azeitonas devem permanecer na solução de  a 0 horas. Verificar-se-á uma mudança de coloração da polpa.cuidadosamente arrancavam as azeitonas. o sistema mais utilizado para produção em larga escala. ou em dois terços da polpa. surgiu com a criação de máquinas que fazem vibrar as árvores e derrubam as azeitonas. Condições adequadas aliadas à tecnologia proporcionam uma excelente produção de azeitonas. as azeitonas devem ser retiradas da solução de hidróxido de sódio e submetidas à lavagem em água limpa por um período de  a 0 dias. plástico ou louça). em intervalos de  ou  horas. em solução de cloreto de sódio (sal de cozinha) à concentração de. Realizando-se cortes transversais em amostras de três ou quatro azeitonas. Apesar destes métodos. onde serão submersas em solução de hidróxido de sódio – a concentração desta solução varia de local para local e de variedade. Em seguida. Outro método. Cada oliveira é capaz de produzir de 0 a 00 quilos de frutos por safra. as azeitonas devem ser submetidas a uma seleção manual (divididas em maiores e menores). Antes que a solução penetre até a semente. o que costumava danificar as oliveiras e seus frutos. no máximo. Processamento das azeitonas Logo após a colheita.

stelamar. sobre: . Acesso em:  de maio de 00 Recomenda-se a consulta da EPAMIG. Acesso em:  de maio de 00.br/cie/saiba/mitlenhi/ oliva. Acesso em:  de maio de 00.br/upload/ sbrt1173. Disponível em: < http://sbrt. . TEL: ()- .br/upload/sbrt435.br/lista_respostas. TEL. Disponível em:< http://www. Acesso em:  de maio de 00. Acesso em:  de maio de 00. . Disponível em: < http://www.com. para esclarecimento de dúvidas sobre cultivo de olivais.php >.ibict. CODEVASF. () -.gov.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se o acesso ao link do SBRT (Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas).conservação de azeitonas.EPAMIG – Setor Comercial de Publicação. Acesso em:  de maio de 00.ibict.codevasf.ibict.pdf >.Fazenda Experimental de Maria da Fé.htm >. REFERêNCIAs Stelamar.htm >.pdf >.ibict. Disponível em: < http://www. Disponível em: < http://sbrt. Disponível em: < http://www.br/noticiasCODEVASF/20040823_02 >. Disponível em: < http://sbrt.herbario. .br/upload/sbrt674.com. Herbário.epamig.htm >.cultivo de oliveiras para a produção de azeitonas.produção de azeitonas e fornecedores de equipamentos. . Acesso em:  de maio de 00.br/azeitona.br/informativos/cultivo_ azeitona.  AgriculturA e PecuáriA tonas podem ser armazenadas por um longo período. Acesso em:  de maio de 00. EPAMIG. SBRT. Disponível em: < http://sbrt.pdf >.

Acesso em:  de maio de 00.espigueiro. Disponível em: <http://www.html >.pt.pt/reportagem/ 6883966fd8f918a4aa29be29d2c386fb. Camila Gomes Victorino NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de maio.Espigueiro. 00  .

nem a chuva e nem a vento. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. o tempo de conservação da Aloe vera barbadensis Mill innatura. Também com relação à legislação consultar Resposta Técnica 0. gel de babosa. consulte a Resposta Técnica 0. Também uma matéria-prima limpa e saudável é fundamental para que ela se conserve por esses dois dias. Vale ressaltar que em cada uma das Respostas Técnicas citadas.após o corte. e não muito úmido. ou seja. Babosa. cujas referências estão abaixo. pode ser conservada sem sofre deteriorização. e se o local for limpo. PALAvRAs-ChAvE Tempo que a folha madura de Aloe vera barbadensis Mill . Já com relação a informações sobre cultivo e sobre características biológicas da Aloe Vera barbadensis mill.Aloe Vera.  AgriculturA e PecuáriA BABOsA ALOE vERA . cujas referências estão na secção referências. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo o Professor Doutor Keigo Minami do Departamento de Produção Vegetal de ESALQ-USP. sOLUÇÃO APREsENTADA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Segue-se referência de algumas Respostas Técnicas que podem ser consultadas de acordo com as informações desejado a respeito da Aloe Vera barbadensis Mill: l l l Com relação a informações sobre processo de extração do gel (óleo) deve-se consultar a Resposta Técnica 9. pode ser por até dois dias se mantida e transportada em um local não exposto ao sol. existem referências de uma séria de documentos que podem ser consultados caso queira mais informações. após o corte. babosa-de–botica.

pdf> acesso em  de abril de 00. Disponível em: <http://www. Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais. de.REFERêNCIAs OLIVEIRA. CETEC. Serviço Brasileiro de Resposta Técnico. CETEC.sbrt. Nelma C. ARAUJO. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.sbrt. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de abril de 00. htm> acesso em  de abril de 00. Nelma C.usp. de. Disponível em: <http://www. SBRT. Disponível em: <http://www. SBRT.esalq.br/departamentos/lpv/docentes.br/upload/sbrt208.br/upload/sbrt207. Professor Doutor Keigo Minami do Departamento de Produção Vegetal de ESALQ-USP. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz. Sonia Maria M. Resposta Técnica 0. Resposta Técnica 0. de.sbrt.pdf> acesso em  de abril de 00. Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais.br/upload/sbrt1941. TECPAR. Disponível em: <http://www.ibict. Resposta 9. ARAUJO. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. Instituto de Tecnologia do Paraná.pdf> acesso em  de abril de 00. SBRT. DATA DE FINALIzAÇÃO  .ibict.ibict.

Como formular uma ração em porcentagem de proteína e energia? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA A possibilidade de auferir lucros com a suinocultura depende fundamentalmente de um adequado planejamento da alimentação dos animais. terminados até os 0 kg de peso de abate.0 kg de milho e . em uma granja estabilizada de ciclo completo. balanceamento de ração para suínos.000 kg de ração com um gasto médio de 0 kg de núcleo. A aplicação dos conhecimentos de nutrição deve contribuir para a preservação do ambiente e isto significa que o balanceamento das rações deve atender estritamente as exigências nutricionais nas diferentes fases de produção. Ainda. para cada porca do plantel produzindo 0 leitões ao ano. portanto. considerando uma relação média de . ração para suínos. O excesso de nutrientes nas rações é um dos maiores causadores de poluição do ambiente. estimase um gasto anual de 9. Em termos médios. visando atender as exigências nutricionais específicas.00 kg de farelo de soja. buscando-se aqueles que apresentam alta digestibilidade e disponibilidade dos nutrientes e que sejam processados adequadamente. PALAvRAs-ChAvE Obter informações sobre balanceamento de ração para suínos. .Suínos. litros de água potável ingerida para cada kg de ração consumida. mil litros de água potável para cada porca e sua produção. De acordo com a EMBRAPA Suínos e Aves. é necessário dispor de . em especial quanto a gra sOLUÇÃO APREsENTADA AgriculturA e PecuáriA BALANCEAMENTO DE RAÇÃO PARA sUÍNOs . a obtenção de lucros também exige a combinação adequada dos ingredientes para compor dietas balanceadas nutricionalmente para cada fase de produção. Isso envolve a disponibilidade de ingredientes em quantidade e qualidade adequada a preços que viabilizem a produção de suínos. atenção especial deve ser dada aos ingredientes.

Alimentos energéticos com médio a alto teor de fibra Estes alimentos têm energia metabolizável acima de . proteína. sem causar deficiências nutricionais clínicas ou subclínicas e sem provocar intoxicações crônicas ou agudas. para a ocorrência de partos normais e para uma produção adequada de leite que garanta um desenvolvimento normal dos leitões durante o período de lactação. De uma forma geral é possível classificar os ingredientes pelo teor de energia. São exemplos: a quirera de arroz. o farelo de castanha de caju. Ingredientes para rações Para compor uma ração balanceada são necessárias a disponibilidade e combinação adequada de ingredientes incluindo um núcleo ou premix mineral-vitamínico específico para a fase produtiva do suíno. o trigo integral. são também importantes fornecedores de proteína. o grão de milho moído. Através da nutrição e do manejo da alimentação e da água devem ser atendidas as necessidades básicas dos animais em termos de saciedade da fome e da sede. a torta de dendê. a nutrição deve assegurar o aporte adequado de nutrientes para a manutenção normal da gestação. a aveia integral moída.00 kcal/kg e teor de fibra bruta acima de %. geralmente. a cevada em grão com casca. o triguilho e o triticale. São estes os principais fatores nutricionais que determinam o seu uso para as várias fases de vida do suíno. o trigo mourisco. fibra ou minerais presentes. o sorgo baixo tanino.000 kcal/kg do alimento e. No contexto do bem estar animal. Os animais não devem ser expostos. a raspa de  . o grão de guandu cozido. a polpa de citrus. o farelo de coco. aumentando a resistência às doenças. pela quantidade com que podem ser incluídos nas dietas. São exemplos: o farelo de arroz integral. Em complementação a mistura dos componentes da ração deve ser uniforme e o arraçoamento dos suínos deve seguir boas práticas que evitem ao máximo o desperdício. via alimentação e água. Alimentos energéticos também fornecedores de proteína São aqueles que possuem. Existem várias classes de alimentos quanto a concentração de nutrientes. entre outros. o farelo de amendoim. a produtos químicos ou agentes biológicos que sejam prejudiciais para a produção e reprodução. o soro de leite seco. valor de energia metabolizável acima de .nulometria. a cevada em grão.

o fosfato monoamônio. São exemplos: o farelo de algaroba. Avaliação dos alimentos Os grãos de cereais e outras sementes variam sua composição em nutrientes principalmente em função da variedade. Alimentos fibrosos com baixa concentração em proteína São os ingredientes que possuem teor de proteína abaixo de %. o farelo de algodão. o farelo de canola e o farelo de girassol. o farelo de soja % PB e a soja integral tostada. Alimentos protéicos com alto teor de minerais A inclusão destes ingredientes em rações para suínos é limitada pela alta concentração de minerais que apresentam. o farelo de polpa de caju. tipo de solo onde foram produzidos.Alimentos fibrosos com baixa concentração de energia e médio teor de proteína Possuem teor de proteína bruta maior que %. período e condições de armazenamento. o farelo de soja % PB. a soja extrusada. São exemplos: as farinhas de carne e ossos com diferentes níveis de PB e a farinha de peixe. de cálcio e fósforo ao mesmo tempo e de sódio. de fibra acima de 0% e concentração de energia metabolizável menor que . São exemplos: o leite desnatado em pó. a soja cozida seca. de fósforo. a farinha de ossos calcinada. a casca de soja e o farelo de trigo. São exemplos: o feno moído de alfafa. Como exemplos mais comuns temos o calcário calcítico. clima. . adubação utilizada. Alimentos exclusivamente fornecedores de minerais São fontes de cálcio. a farinha de ostras e o sal comum. As forrageiras apresentam variação principalmente  AgriculturA e PecuáriA mandioca (de onde foi extraído o amido) e o milho em espiga com palha. Alimentos protéicos com alto teor de energia Os representantes dessa classe possuem mais de % de proteína bruta e valor de energia metabolizável acima de . a farinha de sangue. o farelo de soja % PB. a levedura seca. o farelo de arroz desengordurado.00 kcal/ kg. o farelo de babaçu.00 kcal por kg de alimento. a farinha de penas e vísceras. mais de % de fibra bruta e valor máximo de energia de 00 kcal/kg de alimento. o fosfato bicálcico. o glúten de milho.

A principal causa de variação na composição dos subprodutos de indústria é o tipo de processamento utilizado. bem como a conservação do produto. Desta forma. na maioria das vezes. bem como atender os seguintes critérios simultaneamente: eficiência do ponto de vista econômico. Esses produtos devem ser utilizados dentro de 0 dias após a data de sua fabricação e ser mantidos em lugares secos e frescos. orientação técnica específica. O Núcleo é um tipo especial de premix que já contém o cálcio. segurança para a saúde humana e animal. alimentos protéicos com alto teor de minerais e alimentos exclusivamente fornecedores de minerais. uma formulação adequada é obtida com a combinação dos alimentos energéticos também fornecedores de proteína com alimentos protéicos com alto teor de energia. Preparo das rações Para a maioria das fases. Os leitões novos não admitem ingredientes de baixa digestibilidade ou alimentos fibrosos na dieta. deve-se lançar mão de análises de laboratório. que indicarão a real composição em nutrientes das matérias-primas disponíveis. no entanto. por isso. além de período e condições de armazenamento. ausência de efeitos negativos sobre a qualidade da carne e compatibilidade com a preservação ambiental. tipo de solo e adubação. O uso de promotores de crescimento nas rações deve atender a legislação do MAPA. para viabilizar a formulação de rações com base em valores de nutrientes o mais próximo possível da realidade. além de variações diárias dentro do mesmo tipo de processamento. ensilagem). A complementação dos demais nutrientes deve ser feita com os alimentos exclusivamente energéticos. clima. processamento (fenação. O uso de aminoácidos sintéticos pode ser vantajoso na redução de custos da ração. Sempre deverá ser feita a inclusão de premix vitamínico e de microminerais.  . a idade da planta. rastreabilidade na ração. dispensa o uso dos alimentos exclusivamente fornecedores de minerais. o fósforo e o sódio. de preferência em barricas que minimizem a ação da luz.com a variedade. além das vitaminas e micro-minerais necessários. enquanto um alto teor de fibra na dieta é adequado para as matrizes até os 0 dias de gestação. necessitando.

. gestação e lactação) elaboradas por técnicos especializados ou que sejam indicadas nos rótulos dos sacos de concentrados e núcleos. já que os gastos com a alimentação correspondem à maior parte do custo de produção dos suínos.Formulação das rações Usar fórmulas específicas para cada fase da criação (pré-inicial. A ração de lactação deve ter alta concentração em nutrientes porque a demanda em nutrientes para a produção de leite é muito alta. inicial. Os níveis sugeridos na Tabela 0 representam um padrão compatível com a recomendação de fornecimento de ração referida no Capítulo . Também podem ser usados ingredientes fibrosos (alternativos) para alimentar as matrizes em gestação. Níveis nutricionais recomendados para as diferentes fases de produção Ração Lactação Nutrientes Energia metabolizável (Kcal/kg) Ração Gestação Ração Lactação Ração Préinicial Ração Inicial Ração Crescimento Ração Terminação 0 00 0 00 0 0 9 AgriculturA e PecuáriA Os cuidados com o preparo das rações somam-se aos esforços de formular uma dieta contendo ingredientes com composição e valor nutricional conhecidos e. Ler com atenção as indicações dos produtos e seguir rigorosamente suas recomendações. crescimento. razão pela qual é possível preparar uma ampla variedade de rações com níveis nutricionais diferenciados. Para atender as necessidades diárias de nutrientes de cachaços adultos. Tabela 10. devendo nesse caso ser revista a quantidade de ração diária a ser fornecida. Os níveis apresentados na Tabela 0 referem-se a um consumo médio diário de  kg de ração por matriz. As matrizes em gestação recebem arraçoamento de forma controlada. atendendo as exigências nutricionais dos suínos. Qualquer erro em uma ou mais etapas do processo de produção de rações pode acarretar em prejuízos econômicos expressivos. terminação. a dieta deve conter no mínimo os mesmos níveis nutricionais de uma dieta de gestação (Tabela 0).

 0. 0. farelo de soja (em limite de inclusão de %) e núcleo de boa qualidade para compor uma ração nutricionalmente adequada para esta fase. . 0. 0. 0. No desmame realizado aos  dias de idade podem ser fornecidos dois tipos de ração préinicial que são fundamentais para um bom desempenho e que se diferenciam em termos de qualidade. 0. 0. 0. 0. 0. 0. 0. 0. 0 . 0. 0. 0. 0. 0. 0.  . 0% de leite desnatado em pó e  a % de gordura ou óleo. O cuidado na escolha de um núcleo de comprovada qualidade é de fundamental importância para obter sucesso na produção de leitões nesta fase.  . 0.9 0. 0. pode-se utilizar % na dieta em substituição ao leite desnatado em pó. 0.9 0. 0. 0. 0. dependendo da idade de desmame. A ração pré-inicial  pode ser preparada com a inclusão de 0% de soro de leite em pó e  a % de gordura ou óleo para junto com o milho.9 0. 0. 0. 0. pela maior digestibilidade dos ingredientes. 0. A ração pré-inicial  deve ser preparada com cuidado especial para evitar os problemas digestivos e as diarréias do pós desmame. 0. Os animais recebem em curto período de vida dois a três tipos de ração. Para a formulação da ração pré-inicial  recomenda-se o uso de  a 0% de soro de leite em pó. Caso tenha disponível farinha de carne ou farinha de peixe de boa qualidade. Obs: Os microminerais e as vitaminas necessárias são obtidos pela inclusão de núcleo ou premix mineral vitamínico na proporção recomendada pelo fabricante. 0. A alimentação dos leitões durante o período que ficam na maternidade e na creche é um dos fatores mais críticos na produção de suínos.  0. 0.  0. 0. 0.Proteína bruta (%) Lisina (%) Metionina (%) Metionina + Cistina (%) Treonina (%) Triptofano (%) Cálcio (%) Fósforo total (%) Fósforo disponível (%) Sódio (%) . 0.   0. 0. 0. 0. 0. Isto é possível com o uso de ingredientes e núcleos dentro das normas de qualidade. 0. 0. 0. 0. 0.

porém. A utilização de baldes ou outro sistema para medir o volume. em vez do peso. Pesagem dos ingredientes Pesar cada ingrediente que entra na composição da dieta conforme a quantidade que entra na fórmula. contendo os ingredientes especificados em cada uma delas. subprodutos do arroz. pode-se lançar mão de inúmeros alimentos alternativos.  AgriculturA e PecuáriA Na fase inicial devem-se formular as dietas tendo como ingredientes base preferencialmente o milho e o farelo de soja. Recomenda-se que o número de rações na fase de terminação seja aumentado de  para  sempre que o peso de abate for próximo a 0 kg. em relação a uma dieta de milho e farelo de soja. Neste caso a ração terminação  será fornecida dos 0 até os 0 kg contendo os níveis nutricionais apresentados na tabela 0 e a ração terminação  será fornecida dos 0 kg até o peso de abate contendo uma redução de % nos níveis nutricionais da ração terminação  exceto para o nível de energia metabolizável que deverá apresentar um valor de . mandioca e seus subprodutos. entre outros). sempre de fornecedores idôneos e que tenham registro no MAPA para a produção e comercialização de rações. a solução é a aquisição de ração comercial pronta específica para cada fase. evitando-se o uso de balanças de vara. os quais poderão proporcionar uma redução no custo da alimentação. aveia. A experiência de outros produtores da região que alcançaram sucesso com a produção de leitões pode ser importante para identificar os fornecedores e fabricantes de rações idôneos. Além disso. . já é possível a utilização de ingredientes alternativos como. triticale. por exemplo. O uso de balanças é indispensável. Nestas fases. as balanças devem apresentar boa precisão e sensibilidade. porém em níveis de inclusão baixos. cereais de inverno (trigo. As opções de dietas para suínos na fase de crescimento ( a  kg de peso vivo) e terminação ( a  kg de peso vivo) são muito variadas.Se houver dificuldade de formular as rações pré-inicial e inicial.00 Kcal/kg. não deve acontecer pois há erros decorrentes da variação nas densidades de diferentes ingredientes ou de diferentes partidas de um mesmo ingrediente.

As misturas realizadas acima do tempo ideal acarretam gastos desnecessários com energia e mão de obra. recolocar os 0 kg da mistura retirados anteriormente e observar o tempo de mistura. primeiro o milho moído. tomando-se toda a cautela para evitar acidentes. A seguir colocar no misturador o premix ou núcleo previamente misturado com o milho e misturar por mais  minutos. antibióticos e outros aditivos com cerca de  kg de milho moído. Daí a necessidade de se determinar o tempo ideal de mistura. antes de adicioná-lo aos outros ingredientes que farão parte da mistura. uma mesma partida terá diferentes quantidades de nutrientes. ocasionando prejuízos ao produtor devido ao pior desempenho dos animais. O misturador deve ser sempre limpo após o uso. Entretanto. pelo menos uma vez. Misturas realizadas abaixo ou acima da faixa ideal de tempo não são de boa qualidade. tambor ou ainda com o uso de um saco plástico resistente. após colocar todos os ingredientes. Para misturar os ingredientes usar misturadores.Mistura dos ingredientes Misturar previamente o premix ou o núcleo contendo minerais e vitaminas. coloca-se no misturador em funcionamento. Após aproximadamente  minutos de funcionamento do misturador. Essa pré-mistura pode ser realizada em misturador em “Y”. em misturadores verticais. o que acarretará desuniformidade dos lotes e perdas econômicas para o produtor. retirar cerca de 0 kg da mistura e reservar. A mistura de ração com o uso das mãos ou com pás não proporciona uma distribuição uniforme de todos os nutrientes da ração. é de  a  minutos. Para facilitar a distribuição dos ingredientes. ou o ingrediente de maior quantidade indicado na fórmula. após carregá-lo com todos os ingredientes. o tempo ideal de mistura. Finalmente. deve ser o indicado pelo fabricante do misturador. o tempo de mistura na granja para se ter uma idéia de qual é o tempo ideal. agitando-se o conteúdo vigorosamente durante algum tempo até notar-se que as partes apresentam-se distribuídas com certa homogeneidade. ou outro grão moído.  . depois o segundo ingrediente em quantidade e assim sucessivamente. há misturadores verticais que apresentam tempo ótimo de mistura de  minutos e outros de 9 minutos. Em geral. é recomendável que se determine. Tempo de mistura O tempo de mistura. Porém.

leitoas e machos castrados. A capacidade de deposição de tecido muscular pelos suínos.Forma física da ração As rações secas destinadas a alimentação de suínos podem ser apresentadas sob duas formas: farelada ou peletizada. tem efeito sobre o potencial de crescimento.% no ganho de peso. a eficiência alimentar e a qualidade de carcaça em suínos na fase de crescimento-terminação. Sob o ponto de vista da alimentação. melhora na digestibilidade dos nutrientes e menor gasto de energia para ingestão da ração. a instalação separada de machos castrados e fêmeas tem vantagens porque os machos castrados ingerem mais alimentos e mais rapidamente do que as leitoas e depositam mais gordura com menor idade. Com a peletização é observada uma melhoria média em .9% na conversão alimentar. menos gordura e menos matéria seca na carcaça quando comparadas aos machos castrados. enquanto que a forma peletizada deve ser a preferencial a ser adotada quando a ração é adquirida pronta. o consumo voluntário de alimento. de cerca de 0 kg. Manejo da alimentação por sexo separado O fator sexo. resultando em carcaças com menor porcentagem de carne. Machos inteiros e leitoas depositam menos gordura no regime alimentar à vontade porque tem maior potencial de crescimento muscular e maior gasto energético para mantença quando comparados aos castrados. Isso fará com que o material que estava parado nas bocas de descarga seja também misturado.% no consumo de ração e . O efeito da peletização sobre a melhora na conversão alimentar que ocorre sob  diferentes modos: redução das perdas. pela ação dos hormônios sexuais. a instalação dos suínos por diferença de sexo  AgriculturA e PecuáriA Aconselha-se que a cada  minutos seja retirada e recolocada imediatamente no misturador uma quantidade de ração. A um mesmo peso de abate e sob a mesma nutrição as fêmeas apresentam mais proteína. A forma farelada é a mais usual e é usada nas granjas que misturam as rações na propriedade. quando sob a influência diferenciadora da atividade hormonal obedece à seguinte ordem decrescente: machos inteiros. . Quando os animais são alimentados com rações contendo o mesmo nível nutricional e abatidos na mesma época. . sem estratégia de peso de abate diferenciado.

Disponível em: <http://www.embrapa. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul. Disponível em: http://www.cnpsa.br/upload/sbrt1477. EMBRAPA Suínos e Aves Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária.embrapa. 00. 00  . CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para mais informação.br REFERêNCIAs SBRT Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. Nutrição.cnptia. principalmente para os castrados.sbrt. br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/nutricao. maquinário para fabricar ração para suínos com restos de alimentos.cnpsa. que possui maiores informações sobre o assunto.br>. Desta forma todo lote pode ser abatido com até uma semana de antecipação o que pode representar.pdf>. Acesso em: 0 de jul. 00. um aumento em até % na porcentagem de carne na carcaça. sugere-se consultar a EMBRAPA Suínos e Aves (Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária).ibict. Acesso em  de jul. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. Disponível em: <http:// www. EMBRAPA Suínos e Aves Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária. Acesso em  de jul.proporciona carcaças mais magras porque as fêmeas não sofrerão a competição dos castrados pela ração atingindo peso de abate mais cedo. 00.embrapa.html.

sendo que. O beneficiamento refere-se ao processo de lavagem ou limpeza das buchas incluindo a retirada das sementes e ao desenvolvimento de outros produtos. No dia seguinte a casca estará solta. bem como conseguir clientes fora do país. No entanto.Bucha vegetal PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Saber quais são as aplicações e formas de beneficiamento mais viáveis para venda e exportação da bucha vegetal. Quanto à limpeza das buchas a pesquisadora Arlete Melo. deve-se colhê-las. que não esteja atacada por doenças. do Instituto Agronômico de Campinas informa que a obtenção de buchas bem limpas não requer uso de produtos químicos o que iria contra os recentes conceitos de produto ecologicamente corretos. A bucha vegetal tem conquistado o mercado e o interesse justamente por ser produto natural. Esta etapa tem a função de amolecer a casca da bucha. A pesquisador Arlete Melo explica que a bucha colhida no ponto certo não requer tratamento químico. deixando de molho de um dia para o outro. este último já está sendo estudado pelo SEBRAE-MG. afirma a pesquisadora. Algumas porções de casca que ainda permanecerem resistentes devem ser retiradas. batê-las no tanque. Sobre o uso de produtos químicos na lavagem da bucha: a pesquisadora informa que é desnecessário tal procedimento porque a bucha colhida no momento certo e. apresenta cor branca e é bem formada. Arlete Melo deixa claro que é imprescindível sol na secagem das buchas. portanto a melhor época para colheita. é quando a bucha está devez. bastando para tanto. colocá-las em um tanque (pode ser tanque de lavar roupa). quando então. Depois. quando a bucha  sOLUÇÃO APREsENTADA AgriculturA e PecuáriA BENEFICIAMENTO DA BUChA vEGETAL . lava-se bem e coloca ao sol para secar.

REFERêNCIAs Arlete Melo. Emater-MG.é armazenada por período longo ela amarelece e endurece. 00  . CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se usar métodos naturais de limpeza das buchas. pesquisadora do Instituto Agronômico de Campinas. cidade de Inconfidentes. telefone () - Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out. O tanque. está sendo substituído por um recipiente de metal adaptado que bate as buchas facilitando o desprendimento da casca. área de Melhoramento. segundo a pesquisadora.

de bebida mole a dura.São os produtos de qualidade reconhecidamente boa. com atmosfera inerte ou com válvula aromática. com um máximo de 0% de defeitos pretos.Classificação Oficial Brasileira). robusta/conillon e de sOLUÇÃO APREsENTADA  AgriculturA e PecuáriA BENEFICIAMENTO DE CAFé . excelentes. deve ser moderadamente clara a moderadamente escura. inclusive comprando a produção dos agricultores vizinhos. Os cafés superiores são aqueles constituídos de café arábica ou blendados com café robusta/conillon.Beneficiamento café PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Como produtor de café gostaria de estudar o processo de beneficiamento e industrialização a fim de verticalizar o seu negócio. verdes e ardidos (PVA). que tem somente atributos de qualidades positivos. Admite-se a utilização de grãos de safras antigas. acessíveis aos consumidores que a valorizam e que mantém a sua fidelidade à bebida. O café gourmert deve ser constituído unicamente com café arábica de bebida apenas mole. verdes e ardidos e ausência de grãos pretos-verdes e ou fermentados. Tipos de café Café Gourmert . podendo ser preparado preferencialmente em máquinas de café expresso. Cafés superiores . para melhor aproveitamento dessas raras características. Com a intenção de verticalizar o seu negócio. com 0% de defeitos pretos. desde que limpos e de bebida dura a mole.São aqueles cafés considerados mais raros e exclusivos. o empreendedor deverá fazer uma pesquisa para saber qual é o tipo de café mais apreciado pelo público que pretende atender. pretos-verdes e fermentados. características únicas e marcantes. O café gourmert deve ser embalado a vácuo. mole ou estritamente mole de tipos  a  (COB. com o limite de até % no blend. A torra. O café superior deve ser constituído de cafés tipos  a  COB. que atendam aos requisitos de qualidade global de bebida.

no desgaste da planta. São os cafés descafeinados. em panos ou  . no rendimento de colheita. orgânicos. com no máximo 0% de frutos verdes. catando-se a dedo somente os frutos maduros ou do tipo concentrada. desde que o seu gosto não seja pronunciado e nem preponderante. semimecanizada e mecanizada. em embalagens tipo “almofada” ou fechadas no sistema de vácuo. vitaminados. etc.São os produtos que fornecem algo mais além do prazer da bebida. evitando as perdas de aroma e sabor. no peso de grão. Esta categoria deve ser constituída de cafés até tipo  COB. os shakes. A colheita manual pode ser do tipo seletiva. Cafés Funcionais . Cafés Inovadores . Recomenda-se iniciar a colheita. etc. A colheita do café pode ser realizada de forma manual. Quantidades excessivas de frutos verdes causam prejuízos na classificação por tipo. Cafés Tradicionais . uma vez que esta composição só é compatível com a preparação por coador. admitindo-se a utilização de grãos de safras passadas. na qualidade da bebida e no valor do produto. verdes e ardidos e ausência de grãos pretosverdes e fermentados. Colheita e preparo(1) A desuniformidade de maturação dos frutos é um dos principais dificuldades a serem superadas para realização de uma boa colheita do café. Esse tipo de café deverá ser consumido no máximo até uma hora após seu preparo. com um máximo de 0% de defeitos pretos.São os produtos de uma nova geração tecnológica de produtos como os cappuccinos. derriçando-se todos os frutos de cada ramo no chão. Estes tipos de cafés devem ser embalados a vácuo ou com atmosfera inerte ou com válvula aromática. robusta/conillon e café verde-claro. enriquecidos. contribuindo para o bem estar do consumidor e satisfazendo a sua necessidade de cuidados com a saúde.café verde-claros. café com leite. cafés gelados enlatados. Estão disponibilizados no mercado hoje.Os cafés tradicionais são aqueles cafés produzidos a partir de blends de grãos que valorizam o equilíbrio entre a excelência da bebida e o sabor. Esta categoria não será certificada para café expresso.

com maior controle das fermentações. as operações de pós-colheita do café compreendem a separação das impurezas por vibração ou por imersão em água. . eliminação da mucilagem quimicamente dando o café despolpado ou mecanicamente dando o café desmucilado e ainda a secagem direta dos grãos que produz o café natural ou café de terreiro (Cortez. folhas) e também separados por estágio de maturação (verde/ cereja / seco) através de um lavador/separador propiciando uma secagem mais uniforme e específica por fruto. Por outro lado. por efeito das condições climáticas. 99). Nas condições brasileiras. Dependendo das condições existentes. • Preparo por Via úmida. A derriça no chão não é recomendável. os frutos poderão ser separados das impurezas (pedras. • Preparo por Via semi-úmida. Os processos de preparo do café podem ser agrupados em três sistemas: • Preparo por Via seca. desprovidas de recolhedores e a mecanizada é feita com máquinas colhedeiras completas automotrizes ou tracionadas por trator. durante a mudança do estádio maduro para seco. antes de ir para secagem. com eliminação da casca e da mucilagem resultando no café despolpado. 00). separação dos frutos em diversas fases de maturação. com eliminação da casca resultando no café cereja descascado. pois tende a aumentar os custos e diminuir a qualidade. eliminação da casca resultando em café cereja descascado. O café colhido é secado com casca ao natural em terreiros ou secadores mecânicos. Esta é a maneira mais recomendável. a) Preparo por via seca: É o processo mais utilizado pelos produtores.A derriça no pano é a forma de colheita mais indicada para região amazônica. paus. em que existe maior predominância deste método de colheita (Veneziano. pois controla inclusive as fermentações dos grãos que acontece na planta. em se tratando de preparo por via seca. a colheita semimecanizada utiliza derriçadeiras portáteis ou tracionadas. sem eliminação da casca resultando no café natural. contribuindo para melhoria da qualidade 9 AgriculturA e PecuáriA em peneiras. dispensando a limpeza prévia do solo. usualmente feitas nas lavouras de café Arábica. conforme tem se verificado no estado de Rondônia.

o café despolpado é colocado em tanques de fermentação para eliminação da mucilagem. pois na secagem seu pergaminho fica envolvido pela totalidade ou quase totalidade da mucilagem e assim em contato com açúcares. enquanto o café verde e o café cereja misturados vão para o descascador. Finalmente. que lhe conferem o sabor doce do grão a exemplo do café natural. principalmente no Conilon. devido existir muita desuniformidade quanto ao tamanho dos frutos. Embora os dois últimos tipos de preparo apresentem vantagens em relação ao primeiro. havendo diminuição da necessidade de secagem em terreiro ou secador. c) Preparo por via semi-úmida: Inicialmente. De imediato neste processo são observadas as vantagens já mencionadas no processo de preparo anterior. Além disso.do produto resultando numa melhor classificação. sem o sabor verde. verifica-se que não são muito utilizados na re0 . como redução do volume do produto devido a eliminação da polpa. que é complementada por uma lavagem deixando o café totalmente desmucilado. o CD apresenta características organolépticas superiores. o café cereja descascado (CD) pode ser levado direto para o terreiro de secagem ou antes passar pelo degomador mecânico para retirada do excesso de mucilagem. O café bóia vai direto para o terreiro de secagem. Em café Robusta. b) Preparo por via úmida: Inicialmente o café da roça é encaminhado ao lavador/separador e em seguida o café cereja segue para o despolpador onde será descascado e despolpado. No descascador o café verde é separado mecanicamente sob pressão indo para o terreiro de secagem. O café obtido nesse tipo de preparo é melhor classificado quanto ao tipo e bebida. com aroma e doçura dos cafés brasileiros. diminuição da necessidade de tulha de armazenamento e redução do tempo de secagem e beneficiamento. o preparo via úmida é muito usado para produção de sementes. o café da roça é separado num equipamento de lavagem e separação. enquanto o café cereja é descascado por processo mecânico. Por fim. porém exigindo maiores cuidados no despolpamento.

tem efeito marcante nas determinações do índice de qualidade. com sua estrutura e manejo. e maiores custos operacionais. Terreiro de piso revestido – Considera-se recomendável por proporcionar uma secagem mais eficiente. mais uniforme e com menos riscos de contaminação de impurezas e fermentações. Terreiro de tela suspensa – atualmente vem sendo muito recomendado. Uma forma de potencializar o uso desse sistema é implantá-lo em associações e cooperativas de produtores. garantindo um produto de melhor qualidade e com maior rendimento de secagem do que o terreiro de chão batido. pois consiste de uma estrutura suspensa. devido à necessidade de investimento em infra-estrutura. diminuição do tempo de secagem. rápida e barata. originando um produto de má qualidade. recebe maior aeração tanto por cima como por baixo. são secadores mecânicos industriais mais conhecidos e utilizados nas propriedades rurais que produzem o café Conilon e o café despolpado. Terreiro de chão batido – não é recomendável pois este tipo de terreiro além de ter menor rendimento de secagem. sendo que método de secagem escolhido. Além desses benefícios este tipo de terreiro proporciona maior redução de mão-de-obra. impede o ataque de microorganismos e garante um produto com secagem uniforme e de melhor qualidade. favorece a ocorrência de sujeiras e fermentações indesejáveis. tendo no seu interior ao longo do seu centro. secagem em secadores Os secadores horizontais rotativos intermitentes ou pré-secadores. Os mesmos são constituídos de um cilindro metálico com paredes perfuradas.  AgriculturA e PecuáriA gião amazônica.sECAGEM secagem em terreiros A secagem corresponde à fase complementar a todos os processos de preparo do café. que evita o contato do café com o solo. nível de classificação e valor comercial do produto. é de construção simples. O uso de cobertura com plástico translúcido é aconselhável nas regiões onde a colheita coincide com a época das chuvas. .

e abaixo do fundo. apresentando movimento rotativo através de um sistema de engrenagem. Os mesmos são feitos de alvenaria.um tubo perfurado onde é injetado o ar quente vindo da fornalha. para que não haja perda de calor. mas nunca devem trabalhar totalmente cheios deixando sempre espaço para movimentação do produto. conseqüentemente aumentando tempo de secagem. Estes secadores podem receber café com qualquer grau de umidade. com maior consumo de energia e mão-de-obra. cuja camada não deva passar de 0cm de altura. Caso o café já tenha sofrido a meia-seca no terreiro. a formação de um colchão de ar quente. seja ele em terreiros revestidos ou suspensos. podendo ser construídos com recursos locais na propriedade. são secadores manuais artesanais. Deve-se também ser controlada a temperatura do ar da fornalha. com a temperatura não ultrapassando a 0°C e tendo revolvimento manual constante da massa de café. tendo na parte superior a câmara de repouso dos grãos. Os secadores verticais com câmara de repouso são secadores mecânicos industriais que exigem o café que já tenha recebido uma présecagem ou meia-seca. Considera-se importante que os secadores sejam carregados totalmente. Os secadores-barcaças de leito fixo. consistindo de uma estrutura retangular. tendo na parte superior a colocação de um aleito constituído por uma chapa metálica perfurada. Os mesmos são constituídos de um grande depósito metálico. Eles fazem a primeira etapa de secagem do café com o mesmo atingindo a meia-seca para depois ser passado para outro secador vertical ou continuar secando no mesmo secador horizontal desde que os grãos estejam com umidade uniforme e a temperatura da massa do café não ultrapasse os ° C. Estes secadores recebem o café com qualquer grau de umidade. devese carregar normalmente o secador horizontal e proceder como se o produto já estivesse sido pré-secado no mesmo secador. sendo alimentado por uma fornalha e insuflado por um ventilador. iniciando com 0° C.  . em que depois o café desce e é levado por bica de fogo até a base do elevador que leva novamente para o alto até a câmara de repouso. sendo portanto de baixo custo. depois de cinco horas passar par 0° C e finalmente manter em 0° C até terminar a secagem. secadores horizontais ou em secador-barcaça. e assim sucessivamente até completar a secagem. como café fluindo para abaixo onde se encontra a câmara de secagem com seu interior tendo circulação de ar quente vindo da fornalha.

em que após o resfriamento cai para  a %. Conferir o tempo de secagem em torno de  a  horas para café de terreiro e 0 horas para o café cereja descascado. alguns procedimentos de maneira geral deverão ser observados. o armazenamento do café pode ser realizado na propriedade sendo o café em coco ou em armazéns-padrão quando o café está beneficiado. pois pode diminuir o peso e facilitar a quebra durante o benefício. passa por uma primeira secagem chamada de pré-secagem. para secagem do café com frutos verdes. tais como: . Consumir sempre lenha bem seca para não produzir fumaça e não conferir cheiro a massa de café. Baixar a temperatura da massa de café e não ultrapassar os 0°C. secagem Mista A secagem mista é considerado um sistema de secagem muito comum.  AgriculturA e PecuáriA Independente de qualquer que seja o tipo de secador a ser utilizado. para que não ultrapasse os °C. Acender a fornalha somente depois que o secador estiver cheio e em movimento. ARMAzENAMENTO Conforme Bartholo et al. através da utilização combinada do terreiro-secador. geralmente o café quer seja ele café da roça ou café despolpado. os quais contribuirão para sua melhor eficiência. (99). para em seguida ser completado o processo de secagem em secador mecânico. Carregar os secadores estando os mesmos com a fornalha apagada. feita em terreiro de preferência revestido. Terminar a secagem com teor de umidade dos grãos de  a %. Fazer quando possível a utilização da fornalha de fogo indireto. evitando defeitos. no sentido de proporcionar uma maior uniformidade de seca dos grãos e maior redução do tempo e secagem. Evitar a secagem excessiva do café. Controlar a temperatura da massa de café.l l l l l l l l l l l Considerar a formação de lotes homogêneos fazendo a secagem por separação de lotes. Manter a secagem lenta objetivando a melhor uniformidade do produto. Neste sistema.

l Evitar o armazenamento do café junto com defensivos e fertilizantes. l Realizar vigilância e controle de possíveis ataques de insetos e roedores. com observação ainda dos seguintes cuidados: l Isolar o café do chão com a colocação de estrados de madeira para não pegar umidade. l Utilizar sacarias limpas de aninhagem para acondicionamento. ensolarados e bem ventilados. luminosidade. l Manter o café em coco na tulha ou depósito até sua venda ou beneficiamento. mantendo as condições do ambiente apropriadas. os grãos são enviados para equipamentos de limpeza. Estes armazéns geralmente são administrados por entidades públicas ou privadas as quais mantêm uma execução rigorosa de normas. areia. A partir dessas canouras e por esteiras transportadoras. Nos armazéns padrão o café beneficiado é armazenado numa estrutura que permite uma conservação ideal do produto. Equipamentos básicos para a torrefação de café l Elevador de café cru l Silo para grãos torrados l Conjunto torrados l Conjunto moagem/empacotamento l Máquina para fechar Processo de Produção O processo se dá com o recebimento e a limpeza dos grãos de café. Os grãos costumam chegar em sacos.  . objetivando garantir com eficiência e segurança o sistema de armazenagem de produtos agrícolas. pedaços de madeira.Na propriedade o café em coco pode ser armazenado a granel em tulhas de madeira ou ainda ensacado em depósito de alvenaria. visando o máximo a diminuição de umidade no ambiente. l Proteger o ambiente de gotejamento e penetração de chuvas. l Armazenar o café evitando o teor de umidade superior a %. com a finalidade de eliminar pequenas pedras. desde que esses locais sejam conservados secos.etc. que são esvaziados e descarregado em canouras de recepção. temperatura e umidade. l Possuir repartições para separar diversos tipos de lotes de café. com uniformidade de ventilação.

de trinta para apenas cinco minutos. A Associação Brasileira da Industria de Café ABIC. ou se nele é feito algum tipo de mistura. para que o processo de torra não prossiga e provoque a queima do café. detectando se o produto é livre de impurezas. em principio. para que ocorra o resfriamento completo. INDICAÇõEs MÁQUINAs E EQUIPAMENTOs: Bio Queimadores BIO QUEIMADORES DRAGÃO Telefone () -0  AgriculturA e PecuáriA Outra esteira transportadora encarrega-se de colher as diferentes variedades de grãos de café recebidas e levá-las a pontos diferentes. O processo de torrefação e moagem de café é. aroma e sabor. desenvolvendo cor.O torrador é o forno. Uma vez torrados. A empresa deverá se associar a ABIC e realizar todos os procedimentos solicitados pela Associação. basicamente. o café deve ser moído pelo sistema a martelo ou a rolos. Para obter o selo de pureza. È importante. Assim por exemplo. o mesmo em todas as empresas do ramo O que diferencia. Feito isso. produzindo qualidades típicas de cada fabricante. uma unidade da outra é a automatização do processo de envasamento (embalagem) e a cor final do produto. os grãos de café são esfriados. o tempo de torrefação foi bastante encurtado. e a temperatura do processo foi reduzida de 900°C para 90°C. realiza uma analise da qualidade do café comercializado no varejo. deixar o café descansar por cerca de  horas. a fim de evitar o estufamento na embalagem. Isto é feito com a finalidade de se obter as misturas exatas das diferentes variedades de grãos de café. . onde se produzem as mudanças físicas e químicas mais importantes e onde o grão de café realmente adquire as suas características típicas. Em seguida serão pesados e transportados para os tanques intermediários de armazenamento. após a torra. Há mais um descanso de  horas para liberar o CO desprendido na hora da moagem. A evolução do processo de torrefação tem sido intensa nos últimos anos.

abnt. COM. DE SACOS PLÁSTICOS LTDA Telefone () - Embalagens Zenith ltda Telefone () 9- NORMAs TéCNICAs: MB 000 Análise de café MB 0009 Determinação de cloreto no café As normas podem ser obtida na ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas http://www.Empacotadeira para pó SELOVAC INDUSTRIA E COMERCIO LTDA Telefone () -99 MASIPACK IND.org.MAQ.AUTOMATICAS LTDA Telefone () -099 RAUMAK MÁQUINAS LTDA Telefone () 0-0 Torrefação e Moagem de café Máquina MÁQUINAS TIGRE S/A Telefone () -9 INDUSTRIA MAQUINAS D’ANDREIA S/A Telefone (9) -0 FORNECEDOREs: Sacaria para Café SACARIA MEIRELES LTDA Telefone () 9- COMPANHIA TEXTIL DE CATANHAL S/A Telefone () -9 Embalagem para café PLASCO INDUSTRIA E COMERCIO LTDA Telefone () 9-000 AFASA IND.br  .

br ABIC Associação Brasileira da Industria de Café http://www.br/arquivos/pontopartida/Torrefação>.abic. não deve tomar chuva. Disponível em: <http://www. Cuidados no armazenamento. para se obter a secagem uniforme dos grãos.cnptia. 00  AgriculturA e PecuáriA EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: . Acesso em: 0 de abr.com. abecafe.abnt.com.br ABECAFE Associação Brasileira de Exportadores de Café http://www. para permitir um perfeito arejamento do café.sebraemg. dispostas no mesmo sentido da inclinação do terreiro. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. 00. Depois o café atinge a meia-seca. o café deve ficar esparramado no terreiro. Cuidados na secagem. . Nos primeiros dias. Acesso em: 0 de abr. À tarde o café deve ser ajuntado em leiras de 0 a 0 centímetros de altura. Cultivo do Café Robusta em Rondônia. O armazém ou tulha deve ser construído de acordo com as normas para sua localização. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia . O café deve permanecer no terreiro até atingir % de umidade para ser armazenado ou beneficiado.br Para ter um produto de qualidade alguns cuidados são necessários. O café deve ser armazenado com teor de umidade em torno de  a %.org.ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas http://www. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs 00.com. em camadas finas de três a quatro centímetros e ser revolvido constantemente. além de materiais e dimensões recomendadas.htm>.br/FontesHTML/Cafe/CultivodoCafeRobustaRO/colheita. por isso deve passar aas noites amontoados e coberto com encerado.embrapa. SEBRAE MG TORREFAÇÃO E CAFÉ.

interessada em diminuir seus custos de transporte e em contar com grãos com maior teor de bixina. possuindo hoje o melhor urucum do País.%”. passaram a se organizar e contar com apoio tecnológico de empresas do ramo. em seu documento sobre urucum (cujas referências completas estão abaixo). Segundo explica o gerente de vendas da Chr. Para a Chr. pelos produtores paulistas”.BENEFICIAMENTO DE URUCUM PALAvRAs-ChAvE Urucum.  . e sobre o mercado do urucum no estado de São Paulo. O restante das compras vêm do Paraná e de Rondônia. as regiões de Monte Castelo e Olímpia. fazendo um trabalho de seleção das melhores sementes. depois de análises de laboratórios. em 00. Isso porque a unidade de Valinhos foi escolhida como centro mundial dos corantes de urucum. contra a média nacional de . mercado de urucum Informações gerais sobre cultivo e beneficiamento do urucum. onde os teores de bixina atingem %. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Mercado Com relação ao mercado de urucum no estado de São Paulo. Hansen esses trabalhos de desenvolvimento foram fundamentais para atender sua estratégia global de negócios. Com consumo. “Hoje 0% do nosso consumo de sementes de urucum são de São Paulo. “Espalhamos as melhores.00 toneladas de sementes. o seu problema é não contar com planejamento bem organizado e produtores concentrados como ocorre em São Paulo. Hansen. de . especialmente informações sobre máquinas usadas no beneficiamento. revela. afirma Munuera. a unidade transaciona em exportações intercompany. Embora este último estado o gerente também considere como produtor de um bom urucum. máquinas de beneficiar urucum. Marcos Munuera. de acordo com a Revista Química e Derivado-Editora QD. a empresa apoiou esses produtores.

Munuera acredita muito na expansão das aplicações do corante de urucum. para melhor atender a demanda. A produção de urucum hoje é responsável por mais de 0% de suas vendas de corantes naturais (a empresa também produz coagulantes para produção de queijo). Dependendo do nível técnico do produtor. da localidade na época e. sendo constituída das seguintes etapas: recolhimento dos frutos no campo. a obtenção do tipo lipossolúvel seria feita por simples mistura com óleo vegetal. a Chr. 9 AgriculturA e PecuáriA principalmente para a matriz na Dinamarca. descachopamento. a sua unidade produtiva passa por reformulação. enquanto o segundo destina-se às salsichas. O primeiro é principalmente vendido para aplicações em margarinas. ou por US$ 0. recheios de biscoito e massas. classificação e comercialização.) (cujas referências completas estão abaixo): Pós-colheita As práticas de pós-colheita apresentam expressiva importância no processo agroindustrial do urucuzeiro devido à influência direta na qualidade do produto final.0 por quilo de semente. peneiramento. A partir desse concentrado. cerca de  t por semana de corantes hidro e lipossolúveis de urucum a %. secagem das sementes ensacamento. essencialmente. sobretudo em virtude do desenvolvimento das versões encapsuladas e acid proof. balas e confeitos. já citadas. descrição essa de acordo com o documento: Colheita e Pós-colheita do Urucum (Bixa orellana L. Aliás. Beneficiamento Abaixo segue uma descrição dos procedimentos a que são submetidos o urucum após ser colhido até a produção do corante. embutidos. maioneses.0.Comprando o produtor a uma média de US$ 0. por percentual de bixina. A pós-colheita tem início no momento seguinte à colheita propriamente dita. pré-secagem dos frutos. Hansen coloca no mercado o corante lipossolúvel a R$ 0/kg e o hidrossolúvel a R$ . A idéia é unificar os atuais três processos diferentes em apenas uma extração alcalina. para corantes hidrossolúveis. do clima. . Recolhimento dos frutos no campo É uma tarefa que tem estreita relação com a quantidade do produto colhido. da exigência do comprador. e por causa da crescente aceitação do mercado externo.

sem perda de qualidade do produto. quando se procede ao descachopamento manual. perde-se bixina nesta operação. secagem das sementes Há dois métodos utilizados para a operação da secagem. Em algumas regiões do país. a . pela sua exposição ao calor (sol e oxida0 . A perda de bixina é diretamente proporcional ao teor de umidade das sementes.os frutos colhidos podem permanecer por um curto período de dias nas entrelinhas das plantas. é o objetivo principal para facilitar o descachopamento. o descachopamento poderá ser efetuado pelos métodos manual e mecânico. pode haver perdas de qualidade de sementes. No processo de secagem. A redução da umidade dos frutos (cachopas) e das sementes. devido ao maior teor de umidade das sementes e/ou regulagem do equipamento. pela maneira incorreta de se utilizar à vara no batimento às sementes. os frutos são secados em secadores solares. isto dependendo das condições pluviais locais. Um fator importante a considerar é que pelo atrito. Observação: o nome das maquinas usada no processo de descachopamento e no de peneiramento podem ser adquirido junto com os fornecedores indicados abaixo. Normalmente. bem como em secadores artificiais. O manual é realizado após a “bateção” dos frutos. recomenda-se mexer as sementes o mínimo possível. após a descachopagem em máquinas incompletas. O método mecânico.0%. visando evitar perdas significativas das mesmas. as perdas de bixina são significativas. é o mais indicado. Descachopamento Dependendo do poder aquisitivo do produtor. O natural no qual as sementes são colocadas em terreiros e/ou sobre lonas. Peneiramento O peneiramento do material colhido pode ser feito tanto manual como mecânico. em terreiros ou em secadores de alvenaria. apesar de apresentar perdas de bixina de . enquanto que o mecânico. ao sol e o método artificial cuja perda de umidade ocorre em secadores com calor e ventilação forçada. Pré-secagem dos frutos Consiste no recolhimento dos frutos sobre lonas. Outra opção é colher direto em balaios ou sacos e armazenálos em local adequado.

onde os resultados das análises foram discutidos. Alguns laboratórios determinaram a bixina diretamente. visando tornar o material armazenado da melhor qualidade. utilizando sementes de urucum. A perda por atrito é função da falta de controle no carregamento e no descarregamento das sementes. sejam bastante diferenciados. podendo haver incidência de mofo. visto que. Armazenagem A armazenagem do produto deve ser feita. foi realizado. ficando sujeitas à contaminação. onde cada laboratório.KOH ou hidróxido de sódio . realizaram a seleção de dois métodos . ao seu baixo custo operacional e maior rigidez no teor final de bixina. Outros. preliminarmente. comparados e avaliados. envolvido nesses estudos. As sementes armazenadas a granel perdem mais rapidamente o teor de bixina.KOH e clorofórmio. pode-se recorrer ao método do clorofórmio para diri AgriculturA e PecuáriA ção). Este é o método aceito internacionalmente. Caso os resultados obtidos. Deve-se evitar a presença de roedores e insetos. umidades relativas superiores a % não são recomendadas. É de suma importância verificar o porcentual de umidade contido nas sementes. Metodologias para a determinação de bixina O método para a determinação de bixina. em São Paulo. de preferência.NaOH e posterior leitura espectrofotométrica. por este método. por meio do tratamento das sementes com solução de hidróxido de potássio . transformando a bixina em norbixina. com pouca luz e sobre estrados. conforme as exigências pré-estabelecidas pelo comprador. Após serem testados e analisados quatorze métodos diferentes e realizadas várias reuniões no Instituto Adolfo Lutz. .Ensacamento O processo de ensacamento deve ser procedido em saco de polipropileno de 0 kg devidamente limpo ou em outro tipo de recipiente. fazendo a extração com clorofórmio e posterior leitura espectrofotométrica. no local da secagem. analisou a mesma amostra pelo seu próprio método. em local fresco. A Emepa optou pela utilização do método KOH devido à facilidade na aquisição desse extrator. determinaram indiretamente. os quais foram enviados ao Ministério da Agricultura para apreciação e validação dos mesmos. através de estudos comparativos.

Retira a quantidade necessária desta solução final para a cubeta do espectrofotômetro e a outra cubeta completa com a solução de KOH a % para calibragem do aparelho. finalmente.mir alguma dúvida. Quando estiver em ebulição. lavando as sementes com água deionizada (00 ml) por sete a nove vezes. cujo resultado é convertido em bixina pela multiplicação do fator . consulta-se a tabela e encontra-se o número correspondente em bixina. geralmente. Tampar e agitar bem. tomar uma alíquota de  ml da solução corante (filtrada anteriormente) e. Ler no espectrofotômetro a  nm. em outros dois balões volumétricos de 000 ml. colocar as sementes.0 que fornece um teor final de bixina pouco inferior ao dosado com o clorofórmio. filtra-se a solução e. contra um branco de solução de KOH a %. Em um erlenmeyer de 00 ml. em célula de  cm. ao término de cada filtragem. Obtenção do corante natural bixina Além dos processos de extração por solventes. com suas numerações correspondentes. posteriormente. a bixina também pode ser extraída por processos puramente mecânicos. que consistem. Para maior comodidade. completar o balão até 000 ml. Sem agitar. com o auxílio de um funil de vidro. basicamente. Como observação. Tampar bem o balão volumétrico e agitar bem a solução. pipeta e outros instrumentos. esfriar em água corrente (torneira). Com a leitura do aparelho. e. Em um balão volumétrico de 000 ml. adicionar 0 ml da solução de KOH a % e colocar para ferver. mantendo-as por  minuto. nos seguintes passos: Pesar  g da amostra (sementes de urucum). não comprometendo o método KOH. completar para 000 ml com a solução de KOH a 0. Continuando a operação. uma peneira pequena. jogar fora (na pia) aproximadamente 00 ml para facilitar o manuseio com o balão. O método KOH expressa a norbixina. A metodologia utilizada para a determinação do método KOH consiste. de técnicas físicas que promovem a raspagem ou o atrito  . limpar o erlenmeyer e não mexer o material decantado na lã de vidro. lã de vidro e um bastão de vidro.%.

. Marajuara.  – Jd.com.sa@uol. Capivari – SP Tel: (9) 9 . de bixina. .com. Rua Guaranésia. o qual é obtido na forma.moinhostigre. Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos. predominante.Esses processos estão em fase de aperfeiçoamento onde os produtos assim obtidos. os fornecedores são: Semco S/A.br Meteor Indústria e Comércio Ltda. Av. Marta Balanças e Aparelhos de Precisão. Miguel de Estáfano.com. Rua Dom Aguirre. Rua Professor Luciano Prata. os fornecedores são: Máquinas Tigre S/A. São Paulo-SP CEP: 00-00 Telefone: ()-9 Fax: ()9-000 E-mail: tigre@moinhostigre.  /  – Saúde.br Site: http://www. Fornecedores Fornecedores de maquinas para descachopamento e peneiramento De acordo com a ABIMAQ. .  – Centro. São Paulo – SP Tel: ()    AgriculturA e PecuáriA entre grãos visando à separação de sua camada externa que contém o corante. geralmente. São Paulo-SP CEP: 0-00 Telefone: ()9- Fax: ()9-0 E-mail: meteor.br Fornecedores de Equipamento de laboratório De acordo com o documento: Idéias de negócio: Fabricação de perfumes. apresentam baixos teores de bixina. São Paulo – SP Tel: () -000 Afonso Panza R:  de novembro.

00.cpt. e que serviram da base para se fazer esses documento. 9.se ter acesso a vídeo e textos sobre o assunto desejado.emepa. o vídeo: Cultivo de Urucum e Corantes Naturais. também.br/upload/ sbrt526. e Com. Disponível em: http://www.pl?controle=9632# Finalmente no site da EMEPA-Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária do Paraná.globo. Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micros Empresas. Centro de Produções Técnicas. 0.php acesso em  de nov. adubação  . cuidado com pragas e doenças.sebraesp. São Paulo – SP Tel: () 9 0. irrigação.pdf Sugerimos. Disponível em: http://www. pode . podem-se encontrar informações na Resposta Técnica . O vídeo pode ser adquirido através do CPT. LTDA (especializada em frascos e vidraçarias) Av. Henry Nestlé. Escritório de São Paulo.org. cultivares. Tal material encontra-se disponível em: http://www.com/ cgi-bin/globorural/montar_texto. disponível em: http://www. Grama Dois .com.ibict.sbrt. as outras fontes presentes nos documentos referenciados abaixo. ainda. Também.br/produtos/058_417. a importância de se consultar as fontes indicadas.br/simbrau/. Vila Carrão. encontram-se indicações sobre como proceder a um cultivo eficientes do urucum.Vidraria Anchieta LTDA (especializada em frascos e vidraçarias) Rua Evangelina. no site da Globo Rural. Esse material pode ter grande valia no aprendizado sobre o manuseio com o urucum. caso queira uma descrição detalhada desse mercado no estado de São Paulo.com. Nesse site existe ainda informações sobre: preparo do solo. fazer uma pesquisa de mercado e para isso deve-se entrar em contato com o SEBRAE-SP.Caçapava – SP Tel: ()   CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se. Glasstubing Ind. Ressalta-se.br/ Com relação ao mercado da produção e beneficiamento de urucum no Brasil. Disponível em: http://globoruraltv. caso precise de mais informações. bem como.

Urucum.emepa. 00. Franca-SP Telefone: () - E-mail: franca@sebraesp.com.br/>. Acesso em:  de nov.Editora QD. Portanto seria muito útil consultá-lo. Disponível em: <http://www.sbrt. SEBRAE-SP. Simpósio Brasileiro do Urucum. Disponível em: <http://www. 00. Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micros Empresas. Disponível em: <http:// www. Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos. 00. Acesso em:  de nov. Disponível em: < http://www.br/upload/sbrt526.Serviço Brasileiro de Resposta Técnica.htm >. .com. 00. 00. Acesso em:  de nov.htm>. Acesso em:  de nov. Colheita e Pós-colheita do Urucum (Bixa orellana L.br/revista/qd421/corantes3. Camilo Flamarion de Oliveira.REFERêNCIAs ABIMAQ. Acesso em:  de nov.com. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de nov.br/simbrau/>.pdf>.org.  Bairro: São José. Disponível em: http://www.com. br/>.sebraesp.). Simpósio Brasileiro do Urucum. Acesso em:  de nov.br FRANCO. Revista Química e Derivado. Disponível em: <http://www. org. SBRT .br/inform/urucum_colheita.quimicaederivados. escritório de São Paulo.ibict. 00  AgriculturA e PecuáriA entre outros. 00. Escritório Regional Franca Endereço: rua Ângelo Pedro.abimaq.emepa.

feijão. equipamentos.000 a. cultuados como símbolo da vida. Os feijões estão entre os alimentos mais antigos. posteriormente. na Mesoamérica. As ruínas da antiga Tróia revelam evidências de que os feijões eram o prato favorito dos robustos guerreiros troianos. cerca de . na Suíça.. também. sendo.C. similares a variedades criolas simpátricas. Foram encontradas referências aos feijões na Idade do Bronze. Eram cultivados no antigo Egito e na Grécia. na América do Sul. no Peru) são indícios de que o feijoeiro teria sido domesticado na América do Sul e transportado para a América do Norte (). equipamentos e fornecedores. suportam a hipótese de que o feijoeiro teria sido domesticado na Mesoamérica e disseminado.000 a. de feijões domesticados na América do Sul (sítio de Guitarrero. Os antigos romanos usavam extensivamente feijões nas suas festas gastronômicas. Os grandes exploradores ajudaram a difundir o uso e o cultivo de feijão para as mais remotas regiões do planeta. encontrados no México e a existência de tipos domesticados. e entre os hebraicos.C.. utilizando-os até mesmo como pagamento de apostas. Por outro lado. A maioria dos historiadores atribui a disseminação dos feijões no mundo em decorrência das guerras. uma vez que esse alimento fazia parte essencial da dieta dos guerreiros em marcha.  . Tipos selvagens. remontando aos primeiros registros da história da humanidade.000 a. datados de cerca de . beneficiamento do feijão Qual o processo de beneficiamento do feijão. achados arqueológicos mais antigos. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Origem e história Existem diversas hipóteses para explicar a origem e domesticação do feijoeiro.C.BENEFICIAMENTO DO FEIjÃO PALAvRAs-ChAvE Beneficiamento. cerca de 0.

Figura  – Feijão carioca ()

Figura  – Feijão preto ()

Plantio Para se obter sucesso em uma lavoura é importante reunir todas as condições que favoreçam a planta a expressar todo o seu potencial produtivo (). A escolha da área, a qualidade das sementes e a operação de semeadura, especialmente no que se refere à época, à profundidade em que as sementes são colocadas, o espaçamento entre fileiras e o número de sementes por metro, são fatores bastante importantes e devem ser levados em consideração. O feijoeiro é uma planta com sistema radicular delicado, com sua maior parte concentrada na camada de até 0 cm de profundidade do solo, por isso, deve-se ter um cuidado especial na escolha da área. Solos pesados, compactados, sujeitos a formar crosta na superfície ou ao encharcamento não são adequados para a cultura do feijoeiro, recomendam-se solos friáveis, com boa aeração, de textura arenoargilosa, relativamente profundos e ricos em matéria orgânica e elementos nutritivos. A semente de boa qualidade permite a formação de lavoura uniforme, maximiza o aproveitamento dos demais insumos utilizados, evita a propagação e diminui as fontes de contaminação de doenças na lavoura, reduz a disseminação de plantas nocivas e a agressividade daquelas já presentes no solo. O seu custo corresponde normalmente de 0 a 0% do custo total da lavoura. Quanto à semeadura, as épocas recomendadas concentram-se, basicamente, em três períodos, o chamado das “águas”, nos meses de setembro a novembro, o da “seca” ou safrinha, de janeiro a março, 

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e o de outono-inverno ou terceira época, nos meses de maio a julho. No plantio de outono-inverno ou terceira época, que só pode ser conduzido em regiões onde o inverno é ameno, sem ocorrência de geadas, como em algumas áreas de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Espírito Santo, o agricultor, via de regra, necessita irrigar a lavoura. Na época da “seca” nem sempre as chuvas são suficientes durante todo o ciclo da cultura, sendo conveniente, neste caso, complementar com irrigação. A profundidade de semeadura pode variar conforme o tipo de solo. Em geral recomendam-se de - cm para solos argilosos ou úmidos e de - cm para solos arenosos. A densidade, ou o número de plantas por unidade de área, é resultado da combinação de espaçamento entre fileiras de plantas e número de plantas por metro de fileira. Espaçamentos de 0,0 a 0,0 m entre fileiras e com 0 a  plantas por metro, em geral proporcionam os melhores rendimentos. Importância econômica e informação nutricional Os grãos de feijão representam uma importante fonte protéica na dieta humana dos países em desenvolvimento das regiões tropicais e subtropicais, particularmente nas Américas (% da produção mundial) e no leste e sul da África (0% da produção mundial). Seu consumo per capita no Brasil situou-se, em 00, em ,9 kg/hab/ano, e, na década de 0, chegou a alcançar patamares de - kg/hab/ano, sendo esta redução atribuída, ao longo do tempo, a vários fatores. Há grandes variações regionais quanto ao gosto e preferência por tipos de grãos consumidos (). O feijão apresenta componentes e características que tornam seu consumo vantajoso do ponto de vista nutricional. Entre eles citam-se o conteúdo protéico, o teor elevado de lisina, a fibra alimentar, alto conteúdo de carboidratos complexos e a presença de vitaminas do complexo B (). A Tabela  apresenta as informações nutricionais do feijão. 

Porção 0g ( colheres de sopa) Quantidade por porção Valor calórico 00kcal Carboidratos g Proteínas g Gorduras Totais 0kg Gorduras Saturadas 0g Colesterol 0mg Fibra Alimentar g Cálcio mg Ferro mg Sódio 0mg * valor diário.

%VD (*) % % % 0% 0% 0% % % % 0%

Produção no Brasil O feijão é cultivado em praticamente todo o território nacional, porém grande parte da produção está concentrada em apenas 0 estados, PR, MG, BA, SP, GO, SC, RS, CE, PE e PA, responsáveis por praticamente % da produção nacional, atingindo anualmente cerca de ,0 milhões de toneladas, distribuídas em três safras distintas, águas, seca e inverno (). Os dois gêneros de feijões cultivados no Brasil são Phaseulus e o Vigna, sendo que o primeiro é mais cultivado na região Centro Sul (carioca e preto), e o segundo na região Norte/Nordeste (macaçar/caupi). Segundo estimativas, mais da metade da produção brasileira é constituída da variedade carioca, preferida pelos consumidores da região Centro Sul, seguida pelo feijão preto e em pequenas quantidades (outras variedades) que são os feijões, vermelho, canário, jalo, rajado e rosinha, atendendo alguns nichos no mercado interno e externo. 

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Tabela 1: Informação nutricional do feijão (2)

Figura 3 – Produção de feijão no Brasil (6)

Colheita e pós-colheita A mecanização do feijoeiro, independente do sistema de cultivo empregado, não apresenta maiores problemas nas operações agrícolas realizadas antes da colheita e no beneficiamento dos grãos. São utilizados equipamentos convencionais a outras culturas, como a do arroz, do milho e da soja, para preparo do solo, semeadura, tratos culturais e limpeza e classificação dos grãos. Diversos métodos são usados na colheita do feijoeiro, os quais variam em função do sistema de cultivo, do tipo de planta e do tamanho da lavoura (). Com o surgimento de grandes lavouras em monocultivo, a colheita tem sido feita por processos semi-mecanizados (arranquio manual das plantas e trilhamento com recolhedora trilhadora); mecanizado indireto em duas operações (ceifamento das plantas com ceifadora e trilhamento com recolhedora trilhadora) e mecanizado direto em uma operação com colhedora automotriz apropriada. 90

As colhedoras automotrizes convencionais apresentam desempenho insatisfatório no feijoeiro em relação à perda e à danificação de grãos. Porém, uma melhoria no desempenho dessas máquinas tem sido obtida ao equipá-las com plataformas de corte flexíveis e com mecanismos para diminuir a danificação e a mistura de terra nos grãos. Conforme a colheita, o beneficiamento do feijão também se constitui numa operação de grande importância, pois os métodos de colheita não proporcionam um produto final limpo e padronizado em condições de ser comercializado. É necessário que o produto colhido passe por um processo de limpeza para melhorar a pureza, germinação e vigor. Processos produtivos e máquinas na etapa de beneficiamento O beneficiamento é feito, geralmente, por dois equipamentos principais: a máquina de ar e peneira e a máquina densimétrica que possui mais recursos para separar impurezas de tamanho e densidade próximos da semente. Após o beneficiamento, o feijão armazenado, destinado ao plantio ou ao consumo, deve receber tratamentos especiais para evitar sua depreciação (). Os processos para empacotamento de cereais podem variar entre sistemas semi-automáticos, de baixa produtividade, que não exigem mão-de-obra especializada, até sistemas altamente sofisticados, totalmente controlados por computador com softwares especialmente desenvolvidos, exigindo mão-de-obra altamente especializada (). O processo semi-automático (será descrito este processo considerando-se que o empreendedor é iniciante na atividade) é composto, pelo menos, das seguintes etapas:
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Pré-limpeza dos grãos: o equipamento de pré-limpeza dos grãos é importante para as impurezas, que normalmente, acompanham os grãos na colheita. Composto por um sistema de aspiração de impurezas leves e peneiras com função variável, limpa os grãos de suas piores impurezas, melhorando a qualidade do produto. Secagem: é importante no processo produtivo para garantir o prazo de validade. Grãos úmidos tendem a se deteriorar em menos tempo. A secagem é feita normalmente, por ventilador acoplado a sistemas de geração de calor, instalados em esteiras ou 9

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elevador de canecas. Empacotamento: depois de limpos e secos, os grãos devem ser transportados para empacotadora. Algumas máquinas semi-automáticas funcionam com compressor de ar, podendo produzir até .00 sacos de 00 gramas por hora. Lacragem dos pacotes e impressão da data de validade.

LEGIsLAÇÃO
- Portaria nº , de  de julho de 9, do Ministério da Agricultura e do Abastecimento, institui: Norma de identidade, qualidade, apresentação e embalagem do feijão. * Informações completas sobre a portaria podem ser acessadas através do link: http://extranet.agricultura.gov.br/sislegis-consulta/consultarLegislacao.do?operacao=visualizar&id=1024

INsTITUIÇõEs
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE Telefone: 0800 78 02 02 Site: http://www.sebraesp.com.br/ Embrapa Arroz e Feijão Rodovia GO-, km  Zona Rural C.P. 9. CEP -000 Santo Antônio de Goiás - GO Telefone: () -0 FAX: () -00 Site: http://www.cnpaf.embrapa.br/ Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA Telefone Geral da Anvisa: () -000 Site: http://www.anvisa.gov.br/

FORNECEDOREs DE MÁQUINAs E EQUIPAMENTOs
Lucato Rua Américo Viera,  CEP -9 Limeira - SP Telefone: (9) -00 9

Lemaqui Equipamentos Industriais Av. Acvat  sala 0 CEP: 9900-000 – Americano Lajeado - RS Telefone: () 0-0 Fax: () 09-0 E-mail: lemaqui@lemaqui.com.br Site: http://www.lemaqui.com.br/ Comal Comércio de Máquinas e Acessórios Agrícolas de Limeira Ltda Endereço: Rua Alberto Pelegrini,  - CEP -09 - JD. Vista Alegre Limeira - SP Fone/FAX: (9) -9 E-mail: comal@widesoft.com.br Site: http://www.widesoft.com.br/users/comal/ Balanças Vargas Ltda Rua: Monte Simplon, 9 – Nova Suíça CEP: 00-0 Belo Horizonte – MG Telefone: () - FAX: () -0 E-mail: balancasvargas@terra.com.br GBR Máquinas Ltda Rua Santa Rita,  – Centro CEP: 00-00 Juiz de Fora – MG Telefone/FAX: () -90 E-mail: gbmaquinas@yahoo.com.br Site: http://www.gbmaquinas.com.br Moinhos Indústria e Comércio Tecmolin Ltda Rua Ettore Ximenes,  CEP: 0-00 São Paulo – SP 9

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FAX: (9) - E-mail: lucato@lucato.com.br Site: http://www.lucato.com.br/

Telefone: () -9 FAX: () -9 E-mail: tecmolin@tecmolin.com.br Site: http://www.tecmolin.com.br Engetecno Rua São Paulo,  Poços de Caldas, MG CEP 0-0 Telefone: () - Site: http://www.engetecno.com.br/index.html * A Engetecno fornece projeto de fábrica para beneficiamento de feijão.

FORNECEDOREs DE EMBALAGENs
SR Embalagens Plásticas Av. Mário de Oliveira, 00 - Distrito Industrial II Caixa Postal  - CEP -0 Barretos – SP Telefone: () - FAX: () -0 Site: http://www.srembalagens.com.br/ Embalagem Transparente São Paulo Ltda Rua Barra do Tibagi, /9 CEP: 0-000 São Paulo – SP Telefone: () -0 / - / - FAX: () -09 E-mail: embalagemsp@embalagemsaopaulo.com.br Site: http://www.embalagemsaopaulo.com.br/testeindex6.html Indústria de Plásticos Cristal Americano - Comércio e Transportes Ltda Rua Mendes Caldeira, 00 – Brás Cep: 000-00 São Paulo – SP Telefone: () 9- FAX: () 9-9 Site: http://www.ipcal.com.br/ 9

Tão importante quanto produzir é conseguir vender. Para isso, deve ser criado algum tipo de benefício ao consumidor, para que ele dê preferência à nova marca, em detrimento da concorrência. O empreendedor deve ainda, ter em mente, que ao abrir esse tipo de empresa, estará sujeito à Vigilância Sanitária de sua região, devendo, portanto, antes de iniciar o negócio, informar-se nos órgãos responsáveis pela fiscalização e no caso de regulamentação, idéias de investimento, documentação necessária para início da atividade, o cliente poderá deverá entrar em contato com o SEBRAE.

REFERêNCIAs 
. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Origem e história do feijão. Disponível em: <http://www.cnpaf.embrapa.br/feijao/historia.htm>. Acesso em:  de abr. 00. . Unifeijão. Valores Nutricionais. Disponível em: <http://www.unifeijao. com.br/>. Acesso em:  de abr. 00. . SILVA, C. C. da. Cultivo do feijoeiro comum: plantio. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Feijao/CultivodoFeijoeiro/plantio.htm>. Acesso em 0 de abr. 00. . YOKOYAMA, L. P. Cultivo do feijoeiro comum: importância econômica. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Feijao/CultivodoFeijoeiro/importancia.htm>. Acesso em: 0 de abr. 00. . DEL PELOSO, M. J.; COSTA, J. G. C. da; RAYA, C. A.; FARIA, L. C. de. Cultivo do feijoeiro comum: cultivares. Disponível em: <http://sistemasde-

producao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Feijao/CultivodoFeijoeiro/cultivares. htm>. Acesso em: 0 de abr. 00.

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. SILVA, J. G. da; FONSECA, J. R. Cultivo do feijoeiro comum: colheita e pós-colheita. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Feijao/CultivodoFeijoeiro/colheita.htm>. Acesso em: 0 9

AgriculturA e PecuáriA

CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs

de abr. 00. . SEBRAE. Ponto de partida: beneficiamento e empacotamento de cereais, farináceos e grãos. Disponível em: <http://www.sebrae-

mg.com.br/Geral/visualizadorConteudo.aspx?cod_areasuperior=2&cod_ areaconteudo=231&cod_pasta=234>. Acesso em: 0 de abr. 00.

Kleberson Ricardo de Oliveira Pereira

NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 

0 de abr. 00

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Biodiesel, obtenção do biodiesel, processo de transesterificação

PALAvRAs-ChAvE

Saber qual procedimento adotar para realizar a transesterificação e obter o biodiesel. E como saber a qualidade do produto obtido.

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA

sOLUÇÃO APREsENTADA
1. Introdução Biodiesel é um combustível biodegradável derivado de fontes renováveis, que pode ser obtido por diferentes processos tais como o craqueamento, a esterificação ou pela transesterificação. Pode ser produzido a partir de gorduras animais ou de óleos vegetais, existindo dezenas de espécies vegetais no Brasil que podem ser utilizadas, tais como: mamona, dendê (palma), girassol, babaçu, amendoim, pinhão manso e soja, dentre outras (). 2. Biodiesel O biodiesel substitui total ou parcialmente o óleo diesel de petróleo em motores ciclodiesel automotivos (de caminhões, tratores, camionetas, automóveis, etc) ou estacionários (geradores de eletricidade, calor, etc). Pode ser usado puro ou misturado ao diesel em diversas proporções. A mistura de % de biodiesel ao diesel de petróleo é chamada de B e assim sucessivamente, até o biodiesel puro, denominado B00 (). Segundo a Lei nº 11.097, de  de janeiro de 00 (), biodiesel é um “ biocombustível derivado de biomassa renovável para uso em motores a combustão interna com ignição por compressão ou, conforme regulamento, para geração de outro tipo de energia, que possa substituir parcial ou totalmente combustíveis de origem fóssil”. A transesterificação é processo mais utilizado atualmente para a produção de biodiesel. Consiste numa reação química dos óleos vegetais ou gorduras animais com o álcool comum (etanol) ou o metanol,

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AgriculturA e PecuáriA

BIODIEsEL

estimulada por um catalisador, da qual também se extrai a glicerina, produto com aplicações diversas na indústria química (). Cerca de 0% de uma molécula de óleo vegetal é formada por glicerina. A glicerina torna o óleo mais denso e viscoso. Durante o processo de transesterificação, a glicerina é removida do óleo vegetal, deixando o óleo mais fino e reduzindo a viscosidade (). Além da glicerina, a cadeia produtiva do biodiesel gera uma série de outros co-produtos (torta, farelo etc.) que podem agregar valor e se constituir em outras fontes de renda importantes para os produtores. 2.1. Ácidos graxos O resultado da reação química entre os ácidos graxos contidos em óleos vegetais e gorduras animais e um álcool, que pode ser o etanol ou o metanol, é um éster etílico ou metílico. Quando usado como combustível, denominamos tal produto de biodiesel (). Entre os diversos compostos estudados pela química orgânica estão os chamados ácidos carboxílicos. Tais compostos têm como característica o grupo funcional carboxila:

Grupo carboxila: Os ácidos carboxílicos encontrados em gorduras animais e óleos vegetais são conhecidos como ácidos graxos. Para a descrição da molécula de um ácido graxo, deve-se indicar o comprimento da cadeia carbônica (número de átomos de carbono), o número de duplas ligações e a posição exata de tais ligações. 2.2. Produção O processo de produção do biodiesel, partindo de uma matéria prima graxa qualquer, envolve as etapas operacionais mostradas no fluxograma a seguir ():

9

MATÉRIA PRIMA

PREPARAçãO DA MATÉRIA PRIMA CATALISADOR ( NaoH ou KOH ) óLEO OU GORDURA REAçãO DE TRASNSESTERIFICAçãO

METANOL OU ETANOL

áLCOOL ETíLICO OU METíLICO SEPARAçãO DE FASES

FASE PESADA

FASE LEVE

DESIDRATAçãO DO áLCOOL

RECUPERAçãO DO áLCOOL DA GLICERINA GLICERINA BRUTA DESTILAçãO DA GLICERINA

ExCESSOS DE áLCOOL RECUPERADO

RECUPERAçãO DO áLCOOL DOS ÉSTERES

PURIFICAçãO DOS ÉSTERES

RESíDUO GLICÉRICO

GLICERINA DESTILADA

BIODIESEL

Figura 1. Fluxograma do processo de obtenção do biodiesel (4).

Na preparação da matéria-prima para sua transformação em biodiesel visa-se obter condições favoráveis para a reação de transesterificação, para assim alcançar a maior taxa de conversão possível. Primeiramente, a matéria prima deve ter o mínimo de umidade e acidez possíveis, isso pode ser realizado através dos processos de desumidificação e de neutralização, respectivamente. A neutralização pode ser realizada com solução e a desumidificação através do processo de secagem. Esses processos variam com as características de cada produto. A segunda etapa do processo é conhecida como etapa de conversão e ocorre através da reação de transesterificação, onde ocorre a transformação dos óleos ou gorduras em ésteres metílicos ou etílicos de ácidos graxos, constituintes do biodiesel.

99

AgriculturA e PecuáriA

Após a fase de transesterificação, obtém-se uma massa reacional final que é constituída por duas fases, que são separáveis por decantação ou ainda centrifugação. A fase mais pesada é composta de glicerina bruta, impregnada dos excessos utilizados de álcool, de água, e de impurezas inerentes à matéria prima. A fase menos densa é constituída de uma mistura de ésteres metílicos ou etílicos, conforme a natureza do álcool originalmente adotado, também impregnado de excessos reacionais de álcool e de impurezas. Após a separação, podemos obter a glicerina bruta, a partir da fase pesada que é submetida a um processo de evaporação, eliminando seus constituintes voláteis. E o álcool residual é obtido da fase leve e sua purificação provém da destilação, para assim obter álcool desidratado. A purificação dos ésteres ocorre pelo processo de centrifugação e desumidificação, resultando no produto conhecido como biodiesel. Este deve seguir as normas estabelecidas para o biodiesel como combustível. Um outro subproduto que constitui rentabilidade neste processo é a glicerina bruta. No entanto, a procura pela glicerina purificada é muito maior, devida ao seu valor econômico. A glicerina purificada pode ser obtida por destilação à vácuo. 2.3. Especificações e qualidade O biodiesel constitui na atualidade uma das mais importantes alternativas para os combustíveis derivados do petróleo. Em função dessa importância e da futura regulamentação para sua utilização no país, o estabelecimento de padrões de qualidade para o biodiesel é uma das maiores preocupações do governo brasileiro. Assegurar um combustível de qualidade sob qualquer situação, garantir os direitos dos consumidores e preservar o meio ambiente são os focos principais de tal preocupação. Através da Portaria  de /09/0, a Agência Nacional do Petróleo – ANP, estabeleceu as especificações iniciais para o biodiesel puro a ser adicionado no óleo diesel automotivo para testes em frotas cativas ou para uso em processo industrial específico nos termos da Portaria ANP 0, de  de agosto de 00. 

00

com.com.biodiesel. 9 .br Fabricantes de Máquinas e Equipamentos Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos .br/> E-mail: tecpar@tecpar.br> Telefone: (9) 0- Contato: eliana.São Paulo – SP CEP: 00-00 Disponível em: <http://www.Instituto de Tecnologia do Paraná .abimaq.  Cidade Industrial de Curitiba 0-00 .org.org.TECPAR Rua Professor Algacyr Munhoz Mader.com.biodieselbrasil.Curitiba – PR Fone: () -000 Fax: () -0 Disponível em: <http://www.tecpar. Professor Luciano Gualberto. () 09-.br/> Portal Biodiesel Brasil Disponível em: <http://www.br> Cummins Latin America Disponível em: <http://www.br/cla/default.cenbio. Contato: atendimento@biodieselbrasil. notícias.Cidade Universitária Telefones: () 09-.com.br 0 AgriculturA e PecuáriA INsTITUIÇõEs .ABIMAQ Disponível em: <http://www.melo@dedini.com Dedini S/A indústrias de Base Disponível em: <http://www. empresas e produtos sobre bio-combustíveis. () -9 Fax: () 09-9 .br/> Portal que contém informações sobre associações.asp> Telefone: 000--00 Contato: falecom@cummins.com.CENBIO Av.gov.br Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel Disponível em: <http://www.dedini.cummins.br/> Centro Nacional de Referência em Biomassa . revistas.

fendel.br Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais .br Soyminas Biodiesel Disponível em: <http://www.soyminas.agr.ind.org.com.br/portal/tecnologia.com.br/index1.br TECBIO Tecnologias Bioenergéticas Ltda Disponível em: <http://www.Indústria e Comércio de Centrífugas Ltda Disponível em: <http://www.org.com.br> Contato: abiodiesel@abiodiesel.ABIOVE Disponível em: <http://www.br/> Telefone: () .com.abiove.petrobras.interagro.turbinave. / Ramal – 0 Contato: tecbio@tecbio.br> Telefone: ()   Contato: vendas@interagro.Cenpes Disponível em: <http://www2.tecbio.html> Associação Brasileira das Indústrias de Biodiesel Disponível em: <http://www.htm> Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobrás.Fax: () -9 Laboratórios Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo M. Contato: sonia@cenpes.com.ind.com.FENDEL Tecnologia Disponível em: <http://www.petrobras.br Associações TURBINAVE .br/page7.abiodiesel.com.br 0 .com. de Mello .br> Fone/Fax: () - Cel: () 99- Contato: thomas@fendel.br Telefone: (9) -00 / (9) -0 Contato: turbinave@turbinave.agr.br/> Telefone: () -0 .html> Telefone: () - Contato: soyminas@soyminas.com.br Interagro Disponível em: <http://www.

tecpar. No caso da qualidade do produto obtido.br/ladetel.TECPAR Disponível em: <http://www.br Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo .br> Contato: tecpar@tecpar. 0 AgriculturA e PecuáriA Departamento de Química .br> Contato: dqmdoca@super.sbrt.ufrj.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O procedimento adotado para realizar a transesterificação está mostrado no fluxograma e detalhado no texto que segue logo após o mesmo.br Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas .biodiesel.net/> Telefone: () - Contato: donato@eq.cjb.gov. No portal do SBRT – Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – existem respostas relacionadas ao assunto e estão disponíveis para acesso.br> Telefone: 000-9 Contato: ouvidoria@ipt.Laboratório Kolbe de Síntese Orgânica .ibict.LADETEL Disponível em: <http://dabdoub-labs. Disponível em: <http://www.FURG . REFERêNCIAs .Telefone: () -9 Disponível em: <http://www. é o órgão responsável por regulamentar e especificar os padrões aceitáveis. Portal do Biodiesel.IPT Disponível em: <http://www.ipt. indicamos que entre em contato com as instituições indicadas.com.furg.Greentec Disponível em: <http://www. Caso o cliente tenha dúvidas sobre o processo. <http://www.br Instituto de Tecnologia do Paraná .br>. Acesso em: 0 de out.cfm> Laboratório de Tecnologias Verdes .donato-ufrj.br/>. pois possuem especialistas no assunto que poderão auxiliá-lo da melhor forma possível. a ANP (Agência Nacional do Petróleo). 00.furg.

Disponível em <http://www.sbrt.sbrt. 00.ibict. e dá outras providências. Disponível em <http://www. .br/upload/sbrt1420. .. altera as Leis nos 9. edição 00. Acesso em: 0 de out.br/upload/sbrt1257.pdf>.tecpar.br/cerbio/> Acesso em: 0 de out.. de  de agosto de 99. de 0 de dezembro de 00.ibict.pdf> Acesso em: 0 de out. Disponível em: <http://www. Lei que dispõe sobre a introdução do biodiesel na matriz energética brasileira. 00. ... 9. Boletim Técnico Nº . Kleberson Ricardo de Oliveira Pereira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out.gov. 00.br/docs/ lei11097_13jan2005. 00. Disponível em: <http://www.biodiesel. 00 0 . Instituto de Tecnologia do Paraná.pdf>. Acesso em: 0 de out. de  de outubro de 999 e 0.

junto a uma quantidade média de álcool de  Kg. no Processo de Transesterificação. biodiesel de sebo bovino. rendimento do sebo bovino. os textos citados na secção Referências. o qual fala que o rendimento do biodiesel feito de sebo bovino é % inferior ao feito a partir de óleo vegetais.70o C 40o . NaOH. “sebo bovino” no site do SBRT: Serviço Brasileiro de Resposta Técnica: <www. Exemplo: Resposta Técnica 99. tem-se aproximadamente 99. PALAvRAs-ChAvE Qual o rendimento do sebo bovino no processo de biodiesel? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com Fluxograma de Massa.pdf> acesso em  de maio de 00 0 CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs AgriculturA e PecuáriA BIODIEsEL DE sEBO BOvINO . cujas referências completas encontram-se abaixo e com o texto: Energia alternativa. 100 kg óleo Vegetal (éster) 15 kg Metanol ou Etanol (álcool) Pressão Atmosférica Reação Química 40o .70o MIN 10 kg Glicerina (álcool) 105 kg Biodiesel (éster) Catalisador KOH.Sebo bovino.br/upload/sbrt969. assim como buscar por: “biodiesel”. Disponível em: <http://sbrt. biodiesel.ibict. outros Para melhor entendimento sobre o assunto aconselha-se ler. abaixo. pode-se dizer que a partir de 00Kg de sebo bovino. Kg de biodiesel.br> acesso em  de maio de 00 e ler as Respostas Técnicas sugeridas. por completo.ibict. presente no texto: Identificação dos Gargalos e Estabelecimento de um Plano de Ação para o Sucesso do Programa Brasileiro do Biodiesel.sbrt.

cfm?idnoticia=2426>.usp.pdf >.seia.ba. 9 p. Governo de Baiha.teses. de Salles. Disponível em: <http://www.gov.br/noticias. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .REFERêNCIAs PENTEADO. Secretaria de Meio Ambiente e Recurso Hídricos. POLI/USP. Dissertação de mestrado. Acesso em:  de maio 00.br/teses/disponiveis/3/3149/tde-08122005111726/publico/Mauricio. Baiha-Brasil. Acesso em:  de maio 00. São Paulo 00. Mauricio C. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Ed. Energia alternativa. Portal SEIA.. Rev. Disponível: <www. 00. do P. Identificação dos Gargalos e Estabelecimento de um Plano de Ação para o Sucesso do Programa Brasileiro do Biodiesel.

• Menor tempo de retenção hidráulica e de área para degradação anaeróbia.000 aves). • Redução do poder poluente e do nível de patógenos. • Valorização dos dejetos para uso agronômico como fertilizante. em comparação com outros sistemas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA O biogás é a combinação de gases resultantes da digestão anaeróbia da matéria orgânica contida nos dejetos. energia alternativa. aviário. O dimensionamento Existem vários modelos de biodigestores.Traços Amônia . PALAvRAs-ChAvE Saber a respeito da construção de um biodigestor para utilização no aquecimento de aviários na fase inicial (pintos) e quantidade ideal para armazenamento dos gases para um aviário de 0 x  (0. a % Carbônico . a % Sulfídrico . O tempo de retenção dos dejetos depende da capacidade das bactérias em degradar a matéria orgânica.Traços As vantagens • O resultado da decomposição é a geração de um gás de alto poder energético capaz de substituir a lenha.Biodigestor. biogás. Um método prático de estimar o tamanho do biodigestor é dado pela fórmula abaixo: TB = V * TRH sOLUÇÃO APREsENTADA 0 AgriculturA e PecuáriA BIODIGEsTOR . gasolina e o GLP. Os mais simples possuem um único estágio. Sua composição média de gases é: () Metano . alimentação contínua sem agitação e sem isolamento.

0 a % • Suínos .Onde : TB = Tamanho do biodigestor (m) V = Vazão diária de dejetos (m/dia) TRH = Tempo de retenção necessário para a degradação da matéria orgânica (varia de 0 a 0 dias). Eles influenciam diretamente o custo/benefício do biogás. a 9% O gás sulfídrico.0.0.0 • Suínos (90Kg) .0 • Aves (. A produção Estima-se que a produção de biogás (m/cabeça/dia) seja de: • Bovinos (00Kg) .0 O manejo Os dejetos devem ser manejados de forma a manter uma concentração adequada de sólidos totais para otimizar a produção de biogás: • Bovinos . É um material resisten0 . Os custos A armazenagem e o sistema de liquefação do biogás são fatores limitantes à popularização dos biodigestores. gás carbônico e vapor d’água devem ser removidos por serem corrosivos e diminuírem a eficiência energética. a 0% • Aves .Kg) .0. O investimento em armazenagem pode ser substancialmente reduzido com a utilização do filme plástico de PVC.

. Onde deseja-se um aproveitamento maior dos recursos energéticos do biogás esse modelo torna-se uma opção mais apropriada Outra opção é o biodigestor indiano O Biodigestor Indiano é composto basicamente por: l l l l l l Caixa de Carga Tubo de Carga Câmara de biodigestão cilíndrica Gasômetro Tubo-guia Tubo de Descarga 09 AgriculturA e PecuáriA te. Há lugares e situações onde isso é um fator determinante. Uma opção é o biodigestor chinês. Onde haja recursos limitados e principalmente uma necessidade de saneamento básico e de biofertilizante o modelo chinês é o mais indicado.O biodigestor chinês tem uma grande vantagem em seu custo reduzido e na sua simplicidade de construção. seguro e durável. O biodigestor indiano encontra o seu ponto a favor num aproveitamento do gás mais aprimorado e uma visibilidade do processo mais imediata pelo movimento da campânula.

Ele deverá ter formato cilíndrico. para evitar a deposição de impurezas e água na parte externa do mesmo. quando este se movimentar para cima ou para baixo. permitindo o seu fornecimento com pressão constante. porque ele se movimentara para cima ou para baixo. Gasômetro: refere-se ao elemento que será responsável por armazenar o biogás produzido. e 0 . deve-se utilizar também tubo PVC com 0 mm de diâmetro. Caixa ou caneleta de descarga: refere-se ao local para onde será encaminhado o material retirado de dentro do biodigestor até ser conduzido para outro local. Tubo-guia: terá a função de guiar o gasômetro. sendo a cobertura superior abaulada (em forma de cone). Tubo de descarga: servirá para fazer a retirada do material fermentado (sólidos e líquidos) de dentro do biodigestor. Tubo de Carga: serve para conduzir o material. refere-se ao local onde os dejetos diluídos em água serão colocados para serem introduzidos no sistema. Esse elemento deverá ser obtido a partir de um tubo galvanizado com duas e meio de polegadas de diâmetro. Isto é possível. Câmara de biodigestão cilíndrica: refere-se ao local onde ocorrerá a fermentação do material e a conseqüente liberação do biogás. desde a caixa de carga até o interior do biodigestor. Ela também deverá ser construída em alvenaria.l l Caixa ou Caneleta de Descarga Saída de Biogás Sendo que: Caixa Descarga: feita em alvenaria. de acordo com o volume de biogás acumulado ou retirado. feita de cantoneiras de aço carbono ¾”. Ela também deverá ser construída em alvenaria. a qual deverá ser soldada em uma estrutura metálica. Para isso. Geralmente o gasômetro é feito de chapa de aço numero . por gravidade. Normalmente utiliza-se um tubo em PVC com 0 mm de diâmetro.

sendo que nestas condições.  AgriculturA e PecuáriA saída de biogás: refere-se a um dispositivo que deverá na parte superior do gasômetro.br/upload/sbrt436. ele reduz o poder poluente do dejeto nestas percentagens. INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: Embrapa Suinos e Aves BR . o manejo dos biodigestores enterrados é mais fácil de ser executado. Alem disso. Recomenda-se que esse dispositivo seja de mangueira flexível. para possibilitar acompanhar os movimentos do gasômetro. é maior e ocorre em menor tempo. pelo qual o biogás sairá do interior do gasômetro e será conduzido até os pontos de consumo de combustível.A fermentação ocorrerá mais intensamente quando a temperatura do material estiver entre 0º e º C. O produto final deve passar por tratamento complementar. Normalmente o sistema tem um abatimento de 0 a 0% da carga orgânica.ibict. O biodigestor é um sistema de tratamento que estabiliza parcialmente o dejeto. como lagoas de estabilização. pois abaixo da superfície do solo as temperaturas são mais elevadas e as suas variações são menores. por quilograma de material utilizado. Por essa razão é que o biodigestor é construído enterrado.embrapa.pdf CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O biodigestor com utilização de biogás para aquecimento de aviários é uma das tecnologias que a Embrapa Suínos e Aves apresentou no º Show Tecnológico Rural do Oeste Catarinense.Tecnoeste . se o destino final forem os corpos d’água. a produção de biogás. o que implica em cuidados redobrados com o manejo.cnpsa. ou seja. . ocorrido em Janeiro de 00 na cidade de Concórdia – SC.br Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas http://sbrt. km 0 Concordia – SC CEP 900-000 Telefone (9) - http://www.

Acesso em: 0 de abr. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr.html>. 00  . Para mais informações sobre essa tecnologia pode ser obtida com a Embrapa Suínos e Aves pelo telefone (9) -. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA . .enpsa. Disponível em: <http://www.O biogás gerado pelo biodigestor. O mais comum e recomendável é o uso do biogás para aquecimento de aviários e leitores em creche.cnpsa.br/?/tecnologias/biodigestor. Acesso em: 0 de abr.htm>. 00.embrapa.embrapa. secagem de grãos e aquecimento de água. Disponível em: <http://www. 00. br/?/noticias/2005/01/noticias-2005-01n04. Embrapa Suínos e Aves. pode ser utilizado em sistemas de geração de energia térmica e elétrica. Valorize os dejetos animais: Use o Biodigestor.

Arlete Melo deixa claro que é imprescindível sol na secagem das buchas. Sobre o uso de produtos químicos na lavagem da bucha: a pesquisadora informa que é desnecessário tal procedimento porque a bucha colhida no momento certo e. é quando a bucha está devez. de boa aceitação no mercado. quando a bucha é armazenada por período longo ela amarelece e endurece. No dia seguinte a casca estará solta. deixando de molho de um dia para o outro. Algumas porções de casca que ainda permanecerem resistentes devem ser retiradas. do Instituto Agronômico de Campinas informa que a obtenção de buchas bem limpas não requer uso de produtos químicos o que iria contra os recentes conceitos de produto ecologicamente corretos. bastando para tanto. Para buchas amareladas o engenheiro químico Fernando Lón recomenda a seguinte formulação:  AgriculturA e PecuáriA BUChA vEGETAL . Esta etapa tem a função de amolecer a casca da bucha. colocá-las em um tanque (pode ser tanque de lavar roupa). No entanto. lava-se bem e coloca ao sol para secar. deve-se colhê-las. Depois. apresenta cor branca e é bem formada. quando então. A pesquisadora Arlete Melo explica que a bucha colhida no ponto certo não requer tratamento químico.Bucha vegetal PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Qual produtos deve utilizar e em que quantidade dos mesmos. sOLUÇÃO APREsENTADA A limpeza das buchas a pesquisadora Arlete Melo. para obter bucha natural com coloração branca. afirma a pesquisadora. A bucha vegetal tem conquistado o mercado e o interesse justamente por ser produto natural. batê-las no tanque. que não esteja atacada por doenças. portanto a melhor época para colheita.

O manuseio de produtos químicos exige cuidados especiais. Adiciona  a 0 % de hipoclorito ou peróxido na água para amolecimento das fibras. 00  . cidade de Inconfidentes. adiciona-se a soda ouço a pouco a título de teste) e deixa de molho por  a  horas Lavar bem.Emater-MG. O tanque. José Abílio de Oliveira .l l l l l Soda Caústica  a 0 % (segundo o químico para se chegar na dosagem certa. A glicerina amolece as fibras da bucha. telefone () - Fernando Lón – Engenheiro Químico da FERCK ACESSORIA Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de out. está sendo substituído por um recipiente de metal adaptado que bate as buchas facilitando o desprendimento da casca. Lavar bem. área de Melhoramento. Acrescentar % de glicerina na água. de avental. REFERêNCIAs Arlete Melo . CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se usar métodos naturais de limpeza das buchas bem como usar buchas de qualidade. como uso de luvas. de máscaras e de segurança.pesquisadora do Instituto Agronômico de Campinas. segundo a pesquisadora.

de Michael Jefferson-Brown. que trata da Produção de sementes e mudas dispõe que: É obrigatório o registro no Ministério da Agricultura. Um manual completo para o cultivo de bulbos. cada “dente” é uma nova planta. ou seja. por algumas semanas em ambiente com baixa temperatura (entre  e  graus Celsius) e depois plantar. Como exemplo cita-se a Gladíolo. Área de Olericultura da Escola Superior de Agronomia “Luiz de Queiroz” a propagação vegetativa é lenta. PALAvRAs-ChAvE Como produzir e comercializar bulbos de flores (informações gerais) IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o professor e doutor Keigo Minami do Departamento de Produção Vegetal.0. mais conhecida como palma.  da Lei Nº . bulbos de flores. mas podese acelerar a performance.Reprodução de bulbos. todavia existem vários livros sobre o assunto no mercado (livrarias) que são importantes fontes de informação. de todo o  AgriculturA e PecuáriA BULBOs DE FLOREs . colocado em ambiente com baixa temperatura e depois pode ser plantado. como por exemplo. o livro intitulado Bulbos. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs LEGIsLAÇÃO O Art. reprodução de flores. Existem várias espécies que se propagam por meio de seus bulbos e indicar uma a uma seria improdutivo. O Professor Keigo informa. flores. desde ferramentas e guias de estação até dicas de plantio e índices com mais de trezentas espécies de bulbos. ainda que cada parte da raiz que se parece com dente de alho é um bulbo que deve ser separado um a um. porque cada espécie exige um processo específico. Pecuária e Abastecimento. de 9 de dezembro de 9. para acelerar seu processo de propagação deve-se deixar seus bulbos.

bem como envasar e a induzir o crescimento dentro de casa.php?id=123 acesso em: 0 de nov. Área de Olericultura da Escola Superior de Agronomia “Luiz de Queiroz”. de  de julho de 99. NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de nov. Art. 00 Professor e Doutor Keigo Minami do Departamento de Produção Vegetal. 0. 00  . dicas de especialistas. guias práticos e fotos ilustrativas.viveiro de mudas destinado à exploração comercial ou industrial. um grupo de alegres tulipas ou uma bordadura com narcisos resplandecentes. Sugere-se. manole. Seja planejando um mar espetacular de campainhas. REFERêNCIAs Magda das Graças Costa. para mais informações sobre o processo de reprodução de bulbos a consulta ou aquisição da literatura indicada abaixo: Título: Bulbos Autor: Michael Jefferson-Brown Editora: Manole Este guia exclusivo sobre bulbos o conduz passo a passo por todos os estágios do cultivo. Para aquisição consulte a Editora Manole. este livro o ajudará a criar um espetáculo de tirar o fôlego através de um índice com mais de trezentas espécies de bulbos.br/livros. A PORTARIA Nº . Disponível em: http://www. inclusive quando utilizado para florestamento ou reflorestamento . Siga as instruções para se deleitar com a beleza exótica das diversas flores que melhor se adaptam ao seu ambiente e clima.com. como projetar e cuidar do seu jardim de bulbos. Tel: (9) 9-90. determina que o registro seja efetuado na Delegacia Federal de Agricultura do Estado.

que iniciará uma pesquisa sobre princípios ativos contidos em certas plantas. a folha de bananeira. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Sugere-se o contato com a EMBRAPA . a maioria voláteis. como a niacina. descoberta na Alemanha em 0 pelo químico Ferdinand Runge. Deste então a ciência médica dedicou uma atenção quase que obsessiva e exclusiva à cafeína e muito pouca aos demais compostos bioativos do café.Suínos e Aves. como vermífugo. ao ingerirem a fruta. a substância mais pesquisada e conhecida do café é a cafeína.  AgriculturA e PecuáriA CAFé COMO vERMIFUGO PARA sUÍNOs . dentre centenas de outros. Jacinta Diva Ferrugem Gomes. desde o início de seu consumo humano. cuja a propriedade adstringente atua como redutor da evacuação de líquidos nas fezes. ficavam mais agitadas. contém altas taxas de tanino. Valdomiro Shigueru Miyada. suíno. suinocultura PALAvRAs-ChAvE Existe algum estudo sobre o café utilizado como vermífugo para leitões? IDENTIFICAÇÃO DE DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O uso do café iniciou-se a partir da observação dos rebanhos de cabras que. Esta última. Sabe-se que o conhecimento popular utiliza sementes de abóbora e. do Departamento de Zootecnia/FZEA informam que não há estudos conhecidos sobre o uso do café como vermífugo. Contudo.Café. que requerem maiores estudos. Dra. porco. em algumas regiões. sais minerais e os ácidos clorogênicos/quinídeos. Prof. vermífugo. Estas observações levantaram a curiosidade sobre a fruta que. do Departamento de Não Ruminantes da ESALQ USP e Profa. leitão. foi vista como estimulante. embora se acredite ter ação vermífuga. Os pesquisadores.

embrapa. EMBRAPA Café.00. Disponível em: <http://www22. Acesso em: 0 de ago. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de ago.00. br/>.como alternativa medicinal para suínos.cnpsa. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .sede.br/cafe/ >. Disponível em: <http://www.embrapa. FONTEs CONsULTADAs EMBRAPA Suínos e Aves. Acesso em: 0 de ago.

sendo por isso. .Milho. que é utilizado para o cultivo de milho. e fica em equilíbrio com a fase liquida. principalmente àquelas relacionadas a preços de insumos e disponibilidade de crédito. tipo de solo. calagem. Os solos brasileiros na sua maioria são ácidos. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo o pesquisador Gilson Pitta. A acidez do solo é representada basicamente por duas fases: a fase sólida e a fase líquida. sOLUÇÃO APREsENTADA 9 AgriculturA e PecuáriA CALAGEM DO sOLO . são denominados acidez potencial. conhecimentos tecnológicos. da cultura. A fase sólida é representada pelas argilas. parte dos íons alumínio são deslocados por outros cátions. a recomendação de calagem não é um procedimento simples. caracterizando-se por baixas concentrações de cálcio e de magnésio (elementos diretamente envolvidos no desenvolvimento das raízes) e por valores elevados de alumínio trocável e baixa disponibilidade de fósforo do solo. que é estimada pelo pH. a solução do solo. expectativa de rendimento. pela matéria orgânica e pelos os óxidos de ferro e alumínio. Os íons H+ dissociados na fase líquida são denominados acidez ativa. ligados à fase sólida. que tem sua origem na pesquisa naquela região ou estado. Apenas. histórico da área. denominados de Al trocável ou acidez trocável. por pressupor o conhecimento de um número razoável de informações tais como: . tais como caracterização da área. características específicas do mercado. calagem para cultivo de milho PALAvRAs-ChAvE Saber qual é a quantidade ideal calcário para executar a calagem de um solo que não recebe tratamentos corretivos há cerca de três anos e. . características da propriedade agrícola. etc. Os demais íons H+ e Al+.

desenvolvido estado de São Paulo e amplamente utilizado nesta região. Aplicação do calcário Recomenda-se que a aplicação do calcário seja a mais uniforme possível em toda a extensão do terreno. Como estimar a necessidade da calagem? O método de estimação apresentado a seguir é o Método da Saturação de Bases. A escolha do calcário é também muito importante para o sucesso da operação de correção do solo. grau de finura e reatividade do material corretivo. A fórmula para o cálculo da Necessidade de Calagem. outras fontes de magnésio devem ser utilizadas. V é a saturação original do solo. A estimativa da Necessidade de Calagem (NC) é feita através da análise química do solo sendo que. extraídos com acetato de cálcio 0. diferentes métodos vêm sendo utilizados nas diferentes regiões do Brasil. de modo a proporcionar uma 0 . Por essa razão. Em situações que requeiram também a correção do magnésio. Mg. é denominado de Poder Relativo de Neutralização Total (PRNT) ou equivalente de carbonato de cálcio. em toneladas/ hectare é representada pela expressão: NC = ( V –V ) CTC / 00 CTC representa a soma das bases Ca.Os métodos que quantificam a necessidade de calcário visam à eliminação não somente da acidez ativa. que é de 00%. No caso do milho. além da determinação de H+Al (acidez potencial). V é a saturação de bases que se deseja elevar.e requer uma análise laboratorial do solo para a determinação das quantidades de Ca. Não sendo suficientes. O poder neutralizante do calcário é determinado pela comparação com o poder de neutralização do carbonato de cálcio puro (CaCO).M. É baseado na correlação do pH do solo com a saturação por bases. e deve ser realizada verificando-se características como valor neutralizante. o calcário magnesiano ou o dolomítico são os recomendados. expressos em Cmolc/dm. mas também da acidez potencial do solo. K e Na com os valores da acidez potencial (H + Al). Mg. através da análise química. K. e em alguns casos também o Na. recomenda-se valores de V entre 0% e 0%. ajustado ao pH .

Este é um método eficiente. ou seja. seguindo-se esta última. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Atualmente o método mais utilizado na região de São Paulo para estimar necessidade de calagem é o Método de Saturação de Bases. adotar o valor limite. Essa observação ainda é mais relevante quando se recomendam quantidades superiores a  toneladas/ha. Também são importantes. solos argilosos: / a / da necessidade de calcário (NC). Em solos sob plantio direto consolidado. pelo método de saturação de bases para a camada de 0 a 0 cm. solos de textura média e arenosos: / da necessidade de calcário (NC). as quantidades são menores e as recomendações são baseadas na textura do solo: 1. Nessa situação.  AgriculturA e PecuáriA melhor mistura com as partículas do solo. a escolha do tipo de calcário a ser utilizado e a forma de aplicação do mesmo. para o êxito da operação de calagem. de preferência a profundidades maiores que 0 cm. não se deve efetuar a calagem. é possível aplicar o calcário na superfície. adotar o valor limite. Atividades que também devem ser auxiliadas por um profissional devidamente qualificado. para a camada de 0 a 0 cm. pelo método de saturação de bases. metade antes da aração e a outra metade após essa operação. Esta análise deve ser feita por um profissional devidamente qualificado e capacitado para tal atividade.A incorporação do calcário deverá ser a mais profunda possível. . de uma gradagem. sem a necessidade de revolvimento para incorporação (aração e gradagem). Para valores iguais ou superiores a 0%. 2. Se maior que . Se maior que . t/ha. porém exige uma análise laboratorial do solo para quantificação de alguns componentes químicos presentes no mesmo. A necessidade de uma nova aplicação de calcário deve ser monitorada através da saturação por bases do solo. a  t/ha. sugere-se o parcelamento em duas vezes. Nessa situação.

embrapa. Gilson et al. de A. cnpms.br/publicacoes/milho/fercalagem. 00. Acesso em 0 de ago.htm>.00. V. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de ago. Cultivo do Milho. Carlos A. Disponível em: <http://www.REFERêNCIAs PITTA.  .

Entre as que exigem condições medianas estão as espécies de baquearias Decumbens. e os quinodum Estrela.Capim. da análise do solo em que será realizado o plantio. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA O capim sempre será preferível à grama por produzir maior quantidade de biomassa. o rendimento dependerá das condições topográficas e da capacidade de drenagem deste solo. Tanzânia. pastagem irrigada para gado leiteiro. sOLUÇÃO APREsENTADA  AgriculturA e PecuáriA CAPIM PARA GADO LEITEIRO . Por exemplo: as espécies de capim mais indicadas para o gado leiteiro não terão um alto rendimento nos solos pobres em fósforo. Dífito e Cossicross. Serão estes os aspectos principais que definirão também a quantidade e a freqüência de água que o pasto deverá ser irrigado no período de secas. Camerum. entre as baquearias temos o Marandi e o Mg. Além da fertilidade. topografia e drenagem). Mg. Porém a escolha do melhor capim dependerá. Mg. pasto irrigado. primeiramente. As que necessitam de poucas condições favoráveis do solo são as Umidículas (Certania) e dictoncrias. Tanzânia e Mombaça. capim para gado leiteiro. os napil Elefante. Os mais indicados para o pastejo de gado leiteiro são: Mg. PALAvRAs-ChAvE Saber qual o melhor capim ou grama para pasto irrigado destinado a gado leiteiro. Aires e Atlas. As que requerem alta exigência destas condições são os capins Mombaça. Há várias espécies de capim e a melhor escolha dependerá do grau de exigência das condições acima citadas (quantidade de fósforo.

pode-se recorrer a Embrapa de sua região e solicitar um mapa da Carta de solos e avaliar as condições topográficas e de drenagem da área junto a um profissional da área.Escola Superior de Agricultura Luis de Queirós. Contudo. REFERêNCIAs Professor Ademir de Luca da Esalq. 00. pois geralmente nestas a análise de solo já fora realizada bem como os procedimentos adequados. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de set.  . caso haja interesse em ir mais afundo sobre a questão.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Segundo o professor Ademir de Luca da ESALQ (Escola Superior de Agricultura Luis de Queirós) a melhor orientação para o pequeno produtor é procurar saber qual o capim mais utilizado nas áreas vizinhas à sua.

Isto acontece porque as empresas envolvidas – duas “holdings” do setor de fruticultura – disputavam a patente desta variedade. É levando em conta estas concepções que diante da escassez de informação sobre o abacaxi MD . abacaxi gold. Porém. também conhecido como golden? Gostaria de obter informações sobre a cultura (plantio. pragas e doenças). Entretanto podemos adiantar que em muito pouco a cultura desta variedade de abacaxi se difere das outras. Ela é bastante suscetível à bucha fitospora e a funcariose.já plantado em áreas restritas e particulares do nordeste brasileiro e que se beneficiam do projeto de Integração do Rio São Francisco . IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O abacaxi MD é um duplo híbrido.e com o pH que deverá estar entre . As únicas experiências de plantio no Brasil têm sido realizadas no Ceará e na Paraíba e poucas informações se têm sobre as pesquisas desenvolvidas nestas áreas de domínio privado. afirma Tavares. cuidados.que procuramos a EMBRAPA. basta o produtor estar atento aos cuidados com a irrigação – o solo não deve encharcar . um descendente de híbridos da variedade Smooth Cayene.  AgriculturA e PecuáriA CARACTERÍsTICAs DO ABACAXI GOLDEM PARA CULTIvO . sobre o mercado para este tipo de abacaxi e porque há tão pouca informação sobre esta variedade.. pois a planta é conhecida a mais de dez anos na América Central. Essa variedade apresenta menor teor de acidez e formato mais uniforme. abacaxi golden. Para resolver este problema.Abacaxi. e . isto é. abacaxi MD. fruticultura PALAvRAs-ChAvE Quais são as características do abacaxi MD. Contudo. sabe-se que a patente já pode ser considerada de domínio público. razão pela qual têm atraído interesses para a exportação.até mesmo à Embrapa é restringido o acesso a estes locais. segundo o professor José Renato Tavares do CNPMF -Centro Nacional de Pesquisa de Mandioca e Fruticultura .

itver. A segunda opção por serem plantas de laboratório leva algum tempo para se adaptarem ao cultivo em lavoura.br Tel () -0 Fornecedores de mudas na Costa Rica Instituto Tecnológico de Veracruz –México. sem muita extensão burocrática. Para maiores informações sugere-se consultar as instituições abaixo: Tecnologia de Micropropagação e obtenção de mudas e sementes: Associações: EMBRAPA .php?p=servicos. Ademais. portanto mais adaptadas ao manejo e cultivo. Deve-se solicitar a importação junto ao Ministério da Agricultura que poderá exigir. apenas uma quarentena contra possíveis riscos ambientais.php&menu=4> Pesquisador: José Renato Santos Cabral – E-mail: jrenato@cnpmf. 0090 .com. Disponível em: <http://www.embrapa. o preço das mudas pode ser elevado devido a pouca oferta.edu.Ribeirão Preto.: () 0  .cnpmf.Fax: () 0  Email: bionova@bionova-mudas.Para a obtenção de mudas recomenda-se importá-las da Costa Rica ou consegui-las diretamente de laboratórios.br/index. Tanto o mercado interno quanto o externo apresentam grandes potenciais de aceitação do MD. Maiores dados sobre o mercado podem ser obtidos junto a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.embrapa. Trata-se de algo de praxe e que não deve tomar o empreendedor de preocupações.Bairro Sumaré . pois tratam de plantas convencionais para o plantio.Tel. A primeira opção é mais favorável.EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA / Centro Nacional de Pesquisa de Mandioca e Fruticultura.br Vendas de “Piñas MD” no Panamá e Costa Rica – Tel. Disponível em: <http://www. SP. A aposta na variedade é que sua colheita seja antecipada em relação às outras e a sua resistência ao transporte seja mais eficiente.mx> Laboratório Bionova Avenida Santa Luzia  .: ++(0)-09  .

Disponível em: <http://www. 00 Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev. Operaciones Postcosecha de la Piña. Acesso em: 0 de fev.htm>. Danilo.org/inpho/content/compend/text/ch33s/AE614s01.fao.MEJÍA. 00  AgriculturA e PecuáriA REFERêNCIAs .

Para que não ocorra este aquecimento a estufa deve ser ventilada com maior freqüência da metade para final desta etapa (que dura aproximadamente  dias). pois favorece o desenvolvimento de microrganismos termófilos (que crescem melhor em temperaturas elevadas).herbario. A medida que o micélio coloniza o composto. Estes termófilos podem competir com o micélio do A. para um bom desenvolvimento do micélio do A. a temperatura dentro do saco de colonização pode chegar a oC.com. Disponível em: <http://www.br/upload/sbrt1176.htm>. bisporus. Acesso em: 0 de maio 00. Isto ocorre devido a taxa de atividade metabólica (reações químicas para o crescimento) do micélio que começa a se desenvolver a partir da “semente”. Qual é a quantidade de calor que o cogumelo champignon libera na fase de colonização? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA De acordo com o Luiz Henrique Rosa.COGUMELO PALAvRAs-ChAvE Cogumelo champignon. O Dr. Agaricus bisporus. Disponível em: <http://sbrt.br/dataherb13/cogumelos. bisporus pelos nutrientes presentes no composto. fase de colonização do champignon. Cultivo de Cogumelo. Luiz Henrique informa. Este aumento da temperatura pode ser prejudicial ao cultivo do cogumelo. a temparatura dentro da estufa de colonização deve permanecer entre -oC. cogumelo. sOLUÇÃO APREsENTADA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Cultivo de cogumelos.pdf?PHPSESSID=d93fa4f467eda428c317  . doutor em Microbiologia durante a fase de colonização do composto (após a saída do pasteurizador) a liberação de calor do Agaricus bisporus (champignon de Paris) é gradual. ainda que.ibict.

.uepg. na Produtividade de Agaricus Blazei. Desinfestação de Composto para Cultivo de Cogumelo Agaricus bisporus (Lange) Imbach. 9 AgriculturA e PecuáriA 034854a15f34>.tche. Luiz Henrique Rosa.Cultivo e Análise da composição química do cogumelo do sol (agaricus blazei murril) <http://www.ufpel.br/servicos/publicacoes/Energia/revista/V14N199/141Gilberto.br/faem/agrociencia/v2n3/artigo05.pdf>.pdf>.unesp. doutor em Microbiologia Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de maio 00. Disponível em: <http://www.br/propesp/publicatio/bio/2003_2/03.pdf>. Acesso em: 0 de maio 00. REFERêNCIAs Dr. Acesso em: 0 de maio 00. Acesso em: 0 de maio 00. Disponível em: < http://www. da Massa do Substrato e do Ambiente de Cultivo.fca. Acesso em: 0 de maio 00. Efeitos da Camada de Cobertura.

tais como luvas. podem ser utilizadas operações mecanizadas ou a carroça. dependendo do tamanho do pomar. Qual é a produtividade média (em quilos) de um pé de laranja. .COLhEITA DA LARANjA PALAvRAs-ChAvE Laranja. quando ainda estão com orvalho ou molhados de chuva. É proibida a mistura de frutos coletados no chão com os colhidos no pé. os frutos colhidos não devem ter contato direto com o solo. favorecendo a entrada de patógenos e a perda de água. Para o transporte das caixas. Como é feita a colheita da laranja e quais são os equipamentos utilizados. principalmente na região peduncular. sendo recomendado que sejam levados para o seu destino 0 . Recomenda-se o uso de caixas plásticas e sacos para realizar a colheita. É obrigatória a limpeza e higienização de equipamentos e utensílios de colheita. nem exposição direta ao sol. colheita. O intervalo de segurança dos agrotóxicos deve ser obrigatoriamente respeitado para a colheita dos frutos. Deve-se evitar colher frutos nas primeiras horas da manhã. chuva. Obrigatoriamente. A colheita por derriça (movimentação vigorosa da planta) não deve ser realizada. . porém promove maiores danos aos frutos. O “arranquio” é um método mais rápido. ou por meio de tesouras ou alicates de colheita. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Os frutos podem ser colhidos pelo método do “arranquio” (torção do pedúnculo seguida de sua remoção). tesouras e caixas. Frutos com cortes ou qualquer outro tipo de injúria (ferimento) devem ser descartados ainda no campo.. etc. Qual é o processo utilizado para transportar a laranja até o caminhão. colheita da laranja Deseja saber: .

cnpmf.coopercitrus. estando entre 0 a 0 unidades por caixa de 0. .com. os de fraca coloração de suco. s/nº. que são facilmente afetados por doenças e mais sensíveis aos danos mecânicos. os frutos verdes.br E-mail: através do site COOPERCITRUS – Cooperativa do Cafeicultores e Citricultores de São Paulo Site: http://www.associtrus.  . 90 -São Paulo . e os frutos muito maduros. Kg.A produtividade média por árvore está ao redor de  caixas de 0.br E-mail: abecitrus@abecitrus.br  AgriculturA e PecuáriA no mesmo dia da colheita.SP Fone: () -0 / Fax: () -9 Site: http://www.com. porém deve-se lembrar que este é um valor sujeito a grandes variações.SP Fone: () -00 / Fax: () 0-09 Site: http://www.embrapa.Cruz das Almas . Kg.  . Descartam-se ainda os frutos danificados mecanicamente. esta varia de acordo com tamanho da fruta. Em relação à quantidade de laranjas por caixa.br E-mail: através do site ABECITRUS – Associação Brasileira dos Exportadores de Cítricos Rua Iguatemi.BA Fone: () -000 / Fax: () -09 Site: http://www.Bebedouro .conj. devidas principalmente as diferentes tecnologias de produção adotadas. recomenda-se entrar em contato com as seguintes instituições: EMBRAPA Mandioca e Fruticultura Tropical Rua Embrapa. .br ASSOCITRUS – Associação Brasileira de Citricultores Rua Prudente de Moraes.com.com.abecitrus. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para obter mais informações e entrar em contato com especialistas no assunto. podendo gerar sabor estranho e contaminação do restante da carga.

com.asp?cod=48>.cnptia. Acesso em 0 de maio 00. Disponível em <http://sistemasdeproducao. Disponível em <http://www.REFERêNCIAs MAGALHAES.  . Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de maio 00. ISSN -9.br/FontesHTML/ Citros/CitrosNEPequenosProdutores/colheita. ABECITRUS. dez/00.htm>. Antônia Fonseca de Jesus et al.embrapa. EMBRAPA Mandioca e Fruticultura Tropical. “Sistema de Produção para Pequenos Produtores de Citros do Nordeste”. de A.abecitrus. V. Acesso em 0 de maio 00.br/faqs_br_resposta. Carlos A.

a doença apresenta importância especial. O assunto tem sido abordado em avaliação de genótipos diplóides. “maça”. O controle do mal-do-Panamá passa necessariamente pela utilização de variedades resistentes e a experiência tem mostrado que esta é a melhor forma. desenvolver variedades de bananeira tipos “prata”. tornando o controle da doença ainda mais difícil. especificamente para o Brasil. IDENTIFICAÇÃO DA DEANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Os fungos constituem os maiores problemas da bananicultura mundial causando doenças como a murcha de Fusarium (mal-do-Panamá). O mal-do-Panamá. visando a obtenção de novas cultivares com esta característica. variedades triplóides. doenças e nematóides. genótipos tetraplóides e nos aspectos de metodologia de avaliação da resistência.Bananeira. uma vez que as cultivares mais plantadas são susceptíveis ou altamente susceptíveis ao patógeno. É um dos mais graves problemas da bananicultura mundial. murcha de Fusarium PALAvRAs-ChAvE Saber como combater o Mal-do-Panamá da banana prata. “gros michel” e “bluggoe” resistentes a pragas. reduzindo o porte e o ciclo da cultura e aumentan AgriculturA e PecuáriA COMBATER FUNDO DE sOLO DE BANANEIRA . sp. Mal-do-Panamá. Sendo assim. causado por Fusarium oxysporum f. é um fungo de solo com alta capacidade de sobrevivência no mesmo. Os programas de melhoramento genético de bananeira conduzidos em diferentes locais apresentam os seguintes objetivos: • Mediante o uso de métodos convencionais de melhoramento.Smith. a avaliação da resistência de genótipos de bananeira em relação à doença. “plátanos”. fungo de solo. E. Cubense.F. tem sido a ação prioritária para o controle da mesma. mas.

Na área erradicada aplicar calcário ou cal hidratada.cnptia. ao moko. • Independente do método. de drenagem. aumentando a produtividade. Para o mal-do-Panamá não há controle químico. utilizando herbicidas. utilizar mudas sadias. guardando sempre uma boa relação entre potássio. evitar áreas onde já ocorreu a doença. o melhoramento de bananeira busca desenvolver variedades resistentes as sigatokas amarela e negra. mantendo-o próximo à neutralidade e com níveis ótimos de cálcio e magnésio. cálcio e magnésio. corrigir o pH do solo. Isto evita a propagação do inóculo na área de cultivo. dificultando a ação e a sobrevivência de F. isto aumenta a concorrência entre as espécies. Um outro cuidado a ser tomado é na irrigação. que são condições menos favoráveis ao patógeno.br/#banana CONCLUsÃO E RECOMENDAÇÃO Nos bananais já estabelecidos e que a doença comece a se manifestar recomenda-se a erradicação das plantas doentes. oxysporum cubense no solo. ao mal-do-Panamá.embrapa. por animais e equipamentos. assim como pelo homem. de inundação. reduzindo o porte e o ciclo da cultura. aos nematóides e à broca-do-rizoma. pois o fungo é disseminado por água de irrigação. INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA EMBRAPA Mandioca e Fruticultura Tropical http://sistemasdeproducao. dar preferência a solos com teores mais elevados de matéria orgânica. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia  .do a produtividade. manter as plantas sempre bem adubadas. devendo-se realizar medidas preventivas como.

embrapa. 00  AgriculturA e PecuáriA BRAZ.br/#banana>.cnptia. Acesso em:  de jan. 00. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de jan. Vamberto Barbosa. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 9 de jan.br/dbg/trab2002/MELHOR/ MHR017.EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Banana: Sistema de Produção Disponível em: <http://sistemasdeproducao. Melhoramento genético da bananeira (Musa spp).ufv. 00.htm>. .

Profundidade: 0cm e Altura em relação a base: 0cm sOLUÇÃO APREsENTADA ESALQ – Escola Superior de Agricultura Luis de Queiroz FONTEs CONsULTADAs Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jul.COMEDOUROs INDIvIDUAIs PARA CAvALOs PALAvRAs-ChAvE Comedouros para cavalos. as dimensões para comedouros de cavalos individuais são: Altura: 0cm. Comprimento: 0cm. eqüinocultura Gostaria de obter informações para construção de comedouros individuais de cavalos. Qual é a atura do chão. Cláudio Maluf Adad do Departamento de Ruminantes da ESALQ/USP. largura.de 00  . comprimento e profundidade adequada IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo o Prof.

Porém se as galinhas estão em idade de procriação. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de out. o importante é que o substrato garanta a umidade e o alimento para que atraiam as moscas. Quais os macronutrientes que compõem esses vermes? Pode alimentar galinhas com eles para aumentar a produção de ovos? Pode criá-los em um ambiente mais limpo? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Na verdade o que costumeiramente é chamado de “verme”. a baixa produtividade de ovos pode estar associada a alguma deficiência protéica que. principalmente uns escuros parecendo caroço de azeitona.razão pela qual podem compor a dieta de galinhas para aumentar a produção de ovos. PALAvRAs-ChAvE No processo de compostagem em leras. Elas podem ser criadas num remanejamento mais higiênico da compostagem. ovos. produção de ovos. Desta forma fica garantida a estas larvas a umidade e o alimento necessários para seu desenvolvimento. baixa produção de ovos. são larvas de moscas que depositam seus ovos na matéria orgânica. larvas. Contudo. alimento para galinhas. Estas larvas são ricas fontes de proteína .Compostagem em leras. 00  AgriculturA e PecuáriA COMPOsTAGEM EM LERAs . poderá ser sanada. com a adição das larvas. após duas semanas. outro fator correlato à baixa produção de ovos é a idade das aves: Galinhas muito velhas ou muito novas têm geralmente baixa produção. muitos vermes são encontrados. baixo nível protéico das galinhas. vermes. alimentação para galinhas. no processo de compostagem.

Cada boi come cerca de 0 quilos de ração por dia . época em que o preço do boi gordo tende a ser mais alto compensando. época em que os bezerros se desenvolvem. alimentação adequada e como tratar os animais. novilha. A recomendação é de que. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A grande vantagem do confinamento do gado bovino é a diminuição do tempo de engorda do rebanho. é necessário lembrar que no semiconfinamento os cuidados com o boi solto não devem ser esquecidos. pois o confinamento no inverno não realiza milagres. Obter informações sobre o confinamento de bois e novilhas. os gastos de manutenção e estrutura. O resultado é um boi pronto em meados de setembro e outubro. em média. boi. O coxo deve ser amplo e bem distribuído de modo que os animais não se atropelem com a chegada do alimento.CONFINAMENTO DE BOI E NOvILhA PALAvRAs-ChAvE Confinamento. Uma outra vantagem para quem pensa na opção do regime de semiconfinamento é que com os bois fora do pasto. resultam na perda de peso do gado. o sistema permite suprir as necessidades de alimento dos animais alcançando em plena entressafra um acréscimo geral de  arrobas por boi entre 00 a 0 dias de confinamento. a secura e a escassez dos pastos provocados pelo frio e a estiagem. Porem. cada divisão do curral destinadas a 00 animais tenha pelo menos  mil metros quadrados. os custos. deitar e ruminar.isto corresponde  . pois o problema da falta de estrutura para manter a boiada na pastagem principalmente durante o inverno. assim. gado. Uma área de confinamento para bovinos deve garantir condições espaciais para que o gado possa tranqüilamente se alimentar. bovino. Desta forma. este não sofre muito se recuperando antecipadamente ao período de chuvas. ou seja.

. pouco capital. Por exemplo. pois o período de seca no inverno coincide com o final da safra da cana-de-açúcar. onde há muita terra.% de sais minerais. utilizando-se instalações simples e práticas e alimentos de preferência. .br/pages/portal/2004/associados1/AssociadosListaCategoria1. pode não vir a se encaixar nas finalidades do empreendedor. entre 0 e 00 kg. A alimentação é a principal diferenciação no manejo de bois e novilhas: animais mais jovens. . Disponível em: maio 00.com.Uma receita utilizada na Usina Açucareira Vale do Rosário contém . http://www2.% de uréia e .% de farelo de soja.9% de levedura liquida. ou . necessitam de dietas nutritivas de valores mais econômicos enquanto que animais pertencentes aos estados . INDICAÇõEs: Site com vários endereços de usinas para consulta sobre o bagaço de cana e confinamento bovino – conhecidos por “Boitel”.% do seu peso vivo.bmf. mas também o melaço e a levedura usada como agente de fermentação do álcool. Algumas usinas já processam o bagaço obtendo um farelo úmido e de fácil digestão para o gado. Nelas o bagaço é submetido a uma alta pressão e temperatura (este processo conhecido por hidrólise visa a quebra da lignina.  e  (até 00 kg) são mais exigentes com a alimentação.% de bagaço de cana hidrolisado. . produzidos e armazenados na própria fazenda. Acesso em  de 9 AgriculturA e PecuáriA a . Outras opções são o milho e o farelo de soja enriquecidos com uréia e sal mineral e pode ser adicionado o capim elefante (os grãos aumentam o custo da ração para o pequeno produtor). parece mais lógico confinar visando-se à terminação durante a época da entressafra. o bagaço de cana hidrolisado pode ser uma opção viável. a um preço mais baixo. Para finalizar. Nessa época pode-se obter não somente o bagaço. No caso brasileiro. baixo poder aquisitivo e um sistema de classificação de carcaças ainda incipiente. molécula não digerida pelos animais).asp?Categoria=US&Nome=&CategoriaAux= >. 0. a idéia de um confinamento intensivo durante todo o ano. A comida é dada de  a  vezes por dia e o custo dependerá principalmente das matérias-primas que compõem a ração.% de milho e melaço.

Aqui disponibilizamos uma pagina informativa-técnica sobre o “confinamento como sistema alternativo para o pequeno produtor”.br/publicacoes/cot/COT50.A EMBRAPA desenvolve várias pesquisas sobre confinamento. Disponível em <http://www. Este informativo apresenta desde a planta do conjunto de instalações necessárias para o confinamento até a lida com questões de custo e alimentação. Acesso em  de maio 00. Nobel: São Paulo.cnpgc. Paulo Mário Bacariça. Guia Prático para o Confinador.embrapa. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO / FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs / BIBLIOGRAFIA VASCONCELLOS. 99.html>. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 . podendo-se obter informações adicionais sobre o assunto.

Construções. Instalações e Equipamentos necessários ao desenvolvimento da Produção Pecuária û Bovino de Corte. Serão comentados aspectos como localização.Técnicas de confinamento. Curral: Estão neste item os trabalhos e dúvidas mais comuns ligados à construção e utilização de currais no manejo do rebanho. Obtenção de informações sobre a estrutura física necessária à produção de carne bovina. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA sobre o assunto “Tecnologias para produção de gado de corte” . materiais. Você encontrará aqui orientações básicas que atentam especificamente à funcionalidade. serão apresentados todos os trabalhos e dúvidas mais comuns que se relacionem a Construções. ração para bovino PALAvRAs-ChAvE Indicação de técnicas de construção de cercado de confinamento de bois e formulações de rações para engorda em confinamento e semiconfinamento de garrotes na faixa de 0 quilos para terminação e abate final. construção para confinamento. sem considerarmos a sub-área em que ele se enquadraria. As informações desta área de conhecimento foram agrupadas em: Listagem Geral: Neste tópico. resistência e economicidade do curral. instalações para confinamento. custos e utilização sobre diversas instalações e/ou equipamentos utilizados na moderna produção pecuária. Instalações e Equipamentos. esquemas para construção) e utilização de  AgriculturA e PecuáriA CONFINAMENTO DE RAÇÃO PARA GARROTEs . Cochos: Agruparemos aqui as informações ligadas à construção (dimensões. materiais. dimensões. capazes de facilitar o manejo do rebanho ou contribuir para a eficiência de algum processo específico.

bem como o fácil acesso dos animais a eles. Para recuperá-las utilize o link abaixo: http://www.br sobre o assunto: “Ração para gado” Segundo o Prof.embrapa.html Outras informações sobre o assunto podem ser encontradas no site da mesma empresa utilizando-se a ferramenta de busca e as palavras chaves pertinentes para os interesses da busca: http://www. o desempenho (ganho de peso e conversão alimentar) e formula concentrados. Trata-se de um sistema integrado que estima as exigências nutricionais. cálculo das exigências nutricionais e simulação do desempenho de bovinos. O RLM é um software de formulação e otimização de dietas. sal mineral e ração  . etc) para o fornecimento da dieta com menor custo por arroba produzida. rações e água aos animais criados a pasto ou em regimes confinados. Dr. ganho prévio. Tal programa. Tais informações estão disponíveis na íntegra no site da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA. Estrutura Física para Confinamento: Poderemos encontrar neste item informações sobre a construção e utilização de Instalações e Equipamentos aplicados especificamente aos Confinamentos (Método intensivo de terminação de bovinos mantidos e alimentados em currais). chamado Ração de Lucro Máximo – RLM.embrapa. prevê a utilização de dados sobre os ingredientes (especialmente preço posto na fazenda) e sobre os garrotes (raça.cnpgc.cnpgc. Desenvolvido pela equipe do Professor Dante Pazzanese Lanna da ESALQ-USP. ou utilizados em atividades de suporte à produção de bovinos.br/tecnologias/quersabermais/2. Paulo Roberto Leme da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos . proteinados. de forma a se facilitar o manejo e garantir a manutenção da qualidade dos insumos fornecidos.FZEA/USP existe um programa específico para o desenvolvimento de cálculos para formulação da ração ideal para a potencialização da engorda do gado bovino.cochos para fornecimento de suplementos minerais. Equipamentos: Serão apresentadas informações técnicas sobre a utilização de diversos equipamentos ligados diretamente ao manejo dos animais.

l Permite cadastrar um número ilimitado de ingredientes e nutrientes.pdf http://sbrt. l Distribui ingredientes em até  misturadores.ibict.pdf http://sbrt. l Modelo de exigências do RLM: novas equações específicas para zebuínos e seus cruzados. ou solucionar dúvidas sobre a utilização do programa RLM.br/upload/sbrt935. l Nova sub-rotina de otimização reconhecida mundialmente (Mosek).pdf http://sbrt. ou acesse os links indicados abaixo: http://sbrt. gratuitamente.pdf CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para obter outras informações. Dr. a partir do link abaixo: http://www.br/upload/sbrt752.Ração de Lucro Máximo.integrasoftware.ibict. Ração para Máximo Ganho de Peso. l Inclusão do custo fixo no custo final do ganho. O Download de tal programa pode ser feito. l Envio por e-mail de formulações.br/download/rlm/demo/rlm3.br/upload/sbrt251.br  AgriculturA e PecuáriA completa para bovinos: .br/upload/sbrt715.com.ibict. procurar por: Prof.pdf http://sbrt. l Modelo de exigências do usuário: o usuário define as exigências e restrições. Paulo Roberto Leme Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos . l Permite otimizar dietas incluindo até 00 ingredientes. dietas e relatórios. Ração de Custo Mínimo. O programa trabalha com as seguintes informações: l Preço sombra: identificação do preço que viabiliza a compra do ingrediente. permitindo adoção por fábricas de rações.FZEA/USP Telefone: (9) -9 E-mail: prleme@usp.ibict.br/upload/sbrt343.exe Para obter mais informações pertinentes sobre o assunto utilize a ferramenta de busca do site do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT.ibict.

EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.REFERêNCIAs Laboratório de Nutrição e Crescimento Animal – ESALQ/USP. 00. Fabiana Rocha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de dez. Disponível em: <http://www. 00. Acesso em:  de dez. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .usp. Disponível em: <http://www.embrapa. Acesso em:  de dez.br>.ibict.br>. SBRT Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.br>. <http://sbrt.ciagri.cnpgc. Acesso em:  de dez. 00.

da umidade do solo. adotar armazéns e paióis arejados. após a secagem e antes do beneficiamento. Condições inadequadas de armazenamento poderão conferir sabores estranhos à bebida. além de especial proteção ao ataque de carunchos e ratos. drenagem e ventiladas. PALAvRAs-ChAvE Quais as especificações técnicas para se construir um galpão de x m. elevados do solo em cerca de 0. É preferível armazenar o café em coco do que beneficiado. o armazenamento do café tem como finalidades: Armazenar o café em coco ou pergaminho. evitar armazenar junto com defensivos e fertilizantes. Para isso. Para o café. evitar café com teor de umidade superior a %.Construção de galpão.90 m.0. utilizar sacarias limpas de aninhagem para acondicionamento. porque se preserva muito mais as características do produto. do ataque de insetos e ratos. podem-se fazer repartições para separar diversos tipos de lotes de café. livres de goteiras. O café deverá ser mantido nas tulhas que devem ser construídas em locais com boa insolação. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Os armazéns são construções indispensáveis ao armazenamento da produção agrícola e influem decisivamente na sua qualidade e preço. De acordo com o Manual de Segurança e Qualidade para a Cultura do Café() (00).0. para estocagem de grãos (café e milho)? Gostaria de maiores detalhes sobre armazenamento de café e milho. Todo e qualquer cereal armazenado deve ser totalmente protegido da umidade das chuvas. para o café beneficiado são utilizadas sacas de aninhagem. estocagem de grãos. com  AgriculturA e PecuáriA CONsTRUÇÃO DE GALPÃO PARA EsTOCAGEM DE CAFé E MILhO . São utilizadas tulhas para o acondicionamento do café a granel.

além de outros padrões de qualidade. que influenciam na utilização do armazém devem ser criteriosamente observados quando se decide pelo uso de sistemas em sacarias. pássaros e insetos no interior do armazém. A colocação de aberturas laterais de ventilação. junto ao piso e a cobertura. custo de operação). Além disso. É fundamental preservar o café com -% de umidade já que é bastante higroscópico. pelo teste da xícara e também por procedência. A construção de paredes lisas. a quase totalidade do café beneficiado. para evitar aceso de roedores. Entretanto. Alguns pontos relativos à construção. Que o pé-direito tenha altura mínima de  m. É portanto. podendo absorver umidade do ar se mantido em ambientes com umidade relativa elevada. O fechamento lateral das paredes. de circulação de ar sobre a sacaria. sem grandes riscos de deterioração. Também é recomendável que as tulhas ou armazéns tenham baixa luminosidade. O saco de café é uma unidade que se adapta ao manuseio e ao comércio em pequena escala. para que o café (principalmente o beneficiado) não perca cor pela exposição excessiva à luz. no Brasil. dispostos em pilhas no armazém. Esse tipo de armazenagem possui vantagens e desvantagens. de modo a facilitar as operações de cargas e descargas. apesar das desvantagens (grande volume. em paredes opostas. A utilização de telhas transparentes. protegidas por estruturas de telas e com aberturas reguláveis. é armazenada em sacos de 0 kg. o armazenamento em sacaria permite a segregação dos lotes. isto é. Que as portas sejam instaladas frontalmente. considerando-se que o produto é avaliado.  . em relação aos sistemas de armazenagem em silos a granel. a facilidade de acesso aos lotes. para melhorar a iluminação natural (mínimo de % da área coberta). Apesar dos avanços tecnológicos dos últimos anos. aspecto muito importante. no mesmo alinhamento. de inspeção e amostragem são fatores importantes a serem considerados durante o armazenamento por períodos relativamente longos (acima de três anos). indispensável: l l l l l l A instalação de portas em números e locais tecnicamente escolhidos. evitando-se reentrâncias e terminado em meia-cana junto ao piso e nunca em ângulo reto.temperatura ambiente ao redor de 0°C e umidade relativa máxima de %.

htm>. de marquises. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr.embrapa. cnpab. Disponível em: <http://www. no mínimo a 0 cm acima do nível do solo. A instalação de sistemas de prevenção e combates a incêndios.embrapa. e que esteja. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia EMBRAPA.22sede. Acesso em:  de abr. . É indispensável.br EMBRAPA CAFÉ http://www.l l l l INDICAÇõEs: EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: EMBRAPA MILHO http://www. A construção em cada porta. mesmo que o piso seja impermeável. a utilização de estrados para permitir a circulação de ar na base da pilha. 00.cnpms. Cultivo do Café Orgânico. portanto devem ser adaptadas as suas dimensões.br/publicacoes/sistemasdeproducao/cafe/poscolheita.embrapa. 00  AgriculturA e PecuáriA Que o piso seja impermeável.br/café/ CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs As informações são gerais e. de concreto. para carga e descarga em dias chuvosos.

 milhões nos estados da região nordeste em 999. de acordo com o porte do animal. curtimento Planejamento para iniciar negócio no ramo de couro de caprino/ovino. mecânica e estética. principalmente pela Índia e China.% da produção mundial. com 0. conforme sua utilização. a pele caprina deve atender a determinados requisitos. A qualidade de um couro é constatada à medida que satisfaz as exigências dos fabricantes de produtos derivados deste material. que engloba os fornecedores de matéria-prima e o processo de transformação  . A produção mundial de peles de caprinos é liderada pela Ásia. varia de 0 a % do valor do animal.000 t. como produzir couro de caprino de alta qualidade para mercado exigente Informações solicitadas: l qual o procedimento para se ter um couro de alta qualidade? l quais equipamentos são necessários? l qual a melhor raça? l qual o custo mínimo para iniciar o negócio? sOLUÇÃO APREsENTADA O Brasil é o sexto maior criador de caprinos do mundo []. A uniformidade do produto depende de um programa amplo de controle de qualidade. 9. ou seja. com relação à natureza química. O Brasil produz cerca de . abate e pré-curtimento. A qualidade do couro produzido no Brasil deixa muito a desejar. A pele caprina. concentrando 9%.COURO DE CAPRINO PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Couro. representando . um produto de expressão econômica. milhões de cabeças. Para a comercialização. resultado de problemas oriundos da fase de produção.

com isso. o couro adquire maior maleabilidade e maciez para o uso. além de permitir um acabamento mais refinado. os dois processos consistem em retirar a epiderme ou queratina (pelo e unhas) e a hipoderme (glândulas de gordura). Curtir significa conservar []. eqüino ou caprino. o couro se torna mais endurecido e armado. por isso é usado para solas. não ocorre. No caso dos sais de metal. Consciente disto. Operações de Ribeira Conservação das Peles: Devido ao fato de ser putrescível. . Estas operações podem ser resumidas da seguinte forma: 1. para que possa ser levada ao curtume e industrializada com os menores danos possíveis. Isto é possível através da utilização de substâncias orgânicas e/ou inorgânicas. é necessário retirar alguns elementos que compõem esta pele. na processo de retirada e conservação do couro dos animais. No caso aqui. O curtimento através de gordura é um processo mais artesanal e circunscrito ao universo das comunidades dos esquimós a fim de atender suas necessidades mais peculiares. para conservar a pele do animal. na prática. para deixar apenas a derme ou colágeno (fibras). Torna-se. vários programas e cursos têm surgido para melhorar a qualidade desta matéria-prima.O processo de curtimento do couro depende dos cuidados. tanto no curtimento ao tanino quanto no uso dos sais de metal. todas as operações dentro do curtume objetivam este fim. Desta forma. seja ele bovino. No caso do uso de substância vegetal (tanino). podendo ser cromo (o mais usado). ela deveria ser imediatamente industrializada. o que. ao ser retirada do animal. Existem três grandes processos de curtimento classificados de acordo com o agente curtente: ) com gorduras. zircônio ou ferro. o que permite apenas o lixamento como acabamento. 9 AgriculturA e PecuáriA da pele em couro. ) com substância vegetal e ) com sais de metal. Os espaços vagos deixados pela epiderme e hipoderme são ocupados pelos agentes curtentes. E. necessário tratá-la adequadamente. principalmente de pequenos abatedouros. processo que atinge 90% do mercado mundial.

O número de camadas é variável. Após a lavagem. no menor espaço de tempo possível. tornando-os sépticos. dependendo da espessura da pele. através de navalhas helicoidais. nos cursos d’água. Operações Finais Descarne: É a remoção do tecido adiposo e do sebo aderentes à face interna da pele. denominada “flor”. preparando as fibras colágenas e elásticas para serem curtidas e. que corrói os encanamentos e remove o oxigênio porventura existente nos fluxos dos esgotos. Esta operação é feita em máquina descarnadeira. no sentido de sua superfície. Consiste num banho de aproximadamente dezessete horas. onde originalmente estavam implantados os pêlos. Normalmente são duas: a parte superior. numa solução contendo água.Lavagem e Remolho: A lavagem e o remolho têm por finalidade retirar o sal e repor. Os despejos do caleiro e depilação são altamente nocivos às instalações de esgotos e aos cursos d’água. bem como provocar o inchamento da pele. Tem por objetivo a retirada dos pêlos e da epiderme. impede o crescimento de algumas espécies de peixes. As operações de ribeira (começo) são responsabilizadas pela geração de carga e de odor. saponificar as gorduras. pois os sulfetos transformam-se facilmente em gás sulfídrico (HS) pela ação de ácidos ou de microorganismos. o teor de água apresentado pelas peles quando estas recobriam o animal. a presença de grandes quantidades de cloreto de sódio e de outros sais solúveis no efluente faz aumentar a pressão osmótica do terreno. 2. embora também sirva para a 0 . transforma-se em ácido sulfúrico (HSO). realizada por operários que efetuam as aparas de peles. a qual remove a parte indesejável (carnaças). horizontalmente. Depilação ou Caleiro: Esta é uma das fases iniciais mais importantes do curtimento. sulfeto de sódio e cal hidratada. removendo irregularidades da periferia das mesmas (patas e pescoço). considerada como subproduto. consiste em separar a pele em camadas. também. e a parte inferior. com agitação periódica. na presença de oxigênio e bactérias. O HS é tóxico e. Divisão: A operação de dividir ou de rachar. e manualmente. obstaculizando as funções fisiológicas das plantas e. a mais nobre. A descarnagem permite uma penetração mais fácil e mais eficiente dos curtentes.

Píquel: O píquel. seja nas operações de ribeira ou finais. mas de acordo com a variação da passagem de uma condição para outra. mas também por ter a reputação de ser um perigoso contaminante. é baixar o teor alcalino.0. de difícil tratamento. 2 A escala química do pH parte do zero e vai até 14.Descalcinação e Purga: Após a divisão. também realizado no fulão. sendo que quando o pH está mais próximo do zero indica que é ácido e quando mais próximo do 14 indica que é alcalino ou básico. Efetua-se. . a pele incha e ganha peso. em uma substância imputrescível. a operação de rebaixe. Rebaixamento: As operações anteriores não deixam a pele uniforme. que também é chamado de desencalagem.0-. na depilação chega a . Não apenas por ser utilizado em 90% da produção de couro. neutralizando a cal contida na pele. Além disso. tanto ácido quanto básico. passando para . ou seja. Através dele as peles são batidas com movimentos circulares ao passo que são inseridos os produtos químicos de acordo com as etapas do processo. então. através de enzimas que quebram as fibras do colágeno para dar ao couro propriedades semelhantes ao tecido (mais leve e maleável). é quando se diz que a pele está “relaxada” e pronta para receber o agente curtente. A finalidade do primeiro. a pele atinge o peso mínimo.. as tripas são recolocadas no fulão e submetidas a dois processos químicos simultâneos. Os índices próximos a sete indicam neutralidade. o curtimento confere o “tato” necessário e as características químicas e físicas principais do couro. é um tratamento salino-ácido que tem duas finalidades: conservação (pode-se comercializar as peles neste estágio) e preparação das peles para o curtimento propriamente dito. O cromo constitui o principal problema de poluição para a maioria dos curtidores. que é o principal componente do couro. o pH que. que consiste em homo1 Recipiente circular que é utilizado em praticamente todas as operações dentro do curtume. A purga é um tratamento enzimático feito antes do píquel de acordo com a demanda do produto e tem por finalidade melhorar a qualidade da elastina.  AgriculturA e PecuáriA elaboração de produtos nobres tais como camurções para calçados e vestimentas denominada de “raspa” ou “crosta”. ou seja. Curtimento: Converte o colágeno. Isto é feito da seguinte forma: ao se alterar o pH.

geneizar a espessura da pele. a neutralização e o engraxe são indispensáveis. Neutralização. é o conjunto de informações que permite ao empreendedor decidir com mais segurança sobre o negócio a ser iniciado.Sebrae. Neste sentido.br . sempre dependendo do produto final desejado. http://guiabrasileirodocouro.br . o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas . A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos. http://www. O plano de negócio é uma ferramenta que contém todos os dados referentes ao projeto. Dependendo do fim a que se destina o couro. há mais de oitenta fabricantes de máquinas e equipamentos para curtumes. que variam muito de curtume para curtume. seja ele em que área for. No site da Guia Brasileiro do Couro. Instalações e Fases de Criação dos caprinos O curral com objetivo de abrigo e manejo dos caprinos pode ser sim . http://www. Tingimento e Engraxe: Estes processos. sendo o principal exportado pelo mercado coureiro do Brasil (Tabela ) devido às taxações que o couro acabado tem nos países europeus e nos EUA.com.com. executam-se todos ou parte deles. também pode ser consultada para obter informações sobre os equipamentos necessários. Acabamento Final: Esta última fase é realizada através de duas operações mecânicas: secagem e amaciamento.com. efetuados após o rebaixe. Até esta fase do processo o produto é chamado de Wet Blue (devido a sua coloração azulada).br . pode auxiliar no desenvolvimento deste plano de negócio. são feitos em fulões. atendendo a duas situações bem específicas: l viabilidade do negócio e l avaliação financeira para o caso de captação de recursos. No curtimento mineral. Recurtimento. Equipamentos necessários Os equipamentos necessários dependerão do projeto específico para da instalação pretendida.sebraesp.abimaq. Quanto ao investimento necessário É primordial ter em mente a importância de se desenvolver um plano de negócio. para o início de um empreendimento.

como piolhos. principalmente.cnptia. rústico (chão batido) e construído com material disponível na propriedade. Naturalmente.br/FontesHTML/AgriculturaFamiliar/RegiaoMeioNorteBrasil/Caprinos/manejosanitario.htm Em particular. entre as quais. pode-se utilizar a planta baixa do modelo Embrapa de chiqueiro para o sistema alternativo de criação de caprinos. sem qualquer objeto que possa prejudicar a pele do animal. além das doenças causadas por ectoparasitas. o número de animais e os objetivos da criação serão fatores importantes na escolha do tipo de curral a ser construído. animais em lactação.Figura 1: Modelo de chiqueiro da Embrapa Este projeto oferece espaço para cabras em gestação. a linfadenite caseosa (mal-do-caroço). Os caroços podem apa AgriculturA e PecuáriA ples. a pododermatite (frieira). Rebanhos para fornecimento de couro exige área limpa. http://sistemasdeproducao. . com capacidade para 00 animais. miíases (bicheiras) e sarnas e. Quanto ao Manejo sanitário Os caprinos são acometidos por várias doenças. Como referência de instação. produzindo abscessos ou caroços. aquelas causadas por endoparasitas (verminose). causada por uma bactéria que se localiza nos linfonodos ou landras.embrapa. a Linfadenite caseosa ou mal-do-caroço. animais em fase de reprodução. doença contagiosa. o ectima contagioso (boqueira). cabritos desmamados.

ipt.br/upload/sbrt320. O conteúdo do curso compreende: l Análise de cortes histológicas de peles l Considerações sobre o colágeno (principal constituinte das peles) l Apresentação técnica de curtimento detalhando as etapas do processo l Tipos de curtimento l Noções de dimensionamento de equipamentos de curtimento l Noções de tratamento dos efluentes gerados pelo processo de curtimento Maiores informações podem ser obtidas através de http://www.br/ ensino/outros/?ID=20.0. Relizar rotação de pastagens. cal virgem a 0%. Vermifugar o rebanho ao trocar de área.ibict. Instituto de Pesquisas Tecnológicas. Disponível em http://www.pdf e em qualquer caso continuamos a disposição para maiores esclarecimentos. além da carne. INDICAÇõEs: O IPT.courobusiness. Quanto á criação de ovinos sugerimos consultar a resposta técnica disponível em: http://sbrt. Animais recém chegados devem passar pela vermifugação antes de serem colocados junto ao rebanho.com. Iodophor a % e hipoclorito de sódio a %.recer em vários locais e sua presença causa desvalorização da pele.htm em . cujo objetivo é transferir ao participante a tecnologia de curtimento de peles através de exposições teóricas e atividades práticas.br/exportacao. Remover e manter as fezes em locais distantes.00. oferece o curso “Curtimento de Peles”. desenvolvidas em equipamentos de curtimento. Limpeza das instalações A higiene das instalações deve ser feita diariamente já a desinfecção uma vez por mês. Não admitir superlotação nas pastagens. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs As peles de caprinos curtidas sem pêlo seguem metodologia de cur . utilizando produtos como: formol comercial a %.

produção. et al. É importante considerar as condições climáticas predominantes no local onde se deseja implantar ou aprimorar a criação. Para transformação de peles em couros. curtimento. são empregados processos químicos e operações mecânicas: . carne e peles) e como fonte de proteína de alto valor nutritivo para as populações de baixa renda (consumo de animais nas propriedades). enxugamento. a criação de caprinos é uma atividade que desempenha importante função socioeconômica. rebaixamento. abate e processamento da pele. A qualidade do couro é função de todos as etapas do processo de obtenção do couro. neutralização. desencalagem. recurtimento. Os animais devem ser adquiridos com as características adaptadas à região onde serão criados. vácuo. Mecânicas: são discriminadas como descarne. como geradora de renda (comercialização de animais.Químicos: onde “a água é utilizada como veículo de difusão dos produtos. por ser esta etapa a responsável pela tendência da separação das camadas termostática e reticular da derme. amaciamento. caleiro. Deve-se prestar muita atenção com os resíduos do curtume para não agredir o meio ambiente. desengraxe. prensagem e medição. purga. divisão. Características físico-mecânicas e químicas do couro de caprinos abatidos em idades diferenciadas. engraxe e acabamento. desde o nascimento do animal. Além disso. píquel. lixamento. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA () Brito. Revista Brasileira de  AgriculturA e PecuáriA timento semelhante às peles bovinas. tingimento. estiragem. sendo corretamente desengraxadas. A idade do animal para abate influi significativamente na qualidade do couro de caprinos fornecendo qualidade adequados para o uso a que se destina []. denominados remolho.

Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de mar.prudente.br/ ceget/pegada/peg13n3.br>. 00.unesp.00. 00  . v..htm>. () Campos. O trabalho e a relação sociedade-natureza: uma reflexão sobre a indústria de curtimento de couro em presidente prudente. Guia Brasileiro do Couro. -9. Acesso em:  de mar.Zootecnia.. Disponível em: <http://guiabrasileirodocouro. Acesso em:  de mar. Disponível em: <http://www2. Fábio Henrique de. n. 00. com. p.

Pergunta: l É possível conciliar avestruzes com frangos a uma distância aproximada de 0 metros? l Poderá utilizar uma barreira com cerca viva para auxiliar no isolamento sanitário? l Está correndo riscos excessivos? l O que diz a regulamentação? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A estrutiocultura (criação de avestruz) despontou no país como uma excelente alternativa para o desenvolvimento de pequenas áreas rurais. de  de março de 00. podendo ser de pequeno porte. precisando de um quilo de pasto verde por dia com complemento de . O IBAMA se manifestará ainda quanto à criação em cativeiro. caso haja indícios ou riscos de danos que possam ser causados às espécies silvestres ou ao ambiente. A ave é criada em cativeiro e não exige grandes extensões de terra para reproduzir. PALAvRAs-ChAvE Cliente tem criação de avestruzes que deseja criar em local onde também existe criação de frangos. se é possível conciliar avestruzes com frangos a uma distância aproximada de 50 metros? A criação de outras aves no mesmo local não é permitida por medidas de biosseguridade. sendo o maior na alimentação. de acordo com a Portaria do Ministério do Meio Ambiente de acordo com IBAMA. Portaria No. por demanda. . avestruz.  AgriculturA e PecuáriA CRIAÇÃO DE AvEsTRUz . com reduzido emprego de mãode-obra.Estrutiocultura. criação de aves. criação de avestruzes. O animal não exige muitos cuidados. Uma das exigências do IBAMA é que as aves não tenham ou venham a ter contato com outros animais da fauna regional. quilos de ração. É considerado uma ave doméstica. 1.

já citada. a critério do Fiscal Federal Agropecuário ou do Médico Veterinário Oficial Federal ou Estadual. Poderá utilizar uma barreira com cerca viva para auxiliar no isolamento sanitário? Segundo a Instrução Normativa no. item . controle de acesso e outras) ou da utilização de manejo e medidas de biossegurança diferenciadas. alterações nas distâncias mínimas acima mencionadas. Podem estar ocorrendo riscos excessivos? Os riscos são situações imprevisíveis. quando delegada a atividade a esse último. Ministério da Agricultura. Todavia. Ministério da Agricultura. ou seja. • de não obter credenciamento do MAPA. • de produtividade reduzida por excesso de problemas de contaminação. responsável pela vistoria e emissão do laudo de funcionamento do estabelecimento. são muito grandes e não devem ser corridos por diversos motivos. de terminação de frango de corte. podem ou não ocorrer. o criador não poderá requerer as guias de trânsito quando da possível comercialização das aves. no item : “Em estabelecimentos preexistentes poderão ser admitidas. mas existem e podemos citar aqui: • riscos de transmissão de doenças de frangos e galinhas de postura para dentro da criação de avestruzes e ou vice-versa com prejuízos para ambas as partes. para quem desrespeitar a legislação. diz: que a distância “de estabelecimentos de criação de ratitas a estabelecimentos de avicultura industrial.2. etc é de  km. em função da existência de barreiras (reflorestamento. após avaliação do risco sanitário. de postura comercial ou de criação de perus. . codornas. topografia. . no. Pecuária e Abastecimento. perdizes. muros de alvenaria. matas naturais. as cercas-vivas podem ser usadas como parte das medidas de biosseguridade e ser adotadas mas não contornam problemas de natureza drástica como 0 m de isolamento. de  de Fevereiro de 00 .. não credenciar a criação pretendida por falta de condições sanitárias. o Regulamento diz. sendo um deles o fato de o MAPA. Portanto. que impeçam a introdução e disseminação de patógenos.” 3. Pecuária e Abastecimento. Os riscos.  . O que diz a regulamentação? A Instrução Normativa.” 2.

. pelo prazo de sessenta (0) dias. ovinos. Portaria no. . eqüídeos. de  de Junho de 00. de  de Fevereiro de 00 Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da Agricultura. estudantes de ciências agrárias e demais interessados e que tem como objetivo formar empresários e técnicos com perfil e visão empreendedora. caprinos. bubalinos. gerar 9 AgriculturA e PecuáriA LEGIsLAÇÃO . de  de Julho de 00 Instrução Normativa no. Pecuária e Abastecimento. á contar da data da publicação desta Portaria. . Pecuária e Abastecimento Portaria no. de 9 de Fevereiro de 99. 0. Pecuária e Abastecimento. Normativa sobre importação ovos. de 9 de Janeiro de 00 Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da Agricultura. Resolução no. Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da agricultura. suídeos. Aprova a uniformização da nomenclatura de produtos cárneos não formulados em uso para aves e coelhos. complementares à Instrução Normativa Ministerial nº 0. de  de Novembro de 00. Instrução Normativa no. Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da Agricultura. Pecuária e Abastecimento. a minuta da Instrução Normativa que estabelece Normas para disciplinar a importação de avestruzes para reprodução. Pecuária e Abastecimento. de Criação e Alojamento de Ratitas. Ministério do Meio Ambiente. .Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da Agricultura. Submeter à consulta pública. Aprova o Regulamento Técnico para Registro.  de Junho de 00. Secretaria de Defesa DE Agropecuária. de 0 de dezembro de 99. produtores. de  de Julho de 00. Fiscalização e Controle Sanitário dos Estabelecimentos de Incubação.Instrução Normativa Conjunta no. . INDICAÇõEs Cursos Um excelente curso destinado a técnicos. ovos e outras espécies de animais.

00. é o livro: “A Criação do Avestruz: Guia completo de A a Z”. Avançado e Aplicado.conhecimento da gestão de políticas setoriais. Marcelo Kornfeld e Márcio Carvalho e editado pela EDUSP. impedindo que as aves tenham contato com outros animais da fauna regional. Uma publicação indicada para os criadores de avestruzes. oferecer conforto e segurança aos animais. (9) -00 METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA ABRE: Associação Brasileira de Estrutiocultura. escrito por Celso Carrer. Antes de iniciar o criatório. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Na criação de avestruzes. O curso é sub-dividido em  Módulos: Básico. Roberto Arana. Sistemática de Avaliação: aulas teóricas e práticas presenciais são realizadas no Centro de Tecnologia e Produção de Avestruzes Grupo Ostrich do Brasil Via Anhangüera Km 0 .br>. 0 .Norte . sanitário e reprodutivo. tecnológicas e econômicas ligadas ao seu campo de trabalho e capacitar quanto ás novas realidades do Agribusiness Mundial será oferecido pelo grupo Criação de Avestruzes com início: 09 e 0 de Abril.com. as instalações têm uma função de apoio às atividades ligadas ao processo produtivo. As principais funções são: facilitar o manejo alimentar. assim como em qualquer outra exploração animal. proporcionar condições para obtenção de índices de produtividade à exploração e condições de contenção e biossegurança. Acesso em: 0 de abr. Consultar a associação de criadores mais próxima de sua região para orientação técnica. procure o IAGRO – Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal e MAPA – Ministério da Agricultura e Pecuária. Disponível em: <http:// www.abreonline.Pirassununga – SP Telefone: 9) -00. sendo esta uma exigência do IBAMA.

com.br>.portaldoavestruz. Acesso em: 0 de abr. 00. Acesso em: 0 de abr. CooperAvestruz: Coperativa de Criadores de Avestruz. Acesso em: 0 de abr.br>.ostrich. Disponível em: <http://www. com. .cooperavestruz.org. Disponível em: <http://criareplantar. Disponível em: <http://www.br>. 00.avestruzmaster. Disponível em: <http://www. 00. 00.br>. Acesso em: 0 de abr. Portal do Avestruz.acab.com. Disponível em: <http://www. 00. Acesso em: 0 de abr. Avestruz. 00.com.com.aviculturaindustrial. Acesso em: 0 de abr. Ostrich. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www. Acesso em: 0 de abr. br>. Disponível em: <http://www. 00. Criar e plantar.br>. 00  AgriculturA e PecuáriA ACAB: Associação dos Criadores de Avestruzes do Brasil.br> .Avestruz Máster.avestruz.com.com. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr. Estrutipar: Cooperativa dos Estrutiocultores do Paraná. 00.estrutiopar. Acesso em: 0 de abr.com. 00. Avicultura Industrial.br>. Acesso em: 0 de abr.br/>. Disponível em: <http://www.

toda a região tropical e subtropical do litoral brasileiro apresenta condições favoráveis ao desenvolvimento deste cultivo. As gaiolas que variavam de  a 0 hectares passaram para de  a  há e é comum o uso de areadores para facilitar a circulação de ar. pois as espécies brasileiras possuem baixo ganho de peso. Tal fato tem levado à implantação de fazendas para a produção de camarões marinhos principalmente no nordeste. porem. estes deverão ser tratados com antibióticos e ração reforçada.CRIAÇÃO DE CAMARÃO PALAvRAs-ChAvE Piscicultura. as inovações tecnológicas da área centram-se em formas de redução da área de produção e de desperdícios na fase de crescimento e engorda. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA No Brasil a procura por camarões tem provocado nos últimos anos um constante crescimento da produção. Outra inovação está no uso da espécie “Penaeus vannamei” proveniente do Equador. Deve-se estar atento à compra de pós-larvas e caso seja constatado em análise a presença de alguns sintomas de doença. A preocupação principal com a criação será o cuidado com as doenças provocadas por vírus e bactérias. segundo a ABCC (Associação Brasileira dos Criadores de Camarão). evitando-se grandes perdas.  . passou-se a colocar a ração em bandejas. Por exemplo. criação de camarão. Obter informações sobre criação de camarão. de modo geral. Atualmente. camarão. Um dos fatores desta situação é a redução do camarão em alto-mar devido à pesca predatória.

peacelink. Site: http://www. Site: http://ospiti. contactar as seguintes instituições: FUNDIPESCA .it/zumbi/org/funpesca/pcamar.Associação Brasileira de Criadores de Camarão Possui links de fornecedores e presta consultoria para pequenos produtores.Fundação para o Desenvolvimento de Comunidades Pesqueiras Artesanais Fornece todos os procedimentos básicos para a introdução da criação de camarões em gaiolas. para complementar as informações. 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .br/ Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul.Sugere-se.html ABCC .com.abccam.

a carcinicultura. Existem diversas espécies nativas de camarões de água doce com potencial para criação comercial. com ração balanceada. camarão da Malásia. Em cultivo intenso. praticar canibalismo. superando as outras devido às suas características como o rápido crescimento. sistema de criação Existem. apresentar alta fertilidade e fecundidade. juvenil e adulto. Suas características estão citadas a seguir. criação camarão de água doce.000 a 00. inclusive. Índia. A fêmea produz de . Deseja criar camarão de água doce. Vietnã) introduzida no Brasil em meados de 9.  . se a disponibilidade de alimentos for insuficiente. além de boa aceitação no mercado. dependendo do tamanho. O seu ciclo de vida compõe-se de quatro fases: larva. Trata-se de uma espécie originária dos paises do Indo-Pacífico (Malásia. basicamente. chegando-se ao aproveitamento de 0% dos mesmos. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O camarão de água doce é. três sistemas de criação adotados na carcinicultura de água doce. pós-larva. quando estará em condições de ser comercializado. O hábito alimentar deste camarão é onívoro. podendo.CRIAÇÃO DE CAMARÃO DE ÁGUA DOCE PALAvRAs-ChAvE Carcinicultura. A espécie exótica Macrobrachium rosenbergii (camarão da Malásia) é a que se encontra mais bem adaptada para a atividade. ser onívora.000 ovos. atualmente consumido em larga escala e sua obtenção é basicamente proveniente de operações de cultivo. alcança um peso médio de 0 g em seis meses de criação.

respectivamente para as fases iniciais e finais de cultivo. A adubação química ou orgânica dos viveiros é periodicamente praticada a fim de incrementar esta fauna. na proporção que varia entre  a 0 pós-larvas/m.sistema bifásico (média tecnologia): trata-se da manutenção das pós-larvas recém-metamorfoseadas em viveiros-berçário.0 g são transferidos para os berçários secundários. Ali permanecem por mais quatro meses. . as pós-larvas recém-metamorfoseadas são estocadas e.0 g são transferidos para os viveiros de engorda. A sua produtividade estabelece-se entre . As pós-larvas permanecem nestes berçários durante aproximadamente dois meses. Os viveiros são povoados com pós-larvas recém metamorfoseadas. sendo despescados com peso médio de  a 0 g. Os viveiros escavados no solo oferecem um bom recurso de alimento natural. usado na recria. Esta fase tem duração de  a 0 dias. Formas de manejo Manejo alimentar. As produtividades neste sistema regulam-se entre .00 a . Em seguida. fibra de vidro. os juvenis com peso médio de .000 a . também em terra.00 kg/há/ano.000 kg/há/ano. em densidades que variam de 0 a 00 pós-larvas/m. composto principalmente pela fauna bentônica que compreende as formas larvais e adultas de invertebrados aquáticos. quantidades e teores protéicos variam de acordo com a faixa de tamanho dos camarões. de terra. seus organismos com peso médio de 0. sistema trifásico (alta tecnologia): semelhante ao anterior. cujos tamanhos das partículas. Em todas as fases os camarões recebem alimentação artificial na forma de ração balanceada e peletizada. Tal sistema permite alcançar produtividades próximas de . Neles. alvenaria. etc. Estas diminuições nas proporções são gradativas ao longo do tempo de cultivo. O ciclo tem duração média de  meses sem qualquer transferência. em densidades de  a 0 juvenis/m. diferindo apenas pela consideração de uma fase inicial realizada em berçários primários. seguindo o manejo descrito no sistema bifásico. altas densidades ( a  pós-larvas/litro) em tanques de concreto.000 kg/há/ano.  AgriculturA e PecuáriA sistema monofásico (baixa tecnologia): é caracterizado por apenas um tipo de viveiro. Rações contendo 0 a % de proteína bruta são fornecidas na proporção de 00 a % da biomassa total dos camarões.

Teores de oxigênio dissolvido. geralmente após seis meses de recria. A qualidade da água deve ser rigorosamente controlada para que as condições ambientais se estabeleçam dentro dos padrões de exigência dos camarões a fim de gerar maior produtividade no cultivo. O solo ideal deve ter pH próximo a . provocando o aparecimento de rachaduras nas paredes dos tanques. Despescas As despescas nos viveiros de engorda iniciam-se sempre que uma boa parcela de camarões já tenha atingido o tamanho comercial. Localização Os viveiros devem ser instalados em locais onde haja fornecimento de água natural (poços. Amostragens quinzenais de camarões são realizadas para avaliar o crescimento dos organismos e obter informações para o cálculo das quantidades necessárias de ração. o excesso de água acumulada costuma causar problemas na drenagem do viveiro. O local é considerado adequado quando a temperatura média do mês mais frio é igual ou superior a 0ºC e quando existem ventos constantes e moderados. Os solos considerados como ideais para a construção de viveiros são aqueles com taxa de argila variando entre 0% e 0%. operação em que o viveiro é totalmente drenado e todos os camarões são capturados. cuja captura dos organismos é feita através de arrasto com rede seletiva. rios ou nascentes). dureza. Outros manejos. ou seja. arenoso torna-se desapropriado em função do seu baixo poder de retenção de água. temperatura e transparência são parâmetros controlados diariamente nos viveiros. Com menos de 0% de argila. efetua-se uma despesca total.Manejo hídrico. alcalinidade e outros são monitorados semanalmente.  . com uma declividade de até %. córregos. O terreno deve ser plano ou levemente ondulado. enquanto que. Deve-se evitar implantá-los onde há grandes variações de temperatura entre o dia e a noite. Com mais de 0% de argila. pH.0. Em cada viveiro de engorda se promovem em média  a  operações. Isto ocorre geralmente depois de  ou  meses do ciclo total (berçário + engorda). Ao final do processo. As despescas seletivas são realizadas a cada 0 dias aproximadamente.

podendo-se citar as redes de supermercados. mesmo que pequenas. phmetro. assim como suas peculiaridades. termômetromedir a temperatura da água. CEP -900 JABOTICABAL SP FONE () 0-0 e-mail caunesp@caunesp.para medir o pH da água. o requerente deverá atender a algumas exigências. dentre as quais incluem-se a licença ambiental e a outorga do uso do recurso hídrico. ou kits para análise química do oxigênio dissolvido. INDICAÇõEs: O criador de camarão deverá solicitar o registro de aqüicultor junto ao IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). Para obtenção deste registro. tarrafas. hotéis. Em alguns estados brasileiros essas licenças podem ser expedidas diretamente pelo IBAMA.UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Centro de Aquicultura da UNESP Via de Acesso Prof Paulo Donato Castelane. tela protetora usada para proteger a entrada de predadores e saída de camarões. . s/n. redes de pescas. Portanto podemos considerar como matéria-prima à pós-larvas que deverá ser adquirida em laboratórios especializados.unesp. O mercado consumidor é bastante diversificado. oxímetro – medir o oxigênio dissolvido na água. criação dos jovens a partir da fase de pós-larvas até atingir o tamanho comercial. restaurantes e lojas especializadas em pescados. produção de pós-larvas • Engorda. Em fazendas de engorda. alguns instrumentos simples são indispensáveis: disco de Secchi – medir transparência da água.Matéria-prima O cultivo de camarão de água doce envolve duas fases: • Larvicultura.br  AgriculturA e PecuáriA Equipamentos Nenhum projeto de carcinicultura pode funcionar sem uma infraestrutura mínima capaz de atender as necessidades gerais de uma produção. Trata-se de um produto nobre. com excelente aceitação nos mercados interno e externo. LEGIsLAÇÃO: EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: UNESP .

Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Renováveis. levando-se em consideração três despescas. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A criação de camarão de água doce vem crescendo muito nos últimos anos. principalmente na região nordeste.com. fonte de sobrevivência de muitas comunidades. A utilização de produtos químicos tem provocado a mortandade de peixes. utiliza-se de 0 a 0 milhões de litros de água por tonelada produzida. Devido ao tamanho do espelho de água dos viveiros.Associação Brasileira de Criadores de Organismos Aquáticos Av. imensas áreas de manguezais e de matas ciliares ao longo dos rios vêm sendo destruídas. cursos e certificação. mas alguns cuidados devem ser tomados principalmente em relação ao impacto ambiental.br ABRACOA .  CEP 00-900 São Paulo SP Fone () - e-mail abracoa@uol.br http://www. É bastante problemático investir em uma atividade com consumo de água tão elevado.Fazem pesquisa e prestam assistência técnica e vendem alevinos IBAMA . o índice de evaporação é altíssimo. A carcinicultura é uma das atividades que mais consome água.gov. http://www. Para ser ter uma idéia. Francisco Matarazzo. lagos e dunas. gamboas.kit.abracoa. Com a construção dos viveiros nas margens dos rios.ibama. caranguejos. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia ABRACOA – Associação Brasileira de Criadores de Organismos Aquá .net CURsOs: Serviços. mariscos e crustáceos.

br/recomendacoes_tecnicas_para.gov. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev.AQUICULTURA . Acesso em:  de fev. IBAMA . Priscila Vieira Rosa.ibama. Acesso em:  de fev.BR. Acesso em:  de fev.br/>. Disponível em: <http://aquicultura. Paula Adriane Perez.abracoa. Recomendações básicas para a criação do Camarão da Malásia. Criação de Camarões de Água Doce.kit. 00.net>. 00 (Boletim Técnico). 00 9 AgriculturA e PecuáriA ticos. Lavras: Universidade Federal de Lavras. Disponível em: <http://www. LOGATO.Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Renováveis. Disponível em: < http://www.htm>. 00 RIBEIRO. . 00.

Na decisão de criação de caprinos deve-se levar em consideração alguns aspectos básicos relevantes para que a atividade tenha êxito. Um aspecto que deve ser considerado diz respeito às condições climáticas predominantes no local onde se deseja implantar ou aprimorar a criação. a topografia do terreno dentre outras características Importante se faz. analisando o tipo de vegetação lá existente. devem ser adquiridos animais com características adaptadas à região que satisfaçam aos interesses do criador. caprinos. o sucesso da criação. em grande parte. Portanto deve-se definir. Qual é a melhor forma de obter um plantel de cabras leiteiras com baixo custo? Da escolha das cabras depende. onde vender o leite e a carne na grande São Paulo ou adjacências e se existe algum frigorífico que possa comprar os cabritos vivos ou tem que abatê-los.CRIAÇÃO DE CAPRINOs PALAvRAs-ChAvE Criação de caprinos. caprinocultura Saber qual é a melhor forma de obter um plantel de cabras leiteiras com baixo custo. como pode obter um lucro maior na carne de cabritos ou no leite de cabra. Especialistas informam que devem ser adquiridos cabras de raças ou linhagens com períodos de lactação de 0 dias e uma produção inicial acima de . mesmo em criações com emprego de tecnologias mais simples Com estes dados e outros mais o futuro empreendedor deve escrever o plano de negócio o qual oferecerá dados mais concretos sobre a questão. Quando da formação do rebanho. 0 . IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. litros. primeiramente o local de criação. a facilidade de obtenção de água. também. visitar os criadores da região onde se poderá adquirir as crias de acordo com os interesses postados.

Quanto a venda da carne ou do leite deve-se considerar que. o próprio mercado indica o preço praticado dentro da modalidade escolhido pelo pecuarista. A alimentação deve seguir as sugestões para cada raça. logo depois de efetuada cada ordenha”. No entanto. os restaurante-classe A. . O presidente da Capripaulo informa que estudo realizado há dois anos indicava que 0% da demanda de leite de cabra e derivados eram supridas pelas importações. Como posso obter um lucro maior na carne de cabritos ou no leite de cabra? São Paulo detém o maior rebanho de cabras leiteiras do país. 3. carne e até pratos prontos e os preços não são tímidos. todavia é  AgriculturA e PecuáriA 2. os empórios. não existe uma receita pronta para aumentar lucros. manter as instalações sempre higienizadas. Outro fator de igual importância é quanto a saúde dos animais o que significa dar assistência veterinária. a higienização deve ser realizada. principalmente da Bahia. os hotéis são compradores em potencial. Onde vender o leite e a carne na grande são Paulo ou adjacências? Existe algum frigorífico que possa comprar os cabritos vivos ou tem que abatê-los? Os grandes supermercados. queijos. No entanto. o próprio pecuarista pode fazer a venda e entregar. ou seja. mas sim meios de analisar cada custo que envolve um empreendimento buscando alternativas que possam diminuir as despesas. Os supermercados e empórios já oferecem leite. “Em se tratando de salas de ordenha. O que se deduz é que um plantel que recebe os devidos cuidados e alimentação sadia evita doenças que oneram os custos de criação. praticar a vacinação conforme orientação dos profissionais da área. Para saber qual é a melhor opção necessário se faz desenvolver plano de negócio para as atividades de interesse. diariamente. que é livre de barreira sanitária e pode vender a produção para todo o Brasil. Os frigoríficos. uma vez que tais produtos são considerados como diferenciados. com expectativa de pequena redução nas compras externas. em geral compram os animais já abatidos. ou participar de uma cooperativa. ele diz que têm surgido novas queijarias no País. a água deve estar disponível. seguido por Minas Gerais e Rio de Janeiro. mas para alcançá-los o pecuarista deve contratar um intermediário ou fazer visitas de apresentação de seus produtos. ou ainda oferecer produtos de sua própria fabricação.Ele acrescenta que 90% da carne caprina consumida em São Paulo são importadas do Nordeste.

fundamental conhecê-los de perto.br/upload/sbrt479. Sistema Brasileiro de Respostas Técnicas.br/upload/sbrt400. 00  . Acesso em: 0 de out.ibict.pdf> <http://www.embrapa. Dentre elas citam-se: <http://www.sbrt.pdf> <http://www. várias respostas técnicas que poderão ser úteis neste momento.br/upload/sbrt480.Telefone: () -000 SBRT. km  Caixa Postal D-0 0-90 Sobral.sbrt.br REFERêNCIAs Embrapa Caprinos . saber de suas demandas e potencial.pdf >.ibict.pdf> Ainda a Embrapa Caprinos oferece oportunidade para maiores esclarecimentos.ibict.sbrt.br/upload/sbrt925.sbrt.br/upload/sbrt480.ibict. Disponível em: <http:// www.sbrt.Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. Ceará Telefone: (0xx-) -000 Fax: (0xx-) -0 E-mail: ant@cnpc. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out.ibict. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Encontram-se nas páginas do SBRT.pdf> <http://www. 00. no seguinte endereço: Embrapa Caprinos Fazenda Três Lagoas Estrada Sobral/Groaíras. fazer contatos.

2.br) que oferece vários cursos. é primordial ter em mente. Estimativa de capital necessário até a produção pode cobrir as despesas? Para se determinar o custo de um empreendimento. decidir com mais segurança sobre o negócio a ser iniciado. que permitem. é o conjunto de informações. o sucesso da criação. como controlar custos. Como estimar o custo inicial? Estimativa de capital necessário até a produção cobrir as despesas? Quanto de terra é necessário para um rebanho de 00 caprinos para leite e queijo? Qual é a melhor raça para este fim? Aonde procurar mão de obra qualificada? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1.com. O plano de negócio é uma ferramenta que contém todos os dados referentes ao projeto. Sugerimos consultar o Sebrae (http:// www. Especialistas informam que devem ser adquiridos cabras de raças ou linhagens com períodos de lactação de 0 dias e uma produção inicial acima de . caprinos PALAvRAs-ChAvE Obter informações sobre criação de caprinos no Estado de São Paulo.Como estimar o custo inicial? Da escolha das cabras depende. em grande parte. dentre tantos outros.Caprinocultura. ao empreendedor. Com estes dados o futuro empreendedor deve escrever o plano de negócio o qual oferecerá dados mais concretos sobre a questão.sebraesp. O capital inicial e de giro serão determinados pelo plano de negócio que definirá o número de cabeças necessário para iniciar a criação e que cubra as despesas fixas. litros. atendendo a situações bem específicas: viabilidade do negócio e avaliação financeira para o caso de captação de recursos. como abrir uma empresa. a importância de se desenvolver o plano de negócio. oficinas e palestras tais como: como iniciar um negócio.  AgriculturA e PecuáriA CRIAÇÃO DE CAPRINOs NO EsTADO DE sÃO PAULO . criação de caprinos.

analisando o tipo de vegetação lá existente. com expectativa de pequena redução nas compras externas. principalmente. afirma. Um aspecto que deve ser considerado diz respeito às condições climáticas predominantes no local onde se deseja implantar ou aprimorar a criação. Wilson Valentini Junior. seguido por Minas Gerais e Rio de Janeiro. diz. aponta boas perspectivas para a caprinocultura. principalmente da Bahia. na sua maioria extensiva e a partir de animais sem registros”. que é livre de barreira sanitária e pode vender a produção para todo o Brasil. Para suprir a demanda. Quando da formação do rebanho. Tanto que São Paulo.3. Portanto deve-se definir. milhões de ovinos e 0 milhões de caprinos a produção brasileira de carne de caprinos e carne e lã de ovinos é insuficiente para atender ao consumo interno. devem ser adquiridos animais com características adaptadas à região que satisfaçam aos interesses do criador. O presidente da Capripaulo informa que estudo realizado há dois anos indicava que 0% da demanda de leite de cabra e derivados eram supridas pelas importações. “A atividade está crescendo muito”. mesmo em criações com emprego de tecnologias mais simples. primeiramente o local de criação. a topografia do terreno dentre outras características. “No Nordeste. “Já o Sul. No entanto. O presidente da Associação Paulista de Criadores de Caprinos (Capripaulo). Na decisão de criação de caprinos deve-se levar em consideração alguns aspectos básicos relevantes para que a atividade tenha êxito.  .” São Paulo detém o maior rebanho de cabras leiteiras do País. ele diz que têm surgido novas queijarias no País. Oitavo do ranking mundial com um rebanho estimado em . Minas Gerais e Rio de Janeiro são exportadores de genética caprina para outros Estados. Quer obter informações sobre criação de caprinos no Estado de são Paulo. o País tem de importar esses produtos de países vizinhos. a facilidade de obtenção de água. reúne a elite da caprinocultura de leite. o forte é a criação voltada para corte. Ele acrescenta que 90% da carne caprina consumida em São Paulo são importadas do Nordeste.

evitando a ação de predadores e a ocorrência de miíases (bicheiras) nos animais recém-nascidos. m a . qualidade e o estado das pastagens e das forrageiras lá encontradas. a uma altura de cerca de 0.0 m do solo. Qual é a melhor raça para este fim? Existem várias raças para leite e como já mencionado anteriormente o empreendedor deve escolher aquela que melhor se adapta ao local de criação. Os cochos podem ser feitos de pneus. ser colocado um protetor. Quanto de terra é necessário para um rebanho de 100 caprinos para leite e queijo? O número de cabeças que podem ser colocados em uma determinada área varia de acordo com a espécie. constituído por ripa ou arame. podendo. 5.O tamanho do chiqueiro deve ser definido de acordo com a dimensão do rebanho.0 m. internamente. Cabriteiro (animais em lactação). para cada animal adulto. Cabritos desmamados. É importante que o chiqueiro apresente. Esta área permite manejar adequadamente as cabras próximas à parição e as cabras recém-paridas. Segue abaixo relaçãao de raças leiteiras conforme solicitado:  AgriculturA e PecuáriA 4. quanto para os animais em reprodução e desmamados. devem ser colocados cochos para sal mineral para a suplementação dos animais. de tábuas ou de troncos ocos encontrados na propriedade e devem ficar posicionados a uma altura de 0. .0 m acima da altura do cocho. • Cabras em estado avançado de gestação (próximas à parição) e cabras recém-paridas. Animais em fase de reprodução (matrizes e reprodutores). recomendando-se uma área útil de 0. Em cada uma das divisões reservadas tanto aos lotes de cabras próximas à parição e as recém-paridas. • • • • A primeira divisão deve dar acesso a um piquete com pastagem nativa ou cultivada. pelo menos quatro divisões destinadas para lotes de animais nas seguintes fases de desenvolvimento. para evitar a entrada de animais. sobre eles.

perfil retilíneo.naturalmente mocha. orelhas pequenas e horizontais. kg)  ± kg e período EMBED Equation de lactação: 9 meses ( ±  dias). orelhas pequenas a medianas e eretas. espesso. presença ou não de chifres. Cabeça cônica e alongada. sendo no Brasil o padrão alpino de cor acamurçada. Parda Alpina Origem suiça.Pelagem uniformemente branca. orelhas levantadas de tamanho médio.com  a . pêlos curtos. presença ou não de chifres. Grison: Mais rústica.% de gordura. fina e bem elegante. Padrão Brasileiro possui grande porte. olhos grandes e claros. possuindo uma grande estrutura óssea. com ou sem cornos. profundo. É uma raça cosmopolita. Apresenta a variedade Branca-Alemã. Apresenta cabeça com perfil retilíneo.saanem De origem Suiça. É um animal de grande corpulência. Produção de leite  kg ( kg ±  kg ) e período médio de lactação:  meses (  EMBED Equation  dias ). ponta das orelhas escuras. pelagem totalmente branca. ventre escuro. e a cabeça assim como a cauda mais escura que o restante do corpo. suporta condições climáticas extremas. pelagem de cor variada. vale do rio Saanen nos cantões de Berna e Appenzel. chanfro reto. encontrada desde as regiões baixas até as regiões montanhosas. orelha ereta e curta. parte distal dos membros preta. orelhas pequenas a medianas e eretas. linha preta dos olhos ao focinho. chanfro reto. apresenta uma faixa negra no dorso sendo os membros escuros na parte inferior. fronte larga.Apresenta chifres. Média de produção de leite: kg. com ou sem barba. é considerada uma das melhores raças para produção de leite. fronte larga. Toggenburg Origem suiça. com listra preta na linha nuca-dorso lombar até a garupa. produção leite( a . pelagem parda (claro-acinzentado ao vermelho escuro).Na Suiça apresenta  tipos: Oberhasli-Brienz: Suiça . No Brasil apresenta grande porte. Pêlos curtos. no Vale do Toggenburg: proviniente do cruzamento  .

Pêlos podem ser curtos ou apresentar fios mais compridos no dorso e na parte externa das coxas. São animais de pêlos curtos e finos.Apresenta porte médio.0m nos machos adultos e de 0.0m nas fêmeas.  AgriculturA e PecuáriA inicial da cabra Fulva de Saint-Gall x Saanen. passam pelos olhos e vão terminar nas comissuras labiais. com cabeça bem feita e alongada. É um animal geralmente mocho. ao longo das últimas décadas. bastante atenção à exploração e seleção. variando do claro ao escuro. Cor castanha-cinza claro. podendo haver exemplares de cor castanho-escura. mostrando orelhas de tamanho mediano elevadas e dirigidas para frente. Marota. perfil retilíneo. Muito produtiva e rústica. bodes com pêlos mais longos e mais grossos. fronte larga. e nos machos adultos de 0 kg a 0 kg. Há. ainda as raças mistas como Anglo Nubiana. Os espanhóis têm dedicado. Padrão Brasileiro é de porte grande. A altura média da cernelha é de 0. parte distal dos membros e inserção da cauda de cor branca. Canindé. com peso variando nas fêmeas adultas de  kg a 0 kg. As orelhas são de tamanho médio. presença ou não de chifres. com listras de cor clara que partindo das orelhas. de perfil reto com frontal amplo e ligeiramente deprimido ao centro. Graúna. Moxotó. No Brasil. Pernas abaixo do joelho e na inserção da cauda são claras. . A média de produção é de 00 kg de leite por lactação. para o aprimoramento da produção de leite. focinho. eretas e muito móveis. pelagem de cor acinzentada. Média de produção de leite: 00 a 900 kg em  . pelos de comprimento mediano a longo. de cor geralmente preta. de porte pequeno.0 dias de lactação. sem cornos (podendo eventualmente apresentar chifres). Apresenta  faixas brancas que partem do lado da boca e terminam junto as orelhas. chanfro reto. Murciana A raça é originária da Espanha e insere-se no tronco das Pirinaicas (europeu). recentemente foi introduzido um lote desta raça por criadores do estado da Paraíba. pouco côncava. A cabeça é triangular. orelhas pequenas na horizontal.

00.com.fmvz.unesp. Agropauta. Capritec soluções em capricultura. São Paulo reúne a elite dos ovinos e caprinos.br/ovinos/racapri. Um rebanho sadio pode produzir mais por menos. Danilo Elmo de A.cpamn. Acesso em:  de jun. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jun. Diônes Oliveira.com. Santos.embrapa. Raças Nativas: a ameaça da extinção. Aonde procurar mão de obra qualificada? A mão de obra deve ser adquirida no local da criação. Acesso em:  de jun. Disponível em: <http://www. 00.htm>.br/>. Valgueiro. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . Disponível em: <http://www.6.br>.capritec. Disponível em: <http:// www.asp?todo=id&id=91>. 00. 00. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de jun. Todavia é primordial que um veterinário acompanhe o rebanho cuidando para o mesmo seja sadio. Salles.br/destaque.agropauta. Acesso em:  de jun. uma vez que não há necessidade de mão de obra qualificada para o dia a dia. Hévila Oliveira. porém devem ter feito cursos sobre a criação e ter profundos conhecimentos sobre todos os tipos de manejo. REFERêNCIAs Embrapa Meio-Norte.

l disponibilidade de água. ovinicultura PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Informação sobre criação de ovinos. l clima adequado ao tipo de criação. raça deslanada. alimentação e eventuais suplementos. Quanto à reprodução: na primavera pode-se usar raça Santa Inês e no outono raças estacionais. Inscrições gratuitas podem ser feitas por telefone (9) 9-. O Departamento de Zootécnica da Esalq possui um Laboratório Experimental que recepciona visitantes mensalmente. Caso o criador entenda bem da atividade. mas não dispensável. e a partir daí colocar Suffok.Ovinos. a necessidade de assessoria será menor. mas sugere estabelecer matrizes com macho de Santa Inês. desde que trabalhem com as técnicas adequadas para cada raça. Condições necessárias para criação de ovinos A criação de ovinos é uma atividade pecuária das mais importantes e que apresenta um grande potencial para investimentos no Brasil. A atividade requer assistência de profissionais (veterinários) principalmente para aqueles que estejam iniciando a atividade. Fatores críticos para o sucesso: l conhecimento técnico por parte do criador. Os criadores. Ivanete Susin Departamento de Zootecnia/Esalq/ USP informou que não existem estudos sobre cruzamento de animais deslanados com lanados. poderão obter ótimos lucros com a criação desses animais. com a professora Ivanete. e “entusiasmo” pela atividade. O que permitirá o abate de fêmeas e machos. Wilyy de France ou Texel. 9 AgriculturA e PecuáriA CRIAÇÃO DE OvINOs . l animais de boa qualidade e procedência. A Professora Dra.

porque: l após a tosquia os animais estão mais leves e são vendidos por menores preços. deve-se escolher a melhor época para fazêlo. e o seu estado de saúde.l l qualidade das pastagens. O rebanho Pode ser formado por ovelhas. muitas vezes. desde que o número de bovinos seja menor. o zootécnico. podem ser colocados. Em pastagens mais ricas. dependendo do desejo do criador. de 00 a 00 bovinos. Em um pasto com . Formação do rebanho ovino O número de ovinos que podem ser colocados em uma determinada área varia de acordo com a espécie. levando em consideração. mas o seu preço é mais elevado. controle fito-sanitário.000 ovinos. apartados dele. Já a aquisição de ovinos no outono permite ao criador observar a qualidade da lã e o seu volume quando elas já estão com lã de  ou  meses e que. qualidade e o estado das pastagens e das forrageiras lá encontradas. Economicamente. Aquisição dos ovinos para a formação do rebanho Para iniciar uma criação. ficando altamente contaminado por vermes que certamente os infestarão. mas. pode-se colocar de  a  ovinos por hectare. a melhor época é logo após a tosquia (novembro ou dezembro). ou seja. já foram até acasaladas. Essas são as condições encontradas em criações 0 . havendo possibilidades de agregar bovinos na mesma área. também. reduzindo o rebanho por causarem muitas mortes. pois já produziram a lã de um ano. a formação do animal. não só o fator econômico. o rebanho poderá ser prejudicado pelas verminoses que debilitam os animais. Quando a densidade de ovinos em um pasto é muito grande e não há rotação de pastagens. também. As ovelhas são destinadas à reprodução e à produção de lã. l e também porque o criador deve observar bem. o terreno recebe muitas fezes. capões e jovens machos ou fêmeas. Com isso. um período de  a  meses durante o ano sendo. carneiros. Os carneiros ficam com o rebanho durante o período dos acasalamentos. depois.

Melhor seria iniciar uma criação de ovelhas novas e de uma só raça. Procedimentos para a seleção dos ovinos O principal item a ser levado em consideração na escolha dos ovinos.  AgriculturA e PecuáriA de regime extensivo ou semi-extensivo. vendidos para corte ou mantidos no rebanho até os  anos de idade. l é bem desenvolvido. sendo os que produzem maiores quantidades desse produto têxtil.000 cabeças. Um ovino sadio apresenta: l olhar vivo. com uma lã de qualidade e em bom estado. O número de machos deve ser de  a % do de ovelhas destinadas à reprodução. machos e fêmeas. As fêmeas ou borregas são mantidas para substituir as ovelhas velhas e aquelas que morrerem. grosso e bem inserido.Os machos castrados. . durante  a  safras. do comprimento e da finura. Os cordeiros são castrados para a venda aos  ou  meses de idade ou mantidos para substituírem os capões vendidos ou abatidos. pescoço forte. cara larga. os animais destinados à reprodução devem ser bem selecionados. l devem apresentar todas as características da sua raça. ou seja. são destinados à produção de lã. os “capões”. uma cabeça bem proporcionada. por um período de  meses da última tosquia. um rebanho bastante uniforme em relação ao seu exterior. depois. Eles são. bons aprumos com ossos fortes e largos. amplas fossas nasais. quando são abatidos para consumo. com fios longos. pois deles vai depender a melhoria do rebanho e o seu valor econômico. As características do velo devem estar de acordo com os padrões da raça. formando assim. para que o criador possa sentir os problemas dessa atividade e adquirir prática. em número nunca superior a . grossura uniforme em toda a sua extensão e com barriga e pernas bem cobertas de lã. Seu corpo é cheio. Naturalmente. é a sua saúde. Sua qualidade decorre da uniformidade. lombo reto. l para produzir lã de qualidade o ovino precisa apresentar um velo denso. em todo o velo.

também. ainda. ou seja. por exemplo. o que restringe as possibilidades de acasalamento de cada fêmea e. como em qualquer tipo de criação. As ovelhas apresentam. cada raça apresenta uma época mais indicada para a cobertura. mal aprumadas e finas. que é a época mais comum para os nascimentos. acompanhado de tosse. tendo em vista o fim das gestações no verão. l constituição débil. muito importante. conseqüentemente. as possibilidades reprodutivas. Todavia. Temos. O criador deve conhecer bem o processo e os métodos que devem ser empregados para obter melhores resultados. pernas compridas. eriçada e sem resistência pode ser conseqüência de uma verminose avançada ou decorrente de uma sarna. O criador deve conhecer bem o momento ou época do ano mais adequada para o acasalamento.  . O exame das mamas é. Alimentos para ovinos A alimentação dos ovinos é baseada em alimentos volumosos (com um elevado teor de fibras e baixo teor de nutrientes digestíveis totais e concentrados. Reprodução e Manejo A reprodução dos ovinos. as raças de lã mais fina. Para aproveitamento do período fértil os machos devem estar em condições totalmente adequadas à reprodução. apenas um cio por ano. é um dos fatores críticos para o sucesso do empreendimento. que possuem um baixo teor de fibras e um alto teor de nutrientes digestíveis totais. apresenta um período reprodutivo maior ampliando. focinho fino. por falta de lã.Cuidados a serem tomados e pontos a serem observados: l lã sem brilho. peso abaixo do normal e barriga e pernas peladas. ampliando as possibilidades reprodutivas para várias épocas do ano. classificadas como concentrados aquosos. O primeiro sinal de sarna é o aparecimento de pontas de mechas de lã que se desprendem para então aparecerem várias falhas de pêlos. em todo o corpo. isso significa a presença de uma bronquite verminótica. um período reprodutivo. geralmente. os tubérculos e as raízes. cara muito estreita. peito estreito. l muco quase purulento nas narinas.

Este curso tem como objetivo as doenças que podem afetar a criação. Acesso em: 0 mar.org. Departamento de Zootecnia /Esalq/USP.Universidade On-line de Viçosa. Profa.br A Faculdade de Medicina.br>. o criador deverá estar atento aos cuidados básicos para o desempenho eficiente. Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba. Acesso em: 0 mar. Dra.Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba. da UNESP oferecerá um curso (Criação de Ovinos) nos dias .br/public05_. porém haverá também informação sobre manejo. informações pelo telefone () -09. Disponível em: <http://www. RURAL News.usp. dos anos de 00 e 00. 00  AgriculturA e PecuáriA Para que as fêmeas estejam totalmente preparadas para o período de acasalamento. Acesso em: 0 mar.Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia EMEPA . e  de Abril de 00. Cursos Universidade On-Line de Viçosa – http://www. número do telefone: () -9. Glória Lourdes. estando em condições sanitárias adequadas.ruralnews. 00.br. Ivanete Susin. pela EMEPA. 00. com a Dra. . 00. Disponível em: <http://www.uov. Publicações.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugerimos conhecer o material apresentado no Simpósio de Ovinos e Caprinos de Corte.com. Disponível em: <http://www. uov. UOV . Telefone (9) 9-.emepa.br>. Veterinária e Zootecnia de Botucatu.com. O rebanho deve receber boa alimentação durante todo o ano.com.php>. E-mail: ivasusin@esalq. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 mar.

Saber se é possível iniciar uma criação comercial de ovinos em regime semi-intensivo voltado para exploração de carne em área de apenas um alqueire. sob controle para evitar que animais sofram qualquer ataque que possam prejudicar-lhes a saúde e a dos recém-nascidos. são as áreas restritas designadas a certas etapas do desenvolvimento do rebanho. Estas devem ser feitas com base no conhecimento do comportamento dos ovinos. portanto. Um experimento apresentado no IV Simpósio sobre Recursos Naturais e Sócio-econômicos do Pantanal.0 m. No entanto a Embrapa recomenda as seguintes áreas úteis por animal adulto: 0. Quantos hectares seriam o ideal para iniciar uma criação (possui 1 ha). em Corumbá. Estas áreas são para: l cabras em estado avançado de gestação com acesso a um piquete com pastagem nativa ou cultivada. Desta forma fica. o manejo.0 m a . l animais em fase de reprodução (matrizes e reprodutores)  .. ou tamanho das instalações dependerão do número de animais destinados à criação. (MS).CRIAÇÃO DE OvINOs EM REGIME sEMI-INTENsIvO PALAvRAs-ChAvE Criação de ovinos. As dimensões. como em sistema de semiconfinamento. em  há é possível colocar 00 cabeças. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Criação de ovinos em regime semi-intensivo Há instalações que podem ser adotadas. O que se deve observar. ao construir instalações. tanto de ovinos quanto de caprinos. no ano de 00 “demonstrou que estas não precisam ser sofisticadas para o acabamento de cordeiros. que são simples e econômicas. ovinos. respeitando seus hábitos e necessidades básicas”. ovinos em regime semi-intensivo.

Também em termos de cochos. mas que poderia servir de modelo para o empreendedor que deseja iniciar uma pequena criação. a 0.” A Importância A importância das instalações está fundamentada na extrema capacidade que elas têm em buscar a otimização da relação homem/ animal/ambiente. . de tábuas ou mesmo de troncos de árvores.0 m do solo (). A Embrapa Caprinos. A Embrapa desenvolveu um modelo de instalações para 00 caprinos. otimizando o emprego da mão-de-obra. Neste modelo as instalações são de chão batido. de palha de babaçu ou carnaúba. Este modelo é direcionado para criadores familiares. reduzindo custos e favorecendo a produção e a produtividade do empreendimento. favorecem o manuseio do rebanho e o controle de doenças. dividem pastagens. faz os seguintes esclarecimentos e recomendações para criação de caprinos e ovinos: O Objetivo das instalações O objetivo das instalações é viabilizar e facilitar o manejo geral de um rebanho caprino ou ovino. as principais são: centros de manejo l saleiros l apriscos  AgriculturA e PecuáriA Cabriteiro (animais em lactação) Cabritos desmamados. isto é: elas facilitam e reduzem o uso da mão de obra para as tarefas diárias.l l Em cada uma dessas áreas há de se colocar cochos para suplementação alimentar com sal mineral. dentro de um processo de produção. estes podem ser de pneus usados. sem causar estresse aos animais. Embrapa Caprinos (veja endereço completo em referências).” As Principais Instalações Entre as instalações mais utilizadas na produção de caprinos e ovinos. armazenam e reduzem o desperdício de alimentos. protegem e dão segurança aos animais. cobertura vegetal. entre outras. no caso.

é desperdício. Tamanho das áreas coberta e descoberta (área de exercício) de um aprisco para caprinos e/ou ovinos. em Cab/m. 0. ou seja utilizar 0 a 0 animais por metro linear de cocho. Ver Quadro abaixo.0 > .: Estas mesmas medidas são recomendadas também para Centros de Manejo e Currais de engorda. > .0 0.  .0 > . Altura = 0.” Área (m) Coberta Matrizes Animais jovens Crias Reprodutores . m na base superior.0 Obs. m. Brete: Comprimento = 0 m. sem trazer maiores benefícios. Seja para o pastoreio ou alimentação no cocho. m a 0. Tamanho exagerado ou área em excesso têm custos mais elevados. seja para o descanso ou repouso noturno dos animais. o que se espera é que a instalação disponibilize espaço apenas o suficiente para propiciar condições favoráveis ao desempenho dos animais. Largura = 0.0 Descoberta > . Mais do que isso. Outras recomendações de medidas: Cocho: Recomenda-se 0.l l l l l l l l l pedilúvio currais esterqueiras bretes cercas comedouros bebedouros galpões salas de ordenha Aspectos Importantes na Construção das Instalações para caprinos e Ovinos Tamanho ou a área das instalações – O tamanho ou a área de uma instalação diz respeito tão somente ao tamanho do rebanho. . m linear para cada animal. m na base inferior e 0.

permitir o livre acesso de manejadores e o trânsito fácil dos animais. por exemplo: eles devem ser construídos em terreno elevado. permitir uma boa circulação de ar e resguardar os animais de ventos fortes e encanados. a sua localização é de extrema importância. entre outros). Em caso de apriscos. tem que atender bem às necessidades do rebanho. varas. na medida do possível. sem maior sofisticação. proporcionando proteção e segurança ao mesmo. ainda. ventilado. etc. também. e a redução máxima dos seus efeitos negativos sobre os animais (as correntes de ar e a umidade em excesso. de tempo e de segurança. Assim. visando a redução dos custos. pedras toscas. na medida em que ela deve atender aspectos de ambiente. na medida em que nem sempre fazer uso de uma instalação qualquer significa maior rentabilidade para um rebanho. tendo em vista a predominância dos ventos e das chuvas.0 m. como é o caso dos apriscos. isto é. bem drenados. palhas para coberta.Material utilizado Para a construção do aprisco.” Localização das construções Para toda construção. Largura = a mesma largura da porteira. os apriscos deverão situar-se sempre no sentido NorteSul. em especial a sua situação com relação aos pontos cardeais que é um fator importante.” situação Em algumas instalações. no desenvolvimento das atividades diárias com um rebanho. será utilizado. Profundidade = 0. a uma melhor divisão de pastagens. ou a um melhor armazenamento de alimentos ou. para um melhor aproveitamento da penetração dos raios solares (manhã e tarde).0 m. em cada localidade. Pelo con AgriculturA e PecuáriA Pedilúvio: Comprimento = . durável e resistente como: madeira.” Relação custo-benefício A fiel observância deste aspecto tem sido recomendado enfaticamente.” Funcionalidade Toda e qualquer instalação têm a obrigatoriedade de ser funcional. deve facilitar a alimentação e tratamento dos animais e permitir a divisão dos mesmos em categorias Atender. o material da própria fazenda. longe de estradas e próximo à casa do manejado. de espaço.” .

embrapa.” higienização A higiene das instalações é. SBRT-Serviço Brasileiro de Resposta Técnicas. apriscos e centros de manejo. o tipo da instalação. diariamente. Acesso em:  ago. muitas vezes. acabamento. Acesso em:  de ago.trário. a higienização deve ser realizada.  . Portanto.). Disponível em: <http:// www. lactação. 00. o bom senso do produtor ou do manejador é o melhor referencial indicativo para o estabelecimento da freqüência de limpeza das instalações. isto implica numa redução da economicidade.cnpc.” CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se entrar em contato com a Embrapa Caprinos oferece oportunidade para esclarecimentos mais detalhados sobre instalações.embrapa. 00.pdf >. logo após efetuada cada ordenha. Todavia. Ceará Telefone: (0xx-) -000 Fax: (0xx-) -0 E-mail: ant@cnpc.“ “A maior ou a menor freqüência de limpeza está condicionada às condições ambientais como: períodos chuvoso e seco. Disponível em: <http://www. km  Caixa Postal D-0 0-90 Sobral. sobretudo quando se trata de currais.br/upload/sbrt480.br REFERêNCIAs Embrapa Caprinos. sem sombra de dúvida. a recomendação para a construção de uma instalação é questionar sempre: qual o seu custo? Quais os benefícios? E qual é a relação Custo / Benefício?.br>.sbrt. no seguinte endereço: Embrapa Caprinos Fazenda Três Lagoas Estrada Sobral/Groaíras.ibict. a categoria de animais e as fazes de produção (gestação. etc.” “Em se tratando de salas de ordenha. um aspecto de extrema importância na produção de caprinos e ovinos.

00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL .Magda das Graças Costa  de ago.

principalmente em cativeiro. condição que pode facilitar sua criação em tanques-rede de pequeno volume.sbrt. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA No Brasil. porém. No entanto. o que significa um mercado com potencial superior a 00 mil toneladas de peixe/ano. etc são fundamentais para o sucesso do empreendimento. sugere-se visitar a seguinte página:<http://www. ainda é escasso. Possui alta velocidade de crescimento. o manejo.htm>. Sobre como iniciar criação de peixes de água doce. piscicultura. o consumo de peixe é de cerca de . criação de peixe Informações gerais e específicas sobre criação dos peixes: Pirarucu. <http://www. Tambaqui. grande rusticidade ao manuseio e respiração aérea. Dourado e Pintado. publicada neste portal (SBRT). em qualquer modalidade de criação intensiva. a pesca nativa não supre um oitavo desta demanda. A seguir informações gerais sobre criação dos peixes solicitados. DOURADO E PINTADO PALAvRAs-ChAvE Peixe.ibict. PIRARUCU 90 .amazonpress. o conhecimento sobre o comportamento e crescimento do pirarucu.br/roraima/dedoc/rr23042002. além de não manifestar canibalismo quando confinado em altas densidades e de ser facilmente treinado para aceitar alimentação com ração extrusada.pdf>. A média de consumo na região amazônica é de  quilos per capita/ano. a alimentação. mas a criação. O pirarucu é provavelmente a espécie mais promissora para o desenvolvimento da criação de peixes em regime intensivo na região Amazônica. TAMBAQUI. br/upload/sbrt781. quilos per capita/ano.com.CRIAÇÃO DE PEIXEs: PIRARUCU. podendo alcançar até 0 kg no primeiro ano de criação.

além das condições de manejo que permitem seu uso em escala comercial e familiar. observaram. onde a construção de represas e viveiros escavados é inviável. Criações em tanques-rede de pequeno volume podem ser mais vantajosas que as criações tradicionais. A estocagem de lotes de peixes com tamanhos homogêneos iniciais influenciam na homogeneidade do lote final . quando ideais. no caso de peixes de respiração aquática obrigatória e o ataque de agentes patogênicos. podem quebrar o status social de dominância e subordinação. na criação do salmão do Atlântico. Fonte:< http://www.br/scielo. é 9 TAMBAQUI AgriculturA e PecuáriA A homogeneidade no crescimento dos peixes. do piscicultor Rodolfo Henrique Français. A adoção da técnica de tanques-rede tem se difundido mundialmente e apresenta algumas vantagens. em ambientes confinados. Embora os fenômenos que geram estresse e a variação do crescimento nos peixes nem sempre estejam relacionados à tomada de alimento. é conseqüência de diversos fatores que influenciam o desempenho dessa população. uma vez que permitem altas densidades de estocagem e.Densidades inadequadas de estocagem de peixes podem trazer complicações para a criação. em que os dominantes monopolizam as zonas de alimentação e o alimento. principalmente quando o adensamento de peixes é grande. dificultando com isso o acesso ao alimento e gerando competição nas zonas de alimentação. que baixas densidades de estocagem influenciaram o aparecimento de classes hierárquicas. aumentando a produtividade. existem aqueles que influenciam na condição fisiológica e sanidade dos peixes como o déficit de oxigênio. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da densidade de estocagem sobre a variação do crescimento de juvenis de pirarucu em tanques-rede de pequeno volume. Densidades de estocagem excessivas também podem causar variações no crescimento dos peixes. dominantes e subordinadas.php?script=sci_arttext&pid=S0100204X2003000100014> A Fazenda Água Limpa.scielo. conseqüentemente. afetando a homogeneidade dos lotes. tendendo à manutenção de lotes mais homogêneos e. diferenciando o crescimento entre essas duas classes. como seu uso em ambientes de difícil acesso.

com a utilização do berçário é possível produzir tambaqui com peso comercial de venda após seis meses de engorda. onde estão instalados  tanques em 0 hectares. que são tanques de mil a  mil metros quadrados. os preços dos alevinos variam muito. os produtores de Roraima ainda compram alevinos dos centros de alevinagem de São Paulo. que presta assessoria ao criatório. além de equilibrar a população de plâncton. três vezes ao dia. De acordo com Patrício. explica. Mato Grosso e Acre. Por motivos econômicos. Segundo ele.um dos criatórios de tambaqui de Roraima. Durante dois meses. Rio Grande do Norte. dependendo do Estado vendedor. Patrício explica que é preciso corrigir a acidez da água. por meio de adubação nitrogenada. o peixe atinge o peso comercial. quatro vezes ao dia.00 o milheiro. de milho e de arroz. é retirado com rede. quilo de ração para produzir  quilo de peixe. de 0 x 0 metros ou de 0 x 0 metros. quando vão para os tanques de engorda. usando esterco ou adubo químico. divide-se a área total pelo peso final do peixe para chegar à densidade. o tanque é esvaziado e faz-se novo repovoamento. “Isso significa um custo de R$ . ração extrusada com % de proteína. os peixes recebem ração balanceada com % de proteína. diz. de  mil a  mil metros e até . um dos peixes mais apreciados na região. quando estão prontos para o consumo.00. Segundo o agrônomo.” A criação de tambaqui é simples. “Além de estar adaptado. de ossos e de peixes. diz Patrício. além de farinha de carne. custam entre R$ 0. segundo o agrônomo. Os produtores compram os alevinos e os põem nos berçários. feita com farelo de soja. eles recebem.” Depois de seis meses. Nas condições de Roraima é necessário . metro de profundidade. quando adquiridos no próprio Estado. acrescida de minerais e vitaminas próprios para a criação. durante seis meses. “O ideal é  quilo de peixe por metro quadrado. por peixe com alimentação”. dependendo da distância e da espécie. conforme o resultado da análise. para calcular a capacidade do tanque. é um peixe de primeira em termos de qualificação comercial”. “Mas bem abaixo dos R$ 00. Nesses tanques.00 e R$ 0. Em geral. Os alevinos entram nos berçários com  gramas e alcançam mais de 00 gramas em 0 dias. “Se levarmos em conta os gastos com mão-de9 . “Fica mais barato trazer de fora”.

amazonpress.Cada tanque de  mil metros quadrados produz 0 mil quilos de tambaqui e dá uma renda de R$  mil/mês.sbrt.pdf> Viabilidade Econômica de Peixes Pintados e Cacharas.br/upload/sbrt303.ibict.pdf> Criação de peixe pintado. DOURADO E PINTADO CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Sugere-se.br.pdf> informações a respeito de cultivo de peixes (pintado. mercado e financiamentos.” . disponíveis em: <http://www. <http://www.com. também vem merecendo atenção especial. manejo e tratamento de pescado. <http://www. 00. com a adoção de várias ações. br/>. Fonte: <http://www.sbrt. “Em dois anos. Franmir Rodrigues et al. chegamos a um custo total de R$ .ibict.com.com. FONTEs CONsULTADAs Amazonpress. BRANDAO.amazonpress. na calha do Rio Branco e afluentes.ibict.ibict. A pesca artesanal. pacú e outros nativos) em tanques-rede de pequeno e grande volume. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.htm> Para criação destas duas variedades sugere-se consultar as respostas técnicas publicadas no portal do SBRT. Acesso em: 0 set.br/upload/sbrt339.br/upload/sbrt937.” Estímulo O Sebrae Roraima vem estimulando a criação de peixe em cativeiro. o investimento está pago.pdf> informações sobre criação e engorda de peixes.sbrt.sbrt. Outros tratados: <http://www.br/upload/sbrt550. ainda consultar as demais respostas técnicas publicadas no portal em questão. entre elas o associativismo.br/roraima/dedoc/rr23042002. Densidade de estocagem de ju9 AgriculturA e PecuáriA obra e manejo. Disponível em: <http://www. para o peixe alcançar o ponto ideal de consumo.

br/pdf/pab2004/ marco/v39n03a14. 00 9 . 00.php?script=sci_ arttext&pid=S0100-204X2003000100014>. bras. v.. 00..embrapa. bras. Pesq. agropec. . . Acesso em: 0 set. GUIMARÃES. 9. Disponível em: <http://atlas. 00.br/scielo.scielo. .php?script=sci_ arttext&pid=S0100-204X2004000400009>. Disponível em:<http://www. v. Bruno Adan Sagratzki et al. 00. Pesq.venis de tambaqui durante a recria em tanques-rede. <http://www. Brasília.br/scielo. Produtos agrícolas e florestais como alimento suplementar de tambaqui em policultivo com jaraqui. Efeito da densidade de estocagem na homogeneidade do crescimento de juvenis de pirarucu em ambiente confinado. n.scielo. 00. Acesso em: 0 set. Brasília. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de set. Atílio. CAVERO.pdf#search=%22cria%C3%A7%C3%A3o%20peixe%20tamb aqui%20and%20tese%22>. Sérgio Fonseca e STORTI FILHO.sct. agropec. n. Acesso em: 0 set.

uma vez que. Mercado O progresso nas técnicas de reprodução. pintado PALAvRAs-ChAvE Informação sobre criação de peixes. pacu e pintado IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Com a possibilidade de se usar técnicas semi-intensivas e intensivas de criação. tilápia. equipamentos e conhecimentos técnicos e mercadológicos. quanto o consumo industrial. o produtor deve analisar se tem condições efetivas de desenvolvê-lo. gerente de pecuária da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (EMATER-DF). pacu. os projetos de desenvolvimento da piscicultura podem ser realizados em vários tamanhos. feiras e outros. visando ganhos econômicos com o suprimento de um mercado promissor. como tilápia. PACU E PINTADO . destinados a peixarias. inicialmente. demanda investimento inicial considerável em instalações. como atividade recreativa. para a produção de filés. 9 AgriculturA e PecuáriA CRIAÇÃO DE PEIXEs: TILÁPIA.000 m. e o abastecimento dos pesque-pagues. manejo e alimentação e a melhoria de instalações tem gerado as condições básicas para se expandir a piscicultura. a piscicultura promete resultados animadores em produtividade. Por essa razão. mas só passam a ser rentáveis quando feitos em tanques a partir de . De acordo com José Lopes Germano. para se tornar lucrativo. Esse mercado é representado pelo aumento crescente da demanda tanto de peixes in natura. qualidade e retorno econômico. surge como atividade econômica alternativa.Piscicultura. que se multiplicam em áreas próximas dos centros urbanos. supermercados. Criatório Para a implantação de um criatório de peixes.

é necessário utilizar esse tipo de viveiro. contando-se apenas o monitoramento de sua transparência e. maior dificuldade de controle de predadores e também da densidade (peixe/ m). das temperaturas máxima e mínimas. em conseqüência. ou seja. os escavados. vIvEIROs-BERÇÁRIOs. Sua proporção é de :. Nos sistemas que utilizam níveis mais altos de tecnologia. o que proporciona melhor produtividade. m de viveiros de criação. pH e níveis de alcalinidade. 9 . com acompanhamento de sua transparência. obtendo-se produtividade anuais médias entre  mil a 0 mil Kg/ha/ano. podendo os primeiros ter tamanhos que variam de 00 a . de forma a aumentar a taxa de sobrevivência dos alevinos. com uma produtividade anual por hectare inferior a . formando viveiros de baixo custo de construção.00 Kg de peixe e baixa rentabilidade. • • • • Tecnologia Entre as tecnologias. m a 0. apresentam características como fundo irregular. que têm como objetivo aumentar a taxa de sobrevivência dos alevinos. Esse tipo possui custo de construção maior.  mde viveiro-berçário para cada . Contudo. nível intermediário de monitoramento da qualidade da água. Entretanto.Tipos de viveiros Normalmente. São.00 m. com uma taxa de renovação da água do viveiro entre % e 0% ao dia. portanto. que incluem técnicas de exploração com baixa renovação da água (menos de % ao dia) e nível baixo de monitoramento de sua qualidade. dada a necessidade de movimentação de terra. Consiste na interrupção de um curso d’água. e uso de viveiros-berçários. dependendo da topografia do terreno. ou seja. suas características permitem controle melhor do volume de água. POR DERIvAÇÃO.. de difícil manejo cultural. que pode variar de 0. atualmente em uso na criação de peixes contam-se os sistemas de produção semi-intensivos. Outro sistema semi-intensivo possível de ser desenvolvido incorpora mais tecnologia. m para a construção de  m de viveiro. falta de condições para controlar o fluxo de água que entra no viveiro. da densidade de peixes e dos predadores. os tipos de viveiros observados são: • POR BARRAMENTO.

Cenário O estabelecimento da produção total da piscicultura brasileira não é tarefa fácil. como em todo negócio. 0 milhões de alevinos/ano. por barramento. Caracteriza-se por uma tecnologia de produção que envolve a renovação de mais de 0% da água do viveiro por dia. com baixos níveis de monitoramento da qualidade da água. acompanhando-se a transparência. Sistema de criação semi-intensivo. Mas. o sucesso vai depender de como ele será conduzido pelo seu proprietário. Mesmo com estes condicionantes. está ligado diretamente 9 AgriculturA e PecuáriA Por último. . inclusive com o uso de aeradores mecânicos.000 toneladas/ano. somando o uso de aeradores na proporção de  HP/ha e o uso de viveiros berçários. como forma de obter melhor rentabilidade. A ela. segundo especialistas do ramo. pH. terreno plano com baixa movimentação de terra. . temperaturas máximas e mínimas. que produzem. a qualidade sanitária do produto. intensivo monitoramento da qualidade da água. . alcalinidade. expostos para que possam servir como modelos aos interessados: . oxigênio dissolvido e amônia. Sistema de criação semi-intensivo. São os seguintes os sistemas de criação estudados. com alto nível de controle do manejo cultural das espécies de peixe e monitoramento intensivo da água. o principal é. Existem cerca de 0 estações destas no país. busca-se um maior rendimento dos viveiros. tem-se o sistema intensivo de criação.sistemas de criação Com a finalidade de se obter resultados compensatórios. a localização adequada. o preço competitivo. sem dúvida. Sistema de criação semi-intensivo. O que leva ao sucesso Os fatores primordiais para o sucesso de uma criação de peixes são a qualidade do produto. A estimativa é de que sejam produzidas em torno de . por derivação. com níveis intermediários de monitoramento da qualidade da água e tecnologia de manejo. por derivação. alcançando a produtividade média anual acima de 0 mil Kg/ha. De todos esses fatores. a facilidade para distribuição e a diversificação de espécies. o mercado brasileiro ainda tem muito espaço para novos empreendimentos. Boa parte desta produção cabe a estações públicas de criação de alevinos. aproximadamente.

a boa saúde dos empregados e a qualidade das rações. são essenciais os cuidados veterinários com a criação. na qualidade dos alevinos e rações fornecidas. a limpeza geral dos tanques. é fundamental para o sucesso de uma empresa do ramo. nas quais se pode cobrar responsabilidade. uma outra opção segura é buscar indicações nos escritórios públicos de manejo rural.ES) Algumas informações sobre os peixes solicitados na demanda: Nome Popular: Pacu. assim como nas associações. neste caso. Diante da inexistência de associações de criadores. o que reduz a burocracia e mesmo os custos. além de boas instalações e manutenção adequada. Para isso. a portaria do Ibama é a seguinte: Portaria Nº 9 . Desta forma serão obtidas informações. podem ser encontradas relações de locais onde podem ser adquiridos os alevinos. Nestes escritórios. (SEBRAE .N/9. 9 . a melhor forma de travar contato com os fornecedores é procurando indicações com as associações de aquicultores da região.o sucesso de um criatório. de 0 de agosto de 99. Fornecedores O conhecimento dos fornecedores. Pacu-caranha Nome Científico: Piaractus mesopotamicus Família: Characidae Distribuição Geográfica: Bacia do Prata. para se constituir como empresa é necessário atender às exigências da burocracia. Além disso. como é o caso da EMATER e dos postos das secretarias de Agricultura. No caso da regulamentação ambiental da atividade de piscicultura. o piscicultor pode ser considerado produtor rural. O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) é o principal órgão regulador deste segmento. Legislação Específica Este é o tipo de negócio que depende. pois não há necessidade. do respeito à legislação ambiental para sobreviver. com o maior número de dados possíveis. de contador. Além das opções de abertura de firma individual ou societária. No caso da criação de peixes. e muito. Há uma portaria de 99 que torna obrigatório o registro do aquicultor e estabelece as normas de operação na atividade.

folhas. É importante na pesca comercial e esportiva. e esbranquiçada abaixo da linha lateral. amarelado quando o peixe está vivo. com tendência a herbívora: alimenta-se de frutos/sementes. cabeça grande e achatada. praias e canal dos rios. Oreochromis. distribuídas em três gêneros. Além disso. Pode ser separada das outras espécies do gênero pelo padrão de manchas: pequenas. No Brasil foram introduzidas três espécies: Oreochromis niloticus (tilápia do Nilo) que pode alcançar cerca de kg. acima e abaixo da linha lateral. Realiza migrações de desova. Os dentes são molariformes. e também é muito importante comercialmente. e uma variedade desenvolvida em Israel. Tilapia rendali (tilápia rendali) com cerca de kg. Espécie de grande porte. Ocorre em vários tipos de hábitats como lagos. que apresentam uma grande capacidade de adaptação aos ambientes lênticos. Oreochromis niloticus Família: Cichlidae Distribuição Geográfica: Espécies da África. Descrição: Peixes de escamas. clareando em direção ao ventre. Sarotherodon hornorum (tilápia zanzibar) de coloração escura e maxilas protráteis. corpo romboidal e comprimido. algas e. castanho ou cinza escuro. A coloração é cinza escuro no dorso. pretas e arredondadas ou ovaladas. A alimentação pode variar dependendo da 99 AgriculturA e PecuáriA Descrição: Peixe de escamas. É considerado um dos peixes mais esportivos do Pantanal. crustáceos e moluscos. pode alcançar mais de m de comprimento total. . Nome Popular: Tilápia Nome Científico: Tilapia rendali. A coloração é uniforme. Ecologia: As tilápias são espécies oportunistas. “SaintPeters”. espalhadas ao longo do corpo. o ventre é mais claro. suportam grandes variações de temperatura e toleram baixos teores de oxigênio dissolvido. Ecologia: Espécie piscívora. mais raramente. introduzidas em quase todo o Brasil. corpo alongado e roliço. que atualmente vem sendo cultivada. peixes. Sarotherodon e Tilapia. Descrição: Peixe de couro. Alcança cerca de 0cm de comprimento total. corpo um pouco alto e comprimido.Nome Popular: Pintado/Speckled Catfish Nome Científico: Pseudoplatystoma corruscans Família: Pimelodidae Distribuição Geográfica: Bacias do Prata e São Francisco. Ecologia: Espécie onívora. Existem cerca de 00 espécies de tilápia.

Disponível em: <http://www. Como protegem a prole. sendo que a desova pode ocorrer mais de quatro vezes por ano.br/ METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Ambiente Brasil: portal ambiental.sp. Recomenda-se ao interessado visitar bons projetos de piscicultura e ler livros técnicos especializados. -9. Aces00 . sendo esta missão cumprida com a divulgação de informações básicas ou aplicadas que auxiliam o interessado na implantação e/ou adequação de projetos de piscicultura.pisciculturapaulista. Mantém-se um serviço de atendimento técnico gratuito ao interessado. localizado na Av. o índice de sobrevivência é bastante elevado. O site da Piscicultura Paulista trás muitas coisas sobre o assunto. Francisco Matarazzo . um técnico da instituição pode efetuar uma visita técnica na propriedade. através dos fones () -.com.br>.pesca. Disponível em: <http://www. Algumas espécies se reproduzem a partir dos seis meses de idade.com. de 00. Acesso em: 0 de abr. -0. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Procurar o Instituto de Pesca. das 09 às  h. Fonte: PNDPA Instituto de Pesca O Instituto tem com uma de suas missões a transferência de tecnologia sobre a criação de peixes de água doce. mediante prévio agendamento. é interessante entrar na página para mais informações http://www. O Instituto de Pesca possui uma biblioteca especializada e estações experimentais de piscicultura.ambientebrasil.espécie: podem ser onívoras. Quando necessário.gov.br/>. Pequenos enganos geralmente custam mais do que uma consultoria especializada. na cidade de São Paulo. todas as sextas-feiras. herbívoras ou fitoplanctófagas. Instituto de Pesca. Recomendação importante: Não inicie qualquer atividade sem uma orientação técnica qualificada.

sebraees. Acesso em: 0 de abr. Acesso em: 0 de abr. Acesso em: 0 de abr. .agridata.br/peixes. de 00. com.br/>. Disponível em: <http://www. com.br/IdeiasNegocios/pag_mos_ide_neg. de 00 0 AgriculturA e PecuáriA so em: 0 de abr.pisciculturapaulista. Criação de peixes.Pesquisa Agropecuária: pecuária e pisicultura. Disponível em: <http://www.asp?id=363&tipoobjeto=3&objeto= 363&botao=0>.htm>. de 00. de 00. Piscicultura Paulista. de 00. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr.gov.mg. Disponível em: <http:// www. SEBRAE ES.

br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ #manejonutri 0 .embrapa.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ #manejoamb Manejo Nutricional http://sistemasdeproducao.embrapa. O planejamento também implica na preocupação com o meio-ambiente. Desta forma.cnptia. pois a qualidade de vida da área depende do ajuste do projeto as leis de proteção ambiental. localização. o pé direito. para superar ao máximo as adversidades topográficas. com quais possibilidades de produtos se pretende trabalhar e quais os meios de adequá-los num mesmo conjunto de produção. ter noção da topografia do terreno e das técnicas.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ #avaliacao Manejo voltado para a proteção ambiental http://sistemasdeproducao. pode-se ter uma idéia mais clara sobre onde implantar o projeto de uma pocilga e prever possíveis expansões. material empregado. construção para criação de suínos. Possui uma propriedade com quatro alqueires. algumas informações sobre implantação da suinocultura poderão ser úteis: Avaliação dos riscos de impacto ambiental http://sistemasdeproducao. suinocultura Saber qual o tamanho ideal para uma criação der aproximadamente 0 matrizes de suínos? Precisa saber as medidas. Também é importante identificar as potencialidades desta área.embrapa. criação de suínos.CRIAÇÃO DE sUÍNOs PALAvRAs-ChAvE Suínos.cnptia. Para tanto.cnptia. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Primeiramente é necessário fazer o planejamento da área. caso seja necessário.

A obstrução das correntes de ar somente será desejável em períodos frios. a localização deve levar em conta futuras expansões e. Sendo assim. deve-se evitar a insolação direta. Geralmente. Desta forma evitará a radiação solar no período mais crítico. os porcos são sensíveis a baixas temperaturas e o risco de comprometimento da produção aumenta por conta deste fator.embrapa. em casos de fundos de vales. no interior do local. o recomendável para o pé direito e de  à . longe da drenagem direta dos ventos. Recomenda-se que esta esteja disposta no sentido lesteoeste. Apesar da necessidade de aquecimento para a temperatura ideal dentro da pocilga.http://sistemasdeproducao.cnptia. Portanto deverá estar longe de outros edifícios ou barreiras naturais que obstruam as correntes de ar. ou seja.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ #manejoagua LOCALIzAÇÃO DA POCILGA E sIsTEMA DE MANEjO DE DEjETOs sUÍNOs (croqui exemplificado) Fonte: EMBRAPA suínos e Aves Além da avaliação das distâncias necessárias de acordo com a legislação ambiental e sanitária. a localização preferencial será aquela que oferece uma suave declividade e. 0 AgriculturA e PecuáriA Manejo de água na propriedade . possibilitar a livre circulação das correntes de ar. m a fim de que favoreça a circulação do ar e dissipe a radiação proveniente do teto. A largura da pocilga esta atrelada ao clima da região. Normalmente recomenda-se largura de até 0 m para clima quente e úmido e largura de 0 até  m para clima quente e seco. pois apesar de serem animais homeotérmicos.

O uso de árvores na área circundante também é recomendável. As portas de entradas devem ser previstas pelas laterais da instalação.. A construção de corredor central com portas de acesso às salas não é recomendada.0 . Obs: O uso da telha fibro-cimento está sendo limitado em alguns Estados. construir uma canaleta ao longo da instalação de 0. revestida de alvenaria de tijolos ou de concreto pré-fabricado.0 . sendo recomendado diâmetro mínimo de 0. deve-se evitar o uso de telhas de amianto e/ou metálicas. A rede de esgoto deve ser em manilhas ou tubos de PVC.O comprimento deverá estar de acordo com o planejamento da produção e o cálculo do número de baias de acordo com a capacidade produtiva. porém ela deverá estar sempre aparada para evitar a proliferação de insetos. permitindo assim o sombreamento no verão e o aquecimento do sol durante o inverno. Para o telhado o recomendado é que este seja de duas águas e o material empregado seja telhas de cerâmica. pé-direito e beiral em função do clima para telhas de barro. exceto nas instalações com apenas duas salas em que as portas de entrada podem ser pelas extremidades.0 m de largura com declividade de %. . Clima Quente seco Quente úmido Largura 0. Para receber as águas provenientes do telhado. .0 Pé-direito .. O uso de um laternim para facilitar a circulação do ar também e recomendável.0 para as linhas principais e de 0.0 -.0 m para as secundárias. Beiral .0 . .. se for uma regia de clima frio e recomendável que se utilize espécies caducifólia.. O uso de grama na área circundante diminui a incidência da radiação solar. O sistema de produção de suínos compreende as fases de pré-co0 . .. . Largura. Esquema para determinação das dimensões do lanternim. cujas folhas caem no inverno.

Sistema de criação de suínos.cnptia. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. . Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de nov. maternidade. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 AgriculturA e PecuáriA brição e gestação.cnptia.embrapa.As recomendações de cálculos e medidas para a construção do tipo de baia para cada fase estarão atreladas ao número de matrizes e ao período utilizado de intervalo entre os lotes. fisiológicas e térmicas do animal.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/index. Os aspectos construtivos das instalações diferem em cada fase de criação e devem se adequar às características físicas.embrapa.html REFERêNCIAs EMBRAPA Suínos e Aves. bem como a medida da área recomendável por animal de acordo com seu gênero e idade. crescimento e terminação. O site da Embrapa contém as informações para a construção do número de lotes de acordo com período de intervalo entre lotes e numero de matrizes disponíveis. Disponível em: http://sistemasdeproducao.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ index. Acesso em: 0 de nov.html>. creche. 00.

para criação. que. que é um animal que atinge até  cm de carapaça. de Fauna do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA. tartaruga tigre d’água. o fundo não pode ser de cimento puro. e nunca 0 . necessitam de um tanque com 0% da área formada por água. no Estado do Rio Grande do Sul.CRIAÇÃO DE TARTARUGA TIGRE D´ÁGUA PALAvRAs-ChAvE Criação de tartaruga. No entanto. o órgão não emite mais licenças para criadouro comercial de tartaruga da espécie Trachemys Dorbignyi. O Tigre d´água brasileiro (Trachemys dorbignyi) é uma espécie natural do rio Guaíba. No caso do tigre-d’água. conhecida como Tigre d’água. se em lagos ou tanques? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo informações do Depto. que habita principalmente a região da Lagoa dos Patos e o Banhado do Taim. Portanto está proibida sua criação comercial. se tratando de animais de 0 a 0 cm de comprimento de carapaça. As tartarugas. Esta espécie ocorre ainda no Uruguai e parte da Argentina. é necessário criá-lo em tanques ou aquários grandes. atendendo a densidade máxima de ocupação e a profundidade mínima. com uma profundidade mínima do tanque de 0 cm. ele deve ser bem liso. Nos tanques. de um modo geral. seguem algumas informações da criação da espécie. para fins preservacionistas. corresponde a uma ocupação máxima de 0 animais por cada 0 metros quadrados. Trachemys Dorbignyi Como iniciar uma criação de tartaruga tigre d’água (Trachemys Dorbignyi)? Quanto tempo leva para o IBAMA conceder a licença para criadouro comercial? Qual é a melhor forma de criá-los.

. Devem permanecer ligadas por no mínimo quatro horas e no máximo oito horas por dia. deve ser feita uma vez por mês. quanto maior a população do aquaterrário. há a necessidade de se proporcionar um local adequado para desovas. o que além de sobrecarregar o peso do aquário. evita-se a colocação de muitas pedras. A espécie prefere desovar em areia. Evidentemente deve-se retirar todos os animais do 0 AgriculturA e PecuáriA áspero. A desinfecção é feita preferencialmente com hipoclorito de sódio (água sanitária) diluído em água. que tenha vegetação. o que pode filtrar os raios ultravioletas (UVB). luz solar direta. mais essa plataforma precisará de suportes. Quando existirem fêmeas adultas. cortando-se um pedaço de pequena espessura (mm) no formato que se deseja fazer a plataforma. Tais lâmpadas devem ser colocadas na tampa do aquaterrário. onde se lava as pedras e o vidro. A desinfecção das pedras. sem interferentes como vidro ou acrílico. enxaguando-se vigorosamente para retirar todo o excesso. colando-se pedras roladas de rio com silicone. desde que obedecido o esquema de troca de água a cada dois dias. Isso já corresponde ao fotoperíodo do animal. Devem ficar a uma distância de no máximo 0cm do animal. Os animais também necessitam de uma rampa de acesso a uma área seca. ou seja. REPTISUN %UVB).Com filhotes e animais jovens é possível começar a criação em aquários ou aquaterrários. ou maior o peso dos animais. Vegetação artificial pode ser utilizada como ornamentação. instaladas com um start e um reator. A água deve ser trocada a cada dois dias para não sobrecarregá-la com uratos (produto de excreção do metabolismo protéico). pelo aumento de superfície de contato com as excreções dos animais. porque do contrário. Desta forma. como bases feitas de torres de filtro biológico escorando essa plataforma. Atualmente existem lâmpadas fluorescentes que emitem esse comprimento de onda (REPTO-GLO. Evidentemente. Quanto à iluminação. Nestes lugares a plataforma de acesso à área seca pode ser feita em vidro. O aquaterrário deverá ter filtros internos do tipo “skimmer” para permitir a remoção dos excrementos maiores. não têm eficácia. dificulta a limpeza do mesmo. O vidro lateral do aquaterrário também filtra os raios UVB. Todas as lâmpadas têm um prazo de validade e devem ser substituídas uma vez por ano. a luz ideal é a natural. ela deve ser construída com pedras e cimento. bem como dos vidros do aquaterrário.

br/site/produtos/showprod. para obter as exigências e o regulamento necessário para a construção de um criadouro preservacionista.ecoanimal. de Patologia 0 . utilizando=-se os mesmos métodos. a lâmpada incandescente deve ser instalada na plataforma seca. com cerca de -0% de proteína bruta. a alimentação de Trachemys dorbignyi deve constituir de ração para tartarugas aquáticas. No tanque. Ele pode vir (no caso do aquaterrário) de lâmpadas incandescentes ou de aquecedores. De Fauna do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA. DUTRA. A limpeza do tanque também deve ser feita uma vez por meio.asp?nm=&tp=54&tp p=2625&ccm=y>. Gustavo Henrique Pereira. Telefone: () 0-. REFERêNCIAs Depto.com.recinto por ocasião da lavagem. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomendamos que se entre em contato com o Depto. A água deve estar em torno de -ºC. 00. a vegetação natural deve estar presente. acesso em  de mar. em pequenas porções. Mestrando do Depto. bem como esclarecer dúvidas sobre a legislação vigente. peixes picados e talos de Elodea (alga comum de aquário) como suplemento de vitamina A. No aquaterrário. ECOANIMAL Disponível em: <http://www. Vegetação artificial é importantíssima como fornecimento de ponto de fuga contra o excesso de calor (por isso que o aquaterrário deve ter um gradiente térmico) e como esconderijo de animais assustados. Para ambos os locais de criação (aquaterrário ou tanque) o aquecimento deve ser constante. De Fauna do IBAMA. O mesmo departamento pode prestar mais informações sobre a proibição da criação comercial. O ideal é oferecer alimento uma vez ao dia. Por fim. realizando o mesmo papel. observando o consumo para evitar desperdício e acúmulo de resíduos na água.

publicado no site Vida de Cão.com.br/reptil/index2. “Criação de Tartarugas Aquáticas”.Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 09 AgriculturA e PecuáriA Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo. . acesso em  de mar. 00.asp?menu=aquaticascriacao. Disponível em: <http://www. htm>.vidadecao.

Isto inclui boa qualidade de carne e sabor. Criação. apesar de alguns já estarem aderindo à tecnologia. Ressalta que é uma técnica já muito utilizada e consagrada no exterior. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA sobre a Tilápia: Tilápia é o nome comum dado a vários gêneros de peixes ciclídeos de água doce pertencentes à sub-família Pseudocrenilabrinae e em particular ao género Tilapia. Para solucionar as questões do cliente. no entanto no Brasil ainda é pouco utilizada pelos piscicultores. O mercado nacional e externo de filé de tilápia é bastante aquecido. com cerca de kg. havendo apenas duas empresas no 0 . a tilápia Rendali (Tilapia rendali). PVC Informações sobre a criação de Tilápia em tanques de PVC flexíveis XP0. Podendo ter até quatro períodos de desova por ano. São nativos da África. e a tilápia Zanzibar (Sarotherodon hornorum). Existem quase 0 espécies de tilápia catalogadas. resistência a várias doenças comuns em peixes. com um índice de sobrevivência bastante alto. uma ampla tolerância a diferentes climas e ambientes. Tilápia. que pode alcançar cerca de kg.CRIAÇÃO DE TILÁPIA EM TANQUEs DE PvC PALAvRAs-ChAvE Peixe. Tanque. e relativa facilidade de procriação em cativeiro. Este peixe possui diversos atributos que o fazem ideal para sua criação. funcionamento do sistema e adaptação do peixe. mas. especialmente na Alemanha para a criação de Trutas. o Professor Doutor José Eurico Possebon Cyrino do Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (ESALQ – USP) nos forneceu algumas informações bastantes úteis a cerca desta técnica de criação de tilápia em tanques de PVC flexíveis. predominam a tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus). nas águas brasileiras.

90 Cep: 0-000 .Algumas vantagens da técnica é ser uma tecnologia absolutamente limpa. com grau de produtividade muito significativo. onde haverá a possibilidade do empreendedor ter contato direto com os equipamentos. . 0 – Jd. 0 C. pode ser realizada em meio urbano e é bastante funcional.Boituva . não apresentando nenhum problema neste sentido. e que estão abaixo citadas:  AgriculturA e PecuáriA estado de São Paulo especializadas no ramo e detentoras da tecnologia.recolast. com a técnica em funcionamento e com outros criadores que já a utilizam. já muito utilizadas e difundidas no Brasil. No Nordeste tal técnica já é bastante utilizada na criação de larva e pós-larvas de camarão.com. por isso extremamente interessante do ponto de vista ecológico. Exige-se um sistema de bombas hidráulicas para a circulação de água.br Existem inclusive outras técnicas. INTITUIÇõEs EsPECIALIsTAs Recolast Impermeabilizações Ltda: End: Av Gaivota Preta. O Professor acrescenta que a respeito da rentabilidade do negócio.br Site: http://www. Sendo este o melhor meio de se ter uma noção concreta da rentabilidade da utilização dos tanques de PVC flexíveis.com. Valéria.com. que realiza esporadicamente eventos de apresentação e demonstração da técnica (visitas monitoradas). é muito interessante que o cliente procure a empresa especializada Recolast Impermeabilizações Ltda. para a criação de tilápia em cativeiro que também podem ser empregadas.basspiscicultura.SP Tel: () -9 / () 0-0 Site: http://www. do Tijuco Preto. Quanto à adaptação do peixe o professor destaca que a tilápia é extremamente adaptável.P. Cep: 0-00 – Guarulhos – SP Tel / Fax: ()09 Email: erica@recolast. sendo muito versátil.br Bass Piscicultura: End: Estr.

removendo os dejetos produzidos pelos peixes. Recomenda-se utilizar tanques-rede de até 0 m³. produção natural de alimento). Alguns criadores utilizam curimbatás e cascudos também dentro dessas gaiolas a fim de efetuarem a limpeza das malhas. O cultivo em tanques-rede ou gaiolas pode ser realizado em reservatórios. Os tanques-rede devem ser cobertos para prevenir a ação de predadores. profundidade. g) vêm atingindo o tamanho comercial de 00 gramas em  dias. furtos e oferecer sombreamento que impede a incidência de raios UV e diminuir a visão dos peixes. Essas estruturas poderão ser colocadas em represas que possuam profundidade mínima de  metros. Em temperaturas médias de °C. Esse equipamento é constituído basicamente por flutuadores (galões. alevinos com cm (0. bambu. canos de PVC. bombonas. pois facilita o manejo e é mais vantajoso do ponto de vista produtivo e econômico pela maior facilidade de renovação da água. arames galvanizados revestidos com PVC ou ainda telas rígidas. pacus e pintados. A sua produção pode depender das características físicas e biológicas (dimensão. resultados obtidos principalmente com o cultivo de tilápias. açudes e lagos.Tanques – rede ou gaiolas: Trata-se de uma criação intensiva cujo resultado final é uma alta produtividade. reduzindo o estresse e melhorando o sistema imunológico desses animais. Vale salientar que nesse tipo de cultivo há uma dependência exclusiva de alimento artificial (ração). Produções entre 0 e 00 kg de tilápia por m são possíveis e gaiolas menores são mais produtivas por unidade de volume devido a uma  . O formato retangular permite uma melhor passagem e renovação de água dentro das gaiolas. A tecnologia permite produzir em média 00 kg/m³/ano. Em geral são estruturas retangulares que flutuam na água e confinam peixes em seu interior. plásticos perfurados. correntes. local onde fixam-se os vegetais (algas) que dificultam a renovação de água. etc. isopor.) que sustentam submersos na água redes de náilon.

Derivação: Esse tipo possui custo de construção maior. Sua proporção é de :. ou seja. portanto.00 m². apresentam características como fundo irregular. m³ a 0. Contudo. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se que o cliente entre em contato com a empresa citada (Recolast) para possível agendamento de sua visita monitorada aos viveiros de tilápia em tanques de PVC flexíveis. por parte do piscicultor. o que proporciona melhor produtividade. m³ para a construção de m² de viveiro. falta de condições para controlar o fluxo de água que entra no viveiro. . m² de viveiros de criação. suas características permitem controle melhor do volume de água. que pode variar de 0.  m² de viveiro-berçário para cada . REFERêNCIAs CYRINO. para se atingir bons resultados. de difícil manejo cultural. formando viveiros de baixo custo de construção. Lembrando que a piscicultura é uma atividade que exige dedicação total. Entretanto. viveiros-berçarios: Nos sistemas que utilizam níveis mais altos de tecnologia. dada a necessidade de movimentação de terra. é necessário utilizar esse tipo de viveiro. da densidade de peixes e dos predadores. dependendo da topografia do terreno.. podendo os primeiros ter tamanhos que variam de 00 a . São. José Eurico Possebon Professor Doutor do Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura Luis de Queirós da Universidade de São Paulo (ESALQ – USP)  AgriculturA e PecuáriA mais eficiente troca de água. os tipos de viveiros observados são: Barramento: Consiste na interrupção de um curso d’água.Tipos de viveiros: Normalmente. É importante que o empreendedor faça uma pesquisa e reflita sobre a viabilidade de seu negócio. que têm como objetivo aumentar a taxa de sobrevivência dos alevinos. maior dificuldade de controle de predadores e também da densidade (peixe/m²).

ibict. disponível em http://www. Disponível no link: http://www. a enciclopédia livre. Disponível em http://www. org acesso em  de Mar.wikipedia. Marco Antonio.br. 00. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. acesso em  de Mar. WIKIPÉDIA.geocities. Annelise Gomes de Carvalho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de Mar.IGARASHI.pt.com/ ctaufc/tilapia. 00. acesso em  de Mar. 00. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .htm . sbrt.

Por exemplo. murupi e olho-de-peixe são usadas com maior intensidade e volume nas comunidades indígenas. cruzamento de pimenta PALAvRAs-ChAvE Saber informações sobre o cruzamento de várias espécies diferentes no cultivo de pimentas. Quando há excedente de produção. Joacir Freitas.Os plantios variam de . no caso de temperos. tucupi (escorrido da mandioca) ou vinagre. Em uma mesma área foram plantadas pimentas do gênero capsicum de diversas variedades. do gosto do público ao qual se destinam. no estado de Roraima. A produção é vendida no mercado local a R$ 0. sempre em unidades familiares. As pimentas de “cheiro” (média e baixa ardência) são as mais comercializadas. Conforme o pesquisador da EMBRAPA Roraima. Conforme o pesquisador. e também. Já as pimentas de cheiro são as que mais circulam e têm movimento comercial entre os produtores rurais do centro-sul do Estado. “exportada” para Manaus. a seleção da melhor espécie dependerá da finalidade em que as pimentas serão empregadas e. capiscum. nas feiras livres da cidade de Boa Vista. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Pimentas do gênero capsicum possuem uma enorme diversidade de formas. Outras formas de uso popular são os molhos à base de soro de leite.000 pés. cor e de nível de ardência. as pimentas são utilizadas regularmente em muitas comunidades indígenas na “damorida”. horticultores e agricultores indígenas comercializam pimentas in natura e na  AgriculturA e PecuáriA CRUzAMENTO DE EsPéCIEs NO CULTIvO DE PIMENTAs . Segundo Collares.Pimenta.00 o saco de 0 kg in natura (verde).000 a . as pimentas malagueta. as comunidades secam e moem as pimentas até obter um pó fino localmente conhecido como “jiquitaia”. um caldo à base de água. proteína animal e pimenta que é levado ao fogo e ingerido com o beiju. O cruzamento entre espécies está prejudicando e modificando a qualidade das pimentas.

controle de qualidade. Porem se a intenção for trabalhar com um ou mais tipos para diversas finalidades deve-se isolar cada espécie de modo a não permitir o cruzamento entre elas. aspectos relacionados com tecnologia de processamento. no entanto. inseticida natural. as linhagens das várias espécies trabalhadas terão uma maior garantia de se manterem mesmo que convivam num mesmo espaço. hortaliças para temperos. também. Como são do mesmo gênero. Desta forma a pimenta é uma grande alternativa de cultivo tanto para a agricultura familiar como para os empresários. demonstrando ser atraente para produtores. obtendo um preço no mercado de R$ . embalagem e estudo de novos mercados podem ampliar a atividade. bombons. Neste caso será preciso erradicar as espécies e híbridos que não se enquadrem na finalidade da produção. agregando valor à produção. De fato. Existem variedades que produzem 0 toneladas por hectare a cada ano. O pólen das flores se propaga através de agentes abióticos como o vento e a água e fatores bióticos como os insetos. entre a implantação e a condução da cultura. em pó. dependem da formação de florescência para reproduzirem. Numa mesma área é recomendável o uso de estufas. várias espécies numa mesma área acarreta na formação de híbridos e este cruzamento desenfreado pode prejudicar todo o cultivo.forma de molhos e. doces. pois o rendimento bruto chega a R$  mil por cada hectare/ano. ou seja.  . doces. Existem empresários que já estão desenvolvendo um trabalho artesanal na produção de geléias. pois as capiscum se adaptam muito bem à aclimatação quente-úmida proporcionada por uma estufa e. com um custo de produção em torno de R$ 0 mil. pastas e licores de pimenta doce. molhos e licores. Este agronegócio tem crescido muito entre os feirantes. O que se recomenda então é que se determine a espécie com a qual se quer trabalhar e a partir deste ponto busque a seleção das melhores sementes. o cultivo das pimentas tem demonstrado a possibilidade de desenvolver um agronegócio com diversas formas de beneficiamento como plantas ornamentais. desta forma. Todas as plantas do gênero capiscum são angiospermas.0 por quilo in natura. vendedores e consumidores.

ambientebrasil.html>.A EMBRAPA.html>.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária .embrapa. Daniela. REFERêNCIAs COLLARES. Banco de Germoplasma de Capsicum spp./agropecuario/programas/sabor_ rr./ agropecuario/index.br/composer.cnph. Disponível em: <http://www.disponibiliza um catálogo on-line contendo 0 espécies do gênero capsicum catalogadas.com.html&conteudo=.php3?base=. Pode-se por este serviço detectar as espécies com as quais se trabalha ver sua procedência e a partir de seus dados obter sementes confiáveis no que diz respeito de sua linhagem. Acesso em:  de maio 00. O sabor apimentado do Estado de Roraima. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de maio 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .br/projetos/capsicum/consulta_base. Disponível em: <http://www.

As folhas são estreitas. pobre em óleo. jambeiro IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Tem em uma chácara. esta se divide nas tribos das Oleae e das Syringeae.. ramos tortuosos e espinhos. oliveira. é a oliveira cultivada. casca escura. o fruto é uma drupa muito pequena. Como identificar? Em sendo azeitonas. verde escuras  . entre eles está o Olea. Dentro deste gênero existem cerca de  espécies. e Olea europea sylvestris. inteiras. lanceoladas. Os ramos são flexíveis e desprovidos de espinhos. conhecida popularmente como oliveira. três pés. Folhas: as folhas são mais curtas e mais largas que as da oliveira silvestre. A semente é utilizada para produzir porta enxerto da oliveira cultivada. as raízes secundárias são fortes. jamelão. Olea europea sylvestris Apresenta porte médio. Olea europea sativa Atinge  a 0 metros de altura. A tribo Oleae reúne vários gêneros. e da subfamília das Oleóides. curtas. são opostas. pecioladas. como prepará-las para consumo? sOLUÇÃO APREsENTADA Oliveira Características Botânicas A oliveira faz parte da família das Oleáceas. casca menos escuro que a da oliveira silvestre. Raiz: a raiz principal é bastante pivotante e pode chega a  metros.CULTIvO DE AzEITONA PALAvRAs-ChAvE Azeitona. Este gênero apresenta duas subespécies: Olea europea sativa. que acredita ser de oliveira. entre as quais se destacam a Olea europea L.

branco amareladas. Freqüente nas plantas cultivadas. não possuem pistilo. com bastante polpa e muito óleo. em inflorescência em panícula de .br/Alimentus/feira/mpoutro/oliva/cabot. com consistência coriácea. Às vezes. o que é bastante freqüente. num mesmo indivíduo se encontram dois tipos de flores: monoclinas e fisiologicamente estaminíferas. ou 0 flores. monoclinas e puramente estaminífera.ufrgs. cujo fruto tem o mesmo aspecto da azeitona. . Bastante raro. o que é raro. ou nos óvulos Estes três tipos de flores encontram-se . as vezes. que formam-se nos brotos de um ano. Pode apresentar anormalidades no pistilo. http://www. portanto não produzem frutos e sementes.htm Flor de oliveira Fonte: imagens google Existe uma outra planta. amadurecem nos ramos de dois anos. 0. 9 AgriculturA e PecuáriA na face adaxial e acinzentadas na fase abaxial. Há três tipos de flores: l l l Monoclinas (hermafroditas): possuem estames e pistilos normais e produzem frutos e sementes. Puramente estaminíferas (masculinas): possuem apenas os estames providos de pólen. que é o jambolão.Frutos: os frutos são do tamanho médio a grande. Fisiologicamente estaminíferas: Têm dois estames normais poliníferos. Flores: pequenas. ou no ovário. em diferentes grupos de indivíduos.

principalmente de regiões litorâneas. O jambolão é uma grande. originária da Índia. porém permeáveis e profundos. Por esse motivo. apesar de um pouco adstringentes. muito ramificada. cambucás.jambolão Nome popular: jamelão. ramalhuda e belíssima árvore da família das Mirtáceas. E. Folhas lisas e brilhantes. araçás. segundo vários estudiosos. “azei-tona” passou a ser um nome freqüentemente utilizado para designar o fruto do 0 . com pétalas arredondadas caracteristicamente em forma de capuz. pitangas. azeitona Nome científico: Eugenia jambolana Lam Família botânica: Myrtaceae Origem: Índia Características da planta: Arvore de até 0 m de altura de copa ampla. Cultivo: Multiplica-se por sementes. tais como Eurico Teixeira e Pimentel Gomes. quando comparado ao seu tamanho total. quase negra por fora e de polpa pouco caldosa. porém. Prefere climas quentes e úmidos. Alguns vêm no fruto do jambolão uma certa semelhança de formato. Polpa carnosa que envolve uma semente. Flores creme ou brancas. Porém. Os frutos do jambolão. além de ser consumido in natura. quando maduro. perto do sabor tão especial das outras tantas Mirtáceas brasileiras. de coloração roxa. em seu país de origem. guabijus e tantas outras. o jambolão entra na confecção de tortas e doces. grumixamas. pequeno. desenvolve-se bem em qualquer tipo de solo. o fruto do jambolão envolve um caroço único e grande. Frutifica de janeiro a maio. jambeiro. Fruto: Forma ovóide. coisa que o brasileiro ainda não aprendeu a fazer. cambuís. tamanho e cor com a azeitona. cambucis. Pequenos. gabirobas. de onde provêm algumas das mais brasileiras entre todas as frutas: jabuticabas. Ainda segundo este último autor. de coloração roxo-avermelhada a quase negra. são agradáveis ao paladar. o sabor do jambolão não se destaca tanto.

por exemplo. são muito semelhantes. pelos motivos acima apontados. em profusão. o jambolão adaptou-se tão bem que se tornou espécie subos-pontânea. estamos fornecendo informações sobre o jambolão.  AgriculturA e PecuáriA jambolão. inclusive. sUGEsTÃO DE LEITURA: Analise da qualidade do processo de envase de azeitonas verdes.usp. que no aspecto do fruto. Pio Corrêa conta que certa vez. em relação ao clima e pela florada. em virtude de sua farta frutificação. Árvore de jambolão Fruto do jambolão Fonte:http://www.Naquela região. Muito apreciados pelas crianças. quintais e espaços públicos. quando começou a frutificar.br/especiais/frutasnobrasil/jambolao. em especial no nordeste do país. nos tecidos das roupas. nos calçamentos das ruas e na pintura dos automóveis.bibvirt. tendo sido logo abolido. Como pelas características da oliveira.futuro. é através de sua flor. o jambolão foi experimentado na arborização urbana. os frutos do jambolão têm um grande inconveniente: sua polpa e casca de coloração arroxeada deixam manchas indeléveis na pele das mãos.html CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Uma forma de identificar a planta. Em Pernambuco. que se desdobram para obtê-los. Assim. . podese ver as frondosas árvores de “azeitona” ao longo de muitos quilômetros pelas estradas que seguem para o interior. capital do Estado de Minas Gerais. em Belo Horizonte. o jambolão torna-se árvore pouco indicada para preencher.

Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jul.bibvirt. disponível em: <http://www.ibict.htm>.br/Alimentus/feira/mpoutro/ oliva/cabot. fluxograma de envase. Dissertação de mestrado. Disponível em:<http://www. SBRT Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.sbrt.html>.pdf Para o processamento da azeitona. Acesso em: 0 de jul.br/especiais/frutasnobrasil/jambolao. etc.usp. Jambolão.futuro. 00. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL.sbrt.ufrgs.br/dissertacoes_arquivos/rosely.disponível em: http://www. Universidade Federal de Santa Catarina. Acesso em: 0 de jul. Acesso em 0 de jul.br>. pH da salmora. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http:// www. 00  .qualimetria. Características Botânicas.A.ufsc.ibict..descrição do processo de pasteurização. existe no site do SBRT uma resposta técnica sobre o tema. SOUZA. características de qualidade. R.br/upload/sbrt2894. 00.pdf> FONTEs CONsULTADAs BIBLIOTECA VIRTUAL DO ESTUDANTE. 00.

. não é necessário o uso de calcário.Framboesa. no mínimo 00 horas por ano. Deve-se deixá-la crescer em canteiro. Desse modo. poda e mudas de framboesa. Não é recomendada a formação de parreiras. a fim de obter mais frutos. aplica-se o produto para corrigir sua acidez. Pelotas/RS – presente em reportagem da revista eletrônica Globo Rural. é possível obter frutos de maior tamanho. pois a framboesa produz apenas nas extremidades do ramo. Solos férteis também dispensam adubação química. Já para os mais fracos. Para manter uma produção regular é indicado não deixar mais de cinco a sete hastes por planta. Abaixo disso. O desponte (poda verde) deve ser feito quando as plantas atingirem entre . As plantas começam a produzir um ano e meio após as mudas serem levadas para o local definitivo. para a produção de framboesa é necessário temperatura inferior a ºC. Suas mudas são fáceis de pegar e por possuir grande capacidade de propagação. Após a época de frutificação deve-se fazer o desbaste das plantas. poda de framboesa PALAvRAs-ChAvE Informações sobre cultivo.0 a .0m e . retirando-se todos os galhos que produziram. Os frutos surgem a partir do mês de novembro e as colheitas se estendem até fevereiro. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Conforme consulta a Alverides Machado dos Santos – pesquisador do Centro Nacional de Pesquisa de Fruteiras de Clima Temperado. Se o pH do solo estiver em torno de . recomenda-se  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE FRAMBOEsA . as touceiras precisam ser desmanchadas e as mudas dever ser transplantadas em outro local para que a concorrência entre os ramos não afete a produção. obedecendo as indicações de poda e desbaste. Os tratos culturais são bastante simples.0m de altura. a cada três ou quatro anos. cultivo de framboesa.

Promoção: Embrapa Clima Temperado e FAPEG. Produção de pequenas frutas no Brasil e Importação de mudas de pequenas frutas e º Seminário Brasileiro sobre Pequenas Frutas.sct. Manual para produção de mudas de frutíferas: macieira.com. 99. 9.  .pdf No que se refere a aquisição de mudas. p.br (deve-se .cpact. morangueiro. indicamos a empresa Agrícola Theodósio.embrapa. M.submarino. licenciada pela Embrapa. amora preta. para cada metro quadrado de área plantada.br.br/books_productdetails. Autor: Emerson Steinberg. acessar o link “Publicações .embrapa. ISBN: 00. disponíveis no endereço: www. Amora-Preta e Framboesa.Catálogo” e escolher a área de interesse) ou na Livraria Virtual da Embrapa http://www. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Recomendamos as seguintes publicações referentes ao cultivo de framboesas: Aspectos Técnicos da Cultura da Framboeseira. Pelotas.o uso de  gramas de adubo à base de 0-0-0 (NPK). ameixeira.embrapa. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) possui diversas publicações que podem auxiliar no cultivo de framboesas. Disponível no setor de comercialização da EMBRAPA.  p.br/liv/Catalogo. Editora Nobel. Disponível em: http://www. também indicamos simpósio que ocorrerá em novembro no Rio Grande do Sul: º Simpósio Nacional do Morango e o º Encontro Sobre Pequenas Frutas e Frutas Nativas do Mercosul.cnpuv. framboesa.embrapa.asp?Query=ProductPage &ProdTypeId=1&ProdId=5357&ST=CL2146 Curso nacional sobreprodução e inspeção de mudas de plantas frutíferas. pereira. pelo telefone () -99 ou e-mail: ant@cpact. para comercialização de mudas de alta sanidade./UFPel/EMBRAPA-CNPFT.br/publica/anais/peqfrutas. Relacionado ao tema. Disponível em: http://www.br.com. O telefone de contato é () -9 ou e-mail: agricolatheodosio@terra.asp.A. pessegueiro.

htm>.cnptia.br/eventos/2006/simposio_ . Iva Maria Alves NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jul. Acesso em: 0 de jul.cpact.globo. Globo Rural responde: A framboesa exige clima bem frio. 00.asp?d=/edic/186/ gr_responde. Cultivo da ameixeira. br/FontesHTML/Ameixa/CultivodaAmeixeira/cap15. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. GLOBO RURAL.htm >.Sede Embrapa Clima Temperado. Pelotas – RS.embrapa.com/barra.embrapa.morango/index. Disponível em: <http://globorural.php FONTEs CONsULTADAs Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa. Acesso em: 0 de jul. Período: de  a 0 de novembro de 00. 00. Mais informações: http://www. 00  AgriculturA e PecuáriA Local: Auditório Ailton Raseira .

Sistema Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas. com sementes ou não e sempre de polpa amarela. Informações sobre o cultivo de caqui. É vigorosa e  . IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A presente resposta foi extraída do CDI.F. de folhas caducas. tem plantas arbóreas. produtivas e de alta capacidade de adaptação climática. em forma de passa e vinagre. As espécies mais conhecidas são: l l l Subugaki ou Taninoso é cultivar Taninosas. Sem sementes a polpa é clara e bastante taninosa. mas com boas perspectivas de exportação. espécie subtropical de origem asiática. ao consumo in natura. Mazeli.CULTIvO DE CAQUI PALAvRAs-ChAvE Caqui. a polpa é amarelo-avermelhado. antes de completar a maturação. bastante taninosa antes de completar a maturação.É vigorosa e bastante produtiva. da família Ebenaceae. O fruto é do tamanho médio ou grande.. época da produção dos cultivares e produtividade. Centro de documentação e Informação. O Caqui Diospyro Kaki L. com dois sulcos laterais. (possuem Tanino que é uma substância adstringente). produção de caqui. A polpa é amarelo claro. Sistema de Resposta do SEBRAE-MG. quando apresenta sementes. destino da produção. na quase totalidade. cultivar de caqui. A produção de caqui destina-se. cultivo de caqui. globoso e ligeiramente achatado. Na escolha do cultivar devem ser observados os seguintes fatores: clima. Os frutos prestam-se também ao aproveitamento industrial-artesanal. de forma globosa achatada. SRT. Taubaté: apresenta fruto grande. no mercado interno. rústicas.

Quando não tem sementes a polpa é amarela e rica em tanino. Regina (IAC -): híbrido obtido pelo IAC. O fruto é de tamanho médio a grande e tem forma achatada. forma achatada e quadrangular. É vigorosa e bastante produtiva. Rama Forte. Giombo. bastante taninosa. A polpa é consistente. Instituto Agronômico de Campinas. Pode ser colhida de janeiro a maio. Fuyu. ligeiramente avermelhada com a presença de fibras e normalmente cinco a seis sementes por fruto.l l l l l l l l l l bastante produtiva. consistente. O fruto é grande. O tipo de caqui de cor escura é chamado de chocolate. através do cruzamento da Trakoukaki e a Haganosho. bastante taninosa antes de completar a maturação. É muito produtiva. Apresenta fruto grande. O fruto é grande e globoso e a polpa. A planta tem bom vigor. A polpa é amarelo-avermelhado. Rubi (IAC -): híbrido obtido pelo IAC. Altera sua composição e cor quando tem ou não sementes. não taninosa. Tem polpa adstringente e amadurece em fevereiro e março. de forma oblonga e cônica. As arvores são medianamente vigorosas e produtivas. O fruto é grande de forma achatada. São também chamados de cultivares de frutos doces ou duros. quando aparecem sementes é doce sua cor é escura em volta das sementes. através do cruzamento entre a cultivar Chocolate e a Haganosho. Variável. apresenta polpa amarelo-escuro tendendo á parda quando tem sementes abundantes. O fruto tem tamanho médio com forma oblonga.A maturação é precoce e acontece em fevereiro. Os cultivares deste grupo não possuem tanino. Para este cultivar é recomendado realizar o desbaste dos frutos para evitar alternância de produção. nunca taninosa e de coloração mais escura. A polpa é amarelo-claro. Jirô. Hachiya. Necessita de tratamento fitossanitário contra a cercosporiose. A maturação acorre mais tarde em relação ao Jirô. através do cruzamento entre a cultivar Giombo e Haganosho. É bastante exigente em tratos culturais para obter boa produção. Pomelo (IAC  ): híbrido obtido pelo IAC. mas com perfil arredondado. A polpa é adstringente e amadurece em fevereiro e março. quando madura é alaranjada. São doces com sementes ou não e sempre de polpa amarela. A polpa é amarelo-avermelhado. quando sem semen AgriculturA e PecuáriA . Amagaki ou Doce. Instituto Agronômico de Campinas. Instituto Agronômico de Campinas.

quando não tem sementes. amarela e muito taninosa. Para quebra do repouso fisiológico requer determinado regime de frio e apresenta acentuado repouso vegetativo. á º C. Devem ser instalados quebra-ventos e existir disponibilidade de água para os devidos tratos culturais. que é uma espécie de menor exigência de frio em relação á outras fruteiras temperadas. É vigorosa e bastante produtiva. É vigorosa e muito produtiva. O terreno deve apresentar relevo que facilite a mecanização. Clima O caquizeiro exige clima frio e é resistente a baixas temperaturas. A polpa é amarelo-avermelhado quando apresenta sementes. O fruto apresenta polpa adstringente quando sem sementes e não taninosa e doce quando com sementes. O fruto é pequeno e de forma achatada. através do cruzamento entre a cultivar Luiz de Queiroz e Haganosho. Chocolate. A temperatura mais favorável ao desenvolvimento de fruteiras de clima temperado varia de oC. Preparo do solo Realizar análise do solo e as posteriores correções e adubações de acordo com as recomendações técnicas. portanto. são regiões com menor disponibilidades hibernais e. Kauru. amadurecendo tardiamente. Quando se apresenta com sementes a polpa é escura. não adstringente e amadurece precocemente. É bastante produtiva. Luiz de Queiroz. Evitar regiões baixas e localizadas onde há acúmulo de ar frio. de forma globosa e achatada. bastante taninosa antes de completar a maturação. Sem sementes a polpa é clara.l l l tes e do tipo chocolate. Pode-se plantar o caquizeiro em regiões de zero a 0 horas de frio (temperatura menor que .o C). Devem ser escolhidos locais onde não ocorram geadas. (IAC -): híbrido obtido pelo IAC. Instituto Agronômico de Campinas. A maturação ocorre de fevereiro á março. pela baixa capacidade de retenção de umidade e por esta . Deve-se evitar solos arenosos que facilitam a disseminação de nematóides. A polpa é consistente. próprias para o caquizeiro. O fruto é de tamanho de médio a grande. Não apresenta tanino quando tem grande quantidade de sementes.

coloca-se água (0 a  litros) e completa o restante da cova. podem ser transportadas para o local definitivo. Após o plantio. De uma maneira geral. Faz-se uma bacia na superfície (coroamento) e colocando-se mais  a 0 litros de água. Quebra de Dormência As fruteiras de clima temperado apresentam um período de dormência que é um fator de defesa contra as condições ambientais desfavorável ao desenvolvimento da planta durante este período. Nem sempre apenas o plantio em curvas de nível soluciona o problema. ao se plantar as mudas nas covas. sendo necessário. recomenda-se aração profunda e dragagem para o preparo do solo. A conservação do solo é importante principalmente quando se trabalha com culturas perenes. nesta fase. As mudas provenientes de viveiros. No caso de mudas de torrão o plantio pode ser nos meses de novembro e dezembro. O preparo do solo deve ser feito antecedendo. sendo necessária a adoção de outras práticas conservacionistas.0m por . Após essas operações. no caso de mudas de raiz nua. é recomendável repetir a irrigação.0m ( plantas por hectare). havendo falta de chuvas. Recomendam-se solos com boa drenagem e com bom teor de matéria orgânica. Após este procedimento iniciase o enchimento das covas com terra.0cm a 0cm acima do nível do solo e distribuir corretamente as raízes por toda a extensão da cova. deve-se ter o cuidado de manter o nível de enxertia . . . procede-se a marcação do terreno e abertura das covas. As plantas necessitam passar por um determinado tempo de baixas tempera9 AgriculturA e PecuáriA rem sujeitas a perdas de fertilidade.Em terrenos com pouca ou quase nenhuma declividade as covas podem ser abertas em linha reta. evitando que elas fiquem enroladas ou retorcidas. As mudas devem ser adquiridas de viveiristas idôneos e estar dentro dos padrões recomendadas pela legislação. enchendo com terra. ficando a utilização de curvas de nível para outras situações. ao máximo. a época normal de plantio. em seguida realizar a calagem de acordo com a análise do solo. época de repouso vegetativo. Quando a cova estiver pela metade.0cm (00 plantas por hectare).0cm x . O espaçamento pode ser de . Normalmente. O plantio é realizado nos meses de julho e agosto. As covas devem ter as dimensões de 0cm x 0cm x 0cm e ser corretamente adubadas.

Atualmente tem algumas restrições. mas em fase de evidencie ainda suficiente capacidade de regeneração. perto da época de brotação. Poda e condição Quanto à fase de vida das árvores: Poda de formação . Poda de concorrência – é realizada através de desbrotas suprimem0 . dentro dos limites possíveis. Quanto à época em que são executadas: Poda em seco – é realizada no final do inverno. Poda de ramificação – objetiva a formação de ramificações indispensáveis à formação do esqueleto das árvores. os anelamentos. mesmo quando as condições são favoráveis ao crescimento. mas. Poda verde – é feita no período em que as plantas se mantêm em atividade vegetativa. as podas em verde adquirem substancial relevância nos modernos sistemas de condução. portanto. verdes e com folhas. Poda de rejuvenescimento – inclui o conjunto de operações.engloba o conjunto de intervenções aplicado nas fruteiras não só no período em que o esqueleto se aproxima de sua forma definitiva. as descorticações. Poda de frutificação . utilizado no período de decadências das árvores. A solução tem sido buscada na seleção e melhoramento de cultivares com baixa exigência de frio e tratamentos químicos para compensar a ação das baixas temperaturas. os encurtamentos.consiste em sistema de operações realizadas nas árvores novas durante a fase de crescimento vegetativo. as despontas. para que na primavera ocorra uma natural quebra de dormência. realçalas ao máximo. Usa-se para este efeito. Tem o propósito de manter o equilíbrio entre as funções vegetativa e produtiva buscando. Com restrição da poda em período invernal. surge o problema de folhação retardada que se caracteriza pela permanência de muitas gemas em dormência. sobretudo durante a fase produtiva das plantas.turas (inferiores a oC) que variam conforme as espécies e cultivares. onde o inverno é mais ameno. Com a expansão dessas fruteiras para regiões tropicais e subtropicais. quando os ramos se encontram. Destina-se a revigorar o esqueleto e renovar a vegetação e os órgãos de frutificação das plantas.

Poda de equilíbrio – tem como finalidade restabelecer o equilíbrio relativo entre os diversos eixos do esqueleto das plantas. não interessam na formação das plantas se dirigem para a parte internadas copas. podridão da raiz. galho da coroa. Poda de Recuo . Deve ser realizados o devido controle com produtos recomendados por engenheiro agrônomo. promovendo o seu adensamento ou estabelecendo competição com outros ramos essenciais à estrutura das árvores. e broca. notadamente das pernadas e da flecha. mosca-das-frutas. Colheita O caqui é colhido. a maior produtividade dos pomares. Esta poda baseia-se na aplicação de inclinações sobre esses eixos Poda distal – consiste na eliminação dos ramos ou brotos situados na zona da extremidade ou zona distante das guias responsáveis pelo prolongamento dos eixos do esqueleto seja das pernadas. É evidente que. As doenças mais comuns são: antracnose. São inúmeras as formas definitivas que as fruteiras de clima temperado podem apresentar quando chegam à fase adulta. normalmente entre os de dezembro á maio. triples. dos braços ou das flechas.  AgriculturA e PecuáriA . Pragas e Doenças As pragas mais comuns são: cigarrinhas. Poda Interna – realiza-se a desbrota dos ramos que.promove o rebaixamento da copa de modo a evitar que ela atinja uma altura indesejável e imprópria para a execução dos diversos trabalhos culturais desde a colheita dos frutos até os tratamentos fitossanitários e a própria prática das podas. besouro-de-limeira. cercospora (viveiro). existem algumas modalidades susceptíveis de promover. cochonilhas. lagarta-do-fruto. dentro dessa adversidade. em relação a outras. objetivos que definem as grandes preocupações e tendência da moderna fruticultura. conjugada com a mais precoce entrada em frutificação.se os ramos que concorrem com as ramificações selecionadas para a formação do esqueleto.

com os dados obtidos o plano de negócio que indicará a viabilidade ou não do empreendimento. a s p x ? c o d _ a r e a s u p e r i o r = 2 & co d _ a r e a co n t e u d o = 2 3 1 & co d _ p a s t a = 2 3 4 & co d _ conteudo=1501&cod_documento=103>. c o m . perfil dos concorrentes. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jul. médio ou alto será necessário buscar mais informações que contemplem cada uma das variáveis que impactam o negócio (por exemplo: o interesse do consumidor pelo produto ou serviço. s e b r a e m g . 00. Disponível em: < h t t p : / / w w w. etc) e desenvolver. Para concluir se o risco de um determinado empreendimento é baixo. restrições legais. REFERêNCIAs SEBRAE MG Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresa de Minas Gerais. potencialidade da região. b r / G e r a l / a r q u i v o _ g e t . 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . tecnologia disponível.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Deve-se ressaltar que riscos são inerentes a qualquer empreendimento. Acesso em: 0 de jul.

que promovem o rápido desenvolvimento. cultivo de cogumelos do sol PALAvRAs-ChAvE Informações sobre cultivo de cogumelos do sol. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Originário do Brasil. Porém. podendo ser cultivado diretamente no solo. sendo que a maioria da produção acaba sendo voltada para a exportação. começou a ser recentemente divulgado pela mídia como sendo eficaz no combate ao câncer. e a sua utilização requer a autorização e o pagamento de direitos autorais à empresa detentora da patente. É também importante ressaltar que a denominação “Cogumelos do Sol”. cogumelos do sol. No Brasil o produto não pode ser comercializado como medicamento. não existem bases científicas que comprovem tal propriedade medicinal.Cogumelos. o SEBRAE-MG desenvolveu um documento que contempla de forma detalhada todas etapas do processo de produção do Agaricus blazei. encontra-se patenteada como marca junto ao INPI – Instituto Nacional de Propriedade Intelectual. Quanto às técnicas de cultivo. usada popularmente para caracterizar o Agaricus blazei. desde o preparo da matéria prima até o beneficiamento. popularmente conhecido como Cogumelo do Sol. o cogumelo da espécie Agaricus blazei. No estado de São Paulo. Diferentemente de outras espécies de cogumelos. Este documento pode ser obtido gratuitamente através do link abaixo:  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE COGUMELO DO sOL . os maiores rendimentos estão sendo obtidos em estufas com nebulizadores. o Agaricus blazei prefere temperaturas mais elevadas e alta umidade.

00. A leitura cautelosa deste documento é indispensável para quem quer ingressar de forma correta neste ramo de negócios. fiscais e jurídicos da atividade de cultivo de cogumelos. Disponível em: <http://www.br/Geral/arquivo_get. Documento da série Ponto de Partida.sebraemg. vídeos. de A. mercadológicos. aspx?cod_documento=107>.com.sebraemg. além de fornecer indicações de leituras.com.aspx?cod_documento=107 São abordados ainda aspectos gerenciais. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de nov. Carlos A. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . financeiros. Acesso em:  de nov. REFERêNCIAs “CULTIVO DE COGUMELO”. desenvolvido pela equipe do Serviço de Resposta Técnica do SEBRAEMG.http://www. cursos e contatos de instituições competentes no assunto. V.br/Geral/arquivo_get.

estearina. araquina e lignocerina. etc. como uma planta ornamental e hortaliça. No óleo predominam a linoleína e a oleína. o girassol é originário da América do Norte e se reproduz por meio de sementes. palma e canola. chegando algumas variedades produzidas por hibridação a ter quantidades superiores a 0 %. É uma planta de polinização cruzada.  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE GIRAssOL ORGÂNICO . girassol orgânico. Trata-se de uma planta robusta e muito resistente. diversos ácidos orgânicos. fitina. Na União Soviética o melhoramento genético tornou as plantas com sementes e capítulos grandes. especialmente sob temperaturas entre  e 0 graus C. usos do girassol PALAvRAs-ChAvE Saber como cultivar girassol orgânico. com grande importância na economia mundial. sendo cultivado em todos os continentes. o girassol foi levado para a Europa.Girassol. mas não sabe como é o cultivo. As sementes são ricas em óleo: raras vezes contêm menos de 0%. cultivo do girassol. mas podem florescer o ano todo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O girassol é uma planta anual que se adapta a diversas condições climáticas. necessitando de insetos na época do florescimento. Gostaria de produzir. colesterina.() Origem: Planta anual. No século XVI. principalmente das abelhas. O Girassol: Atualmente. Na semente também se encontram lecitina. o girassol ocupa o quarto lugar como fonte de óleo comestível. existindo menores quantidades de palmitina. que produz flores na primavera e no verão. seguido da soja.

o girassol também é classificado como a quarta opção. • tolerância a baixas e altas temperaturas. uma vez que aproveita os equipamentos que existem na propriedade. E ainda ajuda na melhor estruturação do solo. • pouca sensibilidade ao fotoperíodo. e • qualidades nutricionais da silagem. adequando-se época de semeadura às condições climáticas locais. É cultura de fácil adaptabilidade a diferentes regiões produtoras do país. e • proteínas: uso semelhante à da soja. Usos: Veja abaixo algumas das aplicações possíveis para o girassol: • O girassol pode ser utilizado como remédio caseiro para diversas doenças. biodiesel. exigindo poucas adaptações. silagem. • Girassol é a quarta fonte de óleo vegetal mais consumida no mundo. óleo. matéria orgânica. • capacidade de reciclar nutrientes. • grão: proteína. e reciclagem de nutrientes (melhorando de solo). alimentação animal e humana. sucessão. Em resumo. cosméticos.Como fonte protéica. • óleo: alimentação humana. paisagismo e decoração. e é uma cultura de condução fácil. alimentação animal. É excelente no sistema de rotação de cultivo. O girassol é importante na produção de grãos. raiz. ()  . • resistência a períodos de estiagem. na integração lavourapecuária. podemos dizer que o girassol tem: • Adaptabilidade a diferentes ambientes. Recentemente. • qualidades nutricionais do óleo. para a ração animal e uso humano. tem-se insistido sobre o valor farmacológico das flores e do caule do girassol. casca. • casca: combustível. na rotação de culturas em sistema convencional ou plantio direto. • capítulo: fornecer sementes e grãos. • flores: mel. Não é necessário grande investimento em máquinas. adubo verde. Veja abaixo para que pode ser útil o girassol por partes da planta: • A planta inteira: forragem.

é certeza de boas produções (como indicado adiante). especialmente entre 0 e 0 dias após a emergência. Nas regiões frias o produtor deve prestar atenção para a temperatura do solo. provocando uma germinação desuniforme. • Atente à profundidade do plantio entre  e  cm.Plantio: Cerca de 0% do sucesso da cultura do girassol vem de uma boa população de capítulos no momento da colheita. onde existe a possibilidade de safrinha. Em algumas regiões do Brasil. uma população correta. No momento do plantio o solo deve ter umidade suficiente para que a semente tenha condições de germinar. entre outros fatores. que normalmente fica ociosa após a colheita do milho ou soja. O pico é ao redor dos 0 dias. no entanto. sementes sem germinar. A temperatura muito baixa durante a floração pode provocar aborto das flores tanto por morte do pólen como por morte das abelhas (agentes essenciais à polinização). por isso a qualidade do plantio torna-se um fator decisivo para obter ótima produtividade. altas produções só são obtidas sob solos corrigidos e com bons níveis de fertilidade. principalmente pela possibilidade de obter um melhor aproveitamento da terra. pode ser uma opção para a produção de grãos de excelente qualidade. ou até mesmo. esta cultura encaixa-se bem. • Controle bem os espaços. A deficiência em nitrogênio tem sido apontada como um dos fatores mais limitantes da produtividade. () . É muito importante assegurar uma nutrição adequada em nitrogênio antes da iniciação do botão floral. Para obter um estande uniforme siga alguns procedimentos: • Não plante o girassol em solos compactados. O nitrogênio é um dos elementos essenciais para o desenvolvimento  AgriculturA e PecuáriA Cultivo: O plantio do girassol após a retirada da cultura de verão. • O girassol desenvolve-se bem em solos de média fertilidade. A uniformidade na emergência exige. temperaturas de pelo menos º C. O solo muito frio atrasa a germinação. A absorção de NPK aumenta drasticamente a partir de 0 dias após o plantio.

mas o resultado é duradouro e  . Esse processo pode parecer demorado. ainda mais se for orgânico. No caso do milho. A planta do girassol não tolera solos ácidos. deve. (ou abaixo). Além disso. Se o solo não estiver adequado. Para se cultivar o girassol com manejo orgânico é necessário sempre observar o plantio com rotação das culturas nas áreas. usar o bórax em pequena dose (que não descaracteriza o manejo orgânico). Se for usar algum suplemento. e ainda de ajudar outras culturas como o milho.() Se for cultivá-lo de forma orgânica seria interessante consorciar com plantas que disponibilizam o boro e outros micro-nutrientes. deve deixar e observar que o girassol chega ao final do ciclo com toda sua plenitude vital. o feijão. O produtor deve analisar o solo para identificar se estas necessidades de regular o pH e o nível de boro estão de acordo com as especificações. É possível plantar até  plantas por metro linear e com 0 cm entre linhas para o rápido fechamento do espaço limpo do solo. é melhor para a colheita e evita muito tombamento das plantas. no máximo. o produtor deverá monitorar essa possível deficiência. por exemplo. a mamona e a abóbora (plantados em consórcio). O período de plantio recomendado é na metade do período de verão (final de dezembro até fevereiro). o girassol diminui muito o ataque das lagartas. produzindo uma condição de solo coberta com muita matéria orgânica e pouca capina (o girassol agüenta). Existem algumas especificações especiais para preparar o solo ao cultivo de girassol orgânico e que podem ser fatores limitantes à produtividade ideal. para no ciclo seguinte plantar. Um desses fatores é o pH. () Especificações Do Cultivo Orgânico: O cultivo do girassol é relativamente simples. No caso de aparecer alguma lagarta preta comendo a folha do girassol o produtor não precisa se assustar. O girassol consorciado que é uma forma de garantir a sanidade do solo e da planta. convém que o produtor prepare o solo organicamente até recuperar “a vida” dele. e não nasce em pH de .e produção do girassol. é sensível à ausência de boro.

() -0/00 / Fax: - e-mail: dfa-es@agricultura.agromil.Brasil INsTITUIÇõEs DE APOIO: Ministério da Agricultura e do Abastecimento Esplanada dos Ministérios.br/girassol.sebrae.br/ SEBRAE .htm Portal: http://www.br EMBRAPA .planetaorganico.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Deve-se atentar com minúcia para a descrição dos processos que envolvem o cultivo de girassol orgânico (descrito anteriormente) e 9 AgriculturA e PecuáriA sustentável.gov.() .com.D/Brasília/DF/00-000 Tel. Carlos João Strass .agricultura.br Embrapa Soja Rod. Suá/Vitória/ES/900-0 Tel.Paraná.br DFA/Ministério da Agricultura Av.Distrito de Warta Telefone ()  000 .com. Navegantes.agromil.Fax ()  00 Caixa Postal  .Serviço de Apoio ás Micro e Pequenas Empresas (nacional) http://www.gov.0/Ens.br Portal AGROMIL Artigo: http://www.br http://www. Bl. S.gov. N.embrapa.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa Portal: http://www.com.INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs DO RAMO: Portal PLANETA ORGÂNICO http://www. não equilibrando assim o “organismo” que esta se trabalhando “organicamente”. Se feito de outra forma (com aditivos químicos) o efeito pode ser passageiro. 000 99 / e-mail: cenagri@agricultura.9/sl.CEP 00-90 Londrina.com.

sitioduascachoeiras. Carlos João Strass .com. .Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.Fax ()  00 Caixa Postal  .br/ .br/index.Paraná.manter estreito laço com as instituições representativas desse ramo de atividade. EMBRAPA .agromil. Embrapa Soja Rod.Distrito de Warta Telefone ()  000 .cnpso. Portal AGROMIL.com. Para mais dúvidas de ordem tecnológica.br Portal: http://www. Acesso em:  de maio 00.br>.br>.embrapa.php?op_page=54&cod_pai=38 Caio Bendazzoli NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .com.CEP 00-90 Londrina.embrapa. Acesso em:  de maio de 00. sugere-se entrar em contato com alguma instituição do ramo (citadas acima). METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA .Educação&Agricultura E-mail: sitio@sitioduascachoeiras. Sítio Duas Cachoeiras . Disponível em: <http://www.Brasil Artigo: http://www. Disponível em: <http://www.

Para o seu pleno crescimento e desenvolvimento requer pelo menos 00mm de chuvas. cultivo de mamona. e altitudes de preferência superiores a 00m. óleo de mamona.3 Cultivares Existem várias cultivares de mamoneira disponíveis para o plantio  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE MAMONA E EXTRAÇÃO DO ÓLEO DE MAMONA . IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. 1. deve-se optar por regiões de relevo plano ou suavemente inclinado (declividade inferior a %). extração de óleo de mamona PALAvRAs-ChAvE Pretende iniciar um plantio de mamona e efetuar a extração de seu óleo para fins comerciais. 1. este pode ser de vários tipos. Clima e solo A mamoneira é uma planta de origem tropical bastante resistente à seca e heliófila (gosta de muito sol). Deseja saber a respeito das técnicas de plantio.1. temperatura do ar entre 0 e 0ºC.Mamona. deve-se triturar os restos culturais com grade leve e depois fazer a aração. utilizando sempre o plantio em nível. O solo deve ter pH próximo da neutralidade e ser bem preparado. que promove erosão e compactação do solo). Das Técnicas E Condições Ótimas De Cultivo Da Mamoneira 1. bem como sobre as características desse mercado e da viabilidade econômica da atividade. exceto os muito argilosos (sujeitos a encharcamento) e os salinos e/ou sódicos (com elevado teor de sódio trocável). Quanto ao solo. usando-se arado de aiveca e grade leve (deve-se evitar a grade aradora. das técnicas de extração do óleo e das especificações técnicas exigidas para a sua comercialização.2 Escolha da área. Para preparar o solo. preparo e conservação do solo Na escolha da área a ser cultivada.

com maior produtividade e percentagem de óleo nas sementes. densidade e profundidade Para os tipos de cultivares citados anteriormente deve-se usar o espaçamento padrão de .0m) e de frutos semi-indeiscentes. deve-se fazer a calagem pelo menos três meses antes do plantio e em solo úmido para que haja reação do calcário. o Al do solo.4 Adubação e calagem A mamoneira é uma planta exigente em nutrientes para produzir bem. do teor de matéria orgânica.0m x . dos teores de cálcio e de magnésio e do alumínio trocável. Em geral.5. como base. variando em porte. Em breve. a análise do solo. Espaçamento. 1. incorporado nos primeiros 0cm. variedades desenvolvidas pela EMBRAPA em convênio com a EBDA para serem utilizadas na agricultura familiar no Nordeste. com uma planta por cova. Geralmente para plantios em pequena escala recomenda-se o uso de cultivares de porte médio (. devendo a quantidade de calcário a ser usada igual a  x o teor de Al. 1. depende do valor do pH. respectivamente. As duas variedades anteriormente citadas apresentam. Estes são cultivares de boa rusticidade. outros genótipos deverão ser lançados no mercado. existindo diversos métodos de se calcular. a . sempre que possível. tanto em condições  . tipo dos cachos e outras características.00 kg/ha de baga em condições de cultivo de sequeiro). plantas/ha. deiscência dos frutos. deve-se fazer a adubação racionalmente. com a correção do PRNT do calcário. em cmolc/ dm.  e % de óleo em média. como a BRS 9 Nordestina e a BRS  Paraguacu. Caso o pH esteja muito ácido (abaixo de ).em nosso país. caso a análise do solo apresente teor abaixo de 0 mg/dm. em que o mais simples é tomar. resistentes à seca e de boa capacidade de produção (média de .0m. Isto resultará em uma população de. e fósforo em fundação nas covas na quantidade de 0kg de P0/ha. A quantidade de calcário a ser colocada no solo. Quando houver pobreza nutricional. na adubação deve-se usar somente nitrogênio na quantidade de 0kg de N/ha aplicado em cobertura no início da floração do primeiro cacho. razão pela qual se deve fazer.

O consórcio com o milho e o sorgo deve ser evitado. de ciclo curto (na faixa de 0 a 0 dias).0m x . Em solos de baixa fertilidade natural ou desgastados pela erosão e outros fatores.Existem outros esquemas de plantio com o uso de fileiras duplas. que tem crescimento inicial muito lento. porém são mais complexos e nem sempre expressam vantagens em termos de produtividade e ganho na qualidade do produto final. resultando numa população de .0m x .000 plantas/ha. método de plantio (manual ou mecânico) e do método a ser usado no controle das plantas daninhas. . ciclo curto e hábito de crescimento determinado. pois. respectivamente para quatro ou três fileiras.m. e usar cultivares resistentes a viroses.0m livre. de hábito de crescimento determinado. a . para evitar ou reduzir ao máximo a competição do feijão na mamoneira. 1.0m com uma planta por cova. o importante é se plantar a leguminosa  dias depois do plantio da mamona.  AgriculturA e PecuáriA de cultivo solteiro quanto em cultivo consorciado com outra cultura. de porte ereto. pois essas gramíneas são muito competitivas e reduzem substancialmente a produtividade da mamoneira no consórcio. dependendo da região de cultivo. dependendo do tipo de solo. As sementes devem ser colocadas para germinar a uma profundidade variando de . pode-se colocar uma população maior com a configuração de .m ou . Deve-se usar o espaçamento de . e de preferência de porte ereto. que são as sementes com elevado teor de óleo. Outros consórcios que estão sendo estudados envolvem o gergelim. com o uso de herbicidas as sementes devem ser protegidas e só então colocadas mais profundamente.6 sistema de cultivo consorciado O sistema de consórcio mais recomendado consiste no plantio da mamoneira juntamente com o feijão Vigna ou feijão Phaselous.0cm.0m para a mamona e o feijão deve ser colocado com três ou quatro fileiras espaçadas a 0. também de ciclo rápido (0 a 00 dias). deixando-se do lado das fileiras de mamona 0. Independente do tipo. e o amendoim.

como o manual. tanto ataca a mamona quanto o feijão. cuja cultura secundária também já faz o controle cultural. Entre as pragas da mamoneira. Podem-se usar diversos métodos de controle de plantas daninhas. o cultural. na dosagem de 0g i. Mede entre  e mm de comprimento e vive em média dois meses.0cm e dentro do período crítico. como o caso da Empoasca kraemeri. que são parasitóides e devem ser liberados na densidade de 00. reduzindo ou mesmo anulando sua capacidade de produção. que se não forem controladas podem reduzir bastante sua produtividade.8. também.a/há. em especial o vigna. em especial os frutos da mamona e as vagens do feijão. inclusive o feijão. usar produtos à base de malathion. é o mesmo que ataca a soja e outras culturas. São muito ágeis e sugadores e atacam as folhas. com volume de calda entre 00 e 0 litros/ha. Para o controle químico. As mariposas medem cerca de 0mm de envergadura e são de coloração preta. recomenda-se o uso do endosulfan. reduzindo assim a uma a duas limpas no sistema como um todo 1. pode-se./ha. de nome latino Spodoptera latifascia.a. CIGARRINhAs: São duas ou mais espécies que atacam a mamona e algumas também o feijão. Nezara viridula. Ataca as folhas de ambas as culturas e até as vagens do feijão. Para o controle químico recomendam-se produtos à base de monocrotofos na dosagem de 0g i. recomenda-se o uso correto do cultivador (com profundidade de .7. Controle de plantas daninhas A mamoneira é muito sensível à competição causada pelas plantas daninhas. destacam-se as seguintes: PERCEvEjO vERDE: este inseto. além do Trichograma.000 indivíduos por hectare. Alimenta-se sugando as plantas. Controle de pragas A mamoneira é alvo de vários insetos e ácaros que podem lhe causar danos. Para o pequeno produtor. Para o controle pode-se usar produtos biológicos à base de Baculovirus ou Bacillus thuringiensis.O período crítico de competição são os primeiros 0 dias após a emergência das plantas. complementada dentro das fileiras com a enxada) tanto nos sistemas solteiros quanto nos consorciados. o mecanizado. LAGARTA DAs FOLhAs: este inseto.0 a .1.  . o químico ou uma combinação deles.

Existem outros artrópodes que atacam a mamona. As lagartas alimentamse das folhas das plantas da mamona e do feijão e o controle pode ser feito com inseticidas sistêmicos colocados junto das sementes ou pulverizando o colo das plantas com produtos à base de carbaryl ou metil parathion. várias espécies de pulgões. Para o feijão vigna destacam-se as várias doenças causadas por vírus. Para o feijão vigna destacam-se: A paquinha (Neocurtilla hexadactyla). pulverizações nos sulcos de plantio. ainda. Recomenda-se o uso de carbosulfan granulado ou outro produto registrado. Cercosporioses e Alternaria. fazer a rotação de culturas e não plantar na área em que no ano anterior tiver ocorrido a doença. denominado Elasmopalpus lignosellus. para a mamona o Ácaro rajado (Tetranychus urticae) e a Lagarta imperial (Eacles imperialis). LAGARTA DO sOLO: este inseto também ataca as culturas do feijão e da mamona. Para o controle. O adulto é uma mariposa de 0mm de envergadura que deposita os ovos nas folhas da mamona e do feijão.9. para essas duas culturas. a vaquinha (Diabrótica speciosa). ricini. a lagarta militar (Spodoptera frugiperda). o adulto é uma pequena mariposa de 0mm de envergadura. deve-se empregar sementes tratadas com inseticida sistêmico ou aplicações dirigidas ao colo das plantas ou. Outras doenças da mamoneira são: Murcha de Fusarium. como a BR 0 -Piauí. causado pelo fungo Botrytis ricini. Controle de doenças A principal doença da mamoneira é o Mofo Cinzento. em especial (Aphis gossypii e Aphis fabae).). Podridão de Botryodiplodia. causada pelo fungo Fusarium oxysporum F. 1. e o segredo do sucesso é o uso de cultivares resistentes. o percevejo vermelho (Crinocerus bimaculatus) e o minador das folhas (Liriomyza sativae). a mosca branca (Bemisia spp.LAGARTA ROsCA: este inseto é muito comum no Nordeste do Brasil (Agrostis ipsilon). BR  Mulato e BR  Gurguéia que são resistentes ao vírus CP AgriculturA e PecuáriA piretróides (como o deltametrina) e carbaryl. De hábito noturno. . a lagarta vive enterrada próximo das plantas. que ataca e destroi toda a estrutura floral e de frutificação da planta. causada pelo fungo Botryodiplodia theobromae. Para seu controle deve-se eliminar os restos culturais. o feijão ou outra cultura que vier a ser consorciada com esta euforbiaceae destacando-se.

Existe ainda o vírus CPRMV (Cowpea Rugosa Mosaic Potyvirus).). com o milho ou o sorgo.  . Colheita. com coloração marrom.Poty. recomendam-se os seguintes procedimentos na colheita: olher com o ambiente seco. pois em tais cultivares as sementes não caem no chão. 1.11. e quando / dos frutos dos cachos estiverem maduros. BR  . As mesmas cultivares anteriores. dando-se várias colheitas proporcionais ao número de cachos por planta.Piauí. 1. caso não tenha sido usado em sistemas consorciados. Trata-se de um método eficaz de prevenção de pragas e doenças e de conservação da produtividade do solo. Rotação cultural A rotação de culturas é uma das mais importantes práticas agrícolas. além do amendoim e do feijão. como a maioria dos vírus. recomenda-se o uso de uma das seguintes cultivares: BR .1.10. Pode-se realizar uma única colheita. Para este vírus. colocados em sacos. 2. Vita .Mulato. Recomenda-se a rotação com o algodão herbáceo (Gossypium hirsutum L. O terreiro pode ser de chão batido ou de cimento. secagem e armazenamento da mamona em baga (sementes) Considerando-se a mamona com o uso de cultivares de porte médio e de frutos semi-indeiscentes. destruindo as folhas. transmitido por pulgões. também são resistentes ao vírus CpSMo (Cowpea Severa Mothle Potyvirus). para completarem a secagem e abrirem para soltarem as sementes. que causam intenso crestamento. Não se deve plantar mamona por mais de dois anos no mesmo local sem se fazer rotação de culturas. embora quase sempre seja negligenciada pelos nossos produtores. ou escalonar a mesma. Em condições de sequeiro são produzidos de  a 0 cachos por planta nos sistemas de produção descritos neste documento.Canindé e BR  .SMV (Cowpea Severe Mosaic Comovirus). sem estar chovendo. e que ataca as plantas. Limpeza da semente A semente a ser processada deve estar livre de matérias estranhas que podem prejudicar os equipamentos e reduzir o rendimento de óleo. Dos Processos De Extração Do Óleo De Mamona [2] 2. BR 0 . cestas ou jarras e levados para terreiros para secagem ao sol por dois a cinco dias. Os cachos devem ser cortados.

O cozedor é construído com câmaras de vapor saturado.2. sem a necessidade de caldeira para geração de vapor.4. Na prensagem descontínua. Filtragem do óleo Partículas da massa presentes no óleo devem ser separadas antes da estocagem. Descascamento de sementes São utilizados equipamentos para retirada das cascas como quebradores e peneiras de separação. Cozimento Realizado em tachos de cozimento. no caso de pequenas produções. a massa residual (torta) pode ser moída para  AgriculturA e PecuáriA São utilizadas peneiras oscilantes com ou sem sistema de ventilação para retirada de impurezas.2.5. Moagem da torta Após a extração do óleo.7. Moagem Utilizada para facilitar o cozimento e a prensagem. 2.8. Prensagem Consiste em uma pressão para expulsão do óleo. ou mesa gravitacional que separa partículas com diferentes pesos específicos. eventualmente.6. 2.3. 2. Pode utilizar-se um filtro prensa. Esse último é muito utilizado na extração de óleo de mamona “a frio”. Na prensagem contínua. pois seu funcionamento permite operar a baixas temperaturas. umidade e do tempo que a semente permanece no equipamento tem por finalidade garantir liberação as partículas de óleo contidas nos envólucros celulares. pode ser realizado no fogo direto. 2. . peneiras vibratórias. 2. podendo ser contínua ou descontínua. O cozimento controlado também permite eliminar as toxinas. a massa é comprimida por um eixo helicoidal que gira dentro de um recipiente com aberturas por onde sai o óleo. entretanto. a massa é prensada por um cilindro hidráulico dentro do recipiente. Pesagem É realizada para controle do rendimento obtido. 2. O controle da temperatura. filtro de placas verticais e.

 de viscosidade a ° C. de viscosidade a ºC.% de impurezas e umidade. 0. brilhante. e cor amarelo- e vermelho- a . A torta é um subproduto que possui diversas aplicações: quando devidamente preparada.% de impurezas e umidade. 0. Caso seja destinado à exportação.% de impurezas e umidade. Das Especificações Técnicas Do Óleo [3] O óleo de mamona.º C. 0. º 3: deve ter no máximo . Óleo de mamona industrial n. Óleo industrial n. e coloração amarelo-claro. de índice de refração a º C. . a .9 de densidade a . pode funcionar como adubo ou como componente na alimentação animal e até mesmo humana. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A produção de óleo de mamona é uma atividade que vem crescendo bastante. a . a . de coloração amarelo-claro.º C. de índice e refração a º C. Óleo Medicinal: Também denominado extra-pale. . com o máximo de % de acidez de 0. deve ser absolutamente isento de acidez e de impurezas. a . º 1: deve ter no máximo % de acidez livre.% de acidez livre. principalmente devido à sua aplicação na produção de  . pode ser classificado comercialmente nas seguintes categorias: Óleo industrial n.º 3: tipo comercial não deve ter acidez maior que % e impureza maior que %. . com cor variando do amarelo-escuro ao marrom-escuro e verde-escuro. . após o refino. além de ser brilhante.9 de densidade a . é límpido. 0. na escala Lovibond. por ser praticamente incolor. No caso do mercado norte-americano estas características são as seguintes: Óleo de mamona industrial n. 3. o óleo deve atender às especificações específicas do país importador.homogeneizar a sua granulometria.º 1: tipo comercial ou standard.9 a 0. A moagem é feita em moinho tipo martelo com telas reguláveis.

Mauro Sander.ufsc. 00 9 AgriculturA e PecuáriA . Isso.br/mamona/>.asp > A UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA – UFSC disponibiliza um modelo de plano de negócios em PowerPoint através do endereço: http://www. provavelmente. FETT. de M.br/upload/sbrt1105. 00. Acesso em:  de ago.sbrt.com.ibict. Carlos A. .ppt> REFERêNCIAs .sebrae.00. pois diminuirá a complexidade administrativa e o volume inicial de capital a ser investido. 00. et al. Finalmente. br/mamona/sistemaproducaomamona. como em qualquer atividade empresarial. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de ago. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out. EMBRAPA Algodão. tornará a atividade mais simples e viável. de preferência supervisionado por um profissional competente na área. Mamona.biodiesel. BELTRÃO. 00. Acesso em:  de ago. focar melhor qual será sua atividade. fornece alguns elementos básicos sobre como elaborar um plano de negócios através do endereço: <http://www.cnpa.1.embrapa. V.com.htm>. combustível que vem sendo amplamente pesquisado e desenvolvido no Brasil.aboissa.br/~gauthier/PlanoNeg/Cap2. /0/00. escolher entre a atividade de cultivo da mamoneira ou a atividade de extração do óleo a partir de sementes adquiridas de terceiros. Napoleão E. Disponível em: <http:// www. o plano de negócios é ferramenta indispensável para o sucesso. .inf. e deve ser feito com bastante cautela e rigor. ”Sistema de produção para a cultura da mamona na agricultura familiar no semi-árido nordestino”.pdf>. br/br/parasuaempresa/planodenegocio. O SEBRAE. Resposta Técnica SBRT0 . de A. Disponível em: <http://www. Serviço Brasileiro De Respostas Técnicas – SBRT. Recomenda-se. além de permitir uma produção em escala menor.

 t ha- (IBGE. tendo alcançado .) Matsumura & Nakai. embora algumas raízes alcancem maiores profundidades (Casali et al. gênero Citrullus. o Nordeste é responsável por . que podem alcançar de  a  metros de comprimento e as raízes desenvolvem-se no sentido horizontal. pertence à família das curcubitaceae. embora na Índia é encontrada grande diversidade desta espécie. 99). 99). destacando-se a abóbora. espécie Citrullus lanatus (Thunb. A melancia é uma espécie anual. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Informações gerais sobre a Melancia A melancia é originária da África. Segundo Lopes (99) a produção brasileira de cucurbitáceas vem crescendo cerca de 0% ao ano a partir de 9.9 mil ha em 99 e produção de .. mais especificamente nas regiões Nordeste.CULTIvO DE MELANCIAs PALAvRAs-ChAvE Melancia. e a produtividade média brasileira é de 0 t/ha (IBGE. melancia. No estado de São Paulo a cultura da melancia ocupa uma área representativa. que apresenta hábitos rasteiros com ramificações. concentrando-se nos -0 cm superficiais do solo. moranga e pepino como as espécies mais expressivas na economia agrícola nacional. cultivo melancia em consórcio Saber como cultivar melancias em consórcio. mil t de frutos. em uma área onde tem uma produção de laranjas com um ano de idade e conhecer quais as variedades indicadas. com rendimento de . CentroOeste e Sudeste. abobrinha. 0 . A melancia é considerada uma das principais cucurbitáceas cultivadas no Brasil. chuchu.% da produção nacional. melão. 9). A principal região produtora de melancia do estado de São Paulo é Marília.

em virtude de as plantas apresentarem um ciclo menor. isto é. um retorno mais rápido do capital investido. g) menor número de sementes (Ferreira et al. Cultivares de melancia Em melancia. o que resulta em maior produtividade. por proporcionar consumo mais rápido do produto. Atualmente. de sólidos solúveis. . caule e frutos. c) frutos pequenos. Crimson Sweet. para as folhas. f ) alto teor de açúcar. plantas que apresentem maior número de frutos possível. aos  dias após a semeadura. atingindo maior acúmulo de matéria fresca aos  dias após a emergência.. tendo em vista a introdução de híbri AgriculturA e PecuáriA O manejo adequado da nutrição mineral pode otimizar o sistema de produção da melancia que buscam excelência tanto na produção. em condições de casa de vegetação. conforme indica Filgueira (000). Concluíram que o substrato Plantimax® e substrato A (esterco de curral. que resulta em maior quantidade do produto a ser consumido. (00). vêm ocorrendo mudanças no cultivo da melancia. e com isso. respectivamente.1. intensificando-se a partir deste até o final do ciclo. carvão vegetal e areia. A contribuição média no acúmulo de massa seca total foi de %. terra. ou seja. 2. podendo refletir em maior taxa de retorno econômico para a atividade de produção da melancia. d) polpa vermelha. o que pode possibilitar incremento na exportação. os caracteres de maior importância econômica são: a) precocidade.como na qualidade e ainda otimiza o uso dos fertilizantes pelas plantas. e) maior espessura da polpa. b) alta prolificidade. % e 0%. avaliaram o crescimento de mudas de melancia cv. 00). na proporção de ::: v/v) foram semelhantes e superior. facilitar o acondicionamento e o transporte. Crescimento e desenvolvimento da melancia Araújo Neto et al. submetido em diferentes substratos e volumes de recipientes. com recipiente de 00 cm³. Grangeiro & Cecílio Filho (00a) avaliaram o acúmulo de matéria seca do híbrido de melancia sem sementes ‘Nova’ e verificaram que o crescimento foi lento até os  dias após o transplante.

com duas plantas por cova. que produzem frutos tipo globular. 0g de superfosfato simples e 0g de cloreto de potássio em cobertura. como plantas mais vigorosas e resistentes a maior número de doenças. Tratos culturais: desbastar frutos irregulares. Os híbridos apresentam vantagens sobre os cultivares tradicionais. tem-se observando crescimento da participação dos cultivares sem sementes no mercado de melancia. com peso de  a  kg. com peso de  a  kg. os cultivares atualmente utilizados podem ser divididos em três grupos ou tipos.preferido na maioria das regiões produtoras. com polpa de boa qualidade.000g/ha. aplica-se a adubação química (fórmula --) à base de até 00g por planta. maior número de flores femininas e produção de maior número de frutos por área e com melhor qualidade. ciclo mais precoce para a colheita. deixando-se três a quatro frutos perfeitos por planta. sementes necessárias: 00 a . Espaçamento:  x m. segundo o formato dos frutos e a presença de sementes. Na falta de adubo orgânico. introduzidos a partir do início da década de 90. Na região centro-sul. com polpa vermelho-viva. Neste sentido. Tipo globular . cuja cultivar típica é a americana Charleston Gray. com peso de 0 a  kg. Tipo alongado . cuja cultivar típica é a americana Crimson Sweet.que são híbridos auto-estéreis. 000). Dependendo de temperatura e chuva.que produz frutos cilíndricos. vale ressaltar que nos últimos anos. Adubação: kg de esterco de curral. Tipo sem semente . pode-se plantar o ano todo.dos. como segue (Filgueira. embora a área cultivada com esta cultura ainda é incipiente no Brasil. 0g de sulfato de amônio após frutificação. época de plantio O período de agosto a novembro é favorável para comercialização.  . que produz frutos globular ou globular-alongado.

As melhores variedades são: omaru-yamato. 00  AgriculturA e PecuáriA Irrigação: é indispensável na fase de germinação e de frutificação. (FCAV/UNESP) Disponível em: <http://www.fcav. fairfax e charleston-gray e o plantio consorciado com as laranjeiras não terá problema tanto no que diz respeito da penetração das raízes. quando o pedúnculo se torna seco. especialmente em solo arenoso. unesp. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs REFERêNCIAs Catalogo Rural. Dr. a fim de permitir a contagem de 0 dias.agrov.htm > Acesso em:  de out. Produção normal: 0 .com/vegetais/frutas/ index. .época de colheita: a colheita se inicia de  a 0 dias após a semeadura.0tha. 00 Prof. como pelo sombreamento que o laranjal irá produzir para a lavoura de melancia. O apoio de um engenheiro agrônomo é importante para orientar sobre os cultivares. Arthur Bernardes Cecílio Filho Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal.br> Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de out. Disponível em: <http://www. Departamento de Produção Vegetal. necessários para maturação. Recomenda-se marcar com estacas de bambu coloridas (cada cinco dias com cores diferentes) os frutos perfeitos logo após a fecundação.

Selva e Seascape. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Dado a complexidade da solicitação e. boa densidade de folhas que recobrem os frutos. cultivares. produto orgânico Como fazer o cultivo de morangos em estufa. no item referências.CULTIvO DE MORANGO-TOMATEs ORGÂNICOs PALAvRAs-ChAvE Cultivares de morango. planta de alto vigor. médios e de coloração verde escura. antracnose (Colletotrichum sp) e à murcha de verticilium (Verticillium albo-atrum). susceptível à rizoctoniose (Rhizoctonia). endereços de onde encontrar informações técnicas sobre cultivares de tomates lembrando que existem variedades diferentes de tomates. Oso Grande. tomamos a decisão de pesquisar cultivares do morango. l vila Nova: cultivar de dias curtos. Para atender a ambos é indicado a cultivar Vila Nova. fruto grande e de bom sabor. planta de porte médio. Campinas. Dover. principalmente porque cultivares orgânicos em estufas para qualquer plantio usa mesma a técnica. Para consumo in natura: Tangi. l santa Clara: cultivar de dias curtos. Cultura de Morangos As principais cultivares destinadas a indústria são: Santa Clara. ciclo médio e produtivi . tolerância à mancha angular (Xanthomonas fragariae). todavia segue abaixo. Conforme Antunes e Duarte Filho. Tudla. Bürkley. ciclo precoce e alta produtividade. as principais variedades cultivadas são: l Campinas: cultivar de dias curtos e rústica. folhas de densidade e tamanho. morango.

Os seguintes aspectos devem ser considerados: l tipo de mercado a que se destina a produção. muito alta capacidade de produção e ciclo precoce. Este esquema facilita o manejo principalmente  AgriculturA e PecuáriA . frutos de tamanho irregular. de coloração vermelha clara. l sistema de produção a ser adotado: alta tecnologia com altos investimentos. ciclo precoce e com alta capacidade de produção.l l l l l l l dade alta. coloração interna dos frutos mais intensa. antes de realizar o plantio. ciclo mediano e elevada capacidade produtiva. Tangi: cultivar de dias curtos. Bürkley: cultivar de dias curtos. folhas grandes e de coloração verde escura. Oso Grande: cultivar de dias curtos e de grande adaptabilidade. melhor sabor e polpa de textura firme. diferenciando-se principalmente por apresentar frutos grandes e de maior uniformidade. selva: cultivar de dias neutros. comportamento parecido com o da cultivar Selva. cerca de 0 a  dias antes das de tamanho médio e até 0 dias antes das menores. susceptível às principais doenças que ocorrem no Brasil. Camarosa: cultivar de dias curtos. A escolha do sistema é fundamental para uma definição dos caminhos a seguir. Implantação da Cultura Nesta fase são tomadas decisões que serão vitais para o sucesso ou o fracasso do empreendimento. ou ainda de baixo nível tecnológico quando requer baixo investimento e ainda há o sistema ecológico ou produção integrada. seascape: cultivar de dias neutros. ciclo tardio e com grande capacidade produtiva. característica que evidencia tolerância ao ácaro rajado. planta vigorosa com folhas grandes de coloração verde escura. Mudas As mudas devem ser selecionadas por diâmetro. apresentando muita pilosidade nos folíolos. planta de alto vigor. Tudla Milsey: cultivar de dias curtos. média produtividade. com média tecnologia. planta vigorosa. com folhas grandes e de coloração verde escura. com folhas grandes e de coloração verde escura. planta vigorosa. planta vigorosa com folhas grandes e coloração verde escura. observando que as mudas de diâmetro maior florescem mais cedo.

l evitar o ressecamento da muda.da colheita. frio. No plantio da muda. Plantio A época ideal para o plantio é de  de abril a 0 de maio. deve-se ter um cuidado especial: na distribuição do sistema radicular. Os que dependem de mudas compradas. o que poderá provocar um processo de fermentação na parte interna. há sérios problemas com mortalidade de plantas. Quanto à limpeza das mudas é importante seguir o processo iniciando pelo corte das folhas a  cm da base do pecíolo. não é aconselhável o plantio de mudas pequenas por não apresentarem precocidade e seu índice de produtividade é de 0 a % menor. folhas. deve ser aparado mantendo-se de 0 a  cm de comprimento. pois isto dificulta a distribuição das raízes na cova. l não empilhar os fardos de mudas em camadas. novas coroas e estolões. fungos e fatores climáticos (ressecamento. Não plantar a muda com o sistema radicular embarrado. as gemas expostas ficam vulneráveis a danos mecânicos. não devem permitir que mudas pequenas sejam incluídas nos lotes comercializados. de modo que fique uniformemente disperso e com as extremidades (pontas) no sentido vertical. especialmente do sistema radicular. etc). A redução da área foliar evita a perda de água e reduz o estresse na operação de transplante. em virtude das temperaturas elevadas e da muda estar fisiologicamente imatura. Quanto ao sistema radicular. Se retiradas. Cultivo protegido O túnel plástico para o cultivo de morango vem sendo cada vez mais  . tornando-se difícil o surgimento de novas raízes quando as primeiras encontram-se muito agrupadas. Para o produtor que possui viveiro. Este possui uma pequena bainha que tem a função de proteger as gemas que formarão as inflorescências. Manejo No manejo da muda é importante observar os seguintes itens: l usar embalagens novas para evitar possíveis contaminações. Nos plantios antes de abril.

neblinas. pragas e invasoras poderá ser mais eficiente através da utilização de métodos biológicos que agem diretamente sobre os organismos. mesmo em dias de chuva e bem como realização da colheita nestes dias com frutos de ótima qualidade. l Protege contra geadas. Com este manejo. e proporcionado condições de produzir frutos de excelente qualidade. Desvantagens do cultivo protegido As mudanças na estrutura dificultam. Estas apresentam a vantagem de permitir atividades no plantio. l Permite o uso de técnicas de desinfecção de solo: solarização ou aplicação de produtos fumigantes. . com reduzida utilização de defensivos. pode-se alterar o ambiente interno do túnel. que tem as mesmas funções do túnel. existe a produção de morangos em casa plástica. vantagens do cultivo protegido l Reduz a umidade foliar. a rotação de áreas. Além do túnel baixo. A utilização de túnel tem como função básica proteger as plantas da chuva. A utilização de um controle mais natural vem despontando como opção de controle do espectro de radiação. desenvolvimento. operação não aconselhada no túnel baixo.O controle das doenças.  AgriculturA e PecuáriA utilizado pelos produtores porque oferece melhoria de qualidade e disponibilidade do produto em uma condição mais controlada. com reflexos positivos na diminuição da ocorrência de doenças que atacam a parte aérea. O túnel evita excessos de água ou seca e danos provocados por granizo. com cultivo em sistema hidropônico vertical em substratos inertes. reprodução e comportamento de fungos. além de afetar todos os aspectos do processo da cultura: crescimento. l Facilita o uso de substrato. prática usual em função das doenças oriundas do solo. ou orvalho muito forte. devido ao molhamento do fruto na colheita. l Amplia o período de safra. evitando que as folhas se molhem. e que reduzindo a incidência de fungos e bactérias. Atualmente já se fala na terceira geração de sistemas de produção para a cultura do morango: a utilização de “casas plásticas”.

No cultivo em estufas provavelmente aparecerão problemas diferentes daqueles encontrados em plantações em solo. e a aplicação de defensivos agrícolas melhorando a qualidade das “frutas”. O interessado deverá visitar alguns fornecedores. Antunes. se estiver localizada próxima da cidade. kg de frutos. As estufas altas são mais caras. pelo menos o dobro. Se for fora do solo.Este sistema permite ao agricultor trabalhar em pé e não de cócoras condição esta menos insalubre além de reduzir consideravelmente a incidência de podridões e doenças foliares. a produção em estufa é uma ótima opção para produtores que não dispõem de grandes áreas de plantio e. Se for canteiros no chão fica. pelos padrões de rendimento em cultivo orgânico. A incidência em estufa seria. assim como a produção e os custos relativos. pois o cliente poderia fazer sua própria opção de fruto in loco. do fungo oídeo. Embrapa Clima Temperado. Quanto ás variedades de morangos pode-se afirmar que não há variedades específicas para o cultivo orgânico e há produtores que fazem suas próprias mudas. por exemplo. entendendo que as bolsas plásticas substituem o canteiro. apesar de ser a baixa mais indicada não há outras restrições. Quanto ao cultivo orgânico em estufas Segundo o pesquisador Luis Eduardo C. Já em cultivo semi-hidropônico o número de mudas poderia ser maior. Com mil/metros quadrados o cliente poderia ter uma variedade de plantas ao redor de  mil plantas e produzir. digamos mais adequado a filosofia de produtos orgânicos. Segundo o pesquisador da Embrapa Luiz Eduardo Antunes. O cultivo em estufas requer do produtor preparar sacolas de plástico para plantar as mudas. não sendo assim orgânico. Quanto ao tipo de estufa. principalmente com estufins baixos. tanto do ponto de vista organoléptico como de contaminantes químicos e microbiológicos.  . em uma área pequena. tipo hidropônico ou semi-hidropônico envolveria a aplicação de nutrientes químicos via água. ao redor de  a . o produtor poderia optar pelo colha e pague.

Na América do Sul. Produto Orgânico O produto orgânico é cultivado sem o uso de adubos químicos e os chamados agrotóxicos. Americano (U$ . O plantio de orgânicos vem contando com a participação de diversas entidades como o programa de pesquisa em Agricultura Orgânica da Emcaper (Empresa Capixaba de Pesquisa. Em matéria da Gazeta Mercantil de  de junho de 999. é a Argentina que apresenta maior nível de crescimento. as estimativas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. milhões de dólares.. etc. Cacau. A função dos 9 AgriculturA e PecuáriA inclusive para levantamento de preços e optar por uma que mais se encaixe com as suas necessidades. que provém de um sistema de cultivo que respeita as leis da natureza e a preservação dos seus recursos. Os mercados que mais cresceram foram: Europeu (U$  bilhões/ano). Resíduos como esterco. principalmente com Hortigranjeiros frescos. saudável. aparas. Como conseqüência. Conservas e Cereais. bilhões em todo o mundo para este ano. Em relação ao mercado externo. Frutas secas. Laticínios. Soja. folhas. . estima-se um movimento de U$ . milhões de dólares por ano. O produto orgânico é um produto limpo. são adicionados na compostagem ou canteiros para que sejam decompostos e transformados em nutrientes para as plantas. especialmente com Café. e de diversos trabalhos realizados por ONG’s. bilhões/ano) e Japonês (U$  bilhão/ano). Assistência Técnica e Extensão Rural). as áreas cultivadas organicamente já representam uma parcela visível na área agrícola total de diversos países. O movimento anual interno brasileiro está estimado em U$  milhão de dólares. restos de verduras.Cultivo Orgânico O mercado mundial de produtos orgânicos tem crescido de 0 a 0% anualmente. totalizando um movimento global de . Açúcar e Caju. apontam para um movimento acima de U$ 0 bilhões nos EUA e U$ .

solta.microorganismos é. M. além de transformar a matéria orgânica em alimento para as plantas. selo de Certificação O selo é a certificação.cpact. INCAPER . São Paulo. reciclagem de matéria orgânica.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugerimos contactar os diferentes núcleos de pesquisa sobre cultivo orgânico e preparar um plano de negócio antes de dar início a qualquer atividade. a garantia ao consumidor de estar consumindo produtos orgânicos.com. engenherio agrônomo.. água.embrapa.Empresa Capixaba de Pesquisa. permeável à água e ao ar.br Jacimar Luis de Souza. Telefone: ()  Fax: ()  E-mail: jacimarsouza@yahoo. tornar a terra porosa.embrapa. fiscaliza e certifica produtos orgânicos no Brasil de acordo com normas internacionais.br Site: http://www. O IBD . INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: Luis Eduardo C. Pode-se dizer que a produção orgânica provém de pequenos núcleos familiares que tiram da terra o seu sustento. Assistência Técnica e Extensão Rural.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Telefone: ()  ramal:  Fax: () 0 E-mail: antunes@cpact.Sc. dentre outros.INSTITUTO BIODINÂMICO DE DESENVOLVIMENTO RURAL. Antunes EMBRAPA Clima Temperado . Este selo só é conferido após rigorosos exames de controle de qualidade de solo. No Brasil existem  produtores com o selo orgânico fornecido pelo IBD. localizado em Botucatu. 0 .

incaper. Assistência Técnica e Extensão Rural.es. Acesso em:  de fev. Jaime. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de fev. Luis Eduardo Corrêa.br>. 00. 00.Empresa Capixaba de Pesquisa.embrapa.br/FontesHTML/Morango/SistemaProducaoMorango/index. IBD . Disponível em: <http://www. Acesso em:  de fev. 00. Disponível em:<http://www.embrapa.com.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Para cultivares de Tomates sugerimos contactar a Embrapa. htm>. Acesso em: NATURAL RURAL . Acesso em:  de fev.Portal de orgânicos na Internet. Disponível em: <http://www. INCAPER . 00.br>.naturalrural.Instituto Biodinâmico de Desenvolvimento Rural. Sistema de Produção do Morango.com. . Acesso em:  de fev. DUARTE FILHO. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.ibd. Disponível em: <http://www.Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia ANTUNES.br/>. cnptia.gov. EMBRAPA .br/>.gov.

a oliveira é uma planta que necessita de baixas temperaturas no período que antecede a floração para que se obtenham resultados satisfatórios na produção. Para o pesquisador da EPAMIG Luiz Eugênio Santana de Mattos. A EPAMIG – Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais. altitudes que variam entre 00 e . Também deseja saber quais as condições de solo.CULTIvO DE OLIvEIRAs PALAvRAs-ChAvE Oliveira. cultivo de oliveira Deseja saber se existem mudas de oliveira adaptadas para o cultivo no Brasil.  . e encontra nos estados do sul do país condições climáticas favoráveis ao seu cultivo. também interfere na qualidade da produção. que deve ser superior a . Característica de regiões de clima temperado. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De origem européia. duas variedades têm-se destacado nas pesquisas: a variedade “Grapollo”.. destinada à extração de óleo.00 metros e regime de chuvas superior a 00 mm são suficientes para produções econômicas. Nesta fazenda. clima e relevo mais favoráveis ao cultivo. dentre as muitas trabalhadas. através da Fazenda Experimental de Maria da Fé. a oliveira foi trazida ao Brasil por imigrantes há quase dois séculos. vem desenvolvendo um trabalho pioneiro de pesquisa e cultivo de oliveiras. localizada em uma região cujas condições são semelhantes às dos estados do sul do país. são as que apresentam maior produtividade e melhor adaptação ao clima da região. que já demonstraram resultados bastante satisfatórios. principalmente do azeite. Estas variedades. temperaturas de inverno com médias entre  e 0ºC. e a variedade “Ascolana” destinada à produção de azeitonas de mesa. O pH do solo.

Elas permanecem nessa solução por um período de até 0 horas e. As azeitonas. podem ter dois destinos: podem ser utilizadas para o consumo em mesa ou para a extração do óleo de oliva. elas são muito amargas. Essa pasta é submetida a uma prensagem gradativa. mas devese optar preferencialmente pelo plantio no período chuvoso. Somente após quatro anos de plantio é que as mudas tornam-se produtivas. O óleo. O plantio realizado no período seco necessita de irrigação até o completo “pegamento” da muda. o que aumenta os custos da produção. devem ser lavadas em água limpa por  a 0 dias. quando o percentual de óleo é maior. água e mucilagens. usando solução de hidróxido de sódio. Cochonilhas. a colheita deve ser realizada após a completa maturação do fruto. Mosca da Oliveira e diversas espécies de formigas. evitando “machucaduras”. até se tornarem adocicadas. recomenda-se entrar em contato a  AgriculturA e PecuáriA A oliveira é uma cultura que produz por muitos anos. é então recolhido. Tudo isso é recolhido em tanques e. O ideal é submetê-las a um processo de curtimento.A mudas podem ser plantadas em qualquer época do ano. concentrado na parte superior. As principais doenças e pragas que afetam as oliveiras são: Tuberculose da Oliveira. Uma característica dessa fruta é ser imprópria para o consumo logo após a colheita. que resulta em óleo. nesse estado. o material sofre decantação. moendas de granito transformam as azeitonas em uma pasta densa. de acordo com as características de cada variedade. As pesquisas indicam que condições adequadas aliadas ao uso da tecnologia podem proporcionar uma excelente produção de azeitonas: cada oliveira é capaz de produzir de 0 a 00 quilos de frutos por safra. A extração é realizada em três etapas: primeiro. As destinadas à mesa devem ser colhidas manualmente. Para obter maiores informações. Já a colheita deve ser realizada nos meses de janeiro e fevereiro. mas que possui um desenvolvimento inicial bastante lento. pois. em seguida. após um dia de repouso. . Antracnose da Oliveira. filtrado e armazenado. após o completo desenvolvimento dos frutos. Já para a fabricação de azeite. Fumagina.

Disponível em <http://www. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jan. Carlos A. V. Informe técnico sobre o trabalho de pesquisa e cultivo de oliveiras desenvolvido pela EPAMIG. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .epamig.br/informativos/cultivo_azeitona. 00.epamig. acesso em  de jan. de A.EPAMIG: EPAMIG – Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais Site: http://www.htm>.br E-mail: faleconosco@epamig.br Fone: () - REFERêNCIAs “Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas”.

com plantas homogêneas quanto a características desejáveis e ausência de espinhos no caroço vem sendo desenvolvido através de pesquisas Escolha do Local O pequizeiro é encontrado nos solos de cerrado. o preparo do solo pode resumir-se no preparo de covas para plantio. cultivo de pequi. e os cultivares são originados de seleção natural. sobre o cultivo do pequizeiro Escolha de Cultivares O pequizeiro tem grande diversidade genética. O plantio por sementes apresenta o inconveniente  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE PEQUI . geralmente ácidos. Propagação A propagação do pequizeiro pode ser feita por sementes ou por meio de enxertia. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. extração de óleo de pequi. óleo de pequi. Preparo e Conservação do solo Requer solos profundos. PALAvRAs-ChAvE Deseja obter informações sobre cultivo de pequi em larga escala e sobre o procedimento de extração do óleo de pequi destinado à produção de biodiesel. Um cultivar de porte anão e precoce. É recomendável o seu plantio em sistemas agroflorestais com outras espécies. Desta forma.Pequi. biodiesel. objetivando conciliar os interesses ecológicos e econômicos. pobres em cálcio. submetidos a períodos chuvosos e secos bem definidos. magnésio e matéria orgânica. em clareiras e ou intercalar a outras plantas nativas ou plantadas. profundos e porosos. bem drenados e tolera solos pobres e ácidos.

Para plantios futuros. As sementes devem ser provenientes de plantas sadias. Após despolpadas. Já o processo da enxertia assegura a obtenção de plantações uniformes.  . Quando bem conservadas. com plantas de características variadas. imersas em solução a  % por 0 minutos. por agitação da mistura das sementes com brita média e grossa. Após a coleta retira-se a casca do fruto e as sementes ou caroços. recomenda-se o tratamento das sementes despolpadas com solução de Benomyl a 0 %. as sementes podem ser acondicionadas em sacos de estopa e armazenadas em lugar fresco. via úmida. A coleta vai de outubro a janeiro. brocadas e manchadas. dependendo da região produtora. as sementes apresentam amêndoas com coloração clara. sendo que estes devem permanecer amontoados dentro de um recipiente limpo e à sombra durante uma semana. não encardidas.de originar cultivos não uniformes. Formação de Mudas I. com boa produção de frutos e com as características desejadas para sua finalidade. A despolpa pode ser feita também em betoneira. Após o tratamento e secas à sombra. Em seguida faz-se o descarte das sementes chochas. para facilitar a remoção da polpa (despolpa). Para se obter melhores índices de germinação os frutos devem ser coletados logo após a sua queda ao chão. O procedimento de remoção da polpa deve ser realizado em água corrente. o que é garantia de seu completo amadurecimento. as sementes são secadas em um lugar ventilado e com sombra durante uma ou duas semanas. OBTENÇÃO E TRATAMENTO DAs sEMENTEs: A produção de mudas inicia com a seleção das plantas matrizes que devem ser identificadas e preservadas para futuras coletas de sementes ou ramos para enxertia. enquanto que a enxertia pode ser feita de outubro a março.

atingindo 0 a 0 % ao longo do ano. com leito de 0 centímetros de espessura de areia grossa de rio e peneirada. Este produto também promove maior crescimento das mudas. sanfonados e perfurados na base e na lateral.Para se obter melhor índice. Logo após a semeadura e durante o período de germinação. contendo  g do ingrediente ativo para  litros d’água) e semeadas em seguida.  ou  filas justapostas. assim que se perceba o início da emissão da radicela. III. Deve-se evitar o transplantio de mudas já enfolhadas para não causar danos ao sistema radicular. rapidez e concentração da germinação num determinado período (de três a quatro meses após a semeadura ). e apresentar as dimensões de  cm x  cm x 0. Os sacos devem ser de cor preta. os sacos devem ser dispostos em canteiros de . deve-se fazer regas diárias. em canteiros com um metro de largura e comprimento variável. Os caroços são semeados justapostos com folga de aproximadamente um centímetro entre eles. pó de serra curtido. que ficarão prontas para o plantio no início da estação chuvosa seguinte. pode-se usar o ácido giberélico. para que as mudas não fiquem muito abafadas. As mudas devem ser transplantadas para os sacos de polietileno o mais cedo possível. As mudas devem  AgriculturA e PecuáriA II. mantendo-se úmido o leito da sementeira. O viveiro deve ser feito a céu aberto e. . que é recoberta com um centímetro de vermiculita média. sEMEADURA E TRANsPLANTIO: A sementeira deve ser construída a céu aberto (sem cobertura). mm. com capacidade para quatro litros de substrato. As sementes mais secas apresentam maior absorção e maior efeito do produto. ou outro material similar disponível. espaçadas de 0 a 0 cm entre si. GERMINAÇÃO A germinação ao natural é baixa e lenta. Neste caso. as sementes devem ser mergulhadas por  horas em solução de ácido giberélico (  pacote de 0 g do produto comercial Progib. formando apenas uma camada de sementes.

para não provocar seu destorroamento durante o plantio da muda. A terra deve ser coletada. utilizando o subsolo abaixo de 0 cm de profundidade. para depois agregar esta mistura ao restante da terra. A terra para o substrato deve ter de 0 a 0 % de argila e não ser arenosa. quando estarão aptas para o plantio no campo ou para a enxertia. encharcando a cova com água durante o plantio (plantio na lama ou no barro). sugere-se preparar no máximo 00 litros de substrato a cada vez. a . 00 litros 0 litros  . A enxertia deve ser realizada somente nas mudas vigorosas e quando atingirem de 0. Para uma mistura uniforme. Primeiramente misturam-se o calcário e os adubos químicos e estes com apenas  kg da terra do substrato. de preferência. Para o preparo do substrato utilizar: terra de barranco. Se as mudas forem enxertadas. Iv. ENXERTIA A enxertia pode ser feita por garfagem lateral simples. TRANPLANTIO Para garantir maior pegamento das mudas. esterco de curral curtido.0 cm de diâmetro do caule e 0 a 0 cm de altura. aproveitando o período seco ou menos chuvoso para essas atividades.permanecer no viveiro até a próxima estação chuvosa. PREPARO DO sUBsTRATO E ADUBAÇõEs PARA O vIvEIRO O preparo do substrato e o enchimento dos sacos de polietileno devem ser feitos com antecedência ao transplantio das mudas. por garfagem no topo ou por borbulhia tipo escudo ou placa. Maiores índices de pegamento são obtidos quando a enxertia é realizada em meses quentes do ano. desenvolvimento e seleção dos enxertos. em áreas não cultivadas. mas que não coincidem com o período de florescimento e frutificação da espécie. Deve ser processada em ambiente de viveiro com 0 % de sombra. deve-se transplantar somente aquelas com folhas maduras. v. vI. o plantio deverá ser feito somente após a brotação.

A adubação é feita de acordo com os resultados da análise de solo. Preparo para o Plantio I. g de uréia ou . recomenda-se não irrigar em excesso e usar substrato com até 0 % de esterco e 0 % de argila. para não acumular água. vII. e sacos plásticos bem perfurados na lateral e no fundo. 9 AgriculturA e PecuáriA . com boa aeração e drenagem. II. mensalmente. O controle de cupins deve ser feito por destruição mecânica dos cupinzeiros associada com aplicação de cupinicidas. ABERTURA E PREPARO DAs COvAs As covas devem ter as dimensões de 0 x 0 x 0 centímetros. Outra maneira prática de se fazer essas adubações é via água de irrigação. cloreto de potássio FTE BR  00 g 00 g 0 g 0 g (ou 0 g de sulfato de zinco.calcário dolomítico (PRNT=00 %) superfosfato simples. na dose de 0. O superfosfato simples mais os micronutrientes ou FTE podem ser substituídos por 00g de Termofosfato Yoorim Master. CONTROLE DE DOENÇAs NO vIvEIRO: As principais doenças constatadas em mudas de pequi são a podridão-de-raízes e a ferrugem das folhas. adicionando-se  g de uréia ou 0 g de sulfato de amônio por regador de 0 litros de água.  g de sulfato de cobre. regando normalmente as mudas encanteiradas. EsPAÇAMENTO O espaçamento recomendado é de  a 0 metros entre plantas.0 g de sulfato de amônio por planta. As formigas devem ser controladas por aplicações de formicidas disponíveis no mercado.  g de sulfato de manganês. A ferrugem pode ser controlada com pulverizações da folhagem com fungicidas cúpricos. Durante a formação das mudas. elas devem receber adubações nitrogenadas em cobertura.  g de bórax e  g de molibidato de amônio). Para minimizar a incidência de podridão-de-raízes.

Plantio O plantio deve ser feito no início da estação chuvosa. sulfato de cobre. o superfosfato simples pode ser substituído por igual quantidade de Termofosfato Yoorim Master. acrescentar sulfato de zinco. 0. até o final do período chuvoso. e cobrir a superfície da cova em volta da planta com material vegetal seco.0 g 0. cloreto de potássio. Adubação de Cobertura Após o plantio. dois. g Os micronutrientes podem ser substituídos por 0 g de FTE BR . com  g de sulfato de amônio e 0 g de cloreto de potássio por cova. de modo a armazenar maior quantidade de água. com um. três. tanto as doses de calcário como de superfosfato simples devem ser reduzidas para 0 % e 0 %. respectivamente.Na ausência da analise do solo. são recomendadas três adubações em cobertura. Retirar o saco plástico ou outra embalagem que envolve a muda. respectivamente. b) Em solos de textura média e arenosa. Plantar no centro da cova sem abafar o tronco com a terra. bórax molibidato de amônio. 00. a cada 0 dias. sulfato de cobre e sulfato de manganês. Apertar a terra levemente ao redor da muda e regar bem. Fazer uma bacia ao redor da cova. 00 g 0 g 0 g 0 g g g . Para evitar toxidez e desequilíbrios nutricionais nas mudas. quatro e cinco ou mais anos de idade. sulfato de zinco. incorporar por cova de plantio: calcário dolomítico ou magnesiano (PRNT=00 %) superfosfato simples. os fertilizantes devem ser bem misturados com toda a terra da cova. Sugerem-se adubações anuais nas doses de 0. dispensando-se neste caso a aplicação de outras fontes dos micronutrientes. em doses equivalentes 0 . 00 e 0 g da fórmula 0-0-0 por planta. não corrigidos. pode-se usar: a) Em solos argilosos. sulfato de manganês.

semelhante a uma saia e impedindo o acesso e o dano das formigas às folhas. % da fórmula. Quando os frutos atingem a fase de maturação. O uso de mudas enxertadas permite antecipar a frutificação para o segundo ou terceiro ano após o plantio. não se deve colher sementes de plantas doentes ou retirar seus ramos para enxertia. envolvendo o caule da planta. com coroamento. de modo uniforme em toda a área sob copa. .Tratos Culturais Capinas: a fim de evitar competição com o pequizeiro. A maturação e colheita ocorrem normalmente no período de novembro a março. são o Mal-do-Cipó e a morte descendente da planta. por meio de capinas manuais. respectivamente. A produção do pequizeiro inicia a partir do quarto ou quinto ano após o plantio. cujo controle consiste em podar os ramos doentes 0 centímetros abaixo das partes lesionadas e pincelar as extremidades com calda ou pasta à base de fungicidas cúpricos. A produtividade de pequizeiros adul AgriculturA e PecuáriA a  %. Controle de pragas e doenças: o controle de cupins e formigas deve ser feito por destruição mecânica dos ninhos e utilização racional de cupinicidas e formicidas disponíveis no mercado. Colheita e Comercialização O fruto está maduro quando a casca do tronco da planta apresentase mole. As principais doenças do pequizeiro na fase de crescimento. eles desprendem-se da planta caindo ao chão. para mudas produzidas a partir de sementes. ao redor da planta. % e . deve-se realizar o controle de plantas daninhas. de boca para baixo. A incidência de percevejos nos frutos poderá ser controlada naturalmente através do consórcio com outras plantas. . e parcelar essas doses em três aplicações em cobertura. durante o período chuvoso. O ataque de formigas pode ser evitado com a colocação de copos plásticos descartáveis de 00 ml. no sistema agroflorestal.

Agro Ildeu de. “A Cultura do Pequi”. recomenda-se entrar em contato com o LADETEL: LADETEL . O procedimento utilizado pelo LADETEL para a obtenção do óleo de pequi foi a extração através do solvente hexano.tos.gov. Acesso em: 0 de mar. Em sistema de cultivo homogêneo.emater. maio 00. dentre as quais está a produção de biodiesel. sobre a extraçâo do óleo de pequi para a produçâo de biodiesel O óleo das sementes de pequi pode ter diversas aplicações. varia de 00 a 000 frutos por planta por ano.mg.br/ site_emater/Serv_Prod/Livraria/Fruticultura/Pequi. conforme legislação da ANVISA. de cada hectare plantado podem ser obtidos até . o que equivale a  a 0 caixas por planta / ano. O Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas (LADETEL) da Faculdade de Filosofia.Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas Fone: () 0- REFERêNCIAs SOUZA. em condições naturais.00. 2. Antônio. Deve-se deixar as sementes em contato com o solvente até a total extração do óleo. SALVIANO. É importantíssimo lembrar que o óleo de pequi obtido através de extração por solvente não pode ser destinado ao consumo alimentício. Disponível em <http://www. Segundo o professor Miguel Dabdoub. e depois deve-se promover a evaporação do solvente. Ciências e Letras da USP Ribeirão Preto já produz biocombustível a partir de diversos óleos vegetais. dentre os quais encontra-se o óleo de pequi.htm>. EMATER-MG.00 litros de óleo de pequi. pode-se esperar uma produtividade de até 00 caixas / ha / ano.  . Para obter maiores informações e esclarecimentos. no espaçamento de 0 x 0 m.

de A.usp. Disponível em <http://www. “Laboratório testa biodiesel com óleos de plantas brasileiras em veículos e locomotivas”. 00. Acesso em: 0 de mar.Contato telefônico com o LADETEL . 00 . DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA BERNARDES. Júlio. Carlos A. V.br/agen/repgs/2003/pags/280.Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas. htm>. Agência USP de Notícias. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de mar. //00.

devido principalmente ao seu rápido crescimento. O pinus também pode ser utilizado na implantação de quebra ventos(). entre outros. na produção de laminados. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA As espécies do gênero Pinus são amplamente utilizadas em reflorestamentos no Brasil. chapas de fibras e de partículas. semeadura: em sementeira. elliottii também é muito utilizado para a extração de resina. tem sido fundamentada principalmente no uso final da  . cultivo de pinus Informações sobre o cultivo de pinus e sua rentabilidade. em canteiro de mudas embaladas e em canteiros de mudas de raiz nua. Plantio: Preparo do terreno: l Construção de estradas e aceiros l Desmatamento e aproveitamento de madeira l Enleiramento ou encoivaramento l Queima das leiras l Desenleiramento l Combate à formiga l Revolvimento do solo l Sulcamento e/ou coveamento Espaçamento: A escolha do espaçamento de plantio. na produção de celulose e papel. na maioria dos planejamentos florestais. A madeira do pinus é usada em construções leves ou pesadas. sementes: As sementes podem ser obtidas das árvores existentes na região ou compradas em locais especializados. O P.CULTIvO DE PINUs PALAvRAs-ChAvE Pinus. compensados.

Plantio mecanizado: consiste de um trator que transporta as mudas e abre a cova com um disco sulcador enquanto um operário distribui as mudas. florestas naturais e plantadas. Preços praticados no mercado (fonte: TecnoFlora Florestal): Pinus em pé no estado do Paraná Região Cascavel Ponta Grossa e Guarapuava Diâmetro >0 a 0 cm - cm Preço R$ . tecnológico e econômico.00 Unidade m m  AgriculturA e PecuáriA madeira. através da vigilância e do combate na fase de preparo do solo. e Eucalytus sp. mostra que. quando a sobrevivência deste é inferior a 90%. . Aspectos econômicos: Os dados da evolução do consumo. considerando a origem da madeira. notadamente de Pinus sp. a partir do ano de 99. Ao mesmo tempo duas rodas convergentes fecham o sulco.00 . As mudas mal plantadas são arrumadas por um operário que segue a máquina. bem como as práticas de exploração e manejo florestal e conseqüentemente os custos de produção. Nos plantios de pinus.m x . na qual a localização e o próprio combate são facilitados.Métodos de plantio: Plantio manual: consiste inicialmente no balizamento e alinhamento. abertura de covas. sua fonte de matéria prima. costumam ser utilizado o espaçamento de m x m e . As indústrias de papel e celulose têm nos reflorestamentos. O replantio deverá ser realizado num período de 0 dias após o plantio. Ele influencia as taxas de crescimento das plantas. a qualidade das madeiras. Tratamentos especiais: A limpeza é realizada até que as plantas atinjam um porte suficiente para dominar a vegetação invasora A prevenção ao ataque das formigas cortadeiras deve ser realizado constantemente.. sendo este processo utilizado para mudas de raiz nuas. distribuição de mudas e plantio propriamente dito.m. a idade de corte. os reflorestamentos são a principal fonte de matéria prima para abastecimento industrial. O espaçamento tem uma série de implicações do ponto de vista silvicultural.

00 . Tibagi e Castro Ponta Grossa.0 0.00 . Campo Mourão.00 . Alto Paraná.00 .00 -. Cianorte Tunas do Paraná >  cm 0- cm Pinus em tora no estado do Paraná Região Castro e Pitanga Diâmetro -0 cm 0- cm - cm -9 cm 0- cm -9 cm 0cm e acima - cm - cm - cm  cm e acima Gal Carneiro. Contenda Mandirituba Gal Carneiro e União da Vitória > cm -9 cm 0- cm 0- cm - cm - cm >  0- cm - cm > cm 0-0 cm 0-0 cm >0 cm - cm 9- cm - cm > cm 0- cm - cm > cm .00 .00 .00 0.00 . Campo Largo.00 .0 .0 .00 9.00 0.00 9.00 .00 0.00 .Ponta Grossa e Prudentópolis Ponta Grossa.00 a .00 9.0 m st st st st st st st st st st st st st st st st st st st m st Teixeira Soares e Irati Castro e Reserva Maringá.0 .00 .00 a 9.00 a .00 .00 .00 . st= ton  .0 Unidade st m m m m m m st st st ton m m OBs Guarapuava e Piraí do Sul Sengés e Jaguariaiva 0.00 .0 a . Irati e União da Vitória 0- cm -0 cm Preço R$ 9.0 . Fazenda Rio Grande. . . 0.00 .00 .0 .00 .

RBC = .00 .00 . a aceitação ou rejeição do projeto terá de ser avaliada sob outros aspectos.0 .se RBC >  -------à o investimento é vantajoso e aceita-se o projeto. Assim. . ao final do seu ciclo (período de maturação) tem-se o retorno do investimento. .0 . tem-se que: . para efeito de aceitar ou rejeitar um projeto de investimento. não há excedente econômico. .0 . 9. menor ou igual ao montante investido. como a taxa de juros e o ciclo de vida do projeto para decidir sobre sua aceitação ou não.00 9.00 .Bituruna Palmas - cm -0 cm  cm e acima 0- cm -0 cm - cm -0 cm  cm e acima  a  cm - cm - cm  cm e acima  a  cm - cm - cm < cm - cm - cm  a 0 cm 0-0 cm . . pode-se dizer que: investindo-se uma certa quantia em determinado projeto.00 9. desta forma.0 . em valores de hoje.0 . Se a RBC for igual a um. Quanto maior o valor da RBC.00 .0 m m m m m m m m st st st st st st st ton m m m ton ton ton podada Curiuva  ton=m Telêmaco Borba -0 cm 0 cm e acima  ton=m De um modo bem simples. A análise da RBC.00 . isto é. é feita em função da própria recuperação do investimento.00 .00 .00 0. que poderá ser maior.00 0.se RBC <  -------à o investimento não é vantajoso e rejeitar o projeto.0 0. maior o  AgriculturA e PecuáriA .

não aplicar um capital que você não poderá perder.Resultado da análise econômica pela RBC O pinus é uma cultura com excelente retorno econômico. Nos últimos tempos. Gráfico 1 .retorno do capital investido e vice-versa. Como pode ser visualizada. O gráfico  sintetiza os resultados da avaliação das culturas selecionadas para análise. que geram bons rendimentos no pátio industrial. nitidamente. a que apresentou a maior vantagem econômica pelo critério da RBC. serraria e laminação. de acordo com o diâmetro das toras. Mercados promissores de painéis reconstituídos como MDF e OSB estão se fortalecendo. Por esse motivo. Os sortimentos de madeira a serem produzidos são para celulose. com a vantagem de ter uma baixa utilização de mão-de-obra e de insumos e apresentar receitas nas épocas dos desbastes e corte raso. principalmente naqueles sortimentos em que ocorre um melhor aproveitamento da madeira. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs É sempre importante saber que nesse mercado os retornos sobre o investimento demoram por volta de  a  anos dependendo do desenvolvimento e dos cuidados com a vegetação. a cultura do pínus é. Desde cedo é de extrema importância uma visita a cooperativas de  . o mercado vem remunerando bem a madeira de pinus e há uma tendência de valoração de preço.

Disponível em: <http://www. já ter fechado contratos com futuros clientes. . Disponível em: <http://www. Ambiente Brasil.br>.ambientebrasil.embrapa. . 00.com.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. como a industria de papel e celulose que já compram madeira antes mesmo do início do cultivo.Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Acesso em:  de nov. Portal da Revista Agroecologia Hoje. Acesso em:  de nov.com. 00.sebraes. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA madeira presentes em seu estado para avaliar quanto você vai produzir e.br>. se possível.br>. EMBRAPA . Acesso em:  de nov. SEBRAE ES . agroecologica. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www.com. 00. 00. . Samir Sayed NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de nov.REFERêNCIAs .br>. . Acesso em:  de nov.

Para obter maiores informações a respeito do cultivo de pupunha. devendo ser provenientes de plantas matrizes sem espinhos. as sementes devem ser lavadas com água. Após isso. deixando-as de molho por um período de  a  dias. pois com a secagem elas perdem rapidamente o poder germinativo. Selecionados os frutos. Em seguida. mantendo-as nesta solução por  minutos. recomenda-se acessar o documento disponível através do link abaixo: Cultivo de pupunha 0 . as sementes devem ser semeadas o mais rápido possível. e se necessário. sadias e que produzam perfilhos. Deve-se trocar a água diariamente para evitar fermentação excessiva.CULTIvO DE PUPUNhA PALAvRAs-ChAvE Pupunha. devem ser selecionados os de bom aspecto e que não tenham sido atacados por fungos e pragas. As sementes que boiarem devem ser descartadas. sementes de pupunha Deseja saber qual é o melhor método de quebra de dormência das sementes de pupunha. pois provavelmente não germinarão. os resíduos da polpa devem ser removidos esfregando as sementes em peneira de malha grossa. Lave-as novamente em água corrente e deixe-as secar a sombra por um dia. Feito isso. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Para obter um melhor aproveitamento das sementes de pupunha. os frutos devem ser colhidos quando maduros. trate as sementes com água sanitária comercial diluída na proporção de :. Depois de colhidos. corte-os e retire as sementes manualmente.

A.embrapa. DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA . . Embrapa Acre. Rio Branco. 00. de A. C. L.REFERêNCIAs BERGO. V. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar. 000.cpafac. LUNZ. “Cultivo da pupunha para palmito no Acre”. M. Carlos A. acesso em  de mar.pdf>.br/pdf/cirtec31. p. Disponível em <http://www. P. 00.

semeadura direta. custo de produção. manejo do solo. a expansão no cultivo nos últimos anos. variáveis e operacio-  . o texto Custos de Produção Agrícola da CONAB. Companhia Nacional de Abastecimento. Correção e manutenção do solo. Em seguida o texto apresenta a nova metodologia de cálculo de custos usada no referente estudo.CULTIvO DE sOjA PALAvRAs-ChAvE Soja. No último capítulo o estudo. trás informações gerais sobre cálculo de custos na atividade agrícola. pois a partir delas. processo de rotação de cultura no contexto da produção de soja. instalação da lavoura. dissecação em pós-colheita de soja. Essas informações são úteis para que se faça um planejamento satisfatório da implantação de uma lavoura de soja. até quanto será o custo de produção da soja. inicialmente. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA No documento Tecnologia de Produção de Soja Região Central do Brasil 00 encontra-se uma série de informações sobre produção de soja: Histórico do cultivo de soja no país. sobre mudanças econômicas que ocorreram no Brasil nos últimos anos. as quais levaram que se buscasse obter formas mais eficientes de se calcular custos agrícolas. doenças e medidas de controle. Tipos de cultivares. pode-se ter condição de saber desde o que deve ser feito para se ter um solo bem preparado. inoculação das sementes com Bradnhrizobium. produtos agrícolas. Esse texto versa. No sentido de se buscar obter os custos referentes à produção agrícola. mensurando em seguida os componentes de custos. disseminação. resistência. manuseio de insetos-pragas. retenção foliar e haste verde. controle de plantas daninhas. tecnologia das sementes e colheita. manuseio de herbicidas e descarte de embalagens. exigências climáticas para uma boa produção. na região de Tacuru no Mato Grosso. insumos agrícolas Informação sobre os custos de produção da lavoura de soja. após dividir os custos agrícolas em custos fixos. perspectivas de mercado.

é no total de . . gastos com depreciações de benfeitorias/instalações. nutri-lo. secagem e armazenamento 0-d. deve-se ter uma preparação maior do solo. de implementos e de maquinários. operações com máquinas. Os custos de cultivo de soja. reais provenientes de despesas financeiras com juros. sementes. reais se deve a gastos com custeio da lavoura. que consiste em operação com aviões. Para um terreno já cultivado os custos de produção de uma lavoura de soja variam de acordo com o tipo de plantio e com a área onde a soja está sendo plantada. reais.. Sendo que 9. fertilizantes e defensivos. Sendo esses divididos em 9. na região de Primavera do Leste-MT. referentes à remuneração esperada sobre capital fixo e renda de terras.9 reais.9 reais. PROAGRO e assistência técnica. mão-deobra temporária.Agora especificamente sobre o cálculo dos custos referentes à produção de soja.0 reais. na região de Sapezal-MT. deve-se proceder a um processo de calagem por um período de  a  anos. quando comparado com o custo referente ao de uma lavoura plantada em um terreno já cultivado. via plantio convencional. recepção. devem-se usar inicialmente variedades específicas de sementes.. Já os custos de cultivo de soja. por hectare. encargos sociais e seguro de capital fixo. versa sobre cada item que compõe cada um dos três diferentes tipos de custos citados. entre outros procedimentos. . Caso o terreno seja novo. produção essa tanto via cultivo convencional.Safra 2005/06 encontra-se uma série de tabelas com os custos de produção de soja (entre outros insumos agrícolas) em diferentes regiões. . . . mão-de AgriculturA e PecuáriA nais. operações com máquinas. e . mão-de-obra fixa. Assim. deve-se proceder a uma efetiva abertura da área a ser plantada. é no total de . via plantio direto. No documento Custos de Produção . o custo de produção de soja será maior. gastos com despesas do pós-colheita. estabilizá-lo. reais.Safra de Verão . que engloba transporte externo. por hectare.0 reais. para terrenos novos. sabe-se que inicialmente devem-se considerar as condições prévias da área onde se pretende plantar a soja. limpeza. devido à manutenção periódica de maquinários. que busque domesticá-lo. gastos com despesas de custeio da lavoura. quanto via plantio direto. que envolve operação com aviões. reais.

00. de implementos e de maquinários. referentes a remuneração esperada sobre capital fixo e renda de terras. .Safra 2005/06. mais próxima. 9p. . REFERêNCIAs EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. por exemplo.0 com gastos com manutenção periódica de maquinários. secagem e armazenamento 0-d. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo. assistência técnica. como informou Mauro Osaki pesquisador do CEPEA. Vale ressaltar que engenheiros agronômicos podem ser conseguidos de forma direta e particular ou via órgãos estaduais e municipais de apoio ao produtor rural.br/download/safra/custosproducaometodologia.embrapa. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Caso queira calcular o custo exato de implantação da pretensa lavoura de soja. encargos sociais e seguro de capital fixo.pdf>.gov. Com. Disponível em: http://www. Fundação Meridional. sementes. 00. que a partir de uma análise das condições do local onde se pretende plantar a soja e das particularidades regionais. . Custos de Produção . Acesso em: 0 de jun. limpeza. Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada. Embrapa Agropecuária Oeste. reais com depreciações de benfeitorias/instalações. Tecnologia de Produção de Soja Região Central do Brasil 00.Safra de Verão . e 0.conab. Acesso em: 0 de jun. órgão da ESALQ/USP. Custos de Produção Agrícola CONAB. a EMATER-MT. Empresa Mato-grossense de Assistência Técnica e Extensão Rural de Mato Grosso. 00. reais com despesas com juros. recepção. poderá fornecer o desejado.pdf>. Disponível em: <http://  . Londrina-PR. deve-se buscar um engenheiro agronômico. Finalmente. Disponível em: <http://www. Embrapa Soja.obra temporária. tem-se que os custos fornecidos acima estão próximos dos custos praticados na região de Tacuru.cnpso. as quais consistem em transporte externo. Embrapa Cerrado. . mão-de-obra fixa. seguro da produção. fertilizantes e defensivos. br/download/publicacao/central_2005. reais com despesas pós-colheita.

pdf>. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jun.br/> Acesso em: 0 de jun. 00. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo.conab. órgão da ESALQ/USP. OSAKI. Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada.gov.br/download/safra/CustodeProducao-SafradeVerao. . Disponível em: <http://cepea.Acesso em: 0 de jun.usp. Mauro pesquisador do CEPEA. 00.esalq. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA www.

recomenda-se o uso de cascalhos e seixos juntamente com o solo que deve possuir alguma matéria orgânica. Ambas toleram regiões temperadas.o que apodreceria as raízes das plantas. / de cascalhos e / de terra própria para vasos. pois somente encontrou livros que se destinam ao cultivo por hobbie. jardinagem. De forma geral. mas as baixas temperaturas.com/cultivation. tropicais e subtropicais. Qual a drenagem necessária para o desenvolvimento deste tipo de planta? Como preparar o substrato e onde buscar bibliografia para melhorar a produtividade e a qualidade das plantas.CULTIvO DE sUCULENTAs PALAvRAs-ChAvE Cactos. O solo deve ter uma boa drenagem. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA O grande vilão entre estas suculentas não é a acidez do solo. A regra básica é dispor o vaso com / de seixos. a mesma regra pode ser aplicada as echeverias tomando o cuidado de não adicionar água se a umidade do ar estiver alta e a umidade do solo se mantever por períodos prolongados. mas não tanto a ponto de reter água em excesso . suculentas Saber qual o pH adequado para o cultivo de cactos e suculentas como haworthia e echeveria e conseqüentemente como corrigir a acidez do solo se necessário. Afora este problema são plantas bem resistentes e o tipo de solo não interfere tanto no seu desenvolvimento quanto a sua quantidade e disposição em relação ao sistema de drenagem da água no vaso. para tanto. plantas ornamentais. As do gênero haworthia são originárias da África do Sul e as do gênero echeveria provem dos desertos mexicanos e da América do Sul. mas são sensíveis a geadas (temperaturas abaixo de ºC).echeverias. sOLUÇÃO APREsENTADA INDICAÇõEs: Cultivating Echeveria hybrids in the Australian home (em inglês) http://www.html  .

haworthia. Lá se pode encontrar uma vasta bibliografia sobre estes gêneros de plantas.html Haworthia. as condições favoráveis ao desenvolvimento da planta serão as mesmas. Os solos empregados em vasos e pequenos jardins são ricos em matéria orgânica e não apresentam uma acidez elevada.Com (em inglês) http://www. pois o clima e umidade de cada região interferem no crescimento e propagação das espécies.com/cacmalpt. a maioria disponibiliza sites na língua inglesa e francesa.com/Plants/Crassulace- . Cabe ao empreendedor a orientação de seu público local no manejo correto.desert-tropicals. devendo ser cultivadas separadas em vasos ou com plantas que requeiram as mesmas condições. mas ao cultivo ornamental em geral. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de abr.org/ The cactus and succulent plant mall http://www.info/ The Haworthia Society (em inglês) http://www. Portanto os livros encontrados não se destinam necessariamente a pessoas que cultivam por “hobbie”.html CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Há muitas associações fora do país. jardins ou jardins de inverno. A maior parte delas possui potencial ornamental e é largamente empregada no paisagismo e jardinagem. Mesmo estas associações confirmam que as noções sobre o cultivo dependerão da experiência de quem as cultiva.Se em vasos grandes ou pequenos.haworthia. Mas enfatizamos que a principal questão em relação a estas plantas esta relacionada com a drenagem da água.cactus-mall. a fim de que as plantas perdurem de acordo com a destinação do local a serem plantadas definitivamente . Se o interesse é vendê-las comercialmente em larga escala.ae/Echeveria.haworthia. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Echeveria (em inglês) http://www.com/ Hints on cultivation of Haworthias and Gasterias (em inglês) http:// www.

caberá ao segundo a orientação para que o sintoma conduza a uma causa possível da praga. Abaixo disponibilizamos alguns links que tratam deste assunto especificamente. ou ainda. sem o uso de pesticidas. Isto não funciona com os orgânicos. O produtor deverá visar sempre o ponto de intersecção entre o conhecimento particular e empírico e o conhecimento geral e acadêmico. cujo domínio de uma técnica seria a garantia de uma boa safra. julgamos que o primeiro passo é a aquisição das informações gerais e o contato com especialistas da área. Ou seja. A melhor arma é a informação. cresce o número de consumidores preocupados com a forma e o manejo com que os alimentos são cultivados até chegarem às prateleiras do supermercado. agricultura orgânica Informações gerais sobre o cultivo do tomate orgânico e o controle de pragas na zona da mata do nordeste.CULTIvO DE TOMATE ORGÂNICO PALAvRAs-ChAvE Tomate orgânico. A questão é que não é fácil a manutenção deste manejo. Desta forma. razão pela qual estamos disponibilizando links que conduzam à informações gerais para identificação com o que possa estar acontecendo e casos de estudos particulares para comparações de semelhanças e diferenças. que visa a boa qualidade do produto. Por exemplo. o manejo da informação. se é constatado um fungo devido a umidade e se o cultivo do tomate é feito de modo rasteiro pode-se com o manejo por haste da lavoura garantir uma melhor areação e diminuição da taxa de umidade. Aqui o conhecimento empírico ganha maior importância por se tratar de uma produção mais aberta aos ciclos naturais.  . Se o primeiro lhe fornecerá os sintomas das pragas e doenças para análise. pois o produtor de orgânicos sabe que sua produção não estará sujeita a um controle fechado. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O setor de agricultura orgânica vem crescendo a uma taxa de 0% ao ano no país.

teses.usp. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA O primeiro trata-se de uma tese desenvolvida na ESALQ-Escola Superior de Agricultura Luis de Queiros – Por Luciano Tamiso que aborda o desenvolvimento e comparação entre algumas áreas de cultivo do tomate orgânico.br:4500/ALEPH/por/USP/USP/DEDALUS/ FIND-A?FIND=Todos&BASE=Todas+as+Bases&VALUE=tomate+and+organico > A EMBRAPA –Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – lançou recentemente o livro “Doenças do tomateiro”.embrapa.br > Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de out. .Disponível em: <http://www. Disponível em: < http://dedalus.com os tópicos das publicações e seus autores que são especialistas na área.cnph.pdf> A USP disponibiliza um sistema de biblioteca virtual.br/teses/disponiveis/11/11136/tde20072005-155751/publico/LucianoTamiso. Para acessar a pagina referente ao assunto “tomate orgânico” segue o endereço abaixo.usp. Disponível em: <http://www. A partir da identificação da doença pode-se buscar os meios de tratamento cabíveis a um sistema orgânico.

O cultivo do coqueiro anão Onde plantar O coqueiro requer um clima quente. o primeiro passo a ser dado nesta cultura. Temperaturas inferiores a oC prejudicam o seu desenvolvimento e causam a queda dos frutos pequenos. ou seja um engenheiro agrônomo ou técnico. no espaçamento de . Como marcar as covas O coqueiro anão deve ser plantado em triângulo. com temperatura média em torno de oC. as covas 90 . Eng. não sendo indicados os solos excessivamente argilosos e/ou os sujeitos a encharcamento. O CATI também oferece apoio aos agricultores. orientada no sentido Norte-Sul. segundo o pesquisador da Embrapa. A partir de uma linha básica. Caso o problema persista. necessário se faz consultar um especilaista. x . 1.m (0 plantas/ha). germinação do coqueiro anão Informações sobre o cultivo do coqueiro anão e qual é o método mais fácil que permite a germinação do coco? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segue abaixo orientação sobre plantio de coqueiro anão que deve ser. Agrônomo Joel Lamoglia. Solos de textura franco-arenosa e profundos são os mais adequados. x . O plantio do coqueiro anão requer cuidados especiais que devem ser observados. cultivo do coqueiro anão.CULTIvO E GERMINAÇÃO DO COQUEIRO ANÃO PALAvRAs-ChAvE Coqueiro anão.

até completar a marcação de toda a área (Figura ). sucessivamente. assim. adubo orgânico (uma lata de 0L de esterco bovino ou quantidade equivalente de outra fonte orgânica) e 00g de superfosfato simples. . Depois. Após um mês do plantio. Para o plantio. O plantio da muda só deve ser feito após a fermentação do adubo orgânico. marca-se a segunda linha. preparar a cova fazendo o seu enchimento com a seguinte mistura: terra de superfície. originando a primeira linha. A partir da segunda linha marca-se a terceira e. Para isto. tendo em cada extremidade e no meio uma argola. tendo o cuidado de separar a terra da camada superficial (primeiros 0cm). usando 00g de uréia e 00g de cloreto de potássio espalhados sobre a cova. com m de extensão. fazer a adubação de cobertura.m. abrir covas de 0 x 0 x 0cm. Depois de aberta.Figura 1 . 9 AgriculturA e PecuáriA são marcadas a cada . sendo as covas preparadas com 0 dias de antecedência. fixando-a ao solo. em torno da muda.Marcação das covas para o plantio do coqueiro anão Como plantar O plantio das mudas deve ser efetuado no início do período chuvoso. e tendo o cuidado de evitar o enterrio total da semente (Figura ). com o auxílio de uma corrente. retirar um pouco de terra do centro da cova e colocar a muda.

A necessidade de água depende de vários fatores: idade da planta. o clima. O tamanho da coroa varia de acordo com a idade da planta. acompanhando. necessitando de irrigação no período seco para se desenvolver e produzir bem. no final do período chuvoso. a partir do º ano. De maneira geral. Podendo atingir de 0 a 0 litro/dia. aplicadas de uma só vez. Preparo da cova e plantio da muda de coqueiro. o tipo de solo. a adubação deve ser baseada. ou seja. Em pequenos plantios. é indispensável fazer o coroamento.0m e atingindo . iniciando com 0. Quando e como adubar A adubação deve ser realizada anualmente. a limpeza de uma área ao redor da planta.Figura 2. para repor os nutrientes retirados do solo pela planta. quando a planta é adulta. O coqueiro é muito exigente em água. 9 . o coqueiro deve receber de 0 a 0 litros/água/dia. Tratos culturais e irrigação Para evitar a concorrência das plantas daninhas por água e nutrientes. É nessa área limpa onde são aplicados os adubos e a água de irrigação. a projeção da copa. e em solos de baixa fertilidade natural. etc. no primeiro período seco após o plantio. mais ou menos. Em plantios comerciais. A quantidade de água é crescente de acordo com o desenvolvimento da planta.0m de raio. sem conotação comercial. recomendam-se as doses contidas na Tabela .

na análise foliar. consideradas ótimas para o crescimento e produção. inicialmente.TABELA 1 Doses de adubos (g/planta) recomendadas para o coqueiro em diferentes fases. mesmo que de pequena duração. 9 AgriculturA e PecuáriA sempre. Aplicação dos fertilizantes no coqueiro adulto. na análise do solo e. sem grandes variações de temperatura. Mínimas diárias inferiores a °C modificam a morfologia do coqueiro e. É nesta zona. Temperatura O coqueiro requer um clima quente. depois. entre 0. .Os adubos devem ser espalhados na zona de aplicação indicada na Figura . A colheita Os frutos verdes. cultivado em solos de baixa fertilidade. para o consumo da água. e deve ser feita na mesma área de aplicação da química. devem ser colhidos com a idade de  a  meses. provocam desordens fisiológicas. A adubação orgânica é muito importante para o coqueiro.00m da base do coqueiro. com média anual em torno de °C e oscilações diárias de ºC a °C.0 e . Figura 3. encontrando condições climáticas( favoráveis entre as latitudes 0°N e 0°S.) é uma planta essencialmente tropical. onde está situada a maior parte das raízes ativas do coqueiro. 02. Exigências climáticas do coqueiro Como as demais palmáceas. o coqueiro Cocos nucifera L.

Pluviosidade A distribuição das chuvas é o fator que mais influi no desenvolvimento do coqueiro.tais como a parada do crescimento e o abortamento de flores. além de reduzirem a absorção de nutrientes. conseqüentemente. O regime pluviométrico ideal é caracterizado por uma precipitação anual de . provocado pela redução da umidade atmosférica. No Sri Lanka. o aumento da transpiração foliar. provocam queda prematura dos frutos. agravada pelo ventos quentes e secos. condições de umidade muito elevada. o limite máximo de altitude torna-se mais baixo. Tem-se observado que o crescimento e produção não dependem apenas da pluviosidade total. Um período de três meses. de nutrientes pelas raízes. que não pode ser compensada pela absorção de água através das raízes. Em regiões onde o lençol freático é pouco profundo ( a  metros). são encontrados coqueiros a 0 metros acima do nível do mar. Por outro lado. Temperaturas mais elevadas que a ótima são toleradas. mas também da distribuição anual das chuvas. ou quando o fornecimento de água é possível através da irrigação. a °N. e favorecem a propagação de doenças fúngicas. Umidade atmosférica Pela distribuição geográfica da cultura do coqueiro pode-se concluir que os climas quentes e úmidos são os mais favoráveis ao desenvolvimento dessa planta. Essa situação é amenizada em ambiente onde o lençol freático é pouco profundo ( a m). o tamanho da 9 . oN. com menos de 0mm de precipitação por mês. coqueiros acima de 0m não são comercialmente cultivados. provocando alta taxa de transpiração foliar. enquanto que na Jamaica. induz um aumento na absorção de água e. com pluviosidades mensais nunca inferiores a 0mm.00mm. À medida que se distancia da linha do equador. Tem-se observado que o número de frutos por planta. Umidade relativa do ar inferior a 0% é prejudicial ao crescimento dessa planta. tornando-se prejudiciais apenas quando coincidem com baixa umidade atmosférica. a altitude em que o coqueiro pode ser cultivado. devido à redução da transpiração. é considerado prejudicial ao coqueiro. A temperatura determina também.

uma excessiva quantidade de chuva. lixiviação dos elementos minerais e. possível falta de aeração do solo. como acontece na região litorânea do Nordeste do Brasil. dificuldade de ocorrer uma boa fecundação. no mínimo. O aspecto estiolado de coqueiros que crescem sob o sombreamento de coqueiros adultos é bem conhecido.0 Solos Escolha do solo Em geral. Essa importância é maior na variedade Gigante por ser alógama. Apesar do sistema radicular do coqueiro ser muito resistente. o coqueiro apresenta melhores condições de adaptação a solos leves e bem drenados. seu habitat. Uma insolação de . os ventos fortes podem derrubar coqueiros muito altos. Contudo. sendo menos importante nas variedades Anãs por serem predominantemente autógamas. e conseqüentemente. vento Os ventos fracos e moderados favorecem o desenvolvimento do coqueiro por aumentarem sua transpiração. está quase sempre associada à presença de lençol freático pouco 9 AgriculturA e PecuáriA noz e a quantidade de copra por noz são consideravelmente afetados 0 meses após um prolongado período de seca.Intensidade luminosa . No entanto a insolação não é um bom método para avaliar a incidência de energia luminosa. Todavia sob condições de deficiência de água no solo. ainda. causando as seguintes conseqüências: redução da insolação. mas que permitam bom suprimento de água para as plantas. os ventos tornam-se prejudiciais por agravarem os efeitos da seca. é considerada ideal. a absorção de água e nutrientes pelas raízes. principalmente na zona de maior atuação das raízes. 0 horas por mês.radiação solar O coqueiro é uma planta altamente exigente em luz e não se desenvolve bem sob condições de baixa luminosidade. sendo a produção recuperada somente dois anos após o fim desse período. pode ser prejudicial. A adaptação do coqueiro aos Neossolos Quartzarênicos (Areias Quartazosas) do Litoral Nordestino. O vento tem papel importante na disseminação do pólen e na fecundação das flores femininas.000 horas anuais com. por um longo período. devendo-se considerar principalmente a radiação solar. . principalmente quando seu estipe está danificado pela ação das coleobrocas.

a irrigação reduz a expressão do adensamento da camada coesa. Os solos que predominam nos tabuleiros são. A cultura da coqueiro se enquadra nessa categoria. como conseqüência. portanto ao coqueiro. baixa capacidade de retenção de água e lençol freático muito profundo. Nos Tabuleiros Costeiros. Quando o lençol freático é profundo. o seu cultivo tem sido viável. diz respeito à existência de camadas coesas sub superficiais. principalmente se a variedade cultivada for o coqueiro Anão Verde. promovendo danos ao crescimento e desenvolvimento das plantas. as precipitações pluviais são concentradas em cinco a seis meses contínuos. Essas camadas. mais exigente em água e nutrientes. predominantemente. é necessária a adoção de técnicas eficazes no suprimento de água para as plantas. interferem na forma com que a água é retida. gerando déficit hídrico para culturas de ciclo longo. cultivadas sob regime de sequeiro. Por apresentarem elevados níveis de adensamento. necessitando dessa forma. um dos problemas mais graves. favoráveis. de cuidados especiais quanto ao fornecimento regular de água e nutrientes a fim de que seja possível sua exploração econômica nesse ecossistema. em sistemas irrigados. se muito superficiais. deixam as plantas vulneráveis ao tombamento. comuns nos solos desse ecossistema. Como os riscos para o coqueiro nos Tabuleiros Costeiros estão relacionados quase sempre ao baixo suprimento de água para as plantas. na sua grande maioria. ainda se encontram em fase de estudo. reduzem a profundidade efetiva do solo dificultando a circulação normal de água e ar e. este conjunto de características põe em risco a cocoicultura. porém apresentam baixos teores de matéria orgânica e de nutrientes. Essa condição permite a ampliação da área de solo a ser explorada pelas raízes. os quais. Como agravante. caso dos solos dos Tabuleiros Costeiros do Nordeste. uma série de problemas tecnológicos. permitindo a penetração das raízes e o aprofundamento do sistema radicular. melhorando o 9 . sendo a irrigação a alternativa mais utilizada. trouxe. em geral. região em franca expansão da cocoicultura para água de coco. na presença de umidade. se torna friável. Além de regular o suprimento de água. O deslocamento da cultura do coqueiro para regiões não convencionalmente cultivadas. a qual. na aeração e na resistência à penetração das raízes. sua baixa capacidade de retenção de água. perenes ou semiperenes. Em plantios de sequeiro. compensando assim.profundo. arenosos.

boas relações custo/benefício e preservação ambiental. Deve-se optar pela manutenção da cobertura vegetal durante a época chuvosa. é um pré-requisito importante para promover o arejamento da camada explorada pelas raízes. restringir a duas. facilitar a absorção de água e nutrientes e preparar o leito para o plantio. mas que garantam a manutenção de umidade e de nutrientes no solo por toda vida útil das plantas. O produtor deverá ter sempre em mente que o melhor manejo é aquele em que se utiliza o mínimo possível de operações mecanizadas. irrigados ou não. será dada ênfase apenas para áreas já desmatadas. É imprescindível a utilização de práticas culturais que impeçam a perda rápida de água após a estação chuvosa e o revolvimento excessivo do solo. pode intensificar a erosão e promover compactação subsuperficial. quando os teores de água no solo são elevados e reduzi-las durante o período seco. Nos solos dos tabuleiros com camada coesa. o objetivo principal consiste em cortar o solo a determinada profundidade da superfície. O bom senso é que vai determinar quantas operações serão necessárias devendo-se . acreditando-se com isso. será possível a obtenção de produtividades compatíveis com os investimentos aplicados. no máximo três operações ao ano. estar proporcionando melhores condições físicas para o desenvolvimento da cultura. ou. Com esses cuidados. esse efeito é muito grave. Essa estratégia tem sido bastante utilizada em diversas fruteiras cultivadas no Nordeste. sistemas tecnificados. . sempre que possível.Apesar dessas limitações é possível o cultivo do coqueiro em outras regiões que não a Baixada Litorânea devendo-se utilizar. Considerando que nos tabuleiros a expansão da cocoicultura em áreas virgens é uma situação cada vez mais rara. no entanto. pois a combinação de horizonte coeso com camada compactada tende a acelerar o processo de degradação podendo criar situações insustentáveis para exploração agrícola e preservação ambiental. Preparo do solo O manejo do solo nas entrelinhas de culturas perenes. A 9 AgriculturA e PecuáriA suprimento de água e nutrientes e reduzindo a vulnerabilidade das plantas a estresses hídricos. no entanto. e fazer a inversão da área cortada. Se feito de forma inadequada. No manejo do solo utilizando disco.

O Engenheiro Agrônomo Edson Eduardo Melo Passos desenvolve pesquisas na área de Exigências Climáticas do Coqueiro e o Engenheiro Agrônomo Fernando Luis Dultra Cintra desenvolve pesquisas na área de solos. cuidando-se para evitar competição por água e nutrientes e promover a utilização dos resíduos da cultura como cobertura morta. 0 90-00 Aracaju (SE) Telefone: (9) 009- Fax: (9) - Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) sac@cpatc. utilizar coberturas vegetais (leguminosas) nas entrelinhas. reduzir a freqüência de operações mecanizadas.br 9 . utilizar alternância de capinas. Entre as estratégias a serem utilizada deve-se incluir sempre que possível a substituição da grade por escarificador. principalmente em plantios jovens.embrapa. entre outras práticas que propiciem a utilização dos recursos naturais disponíveis e que tenha o cunho de preservação ambiental. seja mais recomendável. Por esse motivo.vantagem desse sistema é bastante discutível. as práticas conservacionistas devem ser direcionadas para melhorar a estrutura do solo através da adição de matéria orgânica e minimização de práticas mecanizadas. acredita-se que a operação de preparo utilizando hastes (escarificador). quando existentes. pode-se citar o menor consumo de energia. principalmente nos Tabuleiros Costeiros. Embrapa Tabuleiros Costeiros Av. indica-se a consulta a Embrapa Tabuleiros Costeiros. onde o sistema radicular ainda não ocupou toda a área das entrelinhas. fazendo com que essa prática acelere a degradação da matéria orgânica e deixe o solo mais vulnerável à erosão. Em muitos solos desse ecossistema. Conservação do solo Devido à preferência para o plantio do coqueiro em áreas com relevo plano a suave ondulado e em solos arenoso. a “camada arável” se reduz a poucos centímetros. Beira Mar. bem drenados. a manutenção da cobertura vegetal sobre o solo e o rompimento de camadas adensadas e/ou compactadas superficiais. Caso precise de maiores informações. Dentre as vantagens desse sistema.

Sistema de Produção para a Cultura do Coqueiro. FONTEs CONsULTADAs Embrapa Tabuleiros Costeiros. Acesso em:  de ago. a quantidade da fórmula 0-0-0 por planta é 00 (00+00+000). Por exemplo: No ano . Disponível em: <http://www. FERREIRA.br/download/SP1. Luiz Alberto. Humberto Rollemberg.cpatc.Se o produtor preferir utilizar uma mistura comercial. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 99 AgriculturA e PecuáriA CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs .cpatc. 00. Disponível em: <http://www.embrapa. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de ago. Acesso em:  de ago.embrapa.br/>. deve ser empregada a fórmula 0-0-0. 00. Joana Maria Santos e SIQUEIRA.doc>. FONTES. O total da fórmula a ser utilizado por ano equivale ao somatório das quantidades de cada adubo recomendado isoladamente.

ainda não é possível dizer o quanto cada fator pode contribuir para aumentar ou diminuir tais níveis. cultivo de plantas medicinais. Contudo. Deve-se tomar determinados cuidados no cultivo de plantas medi00 . como matéria-prima para construção. O conhecimento tradicional de grupos sociais que fazem uso das plantas é a fonte essencial para a descoberta dos princípios ativossubstâncias capazes de exercer uma ação de cura. mercado de plantas medicinais Saber sobre cultivo e mercado de plantas medicinais. Em qualquer que seja a escala. entre outros. seja ela em grandes áreas ou em microssistemas. não se esquecendo em momento algum que as plantas medicinais devem conter satisfatória concentração de princípios ativos. O cultivo de plantas medicinais deve ser imprescindivelmente racional e produtivo.responsáveis no combate de doenças. épocas de plantio e colheita.CULTIvO E MERCADO DE PLANTAs MEDICINAIs PALAvRAs-ChAvE Plantas medicinais. como medicamentos para cura de enfermidades ou no uso de aromatizantes. o cultivo deve atender às necessidades básicas de quem o realiza. o tempo de duração do dia (fotoperíodo). estações do ano. A maioria é usada pelo ser humano como fonte de alimento. Existem vários fatores que influenciam a quantidade de princípios ativos. como por exemplo o solo. o clima. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Introdução O Brasil tem a maior biodiversidade do planeta com cerca de  mil espécies de plantas superiores conhecidas.

dentre outros aspectos. 0 AgriculturA e PecuáriA cinais. . pela competição alimentar que pode ser evitada se houver obediência do mesmo. A propagação pode ser realizada por duas formas básicas. Os mais indicados são: () o processo de rotação de culturas e () a associação de plantas que repelem alguns insetos . pois influencia diretamente a capacidade de absorção de nutrientes. terão pouco ou nenhum efeito terapêutico. camomila. entre outras. a sexuada (por sementes) e a assexuada (por estruturas vegetativas .) e a irrigação deve ser realizada em temperatura bem amena (cedo pela manhã ou ao entardecer). pois as plantas absorvem os gases tóxicos emitidos pelos veículos. promover condições favoráveis ao bom desenvolvimento das espécies. A colheita constitui uma etapa muito importante do cultivo de plantas medicinais. o local escolhido para a implantação do cultivo não deve ser próximo de reservatórios de água que estejam sujeitos à contaminação (redes de esgotos. ravinas. se forem colhidas em épocas erradas.O plantio pode ser realizado em sementeiras. quássia.como a urtiga. retenção de umidade. Nunca devem ser utilizados defensivos agrícolas que não sejam naturais. pela possibilidade de se produzir sombras indesejadas. como também a melhoria das condições físicas do solo no que se refere à estrutura. conseqüentemente. tais como: evitar o plantio e colheita em beiras de estradas. Ela deve ser feita com o objetivo de melhorar a fertilidade. devendo sempre respeitar um determinado espaçamento para cada tipo de planta. porosidade.caules e brotos). cursos de água poluída. salsa. Todas as plantas devem ser secas na sombra e em local com ventilação para que haja uma maior conservação e não se diminua a quantidade de princípios ativos. A adubação pode efetuar-se antes do plantio (prévia) e durante o cultivo (de reposição). valas. apresentarão uma quantidade insignificante de princípios ativos e. Também influencia na intensidade de luz a qual a planta deve ser exposta. etc. A secagem deve ser realizada logo que a planta for colhida. viveiros de mudas ou diretamente no solo. pois a maioria das plantas. corrigir a acidez existente.

As plantas medicinais podem ser cultivadas visando o aspecto fitoquímico. A utilização de técnicas de cultivo e genéticas permite o cultivo de espécies que são mais produtivas e resistentes a doenças.O trabalho com plantas medicinais inicia-se na identificação correta da espécie. Uma desvantagem. o tipo e a quantidade do pesticida usado pode ser controlado mantendo o resíduo dentro dos limites toleráveis. já que o sucesso do cultivo depende menos da sua quantidade e mais de sua qualidade. Existem duas alternativas para obtenção da matéria-prima ativa vegetal: a coleta das fontes nativas e a cultivada. o uso de pesticida.. mas também outros fatores que afetam a qualidade do produto. a utilização errônea das plantas ou o emprego de técnicas inadequadas de preparação prejudicam os resultados finais ou causam efeitos colaterais (BOTSARIS. coleta adequada. Por exemplo. pré-tratamento e armazenamento corretos e termina com a preparação e utilização terapêutica. o uso de pesticidas. Por fim. pode não ser evitada. Cícero Flávio Soares Aragão Universidade de Cuiabá). o cultivo em solo ou clima inadequado. erros no armazenamento podem comprometer os princípios ativos ou causar contaminação por fungos e produzir toxicidade nos pacientes. Dr. O conteúdo das substâncias ativas de plantas medicinais cultivadas pode ser afetado por vários fatores: l variação genética e transmissão hereditária das substâncias secundárias (geralmente o princípio ativo) l variabilidade morfo e ontogenética. etc. que também devem ser adequados para que os resultados sejam satisfatórios. uma espécie identificada erradamente pode resultar em medicamento fitoterápico inócuo ou até numa intoxicação por planta venenosa. Qualquer erro em algum elo desta cadeia vai comprometer o resultado final do processo. geram uma planta com pouco princípio ativo. Permite garantir a qualidade de toda área a ser cultivada. Por sua vez. O cultivo de plantas medicinais é muito importante para o controle de qualidade de fitoterápicos. o mesmo ocorrendo se a colheita não for na época e de forma adequadas. Não apenas o cultivo de plantas medicinais deve ser intensificado e renovado. por exemplo. 99 citado pelo Prof. diferenças no conteúdo de substâncias ativas em várias partes da planta e du0 . etc. além da proximidade do local de processamento. pois o risco da adulteração ou troca por outras matérias-primas vegetais é quase totalmente eliminado.

ou nas floreiras podem ser plantados sementes ou mudas de plantas medicinais. fertilização. do contrário tenderão a ficar ressecados. Conforme o tipo de material da qual é feita o futuro vaso ou jardineira. Existem vasos e floreiras de todas as formas. O espaçamento utilizado normalmente é de 0 cm entre as plantas de espécies de porte baixo e de 0 cm entre sulcos. Para plantas mais altas. Para as plantas que chegam a  m de altura. Materiais como xaxim e coxim (fibra de coco) também devem ser previamente encharcados. etc. podem ser tratadas como as hortaliças. usar 0 cm entre as mesmas e 0 cm entre sulcos. Vasos de metal.) . seja para possibilitar às plantas melhores condições de cultivo: • • • Vasos de barro que nunca foram usados devem ser mergulhados em água por  horas. Para cultivá-las em canteiros. Os canteiros são normalmente utilizados para plantas de pequeno porte e anuais. Plantas Medicinais Cultivadas Em vasos Ou Floreiras Nos vasos. influências ambientais (localização. Quando se trata plantas individuais. com a finalidade de possibilitar a movimentação. por possuírem ciclo curto. torna-se necessário um pequeno tratamento prévio. deve-se usar  cm entre as plantas e 0 cm entre as linhas.l Plantas Medicinais Cultivadas Em Canteiros As plantas medicinais. não deveriam ficar em contato dire0 AgriculturA e PecuáriA rante seu desenvolvimento. que atinjam  m de altura. tamanhos e tipos de material. o mais fácil e prático é provavelmente plantá-las em vasos. tendo uma distância de 0 cm entre eles. em princípio. para evitar que absorvam a umidade do solo. clima. altitude. Seja para assegurar que eles tenham uma vida útil mais longa. estes deverão possuir  m de largura e comprimento variável.

Portanto. com selador. pois todas apreciam um solo moderadamente molhado e tendem a dispersar as raízes. enquanto que no inverno. para não haver excesso de água. incorporando à terra composto orgânico ou esterco de gado curtido.• • to com a terra. Também há muitas variedades de hortelã que podem ser cultivadas no mesmo vaso. cochonilhas. fibras de vidro para vasos. Num vaso podem plantar manjericão ou manjerona. a tendência natural é que venham a enferrujar. o melhor é verificar a umidade do solo todos os dias no verão. tripes nas 0 . Vasos ou jardineiras de madeira exigem sempre impermeabilização. o melhor seria forrá-los internamente com um saco plástico e só depois colocar a terra. dando-se melhor com um meio um pouco mais fresco e molhado do que o primeiro. No caso de aparecerem pragas como pulgões. a alfazema devem ser cultivadas sozinhas. A adubação do solo deve ser feita de seis em seis meses. Todos os vasos ou jardineiras precisam ter buracos de drenagem e (exceto os cestos) uma camada de cascalho. uma parte de esterco ou composto orgânico e uma parte de areia grossa de construção. de  em  dias na primavera e no outono. Plásticos. Devem cultivar-se com maior abundância as plantas que são utilizadas com mais freqüência. a sálvia. apenas uma vez por semana é o suficiente. Quanto ao coentro e salsa é melhor partilharem outro vaso. nem de menos. Já o alecrim. No cuidado dispensado às plantas. pois todas estas gostam de lugares iluminados. Se isso ocorrer. mas onde o sol não bata constantemente. perlite ou cacos partidos no fundo. fibrocimento e cimento são materiais que não requerem nenhum tratamento antes do plantio. devendo ser cheios com uma boa mistura de terra. as regas constituem uma das coisas mais importantes. Nem água demais. Pode fazer-se esta mistura com uma parte de terra comum de jardim. antes de ser pintada com verniz.

• Não comprimi-las para que não murchem.Plantas Medicinais Coletadas No Campo Ao coletar as plantas medicinais no campo são necessário saber que os vegetais das quais se utilizam: a) as folhas devem geralmente. • Evitar as que se encontram nas proximidades de fungos. sem manchas e não atacadas por insetos. o que as faria perder uma boa parte de seu aroma. ou no começo da primavera. • Não coletar plantas ou partes de plantas que estejam rigorosamente limpas. podem estar impregnadas com produtos químicos utilizados como adubos ou inseticidas. antes que haja rebrotado. Processamento Das Plantas Medicinais Após a obtenção das plantas medicinais. Este último destino é o que requer mais atenção. Vigiar particularmente as deposições de animais. extração de substâncias ativas ou aromáticas do material fresco e secagem do material fresco. b) as flores ou as sumidades floridas devem ser recolhidas no início da floração. diluídos em  litros de água . • Selecionar somente plantas sãs. • É necessário tomar cuidado para que as plantas que se coletem não se sujem mutuamente com a terra. normalmente o material pode seguir três caminhos: uso direto do material fresco. d) as raízes devem ser retiradas do solo quando o talo murcha. por 0 AgriculturA e PecuáriA plantas use o inseticida caseiro que é constituído de:  g de fumo de corda picado bem fino. para evitar que apareçam bolores ou fermentações. a triagem dos fragmentos que possam proceder de outras plantas. • Preparar para a dessecação o mais rápido possível. c) os frutos devem ser colhidos no início da maturação.  g de sabão de potássio neutro em pó e 0 ml de álcool. Na coleta das plantas medicinais é preciso tomar algumas precauções. que são: • Não devem ser coletadas plantas encontradas próximas de rodovias e plantações pois estas podem apresentar danificações provocadas pelos gases liberados dos escapamentos dos automóveis e. • Fazer desde o momento da coleta. ser recolhidas antes da floração. no segundo caso.

deve-se espalhar o material a ser seco em camadas finas.preservar os materiais. deve-se fazer a eliminação de elementos estranhos (terra. A secagem artificial de plantas medicinais é fundamentada no aumento da capacidade do ar de retirar a umidade da planta. Para isto podem ser utilizadas bandejas com fundo de tela plástica fina. deve-se adotar alguns procedimentos básicos para se obter um produto de boa qualidade. flores. Assim.). etc. danificadas. utilizam-se métodos que elevam a temperatura e promovem a ventilação ou simplesmente reduzem a umidade relativa do ar. as plantas colhidas e transportadas ao local de secagem não devem receber raios solares. permitindo assim a circulação de ar entre as partes vegetais e uma secagem mais uniforme. Esse processo de uso doméstico. pedras. Antes de submeter as plantas à secagem. é recomendado para regiões que apresentam condições climáticas favoráveis. protegido de poeira e do ataque de insetos e outros animais. dentro dos prazos normais de conservação. O aumen0 . aço inoxidável ou tecido com características semelhantes. as plantas colhidas inteiras devem ter cada parte (folhas. secadores. A secagem pode ser conduzida em condições ambientais ou com o uso de estufas. Outra maneira prática consiste em espalhar em camada fina o material em uma mesa ou bancada. independente do método a ser empregado. forradas com papel. São eles: • • • • não lavar as plantas antes da secagem. • • A secagem natural é um processo lento e deve ser conduzida à sombra. exceto no caso de determinados rizomas e raízes. sementes. em ambiente abrigado do sol e com ventilação. descoloridas. etc. possibilitando o uso das plantas a qualquer tempo. antes de submeter as plantas à secagem. etc. outras plantas. em local ventilado. Nesse processo. frutos e raízes) secas em separado e conservadas em recipientes individuais. devem-se separar a plantas de espécies diferentes.) e partes que estejam em condições indesejáveis (manchadas. relacionadas principalmente com a ventilação.

não fica difícil entender por que cresce diariamente o interesse de empresas. apesar de inativarem maior quantidade de enzimas. pois proporcionam “cocção” das plantas e não uma secagem. é um grande alvo para ser fornecedora de matéria-prima na produção de antibióticos. sendo US$ 0 bilhões derivados de substâncias ativas de plantas medicinais. o aumento acentuado do consumo de fitoterápicos ocorre basicamente pelos mesmos motivos do restante do mundo.Mercado O crescimento do mercado mundial de fitoterápicos é estimado em 0 a 0% ao ano e as principais razões que impulsionaram esse grande crescimento nas últimas décadas foram: a valorização de uma vida de hábitos mais saudáveis e. com os derivados de plantas medicinais correspondendo a US$ . conseqüentemente. laxantes. enquanto a ventilação vai facilitar a homogeneização do ar de secagem em toda a massa de plantas secagem. os evidentes efeitos colaterais dos medicamentos sintéticos. analgésicos. A temperatura utilizada varia de  a ºC. Particularmente a Amazônia. existe atualmente um maior número de profissionais envolvidos nos mais diversos trabalhos com plantas medicinais e/ou fitoterápi0 AgriculturA e PecuáriA to da temperatura vai também reduzir a umidade relativa do ar. A secagem artificial origina material de melhor qualidade por aumentar a rapidez do processo. entre outros. diuréticos. grupos e países desenvolvidos na biodiversidade dos países tropicais e subtropicais. é mais acessível à população com menor poder aquisitivo. antiinflamatórios. de maneira geral. Além disso. antidepressivos. que pode chegar ao mercado num tempo dez vezes menor. e o preço que. A estimativa do mercado mundial para medicamentos é de US$ 00 bilhões/ano. a comprovação científica de fitoterápicos. No Brasil. bilhão desse total. o desenvolvimento de um medicamento sintético custa em torno de US$ 00 milhões. Já a estimativa do mercado nacional de medicamentos é de aproximadamente US$  bilhões/ano. o consumo de produtos naturais. a descoberta de novos princípios ativos nas plantas. anti-hipertensivos. que tem cerca de 0 mil espécies de plantas (0% de todas as existentes no planeta e apenas aproximadamente % já estudadas). caindo para US$ 0 milhões no caso de um fitoterápico. Contudo. Temperaturas acima de ºC danificam os órgãos vegetais e seus conteúdos. Portanto. .

que a cada dia perdem o poder de competitividade diante da chamada “economia globalizada”. Para que isso ocorra. desde 000. Dessa maneira. a Embrapa Acre vem desenvolvendo trabalhos de pesquisa com espécies medicinais de ocorrência natural no Estado. viabilizar a utilização de plantas medicinais ou fitoterápicos nos postos de saúde dos municípios. Outros motivos de suma importância são os programas oficiais de saúde. pois. também são criadas alternativas econômicas para as comunidades rurais. incentivar o cultivo e coleta de forma sustentável. No Acre. Entre as ações desenvolvidas. implementados por muitos governos estaduais e municipais. capaz de melhorar a qualidade de vida das populações tradicionais do meio rural e assegurar as necessidades básicas de saúde para toda a população do meio urbano. guianensis). Dentro desse contexto. por muitas razões. um programa municipal ou estadual com plantas medicinais/ fitoterapia oficial tem tudo para obter êxito. como a unha-de-gato (Uncaria tomentosa e U. a multiinstitucionalização também é fundamental. e os estudos de propagação. deve-se ter a consciência da necessidade da multidisciplinaridade envolvida nas ações previstas para um programa como esse. Procuram também incentivar o cultivo e produção extrativa sustentável de plantas medicinais. mas a principal é a grande quantidade e variedade de matéria-prima disponível. torna-se impossível a execução das atividades. Portanto. como as ações desenvolvidas nos Estados do Ceará e Paraná. Para isso. andiroba (Carapa guianensis) e murmuru (Astrocaryum spp.cos. com objetivos bem definidos. as seguintes ações devem ser desenvolvidas: avaliar o potencial medicinal e definir estratégias para a conservação e exploração das espécies nativas. os estudos do comportamento. Conseqüentemente. onde esteja sendo 0 . sem haver uma complementação das várias áreas de especialização. crescimento e desenvolvimento dessas espécies. seja na pesquisa. é possível construir uma estrutura eficiente. em áreas de ocorrência natural. destacam-se a localização e identificação de populações naturais. fomento ou difusão.). além de realizar uma ampla campanha de divulgação nas escolas e nas comunidades em geral. Esses programas vão muito além da simples distribuição de fitoterápicos ou recomendação de uso para a população mais carente desses estados/municípios.

melhoria da qualidade de vida das populações extrativistas e a conservação de ecossistemas naturais.htm>.usp. Plantas medicinais.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O NUPLAM . Propõe-se.ibama.ciagri.NÚCLEO DE PLANTAS MEDICINAIS E AROMÁTICAS visa conciliar pesquisa científica e conhecimento tradicional. Cícero Flávio Soares. gov. Acesso em  de abr. IBAMA Flora.br/flora/plantas_medicinais. Disponível em: <http://educar.html >. incentivar e divulgar a pesquisa científica voltada para o desenvolvimento de técnicas de cultivo e manejo que garantam a sustentabilidade econômica e ecológica do uso de plantas medicinais e aromáticas e a valorização dos conhecimentos e saberes populares.gov. Plantas Medicinais. 00. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr.br/biologia/prociencias/medicinais. 00. Disponível em: <http://www.usp.sc. (Texto sobre mercado elaborado por João Alencar de Sousa e Elias Melo de Miranda) . Disponível em: <http://www2. Acesso em  de abr. Importância do cultivo no controle de qualidade de fitoterápicos. a realizar.br METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Aragão. 00 09 AgriculturA e PecuáriA executado um programa de plantas medicinais/ fitoterapia. Maiores informações: Tel: () -0 Fax: ()  9 E-mail: plantasmedicinais.sede@ibama.br/ planmedi/importancia_cultivo. Acesso em  de abr. 00. acreditando que a valorização desse conhecimento e a partilha dos benefícios dele resultante são um caminho para a geração de renda.html >.

A higienização das instalações. Inicialmente faz-se a limpeza a seco. da EMBRAPA Suínos e Aves. Essa limpeza prévia deve ser feita com água limpa. seguiremos as orientações do Comunicado Técnico n. definindo-se uma seqüência lógica para a execução das atividades. criação de aves. modo de aplicação e equipamentos utilizados IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O processo de limpeza e desinfecção das granjas de frangos de corte tem importância vital na profilaxia de doenças infecciosas. A limpeza pode ser subdividida em limpeza seca e limpeza úmida. desinfecção de granja. os procedimentos de limpeza do aviário devem ser iniciados imediatamente após a saída das aves. Nesse processo.DEsINFECÇÃO DE GRANjAs DE AvEs PALAvRAs-ChAvE Higienização de granja. Devem ser programados com antecedência. avicultura. O desempenho de uma granja está intimamente relacionada às medidas de biosseguridade adotadas. 0 . associada ao vazio sanitário é fundamental para minimizar os riscos de infecções e a quebra do ciclo de vida de determinados agentes infecciosos. Limpeza Respeitada a complexidade inerente aos diferentes sistemas de produção. avicultura Quais são os produtos químicos utilizados na desinfecção de granjas de aves. . A remoção de detritos e gorduras é imprescindível para o sucesso da desinfecção. Higienização compreende os procedimentos de limpeza e desinfecção das instalações e equipamentos e correta eliminação dos resíduos da produção. a limpeza é tão importante quanto a desinfecção. retirando-se os equipamentos e demais utensílios do aviário. “Importância da higienização na produção agrícola”. Para as informações do processo de higiene e desinfecção de granjas de aves.

o material da cama deve ser retirado do aviário. desde que não tenha ocorrido problema sanitário durante o alojamento anterior.A limpeza úmida consiste na lavagem com água sob pressão. Tanto na reutilização da cama quanto na distribuição de cama nova é indispensável que seja feita uma desinfecção prévia. os germicidas devem eliminar todos os microorganismos (bactérias. radiação) e químicos (produtos da química mineral. amontoado e coberto por pelo menos 0 dias. local em que os pintos permanecem nos primeiros dias. que consiste na queima das penas superficiais existentes sobre a cama de aviário. bebedouros e comedouros. vigas. muretas e cortinas. o agente a ser destruído. Esse procedimento é dificultado quando a cama não for removida do aviário. restos de ração e da sujeira impregnadas nos utensílios e nas paredes. Junto aos círculos de proteção. Os bactericidas são aqueles que devem destruir bactérias sob a forma vegetativa já. teto. apesar de suscitar controvérsias é um manejo freqüente nas produções de frangos. atender à relação custo x  AgriculturA e PecuáriA Nesse momento. fungos e esporos). . Faz-se a retirada da cama e de toda matéria orgânica. para que o calor e fermentação produzidos atuem na redução de patógenos. piso. Desinfecção A desinfecção de ambientes e utensílios tem por objetivo destruir microorganismos patogênicos e para tanto são utilizados agentes físicos (calor. das paredes. com o uso de um lança chamas. dos equipamentos. as condições de limpeza possíveis de serem alcançadas antes da desinfecção. Após secagem proceder a desinfecção. Para tanto. vigas e cortinas. orgânica sintética e orgânica natural). utilizando-se jatos fortes em movimentos de cima para baixo. a cama deve ser sempre nova. O desinfetante deve ter alto poder de eliminação de patógenos. inclusive as formas resistentes. entre outras. os produtos químicos bactericidas e germicidas são amplamente utilizados. Os arredores das instalações também devem ser varridos e a grama aparada. A reutilização da cama com bom estado de conservação. Nos estabelecimentos avícolas. telas. pode-se fazer uso da chamada “vassoura de fogo”. Na escolha do produto desinfetante devem ser consideradas características tais como: o local e as superfícies a serem desinfectadas.

por oxidação e pela ação do pH. com periodicidade inferior a  semanas. Os modos e equipamentos utilizados para a desinfecção variam conforme o produto utilizado. A utilização de um único princípio ativo de forma ininterrupta propiciará o aparecimento de amostras microbianas resistentes ao produto utilizado. por meio de amostragem para contagem total de bactérias presentes no ambiente. baixa toxidade. Um método bastante utilizado para avaliar a eficiência de um programa de limpeza e desinfecção é a exposi . Não existe o desinfetante ideal. de modo geral os fabricantes dos produtos indicam os meios de aplicação. Na Tabela . alto poder residual. Monitoramento da desinfecção A avaliação do processo de desinfecção deve ser realizada sistematicamente. Para evitar essa resistência é necessário elaborar um programa de desinfecção em que seja estabelecido o rodízio de diferentes princípios ativos. alguns dos seus respectivos derivados e local de uso. frente a determinados patógenos e o material a ser desinfectado. os desinfetantes atuam por meio da coagulação de proteínas.benefício. estão citados os principais princípios ativos de desinfetantes. elevada penetrabilidade e não causar efeitos adversos ao meio ambiente. A escolha de um desinfetante deve ser precedida da avaliação do potencial de atuação do princípio ativo. estabilidade em condições adversas de pH (grau de dissociação eletrolítica). Basicamente.

A análise microbiana do substrato de cama de aviário. desinfecção e correto descarte de carcaças. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs A redução dos riscos à saúde dos plantéis avícolas está associada à adoção de medidas simples mas necessárias que compõem programas de biosseguridade. Esse período permite a destruição de certos organismos não atingidos pela desinfecção.br/>. pode ser realizada pelo uso da técnica de placas Petrifilm que consistem em um sistema pronto de meio de cultura usado para avaliação da qualidade microbiólogica de superfícies por enumeração de colônias. o vazio das instalações entre alojamentos das aves é determinante para o sucesso dos procedimentos de higienização.  AgriculturA e PecuáriA ção de placas com meio de cultivo seletivo para contagem de indicadores microbianos. ventilação e incidência de sol. muitas vezes são relegados a uma importância menor. FONTEs CONsULTADAs Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA. pois esses procedimentos rotineiros que. potencializando o efeito da desinfecção. após a desinfecção. menores as condições para que microorganismos permaneçam viáveis. que se tornam sensíveis à ação de agentes físicos naturais como: aumento da temperatura. Quanto maior o tempo de “descanso” do aviário. Considera-se vazio sanitário o período em que a instalação permanece vazia após os procedimentos de limpeza e desinfecção. 00. permitem a determinação do número de células viáveis pela visualização de colônias. Disponível em: <http://www. Após serem semeadas em meio de cultura. . abertas no ambiente por tempo determinado. Suínos e Aves. Deve-se estar atento aos cuidados básicos de limpeza. Acesso em: 0 de jul. Amostras de superfície também podem ser conseguidas pelo contato direto de suabes estéreis com a superfície a ser analisada. permitindo a secagem das instalações. vazio das instalações Complementar à limpeza e desinfecção. compreendem o alicerce para a manutenção da qualidade da saúde dos plantéis brasileiros.embrapa.cnpsa.

com. BABA. Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jul.aviculturaindustrial. 00. “Importânica da higienização na produção agrícola”. 00  . Disponível em: <http://www. Alli.. Edison. Concórdia – SC. in Revista Avicultura Industrial. n. Et. Acesso em: 0 de jul. dez.JAENISCH. Fátima.br>. de 00. in Comunicado Técnico. . “Limpeza e desinfecção em granjas de frango de corte”.

baga de mamona. entre outras matérias graxas de origem animal) e óleos e gorduras residuais (resultantes de processamentos domésticos. polpa de abacate. semente de colza. amêndoa do coco de dendê. querosene vegetal. metanol ou Etanol. diferenças entre biodiesel e querosene vegetal PALAvRAs-ChAvE Saber as diferenças básicas entre querosene vegetal e biodiesel. Destilação das glicerinas (resultando resíduos e glicerinas) e purifica AgriculturA e PecuáriA DIFERENÇAs ENTRE BIODIEsEL E QUEROsENE vEGETAL . constituído de uma mistura de ésteres metílicos ou etílicos de ácidos graxos. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Biodiesel: O que tem sido denominado de BIODIESEL é um combustível renovável. os óleos de peixes. amêndoa do coco da praia. Utilizações: farmacêutico. caroço de algodão. Processo de produção: Preparação da matéria-prima Reação de transferência com uso de catalisadores Separação das fases: fase pesada (recuperação do álcool da glicerina) e fase leve (recuperação do álcool dos ésteres).Biodiesel. sucedâneo ao óleo diesel mineral. gorduras animais (o sebo bovino.a banha de porco. energético e químico. respectivamente. caroço de oiticica. biodegradável e ambientalmente correto. obtidos da reação de transesterificação de qualquer triglicerídeo com um álcool de cadeia curta. semente de girassol. semente de maracujá. semente de linhaça). amêndoa do coco de babaçu. o óleo de mocotó. polpa do dendê. Matérias-primas: óleos vegetais (grão de amendoim. alimentício. comerciais e industriais).

por Portaria Ministerial e Decreto Presidencial. a qual entrou em domínio público. de 90. concentrava os interesses nos negócios de combustíveis no Brasil. de colza. de marca “Bandeirante”. em90. turbo hélice. duas patentes de invenção. mais uma vez. Dia do Aviador. Nos Estados Unidos a normalização emana das Normas ASTM D-. Utilizações: predominantemente energético (aviação). foi a primeira patente. valendo para o autor. lamenta-se a inexistência do apoio de quem. Infelizmente. por lei e direitos exclusivistas. cana-de-açúcar. o combustível foi aprovado e homologado pelo CTA – Centro Técnico Aeroespacial. de dendê. Foram requeridas ao INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial. no dia  de outubro de 9. o querosene vegetal para aviões à jato estava pronto. das quais uma foi homologada. fato este que tem retardado a homologação do combustível. e. óleos de soja. os países subdesenvolvidos não têm o hábito de possuir tecnologia. do biodiesel e do querosene vegetal de aviação. Aquele projeto de pesquisa foi o sustentáculo de todas as atividades da PROERG.ção dos ésteres (resultando o biodiesel). Na Europa a normalização dos padrões para o biodiesel é estabelecida pelas Normas DIN . recebendo a denominação de PROSENE. uma honrosa comenda. pois estão sempre comprando essa preciosa mercadoria. No Brasil ainda não existe uma norma técnica própria para as especificações do biodiesel. de algodão. hoje diretor da TECBIO) e o Tenente Brigadeiro Délio Jardim de Matos (Ministro da Aeronáutica).  . No final de 9. Querosene vegetal: De um pacto realizado entre Expedito José de Sá Parente (autor do então Prodiesel. A patente homologada do novo combustível foi doada para o Ministério da Aeronáutica. uma aeronave nacional. a Medalha do Mérito Aeronáutico. Após exaustivos testes em turbinas em bancada. pelo tempo e desuso. E. de amendoim. de girassol. decolou de São José dos Campos para sobrevoar Brasília. de babaçu. Matérias-primas: capim. a nível mundial. foi desenvolvido na PROERG um sucedâneo vegetal do querosene de aviação. A Patente PI –009.

Departamento de Química. Disponível em: <http://www. Miguel Dabdoub.com.br>. Acesso em: 0 de dez. Samir Sayed NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de dez. 00. energética.As principais diferenças entre o biodiesel e o querosene vegetal consistem: Quanto às matérias-primas: o biodiesel pode ser obtido através de gorduras animais e resíduos. química e farmacêutica. 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs . para fazer o querosene vegetal é necessário mais refinamento e aditivos para a obtenção de potência para os aviões (isso implica mais custos). Prof. Universidade de São Paulo.br>. E-mail <migjodab@usp. REFERêNCIAs LADETEC-USP: Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas. enquanto o querosene vegetal somente usa óleos vegetais.cfm>. Quanto às utilizações: o biodiesel geralmente tem larga utilização na indústria alimentícia.br/ladetel. Dr. Faculdade de Filosofia. 00. Ciências e Letras de Ribeirão Preto. TECBIO. enquanto o querosene vegetal tem seu uso focado no fornecimento de energia para o setor de aviação. Disponível em: <http://dabdoub-labs. Acesso em: 0 de dez. Quanto à fabricação: o querosene vegetal tem mais etapas de processamento que o biodiesel.com.tecbio.

DOENÇA EM PLANTIO DE MORANGO PALAvRAs-ChAvE Morango. em plantação de morangos IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A doença pinta preta. DE 0 DE JULHO DE 00. pedúnculos. profundas e firmes. folhas. aliada à  . embora Colletotrichum fragariae possa. meristemas apicais e parte superior do rizoma. uma necrose. através de mudas contaminadas. A forma conhecida por Flor Preta produz. A doença é causada pelo fungo Colletotrichum acutatum. segundo INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº . O Estado de São Paulo está entre os maiores produtores de morango do Brasil. A dificuldade por parte dos produtores em identificar sintomas em mudas. frutos. com as regiões de Bragança Paulista. e os frutos novos e em desenvolvimento tornam-se escuros e mumificados (secos). conhecida como pinta preta. como já dito. Em frutos já desenvolvidos podem aparecer manchas marrons. doença. que ocorre em plantações de morangos. em pequena escala. Campinas e Sorocaba se destacando como as principais produtoras do Estado. Além da alta rentabilidade ( %). essa rosácea desempenha importante papel social. provavelmente. O C. é mais conhecida como Flor Preta. pinta preta Auxílio para combater doença. pois viabiliza pequenas propriedades e aumenta a oferta de empregos no campo Atualmente. acutatum pode infectar. A introdução do patógeno em áreas isentas é feita. morangueiro. também produzir sintomas em flores. além das flores. ao lado de Rio Grande do Sul e Minas Gerais. a Flor Preta é considerada uma das principais doenças da cultura do morangueiro podendo causar perdas que variam entre 0 e  %. nos ramos florais. da ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – do Ministério da Agricultura e do Abastecimento.

podendo ocasionar prejuízos significativos. quando as mudas atuam como inóculo primário. Outra atitude a ser tomada é a escolha de culturas de morango mais resistentes à Flor Preta. acutatum seja considerado como difícil. o fungo poderá sobreviver no solo em restos de cultura. acutatum. 9 AgriculturA e PecuáriA carência de cultivares com um bom nível de resistência. praticar rotação de culturas. tem mostrado baixos índices de contaminação deste fungo. A partir daí. e às áreas que se pretende fazer o plantio. favorecem a doença. propiciando o aparecimento desses fungos. O plantio deve ser feito em áreas bem drenadas dando preferência à irrigação por gotejo. sendo mais severa nas fases de florescimento e frutificação. Quanto mais frio e menos úmido melhor. favorece a introdução da doença em novas áreas. embora se possa fazer um tratamento de mudas por imersão com fungicidas. Por ser uma cultura de inverno. Adubações pesadas de N e P podem promover um aumento da incidência da doença. é fundamental a utilização de mudas sadias. se possível. principalmente via água de chuva ou de irrigação. o morango tem na umidade um fator de risco para a produtividade. para que o morango não apodreça rapidamente. Deve-se também eliminar completamente os restos culturais e. o inóculo secundário é responsável pela infecção de flores e frutos. O que se deve fazer é escolher uma cultura que se encaixe o melhor possível ao clima. tecnologias largamente empregadas pelos produtores. portanto deve se ter uma adubação equilibrada. a altitude e ao solo da região. A doença é favorecida por temperaturas amenas. . embora não existam culturas tão eficazes assim. ou se acentue a umidade que favorece a ploriferação do C. Além disso. O modo natural de combate à Flor Preta se circunscreve a algumas práticas preventivas como uma acurada atenção ao clima. que servirão como fonte de inóculo para os cultivos posteriores. Uma vez iniciada a doença. ao invés de plástico preto. Esses fatores fazem com que o controle de C. com revolvimento do solo e solarização. e a proteção do solo com cobertura vegetal. Em caso de chuvas.A cobertura do solo com plástico preto “mulching” e a irrigação por aspersão. o que existe são algumas com resistência muito baixa como “IAC Campinas” e “Dover”. no sentido de se verificar algum histórico da doença no local. recomenda-se cortar a irrigação.

al. Disponível em <http:// www... “Praga ataca plantações de morango”./dez. se possível.O uso de fungicidas no controle de doenças na cultura do morangueiro constitui prática importante para garantir a sustentabilidade da produção de morango. Instituto Biológico. o Prochloraz. SciELO Brasil. 00. 00. J.sp. São Paulo.-... n. o auxílio de um agrônomo. alguns fungicidas apresentaram melhor resultado. v.. contudo.gov.php?script=sci_ arttext&pid=S0100-41582001000300016> acesso em  de jan. 00. Arq. Em duas culturas.pdf> acesso em  de jan.abhorti0 . Efeito de Fungicidas em Colletotrichum acutatum e Controle da Antracnose do Morangueiro.. atmosféricas e de solo da região. KOSOSKI. “Controle Químico da Flor Preta (Colletotrichum Acutatum Simmonds) do Morangueiro em Condições de Campo”. p. atualmente não existem fungicidas que possam ser oficialmente recomendados para o controle da Flor Preta. e na terceira cultura o Fluazinam. sobre o controle químico da Flor Preta. 00. Disponível em <http://www. REFERêNCIAs DOMINGUES. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se. DOMINGUES. obtiveram um melhor desempenho. pois reduz as perdas provocadas pelas doenças e melhora a qualidade do produto final colhido.. Inst.. em  de ago. Principalmente no que se refere à substituição do tipo de morango utilizado por um mais adequado as condições climáticas.br/scielo. et. do Instituto Biológico de São Paulo. al. Biol.br/arquivos/V68_2/domingues. et. especialista em fitopatologias. J. 00. Disponível em <http://www.. et. 0 de set. Pois somente com uma análise apurada do plantio e das condições agronômicas do local é que se poderá com certeza definitiva optar por um tratamento mais adequado ao problema. R. seguido pelo Difeconozale.biologico. seguido pelo Prochloraz. Rafela M. Apesar disso. matéria publicada no Jornal Correio de Uberlândia. Centro de Sanidade Vegetal. jul. Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. segundo pesquisa de R. em 00. e reproduzido pela Associação Brasileira de Horticultura. se mostraram mais eficazes. No entanto.al. em testes com três diferentes culturas.scielo.

http://www.asp?id=1266> acesso em  de jan. 00.com. 00  AgriculturA e PecuáriA cultura. Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jan.srjundiai.Sindicato Rural de Jundiaí.br/News/Default. 00. .htm acesso em  de jan.br/morango.com.

Haverá desenvolvimento de tecido granuloso na região afetada. ovinos. () é possível tratar esta doença sem retirar os animais do pasto? A melhor maneira de prevenir o aparecimento da enfermidade é não deixar os animais em locais de solo úmido e em instalações com acúmulo de fezes. caprinos É possível tratar esta doença sem retirar os animais do pasto? Há casos em que o produtor é obrigado a sacrificar o animal? O animal afetado pela doença pode ser consumido? Quais os produtos de última geração recomendados para tratar essa doença? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Podermatite ou Pododermite É uma enfermidade de natureza contagiosa que afeta os cascos dos caprinos e ovinos. falta de apetite e emagrecimento progressivo. () O primeiro sinal é a claudicação acompanhada da inflamação local. O casco apresenta-se edemasiado. podendo atuar ainda no processo infeccioso o Staphylococcus e o Streptococcus sp. doenças.DOENÇAs EM OvINOs PODODERMATITE PALAvRAs-ChAvE Pododermatite. Umidade excessiva do solo e acúmulo de fezes nas instalações e nos cascos favorecem o desenvolvimento do agente etiológico na região. O processo inflamatório estende-se até o espaço interdigital. O casqueamento periódico do rebanho é recomendável. As instalações deverão ter piso ripado para todos os sistemas de criação. A infecção é causada principalmente pelo Spherophorus necrophorus e Fusiformis nodosa. quente e dolorido. principalmente no inverno. Quando o tratamento não é prontamente efetuado. uma vez que evita o acúmulo  . o estado geral do animal estará comprometido com aparecimento de febre. posteriormente haverá necrose progressiva com desprendimento do tecido mole do casco e formação de pus de odor pútrido.

Cursos: UOV. Preço: R$. na proporção de :. Neste trabalho. Universidade On Line de Viçosa.uov. Esta consiste em antibiótico à base de penicilina em pó e sulfa. Em seguida todo o tecido necrosado deverá ser removido.() INDICAÇõEs: Publicação sobre “Pododermatite em caprinos e ovinos: prevenção e controle” pode ser encontrada na EMBRAPA.br. Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba.00. acessado em /0/00. () Quais os produtos de última geração recomendados para tratar essa doença? O tratamento consiste na limpeza do local afetado com água oxigenada ou solução fisiológica. A aplicação de antibiótico parenteral associado a anti -inflamatório será feita conforme o caso. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.  AgriculturA e PecuáriA de lama e fezes nos cascos que predispõem o aparecimento do processo infeccioso. http://www. A medicação a ser administrada será no local da lesão. Fonte: http://www.htm. por apresentarem infecções e possível estado febril. dos anos de 00 e 00. O animal afetado pela doença pode ser consumido? Animais portadores de pododermatite não deverão ser enviados para o abate.br.cnpc.com. Recomenda-se o uso do pedilúvio com solução de sulfato de cobre.embrapa. acessado em  Abril 00 Conhecer o material apresentado no Simpósio de Ovinos e Caprinos de Corte. de 0 páginas são apresentadas informações quanto aos sinais clínicos. repetese o tratamento até a cicatrização total. número do telefone: () 9. formol ou tintura de iodo a %. diagnóstico.embrapa. O isolamento do animal em local limpo e seco se faz necessário para não disseminar a enfermidade no rebanho. existindo o risco de toxinfecção alimentar. pela EMEPA.gov. isola-se o local com atadura de gaze. Glória Lourdes. http://www. com a Dra. () . tratamento e medidas de controle e prevenção da pododermatite.br/COT43.há casos em que o produtor é obrigado a sacrificar o animal? Somente o veterinário poderá diagnosticar e aplicar as medidas necessárias.

• Cuidado com os ventos gelados. • Cuidado com a chuva. no ano de 00 “demonstraram que estas não precisam ser sofisticadas para o acabamento de cordeiros. Além de ser importante para o crescimento do capim. Um experimento apresentado no IV Simpósio sobre Recursos Naturais e Sócio-econômicos do Pantanal. Correntes de ar frio são um pe . • Desinfecção mensal ou mesmo quinzenal de instalações e áreas de repouso dos animais. • Medidas de manejo. apartações em lotes por idade. com desinfetantes apropriados e concentrações ideais para a desinfecção (geralmente com cal virgem seco. ou qualquer umidade. a lama. Vacinação e remédios. Sugere-se conhecer as diferentes raças. Região mais adequada para criação. (MS). tipos de instalações.Algumas informações adicionais importantes: Instalações. Este é um assunto de extrema importância que afetará o rebanho. • Vazio sanitário em época estratégica do ano (manter os pastos sem animais). O criador deve consultar profissionais da área. Estas devem ser feitas com base no conhecimento do comportamento dos ovinos. que esclarecerão sobre os pontos cruciais e mais vulneráveis e fará acompanhamento da saúde do rebanho. Para combater os males são sugeridas as seguintes medidas preventivas): • Quarentena para animais recém adquiridos ou que viajaram e tiveram contato com outros rebanhos. creolina ou fenóis. Há instalações simples que podem ser adotadas como em sistema de semiconfinamento que são simples e econômicas. Prevenções. • Calendário profilático de vacinações e vermifugações no decorrer do ano. formol e vassoura-de-fogo). O mais importante é o manejo. embora os ovinos sejam bem adaptáveis á diferentes climas. • Evitar altas lotações ou aglomerações desnecessárias de animais. a alimentação o fornecimento de água e a saúde do rebanho que não devem ser precários. a chuva também propicia um ambiente favorável para vermes e bactérias que se instalam no solo úmido e nas gramíneas. em Corumbá. para melhor avaliar o manejo sanitário e alimentar. respeitando seu hábitos e necessidades básicas”. juntamente com o criador.

para males diversos é de suma importância para a exploração animal.. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA . Acesso em:  de abr. Manter uma farmácia com vários tipos de medicamentos.com.br/ovinos/utilid36. 00.• • CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Independe da resposta acima ressalta-se a necessidade de consultar profissional da área (veterinário) para diagnóstico e indicação do tratamento adequado.nogueirafilho. lembrando que uma simples lesão em poucos dias pode se tornar uma situação grave e complicada. Disponível em: <http://www. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA rigo para animais novos.br/ordenha_higienica.unesp.htm>. Disponível em: <http://www. 00. Acesso em:  de abr. . Inspeção periódica rigorosa.htm>. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de abr. Manejo de caprinos leiteiros.fmvz. .

recomenda-se a Imersão em água. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O palmito de pupunha apresenta o tipo de dormência conhecida como tegumentar ou exógena e isso ocorre quando as sementes viáveis de algumas espécies não germinam. A simples imersão das sementes em água. secagem e adubação direta. e está relacionada com a impermeabilidade do tegumento ou do pericarpo à água e ao oxigênio. palmito pupunha Como quebrar a dormência do palmito pupunha. tais como a cumarina ou o ácido parasórbico. nas condições da floresta. Já foram testados vários métodos como: Escarificação. germina normalmente. Neste caso.DORMêNCIA DO PALMITO PUPUNhA PALAvRAs-ChAvE Palmito. Os fungos e as bactérias presentes no solo. à temperatura ambiente (ºC) elimina o problema. a semente é dormente porque os tecidos que a envolvem exercem um impedimento que não pode ser superado. ou com a resistência mecânica do tegumento ou do pericarpo ao crescimento do embrião.  . é o que causa a secagem excessiva das sementes. impedindo-as de absorver água e iniciar o processo germinativo. sendo conhecido como dormência imposta pelo tegumento. em muitos casos. Esta é a mais comum das categorias de dormência. podem minimizar este tipo de dormência ao degradarem o tegumento das sementes. que normalmente é decorrente de longos períodos de armazenamento. o embrião destas quando isolado. mesmo sob condições favoráveis. Porém. com a presença de inibidores químicos no tegumento ou no pericarpo. Se os métodos de quebra de dormência testados pelo cliente não deram resultados.

00 http://www.org.htm Acesso em 0 de jun.com.00 http://www. htm Acesso em 0 de jun. trate as sementes com água sanitária comercial diluída na proporção de :.iciag.fruticultura. os resíduos da polpa devem ser removidos esfregando as sementes em peneira de malha grossa.Em seguida.pick-upau.br/composer.edu.br REFERêNCIAs Disponível em: <http://www. Acesso em: 0 de jun. Após isso.ufam. Troque a água diariamente para evitar fermentação excessiva. Cultivo da Pupunha para Palmito no Acre  AgriculturA e PecuáriA Passo-a-Passo Selecione os frutos.arvoresbrasil.gov. mantendo-as nesta solução por  minutos.com.ufu. deixando-as de molho por um período de  a  dias. As sementes que boiarem devem ser descartadas.ambientebrasil.rsa. Lave-as novamente em água corrente e deixe-as secar a sombra por um dia. sem contudo estarem dormentes. pois provavelmente não germinarão.00 http://www.00.00 http://www.br/?pg=arvore_definicao_semente> Fonte: EMBRAPA./florestal/palmitojucara. pois com a secagem elas perdem rapidamente o poder germinativo. veja outros sites sobre o assunto: http://www. . as sementes devem ser lavadas com água.br/mundo/palmito_ecologico/palmito_pupunha.fflorestal.br/sementes/caract_especies. as sementes devem ser semeadas o mais rápido possível.php3?base=.html#Dormência%20em%20p almeiras Acesso em :0 de jun. As sementes de algumas espécies apresentam dificuldades para germinar. html&conteudo=.br/palmaceas. corte-os e retire as sementes manualmente. Feito isso. e se necessário.sp./florestal/index.html Acesso em: 0 de jun.

embrapa. 00. A.html> BERGO. L. LUNZ.pdf>. Disponível em: <http:// www. DATA DE FINALIzAÇÃO  . .http://www. C. Embrapa Acre. “Cultivo da pupunha para palmito no Acre”.cpafac. Nome do técnico responsável Cristiane de Lima Quadros 0 de jun. Acesso em:  de mar.br/pdf/cirtec31.ibict. p.br/pdf/cirtec31.pdf SBRT – Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas Disponível em: <http://sbrt.embrapa. 000. Rio Branco. P.cpafac. de 00.br/upload/sbrt2437. M.

pois a partir dele poder-se-á definir objetivos e assim identificar melhor quais informações.br. viabilidade do negócio. Assim aconselha-se que se faça um plano de negócio. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O negócio de envasar mel em sachê tem um potencial mercado consumidor. cuja site é: http://www. sachê. encontrar-se-á Resoluções que dispõem sobre embalagens e equipamentos plásticos em contato com alimentos. necessidade de pesquisa sobre o potencial mercado consumidor. dever-se-á buscar. Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. conhecimento técnico para que se produza um produto adequado às normas de vigilância sanitária.anvisa. além de conhecimento na área de apicultura. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (http://www. embalagem para mel.br). Com relação às exigências sanitárias relativas ao envasamento de mel em bisnaga. pois esse negócio demanda um investimento considerável. mas a viabilidade ou não do negócio depende muito das condições do empreendedor. exigências sanitárias. abelha PALAvRAs-ChAvE Obter informações sobre o negócio de envasamento de mel em bisnaga (sachê): equipamentos utilizados no processo de envasamento. além das acima listadas.gov. Caso existam dúvidas na formulação do plano de negócio aconselha-se buscar ajuda junto ao SEBRAE.com. mel. bisnaga. consultando o site da Anvisa. Em contato com essas disposições gerais poder-se-á identificar as partes que se referem à situação (mel envasado em um dado material plástico) e a partir do identificado poderse-á tomar as devidas precauções no sentido de adequar o produto às exigências sanitárias.Envasar mel. sebrae. As disposições que são de interesse ao cliente: 9 AgriculturA e PecuáriA ENvAsAMENTO DE MEL EM BIsNAGA .

Abaixo serão apresentados alguns equipamentos. de  de outubro de 00. máquinas ltda. Resolução – RDC número . Plastline Tel: () 9-009/ 9.net/ms_equipamentos.com.h. que dispõe sobre a aprovação e inclusão na lista positiva de aditivos destinados à elaboração de embalagens e equipamentos em contato com alimentos e respectivas restrições desses aditivos.br/guia/site.html . com os respectivos fornecedores: Seladora de Rádio Freqüência semi-automática SRF-SA Maq Sel Máquinas Seladoras LT. Ellis Maas.guiadaembalagem. Com Relação a fornecedores de mangueira de P.br Mangueira de P.jhm. São Paulo–SP cep: 09-000. Disponível em: http://www. Disponível em: http://e-legis. End: Av.C.l l l Resolução número 0.anvisa..php?id=5773 .kit.htm . 9 – capão redondo.no Guia de Embalagem (http://www. de  de janeiro de 00. bvs. que apresenta disposições gerais para embalagens e equipamentos plásticos em contato com alimentos e seus anexos.: () –  – .asp?whichpage= 0 .m. Tel / fax.C. Envasadora j. Disponível em: http://e-legis.php?id=103 . Site: http://www.gov.RDC número .com. para envase em sache. de 9 de maio de 999. Resolução .V.br/leisref/public/showAct. estrada da capelinha  mogi das cruzes sp cep : 00-90 telefone : () - fax : () - E-mail : jhm@jhm.maqsel.com.br/leisref/public/showAct. que dispõe sobre aprovação da inclusão das substâncias e suas respectivas restrições nas seguintes listas positivas para embalagem plásticas e equipamentos plásticos em contato com alimentos.V.bvs.br Site: http://www.br/alimentos/legis/especifica/embalagens.

Maq Sel Máquinas Seladoras LT.abimaq.kit. que se procure formar parcerias ou se busque empréstimos em órgãos de fomento como.org. Associação Brasileira de Normas Técnicas.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Tendo em vista o considerável custo dos equipamentos necessários para implantar o negócio aconselha-se que. Acesso em  de maio 00 ABIMAQ Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.INDICAÇõEs: NORMAS TÉCNICAS: ABNT. por exemplo. Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia ANVISA Agência Nacional de Vigilância Sanitária. BNDES.br/>. Disponível em: <http://www. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA 3&pagesize=13&classe=19). Disponível em: <http://www.br>. Acesso em  de maio 00.abnt.gov. Disponível em: <http://www.html>.anvisa. http://www. net/ms_equipamentos.maqsel.com. . Acesso em  de maio 00. poder-se-á encontrar outros fornecedores. caso não se disponha de capital para bancar o negócio.

mais um álcool anidro. enquanto que o gás carbônico emitido pela queima de petróleo é um  . O uso de uma tonelada de biocombustível evita a produção de até . o que lhe confere lubricidade. Relação dos equipamentos para a produção de biodiesel. equipamentos para produção de álcool anidro. na presença de um catalisador ácido ou básico. toneladas de dióxido de carbono. Isso acontece porque mesmo liberando o gás como resíduo da combustão do motor. portanto não-renovável) e que é obtido a partir da reação de um óleo vegetal. Um dos principais motivos do uso de biocombustíveis na atualidade é a preocupação que se tem com a emissão de gases responsáveis pelo aumento do efeito estufa no planeta. O biodiesel pode ser utilizado puro. como combustível. derivado de um ácido graxo de origem natural e que pode ser produzido através da reação de triglicerídeos com metanol ou etanol. misturado com óleo diesel (desde B até B0) ou usado como aditivo ao óleo diesel. este gás é o mesmo que o assimilado pela planta no processo de fotossíntese. Quimicamente é definido como um éster monoalquilado. substituto do óleo diesel (proveniente do petróleo e. e é assim chamado de B00. de motores a combustão. Aspectos gerais do uso de óleos vegetais como fonte de energia. gordura animal ou resto de óleo animal ou vegetal utilizado no processo de cocção (fritura). com capacidade de produção de uma tonelada por hora e relação de equipamentos para a desidratação de etanol.EQUIPAMENTOs PARA BIOCOMBUsTÍvEL PALAvRAs-ChAvE Equipamentos para produção de biodiesel. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Aspectos gerais e uso do biodiesel O biodiesel é um combustível renovável. sendo necessária a adição de um catalisador para acelerar o processo de reação.

o gasto de energia para a sua produção é de cerca de trinta e seis porcento da energia total produzida na sua combustão. o biodiesel evita a emissão de enxofre. a partir do óleo de mamona. Na época de assimilação deste gás pelas plantas.excesso que foi assimilado por plantas a milhões de anos atrás. abacate ou óleo usado são. geralmente. o que evita extinções em massa e prejuízos futuros para a humanidade. Os biocombustíveis e o biodiesel Apesar de todas as vantagens do biodiesel. adaptados ao clima quente daquela época. quanto particulares. ainda no quesito ambiental. liberado na queima de derivados do petróleo e outras substâncias tóxicas que causam problemas respiratórios nas grandes cidades e desenvolvimento de chuvas ácidas. nem no lixo comum. Silmar  AgriculturA e PecuáriA . O biodiesel pode vir a ser um substituto do petróleo o que coloca o país produtor em posição estratégica no que se refere a independência energética e beneficia o desenvolvimento de pequenos produtores e empreendedores. expostas na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE). o mesmo não era excessivo para os seres vivos que lá viviam. se liberado. que hoje são um grave problema para as florestas (principalmente nas florestas do Canadá) e monumentos constituídos de mármore. Assim o uso de biocombustíveis. pode ser proveniente de culturas mais viáveis economicamente. que é nacional e expõem trabalhos de estudantes de todo o país. Estas estão. que não pode ser descartado no esgoto (o que torna o tratamento de esgoto muito mais caro. além de entupir pias). produzido a partir de óleo usado para fritura pode vir a solucionar o problema do descarte deste óleo. o biodiesel. evita uma possível mudança climática. Ocorre todos os anos na Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e a entrada é gratuita. Entretanto. além do desenvolvimento sustentável de diversas regiões. mesmo. Além disso. este. já que os seres desta época não estão adaptados ao clima quente que este mesmo produziria como conseqüência do aumento do efeito estufa. hoje. de acordo com o Dr. pois o óleo vegetal usado. Por fim. constituirá um excesso. causada pela liberação de dióxido de carbono em excesso (para esta época). tanto de escolas públicas. porém. principalmente quando usado puro. do girassol e mesmo do abacate e de plantas nativas de diversas regiões brasileiras. como a da mamona. como o dendê. Hoje muitas tecnologias para pequena produção de biodiesel. produzidas por estudantes de segundo grau.

a qual diminui a viscosidade do óleo e permite o seu uso sem danificar o motor. mas pode-se entrar em contato com o Engenheiro Arthur Augusto Alves. o uso desta pequena porcentagem junto ao óleo diesel e gasolina. Recomenda-se o acesso ao link do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SBRT) sobre equipamentos para a produção de biodiesel. Assim. essa mistura se torna viável para o pequeno agricultor. que pode diminuir seus gastos.Denucci. Equipamentos para a produção de biocombustíveis A empresa brasileira “Soyminas Biodiesel” desenvolveu toda a sua tecnologia para a produção de biodiesel a partir de óleo de girassol e nabo forrageiro. Além disso. Apesar de ainda não se conseguir usar o óleo puro. produzindo menos poluição. sem ter que possuir todo o maquinário para a produção do biodiesel. Acesso em:  de abr de 00. O principal problema do uso do óleo vegetal sem passar pela reação de esterificação é que a sua viscosidade. sem passar pela reação de esterificação. já se desenvolveu uma mistura de trinta porcento de óleo vegetal.org/biofuel. que além de demandar muita energia. acaba por gerar resíduos no motor conforme o tempo de uso. recomenda-se o acesso ao sítio da Associação “Journeytoforever”. Um dos projetos da CATI. Hoje. da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo é desenvolver tecnologias que beneficiem o uso do óleo vegetal diretamente no motor. Telefone para contato: () - / e-mail: <soyminas@soyminas. é cara. Para saber mais acerca dos debates sobre o uso dos biocombustíveis. que desenvolveu parte da tecnologia da “Soyminas Biodiesel” que pode ajudar no esclarecimento de dúvidas sobre biodiesel. os quinze porcento são gastos no processo de prensagem do fruto ou semente para a produção do óleo.ind. a utilização de um biocombustível é muito mais eficiente do que o uso do biodiesel. html>. Ela não vende mais as máquinas responsáveis pela produção de biodiesel. com o desenvolvimento de tecnologias de prensagem baratas. Disponível em: <http://journeytoforever.  . com versão em inglês e espanhol. o uso do óleo vegetal puro. da CATI (Coordenadoria de Assistência técnica Integral). tecnologias e outras fontes de energia renováveis. produzida na combustão. gasta apenas quinze porcento de sua energia. para sessenta porcento de óleo diesel e cinco porcento de gasolina.br>. No caso. com combustível. já diminui o percentual de uso de combustíveis fósseis.

ABIODIESEL. tanto como pessoa física como jurídica.ibict. que não deveriam ser emitidas. para entender mais sobre os diversos processos de desidratação do álcool. metanol e biodiesel. Acesso em.br/>. com uma seleção de conteúdos sobre o mundo do biodiesel. Disponível em:<http://www.htm>.ibict. já que os biocombustíveis não lançam na atmosfera gases tóxicos como o enxofre e não emitem. Disponível em: <http:// www.que informem sobre outras fontes de energia. Acesso em:  de abr de 00. a “Dedini S/A Indústrias de base” fornece tecnologia para produção de álcool anidro e biodiesel.br/upload/sbrt983. Pode-se associar.como o “journeytoforever” e ao sítio do CENBIO (Centro Nacional de Referência à biomassa) da Universidade de Campinas (Unicamp) . Além do biodiesel aqui abordado. Acesso em:  de Abr de 00.pdf>.br/upload/sbrt2099. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A substituição dos derivados de petróleo por fontes renováveis e ecologicamente corretas possibilita que problemas recorrentes da saúde pública atual possam ser evitados.biodiesel. já que os seres vivos não estão adaptados a esta quantidade de gás na atmosfera (o gás em si não faz mal.ibict.  de abr de 00.br/pt/index. Recomenda-se o acesso ao link do SBRT. além de notícias nacionais e internacionais.dedini. Por fim. CENBIO.cenbio.Desidratação de álcoois Recomenda-se o acesso ao link do SBRT sobre etanol.  AgriculturA e PecuáriA Disponível em: <http://sbrt. Disponível em: <http://www.sbrt.pdf>.org.br/upload/sbrt783. recomenda-se o acesso a sítios . . com.sbrt. mas sim a mudança climática acarretada pelo aumento do efeito estufa).pdf>. como outros biocombustíveis ou energia solar. Acesso em:  de abr de 00.org. reservas de dióxido de carbono. Acesso em:  de abr de 00. Disponível em: <http://www.br/>. para veículos automotores. através de sua queima. Recomenda-se o acesso a ABIODIESEL (Associação Brasileira das indústrias de biodiesel) Os associados têm desconto nos eventos promovidos pela associação e seus parceiros e acesso completo ao Centro de Estudos. Acesso em:  de abr de 00. Disponível em: <http://www.

Acesso em. Acesso em:  de abr de 00. Acesso em:  de abr de 00.sbrt. Dedini S/A Indústrias de base.html>.br/pt/index.gov. html>.cenbio.br>. recomenda-se o acesso ao link do SBRT sobre biodiesel.sp.cati. Disponível em: <http://journeytoforever.org/biofuel. Soyminas Biodiesel. Camila Gomes Victorino NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr de 00  .biodiesel. CATI. Disponível em:<http://www. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de abr de 00.  de abr de 00. CENBIO. Acesso em:  de abr de 00.dedini. SBRT.  de abr de 00.ibict.br/>.br/>. óleo de girassol e de soja.br/upload/sbrt894. Para entender mais sobre biodiesel a base de óleo de girassol. Doutor Silmar Denucci da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral. Acesso em:  de abr de 00. divisão Ataliba Leonel.sbrt. Acesso em:  de abr de 00. Acesso em:  deabr de 00. ABIODIESEL. REFERêNCIAs Associação “Journeytoforever”.“journeytoforever. Telefone () -00.htm>.ibict. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www.org.soyminas. Acesso em. org/biofuel.br/>.ind. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www.pdf>.org. Disponível em: <http://journeytoforever. br/>.com. Disponível em: < http://www.

tanchagem. reunidas em espigas. quando estão bem maduras. sete–nervos. como em solos cultivados e pastagens. forma ovular. principalmente em jardins. pronunciadas na face superior e ainda mais na basal. () Propagação: Por sementes Uso fármaco terapêutico: dor de garganta. ondulados. ricos em matéria orgânica e com boa umidade. transage. beiras de estradas e junto a muro. cor verde-cana pálida. pomares. Parte utilizada: As folhas e sementes. bactericida. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Nome Científico: Plantago lanceolata. Origem: Européia. expectorante. anti-inflamatório. gramados. transagem. transage. adstringente. desenvolvendo-se mais intensamente em locais abertos. Folhas dispostas em forma de ramalhetes. antidiarreica. percorridas por nervuras curvilíneas. muci-  AgriculturA e PecuáriA ERvA ChAMADA TANsAGEM . Prefere solos arenosos. plantagem. vegetando espontaneamente em quase todo o país. depurativa. vivaz. cicatrizante. diurético. A colheita das flores deve ocorrer nos meses de agosto a março e as sementes separam-se da espiga no fim do verão. Nome Popular: Tansagem. mas perfeitamente aclimatada no Brasil. As sementes são laxativas. cinco-nervos. transagem. tranchagem. Descrição: Planta herbácea atingindo de  a cm de altura. pecíolos longos. bordos levemente recortados. Flores bem pequenas. cor branco-amareladas.Tansagem. Constituintes químicos principais: Heterosídos (aucubigenina). radicais. com ráquis atingindo até 0. tanchagem PALAvRAs-ChAvE Informações sobre a erva Tansagem. raiz fasciculada e frutos tipo cápsula. e de caule aparente. Família: Plantaginaceae. tanchagem – maior.0 m.

anti-hemorrágico. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . Indicação. taninos (.usp. para cicatrizar. bronquite e catarros. Infusão da folha seca: 0g em um litro de água fervente. cicatrizante. Beber uma xícara  vezes ao dia. Indicações para amidalite. 00. alantoína. Preparo e Posologia: O chá das folhas é adstringente.esalq. No caso de hemorróidas use no banho de assento que ajuda acabar com as inflamações. estomatite. varizes. Mastigação de pedaços de folha.lagens. furúnculo.br/siesalq/pm/isanete3. paulatinamente. Isanete Geraldini Costa. para gargarejos. Acesso em: 0 de out. purificador do sangue. Uso interno: para problemas respiratórios: tosse. ferimentos abertos.%). faringite. pp -9. glicosídeos (aucubina). Chá de uma folha seca ou verde com uma pitada de sal de cozinha. “Plantas medicinais e aromáticas no sistema único de saúde da região sul de Cuiabá-MT”.00. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de out. por isso é usado nas hemoptises e úlceras gástricas. pdf>. Monografia apresentada ao Departamento de Agricultura da Universidade Federal de Lavras. expectorante. para a cura dos males da garganta. Carlos A. V. Disponível em <http://www. para a obtenção do título de especialista em Plantas Medicinais. Formas farmacêuticas habituais: Infusão. de A. alcalóides ( plantagonina. REFERêNCIAs BIESKI. sob a forma de emplasto. decocção (chás). Uso externo: úlceras e feridas – folhas frescas trituradas. como parte das exigências do curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Plantas Medicinais: manejo. indicaína). uso e manipulação. ácido clorogênico e ursólico.

DF. conserva PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Informações sobre variedade de ervilha especial para conservas. l Outra vantagem da 'AXÉ' é alta produção de massa verde. o material é de alto valor protéico e possui boa aceitação para a alimentação animal.MG. O material abaixo é um reprodução parcial do material produzido. mas pode ser também destinada ao mercado de grãos debulhados.Ervilha. Após levantamento junto a EMBRAPA. Características da nova cultivar Altura das plantas (cm) Tipo de folha (normal) 0 AfAf 9 AgriculturA e PecuáriA ERvILhA . Patos de Minas e Iraí de Minas . obtida após o processo de remoção dos grãos verdes nas indústrias. tanto em ensaios como em áreas comerciais. Ervilha axé Esta nova cultivar de ervilha verde foi desenvolvida especialmente para a agroindústria (grãos verdes enlatados e grãos congelados). verificou-se que a variedade mais indicada é a Ervilha Axé. A cultivar Triofin foi utilizada como fonte de resistência ao oídio. Apresenta bom nível de resistência de campo ao oídio (Erysiphe pisi DC). Além disso. acima de 0T/há. l Altas produtividades são obtidas mesmo na presença de baixas leituras tenderométricas (). A ‘AXÉ’ é uma linhagem F do cruzamento do F (‘Plus’ x ‘Triofin’) com a cultivar Bolero. Produtividade superior em relação às cultivares existentes atualmente no mercado: l Em torno de 000 Kg/ha têm sido obtidos na região de Brasília .

A tecnologia de produção para cultivo a nova cultivar encontra-se na publicação “Cultivo da ervilha”.Hortaliças. No Rio Grande do Sul recomendase a semeadura nos meses de julho e agosto. Disponível 0 . Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária . DF Fone: () -9000 Fax : () - FONTEs CONsULTADAs ERVILHA AXÉ. editada pela Embrapa Hortaliças. .embrapa. 00.Caixa Postal  CEP 09-90 Brasília. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Verificar junto a Embrapa Hortaliças os produtores desse cultivar.0 verde  0  0 A ‘AXÉ’ deve ser cultivada em locais de clima ameno. Na região centro-oeste recomenda-se semeaduras de abril a junho e em locais com altitudes superiores a 00 metros.htm>. Disponível em: <http://www.cnph.Inicio do florescimento (dias de germinação) Colheita de grãos verdes (dias após inicio da germinação) Resistência ao oídio Numero de grãos por vagem Numero de vagens por planta Diâmetro dos grãos (mm) Cor dos grãos Unidade de calor até o florescimento Unidade de calor até o inicio da colheita Maciez do grãos (leitura de tenderômetro) Peso aproximado de 000 sementes (g)   Mediante resistente . Acesso em:  de jul. .br/cultivares/ ervilha3. Os dados de contato são: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro Nacional de Pesquisa de Hortaliças Ministério da Agricultura e do Abastecimento BR 00 Km 09 Brasília/Anápolis .

cnph. . 00.br/>.embrapa. Acesso em:  de jul.Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jul. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA em: <http://www.

O Grupo Ostrich do Brasil. após essas duas atividades o falo deve ser recolhido na bolsa cloacal onde permanece protegido. A exposição continuada do falo é quase sempre resultado de um processo de acidente que resulta em infecção que deve ser tratada adequadamente por um veterinário experiente em estrutiocultura. sob risco de perder-se o animal como reprodutor. criação de avestruz Busca informação sobre a exposição externa excessiva do falo de um macho de avestruz. Uma publicação muito indicada para os criadores de avestruz é o livro: “A Criação do Avestruz: Guia completo de A a Z” escrito por Celso Carrer. Marcelo Kornfeld e Márcio Carvalho e editado pela EDUSP. Na sua criação há um macho de avestruz que expõe o falo excessivamente e não tem galado a fêmea. enfermidades. avestruz. No entanto. Roberto Arana. Como descobrir a causa do problema? Será um problema muscular? Poderá ter alguma infecção? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O falo do avestruz normalmente é exposto de forma rápida em duas situações diferentes: a) Ao final do processo de excreção.EXPOsIÇÃO EXTERNA DO FALO DE AvEsTRUz PALAvRAs-ChAvE Estrutiocultura. quando urina e defeca e b) Pouco antes de realizar a cobertura na fêmea que se dá várias vezes ao dia durante a época de reprodução.  . através do professor Celso Carrer. disponibiliza seu telefone para qualquer contato de auxílio técnico.o que se traduz em menos postura. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se a procura de uma assistência técnica de qualidade para resolver esse problema. O número é: (9) -00.

Disponível em: <http://www. br/pecuaria/avestruz/index. Acesso em  de mar.php>.Avicultura industrial. Criar e Plantar .aviculturaindustrial. Disponível em: <http://www. 00.uniavestruz.edusp. Caio Bendazzoli NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar.com.br>.Avestruz. Acesso em  de mar. Sinopse do livro A Criação do Avestruz: Guia completo de A a Z).portaldoavestruz. Acesso em  de mar.com. Portal do Avestruz. br>. Universidade do Avestruz: Disponível em: <http://www. Acesso em  de mar. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA . Acesso em  de mar. Disponível em: <http://www.Editora da Universidade de São Paulo. 00. asp?id=11359&tipo_tabela=produtos&categoria=avestruz>.com. Disponível em: <http:// www. Acesso em  de mar.br/site/dinamica. Disponível em: <http://www.aviculturaindustrial. 00. br>. EDUSP .br/>. 00.com. com.criareplantar. 00. 00.com.

A produção no Brasil é pequena e quase totalmente absorvida pelo mercado externo. gengibre africano. o nome oficial do gengibre é Zingiber officinale roscoe. num estudo britânico. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Conforme o prof. Cultivo Os rizomas da planta. mas se transforma em várias plantas em vez de uma só. O gengibre vem sendo usado pelos chineses desde . óleo essencial de gengibre.00 antes de Cristo como condimento carminativo para ajudar na digestão. jamaicano. Há muitas variedades comerciais de óleo essencial de gengibre e são classificados de acordo com sua origem geográfica como.EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE GENGIBRE PALAvRAs-ChAvE Gengibre. o solo ideal deve ser argilo-arenoso. que o gengibre reduz a incidência de vômito tanto quanto algum medicamento sintético como a metoclo-pramida (plasil). por exemplo. O gengibre é tido erroneamente como raiz quando na verdade é um rizoma. são os responsáveis pela propagação vegetativa. Para o cultivo.0 e a correção com calcário deve ser feita no mínimo três meses antes do plantio. extração de óleo essencial Saber qual é o método ideal para extração de óleo essencial de gengibre e se o mercado é interessante economicamente. Uma diferença fundamental num rizoma. as partes subterrâneas e comestíveis. é que se quebrarmos um pedaço de um rizoma ele não morre (como acontece com a raiz). e . A cultura necessita de muita água. que é um caule subterrâneo de uma raiz. o plantio deve ser feito no início da estação das chuvas. O gengibre prefere solos com pH entre . cochinês (de Cochim no sul da Índia). Adão Roberto da Silva. Os sulcos de plantio precisam ter cerca de  centímetros de profundidade  . mas não suporta encharcamento. De acordo com os técnicos do Instituto Agronômico do Paraná. Foi comprovado. fértil e de boa drenagem.

a irrigação e o controle de pragas. colesterol elevado. Saindo de uma caldeira. Carecendo ainda de evidências científicas. portanto. À medida que este processo acontece. mudanças vasculares devido ao envelhecimento peniano e impotência. madeiras e algumas flores. é preciso cobri-lo periodicamente com terra). Depois de plantados. os rizomas são cobertos com uma camada de 0 centímetros de terra. Os rizomas estão no ponto de colheita quando as folhas começam a amarelar. as literaturas médica e popular fazem referência ao gengibre como sendo útil no tratamento de depressão. O ciclo da planta varia de sete a dez meses. destilado. Em muitos casos. uma camada de óleo essencial que é separado através de decantação. zingibereno e bisaboleno. normalmente é indicado para obterem-se óleos essenciais de folhas e ervas. o vapor circula através das partes da planta forçando a quebra das frágeis bolsas intercelulares que se abrem e liberam o óleo essencial. Forma-se então. o gengibre necessita de alguns tratos culturais: a chamada “amontoa” (o rizoma cresce para cima. Propriedades dos compostos A atividade do gengibre pode ser atribuída ao seu óleo essencial que é responsável pelo odor característico e uma mistura volátil de óleoresina é responsável por sua pungência. é chamada de água floral. Embora resistente. mostrando-se útil tanto em preparados para a pele. A destilação a vapor é feita em um alambique onde partes frescas da planta e algumas vezes secas são colocadas. as sensíveis moléculas de óleos essenciais evaporam junto com o vapor d´água viajando através de um tubo no alto do destilador onde. Os componentes principais dos óleos essenciais são os sesquiterpenos. passam por um processo de resfriamento através do uso de uma serpentina e se condensam com a água. mas nem sempre é indicado para extrair-se o óleo essencial de sementes. A extração do óleo essencial é feita principalmente pelo método de destilação a vapor: É o método mais comum. Se fizer uma inalação é bom para gripes e resfriados. Seu óleo essencial pode ser usado em compressas para amenizar dores. Ela retem muitas das propriedades terapêuticas da planta. na parte superior desta mesma água obtida. úlcera péptica.e a distância recomendada entre os rizomas é de  a  centímetros. hidrosol ou hidrolato. logo em seguida. os hidrosóis são preferidos aos óleos essenciais devido a serem mais  AgriculturA e PecuáriA . A água que sobra de todo o processo depois de retirado o óleo. reumatismo. raízes. como até mesmo de uso oral no tratamento da saúde interna. artrites.

br/upload/sbrt1133. principalmente em se tratando de crianças ou quando uma maior diluição dos óleos se faz necessária. Acesso em:  de set.com. 00.html Acesso em:  de set. acima citadas. http://sbrt.br/upload/sbrt1353.suaves.html?PHPSESSID=c61a1443fbff10682ea6e 691d9ed3ab7 .html Acesso em:  de set.br/upload/sbrt1213. http://sbrt. consulte as seguintes respostas técnicas: http://sbrt.ibict.html Acesso em:  de set. Para obter informações sobre o mercado utilize o serviço de consultoria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE: Postos de atendimento do Escritório Regional Sorocaba: Escritório Regional Sorocaba Endereço:Rua Cesário Mota 0 Bairro: Centro CEP: 0-00 Telefone: () - Fax: () - E-mail: sorocaba@sebraesp. 00. 00.br  .ibict. 00.br/upload/sbrt1375.ibict.ibict.br/upload/sbrt1363. consulte Resposta Técnica já elaborada através do link abaixo: http://sbrt. http://sbrt.ibict.html Acesso em:  de set. Para obter outras informações sobre extração de óleo essencial de outros substratos. entre elas: l l l l Hidrodestilação Solvente Prensagem a Frio Turbodestilação e Hidrofusão CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para saber mais sobre as outras técnicas de extração de óleo essencial de gengibre. Porém. http://sbrt.br/upload/sbrt1284.html Acesso em:  de set.br/upload/sbrt1105.ibict.ibict. 00. http://sbrt.ibict. http://sbrt. há ainda outras formas utilizadas na obtenção deste óleo. 00. 00.br/upload/sbrt1169.html Acesso em:  de set. 00.html Acesso em:  de set.

Disponível em : <http://www. . Disponível em: <http:// sbrt. Fabiana Rocha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 9 de set. SBRT . 00. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Itu Posto de Atendimento ao Empreendedor de Itu Endereço: Rua do Patrocínio 9 Bairro: Centro Telefone: () 0-/0 Atendimento: de ª a ª feira. php> Acesso em /09/00.br>.ibict.vidaintegral.br/complem/aromaterapia7. das 0h às h.REFERêNCIAs Para que serve o óleo essencial de gengibre? Jornal Vida Integral. Acesso em:  de set.com.Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.

Foram realizados estudos. a pesquisa trará uma mudança bastante significativa. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o pesquisador Prof. Nilson Maia do Instituto Agronômico de Campinas. Com o cultivo de manjericão.EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE MANjERICÃO E ILINOL PALAvRAs-ChAvE Extração de óleo manjericão. é possível alcançar um rendimento alto em áreas relativamente pequenas.gov.sp. Outra vantagem é que da produção da muda a colheita. O óleo de linalol é extraído do pau-rosa. do Instituto Agronômico (IAC-APTA) Telefone (9) - e-mail nilson@iac. é possível produzir um novo óleo a partir do manjericão e capacitar agricultores para fornecer as indústrias perfumistas o novo produto. Para a atividade do produtor. porém com porcentagens menores.br  . porém de maneira predatória. enquanto que o cultivo do pau-rosa toma aproximadamente três décadas. linalol Saber a viabilidade da extração de óleo de linalol através da plantação de manjericão. INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: Nilson Maia do Centro de Análise e Pesquisa Tecnológica do Agronegócio de Horticultura. madeira originária da amazônia. O agricultor que se dedicar a produção do manjericão e tiver a sua própria destilaria poderá gerar cerca de dois mil dólares/hectare. a planta requer quatro meses. onde foi verificado a existência deste mesmo óleo no manjericão.

SP e para ser viável os produtores devem estar a uma distancia de 0 a 0 Km da destilaria.A extração do óleo de manjericão está em um projeto piloto em uma destilaria na cidade de Votuporanga . Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .

bunge. por exemplo: Bunge. extrato hidrossolúvel de soja Informações sobre processo de produção de extrato de soja solúvel e de farinha de soja texturizada. texturizado de soja. farinha de soja. Pesquisador da Embrapa Agroindústria de Alimentos. a partir do qual pode se fazer a farinha de soja texturizada. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Na Resposta Técnica  presente no site do SBRT. para finalmente ser secado em um secador. José Luis Ramírez Ascheri. onde o pré-cozido é cozido e cortado.br/ (Acesso em:  de out. 00). o Dr. Doutor Ascheri afirma. extrato de soja. por um processo que consiste em submeter o desengordurado a pré-cozimento. é feito do desengordurado de soja. dentre os quais se destaca o curso: “Processos de Extrusão de Alimentos: aspectos tecnológicos para o desenvolvimento e produção de alimentos para consumo humano e animal”. 00).embrapa.EXTRAÇÃO DE sOjA PALAvRAs-ChAvE Soja. Sobre esse curso pode-se obter maiores informações pelo endereço: http://www.br/upload/ sbrt1236. também.pdf (Acesso em  de out. sendo posteriormente levado a uma extrusora.ibict. Finalmente com relação à produção de extrato hidrossolúvel de soja. Mercado esse composto basicamente por multinacionais.sbrt. no endereço: http://www. cujo site é: http://www. deve-se consultá-la. desengordurado de soja. Serviço Brasileiro de Resposta Técnica.com. Vale ressaltar que a Embrapa oferece uma série de cursos referentes à atividade agropecuária.ctaa. 00).00 mil reais) e que tem um mercado bastante concorrido. que o texturizado de soja. farinha texturizada de soja.br/ (Acesso em: 9 de out. portanto. afirmou ser esse um empreendimento que demanda muito investimento (por volta de 0. a dissertação de mestrado: “Avaliação bioquímica e nutricional do 0 . Já com relação à produção de farinha de soja texturizada. encontram-se instruções detalhadas de como se produzir extrato de soja.

pelo site www.htm (Acesso em 9 de out. pode fornecer informações fundamentais. Planta Piloto de Tecnologia de Cereais Avenida Das Américas 90 . Disponível em:<http://www.usp.esalq. como de instituições e de documentos.usp.esalq. Resposta Técnica . 00) ou por telefones que podem ser obtidos no endereço: http://www. Finalmente. Disponível em: <http://www.cnpso.embrapa.br EMBRAPA Soja. Carlos Augusto V.br/>. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Uni AgriculturA e PecuáriA extrato hidrossolúvel obtido de farinha de soja desengordurada e emulsificada”. 00) têm-se referências de um livro relativo a farinha de soja. com o objetivo de obter maiores informações.pdf> Acesso em:  out.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Na Resposta técnica acima referenciada existem indicações. José Luis Ramírez Ascheri Pesquisador Embrapa Agroindústria de Alimentos. 00. Fone: () 0-99 Fax: () 0-090 E-mail: ascheri@ctaa. Dr.br/html/receitas.br (Acesso em 9 de out. Também no endereço: http://www. Acesso em:  de out. pode-se entrar em contato com o departamento de Agroindústria Alimentos e Nutrição da ESALQ.br/departamentos/lan/ (Acesso em: 9/0/0). Disque Tecnolo-gia/CECAE-USP.cnpso.embrapa.br/ upload/sbrt1236. Já no endereço: http://dedalus.br:4500/ALEPH/POR/ FZE/FZE/FZEA/FULL/0570739? (Acesso em 9 de out.Guaratiba CEP: 00-0 Rio de Janeiro . caso tenha maiores dúvidas. .RJ -Brasil.ibict. que devem ser consultados. 00) pode se encontrar uma série de receitas à base de soja. REFERêNCIAs BOTELHO. cuja referência completa se encontra abaixo. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. de Arruda. 00. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária especializada em Soja.embrapa.usp.sbrt. ESALQ/USP. tanto de outras Respostas técnicas.

99.N.br>.esalq. MONTEIRO.usp. Viçosa: S.versidade de São Paulo. Disponível em: <http://www. 00. Acesso em 9 de out. Endereço da referência: Disponível em: <http://dedalus.br:4500/ALEPH/POR/E– SA/ESA/ESALQ/FULL/0609886>.Universidade Federal de Viçosa na área de agroquímica 99. Marcia Regina Pereira. Acesso em: 9 de out. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de out.usp. Avaliação bioquímica e nutricional do extrato hidrossolúvel obtido de farinha de soja desengordurada e emulsificada. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . 00. Dissertação (mestrado) -. p..

. e Serviços Ltda Rua Jose Carlos Coutinho 9 Caruaru (PE) Número do Telefone: () -90  AgriculturA e PecuáriA FABRICAÇÃO DE OssINhOs PARA CÃEs . ele deverá ser lavado em equipamento chamado Fulão. l Dar nozinhos nas tiras para dar forma de osso l Secar os ossinhos em estufa. l Depois dos 0 minutos. http://www.abimaq. Processo passo-a-passo l De acordo com o peso do couro a ser utilizado. Fabricantes de Fulão HVR Ind. em temperatura entre 0 e 0 graus Celsius. Willys de Souza Jr.br) o processo de fabricação é dividido em duas partes e a matéria prima utilizada para a fabricação é a raspa de couro em tripa. Com. por mais ou menos uma hora. bate-se o couro. no Fulão. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o Eng. analista de Informação/Ceimaq/ Abimaq (Associação Brasileira de Fabricante de Máquinas e Equipamentos. l Retirar o couro do Fulão e cortá-lo em tiras. por 0 minutos. produto para cão. tipo palito para cães. l Repetir o processo acima. desta vez com água fria em solução de água oxigenada de % a . com água fria em diluição de % a % de sulfato de amônia. Esta lavagem dura em torno de 0 minutos. l Bater por mais uma hora.Ossinhos para cães.% . couro digerível PALAvRAs-ChAvE Saber qual é o processo correto e a formulação da massa para se fabricar couro digerível.com.

00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . S/N Caxias do Sul (RS) Número do Telefone: () -0 Disponível em: < http://www. Karl W. Acesso em  de set. Schinke.  Novo Hamburgo (RS)/ Número do Telefone: () 9- CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Além do fornecido acima.  Novo Hamburgo (RS) Número do Telefone: () 9- Disponível em: <http://www.com. Disponível em: <http://www..masterequipamentos. aconselha-se procurar médico veterinário ou/e entre em contato com a ABIMAQ.com.br>. REFERêNCIAs ABIMAQ . analista de Informação/Ceimaq/Abimaq/ Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de set. Schine.br> Fabricante de Estufas Master Equipamentos Industriais LTDA Rua Dr.ind.br> Michelon Fuloes e Molinetes LTDA Travessa Thompson Flores.Master Equipamentos Industriais Ltda Rua Dr. Willys de Souza.Associação Brasileira de Fabricantes de Máquinas e Equipamentos. Karl W. 00.abimaq. Engenheiro . Jr.michelon. caso precise de maiores informações.

para comercialização. e representa um dos ingredientes de maior importância utilizado em rações animais. torta de soja PALAvRAs-ChAvE Informações de como é transformada a torta de soja (resíduo do esmagamento) em farelo de soja. pela indústria alimentícia. O farelo de soja é obtido a partir da moagem dos grãos de soja. que estão sendo atribuídas à cada ingrediente. por processo mecânico e/ou químico. assim como todos os outros ingredientes. O farelo de soja. A soja é uma das mais importantes culturas agrícolas mundiais. Para isso. que é destinado para consumo humano. Entretanto. para extração do óleo. afim de garantirmos que os ingredientes realmente possuam nutrientes com a qualidade e quantidade. que queremos fornecer. não é suficiente para garantirmos que realmente todos os nutrientes estarão disponíveis para os animais nas quantidades desejadas. somente o fato de formularmos uma dieta com níveis nutricionais adequados a cada espécie animal. deve sempre ser analisado para avaliarmos as suas características nutricionais  AgriculturA e PecuáriA FARELO DE sOjA . sendo sua produção destinada para a obtenção de óleo e farelo. (L) Merril). um controle de qualidade das matérias-primas que constituem as rações. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Definição do Produto Entende-se por farelo de soja o produto resultante da extração do óleo dos grãos de soja (Glycine max. A nutrição animal adequada visa atender a todos os requerimentos nutricionais dos animais para que estes expressem todo o seu potencial produtivo. é fundamental que tenhamos.Farelo de soja. O controle da qualidade de todas as matérias-primas utilizadas nas rações é fundamental para monitorarmos a qualidade dos nutrientes. além de outros fatores.

que têm o objetivo de monitorar o padrão nutricional do ingrediente. a soja é uma planta leguminosa. Proteína Bruta. que podem ser afetados pelo processamento térmico inadequado do grão de soja. Portanto com a inativação da enzima urease teoricamente os fatores antinutricionais estariam destruídos. o monitoramento através de análises bromatológicas. destruídos pelo calor. A análise de atividade ureática é um bom indicativo de processamento térmico adequado ou inadequado do farelo de soja ( Tabela: ). influenciando diretamente em seu valor nutricional. passa por uma série de processamentos que podem afetar a sua qualidade nutricional.e também a qualidade de seu processamento.. antes que o ingrediente seja incluído em rações de aves e suínos.0 até no máximo de 0. evitando-se com isso perdas no desempenho animal e em resultados econômicos na produção. existem algumas análises específicas. como resultado dessa análise podemos observar que atividade ureática com valor de pH variando de 0. como: Atividade Ureática e Proteína Solúvel que determinam a qualidade e disponibilidade dos nutrientes no farelo de soja. Para monitorarmos a qualidade do processamento a qual submetemos o farelo de soja. tem o objetivo de evitar que farelos de soja de baixa qualidade sejam utilizados nas rações. indicam que o farelo passou por um adequado processamento térmico. Análise de Atividade Ureática Esta análise tem como objetivo determinar a destruição dos fatores antinutricionais presentes no grão de soja. o farelo de soja. objetivando a destruição dos fatores antinutricionais. ambos são termolábeis. A composição nutricional do farelo de soja deve ser avaliada através de análises bromatológicas como: Umidade. Sua metodologia consiste em determinar a redução na atividade da enzima urease. e que é destruída pelo calor.  . presente no grão de soja. como: inibidores de tripisina. hemaglutininas. Portanto. Fibra Bruta. Existe uma correlação direta entre os fatores antinutricionais e a urease. que devem ser destruídos pelo processamento térmico. e outros. Além disso. Cálcio e Fósforo. Por se tratar de um subproduto obtido após a extração do óleo de soja. que possui alguns fatores antinutricionais para os monogástricos. De uma maneira geral essa análise determina se o farelo de soja recebeu processamento térmico suficiente para inativar os fatores antinutricionais presentes no grão de soja.

 AgriculturA e PecuáriA Existem no entanto. Sendo assim. tendo mantido quase inalterada a qualidade de sua proteína. solúvel em KOH.0.0 0. . O grão de soja pode apresentar até 00% de sua Proteína Bruta. algumas limitações para os resultados encontrados na análise. em alguns casos. melhor a disponibilidade da proteína e dos aminoácidos para o animal. foi determinado ainda a presença de  a % dos fatores antinutricionais no farelo de soja. Contudo. Para a classificação do farelo de soja em relação a quantidade de proteína solúvel ( tabela- ) encontrada em análises.Tabela 1: Padrão de Atividade Ureática do Farelo de soja Classificação Excelente Boa Regular Deficiente Atividade Ureática 0. com um mínimo de desnaturação. com o objetivo de destruirmos os fatores antinutricionais presentes.0 .0 . observamos que a medida que submetemos o grão de soja ao processamento térmico. A proteína solúvel é aquela disponível para a absorção pelo animal. verificamos uma queda na solubilidade da proteína e consequentemente uma queda na disponibilidade da proteína e dos aminoácidos para os animais. A estatística mostra que em algumas análises de atividade ureática com valor próximo de zero. quanto maior a quantidade de proteína solúvel.0.0 0. .30 solubilidade da Proteína em hidróxido de Potássio ( KOh ) Esta análise consiste em uma segunda metodologia para se avaliar a qualidade do farelo de soja processado. podemos considerar que o farelo que apresentar proteína solúvel acima de 0% passou por um adequado processamento térmico. mesmo com a análise de atividade ureática ao redor de zero. >0. afetando diretamente a disponibilidade da proteína e dos aminoácidos presentes no farelo. Proteína solúvel abaixo de 0%.0. Trabalhos na literatura indicam que. ou seja. indicaria a ocorrência de uma desnaturação significativa na proteína da soja. Existe também um correlação direta da qualidade no processamento do farelo de soja com a quantidade de proteína solúvel presente neste farelo. ainda assim poderemos encontrar inibidores de tripisina no farelo.

apresentaram respostas diferentes no desempenho dos animais.Tabela 2: Padrão de solubilidade da Proteína em KOh no Farelo de soja Classificação Excelente Boa Razoável Deficiente Solubilidade em KOH > % > 0% > % < % Resultados destas análises mostram que amostras de diferentes farelos de soja com solubilidade da proteína acima de 0%. enviadas a nosso laboratório foram submetidas a análises de Atividade Ureática e Proteína Solúvel. E com isso nos permite trabalhar com maior garantia de estarmos fornecendo nutrientes em qualidade e quantidade bem próximas àquelas as quais estamos formulando. Como conclusão podemos verificar que tanto a Atividade Ureática como a análise de Proteína Solúvel nos indicam sobre a qualidade de processamento recebido pelo farelo de soja. oriundos de diversos fornecedores nacionais. Avaliação da Qualidade de Farelo de soja Realizamos um estudo com o objetivo de avaliar a qualidade do processamento de farelo de soja. ou seja. Os resultados são apresentados nos gráficos a seguir: Gráfico 1: Distribuição dos Resultados de Proteína solúvel (%) Fonte: Poli-Nutri Alimentos Ltda  . e portanto sobre a qualidade nutricional deste ingrediente. dentro do padrão mínimo para o ingrediente. Aproximadamente 00 amostras. de farelo de soja.

. evidenciando que a qualidade empregada no processamento do farelo de soja. evidenciando que a grande maioria das amostras encontram-se dentro do padrão esperado para o ingrediente. Como conclusão do estudo podemos verificar que a maior parte das amostras analisadas apresentaram resultados de Atividade Ureática e Proteína Solúvel dentro do padrão mínimo esperado para o ingrediente.% das amostras estão fora do padrão esperado para o ingrediente. que dificulta a digestão do animal. contribui para a obtenção de um ingrediente de alto valor nutricional e de extrema importância para a manutenção dos resultados de desempenho e viabilidade econômica das atividades ligadas a produção animal. o que evidencia que apenas .% das amostras analisadas apresentam Proteína Solúvel acima de 0% de solubilidade.% das amostras apresentam pH para urease entre 0. O telefone para contactar a pesquisadora é () -. e apenas . 9 AgriculturA e PecuáriA Conforme gráfico anterior podemos verificar que aproximadamente 9. para inibir a enzima tripsina.% estão abaixo das especificações de qualidade desejada para o farelo de soja. da EMBRAPA Soja. Recomenda-se a leitura do artigo Norma de identidade.. o farelo de soja a ser utilizado como ração deverá sobre um tratamento térmico. qualidade. na grande maioria dos fornecedores.Gráfico 2: Distribuição dos Resultados de Atividade Ureática Fonte: Poli-Nutri Alimentos Ltda Os resultados das análises de Atividade Ureática das amostras mostram que aproximadamente 9.0 e 0. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Segundo a pesquisadora Vera Denassi.

sc. amostragem.htm.htm>.htm >. disponível em: http://www. FONTEs CONsULTADAs Poli-Nutri Alimentos Ltda.com.embalagem.br/html/institucional/empresa. apresentação.cidasc. Esta norma tem por objetivo definir as características de identidade. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 . armazenamento e transporte do farelo de soja que se destina a comercialização interna.sc.cidasc. Acesso em: 0 ago. Acesso em: 0 ago. Disponível em: <http://www..polinutri.br/html/institucional/empresa.gov. 00 Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 ago.gov. marcação e apresentação do farelo de soja. Disponível em: <http://www. qualidade. Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina.br/ conteudo_artigos_anteriores_janeiro. 00.

defendida no ano 000 no Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília –CDS/UnB. A pesquisadora realizou experimentos com a técnica em um assentamento formado por pequenos agricultores familiares. Esta técnica. ricas em macro e micro nutrientes indispensáveis ao desenvolvimento das plantas. O mecanismo básico do funcionamento da fertilização por “rochagem” é o seguinte: ao longo do tempo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A melhora na fertilidade e a recuperação de solos degradados através da utilização de uma mistura adequada de rocha moídas é uma técnica que vem sendo desenvolvido e aplicado com bastante êxito no Brasil. promovendo a sua fertilização. foi o tema da tese de doutorado da pesquisadora Suzi Huff Theodoro. e quer saber como pode obter o produto e quais as empresas que o comercializam. desde que exista a disponibilidade de rochas com características apropriadas para a fertilização.Adubação. fertilização. A pesquisadora argumenta que o uso da técnica apresenta benefícios econômicos e ambientais. obten-  AgriculturA e PecuáriA FERTILIzAÇÃO DO sOLO . batizada de “rochagem”. pó de rochas. porque apresenta um custo menor em relação aos fertilizantes químicos convencionais e porque permite a fertilização do solo sem promover a sua degradação. Acrescenta ainda que qualquer tipo de solo pode beneficiar-se da técnica. São utilizadas principalmente rochas vulcânicas. a água proveniente da chuva ou dos mecanismos de irrigação vai desprendendo os nutrientes presentes nas rochas e deixando-os disponíveis na terra. A rochagem pode ser feita a partir do uso dos rejeitos gerados pelas pedreiras e pelas empresas de mineração das proximidades. obtendo resultados surpreendentes. rochagem PALAvRAs-ChAvE Pretende realizar a adubação de sua horta/pomar através da utilização de pó de rochas.

suas aplicações e seus custos.mibasa. portanto.do-se um produto a um custo praticamente nulo.com. contendo todos os micro e macro nutrientes necessários e sendo livres de substâncias tóxicas. Segue abaixo o contato de duas empresas que comercializam este produto: Mineração São Judas Ltda. Este é o grande trunfo da técnica: ela pode ser aplicada a partir de materiais que antes eram descartados como resíduos. e passaram a comercializarem fertilizantes elaborados a partir de pó de rochas. Muitos deles são certificados pelo Instituo Biodinâmico como produtos aprovados para a agricultura orgânica.mibasa. php CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se entrar em contato com as empresas indicadas para trocar informações mais detalhadas a respeito dos produtos.htm Contato via e-mail através do site: http://www. são atividades que devem ser realizadas por cientistas ou profissionais especializados nestas áreas de conhecimento.  . Produto: Itafértil Tratar com Wilma Telefone: () -09 Grupo Mibasa Produto: Melhorador de solos MB- Site do produto: http://www.br/display. a determinação da composição da mistura e da dosagem de aplicação. Entretanto. Isso a torna ao mesmo tempo ecológica e barata. Estes produtos são especialmente desenvolvidos para a finalidade de fertilização e correção de solo. Atualmente já existem empresas no ramo de mineração que perceberam que poderiam utilizar seus resíduos de forma lucrativa.br/camp_continua. obter o pó de rocha desta maneira envolve a escolha de quais são os tipos de rochas disponíveis mais adequados para o tipo de solo. Estas atividades envolvem alguns testes laboratoriais e um conhecimento aprofundado nas áreas de geologia e/ou agronomia.com. e principalmente a identificação de quais são os materiais que não estão contaminados por elementos tóxicos.

FERTILIZAÇÃO da terra pela terra: uma alternativa de sustentabilidade para o pequeno produtor rural.unb.00.00. é imprescindível contar com a orientação de um especialista nas áreas de geologia e/ou agronomia. Disponível em: http://www.br/portal/pages/publico/expandir. V. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Caso queira utilizar um produto elaborado a partir de resíduos de rochas disponíveis localmente.FONTEs CONsULTADAs TERRA fértil em prol dos excluídos.universia.org. Acesso em: 9 de set.br/ acs/bcopauta/agricultura1. Acesso em: 9 de set.html>. de A.br/html/materia/materia_daih.com. Acesso em: 9 de set. Disponível em: <http://www.fbb.00. Disponível em: <http://www. . Carlos A.htm>. PÓ de rocha vira terra fértil em prol dos excluídos. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 9 de set.fbb?codConteudoLog= 1789>. O uso indiscriminado de rochas inadequadas ou contaminadas pode causar sérios danos ao solo e ao meio ambiente.

aconselha que para cada fruta deve se ter uma embalagem diferente. são necessários estudos específicos relativos a cada espécie de fruta para que as pretendidas embalagens possam ser feitas. Instituto Brasileiro de Frutas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o professor Ricardo Alfredo Kluge. sob coordenação do professor Ricardo. que levando em consideração as características dos respectivos gases. Portanto. conservação de frutas. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo. aconselha-se entrar em contato com o Laboratório de Fisiologia e Bioquímica Pós-colheita da ESALQ/USP. segundo Cloves Ribeiro Neto. Nesse sentido a produção de embalagens que promovam uma maior conservação das frutas deve ser feita. Nesse sentido. a partir de controle da liberação desses gases. promovam uma maior conservação das frutas. Também. embalagens que promovam a conservação de frutas devem fazer com que se reduza à concentração de oxigênio e aumente a de gás carbônico na região atmosférica próximo a dada fruta. assim. INsTITUIÇõEs: Contatar as instituições:  . os principais gases liberados por frutas durante o amadurecimento são o etileno e o gás carbônico. FRUTICULTURA PALAvRAs-ChAvE Frutas. para que se possam desenvolver embalagens. técnico da IBRAF. fruticultura. gases exalados por frutas Informações gerais sobre os gases liberados pelas frutas durante o processo de amadurecimento. O professor Doutor Ricardo Alfredo Kluge ressalta que cada fruta tem características gasosas especificas e.FIsIOLOGIA DAs FRUTAs. principalmente. embalagens para frutas.

br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/1313510?>. Conservação de goiabas ‘Kumagai’ em diferentes temperaturas e materiais de embalagem.) Cultivar Taubaté.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/1046814? >.sp.usp.usp. 00. Informação disponível em: <http://dedalus. a leitura dos textos abaixo Efeito da embalagem e do armazenamento no amadurecimento do caqui (diospyros kaki l.usp. Acesso em:  de jul.ITAL . Informação disponível em: <http://dedalus.Instituto Brasileiro de Frutas Site: http://www.br/ .ital. 00.Instituto de Tecnologia em Alimentos Site: http://www. cv. 00.gov. Utilização de atmosfera modificada na conservação pós-colheita da goiaba ‘Kumagai’. 00. Acesso em:  de jul. br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1127653?>. Informação disponível em: <http://dedalus. Informação disponível em: <http://dedalus. Utilização de embalagem de polietileno na conservação de caquis ‘Giombo’ durante o armazenamento refrigerado.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/1199280?>.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/1196395?>.br/ CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se. Giombo.ibraf.  AgriculturA e PecuáriA IBRAF . Acesso em:  de jul. Influência da embalagem de polietileno na remoção da adstringência e na qualidade de caquis (Diospyrus kaki L. Informação disponível em: <http://dedalus. 00.org.usp.).usp. Embalagens para conservação refrigerada de goiabas. Acesso em:  de jul. sentido de obter mais informações. Acesso em:  de jul. armazenados sob refrigeração.usp. Informação disponível em: <http://dedalus. 00.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/0583690?>. Acesso em:  de jul.

org.br/portugues/uspfacil/buscausp/frame. Disponível em: http://www2. 00. sob coordenação do professor Ricardo.org. Central de Serviços de Exportação. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo.usp.usp. orientação de Luiz Carlos de Oliveira Lima.y=11 Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jul. Tel/Fax: () -.Qualidade pós-colheita de goiabas ‘Pedro Sato’ armazenadas sob refrigeração e atmosfera modificada por biofilme de fécula de mandioca / Mariana Teixeira Rodrigues Vila. Instituto Brasileiro de Frutas.x=16&submit. Acesso em:  de jul.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1387883?> Acesso em:  de jul.br http://www. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .agricultura. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo. Disponível em: <http://dedalus. 00. REFERêNCIAs Professor Doutor Ricardo Alfredo Kluge da ESALQ/USP. Capítulo : Cadeia de Comercialização e suas Exigência.PDF>.php?num=20& q=Ricardo+Plungi&submit.ibraf.gov. Cloves Ribeiro Neto.busca.br/pls/portal/docs/PAGE/MAPA/ MENU_LATERAL/AGRICULTURA_PECUARIA/ESTUDOS_PUBLICACOES/ESTUDO_ MERCADO_FRUTAS/CAPITULO_6. Disponível em: <http://www.br/ Laboratório de fisiologia e Bioquímica Pós-colheita da ESALQ/USP. IBRAF. E-mail: centraldeserviços@ibraf.

O  AgriculturA e PecuáriA FORNECEDOREs DE MÁQUINAs PARA DEsCAsCAR GIRAssOL . Atualmente. Desde então. maquinas e equipamentos para o beneficiamento do girassol e do gergelim. palma e canola. Várias pesquisas sobre a utilização e o processamento da proteína de girassol vêm sendo desenvolvidas e países. Nos primeiros trabalhos de melhoramento o enfoque era dado à seleção de plantas com sementes e capítulos grandes. Argentina e China. que foi utilizada como alimento pelos índios americanos em mistura com outros vegetais. Cultivo Do Gergelim Origem e histórico: É uma das espécies vegetais mais antigas cultivadas pelo homem. beneficiamento de girassol. teve o início. Foi na União Soviética que o melhoramento o enfoque era dado à seleção de plantas com sementes e capítulos grandes. o girassol ocupa o quarto lugar como forte de óleo comestível. com o crescimento do consumo de óleo comestível. PALAvRAs-ChAvE Saber como melhorar o plantio de girassol. o girassol também é classificado como a quarta opção. a produção mundial de girassol tem evoluído. seguido da soja. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O girassol é uma planta originária das Américas. para a ração animal e uso humano. Como fonte protéica. para produzir genótipos com altos teores de óleo. Itália e Canadá já possuem indústrias produzindo farinhas. bem como máquinas beneficiadoras do gergelim. Foi na União Soviética que o melhoramento de girassol. E quais são os fornecedores de máquinas de descascar girassol. França. Estados Unidos. concentrados e isolados protéicos. o girassol foi levado para a Europa e Ásia.Beneficiamento gergelim. onde era utilizado como uma planta ornamental e como uma hortaliça. No século XVI. sendo liderada pela União Soviética. como os Estados Unidos.

chamadas de terreiros. Pedaliaceae.local de sua origem é incerto podendo situar-se entre Ásia e a África. para outros autores. O produto obtido . vulgarmente também é conhecido por sésamo. As flores podem ter cor rósea. L. ao nível das fazendas. à saber:  . No Egito. as mais baixas crescem mais largas. aí foi plantado. as folhas da parte alta tem forma de ponta de lança. os impérios entre os rios Tigre e Eufrates (Ásia Menor) cultivavam comercialmente o gergelim. ciclo. branca ou violeta e o fruto é uma baga alongada com pelugem contendo sementes pequenas com cor variando do branco ao preto. coloração. A planta do gergelim é cultivada desde a antigüidade. Dicotyledonae. Irã e China).do caule. como “cultura de fundo de quintal” ou em pequenas áreas . Índia. tradicionalmente. O gergelim é conhecido pelo nome científico de Sesamum indicum. Segundo as características edafoclimáticas do Nordeste a EMBRAPA tem recomendado as cultivares . zirgelim.grãos .era consumido.tipo de ramificação e resistência às pragas. As cultivares (variedades) podem ser diferenciadas por vários atributos da planta como altura. já se aproveitava o gergelim para obtenção do óleo.m. Os principais centros de origem e difusão são a Etiópia (centro básico) e Ásia (Afeganistão. arredondadas ou dentadas.de separação de glebas . tempo dos faraós. Chegou ao Brasil (Nordeste) trazido pelos portugueses no século XVI. os orientais . CNPAG e CNPAG. o gergelim é originário apenas da Ásia. e havia raros excedentes para comercialização. das folhas e das sementes . De Candolle afirma ser o gergelim originário da ilha de Sonda (África). tem hábito de crescimento ramificado ou não. Planta cresce como pequeno arbusto alcançando altura de . CNPAG para plantios. Cultivares que apresentem cor da semente branca ou creme possuem maior valor comercial (sementes escuras têm demanda restrita ao uso caseiro e medicinal). segundo Caminhoá o gergelim provem da Ásia e da África e.notadamente os indianosconsideravam as sementes do gergelim quase sagradas. girgilim e jorgelim.

hábito de crescimento ramificado. precoce (90 dias). entre as latitudes de  º N e  º S mas pode ser encontrado medrando na China. possui resistência à mancha angular e susceptibilidade à cercosporiose e murcha de macrophomina. Tolera murcha de macrophomina. crescimento ramificado.-0. É recomendada para plantio de sequeiro ou irrigado em todo o Nordeste.com ciclo de 0 dias ou o Gouri. tem porte mediano. precipitações entre 00 e 00mm anuais. um fruto por axila foliar. em condições de irrigação ou como segunda cultura ou lavoura de seca (Agreste) também deve-se dar preferência a cultivares mais rápidos. Gasta-se  kg de sementes para plantar  hectare. OBS: em regiões do Nordeste onde há maior risco de seca ou com período chuvoso curto recomenda-se cultivares de ciclo curto a médio. vem sendo cultivado em quase todos os países de clima quente e em zonas temperadas (mais amenas. até ºC). temperatura de -ºC. peso médio de .-0. Indicada para regiões nordestinas onde a mancha angular tornou-se problema. ciclo médio (00 dias). sementes coloração creme.nativos do Nordeste . no mundo. pH em torno de . podem ser usados para trabalhar-se nessa faixa de mercado. O gergelim distribuiu-se. solos profundos (acima de 0cm). X 0. porte de  cm (porte mediano). ciclo médio (00 dias). Exige áreas com altitude média de 0m. tolerância à mancha angular e susceptibilidade à cercosporiose e à murcha de macrophomina. Cultivares de grãos pretos . . com ciclo de 90 dias.  frutos/axila. espaçamento de 0. floração/maturação uniformes. ausência de pelos nas folhas e hastes. mancha angular e cercosporiose.000 sementes de .CNPAG3: porte mediano (altura até 0cm). teor de óleo de -0%.m. na Rússia e nos EUA. sementes cor creme. Adapta-se ao Nordeste e cerrados de Goiás. 9 AgriculturA e PecuáriA CNPAG2: obtida no CPATSA/Embrapa. CLIMA: O gergelim é considerado planta tropical e subtropical. gramas. CNPAG4: (BRS9): plantas com haste cor verde.

a planta.uma a duas arações e uma a duas gradagens . no primeiro mês de vida -.A altitude da zona de plantio não deve ultrapassar a .0m.m. Em regiões semi-áridas do Nordeste (Seridó. o preparo “convencional” . é extremamente sensível à salinidade e alcalinidade (por sódio trocável). comercialmente.0 a 0mm. PLANTIO: O gergelim deve ser propagado. por sementes. Weis 9 (citado pela Embrapa). (para a maioria das cultivares).baixas altitudes (próximas ao zero) e boa luminosidade são interessantes para o gergelim. A planta requer . bem drenados e de boa fertilidade natural (macro e micronutrientes) e nunca solos salinos.feito por médios e grandes produtores é inadequado para as condições tropicais./ano bem distribuídas .0. sOLOs: O gergelim prefere solos profundos . chuvas leves de 00 a 0mm. ou acima de .com textura franca.Pelo pequeno produtor é feito via uso do cultivo (operação contra indicada). a acima . A planta pode crescer/desenvolver-se em tipos diversos de solos sem atingir a plenitude observada nos solos preferenciais.não tolerando. a temperatura média do ar deve estar entre ºC e ºC (notadamente para germinação. aqueles com pH abaixo de . por serem pequenas elas devem ser lançadas em solo bem preparado objetivando-se facilitar a emergência das plantinhas. Sertão) os solos são razoáveis para o cultivo da planta que é considerada esgotante do solo sendo sensível ao encharcamento e a saturação hídrica do solo.00 unidades de calor (graus térmicos) por - meses. idealizou a distribuição das chuvas para o gergelim da seguinte forma: % do total de chuvas da germinação ao aparecimento do primeiro botão floral. O gergelim é considerada planta resistente à seca. Os solos devem apresentar reação neutra . PREPARO DO sOLO . brilho solar por  a  horas/dia (0 horas de preferência). Cariri. promover seu estabelecimento rápido e evitar a competição de ervas. % durante o período da floração e 0% no início da maturação. Para o preparo indica-se: PREPARO COM sOLO sECO: Inicialmente fazer trituração e pré-incorporação de restos culturais e plantas daninhas tardias através de 0 .pH próximo a  . para manter crescimento/desenvolvimento da planta e para manter altos os teores de sesamina e sesamolina).

segundo o espaçamento adotado gasta-se  a  quilos de sementes para semear um hectare. (00 mil plantas/ hectare). entre fileiras .com uma planta a cada 0cm. na fileira para cultivares que se ramificam .% não se recomenda o uso de fertilizantes nitrogenados. com um furo no fundo e acoplada (amarrada) a uma haste de madeira própria para o plantio em covas. na profundidade de 0-0cm.0cm. Os espaçamentos recomendados para o Nordeste brasileiro . Não utilizar sulcos com profundidade acima de cm. Evitar uso de grade aradora ou muito pesada. recomenda-se retirar amostras de solo.onde o fator limitante é água . rendimentos satisfatórios com configurações envolvendo fileiras duplas . para cultivares de ciclo longo fazer plantio. na fileira . Caso análise indique fósforo disponível acima de 0 ppm dispensar o uso de adubação fosfatada. Ela abre a cova (ponta da madeira) e semeia (-0 sementes) simultaneamente. consta de uma lata de óleo de soja de um litro..PREPARO COM sOLO úMIDO: Tritura-se e incorpora-se restos culturais e plantas daninhas com uso de grade leve ou niveladora. Há semeadora manual bastante simples e de fácil construção.  a  dias após incorporação realiza-se uma aração com arado de aiveca.policaule . sEMEADURA: A semeadura pode ser realizada em sulcos contínuos. em seguida realiza-se uma aração de 0-0cm. à mão ou mediante o emprego de semeadoras adaptadas. x 0cm x 0cm. éPOCAs DE PLANTIO: Para cultivares de ciclo longo (-meses) recomenda-se o plantio no início das chuvas. se o teor de matéria orgânica for superior a . por áreas uniformes do terreno a plantar e enviá-las a laboratório para análise. de profundidade plantando-se no seco ou no início do período chuvoso. Para cultivares de ciclo médio a curto e de habito de crescimento ramificado . de uma maneira geral. ADUBAÇÃO: O gergelim é considerado planta esgotante de solos.para cultivares que não se ramificam e de ciclo curto. Deve-se plantar em período tal que o amadurecimento/colheita das plantas ocorra em período seco (sem incidência de chuvas sobre as capsulas abertas). entre fileiras .e 0-0cm.  AgriculturA e PecuáriA grade aradora. para fins de adubação.tem-se obtido. .com uma planta a cada 0cm. preliminamente.são de 00cm.

deixa-se uma a duas plantas por unidade de espaçamento dentro da fileira.deixa-se - plantas por unidade de espaçamento dentro da fileira. (areia. TRATOs CULTURAIs: Desbaste: para atender a recomendações referentes aos espaçamentos e densidades de plantio é necessário proceder-se ao raleamento ou desbaste no campo.enxada ou cultivador . CONTROLE DE ERvAs DANINhAs: gergelim é planta de crescimento inicial lento. para uso desses químicos deve-se levar em conta a textura do solo. de altura . ambos em PRE da cultura e ervas. usam-se métodos mecânicos . Além disso. em sua maioria. Salienta-se que é preferível colocar gergelim em sistema de rotação cultural . Segundo: Plantas com -cm.  . os rendimentos obtidos deverão ser baixos. É a principal praga de cultura. Caso a população de ervas for mista . foram os herbicidas mais eficientes.ou métodos químicos . Os cultivos mecânicos devem ser superficiais e realizados logo no início (plantas jovens são vulneráveis à ação do cultivador).herbicidas.folhas largas + folhas estreitas usar mistura de herbicidas (graminicida + latifolicida).em desbaste definitivo. aplicados em pré-emergência (PRE) em solo úmido. o Alachlor (- kg/ha) e o Diuron (. Testes com produtos químicos demonstraram que. exige controle sistemático em lavouras extensas ou em áreas tradicionais de cultivo notadamente em anos de pouca chuva. Lepidoptera. de profundidade.Cultivando gergelim em solos desgastados . o preparo do solo já auxilia no controle de ervas quando é feito com trituração/incorporação e aração com terreno úmido. No caso de herbicidas os produtos comerciais deverão ser. argila) e o teor de matéria orgânica.em solos adubados no ano anterior. em condições de sequeiro ou de irrigação.sem restauração da fertilidade via adubação orgânica e/ou inorgânica -.com milho e algodão herbáceo . Os equipamentos devem operar superficialmente no máximo a cm. PRAGAs DO GERGELIM: Lagarta enroladeira: Antigastra catalaunalis. kg/ha) . barro. este deve ser feito em duas etapas e com solo úmido: Primeira: Plantas com  folhas .

sAúvAs: Atacam a fase inicial do desenvolvimento do gergelim. PULGÃO: Aphis sp. brotos e ramos tenros.COLEOPTERA: são problemas nos 0 dias iniciais de desenvolvimento da lavoura quando provocam orifícios ovalados nas folhas.. tem cor verde.fases anteriores . . carbaryl. de comprimento. Homoptera. dois a cinco dias após surgem larvas .lagartinhas . O inseto adulto mede -mm. em áreas recém-desmatadas deve-se efetuar o controle com produtos formicidas. O controle deve ser feito antes da frutificação . bordas das folhas enroladas para baixo e ramos com cor verde-pálida. Sevin) ou deltametrina (Decis). vive em colônias sugando a seiva da face interior de folhas. Podem ser controlados com malatiom. CIGARRINhA vERDE: Empoasca sp.com duas aplicações em pulverização com agroquímicos à base de carbaryl (Carvim. deltametrina.branco-amareladas (mais tarde passam a verdeamareladas) que dobram o limbo da folha no sentido longitudinal e se alimentam da face dorsal. as formas jovens são verde-claras. reproduz-se sem concurso do macho em locais quentes. Homoptera: praga de importância principalmente em culturas conduzidas sob irrigação e/ou consorciadas com o algodoeiro. possue asas. Em ataques severos as lagartas abrem galerias no ápice da planta e nas cápsulas (frutos) reduzindo drasticamente a produção de grãos. Plantas atacadas apresentam folhas brilhosas com o aspecto “melado” característico (deposição de fezes na face inferior). sem asas e deslocam-se lateralmente com movimentos rápidos.. São saltadores magníficos. O adulto é um inseto pequeno. Controle: vide praga anterior. Inseto transmissor de viroses e da filoidia para o gergelim notadamente quando existem feijoeiros e malváceas (guanxumas e vassaourinhas) contaminados nas cercanias. de corpo mole. O controle pode ser feito através de aplicação de agroquímicos à base de Tiometom ou Pirimicarb. Todos sugam a seiva das folhas e estas e plantas atacadas apresentam-se verde-amareladas. vAQUINhAs AMARELAs (BEsOURINhOs).mariposa .amarelo-castanho que efetua postura na face inferior da folha.  AgriculturA e PecuáriA O adulto fêmea é um inseto .

Produz lesões angulares quadráticas ou retangulares e irregulares. Hansford: das principais moléstias. 00% das plantas. A moléstia é transmitida por enxertia e por insetos pasídeos. livres do agente. vIROsE: plantas afetadas podem ficar atrofiadas mostrando áreas cloróticas ou de cor amarela intercaladas com áreas verdes na superfície foliar. O fungo ataca. MURChA DE FUsARIO: agente causador da doença . com mais intensidade as folhas baixas (mais velhas) que caem desfolhando a metade inferior da planta. A doença pode ser transmitida pela cigarrinha verde. por rotação de culturas e por uso de variedade resistente (a Aceitera). .uso de sementes sadias. . O controle passa por cultivares resistentes. Por transformação dos órgãos florais em folhas há esterilidade da planta. no caule e ramos aparecem lesões de coloração marrom-claro que podem circundá-lo ou estender-se longitudinalmente até próximo ao ápice da planta. Doença ocorre desde estágio de plântula até a maturação. por vezes.fungo Fusarium oxysporum: aparece em quase todas as regiões onde se cultiva o gergelim. mais claras na face inferior da folha. de altura. O controle é feito pelo uso de sementes livres do agente. que exibe um aspecto de envassouramento. secam e morrem. O agente é propagado de local a local por sementes infectadas. obtidas de plantas sadias e tratamento de sementes com fungicidas à base de carbendazim ou tiofanato metílico. O controle é feito por: -uso de cultivares resistentes à doença. FILOIDIA: caracteriza-se pelo encurtamento dos internós e pela proliferação abundante de folhas e ramos na parte apical da planta afetada.MANChA ANGULAR: agente causador de doença.pulverização com fungicida à base de sulfato de cobre quando as plantas atingirem -0cm. através corte transversal do caule pode-se observar o enegrecimento dos tecidos do sistema vascular das plantas que.fungo Cylindrosporium sesami. afetando folhas.  . Plantas atacadas podem secar e morrer posteriormente. com esses sintomas murcham. PODRIDÃO NEGRA DO CAULE: agente causador fungo Macrophomina phaseolina (Tassi) Gold: ocorre com severidade causando grandes prejuízos à planta. causa sérios prejuízos à planta. Embora existam nas duas faces as estruturas do agente estão mais presentes na face superior. cor parda ou parda-escura. atinge.

Hastes e frutos já secos devem ser levados a um terreiro cimentado ou o piso com lona. Os seguintes esquemas são preconizados por Silva(citado pela Embrapa) a saber: feijão-gergelim.nas cultivares deiscentes que indica o momento exato do inicio da colheita. A exposição das cápsulas abertas às chuvas (umidade) provoca o escurecimento dos grãos e sua depreciação comercial do produto. .lavouras irrigadas . Cultivar CNPAG   AgriculturA e PecuáriA ROTAÇÃO DE CULTURAs: a rotação de culturas promove benefícios na produtividade e redução de pragas no gergelim e lavouras que entrarem no sistema de rotação. Rendimentos: Sessenta (0) a cento cinqüenta (0) gramas de sementes ou mais .que se abrem naturalmente na maturação (e deixam cair as sementes que se perdem) na maioria das cultivares . na manual as plantas são cortadas na base e amarradas em feixes pequenos de 0cm. faz-se abanação (retirada de folhas e pedaços de galhos). milho-gergelim-milho. para se evitar isso deve-se sincronizar a época de plantio e o ciclo da cultivar para colher-se na época de estiagem. o operário deve bater com um pedaço de madeira para liberar os grãos de gergelim para o piso protegido.duzentos (00) gramas .a colheita do gergelim requer cuidados. As cultivares neste artigo relacionadas podem render . coloca-se o lote para secagem ao sol. Cannechio Filho 9(citado pela Embrapa) salienta que as melhores culturas para a rotação com o gergelim são milho e algodão herbáceo. protegidas das chuvas. de diâmetro para que as plantas. feixes virados de cabeça para baixo.COLhEITA/ RENDIMENTO . fiquem empilhadas com os ápices (parte de cima). hastes e frutos. • Determinar a época do corte em função da ocorrência do amarelecimento das folhas. mamona-amendoim-gergelim.de grãos por metro quadrado traduzem em bom rendimento da lavoura.e 00-.COLhEITA: segundo as condições ambientais e a cultivar o gergelim completa o seu ciclo entre  e  meses. A colheita pode ser feita manual ou mecanicamente. Para se realizar uma colheita bem feita deve-se: • Saber a duração do ciclo da cultivar (variedade). Recolhe-se os grãos. Por ocasião da colheita as cápsulas devem estar maduras sem estarem abertas.000kg/ha de grãos .000kg/ha (lavouras de sequeiro). • Observar o momento do inicio da abertura dos frutos da base da haste . Por apresentar frutos deiscentes .

com.msuzuki.produz 00kg/ha (sem adubação) e . P. Avenida Souza Queiroz  Limeira SP Cep: -9 Telefone: (9)- Fax: (9)- Site : http://www.Máquinas Agrícolas Rua Honório Soares 0  . Santa Cruz do Rio Pardo SP Cep: 900-000 Telefone: ()- Fax : ()- Site: http://www.br Pinhalense S/A.mecmaq. Rua Jose Zacura  -C.entringer.com. Avenida Conde Francisco Matarazzo 0 Catanduva SP Cep: 0- Telefone: ()-0 Fax : ()-0 Site: http://www. Piracicaba SP Cep: -0 Telefone: (9)-9 Fax : (9)-09 Site http://www. 0.com.br Descascadores Indústria De Máquinas D Andréa S/A. Fornecedores de Equipamentos e máquinas: Beneficiador de sementes Indústria e Comércio Mecmaq Ltda.e Com.br Máquinas Agrícolas Graciano Ind.com.maquinasdandrea.mgraciano.br Máquinas Suzuki S/A.com. Avenida Pompéia 9. Ltda.br Jr-Industria E Comercio De Maquinas Agrícolas Ltda Avenida do Manganês 0 Assis SP Cep : 9-00 Telefone: ()- Fax: ()- Site: http://www.000kg/ha (com adubação).

ibict. 00.º  julgo/99 .br>. Jazon Silva Oliveira .br . Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jul. Disponível em: <http://www.pinhalense.org. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Espírito Santo do Pinhal SP Cep: 990-000 Telefone: (9)-900 Fax: (9)-90 Site: http://www.Pesquisador .julho/000 .673 acesso em:  de jul. verificando a relação de custo X beneficio.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se fazer pesquisa junto aos fornecedores indicados para verificar qual deles atende as suas necessidades. Disponível em: http://sbrt.br/upload/sbrt.Campina Grande . 00 REFERêNCIAs EMBRAPA ALGODÃO Gergelimcultura no Trópico Seminário Nordestino Circular Técnica n. sugere-se consular a resposta técnica publicada pelo Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SBRT).Barreiras/Bahia ABIMAQ Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos. Acesso em:  de jul.abimaq.com. Sobre o cultivo de girassol.Paraíba EBDA Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola Regional de Barreiras Situação do gergelim em Barreiras Agro.

a diferença de sexo das aves não é relevante. O que pode estar ocasionando tal problema dos canhões pequenos provavelmente é a alimentação destinada à criação. abate. se exercitando e por isso seu crescimento ser mais lento e sua carne diferenciada. da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (ESALQ . ambos. o peso das aves deve estar entre Kg ou . para se evitar tais canhões pequenas.USP). IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o Professor Doutor Antonio Augusto Domingos Coelho do Departamento de Genética – Melhoramento de Aves. no momento do abate tem percebido que as frangas praticamente não tem canhões pequenos. Por que isso ocorre? Quer saber qual a idade ideal para o abate. Uma alimentação desbalanceada. o tempo ideal de abate é muito variável. O ideal é utilizar nas criações de frango em sistema caipira a mesma ração destinada aos frangos de corte. de até 00 dias.FRANGO PALAvRAs-ChAvE Frango. o que vai diferenciar o frango caipira do de granja não é alimentação e sim o fato de estarem soltos. que seria o nascimento de outras penas. Com relação ao empenamento dos frangos e a existência de canhões pequenos no momento do abate. mesmo em abatedouros de frangos de corte. ou seja.  . Lembrando que. no caso de criação de frangos em sistema caipira.Kg. em casos mais precoces. Podendo. das granjas. Informações se existem alimentos que influenciam de forma negativa e positiva o aparecimento tais canhões. machos e fêmeas. não havendo distinção de gênero. ser de 0 dias ou. restrita ou deficiente influencia no desenvolvimento da cobertura de penas das aves. troca de pena Possui criação de frangos no método caipira. podendo ser responsável por tal atraso no nascimento da cobertura de penas ou na troca destas. em casos mais tardios. uma vez que. qual a idade se dá a troca de penas dentro de um período de 00 dias. são abatidos na mesma época.

Antonio Augusto Domingos. da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (ESALQ . No caso de se já utilizar este tipo de ração é aconselhável que se mude a marca ou o fornecedor.uso. REFERêNCIAs COELHO. Professor Doutor do Departamento de Genética – Melhoramento de Aves. .Departamento de genética – ESALQ .  Cep: 00 90 – Piracicaba – SP Caixa Postal  Tel: (9) 9 Email: frangofeliz@esalq.USP End: Av Pádua Dias.usp.ciagri.INsTITUIÇõEs: Frango Feliz . 00. DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA Quanto a ração existem diversas marcas disponíveis no mercado.USP).br Site:<http://www. Annelise Gomes de Carvalho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jun. se for o caso.br/~frafeliz> CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se. a alteração da alimentação dos frangos para rações balanceadas. usadas pelas granjas de corte.

dentre as quais melhoria da fertilidade do solo. Ao final da década de 90. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Os primeiros sistemas comerciais de exploração de pastagens irrigadas no Brasil datam do início da década de 90. mas sim da utilização dessa tecnologia por pecuaristas com o intuito de aumentar a produtividade de suas propriedades. benefícios tanto do ponto de vista econômico (principalmente. A introdução de pastagens em uma área sob rotação de culturas trazia vantagens. sendo que muitos desses projetos pecuários fracassaram. surgidos em fazendas antes dedicadas à exploração agrícola e que já possuíam irrigação via pivô central. pela redução dos riscos) quanto conservacionista. um grande crescimento na utilização da irrigação de pastagens foi observado. piquetes irrigados Implantar o modelo de pastagem irrigada e manuseio para gado leiteiro. A divulgação em revistas técnicas de dados zootécnicos relativos a pastagens irrigadas motivou o desenvolvimento de projetos de pesquisa voltados a gerar dados que possibilitassem orientar tomadas de decisão nessa modalidade de exploração pecuária. Embora a pesquisa científica ainda não tenha dados conclusivos a respeito da viabilidade econômica do sistema. numerosos equipamentos de irrigação foram implantados objetivando a recria e engorda de bovinos no Brasil central. Falhas quanto à melhoria da fertilidade do solo usualmente es- 0 .GADO LEITEIRO PALAvRAs-ChAvE Gado leiteiro. rodízios de pastagens. decorrente agora não mais do remanejamento de áreas irrigadas de agricultura para pecuária. proporcionavam com a pecuária a sua integração com a agricultura. Moacyr Corsi da ESALQ aponta alguns aspectos que estão associados a essas frustrações de resultados. Dr. através da recuperação do nível de matéria orgânica e controle de pragas e daninhas. pastagens irrigadas. O trabalho do Projeto CAPIM financiando pela FAPESP como projeto temático e coordenado pelo Prof.

a irrigação continuará sendo uma alternativa da exploração de pastagens. A falta de critério técnico para definir a lâmina de água a ser aplicada prejudica a adubação e a economia do processo. mas do conceito de gigantismo dos Pivots que por “olho grande” de fazendeiros que. quer seja via aquisição externa. ignorando também os circuitos comerciais que regra geral não são favoráveis ao criador de animais. Irrigação Pivot Central É sem dúvida o melhor processo de irrigação para pastagens. nem dos erros de colocação dos sprays nos locais corretos ou errados que afetam a uniformidade da lâmina.Apesar dos inúmeros fracassos produtivos e econômicos. A intensificação deve se dar de maneira gradativa e na propriedade como um todo. é uma rentabilidade baixa que não suporta estes excessos  AgriculturA e PecuáriA . A elevação da fertilidade do solo até níveis compatíveis com sistemas intensivos e a correta reposição dos nutrientes extraídos pela planta forrageira são as principais causas relacionadas respectivamente às frustrações quanto à produtividade e a perenidade das pastagens. a irrigação da mesma sem ao menos uma modesta intensificação das áreas de sequeiro traz resultado muito aquém do que seria obtido com a intensificação paralela da área não irrigada. Não erros típicos de hidráulica. de maneira desinformada. não é a técnica que é inadequada. Os casos de sucesso existem e continuarão existindo desde que sejam atendidas as premissas básicas acima expostas. Os incrementos de produtividade obtidos e a elevada rotatividade de animais na área irrigada levam a necessidade de um esquema refinado de reposição. nas quais é praticamente impossível manter uma eficácia de lâmina de água sem a componente negativa de uma elevadíssima energia de consumo.tão associadas a tais insucessos. por descuido ou incompetência do projetista. No segundo caso. De fato. A rentabilidade do gado. chegando em certos casos a mais de  CV por hectare. O manejo subjetivo da irrigação tem sido apontado como responsável por frustrações em áreas irrigadas com pecuária. um bom valor de compra dos animais é essencial para a viabilização econômica do sistema. quer seja via remanejamento de animais de pastagens de sequeiro da propriedade. Como a área irrigada normalmente corresponde à pequena porcentagem da área total (em torno de 0% da propriedade). mas sim o seu uso que na maior parte das vezes é equivocado. mas tem erros enormes no dimensionamento desses equipamentos. A noção de que a irrigação é a etapa final de intensificação foi por vezes negligenciada. tomam decisões de implantar máquinas com 00 ou 0 hectares.

financiado pela FAPESP. ficam desfavorecidas se informarem que para ter um consumo energético menor na irrigação. prevê Corsi. como é já habitual. “No Brasil. fácil adaptação aos diversos ecossistemas e boa aceitação pelos animais. É também a forrageira mais  . potássio e micronutrientes. No Paraná. A qualidade do pasto depende do aumento da produtividade da planta forrageira e de seu manejo. da Esalq. em Goiás e em São Paulo. Como as companhias de energia não querem saber do caso. dependendo do grau de intensificação do uso dessa pastagem”. A solução para estes casos será a diminuição dos tamanhos dos Pivots para limites onde a perda de carga na tubagem não exija altos consumos energéticos sejam eles elétricos ou a diesel. O capim elefante é considerado uma das mais importantes forrageiras tropicais devido ao seu elevado potencial de produção de biomassa. a média de eficiência no pastejo está ao redor de 0% a 0%. Melhoria das pastagens “A média da produtividade animal no país é de  arrobas por hectare anuais e . É possível elevar o nível de eficiência para 0% ou 0%”. O aumento da produção do pasto pode ser feito com a melhora das condições do solo. mais caro por hectare. com o uso de calagem e a aplicação de fertilizantes. afirma Corsi. temse alcançado produtividade ao redor de 0 arrobas por hectare ao ano em pastagens não irrigadas e acima de 0 arrobas em pastagens irrigadas”. respectivamente. ao nível dos fornecedores de irrigação. a  arrobas e  mil litros de leite. como nitrogênio. não tem interesse comercial em esclarecer. porque as ofertas que chegam ao comprador de Pivots. O mercado de Pivots. o criador de animais entra no prejuízo na certa por falta de planejamento. o que significa que de 0% a 0% da forragem produzida é perdida. É uma questão de pura honestidade comercial. terão de fracionar os seus Pivots o que significa um custo de implantação da irrigação.000 litros de leite por hectare ao ano. sendo largamente utilizado na alimentação de rebanhos leiteiros sob as formas de pastejo. que há  anos investiga formas de incrementar as pastagens brasileiras e que coordena o projeto temático Caracterização e Avaliação de Pastagens Irrigadas e seu Manejo (Capim) . revela Moacyr Corsi. feno e silagem. Esses números poderiam chegar.de consumo energético.

Cultivares com predominância de perfilhos basais são as mais indicadas para uso em capineiras. para corte e fornecimento de forragem verde picada no cocho. Isso é causado. cujo fenômeno está relacionado com melhor distribuição da produção de forragem ao longo do ano. A rápida perda de qualidade decorrente do aumento da idade da planta é um fator observado no capim elefante e na maioria das forrageiras tropicais. O custo de formação. taiwan. Constatou-se que embora ocorram variações diárias na produção de leite nos três períodos de ocupação num mesmo piquete. pela utilização de forragem com diferentes idades e que apresentam valores nutritivos variáveis. Entre as preferidas para corte em propriedades leiteiras pode-se citar a variedades mineiro. Foram avaliados os efeitos de períodos de ocupação da pastagem de um. kg/ha para um. As produções anuais de leite atingiram .. Os produtores têm usado características individuais da planta para orientar a melhor forma de uso das cultivares.Existem diversas cultivares de capim elefante sendo utilizadas para corte e fornecimento no cocho. . conseqüentemente o consumo diário dos animais. As demais são de duplo propósito. mas tanto a produtividade como a qualidade da forragem estão mais relacionadas com o manejo do que com a cultivar utilizada. sugere-se o uso de cultivares de florescimento tardio. três e cinco dias. características produtivas e adaptação ambiental das cultivares disponíveis são referências importantes para orientar a escolha. sobre a produção de leite. com plantas que apresentam diferentes tipos morfológicos. constituindo exemplos a pioneiro e a mott. foram desenvolvidas pela Embrapa-Gado de Leite. e . afetando. pois. quase sempre. respectivamente. cameroon e cultivar roxo. Várias pesquisas em que se utilizou capim elefante sob pastejo. além de uma elevada produtividade. napier. Os resultados obtidos em termos de produção de leite são bastante variáveis. apresenta as vantagens de propiciar maior aproveitamento da forragem produzida e redução de perdas no campo. três e cinco dias de ocupação. Considerando o problema de estacionalidade. isso não afeta a produção média por animal e por área.  AgriculturA e PecuáriA indicada para a formação de capineiras. Poucas são as cultivares para uso específico sob pastejo. com 0 dias de descanso do pasto. .

com um hectare de capineira bem formada e manejada podese alimentar dez vacas de leite durante 0 dias. Meta é Relacionar Quantidade e Qualidade da Forragem As capineiras. recomenda-se utilizar três dias de pastejo com trinta dias de descanso. o que permite se estimar a quantidade de capim disponível a curto prazo. com uma produção diária de leite em torno de  kg/vaca. Esse manejo visa obter a melhor relação entre a quantidade e a qualidade da forragem.0 m de altura ou a cada 0 dias. a qualidade. A inclusão de outros ingredientes na dieta. na época chuvosa.  e  dias). tendo como conseqüência uma maior oscilação na produção de leite. foi observado que ocorre uma significativa redução na produção de leite quando os piquetes são pastejados após os trinta dias de descanso. a produção de leite por área aumentou 9 kg/ha de leite em 0 dias.00 kg de concentrado. na época seca. em pastagem de capim elefante. a seletividade animal é exercida. Em geral. Os cortes podem ser realizados manual ou mecanicamente. quando bem manejadas. quando um piquete é utilizado por mais de um dia. no período das águas. Nesse caso. quando o capim elefante estiver com . o que provavelmente não compensa o aumento no custo de produção. No entanto. Entretanto. sobre a produção de leite por animal. uma vez que tanto o rendimento forrageiro  . essa prática exige um grande número de piquetes. implicando consumo de . dependerá do nível de produção do rebanho e do estágio de lactação dos animais. em conseqüência da perda de qualidade.Com o pastejo de um dia por piquete. Por outro lado. a disponibilidade e a ingestão de forragem é maior no primeiro dia e menor no último. Considerando a economia em cercas. exige que se relacione sua área disponível com o número de animais a serem arraçoados durante todo o ano. como os concentrados. pois nessas condições a variação na qualidade da forragem disponível é minimizada. facilidade de manejo e a baixa oscilação da produção de leite por animal. Na Embrapa-Gado de Leite não foi observado o efeito de diferentes períodos de descanso (0. a capineira deve ser utilizada em talhões com diferentes alturas do capim. a produção de leite é mais uniforme. o que facilita o seu manejo e permite ao produtor estabelecer comparações entre os talhões.0 m. Para tanto. recomenda-se cortá-lo com . Com 0 dias de descanso e com o fornecimento de concentrado. pelo aumento da idade da planta.

Nunca se deve deixá-lo “passar” para cortá-lo no ano seguinte. faz uma picagem grosseira do material cortado. o corte deverá ser iniciado do fundo para a frente da capineira. . No corte mecanizado. este deve ser cortado e fornecido para categorias do rebanho menos exigentes ou seu uso para silagem. em conseqüência. hoje os mais recomendados para essa prática. Este equipamento. quando a forragem verde é a única ou a principal fonte de alimento. a colhedeira tipo Taarup ou similar deve ser acoplada ao trator. considerado o ideal para promover aumento no consumo de forragem. Em caso de sobra de capim de um talhão. prejudicando as gemas acima do nível do solo e. O corte manual deve ser feito rente ao solo. a rebrota seguinte. além do corte. Em seguida processa-se a picagem do material. o que não é conseguido quando se faz o corte a 0 ou 0 cm de altura. esses equipamentos possuem um mecanismo de corte que abala a base da touceira. o que promove maior racionalidade no uso da mão-de-obra da fazenda. com redução drástica na sua produtividade e longevidade. conseqüentemente. esta deve apresentar elevada qualidade. devendo ser preteridos em relação àqueles que trabalham com sistemas de facas oscilantes. O recolhimento do capim cortado deverá ser orientado no sentido de evitar a entrada de máquinas nas áreas recém-cortadas e em fase de rebrota. que é conduzido à carreta ou vagão forrageiro por meio de um tubo. propiciando ao animal consumir quantidades de energia e proteína que possibilitem bom desempenho em ganho de peso ou produção de leite. além de propiciar brotação mais robusta. comprometendo a rebrota do capim-elefante e sua produtividade em médio prazo. No entanto.O capim elefante deve ser cortado em quantidade suficiente para dois dias de fornecimento aos animais. Facas desreguladas e cegas permitem o corte do material em pedaços  AgriculturA e PecuáriA quanto o valor nutritivo são afetados pela idade da capineira e. influenciando o desempenho animal. O corte baixo facilita a entrada de carroças e carretas na área para recolher o capim. Numa capineira de corte alto podem ocorrer problemas de esmagamento de plantas pelo tráfego de carretas. facilitando os cortes seguintes. Dessa maneira. de preferência com enxada bem afiada. com engate para carreta ou vagão. O material cortado manualmente pode ser transportado por carroça ou carreta até o local onde se encontra a picadeira de forragem. tendo-se o cuidado de verificar se as facas estão afiadas e a picadeira regulada de modo que pique o material no tamanho de - cm. Dessa maneira.

de modo que se equilibrem os vários elementos do solo e possibilitem bom desenvolvimento da capineira. o proprietário deve seguir as recomendações de uso do fabricante. espectivamente. O consumo de forragem verde pelo animal é variável e dependente do seu teor em matéria seca e do uso ou não de alimento concentrado ou pasto. Esses fertilizantes devem ser misturados e aplicados parceladamente após cada corte. desfibrados e desuniformes. 0 kg/ha de superfosfato simples e 0 kg/ha de cloreto de potássio. Adubação de Manutenção Repõe os Nutrientes Retirados do solo Para evitar problemas com o desgaste das facas e com a regulagem da picadeira. na medida em que outras fontes tradicionais de outros nutrientes como o sulfato de amônio ou o superfosfato simples estão sendo substituídas por fon . podendo ser administrada em uma ou duas porções diárias.muito grandes. No caso do corte mecanizado. durante a estação chuvosa. são recomendados 0 kg/ha de N. Elementos como o cálcio e o magnésio devem ser repostos pela calagem. não necessitando fazer a operação anterior. além do concentrado. No caso de solos de baixa e média fertilidade. Os mesmos cuidados no procedimento da regulagem e afiação das facas devem ser observados antes de cada corte mecânico de forragem na capineira. fazendo que o consumo pelo animal seja reduzido e haja muita sobra de forragem no cocho. com o solo úmido. Além disso. 0 kg/ha de PO e 0 kg/ha de KO. Um animal adulto consome entre  e  kg/dia de forragem verde como alimento exclusivo. entre outros fatores. a forragem deve ser colocada no cocho para os animais em quantidade suficiente para que o consumo animal não seja restringido. pode prejudicar o equipamento e aumentar o consumo de combustível ou energia. o que deve ser feito em função da produção de forragem removida da área. o capim é picado pela própria máquina na capineira. correspondentes a 00 kg/ha de sulfato de amônio. O conhecimento de quais nutrientes e em que quantidade foram removidos permitirão estimar em que base se deve fazer a sua reposição ao solo. O enxofre passa a assumir importância. desde que recomendados pela análise. Uma vez cortada. Como as forragens retiram grandes quantidades de nutrientes do solo é necessário que se proceda à adubação de manutenção. que deve ser realizada anualmente.

juntamente com o fósforo. removido diariamente do curral após as ordenhas. bem como na época seca. pois o capim elefante. Em pastagens irrigadas de capim elefante podem ser obtidas produções diárias de leite superiores a 00 kg/ha. . o mais recomendável é usar entre  e  toneladas/ha/ano. devido ao pouco conhecimento e ao alto custo dessa prática. por ocasião do plantio. A irrigação constitui um importante fator para a manutenção da produção de forragem por ocasião de veranicos. Aplicações de 0 a 0 toneladas por hectare de esterco bovino por ano são comumente recomendadas. torna-se necessária a aplicação de  kg/ha de zinco. o uso da irrigação poderá possibilitar uma redução no uso de volumosos conservados e concentrados durante o ano. Avaliando Alternativas O uso exclusivo de pastagem não é suficiente para sustentar uma produção de leite estável ao longo do ano.Em regiões onde existe uma comprovada deficiência de micronutrientes. A adubação orgânica também pode e deve ser aplicada na capineira. parcelando-a após cada corte. desde que haja disponibilidade desse material na fazenda. Uma análise econômica baseada apenas nos custos variáveis mostrou que a produção de leite em pastagens de capim elefante com o uso de irrigação apresenta um retorno de até R$ 0. especialmente zinco. para solos com deficiência de enxofre. A sua utilização ainda é pouco difundida para capineiras e pastagens. a adubação química da capineira deverá ser conduzida em níveis superiores aos tradicionalmente indicados. deve ser espalhado uniformemente sobre toda a área de capineira recém-cortada. Em propriedades onde se utiliza a irrigação durante todo o ano. durante todo o ano. O esterco verde. O uso de irrigação possibilita manter elevada produção do capim elefante para regiões em que a temperatura e a luminosidade. devendo ser suplementado.000 kg/ha/ano.00/ha/mês. permanecem favoráveis ao crescimento das plantas. o que corresponde a mais de 0. equivalentes a 0 kg/ha de sulfato de zinco. tem sido recomendada a aplicação de 0 a 0 kg/ha de enxofre.  AgriculturA e PecuáriA tes mais concentradas ou mais baratas. Caso haja disponibilidade de cama de frango. Nessas regiões. especialmente em regiões onde o índice pluviométrico é muito baixo. independente da época do ano. Em geral.

azevém. a prática e os experimentos têm revelado bons resultados na intensificação da produção de leite a pasto e na produção de feno. Na segunda semana. Quando bem adubada. diluídas em água. aveia. ainda. essa forrageira deve ser associada a uma fonte de nitrogênio não-protéico . Entre as mais utilizadas destacam-se a cana-de-açúcar. durante a época de baixa disponibilidade de forragem torna-se necessário suplementar a pastagem com forragem conservada. Para pastagens de coastcross-. um volumoso muito utilizado para alimentação de bovinos na época seca. alfafa e as do gênero Cynodon. os ganhos de peso diário podem variar de 0 a 0  . concentrando a produção no período chuvoso com queda significativa no período seco. O processo de intensificação da produção de leite deve considerar a utilização de sistemas que exijam pequeno investimento e que sejam auto-sustentáveis. Nesse sentido. usa-se % da mistura uréia + fonte de enxofre. florakirk. essa pastagem possibilitou uma taxa de lotação de cinco vacas/ha e produção de  kg/vaca/dia de leite. Assim. florona. irrigada e com o uso de suplementação baseada em  kg/vaca/dia de concentrado. como elevada produtividade.no caso. forragem verde picada ou. acrescida de uma fonte de enxofre. Quando se adicionam diferentes suplementos. podem obter ganhos de peso de 0 g/animal/dia. a intensificação da produção baseada no uso de algumas gramíneas podem se constituir em uma boa alternativa para o período de escassez do pasto. tifton . maturação e colheita coincidente com o período de menor crescimento do pasto. a uréia. a Embrapa-Gado de Leite tem recomendado um dia de pastejo e  dias de descanso no período seco e  dias no período chuvoso. tifton .como a maioria das forrageiras tropicais. apresenta características de importância forrageira. forrageiras de inverno e concentrados. Para cada 00 kg de cana-de-açúcar picada. O fornecimento da mistura cana-de-açúcar + uréia deve ser precedido de adaptação dos animais por uma semana. estrela e florico. Por apresentar baixo teor de proteína bruta. Animais em crescimento. são sujeitos ao fenômeno da estacionalidade. Sobre esta. com a mesma quantidade de cana. recomenda-se usar 00 g da mistura uréia + fonte de enxofre (9:). Estes resultados foram obtidos com vacas Holandesas puras e período de avaliação de 0 semanas. suplementados a pasto com a mistura cana-de-açúcar + uréia. Entre as cultivares recomendadas encontram-se a coastcross-. riqueza em energia. Já a cana-de-açúcar.

000 kg/ ha de feno. respectivamente. foram obtidos  kg/ha/dia de leite. para o azevém. como verde picado ou sob pastejo. Diversas pesquisas têm mostrado produções de leite ao redor de  kg/vaca/dia em aveia e azevém e ganhos de peso de .0 kg/animal/dia. a cultivar mais utilizada e com maior disponibilidade de sementes no mercado é a Crioula. 9 AgriculturA e PecuáriA g/animal. no primeiro ano da cultura. a alfafa mostrou potencial de produção acima de . sob irrigação. De uso tradicional na região sul. Pastagens de capim-elefante. a cinco cm do nível do solo. O pastejo deve ser iniciado quando a aveia alcançar uma altura entre  e 0 cm e. 0 cm aproximadamente. . e 9. a alfafa vem sendo cultivada com sucesso em áreas tropicais. o que onera o custo de produção de leite. essas forrageiras quando utilizada na região sudestes exigem o uso contínuo da irrigação. podendo ser manejados sob pastejo contínuo ou rotativo. proporcionando aumento de produção em sistemas intensivos. respectivamente. Sob pastejo exclusivo. Muito usada em países de clima temperado. usando vacas puras Holandesas. devendo-se repetir a operação a cada três ou quatro semanas. com animais em crescimento em pastagens de aveia. No Brasil. sendo recomendadas para alimentação de vacas em lactação. em pesquisa recente. A cultivar Flórida 0. obedecendo a um dia de pastejo e a  ou a  dias de descanso. a cada  dias durante a estação chuvosa e a cada  dias na época seca. sem e com o uso de  kg/animal/dia de concentrado. com excelentes resultados em termos de produção de leite. como forragem conservada (feno ou silagem). O plantio deve ocorrer após a colheita da cultura de verão. em áreas de baixada. também tem mostrado boa adaptabilidade em condições tropicais. suplementadas com canade-açúcar mais uréia no período seco possibilitam produções de leite de . de  a 0 cm do solo. Pode ser usada. sendo o volumoso recomendado para animais de alto potencial para produção de leite. O pastejo deve ser rotativo. A alfafa se destaca por apresentar alta produtividade e qualidade. Em pesquisas realizadas na região Sudeste.0 kg/vaca/dia.As aveias amarela e preta e o azevém são forrageiras para uso exclusivo no período de inverno. Os cortes devem ser feitos no início do florescimento. O primeiro corte deve ocorrer entre 0 e 0 dias após o plantio. para as épocas chuvosa e seca.

Revista Balde Branco.V.php?lang=pt&id=revistas1. PEREIRA. F. MARTINS. ANO XI.B.REFERêNCIA .. C.br/ show.fapesp. abril. Disponível em: <http://revistapesquisa.C.br .  – CEP 000-900 – São Paulo-SP Tel: () -9 / -9 . CRUZ FILHO. n. 000 R Gomes Cardim. . Pesquisa FAPESP. n.fapesp1. 00 90 . .com.. A. Boletim NOTESALQ .Fax: -0 E-mail: baldebranco@baldebranco. fevereiro. A. 00 .200305> Acesso em: 09 de ago. E. A. CÓSER. 00 Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de ago. MAYA.

Para evitar que as fêmeas botem fora do ninho é necessário que elas tenham ninhos disponíveis e o pesquisador sugere que o proprietário construa ninhos com caixas de madeira e com telhado e dividi-los com madeira. mas acima deste número elas poderão ir botar em outros lugares e o proprietário. Os ninhos devem ter cm de altura por 0 cm de comprimento e deve-se cobri-los com capim.Gansas africanas. Vive mais de  anos. que as fêmeas compartilhem o mesmo ninho tanto para postagem como para chocagem dos ovos em esquema de revesamento. O pesquisador alerta que se for importante identificar os ovos de cada fêmea estas devem estar separadas. O pesquisasor ainda informa que o ideal seria ter um “armário” e construir o ninho dentro deste. portanto deve ter atenção voltada para que esta situação não aconteça. Duração da incubação  dias. diz o pesquisador.Tenho dois casais de gansos africanos e as fêmeas estão compartilhando o mesmo ninho tanto para postagem como para chocagem dos ovos em esquema de revesamento. Período de julho a novembro 0% dos ovos são férteis. Postura 0 a 0 ovos. É normal este procedimento? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com o pesquisador da Embrapa Suínos e Aves Sr. Até três ou quatro fêmeas é possivel que usem o mesmo ninho. Levino José Bassi. Segue abaixo informações adicionais oferecidas pelo Sr. é normal sim. ninho PALAvRAs-ChAvE Informações sobre criação de gansos. Levino da Embrapa Suínos e Aves: l l l l l Maturidade sexual:  ano. 9 AgriculturA e PecuáriA GANsOs AFRICANOs .

Pasta o dia inteiro. a postura é de cerca de 0 a 0 ovos. como galinhas. A partir do segundo ano. l A grande maioria dos gansos domésticos tem temperamento dócil e se dão muito bem em regime de pasto. ração de crescimento e verdura. Acasalamento l Os gansos estão prontos para o acasalamento com oito ou nove meses de idade e se. l A primeira refeição é oferecida  horas após o nascimento. o vôo é curto (alguns metros) e baixo. grandes distancias e chegam a mudar de região quando há mudanças de estação. patas ou peruas. Pode ser incubado artificialmente em chocadeira. como uma caixa de madeira. por isso os ovos devem ser retirados. um balaio ou mesmo um pneu velho recheado de palha. l A diferença entre os gansos domésticos e os selvagens é que os domésticos não voam. No primeiro ano. são bons guardas e sempre dão sinal de alarme quando alguém se aproxima. l O período de incubação é de  a 0 dias. e o peso médio da ave adulta é em torno de 0kg. alimenta-se de ração inicial e verdura . l Os gansos selvagens podem voar alto. Não necessita de abrigo.reproduzem bem até o oitavo ano. a quantidade de ovos aumenta. no máximo. aguardados por dez dias. l Os ninhos podem ser bem simples. Na época de procriação deve receber ração de reprodução e verdura. l A incubação é de aproximadamente 0 dias. e as gansas passam a botar um ovo a cada dois dias. l As gansas de raça pura não costumam ser boas chocadeiras. elas abandonam o ninho antes da época certa. que pode ser uma caixa de madeira forrada com palha aquecida por uma lâmpada. Após deve receber. Primeiro mês.l l l l l l l Não necessita de lago. l Assim que os gansinhos nascem é aconselhável transferi-los para uma criadeira. e 9 . l O ganso Africano é descendente do ganso selvagem chinês. l Os filhotes só podem nadar com 0 ou 0 dias de vida. Em geral. ou galinha. quando já tiverem pelo menos 0% das penas. e colocados para chocar em incubadoras ou por outras aves. A época de reprodução é entre os meses de julho e dezembro. ou seja.

cnpsa. elas colocavam nomes exóticos para valorizar a criação. Os gansos costumam usar rios com pouca corrente e as lagoas com bastante vegetação aquática.embrapa. Quanto ao manejo sanitário das aves devem ser tomados cuidados tais como vacinas contra doenças típicas e deverá ser feito acompanhamento veterinário para melhor orientação na criação do seu plantel. Disponível em <http://www. br/>. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de ago. quando as pessoas criavam aves exóticas.l l FONTEs CONsULTADAs Embrapa Suínos e Aves. . 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA a origem do nome Africano é desconhecida. A única explicação possível para o nome é que na antiguidade. Acesso em: 0 de a ago 00.

galinha caipira. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Uma boa opção para a criação de galinhas em pequena escala é a criação de “galinhas caipiras” em sistemas mais tradicionais. • Cristas e barbelas bem desenvolvidas. nos quais os animais são submetidos a condições altamente estressantes e recebem altas doses de hormônios e medicamentos para que cresçam aceleradamente. pelos quais os consumidores estão dispostos a pagar um maior preço. • Boa conformação corporal. Escolha das Galinhas: • Selecionar as galinhas que demonstram serem saudáveis. Vejamos como proceder para montar uma pequena criação de galinhas caipiras: seleção do Plantel Com este trabalho pretendemos provocar uma seleção do plantel existente visando seu melhoramento. criação de galinha caipira Instruções sobre como montar uma pequena granja. a sua comercialização pode ser efetuada de modo direto (produtor-consumidor). que não exigem o confinamento total dos animais e nem uso de altas tecnologias. Além disso. O resultado é que as “galinhas caipiras” produzem carne e ovos muito mais saborosos e saudáveis. ou com a existência de no máximo um intermediário. As aves criadas através deste sistema alternativo são muito mais saudáveis do que as produzidas pelos sistemas de confinamento mais “avançados”. tornando compensadores e bastante atrativos os preços dos produtos para o produtor.GRANjA PALAvRAs-ChAvE Granja. descartando as aves que não se enquadram nos itens abaixo. sem defeitos físicos e dóceis. 9 .

Rhode Island Red. Plimauth Rock Bared. Hy-line Browm. • Manter a proporção de um galo para dez galinhas. Quando a propriedade for dotada de energia elétrica os pintinhos 9 AgriculturA e PecuáriA • Por ovos com freqüência e de bom tamanho com formato regular. Nas primeiras  horas após o nascimento não precisa dar alimentação pára os pintinhos. pois eles não tem capacidade de regular sua temperatura corporal. • Sexualmente ativos. Shaver Browm. Menor tendência ao choco e manter-se em postura quando a maioria das galinhas estiver em muda. não apresentar defeitos físicos ou de aprumos.carne e ovos. Raças Puras . Manejo de Pintinhos A grande mortalidade dos pintinhos é verificada nas criações que não usam nenhuma tecnologia. deixando que a galinha abrigue sua ninhada. sadios. Label Rouge. Para tanto recomenda-se a introdução de aves já melhoradas geneticamente que serão cruzadas com aves do plantel previamente selecionadas.• Escolha do Galo: • Devem ser vigorosos. Os pintinhos requerem maiores cuidados principalmente nos primeiros 0 dias. sem precisar mudar o sistema produção e com pouco investimento. Aves Canadense . . Introdução de Aves Melhoradas É possível provocar o melhoramento genético do plantel. Isa Browm. Após o nascimento deverão ser retiradas do ninho as cascas de ovos gerados e o material que foi utilizado no ninho como forro e trocando-o por material limpo e seco. por este motivo eles devem ser aquecidos pelas mães ou aquecimento artificial.Paraíso Pedrez. Aves híbridas de ovos vermelhos. As aves que recomendamos deverão apresentar características de dupla aptidão . New Hampshire. quando o produtor colocar para chocar várias galinhas e a eclosão não for uniforme pode-se juntar as ninhadas de forma que cada galinha não tome conta de mais  pintinhos. • Musculosos e pesados. • Ser mantido no plantel no máximo 0 meses.

serragem e folha de fumo . e receberão o mesmo manejo das aves adultas. estes são mais fortes (0%±) que as fêmeas e também tem a crista bem mais vermelha. as demais serão engordadas e vendidas para o abate (machos e fêmeas). para evitar que as aves durmam nele. Os machos neste período são facilmente reconhecidos. afim de preservar sua qualidade. geladeiras ou caixas de isopor. comedouro e bebedouro e fonte de calor. pois as aves rejeitam ninhos muito claros no 9seu interior e se aninham em ninhos muito escuros. A temperatura no interior do pinteiro deve ser regulada levantando ou abaixando a lâmpada ou compânula a gás. Os ovos destinados à comercialização são colhidos diariamente. casca de arroz. Devem ser colocados em locais de penumbra. Os machos também devem ser sadios. vigorosos e bons reprodutores. Deve ser mantido sempre limpo ter a espessura de  a 0 cm. 9 . Quando a opção for adquirir pintinhos melhorados de incubatórios sugerimos utilizar c[circulo de proteção.que contribui para o controle ao piolho e sarna. feita com materiais como capim seco picado. devem ser limpos e guardados em ambientes frescos.poderão ser colocados em pinteiros providos de comedouros. de acordo com o comportamento das aves. a fim de preservar a câmara de ar. A cama do ninho deve ser macia e confortável. Recomenda-se  galo para 0 galinhas para haver uma boa fertilidade. Deve-se utilizar  ninho para  galinhas e estes devem ser fechados à noite. Manejo da Recria Após 0 dias o empenamento estará completo e as aves poderão ser soltas lentamente onde irão adquirir o hábito de ciscar e procurar alimento. Quando os pintinhos se amontoarem debaixo da fonte de aquecimento é sinal que estão com frio ou quando se afastarem muito da fonte indica que está muito quente. Nesta fase inicia-se a seleção das melhores aves para a reprodução. cama. Deve-se ter o cuidado de armazenar os ovos com a extremidade mais fina voltada para baixo. bebedouros e aquecimento através de uma lâmpada elétrica. Manejo de Aves Adultas As aves de reprodução que permanecerão no plantel devem ser sadias e estar em bom estado físico. que será usada 0 dias no verão e  dias no inverno.

pequenas. A ração balanceada deve ser fornecida em comedouros no interior do galinheiro na base de 0 g por dia por ave e cocho com mistura mineral para consumo à vontade. A postura ocorre com freqüência de aproximadamente até 0 horas da manhã. rígidos e muito próximos. Contraído. Duros. enrugada e escamosa. enrugada e seca. duro e espesso. sem sujeiras. úmida e macia. formato normal. portanto neste período as aves devem ficar presas. . fino e suave. macia e lustrosa. Finos. e portanto devem ser descartados. completa e sem pontas quebradas. quebradas e sujas. brachiaria. Distendido.CARACTEREs ) Crista e barbela )Cloaca ) Bico e canela ) Plumagem ) Ossos Pélvicos AvEs EM POsTURA Grande. Gasta. tamanho médio para grande. Forma ovalada. sem trincas. Próximo aos ninhos onde as galinhas estão chocando deve haver água e ração à vontade. As aves devido a idade. ressequida. Alimentação As aves caipiras são mais resistentes que as aves industriais. vermelho-vivo. pequena. Bonita. Esbranquiçados e canela achatada. ) Abdômen É importante deixar boas chocadeiras para se fazer incubação natural dos ovos. flácido. Apresentamos a seguir um quadro para facilitar a seleção de galinhas em produção. gra9 AgriculturA e PecuáriA Os ovos para incubação devem ser colhidos mais vezes ao dia. Área de pastagem recomendada para cada ave adulta é de aproximadamente 0 m. flexíveis e bem separados. aumentadas de tamanho. tifon. pode-se utilizar capim quicuro. cabendo dois ou mais dedos. desenvolvimento sexual incompleto. AvEs FORA DE POsTURA Escura. capaz de atender suas exigências nutricionais. mas mesmo assim devem receber suplementação através de ração balanceada e volumosos. Amarelos e canela roliça. Para haver uma boa eclosão deve-se colocar de 9 a  ovos para que a galinha o cubra totalmente. Devem ser acondicionamento em pentes com extremidade maior voltada para cima e num período máximo de  dias. Redonda. e com início de mudas precoces não produzem ovos.

00 . rami. Sugerimos o plantio de feijão Guandu. quando houver área disponível recomendase dividi-la em piquetes e fazer o manejo rotativo. por ave. confrei. 9 .0 0. após este período as aves poderão ser soltas.ma estrela. Rações Fareladas de Produção Caseira Sugestão  Ingredientes Fubá de milho Farelo de soja Farinha de carne de ossos Quantidade necessária para 100 kg de ração (quilos)    Sugestão  Fubá de milho Quirera de arroz Farelo de soja farinha de carne de ossos  0   Sugestão  Fubá de milho Farelo de soja Feijão-guandu   0 Sugestão de Mistura INGREDIENTEs Fosfato Calcário Sal Comum TOTAL MISTURA PORCENTAGEM (%)    00 QUANTIDADE (Quilos) . ou copo tipo pressão.00 Arraçoamento Do Pintinhos Durante os primeiros  a 0 dias deverá ser fornecido aos pintinhos ração comercial de fase inicial à vontade em comedouro tipo bandeira. Durante o dia a ração do comedouro deverá ser peneirada para retirada das impurezas. pode-se utilizar também restos de hortaliças.0 0. Neste período o consumo médio de ração é aproximadamente  kg. Girassol.

sabugo de milho triturado. A manutenção da saúde é um conjunto de práticas que envolvem isolamento. pinteiros e galpões. . profilaxia e combate sistemático a vermes e parasitas. As poças d’água estagnadas e brejos devem ser esgotados e ou isolados. e os entulhos limpos retirados. A quantidade de água consumida pelas aves normalmente é o dobro da que consomem em alimento. tanto para bebida quanto para a manutenção geral do aviário. Deve-se usar de 00 g a  kg de material de cama para cada m de instalação. Esta deverá ser substituída a cada 90 dias ou parte da cama quando for molhada.0 O piso das instalações deve ser forrado com uma “cama” que poderá ser de capim picado e seco.sanidade A saúde é importante para que as aves sejam boas reprodutoras de carne e ovos. Produto Água Cal extinta Creolina Unidade Litros Quilos Litros Quantidade  . O fornecimento da água deve ser em toda a fase de sua vida pura e fresca. Para introduzir aves no plantel. Profilaxia Para esta criação recomenda-se um programa mínimo de vacinação para controle de algumas doenças. etc.00 0. Esquema de vacinação Idade 0/ dias /0 dias Doença Tipo de vacina New Castle (Peste Aviária) La Sota New Castle (Peste Aviária) La Sota via de aplicação Ocular Ocular 99 AgriculturA e PecuáriA Água Água é de vital importância para a criação. casca de arroz. Sugere-se uma solução de água e creolina na proporção de  a %. estas devem passar um período de isolamento de no mínimo 0 dias. para satisfazer as necessidades metabólicas. Apresentamos a seguir uma sugestão de solução desinfetante para caiação de ninhos. Todas as instalações e equipamentos e arredores da criação deverão ser limpos lavados e desinfetados a cada  dias. cepilho de madeira. higiene.

colocando nas bandejas e sobre o papel. Colocar em círculo de proteção com fonte de aquecimento/ água/ração. Colocar papel jornal sobre a “cama” e retirá-lo após  dias. água de boa qualidade e localizados no mínimo a 0m da residência. vermifugação . Multocida . Deve-se verificar a data de vencimento.Quando ocorrer estes tipos de parasitas deve-se fazer um polvilhamento ou pulverização de todas as instalações e equipamentos e nas próprias aves. proteção natural contra ventos fortes. Durante as primeiras horas de chegada somente água e açúcar a %. sarnas/Piolhos . isolado do fluxo normal do trânsito e de pessoal. • Devem ser utilizados de preferência os materiais disponíveis na 00 . vacinados contra Marek e Bloba Aviária.Doença da Barbela) La Sota La Sota Cepa Suave Cepa Forte Solução Aquosa Ocular Ocular Membrana da Asa Membrana da Asa Intra muscular peito/coxa. Do º até o 0º dia fornecer ração inicial de frango de corte à vontade e soltá-los após este período. As sobras de vacinas e frascos devem ser incineradas ou enterradas.0/ dias / meses  dias  dias / meses New Castle (Peste Aviária) New Castle (Peste Aviária) Bouba (Caroço Pipoca) Bouba (Caroço Pipoca) Cólera Aviária (P. OBSERVAÇÃO: As vacinas devem ser mantidas na geladeira (fora do congelador). com drogas específicas. Instalações e Equipamentos • Devem ser escolhidos locais secos livre de inundações. seguindo as recomendações do fabricante. Recomendações Complementares Quando a opção for adquirir pintinhos de incubatório para melhoramento do plantel algumas orientações devem ser seguidas: • • • • • Adquirir pintinhos de incubatórios idôneos. após  horas fornecer quirera de milho ou fubá médio.Aplicar vermífugo a base de Piperazina ou Mebendazoli de  em  meses para todas as aves via água ou ração conforme recomendações da bula.

cimento amianto.Galinheiro: • Piso terra batido ou concretado. Dimensões .” fio . Utilizar  cm linear por ave. • Bebedouro pendular:  para cada 00 aves. bambu ou maneira. • Cocho para minerais. • Bebedouro: Tipo calha . . • Comedouro: Tipo cocho em madeira. • Cobertura . • Dividir o galinheiro em três partes distintas: Abrigo de reprodução • Ninhos:  para  aves . • Bebedouro . • Comedouro Tubular:  para cada 0 aves. • Paredes laterais . telha de barro.dimensões:  x  x  e com altura do piso de 0 cm.0 a 0 m. • Utilizar  aves por m. para 0 pintos com as seguintes medidas 0 x 0 x  cm. sapé. • Utilizar cortinas.0 cm de altura alvenaria ou tábuas e completada até o teto arame . • Poleiros: 0 cm/ave espaçadas 0 cm e distante do piso 0 cm. • Fazer um canal em volta da instalação para escoamento da água de chuva. • Orientação leste/oeste.com madeira ou outro material disponível . . cm/ave. • Iluminação:  lâmpada de  Watts para cada m. • Compânula ou lâmpada para aquecimento. 0 AgriculturA e PecuáriA propriedade. Pinteiro • Deve ser equipado com círculo de proteção altura de 0 cm e . • Pé-direito .Tipo copo de pressão  para cada 0 aves. Com fundo para casa de ração. bambu.0m.feito em bambu. trelissa. x . m de diâmetro. • Com a idade de 0 dias utilizar bebedouro e comedouros de aves adultas e retirando o círculo de proteção. tubo de PVC ou chapa galvanizada. • Comedouro tipo bandeira .

Carlos A.agridata. de A. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .Casa de ração • No seu interior estão localizados o fundo dos ninhos por onde serão colhidos os ovos. V.0 x  m. Acesso em:  de dez. Dimensões: . Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de dez. 00.htm>.Referências • Manual Técnico de Criação de Galinhas Caipiras.mg.gov.br/mantecn. Disponível em: <http://www.

como a do algodão. as flores masculinas e femininas estão em pés distintos. verificou-se que não houve necessidade de troca durante 00. como extrair o óleo sOLUÇÃO APREsENTADA A produção é o fruto da Jojobeira cujo teor de óleo é de 0% e 0% será usado como ração animal através de seu bagaço.000 km). digestivo e tratamento de feridas. como a lisina e a metionina. essa torta supera a do babaçu e a do trigo. e por isso tem uma formidável procura no mercado internacional proporcionando altos lucros. aproximando-se das mais nobres. fez com que as industrias buscassem outras fontes de obtenção. fornecedores de sementes. semente PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Informações sobre cultivo da jojoba. Pelo seu elevado teor de proteína bruta. Sua oxidação é lenta e resiste a aquecimentos repetidos e a altas tempera- 0 AgriculturA e PecuáriA jOjOBA . Substitui o óleo de baleia com bastante vantagem e a proibição de sua pesca. da família das buxáceas (Simmondsia chinensis Schn.Jojoba. a da soja e a do girassol. cujo tronco se ramifica desde a base. O óleo é usado na indústria de cosméticos e farmacêuticas Planta arbustiva de cultura perene. Seu óleo já era usado pelos astecas como tônico capilar. Pode ser extraído facilmente com alto grau de pureza. farmacêutica e lubrificação (como óleo lubrificante de motor de veículos. podendo alcançar até m de altura. e por ser dióica. produz uma torta com cerca de % de proteína que contém aminoácidos essenciais. Seu bagaço (0% da semente). Serve para o fabrico de rações e é ótimo fertilizante. Sua semente produz 0% de óleo com ótimas características para uso nas indústrias de cosméticos.) com folhagem persistente. originária do sudoeste dos Estados Unidos e noroeste do México (deserto de Sonora).

além do que seu óleo não rancifica. Cabe ressaltar que conforme resultados dos trabalhos do Prof. x m e sua orientação deve ser perpendicular ao sentido do vento predominante. e o custo de implantação são baixos. Deste modo se assegura que o vento arraste o pólen das flores masculinas para as flores femininas. A Jojoba é de cultura perene (produz por mais de 00 anos). praticamente não tem glicerídeos nem triglicérides. os cerrados. Não se tem mais notícias atualmente de como ficou. O poder germinativo de sua semente é de alta durabilidade ( anos). e suas raízes pivotantes (penetram até m) recuperam o solo facilitando sua drenagem. Os trabalhos foram efetuados no Ceara com rigor cientifico e o projeto durou alguns anos. existirem áreas não utilizadas para outras culturas devido a fatores geográficos. climáticos e solo. é de fácil manejo. A jojoba se planta de preferência na primavera em terreno arado e rastreado em fileiras de .. sendo que as araduras para preparo do terreno e plantio efetuados uma única vez são irrisórios em relação a sua alta rentabilidade.etc). Produz bom rendimento de sementes em baixas condições de alta salinidade. Substitui o óleo diesel.turas. sendo uma espécie que se adapta muito bem a zonas afetadas por secas prolongadas. 0 . tais como o semi-árido nordestino. e absorvidos já na primeira colheita que ocorre no ° ano. Gladstone da UFC a jojoba no Brasil é perfeitamente adaptável nas regiões de climas similares ao do Nordeste. feijão. existindo uma alta demanda pela indústria de cosméticos. e o seu cultivo requer menos água para produzir que outros tradicionais. Podem ser consorciadas outras culturas (milho. No Brasil existem muitas terras improdutivas e de grande extensão. Portanto. Dada a sua tolerância a alto déficit hídrico. suporta vários anos sem água. e pode ser armazenada por longos períodos. não requer trabalho intenso e é pouca afetada por patógenos e insetos. As flores são polinizadas pelo vento. para estas regiões a jojoba é a planta ideal por suas características de clima desértico com alta resistência a falta d´água. além de que nas demais regiões de culturas tradicionais.

elimina estes riscos. Resiste a temperaturas. garantindo uma cobertura vegetal. a jojoba se adapta a uma ampla gama deles. As zonas áridas e semi-áridas assim como as demais regiões do Brasil são altamente vulneráveis a erosão e o fato de se destinar estes solos à produção de cultivos anuais sem nenhuma ou pouca preocupação em recompô-los. se abre e deixa cair a semente no solo. O cultivo de jojoba se caracteriza por sua longevidade. os custos de mão de obra e maquinaria são diminuídos devido a que. Esta espécie frutifica com os brotos novos e. e o que pode comprometer um solo para o seu cultivo é uma má drenagem. sendo que uma geada forte e prolongada pode produzir a morte de uma plantação completa se esta é nova. O vento é um fator positivo por facilitar a polinização das flores e outros fatores 0 AgriculturA e PecuáriA e seus frutos começam a inchar-se até alcançar sua maturidade nos meses de março e abril do ano seguinte. sempre e quando se aplica irrigação por gotejamento. A planta tem grande tolerância à salinidade de solo e água. Os níveis a que resiste. se deve realizar em período de pouca atividade agrícola tradicional. Quanto a exigências de solo. são superiores aos de qualquer outro cultivo. Por ser um cultivo permanente e ótima opção por sua rentabilidade.No caso de propriedades já estabelecidas com outras culturas. pode produzir um ou mais frutos em cada um dos nós do broto em alguns pés. conhecendo-se plantas de mais de 00 anos que ainda permanecem produtivas. suas raízes são muito suscetíveis a asfixia radicular. e pode ser cultivada sem problemas em ladeiras. Quando o fruto está maduro. permite dar usos a recursos que no momento se encontram ociosos. . no geral. desde que apresente uma adequada ventilação. ao incluir a jojoba como novo cultivo. não requerendo araduras. não são problemas os solos pedregosos. onde se colhe. aumenta os riscos de desertificação. exceto no início de sua plantação. e se desenvolve com maior rapidez se são altas ( a °C ). de até -° a até 0° C. Não obstante.00 kg/HA) e a produção total é alcançada aos 9 anos. produz um fruto a cada dois nós. por ser um cultivo pouco intensivo e cujo principal trabalho que é a colheita. e dos brotos tenros e flores em uma plantação adulta. o qual se traduz em uma perda de produção no ano. As plantas produzidas vegetativamente começam a produzir ao terceiro ano da plantação (. A planta é sensível as geadas. produzindo de forma adequada com níveis de  e  dS/m respectivamente.

Deste modo se assegura uma adequada lavagem dos sais do perfil destes solos. Embora não existam muitos estudos sobre fertilização para a jojoba. A maior resposta observada corresponde a aplicação de NITROGÊNIO na quantidade media de 0 a 0 kg por hectare ao ano. potássio e fósforo. deixar uma planta masculina para cada 9 femininas. sendo que a presença destas.isto equivale. Na colheita se efetua uma poda e consiste somente em eliminar os ramos que crescem perto da superfície do solo para facilitar o trabalho de colher. de acordo com as características do solo. as ervas daninhas não tiveram que ser um grande problema. o qual corresponde a metade ou um terço que se requer de um cultivo tradicional. ainda mais se fosse irrigado por gotejamento. As sementes plantadas necessitam de duas ou três irrigações durante o primeiro verão e devem ser protegidas dos animais e a remoção de ervas daninhas é recomendado após cada irrigação. mas sim a salinidade. esta responde a uma fertilização tradicional. com suplementação de nitrogênio.0 kg/ha.  mg/g do talo. enraizaram 00% em  dias. deve-se efetuar o desbaste na primeira floração que ocorre no terceiro ou quarto ano após o plantio. No verão irriga-se uma vez por semana e a cada  semanas no inverno para o caso de irrigação por gotejamento. dificulta os trabalhos da colheita. Para uma plantação adulta. se recomenda usar sistemas de irrigação por gotejamento. .00 plantas fêmeas e 0 masculinas por hectare). Não obstante. Em zonas onde o principal limitante é a água. isto é. Na irrigação por sulcos. Os arbustos masculinos devem intercalar-se em todo o bosque (aproximadamente . se deve irrigar a cada verão e uma vez ao mês no inverno se não existir chuvas de inverno na região. Pode-se recomendar o uso de Simazina antes da plantação e no in0 . como também se pode fazer uma poda mecanizada após a colheita para favorecer o desenvolvimento de novos brotos. rendendo possivelmente de sementes. é importante manter o cultivo livres das ervas daninhas. aproximadamente a  litros por planta em uma semana em média. A irrigação se faz por sulcos ou por gotejamento. o sistema de sulcos é adequado em setores em que a água não é o limitante. A jojoba requer de . Para plantação efetuada por plantio direto ou através de mudas. Nas zonas áridas e semi-áridas.000 a 00 m³ de água por hectare no ano.climáticos não afetam o cultivo. Quando os cortes dos brotos foram tratados com o IBA.

Cerca de 90% do óleo é destinado a industria de cosmético. sendo um líquido gorduroso com ponto de fusão de °C a 9°C. evitando-se desta forma contaminações de germes patógenos e deixar descansar por alguns dias. não é tóxico. são razões para seu uso intensivo. está desenvolvendo um projeto para produção de óleo de jojoba. incluindo a oleosa.Controle Fitossanitário: a cultura da jojoba é caracterizada por ser bastante saudável. além de não deixar que os óleos carreadores em geral fiquem rançosos com grande rapidez se adicionado a eles e possui longo tempo de vida. grande estabilidade e não é afetado por repetidos aquecimento de até 00°C. visto que o brometo é nocivo. acnéica e inflamadas. as sementes utilizadas no projeto. mista. Para muitas aplicações industriais. cabelos e outros e é de fácil absorção por parte da pele e o fato de ser um recurso natural e biodegradável. deve-se fazer a mistura de esterco com areia grossa e se efetuar a aplicação de Brometo de Metila (clique aqui para informações de como utilizar este produto que é considerado altamente tóxico e outros produtos similares que existem no mercado) no composto. especialmente para produtos de pele. . são impor0 AgriculturA e PecuáriA verno em plantações já estabelecidas se podem efetuar aplicações de Glifosato ou outro herbicida de contato (com proteção para planta) quando se fizer necessário. Não rancifica e é usado na fabricação de perfumes. baixa volatilidade. É usado na industria de lubrificantes e alternativa para o diesel A Jezyn Agronegocios. (veja Brometo de Metila) em casos isolados. detectando-se somente ataques de Fusarium sp. suas propriedades são promissoras: altos índice de viscosidade. é hidrogenado e de fácil diluição em solventes orgânicos comuns. Possui uma coloração clara e é rico em vitamina E. tomando-se muito cuidado nesta aplicação. proteínas e sais minerais quando não-refinado. ponto de ebulição e chama. Ele é indicado para todos os tipos de peles. e sob baixas temperaturas ele pode se solidificar homogeneamente se não foi refinado. O óleo de jojoba sem refinar possui uma longa história de uso pelos índios norte-americanos e é obtido da semente da jojoba prensada a frio (esmagamento) sem o uso de solventes e tem muito poucas impurezas.O tratamento que tem se mostrado eficaz para controlar este fungo é a aplicação de Thiabendazole-Tecto-BAYER. Na produção de mudas a partir de sementes. sendo um material de fácil manipulação.

pdf.html Óleo de jojoba como biodiesel Embrapa Pantanal Telefone () -0 http://www.jsp? CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs No site do SBRT. 00 http://www.br/upload/sbrt2012. 00 FONTEs CONsULTADAs Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.ibict. 0 -Santana .sbrt.São Paulo .tadas de Israel.pdf.sbrt.jezynagronegocios.sbrt. Acesso em: 09 de ago.br/upload/sbrt1105. 00 http://www. disponíveis em: http://www.br/upload/sbrt1213.ibict.br Outros links Plantação de jojoba http://www. e poderá fornecer maiores informações.pdf.sbrt. Extração de óleo. que poderão auxiliar na pesquisa.newscientist. Acesso em: 09 de ago.ajorp. Acesso em: 09 de ago.ibict.com/news/news.br>.net/ijec_glossary. Iva Maria Alves e Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de ago. existem algumas respostas sobre processo de extração de óleo. Rua Darzan.CEP: 00-00 . 00 0 . 00.ijec. Disponível em: <http://www.com. Acesso em: 09 de ago.SP () 9-09 / () 9- / () -9 http://www.ibict.com International Jojoba http://www.

por exemplo. 09 AgriculturA e PecuáriA INDUsTRIALIzAÇÃO E EXPORTAÇÃO DO ÓLEO DA CAsTANhA DO PARÁ . regiões próximas ao litoral e do rio Amazonas levam alguma vantagem para o escoamento de sua produção se comparados a situação de regiões interioranas como o caso do norte do Mato Grosso e sul do Pará. uma diminuição quantitativa da demanda do produto final necessária à viabilidade econômica do empreendimento e. Xingu e Tocantins e também o contrabando deste produto pelo território boliviano.o porto não possui espaço suficiente para a demanda de containers que a castanha na condição in natura requer. a diminuição do volume na estocagem e transporte da carga.Castanha-do-pará. óleo de castanha-do-pará. Ainda assim. por outro. o principal voltado a esta comercialização. enfrenta a crise gerada pela falta de modernização portuária no Brasil. A melhor estratégia de mercado tem sido o aumento do valor agregado ao produto final e. por um lado. um aumento da facilidade de transporte a medida que o produto final agrega trabalho. a castanha desidratada e o óleo da castanha. compararmos a castanha com casca. pois o porto de Belém. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A maior dificuldade para a exportação da castanha-do-pará tem sido o transporte do produto. exportação PALAvRAs-ChAvE Quer informações sobre a exportação da castanha do Pará e do óleo extraído de sua amêndoa. Segundo a CONAB –Companhia Nacional de Abastecimento . conseqüentemente. Deseja saber os equipamentos necessários para a produção deste produto. Se. Ademais a situação se torna mais agravante se levarmos em consideração a falta de infra-estrutura nos portos fluviais ao logo dos rios Madeira. veremos.

Os equipamentos destinados a extração do óleo da castanha são semelhantes ao da extração do óleo do caju. quanto às indústrias estrangeiras. A produção do óleo é atualmente obtida através da moagem e compressão da amêndoa (embora em escala laboratorial já existam outros procedimentos possíveis como a utilização do etanol e do Co em estado crítico). Neste sentido algumas experiências realizadas pelo IPEA . A destinação do óleo a indústria de cosméticos apresenta um grande potencial de desenvolvimento. a busca pelo resgate social que pequenas empresas podem trazer através da diversificação da economia local. também. Várias empresas no Norte e nordeste desenvolvem maquinários para as 0 . Com relação a veiculação de mercadorias no cenário mundial. O empreendedor que se direcionar a esta área de atuação deverá levar em conta que a indústria farmacêutica brasileira é tecnologicamente desenvolvida e competitiva e está tão aberta ao lançamento de novos produtos e a pesquisa tanto.desde que sejam respeitadas as leis internacionais de proteção dos recursos naturais através do manejo sustentável da produção e beneficiamento e. Várias empresas européias (principalmente francesas e alemãs) se interessam em veicular produtos produzidos na Amazônia. A sugestão será a de uma pesquisa de mercado tanto junto às empresas brasileiras do ramo quanto às estrangeiras. podem servir de exemplo sobre a veiculação de produtos no mercado mundial. A castanha-do-pará possui altas concentrações de vitamina E e selênio que garantem a este fruto o estatuto de uma grande fonte de anti-oxidantes que atuam no combate ao envelhecimento causado pelos radicais-livres produzidos pelo organismo. portanto ao empreendedor a análise das vantagens em destinar sua produção ao mercado externo ou interno. Vale a pena visitar o “Portail de l´hulie castanha-do-para provenant du palmier amazonien” que pretende montar um rede de sites voltados a promoção deste setor (projeto intitulado de “Celestino Pesce” que já se encontra disponível na Internet).Outro fator que deve ser levado em conta é a aposta do mercado no crescimento da indústria farmacêutica para os próximos anos tanto no exterior como no Brasil. podese dizer que grandes são as possibilidades de fomento dos produtos da região amazônica junto a organizações internacionais . Caberá.Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá – junto a algumas comunidades.

gov.org/idbamerica/archive/stories/1998/por/5g. http://www.apnagroup.embrapa.Instituto de Pesquisas Científicas e tecnológicas do Estado do Amapá.Cursos sobre o processamento da castanha-do-pará e manejo sustentável Campus Universitário de Guama – Setor Profissional Casa do Poema –CEP 0-900 Belém –Pará_Brasil Tel 9   ou  0 Fax 9 9  E-mail: contatos@bolsaamazonia. Cultivo da Castanha-do-Brasil em Rondônia. o SEBRAE do Ceará mantém um projeto de minifábricas de extração do óleo da castanha do caju podendo ser uma fonte confiável de informações para o empreendedor voltado á industrialização da castanha-do-pará.ap.br EMBRAPA.com/products1.com Órgãos de fomento e pesquisas IEPA .htm Indústria do caju na Índia Cashew Industry.udupipages. http://www. Indicações: .htm Gayathri Industries http://www. html  AgriculturA e PecuáriA empresas deste ramo (veja no site do SBRT a consulta sobre “Extração do óleo da amêndoa do caju”). David. contudo poderá ser de grande interesse a visita a sites indianos voltados a produção de maquinário para o fabrico deste tipo de óleo (a Índia apresenta um grande número de empresas especializadas na fabricação de maquinas para extração de óleo de amêndoas do caju e abriga feiras que giram em torno deste ramo).gov.PDF histórias sobre o empreendedorismo no setor Mangurian. Abrindo o mercado de castanha-do-pará http:// www.iepa. http://www.com/roasting. tanto em relação a produção quanto a distribuição e possíveis mercados para o seu escoamento.br/sisprod/castanha/ Normas Específicas de Castanha-Do-Brasil – Safra 00.gayathricashewmachinery. No Brasil.com/ind/cashew.html Cashew processing. http://www. conab.br/download/moc/titulos/T66s2004. http://www.iadb. cpafro.

asp?id=port&produto=Castanha&camp o=2&extra=Am%EAndoa Divulgação de produtos Amazon Oil.org. prossiga.amazonoil. http://www.The Cashew Export Promotion Council of Índia.br/caju/asp/SaidaCat. http://www.castanha-do-para.com/index. http://www5. http://www.Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.com Secretaria Geral da Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar.asp?cod=161&id=port Vortal Cadeia Produtiva do Caju: castanha e amêndoa.cashewindia. http://www5. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .abimaq.br/caju/asp/buscaextravortal. http://www.prossiga.shtml Castanha-do-pará.br/ Vortal Cadeia Produtiva do Caju.htm Equipamentos ABIMAQ .org/html/c0000hom.

como quem cuida de uma lavoura. para isto precisa de um projeto. curral. Leovegildo Matos. assim como boa parte dos custos da produção. na época da seca. “A alimentação das vacas em lactação responde por 0% a 0% desses custos”. principalmente em função da região. Isso porque o leite entra pela boca da vaca. diz.00/kg de MS e R$ 0. avalia o engenheiro agrícola Carlos Augusto Brasileiro Alencar.00. Com a irrigação.e das pastagens sem irrigação estão em torno de R$ 0. estes valores são acrescidos de R$ 0. completa Brasileiro. Como implantar irrigação no pasto que está formando O pesquisador Leovegildo Matos. deve ser também um grande agricultor.00/kg MS. porém. representa muito em termos de lucratividade”. Se uma boa pastagem depende de chuvas e delas depende a alimentação do rebanho. pastagem. difusor do sistema de produção a pasto argumenta que a irrigação é um processo economicamente viável. da  AgriculturA e PecuáriA INFORMAÇõEs sOBRE IRRIGAÇÃO DE PAsTO. que trabalha no centro e no leste de Minas. respectivamente. “Cuidar bem da pastagem. difusor do sistema de produção a pasto. a produção decai sensivelmente. O pesquisador da Embrapa-Gado de Leite. Brasileiro ressalta. ressalta que o produtor de leite que pretende ser grande.Irrigação. a produção de leite é de apenas 0%.uma das alternativas de alimentação dos bovinos para o período da seca . que a resposta à irrigação de gramíneas tropicais tem sido controvertida. além de um bom pecuarista. RETIRADA DO LEITE . pasto. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. leite PALAvRAs-ChAvE Como implantar irrigação no pasto que está formando? Quais são os recursos necessários para tirar o leite ( vacas)? Pretende transformar a casa em curral. “No período seco do ano. no Brasil. Os custos de produção de matéria seca (MS) da cana-de-açúcar . em relação ao das águas”.

O fator que ajudou a reduzir os custos foi a opção pela irrigação por aspersão fixa de baixa pressão. nesse sistema. “No sistema convencional. O custo da produção que era em média de R$ 0. “Esse tipo de irrigação tem sido um dos métodos mais difundidos na região”. o litro. a irrigação. o próprio vaqueiro que faz a ordenha pode realizar o serviço”. mas a correta montagem de uma sala de ordenha exige uma precisão tal que o pecuarista deve responder uma série de perguntas antes de fazer sua escolha. cada rebanho é um rebanho. a produção média de leite é de 0 litros por vaca/dia numa taxa de lotação de cinco vacas/ha. A condução da água da moto-bomba até os aspersores é efetuada por meio de tubulações de diversos tipos de material. de acordo com o turno da rega. muitos sistemas são instalados com pressão por gravidade. Quais são os recursos necessários para retirar o leite (ordenha) Cada caso é um caso. enquanto o convencional fica em torno de R$  mil. Segundo Brasileiro. afirma Brasileiro. as linhas principais. do nível de insumos e do sistema adotado. o que torna a montagem do equipamento menos onerosa. é necessário mobilizar um trabalhador em tempo integral para cuidar do equipamento. Nesse modelo. No entanto. cada propriedade é uma propriedade. secundárias e laterais se apresentam como suficientes para irrigar toda a área. proveniente da diferença de nível entre a fonte de água e a área a ser irrigada. com aspersores de pressão de serviço. a mão-de-obra também é otimizada.() 2. Lá. o sistema é dotado de um tampão com rosca com controle manual nos pontos de irrigação. Para isso. está hoje em torno de R$ 0. a irrigação é feita com funcionamento de um determinado número de aspersores por vez. Brasileiro ressalta que “a diferença deste sistema tem sido grande em razão da baixa demanda de energia e de vazão”. Por necessitarem de baixa pressão.0.espécie forrageira. Tudo para reduzir ao máximo. Apesar das tubulações serem suficientes para irrigar ao mesmo tempo a área inteira. conclui. os riscos de aprovar custos abusivos e  . Na região leste de Minas Gerais. alumínio e PVC rígido. Outro fator é o baixo custo do equipamento que está em torno de R$ 00/ha. tanto da cana-de-açúcar quanto do pasto de braquiária mostraram viabilidade. tais como aço zincado. Pode parecer exagero. aponta experiências de sucesso econômico.

“No entanto. Numa propriedade familiar. . duração do turno de ordenha. jamais fecharia as portas para esse sistema pelo fato de ser melhor e mais higiênico que o sistema manual. “É importante não esquecer dos valores de depreciação e juros sobre o capital”. e preferências pessoais. uma análise de custos de instalação e operação de sistemas de ordenha deve levar em consideração os custos de mão-de-obra. prática presente em mais de % das propriedades brasileiras”. latões e sistema de ordenha são apontados como os principais fatores responsáveis pelo aumento de  AgriculturA e PecuáriA conseguir a melhor otimização dos equipamentos. a higienização deficiente dos baldes. da Universidade de São Paulo (USP/Pirassununga). Laranja ressalta as variáveis decisivas na escolha: tamanho do rebanho. Uma das primeiras questões colocadas pelo professor é: Quanto tempo diário de ordenha se pretende desenvolver na fazenda? Muito ou pouco. nível de produção das vacas. estabilizando o período de ordenha entre duas e duas horas e meia. Nesse sentido. mão-de-obra disponível. por exemplo. Luís Fernando Laranja. microrganismos e substâncias químicas. Para se determinar o tamanho e o modelo da sala de ordenha. pontuou alguns aspectos fundamentais para ajudar na tomada de decisão sobre o assunto. deve-se respeitar a limitação de mão-de-obra. cada turno não deve passar de quatro horas. () A obtenção do leite constitui a etapa de maior vulnerabilidade para a ocorrência de contaminações por sujidades. Desta forma. pois haverá queda na eficiência”. uma vez que o transporte do leite até o tanque quebra a continuidade do trabalho do retireiro e pode colocar em risco a qualidade do leite. número de ordenhas/dia. “De forma geral. e que podem ser imediatamente incorporados ao produto in natura. mecanização/automação. De acordo com ele. o professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia. a resposta altera todo o cálculo de custos. construções e equipamentos.Para ele o balde ao pé deve ser observado pelo produtor como um equipamento de transição. A carga microbiana inicial está diretamente associada à limpeza dos utensílios utilizados para retirada e transporte do leite. presentes no próprio local de ordenha. disponibilidade de recursos.

microorganismos. equipamentos de ordenha e tetas dos animais é fundamental para evitar a contaminação do leite. para um único ordenhador. antes da ordenha. Considerando que a superfície dos tetas representa uma importante fonte de contaminação do leite. depois de ordenhadas vão para o curral de descanso e alimentação. contribuem significativamente para o controle de doenças. que é um estábulo de tamanho reduzido. A principal vantagem é a redução do custo de construção. realizados no processo de ordenha manual. Na figura abaixo estão ilustrados alguns passos importantes para uma ordenha manual higiênica: sistema de ordenha higiênica para pequenos produtores: lavagem e secagem de tetas(3) Filtragem do leite e lavagem de peias de corrente e banco de ordenhador(3) Trata-se de um conjunto de pequenos investimentos e de práticas simples. pois as vacas são manejadas em lotes. conclui-se que. destinado a comportar de  a  animais por vez. Antes da ordenha. É de fácil manejo. a lavagem e desinfecção das mesmas. A qualidade da água utilizada para lavagem dos utensílios. que resultam em significativa melho . variando com o tamanho do rebanho. podendo a ordenha ser manual ou mecânica. () Outro tipo de instalação que pode ser utilizada é o chamado Miniestábulo ou Sistema de sala-de-ordenha. com bezerro ao pé. ou diretamente para o pasto. as vacas ficam no curral-de-espera.

coberta. Não faz muito tempo. silos. l Substituição de cordas de seda para contenção das vacas (peias) e dos bezerros por correntes leves de fácil higienização e menor contaminação. currais. nos períodos secos do ano. l Construção de um canzil para contenção. calçada. muitas vezes deixando o animal estressado e. o pecuarista que precisava vacinar e cuidar do rebanho padecia com um curral pouco eficiente. deve-se atentar para a direção dos ventos dominantes e a distância entre a sede e o curral. () As instalações destinadas a alojar as diversas categorias de animais de um rebanho são projetadas em acordo com o sistema de exploração a ser adotado. Troncos para contenção dos animais. para evitar a condução da poeira formada durante o serviço. A estrutura. construídos nos pastos. escritório. associado a cocho para administração de concentrados durante a ordenha. l Construção ou adaptação de um pequeno curral de espera para os bezerros. l Instalação de instalação hidráulica para lavagem das mãos e tetas dos animais: tanque de 00 litros + 0 m de canos de PVC de ½” e  m de mangueiras de jardim dotadas de pistolas nas extremidades. fazia com que o manejo ficasse prejudicado. Neste caso. a falta dela. mais magro. O manejo em pasto requer estruturas mais simples e são em geral. depósito para alimentos e pre AgriculturA e PecuáriA . bezerreiro convencional ou abrigos individuais.00/litro). os currais tradicionais eram “acéfalos”. para as moradias. abrigos rústicos para novilhas e cochos cobertos para minerais. Nas palavras do pesquisador Eli Antonio Schiffler. l Secagem das tetas com papel toalha e coagem do leite. ou melhor. 3. Projeto para curral Na instalação do curral e complementos. afirma. “Não havia uma padronização em etapas e isso fazia com que o produtor tivesse que manejar mais o gado”. com mínima agregação de custos ao produto final (R$0. sala de ordenha. sala de leite. anexo à sala de ordenha.ria da qualidade do leite. da Embrapa Pecuária Sudeste. mais baratas do que as utilizadas em confinamento. conseqüentemente. com capacidade para  vacas por vez. a saber: l Construção ou adaptação de uma sala de ordenha.

 a  m para animais adultos. o piso deve ser de terra batida. Em alguns casos. Neste sistema de confinamento. bem como projetar adequadamente as instalações. mas do futuro utilizando os dados do plano de negócio. galpão para abrigo de máquinas e equipamentos e cochos cobertos. e a produção de esterco. sendo o ganho de peso considerado uma vantagem a mais para cálculo da viabilidade econômica. a separação dos animais em lotes menores (0 a 00) é preferível tecnicamente. que poderá auxiliar com as questões com maior propriedade. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se: l consultar a Casa do Agricultor da região onde se encontra a propriedade. não somente o atual. uma vez que seu preço e principalmente sua disponibilidade para a agricultura são problemáticos. ou seja. No sistema os animais são confinados no sentido restrito da palavra. com réguas ou arame liso acima. o pé direito deve ter de . são colocados em pequenas áreas. limitando-se a se movimentar entre a procura de alimento e água. l conversar com pecuaristas e agricultores da região. As instalações geralmente são padronizadas e obedecem aos seguintes critérios: l l l l l a área necessária é de  m por animal. o objetivo principal é a produção de esterco. como o curral para o rebanho. l consultar profissional da área que poderá desenvolver projeto  . reservatório de água. ou calçada. objetivando ganho de peso.paro de rações. o cocho deve ser colocado de modo a permitir alimentação externa. Em determinadas regiões este sistema é idealizado com duas finalidades: o confinamento em si. com cobertura de cama (serragem de madeira. com altura de 0 a 0 cm na borda superior. as paredes podem ser de alvenaria ou réguas até  m de altura. porque propicia melhor manejo. bagaço de cana ou outro resíduo vegetal). bebedouros.

00.embrapa.ruralnews. Disponível em: <http://www. Carvalho Filho. Acesso em:  de abr. 00 9 AgriculturA e PecuáriA conforme as necessidades e objetivos da empresa. Pense bem antes de montar uma sala de ordenha. 00.br>.gov.bichoonline. Acesso em:  de abr.com. Rural News. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. .embrapa.br>.cnptia. Ordenha: Fatores relacionados à higiene na ordenha. Disponível em: <http://www.htm>.METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA . Acesso em:  de abr. 00. . . Gado de Leite.br/pecuaria/leite/ leite. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr.criareplantar. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de abr. Acesso em:  de abr. 00. . Disponível em: <http://www. php?tipoConteudo=texto&idConteudo=325>. 00.banet. Acesso em:  de abr.br/ FontesHTML/Leite/LeiteSemiArido/infra/alojamento. Alojamento dos Animais. EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.com. . . Criar e Plantar. Disponível em: <http://www.htm>. Orlando Monteiro et al.br/construcoes/ bovinocultura/geral/gado_de_leite.com.br/artigos/rural0010. 00.html>.com.

Por exemplo: para produzir quantidades pequenas quantidades em áreas planas. leite Instalações para a produção de leite em pequena escala. vegetação e relevo) e socioeconômicos (condição financeira e social do produtor). A escolha do modelo apropriado e da forma de manejo do gado devem ser feitos levando em consideração aspectos mercadológicos (quantidade e qualidade da produção). pelos seguintes motivos: l evitar o superaquecimento nos período de verão. maior a complexidade do manejo e maior o custo das instalações e equipamentos envolvidos no processo produtivo.INsTALAÇÃO PARA PRODUÇÃO DE LEITE EM PEQUENA EsCALA PALAvRAs-ChAvE Instalações para gado de leite. geográficos (clima. via diminuição 0 . levemente inclinado. Quanto mais intensiva a produção. Finalmente. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA As instalações exigidas para atividade produtora de leite dependem diretamente do tipo de manejo que será dado ao gado leiteiro. Orientação: o eixo longitudinal das instalações deve estar orientado no sentido leste-oeste. Deve ainda contar com vias de acesso. o terreno deve ter dimensões e forma para suportar uma ampliação futura das instalações. firme. Três pontos são indispensáveis no planejamento das instalações (Souza et al): Localização: o terreno deve ser plano. O tipo de manejo. fontes de abastecimento de energia e água potável. por sua vez tem relação direta com o modelo de produção a ser adotado: extensivo. ensolarado e ter boas condições de drenagem. semi-intensivo ou intensivo. com chuvas bem distribuídas o ano todo e boas pastagens. o modelo extensivo provavelmente deve ser o mais indicado.

através de uma fachada voltada totalmente para o norte. Conforme mencionado. As instalações não devem situar-se a mais de Km do pasto das vacas. Segue abaixo uma lista de instalações geralmente utilizadas (Souza et al). lagoas. e não existe uma formula geral para saber quais são ou não necessárias.l l Disposição das instalações: deve facilitar a movimentação da mão de obra. a necessidade de instalações varia em cada caso. biodigestores  AgriculturA e PecuáriA da exposição ao sol da superfície oeste das instalações. favorecer a ventilação natural das instalações no caso da existência de uma fachada permanentemente quente e outra permanentemente fria . evitando movimentação desnecessária e contribuindo para a produtividade do trabalho. permitir a entrada do sol de inverno (que sobe pouco no horizonte) no interior das instalações. e cabe ao produtor avaliar quais se encaixam ou não no seu plano particular de produção: l Currais para volumosos l Currais de espera l Anexos dos currais l lava-pés l pedilúvios l seringas l Divisórias de curral l madeira l arame liso ovalado l cordoalha de aço l Estábulo l sala de ordenha l sala de leite l farmácia l escritório l almoxarifado l sanitários l plataformas de embarque do leite l Bezerreiros l Baias para touros l Maternidade l Tanque para chorume. esterqueira. dos insumos e do produto final.

disponível em http://www. Artigo que aborda o tema da contabilização e análise de viabilidade. Apresenta plantas e desenhos ilustrativos de instalações. O artigo Tomada de decisões gerenciais no âmbito de duas fazendas familiares no sul goiano. Instalações para gado de leite. disponível em http://atlas.br/dea/ambiagro/arquivos/GadoLeiteOutubro-2004.pdf em 09/0/00. e o produtor deve estar atento para distinguir quais são necessárias para o seu caso particular de produção. assim como sugestões sobre materiais e dimensões. A contabilização correta da atividade é também indispensável para o sucesso da atividade. Informações sobre medidas e materiais.pdf em 09/0/00. disponível em http://www. INDICAÇõEs: ARTIGOS: Tomada de decisões gerenciais no âmbito de duas fazendas familiares no sul goiano.br/pdf/cct/v20/ v20n2_05. disponível em http://www.br/dea/ambiagro/arquivos/GadoLeiteOutubro-2004.l l l Silos para forragem Comedouros e bebedouros Depósitos para alimentação Informações mais detalhadas a respeito da disposição das instalações.br/pdf/ cct/v20/v20n2_05.ufv. No entanto.sct. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs As instalações necessárias à produção de leite variam de caso para caso. orientação e disposição dos itens devem ser seguidos para alcançar êxito no planejamento das instalações. alguns critérios gerais como localização.pdf em 09/0/00. disponível em http://atlas.ufv.sct. sendo que muitos produtores fracassam porque contabilizam de forma incorreta seus custos de produção. o que faz parecer viável uma atividade inviável economicamente.pdf em 09/0/00. de materiais e medidas podem ser obtidas no artigo Instalações para gado de leite.ufv. que conta com plantas e desenhos explicativos. assim como plantas e desenhos explicativos podem ser obtidos no artigo Instalações para gado de leite.pdf em 09/0/00.embrapa.embrapa. apresenta com mais detalhes o  .br/dea/ambiagro/ arquivos/GadoLeiteOutubro-2004.

Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de maio 00  AgriculturA e PecuáriA tema da contabilização. de A. Disponível em: <http://www. . que podem servir como modelo de contabilização.br/dea/ambiagro/arquivos/GadoLeiteOutubro-2004. UFV. Instalações para gado de leite. Conta inclusive com planilhas de custo e resultados. Carlos A. out 00.pdf>. et al.Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia SOUZA. V. Acesso em: 09 de maio 00. Cecília de F. através de instrutivo estudo de caso de duas fazendas produtoras de leite.ufv.

pau-d’arcorosa (BA). ipêrosa (MG). é uma das espécies que vêm sendo estudadas por ser de alto valor econômico. texto produzido pela Acadêmica Giovana Beatriz Theodoro Marto sob a supervisão e orientação do Professor Luiz Ernesto George Barrichelo e do Engenheiro Paulo Henrique Muller. ipê-piranga. ipê-preto (RJ.LEGIsLAÇÃO DE PLANTIO DE ÁRvOREs NATIvAs. retiradas do site do IPEF (Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais).MT). ipê-roxo-anão (SP).heptaphylla.MG) peúva (MS) e piuva (MS. inclusive orientações de produção. considerando-se as finalidades de sua madeira e extrativos foliares. plantio. e pela diminuição preocupante do número de indivíduos que ainda são encontrados em áreas de ocorrência natural. sua floração ocorre entre os meses de setembro e fevereiro e suas folhas são Decíduas. Pretende plantar em Minas Gerais. pau-d’arco-roxo (BA. sobre o Ipê Roxo (Tabebuia heptaphylla): Também conhecida por outros diversos nomes populares como cabroé. legislação Informações sobre a legislação para o plantio de árvores nativas para fins comerciais e orientações quanto ao plantio e manejo do Ipê Roxo. ipê-de-flor-roxa. graraíba.asp>. Acesso ao texto completo em: <http://www. ORIENTAÇõEs sOBRE O PLANTIO E MANEjO DO IPê ROXO PALAvRAs-ChAvE Árvore nativa. pau-d’arco (BA). Pertencente a família BIGNONIACEAE.ipef. ipê roxo. A Tabebuia heptaphylla. ipê-uva.  .br/identificacao/tabebuia. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segue abaixo informações sobre o Ipê Roxo.RS).

Também pode ser usada para mobiliário. Aspectos silviculturais Apresenta crescimento irregular. O ipê-roxo ocorre em locais com regime pluviométrico uniforme. em altitudes que podem variar entre 00 m a 00 m. Utilizando espaçamento  x  m. portais. bolas de boliche entre outros. porém aceita um déficit hídrico moderado. porém quando comparado com as espécies florestais nativas. A precipitação pode variar de 000 mm a 900 mm. Em plantio. de  a  metros de altura com o raio da copa variando em torno de 0 a 0 metros. profundos. por exemplo. com inverno seco. Clima tropical. com altitudes até 00 metros. e na construção naval como quilhas de navio.%. com boa drenagem e de textura franca a argilosa. na fase adulta.Quanto à temperatura. os ipês têm desenvolvimento relativamente rápido. com dominância apical não definida e bifurcações a várias alturas e próximas entre si. Possuem crescimento moderado. A espécie atinge.  AgriculturA e PecuáriA Clima Se adapta a diversos climas como: o Clima tropical úmido e subúmido. Após o corte. postes. O ipê-roxo tem apresentado um melhor crescimento em solos com fertilidade química média a elevada. a produção volumétrica máxima obtida foi de . na construção civil como vigas. tacos. Clima subtropical de inverno seco e Clima subtropical. degraus de escada.0 m³/ha/ano.solo A espécie ocorre em solos como os Argissolos. entre 00 e 00 metros e em Latossolos. em Cambissolos. eixos de roda. Pragas e Doenças A madeira é resistente ao ataque de insetos e ao apodrecimento Usos da Madeira Sugere – se o uso da madeira de ipê-roxo para dormentes. prestando-se muito bem a florestamentos e reflorestamentos industriais. Crescimento e Produção O ipê-roxo apresenta crescimento lento a moderado. com verão quente. instrumentos musicais. batentes. abrange variação média anual de º C a º C . a porcentagem de plantas vivas foi de .

associado com espécies pioneiras e secundárias. com comportamento satisfatório quando plantado em solos férteis. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. As sementes devem ser postas pra germinar logo que colhidas. O ipê-roxo pode ser plantado: a) a pleno sol em plantio puro. alcançando aproximadamente  metros em  anos. os frutos devem ser coletados diretamente da árvore quando mudam da cor verde para quase preta. em Minas Gerais. caso o cliente tenha interesse em conhecer melhor as árvores nativas brasileiras. Nova Odessa: Plantarum. é o livro Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil.apresenta brotação e possui desrama natural deficiente. o cliente precisará de autorização  . ficando prontas para o plantio no local definitivo em menos de quatro meses. O desenvolvimento das plantas no campo é apenas moderado. visando melhoria na forma do fuste. em canteiros ou embalagens individuais contendo solo argiloso rico em matéria orgânica. Leitura Complementar: Uma boa sugestão de leitura. porém com forma inadequada.00m de altura e devem ser transportadas em embalagens próprias. antes da dispersão das sementes. A emergência ocorre em 0- dias e o desenvolvimento das mudas é rápido. p.H. para corte e comercialização da madeira. b) em plantio misto. necessitando de podas freqüentes de condução e dos galhos para aumentar sua altura comercial. em faixas na vegetação secundária e plantado em linhas. Cobrir apenas levemente as sementes com substrato peneirado. c) em vegetação matricial arbórea. para não perder o torrão. segue abaixo a descrição completa da obra: LORENZI. mantendo-as em ambiente semi-sombreado.0m e . Produção de Mudas Para aproveitamento de sementes. 99. do botânico Henry Lorenzeti. Plantio As mudas devem ter entre . LEGIsLAÇÃO: Antes de iniciar a plantação de Ipê Roxo.

br Contato: Roberto Messias Franco Email: roberto-messias.Barro Preto Cep. km  . portando.Caixa Postal 0 Cep: 00-90 .mg. 0.ibama. º andar .silva@ibama.Piracicaba/SP Tel: (9) -00 / Fax:(9) - Email: ipef@ipef.br Segue abaixo o contato de outras instituições relacionadas com o assunto: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais End: Avenida Pádua Dias.IEF: Instituto Estadual de Floresta – Minas Gerais End: Rua Paracatu.  .franco@ibama. Postal nº 090 Cep: 0-900 . segue. Sede . abaixo os contatos do IEF . para que se possa obter as informações referentes à Legislação Estadual de Minas Gerais sobre o plantio de árvores nativas para corte e as devidas orientações necessárias para se iniciar a plantação de tal espécie. 00-090 .br IBAMA: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos naturias Renováveis End: Ed.gov.  – Cidade Jardim Cep: 000 – Belo Horizonte – MG Tel: () 99-000 / - / 99-009 / 9- Fax: () -99 Contato: Maria Auxiliadora Silva Email: maria-auxiliadora.Caixa Postal 9  INsTITUIÇõEs: AgriculturA e PecuáriA dos órgãos responsáveis.br Superintendência do IBAMA em Belo Horizonte: End: Avenida do Contorno.gov.Cx.Fax: () 9-9 Email:dg@ief.Brasília-DF Fax: () - Site: <http://www.gov.gov.Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais e do IBAMA – MG. .Belo Horizonte – MG Tel: () 9-9/  .br > Embrapa Florestas Estrada da Ribeira.

sbrt. deve-se entrar em contato com o IEF .ipef. técnico e econômico.br>.Cep: -000 – Colombo . 00. 00.pdf > <http://sbrt. onde irá receber as devidas orientações.ibama. Acesso em:  de jul.br/upload/sbrt790. atividade esta denominada “poupança verde”. Annelise Gomes de Carvalho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul.gov. afetando a viabilidade e a atratividade destes projetos.heptaphylla. Disponível em: <http://www.pdf > CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs FONTEs CONsULTADAs Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de jul.asp >. onde tudo se torna possível de ocorrer. Disponível em: <http://www. 00  . para a criação de mudas recomenda-se a leitura das seguintes Respostas Técnicas: <http://www. volatilidades de mercado e preços.br/identificacao/tabebuia. Acesso em:  de jul.br/upload/sbrt3105.br>. O SBRT disponibiliza em seu site uma Resposta Técnica relacionada com o plantio de árvores para sua posterior venda. como incêndios. pragas. Na maioria das vezes. doenças. caracterizam-se pelo elevado risco. sbrt.pdf > A respeito da construção de viveiros. disponível pelo seguinte atalho: <http:// sbrt.ibict.Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais. a que estão sujeitos. Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (ESALQ – USP). Lembrando que os projetos de reflorestamento. estes riscos estão associados ao longo prazo.br/upload/sbrt1662. sinistros.ibict. ibict. 00.PR Tel: () -00 / Fax: () -0 Para se inteirar da legislação vigente sobre. independente da espécie plantada.ibict. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.

Para colher os almejados R$  milhões é preciso investir. É uma planta ornamental. pelo menos R$ 0 mil. A receita bruta estimada em cinco hectares é de R$  milhões. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com a Revista da Madeira. dormentes. O tempo de corte do guanandi é de . chapas e lâminas decorativas e outros. Vai bem em solo seco. tais como na construção civil. mas a planta é descrita por especialistas como “árvore tão antiga quanto o Brasil”. na construção pesada. Além disso. Essas características permitem múltiplos usos. O guanandi possui a superfície ligeiramente lustrosa e tem boa durabilidade e resistência. incluindo as mudas. um valor similar ao do mogno.Guanandi. É a primeira madeira de 9 AgriculturA e PecuáriA MADEIRA GUANANDI . A casca e o látex são usados na medicina e na veterinária. muito procurado pela fauna. que atualmente possui corte proibido no Brasil. anos. carpintaria. que podem ser comercializadas ou utilizadas para expandir o plantio. apícola e para reflorestamento ambiental. para cabo de ferramentas. pontes. Porém. e o preço médio é de R$  mil ao m ³. pois o investimento a cada hectare. a madeira de guanandi tem sido citada por especialistas como espécie promissora na substituição do mogno. aos quatro anos a espécie já começa a produzir sementes. madeira de guanandi PALAvRAs-ChAvE Saber se existe mercado para a madeira de guanandi. postes. marcenaria. Além dos diversos usos na indústria moveleira e de construção é uma ótima madeira para celulose. Com possibilidade de múltiplos usos e de comércio promissor esta espécie deve se tornar preciosa nos próximos anos. soma cerca de R$  mil. porém é a mais resistente das plantas nativas para locais úmidos e encharcados. A exploração comercial do guanandi ainda é recente no Brasil. na construção naval. inicialmente. é uma opção para quem possui capital reservado. É totalmente resistente à água. em móveis finos. Do fruto extrai-se o óleo industrial com % de pureza.

vigas. A durabilidade natural depende da época de corte mas.lei do país . palavra proveniente do tupi gwanã’di que significa ‘o que é grudento’. coriáceas. devido a presença de gomas em seus espaços celulares. O alburno é moderadamente fácil. No Amazonas é chamada de jacareúba e. Utilidade.Moderadamente pesada (densidade 0. Nos tratamentos preservativos a espécie apresenta baixa permeabilidade às soluções preservantes em tratamento sob pressão. com tronco de 0-0 cm de diâmetro. Quanto as propriedade físico mecânicas a madeira do guanandi pode ser classificada como moderadamente pesada.lei de  de janeiro de . porém. apresentando alta incidência de rachaduras e empenamentos durante a secagem ao ar. no Paraná. No Brasil ainda é pouco utilizado. o cerne é difícil de preservar pelos métodos banho quente-frio e a pressão. para 0 . Madeira. com retratibilidade e resistência mecânica médias e de estabilidade dimensional média. retém pregos e parafusos com firmeza e não apresenta grandes dificuldade na colagem. g/cm³) fácil de trabalhar. Nomes populares: A espécie é popularmente conhecida como guanandi. de cedro-d’água. Folhas glabras. quando o governo imperial reservou para o Estado o monopólio da exploração dessa madeira. com alburno bastante espesso. A madeira é considerada imputrescível dentro da água. é durável a moderadamente durável à podridão branca e marrom. É de fácil trabalhabilidade.Altura de 0-0 m. durável quando exposta. Os baianos. já em outros países da América do Sul é utilizada em alternativa ao mogno e ao cedro. de 0- cm de comprimento por - cm de largura. landim e jacareíba. a chamam de landi. Na secagem em estufa devem ser empregados programas moderados. Características Gerais Nome científico: Calophyllum brasiliensis Características morfológicas . pois apresenta os poros parcialmente preenchidos por óleo-recina. A madeira é de secagem difícil.A madeira é própria para confecção de canoas. em geral. e porque os frutos possuem uma polpa branca viscosa. por exemplo. É provável que o nome venha do látex pegajoso de coloração amarelo-esverdeada eliminado pela casca. Tem diversos apelidos no Brasil.

O Guanandi é uma madeira em extinção que não é ofertada no mercado brasileiro porque não existe. . característica e exclusiva das florestas pluviais localizadas sobre solos úmidos e brejosos. o guanandi pode ser visto do Amazonas ao Rio Grande do Sul. que possui mais de 0 espécies. O tronco reto e cilíndrico é protegido por uma casca marrom-escura. As árvores iniciam sua produção de sementes ao º ano. subprodutos: a partir do º ano o produtor já pode obter renda com os subprodutos. A semente tem cor castanha e mede até  milímetros de diâmetro. Características: de copa larga e arredondada. O gênero Calophyllum significa ‘flor bonita’. As estimativas de preço são de R$  mil ao m³. A maturação dos frutos se faz de abril a junho. sendo portanto útil no reflorestamento misto de áreas ciliares degradadas. É encontrada tanto na floresta primária densa como em vários estágios de sucessão. podendo assim ser utilizados para venda (sementes e mudas) como também para expandir o seu plantio. Distribuição: o guanandi ocorre desde o México até o Paraguai. Classificação: a planta pertence à família Clusiaceae ou Guttiferae. como capoeiras e capoeirões. No Brasil. que por vezes chega a formar populações puras. As flores brancas costumam aparecer entre setembro e novembro. A árvore é bastante ornamental podendo ser empregada no paisagismo em geral. Se existisse seu preço seria similar ao do Mogno. Sua dispersão é ampla. As folhas e ramos oriundos da desbrota e desbastes poderão ser vendidos para industrias de farmacoterapicos. obras internas. o guanandi pode chegar a 0 metros de altura e 0 centímetros de diâmetro. assoalhos. heliófita ou luz difusa. Os frutos são consumidos por varias espécie da fauna. porém descontínua. ocorre geralmente em grandes agrupamentos. marcenaria e carpintaria (moveis finos).Informações Ecológicas Planta perenifólia. com folhagem verdeescura. entre elas a malva-do-campo. Cientistas da Universidade Federal do Mato Gros AgriculturA e PecuáriA construção civil. Preço: madeiras de lei no mercado mundial tem demanda crescente e oferta declinante. É capaz de crescer virtualmente dentro da água e até em áreas de mangue.

00 mudas/ha). bem drenados. Serve também como antiinflamatório. Aí é só esperar o tempo do corte. Contudo. palmito e outros). e ácidos. Contra-indicação:deve-se evitar o plantio em regiões cujas temperaturas caiam abaixo de três graus negativos e em regiões áridas. compensa adquirir uma área em qualquer outra região de terras baratas.000 a . Espaçamento: o ideal seria em torno de x  metros (. valorização da terra: uma terra plantada com madeira nobre tem seu valor comercial elevado muitas vezes. praticamente o único serviço será controlar o mato nas entrelinhas e uma vez por ano fazer a desbrota (eliminação dos raminhos ou brotos que saem no tronco e que iriam formar galhos que roubariam energia da planta atrasando o crescimento da planta em altura). cacau . em média R$  mil ao hectare.000 milímetros anuais. A incidência do sol nas entrelinhas e no tronco estimulam o crescimento do mato e a brotação dos ramos no tronco. cuja precipitação pluviométrica não atinja . às superfícies pleistocênicas e holocênicas onde predominam os solos de baixa fertilidade natural. Custo de implantação: cada hectare.so confirmam as propriedades medicinais do guanandi para doenças como diabetes. nos plantios experimentais desenvolvidos pela Embrapa Florestas. custam. Os espaços que vão surgindo com o desbaste poderão ser aproveitados com pastagens ou culturas que aceitam sombras (café . No Paraná. como de fertilidade química alta a média. As plantas dos desbastes do º ano e do 0º ano poderão ser aproveitado comercialmente. inclusive as mudas. e possui ação antimicrobiana. Assim. solos: o guanandi ocorre naturalmente em solos aluviais com drenagem deficiente. no Paraná – em solos com propriedades físicas adequadas. dada a alta rentabilidade da receita do guanandi. após o plantio. principalmente. Se isso ocorre com a sua propriedade. Tanto maior quanto mais anos forem se passando. de textura que varia de fraca  . Quanto mais cedo a plantação “fechar” (encontro das copas das arvores). em locais úmidos periodicamente inundáveis e brejosos com textura arenosa a franca. não entra mais sol e portanto não nasce mais mato nem brotação de ramos nos troncos. sua ocorrência na Floresta Ombrófila Densa (Floresta Atlântida) restringe-se. cicatrizante.

As mudas dessa espécie atingem porte adequado para plantio. não apresentando limitação quanto à drenagem. Apresenta crescimento monopodial com galhos finos. para remover o epicarpo e o mesocarpo do fruto. A extração da semente dá-se por maceração. necessitando de poda dos galhos. a repicagem deve ser feita  a  semanas após o aparecimento do hipocótilo. apresenta sistema radicial reduzido. é realizado com êxito. Porém. cerca de dois meses após a semeadura. como para as sementes beneficiadas por morcegos. a pleno sol. tanto para sementes de frutos não despolpados por morcegos . semeadura: recomenda-se semear uma semente em sacos de polietileno com dimensões mínimas de 0 cm de altura e  cm de diâmetros. necessita de sombreamento de intensidade média na fase juvenil. a germinação prolonga-se por até seis meses. entre % e 9%.sementes: a coleta das sementes é feita geralmente no chão. com germinação próxima a 00%. Por isso. A plântula aceita poda radicial. a espécie tem apresentado crescimento satisfatório. Dormência: o guanandi apresenta dormência tegumentar causada pelo endocarpo rígido ou causada pelo endocarpo rígido ou causada por substância inibidora da germinação. os cotilédones permanecem na semente. mesmo sob plantio em vegetação matricial arbórea. Em Porto Rico . na fase de viveiro. sementes despolpadas por morcegos não necessitam de tratamento pré-germinativo. contudo. Quando necessária. Deve ser evitado plantio puro. . alguns pesquisadores recomendam que o fruto seja utilizado para semeadura como se fosse semente. no campo. Recomenda-se plantio  AgriculturA e PecuáriA a argilosa. O poder germinativo é irregular. Cuidados especiais: recomenda-se usar sombreamento com 0% de intensidade luminosa. Sem o tratamento de superação de dormência . a semeadura direta do guanandi. Germinação: hepígea. sendo recomendada escarificação mecânica ou estratificação em areia úmida por 0 dias. Contudo. Essa espécie é intolerante a baixas temperaturas. Tem início entre  e  dias após a semeadura. Na fase de muda. ou em tubetes de polipropileno grande. O guanandi se regenera abundantemente à sombra. A desrama natural do guanandi é fraca. não havendo necessidade de despolpá-lo.

é preciso fazer uma pesquisa de mercado para avaliar os investimentos necessários. Uma recomendação é a visita ao site da Vasconcelos Florestal.reflorestar. matas plantadas de eucalipto e pinus totalizam 9% (papel e celulose). .com. associado com espécies pioneiras e secundárias. com. Revista da Madeira. REFERêNCIAs Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de set. subprodutos. exigindo do investidor alto capital de giro.br>.ano  .00 o m³ do eucalipto e pinus . com a vantagem de selecionar os competidores no mercado. Acesso em:  de set. Espécie é apontada como substituta do mogno. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A atividade agroflorestal .março de 00. após corte. 00. Disponível em: <http://www. 00  .php?edicao=88&id=7111>.pelas características de médio e longo prazo da colheita (receitas a partir do 0º ano com o final em ° ano) é um investimento de médio e longo prazo.br/revista/materia. onde encontrará várias informações sobre guanandi. Vasconcelos Florestal. Disponível em: <http://www. No Brasil. enquanto que para madeiras nobres o preço fica e m torno de R$ 000. O mercado paga hoje em torno de R$ 0. pois o retorno é a médio e longo prazo. 00.00 o m³. Como todo mercado. rentabilidade. Brota da touça. enquanto que % de outras espécies são de madeiras para uso nobre (movelaria). etc.remade. como o plantio de guanandi . Acesso em:  de set.n  . e em vegetação matricial arbórea em faixas abertas na floresta e plantado em linhas.misto a pleno sol.

PALAvRAs-ChAvE O Cultivo de cogumelos Acarius bisporus está apresentando problemas com mosquitos. deve-se fazer um plano de negócio e para isso aconselha entrar em contato com o posto de atendimento do SEBRAE.com. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Sobre as melhores formas de colocá-lo a venda.br/Principal/Sebrae%20no%20estado/>. pelo Telefones: 000  0 ou () -000. mosquitos em cogumelos. Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresas. de 00. AgriculturA e PecuáriA MANEjO DE COGUMELOs ACARIUs BIsPORUs .sebraemg.ibict. de 00. beneficiamento de cogumelo.Cogumelos Acarius bisporus.anvisa.htm acesso em:  de Jul. br/institucional/faleconosco/opcao2.sbrt.anvisa.gov.sebraesp. sobre estratégias de venda. disponível em: <http://www.pdf acesso em:  de Jul.  http://www.br/arquivos/parasuaempresa/planodenegocios/ plano_de_negocios. Também deve-se consultar o documento: Como Elaborar Plano de Negócio. bem como forma de beneficiamento desses cogumelo. disponível no endereço: <http://www. ou pelo Fale Conosco. além de como registrar o pruduto gerado a partir deles. embalamento e estocagem) deve-se consultar a Resposta Técnica . acesso em:  de Jul.br/alimentos/registro_como.br/upload/sbrt1443.asp> acesso em:  de Jul. sobre possíveis consumidores. disponível em: Já com relação aos procedimentos necessários para registrar o produto deve entrar em contato com a ANVISA. molho. nesse sentido gostaria de informações sobre combate desses mosquitos. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária.gov. que pode ser encontrado no endereço: <http:// www. Também pode-se consultar o ducomento: Manual de Procedimentos para Registro e Dispensa de Registro de Produtos.pdf> acesso em  de Jul. disponível em: http://www. registrar produto a base de cogumelos. sobre preços. de 00. de 00 O processamento do cogumelo (lavagem. de 00.com.

de 00. o que é inadmissível em cultivo de cogumelos. caso já não o for. Acesso em:  de jul. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Assim uma medida que poderia ser tomada seria telar o viveiro. segundo o professor Doutor Evoneo Berti Filho do Departamento de Entomologia. Acesso em:  de jul. o problema acontece até nos viveiros telados de empresas florestais e nada de concreto foi feito ainda. 00. Telefone: (9) 9-99.com. Industrialização do cogume .pdf>. Como Elaborar Plano de Negócio.br/~esalqjrc/> acesso em :0 de Jul. sebraemg. popularmente conhecidos como “fungus gnats”(algo como mosquito do fungo). o problema de lagartas em cultivo de cogumelo pode ser causado pela falta de higiene no manejo desse cultivo. com tela do tipo anti-afídeo.br>. quando aos mosquistos. unidade ESALQ. formada por alunos da Universidade de São Paulo. Piracicaba-SP FONTEs CONsULTADAs Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micros Empresas de Minas Gerais. Escola Superior “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo. Empresa Júnior de Escola Superio ‘Luiz de Queiroz’. root gnats).gov. Fitologia e Zoologia Agrícula da ESALQ/USP. embora algumas empresas tenham tentado usar produtos químicos.Sobre o problema com pragas nos cogumelos. Finalmente os mosquitos.usp. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Caso continue com dúvidas procure um engenheiro agrônomo ou entre em contato com a ESALQJR.ciagri. Disponível em: <http://www. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. podem ser das famílias Mycetophilidae (fungus gnats) ou Sciaridae (dark-winged fungus gnats. anvisa.br/arquivos/parasuaempresa/planodenegocios/plano_de_negocios. Para viveiros florestais está se testando o uso de nematóides.00. mas é preciso saber muitas coisas para emplemetar qualquer tipo de controle (bilógico). Disponível em: http://www. ESALQ Júnior Consultoria Site: <http://www.

sbrt.ibict.jsp?id=K4797876A6> acesso em: de jul. 00.cnpq. Acesso em:  de jul. Fitologia e Zoologia Agrícula da ESALQ/USP. Disque-Tecnologia/USP.br/buscatextual/visualizacv. Escola Superior “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo.br/upload/sbrt1443. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA lo.pdf>.Professor Doutor Evoneo Berti Filho do Departamento de Entomologia. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jul. São Paulo. Disponíovel em: <http:// buscatextual. 00. . Disponível em: <http:// www. SP. 00.

 . É importante ressaltar que a genética do Zebu.MANEjO DE REBANhO DE vACAs EM LACTAÇÃO PALAvRAs-ChAvE Gado. tipos e valor nutritivo dos alimentos a serem utilizados. o consumo esperado de matéria seca. sem restrições e de boa qualidade. Neste caso a proporção é de aproximadamente de 0% Manejo Quanto ao manejo. Este índice de 0%. do rebanho adulto. para ser implementado. permite que o animal dê leite por 0 meses e crie a cada  meses. ao mesmo tempo. durante um ano? Qual é o manejo necessário? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com o pesquisador da Embrapa Pecuária Sudoeste Dr. a base do sistema é primordial. normalmente tem persistência de lactação mais curta. O estágio da lactação afeta a produção e a composição do leite. O animal deve contar com conforto adequado. Não se deve esquecer o aspecto da sanidade. Alimentação Um sistema de alimentação para vacas em lactação. não ser deixado sob sol quente. como por exemplo. a idade da vaca. o ideal é ter a proporção de 0% do rebanho adulto em lactação. água de boa qualidade e à vontade bem como a ordenha deve ser bem feita.  vacas em lactação. ou seja não chega aos  meses de lactação. mas ter local com sombra onde repousar. assim sendo o rebanho deve contar com alimentação adequada. o estágio da lactação. André Luiz Monteiro Novo. a condição corporal. é necessário considerar o nível de produção. gado leiteiro Quantas vacas são necessárias para manter três vacas em lactação. o consumo de alimentos e mudanças no peso vivo do animal. ou seja. manejo de rebanho em lactação.

é importante que recebam uma dieta que possa permitir a maior ingestão de nutrientes possível. Devem ser manejadas em pastagens de excelente qualidade e em quantidade suficiente para permitir alta ingestão de matéria seca. não conseguem consumir alimentos em quantidades suficientes para sustentar a produção crescente de leite neste período. Para isto. com necessidades nutricionais muito elevadas. Um plano de alimentação para vacas em lactação deve considerar os três estádios da curva de lactação. As vacas não devem parir nem excessivamente magras nem gordas. em torno de nove a dez semanas pós-parto. Este procedimento evita a dominância. são distintas para cada um deles. Vacas de alto potencial de produção devem apresentar um consumo de matéria seca equivalente a pelo menos % do seu peso vivo. . no pico de consumo.Recomenda-se alimentar as vacas primíparas separadas das vacas mais velhas. aumentando o consumo de matéria seca. Vacas que ganham muito peso antes do parto apresentam apetite reduzido. além de baixa resistência aos agentes de doenças. o que ocorre em torno de cinco a sete semanas após o parto. pois estes animais ainda continuam em crescimento. até atingir o pico. pois as exigências nutricionais dos animais. recomenda-se que aos requerimentos de mantença sejam adicionados 0% a mais para novilhas de primeira cria e 0% para vacas de segunda cria. Deve-se fornecer volumoso de boa qualidade com suplementação com concentrados e mistura mineral adequada. O pico de consumo de alimentos só será atingido posteriormente. evitando que percam muito peso e tenham sua vida reprodutiva comprometida. Por isso. Assim. Vacas que são ordenhadas três vezes ao dia consomem  a % mais 9 AgriculturA e PecuáriA Nas duas primeiras lactações da vida de uma vaca leiteira. fígado gorduroso e deslocamento do abomaso. menores produções de leite e distúrbios metabólicos como cetose. nas primeiras semanas após o parto. deve-se fornecer alimentos em quantidades superiores àquelas que deveriam estar recebendo em função da produção de leite. o manejo dos pastos em rotação é prática recomendada. As vacas.

Caso não haja sobras ou se sobrar menos do que 0% da quantidade total fornecida no dia anterior. Para cada dois quilogramas de leite produzidos. silagem. soja em grão moída ou sebo. além de uma fonte de gordura. aumente a quantidade de volumoso a ser fornecida. Para vacas de alta produção leiteira ou animais confinados. tostada etc. De outra forma.matéria seca do que se ordenhadas duas vezes ao dia. na base de  kg para cada . Essas vacas devem receber 0 . à vontade. reduza a quantidade. farelo de algodão. Para vacas mantidas em pastagens. cana-de-açúcar adicionada de % de uréia. O concentrado para vacas em lactação deve apresentar  a % de proteína bruta (PB) e acima de 0% de nutrientes digestíveis totais (NDT). Pode-se utilizar uma mistura simples à base de milho moído e farelo de soja ou de algodão. Um regra prática para determinar a quantidade de volumoso a ser fornecida é monitorar a sobra ou o excesso que fica no cocho. deve-se fornecer concentrados com fontes de proteína de baixa degradabilidade no rúmen. forneça silagem de milho ou sorgo. como caroço de algodão. Vacas com produções acima de 0 kg de leite por dia. ela pode perder peso em excesso e ficar mais sujeita a problemas metabólicos. há necessidade de suplementação com volumosos: capim-elefante verde picado. soja em grão moída ou caroço de algodão. a vaca deve consumir pelo menos um quilograma de matéria seca. soja em grão moída. feno ou forrageiras de inverno. calcário e sal mineral ou dependendo da disponibilidade.Sistemas de Alimentação nº 0. Algumas opções para formulação de concentrado são apresentadas na Instrução Técnica para o Produtor de Leite . durante o período de menor crescimento das forrageiras. como farinha de peixe. devem receber gordura protegida (fonte comercial) para elevar o teor de gordura da dieta total para -%. Vacas de alta produção de leite. kg de leite produzidos. precisam ter ajustes em seu manejo e plano alimentar. manejadas em pastagens ou em confinamento. Para vacas com produções diárias acima de -0 kg de leite. Caso haja muita sobra. Opções de concentrados para vacas em lactação.

naturalmente já controlariam o consumo. o qual contém balança eletrônica para pesar os ingredientes. O melhor teor de matéria seca da ração total está entre 0 e %. recomenda-se a inclusão de 0. A relação concentrado/volumoso é maior para vacas de maior pro AgriculturA e PecuáriA uma quantidade diária de gordura na dieta equivalente à quantidade de gordura produzida no leite. ingerindo menos matéria seca.Sistemas de Alimentação nº .% de óxido de magnésio na dieta total. deve-se garantir disponibilidade de alimentos ao longo do dia. Alimentação e manejo de vacas de alto potencial genético. Rações mais secas ou mais úmidas podem limitar o consumo. Os demais grupos. capim verde picado) com concentrados (energéticos e protéicos). Além disso. o que pode causar problemas de acidose nos animais. Deve-se encher o cocho no final da tarde. para evitar problemas com acidose. principalmente na época mais quente do ano. Normalmente. se possível. as vacas se alimentam após as ordenhas. o teor de umidade da silagem deve ser monitorado semanalmente. Dessa forma. pode-se conseguir aumento do consumo voluntário. feno. a tendência é de se formular uma dieta completa com alto teor energético e com nível de proteína não-degradável que atenda ao grupo de maior produção de leite. Para assegurar consumo máximo de forragem. minerais e vitaminas. Instrução Técnica para o Produtor de Leite . a % de bicarbonato de sódio e 0. Muito usada em confinamento total. tem a vantagem de evitar que as vacas possam consumir uma quantidade muito grande de concentrado de uma única vez. Para reduzir mão-de-obra na mistura de diferentes formulações para os grupos de vacas com diferentes produções médias. . Por isso. vacas no terço médio e vacas em final de lactação. as vacas podem consumir o alimento num horário de temperatura mais amena.Dieta completa é uma mistura de volumosos (silagem. para que os animais possam ter alimento fresco disponível durante a noite. A mistura dos ingredientes é feita em vagão misturador próprio. Mantendo a dieta completa à disposição dos animais nesses períodos.

na proporção de  kg para cada  kg de leite produzidos acima de  kg. à vontade e próxima dos cochos. nos meses de verão. uma vez que o leite é composto de  a % de água. O fornecimento de concentrado deve ser feito com  a 0% de proteína bruta. à vontade (InstruTrabalhador na Bovinocultura de Leite . e a mesma relação acima de  kg  .página ). litros de água para cada litro de leite produzido. as vacas já recuperaram parte das reservas corporais gastas no início da lactação e já deveriam estar enxertadas. o consumo de água aumenta substancialmente. Produção de Concentrado leite (kg/dia) Até   a   a  0- 0  % -0 0  Volumoso %  a  Acima de  0- -0 -0 0- Deve-se tomar o cuidado de retirar restos de alimentos mofados do cocho antes de fornecer nova alimentação. é mais seguro e garantido incluir a mistura mineral no concentrado ou na dieta completa. Vacas em lactação requerem uma quantidade muito grande de água. Para animais mantidos em pastagens. na época das chuvas. o método mais prático de suplementar minerais é deixando a mistura (comprada ou preparada na própria fazenda) disponível em cocho coberto.dução de leite.Sistemas de Alimentação nº 41. Ela deve estar à disposição dos animais.Embrapa: Manual Técnico: Para vacas em lactação e animais que são mantidos em confinamento. Quando a temperatura ambiente se eleva. De uma forma mais generalizada. sugere-se. ção Técnica para o Produtor de Leite . as relações concentrado/volumoso. A produção de leite começa a cair e as vacas devem continuar a ganhar peso. Suplementos Minerais para Gado de Leite e Senar . Normalmente as vacas consomem . na tabela abaixo. preparando sua condição corporal para o próximo parto. No terço médio da lactação.

O período seco. mas que tenham alimento suficiente. Instrução Técnica para o Produtor de Leite . o que normalmente se observa com vacas que parem gordas. . É fundamental para que haja transferência de nutrientes para desenvolvimento do feto. encerrando-se a lactação atual e o início da preparação para o próximo parto e lactação subseqüente. Deve-se alimentar as vacas para evitar que ganhem peso em excesso. conforme tabela abaixo. durante o período seco do ano. Método de secagem de vacas . em rebanhos bem manejados sua duração é de 0 dias. principalmente. para que se adaptem à dieta que receberão após  AgriculturA e PecuáriA iniciais de leite produzido. O suprimento de proteína. energia. a glândula mamária regenere os tecidos secretores de leite e acumule grandes quantidades de anticorpos. principalmente na época seca do ano. que é acentuado nos últimos 0-90 dias que precedem o parto. essencial para a sobrevivência da cria recém-nascida. minerais e vitaminas é muito importante. compreendido entre a secagem e o próximo parto. proporcionando maior qualidade e produção de colostro. mas deve-se evitar que a vaca ganhe muito peso nesta fase. para repor as reservas corporais perdidas no início da lactação.Qualidade do Leite e Segurança Alimentar nº 3. para reduzir a incidência de problemas no parto e durante a fase inicial da lactação. É o período em que ocorre a secagem do leite. Nas duas semanas que antecedem ao parto deve-se iniciar o fornecimento de pequenas quantidades do concentrado formulado para as vacas em lactação. as vacas devem recuperar suas reservas corporais e a produção de leite já é bem menor que nos períodos anteriores. à redução na ingestão de alimentos pós-parto. Isso se deve.Produção de leite (kg/vaca/ dia) a a  a   a   a   a 0 Quantidade de Concentrado (kg/vaca/dia) época das “águas”      época seca       No terço final da lactação.

Documentos. este animal deve ser levado para a maternidade. Geralmente ficam mais pesados.Embrapa . É muito importante que neste período isto ocorra. Por observação na maternidade conclui-se que. deve-se fazer com que ela interrompa a produção de leite para que a glândula mamária possa descansar. No caso de confinamento total. isto é. pois permite que os microorganismos do rúmen se adaptem à dieta que vai ser ingerida durante a lactação. 99 e Embrapa Gado de Leite: 0 anos de pesquisa). que deve ser de preferência um pasto próximo ao curral.CNPGL. os problemas são resolvidos de forma mais rápida e com maior sucesso e menor índice de natimortos. a fêmea deve receber a mesma dieta que irá receber após o parto com restrição do sal mineral. o que dificulta a locomoção e reduz a capacidade de competição. ) após o parto. A mistura mineral (com nível baixo de cálcio) deve estar disponível. se preparar para próxima lactação e produzir um colostro de boa qualidade. facilitando a observação diária. maiores cuidados. deve encerrar a lactação. É bom lembrar que neste período final de gestação o animal sofre as maiores transformações.  . vacas Gestantes Como ponto de partida. em cocho coberto (Manual Técnico: Trabalhador na Bovinocultura de Leite – Senar-AR/ MG/Embrapa. O teor de cálcio da dieta de vacas no final da gestação deve ser reduzido para evitar problemas com febre do leite (Febre do leite . uma vaca gestante nos dois últimos meses de gestação.o parto. em rebanhos nos quais se faz a observação no parto. Se for uma novilha esta preparação vem naturalmente. dependendo da sua condição corporal. portanto. à vontade. O fato de ter uma maternidade vai facilitar alguma interferência que for necessária no decorrer do parto. já que ela nunca pariu. Neste período. a % do peso vivo do animal. As quantidades a serem fornecidas variam de 0. deverão ir para uma baia-maternidade. exigindo. Em torno de vinte a trinta dias antes do parto.

00. Acesso em:  de jul.http://www.cnpgl. Embrapa Gado e Leite.  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs . Disponível em: <http://www.cnptia. Acesso em:  de jul. Engenheiro Agrônomo Telefone : () - No site do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas há outras respostas que tratam sobre o assunto e podem ser consultadas no endereço abaixo: Alimentação para vacas de leite .sbrt.ibict.http://www. Embrapa Gado e Leite.pdf Ração de vacas em lactação .sbrt. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária onde há técnicos competentes e preparados para oferecer as informações técnicas de que necessite.embrapa. embrapa. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. Juiz de Fora (MG) Telefone: () 9 00 Fax.br/>.ibict.html>.: () 9 0 Embrapa Sudoeste. 00.br/upload/sbrt343. 00.pdf FONTEs CONsULTADAs Embrapa Sudoeste.br/FontesHTML/Leite/LeiteSudeste/index. São Carlos (SP) André Luiz Monteiro Novo.br/upload/sbrt826.Sugere-se consultar a EMBRAPA.

é possível encontrar fornecedores de maquinário e consultorias para instalação de fábricas no site da Suíno Cultura Industrial. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Primeiramente entrar em contato com a empresa disponível em referências. Para produções de pequeno porte. Ela foi recomendada por trabalhar com produtores de menor porte e ter equipamentos para atender os objetivos das mesmas. Outra opção de negócio seria a associação da empresa com cooperativas. É preciso ficar atento às especificações sanitárias da produção da ra . e estará mais apta a analisar o caso com maior profundidade. Jacinta Diva Ferrugem Gomes da Faculdade de Zootecnia da USP. o maquinário e infra-estrutura necessários para a produção de ração voltado para suínos depende muito do volume que se estima alcançar. maquinário para fabricação de ração para suínos Indicação de maquinário para fabricar ração para suínos com restos de alimentos. possibilitando a produção da ração nas fábricas de processamento deles mediante pagamento de aluguel ou porcentagem da produção. é recomendada a aquisição de um misturador vertical. no qual os processos de trituração e mistura são realizadas em um menor volume e de forma mais econômica.MÁQUINA PARA FABRICAÇÃO DE RAÇÃO PALAvRAs-ChAvE Ração para suínos. como é o caso. com produção mensal de 0 toneladas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo a Profa. Caso a produção cresça e seja necessário o aumento da capacidade da empresa. bem como o capital disponível para realizar tal investimento. Entrando no espaço “Guia Gessulli” é possível encontrar fornecedores e produtores de diversos tipo e lugares. Dra.

00.guiagessulli. Dra. . para assim. Acesso em: 0 de out.doc>.REFERêNCIAs FZEA – Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da USP Contato: Profa.html>.00  AgriculturA e PecuáriA ção.com.br/site/home. bem como a composição da mesma.acsurs.br Suinocultura Industrial . Acesso em: 0 de out.ganasini. Acesso em: 0 de out.sbrt. para eventuais melhorias no seu produto.br/>.00.ibict.Disponível em: < http://www.com. adaptar seu produtos às normas vigentes.br Alcides Ganasini & Cia Tel: () -99 Disponível em:<http://www. disponível no site do SBRT (vide link abaixo). É interessante também checar outros dados relacionados ao balanceamento da alimentação de suínos.suinoculturaindustrial.com.asp> Procura por fornecedores –Disponível em: <http://www. Rodrigo Ravani Gurgel NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out.com.acsurs.br/> e-mail: atendimento@ganasini.com. Legislação de alimentação de suínos e a sanidade: Disponível em: <http://www. Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul Disponível em:<http://www. Jacinta Diva Ferrugem Gomes e-mail: jacintaf@usp.br/>.com.00. Para tanto. é válido checar o link disponível abaixo sobre a legislação de alimentação de suínos.00. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT outras informações importantes: Disponível em: <http://www. Acesso em: 0 de out.br/manualsanitarios.br/upload/sbrt1099.

em vez de infiltrar no solo. promoven-  .O termo Mata Ciliar também conhecida como mata de galeria.MATA CILIAR EM NAsCENTE PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Mata ciliar Qual é o tipo de árvore apropriada para plantar em uma nascente de água? Possui uma fazenda no sul de MG. normalmente estão reduzidas a vestígios. inclusive as estreitas faixas de florestas que ocorrem nas margens dos rios. tem sido usado para classificar as diversas formações vegetais. Entretanto. entre outros. na legislação brasileira o termo Mata Ciliar significa qualquer formação florestal que ocorre nas margens de cursos d’água. a água escoa sobre a superfície formando enormes enxurradas que não permitem o bom abastecimento do lençol freático. Assim os solos sem cobertura florestal reduzem drasticamente sua capacidade de retenção de água de chuva. Segundo esta lei são obrigatórias as conservações de 0 metros de mata para cursos d’água com até 0 metros de largura. A primeira. A função das Matas Ciliares em relação às águas está ligada a sua influência sobre uma série de fatores importantes. tais como: • • • • • • • Escoamento das águas da chuva Diminuição do pico dos períodos de cheia Estabilidade das margens e barrancos de cursos d’água Ciclo de nutrientes existentes na água. sOLUÇÃO APREsENTADA Junto a nascente é preciso preservar a Mata Ciliar. quando presentes. que é imediata. causando duas conseqüências gravíssimas. As Matas Ciliares foram reduzidas drasticamente e. A segunda de médio prazo. resulta nas enchentes. junto a nascente existem poucas árvores. apesar de ser garantida pelo Código Florestal Lei Nº  de /09/.

Acesso em  de mar. Se não controladas. . rios e riachos abastecidos por ela. evoluem facilmente para as voçorocas. 00.html>. que vai proporcionar as características originais do local. reduzem-se as nascentes. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Associação Mata Ciliar. As conseqüências do rebaixamento do lençol freático não se limitam as nascentes. Disponível em: <http://www.br>. mas se estendem aos córregos.mataciliar.htm>. 00 Mata Ciliar. Com isso. Disponível em: <http://educar.gov. Disponível em: <http://www. Código Florestal.org.planalto.br/ccivil_03/ Leis/L4771.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O importante é a recuperação da mata ciliar em torno da nascente.INDICAÇõEs: FORNECEDOREs: Associação Mata Ciliar.usp.sc. que são formadas pela combinação de processo de erosão e demonstram um desequilíbrio do ambiente. 00 9 AgriculturA e PecuáriA do a diminuição da água armazenada. Acesso em  de mar. entidade produz mudas de essências nativas de 0 espécies de árvores nativas diferentes EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: CEMAC Centro Excelencia Matas Ciliares Universidade Federal de Lavras UFLA Depto Ciências Florestais Lavras – MG Telefone () 9- e-mail cemac_dcf@ufla. Acesso em  de mar.br/licenciatura/2003/vt/ mataciliar. minimizando assim o problema da seca.

00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar.

frestas na paredes e marquises) l construções abandonadas l torres e forros de Igrejas l cavernas e grutas l túneis. Esta classe é subdividida em 9 ordens. bueiros e passagens de gado sob as rodovias l silos l pontes l cisternas ou poços l copas e folhagens de árvores e arbustos l vãos de dilatação de prédios l ocos de árvores l fossos de elevadores  AgriculturA e PecuáriA MORCEGO . onde estão agrupados os morcegos. sótãos e porões. Algumas espécies já estão ameaçadas de extinção. possuidores de corpo coberto de pêlos e que nutrem seus filhotes no início de seu desenvolvimento por leite secretado pelas glândulas mamárias das fêmeas. a quantidade de espécies varia de região para região. sOLUÇÃO APREsENTADA Os morcegos são mamíferos pertencentes à Classe Mammalia que caracteriza-se por animais vertebrados. mas eles estão em todo nosso país. só não sendo encontrados em locais muito frios como nos pólos. na grande maioria não excedendo 00 gramas de peso. No Brasil nós temos morcegos de norte a sul. São em geral pequenos. Principais abrigos de morcegos l nossas casas (forros. Os morcegos ocorrem em quase todo o planeta. entre as quais encontramos a dos Chiroptera.Morcego PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Informações sobre um método eficaz e barato para combater morcego.

Estudos feitos com as substâncias anticoagulantes presentes na saliva destas espécies poderão ajudar a salvar vidas de pessoas com doenças do coração.comem os mais variados frutos. Às vezes. mas nenhuma espécie de morcegos alimenta-se exclusivamente de anfíbios.l l estábulos cachoeiras Os morcegos hematófagos se alimentam de sangue. como sardinhas e barrigudinhos. goiabas e principalmente frutos selvagens. Eles se alimentam exclusivamente de sangue de vertebrados. têm importante papel no controle de algumas pragas agrícolas. lagartos e até outros morcegos.comem rãs. figos. estes morcegos podem ser vistos bebendo água com açúcar colocada em bebedouros de pássaros. na regeneração de áreas desmatadas. frugívoros . hematófagos . como o maracujá-de-restinga e o ipê. piscívoros . amêndoas. ranívoros . como os gêneros Piper.utilizam vários dos itens citados abaixo em suas dietas. besouros. podemos classificar os morcegos da seguinte maneira: l l l l l l l l l onívoros . São importantíssimos para as florestas tropicais. ajudando em sua dispersão e. Solanum. como mangas. bananas. Um gênero que sabe-se ter esse hábito é o Trachops (Phyllostomidae). alguns de aves e pássaros. insetívoros .comem pequenos peixes. mamões. como ratos. incluindo mosquitos. para complementarem suas dietas. se alimentando em mangueiras e amendoeiras. porque ao pegarem os frutos para comer.consomem folhas de diversas plantas. De acordo com a alimentação. gafanhotos e mariposas. conseqüentemente. pássaros. que também pode utilizar outros alimentos. Por isso. folívoros . nectarívoros/polinívoros . entre outras. outros de grandes animais como vacas e cavalos. levam sementes para longe da planta-mãe.são morcegos que. sendo os  .alimentam-se de insetos. como os beijaflores (aves) se alimentam do néctar e do pólen produzidos por muitas flores. carnívoros .são os famosos morcegos-vampiros. Cecropia (embaúba) etc.caçam pequenos animais vertebrados. É muito comum vê-los em cidades.

que pode ter se iniciado por acaso. A dispersão das sementes também faz com que eles sejam os principais responsáveis pela regeneração de florestas degradadas. faz com que esses animais contribuam para a regeneração das florestas e para a disseminação e distribuição de várias plantas. Para se ter uma idéia da importância dos morcegos. Há apenas três espécies no Mundo. Uma variedade enorme de plantas depende quase que exclusivamente dos morcegos para espalhar suas sementes. Os morcegos hematófagos voam de seus abrigos em busca de presas para se alimentarem. m a 0 m de altura. Duas atacam aves (Diphylla ecaudata e Diaemus youngii) e uma ataca aves e mamíferos (Desmodus rotundus). O vôo pode ser realizado a uma altura de 0.Importância dos morcegos Os morcegos são importantes pois comem toneladas de insetos por ano. Hoje. Um bom e esperto morcego insetívoro pode devorar mais de 00 mosquitos por hora. Os morcegos só mordem para se defender. Há. estima-se que aproximadamente 0 espécies de morcegos dependem parcial ou totalmente das plantas como fonte de alimento. pode ter certeza. 0 milhões de anos. pelo menos. que ocorrem apenas nas Américas. Ele tem muito mais medo do que você dele. Os morcegos comedores de frutas espalham sementes de centenas de espécies de árvores. conforme a espécie e a presa a ser localizada. . contribuindo desta forma para a recomposição de nossas florestas e matas.  AgriculturA e PecuáriA únicos cordados (filo Chordata) a terem essa especialização. A dieta. Em caso de mordida. fazendo assim um rigoroso controle de população. basta dizer que cerca de dois terços das angiospermas das florestas tropicais do mundo são polinizadas por eles. perpetuando as espécies. ou mesmo um arranhado por morcegos faça o seguinte: l lave o local com bastante água e sabão. eles se alimentam do pólen e do néctar das flores.

de tal forma que os morcegos possam sair. coloque tela. Sua perseguição. veja a figura “coletada” no site do Bat Conservation International  . exceto a parte de baixo. é identificar o local por onde os morcegos entram e saem. O primeiro passo. ou rede plástica. pois quase imediatamente seu lugar será ocupado por outro exemplar. em fendas de paredes. ligue para o Laboratório de Manejo de Animais Peçonhentos e Quirópteros ou órgão de saúde equivalente em sua cidade. A melhor hora para procurar os morcegos é ao pôr-do-sol. procure orientação médica na Unidade de Saúde mais próxima de sua casa imediatamente. “Se você encontrou morcegos morando no forro. isso é muito importante para você e para toda a comunidade. no Brasil. e precisa desalojá-los. Uma vez localizado o ponto de passagem dos morcegos. Além disto a destruição de um morcego nada resultará. caça ou destruição são considerados crimes. existem procedimentos humanitários e criteriosos para expulsá-los e fazer que não voltem mais. sobre a abertura e vede todos os lados da tela. mas não entrar de volta. o morcego tem que ser examinado! Os morcegos são espécies silvestres e. estão protegidos pela Lei de Proteção à Fauna.l l l l não mate nem jogue fora o animal. ou outros locais de sua casa. quando eles saem do seu descanso diurno.

é importante ter certeza de que não existem filhotes dentro. para proteção dos animais. o problema será ainda aumentado. Não chame firmas dedetizadoras para eliminar os morcegos. Alfredo Gomes. proibida. os filhotes ficarão aprisionados e morrerão de fome. Não há órgão diretamente responsável pela retirada de morcegos e pelo seu controle em área urbana. causando. (GN) Prefeitura do Município de Peruíbe Unidade Central R. como para os cabritos. além do que seria uma crueldade desnecessária.  Centro . Os ataques de Morcegos Hematófagos (também conhecido por vampiros) devem ser notificados imediatamente ao Departamento de Agricultura ou o Serviço Municipal de Vigilância Sanitária.Tel. .CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Morcegos são protegidos por Lei de proteção à fauna por se tratarem de espécies brasileiras e sua destruição é. Lembre-se também que morcegos contaminados encontrados caídos poderão causar contaminação de animais domésticos e mordeduras se manipulados por crianças. em Peruíbe este serviço é feito pela Vigilância Sanitária. Os moradores devem evitar a entrada dos animais em suas residências e podem solicitar sugestões por telefone ou carta. Os inseticidas empregados não matam imediatamente os morcegos. seria a utilização de aparelhos de ultra-som para afastar os morcegos. Além de ilegal este processo causa inúmeros problemas. desorientação. apenas o monitoramento é permitido. Caso você tenha dúvidas de como proceder.  AgriculturA e PecuáriA Antes de iniciar esse procedimento de expulsão. causando um sério problema de mau cheiro. Por não saberem ainda voar. visando a preservação destes. Uma outra opção. A Vigilância Sanitária de Peruíbe orienta voluntariamente moradores com problemas. pois estes terão mais probabilidades de entrar em sua residência e ter contato com os moradores e animais domésticos. entretanto. portanto. tanto no galinheiro. peça a orientação de um especialista ou de um órgão oficial em sua região. Com isso. () -00 Uma recomendação é a utilização de telas de proteção de malha fina.

FONTEs CONsULTADAs Prefeitura do Município de Peruíbe. Zoonose. Cristiane de Lima Quadros e Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de ago. Acesso em: de ago. Acesso em:  de ago.sp.morcegolivre.br/>.br/saude/semuvis/sau_zoo. 00. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . Ação Ambiental Morcego Livre.gov.peruibe.vet. 00. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http:// www.htm#Morcegos>.

br/upload/sbrt735. além de proporcionar menor custo no controle de pragas e doenças e alto índice de pegamento após o transplante. e posterior transplante para a lavoura definitiva. é o método de propagação atualmente mais empregado para a grande maioria das espécies vegetais. quanto do tempo necessário para a colheita e. Dela depende o desempenho final das plantas nos canteiros de produção. Acesso em: 0 de dez. jabuticaba PALAvRAs-ChAvE Saber como formar mudas de jabuticaba.ibict. tanto do ponto de vista nutricional. Tal documento pode ser acessado através do link abaixo: <http://sbrt. consulte resposta técnica já publicada pelo site do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT. variedades. O sistema de bandejas proporciona maior cuidado na fase de germinação e emergência. permitindo a obtenção de plantas mais vigorosas e produtivas. Consulte o site da EMATER (Associação de Assistência Técnica  AgriculturA e PecuáriA MUDAs DE jABUTICABA . conseqüentemente. formatos (redondas.Mudas de jabuticaba. clima. muitas vezes. frutos. fazendo com que. com a adoção do sistema de bandejas multicelulares. Para obter as informações sobre “técnicas para a produção de mudas”. A semeadura indireta para a produção de mudas. No mercado existem diversos modelos de bandejas. profundidades e volumes.pdf>. tratos culturais e produção de JABUTICABA. 00. A modernização deste sistema somente teve início em 9. cilíndricas). Para obter outras informações sobre: as características da planta. recomendadas conforme as espécies vegetais a serem cultivadas. uma semente origine uma planta. piramidais. plantio. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A produção de mudas constitui-se numa das etapas mais importantes do sistema produtivo. do número de ciclos possíveis por ano. com diferentes números de células individuais.

htm>. sairão as brotações da parte aérea. ser conduzida em uma única haste. a  cm de diâmetro. viveiro ou recipiente). Podem ser usadas para propagação ou para obtenção de porta-enxertos. não muito nova. A seguir. são enterradas em solo bem preparado (canteiro. Sua parte basal é cortada em bisel (inclinado) junto a uma gema. para que se processe um crescimento ereto da muda ou cavalo (neste caso. a qual deve. de preferência. se estiver estaqueando para posterior enxertia). a haste pode ser podada na altura de formação a 0 – 0 cm e. Estacas colocadas para enraizamento Parreiral com mudas obtidas por estaquia e enxertado por garfagem Após a brotação das gemas. isto é. embora para algumas espécies seja usada a estaca herbácea. deixando apenas / de seu tamanho para fora do solo (Figura). disponível em: <http://www. Das gemas. sobre a Estaquia A estaquia é baseada no enraizamento de um pedaço de ramo (estaca) (Figura ). a parte acima é posteriormente eliminada. e seu ápice é cortado reto. São necessárias.  .com. ou verde. Há plantas que enraízam melhor de estacas mais novas. 00. O ramo para estaca é cortado da planta. há formação da parte aérea da muda. as estacas lenhosas têm maior uso. são retirados suas folhas e espinhos.emater-rondonia. No caso da muda. cortado da parte madura da planta. no caso de enxertia posterior. Em fruticultura. geralmente de  a 0 cm de comprimento e de 0.br/Jabuticaba. feita a  – 0 cm na haste principal. Acesso em: 0 de dez. com a tesoura de poda.e Extensão Rural do Estado de Rondônia). amarrada periodicamente a uma estaca de 0 – 0 cm. fincada junto à planta. O sistema radicular sairá da parte cortada.

Acesso em 0 de dez.pdf> REFERêNCIAs SBRT Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. visite os links abaixo: <http://sbrt. Fabiana Rocha.ibict. brotada da estaca inicialmente plantada.br>. Para ter acesso a estes documentos.ibict. . 00.pdf> <http://sbrt.ibict.br/upload/sbrt1754.br/upload/sbrt1352.br/upload/sbrt790.pdf> <http://sbrt.ibict.pdf> <http://sbrt.br/upload/sbrt1157.Viveiro de goiaba com mudas de estaquia herbácia Estaca goiaba Outras informações de interesse sobre o assunto “Produção de Mudas” podem ser recuperadas no Banco de Respostas Técnicas do site do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT.pdf> <http://sbrt. 00. 9 AgriculturA e PecuáriA portanto. constantes desbrotas para permitir bom desenvolvimento da haste única.br/upload/sbrt732. NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de dez. Disponível em: <http:// sbrt.ibict.ibict.

tais como: nutrição adequada. O criador deve conscientizar-se de que.kg de leite por dia. mas há outras considerações a fazer. controle produtivo (através de pesagens periódicas do leite ou dos animais) e conduta dentro das recomendações técnicas. Os búfalos.NUTRIÇÃO DE BúFALAs PALAvRAs-ChAvE Manejo de búfalo. Pietro Sampaio Baruselli. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O professor. suplementação mineral correta. como os demais animais domésticos. pois possui uma criação de búfalos e não está conseguindo manter os animais com o sistema de pastagem atual. pois existem um conjunto de fatores que podem ter contribuído para a estagnação da produtividade leiteira. bufalo Saber qual a suplementação mineral adequada para búfalos de leite. sofrem variações nos índices reprodutivos. elas possuem potencial genético para produzir em media kg de leite por dia. responsável pelo departamento de reprodução animal da Faculdade de Medicina e Veterinária e Zootecnia de São Paulo. Deve-se 0 . decorrentes do tipo de manejo e do nível tecnológico empregados na criação. controle sanitário. Somente será possível melhorar a eficiência reprodutiva e empregar biotecnologias como a inseminação artificial e a transferência de embriões quando requisitos básicos forem controlados. nutrição de búfalos. Ele afirma. foi muito cauteloso ao explicar as possibilidades de aumentar a produção de leite em búfalas. que não é possível apresentar uma solução direta ao problema sem analisar as possíveis causas. o rebanho precisa de uma suplementação consistente. no entanto. a propriedade deve ser conduzida corretamente. como o tipo de pastagem e as características do clima aos quais as búfalas estão expostas. cada vaca búfala está produzindo uma média de . para obter uma boa eficiência reprodutiva e conseqüente aumento na produtividade. O pesquisador salienta que os índices reprodutivos de rebanhos bubalinos variam conforme o manejo geral adotado na propriedade. Segundo ele.

fertilidade do solo. o leite é regularmente testado a fim de se detectar a presença de infecção sub-clínica. não entra em cio e. em condições precárias. Animais estabulados têm suas fezes recolhidas diariamente.Percebe-se assim. quando se pretende obter bons índices reprodutivos. Nos casos clínicos os animais são isolados e recebem tratamento específico. Portanto. É importante verificar se os úberes são limpos antes e após a ordenha. quando a alimentação do rebanho é precária. Outro fator a ser observado é a capacidade de suporte da propriedade. que existe um conceito errôneo entre os criadores de búfalos. etc. de que esses animais são rústicos e não necessitam de manejo adequado. Realmente. refere-se à prevenção e ao tratamento da mastite. que a questão de manejo e a nutrição desses animais estão fortemente relacionadas com a produtividade leiteira. qualidade e tipo de pastagens. observa-se uma certa rusticidade da espécie entretanto. apresenta taxa de concepção reduzida. os bubalinos sobrevivem mas não alcançam índices produtivos satisfatórios. . a superlotação das pastagens interfere negativamente na fertilidade. ocorrendo comprometimento da reprodução e impossibilitando a implantação de um manejo reprodutivo adequado. A quantidade de animais por hectare varia conforme a localização da fazenda. No entanto. O professor ainda faz um alerta para o criador que deve estar sempre atento às doenças que podem atingir as búfalas. merecendo assim uma atenção especial. devido à errônea visão que alguns criadores têm sobre a rusticidade da espécie. sem adequada alimentação. Do mesmo modo. com o emprego de biotécnicas reprodutivas com vistas à melhoria genética da criação. Atenção  AgriculturA e PecuáriA ressaltar. Nutrição do rebanho O bom estado nutricional do rebanho que vai receber alguma biotecnologia é imprescindível para se obterem índices reprodutivos satisfatórios. É freqüente encontrar propriedades com um número de animais maior do que sua capacidade suporte. a propriedade deve estar preparada para fornecer corretamente alimentação de boa qualidade para que os animais possam exercer adequadamente suas funções de reprodução. manejo da propriedade. quando entra. A búfala. ocorrem quedas na produção de carne e leite e diminuição da fertilidade.

a melhor cerca para o búfalo é um bom pasto. que podem ser de arame farpado ou liso devem ser mantidas em bom estado de conservação. dado seus hábitos noturnos. principalmente em climas mais quentes. o animal. a fim de evitar comprometimento na produção leiteira. deve-se evitar o ocorrência de “stress térmico”. não dão coices e não saltam cercas. Apesar de seu tamanho avantajado. Assim. devendo-se pois atentar para as medidas profiláticas usuais tais como vacinações.Apesar de “rústico”. O tratamento na secagem é também rotineiro. reconhecidamente melhor conversor de alimentos mais pobres em carne e leite que os bovinos. Como já dizia um criador” . Alguns criadores optam pela contenção dos animais à noite. apresentando excelente resposta na produção leiteira quando adequadamente alimentadas. Seu consumo de matéria seca em função do peso corporal é ligeiramente superior ao dos bovinos sendo. fornecendo aos animais sombreamento e/ou água para banho. as cercas. porém que. busca o alimento onde ele se encontrar disponível. desverminizações.Observa-se.especial deve ser dada quando o rebanho for submetido à ordenha mecânica e os animais forem de maior produção. A Fazenda Paineiras da Ingaí possue uma criação de Búfalos Murrah Leiteiros e disponibilizam um site interessante sobre manejo e nutrição de búfalos que podem ajudar o criador a sanar as sua dúvidas. Reproduz-se. o búfalo está sujeito às mesmas doenças que afetam os bovinos. os búfalos quando constantemente manejados. ou se aproveitando de eventuais interrupções de energia nas cercas eletrificadas. tem um temperamento extremamente dócil. de pelagem negra e com menor quantidade de glândulas sudoríparas. evitar sua movimentação excessiva. um fragmento sobre o manejo desses animais..Dada as características de sua pele.  . Deve-se atentar para a contenção destes animais... rompendo com mais facilidade cercas em mau estado de conservação. o manejo dos búfalos leiteiros é semelhante ao dos bovinos. a seguir. mesmo que com um só fio. mais grossa. Manejo De um modo geral. no desenvolvimento e mesmo na fertilidade do rebanho.. Os búfalos respeitam bem cercas eletrificadas. pulverizações e exames periódicos de controle. na ausência de alimentação.”. dado seu porte avantajado. porém. quando aproveitam para suplementar suas necessidades de volumosos e.

com um menor consumo de alimentos. presença de estranhos durante a ordenha. .com. farinha de carne e ossos. Como vimos. resultando quando da utilização intensa deste tipo de alimentos. elaboradas ou não com aditivos secos (resíduo de cervejaria. para os bezerros em lactação. Na estação seca. não se verifica o comportamento de dominância observado nos touros bovinos. principalmente em estações de monta. Porém. utilizam-se basicamente silagem de gramíneas (capim tanzânia. farelinho de trigo) e. alterações na regularidade das ordenhas e alimentação podem promover redução importante em sua produção. O concentrado. na base de  a  Kg por dia para vacas em início de lactação (primeiros 90 dias). Assim. Maiores detalhes. os búfalos têm capacidade de converter alimentos de baixa qualidade em energia e demais nutrientes necessários à sua manutenção.A rotina e interação com os tratadores é fundamental na manutenção dos níveis de produção em búfalas. devem ser eliminados. a não ser em fêmeas com crias recém nascidas. e posteriormente ajustado segundo a qualidade do volumoso e nível de produção dos animais. os animais são alimentados na primaveraverão sob pastejo rotacionado de capim Brachiaria decumbens. culturas invernais (aveia preta. podem apresentar-se mais bravios e nestes casos. Fornece-se concentrado. mudanças bruscas de manejo. Animais velhos. menor quantidade diária de nutrientes e energia é ingerida.br/ manejo. Assim. Na propriedade de Ingaí. a ingestão de matéria seca pelo animal é função do teor de energia do alimento.paineirasdaingai.htm EXIGêNCIAs NUTRICIONAIs Como outros ruminantes.9% de NDT.ig. porém. com cerca de % de PB e 0. particularmente novilhas. uréia. além de suplemento mineral. resulta numa menor ingestão diária total e daí. na sua insuficiência enquanto fontes adequadas de nutrientes para o crescimento e desenvolvimento  AgriculturA e PecuáriA sendo raros problemas com seu temperamento. onde muitas vezes se pode manter mais de um macho em um mesmo lote. misturado na propriedade é composto por resíduo seco de cervejaria. um alimento mais pobre. sal e suplementos minerais. farelo de trigo. azevem). principalmente machos. braquiarão). Os touros adultos não podem ser mantidos juntos. consultar :http://www.hpg.

fatores de stress ambiental (temperatura. haja visto a oferta alimentar inadequada. apesar de ainda pouco estudadas. esta espécie pode ampliar em muito seus indicadores produtivos. doenças (parasitoses. resulta consequentemente numa menor ingestão global destes alimentos. fibras (formas complexas de carboidratos como celulose e lignina. enquanto que as gorduras possuem valor . esta última não digerível)) . resultam em indicadores pobres de produção dos mesmos. Os demais nutrientes como minerais e vitaminas tem efeito complementar na alimentação. bem resultam em produções abaixo de sua capacidade genética. gorduras e açucares (carboidratos). ENERGIA Como comentado acima. • Nas análises básicas dos alimentos normalmente são avaliados o conteúdo proteico. Quando atendidas suas exigências nutricionais. Diversos fatores afetam as necessidades de energia. não sendo considerados como fontes de energia. apresentam alguns parâmetros orientativos que serão apresentados a seguir. extrativos não nitrogenados (principalmente carboidratos como o amido) e minerais (cinzas). A idéia de utilização destes animais em regiões onde os bovinos não conseguem sequer sobreviver. vezes maior (9 cal/g). o conteúdo de energia dos alimentos é um fator fundamental no consumo dos alimentos.possíveis destes animais. Apresentamos a seguir algumas de suas expressões e significados:  . e quando restrita. estágio de prenhez. • Diversas são as formas de expressar o valor energético dos alimentos. extrato etéreo (gorduras). podendo resultar em carências alimentares de diversos destes nutrientes. resultam numa menor ingestão de nutrientes. disponibilidade de água/sombra.etc. infecções. Tais exigências. vento. fase de crescimento. etc.).) • Os componentes alimentares que fornecem energia dividem-se basicamente em proteínas. o que muitas vezes traz muita confusão. que por sua vez. produção. de precocidade reprodutiva e de velocidade de crescimento. entre eles: tamanho. As proteínas e açucares possuem basicamente o mesmo valor energético  cal/g. idade.

Toma-se por base que  Kg de NDT produz cerca de . ELm . sem prenhez) ELl . assumindo-se para ruminantes que EM kcal/Kg = 0. o que nos permite afirmar que a intensificação do processo de melhoramento genético encontra na espécie um excelente potencial de desenvolvimento.Energia Metabolizável . Energia necessária para o ganho de peso ou crescimento. normalmente expresso em porcentagem.htm> A variabilidade da produção leiteira nas búfalas é ainda muito ampla.br/manejo.Energia Digestível . acreditamos. As técnicas de inseminação artificial vem se difundindo rapidamente  AgriculturA e PecuáriA • NDT .0 cal de EM (energia metabolizável) Essas informações estão disponíveis em: <http://www.• • • • • • Existem ainda outras formas menos usadas em nosso meio de expressão de energia dos alimentos como a unidade amido. Através da análise básica dos alimentos.00kcal de ED.Nutrientes digestíveis totais.Energia líquida de ganho .Energia líquida de lactação.Energia líquida de manutenção. pode-se calcular o teor de NDT. sendo expressa por unidade de matéria seca ingerida (Kcal/kg). unidade aveia entre outras. deduzindo-se aquelas excretadas nas fezes.Representa a quantidade total de energia ingerida deduzindo-se aquela excretada nas fezes. virá dar um novo impulso ao processo de melhoramento e aumento da produção leiteira. x ED kcal/kg ELg . É muitas vezes calculada por estimativa a partir da ED ou dos NDT. cujos trabalhos preliminares apontam para uma boa resposta na produção em búfalas (cerca de 0%). hpg. não em crescimento. na urina e nos gases eliminados. unidade escandinava. Energia necessária para manutenção do equilíbrio do animal (seco. Assim. Representa a soma de todos os nutrientes digestíveis contidos nos alimentos.  Kg de NDT equivale à cerca de . . EM . o NDT é expresso normalmente em Kg e os demais em calorias (cal.Representa a energia total ingerida. ED .paineirasdaingai.ig.00 cal de ED (energia digestível) ou cerca de . A utilização de moderna biotecnologia.com. Kcal =000cal ou Mcal=000 Kcal). Energia necessária para produção leiteira. Quanto às unidades. já vem sendo testados para utilização a r-BST (somatotropina).

em locais com ventilação adequada. outros fatores climáticos associadas afetam os animais sob sistema de pastejo. Pode-se minimizar os efeitos das elevadas temperaturas das regiões tropicais sobre os animais por meio de: a) Otimização do ambiente oferecido às búfalas em lactação através de algumas práticas de manejo: l Disponibilizar sombra para as búfalas . A água conduz o calor da superfície corporal para o ambiente. Recomenda-se que as ordenhas sejam efetuadas em períodos de menor intensidade de pastejo. quando procuram sombra.serrana.o sombreamento pode ser provido por árvores (sombreamento natural) ou abrigos (sombreamento artificial).as búfalas devem ser submetidas à aspersão com água fria. apesar de não disponível para utilização comercial.nas criações particularmente no Sudeste e Sul do país.asp?Tipo=n&id=26. é a transferência de embriões. No caso do sombreamento natural. Isto faz com que diminuam as compensações induzidas pelo calor como o decréscimo na ingestão de alimentos. os animais pastam bastante das  às 0 horas da manhã e reduzem o pastoreio das 0 às  horas. tais como a umidade relativa velocidade do vento. cujo primeiro produto no país nasceu em 99 na Fazenda Paineiras da Ingaí. Entre as ordenhas. no mínimo). levando à maior evaporação da umidade da pele. acessar o seguinte endereço: <http://www. o que ocorre quando a temperatura média se aproxima de ºC . Além disso. indica-se a utilização de árvores com copa frondosa e alta (m.trabalhos experimentais demonstram que quando a temperatura do ar é superior a ºC. l Hora das ordenhas . já existindo disponíveis sêmen de touros de ascendência produtiva excelentes (como Montenegro da Ingaí).br/n_boletins. permitindo que haja a utilização do resultante calor latente de vaporização para os resfriamento do corpo.com. Mais informações sobre esse assunto. regularmente. as búfalas devem ter acesso à sombra.>  . alterações hormonais e outros fatores que resultam na redução da produção de leite. Outra técnica hoje muito estudada. Estresse Térmico É um outro fator que tem influência negativa na produção de leite. com água e alimento suficientes. l Aspersão de água nas horas mais quentes do dia .

UNESP .Bubalinos Fone: (14) 821-3883 .br/trabalhos> ESTRESSE TÉRMICO NAS BÚFALAS EM LACTAÇÃO: COMO É POSSÍVEL MINIMIZAR O PROBLEMA? –Publicado em 00. que faça uma avaliação do seu rebanho bubalino tendo em mente as informações e precauções apresentadas acima.FMVZ Depto.185 Fax: : (14) 821-3883 .amorim  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs . no qual apuraram o perfil destes pecuaristas. Dr.serrana.r. Produção e Exploração Animal Caixa Postal 0 -000 BOTUCATU .Recomenda-se ao criador.unesp. André Mendes Jorge jorgeam@fca.ig.hpg. L.180 Fazenda Experimental Lageado . Trata-se de uma pesquisa realizada junto a “ parceiros do laticínio” em outubro de . Pietro Sampaio Baruselli Departamento de Reprodução Animal FMVZ-USP barusell@usp.r. Sendo assim. Disponível em:<http://www.com. Dr.paineirasdaingai. .asp?Tipo=n&id=26> Disponibiliza-se o contato com alguns especialistas na área: Prof.SP Indústria e Comércio de Aditivos e Suplementos para Animais. Disponível em:<http://www. através de coleta de dados “in loco” e de questionários.br/n_boletins. o impacto da atividade na economia a propriedade bem como as técnicas de manejo por eles empregadas.br Prof.com.99. Laticínios Ltda. Sugere-se ainda uma consulta aos seguintes sites: CARACTERÍSTICAS DOS FORNECEDORES DE LEITE DE BÚFALAS NA REGIÃO DE SARAPUÍ-SP Paineiras da Ingaí Ind.Out/99. o Disque-Tecnologia cumpre a sua proposta de orientar os pequenos e médios proprietários e de encaminhá-los para alguma possível solução.br Responsável pela Disciplina de Bubalinocultura e Responsável pelo Setor de Produção .

Brasilia: Embrapa-SPI. Jaboticabal: Funep.  . Prédio do Fazendeiro. epidemiologia e controle.Brasilia: Embrapa-SPI. Lau. Reprodução e Produção Editores: Valquíria Hyppólito Barnabe. Dr. . Francisco Matarazzo.JABOTICABAL-SP Telefone e Fax: PABX () 0-990 Site: http://www. 0 pag.com. DOENÇAS EM BÚFALOS NO BRASIL: diagnóstico.br Associação Brasileira dos Criadores de Búfalos (ABCB) Av. 999. 00 COLEÇÃO CRIAR-BÚFALOS. BUBALINOS: Sanidade. Luiz Octávio Moura Carvalho.  pag. Pietro Sampaio Baruselli Professor Associado Departamento de Reprodução Animal Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia Universidade de São Paulo Editor: Associação Brasileira de Criadores de Búfalos. Brasília: EMBRAPA-SPI. Belém:EMBRAPACpatu. p.SINÔNIMO DE CARNE. São Paulo. Pietro Sampaio Baruselli. Humberto Tonhati. sala .estibion.  CEP: . MANTEIGA E TRABALHO. 0p.-00 .Indústria e Comércio de Aditivos e Suplementos para Animais “Simbióticos e Nutracêuticos: Prebióticos.. Cristo Nascimento. Walter Fonseca. 99. 9. 999. REPRESENTATIVIDADE DO BÚFALO PARA A PECUÁRIA BRASILEIRA. CRIAÇÃO DE BÚFALOS. O BÚFALO . Hugo Didonet. Belém:EMBRAPACpatu. Extratos Vegetais” Av: Major Hilário Tavares Pinheiro. LEITE. 0 pag. ABCB. Água Branca Fone: () - Fax: () -90 segue abaixo uma literatura vasta sobre Búfalos: MANUAL DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM BÚFALOS Autor: Prof. São Paulo: Editora Ícone. Poliprobióticos.

Cristiane de Lima Quadros NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out.  pag.bufalo. Luiz Octávio D. Público alvo: Profissionais relacionados à produção de bovinos REFERêNCIAs Associação Brasileira dos Criadores de Búfalos.org. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia de São Paulo .br Curso de Difusão: “Nutrição Avançada de Bovinos” Departamento de Zootecnia – Profs.htm>. Acesso em:  de set.Inscrição: de 0/0/00 à /0/00 Objetivo: Oferecer treinamento e atualização sobre produção e manejo de pastagens para alimentação de bovinos de Corte.org. Acesso em: 0 de set.paineirasdaingai. 9.br/fmvz/bufalos>.Fax: (9)- Site: http://www. Disponível em: <http://www.br ou ct@esalq.ig.Nº Vagas:  Período de Inscrição: de 0/09/00 à /0/00.br/manejo.br e-mail: cdt@fealq. 00.fealq. Acesso em:  de set. 00.usp. Disponível em: <http:// www. Belém: EMBRAPA. BÚFALOS.hpg. 00 9 AgriculturA e PecuáriA Cristo Nazaré Barbosa do Nascimento. Ernesto Dias. Moura Carvalho.htm>. 00.com. Walter Fonseca. Fazenda Paineiras da Ingaí.Drs.Moacyr Corsi e Flávio Augusto Portela / Santos / Período: de /0/00 à 0/0/00 -Carga Horária:  horas . Mais Informações: FEALQ – Contato: Maria Eugênea ou Luís Rafael Telefones: (9) -0/9- .com. 9 pag.Cursos Curso de Difusão: “Sistema Rotacionado Intensivo de Produção de Pastagens para Bovinos de Corte” Período: de /0/00 à /0/00 Carga Horária:  horas Nº Vagas:  . . Disponível em: <http://www.usp. 9.br/leite. São Paulo: Editora Ícone.

2.com. tem crescido muito nos últimos anos. Carne e couro. Ovinos para carne A criação de ovinos. ovinocaprino Saber qual é o custo inicial para criação de Ovinos. que permitam ao empreendedor decidir com mais segurança sobre o negócio a ser iniciado. vacinas e remédios. dentre tantos outros. Como deve ser a criação.br) que oferece vários cursos. porte pequeno e da relativa rusticidade). com a finalidade de carne e couro. rações. A produção de carne ovina representa hoje uma atividade cuja participação sócio-econômica é crescente e vem se firmando cada vez mais como alternativa de viabilização da pequena e média propriedade rural. O plano de negócio é uma ferramenta que contém todos os dados referentes ao projeto. como controlar custos. no Brasil. ovinocultura. Investimento Necessário É primordial ter em mente. instalações. Sugerimos consultar o Sebrae (http://www. tanto para carne como para couro. permitem a sua exploração utili- 0 . Isso. a importância de se desenvolver um plano de negócio.OvINOCULTURA OvINOCRAPRINO PALAvRAs-ChAvE Ovinos. O capital inicial e de giro serão determinados pelo plano de negócio que definirá o número de cabeças necessário para iniciar a criação e que cubra as despesas fixas. como abrir uma empresa. criação. embora ambos sejam utilizados para carne.sebraesp. etc Qual a melhor raça apara o abate? O sul de Minas Gerais é apropriado para tal criação? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. é o conjunto de informações.1. pasto. melhor raça para o abate 2. aliado às características da espécie (docilidade. oficinas e palestras tais como: como iniciar um negócio. atendendo a situações bem específicas: viabilidade do negócio e avaliação financeira para o caso de captação de recursos.

pois foi na região de Ile-de-France. Retirar a pele com cuidado e colocá-la em painel de secagem com o carnal para cima por  a  dias. A sangria não deve sujar o pêlo. O Ile-de-France chegou ao Brasil em 9. Antes do abate. onde foi realizado o cruzamento de reprodutores Dishley com as raças merinos exploradas na França. podendo chegar a % em cordeiros machos. a empreender a criação de uma nova raça.  AgriculturA e PecuáriA zando a mão-de-obra familiar e instalações simples e de baixo custo Em São Paulo a demanda pela carne ovina concentra-se na de cordeiros.1. exigindo um produto com teor moderado de gordura. alta fertilidade. Sua lã é uma das melhores entre as raças de carne. no Rio Grande do Sul. por apresentar boa qualidade. habilidade materna. (Fonte: Ovinocultura). Tradicionalmente o mercado tem sido abastecido com animais oriundos de sistemas de criação onde atingem condições de abate. habilidade materna e características de boa conformação. que melhor se adaptou. escovando-os suavemente. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). . suficiente para aleitar mais de um cordeiro. porque é a única que possui cabeça. aos 0 a 0 dias de idade. os cordeiros são lavados com água a ºC e sabão. suficiente para garantir a maciez e sabor característico. mas não muito marcante. com boa produção de leite. Foi aceita como raça a partir de 9. pois a raça tem a alta prolificidade como uma característica marcante da raça. conformação e alto rendimento de carcaça. suffolk Originária da Inglaterra. em . É de fácil identificação. sendo criada nas mais diferentes regiões. orelhas e membros totalmente desprovidos de lã e cobertos por pêlos negros. professor da Escola Nacional de Veterinária de Maisous-Alfort.2. As fêmeas apresentam.1 Raças para o abate Ile de France A procura de uma raça tipo carne com bom desenvolvimento. com carneiros Southdown. através do cruzamento de ovelhas cara negra e aspadas da antiga raça Norfolk. levou Auguste Yvart. devido à sua origem ser de animais das raças merinos. com peso vivo entre  e 0 kg. Adaptou-se bem ao Brasil. A raça recebeu este nome. na França. A raça é especializada na produção de carne de ótima qualidade. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP).

tendo se adaptado bem dentro de sistemas de criações mais intensivas. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). onde foi instituído um projeto de “Introdução de Genótipos de Ovinos da Raça Dorper no Estado da Paraíba”. permitindo alimentar bem . Secretário do Planejamento do Estado da Paraíba que via na caprino-ovinocultura uma das soluções para o semi-árido paraibano. com boa produção leiteira. apresentam lã branca e por isso. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). Texel De origem holandesa. No Brasil. Possui grande capacidade para produção de carne de excelente qualidade. As fêmeas têm boa habilidade materna. altas taxas de crescimento e excelentes qualidades de carcaça. Entre as suas características destacam-se: constituição forte. caracterizando-se pela produção de carcaças de boa qualidade. Também pertence ao grupo dos “Cara Negra” e expandiu-se bastante em determinadas regiões do Brasil. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). É uma raça produtora de carne. onde os animais são bastante precoces. alta fertilidade. rusticidade. Mário Silveira. aceitáveis índices de reprodução. o Samm é um animal mocho. produção de carne magra em carcaça pesada e de . também. Adapta-se bem em sistema de criação a pasto.A raça Dorper tem atendido uma variedade de condições de ambiente das regiões tropicais e semitropicais. mais de um cordeiro. Dorper A raça foi aceita no Brasil.em sistemas intensivos. produzindo carcaças magras e de boa qualidade. facilidade de adaptação. com baixo teor de gordura. o maior rebanho está  . precocidade. foi introduzida no Brasil por volta de 9. apresentando alta taxa de nascimentos. São animais bastante precoces. boa habilidade materna. samm Ovino de dupla aptidão (carne e lã). quilos de leite/dia. são muito utilizadas no cruzamento industrial com matrizes laneiras ou mistas. em 99 após o incentivo do Dr. pela excelente condição de adaptabilidade e vigor. hampshire Down Raça originária do Sul da Inglaterra através de cruzamentos entre carneiros Wiltshire e Berkshire. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). São animais que.

subindo. e o Centro Oeste. no Turquestão russo. Morada Nova e Somalis. Produz carne com baixo teor de gordura e pele de alta qualidade. Kg de lã. gorda e grosseira em granulação. Engordado dos  aos  meses. do tipo lã curta e branca. originária da Bucária. de tamanho médio. não podendo comparar-se com a das raças de lã média. classificada como Cruza  a  (lã grossa e longa).-. de corpo comprido e de excepcional conformação. pois a ovelha adulta pesa uns 0Kg e o carneiro de 0 a Kg. O Santa Inês da atualidade tem porte grande. A carne‚ apenas regular em qualidade. predominantemente no Rio Grande do Sul. No entanto. os machos são chifrudos e as fêmeas mochas. adapta-se a qualquer sistema de criação e pastagem. É rústica e de tamanho médio. (Fonte: ACCOBBA) 2. Distribuído por todo Nordeste.Kg por cabeça. nos bons rebanhos a . Ásia Central. dá 0-0Kg de carcaça. Raça rústica. (Fonte: Agropauta) . outros mercados vêm despontando. tendo também uma cobertura de gordura muito espessa. com rendimento de 0 a %. (Fonte: Ovinocultura)  AgriculturA e PecuáriA na região Sul. O tosão dá . (Fonte: Agropauta) Leicester É uma raça mista para a produção de carne e lã longa. que é uma região seca. que corresponde a uma carcaça de qualidade. e entre 0 e 90 quilos nas fêmeas. o que revela a sua capacidade de armazenar no corpo uma reserva graxa para enfrentar períodos de subnutrição. apresentando também excelente produção de leite. que possui grande mercado consumidor. como o Sudeste. Deve ser engordado o mais cedo possível. além de ovinos sem raça definida (SRD).santa Inês Ovino deslanado do Nordeste do Brasil. É de origem antiga e possui cauda gorda. de clima rigoroso e vegetação pobre. a raça também marca larga presença no Sudeste e na Amazônia.2 Raças para pele (couro) Karakul Raça produtora de peles finas. segundo o padrão atual. o Santa Inês é resultado de cruzamentos das raças Bergamácia. sendo indicado para cruzamento com outras raças. e peso entre 0 e 0 quilos nos machos. Ovino produtor de carne.

O processo de curtimento do couro depende principalmente dos cuidados que pequenos abatedouros precisam ter na hora de retirar o couro dos animais e conservá-lo. produz peles excelentes e boa carne. é quanto aos cuidados que se deve ter para que a pele do animal não sofra lesões o que desvalorizaria a mesma. é pouco exigente. ª . A criação é uma atividade que desempenha importante função socioeconômica. São animais de muito boa aptidão para carne e pele.Preta : totalmente preta. (Fonte: Ovinocultura) Rabo Largo Animais de porte médio com cauda de base larga e ponta de lança. Pêlos curtos ou médios.Vermelha : é a pelagem mais comum. Apresenta pelagem vermelha. a venda de couro. Machos adultos com /0 Kg. (Fonte: ACCOBA) O importante para os criadores de ovinos visando. O carneiro deslanado do Nordeste ou de Morada Nova apresenta grande rusticidade. conhecido no Nordeste Brasileiro há mais de um século e meio. de Portugual. podendo apresentar resquícios de lã. como a sua utilização e a uniformidade do produto. a pele deve atender a determinados requisitos.Chitado : Pelagem Branca com pequenas manchas pretas e ou marrons. ª .() (Fonte: Ovinocultura) santa Inês Possui quatro tipos de pelagem: ª . Chifrudos. ª . como geradora de renda (comercialização de animais. carne e peles) e como fonte de proteína de alto valor biológico para  . necessitando de boa pastagem ou complemento. mas requerem cuidados por serem exigentes quanto a alimentação. Deslanados ou com pouca lã. (aspados) ou mochos. introduzidos pelos colonizadores. fêmeas adultas com 0/0 Kg Com aptidão para carne e pele. que depende de um programa amplo de controle de qualidade. Acredita-se que tenha origem em carneiros Bardaleiros Churros. que atinge o processo de transformação da pele em couro. Para comercialização. branca e suas combinações.Deslanado do Nordeste ou Morada Nova É um ovino desprovido de lã.Branca : com nariz e cascos despigmentados ou não.

Em um pasto com . ficando altamente contaminado por vermes que certamente os infestarão. também. Caso o criador entenda bem da atividade.000 ovinos podem ser colocados. havendo possibilidades de agregar bovinos na mesma área. poderão obter ótimos lucros com a criação desses animais. A atividade requer assistência de profissionais (veterinários) principalmente para aqueles que estejam iniciando a atividade. alimentação e eventuais suplementos. a melhor época é logo após a tosquia (novembro ou dezembro). qualidade e o estado das pastagens e das forrageiras lá encontradas. . de 00 a 00 bovinos. o zootécnico. Com isso. Formação do rebanho ovino O número de ovinos que podem ser colocados em uma determinada área varia de acordo com a espécie. a necessidade de assessoria será menor. l controle fito-sanitário. e “entusiasmo” pela atividade. Os criadores. desde que trabalhem com as técnicas adequadas para cada raça. Quando a densidade de ovinos em um pasto é muito grande e não há rotação de pastagens. não só o fator econômico. l animais de boa qualidade e procedência. reduzindo o rebanho por causarem muitas mortes. 3. o terreno recebe muitas fezes. l clima adequado ao tipo de criação. Economicamente.3. Fatores críticos para o sucesso: l conhecimento técnico por parte do criador.2. Condições necessárias para criação de ovinos A criação de ovinos é uma atividade pecuária das mais importantes e que apresenta um grande potencial para investimentos no Brasil. também. pode-se colocar de  a  ovinos por hectare. o rebanho poderá ser prejudicado pelas verminoses que debilitam os animais. levando em consideração.1. mas. l disponibilidade de água. deve-se escolher a melhor época para fazêlo. porque: l após a tosquia os animais estão mais leves e são vendidos por  AgriculturA e PecuáriA as populações de baixa renda (consumo de animais nas propriedades). Aquisição dos ovinos para a formação do rebanho Para iniciar uma criação. desde que o número de bovinos seja menor. 3. Em pastagens mais ricas. mas não dispensável. l qualidade das pastagens.

Os cordeiros são castrados para a venda aos  ou  meses de idade ou mantidos para substituírem os capões vendidos ou abatidos. já foram até acasaladas. a formação do animal. Essas são as condições encontradas em criações de regime extensivo ou semi-extensivo. apartados dele. é a sua saúde. l é bem desenvolvido. e o seu estado de saúde. em número nunca superior a . depois. vendidos para corte ou mantidos no rebanho até os  anos de idade. cara larga. Os machos castrados. sendo os que produzem maiores quantidades desse produto têxtil. machos e fêmeas. para que o criador possa sentir os problemas dessa atividade e adquirir prática. Seu corpo é cheio. Melhor seria iniciar uma criação de ovelhas novas e de uma só raça. (Fonte: Rural News). dependendo do desejo do criador. pois deles vai depender a melhoria do rebanho e o seu valor econômico.3. Procedimentos para a seleção dos ovinos O principal item a ser levado em consideração na escolha dos ovinos. Os carneiros ficam com o rebanho durante o período dos acasalamentos. quando são abatidos para consumo. grosso e bem inserido. lombo reto. pescoço forte. l 3. 3. mas o seu preço é mais elevado.000 cabeças. Já a aquisição de ovinos no outono permite ao criador observar a qualidade da lã e o seu volume quando elas já estão com lã de  ou  meses e que. durante  a  safras. ou seja.menores preços. carneiros.4. O número de machos deve ser de  a % do de ovelhas destinadas à reprodução. e também porque o criador deve observar bem. As ovelhas são destinadas à reprodução e à produção de lã. depois. um período de  a  meses durante o ano sendo. ou seja. os “capões”. Eles são. amplas fossas nasais.  . Naturalmente. Um ovino sadio apresenta: l olhar vivo. muitas vezes. O rebanho Pode ser formado por ovelhas. As fêmeas ou borregas são mantidas para substituir as ovelhas velhas e aquelas que morrerem. com uma lã de qualidade e em bom estado. capões e jovens machos ou fêmeas. os animais destinados à reprodução devem ser bem selecionados. bons aprumos com ossos fortes e largos. uma cabeça bem proporcionada. são destinados à produção de lã. pois já produziram a lã de um ano.

l constituição débil. pernas compridas. por um período de  meses da última tosquia. é um dos fatores críticos para o sucesso do empreendimento. O criador deve conhecer bem o processo e os métodos que devem ser empregados para obter melhores resultados. grossura uniforme em toda a sua extensão e com barriga e pernas bem cobertas de lã. ainda. Reprodução e Manejo A reprodução dos ovinos. Temos. como em qualquer tipo de criação. um rebanho bastante uniforme em relação ao seu exterior. As características do velo devem estar de acordo com os padrões da raça. Sua qualidade decorre da uniformidade. isso significa a presença de uma bronquite verminótica. Cuidados a serem tomados e pontos a serem observados: l lã sem brilho. muito importante. do comprimento e da finura. (Fonte: Rural News) 3. formando assim. um período reprodutivo. os tubérculos e as raízes. Alimentos para ovinos A alimentação dos ovinos é baseada em alimentos volumosos.6. que é a época mais comum para os nascimentos. ou  AgriculturA e PecuáriA devem apresentar todas as características da sua raça. com elevado teor de fibras e baixo teor de nutrientes digestíveis totais. tendo em vista o fim das gestações no verão. também. focinho fino. O primeiro sinal de sarna é o aparecimento de pontas de mechas de lã que se desprendem para então aparecerem várias falhas de pêlos. O criador deve conhecer bem o momento ou época do ano mais adequada para o acasalamento. em todo o velo. As ovelhas apresentam. em todo o corpo. l para produzir lã de qualidade o ovino precisa apresentar um velo denso. O exame das mamas é. peito estreito. peso abaixo do normal e barriga e pernas peladas.7. 3. (Fonte: Rural News) . geralmente. classificadas como concentrados aquosos. com fios longos.l 3.5. mal aprumadas e finas. e concentrados que possuem um baixo teor de fibras e um alto teor de nutrientes digestíveis totais. acompanhado de tosse. cara muito estreita. l muco quase purulento nas narinas. eriçada e sem resistência pode ser conseqüência de uma verminose avançada ou decorrente de uma sarna. por falta de lã.

Para aproveitamento do período fértil os machos devem estar em condições totalmente adequadas à reprodução. em Corumbá. () 3. O mais importante é o manejo. as possibilidades reprodutivas. apenas um cio por ano.8 Instalações Há instalações simples que podem ser adotadas como em sistema de semiconfinamento que são simples e econômicas. o criador deverá estar atento aos cuidados básicos para o desempenho eficiente. Todavia.9 vacinação e remédios Este é um assunto de extrema importância que afetará o produto final (carne e couro) e que causará grande impacto financeiramente. o que restringe as possibilidades de acasalamento de cada fêmea e. O criador deve consultar profissionais da área. a alimentação e o fornecimento de água que não devem ser precários e a saúde do rebanho. juntamente com o criador. respeitando seu hábitos e necessidades básicas”. conseqüentemente. As raças de lã mais fina por exemplo.seja. . embora os ovinos são bem adaptáveis á diferentes climas. que esclarecerá sobre os pontos cruciais e mais vulneráveis e fará acompanhamento da saúde do rebanho. se não receber os devidos cuidados. no ano de 00 “demonstraram que estas não precisam ser sofisticadas para o acabamento de cordeiros. O rebanho deve receber boa alimentação durante todo o ano. Para que as fêmeas estejam totalmente preparadas para o período de acasalamento. pela Emepa. Um experimento apresentado no IV Simpósio sobre Recursos Naturais e Sócio-econômicos do Pantanal. Estas devem ser feitas com base no conhecimento do comportamento dos ovinos. estando em condições sanitárias adequadas. INDICAÇõEs: Sugerimos conhecer o material apresentado no Simpósio de Ovinos e Caprinos de Corte. (Fonte: Rural News) 3. o manejo.0 Região mais adequada para criação Sugere-se conhecer as diferentes raças. cada raça apresenta uma época mais indicada para a cobertura. (MS). Empresa  . dos anos de 00 e 00. apresentam um período reprodutivo maior ampliando as possibilidades reprodutivas para várias épocas do ano.

Acesso em  de mar.Curso: Universidade On Line de Viçosa (http://www. .Grupo de Estudo de Caprino e Ovino.uov. 00.pdf>. Capinet. GECO . 9 AgriculturA e PecuáriA Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba. haverá também informações sobre manejo. br/agencia/simpan/sumario/artigos/asperctos/pdf/bioticos/643RB_Roberta_ 1_OKVisto. Veterinária e Zootecnica de Botucatu. Glória Lourdes. 00. Acesso em  de mar. 00. Disponível em: <http://www. 00.com.br) A Fuvet. Disponível em: <http://www. número do telefone () -09 está oferecendo um curso (Criação de Ovinos) programado para os nos dias . Um modelo de instalação para a criação de ovinos em semi-confinamento na Parte Alta de Corumbá. Acesso em  de mar. Disponível em: <http:// www.net/>. Disponível em: <http://www. número do telefone: () -9. ACCOBA . com a Dra. Agropauta.com. Disponível em: <http://www. asp?todo=id&id=91>.cjb.com. Acesso em  de mar. Departamento de Zootecnia não ruminates/Esalq/USP Telefone (9) 9- () Albaneze. Ivanete Susin.fmvz.cpap. Faculdade de Medicina.geco. 00. Disponível em: <http://www.com.agropauta.embrapa.br>.br>. e  de Abril de 00. Ovinocultura.Associação dos Criadores de Caprinos e Ovinos da Bahia.br/destaque. Dra. Acesso em  de mar. Disponível em: <http://www. Embora este curso vise as doenças que podem afetar a criação.com. 00. MS.accoba.ovinocultura. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA () Profa.br>. Acesso em  de mar.caprinet. Roberta de Fátima Goss do Nascimento et al.unesp. Ovinos e Caprinos na UNESP.

Acesso em  de mar. 00.Universidade On-Line de Viçosa. Rural News. Acesso em  de mar.com. 00.ruralnews. : Disponível em: <http://www.br>. 00. Acesso em  de mar. Universidade.htm>. Disponível em: <http://www. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .br/ovinos/ovinos.com. UOV .br>.uov.

pupunha PALAvRAs-ChAvE Há algum animal que possa pastar o amendoim forrageiro plantado junto à pupunha sem que. podendo. com isso. Com relação à opção de utilizar carneiros. danifique a planta para a extração do palmito? Gostaria de fazer uma experiência com carneiros. http://www.embrapa. assim. pastagem. rebanho. Neste caso a área de plantio serviria como um “greenshop” onde a massa vegetal seria retirada e disposta como alimento para os animais confinados em outra área. primeiramente. amendoim forrageiro. a capacidade produtiva da pupunha. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A EMBRAPA-ACRE possui vários trabalhos sobre o amendoim forrageiro e sua associação com rebanhos principalmente bovinos destinados para a produção de leite. essa deve ser vista com alguns cuidados. deve-se ter muita cautela ao optar por este tipo de procedimento.br/  AgriculturA e PecuáriA PAsTAGEM EM PLANTIO DE AMENDOIM E PUPUNhA . Pois qualquer rebanho mantido na área de plantio da pupunha poderá comer ou pisotear os perfilhos que estejam brotando comprometendo. fazer a experiência em uma pequena área e com poucas reses para não comprometer a produção do palmito que parece aqui como o principal produto. Uma opção é utilizar a biomassa do amendoim forrageiro como alimento.Pastoreio. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o pesquisador Judson Ferreira Valentim da EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – do Acre.cpafac.

00  .embrapa.br REFERêNCIAs Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de mar.Pesquisador Judson Ferreira Valentim .judson@cpafac.

apontando para o fato de que as técnicas de produção animal empregadas para os ruminantes (que utilizam-se de rações “enriquecidas” com carcaças. penas de frango PALAvRAs-ChAvE Qual o destino que deve ser dado para as penas de frango resultante do abate. Em abatedouros de grande escala. sangue e ossos de outros animais) vão totalmente contra a natureza de um animal herbívoro ruminante. carcaças e vísceras) em farinhas que serão utilizadas na composição das rações animais é bastante comum nos abatedouros de grande porte. onde o volume de penas geradas como resíduo do abate é enorme. sangue. existe uma grande polêmica sobre os possíveis efeitos que este canibalismo induzido podem provocar nos animais e conseqüentemente na saúde humana. criador da Antroposofia. que o bovino imagina uma vez. costuma-se fazer uma farinha de penas. já havia preconizado o mal da “vaca louca” muitas décadas atrás. que eu tenha que perambular e me dedicar a morder estas plantas. Isto pode ser feito para mim por outro animal. a dizer: isto me é muito monótono. porém. o que pode ser uma boa alternativa. Rudolf Steiner. Eu vou comer então este animal! Então o bovino começaria a comer ou-  AgriculturA e PecuáriA PENAs DE FRANGO .Penas. que posteriormente é utilizada na própria alimentação dos animais. Esta prática de transformar todos os resíduos gerados no processo de abate (tais como penas. e isso acabaria invariavelmente resultando em manifestações patológicas graves nestes animais. nas pequenas criações de frango as penas que surgem como resíduo do abate são simplesmente descartadas como resíduo orgânico ou aproveitadas em processos de compostagem. como componente de rações. Nas próprias palavras proferidas por Rudolf Steiner. no ciclo de palestras “Saúde e Doença!” realizado em 9: “Agora pensem. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Normalmente.

cabe colocar o seguinte questionamento: são as vacas que estão loucas ou os loucos são os homens. Ed. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jun. que força é perdida. As saber. O resultado disso seria que quando o bovino comeria carne diretamente. 00  . Dornach: Rudolf Steiner Verlag. Os vícios especiais dos uratos são que eles tem uma fraqueza pelo cérebro e pelo sistema neuro-sensorial. “Uber Gesundtheit und Krankheit – Sobre Saúde e Doença”. de uratos e de sais de uréia. de A. e ela produz nada. V. mas a fábrica inteira e posta em movimento. que através desta algo deva ser produzido. que servem para produzir a carne. ignorantes da verdadeira função e das necessidades dos seres vivos. O que acontece portanto quando em vez de vegetais ele se alimenta de carne? Ele deixa de utilizar as forças dentro dele.br/ibdfala2. as vacas ficariam loucas. 99).W. Em vez de se produzir carne. 00 Carlos A. Rudolf. Coord. ao começar a ingerir carne. . impõem dietas canibalistas aos animais. E isto. desperdiçada! Se perde uma força enorme. Mas ele pode produzir ele mesmo esta carne! Ele tem a força em si para isto. nós teríamos um rebanho maluco. que dirigidos por estratégias de produção agropecuária exacerbadamente mecanicistas e ambiciosas.). Mas. Esta força está nele e permanece lá.com. Disponível em <http://www. Se nós alimentássemos o bovino com pombas. A. a ponto de se formarem grandes quantidades de uratos. Mas os uratos também tem seus vícios. estes iriam ao cérebro e o bovino ficaria louco. O animal se entope todo desta força.htm> acesso em 0 de jun. Se vocês imaginarem uma fábrica em algum lugar. esta força faz algo diferente nele do que de plantas se produzir carne. Ela faz algo diferente nele. dietas estas que são completamente incompatíveis com a sua natureza? REFERêNCIAs STEINER. mesmo sendo as pombas tão mansas. o que a força faz é produzir muito urato.” A luz destas idéias. Citado por Alexandre Harkaly no prefácio do livro “A Dissociação entre Homem e Natureza (MIKLÓS. que se perde no corpo animal não se perde simplesmente. pensem vocês. se produz substâncias nocivas.A.tro bovino.. meus senhores. O bovino iria portanto. a força.planetaorganico. se encher de substâncias nocivas.

consorciar. que pode ser acessado pelo link: <http://www. uma vez que não existem métodos que impeçam que os animais comam os perfilhos do palmito.Ovelha. palmito. cercar cada pé de palmito com uma cerca relativamente alta seria a única maneira de se evitar o acesso. para tal necessita de informações acerca de alimentos que não sejam do agrado dos animais. E saber se isso é possível.com. que constituem a base da alimentação dos ovinos. Estratégias como plantar determinados tipos de plantas que os carneiros “não gostem” ao redor dos palmitos.asp?id=764  AgriculturA e PecuáriA PLANTAÇÃO DE PALMITO COM CRIAÇÃO DE OvINOs . não se esquecendo que é importante fornecer a criação suplementos minerais em saleiros. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o Professor Doutor Alexandre Vaz Pires do Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ – USP). ou pulverizar produtos que os repelem não são viáveis uma vez que não impediriam o acesso dos animais as plantas. criação. não é possível e nem viável se consorciar a criação de ovinos com a plantação de palmito pupunha. alimentando-os com o amendoim forrageiro ou outro tipo de leguminosa nativas ou gramíneas.br/IdeiasNegocios/pag_mos_ide_neg.sebraees. ovino PALAvRAs-ChAvE Criar carneiros junto com a plantação palmito pupunha consorciada com amendoim forrageiro. porém esta alternativa se mostra absolutamente inviável por seu custo e trabalho. sobre ovinocultura: Maiores informações sobre a ovinocultura estão disponíveis no site SEBRAE – ES (Serviço Brasileiro de Apoio á Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo) no campo “Idéias de negócio – Criação de carneiro – Ovinocultura”. carneiro. O ideal é que se crie os animais separados da plantação de palmito pupunha.

embrapa.cnpc. Disponível em: <http://www.cnpc.Associação Paulista de Criadores de Ovinos End: Av.br/upload/sbrt1843.cnpc.embrapa. Alexandre Vaz. Já a respeito do manejo produtivo dos caprinos e ovinos recomendase a artigo também da EMBRAPA Caprinos. 00 PIRES.aspaco.br > CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se a leitura das Respostas Técnicas e artigos acima citados.br > ASPACO . Acesso em:  de maio.Zona Rural .htm > INSTITUIÇÕES: EMBRAPA:Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro Nacional de Pesquisa de Caprinos End: Estrada Sobral/Groaíras.org.embrapa. José Horácio.SP Tel: () 9 00 Site: <http://www.&tipoobjeto=3&objeto=764&botao=0 > Também sobre a criação de ovinos existe uma Resposta Técnica já elaborada e disponível no site do SBRT que pode ser consultada através do seguinte link: <http://sbrt. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. disponível em: <http://www.br/manejoprodutivo.Caixa Postal D-0 Cep: 0-90 . disponível no seguinte link: <http://www. Km 0 .htm>. Professor Doutor do Departamento de Zootec .br/alimentacao.pdf> Sobre a alimentação de caprinos e ovinos recomenda-se a leitura do artigo da EMBRAPA Caprinos. REFERêNCIAs EMBRAPA.  Cep: 0-000 São Manuel .cnpc.embrapa.br >.Sobral-CE Tel: () -000 / Fax: () -0 Site: <http://www.ibict.

SEBRAE – ES. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. 00 SBRT. .ibict. Serviço Brasileiro de Apoio á Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo. Acesso em:  de maio.sbrt.sebraees. 00. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de maio. Annelise Gomes de Carvalho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA nia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ – USP).br>.br>. Disponível em: <http:// www.com.

em qualquer região é desaconselhável para o cultivo. bem drenados e ricos em matéria orgânica. agrotóxicos. Regiões com temperatura média acima de 0ºC não são recomendadas para o cultivo dessa hortaliça. mais precisamente entre 0-ºC no dia e -ºC à noite.9 t/ha e valor de produção ultrapassando um bilhão de reais. É medianamente  . ou seja. revelam uma área plantada no país de . com grande expressão econômica no setor primário. entre outros IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O tomate é uma hortaliça de consumo universal. plantação de tomate.PLANTAÇÃO DE TOMATEs PALAvRAs-ChAvE Olericultura. quantidade excessiva de água. Outro fator prejudicial à cultura é a “água na folha”. O cultivo de tomate apresenta também condições favoráveis de plantio em altitudes em torno de 00 metros. tomate. as áreas de plantio utilizadas. O tomateiro (Lycopersiscon esculentum Mill) é originário da região andina da América do Sul. sendo necessária a instalação de quebra-ventos em locais sujeitos a essa intempérie. campo Gostaria de obter algumas comparações entre o plantio de tomates envarado no campo e em estufa: os consumos de água. Ventos fortes também são prejudiciais à cultura. tanto in natura como industrializado. O tomateiro exige solos férteis. Informações publicadas pelo IBGE com base na produção agrícola municipal de 000. ha. a não ser obviamente sob cultivo protegido. estufa. as contaminações ao meio-ambiente. tomaticultura. o que faz com que o cultivo protegido seja caracterizado como “guarda-chuva”. O clima ideal para seu cultivo é aquele com temperatura amena durante o dia e fria durante as noites. Acima de ºC há uma tendência dos frutos maduros tornarem-se amarelos e não vermelhos. com produtividade média de . porosos. A época chuvosa.

a terra permanece mais estruturada e não sofre as conseqüências da erosão. pimenta. ou seja. Os que produzem em estufa. existem grandes agricultores que possuem acima de um milhão de plantas. também na entressafra. o solo desprotegido fica propenso à erosão. têm a mesma quantidade de plantas que os pequenos produtores. se possível próxima a uma fonte de água limpa contínua. no Brasil. com topografia pouco ondulada e situada em local que não tenha sido cultivado antes com tomate ou outras solanáceas como. a área deve ser bem ensolarada. por se tratar de uma planta hospedeira de patógenos do tomate. mestre pelo Instituo Agronômico de Campinas. Conforme dados da agrônoma. agrônoma. pimentão. . No cultivo seguinte poderá haver menos emprego de mão-de-obra na preparação da terra. o que definirá as adubações e correções exigidas pela cultura. O sistema radicular das plantas se desenvolve de forma mais eficiente. e as bactérias de defesa da planta se multiplicam facilmente. Evitar também áreas com jurubeba. é uma das principais vantagens da produção em estufa. impedindo uma penetração regular de oxigênio e o alastramento correto das raízes. batata ou berinjela. geralmente. Além disso. uma apurada análise dos fatores econômicos e ambientais que envolvem a iniciativa do produtor. mas é exigente em cálcio e magnésio. no período de menor oferta do produto. Em ambiente protegido. “as diferenças entre os dois sistemas de cultivo envolvem vários fatores e deve-se enfocar no final a comercialização. é 9 AgriculturA e PecuáriA tolerante à acidez. voltado para fornecer o ano inteiro. A escolha pelo tipo de plantio e modo de produção requer. recebe mais oxigênio. pois a rentabilidade. pode provocar uma compactação da terra. seguida de uma insolação forte. É aconselhável a retirada de amostras de solo para análise química e física. A precipitação da chuva. enquanto os pequenos produtores se situam em torno de 0 a 0 mil plantas. Esta possibilidade de fornecer tomate o ano inteiro. hoje. no entanto. o que difere é o escalonamento da produção. onde o produtor irá colocar os produtos e em cima desses dados trabalhar na melhor forma de cultivo”. Segundo Rosa Maria Chung. pois entre a produção em campo ou em estufa existe uma série de fatores que devem ser ponderados.Além do solo apropriado.

o interior das estufas pode atingir temperaturas muito elevadas durante o dia. necrosando o tecido. enfraquecendo as plantas e tornando-as expostas às doenças. Em regiões sujeitas a baixas temperaturas ou a períodos de chuva intensos. O manejo das plantas nesse ambiente. No entanto. doenças no solo e foliares são mais agressivas e difíceis de serem tratadas. Esse aumento de produção é duas a três vezes maior. devido. proteção do solo contra lixiviação. em alguns casos é necessária a mudança do local da casa de vegetação a cada intervalo de dois anos. al. Outros fatores que podem prejudicar esse tipo de cultivo. os danos do clima podem interferir negativamente na produção. Mas o maior problema. 99 in AGUIAR E SILVA et. principalmente. nos meses mais quentes (dezembro. já que as culturas não sofrem influência dos fatores negativos quando a céu aberto (OLIVEIRA et al. excesso de chuva. Entretanto. Utilizando a estufa o agricultor pode economizar em defensivos e mão-de-obra. Quando a plantação é desenvolvida a céu aberto. O produto de estufa. bactérias. por crescer em um ambiente controlado. tem sua qualidade elevada e sua produtividade aumentada. o cultivo do tomateiro sob cobertura plástica é uma alternativa bem viável. desde que se planeje as primeiras colheitas em épocas de entressafra. Muitas das doenças das plantas podem ser combatidas ou evitadas. entre outras. pragas atacam plantas que normalmente são hospedeiras no campo. uma série de outros problemas pode acometer também a plantação em campo. Existem outras vantagens na utilização desses ambientes fechados ou semi-fechados. também requer 90 . conforme Aguiar e Silva são: alto custo em manutenção e conserto das casas de vegetação. como toda sorte de vírus. geadas. FCA/UNESP.. s/d). redução dos custos com fertilizantes e defensivos e melhor controle de pragas e doenças. fungos nematóides e danos fisiológicos. granizo. falta de inimigos naturais para o controle. a construção das estufas. entre elas: maior proteção contra fenômenos climáticos. nesse tipo de cultivo é o da plantação ficar suscetível as intempéries. quando o preço vai compensar o custo do investimento.bem maior. “sol forte” durante o dia e queda de temperatura à noite. o custo inicial para essa produção é superior ao de campo. janeiro e fevereiro) altas temperaturas associadas a altos valores de umidade podem levar a formação de verrugas sobre as folhas. bem como diminuir a possibilidade de oferecer produtos com resíduos tóxicos.. com um correto controle do ambiente.

Continuando com informações de Rosa Chung. No cultivo protegido há alta rotatividade do solo e isso acarreta em alguns cuidados para que não se tenha desequilíbrios da microbiologia do solo. utilizando-se o pé direito alto e deixando as laterais “livres” para melhorar a ventilação. permitindo alta incidência de pragas e doenças. outros fatores devem ser levados em conta. No cultivo protegido tem-se um menor molhamento das folhas.” A irrigação no interior da estufa. F. que permitem uma área molhada contínua ao longo da fileira de plantas.R$ 0.00/caixa K (kg). “No cultivo de ambiente protegido a alta temperatura é contornado pelo correto dimensionamento das estufas.. No cultivo protegido o custo é em média 0-0% maior. Utilizase também cultivares de tomate mais adaptados ao ambiente protegido e com maior valor comercial.00.R$ . . os tomates nobres são comercializados em caixa de papelão e o valor varia na faixa de R$ . é feita geralmente através de fita e tubos de polietileno com gotejadores posicionados a cada 0 cm. controle fitossanitário. al.Conforme dados fornecidos pela agrônoma.J.00 . Por isso pode ocorrer problemas de salinização. porém outras doenças podem aparecer nas condições de alta temperatura e alta umidade como o Oídio que não é comum aparecer em cultivo de campo aberto.F.00 . para que se tenha bom retorno desse investimento. mas as aplicações são mais reduzidas. Há o uso de agrotóxico em cultivo protegido. o custo de tomate em campo aberto atualmente (00/00) está girando em média U$ . Em estufa não ocorre lixiviação de fertilizantes ao solo e o movimento da água é de baixo para cima ao contrário do que ocorre no cultivo em campo aberto. pesquisadores da EMBRAPA. esse tipo de cultivo requer um maior conhecimento das culturas e das tecnologias envolvidas: irrigação. a planta. etc. Septoria. Por necessitar de maiores investimentos. por isso tem-se menos problemas com doenças foliares como a Requeima. et. que cultivam o tomate a céu aberto. de acordo com Luz. adubação. prejudicando o cultivo. Já em ambiente favorável a plantação em campo. O preço médio pago pelo CEAGESP tem oscilações durante o ano de R$ . O 9 AgriculturA e PecuáriA novas habilidades para os produtores tradicionais.

No cultivo protegido. pois além de ser oneroso. deverá utilizar critérios técnicos específicos para que a planta receba a quantidade ideal e que não ocorra desperdício de fertilizantes. a transpiração das plantas pode ser menor. reduzindo a fertilidade da terra. Muitas vezes a lavoura é localizada longe da água. uma vez que o microclima criado dentro das estufas pode favorecer. A impermeabilidade do plástico evita que a chuva se precipite diretamente sobre os cultivos. No ambiente da estufa. como a. A manutenção constante das telas e saias e o controle do trânsito de pessoas dentro das estufas também auxiliam na prevenção da entrada de pragas e doenças limitantes da cultura. podendo ocorrer danos irreparáveis ao solo. A estufa deve estar permanentemente livre de plantas daninhas. o cultivo em estufa pode representar economias de água e insumos. como já dito. a forma de aplicação de nutrientes precisa ser diferenciada em relação ao campo. como sementes de alto valor. a severos ataques de pragas e doenças em curto espaço de tempo. Se tais critérios forem preenchidos. mas estas telas têm o inconveniente de reduzir a ventilação interna e aumentar a temperatura dentro das estufas. O uso de saias de plástico nas bordas da estufa evita a penetração de respingos d´água que podem disseminar patógenos para as plantas que ficam nessa área. nesse sistema não ocorrem chuvas. Nos cultivos comuns. fato que encarece a irrigação. e nos casos em que o agricultor não dispõe de equipamento de recalque e condução. bom sistema de irrigação (requisitos para uma produção em estufa). que pode causar um desequilíbrio hídrico. uma grande parte dos adubos e corretivos são lavados pelas águas das chuvas. As regas são menos constantes em relação aos plantios convencionais. O uso de telas laterais de sombrite 0 – % evita a entrada de insetos praga voadores como mariposas. pois o produtor. impedindo a lixiviação dos insumos. e o solo não se desidrata tanto pela ação do vento e insolação direta. Dentro da estufa o produtor tem todas as condições de controle da umidade do solo. utilizando-se de uma estrutura de boa qualidade.controle fitossanitário das plantas em ambiente protegido deve ser rigoroso. sem a intervenção da chuva. já mencionada. proporcionando maior economia ao agricultor e melhor aproveitamento alimentar das plantas. Isso é importante para as regiões onde a água é escassa. salinização. 9 .

tanto no que se refere às questões ambientais (clima. chamado Cultivo de Tomate em Estufa.00. por profissional em agronomia ou agricultura. da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da USP. Por último. disponível em: <www.Tomate em Estufa”. distribuidor e consumidor da região.fnp.com. de 00 .br>. disponível em: <http://www. altitude. Simone C. 00. uma boa leitura sobre o assunto é o livro de Marco Antônio Rezende Alvarenga. custo das produções. Mello. disponível em <www. e da Vídeo-aula do Centro de Produções Técnicas. em casa de vegetação e em hidroponia. a FNP consultoria em agronegócios. intitulada Absorção de Nutrientes. A. acesso em  de jan.com.embrapa. Análise essa que só poderá ser feita in loco. Fayad.. Tomate: Produção em campo. do Depto. de Produção Vegetal. que custa em torno de R$ 0.). da Editora UFLA. acesso em 9 de jan.htm>. mercado produtor. é de muito proveito o trabalho publicado pela EMBRAPA Hortaliças. Crescimento e Produção de Tomateiro Cultivado em Condições de Campo e de Estufa. vende uma planilha de “Custo de Produção . acesso em 9 de jan. Segundo a Profa. de 00. No 9 AgriculturA e PecuáriA . Sobre produção de tomate em campo para industrialização.cnph. solo. pelo custo de R$ 0. da Universidade Federal de Viçosa.. é fundamental uma análise da região em que será implementada a cultura. de 00.cpt. sugerimos algumas publicações que tratam especificamente do assunto. como econômicas (valor inicial de investimento.. são muitos os fatores que devem se levados em conta na escolha pelo cultivo de tomate envarado no campo ou em estufa.br/sistprod/tomate/index.br>. Para tanto.). Outras sugestões são a Tese de mestrado de J.00.Cultivo de tomate estaqueado em campo Cultivo em estufas CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Como já mencionado no corpo da Resposta Técnica.. Para um melhor estudo teórico dos tipos de cultivo do tomate. ao custo de R$ . 99.00.

Avaliação de Temperatura e Umidade Relativa do Ar em Estufa com Cobertura de Polietileno. Pecuária e Abastecimento. Marcelo Augusto de. de Produção Vegetal. Instituto Agronômico de Campinas. Francisco Joaci de Freitas. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA. “O Cultivo do Tomate em Roraima”. et. 00. disponível em: <www.cnph. et. Disponível em: <http://www. Universidade de São Paulo. cpafrr. p. Rosa Maria.al. Ministério da Agricultura. Ministério da Agricultura. Disponível em: <http://www.br>.pdf> acesso em 9 de jan.. EMBRAPA Hortaliças. 9 . jan. PONTES. São Paulo.9. Simone da Costa. in Scientia Agricola.sapo.pdf> acesso em 9 de jan. da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.. “Quantidade Absorvida e Concentração de Micronutrientes em Tomateiro sob Cultivo Fornecido”.br/index.gov. MELLO.entanto.lce.br/sistprod/tomate/index. Tulha Agroinformação. USP. de 00. Botucatu-SP. n. Boa Vista. s/d. indicativos e custos de produção podem ser encontrados no site do Instituto de Economia Agrícola. do Depto. Disponível em: <http://www. 00. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. REFERêNCIAs CHUNG.do.. acesso em 9 de jan./mar..php/cpafrr/publica_es/circular_t_cnica/o_cultivo_ do_tomate_em_roraima> acesso em 9 de jan. Cultivo de Tomate para Industrialização. Adriana Luzia.sp. al.-. Profa. dezembro de 00.esalq.iea.com. al. RR. Pecuária e Abastecimento. de 00. LUZ.br/tadeu/Tomate_Domingos_Tadeu. AGUIAR E SILVA. de 00.embrapa. Disponível em: <http://seila. Departamento de Recursos Naturais – FCA/UNESP.embrapa. v.htm> acesso em 9 de jan. 00. Dra.usp. et. 00. in Circular Técnica 0. São Paulo. Estufas.br acesso em 9 de jan. valores. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”.pt/invest/ag00005. Mestre em Agronomia.tulha. Disponível em: www.

sp. acesso em 9 de jan. Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.br>. Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 9 de jan.gov. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA .Instituto de Economia Agrícola.iea. Disponível em: <www. de 00.

Redução da competição pode ocorrer quando dois ou mais genótipos utilizam os recursos do sítio diferentemente e. uma vez que as comunidades naturais de plantas são formadas por misturas de diferentes espécies. 99). promover um estímulo diferenciado a microbiota do solo como con9 . que irão aumentar os nutrientes do solo. onde há diferenças no crescimento fenológico na conformação da copa e no sistema radicular.pdf acesso em: 0 de jul.ibict. Disponível para consulta em: http://www. há o interesse mundial para que a produção florestal seja feita com um manejo mais próximo ao natural. podem utilizar diferentes formas a radiação solar.br/upload/sbrt1031. cultivo associado de eucalipto e mandioca Informações sobre como associar a cultura de eucalipto com mandioca.sbrt. 00 Uma outra opção para aproveitar a área de plantio associado à mandioca é o plantio associado com leguminosas. o aumento de produtividade. na mistura de genótipos. E. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas Uma Resposta Técnica. ainda.PLANTIO AssOCIADO. possui em seu banco de dados uma resposta sobre o plantio associado de eucalipto com mandioca. com um prazo menor de colheita. EUCALIPTO E MANDIOCA PALAvRAs-ChAvE Plantio associado. desta forma. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O SBRT. 99). mais eficientemente. Plantios florestais consorciados podem ser mais produtivos que plantios puros. pois possui uma área de  hectares. cultivo associado. a umidade e os nutrientes. redução de competição e facilitação (DeBell&Harrington. Isto se deve ao fato de que as diferentes espécies de plantas demandam ou afetam os recursos e condições do sítio de forma desigual e em tempos distintos (DeBell&Harrington. pode ser sumarizado em dois princípios. Povoamentos mistos. Conforme a teoria ecológica. Atualmente.

Na região seca. O eucalipto consorciado na região úmida foi mais alto e maior diâmetro. Misturas com espécies leguminosas arbóreas. o nitrogênio contido nos restos vegetais de leguminosas beneficia a decomposição dos resíduos orgânicos depositados no solo. maiores taxas de queda de material vegetal e ciclagem de nutrientes. Foi observado. Desta forma. todo nutriente provém do solo. mas esta diferença foi atribuída a diminuição de competição por espaço. quando em associação com eucalipto. Espécies leguminosas. A intercepção de luz foi 9% maior na mistura com % de albizia que no povoamento isolado e a eficiência de uso da luz foi % superior. onde parte do suprimento de nutrientes é mantida pela ciclagem. A produtividade de eucalipto. com capacidade de fixar nitrogênio. cujos custos energéticos e financeiros são altos. podendo resultar em acréscimo na produção. dois deles numa região de clima úmido e os outros dois em clima seco. devido ao menor porte da albizia. assim como fixação do nitrogênio nos tratamentos com mistura de espécies forneceram melhorias no solo que podem persistir nas rotações subseqüentes. neste experimento. na qual a exigência por este elemento é bastante elevada. que povoamentos mistos reduziram a competição e promoveram a facilitação. o retorno dos nutrientes é mais rápido. Além disso. favorecendo a manutenção da produtividade do povoamento. e teve concentração de nitrogênio e fósforo mais alta que no tratamento com eucalipto isolado. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O estudo acima mostra o benefício do cultivo de eucalipto associado a uma leguminosa. a fase inicial de desenvolvimento da floresta. podem beneficiar. Testes do consórcio de Eucalyptus salign e Albizia falcataria foram feitos em quatro locais do Havaí. Sugere-se consultar a resposta técnica indicada a cima para obter informações sobre o processo de cultivo associado. 9 AgriculturA e PecuáriA . O diâmetro do eucalipto foi maior no consórcio. Neste período. aumentando a diversidade vegetal e a utilização de recursos do ambiente. é limitada por inadequados níveis de nitrogênio. em muitos locais. albizia teve pouco crescimento e não beneficiou o eucalipto quanto à altura.seqüência da diversidade de substâncias exsudadas pelas raízes das diferentes espécies. tais como Acacia e Albizia têm sido avaliadas e parecem ser promissoras na busca de fontes alternativas de suprimento de nitrogênio. Na fase nutricional posterior.

com. 00.br/ci/bd/teses/disseracao/t4/ ts005/ts005_05. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 .REFERêNCIAs ASPECTOS nutricionais de povoamentos puros e mistos de eucalipto.adubostrevo. Acesso em:  de jul. Disponível em: <http://www. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jul.html>.

Teça. incluindo. sendo a espécie cultivada em grande escala. além dos asiáticos . nativa das florestas tropicais situadas entre 0° e °N no subcontinente índico e no sudeste asiático. cultivo de Teça PALAvRAs-ChAvE Obter dados técnicos sobre a espécie florestal Tectona grandis e informações sobre forma de cultivo. José Luis Stape. Camboja. Vietnã e Java. A Tectona grandis.Tectona grandis. Atualmente. porém não resiste à geada. Devido a sua dispersão geográfica e à variedade de ambientes onde ocorre naturalmente. ocorrendo em áreas com precipitação anual de 00 a 00 mm. do Departamento de Ciências Florestais da ESALQ/USP.maiores produtores -. popularmente conhecida como Teca. Tailândia. entre outros. é uma árvore de grande porte. Honduras e Brasil. Camarões. No sul da Ásia. a teca é uma espécie de alta adaptabilidade com dispersão vertical entre 0 e 00m acima do nível do mar. Laos. a cultura de teca é tradicional. quando os britânicos demandavam grandes quantidades de madeira para construção naval. como: Togo. a área mundial plantada excede os  milhões de hectares. 99 AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DA EsPéCIE FLOREsTAL TECA . A teca é cultivada desde o século XVIII. Trinidad. Nigéria. sob supervisão e orientação do Prof. principalmente na Índia. Quais as particularidades necessárias ao cultivo da espécie no Mato Grosso? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A solução apresentada a seguir consiste na reprodução integral de um texto divulgado pelo Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais e elaborado pela acadêmica Aline Angeli. tipo mais adequado de solo e qualidade das sementes. e temperaturas extremas de °a °C. outros países tropicais. Burma. Zaire. clima mais favorável.

de cor marrom e possuem diâmetro de aproximadamente cm. resistente ao fogo. le00 . a madeira de teca é utilizada para as mais diversas finalidades: construção naval. bem distinto do cerne. bem como pela sua rusticidade.Apesar de poder ser cultivada apenas em regiões tropicais. a teca é apreciada pela qualidade de sua madeira. Informações Botânicas Os frutos são do tipo drupa. Seu tronco é reto e revestido por uma casca espessa. Além do efeito decorativo. A Madeira O alburno é estreito e claro. onde o preço por metro cúbico supera o do próprio mogno. de coloração branco-amarelada e se dispõem em panículas de até 0 x cm. a árvore atinge entre  a m (raramente acima de m) de altura e diâmetro (DAP) de 00cm ou mais. dentro das quais estão as sementes (uma por cavidade). As flores são pequenas. porém. Perde as folhas durante a estação seca. cilíndricos. cuja cor é marrom viva e brilhante. a madeira de teca é muito procurada (principalmente) no continente europeu. A primeira frutificação ocorre aos  ou  anos de idade. pois trata-se de uma essência caducifólia. Cada fruto apresenta quatro cavidades. Mundialmente. laminação e compensados. Quando adulta. Essa beleza peculiar faz da teca uma madeira muito procurada para decoração de interiores luxuosos e mobiliário fino. nem todas germinam.

A madeira é estável: praticamente não empena e se contrai muito pouco durante a secagem. tração e flexão. esse tratamento somente é necessário quando a madeira ficar exposta ao tempo. que reduz a absorção de água e lubrifica as superfícies. Tanto alburno. propriedade que facilita a aplicação de preservativos. De 0 AgriculturA e PecuáriA nha e carvão vegetal. portas.g/cm³ e. de ataques de pragas que possam comprometer os plantios. apresenta boa resistência a peso. A Experiência de Cáceres. O alburno é um material permeável.de floresta nativa ou reflorestamento. a área plantada com teca era de cerca de 0 mil hectares. decoração interna e também na produção dos mais diversos utensílios. Nos países onde a teca é explorada . Painéis de sarrafos são utilizados para a fabricação de móveis. A estabilidade permite que a teca (madeira) resista à variação de umidade no ambiente.toda a madeira é aproveitada. no Mato Grosso O IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) testou a qualidade da madeira proveniente de Cáceres e garante que as propriedades físicas e mecânicas são semelhantes às madeiras de teca oriundas do sudeste asiático. A madeira de pequeno diâmetro é largamente usada na edificação de construções rústicas. A durabilidade do cerne deve-se a tectoquinona. sendo que atualmente. denominado caucho. Porém. um preservativo natural contido nas células da madeira. quanto cerne contém uma substância semelhante a um látex. ademais. só o Estado do Mato Grosso já possui mais de 0 mil ha de plantios. principalmente devido a estudos como o realizado na Estação Experimental da EMBRAPA do Distrito Agropecuário da SUFRAMA. Até o momento são poucos os registros. Manaus-AM. Em 9. Essa substância também confere resistência a ácidos e protege pregos e parafusos da corrosão. A densidade média da teca é 0. o alburno possui todas as outras qualidades do cerne. semelhante ao mogno brasileiro. nos países onde a teca é cultivada. as duas últimas são específicas para as áreas de ocorrência natural. . esteio ou madeiramento do telhado. incluindo as toras de pequeno diâmetro obtida nos desbastes. A teca também vem ganhando espaço no Amazonas. A durabilidade é uma característica marcante dessa espécie. como vigamento. apesar de ser leve.

0 . permeável. A teca é uma essência exigente em teores de bases trocáveis do solo. Terrenos de maior declividade devem ser evitados. matéria orgânica e pH próximo da neutralidade. )A temperatura média anual deve estar acima de °C. crescimento de teca e suas relações com os fatores de solo . coincidente com o período de temperaturas mais amenas. mas com capacidade média a alta de retenção de água. por problemas de erosão. A qualidade da madeira depende desse período seco. principalmente cálcio (Matricardi 99. pode ser uma alternativa de recuperaçãode áreas de pastagens abandonadas e degradadas. Deve-se atentar para os seguintes fatores: A teca é exigente em fertilidade de solo. bem drenado. recomenda-se a construção de obras de conservação de solo (curvas de nível e terraços) e o uso das técnicas de cultivo mínimo.acordo com pesquisadores da EMBRAPA. Caso esse tipo de terreno seja utilizado. O melhor crescimento das mudas de teca ocorreram quando as temperaturas diurnas variam entre °e °C e noturnas entre °e °C. )Período seco de  a  meses. bem como uma maneira de conter a pressão de desmatamento sobre florestas primárias e promover o desenvolvimento social. Para Plantar Teca )Precipitação anual entre 00 e 00mm. Um estudo de avaliação do estado nutricional. Os solos de textura média são os mais indicados. entre outras espécies. mostrou que o melhor desenvolvimento está relacionado à riqueza dos nutrientes. caracterizado por verão chuvoso e inverno seco. metros). sistemas agroflorestais com teca. O clima mais propício é o tropical úmido. Tanaka 99). que deve ser profundo (mais de . econômico e ecológico sustentáveis nessa região.

0 AgriculturA e PecuáriA Produção de Mudas Para reflorestar  hectare de teca. Obs. é importante conhecer as características físicas (densidade.Para uniformizar a germinação. na realidade. baseiam-se em matrizes com adequado formato do tronco (retilíneo. de áreas de produção.) e crescimento. quatro quilos de frutos (incluindo provisões para mudas de replantio). cahamda muda-toco.: Comercialmente. de quatro a onze meses. estando prontas para plantio entre  a  meses. Os frutos podem ser colhidos de julho a outubro e armazenados em local fresco. . planta-se o fruto e não sementes. os frutos de teca devem ser colocados imersos em água corrente por  a  horas. deve-se levar em conta a qualidade do lote de sementes. no espaçamento  x  m. Quando a opção for a de produzir mudas por sementes. o que é chamado de semente. trata-se do fruto. Uma alternativa de produção de mudas é através de raiz nua. aproximadamente. para produção das mudas. Além do aspecto silvicultural. seco e abrigado da luz. A muda “toco” pode ser transplantada para recipientes individuais ou ser plantada diretamente no campo. Como desvantagem tem-se o tempo maior. O melhor substrato é a areia com terra orgânica (na sementeira) e a temperatura ótima é alcançada cobrindo-se a sementeira com lona plástica preta por 9 horas As plântulas germinadas são então repicadas para saquinhos plásticos ou tubetes. são necessários. Essa técnica consiste em podar a planta de forma a reter 0cm da raiz pivotante e cm do caule. Portanto. sem bifurcações etc. Sementes melhores. resistência mecânica da madeira) das procedências utilizadas. As sementes verdadeiras são muito pequenas e delicadas e o fruto é duro demais para ser rompido e liberar as sementes sem danos.

totalizando de 0 a 0 m³/ha ao. Dinamarca. porém tem aplicações no meio rural. Mianmar e Sri Lanka. • De 0 a 0% da produção total é colhido no corte final. clima. o preço FOB do metro cúbico de madeira de teca comercial varia de US$ 00 a US$ 000. mas a oferta ainda é muito menor que a demanda. Japão.Dados de produtividade Os dados que seguem são referentes a plantios realizados em condições adequadas de cultivo (solo. também são fatores decisivos para o aumento da demanda. dependendo da qualidade de madeira (com ou sem nós) e bitola das toras. sendo que a maior parcela é consumida pelo mercado interno dos países produtores. no ciclo recomendado para produção de madeira comercial. situa-se entre 0 a  m³/ha/ano. • Atualmente. Itália e Reino Unido. o Brasil possui áreas adequadas para plantio de teca e uma floresta tropical para preservar. A produção mundial é de. assim como de produção. qualidade de semente etc. esse volume corresponde a valores entre 0 e 0m³/ha.): • A produtividade média. ) Maiores importadores: Alemanha. O mercado internacional consome cerca de 00 mil metros cúbicos. • O quarto desbaste e o corte final concentram o resultado econômico do do reflorestamento com Teca.longo de  anos e num regime com  desbastes. • Os custos de implantação e manutenção são amortizados nos segundo e terceiro desbastes. principalmente europeus. Austrália. EUA. Holanda.  milhões de metros cúbicos por ano. Arábia Saudita. O decréscimo da oferta de outras madeiras tropicais que ocorrem em áreas naturais (como o mogno) e a conscientização ambiental dos consumidores. Emirados Árabes.Mercado De acordo com análises de mercado. podendo gerar receita significativa. • A madeira do primeiro desbaste é considerada não-comercial. Como é o Mercado? ) Maiores produtores: Indonésia. O mercado brasileiro também é visto como um grande potencial de consumo . aproximadamente. Afinal. haverá aumento de demanda devido à melhoria no padrão de vida nos países em desenvolvimento. ) Hong Kong e Cingapura: centros de manufatura e reexportação da 0 .

Porém.br ESALQ Jr. “Tectona grandis (Teca)”.Avenida Pádua Dias. V. ipef.Piracicaba/SP Telefone: (9) -00 Fax: (9) - E-mail: ipef@ipef. que deverá avaliar as condições do local. a experiência realizada em Cáceres. Aline.usp. Carlos A.grandis. buscando identificar e solucionar eventuais problemas e procedimentos incorretos. 00 0 AgriculturA e PecuáriA teca de Mianmar. 00. demonstrou-se positiva quanto ao cultivo de Teca na região: as plantas tiveram rápido crescimento e demonstraram boa aptidão.  Caixa Postal 0 . passaram a importar.br Telefone: (9) 9-99 INDICAÇõEs: CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Conforme observado no texto. deve-se ter em mente que para obter sucesso completo no cultivo é indispensável o acompanhamento de um profissional qualificado na área. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jun.br/identificacao/tectona. . selecionar sementes e/ou mudas mais adequadas e monitorar o cultivo. Disponível em: <http://www.asp>. Acesso em: 0 de jun. no estado do Mato Grosso. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Angeli. de A.CEP: 00-90 . Consultoria/USP E-mail: esaljrc@esalq. ) Índia e Tailândia: além de produzir.ESPECIALISTAS / INSTITUIÇÕES: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais IPEF-LCF/ESALQ/USP .

As lâminas apresentam densidade média de pêlos curtos e duros na face superior. As espiguetas são pilosas. sem cerosidade e largura de 9 mm. o capim Massai apresenta: l melhor cobertura do solo. déficit hídrico.IRD. A bainha apresenta densidade alta de pêlos curtos e duros.PLANTIO DE CAPIM PALAvRAs-ChAvE Capim-Tânzania. Apresenta média tolerância ao frio e boa resistência ao calor. Essa cultivar possui ótima produção de forragem com grande velocidade de estabelecimento e de rebrota. -alta resistência. É uma planta que forma touceira atingindo altura média de 0 cm. Possui folhas quebradiças. % e % para as pastagens de Massai. CapimMassai. As inflorescências apresentam ramificações primárias curtas sem ramificações secundárias. com a metade da superfície externa arroxeada. Capim Técnica de plantio. Tanzânia e Mombaça. alta acidez. manejo e bibliografia sobre o Capim-Tanzânia. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A cultivar Massai é originária da África e foi coletada na Tanzânia pelo Instituto Francês de Pesquisa Científica e Desenvolvimento em Cooperação . Capim-Braquiária MG-. baixa fertilidade l apresenta resistência á cigarrinha-das-pastagens 0 . Comparada á outras cultivares de Panicum maximum. sendo em média. O verticilo é piloso. Capim Mombaça. melhor em %. Os colmos são verdes. respectivamente l maior persistência em níveis mais baixos de Fósforo l maior produção de parte aérea e de raízes em soluções com alta concentração de alumínio l sistema radicular mais adaptado às condições adversas do solotais como: compactação. distribuídas uniformemente.

Durante o período da seca esta percentagem reduz para %. na camada de 0 a 0 cm./ha. 0% durante a estação chuvosa. sob pastejo rotacionado com  dias de utilização e  dias de descanso produz anualmente. 900 sementes puras. e . A produção de sementes puras é de. o plantio deverá ser realizado de meados de Outubro até Fevereiro. respectivamente.>  mg dm- l l l Solos argilosos (-%). Recomenda-se para implantação. região Centro Oeste. a semeadura poderá ser feita a lanço ou em linhas não mais do que a 0 cm. os conteúdos de proteína bruta e digestibilidade in vitro da matéria orgânica nas folhas e colmos foram. Em área adubada e corrigida. cerca de  t. aproximadamente. Desta produção. recomenda-se a aplicação de 0 KG/ha. Nesta mesma estação. de solo. ou seja. de enxofre e para os micronutrientes.l É importante a aplicação de nitrogênio imediatamente após as colheitas de sementes. a  mg dm- Solos textura média (-%). de matéria seca. e  e 0 AgriculturA e PecuáriA é menos exigente em adubação de manutenção. 0 a 0 Kg/ha. a pastagem de capim Massai. de uma fórmula de FTE que contenha cobre. Em um grama de sementes da cultivar Massai encontram-se. Para os outros nutrientes. zinco e boro Em climas com estação chuvosa no verão. sendo a época ideal o período de  de Novembro a  de Janeiro. 9. por exemplo. mas requer níveis médios a altos de fertilidade do solo na implantação. a uma profundidade de  cm. de sementes puras viáveis. É necessário adubação fosfatada que eleve os teores de fósforo em Mehlich- para as seguintes faixas: Solos muito argilosos (>%). Avaliados sob pastejo rotacionado. verifica-se uma produção de 0% das folhas. quando necessário.%. Uma ligeira compactação favorece a emergência de plântulas. A quantidade de corretivos e adubos é baseada na análise de solos. O preparo de solo é o mesmo utilizado para a formação de outras pastagens.  Kg/ha. em média. aração e gradagem. aplicação de calcário necessária para elevar a saturação por bases ao mínimo de 0-%. . Recomenda  Kg/ha.>  mg dm- O potássio deve estar na faixa de 0 a 0 mg dm-. de espaçamento.

Pará. Produtividade do capim-Tanzânia (Panicum maximum Jacq. Piracicaba. Distrito Federal. Mato Grosso do Sul.embrapa.com. Piracicaba.br/teses/disponiveis/11/11139/tde-17072002-161144/publico/patricia.Escola Superior de Agricultura “Luis de Queiroz”. o pastejo rotacionado. Tese (Doutorado em Agronomia) . Santos. Disponível em: <http://www. Universidade de São Paulo.embrapa. Tese (Doutorado em Agronomia) . INDICAÇõEs: Sugerimos consultar a: ESALQ Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. Valter Dantas.matsuda. Pinheiro. 00. f. Grupo Matsuda.br>.br/teses/disponiveis/11/11143/tde-04042003-165152/publico/luis. Acesso em  de fev. Acesso em  de fev. Patrícia Menezes. Cv.br METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. f. Luiz Geraldo Teixeira. Universidade de São Paulo. Tanzânia) em função da lâmina de irrigação e de adubação. e sem grandes variações ao longo do ano. Disponível em: <http://www. 00.Escola Superior de Agricultura “Luis de Queiroz”. 00.br>. com um período de descanso entre  e  dias. Disponível em: <http://www. Tocantins.gov. Controle do desenvolvimento das hastes no capim Tanzânia.gov.teses. Essa cultivar apresentou excelente desempenho nos seguintes Estados: Acre. 00. Acesso em  de fev.9%. Soria. Viabilidade econômica da irrigação de pas0 . Acesso em  de fev. 00.teses.pdf>.usp. Disponível em: <http://www.pdf>. Mato Grosso. Em função da alta taxa de rebrota e para manter melhor valor nutritivo ao longo do ano recomenda-se.usp. 00. USP Telefone: (9) 9-0) onde se encontra grande acervo na área de agricultura EMBRAPA http://www.

Lavres Júnior. Acesso em  de fev. Os títulos de teses acima citados estão disponíveis via Web no site da USP http://www. Bastando digitar no campo “Busca” da página principal da mesma: “cultivares capim Tanzânia” O resultado trará não somente sobre o capim da variedade Tanzânia como outros de seu interesse. Disponível em: <http://www.Escola Superior de Agricultura “Luis de Queiroz”. 0f.pdf>. Acesso em  de fev. 00.br/teses/disponiveis/11/11140/tde-26042002-095619/publico/lavres. 00. 00 09 AgriculturA e PecuáriA tagem de capimTanzânia em diferentes regiões do Brasil.br/teses/disponiveis/11/11143/tde-17072002164519/publico/valter. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev.br. f. José.usp. Piracicaba. Dissertação (Mestrado em Agronomia) . 00. Disponível em: <http://www.teses. 00. Piracicaba. Universidade de São Paulo.Escola Superior de Agricultura “Luis de Queiroz”. Universidade de São Paulo. Combinações de doses de nitrogênio e potássio para o capim-Mombaça .teses. Dissertação (Mestrado em Agronomia) . usp.pdf>. .usp.

PLANTIO DE EUCALIPTO PALAvRAs-ChAvE Eucalipto. porém seu crescimento é mais lento em relação a espécie saligna (a mais apropriada a produção de lenha). mas também poderá ser empregada na indústria madeireira de corte. ou seja. Para áreas encharcadas a espécie robusta se adapta melhor a estas condições. no entanto se o objetivo da cultura é a obtenção de lenha pode-se usar um espaçamento menor como o de . a desbastagem estimula o desenvolvimento da espessura do tronco possibilitando um maior valor de mercado para a madeira ( seu uso não se destinará somente à produção de lenha. O eucalipto saligna se desenvolve melhor em áreas secas. Pensa em plantar uma densidade relativamente alta e após. seu desenvolvimento para o corte varia de  à  anos e o desbaste é favorável durante este período. desbastar uma e posteriormente até duas visando a exploração da madeira.m. fabricação de postes entre outras finalidades).m ou x. 0 . Destaca-se nesta região uma relativa concentração de industrias têxteis e de cimento que utilizam o carvão em seu processo industrial. madeira. pois não requer o uso de máquinas no interior da cultura sendo o desbaste geralmente manual. lenha. engenharia florestal Quer saber se é viável o plantio de eucalipto na região do Vale do Ribeira. A espécie de eucalipto mais indicada dependerá das condições do terreno. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A região do Vale do Ribeira apresenta um grande potencial para o plantio de eucalipto por estar próxima a grandes centros industriais como São Paulo. o espaçamento e variedade indicados. O espaçamento indicado usualmente para o plantio comercial é o de xm.x. Curitiba e Sorocaba. A desbastagem favorece também o plantio em alta densidade –  desbastagens durante a época de desenvolvimento são recomendáveis. pois aumentam o valor agregado da madeira.

usp.br/>.br Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia ESALQ Jr Florestal.br/esalqjrf/.esalq. alguns projetos realizados que possibilitam respostas às dúvidas mais freqüentes do pequeno produtor Prof. José Leonardo de Moraes Gonçalves Dept. Wladimir Barbieri Junior e Matheus Felipe Zonete NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de fev. disponibiliza em seu site http://lcf. 00.br/esalqjrf/>.usp. de Ciências Florestais – ESALQ/USP E-mail: jlmgonca@esalq.usp. Disponível em: <http://lcf. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de fev. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA INDICAÇõEs . EMBRAPA Florestas .cnpf. de fev.esalq. Acesso em: . 00.ESPECIALISTAS / INSTITUIÇÕES: A ESALQ JR.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.embrapa.

sendo que cerca de 0 encontram-se distribuídas por países com climas e solos bastante diferenciados como os encontrados no Brasil. produção de madeira. Hoje. África do Sul. Essa disseminação deve-se às vantagens que o eucalipto oferece quando comparado com outras essências florestais: gênero de rápido crescimento. Itália. Estados Unidos. custos de produção do eucalipto. o eucalipto brasileiro se destina basicamente à produção de celulose e papel e ao carvão que abastece as siderúrgicas. celulose e demais derivados representam % do nosso PIB. facilidade de aclimatação e potencial para usos múltiplos como: produção de lenha. reflorestamento. Portugal. alta capacidade de rebrota. cobertura do solo de áreas inclinadas para combate da erosão.PLANTIO DE EUCALIPTO CUsTO DA PRODUÇÃO PALAvRAs-ChAvE Eucalipto. Chile. Seu gênero é representado por mais de 00 espécies. Marrocos e Israel. milhões de toneladas por ano) e alcançamos o maior índice médio de produtividade (0m por hectare ao ano). Além da produção de celulose. insumo para a produção de celulose e papel. somos o maior produtor mundial da celulose (cerca de . De acordo com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). de  . entre outras utilizações. Espanha. Madagascar. temos a maior área plantada de eucaliptos do mundo (mais de  milhões de hectares). madeira. Saber qual o custo por hectare de uma lavoura de eucalipto. papel e carvão para siderúrgicas. As indústrias brasileiras que usam o eucalipto como matéria-prima para a produção de papel. Argentina. % das exportações e geram aproximadamente 0 mil empregos. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O eucalipto é uma espécie florestal oriunda da Austrália e Indonésia.

Também o custo de produção. que envolve tudo que for gasto do segundo ano até a período que precede a corta dos eucaliptos. Dado isso. da topografia do terreno.. com respectivas considerações sobre as variações possíveis destes.  AgriculturA e PecuáriA onde se extrai a celulose. do tipo e da situação do solo. pode ser subdividido em custo plantio. Dr José Leonardo de Moraes Gonçalves. A madeira é utilizada na produção de móveis. nos custos de produção e. Um exemplo desses estudos são sobre melhoramento genético tradicional e clonagem. que envolve tudo que se gasta no primeiro ano com a lavoura e custo de manutenção. que estão ligados direta ou indiretamente à determinação dos custos. o eucalipto tem sido foco de vários estudos.Sobre os custos é importante destacar que. Sendo que serão apresentados a seguir custos médios relativos à produção e comercialização do eucalipto. do espaçamento entre as mudas. até de fatores econômicos ligados ao processo produtivo do mesmo. postes e mastros para barcos.. são produzidos diferentes tipos de tecido sintético e cápsulas de remédios. Esse último pode ser subdividido em custo de corte e custo de transporte. que vão desde estudos sobre a sua fisiologia. os aspectos relacionados a eles variam de acordo com a área plantada. alimentícios. adubação. mão-de-obra e maquinários aplicados no processo de plantio. transporte. conseqüentemente. que refletem diretamente na produtividade. por gastos com mudas. Dele também se obtém o óleo essencial em produtos de limpeza. combate de formigas. Vale ressaltar que esse custo pode variar dependendo da região. Segundo o Prof. mão-de-obra. entre outros fatores. acabamentos refinados da construção civil. preparo do solo. que representa um terço do custo total do cultivo comercial de eucalipto. basicamente. pisos. dado o atual contexto do conhecimento cientifico sobre fatores referentes ao eucalipto. O custo médio de plantio é calculado em 000 reais por hectare plantado. gastos com insumos. perfumes e remédios. tempo de maturação para corte. pode-se dividir os custos relativos ao cultivo comercial de eucalipto em custo de produção e custos de comercialização. combate de plantas invasoras. Sem falar do mel de alta qualidade produzido a partir do pólen de suas flores. Esse custo e composto. que acabaram por gerar importantes modificações e inovações. . na comercialização e margens de lucro desse insumo.

cujas referências encontram-se abaixo. Estudo esse que tem como titulo: Viabilidade Econômica do Plantio Comercial do Eucalipto. principalmente. é aconselhável que se busque ajuda de um engenheiro florestal. e que pode ser negociado junto à empresa Junior da ESALQ Telefone: (9) -. devido á topografia do terreno. cuja resumo está no endereço eletrônico da Esalq Junior Florestal que é: www. vale ressaltar que esse custo pode variar. pode ser calculado em 0 reais. que isso calculo de custos se torna possível. principalmente. usp. REFERêNCIAs GONÇALVES. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para que seja feito um plano específico. José Leonardo de Moraes. Piracicaba 00. Também tem–se um estudo feito pela empresa Junior da ESALQ/USP. O custo médio de transporte por hectare do eucalipto plantado.htm . detalhado e exato dos custos referentes ao cultivo e comercialização de uma lavoura de eucalipto. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo. pois só a partir do contato direto do profissional com o local a ser cultivado. Manual e Mecanizado de eucalipytus grandis Implantado com Cultivo Mínimo do Solo.esalq. No entanto é claro que ele terá seu valor real na dependência. p.lcf.br/esalqjrf/resumo_rev%20do%20eucalipto. G. da distancia a ser transportada. Finalmente. Victor A. é de 0 reais. Manual e Mecanizado de eucalipytus grandis Implantado com Cultivo Mínimo do Solo. Esse custo é composto basicamente de gasto no combate de formigas. Professor Doutor do departamento de engenharia florestal da ESALQ/USP. FESSEL. Já o custo médio de corte por hectare. Desempenho Operacional e Custo de Plantio. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Univer . que também represente um terço do custo total. mais informações sobre custo você pode encontrá-las na tese: Qualidade.O custo médio de manutenção pode variar entre 00 a 00 reais por hectare. Desempenho Operacional e Custo de Plantio. que representa um terço do custo total. Dissertação de Mestrado. Qualidade.

Acesso em:  de jun. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jun. Acesso em:  de jun.br/teses/disponiveis/11/11150/tde-15082003-150926/publico/vitor.br/pt/ambiente/amb_manejo.br/especial/genolyptus4.pdf>.br/esalqjrf/>. 00.htm>. 00. Disponível em: <http://lcf.mct.com.Ministério da Ciência e Tecnologia.gov.teses.esalq. Disponível em: <http://www. Brasil: Campeão do Eucalipto. Acesso em:  de jun. 00. . Disponível em: <http://www.pdf>.aracruz. Acesso em:  de jun. Sumário do Plano de Manejo Florestal da Aracruz Celulose S/A. 00. Especial Projeto Genolyptos. Viabilidade Econômica do Plantio Comercial do Eucalipto.usp.usp. Disponível em: <http://www. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA sidade de São Paulo. Projeto da Empresa Junior da engenharia florestal da ESALQ: Esalq Junior Florestal.

tolerante à seca. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Grão-de-bico (Cicer Arietinum L. Quando recomendada.  a  cultivos mecânicos até 0 dias após a semeadura. adubação e quais os fornecedores de sementes.  . anual. em cobertura. se não houver disponibilidade de Rhizobium específico para submeter as sementes à inoculação.PLANTIO DE GRÃO DE BICO E LENTILhA PALAvRAs-ChAvE Plantio de grão-de-bico e lentilhas Obter informações sobre o plantio de grão-de-bico e lentilhas. à diversidade de emprego culinário e ampla aceitação em nosso meio. para alimentação humana graças ao seu alto valor nutritivo. indicada para cultivos de outono e inverno. aplicar até 0 kg/ha de PO e 0 kg/ha de KO conforme análise do solo. Sementes necessárias: 0 a 90 kg/ha. Controle de plantas daninhas: se necessários. tamanho e coloração dos grãos. Espaçamento e densidade de semeadura: entre linhas: 0 cm. aplicar 0 kg/ha de N. entre 0 e 0 dias após a semeadura. época de semeadura: março a abril. densidade: - sementes por metro linear. apresenta extensa variação na forma. Calagem e adubação: utilizar corretivos e fertilizantes conforme resultados da análise do solo. a calagem deverá elevar o índice de saturação por bases a 0%. No sulco de semeadura. principalmente.) Descrição: Espécie arbustiva. Cultivares: IAC-Marrocos e CNH-. É recomendada. ou herbicidas adequados. Na ausência de inoculação. Qual é a época de plantio.

. Cultivares: No Brasil. Observação: Excesso de água induz crescimento vegetativo com redução na produção de grãos. podendo ser usada na alimentação humana. Suas sementes são de fácil cozimento e digestão.00 kg/ha de sementes (com irrigação). como adubo verde e forragem. Eduardo Antonio Bulisani () Fonte: Boletim 00 Lentilha (Lens Esculenta Moench. introduzida da Argentina. incluindo-se aqui sua palha. Autores Nelson Raimundo Braga ().00 kg/ha de sementes (sem irrigação) e . Espaçamento e densidade de semeadura: 0 a 0 cm entre as linhas e 0 sementes por metro linear.Produtividade normal: . Edmilson José Ambrosano (). alemães e italianos. têm alto valor nutritivo e sabor agradável. ou colheita mecânica em caso de maturação homogênea. Sua farinha pode ser utilizada no preparo de pratos culinários árabes. acompanhando o arroz.00 a . Elaine Bahia Wutke.) Descrição: Planta anual. e no Brasil é mais usada na forma de sopa ou de caldo. no Brasil Central. No começo do século foi bastante cultivada no Rio Grande do Sul por imigrantes espanhóis. materiais precoces apresentam ciclo de 0 a 0 dias. Seu ciclo é em torno de 0 dias. com 0 a 0 cm de altura. e a cultivar Precoz. ereta. época de semeadura: abril a junho no Sul do País e abril a maio no Brasil Central. Quantidade de sementes: 0 a 0 kg/ha. Sua planta é bem ramificada. herbácea. arrancar ou cortar as plantas para as operações de batedura e trilhagem para remoção dos grãos. típica de clima temperado quente e tolerante a períodos de seca. tem bom potencial para cultivo sob irrigação. estando as vagens secas.  AgriculturA e PecuáriA Colheita: aos 0 a 0 dias após a semeadura. o tipo macrosperma (cotilédones amarelos e sementes graúdas) é o preferido.

hortec. Santa Tecla.Monte Mor –SP Tel: (9) 9-0 / (9) 9- site: http://www.br Agrocinco .com. Pode-se observar elevada incidência de acamamento das plantas devido à ação do vento e da chuva. Controle de pragas e doenças: podem ocorrer as doenças antracnose. Edmilson José Ambrosano () Fonte: Boletim 00 FORNECEDORES: Relação de fornecedores de sementes enviadas pela Embrapa – Hortaliças Agrocinco . Não há produtos registrados para o controle até junho/9. Sclerotium rolfsii e Fusarium oxysporum).br  INDICAÇõEs: . 0 kg/ha de PO e 0 kg/ha de KO. Produtividade: 00 a . ferrugem. Nº 0 .00 kg/ha.com. mancha de Ascochyta. pulgões. tripes e brocas-das-axilas. vaquinhas.SP End: Av. Colheita: manual (arranquio das plantas para secagem e posterior trilhagem com mangual ou vara) ou com trilhadora. Aplicar na semeadura  kg/ha de nitrogênio.br HORTEC (RS) End: Av.Taguatinga – DF Tel: () - / () 99-9 e-mail: luiga@ig.Calagem e adubação: de acordo com a análise de solo. mosaico. e as pragas: percevejos.agrocinco. Autores Elaine Bahia Wutke (). elevar o índice de saturação por bases a 0%. Roque Presta.Bairro: Centro 90-000 . 00 9-00 – Bagé – RS Tel: () -00 / () - site: http://www.com. míldio. e fungos de solo (Rhizoctonia solani.

 Caixa Postal  Bairro Cambuí 0-00 – Campinas. Alexandre Dante e Sra.com. Imperatriz Leopoldina. Cristina Almeida EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: 9 AgriculturA e PecuáriA e-mail: hortec@alternet.sakama.br SVS do Brasil/ASGROW do Brasil Sementes Ltda End: Rua Sampainho.com.Itaipava.br Contato: Sr. Conj.com.br Contato: Sr.asgrow. .C.  Condomínio Ed. Rodrigues.  0-0 – Campinas.br marcia. 9 -000 .br e-mail(s): marcio.HORTICERES End: Av.com.com. Gilberto Pozzan .com.com. Philuvio C.P.com.br asgrow@asgrow.com.rodrigues@svseeds. Riachuelo – Bairro: Bosque .junior@svseeds.nascimento@svseeds.horticeres.br e-mail(s): cal@agristar. SP Tel: (9) -0 / Fax: (9) - Site: http://www.petoseed. SP Tel: (9) -00 / Fax: (9) -00 Site: http://www.br e-mail: sakama@sanet. 0 00-0 – São Paulo.br SEMENTES SAKAMA End: Av.br adangelo@agristar.com.br e-mail: ayrton. SP Tel: () -0 / Fax: () - Site: http://www.com. Riachuelo.com. RJ Tel: () -00 Fax: () -0 Site: http://www.tulio.br TOPSEED/AGRISTAR End: Rd.

embrapa.seednews. que presta consultoria e auxílio para empreendedores que queiram iniciar um negócio na área da agropecuária. Acesso em 0 de jun. Elaine Bahia Wutke e Dr.br/~esalqjrc/consultoria/historico.sp. 0 .br Empresa Brasileira de Agropecuária – Embrapa Hortaliças Centro Nacional de Pesquisa de Hortaliças End: Km 09 da BR-00 Rod.Caixa Postal  00-90 . METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Seed News Revista Internacional de Sementes.iac. Carlos Botelho.Centro de Grãos e Fibras Especialistas: Dra.br e braganr@iac.gov.gov. e em caso de dúvida.inf.cnph.br/portugues/index.embrapa. Nelson Raimundo Braga Contatos: tel.usp. 0 . Outra recomendação é entrar em contato com a empresa Jr da Esalq (Escola Superior de Agronomia “Luiz de Queiros” – USP).br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Entrar em contato com os fornecedores de sementes. bem como com a Embrapa – Hortaliças.usp.gov. Barão de Itapura nº  . 00.sp./9 e-mail: ebwutke@iac.Instituto Agronômico de Campinas – IAC End: Av.:(9) .php# e-mail: sac@cnph. Brasília/Anápolis .br IAC .html e-mail: esalqjrc@esalq. entrar em contato com os especialistas supracitados.ciagri.sp.Campinas.Sala 0 - Piracicaba – SP Tel / Fax: (9) 9-99 Site: http://www.CEP: 09-90 Tel: () -9000 Fax: () - Site: http://www.br/index.br ESALQ Jr Consultoria – ESALQ/USP Av. Disponível em: <http:// www.shtml>.SP Tel:(9) - Site: http://www.

00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA .htm>. 00.asp?d=/edic/182/gr_responde1.com/barra.Globo Rural. Disponível em: <http://globorural. Acesso em 0 de jun. Rodrigo Ravani Gurgel NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jun. É possível plantar lentilha no Centro-Oeste do Brasil?.globo.

produção de mudas de limão Informações sobre como produzir mudas de limão. Normalmente. ou ser produzidos no próprio viveiro. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Seguem-se abaixo os procedimentos desenvolvidos pela EMBRAPA Clima Temperado para a produção de mudas certificadas de gêneros cítricos. As mudas de citros. os porta-enxertos devem ser produzidos no interior de ambiente protegido. podendo ser cultivadas em condições de campo. Nos casos de compra. assim como de uma série de outras fruteiras. Formação De Porta-enxertos Em se tratando de mudas certificadas. Visando uniformizar os tratos culturais e utilizar condições de temperatura e de umidade mais favoráveis à germinação e ao desenvolvi-  . variedade e quantidade de porta-enxertos adquiridos. especificando a origem. a produção de porta-enxertos tem sido realizada no mesmo telado utilizado para a produção das mudas. são compostas pela combinação de uma variedade porta-enxerto com uma variedade copa. os viveiristas têm optado por produzir seus próprios porta-enxertos. a partir de sementes de plantas-matrizes ou de sementeiras registradas. Este documento deve ser uma nota fiscal ou fatura. dentre os quais está incluído o limão. sendo exigidos critérios específicos em relação à formação dos porta-enxertos e das mudas propriamente ditas.PLANTIO DE LIMÃO PALAvRAs-ChAvE Mudas. As matrizes devem apresentar características genéticas e sanitárias bem definidas. Geralmente. Os porta-enxertos podem ser adquiridos em tubetes prontos para o transplantio em embalagens definitivas. o viveirista deve obter um documento que comprove a procedência do material. limão.

a laranja ‘Azeda’ somente deve ser utilizada como porta-enxerto de limões verdadeiros. citrumelo ‘Swingle ()’. os tubetes e as bandejas devem ser desinfectados via tratamento térmico ou com produtos químicos. Futuramente.variedades de porta-enxerto recomendadas Os porta-enxertos inicialmente eleitos para o Estado do Rio Grande do Sul foram: Poncirus trifoliata. Recipientes para semeadura Os porta-enxertos podem ser semeados em tubetes plásticos. Os tubetes de 0 cm. com esticadores ou telas metálicas galvanizadas. O porta-enxerto mais utilizado no Rio Grande do Sul é o ‘Trifoliata’. Nesse tipo de recipiente. substratos para semeadura O substrato deve apresentar propriedades físicas e químicas ade AgriculturA e PecuáriA mento inicial das plântulas. permitindo a distribuição das plântulas em lotes homogêneos. e por proporcionarem uma melhor circulação de ar entre as plântulas (Joaquim. tangerina ‘Cleópatra’. Após o uso. em forma cônica. laranja ‘Caipira’. 99). . Os tubetes devem ser dispostos em bandejas plásticas perfuradas. são os recipientes mais recomendados pela facilidade de manipulação. citrange ‘Troyer’. alguns viveiristas têm produzido os porta-enxertos em telados separados das mudas enxertadas. as quais devem ser mantidas suspensas sobre cabos. 99). Segundo essas normas. 99). o que atrasa a formação das mudas e o início da produção de frutos. as raízes crescem em direção ao orifício basal. fixados sobre mourões de madeira ou cimento (Carvalho. 99). tangelo ‘Orlando’. limão ‘Cravo’. limão ‘Volkameriano’. tangerina ‘Sunki’. principalmente por sua tolerância ao frio. como o limão ‘Cravo’. com quatro a seis estrias longitudinais. embora apresente menor vigor em relação a outras variedades. citrange ‘Carrizo’ e laranja ‘Azeda’ (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. novas variedades poderão ser recomendadas à medida que sejam aprovadas em ensaios experimentais. bandejas ou embalagens definitivas. como o hipoclorito de sódio a % (Feichtenberger. havendo a morte do meristema da raiz pivotante com conseqüente emissão de raízes secundárias.

Cada substrato exige um manejo diferente. A maioria dos viveiros de citros tem utilizado substratos comerciais constituídos de casca de pinos.quadas para o desenvolvimento das plantas. por autoclavagem (0-0ºC) não são recomendadas por prejudicarem o desenvolvimento da microflora benéfica do substrato (Feichtenberger. e dos nematodos Meloidogyne spp. húmus ou turfa (Joaquim. drenagem e capacidade de retenção de água. analisando sempre a qualidade. e Tylenchulus semipenetrans. tem que apresentar lotes uniformes. desde a fertilização até a irrigação. ser suficientemente consistente para fixar as plantas. vermiculita. isento de patógenos de solo. A desinfecção química. o viveirista pode optar pela produção própria ou aquisição junto a empresas especializadas. areia e esterco curtido. e Sclerotinia sp.. Rosellinea sp. não conter sementes ou propágulos de plantas daninhas. possuir composição uniforme para facilitar o manejo das plantas e apresentar um custo compatível com a atividade. não conter componentes de fácil decomposição. perlita. e a térmica. 999). obrigatoriamente. o qual.. serragem. Rhizoctonia solani. recomenda-se que seja realizada a análise de fertilidade do substrato. o substrato deve estar isento dos fungos Armillaria sp. sendo as físicas determinantes por serem de difícil correção. Phytophthora spp. A desinfestação desses componentes pode ser feita por solarização em coletor solar ou em sacos plásticos transparentes. Graf. bagacilho de cana. O substrato deve ser leve para facilitar o manuseio e o transporte. 99). com fumigantes. Antes da distribuição nos recipientes. palha de arroz. Por isso. devendo ser analisado em laboratório credenciado pela Entidade Certificadora e Fiscalizadora do Estado. em função de propriedades específicas. Os principais componentes utilizados pelos viveiristas para a produção própria de substrato são: terra tratada. Segundo as normas e padrões da Secretaria da Agricultura e Abastecimento (99). Pratylenchus spp. o custo e a facilidade de obtenção.. é muito importante trabalhar com um mesmo substrato. Conhecendo as propriedades de um substrato ideal. argila expandida. apresentar boa porosidade. 99. seguida de correção quími .

No caso da utilização de água de poço artesiano. normalmente é necessário acrescentar nitrogênio. a morte de plantas (Joaquim. 99).A salinização do substrato é um dos problemas mais freqüentes no cultivo de plantas em recipientes. a irrigação deve ser feita manualmente ou por meio de aspersores. até mesmo.  AgriculturA e PecuáriA ca. No caso de tratamento da água. acelerar e uniformizar a germinação. via fertirrigação. . A correção do nível de sais pode ser feita lixiviando-os. 999). O fósforo deve ser adicionado antes da semeadura. por meio de irrigação em excesso. recomenda-se a adição de cloro na concentração de  a  ppm (Carvalho. por meio de formulações de liberação lenta. semeadura Primeiramente. Alguns viveiristas têm retirado o tegumento externo das sementes com a finalidade de melhorar a sanidade. Por isso. desidratação. 99). deve-se tomar bastante cuidado com a aplicação de fertilizantes em excesso. Nessa concentração ocorre a inativação dos zoósporos de Phytophthora (Feichtenberger. o que pode causar toxidez às plantas. Esta é essencial para maximizar o desenvolvimento das plantas. fósforo e cálcio ao substrato. 99). 99). as sementes devem ser submetidas a um tratamento térmico a ºC por 0 minutos (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. redução do crescimento. A toxidez por sais provoca necrose de folhas. e. A água de irrigação deve ser tratada com cloro ativo ou ser proveniente de poço artesiano. Irrigação Durante a germinação e o desenvolvimento inicial dos porta-enxertos. de forma a não descobrir as sementes. dependendo da variedade e da porcentagem de germinação do lote de sementes. embora seja uma atividade bastante trabalhosa (Graf. Nessa fase. ou semanalmente. A semeadura pode ser feita utilizando-se de  a  sementes por tubete. deve-se avaliar a presença e a quantidade de sais. Pode-se utilizar a profundidade de  a  cm. Deve-se tomar cuidado para não utilizar uma concentração excessiva de cloro. enquanto que os demais nutrientes podem ser aplicados em cobertura.

Os portaenxertos devem ser conduzidos em haste única. Esse recipiente desempenha um papel determinante no desenvolvimento do sistema radicular das mudas. as plantas de cada variedade devem ser separadas em lotes mais homogêneos. as plantas atípicas e de crescimento debilitado apresentam natureza híbrida. realização de lavagens e riscos de contaminação com patógenos de outras áreas. Com relação ao substrato. não ocupam espaço quando vazios e são descartáveis. sendo realizada desbrota semanal. inclusive aqueles decorrentes do processo de produção das próprias mudas. porém são reutilizáveis. Porém. A taxa de ocorrência destes híbridos depende da espécie do porta-enxerto. como os tubetes. influindo na formação e na configuração das raízes. 999). devido às superfícies lisas do recipiente. evitando o seu enovelamento.Condução dos porta-enxertos A área do viveiro deve ser livre de detritos vegetais. 99). Possuem a vantagem de apresentar estrias longitudinais. A suspensão dos vasos em bancadas é essencial para esse comportamento das raízes. No caso de mudas de citros. para direcionar o crescimento das raízes para o fundo do recipiente. principalmente se houver atraso no plantio das mudas (Carvalho. Normalmente. devendo ser eliminadas. valem as mesmas observações efetuadas na fase de semeadura e de desenvolvimento inicial dos porta-enxertos. podem rasgar com certa facilidade e estão sujeitos à ocorrência de enovelamento de raízes. não havendo necessidade de retorno. os porta-en . 99. Os recipientes de polietileno. apresentam um custo menor. os recipientes podem ser de plástico rígido ou de polietileno. também chamados de sacolas plásticas. sendo inversamente proporcional a sua taxa de poliembrionia. Transplantio Dependendo da variedade e das condições de cultivo. Graf. 999). normalmente aos 0-0 dias da semeadura (Graf. Recipiente definitivo O recipiente definitivo das mudas deve apresentar dimensões mínimas de 0 cm de largura por 0 cm de altura (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. Os vasos de plástico rígido são comercialmente denominados de citrovasos ou citropotes. Para facilitar o manejo. Os vasos de plástico rígido apresentam um custo maior do que os de polietileno.

que pode ser uma nota fiscal ou fatura. de forma a não lesionar o sistema radicular. principalmente clorose variegada dos citros. cancro cítrico. Esta operação deve ser realizada no dia da enxertia. deve-se evitar o enrolamento de raízes na região do colo das plantas. O viveirista deve possuir um comprovante de origem das borbulhas. 99). As borbulhas são fornecidas em ramos chamados de porta-borbulhas. devem ser retiradas as folhas e os espinhos até 0 cm do colo do porta-enxerto. estando aptos a serem transplantados para os recipientes definitivos. contendo borbulhas maduras. 99). Para a produção de mudas certificadas. a espécie. A enxertia deve ser realizada a uma altura de 0 a 0 cm a partir do colo da planta para a maioria das variedades. tristeza e outras viroses (Secretaria da Agricultura e Abastecimento.  AgriculturA e PecuáriA xertos apresentam 0 a  cm de altura. os porta-enxertos estão aptos para a enxertia  a  meses após o transplantio. Para a enxertia. que especifique a origem. O transplantio das plantas deve ser feito com o torrão. o que diminui o vigor dos porta-enxertos. pois se feita anteriormente dificulta o desprendimento da casca. após  a  meses de cultivo.Por ocasião do transplantio. a cultivar e a quantidade de material adquirido. as borbulhas devem ser obtidas de plantas matrizes ou de borbulheiras registradas. a altura da enxertia deve ser entre 0 e 0 cm (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. . A enxertia deve ser feita por borbulhia. Somente para os limões verdadeiros e para a lima ácida ‘Tahiti’. Formação De Mudas Enxertia Dependendo da variedade e condições de cultivo. sendo fixada com fita plástica normal ou degradável (fitilho). evitando a interrupção do crescimento dos porta-enxertos. em ‘T’ normal ou invertido. Trata-se de ramos desfolhados de aproximadamente 0 a 0 cm. O aumento progressivo da irrigação nos dias que antecedem a enxertia é recomendado para melhorar o desprendimento da casca. periodicamente. cultivadas em ambiente protegido e inspecionadas. onde será completada a formação das mudas. com relação a mutações e à sanidade.

e a aplicação foliar de nitrogênio.Adubação e irrigação A formulação dos adubos e a freqüência de adubação varia em função da variedade e da composição do substrato. Deve-se realizar. de  mm². ramos e folhas e a lavagem de defensivos. boro e ferro. é vantajosa para a produção de mudas sadias. um controle químico adicional com produtos específicos para a praga ou patógeno encontrado. para uma adubação equilibrada. na proporção de  a  g por planta. O uso de armadilhas amarelas com cola adesiva na antecâmara e no  . cochonilhas e insetos adultos de minador pela própria porta do telado. vaso a vaso. alternando os princípios ativos para evitar a proliferação de patógenos e de pragas resistentes (Graf. evitando prejuízos à qualidade e ao desenvolvimento das mudas. de acordo com a necessidade de nutrientes. zinco. acaricida e fungicida. quinzenalmente. controla a entrada da maioria dos insetospraga e vetores de doenças. As desvantagens desse sistema referem-se ao maior custo e ao encharcamento de alguns recipientes devido ao consumo diferenciado de água pelas plantas em diferentes fases de desenvolvimento e em função da espécie de porta-enxerto. juntamente com os tratamentos fitossanitários. recomenda-se o monitoramento do estado nutricional das plantas por meio de análise foliar e do substrato. nitrocálcio ou de fosfato monoamônico. A irrigação pode ser feita manualmente. A irrigação localizada por gotejo. procedendo-se as correções em cobertura. Controle de pragas e de doenças O manejo de pragas e de doenças deve ser preventivo e rigoroso. pulgões. além de possibilitar a adição de fertilizantes solúveis. caso necessário. procedendo-se. pulverizações com combinações de produtos de ação inseticida. via água de irrigação. Por isso. por evitar a umidade excessiva no tronco. além das pulverizações preventivas. A tela citros. Porém. No entanto. o viveiro deve ser inspecionado permanentemente. por aspersão ou de forma localizada em cada recipiente. de nitrato de potássio. 999). quinzenalmente. De uma forma geral. Carvalho (99) recomenda a aplicação semanal. fungos e ácaros podem entrar pelos orifícios da tela e algumas espécies de cigarrinhas. manganês. via água de irrigação ou da forma convencional.

99). com aplicação de tinta na região abaixo e acima do ponto de enxertia (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral. que são atraídas por essa coloração. 99).Condução do enxerto e formação da muda A remoção do fitilho não degradável deve ser realizada  a 0 dias após a enxertia. Neste sistema de produção de mudas não são formadas “pernadas” ou ramos laterais. 9 AgriculturA e PecuáriA interior do telado é essencial para o monitoramento e controle de insetos. as plantas teriam que permanecer por mais tempo nos recipientes. principalmente de cigarrinhas.. segurando com uma das mãos a 0 cm acima do enxerto e curvando com a outra a parte superior da planta até prender na base da muda. cinco dias após o corte do fitilho. Para facilitar a identificação e evitar a troca de materiais. Outra técnica utilizada para forçar a brotação. devendo apresentar tecido já amadurecido (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. consiste em proceder o corte do porta-enxerto  cm acima da enxertia. Uma única brotação deve ser conduzida de forma tutorada até o amadurecimento do ramo. sendo chamadas de muda vareta.  dias antes da expedição das mudas (Sempionato et al. 0-0 cm para as laranjas e 0-0 cm para as limas ácidas e limões verdadeiros. A haste principal da muda vareta deve ser podada a 0-0 cm de altura para as tangerinas. Para tanto. O tutoramento pode ser feito com matéria galvanizado ou não. Para forçar a brotação. no momento da retirada do fitilho. A região do corte deve ser tratada com pasta cúprica. as mudas são produzidas e comercializadas em haste única. O tutor deve ser fino. utilizando o porta-enxerto limão ‘Cravo’. firme e estreito. 99). . Desta forma. o que poderia provocar enovelamento do sistema radicular. pode ser feito o encurvamento do porta-enxerto. medidos a partir do colo da planta. quando se verifica o pegamento. a muda de haste única fica pronta para o plantio em aproximadamente  meses após a semeadura (Carvalho. para evitar lesões no sistema radicular das mudas no momento em que é introduzido no substrato. como no sistema tradicional em campo. pavio ou palito. Caso este não ocorra. O pedaço de ramo remanescente deve ser cortado. pode-se enxertar novamente no lado oposto do caule. recomendase a utilização de um código de cores para as variedades copa e porta-enxerto. Nas condições climáticas do Estado de São Paulo.

Considerando a ocorrência de temperaturas médias menores no Rio Grande do Sul e o uso do porta-enxerto ‘Trifoliata’. cm.99). A idade máxima para o plantio é de  meses após a semeadura dos porta-enxertos para as mudas de haste única (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. as mudas devem ser isentas desses organismos. deve-se realizar a desinfecção dos pisos. viróides e micoplasmas deve ser feito por laboratório credenciado.. As mudas certificadas das tangerinas devem apresentar um diâmetro mínimo de 0. Sclerotinia sp. dos nematodos Meloidogyne spp. e Tylenchulus semipenetrans. e Armillaria sp. dependendo do nível de climatização do telado. Após a retirada de cada lote de mudas do viveiro. Pratylenchus spp. 99). Candidatus liberobacter e Spiroplasma citri.  cm acima do ponto de enxertia (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. Condenação de viveiros Determinados patógenos e plantas daninhas são extremamente danosos aos citros. da qualidade do sistema radicular. apresentam um pegamento e vigor superior às mudas produzidas em viveiros a céu aberto. das plantas daninhas Cyperus rotundus (tiririca) e Cynodon dactilon (grama seda) e dos vírus. Xylella fastidiosa. fungos. ereta e vertical. nematodos. espera-se um atraso de - meses no processo de formação das mudas. citri. 99). Padrão de qualidade das mudas certificadas O enxerto e o porta-enxerto devem constituir uma haste única. De forma geral. muitas vezes inviabilizando a produção. tolerando-se um desvio de no máximo  graus. produzidas em ambiente protegido. 0 . as mudas tipo palito. 99). em virtude. Por isso. cm e das demais espécies cítricas de 0. vírus. Rhizoctonia solani. Este critério é fundamental para evitar o enovelamento das raízes. dos procariotos Xanthomonas campetris pv. 99).. paredes e bancadas com hipoclorito de sódio a % ou formaldeído a % (Feichtenberger.. principalmente. O viveiro deve ser condenado pela simples ocorrência em qualquer uma das mudas dos fungos Phytophthora spp. O diagnóstico de infecções por bactérias. viróides e micoplasmas patogênicos aos citros (Secretaria da Agricultura e Abastecimento.

podendo ser comercializadas. mas que se enquadrarem nos demais padrões de qualidade. pós-transplantio. no caso de ser encontrado algum patógeno. As mudas não devem apresentar ramos quebrados ou lascados. nas quais devem constar o nome e o número de registro do produtor. para que. e das análises laboratoriais. devendo permanecer protegidas do ataque de insetos vetores em áreas de incidência de CVC e de tristeza (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. com raiz principal reta com pelo menos 0 cm de comprimento. os viveiristas devem realizar um controle próprio para aprimorar a qualidade das mudas. Os caminhões utilizados para o transporte das mudas devem ser lavados e desinfectados com amônia quaternária antes do carregamento. as mudas produzidas para certificação que não atenderem os padrões morfológicos. por um período não superior a  dias. retorcidas ou quebradas. o endereço do viveiro e a identificação das variedades porta-enxerto e copa utilizadas. Controle de qualidade durante o processo de produção das mudas Independentemente das inspeções oficiais. . poderão ser comercializadas como “Mudas Fora de Padrão Morfológico”.  AgriculturA e PecuáriA As mudas devem apresentar sistema radicular bem desenvolvido.Após o recebimento de parecer favorável nas inspeções de pós-semeadura. em bancadas com altura mínima de 0 cm do solo. Armazenamento e transporte As mudas certificadas poderão ser armazenadas fora do viveiro. sem raízes enoveladas. a muda ou lote de mudas aprovados pela entidade certificadora receberão as etiquetas e o certificado de garantia. É aconselhável a realização de inspeções visuais e de análises laboratoriais periódicas para os principais patógenos durante todo o processo de produção. 99). As mudas devem receber etiquetas. pós-enxertia e de liberação. Segundo a Secretaria da Agricultura e Abastecimento (99). o lote seja eliminado antes do final do ciclo e de forma a não contaminar os demais. Estes devem ser preferencialmente fechados ou cobertos com tela com malha inferior a  mm.

Para isto. deve-se evitar lesões nas radicelas. Na fase final. A realização de testes para o cancro cítrico e para a mancha-preta em laboratórios credenciados também é recomendada (Borges et al. “Mudas de Citros”. 00. Para o diagnóstico da bactéria Xylella fastidiosa.br/FontesHTML/Citros/MudasdeCitros/cap03.Para o diagnóstico de patógenos do gênero Phytophthora e de nematóides nocivos aos citros. no mínimo. escolhidas aleatoriamente dentro do lote.htm>. Deve-se retirar uma folha por muda. 000). Roberto Pedroso de et al. que será utilizado no enchimento dos recipientes definitivos. devendo o equipamento amostrador ser desinfestado com álcool hidratado a cada mudança de lote.cnptia. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de nov. Acesso em:  de nov. deve-se coletar amostras de substrato e radicelas a uma profundidade de 0 cm do colo das plantas. cap : “Etapas da produção de mudas de citros”. sendo escolhidas as folhas maduras de coloração verde-oliva. As amostras devem ser retiradas em fases distintas de desenvolvimento das mudas. Caso seja detectado algum patógeno.. Esta amostragem deve ser realizada somente na fase final de produção das mudas. Na primeira. REFERêNCIAs OLIVEIRA. causadora da clorose variegada dos citros. 00  . Durante a coleta das amostras. Disponível em:<http://sistemasdeproducao. deve-se amostrar pelo menos 0 mudas por lote de mil plantas. 0 dias antes da expedição das mudas. coletando-se. Carlos A. evitando os custos de enchimento dos recipientes definitivos. caso deseje maior segurança. 0 folhas de cada lote. devem ser amostrados lotes de mil plantas. e amostras de substrato e de radicelas dos tubetes onde se encontram os porta-enxertos prontos para transplantio. de A. V. o lote de substrato ou de porta-enxertos deve ser eliminado. porém de tamanho menor. pode-se utilizar amostradores semelhantes aos utilizados para a amostragem de sementes ou de solo. EMBRAPA Clima Temprerado. deve-se coletar amostras do substrato.embrapa. O viveirista também pode realizar amostragens intermediárias. antes do transplantio dos porta-enxertos.

Mamona. de preferência. Por isso seu cultivo deve ser feito em solos com boa fertilidade natural ou com suprimento de fertilizantes orgânicos ou minerais para produzir bem.% de impurezas e umidade. cálcio e magnésio. plantio.  kg de óxido de potássio (KO). Para a extração do óleo industrial utiliza-se a prensagem a frio ou. que pode ter. é um óleo bastante estável em variadas condições de pressão e temperatura. % de acidez e 0.  AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DE MAMONA – EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE MAMONA .() Praticamente toda a produção da mamona é industrializada. extração de óleo PALAvRAs-ChAvE Obter informações gerais sobre produção de óleo de mamona. O ideal é que se proceda à análise do solo antes do plantio. o que conduz a uma demanda razoável por elementos essenciais. a quente. para que a adubação e a calagem sejam a melhor possível. Para uma produtividade de 000 kg/ha de sementes ela retira do solo as seguintes quantidades de nutrientes: 0 kg de nitrogênio (N). IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O óleo é o mais importante constituinte da semente de mamona. obtendo-se como produto principal o óleo e como subproduto a torta de mamona. das sementes completas. depois de refinado. tendo as sementes elevadas concentrações de óleo e proteínas. fósforo.  kg de pentóxido de fósforo (PO). obtendo-se óleo tipo standard límpido. A mamoneira é uma planta exigente em nutrientes. desde o início do plantio até o produto final. potássio. Além disso. especialmente nitrogênio. no máximo.  kg de óxido de Cálcio (CaO) e 0 kg de óxido de magnésio (MgO). sendo o ácido ricinoléico o seu maior componente. que tem grande capacidade de restauração de terras esgotadas. brilhante.

é o mais abundante elemento na mamoneira. deve-se dividir a quantidade total dos fertilizantes pelo número de covas/ha e assim colocar a quantidade por cova. Contudo. não se aplica quando se planta cultivares de porte anão ou baixo. para a qual se usa o espaçamento de m x m. principal região produtora. sendo parte integrante dos ácidos nucléicos ( RNA e DNA. de uma maneira geral. Para o Estado de São Paulo. em função do espaçamento recomendado. Para um melhor aproveitamento da adubação. pragas e fungos. principalmente nos estados do Nordeste. Cálcio: Elemento participante da lamela média das células. Carbono e Hidrogênio. Fósforo: É um nutriente de vital importância para a mamoneira . no caso do pequeno produtor com o plantio manual e uso de cultivares de porte mais alto. como é o caso da BRS 9 Nordestina. algumas recomendações encontradas são apresentadas abaixo. alem de reduzir a resistência a vários insetos.Chega às raízes da mamoneira por difusão. Potássio: Elemento essencial que ativa mais de 0 sistemas enzimáticos no metabolismo da mamoneira. O nitrogênio deve ser parcelado. recomenda-se a adubação com NPK na seguinte composição 0 kg de N. Funções dos Nutrientes na Mamoneira Nitrogênio: Elemento de suma importância . Chega às raízes da mamoneira por difusão. Oxigênio. sendo participante do mecanismo de abertura e fechamento dos estômatos.  kg de P0 e  kg de K0 por hectare. Essa recomendação. que são supridos pela água (O e H) e pelo gás carbônico (CO) da atmosfera. Depois dos mega-elementos. responsável pela integridade das  . ou quando se faz a adubação com máquinas. Em excesso pode promover crescimento vegetativo exagerado e assim reduzir a produtividade. sendo participante da formação das proteínas e dos ácidos nucléicos. região onde a cultura é emergente. plantas por hectare. aplicando-se 90 % dele cerca de dois meses após a germinação. é ativador de vários sistemas enzimáticos. e nos cerrados do Centro-Oeste. com . em espaçamentos mais adensados.A adubação da mamoneira é pouco estudada no Brasil. contudo.

de forma que. relevo. a profundidade de semeadura deve ser de  a cm. A área deve ter altitude superior a 00m acima do nível do mar. Essa planta apresenta pequena habilidade de proteção ao solo.Magnésio: Elemento vital. Esses aspectos permitem a exposição do solo aos agentes erosivos. profundo. O solo deve ser fértil. Ela é cultivada em baixa densidade populacional. Solos de textura arenosa e. A profundidade de semeadura deverá fixar-se em função da capacidade de armazenamento de água do solo. para os outros. pelo menos. para anos ou regiões com freqüência normal de chuva. de boa drenagem e não erodido. raios solares e ventos. como chuva. menor a profundidade de plantio. com baixa capacidade de armazenamento de água. Plantio O plantio da mamoneira deverá ser efetuado em curva de nível ou. O produtor deverá estar atento ao fato de que o plantio muito profundo pode produzir plantas menos vigorosas e com hipocótilo muito longo. apresenta baixo índice de área foliar e sua exploração exige eficiente controle de plantas daninhas do plantio até 0 dias após a emergência. devido à incidência de fungos e bactérias. . recomenda-se o plantio a uma profundidade de  a 0cm e. Os principais fatores ambientais a serem considerados na escolha da área são: altitude. e. Para os primeiros.  AgriculturA e PecuáriA membranas celulares e de sua permeabilidade e da capacidade de seletividade. A temperatura da região deve ser superior a 0ºC e precipitação pluvial anual de 00 a 00mm. uma profundidade de  a cm. com topografia plana a suavemente ondulada. portanto. para anos ou regiões com baixa probabilidade de chuvas. Semelhante recomendação deve ser dada com relação à incidência de chuva. no sentido perpendicular ao escoamento das águas. solo e clima.  a 0cm. Escolha da Área O uso de área inadequada para o cultivo da mamoneira pode constituir-se num sério fator de degradação dos solos de uma região. podendo também haver possibilidade de não emergência. ativador de vários sistemas enzimáticos e participante ativo da molécula da clorofila junto com o nitrogênio. quanto maior a capacidade de retenção de água do solo. requerem maior profundidade que os solos de textura pesada.

em função da necessidade de se repetir o processo de colheita  a  vezes durante o ano. No caso da mamoneira. A mamoneira é tida como tolerante à seca. Há referências de bons rendimentos com chuvas de  a 00mm anuais (Weiss.0m). há uma redução drástica de rendimento devido ao plantio tardio. doenças. o ideal recomendado é efetuar a semeadura no início da estação chuvosa após. permitindo que a operação de colheita seja feita com um mínimo de repasses. Colheita A colheita da mamoneira . Quando o índice de incidência de chuvas de uma região aproxima-se do mínimo exigido. Dependendo da percentagem de germinação e do vigor das sementes. plantas daninhas e à utilização do substrato ecológico. há uma correlação direta entre época de plantio e desempenho das lavouras.época de Plantio A época de plantio está relacionada à incidência de pragas. Esse método consiste em semear duas ou três sementes em covas previamente abertas. deixa-se cair três ou mais sementes por cova. As cultivares Nordestina e Paraguaçu apresentam uniformidade na frutificação. é uma das operações mais dispendiosas e que mais consomem mão-de-obra. 0mm de chuva. Gastam-se de  a kg/ha de sementes para se plantar um hectare. Tanto a ausência como o excesso de chuvas no período da floração podem reduzir a produtividade da planta. em especial os fatores hídricos. térmicos e luminosos que podem interferir na emergência e na produtividade da lavoura. As operações de  . dependendo da disponibilidade de implementos e das condições econômicas do produtor. de maneira que a floração ocorre num espaço de tempo ligeiramente curto e também são semi deiscentes. o cultivo da mamoneira na época das chuvas pode se tornar inviável devido a pragas e seria recomendado o seu cultivo na estação seca. pelo menos. com excesso de umidade. O plantio mecânico é recomendado para cultivares de sementes pequenas ou médias. Em regiões equatoriais. cujos espaçamentos entre plantas na fileira seja pequeno (0. Nas regiões tropicais.0 a . Métodos de Plantio O plantio da mamoneira poderá ser efetuado manual ou mecanicamente. 9). O plantio manual é mais comum para cultivares com sementes de tamanhos médio e grande e em sistema de plantio consorciado.

A condução da lavoura dentro das técnicas recomendadas e o uso de variedades uniformes quanto ao porte de plantas. diâmetro do fruto e maturidade são requisitos importantes para obter-se bom desem AgriculturA e PecuáriA colheita. pode depender a diferença de lucro ou prejuízo do produtor. para isto. delas. mediante algumas adaptações. num esquema de rotação de culturas com a soja precoce e. tesoura ou podão. através da exposição das bagas ao sol ou.Quando colher Para evitar perdas nas variedades semi-deiscentes. de forma que o cacho seja passado por entre os dentes do pente. como a BRS 9 (Nordestina) e a BRS  (Paraguaçu) recomenda-se que a colheita seja feita quando dois terços dos frutos do cacho estiverem secos. utilizando-se faca. canivete. de porte anão. Nessas máquinas as perdas aceitáveis deverão estar abaixo de %. em função da maturação progressiva dos cachos. Quando a produção é grande. Colheita mecânica: encontram-se disponíveis no Brasil variedades híbridas. de modo que os frutos se desprendam e caiam dentro do objeto de transporte. esses híbridos tem sido cultivados em safrinha. A operação deve se prolongar por três ou quatro etapas. indeiscentes. na lavoura. com plantas de arquitetura compacta e perda parcial das folhas. para evitar o transporte de um grande volume que não seja de frutos. . de baixo para cima. recomenda-se efetuar. No Brasil. Métodos de colheita Colheita manual: a colheita manual é indicada para pequenas e médias propriedades. então. completando a secagem no terreiro. cestos. para a colheita. em secadores mecânicos. consiste em se quebrar e/ou cortar os cachos pela base. onde a mão-de-obra é disponível e abundante e para as cultivares deiscentes e semideiscentes. o desprendimento dos frutos. secagem e beneficiamento dos frutos da mamoneira são extremamente importantes e. carroças ou reboques e transportados para o local de secagem (terreiro ou secador). Os cachos assim colhidos são depositados em jacás. permitindo mecanizar-se totalmente o cultivo da mamona. se tem usado as mesmas máquinas de colher soja ou milho. especialmente a colheita. deve-se usar pentes feitos de prego sem cabeça ou de pinos de ferro colocados na parte interna superior do depósito.

secagem A secagem dos frutos pode ser natural ou artificial. que vem sendo colhidos com máquinas destinadas à colheita de soja e milho adaptadas. Para o descascamento da produção de áreas maiores que 0ha e para cultivares indeiscentes. existem grandes plantios no cerrado. O mesmo procedimento deve ser adotado se houver ameaça de chuva. recomenda-se o uso de descascadores mecânicos. Para o dimensionamento do terreiro deve-se considerar uma área de aproximadamente 00m para a secagem da produção de ha de mamona. amontoá-los e cobri-los com lona plástica para evitar a umidade da noite. sendo um fixo e outro  . a umidade ideal dos frutos é de 0%. Para ambos os sistemas de secagem.) desenvolveram um protótipo descascador de mamona. porém alguns frutos retém a casca. em terreiros cimentados ou de alvenaria. à tardinha. A secagem artificial é recomendada para produções em áreas superiores a 0ha e consiste na utilização de secador mecânico para a retirada da umidade dos frutos. após o seu desprendimento do cacho. para uniformizar a secagem e. Descascamento Os frutos semideiscentes.d. (s. formando o que denominamos de “marinheiro” ou “dente de alho”. outra prática importante e usual é a desfolha das plantas através da aplicação de desfolhantes 0 a  dias antes da colheita. se abrem e não há necessidade de descascamento. a natural é recomendada para pequenas produções e é feita expondo-se os frutos ao sol. onde a colheita e beneficiamento é toda manual. se forem batidos com varas. com o fim de obter-se um produto mais limpo.penho das máquinas na colheita. Em lavouras tecnificadas. Mialhe et al. quando secos. sendo que a utilização dessas colheitadeiras adaptadas não tem demonstrado eficiência nessa operação. dotado de um mecanismo que contém dois discos metálicos superpostos e axialmente coincidentes. Esse é o procedimento mais usado nos estados do Nordeste. quando secos. No Brasil. colocados em camadas finas e uniformes de  a 0cm de espessura por um período de  a  dias. atualmente. uma vez que as perdas estão acima de %. Esses frutos se abrem facilmente. dependendo da região.A temperatura ideal de secagem é de 0° a ° C. quando acontece a deiscência das cápsulas. Durante o dia recomenda-se fazer o revolvimento várias vezes.

sua face inferior era revestida de um anel de borracha. onde são separados as cascas e outras pequenas impurezas dos grãos. Pré-limpeza: composta por uma peneira vibratória e uma coluna de ar produzida por uma turbina que separa as pedras. Moega de alimentação: local por onde é colocada a mamona. tendo esta uma comporta de regulagem que funciona como um dosador do produto para a pré-limpeza. revestido. além de proporcionar alimentação contínua e uniforme ao elevador de grãos. talos e outros corpos estranhos que normalmente acompanham a mamona. sendo estes detritos depositados em uma gaveta de fácil acesso. Elevador de Grãos: tem a função de transportar o produto para o processo de descasca (rotor). Moega alimentadora do rotor: composta por uma rosca alimentadora. sendo uns de concepção simples e outros de concepção mais complexa. O disco inferior era acoplado a um eixo vertical dotado de movimento giratório. que distribui o produto uniformemente ao rotor descascador. Limpeza do produto descascado: o produto. revestido com borracha natural com dureza controlada. que ficam totalmente limpos e prontos para o ensaque. em bisel. que também tem a função de separar detritos que por ventura acompanhem a mamona. por um anel de borracha de 0. passa por uma coluna de ar. A partir deste protótipo e. Sua regulagem é feita por um volante externo. composto de um ventilador axial que produzia uma corrente de ar para a retirada das impurezas e cascas. Este processo facilita ainda mais a limpeza do produto. Rotor descascador: composto de dois discos em ferro fundido cinzento. de °. na face superior. que realiza a abertura e o fechamento entre os rotores (de acordo com a variedade do produto). 9 AgriculturA e PecuáriA .mm de largura no topo. após ser descascado pelo rotor. algumas empresas desenvolveram descascadores de mamona. provido de um orifício central. apresentando um ângulo interno. fundamentando-se no seu princípio. Outro disco de igual diâmetro localizava-se logo abaixo do primeiro. A elevação do produto é feita por coluna de ar. O disco superior apresentava diâmetro de mm.móvel. além de um sistema de limpeza. na posição horizontal.

Acondicionamento e Armazenagem Após o descascamento e limpeza das sementes. o desempenho do descascamento situou-se entre 0 a 90% com quebra mínima das sementes. Necessita o trabalho de duas pessoas.0 ton/h. Para o processo de extração de óleo Escala De Producao: Industrial 0 . secos e isentos de insetos e roedores. afetando diretamente a germinação e o vigor das sementes e prejudicando a qualidade do óleo. Caso a mamona não seja imediatamente comercializada. com vistas a dar vazão às sementes e as cascas que caem sobre uma lona. o que torna a máquina itinerante. dependendo das condições do produto. Acionamento da maquina: poderá ser através de um trator de média potencia. promoveu adaptações no mecanismo descascador para o beneficiamento da mamona. Em testes preliminares. da umidade. variedade cultivada e produtividade/hectare. Esta máquina vem sendo usada com eficiência no beneficiamento dos campos de produção de mamona nas estações experimentais da Embrapa Algodão. para posterior separação . Capacidade de produção: a máquina apresenta uma capacidade de 0. procede-se ao ensacamento. utilizando-se frutos bem secos. A Embrapa Algodão. As alterações consistiram em colocar tiras de borracha de forma tangencial e perpendicular a um semi-cilindro que. utilizando-se sacos de aniagem com capacidade para 0 a 0kg.Bica ensacador: apresenta saída direta dos grãos e tem prendedores para sacaria. No armazenamento da mamona existem alguns aspectos que devem ser considerados sementes danificadas têm menor longevidade que as intactas. as injúrias servem para entrada e disseminação de fungos e a presença destes acelera o processo de deterioração. acionado com movimento pendular. atrita e movimenta os frutos sobre uma tela côncava com malha de abertura adequada. a . aproveitando um descascador manual de amendoim. sendo uma para o abastecimento da moega e outra para o ensacamento do produto. os sacos deverão ser empilhados em depósitos ou armazéns arejados. ou a motor elétrico de 0CV.

Processo: l Limpeza l Descascamento l Laminacao l Coccao l Moagem l Prensagem l Filtragem INDICAÇõEs: Máquinas e equipamentos: Obs. RUA HERMANN WEEGE  . R: Dr.com ECIRTEC EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS INDUSTRIAIS LTDA Fabricante da máquina/equipamento LAMINADOR DE ROLOS ECIRTEC EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS INDUSTRIAIS LTDA Ecirtec Equipamentos e Acessórios Indústriais Ltda.: Os equipamentos relacionados podem contemplar similares Para uma mesma etapa do processo produtivo. conforme seu interesse.andritz. cabendo ao usuario a escolha entre os mesmos.br MAZBRA S/A. José Ranieri -0 Jardim Cruzeiro do Sul 00-0 Bauru-SP Fone: () - Fax: () - http://www. Máquinas/Equipamentos necessários para a Instalação para pequenos negócios EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE MAMONA Fabricante da máquina/equipamento FILTRO PRENSA ANDRITZ SEPARATION IND. FILTRAÇÃO LTDA.EQUIPS.COM.PRÉDIO  90-000 POMERODE SC ()-0 ()-0 mauricio.ercitec.heinzle@andritz.INDÚSTRIA E COMÉRCIO  AgriculturA e PecuáriA .com http://www.com.

R. RUA SAO CARLOS  09-0 SAO CAETANO DO SUL SP ()-099 ()9- vendas@calsca.Rua Arnaldo Magnicaro.br http://www.com. Jacy da Silva Pinheiro.  0-00. 0 Londrina – PR 0-00 Fone: () -000 Fax: () -000 mktmulti@sercomtel.com.com. RODOVIA JAÚ DOIS CÓRREGOS S/N -KM 0 0-90 JAU SP  .calsca.br Fabricante da máquina/equipamento PENEIRA VIBRATÓRIA HORIZONTAL COMPANHIA MULTI INDUSTRIAL R.br http://www.br Fabricante da máquina/equipamento PENEIRA VIBRATÓRIA CIRCULAR COMPANHIA MULTI INDUSTRIAL R.br Fabricante da máquina/equipamento TANQUE HORIZONTAL NÃOPRESSURIZADO ALPINA EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS LTDA.br MASIERO INDUSTRIAL S/A.  – Jurubatuba CEP 09-00 .Fax: () - webmaster@mazbra. Cap.com.alpina.com. ESTRADA MARCO POLO 90 09-0 SAO BERNARDO DO CAMPO SP () -9 () -99 secretaria@alpina. São Paulo SP Tel +   00 Fax +  9 9 mavi@mavi.com.São Paulo .SP Fone: () -00 . Cap. 0 Londrina – PR 0-00 Fone: () -000 Fax: () -000 mktmulti@sercomtel.br CALDEIRARIA SÃO CAETANO INDÚSTRIAS MECÂNICAS LTDA. Robert Bosch.com.br MAVI MÁQUINAS VIBRATÓRIAS LTDA.com. Jacy da Silva Pinheiro.

br  AgriculturA e PecuáriA () 0-00 () 0-0 .br http://www.tecniplas.com.com.gardelin.calsca. VIA DAS PAINEIRAS S/N LOTE . RUA SAO CARLOS  09-0 SAO CAETANO DO SUL SP ()-099 ()9- vendas@calsca.br CONSTRUÇÕES MECÂNICAS GARDELIN LTDA.br http://www.com.br http://www.calsca. AVENIDA TEREZA CRISTINA / 0-000 SAO PAULO SP () 9-9 ()-90 veralucia@gardelin. RUA SAO CARLOS  09-0 SAO CAETANO DO SUL SP ()-099 ()9- vendas@calsca. RODOVIA JAÚ DOIS CÓRREGOS S/N -KM 0 0-90 JAU SP ()0-00 ()0-0 masiero@netsite.br http://www.br TECNIPLAS TUBOS E CONEXÕES LTDA.com.com. AVENIDA TEREZA CRISTINA / 0-000 SAO PAULO SP ()9-9 ()-90 veralucia@gardelin.br Fabricante da máquina/equipamento TANQUE VERTICAL PRESSURIZADO CALDEIRARIA SÃO CAETANO INDÚSTRIAS MECÂNICAS LTDA.com.gardelin.com.com.br http://www.com.br Fabricante da máquina/equipamento TANQUE HORIZONTAL PRESSURIZADO CALDEIRARIA SÃO CAETANO INDÚSTRIAS MECÂNICAS LTDA.com.br CONSTRUÇÕES MECÂNICAS GARDELIN LTDA.com.com.SETOR K -000 CABREUVA SP ()9-0 ()9-09 vendas@tecniplas.br MASIERO INDUSTRIAL S/A.masiero@netsite.

a área disponível é suficiente para o volume de óleo? Além disso. pois se o projeto é priorizar a produção de óleo. RODOVIA JAÚ DOIS CÓRREGOS S/N -KM 0 0-90 JAU SP ()0-00 ()0-0 masiero@netsite.br EMBRAPA Algodão EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: http://www. nossa cultura popular reza que a mamona “dá” em qualquer lugar.cnpa. Cultivo da Mamona. Portanto a pesquisa e elaboração de um plano de negócios muito bem detalhado vai fornecer as respostas a esses questionamentos. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.cnptia.htm>.br/FontesHTML/Mamona/CultivodaMamona/index. Acesso em:  de abr. Barros.A pesquisa de mercado vai ajudar nessa reflexão. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA .MASIERO INDUSTRIAL S/A.embrapa. 00.html CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs As recomendações são para que defina a sua atuação. focando mais onde vai investir.com. Santos. Todavia como vimos. a mamona requer cuidados especiais para que se obtenha resultados compensadores em seu cultivo.embrapa. qual será o volume a ser produzido. 00  . realmente observamos mamoneiras em várias situações inclusive espontâneas. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr. quem vai fornecer a matéria-prima? Se vai plantar também. Robério Ferreira do. Maria Auxiliadora Lemos.br/produtos/mamona/index.

com menor custo e melhor qualidade do produto. mas sem os demais não resulta em maiores benefícios Controle cultural O controle cultural de plantas daninhas inclui todas aquelas práticas agrícolas que. herbicidas. manejadas eficientemente. Quando são aplicadas as mesmas práticas culturais seguidamente ano após ano no mesmo solo. a exemplo do feijão-de-porco (Canavalia ensiformis). correta densidade de plantio. PALAvRAs-ChAvE Indicação de nomes de herbicidas para aplicação em cultura de mandioca com 9 meses de desenvolvimento. a associação plantas daninhas-culturas tende a multiplicar-se rapidamente. são culturas geralmente muito competitivas com as plantas daninhas. As coberturas verdes. rotação de culturas e o uso de coberturas verdes. Para atingir essas metas.Herbicida para mandioca. O objetivo principal dessas coberturas é a melhoria das  AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DE MANDIOCA . seleção de variedades adaptadas. aumentando sua interferência sobre a cultura. As práticas que contribuem para um bom estabelecimento e desenvolvimento do cultivo são: Bom preparo do solo. controle cultural de plantas daninhas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Controle de plantas daninhas em mandioca (extraído de Embrapa Mandioca e Fruticultura) Todo produtor visa obter maior produção por hectare. A rotação de culturas é um meio cultural que serve para prevenir o surgimento de populações de certas espécies de plantas daninhas a determinada cultura. plantas daninhas. cultivo de mandioca. controle de plantas daninhas. asseguram o desenvolvimento vigoroso da cultura possibilitando-a de competir com vantagens. com as plantas daninhas. cultivares de mandioca. uso de manivas de boa qualidade. devese empregar os insumos agrícolas da melhor maneira possível. O controle de plantas daninhas é um insumo agrícola muito importante.

As espécies daninhas anuais são facilmente controladas pelo cultivo. quanto perenes. A capina manual através da enxada é um meio altamente eficaz no controle de plantas daninhas e ainda é amplamente utilizado na cultura da mandioca. a capina manual. muitas dessas plantas possuem grande poder inibitório sobre determinadas invasoras. com o alto custo da mão-de-obra braçal. como o arranquio manual. Entretanto. O controle por este tipo de equipamento é obtido pelo: ) rompimento da relação intima solo-raiz e a conseqüente suspensão da absorção de água. ou se ocorrer chuva logo após o cultivo as raízes podem se restabelecer rapidamente. grades e cultivadores. A monda ou arranquio manual é o método mais antigo de controle de plantas daninhas. Em solos úmidos. a roçada e o cultivo mecanizado feito por cultivadores tracionados por animais ou trator. ) corte da planta abaixo das gemas de crescimento.  . o custo de duas limpas à enxada. sendo este mais efetivo sob condições de calor e solo seco. mesmo após o corte e formação de uma cobertura morta sobre o solo. é ainda de grande importância em várias regiões do Brasil. entretanto. Estes são bastante utilizados em lavoura de mandioca. a capina manual deixou de ser o método de controle mais econômico. reduzindo consideravelmente a renda líquida do produtor. mediante o emprego de arados. Utilização de cultivadores do tipo planet. Controle mecânico O controle mecânico é realizado por meio de práticas de eliminação do mato.propriedades físicas e químicas do solo. principalmente. Na cultura da mandioca é utilizado. A cultivação com implementos de tração animal ou mecanizada é um método de combater tanto plantas daninhas anuais bi-anual. dotados de enxadas asade-andorinha. para a remoção de plantas daninhas entre as plantas de mandioca na linha de plantio da cultura. ) enterrio de pequenas plantas e conseqüentemente a morte por sufocação. está em torno de 9 % do custo total. prejudicando ou até mesmo inutilizando a operação. Atualmente. apesar disso. para manter a cultura livre de competição por aproximadamente 00 dias (período crítico de interferência). onde estas não são alcançadas pela enxada. sejam eles de tração animal ou mecanizada.

 % do custo total de produção e substitui aproximadamente duas limpas à enxada. A escolha do herbicida é conseqüência direta das espécies de plantas daninhas presentes e do seu custo. Atualmente a maioria dos herbicidas utilizados em mandioca é de pré-emergência total (antes da germinação do mato e da brotação da cultura) e aplicados logo após o plantio ou. (990). biológico e cultural. cinco dias depois. quando aplicados antes de sua brotação e nas doses recomendadas. Atualmente.Controle químico Consiste no uso de herbicidas. mecânico. O uso de herbicidas. Tanto em pré como em pós-emergência o sucesso da aplicação depende do conhecimento das espécies de plantas daninhas presentes. Atualmente. A mandioca é uma planta que apresenta boa resistência a vários herbicidas. que são produtos químicos aplicados em pré e pós-emergência do mato para seu controle. ou tratorizado nas entrelinhas da mandioca. redução dos custos e menor efeito sobre o meio ambiente. tem proporcionado o mais baixo percentual em relação ao custo total de produção. quando comparado com outros métodos mecânicos de controle. nas linhas de plantio combinado com o cultivador animal. assim. evitando atingir as folhas da cultura e quando a mandioca esteja com aproximadamente cinco meses apresentando 0 a 0 cm de haste em relação ao solo. condições ambientais. condições do equipamento e da sua calibração/regulagem. a substituição do controle à enxada nas entrelinhas da cultura pelo cultivador tração animal tem se mostrado como excelente alternativa. com o objetivo de eliminar as deficiências de cada um deles e. Para os pequenos produtores. uma aplicação da mistura de tanque a exemplo do diuron + alachlor representa segundo Carvalho et al. onde o uso de herbicidas ainda é uma tecnologia de difícil adoção em curto prazo. para redução dos  AgriculturA e PecuáriA . substituindo o controle mecânico. Controle integrado Consiste na integração dos métodos químico. Essa mistura é de grande eficácia no controle de mono e dicotiledôneas em várias regiões do Brasil. no máximo. obter um resultado mais eficiente. recomendam-se os herbicidas à base de glifosate em aplicações dirigidas. seu estádio de desenvolvimento. escolha do herbicida ou mistura mais indicada. .

Figura 1 Controle integrado de plantas daninhas utilizando-se feijão-de-porco Na Tabela a seguir são apresentados os principais herbicidas pré e pós-emergentes recomendados pela pesquisa. As doses mais elevadas são para solos com teor de matéria orgânica superior a . deixando no mínimo um afastamento de 0. Em virtude do alto custo das sementes das leguminosas.custos das limpas e liberação de mão-de-obra familiar para outras atividades da propriedade. % e/ou infestação muito alta do mato. Na Figura  é mostrado um exemplo do controle integrado. só justifica sua utilização quando a semente for produzida pelo produtor. RECOMENDAÇõEs  . A utilização de coberturas verdes (leguminosas de ciclo curto) no controle integrado das plantas daninhas vem se mostrando como uma boa opção para mandioca plantada em fileiras duplas. Deve-se tomar o cuidado de evitar o plantio dessas leguminosas. no Brasil.0 m para evitar a competição da cobertura vegetal com a cultura. para o controle de plantas daninhas na cultura da mandioca. utilizando-se feijão-de-porco. a exemplo do feijão-de-porco (Canavalia ensiformis) e do caupi próximo às linhas de mandioca. permitindo também ao produtor fazer a rotação da cultura na mesma área. pela sua efetividade no controle do mato e na melhoria da estrutura  do solo.

. uniforme e na quantidade desejada. Calibração de pulverizadores costais. . l determinar por diferença a quantidade de água gasta. gasto de água: . . X 0.000 m )/0 m² = 00 l/ha Calibração de pulverizadores tratorizados l Encher o tanque do pulverizador ou colocar uma quantidade de água conhecida.0 éPOCA APLICAÇÃO PPI PRÉ PRÉ Calibração de pulverizadores terrestres Consiste no ajuste correto do pulverizador para regular a descarga do herbicida a um nível constante. l repetir pelo menos três vezes o mesmo processo para obter uma média.0 m = 0 m. herbicidas indicados pela pesquisa . faixa de aplicação: 0. l Marcar 0 m na área onde será realizada a aplicação.9 0./ha 0.0 0. l determinar a faixa de cobertura do bico ou bicos. área aplicada: 0 m X 0. calcular a vazão por hectare pela fórmula: Vazão (litros por hectare) = Água gasta em litros X 0. Aplicando a fórmula: Vazão = (. l colocar uma quantidade conhecida de água no pulverizador. 9 AgriculturA e PecuáriA Tabela 1.000 m ------------------------------------Área aplicada m Exemplo de Calibração de Pulverizador Costal l l l l Distância percorrida: 0 m.0 . etc Sencor 0. l bombear até obter uma pressão de trabalho desejada..NOME COMUM NOMEs COMERCIAIs Trifluralina Metribuzin Clomazone Fonte: GOMES e LEAL Trifluralina Nortox.0 m.0. litros. Lexone SC Gamit DOsE kg do i.a. l procurar manter a pressão e efetuar (realizar) a aplicação a um passo normal.

l l l l l l l regular a pressão entre . fixar a altura da barra para se obter uma cobertura uniforme e determinar a faixa de aplicação da mesma. Disponível em: < http:// sistemasdeproducao. l número de bicos: 0.000 m )/00 m² = 00 l/ha GOMES. 00. Exemplo de Calibração de Pulverizador Tratorizado: l Pressão: . kg/cm. Edna Castilho. calcular a vazão por hectare pela fórmula: Descarga de barra em litros X 0. l faixa de aplicação da barra: 0 l descarga total da barra: .br/FontesHTML/Mandioca/mandioca_ tabcosteiros/plantasdaninhas.cnptia. marcar 0 m na área a ser aplicada. e . com o trator parado e com a mesma rotação de trabalho. 00. medir a descarga do maior número possível de bicos para se determinar a descarga (vazão) média de cada bico no mesmo temp o que o trator gastou para percorrer os 0 m.000 m Vazão (litros/hectare da solução) = ---------------------------------------.embrapa. que no caso foi 0 m.htm>. Área coberta pela barra em m em que a área coberta pela barra significa o produto da faixa de aplicação alcançada pela distância percorrida. 0 . kg/cm. Repetir pelo menos três vezes a operação.0 litro. Cultivo da Mandioca para a Região dos Tabuleiros Costeiros. l descarga média por bico: .0 l X 0 = 0 litros. Calcular a vazão aplicando a fórmula: Vazão = (0 l X 0. REFERêNCIAs Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jan. Acesso em: 0 de jan. l tempo gasto para percorrer 0 m:  segundos. determinar o tempo gasto pelo trator para percorrer os 0 m. Jayme de Cerqueira e LEAL. multiplicar a descarga média por bico pelo número de bicos da barra para se determinar a vazão da barra. l área coberta pela barra: 00 m.

A obtenção dessas amostras deve seguir um passo-a-passo metodológico que garantirá resultados confiáveis. Assim sendo recomenda-se o contato direto com a Casa da Agricultura. Como e onde pode fazer análise? Voltamos a registrar a importância da Casa da Agricultura nesta questão.Plantio de milho. Milho. não houve desenvolvimento das plantas. Esses laboratórios utilizam o moderno Sistema IAC de Análise de Solo e participam do Programa de Controle de Qualidade. que tem disponível toda a metodologia e assistência para o processo necessário para a obtenção de amostras representativas do solo da propriedade. É importante registrar que a região em questão não é tradicionalmente intensiva na produção de milho. como também na identificação das possíveis necessidades de correção de solo. órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo). ESPECIALISTAS / INSTITUIÇÕES: INDICAÇõEs:  AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DE MILhO . O cruzamento das informações das análises de solo e das orientações da Casa da Agricultura poderá resultar na identificação da melhor variedade de sementes. Na região encontram-se alguns laboratórios indicados pela CATI (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral. solo PALAvRAs-ChAvE Plantou sementes de milho sem saber o tipo de solo e da semente. Seria problema no solo? Onde e como fazer análise do solo? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Como identificar o(s) tipo(s) de solo: A região da propriedade em questão conta com excelente infra estrutura para a assistência do agricultor. A EMBRAPA MILHO E SORGO é importante fonte de informações sobre as espécies de sementes de milho e outras culturas.

00  .br O município de Santa Isabel é integrante da regional de Mogi das Cruzes. Casa da Agricultura Santa Isabel Rua Leopoldo da Cunha Lima. Silvana Floripes Carolino CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Como todo negócio.cnpms.sp.br/ Regional agrícola de Mogi das Cruzes Av. Disponível em: <http://www.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.br>. para que não ocorra a perda das sementes. A pesquisa de mercado e no caso a pesquisa do que a região produz é importante.EMBRAPA MILHO E SORGO http://www. .br/publicacoes/milho.gov. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA EMBRAPA Milho e sorgo .  Telefone () -0 Responsável: Eng.htm Possui material muito interessante sobre cultivo do milho IA .mcruzes@cati.00.embrapa.iac.embrapa.gov. o planejamento é fundamental. Agr.Instituto Agronômico http://www. Cândido Xavier de Almeida e Souza  Telefone () 99- e-mail edr.sp.cnpms. Acesso em 0 de mar. antes de iniciar qualquer atividade. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de mar.

Seringueira, plantio de seringueira

PALAvRAs-ChAvE

Obter informações sobre plantio da seringueira

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA

1. INTRODUÇÃO 1.1. seringueira Este nome é dado a diversas espécies do gênero Hevea (família das Euforbiáceas), a célebre “árvore borracha” (). 1.2. Origem A seringueira tem origem no centro Brasileiro-Paraguaio, especificamente no vale do Rio Amazonas. (º LN a ° LS) (). Na margem de rios e lugares inundáveis da mata de terra firme. Existe na floresta Amazônia mais  espécies de seringueira, toda do gênero Hevea e muito parecidos com essa espécie (). 1.3. Nomes Populares Seringueira, seringa, seringa-verdadeira, cau-chu, árvore-da-borracha, seringueira-preta (AC), seringueira-branca (). 1.4. Distribuição geográfica Os plantios comerciais encontram-se entre as latitudes ºN (China) e º S (litoral de São Paulo). 1.5. Importância econômica No Brasil, na área tradicional, a heveicultura tem abrangência na Amazônia Tropical Úmida, Mato Grosso e Bahia. Em áreas não tradicionais, é cultivada nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Maranhão, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. No Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba estão concentradas as 

AgriculturA e PecuáriA

PLANTIO DE sERINGUEIRA E PRODUÇÃO DE LATEX

maiores plantações do Estado de Minas Gerais, alcançando produtividade de, aproximadamente, .00 kg de borracha seca/ha/ano. Do ponto de vista social, a heveicultura é muito importante principalmente, na fixação do homem no campo, pois produz o ano todo. 2. vARIEDADEs Os clones mais produtivos são os orientais, como: PB , PR  e RRIM 00 e o clone nacional IAC , com produções em torno de .00 kg de borracha seca/ha/ano (). 3. APTIDÃO CLIMÁTICA As áreas de cultivo comercial da seringueira situam-se entre latitudes de ºN até ºS, o que evidencia adaptação a vários padrões climáticos. 3.1. Temperatura A seringueira desenvolve-se melhor em temperatura média do ar anual 0ºC, sendo que os limites térmicos mais favoráveis à fotossíntese estão entre ºC e 0ºC. Para o fluxo de látex, o intervalo entre ºC e ºC é o mais indicado. A seringueira é susceptível à geada, principalmente na fase jovem. Os primeiros danos letais ocorrem nas folhas em temperatura de 0°C a -°C. Temperatura menor que -°C é letal para a maioria dos clones. Em temperatura aproximada de 0ºC o crescimento é nulo. 3.2. Altitude As seringueiras não toleram geadas, logo o plantio não deve ser feito em altitudes muito elevadas, onde ocorrem com freqüência. Em altitudes de 90m, no Triângulo Mineiro, a cultura apresenta um desenvolvimento muito bom. Em São José do Rio Preto, em São Paulo, a 00m de altitude, a cultura tem um excelente desenvolvimento (Planalto Paulista 0-0m). 3.3. Fatores hídricos Evapotranspiração real anual (ER) > 900 mm. Deficiência hídrica anual (Da) < 0 mm, distribuídos em  a  meses no máximo. Precipitação anual maior que .00 mm. Regiões com umidade relativa do mês mais seco (URs), situando entre 0% e %, ER superior a 900 mm e Da entre 0 mm a 00 mm são considerados preferenciais para o desenvolvimento da seringueira. 

4.1. Escolha da área de plantio Plantar em solos bem drenados com pelo menos  m de profundidade e livres de camadas de impedimento à penetração de raízes (camadas compactadas, adensadas e/ou altos teores de Al e baixos teores de Ca). Ocorrendo qualquer um destes impedimentos, se possível, fazer as devidas correções. 4.2. Calagem Para calcular a quantidade de calcário a ser aplicada, utilizar o método de Al e Ca + Mg trocáveis, usando Y variável em função da textura do solo e X igual a , ou o de elevar a saturação por bases, a 0%. Em áreas mecanizáveis, o calcário deve ser incorporado na camada de 0-0 cm antes do plantio. No entanto, em seringais já formados, a calagem deve ser repetida a cada dois anos, de acordo com os resultados da análise de solo. A correção será feita de modo a atingir  cmolc/dm de Ca + Mg no solo, utilizando-se calcário dolomítico (calcário em t/ha =  - Ca + Mg). Já em terrenos com declives acentuados, onde a calagem em área total não é viável, recomendam-se as seguintes práticas: Abrir as covas de plantio com as dimensões mínimas de 0,0 x 0,0 m de boca por 0,0 m de profundidade, procedendo-se à calagem à base de 0g/cova para cada tonelada/ha de calcário recomendada pela análise do solo; Para o o, o, o e o anos de idade do seringal, proceder à calagem em sulcos rasos, paralelos às linhas de plantio, distanciando-se de , ,  e  m, respectivamente. A dose recomendada, pode ser, empiricamente, convertida em 00 g de calcário dolomítico por 0 m linear de sulco, para cada tonelada/ha de calcário, recomendada pela análise do solo. 4.3. Preparo da cova Quando a cova for feita manualmente, ou mecanicamente, por meio de perfuratriz, ela deve ter as dimensões de 0,0 m x 0,0 m de boca e 0,0 m a 0,0 m de profundidade, devendo os corretivos e fertilizantes ser bem misturados com toda a terra necessária para o total enchimento da cova. No caso de o plantio ser feito em sulcos, estes devem ser abertos com a profundidade de 0,0 m a 0,0m, fazendo-se, após, uma coveta, com enxadão, para ajustar a profundidade mínima de 0,0 m. 

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4. sOLO, CORREÇÃO E ADUBAÇÃO

4.4. Adubação para formação de mudas 4.4.1. Mudas em sacola plástica (6 dm3) Para o preparo do substrato, utilizar duas partes de terra peneirada para uma parte de esterco de bovino curtido. Para cada m desta mistura, adicionar 00 g de PO + 00 g de KO. Como fontes de fósforo, recomendam-se, preferencialmente, aquelas que contenham também magnésio e micronutrientes. Caso contrário, deve-se acrescentar uma mistura de  g de MgO + 0, g de B + 0, g de Cu + , g de Zn por m de substrato. Como fonte de potássio, utilizar o cloreto de potássio. Em cobertura, após a repicagem, aplicar mensalmente, por meio de regas, uma solução de 0 g de sulfato de amônio por 0 litros de água, para cada m de canteiro. 4.4.2. Mudas em viveiro a pleno solo Antes do transplantio, abrir os sulcos de plantio com 0 cm a  cm de profundidade e incorporar 00 g de PO por 0 m linear de sulco, preferencialmente nas formas que contenham também magnésio e micronutrientes. Não sendo possível, acrescentar uma mistura de 9 g de MgO + 0, g de B + 0, g de Cu + 0, g de Zn por 0 m linear de sulco. Em cobertura, aplicar 0 g de sulfato de amônio+ 0 g de cloreto de potássio por 0 m linear, em filete contínuo, com a terra úmida. A primeira aplicação será feita após a completa maturação das folhas do primeiro lançamento. Novas aplicações serão feitas a cada lançamento, até atingir o ponto de enxertia. Adubação para formação do jardim clonal: Recomenda-se fazer a calagem em área total e a mesma adubação de plantio e cobertura indicada para o o ano agrícola da formação do seringal (Tabela ). Para a manutenção do jardim clonal, aplicar 0-90-0 kg/ha de N, PO e KO, para solos com baixos teores de P e K, parceladas em três vezes durante a estação chuvosa. Para solos com teores médios ou altos de P e K, reduzir essas doses para / ou /, respectivamente. 4.4. Adubação de formação e de produção do seringal Tabela  - Adubação de formação e de produção do seringal 

Época da N/ Adubação

PO mg de P/dm de solo Baixo Médio Alto

KO/ mg de K/dm de solo Baixo Médio Alto >0   

o ano agrícola Adubação em cova 0 dias pósplantio 0 dias pósplantio o ano agrícola o ano agrícola o ano agrícola o ano agrícola em diante

< -0 >0 <0 -0 ----------------------------- (g/planta) ---------------------------   0    0 0 

0 0 90 0 

90  0 

0 0 90 0 

0  0 

0 0 90 0 

0 0 0 0 

0 0 0 0

1/ As doses de N e K2O, a partir do 2o ano agrícola, serão parceladas em três vezes e aplicadas no início, meio e fim da estação chuvosa.

5. FORMAÇÃO DE MUDAs O sucesso da heveicultura, além de outros aspectos, depende basicamente da utilização de mudas de qualidade superior, sendo fundamental a produção de porta-enxertos vigorosos e a escolha de clones adaptados à região, com alto potencial de crescimento e produção. 5.1. sementes O armazenamento das sementes é feito em saco plástico de  a  kg, colocando apenas  a  kg de semente em cada saco, fazendo-se  a  furos no saco, para permitir uma pequena troca gasosa. Conservar em local fresco e arejado. 5.2. sementeira Localizada próxima do viveiro e da água. O canteiro é preparado com areia lavada, serragem curtida ou terriço deve ser coberto a um nível de 0 a 0% de sombreamento. Em regiões muito frias à noite, proteger os canteiros lateralmente. O semeio é feito, pressionando as sementes até cobrir a sua micrópila (poro germinativo), espalhando-se  a  kg de semente/m de can

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teiro. Irrigar duas vezes por dia. A germinação inicia a partir do ° dia, sendo as plantas mais vigorosas germinadas, entre o ° ao ° dia. Descartar as plântulas germinadas a partir do ° dia. Após a germinação, quando as plântulas atingirem estádio de “patasde-aranha”, pode-se iniciar a sua repicagem para o viveiro. É feita nas horas mais frescas do dia, sempre com solo úmido, eliminando-se as plântulas defeituosas. O plantio é feito a uma profundidade , cm da superfície do solo, tendo-se o cuidado de não separar a semente da plântula. 5.3. viveiro Deve ser bem localizado e próximo a vertentes. A irrigação é feita à base de 0 mm/mês. O controle de plantas invasoras, nos primeiros  meses, é feito com capinas manuais. Após este período, pode ser feito com herbicidas, usando-se Gesatop, Gesapax, Karmex, Roundup ( a  L/ha). Viveiro a pleno solo (no chão): Deve ser feito em solos de boa drenagem e profundo, bem alinhado, em formas de blocos, em espaçamento de 0,0 m x 0,0 m em filas sêxtuplas, espaçadas de m entre si, conferindo uma densidade inicial de 0.000 plantas/ha. Viveiro em sacola plástica ( dm): Não usar sacolas transparentes. Neste tipo de viveiro, os blocos serão em  filas duplas espaçadas de 0,0 a 0,0 m e ruas de ,00 a ,0 m. As sacolas são enterradas em / de sua altura, para proteção lateral. 5.4. jardim Clonal É a implantação de matrizes para o fornecimento de borbulhas a serem utilizadas na produção de mudas enxertadas de qualidade superior no que se refere à produção de látex, resistência a doenças e adaptação a diferentes condições edafo-climáticas. Deve ser formado com um ano de antecedência, num espaçamento de ,00 x ,00 m. Os diferentes clones são plantados em balhões distintos, bem identificados por placa e croquis. As hastes devem ser colhidas com o último lançamento foliar maduro, eliminando-se a ponta. O primeiro corte deve ser feito com  a 9 meses após o início da brotação, a uma altura de 0 a 90 cm. Deve-se deixar desenvolver  a  brotações após cada corte. Cada metro de haste fornece em torno de 0 gemas viáveis. O diâmetro das hastes deve ser coerente com o diâmetro do porta-enxerto. O controle de plantas invasoras é feito como em .. 

5.6. Tipos de muda 5.6.1. Toco enxertado de raiz nua Muda enxertada no viveiro a pleno solo e levada diretamente para o campo. Às vésperas do arranquio, faz-se a decepagem dos porta-enxertos a uma altura de 0 a 0 cm do solo. Em seguida, aparar o caule do porta-enxerto em forma de bisel  cm acima da placa do enxerto e a raiz pivotante com cerca de 0 cm de comprimento. Aparar também as raízes laterais a  cm. Proceder à parafinagem da placa do enxerto e aplicar NAFUSAKU (0% de ANA). Este tipo de muda não é recomendado para regiões de período seco definido. 5.6.2. Toco de raiz nua ensacolado Muda enxertada no viveiro a pleno solo e transplantada para sacola plástica. O procedimento é o mesmo do tipo anterior. Neste caso, as mudas estarão prontas para o plantio no campo,  a  meses após serem ensacoladas, quando apresentam  a  lançamentos maduros. 5.6.3. Muda enxertada na sacola plástica Este tipo de muda é produzido no viveiro em sacola plástica, podendo as mudas serem transplantadas para o campo com a gema do enxerto dormente ou até com  lançamentos foliares. Os fundos das sacolas devem ser perfurados, permitindo a passagem da raiz pivotante para o solo e evitar o seu nivelamento. 5.6.4. Toco alto Muda produzida no viveiro a pleno solo, num espaçamento de ,00 x 9

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5.5. Enxertia O processo usado é o do borbulhia por escudagem com placa embutida em janela aberta. O escudo utilizado é uma porção da casca com a gema sem o lenho. O escudo é fixado na janela aberta por meio de uma fita transparente de ,0 a , cm de largura e 0,0 a 0,0 mm de espessura. Retirar a fita após  semanas. Se o enxerto não pegou, enxertar do outro lado. A enxertia pode ser iniciada, quando os porta-enxertos atingirem um diâmetro de , cm, a  cm do solo, condicionada à facilidade de soltura da casca do porta-enxerto e da borbulha. Não pode ser feita sob chuva forte e, conseqüentemente, com o tronco do porta-enxerto molhado.

0,0 m. É usado no replantio ou na substituição de plantas raquíticas no ° ano após o plantio do seringal.

6. IMPLANTAÇÃO E MANEjO

Após a caracterização, limpeza e preparo da área, fazer a divisão dos blocos para facilitar os tratos culturais e programação de sangria. As locações de estradas principais (m) e secundárias (m) devem ser feitas de modo a reduzir o processo erosivo. Recomenda-se plantar um clone por bloco. 6.1. Marcação e piqueteamento Nas áreas planas, as linhas de plantio devem ser marcadas, se possível, no sentido norte-sul, obedecendo ao espaçamento ,0 m entre linhas e , m entre plantas (00 plantas/ha), sempre em curva de nível. Em área declinosas, as linhas de plantio devem ser demarcadas de modo a não se afastarem muito do espaçamento recomendado. Deve-se procurar obedecer a uma faixa entre  m a  m entre linha. Neste caso, é comum a ocorrência de linhas mortas. Posteriormente, faz-se a capina das faixas e, em seguida, a locação das covas, estaqueando-se a linha no espaçamento de , m. 6.2. Plantio Após a abertura e preparo das covas, no início do período chuvoso, fazer o plantio definitivo. No caso de mudas de raiz nua, deve-se firmar bem a ponta da raiz com a ajuda de um piquete, de modo a não formar bolsões de ar. Comprimir bem a terra em volta da muda. Quando o plantio é realizado com muda ensacolada, deve-se levá-la até ao lado da cova, retira-se o plástico e introduz-se a muda na cova, cuidando-se para não destorroá-la. Comprime-se a terra em volta do torrão. 6.3. Replantio Deve ser feito com mudas reservadas para tal e da mesma idade. O replantio não deve ultrapassar a 0% e deve ser feito no máximo até o ° ano após o plantio. Neste caso, usar muda de toco alto. 6.4. Controle de plantas invasoras Controlar as ervas numa faixa de m na linha de plantio, deixando as entrelinhas com a vegetação natural e quando necessário, fazer apenas uma roçagem, caso não sejam feitos plantios intercalares. O 0

6.5. Culturas intercalares Pode-se usar qualquer cultura desde que seja compatível com a seringueira. 6.6. Desbrota A eliminação dos ramos surgidos na haste principal deve ser feita até uma altura de, aproximadamente, ,0m em relação ao nível do solo. 6.7. Condução da copa Deixar crescer  a  ramos bem distribuídos a partir de , m a ,0 m de altura em relação ao solo. No caso de árvores quebradas, se o painel de sangria não foi afetado, cortar em bisel próximo ao ponto quebrado. Se o painel foi afetado, cortar próximo à soldadura do enxerto. 7. DOENÇAs 7.1. O mal-das-folhas Doença causada pelo fungo Microcylus ulei, é o principal fator limitante à expansão da heveicultura no Brasil, notadamente na região Norte do país. O dano maior é a queda prematura de folhas, podendo levar as plantas à morte. É controlada: plantio em “área de escape”; clones resistentes ou tolerantes; enxertia de copa; controle químico -Benlate, Bayleton e cycosin (00g/ha). Em viveiros e jardins as pulverizações devem ser semanalmente no período chuvoso e quinzenalmente no período seco. No plantio definitivo fazer seis pulverizações durante o período de reenfolhamento. 7.2. Mancha areolada Cansada pelo fungo Thanatephorus cucumeris. Seu controle pode ser feito com pulverizações semanais à base de cobre de 0,% p.a., e com Triadimefon, a 0,g de p.a./litro. 7.3. Doenças causadas pelo fungo Phytophthora spp Requeima, queda anormal das folhas, podridão dos frutos, cancro estriado do painel e cancro do tronco. O controle é feito preventivamente, através de práticas culturais pincelamento ou pulverização com fungicidas eficientes nos períodos favoráveis à disseminação 

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controle pode ser feito com herbicida em seringais com mais de dois anos de idade, aplicando-se  a  litros Roundup/ha.

do patógeno e à infecção. Recomendam-se: Ridomil-Mancozeb de 0,% p.a., Aliette (Fozetyl) 0,% p.a., dentre outros. 7.4. Antracnose causada pelo fungo Colltotrichum gloeosporioides Manifesta-se em folhas imaturas, ramos, frutos e no painel. No painel, seu controle é feito com uso do fungicida Daconil 0, p.a, cerconil 0, p.a. e Benlate 0,0 p.a. Nas plantas, muito atacadas, usar uma pasta, após raspagem dos tecidos lesados: 0 g de Benlate + 00ml de óleo vegetal + 00g cal + 00ml de água + 0g de Agrimicina. Ao se reiniciar a sangria, aplicá-la a cm abaixo da região lesionada com tratamentos preventivos a cada  ou  dias conforme as condições climáticas. 8. PRAGAs A principal praga da seringueira é o mandarová (Erinny ello e E. alope). Seu controle pode ser feito com utilização do DIPEL(Bacillus thuringiensis), que atua sobre as lagartas de maneira geral. Os esporos da bactéria são produzidos em laboratório. Ainda pode ser controlada com piretróides (formulados com óleo) ou catação manual em seringais jovens. Outras pragas encontradas, de menor importâncias, são as formigas, vaquinhas, mosca branca, cochonilhas, cupins, paquinhas, coleobrocas, ácaros e percevejos-de-renda. 9. MELhORAMENTO O melhoramento genético no Brasil é feito, principalmente, no sentido de criação de clones tolerantes a doenças e que, ao mesmo tempo, apresentem produção satisfatória de látex. Dentre as espécies de Hevea, reconhecidas no Brasil, a H. brasiliensis (mais produtiva, maior variabilidade genética, menor resistência às doenças), H. benthamiana (muito produtiva e possui variabilidade genética para resistência); H. pauciflora (certa imunidade ao M. ulei, podendo ser indicada para enxertia de copa), H. camargoana e H. camporum (porte baixo) são as espécies mais utilizadas no melhoramento genético no país. A coleta e conservação dos recursos genéticos são importantes como fontes de resistência a doenças e de maior produção. 9.1. Métodos usados na obtenção de clones Testes precoces de avaliação da potencialidade de produção: 

9.1.2. Miniteste de produção ou teste de Mendes ou MTP Teste quantitativo, feito em plantas a partir de seis meses de idade. 9.1.3. Teste Morris-Mann ou hammaker-Morris-Mann (hMM) Teste quantitativo e mais confiável, feito em plantas com circunferência a partir de  cm a ,0 m do solo. 9.2. Poliploidização Leva ao gigantismo de certas partes vegetativas da planta, aumenta o diâmetro dos vasos laticíferos com um conseqüente aumento de produção, aumenta o número de cromossomas. As substâncias utilizadas são a colchicina e DMSO. 10. sANGRIA A sangria é iniciada quando pelo menos 0% das árvores (cerca de 00 árvores/ha) atingirem cm de circunferência do caule, a ,0cm acima da soldadura do enxerto. 10.1. Fatores que afetam a produção Comprimento, direção e profundidade do corte; hora da sangria (o escorrimento do látex é função da diluição e pressão de turgescência); altura da incisão, tipo de corte e sistemas de exportação (freqüência de sangria, estimulação e método de sangria). 10.2. simbologia de painel B= painel baixo ou descendente; H= painel alto ou ascendente; O= casca virgem; I = casca de ª regeneração; II = casca de ª regeneração; III = casca de ª regeneração; n° de painéis (,,, etc). 10.3. Estimulação É a aplicação de substâncias químicas para aumentar o período de escorrimento do látex. 10.4. substâncias estimulantes ANA; ,, - T; alguns óleos vegetais; Ácido  - cloroetilfosfônico (ETHREL) a , %, ,0 % e 0 %, dependendo da idade do seringal. 

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9.1.1. Teste Cramer ou Testatex Teste qualitativo, feito em plantas a partir de um ano de idade.

10.5. Tipo de aplicação Ba -  a g do produto sobre a casca, prévia e superficialmente raspada; La - 0, a g do produto sobre toda a extensão do sulco de corte, sem a retirada do cernambi fita; Ga - 0, a g do produto sobre toda a extensão do sulco de corte, com a prévia retirada do cernambi fita; Pa - 0, a g do produto em faixa paralela e acima ao sulco de corte. 10.6. Condições para a estimulação Clones responsivos; sistema de sangria menos intensivo (mínimo de ½ S d/); fazer adubação de reposição; Não sangrar em condições ambientais adversas; corte bem feito; 10.7. secamento do painel “Brown bast” É o cessamento do escorrimento de látex no ato da sangria. Os sintomas são: trincamento da casca no estágio avançado; secamento parcial ou total dos painéis; aumento da viscosidade do látex e aparecimento de estrias marrons. Para prevenir o “Brown bast”, isolar a região seca; fazer os sulcos de divisão dos painéis bem profundos e deixar descansar por  meses. 0.. Sistemas de sangria 10.8.1. Meia-Espiral l Perímetro do ronco  cm a ,0 m da soldadura do enxerto; l Perímetro do tronco 0 cm a ,00 m do solo; l Inclinação do corte de 0°; l Simbologia: ½ S. 10.8.2. Espiral Completa l Perímetro do tronco 0 cm a ,0 m da soldadura do enxerto; l Inclinação do corte de °; l Freqüência mínima: d/; l Simbologia: S. 10.8.3. sangria por punctura (sPP) Perímetro do tronco  cm a ,0 m da soldadura do enxerto; Sangria precoce; Precisa ser estimulado mensalmente ETHREL % =  g/planta.

l l l 

l l 

0... Sangria mista ou micro-x Perímetro do tronco  cm a ,0 m da soldadura do enxerto; Fazem-se  cortes, sendo 9 cortes por punctura e  cortes convencionais.

Figura 1. Foto da seringueira e de suas folhas (3).

11. Utilidade A madeira pode ser empregada para tabuado, forros e caixotaria. Seu maior valor reside no látex extraído do seu tronco, que é transformado em borracha de excelente qualidade; sua exportação representou no passado a maior atividade econômica da região amazônica, colocando o Brasil durante muito tempo como o único produtor e exportador desse produto. No século passado foram contrabandeadas sementes dessa espécie para a Ásia, onde adaptou-se perfeitamente bem; a partir dessa época, vários países asiáticos passaram também a produzir e exportar borracha. As amêndoas (sementes) fornecem óleo secativo muito usado na indústria de tintas e vernizes. Atualmente essa espécie é cultivada em todo o Brasil tropical (). 

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10.8.4. sangria ascendente l Seringal velho com o painel baixo muito usado;

CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs
Observa-se que a cultura da seringueira apresenta diversas questões que exigem o conhecimento teórico e prático - desde o plantio da semente até a árvore na sua fase adulta - por parte de quem deseja cultivar essa espécie. Neste caso recomendamos que o consulente busque um especialista da área, seja Agrônomo ou Engenheiro Agrônomo para avaliar o local onde é pretendido para o plantio visando também minimizar os riscos de investimento.

METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA 
. Corrêa, M. P. Dicionário das Plantas Úteis no Brasil. 9. . Pesquisa Agropecuária: agricultura-seringueira. Disponível em: <http://www.agridata.mg.gov.br/sering.htm>. Acesso em:  de abr. 00. . Clube da Semente do Brasil. Árvores: seringueira. Disponível em: <http://www.clubedasemente.org.br/seringueira.html>. Acesso em:  de abr. 00.

Kleberson Ricardo de Oliveira Pereira

NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 

de abr. 00

DATA DE FINALIzAÇÃO 

claro que. Introdução Agricultura orgânica é o sistema de produção que exclui o uso de fertilizantes sintéticos de alta solubilidade. a “agricultura orgânica” nada mais é do que a agricultura realizada pelos nossos agricultores antes do uso de insumos químicos industriais (fertilizantes solúveis e agrotóxicos). entretanto localizamos uma fazenda em Serra Negra que oferece palestras sobre o tema. “agricultura biodinâmica (uso de preparados biodinâmicos)” e “agricultura biológica (uso de mecanismos biológicos)”. compostagem e controle biológico de pragas e doenças.Tomate. agricultura orgânica PALAvRAs-ChAvE Indicação de cursos na área de plantação de tomate orgânico IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Não encontramos cursos específicos sobre plantação de tomates orgânicos que estejam acontecendo neste momento. com métodos mais cientificamente estudados. agrotóxicos e reguladores de crescimento compostos sinteticamente. a Associação de Agricultura Orgânica também oferece cursos na área e indicamos o SEBRAE mais próximo para que seja consultado futuramente (não possui nenhum curso agendado no momento). A seguir são apresentadas informações úteis sobre o plantio de tomates orgânicos. trabalhando em harmonia com a natureza. rotação de culturas. Os contatos de todos estão incluídos na parte “indicação” mais abaixo.  AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DE TOMATE ORGÂNICO . a “agricultura orgânica” insere-se na atualmente denominada “agroecologia” (agricultura com princípios ecológicos). sendo essa também constituída pela “agricultura natural”. atualmente. Na realidade. de acordo com especialistas da área. Sempre que possível baseiase no uso de estercos animais. adubação verde. Conceitualmente. Esse método busca manter a estrutura e produtividade do solo. tomate orgânico.

o jiló. principalmente nas primeiras semanas após a germinação. Principais Pragas Nas Mudas De Tomate Orgânico Entre outras.%). o excesso de água pode prejudicar a qualidade e a sanidade das mudas. podendo ser irrigadas manual ou automaticamente. Nessa fase. desde o norte do Chile até a Colômbia. Húmus e Vermicula) ou desenvolvidos pelo próprio produtor a partir de resíduos orgânicos “devidamente” preparados. regras estas. de forma a manter o sistema agrícola mais equilibrado e sustentável. dispostas em bandejas apropriadas para a semeadura. Formação Da Muda De Tomate Orgânico As mudas são formadas a partir de sementes de tomates orgânicos. Como substratos. evitando encharcar o substrato. por estarem adaptadas a esse sistema. O volume de água aumenta á medida que a muda vai crescendo. originário dos países andinos.EMBRAPA Meio Ambiente. e/ou com o controle da temperatura de estufas que possuem climatização. sendo que essa maneira de produção está sendo considerada mais sustentável do que o sistema convencional que tem apresentado taxas de 0-%. a uma taxa de 0% ao ano. Transplantio Das Mudas De Tomate Orgânico Após a preparação adequada dos canteiros (revolvimento e forma . Tomates Orgânicos Existem diversas regras para a produção de alimentos orgânicos que devem ser fiscalizadas pelas entidades certificadoras. e cultivadas em viveiros isolados e protegidos. deverão ser utilizados substratos orgânicos certificados (Bokashi. que pode ser combatido por defensivos naturais a base de Extrato de Nim (à 0. sendo uma fonte de vitaminas A e C e de sais minerais como potássio e magnésio. os produtos orgânicos que mais estão evoluindo são as hortaliças (principalmente o tomate) e as folhagens. que não existem para a agricultura convencional.O Tomate O tomate está entre as hortaliças mais consumidas no mundo. para semeadura das sementes nas bandejas. uma das principais pragas que atacam as mudas de tomateiros é o ácaro vermelho (Tetranichus bimaculantus). De acordo com o projeto desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária . É um fruto pertencente à família das Solanáceas (como o pimentão. a berinjela e a batata).

INDICAÇõEs: CURSOS: Fazenda Sula. plantios mais espaçados e aplicação de Calda Bordalesa. etc. da murcha deve-se adotar os seguintes procedimentos: cultivares resistentes. por sua vez. Também diversas práticas agrícolas tradicionais colaboraram. transplantar as mudas. o uso tradicional de quebra-ventos. aumentando. Os canteiros deverão. Para a requeima ou mela. tamanho e sanidade.Serra Negra – Estado de São Paulo – Brasil 9 AgriculturA e PecuáriA . assim. para evitar as pragas e doenças. melhorando a biodiversidade e abrigando inimigos naturais de pragas. palha. então. através da incorporação do produto na camada superficial do solo dos canteiros (cerca de 0cm de profundidade). sendo recomendado aplicar bastante matéria orgânica no solo. principalmente com crotalárias. rotação de culturas. podendo-se. na agricultura orgânica. tais como: o “mato” que é deixado no meio das plantações. Quanto ao controle. somente transplantando as mudas fortes. somente poderá ser transplantada após conter no mínimo  folhas bem definidas (cerca de  semanas de idade). deve-se realizar uma adubação. a capacidade produtiva do solo e mantendo o sistema de produção como um todo mais equilibrado e mais sustentável. saudáveis e com padrão uniforme. a adubação verde que fortalece o solo. então. Principais Doenças Nos Tomates Orgânicos Os maiores problemas são a murcha bacteriana e a requeima. controle da irrigação. e o melhor aproveitamento das ervas espontâneas como adubo orgânico ou cobertura morta. serem cobertos com uma vegetação morta (cobertura morta. A rotação é feita. proprietária da marca Nata da Serra Bairro da Serra de Baixo . Além das grandes vantagens por favorecer a fertilidade do solo. áreas novas. Deve-se realizar um controle rígido da qualidade. capim.tação do solo). como barreira para proteção de ventos fortes que causam um prejuízo invisível (disseminação de pragas e doenças). etc. utiliza-se a rotação de culturas para reduzir a população de nematóides (Meloidogyne). a diversificação de culturas que melhoram a resistência das plantas.). e irrigados até atingirem a sua capacidade de campo. A muda. recomenda-se cortar a irrigação por alguns dias. com fertilizantes orgânicos previamente tratados (curtidos).

oferece serviços de elaboração de projetos sócio-econômicos em cooperação com outras instituições. http://ecovida. assim como.php . Saltinho .br 0 .wopm.agrorganica. acessar os seguintes sites:  Rede de Agroecologia Ecovida / Núcleo Extremo Oeste de Santa Catarina. Agrônomo Ivo Severino Macagnan e a Eng. Eng.Telefones (9) 9- / 9-0 .com.Presta assistência técnica e certificação para produção e comercialização de alimentos orgânicos.br/site/index.br SEBRAE AGÊNCIA DE ATENDIMENTO EM LAGES Endereço : AV PRESIDENTE VARGAS 9 Telefone : 09 .org. . Tem como atividades principais a publicação e divulgação de Normas Técnicas de Produção Orgânica. assim como promove eventos técnicos.aao. plantão técnico de apoio e cursos na área.SC.com. Agrônoma Andréia Tecchio. . públicas e privadas.sbrt. A entidade recebe e organiza os trabalhos para divulgação na internet.br Organização não-governamental sem fins lucrativos.ibict. destinada a reunir e divulgar trabalhos técnico-científicos sobre agroecologia/agricultura orgânica. contato com MSc. Centro de Estudos Agroecológicos (CESAGRO) http://www. Bairro : CORAL Cep : 0900 Associação de Agricultura Orgânica http://www.br Organização não-governamental aliada ao Movimento Internacional de Estudos da Agroecologia (MIESA).E-mail natadaserra@natadaserra. Fone (9)  000.com. Serviço Brasileiro de Resposta Técnica (SBRT) http://www. situa-se em Santa Catarina: Rua Lídia Pless Pfeifer. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se para adquirir conhecimentos básicos complementares aos aqui apresentados.

Disponível em: <http://www. acessível pelo endereço eletrônico http://www.html>. NATA da Terra.sbrt. Acesso em:  de maio de 00.com.METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA SBRT Serviço Brasileiro de Respostas.ibict.sbrt.html: possui ótimas referências bibliográficas especificamente sobre a produção de tomates orgânicos ou http://www.ibict.br/upload/sbrt720. Acesso em:  de maio de 00.br/upload/sbrt705.sbrt. Acesso em:  de maio de 00.br/upload/sbrt705.html: de onde foram retiradas boa parte das informações contidas aqui. Tomate Orgânico.html>.ibict. SBRT Serviço Brasileiro de Respostas. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Atualmente.br/upload/sbrt720.sbrt.ibict.html>.natadaserra. Disponível em: <http://www. .br/palestras. Produção de Tomate Orgânico. Disponível em: <http://www. possui diversas Respostas Técnicas sobre o cultivo de produtos orgânicos.

O procedimento deve ser dividido em duas etapas para não matar a planta: deve ser colocado a cm da muda de um lado e. Segundo Lourival Fermiano. espaçamento para plantio Qual o espaçamento ideal para eucalipto onde o solo tem baixos teores de fósforo e potássio? Gostaria de saber se pode consorciar o eucalipto com outras culturas. consórcio. adubação. o que poderia prejudicar a muda no ínicio de seu desenvolvimento.  de potássio. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A correção do solo não interfere no espaçamento. Para correção de base é usado o adubo 0. técnico operacional da Estação Experimental de Itatiba/USP. silvicultura. A correção de base é fundamental para o desenvolvimento da cultura de eucalipto razão pela qual não pode deixar de ser feita. isto é.o que responderia a Kg/hec do adubo. correção do solo. o espaçamento segue geralmente o modelo de mx. A correção do solo se divide em duas etapas: A correção de base e a adubação de cobertura. em termos práticos são medidas autônomas.PLANTIO E CONsORCIAMENTO DO EUCALIPTO PALAvRAs-ChAvE Eucalipto. Na adubação de cobertura pode ser utilizado os adubos do tipo 0 ( de nitrogênio para  de potássio) ou 000 (0 de nitrogênio para 0 de potássio).  .0m independente das condições em que o solo se encontra. à proporção de  de nitrogênio. Esta é uma proporção padrão para os tipos de solos brasileiros que geralmente apresentam baixos teores de fósforo. após um mês ou 0 dias ser colocado do outro seguindo o mesmo distanciamento. Devem ser utilizadas 0Kg/hec de fósforo . A aplicação ser feita  dias após o plantio. Lembramos que ambas as etapas devem ser feitas em campo limpo para que não haja proliferação de mato. 0 de fósforo. A quantidade de adubo será de 00Kg/ hec e é realizada após  meses do plantio.

Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de set. deve-se seguir estritamente as técnicas de cultivo. Sugerimos também que outras consultas sobre o assunto eucalipto sejam buscadas no banco de dados do SBRT pelo link que segue abaixo: http://sbrt. . 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Com relação ao consórcio com outras culturas.br/>. Fermiano adverte que o eucalipto tem um rápido crescimento e que.CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Para que uma plantação de eucalipto de bons lucros e atinja o máximo de sua capacidade de produção. Qualquer procedimento errado pode significar perda de crescimento e alteração da qualidade da madeira.ibict. um profissional qualificado para o monitoramento do plantio.br/ (acesso em  de set.00) FONTEs CONsULTADAs Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas . Disponivel em: <http://sbrt. Portanto.00. pois a derrubada do eucalipto com certeza comprometera o desenvolvimento de uma lavoura adjacente. a cultura consorciada deverá suportar bem em área sombreada. portanto. a área permanecerá sombreada por uma período de  a  anos (tempo de maturação do eucalipto para o corte). Também deverá ter um ciclo rápido. Logo. ibict. Acesso em:  de set. é impreescindível.

que consiste no uso do plástico na agricultura. e os dados encontrados em páginas da Internet eram antigos e apresentavam uma grande variabilidade. uso de materiais plásticos em sistemas de cultivo totalmente protegidos (como estufas e hidroponias) para o cultivo de flores. Porém. A plasticultura. cobertura morta. seguem-se abaixo algumas considerações gerais sobre os benefícios da sua adoção. A plasticultura possui um horizonte de aplicação bastante largo. de onde podem ser obtidas maiores informações. se o intuito é promover uma campanha de incentivo à plasticultura. optou-se por não fornecer tal informação. ou ainda a simples cobertura do solo com uma camada fina de plástico filme para o cultivo de  .PLAsTICULTURA PALAvRAs-ChAvE Mulching. não foi possível localizar uma informação confiável: através de comunicação via e-mail o Comitê Brasileiro de Plasticultura informou que não possui tal dado. visto o caráter duvidoso da mesma. ainda ocupa uma fração restrita da agricultura brasileira. abrangendo desde complexos sistemas que usam materiais plásticos para a irrigação de regiões áridas e cultivo de frutas. atraindo produtores que buscam maior produtividade e tecnificação em suas atividades de cultivo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Quanto à área cultivada com o sistema de “mulching” no Brasil. além da indicação de um documento produzido pelo SEBRAE-MG para quem deseja começar um negócio no ramo e o contato do COBAPLA – Comitê Brasileiro de Plasticultura. Desta forma. pois está fazendo uma campanha junto aos produtores agrícolas da sua região para ampliar o uso da plasticultura e deseja informar a estes produtores. porém vem crescendo ano a ano. plasticultura Saber qual é a área cultivada com o sistema de “mulching” no Brasil.

l redução no custo de produção. Ponto de partida para início de negócio – “Plasticultura  AgriculturA e PecuáriA hortaliças (técnica conhecida como “mulching” ou cobertura morta).br REFERêNCIAs SEBRAE-MG. legislação. agrotóxicos e adubos.com.pdf>.sebraemg. .SP Cep:090 Tel: ()(9) -09 Fax:()(9) -00 E -mail: plasticultura@plasticultura. tributação. l antecipação da colheita. Este documento contém: l l l l informações a respeito de mercado. floricultores e horticultores.Feagri/Unicamp Antonio Bliska Jr. lista de contatos de instituições e universidades envolvidas com a plasticultura Este documento encontra-se gratuitamente disponível através do endereço: <http://www. Dentre eles.br/arquivos/pontopartida/Plasticultura. Postal -0 Campinas. O SEBRAE de MG desenvolveu um documento de enorme valor e de leitura indispensável para quem deseja iniciar um negócio em plasticultura. Informações adicionais também podem ser obtidas através do COBAPLA – Comitê Brasileiro de Plasticultura: COBAPLA . CX. pois a cultura passa requerer menos tratos culturais.org. registro.O uso do plástico pode gerar diversos benefícios tanto para fruticultores. finanças e outros aspectos organizacionais que são indispensáveis para quem deseja iniciar um negócio da forma correta. podemos destacar: l aumento da produtividade. Mais uma vez é ressaltada a importância da leitura deste material. informações técnicas necessárias para o desenvolvimento de estufas casos reais de culturas que se beneficiaram com a plasticultura.

cultivo sob plástico”. Acesso em:  de out. Carlos A.br/arquivos/pontopartida/Plasticultura.sebraemg. 00. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . Disponível em <http://www.pdf>. de A. V.com. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de Out..

sendo a mais conhecida na deita de porcos. em: <http://dedalus. soro de leite integral PALAvRAs-ChAvE Possibilidade de utilização para o soro do leite extraído no feitio de queijo.usp. Também os Documentos: Viabilidade da substituição Gradativa do Leite Integral pelo Soro de Queijo no Desmamento de Bezerros Mestiços e Utilização de Mistura de Leite de Soja e Soro de Queijo no Aleitamento de Bezerros. 00 e <http://dedalus. cujo resume e referêcias completas podem ser encontradas no endereço: <http://www. 00. como pode ser visto no estudo: Níveis de Soro de Leite na Dieta de Leitões na Ceche.usp. bem como o local na USP.br:4500/ALEPH/POR/USP/USP/DEDALUS/SHORT/450224/1/> acesso em: 09 de Ago.org/abstrac t?id=121265&toc=y> acesso em: 09 de Ago.Soro de queijo. onde podem ser encontrados. quando o custo da ração economizada for maior que o custo do transporte de soro do laticínio até o local de alimentação dos leitões (a utilização do soro de leite em substituição à ração sem prejuízos no desenmpenho dos leitãos pode ser de até %).  AgriculturA e PecuáriA POssIBILIDADEs DE UsO DO sORO REsULTANTE DA PRODUÇÃO DE QUEIjOs . reciclagem de soro de queijo. E como emplementar essas utilizações. Assim o uso de soro de leite é viável economicamente. mas não houve diferenças quanto ao ganho de peso nos diferentes tratamentos. alimentados com dietas que contenha soro de leite. estão disponíveis.br:4500/ALEPH/POR/USP/ USP/DEDALUS/FULL/0598349?> acesso em: 09 de Ago. Uma das mais comuns é uso na alimentação de animais. Universidade de São Paulo. 00. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O soro de leite apresenta diferentes aplicações.doaj. apresentaram melhor conversão alimentar que os que receberam a dieta testemunha (tipo de dieta sem o soro). respectivamentes. Esse estudo através de um experimento prático demonstra que os animais. cujas referências completas.

0%. desenvolveuse um produto rico em proteínas.% de bicarbonato de sódio (NaHCO). inclusive do padrão utilizando apenas água da soja e soro de queijo. 0%. “O uso do soro de queijo na formulação de “substitutos” ou “análogos” do leite. O sistema de trituração ou moagem dos grãos trabalha utilizando água quente durante 0 minutos e produzindo uma massa final com uma temperatura de 0-°C. Posteriormente.usp. teses. Assim. tem-se demonstrado a vabilidade tecnológica e nutricional do uso do soro de queijo como meio líquido de extração.usp. os grãos foram drenados e submetidos a um branqueamento. 0%. 0%. entre outros que versão sobre possiblilidade de uso do soro de queijo. Dessa forma. 00. durante doze horas.pdf> acesso em: 09 de Ago. a análise sensorial e composição química dos produtos. na elaboração de extratos hidrosslúveis.bibvirt. livros. surge como uma solução para a redução da poluição por ele causada. na medida em que é desviado para o processamento desses produtos. então. realizando. podem-se encontrar referências de vários documentos. utilizando uma relação sólido: líquido de : numa solução a 0. O extrato assim obtido foi aquecido em torno de resfriado a uma temperatura de °C. então substituíram-se 0%. 90% e 00% da porção líquido (água) por soro de queijo. futuro. reduzindo a adstringência natural da soja com conseqüente melhoria do sabor do extrato hidrossolúvel obtido.  .br/textos/hemeroteca/cta/vol19n1/cta19n1_15. dissertações. 0%. Na etapa em que a relação sólido: líquido é :. 00. do que o extrato hidrossolúvel de soja.” As duas formas de uso do soro de queijo citadas são algumas entre várias. disponível em: <http://www.” “A obtenção do extrato de soja foi feita de acordo com o método FEAA-UNICAMP.br:4500/ALEPH/por/USP/USP/DEDALUS/FIND-A?FIND=Todos&BASE=Todas+as+Bases&VALUE=++soro+de+que ijo> acesso em: 09 de Ago. com água em ebulição durante 0 minutos.A partir do artigo: Aproveitamento do Soro de queijo na Obtenção do Extrato Hidrossolúvel de Soja. gerando extrato com maior valor nutricional e com um sabor muito mais agradável. além de aumentar o teor protéico. A relação sólido: líquido utilizada durante esta etapa é de :. 0%. em substituição à água. O processo utiliza grãos de soja inteiros. 0%. que são macerados à temperatura de °C. No endereço: <http://dedalus. estudou-se a possibilidade de uso do soro de queijo como líquido de extração de proteínas de soja.

org/abstract?id=121265&toc=y> acesso em: 09 de Ago. 00. . PRUDÊNCIO. Catálogo On-line – DEDALUS. pp. Instituto de Alimentos desenvolve pesquisas especificamente sobre possibilidade de utilização do soro de queijo. 9 AgriculturA e PecuáriA CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs .br/textos/hemeroteca/cta/vol19n1/cta19n1_ 15.usp. 00 v. br:4500/ALEPH/por/USP/USP/DEDALUS/START > acesso em: 09 de Ago. Lucélia & LOVATTO Paulo Alberto & SILVA José Henrique Souza da & GARCIA Gerson Guarez & BRUM Júnior Berilo de Souza & OLIVEIRA Joyce Leite Siqueira de. 00. Universidade Federal de Santa Catarina 999. 00.br/gpesq2/garea5/apg507/reg_se/uf_sp/i_ital/g_5101/ gp5101.usp. Honório Domingos.futuro. . Níveis de Soro de Leite na Dieta de Leitões na Ceche. Jornal: Ciência Rural. Banco de Dados Bibliográfico da USP. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de Agosto de 00.doaj. 00. Elane Schwenden & BENEDET.bibvirt.Caso queira informações especilizada o ITAL. 00. Disponível em: <http://www. Aproveitamento do Soro de queijo na Obtenção do Extrato Hidrossolúvel de Soja. Disponível em: <http://www. FONTEs CONsULTADAs HAUPTLI.cnpq.pdf> acesso em: 09 de Ago. Disponível em: <http://dedalus. Universidade de São Paulo. como pode ser verificado em: <http://www.htm> acesso em: 09 de Ago. cap. .

Esta espécie ataca. se ficar mais tempo. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs O uso de insumos pode oferecer riscos para a saúde. cupim branco.00 Também sugerimos que caso haja interesse em informações mais aprofundadas e especificas. O link para acessar a busca no banco de dados segue abaixo: <http://sbrt. que seja buscada no site do SBRT as demandas sobre o assunto eucalipto já disponíveis no banco de dados. é provável que. algumas plantas. na passagem do viveiro para o plantio.técnico operacional da Estação Experimental de Itatiba/USP. primeiramente a raiz das mudas e depois todo o cerne do caule. Fermiano adverte que o tubete deverá ficar mergulhado na solução apenas o tempo necessário para a absorção do líquido. A destruição é total. mesmo tratadas. corre-se o risco de matar a muda. sucumbam ao ataque desta praga.br/>. Esta solução deverá seguir a proporção de ml de DECIS para 0 litros de água. muda de eucalipto Como proceder para que cupins não ataquem a lavoura de eucalipto? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA É comum o ataque de cupim branco no ínicio da lavoura de eucalipto. Ainda assim. razão pela qual deverá ter a supervisão de um profissional qualificado. Sugerimos para maiores informações sobre o assunto. controle de pragas.ibict. afirma Lourival Fermiano . A planta morre devido a destruição de seu sistema condutor de nutrientes ( xilema e fluema presente no caule e na raiz) ser destruído. A solução será.Acesso em:  de set. O link para o site da ESALQJunior 0 . que entre em contato com a Empresa Junior de consultoria da ESALQ.PRAGAs EM MUDAs DE EUCALIPTO PALAvRAs-ChAvE Eucalipto. em um número bem menor. mergulhar o tubete em que se encontra a muda numa solução do insumo DECIS.

Disponível em:<http://sbrt.br/>.Acesso em:  de set.usp.00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA segue abaixo: <http://www.br/~esalqjrc/>.ciagri.00 . ibict.FONTEs CONsULTADAs Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.00 Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de set.Acesso em:  de set.

as oportunidades de instalação de invasoras são reduzidas. (assa-peixe). crescem de maneira relativamente lenta exigindo controle pouco freqüente e menos rigoroso. 99). plantas daninhas em pastagens Informações sobre pragas e plantas daninhas em pastagens. do conhecimento deste agroecossistema e do nível tecnológico empregado no seu manejo. Com relação aos invasores Almeida afirma que os níveis de infestação e o grau de agressividade das plantas invasoras em pastagens. em razão de manejos inadequados (MACEDO e ZIMMER. assim como. como por exemplo: Vernonia spp. dependem. adubação. Estas espécies. Peschiera fuschsia-  . manejo animal. da capacidade de recuperação natural para sustentar os níveis de produção e de qualidade exigidos pelos animais. estabelecimento. de superar os efeitos nocivos de pragas. PITELLI (99) distingue entre dois tipos básicos de invasoras que se instalam em pastagens: l Em pastagens bem formadas com forrageiras de alto poder de ocupação do solo e com manejo adequado dos animais. Pterogyne nitens (amendoim-do-campo). em seu artigo: Degradação. o conceito de degradação de pastagens corresponde ao processo evolutivo de perda do vigor.PRAGAs EM PAsTAGENs PALAvRAs-ChAvE Pastagens. invasores. principalmente como controlá-las. Recuperação e Sustentabilidade de Pastagens Cultivadas. pragas em pastagens. culminando com a degradação avançada dos recursos naturais. doenças e invasoras. Os principais fatores relacionados com a degradação de pastagens são: clima. da produtividade. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo Roberto Giolo de Almeida. entre outros fatores. uso do fogo. tipicamente arbustos e árvores de pequeno porte. germoplasma forrageiro. pragas e doenças. solo. Deste modo.

KICHEL et al. com viabilidade econômica. e B. sob condições dos cerrados. aumentando a disponibilidade de forragem em pastagens renovadas de P. Em pastagens mal formadas. predominam espécies de invasoras mais efetivas na reprodução. levando à rápida degradação da pastagem. maximum cvs. citaram trabalhos realizados na EMBRAPA-CNPGC. Digitaria insularis (capim-amargoso). etc. para recuperação de pastagens degradadas de branquearia. as práticas de controle de invasoras se tornam atividades prioritárias de manejo das pastagens. de ciclo curto e com mais rápido crescimento populacional. Para regiões de savanas úmidas.  AgriculturA e PecuáriA efolia (leiteiro). citando dados não publicados de Nunes e Kichel. No caso de pastagens razoavelmente bem manejadas. (guanxumas). ARGEL e VEIGA (99) comentam que as condições climáticas e a diversidade de espécies de regiões do trópico úmido dificultam o estabelecimento e a persistência de pastagens. favorecendo a proliferação de invasoras melhor adaptadas a esta condição. em que não houve ocupação efetiva da superfície do solo e submetidas à superlotação de animais. como por exemplo: Sida spp. Andropogon bicornis (capim-rabode-burro). MACEDO e ZIMMER (99). neste caso. (99). mostraram que o uso de herbicida foi eficiente na redução de invasoras. com ou sem adubação superficial. . Estas espécies exigem medidas mais freqüentes e rigorosas de controle. Pteridium aquilinum (samambaia). sendo que algumas delas podem ser favorecidas pela adubação ou pela condição de melhor fertilidade do solo. nem sempre é um sinal de declínio da fertilidade do solo. segundo DIAS FILHO (990). Marandu. Tanzânia e Colonião.l A diversidade e a complexidade da vegetação nativa é um bom indicativo das invasoras que podem infestar as pastagens cultivadas nestas áreas. seria mais um reflexo do mau manejo. e que. nos cerrados. não foi eficiente para impedir o retorno da vegetação nativa. as limitações climáticas e de fertilidade do solo não permitem a produção abundante de invasoras em pastagens. solos com baixa fertilidade natural podem limitar o desenvolvimento das plantas forrageiras. como por exemplo o superpastejo. onde o emprego de grade aradora pesada. Porém. brizantha cv. nestas áreas. A presença de invasoras em pastagens. etc.

assapeixe./ha e de CS de 0. sendo os benefícios proporcionados. Utilizou-se uma solução aquosa concentrada de Picloran que inclui corante na formulação. proporcionaram maiores valores para CS (0. apesar de maiores valores para CDMA (R$ 9. apresentaram menores valores para CDMA (R$ . Os sistemas deroçadas mecânicas (com trator. A roçada manual. UA/ha. à infra-estrutura e arecursos humanos de qualidade.9 UA/ha. que permanecem atuando no solo por  a  anos.de curta duração. Os sistemas de limpeza com herbicidas (foliar com Burrojet.ano). com Link. foi o sistema menos eficiente. UA/ha. foliar com trator. cambará.9 a 0. após corte com enxadão. enquanto que o emprego de herbicidas deve ser indicado somente quando o grau de infestação da pastagem for superior a 0-%.00/ha). e com subsolador). rabo-de-burro. A ciganinha foi controlada por aplicações no toco. devido ao seu mecanismo de propagação. ANUALPEC(999) avaliou vários sistemas de limpeza de pastagens. De acordo com estas estimativas. conhecida como ciganinha. recentemente. Já com relação às pragas e doenças. etc. por meio de estimativas do custo direto médio anual (CDMA) e dos benefícios destes em termos de capacidade de suporte das pastagens (CS)./ha). a substituição da vegetação  . Ainda com relação aos sistemas que empregam roçadas para limpeza de pastagens.0 a R$ 9. nas concentrações de -%. Neste contexto. as roçadas mecânicas dificilmente se justificam para infestações inferiores a 0%. o custo com a limpeza de pastagens pode representar até 0% dos custos de produção na pecuária de corte. e foliar com avião). no toco com costal. com valores para CS de 0. apresentando valores de CDMA de R$ . alecrins.ano. PEREIRA (990a) comenta que a maioria das invasoras roçadas rebrotam com vigor (vassouras. coerana branca. guanxumas. exigindo maior escala de operação. infraestrutura e recursos humanos de qualidade. a 0. amplamente utilizada em pequenas propriedades. além de serem menos exigentes quanto à escala de operação. Caracterizada por ser de difícil erradicação. apresenta vigorosa rebrotação causada por tratos mecânicos.NUNES (999) relatou. com resultados a longo prazo. com exceção da aplicação com avião. a ocorrência de Memora peregrina. por sementes e vegetativo.). como planta invasora de pastagens degradadas do cerrado. erva-de-rato. devido ao poder residual dos herbicidas.ano. a R$ 9. com pulverizador costal.

cupins. em áreas com histórico de altas infestações e o controle químico. a 0- cm). PEREIRA. causa um desequilíbrio no ecossistema. jaraguá. 9. quando forem encontradas 0- ninfas grandes por metro quadrado (ALVES. admite-se um prejuízo da ordem de % na produção de massa verde (ALVES. As espécies de cigarrinhas Zulia entreriana. ou de espécies competidoras. 99). quebra de cadeias alimentares e de ciclos de nutrientes. e plantas cespitosas. reduzam em 0% a produção forrageira do pasto atacado. Deois schach. brizantha . Makueni e Cynodon plectostachyuis. pela diminuição da diversidade biogenética. entre 0 e 90%. podendo estar associada à gradagem. o manejo adequado da carga animal. Kazungula. das condições climáticas e do manejo da pastagem. e sua ocorrência pode desencadear o processo de degradação. As formigas cortadeiras do gênero Atta e Acromyrmex são as de  AgriculturA e PecuáriA clímax. dependendo das espécies forrageiras. Pastagens exclusivas de B. Estes fatos permitem que certas espécies sejam beneficiadas pela abundância de alimento e ausência ou diminuição da população de seus inimigos naturais e. em média. após as primeiras chuvas. e fungos que atacam as sementes de capins. de capim-colonião e de pangola são suscetíveis às cigarrinhas. . P. para o estabelecimento de pastagens cultivadas. cochonilhas. de capim-buffel (C. de B. B. gafanhotos. 990b. por sua ampla abrangência e pelos danos econômicos que podem causar. Calcula-se que  cigarrinhas adultas por metro quadrado. setária cv. capimgordura.Nos ecossistemas de pastagens cultivadas brasileiras. Dentre as doenças citam-se: a antracnose. o controle biológico. assim. ruziziensis. em pastagens estabelecidas. SILVEIRA NETO. maximum cv. VALÉRIO e KOLLER. Biloela). praticamente. Propostas para o manejo integrado das cigarrinhas-das-pastagens incluem: a diversificação e. ocorrem em. para as leguminosas. o aparecimento de pragas e doenças. percevejos e lagartas são pragas secundárias. além do aumento relativo da produção de matéria orgânica. a queima controlada.99). Planaltina. caracterizando. Formigas cortadeiras. Como forrageiras resistentes citam-se: andropogon cv. todo o território nacional. dentre as principais. decumbens. Deois flavopicta. o uso de espécies resistentes. 9. em 0 dias. provocando prejuízos variáveis. ou consorciação de espécies. ciliaris cv. as cigarrinhasdas-pastagens são vistas como a principal praga. de modo a evitar sobra de pasto (plantas estoloníferas não devem ser rebaixadas a menos de -0 cm.

P.maior importância para controle.. maximum . quando se compararam áreas infestadas (cerca de 0 cupinzeiros/ha) com outras não infestadas. Cornitermes cumulans. B. No entanto. Cynodon spp. perdem cerca de  kg de forragem por dia. A. podem ser encontrados infestando pastagens em diversas regiões do Brasil. rufa. Desmodium spp. 99). minutiflora. em média. SILVEIRA NETO (99) cita um estudo para comprovar os danos diretos causados ao sistema radicular de forrageiras por estes insetos. PEREIRA (990 b) comenta que pastagens contendo.. 99). Centrosema spp. por vezes. Os prejuízos causados pelas formigas são consideráveis. nos ecossistemas de savana. As espécies de Acromyrmex mostram uma notória preferência por A. uma pastagem com um número alto de. m  . e Leucaena spp. podem causar sérios danos na fase de estabelecimento. há controvérsias quanto aos danos que. e por P. decumbens é pouco atacada (antipreferência: antixenose). pastagens mais velhas tenderão a apresentar níveis de infestação mais elevados.. aumentando sua população com o passar do tempo mas. maximum . na qualidade. Quanto ao argumento que os cupinzeiros diminuem a área útil das pastagens. ataca principalmente D. 00 cupinzeiros/ha . A lagarta-dos-capinzais. gayanus . e Setaria  . H. altas infestações de cupinzeiros dificultam os tratos culturais. decumbens . também. limitam a movimentação de máquinas e. Porém. considerando-se que um cupinzeiro ocupa uma área média de 0. M. principalmente para leguminosas como Pueraria phaseoloides... Stylosanthes spp. Caso não haja preocupação em controlá-los. por meio da utilização de fungos entomopatogênicos. bem como na cobertura vegetal dos pastos. Os cupins de montículo. Normalmente atacam pastagens estabelecidas. Brachiaria spp. ecológica e econômica para controle desta praga. Paspalum spp. O controle desta praga é feito pelo uso de iscas de inseticidas químicos. em que não foi constatado redução na produção. possivelmente. reduzindo a produção forrageira e a área útil das pastagens. ALVES (99) sugere uma alternativa eficiente. teria sua área útil reduzida em apenas % (um por cento) (EMBRAPA. a dos próprios animais. humidicola é resistente e parece ter efeitos repressivos sobre populações de formigas (LAPOINTE e FERRUFINOC. As lagartas (larvas de lepidópteros) são pragas esporádicas das pastagens que chegam a causar grandes perdas de biomassa quando da ocorrência de altas infestações. por exemplo. estariam causando. enquanto que B. 0 formigueiros/ha. gayanus. em função do ataque das formigas. no trópico úmido. Mocis latipes .

CPPSE. São Carlos-SP. e Tilletia ayresii. Km  – CEP: 0-90. conseqüentemente. Finalmente vale ressaltar que se deve ler na integra o artigo: Degradação. Telefone: ()  AgriculturA e PecuáriA spp.htm> e adquirir os seguintes documentos: l Controle de plantas daninhas em campos de produção de sementes de forrageiras. e de % quando esta era de  lagartas/m (LAPOINTE e FERRUFINO-C. sendo amplamente difundida.embrapa. Geralmente. Quanto às gramíneas. quando a população era de  lagartas/m. para a manutenção das pastagens. no começo da época das chuvas.br/publicacoes/publicacoes. Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária – Centro de Pesquisa da Pecuária Sudeste.cppse. 99). cujas referências completas se encontram abaixo. sua população aumenta depois de uma seca severa seguida de chuvas curtas e escalonadas. l Invasoras em Pastagens l As sementes de forrageiras como agronegócio no Brasil. INDICAÇõEs DE LEITURA Com o objetivo de se obter mais informações sobre o assunto. Estas doenças são fatores limitantes ao ressemeio natural desta espécie e. é uma doença que ataca as sementes de leguminosas tropicais em geral. que causa a “mela” das sementes.reduzir o vigor das plantas. foram observadas perdas de cerca de % de matéria verde..CPPSE é: Rodovia Washington Luiz. maximum são afetadas pelo fungo Fusarium roseum. l Produção de Sementes de Gramíneas Forrageiras Tropicais. após a emergência. especificamente no endereço: <http://www. O controle pode ser feito por meio do tratamento das sementes e pelo uso de variedades resistentes. l Características agronômicas das principais plantas forrageiras tropicais. O endereço completo da EMBRAPA. podendo causar a morte de plântulas e. . na região do trópico úmido praticamente todas as variedades de P.A antracnose. Em cultivares de Cynodon dactylon . que causa a doença da semente chamada “cárie do sino”. Recuperação e Sustentabilidade de Pastagens Cultivadas. devese ir ao site da EMBRAPA . causada pelo fungo Colletotrichum gloeosporioides.

CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Aconselha-se que os documento indicados sejam lidos e caso ainda tenha dúvidas nesses textos existem uma série de outras indicações bibliográficas.9 . . C. Fax: -. Carlos Guilherme Silveira. NOTESALQ Piracicaba. de 00.com. p. .usp. artigos e periódicos. Recuperação e Sustentabilidade de Pastagens Cultivadas. Manejo de Pastagens: O que é e o que significa. Monografia/livro. de 00. fev.br> acesso em  de fev. Patrícia Menezes.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/0792602> acesso em  de fev. 0 p. Degradação. consulte-as.usp. º ed. você pode obter mais informações.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1027406> acesso em  de fev. Referência completa disponível em: < http://dedalus. Referências completas disponíveis em: < http://dedalus. out. Caixa Postal: 9.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1355377?> acesso em  fev.  .br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1459479> acesso em  fev. PEDREIRA. .forragicultura. de 00. M. 00. Piracicaba: ESALQ. n. disponível em: <http://dedalus. de 00.com. Forragicultura & Pastagens. 999. Manejo de Pastagens.usp. v. .br/arquivos/degradacaorecuperacao . Roberto Giolo de. p. n.forragicultura. Artigo de periódico. v. Notícias da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Piracicaba. livro. Anais de º Simpósio sobre Manejo de Pastagem. . Referências completas disponível em: <http://dedalus.usp. Referências completas.. Também com o objetivo de se informar mais sobre o assunto segue as referências de alguns documentos: SANTOS. Disponível em: http://www. REFERêNCIAs ALMEIDA. de 00.  p. Piracicaba: FEALQ. Erros Comuns no Manejo de Pastagens e Outros Volumosos. 99. DA SILVA. HADDAD. 00.. Também no site: <www. Sila Carneiro.

Disponível em: <http://143. Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária – Centro de Pesquisa da Pecuária Sudeste.htm> acesso em  de fev. de 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA sustentabilidadepastagens.br/publicacoes/publicacoes.125:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/> acesso em  de fev.cppse. Publicações.pdf acesso em  de fev.107. de 00. de 00. DEDALUS. . Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de fev.EMBRAPA . Banco de Dados Bibliográficos da USP.CPPSE.253. de 00.embrapa. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. disponível no endereço: <http://www. Catálogo On-line Local – ESALQ.

mas colore de verde a água em que vive.PRODUÇÃO DA sPIRULINA PALAvRAs-ChAvE Produção da spirulina. como o fósforo. mm de comprimento. além da clorofila. Sua reprodução é assexuada e se dá por divisão de filamentos. porém nós a vemos verde e no microscópio ela parece com uma “mola” (). de vitaminas. é uma alga azul. estas 90 . o potássio e o ferro. quase não é visível a olho nu. Para se desenvolver necessita de água. Figura 1. mas é diferente destas. utilizando assim a quase totalidade do espectro solar. Ela vive de fotossíntese como as plantas. pois possui. vista microscópica de uma spirulina (1) A spirulina é interessante para a alimentação humana e animal. Sendo menor do que 0. os carotenóides e a ficocianina como pigmentos. luz. nitrato e minerais. o magnésio. spirulina Informações sobre a produção da spirulina em tanque IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. calor e dos elementos essenciais à vida das plantas: carbono. pois ela contém quantidades enormes de ferro. sobretudo provitamina A e vitaminas do grupo B. de minerais e proteínas. Introdução Nome científico da Spirulina “Cyanobactéria Arthrospira platensis” (Figura ).

sobretudo nos EUA onde é muito procurado como suplemento alimentar e. Índia e. como na China. por não possuírem parede celular. spirulina secando na Fazenda Tamanduá (1) 2. todos os seus elementos são completamente biodisponíveis para o organismo. Figura 2.9 kJ/ grama seca. desde sempre as mulheres recolhem a spirulina filtrando a água das lagoas. No Chade. a spirulina é vendida nos mercados com o nome de “DIHÉ” e alimenta um tráfico intenso de caravanas. em vários países. A massa dessa alga microscópica se concentra então num purê de um verde profundo que depois é secado no sol (Figura ) em forma de bolacha. No ocidente a spirulina é pesquisada há pouco tempo. a spirulina é colocada nos alimentos diários aos quais ela traz um valor nutritivo importante. Tailândia. 9 AgriculturA e PecuáriA . As virtudes alimentares da spirulina são conhecidas desde milênios. a um alto preço. Raspada. pois os povos sabem que ela é um suplemento indispensável da alimentação deles. Na África está presente nas lagoas temporárias que são salgadas e alcalinas. por isso. os Astecas já recolhiam a spirulina em lagos alcalinos do planalto mexicano. que se conserva muito bem. industrialmente.podendo chegar a 0%. país da África Central. Bastante procurada. Propriedades Nutricionais da spirulina Proteínas :  % do peso (norma: >0) Glicídios :  % do peso Minerais :  % do peso (cinzas totais: <0) Lipídios :  % do peso Fibras :  % do peso Água :  % do peso (norma: <0) Conteúdo energético = 000 calorias ou 0. Hoje em dia se produz. Além disso.

Tanque padrão de produção (10 m²) na Fazenda Tamanduá . O meio parecido com aqueles dos lagos salgados pode ser