respostas

coletânea de
produzidas e veiculadas no âmbito do serviço brasileiro de respostas técnicas – sbrt

técnicas
01. AGRICULTURA E PECUÁRIA
OrganizaçãO

Oswaldo Massambani

01. Agricultura e pecuária 02. Alimentos e bebidas 03. Borracha e plástico 04. Brinquedos e jogos 05. Celulose e papel 06. Construção 07. Couro e calçados 08. Eletricidade, gás e água 09. Equipamentos de instrumentação médico 10. Equipamento de medida, teste, controle de automação industrial 11. Equipamento de segurança profissional 12. Gemas e metais preciosos

13. Madeira 14. Máquinas e equipamentos 15. Material eletrônico e aparelhos e equipamentos de comunicação 16. Meio ambiente, reciclagem e tratamento de residuos 17. Metal 18. Metalurgia básica 19. Minerais não metálicos 20. Mobiliário 21. Produtos químicos 22. Serviços industriais 23. Têxtil 24. Transporte e armazenagem 25. Vestuário e acessórios 

AgriculturA e PecuáriA

Universidade de são PaUlo reitora Suely Vilela vice-reitor Franco Maria Lajolo Pró-reitora de Graduação Selma Garrido Pimenta Pró-reitor de Cultura e extensão Universitária Ruy Alberto Corrêa Altafim - 2008-2009 Pró-reitora de Pesquisa Mayana Zatz Pró-reitor de Pós-graduação Armando Corbani Ferraz

aGênCia UsP de inovação Coordenador Oswaldo Massambani diretor Técnico de empresa e empreendedorismo Jose Antonio Lerosa de Siqueira diretor de Processos de inovação Claudio Tervydis diretor Técnico de Propriedade intelectual Maria Aparecida de Souza diretor Técnico de Transf. de Tecnologia Alexandre Venturini Lima diretor Técnico de inovações para sustentabilidade Elizabeth Teixeira Lima Pólo Pirassununga/Piracicaba Daniel Dias
Agência USP de Inovação Av. Prof. Luciano Gualberto, trav. J, 374 7º andar Prédio da Antiga Reitoria Cidade Universitária Butantã São Paulo - SP - Brasil 05508-010 Telefone: 11 3091 4495 www.inovacao.usp.br

Pólo ribeirão/Bauru Flávia Oliveira do Prado Pólo são Carlos Freid Artur Leonardo Augusto Garnica

Produção visual e web: Thais Helena dos Santos [ Midiamix Editora Digital ] 

respostas
coletânea de
produzidas e veiculadas no âmbito do serviço brasileiro de respostas técnicas – sbrt

técnicas
01. AGRICULTURA E PECUÁRIA
ORGAnIZAçãO

Oswaldo Massambani

01. Agricultura e pecuária 02. Alimentos e bebidas 03. Borracha e plástico 04. Brinquedos e jogos 05. Celulose e papel 06. Construção 07. Couro e calçados 08. Eletricidade, gás e água 09. Equipamentos de instrumentação médico 10. Equipamento de medida, teste, controle de automação industrial 11. Equipamento de segurança profissional 12. Gemas e metais preciosos

13. Madeira 14. Máquinas e equipamentos 15. Material eletrônico e aparelhos e equipamentos de comunicação 16. Meio ambiente, reciclagem e tratamento de residuos 17. Metal 18. Metalurgia básica 19. Minerais não metálicos 20. Mobiliário 21. Produtos químicos 22. Serviços industriais 23. Têxtil 24. Transporte e armazenagem 25. Vestuário e acessórios 

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O Programa Disque Tecnologia, em parceria com o Sistema Integrado de Bibliotecas, ambos da Universidade de São Paulo, está oferecendo ao público essa importante coletânea de respostas técnicas produzidas e veiculadas no âmbito do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT, abrangendo um conjunto de temas distribuídos por diversos setores da Indústria e da Agropecuária. O Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas é uma iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia, por meio do Programa Tecnologia Industrial Básica, com recursos dos fundos setoriais, mediante convênio com o CnPq. O SBRT resulta de parceria entre diversas instituições que dispõem de serviços de apoio às empresas nos moldes do Disque Tecnologia. São elas: o Centro de Desenvolvimento Tecnológico, da Universidade de Brasília; o CETEC, de Minas Gerais; o Disque Tecnologia/Agência USP de Inovação, da Universidade de São Paulo; a Rede de Tecnologia da Bahia (IEL); a Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro; e o SEnAI, do Rio Grande do Sul. Esse grupo de entidades técnicas é apoiado pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT, do MCT, e pelo SEBRAE nacional. A idéia básica que norteou a constituição do SBRT foi a de prover a informação tecnológica diretamente ao demandante e de acordo com sua necessidade específica; na verdade o SBRT é fruto da evolução da experiência brasileira com a organização de serviços de informação tecnológica a partir da década de 1970, desde o Centro de Informação Tecnológica do Instituto nacional de Tecnologia, em cooperação com a CnI, passando pelos núcleos de Informação Tecnológica apoiados pelo Programa TIB no âmbito do PADCT e também por diversas iniciativas como o Disque Tecnologia, cujo mérito é justamente o de prover respostas de forma mais direta e expedita. 

AgriculturA e PecuáriA

prefácio



Se na época das primeiras iniciativas a ausência de profissionais especializados, a mobilização de departamentos nas universidades e institutos de pesquisa e mesmo a disponibilidade de um computador eram obstáculos, hoje o acesso amplo à Internet, pode ser também um obstáculo de outra ordem, exigindo mecanismos que possam trabalhar a informação e mesmo buscar fontes mais adequadas; é esse o ambiente do SBRT: prover informações de baixa e média complexidade, em uma fase inicial e posteriormente atender também demandas de alta complexidade. O fato é que o SBRT se firmou como ferramenta de inovação no sentido lato e o simples registro sistemático das informações no seu portal se tornou um canal para futuros demandantes; também a publicação de algumas respostas em jornais tiveram sucesso, estendendo seu alcance. Por todas as razões, essa surpreendente e importantíssima iniciativa do Disque Tecnologia vem oferecer a evidência objetiva da informação útil e vem materializar na forma de livro todo um esforço dirigido à capacitação tecnológica da empresa e do empreendedor brasileiro. Foi com alegria e emoção que percorri as respostas procurando imaginar desde o demandante formulando a pergunta, passando pela complexa construção da resposta, até a sua entrega, muitas vezes decisiva para a viabilização de negócios, para a criação de empregos e para a conquista de mercados. É, portanto, com um sentimento de gratidão que registro a preciosa inspiração dos dirigentes da Agência USP de Inovação ao oferecer esse magnífico incentivo ao desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil. reinaldo dias Ferraz de souza Coordenador - Geral de Serviços Tecnológicos Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Ministério da Ciência e Tecnologia 

AgriculturA e PecuáriA

SUMário
Agropecuária em clima temperado............................................................. Alimentação bovina utilizando a uréia ....................................................... Amendoim ....................................................................................................... Amendoim forra geiro, palmito, pupunha ................................................. Ampliar a comercialização de plantas medicinais .................................... Apicultura ......................................................................................................... Aproveitamento de escamas e barbatanas de peixe ............................... Arroz preto iac 00.......................................................................................... Árvores avaliada .............................................................................................. Ataque da cochinilha da cultura da soja..................................................... Azeitona e oliveira .......................................................................................... Babosa aloe vera ............................................................................................. Balanceamento de ração para suínos ......................................................... Beneficiamento da bucha vegetal ............................................................... Beneficiamento de café ................................................................................. Beneficiamento de urucum .......................................................................... Beneficiamento do feijão .............................................................................. Biodiesel ........................................................................................................... Biodiesel de sebo bovino .............................................................................. Biodigestor ....................................................................................................... Bucha vegetal .................................................................................................. Bulbos de flores ............................................................................................... Café como vermifugo para suínos ............................................................... Calagem do solo ............................................................................................. Capim para gado leiteiro ............................................................................... Características do abacaxi goldem para cultivo ........................................ Cogumelo......................................................................................................... Colheita da laranja .......................................................................................... Combater fundo de solo de bananeira ....................................................... Comedouros individuais para cavalos ........................................................ Compostagem em leras................................................................................. Confinamento de boi e novilha .................................................................... Confinamento de ração para garrotes ........................................................ Construção de galpão para estocagem de café e milho.......................... Couro de caprino ............................................................................................ Criação de avestruz ........................................................................................ Criação de camarão ........................................................................................ 

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Criação de camarão de água doce...............................................................  Criação de caprinos ........................................................................................ 0 Criação de caprinos no estado de são paulo .............................................  Criação de ovinos............................................................................................ 9 Criação de ovinos em regime semi-intensivo ............................................  Criação de peixes: pirarucu, tambaqui, dourado e pintado .................... 90 Criação de peixes: tilápia, pacu e pintado .................................................. 9 Criação de suínos ............................................................................................ 0 Criação de tartaruga tigre d´água................................................................ 0 Criação de tilápia em tanques de pvc ......................................................... 0 Cruzamento de espécies no cultivo de pimentas .....................................  Cultivo de azeitona .........................................................................................  Cultivo de framboesa .....................................................................................  Cultivo de caqui ..............................................................................................  Cultivo de cogumelo do sol ..........................................................................  Cultivo de girassol orgânico..........................................................................  Cultivo de mamona e extração do óleo de mamona ...............................  Cultivo de melancias ...................................................................................... 0 Cultivo de morango-tomates orgânicos.....................................................  Cultivo de oliveiras .........................................................................................  Cultivo de pequi ..............................................................................................  Cultivo de pinus ..............................................................................................  Cultivo de pupunha........................................................................................ 0 Cultivo de soja .................................................................................................  Cultivo de suculentas .....................................................................................  Cultivo de tomate orgânico ..........................................................................  Cultivo e germinação do coqueiro anão .................................................... 90 Cultivo e mercado de plantas medicinais................................................... 00 Desinfecção de granjas de aves ................................................................... 0 Diferenças entre biodiesel e querosene vegetal ......................................  Doença em plantio de morango ..................................................................  Doenças em ovinos pododermatite ............................................................  Dormência do palmito pupunha .................................................................  Envasamento de mel em bisnaga ................................................................ 9 Equipamentos para biocombustível ...........................................................  Erva chamada tansagem ...............................................................................  Ervilha ............................................................................................................... 9 Exposição externa do falo de avestruz........................................................  Extração de óleo de gengibre.......................................................................  Extração de óleo de manjericão e ilinol ......................................................  Extração de soja .............................................................................................. 0

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AgriculturA e PecuáriA

Fabricação de ossinhos para cães ................................................................ Farelo de soja ................................................................................................... Fertilização do solo ......................................................................................... Fisiologia das frutas, fruticultura .................................................................. Fornecedores de máquinas para descascar girassol ................................ Frango ............................................................................................................... Gado leiteiro .................................................................................................... Gansos africanos ............................................................................................. Granja................................................................................................................ Jojoba................................................................................................................ Industrialização e exportação do Óleo da castanha do pará .................. Informações sobre irrigação de pasto, retirada do leite .......................... Instalação para produção de leite em pequena escala ............................ Legislação de plantio de árvores nativas, Orientações sobre o plantio e manejo do ipê roxo................................... Madeira guanandi........................................................................................... Manejo de cogumelos acarius bisporus ..................................................... Manejo de rebanho de vacas em lactação ................................................. Máquina para fabricação de ração .............................................................. Mata ciliar em nascente ................................................................................. Morcego ........................................................................................................... Mudas de jabuticaba ...................................................................................... Nutrição de búfalas ........................................................................................ Ovinocultura ovinocraprino.......................................................................... Pastagem em plantio de amendoim e pupunha ...................................... Penas de frango .............................................................................................. Plantação de palmito com criação de ovinos ............................................ Plantação de tomates .................................................................................... Plantio associado, eucalipto e mandioca ................................................... Plantio da espécie florestal teca ................................................................... Plantio de capim ............................................................................................. Plantio de eucalipto ....................................................................................... Plantio de eucalipto custo da produção ..................................................... Plantio de grão de bico e lentilha ................................................................ Plantio de limão .............................................................................................. Plantio de mamona - extração de óleo de mamona ................................ Plantio de mandioca ...................................................................................... Plantio de milho .............................................................................................. Plantio de seringueira e produção de latex ............................................... Plantio de tomate orgânico .......................................................................... Plantio e consorciamento do eucalipto ...................................................... 

     0 9 9 0 09  0  9       0 0     9 99 0 0          

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Plasticultura ..................................................................................................... Possibilidades de uso do soro resultante da produção de queijos ........ Pragas em mudas de eucalipto .................................................................... Pragas em pastagens ..................................................................................... Produção da spirulina .................................................................................... Produção de biodiesel ................................................................................... Produção de carne de caprino ..................................................................... Produção de carvão vegetal ......................................................................... Produção de cogumelo em estufa ............................................................... Produção de milho ......................................................................................... Produto alternativo para alimentação de tilapia....................................... Projeto de irrigação ........................................................................................ Psitacideos ....................................................................................................... Ração animal ................................................................................................... Ração para aves caipiras ................................................................................ Ração para avestruz........................................................................................ Ração para bovinos a base de amendoim.................................................. Ração para criação de frango ....................................................................... Ração seca para cães e gatos ........................................................................ Ranicultura ....................................................................................................... Reflorestamento.............................................................................................. Reflorestamento com cedro australiano .................................................... Reflorestamento de eucalipto ...................................................................... Reflorestamento de nascentes de água...................................................... Sincronização do cio em bovinos ................................................................ Sobras de palmito para alimentar vacas ..................................................... Subsolador na soca de cana.......................................................................... Usina de biodiesel........................................................................................... Uso de composto orgânico em cobertura de vasos e noções básicas de compostagem ....................................................................... Uvas sem sementes ........................................................................................ Variedades de café .......................................................................................... Viveiro de mudas ............................................................................................ Viveiro de mudas florestais ........................................................................... 

 0  90 9 9 0 0       9  0  0   9   90 9 9 0  0   

AgriculturA e PecuáriA



Clima temperado; culturas; plantação; atividade agropecuária

PALAvRAs-ChAvE

Gostaria de saber qual tipo de atividade agropecuária seria recomendada para a região de Cunha – SP.

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA

Uma região de clima temperado apresenta uma temperatura que varia regularmente ao longo do ano, com a média acima de 0º C, nos meses mais quentes e entre -º e º C, nos meses frios. Possui quatro estações bem definidas: um verão relativamente quente, um outono com temperaturas gradativamente mais baixas com o passar dos dias, um inverno frio, e uma primavera, com temperaturas gradativamente mais altas com o passar dos dias. Umidade depende da localização e condições geográficas de uma dada região. Nas regiões dos oceanos localizadas em regiões de climas temperados, diz-se que possuem águas temperadas. O clima determinado subtropical úmido é uma variação do clima temperado, presente também no Brasil. Tal clima usualmente acontece no interior de continentes ou nos litorais à leste de tais continentes, entre latitudes de °e 0. Ao contrário de climas mediterrâneos, uma zona de clima subtropical possui verões úmidos dado massas tropicais instáveis. Localizada no Alto Paraíba, o município de Cunha ocupa 0 km² de colinas e montanhas aninhadas entre as serras da Quebra-Cangalha, da Bocaina e do Mar. Limita-se com Ubatuba, São Luiz de Paraitinga, Lagoinha, Guaratinguetá, Lorena, Silveiras, Areias, São José de Barreiro no estado de São Paulo e Angra dos Reis e Paraty no estado do Rio de Janeiro. A altitude media é de .00 metros e os pontos mais altos são o Pico da Pedra da Macela (.0 metros) e o Pico do Cume (0 metros). O clima é temperado e seco, com variações de temperatura de - a °C 

sOLUÇÃO APREsENTADA

AgriculturA e PecuáriA

AGROPECUÁRIA EM CLIMA TEMPERADO

no inverno e de  a °C no verão. Cunha recebeu a denominação de Estância Climática em 9. Sua população atual gira em torno de .000 habitantes, a maioria (0%) dos quais reside na zona rural. Atualmente as principais atividades econômicas são a pecuária leiteira e de corte e as culturas de milho, feijão e batata. Nos últimos anos vem crescendo o turismo como nova atividade do município, assim como a produção de trutas, cogumelos e artesanato. Destaca-se também a cerâmica de alta temperatura, que tem atraído muitos turistas. Alguns cultivos podem ser sugeridos, como:
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A alfafa, que embora seja uma planta típica de clima temperado, apresenta capacidade de adaptação a grande variedade de climas e altitudes, podendo ser cultivada tanto ao nível do mar, quanto em altitudes elevadas. Quanto à temperatura ambiente, a alfafa de flor amarela (Medicago falcata) sobreviveu a temperaturas inferiores a -ºC no Alasca e algumas variedades comuns (Medicago sativa) foram cultivadas no Vale da Morte na Califórnia, EUA, onde ocorrem temperaturas de até ºC. O pêssego e a nectarina são frutas muito apreciadas no mundo, pelo sabor, pela aparência e pelo seu valor econômico no âmbito da cadeia produtiva.

O abastecimento nacional provém de cinco pólos nacionais de produção: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. O período de oferta inicia em setembro com a produção paulista e conclui em fevereiro com a produção gaúcha. A ameixa, a amora-preta, o morango e as uvas viníferes e uvas americanas também são culturas possíveis para este tipo de clima.

CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs
A implantação de atividade agropecuária é dependente do clima, mas também do tipo de solo e outros fatores que poderão indicar a melhor atividade a ser executada. Recomenda-se o contato com a Prefeitura do Município para a adequação dos processos legais envolvendo atividade agropecuária e para saber quais são as possibilidades de produção da região. 

00. Embrapa .sistemas de produção.ciagri. que apresenta informações sobre as diferentes atividades agropecuárias desenvolvidas em clima temperado. 00.cunhatur. Consultoria Av. Disponível em: <http://www.sp. 0 .Sala 0 - Piracicaba – SP Fone/Fax: (9) 9-99 Sugere-se também consulta à Embrapa. 00.br>.usp. Disponível em: <http://www.br>.br/sistemas/index.htm>.br>. Acesso em:  de set.Prefeitura Municipal da Estância Climática de Cunha. 00. Adriana Sabino Sotolani NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de set 00  AgriculturA e PecuáriA A Empresa Júnior da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz – USP faz consultoria referente ao assunto e pode ser de grande ajuda para a escolha da melhor atividade para o local. Acesso em:  de set.cunha. Disponível em: <www.com. Prefeitura Municipal da Estância Climática de Cunha. FONTEs CONsULTADAs Wikipedia.cpact. Acesso em:  de set 00.com>. embrapa. Acesso em:  de set. Acesso em:  de set. .gov.cunha. ESALQ Jr. Carlos Botelho. 00.sp.wikipedia. Esalq Júnior. Disponível em: <http://www. Cunhatur. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de set.gov.br/~esalqjrc>.

muita proteína degradável na formulação da ração não permite adição de uréia. uréia. Departamento de Zootecnia telefone () 99-0. Segundo o professor e doutor Paulo Roberto Leme do Departamento de Zootecnia da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da USP é possível sim. A uréia seria uma alternativa para diminuir o custo da alimentação de vacas leiteiras e ainda garantir as proteínas necessárias para os animais? Como posso utilizar a uréia na alimentação sem que as vacas se intoxiquem? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A alimentação de animais em geral deve ser bem estudada e equilibrada para se obter os resultados esperados. desenvolvido pelo professor Sebastião Valadares da Universidade Federal de Viçosa. alimentação alternativa de bovinos.ALIMENTAÇÃO BOvINA UTILIzANDO A URéIA PALAvRAs-ChAvE Alimentação bovina. por exemplo. alimentação de ruminantes. O professor Paulo Leme sugere que o balanceamento do alimento deve ser feito por um programa de computação para alcançar melhores resultados e informa que existem vários programas de computação para cálculo de rações e formulação disponíveis no mercado e um deles é o Super Crac. usar a uréia como alternativa para diminuir o custo do preço do leite e ainda garantir as proteínas necessárias. afirma o professor que a quantidade de uréia depende dos demais ingredientes da ração.  . conhecendo cada um de seus componentes. Para isto é necessário fazer um estudo completo da ração ou alimento que se está oferecendo. todavia.

REFERêNCIAs Professor. telefone (9) -9 Professor.ufv.Contatar O professor.br/ telefone () 99- Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  Jan. doutor Sebastião Valadares. telefone () 99. www.usp. 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs . Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa.br . Departamento de Zootecnia da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo. doutor Paulo Roberto Leme. Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa.fzea. http://www. doutor Sebastião Valadares.

para eliminar terra e todas impurezas que possam vir do campo. Armazenar o amendoim sempre em casca. Não superlotar o armazém . Não fazer pilhas muito altas. armazenagem do amendoim. se for o caso. . pássaros. . O expurgo deve ser realizado sob a orientação de um agrônomo ou técnico agrícola que poderão oferecer orientação quanto a novas regulamentações. fumigando sempre que necessário. . . mantendo uma distância de 0cm das mesmas. Manter o armazém sempre limpo. A armazenagem deve ser feita em cima de estrados. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com a pesquisadora da EMBRAPA. Não apoiar os sacos de amendoim nas paredes.AMENDOIM PALAvRAs-ChAvE Amendoim. para facilitar as operações e inspeções. Tais Suassuma a armazenagem do amendoim deve se considerar que: . Certificar-se que o armazém não esteja isento de infiltrações. . . . 9. . Fazer o controle de insetos e roedores. Técnicas de armazenagem do amendoim em cascas. . Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Algodão. Monitorar a umidade relativa do ar (UR) que deve ser inferior a %. insetos em geral. 0.  . Permitir boa ventilação do ambiente com sistema de exaustão. Fazer pré-limpeza. Inspecionar o armazém freqüentemente. para detectar se algo está errado.

pesquisadora da EMBRAPA. 00 9 AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs . Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Algodão. REFERêNCIAs Tais Suassuma.Sugere-se consultar um agrônomo ou técnico agrícola para maiores esclarecimentos . Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr.

pois a agressividade do sistema radicular do amendoim forrageiro compete com a planta nova por nutrientes e água podendo. assim. pois o objetivo aqui é apenas o controle do roçado e.pdf 0 . PALMITO. Entretanto.embrapa. palmito Saber a dosagem necessária de água e nutrientes aplicados à plantação de pupunha destinada à extração do palmito.gov. Porém. a planta pode necessitar de maiores nutrientes. pupunha.htm Sobre o cultivo da pupunha ver: http://www. o cultivo do amendoim forrageiro em plantações de pupunha reduz o custo com o roçado.cpafac. Este controle também é desejável para a produção de palmito.ceplac. devese tomar o cuidado de controlar a biomassa do amendoim na área de entorno da planta.br/radar/CULTIVO%20DA%20PUPUNHEIRA.br/ http://www. durante a formação de um broto novo a perda do perfilho principal.br/amendoim. sOLUÇÃO APREsENTADA REFERêNCIAs A EMBRAPA-ACRE possui vários trabalhos sobre o amendoim forrageiro disponível para download http://www.AMENDOIM FORRAGEIRO. PUPUNhA PALAvRAs-ChAvE Amendoim forrageiro.cpafac.embrapa. no caso de plantios recentes. prejudicar a sua capacidade produtiva na fase adulta. qual será quantidade de água e nutrientes se a área estiver coberta com amendoim forrageiro? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo o pesquisador Judson Ferreira Valentim da EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – do Acre. mantém a umidade do solo e proporciona maior produção de nitrogênio no solo. mesmo estabilizada.

Wladimir Barbieri Junior  de mar. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL .

com.pdf sOLUÇÃO APREsENTADA  .br/ Ambrosiana: http://www.com.br/ Caso deseje realizar o cultivo orgânico de plantas medicinais plantas. que traz informações sobre: Instrumentos legais relacionados às plantas medicinais.fuchs-gewuerze.org.quimer. produção.traffic.br/ Santosflora: http://www. entre outros. como plantas medicinais e condimentares.santosflora. aao. contactar a AAO .AMPLIAR A COMERCIALIzAÇÃO DE PLANTAs MEDICINAIs PALAvRAs-ChAvE Plantas condimentares.ambrosifarma. tais como: Quimer: http://www.br/ Na área de condimentos poderão ser contatadas as empresas: Damm: http://www. Para a área de plantas medicinais sugerimos que consulte estas empresas que já fazem este contato entre o produtor e o consumidor.Associação de Agricultura Orgânica em http://www. Sugerimos também a consulta do relatório Plantas medicinais do Brasil: aspectos gerais sobre legislação e comércio. à disposição de fabricantes de medicamentos fitoterápicos ou mesmo a disposição do público consumidor. É produtor e deseja comercializar plantas secas condimentares e medicinais para mercados potenciais. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Existem empresas especializadas em colocar produtos.br/. plantas medicinais.com. Exploração. transporte e comércio.com.org/publications/traficc_portu.br/ Fuchs: http://www.com.damm. Esclarecemos que não mantemos nenhum vínculo comercial ou institucional com essas empresas e que os nomes delas aqui são sugestões para auxílio. Comércio e conservação. Disponível em: http://www.

ambrosifarma.quimer. Acesso em:  de fev.Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.gov. 00.MA tel:(9) -00/-00/- fax: (9) - Mais informações no site do IBAMA http://www. Disponível em: <http://www.com. 00. 00.damm.ibama. Av. br/>. IBAMA . 0 Butantã 00900 .com. Acesso em:  de fev. Disponível em: <http://www. 00.ibama. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de fev. O IBAMA em São Luiz está localizado na Avenida Jaime Tavares.  AgriculturA e PecuáriA INDICAÇõEs . Disponível em: <http://www.Brasil Telefone: ()09- Email: lenach@usp. QUIMER ervas e especiarias.gov. Acesso em:  de fev.0-0 – São Luís .br/ METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA AMBROSIANA ervas medicinais.CEP: . 00. SP .com.br/>.br/>. Acesso em:  de fev. FUCHS.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Além de consultar essas empresas é necessário que o produtor tenha a licença do IBAMA de produtor rural para comercializar legalmente.com.br/>. DAMM Produtos Alimentícios.EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: Professor Doutor Paulo Chanel Deodato de Freitas Universidade de São Paulo. nº  – Centro . Departamento de Farmácia. Disponível em: <http://www.Sao Paulo.fuchs-gewurze. br/>. Lineu Prestes. Faculdade de Ciências Farmacêuticas.

Acesso em:  de fev. Disponível em: <http:// www.traffic. 00.santosflora. BUITRÓN.org/publications/traficc_portu.pdf>. OLIVEIRA. Suelma Ribeiro.br/>. Lúcia Helena de. Disponível em: <http:// www. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev. Ximena. Plantas medicinais do Brasil: aspectos gerais sobre legislação e comércio. Acesso em:  de fev. 00.. SILVA.com.Santosflora ervas medicinais e aromáticas. 00  . Marcus Vinícius M. MARTINS.

fazem parte de uma terminologia toda própria. devido à incapacidade de manter uma produção adequada. própolis. Quando a rainha começa a falhar. O fato acontece quando a rainha morre ou. por se constituir na única fêmea reprodutora da colméia. abelhas operárias e zangão. mel. Esta criação é feita pelo apicultor. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Apicultura é a arte de criação de abelhas para a obtenção de mel. Enfim. Este comportamento é mais acentuado em colméias fortes porque as abelhas são mais exigentes. Rainha. De forma natural. comportamento de defesa e resistência às doenças das demais. pólen. O mel é obtido a partir do néctar das flores. de forma a substituí-las por rainhas de linhagens melhoradas.Apicultura. ele é considerado orgânico. mais comum.  AgriculturA e PecuáriA APICULTURA . Porém. doentes e pouco produtivas. Se o mel for produzido em regiões onde não se utilizam agrotóxicos e nem produtos químicos. geléia real. em um mês. simplesmente trocando as rainhas. Dela dependem todas as atividades relacionadas à produção de mel. criação de abelhas. cera ou polinização de pomares. não é sempre que uma rainha em declínio é reposta. em colméias mansas. ela é a chave de tudo. quando as abelhas reconhecem que a rainha está comprometida. as abelhas iniciam a criação de nova rainha. abelha. PALAvRAs-ChAvE Informações gerais sobre como iniciar criação de abelhas. como observaremos a seguir. Para se ter uma idéia de sua importância. a colméia passa por um processo de troca de rainha. composto de colméias com abelhas agressivas. A abelha rainha A rainha é a mãe das abelhas da colméia. produzindo menos ovos do que a colméia precisa. sadias e produtoras. basta dizer que é possível transformar um apiário.

e depois voam diariamente. Dentro do que se conhece o zangão não executa nenhuma tarefa e sua única função é buscar uma rainha fora da colméia. se limpam. O vôo de acasalamento é feito por zangões de mais de  dias. a colônia morrerá e sem as operárias. Acasalamento O acasalamento entre zangão e rainha ocorre em áreas de congregação. Antes do vôo. Existem várias áreas de congregação de zangões dentro dos limites de vôo das rainhas (90 a 0 m do apiário). as operárias alimentam a rainha em maior proporção. zangões e rainhas  . os ovários das operárias são. antecipando a chegada das rainhas. Uma pequena quantidade de operárias tem controle sobre a rainha. inibidos de se desenvolver (por ação de feromônios provindos da rainha e das crias). naturalmente. que. depois se viram sozinhos. Numa colônia normal. Existe uma relação entre rainhas e operárias: sem a rainha.As abelhas operárias: As operárias de abelhas melíferas são incapazes de se acasalar. que é como uma máquina de por ovos. com especial atenção às antenas e aos olhos. quando apresentam espermatozóides maduros. estimulam as operárias a trabalhar. a rainha não será capaz de sobreviver. Os primeiros vôos duram entre  e  minutos e servem de orientação. em outras palavras. os zangões se alimentam. Então. pagando com sua vida na copulação. que são os lugares onde os zangões voam. Quando abundante o alimento. podem produzir ovos que dão origem a uma descendência de zangões. O zangão leva  dias para emergir como adulto. mas tem pequenos ovários que. A maioria dos zangões fazem seu primeiro vôo com  a  dias. O trabalho da colméia é feito pelas operárias e sua divisão é controlada pelos feronômios da rainha. Nos primeiros momentos são alimentados pelas operárias. O zangão Os zangões são maiores que a rainha e operárias e se caracterizam por não ter ferrão. com a qual aumenta a postura de ovos. em condições favoráveis.

O acasalamento ocorre em vôo livre. MANEjO DE APIÁRIOs Como avaliar a qualidade da rainha? Não se pode julgar a capacidade de uma rainha simplesmente a olho. para que no início da florada as colônias já estejam restabelecidas. De quanto em quanto tempo deve-se substituir as rainhas? A melhor época para a substituição é 0 a 0 dias antes da florada. as características da colônia. os zangões rapidamente se orientam para a rainha. com os zangões liberando seu sêmen no orifício genital da rainha. preso a sua câmara vaginal. a resistência a certas doenças e. As rainhas comumente realizam o vôo nupcial entre o º e o º dia e podem ser fecundadas em média por 0 a  zangões em um único vôo nupcial. em condições brasileiras está ao redor de 0 me AgriculturA e PecuáriA têm numerosas opções para o acasalamento e ele tende a acontecer longe de seus próprios ninhos. Para tal julgamento interessa a sua capacidade de postura. o mais importante. Mas. A ejaculação separa a rainha e o zangão. Isto funciona para que as operárias tenham a certeza que ela foi fecundada e que vai iniciar a postura dentro de poucos dias. usando pistas químicas e visuais. Quando a rainha apresenta cerca de  milhões de espermatozóides. ela não sai mais para o vôo nupcial. em menos de  segundos. quase sempre a rainha retorna para a colméia com o resto da genitália do macho. A substituição programada deve ser feita com base no seu período médio de vida que. A copulação é rápida e espetacular. Após a cópula e a morte do zangão. a capacidade das abelhas para a produção de mel. as probabilidades de enxameação da sua descendência. O número de vôos da rainha depende da quantidade de esperma que entra na espermateca. que morre minutos após o acasalamento. é bom frisar que as rainhas velhas e com problemas devem ser substituídas logo que percebidas.. .Uma vez que a rainha chega à área de congregação. geralmente entre 0 e  m de altura.

Porém. sendo sempre necessário uma alimentação de reforço ou estimulante. sais minerais. A indústria de cosméticos mostra uma grande quantidade de produtos de beleza. etc.ses.  . onde é necessário simplesmente uma faca quente para cortar e remover as células reais do favo. Nesse caso. para prevenir ou sanar eventuais deficiências alimentares em aminoácidos. vai precisar só de uma gaiola pequena para remover a rainha junto com algumas operárias. existem  outros métodos: • Alley . que tenham algum controle genético. lâmpada para iluminar as células contendo as larvas e telas excluidoras de rainhas. Em princípio. quadros porta-sarrafos. nesse caso. em vários casos. para que a rainha possa fazer a postura regularmente e expandir a população para poder usufruir o máximo na entrada do fluxo forte de alimento. ajudando no rejuvenescimento. Mas. Também pode ser usado como medicamento. onde é preciso sarrafo com abertura das células para baixo e quadro de madeira • Miller . atuando principalmente na renovação das células da pele. o mel tornou-se o mais novo produto apícola a ser explorado. os padrões de consumo devem ser mais rigorosos. PRODUÇÃO DE RAINhAs PARA COMERCIALIzAÇÃO Na produção comercial de rainhas em grande escala pelo “método Dootitle” são necessários: cúpulas artificiais de cera ou plástico. o mel deve ser tomado para se obter um melhor rendimento físico e intelectual. conta-gotas para pingar o substrato. substrato para depositar as larvas. se o apicultor precisa produzir poucas rainhas(-0). AsPECTOs ECONôMICOs/COMERCIAIs/GERENCIAIs Nos anos 0. sarrafos porta-cúpulas. A troca de rainha deve ser planejada com antecedência e o apicultor poderá produzir rainhas de suas melhores colméias ou adquiri-las de algum centro produtor. Como alimento. as substituições devem ser programadas em ciclos de 0 meses. vitaminas. estilete para transferência de larvas.

O estado é o segundo do nordeste em produção atrás do Piauí. O destaque dá-se pela grande variedade de plantas melíferas possibilitando produção variada em termos de sabor e aroma. O Brasil entrou no mercado internacional após terem. milhões com exportações. uma vez que a oferta é menor que a demanda. medicamentos e velas são as principais consumidoras. No entanto grande parte da produção é exportada e. como: própolis. As indústrias de cosméticos. enxames. sido atingidas por doenças causadas pelo uso de antibióticos nos apiários. pelas indústrias de cosméticos e farmacêutica. Tabuleiro do Norte e Palhano. É usada. OUTROs PRODUTOs: Cera Utilizada pelas abelhas para construção dos favos e fechamento dos alvéolos. dentre os estados brasileiros produtores e exportadores de mel destaca-se o estado do Ceará que no ano de 00 acumulou divisas de US$ . retirada dos botões florais. As regiões do Ceará que mais produzem mel são a do Cariri e do Baixo Jaguaribe. adesiva e balsâmica elaborada pelas abelhas a partir da mistura da cera e da resina coletada das plantas. l O mel é alimento. gemas e dos cortes nas cascas dos vegetais. principalmente. Produzida por glândulas especiais situadas no abdome das abelhas operárias. Cerca de % da própolis produzida no Brasil é exportada. bem como é utilizado na área cosmética. as colméias da China. bem como a abelha rainha. Própolis Substância resinosa. principalmente 9 AgriculturA e PecuáriA vANTAGENs DA APICULTURA: qualquer região é adequada segundo pesquisas realizadas a atividade possibilita bom retorno uma vez que o produto pode ser comercializado tanto no mercado nacional co mo ser exportado l além do mel há outros produtos que são comercializados. É usada pelas abelhas para fechar as frestas e a entrada do ninho. o que representa um aumento de % em relação ao ano anterior. . geleia real. Limoeiro do Norte e São João do Jaguaribe.l l O mercado nacional ainda está no começo o que significa que ainda há espaço para novos empreendedores.

girassol. pessegueiro. mas é imprescindível oferecer às abelhas boa alimentação que é composta de néctar e pólen. alecrim. É utilizada pelas indústrias de cosméticos e medicamentos. é um xarope feito de água e 0 . Jabuticabeira. em cápsulas ou tabletes. É importante saber que devido ao sabor e aroma das flores. laranjeira. Pólen apícola Gameta masculino das flores coletado pelas abelhas e transportado para a colmeia para ser armazenado nos alvéolos e passar por um processo de fermentação. Entre tantas plantas melíferas citamos algumas: abacateiro. É usada como alimento das larvas e da rainha. Pólen e néctar devem estar disponíveis em grandes quantidades e variedade durante todo o ano o que evita períodos de escassez. Neste caso saber escolher bem o local onde instalar o apiário é fundamental. misturada com mel ou mesmo liofilizada. O nosso país é rico em plantas melíferas até mesmo em regiões secas. cafeeiro. seco. Geléia real A geléia real é uma substância produzida pelas glândulas hipofaringeanas e mandubulares das operárias com até  dias de idade. Só após essa transferência é que ocorre a formação dos frutos. Usado como alimento pelas abelhas na fase larval e abelhas adultas com até  dias de idade. Plantas Melíferas Ter excelentes abelhas.para o Japão. Alimentação das abelhas A alimentação. eucalipto. comercializado misturado com o mel. ótimas instalações e força de vontade não são suficientes. é produzida por alguns apicultores para comercialização in natura. no início da formação. É usado como suplemento alimentar. Polinização A polinização é a transferência do pólen (gameta masculino da flor) para o óvulo da mesma flor ou de outra flor da mesma espécie. as abelhas têm preferências por umas plantas mais do que por outras.

pólen e água por elas ingeridas. decantação e armazenagem A colheita do mel é feita com uma ferramenta que recebe o nome de garfo desoperculador. Classificação do mel Há várias maneiras de se classificar o mel: l pela sua origem ou qualidade (mel de eucalipto. . dois períodos mais favoráveis para implantação de apiários: de Agosto a Março e de Setembro a Janeiro sendo este o melhor período por ser de floradas. esbranquiçada. O período de decantação é de  dias depois dos quais o mel deve ser armazenado em potes plásticos para alimentos. Colheita. ácida. Apiários Os apiários podem ser fixos ou migratórios (apicultura migratória) neste caso o objetivo é a polinização. Este xarope fica disponível por 0 dias. para treinamento. de cheiro típico.  AgriculturA e PecuáriA açúcar e que deve ser renovado a cada  dias. com mel. Os apiários são formados por colméias o que facilita dimensionar o tamanho do negócio: um apiário de  a 0 colméias é.O alimento das abelhas operárias e zangões até o terceiro dia de idade e para a rainha para toda a sua vida é a geléia real. em geral. de assa-peixe. no Brasil. uma substância mole. etc) l pelo seu estado ou densidade (virgem ou cristalino) l Formação dos apiários Há. Os quadros cheios de mel (melgueiras) devem ser retirados e levados para um cômodo próprio para este fim sendo colocados em uma centrífuga que permite a saída do mel que é armazenado em um utensílio de aço inox para decantação.com consistência parecida com a do leite condensado. Os apiários devem distar 00m de residências ou instalações de animais. É produzida pelas glândulas hipofaríngeas situadas na cabeça das abelhas operárias-nutrizes de  a  dias de idade.

asp http://www. podendo ainda ser gramado para evitar ratos e formigas. As colméias devem ficar debaixo de árvores ou perto de modo a tomar sol ainda que seja somente o sol da manhã.sebraees.criareplantar.ba.mg. entre fundos. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia  . A iniciação de um apiário pode ser por atração ou iscagem de colméias utilizando-se de cera alveolada com adição de algum produto atrativo que poder ser capim santo.com. preferencialmente.htm http://www2.agridata.htm CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs É importante ter em mente que na apicultura é muito importante se preocupar com a preservação e com a expansão do pasto apícola.gov.br clicando no ícone idéias de negócios.br/apicultura/programa. A água deve ficar há 00m do apiário.Entre apiários deve-se deixar de  a  metros de distância.br/pecuaria/apicultura/index.br/apicult.00 metro.com.br/cadeiasprodutivas/%7B7BA65001-A124-47B8A543-2BA23E626FFF%7D. etc na forma de chá ou mesmo comprando enxames.sebrae. O terreno em volta dos apiários deve ser.sebraern. plano. clicando na palavra apiário http://www. e entre as laterais de 0. erva cidreira. INDICAÇõEs Alguns links interessantes para consulta: http://www. digita api- ário.com.php www. pois sem flores não existe apicultura.com. a . roçado e limpo.

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA APICULTURA NO RN.sebraern. . Disponível em: <http://www2.com.php>.asp?tipoobjeto=3&objeto=273&botao=0>.ba.br/pecuaria/apicultura/index.CRIAR E PLANTAR.asp>. 00. Acesso em  de jan. Acesso em  de jan.com. 00. 00.usp.br/ cadeiasprodutivas/%7B7BA65001-A124-47B8-A543-2BA23E626FFF%7D.sebrae. Apicultura.br/Aprotec/resposta.cecae. Acesso em  de jan. Acesso em  de jan. Disponível em: <http:// www.com.br/IdeiasNegocios/pag_mos_ide_ neg. Disponível em: <http://www. 00. Apicultura. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jan. Disponível em: <http://www.br/apicultura/programa. Disponível em: <http://www. SEBRAE BA Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas da Bahia.com.htm>. Apiário: criação de abelha e produção de mel. 00.asp?Resp=44>.sebraees. Apicultura. SEBRAE ES Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo.criareplantar.Tecnologia Apropriada. Acesso em  de jan. 00  AgriculturA e PecuáriA APROTEC .

aproveitamento de resíduos de peixe. barbatanas e intestino de peixe para fins comerciais? Quais os métodos indicados? Qual é a máquina mais apropriada que pode utilizar? Verificou que há restos de peixes. Há estudos sobre o aproveitamento de diversas partes descartadas do pescado (vide link para tese em referências). IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Hoje em dia. que são jogados fora e quer saber que tipo de máquina pode ser utilizado para ajudar a processar esses materiais para vender comercialmente. feiras e supermercados. muitas vezes não havendo sequer maquinário especializado para separar e tratar esses insumos. por se tratar de  sOLUÇÃO APREsENTADA . Mesmo assim. sendo usada máquinas de desossar e triturar frango como auxílio improvisado. Tais excedentes têm sido reaproveitados para a fabricação de farinhas de alto valor nutritivo. no qual seu alto valor nutritivo é usado para produção de diversos insumos com fins comerciais. criando assim. em pratos diferenciados e até mesmo na fabricação de remédios. aproveitamento de barbatanas de peixe. muitos governos municipais e estaduais têm se interessado por tais projetos (vide link em referências). usados em ração animal. tais como espinhaço. É possível aproveitar escamas. um mercado muito promissor. No entanto. gerando um excedente. esse é ainda um processo embrionário. diversos estudos e projetos têm como objetivo aproveitar os resíduos de peixes que sobram quando são cortados e limpos para serem vendidos nos mercados.APROvEITAMENTO DE EsCAMAs E BARBATANAs DE PEIXE PALAvRAs-ChAvE Aproveitamento de escamas. cabeça e bucho. ainda sob maiores estudos.

MHC.gep. Na própria tese. há mais indicações de fornecedores caso seja necessário.Tel: () -00.costasul. ou consultoria. entrar em contato com o Governo do Paraná.Centro 000-00 . O que pode. alguns métodos. entrar em contato com as empresas listadas abaixo que já utilizam métodos para o aproveitamento de resíduos de pescado para averiguar se o maquinário que eles usam pode ser utilizado nessa empreitada. além de fornecer algumas dicas e métodos de como proceder nessa área. Rua Geral de Machados. Contato: Governo do Paraná . Indústria Alimentícia e Negócios da Pesca Rua Orlando Ferreira. e que tipo de ajuda. o que seria benéfico para ambos os lados. eles possam vir a prestar. Site : http://www.br  AgriculturA e PecuáriA um mercado que além de evitar gastos.com.End: Rua Pedro Ivo.php?id=3 acesso em:  de jul. Tese da Doutoranda Fernanda Terra. 0 .cttmar.00 Indica-se.br Costa Sul Pescados Ltda.Secretaria do Trabalho.br/index_spp.  – Machados CEP: -000. também. abrir espaço também para um convênio e troca de experiências. Tel: () -0 / -0 / - E-mail: mhcpesca@uol.Machados CEP: -000.univali. Por fim. Disponível em: http://www. Emprego e Promoção Social .com. .CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se consultar a tese da pesquisadora Fernanda Terra. pode gerar renda e empregos para as empresas e para população.Curitiba – Paraná .com.br E-mail: costasul@costasul. pois muitos trabalhos nessa área estão sendo desenvolvidos. 0 . que trata do reaproveitamento de refugos de pescado para produção de insumos para o mercado.

CEP: -000 Tel:() -0 / -0 REFERêNCIAs SECRETARIA de Estado.São Domingos.php?chave=288*41*6902&id =21>. Tel: () -0 / -0 Site: http://www. Rua Aníbal Gaya.leardine. Acesso em:  de jul. Rodrigo Ravani Gurgel NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul.br Indústria e Comércio de Pescados Dickison Ltda.setp.com. End: Av José Francisco Laurindo. 00. CEP: -000 Tel: () -9 / - Yarapesca Captura Indústria e Comércio da Pesca Rua  de Agosto.br E-mail: leardine@melim.com.Leardine Indústria e Comércio de Pescados Ltda. Disponível em: <http://www. 0 . Trabalho.00  .São Domingos CEP: -000. 0 – Centro.pr.  . Emprego e Promoção Social do Paraná.br/setp/imprensa/index. Matinhos aproveita resíduos do pescado”.gov.

IAC 00 PALAvRAs-ChAvE Quer saber se o arroz IAC 00 pode ser produzido no Brasil. em regime alagado. e em terreno arenoso. arroz preto. setor de sementes. se houver um bom sistema de irrigação. Nesse sentido ele indica que. bem como para saber do resultado das pesquisas do Pólo Tatuí. Bastos salientou que o IAC está produzindo. Contudo. Essa irrigação não fará o papel de encharcá-lo. só após a conclusão desses estudos e testes.  hectares de arroz preto. E se já existem sementes para comercialização. para avaliar a resposta do produto à região que vai ser plantado. o Insituto terá a certeza da viabilidade do IAC 00 em plantio fora de várzea. O agrônomo explicou que se trata de um arroz de cultivo delicado. mas de manter o solo constantemente úmido. com a orientação do Instituto. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA O arroz preto. para saber quando elas estarão disponíveis. o que faz com que ele não tenha tempo para se restabelecer se houver qualquer tipo de estresse durante a produção. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs  AgriculturA e PecuáriA ARROz PRETO IAC 600 . é para ser plantado em várzea. IAC 00. pois seu ciclo é curto. Plantação essa que poderá contar inclusive. sOLUÇÃO APREsENTADA Recomenda-se manter contato com o Instituto Agronômico de Campinas. no Pólo de Tatuí. ele disse que pode apresentar bons resultados em áreas de terreno arenoso. com as sementes que possuíam. desenvolvido pelo Instituto Agronômico de Campinas. A expectativa é que essa produção seja obtida em junho/julho de 00. de 00 a 0 dias. Cândido Bastos concluiu que o ideal seria que primeiramente se fizesse uma produção em pequena escala do arroz.Arroz. segundo o responsável pela pesquisa Cândido Ricardo Bastos. No entanto. em solo não alagado. segundo ele.

Cândido Ricardo. Agrônomo responsável pelo desenvolvimento do IAC 00. Telefone: (09) - Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev.gov.br>. 00  . 00 Setor de Sementes.sp. acesso em  de fev. Disponível em: <www.iac. Instituto Agronômico de Campinas Instituto Agronômico de Campinas.REFERêNCIAs BASTOS. Instituto Agronômico de Campinas.

pois os substratos utilizados são. Essa inoculação. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA A micorriza é utilizada por sua associação natural e benéfica às plantas melhorando seu crescimento. desprovidos desses fungos. do fósforo adicionado pela adubação. também.Micorriza. no entanto. De acordo com a EMBRAPA a parte dos filamentos dos fungos penetra nas raízes e a parte externa funciona como um sistema radicular adicional. Inoculação micorrízica PALAvRAs-ChAvE Como fazer inoculação de micorrizas em espécies florestais nativas da Mata Atlântica. vai depender da espécie e variedade da planta a ser inoculada. o empreendedor adquirir alguns tipos de espécies em mudas já inoculadas. A inoculação de espécies eficientes de fungos Mata Atântica é recomendada na produção de mudas. Além de aumentar a absorção de nutrientes pelas plantas. podendo também. geralmente. florestais e fru- sOLUÇÃO APREsENTADA 9 AgriculturA e PecuáriA ÁRvOREs AvALIADA . Um grande número de espécies arbóreas tropicais. pois para cada planta é utilizada micorrizas diferentes. Segundo Agrônomo da EMPRAPA a inoculação pode ocorrer no solo ou até na própria semente. A micorriza não substitui a adubação fosfatada. ocupando maior volume do solo e aumentando a absorção de nutrientes pelas plantas. A adubação fosfatada pode ser mais eficiente para a planta com a micorriza. principalmente do fósforo. mas aumenta a eficiência de utilização pelas plantas do fósforo natural do solo e. a micorriza arbuscular melhora a resposta das culturas aos diversos corretivos e adubos aplicados ao solo.

manga.cpac. Disponível em: <http://www.ipef. se beneficia da inoculação com fungos MA.FAX: (9) -0 E-mail: esalqjrf@esalq. gueroba. pequi. e posteriormente decida-se em comprar as sementes já inoculadas. eucalipto. Entre elas podese citar: jacarandá da Bahia. palmeiras como: buriti.br/publicacoes/ctecnica/nr071. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se que o empreendedor escolha o melhor tipo de micorriza que se encaixa com o seu tipo de produção.embrapa. além das espécies arbóreas destinadas à recuperação de matas de galeria e de áreas degradadas. café. abacate. baru. mamão. nº  Tel: (9) - . Adriana Sabino Sotolani NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de maio 00 0 . Acesso em:  de maio 00. REFERêNCIAs EMBRAPA -Micorriza aumenta a produtividade das plantas e a eficiência dos insumos. sucupira. do Departamento de Ciências Sociais da Escola Superior de Agricultura que poderá auxiliá-lo na inoculação de micorriza.html>. Acesso em:  de maio 00.br Pode-se também acessar a página <http://www. citros. Sugere-se que o cliente entre em contato com a ESALQ Júnior Florestal. e forrageiras como: leucena.tíferas.br/tecnologias/micorriza.pdf> que oferece informação em Tecnologia de Inoculação Micorrízica em Viveiros de Pinus spp. ou tratar o solo com o tipo de micorriza ideal para sua produção. acerola. ESALQ Júnior Florestal Departamento de Ciências Florestais Av: Pádua Dias. maracujá.usp.

cochonilha. Apesar da presença de cochonilhas brancas no sistema radicular da soja ser relativamente freqüente. podendo variar com as condições climáticas e de fertilidade do solo. A ocorrência de estiagem ou a presença de camadas adensadas no solo. larva minadoura. mas em geral são espécies dos gêneros Dymicoccus ou Pseudococcus. a cochonilha-da-raiz é considerada uma praga secundária de ocorrência eventual e raramente suas populações atingem nível de dano. a soja é mais sensível ao ataque de pragas de raiz nos primeiros 0 dias e na época de enchimento de grãos. Em geral sua ocorrência é localizada e os surtos com nível de dano são eventuais e raramente ocorrem por mais de um ano seguido.Soja. pragas PALAvRAs-ChAvE Gostaria de saber informações sobre o ataque de cochonilha e larva minadoura na cultura da soja. Em geral. Várias espécies podem ocorrer na raiz da soja e sua identificação não tem sido realizada com precisão. as cochonilhas em soja são pouco conhecidas e praticamente não há pesquisas sobre elas. têm sido bastante raras as notificações de áreas de soja com altas populações. Desde então. Na safra 9/99 foram registrados focos com altas populações de cochonilha em raiz de soja no Mato Grosso do Sul e no Paraná. Essas cochonilhas também são comuns em citrus. mas sabe-se pelas observações de campo que é alto. o que dificulta inclusive o desenvolvimento de trabalhos de pesquisa sobre esse inseto em soja. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo a pesquisadora da EMBRAPA –Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Lenita de Oliveira. mandioca e café. com conse sOLUÇÃO APREsENTADA AgriculturA e PecuáriA ATAQUE DA COChINILhA DA CULTURA DA sOjA . Infelizmente. provavelmente superior a 0- cochonilhas por planta. não há informações sobre o nível populacional que causa dano efetivo em soja.

embora possa haver para outras culturas. A questão da biodiversidade também serve ao manejo contra pragas do tipo minadoura. pois com a diminuição da biodiversidade haverá conseqüentemente a diminuição de predadores naturais da cochonilha bem como o de outras plantas nativas mais favoráveis à cochonilha que a soja. Em caso de altas populações nas raízes e necessidade de replantio o controle teria que ser feito via tratamento de semente. seria necessário identificar a larva em questão que poderá ser realizada por um profissional qualificado. possivelmente pela injeção de saliva tóxica. também pode diminuir a tolerância da soja a pragas de raiz. especialmente na fase inicial de desenvolvimento pode levar à morte da planta. O nome minadoura é dado a várias pragas como a broca e a larva de ditro. formando apêndices laterais característicos. pois praticamente inexistem inseticidas sistêmicos que “descem” para a raiz (em geral o fluxo desses inseticidas é ascendente). farinhenta. raízes e entrenós subterrâneos de coloração negra. localizam-se na parte inferior interna das raízes adventícias. não temos informações sobre eficiência/eficácia de produtos para controle dessa praga. Quando o ataque é muito severo. A possibilidade de controle químico. Para maiores especificidades de informações e diagnósticos. após o estabelecimento da cultura.  . l Normalmente. Deve-se também estar atento a grandes derrubadas de mata nativa. Características gerais e danos l Apresenta corpo coberto de secreção branca. Infelizmente. é praticamente nula. Não há recomendações/indicações oficiais ou inseticidas registrados para controle dessa praga em soja. apresentam folhas amareladas. l A ocorrência de danos em lavouras de soja geralmente é em reboleiras (manchas). Em algumas situações de alta população podem também se localizar na parte aérea da planta (principalmente no caule) l O dano é causado pela extração da seiva e. causando a morte de tecido l As plantas atacadas ficam debilitadas.qüente prejuízo no desenvolvimento radicular.

br REFERêNCIAs EMBRAPA Soja. 00.br/>. 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs . Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr.cnpso.embrapa. Disponível em: <http://www. pedimos para que entre em contato com o serviço de atendimento ao consumidor da embrapa: sac@cnpso.embrapa.Para maiores especificações sobre o assunto. Acesso em: 0 de abr.

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA: sOLUÇÃO APREsENTADA: A oliveira – Olea sp Dentre as espécies mais conhecidas do gênero Olea. em média os 00 anos. com muitos ramos e galhos retorcidos (figura ). além de não ser muito resistente ao frio intenso.000 anos. na Grécia. sendo que algumas localizadas em Jerusalém chegam a . Algumas chegam até 00 anos. no máximo. preparo de azeitona em conserva Deseja receber informações sobre o cultivo de Olea europea (Oliveira) e sobre o preparo de azeitonas em conserva. o seu cultivo requer uma série de cuidados. que alcança. O que explica a perda de imensos olivais na Espanha e conseqüentemente de toda a produção de azeite. encontra-se a Olea europea ou oliveira. pois ela tem a capacidade de se autoregenerar. Apesar disso.br/noticiasCODEVASF/000_0 >.gov. que chegaram aos . tem a copa frondosa (sendo que suas folhas permanecem três anos na copa). Figura 1: árvore de pequeno porte do gênero Olea Fonte: CODEVASF (Companhia de Desenvolvimento do Vale do Rio São Francisco e do Parnaíba). Acesso em:  de maio de 00. mas existem oliveiras. Devido à pouca resistência ao frio e ao seu longo período de vida. transformando os novos botões que nascem em folhas e ramos novos.codevasf.AzEITONA E OLIvEIRA PALAvRAs-ChAvE: Cultivo de Olea europea. os 0 metros) por apresentar baixo porte. Este período de vida extenso se deve a sua alta resistência. Disponível em: < http://www. a  .00 anos. Ela é classificada como arvoreta (atingindo. em 9. Uma de suas principais características é o seu período de vida.

não podendo ter muitos ventos forte. a fecundação das flores é muito difícil (para cada 0 flores de uma oliveira. Após o longo período de crescimento da planta. a oliveira pode começar a dar frutos. mais difícil. Acesso em:  de maio de 00. sendo que elas necessitam de temperaturas baixas no período que antecede a floração. da EPAMIG (Empresa Agropecuária de Minas Gerais). como costumam chamar no Brasil) e depois. Figura 2. de modo a desenvolver uma azeitona). geralmente acontece nos meses de Abril e Junho. epamig. já que ela demora para alcançar a maturidade e conseqüentemente a produção de frutos. sendo a fase de formação da polpa do fruto. em fase de desenvolvimento. . pouco a pouco. Disponível em: < http://www. vai ocorrendo o desenvolvimento da polpa (Figura ). fruto da oliveira (azeitona). todavia. De acordo com o pesquisador Luiz Eugênio Santana.00 metros e um regime de chuvas superior a 00 mm. sendo que inicialmente é visualizada somente a semente (ou caroço.br/informativos/cultivo_azeitona. sendo que no mês de Maio acontece o seu ápice (as flores são pequenas e brancas. Fonte: EPAMIG / Informativos. altitudes que variam entre 00 e .A floração. de modo que se possa obter resultados satisfatórios na colheita dos frutos. dando um ar peculiar aos campos de olivais neste mês). são suficientes para  AgriculturA e PecuáriA oliveira não pode ser plantada em qualquer lugar. apenas uma é fecundada. Para o plantio adequado de oliveiras no Brasil.htm >. deve-se levar em conta que elas são adaptadas a clima temperado quente. Os frutos vão aparecer em Junho e Outubro. atingindo a maturidade. no Mediterrâneo. de modo que se possa obter uma oliveira produtiva e saudável. Todo o cuidado deve ser tomado durante a germinação das sementes e crescimento das árvores. A escolha do local deve ser perfeita. nem correntezas de água após o degelo (fato que se restringe a algumas regiões do Sul do Brasil). temperaturas de inverno com médias entre º C e 0º C.

E. foi introduzida no Sul de Minas Gerais. sendo que na década de 0. sendo que dependendo do Ph do solo haverá modificação da qualidade da azeitona produzida. Cultivo de Olea sp. onde o clima condizia com o crescimento das oliveiras).uma produção econômica. possui um microclima muito similar ao da primeira região. foram os gregos. o cultivo se espalhou para a América Latina (apenas em locais. as oliveiras se adaptam melhor a solos básicos do que a solos ácidos. sendo que a Argentina e o Peru foram um dos primeiros países a testar diferentes variedades de oliveira. os responsáveis pela sua cultura na bacia do Mediterrâneo. Duas variedades de Olea têm se destacado no projeto da EPAMIG: a  . Sem uma produção própria de azeite de olivas e azeitonas o Brasil tornou-se dependente da importação destes produtos. O pH do solo deve ser superior a . Nos séculos XV e XVI. história do cultivo de Olea sp A oliveira foi primeiramente cultivada em regiões da Ásia Menor. Em condições normais. Depois. E para produzir  litro de azeite são necessários  kg do fruto.. no Brasil A oliveira foi trazida por imigrantes a quase dois séculos. cada pé de Olea produz de  kg a 0 kg de azeitonas. foi transportada pelos fenícios para as ilhas gregas. por fim. ou seja. . território hoje ocupado pela Turquia. devido a expansão do uso do azeite e das azeitona. pretendendo escolher aquelas que se adaptavam melhor a seus climas. para o desenvolvimento de trabalhos de pesquisa e cultivo de oliveiras. Entretanto. Uma das pioneiras na elaboração de projetos de cultivo de Oliveiras é a EPAMIG (Empresa de Agropecuária de Minas Gerais). o cultivo das oliveiras se estendeu a Portugal e depois para a Espanha e Itália. apesar de não se localizar no Sul do Brasil. entretanto o Sul de Minas. principalmente se seu destino for para a produção de azeite. que se utiliza da Fazenda experimental de Maria da Fé. O cultivo de oliveiras na região Sul do país apresentam micro-climas favoráveis ao cultivo de Olea.

o que depende da espécie de oliveira cultivada e do grau de maturação do fruto. o rambotã. As oliveiras serão cultivadas na região de Petrolina (PE). Inicialmente. Somente após quatro anos de plantio é que as mudas tornam-se produtivas. todas as azeitonas são verdes. o desenvolvimento inicial da planta é muito lento. o abacate. como o caqui. e são as que apresentam a maior produtividade e melhor adaptação ao clima da região. o produto usualmente empregado na culinária não é a azeitona ao natural. sendo que este mesmo nome. devendo ser encomendadas com. A azeitona Azeitona é o nome que se dá ao fruto da oliveira. Juazeiro e Bom Jesus da Lapa (BA). Possivelmente. Assim. Já a colheita é realizada em janeiro e fevereiro. a azeitona deve passar por um processamento. com sistema de irrigação (esta iniciativa de plantio por irrigação é pioneira no Brasil). destinada à extração de óleo e a “ Ascolana”.As mudas produzidas são vendidas na Fazenda Experimental a R$ .00. será realizado o plantio integrado de outras culturas. pois apesar de produzir por muitos anos. Para ser consumida. está se dando no semiárido nordestino. Além da cultura de Olea. . de acastanhados para roxo e enfim para preto. quando consumida após a colheita. após o completo desenvolvimento dos frutos. o pêssego e a tangerina. a ameixa. Um outro projeto que está se desenvolvendo. Quando atinge esta tonalidade. pois seu gosto é muito amargo. a pitaya. o fruto já está maduro. no mínimo. As azeitonas podem ter várias cores. o mangostão. todas estas culturas mais a Olea se expandirão via Vale do são Francisco. mas curtida em água e sal ou numa solução alcalina. mas à medida em que vão amadurecendo. Todas as culturas serão localizadas em áreas de irrigação. é empregado para mais de 0 espécies diferentes. para a produção de azeitonas de mesa. O plantio realizado no período seco necessita de irrigação até o completo adaptação da muda. o que aumenta os custos da produção. suas cores vão mudando. mas é preferêncial que o plantio se dê no período chuvoso.  meses de antecedência. sendo comercializado com o nome de azei AgriculturA e PecuáriA “Grapollo”. Estas duas variedades se destacaram entre outras . Elas podem ser plantadas em qualquer época do ano.

que dão incomparável sabor à azeitona. é de consumo geral. indicada para aperitivos e consagrada em fins culinários diversos. Na Espanha. Há variedades que são colhidas verdes e depois curtidas (chamada de azeitona verde). suave e delicada. a principal zona de produção de azeitonas verdes é a de Sevilha. Empeltre e Nevadilha. graúda e muito carnuda.tona preta. Azeitona Preta Califórnia (Argentina) Artificial semelhante à Arauco. Quanto ao sabor e ao aroma. Azeitona Preta Chilena (Chile) Natural.  . a mais conhecida de paladar saboroso. com sabor acentuado e marcante para aperitivos finos. Azeitona Carnuda. Azeitona Preta Temperada (Argentina) Conjunto de temperos especiais em óleo. muito fibrosa e pouco apreciada. há diferentes padrões para diferentes fases de maturação do fruto. As principais variedades de azeitona estão dispostas na figura . no Brasil. Azeitona verde Arauco (Argentina) Natural. sendo que as variedades mais conhecidas são a “Manzanilla”. enquanto que há outras que são vendidas quando maduras. a “Gordal”. Fornecida nos tipos Fargas. grande e carnuda e a “Hojiblanca”.

stelamar. sem caroço. que são prejudiciais para o curtimento. sem sabor acentuado. Azeitona verde Recheada (Argentina) Natural recheada. Azeitona verde Mazanilha (Argentina) Natural.Azeitona verde Gordal (Espanha) Natural. enquanto homens subiam nas árvores ou em escadas e 9 AgriculturA e PecuáriA . Estendiam-se toalhas no solo.htm >. As destinadas à extração de azeite. um pouco menor. Acesso em:  de maio de 00. e fornecida já com recheio com pasta de pimentão. evitando “machucaduras”. mas com ótimo consumo e sabor. sabor suave para aperitivos finos. Azeitona verde sem caroço (Argentina) Natural. Disponível em: < http://www. devem ser colhidas após a completa maturação – época em que apresentam a maior quantidade de óleo. As azeitonas podem ser destinadas tanto ao consumo em mesa. Graúda e carnuda.com. A colheita da azeitona costumava ser feita a mão. sabor suave para aperitivos finos. As azeitonas destinadas à mesa devem ser colhidas manualmente. de porte médio. similar à Gordal espanhola. dependendo das características da variedade. Figura 3: principais variedades comercializadas de azeitona Fonte: Stelmar. sem caroço. como para a extração de óleo de oliva. Graúda e carnuda com caroço de porte médio. para recheios diversos.br/azeitona.

Condições adequadas aliadas à tecnologia proporcionam uma excelente produção de azeitonas. tornando-se adocicadas. as que sofreram ataques de pragas e doenças.cuidadosamente arrancavam as azeitonas. %. As azeitonas devem permanecer na solução de  a 0 horas. ou trocandose a água das vasilhas duas ou mais vezes ao dia. Cada oliveira é capaz de produzir de 0 a 00 quilos de frutos por safra. as azeitonas perdem totalmente o sabor amargo característico dos frutos. Finalmente os frutos podem ser armazenados em vasilhas apropriadas (vidro. Em seguida. ou em dois terços da polpa. onde serão submersas em solução de hidróxido de sódio – a concentração desta solução varia de local para local e de variedade. entretanto nas marcas mais finas de azeite e azeitona o processo de colheita. Antes que a solução penetre até a semente. A lavagem é feita preferencialmente em água corrente. Apesar destes métodos. surgiu com a criação de máquinas que fazem vibrar as árvores e derrubam as azeitonas. Desenvolveu-se. sendo necessária a verificação da reação da solução com a polpa dos frutos. ainda. o sistema mais utilizado para produção em larga escala. o que costumava danificar as oliveiras e seus frutos. assim como os ramos e folhas que vieram junto do campo. no máximo. de verde-claro para róseo. plástico ou louça). da parte externa para a interior do fruto. Realizando-se cortes transversais em amostras de três ou quatro azeitonas. era o uso de varas. as azeitonas devem ser submetidas a uma seleção manual (divididas em maiores e menores). Após esse período. Processamento das azeitonas Logo após a colheita. ainda é feito a mão. Nessa condição as azei0 . uma sistema de ganchos para puxar as azeitonas. as azeitonas devem ser retiradas da solução de hidróxido de sódio e submetidas à lavagem em água limpa por um período de  a 0 dias. Verificar-se-á uma mudança de coloração da polpa. Outro método. as azeitonas selecionadas devem ser acondicionadas em vasilhas de plástico. eliminando as defeituosas. com aspecto úmido. as quais eram colocadas em cestos pelas mulheres. Isto pode ser feito. em intervalos de  ou  horas. em solução de cloreto de sódio (sal de cozinha) à concentração de.

br/noticiasCODEVASF/20040823_02 >. Acesso em:  de maio de 00. TEL. sobre: .htm >. EPAMIG. .  AgriculturA e PecuáriA tonas podem ser armazenadas por um longo período.com. Acesso em:  de maio de 00. Disponível em: < http://sbrt.ibict. Disponível em:< http://www. () -.php >. Disponível em: < http://sbrt.ibict. Disponível em: < http://sbrt.br/cie/saiba/mitlenhi/ oliva.cultivo de oliveiras para a produção de azeitonas.br/informativos/cultivo_ azeitona. .codevasf. Acesso em:  de maio de 00. Acesso em:  de maio de 00.ibict. CODEVASF.stelamar. . Disponível em: < http://www. Acesso em:  de maio de 00.produção de azeitonas e fornecedores de equipamentos. REFERêNCIAs Stelamar. Acesso em:  de maio de 00.com. TEL: ()- . Disponível em: < http://sbrt.br/azeitona.Fazenda Experimental de Maria da Fé. Disponível em: < http://www.htm >. Acesso em:  de maio de 00. Disponível em: < http://www.ibict.EPAMIG – Setor Comercial de Publicação.br/upload/ sbrt1173.br/upload/sbrt674.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se o acesso ao link do SBRT (Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas).gov.pdf >.epamig.pdf >.conservação de azeitonas. para esclarecimento de dúvidas sobre cultivo de olivais.br/upload/sbrt435. Herbário.pdf >. .br/lista_respostas.htm >.herbario. Acesso em:  de maio de 00 Recomenda-se a consulta da EPAMIG. SBRT.

espigueiro.pt. Camila Gomes Victorino NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de maio. Disponível em: <http://www.Espigueiro.html >. 00  .pt/reportagem/ 6883966fd8f918a4aa29be29d2c386fb. Acesso em:  de maio de 00.

Vale ressaltar que em cada uma das Respostas Técnicas citadas. Babosa. pode ser conservada sem sofre deteriorização. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo o Professor Doutor Keigo Minami do Departamento de Produção Vegetal de ESALQ-USP. e não muito úmido. ou seja. existem referências de uma séria de documentos que podem ser consultados caso queira mais informações. Também uma matéria-prima limpa e saudável é fundamental para que ela se conserve por esses dois dias. pode ser por até dois dias se mantida e transportada em um local não exposto ao sol. Já com relação a informações sobre cultivo e sobre características biológicas da Aloe Vera barbadensis mill. gel de babosa. sOLUÇÃO APREsENTADA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Segue-se referência de algumas Respostas Técnicas que podem ser consultadas de acordo com as informações desejado a respeito da Aloe Vera barbadensis Mill: l l l Com relação a informações sobre processo de extração do gel (óleo) deve-se consultar a Resposta Técnica 9. após o corte.após o corte. babosa-de–botica. PALAvRAs-ChAvE Tempo que a folha madura de Aloe vera barbadensis Mill .  AgriculturA e PecuáriA BABOsA ALOE vERA . consulte a Resposta Técnica 0. cujas referências estão na secção referências. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. e se o local for limpo. Também com relação à legislação consultar Resposta Técnica 0.Aloe Vera. o tempo de conservação da Aloe vera barbadensis Mill innatura. nem a chuva e nem a vento. cujas referências estão abaixo.

Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz. CETEC. de. Disponível em: <http://www. Resposta Técnica 0. Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais. TECPAR. SBRT. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de abril de 00. DATA DE FINALIzAÇÃO  . de. SBRT.pdf> acesso em  de abril de 00. Disponível em: <http://www.sbrt.br/departamentos/lpv/docentes. Disponível em: <http://www. Serviço Brasileiro de Resposta Técnico. Resposta Técnica 0.REFERêNCIAs OLIVEIRA. Nelma C.ibict.sbrt. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.ibict. de. htm> acesso em  de abril de 00. ARAUJO.br/upload/sbrt208. Nelma C. Resposta 9. ARAUJO.pdf> acesso em  de abril de 00. Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais.esalq.pdf> acesso em  de abril de 00. Disponível em: <http://www. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. CETEC.sbrt.br/upload/sbrt1941. Sonia Maria M.usp.br/upload/sbrt207. Professor Doutor Keigo Minami do Departamento de Produção Vegetal de ESALQ-USP.ibict. Instituto de Tecnologia do Paraná. SBRT.

00 kg de farelo de soja. portanto. Isso envolve a disponibilidade de ingredientes em quantidade e qualidade adequada a preços que viabilizem a produção de suínos. em uma granja estabilizada de ciclo completo. mil litros de água potável para cada porca e sua produção. visando atender as exigências nutricionais específicas. Como formular uma ração em porcentagem de proteína e energia? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA A possibilidade de auferir lucros com a suinocultura depende fundamentalmente de um adequado planejamento da alimentação dos animais. considerando uma relação média de . para cada porca do plantel produzindo 0 leitões ao ano. estimase um gasto anual de 9. Ainda. . A aplicação dos conhecimentos de nutrição deve contribuir para a preservação do ambiente e isto significa que o balanceamento das rações deve atender estritamente as exigências nutricionais nas diferentes fases de produção. litros de água potável ingerida para cada kg de ração consumida. em especial quanto a gra sOLUÇÃO APREsENTADA AgriculturA e PecuáriA BALANCEAMENTO DE RAÇÃO PARA sUÍNOs . Em termos médios.000 kg de ração com um gasto médio de 0 kg de núcleo. atenção especial deve ser dada aos ingredientes. é necessário dispor de . buscando-se aqueles que apresentam alta digestibilidade e disponibilidade dos nutrientes e que sejam processados adequadamente. De acordo com a EMBRAPA Suínos e Aves. balanceamento de ração para suínos.0 kg de milho e . PALAvRAs-ChAvE Obter informações sobre balanceamento de ração para suínos. a obtenção de lucros também exige a combinação adequada dos ingredientes para compor dietas balanceadas nutricionalmente para cada fase de produção. terminados até os 0 kg de peso de abate. ração para suínos.Suínos. O excesso de nutrientes nas rações é um dos maiores causadores de poluição do ambiente.

Através da nutrição e do manejo da alimentação e da água devem ser atendidas as necessidades básicas dos animais em termos de saciedade da fome e da sede.000 kcal/kg do alimento e. Em complementação a mistura dos componentes da ração deve ser uniforme e o arraçoamento dos suínos deve seguir boas práticas que evitem ao máximo o desperdício. o trigo integral. valor de energia metabolizável acima de . entre outros. fibra ou minerais presentes. São exemplos: a quirera de arroz. a raspa de  . a torta de dendê. pela quantidade com que podem ser incluídos nas dietas. Os animais não devem ser expostos. a produtos químicos ou agentes biológicos que sejam prejudiciais para a produção e reprodução.nulometria. o sorgo baixo tanino. De uma forma geral é possível classificar os ingredientes pelo teor de energia. geralmente. a aveia integral moída. São exemplos: o farelo de arroz integral. Ingredientes para rações Para compor uma ração balanceada são necessárias a disponibilidade e combinação adequada de ingredientes incluindo um núcleo ou premix mineral-vitamínico específico para a fase produtiva do suíno. o farelo de coco. via alimentação e água. sem causar deficiências nutricionais clínicas ou subclínicas e sem provocar intoxicações crônicas ou agudas. o grão de guandu cozido. para a ocorrência de partos normais e para uma produção adequada de leite que garanta um desenvolvimento normal dos leitões durante o período de lactação. a cevada em grão com casca. No contexto do bem estar animal. são também importantes fornecedores de proteína. o soro de leite seco. a cevada em grão. aumentando a resistência às doenças. a nutrição deve assegurar o aporte adequado de nutrientes para a manutenção normal da gestação.00 kcal/kg e teor de fibra bruta acima de %. São estes os principais fatores nutricionais que determinam o seu uso para as várias fases de vida do suíno. proteína. o farelo de amendoim. Alimentos energéticos com médio a alto teor de fibra Estes alimentos têm energia metabolizável acima de . o farelo de castanha de caju. o trigo mourisco. o grão de milho moído. o triguilho e o triticale. a polpa de citrus. Existem várias classes de alimentos quanto a concentração de nutrientes. Alimentos energéticos também fornecedores de proteína São aqueles que possuem.

Alimentos fibrosos com baixa concentração em proteína São os ingredientes que possuem teor de proteína abaixo de %. Como exemplos mais comuns temos o calcário calcítico. a casca de soja e o farelo de trigo.Alimentos fibrosos com baixa concentração de energia e médio teor de proteína Possuem teor de proteína bruta maior que %. a farinha de penas e vísceras. o farelo de polpa de caju. de fibra acima de 0% e concentração de energia metabolizável menor que .00 kcal por kg de alimento. a soja extrusada. o farelo de soja % PB e a soja integral tostada. a farinha de sangue. a farinha de ostras e o sal comum.00 kcal/ kg. São exemplos: as farinhas de carne e ossos com diferentes níveis de PB e a farinha de peixe. a soja cozida seca. mais de % de fibra bruta e valor máximo de energia de 00 kcal/kg de alimento. de fósforo. o farelo de soja % PB. o glúten de milho. período e condições de armazenamento. o fosfato bicálcico. São exemplos: o farelo de algaroba. a farinha de ossos calcinada. São exemplos: o feno moído de alfafa. . o farelo de arroz desengordurado. clima. Avaliação dos alimentos Os grãos de cereais e outras sementes variam sua composição em nutrientes principalmente em função da variedade. o farelo de canola e o farelo de girassol. adubação utilizada. Alimentos exclusivamente fornecedores de minerais São fontes de cálcio. o fosfato monoamônio. tipo de solo onde foram produzidos. a levedura seca. As forrageiras apresentam variação principalmente  AgriculturA e PecuáriA mandioca (de onde foi extraído o amido) e o milho em espiga com palha. o farelo de soja % PB. Alimentos protéicos com alto teor de minerais A inclusão destes ingredientes em rações para suínos é limitada pela alta concentração de minerais que apresentam. São exemplos: o leite desnatado em pó. o farelo de algodão. Alimentos protéicos com alto teor de energia Os representantes dessa classe possuem mais de % de proteína bruta e valor de energia metabolizável acima de . o farelo de babaçu. de cálcio e fósforo ao mesmo tempo e de sódio.

bem como atender os seguintes critérios simultaneamente: eficiência do ponto de vista econômico. alimentos protéicos com alto teor de minerais e alimentos exclusivamente fornecedores de minerais. de preferência em barricas que minimizem a ação da luz.  . A complementação dos demais nutrientes deve ser feita com os alimentos exclusivamente energéticos. dispensa o uso dos alimentos exclusivamente fornecedores de minerais. ensilagem). a idade da planta. orientação técnica específica. enquanto um alto teor de fibra na dieta é adequado para as matrizes até os 0 dias de gestação. deve-se lançar mão de análises de laboratório. na maioria das vezes. segurança para a saúde humana e animal. necessitando. Sempre deverá ser feita a inclusão de premix vitamínico e de microminerais. ausência de efeitos negativos sobre a qualidade da carne e compatibilidade com a preservação ambiental.com a variedade. A principal causa de variação na composição dos subprodutos de indústria é o tipo de processamento utilizado. o fósforo e o sódio. para viabilizar a formulação de rações com base em valores de nutrientes o mais próximo possível da realidade. além das vitaminas e micro-minerais necessários. além de período e condições de armazenamento. além de variações diárias dentro do mesmo tipo de processamento. O uso de aminoácidos sintéticos pode ser vantajoso na redução de custos da ração. clima. Desta forma. Esses produtos devem ser utilizados dentro de 0 dias após a data de sua fabricação e ser mantidos em lugares secos e frescos. Os leitões novos não admitem ingredientes de baixa digestibilidade ou alimentos fibrosos na dieta. tipo de solo e adubação. O Núcleo é um tipo especial de premix que já contém o cálcio. por isso. processamento (fenação. que indicarão a real composição em nutrientes das matérias-primas disponíveis. O uso de promotores de crescimento nas rações deve atender a legislação do MAPA. no entanto. bem como a conservação do produto. rastreabilidade na ração. uma formulação adequada é obtida com a combinação dos alimentos energéticos também fornecedores de proteína com alimentos protéicos com alto teor de energia. Preparo das rações Para a maioria das fases.

a dieta deve conter no mínimo os mesmos níveis nutricionais de uma dieta de gestação (Tabela 0). devendo nesse caso ser revista a quantidade de ração diária a ser fornecida. Os níveis apresentados na Tabela 0 referem-se a um consumo médio diário de  kg de ração por matriz. Os níveis sugeridos na Tabela 0 representam um padrão compatível com a recomendação de fornecimento de ração referida no Capítulo . razão pela qual é possível preparar uma ampla variedade de rações com níveis nutricionais diferenciados. inicial. crescimento. terminação. As matrizes em gestação recebem arraçoamento de forma controlada. .Formulação das rações Usar fórmulas específicas para cada fase da criação (pré-inicial. já que os gastos com a alimentação correspondem à maior parte do custo de produção dos suínos. Ler com atenção as indicações dos produtos e seguir rigorosamente suas recomendações. Também podem ser usados ingredientes fibrosos (alternativos) para alimentar as matrizes em gestação. Para atender as necessidades diárias de nutrientes de cachaços adultos. Qualquer erro em uma ou mais etapas do processo de produção de rações pode acarretar em prejuízos econômicos expressivos. Níveis nutricionais recomendados para as diferentes fases de produção Ração Lactação Nutrientes Energia metabolizável (Kcal/kg) Ração Gestação Ração Lactação Ração Préinicial Ração Inicial Ração Crescimento Ração Terminação 0 00 0 00 0 0 9 AgriculturA e PecuáriA Os cuidados com o preparo das rações somam-se aos esforços de formular uma dieta contendo ingredientes com composição e valor nutricional conhecidos e. gestação e lactação) elaboradas por técnicos especializados ou que sejam indicadas nos rótulos dos sacos de concentrados e núcleos. atendendo as exigências nutricionais dos suínos. A ração de lactação deve ter alta concentração em nutrientes porque a demanda em nutrientes para a produção de leite é muito alta. Tabela 10.

A ração pré-inicial  pode ser preparada com a inclusão de 0% de soro de leite em pó e  a % de gordura ou óleo para junto com o milho. 0. Obs: Os microminerais e as vitaminas necessárias são obtidos pela inclusão de núcleo ou premix mineral vitamínico na proporção recomendada pelo fabricante. A ração pré-inicial  deve ser preparada com cuidado especial para evitar os problemas digestivos e as diarréias do pós desmame. 0. 0. 0. 0. 0. Os animais recebem em curto período de vida dois a três tipos de ração. 0. 0. 0. 0.   0. 0. A alimentação dos leitões durante o período que ficam na maternidade e na creche é um dos fatores mais críticos na produção de suínos. dependendo da idade de desmame.  0.  0. 0. 0. 0. Isto é possível com o uso de ingredientes e núcleos dentro das normas de qualidade. Caso tenha disponível farinha de carne ou farinha de peixe de boa qualidade. O cuidado na escolha de um núcleo de comprovada qualidade é de fundamental importância para obter sucesso na produção de leitões nesta fase. 0.9 0.Proteína bruta (%) Lisina (%) Metionina (%) Metionina + Cistina (%) Treonina (%) Triptofano (%) Cálcio (%) Fósforo total (%) Fósforo disponível (%) Sódio (%) . pode-se utilizar % na dieta em substituição ao leite desnatado em pó. 0. 0.9 0. 0. 0. 0. 0. . 0. 0. 0.9 0. 0. 0.  . farelo de soja (em limite de inclusão de %) e núcleo de boa qualidade para compor uma ração nutricionalmente adequada para esta fase. 0. 0 . 0. 0. No desmame realizado aos  dias de idade podem ser fornecidos dois tipos de ração préinicial que são fundamentais para um bom desempenho e que se diferenciam em termos de qualidade. 0. 0% de leite desnatado em pó e  a % de gordura ou óleo. 0. pela maior digestibilidade dos ingredientes. 0. 0. 0. 0. 0. Para a formulação da ração pré-inicial  recomenda-se o uso de  a 0% de soro de leite em pó. 0. 0. 0. 0. 0. 0. 0. 0.  .

contendo os ingredientes especificados em cada uma delas. Pesagem dos ingredientes Pesar cada ingrediente que entra na composição da dieta conforme a quantidade que entra na fórmula. subprodutos do arroz. Além disso. As opções de dietas para suínos na fase de crescimento ( a  kg de peso vivo) e terminação ( a  kg de peso vivo) são muito variadas. por exemplo.00 Kcal/kg. não deve acontecer pois há erros decorrentes da variação nas densidades de diferentes ingredientes ou de diferentes partidas de um mesmo ingrediente. mandioca e seus subprodutos. porém em níveis de inclusão baixos. evitando-se o uso de balanças de vara. . A experiência de outros produtores da região que alcançaram sucesso com a produção de leitões pode ser importante para identificar os fornecedores e fabricantes de rações idôneos. os quais poderão proporcionar uma redução no custo da alimentação. A utilização de baldes ou outro sistema para medir o volume. entre outros). Neste caso a ração terminação  será fornecida dos 0 até os 0 kg contendo os níveis nutricionais apresentados na tabela 0 e a ração terminação  será fornecida dos 0 kg até o peso de abate contendo uma redução de % nos níveis nutricionais da ração terminação  exceto para o nível de energia metabolizável que deverá apresentar um valor de . as balanças devem apresentar boa precisão e sensibilidade. pode-se lançar mão de inúmeros alimentos alternativos. sempre de fornecedores idôneos e que tenham registro no MAPA para a produção e comercialização de rações. triticale. em relação a uma dieta de milho e farelo de soja.  AgriculturA e PecuáriA Na fase inicial devem-se formular as dietas tendo como ingredientes base preferencialmente o milho e o farelo de soja. Nestas fases. Recomenda-se que o número de rações na fase de terminação seja aumentado de  para  sempre que o peso de abate for próximo a 0 kg.Se houver dificuldade de formular as rações pré-inicial e inicial. cereais de inverno (trigo. O uso de balanças é indispensável. em vez do peso. aveia. a solução é a aquisição de ração comercial pronta específica para cada fase. já é possível a utilização de ingredientes alternativos como. porém.

 . ou outro grão moído. depois o segundo ingrediente em quantidade e assim sucessivamente. Essa pré-mistura pode ser realizada em misturador em “Y”. As misturas realizadas acima do tempo ideal acarretam gastos desnecessários com energia e mão de obra. deve ser o indicado pelo fabricante do misturador. ocasionando prejuízos ao produtor devido ao pior desempenho dos animais. Após aproximadamente  minutos de funcionamento do misturador. Misturas realizadas abaixo ou acima da faixa ideal de tempo não são de boa qualidade. ou o ingrediente de maior quantidade indicado na fórmula. Daí a necessidade de se determinar o tempo ideal de mistura. o tempo ideal de mistura. Finalmente. A mistura de ração com o uso das mãos ou com pás não proporciona uma distribuição uniforme de todos os nutrientes da ração. é de  a  minutos. Em geral. o que acarretará desuniformidade dos lotes e perdas econômicas para o produtor. recolocar os 0 kg da mistura retirados anteriormente e observar o tempo de mistura. tambor ou ainda com o uso de um saco plástico resistente. após carregá-lo com todos os ingredientes. Tempo de mistura O tempo de mistura. uma mesma partida terá diferentes quantidades de nutrientes. Porém. após colocar todos os ingredientes. pelo menos uma vez. Entretanto. o tempo de mistura na granja para se ter uma idéia de qual é o tempo ideal. tomando-se toda a cautela para evitar acidentes. Para facilitar a distribuição dos ingredientes. em misturadores verticais. A seguir colocar no misturador o premix ou núcleo previamente misturado com o milho e misturar por mais  minutos. agitando-se o conteúdo vigorosamente durante algum tempo até notar-se que as partes apresentam-se distribuídas com certa homogeneidade. antibióticos e outros aditivos com cerca de  kg de milho moído. é recomendável que se determine. retirar cerca de 0 kg da mistura e reservar. há misturadores verticais que apresentam tempo ótimo de mistura de  minutos e outros de 9 minutos.Mistura dos ingredientes Misturar previamente o premix ou o núcleo contendo minerais e vitaminas. primeiro o milho moído. antes de adicioná-lo aos outros ingredientes que farão parte da mistura. O misturador deve ser sempre limpo após o uso. Para misturar os ingredientes usar misturadores. coloca-se no misturador em funcionamento.

o consumo voluntário de alimento.Forma física da ração As rações secas destinadas a alimentação de suínos podem ser apresentadas sob duas formas: farelada ou peletizada. sem estratégia de peso de abate diferenciado.% no ganho de peso. Sob o ponto de vista da alimentação. Machos inteiros e leitoas depositam menos gordura no regime alimentar à vontade porque tem maior potencial de crescimento muscular e maior gasto energético para mantença quando comparados aos castrados. tem efeito sobre o potencial de crescimento. Isso fará com que o material que estava parado nas bocas de descarga seja também misturado. Manejo da alimentação por sexo separado O fator sexo. a instalação separada de machos castrados e fêmeas tem vantagens porque os machos castrados ingerem mais alimentos e mais rapidamente do que as leitoas e depositam mais gordura com menor idade.9% na conversão alimentar. melhora na digestibilidade dos nutrientes e menor gasto de energia para ingestão da ração. A capacidade de deposição de tecido muscular pelos suínos. Com a peletização é observada uma melhoria média em . . quando sob a influência diferenciadora da atividade hormonal obedece à seguinte ordem decrescente: machos inteiros. de cerca de 0 kg. a instalação dos suínos por diferença de sexo  AgriculturA e PecuáriA Aconselha-se que a cada  minutos seja retirada e recolocada imediatamente no misturador uma quantidade de ração.% no consumo de ração e . Quando os animais são alimentados com rações contendo o mesmo nível nutricional e abatidos na mesma época. A um mesmo peso de abate e sob a mesma nutrição as fêmeas apresentam mais proteína. . pela ação dos hormônios sexuais. resultando em carcaças com menor porcentagem de carne. enquanto que a forma peletizada deve ser a preferencial a ser adotada quando a ração é adquirida pronta. menos gordura e menos matéria seca na carcaça quando comparadas aos machos castrados. a eficiência alimentar e a qualidade de carcaça em suínos na fase de crescimento-terminação. A forma farelada é a mais usual e é usada nas granjas que misturam as rações na propriedade. leitoas e machos castrados. O efeito da peletização sobre a melhora na conversão alimentar que ocorre sob  diferentes modos: redução das perdas.

um aumento em até % na porcentagem de carne na carcaça.br>.embrapa. Acesso em  de jul. Acesso em: 0 de jul. maquinário para fabricar ração para suínos com restos de alimentos. 00  . Disponível em: http://www. Disponível em: <http:// www. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul.cnpsa. Disponível em: <http://www. br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/nutricao. Nutrição. Acesso em  de jul.embrapa.pdf>.cnpsa. sugere-se consultar a EMBRAPA Suínos e Aves (Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária). Desta forma todo lote pode ser abatido com até uma semana de antecipação o que pode representar. que possui maiores informações sobre o assunto.embrapa.cnptia.proporciona carcaças mais magras porque as fêmeas não sofrerão a competição dos castrados pela ração atingindo peso de abate mais cedo.html.br REFERêNCIAs SBRT Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.ibict. 00. EMBRAPA Suínos e Aves Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para mais informação. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.sbrt. principalmente para os castrados. 00.br/upload/sbrt1477. 00. EMBRAPA Suínos e Aves Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária.

A pesquisador Arlete Melo explica que a bucha colhida no ponto certo não requer tratamento químico. Quanto à limpeza das buchas a pesquisadora Arlete Melo. A bucha vegetal tem conquistado o mercado e o interesse justamente por ser produto natural. deve-se colhê-las. afirma a pesquisadora. bem como conseguir clientes fora do país. No dia seguinte a casca estará solta. apresenta cor branca e é bem formada. Depois. sendo que. colocá-las em um tanque (pode ser tanque de lavar roupa). quando a bucha  sOLUÇÃO APREsENTADA AgriculturA e PecuáriA BENEFICIAMENTO DA BUChA vEGETAL .Bucha vegetal PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Saber quais são as aplicações e formas de beneficiamento mais viáveis para venda e exportação da bucha vegetal. No entanto. bastando para tanto. quando então. Arlete Melo deixa claro que é imprescindível sol na secagem das buchas. Algumas porções de casca que ainda permanecerem resistentes devem ser retiradas. batê-las no tanque. é quando a bucha está devez. do Instituto Agronômico de Campinas informa que a obtenção de buchas bem limpas não requer uso de produtos químicos o que iria contra os recentes conceitos de produto ecologicamente corretos. Sobre o uso de produtos químicos na lavagem da bucha: a pesquisadora informa que é desnecessário tal procedimento porque a bucha colhida no momento certo e. lava-se bem e coloca ao sol para secar. Esta etapa tem a função de amolecer a casca da bucha. deixando de molho de um dia para o outro. portanto a melhor época para colheita. que não esteja atacada por doenças. O beneficiamento refere-se ao processo de lavagem ou limpeza das buchas incluindo a retirada das sementes e ao desenvolvimento de outros produtos. este último já está sendo estudado pelo SEBRAE-MG.

pesquisadora do Instituto Agronômico de Campinas. O tanque.é armazenada por período longo ela amarelece e endurece. área de Melhoramento. REFERêNCIAs Arlete Melo. Emater-MG. telefone () - Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out. cidade de Inconfidentes. segundo a pesquisadora. 00  . CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se usar métodos naturais de limpeza das buchas. está sendo substituído por um recipiente de metal adaptado que bate as buchas facilitando o desprendimento da casca.

com o limite de até % no blend. O café gourmert deve ser constituído unicamente com café arábica de bebida apenas mole. para melhor aproveitamento dessas raras características. desde que limpos e de bebida dura a mole. Cafés superiores . Admite-se a utilização de grãos de safras antigas. que tem somente atributos de qualidades positivos. de bebida mole a dura. O café gourmert deve ser embalado a vácuo. que atendam aos requisitos de qualidade global de bebida. excelentes. verdes e ardidos (PVA).Beneficiamento café PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Como produtor de café gostaria de estudar o processo de beneficiamento e industrialização a fim de verticalizar o seu negócio. acessíveis aos consumidores que a valorizam e que mantém a sua fidelidade à bebida.São os produtos de qualidade reconhecidamente boa. mole ou estritamente mole de tipos  a  (COB. podendo ser preparado preferencialmente em máquinas de café expresso. O café superior deve ser constituído de cafés tipos  a  COB. inclusive comprando a produção dos agricultores vizinhos. pretos-verdes e fermentados. A torra. Com a intenção de verticalizar o seu negócio.São aqueles cafés considerados mais raros e exclusivos. o empreendedor deverá fazer uma pesquisa para saber qual é o tipo de café mais apreciado pelo público que pretende atender. robusta/conillon e de sOLUÇÃO APREsENTADA  AgriculturA e PecuáriA BENEFICIAMENTO DE CAFé . características únicas e marcantes. Os cafés superiores são aqueles constituídos de café arábica ou blendados com café robusta/conillon. deve ser moderadamente clara a moderadamente escura. com um máximo de 0% de defeitos pretos. verdes e ardidos e ausência de grãos pretos-verdes e ou fermentados. Tipos de café Café Gourmert . com 0% de defeitos pretos. com atmosfera inerte ou com válvula aromática.Classificação Oficial Brasileira).

Cafés Inovadores . vitaminados. catando-se a dedo somente os frutos maduros ou do tipo concentrada. evitando as perdas de aroma e sabor. Quantidades excessivas de frutos verdes causam prejuízos na classificação por tipo. uma vez que esta composição só é compatível com a preparação por coador. orgânicos.Os cafés tradicionais são aqueles cafés produzidos a partir de blends de grãos que valorizam o equilíbrio entre a excelência da bebida e o sabor. Esta categoria deve ser constituída de cafés até tipo  COB. na qualidade da bebida e no valor do produto.São os produtos de uma nova geração tecnológica de produtos como os cappuccinos. etc. em panos ou  . café com leite. Recomenda-se iniciar a colheita.café verde-claros. os shakes. derriçando-se todos os frutos de cada ramo no chão. no peso de grão. Esta categoria não será certificada para café expresso. contribuindo para o bem estar do consumidor e satisfazendo a sua necessidade de cuidados com a saúde. cafés gelados enlatados. com um máximo de 0% de defeitos pretos. com no máximo 0% de frutos verdes. São os cafés descafeinados. enriquecidos. no desgaste da planta. A colheita do café pode ser realizada de forma manual. verdes e ardidos e ausência de grãos pretosverdes e fermentados. em embalagens tipo “almofada” ou fechadas no sistema de vácuo. Estão disponibilizados no mercado hoje. admitindo-se a utilização de grãos de safras passadas.São os produtos que fornecem algo mais além do prazer da bebida. desde que o seu gosto não seja pronunciado e nem preponderante. Esse tipo de café deverá ser consumido no máximo até uma hora após seu preparo. Estes tipos de cafés devem ser embalados a vácuo ou com atmosfera inerte ou com válvula aromática. Colheita e preparo(1) A desuniformidade de maturação dos frutos é um dos principais dificuldades a serem superadas para realização de uma boa colheita do café. semimecanizada e mecanizada. A colheita manual pode ser do tipo seletiva. no rendimento de colheita. etc. robusta/conillon e café verde-claro. Cafés Tradicionais . Cafés Funcionais .

pois controla inclusive as fermentações dos grãos que acontece na planta. conforme tem se verificado no estado de Rondônia. Os processos de preparo do café podem ser agrupados em três sistemas: • Preparo por Via seca. com eliminação da casca resultando no café cereja descascado. as operações de pós-colheita do café compreendem a separação das impurezas por vibração ou por imersão em água. em que existe maior predominância deste método de colheita (Veneziano. usualmente feitas nas lavouras de café Arábica. 00). a) Preparo por via seca: É o processo mais utilizado pelos produtores. pois tende a aumentar os custos e diminuir a qualidade. a colheita semimecanizada utiliza derriçadeiras portáteis ou tracionadas. paus. 99). antes de ir para secagem. por efeito das condições climáticas. eliminação da mucilagem quimicamente dando o café despolpado ou mecanicamente dando o café desmucilado e ainda a secagem direta dos grãos que produz o café natural ou café de terreiro (Cortez. .A derriça no pano é a forma de colheita mais indicada para região amazônica. Esta é a maneira mais recomendável. durante a mudança do estádio maduro para seco. • Preparo por Via úmida. eliminação da casca resultando em café cereja descascado. Nas condições brasileiras. O café colhido é secado com casca ao natural em terreiros ou secadores mecânicos. os frutos poderão ser separados das impurezas (pedras. com maior controle das fermentações. em se tratando de preparo por via seca. contribuindo para melhoria da qualidade 9 AgriculturA e PecuáriA em peneiras. com eliminação da casca e da mucilagem resultando no café despolpado. sem eliminação da casca resultando no café natural. folhas) e também separados por estágio de maturação (verde/ cereja / seco) através de um lavador/separador propiciando uma secagem mais uniforme e específica por fruto. dispensando a limpeza prévia do solo. Dependendo das condições existentes. Por outro lado. separação dos frutos em diversas fases de maturação. A derriça no chão não é recomendável. • Preparo por Via semi-úmida. desprovidas de recolhedores e a mecanizada é feita com máquinas colhedeiras completas automotrizes ou tracionadas por trator.

o preparo via úmida é muito usado para produção de sementes. o café despolpado é colocado em tanques de fermentação para eliminação da mucilagem.do produto resultando numa melhor classificação. Além disso. O café obtido nesse tipo de preparo é melhor classificado quanto ao tipo e bebida. porém exigindo maiores cuidados no despolpamento. que é complementada por uma lavagem deixando o café totalmente desmucilado. Embora os dois últimos tipos de preparo apresentem vantagens em relação ao primeiro. havendo diminuição da necessidade de secagem em terreiro ou secador. sem o sabor verde. devido existir muita desuniformidade quanto ao tamanho dos frutos. que lhe conferem o sabor doce do grão a exemplo do café natural. diminuição da necessidade de tulha de armazenamento e redução do tempo de secagem e beneficiamento. b) Preparo por via úmida: Inicialmente o café da roça é encaminhado ao lavador/separador e em seguida o café cereja segue para o despolpador onde será descascado e despolpado. De imediato neste processo são observadas as vantagens já mencionadas no processo de preparo anterior. verifica-se que não são muito utilizados na re0 . Finalmente. o café da roça é separado num equipamento de lavagem e separação. principalmente no Conilon. com aroma e doçura dos cafés brasileiros. enquanto o café cereja é descascado por processo mecânico. Em café Robusta. o café cereja descascado (CD) pode ser levado direto para o terreiro de secagem ou antes passar pelo degomador mecânico para retirada do excesso de mucilagem. pois na secagem seu pergaminho fica envolvido pela totalidade ou quase totalidade da mucilagem e assim em contato com açúcares. o CD apresenta características organolépticas superiores. Por fim. No descascador o café verde é separado mecanicamente sob pressão indo para o terreiro de secagem. c) Preparo por via semi-úmida: Inicialmente. enquanto o café verde e o café cereja misturados vão para o descascador. como redução do volume do produto devido a eliminação da polpa. O café bóia vai direto para o terreiro de secagem.

Terreiro de tela suspensa – atualmente vem sendo muito recomendado. Terreiro de piso revestido – Considera-se recomendável por proporcionar uma secagem mais eficiente. Terreiro de chão batido – não é recomendável pois este tipo de terreiro além de ter menor rendimento de secagem. secagem em secadores Os secadores horizontais rotativos intermitentes ou pré-secadores. .sECAGEM secagem em terreiros A secagem corresponde à fase complementar a todos os processos de preparo do café. nível de classificação e valor comercial do produto. rápida e barata.  AgriculturA e PecuáriA gião amazônica. pois consiste de uma estrutura suspensa. recebe maior aeração tanto por cima como por baixo. diminuição do tempo de secagem. favorece a ocorrência de sujeiras e fermentações indesejáveis. Uma forma de potencializar o uso desse sistema é implantá-lo em associações e cooperativas de produtores. garantindo um produto de melhor qualidade e com maior rendimento de secagem do que o terreiro de chão batido. O uso de cobertura com plástico translúcido é aconselhável nas regiões onde a colheita coincide com a época das chuvas. Além desses benefícios este tipo de terreiro proporciona maior redução de mão-de-obra. mais uniforme e com menos riscos de contaminação de impurezas e fermentações. tendo no seu interior ao longo do seu centro. e maiores custos operacionais. que evita o contato do café com o solo. sendo que método de secagem escolhido. originando um produto de má qualidade. impede o ataque de microorganismos e garante um produto com secagem uniforme e de melhor qualidade. tem efeito marcante nas determinações do índice de qualidade. Os mesmos são constituídos de um cilindro metálico com paredes perfuradas. devido à necessidade de investimento em infra-estrutura. é de construção simples. são secadores mecânicos industriais mais conhecidos e utilizados nas propriedades rurais que produzem o café Conilon e o café despolpado. com sua estrutura e manejo.

apresentando movimento rotativo através de um sistema de engrenagem. devese carregar normalmente o secador horizontal e proceder como se o produto já estivesse sido pré-secado no mesmo secador. em que depois o café desce e é levado por bica de fogo até a base do elevador que leva novamente para o alto até a câmara de repouso. tendo na parte superior a colocação de um aleito constituído por uma chapa metálica perfurada. são secadores manuais artesanais. Eles fazem a primeira etapa de secagem do café com o mesmo atingindo a meia-seca para depois ser passado para outro secador vertical ou continuar secando no mesmo secador horizontal desde que os grãos estejam com umidade uniforme e a temperatura da massa do café não ultrapasse os ° C. sendo portanto de baixo custo.  . e abaixo do fundo. seja ele em terreiros revestidos ou suspensos. Os secadores-barcaças de leito fixo. podendo ser construídos com recursos locais na propriedade. Estes secadores podem receber café com qualquer grau de umidade. com maior consumo de energia e mão-de-obra. Considera-se importante que os secadores sejam carregados totalmente. depois de cinco horas passar par 0° C e finalmente manter em 0° C até terminar a secagem. Os mesmos são constituídos de um grande depósito metálico. Estes secadores recebem o café com qualquer grau de umidade. Caso o café já tenha sofrido a meia-seca no terreiro. iniciando com 0° C. sendo alimentado por uma fornalha e insuflado por um ventilador. consistindo de uma estrutura retangular. Os secadores verticais com câmara de repouso são secadores mecânicos industriais que exigem o café que já tenha recebido uma présecagem ou meia-seca. com a temperatura não ultrapassando a 0°C e tendo revolvimento manual constante da massa de café. para que não haja perda de calor. como café fluindo para abaixo onde se encontra a câmara de secagem com seu interior tendo circulação de ar quente vindo da fornalha. e assim sucessivamente até completar a secagem. conseqüentemente aumentando tempo de secagem. Os mesmos são feitos de alvenaria. secadores horizontais ou em secador-barcaça. mas nunca devem trabalhar totalmente cheios deixando sempre espaço para movimentação do produto.um tubo perfurado onde é injetado o ar quente vindo da fornalha. Deve-se também ser controlada a temperatura do ar da fornalha. a formação de um colchão de ar quente. tendo na parte superior a câmara de repouso dos grãos. cuja camada não deva passar de 0cm de altura.

(99). o armazenamento do café pode ser realizado na propriedade sendo o café em coco ou em armazéns-padrão quando o café está beneficiado. Terminar a secagem com teor de umidade dos grãos de  a %. para secagem do café com frutos verdes. geralmente o café quer seja ele café da roça ou café despolpado.l l l l l l l l l l l Considerar a formação de lotes homogêneos fazendo a secagem por separação de lotes. os quais contribuirão para sua melhor eficiência. passa por uma primeira secagem chamada de pré-secagem. em que após o resfriamento cai para  a %. Baixar a temperatura da massa de café e não ultrapassar os 0°C. Acender a fornalha somente depois que o secador estiver cheio e em movimento. Evitar a secagem excessiva do café. Consumir sempre lenha bem seca para não produzir fumaça e não conferir cheiro a massa de café. Fazer quando possível a utilização da fornalha de fogo indireto. tais como: . alguns procedimentos de maneira geral deverão ser observados. secagem Mista A secagem mista é considerado um sistema de secagem muito comum. Neste sistema. Manter a secagem lenta objetivando a melhor uniformidade do produto. feita em terreiro de preferência revestido. pois pode diminuir o peso e facilitar a quebra durante o benefício. para em seguida ser completado o processo de secagem em secador mecânico. para que não ultrapasse os °C. ARMAzENAMENTO Conforme Bartholo et al. no sentido de proporcionar uma maior uniformidade de seca dos grãos e maior redução do tempo e secagem.  AgriculturA e PecuáriA Independente de qualquer que seja o tipo de secador a ser utilizado. através da utilização combinada do terreiro-secador. Conferir o tempo de secagem em torno de  a  horas para café de terreiro e 0 horas para o café cereja descascado. evitando defeitos. Controlar a temperatura da massa de café. Carregar os secadores estando os mesmos com a fornalha apagada.

Na propriedade o café em coco pode ser armazenado a granel em tulhas de madeira ou ainda ensacado em depósito de alvenaria. visando o máximo a diminuição de umidade no ambiente. Equipamentos básicos para a torrefação de café l Elevador de café cru l Silo para grãos torrados l Conjunto torrados l Conjunto moagem/empacotamento l Máquina para fechar Processo de Produção O processo se dá com o recebimento e a limpeza dos grãos de café. l Possuir repartições para separar diversos tipos de lotes de café. l Utilizar sacarias limpas de aninhagem para acondicionamento. Estes armazéns geralmente são administrados por entidades públicas ou privadas as quais mantêm uma execução rigorosa de normas. com uniformidade de ventilação. objetivando garantir com eficiência e segurança o sistema de armazenagem de produtos agrícolas. l Armazenar o café evitando o teor de umidade superior a %. luminosidade. l Manter o café em coco na tulha ou depósito até sua venda ou beneficiamento. Os grãos costumam chegar em sacos. que são esvaziados e descarregado em canouras de recepção.etc. A partir dessas canouras e por esteiras transportadoras. desde que esses locais sejam conservados secos. areia. ensolarados e bem ventilados. pedaços de madeira.  . com observação ainda dos seguintes cuidados: l Isolar o café do chão com a colocação de estrados de madeira para não pegar umidade. temperatura e umidade. Nos armazéns padrão o café beneficiado é armazenado numa estrutura que permite uma conservação ideal do produto. l Evitar o armazenamento do café junto com defensivos e fertilizantes. l Proteger o ambiente de gotejamento e penetração de chuvas. com a finalidade de eliminar pequenas pedras. mantendo as condições do ambiente apropriadas. l Realizar vigilância e controle de possíveis ataques de insetos e roedores. os grãos são enviados para equipamentos de limpeza.

A empresa deverá se associar a ABIC e realizar todos os procedimentos solicitados pela Associação. deixar o café descansar por cerca de  horas. A Associação Brasileira da Industria de Café ABIC. realiza uma analise da qualidade do café comercializado no varejo. basicamente. detectando se o produto é livre de impurezas. produzindo qualidades típicas de cada fabricante. È importante. Isto é feito com a finalidade de se obter as misturas exatas das diferentes variedades de grãos de café. A evolução do processo de torrefação tem sido intensa nos últimos anos.O torrador é o forno. o mesmo em todas as empresas do ramo O que diferencia. Em seguida serão pesados e transportados para os tanques intermediários de armazenamento. após a torra. uma unidade da outra é a automatização do processo de envasamento (embalagem) e a cor final do produto. os grãos de café são esfriados. . o tempo de torrefação foi bastante encurtado. O processo de torrefação e moagem de café é. Assim por exemplo. o café deve ser moído pelo sistema a martelo ou a rolos. a fim de evitar o estufamento na embalagem. para que ocorra o resfriamento completo. Uma vez torrados. Feito isso. aroma e sabor. de trinta para apenas cinco minutos. onde se produzem as mudanças físicas e químicas mais importantes e onde o grão de café realmente adquire as suas características típicas. desenvolvendo cor. Para obter o selo de pureza. e a temperatura do processo foi reduzida de 900°C para 90°C. em principio. para que o processo de torra não prossiga e provoque a queima do café. Há mais um descanso de  horas para liberar o CO desprendido na hora da moagem. ou se nele é feito algum tipo de mistura. INDICAÇõEs MÁQUINAs E EQUIPAMENTOs: Bio Queimadores BIO QUEIMADORES DRAGÃO Telefone () -0  AgriculturA e PecuáriA Outra esteira transportadora encarrega-se de colher as diferentes variedades de grãos de café recebidas e levá-las a pontos diferentes.

Empacotadeira para pó SELOVAC INDUSTRIA E COMERCIO LTDA Telefone () -99 MASIPACK IND.br  .org. DE SACOS PLÁSTICOS LTDA Telefone () - Embalagens Zenith ltda Telefone () 9- NORMAs TéCNICAs: MB 000 Análise de café MB 0009 Determinação de cloreto no café As normas podem ser obtida na ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas http://www.abnt.AUTOMATICAS LTDA Telefone () -099 RAUMAK MÁQUINAS LTDA Telefone () 0-0 Torrefação e Moagem de café Máquina MÁQUINAS TIGRE S/A Telefone () -9 INDUSTRIA MAQUINAS D’ANDREIA S/A Telefone (9) -0 FORNECEDOREs: Sacaria para Café SACARIA MEIRELES LTDA Telefone () 9- COMPANHIA TEXTIL DE CATANHAL S/A Telefone () -9 Embalagem para café PLASCO INDUSTRIA E COMERCIO LTDA Telefone () 9-000 AFASA IND.MAQ. COM.

dispostas no mesmo sentido da inclinação do terreiro.com. em camadas finas de três a quatro centímetros e ser revolvido constantemente. Cuidados no armazenamento. À tarde o café deve ser ajuntado em leiras de 0 a 0 centímetros de altura. 00. SEBRAE MG TORREFAÇÃO E CAFÉ. O armazém ou tulha deve ser construído de acordo com as normas para sua localização.cnptia. Depois o café atinge a meia-seca. O café deve ser armazenado com teor de umidade em torno de  a %.abic. por isso deve passar aas noites amontoados e coberto com encerado. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs 00.htm>.br/arquivos/pontopartida/Torrefação>. não deve tomar chuva. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. Cuidados na secagem. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr. .org. para permitir um perfeito arejamento do café.embrapa.com.ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas http://www.abnt. 00  AgriculturA e PecuáriA EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: . Nos primeiros dias. O café deve permanecer no terreiro até atingir % de umidade para ser armazenado ou beneficiado. Acesso em: 0 de abr.com.br ABIC Associação Brasileira da Industria de Café http://www. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia . abecafe. além de materiais e dimensões recomendadas. para se obter a secagem uniforme dos grãos. Disponível em: <http://www.br/FontesHTML/Cafe/CultivodoCafeRobustaRO/colheita. Acesso em: 0 de abr. Cultivo do Café Robusta em Rondônia. o café deve ficar esparramado no terreiro.sebraemg.br ABECAFE Associação Brasileira de Exportadores de Café http://www.br Para ter um produto de qualidade alguns cuidados são necessários.

contra a média nacional de . Segundo explica o gerente de vendas da Chr. Hansen. e sobre o mercado do urucum no estado de São Paulo. depois de análises de laboratórios. mercado de urucum Informações gerais sobre cultivo e beneficiamento do urucum. Marcos Munuera. afirma Munuera. possuindo hoje o melhor urucum do País. de . em 00. Hansen esses trabalhos de desenvolvimento foram fundamentais para atender sua estratégia global de negócios.00 toneladas de sementes. Com consumo. a empresa apoiou esses produtores. Para a Chr. a unidade transaciona em exportações intercompany. revela. “Espalhamos as melhores. Isso porque a unidade de Valinhos foi escolhida como centro mundial dos corantes de urucum. onde os teores de bixina atingem %. de acordo com a Revista Química e Derivado-Editora QD. em seu documento sobre urucum (cujas referências completas estão abaixo).  . o seu problema é não contar com planejamento bem organizado e produtores concentrados como ocorre em São Paulo. pelos produtores paulistas”. O restante das compras vêm do Paraná e de Rondônia. especialmente informações sobre máquinas usadas no beneficiamento. passaram a se organizar e contar com apoio tecnológico de empresas do ramo. as regiões de Monte Castelo e Olímpia. Embora este último estado o gerente também considere como produtor de um bom urucum. “Hoje 0% do nosso consumo de sementes de urucum são de São Paulo.%”.BENEFICIAMENTO DE URUCUM PALAvRAs-ChAvE Urucum. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Mercado Com relação ao mercado de urucum no estado de São Paulo. fazendo um trabalho de seleção das melhores sementes. máquinas de beneficiar urucum. interessada em diminuir seus custos de transporte e em contar com grãos com maior teor de bixina.

O primeiro é principalmente vendido para aplicações em margarinas. . A idéia é unificar os atuais três processos diferentes em apenas uma extração alcalina.Comprando o produtor a uma média de US$ 0. descrição essa de acordo com o documento: Colheita e Pós-colheita do Urucum (Bixa orellana L. Beneficiamento Abaixo segue uma descrição dos procedimentos a que são submetidos o urucum após ser colhido até a produção do corante. A pós-colheita tem início no momento seguinte à colheita propriamente dita. a Chr. peneiramento. maioneses. Aliás. ou por US$ 0. já citadas. Recolhimento dos frutos no campo É uma tarefa que tem estreita relação com a quantidade do produto colhido.0 por quilo de semente. recheios de biscoito e massas.0. a obtenção do tipo lipossolúvel seria feita por simples mistura com óleo vegetal. para corantes hidrossolúveis. a sua unidade produtiva passa por reformulação. sendo constituída das seguintes etapas: recolhimento dos frutos no campo. balas e confeitos. pré-secagem dos frutos. e por causa da crescente aceitação do mercado externo. Hansen coloca no mercado o corante lipossolúvel a R$ 0/kg e o hidrossolúvel a R$ . embutidos.) (cujas referências completas estão abaixo): Pós-colheita As práticas de pós-colheita apresentam expressiva importância no processo agroindustrial do urucuzeiro devido à influência direta na qualidade do produto final. para melhor atender a demanda. da localidade na época e. da exigência do comprador. A partir desse concentrado. descachopamento. sobretudo em virtude do desenvolvimento das versões encapsuladas e acid proof. enquanto o segundo destina-se às salsichas. secagem das sementes ensacamento. Dependendo do nível técnico do produtor. classificação e comercialização. essencialmente. do clima. cerca de  t por semana de corantes hidro e lipossolúveis de urucum a %. por percentual de bixina. 9 AgriculturA e PecuáriA principalmente para a matriz na Dinamarca. Munuera acredita muito na expansão das aplicações do corante de urucum. A produção de urucum hoje é responsável por mais de 0% de suas vendas de corantes naturais (a empresa também produz coagulantes para produção de queijo).

O método mecânico. apesar de apresentar perdas de bixina de . Observação: o nome das maquinas usada no processo de descachopamento e no de peneiramento podem ser adquirido junto com os fornecedores indicados abaixo. Um fator importante a considerar é que pelo atrito. secagem das sementes Há dois métodos utilizados para a operação da secagem.0%. em terreiros ou em secadores de alvenaria. visando evitar perdas significativas das mesmas. Peneiramento O peneiramento do material colhido pode ser feito tanto manual como mecânico.os frutos colhidos podem permanecer por um curto período de dias nas entrelinhas das plantas. O natural no qual as sementes são colocadas em terreiros e/ou sobre lonas. quando se procede ao descachopamento manual. No processo de secagem. O manual é realizado após a “bateção” dos frutos. pode haver perdas de qualidade de sementes. devido ao maior teor de umidade das sementes e/ou regulagem do equipamento. Outra opção é colher direto em balaios ou sacos e armazenálos em local adequado. bem como em secadores artificiais. recomenda-se mexer as sementes o mínimo possível. é o objetivo principal para facilitar o descachopamento. Normalmente. A perda de bixina é diretamente proporcional ao teor de umidade das sementes. A redução da umidade dos frutos (cachopas) e das sementes. as perdas de bixina são significativas. o descachopamento poderá ser efetuado pelos métodos manual e mecânico. enquanto que o mecânico. perde-se bixina nesta operação. os frutos são secados em secadores solares. sem perda de qualidade do produto. Descachopamento Dependendo do poder aquisitivo do produtor. isto dependendo das condições pluviais locais. pela maneira incorreta de se utilizar à vara no batimento às sementes. Em algumas regiões do país. a . pela sua exposição ao calor (sol e oxida0 . Pré-secagem dos frutos Consiste no recolhimento dos frutos sobre lonas. ao sol e o método artificial cuja perda de umidade ocorre em secadores com calor e ventilação forçada. após a descachopagem em máquinas incompletas. é o mais indicado.

realizaram a seleção de dois métodos . sejam bastante diferenciados. determinaram indiretamente.KOH ou hidróxido de sódio . pode-se recorrer ao método do clorofórmio para diri AgriculturA e PecuáriA ção). Deve-se evitar a presença de roedores e insetos. envolvido nesses estudos.KOH e clorofórmio. em São Paulo. utilizando sementes de urucum. de preferência. os quais foram enviados ao Ministério da Agricultura para apreciação e validação dos mesmos. no local da secagem. É de suma importância verificar o porcentual de umidade contido nas sementes. comparados e avaliados. As sementes armazenadas a granel perdem mais rapidamente o teor de bixina. conforme as exigências pré-estabelecidas pelo comprador. podendo haver incidência de mofo. onde os resultados das análises foram discutidos. visando tornar o material armazenado da melhor qualidade. através de estudos comparativos. onde cada laboratório. transformando a bixina em norbixina. A Emepa optou pela utilização do método KOH devido à facilidade na aquisição desse extrator. analisou a mesma amostra pelo seu próprio método.NaOH e posterior leitura espectrofotométrica. em local fresco. por este método. Metodologias para a determinação de bixina O método para a determinação de bixina. Após serem testados e analisados quatorze métodos diferentes e realizadas várias reuniões no Instituto Adolfo Lutz. A perda por atrito é função da falta de controle no carregamento e no descarregamento das sementes. ao seu baixo custo operacional e maior rigidez no teor final de bixina. por meio do tratamento das sementes com solução de hidróxido de potássio .Ensacamento O processo de ensacamento deve ser procedido em saco de polipropileno de 0 kg devidamente limpo ou em outro tipo de recipiente. Alguns laboratórios determinaram a bixina diretamente. com pouca luz e sobre estrados. ficando sujeitas à contaminação. Este é o método aceito internacionalmente. Caso os resultados obtidos. . umidades relativas superiores a % não são recomendadas. Armazenagem A armazenagem do produto deve ser feita. visto que. fazendo a extração com clorofórmio e posterior leitura espectrofotométrica. Outros. foi realizado. preliminarmente.

Em um balão volumétrico de 000 ml. Como observação.0 que fornece um teor final de bixina pouco inferior ao dosado com o clorofórmio. completar o balão até 000 ml. mantendo-as por  minuto. pipeta e outros instrumentos. limpar o erlenmeyer e não mexer o material decantado na lã de vidro. adicionar 0 ml da solução de KOH a % e colocar para ferver. com suas numerações correspondentes. não comprometendo o método KOH. Sem agitar. com o auxílio de um funil de vidro. a bixina também pode ser extraída por processos puramente mecânicos. de técnicas físicas que promovem a raspagem ou o atrito  . jogar fora (na pia) aproximadamente 00 ml para facilitar o manuseio com o balão. tomar uma alíquota de  ml da solução corante (filtrada anteriormente) e. filtra-se a solução e. Obtenção do corante natural bixina Além dos processos de extração por solventes. geralmente. Continuando a operação. nos seguintes passos: Pesar  g da amostra (sementes de urucum). Tampar e agitar bem. basicamente. posteriormente. e. consulta-se a tabela e encontra-se o número correspondente em bixina. cujo resultado é convertido em bixina pela multiplicação do fator . que consistem. ao término de cada filtragem. lavando as sementes com água deionizada (00 ml) por sete a nove vezes. em célula de  cm. Retira a quantidade necessária desta solução final para a cubeta do espectrofotômetro e a outra cubeta completa com a solução de KOH a % para calibragem do aparelho. colocar as sementes. Em um erlenmeyer de 00 ml. contra um branco de solução de KOH a %. A metodologia utilizada para a determinação do método KOH consiste.%.mir alguma dúvida. Para maior comodidade. lã de vidro e um bastão de vidro. esfriar em água corrente (torneira). completar para 000 ml com a solução de KOH a 0. uma peneira pequena. Ler no espectrofotômetro a  nm. Quando estiver em ebulição. Tampar bem o balão volumétrico e agitar bem a solução. Com a leitura do aparelho. em outros dois balões volumétricos de 000 ml. O método KOH expressa a norbixina. finalmente.

com.  – Centro.com. Fornecedores Fornecedores de maquinas para descachopamento e peneiramento De acordo com a ABIMAQ. . Rua Dom Aguirre. . São Paulo – SP Tel: ()    AgriculturA e PecuáriA entre grãos visando à separação de sua camada externa que contém o corante. os fornecedores são: Semco S/A. São Paulo-SP CEP: 00-00 Telefone: ()-9 Fax: ()9-000 E-mail: tigre@moinhostigre.moinhostigre. São Paulo – SP Tel: () -000 Afonso Panza R:  de novembro. Marta Balanças e Aparelhos de Precisão. Miguel de Estáfano.  /  – Saúde. Capivari – SP Tel: (9) 9 . apresentam baixos teores de bixina.br Fornecedores de Equipamento de laboratório De acordo com o documento: Idéias de negócio: Fabricação de perfumes. .  – Jd. Marajuara.Esses processos estão em fase de aperfeiçoamento onde os produtos assim obtidos. de bixina.br Site: http://www. Rua Professor Luciano Prata.sa@uol. São Paulo-SP CEP: 0-00 Telefone: ()9- Fax: ()9-0 E-mail: meteor.br Meteor Indústria e Comércio Ltda. predominante. os fornecedores são: Máquinas Tigre S/A. Rua Guaranésia. Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.com. o qual é obtido na forma. Av. geralmente.

encontram-se indicações sobre como proceder a um cultivo eficientes do urucum. cuidado com pragas e doenças. Glasstubing Ind.pl?controle=9632# Finalmente no site da EMEPA-Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária do Paraná. Também. Esse material pode ter grande valia no aprendizado sobre o manuseio com o urucum. bem como. e Com.br/upload/ sbrt526.br/ Com relação ao mercado da produção e beneficiamento de urucum no Brasil. Grama Dois . Vila Carrão.com. caso precise de mais informações.ibict. 0. a importância de se consultar as fontes indicadas. Disponível em: http://www. Escritório de São Paulo.pdf Sugerimos. 9.php acesso em  de nov. irrigação. Nesse site existe ainda informações sobre: preparo do solo. as outras fontes presentes nos documentos referenciados abaixo. pode .br/simbrau/. Henry Nestlé. 00. e que serviram da base para se fazer esses documento.br/produtos/058_417. no site da Globo Rural. Disponível em: http://www. caso queira uma descrição detalhada desse mercado no estado de São Paulo. São Paulo – SP Tel: () 9 0.globo.com.cpt. LTDA (especializada em frascos e vidraçarias) Av. cultivares.sbrt. podem-se encontrar informações na Resposta Técnica .se ter acesso a vídeo e textos sobre o assunto desejado.emepa. ainda. Disponível em: http://globoruraltv. O vídeo pode ser adquirido através do CPT. Centro de Produções Técnicas.Caçapava – SP Tel: ()   CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se. Tal material encontra-se disponível em: http://www.Vidraria Anchieta LTDA (especializada em frascos e vidraçarias) Rua Evangelina. também. Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micros Empresas. adubação  .com/ cgi-bin/globorural/montar_texto. disponível em: http://www.sebraesp. o vídeo: Cultivo de Urucum e Corantes Naturais. Ressalta-se.org. fazer uma pesquisa de mercado e para isso deve-se entrar em contato com o SEBRAE-SP.

pdf>.com.htm >.abimaq. Disponível em: < http://www. Camilo Flamarion de Oliveira. Acesso em:  de nov.br/simbrau/>.emepa. Disponível em: <http:// www. Franca-SP Telefone: () - E-mail: franca@sebraesp. 00  AgriculturA e PecuáriA entre outros. Acesso em:  de nov. .br/upload/sbrt526. Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micros Empresas. br/>. 00. Acesso em:  de nov. 00.sbrt.Editora QD. Colheita e Pós-colheita do Urucum (Bixa orellana L.org. Urucum. Portanto seria muito útil consultá-lo. Disponível em: <http://www. escritório de São Paulo.quimicaederivados.com. 00. Acesso em:  de nov. SEBRAE-SP. Disponível em: http://www. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de nov. Disponível em: <http://www.Serviço Brasileiro de Resposta Técnica.ibict. 00.br/revista/qd421/corantes3.br/inform/urucum_colheita.com. Escritório Regional Franca Endereço: rua Ângelo Pedro. Simpósio Brasileiro do Urucum. 00. Acesso em:  de nov.REFERêNCIAs ABIMAQ.). org. Simpósio Brasileiro do Urucum.htm>. Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos. Disponível em: <http://www. SBRT .br/>.com. 00. Acesso em:  de nov.br FRANCO.sebraesp.emepa.  Bairro: São José. Revista Química e Derivado.

também. de feijões domesticados na América do Sul (sítio de Guitarrero. posteriormente. Foram encontradas referências aos feijões na Idade do Bronze. no Peru) são indícios de que o feijoeiro teria sido domesticado na América do Sul e transportado para a América do Norte ().BENEFICIAMENTO DO FEIjÃO PALAvRAs-ChAvE Beneficiamento. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Origem e história Existem diversas hipóteses para explicar a origem e domesticação do feijoeiro.000 a. Tipos selvagens.  . na Suíça. remontando aos primeiros registros da história da humanidade. similares a variedades criolas simpátricas. cerca de 0.C.C. A maioria dos historiadores atribui a disseminação dos feijões no mundo em decorrência das guerras. sendo. equipamentos. achados arqueológicos mais antigos. encontrados no México e a existência de tipos domesticados. na América do Sul... beneficiamento do feijão Qual o processo de beneficiamento do feijão. Eram cultivados no antigo Egito e na Grécia. na Mesoamérica.000 a. utilizando-os até mesmo como pagamento de apostas. cultuados como símbolo da vida. suportam a hipótese de que o feijoeiro teria sido domesticado na Mesoamérica e disseminado. Os grandes exploradores ajudaram a difundir o uso e o cultivo de feijão para as mais remotas regiões do planeta. datados de cerca de . feijão. equipamentos e fornecedores. Os feijões estão entre os alimentos mais antigos. Por outro lado. As ruínas da antiga Tróia revelam evidências de que os feijões eram o prato favorito dos robustos guerreiros troianos. uma vez que esse alimento fazia parte essencial da dieta dos guerreiros em marcha. cerca de .C.000 a. Os antigos romanos usavam extensivamente feijões nas suas festas gastronômicas. e entre os hebraicos.

Figura  – Feijão carioca ()

Figura  – Feijão preto ()

Plantio Para se obter sucesso em uma lavoura é importante reunir todas as condições que favoreçam a planta a expressar todo o seu potencial produtivo (). A escolha da área, a qualidade das sementes e a operação de semeadura, especialmente no que se refere à época, à profundidade em que as sementes são colocadas, o espaçamento entre fileiras e o número de sementes por metro, são fatores bastante importantes e devem ser levados em consideração. O feijoeiro é uma planta com sistema radicular delicado, com sua maior parte concentrada na camada de até 0 cm de profundidade do solo, por isso, deve-se ter um cuidado especial na escolha da área. Solos pesados, compactados, sujeitos a formar crosta na superfície ou ao encharcamento não são adequados para a cultura do feijoeiro, recomendam-se solos friáveis, com boa aeração, de textura arenoargilosa, relativamente profundos e ricos em matéria orgânica e elementos nutritivos. A semente de boa qualidade permite a formação de lavoura uniforme, maximiza o aproveitamento dos demais insumos utilizados, evita a propagação e diminui as fontes de contaminação de doenças na lavoura, reduz a disseminação de plantas nocivas e a agressividade daquelas já presentes no solo. O seu custo corresponde normalmente de 0 a 0% do custo total da lavoura. Quanto à semeadura, as épocas recomendadas concentram-se, basicamente, em três períodos, o chamado das “águas”, nos meses de setembro a novembro, o da “seca” ou safrinha, de janeiro a março, 

AgriculturA e PecuáriA

e o de outono-inverno ou terceira época, nos meses de maio a julho. No plantio de outono-inverno ou terceira época, que só pode ser conduzido em regiões onde o inverno é ameno, sem ocorrência de geadas, como em algumas áreas de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Espírito Santo, o agricultor, via de regra, necessita irrigar a lavoura. Na época da “seca” nem sempre as chuvas são suficientes durante todo o ciclo da cultura, sendo conveniente, neste caso, complementar com irrigação. A profundidade de semeadura pode variar conforme o tipo de solo. Em geral recomendam-se de - cm para solos argilosos ou úmidos e de - cm para solos arenosos. A densidade, ou o número de plantas por unidade de área, é resultado da combinação de espaçamento entre fileiras de plantas e número de plantas por metro de fileira. Espaçamentos de 0,0 a 0,0 m entre fileiras e com 0 a  plantas por metro, em geral proporcionam os melhores rendimentos. Importância econômica e informação nutricional Os grãos de feijão representam uma importante fonte protéica na dieta humana dos países em desenvolvimento das regiões tropicais e subtropicais, particularmente nas Américas (% da produção mundial) e no leste e sul da África (0% da produção mundial). Seu consumo per capita no Brasil situou-se, em 00, em ,9 kg/hab/ano, e, na década de 0, chegou a alcançar patamares de - kg/hab/ano, sendo esta redução atribuída, ao longo do tempo, a vários fatores. Há grandes variações regionais quanto ao gosto e preferência por tipos de grãos consumidos (). O feijão apresenta componentes e características que tornam seu consumo vantajoso do ponto de vista nutricional. Entre eles citam-se o conteúdo protéico, o teor elevado de lisina, a fibra alimentar, alto conteúdo de carboidratos complexos e a presença de vitaminas do complexo B (). A Tabela  apresenta as informações nutricionais do feijão. 

Porção 0g ( colheres de sopa) Quantidade por porção Valor calórico 00kcal Carboidratos g Proteínas g Gorduras Totais 0kg Gorduras Saturadas 0g Colesterol 0mg Fibra Alimentar g Cálcio mg Ferro mg Sódio 0mg * valor diário.

%VD (*) % % % 0% 0% 0% % % % 0%

Produção no Brasil O feijão é cultivado em praticamente todo o território nacional, porém grande parte da produção está concentrada em apenas 0 estados, PR, MG, BA, SP, GO, SC, RS, CE, PE e PA, responsáveis por praticamente % da produção nacional, atingindo anualmente cerca de ,0 milhões de toneladas, distribuídas em três safras distintas, águas, seca e inverno (). Os dois gêneros de feijões cultivados no Brasil são Phaseulus e o Vigna, sendo que o primeiro é mais cultivado na região Centro Sul (carioca e preto), e o segundo na região Norte/Nordeste (macaçar/caupi). Segundo estimativas, mais da metade da produção brasileira é constituída da variedade carioca, preferida pelos consumidores da região Centro Sul, seguida pelo feijão preto e em pequenas quantidades (outras variedades) que são os feijões, vermelho, canário, jalo, rajado e rosinha, atendendo alguns nichos no mercado interno e externo. 

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Tabela 1: Informação nutricional do feijão (2)

Figura 3 – Produção de feijão no Brasil (6)

Colheita e pós-colheita A mecanização do feijoeiro, independente do sistema de cultivo empregado, não apresenta maiores problemas nas operações agrícolas realizadas antes da colheita e no beneficiamento dos grãos. São utilizados equipamentos convencionais a outras culturas, como a do arroz, do milho e da soja, para preparo do solo, semeadura, tratos culturais e limpeza e classificação dos grãos. Diversos métodos são usados na colheita do feijoeiro, os quais variam em função do sistema de cultivo, do tipo de planta e do tamanho da lavoura (). Com o surgimento de grandes lavouras em monocultivo, a colheita tem sido feita por processos semi-mecanizados (arranquio manual das plantas e trilhamento com recolhedora trilhadora); mecanizado indireto em duas operações (ceifamento das plantas com ceifadora e trilhamento com recolhedora trilhadora) e mecanizado direto em uma operação com colhedora automotriz apropriada. 90

As colhedoras automotrizes convencionais apresentam desempenho insatisfatório no feijoeiro em relação à perda e à danificação de grãos. Porém, uma melhoria no desempenho dessas máquinas tem sido obtida ao equipá-las com plataformas de corte flexíveis e com mecanismos para diminuir a danificação e a mistura de terra nos grãos. Conforme a colheita, o beneficiamento do feijão também se constitui numa operação de grande importância, pois os métodos de colheita não proporcionam um produto final limpo e padronizado em condições de ser comercializado. É necessário que o produto colhido passe por um processo de limpeza para melhorar a pureza, germinação e vigor. Processos produtivos e máquinas na etapa de beneficiamento O beneficiamento é feito, geralmente, por dois equipamentos principais: a máquina de ar e peneira e a máquina densimétrica que possui mais recursos para separar impurezas de tamanho e densidade próximos da semente. Após o beneficiamento, o feijão armazenado, destinado ao plantio ou ao consumo, deve receber tratamentos especiais para evitar sua depreciação (). Os processos para empacotamento de cereais podem variar entre sistemas semi-automáticos, de baixa produtividade, que não exigem mão-de-obra especializada, até sistemas altamente sofisticados, totalmente controlados por computador com softwares especialmente desenvolvidos, exigindo mão-de-obra altamente especializada (). O processo semi-automático (será descrito este processo considerando-se que o empreendedor é iniciante na atividade) é composto, pelo menos, das seguintes etapas:
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Pré-limpeza dos grãos: o equipamento de pré-limpeza dos grãos é importante para as impurezas, que normalmente, acompanham os grãos na colheita. Composto por um sistema de aspiração de impurezas leves e peneiras com função variável, limpa os grãos de suas piores impurezas, melhorando a qualidade do produto. Secagem: é importante no processo produtivo para garantir o prazo de validade. Grãos úmidos tendem a se deteriorar em menos tempo. A secagem é feita normalmente, por ventilador acoplado a sistemas de geração de calor, instalados em esteiras ou 9

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elevador de canecas. Empacotamento: depois de limpos e secos, os grãos devem ser transportados para empacotadora. Algumas máquinas semi-automáticas funcionam com compressor de ar, podendo produzir até .00 sacos de 00 gramas por hora. Lacragem dos pacotes e impressão da data de validade.

LEGIsLAÇÃO
- Portaria nº , de  de julho de 9, do Ministério da Agricultura e do Abastecimento, institui: Norma de identidade, qualidade, apresentação e embalagem do feijão. * Informações completas sobre a portaria podem ser acessadas através do link: http://extranet.agricultura.gov.br/sislegis-consulta/consultarLegislacao.do?operacao=visualizar&id=1024

INsTITUIÇõEs
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE Telefone: 0800 78 02 02 Site: http://www.sebraesp.com.br/ Embrapa Arroz e Feijão Rodovia GO-, km  Zona Rural C.P. 9. CEP -000 Santo Antônio de Goiás - GO Telefone: () -0 FAX: () -00 Site: http://www.cnpaf.embrapa.br/ Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA Telefone Geral da Anvisa: () -000 Site: http://www.anvisa.gov.br/

FORNECEDOREs DE MÁQUINAs E EQUIPAMENTOs
Lucato Rua Américo Viera,  CEP -9 Limeira - SP Telefone: (9) -00 9

Lemaqui Equipamentos Industriais Av. Acvat  sala 0 CEP: 9900-000 – Americano Lajeado - RS Telefone: () 0-0 Fax: () 09-0 E-mail: lemaqui@lemaqui.com.br Site: http://www.lemaqui.com.br/ Comal Comércio de Máquinas e Acessórios Agrícolas de Limeira Ltda Endereço: Rua Alberto Pelegrini,  - CEP -09 - JD. Vista Alegre Limeira - SP Fone/FAX: (9) -9 E-mail: comal@widesoft.com.br Site: http://www.widesoft.com.br/users/comal/ Balanças Vargas Ltda Rua: Monte Simplon, 9 – Nova Suíça CEP: 00-0 Belo Horizonte – MG Telefone: () - FAX: () -0 E-mail: balancasvargas@terra.com.br GBR Máquinas Ltda Rua Santa Rita,  – Centro CEP: 00-00 Juiz de Fora – MG Telefone/FAX: () -90 E-mail: gbmaquinas@yahoo.com.br Site: http://www.gbmaquinas.com.br Moinhos Indústria e Comércio Tecmolin Ltda Rua Ettore Ximenes,  CEP: 0-00 São Paulo – SP 9

AgriculturA e PecuáriA

FAX: (9) - E-mail: lucato@lucato.com.br Site: http://www.lucato.com.br/

Telefone: () -9 FAX: () -9 E-mail: tecmolin@tecmolin.com.br Site: http://www.tecmolin.com.br Engetecno Rua São Paulo,  Poços de Caldas, MG CEP 0-0 Telefone: () - Site: http://www.engetecno.com.br/index.html * A Engetecno fornece projeto de fábrica para beneficiamento de feijão.

FORNECEDOREs DE EMBALAGENs
SR Embalagens Plásticas Av. Mário de Oliveira, 00 - Distrito Industrial II Caixa Postal  - CEP -0 Barretos – SP Telefone: () - FAX: () -0 Site: http://www.srembalagens.com.br/ Embalagem Transparente São Paulo Ltda Rua Barra do Tibagi, /9 CEP: 0-000 São Paulo – SP Telefone: () -0 / - / - FAX: () -09 E-mail: embalagemsp@embalagemsaopaulo.com.br Site: http://www.embalagemsaopaulo.com.br/testeindex6.html Indústria de Plásticos Cristal Americano - Comércio e Transportes Ltda Rua Mendes Caldeira, 00 – Brás Cep: 000-00 São Paulo – SP Telefone: () 9- FAX: () 9-9 Site: http://www.ipcal.com.br/ 9

Tão importante quanto produzir é conseguir vender. Para isso, deve ser criado algum tipo de benefício ao consumidor, para que ele dê preferência à nova marca, em detrimento da concorrência. O empreendedor deve ainda, ter em mente, que ao abrir esse tipo de empresa, estará sujeito à Vigilância Sanitária de sua região, devendo, portanto, antes de iniciar o negócio, informar-se nos órgãos responsáveis pela fiscalização e no caso de regulamentação, idéias de investimento, documentação necessária para início da atividade, o cliente poderá deverá entrar em contato com o SEBRAE.

REFERêNCIAs 
. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Origem e história do feijão. Disponível em: <http://www.cnpaf.embrapa.br/feijao/historia.htm>. Acesso em:  de abr. 00. . Unifeijão. Valores Nutricionais. Disponível em: <http://www.unifeijao. com.br/>. Acesso em:  de abr. 00. . SILVA, C. C. da. Cultivo do feijoeiro comum: plantio. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Feijao/CultivodoFeijoeiro/plantio.htm>. Acesso em 0 de abr. 00. . YOKOYAMA, L. P. Cultivo do feijoeiro comum: importância econômica. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Feijao/CultivodoFeijoeiro/importancia.htm>. Acesso em: 0 de abr. 00. . DEL PELOSO, M. J.; COSTA, J. G. C. da; RAYA, C. A.; FARIA, L. C. de. Cultivo do feijoeiro comum: cultivares. Disponível em: <http://sistemasde-

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. SILVA, J. G. da; FONSECA, J. R. Cultivo do feijoeiro comum: colheita e pós-colheita. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Feijao/CultivodoFeijoeiro/colheita.htm>. Acesso em: 0 9

AgriculturA e PecuáriA

CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs

de abr. 00. . SEBRAE. Ponto de partida: beneficiamento e empacotamento de cereais, farináceos e grãos. Disponível em: <http://www.sebrae-

mg.com.br/Geral/visualizadorConteudo.aspx?cod_areasuperior=2&cod_ areaconteudo=231&cod_pasta=234>. Acesso em: 0 de abr. 00.

Kleberson Ricardo de Oliveira Pereira

NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 

0 de abr. 00

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Biodiesel, obtenção do biodiesel, processo de transesterificação

PALAvRAs-ChAvE

Saber qual procedimento adotar para realizar a transesterificação e obter o biodiesel. E como saber a qualidade do produto obtido.

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA

sOLUÇÃO APREsENTADA
1. Introdução Biodiesel é um combustível biodegradável derivado de fontes renováveis, que pode ser obtido por diferentes processos tais como o craqueamento, a esterificação ou pela transesterificação. Pode ser produzido a partir de gorduras animais ou de óleos vegetais, existindo dezenas de espécies vegetais no Brasil que podem ser utilizadas, tais como: mamona, dendê (palma), girassol, babaçu, amendoim, pinhão manso e soja, dentre outras (). 2. Biodiesel O biodiesel substitui total ou parcialmente o óleo diesel de petróleo em motores ciclodiesel automotivos (de caminhões, tratores, camionetas, automóveis, etc) ou estacionários (geradores de eletricidade, calor, etc). Pode ser usado puro ou misturado ao diesel em diversas proporções. A mistura de % de biodiesel ao diesel de petróleo é chamada de B e assim sucessivamente, até o biodiesel puro, denominado B00 (). Segundo a Lei nº 11.097, de  de janeiro de 00 (), biodiesel é um “ biocombustível derivado de biomassa renovável para uso em motores a combustão interna com ignição por compressão ou, conforme regulamento, para geração de outro tipo de energia, que possa substituir parcial ou totalmente combustíveis de origem fóssil”. A transesterificação é processo mais utilizado atualmente para a produção de biodiesel. Consiste numa reação química dos óleos vegetais ou gorduras animais com o álcool comum (etanol) ou o metanol,

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AgriculturA e PecuáriA

BIODIEsEL

estimulada por um catalisador, da qual também se extrai a glicerina, produto com aplicações diversas na indústria química (). Cerca de 0% de uma molécula de óleo vegetal é formada por glicerina. A glicerina torna o óleo mais denso e viscoso. Durante o processo de transesterificação, a glicerina é removida do óleo vegetal, deixando o óleo mais fino e reduzindo a viscosidade (). Além da glicerina, a cadeia produtiva do biodiesel gera uma série de outros co-produtos (torta, farelo etc.) que podem agregar valor e se constituir em outras fontes de renda importantes para os produtores. 2.1. Ácidos graxos O resultado da reação química entre os ácidos graxos contidos em óleos vegetais e gorduras animais e um álcool, que pode ser o etanol ou o metanol, é um éster etílico ou metílico. Quando usado como combustível, denominamos tal produto de biodiesel (). Entre os diversos compostos estudados pela química orgânica estão os chamados ácidos carboxílicos. Tais compostos têm como característica o grupo funcional carboxila:

Grupo carboxila: Os ácidos carboxílicos encontrados em gorduras animais e óleos vegetais são conhecidos como ácidos graxos. Para a descrição da molécula de um ácido graxo, deve-se indicar o comprimento da cadeia carbônica (número de átomos de carbono), o número de duplas ligações e a posição exata de tais ligações. 2.2. Produção O processo de produção do biodiesel, partindo de uma matéria prima graxa qualquer, envolve as etapas operacionais mostradas no fluxograma a seguir ():

9

MATÉRIA PRIMA

PREPARAçãO DA MATÉRIA PRIMA CATALISADOR ( NaoH ou KOH ) óLEO OU GORDURA REAçãO DE TRASNSESTERIFICAçãO

METANOL OU ETANOL

áLCOOL ETíLICO OU METíLICO SEPARAçãO DE FASES

FASE PESADA

FASE LEVE

DESIDRATAçãO DO áLCOOL

RECUPERAçãO DO áLCOOL DA GLICERINA GLICERINA BRUTA DESTILAçãO DA GLICERINA

ExCESSOS DE áLCOOL RECUPERADO

RECUPERAçãO DO áLCOOL DOS ÉSTERES

PURIFICAçãO DOS ÉSTERES

RESíDUO GLICÉRICO

GLICERINA DESTILADA

BIODIESEL

Figura 1. Fluxograma do processo de obtenção do biodiesel (4).

Na preparação da matéria-prima para sua transformação em biodiesel visa-se obter condições favoráveis para a reação de transesterificação, para assim alcançar a maior taxa de conversão possível. Primeiramente, a matéria prima deve ter o mínimo de umidade e acidez possíveis, isso pode ser realizado através dos processos de desumidificação e de neutralização, respectivamente. A neutralização pode ser realizada com solução e a desumidificação através do processo de secagem. Esses processos variam com as características de cada produto. A segunda etapa do processo é conhecida como etapa de conversão e ocorre através da reação de transesterificação, onde ocorre a transformação dos óleos ou gorduras em ésteres metílicos ou etílicos de ácidos graxos, constituintes do biodiesel.

99

AgriculturA e PecuáriA

Após a fase de transesterificação, obtém-se uma massa reacional final que é constituída por duas fases, que são separáveis por decantação ou ainda centrifugação. A fase mais pesada é composta de glicerina bruta, impregnada dos excessos utilizados de álcool, de água, e de impurezas inerentes à matéria prima. A fase menos densa é constituída de uma mistura de ésteres metílicos ou etílicos, conforme a natureza do álcool originalmente adotado, também impregnado de excessos reacionais de álcool e de impurezas. Após a separação, podemos obter a glicerina bruta, a partir da fase pesada que é submetida a um processo de evaporação, eliminando seus constituintes voláteis. E o álcool residual é obtido da fase leve e sua purificação provém da destilação, para assim obter álcool desidratado. A purificação dos ésteres ocorre pelo processo de centrifugação e desumidificação, resultando no produto conhecido como biodiesel. Este deve seguir as normas estabelecidas para o biodiesel como combustível. Um outro subproduto que constitui rentabilidade neste processo é a glicerina bruta. No entanto, a procura pela glicerina purificada é muito maior, devida ao seu valor econômico. A glicerina purificada pode ser obtida por destilação à vácuo. 2.3. Especificações e qualidade O biodiesel constitui na atualidade uma das mais importantes alternativas para os combustíveis derivados do petróleo. Em função dessa importância e da futura regulamentação para sua utilização no país, o estabelecimento de padrões de qualidade para o biodiesel é uma das maiores preocupações do governo brasileiro. Assegurar um combustível de qualidade sob qualquer situação, garantir os direitos dos consumidores e preservar o meio ambiente são os focos principais de tal preocupação. Através da Portaria  de /09/0, a Agência Nacional do Petróleo – ANP, estabeleceu as especificações iniciais para o biodiesel puro a ser adicionado no óleo diesel automotivo para testes em frotas cativas ou para uso em processo industrial específico nos termos da Portaria ANP 0, de  de agosto de 00. 

00

abimaq.br/cla/default.br/> Centro Nacional de Referência em Biomassa .gov.br Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel Disponível em: <http://www.biodieselbrasil.asp> Telefone: 000--00 Contato: falecom@cummins.org.Cidade Universitária Telefones: () 09-.São Paulo – SP CEP: 00-00 Disponível em: <http://www.br/> Portal Biodiesel Brasil Disponível em: <http://www.com.CENBIO Av. empresas e produtos sobre bio-combustíveis.  Cidade Industrial de Curitiba 0-00 .cummins. notícias.melo@dedini. () 09-.Instituto de Tecnologia do Paraná .br> Telefone: (9) 0- Contato: eliana.com.cenbio.br/> Portal que contém informações sobre associações.org.br> Cummins Latin America Disponível em: <http://www.dedini.com. revistas.br/> E-mail: tecpar@tecpar. 9 .br 0 AgriculturA e PecuáriA INsTITUIÇõEs .br Fabricantes de Máquinas e Equipamentos Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos .com. Contato: atendimento@biodieselbrasil.ABIMAQ Disponível em: <http://www. Professor Luciano Gualberto. () -9 Fax: () 09-9 .biodiesel.com Dedini S/A indústrias de Base Disponível em: <http://www.Curitiba – PR Fone: () -000 Fax: () -0 Disponível em: <http://www.tecpar.TECPAR Rua Professor Algacyr Munhoz Mader.com.

de Mello .com.br/> Telefone: () -0 .com.com.ind.br/page7.FENDEL Tecnologia Disponível em: <http://www.ABIOVE Disponível em: <http://www.com. / Ramal – 0 Contato: tecbio@tecbio.html> Associação Brasileira das Indústrias de Biodiesel Disponível em: <http://www.br> Contato: abiodiesel@abiodiesel.turbinave.com.br/index1.Indústria e Comércio de Centrífugas Ltda Disponível em: <http://www. Contato: sonia@cenpes.agr.fendel.br 0 .Fax: () -9 Laboratórios Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo M.br Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais .abiove.com.tecbio.br> Fone/Fax: () - Cel: () 99- Contato: thomas@fendel.br/> Telefone: () .soyminas.interagro.petrobras.br Soyminas Biodiesel Disponível em: <http://www.htm> Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobrás.com.abiodiesel.org.br> Telefone: ()   Contato: vendas@interagro.org.br TECBIO Tecnologias Bioenergéticas Ltda Disponível em: <http://www.br Associações TURBINAVE .Cenpes Disponível em: <http://www2.petrobras.br Interagro Disponível em: <http://www.agr.html> Telefone: () - Contato: soyminas@soyminas.br Telefone: (9) -00 / (9) -0 Contato: turbinave@turbinave.br/portal/tecnologia.com.ind.com.

No caso da qualidade do produto obtido. Portal do Biodiesel. <http://www. 00.br/ladetel.ipt.cjb.IPT Disponível em: <http://www. pois possuem especialistas no assunto que poderão auxiliá-lo da melhor forma possível.br> Contato: dqmdoca@super.br Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas .com.Greentec Disponível em: <http://www.gov.donato-ufrj.Telefone: () -9 Disponível em: <http://www.FURG . No portal do SBRT – Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – existem respostas relacionadas ao assunto e estão disponíveis para acesso. Disponível em: <http://www. a ANP (Agência Nacional do Petróleo).furg.ufrj.biodiesel.br> Contato: tecpar@tecpar. Acesso em: 0 de out. REFERêNCIAs .sbrt.br/>.furg.cfm> Laboratório de Tecnologias Verdes . indicamos que entre em contato com as instituições indicadas. Caso o cliente tenha dúvidas sobre o processo.br Instituto de Tecnologia do Paraná . é o órgão responsável por regulamentar e especificar os padrões aceitáveis.tecpar.br> Telefone: 000-9 Contato: ouvidoria@ipt.br>.br Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo .net/> Telefone: () - Contato: donato@eq. 0 AgriculturA e PecuáriA Departamento de Química .TECPAR Disponível em: <http://www.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O procedimento adotado para realizar a transesterificação está mostrado no fluxograma e detalhado no texto que segue logo após o mesmo.Laboratório Kolbe de Síntese Orgânica .LADETEL Disponível em: <http://dabdoub-labs.ibict.

.pdf> Acesso em: 0 de out. e dá outras providências.sbrt. 00. de  de agosto de 99. edição 00. 00.ibict.tecpar.. de  de outubro de 999 e 0.biodiesel.br/upload/sbrt1420. Disponível em: <http://www.ibict. altera as Leis nos 9. Acesso em: 0 de out.sbrt.br/cerbio/> Acesso em: 0 de out. Acesso em: 0 de out. Disponível em <http://www... Lei que dispõe sobre a introdução do biodiesel na matriz energética brasileira.br/upload/sbrt1257.. Instituto de Tecnologia do Paraná.gov. . de 0 de dezembro de 00. Disponível em <http://www.pdf>. Disponível em: <http://www. Boletim Técnico Nº . Kleberson Ricardo de Oliveira Pereira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out. 00. 00. .pdf>. 00 0 .br/docs/ lei11097_13jan2005. 9.

pode-se dizer que a partir de 00Kg de sebo bovino. presente no texto: Identificação dos Gargalos e Estabelecimento de um Plano de Ação para o Sucesso do Programa Brasileiro do Biodiesel. 100 kg óleo Vegetal (éster) 15 kg Metanol ou Etanol (álcool) Pressão Atmosférica Reação Química 40o . PALAvRAs-ChAvE Qual o rendimento do sebo bovino no processo de biodiesel? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com Fluxograma de Massa.70o C 40o . outros Para melhor entendimento sobre o assunto aconselha-se ler. assim como buscar por: “biodiesel”. biodiesel de sebo bovino. Kg de biodiesel. cujas referências completas encontram-se abaixo e com o texto: Energia alternativa. por completo.br> acesso em  de maio de 00 e ler as Respostas Técnicas sugeridas.br/upload/sbrt969.pdf> acesso em  de maio de 00 0 CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs AgriculturA e PecuáriA BIODIEsEL DE sEBO BOvINO . Disponível em: <http://sbrt.sbrt. o qual fala que o rendimento do biodiesel feito de sebo bovino é % inferior ao feito a partir de óleo vegetais. junto a uma quantidade média de álcool de  Kg. rendimento do sebo bovino. Exemplo: Resposta Técnica 99. biodiesel.ibict. no Processo de Transesterificação.70o MIN 10 kg Glicerina (álcool) 105 kg Biodiesel (éster) Catalisador KOH. os textos citados na secção Referências.Sebo bovino. tem-se aproximadamente 99. NaOH. abaixo. “sebo bovino” no site do SBRT: Serviço Brasileiro de Resposta Técnica: <www.ibict.

REFERêNCIAs PENTEADO. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 . do P.seia. Disponível: <www. 9 p. Rev. Baiha-Brasil.teses. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Disponível em: <http://www. Governo de Baiha. Acesso em:  de maio 00.gov.br/teses/disponiveis/3/3149/tde-08122005111726/publico/Mauricio. Mauricio C. Acesso em:  de maio 00.usp. 00. Portal SEIA. POLI/USP.cfm?idnoticia=2426>. São Paulo 00. Identificação dos Gargalos e Estabelecimento de um Plano de Ação para o Sucesso do Programa Brasileiro do Biodiesel.. Ed. de Salles.pdf >.ba. Dissertação de mestrado.br/noticias. Secretaria de Meio Ambiente e Recurso Hídricos. Energia alternativa.

Sua composição média de gases é: () Metano . a % Sulfídrico . PALAvRAs-ChAvE Saber a respeito da construção de um biodigestor para utilização no aquecimento de aviários na fase inicial (pintos) e quantidade ideal para armazenamento dos gases para um aviário de 0 x  (0. • Valorização dos dejetos para uso agronômico como fertilizante. Os mais simples possuem um único estágio. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA O biogás é a combinação de gases resultantes da digestão anaeróbia da matéria orgânica contida nos dejetos. • Redução do poder poluente e do nível de patógenos. energia alternativa. gasolina e o GLP. biogás. a % Carbônico . em comparação com outros sistemas. aviário.000 aves).Biodigestor.Traços Amônia . O dimensionamento Existem vários modelos de biodigestores. O tempo de retenção dos dejetos depende da capacidade das bactérias em degradar a matéria orgânica. Um método prático de estimar o tamanho do biodigestor é dado pela fórmula abaixo: TB = V * TRH sOLUÇÃO APREsENTADA 0 AgriculturA e PecuáriA BIODIGEsTOR . alimentação contínua sem agitação e sem isolamento.Traços As vantagens • O resultado da decomposição é a geração de um gás de alto poder energético capaz de substituir a lenha. • Menor tempo de retenção hidráulica e de área para degradação anaeróbia.

0. O investimento em armazenagem pode ser substancialmente reduzido com a utilização do filme plástico de PVC. Eles influenciam diretamente o custo/benefício do biogás.0 O manejo Os dejetos devem ser manejados de forma a manter uma concentração adequada de sólidos totais para otimizar a produção de biogás: • Bovinos .0 a % • Suínos .0 • Suínos (90Kg) . a 9% O gás sulfídrico. gás carbônico e vapor d’água devem ser removidos por serem corrosivos e diminuírem a eficiência energética. a 0% • Aves .Onde : TB = Tamanho do biodigestor (m) V = Vazão diária de dejetos (m/dia) TRH = Tempo de retenção necessário para a degradação da matéria orgânica (varia de 0 a 0 dias).Kg) . Os custos A armazenagem e o sistema de liquefação do biogás são fatores limitantes à popularização dos biodigestores. A produção Estima-se que a produção de biogás (m/cabeça/dia) seja de: • Bovinos (00Kg) .0.0.0 • Aves (. É um material resisten0 .

Onde deseja-se um aproveitamento maior dos recursos energéticos do biogás esse modelo torna-se uma opção mais apropriada Outra opção é o biodigestor indiano O Biodigestor Indiano é composto basicamente por: l l l l l l Caixa de Carga Tubo de Carga Câmara de biodigestão cilíndrica Gasômetro Tubo-guia Tubo de Descarga 09 AgriculturA e PecuáriA te. seguro e durável. O biodigestor indiano encontra o seu ponto a favor num aproveitamento do gás mais aprimorado e uma visibilidade do processo mais imediata pelo movimento da campânula. . Onde haja recursos limitados e principalmente uma necessidade de saneamento básico e de biofertilizante o modelo chinês é o mais indicado. Uma opção é o biodigestor chinês. Há lugares e situações onde isso é um fator determinante.O biodigestor chinês tem uma grande vantagem em seu custo reduzido e na sua simplicidade de construção.

para evitar a deposição de impurezas e água na parte externa do mesmo. quando este se movimentar para cima ou para baixo. Tubo de descarga: servirá para fazer a retirada do material fermentado (sólidos e líquidos) de dentro do biodigestor. desde a caixa de carga até o interior do biodigestor. Tubo de Carga: serve para conduzir o material. sendo a cobertura superior abaulada (em forma de cone). Caixa ou caneleta de descarga: refere-se ao local para onde será encaminhado o material retirado de dentro do biodigestor até ser conduzido para outro local. Isto é possível. por gravidade. Tubo-guia: terá a função de guiar o gasômetro. deve-se utilizar também tubo PVC com 0 mm de diâmetro. porque ele se movimentara para cima ou para baixo. e 0 .l l Caixa ou Caneleta de Descarga Saída de Biogás Sendo que: Caixa Descarga: feita em alvenaria. de acordo com o volume de biogás acumulado ou retirado. a qual deverá ser soldada em uma estrutura metálica. feita de cantoneiras de aço carbono ¾”. Ela também deverá ser construída em alvenaria. Gasômetro: refere-se ao elemento que será responsável por armazenar o biogás produzido. Para isso. permitindo o seu fornecimento com pressão constante. Câmara de biodigestão cilíndrica: refere-se ao local onde ocorrerá a fermentação do material e a conseqüente liberação do biogás. Ela também deverá ser construída em alvenaria. Geralmente o gasômetro é feito de chapa de aço numero . refere-se ao local onde os dejetos diluídos em água serão colocados para serem introduzidos no sistema. Normalmente utiliza-se um tubo em PVC com 0 mm de diâmetro. Ele deverá ter formato cilíndrico. Esse elemento deverá ser obtido a partir de um tubo galvanizado com duas e meio de polegadas de diâmetro.

km 0 Concordia – SC CEP 900-000 Telefone (9) - http://www. sendo que nestas condições.cnpsa. O produto final deve passar por tratamento complementar. pois abaixo da superfície do solo as temperaturas são mais elevadas e as suas variações são menores. o manejo dos biodigestores enterrados é mais fácil de ser executado. .  AgriculturA e PecuáriA saída de biogás: refere-se a um dispositivo que deverá na parte superior do gasômetro. ou seja.A fermentação ocorrerá mais intensamente quando a temperatura do material estiver entre 0º e º C. para possibilitar acompanhar os movimentos do gasômetro.Tecnoeste . ocorrido em Janeiro de 00 na cidade de Concórdia – SC. Por essa razão é que o biodigestor é construído enterrado.pdf CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O biodigestor com utilização de biogás para aquecimento de aviários é uma das tecnologias que a Embrapa Suínos e Aves apresentou no º Show Tecnológico Rural do Oeste Catarinense. o que implica em cuidados redobrados com o manejo. Alem disso.br/upload/sbrt436. O biodigestor é um sistema de tratamento que estabiliza parcialmente o dejeto. Normalmente o sistema tem um abatimento de 0 a 0% da carga orgânica. é maior e ocorre em menor tempo. como lagoas de estabilização. a produção de biogás.embrapa. INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: Embrapa Suinos e Aves BR . pelo qual o biogás sairá do interior do gasômetro e será conduzido até os pontos de consumo de combustível.ibict.br Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas http://sbrt. ele reduz o poder poluente do dejeto nestas percentagens. Recomenda-se que esse dispositivo seja de mangueira flexível. se o destino final forem os corpos d’água. por quilograma de material utilizado.

00. Disponível em: <http://www. 00  . Disponível em: <http://www. pode ser utilizado em sistemas de geração de energia térmica e elétrica. O mais comum e recomendável é o uso do biogás para aquecimento de aviários e leitores em creche.br/?/tecnologias/biodigestor.embrapa.html>. Para mais informações sobre essa tecnologia pode ser obtida com a Embrapa Suínos e Aves pelo telefone (9) -.cnpsa. Embrapa Suínos e Aves. Acesso em: 0 de abr. Acesso em: 0 de abr. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr.embrapa. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA . 00. Valorize os dejetos animais: Use o Biodigestor. br/?/noticias/2005/01/noticias-2005-01n04. secagem de grãos e aquecimento de água.htm>. .O biogás gerado pelo biodigestor.enpsa.

deve-se colhê-las. lava-se bem e coloca ao sol para secar.Bucha vegetal PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Qual produtos deve utilizar e em que quantidade dos mesmos. Para buchas amareladas o engenheiro químico Fernando Lón recomenda a seguinte formulação:  AgriculturA e PecuáriA BUChA vEGETAL . Arlete Melo deixa claro que é imprescindível sol na secagem das buchas. que não esteja atacada por doenças. Esta etapa tem a função de amolecer a casca da bucha. A bucha vegetal tem conquistado o mercado e o interesse justamente por ser produto natural. Algumas porções de casca que ainda permanecerem resistentes devem ser retiradas. afirma a pesquisadora. para obter bucha natural com coloração branca. do Instituto Agronômico de Campinas informa que a obtenção de buchas bem limpas não requer uso de produtos químicos o que iria contra os recentes conceitos de produto ecologicamente corretos. portanto a melhor época para colheita. é quando a bucha está devez. quando a bucha é armazenada por período longo ela amarelece e endurece. apresenta cor branca e é bem formada. quando então. bastando para tanto. Sobre o uso de produtos químicos na lavagem da bucha: a pesquisadora informa que é desnecessário tal procedimento porque a bucha colhida no momento certo e. A pesquisadora Arlete Melo explica que a bucha colhida no ponto certo não requer tratamento químico. No entanto. Depois. batê-las no tanque. sOLUÇÃO APREsENTADA A limpeza das buchas a pesquisadora Arlete Melo. de boa aceitação no mercado. No dia seguinte a casca estará solta. deixando de molho de um dia para o outro. colocá-las em um tanque (pode ser tanque de lavar roupa).

telefone () - Fernando Lón – Engenheiro Químico da FERCK ACESSORIA Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de out.l l l l l Soda Caústica  a 0 % (segundo o químico para se chegar na dosagem certa. adiciona-se a soda ouço a pouco a título de teste) e deixa de molho por  a  horas Lavar bem. Lavar bem.pesquisadora do Instituto Agronômico de Campinas. Acrescentar % de glicerina na água. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se usar métodos naturais de limpeza das buchas bem como usar buchas de qualidade. Adiciona  a 0 % de hipoclorito ou peróxido na água para amolecimento das fibras. A glicerina amolece as fibras da bucha. área de Melhoramento. de avental. de máscaras e de segurança. está sendo substituído por um recipiente de metal adaptado que bate as buchas facilitando o desprendimento da casca. cidade de Inconfidentes. 00  . O tanque. segundo a pesquisadora.Emater-MG. como uso de luvas. REFERêNCIAs Arlete Melo . O manuseio de produtos químicos exige cuidados especiais. José Abílio de Oliveira .

Reprodução de bulbos. por algumas semanas em ambiente com baixa temperatura (entre  e  graus Celsius) e depois plantar. desde ferramentas e guias de estação até dicas de plantio e índices com mais de trezentas espécies de bulbos. mais conhecida como palma.  da Lei Nº . flores. mas podese acelerar a performance.0. como por exemplo. de todo o  AgriculturA e PecuáriA BULBOs DE FLOREs . bulbos de flores. todavia existem vários livros sobre o assunto no mercado (livrarias) que são importantes fontes de informação. porque cada espécie exige um processo específico. Um manual completo para o cultivo de bulbos. Existem várias espécies que se propagam por meio de seus bulbos e indicar uma a uma seria improdutivo. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs LEGIsLAÇÃO O Art. reprodução de flores. Área de Olericultura da Escola Superior de Agronomia “Luiz de Queiroz” a propagação vegetativa é lenta. PALAvRAs-ChAvE Como produzir e comercializar bulbos de flores (informações gerais) IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o professor e doutor Keigo Minami do Departamento de Produção Vegetal. colocado em ambiente com baixa temperatura e depois pode ser plantado. ou seja. cada “dente” é uma nova planta. Pecuária e Abastecimento. O Professor Keigo informa. o livro intitulado Bulbos. de Michael Jefferson-Brown. de 9 de dezembro de 9. ainda que cada parte da raiz que se parece com dente de alho é um bulbo que deve ser separado um a um. que trata da Produção de sementes e mudas dispõe que: É obrigatório o registro no Ministério da Agricultura. Como exemplo cita-se a Gladíolo. para acelerar seu processo de propagação deve-se deixar seus bulbos.

Sugere-se. determina que o registro seja efetuado na Delegacia Federal de Agricultura do Estado. inclusive quando utilizado para florestamento ou reflorestamento . dicas de especialistas.php?id=123 acesso em: 0 de nov. Art. manole. NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de nov. A PORTARIA Nº . de  de julho de 99. REFERêNCIAs Magda das Graças Costa. guias práticos e fotos ilustrativas. Seja planejando um mar espetacular de campainhas. Tel: (9) 9-90. um grupo de alegres tulipas ou uma bordadura com narcisos resplandecentes. bem como envasar e a induzir o crescimento dentro de casa. 0.viveiro de mudas destinado à exploração comercial ou industrial. Área de Olericultura da Escola Superior de Agronomia “Luiz de Queiroz”. Siga as instruções para se deleitar com a beleza exótica das diversas flores que melhor se adaptam ao seu ambiente e clima. Para aquisição consulte a Editora Manole. este livro o ajudará a criar um espetáculo de tirar o fôlego através de um índice com mais de trezentas espécies de bulbos. para mais informações sobre o processo de reprodução de bulbos a consulta ou aquisição da literatura indicada abaixo: Título: Bulbos Autor: Michael Jefferson-Brown Editora: Manole Este guia exclusivo sobre bulbos o conduz passo a passo por todos os estágios do cultivo. 00 Professor e Doutor Keigo Minami do Departamento de Produção Vegetal. Disponível em: http://www.br/livros. 00  . como projetar e cuidar do seu jardim de bulbos.com.

ao ingerirem a fruta. como a niacina. sais minerais e os ácidos clorogênicos/quinídeos. como vermífugo. embora se acredite ter ação vermífuga. suinocultura PALAvRAs-ChAvE Existe algum estudo sobre o café utilizado como vermífugo para leitões? IDENTIFICAÇÃO DE DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O uso do café iniciou-se a partir da observação dos rebanhos de cabras que. suíno. que requerem maiores estudos. dentre centenas de outros. contém altas taxas de tanino. do Departamento de Não Ruminantes da ESALQ USP e Profa. foi vista como estimulante. Esta última.Café. Prof. Valdomiro Shigueru Miyada. em algumas regiões. Sabe-se que o conhecimento popular utiliza sementes de abóbora e. cuja a propriedade adstringente atua como redutor da evacuação de líquidos nas fezes. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Sugere-se o contato com a EMBRAPA . Os pesquisadores. a substância mais pesquisada e conhecida do café é a cafeína. Contudo. descoberta na Alemanha em 0 pelo químico Ferdinand Runge. ficavam mais agitadas. Estas observações levantaram a curiosidade sobre a fruta que. Jacinta Diva Ferrugem Gomes. porco. a maioria voláteis. Dra. desde o início de seu consumo humano. do Departamento de Zootecnia/FZEA informam que não há estudos conhecidos sobre o uso do café como vermífugo.  AgriculturA e PecuáriA CAFé COMO vERMIFUGO PARA sUÍNOs .Suínos e Aves. vermífugo. Deste então a ciência médica dedicou uma atenção quase que obsessiva e exclusiva à cafeína e muito pouca aos demais compostos bioativos do café. leitão. a folha de bananeira. que iniciará uma pesquisa sobre princípios ativos contidos em certas plantas.

00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . FONTEs CONsULTADAs EMBRAPA Suínos e Aves. Acesso em: 0 de ago.sede.embrapa.br/cafe/ >.00. Disponível em: <http://www.embrapa.cnpsa.00. Disponível em: <http://www22. Acesso em: 0 de ago. br/>.como alternativa medicinal para suínos. EMBRAPA Café. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de ago.

Os solos brasileiros na sua maioria são ácidos. e fica em equilíbrio com a fase liquida. . são denominados acidez potencial. conhecimentos tecnológicos. calagem. principalmente àquelas relacionadas a preços de insumos e disponibilidade de crédito. caracterizando-se por baixas concentrações de cálcio e de magnésio (elementos diretamente envolvidos no desenvolvimento das raízes) e por valores elevados de alumínio trocável e baixa disponibilidade de fósforo do solo. calagem para cultivo de milho PALAvRAs-ChAvE Saber qual é a quantidade ideal calcário para executar a calagem de um solo que não recebe tratamentos corretivos há cerca de três anos e. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo o pesquisador Gilson Pitta. denominados de Al trocável ou acidez trocável. por pressupor o conhecimento de um número razoável de informações tais como: . A acidez do solo é representada basicamente por duas fases: a fase sólida e a fase líquida. sendo por isso. características específicas do mercado. sOLUÇÃO APREsENTADA 9 AgriculturA e PecuáriA CALAGEM DO sOLO . a recomendação de calagem não é um procedimento simples. Os íons H+ dissociados na fase líquida são denominados acidez ativa. pela matéria orgânica e pelos os óxidos de ferro e alumínio. que tem sua origem na pesquisa naquela região ou estado. Apenas. parte dos íons alumínio são deslocados por outros cátions. características da propriedade agrícola. que é estimada pelo pH. A fase sólida é representada pelas argilas. ligados à fase sólida. etc. tipo de solo. a solução do solo.Milho. histórico da área. da cultura. . que é utilizado para o cultivo de milho. Os demais íons H+ e Al+. tais como caracterização da área. expectativa de rendimento.

M. Em situações que requeiram também a correção do magnésio. mas também da acidez potencial do solo. Por essa razão. ajustado ao pH . V é a saturação de bases que se deseja elevar. Como estimar a necessidade da calagem? O método de estimação apresentado a seguir é o Método da Saturação de Bases. através da análise química. em toneladas/ hectare é representada pela expressão: NC = ( V –V ) CTC / 00 CTC representa a soma das bases Ca.e requer uma análise laboratorial do solo para a determinação das quantidades de Ca. A fórmula para o cálculo da Necessidade de Calagem. Aplicação do calcário Recomenda-se que a aplicação do calcário seja a mais uniforme possível em toda a extensão do terreno. K. é denominado de Poder Relativo de Neutralização Total (PRNT) ou equivalente de carbonato de cálcio. O poder neutralizante do calcário é determinado pela comparação com o poder de neutralização do carbonato de cálcio puro (CaCO). Mg. K e Na com os valores da acidez potencial (H + Al). e deve ser realizada verificando-se características como valor neutralizante. recomenda-se valores de V entre 0% e 0%. expressos em Cmolc/dm. A estimativa da Necessidade de Calagem (NC) é feita através da análise química do solo sendo que. extraídos com acetato de cálcio 0. diferentes métodos vêm sendo utilizados nas diferentes regiões do Brasil. o calcário magnesiano ou o dolomítico são os recomendados. A escolha do calcário é também muito importante para o sucesso da operação de correção do solo. além da determinação de H+Al (acidez potencial). No caso do milho. que é de 00%. de modo a proporcionar uma 0 . Não sendo suficientes.Os métodos que quantificam a necessidade de calcário visam à eliminação não somente da acidez ativa. É baseado na correlação do pH do solo com a saturação por bases. e em alguns casos também o Na. Mg. outras fontes de magnésio devem ser utilizadas. V é a saturação original do solo. desenvolvido estado de São Paulo e amplamente utilizado nesta região. grau de finura e reatividade do material corretivo.

pelo método de saturação de bases. não se deve efetuar a calagem. Também são importantes. de uma gradagem. porém exige uma análise laboratorial do solo para quantificação de alguns componentes químicos presentes no mesmo. Em solos sob plantio direto consolidado. sem a necessidade de revolvimento para incorporação (aração e gradagem). para a camada de 0 a 0 cm. solos argilosos: / a / da necessidade de calcário (NC). A necessidade de uma nova aplicação de calcário deve ser monitorada através da saturação por bases do solo. Esta análise deve ser feita por um profissional devidamente qualificado e capacitado para tal atividade.  AgriculturA e PecuáriA melhor mistura com as partículas do solo.A incorporação do calcário deverá ser a mais profunda possível. adotar o valor limite. metade antes da aração e a outra metade após essa operação. para o êxito da operação de calagem. ou seja. pelo método de saturação de bases para a camada de 0 a 0 cm. Se maior que . é possível aplicar o calcário na superfície. . Para valores iguais ou superiores a 0%. de preferência a profundidades maiores que 0 cm. Essa observação ainda é mais relevante quando se recomendam quantidades superiores a  toneladas/ha. seguindo-se esta última. a escolha do tipo de calcário a ser utilizado e a forma de aplicação do mesmo. Este é um método eficiente. 2. t/ha. sugere-se o parcelamento em duas vezes. solos de textura média e arenosos: / da necessidade de calcário (NC). adotar o valor limite. Atividades que também devem ser auxiliadas por um profissional devidamente qualificado. a  t/ha. Se maior que . CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Atualmente o método mais utilizado na região de São Paulo para estimar necessidade de calagem é o Método de Saturação de Bases. as quantidades são menores e as recomendações são baseadas na textura do solo: 1. Nessa situação. Nessa situação.

REFERêNCIAs PITTA.br/publicacoes/milho/fercalagem. Disponível em: <http://www. Cultivo do Milho.00. cnpms. Gilson et al.htm>.  . V.embrapa. 00. Carlos A. Acesso em 0 de ago. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de ago. de A.

e os quinodum Estrela. Mg. entre as baquearias temos o Marandi e o Mg. Mg. da análise do solo em que será realizado o plantio. Dífito e Cossicross. topografia e drenagem). IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA O capim sempre será preferível à grama por produzir maior quantidade de biomassa. primeiramente. As que necessitam de poucas condições favoráveis do solo são as Umidículas (Certania) e dictoncrias. Por exemplo: as espécies de capim mais indicadas para o gado leiteiro não terão um alto rendimento nos solos pobres em fósforo.Capim. PALAvRAs-ChAvE Saber qual o melhor capim ou grama para pasto irrigado destinado a gado leiteiro. pasto irrigado. Tanzânia e Mombaça. sOLUÇÃO APREsENTADA  AgriculturA e PecuáriA CAPIM PARA GADO LEITEIRO . Camerum. As que requerem alta exigência destas condições são os capins Mombaça. Os mais indicados para o pastejo de gado leiteiro são: Mg. Porém a escolha do melhor capim dependerá. Tanzânia. Aires e Atlas. os napil Elefante. capim para gado leiteiro. Entre as que exigem condições medianas estão as espécies de baquearias Decumbens. pastagem irrigada para gado leiteiro. o rendimento dependerá das condições topográficas e da capacidade de drenagem deste solo. Além da fertilidade. Há várias espécies de capim e a melhor escolha dependerá do grau de exigência das condições acima citadas (quantidade de fósforo. Serão estes os aspectos principais que definirão também a quantidade e a freqüência de água que o pasto deverá ser irrigado no período de secas.

pode-se recorrer a Embrapa de sua região e solicitar um mapa da Carta de solos e avaliar as condições topográficas e de drenagem da área junto a um profissional da área.Escola Superior de Agricultura Luis de Queirós. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de set. caso haja interesse em ir mais afundo sobre a questão.  . REFERêNCIAs Professor Ademir de Luca da Esalq.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Segundo o professor Ademir de Luca da ESALQ (Escola Superior de Agricultura Luis de Queirós) a melhor orientação para o pequeno produtor é procurar saber qual o capim mais utilizado nas áreas vizinhas à sua. 00. pois geralmente nestas a análise de solo já fora realizada bem como os procedimentos adequados. Contudo.

Isto acontece porque as empresas envolvidas – duas “holdings” do setor de fruticultura – disputavam a patente desta variedade. e .até mesmo à Embrapa é restringido o acesso a estes locais. também conhecido como golden? Gostaria de obter informações sobre a cultura (plantio. isto é. abacaxi golden. Ela é bastante suscetível à bucha fitospora e a funcariose. pois a planta é conhecida a mais de dez anos na América Central. Contudo.  AgriculturA e PecuáriA CARACTERÍsTICAs DO ABACAXI GOLDEM PARA CULTIvO . IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O abacaxi MD é um duplo híbrido. abacaxi MD. pragas e doenças). sobre o mercado para este tipo de abacaxi e porque há tão pouca informação sobre esta variedade. Para resolver este problema. As únicas experiências de plantio no Brasil têm sido realizadas no Ceará e na Paraíba e poucas informações se têm sobre as pesquisas desenvolvidas nestas áreas de domínio privado. segundo o professor José Renato Tavares do CNPMF -Centro Nacional de Pesquisa de Mandioca e Fruticultura . cuidados.já plantado em áreas restritas e particulares do nordeste brasileiro e que se beneficiam do projeto de Integração do Rio São Francisco . razão pela qual têm atraído interesses para a exportação. Entretanto podemos adiantar que em muito pouco a cultura desta variedade de abacaxi se difere das outras. sabe-se que a patente já pode ser considerada de domínio público. Porém. abacaxi gold. É levando em conta estas concepções que diante da escassez de informação sobre o abacaxi MD . Essa variedade apresenta menor teor de acidez e formato mais uniforme.. basta o produtor estar atento aos cuidados com a irrigação – o solo não deve encharcar .que procuramos a EMBRAPA. afirma Tavares. um descendente de híbridos da variedade Smooth Cayene.e com o pH que deverá estar entre . fruticultura PALAvRAs-ChAvE Quais são as características do abacaxi MD.Abacaxi.

Ademais. Trata-se de algo de praxe e que não deve tomar o empreendedor de preocupações.Ribeirão Preto. Deve-se solicitar a importação junto ao Ministério da Agricultura que poderá exigir.Para a obtenção de mudas recomenda-se importá-las da Costa Rica ou consegui-las diretamente de laboratórios. A aposta na variedade é que sua colheita seja antecipada em relação às outras e a sua resistência ao transporte seja mais eficiente.Fax: () 0  Email: bionova@bionova-mudas. apenas uma quarentena contra possíveis riscos ambientais.br Tel () -0 Fornecedores de mudas na Costa Rica Instituto Tecnológico de Veracruz –México. Disponível em: <http://www.br Vendas de “Piñas MD” no Panamá e Costa Rica – Tel. portanto mais adaptadas ao manejo e cultivo. Tanto o mercado interno quanto o externo apresentam grandes potenciais de aceitação do MD. SP.edu. A segunda opção por serem plantas de laboratório leva algum tempo para se adaptarem ao cultivo em lavoura. 0090 .embrapa.EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA / Centro Nacional de Pesquisa de Mandioca e Fruticultura. Disponível em: <http://www. Maiores dados sobre o mercado podem ser obtidos junto a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.mx> Laboratório Bionova Avenida Santa Luzia  .: () 0  .cnpmf. sem muita extensão burocrática.br/index.php&menu=4> Pesquisador: José Renato Santos Cabral – E-mail: jrenato@cnpmf. Para maiores informações sugere-se consultar as instituições abaixo: Tecnologia de Micropropagação e obtenção de mudas e sementes: Associações: EMBRAPA .embrapa.com.Bairro Sumaré .: ++(0)-09  .itver.Tel. A primeira opção é mais favorável. o preço das mudas pode ser elevado devido a pouca oferta.php?p=servicos. pois tratam de plantas convencionais para o plantio.

MEJÍA. Operaciones Postcosecha de la Piña.org/inpho/content/compend/text/ch33s/AE614s01.fao.htm>. Danilo. 00 Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev. Acesso em: 0 de fev. Disponível em: <http://www. 00  AgriculturA e PecuáriA REFERêNCIAs .

fase de colonização do champignon. doutor em Microbiologia durante a fase de colonização do composto (após a saída do pasteurizador) a liberação de calor do Agaricus bisporus (champignon de Paris) é gradual. Disponível em: <http://sbrt.br/upload/sbrt1176. bisporus. Cultivo de Cogumelo. Este aumento da temperatura pode ser prejudicial ao cultivo do cogumelo.com.htm>. Acesso em: 0 de maio 00. bisporus pelos nutrientes presentes no composto. Agaricus bisporus.herbario. sOLUÇÃO APREsENTADA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Cultivo de cogumelos. Isto ocorre devido a taxa de atividade metabólica (reações químicas para o crescimento) do micélio que começa a se desenvolver a partir da “semente”. Luiz Henrique informa. Para que não ocorra este aquecimento a estufa deve ser ventilada com maior freqüência da metade para final desta etapa (que dura aproximadamente  dias). a temperatura dentro do saco de colonização pode chegar a oC. Qual é a quantidade de calor que o cogumelo champignon libera na fase de colonização? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA De acordo com o Luiz Henrique Rosa. pois favorece o desenvolvimento de microrganismos termófilos (que crescem melhor em temperaturas elevadas). Estes termófilos podem competir com o micélio do A.br/dataherb13/cogumelos. A medida que o micélio coloniza o composto.pdf?PHPSESSID=d93fa4f467eda428c317  .COGUMELO PALAvRAs-ChAvE Cogumelo champignon. O Dr. ainda que. Disponível em: <http://www. a temparatura dentro da estufa de colonização deve permanecer entre -oC. cogumelo.ibict. para um bom desenvolvimento do micélio do A.

pdf>.unesp.br/propesp/publicatio/bio/2003_2/03. . Luiz Henrique Rosa. da Massa do Substrato e do Ambiente de Cultivo. Desinfestação de Composto para Cultivo de Cogumelo Agaricus bisporus (Lange) Imbach.tche.uepg. REFERêNCIAs Dr.pdf>.pdf>.br/faem/agrociencia/v2n3/artigo05. Disponível em: <http://www.fca. 9 AgriculturA e PecuáriA 034854a15f34>. doutor em Microbiologia Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de maio 00. Acesso em: 0 de maio 00.br/servicos/publicacoes/Energia/revista/V14N199/141Gilberto. na Produtividade de Agaricus Blazei.ufpel. Acesso em: 0 de maio 00. Acesso em: 0 de maio 00. Efeitos da Camada de Cobertura. Acesso em: 0 de maio 00.Cultivo e Análise da composição química do cogumelo do sol (agaricus blazei murril) <http://www. Disponível em: < http://www.

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Os frutos podem ser colhidos pelo método do “arranquio” (torção do pedúnculo seguida de sua remoção). os frutos colhidos não devem ter contato direto com o solo. . É proibida a mistura de frutos coletados no chão com os colhidos no pé.. Recomenda-se o uso de caixas plásticas e sacos para realizar a colheita. É obrigatória a limpeza e higienização de equipamentos e utensílios de colheita. podem ser utilizadas operações mecanizadas ou a carroça. etc. porém promove maiores danos aos frutos. Qual é a produtividade média (em quilos) de um pé de laranja. Para o transporte das caixas. nem exposição direta ao sol.COLhEITA DA LARANjA PALAvRAs-ChAvE Laranja. chuva. Qual é o processo utilizado para transportar a laranja até o caminhão. Obrigatoriamente. colheita da laranja Deseja saber: . colheita. principalmente na região peduncular. quando ainda estão com orvalho ou molhados de chuva. Deve-se evitar colher frutos nas primeiras horas da manhã. Frutos com cortes ou qualquer outro tipo de injúria (ferimento) devem ser descartados ainda no campo. O “arranquio” é um método mais rápido. A colheita por derriça (movimentação vigorosa da planta) não deve ser realizada. . O intervalo de segurança dos agrotóxicos deve ser obrigatoriamente respeitado para a colheita dos frutos. sendo recomendado que sejam levados para o seu destino 0 . tais como luvas. tesouras e caixas. ou por meio de tesouras ou alicates de colheita. dependendo do tamanho do pomar. Como é feita a colheita da laranja e quais são os equipamentos utilizados. favorecendo a entrada de patógenos e a perda de água.

s/nº. Kg.com. Kg.br  AgriculturA e PecuáriA no mesmo dia da colheita. Em relação à quantidade de laranjas por caixa. porém deve-se lembrar que este é um valor sujeito a grandes variações. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para obter mais informações e entrar em contato com especialistas no assunto.  . podendo gerar sabor estranho e contaminação do restante da carga. esta varia de acordo com tamanho da fruta.conj.br E-mail: abecitrus@abecitrus. que são facilmente afetados por doenças e mais sensíveis aos danos mecânicos.SP Fone: () -00 / Fax: () 0-09 Site: http://www.br E-mail: através do site COOPERCITRUS – Cooperativa do Cafeicultores e Citricultores de São Paulo Site: http://www. e os frutos muito maduros.Bebedouro .com. estando entre 0 a 0 unidades por caixa de 0. 90 -São Paulo . os frutos verdes. recomenda-se entrar em contato com as seguintes instituições: EMBRAPA Mandioca e Fruticultura Tropical Rua Embrapa.com.  .abecitrus. devidas principalmente as diferentes tecnologias de produção adotadas. os de fraca coloração de suco. Descartam-se ainda os frutos danificados mecanicamente.coopercitrus.embrapa. .Cruz das Almas .cnpmf.BA Fone: () -000 / Fax: () -09 Site: http://www.A produtividade média por árvore está ao redor de  caixas de 0.br ASSOCITRUS – Associação Brasileira de Citricultores Rua Prudente de Moraes.com.associtrus.br E-mail: através do site ABECITRUS – Associação Brasileira dos Exportadores de Cítricos Rua Iguatemi.SP Fone: () -0 / Fax: () -9 Site: http://www. .

dez/00. ABECITRUS.  . Carlos A.cnptia. Disponível em <http://sistemasdeproducao. Antônia Fonseca de Jesus et al. Disponível em <http://www.abecitrus.embrapa. V. EMBRAPA Mandioca e Fruticultura Tropical. Acesso em 0 de maio 00. “Sistema de Produção para Pequenos Produtores de Citros do Nordeste”.htm>.asp?cod=48>.br/faqs_br_resposta.br/FontesHTML/ Citros/CitrosNEPequenosProdutores/colheita.com. ISSN -9. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de maio 00. de A. Acesso em 0 de maio 00.REFERêNCIAs MAGALHAES.

especificamente para o Brasil. visando a obtenção de novas cultivares com esta característica. doenças e nematóides.F. a doença apresenta importância especial. sp. fungo de solo. O assunto tem sido abordado em avaliação de genótipos diplóides. O controle do mal-do-Panamá passa necessariamente pela utilização de variedades resistentes e a experiência tem mostrado que esta é a melhor forma. “maça”.Smith. genótipos tetraplóides e nos aspectos de metodologia de avaliação da resistência. Cubense. desenvolver variedades de bananeira tipos “prata”. tornando o controle da doença ainda mais difícil. murcha de Fusarium PALAvRAs-ChAvE Saber como combater o Mal-do-Panamá da banana prata. IDENTIFICAÇÃO DA DEANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Os fungos constituem os maiores problemas da bananicultura mundial causando doenças como a murcha de Fusarium (mal-do-Panamá). Mal-do-Panamá. reduzindo o porte e o ciclo da cultura e aumentan AgriculturA e PecuáriA COMBATER FUNDO DE sOLO DE BANANEIRA . variedades triplóides.Bananeira. é um fungo de solo com alta capacidade de sobrevivência no mesmo. tem sido a ação prioritária para o controle da mesma. “plátanos”. mas. Sendo assim. Os programas de melhoramento genético de bananeira conduzidos em diferentes locais apresentam os seguintes objetivos: • Mediante o uso de métodos convencionais de melhoramento. causado por Fusarium oxysporum f. O mal-do-Panamá. a avaliação da resistência de genótipos de bananeira em relação à doença. uma vez que as cultivares mais plantadas são susceptíveis ou altamente susceptíveis ao patógeno. É um dos mais graves problemas da bananicultura mundial. “gros michel” e “bluggoe” resistentes a pragas. E.

dar preferência a solos com teores mais elevados de matéria orgânica. utilizar mudas sadias. utilizando herbicidas. corrigir o pH do solo. dificultando a ação e a sobrevivência de F. manter as plantas sempre bem adubadas. de inundação.cnptia. Um outro cuidado a ser tomado é na irrigação. o melhoramento de bananeira busca desenvolver variedades resistentes as sigatokas amarela e negra. assim como pelo homem.do a produtividade. que são condições menos favoráveis ao patógeno.embrapa. • Independente do método. guardando sempre uma boa relação entre potássio. ao moko. reduzindo o porte e o ciclo da cultura. por animais e equipamentos. aos nematóides e à broca-do-rizoma. ao mal-do-Panamá. INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA EMBRAPA Mandioca e Fruticultura Tropical http://sistemasdeproducao. isto aumenta a concorrência entre as espécies. aumentando a produtividade. cálcio e magnésio. Na área erradicada aplicar calcário ou cal hidratada. devendo-se realizar medidas preventivas como. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia  . Para o mal-do-Panamá não há controle químico. pois o fungo é disseminado por água de irrigação. Isto evita a propagação do inóculo na área de cultivo. mantendo-o próximo à neutralidade e com níveis ótimos de cálcio e magnésio. de drenagem. evitar áreas onde já ocorreu a doença. oxysporum cubense no solo.br/#banana CONCLUsÃO E RECOMENDAÇÃO Nos bananais já estabelecidos e que a doença comece a se manifestar recomenda-se a erradicação das plantas doentes.

Acesso em:  de jan. 00. Banana: Sistema de Produção Disponível em: <http://sistemasdeproducao.br/#banana>. 00. . Acesso em:  de jan. 00  AgriculturA e PecuáriA BRAZ. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 9 de jan.EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Disponível em: <http://www.cnptia. Vamberto Barbosa. embrapa.htm>. Melhoramento genético da bananeira (Musa spp).br/dbg/trab2002/MELHOR/ MHR017.ufv.

comprimento e profundidade adequada IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo o Prof. eqüinocultura Gostaria de obter informações para construção de comedouros individuais de cavalos. Cláudio Maluf Adad do Departamento de Ruminantes da ESALQ/USP. as dimensões para comedouros de cavalos individuais são: Altura: 0cm. Qual é a atura do chão.COMEDOUROs INDIvIDUAIs PARA CAvALOs PALAvRAs-ChAvE Comedouros para cavalos. largura.de 00  . Profundidade: 0cm e Altura em relação a base: 0cm sOLUÇÃO APREsENTADA ESALQ – Escola Superior de Agricultura Luis de Queiroz FONTEs CONsULTADAs Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jul. Comprimento: 0cm.

poderá ser sanada. no processo de compostagem. a baixa produtividade de ovos pode estar associada a alguma deficiência protéica que. Estas larvas são ricas fontes de proteína . Contudo. baixa produção de ovos.Compostagem em leras. larvas. Elas podem ser criadas num remanejamento mais higiênico da compostagem. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de out. baixo nível protéico das galinhas. com a adição das larvas.razão pela qual podem compor a dieta de galinhas para aumentar a produção de ovos. outro fator correlato à baixa produção de ovos é a idade das aves: Galinhas muito velhas ou muito novas têm geralmente baixa produção. o importante é que o substrato garanta a umidade e o alimento para que atraiam as moscas. ovos. muitos vermes são encontrados. produção de ovos. Quais os macronutrientes que compõem esses vermes? Pode alimentar galinhas com eles para aumentar a produção de ovos? Pode criá-los em um ambiente mais limpo? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Na verdade o que costumeiramente é chamado de “verme”. 00  AgriculturA e PecuáriA COMPOsTAGEM EM LERAs . alimento para galinhas. PALAvRAs-ChAvE No processo de compostagem em leras. vermes. Desta forma fica garantida a estas larvas a umidade e o alimento necessários para seu desenvolvimento. são larvas de moscas que depositam seus ovos na matéria orgânica. principalmente uns escuros parecendo caroço de azeitona. Porém se as galinhas estão em idade de procriação. após duas semanas. alimentação para galinhas.

os custos. o sistema permite suprir as necessidades de alimento dos animais alcançando em plena entressafra um acréscimo geral de  arrobas por boi entre 00 a 0 dias de confinamento. O resultado é um boi pronto em meados de setembro e outubro. Cada boi come cerca de 0 quilos de ração por dia . resultam na perda de peso do gado. Uma outra vantagem para quem pensa na opção do regime de semiconfinamento é que com os bois fora do pasto. época em que o preço do boi gordo tende a ser mais alto compensando. A recomendação é de que. boi. gado.isto corresponde  . ou seja. bovino. pois o confinamento no inverno não realiza milagres. Porem. assim. O coxo deve ser amplo e bem distribuído de modo que os animais não se atropelem com a chegada do alimento. em média. cada divisão do curral destinadas a 00 animais tenha pelo menos  mil metros quadrados. pois o problema da falta de estrutura para manter a boiada na pastagem principalmente durante o inverno. novilha. os gastos de manutenção e estrutura.CONFINAMENTO DE BOI E NOvILhA PALAvRAs-ChAvE Confinamento. Desta forma. deitar e ruminar. Obter informações sobre o confinamento de bois e novilhas. este não sofre muito se recuperando antecipadamente ao período de chuvas. a secura e a escassez dos pastos provocados pelo frio e a estiagem. alimentação adequada e como tratar os animais. Uma área de confinamento para bovinos deve garantir condições espaciais para que o gado possa tranqüilamente se alimentar. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A grande vantagem do confinamento do gado bovino é a diminuição do tempo de engorda do rebanho. época em que os bezerros se desenvolvem. é necessário lembrar que no semiconfinamento os cuidados com o boi solto não devem ser esquecidos.

Outras opções são o milho e o farelo de soja enriquecidos com uréia e sal mineral e pode ser adicionado o capim elefante (os grãos aumentam o custo da ração para o pequeno produtor). Disponível em: maio 00. Para finalizar.Uma receita utilizada na Usina Açucareira Vale do Rosário contém . pode não vir a se encaixar nas finalidades do empreendedor. Por exemplo.asp?Categoria=US&Nome=&CategoriaAux= >.% de milho e melaço. molécula não digerida pelos animais). Acesso em  de 9 AgriculturA e PecuáriA a . Algumas usinas já processam o bagaço obtendo um farelo úmido e de fácil digestão para o gado. Nelas o bagaço é submetido a uma alta pressão e temperatura (este processo conhecido por hidrólise visa a quebra da lignina.% de farelo de soja.com.% do seu peso vivo. 0. INDICAÇõEs: Site com vários endereços de usinas para consulta sobre o bagaço de cana e confinamento bovino – conhecidos por “Boitel”. pouco capital.br/pages/portal/2004/associados1/AssociadosListaCategoria1.9% de levedura liquida. onde há muita terra. baixo poder aquisitivo e um sistema de classificação de carcaças ainda incipiente.bmf. No caso brasileiro. A alimentação é a principal diferenciação no manejo de bois e novilhas: animais mais jovens. entre 0 e 00 kg. o bagaço de cana hidrolisado pode ser uma opção viável. pois o período de seca no inverno coincide com o final da safra da cana-de-açúcar. A comida é dada de  a  vezes por dia e o custo dependerá principalmente das matérias-primas que compõem a ração. . a um preço mais baixo. produzidos e armazenados na própria fazenda.% de sais minerais. utilizando-se instalações simples e práticas e alimentos de preferência.% de bagaço de cana hidrolisado.  e  (até 00 kg) são mais exigentes com a alimentação. . mas também o melaço e a levedura usada como agente de fermentação do álcool. a idéia de um confinamento intensivo durante todo o ano. Nessa época pode-se obter não somente o bagaço. . http://www2.% de uréia e . ou . . parece mais lógico confinar visando-se à terminação durante a época da entressafra. necessitam de dietas nutritivas de valores mais econômicos enquanto que animais pertencentes aos estados .

embrapa. Este informativo apresenta desde a planta do conjunto de instalações necessárias para o confinamento até a lida com questões de custo e alimentação.A EMBRAPA desenvolve várias pesquisas sobre confinamento.html>.br/publicacoes/cot/COT50. Disponível em <http://www. Aqui disponibilizamos uma pagina informativa-técnica sobre o “confinamento como sistema alternativo para o pequeno produtor”. Nobel: São Paulo. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO / FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs / BIBLIOGRAFIA VASCONCELLOS. Acesso em  de maio 00. Paulo Mário Bacariça. 99.cnpgc. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 . Guia Prático para o Confinador. podendo-se obter informações adicionais sobre o assunto.

serão apresentados todos os trabalhos e dúvidas mais comuns que se relacionem a Construções. materiais. resistência e economicidade do curral. Instalações e Equipamentos. sem considerarmos a sub-área em que ele se enquadraria. construção para confinamento. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA sobre o assunto “Tecnologias para produção de gado de corte” . Instalações e Equipamentos necessários ao desenvolvimento da Produção Pecuária û Bovino de Corte. Serão comentados aspectos como localização. Cochos: Agruparemos aqui as informações ligadas à construção (dimensões.Construções.Técnicas de confinamento. dimensões. custos e utilização sobre diversas instalações e/ou equipamentos utilizados na moderna produção pecuária. esquemas para construção) e utilização de  AgriculturA e PecuáriA CONFINAMENTO DE RAÇÃO PARA GARROTEs . As informações desta área de conhecimento foram agrupadas em: Listagem Geral: Neste tópico. materiais. instalações para confinamento. Curral: Estão neste item os trabalhos e dúvidas mais comuns ligados à construção e utilização de currais no manejo do rebanho. Você encontrará aqui orientações básicas que atentam especificamente à funcionalidade. Obtenção de informações sobre a estrutura física necessária à produção de carne bovina. ração para bovino PALAvRAs-ChAvE Indicação de técnicas de construção de cercado de confinamento de bois e formulações de rações para engorda em confinamento e semiconfinamento de garrotes na faixa de 0 quilos para terminação e abate final. capazes de facilitar o manejo do rebanho ou contribuir para a eficiência de algum processo específico.

Para recuperá-las utilize o link abaixo: http://www. Equipamentos: Serão apresentadas informações técnicas sobre a utilização de diversos equipamentos ligados diretamente ao manejo dos animais. Tais informações estão disponíveis na íntegra no site da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA. proteinados. chamado Ração de Lucro Máximo – RLM. o desempenho (ganho de peso e conversão alimentar) e formula concentrados.html Outras informações sobre o assunto podem ser encontradas no site da mesma empresa utilizando-se a ferramenta de busca e as palavras chaves pertinentes para os interesses da busca: http://www.embrapa. Paulo Roberto Leme da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos . O RLM é um software de formulação e otimização de dietas. Trata-se de um sistema integrado que estima as exigências nutricionais.cnpgc. Desenvolvido pela equipe do Professor Dante Pazzanese Lanna da ESALQ-USP. bem como o fácil acesso dos animais a eles.cnpgc.br/tecnologias/quersabermais/2. rações e água aos animais criados a pasto ou em regimes confinados.embrapa. prevê a utilização de dados sobre os ingredientes (especialmente preço posto na fazenda) e sobre os garrotes (raça. ganho prévio.br sobre o assunto: “Ração para gado” Segundo o Prof. sal mineral e ração  . Tal programa.FZEA/USP existe um programa específico para o desenvolvimento de cálculos para formulação da ração ideal para a potencialização da engorda do gado bovino. Estrutura Física para Confinamento: Poderemos encontrar neste item informações sobre a construção e utilização de Instalações e Equipamentos aplicados especificamente aos Confinamentos (Método intensivo de terminação de bovinos mantidos e alimentados em currais). de forma a se facilitar o manejo e garantir a manutenção da qualidade dos insumos fornecidos. Dr. etc) para o fornecimento da dieta com menor custo por arroba produzida. cálculo das exigências nutricionais e simulação do desempenho de bovinos. ou utilizados em atividades de suporte à produção de bovinos.cochos para fornecimento de suplementos minerais.

ou solucionar dúvidas sobre a utilização do programa RLM. l Modelo de exigências do RLM: novas equações específicas para zebuínos e seus cruzados. Ração de Custo Mínimo.ibict.br/download/rlm/demo/rlm3.pdf CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para obter outras informações. O Download de tal programa pode ser feito.br  AgriculturA e PecuáriA completa para bovinos: . l Nova sub-rotina de otimização reconhecida mundialmente (Mosek).integrasoftware.exe Para obter mais informações pertinentes sobre o assunto utilize a ferramenta de busca do site do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT.br/upload/sbrt343. procurar por: Prof.ibict. l Envio por e-mail de formulações.pdf http://sbrt. l Permite cadastrar um número ilimitado de ingredientes e nutrientes.pdf http://sbrt.ibict. permitindo adoção por fábricas de rações.Ração de Lucro Máximo. l Modelo de exigências do usuário: o usuário define as exigências e restrições. ou acesse os links indicados abaixo: http://sbrt.br/upload/sbrt935.ibict.br/upload/sbrt715. Paulo Roberto Leme Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos . Ração para Máximo Ganho de Peso.pdf http://sbrt. gratuitamente. Dr. l Inclusão do custo fixo no custo final do ganho. a partir do link abaixo: http://www.pdf http://sbrt. l Distribui ingredientes em até  misturadores.com.FZEA/USP Telefone: (9) -9 E-mail: prleme@usp. O programa trabalha com as seguintes informações: l Preço sombra: identificação do preço que viabiliza a compra do ingrediente.ibict. l Permite otimizar dietas incluindo até 00 ingredientes.br/upload/sbrt251.br/upload/sbrt752. dietas e relatórios.

cnpgc. <http://sbrt.br>. EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.embrapa. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de dez.REFERêNCIAs Laboratório de Nutrição e Crescimento Animal – ESALQ/USP. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . Disponível em: <http://www. SBRT Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. Acesso em:  de dez.br>. 00. 00.ciagri.br>. 00.usp. Acesso em:  de dez.ibict. Fabiana Rocha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de dez.

drenagem e ventiladas. livres de goteiras. além de especial proteção ao ataque de carunchos e ratos.Construção de galpão. para o café beneficiado são utilizadas sacas de aninhagem. Para o café. estocagem de grãos. o armazenamento do café tem como finalidades: Armazenar o café em coco ou pergaminho. É preferível armazenar o café em coco do que beneficiado. elevados do solo em cerca de 0. após a secagem e antes do beneficiamento. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Os armazéns são construções indispensáveis ao armazenamento da produção agrícola e influem decisivamente na sua qualidade e preço. utilizar sacarias limpas de aninhagem para acondicionamento. São utilizadas tulhas para o acondicionamento do café a granel. para estocagem de grãos (café e milho)? Gostaria de maiores detalhes sobre armazenamento de café e milho. De acordo com o Manual de Segurança e Qualidade para a Cultura do Café() (00). Para isso. adotar armazéns e paióis arejados. PALAvRAs-ChAvE Quais as especificações técnicas para se construir um galpão de x m. O café deverá ser mantido nas tulhas que devem ser construídas em locais com boa insolação. da umidade do solo. Todo e qualquer cereal armazenado deve ser totalmente protegido da umidade das chuvas. com  AgriculturA e PecuáriA CONsTRUÇÃO DE GALPÃO PARA EsTOCAGEM DE CAFé E MILhO . podem-se fazer repartições para separar diversos tipos de lotes de café. do ataque de insetos e ratos.0. evitar café com teor de umidade superior a %. evitar armazenar junto com defensivos e fertilizantes. porque se preserva muito mais as características do produto.90 m. Condições inadequadas de armazenamento poderão conferir sabores estranhos à bebida.0.

a quase totalidade do café beneficiado. a facilidade de acesso aos lotes. no Brasil. aspecto muito importante. podendo absorver umidade do ar se mantido em ambientes com umidade relativa elevada. pelo teste da xícara e também por procedência. sem grandes riscos de deterioração. de inspeção e amostragem são fatores importantes a serem considerados durante o armazenamento por períodos relativamente longos (acima de três anos). isto é. custo de operação). A construção de paredes lisas. apesar das desvantagens (grande volume. para melhorar a iluminação natural (mínimo de % da área coberta). em relação aos sistemas de armazenagem em silos a granel. Que as portas sejam instaladas frontalmente. indispensável: l l l l l l A instalação de portas em números e locais tecnicamente escolhidos. para que o café (principalmente o beneficiado) não perca cor pela exposição excessiva à luz. dispostos em pilhas no armazém. é armazenada em sacos de 0 kg. Também é recomendável que as tulhas ou armazéns tenham baixa luminosidade. junto ao piso e a cobertura. Entretanto. no mesmo alinhamento.temperatura ambiente ao redor de 0°C e umidade relativa máxima de %. além de outros padrões de qualidade. evitando-se reentrâncias e terminado em meia-cana junto ao piso e nunca em ângulo reto. que influenciam na utilização do armazém devem ser criteriosamente observados quando se decide pelo uso de sistemas em sacarias. considerando-se que o produto é avaliado. o armazenamento em sacaria permite a segregação dos lotes. É portanto. Esse tipo de armazenagem possui vantagens e desvantagens. A utilização de telhas transparentes. O fechamento lateral das paredes. É fundamental preservar o café com -% de umidade já que é bastante higroscópico. Alguns pontos relativos à construção. em paredes opostas. de circulação de ar sobre a sacaria.  . A colocação de aberturas laterais de ventilação. protegidas por estruturas de telas e com aberturas reguláveis. para evitar aceso de roedores. pássaros e insetos no interior do armazém. Apesar dos avanços tecnológicos dos últimos anos. O saco de café é uma unidade que se adapta ao manuseio e ao comércio em pequena escala. Além disso. de modo a facilitar as operações de cargas e descargas. Que o pé-direito tenha altura mínima de  m.

Acesso em:  de abr. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia EMBRAPA. de marquises. mesmo que o piso seja impermeável. É indispensável.br EMBRAPA CAFÉ http://www. .br/café/ CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs As informações são gerais e.22sede. a utilização de estrados para permitir a circulação de ar na base da pilha.embrapa.htm>. portanto devem ser adaptadas as suas dimensões. Cultivo do Café Orgânico. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr.embrapa. Disponível em: <http://www.br/publicacoes/sistemasdeproducao/cafe/poscolheita. 00  AgriculturA e PecuáriA Que o piso seja impermeável. e que esteja. 00. no mínimo a 0 cm acima do nível do solo. A instalação de sistemas de prevenção e combates a incêndios. para carga e descarga em dias chuvosos. A construção em cada porta.embrapa.cnpms.l l l l INDICAÇõEs: EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: EMBRAPA MILHO http://www. cnpab. de concreto.

um produto de expressão econômica. 9. A pele caprina. O Brasil produz cerca de . principalmente pela Índia e China. abate e pré-curtimento. Para a comercialização. curtimento Planejamento para iniciar negócio no ramo de couro de caprino/ovino.COURO DE CAPRINO PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Couro. a pele caprina deve atender a determinados requisitos. representando . com 0. varia de 0 a % do valor do animal. resultado de problemas oriundos da fase de produção. que engloba os fornecedores de matéria-prima e o processo de transformação  . de acordo com o porte do animal. mecânica e estética. milhões de cabeças.000 t. conforme sua utilização. A produção mundial de peles de caprinos é liderada pela Ásia. A qualidade do couro produzido no Brasil deixa muito a desejar. milhões nos estados da região nordeste em 999. A qualidade de um couro é constatada à medida que satisfaz as exigências dos fabricantes de produtos derivados deste material. concentrando 9%. A uniformidade do produto depende de um programa amplo de controle de qualidade. com relação à natureza química. como produzir couro de caprino de alta qualidade para mercado exigente Informações solicitadas: l qual o procedimento para se ter um couro de alta qualidade? l quais equipamentos são necessários? l qual a melhor raça? l qual o custo mínimo para iniciar o negócio? sOLUÇÃO APREsENTADA O Brasil é o sexto maior criador de caprinos do mundo [].% da produção mundial. ou seja.

o que. ao ser retirada do animal. No caso dos sais de metal. 9 AgriculturA e PecuáriA da pele em couro.O processo de curtimento do couro depende dos cuidados. os dois processos consistem em retirar a epiderme ou queratina (pelo e unhas) e a hipoderme (glândulas de gordura). eqüino ou caprino. E. Operações de Ribeira Conservação das Peles: Devido ao fato de ser putrescível. Desta forma. Isto é possível através da utilização de substâncias orgânicas e/ou inorgânicas. Estas operações podem ser resumidas da seguinte forma: 1. todas as operações dentro do curtume objetivam este fim. o couro se torna mais endurecido e armado. seja ele bovino. ela deveria ser imediatamente industrializada. tanto no curtimento ao tanino quanto no uso dos sais de metal. necessário tratá-la adequadamente. para que possa ser levada ao curtume e industrializada com os menores danos possíveis. para conservar a pele do animal. Os espaços vagos deixados pela epiderme e hipoderme são ocupados pelos agentes curtentes. vários programas e cursos têm surgido para melhorar a qualidade desta matéria-prima. . zircônio ou ferro. Consciente disto. o couro adquire maior maleabilidade e maciez para o uso. Existem três grandes processos de curtimento classificados de acordo com o agente curtente: ) com gorduras. o que permite apenas o lixamento como acabamento. principalmente de pequenos abatedouros. para deixar apenas a derme ou colágeno (fibras). é necessário retirar alguns elementos que compõem esta pele. na prática. No caso aqui. Torna-se. não ocorre. além de permitir um acabamento mais refinado. podendo ser cromo (o mais usado). Curtir significa conservar []. O curtimento através de gordura é um processo mais artesanal e circunscrito ao universo das comunidades dos esquimós a fim de atender suas necessidades mais peculiares. No caso do uso de substância vegetal (tanino). com isso. na processo de retirada e conservação do couro dos animais. por isso é usado para solas. processo que atinge 90% do mercado mundial. ) com substância vegetal e ) com sais de metal.

Lavagem e Remolho: A lavagem e o remolho têm por finalidade retirar o sal e repor. nos cursos d’água. com agitação periódica. dependendo da espessura da pele. realizada por operários que efetuam as aparas de peles. considerada como subproduto. tornando-os sépticos. a qual remove a parte indesejável (carnaças). denominada “flor”. numa solução contendo água. Divisão: A operação de dividir ou de rachar. Esta operação é feita em máquina descarnadeira. Consiste num banho de aproximadamente dezessete horas. que corrói os encanamentos e remove o oxigênio porventura existente nos fluxos dos esgotos. Os despejos do caleiro e depilação são altamente nocivos às instalações de esgotos e aos cursos d’água. 2. horizontalmente. a mais nobre. no sentido de sua superfície. Tem por objetivo a retirada dos pêlos e da epiderme. e manualmente. o teor de água apresentado pelas peles quando estas recobriam o animal. Depilação ou Caleiro: Esta é uma das fases iniciais mais importantes do curtimento. embora também sirva para a 0 . removendo irregularidades da periferia das mesmas (patas e pescoço). obstaculizando as funções fisiológicas das plantas e. pois os sulfetos transformam-se facilmente em gás sulfídrico (HS) pela ação de ácidos ou de microorganismos. A descarnagem permite uma penetração mais fácil e mais eficiente dos curtentes. saponificar as gorduras. no menor espaço de tempo possível. também. e a parte inferior. O número de camadas é variável. sulfeto de sódio e cal hidratada. consiste em separar a pele em camadas. Operações Finais Descarne: É a remoção do tecido adiposo e do sebo aderentes à face interna da pele. através de navalhas helicoidais. O HS é tóxico e. na presença de oxigênio e bactérias. impede o crescimento de algumas espécies de peixes. transforma-se em ácido sulfúrico (HSO). a presença de grandes quantidades de cloreto de sódio e de outros sais solúveis no efluente faz aumentar a pressão osmótica do terreno. preparando as fibras colágenas e elásticas para serem curtidas e. As operações de ribeira (começo) são responsabilizadas pela geração de carga e de odor. Após a lavagem. onde originalmente estavam implantados os pêlos. bem como provocar o inchamento da pele. Normalmente são duas: a parte superior.

Descalcinação e Purga: Após a divisão. é baixar o teor alcalino. ou seja.0. O cromo constitui o principal problema de poluição para a maioria dos curtidores.0-. Através dele as peles são batidas com movimentos circulares ao passo que são inseridos os produtos químicos de acordo com as etapas do processo. Além disso. a operação de rebaixe. as tripas são recolocadas no fulão e submetidas a dois processos químicos simultâneos. tanto ácido quanto básico.. o curtimento confere o “tato” necessário e as características químicas e físicas principais do couro. Efetua-se. então. a pele incha e ganha peso. A purga é um tratamento enzimático feito antes do píquel de acordo com a demanda do produto e tem por finalidade melhorar a qualidade da elastina. neutralizando a cal contida na pele. mas de acordo com a variação da passagem de uma condição para outra. na depilação chega a . Os índices próximos a sete indicam neutralidade. Píquel: O píquel. a pele atinge o peso mínimo. Rebaixamento: As operações anteriores não deixam a pele uniforme. também realizado no fulão. passando para .  AgriculturA e PecuáriA elaboração de produtos nobres tais como camurções para calçados e vestimentas denominada de “raspa” ou “crosta”. que também é chamado de desencalagem. sendo que quando o pH está mais próximo do zero indica que é ácido e quando mais próximo do 14 indica que é alcalino ou básico. seja nas operações de ribeira ou finais. de difícil tratamento. o pH que. A finalidade do primeiro. mas também por ter a reputação de ser um perigoso contaminante. é quando se diz que a pele está “relaxada” e pronta para receber o agente curtente. é um tratamento salino-ácido que tem duas finalidades: conservação (pode-se comercializar as peles neste estágio) e preparação das peles para o curtimento propriamente dito. ou seja. em uma substância imputrescível. através de enzimas que quebram as fibras do colágeno para dar ao couro propriedades semelhantes ao tecido (mais leve e maleável). . Não apenas por ser utilizado em 90% da produção de couro. que consiste em homo1 Recipiente circular que é utilizado em praticamente todas as operações dentro do curtume. que é o principal componente do couro. Curtimento: Converte o colágeno. 2 A escala química do pH parte do zero e vai até 14. Isto é feito da seguinte forma: ao se alterar o pH.

a neutralização e o engraxe são indispensáveis. Quanto ao investimento necessário É primordial ter em mente a importância de se desenvolver um plano de negócio. efetuados após o rebaixe. atendendo a duas situações bem específicas: l viabilidade do negócio e l avaliação financeira para o caso de captação de recursos.br . é o conjunto de informações que permite ao empreendedor decidir com mais segurança sobre o negócio a ser iniciado. http://www.Sebrae.br .sebraesp. Instalações e Fases de Criação dos caprinos O curral com objetivo de abrigo e manejo dos caprinos pode ser sim . sempre dependendo do produto final desejado. Dependendo do fim a que se destina o couro.geneizar a espessura da pele. A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.br . para o início de um empreendimento. executam-se todos ou parte deles. Recurtimento. seja ele em que área for. pode auxiliar no desenvolvimento deste plano de negócio. Tingimento e Engraxe: Estes processos. http://guiabrasileirodocouro. que variam muito de curtume para curtume. Equipamentos necessários Os equipamentos necessários dependerão do projeto específico para da instalação pretendida.abimaq. o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas .com. Neste sentido. No curtimento mineral. Até esta fase do processo o produto é chamado de Wet Blue (devido a sua coloração azulada). são feitos em fulões. sendo o principal exportado pelo mercado coureiro do Brasil (Tabela ) devido às taxações que o couro acabado tem nos países europeus e nos EUA.com. há mais de oitenta fabricantes de máquinas e equipamentos para curtumes. http://www. Neutralização. O plano de negócio é uma ferramenta que contém todos os dados referentes ao projeto. Acabamento Final: Esta última fase é realizada através de duas operações mecânicas: secagem e amaciamento. No site da Guia Brasileiro do Couro. também pode ser consultada para obter informações sobre os equipamentos necessários.com.

Rebanhos para fornecimento de couro exige área limpa. com capacidade para 00 animais. http://sistemasdeproducao. além das doenças causadas por ectoparasitas. animais em lactação.Figura 1: Modelo de chiqueiro da Embrapa Este projeto oferece espaço para cabras em gestação. principalmente. aquelas causadas por endoparasitas (verminose). causada por uma bactéria que se localiza nos linfonodos ou landras.cnptia. entre as quais. Os caroços podem apa AgriculturA e PecuáriA ples. produzindo abscessos ou caroços. o ectima contagioso (boqueira). o número de animais e os objetivos da criação serão fatores importantes na escolha do tipo de curral a ser construído. como piolhos. Naturalmente. a pododermatite (frieira). sem qualquer objeto que possa prejudicar a pele do animal. Como referência de instação. doença contagiosa. animais em fase de reprodução. . pode-se utilizar a planta baixa do modelo Embrapa de chiqueiro para o sistema alternativo de criação de caprinos.embrapa.htm Em particular. a Linfadenite caseosa ou mal-do-caroço. Quanto ao Manejo sanitário Os caprinos são acometidos por várias doenças.br/FontesHTML/AgriculturaFamiliar/RegiaoMeioNorteBrasil/Caprinos/manejosanitario. miíases (bicheiras) e sarnas e. rústico (chão batido) e construído com material disponível na propriedade. cabritos desmamados. a linfadenite caseosa (mal-do-caroço).

Quanto á criação de ovinos sugerimos consultar a resposta técnica disponível em: http://sbrt. além da carne. cal virgem a 0%.pdf e em qualquer caso continuamos a disposição para maiores esclarecimentos. Vermifugar o rebanho ao trocar de área.br/upload/sbrt320.br/exportacao. desenvolvidas em equipamentos de curtimento. Animais recém chegados devem passar pela vermifugação antes de serem colocados junto ao rebanho.br/ ensino/outros/?ID=20.00.htm em . Não admitir superlotação nas pastagens.0.recer em vários locais e sua presença causa desvalorização da pele. Limpeza das instalações A higiene das instalações deve ser feita diariamente já a desinfecção uma vez por mês.ibict. O conteúdo do curso compreende: l Análise de cortes histológicas de peles l Considerações sobre o colágeno (principal constituinte das peles) l Apresentação técnica de curtimento detalhando as etapas do processo l Tipos de curtimento l Noções de dimensionamento de equipamentos de curtimento l Noções de tratamento dos efluentes gerados pelo processo de curtimento Maiores informações podem ser obtidas através de http://www.ipt. Iodophor a % e hipoclorito de sódio a %. Relizar rotação de pastagens. Disponível em http://www. Instituto de Pesquisas Tecnológicas.com. utilizando produtos como: formol comercial a %. cujo objetivo é transferir ao participante a tecnologia de curtimento de peles através de exposições teóricas e atividades práticas. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs As peles de caprinos curtidas sem pêlo seguem metodologia de cur . INDICAÇõEs: O IPT. oferece o curso “Curtimento de Peles”.courobusiness. Remover e manter as fezes em locais distantes.

desencalagem. neutralização. et al. a criação de caprinos é uma atividade que desempenha importante função socioeconômica. Além disso. carne e peles) e como fonte de proteína de alto valor nutritivo para as populações de baixa renda (consumo de animais nas propriedades). Mecânicas: são discriminadas como descarne.Químicos: onde “a água é utilizada como veículo de difusão dos produtos. Para transformação de peles em couros. por ser esta etapa a responsável pela tendência da separação das camadas termostática e reticular da derme. Os animais devem ser adquiridos com as características adaptadas à região onde serão criados. prensagem e medição. estiragem. produção. lixamento. desengraxe. denominados remolho. Deve-se prestar muita atenção com os resíduos do curtume para não agredir o meio ambiente. tingimento. A qualidade do couro é função de todos as etapas do processo de obtenção do couro. desde o nascimento do animal. É importante considerar as condições climáticas predominantes no local onde se deseja implantar ou aprimorar a criação. são empregados processos químicos e operações mecânicas: . sendo corretamente desengraxadas. como geradora de renda (comercialização de animais. A idade do animal para abate influi significativamente na qualidade do couro de caprinos fornecendo qualidade adequados para o uso a que se destina []. purga. caleiro. recurtimento. píquel. curtimento. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA () Brito. Revista Brasileira de  AgriculturA e PecuáriA timento semelhante às peles bovinas. abate e processamento da pele. divisão. vácuo. enxugamento. rebaixamento. Características físico-mecânicas e químicas do couro de caprinos abatidos em idades diferenciadas. amaciamento. engraxe e acabamento.

prudente.. v.br>.htm>. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de mar. O trabalho e a relação sociedade-natureza: uma reflexão sobre a indústria de curtimento de couro em presidente prudente. 00.Zootecnia. Acesso em:  de mar. Disponível em: <http://www2. Acesso em:  de mar. -9. Disponível em: <http://guiabrasileirodocouro.br/ ceget/pegada/peg13n3. com. 00. Fábio Henrique de.00. n. p. Guia Brasileiro do Couro..unesp. () Campos. 00  .

com reduzido emprego de mãode-obra. O IBAMA se manifestará ainda quanto à criação em cativeiro. Pergunta: l É possível conciliar avestruzes com frangos a uma distância aproximada de 0 metros? l Poderá utilizar uma barreira com cerca viva para auxiliar no isolamento sanitário? l Está correndo riscos excessivos? l O que diz a regulamentação? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A estrutiocultura (criação de avestruz) despontou no país como uma excelente alternativa para o desenvolvimento de pequenas áreas rurais. de  de março de 00. se é possível conciliar avestruzes com frangos a uma distância aproximada de 50 metros? A criação de outras aves no mesmo local não é permitida por medidas de biosseguridade. criação de avestruzes. . PALAvRAs-ChAvE Cliente tem criação de avestruzes que deseja criar em local onde também existe criação de frangos. Portaria No. avestruz. precisando de um quilo de pasto verde por dia com complemento de . Uma das exigências do IBAMA é que as aves não tenham ou venham a ter contato com outros animais da fauna regional. A ave é criada em cativeiro e não exige grandes extensões de terra para reproduzir.  AgriculturA e PecuáriA CRIAÇÃO DE AvEsTRUz . sendo o maior na alimentação. quilos de ração. 1. caso haja indícios ou riscos de danos que possam ser causados às espécies silvestres ou ao ambiente. criação de aves. O animal não exige muitos cuidados. podendo ser de pequeno porte.Estrutiocultura. de acordo com a Portaria do Ministério do Meio Ambiente de acordo com IBAMA. É considerado uma ave doméstica. por demanda.

as cercas-vivas podem ser usadas como parte das medidas de biosseguridade e ser adotadas mas não contornam problemas de natureza drástica como 0 m de isolamento. codornas.. . em função da existência de barreiras (reflorestamento. são muito grandes e não devem ser corridos por diversos motivos. item . Os riscos. sendo um deles o fato de o MAPA. de  de Fevereiro de 00 . a critério do Fiscal Federal Agropecuário ou do Médico Veterinário Oficial Federal ou Estadual. mas existem e podemos citar aqui: • riscos de transmissão de doenças de frangos e galinhas de postura para dentro da criação de avestruzes e ou vice-versa com prejuízos para ambas as partes. O que diz a regulamentação? A Instrução Normativa. responsável pela vistoria e emissão do laudo de funcionamento do estabelecimento. Portanto. Pecuária e Abastecimento. etc é de  km. que impeçam a introdução e disseminação de patógenos. • de produtividade reduzida por excesso de problemas de contaminação. o Regulamento diz. topografia. Pecuária e Abastecimento. Todavia. de postura comercial ou de criação de perus. alterações nas distâncias mínimas acima mencionadas. • de não obter credenciamento do MAPA. já citada.  . matas naturais. .2. no item : “Em estabelecimentos preexistentes poderão ser admitidas.” 2. quando delegada a atividade a esse último. diz: que a distância “de estabelecimentos de criação de ratitas a estabelecimentos de avicultura industrial. de terminação de frango de corte. no. após avaliação do risco sanitário. controle de acesso e outras) ou da utilização de manejo e medidas de biossegurança diferenciadas. perdizes. podem ou não ocorrer. Ministério da Agricultura. Poderá utilizar uma barreira com cerca viva para auxiliar no isolamento sanitário? Segundo a Instrução Normativa no. ou seja. muros de alvenaria.” 3. para quem desrespeitar a legislação. o criador não poderá requerer as guias de trânsito quando da possível comercialização das aves. Podem estar ocorrendo riscos excessivos? Os riscos são situações imprevisíveis. não credenciar a criação pretendida por falta de condições sanitárias. Ministério da Agricultura.

Secretaria de Defesa DE Agropecuária.. caprinos. Pecuária e Abastecimento. Submeter à consulta pública. gerar 9 AgriculturA e PecuáriA LEGIsLAÇÃO . Resolução no. . . de  de Junho de 00. Instrução Normativa no. de 0 de dezembro de 99. de  de Julho de 00 Instrução Normativa no. . de  de Novembro de 00.  de Junho de 00. de 9 de Fevereiro de 99. Pecuária e Abastecimento. bubalinos. Aprova o Regulamento Técnico para Registro. á contar da data da publicação desta Portaria. complementares à Instrução Normativa Ministerial nº 0. produtores. . a minuta da Instrução Normativa que estabelece Normas para disciplinar a importação de avestruzes para reprodução. Pecuária e Abastecimento. Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da agricultura. estudantes de ciências agrárias e demais interessados e que tem como objetivo formar empresários e técnicos com perfil e visão empreendedora. 0.Instrução Normativa Conjunta no. eqüídeos. de Criação e Alojamento de Ratitas. INDICAÇõEs Cursos Um excelente curso destinado a técnicos. ovos e outras espécies de animais. Ministério do Meio Ambiente. Fiscalização e Controle Sanitário dos Estabelecimentos de Incubação. ovinos. Aprova a uniformização da nomenclatura de produtos cárneos não formulados em uso para aves e coelhos. de 9 de Janeiro de 00 Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da Agricultura. Portaria no.Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da Agricultura. suídeos. Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da Agricultura. pelo prazo de sessenta (0) dias. Normativa sobre importação ovos. de  de Julho de 00. Pecuária e Abastecimento Portaria no. de  de Fevereiro de 00 Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da Agricultura.

Acesso em: 0 de abr. tecnológicas e econômicas ligadas ao seu campo de trabalho e capacitar quanto ás novas realidades do Agribusiness Mundial será oferecido pelo grupo Criação de Avestruzes com início: 09 e 0 de Abril. Antes de iniciar o criatório. sanitário e reprodutivo. é o livro: “A Criação do Avestruz: Guia completo de A a Z”. As principais funções são: facilitar o manejo alimentar. Roberto Arana. Uma publicação indicada para os criadores de avestruzes. proporcionar condições para obtenção de índices de produtividade à exploração e condições de contenção e biossegurança.Pirassununga – SP Telefone: 9) -00. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Na criação de avestruzes. 00.Norte . escrito por Celso Carrer. procure o IAGRO – Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal e MAPA – Ministério da Agricultura e Pecuária.conhecimento da gestão de políticas setoriais. 0 . (9) -00 METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA ABRE: Associação Brasileira de Estrutiocultura.abreonline. assim como em qualquer outra exploração animal. as instalações têm uma função de apoio às atividades ligadas ao processo produtivo. Consultar a associação de criadores mais próxima de sua região para orientação técnica. Disponível em: <http:// www. sendo esta uma exigência do IBAMA. Sistemática de Avaliação: aulas teóricas e práticas presenciais são realizadas no Centro de Tecnologia e Produção de Avestruzes Grupo Ostrich do Brasil Via Anhangüera Km 0 . O curso é sub-dividido em  Módulos: Básico.br>. oferecer conforto e segurança aos animais. Avançado e Aplicado. impedindo que as aves tenham contato com outros animais da fauna regional. Marcelo Kornfeld e Márcio Carvalho e editado pela EDUSP.com.

Acesso em: 0 de abr. Acesso em: 0 de abr. Disponível em: <http://www.br/>. Ostrich.br>.acab. Avicultura Industrial. CooperAvestruz: Coperativa de Criadores de Avestruz. Acesso em: 0 de abr.cooperavestruz.avestruzmaster.com. Disponível em: <http://www. 00. 00  AgriculturA e PecuáriA ACAB: Associação dos Criadores de Avestruzes do Brasil. Acesso em: 0 de abr. Acesso em: 0 de abr.com.portaldoavestruz. Disponível em: <http://criareplantar. 00.com. Acesso em: 0 de abr. Disponível em: <http://www. Estrutipar: Cooperativa dos Estrutiocultores do Paraná.Avestruz Máster. Disponível em: <http://www.estrutiopar. Acesso em: 0 de abr. 00. Criar e plantar. . Disponível em: <http://www.com.avestruz.com. com. Disponível em: <http://www.aviculturaindustrial. 00. Acesso em: 0 de abr.br>.org. Disponível em: <http://www.com. 00.br> . 00. Acesso em: 0 de abr. 00. 00. Avestruz. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr. Portal do Avestruz.br>.br>.br>.ostrich.br>. br>.com. Disponível em: <http://www. 00.

 . de modo geral. as inovações tecnológicas da área centram-se em formas de redução da área de produção e de desperdícios na fase de crescimento e engorda. Obter informações sobre criação de camarão. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA No Brasil a procura por camarões tem provocado nos últimos anos um constante crescimento da produção. passou-se a colocar a ração em bandejas. As gaiolas que variavam de  a 0 hectares passaram para de  a  há e é comum o uso de areadores para facilitar a circulação de ar. estes deverão ser tratados com antibióticos e ração reforçada. pois as espécies brasileiras possuem baixo ganho de peso. porem. Por exemplo. Outra inovação está no uso da espécie “Penaeus vannamei” proveniente do Equador. Tal fato tem levado à implantação de fazendas para a produção de camarões marinhos principalmente no nordeste. Deve-se estar atento à compra de pós-larvas e caso seja constatado em análise a presença de alguns sintomas de doença. A preocupação principal com a criação será o cuidado com as doenças provocadas por vírus e bactérias. Atualmente. evitando-se grandes perdas. Um dos fatores desta situação é a redução do camarão em alto-mar devido à pesca predatória.CRIAÇÃO DE CAMARÃO PALAvRAs-ChAvE Piscicultura. toda a região tropical e subtropical do litoral brasileiro apresenta condições favoráveis ao desenvolvimento deste cultivo. criação de camarão. segundo a ABCC (Associação Brasileira dos Criadores de Camarão). camarão.

abccam. para complementar as informações. Site: http://ospiti.it/zumbi/org/funpesca/pcamar. Site: http://www.Fundação para o Desenvolvimento de Comunidades Pesqueiras Artesanais Fornece todos os procedimentos básicos para a introdução da criação de camarões em gaiolas. 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .com.peacelink. contactar as seguintes instituições: FUNDIPESCA .Sugere-se.html ABCC .Associação Brasileira de Criadores de Camarão Possui links de fornecedores e presta consultoria para pequenos produtores.br/ Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul.

atualmente consumido em larga escala e sua obtenção é basicamente proveniente de operações de cultivo. a carcinicultura. podendo. alcança um peso médio de 0 g em seis meses de criação.  . se a disponibilidade de alimentos for insuficiente.CRIAÇÃO DE CAMARÃO DE ÁGUA DOCE PALAvRAs-ChAvE Carcinicultura. chegando-se ao aproveitamento de 0% dos mesmos. Suas características estão citadas a seguir. superando as outras devido às suas características como o rápido crescimento. Vietnã) introduzida no Brasil em meados de 9. Em cultivo intenso. juvenil e adulto. apresentar alta fertilidade e fecundidade. A fêmea produz de . IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O camarão de água doce é. ser onívora. camarão da Malásia. O hábito alimentar deste camarão é onívoro. dependendo do tamanho. com ração balanceada. Índia. Deseja criar camarão de água doce. praticar canibalismo. basicamente.000 a 00. sistema de criação Existem. quando estará em condições de ser comercializado. O seu ciclo de vida compõe-se de quatro fases: larva. além de boa aceitação no mercado. A espécie exótica Macrobrachium rosenbergii (camarão da Malásia) é a que se encontra mais bem adaptada para a atividade. Trata-se de uma espécie originária dos paises do Indo-Pacífico (Malásia. pós-larva.000 ovos. Existem diversas espécies nativas de camarões de água doce com potencial para criação comercial. inclusive. três sistemas de criação adotados na carcinicultura de água doce. criação camarão de água doce.

usado na recria. A adubação química ou orgânica dos viveiros é periodicamente praticada a fim de incrementar esta fauna. O ciclo tem duração média de  meses sem qualquer transferência.000 a . composto principalmente pela fauna bentônica que compreende as formas larvais e adultas de invertebrados aquáticos.00 a . Os viveiros escavados no solo oferecem um bom recurso de alimento natural. cujos tamanhos das partículas.00 kg/há/ano. Formas de manejo Manejo alimentar. os juvenis com peso médio de . diferindo apenas pela consideração de uma fase inicial realizada em berçários primários. . seguindo o manejo descrito no sistema bifásico.sistema bifásico (média tecnologia): trata-se da manutenção das pós-larvas recém-metamorfoseadas em viveiros-berçário. seus organismos com peso médio de 0. As pós-larvas permanecem nestes berçários durante aproximadamente dois meses. sistema trifásico (alta tecnologia): semelhante ao anterior. quantidades e teores protéicos variam de acordo com a faixa de tamanho dos camarões. Neles. As produtividades neste sistema regulam-se entre . Ali permanecem por mais quatro meses. Os viveiros são povoados com pós-larvas recém metamorfoseadas. alvenaria.  AgriculturA e PecuáriA sistema monofásico (baixa tecnologia): é caracterizado por apenas um tipo de viveiro.000 kg/há/ano. fibra de vidro.0 g são transferidos para os berçários secundários. sendo despescados com peso médio de  a 0 g. Rações contendo 0 a % de proteína bruta são fornecidas na proporção de 00 a % da biomassa total dos camarões. Esta fase tem duração de  a 0 dias. na proporção que varia entre  a 0 pós-larvas/m.000 kg/há/ano. em densidades de  a 0 juvenis/m. altas densidades ( a  pós-larvas/litro) em tanques de concreto.0 g são transferidos para os viveiros de engorda. em densidades que variam de 0 a 00 pós-larvas/m. etc. A sua produtividade estabelece-se entre . também em terra. Em seguida. as pós-larvas recém-metamorfoseadas são estocadas e. Tal sistema permite alcançar produtividades próximas de . de terra. Estas diminuições nas proporções são gradativas ao longo do tempo de cultivo. Em todas as fases os camarões recebem alimentação artificial na forma de ração balanceada e peletizada. respectivamente para as fases iniciais e finais de cultivo.

dureza.Manejo hídrico. O local é considerado adequado quando a temperatura média do mês mais frio é igual ou superior a 0ºC e quando existem ventos constantes e moderados. alcalinidade e outros são monitorados semanalmente. A qualidade da água deve ser rigorosamente controlada para que as condições ambientais se estabeleçam dentro dos padrões de exigência dos camarões a fim de gerar maior produtividade no cultivo. ou seja. O solo ideal deve ter pH próximo a . pH.  . Deve-se evitar implantá-los onde há grandes variações de temperatura entre o dia e a noite. com uma declividade de até %. geralmente após seis meses de recria. Outros manejos. As despescas seletivas são realizadas a cada 0 dias aproximadamente. Despescas As despescas nos viveiros de engorda iniciam-se sempre que uma boa parcela de camarões já tenha atingido o tamanho comercial. Teores de oxigênio dissolvido.0. Amostragens quinzenais de camarões são realizadas para avaliar o crescimento dos organismos e obter informações para o cálculo das quantidades necessárias de ração. Com mais de 0% de argila. córregos. Localização Os viveiros devem ser instalados em locais onde haja fornecimento de água natural (poços. O terreno deve ser plano ou levemente ondulado. rios ou nascentes). Os solos considerados como ideais para a construção de viveiros são aqueles com taxa de argila variando entre 0% e 0%. cuja captura dos organismos é feita através de arrasto com rede seletiva. Em cada viveiro de engorda se promovem em média  a  operações. Com menos de 0% de argila. enquanto que. temperatura e transparência são parâmetros controlados diariamente nos viveiros. Isto ocorre geralmente depois de  ou  meses do ciclo total (berçário + engorda). arenoso torna-se desapropriado em função do seu baixo poder de retenção de água. operação em que o viveiro é totalmente drenado e todos os camarões são capturados. efetua-se uma despesca total. provocando o aparecimento de rachaduras nas paredes dos tanques. Ao final do processo. o excesso de água acumulada costuma causar problemas na drenagem do viveiro.

br  AgriculturA e PecuáriA Equipamentos Nenhum projeto de carcinicultura pode funcionar sem uma infraestrutura mínima capaz de atender as necessidades gerais de uma produção. Trata-se de um produto nobre. mesmo que pequenas. o requerente deverá atender a algumas exigências. . assim como suas peculiaridades. hotéis. CEP -900 JABOTICABAL SP FONE () 0-0 e-mail caunesp@caunesp. dentre as quais incluem-se a licença ambiental e a outorga do uso do recurso hídrico.para medir o pH da água. produção de pós-larvas • Engorda. tela protetora usada para proteger a entrada de predadores e saída de camarões. ou kits para análise química do oxigênio dissolvido. alguns instrumentos simples são indispensáveis: disco de Secchi – medir transparência da água. LEGIsLAÇÃO: EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: UNESP . s/n.UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Centro de Aquicultura da UNESP Via de Acesso Prof Paulo Donato Castelane. termômetromedir a temperatura da água. criação dos jovens a partir da fase de pós-larvas até atingir o tamanho comercial. phmetro. tarrafas. O mercado consumidor é bastante diversificado. podendo-se citar as redes de supermercados. Em fazendas de engorda. INDICAÇõEs: O criador de camarão deverá solicitar o registro de aqüicultor junto ao IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). redes de pescas. oxímetro – medir o oxigênio dissolvido na água. Em alguns estados brasileiros essas licenças podem ser expedidas diretamente pelo IBAMA.Matéria-prima O cultivo de camarão de água doce envolve duas fases: • Larvicultura. restaurantes e lojas especializadas em pescados.unesp. com excelente aceitação nos mercados interno e externo. Portanto podemos considerar como matéria-prima à pós-larvas que deverá ser adquirida em laboratórios especializados. Para obtenção deste registro.

ibama.Fazem pesquisa e prestam assistência técnica e vendem alevinos IBAMA . fonte de sobrevivência de muitas comunidades.gov. Para ser ter uma idéia. lagos e dunas.net CURsOs: Serviços. mariscos e crustáceos. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A criação de camarão de água doce vem crescendo muito nos últimos anos. http://www. utiliza-se de 0 a 0 milhões de litros de água por tonelada produzida. É bastante problemático investir em uma atividade com consumo de água tão elevado. caranguejos. A carcinicultura é uma das atividades que mais consome água.  CEP 00-900 São Paulo SP Fone () - e-mail abracoa@uol.abracoa.br http://www. A utilização de produtos químicos tem provocado a mortandade de peixes. cursos e certificação.br ABRACOA .Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Renováveis. levando-se em consideração três despescas. Com a construção dos viveiros nas margens dos rios. mas alguns cuidados devem ser tomados principalmente em relação ao impacto ambiental.com. Devido ao tamanho do espelho de água dos viveiros.kit. gamboas. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia ABRACOA – Associação Brasileira de Criadores de Organismos Aquá . o índice de evaporação é altíssimo.Associação Brasileira de Criadores de Organismos Aquáticos Av. Francisco Matarazzo. imensas áreas de manguezais e de matas ciliares ao longo dos rios vêm sendo destruídas. principalmente na região nordeste.

00. 00 RIBEIRO. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev. Acesso em:  de fev. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://aquicultura. IBAMA . LOGATO. 00 (Boletim Técnico).ibama.net>. Acesso em:  de fev.abracoa. Criação de Camarões de Água Doce.Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Renováveis.kit.AQUICULTURA . Priscila Vieira Rosa.br/>.BR. . Recomendações básicas para a criação do Camarão da Malásia. 00. 00 9 AgriculturA e PecuáriA ticos. Disponível em: < http://www.gov.htm>. Paula Adriane Perez. Lavras: Universidade Federal de Lavras. Acesso em:  de fev.br/recomendacoes_tecnicas_para.

Qual é a melhor forma de obter um plantel de cabras leiteiras com baixo custo? Da escolha das cabras depende. também. primeiramente o local de criação. o sucesso da criação. 0 . IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. Um aspecto que deve ser considerado diz respeito às condições climáticas predominantes no local onde se deseja implantar ou aprimorar a criação.CRIAÇÃO DE CAPRINOs PALAvRAs-ChAvE Criação de caprinos. como pode obter um lucro maior na carne de cabritos ou no leite de cabra. Especialistas informam que devem ser adquiridos cabras de raças ou linhagens com períodos de lactação de 0 dias e uma produção inicial acima de . visitar os criadores da região onde se poderá adquirir as crias de acordo com os interesses postados. a facilidade de obtenção de água. caprinocultura Saber qual é a melhor forma de obter um plantel de cabras leiteiras com baixo custo. onde vender o leite e a carne na grande São Paulo ou adjacências e se existe algum frigorífico que possa comprar os cabritos vivos ou tem que abatê-los. a topografia do terreno dentre outras características Importante se faz. mesmo em criações com emprego de tecnologias mais simples Com estes dados e outros mais o futuro empreendedor deve escrever o plano de negócio o qual oferecerá dados mais concretos sobre a questão. Quando da formação do rebanho. em grande parte. Na decisão de criação de caprinos deve-se levar em consideração alguns aspectos básicos relevantes para que a atividade tenha êxito. caprinos. litros. Portanto deve-se definir. analisando o tipo de vegetação lá existente. devem ser adquiridos animais com características adaptadas à região que satisfaçam aos interesses do criador.

que é livre de barreira sanitária e pode vender a produção para todo o Brasil. No entanto. carne e até pratos prontos e os preços não são tímidos. uma vez que tais produtos são considerados como diferenciados. . os restaurante-classe A. No entanto. manter as instalações sempre higienizadas. Quanto a venda da carne ou do leite deve-se considerar que. não existe uma receita pronta para aumentar lucros. mas sim meios de analisar cada custo que envolve um empreendimento buscando alternativas que possam diminuir as despesas. ou seja. logo depois de efetuada cada ordenha”. mas para alcançá-los o pecuarista deve contratar um intermediário ou fazer visitas de apresentação de seus produtos. O que se deduz é que um plantel que recebe os devidos cuidados e alimentação sadia evita doenças que oneram os custos de criação. praticar a vacinação conforme orientação dos profissionais da área. Onde vender o leite e a carne na grande são Paulo ou adjacências? Existe algum frigorífico que possa comprar os cabritos vivos ou tem que abatê-los? Os grandes supermercados. principalmente da Bahia. todavia é  AgriculturA e PecuáriA 2. “Em se tratando de salas de ordenha. Outro fator de igual importância é quanto a saúde dos animais o que significa dar assistência veterinária. queijos. Como posso obter um lucro maior na carne de cabritos ou no leite de cabra? São Paulo detém o maior rebanho de cabras leiteiras do país. a água deve estar disponível. 3. ou participar de uma cooperativa. os hotéis são compradores em potencial. os empórios. seguido por Minas Gerais e Rio de Janeiro. O presidente da Capripaulo informa que estudo realizado há dois anos indicava que 0% da demanda de leite de cabra e derivados eram supridas pelas importações. A alimentação deve seguir as sugestões para cada raça. a higienização deve ser realizada. Para saber qual é a melhor opção necessário se faz desenvolver plano de negócio para as atividades de interesse. o próprio mercado indica o preço praticado dentro da modalidade escolhido pelo pecuarista. diariamente. em geral compram os animais já abatidos.Ele acrescenta que 90% da carne caprina consumida em São Paulo são importadas do Nordeste. Os supermercados e empórios já oferecem leite. Os frigoríficos. ele diz que têm surgido novas queijarias no País. ou ainda oferecer produtos de sua própria fabricação. o próprio pecuarista pode fazer a venda e entregar. com expectativa de pequena redução nas compras externas.

CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Encontram-se nas páginas do SBRT.fundamental conhecê-los de perto.sbrt.pdf> Ainda a Embrapa Caprinos oferece oportunidade para maiores esclarecimentos. Disponível em: <http:// www. Acesso em: 0 de out.ibict.br REFERêNCIAs Embrapa Caprinos .sbrt.embrapa.br/upload/sbrt400.sbrt.sbrt. Sistema Brasileiro de Respostas Técnicas.br/upload/sbrt480.ibict. Dentre elas citam-se: <http://www. km  Caixa Postal D-0 0-90 Sobral. Ceará Telefone: (0xx-) -000 Fax: (0xx-) -0 E-mail: ant@cnpc. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out.pdf> <http://www.Telefone: () -000 SBRT.sbrt.br/upload/sbrt480.ibict. no seguinte endereço: Embrapa Caprinos Fazenda Três Lagoas Estrada Sobral/Groaíras.pdf> <http://www.Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. fazer contatos. saber de suas demandas e potencial.ibict.br/upload/sbrt479. 00  .pdf >.br/upload/sbrt925. várias respostas técnicas que poderão ser úteis neste momento.ibict.pdf> <http://www. 00.

dentre tantos outros. O plano de negócio é uma ferramenta que contém todos os dados referentes ao projeto. Estimativa de capital necessário até a produção pode cobrir as despesas? Para se determinar o custo de um empreendimento. como abrir uma empresa. criação de caprinos.br) que oferece vários cursos. 2. em grande parte. Sugerimos consultar o Sebrae (http:// www. oficinas e palestras tais como: como iniciar um negócio.sebraesp. caprinos PALAvRAs-ChAvE Obter informações sobre criação de caprinos no Estado de São Paulo. é o conjunto de informações. o sucesso da criação.Como estimar o custo inicial? Da escolha das cabras depende. Especialistas informam que devem ser adquiridos cabras de raças ou linhagens com períodos de lactação de 0 dias e uma produção inicial acima de . Como estimar o custo inicial? Estimativa de capital necessário até a produção cobrir as despesas? Quanto de terra é necessário para um rebanho de 00 caprinos para leite e queijo? Qual é a melhor raça para este fim? Aonde procurar mão de obra qualificada? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. ao empreendedor. a importância de se desenvolver o plano de negócio.Caprinocultura.  AgriculturA e PecuáriA CRIAÇÃO DE CAPRINOs NO EsTADO DE sÃO PAULO . atendendo a situações bem específicas: viabilidade do negócio e avaliação financeira para o caso de captação de recursos. é primordial ter em mente.com. Com estes dados o futuro empreendedor deve escrever o plano de negócio o qual oferecerá dados mais concretos sobre a questão. O capital inicial e de giro serão determinados pelo plano de negócio que definirá o número de cabeças necessário para iniciar a criação e que cubra as despesas fixas. como controlar custos. que permitem. litros. decidir com mais segurança sobre o negócio a ser iniciado.

” São Paulo detém o maior rebanho de cabras leiteiras do País. o forte é a criação voltada para corte. a topografia do terreno dentre outras características. o País tem de importar esses produtos de países vizinhos. Wilson Valentini Junior. mesmo em criações com emprego de tecnologias mais simples. Tanto que São Paulo. reúne a elite da caprinocultura de leite. Na decisão de criação de caprinos deve-se levar em consideração alguns aspectos básicos relevantes para que a atividade tenha êxito. devem ser adquiridos animais com características adaptadas à região que satisfaçam aos interesses do criador. ele diz que têm surgido novas queijarias no País. Portanto deve-se definir. na sua maioria extensiva e a partir de animais sem registros”.  . afirma. “No Nordeste. Minas Gerais e Rio de Janeiro são exportadores de genética caprina para outros Estados. “A atividade está crescendo muito”. aponta boas perspectivas para a caprinocultura. que é livre de barreira sanitária e pode vender a produção para todo o Brasil. seguido por Minas Gerais e Rio de Janeiro. Quer obter informações sobre criação de caprinos no Estado de são Paulo. Um aspecto que deve ser considerado diz respeito às condições climáticas predominantes no local onde se deseja implantar ou aprimorar a criação. “Já o Sul. No entanto. principalmente. principalmente da Bahia. Oitavo do ranking mundial com um rebanho estimado em . diz. com expectativa de pequena redução nas compras externas.3. Para suprir a demanda. O presidente da Capripaulo informa que estudo realizado há dois anos indicava que 0% da demanda de leite de cabra e derivados eram supridas pelas importações. a facilidade de obtenção de água. milhões de ovinos e 0 milhões de caprinos a produção brasileira de carne de caprinos e carne e lã de ovinos é insuficiente para atender ao consumo interno. analisando o tipo de vegetação lá existente. primeiramente o local de criação. Ele acrescenta que 90% da carne caprina consumida em São Paulo são importadas do Nordeste. O presidente da Associação Paulista de Criadores de Caprinos (Capripaulo). Quando da formação do rebanho.

Os cochos podem ser feitos de pneus. • Cabras em estado avançado de gestação (próximas à parição) e cabras recém-paridas. podendo. Quanto de terra é necessário para um rebanho de 100 caprinos para leite e queijo? O número de cabeças que podem ser colocados em uma determinada área varia de acordo com a espécie.0 m.0 m acima da altura do cocho. Em cada uma das divisões reservadas tanto aos lotes de cabras próximas à parição e as recém-paridas. 5. constituído por ripa ou arame. ser colocado um protetor. a uma altura de cerca de 0. Qual é a melhor raça para este fim? Existem várias raças para leite e como já mencionado anteriormente o empreendedor deve escolher aquela que melhor se adapta ao local de criação. sobre eles. devem ser colocados cochos para sal mineral para a suplementação dos animais. Esta área permite manejar adequadamente as cabras próximas à parição e as cabras recém-paridas. Segue abaixo relaçãao de raças leiteiras conforme solicitado:  AgriculturA e PecuáriA 4. Animais em fase de reprodução (matrizes e reprodutores). internamente. Cabritos desmamados. recomendando-se uma área útil de 0. m a . quanto para os animais em reprodução e desmamados. . pelo menos quatro divisões destinadas para lotes de animais nas seguintes fases de desenvolvimento. Cabriteiro (animais em lactação). É importante que o chiqueiro apresente. qualidade e o estado das pastagens e das forrageiras lá encontradas. de tábuas ou de troncos ocos encontrados na propriedade e devem ficar posicionados a uma altura de 0. para cada animal adulto.0 m do solo. para evitar a entrada de animais. • • • • A primeira divisão deve dar acesso a um piquete com pastagem nativa ou cultivada. evitando a ação de predadores e a ocorrência de miíases (bicheiras) nos animais recém-nascidos.O tamanho do chiqueiro deve ser definido de acordo com a dimensão do rebanho.

pelagem totalmente branca. pelagem de cor variada. chanfro reto. presença ou não de chifres. possuindo uma grande estrutura óssea. com ou sem barba. Apresenta cabeça com perfil retilíneo.saanem De origem Suiça. com listra preta na linha nuca-dorso lombar até a garupa. ponta das orelhas escuras. Grison: Mais rústica. vale do rio Saanen nos cantões de Berna e Appenzel. orelha ereta e curta. ventre escuro. no Vale do Toggenburg: proviniente do cruzamento  . produção leite( a . Padrão Brasileiro possui grande porte. fronte larga.naturalmente mocha. É uma raça cosmopolita.Pelagem uniformemente branca. apresenta uma faixa negra no dorso sendo os membros escuros na parte inferior. com ou sem cornos. Toggenburg Origem suiça. orelhas levantadas de tamanho médio. Parda Alpina Origem suiça. pelagem parda (claro-acinzentado ao vermelho escuro). parte distal dos membros preta. Produção de leite  kg ( kg ±  kg ) e período médio de lactação:  meses (  EMBED Equation  dias ). Pêlos curtos. No Brasil apresenta grande porte. É um animal de grande corpulência. e a cabeça assim como a cauda mais escura que o restante do corpo. Apresenta a variedade Branca-Alemã.com  a . pêlos curtos. Média de produção de leite: kg. suporta condições climáticas extremas.% de gordura. espesso. é considerada uma das melhores raças para produção de leite. orelhas pequenas a medianas e eretas. presença ou não de chifres. olhos grandes e claros. Cabeça cônica e alongada. kg)  ± kg e período EMBED Equation de lactação: 9 meses ( ±  dias). chanfro reto. profundo. perfil retilíneo. orelhas pequenas e horizontais. fina e bem elegante. linha preta dos olhos ao focinho. fronte larga. orelhas pequenas a medianas e eretas. sendo no Brasil o padrão alpino de cor acamurçada. encontrada desde as regiões baixas até as regiões montanhosas.Apresenta chifres.Na Suiça apresenta  tipos: Oberhasli-Brienz: Suiça .

presença ou não de chifres. bodes com pêlos mais longos e mais grossos. variando do claro ao escuro. A altura média da cernelha é de 0. bastante atenção à exploração e seleção. No Brasil. ao longo das últimas décadas. Graúna. focinho. com peso variando nas fêmeas adultas de  kg a 0 kg. Há. Pernas abaixo do joelho e na inserção da cauda são claras. podendo haver exemplares de cor castanho-escura.Pêlos podem ser curtos ou apresentar fios mais compridos no dorso e na parte externa das coxas. Os espanhóis têm dedicado. Apresenta  faixas brancas que partem do lado da boca e terminam junto as orelhas. chanfro reto. eretas e muito móveis. sem cornos (podendo eventualmente apresentar chifres). . Muito produtiva e rústica. perfil retilíneo. com listras de cor clara que partindo das orelhas. passam pelos olhos e vão terminar nas comissuras labiais. parte distal dos membros e inserção da cauda de cor branca. É um animal geralmente mocho. Moxotó. de perfil reto com frontal amplo e ligeiramente deprimido ao centro.  AgriculturA e PecuáriA inicial da cabra Fulva de Saint-Gall x Saanen. Média de produção de leite: 00 a 900 kg em  . A cabeça é triangular. mostrando orelhas de tamanho mediano elevadas e dirigidas para frente.0m nos machos adultos e de 0. fronte larga.Apresenta porte médio. Canindé. Murciana A raça é originária da Espanha e insere-se no tronco das Pirinaicas (europeu).0m nas fêmeas. e nos machos adultos de 0 kg a 0 kg. pouco côncava. de porte pequeno. A média de produção é de 00 kg de leite por lactação. Padrão Brasileiro é de porte grande. de cor geralmente preta. orelhas pequenas na horizontal. ainda as raças mistas como Anglo Nubiana. Cor castanha-cinza claro. pelagem de cor acinzentada. São animais de pêlos curtos e finos. Marota. pelos de comprimento mediano a longo. para o aprimoramento da produção de leite.0 dias de lactação. com cabeça bem feita e alongada. recentemente foi introduzido um lote desta raça por criadores do estado da Paraíba. As orelhas são de tamanho médio.

br>. Agropauta. Acesso em:  de jun.com. Salles. Hévila Oliveira. Santos. porém devem ter feito cursos sobre a criação e ter profundos conhecimentos sobre todos os tipos de manejo.com. Diônes Oliveira. uma vez que não há necessidade de mão de obra qualificada para o dia a dia. Valgueiro. 00. Todavia é primordial que um veterinário acompanhe o rebanho cuidando para o mesmo seja sadio. Um rebanho sadio pode produzir mais por menos. Disponível em: <http://www. Aonde procurar mão de obra qualificada? A mão de obra deve ser adquirida no local da criação.cpamn. Disponível em: <http://www. Raças Nativas: a ameaça da extinção. Acesso em:  de jun.embrapa. Acesso em:  de jun. 00.htm>.br/>.agropauta. São Paulo reúne a elite dos ovinos e caprinos. REFERêNCIAs Embrapa Meio-Norte. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jun. Capritec soluções em capricultura. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . Acesso em:  de jun.br/ovinos/racapri.unesp. 00.asp?todo=id&id=91>. Danilo Elmo de A. Disponível em: <http:// www.6. 00.capritec.fmvz.br/destaque. Disponível em: <http://www.

raça deslanada. A atividade requer assistência de profissionais (veterinários) principalmente para aqueles que estejam iniciando a atividade. A Professora Dra. ovinicultura PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Informação sobre criação de ovinos. e a partir daí colocar Suffok. e “entusiasmo” pela atividade. O Departamento de Zootécnica da Esalq possui um Laboratório Experimental que recepciona visitantes mensalmente. Condições necessárias para criação de ovinos A criação de ovinos é uma atividade pecuária das mais importantes e que apresenta um grande potencial para investimentos no Brasil. alimentação e eventuais suplementos. Caso o criador entenda bem da atividade. a necessidade de assessoria será menor. poderão obter ótimos lucros com a criação desses animais. Inscrições gratuitas podem ser feitas por telefone (9) 9-. l disponibilidade de água. desde que trabalhem com as técnicas adequadas para cada raça. l clima adequado ao tipo de criação.Ovinos. Wilyy de France ou Texel. O que permitirá o abate de fêmeas e machos. Os criadores. Ivanete Susin Departamento de Zootecnia/Esalq/ USP informou que não existem estudos sobre cruzamento de animais deslanados com lanados. mas sugere estabelecer matrizes com macho de Santa Inês. com a professora Ivanete. l animais de boa qualidade e procedência. Fatores críticos para o sucesso: l conhecimento técnico por parte do criador. mas não dispensável. Quanto à reprodução: na primavera pode-se usar raça Santa Inês e no outono raças estacionais. 9 AgriculturA e PecuáriA CRIAÇÃO DE OvINOs .

levando em consideração. também. o rebanho poderá ser prejudicado pelas verminoses que debilitam os animais. pois já produziram a lã de um ano. Quando a densidade de ovinos em um pasto é muito grande e não há rotação de pastagens. mas o seu preço é mais elevado. Aquisição dos ovinos para a formação do rebanho Para iniciar uma criação. Já a aquisição de ovinos no outono permite ao criador observar a qualidade da lã e o seu volume quando elas já estão com lã de  ou  meses e que. mas. As ovelhas são destinadas à reprodução e à produção de lã. depois. e o seu estado de saúde. ficando altamente contaminado por vermes que certamente os infestarão. Essas são as condições encontradas em criações 0 . l e também porque o criador deve observar bem. Economicamente. havendo possibilidades de agregar bovinos na mesma área. desde que o número de bovinos seja menor. ou seja. Em pastagens mais ricas. porque: l após a tosquia os animais estão mais leves e são vendidos por menores preços.l l qualidade das pastagens. o terreno recebe muitas fezes. Em um pasto com . Os carneiros ficam com o rebanho durante o período dos acasalamentos. controle fito-sanitário.000 ovinos. pode-se colocar de  a  ovinos por hectare. apartados dele. também. o zootécnico. deve-se escolher a melhor época para fazêlo. a melhor época é logo após a tosquia (novembro ou dezembro). muitas vezes. dependendo do desejo do criador. capões e jovens machos ou fêmeas. O rebanho Pode ser formado por ovelhas. Formação do rebanho ovino O número de ovinos que podem ser colocados em uma determinada área varia de acordo com a espécie. um período de  a  meses durante o ano sendo. a formação do animal. já foram até acasaladas. qualidade e o estado das pastagens e das forrageiras lá encontradas. carneiros. Com isso. de 00 a 00 bovinos. reduzindo o rebanho por causarem muitas mortes. não só o fator econômico. podem ser colocados.

grossura uniforme em toda a sua extensão e com barriga e pernas bem cobertas de lã. grosso e bem inserido. um rebanho bastante uniforme em relação ao seu exterior. sendo os que produzem maiores quantidades desse produto têxtil. bons aprumos com ossos fortes e largos. Procedimentos para a seleção dos ovinos O principal item a ser levado em consideração na escolha dos ovinos. O número de machos deve ser de  a % do de ovelhas destinadas à reprodução. . com fios longos. é a sua saúde.  AgriculturA e PecuáriA de regime extensivo ou semi-extensivo.Os machos castrados. Sua qualidade decorre da uniformidade. vendidos para corte ou mantidos no rebanho até os  anos de idade. formando assim. ou seja. machos e fêmeas. l é bem desenvolvido. lombo reto. por um período de  meses da última tosquia. para que o criador possa sentir os problemas dessa atividade e adquirir prática. Seu corpo é cheio. quando são abatidos para consumo. são destinados à produção de lã. As fêmeas ou borregas são mantidas para substituir as ovelhas velhas e aquelas que morrerem. com uma lã de qualidade e em bom estado. do comprimento e da finura. em todo o velo. durante  a  safras. cara larga. Um ovino sadio apresenta: l olhar vivo. l para produzir lã de qualidade o ovino precisa apresentar um velo denso. depois. Naturalmente. os animais destinados à reprodução devem ser bem selecionados. Os cordeiros são castrados para a venda aos  ou  meses de idade ou mantidos para substituírem os capões vendidos ou abatidos.000 cabeças. os “capões”. amplas fossas nasais. em número nunca superior a . As características do velo devem estar de acordo com os padrões da raça. l devem apresentar todas as características da sua raça. pois deles vai depender a melhoria do rebanho e o seu valor econômico. Melhor seria iniciar uma criação de ovelhas novas e de uma só raça. Eles são. pescoço forte. uma cabeça bem proporcionada.

os tubérculos e as raízes.Cuidados a serem tomados e pontos a serem observados: l lã sem brilho. acompanhado de tosse. muito importante. que possuem um baixo teor de fibras e um alto teor de nutrientes digestíveis totais. apenas um cio por ano. classificadas como concentrados aquosos. peso abaixo do normal e barriga e pernas peladas. as raças de lã mais fina. o que restringe as possibilidades de acasalamento de cada fêmea e. também. Todavia. as possibilidades reprodutivas. um período reprodutivo. por falta de lã. cara muito estreita. Para aproveitamento do período fértil os machos devem estar em condições totalmente adequadas à reprodução. por exemplo.  . O criador deve conhecer bem o momento ou época do ano mais adequada para o acasalamento. que é a época mais comum para os nascimentos. em todo o corpo. cada raça apresenta uma época mais indicada para a cobertura. focinho fino. é um dos fatores críticos para o sucesso do empreendimento. geralmente. ou seja. conseqüentemente. peito estreito. O exame das mamas é. pernas compridas. como em qualquer tipo de criação. As ovelhas apresentam. ampliando as possibilidades reprodutivas para várias épocas do ano. O criador deve conhecer bem o processo e os métodos que devem ser empregados para obter melhores resultados. eriçada e sem resistência pode ser conseqüência de uma verminose avançada ou decorrente de uma sarna. Reprodução e Manejo A reprodução dos ovinos. Alimentos para ovinos A alimentação dos ovinos é baseada em alimentos volumosos (com um elevado teor de fibras e baixo teor de nutrientes digestíveis totais e concentrados. tendo em vista o fim das gestações no verão. apresenta um período reprodutivo maior ampliando. mal aprumadas e finas. isso significa a presença de uma bronquite verminótica. l muco quase purulento nas narinas. ainda. O primeiro sinal de sarna é o aparecimento de pontas de mechas de lã que se desprendem para então aparecerem várias falhas de pêlos. Temos. l constituição débil.

UOV . Glória Lourdes. 00. 00. Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba.br>.br A Faculdade de Medicina. O rebanho deve receber boa alimentação durante todo o ano. 00. Acesso em: 0 mar. Telefone (9) 9-. Este curso tem como objetivo as doenças que podem afetar a criação. o criador deverá estar atento aos cuidados básicos para o desempenho eficiente. RURAL News.php>.ruralnews.com. Disponível em: <http://www. 00  AgriculturA e PecuáriA Para que as fêmeas estejam totalmente preparadas para o período de acasalamento. número do telefone: () -9. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 mar.com. Disponível em: <http://www.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugerimos conhecer o material apresentado no Simpósio de Ovinos e Caprinos de Corte.Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia EMEPA . com a Dra. e  de Abril de 00. uov.Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba.Universidade On-line de Viçosa. Acesso em: 0 mar. . dos anos de 00 e 00.br/public05_. Dra.com. E-mail: ivasusin@esalq. Profa.br>. Publicações.emepa. da UNESP oferecerá um curso (Criação de Ovinos) nos dias . Disponível em: <http://www. Ivanete Susin. pela EMEPA. estando em condições sanitárias adequadas. Veterinária e Zootecnia de Botucatu.br.uov.usp. informações pelo telefone () -09. Cursos Universidade On-Line de Viçosa – http://www. Acesso em: 0 mar. Departamento de Zootecnia /Esalq/USP.org. porém haverá também informação sobre manejo.

em  há é possível colocar 00 cabeças. portanto. no ano de 00 “demonstrou que estas não precisam ser sofisticadas para o acabamento de cordeiros. l animais em fase de reprodução (matrizes e reprodutores)  . Um experimento apresentado no IV Simpósio sobre Recursos Naturais e Sócio-econômicos do Pantanal.0 m a . sob controle para evitar que animais sofram qualquer ataque que possam prejudicar-lhes a saúde e a dos recém-nascidos.. que são simples e econômicas. (MS). são as áreas restritas designadas a certas etapas do desenvolvimento do rebanho. No entanto a Embrapa recomenda as seguintes áreas úteis por animal adulto: 0. ovinos. Quantos hectares seriam o ideal para iniciar uma criação (possui 1 ha). Estas devem ser feitas com base no conhecimento do comportamento dos ovinos. tanto de ovinos quanto de caprinos.0 m. ao construir instalações. como em sistema de semiconfinamento. Desta forma fica. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Criação de ovinos em regime semi-intensivo Há instalações que podem ser adotadas. Estas áreas são para: l cabras em estado avançado de gestação com acesso a um piquete com pastagem nativa ou cultivada. ou tamanho das instalações dependerão do número de animais destinados à criação. Saber se é possível iniciar uma criação comercial de ovinos em regime semi-intensivo voltado para exploração de carne em área de apenas um alqueire. O que se deve observar. ovinos em regime semi-intensivo. As dimensões.CRIAÇÃO DE OvINOs EM REGIME sEMI-INTENsIvO PALAvRAs-ChAvE Criação de ovinos. em Corumbá. respeitando seus hábitos e necessidades básicas”. o manejo.

” As Principais Instalações Entre as instalações mais utilizadas na produção de caprinos e ovinos. faz os seguintes esclarecimentos e recomendações para criação de caprinos e ovinos: O Objetivo das instalações O objetivo das instalações é viabilizar e facilitar o manejo geral de um rebanho caprino ou ovino. protegem e dão segurança aos animais. armazenam e reduzem o desperdício de alimentos. entre outras. estes podem ser de pneus usados. no caso. reduzindo custos e favorecendo a produção e a produtividade do empreendimento. A Embrapa Caprinos. a 0. dividem pastagens. Este modelo é direcionado para criadores familiares. Neste modelo as instalações são de chão batido. sem causar estresse aos animais. Também em termos de cochos. de palha de babaçu ou carnaúba. mas que poderia servir de modelo para o empreendedor que deseja iniciar uma pequena criação. . Embrapa Caprinos (veja endereço completo em referências).l l Em cada uma dessas áreas há de se colocar cochos para suplementação alimentar com sal mineral. otimizando o emprego da mão-de-obra. as principais são: centros de manejo l saleiros l apriscos  AgriculturA e PecuáriA Cabriteiro (animais em lactação) Cabritos desmamados.0 m do solo (). cobertura vegetal. favorecem o manuseio do rebanho e o controle de doenças.” A Importância A importância das instalações está fundamentada na extrema capacidade que elas têm em buscar a otimização da relação homem/ animal/ambiente. dentro de um processo de produção. A Embrapa desenvolveu um modelo de instalações para 00 caprinos. de tábuas ou mesmo de troncos de árvores. isto é: elas facilitam e reduzem o uso da mão de obra para as tarefas diárias.

Brete: Comprimento = 0 m. em Cab/m. Tamanho das áreas coberta e descoberta (área de exercício) de um aprisco para caprinos e/ou ovinos. m.0 > .  .0 Descoberta > . 0. > . Mais do que isso. m a 0. m na base superior. .0 Obs.0 > . Tamanho exagerado ou área em excesso têm custos mais elevados. ou seja utilizar 0 a 0 animais por metro linear de cocho. sem trazer maiores benefícios. m na base inferior e 0. o que se espera é que a instalação disponibilize espaço apenas o suficiente para propiciar condições favoráveis ao desempenho dos animais. Largura = 0.l l l l l l l l l pedilúvio currais esterqueiras bretes cercas comedouros bebedouros galpões salas de ordenha Aspectos Importantes na Construção das Instalações para caprinos e Ovinos Tamanho ou a área das instalações – O tamanho ou a área de uma instalação diz respeito tão somente ao tamanho do rebanho. Ver Quadro abaixo.0 0. Altura = 0.: Estas mesmas medidas são recomendadas também para Centros de Manejo e Currais de engorda. é desperdício. seja para o descanso ou repouso noturno dos animais. Seja para o pastoreio ou alimentação no cocho.” Área (m) Coberta Matrizes Animais jovens Crias Reprodutores . m linear para cada animal. Outras recomendações de medidas: Cocho: Recomenda-se 0.

e a redução máxima dos seus efeitos negativos sobre os animais (as correntes de ar e a umidade em excesso. para um melhor aproveitamento da penetração dos raios solares (manhã e tarde). por exemplo: eles devem ser construídos em terreno elevado. Largura = a mesma largura da porteira. ainda.0 m.” situação Em algumas instalações. durável e resistente como: madeira. ou a um melhor armazenamento de alimentos ou. a uma melhor divisão de pastagens. na medida em que ela deve atender aspectos de ambiente. a sua localização é de extrema importância. em especial a sua situação com relação aos pontos cardeais que é um fator importante. em cada localidade.” Localização das construções Para toda construção. ventilado. isto é. de espaço. o material da própria fazenda. varas. como é o caso dos apriscos. longe de estradas e próximo à casa do manejado. tendo em vista a predominância dos ventos e das chuvas. de tempo e de segurança. permitir o livre acesso de manejadores e o trânsito fácil dos animais. Profundidade = 0. permitir uma boa circulação de ar e resguardar os animais de ventos fortes e encanados. bem drenados. etc. palhas para coberta.0 m. visando a redução dos custos. entre outros). tem que atender bem às necessidades do rebanho.” Relação custo-benefício A fiel observância deste aspecto tem sido recomendado enfaticamente.Material utilizado Para a construção do aprisco. os apriscos deverão situar-se sempre no sentido NorteSul. também. na medida do possível. na medida em que nem sempre fazer uso de uma instalação qualquer significa maior rentabilidade para um rebanho. será utilizado. proporcionando proteção e segurança ao mesmo.” Funcionalidade Toda e qualquer instalação têm a obrigatoriedade de ser funcional. Assim. sem maior sofisticação. Em caso de apriscos. deve facilitar a alimentação e tratamento dos animais e permitir a divisão dos mesmos em categorias Atender. pedras toscas. no desenvolvimento das atividades diárias com um rebanho. Pelo con AgriculturA e PecuáriA Pedilúvio: Comprimento = .” .

o bom senso do produtor ou do manejador é o melhor referencial indicativo para o estabelecimento da freqüência de limpeza das instalações. a higienização deve ser realizada. sem sombra de dúvida.trário. Todavia.br>.  . etc.br REFERêNCIAs Embrapa Caprinos.cnpc.” CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se entrar em contato com a Embrapa Caprinos oferece oportunidade para esclarecimentos mais detalhados sobre instalações.” “Em se tratando de salas de ordenha.sbrt. o tipo da instalação. Portanto. Acesso em:  ago. SBRT-Serviço Brasileiro de Resposta Técnicas. logo após efetuada cada ordenha. Disponível em: <http:// www. muitas vezes. a recomendação para a construção de uma instalação é questionar sempre: qual o seu custo? Quais os benefícios? E qual é a relação Custo / Benefício?. apriscos e centros de manejo. acabamento. a categoria de animais e as fazes de produção (gestação.br/upload/sbrt480. Disponível em: <http://www. um aspecto de extrema importância na produção de caprinos e ovinos.“ “A maior ou a menor freqüência de limpeza está condicionada às condições ambientais como: períodos chuvoso e seco. diariamente.embrapa. sobretudo quando se trata de currais. km  Caixa Postal D-0 0-90 Sobral.embrapa. no seguinte endereço: Embrapa Caprinos Fazenda Três Lagoas Estrada Sobral/Groaíras. Ceará Telefone: (0xx-) -000 Fax: (0xx-) -0 E-mail: ant@cnpc.pdf >.ibict. lactação. 00.). isto implica numa redução da economicidade. Acesso em:  de ago. 00.” higienização A higiene das instalações é.

Magda das Graças Costa  de ago. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL .

CRIAÇÃO DE PEIXEs: PIRARUCU. O pirarucu é provavelmente a espécie mais promissora para o desenvolvimento da criação de peixes em regime intensivo na região Amazônica. a pesca nativa não supre um oitavo desta demanda. etc são fundamentais para o sucesso do empreendimento. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA No Brasil. a alimentação. A seguir informações gerais sobre criação dos peixes solicitados. A média de consumo na região amazônica é de  quilos per capita/ano.pdf>. grande rusticidade ao manuseio e respiração aérea.htm>.br/roraima/dedoc/rr23042002. o conhecimento sobre o comportamento e crescimento do pirarucu. <http://www. No entanto. publicada neste portal (SBRT).amazonpress. sugere-se visitar a seguinte página:<http://www. mas a criação. o que significa um mercado com potencial superior a 00 mil toneladas de peixe/ano. o manejo. porém. condição que pode facilitar sua criação em tanques-rede de pequeno volume. quilos per capita/ano. Possui alta velocidade de crescimento. DOURADO E PINTADO PALAvRAs-ChAvE Peixe. br/upload/sbrt781. PIRARUCU 90 . TAMBAQUI. Dourado e Pintado. Sobre como iniciar criação de peixes de água doce. piscicultura. principalmente em cativeiro. o consumo de peixe é de cerca de . ainda é escasso.ibict. Tambaqui. em qualquer modalidade de criação intensiva.com. podendo alcançar até 0 kg no primeiro ano de criação. criação de peixe Informações gerais e específicas sobre criação dos peixes: Pirarucu.sbrt. além de não manifestar canibalismo quando confinado em altas densidades e de ser facilmente treinado para aceitar alimentação com ração extrusada.

A adoção da técnica de tanques-rede tem se difundido mundialmente e apresenta algumas vantagens. Criações em tanques-rede de pequeno volume podem ser mais vantajosas que as criações tradicionais. observaram. na criação do salmão do Atlântico. que baixas densidades de estocagem influenciaram o aparecimento de classes hierárquicas. em que os dominantes monopolizam as zonas de alimentação e o alimento. conseqüentemente. existem aqueles que influenciam na condição fisiológica e sanidade dos peixes como o déficit de oxigênio. em ambientes confinados. principalmente quando o adensamento de peixes é grande. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da densidade de estocagem sobre a variação do crescimento de juvenis de pirarucu em tanques-rede de pequeno volume. tendendo à manutenção de lotes mais homogêneos e. dificultando com isso o acesso ao alimento e gerando competição nas zonas de alimentação.Densidades inadequadas de estocagem de peixes podem trazer complicações para a criação. além das condições de manejo que permitem seu uso em escala comercial e familiar. diferenciando o crescimento entre essas duas classes.br/scielo. dominantes e subordinadas. do piscicultor Rodolfo Henrique Français. quando ideais. Embora os fenômenos que geram estresse e a variação do crescimento nos peixes nem sempre estejam relacionados à tomada de alimento. Fonte:< http://www. afetando a homogeneidade dos lotes. é 9 TAMBAQUI AgriculturA e PecuáriA A homogeneidade no crescimento dos peixes. como seu uso em ambientes de difícil acesso. podem quebrar o status social de dominância e subordinação. no caso de peixes de respiração aquática obrigatória e o ataque de agentes patogênicos.php?script=sci_arttext&pid=S0100204X2003000100014> A Fazenda Água Limpa. A estocagem de lotes de peixes com tamanhos homogêneos iniciais influenciam na homogeneidade do lote final . Densidades de estocagem excessivas também podem causar variações no crescimento dos peixes.scielo. é conseqüência de diversos fatores que influenciam o desempenho dessa população. uma vez que permitem altas densidades de estocagem e. onde a construção de represas e viveiros escavados é inviável. aumentando a produtividade.

De acordo com Patrício. Em geral. por meio de adubação nitrogenada. “Mas bem abaixo dos R$ 00. “Além de estar adaptado.00 e R$ 0.” A criação de tambaqui é simples. quando vão para os tanques de engorda. explica. de ossos e de peixes. Segundo o agrônomo. com a utilização do berçário é possível produzir tambaqui com peso comercial de venda após seis meses de engorda. quando estão prontos para o consumo. custam entre R$ 0. Segundo ele. “O ideal é  quilo de peixe por metro quadrado. divide-se a área total pelo peso final do peixe para chegar à densidade. Rio Grande do Norte. além de farinha de carne. que presta assessoria ao criatório.um dos criatórios de tambaqui de Roraima. Os alevinos entram nos berçários com  gramas e alcançam mais de 00 gramas em 0 dias. diz Patrício.” Depois de seis meses. acrescida de minerais e vitaminas próprios para a criação. Nesses tanques. o tanque é esvaziado e faz-se novo repovoamento. quilo de ração para produzir  quilo de peixe. Mato Grosso e Acre. um dos peixes mais apreciados na região. quatro vezes ao dia. metro de profundidade. “Isso significa um custo de R$ . quando adquiridos no próprio Estado. os peixes recebem ração balanceada com % de proteína. de milho e de arroz. Os produtores compram os alevinos e os põem nos berçários. que são tanques de mil a  mil metros quadrados. diz. dependendo do Estado vendedor. ração extrusada com % de proteína. Durante dois meses. dependendo da distância e da espécie. Por motivos econômicos.00 o milheiro. de  mil a  mil metros e até . “Fica mais barato trazer de fora”. onde estão instalados  tanques em 0 hectares. é retirado com rede. usando esterco ou adubo químico.00. três vezes ao dia. além de equilibrar a população de plâncton. feita com farelo de soja. eles recebem. por peixe com alimentação”. os preços dos alevinos variam muito. “Se levarmos em conta os gastos com mão-de9 . Patrício explica que é preciso corrigir a acidez da água. para calcular a capacidade do tanque. segundo o agrônomo. é um peixe de primeira em termos de qualificação comercial”. os produtores de Roraima ainda compram alevinos dos centros de alevinagem de São Paulo. durante seis meses. conforme o resultado da análise. o peixe atinge o peso comercial. de 0 x 0 metros ou de 0 x 0 metros. Nas condições de Roraima é necessário .

amazonpress. com a adoção de várias ações.sbrt. entre elas o associativismo.sbrt.htm> Para criação destas duas variedades sugere-se consultar as respostas técnicas publicadas no portal do SBRT.amazonpress.com. BRANDAO.br/upload/sbrt937.com.” Estímulo O Sebrae Roraima vem estimulando a criação de peixe em cativeiro. Fonte: <http://www.pdf> Criação de peixe pintado.com.ibict.pdf> informações sobre criação e engorda de peixes. disponíveis em: <http://www. “Em dois anos.br/upload/sbrt303. Densidade de estocagem de ju9 AgriculturA e PecuáriA obra e manejo.” .br/roraima/dedoc/rr23042002. FONTEs CONsULTADAs Amazonpress. DOURADO E PINTADO CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Sugere-se. manejo e tratamento de pescado.ibict.br/upload/sbrt339. na calha do Rio Branco e afluentes. <http://www. pacú e outros nativos) em tanques-rede de pequeno e grande volume. Acesso em: 0 set. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.br/upload/sbrt550. <http://www.sbrt. A pesca artesanal. também vem merecendo atenção especial. Outros tratados: <http://www.pdf> informações a respeito de cultivo de peixes (pintado. chegamos a um custo total de R$ .sbrt. o investimento está pago. 00. para o peixe alcançar o ponto ideal de consumo.ibict. Disponível em: <http://www. Franmir Rodrigues et al.ibict. ainda consultar as demais respostas técnicas publicadas no portal em questão.br. mercado e financiamentos. br/>.pdf> Viabilidade Econômica de Peixes Pintados e Cacharas.Cada tanque de  mil metros quadrados produz 0 mil quilos de tambaqui e dá uma renda de R$  mil/mês.

scielo. <http://www. Acesso em: 0 set.sct.. Acesso em: 0 set. v. 00.php?script=sci_ arttext&pid=S0100-204X2003000100014>. n. 00. agropec. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de set. 00.br/scielo. Brasília. 9.br/pdf/pab2004/ marco/v39n03a14. Atílio. . Bruno Adan Sagratzki et al. Brasília. Disponível em:<http://www.. . v. bras. Pesq.scielo.br/scielo.venis de tambaqui durante a recria em tanques-rede. Produtos agrícolas e florestais como alimento suplementar de tambaqui em policultivo com jaraqui.php?script=sci_ arttext&pid=S0100-204X2004000400009>. 00. Acesso em: 0 set. GUIMARÃES. Disponível em: <http://atlas. 00 9 . Pesq. Efeito da densidade de estocagem na homogeneidade do crescimento de juvenis de pirarucu em ambiente confinado. bras. agropec. . CAVERO. n. Sérgio Fonseca e STORTI FILHO. 00.pdf#search=%22cria%C3%A7%C3%A3o%20peixe%20tamb aqui%20and%20tese%22>.embrapa.

Esse mercado é representado pelo aumento crescente da demanda tanto de peixes in natura. feiras e outros. os projetos de desenvolvimento da piscicultura podem ser realizados em vários tamanhos. como atividade recreativa. Criatório Para a implantação de um criatório de peixes. surge como atividade econômica alternativa. como tilápia. De acordo com José Lopes Germano. o produtor deve analisar se tem condições efetivas de desenvolvê-lo.000 m. supermercados. pacu. PACU E PINTADO . tilápia. destinados a peixarias. Mercado O progresso nas técnicas de reprodução. quanto o consumo industrial. Por essa razão. mas só passam a ser rentáveis quando feitos em tanques a partir de . inicialmente. para a produção de filés. uma vez que. manejo e alimentação e a melhoria de instalações tem gerado as condições básicas para se expandir a piscicultura. e o abastecimento dos pesque-pagues. qualidade e retorno econômico. equipamentos e conhecimentos técnicos e mercadológicos.Piscicultura. 9 AgriculturA e PecuáriA CRIAÇÃO DE PEIXEs: TILÁPIA. demanda investimento inicial considerável em instalações. pacu e pintado IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Com a possibilidade de se usar técnicas semi-intensivas e intensivas de criação. visando ganhos econômicos com o suprimento de um mercado promissor. que se multiplicam em áreas próximas dos centros urbanos. para se tornar lucrativo. a piscicultura promete resultados animadores em produtividade. gerente de pecuária da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (EMATER-DF). pintado PALAvRAs-ChAvE Informação sobre criação de peixes.

 m a 0. m para a construção de  m de viveiro.  mde viveiro-berçário para cada . POR DERIvAÇÃO. com acompanhamento de sua transparência. Nos sistemas que utilizam níveis mais altos de tecnologia. São. dada a necessidade de movimentação de terra.. maior dificuldade de controle de predadores e também da densidade (peixe/ m). Esse tipo possui custo de construção maior. obtendo-se produtividade anuais médias entre  mil a 0 mil Kg/ha/ano. em conseqüência. é necessário utilizar esse tipo de viveiro. Sua proporção é de :. de difícil manejo cultural. 9 . que têm como objetivo aumentar a taxa de sobrevivência dos alevinos. contando-se apenas o monitoramento de sua transparência e. Consiste na interrupção de um curso d’água. Entretanto. nível intermediário de monitoramento da qualidade da água. dependendo da topografia do terreno. ou seja. de forma a aumentar a taxa de sobrevivência dos alevinos. com uma produtividade anual por hectare inferior a . com uma taxa de renovação da água do viveiro entre % e 0% ao dia. portanto.Tipos de viveiros Normalmente. o que proporciona melhor produtividade.00 m. pH e níveis de alcalinidade. apresentam características como fundo irregular. que pode variar de 0. falta de condições para controlar o fluxo de água que entra no viveiro. suas características permitem controle melhor do volume de água. e uso de viveiros-berçários. atualmente em uso na criação de peixes contam-se os sistemas de produção semi-intensivos. formando viveiros de baixo custo de construção. os tipos de viveiros observados são: • POR BARRAMENTO. vIvEIROs-BERÇÁRIOs.00 Kg de peixe e baixa rentabilidade. Outro sistema semi-intensivo possível de ser desenvolvido incorpora mais tecnologia. podendo os primeiros ter tamanhos que variam de 00 a . que incluem técnicas de exploração com baixa renovação da água (menos de % ao dia) e nível baixo de monitoramento de sua qualidade. m de viveiros de criação. • • • • Tecnologia Entre as tecnologias. Contudo. das temperaturas máxima e mínimas. os escavados. da densidade de peixes e dos predadores. ou seja.

. alcançando a produtividade média anual acima de 0 mil Kg/ha. a facilidade para distribuição e a diversificação de espécies. somando o uso de aeradores na proporção de  HP/ha e o uso de viveiros berçários. o principal é. . com níveis intermediários de monitoramento da qualidade da água e tecnologia de manejo. busca-se um maior rendimento dos viveiros. pH.sistemas de criação Com a finalidade de se obter resultados compensatórios. Sistema de criação semi-intensivo. De todos esses fatores. São os seguintes os sistemas de criação estudados. por derivação. por barramento. segundo especialistas do ramo. com baixos níveis de monitoramento da qualidade da água. está ligado diretamente 9 AgriculturA e PecuáriA Por último. tem-se o sistema intensivo de criação. Caracteriza-se por uma tecnologia de produção que envolve a renovação de mais de 0% da água do viveiro por dia. como em todo negócio. Boa parte desta produção cabe a estações públicas de criação de alevinos. o mercado brasileiro ainda tem muito espaço para novos empreendimentos. temperaturas máximas e mínimas. Sistema de criação semi-intensivo. com alto nível de controle do manejo cultural das espécies de peixe e monitoramento intensivo da água. Sistema de criação semi-intensivo. Existem cerca de 0 estações destas no país. o sucesso vai depender de como ele será conduzido pelo seu proprietário. a qualidade sanitária do produto. sem dúvida. inclusive com o uso de aeradores mecânicos. acompanhando-se a transparência. a localização adequada. o preço competitivo.000 toneladas/ano. O que leva ao sucesso Os fatores primordiais para o sucesso de uma criação de peixes são a qualidade do produto. 0 milhões de alevinos/ano. alcalinidade. A estimativa é de que sejam produzidas em torno de . como forma de obter melhor rentabilidade. que produzem. terreno plano com baixa movimentação de terra. Mesmo com estes condicionantes. aproximadamente. intensivo monitoramento da qualidade da água. . oxigênio dissolvido e amônia. A ela. expostos para que possam servir como modelos aos interessados: . por derivação. Cenário O estabelecimento da produção total da piscicultura brasileira não é tarefa fácil. Mas.

nas quais se pode cobrar responsabilidade. Além das opções de abertura de firma individual ou societária. a limpeza geral dos tanques. Há uma portaria de 99 que torna obrigatório o registro do aquicultor e estabelece as normas de operação na atividade. com o maior número de dados possíveis. Nestes escritórios. uma outra opção segura é buscar indicações nos escritórios públicos de manejo rural. O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) é o principal órgão regulador deste segmento. e muito. Legislação Específica Este é o tipo de negócio que depende.o sucesso de um criatório. No caso da regulamentação ambiental da atividade de piscicultura. (SEBRAE . neste caso. Para isso. Fornecedores O conhecimento dos fornecedores. a portaria do Ibama é a seguinte: Portaria Nº 9 . para se constituir como empresa é necessário atender às exigências da burocracia. além de boas instalações e manutenção adequada. 9 . podem ser encontradas relações de locais onde podem ser adquiridos os alevinos. são essenciais os cuidados veterinários com a criação. na qualidade dos alevinos e rações fornecidas. a boa saúde dos empregados e a qualidade das rações. é fundamental para o sucesso de uma empresa do ramo. o que reduz a burocracia e mesmo os custos. a melhor forma de travar contato com os fornecedores é procurando indicações com as associações de aquicultores da região. Pacu-caranha Nome Científico: Piaractus mesopotamicus Família: Characidae Distribuição Geográfica: Bacia do Prata. pois não há necessidade. Além disso.ES) Algumas informações sobre os peixes solicitados na demanda: Nome Popular: Pacu. Diante da inexistência de associações de criadores. assim como nas associações. Desta forma serão obtidas informações. No caso da criação de peixes. do respeito à legislação ambiental para sobreviver. de 0 de agosto de 99. como é o caso da EMATER e dos postos das secretarias de Agricultura. de contador.N/9. o piscicultor pode ser considerado produtor rural.

No Brasil foram introduzidas três espécies: Oreochromis niloticus (tilápia do Nilo) que pode alcançar cerca de kg. Descrição: Peixes de escamas. Alcança cerca de 0cm de comprimento total. e esbranquiçada abaixo da linha lateral. Além disso. amarelado quando o peixe está vivo. Ecologia: As tilápias são espécies oportunistas. praias e canal dos rios. A alimentação pode variar dependendo da 99 AgriculturA e PecuáriA Descrição: Peixe de escamas. cabeça grande e achatada. Sarotherodon e Tilapia. algas e. peixes. A coloração é uniforme. É importante na pesca comercial e esportiva. introduzidas em quase todo o Brasil. suportam grandes variações de temperatura e toleram baixos teores de oxigênio dissolvido. Sarotherodon hornorum (tilápia zanzibar) de coloração escura e maxilas protráteis. folhas. “SaintPeters”. É considerado um dos peixes mais esportivos do Pantanal. Os dentes são molariformes. pretas e arredondadas ou ovaladas. Existem cerca de 00 espécies de tilápia. espalhadas ao longo do corpo. Oreochromis niloticus Família: Cichlidae Distribuição Geográfica: Espécies da África. Oreochromis. Realiza migrações de desova. que atualmente vem sendo cultivada. clareando em direção ao ventre. acima e abaixo da linha lateral. Tilapia rendali (tilápia rendali) com cerca de kg. castanho ou cinza escuro. Ecologia: Espécie onívora. com tendência a herbívora: alimenta-se de frutos/sementes. crustáceos e moluscos. Espécie de grande porte. o ventre é mais claro. Nome Popular: Tilápia Nome Científico: Tilapia rendali. corpo alongado e roliço. Ecologia: Espécie piscívora. pode alcançar mais de m de comprimento total.Nome Popular: Pintado/Speckled Catfish Nome Científico: Pseudoplatystoma corruscans Família: Pimelodidae Distribuição Geográfica: Bacias do Prata e São Francisco. e também é muito importante comercialmente. e uma variedade desenvolvida em Israel. que apresentam uma grande capacidade de adaptação aos ambientes lênticos. Descrição: Peixe de couro. corpo romboidal e comprimido. . corpo um pouco alto e comprimido. Pode ser separada das outras espécies do gênero pelo padrão de manchas: pequenas. Ocorre em vários tipos de hábitats como lagos. distribuídas em três gêneros. mais raramente. A coloração é cinza escuro no dorso.

Quando necessário. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Procurar o Instituto de Pesca. sendo que a desova pode ocorrer mais de quatro vezes por ano. Como protegem a prole. Algumas espécies se reproduzem a partir dos seis meses de idade. -9. o índice de sobrevivência é bastante elevado. Mantém-se um serviço de atendimento técnico gratuito ao interessado.br>. na cidade de São Paulo. Francisco Matarazzo . um técnico da instituição pode efetuar uma visita técnica na propriedade. Fonte: PNDPA Instituto de Pesca O Instituto tem com uma de suas missões a transferência de tecnologia sobre a criação de peixes de água doce. Acesso em: 0 de abr. mediante prévio agendamento.ambientebrasil.com.sp.com. O Instituto de Pesca possui uma biblioteca especializada e estações experimentais de piscicultura. Disponível em: <http://www. herbívoras ou fitoplanctófagas. Pequenos enganos geralmente custam mais do que uma consultoria especializada. das 09 às  h. Aces00 . Recomendação importante: Não inicie qualquer atividade sem uma orientação técnica qualificada. Instituto de Pesca. -0.pisciculturapaulista. através dos fones () -. é interessante entrar na página para mais informações http://www.gov.pesca. Recomenda-se ao interessado visitar bons projetos de piscicultura e ler livros técnicos especializados. Disponível em: <http://www. de 00. O site da Piscicultura Paulista trás muitas coisas sobre o assunto. sendo esta missão cumprida com a divulgação de informações básicas ou aplicadas que auxiliam o interessado na implantação e/ou adequação de projetos de piscicultura.espécie: podem ser onívoras. todas as sextas-feiras.br/>. localizado na Av.br/ METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Ambiente Brasil: portal ambiental.

sebraees. de 00.agridata.br/IdeiasNegocios/pag_mos_ide_neg.br/>.pisciculturapaulista. de 00.mg.gov.asp?id=363&tipoobjeto=3&objeto= 363&botao=0>. Disponível em: <http:// www. de 00. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr. Piscicultura Paulista. de 00. Acesso em: 0 de abr.htm>. com. Disponível em: <http://www. . Acesso em: 0 de abr.Pesquisa Agropecuária: pecuária e pisicultura. com. SEBRAE ES. de 00 0 AgriculturA e PecuáriA so em: 0 de abr. Criação de peixes. Acesso em: 0 de abr.br/peixes. Disponível em: <http://www.

pois a qualidade de vida da área depende do ajuste do projeto as leis de proteção ambiental.embrapa.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ #manejoamb Manejo Nutricional http://sistemasdeproducao.cnptia. construção para criação de suínos.cnptia. para superar ao máximo as adversidades topográficas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Primeiramente é necessário fazer o planejamento da área. material empregado. ter noção da topografia do terreno e das técnicas.embrapa.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ #manejonutri 0 . Possui uma propriedade com quatro alqueires. caso seja necessário.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ #avaliacao Manejo voltado para a proteção ambiental http://sistemasdeproducao.cnptia. O planejamento também implica na preocupação com o meio-ambiente. suinocultura Saber qual o tamanho ideal para uma criação der aproximadamente 0 matrizes de suínos? Precisa saber as medidas. Desta forma. Também é importante identificar as potencialidades desta área.embrapa. criação de suínos.CRIAÇÃO DE sUÍNOs PALAvRAs-ChAvE Suínos. algumas informações sobre implantação da suinocultura poderão ser úteis: Avaliação dos riscos de impacto ambiental http://sistemasdeproducao. com quais possibilidades de produtos se pretende trabalhar e quais os meios de adequá-los num mesmo conjunto de produção. localização. Para tanto. o pé direito. pode-se ter uma idéia mais clara sobre onde implantar o projeto de uma pocilga e prever possíveis expansões.

a localização preferencial será aquela que oferece uma suave declividade e. A largura da pocilga esta atrelada ao clima da região. 0 AgriculturA e PecuáriA Manejo de água na propriedade . a localização deve levar em conta futuras expansões e. em casos de fundos de vales. Normalmente recomenda-se largura de até 0 m para clima quente e úmido e largura de 0 até  m para clima quente e seco. ou seja. pois apesar de serem animais homeotérmicos. Portanto deverá estar longe de outros edifícios ou barreiras naturais que obstruam as correntes de ar. longe da drenagem direta dos ventos. Apesar da necessidade de aquecimento para a temperatura ideal dentro da pocilga. m a fim de que favoreça a circulação do ar e dissipe a radiação proveniente do teto. deve-se evitar a insolação direta.http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa. Sendo assim.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ #manejoagua LOCALIzAÇÃO DA POCILGA E sIsTEMA DE MANEjO DE DEjETOs sUÍNOs (croqui exemplificado) Fonte: EMBRAPA suínos e Aves Além da avaliação das distâncias necessárias de acordo com a legislação ambiental e sanitária. A obstrução das correntes de ar somente será desejável em períodos frios. Recomenda-se que esta esteja disposta no sentido lesteoeste. o recomendável para o pé direito e de  à . Desta forma evitará a radiação solar no período mais crítico. possibilitar a livre circulação das correntes de ar. Geralmente. no interior do local. os porcos são sensíveis a baixas temperaturas e o risco de comprometimento da produção aumenta por conta deste fator.

pé-direito e beiral em função do clima para telhas de barro. exceto nas instalações com apenas duas salas em que as portas de entrada podem ser pelas extremidades. . O uso de árvores na área circundante também é recomendável. . se for uma regia de clima frio e recomendável que se utilize espécies caducifólia. Largura. cujas folhas caem no inverno. sendo recomendado diâmetro mínimo de 0. .0 . A rede de esgoto deve ser em manilhas ou tubos de PVC. construir uma canaleta ao longo da instalação de 0.0 m para as secundárias. . Para o telhado o recomendado é que este seja de duas águas e o material empregado seja telhas de cerâmica.. Clima Quente seco Quente úmido Largura 0.0 para as linhas principais e de 0. revestida de alvenaria de tijolos ou de concreto pré-fabricado. Beiral .0 . porém ela deverá estar sempre aparada para evitar a proliferação de insetos.O comprimento deverá estar de acordo com o planejamento da produção e o cálculo do número de baias de acordo com a capacidade produtiva.0 -.. A construção de corredor central com portas de acesso às salas não é recomendada. Para receber as águas provenientes do telhado. Obs: O uso da telha fibro-cimento está sendo limitado em alguns Estados.0 Pé-direito . As portas de entradas devem ser previstas pelas laterais da instalação.. deve-se evitar o uso de telhas de amianto e/ou metálicas..0 m de largura com declividade de %.. . O sistema de produção de suínos compreende as fases de pré-co0 .0 . Esquema para determinação das dimensões do lanternim. O uso de um laternim para facilitar a circulação do ar também e recomendável. O uso de grama na área circundante diminui a incidência da radiação solar. permitindo assim o sombreamento no verão e o aquecimento do sol durante o inverno.

Disponível em: <http://sistemasdeproducao. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de nov. Sistema de criação de suínos. maternidade. O site da Embrapa contém as informações para a construção do número de lotes de acordo com período de intervalo entre lotes e numero de matrizes disponíveis.html>. creche. Acesso em: 0 de nov.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ index. fisiológicas e térmicas do animal.embrapa. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 AgriculturA e PecuáriA brição e gestação.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/index. crescimento e terminação.cnptia. 00.embrapa. Disponível em: http://sistemasdeproducao. Os aspectos construtivos das instalações diferem em cada fase de criação e devem se adequar às características físicas.As recomendações de cálculos e medidas para a construção do tipo de baia para cada fase estarão atreladas ao número de matrizes e ao período utilizado de intervalo entre os lotes. bem como a medida da área recomendável por animal de acordo com seu gênero e idade.cnptia. .html REFERêNCIAs EMBRAPA Suínos e Aves.

de Fauna do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA. corresponde a uma ocupação máxima de 0 animais por cada 0 metros quadrados. e nunca 0 . conhecida como Tigre d’água. tartaruga tigre d’água. No caso do tigre-d’água.CRIAÇÃO DE TARTARUGA TIGRE D´ÁGUA PALAvRAs-ChAvE Criação de tartaruga. Portanto está proibida sua criação comercial. no Estado do Rio Grande do Sul. que é um animal que atinge até  cm de carapaça. é necessário criá-lo em tanques ou aquários grandes. No entanto. atendendo a densidade máxima de ocupação e a profundidade mínima. necessitam de um tanque com 0% da área formada por água. que habita principalmente a região da Lagoa dos Patos e o Banhado do Taim. para criação. Nos tanques. As tartarugas. que. para fins preservacionistas. Trachemys Dorbignyi Como iniciar uma criação de tartaruga tigre d’água (Trachemys Dorbignyi)? Quanto tempo leva para o IBAMA conceder a licença para criadouro comercial? Qual é a melhor forma de criá-los. o fundo não pode ser de cimento puro. se em lagos ou tanques? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo informações do Depto. Esta espécie ocorre ainda no Uruguai e parte da Argentina. O Tigre d´água brasileiro (Trachemys dorbignyi) é uma espécie natural do rio Guaíba. de um modo geral. com uma profundidade mínima do tanque de 0 cm. ele deve ser bem liso. o órgão não emite mais licenças para criadouro comercial de tartaruga da espécie Trachemys Dorbignyi. se tratando de animais de 0 a 0 cm de comprimento de carapaça. seguem algumas informações da criação da espécie.

Atualmente existem lâmpadas fluorescentes que emitem esse comprimento de onda (REPTO-GLO. onde se lava as pedras e o vidro. porque do contrário. pelo aumento de superfície de contato com as excreções dos animais. . sem interferentes como vidro ou acrílico. há a necessidade de se proporcionar um local adequado para desovas. Todas as lâmpadas têm um prazo de validade e devem ser substituídas uma vez por ano. A desinfecção das pedras. quanto maior a população do aquaterrário. A água deve ser trocada a cada dois dias para não sobrecarregá-la com uratos (produto de excreção do metabolismo protéico). Quanto à iluminação. Evidentemente. o que pode filtrar os raios ultravioletas (UVB). luz solar direta. Desta forma. colando-se pedras roladas de rio com silicone. desde que obedecido o esquema de troca de água a cada dois dias. a luz ideal é a natural. ela deve ser construída com pedras e cimento. Isso já corresponde ao fotoperíodo do animal. O vidro lateral do aquaterrário também filtra os raios UVB. cortando-se um pedaço de pequena espessura (mm) no formato que se deseja fazer a plataforma. Devem ficar a uma distância de no máximo 0cm do animal. que tenha vegetação. REPTISUN %UVB). ou maior o peso dos animais. instaladas com um start e um reator. Nestes lugares a plataforma de acesso à área seca pode ser feita em vidro. não têm eficácia. Evidentemente deve-se retirar todos os animais do 0 AgriculturA e PecuáriA áspero. como bases feitas de torres de filtro biológico escorando essa plataforma. mais essa plataforma precisará de suportes. Quando existirem fêmeas adultas. o que além de sobrecarregar o peso do aquário. evita-se a colocação de muitas pedras. Os animais também necessitam de uma rampa de acesso a uma área seca.Com filhotes e animais jovens é possível começar a criação em aquários ou aquaterrários. enxaguando-se vigorosamente para retirar todo o excesso. ou seja. deve ser feita uma vez por mês. A desinfecção é feita preferencialmente com hipoclorito de sódio (água sanitária) diluído em água. A espécie prefere desovar em areia. Vegetação artificial pode ser utilizada como ornamentação. dificulta a limpeza do mesmo. O aquaterrário deverá ter filtros internos do tipo “skimmer” para permitir a remoção dos excrementos maiores. Devem permanecer ligadas por no mínimo quatro horas e no máximo oito horas por dia. Tais lâmpadas devem ser colocadas na tampa do aquaterrário. bem como dos vidros do aquaterrário.

utilizando=-se os mesmos métodos. de Patologia 0 . Gustavo Henrique Pereira. peixes picados e talos de Elodea (alga comum de aquário) como suplemento de vitamina A. ECOANIMAL Disponível em: <http://www.asp?nm=&tp=54&tp p=2625&ccm=y>. 00. DUTRA. a lâmpada incandescente deve ser instalada na plataforma seca.br/site/produtos/showprod. REFERêNCIAs Depto. A limpeza do tanque também deve ser feita uma vez por meio. Telefone: () 0-. A água deve estar em torno de -ºC. para obter as exigências e o regulamento necessário para a construção de um criadouro preservacionista. realizando o mesmo papel. bem como esclarecer dúvidas sobre a legislação vigente.recinto por ocasião da lavagem.ecoanimal. O ideal é oferecer alimento uma vez ao dia. com cerca de -0% de proteína bruta. Por fim. Vegetação artificial é importantíssima como fornecimento de ponto de fuga contra o excesso de calor (por isso que o aquaterrário deve ter um gradiente térmico) e como esconderijo de animais assustados. No aquaterrário. De Fauna do IBAMA. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomendamos que se entre em contato com o Depto. acesso em  de mar. a alimentação de Trachemys dorbignyi deve constituir de ração para tartarugas aquáticas. No tanque. Para ambos os locais de criação (aquaterrário ou tanque) o aquecimento deve ser constante. Ele pode vir (no caso do aquaterrário) de lâmpadas incandescentes ou de aquecedores. a vegetação natural deve estar presente. em pequenas porções. De Fauna do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA. Mestrando do Depto.com. observando o consumo para evitar desperdício e acúmulo de resíduos na água. O mesmo departamento pode prestar mais informações sobre a proibição da criação comercial.

.com. acesso em  de mar.Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar.br/reptil/index2. htm>. 00. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 09 AgriculturA e PecuáriA Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo.vidadecao. publicado no site Vida de Cão.asp?menu=aquaticascriacao. “Criação de Tartarugas Aquáticas”. Disponível em: <http://www.

especialmente na Alemanha para a criação de Trutas. com cerca de kg. Este peixe possui diversos atributos que o fazem ideal para sua criação. predominam a tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus). funcionamento do sistema e adaptação do peixe. Tanque. Criação.CRIAÇÃO DE TILÁPIA EM TANQUEs DE PvC PALAvRAs-ChAvE Peixe. o Professor Doutor José Eurico Possebon Cyrino do Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (ESALQ – USP) nos forneceu algumas informações bastantes úteis a cerca desta técnica de criação de tilápia em tanques de PVC flexíveis. Existem quase 0 espécies de tilápia catalogadas. Tilápia. resistência a várias doenças comuns em peixes. Ressalta que é uma técnica já muito utilizada e consagrada no exterior. havendo apenas duas empresas no 0 . mas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA sobre a Tilápia: Tilápia é o nome comum dado a vários gêneros de peixes ciclídeos de água doce pertencentes à sub-família Pseudocrenilabrinae e em particular ao género Tilapia. que pode alcançar cerca de kg. e relativa facilidade de procriação em cativeiro. Para solucionar as questões do cliente. São nativos da África. e a tilápia Zanzibar (Sarotherodon hornorum). com um índice de sobrevivência bastante alto. a tilápia Rendali (Tilapia rendali). no entanto no Brasil ainda é pouco utilizada pelos piscicultores. Podendo ter até quatro períodos de desova por ano. O mercado nacional e externo de filé de tilápia é bastante aquecido. apesar de alguns já estarem aderindo à tecnologia. PVC Informações sobre a criação de Tilápia em tanques de PVC flexíveis XP0. Isto inclui boa qualidade de carne e sabor. nas águas brasileiras. uma ampla tolerância a diferentes climas e ambientes.

Algumas vantagens da técnica é ser uma tecnologia absolutamente limpa.br Existem inclusive outras técnicas. . No Nordeste tal técnica já é bastante utilizada na criação de larva e pós-larvas de camarão. Sendo este o melhor meio de se ter uma noção concreta da rentabilidade da utilização dos tanques de PVC flexíveis. onde haverá a possibilidade do empreendedor ter contato direto com os equipamentos. é muito interessante que o cliente procure a empresa especializada Recolast Impermeabilizações Ltda. sendo muito versátil. 0 C. Valéria.br Site: http://www. e que estão abaixo citadas:  AgriculturA e PecuáriA estado de São Paulo especializadas no ramo e detentoras da tecnologia.recolast.br Bass Piscicultura: End: Estr.P.SP Tel: () -9 / () 0-0 Site: http://www.basspiscicultura. INTITUIÇõEs EsPECIALIsTAs Recolast Impermeabilizações Ltda: End: Av Gaivota Preta. para a criação de tilápia em cativeiro que também podem ser empregadas.com. que realiza esporadicamente eventos de apresentação e demonstração da técnica (visitas monitoradas). Cep: 0-00 – Guarulhos – SP Tel / Fax: ()09 Email: erica@recolast. por isso extremamente interessante do ponto de vista ecológico.com. Exige-se um sistema de bombas hidráulicas para a circulação de água.com. do Tijuco Preto. com a técnica em funcionamento e com outros criadores que já a utilizam. pode ser realizada em meio urbano e é bastante funcional. Quanto à adaptação do peixe o professor destaca que a tilápia é extremamente adaptável. 90 Cep: 0-000 .Boituva . O Professor acrescenta que a respeito da rentabilidade do negócio. já muito utilizadas e difundidas no Brasil. com grau de produtividade muito significativo. não apresentando nenhum problema neste sentido. 0 – Jd.

profundidade. Em geral são estruturas retangulares que flutuam na água e confinam peixes em seu interior. reduzindo o estresse e melhorando o sistema imunológico desses animais. arames galvanizados revestidos com PVC ou ainda telas rígidas. removendo os dejetos produzidos pelos peixes.) que sustentam submersos na água redes de náilon. etc. produção natural de alimento). Vale salientar que nesse tipo de cultivo há uma dependência exclusiva de alimento artificial (ração). Os tanques-rede devem ser cobertos para prevenir a ação de predadores. g) vêm atingindo o tamanho comercial de 00 gramas em  dias.Tanques – rede ou gaiolas: Trata-se de uma criação intensiva cujo resultado final é uma alta produtividade. Alguns criadores utilizam curimbatás e cascudos também dentro dessas gaiolas a fim de efetuarem a limpeza das malhas. O cultivo em tanques-rede ou gaiolas pode ser realizado em reservatórios. pois facilita o manejo e é mais vantajoso do ponto de vista produtivo e econômico pela maior facilidade de renovação da água. resultados obtidos principalmente com o cultivo de tilápias. Essas estruturas poderão ser colocadas em represas que possuam profundidade mínima de  metros. bombonas. A sua produção pode depender das características físicas e biológicas (dimensão. Em temperaturas médias de °C. bambu. O formato retangular permite uma melhor passagem e renovação de água dentro das gaiolas. furtos e oferecer sombreamento que impede a incidência de raios UV e diminuir a visão dos peixes. pacus e pintados. alevinos com cm (0. correntes. Esse equipamento é constituído basicamente por flutuadores (galões. local onde fixam-se os vegetais (algas) que dificultam a renovação de água. açudes e lagos. isopor. Recomenda-se utilizar tanques-rede de até 0 m³. plásticos perfurados. A tecnologia permite produzir em média 00 kg/m³/ano. canos de PVC. Produções entre 0 e 00 kg de tilápia por m são possíveis e gaiolas menores são mais produtivas por unidade de volume devido a uma  .

00 m². É importante que o empreendedor faça uma pesquisa e reflita sobre a viabilidade de seu negócio. para se atingir bons resultados. Lembrando que a piscicultura é uma atividade que exige dedicação total. que pode variar de 0. Derivação: Esse tipo possui custo de construção maior. maior dificuldade de controle de predadores e também da densidade (peixe/m²). é necessário utilizar esse tipo de viveiro. dada a necessidade de movimentação de terra. José Eurico Possebon Professor Doutor do Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura Luis de Queirós da Universidade de São Paulo (ESALQ – USP)  AgriculturA e PecuáriA mais eficiente troca de água. Contudo. podendo os primeiros ter tamanhos que variam de 00 a . que têm como objetivo aumentar a taxa de sobrevivência dos alevinos. dependendo da topografia do terreno.  m² de viveiro-berçário para cada . m³ a 0. viveiros-berçarios: Nos sistemas que utilizam níveis mais altos de tecnologia. ou seja. suas características permitem controle melhor do volume de água. da densidade de peixes e dos predadores. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se que o cliente entre em contato com a empresa citada (Recolast) para possível agendamento de sua visita monitorada aos viveiros de tilápia em tanques de PVC flexíveis. por parte do piscicultor.Tipos de viveiros: Normalmente. REFERêNCIAs CYRINO.. falta de condições para controlar o fluxo de água que entra no viveiro. portanto. formando viveiros de baixo custo de construção. Sua proporção é de :. o que proporciona melhor produtividade. m² de viveiros de criação. Entretanto. São. de difícil manejo cultural. apresentam características como fundo irregular. m³ para a construção de m² de viveiro. os tipos de viveiros observados são: Barramento: Consiste na interrupção de um curso d’água. .

IGARASHI.wikipedia. disponível em http://www.geocities. org acesso em  de Mar. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . 00. a enciclopédia livre.pt. Marco Antonio. 00. Disponível no link: http://www.com/ ctaufc/tilapia.ibict.br. acesso em  de Mar. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. sbrt. Disponível em http://www. Annelise Gomes de Carvalho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de Mar. WIKIPÉDIA. acesso em  de Mar.htm . 00.

no estado de Roraima. Em uma mesma área foram plantadas pimentas do gênero capsicum de diversas variedades.Pimenta.00 o saco de 0 kg in natura (verde). cor e de nível de ardência. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Pimentas do gênero capsicum possuem uma enorme diversidade de formas. tucupi (escorrido da mandioca) ou vinagre. Já as pimentas de cheiro são as que mais circulam e têm movimento comercial entre os produtores rurais do centro-sul do Estado. nas feiras livres da cidade de Boa Vista. capiscum. a seleção da melhor espécie dependerá da finalidade em que as pimentas serão empregadas e. A produção é vendida no mercado local a R$ 0. as comunidades secam e moem as pimentas até obter um pó fino localmente conhecido como “jiquitaia”. sempre em unidades familiares. Quando há excedente de produção. horticultores e agricultores indígenas comercializam pimentas in natura e na  AgriculturA e PecuáriA CRUzAMENTO DE EsPéCIEs NO CULTIvO DE PIMENTAs . As pimentas de “cheiro” (média e baixa ardência) são as mais comercializadas. “exportada” para Manaus.000 a . O cruzamento entre espécies está prejudicando e modificando a qualidade das pimentas. um caldo à base de água.000 pés.Os plantios variam de . do gosto do público ao qual se destinam. Conforme o pesquisador da EMBRAPA Roraima. e também. as pimentas malagueta. Joacir Freitas. no caso de temperos. murupi e olho-de-peixe são usadas com maior intensidade e volume nas comunidades indígenas. Segundo Collares. Outras formas de uso popular são os molhos à base de soro de leite. Por exemplo. Conforme o pesquisador. proteína animal e pimenta que é levado ao fogo e ingerido com o beiju. as pimentas são utilizadas regularmente em muitas comunidades indígenas na “damorida”. cruzamento de pimenta PALAvRAs-ChAvE Saber informações sobre o cruzamento de várias espécies diferentes no cultivo de pimentas.

no entanto. agregando valor à produção. O pólen das flores se propaga através de agentes abióticos como o vento e a água e fatores bióticos como os insetos. em pó. Neste caso será preciso erradicar as espécies e híbridos que não se enquadrem na finalidade da produção. De fato. Existem variedades que produzem 0 toneladas por hectare a cada ano. Porem se a intenção for trabalhar com um ou mais tipos para diversas finalidades deve-se isolar cada espécie de modo a não permitir o cruzamento entre elas. também. controle de qualidade. demonstrando ser atraente para produtores. pastas e licores de pimenta doce. O que se recomenda então é que se determine a espécie com a qual se quer trabalhar e a partir deste ponto busque a seleção das melhores sementes. obtendo um preço no mercado de R$ . inseticida natural. Numa mesma área é recomendável o uso de estufas. pois as capiscum se adaptam muito bem à aclimatação quente-úmida proporcionada por uma estufa e. Existem empresários que já estão desenvolvendo um trabalho artesanal na produção de geléias. entre a implantação e a condução da cultura. ou seja. doces. Este agronegócio tem crescido muito entre os feirantes. o cultivo das pimentas tem demonstrado a possibilidade de desenvolver um agronegócio com diversas formas de beneficiamento como plantas ornamentais. hortaliças para temperos. molhos e licores. Todas as plantas do gênero capiscum são angiospermas. dependem da formação de florescência para reproduzirem. com um custo de produção em torno de R$ 0 mil. vendedores e consumidores. bombons. embalagem e estudo de novos mercados podem ampliar a atividade. doces. aspectos relacionados com tecnologia de processamento. várias espécies numa mesma área acarreta na formação de híbridos e este cruzamento desenfreado pode prejudicar todo o cultivo. pois o rendimento bruto chega a R$  mil por cada hectare/ano. as linhagens das várias espécies trabalhadas terão uma maior garantia de se manterem mesmo que convivam num mesmo espaço. Desta forma a pimenta é uma grande alternativa de cultivo tanto para a agricultura familiar como para os empresários.0 por quilo in natura. Como são do mesmo gênero. desta forma.forma de molhos e.  .

php3?base=.html>./agropecuario/programas/sabor_ rr.cnph.com. REFERêNCIAs COLLARES. O sabor apimentado do Estado de Roraima. Banco de Germoplasma de Capsicum spp.disponibiliza um catálogo on-line contendo 0 espécies do gênero capsicum catalogadas./ agropecuario/index.br/composer.html&conteudo=.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária .br/projetos/capsicum/consulta_base. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de maio 00. Pode-se por este serviço detectar as espécies com as quais se trabalha ver sua procedência e a partir de seus dados obter sementes confiáveis no que diz respeito de sua linhagem.A EMBRAPA.embrapa. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de maio 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs . Daniela.html>. Disponível em: <http://www.ambientebrasil.

as raízes secundárias são fortes. pecioladas. casca menos escuro que a da oliveira silvestre. Como identificar? Em sendo azeitonas. pobre em óleo. três pés. é a oliveira cultivada. Dentro deste gênero existem cerca de  espécies. oliveira. As folhas são estreitas. lanceoladas. são opostas. Raiz: a raiz principal é bastante pivotante e pode chega a  metros. que acredita ser de oliveira. casca escura. e Olea europea sylvestris. o fruto é uma drupa muito pequena. jambeiro IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Tem em uma chácara.. Folhas: as folhas são mais curtas e mais largas que as da oliveira silvestre. Olea europea sativa Atinge  a 0 metros de altura. inteiras. curtas. Olea europea sylvestris Apresenta porte médio. e da subfamília das Oleóides. entre as quais se destacam a Olea europea L. esta se divide nas tribos das Oleae e das Syringeae. Os ramos são flexíveis e desprovidos de espinhos. verde escuras  . ramos tortuosos e espinhos. entre eles está o Olea. conhecida popularmente como oliveira. Este gênero apresenta duas subespécies: Olea europea sativa.CULTIvO DE AzEITONA PALAvRAs-ChAvE Azeitona. A tribo Oleae reúne vários gêneros. A semente é utilizada para produzir porta enxerto da oliveira cultivada. como prepará-las para consumo? sOLUÇÃO APREsENTADA Oliveira Características Botânicas A oliveira faz parte da família das Oleáceas. jamelão.

Há três tipos de flores: l l l Monoclinas (hermafroditas): possuem estames e pistilos normais e produzem frutos e sementes. o que é bastante freqüente.Frutos: os frutos são do tamanho médio a grande. não possuem pistilo.br/Alimentus/feira/mpoutro/oliva/cabot. num mesmo indivíduo se encontram dois tipos de flores: monoclinas e fisiologicamente estaminíferas. ou no ovário. ou nos óvulos Estes três tipos de flores encontram-se .ufrgs. que formam-se nos brotos de um ano. Freqüente nas plantas cultivadas. ou 0 flores. branco amareladas. amadurecem nos ramos de dois anos. as vezes. Bastante raro. 9 AgriculturA e PecuáriA na face adaxial e acinzentadas na fase abaxial. portanto não produzem frutos e sementes. que é o jambolão. o que é raro. Flores: pequenas. Às vezes. Fisiologicamente estaminíferas: Têm dois estames normais poliníferos. http://www. com bastante polpa e muito óleo. cujo fruto tem o mesmo aspecto da azeitona. com consistência coriácea. 0. em inflorescência em panícula de . Pode apresentar anormalidades no pistilo. Puramente estaminíferas (masculinas): possuem apenas os estames providos de pólen. em diferentes grupos de indivíduos.htm Flor de oliveira Fonte: imagens google Existe uma outra planta. monoclinas e puramente estaminífera. .

Frutifica de janeiro a maio. quase negra por fora e de polpa pouco caldosa. “azei-tona” passou a ser um nome freqüentemente utilizado para designar o fruto do 0 . Prefere climas quentes e úmidos. apesar de um pouco adstringentes. pitangas. pequeno. grumixamas. cambucis. Cultivo: Multiplica-se por sementes. cambuís. Flores creme ou brancas. porém permeáveis e profundos. tais como Eurico Teixeira e Pimentel Gomes. araçás. Polpa carnosa que envolve uma semente. desenvolve-se bem em qualquer tipo de solo. originária da Índia. coisa que o brasileiro ainda não aprendeu a fazer. quando comparado ao seu tamanho total. o fruto do jambolão envolve um caroço único e grande. o sabor do jambolão não se destaca tanto. azeitona Nome científico: Eugenia jambolana Lam Família botânica: Myrtaceae Origem: Índia Características da planta: Arvore de até 0 m de altura de copa ampla. Por esse motivo. Fruto: Forma ovóide. ramalhuda e belíssima árvore da família das Mirtáceas. Pequenos. além de ser consumido in natura. quando maduro. muito ramificada. Os frutos do jambolão. E. de onde provêm algumas das mais brasileiras entre todas as frutas: jabuticabas. com pétalas arredondadas caracteristicamente em forma de capuz. em seu país de origem. guabijus e tantas outras. Alguns vêm no fruto do jambolão uma certa semelhança de formato. gabirobas. principalmente de regiões litorâneas. Porém. Folhas lisas e brilhantes. O jambolão é uma grande. porém.jambolão Nome popular: jamelão. cambucás. tamanho e cor com a azeitona. jambeiro. perto do sabor tão especial das outras tantas Mirtáceas brasileiras. são agradáveis ao paladar. Ainda segundo este último autor. de coloração roxa. o jambolão entra na confecção de tortas e doces. segundo vários estudiosos. de coloração roxo-avermelhada a quase negra.

Árvore de jambolão Fruto do jambolão Fonte:http://www.bibvirt. . quintais e espaços públicos. em profusão. o jambolão torna-se árvore pouco indicada para preencher. Em Pernambuco. capital do Estado de Minas Gerais. em virtude de sua farta frutificação. são muito semelhantes. nos calçamentos das ruas e na pintura dos automóveis. em Belo Horizonte. que se desdobram para obtê-los. os frutos do jambolão têm um grande inconveniente: sua polpa e casca de coloração arroxeada deixam manchas indeléveis na pele das mãos. nos tecidos das roupas. inclusive. por exemplo. o jambolão adaptou-se tão bem que se tornou espécie subos-pontânea. estamos fornecendo informações sobre o jambolão.html CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Uma forma de identificar a planta. Assim. Muito apreciados pelas crianças.usp.br/especiais/frutasnobrasil/jambolao. Como pelas características da oliveira. o jambolão foi experimentado na arborização urbana. que no aspecto do fruto.  AgriculturA e PecuáriA jambolão. podese ver as frondosas árvores de “azeitona” ao longo de muitos quilômetros pelas estradas que seguem para o interior. Pio Corrêa conta que certa vez. tendo sido logo abolido. quando começou a frutificar. em relação ao clima e pela florada.Naquela região. sUGEsTÃO DE LEITURA: Analise da qualidade do processo de envase de azeitonas verdes. pelos motivos acima apontados.futuro. em especial no nordeste do país. é através de sua flor.

Características Botânicas.br/especiais/frutasnobrasil/jambolao.br/dissertacoes_arquivos/rosely. 00.pdf> FONTEs CONsULTADAs BIBLIOTECA VIRTUAL DO ESTUDANTE.futuro.usp.qualimetria.ufrgs. Acesso em: 0 de jul. R. características de qualidade.br/Alimentus/feira/mpoutro/ oliva/cabot. SOUZA. 00.pdf Para o processamento da azeitona.ibict.sbrt. etc.A. Disponível em:<http://www. Jambolão.descrição do processo de pasteurização.ibict. 00  .br>. fluxograma de envase. Disponível em: <http://www.htm>. Disponível em: <http:// www. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL.sbrt. SBRT Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jul. Universidade Federal de Santa Catarina. pH da salmora. 00. disponível em: <http://www. Acesso em: 0 de jul.br/upload/sbrt2894. Dissertação de mestrado.. Acesso em 0 de jul. existe no site do SBRT uma resposta técnica sobre o tema.html>.bibvirt.ufsc.disponível em: http://www.

Pelotas/RS – presente em reportagem da revista eletrônica Globo Rural. Solos férteis também dispensam adubação química. Desse modo. Não é recomendada a formação de parreiras. a cada três ou quatro anos. poda de framboesa PALAvRAs-ChAvE Informações sobre cultivo. Já para os mais fracos. aplica-se o produto para corrigir sua acidez. Se o pH do solo estiver em torno de .0m de altura. Abaixo disso.0 a . Para manter uma produção regular é indicado não deixar mais de cinco a sete hastes por planta. pois a framboesa produz apenas nas extremidades do ramo. Suas mudas são fáceis de pegar e por possuir grande capacidade de propagação.Framboesa. a fim de obter mais frutos. cultivo de framboesa. poda e mudas de framboesa.0m e . recomenda-se  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE FRAMBOEsA . retirando-se todos os galhos que produziram. Os frutos surgem a partir do mês de novembro e as colheitas se estendem até fevereiro. Após a época de frutificação deve-se fazer o desbaste das plantas. Os tratos culturais são bastante simples. as touceiras precisam ser desmanchadas e as mudas dever ser transplantadas em outro local para que a concorrência entre os ramos não afete a produção. Deve-se deixá-la crescer em canteiro. para a produção de framboesa é necessário temperatura inferior a ºC. não é necessário o uso de calcário. no mínimo 00 horas por ano. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Conforme consulta a Alverides Machado dos Santos – pesquisador do Centro Nacional de Pesquisa de Fruteiras de Clima Temperado. As plantas começam a produzir um ano e meio após as mudas serem levadas para o local definitivo. é possível obter frutos de maior tamanho.. obedecendo as indicações de poda e desbaste. O desponte (poda verde) deve ser feito quando as plantas atingirem entre .

asp?Query=ProductPage &ProdTypeId=1&ProdId=5357&ST=CL2146 Curso nacional sobreprodução e inspeção de mudas de plantas frutíferas. Editora Nobel.o uso de  gramas de adubo à base de 0-0-0 (NPK).  p.pdf No que se refere a aquisição de mudas.cpact. Relacionado ao tema.submarino.  . disponíveis no endereço: www. Autor: Emerson Steinberg. M. também indicamos simpósio que ocorrerá em novembro no Rio Grande do Sul: º Simpósio Nacional do Morango e o º Encontro Sobre Pequenas Frutas e Frutas Nativas do Mercosul. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) possui diversas publicações que podem auxiliar no cultivo de framboesas.br/books_productdetails.br. p. pereira. licenciada pela Embrapa. ISBN: 00.br (deve-se . indicamos a empresa Agrícola Theodósio. 9. morangueiro.A.br/publica/anais/peqfrutas.br/liv/Catalogo.com. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Recomendamos as seguintes publicações referentes ao cultivo de framboesas: Aspectos Técnicos da Cultura da Framboeseira. Produção de pequenas frutas no Brasil e Importação de mudas de pequenas frutas e º Seminário Brasileiro sobre Pequenas Frutas.cnpuv.com.br. Disponível no setor de comercialização da EMBRAPA./UFPel/EMBRAPA-CNPFT. Promoção: Embrapa Clima Temperado e FAPEG. O telefone de contato é () -9 ou e-mail: agricolatheodosio@terra. framboesa. amora preta.embrapa. Amora-Preta e Framboesa. acessar o link “Publicações .embrapa. Disponível em: http://www. pelo telefone () -99 ou e-mail: ant@cpact.sct. para comercialização de mudas de alta sanidade. ameixeira.embrapa. pessegueiro.embrapa.Catálogo” e escolher a área de interesse) ou na Livraria Virtual da Embrapa http://www.asp. para cada metro quadrado de área plantada. Pelotas. Disponível em: http://www. Manual para produção de mudas de frutíferas: macieira. 99.

Acesso em: 0 de jul. Período: de  a 0 de novembro de 00. Globo Rural responde: A framboesa exige clima bem frio. 00  AgriculturA e PecuáriA Local: Auditório Ailton Raseira .br/eventos/2006/simposio_ .cpact.cnptia.php FONTEs CONsULTADAs Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa.com/barra. Iva Maria Alves NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jul. 00.embrapa.asp?d=/edic/186/ gr_responde. Cultivo da ameixeira. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. br/FontesHTML/Ameixa/CultivodaAmeixeira/cap15.embrapa.Sede Embrapa Clima Temperado.htm >. Acesso em: 0 de jul. Pelotas – RS.globo. GLOBO RURAL. Mais informações: http://www.htm>. Disponível em: <http://globorural.morango/index. 00.

mas com boas perspectivas de exportação. época da produção dos cultivares e produtividade. O fruto é do tamanho médio ou grande. cultivar de caqui. de forma globosa achatada. Informações sobre o cultivo de caqui. rústicas. produção de caqui. bastante taninosa antes de completar a maturação. Mazeli. A produção de caqui destina-se. na quase totalidade. destino da produção. Taubaté: apresenta fruto grande. Sistema Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas. antes de completar a maturação. SRT. ao consumo in natura. tem plantas arbóreas. Sem sementes a polpa é clara e bastante taninosa. Os frutos prestam-se também ao aproveitamento industrial-artesanal. em forma de passa e vinagre.CULTIvO DE CAQUI PALAvRAs-ChAvE Caqui. no mercado interno. Na escolha do cultivar devem ser observados os seguintes fatores: clima. produtivas e de alta capacidade de adaptação climática. (possuem Tanino que é uma substância adstringente). O Caqui Diospyro Kaki L.. a polpa é amarelo-avermelhado. Centro de documentação e Informação. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A presente resposta foi extraída do CDI. globoso e ligeiramente achatado. da família Ebenaceae. As espécies mais conhecidas são: l l l Subugaki ou Taninoso é cultivar Taninosas. de folhas caducas. espécie subtropical de origem asiática. É vigorosa e  . cultivo de caqui. com dois sulcos laterais. A polpa é amarelo claro. Sistema de Resposta do SEBRAE-MG.É vigorosa e bastante produtiva. com sementes ou não e sempre de polpa amarela.F. quando apresenta sementes.

bastante taninosa.A maturação é precoce e acontece em fevereiro. A planta tem bom vigor. O tipo de caqui de cor escura é chamado de chocolate. As arvores são medianamente vigorosas e produtivas. Tem polpa adstringente e amadurece em fevereiro e março. Altera sua composição e cor quando tem ou não sementes. Instituto Agronômico de Campinas. O fruto é grande de forma achatada. Variável. São também chamados de cultivares de frutos doces ou duros. São doces com sementes ou não e sempre de polpa amarela. A maturação acorre mais tarde em relação ao Jirô. O fruto é de tamanho médio a grande e tem forma achatada. Hachiya. através do cruzamento da Trakoukaki e a Haganosho. bastante taninosa antes de completar a maturação. quando aparecem sementes é doce sua cor é escura em volta das sementes. apresenta polpa amarelo-escuro tendendo á parda quando tem sementes abundantes. Instituto Agronômico de Campinas. Rama Forte. É vigorosa e bastante produtiva. A polpa é amarelo-avermelhado. Rubi (IAC -): híbrido obtido pelo IAC. Jirô. A polpa é amarelo-avermelhado. através do cruzamento entre a cultivar Giombo e Haganosho. Apresenta fruto grande. Giombo. O fruto tem tamanho médio com forma oblonga. Regina (IAC -): híbrido obtido pelo IAC. de forma oblonga e cônica. não taninosa.l l l l l l l l l l bastante produtiva. A polpa é consistente. Fuyu. É muito produtiva. Instituto Agronômico de Campinas. A polpa é adstringente e amadurece em fevereiro e março. mas com perfil arredondado. Pomelo (IAC  ): híbrido obtido pelo IAC. Pode ser colhida de janeiro a maio. Necessita de tratamento fitossanitário contra a cercosporiose. É bastante exigente em tratos culturais para obter boa produção. quando madura é alaranjada. nunca taninosa e de coloração mais escura. consistente. ligeiramente avermelhada com a presença de fibras e normalmente cinco a seis sementes por fruto. forma achatada e quadrangular. através do cruzamento entre a cultivar Chocolate e a Haganosho. quando sem semen AgriculturA e PecuáriA . Os cultivares deste grupo não possuem tanino. A polpa é amarelo-claro. Para este cultivar é recomendado realizar o desbaste dos frutos para evitar alternância de produção. Amagaki ou Doce. O fruto é grande. Quando não tem sementes a polpa é amarela e rica em tanino. O fruto é grande e globoso e a polpa.

A maturação ocorre de fevereiro á março. O fruto apresenta polpa adstringente quando sem sementes e não taninosa e doce quando com sementes. pela baixa capacidade de retenção de umidade e por esta . á º C. Preparo do solo Realizar análise do solo e as posteriores correções e adubações de acordo com as recomendações técnicas. O fruto é de tamanho de médio a grande. A polpa é amarelo-avermelhado quando apresenta sementes. Deve-se evitar solos arenosos que facilitam a disseminação de nematóides. Quando se apresenta com sementes a polpa é escura. Evitar regiões baixas e localizadas onde há acúmulo de ar frio. Não apresenta tanino quando tem grande quantidade de sementes. portanto.o C). através do cruzamento entre a cultivar Luiz de Queiroz e Haganosho. bastante taninosa antes de completar a maturação. Kauru. A temperatura mais favorável ao desenvolvimento de fruteiras de clima temperado varia de oC. Sem sementes a polpa é clara. É bastante produtiva.l l l tes e do tipo chocolate. Chocolate. próprias para o caquizeiro. O terreno deve apresentar relevo que facilite a mecanização. O fruto é pequeno e de forma achatada. Devem ser instalados quebra-ventos e existir disponibilidade de água para os devidos tratos culturais. que é uma espécie de menor exigência de frio em relação á outras fruteiras temperadas. É vigorosa e muito produtiva. são regiões com menor disponibilidades hibernais e. Instituto Agronômico de Campinas. Para quebra do repouso fisiológico requer determinado regime de frio e apresenta acentuado repouso vegetativo. (IAC -): híbrido obtido pelo IAC. Pode-se plantar o caquizeiro em regiões de zero a 0 horas de frio (temperatura menor que . quando não tem sementes. Luiz de Queiroz. É vigorosa e bastante produtiva. Clima O caquizeiro exige clima frio e é resistente a baixas temperaturas. A polpa é consistente. amarela e muito taninosa. não adstringente e amadurece precocemente. Devem ser escolhidos locais onde não ocorram geadas. de forma globosa e achatada. amadurecendo tardiamente.

coloca-se água (0 a  litros) e completa o restante da cova. sendo necessária a adoção de outras práticas conservacionistas. em seguida realizar a calagem de acordo com a análise do solo. recomenda-se aração profunda e dragagem para o preparo do solo. ao máximo. podem ser transportadas para o local definitivo. As mudas provenientes de viveiros. De uma maneira geral. a época normal de plantio.0m ( plantas por hectare).0m por . Após essas operações. evitando que elas fiquem enroladas ou retorcidas. Normalmente. A conservação do solo é importante principalmente quando se trabalha com culturas perenes. ficando a utilização de curvas de nível para outras situações. havendo falta de chuvas. é recomendável repetir a irrigação. nesta fase.0cm (00 plantas por hectare). O preparo do solo deve ser feito antecedendo. Nem sempre apenas o plantio em curvas de nível soluciona o problema. Recomendam-se solos com boa drenagem e com bom teor de matéria orgânica. ao se plantar as mudas nas covas. . sendo necessário. As covas devem ter as dimensões de 0cm x 0cm x 0cm e ser corretamente adubadas. Quando a cova estiver pela metade. As plantas necessitam passar por um determinado tempo de baixas tempera9 AgriculturA e PecuáriA rem sujeitas a perdas de fertilidade. As mudas devem ser adquiridas de viveiristas idôneos e estar dentro dos padrões recomendadas pela legislação. No caso de mudas de torrão o plantio pode ser nos meses de novembro e dezembro. . no caso de mudas de raiz nua. Após este procedimento iniciase o enchimento das covas com terra. época de repouso vegetativo. enchendo com terra. O plantio é realizado nos meses de julho e agosto. procede-se a marcação do terreno e abertura das covas. Após o plantio. deve-se ter o cuidado de manter o nível de enxertia .Em terrenos com pouca ou quase nenhuma declividade as covas podem ser abertas em linha reta. Faz-se uma bacia na superfície (coroamento) e colocando-se mais  a 0 litros de água. Quebra de Dormência As fruteiras de clima temperado apresentam um período de dormência que é um fator de defesa contra as condições ambientais desfavorável ao desenvolvimento da planta durante este período.0cm x . O espaçamento pode ser de .0cm a 0cm acima do nível do solo e distribuir corretamente as raízes por toda a extensão da cova.

A solução tem sido buscada na seleção e melhoramento de cultivares com baixa exigência de frio e tratamentos químicos para compensar a ação das baixas temperaturas. portanto. as descorticações. Usa-se para este efeito. verdes e com folhas. Poda e condição Quanto à fase de vida das árvores: Poda de formação . os anelamentos. utilizado no período de decadências das árvores. quando os ramos se encontram. dentro dos limites possíveis. Quanto à época em que são executadas: Poda em seco – é realizada no final do inverno. mas. Com a expansão dessas fruteiras para regiões tropicais e subtropicais. as podas em verde adquirem substancial relevância nos modernos sistemas de condução. Poda verde – é feita no período em que as plantas se mantêm em atividade vegetativa.turas (inferiores a oC) que variam conforme as espécies e cultivares. surge o problema de folhação retardada que se caracteriza pela permanência de muitas gemas em dormência. Poda de rejuvenescimento – inclui o conjunto de operações.consiste em sistema de operações realizadas nas árvores novas durante a fase de crescimento vegetativo. Atualmente tem algumas restrições.engloba o conjunto de intervenções aplicado nas fruteiras não só no período em que o esqueleto se aproxima de sua forma definitiva. onde o inverno é mais ameno. Com restrição da poda em período invernal. os encurtamentos. as despontas. Tem o propósito de manter o equilíbrio entre as funções vegetativa e produtiva buscando. mesmo quando as condições são favoráveis ao crescimento. Poda de frutificação . realçalas ao máximo. perto da época de brotação. Poda de ramificação – objetiva a formação de ramificações indispensáveis à formação do esqueleto das árvores. Destina-se a revigorar o esqueleto e renovar a vegetação e os órgãos de frutificação das plantas. sobretudo durante a fase produtiva das plantas. Poda de concorrência – é realizada através de desbrotas suprimem0 . mas em fase de evidencie ainda suficiente capacidade de regeneração. para que na primavera ocorra uma natural quebra de dormência.

cercospora (viveiro). Esta poda baseia-se na aplicação de inclinações sobre esses eixos Poda distal – consiste na eliminação dos ramos ou brotos situados na zona da extremidade ou zona distante das guias responsáveis pelo prolongamento dos eixos do esqueleto seja das pernadas.  AgriculturA e PecuáriA . existem algumas modalidades susceptíveis de promover. mosca-das-frutas. não interessam na formação das plantas se dirigem para a parte internadas copas. dentro dessa adversidade. e broca. em relação a outras. São inúmeras as formas definitivas que as fruteiras de clima temperado podem apresentar quando chegam à fase adulta.promove o rebaixamento da copa de modo a evitar que ela atinja uma altura indesejável e imprópria para a execução dos diversos trabalhos culturais desde a colheita dos frutos até os tratamentos fitossanitários e a própria prática das podas. a maior produtividade dos pomares. objetivos que definem as grandes preocupações e tendência da moderna fruticultura. Poda Interna – realiza-se a desbrota dos ramos que. Poda de equilíbrio – tem como finalidade restabelecer o equilíbrio relativo entre os diversos eixos do esqueleto das plantas. É evidente que. As doenças mais comuns são: antracnose. besouro-de-limeira. promovendo o seu adensamento ou estabelecendo competição com outros ramos essenciais à estrutura das árvores. dos braços ou das flechas. lagarta-do-fruto. galho da coroa. Pragas e Doenças As pragas mais comuns são: cigarrinhas. Colheita O caqui é colhido. Deve ser realizados o devido controle com produtos recomendados por engenheiro agrônomo. notadamente das pernadas e da flecha. triples. conjugada com a mais precoce entrada em frutificação. normalmente entre os de dezembro á maio. Poda de Recuo . cochonilhas.se os ramos que concorrem com as ramificações selecionadas para a formação do esqueleto. podridão da raiz.

b r / G e r a l / a r q u i v o _ g e t . 00. etc) e desenvolver. Acesso em: 0 de jul. potencialidade da região. a s p x ? c o d _ a r e a s u p e r i o r = 2 & co d _ a r e a co n t e u d o = 2 3 1 & co d _ p a s t a = 2 3 4 & co d _ conteudo=1501&cod_documento=103>. REFERêNCIAs SEBRAE MG Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresa de Minas Gerais. perfil dos concorrentes. Disponível em: < h t t p : / / w w w.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Deve-se ressaltar que riscos são inerentes a qualquer empreendimento. Para concluir se o risco de um determinado empreendimento é baixo. c o m . médio ou alto será necessário buscar mais informações que contemplem cada uma das variáveis que impactam o negócio (por exemplo: o interesse do consumidor pelo produto ou serviço. tecnologia disponível. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . s e b r a e m g . com os dados obtidos o plano de negócio que indicará a viabilidade ou não do empreendimento. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jul. restrições legais.

cogumelos do sol. É também importante ressaltar que a denominação “Cogumelos do Sol”. não existem bases científicas que comprovem tal propriedade medicinal. o SEBRAE-MG desenvolveu um documento que contempla de forma detalhada todas etapas do processo de produção do Agaricus blazei. No Brasil o produto não pode ser comercializado como medicamento. cultivo de cogumelos do sol PALAvRAs-ChAvE Informações sobre cultivo de cogumelos do sol. o Agaricus blazei prefere temperaturas mais elevadas e alta umidade. e a sua utilização requer a autorização e o pagamento de direitos autorais à empresa detentora da patente.Cogumelos. os maiores rendimentos estão sendo obtidos em estufas com nebulizadores. encontra-se patenteada como marca junto ao INPI – Instituto Nacional de Propriedade Intelectual. Diferentemente de outras espécies de cogumelos. popularmente conhecido como Cogumelo do Sol. desde o preparo da matéria prima até o beneficiamento. Este documento pode ser obtido gratuitamente através do link abaixo:  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE COGUMELO DO sOL . o cogumelo da espécie Agaricus blazei. Quanto às técnicas de cultivo. usada popularmente para caracterizar o Agaricus blazei. que promovem o rápido desenvolvimento. No estado de São Paulo. Porém. podendo ser cultivado diretamente no solo. começou a ser recentemente divulgado pela mídia como sendo eficaz no combate ao câncer. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Originário do Brasil. sendo que a maioria da produção acaba sendo voltada para a exportação.

br/Geral/arquivo_get. aspx?cod_documento=107>. mercadológicos. vídeos. REFERêNCIAs “CULTIVO DE COGUMELO”. desenvolvido pela equipe do Serviço de Resposta Técnica do SEBRAEMG. Acesso em:  de nov.aspx?cod_documento=107 São abordados ainda aspectos gerenciais.sebraemg. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . Disponível em: <http://www. Documento da série Ponto de Partida. Carlos A.br/Geral/arquivo_get.http://www. V. cursos e contatos de instituições competentes no assunto. 00. além de fornecer indicações de leituras.com.sebraemg. financeiros. de A. fiscais e jurídicos da atividade de cultivo de cogumelos. A leitura cautelosa deste documento é indispensável para quem quer ingressar de forma correta neste ramo de negócios.com. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de nov.

() Origem: Planta anual. chegando algumas variedades produzidas por hibridação a ter quantidades superiores a 0 %. Trata-se de uma planta robusta e muito resistente. o girassol ocupa o quarto lugar como fonte de óleo comestível. fitina. usos do girassol PALAvRAs-ChAvE Saber como cultivar girassol orgânico. É uma planta de polinização cruzada.  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE GIRAssOL ORGÂNICO . O Girassol: Atualmente. principalmente das abelhas. palma e canola. sendo cultivado em todos os continentes. diversos ácidos orgânicos. existindo menores quantidades de palmitina. No óleo predominam a linoleína e a oleína. araquina e lignocerina. estearina. cultivo do girassol. mas podem florescer o ano todo. mas não sabe como é o cultivo. No século XVI. As sementes são ricas em óleo: raras vezes contêm menos de 0%. como uma planta ornamental e hortaliça. colesterina. Na semente também se encontram lecitina. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O girassol é uma planta anual que se adapta a diversas condições climáticas. o girassol é originário da América do Norte e se reproduz por meio de sementes. necessitando de insetos na época do florescimento. girassol orgânico. etc. seguido da soja. o girassol foi levado para a Europa. com grande importância na economia mundial. Gostaria de produzir. Na União Soviética o melhoramento genético tornou as plantas com sementes e capítulos grandes. especialmente sob temperaturas entre  e 0 graus C.Girassol. que produz flores na primavera e no verão.

Usos: Veja abaixo algumas das aplicações possíveis para o girassol: • O girassol pode ser utilizado como remédio caseiro para diversas doenças. alimentação animal. ()  . Recentemente. uma vez que aproveita os equipamentos que existem na propriedade. É excelente no sistema de rotação de cultivo. e • qualidades nutricionais da silagem. na integração lavourapecuária. podemos dizer que o girassol tem: • Adaptabilidade a diferentes ambientes. alimentação animal e humana. e reciclagem de nutrientes (melhorando de solo). • resistência a períodos de estiagem. • capítulo: fornecer sementes e grãos. raiz. Veja abaixo para que pode ser útil o girassol por partes da planta: • A planta inteira: forragem. E ainda ajuda na melhor estruturação do solo. O girassol é importante na produção de grãos. Em resumo. cosméticos. silagem. matéria orgânica. • flores: mel. e é uma cultura de condução fácil. exigindo poucas adaptações. • capacidade de reciclar nutrientes. É cultura de fácil adaptabilidade a diferentes regiões produtoras do país. • grão: proteína. paisagismo e decoração. • casca: combustível.Como fonte protéica. na rotação de culturas em sistema convencional ou plantio direto. casca. tem-se insistido sobre o valor farmacológico das flores e do caule do girassol. sucessão. • óleo: alimentação humana. óleo. • tolerância a baixas e altas temperaturas. • pouca sensibilidade ao fotoperíodo. adequando-se época de semeadura às condições climáticas locais. o girassol também é classificado como a quarta opção. para a ração animal e uso humano. • qualidades nutricionais do óleo. e • proteínas: uso semelhante à da soja. Não é necessário grande investimento em máquinas. • Girassol é a quarta fonte de óleo vegetal mais consumida no mundo. biodiesel. adubo verde.

altas produções só são obtidas sob solos corrigidos e com bons níveis de fertilidade. pode ser uma opção para a produção de grãos de excelente qualidade. que normalmente fica ociosa após a colheita do milho ou soja. A deficiência em nitrogênio tem sido apontada como um dos fatores mais limitantes da produtividade. () . entre outros fatores. A absorção de NPK aumenta drasticamente a partir de 0 dias após o plantio. especialmente entre 0 e 0 dias após a emergência. O solo muito frio atrasa a germinação. provocando uma germinação desuniforme. uma população correta. A temperatura muito baixa durante a floração pode provocar aborto das flores tanto por morte do pólen como por morte das abelhas (agentes essenciais à polinização). ou até mesmo. temperaturas de pelo menos º C. No momento do plantio o solo deve ter umidade suficiente para que a semente tenha condições de germinar. • O girassol desenvolve-se bem em solos de média fertilidade. O pico é ao redor dos 0 dias. é certeza de boas produções (como indicado adiante).Plantio: Cerca de 0% do sucesso da cultura do girassol vem de uma boa população de capítulos no momento da colheita. no entanto. Em algumas regiões do Brasil. É muito importante assegurar uma nutrição adequada em nitrogênio antes da iniciação do botão floral. sementes sem germinar. Nas regiões frias o produtor deve prestar atenção para a temperatura do solo. onde existe a possibilidade de safrinha. esta cultura encaixa-se bem. • Atente à profundidade do plantio entre  e  cm. O nitrogênio é um dos elementos essenciais para o desenvolvimento  AgriculturA e PecuáriA Cultivo: O plantio do girassol após a retirada da cultura de verão. • Controle bem os espaços. principalmente pela possibilidade de obter um melhor aproveitamento da terra. Para obter um estande uniforme siga alguns procedimentos: • Não plante o girassol em solos compactados. por isso a qualidade do plantio torna-se um fator decisivo para obter ótima produtividade. A uniformidade na emergência exige.

e ainda de ajudar outras culturas como o milho. Se for usar algum suplemento. Para se cultivar o girassol com manejo orgânico é necessário sempre observar o plantio com rotação das culturas nas áreas. Existem algumas especificações especiais para preparar o solo ao cultivo de girassol orgânico e que podem ser fatores limitantes à produtividade ideal. É possível plantar até  plantas por metro linear e com 0 cm entre linhas para o rápido fechamento do espaço limpo do solo. (ou abaixo). deve deixar e observar que o girassol chega ao final do ciclo com toda sua plenitude vital. A planta do girassol não tolera solos ácidos.e produção do girassol. é sensível à ausência de boro. para no ciclo seguinte plantar. deve. a mamona e a abóbora (plantados em consórcio). Além disso. produzindo uma condição de solo coberta com muita matéria orgânica e pouca capina (o girassol agüenta). O produtor deve analisar o solo para identificar se estas necessidades de regular o pH e o nível de boro estão de acordo com as especificações. o feijão. No caso de aparecer alguma lagarta preta comendo a folha do girassol o produtor não precisa se assustar. mas o resultado é duradouro e  . é melhor para a colheita e evita muito tombamento das plantas. O girassol consorciado que é uma forma de garantir a sanidade do solo e da planta. No caso do milho. convém que o produtor prepare o solo organicamente até recuperar “a vida” dele. () Especificações Do Cultivo Orgânico: O cultivo do girassol é relativamente simples. Um desses fatores é o pH.() Se for cultivá-lo de forma orgânica seria interessante consorciar com plantas que disponibilizam o boro e outros micro-nutrientes. Esse processo pode parecer demorado. no máximo. por exemplo. O período de plantio recomendado é na metade do período de verão (final de dezembro até fevereiro). o girassol diminui muito o ataque das lagartas. e não nasce em pH de . ainda mais se for orgânico. usar o bórax em pequena dose (que não descaracteriza o manejo orgânico). o produtor deverá monitorar essa possível deficiência. Se o solo não estiver adequado.

com.0/Ens.INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs DO RAMO: Portal PLANETA ORGÂNICO http://www.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Deve-se atentar com minúcia para a descrição dos processos que envolvem o cultivo de girassol orgânico (descrito anteriormente) e 9 AgriculturA e PecuáriA sustentável. Carlos João Strass . N.agromil.agromil.br Portal AGROMIL Artigo: http://www.Paraná.() .planetaorganico.Fax ()  00 Caixa Postal  . S. 000 99 / e-mail: cenagri@agricultura.br Embrapa Soja Rod. Suá/Vitória/ES/900-0 Tel.Serviço de Apoio ás Micro e Pequenas Empresas (nacional) http://www.htm Portal: http://www.gov.br/ SEBRAE .9/sl.Brasil INsTITUIÇõEs DE APOIO: Ministério da Agricultura e do Abastecimento Esplanada dos Ministérios.sebrae.gov.br/girassol. não equilibrando assim o “organismo” que esta se trabalhando “organicamente”. Bl.com.br DFA/Ministério da Agricultura Av.CEP 00-90 Londrina.br EMBRAPA . Se feito de outra forma (com aditivos químicos) o efeito pode ser passageiro.com.gov.com. () -0/00 / Fax: - e-mail: dfa-es@agricultura.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa Portal: http://www. Navegantes.D/Brasília/DF/00-000 Tel.agricultura.br http://www.embrapa.Distrito de Warta Telefone ()  000 .

br Portal: http://www.com.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.com.Brasil Artigo: http://www.br>. Sítio Duas Cachoeiras .Fax ()  00 Caixa Postal  .Paraná.php?op_page=54&cod_pai=38 Caio Bendazzoli NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 . Embrapa Soja Rod.manter estreito laço com as instituições representativas desse ramo de atividade.Educação&Agricultura E-mail: sitio@sitioduascachoeiras. Portal AGROMIL.Distrito de Warta Telefone ()  000 . Disponível em: <http://www. Carlos João Strass . Acesso em:  de maio 00. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA .br>.sitioduascachoeiras.br/index.br/ .CEP 00-90 Londrina. .agromil. Para mais dúvidas de ordem tecnológica. Disponível em: <http://www.embrapa. Acesso em:  de maio de 00. sugere-se entrar em contato com alguma instituição do ramo (citadas acima).embrapa.cnpso.com. EMBRAPA .

2 Escolha da área. 1.3 Cultivares Existem várias cultivares de mamoneira disponíveis para o plantio  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE MAMONA E EXTRAÇÃO DO ÓLEO DE MAMONA . Deseja saber a respeito das técnicas de plantio. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1.1. das técnicas de extração do óleo e das especificações técnicas exigidas para a sua comercialização. deve-se optar por regiões de relevo plano ou suavemente inclinado (declividade inferior a %). este pode ser de vários tipos. e altitudes de preferência superiores a 00m. que promove erosão e compactação do solo). bem como sobre as características desse mercado e da viabilidade econômica da atividade. usando-se arado de aiveca e grade leve (deve-se evitar a grade aradora. deve-se triturar os restos culturais com grade leve e depois fazer a aração. exceto os muito argilosos (sujeitos a encharcamento) e os salinos e/ou sódicos (com elevado teor de sódio trocável). extração de óleo de mamona PALAvRAs-ChAvE Pretende iniciar um plantio de mamona e efetuar a extração de seu óleo para fins comerciais. cultivo de mamona. óleo de mamona. Das Técnicas E Condições Ótimas De Cultivo Da Mamoneira 1. Para o seu pleno crescimento e desenvolvimento requer pelo menos 00mm de chuvas. Quanto ao solo.Mamona. utilizando sempre o plantio em nível. 1. Para preparar o solo. O solo deve ter pH próximo da neutralidade e ser bem preparado. Clima e solo A mamoneira é uma planta de origem tropical bastante resistente à seca e heliófila (gosta de muito sol). temperatura do ar entre 0 e 0ºC. preparo e conservação do solo Na escolha da área a ser cultivada.

com maior produtividade e percentagem de óleo nas sementes.  e % de óleo em média. 1. tanto em condições  .0m. respectivamente. resistentes à seca e de boa capacidade de produção (média de .5.4 Adubação e calagem A mamoneira é uma planta exigente em nutrientes para produzir bem. Em geral. com a correção do PRNT do calcário. variedades desenvolvidas pela EMBRAPA em convênio com a EBDA para serem utilizadas na agricultura familiar no Nordeste. Caso o pH esteja muito ácido (abaixo de ). variando em porte. caso a análise do solo apresente teor abaixo de 0 mg/dm. plantas/ha. outros genótipos deverão ser lançados no mercado. deiscência dos frutos. Quando houver pobreza nutricional.0m) e de frutos semi-indeiscentes.em nosso país. e fósforo em fundação nas covas na quantidade de 0kg de P0/ha. deve-se fazer a adubação racionalmente. o Al do solo. na adubação deve-se usar somente nitrogênio na quantidade de 0kg de N/ha aplicado em cobertura no início da floração do primeiro cacho. devendo a quantidade de calcário a ser usada igual a  x o teor de Al. sempre que possível.00 kg/ha de baga em condições de cultivo de sequeiro). depende do valor do pH. incorporado nos primeiros 0cm. dos teores de cálcio e de magnésio e do alumínio trocável. As duas variedades anteriormente citadas apresentam. como base. a análise do solo. Estes são cultivares de boa rusticidade. com uma planta por cova. em cmolc/ dm. Em breve. em que o mais simples é tomar. a . deve-se fazer a calagem pelo menos três meses antes do plantio e em solo úmido para que haja reação do calcário. Espaçamento. tipo dos cachos e outras características. razão pela qual se deve fazer. densidade e profundidade Para os tipos de cultivares citados anteriormente deve-se usar o espaçamento padrão de . Geralmente para plantios em pequena escala recomenda-se o uso de cultivares de porte médio (.0m x . 1. existindo diversos métodos de se calcular. A quantidade de calcário a ser colocada no solo. como a BRS 9 Nordestina e a BRS  Paraguacu. do teor de matéria orgânica. Isto resultará em uma população de.

para evitar ou reduzir ao máximo a competição do feijão na mamoneira. a .6 sistema de cultivo consorciado O sistema de consórcio mais recomendado consiste no plantio da mamoneira juntamente com o feijão Vigna ou feijão Phaselous. Deve-se usar o espaçamento de .0m com uma planta por cova. porém são mais complexos e nem sempre expressam vantagens em termos de produtividade e ganho na qualidade do produto final. de hábito de crescimento determinado. O consórcio com o milho e o sorgo deve ser evitado.0m livre. de porte ereto. resultando numa população de .m. o importante é se plantar a leguminosa  dias depois do plantio da mamona. respectivamente para quatro ou três fileiras. Outros consórcios que estão sendo estudados envolvem o gergelim. Em solos de baixa fertilidade natural ou desgastados pela erosão e outros fatores. e usar cultivares resistentes a viroses. Independente do tipo. com o uso de herbicidas as sementes devem ser protegidas e só então colocadas mais profundamente.000 plantas/ha.m ou . que tem crescimento inicial muito lento. .  AgriculturA e PecuáriA de cultivo solteiro quanto em cultivo consorciado com outra cultura. de ciclo curto (na faixa de 0 a 0 dias). e o amendoim. também de ciclo rápido (0 a 00 dias). pode-se colocar uma população maior com a configuração de . 1.0m x . método de plantio (manual ou mecânico) e do método a ser usado no controle das plantas daninhas. As sementes devem ser colocadas para germinar a uma profundidade variando de .0m x . pois essas gramíneas são muito competitivas e reduzem substancialmente a produtividade da mamoneira no consórcio.0m para a mamona e o feijão deve ser colocado com três ou quatro fileiras espaçadas a 0. dependendo do tipo de solo.Existem outros esquemas de plantio com o uso de fileiras duplas. deixando-se do lado das fileiras de mamona 0. dependendo da região de cultivo. que são as sementes com elevado teor de óleo. ciclo curto e hábito de crescimento determinado.0cm. pois. e de preferência de porte ereto.

a.O período crítico de competição são os primeiros 0 dias após a emergência das plantas. CIGARRINhAs: São duas ou mais espécies que atacam a mamona e algumas também o feijão. inclusive o feijão. que se não forem controladas podem reduzir bastante sua produtividade. São muito ágeis e sugadores e atacam as folhas. Para o controle pode-se usar produtos biológicos à base de Baculovirus ou Bacillus thuringiensis. usar produtos à base de malathion.  . em especial os frutos da mamona e as vagens do feijão.0cm e dentro do período crítico. complementada dentro das fileiras com a enxada) tanto nos sistemas solteiros quanto nos consorciados. pode-se. Alimenta-se sugando as plantas.000 indivíduos por hectare. na dosagem de 0g i. o químico ou uma combinação deles. o cultural. tanto ataca a mamona quanto o feijão./ha. o mecanizado. As mariposas medem cerca de 0mm de envergadura e são de coloração preta.a/há. Controle de plantas daninhas A mamoneira é muito sensível à competição causada pelas plantas daninhas.8. reduzindo ou mesmo anulando sua capacidade de produção. Mede entre  e mm de comprimento e vive em média dois meses. Podem-se usar diversos métodos de controle de plantas daninhas. Para o controle químico recomendam-se produtos à base de monocrotofos na dosagem de 0g i. destacam-se as seguintes: PERCEvEjO vERDE: este inseto. recomenda-se o uso do endosulfan. é o mesmo que ataca a soja e outras culturas. além do Trichograma. como o caso da Empoasca kraemeri.7. cuja cultura secundária também já faz o controle cultural. de nome latino Spodoptera latifascia. LAGARTA DAs FOLhAs: este inseto. também. Controle de pragas A mamoneira é alvo de vários insetos e ácaros que podem lhe causar danos.0 a . Entre as pragas da mamoneira.1. Para o pequeno produtor. com volume de calda entre 00 e 0 litros/ha. em especial o vigna. Para o controle químico. recomenda-se o uso correto do cultivador (com profundidade de . que são parasitóides e devem ser liberados na densidade de 00. Ataca as folhas de ambas as culturas e até as vagens do feijão. como o manual. reduzindo assim a uma a duas limpas no sistema como um todo 1. Nezara viridula.

a mosca branca (Bemisia spp. Cercosporioses e Alternaria. causada pelo fungo Fusarium oxysporum F. Para o controle. fazer a rotação de culturas e não plantar na área em que no ano anterior tiver ocorrido a doença. Existem outros artrópodes que atacam a mamona. que ataca e destroi toda a estrutura floral e de frutificação da planta. em especial (Aphis gossypii e Aphis fabae).LAGARTA ROsCA: este inseto é muito comum no Nordeste do Brasil (Agrostis ipsilon). O adulto é uma mariposa de 0mm de envergadura que deposita os ovos nas folhas da mamona e do feijão. várias espécies de pulgões. Para seu controle deve-se eliminar os restos culturais. Controle de doenças A principal doença da mamoneira é o Mofo Cinzento. causada pelo fungo Botryodiplodia theobromae. a lagarta vive enterrada próximo das plantas. BR  Mulato e BR  Gurguéia que são resistentes ao vírus CP AgriculturA e PecuáriA piretróides (como o deltametrina) e carbaryl. o adulto é uma pequena mariposa de 0mm de envergadura. e o segredo do sucesso é o uso de cultivares resistentes. Podridão de Botryodiplodia.9. para essas duas culturas. LAGARTA DO sOLO: este inseto também ataca as culturas do feijão e da mamona. o feijão ou outra cultura que vier a ser consorciada com esta euforbiaceae destacando-se. a lagarta militar (Spodoptera frugiperda). As lagartas alimentamse das folhas das plantas da mamona e do feijão e o controle pode ser feito com inseticidas sistêmicos colocados junto das sementes ou pulverizando o colo das plantas com produtos à base de carbaryl ou metil parathion. o percevejo vermelho (Crinocerus bimaculatus) e o minador das folhas (Liriomyza sativae). denominado Elasmopalpus lignosellus.). De hábito noturno. deve-se empregar sementes tratadas com inseticida sistêmico ou aplicações dirigidas ao colo das plantas ou. causado pelo fungo Botrytis ricini. como a BR 0 -Piauí. a vaquinha (Diabrótica speciosa). 1. Para o feijão vigna destacam-se as várias doenças causadas por vírus. para a mamona o Ácaro rajado (Tetranychus urticae) e a Lagarta imperial (Eacles imperialis). Outras doenças da mamoneira são: Murcha de Fusarium. ricini. Recomenda-se o uso de carbosulfan granulado ou outro produto registrado. pulverizações nos sulcos de plantio. Para o feijão vigna destacam-se: A paquinha (Neocurtilla hexadactyla). ainda. .

Pode-se realizar uma única colheita. Limpeza da semente A semente a ser processada deve estar livre de matérias estranhas que podem prejudicar os equipamentos e reduzir o rendimento de óleo. como a maioria dos vírus. BR  . O terreiro pode ser de chão batido ou de cimento. com o milho ou o sorgo. 1. além do amendoim e do feijão. As mesmas cultivares anteriores.11. também são resistentes ao vírus CpSMo (Cowpea Severa Mothle Potyvirus). dando-se várias colheitas proporcionais ao número de cachos por planta.  . cestas ou jarras e levados para terreiros para secagem ao sol por dois a cinco dias. Trata-se de um método eficaz de prevenção de pragas e doenças e de conservação da produtividade do solo. recomendam-se os seguintes procedimentos na colheita: olher com o ambiente seco.1. Para este vírus. Dos Processos De Extração Do Óleo De Mamona [2] 2. colocados em sacos. secagem e armazenamento da mamona em baga (sementes) Considerando-se a mamona com o uso de cultivares de porte médio e de frutos semi-indeiscentes. Vita . com coloração marrom. 1. Não se deve plantar mamona por mais de dois anos no mesmo local sem se fazer rotação de culturas.Canindé e BR  . BR 0 . destruindo as folhas. 2. recomenda-se o uso de uma das seguintes cultivares: BR . transmitido por pulgões. ou escalonar a mesma. e que ataca as plantas. embora quase sempre seja negligenciada pelos nossos produtores.SMV (Cowpea Severe Mosaic Comovirus). Colheita. Em condições de sequeiro são produzidos de  a 0 cachos por planta nos sistemas de produção descritos neste documento.Poty. Os cachos devem ser cortados.Piauí.10.Mulato. e quando / dos frutos dos cachos estiverem maduros. Recomenda-se a rotação com o algodão herbáceo (Gossypium hirsutum L.). pois em tais cultivares as sementes não caem no chão. Rotação cultural A rotação de culturas é uma das mais importantes práticas agrícolas. Existe ainda o vírus CPRMV (Cowpea Rugosa Mosaic Potyvirus). caso não tenha sido usado em sistemas consorciados. sem estar chovendo. que causam intenso crestamento. para completarem a secagem e abrirem para soltarem as sementes.

a massa é prensada por um cilindro hidráulico dentro do recipiente. a massa residual (torta) pode ser moída para  AgriculturA e PecuáriA São utilizadas peneiras oscilantes com ou sem sistema de ventilação para retirada de impurezas.4. Na prensagem descontínua. 2.6. O cozedor é construído com câmaras de vapor saturado.2. 2. 2.3. Filtragem do óleo Partículas da massa presentes no óleo devem ser separadas antes da estocagem.2. eventualmente. Cozimento Realizado em tachos de cozimento. 2. O cozimento controlado também permite eliminar as toxinas. filtro de placas verticais e. umidade e do tempo que a semente permanece no equipamento tem por finalidade garantir liberação as partículas de óleo contidas nos envólucros celulares.8. . Prensagem Consiste em uma pressão para expulsão do óleo. podendo ser contínua ou descontínua. a massa é comprimida por um eixo helicoidal que gira dentro de um recipiente com aberturas por onde sai o óleo. Pesagem É realizada para controle do rendimento obtido. ou mesa gravitacional que separa partículas com diferentes pesos específicos. O controle da temperatura. 2.7. pois seu funcionamento permite operar a baixas temperaturas. peneiras vibratórias. Na prensagem contínua. sem a necessidade de caldeira para geração de vapor. entretanto.5. Descascamento de sementes São utilizados equipamentos para retirada das cascas como quebradores e peneiras de separação. Esse último é muito utilizado na extração de óleo de mamona “a frio”. pode ser realizado no fogo direto. 2. no caso de pequenas produções. Moagem da torta Após a extração do óleo. Moagem Utilizada para facilitar o cozimento e a prensagem. Pode utilizar-se um filtro prensa.

principalmente devido à sua aplicação na produção de  .º 1: tipo comercial ou standard. e coloração amarelo-claro.9 a 0. pode ser classificado comercialmente nas seguintes categorias: Óleo industrial n. 0. a . 0. é límpido. o óleo deve atender às especificações específicas do país importador. Das Especificações Técnicas Do Óleo [3] O óleo de mamona.% de impurezas e umidade. de viscosidade a ° C. º 3: deve ter no máximo . . de índice e refração a º C. a .% de impurezas e umidade. de coloração amarelo-claro. a . deve ser absolutamente isento de acidez e de impurezas. . º 1: deve ter no máximo % de acidez livre.homogeneizar a sua granulometria. Óleo Medicinal: Também denominado extra-pale.º C. Caso seja destinado à exportação.º 3: tipo comercial não deve ter acidez maior que % e impureza maior que %.º C. e cor amarelo- e vermelho- a . A torta é um subproduto que possui diversas aplicações: quando devidamente preparada. 0.9 de densidade a . na escala Lovibond. Óleo de mamona industrial n.9 de densidade a . por ser praticamente incolor. brilhante. de viscosidade a ºC. . com o máximo de % de acidez de 0. de índice de refração a º C. No caso do mercado norte-americano estas características são as seguintes: Óleo de mamona industrial n. A moagem é feita em moinho tipo martelo com telas reguláveis. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A produção de óleo de mamona é uma atividade que vem crescendo bastante.% de acidez livre. além de ser brilhante.% de impurezas e umidade. com cor variando do amarelo-escuro ao marrom-escuro e verde-escuro. Óleo industrial n. após o refino. a . pode funcionar como adubo ou como componente na alimentação animal e até mesmo humana. 3. 0. .

Finalmente.asp > A UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA – UFSC disponibiliza um modelo de plano de negócios em PowerPoint através do endereço: http://www. provavelmente. tornará a atividade mais simples e viável. Mauro Sander.ibict. 00. Disponível em: <http:// www. Disponível em: <http://www.inf. Acesso em:  de ago.ufsc.com. escolher entre a atividade de cultivo da mamoneira ou a atividade de extração do óleo a partir de sementes adquiridas de terceiros. fornece alguns elementos básicos sobre como elaborar um plano de negócios através do endereço: <http://www. br/mamona/sistemaproducaomamona.1. o plano de negócios é ferramenta indispensável para o sucesso.embrapa. O SEBRAE. /0/00. EMBRAPA Algodão. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out. Serviço Brasileiro De Respostas Técnicas – SBRT. combustível que vem sendo amplamente pesquisado e desenvolvido no Brasil. Disponível em: <http://www. BELTRÃO. V. Recomenda-se.cnpa. Napoleão E. Acesso em:  de ago. Mamona.aboissa. 00. de A.sbrt. Acesso em:  de ago.sebrae.htm>. como em qualquer atividade empresarial. et al.br/mamona/>. .br/upload/sbrt1105.pdf>.biodiesel. br/br/parasuaempresa/planodenegocio. focar melhor qual será sua atividade. além de permitir uma produção em escala menor. de M.ppt> REFERêNCIAs . e deve ser feito com bastante cautela e rigor.00.com. Isso. 00 9 AgriculturA e PecuáriA . ”Sistema de produção para a cultura da mamona na agricultura familiar no semi-árido nordestino”. pois diminuirá a complexidade administrativa e o volume inicial de capital a ser investido. FETT. 00. .br/~gauthier/PlanoNeg/Cap2. de preferência supervisionado por um profissional competente na área. Carlos A. Resposta Técnica SBRT0 .

melão. em uma área onde tem uma produção de laranjas com um ano de idade e conhecer quais as variedades indicadas. A principal região produtora de melancia do estado de São Paulo é Marília. cultivo melancia em consórcio Saber como cultivar melancias em consórcio. chuchu. Segundo Lopes (99) a produção brasileira de cucurbitáceas vem crescendo cerca de 0% ao ano a partir de 9. 99). o Nordeste é responsável por . t ha- (IBGE. que podem alcançar de  a  metros de comprimento e as raízes desenvolvem-se no sentido horizontal. melancia. pertence à família das curcubitaceae. destacando-se a abóbora.) Matsumura & Nakai. gênero Citrullus. embora na Índia é encontrada grande diversidade desta espécie. espécie Citrullus lanatus (Thunb. tendo alcançado .. moranga e pepino como as espécies mais expressivas na economia agrícola nacional. 9).% da produção nacional. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Informações gerais sobre a Melancia A melancia é originária da África.9 mil ha em 99 e produção de . A melancia é considerada uma das principais cucurbitáceas cultivadas no Brasil. mais especificamente nas regiões Nordeste. CentroOeste e Sudeste. abobrinha.CULTIvO DE MELANCIAs PALAvRAs-ChAvE Melancia. com rendimento de . embora algumas raízes alcancem maiores profundidades (Casali et al. A melancia é uma espécie anual. No estado de São Paulo a cultura da melancia ocupa uma área representativa. que apresenta hábitos rasteiros com ramificações. concentrando-se nos -0 cm superficiais do solo. 0 . 99). mil t de frutos. e a produtividade média brasileira é de 0 t/ha (IBGE.

em virtude de as plantas apresentarem um ciclo menor. e) maior espessura da polpa.. 00). Concluíram que o substrato Plantimax® e substrato A (esterco de curral. Grangeiro & Cecílio Filho (00a) avaliaram o acúmulo de matéria seca do híbrido de melancia sem sementes ‘Nova’ e verificaram que o crescimento foi lento até os  dias após o transplante.1. d) polpa vermelha. % e 0%. o que resulta em maior produtividade. terra. conforme indica Filgueira (000). na proporção de ::: v/v) foram semelhantes e superior. o que pode possibilitar incremento na exportação. Cultivares de melancia Em melancia. podendo refletir em maior taxa de retorno econômico para a atividade de produção da melancia. por proporcionar consumo mais rápido do produto. plantas que apresentem maior número de frutos possível. g) menor número de sementes (Ferreira et al. caule e frutos. submetido em diferentes substratos e volumes de recipientes. os caracteres de maior importância econômica são: a) precocidade. A contribuição média no acúmulo de massa seca total foi de %. Crescimento e desenvolvimento da melancia Araújo Neto et al. Crimson Sweet. 2. isto é. intensificando-se a partir deste até o final do ciclo. aos  dias após a semeadura. avaliaram o crescimento de mudas de melancia cv. f ) alto teor de açúcar. tendo em vista a introdução de híbri AgriculturA e PecuáriA O manejo adequado da nutrição mineral pode otimizar o sistema de produção da melancia que buscam excelência tanto na produção. de sólidos solúveis. que resulta em maior quantidade do produto a ser consumido. facilitar o acondicionamento e o transporte. respectivamente.como na qualidade e ainda otimiza o uso dos fertilizantes pelas plantas. b) alta prolificidade. (00). c) frutos pequenos. carvão vegetal e areia. um retorno mais rápido do capital investido. Atualmente. atingindo maior acúmulo de matéria fresca aos  dias após a emergência. em condições de casa de vegetação. e com isso. ou seja. para as folhas. . com recipiente de 00 cm³. vêm ocorrendo mudanças no cultivo da melancia.

dos. os cultivares atualmente utilizados podem ser divididos em três grupos ou tipos. Neste sentido. Espaçamento:  x m. que produzem frutos tipo globular. vale ressaltar que nos últimos anos.000g/ha. com duas plantas por cova. cuja cultivar típica é a americana Charleston Gray. Tipo alongado . com peso de  a  kg. maior número de flores femininas e produção de maior número de frutos por área e com melhor qualidade. Adubação: kg de esterco de curral. 0g de sulfato de amônio após frutificação. segundo o formato dos frutos e a presença de sementes. embora a área cultivada com esta cultura ainda é incipiente no Brasil. 000). Na falta de adubo orgânico. com polpa de boa qualidade. com peso de 0 a  kg. Dependendo de temperatura e chuva. que produz frutos globular ou globular-alongado. Tipo globular . Tratos culturais: desbastar frutos irregulares. com polpa vermelho-viva. cuja cultivar típica é a americana Crimson Sweet.que produz frutos cilíndricos. 0g de superfosfato simples e 0g de cloreto de potássio em cobertura. com peso de  a  kg. introduzidos a partir do início da década de 90. pode-se plantar o ano todo.preferido na maioria das regiões produtoras. sementes necessárias: 00 a . como segue (Filgueira. deixando-se três a quatro frutos perfeitos por planta.  . Na região centro-sul. aplica-se a adubação química (fórmula --) à base de até 00g por planta. Os híbridos apresentam vantagens sobre os cultivares tradicionais. época de plantio O período de agosto a novembro é favorável para comercialização.que são híbridos auto-estéreis. tem-se observando crescimento da participação dos cultivares sem sementes no mercado de melancia. como plantas mais vigorosas e resistentes a maior número de doenças. Tipo sem semente . ciclo mais precoce para a colheita.

00  AgriculturA e PecuáriA Irrigação: é indispensável na fase de germinação e de frutificação. Recomenda-se marcar com estacas de bambu coloridas (cada cinco dias com cores diferentes) os frutos perfeitos logo após a fecundação. Departamento de Produção Vegetal. As melhores variedades são: omaru-yamato. quando o pedúnculo se torna seco.agrov. O apoio de um engenheiro agrônomo é importante para orientar sobre os cultivares. especialmente em solo arenoso.com/vegetais/frutas/ index.fcav.br> Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de out. necessários para maturação. unesp. (FCAV/UNESP) Disponível em: <http://www. .época de colheita: a colheita se inicia de  a 0 dias após a semeadura.htm > Acesso em:  de out. Dr. como pelo sombreamento que o laranjal irá produzir para a lavoura de melancia. 00 Prof. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs REFERêNCIAs Catalogo Rural.0tha. fairfax e charleston-gray e o plantio consorciado com as laranjeiras não terá problema tanto no que diz respeito da penetração das raízes. Arthur Bernardes Cecílio Filho Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal. Disponível em: <http://www. Produção normal: 0 . a fim de permitir a contagem de 0 dias.

Campinas. Para consumo in natura: Tangi. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Dado a complexidade da solicitação e. médios e de coloração verde escura. Dover. Cultura de Morangos As principais cultivares destinadas a indústria são: Santa Clara. planta de porte médio. cultivares. Tudla. l santa Clara: cultivar de dias curtos. Selva e Seascape. Para atender a ambos é indicado a cultivar Vila Nova. planta de alto vigor. todavia segue abaixo. Bürkley. Conforme Antunes e Duarte Filho. tolerância à mancha angular (Xanthomonas fragariae). Oso Grande. ciclo precoce e alta produtividade. no item referências. morango. boa densidade de folhas que recobrem os frutos. tomamos a decisão de pesquisar cultivares do morango. ciclo médio e produtivi . principalmente porque cultivares orgânicos em estufas para qualquer plantio usa mesma a técnica. l vila Nova: cultivar de dias curtos. fruto grande e de bom sabor.CULTIvO DE MORANGO-TOMATEs ORGÂNICOs PALAvRAs-ChAvE Cultivares de morango. folhas de densidade e tamanho. produto orgânico Como fazer o cultivo de morangos em estufa. antracnose (Colletotrichum sp) e à murcha de verticilium (Verticillium albo-atrum). endereços de onde encontrar informações técnicas sobre cultivares de tomates lembrando que existem variedades diferentes de tomates. as principais variedades cultivadas são: l Campinas: cultivar de dias curtos e rústica. susceptível à rizoctoniose (Rhizoctonia).

comportamento parecido com o da cultivar Selva. de coloração vermelha clara. muito alta capacidade de produção e ciclo precoce. folhas grandes e de coloração verde escura. cerca de 0 a  dias antes das de tamanho médio e até 0 dias antes das menores. Bürkley: cultivar de dias curtos. ciclo mediano e elevada capacidade produtiva. Este esquema facilita o manejo principalmente  AgriculturA e PecuáriA . Oso Grande: cultivar de dias curtos e de grande adaptabilidade. coloração interna dos frutos mais intensa. ou ainda de baixo nível tecnológico quando requer baixo investimento e ainda há o sistema ecológico ou produção integrada. observando que as mudas de diâmetro maior florescem mais cedo. diferenciando-se principalmente por apresentar frutos grandes e de maior uniformidade. ciclo tardio e com grande capacidade produtiva. planta vigorosa com folhas grandes de coloração verde escura. frutos de tamanho irregular. selva: cultivar de dias neutros. com média tecnologia. antes de realizar o plantio. A escolha do sistema é fundamental para uma definição dos caminhos a seguir. média produtividade. Mudas As mudas devem ser selecionadas por diâmetro. com folhas grandes e de coloração verde escura.l l l l l l l dade alta. melhor sabor e polpa de textura firme. planta vigorosa. apresentando muita pilosidade nos folíolos. planta vigorosa. característica que evidencia tolerância ao ácaro rajado. Implantação da Cultura Nesta fase são tomadas decisões que serão vitais para o sucesso ou o fracasso do empreendimento. ciclo precoce e com alta capacidade de produção. seascape: cultivar de dias neutros. com folhas grandes e de coloração verde escura. Os seguintes aspectos devem ser considerados: l tipo de mercado a que se destina a produção. Tangi: cultivar de dias curtos. susceptível às principais doenças que ocorrem no Brasil. planta vigorosa com folhas grandes e coloração verde escura. Tudla Milsey: cultivar de dias curtos. Camarosa: cultivar de dias curtos. l sistema de produção a ser adotado: alta tecnologia com altos investimentos. planta de alto vigor.

Se retiradas. não devem permitir que mudas pequenas sejam incluídas nos lotes comercializados. especialmente do sistema radicular. frio. No plantio da muda. Plantio A época ideal para o plantio é de  de abril a 0 de maio. deve-se ter um cuidado especial: na distribuição do sistema radicular. Os que dependem de mudas compradas. Manejo No manejo da muda é importante observar os seguintes itens: l usar embalagens novas para evitar possíveis contaminações. Cultivo protegido O túnel plástico para o cultivo de morango vem sendo cada vez mais  . deve ser aparado mantendo-se de 0 a  cm de comprimento. Quanto ao sistema radicular. não é aconselhável o plantio de mudas pequenas por não apresentarem precocidade e seu índice de produtividade é de 0 a % menor. Nos plantios antes de abril. folhas. etc). em virtude das temperaturas elevadas e da muda estar fisiologicamente imatura. pois isto dificulta a distribuição das raízes na cova. novas coroas e estolões.da colheita. Este possui uma pequena bainha que tem a função de proteger as gemas que formarão as inflorescências. Quanto à limpeza das mudas é importante seguir o processo iniciando pelo corte das folhas a  cm da base do pecíolo. fungos e fatores climáticos (ressecamento. tornando-se difícil o surgimento de novas raízes quando as primeiras encontram-se muito agrupadas. as gemas expostas ficam vulneráveis a danos mecânicos. Não plantar a muda com o sistema radicular embarrado. Para o produtor que possui viveiro. o que poderá provocar um processo de fermentação na parte interna. l não empilhar os fardos de mudas em camadas. l evitar o ressecamento da muda. de modo que fique uniformemente disperso e com as extremidades (pontas) no sentido vertical. há sérios problemas com mortalidade de plantas. A redução da área foliar evita a perda de água e reduz o estresse na operação de transplante.

prática usual em função das doenças oriundas do solo. com reduzida utilização de defensivos. a rotação de áreas. l Permite o uso de técnicas de desinfecção de solo: solarização ou aplicação de produtos fumigantes. . Com este manejo. com cultivo em sistema hidropônico vertical em substratos inertes. l Facilita o uso de substrato. existe a produção de morangos em casa plástica. operação não aconselhada no túnel baixo. ou orvalho muito forte. e proporcionado condições de produzir frutos de excelente qualidade.O controle das doenças. evitando que as folhas se molhem. desenvolvimento. e que reduzindo a incidência de fungos e bactérias. A utilização de um controle mais natural vem despontando como opção de controle do espectro de radiação. neblinas. l Amplia o período de safra. Desvantagens do cultivo protegido As mudanças na estrutura dificultam. mesmo em dias de chuva e bem como realização da colheita nestes dias com frutos de ótima qualidade. com reflexos positivos na diminuição da ocorrência de doenças que atacam a parte aérea. A utilização de túnel tem como função básica proteger as plantas da chuva. que tem as mesmas funções do túnel. l Protege contra geadas. reprodução e comportamento de fungos. além de afetar todos os aspectos do processo da cultura: crescimento.  AgriculturA e PecuáriA utilizado pelos produtores porque oferece melhoria de qualidade e disponibilidade do produto em uma condição mais controlada. Atualmente já se fala na terceira geração de sistemas de produção para a cultura do morango: a utilização de “casas plásticas”. pragas e invasoras poderá ser mais eficiente através da utilização de métodos biológicos que agem diretamente sobre os organismos. pode-se alterar o ambiente interno do túnel. devido ao molhamento do fruto na colheita. vantagens do cultivo protegido l Reduz a umidade foliar. O túnel evita excessos de água ou seca e danos provocados por granizo. Estas apresentam a vantagem de permitir atividades no plantio. Além do túnel baixo.

Quanto ao tipo de estufa. Já em cultivo semi-hidropônico o número de mudas poderia ser maior. ao redor de  a . a produção em estufa é uma ótima opção para produtores que não dispõem de grandes áreas de plantio e.  . assim como a produção e os custos relativos. Se for fora do solo. O interessado deverá visitar alguns fornecedores. se estiver localizada próxima da cidade.Este sistema permite ao agricultor trabalhar em pé e não de cócoras condição esta menos insalubre além de reduzir consideravelmente a incidência de podridões e doenças foliares. pelo menos o dobro. kg de frutos. Se for canteiros no chão fica. Segundo o pesquisador da Embrapa Luiz Eduardo Antunes. tipo hidropônico ou semi-hidropônico envolveria a aplicação de nutrientes químicos via água. Quanto ás variedades de morangos pode-se afirmar que não há variedades específicas para o cultivo orgânico e há produtores que fazem suas próprias mudas. O cultivo em estufas requer do produtor preparar sacolas de plástico para plantar as mudas. apesar de ser a baixa mais indicada não há outras restrições. do fungo oídeo. As estufas altas são mais caras. entendendo que as bolsas plásticas substituem o canteiro. em uma área pequena. No cultivo em estufas provavelmente aparecerão problemas diferentes daqueles encontrados em plantações em solo. o produtor poderia optar pelo colha e pague. digamos mais adequado a filosofia de produtos orgânicos. e a aplicação de defensivos agrícolas melhorando a qualidade das “frutas”. por exemplo. não sendo assim orgânico. tanto do ponto de vista organoléptico como de contaminantes químicos e microbiológicos. Embrapa Clima Temperado. Antunes. Quanto ao cultivo orgânico em estufas Segundo o pesquisador Luis Eduardo C. pois o cliente poderia fazer sua própria opção de fruto in loco. Com mil/metros quadrados o cliente poderia ter uma variedade de plantas ao redor de  mil plantas e produzir. pelos padrões de rendimento em cultivo orgânico. A incidência em estufa seria. principalmente com estufins baixos.

aparas. Cacau. Produto Orgânico O produto orgânico é cultivado sem o uso de adubos químicos e os chamados agrotóxicos. folhas. apontam para um movimento acima de U$ 0 bilhões nos EUA e U$ . O plantio de orgânicos vem contando com a participação de diversas entidades como o programa de pesquisa em Agricultura Orgânica da Emcaper (Empresa Capixaba de Pesquisa. saudável. milhões de dólares por ano. O produto orgânico é um produto limpo. é a Argentina que apresenta maior nível de crescimento. Americano (U$ . Assistência Técnica e Extensão Rural). milhões de dólares. Laticínios. O movimento anual interno brasileiro está estimado em U$  milhão de dólares. as estimativas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. bilhões em todo o mundo para este ano. Na América do Sul. especialmente com Café. totalizando um movimento global de . e de diversos trabalhos realizados por ONG’s. Os mercados que mais cresceram foram: Europeu (U$  bilhões/ano). Em matéria da Gazeta Mercantil de  de junho de 999.Cultivo Orgânico O mercado mundial de produtos orgânicos tem crescido de 0 a 0% anualmente. . Açúcar e Caju. Frutas secas. estima-se um movimento de U$ . restos de verduras. bilhões/ano) e Japonês (U$  bilhão/ano). A função dos 9 AgriculturA e PecuáriA inclusive para levantamento de preços e optar por uma que mais se encaixe com as suas necessidades. Conservas e Cereais. que provém de um sistema de cultivo que respeita as leis da natureza e a preservação dos seus recursos. as áreas cultivadas organicamente já representam uma parcela visível na área agrícola total de diversos países.. principalmente com Hortigranjeiros frescos. etc. Como conseqüência. Em relação ao mercado externo. Soja. Resíduos como esterco. são adicionados na compostagem ou canteiros para que sejam decompostos e transformados em nutrientes para as plantas.

solta. a garantia ao consumidor de estar consumindo produtos orgânicos. M. 0 . No Brasil existem  produtores com o selo orgânico fornecido pelo IBD.embrapa. localizado em Botucatu.Empresa Capixaba de Pesquisa. Este selo só é conferido após rigorosos exames de controle de qualidade de solo.microorganismos é.br Jacimar Luis de Souza. dentre outros. permeável à água e ao ar.INSTITUTO BIODINÂMICO DE DESENVOLVIMENTO RURAL.Sc.. fiscaliza e certifica produtos orgânicos no Brasil de acordo com normas internacionais. São Paulo. INCAPER . Pode-se dizer que a produção orgânica provém de pequenos núcleos familiares que tiram da terra o seu sustento. engenherio agrônomo.embrapa. água.br Site: http://www.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Telefone: ()  ramal:  Fax: () 0 E-mail: antunes@cpact. INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: Luis Eduardo C. tornar a terra porosa. Assistência Técnica e Extensão Rural. Telefone: ()  Fax: ()  E-mail: jacimarsouza@yahoo. além de transformar a matéria orgânica em alimento para as plantas.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugerimos contactar os diferentes núcleos de pesquisa sobre cultivo orgânico e preparar um plano de negócio antes de dar início a qualquer atividade. selo de Certificação O selo é a certificação.com. Antunes EMBRAPA Clima Temperado .cpact. reciclagem de matéria orgânica. O IBD .

Assistência Técnica e Extensão Rural.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Acesso em:  de fev.gov.Empresa Capixaba de Pesquisa. Acesso em:  de fev. Sistema de Produção do Morango. cnptia.Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia ANTUNES.br>. 00. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.br>.gov. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Para cultivares de Tomates sugerimos contactar a Embrapa. Luis Eduardo Corrêa.com.naturalrural. Disponível em: <http://www. Acesso em: NATURAL RURAL . Disponível em:<http://www. IBD .com. EMBRAPA . Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de fev. 00. Acesso em:  de fev.br/FontesHTML/Morango/SistemaProducaoMorango/index. . Disponível em: <http://www.Portal de orgânicos na Internet. Acesso em:  de fev.embrapa. Jaime. htm>.ibd. 00.embrapa.Instituto Biodinâmico de Desenvolvimento Rural. 00.br/>. DUARTE FILHO. Disponível em: <http://www. INCAPER .incaper.br/>.es.

Estas variedades. são as que apresentam maior produtividade e melhor adaptação ao clima da região. dentre as muitas trabalhadas. Também deseja saber quais as condições de solo. Característica de regiões de clima temperado. A EPAMIG – Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais. localizada em uma região cujas condições são semelhantes às dos estados do sul do país.. O pH do solo. Nesta fazenda. cultivo de oliveira Deseja saber se existem mudas de oliveira adaptadas para o cultivo no Brasil. duas variedades têm-se destacado nas pesquisas: a variedade “Grapollo”. clima e relevo mais favoráveis ao cultivo. a oliveira é uma planta que necessita de baixas temperaturas no período que antecede a floração para que se obtenham resultados satisfatórios na produção. vem desenvolvendo um trabalho pioneiro de pesquisa e cultivo de oliveiras.00 metros e regime de chuvas superior a 00 mm são suficientes para produções econômicas. altitudes que variam entre 00 e . que deve ser superior a . destinada à extração de óleo.  . também interfere na qualidade da produção. Para o pesquisador da EPAMIG Luiz Eugênio Santana de Mattos. principalmente do azeite. a oliveira foi trazida ao Brasil por imigrantes há quase dois séculos. que já demonstraram resultados bastante satisfatórios. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De origem européia. e a variedade “Ascolana” destinada à produção de azeitonas de mesa. através da Fazenda Experimental de Maria da Fé. temperaturas de inverno com médias entre  e 0ºC.CULTIvO DE OLIvEIRAs PALAvRAs-ChAvE Oliveira. e encontra nos estados do sul do país condições climáticas favoráveis ao seu cultivo.

o material sofre decantação. Elas permanecem nessa solução por um período de até 0 horas e. moendas de granito transformam as azeitonas em uma pasta densa.A mudas podem ser plantadas em qualquer época do ano. Somente após quatro anos de plantio é que as mudas tornam-se produtivas. filtrado e armazenado. O ideal é submetê-las a um processo de curtimento. A extração é realizada em três etapas: primeiro. que resulta em óleo. As azeitonas. elas são muito amargas. a colheita deve ser realizada após a completa maturação do fruto. Uma característica dessa fruta é ser imprópria para o consumo logo após a colheita. é então recolhido. As pesquisas indicam que condições adequadas aliadas ao uso da tecnologia podem proporcionar uma excelente produção de azeitonas: cada oliveira é capaz de produzir de 0 a 00 quilos de frutos por safra. pois. Fumagina. Tudo isso é recolhido em tanques e. mas devese optar preferencialmente pelo plantio no período chuvoso. nesse estado. recomenda-se entrar em contato a  AgriculturA e PecuáriA A oliveira é uma cultura que produz por muitos anos. Já a colheita deve ser realizada nos meses de janeiro e fevereiro. usando solução de hidróxido de sódio. As principais doenças e pragas que afetam as oliveiras são: Tuberculose da Oliveira. As destinadas à mesa devem ser colhidas manualmente. após o completo desenvolvimento dos frutos. Antracnose da Oliveira. Mosca da Oliveira e diversas espécies de formigas. de acordo com as características de cada variedade. água e mucilagens. evitando “machucaduras”. o que aumenta os custos da produção. Essa pasta é submetida a uma prensagem gradativa. até se tornarem adocicadas. Para obter maiores informações. podem ter dois destinos: podem ser utilizadas para o consumo em mesa ou para a extração do óleo de oliva. O plantio realizado no período seco necessita de irrigação até o completo “pegamento” da muda. em seguida. após um dia de repouso. . O óleo. Cochonilhas. Já para a fabricação de azeite. devem ser lavadas em água limpa por  a 0 dias. mas que possui um desenvolvimento inicial bastante lento. quando o percentual de óleo é maior. concentrado na parte superior.

acesso em  de jan. Carlos A. Informe técnico sobre o trabalho de pesquisa e cultivo de oliveiras desenvolvido pela EPAMIG.br E-mail: faleconosco@epamig. de A. Disponível em <http://www.br/informativos/cultivo_azeitona.br Fone: () - REFERêNCIAs “Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas”. 00.epamig.htm>. V. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jan.epamig.EPAMIG: EPAMIG – Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais Site: http://www.

em clareiras e ou intercalar a outras plantas nativas ou plantadas. PALAvRAs-ChAvE Deseja obter informações sobre cultivo de pequi em larga escala e sobre o procedimento de extração do óleo de pequi destinado à produção de biodiesel.Pequi. extração de óleo de pequi. magnésio e matéria orgânica. profundos e porosos. biodiesel. Desta forma. sobre o cultivo do pequizeiro Escolha de Cultivares O pequizeiro tem grande diversidade genética. e os cultivares são originados de seleção natural. O plantio por sementes apresenta o inconveniente  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE PEQUI . pobres em cálcio. bem drenados e tolera solos pobres e ácidos. geralmente ácidos. cultivo de pequi. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. É recomendável o seu plantio em sistemas agroflorestais com outras espécies. Um cultivar de porte anão e precoce. Preparo e Conservação do solo Requer solos profundos. óleo de pequi. objetivando conciliar os interesses ecológicos e econômicos. submetidos a períodos chuvosos e secos bem definidos. o preparo do solo pode resumir-se no preparo de covas para plantio. com plantas homogêneas quanto a características desejáveis e ausência de espinhos no caroço vem sendo desenvolvido através de pesquisas Escolha do Local O pequizeiro é encontrado nos solos de cerrado. Propagação A propagação do pequizeiro pode ser feita por sementes ou por meio de enxertia.

Após o tratamento e secas à sombra. com plantas de características variadas. Em seguida faz-se o descarte das sementes chochas. brocadas e manchadas. A coleta vai de outubro a janeiro. via úmida. Para se obter melhores índices de germinação os frutos devem ser coletados logo após a sua queda ao chão. A despolpa pode ser feita também em betoneira. por agitação da mistura das sementes com brita média e grossa. Já o processo da enxertia assegura a obtenção de plantações uniformes. com boa produção de frutos e com as características desejadas para sua finalidade.  . O procedimento de remoção da polpa deve ser realizado em água corrente. o que é garantia de seu completo amadurecimento. Após despolpadas. dependendo da região produtora. Para plantios futuros. imersas em solução a  % por 0 minutos. as sementes são secadas em um lugar ventilado e com sombra durante uma ou duas semanas. Quando bem conservadas. não encardidas. Após a coleta retira-se a casca do fruto e as sementes ou caroços. recomenda-se o tratamento das sementes despolpadas com solução de Benomyl a 0 %. enquanto que a enxertia pode ser feita de outubro a março. As sementes devem ser provenientes de plantas sadias. OBTENÇÃO E TRATAMENTO DAs sEMENTEs: A produção de mudas inicia com a seleção das plantas matrizes que devem ser identificadas e preservadas para futuras coletas de sementes ou ramos para enxertia. as sementes podem ser acondicionadas em sacos de estopa e armazenadas em lugar fresco. sendo que estes devem permanecer amontoados dentro de um recipiente limpo e à sombra durante uma semana. as sementes apresentam amêndoas com coloração clara.de originar cultivos não uniformes. para facilitar a remoção da polpa (despolpa). Formação de Mudas I.

As mudas devem ser transplantadas para os sacos de polietileno o mais cedo possível. e apresentar as dimensões de  cm x  cm x 0. rapidez e concentração da germinação num determinado período (de três a quatro meses após a semeadura ). Deve-se evitar o transplantio de mudas já enfolhadas para não causar danos ao sistema radicular. para que as mudas não fiquem muito abafadas. espaçadas de 0 a 0 cm entre si. formando apenas uma camada de sementes.  ou  filas justapostas. As sementes mais secas apresentam maior absorção e maior efeito do produto. As mudas devem  AgriculturA e PecuáriA II. contendo  g do ingrediente ativo para  litros d’água) e semeadas em seguida.Para se obter melhor índice. . GERMINAÇÃO A germinação ao natural é baixa e lenta. Os sacos devem ser de cor preta. Neste caso. sEMEADURA E TRANsPLANTIO: A sementeira deve ser construída a céu aberto (sem cobertura). Este produto também promove maior crescimento das mudas. assim que se perceba o início da emissão da radicela. ou outro material similar disponível. com leito de 0 centímetros de espessura de areia grossa de rio e peneirada. pó de serra curtido. com capacidade para quatro litros de substrato. III. que é recoberta com um centímetro de vermiculita média. mm. os sacos devem ser dispostos em canteiros de . as sementes devem ser mergulhadas por  horas em solução de ácido giberélico (  pacote de 0 g do produto comercial Progib. sanfonados e perfurados na base e na lateral. atingindo 0 a 0 % ao longo do ano. deve-se fazer regas diárias. mantendo-se úmido o leito da sementeira. O viveiro deve ser feito a céu aberto e. Os caroços são semeados justapostos com folga de aproximadamente um centímetro entre eles. em canteiros com um metro de largura e comprimento variável. Logo após a semeadura e durante o período de germinação. que ficarão prontas para o plantio no início da estação chuvosa seguinte. pode-se usar o ácido giberélico.

TRANPLANTIO Para garantir maior pegamento das mudas. mas que não coincidem com o período de florescimento e frutificação da espécie.permanecer no viveiro até a próxima estação chuvosa. ENXERTIA A enxertia pode ser feita por garfagem lateral simples. quando estarão aptas para o plantio no campo ou para a enxertia. Deve ser processada em ambiente de viveiro com 0 % de sombra. encharcando a cova com água durante o plantio (plantio na lama ou no barro). para não provocar seu destorroamento durante o plantio da muda. Maiores índices de pegamento são obtidos quando a enxertia é realizada em meses quentes do ano. A enxertia deve ser realizada somente nas mudas vigorosas e quando atingirem de 0. sugere-se preparar no máximo 00 litros de substrato a cada vez. vI. de preferência. em áreas não cultivadas. A terra para o substrato deve ter de 0 a 0 % de argila e não ser arenosa. Para uma mistura uniforme.0 cm de diâmetro do caule e 0 a 0 cm de altura. 00 litros 0 litros  . aproveitando o período seco ou menos chuvoso para essas atividades. utilizando o subsolo abaixo de 0 cm de profundidade. Se as mudas forem enxertadas. a . Para o preparo do substrato utilizar: terra de barranco. por garfagem no topo ou por borbulhia tipo escudo ou placa. PREPARO DO sUBsTRATO E ADUBAÇõEs PARA O vIvEIRO O preparo do substrato e o enchimento dos sacos de polietileno devem ser feitos com antecedência ao transplantio das mudas. para depois agregar esta mistura ao restante da terra. desenvolvimento e seleção dos enxertos. v. Iv. deve-se transplantar somente aquelas com folhas maduras. A terra deve ser coletada. o plantio deverá ser feito somente após a brotação. Primeiramente misturam-se o calcário e os adubos químicos e estes com apenas  kg da terra do substrato. esterco de curral curtido.

Para minimizar a incidência de podridão-de-raízes.  g de sulfato de cobre. O superfosfato simples mais os micronutrientes ou FTE podem ser substituídos por 00g de Termofosfato Yoorim Master. g de uréia ou . elas devem receber adubações nitrogenadas em cobertura. II. ABERTURA E PREPARO DAs COvAs As covas devem ter as dimensões de 0 x 0 x 0 centímetros. As formigas devem ser controladas por aplicações de formicidas disponíveis no mercado. na dose de 0.0 g de sulfato de amônio por planta. 9 AgriculturA e PecuáriA . vII. regando normalmente as mudas encanteiradas. mensalmente.calcário dolomítico (PRNT=00 %) superfosfato simples. EsPAÇAMENTO O espaçamento recomendado é de  a 0 metros entre plantas. A ferrugem pode ser controlada com pulverizações da folhagem com fungicidas cúpricos. Preparo para o Plantio I.  g de sulfato de manganês. O controle de cupins deve ser feito por destruição mecânica dos cupinzeiros associada com aplicação de cupinicidas. e sacos plásticos bem perfurados na lateral e no fundo. cloreto de potássio FTE BR  00 g 00 g 0 g 0 g (ou 0 g de sulfato de zinco. A adubação é feita de acordo com os resultados da análise de solo. para não acumular água. com boa aeração e drenagem.  g de bórax e  g de molibidato de amônio). adicionando-se  g de uréia ou 0 g de sulfato de amônio por regador de 0 litros de água. recomenda-se não irrigar em excesso e usar substrato com até 0 % de esterco e 0 % de argila. CONTROLE DE DOENÇAs NO vIvEIRO: As principais doenças constatadas em mudas de pequi são a podridão-de-raízes e a ferrugem das folhas. Durante a formação das mudas. Outra maneira prática de se fazer essas adubações é via água de irrigação.

com um. não corrigidos. acrescentar sulfato de zinco. são recomendadas três adubações em cobertura. g Os micronutrientes podem ser substituídos por 0 g de FTE BR . Retirar o saco plástico ou outra embalagem que envolve a muda. Fazer uma bacia ao redor da cova. pode-se usar: a) Em solos argilosos. cloreto de potássio. quatro e cinco ou mais anos de idade. sulfato de cobre e sulfato de manganês. incorporar por cova de plantio: calcário dolomítico ou magnesiano (PRNT=00 %) superfosfato simples. sulfato de cobre.Na ausência da analise do solo. Adubação de Cobertura Após o plantio. em doses equivalentes 0 . Para evitar toxidez e desequilíbrios nutricionais nas mudas. o superfosfato simples pode ser substituído por igual quantidade de Termofosfato Yoorim Master. três. sulfato de zinco. tanto as doses de calcário como de superfosfato simples devem ser reduzidas para 0 % e 0 %. e cobrir a superfície da cova em volta da planta com material vegetal seco. dois. sulfato de manganês. respectivamente. a cada 0 dias. Apertar a terra levemente ao redor da muda e regar bem. Plantio O plantio deve ser feito no início da estação chuvosa. respectivamente. 0. até o final do período chuvoso. Plantar no centro da cova sem abafar o tronco com a terra. b) Em solos de textura média e arenosa. Sugerem-se adubações anuais nas doses de 0. os fertilizantes devem ser bem misturados com toda a terra da cova. de modo a armazenar maior quantidade de água. dispensando-se neste caso a aplicação de outras fontes dos micronutrientes. 00 e 0 g da fórmula 0-0-0 por planta. com  g de sulfato de amônio e 0 g de cloreto de potássio por cova.0 g 0. 00 g 0 g 0 g 0 g g g . 00. bórax molibidato de amônio.

. Quando os frutos atingem a fase de maturação.Tratos Culturais Capinas: a fim de evitar competição com o pequizeiro. cujo controle consiste em podar os ramos doentes 0 centímetros abaixo das partes lesionadas e pincelar as extremidades com calda ou pasta à base de fungicidas cúpricos. de modo uniforme em toda a área sob copa. O uso de mudas enxertadas permite antecipar a frutificação para o segundo ou terceiro ano após o plantio. As principais doenças do pequizeiro na fase de crescimento. envolvendo o caule da planta. com coroamento. semelhante a uma saia e impedindo o acesso e o dano das formigas às folhas. O ataque de formigas pode ser evitado com a colocação de copos plásticos descartáveis de 00 ml. para mudas produzidas a partir de sementes. % e . Colheita e Comercialização O fruto está maduro quando a casca do tronco da planta apresentase mole. A produção do pequizeiro inicia a partir do quarto ou quinto ano após o plantio. são o Mal-do-Cipó e a morte descendente da planta. Controle de pragas e doenças: o controle de cupins e formigas deve ser feito por destruição mecânica dos ninhos e utilização racional de cupinicidas e formicidas disponíveis no mercado. . por meio de capinas manuais. A maturação e colheita ocorrem normalmente no período de novembro a março. % da fórmula. de boca para baixo. ao redor da planta. A incidência de percevejos nos frutos poderá ser controlada naturalmente através do consórcio com outras plantas. e parcelar essas doses em três aplicações em cobertura. durante o período chuvoso. deve-se realizar o controle de plantas daninhas. não se deve colher sementes de plantas doentes ou retirar seus ramos para enxertia. eles desprendem-se da planta caindo ao chão. respectivamente. A produtividade de pequizeiros adul AgriculturA e PecuáriA a  %. no sistema agroflorestal.

Segundo o professor Miguel Dabdoub. no espaçamento de 0 x 0 m. Antônio. “A Cultura do Pequi”.00 litros de óleo de pequi.  . EMATER-MG. maio 00. dentre os quais encontra-se o óleo de pequi. Disponível em <http://www.mg. Para obter maiores informações e esclarecimentos.htm>. sobre a extraçâo do óleo de pequi para a produçâo de biodiesel O óleo das sementes de pequi pode ter diversas aplicações.emater.br/ site_emater/Serv_Prod/Livraria/Fruticultura/Pequi. em condições naturais. pode-se esperar uma produtividade de até 00 caixas / ha / ano. O procedimento utilizado pelo LADETEL para a obtenção do óleo de pequi foi a extração através do solvente hexano. SALVIANO.00.gov. varia de 00 a 000 frutos por planta por ano. dentre as quais está a produção de biodiesel.Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas Fone: () 0- REFERêNCIAs SOUZA. Em sistema de cultivo homogêneo. Agro Ildeu de. o que equivale a  a 0 caixas por planta / ano.tos. O Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas (LADETEL) da Faculdade de Filosofia. recomenda-se entrar em contato com o LADETEL: LADETEL . É importantíssimo lembrar que o óleo de pequi obtido através de extração por solvente não pode ser destinado ao consumo alimentício. Deve-se deixar as sementes em contato com o solvente até a total extração do óleo. Acesso em: 0 de mar. 2. de cada hectare plantado podem ser obtidos até . e depois deve-se promover a evaporação do solvente. conforme legislação da ANVISA. Ciências e Letras da USP Ribeirão Preto já produz biocombustível a partir de diversos óleos vegetais.

Acesso em: 0 de mar. DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA BERNARDES. 00 . Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de mar. Disponível em <http://www. “Laboratório testa biodiesel com óleos de plantas brasileiras em veículos e locomotivas”. V. htm>.br/agen/repgs/2003/pags/280.usp. 00. //00. Júlio.Contato telefônico com o LADETEL .Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas. de A. Agência USP de Notícias. Carlos A.

O P. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA As espécies do gênero Pinus são amplamente utilizadas em reflorestamentos no Brasil. devido principalmente ao seu rápido crescimento. chapas de fibras e de partículas. A madeira do pinus é usada em construções leves ou pesadas. tem sido fundamentada principalmente no uso final da  . semeadura: em sementeira. na produção de celulose e papel. cultivo de pinus Informações sobre o cultivo de pinus e sua rentabilidade.CULTIvO DE PINUs PALAvRAs-ChAvE Pinus. Plantio: Preparo do terreno: l Construção de estradas e aceiros l Desmatamento e aproveitamento de madeira l Enleiramento ou encoivaramento l Queima das leiras l Desenleiramento l Combate à formiga l Revolvimento do solo l Sulcamento e/ou coveamento Espaçamento: A escolha do espaçamento de plantio. entre outros. na produção de laminados. em canteiro de mudas embaladas e em canteiros de mudas de raiz nua. O pinus também pode ser utilizado na implantação de quebra ventos(). sementes: As sementes podem ser obtidas das árvores existentes na região ou compradas em locais especializados. compensados. na maioria dos planejamentos florestais. elliottii também é muito utilizado para a extração de resina.

00 . os reflorestamentos são a principal fonte de matéria prima para abastecimento industrial. Nos plantios de pinus. As mudas mal plantadas são arrumadas por um operário que segue a máquina. O replantio deverá ser realizado num período de 0 dias após o plantio. considerando a origem da madeira.00 Unidade m m  AgriculturA e PecuáriA madeira.. costumam ser utilizado o espaçamento de m x m e . através da vigilância e do combate na fase de preparo do solo. e Eucalytus sp. Tratamentos especiais: A limpeza é realizada até que as plantas atinjam um porte suficiente para dominar a vegetação invasora A prevenção ao ataque das formigas cortadeiras deve ser realizado constantemente. tecnológico e econômico. O espaçamento tem uma série de implicações do ponto de vista silvicultural. Aspectos econômicos: Os dados da evolução do consumo. distribuição de mudas e plantio propriamente dito. quando a sobrevivência deste é inferior a 90%.Métodos de plantio: Plantio manual: consiste inicialmente no balizamento e alinhamento. . bem como as práticas de exploração e manejo florestal e conseqüentemente os custos de produção. abertura de covas. notadamente de Pinus sp. sua fonte de matéria prima. na qual a localização e o próprio combate são facilitados. As indústrias de papel e celulose têm nos reflorestamentos. sendo este processo utilizado para mudas de raiz nuas. a idade de corte. mostra que. a partir do ano de 99. Ele influencia as taxas de crescimento das plantas. Ao mesmo tempo duas rodas convergentes fecham o sulco. a qualidade das madeiras.m x .m. Preços praticados no mercado (fonte: TecnoFlora Florestal): Pinus em pé no estado do Paraná Região Cascavel Ponta Grossa e Guarapuava Diâmetro >0 a 0 cm - cm Preço R$ . Plantio mecanizado: consiste de um trator que transporta as mudas e abre a cova com um disco sulcador enquanto um operário distribui as mudas. florestas naturais e plantadas.

00 0.00 .00 .0 .0 . Tibagi e Castro Ponta Grossa. Cianorte Tunas do Paraná >  cm 0- cm Pinus em tora no estado do Paraná Região Castro e Pitanga Diâmetro -0 cm 0- cm - cm -9 cm 0- cm -9 cm 0cm e acima - cm - cm - cm  cm e acima Gal Carneiro.00 9.00 9.0 .0 Unidade st m m m m m m st st st ton m m OBs Guarapuava e Piraí do Sul Sengés e Jaguariaiva 0.00 . st= ton  .00 . Fazenda Rio Grande.0 .00 .00 .0 a .00 .00 . Alto Paraná.00 a 9.00 .00 0.00 a .00 .00 a .0 0. . . Contenda Mandirituba Gal Carneiro e União da Vitória > cm -9 cm 0- cm 0- cm - cm - cm >  0- cm - cm > cm 0-0 cm 0-0 cm >0 cm - cm 9- cm - cm > cm 0- cm - cm > cm .00 .Ponta Grossa e Prudentópolis Ponta Grossa.00 0.00 -.00 .0 . Campo Mourão.00 9. Irati e União da Vitória 0- cm -0 cm Preço R$ 9. Campo Largo.00 . 0.00 .00 .00 .0 m st st st st st st st st st st st st st st st st st st st m st Teixeira Soares e Irati Castro e Reserva Maringá.00 .00 .

maior o  AgriculturA e PecuáriA .0 .00 . que poderá ser maior. em valores de hoje.0 . ao final do seu ciclo (período de maturação) tem-se o retorno do investimento. é feita em função da própria recuperação do investimento. A análise da RBC. Se a RBC for igual a um. tem-se que: .00 0.0 .00 . a aceitação ou rejeição do projeto terá de ser avaliada sob outros aspectos. Assim. . .00 .00 . menor ou igual ao montante investido. 9.00 .00 9.se RBC >  -------à o investimento é vantajoso e aceita-se o projeto.00 . como a taxa de juros e o ciclo de vida do projeto para decidir sobre sua aceitação ou não. desta forma.00 . não há excedente econômico. para efeito de aceitar ou rejeitar um projeto de investimento. isto é.0 0. . pode-se dizer que: investindo-se uma certa quantia em determinado projeto. RBC = . . Quanto maior o valor da RBC.se RBC <  -------à o investimento não é vantajoso e rejeitar o projeto.00 9.0 m m m m m m m m st st st st st st st ton m m m ton ton ton podada Curiuva  ton=m Telêmaco Borba -0 cm 0 cm e acima  ton=m De um modo bem simples.00 0.0 .Bituruna Palmas - cm -0 cm  cm e acima 0- cm -0 cm - cm -0 cm  cm e acima  a  cm - cm - cm  cm e acima  a  cm - cm - cm < cm - cm - cm  a 0 cm 0-0 cm .0 .

não aplicar um capital que você não poderá perder. o mercado vem remunerando bem a madeira de pinus e há uma tendência de valoração de preço. Nos últimos tempos. nitidamente. Desde cedo é de extrema importância uma visita a cooperativas de  . a cultura do pínus é. Mercados promissores de painéis reconstituídos como MDF e OSB estão se fortalecendo.Resultado da análise econômica pela RBC O pinus é uma cultura com excelente retorno econômico. Por esse motivo. Como pode ser visualizada. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs É sempre importante saber que nesse mercado os retornos sobre o investimento demoram por volta de  a  anos dependendo do desenvolvimento e dos cuidados com a vegetação. Gráfico 1 . que geram bons rendimentos no pátio industrial. a que apresentou a maior vantagem econômica pelo critério da RBC. de acordo com o diâmetro das toras. principalmente naqueles sortimentos em que ocorre um melhor aproveitamento da madeira. Os sortimentos de madeira a serem produzidos são para celulose. com a vantagem de ter uma baixa utilização de mão-de-obra e de insumos e apresentar receitas nas épocas dos desbastes e corte raso.retorno do capital investido e vice-versa. O gráfico  sintetiza os resultados da avaliação das culturas selecionadas para análise. serraria e laminação.

br>.com. Acesso em:  de nov. .REFERêNCIAs . 00. . 00.embrapa. Acesso em:  de nov.br>. 00.com. .ambientebrasil. Disponível em: <http://www. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA madeira presentes em seu estado para avaliar quanto você vai produzir e.sebraes. já ter fechado contratos com futuros clientes. como a industria de papel e celulose que já compram madeira antes mesmo do início do cultivo.br>. Acesso em:  de nov. . Disponível em: <http://www.com. EMBRAPA . Acesso em:  de nov. 00. Ambiente Brasil. Disponível em: <http://www. agroecologica.br>. Portal da Revista Agroecologia Hoje. SEBRAE ES . se possível.Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Disponível em: <http://www. Samir Sayed NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de nov.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Para obter um melhor aproveitamento das sementes de pupunha. sadias e que produzam perfilhos.CULTIvO DE PUPUNhA PALAvRAs-ChAvE Pupunha. Deve-se trocar a água diariamente para evitar fermentação excessiva. pois provavelmente não germinarão. recomenda-se acessar o documento disponível através do link abaixo: Cultivo de pupunha 0 . Selecionados os frutos. As sementes que boiarem devem ser descartadas. os frutos devem ser colhidos quando maduros. Depois de colhidos. mantendo-as nesta solução por  minutos. sementes de pupunha Deseja saber qual é o melhor método de quebra de dormência das sementes de pupunha. os resíduos da polpa devem ser removidos esfregando as sementes em peneira de malha grossa. deixando-as de molho por um período de  a  dias. devendo ser provenientes de plantas matrizes sem espinhos. trate as sementes com água sanitária comercial diluída na proporção de :. pois com a secagem elas perdem rapidamente o poder germinativo. as sementes devem ser lavadas com água. Feito isso. Lave-as novamente em água corrente e deixe-as secar a sombra por um dia. e se necessário. corte-os e retire as sementes manualmente. Para obter maiores informações a respeito do cultivo de pupunha. Após isso. as sementes devem ser semeadas o mais rápido possível. devem ser selecionados os de bom aspecto e que não tenham sido atacados por fungos e pragas. Em seguida.

DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA . de A. L. LUNZ.cpafac. “Cultivo da pupunha para palmito no Acre”. 00. 00. Carlos A. Embrapa Acre. p. A. acesso em  de mar. Disponível em <http://www. Rio Branco.REFERêNCIAs BERGO. V.br/pdf/cirtec31. P. 000.embrapa. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar. M. . C.pdf>.

processo de rotação de cultura no contexto da produção de soja. sobre mudanças econômicas que ocorreram no Brasil nos últimos anos. manuseio de herbicidas e descarte de embalagens. o texto Custos de Produção Agrícola da CONAB. inoculação das sementes com Bradnhrizobium. controle de plantas daninhas. disseminação. instalação da lavoura. exigências climáticas para uma boa produção. custo de produção. resistência. variáveis e operacio-  . IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA No documento Tecnologia de Produção de Soja Região Central do Brasil 00 encontra-se uma série de informações sobre produção de soja: Histórico do cultivo de soja no país. a expansão no cultivo nos últimos anos. na região de Tacuru no Mato Grosso. as quais levaram que se buscasse obter formas mais eficientes de se calcular custos agrícolas. pois a partir delas. manuseio de insetos-pragas. semeadura direta. retenção foliar e haste verde. No sentido de se buscar obter os custos referentes à produção agrícola. inicialmente. tecnologia das sementes e colheita. até quanto será o custo de produção da soja. produtos agrícolas. após dividir os custos agrícolas em custos fixos. Em seguida o texto apresenta a nova metodologia de cálculo de custos usada no referente estudo. Companhia Nacional de Abastecimento. Correção e manutenção do solo. manejo do solo.CULTIvO DE sOjA PALAvRAs-ChAvE Soja. No último capítulo o estudo. doenças e medidas de controle. pode-se ter condição de saber desde o que deve ser feito para se ter um solo bem preparado. Tipos de cultivares. perspectivas de mercado. insumos agrícolas Informação sobre os custos de produção da lavoura de soja. Esse texto versa. trás informações gerais sobre cálculo de custos na atividade agrícola. dissecação em pós-colheita de soja. mensurando em seguida os componentes de custos. Essas informações são úteis para que se faça um planejamento satisfatório da implantação de uma lavoura de soja.

sementes. para terrenos novos.. na região de Sapezal-MT. reais. deve-se ter uma preparação maior do solo. reais provenientes de despesas financeiras com juros. via plantio convencional.Agora especificamente sobre o cálculo dos custos referentes à produção de soja. . recepção.Safra 2005/06 encontra-se uma série de tabelas com os custos de produção de soja (entre outros insumos agrícolas) em diferentes regiões. entre outros procedimentos.. Sendo que 9. mão-de AgriculturA e PecuáriA nais. via plantio direto. . referentes à remuneração esperada sobre capital fixo e renda de terras. que envolve operação com aviões. quando comparado com o custo referente ao de uma lavoura plantada em um terreno já cultivado.9 reais. mão-deobra temporária. por hectare. na região de Primavera do Leste-MT. gastos com depreciações de benfeitorias/instalações. que engloba transporte externo. secagem e armazenamento 0-d. reais. . versa sobre cada item que compõe cada um dos três diferentes tipos de custos citados. limpeza. produção essa tanto via cultivo convencional. e . é no total de . fertilizantes e defensivos. devido à manutenção periódica de maquinários. Para um terreno já cultivado os custos de produção de uma lavoura de soja variam de acordo com o tipo de plantio e com a área onde a soja está sendo plantada. Assim. o custo de produção de soja será maior. que consiste em operação com aviões. PROAGRO e assistência técnica. nutri-lo. sabe-se que inicialmente devem-se considerar as condições prévias da área onde se pretende plantar a soja. . estabilizá-lo. encargos sociais e seguro de capital fixo. operações com máquinas. reais se deve a gastos com custeio da lavoura. devem-se usar inicialmente variedades específicas de sementes. de implementos e de maquinários. gastos com despesas de custeio da lavoura.Safra de Verão . deve-se proceder a um processo de calagem por um período de  a  anos. No documento Custos de Produção . é no total de .9 reais.0 reais. por hectare. quanto via plantio direto. reais. Os custos de cultivo de soja. Já os custos de cultivo de soja. operações com máquinas. . gastos com despesas do pós-colheita.0 reais. Caso o terreno seja novo. Sendo esses divididos em 9. deve-se proceder a uma efetiva abertura da área a ser plantada. mão-de-obra fixa. que busque domesticá-lo.

como informou Mauro Osaki pesquisador do CEPEA.cnpso. Embrapa Soja.embrapa. REFERêNCIAs EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Finalmente. Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada. sementes. por exemplo.obra temporária. . Disponível em: <http://www. seguro da produção. Embrapa Agropecuária Oeste. mais próxima.Safra de Verão . 00. fertilizantes e defensivos. Disponível em: <http://  . br/download/publicacao/central_2005. limpeza. Embrapa Cerrado. órgão da ESALQ/USP. mão-de-obra fixa. de implementos e de maquinários. reais com depreciações de benfeitorias/instalações.br/download/safra/custosproducaometodologia. 00.0 com gastos com manutenção periódica de maquinários. 9p.pdf>. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Caso queira calcular o custo exato de implantação da pretensa lavoura de soja. Com. que a partir de uma análise das condições do local onde se pretende plantar a soja e das particularidades regionais. reais com despesas com juros. assistência técnica.gov. Vale ressaltar que engenheiros agronômicos podem ser conseguidos de forma direta e particular ou via órgãos estaduais e municipais de apoio ao produtor rural. 00. referentes a remuneração esperada sobre capital fixo e renda de terras.Safra 2005/06. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo. . encargos sociais e seguro de capital fixo. reais com despesas pós-colheita. Custos de Produção Agrícola CONAB.pdf>. secagem e armazenamento 0-d. Londrina-PR. a EMATER-MT. tem-se que os custos fornecidos acima estão próximos dos custos praticados na região de Tacuru. Acesso em: 0 de jun. . deve-se buscar um engenheiro agronômico. Acesso em: 0 de jun. Tecnologia de Produção de Soja Região Central do Brasil 00. recepção. e 0. Empresa Mato-grossense de Assistência Técnica e Extensão Rural de Mato Grosso. . Disponível em: http://www. Fundação Meridional. as quais consistem em transporte externo. Custos de Produção . poderá fornecer o desejado.conab.

00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA www. órgão da ESALQ/USP. OSAKI. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jun. Disponível em: <http://cepea. 00. Mauro pesquisador do CEPEA.esalq.br/download/safra/CustodeProducao-SafradeVerao. . 00. Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo.Acesso em: 0 de jun.gov.br/> Acesso em: 0 de jun.usp.pdf>.conab.

O solo deve ter uma boa drenagem. suculentas Saber qual o pH adequado para o cultivo de cactos e suculentas como haworthia e echeveria e conseqüentemente como corrigir a acidez do solo se necessário. tropicais e subtropicais.echeverias. Ambas toleram regiões temperadas.com/cultivation. plantas ornamentais. Qual a drenagem necessária para o desenvolvimento deste tipo de planta? Como preparar o substrato e onde buscar bibliografia para melhorar a produtividade e a qualidade das plantas. sOLUÇÃO APREsENTADA INDICAÇõEs: Cultivating Echeveria hybrids in the Australian home (em inglês) http://www. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA O grande vilão entre estas suculentas não é a acidez do solo. mas são sensíveis a geadas (temperaturas abaixo de ºC). Afora este problema são plantas bem resistentes e o tipo de solo não interfere tanto no seu desenvolvimento quanto a sua quantidade e disposição em relação ao sistema de drenagem da água no vaso. a mesma regra pode ser aplicada as echeverias tomando o cuidado de não adicionar água se a umidade do ar estiver alta e a umidade do solo se mantever por períodos prolongados.o que apodreceria as raízes das plantas. pois somente encontrou livros que se destinam ao cultivo por hobbie.CULTIvO DE sUCULENTAs PALAvRAs-ChAvE Cactos. A regra básica é dispor o vaso com / de seixos. jardinagem. As do gênero haworthia são originárias da África do Sul e as do gênero echeveria provem dos desertos mexicanos e da América do Sul. recomenda-se o uso de cascalhos e seixos juntamente com o solo que deve possuir alguma matéria orgânica. para tanto. / de cascalhos e / de terra própria para vasos.html  . mas não tanto a ponto de reter água em excesso . mas as baixas temperaturas. De forma geral.

A maior parte delas possui potencial ornamental e é largamente empregada no paisagismo e jardinagem. pois o clima e umidade de cada região interferem no crescimento e propagação das espécies.info/ The Haworthia Society (em inglês) http://www. Mesmo estas associações confirmam que as noções sobre o cultivo dependerão da experiência de quem as cultiva.haworthia. Mas enfatizamos que a principal questão em relação a estas plantas esta relacionada com a drenagem da água.com/Plants/Crassulace- . Se o interesse é vendê-las comercialmente em larga escala. Cabe ao empreendedor a orientação de seu público local no manejo correto.desert-tropicals. Portanto os livros encontrados não se destinam necessariamente a pessoas que cultivam por “hobbie”.Se em vasos grandes ou pequenos.cactus-mall.html Haworthia. a fim de que as plantas perdurem de acordo com a destinação do local a serem plantadas definitivamente . Os solos empregados em vasos e pequenos jardins são ricos em matéria orgânica e não apresentam uma acidez elevada.ae/Echeveria.Com (em inglês) http://www. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de abr.haworthia.haworthia.org/ The cactus and succulent plant mall http://www. jardins ou jardins de inverno. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Echeveria (em inglês) http://www.com/cacmalpt. mas ao cultivo ornamental em geral. as condições favoráveis ao desenvolvimento da planta serão as mesmas. a maioria disponibiliza sites na língua inglesa e francesa.com/ Hints on cultivation of Haworthias and Gasterias (em inglês) http:// www.html CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Há muitas associações fora do país. devendo ser cultivadas separadas em vasos ou com plantas que requeiram as mesmas condições. Lá se pode encontrar uma vasta bibliografia sobre estes gêneros de plantas.

o manejo da informação. agricultura orgânica Informações gerais sobre o cultivo do tomate orgânico e o controle de pragas na zona da mata do nordeste. pois o produtor de orgânicos sabe que sua produção não estará sujeita a um controle fechado. ou ainda. que visa a boa qualidade do produto. caberá ao segundo a orientação para que o sintoma conduza a uma causa possível da praga. cresce o número de consumidores preocupados com a forma e o manejo com que os alimentos são cultivados até chegarem às prateleiras do supermercado. Por exemplo. cujo domínio de uma técnica seria a garantia de uma boa safra. O produtor deverá visar sempre o ponto de intersecção entre o conhecimento particular e empírico e o conhecimento geral e acadêmico. Abaixo disponibilizamos alguns links que tratam deste assunto especificamente. razão pela qual estamos disponibilizando links que conduzam à informações gerais para identificação com o que possa estar acontecendo e casos de estudos particulares para comparações de semelhanças e diferenças. Ou seja. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O setor de agricultura orgânica vem crescendo a uma taxa de 0% ao ano no país. Desta forma. Aqui o conhecimento empírico ganha maior importância por se tratar de uma produção mais aberta aos ciclos naturais. A questão é que não é fácil a manutenção deste manejo. sem o uso de pesticidas. A melhor arma é a informação. Isto não funciona com os orgânicos. se é constatado um fungo devido a umidade e se o cultivo do tomate é feito de modo rasteiro pode-se com o manejo por haste da lavoura garantir uma melhor areação e diminuição da taxa de umidade.CULTIvO DE TOMATE ORGÂNICO PALAvRAs-ChAvE Tomate orgânico. julgamos que o primeiro passo é a aquisição das informações gerais e o contato com especialistas da área.  . Se o primeiro lhe fornecerá os sintomas das pragas e doenças para análise.

cnph.usp. Para acessar a pagina referente ao assunto “tomate orgânico” segue o endereço abaixo. Disponível em: <http://www. .usp.br > Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de out.embrapa.teses.com os tópicos das publicações e seus autores que são especialistas na área.br:4500/ALEPH/por/USP/USP/DEDALUS/ FIND-A?FIND=Todos&BASE=Todas+as+Bases&VALUE=tomate+and+organico > A EMBRAPA –Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – lançou recentemente o livro “Doenças do tomateiro”. Disponível em: < http://dedalus.Disponível em: <http://www.br/teses/disponiveis/11/11136/tde20072005-155751/publico/LucianoTamiso. A partir da identificação da doença pode-se buscar os meios de tratamento cabíveis a um sistema orgânico.pdf> A USP disponibiliza um sistema de biblioteca virtual. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA O primeiro trata-se de uma tese desenvolvida na ESALQ-Escola Superior de Agricultura Luis de Queiros – Por Luciano Tamiso que aborda o desenvolvimento e comparação entre algumas áreas de cultivo do tomate orgânico.

o primeiro passo a ser dado nesta cultura. Temperaturas inferiores a oC prejudicam o seu desenvolvimento e causam a queda dos frutos pequenos. 1. Agrônomo Joel Lamoglia. O cultivo do coqueiro anão Onde plantar O coqueiro requer um clima quente. x . Como marcar as covas O coqueiro anão deve ser plantado em triângulo. Solos de textura franco-arenosa e profundos são os mais adequados. x . O CATI também oferece apoio aos agricultores.m (0 plantas/ha).CULTIvO E GERMINAÇÃO DO COQUEIRO ANÃO PALAvRAs-ChAvE Coqueiro anão. com temperatura média em torno de oC. O plantio do coqueiro anão requer cuidados especiais que devem ser observados. Eng. Caso o problema persista. cultivo do coqueiro anão. A partir de uma linha básica. germinação do coqueiro anão Informações sobre o cultivo do coqueiro anão e qual é o método mais fácil que permite a germinação do coco? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segue abaixo orientação sobre plantio de coqueiro anão que deve ser. ou seja um engenheiro agrônomo ou técnico. as covas 90 . orientada no sentido Norte-Sul. necessário se faz consultar um especilaista. segundo o pesquisador da Embrapa. não sendo indicados os solos excessivamente argilosos e/ou os sujeitos a encharcamento. no espaçamento de .

com o auxílio de uma corrente. preparar a cova fazendo o seu enchimento com a seguinte mistura: terra de superfície. tendo em cada extremidade e no meio uma argola. 9 AgriculturA e PecuáriA são marcadas a cada . adubo orgânico (uma lata de 0L de esterco bovino ou quantidade equivalente de outra fonte orgânica) e 00g de superfosfato simples. . abrir covas de 0 x 0 x 0cm. sendo as covas preparadas com 0 dias de antecedência. retirar um pouco de terra do centro da cova e colocar a muda.m. O plantio da muda só deve ser feito após a fermentação do adubo orgânico. Para isto. marca-se a segunda linha. e tendo o cuidado de evitar o enterrio total da semente (Figura ).Marcação das covas para o plantio do coqueiro anão Como plantar O plantio das mudas deve ser efetuado no início do período chuvoso. A partir da segunda linha marca-se a terceira e. fixando-a ao solo. Após um mês do plantio. assim. fazer a adubação de cobertura. sucessivamente. até completar a marcação de toda a área (Figura ). usando 00g de uréia e 00g de cloreto de potássio espalhados sobre a cova. Depois de aberta. Depois. tendo o cuidado de separar a terra da camada superficial (primeiros 0cm). originando a primeira linha. em torno da muda. com m de extensão.Figura 1 . Para o plantio.

etc. A necessidade de água depende de vários fatores: idade da planta. para repor os nutrientes retirados do solo pela planta. no primeiro período seco após o plantio. o tipo de solo. Podendo atingir de 0 a 0 litro/dia. A quantidade de água é crescente de acordo com o desenvolvimento da planta. quando a planta é adulta. sem conotação comercial. a limpeza de uma área ao redor da planta. a adubação deve ser baseada. ou seja. a projeção da copa. mais ou menos. a partir do º ano. 9 . no final do período chuvoso. Tratos culturais e irrigação Para evitar a concorrência das plantas daninhas por água e nutrientes.0m e atingindo . Em pequenos plantios. O tamanho da coroa varia de acordo com a idade da planta.0m de raio. Quando e como adubar A adubação deve ser realizada anualmente. recomendam-se as doses contidas na Tabela . e em solos de baixa fertilidade natural. iniciando com 0. é indispensável fazer o coroamento. necessitando de irrigação no período seco para se desenvolver e produzir bem. aplicadas de uma só vez. Preparo da cova e plantio da muda de coqueiro. De maneira geral. Em plantios comerciais. acompanhando. O coqueiro é muito exigente em água. É nessa área limpa onde são aplicados os adubos e a água de irrigação. o clima. o coqueiro deve receber de 0 a 0 litros/água/dia.Figura 2.

00m da base do coqueiro. 9 AgriculturA e PecuáriA sempre. A colheita Os frutos verdes.) é uma planta essencialmente tropical. para o consumo da água. Figura 3. devem ser colhidos com a idade de  a  meses. . o coqueiro Cocos nucifera L. Aplicação dos fertilizantes no coqueiro adulto. depois. provocam desordens fisiológicas.TABELA 1 Doses de adubos (g/planta) recomendadas para o coqueiro em diferentes fases. na análise foliar. É nesta zona. mesmo que de pequena duração. e deve ser feita na mesma área de aplicação da química. cultivado em solos de baixa fertilidade. Exigências climáticas do coqueiro Como as demais palmáceas. na análise do solo e.Os adubos devem ser espalhados na zona de aplicação indicada na Figura . Mínimas diárias inferiores a °C modificam a morfologia do coqueiro e. 02. inicialmente. com média anual em torno de °C e oscilações diárias de ºC a °C. consideradas ótimas para o crescimento e produção. sem grandes variações de temperatura. entre 0. onde está situada a maior parte das raízes ativas do coqueiro.0 e . encontrando condições climáticas( favoráveis entre as latitudes 0°N e 0°S. Temperatura O coqueiro requer um clima quente. A adubação orgânica é muito importante para o coqueiro.

a altitude em que o coqueiro pode ser cultivado. Umidade atmosférica Pela distribuição geográfica da cultura do coqueiro pode-se concluir que os climas quentes e úmidos são os mais favoráveis ao desenvolvimento dessa planta. a °N. Por outro lado. e favorecem a propagação de doenças fúngicas. agravada pelo ventos quentes e secos. de nutrientes pelas raízes. provocam queda prematura dos frutos. o aumento da transpiração foliar. coqueiros acima de 0m não são comercialmente cultivados. o tamanho da 9 . é considerado prejudicial ao coqueiro.tais como a parada do crescimento e o abortamento de flores. enquanto que na Jamaica. devido à redução da transpiração.00mm. Essa situação é amenizada em ambiente onde o lençol freático é pouco profundo ( a m). tornando-se prejudiciais apenas quando coincidem com baixa umidade atmosférica. provocado pela redução da umidade atmosférica. Pluviosidade A distribuição das chuvas é o fator que mais influi no desenvolvimento do coqueiro. À medida que se distancia da linha do equador. Tem-se observado que o número de frutos por planta. o limite máximo de altitude torna-se mais baixo. mas também da distribuição anual das chuvas. A temperatura determina também. provocando alta taxa de transpiração foliar. condições de umidade muito elevada. induz um aumento na absorção de água e. O regime pluviométrico ideal é caracterizado por uma precipitação anual de . Temperaturas mais elevadas que a ótima são toleradas. são encontrados coqueiros a 0 metros acima do nível do mar. conseqüentemente. que não pode ser compensada pela absorção de água através das raízes. No Sri Lanka. Umidade relativa do ar inferior a 0% é prejudicial ao crescimento dessa planta. com menos de 0mm de precipitação por mês. Em regiões onde o lençol freático é pouco profundo ( a  metros). ou quando o fornecimento de água é possível através da irrigação. oN. Um período de três meses. com pluviosidades mensais nunca inferiores a 0mm. além de reduzirem a absorção de nutrientes. Tem-se observado que o crescimento e produção não dependem apenas da pluviosidade total.

Intensidade luminosa . No entanto a insolação não é um bom método para avaliar a incidência de energia luminosa. pode ser prejudicial. possível falta de aeração do solo. Essa importância é maior na variedade Gigante por ser alógama. e conseqüentemente. como acontece na região litorânea do Nordeste do Brasil. principalmente quando seu estipe está danificado pela ação das coleobrocas. Contudo. 0 horas por mês. .radiação solar O coqueiro é uma planta altamente exigente em luz e não se desenvolve bem sob condições de baixa luminosidade. dificuldade de ocorrer uma boa fecundação. ainda. por um longo período. a absorção de água e nutrientes pelas raízes. é considerada ideal. lixiviação dos elementos minerais e. Todavia sob condições de deficiência de água no solo. vento Os ventos fracos e moderados favorecem o desenvolvimento do coqueiro por aumentarem sua transpiração. seu habitat. uma excessiva quantidade de chuva. no mínimo. sendo a produção recuperada somente dois anos após o fim desse período.0 Solos Escolha do solo Em geral. o coqueiro apresenta melhores condições de adaptação a solos leves e bem drenados. está quase sempre associada à presença de lençol freático pouco 9 AgriculturA e PecuáriA noz e a quantidade de copra por noz são consideravelmente afetados 0 meses após um prolongado período de seca. mas que permitam bom suprimento de água para as plantas. os ventos tornam-se prejudiciais por agravarem os efeitos da seca. Apesar do sistema radicular do coqueiro ser muito resistente. A adaptação do coqueiro aos Neossolos Quartzarênicos (Areias Quartazosas) do Litoral Nordestino.000 horas anuais com. devendo-se considerar principalmente a radiação solar. Uma insolação de . os ventos fortes podem derrubar coqueiros muito altos. sendo menos importante nas variedades Anãs por serem predominantemente autógamas. O vento tem papel importante na disseminação do pólen e na fecundação das flores femininas. causando as seguintes conseqüências: redução da insolação. principalmente na zona de maior atuação das raízes. O aspecto estiolado de coqueiros que crescem sob o sombreamento de coqueiros adultos é bem conhecido.

Quando o lençol freático é profundo. Essas camadas. sendo a irrigação a alternativa mais utilizada. a qual. a irrigação reduz a expressão do adensamento da camada coesa. na sua grande maioria. as precipitações pluviais são concentradas em cinco a seis meses contínuos. como conseqüência. comuns nos solos desse ecossistema. melhorando o 9 . Os solos que predominam nos tabuleiros são. este conjunto de características põe em risco a cocoicultura. Em plantios de sequeiro. caso dos solos dos Tabuleiros Costeiros do Nordeste. um dos problemas mais graves. Como os riscos para o coqueiro nos Tabuleiros Costeiros estão relacionados quase sempre ao baixo suprimento de água para as plantas. Nos Tabuleiros Costeiros. arenosos. Por apresentarem elevados níveis de adensamento. se muito superficiais. predominantemente. de cuidados especiais quanto ao fornecimento regular de água e nutrientes a fim de que seja possível sua exploração econômica nesse ecossistema. o seu cultivo tem sido viável. mais exigente em água e nutrientes. favoráveis. se torna friável. sua baixa capacidade de retenção de água. em geral. A cultura da coqueiro se enquadra nessa categoria. Essa condição permite a ampliação da área de solo a ser explorada pelas raízes. região em franca expansão da cocoicultura para água de coco. Além de regular o suprimento de água. promovendo danos ao crescimento e desenvolvimento das plantas. em sistemas irrigados. necessitando dessa forma. compensando assim. na aeração e na resistência à penetração das raízes. reduzem a profundidade efetiva do solo dificultando a circulação normal de água e ar e. ainda se encontram em fase de estudo. uma série de problemas tecnológicos. gerando déficit hídrico para culturas de ciclo longo. Como agravante. principalmente se a variedade cultivada for o coqueiro Anão Verde. é necessária a adoção de técnicas eficazes no suprimento de água para as plantas. trouxe. deixam as plantas vulneráveis ao tombamento. na presença de umidade. interferem na forma com que a água é retida. O deslocamento da cultura do coqueiro para regiões não convencionalmente cultivadas. os quais. diz respeito à existência de camadas coesas sub superficiais. perenes ou semiperenes. cultivadas sob regime de sequeiro. baixa capacidade de retenção de água e lençol freático muito profundo. porém apresentam baixos teores de matéria orgânica e de nutrientes. portanto ao coqueiro.profundo. permitindo a penetração das raízes e o aprofundamento do sistema radicular.

o objetivo principal consiste em cortar o solo a determinada profundidade da superfície. O bom senso é que vai determinar quantas operações serão necessárias devendo-se . Considerando que nos tabuleiros a expansão da cocoicultura em áreas virgens é uma situação cada vez mais rara. No manejo do solo utilizando disco. boas relações custo/benefício e preservação ambiental. no entanto. Essa estratégia tem sido bastante utilizada em diversas fruteiras cultivadas no Nordeste. pois a combinação de horizonte coeso com camada compactada tende a acelerar o processo de degradação podendo criar situações insustentáveis para exploração agrícola e preservação ambiental.Apesar dessas limitações é possível o cultivo do coqueiro em outras regiões que não a Baixada Litorânea devendo-se utilizar. e fazer a inversão da área cortada. acreditando-se com isso. Nos solos dos tabuleiros com camada coesa. Deve-se optar pela manutenção da cobertura vegetal durante a época chuvosa. será dada ênfase apenas para áreas já desmatadas. Preparo do solo O manejo do solo nas entrelinhas de culturas perenes. é um pré-requisito importante para promover o arejamento da camada explorada pelas raízes. . O produtor deverá ter sempre em mente que o melhor manejo é aquele em que se utiliza o mínimo possível de operações mecanizadas. no entanto. pode intensificar a erosão e promover compactação subsuperficial. Se feito de forma inadequada. será possível a obtenção de produtividades compatíveis com os investimentos aplicados. Com esses cuidados. A 9 AgriculturA e PecuáriA suprimento de água e nutrientes e reduzindo a vulnerabilidade das plantas a estresses hídricos. sempre que possível. ou. facilitar a absorção de água e nutrientes e preparar o leito para o plantio. esse efeito é muito grave. quando os teores de água no solo são elevados e reduzi-las durante o período seco. no máximo três operações ao ano. sistemas tecnificados. mas que garantam a manutenção de umidade e de nutrientes no solo por toda vida útil das plantas. restringir a duas. irrigados ou não. estar proporcionando melhores condições físicas para o desenvolvimento da cultura. É imprescindível a utilização de práticas culturais que impeçam a perda rápida de água após a estação chuvosa e o revolvimento excessivo do solo.

principalmente nos Tabuleiros Costeiros. Em muitos solos desse ecossistema. Por esse motivo. quando existentes. Embrapa Tabuleiros Costeiros Av. cuidando-se para evitar competição por água e nutrientes e promover a utilização dos resíduos da cultura como cobertura morta. utilizar alternância de capinas. O Engenheiro Agrônomo Edson Eduardo Melo Passos desenvolve pesquisas na área de Exigências Climáticas do Coqueiro e o Engenheiro Agrônomo Fernando Luis Dultra Cintra desenvolve pesquisas na área de solos. acredita-se que a operação de preparo utilizando hastes (escarificador). pode-se citar o menor consumo de energia. Dentre as vantagens desse sistema. onde o sistema radicular ainda não ocupou toda a área das entrelinhas. as práticas conservacionistas devem ser direcionadas para melhorar a estrutura do solo através da adição de matéria orgânica e minimização de práticas mecanizadas. principalmente em plantios jovens. Beira Mar. bem drenados. reduzir a freqüência de operações mecanizadas.br 9 . Conservação do solo Devido à preferência para o plantio do coqueiro em áreas com relevo plano a suave ondulado e em solos arenoso. Caso precise de maiores informações. utilizar coberturas vegetais (leguminosas) nas entrelinhas. entre outras práticas que propiciem a utilização dos recursos naturais disponíveis e que tenha o cunho de preservação ambiental. Entre as estratégias a serem utilizada deve-se incluir sempre que possível a substituição da grade por escarificador.embrapa. a “camada arável” se reduz a poucos centímetros. fazendo com que essa prática acelere a degradação da matéria orgânica e deixe o solo mais vulnerável à erosão.vantagem desse sistema é bastante discutível. 0 90-00 Aracaju (SE) Telefone: (9) 009- Fax: (9) - Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) sac@cpatc. a manutenção da cobertura vegetal sobre o solo e o rompimento de camadas adensadas e/ou compactadas superficiais. indica-se a consulta a Embrapa Tabuleiros Costeiros. seja mais recomendável.

a quantidade da fórmula 0-0-0 por planta é 00 (00+00+000).doc>. FONTEs CONsULTADAs Embrapa Tabuleiros Costeiros. 00.Se o produtor preferir utilizar uma mistura comercial. Acesso em:  de ago. Luiz Alberto. Acesso em:  de ago.cpatc. Sistema de Produção para a Cultura do Coqueiro. Joana Maria Santos e SIQUEIRA.embrapa. Por exemplo: No ano . deve ser empregada a fórmula 0-0-0.cpatc. 00.br/download/SP1.embrapa. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de ago. FONTES. Humberto Rollemberg. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 99 AgriculturA e PecuáriA CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs . Disponível em: <http://www. FERREIRA.br/>. O total da fórmula a ser utilizado por ano equivale ao somatório das quantidades de cada adubo recomendado isoladamente. Disponível em: <http://www.

O cultivo de plantas medicinais deve ser imprescindivelmente racional e produtivo. estações do ano. como por exemplo o solo. Em qualquer que seja a escala. o cultivo deve atender às necessidades básicas de quem o realiza. A maioria é usada pelo ser humano como fonte de alimento. entre outros. o tempo de duração do dia (fotoperíodo). como matéria-prima para construção.responsáveis no combate de doenças.CULTIvO E MERCADO DE PLANTAs MEDICINAIs PALAvRAs-ChAvE Plantas medicinais. ainda não é possível dizer o quanto cada fator pode contribuir para aumentar ou diminuir tais níveis. como medicamentos para cura de enfermidades ou no uso de aromatizantes. seja ela em grandes áreas ou em microssistemas. o clima. Deve-se tomar determinados cuidados no cultivo de plantas medi00 . não se esquecendo em momento algum que as plantas medicinais devem conter satisfatória concentração de princípios ativos. Contudo. mercado de plantas medicinais Saber sobre cultivo e mercado de plantas medicinais. O conhecimento tradicional de grupos sociais que fazem uso das plantas é a fonte essencial para a descoberta dos princípios ativossubstâncias capazes de exercer uma ação de cura. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Introdução O Brasil tem a maior biodiversidade do planeta com cerca de  mil espécies de plantas superiores conhecidas. épocas de plantio e colheita. Existem vários fatores que influenciam a quantidade de princípios ativos. cultivo de plantas medicinais.

etc. corrigir a acidez existente. se forem colhidas em épocas erradas. apresentarão uma quantidade insignificante de princípios ativos e. entre outras. cursos de água poluída. pois influencia diretamente a capacidade de absorção de nutrientes. pois a maioria das plantas. terão pouco ou nenhum efeito terapêutico. salsa. Também influencia na intensidade de luz a qual a planta deve ser exposta. 0 AgriculturA e PecuáriA cinais. pela competição alimentar que pode ser evitada se houver obediência do mesmo. como também a melhoria das condições físicas do solo no que se refere à estrutura. conseqüentemente. dentre outros aspectos.caules e brotos). ravinas.como a urtiga. Os mais indicados são: () o processo de rotação de culturas e () a associação de plantas que repelem alguns insetos . pois as plantas absorvem os gases tóxicos emitidos pelos veículos. camomila. porosidade. Todas as plantas devem ser secas na sombra e em local com ventilação para que haja uma maior conservação e não se diminua a quantidade de princípios ativos. viveiros de mudas ou diretamente no solo. A adubação pode efetuar-se antes do plantio (prévia) e durante o cultivo (de reposição). devendo sempre respeitar um determinado espaçamento para cada tipo de planta. quássia. A colheita constitui uma etapa muito importante do cultivo de plantas medicinais. a sexuada (por sementes) e a assexuada (por estruturas vegetativas . A secagem deve ser realizada logo que a planta for colhida. pela possibilidade de se produzir sombras indesejadas. valas.) e a irrigação deve ser realizada em temperatura bem amena (cedo pela manhã ou ao entardecer). promover condições favoráveis ao bom desenvolvimento das espécies. . Nunca devem ser utilizados defensivos agrícolas que não sejam naturais. Ela deve ser feita com o objetivo de melhorar a fertilidade. A propagação pode ser realizada por duas formas básicas. retenção de umidade. o local escolhido para a implantação do cultivo não deve ser próximo de reservatórios de água que estejam sujeitos à contaminação (redes de esgotos. tais como: evitar o plantio e colheita em beiras de estradas.O plantio pode ser realizado em sementeiras.

erros no armazenamento podem comprometer os princípios ativos ou causar contaminação por fungos e produzir toxicidade nos pacientes. Dr. o uso de pesticida. O conteúdo das substâncias ativas de plantas medicinais cultivadas pode ser afetado por vários fatores: l variação genética e transmissão hereditária das substâncias secundárias (geralmente o princípio ativo) l variabilidade morfo e ontogenética. Não apenas o cultivo de plantas medicinais deve ser intensificado e renovado. pois o risco da adulteração ou troca por outras matérias-primas vegetais é quase totalmente eliminado. a utilização errônea das plantas ou o emprego de técnicas inadequadas de preparação prejudicam os resultados finais ou causam efeitos colaterais (BOTSARIS. o tipo e a quantidade do pesticida usado pode ser controlado mantendo o resíduo dentro dos limites toleráveis. geram uma planta com pouco princípio ativo. pode não ser evitada. por exemplo. já que o sucesso do cultivo depende menos da sua quantidade e mais de sua qualidade.. além da proximidade do local de processamento. mas também outros fatores que afetam a qualidade do produto. Por exemplo. que também devem ser adequados para que os resultados sejam satisfatórios. Existem duas alternativas para obtenção da matéria-prima ativa vegetal: a coleta das fontes nativas e a cultivada. o uso de pesticidas. Qualquer erro em algum elo desta cadeia vai comprometer o resultado final do processo. Permite garantir a qualidade de toda área a ser cultivada.O trabalho com plantas medicinais inicia-se na identificação correta da espécie. Uma desvantagem. uma espécie identificada erradamente pode resultar em medicamento fitoterápico inócuo ou até numa intoxicação por planta venenosa. O cultivo de plantas medicinais é muito importante para o controle de qualidade de fitoterápicos. Por sua vez. o mesmo ocorrendo se a colheita não for na época e de forma adequadas. Por fim. 99 citado pelo Prof. diferenças no conteúdo de substâncias ativas em várias partes da planta e du0 . pré-tratamento e armazenamento corretos e termina com a preparação e utilização terapêutica. coleta adequada. etc. As plantas medicinais podem ser cultivadas visando o aspecto fitoquímico. o cultivo em solo ou clima inadequado. etc. A utilização de técnicas de cultivo e genéticas permite o cultivo de espécies que são mais produtivas e resistentes a doenças. Cícero Flávio Soares Aragão Universidade de Cuiabá).

tendo uma distância de 0 cm entre eles. Conforme o tipo de material da qual é feita o futuro vaso ou jardineira. ou nas floreiras podem ser plantados sementes ou mudas de plantas medicinais. deve-se usar  cm entre as plantas e 0 cm entre as linhas. Existem vasos e floreiras de todas as formas. altitude. clima. etc. Para as plantas que chegam a  m de altura. para evitar que absorvam a umidade do solo. Para cultivá-las em canteiros. com a finalidade de possibilitar a movimentação. Plantas Medicinais Cultivadas Em vasos Ou Floreiras Nos vasos. influências ambientais (localização. podem ser tratadas como as hortaliças. não deveriam ficar em contato dire0 AgriculturA e PecuáriA rante seu desenvolvimento. estes deverão possuir  m de largura e comprimento variável. fertilização. torna-se necessário um pequeno tratamento prévio. Vasos de metal.) . seja para possibilitar às plantas melhores condições de cultivo: • • • Vasos de barro que nunca foram usados devem ser mergulhados em água por  horas. Quando se trata plantas individuais. Materiais como xaxim e coxim (fibra de coco) também devem ser previamente encharcados. o mais fácil e prático é provavelmente plantá-las em vasos. tamanhos e tipos de material. que atinjam  m de altura. do contrário tenderão a ficar ressecados. Seja para assegurar que eles tenham uma vida útil mais longa.l Plantas Medicinais Cultivadas Em Canteiros As plantas medicinais. Para plantas mais altas. por possuírem ciclo curto. Os canteiros são normalmente utilizados para plantas de pequeno porte e anuais. usar 0 cm entre as mesmas e 0 cm entre sulcos. em princípio. O espaçamento utilizado normalmente é de 0 cm entre as plantas de espécies de porte baixo e de 0 cm entre sulcos.

perlite ou cacos partidos no fundo. Se isso ocorrer. devendo ser cheios com uma boa mistura de terra. a tendência natural é que venham a enferrujar. de  em  dias na primavera e no outono. as regas constituem uma das coisas mais importantes.• • to com a terra. a sálvia. tripes nas 0 . Nem água demais. Devem cultivar-se com maior abundância as plantas que são utilizadas com mais freqüência. dando-se melhor com um meio um pouco mais fresco e molhado do que o primeiro. enquanto que no inverno. mas onde o sol não bata constantemente. com selador. Já o alecrim. fibrocimento e cimento são materiais que não requerem nenhum tratamento antes do plantio. Plásticos. fibras de vidro para vasos. nem de menos. apenas uma vez por semana é o suficiente. Também há muitas variedades de hortelã que podem ser cultivadas no mesmo vaso. o melhor é verificar a umidade do solo todos os dias no verão. Quanto ao coentro e salsa é melhor partilharem outro vaso. uma parte de esterco ou composto orgânico e uma parte de areia grossa de construção. incorporando à terra composto orgânico ou esterco de gado curtido. Num vaso podem plantar manjericão ou manjerona. Portanto. Todos os vasos ou jardineiras precisam ter buracos de drenagem e (exceto os cestos) uma camada de cascalho. antes de ser pintada com verniz. Vasos ou jardineiras de madeira exigem sempre impermeabilização. cochonilhas. pois todas estas gostam de lugares iluminados. No caso de aparecerem pragas como pulgões. a alfazema devem ser cultivadas sozinhas. para não haver excesso de água. o melhor seria forrá-los internamente com um saco plástico e só depois colocar a terra. Pode fazer-se esta mistura com uma parte de terra comum de jardim. pois todas apreciam um solo moderadamente molhado e tendem a dispersar as raízes. A adubação do solo deve ser feita de seis em seis meses. No cuidado dispensado às plantas.

 g de sabão de potássio neutro em pó e 0 ml de álcool. • Preparar para a dessecação o mais rápido possível. • Não comprimi-las para que não murchem. a triagem dos fragmentos que possam proceder de outras plantas. • Não coletar plantas ou partes de plantas que estejam rigorosamente limpas. que são: • Não devem ser coletadas plantas encontradas próximas de rodovias e plantações pois estas podem apresentar danificações provocadas pelos gases liberados dos escapamentos dos automóveis e. diluídos em  litros de água . c) os frutos devem ser colhidos no início da maturação. extração de substâncias ativas ou aromáticas do material fresco e secagem do material fresco. Processamento Das Plantas Medicinais Após a obtenção das plantas medicinais. ser recolhidas antes da floração. ou no começo da primavera. • Selecionar somente plantas sãs. Este último destino é o que requer mais atenção. por 0 AgriculturA e PecuáriA plantas use o inseticida caseiro que é constituído de:  g de fumo de corda picado bem fino. • Fazer desde o momento da coleta. d) as raízes devem ser retiradas do solo quando o talo murcha. normalmente o material pode seguir três caminhos: uso direto do material fresco. b) as flores ou as sumidades floridas devem ser recolhidas no início da floração.Plantas Medicinais Coletadas No Campo Ao coletar as plantas medicinais no campo são necessário saber que os vegetais das quais se utilizam: a) as folhas devem geralmente. no segundo caso. • Evitar as que se encontram nas proximidades de fungos. Na coleta das plantas medicinais é preciso tomar algumas precauções. para evitar que apareçam bolores ou fermentações. antes que haja rebrotado. Vigiar particularmente as deposições de animais. o que as faria perder uma boa parte de seu aroma. sem manchas e não atacadas por insetos. podem estar impregnadas com produtos químicos utilizados como adubos ou inseticidas. • É necessário tomar cuidado para que as plantas que se coletem não se sujem mutuamente com a terra.

danificadas. independente do método a ser empregado. etc. protegido de poeira e do ataque de insetos e outros animais. pedras. Nesse processo. flores. Assim. secadores. Outra maneira prática consiste em espalhar em camada fina o material em uma mesa ou bancada. permitindo assim a circulação de ar entre as partes vegetais e uma secagem mais uniforme. aço inoxidável ou tecido com características semelhantes.preservar os materiais. em local ventilado. deve-se espalhar o material a ser seco em camadas finas. sementes. frutos e raízes) secas em separado e conservadas em recipientes individuais. as plantas colhidas e transportadas ao local de secagem não devem receber raios solares. deve-se adotar alguns procedimentos básicos para se obter um produto de boa qualidade.) e partes que estejam em condições indesejáveis (manchadas. é recomendado para regiões que apresentam condições climáticas favoráveis. São eles: • • • • não lavar as plantas antes da secagem. dentro dos prazos normais de conservação.). etc. exceto no caso de determinados rizomas e raízes. as plantas colhidas inteiras devem ter cada parte (folhas. O aumen0 . forradas com papel. antes de submeter as plantas à secagem. Para isto podem ser utilizadas bandejas com fundo de tela plástica fina. outras plantas. devem-se separar a plantas de espécies diferentes. A secagem pode ser conduzida em condições ambientais ou com o uso de estufas. Esse processo de uso doméstico. Antes de submeter as plantas à secagem. utilizam-se métodos que elevam a temperatura e promovem a ventilação ou simplesmente reduzem a umidade relativa do ar. em ambiente abrigado do sol e com ventilação. • • A secagem natural é um processo lento e deve ser conduzida à sombra. etc. possibilitando o uso das plantas a qualquer tempo. relacionadas principalmente com a ventilação. deve-se fazer a eliminação de elementos estranhos (terra. descoloridas. A secagem artificial de plantas medicinais é fundamentada no aumento da capacidade do ar de retirar a umidade da planta.

de maneira geral. Contudo.Mercado O crescimento do mercado mundial de fitoterápicos é estimado em 0 a 0% ao ano e as principais razões que impulsionaram esse grande crescimento nas últimas décadas foram: a valorização de uma vida de hábitos mais saudáveis e. Portanto. A temperatura utilizada varia de  a ºC. conseqüentemente. não fica difícil entender por que cresce diariamente o interesse de empresas. Temperaturas acima de ºC danificam os órgãos vegetais e seus conteúdos. anti-hipertensivos. o desenvolvimento de um medicamento sintético custa em torno de US$ 00 milhões. que tem cerca de 0 mil espécies de plantas (0% de todas as existentes no planeta e apenas aproximadamente % já estudadas). No Brasil. existe atualmente um maior número de profissionais envolvidos nos mais diversos trabalhos com plantas medicinais e/ou fitoterápi0 AgriculturA e PecuáriA to da temperatura vai também reduzir a umidade relativa do ar. caindo para US$ 0 milhões no caso de um fitoterápico. A secagem artificial origina material de melhor qualidade por aumentar a rapidez do processo. é um grande alvo para ser fornecedora de matéria-prima na produção de antibióticos. analgésicos. apesar de inativarem maior quantidade de enzimas. sendo US$ 0 bilhões derivados de substâncias ativas de plantas medicinais. pois proporcionam “cocção” das plantas e não uma secagem. Além disso. a descoberta de novos princípios ativos nas plantas. antiinflamatórios. antidepressivos. o aumento acentuado do consumo de fitoterápicos ocorre basicamente pelos mesmos motivos do restante do mundo. Já a estimativa do mercado nacional de medicamentos é de aproximadamente US$  bilhões/ano. laxantes. grupos e países desenvolvidos na biodiversidade dos países tropicais e subtropicais. . e o preço que. bilhão desse total. a comprovação científica de fitoterápicos. o consumo de produtos naturais. A estimativa do mercado mundial para medicamentos é de US$ 00 bilhões/ano. é mais acessível à população com menor poder aquisitivo. Particularmente a Amazônia. diuréticos. enquanto a ventilação vai facilitar a homogeneização do ar de secagem em toda a massa de plantas secagem. que pode chegar ao mercado num tempo dez vezes menor. com os derivados de plantas medicinais correspondendo a US$ . os evidentes efeitos colaterais dos medicamentos sintéticos. entre outros.

um programa municipal ou estadual com plantas medicinais/ fitoterapia oficial tem tudo para obter êxito. Dentro desse contexto. implementados por muitos governos estaduais e municipais. pois. torna-se impossível a execução das atividades. fomento ou difusão. a multiinstitucionalização também é fundamental.cos. os estudos do comportamento. em áreas de ocorrência natural. desde 000. a Embrapa Acre vem desenvolvendo trabalhos de pesquisa com espécies medicinais de ocorrência natural no Estado. também são criadas alternativas econômicas para as comunidades rurais. onde esteja sendo 0 . Esses programas vão muito além da simples distribuição de fitoterápicos ou recomendação de uso para a população mais carente desses estados/municípios. Portanto.). capaz de melhorar a qualidade de vida das populações tradicionais do meio rural e assegurar as necessidades básicas de saúde para toda a população do meio urbano. Para isso. mas a principal é a grande quantidade e variedade de matéria-prima disponível. como a unha-de-gato (Uncaria tomentosa e U. deve-se ter a consciência da necessidade da multidisciplinaridade envolvida nas ações previstas para um programa como esse. viabilizar a utilização de plantas medicinais ou fitoterápicos nos postos de saúde dos municípios. seja na pesquisa. é possível construir uma estrutura eficiente. que a cada dia perdem o poder de competitividade diante da chamada “economia globalizada”. Para que isso ocorra. Procuram também incentivar o cultivo e produção extrativa sustentável de plantas medicinais. além de realizar uma ampla campanha de divulgação nas escolas e nas comunidades em geral. e os estudos de propagação. crescimento e desenvolvimento dessas espécies. incentivar o cultivo e coleta de forma sustentável. Dessa maneira. Outros motivos de suma importância são os programas oficiais de saúde. sem haver uma complementação das várias áreas de especialização. com objetivos bem definidos. por muitas razões. destacam-se a localização e identificação de populações naturais. No Acre. as seguintes ações devem ser desenvolvidas: avaliar o potencial medicinal e definir estratégias para a conservação e exploração das espécies nativas. Entre as ações desenvolvidas. guianensis). Conseqüentemente. como as ações desenvolvidas nos Estados do Ceará e Paraná. andiroba (Carapa guianensis) e murmuru (Astrocaryum spp.

html >. 00.html >. Acesso em  de abr.ciagri.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O NUPLAM .htm>. Propõe-se. Plantas medicinais. Plantas Medicinais.br/flora/plantas_medicinais.br/biologia/prociencias/medicinais.NÚCLEO DE PLANTAS MEDICINAIS E AROMÁTICAS visa conciliar pesquisa científica e conhecimento tradicional.ibama. 00 09 AgriculturA e PecuáriA executado um programa de plantas medicinais/ fitoterapia. Disponível em: <http://www2.sc. Disponível em: <http://www.usp. Cícero Flávio Soares. melhoria da qualidade de vida das populações extrativistas e a conservação de ecossistemas naturais. 00. Maiores informações: Tel: () -0 Fax: ()  9 E-mail: plantasmedicinais. Acesso em  de abr.gov. Acesso em  de abr. a realizar. acreditando que a valorização desse conhecimento e a partilha dos benefícios dele resultante são um caminho para a geração de renda. gov.br/ planmedi/importancia_cultivo.sede@ibama. IBAMA Flora. (Texto sobre mercado elaborado por João Alencar de Sousa e Elias Melo de Miranda) .usp.br METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Aragão. Disponível em: <http://educar. 00. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr. incentivar e divulgar a pesquisa científica voltada para o desenvolvimento de técnicas de cultivo e manejo que garantam a sustentabilidade econômica e ecológica do uso de plantas medicinais e aromáticas e a valorização dos conhecimentos e saberes populares. Importância do cultivo no controle de qualidade de fitoterápicos.

Devem ser programados com antecedência. 0 . definindo-se uma seqüência lógica para a execução das atividades. Inicialmente faz-se a limpeza a seco. O desempenho de uma granja está intimamente relacionada às medidas de biosseguridade adotadas.DEsINFECÇÃO DE GRANjAs DE AvEs PALAvRAs-ChAvE Higienização de granja. A higienização das instalações. Limpeza Respeitada a complexidade inerente aos diferentes sistemas de produção. desinfecção de granja. avicultura Quais são os produtos químicos utilizados na desinfecção de granjas de aves. seguiremos as orientações do Comunicado Técnico n. os procedimentos de limpeza do aviário devem ser iniciados imediatamente após a saída das aves. Nesse processo. A limpeza pode ser subdividida em limpeza seca e limpeza úmida. Higienização compreende os procedimentos de limpeza e desinfecção das instalações e equipamentos e correta eliminação dos resíduos da produção. da EMBRAPA Suínos e Aves. criação de aves. “Importância da higienização na produção agrícola”. avicultura. modo de aplicação e equipamentos utilizados IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O processo de limpeza e desinfecção das granjas de frangos de corte tem importância vital na profilaxia de doenças infecciosas. Para as informações do processo de higiene e desinfecção de granjas de aves. associada ao vazio sanitário é fundamental para minimizar os riscos de infecções e a quebra do ciclo de vida de determinados agentes infecciosos. . a limpeza é tão importante quanto a desinfecção. A remoção de detritos e gorduras é imprescindível para o sucesso da desinfecção. Essa limpeza prévia deve ser feita com água limpa. retirando-se os equipamentos e demais utensílios do aviário.

atender à relação custo x  AgriculturA e PecuáriA Nesse momento. os produtos químicos bactericidas e germicidas são amplamente utilizados. inclusive as formas resistentes. utilizando-se jatos fortes em movimentos de cima para baixo. os germicidas devem eliminar todos os microorganismos (bactérias. com o uso de um lança chamas. amontoado e coberto por pelo menos 0 dias. teto. apesar de suscitar controvérsias é um manejo freqüente nas produções de frangos. local em que os pintos permanecem nos primeiros dias. fungos e esporos). que consiste na queima das penas superficiais existentes sobre a cama de aviário. Na escolha do produto desinfetante devem ser consideradas características tais como: o local e as superfícies a serem desinfectadas. a cama deve ser sempre nova. O desinfetante deve ter alto poder de eliminação de patógenos. desde que não tenha ocorrido problema sanitário durante o alojamento anterior. Nos estabelecimentos avícolas. Os bactericidas são aqueles que devem destruir bactérias sob a forma vegetativa já. Desinfecção A desinfecção de ambientes e utensílios tem por objetivo destruir microorganismos patogênicos e para tanto são utilizados agentes físicos (calor. o agente a ser destruído. as condições de limpeza possíveis de serem alcançadas antes da desinfecção. telas. A reutilização da cama com bom estado de conservação. Para tanto. orgânica sintética e orgânica natural). . para que o calor e fermentação produzidos atuem na redução de patógenos. Após secagem proceder a desinfecção. pode-se fazer uso da chamada “vassoura de fogo”.A limpeza úmida consiste na lavagem com água sob pressão. restos de ração e da sujeira impregnadas nos utensílios e nas paredes. vigas. Esse procedimento é dificultado quando a cama não for removida do aviário. muretas e cortinas. Tanto na reutilização da cama quanto na distribuição de cama nova é indispensável que seja feita uma desinfecção prévia. vigas e cortinas. bebedouros e comedouros. Faz-se a retirada da cama e de toda matéria orgânica. o material da cama deve ser retirado do aviário. Os arredores das instalações também devem ser varridos e a grama aparada. radiação) e químicos (produtos da química mineral. dos equipamentos. entre outras. das paredes. piso. Junto aos círculos de proteção.

de modo geral os fabricantes dos produtos indicam os meios de aplicação. por oxidação e pela ação do pH. por meio de amostragem para contagem total de bactérias presentes no ambiente. A utilização de um único princípio ativo de forma ininterrupta propiciará o aparecimento de amostras microbianas resistentes ao produto utilizado. baixa toxidade. elevada penetrabilidade e não causar efeitos adversos ao meio ambiente. Os modos e equipamentos utilizados para a desinfecção variam conforme o produto utilizado. Na Tabela . os desinfetantes atuam por meio da coagulação de proteínas. Monitoramento da desinfecção A avaliação do processo de desinfecção deve ser realizada sistematicamente. com periodicidade inferior a  semanas. estão citados os principais princípios ativos de desinfetantes. A escolha de um desinfetante deve ser precedida da avaliação do potencial de atuação do princípio ativo. Um método bastante utilizado para avaliar a eficiência de um programa de limpeza e desinfecção é a exposi . Basicamente. estabilidade em condições adversas de pH (grau de dissociação eletrolítica). alguns dos seus respectivos derivados e local de uso. Não existe o desinfetante ideal. alto poder residual.benefício. frente a determinados patógenos e o material a ser desinfectado. Para evitar essa resistência é necessário elaborar um programa de desinfecção em que seja estabelecido o rodízio de diferentes princípios ativos.

br/>. vazio das instalações Complementar à limpeza e desinfecção. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs A redução dos riscos à saúde dos plantéis avícolas está associada à adoção de medidas simples mas necessárias que compõem programas de biosseguridade. potencializando o efeito da desinfecção. após a desinfecção. Considera-se vazio sanitário o período em que a instalação permanece vazia após os procedimentos de limpeza e desinfecção. abertas no ambiente por tempo determinado. 00. Amostras de superfície também podem ser conseguidas pelo contato direto de suabes estéreis com a superfície a ser analisada. Disponível em: <http://www. . Quanto maior o tempo de “descanso” do aviário. o vazio das instalações entre alojamentos das aves é determinante para o sucesso dos procedimentos de higienização. ventilação e incidência de sol. Deve-se estar atento aos cuidados básicos de limpeza.A análise microbiana do substrato de cama de aviário. Após serem semeadas em meio de cultura. FONTEs CONsULTADAs Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA. desinfecção e correto descarte de carcaças. Esse período permite a destruição de certos organismos não atingidos pela desinfecção. permitem a determinação do número de células viáveis pela visualização de colônias. que se tornam sensíveis à ação de agentes físicos naturais como: aumento da temperatura. permitindo a secagem das instalações. muitas vezes são relegados a uma importância menor.embrapa.  AgriculturA e PecuáriA ção de placas com meio de cultivo seletivo para contagem de indicadores microbianos. pois esses procedimentos rotineiros que. Suínos e Aves. pode ser realizada pelo uso da técnica de placas Petrifilm que consistem em um sistema pronto de meio de cultura usado para avaliação da qualidade microbiólogica de superfícies por enumeração de colônias. menores as condições para que microorganismos permaneçam viáveis. Acesso em: 0 de jul.cnpsa. compreendem o alicerce para a manutenção da qualidade da saúde dos plantéis brasileiros.

in Revista Avicultura Industrial.. Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jul. Fátima. . n. Disponível em: <http://www. Alli. Et. “Limpeza e desinfecção em granjas de frango de corte”. BABA. 00  . 00.com. Edison. de 00. Acesso em: 0 de jul. Concórdia – SC. in Comunicado Técnico. dez. “Importânica da higienização na produção agrícola”.br>.aviculturaindustrial.JAENISCH.

baga de mamona. Utilizações: farmacêutico. alimentício. Destilação das glicerinas (resultando resíduos e glicerinas) e purifica AgriculturA e PecuáriA DIFERENÇAs ENTRE BIODIEsEL E QUEROsENE vEGETAL . sucedâneo ao óleo diesel mineral. amêndoa do coco da praia. metanol ou Etanol. os óleos de peixes. constituído de uma mistura de ésteres metílicos ou etílicos de ácidos graxos. caroço de algodão. semente de maracujá. energético e químico. semente de girassol. amêndoa do coco de babaçu. respectivamente. amêndoa do coco de dendê. comerciais e industriais). o óleo de mocotó. obtidos da reação de transesterificação de qualquer triglicerídeo com um álcool de cadeia curta. polpa de abacate. semente de colza. entre outras matérias graxas de origem animal) e óleos e gorduras residuais (resultantes de processamentos domésticos. biodegradável e ambientalmente correto. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Biodiesel: O que tem sido denominado de BIODIESEL é um combustível renovável. caroço de oiticica.a banha de porco. polpa do dendê. semente de linhaça). querosene vegetal. Processo de produção: Preparação da matéria-prima Reação de transferência com uso de catalisadores Separação das fases: fase pesada (recuperação do álcool da glicerina) e fase leve (recuperação do álcool dos ésteres). gorduras animais (o sebo bovino. diferenças entre biodiesel e querosene vegetal PALAvRAs-ChAvE Saber as diferenças básicas entre querosene vegetal e biodiesel. Matérias-primas: óleos vegetais (grão de amendoim.Biodiesel.

Nos Estados Unidos a normalização emana das Normas ASTM D-. pois estão sempre comprando essa preciosa mercadoria. valendo para o autor. recebendo a denominação de PROSENE. duas patentes de invenção. a nível mundial. Aquele projeto de pesquisa foi o sustentáculo de todas as atividades da PROERG. Matérias-primas: capim. Na Europa a normalização dos padrões para o biodiesel é estabelecida pelas Normas DIN . decolou de São José dos Campos para sobrevoar Brasília. concentrava os interesses nos negócios de combustíveis no Brasil. no dia  de outubro de 9. de dendê. lamenta-se a inexistência do apoio de quem. pelo tempo e desuso. o combustível foi aprovado e homologado pelo CTA – Centro Técnico Aeroespacial. Dia do Aviador. No Brasil ainda não existe uma norma técnica própria para as especificações do biodiesel. A patente homologada do novo combustível foi doada para o Ministério da Aeronáutica. de babaçu. de amendoim. de girassol. Infelizmente. de 90. turbo hélice. cana-de-açúcar. os países subdesenvolvidos não têm o hábito de possuir tecnologia. No final de 9. fato este que tem retardado a homologação do combustível. Foram requeridas ao INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial. por lei e direitos exclusivistas. hoje diretor da TECBIO) e o Tenente Brigadeiro Délio Jardim de Matos (Ministro da Aeronáutica). uma honrosa comenda. a qual entrou em domínio público. em90. de colza. A Patente PI –009.  . e. a Medalha do Mérito Aeronáutico. Após exaustivos testes em turbinas em bancada. o querosene vegetal para aviões à jato estava pronto. foi a primeira patente. óleos de soja. de algodão. de marca “Bandeirante”. Utilizações: predominantemente energético (aviação).ção dos ésteres (resultando o biodiesel). foi desenvolvido na PROERG um sucedâneo vegetal do querosene de aviação. do biodiesel e do querosene vegetal de aviação. das quais uma foi homologada. uma aeronave nacional. E. por Portaria Ministerial e Decreto Presidencial. mais uma vez. Querosene vegetal: De um pacto realizado entre Expedito José de Sá Parente (autor do então Prodiesel.

br/ladetel. Disponível em: <http://www. Ciências e Letras de Ribeirão Preto. Miguel Dabdoub.tecbio. Dr. para fazer o querosene vegetal é necessário mais refinamento e aditivos para a obtenção de potência para os aviões (isso implica mais custos). Departamento de Química. Faculdade de Filosofia.cfm>. Samir Sayed NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de dez. 00.br>. enquanto o querosene vegetal somente usa óleos vegetais.com. E-mail <migjodab@usp. química e farmacêutica. Disponível em: <http://dabdoub-labs. TECBIO.As principais diferenças entre o biodiesel e o querosene vegetal consistem: Quanto às matérias-primas: o biodiesel pode ser obtido através de gorduras animais e resíduos. Universidade de São Paulo. Quanto às utilizações: o biodiesel geralmente tem larga utilização na indústria alimentícia. REFERêNCIAs LADETEC-USP: Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas.br>.com. enquanto o querosene vegetal tem seu uso focado no fornecimento de energia para o setor de aviação. energética. 00. 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs . Quanto à fabricação: o querosene vegetal tem mais etapas de processamento que o biodiesel. Prof. Acesso em: 0 de dez. Acesso em: 0 de dez.

meristemas apicais e parte superior do rizoma. em plantação de morangos IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A doença pinta preta. frutos. A doença é causada pelo fungo Colletotrichum acutatum. morangueiro. e os frutos novos e em desenvolvimento tornam-se escuros e mumificados (secos). provavelmente. com as regiões de Bragança Paulista. a Flor Preta é considerada uma das principais doenças da cultura do morangueiro podendo causar perdas que variam entre 0 e  %. Campinas e Sorocaba se destacando como as principais produtoras do Estado. pinta preta Auxílio para combater doença. através de mudas contaminadas. acutatum pode infectar. conhecida como pinta preta. A forma conhecida por Flor Preta produz. é mais conhecida como Flor Preta. também produzir sintomas em flores. folhas. embora Colletotrichum fragariae possa. A introdução do patógeno em áreas isentas é feita. pois viabiliza pequenas propriedades e aumenta a oferta de empregos no campo Atualmente. profundas e firmes. como já dito. ao lado de Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Além da alta rentabilidade ( %). A dificuldade por parte dos produtores em identificar sintomas em mudas. uma necrose. O Estado de São Paulo está entre os maiores produtores de morango do Brasil. que ocorre em plantações de morangos. nos ramos florais. em pequena escala. Em frutos já desenvolvidos podem aparecer manchas marrons. essa rosácea desempenha importante papel social. da ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – do Ministério da Agricultura e do Abastecimento. além das flores. doença. segundo INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº . O C. DE 0 DE JULHO DE 00. aliada à  . pedúnculos.DOENÇA EM PLANTIO DE MORANGO PALAvRAs-ChAvE Morango.

quando as mudas atuam como inóculo primário. tem mostrado baixos índices de contaminação deste fungo. Além disso. Outra atitude a ser tomada é a escolha de culturas de morango mais resistentes à Flor Preta. sendo mais severa nas fases de florescimento e frutificação. favorece a introdução da doença em novas áreas. acutatum seja considerado como difícil. portanto deve se ter uma adubação equilibrada. principalmente via água de chuva ou de irrigação. que servirão como fonte de inóculo para os cultivos posteriores. A doença é favorecida por temperaturas amenas. ao invés de plástico preto. o morango tem na umidade um fator de risco para a produtividade. 9 AgriculturA e PecuáriA carência de cultivares com um bom nível de resistência. Deve-se também eliminar completamente os restos culturais e. o inóculo secundário é responsável pela infecção de flores e frutos. e a proteção do solo com cobertura vegetal. Em caso de chuvas. ou se acentue a umidade que favorece a ploriferação do C. Uma vez iniciada a doença. e às áreas que se pretende fazer o plantio. recomenda-se cortar a irrigação. O modo natural de combate à Flor Preta se circunscreve a algumas práticas preventivas como uma acurada atenção ao clima. embora se possa fazer um tratamento de mudas por imersão com fungicidas. favorecem a doença. praticar rotação de culturas. Por ser uma cultura de inverno. . acutatum. O que se deve fazer é escolher uma cultura que se encaixe o melhor possível ao clima. se possível.A cobertura do solo com plástico preto “mulching” e a irrigação por aspersão. no sentido de se verificar algum histórico da doença no local. o que existe são algumas com resistência muito baixa como “IAC Campinas” e “Dover”. Esses fatores fazem com que o controle de C. O plantio deve ser feito em áreas bem drenadas dando preferência à irrigação por gotejo. para que o morango não apodreça rapidamente. podendo ocasionar prejuízos significativos. o fungo poderá sobreviver no solo em restos de cultura. a altitude e ao solo da região. propiciando o aparecimento desses fungos. Adubações pesadas de N e P podem promover um aumento da incidência da doença. tecnologias largamente empregadas pelos produtores. é fundamental a utilização de mudas sadias. embora não existam culturas tão eficazes assim. com revolvimento do solo e solarização. Quanto mais frio e menos úmido melhor. A partir daí.

KOSOSKI.biologico.abhorti0 .O uso de fungicidas no controle de doenças na cultura do morangueiro constitui prática importante para garantir a sustentabilidade da produção de morango. 00. 00. alguns fungicidas apresentaram melhor resultado. “Controle Químico da Flor Preta (Colletotrichum Acutatum Simmonds) do Morangueiro em Condições de Campo”. al. seguido pelo Prochloraz. 0 de set. No entanto. J. et. SciELO Brasil. se possível. p. J. R. Efeito de Fungicidas em Colletotrichum acutatum e Controle da Antracnose do Morangueiro. obtiveram um melhor desempenho. pois reduz as perdas provocadas pelas doenças e melhora a qualidade do produto final colhido. Em duas culturas. em testes com três diferentes culturas.. seguido pelo Difeconozale. e reproduzido pela Associação Brasileira de Horticultura. Disponível em <http://www.. “Praga ataca plantações de morango”.. em  de ago.-.. Disponível em <http://www. 00. em 00.al. e na terceira cultura o Fluazinam. do Instituto Biológico de São Paulo. 00..scielo. Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. Apesar disso.. et. REFERêNCIAs DOMINGUES. sobre o controle químico da Flor Preta.php?script=sci_ arttext&pid=S0100-41582001000300016> acesso em  de jan. n.pdf> acesso em  de jan. atmosféricas e de solo da região./dez. São Paulo. et. Principalmente no que se refere à substituição do tipo de morango utilizado por um mais adequado as condições climáticas. se mostraram mais eficazes. v. contudo. o auxílio de um agrônomo. matéria publicada no Jornal Correio de Uberlândia. jul. 00.gov. Biol. o Prochloraz. Disponível em <http:// www. Rafela M. al. atualmente não existem fungicidas que possam ser oficialmente recomendados para o controle da Flor Preta. Centro de Sanidade Vegetal.. especialista em fitopatologias. Arq. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se. Pois somente com uma análise apurada do plantio e das condições agronômicas do local é que se poderá com certeza definitiva optar por um tratamento mais adequado ao problema..br/scielo. DOMINGUES. segundo pesquisa de R..sp.br/arquivos/V68_2/domingues. Instituto Biológico. Inst.

00.srjundiai.Sindicato Rural de Jundiaí.br/morango.htm acesso em  de jan. 00. 00  AgriculturA e PecuáriA cultura. Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jan. http://www.com.com.br/News/Default.asp?id=1266> acesso em  de jan. .

ovinos. O processo inflamatório estende-se até o espaço interdigital. falta de apetite e emagrecimento progressivo. quente e dolorido. posteriormente haverá necrose progressiva com desprendimento do tecido mole do casco e formação de pus de odor pútrido. O casco apresenta-se edemasiado. doenças. principalmente no inverno. podendo atuar ainda no processo infeccioso o Staphylococcus e o Streptococcus sp. Quando o tratamento não é prontamente efetuado. () é possível tratar esta doença sem retirar os animais do pasto? A melhor maneira de prevenir o aparecimento da enfermidade é não deixar os animais em locais de solo úmido e em instalações com acúmulo de fezes. Haverá desenvolvimento de tecido granuloso na região afetada. As instalações deverão ter piso ripado para todos os sistemas de criação. A infecção é causada principalmente pelo Spherophorus necrophorus e Fusiformis nodosa. o estado geral do animal estará comprometido com aparecimento de febre.DOENÇAs EM OvINOs PODODERMATITE PALAvRAs-ChAvE Pododermatite. () O primeiro sinal é a claudicação acompanhada da inflamação local. Umidade excessiva do solo e acúmulo de fezes nas instalações e nos cascos favorecem o desenvolvimento do agente etiológico na região. O casqueamento periódico do rebanho é recomendável. uma vez que evita o acúmulo  . caprinos É possível tratar esta doença sem retirar os animais do pasto? Há casos em que o produtor é obrigado a sacrificar o animal? O animal afetado pela doença pode ser consumido? Quais os produtos de última geração recomendados para tratar essa doença? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Podermatite ou Pododermite É uma enfermidade de natureza contagiosa que afeta os cascos dos caprinos e ovinos.

de 0 páginas são apresentadas informações quanto aos sinais clínicos. Universidade On Line de Viçosa. formol ou tintura de iodo a %.uov. número do telefone: () 9. isola-se o local com atadura de gaze. A aplicação de antibiótico parenteral associado a anti -inflamatório será feita conforme o caso. diagnóstico. Recomenda-se o uso do pedilúvio com solução de sulfato de cobre.cnpc. O isolamento do animal em local limpo e seco se faz necessário para não disseminar a enfermidade no rebanho. Cursos: UOV. na proporção de :.00. () . Preço: R$. dos anos de 00 e 00.  AgriculturA e PecuáriA de lama e fezes nos cascos que predispõem o aparecimento do processo infeccioso.br. http://www. Neste trabalho.br.embrapa. pela EMEPA.htm. O animal afetado pela doença pode ser consumido? Animais portadores de pododermatite não deverão ser enviados para o abate.há casos em que o produtor é obrigado a sacrificar o animal? Somente o veterinário poderá diagnosticar e aplicar as medidas necessárias. () Quais os produtos de última geração recomendados para tratar essa doença? O tratamento consiste na limpeza do local afetado com água oxigenada ou solução fisiológica.com. tratamento e medidas de controle e prevenção da pododermatite.gov. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Fonte: http://www. acessado em /0/00. http://www.() INDICAÇõEs: Publicação sobre “Pododermatite em caprinos e ovinos: prevenção e controle” pode ser encontrada na EMBRAPA.br/COT43. por apresentarem infecções e possível estado febril. Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba. existindo o risco de toxinfecção alimentar. com a Dra. acessado em  Abril 00 Conhecer o material apresentado no Simpósio de Ovinos e Caprinos de Corte. Glória Lourdes. repetese o tratamento até a cicatrização total. Em seguida todo o tecido necrosado deverá ser removido. A medicação a ser administrada será no local da lesão.embrapa. Esta consiste em antibiótico à base de penicilina em pó e sulfa.

• Calendário profilático de vacinações e vermifugações no decorrer do ano. • Desinfecção mensal ou mesmo quinzenal de instalações e áreas de repouso dos animais. Correntes de ar frio são um pe . embora os ovinos sejam bem adaptáveis á diferentes climas. Sugere-se conhecer as diferentes raças. (MS). Este é um assunto de extrema importância que afetará o rebanho. com desinfetantes apropriados e concentrações ideais para a desinfecção (geralmente com cal virgem seco. a lama.Algumas informações adicionais importantes: Instalações. no ano de 00 “demonstraram que estas não precisam ser sofisticadas para o acabamento de cordeiros. • Vazio sanitário em época estratégica do ano (manter os pastos sem animais). O criador deve consultar profissionais da área. O mais importante é o manejo. que esclarecerão sobre os pontos cruciais e mais vulneráveis e fará acompanhamento da saúde do rebanho. Um experimento apresentado no IV Simpósio sobre Recursos Naturais e Sócio-econômicos do Pantanal. • Cuidado com os ventos gelados. respeitando seu hábitos e necessidades básicas”. creolina ou fenóis. ou qualquer umidade. Região mais adequada para criação. a chuva também propicia um ambiente favorável para vermes e bactérias que se instalam no solo úmido e nas gramíneas. tipos de instalações. para melhor avaliar o manejo sanitário e alimentar. a alimentação o fornecimento de água e a saúde do rebanho que não devem ser precários. • Cuidado com a chuva. Para combater os males são sugeridas as seguintes medidas preventivas): • Quarentena para animais recém adquiridos ou que viajaram e tiveram contato com outros rebanhos. Estas devem ser feitas com base no conhecimento do comportamento dos ovinos. • Medidas de manejo. em Corumbá. juntamente com o criador. Prevenções. Além de ser importante para o crescimento do capim. formol e vassoura-de-fogo). • Evitar altas lotações ou aglomerações desnecessárias de animais. Há instalações simples que podem ser adotadas como em sistema de semiconfinamento que são simples e econômicas. apartações em lotes por idade. Vacinação e remédios.

• • CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Independe da resposta acima ressalta-se a necessidade de consultar profissional da área (veterinário) para diagnóstico e indicação do tratamento adequado.com. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA rigo para animais novos.unesp. lembrando que uma simples lesão em poucos dias pode se tornar uma situação grave e complicada. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de abr.htm>. 00. Acesso em:  de abr.fmvz. Disponível em: <http://www..nogueirafilho. Inspeção periódica rigorosa. . Disponível em: <http://www. Manejo de caprinos leiteiros.br/ovinos/utilid36. 00. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA . .htm>. Acesso em:  de abr. para males diversos é de suma importância para a exploração animal. Manter uma farmácia com vários tipos de medicamentos.br/ordenha_higienica.

Neste caso.  . Se os métodos de quebra de dormência testados pelo cliente não deram resultados. é o que causa a secagem excessiva das sementes. e está relacionada com a impermeabilidade do tegumento ou do pericarpo à água e ao oxigênio. nas condições da floresta. podem minimizar este tipo de dormência ao degradarem o tegumento das sementes. recomenda-se a Imersão em água. Porém. a semente é dormente porque os tecidos que a envolvem exercem um impedimento que não pode ser superado. à temperatura ambiente (ºC) elimina o problema. germina normalmente. em muitos casos. sendo conhecido como dormência imposta pelo tegumento. impedindo-as de absorver água e iniciar o processo germinativo. com a presença de inibidores químicos no tegumento ou no pericarpo. que normalmente é decorrente de longos períodos de armazenamento. mesmo sob condições favoráveis.DORMêNCIA DO PALMITO PUPUNhA PALAvRAs-ChAvE Palmito. o embrião destas quando isolado. A simples imersão das sementes em água. palmito pupunha Como quebrar a dormência do palmito pupunha. Esta é a mais comum das categorias de dormência. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O palmito de pupunha apresenta o tipo de dormência conhecida como tegumentar ou exógena e isso ocorre quando as sementes viáveis de algumas espécies não germinam. ou com a resistência mecânica do tegumento ou do pericarpo ao crescimento do embrião. Os fungos e as bactérias presentes no solo. tais como a cumarina ou o ácido parasórbico. secagem e adubação direta. Já foram testados vários métodos como: Escarificação.

ambientebrasil. sem contudo estarem dormentes.pick-upau.htm Acesso em 0 de jun.Em seguida. mantendo-as nesta solução por  minutos.br/mundo/palmito_ecologico/palmito_pupunha.00 http://www. Troque a água diariamente para evitar fermentação excessiva. pois com a secagem elas perdem rapidamente o poder germinativo. Acesso em: 0 de jun.html Acesso em: 0 de jun./florestal/index. . As sementes de algumas espécies apresentam dificuldades para germinar. htm Acesso em 0 de jun.00 http://www.br REFERêNCIAs Disponível em: <http://www.rsa.br/sementes/caract_especies. os resíduos da polpa devem ser removidos esfregando as sementes em peneira de malha grossa.br/palmaceas. as sementes devem ser lavadas com água.org. e se necessário.00. corte-os e retire as sementes manualmente.html#Dormência%20em%20p almeiras Acesso em :0 de jun. deixando-as de molho por um período de  a  dias.iciag. Após isso.br/?pg=arvore_definicao_semente> Fonte: EMBRAPA.com.fflorestal./florestal/palmitojucara. veja outros sites sobre o assunto: http://www.br/composer.fruticultura.ufu.com. Lave-as novamente em água corrente e deixe-as secar a sombra por um dia.arvoresbrasil. trate as sementes com água sanitária comercial diluída na proporção de :. html&conteudo=. pois provavelmente não germinarão. as sementes devem ser semeadas o mais rápido possível. Feito isso.php3?base=.00 http://www.edu.00 http://www. Cultivo da Pupunha para Palmito no Acre  AgriculturA e PecuáriA Passo-a-Passo Selecione os frutos.gov.ufam. As sementes que boiarem devem ser descartadas.sp.

pdf SBRT – Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas Disponível em: <http://sbrt. “Cultivo da pupunha para palmito no Acre”.br/pdf/cirtec31.http://www. 00.html> BERGO.br/pdf/cirtec31. M. Embrapa Acre.embrapa.embrapa. . 000. Nome do técnico responsável Cristiane de Lima Quadros 0 de jun. de 00. Rio Branco. A.cpafac. P. LUNZ. Acesso em:  de mar.pdf>. C. p.ibict.cpafac. DATA DE FINALIzAÇÃO  . Disponível em: <http:// www.br/upload/sbrt2437. L.

As disposições que são de interesse ao cliente: 9 AgriculturA e PecuáriA ENvAsAMENTO DE MEL EM BIsNAGA .br). bisnaga.br. além de conhecimento na área de apicultura. Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas.com. mel. além das acima listadas. embalagem para mel. pois esse negócio demanda um investimento considerável. Assim aconselha-se que se faça um plano de negócio. Com relação às exigências sanitárias relativas ao envasamento de mel em bisnaga. viabilidade do negócio. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (http://www. conhecimento técnico para que se produza um produto adequado às normas de vigilância sanitária. consultando o site da Anvisa. sebrae. cuja site é: http://www. pois a partir dele poder-se-á definir objetivos e assim identificar melhor quais informações. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O negócio de envasar mel em sachê tem um potencial mercado consumidor.gov. Caso existam dúvidas na formulação do plano de negócio aconselha-se buscar ajuda junto ao SEBRAE.anvisa. mas a viabilidade ou não do negócio depende muito das condições do empreendedor. necessidade de pesquisa sobre o potencial mercado consumidor. sachê. encontrar-se-á Resoluções que dispõem sobre embalagens e equipamentos plásticos em contato com alimentos.Envasar mel. dever-se-á buscar. exigências sanitárias. abelha PALAvRAs-ChAvE Obter informações sobre o negócio de envasamento de mel em bisnaga (sachê): equipamentos utilizados no processo de envasamento. Em contato com essas disposições gerais poder-se-á identificar as partes que se referem à situação (mel envasado em um dado material plástico) e a partir do identificado poderse-á tomar as devidas precauções no sentido de adequar o produto às exigências sanitárias.

htm . Resolução .kit. Envasadora j.br/leisref/public/showAct. Com Relação a fornecedores de mangueira de P. bvs. de 9 de maio de 999.m. São Paulo–SP cep: 09-000.com.net/ms_equipamentos. Tel / fax.asp?whichpage= 0 . End: Av.br/guia/site. para envase em sache.php?id=103 .com. de  de janeiro de 00.C. 9 – capão redondo. que dispõe sobre aprovação da inclusão das substâncias e suas respectivas restrições nas seguintes listas positivas para embalagem plásticas e equipamentos plásticos em contato com alimentos. Abaixo serão apresentados alguns equipamentos.RDC número . Resolução – RDC número . máquinas ltda.anvisa.html . estrada da capelinha  mogi das cruzes sp cep : 00-90 telefone : () - fax : () - E-mail : jhm@jhm.jhm. de  de outubro de 00.l l l Resolução número 0. Disponível em: http://e-legis.bvs.php?id=5773 . Ellis Maas.no Guia de Embalagem (http://www.V. que dispõe sobre a aprovação e inclusão na lista positiva de aditivos destinados à elaboração de embalagens e equipamentos em contato com alimentos e respectivas restrições desses aditivos. que apresenta disposições gerais para embalagens e equipamentos plásticos em contato com alimentos e seus anexos.V..br Site: http://www.h. Disponível em: http://www. com os respectivos fornecedores: Seladora de Rádio Freqüência semi-automática SRF-SA Maq Sel Máquinas Seladoras LT.guiadaembalagem.br/alimentos/legis/especifica/embalagens.C.: () –  – .br/leisref/public/showAct.maqsel. Disponível em: http://e-legis.gov.com.br Mangueira de P. Plastline Tel: () 9-009/ 9. Site: http://www.

html>. net/ms_equipamentos.anvisa. http://www. Disponível em: <http://www. . que se procure formar parcerias ou se busque empréstimos em órgãos de fomento como. Associação Brasileira de Normas Técnicas.org. Acesso em  de maio 00. por exemplo. Acesso em  de maio 00 ABIMAQ Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.br/>. Maq Sel Máquinas Seladoras LT. Acesso em  de maio 00. caso não se disponha de capital para bancar o negócio. poder-se-á encontrar outros fornecedores.kit.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Tendo em vista o considerável custo dos equipamentos necessários para implantar o negócio aconselha-se que.abimaq.com. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia ANVISA Agência Nacional de Vigilância Sanitária.maqsel.abnt. BNDES.gov.br>. Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA 3&pagesize=13&classe=19). Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www.INDICAÇõEs: NORMAS TÉCNICAS: ABNT.

Aspectos gerais do uso de óleos vegetais como fonte de energia. substituto do óleo diesel (proveniente do petróleo e. com capacidade de produção de uma tonelada por hora e relação de equipamentos para a desidratação de etanol. Quimicamente é definido como um éster monoalquilado. mais um álcool anidro. como combustível. enquanto que o gás carbônico emitido pela queima de petróleo é um  . sendo necessária a adição de um catalisador para acelerar o processo de reação. de motores a combustão. Relação dos equipamentos para a produção de biodiesel. e é assim chamado de B00. O biodiesel pode ser utilizado puro. o que lhe confere lubricidade. este gás é o mesmo que o assimilado pela planta no processo de fotossíntese.EQUIPAMENTOs PARA BIOCOMBUsTÍvEL PALAvRAs-ChAvE Equipamentos para produção de biodiesel. toneladas de dióxido de carbono. Isso acontece porque mesmo liberando o gás como resíduo da combustão do motor. Um dos principais motivos do uso de biocombustíveis na atualidade é a preocupação que se tem com a emissão de gases responsáveis pelo aumento do efeito estufa no planeta. na presença de um catalisador ácido ou básico. gordura animal ou resto de óleo animal ou vegetal utilizado no processo de cocção (fritura). derivado de um ácido graxo de origem natural e que pode ser produzido através da reação de triglicerídeos com metanol ou etanol. misturado com óleo diesel (desde B até B0) ou usado como aditivo ao óleo diesel. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Aspectos gerais e uso do biodiesel O biodiesel é um combustível renovável. portanto não-renovável) e que é obtido a partir da reação de um óleo vegetal. O uso de uma tonelada de biocombustível evita a produção de até . equipamentos para produção de álcool anidro.

mesmo. hoje. pode ser proveniente de culturas mais viáveis economicamente. principalmente quando usado puro. o que evita extinções em massa e prejuízos futuros para a humanidade. nem no lixo comum. pois o óleo vegetal usado. ainda no quesito ambiental. Entretanto.excesso que foi assimilado por plantas a milhões de anos atrás. geralmente. Os biocombustíveis e o biodiesel Apesar de todas as vantagens do biodiesel. este. Hoje muitas tecnologias para pequena produção de biodiesel. como a da mamona. Assim o uso de biocombustíveis. Na época de assimilação deste gás pelas plantas. adaptados ao clima quente daquela época. liberado na queima de derivados do petróleo e outras substâncias tóxicas que causam problemas respiratórios nas grandes cidades e desenvolvimento de chuvas ácidas. do girassol e mesmo do abacate e de plantas nativas de diversas regiões brasileiras. quanto particulares. como o dendê. Além disso. constituirá um excesso. já que os seres desta época não estão adaptados ao clima quente que este mesmo produziria como conseqüência do aumento do efeito estufa. expostas na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE). o biodiesel. O biodiesel pode vir a ser um substituto do petróleo o que coloca o país produtor em posição estratégica no que se refere a independência energética e beneficia o desenvolvimento de pequenos produtores e empreendedores. Por fim. o gasto de energia para a sua produção é de cerca de trinta e seis porcento da energia total produzida na sua combustão. produzidas por estudantes de segundo grau. que hoje são um grave problema para as florestas (principalmente nas florestas do Canadá) e monumentos constituídos de mármore. porém. o biodiesel evita a emissão de enxofre. abacate ou óleo usado são. o mesmo não era excessivo para os seres vivos que lá viviam. evita uma possível mudança climática. causada pela liberação de dióxido de carbono em excesso (para esta época). que é nacional e expõem trabalhos de estudantes de todo o país. tanto de escolas públicas. a partir do óleo de mamona. produzido a partir de óleo usado para fritura pode vir a solucionar o problema do descarte deste óleo. que não pode ser descartado no esgoto (o que torna o tratamento de esgoto muito mais caro. Ocorre todos os anos na Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e a entrada é gratuita. além do desenvolvimento sustentável de diversas regiões. Estas estão. Silmar  AgriculturA e PecuáriA . além de entupir pias). se liberado. de acordo com o Dr.

que além de demandar muita energia. Equipamentos para a produção de biocombustíveis A empresa brasileira “Soyminas Biodiesel” desenvolveu toda a sua tecnologia para a produção de biodiesel a partir de óleo de girassol e nabo forrageiro. para sessenta porcento de óleo diesel e cinco porcento de gasolina. que pode diminuir seus gastos. produzida na combustão. gasta apenas quinze porcento de sua energia.  . já se desenvolveu uma mistura de trinta porcento de óleo vegetal. Hoje. sem ter que possuir todo o maquinário para a produção do biodiesel. a utilização de um biocombustível é muito mais eficiente do que o uso do biodiesel. html>. Telefone para contato: () - / e-mail: <soyminas@soyminas. Um dos projetos da CATI. Ela não vende mais as máquinas responsáveis pela produção de biodiesel.Denucci. acaba por gerar resíduos no motor conforme o tempo de uso. a qual diminui a viscosidade do óleo e permite o seu uso sem danificar o motor. Além disso. produzindo menos poluição.ind. é cara. Para saber mais acerca dos debates sobre o uso dos biocombustíveis.br>. recomenda-se o acesso ao sítio da Associação “Journeytoforever”. da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo é desenvolver tecnologias que beneficiem o uso do óleo vegetal diretamente no motor. Disponível em: <http://journeytoforever. com o desenvolvimento de tecnologias de prensagem baratas. No caso. tecnologias e outras fontes de energia renováveis. já diminui o percentual de uso de combustíveis fósseis. o uso do óleo vegetal puro. os quinze porcento são gastos no processo de prensagem do fruto ou semente para a produção do óleo. com versão em inglês e espanhol. Assim. mas pode-se entrar em contato com o Engenheiro Arthur Augusto Alves. Acesso em:  de abr de 00. O principal problema do uso do óleo vegetal sem passar pela reação de esterificação é que a sua viscosidade. sem passar pela reação de esterificação. essa mistura se torna viável para o pequeno agricultor. Apesar de ainda não se conseguir usar o óleo puro. da CATI (Coordenadoria de Assistência técnica Integral). que desenvolveu parte da tecnologia da “Soyminas Biodiesel” que pode ajudar no esclarecimento de dúvidas sobre biodiesel. Recomenda-se o acesso ao link do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SBRT) sobre equipamentos para a produção de biodiesel. o uso desta pequena porcentagem junto ao óleo diesel e gasolina. com combustível.org/biofuel.

Acesso em:  de abr de 00. a “Dedini S/A Indústrias de base” fornece tecnologia para produção de álcool anidro e biodiesel.br/>. Disponível em: <http://www.org.br/upload/sbrt783. recomenda-se o acesso a sítios .sbrt. mas sim a mudança climática acarretada pelo aumento do efeito estufa). através de sua queima.que informem sobre outras fontes de energia.ibict.br/>. reservas de dióxido de carbono. Disponível em: <http://www.  AgriculturA e PecuáriA Disponível em: <http://sbrt. Por fim. Além do biodiesel aqui abordado. . metanol e biodiesel. já que os biocombustíveis não lançam na atmosfera gases tóxicos como o enxofre e não emitem. Disponível em: <http://www. para veículos automotores. Disponível em:<http://www. Acesso em:  de abr de 00.como o “journeytoforever” e ao sítio do CENBIO (Centro Nacional de Referência à biomassa) da Universidade de Campinas (Unicamp) . Acesso em.pdf>.br/upload/sbrt2099. com.cenbio.br/upload/sbrt983.ibict. Pode-se associar. com uma seleção de conteúdos sobre o mundo do biodiesel. para entender mais sobre os diversos processos de desidratação do álcool.pdf>. CENBIO.biodiesel. Disponível em: <http:// www.htm>. que não deveriam ser emitidas.Desidratação de álcoois Recomenda-se o acesso ao link do SBRT sobre etanol. ABIODIESEL. já que os seres vivos não estão adaptados a esta quantidade de gás na atmosfera (o gás em si não faz mal.sbrt.  de abr de 00. Acesso em:  de abr de 00. tanto como pessoa física como jurídica.ibict. Acesso em:  de abr de 00. Recomenda-se o acesso a ABIODIESEL (Associação Brasileira das indústrias de biodiesel) Os associados têm desconto nos eventos promovidos pela associação e seus parceiros e acesso completo ao Centro de Estudos. além de notícias nacionais e internacionais. Recomenda-se o acesso ao link do SBRT.pdf>. Acesso em:  de Abr de 00. como outros biocombustíveis ou energia solar.org.br/pt/index.dedini. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A substituição dos derivados de petróleo por fontes renováveis e ecologicamente corretas possibilita que problemas recorrentes da saúde pública atual possam ser evitados.

gov. html>. Disponível em: < http://www. Acesso em.br/>.cati.org/biofuel.  de abr de 00.cenbio. CATI. Soyminas Biodiesel.htm>. Disponível em: <http://www.soyminas.br/>.“journeytoforever. Acesso em:  de abr de 00. Acesso em.sbrt. Acesso em:  deabr de 00. Acesso em:  de abr de 00.  de abr de 00. Disponível em: <http://www. CENBIO. Para entender mais sobre biodiesel a base de óleo de girassol.sbrt.br>. Acesso em:  de abr de 00.pdf>. Acesso em:  de abr de 00. recomenda-se o acesso ao link do SBRT sobre biodiesel.com.html>. Disponível em: <http://journeytoforever. Disponível em: <http://journeytoforever. REFERêNCIAs Associação “Journeytoforever”. SBRT.br/upload/sbrt894. ABIODIESEL. óleo de girassol e de soja.br/pt/index. Camila Gomes Victorino NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr de 00  .org. Doutor Silmar Denucci da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral. Disponível em: <http://www.biodiesel. Disponível em: <http://www.ind. divisão Ataliba Leonel.dedini.ibict.br/>. Acesso em:  de abr de 00. Dedini S/A Indústrias de base.ibict. org/biofuel.org. Telefone () -00.sp. Acesso em:  de abr de 00. Disponível em: <http://www. Disponível em:<http://www. br/>.

cicatrizante. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Nome Científico: Plantago lanceolata. desenvolvendo-se mais intensamente em locais abertos. pecíolos longos. muci-  AgriculturA e PecuáriA ERvA ChAMADA TANsAGEM . tanchagem – maior. e de caule aparente. sete–nervos. transage. pronunciadas na face superior e ainda mais na basal. Prefere solos arenosos. Nome Popular: Tansagem. transagem. transage.Tansagem. As sementes são laxativas. pomares. Descrição: Planta herbácea atingindo de  a cm de altura. cinco-nervos. tanchagem. transagem. vegetando espontaneamente em quase todo o país. vivaz. Folhas dispostas em forma de ramalhetes. raiz fasciculada e frutos tipo cápsula. A colheita das flores deve ocorrer nos meses de agosto a março e as sementes separam-se da espiga no fim do verão. como em solos cultivados e pastagens. percorridas por nervuras curvilíneas. com ráquis atingindo até 0. Origem: Européia. radicais. tanchagem PALAvRAs-ChAvE Informações sobre a erva Tansagem. Parte utilizada: As folhas e sementes. expectorante. plantagem. Família: Plantaginaceae. () Propagação: Por sementes Uso fármaco terapêutico: dor de garganta. diurético. ricos em matéria orgânica e com boa umidade. quando estão bem maduras. cor branco-amareladas. principalmente em jardins. depurativa.0 m. antidiarreica. ondulados. reunidas em espigas. bordos levemente recortados. gramados. adstringente. forma ovular. bactericida. Flores bem pequenas. mas perfeitamente aclimatada no Brasil. tranchagem. beiras de estradas e junto a muro. anti-inflamatório. cor verde-cana pálida. Constituintes químicos principais: Heterosídos (aucubigenina).

sob a forma de emplasto. estomatite. Mastigação de pedaços de folha. por isso é usado nas hemoptises e úlceras gástricas.usp. Preparo e Posologia: O chá das folhas é adstringente. indicaína). bronquite e catarros. alcalóides ( plantagonina. expectorante. anti-hemorrágico. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . ferimentos abertos. varizes.00. Beber uma xícara  vezes ao dia. Disponível em <http://www. para a obtenção do título de especialista em Plantas Medicinais. para cicatrizar.lagens.%). decocção (chás). Indicações para amidalite. Carlos A. Infusão da folha seca: 0g em um litro de água fervente. purificador do sangue. V. “Plantas medicinais e aromáticas no sistema único de saúde da região sul de Cuiabá-MT”. de A. furúnculo. taninos (. ácido clorogênico e ursólico. Acesso em: 0 de out. como parte das exigências do curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Plantas Medicinais: manejo. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de out. pp -9. Chá de uma folha seca ou verde com uma pitada de sal de cozinha. Uso externo: úlceras e feridas – folhas frescas trituradas. Monografia apresentada ao Departamento de Agricultura da Universidade Federal de Lavras. paulatinamente. pdf>. para a cura dos males da garganta. Indicação. glicosídeos (aucubina). 00. Isanete Geraldini Costa. Formas farmacêuticas habituais: Infusão. REFERêNCIAs BIESKI. uso e manipulação.br/siesalq/pm/isanete3. Uso interno: para problemas respiratórios: tosse. para gargarejos. faringite.esalq. alantoína. No caso de hemorróidas use no banho de assento que ajuda acabar com as inflamações. cicatrizante.

tanto em ensaios como em áreas comerciais.DF. Ervilha axé Esta nova cultivar de ervilha verde foi desenvolvida especialmente para a agroindústria (grãos verdes enlatados e grãos congelados). Produtividade superior em relação às cultivares existentes atualmente no mercado: l Em torno de 000 Kg/ha têm sido obtidos na região de Brasília . Após levantamento junto a EMBRAPA. A ‘AXÉ’ é uma linhagem F do cruzamento do F (‘Plus’ x ‘Triofin’) com a cultivar Bolero. Além disso.MG. verificou-se que a variedade mais indicada é a Ervilha Axé. Apresenta bom nível de resistência de campo ao oídio (Erysiphe pisi DC). mas pode ser também destinada ao mercado de grãos debulhados.Ervilha. A cultivar Triofin foi utilizada como fonte de resistência ao oídio. Patos de Minas e Iraí de Minas . acima de 0T/há. conserva PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Informações sobre variedade de ervilha especial para conservas. Características da nova cultivar Altura das plantas (cm) Tipo de folha (normal) 0 AfAf 9 AgriculturA e PecuáriA ERvILhA . l Altas produtividades são obtidas mesmo na presença de baixas leituras tenderométricas (). l Outra vantagem da 'AXÉ' é alta produção de massa verde. o material é de alto valor protéico e possui boa aceitação para a alimentação animal. obtida após o processo de remoção dos grãos verdes nas indústrias. O material abaixo é um reprodução parcial do material produzido.

No Rio Grande do Sul recomendase a semeadura nos meses de julho e agosto.embrapa. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Verificar junto a Embrapa Hortaliças os produtores desse cultivar. 00.Caixa Postal  CEP 09-90 Brasília.0 verde  0  0 A ‘AXÉ’ deve ser cultivada em locais de clima ameno. Disponível 0 . A tecnologia de produção para cultivo a nova cultivar encontra-se na publicação “Cultivo da ervilha”. Acesso em:  de jul. Os dados de contato são: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro Nacional de Pesquisa de Hortaliças Ministério da Agricultura e do Abastecimento BR 00 Km 09 Brasília/Anápolis . Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária . . editada pela Embrapa Hortaliças. Disponível em: <http://www.Inicio do florescimento (dias de germinação) Colheita de grãos verdes (dias após inicio da germinação) Resistência ao oídio Numero de grãos por vagem Numero de vagens por planta Diâmetro dos grãos (mm) Cor dos grãos Unidade de calor até o florescimento Unidade de calor até o inicio da colheita Maciez do grãos (leitura de tenderômetro) Peso aproximado de 000 sementes (g)   Mediante resistente . DF Fone: () -9000 Fax : () - FONTEs CONsULTADAs ERVILHA AXÉ.cnph.htm>.br/cultivares/ ervilha3.Hortaliças. Na região centro-oeste recomenda-se semeaduras de abril a junho e em locais com altitudes superiores a 00 metros. .

Acesso em:  de jul. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA em: <http://www.embrapa. .cnph. 00.br/>.Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jul.

CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se a procura de uma assistência técnica de qualidade para resolver esse problema. A exposição continuada do falo é quase sempre resultado de um processo de acidente que resulta em infecção que deve ser tratada adequadamente por um veterinário experiente em estrutiocultura. Na sua criação há um macho de avestruz que expõe o falo excessivamente e não tem galado a fêmea.  . Roberto Arana. Uma publicação muito indicada para os criadores de avestruz é o livro: “A Criação do Avestruz: Guia completo de A a Z” escrito por Celso Carrer. O Grupo Ostrich do Brasil. O número é: (9) -00. Como descobrir a causa do problema? Será um problema muscular? Poderá ter alguma infecção? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O falo do avestruz normalmente é exposto de forma rápida em duas situações diferentes: a) Ao final do processo de excreção. Marcelo Kornfeld e Márcio Carvalho e editado pela EDUSP. após essas duas atividades o falo deve ser recolhido na bolsa cloacal onde permanece protegido. sob risco de perder-se o animal como reprodutor.o que se traduz em menos postura. criação de avestruz Busca informação sobre a exposição externa excessiva do falo de um macho de avestruz. quando urina e defeca e b) Pouco antes de realizar a cobertura na fêmea que se dá várias vezes ao dia durante a época de reprodução. avestruz. através do professor Celso Carrer. enfermidades. disponibiliza seu telefone para qualquer contato de auxílio técnico. No entanto.EXPOsIÇÃO EXTERNA DO FALO DE AvEsTRUz PALAvRAs-ChAvE Estrutiocultura.

Avicultura industrial. Disponível em: <http://www.uniavestruz.criareplantar. Acesso em  de mar. Caio Bendazzoli NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar. 00.edusp. com. Acesso em  de mar.com. EDUSP .portaldoavestruz. Acesso em  de mar. Disponível em: <http://www. 00.com. Acesso em  de mar.aviculturaindustrial. Criar e Plantar .br/site/dinamica.php>.aviculturaindustrial. Disponível em: <http:// www. Sinopse do livro A Criação do Avestruz: Guia completo de A a Z).br>.Avestruz. br>. asp?id=11359&tipo_tabela=produtos&categoria=avestruz>. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA . br/pecuaria/avestruz/index. Disponível em: <http://www. 00. Portal do Avestruz. br>. Universidade do Avestruz: Disponível em: <http://www.com. 00. Disponível em: <http://www. 00. Acesso em  de mar.br/>. 00.com.com.Editora da Universidade de São Paulo. Acesso em  de mar.

Cultivo Os rizomas da planta. jamaicano. Foi comprovado. num estudo britânico. que o gengibre reduz a incidência de vômito tanto quanto algum medicamento sintético como a metoclo-pramida (plasil). Os sulcos de plantio precisam ter cerca de  centímetros de profundidade  . por exemplo. que é um caule subterrâneo de uma raiz. mas se transforma em várias plantas em vez de uma só. fértil e de boa drenagem.EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE GENGIBRE PALAvRAs-ChAvE Gengibre. Há muitas variedades comerciais de óleo essencial de gengibre e são classificados de acordo com sua origem geográfica como. O gengibre vem sendo usado pelos chineses desde . O gengibre prefere solos com pH entre . De acordo com os técnicos do Instituto Agronômico do Paraná. gengibre africano. as partes subterrâneas e comestíveis. é que se quebrarmos um pedaço de um rizoma ele não morre (como acontece com a raiz). e . Adão Roberto da Silva. cochinês (de Cochim no sul da Índia). A produção no Brasil é pequena e quase totalmente absorvida pelo mercado externo. O gengibre é tido erroneamente como raiz quando na verdade é um rizoma. mas não suporta encharcamento. Para o cultivo. o nome oficial do gengibre é Zingiber officinale roscoe. A cultura necessita de muita água.0 e a correção com calcário deve ser feita no mínimo três meses antes do plantio. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Conforme o prof. são os responsáveis pela propagação vegetativa. Uma diferença fundamental num rizoma.00 antes de Cristo como condimento carminativo para ajudar na digestão. óleo essencial de gengibre. o plantio deve ser feito no início da estação das chuvas. extração de óleo essencial Saber qual é o método ideal para extração de óleo essencial de gengibre e se o mercado é interessante economicamente. o solo ideal deve ser argilo-arenoso.

a irrigação e o controle de pragas. hidrosol ou hidrolato. O ciclo da planta varia de sete a dez meses. os hidrosóis são preferidos aos óleos essenciais devido a serem mais  AgriculturA e PecuáriA . Saindo de uma caldeira. úlcera péptica. Propriedades dos compostos A atividade do gengibre pode ser atribuída ao seu óleo essencial que é responsável pelo odor característico e uma mistura volátil de óleoresina é responsável por sua pungência. destilado. é chamada de água floral. Embora resistente. Se fizer uma inalação é bom para gripes e resfriados. Os componentes principais dos óleos essenciais são os sesquiterpenos. zingibereno e bisaboleno. artrites. normalmente é indicado para obterem-se óleos essenciais de folhas e ervas. A destilação a vapor é feita em um alambique onde partes frescas da planta e algumas vezes secas são colocadas. mudanças vasculares devido ao envelhecimento peniano e impotência. A água que sobra de todo o processo depois de retirado o óleo. as sensíveis moléculas de óleos essenciais evaporam junto com o vapor d´água viajando através de um tubo no alto do destilador onde. Carecendo ainda de evidências científicas. o vapor circula através das partes da planta forçando a quebra das frágeis bolsas intercelulares que se abrem e liberam o óleo essencial. uma camada de óleo essencial que é separado através de decantação. raízes. portanto. é preciso cobri-lo periodicamente com terra). o gengibre necessita de alguns tratos culturais: a chamada “amontoa” (o rizoma cresce para cima. Ela retem muitas das propriedades terapêuticas da planta. Forma-se então. mas nem sempre é indicado para extrair-se o óleo essencial de sementes. madeiras e algumas flores. A extração do óleo essencial é feita principalmente pelo método de destilação a vapor: É o método mais comum. na parte superior desta mesma água obtida. reumatismo.e a distância recomendada entre os rizomas é de  a  centímetros. À medida que este processo acontece. mostrando-se útil tanto em preparados para a pele. Os rizomas estão no ponto de colheita quando as folhas começam a amarelar. Seu óleo essencial pode ser usado em compressas para amenizar dores. Depois de plantados. colesterol elevado. Em muitos casos. os rizomas são cobertos com uma camada de 0 centímetros de terra. passam por um processo de resfriamento através do uso de uma serpentina e se condensam com a água. logo em seguida. as literaturas médica e popular fazem referência ao gengibre como sendo útil no tratamento de depressão. como até mesmo de uso oral no tratamento da saúde interna.

consulte Resposta Técnica já elaborada através do link abaixo: http://sbrt. 00.ibict.com.html Acesso em:  de set. http://sbrt. http://sbrt. consulte as seguintes respostas técnicas: http://sbrt.ibict.suaves.html Acesso em:  de set.ibict.br/upload/sbrt1284. Acesso em:  de set. acima citadas.br/upload/sbrt1105.br/upload/sbrt1213.html?PHPSESSID=c61a1443fbff10682ea6e 691d9ed3ab7 . 00. 00. 00.br/upload/sbrt1375.ibict.br  . 00. Para obter outras informações sobre extração de óleo essencial de outros substratos.br/upload/sbrt1353. http://sbrt.html Acesso em:  de set.html Acesso em:  de set. Para obter informações sobre o mercado utilize o serviço de consultoria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE: Postos de atendimento do Escritório Regional Sorocaba: Escritório Regional Sorocaba Endereço:Rua Cesário Mota 0 Bairro: Centro CEP: 0-00 Telefone: () - Fax: () - E-mail: sorocaba@sebraesp. 00. 00.ibict.ibict. http://sbrt. há ainda outras formas utilizadas na obtenção deste óleo.html Acesso em:  de set.html Acesso em:  de set.html Acesso em:  de set. 00.br/upload/sbrt1133. principalmente em se tratando de crianças ou quando uma maior diluição dos óleos se faz necessária.ibict. entre elas: l l l l Hidrodestilação Solvente Prensagem a Frio Turbodestilação e Hidrofusão CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para saber mais sobre as outras técnicas de extração de óleo essencial de gengibre.ibict. http://sbrt.br/upload/sbrt1169. Porém.br/upload/sbrt1363. http://sbrt.

vidaintegral.br>. das 0h às h.br/complem/aromaterapia7. Fabiana Rocha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 9 de set. 00. Acesso em:  de set.ibict. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Itu Posto de Atendimento ao Empreendedor de Itu Endereço: Rua do Patrocínio 9 Bairro: Centro Telefone: () 0-/0 Atendimento: de ª a ª feira. Disponível em: <http:// sbrt.com. . php> Acesso em /09/00. SBRT .REFERêNCIAs Para que serve o óleo essencial de gengibre? Jornal Vida Integral.Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. Disponível em : <http://www.

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o pesquisador Prof. do Instituto Agronômico (IAC-APTA) Telefone (9) - e-mail nilson@iac. é possível produzir um novo óleo a partir do manjericão e capacitar agricultores para fornecer as indústrias perfumistas o novo produto. a planta requer quatro meses. O óleo de linalol é extraído do pau-rosa. porém com porcentagens menores. INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: Nilson Maia do Centro de Análise e Pesquisa Tecnológica do Agronegócio de Horticultura.br  .sp. enquanto que o cultivo do pau-rosa toma aproximadamente três décadas. porém de maneira predatória. Nilson Maia do Instituto Agronômico de Campinas. Para a atividade do produtor. Foram realizados estudos. Com o cultivo de manjericão.gov. O agricultor que se dedicar a produção do manjericão e tiver a sua própria destilaria poderá gerar cerca de dois mil dólares/hectare. Outra vantagem é que da produção da muda a colheita. é possível alcançar um rendimento alto em áreas relativamente pequenas. a pesquisa trará uma mudança bastante significativa. linalol Saber a viabilidade da extração de óleo de linalol através da plantação de manjericão. onde foi verificado a existência deste mesmo óleo no manjericão.EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE MANjERICÃO E ILINOL PALAvRAs-ChAvE Extração de óleo manjericão. madeira originária da amazônia.

00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs . Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar.SP e para ser viável os produtores devem estar a uma distancia de 0 a 0 Km da destilaria.A extração do óleo de manjericão está em um projeto piloto em uma destilaria na cidade de Votuporanga .

Sobre esse curso pode-se obter maiores informações pelo endereço: http://www.com.ctaa. Mercado esse composto basicamente por multinacionais.EXTRAÇÃO DE sOjA PALAvRAs-ChAvE Soja. 00).bunge. no endereço: http://www. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Na Resposta Técnica  presente no site do SBRT. Vale ressaltar que a Embrapa oferece uma série de cursos referentes à atividade agropecuária. José Luis Ramírez Ascheri. 00).br/ (Acesso em: 9 de out. texturizado de soja. 00).pdf (Acesso em  de out.sbrt. farinha de soja. portanto. também. farinha texturizada de soja. para finalmente ser secado em um secador. encontram-se instruções detalhadas de como se produzir extrato de soja. Doutor Ascheri afirma. extrato de soja. Finalmente com relação à produção de extrato hidrossolúvel de soja.br/upload/ sbrt1236.ibict.00 mil reais) e que tem um mercado bastante concorrido. deve-se consultá-la. Serviço Brasileiro de Resposta Técnica. sendo posteriormente levado a uma extrusora. onde o pré-cozido é cozido e cortado. que o texturizado de soja. a partir do qual pode se fazer a farinha de soja texturizada. desengordurado de soja. extrato hidrossolúvel de soja Informações sobre processo de produção de extrato de soja solúvel e de farinha de soja texturizada. afirmou ser esse um empreendimento que demanda muito investimento (por volta de 0. por um processo que consiste em submeter o desengordurado a pré-cozimento. Já com relação à produção de farinha de soja texturizada. por exemplo: Bunge.br/ (Acesso em:  de out. a dissertação de mestrado: “Avaliação bioquímica e nutricional do 0 . é feito do desengordurado de soja. o Dr. Pesquisador da Embrapa Agroindústria de Alimentos. cujo site é: http://www.embrapa. dentre os quais se destaca o curso: “Processos de Extrusão de Alimentos: aspectos tecnológicos para o desenvolvimento e produção de alimentos para consumo humano e animal”.

usp. tanto de outras Respostas técnicas.br/html/receitas. Também no endereço: http://www. Já no endereço: http://dedalus. 00) pode se encontrar uma série de receitas à base de soja. que devem ser consultados.br/>. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”.htm (Acesso em 9 de out. 00) têm-se referências de um livro relativo a farinha de soja. com o objetivo de obter maiores informações. de Arruda. pode-se entrar em contato com o departamento de Agroindústria Alimentos e Nutrição da ESALQ. Disponível em: <http://www. Resposta Técnica . Carlos Augusto V. .br EMBRAPA Soja. Acesso em:  de out. Fone: () 0-99 Fax: () 0-090 E-mail: ascheri@ctaa.cnpso. cuja referência completa se encontra abaixo. Finalmente. REFERêNCIAs BOTELHO. ESALQ/USP.pdf> Acesso em:  out.RJ -Brasil. como de instituições e de documentos.br:4500/ALEPH/POR/ FZE/FZE/FZEA/FULL/0570739? (Acesso em 9 de out. pelo site www.esalq.embrapa.esalq.br (Acesso em 9 de out. pode fornecer informações fundamentais. caso tenha maiores dúvidas.br/departamentos/lan/ (Acesso em: 9/0/0).Guaratiba CEP: 00-0 Rio de Janeiro . Dr. 00. 00.cnpso.usp. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária especializada em Soja.br/ upload/sbrt1236.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Na Resposta técnica acima referenciada existem indicações.usp.ibict. Disponível em:<http://www. Disque Tecnolo-gia/CECAE-USP.embrapa. 00) ou por telefones que podem ser obtidos no endereço: http://www.sbrt. Planta Piloto de Tecnologia de Cereais Avenida Das Américas 90 .embrapa. José Luis Ramírez Ascheri Pesquisador Embrapa Agroindústria de Alimentos. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Uni AgriculturA e PecuáriA extrato hidrossolúvel obtido de farinha de soja desengordurada e emulsificada”.

Disponível em: <http://www. Endereço da referência: Disponível em: <http://dedalus. Acesso em 9 de out. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de out. Dissertação (mestrado) -.br:4500/ALEPH/POR/E– SA/ESA/ESALQ/FULL/0609886>.usp. Acesso em: 9 de out. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . 99. p.. Marcia Regina Pereira. 00.usp.esalq.br>. 00.Universidade Federal de Viçosa na área de agroquímica 99. Avaliação bioquímica e nutricional do extrato hidrossolúvel obtido de farinha de soja desengordurada e emulsificada. Viçosa: S. MONTEIRO.versidade de São Paulo.N.

ele deverá ser lavado em equipamento chamado Fulão.. Fabricantes de Fulão HVR Ind. e Serviços Ltda Rua Jose Carlos Coutinho 9 Caruaru (PE) Número do Telefone: () -90  AgriculturA e PecuáriA FABRICAÇÃO DE OssINhOs PARA CÃEs . couro digerível PALAvRAs-ChAvE Saber qual é o processo correto e a formulação da massa para se fabricar couro digerível. por 0 minutos. l Retirar o couro do Fulão e cortá-lo em tiras. em temperatura entre 0 e 0 graus Celsius. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o Eng. Willys de Souza Jr. no Fulão. l Dar nozinhos nas tiras para dar forma de osso l Secar os ossinhos em estufa. Esta lavagem dura em torno de 0 minutos.% . desta vez com água fria em solução de água oxigenada de % a . Processo passo-a-passo l De acordo com o peso do couro a ser utilizado. l Bater por mais uma hora. bate-se o couro. l Repetir o processo acima. http://www. analista de Informação/Ceimaq/ Abimaq (Associação Brasileira de Fabricante de Máquinas e Equipamentos.Ossinhos para cães.br) o processo de fabricação é dividido em duas partes e a matéria prima utilizada para a fabricação é a raspa de couro em tripa. l Depois dos 0 minutos. com água fria em diluição de % a % de sulfato de amônia. Com. por mais ou menos uma hora.abimaq. tipo palito para cães.com. produto para cão.

Willys de Souza. 00.com. Karl W. Engenheiro . Disponível em: <http://www.Master Equipamentos Industriais Ltda Rua Dr. analista de Informação/Ceimaq/Abimaq/ Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de set.br>. Jr. caso precise de maiores informações. Acesso em  de set.  Novo Hamburgo (RS)/ Número do Telefone: () 9- CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Além do fornecido acima.com.br> Michelon Fuloes e Molinetes LTDA Travessa Thompson Flores.Associação Brasileira de Fabricantes de Máquinas e Equipamentos.michelon. REFERêNCIAs ABIMAQ . Schinke. Schine.. S/N Caxias do Sul (RS) Número do Telefone: () -0 Disponível em: < http://www.masterequipamentos.br> Fabricante de Estufas Master Equipamentos Industriais LTDA Rua Dr. Karl W.abimaq.  Novo Hamburgo (RS) Número do Telefone: () 9- Disponível em: <http://www. aconselha-se procurar médico veterinário ou/e entre em contato com a ABIMAQ.ind. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .

A soja é uma das mais importantes culturas agrícolas mundiais. somente o fato de formularmos uma dieta com níveis nutricionais adequados a cada espécie animal. (L) Merril). IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Definição do Produto Entende-se por farelo de soja o produto resultante da extração do óleo dos grãos de soja (Glycine max. O farelo de soja é obtido a partir da moagem dos grãos de soja. por processo mecânico e/ou químico. é fundamental que tenhamos. O controle da qualidade de todas as matérias-primas utilizadas nas rações é fundamental para monitorarmos a qualidade dos nutrientes. deve sempre ser analisado para avaliarmos as suas características nutricionais  AgriculturA e PecuáriA FARELO DE sOjA . um controle de qualidade das matérias-primas que constituem as rações.Farelo de soja. além de outros fatores. e representa um dos ingredientes de maior importância utilizado em rações animais. assim como todos os outros ingredientes. para extração do óleo. para comercialização. que queremos fornecer. que estão sendo atribuídas à cada ingrediente. O farelo de soja. não é suficiente para garantirmos que realmente todos os nutrientes estarão disponíveis para os animais nas quantidades desejadas. Entretanto. que é destinado para consumo humano. A nutrição animal adequada visa atender a todos os requerimentos nutricionais dos animais para que estes expressem todo o seu potencial produtivo. sendo sua produção destinada para a obtenção de óleo e farelo. torta de soja PALAvRAs-ChAvE Informações de como é transformada a torta de soja (resíduo do esmagamento) em farelo de soja. Para isso. afim de garantirmos que os ingredientes realmente possuam nutrientes com a qualidade e quantidade. pela indústria alimentícia.

que têm o objetivo de monitorar o padrão nutricional do ingrediente. hemaglutininas. e que é destruída pelo calor. Análise de Atividade Ureática Esta análise tem como objetivo determinar a destruição dos fatores antinutricionais presentes no grão de soja. A análise de atividade ureática é um bom indicativo de processamento térmico adequado ou inadequado do farelo de soja ( Tabela: ). como resultado dessa análise podemos observar que atividade ureática com valor de pH variando de 0. Além disso. tem o objetivo de evitar que farelos de soja de baixa qualidade sejam utilizados nas rações. indicam que o farelo passou por um adequado processamento térmico. A composição nutricional do farelo de soja deve ser avaliada através de análises bromatológicas como: Umidade. Fibra Bruta. Proteína Bruta.. objetivando a destruição dos fatores antinutricionais.0 até no máximo de 0. como: inibidores de tripisina. como: Atividade Ureática e Proteína Solúvel que determinam a qualidade e disponibilidade dos nutrientes no farelo de soja. existem algumas análises específicas. De uma maneira geral essa análise determina se o farelo de soja recebeu processamento térmico suficiente para inativar os fatores antinutricionais presentes no grão de soja. Portanto com a inativação da enzima urease teoricamente os fatores antinutricionais estariam destruídos.e também a qualidade de seu processamento. que devem ser destruídos pelo processamento térmico. antes que o ingrediente seja incluído em rações de aves e suínos. Sua metodologia consiste em determinar a redução na atividade da enzima urease. influenciando diretamente em seu valor nutricional. ambos são termolábeis. Cálcio e Fósforo. que podem ser afetados pelo processamento térmico inadequado do grão de soja. e outros. que possui alguns fatores antinutricionais para os monogástricos. a soja é uma planta leguminosa. passa por uma série de processamentos que podem afetar a sua qualidade nutricional.  . o monitoramento através de análises bromatológicas. Portanto. destruídos pelo calor. o farelo de soja. presente no grão de soja. Por se tratar de um subproduto obtido após a extração do óleo de soja. evitando-se com isso perdas no desempenho animal e em resultados econômicos na produção. Para monitorarmos a qualidade do processamento a qual submetemos o farelo de soja. Existe uma correlação direta entre os fatores antinutricionais e a urease.

A proteína solúvel é aquela disponível para a absorção pelo animal. A estatística mostra que em algumas análises de atividade ureática com valor próximo de zero. ou seja.30 solubilidade da Proteína em hidróxido de Potássio ( KOh ) Esta análise consiste em uma segunda metodologia para se avaliar a qualidade do farelo de soja processado.Tabela 1: Padrão de Atividade Ureática do Farelo de soja Classificação Excelente Boa Regular Deficiente Atividade Ureática 0. mesmo com a análise de atividade ureática ao redor de zero. Sendo assim. em alguns casos. quanto maior a quantidade de proteína solúvel. melhor a disponibilidade da proteína e dos aminoácidos para o animal. foi determinado ainda a presença de  a % dos fatores antinutricionais no farelo de soja.0. . com um mínimo de desnaturação.  AgriculturA e PecuáriA Existem no entanto. observamos que a medida que submetemos o grão de soja ao processamento térmico. Para a classificação do farelo de soja em relação a quantidade de proteína solúvel ( tabela- ) encontrada em análises. indicaria a ocorrência de uma desnaturação significativa na proteína da soja.0. Contudo. solúvel em KOH. tendo mantido quase inalterada a qualidade de sua proteína.0 . podemos considerar que o farelo que apresentar proteína solúvel acima de 0% passou por um adequado processamento térmico. O grão de soja pode apresentar até 00% de sua Proteína Bruta.0. algumas limitações para os resultados encontrados na análise. Trabalhos na literatura indicam que. . >0. afetando diretamente a disponibilidade da proteína e dos aminoácidos presentes no farelo. ainda assim poderemos encontrar inibidores de tripisina no farelo.0 0. Proteína solúvel abaixo de 0%. com o objetivo de destruirmos os fatores antinutricionais presentes. Existe também um correlação direta da qualidade no processamento do farelo de soja com a quantidade de proteína solúvel presente neste farelo.0 0.0 . verificamos uma queda na solubilidade da proteína e consequentemente uma queda na disponibilidade da proteína e dos aminoácidos para os animais.

Avaliação da Qualidade de Farelo de soja Realizamos um estudo com o objetivo de avaliar a qualidade do processamento de farelo de soja. oriundos de diversos fornecedores nacionais. Como conclusão podemos verificar que tanto a Atividade Ureática como a análise de Proteína Solúvel nos indicam sobre a qualidade de processamento recebido pelo farelo de soja. dentro do padrão mínimo para o ingrediente. apresentaram respostas diferentes no desempenho dos animais. Os resultados são apresentados nos gráficos a seguir: Gráfico 1: Distribuição dos Resultados de Proteína solúvel (%) Fonte: Poli-Nutri Alimentos Ltda  . E com isso nos permite trabalhar com maior garantia de estarmos fornecendo nutrientes em qualidade e quantidade bem próximas àquelas as quais estamos formulando.Tabela 2: Padrão de solubilidade da Proteína em KOh no Farelo de soja Classificação Excelente Boa Razoável Deficiente Solubilidade em KOH > % > 0% > % < % Resultados destas análises mostram que amostras de diferentes farelos de soja com solubilidade da proteína acima de 0%. enviadas a nosso laboratório foram submetidas a análises de Atividade Ureática e Proteína Solúvel. e portanto sobre a qualidade nutricional deste ingrediente. de farelo de soja. ou seja. Aproximadamente 00 amostras.

Como conclusão do estudo podemos verificar que a maior parte das amostras analisadas apresentaram resultados de Atividade Ureática e Proteína Solúvel dentro do padrão mínimo esperado para o ingrediente.Gráfico 2: Distribuição dos Resultados de Atividade Ureática Fonte: Poli-Nutri Alimentos Ltda Os resultados das análises de Atividade Ureática das amostras mostram que aproximadamente 9. evidenciando que a grande maioria das amostras encontram-se dentro do padrão esperado para o ingrediente. . qualidade. O telefone para contactar a pesquisadora é () -. que dificulta a digestão do animal. para inibir a enzima tripsina. contribui para a obtenção de um ingrediente de alto valor nutricional e de extrema importância para a manutenção dos resultados de desempenho e viabilidade econômica das atividades ligadas a produção animal..% das amostras analisadas apresentam Proteína Solúvel acima de 0% de solubilidade. da EMBRAPA Soja. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Segundo a pesquisadora Vera Denassi. o farelo de soja a ser utilizado como ração deverá sobre um tratamento térmico. Recomenda-se a leitura do artigo Norma de identidade.0 e 0. e apenas .% das amostras estão fora do padrão esperado para o ingrediente. 9 AgriculturA e PecuáriA Conforme gráfico anterior podemos verificar que aproximadamente 9.% estão abaixo das especificações de qualidade desejada para o farelo de soja. na grande maioria dos fornecedores. o que evidencia que apenas . evidenciando que a qualidade empregada no processamento do farelo de soja.% das amostras apresentam pH para urease entre 0.

Acesso em: 0 ago. amostragem.htm >.cidasc.br/html/institucional/empresa.embalagem. Esta norma tem por objetivo definir as características de identidade.. Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina. marcação e apresentação do farelo de soja.htm>. qualidade.br/ conteudo_artigos_anteriores_janeiro.com.htm. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www. disponível em: http://www.sc. FONTEs CONsULTADAs Poli-Nutri Alimentos Ltda.cidasc.sc.polinutri. 00.gov. Acesso em: 0 ago. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 . apresentação.gov. 00 Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 ago.br/html/institucional/empresa. armazenamento e transporte do farelo de soja que se destina a comercialização interna.

A pesquisadora realizou experimentos com a técnica em um assentamento formado por pequenos agricultores familiares. A rochagem pode ser feita a partir do uso dos rejeitos gerados pelas pedreiras e pelas empresas de mineração das proximidades. porque apresenta um custo menor em relação aos fertilizantes químicos convencionais e porque permite a fertilização do solo sem promover a sua degradação. a água proveniente da chuva ou dos mecanismos de irrigação vai desprendendo os nutrientes presentes nas rochas e deixando-os disponíveis na terra. promovendo a sua fertilização. batizada de “rochagem”. O mecanismo básico do funcionamento da fertilização por “rochagem” é o seguinte: ao longo do tempo. foi o tema da tese de doutorado da pesquisadora Suzi Huff Theodoro. rochagem PALAvRAs-ChAvE Pretende realizar a adubação de sua horta/pomar através da utilização de pó de rochas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A melhora na fertilidade e a recuperação de solos degradados através da utilização de uma mistura adequada de rocha moídas é uma técnica que vem sendo desenvolvido e aplicado com bastante êxito no Brasil. A pesquisadora argumenta que o uso da técnica apresenta benefícios econômicos e ambientais. Acrescenta ainda que qualquer tipo de solo pode beneficiar-se da técnica. São utilizadas principalmente rochas vulcânicas. desde que exista a disponibilidade de rochas com características apropriadas para a fertilização. ricas em macro e micro nutrientes indispensáveis ao desenvolvimento das plantas. obtendo resultados surpreendentes. Esta técnica. fertilização. pó de rochas.Adubação. defendida no ano 000 no Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília –CDS/UnB. obten-  AgriculturA e PecuáriA FERTILIzAÇÃO DO sOLO . e quer saber como pode obter o produto e quais as empresas que o comercializam.

portanto. suas aplicações e seus custos. Isso a torna ao mesmo tempo ecológica e barata. Este é o grande trunfo da técnica: ela pode ser aplicada a partir de materiais que antes eram descartados como resíduos.br/display.  . contendo todos os micro e macro nutrientes necessários e sendo livres de substâncias tóxicas. são atividades que devem ser realizadas por cientistas ou profissionais especializados nestas áreas de conhecimento. Estes produtos são especialmente desenvolvidos para a finalidade de fertilização e correção de solo. obter o pó de rocha desta maneira envolve a escolha de quais são os tipos de rochas disponíveis mais adequados para o tipo de solo. Entretanto.com. Atualmente já existem empresas no ramo de mineração que perceberam que poderiam utilizar seus resíduos de forma lucrativa. a determinação da composição da mistura e da dosagem de aplicação.br/camp_continua. Produto: Itafértil Tratar com Wilma Telefone: () -09 Grupo Mibasa Produto: Melhorador de solos MB- Site do produto: http://www.do-se um produto a um custo praticamente nulo.mibasa. e principalmente a identificação de quais são os materiais que não estão contaminados por elementos tóxicos. php CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se entrar em contato com as empresas indicadas para trocar informações mais detalhadas a respeito dos produtos.mibasa. Estas atividades envolvem alguns testes laboratoriais e um conhecimento aprofundado nas áreas de geologia e/ou agronomia.com. Segue abaixo o contato de duas empresas que comercializam este produto: Mineração São Judas Ltda. e passaram a comercializarem fertilizantes elaborados a partir de pó de rochas. Muitos deles são certificados pelo Instituo Biodinâmico como produtos aprovados para a agricultura orgânica.htm Contato via e-mail através do site: http://www.

00. .unb.htm>. O uso indiscriminado de rochas inadequadas ou contaminadas pode causar sérios danos ao solo e ao meio ambiente. Disponível em: <http://www. Disponível em: http://www. PÓ de rocha vira terra fértil em prol dos excluídos.com.universia.html>. Acesso em: 9 de set.FONTEs CONsULTADAs TERRA fértil em prol dos excluídos. Disponível em: <http://www.br/ acs/bcopauta/agricultura1.00. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Caso queira utilizar um produto elaborado a partir de resíduos de rochas disponíveis localmente. V. é imprescindível contar com a orientação de um especialista nas áreas de geologia e/ou agronomia. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 9 de set. FERTILIZAÇÃO da terra pela terra: uma alternativa de sustentabilidade para o pequeno produtor rural.00. Acesso em: 9 de set.fbb.fbb?codConteudoLog= 1789>.org.br/portal/pages/publico/expandir. Carlos A. Acesso em: 9 de set.br/html/materia/materia_daih. de A.

a partir de controle da liberação desses gases. O professor Doutor Ricardo Alfredo Kluge ressalta que cada fruta tem características gasosas especificas e. aconselha-se entrar em contato com o Laboratório de Fisiologia e Bioquímica Pós-colheita da ESALQ/USP. Instituto Brasileiro de Frutas. Nesse sentido a produção de embalagens que promovam uma maior conservação das frutas deve ser feita. principalmente. aconselha que para cada fruta deve se ter uma embalagem diferente. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo. Portanto. embalagens para frutas. gases exalados por frutas Informações gerais sobre os gases liberados pelas frutas durante o processo de amadurecimento.FIsIOLOGIA DAs FRUTAs. sob coordenação do professor Ricardo. embalagens que promovam a conservação de frutas devem fazer com que se reduza à concentração de oxigênio e aumente a de gás carbônico na região atmosférica próximo a dada fruta. FRUTICULTURA PALAvRAs-ChAvE Frutas. os principais gases liberados por frutas durante o amadurecimento são o etileno e o gás carbônico. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o professor Ricardo Alfredo Kluge. conservação de frutas. segundo Cloves Ribeiro Neto. Nesse sentido. técnico da IBRAF. INsTITUIÇõEs: Contatar as instituições:  . são necessários estudos específicos relativos a cada espécie de fruta para que as pretendidas embalagens possam ser feitas. assim. fruticultura. promovam uma maior conservação das frutas. Também. para que se possam desenvolver embalagens. que levando em consideração as características dos respectivos gases.

br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/1313510?>. 00. Embalagens para conservação refrigerada de goiabas.br/ CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se.br/ .). sentido de obter mais informações. Acesso em:  de jul. Informação disponível em: <http://dedalus.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/1046814? >.ibraf.usp.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/1196395?>. Acesso em:  de jul. 00. 00. Acesso em:  de jul. 00.ital.usp. Acesso em:  de jul.  AgriculturA e PecuáriA IBRAF . cv. Acesso em:  de jul. Acesso em:  de jul. br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1127653?>. Informação disponível em: <http://dedalus.org. Informação disponível em: <http://dedalus. Utilização de embalagem de polietileno na conservação de caquis ‘Giombo’ durante o armazenamento refrigerado.ITAL . Influência da embalagem de polietileno na remoção da adstringência e na qualidade de caquis (Diospyrus kaki L.usp. armazenados sob refrigeração.Instituto Brasileiro de Frutas Site: http://www.usp. Conservação de goiabas ‘Kumagai’ em diferentes temperaturas e materiais de embalagem.Instituto de Tecnologia em Alimentos Site: http://www. Informação disponível em: <http://dedalus. Informação disponível em: <http://dedalus. 00. a leitura dos textos abaixo Efeito da embalagem e do armazenamento no amadurecimento do caqui (diospyros kaki l.gov.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/0583690?>. Utilização de atmosfera modificada na conservação pós-colheita da goiaba ‘Kumagai’. 00. Informação disponível em: <http://dedalus.usp.sp.usp.) Cultivar Taubaté.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/1199280?>. Giombo.

y=11 Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jul. sob coordenação do professor Ricardo. IBRAF. Acesso em:  de jul. orientação de Luiz Carlos de Oliveira Lima. 00.php?num=20& q=Ricardo+Plungi&submit.org. Disponível em: <http://www. Capítulo : Cadeia de Comercialização e suas Exigência.usp. Central de Serviços de Exportação. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .gov.org. Disponível em: http://www2.br/ Laboratório de fisiologia e Bioquímica Pós-colheita da ESALQ/USP.ibraf. Instituto Brasileiro de Frutas.busca.br/pls/portal/docs/PAGE/MAPA/ MENU_LATERAL/AGRICULTURA_PECUARIA/ESTUDOS_PUBLICACOES/ESTUDO_ MERCADO_FRUTAS/CAPITULO_6. E-mail: centraldeserviços@ibraf.Qualidade pós-colheita de goiabas ‘Pedro Sato’ armazenadas sob refrigeração e atmosfera modificada por biofilme de fécula de mandioca / Mariana Teixeira Rodrigues Vila. REFERêNCIAs Professor Doutor Ricardo Alfredo Kluge da ESALQ/USP.usp.PDF>.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1387883?> Acesso em:  de jul.br/portugues/uspfacil/buscausp/frame. Cloves Ribeiro Neto.br http://www. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo.x=16&submit. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo. 00. Tel/Fax: () -.agricultura. Disponível em: <http://dedalus.

Estados Unidos. Nos primeiros trabalhos de melhoramento o enfoque era dado à seleção de plantas com sementes e capítulos grandes. Itália e Canadá já possuem indústrias produzindo farinhas. o girassol também é classificado como a quarta opção. Atualmente. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O girassol é uma planta originária das Américas. Foi na União Soviética que o melhoramento o enfoque era dado à seleção de plantas com sementes e capítulos grandes.Beneficiamento gergelim. concentrados e isolados protéicos. com o crescimento do consumo de óleo comestível. maquinas e equipamentos para o beneficiamento do girassol e do gergelim. palma e canola. Várias pesquisas sobre a utilização e o processamento da proteína de girassol vêm sendo desenvolvidas e países. bem como máquinas beneficiadoras do gergelim. Argentina e China. seguido da soja. França. onde era utilizado como uma planta ornamental e como uma hortaliça. sendo liderada pela União Soviética. E quais são os fornecedores de máquinas de descascar girassol. Desde então. teve o início. Foi na União Soviética que o melhoramento de girassol. que foi utilizada como alimento pelos índios americanos em mistura com outros vegetais. para a ração animal e uso humano. beneficiamento de girassol. a produção mundial de girassol tem evoluído. para produzir genótipos com altos teores de óleo. PALAvRAs-ChAvE Saber como melhorar o plantio de girassol. o girassol ocupa o quarto lugar como forte de óleo comestível. Cultivo Do Gergelim Origem e histórico: É uma das espécies vegetais mais antigas cultivadas pelo homem. Como fonte protéica. o girassol foi levado para a Europa e Ásia. No século XVI. como os Estados Unidos. O  AgriculturA e PecuáriA FORNECEDOREs DE MÁQUINAs PARA DEsCAsCAR GIRAssOL .

como “cultura de fundo de quintal” ou em pequenas áreas .local de sua origem é incerto podendo situar-se entre Ásia e a África.m. CNPAG e CNPAG. A planta do gergelim é cultivada desde a antigüidade. Planta cresce como pequeno arbusto alcançando altura de . para outros autores. Chegou ao Brasil (Nordeste) trazido pelos portugueses no século XVI. CNPAG para plantios. tempo dos faraós. ciclo.do caule. à saber:  . As flores podem ter cor rósea. girgilim e jorgelim.de separação de glebas .tipo de ramificação e resistência às pragas. Cultivares que apresentem cor da semente branca ou creme possuem maior valor comercial (sementes escuras têm demanda restrita ao uso caseiro e medicinal). O produto obtido .chamadas de terreiros. vulgarmente também é conhecido por sésamo. As cultivares (variedades) podem ser diferenciadas por vários atributos da planta como altura. Pedaliaceae. tradicionalmente. tem hábito de crescimento ramificado ou não. arredondadas ou dentadas. Segundo as características edafoclimáticas do Nordeste a EMBRAPA tem recomendado as cultivares . as mais baixas crescem mais largas. branca ou violeta e o fruto é uma baga alongada com pelugem contendo sementes pequenas com cor variando do branco ao preto. L. os orientais . das folhas e das sementes .era consumido. e havia raros excedentes para comercialização. coloração. aí foi plantado. O gergelim é conhecido pelo nome científico de Sesamum indicum. Índia. segundo Caminhoá o gergelim provem da Ásia e da África e. já se aproveitava o gergelim para obtenção do óleo.grãos . os impérios entre os rios Tigre e Eufrates (Ásia Menor) cultivavam comercialmente o gergelim. zirgelim. o gergelim é originário apenas da Ásia. De Candolle afirma ser o gergelim originário da ilha de Sonda (África). ao nível das fazendas. No Egito. Dicotyledonae. as folhas da parte alta tem forma de ponta de lança. Os principais centros de origem e difusão são a Etiópia (centro básico) e Ásia (Afeganistão. Irã e China).notadamente os indianosconsideravam as sementes do gergelim quase sagradas.

ciclo médio (00 dias). floração/maturação uniformes. sementes cor creme. Adapta-se ao Nordeste e cerrados de Goiás.com ciclo de 0 dias ou o Gouri. sementes coloração creme.-0. vem sendo cultivado em quase todos os países de clima quente e em zonas temperadas (mais amenas.000 sementes de . um fruto por axila foliar. Gasta-se  kg de sementes para plantar  hectare. temperatura de -ºC. tem porte mediano. tolerância à mancha angular e susceptibilidade à cercosporiose e à murcha de macrophomina. possui resistência à mancha angular e susceptibilidade à cercosporiose e murcha de macrophomina. mancha angular e cercosporiose. ciclo médio (00 dias).  frutos/axila. precipitações entre 00 e 00mm anuais. em condições de irrigação ou como segunda cultura ou lavoura de seca (Agreste) também deve-se dar preferência a cultivares mais rápidos. hábito de crescimento ramificado.m. no mundo. solos profundos (acima de 0cm). podem ser usados para trabalhar-se nessa faixa de mercado. OBS: em regiões do Nordeste onde há maior risco de seca ou com período chuvoso curto recomenda-se cultivares de ciclo curto a médio. precoce (90 dias). pH em torno de . X 0. crescimento ramificado. CLIMA: O gergelim é considerado planta tropical e subtropical. com ciclo de 90 dias.nativos do Nordeste . Exige áreas com altitude média de 0m. . 9 AgriculturA e PecuáriA CNPAG2: obtida no CPATSA/Embrapa.-0. porte de  cm (porte mediano). ausência de pelos nas folhas e hastes. Tolera murcha de macrophomina. Cultivares de grãos pretos . na Rússia e nos EUA. É recomendada para plantio de sequeiro ou irrigado em todo o Nordeste. Indicada para regiões nordestinas onde a mancha angular tornou-se problema. entre as latitudes de  º N e  º S mas pode ser encontrado medrando na China.CNPAG3: porte mediano (altura até 0cm). até ºC). teor de óleo de -0%. gramas. peso médio de . CNPAG4: (BRS9): plantas com haste cor verde. O gergelim distribuiu-se. espaçamento de 0.

baixas altitudes (próximas ao zero) e boa luminosidade são interessantes para o gergelim. A planta pode crescer/desenvolver-se em tipos diversos de solos sem atingir a plenitude observada nos solos preferenciais. A planta requer . a planta.00 unidades de calor (graus térmicos) por - meses. Weis 9 (citado pela Embrapa). aqueles com pH abaixo de .0m. o preparo “convencional” . é extremamente sensível à salinidade e alcalinidade (por sódio trocável). ou acima de . brilho solar por  a  horas/dia (0 horas de preferência). PLANTIO: O gergelim deve ser propagado./ano bem distribuídas .Pelo pequeno produtor é feito via uso do cultivo (operação contra indicada). O gergelim é considerada planta resistente à seca.0 a 0mm. a acima .0. Os solos devem apresentar reação neutra . bem drenados e de boa fertilidade natural (macro e micronutrientes) e nunca solos salinos. sOLOs: O gergelim prefere solos profundos .não tolerando. para manter crescimento/desenvolvimento da planta e para manter altos os teores de sesamina e sesamolina). (para a maioria das cultivares). Cariri.A altitude da zona de plantio não deve ultrapassar a . idealizou a distribuição das chuvas para o gergelim da seguinte forma: % do total de chuvas da germinação ao aparecimento do primeiro botão floral. comercialmente. Em regiões semi-áridas do Nordeste (Seridó. a temperatura média do ar deve estar entre ºC e ºC (notadamente para germinação. PREPARO DO sOLO .com textura franca. por serem pequenas elas devem ser lançadas em solo bem preparado objetivando-se facilitar a emergência das plantinhas.m. chuvas leves de 00 a 0mm. por sementes.pH próximo a  . % durante o período da floração e 0% no início da maturação. promover seu estabelecimento rápido e evitar a competição de ervas. Para o preparo indica-se: PREPARO COM sOLO sECO: Inicialmente fazer trituração e pré-incorporação de restos culturais e plantas daninhas tardias através de 0 . no primeiro mês de vida -.uma a duas arações e uma a duas gradagens .feito por médios e grandes produtores é inadequado para as condições tropicais. Sertão) os solos são razoáveis para o cultivo da planta que é considerada esgotante do solo sendo sensível ao encharcamento e a saturação hídrica do solo.

com uma planta a cada 0cm. de uma maneira geral. Não utilizar sulcos com profundidade acima de cm.são de 00cm. Ela abre a cova (ponta da madeira) e semeia (-0 sementes) simultaneamente. se o teor de matéria orgânica for superior a .0cm. recomenda-se retirar amostras de solo.  a  dias após incorporação realiza-se uma aração com arado de aiveca. sEMEADURA: A semeadura pode ser realizada em sulcos contínuos. ADUBAÇÃO: O gergelim é considerado planta esgotante de solos. consta de uma lata de óleo de soja de um litro.tem-se obtido.com uma planta a cada 0cm. Deve-se plantar em período tal que o amadurecimento/colheita das plantas ocorra em período seco (sem incidência de chuvas sobre as capsulas abertas). éPOCAs DE PLANTIO: Para cultivares de ciclo longo (-meses) recomenda-se o plantio no início das chuvas. rendimentos satisfatórios com configurações envolvendo fileiras duplas . (00 mil plantas/ hectare). Há semeadora manual bastante simples e de fácil construção.onde o fator limitante é água .  AgriculturA e PecuáriA grade aradora. Evitar uso de grade aradora ou muito pesada. entre fileiras . de profundidade plantando-se no seco ou no início do período chuvoso. na fileira . segundo o espaçamento adotado gasta-se  a  quilos de sementes para semear um hectare. com um furo no fundo e acoplada (amarrada) a uma haste de madeira própria para o plantio em covas. em seguida realiza-se uma aração de 0-0cm.e 0-0cm. Os espaçamentos recomendados para o Nordeste brasileiro . x 0cm x 0cm. Caso análise indique fósforo disponível acima de 0 ppm dispensar o uso de adubação fosfatada.para cultivares que não se ramificam e de ciclo curto. para cultivares de ciclo longo fazer plantio. por áreas uniformes do terreno a plantar e enviá-las a laboratório para análise. preliminamente. Para cultivares de ciclo médio a curto e de habito de crescimento ramificado . na fileira para cultivares que se ramificam .% não se recomenda o uso de fertilizantes nitrogenados. à mão ou mediante o emprego de semeadoras adaptadas. para fins de adubação.policaule .PREPARO COM sOLO úMIDO: Tritura-se e incorpora-se restos culturais e plantas daninhas com uso de grade leve ou niveladora.. na profundidade de 0-0cm. . entre fileiras .

foram os herbicidas mais eficientes.ou métodos químicos .folhas largas + folhas estreitas usar mistura de herbicidas (graminicida + latifolicida). este deve ser feito em duas etapas e com solo úmido: Primeira: Plantas com  folhas . Os equipamentos devem operar superficialmente no máximo a cm. deixa-se uma a duas plantas por unidade de espaçamento dentro da fileira. em condições de sequeiro ou de irrigação.em desbaste definitivo.Cultivando gergelim em solos desgastados . Testes com produtos químicos demonstraram que. Salienta-se que é preferível colocar gergelim em sistema de rotação cultural .enxada ou cultivador . em sua maioria. Caso a população de ervas for mista . aplicados em pré-emergência (PRE) em solo úmido. Além disso. para uso desses químicos deve-se levar em conta a textura do solo. de altura .herbicidas. CONTROLE DE ERvAs DANINhAs: gergelim é planta de crescimento inicial lento. usam-se métodos mecânicos . Lepidoptera.em solos adubados no ano anterior.deixa-se - plantas por unidade de espaçamento dentro da fileira. barro. É a principal praga de cultura. Os cultivos mecânicos devem ser superficiais e realizados logo no início (plantas jovens são vulneráveis à ação do cultivador).  . o preparo do solo já auxilia no controle de ervas quando é feito com trituração/incorporação e aração com terreno úmido. TRATOs CULTURAIs: Desbaste: para atender a recomendações referentes aos espaçamentos e densidades de plantio é necessário proceder-se ao raleamento ou desbaste no campo. exige controle sistemático em lavouras extensas ou em áreas tradicionais de cultivo notadamente em anos de pouca chuva. PRAGAs DO GERGELIM: Lagarta enroladeira: Antigastra catalaunalis.sem restauração da fertilidade via adubação orgânica e/ou inorgânica -. Segundo: Plantas com -cm. ambos em PRE da cultura e ervas. argila) e o teor de matéria orgânica.com milho e algodão herbáceo . (areia. o Alachlor (- kg/ha) e o Diuron (. de profundidade. os rendimentos obtidos deverão ser baixos. kg/ha) . No caso de herbicidas os produtos comerciais deverão ser.

São saltadores magníficos. Sevin) ou deltametrina (Decis). as formas jovens são verde-claras. vive em colônias sugando a seiva da face interior de folhas..branco-amareladas (mais tarde passam a verdeamareladas) que dobram o limbo da folha no sentido longitudinal e se alimentam da face dorsal.mariposa . O inseto adulto mede -mm. sem asas e deslocam-se lateralmente com movimentos rápidos. possue asas. Podem ser controlados com malatiom. Todos sugam a seiva das folhas e estas e plantas atacadas apresentam-se verde-amareladas. Controle: vide praga anterior.  AgriculturA e PecuáriA O adulto fêmea é um inseto .lagartinhas . Em ataques severos as lagartas abrem galerias no ápice da planta e nas cápsulas (frutos) reduzindo drasticamente a produção de grãos. Inseto transmissor de viroses e da filoidia para o gergelim notadamente quando existem feijoeiros e malváceas (guanxumas e vassaourinhas) contaminados nas cercanias.sAúvAs: Atacam a fase inicial do desenvolvimento do gergelim.fases anteriores .COLEOPTERA: são problemas nos 0 dias iniciais de desenvolvimento da lavoura quando provocam orifícios ovalados nas folhas. de comprimento. bordas das folhas enroladas para baixo e ramos com cor verde-pálida. . Homoptera: praga de importância principalmente em culturas conduzidas sob irrigação e/ou consorciadas com o algodoeiro. vAQUINhAs AMARELAs (BEsOURINhOs). O adulto é um inseto pequeno. O controle pode ser feito através de aplicação de agroquímicos à base de Tiometom ou Pirimicarb.. tem cor verde. de corpo mole. Homoptera. reproduz-se sem concurso do macho em locais quentes. O controle deve ser feito antes da frutificação . brotos e ramos tenros. dois a cinco dias após surgem larvas . em áreas recém-desmatadas deve-se efetuar o controle com produtos formicidas. Plantas atacadas apresentam folhas brilhosas com o aspecto “melado” característico (deposição de fezes na face inferior).com duas aplicações em pulverização com agroquímicos à base de carbaryl (Carvim. CIGARRINhA vERDE: Empoasca sp. deltametrina.amarelo-castanho que efetua postura na face inferior da folha. PULGÃO: Aphis sp. carbaryl.

O controle é feito por: -uso de cultivares resistentes à doença.pulverização com fungicida à base de sulfato de cobre quando as plantas atingirem -0cm. Por transformação dos órgãos florais em folhas há esterilidade da planta. atinge. Plantas atacadas podem secar e morrer posteriormente. MURChA DE FUsARIO: agente causador da doença . A moléstia é transmitida por enxertia e por insetos pasídeos. secam e morrem. FILOIDIA: caracteriza-se pelo encurtamento dos internós e pela proliferação abundante de folhas e ramos na parte apical da planta afetada. livres do agente. que exibe um aspecto de envassouramento. .fungo Cylindrosporium sesami. de altura. Embora existam nas duas faces as estruturas do agente estão mais presentes na face superior. Produz lesões angulares quadráticas ou retangulares e irregulares. O controle passa por cultivares resistentes. cor parda ou parda-escura.MANChA ANGULAR: agente causador de doença. afetando folhas. Hansford: das principais moléstias. PODRIDÃO NEGRA DO CAULE: agente causador fungo Macrophomina phaseolina (Tassi) Gold: ocorre com severidade causando grandes prejuízos à planta.fungo Fusarium oxysporum: aparece em quase todas as regiões onde se cultiva o gergelim. A doença pode ser transmitida pela cigarrinha verde.  . . mais claras na face inferior da folha. vIROsE: plantas afetadas podem ficar atrofiadas mostrando áreas cloróticas ou de cor amarela intercaladas com áreas verdes na superfície foliar. no caule e ramos aparecem lesões de coloração marrom-claro que podem circundá-lo ou estender-se longitudinalmente até próximo ao ápice da planta. obtidas de plantas sadias e tratamento de sementes com fungicidas à base de carbendazim ou tiofanato metílico. por vezes. O fungo ataca. O agente é propagado de local a local por sementes infectadas. por rotação de culturas e por uso de variedade resistente (a Aceitera). com esses sintomas murcham. causa sérios prejuízos à planta. 00% das plantas. O controle é feito pelo uso de sementes livres do agente.uso de sementes sadias. através corte transversal do caule pode-se observar o enegrecimento dos tecidos do sistema vascular das plantas que. com mais intensidade as folhas baixas (mais velhas) que caem desfolhando a metade inferior da planta. Doença ocorre desde estágio de plântula até a maturação.

Cultivar CNPAG   AgriculturA e PecuáriA ROTAÇÃO DE CULTURAs: a rotação de culturas promove benefícios na produtividade e redução de pragas no gergelim e lavouras que entrarem no sistema de rotação.COLhEITA/ RENDIMENTO . • Determinar a época do corte em função da ocorrência do amarelecimento das folhas.duzentos (00) gramas . Por ocasião da colheita as cápsulas devem estar maduras sem estarem abertas. • Observar o momento do inicio da abertura dos frutos da base da haste . As cultivares neste artigo relacionadas podem render . A colheita pode ser feita manual ou mecanicamente. Os seguintes esquemas são preconizados por Silva(citado pela Embrapa) a saber: feijão-gergelim.de grãos por metro quadrado traduzem em bom rendimento da lavoura. . Hastes e frutos já secos devem ser levados a um terreiro cimentado ou o piso com lona. o operário deve bater com um pedaço de madeira para liberar os grãos de gergelim para o piso protegido. faz-se abanação (retirada de folhas e pedaços de galhos). Recolhe-se os grãos. mamona-amendoim-gergelim. coloca-se o lote para secagem ao sol. protegidas das chuvas. feixes virados de cabeça para baixo. milho-gergelim-milho. hastes e frutos. Para se realizar uma colheita bem feita deve-se: • Saber a duração do ciclo da cultivar (variedade). para se evitar isso deve-se sincronizar a época de plantio e o ciclo da cultivar para colher-se na época de estiagem.e 00-. Cannechio Filho 9(citado pela Embrapa) salienta que as melhores culturas para a rotação com o gergelim são milho e algodão herbáceo. Por apresentar frutos deiscentes .a colheita do gergelim requer cuidados. de diâmetro para que as plantas. fiquem empilhadas com os ápices (parte de cima).COLhEITA: segundo as condições ambientais e a cultivar o gergelim completa o seu ciclo entre  e  meses.000kg/ha (lavouras de sequeiro).que se abrem naturalmente na maturação (e deixam cair as sementes que se perdem) na maioria das cultivares . na manual as plantas são cortadas na base e amarradas em feixes pequenos de 0cm.nas cultivares deiscentes que indica o momento exato do inicio da colheita. A exposição das cápsulas abertas às chuvas (umidade) provoca o escurecimento dos grãos e sua depreciação comercial do produto.000kg/ha de grãos .lavouras irrigadas . Rendimentos: Sessenta (0) a cento cinqüenta (0) gramas de sementes ou mais .

br Pinhalense S/A.Máquinas Agrícolas Rua Honório Soares 0  . Santa Cruz do Rio Pardo SP Cep: 900-000 Telefone: ()- Fax : ()- Site: http://www.com.entringer.com.br Máquinas Suzuki S/A.mgraciano.e Com. Avenida Pompéia 9.com. Piracicaba SP Cep: -0 Telefone: (9)-9 Fax : (9)-09 Site http://www.produz 00kg/ha (sem adubação) e . Rua Jose Zacura  -C.com.br Jr-Industria E Comercio De Maquinas Agrícolas Ltda Avenida do Manganês 0 Assis SP Cep : 9-00 Telefone: ()- Fax: ()- Site: http://www.msuzuki. P. 0.000kg/ha (com adubação). Avenida Souza Queiroz  Limeira SP Cep: -9 Telefone: (9)- Fax: (9)- Site : http://www.br Descascadores Indústria De Máquinas D Andréa S/A.com. Ltda. Fornecedores de Equipamentos e máquinas: Beneficiador de sementes Indústria e Comércio Mecmaq Ltda.br Máquinas Agrícolas Graciano Ind.mecmaq. Avenida Conde Francisco Matarazzo 0 Catanduva SP Cep: 0- Telefone: ()-0 Fax : ()-0 Site: http://www.maquinasdandrea.

sugere-se consular a resposta técnica publicada pelo Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SBRT). Disponível em: <http://www.Barreiras/Bahia ABIMAQ Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos. Sobre o cultivo de girassol.673 acesso em:  de jul.br/upload/sbrt.org.Paraíba EBDA Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola Regional de Barreiras Situação do gergelim em Barreiras Agro. verificando a relação de custo X beneficio.pinhalense.br .julho/000 .º  julgo/99 .CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se fazer pesquisa junto aos fornecedores indicados para verificar qual deles atende as suas necessidades.Campina Grande . Acesso em:  de jul. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jul.abimaq. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Espírito Santo do Pinhal SP Cep: 990-000 Telefone: (9)-900 Fax: (9)-90 Site: http://www. Disponível em: http://sbrt.ibict. 00. Jazon Silva Oliveira .br>. 00 REFERêNCIAs EMBRAPA ALGODÃO Gergelimcultura no Trópico Seminário Nordestino Circular Técnica n.Pesquisador .com.

Kg. o tempo ideal de abate é muito variável. no caso de criação de frangos em sistema caipira. mesmo em abatedouros de frangos de corte. troca de pena Possui criação de frangos no método caipira. em casos mais precoces. O ideal é utilizar nas criações de frango em sistema caipira a mesma ração destinada aos frangos de corte. que seria o nascimento de outras penas. Informações se existem alimentos que influenciam de forma negativa e positiva o aparecimento tais canhões.USP). O que pode estar ocasionando tal problema dos canhões pequenos provavelmente é a alimentação destinada à criação. Podendo. a diferença de sexo das aves não é relevante. no momento do abate tem percebido que as frangas praticamente não tem canhões pequenos. Uma alimentação desbalanceada. ou seja. das granjas. para se evitar tais canhões pequenas.  . de até 00 dias. da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (ESALQ . não havendo distinção de gênero. Com relação ao empenamento dos frangos e a existência de canhões pequenos no momento do abate. abate. em casos mais tardios. qual a idade se dá a troca de penas dentro de um período de 00 dias. podendo ser responsável por tal atraso no nascimento da cobertura de penas ou na troca destas. ambos. uma vez que. o que vai diferenciar o frango caipira do de granja não é alimentação e sim o fato de estarem soltos. ser de 0 dias ou. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o Professor Doutor Antonio Augusto Domingos Coelho do Departamento de Genética – Melhoramento de Aves. o peso das aves deve estar entre Kg ou .FRANGO PALAvRAs-ChAvE Frango. se exercitando e por isso seu crescimento ser mais lento e sua carne diferenciada. Lembrando que. são abatidos na mesma época. Por que isso ocorre? Quer saber qual a idade ideal para o abate. restrita ou deficiente influencia no desenvolvimento da cobertura de penas das aves. machos e fêmeas.

se for o caso. a alteração da alimentação dos frangos para rações balanceadas. Antonio Augusto Domingos. Annelise Gomes de Carvalho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jun. .USP).ciagri. REFERêNCIAs COELHO. da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (ESALQ .br Site:<http://www.br/~frafeliz> CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se. Professor Doutor do Departamento de Genética – Melhoramento de Aves. DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA Quanto a ração existem diversas marcas disponíveis no mercado. 00. usadas pelas granjas de corte.Departamento de genética – ESALQ . No caso de se já utilizar este tipo de ração é aconselhável que se mude a marca ou o fornecedor.  Cep: 00 90 – Piracicaba – SP Caixa Postal  Tel: (9) 9 Email: frangofeliz@esalq.USP End: Av Pádua Dias.INsTITUIÇõEs: Frango Feliz .uso.usp.

Moacyr Corsi da ESALQ aponta alguns aspectos que estão associados a essas frustrações de resultados. piquetes irrigados Implantar o modelo de pastagem irrigada e manuseio para gado leiteiro. dentre as quais melhoria da fertilidade do solo. um grande crescimento na utilização da irrigação de pastagens foi observado. decorrente agora não mais do remanejamento de áreas irrigadas de agricultura para pecuária.GADO LEITEIRO PALAvRAs-ChAvE Gado leiteiro. rodízios de pastagens. surgidos em fazendas antes dedicadas à exploração agrícola e que já possuíam irrigação via pivô central. Falhas quanto à melhoria da fertilidade do solo usualmente es- 0 . Embora a pesquisa científica ainda não tenha dados conclusivos a respeito da viabilidade econômica do sistema. numerosos equipamentos de irrigação foram implantados objetivando a recria e engorda de bovinos no Brasil central. proporcionavam com a pecuária a sua integração com a agricultura. Ao final da década de 90. Dr. A introdução de pastagens em uma área sob rotação de culturas trazia vantagens. benefícios tanto do ponto de vista econômico (principalmente. mas sim da utilização dessa tecnologia por pecuaristas com o intuito de aumentar a produtividade de suas propriedades. pastagens irrigadas. A divulgação em revistas técnicas de dados zootécnicos relativos a pastagens irrigadas motivou o desenvolvimento de projetos de pesquisa voltados a gerar dados que possibilitassem orientar tomadas de decisão nessa modalidade de exploração pecuária. O trabalho do Projeto CAPIM financiando pela FAPESP como projeto temático e coordenado pelo Prof. pela redução dos riscos) quanto conservacionista. através da recuperação do nível de matéria orgânica e controle de pragas e daninhas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Os primeiros sistemas comerciais de exploração de pastagens irrigadas no Brasil datam do início da década de 90. sendo que muitos desses projetos pecuários fracassaram.

Como a área irrigada normalmente corresponde à pequena porcentagem da área total (em torno de 0% da propriedade). ignorando também os circuitos comerciais que regra geral não são favoráveis ao criador de animais. é uma rentabilidade baixa que não suporta estes excessos  AgriculturA e PecuáriA . Irrigação Pivot Central É sem dúvida o melhor processo de irrigação para pastagens. chegando em certos casos a mais de  CV por hectare. Os incrementos de produtividade obtidos e a elevada rotatividade de animais na área irrigada levam a necessidade de um esquema refinado de reposição. mas do conceito de gigantismo dos Pivots que por “olho grande” de fazendeiros que. mas tem erros enormes no dimensionamento desses equipamentos. Os casos de sucesso existem e continuarão existindo desde que sejam atendidas as premissas básicas acima expostas. quer seja via aquisição externa. nas quais é praticamente impossível manter uma eficácia de lâmina de água sem a componente negativa de uma elevadíssima energia de consumo. mas sim o seu uso que na maior parte das vezes é equivocado.Apesar dos inúmeros fracassos produtivos e econômicos.tão associadas a tais insucessos. a irrigação continuará sendo uma alternativa da exploração de pastagens. A noção de que a irrigação é a etapa final de intensificação foi por vezes negligenciada. O manejo subjetivo da irrigação tem sido apontado como responsável por frustrações em áreas irrigadas com pecuária. A falta de critério técnico para definir a lâmina de água a ser aplicada prejudica a adubação e a economia do processo. por descuido ou incompetência do projetista. A rentabilidade do gado. De fato. nem dos erros de colocação dos sprays nos locais corretos ou errados que afetam a uniformidade da lâmina. Não erros típicos de hidráulica. quer seja via remanejamento de animais de pastagens de sequeiro da propriedade. A intensificação deve se dar de maneira gradativa e na propriedade como um todo. A elevação da fertilidade do solo até níveis compatíveis com sistemas intensivos e a correta reposição dos nutrientes extraídos pela planta forrageira são as principais causas relacionadas respectivamente às frustrações quanto à produtividade e a perenidade das pastagens. de maneira desinformada. um bom valor de compra dos animais é essencial para a viabilização econômica do sistema. tomam decisões de implantar máquinas com 00 ou 0 hectares. a irrigação da mesma sem ao menos uma modesta intensificação das áreas de sequeiro traz resultado muito aquém do que seria obtido com a intensificação paralela da área não irrigada. No segundo caso. não é a técnica que é inadequada.

mais caro por hectare.000 litros de leite por hectare ao ano. temse alcançado produtividade ao redor de 0 arrobas por hectare ao ano em pastagens não irrigadas e acima de 0 arrobas em pastagens irrigadas”. sendo largamente utilizado na alimentação de rebanhos leiteiros sob as formas de pastejo. dependendo do grau de intensificação do uso dessa pastagem”. prevê Corsi. “No Brasil. financiado pela FAPESP. O capim elefante é considerado uma das mais importantes forrageiras tropicais devido ao seu elevado potencial de produção de biomassa. No Paraná. O mercado de Pivots. em Goiás e em São Paulo. que há  anos investiga formas de incrementar as pastagens brasileiras e que coordena o projeto temático Caracterização e Avaliação de Pastagens Irrigadas e seu Manejo (Capim) . afirma Corsi.de consumo energético. ficam desfavorecidas se informarem que para ter um consumo energético menor na irrigação. fácil adaptação aos diversos ecossistemas e boa aceitação pelos animais. Como as companhias de energia não querem saber do caso. É uma questão de pura honestidade comercial. o criador de animais entra no prejuízo na certa por falta de planejamento. ao nível dos fornecedores de irrigação. não tem interesse comercial em esclarecer. porque as ofertas que chegam ao comprador de Pivots. como é já habitual. É possível elevar o nível de eficiência para 0% ou 0%”. É também a forrageira mais  . potássio e micronutrientes. O aumento da produção do pasto pode ser feito com a melhora das condições do solo. o que significa que de 0% a 0% da forragem produzida é perdida. da Esalq. Esses números poderiam chegar. revela Moacyr Corsi. como nitrogênio. a  arrobas e  mil litros de leite. Melhoria das pastagens “A média da produtividade animal no país é de  arrobas por hectare anuais e . feno e silagem. A solução para estes casos será a diminuição dos tamanhos dos Pivots para limites onde a perda de carga na tubagem não exija altos consumos energéticos sejam eles elétricos ou a diesel. a média de eficiência no pastejo está ao redor de 0% a 0%. terão de fracionar os seus Pivots o que significa um custo de implantação da irrigação. respectivamente. com o uso de calagem e a aplicação de fertilizantes. A qualidade do pasto depende do aumento da produtividade da planta forrageira e de seu manejo.

Foram avaliados os efeitos de períodos de ocupação da pastagem de um. três e cinco dias. O custo de formação. sobre a produção de leite. Os produtores têm usado características individuais da planta para orientar a melhor forma de uso das cultivares. respectivamente. Poucas são as cultivares para uso específico sob pastejo. . isso não afeta a produção média por animal e por área. sugere-se o uso de cultivares de florescimento tardio. napier. para corte e fornecimento de forragem verde picada no cocho. e . Os resultados obtidos em termos de produção de leite são bastante variáveis. conseqüentemente o consumo diário dos animais. . quase sempre. constituindo exemplos a pioneiro e a mott. com plantas que apresentam diferentes tipos morfológicos. com 0 dias de descanso do pasto. Isso é causado.. cameroon e cultivar roxo. Várias pesquisas em que se utilizou capim elefante sob pastejo. foram desenvolvidas pela Embrapa-Gado de Leite. Constatou-se que embora ocorram variações diárias na produção de leite nos três períodos de ocupação num mesmo piquete. além de uma elevada produtividade. A rápida perda de qualidade decorrente do aumento da idade da planta é um fator observado no capim elefante e na maioria das forrageiras tropicais. taiwan. três e cinco dias de ocupação. As produções anuais de leite atingiram . pois. Considerando o problema de estacionalidade.Existem diversas cultivares de capim elefante sendo utilizadas para corte e fornecimento no cocho. características produtivas e adaptação ambiental das cultivares disponíveis são referências importantes para orientar a escolha. afetando. apresenta as vantagens de propiciar maior aproveitamento da forragem produzida e redução de perdas no campo. kg/ha para um. Cultivares com predominância de perfilhos basais são as mais indicadas para uso em capineiras. Entre as preferidas para corte em propriedades leiteiras pode-se citar a variedades mineiro. mas tanto a produtividade como a qualidade da forragem estão mais relacionadas com o manejo do que com a cultivar utilizada. cujo fenômeno está relacionado com melhor distribuição da produção de forragem ao longo do ano. As demais são de duplo propósito. pela utilização de forragem com diferentes idades e que apresentam valores nutritivos variáveis.  AgriculturA e PecuáriA indicada para a formação de capineiras.

Entretanto. A inclusão de outros ingredientes na dieta. Considerando a economia em cercas. como os concentrados. recomenda-se cortá-lo com . a produção de leite por área aumentou 9 kg/ha de leite em 0 dias. em pastagem de capim elefante. em conseqüência da perda de qualidade. o que permite se estimar a quantidade de capim disponível a curto prazo. na época chuvosa. a produção de leite é mais uniforme. Esse manejo visa obter a melhor relação entre a quantidade e a qualidade da forragem.0 m de altura ou a cada 0 dias. o que facilita o seu manejo e permite ao produtor estabelecer comparações entre os talhões. a qualidade. sobre a produção de leite por animal. Meta é Relacionar Quantidade e Qualidade da Forragem As capineiras. Em geral. exige que se relacione sua área disponível com o número de animais a serem arraçoados durante todo o ano. dependerá do nível de produção do rebanho e do estágio de lactação dos animais. quando um piquete é utilizado por mais de um dia. Na Embrapa-Gado de Leite não foi observado o efeito de diferentes períodos de descanso (0. uma vez que tanto o rendimento forrageiro  . essa prática exige um grande número de piquetes. no período das águas. com uma produção diária de leite em torno de  kg/vaca. Para tanto. pois nessas condições a variação na qualidade da forragem disponível é minimizada. a capineira deve ser utilizada em talhões com diferentes alturas do capim. tendo como conseqüência uma maior oscilação na produção de leite. foi observado que ocorre uma significativa redução na produção de leite quando os piquetes são pastejados após os trinta dias de descanso. a seletividade animal é exercida. quando o capim elefante estiver com . a disponibilidade e a ingestão de forragem é maior no primeiro dia e menor no último.00 kg de concentrado. o que provavelmente não compensa o aumento no custo de produção.  e  dias).Com o pastejo de um dia por piquete. Os cortes podem ser realizados manual ou mecanicamente. No entanto. recomenda-se utilizar três dias de pastejo com trinta dias de descanso. implicando consumo de . quando bem manejadas.0 m. Por outro lado. Nesse caso. facilidade de manejo e a baixa oscilação da produção de leite por animal. com um hectare de capineira bem formada e manejada podese alimentar dez vacas de leite durante 0 dias. Com 0 dias de descanso e com o fornecimento de concentrado. pelo aumento da idade da planta. na época seca.

influenciando o desempenho animal. No entanto. o que não é conseguido quando se faz o corte a 0 ou 0 cm de altura. conseqüentemente. o corte deverá ser iniciado do fundo para a frente da capineira. que é conduzido à carreta ou vagão forrageiro por meio de um tubo. tendo-se o cuidado de verificar se as facas estão afiadas e a picadeira regulada de modo que pique o material no tamanho de - cm. esta deve apresentar elevada qualidade. a rebrota seguinte. Facas desreguladas e cegas permitem o corte do material em pedaços  AgriculturA e PecuáriA quanto o valor nutritivo são afetados pela idade da capineira e. . Dessa maneira. facilitando os cortes seguintes. considerado o ideal para promover aumento no consumo de forragem. quando a forragem verde é a única ou a principal fonte de alimento. comprometendo a rebrota do capim-elefante e sua produtividade em médio prazo. devendo ser preteridos em relação àqueles que trabalham com sistemas de facas oscilantes. o que promove maior racionalidade no uso da mão-de-obra da fazenda. Dessa maneira. além do corte. O corte baixo facilita a entrada de carroças e carretas na área para recolher o capim. em conseqüência. esses equipamentos possuem um mecanismo de corte que abala a base da touceira. propiciando ao animal consumir quantidades de energia e proteína que possibilitem bom desempenho em ganho de peso ou produção de leite. O recolhimento do capim cortado deverá ser orientado no sentido de evitar a entrada de máquinas nas áreas recém-cortadas e em fase de rebrota. faz uma picagem grosseira do material cortado. a colhedeira tipo Taarup ou similar deve ser acoplada ao trator. este deve ser cortado e fornecido para categorias do rebanho menos exigentes ou seu uso para silagem. O corte manual deve ser feito rente ao solo. hoje os mais recomendados para essa prática. Este equipamento. de preferência com enxada bem afiada. O material cortado manualmente pode ser transportado por carroça ou carreta até o local onde se encontra a picadeira de forragem. Numa capineira de corte alto podem ocorrer problemas de esmagamento de plantas pelo tráfego de carretas.O capim elefante deve ser cortado em quantidade suficiente para dois dias de fornecimento aos animais. prejudicando as gemas acima do nível do solo e. com redução drástica na sua produtividade e longevidade. Em caso de sobra de capim de um talhão. No corte mecanizado. além de propiciar brotação mais robusta. com engate para carreta ou vagão. Nunca se deve deixá-lo “passar” para cortá-lo no ano seguinte. Em seguida processa-se a picagem do material.

Como as forragens retiram grandes quantidades de nutrientes do solo é necessário que se proceda à adubação de manutenção. 0 kg/ha de PO e 0 kg/ha de KO. No caso do corte mecanizado. que deve ser realizada anualmente. podendo ser administrada em uma ou duas porções diárias. Adubação de Manutenção Repõe os Nutrientes Retirados do solo Para evitar problemas com o desgaste das facas e com a regulagem da picadeira. pode prejudicar o equipamento e aumentar o consumo de combustível ou energia. Um animal adulto consome entre  e  kg/dia de forragem verde como alimento exclusivo. fazendo que o consumo pelo animal seja reduzido e haja muita sobra de forragem no cocho. Além disso. de modo que se equilibrem os vários elementos do solo e possibilitem bom desenvolvimento da capineira. o capim é picado pela própria máquina na capineira. são recomendados 0 kg/ha de N. No caso de solos de baixa e média fertilidade. O consumo de forragem verde pelo animal é variável e dependente do seu teor em matéria seca e do uso ou não de alimento concentrado ou pasto. não necessitando fazer a operação anterior. na medida em que outras fontes tradicionais de outros nutrientes como o sulfato de amônio ou o superfosfato simples estão sendo substituídas por fon . Elementos como o cálcio e o magnésio devem ser repostos pela calagem. O conhecimento de quais nutrientes e em que quantidade foram removidos permitirão estimar em que base se deve fazer a sua reposição ao solo. correspondentes a 00 kg/ha de sulfato de amônio. Os mesmos cuidados no procedimento da regulagem e afiação das facas devem ser observados antes de cada corte mecânico de forragem na capineira. a forragem deve ser colocada no cocho para os animais em quantidade suficiente para que o consumo animal não seja restringido. Esses fertilizantes devem ser misturados e aplicados parceladamente após cada corte. o que deve ser feito em função da produção de forragem removida da área. desde que recomendados pela análise. durante a estação chuvosa. entre outros fatores. espectivamente. Uma vez cortada. 0 kg/ha de superfosfato simples e 0 kg/ha de cloreto de potássio. O enxofre passa a assumir importância. além do concentrado. desfibrados e desuniformes.muito grandes. com o solo úmido. o proprietário deve seguir as recomendações de uso do fabricante.

especialmente em regiões onde o índice pluviométrico é muito baixo. Caso haja disponibilidade de cama de frango. Em pastagens irrigadas de capim elefante podem ser obtidas produções diárias de leite superiores a 00 kg/ha. permanecem favoráveis ao crescimento das plantas. torna-se necessária a aplicação de  kg/ha de zinco. Uma análise econômica baseada apenas nos custos variáveis mostrou que a produção de leite em pastagens de capim elefante com o uso de irrigação apresenta um retorno de até R$ 0. devendo ser suplementado. A sua utilização ainda é pouco difundida para capineiras e pastagens. devido ao pouco conhecimento e ao alto custo dessa prática. A adubação orgânica também pode e deve ser aplicada na capineira. especialmente zinco. juntamente com o fósforo. A irrigação constitui um importante fator para a manutenção da produção de forragem por ocasião de veranicos. Aplicações de 0 a 0 toneladas por hectare de esterco bovino por ano são comumente recomendadas. . o mais recomendável é usar entre  e  toneladas/ha/ano. para solos com deficiência de enxofre. por ocasião do plantio. deve ser espalhado uniformemente sobre toda a área de capineira recém-cortada. o que corresponde a mais de 0. tem sido recomendada a aplicação de 0 a 0 kg/ha de enxofre. durante todo o ano. bem como na época seca.000 kg/ha/ano. pois o capim elefante. Nessas regiões. desde que haja disponibilidade desse material na fazenda. Avaliando Alternativas O uso exclusivo de pastagem não é suficiente para sustentar uma produção de leite estável ao longo do ano.Em regiões onde existe uma comprovada deficiência de micronutrientes. Em geral.  AgriculturA e PecuáriA tes mais concentradas ou mais baratas. independente da época do ano. parcelando-a após cada corte. equivalentes a 0 kg/ha de sulfato de zinco. removido diariamente do curral após as ordenhas. a adubação química da capineira deverá ser conduzida em níveis superiores aos tradicionalmente indicados. Em propriedades onde se utiliza a irrigação durante todo o ano.00/ha/mês. O uso de irrigação possibilita manter elevada produção do capim elefante para regiões em que a temperatura e a luminosidade. o uso da irrigação poderá possibilitar uma redução no uso de volumosos conservados e concentrados durante o ano. O esterco verde.

Já a cana-de-açúcar. Nesse sentido. a prática e os experimentos têm revelado bons resultados na intensificação da produção de leite a pasto e na produção de feno.no caso. Entre as mais utilizadas destacam-se a cana-de-açúcar. apresenta características de importância forrageira. Quando bem adubada. riqueza em energia. um volumoso muito utilizado para alimentação de bovinos na época seca. ainda. essa forrageira deve ser associada a uma fonte de nitrogênio não-protéico . estrela e florico. durante a época de baixa disponibilidade de forragem torna-se necessário suplementar a pastagem com forragem conservada. essa pastagem possibilitou uma taxa de lotação de cinco vacas/ha e produção de  kg/vaca/dia de leite. Sobre esta. os ganhos de peso diário podem variar de 0 a 0  . Entre as cultivares recomendadas encontram-se a coastcross-. O processo de intensificação da produção de leite deve considerar a utilização de sistemas que exijam pequeno investimento e que sejam auto-sustentáveis. suplementados a pasto com a mistura cana-de-açúcar + uréia. forrageiras de inverno e concentrados. azevém. O fornecimento da mistura cana-de-açúcar + uréia deve ser precedido de adaptação dos animais por uma semana. Por apresentar baixo teor de proteína bruta. tifton . a intensificação da produção baseada no uso de algumas gramíneas podem se constituir em uma boa alternativa para o período de escassez do pasto. são sujeitos ao fenômeno da estacionalidade. concentrando a produção no período chuvoso com queda significativa no período seco. podem obter ganhos de peso de 0 g/animal/dia. diluídas em água. a uréia. florakirk. irrigada e com o uso de suplementação baseada em  kg/vaca/dia de concentrado. Animais em crescimento. Assim. alfafa e as do gênero Cynodon.como a maioria das forrageiras tropicais. com a mesma quantidade de cana. Para pastagens de coastcross-. acrescida de uma fonte de enxofre. maturação e colheita coincidente com o período de menor crescimento do pasto. aveia. como elevada produtividade. florona. forragem verde picada ou. tifton . recomenda-se usar 00 g da mistura uréia + fonte de enxofre (9:). Para cada 00 kg de cana-de-açúcar picada. Na segunda semana. Quando se adicionam diferentes suplementos. Estes resultados foram obtidos com vacas Holandesas puras e período de avaliação de 0 semanas. usa-se % da mistura uréia + fonte de enxofre. a Embrapa-Gado de Leite tem recomendado um dia de pastejo e  dias de descanso no período seco e  dias no período chuvoso.

a alfafa mostrou potencial de produção acima de . respectivamente. O pastejo deve ser iniciado quando a aveia alcançar uma altura entre  e 0 cm e. A cultivar Flórida 0. com animais em crescimento em pastagens de aveia. devendo-se repetir a operação a cada três ou quatro semanas. O pastejo deve ser rotativo. Pastagens de capim-elefante. de  a 0 cm do solo.0 kg/animal/dia. O primeiro corte deve ocorrer entre 0 e 0 dias após o plantio. foram obtidos  kg/ha/dia de leite. Diversas pesquisas têm mostrado produções de leite ao redor de  kg/vaca/dia em aveia e azevém e ganhos de peso de . proporcionando aumento de produção em sistemas intensivos. a alfafa vem sendo cultivada com sucesso em áreas tropicais. 9 AgriculturA e PecuáriA g/animal. A alfafa se destaca por apresentar alta produtividade e qualidade. essas forrageiras quando utilizada na região sudestes exigem o uso contínuo da irrigação. a cinco cm do nível do solo. sem e com o uso de  kg/animal/dia de concentrado. o que onera o custo de produção de leite. Muito usada em países de clima temperado. sendo o volumoso recomendado para animais de alto potencial para produção de leite.000 kg/ ha de feno. O plantio deve ocorrer após a colheita da cultura de verão. usando vacas puras Holandesas. a cultivar mais utilizada e com maior disponibilidade de sementes no mercado é a Crioula. . como forragem conservada (feno ou silagem). obedecendo a um dia de pastejo e a  ou a  dias de descanso. para o azevém. Sob pastejo exclusivo. sob irrigação. para as épocas chuvosa e seca. Em pesquisas realizadas na região Sudeste. no primeiro ano da cultura. em pesquisa recente.As aveias amarela e preta e o azevém são forrageiras para uso exclusivo no período de inverno. No Brasil. em áreas de baixada. respectivamente. podendo ser manejados sob pastejo contínuo ou rotativo. também tem mostrado boa adaptabilidade em condições tropicais. a cada  dias durante a estação chuvosa e a cada  dias na época seca. Os cortes devem ser feitos no início do florescimento. suplementadas com canade-açúcar mais uréia no período seco possibilitam produções de leite de . sendo recomendadas para alimentação de vacas em lactação. como verde picado ou sob pastejo. 0 cm aproximadamente. De uso tradicional na região sul. e 9. Pode ser usada. com excelentes resultados em termos de produção de leite.0 kg/vaca/dia.

com. C.br .Fax: -0 E-mail: baldebranco@baldebranco. CÓSER. 00 . Revista Balde Branco. Disponível em: <http://revistapesquisa. MARTINS.php?lang=pt&id=revistas1. n. A. Boletim NOTESALQ .. abril.fapesp1. E.br/ show. . fevereiro.  – CEP 000-900 – São Paulo-SP Tel: () -9 / -9 . n. MAYA. A.V. A.fapesp. ANO XI.200305> Acesso em: 09 de ago. PEREIRA.C. 00 Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de ago. 00 90 . 000 R Gomes Cardim..REFERêNCIA . CRUZ FILHO. . F. Pesquisa FAPESP.B.

Gansas africanas. 9 AgriculturA e PecuáriA GANsOs AFRICANOs . ninho PALAvRAs-ChAvE Informações sobre criação de gansos. é normal sim. O pesquisasor ainda informa que o ideal seria ter um “armário” e construir o ninho dentro deste. Vive mais de  anos.Tenho dois casais de gansos africanos e as fêmeas estão compartilhando o mesmo ninho tanto para postagem como para chocagem dos ovos em esquema de revesamento. diz o pesquisador. Levino José Bassi. Postura 0 a 0 ovos. Os ninhos devem ter cm de altura por 0 cm de comprimento e deve-se cobri-los com capim. Duração da incubação  dias. Até três ou quatro fêmeas é possivel que usem o mesmo ninho. É normal este procedimento? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com o pesquisador da Embrapa Suínos e Aves Sr. Levino da Embrapa Suínos e Aves: l l l l l Maturidade sexual:  ano. mas acima deste número elas poderão ir botar em outros lugares e o proprietário. O pesquisador alerta que se for importante identificar os ovos de cada fêmea estas devem estar separadas. Segue abaixo informações adicionais oferecidas pelo Sr. Período de julho a novembro 0% dos ovos são férteis. que as fêmeas compartilhem o mesmo ninho tanto para postagem como para chocagem dos ovos em esquema de revesamento. portanto deve ter atenção voltada para que esta situação não aconteça. Para evitar que as fêmeas botem fora do ninho é necessário que elas tenham ninhos disponíveis e o pesquisador sugere que o proprietário construa ninhos com caixas de madeira e com telhado e dividi-los com madeira.

ou galinha. a quantidade de ovos aumenta. no máximo. elas abandonam o ninho antes da época certa. e as gansas passam a botar um ovo a cada dois dias. Pasta o dia inteiro. alimenta-se de ração inicial e verdura . l Os gansos selvagens podem voar alto. A época de reprodução é entre os meses de julho e dezembro. são bons guardas e sempre dão sinal de alarme quando alguém se aproxima. e 9 . l Os filhotes só podem nadar com 0 ou 0 dias de vida. Na época de procriação deve receber ração de reprodução e verdura. l Assim que os gansinhos nascem é aconselhável transferi-los para uma criadeira. ou seja. l A incubação é de aproximadamente 0 dias. aguardados por dez dias.l l l l l l l Não necessita de lago. l A grande maioria dos gansos domésticos tem temperamento dócil e se dão muito bem em regime de pasto. l A diferença entre os gansos domésticos e os selvagens é que os domésticos não voam. como uma caixa de madeira. ração de crescimento e verdura. l O período de incubação é de  a 0 dias. patas ou peruas. que pode ser uma caixa de madeira forrada com palha aquecida por uma lâmpada. l Os ninhos podem ser bem simples. a postura é de cerca de 0 a 0 ovos. e colocados para chocar em incubadoras ou por outras aves. No primeiro ano. A partir do segundo ano. por isso os ovos devem ser retirados. Após deve receber. l A primeira refeição é oferecida  horas após o nascimento. grandes distancias e chegam a mudar de região quando há mudanças de estação. um balaio ou mesmo um pneu velho recheado de palha. como galinhas. quando já tiverem pelo menos 0% das penas. l O ganso Africano é descendente do ganso selvagem chinês. e o peso médio da ave adulta é em torno de 0kg. l As gansas de raça pura não costumam ser boas chocadeiras.reproduzem bem até o oitavo ano. o vôo é curto (alguns metros) e baixo. Acasalamento l Os gansos estão prontos para o acasalamento com oito ou nove meses de idade e se. Não necessita de abrigo. Em geral. Pode ser incubado artificialmente em chocadeira. Primeiro mês.

cnpsa. quando as pessoas criavam aves exóticas. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de ago. Acesso em: 0 de a ago 00. . br/>.l l FONTEs CONsULTADAs Embrapa Suínos e Aves. Os gansos costumam usar rios com pouca corrente e as lagoas com bastante vegetação aquática. elas colocavam nomes exóticos para valorizar a criação. Disponível em <http://www. Quanto ao manejo sanitário das aves devem ser tomados cuidados tais como vacinas contra doenças típicas e deverá ser feito acompanhamento veterinário para melhor orientação na criação do seu plantel. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA a origem do nome Africano é desconhecida. A única explicação possível para o nome é que na antiguidade.embrapa.

• Cristas e barbelas bem desenvolvidas. • Boa conformação corporal. pelos quais os consumidores estão dispostos a pagar um maior preço. descartando as aves que não se enquadram nos itens abaixo. 9 . IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Uma boa opção para a criação de galinhas em pequena escala é a criação de “galinhas caipiras” em sistemas mais tradicionais. sem defeitos físicos e dóceis. ou com a existência de no máximo um intermediário. criação de galinha caipira Instruções sobre como montar uma pequena granja. a sua comercialização pode ser efetuada de modo direto (produtor-consumidor). O resultado é que as “galinhas caipiras” produzem carne e ovos muito mais saborosos e saudáveis. nos quais os animais são submetidos a condições altamente estressantes e recebem altas doses de hormônios e medicamentos para que cresçam aceleradamente. Vejamos como proceder para montar uma pequena criação de galinhas caipiras: seleção do Plantel Com este trabalho pretendemos provocar uma seleção do plantel existente visando seu melhoramento. tornando compensadores e bastante atrativos os preços dos produtos para o produtor. galinha caipira. Escolha das Galinhas: • Selecionar as galinhas que demonstram serem saudáveis. que não exigem o confinamento total dos animais e nem uso de altas tecnologias. As aves criadas através deste sistema alternativo são muito mais saudáveis do que as produzidas pelos sistemas de confinamento mais “avançados”. Além disso.GRANjA PALAvRAs-ChAvE Granja.

. Raças Puras . Label Rouge. Para tanto recomenda-se a introdução de aves já melhoradas geneticamente que serão cruzadas com aves do plantel previamente selecionadas. Nas primeiras  horas após o nascimento não precisa dar alimentação pára os pintinhos. Manejo de Pintinhos A grande mortalidade dos pintinhos é verificada nas criações que não usam nenhuma tecnologia.carne e ovos. não apresentar defeitos físicos ou de aprumos. • Musculosos e pesados. Após o nascimento deverão ser retiradas do ninho as cascas de ovos gerados e o material que foi utilizado no ninho como forro e trocando-o por material limpo e seco. • Ser mantido no plantel no máximo 0 meses.• Escolha do Galo: • Devem ser vigorosos. sem precisar mudar o sistema produção e com pouco investimento. Introdução de Aves Melhoradas É possível provocar o melhoramento genético do plantel. Plimauth Rock Bared. Hy-line Browm. Aves híbridas de ovos vermelhos. Shaver Browm. deixando que a galinha abrigue sua ninhada. quando o produtor colocar para chocar várias galinhas e a eclosão não for uniforme pode-se juntar as ninhadas de forma que cada galinha não tome conta de mais  pintinhos. Quando a propriedade for dotada de energia elétrica os pintinhos 9 AgriculturA e PecuáriA • Por ovos com freqüência e de bom tamanho com formato regular.Paraíso Pedrez. por este motivo eles devem ser aquecidos pelas mães ou aquecimento artificial. • Sexualmente ativos. pois eles não tem capacidade de regular sua temperatura corporal. Isa Browm. New Hampshire. Aves Canadense .Rhode Island Red. Menor tendência ao choco e manter-se em postura quando a maioria das galinhas estiver em muda. • Manter a proporção de um galo para dez galinhas. sadios. As aves que recomendamos deverão apresentar características de dupla aptidão . Os pintinhos requerem maiores cuidados principalmente nos primeiros 0 dias.

Os machos neste período são facilmente reconhecidos. que será usada 0 dias no verão e  dias no inverno. vigorosos e bons reprodutores. Os ovos destinados à comercialização são colhidos diariamente. pois as aves rejeitam ninhos muito claros no 9seu interior e se aninham em ninhos muito escuros. afim de preservar sua qualidade. serragem e folha de fumo . Quando os pintinhos se amontoarem debaixo da fonte de aquecimento é sinal que estão com frio ou quando se afastarem muito da fonte indica que está muito quente. Nesta fase inicia-se a seleção das melhores aves para a reprodução.poderão ser colocados em pinteiros providos de comedouros. Deve-se utilizar  ninho para  galinhas e estes devem ser fechados à noite. estes são mais fortes (0%±) que as fêmeas e também tem a crista bem mais vermelha. devem ser limpos e guardados em ambientes frescos. bebedouros e aquecimento através de uma lâmpada elétrica. casca de arroz. comedouro e bebedouro e fonte de calor. as demais serão engordadas e vendidas para o abate (machos e fêmeas). Devem ser colocados em locais de penumbra. A cama do ninho deve ser macia e confortável. Deve-se ter o cuidado de armazenar os ovos com a extremidade mais fina voltada para baixo. para evitar que as aves durmam nele. 9 . de acordo com o comportamento das aves. Os machos também devem ser sadios. cama. Deve ser mantido sempre limpo ter a espessura de  a 0 cm. A temperatura no interior do pinteiro deve ser regulada levantando ou abaixando a lâmpada ou compânula a gás. e receberão o mesmo manejo das aves adultas. feita com materiais como capim seco picado. Manejo de Aves Adultas As aves de reprodução que permanecerão no plantel devem ser sadias e estar em bom estado físico.que contribui para o controle ao piolho e sarna. geladeiras ou caixas de isopor. Recomenda-se  galo para 0 galinhas para haver uma boa fertilidade. Manejo da Recria Após 0 dias o empenamento estará completo e as aves poderão ser soltas lentamente onde irão adquirir o hábito de ciscar e procurar alimento. Quando a opção for adquirir pintinhos melhorados de incubatórios sugerimos utilizar c[circulo de proteção. a fim de preservar a câmara de ar.

e portanto devem ser descartados. brachiaria. pequena. portanto neste período as aves devem ficar presas. rígidos e muito próximos. Alimentação As aves caipiras são mais resistentes que as aves industriais. e com início de mudas precoces não produzem ovos. pode-se utilizar capim quicuro.CARACTEREs ) Crista e barbela )Cloaca ) Bico e canela ) Plumagem ) Ossos Pélvicos AvEs EM POsTURA Grande. desenvolvimento sexual incompleto. ressequida. mas mesmo assim devem receber suplementação através de ração balanceada e volumosos. Esbranquiçados e canela achatada. A ração balanceada deve ser fornecida em comedouros no interior do galinheiro na base de 0 g por dia por ave e cocho com mistura mineral para consumo à vontade. Duros. Para haver uma boa eclosão deve-se colocar de 9 a  ovos para que a galinha o cubra totalmente. Forma ovalada. macia e lustrosa. tamanho médio para grande. Amarelos e canela roliça. formato normal. sem sujeiras. tifon. Gasta. Apresentamos a seguir um quadro para facilitar a seleção de galinhas em produção. . Redonda. enrugada e seca. AvEs FORA DE POsTURA Escura. As aves devido a idade. vermelho-vivo. Próximo aos ninhos onde as galinhas estão chocando deve haver água e ração à vontade. capaz de atender suas exigências nutricionais. duro e espesso. quebradas e sujas. sem trincas. úmida e macia. Devem ser acondicionamento em pentes com extremidade maior voltada para cima e num período máximo de  dias. Distendido. A postura ocorre com freqüência de aproximadamente até 0 horas da manhã. fino e suave. flácido. Bonita. Área de pastagem recomendada para cada ave adulta é de aproximadamente 0 m. ) Abdômen É importante deixar boas chocadeiras para se fazer incubação natural dos ovos. flexíveis e bem separados. Finos. cabendo dois ou mais dedos. gra9 AgriculturA e PecuáriA Os ovos para incubação devem ser colhidos mais vezes ao dia. enrugada e escamosa. completa e sem pontas quebradas. pequenas. Contraído. aumentadas de tamanho.

por ave. quando houver área disponível recomendase dividi-la em piquetes e fazer o manejo rotativo.ma estrela.0 0. pode-se utilizar também restos de hortaliças.00 Arraçoamento Do Pintinhos Durante os primeiros  a 0 dias deverá ser fornecido aos pintinhos ração comercial de fase inicial à vontade em comedouro tipo bandeira. Neste período o consumo médio de ração é aproximadamente  kg. rami.0 0. Girassol. ou copo tipo pressão. Sugerimos o plantio de feijão Guandu. confrei.00 . após este período as aves poderão ser soltas. Durante o dia a ração do comedouro deverá ser peneirada para retirada das impurezas. 9 . Rações Fareladas de Produção Caseira Sugestão  Ingredientes Fubá de milho Farelo de soja Farinha de carne de ossos Quantidade necessária para 100 kg de ração (quilos)    Sugestão  Fubá de milho Quirera de arroz Farelo de soja farinha de carne de ossos  0   Sugestão  Fubá de milho Farelo de soja Feijão-guandu   0 Sugestão de Mistura INGREDIENTEs Fosfato Calcário Sal Comum TOTAL MISTURA PORCENTAGEM (%)    00 QUANTIDADE (Quilos) .

estas devem passar um período de isolamento de no mínimo 0 dias. casca de arroz. profilaxia e combate sistemático a vermes e parasitas. O fornecimento da água deve ser em toda a fase de sua vida pura e fresca. . Profilaxia Para esta criação recomenda-se um programa mínimo de vacinação para controle de algumas doenças. Todas as instalações e equipamentos e arredores da criação deverão ser limpos lavados e desinfetados a cada  dias. etc. Sugere-se uma solução de água e creolina na proporção de  a %. Deve-se usar de 00 g a  kg de material de cama para cada m de instalação.00 0. A quantidade de água consumida pelas aves normalmente é o dobro da que consomem em alimento. para satisfazer as necessidades metabólicas.sanidade A saúde é importante para que as aves sejam boas reprodutoras de carne e ovos. Para introduzir aves no plantel. cepilho de madeira.0 O piso das instalações deve ser forrado com uma “cama” que poderá ser de capim picado e seco. As poças d’água estagnadas e brejos devem ser esgotados e ou isolados. A manutenção da saúde é um conjunto de práticas que envolvem isolamento. e os entulhos limpos retirados. tanto para bebida quanto para a manutenção geral do aviário. pinteiros e galpões. sabugo de milho triturado. Esta deverá ser substituída a cada 90 dias ou parte da cama quando for molhada. Apresentamos a seguir uma sugestão de solução desinfetante para caiação de ninhos. higiene. Produto Água Cal extinta Creolina Unidade Litros Quilos Litros Quantidade  . Esquema de vacinação Idade 0/ dias /0 dias Doença Tipo de vacina New Castle (Peste Aviária) La Sota New Castle (Peste Aviária) La Sota via de aplicação Ocular Ocular 99 AgriculturA e PecuáriA Água Água é de vital importância para a criação.

colocando nas bandejas e sobre o papel. após  horas fornecer quirera de milho ou fubá médio. água de boa qualidade e localizados no mínimo a 0m da residência.Quando ocorrer estes tipos de parasitas deve-se fazer um polvilhamento ou pulverização de todas as instalações e equipamentos e nas próprias aves. Recomendações Complementares Quando a opção for adquirir pintinhos de incubatório para melhoramento do plantel algumas orientações devem ser seguidas: • • • • • Adquirir pintinhos de incubatórios idôneos. Multocida . Deve-se verificar a data de vencimento. OBSERVAÇÃO: As vacinas devem ser mantidas na geladeira (fora do congelador).Doença da Barbela) La Sota La Sota Cepa Suave Cepa Forte Solução Aquosa Ocular Ocular Membrana da Asa Membrana da Asa Intra muscular peito/coxa. Do º até o 0º dia fornecer ração inicial de frango de corte à vontade e soltá-los após este período. isolado do fluxo normal do trânsito e de pessoal. sarnas/Piolhos . As sobras de vacinas e frascos devem ser incineradas ou enterradas. • Devem ser utilizados de preferência os materiais disponíveis na 00 . Colocar papel jornal sobre a “cama” e retirá-lo após  dias. vermifugação .0/ dias / meses  dias  dias / meses New Castle (Peste Aviária) New Castle (Peste Aviária) Bouba (Caroço Pipoca) Bouba (Caroço Pipoca) Cólera Aviária (P. vacinados contra Marek e Bloba Aviária. com drogas específicas. seguindo as recomendações do fabricante. Durante as primeiras horas de chegada somente água e açúcar a %. Colocar em círculo de proteção com fonte de aquecimento/ água/ração. proteção natural contra ventos fortes. Instalações e Equipamentos • Devem ser escolhidos locais secos livre de inundações.Aplicar vermífugo a base de Piperazina ou Mebendazoli de  em  meses para todas as aves via água ou ração conforme recomendações da bula.

0 a 0 m.feito em bambu. • Comedouro tipo bandeira . • Iluminação:  lâmpada de  Watts para cada m. • Utilizar cortinas. • Dividir o galinheiro em três partes distintas: Abrigo de reprodução • Ninhos:  para  aves .0m. • Bebedouro pendular:  para cada 00 aves. m de diâmetro. bambu ou maneira. bambu. • Cocho para minerais.Galinheiro: • Piso terra batido ou concretado. • Bebedouro . • Comedouro: Tipo cocho em madeira.” fio . Utilizar  cm linear por ave. • Pé-direito . cm/ave.cimento amianto.Tipo copo de pressão  para cada 0 aves.com madeira ou outro material disponível .dimensões:  x  x  e com altura do piso de 0 cm. • Paredes laterais . • Cobertura . telha de barro. Pinteiro • Deve ser equipado com círculo de proteção altura de 0 cm e . • Comedouro Tubular:  para cada 0 aves. trelissa. Com fundo para casa de ração. • Bebedouro: Tipo calha . x . • Utilizar  aves por m. 0 AgriculturA e PecuáriA propriedade. para 0 pintos com as seguintes medidas 0 x 0 x  cm. Dimensões . • Orientação leste/oeste. sapé. . • Compânula ou lâmpada para aquecimento.0 cm de altura alvenaria ou tábuas e completada até o teto arame . tubo de PVC ou chapa galvanizada. . • Fazer um canal em volta da instalação para escoamento da água de chuva. • Com a idade de 0 dias utilizar bebedouro e comedouros de aves adultas e retirando o círculo de proteção. • Poleiros: 0 cm/ave espaçadas 0 cm e distante do piso 0 cm.

00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .gov. 00. Acesso em:  de dez. Carlos A. de A.htm>. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de dez.mg.agridata. Dimensões: . Disponível em: <http://www. V.0 x  m.Referências • Manual Técnico de Criação de Galinhas Caipiras.br/mantecn.Casa de ração • No seu interior estão localizados o fundo dos ninhos por onde serão colhidos os ovos.

Sua oxidação é lenta e resiste a aquecimentos repetidos e a altas tempera- 0 AgriculturA e PecuáriA jOjOBA . farmacêutica e lubrificação (como óleo lubrificante de motor de veículos. essa torta supera a do babaçu e a do trigo.) com folhagem persistente. Substitui o óleo de baleia com bastante vantagem e a proibição de sua pesca. as flores masculinas e femininas estão em pés distintos. como extrair o óleo sOLUÇÃO APREsENTADA A produção é o fruto da Jojobeira cujo teor de óleo é de 0% e 0% será usado como ração animal através de seu bagaço. originária do sudoeste dos Estados Unidos e noroeste do México (deserto de Sonora).Jojoba. semente PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Informações sobre cultivo da jojoba. verificou-se que não houve necessidade de troca durante 00. Pode ser extraído facilmente com alto grau de pureza. a da soja e a do girassol. Serve para o fabrico de rações e é ótimo fertilizante. aproximando-se das mais nobres. produz uma torta com cerca de % de proteína que contém aminoácidos essenciais. Seu óleo já era usado pelos astecas como tônico capilar.000 km). como a lisina e a metionina. fez com que as industrias buscassem outras fontes de obtenção. como a do algodão. podendo alcançar até m de altura. da família das buxáceas (Simmondsia chinensis Schn. fornecedores de sementes. e por isso tem uma formidável procura no mercado internacional proporcionando altos lucros. Seu bagaço (0% da semente). cujo tronco se ramifica desde a base. Pelo seu elevado teor de proteína bruta. e por ser dióica. digestivo e tratamento de feridas. Sua semente produz 0% de óleo com ótimas características para uso nas indústrias de cosméticos. O óleo é usado na indústria de cosméticos e farmacêuticas Planta arbustiva de cultura perene.

sendo que as araduras para preparo do terreno e plantio efetuados uma única vez são irrisórios em relação a sua alta rentabilidade. além de que nas demais regiões de culturas tradicionais. A Jojoba é de cultura perene (produz por mais de 00 anos). climáticos e solo. Cabe ressaltar que conforme resultados dos trabalhos do Prof. feijão. e suas raízes pivotantes (penetram até m) recuperam o solo facilitando sua drenagem. A jojoba se planta de preferência na primavera em terreno arado e rastreado em fileiras de . praticamente não tem glicerídeos nem triglicérides. tais como o semi-árido nordestino. Podem ser consorciadas outras culturas (milho. sendo uma espécie que se adapta muito bem a zonas afetadas por secas prolongadas. para estas regiões a jojoba é a planta ideal por suas características de clima desértico com alta resistência a falta d´água. Portanto. Não se tem mais notícias atualmente de como ficou. 0 . não requer trabalho intenso e é pouca afetada por patógenos e insetos. Gladstone da UFC a jojoba no Brasil é perfeitamente adaptável nas regiões de climas similares ao do Nordeste. Deste modo se assegura que o vento arraste o pólen das flores masculinas para as flores femininas. além do que seu óleo não rancifica. Os trabalhos foram efetuados no Ceara com rigor cientifico e o projeto durou alguns anos. No Brasil existem muitas terras improdutivas e de grande extensão. e absorvidos já na primeira colheita que ocorre no ° ano. Substitui o óleo diesel. Dada a sua tolerância a alto déficit hídrico. Produz bom rendimento de sementes em baixas condições de alta salinidade. O poder germinativo de sua semente é de alta durabilidade ( anos).etc). os cerrados. As flores são polinizadas pelo vento. e pode ser armazenada por longos períodos. e o seu cultivo requer menos água para produzir que outros tradicionais. x m e sua orientação deve ser perpendicular ao sentido do vento predominante.. é de fácil manejo. existindo uma alta demanda pela indústria de cosméticos. suporta vários anos sem água. existirem áreas não utilizadas para outras culturas devido a fatores geográficos. e o custo de implantação são baixos.turas.

A planta é sensível as geadas. se abre e deixa cair a semente no solo. Não obstante. Quando o fruto está maduro. . ao incluir a jojoba como novo cultivo. As plantas produzidas vegetativamente começam a produzir ao terceiro ano da plantação (. não são problemas os solos pedregosos. o qual se traduz em uma perda de produção no ano. no geral. As zonas áridas e semi-áridas assim como as demais regiões do Brasil são altamente vulneráveis a erosão e o fato de se destinar estes solos à produção de cultivos anuais sem nenhuma ou pouca preocupação em recompô-los. Quanto a exigências de solo. permite dar usos a recursos que no momento se encontram ociosos. onde se colhe. sendo que uma geada forte e prolongada pode produzir a morte de uma plantação completa se esta é nova. Os níveis a que resiste. produz um fruto a cada dois nós. e o que pode comprometer um solo para o seu cultivo é uma má drenagem. de até -° a até 0° C. conhecendo-se plantas de mais de 00 anos que ainda permanecem produtivas. e dos brotos tenros e flores em uma plantação adulta. produzindo de forma adequada com níveis de  e  dS/m respectivamente. O vento é um fator positivo por facilitar a polinização das flores e outros fatores 0 AgriculturA e PecuáriA e seus frutos começam a inchar-se até alcançar sua maturidade nos meses de março e abril do ano seguinte. suas raízes são muito suscetíveis a asfixia radicular. Resiste a temperaturas. elimina estes riscos. Esta espécie frutifica com os brotos novos e. se deve realizar em período de pouca atividade agrícola tradicional. não requerendo araduras. O cultivo de jojoba se caracteriza por sua longevidade. garantindo uma cobertura vegetal. aumenta os riscos de desertificação. e pode ser cultivada sem problemas em ladeiras. pode produzir um ou mais frutos em cada um dos nós do broto em alguns pés.00 kg/HA) e a produção total é alcançada aos 9 anos. por ser um cultivo pouco intensivo e cujo principal trabalho que é a colheita. são superiores aos de qualquer outro cultivo. A planta tem grande tolerância à salinidade de solo e água. desde que apresente uma adequada ventilação.No caso de propriedades já estabelecidas com outras culturas. os custos de mão de obra e maquinaria são diminuídos devido a que. a jojoba se adapta a uma ampla gama deles. sempre e quando se aplica irrigação por gotejamento. Por ser um cultivo permanente e ótima opção por sua rentabilidade. e se desenvolve com maior rapidez se são altas ( a °C ). exceto no início de sua plantação.

potássio e fósforo. enraizaram 00% em  dias. sendo que a presença destas. deve-se efetuar o desbaste na primeira floração que ocorre no terceiro ou quarto ano após o plantio. Quando os cortes dos brotos foram tratados com o IBA. A maior resposta observada corresponde a aplicação de NITROGÊNIO na quantidade media de 0 a 0 kg por hectare ao ano. As sementes plantadas necessitam de duas ou três irrigações durante o primeiro verão e devem ser protegidas dos animais e a remoção de ervas daninhas é recomendado após cada irrigação. de acordo com as características do solo.0 kg/ha. deixar uma planta masculina para cada 9 femininas. Para uma plantação adulta.climáticos não afetam o cultivo. Na colheita se efetua uma poda e consiste somente em eliminar os ramos que crescem perto da superfície do solo para facilitar o trabalho de colher. No verão irriga-se uma vez por semana e a cada  semanas no inverno para o caso de irrigação por gotejamento. rendendo possivelmente de sementes. Os arbustos masculinos devem intercalar-se em todo o bosque (aproximadamente . o qual corresponde a metade ou um terço que se requer de um cultivo tradicional. o sistema de sulcos é adequado em setores em que a água não é o limitante. é importante manter o cultivo livres das ervas daninhas. ainda mais se fosse irrigado por gotejamento. Na irrigação por sulcos.000 a 00 m³ de água por hectare no ano. isto é. Deste modo se assegura uma adequada lavagem dos sais do perfil destes solos. Para plantação efetuada por plantio direto ou através de mudas.  mg/g do talo. Nas zonas áridas e semi-áridas. como também se pode fazer uma poda mecanizada após a colheita para favorecer o desenvolvimento de novos brotos. Embora não existam muitos estudos sobre fertilização para a jojoba. Não obstante. A jojoba requer de .00 plantas fêmeas e 0 masculinas por hectare). esta responde a uma fertilização tradicional. com suplementação de nitrogênio. Pode-se recomendar o uso de Simazina antes da plantação e no in0 . se recomenda usar sistemas de irrigação por gotejamento. mas sim a salinidade. se deve irrigar a cada verão e uma vez ao mês no inverno se não existir chuvas de inverno na região. A irrigação se faz por sulcos ou por gotejamento. . Em zonas onde o principal limitante é a água.isto equivale. as ervas daninhas não tiveram que ser um grande problema. dificulta os trabalhos da colheita. aproximadamente a  litros por planta em uma semana em média.

O tratamento que tem se mostrado eficaz para controlar este fungo é a aplicação de Thiabendazole-Tecto-BAYER. suas propriedades são promissoras: altos índice de viscosidade. Para muitas aplicações industriais. são impor0 AgriculturA e PecuáriA verno em plantações já estabelecidas se podem efetuar aplicações de Glifosato ou outro herbicida de contato (com proteção para planta) quando se fizer necessário. grande estabilidade e não é afetado por repetidos aquecimento de até 00°C. proteínas e sais minerais quando não-refinado. não é tóxico. é hidrogenado e de fácil diluição em solventes orgânicos comuns. Ele é indicado para todos os tipos de peles. especialmente para produtos de pele. são razões para seu uso intensivo. sendo um líquido gorduroso com ponto de fusão de °C a 9°C. É usado na industria de lubrificantes e alternativa para o diesel A Jezyn Agronegocios. Não rancifica e é usado na fabricação de perfumes. sendo um material de fácil manipulação. mista. está desenvolvendo um projeto para produção de óleo de jojoba. detectando-se somente ataques de Fusarium sp. tomando-se muito cuidado nesta aplicação. cabelos e outros e é de fácil absorção por parte da pele e o fato de ser um recurso natural e biodegradável. evitando-se desta forma contaminações de germes patógenos e deixar descansar por alguns dias. Na produção de mudas a partir de sementes. ponto de ebulição e chama. as sementes utilizadas no projeto. Cerca de 90% do óleo é destinado a industria de cosmético. Possui uma coloração clara e é rico em vitamina E. deve-se fazer a mistura de esterco com areia grossa e se efetuar a aplicação de Brometo de Metila (clique aqui para informações de como utilizar este produto que é considerado altamente tóxico e outros produtos similares que existem no mercado) no composto.Controle Fitossanitário: a cultura da jojoba é caracterizada por ser bastante saudável. . além de não deixar que os óleos carreadores em geral fiquem rançosos com grande rapidez se adicionado a eles e possui longo tempo de vida. e sob baixas temperaturas ele pode se solidificar homogeneamente se não foi refinado. incluindo a oleosa. O óleo de jojoba sem refinar possui uma longa história de uso pelos índios norte-americanos e é obtido da semente da jojoba prensada a frio (esmagamento) sem o uso de solventes e tem muito poucas impurezas. acnéica e inflamadas. baixa volatilidade. visto que o brometo é nocivo. (veja Brometo de Metila) em casos isolados.

newscientist.SP () 9-09 / () 9- / () -9 http://www. 00 0 . e poderá fornecer maiores informações. Acesso em: 09 de ago. Disponível em: <http://www.ibict.ibict. Acesso em: 09 de ago. 00 http://www.sbrt. Acesso em: 09 de ago.pdf.ibict.br/upload/sbrt2012. 00 FONTEs CONsULTADAs Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.br>.ibict.com.html Óleo de jojoba como biodiesel Embrapa Pantanal Telefone () -0 http://www.pdf. que poderão auxiliar na pesquisa.jsp? CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs No site do SBRT.pdf.com/news/news.jezynagronegocios.net/ijec_glossary.com International Jojoba http://www.br/upload/sbrt1105. 00. 0 -Santana .sbrt.sbrt.ajorp. 00 http://www. Iva Maria Alves e Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de ago. existem algumas respostas sobre processo de extração de óleo.São Paulo .br/upload/sbrt1213.sbrt.ijec.br Outros links Plantação de jojoba http://www. Rua Darzan.CEP: 00-00 . Acesso em: 09 de ago. Extração de óleo.tadas de Israel. disponíveis em: http://www.

compararmos a castanha com casca. 09 AgriculturA e PecuáriA INDUsTRIALIzAÇÃO E EXPORTAÇÃO DO ÓLEO DA CAsTANhA DO PARÁ . regiões próximas ao litoral e do rio Amazonas levam alguma vantagem para o escoamento de sua produção se comparados a situação de regiões interioranas como o caso do norte do Mato Grosso e sul do Pará. por outro. pois o porto de Belém. Ademais a situação se torna mais agravante se levarmos em consideração a falta de infra-estrutura nos portos fluviais ao logo dos rios Madeira. Segundo a CONAB –Companhia Nacional de Abastecimento . A melhor estratégia de mercado tem sido o aumento do valor agregado ao produto final e. Deseja saber os equipamentos necessários para a produção deste produto. por exemplo. uma diminuição quantitativa da demanda do produto final necessária à viabilidade econômica do empreendimento e. conseqüentemente. a castanha desidratada e o óleo da castanha. Ainda assim. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A maior dificuldade para a exportação da castanha-do-pará tem sido o transporte do produto. Xingu e Tocantins e também o contrabando deste produto pelo território boliviano. enfrenta a crise gerada pela falta de modernização portuária no Brasil. óleo de castanha-do-pará. Se.o porto não possui espaço suficiente para a demanda de containers que a castanha na condição in natura requer. veremos. a diminuição do volume na estocagem e transporte da carga.Castanha-do-pará. exportação PALAvRAs-ChAvE Quer informações sobre a exportação da castanha do Pará e do óleo extraído de sua amêndoa. por um lado. um aumento da facilidade de transporte a medida que o produto final agrega trabalho. o principal voltado a esta comercialização.

Os equipamentos destinados a extração do óleo da castanha são semelhantes ao da extração do óleo do caju. podese dizer que grandes são as possibilidades de fomento dos produtos da região amazônica junto a organizações internacionais . podem servir de exemplo sobre a veiculação de produtos no mercado mundial. O empreendedor que se direcionar a esta área de atuação deverá levar em conta que a indústria farmacêutica brasileira é tecnologicamente desenvolvida e competitiva e está tão aberta ao lançamento de novos produtos e a pesquisa tanto. A destinação do óleo a indústria de cosméticos apresenta um grande potencial de desenvolvimento.Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá – junto a algumas comunidades. Várias empresas européias (principalmente francesas e alemãs) se interessam em veicular produtos produzidos na Amazônia.desde que sejam respeitadas as leis internacionais de proteção dos recursos naturais através do manejo sustentável da produção e beneficiamento e. A sugestão será a de uma pesquisa de mercado tanto junto às empresas brasileiras do ramo quanto às estrangeiras. portanto ao empreendedor a análise das vantagens em destinar sua produção ao mercado externo ou interno.Outro fator que deve ser levado em conta é a aposta do mercado no crescimento da indústria farmacêutica para os próximos anos tanto no exterior como no Brasil. A castanha-do-pará possui altas concentrações de vitamina E e selênio que garantem a este fruto o estatuto de uma grande fonte de anti-oxidantes que atuam no combate ao envelhecimento causado pelos radicais-livres produzidos pelo organismo. também. A produção do óleo é atualmente obtida através da moagem e compressão da amêndoa (embora em escala laboratorial já existam outros procedimentos possíveis como a utilização do etanol e do Co em estado crítico). a busca pelo resgate social que pequenas empresas podem trazer através da diversificação da economia local. Neste sentido algumas experiências realizadas pelo IPEA . Várias empresas no Norte e nordeste desenvolvem maquinários para as 0 . Vale a pena visitar o “Portail de l´hulie castanha-do-para provenant du palmier amazonien” que pretende montar um rede de sites voltados a promoção deste setor (projeto intitulado de “Celestino Pesce” que já se encontra disponível na Internet). Com relação a veiculação de mercadorias no cenário mundial. quanto às indústrias estrangeiras. Caberá.

gayathricashewmachinery. http://www.com/ind/cashew.ap.com/products1. conab.iadb.com/roasting. http://www.org/idbamerica/archive/stories/1998/por/5g. http://www.br EMBRAPA.gov. Abrindo o mercado de castanha-do-pará http:// www.html Cashew processing.htm Indústria do caju na Índia Cashew Industry.br/sisprod/castanha/ Normas Específicas de Castanha-Do-Brasil – Safra 00.gov.apnagroup.PDF histórias sobre o empreendedorismo no setor Mangurian. http://www.br/download/moc/titulos/T66s2004.embrapa. Cultivo da Castanha-do-Brasil em Rondônia.com Órgãos de fomento e pesquisas IEPA .htm Gayathri Industries http://www. David. o SEBRAE do Ceará mantém um projeto de minifábricas de extração do óleo da castanha do caju podendo ser uma fonte confiável de informações para o empreendedor voltado á industrialização da castanha-do-pará. Indicações: . html  AgriculturA e PecuáriA empresas deste ramo (veja no site do SBRT a consulta sobre “Extração do óleo da amêndoa do caju”).Cursos sobre o processamento da castanha-do-pará e manejo sustentável Campus Universitário de Guama – Setor Profissional Casa do Poema –CEP 0-900 Belém –Pará_Brasil Tel 9   ou  0 Fax 9 9  E-mail: contatos@bolsaamazonia.udupipages.iepa. cpafro. http://www.Instituto de Pesquisas Científicas e tecnológicas do Estado do Amapá. No Brasil. contudo poderá ser de grande interesse a visita a sites indianos voltados a produção de maquinário para o fabrico deste tipo de óleo (a Índia apresenta um grande número de empresas especializadas na fabricação de maquinas para extração de óleo de amêndoas do caju e abriga feiras que giram em torno deste ramo). tanto em relação a produção quanto a distribuição e possíveis mercados para o seu escoamento.

asp?cod=161&id=port Vortal Cadeia Produtiva do Caju: castanha e amêndoa.The Cashew Export Promotion Council of Índia.castanha-do-para.com Secretaria Geral da Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar.Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos. prossiga.org.shtml Castanha-do-pará.br/ Vortal Cadeia Produtiva do Caju. http://www.br/caju/asp/SaidaCat.prossiga.org/html/c0000hom.htm Equipamentos ABIMAQ . http://www5.cashewindia.br/caju/asp/buscaextravortal. http://www. http://www.asp?id=port&produto=Castanha&camp o=2&extra=Am%EAndoa Divulgação de produtos Amazon Oil. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .com/index.amazonoil. http://www5.abimaq. http://www.

na época da seca. Isso porque o leite entra pela boca da vaca.e das pastagens sem irrigação estão em torno de R$ 0. completa Brasileiro. principalmente em função da região. que a resposta à irrigação de gramíneas tropicais tem sido controvertida. Brasileiro ressalta.00/kg de MS e R$ 0. assim como boa parte dos custos da produção.Irrigação. pasto. “Cuidar bem da pastagem. porém. RETIRADA DO LEITE . IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. como quem cuida de uma lavoura. da  AgriculturA e PecuáriA INFORMAÇõEs sOBRE IRRIGAÇÃO DE PAsTO. ressalta que o produtor de leite que pretende ser grande. avalia o engenheiro agrícola Carlos Augusto Brasileiro Alencar. que trabalha no centro e no leste de Minas. pastagem.uma das alternativas de alimentação dos bovinos para o período da seca . “A alimentação das vacas em lactação responde por 0% a 0% desses custos”. difusor do sistema de produção a pasto argumenta que a irrigação é um processo economicamente viável. leite PALAvRAs-ChAvE Como implantar irrigação no pasto que está formando? Quais são os recursos necessários para tirar o leite ( vacas)? Pretende transformar a casa em curral. respectivamente. a produção decai sensivelmente. curral. para isto precisa de um projeto. Como implantar irrigação no pasto que está formando O pesquisador Leovegildo Matos. Os custos de produção de matéria seca (MS) da cana-de-açúcar . Com a irrigação. diz. Leovegildo Matos. representa muito em termos de lucratividade”. a produção de leite é de apenas 0%. estes valores são acrescidos de R$ 0. “No período seco do ano. deve ser também um grande agricultor. difusor do sistema de produção a pasto. Se uma boa pastagem depende de chuvas e delas depende a alimentação do rebanho.00. além de um bom pecuarista. O pesquisador da Embrapa-Gado de Leite. no Brasil. em relação ao das águas”.00/kg MS.

muitos sistemas são instalados com pressão por gravidade. Por necessitarem de baixa pressão. o sistema é dotado de um tampão com rosca com controle manual nos pontos de irrigação. tais como aço zincado. o litro. as linhas principais. “Esse tipo de irrigação tem sido um dos métodos mais difundidos na região”. Apesar das tubulações serem suficientes para irrigar ao mesmo tempo a área inteira. secundárias e laterais se apresentam como suficientes para irrigar toda a área. com aspersores de pressão de serviço. cada rebanho é um rebanho. O custo da produção que era em média de R$ 0. tanto da cana-de-açúcar quanto do pasto de braquiária mostraram viabilidade. Outro fator é o baixo custo do equipamento que está em torno de R$ 00/ha. de acordo com o turno da rega. mas a correta montagem de uma sala de ordenha exige uma precisão tal que o pecuarista deve responder uma série de perguntas antes de fazer sua escolha.0. a mão-de-obra também é otimizada. O fator que ajudou a reduzir os custos foi a opção pela irrigação por aspersão fixa de baixa pressão.espécie forrageira. nesse sistema. é necessário mobilizar um trabalhador em tempo integral para cuidar do equipamento. aponta experiências de sucesso econômico. o que torna a montagem do equipamento menos onerosa. os riscos de aprovar custos abusivos e  . conclui. Nesse modelo.() 2. Lá. No entanto. proveniente da diferença de nível entre a fonte de água e a área a ser irrigada. do nível de insumos e do sistema adotado. enquanto o convencional fica em torno de R$  mil. a irrigação. está hoje em torno de R$ 0. A condução da água da moto-bomba até os aspersores é efetuada por meio de tubulações de diversos tipos de material. Na região leste de Minas Gerais. Tudo para reduzir ao máximo. o próprio vaqueiro que faz a ordenha pode realizar o serviço”. Pode parecer exagero. “No sistema convencional. cada propriedade é uma propriedade. Quais são os recursos necessários para retirar o leite (ordenha) Cada caso é um caso. Segundo Brasileiro. a irrigação é feita com funcionamento de um determinado número de aspersores por vez. alumínio e PVC rígido. afirma Brasileiro. Brasileiro ressalta que “a diferença deste sistema tem sido grande em razão da baixa demanda de energia e de vazão”. Para isso. a produção média de leite é de 0 litros por vaca/dia numa taxa de lotação de cinco vacas/ha.

disponibilidade de recursos. A carga microbiana inicial está diretamente associada à limpeza dos utensílios utilizados para retirada e transporte do leite. da Universidade de São Paulo (USP/Pirassununga). “No entanto. pontuou alguns aspectos fundamentais para ajudar na tomada de decisão sobre o assunto. microrganismos e substâncias químicas. “De forma geral. Luís Fernando Laranja. “É importante não esquecer dos valores de depreciação e juros sobre o capital”. () A obtenção do leite constitui a etapa de maior vulnerabilidade para a ocorrência de contaminações por sujidades. duração do turno de ordenha. por exemplo. cada turno não deve passar de quatro horas. jamais fecharia as portas para esse sistema pelo fato de ser melhor e mais higiênico que o sistema manual. construções e equipamentos. Numa propriedade familiar. e preferências pessoais. Desta forma. Uma das primeiras questões colocadas pelo professor é: Quanto tempo diário de ordenha se pretende desenvolver na fazenda? Muito ou pouco. latões e sistema de ordenha são apontados como os principais fatores responsáveis pelo aumento de  AgriculturA e PecuáriA conseguir a melhor otimização dos equipamentos. a higienização deficiente dos baldes. mão-de-obra disponível. uma vez que o transporte do leite até o tanque quebra a continuidade do trabalho do retireiro e pode colocar em risco a qualidade do leite. estabilizando o período de ordenha entre duas e duas horas e meia. Nesse sentido.Para ele o balde ao pé deve ser observado pelo produtor como um equipamento de transição. De acordo com ele. e que podem ser imediatamente incorporados ao produto in natura. mecanização/automação. presentes no próprio local de ordenha. prática presente em mais de % das propriedades brasileiras”. Para se determinar o tamanho e o modelo da sala de ordenha. deve-se respeitar a limitação de mão-de-obra. Laranja ressalta as variáveis decisivas na escolha: tamanho do rebanho. uma análise de custos de instalação e operação de sistemas de ordenha deve levar em consideração os custos de mão-de-obra. nível de produção das vacas. o professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia. a resposta altera todo o cálculo de custos. número de ordenhas/dia. . pois haverá queda na eficiência”.

antes da ordenha. destinado a comportar de  a  animais por vez. que é um estábulo de tamanho reduzido. as vacas ficam no curral-de-espera. A principal vantagem é a redução do custo de construção. Antes da ordenha. para um único ordenhador. ou diretamente para o pasto. com bezerro ao pé. variando com o tamanho do rebanho. realizados no processo de ordenha manual. Considerando que a superfície dos tetas representa uma importante fonte de contaminação do leite. É de fácil manejo. a lavagem e desinfecção das mesmas. depois de ordenhadas vão para o curral de descanso e alimentação.microorganismos. que resultam em significativa melho . A qualidade da água utilizada para lavagem dos utensílios. pois as vacas são manejadas em lotes. equipamentos de ordenha e tetas dos animais é fundamental para evitar a contaminação do leite. conclui-se que. () Outro tipo de instalação que pode ser utilizada é o chamado Miniestábulo ou Sistema de sala-de-ordenha. podendo a ordenha ser manual ou mecânica. contribuem significativamente para o controle de doenças. Na figura abaixo estão ilustrados alguns passos importantes para uma ordenha manual higiênica: sistema de ordenha higiênica para pequenos produtores: lavagem e secagem de tetas(3) Filtragem do leite e lavagem de peias de corrente e banco de ordenhador(3) Trata-se de um conjunto de pequenos investimentos e de práticas simples.

O manejo em pasto requer estruturas mais simples e são em geral.ria da qualidade do leite. mais magro. deve-se atentar para a direção dos ventos dominantes e a distância entre a sede e o curral. 3. muitas vezes deixando o animal estressado e. conseqüentemente. os currais tradicionais eram “acéfalos”. bezerreiro convencional ou abrigos individuais. abrigos rústicos para novilhas e cochos cobertos para minerais. nos períodos secos do ano. silos. l Construção de um canzil para contenção. anexo à sala de ordenha. mais baratas do que as utilizadas em confinamento. construídos nos pastos. l Instalação de instalação hidráulica para lavagem das mãos e tetas dos animais: tanque de 00 litros + 0 m de canos de PVC de ½” e  m de mangueiras de jardim dotadas de pistolas nas extremidades. l Secagem das tetas com papel toalha e coagem do leite. l Substituição de cordas de seda para contenção das vacas (peias) e dos bezerros por correntes leves de fácil higienização e menor contaminação.00/litro). “Não havia uma padronização em etapas e isso fazia com que o produtor tivesse que manejar mais o gado”. escritório. com mínima agregação de custos ao produto final (R$0. a saber: l Construção ou adaptação de uma sala de ordenha. Nas palavras do pesquisador Eli Antonio Schiffler. depósito para alimentos e pre AgriculturA e PecuáriA . fazia com que o manejo ficasse prejudicado. afirma. Projeto para curral Na instalação do curral e complementos. sala de ordenha. a falta dela. sala de leite. com capacidade para  vacas por vez. Troncos para contenção dos animais. () As instalações destinadas a alojar as diversas categorias de animais de um rebanho são projetadas em acordo com o sistema de exploração a ser adotado. o pecuarista que precisava vacinar e cuidar do rebanho padecia com um curral pouco eficiente. coberta. para as moradias. Neste caso. currais. l Construção ou adaptação de um pequeno curral de espera para os bezerros. calçada. Não faz muito tempo. associado a cocho para administração de concentrados durante a ordenha. para evitar a condução da poeira formada durante o serviço. da Embrapa Pecuária Sudeste. A estrutura. ou melhor.

o cocho deve ser colocado de modo a permitir alimentação externa. limitando-se a se movimentar entre a procura de alimento e água. com cobertura de cama (serragem de madeira. com réguas ou arame liso acima. l consultar profissional da área que poderá desenvolver projeto  . objetivando ganho de peso. Neste sistema de confinamento. como o curral para o rebanho.paro de rações. As instalações geralmente são padronizadas e obedecem aos seguintes critérios: l l l l l a área necessária é de  m por animal. ou calçada. a  m para animais adultos. o piso deve ser de terra batida. uma vez que seu preço e principalmente sua disponibilidade para a agricultura são problemáticos. sendo o ganho de peso considerado uma vantagem a mais para cálculo da viabilidade econômica. ou seja. bagaço de cana ou outro resíduo vegetal). a separação dos animais em lotes menores (0 a 00) é preferível tecnicamente. o pé direito deve ter de . Em alguns casos. o objetivo principal é a produção de esterco. No sistema os animais são confinados no sentido restrito da palavra. com altura de 0 a 0 cm na borda superior. bem como projetar adequadamente as instalações. l conversar com pecuaristas e agricultores da região. reservatório de água. não somente o atual. bebedouros. e a produção de esterco. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se: l consultar a Casa do Agricultor da região onde se encontra a propriedade. mas do futuro utilizando os dados do plano de negócio. porque propicia melhor manejo. as paredes podem ser de alvenaria ou réguas até  m de altura. galpão para abrigo de máquinas e equipamentos e cochos cobertos. Em determinadas regiões este sistema é idealizado com duas finalidades: o confinamento em si. são colocados em pequenas áreas. que poderá auxiliar com as questões com maior propriedade.

br/artigos/rural0010. 00.br/ FontesHTML/Leite/LeiteSemiArido/infra/alojamento. 00 9 AgriculturA e PecuáriA conforme as necessidades e objetivos da empresa.htm>.br>.embrapa. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.br/construcoes/ bovinocultura/geral/gado_de_leite.br/pecuaria/leite/ leite. Acesso em:  de abr. . Orlando Monteiro et al.embrapa. Rural News. Alojamento dos Animais. Gado de Leite.br>.html>. Carvalho Filho. Acesso em:  de abr. 00. . Ordenha: Fatores relacionados à higiene na ordenha.criareplantar.com. .ruralnews. Acesso em:  de abr. 00. Pense bem antes de montar uma sala de ordenha. EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.com.gov.com.com. Criar e Plantar.METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA .htm>. Acesso em:  de abr. Disponível em: <http://www. 00. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www. . 00. Disponível em: <http://www. php?tipoConteudo=texto&idConteudo=325>. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de abr. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr. . Acesso em:  de abr.bichoonline. 00. .banet.cnptia.

INsTALAÇÃO PARA PRODUÇÃO DE LEITE EM PEQUENA EsCALA PALAvRAs-ChAvE Instalações para gado de leite. ensolarado e ter boas condições de drenagem. maior a complexidade do manejo e maior o custo das instalações e equipamentos envolvidos no processo produtivo. por sua vez tem relação direta com o modelo de produção a ser adotado: extensivo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA As instalações exigidas para atividade produtora de leite dependem diretamente do tipo de manejo que será dado ao gado leiteiro. Orientação: o eixo longitudinal das instalações deve estar orientado no sentido leste-oeste. Finalmente. vegetação e relevo) e socioeconômicos (condição financeira e social do produtor). Quanto mais intensiva a produção. semi-intensivo ou intensivo. firme. geográficos (clima. Por exemplo: para produzir quantidades pequenas quantidades em áreas planas. O tipo de manejo. A escolha do modelo apropriado e da forma de manejo do gado devem ser feitos levando em consideração aspectos mercadológicos (quantidade e qualidade da produção). Deve ainda contar com vias de acesso. o modelo extensivo provavelmente deve ser o mais indicado. com chuvas bem distribuídas o ano todo e boas pastagens. o terreno deve ter dimensões e forma para suportar uma ampliação futura das instalações. levemente inclinado. via diminuição 0 . pelos seguintes motivos: l evitar o superaquecimento nos período de verão. Três pontos são indispensáveis no planejamento das instalações (Souza et al): Localização: o terreno deve ser plano. fontes de abastecimento de energia e água potável. leite Instalações para a produção de leite em pequena escala.

favorecer a ventilação natural das instalações no caso da existência de uma fachada permanentemente quente e outra permanentemente fria . Conforme mencionado. e não existe uma formula geral para saber quais são ou não necessárias. biodigestores  AgriculturA e PecuáriA da exposição ao sol da superfície oeste das instalações. a necessidade de instalações varia em cada caso. esterqueira. evitando movimentação desnecessária e contribuindo para a produtividade do trabalho. lagoas. dos insumos e do produto final. Segue abaixo uma lista de instalações geralmente utilizadas (Souza et al).l l Disposição das instalações: deve facilitar a movimentação da mão de obra. permitir a entrada do sol de inverno (que sobe pouco no horizonte) no interior das instalações. através de uma fachada voltada totalmente para o norte. e cabe ao produtor avaliar quais se encaixam ou não no seu plano particular de produção: l Currais para volumosos l Currais de espera l Anexos dos currais l lava-pés l pedilúvios l seringas l Divisórias de curral l madeira l arame liso ovalado l cordoalha de aço l Estábulo l sala de ordenha l sala de leite l farmácia l escritório l almoxarifado l sanitários l plataformas de embarque do leite l Bezerreiros l Baias para touros l Maternidade l Tanque para chorume. As instalações não devem situar-se a mais de Km do pasto das vacas.

sct. disponível em http://atlas.ufv.pdf em 09/0/00.ufv. sendo que muitos produtores fracassam porque contabilizam de forma incorreta seus custos de produção. Artigo que aborda o tema da contabilização e análise de viabilidade. disponível em http://www.pdf em 09/0/00. Instalações para gado de leite. de materiais e medidas podem ser obtidas no artigo Instalações para gado de leite.l l l Silos para forragem Comedouros e bebedouros Depósitos para alimentação Informações mais detalhadas a respeito da disposição das instalações. assim como plantas e desenhos explicativos podem ser obtidos no artigo Instalações para gado de leite. A contabilização correta da atividade é também indispensável para o sucesso da atividade. INDICAÇõEs: ARTIGOS: Tomada de decisões gerenciais no âmbito de duas fazendas familiares no sul goiano. alguns critérios gerais como localização. apresenta com mais detalhes o  . disponível em http://www. que conta com plantas e desenhos explicativos. Apresenta plantas e desenhos ilustrativos de instalações.br/dea/ambiagro/ arquivos/GadoLeiteOutubro-2004. Informações sobre medidas e materiais. O artigo Tomada de decisões gerenciais no âmbito de duas fazendas familiares no sul goiano. o que faz parecer viável uma atividade inviável economicamente. assim como sugestões sobre materiais e dimensões.br/dea/ambiagro/arquivos/GadoLeiteOutubro-2004.embrapa.pdf em 09/0/00.sct.ufv.pdf em 09/0/00.br/pdf/ cct/v20/v20n2_05. disponível em http://www. orientação e disposição dos itens devem ser seguidos para alcançar êxito no planejamento das instalações. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs As instalações necessárias à produção de leite variam de caso para caso.br/pdf/cct/v20/ v20n2_05.pdf em 09/0/00. disponível em http://atlas.br/dea/ambiagro/arquivos/GadoLeiteOutubro-2004. e o produtor deve estar atento para distinguir quais são necessárias para o seu caso particular de produção.embrapa. No entanto.

Instalações para gado de leite. Carlos A. Acesso em: 09 de maio 00. Cecília de F. que podem servir como modelo de contabilização. UFV.br/dea/ambiagro/arquivos/GadoLeiteOutubro-2004.ufv. através de instrutivo estudo de caso de duas fazendas produtoras de leite. Conta inclusive com planilhas de custo e resultados.pdf>. et al. de A. Disponível em: <http://www. out 00. . Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de maio 00  AgriculturA e PecuáriA tema da contabilização.Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia SOUZA. V.

Pretende plantar em Minas Gerais. plantio. ipê-preto (RJ. e pela diminuição preocupante do número de indivíduos que ainda são encontrados em áreas de ocorrência natural. ORIENTAÇõEs sOBRE O PLANTIO E MANEjO DO IPê ROXO PALAvRAs-ChAvE Árvore nativa. é uma das espécies que vêm sendo estudadas por ser de alto valor econômico.RS). legislação Informações sobre a legislação para o plantio de árvores nativas para fins comerciais e orientações quanto ao plantio e manejo do Ipê Roxo.heptaphylla. ipê-roxo-anão (SP). ipê-uva.LEGIsLAÇÃO DE PLANTIO DE ÁRvOREs NATIvAs. ipê-piranga. graraíba.MG) peúva (MS) e piuva (MS. sua floração ocorre entre os meses de setembro e fevereiro e suas folhas são Decíduas. inclusive orientações de produção. Acesso ao texto completo em: <http://www.br/identificacao/tabebuia. ipêrosa (MG). texto produzido pela Acadêmica Giovana Beatriz Theodoro Marto sob a supervisão e orientação do Professor Luiz Ernesto George Barrichelo e do Engenheiro Paulo Henrique Muller. considerando-se as finalidades de sua madeira e extrativos foliares. retiradas do site do IPEF (Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais). pau-d’arco-roxo (BA. ipê roxo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segue abaixo informações sobre o Ipê Roxo. Pertencente a família BIGNONIACEAE. pau-d’arcorosa (BA). sobre o Ipê Roxo (Tabebuia heptaphylla): Também conhecida por outros diversos nomes populares como cabroé. A Tabebuia heptaphylla.ipef. pau-d’arco (BA). ipê-de-flor-roxa.  .asp>.MT).

na fase adulta. Clima subtropical de inverno seco e Clima subtropical. A espécie atinge.Quanto à temperatura. portais. Crescimento e Produção O ipê-roxo apresenta crescimento lento a moderado. Em plantio. instrumentos musicais. Também pode ser usada para mobiliário. eixos de roda. por exemplo.solo A espécie ocorre em solos como os Argissolos. A precipitação pode variar de 000 mm a 900 mm. a produção volumétrica máxima obtida foi de . entre 00 e 00 metros e em Latossolos. bolas de boliche entre outros. prestando-se muito bem a florestamentos e reflorestamentos industriais.%. postes. porém aceita um déficit hídrico moderado. com dominância apical não definida e bifurcações a várias alturas e próximas entre si. os ipês têm desenvolvimento relativamente rápido. degraus de escada.  AgriculturA e PecuáriA Clima Se adapta a diversos climas como: o Clima tropical úmido e subúmido. em altitudes que podem variar entre 00 m a 00 m. Possuem crescimento moderado. e na construção naval como quilhas de navio. profundos. com boa drenagem e de textura franca a argilosa. O ipê-roxo tem apresentado um melhor crescimento em solos com fertilidade química média a elevada.0 m³/ha/ano. Utilizando espaçamento  x  m. com altitudes até 00 metros. O ipê-roxo ocorre em locais com regime pluviométrico uniforme. Após o corte. Pragas e Doenças A madeira é resistente ao ataque de insetos e ao apodrecimento Usos da Madeira Sugere – se o uso da madeira de ipê-roxo para dormentes. batentes. na construção civil como vigas. tacos. de  a  metros de altura com o raio da copa variando em torno de 0 a 0 metros. Aspectos silviculturais Apresenta crescimento irregular. com verão quente. Clima tropical. com inverno seco. porém quando comparado com as espécies florestais nativas. em Cambissolos. abrange variação média anual de º C a º C . a porcentagem de plantas vivas foi de .

do botânico Henry Lorenzeti. Leitura Complementar: Uma boa sugestão de leitura. p. As sementes devem ser postas pra germinar logo que colhidas. com comportamento satisfatório quando plantado em solos férteis.0m e . Nova Odessa: Plantarum. 99. O desenvolvimento das plantas no campo é apenas moderado. o cliente precisará de autorização  . Produção de Mudas Para aproveitamento de sementes. Cobrir apenas levemente as sementes com substrato peneirado. em Minas Gerais. para não perder o torrão. LEGIsLAÇÃO: Antes de iniciar a plantação de Ipê Roxo. caso o cliente tenha interesse em conhecer melhor as árvores nativas brasileiras. os frutos devem ser coletados diretamente da árvore quando mudam da cor verde para quase preta. antes da dispersão das sementes. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. em canteiros ou embalagens individuais contendo solo argiloso rico em matéria orgânica. alcançando aproximadamente  metros em  anos. A emergência ocorre em 0- dias e o desenvolvimento das mudas é rápido. necessitando de podas freqüentes de condução e dos galhos para aumentar sua altura comercial. b) em plantio misto.apresenta brotação e possui desrama natural deficiente.00m de altura e devem ser transportadas em embalagens próprias. visando melhoria na forma do fuste. O ipê-roxo pode ser plantado: a) a pleno sol em plantio puro. c) em vegetação matricial arbórea. para corte e comercialização da madeira. associado com espécies pioneiras e secundárias. Plantio As mudas devem ter entre . ficando prontas para o plantio no local definitivo em menos de quatro meses. é o livro Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. mantendo-as em ambiente semi-sombreado. porém com forma inadequada. em faixas na vegetação secundária e plantado em linhas.H. segue abaixo a descrição completa da obra: LORENZI.

º andar . Sede . Postal nº 090 Cep: 0-900 .ibama. .  .Caixa Postal 0 Cep: 00-90 .gov.Belo Horizonte – MG Tel: () 9-9/  .IEF: Instituto Estadual de Floresta – Minas Gerais End: Rua Paracatu.Barro Preto Cep.Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais e do IBAMA – MG.gov.br > Embrapa Florestas Estrada da Ribeira. segue.Brasília-DF Fax: () - Site: <http://www.gov. portando.mg.franco@ibama.br Superintendência do IBAMA em Belo Horizonte: End: Avenida do Contorno. para que se possa obter as informações referentes à Legislação Estadual de Minas Gerais sobre o plantio de árvores nativas para corte e as devidas orientações necessárias para se iniciar a plantação de tal espécie. 0.Caixa Postal 9  INsTITUIÇõEs: AgriculturA e PecuáriA dos órgãos responsáveis.br Contato: Roberto Messias Franco Email: roberto-messias.Fax: () 9-9 Email:dg@ief.  – Cidade Jardim Cep: 000 – Belo Horizonte – MG Tel: () 99-000 / - / 99-009 / 9- Fax: () -99 Contato: Maria Auxiliadora Silva Email: maria-auxiliadora.gov.Piracicaba/SP Tel: (9) -00 / Fax:(9) - Email: ipef@ipef.br IBAMA: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos naturias Renováveis End: Ed.Cx.silva@ibama. abaixo os contatos do IEF . 00-090 . km  .br Segue abaixo o contato de outras instituições relacionadas com o assunto: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais End: Avenida Pádua Dias.

afetando a viabilidade e a atratividade destes projetos.pdf > CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs FONTEs CONsULTADAs Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Acesso em:  de jul. caracterizam-se pelo elevado risco. Annelise Gomes de Carvalho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul.pdf > <http://sbrt. atividade esta denominada “poupança verde”. doenças.br>. Acesso em:  de jul. O SBRT disponibiliza em seu site uma Resposta Técnica relacionada com o plantio de árvores para sua posterior venda.ipef. Lembrando que os projetos de reflorestamento. Disponível em: <http://www. onde tudo se torna possível de ocorrer. Disponível em: <http://www.br>. sbrt. 00.Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais. sinistros. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. estes riscos estão associados ao longo prazo.asp >. 00.Cep: -000 – Colombo . independente da espécie plantada. 00  . deve-se entrar em contato com o IEF . onde irá receber as devidas orientações.br/upload/sbrt790. 00. Disponível em: <http://www.br/upload/sbrt1662. técnico e econômico.ibama.sbrt. como incêndios.heptaphylla. Na maioria das vezes. Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (ESALQ – USP). pragas. Acesso em:  de jul. volatilidades de mercado e preços. a que estão sujeitos. ibict. para a criação de mudas recomenda-se a leitura das seguintes Respostas Técnicas: <http://www.pdf > A respeito da construção de viveiros.br/identificacao/tabebuia. disponível pelo seguinte atalho: <http:// sbrt.PR Tel: () -00 / Fax: () -0 Para se inteirar da legislação vigente sobre.gov.ibict.br/upload/sbrt3105.ibict.ibict.

O guanandi possui a superfície ligeiramente lustrosa e tem boa durabilidade e resistência. anos. inicialmente. pois o investimento a cada hectare. muito procurado pela fauna. apícola e para reflorestamento ambiental. Vai bem em solo seco. É uma planta ornamental. um valor similar ao do mogno. pelo menos R$ 0 mil. Porém. carpintaria. que podem ser comercializadas ou utilizadas para expandir o plantio. Do fruto extrai-se o óleo industrial com % de pureza. dormentes. O tempo de corte do guanandi é de . A casca e o látex são usados na medicina e na veterinária. madeira de guanandi PALAvRAs-ChAvE Saber se existe mercado para a madeira de guanandi.Guanandi. Com possibilidade de múltiplos usos e de comércio promissor esta espécie deve se tornar preciosa nos próximos anos. para cabo de ferramentas. Além dos diversos usos na indústria moveleira e de construção é uma ótima madeira para celulose. marcenaria. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com a Revista da Madeira. Essas características permitem múltiplos usos. é uma opção para quem possui capital reservado. soma cerca de R$  mil. tais como na construção civil. mas a planta é descrita por especialistas como “árvore tão antiga quanto o Brasil”. na construção naval. A exploração comercial do guanandi ainda é recente no Brasil. É a primeira madeira de 9 AgriculturA e PecuáriA MADEIRA GUANANDI . É totalmente resistente à água. em móveis finos. incluindo as mudas. chapas e lâminas decorativas e outros. postes. porém é a mais resistente das plantas nativas para locais úmidos e encharcados. na construção pesada. Para colher os almejados R$  milhões é preciso investir. aos quatro anos a espécie já começa a produzir sementes. A receita bruta estimada em cinco hectares é de R$  milhões. pontes. Além disso. que atualmente possui corte proibido no Brasil. a madeira de guanandi tem sido citada por especialistas como espécie promissora na substituição do mogno. e o preço médio é de R$  mil ao m ³.

palavra proveniente do tupi gwanã’di que significa ‘o que é grudento’. g/cm³) fácil de trabalhar. é durável a moderadamente durável à podridão branca e marrom. o cerne é difícil de preservar pelos métodos banho quente-frio e a pressão. pois apresenta os poros parcialmente preenchidos por óleo-recina. com alburno bastante espesso. no Paraná. em geral. É provável que o nome venha do látex pegajoso de coloração amarelo-esverdeada eliminado pela casca. Madeira. No Brasil ainda é pouco utilizado. com retratibilidade e resistência mecânica médias e de estabilidade dimensional média. de 0- cm de comprimento por - cm de largura.A madeira é própria para confecção de canoas. Quanto as propriedade físico mecânicas a madeira do guanandi pode ser classificada como moderadamente pesada.Moderadamente pesada (densidade 0. Nomes populares: A espécie é popularmente conhecida como guanandi.Altura de 0-0 m.lei do país . e porque os frutos possuem uma polpa branca viscosa. O alburno é moderadamente fácil. No Amazonas é chamada de jacareúba e. coriáceas. Os baianos. A durabilidade natural depende da época de corte mas. por exemplo. Folhas glabras. Tem diversos apelidos no Brasil. Características Gerais Nome científico: Calophyllum brasiliensis Características morfológicas . de cedro-d’água. porém. devido a presença de gomas em seus espaços celulares. vigas. para 0 . A madeira é considerada imputrescível dentro da água.lei de  de janeiro de . Utilidade. A madeira é de secagem difícil. com tronco de 0-0 cm de diâmetro. retém pregos e parafusos com firmeza e não apresenta grandes dificuldade na colagem. landim e jacareíba. Na secagem em estufa devem ser empregados programas moderados. já em outros países da América do Sul é utilizada em alternativa ao mogno e ao cedro. durável quando exposta. a chamam de landi. É de fácil trabalhabilidade. Nos tratamentos preservativos a espécie apresenta baixa permeabilidade às soluções preservantes em tratamento sob pressão. quando o governo imperial reservou para o Estado o monopólio da exploração dessa madeira. apresentando alta incidência de rachaduras e empenamentos durante a secagem ao ar.

Classificação: a planta pertence à família Clusiaceae ou Guttiferae. marcenaria e carpintaria (moveis finos). obras internas. As árvores iniciam sua produção de sementes ao º ano. O gênero Calophyllum significa ‘flor bonita’. entre elas a malva-do-campo. O tronco reto e cilíndrico é protegido por uma casca marrom-escura.Informações Ecológicas Planta perenifólia. ocorre geralmente em grandes agrupamentos. sendo portanto útil no reflorestamento misto de áreas ciliares degradadas. Sua dispersão é ampla. que por vezes chega a formar populações puras. A semente tem cor castanha e mede até  milímetros de diâmetro. A árvore é bastante ornamental podendo ser empregada no paisagismo em geral. como capoeiras e capoeirões. A maturação dos frutos se faz de abril a junho. porém descontínua. É capaz de crescer virtualmente dentro da água e até em áreas de mangue. assoalhos. característica e exclusiva das florestas pluviais localizadas sobre solos úmidos e brejosos. . o guanandi pode chegar a 0 metros de altura e 0 centímetros de diâmetro. Distribuição: o guanandi ocorre desde o México até o Paraguai. Se existisse seu preço seria similar ao do Mogno. o guanandi pode ser visto do Amazonas ao Rio Grande do Sul. Preço: madeiras de lei no mercado mundial tem demanda crescente e oferta declinante. É encontrada tanto na floresta primária densa como em vários estágios de sucessão. Características: de copa larga e arredondada. Cientistas da Universidade Federal do Mato Gros AgriculturA e PecuáriA construção civil. No Brasil. Os frutos são consumidos por varias espécie da fauna. O Guanandi é uma madeira em extinção que não é ofertada no mercado brasileiro porque não existe. As flores brancas costumam aparecer entre setembro e novembro. As estimativas de preço são de R$  mil ao m³. heliófita ou luz difusa. subprodutos: a partir do º ano o produtor já pode obter renda com os subprodutos. que possui mais de 0 espécies. As folhas e ramos oriundos da desbrota e desbastes poderão ser vendidos para industrias de farmacoterapicos. com folhagem verdeescura. podendo assim ser utilizados para venda (sementes e mudas) como também para expandir o seu plantio.

As plantas dos desbastes do º ano e do 0º ano poderão ser aproveitado comercialmente. Assim. Tanto maior quanto mais anos forem se passando. solos: o guanandi ocorre naturalmente em solos aluviais com drenagem deficiente. sua ocorrência na Floresta Ombrófila Densa (Floresta Atlântida) restringe-se.so confirmam as propriedades medicinais do guanandi para doenças como diabetes. Se isso ocorre com a sua propriedade. Contra-indicação:deve-se evitar o plantio em regiões cujas temperaturas caiam abaixo de três graus negativos e em regiões áridas. após o plantio. Contudo. No Paraná. no Paraná – em solos com propriedades físicas adequadas. Espaçamento: o ideal seria em torno de x  metros (. principalmente. valorização da terra: uma terra plantada com madeira nobre tem seu valor comercial elevado muitas vezes. palmito e outros). inclusive as mudas. Aí é só esperar o tempo do corte. Serve também como antiinflamatório. praticamente o único serviço será controlar o mato nas entrelinhas e uma vez por ano fazer a desbrota (eliminação dos raminhos ou brotos que saem no tronco e que iriam formar galhos que roubariam energia da planta atrasando o crescimento da planta em altura). A incidência do sol nas entrelinhas e no tronco estimulam o crescimento do mato e a brotação dos ramos no tronco. cicatrizante. de textura que varia de fraca  . e ácidos. Custo de implantação: cada hectare.000 a . nos plantios experimentais desenvolvidos pela Embrapa Florestas. às superfícies pleistocênicas e holocênicas onde predominam os solos de baixa fertilidade natural. Os espaços que vão surgindo com o desbaste poderão ser aproveitados com pastagens ou culturas que aceitam sombras (café . em média R$  mil ao hectare. e possui ação antimicrobiana. em locais úmidos periodicamente inundáveis e brejosos com textura arenosa a franca. cuja precipitação pluviométrica não atinja . compensa adquirir uma área em qualquer outra região de terras baratas. custam. não entra mais sol e portanto não nasce mais mato nem brotação de ramos nos troncos. Quanto mais cedo a plantação “fechar” (encontro das copas das arvores).000 milímetros anuais. bem drenados. cacau . como de fertilidade química alta a média. dada a alta rentabilidade da receita do guanandi.00 mudas/ha).

As mudas dessa espécie atingem porte adequado para plantio. Apresenta crescimento monopodial com galhos finos. apresenta sistema radicial reduzido. Quando necessária. a repicagem deve ser feita  a  semanas após o aparecimento do hipocótilo. Tem início entre  e  dias após a semeadura. Por isso. sendo recomendada escarificação mecânica ou estratificação em areia úmida por 0 dias. A extração da semente dá-se por maceração. A desrama natural do guanandi é fraca. para remover o epicarpo e o mesocarpo do fruto. cerca de dois meses após a semeadura. Porém. tanto para sementes de frutos não despolpados por morcegos .sementes: a coleta das sementes é feita geralmente no chão. no campo. . Na fase de muda. Deve ser evitado plantio puro. os cotilédones permanecem na semente. a espécie tem apresentado crescimento satisfatório. não havendo necessidade de despolpá-lo. ou em tubetes de polipropileno grande. é realizado com êxito. necessita de sombreamento de intensidade média na fase juvenil. O poder germinativo é irregular. a pleno sol. na fase de viveiro. Sem o tratamento de superação de dormência . a semeadura direta do guanandi. com germinação próxima a 00%. a germinação prolonga-se por até seis meses. Dormência: o guanandi apresenta dormência tegumentar causada pelo endocarpo rígido ou causada pelo endocarpo rígido ou causada por substância inibidora da germinação. Recomenda-se plantio  AgriculturA e PecuáriA a argilosa. necessitando de poda dos galhos. O guanandi se regenera abundantemente à sombra. como para as sementes beneficiadas por morcegos. sementes despolpadas por morcegos não necessitam de tratamento pré-germinativo. mesmo sob plantio em vegetação matricial arbórea. Em Porto Rico . Contudo. Cuidados especiais: recomenda-se usar sombreamento com 0% de intensidade luminosa. alguns pesquisadores recomendam que o fruto seja utilizado para semeadura como se fosse semente. Germinação: hepígea. não apresentando limitação quanto à drenagem. semeadura: recomenda-se semear uma semente em sacos de polietileno com dimensões mínimas de 0 cm de altura e  cm de diâmetros. entre % e 9%. contudo. A plântula aceita poda radicial. Essa espécie é intolerante a baixas temperaturas.

Espécie é apontada como substituta do mogno.ano  .00 o m³.php?edicao=88&id=7111>. 00  . Como todo mercado. 00. subprodutos. com. enquanto que para madeiras nobres o preço fica e m torno de R$ 000. Acesso em:  de set. rentabilidade. onde encontrará várias informações sobre guanandi. Brota da touça.reflorestar.com.n  . Revista da Madeira. como o plantio de guanandi .março de 00. 00. pois o retorno é a médio e longo prazo. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de set. e em vegetação matricial arbórea em faixas abertas na floresta e plantado em linhas. Vasconcelos Florestal.remade. No Brasil. .00 o m³ do eucalipto e pinus . Uma recomendação é a visita ao site da Vasconcelos Florestal. REFERêNCIAs Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de set. é preciso fazer uma pesquisa de mercado para avaliar os investimentos necessários. Disponível em: <http://www. O mercado paga hoje em torno de R$ 0.br>. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A atividade agroflorestal . com a vantagem de selecionar os competidores no mercado.br/revista/materia. enquanto que % de outras espécies são de madeiras para uso nobre (movelaria).pelas características de médio e longo prazo da colheita (receitas a partir do 0º ano com o final em ° ano) é um investimento de médio e longo prazo. matas plantadas de eucalipto e pinus totalizam 9% (papel e celulose). etc.misto a pleno sol. associado com espécies pioneiras e secundárias. após corte. exigindo do investidor alto capital de giro.

sbrt.  http://www. mosquitos em cogumelos.anvisa. além de como registrar o pruduto gerado a partir deles. de 00 O processamento do cogumelo (lavagem. que pode ser encontrado no endereço: <http:// www.br/Principal/Sebrae%20no%20estado/>. sobre estratégias de venda.pdf> acesso em  de Jul.br/alimentos/registro_como. de 00. beneficiamento de cogumelo.Cogumelos Acarius bisporus.sebraesp.pdf acesso em:  de Jul.ibict. nesse sentido gostaria de informações sobre combate desses mosquitos. disponível em: http://www. bem como forma de beneficiamento desses cogumelo. embalamento e estocagem) deve-se consultar a Resposta Técnica .br/arquivos/parasuaempresa/planodenegocios/ plano_de_negocios. Também pode-se consultar o ducomento: Manual de Procedimentos para Registro e Dispensa de Registro de Produtos. AgriculturA e PecuáriA MANEjO DE COGUMELOs ACARIUs BIsPORUs .sebraemg. de 00. de 00. disponível em: <http://www. sobre possíveis consumidores. disponível em: Já com relação aos procedimentos necessários para registrar o produto deve entrar em contato com a ANVISA. de 00.anvisa. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Sobre as melhores formas de colocá-lo a venda. registrar produto a base de cogumelos. Também deve-se consultar o documento: Como Elaborar Plano de Negócio. PALAvRAs-ChAvE O Cultivo de cogumelos Acarius bisporus está apresentando problemas com mosquitos.gov. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária.br/upload/sbrt1443.htm acesso em:  de Jul. deve-se fazer um plano de negócio e para isso aconselha entrar em contato com o posto de atendimento do SEBRAE. Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresas. pelo Telefones: 000  0 ou () -000. sobre preços.com. acesso em:  de Jul. ou pelo Fale Conosco.asp> acesso em:  de Jul. disponível no endereço: <http://www. br/institucional/faleconosco/opcao2.gov. molho.com.

Assim uma medida que poderia ser tomada seria telar o viveiro.gov.pdf>. Piracicaba-SP FONTEs CONsULTADAs Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micros Empresas de Minas Gerais.ciagri. 00. podem ser das famílias Mycetophilidae (fungus gnats) ou Sciaridae (dark-winged fungus gnats.com. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.br>. Acesso em:  de jul. popularmente conhecidos como “fungus gnats”(algo como mosquito do fungo). Escola Superior “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo. embora algumas empresas tenham tentado usar produtos químicos. Disponível em: http://www. Acesso em:  de jul. Como Elaborar Plano de Negócio.br/arquivos/parasuaempresa/planodenegocios/plano_de_negocios. formada por alunos da Universidade de São Paulo. Telefone: (9) 9-99. Disponível em: <http://www.br/~esalqjrc/> acesso em :0 de Jul. o problema acontece até nos viveiros telados de empresas florestais e nada de concreto foi feito ainda. o que é inadmissível em cultivo de cogumelos. anvisa. sebraemg. segundo o professor Doutor Evoneo Berti Filho do Departamento de Entomologia. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. Para viveiros florestais está se testando o uso de nematóides. com tela do tipo anti-afídeo. de 00. root gnats). unidade ESALQ. mas é preciso saber muitas coisas para emplemetar qualquer tipo de controle (bilógico).usp. Finalmente os mosquitos. Empresa Júnior de Escola Superio ‘Luiz de Queiroz’.Sobre o problema com pragas nos cogumelos. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Caso continue com dúvidas procure um engenheiro agrônomo ou entre em contato com a ESALQJR. quando aos mosquistos. ESALQ Júnior Consultoria Site: <http://www. o problema de lagartas em cultivo de cogumelo pode ser causado pela falta de higiene no manejo desse cultivo. Fitologia e Zoologia Agrícula da ESALQ/USP. caso já não o for.00. Industrialização do cogume .

ibict. 00. Disque-Tecnologia/USP.jsp?id=K4797876A6> acesso em: de jul. 00. 00. Disponíovel em: <http:// buscatextual. Disponível em: <http:// www.br/upload/sbrt1443.sbrt. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jul. Fitologia e Zoologia Agrícula da ESALQ/USP. São Paulo. Acesso em:  de jul.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.Professor Doutor Evoneo Berti Filho do Departamento de Entomologia. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA lo. Escola Superior “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo. . SP.pdf>.

ao mesmo tempo. Alimentação Um sistema de alimentação para vacas em lactação. O animal deve contar com conforto adequado. do rebanho adulto. É importante ressaltar que a genética do Zebu. O estágio da lactação afeta a produção e a composição do leite. ou seja não chega aos  meses de lactação. o ideal é ter a proporção de 0% do rebanho adulto em lactação. gado leiteiro Quantas vacas são necessárias para manter três vacas em lactação. a base do sistema é primordial. água de boa qualidade e à vontade bem como a ordenha deve ser bem feita. sem restrições e de boa qualidade. Este índice de 0%. é necessário considerar o nível de produção. mas ter local com sombra onde repousar. o consumo de alimentos e mudanças no peso vivo do animal. o estágio da lactação. como por exemplo.  . tipos e valor nutritivo dos alimentos a serem utilizados. o consumo esperado de matéria seca. André Luiz Monteiro Novo. Neste caso a proporção é de aproximadamente de 0% Manejo Quanto ao manejo. normalmente tem persistência de lactação mais curta. não ser deixado sob sol quente. para ser implementado. manejo de rebanho em lactação. Não se deve esquecer o aspecto da sanidade. ou seja. a idade da vaca. durante um ano? Qual é o manejo necessário? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com o pesquisador da Embrapa Pecuária Sudoeste Dr. a condição corporal. permite que o animal dê leite por 0 meses e crie a cada  meses.  vacas em lactação. assim sendo o rebanho deve contar com alimentação adequada.MANEjO DE REBANhO DE vACAs EM LACTAÇÃO PALAvRAs-ChAvE Gado.

pois estes animais ainda continuam em crescimento. é importante que recebam uma dieta que possa permitir a maior ingestão de nutrientes possível. são distintas para cada um deles. recomenda-se que aos requerimentos de mantença sejam adicionados 0% a mais para novilhas de primeira cria e 0% para vacas de segunda cria. Um plano de alimentação para vacas em lactação deve considerar os três estádios da curva de lactação. Deve-se fornecer volumoso de boa qualidade com suplementação com concentrados e mistura mineral adequada. Vacas que são ordenhadas três vezes ao dia consomem  a % mais 9 AgriculturA e PecuáriA Nas duas primeiras lactações da vida de uma vaca leiteira. deve-se fornecer alimentos em quantidades superiores àquelas que deveriam estar recebendo em função da produção de leite. o manejo dos pastos em rotação é prática recomendada. Vacas de alto potencial de produção devem apresentar um consumo de matéria seca equivalente a pelo menos % do seu peso vivo. Para isto. Por isso. evitando que percam muito peso e tenham sua vida reprodutiva comprometida. pois as exigências nutricionais dos animais.Recomenda-se alimentar as vacas primíparas separadas das vacas mais velhas. além de baixa resistência aos agentes de doenças. Assim. As vacas não devem parir nem excessivamente magras nem gordas. Este procedimento evita a dominância. o que ocorre em torno de cinco a sete semanas após o parto. O pico de consumo de alimentos só será atingido posteriormente. As vacas. . em torno de nove a dez semanas pós-parto. até atingir o pico. Devem ser manejadas em pastagens de excelente qualidade e em quantidade suficiente para permitir alta ingestão de matéria seca. menores produções de leite e distúrbios metabólicos como cetose. Vacas que ganham muito peso antes do parto apresentam apetite reduzido. não conseguem consumir alimentos em quantidades suficientes para sustentar a produção crescente de leite neste período. aumentando o consumo de matéria seca. nas primeiras semanas após o parto. fígado gorduroso e deslocamento do abomaso. no pico de consumo. com necessidades nutricionais muito elevadas.

Um regra prática para determinar a quantidade de volumoso a ser fornecida é monitorar a sobra ou o excesso que fica no cocho. deve-se fornecer concentrados com fontes de proteína de baixa degradabilidade no rúmen. além de uma fonte de gordura. ela pode perder peso em excesso e ficar mais sujeita a problemas metabólicos. soja em grão moída ou caroço de algodão. silagem. Vacas com produções acima de 0 kg de leite por dia. precisam ter ajustes em seu manejo e plano alimentar. Opções de concentrados para vacas em lactação. calcário e sal mineral ou dependendo da disponibilidade. Para vacas mantidas em pastagens. à vontade. Para cada dois quilogramas de leite produzidos. Vacas de alta produção de leite. feno ou forrageiras de inverno. Algumas opções para formulação de concentrado são apresentadas na Instrução Técnica para o Produtor de Leite . De outra forma. tostada etc. manejadas em pastagens ou em confinamento. O concentrado para vacas em lactação deve apresentar  a % de proteína bruta (PB) e acima de 0% de nutrientes digestíveis totais (NDT).Sistemas de Alimentação nº 0. como farinha de peixe. soja em grão moída. como caroço de algodão. devem receber gordura protegida (fonte comercial) para elevar o teor de gordura da dieta total para -%. farelo de algodão. a vaca deve consumir pelo menos um quilograma de matéria seca. reduza a quantidade. há necessidade de suplementação com volumosos: capim-elefante verde picado. soja em grão moída ou sebo.matéria seca do que se ordenhadas duas vezes ao dia. kg de leite produzidos. cana-de-açúcar adicionada de % de uréia. aumente a quantidade de volumoso a ser fornecida. Caso haja muita sobra. forneça silagem de milho ou sorgo. Essas vacas devem receber 0 . Caso não haja sobras ou se sobrar menos do que 0% da quantidade total fornecida no dia anterior. durante o período de menor crescimento das forrageiras. Pode-se utilizar uma mistura simples à base de milho moído e farelo de soja ou de algodão. Para vacas com produções diárias acima de -0 kg de leite. na base de  kg para cada . Para vacas de alta produção leiteira ou animais confinados.

naturalmente já controlariam o consumo. o qual contém balança eletrônica para pesar os ingredientes. Para reduzir mão-de-obra na mistura de diferentes formulações para os grupos de vacas com diferentes produções médias. para que os animais possam ter alimento fresco disponível durante a noite. recomenda-se a inclusão de 0. ingerindo menos matéria seca. deve-se garantir disponibilidade de alimentos ao longo do dia. Muito usada em confinamento total. tem a vantagem de evitar que as vacas possam consumir uma quantidade muito grande de concentrado de uma única vez. a % de bicarbonato de sódio e 0. .% de óxido de magnésio na dieta total.Sistemas de Alimentação nº . o que pode causar problemas de acidose nos animais. Mantendo a dieta completa à disposição dos animais nesses períodos. se possível. Normalmente. o teor de umidade da silagem deve ser monitorado semanalmente. as vacas podem consumir o alimento num horário de temperatura mais amena. a tendência é de se formular uma dieta completa com alto teor energético e com nível de proteína não-degradável que atenda ao grupo de maior produção de leite. Os demais grupos. minerais e vitaminas. Alimentação e manejo de vacas de alto potencial genético. Para assegurar consumo máximo de forragem. O melhor teor de matéria seca da ração total está entre 0 e %. pode-se conseguir aumento do consumo voluntário. Dessa forma. Instrução Técnica para o Produtor de Leite . Rações mais secas ou mais úmidas podem limitar o consumo. feno. Por isso. para evitar problemas com acidose. as vacas se alimentam após as ordenhas. A relação concentrado/volumoso é maior para vacas de maior pro AgriculturA e PecuáriA uma quantidade diária de gordura na dieta equivalente à quantidade de gordura produzida no leite.Dieta completa é uma mistura de volumosos (silagem. principalmente na época mais quente do ano. vacas no terço médio e vacas em final de lactação. Deve-se encher o cocho no final da tarde. A mistura dos ingredientes é feita em vagão misturador próprio. Além disso. capim verde picado) com concentrados (energéticos e protéicos).

o método mais prático de suplementar minerais é deixando a mistura (comprada ou preparada na própria fazenda) disponível em cocho coberto. e a mesma relação acima de  kg  .Embrapa: Manual Técnico: Para vacas em lactação e animais que são mantidos em confinamento. na época das chuvas. Suplementos Minerais para Gado de Leite e Senar . à vontade (InstruTrabalhador na Bovinocultura de Leite . Normalmente as vacas consomem . Quando a temperatura ambiente se eleva.página ). é mais seguro e garantido incluir a mistura mineral no concentrado ou na dieta completa. De uma forma mais generalizada. O fornecimento de concentrado deve ser feito com  a 0% de proteína bruta. as vacas já recuperaram parte das reservas corporais gastas no início da lactação e já deveriam estar enxertadas. nos meses de verão. ção Técnica para o Produtor de Leite . A produção de leite começa a cair e as vacas devem continuar a ganhar peso. preparando sua condição corporal para o próximo parto.Sistemas de Alimentação nº 41. na proporção de  kg para cada  kg de leite produzidos acima de  kg. Vacas em lactação requerem uma quantidade muito grande de água. sugere-se. à vontade e próxima dos cochos.dução de leite. Ela deve estar à disposição dos animais. na tabela abaixo. No terço médio da lactação. Produção de Concentrado leite (kg/dia) Até   a   a  0- 0  % -0 0  Volumoso %  a  Acima de  0- -0 -0 0- Deve-se tomar o cuidado de retirar restos de alimentos mofados do cocho antes de fornecer nova alimentação. o consumo de água aumenta substancialmente. Para animais mantidos em pastagens. litros de água para cada litro de leite produzido. uma vez que o leite é composto de  a % de água. as relações concentrado/volumoso.

o que normalmente se observa com vacas que parem gordas. Nas duas semanas que antecedem ao parto deve-se iniciar o fornecimento de pequenas quantidades do concentrado formulado para as vacas em lactação. para que se adaptem à dieta que receberão após  AgriculturA e PecuáriA iniciais de leite produzido. Método de secagem de vacas . principalmente na época seca do ano.Produção de leite (kg/vaca/ dia) a a  a   a   a   a 0 Quantidade de Concentrado (kg/vaca/dia) época das “águas”      época seca       No terço final da lactação. Instrução Técnica para o Produtor de Leite . à redução na ingestão de alimentos pós-parto.Qualidade do Leite e Segurança Alimentar nº 3. essencial para a sobrevivência da cria recém-nascida. Isso se deve. para repor as reservas corporais perdidas no início da lactação. energia. conforme tabela abaixo. as vacas devem recuperar suas reservas corporais e a produção de leite já é bem menor que nos períodos anteriores. compreendido entre a secagem e o próximo parto. mas deve-se evitar que a vaca ganhe muito peso nesta fase. É o período em que ocorre a secagem do leite. encerrando-se a lactação atual e o início da preparação para o próximo parto e lactação subseqüente. que é acentuado nos últimos 0-90 dias que precedem o parto. a glândula mamária regenere os tecidos secretores de leite e acumule grandes quantidades de anticorpos. . minerais e vitaminas é muito importante. em rebanhos bem manejados sua duração é de 0 dias. mas que tenham alimento suficiente. É fundamental para que haja transferência de nutrientes para desenvolvimento do feto. O suprimento de proteína. Deve-se alimentar as vacas para evitar que ganhem peso em excesso. durante o período seco do ano. O período seco. proporcionando maior qualidade e produção de colostro. principalmente. para reduzir a incidência de problemas no parto e durante a fase inicial da lactação.

isto é. deverão ir para uma baia-maternidade. Neste período. em cocho coberto (Manual Técnico: Trabalhador na Bovinocultura de Leite – Senar-AR/ MG/Embrapa. Se for uma novilha esta preparação vem naturalmente. pois permite que os microorganismos do rúmen se adaptem à dieta que vai ser ingerida durante a lactação. deve encerrar a lactação. É muito importante que neste período isto ocorra. se preparar para próxima lactação e produzir um colostro de boa qualidade. deve-se fazer com que ela interrompa a produção de leite para que a glândula mamária possa descansar. já que ela nunca pariu. vacas Gestantes Como ponto de partida. 99 e Embrapa Gado de Leite: 0 anos de pesquisa). No caso de confinamento total.Embrapa . uma vaca gestante nos dois últimos meses de gestação. o que dificulta a locomoção e reduz a capacidade de competição. exigindo. em rebanhos nos quais se faz a observação no parto.CNPGL. ) após o parto. Documentos.  . dependendo da sua condição corporal. É bom lembrar que neste período final de gestação o animal sofre as maiores transformações. Em torno de vinte a trinta dias antes do parto. facilitando a observação diária. maiores cuidados. a % do peso vivo do animal. que deve ser de preferência um pasto próximo ao curral. este animal deve ser levado para a maternidade. O teor de cálcio da dieta de vacas no final da gestação deve ser reduzido para evitar problemas com febre do leite (Febre do leite . O fato de ter uma maternidade vai facilitar alguma interferência que for necessária no decorrer do parto. à vontade. As quantidades a serem fornecidas variam de 0. os problemas são resolvidos de forma mais rápida e com maior sucesso e menor índice de natimortos.o parto. portanto. a fêmea deve receber a mesma dieta que irá receber após o parto com restrição do sal mineral. Por observação na maternidade conclui-se que. Geralmente ficam mais pesados. A mistura mineral (com nível baixo de cálcio) deve estar disponível.

pdf FONTEs CONsULTADAs Embrapa Sudoeste. Embrapa Gado e Leite.ibict. 00. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária onde há técnicos competentes e preparados para oferecer as informações técnicas de que necessite. Embrapa Gado e Leite.html>. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.br/>.br/FontesHTML/Leite/LeiteSudeste/index.cnpgl.ibict. Acesso em:  de jul.Sugere-se consultar a EMBRAPA. 00. Juiz de Fora (MG) Telefone: () 9 00 Fax. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul.  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs .embrapa.: () 9 0 Embrapa Sudoeste.http://www.sbrt. Acesso em:  de jul. embrapa. Disponível em: <http://www. 00.sbrt.http://www.pdf Ração de vacas em lactação .br/upload/sbrt343. São Carlos (SP) André Luiz Monteiro Novo.br/upload/sbrt826.cnptia. Engenheiro Agrônomo Telefone : () - No site do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas há outras respostas que tratam sobre o assunto e podem ser consultadas no endereço abaixo: Alimentação para vacas de leite .

Caso a produção cresça e seja necessário o aumento da capacidade da empresa. Para produções de pequeno porte. Entrando no espaço “Guia Gessulli” é possível encontrar fornecedores e produtores de diversos tipo e lugares. bem como o capital disponível para realizar tal investimento. maquinário para fabricação de ração para suínos Indicação de maquinário para fabricar ração para suínos com restos de alimentos. com produção mensal de 0 toneladas. Jacinta Diva Ferrugem Gomes da Faculdade de Zootecnia da USP. possibilitando a produção da ração nas fábricas de processamento deles mediante pagamento de aluguel ou porcentagem da produção. Dra. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo a Profa. Ela foi recomendada por trabalhar com produtores de menor porte e ter equipamentos para atender os objetivos das mesmas. no qual os processos de trituração e mistura são realizadas em um menor volume e de forma mais econômica. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Primeiramente entrar em contato com a empresa disponível em referências. e estará mais apta a analisar o caso com maior profundidade. é possível encontrar fornecedores de maquinário e consultorias para instalação de fábricas no site da Suíno Cultura Industrial.MÁQUINA PARA FABRICAÇÃO DE RAÇÃO PALAvRAs-ChAvE Ração para suínos. É preciso ficar atento às especificações sanitárias da produção da ra . Outra opção de negócio seria a associação da empresa com cooperativas. é recomendada a aquisição de um misturador vertical. o maquinário e infra-estrutura necessários para a produção de ração voltado para suínos depende muito do volume que se estima alcançar. como é o caso.

guiagessulli. Acesso em: 0 de out.ganasini.br/manualsanitarios.br/site/home.asp> Procura por fornecedores –Disponível em: <http://www. É interessante também checar outros dados relacionados ao balanceamento da alimentação de suínos.com.acsurs. Acesso em: 0 de out. para assim. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT outras informações importantes: Disponível em: <http://www.com. Jacinta Diva Ferrugem Gomes e-mail: jacintaf@usp.br/> e-mail: atendimento@ganasini.ibict.com.com.00.br Suinocultura Industrial .00. Acesso em: 0 de out.html>.suinoculturaindustrial.br/>. Para tanto.Disponível em: < http://www.00.REFERêNCIAs FZEA – Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da USP Contato: Profa. disponível no site do SBRT (vide link abaixo). Acesso em: 0 de out.00. é válido checar o link disponível abaixo sobre a legislação de alimentação de suínos.acsurs. bem como a composição da mesma.br/upload/sbrt1099. adaptar seu produtos às normas vigentes. Legislação de alimentação de suínos e a sanidade: Disponível em: <http://www. Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul Disponível em:<http://www. .00  AgriculturA e PecuáriA ção.sbrt.br Alcides Ganasini & Cia Tel: () -99 Disponível em:<http://www.com.doc>.com.br/>. para eventuais melhorias no seu produto. Rodrigo Ravani Gurgel NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out. Dra.

O termo Mata Ciliar também conhecida como mata de galeria. resulta nas enchentes. Segundo esta lei são obrigatórias as conservações de 0 metros de mata para cursos d’água com até 0 metros de largura. apesar de ser garantida pelo Código Florestal Lei Nº  de /09/. promoven-  . A segunda de médio prazo. Assim os solos sem cobertura florestal reduzem drasticamente sua capacidade de retenção de água de chuva. entre outros. em vez de infiltrar no solo.MATA CILIAR EM NAsCENTE PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Mata ciliar Qual é o tipo de árvore apropriada para plantar em uma nascente de água? Possui uma fazenda no sul de MG. A função das Matas Ciliares em relação às águas está ligada a sua influência sobre uma série de fatores importantes. que é imediata. A primeira. inclusive as estreitas faixas de florestas que ocorrem nas margens dos rios. junto a nascente existem poucas árvores. causando duas conseqüências gravíssimas. tais como: • • • • • • • Escoamento das águas da chuva Diminuição do pico dos períodos de cheia Estabilidade das margens e barrancos de cursos d’água Ciclo de nutrientes existentes na água. As Matas Ciliares foram reduzidas drasticamente e. sOLUÇÃO APREsENTADA Junto a nascente é preciso preservar a Mata Ciliar. Entretanto. a água escoa sobre a superfície formando enormes enxurradas que não permitem o bom abastecimento do lençol freático. na legislação brasileira o termo Mata Ciliar significa qualquer formação florestal que ocorre nas margens de cursos d’água. tem sido usado para classificar as diversas formações vegetais. quando presentes. normalmente estão reduzidas a vestígios.

Disponível em: <http://educar.gov. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Associação Mata Ciliar. Acesso em  de mar. que vai proporcionar as características originais do local. Com isso.br/ccivil_03/ Leis/L4771. 00 Mata Ciliar.mataciliar. 00.org.htm>.br/licenciatura/2003/vt/ mataciliar. Disponível em: <http://www. Acesso em  de mar.html>.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O importante é a recuperação da mata ciliar em torno da nascente. que são formadas pela combinação de processo de erosão e demonstram um desequilíbrio do ambiente. Se não controladas.sc. minimizando assim o problema da seca. evoluem facilmente para as voçorocas. entidade produz mudas de essências nativas de 0 espécies de árvores nativas diferentes EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: CEMAC Centro Excelencia Matas Ciliares Universidade Federal de Lavras UFLA Depto Ciências Florestais Lavras – MG Telefone () 9- e-mail cemac_dcf@ufla. reduzem-se as nascentes. As conseqüências do rebaixamento do lençol freático não se limitam as nascentes. rios e riachos abastecidos por ela. 00 9 AgriculturA e PecuáriA do a diminuição da água armazenada. Código Florestal.INDICAÇõEs: FORNECEDOREs: Associação Mata Ciliar.planalto. Disponível em: <http://www. Acesso em  de mar.br>.usp. . mas se estendem aos córregos.

Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .

na grande maioria não excedendo 00 gramas de peso. entre as quais encontramos a dos Chiroptera. mas eles estão em todo nosso país. a quantidade de espécies varia de região para região. bueiros e passagens de gado sob as rodovias l silos l pontes l cisternas ou poços l copas e folhagens de árvores e arbustos l vãos de dilatação de prédios l ocos de árvores l fossos de elevadores  AgriculturA e PecuáriA MORCEGO . frestas na paredes e marquises) l construções abandonadas l torres e forros de Igrejas l cavernas e grutas l túneis. Algumas espécies já estão ameaçadas de extinção. sótãos e porões. No Brasil nós temos morcegos de norte a sul. Os morcegos ocorrem em quase todo o planeta. só não sendo encontrados em locais muito frios como nos pólos. Esta classe é subdividida em 9 ordens.Morcego PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Informações sobre um método eficaz e barato para combater morcego. São em geral pequenos. Principais abrigos de morcegos l nossas casas (forros. possuidores de corpo coberto de pêlos e que nutrem seus filhotes no início de seu desenvolvimento por leite secretado pelas glândulas mamárias das fêmeas. sOLUÇÃO APREsENTADA Os morcegos são mamíferos pertencentes à Classe Mammalia que caracteriza-se por animais vertebrados. onde estão agrupados os morcegos.

Um gênero que sabe-se ter esse hábito é o Trachops (Phyllostomidae). folívoros . nectarívoros/polinívoros . porque ao pegarem os frutos para comer. hematófagos . mamões. mas nenhuma espécie de morcegos alimenta-se exclusivamente de anfíbios. Às vezes. lagartos e até outros morcegos. que também pode utilizar outros alimentos.consomem folhas de diversas plantas. podemos classificar os morcegos da seguinte maneira: l l l l l l l l l onívoros . besouros. na regeneração de áreas desmatadas.são os famosos morcegos-vampiros. alguns de aves e pássaros. Solanum. Estudos feitos com as substâncias anticoagulantes presentes na saliva destas espécies poderão ajudar a salvar vidas de pessoas com doenças do coração. outros de grandes animais como vacas e cavalos. figos. Cecropia (embaúba) etc.são morcegos que. bananas. entre outras. ranívoros .l l estábulos cachoeiras Os morcegos hematófagos se alimentam de sangue. carnívoros . De acordo com a alimentação. frugívoros . estes morcegos podem ser vistos bebendo água com açúcar colocada em bebedouros de pássaros. como os beijaflores (aves) se alimentam do néctar e do pólen produzidos por muitas flores. levam sementes para longe da planta-mãe. como ratos.alimentam-se de insetos. para complementarem suas dietas. ajudando em sua dispersão e.comem os mais variados frutos.comem pequenos peixes. São importantíssimos para as florestas tropicais. piscívoros . têm importante papel no controle de algumas pragas agrícolas. Eles se alimentam exclusivamente de sangue de vertebrados. como sardinhas e barrigudinhos.comem rãs. gafanhotos e mariposas. como mangas. conseqüentemente. goiabas e principalmente frutos selvagens.utilizam vários dos itens citados abaixo em suas dietas. se alimentando em mangueiras e amendoeiras. insetívoros . É muito comum vê-los em cidades. incluindo mosquitos. como os gêneros Piper. como o maracujá-de-restinga e o ipê. Por isso. pássaros.caçam pequenos animais vertebrados. sendo os  . amêndoas.

eles se alimentam do pólen e do néctar das flores. 0 milhões de anos. que pode ter se iniciado por acaso. basta dizer que cerca de dois terços das angiospermas das florestas tropicais do mundo são polinizadas por eles. Os morcegos comedores de frutas espalham sementes de centenas de espécies de árvores. estima-se que aproximadamente 0 espécies de morcegos dependem parcial ou totalmente das plantas como fonte de alimento. A dieta.Importância dos morcegos Os morcegos são importantes pois comem toneladas de insetos por ano. faz com que esses animais contribuam para a regeneração das florestas e para a disseminação e distribuição de várias plantas. Os morcegos só mordem para se defender. pelo menos. Uma variedade enorme de plantas depende quase que exclusivamente dos morcegos para espalhar suas sementes. Há. Um bom e esperto morcego insetívoro pode devorar mais de 00 mosquitos por hora. pode ter certeza. fazendo assim um rigoroso controle de população.  AgriculturA e PecuáriA únicos cordados (filo Chordata) a terem essa especialização. m a 0 m de altura. ou mesmo um arranhado por morcegos faça o seguinte: l lave o local com bastante água e sabão. Há apenas três espécies no Mundo. conforme a espécie e a presa a ser localizada. que ocorrem apenas nas Américas. Duas atacam aves (Diphylla ecaudata e Diaemus youngii) e uma ataca aves e mamíferos (Desmodus rotundus). A dispersão das sementes também faz com que eles sejam os principais responsáveis pela regeneração de florestas degradadas. Hoje. Em caso de mordida. O vôo pode ser realizado a uma altura de 0. contribuindo desta forma para a recomposição de nossas florestas e matas. perpetuando as espécies. Os morcegos hematófagos voam de seus abrigos em busca de presas para se alimentarem. . Para se ter uma idéia da importância dos morcegos. Ele tem muito mais medo do que você dele.

caça ou destruição são considerados crimes. em fendas de paredes. existem procedimentos humanitários e criteriosos para expulsá-los e fazer que não voltem mais. estão protegidos pela Lei de Proteção à Fauna. isso é muito importante para você e para toda a comunidade. de tal forma que os morcegos possam sair. exceto a parte de baixo. coloque tela. O primeiro passo.l l l l não mate nem jogue fora o animal. mas não entrar de volta. é identificar o local por onde os morcegos entram e saem. “Se você encontrou morcegos morando no forro. sobre a abertura e vede todos os lados da tela. ou rede plástica. o morcego tem que ser examinado! Os morcegos são espécies silvestres e. procure orientação médica na Unidade de Saúde mais próxima de sua casa imediatamente. quando eles saem do seu descanso diurno. Sua perseguição. Além disto a destruição de um morcego nada resultará. e precisa desalojá-los. veja a figura “coletada” no site do Bat Conservation International  . A melhor hora para procurar os morcegos é ao pôr-do-sol. pois quase imediatamente seu lugar será ocupado por outro exemplar. ou outros locais de sua casa. Uma vez localizado o ponto de passagem dos morcegos. no Brasil. ligue para o Laboratório de Manejo de Animais Peçonhentos e Quirópteros ou órgão de saúde equivalente em sua cidade.

é importante ter certeza de que não existem filhotes dentro. visando a preservação destes. causando um sério problema de mau cheiro. Além de ilegal este processo causa inúmeros problemas. apenas o monitoramento é permitido. peça a orientação de um especialista ou de um órgão oficial em sua região. entretanto. tanto no galinheiro. Não há órgão diretamente responsável pela retirada de morcegos e pelo seu controle em área urbana. Com isso.  Centro . seria a utilização de aparelhos de ultra-som para afastar os morcegos.CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Morcegos são protegidos por Lei de proteção à fauna por se tratarem de espécies brasileiras e sua destruição é. Alfredo Gomes. portanto. os filhotes ficarão aprisionados e morrerão de fome. causando.  AgriculturA e PecuáriA Antes de iniciar esse procedimento de expulsão. (GN) Prefeitura do Município de Peruíbe Unidade Central R. A Vigilância Sanitária de Peruíbe orienta voluntariamente moradores com problemas. o problema será ainda aumentado. como para os cabritos. Os ataques de Morcegos Hematófagos (também conhecido por vampiros) devem ser notificados imediatamente ao Departamento de Agricultura ou o Serviço Municipal de Vigilância Sanitária. Uma outra opção. em Peruíbe este serviço é feito pela Vigilância Sanitária. Lembre-se também que morcegos contaminados encontrados caídos poderão causar contaminação de animais domésticos e mordeduras se manipulados por crianças. desorientação. . Caso você tenha dúvidas de como proceder. pois estes terão mais probabilidades de entrar em sua residência e ter contato com os moradores e animais domésticos. Por não saberem ainda voar. Os moradores devem evitar a entrada dos animais em suas residências e podem solicitar sugestões por telefone ou carta.Tel. para proteção dos animais. Os inseticidas empregados não matam imediatamente os morcegos. além do que seria uma crueldade desnecessária. proibida. () -00 Uma recomendação é a utilização de telas de proteção de malha fina. Não chame firmas dedetizadoras para eliminar os morcegos.

br/>. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . 00. 00.FONTEs CONsULTADAs Prefeitura do Município de Peruíbe. Cristiane de Lima Quadros e Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de ago. Zoonose. Acesso em:  de ago.morcegolivre.gov. Ação Ambiental Morcego Livre.sp. Disponível em: <http:// www. Disponível em: <http://www.htm#Morcegos>.vet. Acesso em: de ago.br/saude/semuvis/sau_zoo.peruibe.

frutos. conseqüentemente. é o método de propagação atualmente mais empregado para a grande maioria das espécies vegetais. com diferentes números de células individuais. O sistema de bandejas proporciona maior cuidado na fase de germinação e emergência. consulte resposta técnica já publicada pelo site do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT. uma semente origine uma planta. variedades. e posterior transplante para a lavoura definitiva.ibict. Para obter outras informações sobre: as características da planta. além de proporcionar menor custo no controle de pragas e doenças e alto índice de pegamento após o transplante. tanto do ponto de vista nutricional. fazendo com que. muitas vezes.Mudas de jabuticaba. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A produção de mudas constitui-se numa das etapas mais importantes do sistema produtivo. piramidais. plantio. profundidades e volumes. Dela depende o desempenho final das plantas nos canteiros de produção. tratos culturais e produção de JABUTICABA. do número de ciclos possíveis por ano. formatos (redondas. clima.pdf>. quanto do tempo necessário para a colheita e. A semeadura indireta para a produção de mudas. Para obter as informações sobre “técnicas para a produção de mudas”. A modernização deste sistema somente teve início em 9. cilíndricas). Acesso em: 0 de dez. 00. recomendadas conforme as espécies vegetais a serem cultivadas. jabuticaba PALAvRAs-ChAvE Saber como formar mudas de jabuticaba. No mercado existem diversos modelos de bandejas. com a adoção do sistema de bandejas multicelulares. Tal documento pode ser acessado através do link abaixo: <http://sbrt.br/upload/sbrt735. Consulte o site da EMATER (Associação de Assistência Técnica  AgriculturA e PecuáriA MUDAs DE jABUTICABA . permitindo a obtenção de plantas mais vigorosas e produtivas.

de preferência. embora para algumas espécies seja usada a estaca herbácea.  . a  cm de diâmetro. ser conduzida em uma única haste. fincada junto à planta. amarrada periodicamente a uma estaca de 0 – 0 cm.e Extensão Rural do Estado de Rondônia). feita a  – 0 cm na haste principal.br/Jabuticaba. para que se processe um crescimento ereto da muda ou cavalo (neste caso. A seguir. Acesso em: 0 de dez. São necessárias. e seu ápice é cortado reto. disponível em: <http://www. O sistema radicular sairá da parte cortada. Estacas colocadas para enraizamento Parreiral com mudas obtidas por estaquia e enxertado por garfagem Após a brotação das gemas. não muito nova. a haste pode ser podada na altura de formação a 0 – 0 cm e. Há plantas que enraízam melhor de estacas mais novas. com a tesoura de poda. são retirados suas folhas e espinhos.htm>. ou verde. sairão as brotações da parte aérea. Sua parte basal é cortada em bisel (inclinado) junto a uma gema.emater-rondonia. O ramo para estaca é cortado da planta.com. geralmente de  a 0 cm de comprimento e de 0. há formação da parte aérea da muda. No caso da muda. se estiver estaqueando para posterior enxertia). no caso de enxertia posterior. as estacas lenhosas têm maior uso. viveiro ou recipiente). Em fruticultura. Das gemas. a qual deve. cortado da parte madura da planta. deixando apenas / de seu tamanho para fora do solo (Figura). sobre a Estaquia A estaquia é baseada no enraizamento de um pedaço de ramo (estaca) (Figura ). são enterradas em solo bem preparado (canteiro. Podem ser usadas para propagação ou para obtenção de porta-enxertos. 00. isto é. a parte acima é posteriormente eliminada.

Viveiro de goiaba com mudas de estaquia herbácia Estaca goiaba Outras informações de interesse sobre o assunto “Produção de Mudas” podem ser recuperadas no Banco de Respostas Técnicas do site do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT.pdf> <http://sbrt.pdf> <http://sbrt.ibict. .br/upload/sbrt790.pdf> REFERêNCIAs SBRT Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.ibict.br/upload/sbrt1754. Disponível em: <http:// sbrt. brotada da estaca inicialmente plantada.ibict.ibict. 00.br/upload/sbrt732.br>.pdf> <http://sbrt. 00. visite os links abaixo: <http://sbrt. NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de dez.ibict.ibict. Para ter acesso a estes documentos. constantes desbrotas para permitir bom desenvolvimento da haste única.br/upload/sbrt1157. Fabiana Rocha.pdf> <http://sbrt. 9 AgriculturA e PecuáriA portanto.br/upload/sbrt1352. Acesso em 0 de dez.

controle produtivo (através de pesagens periódicas do leite ou dos animais) e conduta dentro das recomendações técnicas. sofrem variações nos índices reprodutivos.NUTRIÇÃO DE BúFALAs PALAvRAs-ChAvE Manejo de búfalo. o rebanho precisa de uma suplementação consistente. foi muito cauteloso ao explicar as possibilidades de aumentar a produção de leite em búfalas. Deve-se 0 . no entanto. responsável pelo departamento de reprodução animal da Faculdade de Medicina e Veterinária e Zootecnia de São Paulo. elas possuem potencial genético para produzir em media kg de leite por dia. pois existem um conjunto de fatores que podem ter contribuído para a estagnação da produtividade leiteira. Os búfalos. Pietro Sampaio Baruselli. suplementação mineral correta. pois possui uma criação de búfalos e não está conseguindo manter os animais com o sistema de pastagem atual. controle sanitário. para obter uma boa eficiência reprodutiva e conseqüente aumento na produtividade. como o tipo de pastagem e as características do clima aos quais as búfalas estão expostas. que não é possível apresentar uma solução direta ao problema sem analisar as possíveis causas. O pesquisador salienta que os índices reprodutivos de rebanhos bubalinos variam conforme o manejo geral adotado na propriedade. O criador deve conscientizar-se de que. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O professor. Segundo ele. decorrentes do tipo de manejo e do nível tecnológico empregados na criação. cada vaca búfala está produzindo uma média de . Ele afirma. mas há outras considerações a fazer. nutrição de búfalos. Somente será possível melhorar a eficiência reprodutiva e empregar biotecnologias como a inseminação artificial e a transferência de embriões quando requisitos básicos forem controlados. como os demais animais domésticos. a propriedade deve ser conduzida corretamente. bufalo Saber qual a suplementação mineral adequada para búfalos de leite. tais como: nutrição adequada.kg de leite por dia.

Atenção  AgriculturA e PecuáriA ressaltar. merecendo assim uma atenção especial. Nos casos clínicos os animais são isolados e recebem tratamento específico. quando a alimentação do rebanho é precária. de que esses animais são rústicos e não necessitam de manejo adequado. quando se pretende obter bons índices reprodutivos. observa-se uma certa rusticidade da espécie entretanto. Nutrição do rebanho O bom estado nutricional do rebanho que vai receber alguma biotecnologia é imprescindível para se obterem índices reprodutivos satisfatórios.Percebe-se assim. a superlotação das pastagens interfere negativamente na fertilidade. com o emprego de biotécnicas reprodutivas com vistas à melhoria genética da criação. fertilidade do solo. É importante verificar se os úberes são limpos antes e após a ordenha. Animais estabulados têm suas fezes recolhidas diariamente. Do mesmo modo. refere-se à prevenção e ao tratamento da mastite. apresenta taxa de concepção reduzida. que existe um conceito errôneo entre os criadores de búfalos. o leite é regularmente testado a fim de se detectar a presença de infecção sub-clínica. Realmente. não entra em cio e. Portanto. quando entra. ocorrem quedas na produção de carne e leite e diminuição da fertilidade. O professor ainda faz um alerta para o criador que deve estar sempre atento às doenças que podem atingir as búfalas. em condições precárias. . a propriedade deve estar preparada para fornecer corretamente alimentação de boa qualidade para que os animais possam exercer adequadamente suas funções de reprodução. manejo da propriedade. É freqüente encontrar propriedades com um número de animais maior do que sua capacidade suporte. No entanto. sem adequada alimentação. A búfala. etc. ocorrendo comprometimento da reprodução e impossibilitando a implantação de um manejo reprodutivo adequado. A quantidade de animais por hectare varia conforme a localização da fazenda. devido à errônea visão que alguns criadores têm sobre a rusticidade da espécie. Outro fator a ser observado é a capacidade de suporte da propriedade. que a questão de manejo e a nutrição desses animais estão fortemente relacionadas com a produtividade leiteira. os bubalinos sobrevivem mas não alcançam índices produtivos satisfatórios. qualidade e tipo de pastagens.

Manejo De um modo geral. a seguir. o manejo dos búfalos leiteiros é semelhante ao dos bovinos. que podem ser de arame farpado ou liso devem ser mantidas em bom estado de conservação. o animal. Os búfalos respeitam bem cercas eletrificadas. pulverizações e exames periódicos de controle. devendo-se pois atentar para as medidas profiláticas usuais tais como vacinações. Deve-se atentar para a contenção destes animais. O tratamento na secagem é também rotineiro.a melhor cerca para o búfalo é um bom pasto. ou se aproveitando de eventuais interrupções de energia nas cercas eletrificadas. na ausência de alimentação. desverminizações. porém.”. as cercas.Observa-se. o búfalo está sujeito às mesmas doenças que afetam os bovinos.. apresentando excelente resposta na produção leiteira quando adequadamente alimentadas. A Fazenda Paineiras da Ingaí possue uma criação de Búfalos Murrah Leiteiros e disponibilizam um site interessante sobre manejo e nutrição de búfalos que podem ajudar o criador a sanar as sua dúvidas.Apesar de “rústico”. os búfalos quando constantemente manejados.. no desenvolvimento e mesmo na fertilidade do rebanho. de pelagem negra e com menor quantidade de glândulas sudoríparas. Seu consumo de matéria seca em função do peso corporal é ligeiramente superior ao dos bovinos sendo.. um fragmento sobre o manejo desses animais. Assim. fornecendo aos animais sombreamento e/ou água para banho. mais grossa. a fim de evitar comprometimento na produção leiteira. porém que. Reproduz-se.Dada as características de sua pele. tem um temperamento extremamente dócil. Apesar de seu tamanho avantajado. dado seus hábitos noturnos. principalmente em climas mais quentes. rompendo com mais facilidade cercas em mau estado de conservação. dado seu porte avantajado. busca o alimento onde ele se encontrar disponível.especial deve ser dada quando o rebanho for submetido à ordenha mecânica e os animais forem de maior produção.. evitar sua movimentação excessiva. Alguns criadores optam pela contenção dos animais à noite. deve-se evitar o ocorrência de “stress térmico”.  . não dão coices e não saltam cercas. Como já dizia um criador” . reconhecidamente melhor conversor de alimentos mais pobres em carne e leite que os bovinos. mesmo que com um só fio. quando aproveitam para suplementar suas necessidades de volumosos e.

br/ manejo. podem apresentar-se mais bravios e nestes casos.hpg. consultar :http://www. com cerca de % de PB e 0. particularmente novilhas. .A rotina e interação com os tratadores é fundamental na manutenção dos níveis de produção em búfalas. O concentrado. resulta numa menor ingestão diária total e daí. onde muitas vezes se pode manter mais de um macho em um mesmo lote. a não ser em fêmeas com crias recém nascidas. porém. na base de  a  Kg por dia para vacas em início de lactação (primeiros 90 dias).htm EXIGêNCIAs NUTRICIONAIs Como outros ruminantes. principalmente em estações de monta. farinha de carne e ossos. Na propriedade de Ingaí. elaboradas ou não com aditivos secos (resíduo de cervejaria.paineirasdaingai. farelinho de trigo) e. alterações na regularidade das ordenhas e alimentação podem promover redução importante em sua produção. principalmente machos. sal e suplementos minerais. misturado na propriedade é composto por resíduo seco de cervejaria. para os bezerros em lactação. devem ser eliminados. Assim. Animais velhos. Os touros adultos não podem ser mantidos juntos. resultando quando da utilização intensa deste tipo de alimentos. os animais são alimentados na primaveraverão sob pastejo rotacionado de capim Brachiaria decumbens. azevem). Assim. presença de estranhos durante a ordenha. utilizam-se basicamente silagem de gramíneas (capim tanzânia. Fornece-se concentrado.9% de NDT. Como vimos. um alimento mais pobre. Porém. a ingestão de matéria seca pelo animal é função do teor de energia do alimento. culturas invernais (aveia preta. braquiarão).ig. os búfalos têm capacidade de converter alimentos de baixa qualidade em energia e demais nutrientes necessários à sua manutenção. não se verifica o comportamento de dominância observado nos touros bovinos. e posteriormente ajustado segundo a qualidade do volumoso e nível de produção dos animais. mudanças bruscas de manejo. com um menor consumo de alimentos. farelo de trigo. Na estação seca. uréia. na sua insuficiência enquanto fontes adequadas de nutrientes para o crescimento e desenvolvimento  AgriculturA e PecuáriA sendo raros problemas com seu temperamento. menor quantidade diária de nutrientes e energia é ingerida. além de suplemento mineral.com. Maiores detalhes.

enquanto que as gorduras possuem valor .) • Os componentes alimentares que fornecem energia dividem-se basicamente em proteínas. estágio de prenhez. apesar de ainda pouco estudadas. Apresentamos a seguir algumas de suas expressões e significados:  . etc. bem resultam em produções abaixo de sua capacidade genética. extrativos não nitrogenados (principalmente carboidratos como o amido) e minerais (cinzas). resultam em indicadores pobres de produção dos mesmos. Diversos fatores afetam as necessidades de energia. o que muitas vezes traz muita confusão. de precocidade reprodutiva e de velocidade de crescimento. apresentam alguns parâmetros orientativos que serão apresentados a seguir. haja visto a oferta alimentar inadequada. podendo resultar em carências alimentares de diversos destes nutrientes. disponibilidade de água/sombra. vento. produção. gorduras e açucares (carboidratos). fibras (formas complexas de carboidratos como celulose e lignina. esta espécie pode ampliar em muito seus indicadores produtivos. fase de crescimento.etc. idade. A idéia de utilização destes animais em regiões onde os bovinos não conseguem sequer sobreviver. Os demais nutrientes como minerais e vitaminas tem efeito complementar na alimentação. resultam numa menor ingestão de nutrientes. vezes maior (9 cal/g). doenças (parasitoses. • Nas análises básicas dos alimentos normalmente são avaliados o conteúdo proteico. fatores de stress ambiental (temperatura. o conteúdo de energia dos alimentos é um fator fundamental no consumo dos alimentos. entre eles: tamanho. ENERGIA Como comentado acima. Tais exigências. As proteínas e açucares possuem basicamente o mesmo valor energético  cal/g. resulta consequentemente numa menor ingestão global destes alimentos. não sendo considerados como fontes de energia. esta última não digerível)) . • Diversas são as formas de expressar o valor energético dos alimentos. extrato etéreo (gorduras). Quando atendidas suas exigências nutricionais. infecções.). que por sua vez.possíveis destes animais. e quando restrita.

A utilização de moderna biotecnologia. sendo expressa por unidade de matéria seca ingerida (Kcal/kg). o que nos permite afirmar que a intensificação do processo de melhoramento genético encontra na espécie um excelente potencial de desenvolvimento. unidade escandinava. Quanto às unidades. Através da análise básica dos alimentos. deduzindo-se aquelas excretadas nas fezes.htm> A variabilidade da produção leiteira nas búfalas é ainda muito ampla. Energia necessária para produção leiteira. assumindo-se para ruminantes que EM kcal/Kg = 0. acreditamos. . Assim.Energia líquida de lactação. cujos trabalhos preliminares apontam para uma boa resposta na produção em búfalas (cerca de 0%).• • • • • • Existem ainda outras formas menos usadas em nosso meio de expressão de energia dos alimentos como a unidade amido. Kcal =000cal ou Mcal=000 Kcal). pode-se calcular o teor de NDT. virá dar um novo impulso ao processo de melhoramento e aumento da produção leiteira. Energia necessária para o ganho de peso ou crescimento.Energia Metabolizável .00 cal de ED (energia digestível) ou cerca de . hpg.paineirasdaingai.0 cal de EM (energia metabolizável) Essas informações estão disponíveis em: <http://www.Energia líquida de manutenção. As técnicas de inseminação artificial vem se difundindo rapidamente  AgriculturA e PecuáriA • NDT .br/manejo. ELm . sem prenhez) ELl .Nutrientes digestíveis totais. já vem sendo testados para utilização a r-BST (somatotropina). unidade aveia entre outras.Energia líquida de ganho .00kcal de ED.ig. Representa a soma de todos os nutrientes digestíveis contidos nos alimentos.com. Energia necessária para manutenção do equilíbrio do animal (seco. x ED kcal/kg ELg .  Kg de NDT equivale à cerca de . É muitas vezes calculada por estimativa a partir da ED ou dos NDT. o NDT é expresso normalmente em Kg e os demais em calorias (cal.Representa a energia total ingerida. normalmente expresso em porcentagem.Representa a quantidade total de energia ingerida deduzindo-se aquela excretada nas fezes. não em crescimento.Energia Digestível . EM . ED . Toma-se por base que  Kg de NDT produz cerca de . na urina e nos gases eliminados.

apesar de não disponível para utilização comercial. as búfalas devem ter acesso à sombra. l Aspersão de água nas horas mais quentes do dia .serrana. alterações hormonais e outros fatores que resultam na redução da produção de leite. é a transferência de embriões. Estresse Térmico É um outro fator que tem influência negativa na produção de leite.trabalhos experimentais demonstram que quando a temperatura do ar é superior a ºC. quando procuram sombra. tais como a umidade relativa velocidade do vento. permitindo que haja a utilização do resultante calor latente de vaporização para os resfriamento do corpo. Mais informações sobre esse assunto.>  . Além disso. Entre as ordenhas. em locais com ventilação adequada. Isto faz com que diminuam as compensações induzidas pelo calor como o decréscimo na ingestão de alimentos. já existindo disponíveis sêmen de touros de ascendência produtiva excelentes (como Montenegro da Ingaí). com água e alimento suficientes. cujo primeiro produto no país nasceu em 99 na Fazenda Paineiras da Ingaí. o que ocorre quando a temperatura média se aproxima de ºC . no mínimo).asp?Tipo=n&id=26. A água conduz o calor da superfície corporal para o ambiente.nas criações particularmente no Sudeste e Sul do país. Recomenda-se que as ordenhas sejam efetuadas em períodos de menor intensidade de pastejo.o sombreamento pode ser provido por árvores (sombreamento natural) ou abrigos (sombreamento artificial).br/n_boletins.com. levando à maior evaporação da umidade da pele. outros fatores climáticos associadas afetam os animais sob sistema de pastejo. acessar o seguinte endereço: <http://www. regularmente. l Hora das ordenhas . No caso do sombreamento natural.as búfalas devem ser submetidas à aspersão com água fria. Outra técnica hoje muito estudada. os animais pastam bastante das  às 0 horas da manhã e reduzem o pastoreio das 0 às  horas. Pode-se minimizar os efeitos das elevadas temperaturas das regiões tropicais sobre os animais por meio de: a) Otimização do ambiente oferecido às búfalas em lactação através de algumas práticas de manejo: l Disponibilizar sombra para as búfalas . indica-se a utilização de árvores com copa frondosa e alta (m.

no qual apuraram o perfil destes pecuaristas.Out/99.unesp.ig.Bubalinos Fone: (14) 821-3883 . o Disque-Tecnologia cumpre a sua proposta de orientar os pequenos e médios proprietários e de encaminhá-los para alguma possível solução.r.paineirasdaingai.amorim  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .com. André Mendes Jorge jorgeam@fca. . Produção e Exploração Animal Caixa Postal 0 -000 BOTUCATU . Sendo assim. Sugere-se ainda uma consulta aos seguintes sites: CARACTERÍSTICAS DOS FORNECEDORES DE LEITE DE BÚFALAS NA REGIÃO DE SARAPUÍ-SP Paineiras da Ingaí Ind. Laticínios Ltda. o impacto da atividade na economia a propriedade bem como as técnicas de manejo por eles empregadas.hpg. Dr. Pietro Sampaio Baruselli Departamento de Reprodução Animal FMVZ-USP barusell@usp.UNESP .SP Indústria e Comércio de Aditivos e Suplementos para Animais.br/trabalhos> ESTRESSE TÉRMICO NAS BÚFALAS EM LACTAÇÃO: COMO É POSSÍVEL MINIMIZAR O PROBLEMA? –Publicado em 00.br/n_boletins.br Responsável pela Disciplina de Bubalinocultura e Responsável pelo Setor de Produção . Trata-se de uma pesquisa realizada junto a “ parceiros do laticínio” em outubro de .FMVZ Depto. através de coleta de dados “in loco” e de questionários.r.185 Fax: : (14) 821-3883 .180 Fazenda Experimental Lageado .Recomenda-se ao criador.com.asp?Tipo=n&id=26> Disponibiliza-se o contato com alguns especialistas na área: Prof. que faça uma avaliação do seu rebanho bubalino tendo em mente as informações e precauções apresentadas acima. Disponível em:<http://www.99.serrana. L.br Prof. Disponível em:<http://www. Dr.

Lau. Poliprobióticos. LEITE. Francisco Matarazzo. Reprodução e Produção Editores: Valquíria Hyppólito Barnabe. Água Branca Fone: () - Fax: () -90 segue abaixo uma literatura vasta sobre Búfalos: MANUAL DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM BÚFALOS Autor: Prof. Brasília: EMBRAPA-SPI. Pietro Sampaio Baruselli. Jaboticabal: Funep.JABOTICABAL-SP Telefone e Fax: PABX () 0-990 Site: http://www. 0 pag.. CRIAÇÃO DE BÚFALOS. 99. BUBALINOS: Sanidade.  CEP: . 0 pag. DOENÇAS EM BÚFALOS NO BRASIL: diagnóstico.estibion. sala . Belém:EMBRAPACpatu.Brasilia: Embrapa-SPI. Walter Fonseca. Dr. MANTEIGA E TRABALHO. Extratos Vegetais” Av: Major Hilário Tavares Pinheiro.  . Pietro Sampaio Baruselli Professor Associado Departamento de Reprodução Animal Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia Universidade de São Paulo Editor: Associação Brasileira de Criadores de Búfalos. Cristo Nascimento. São Paulo.SINÔNIMO DE CARNE.Indústria e Comércio de Aditivos e Suplementos para Animais “Simbióticos e Nutracêuticos: Prebióticos. .com. Humberto Tonhati.  pag. epidemiologia e controle. 999. 999. ABCB.-00 . REPRESENTATIVIDADE DO BÚFALO PARA A PECUÁRIA BRASILEIRA. Brasilia: Embrapa-SPI. p. Belém:EMBRAPACpatu. Prédio do Fazendeiro. O BÚFALO .br Associação Brasileira dos Criadores de Búfalos (ABCB) Av. 0p. Hugo Didonet. São Paulo: Editora Ícone. 00 COLEÇÃO CRIAR-BÚFALOS. Luiz Octávio Moura Carvalho. 9.

br e-mail: cdt@fealq. Luiz Octávio D.ig. Acesso em: 0 de set. Walter Fonseca. 00. Ernesto Dias. 00 9 AgriculturA e PecuáriA Cristo Nazaré Barbosa do Nascimento.usp.org.usp. Disponível em: <http://www. Fazenda Paineiras da Ingaí.hpg.br ou ct@esalq. 00.Cursos Curso de Difusão: “Sistema Rotacionado Intensivo de Produção de Pastagens para Bovinos de Corte” Período: de /0/00 à /0/00 Carga Horária:  horas Nº Vagas:  . Mais Informações: FEALQ – Contato: Maria Eugênea ou Luís Rafael Telefones: (9) -0/9- .com.Drs.bufalo. Disponível em: <http://www.Fax: (9)- Site: http://www.paineirasdaingai.htm>. Moura Carvalho.br/manejo.Inscrição: de 0/0/00 à /0/00 Objetivo: Oferecer treinamento e atualização sobre produção e manejo de pastagens para alimentação de bovinos de Corte.br/fmvz/bufalos>.br/leite. 00. Acesso em:  de set. Disponível em: <http:// www.  pag. São Paulo: Editora Ícone. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia de São Paulo . Público alvo: Profissionais relacionados à produção de bovinos REFERêNCIAs Associação Brasileira dos Criadores de Búfalos.org.br Curso de Difusão: “Nutrição Avançada de Bovinos” Departamento de Zootecnia – Profs.fealq. BÚFALOS. Cristiane de Lima Quadros NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out.htm>. 9. 9 pag. 9.com. Acesso em:  de set.Nº Vagas:  Período de Inscrição: de 0/09/00 à /0/00. Belém: EMBRAPA. .Moacyr Corsi e Flávio Augusto Portela / Santos / Período: de /0/00 à 0/0/00 -Carga Horária:  horas .

no Brasil. Ovinos para carne A criação de ovinos. dentre tantos outros. que permitam ao empreendedor decidir com mais segurança sobre o negócio a ser iniciado. rações.1. etc Qual a melhor raça apara o abate? O sul de Minas Gerais é apropriado para tal criação? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. oficinas e palestras tais como: como iniciar um negócio. aliado às características da espécie (docilidade. O capital inicial e de giro serão determinados pelo plano de negócio que definirá o número de cabeças necessário para iniciar a criação e que cubra as despesas fixas.sebraesp. Como deve ser a criação. como abrir uma empresa. pasto. com a finalidade de carne e couro. instalações. ovinocultura.OvINOCULTURA OvINOCRAPRINO PALAvRAs-ChAvE Ovinos. atendendo a situações bem específicas: viabilidade do negócio e avaliação financeira para o caso de captação de recursos. Investimento Necessário É primordial ter em mente. porte pequeno e da relativa rusticidade). tanto para carne como para couro. O plano de negócio é uma ferramenta que contém todos os dados referentes ao projeto. a importância de se desenvolver um plano de negócio. Isso. tem crescido muito nos últimos anos. 2.br) que oferece vários cursos. como controlar custos. permitem a sua exploração utili- 0 . Sugerimos consultar o Sebrae (http://www. melhor raça para o abate 2. criação. ovinocaprino Saber qual é o custo inicial para criação de Ovinos.com. Carne e couro. A produção de carne ovina representa hoje uma atividade cuja participação sócio-econômica é crescente e vem se firmando cada vez mais como alternativa de viabilização da pequena e média propriedade rural. é o conjunto de informações. vacinas e remédios. embora ambos sejam utilizados para carne.

Tradicionalmente o mercado tem sido abastecido com animais oriundos de sistemas de criação onde atingem condições de abate. suficiente para aleitar mais de um cordeiro. levou Auguste Yvart. habilidade materna e características de boa conformação.1. devido à sua origem ser de animais das raças merinos. A raça recebeu este nome.2. os cordeiros são lavados com água a ºC e sabão. onde foi realizado o cruzamento de reprodutores Dishley com as raças merinos exploradas na França. pois foi na região de Ile-de-France. com peso vivo entre  e 0 kg. professor da Escola Nacional de Veterinária de Maisous-Alfort. A sangria não deve sujar o pêlo. O Ile-de-France chegou ao Brasil em 9. orelhas e membros totalmente desprovidos de lã e cobertos por pêlos negros. alta fertilidade. suficiente para garantir a maciez e sabor característico. em . com boa produção de leite. aos 0 a 0 dias de idade. com carneiros Southdown. através do cruzamento de ovelhas cara negra e aspadas da antiga raça Norfolk. conformação e alto rendimento de carcaça. a empreender a criação de uma nova raça. Sua lã é uma das melhores entre as raças de carne. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). pois a raça tem a alta prolificidade como uma característica marcante da raça. (Fonte: Ovinocultura). na França. Antes do abate.1 Raças para o abate Ile de France A procura de uma raça tipo carne com bom desenvolvimento. suffolk Originária da Inglaterra. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). As fêmeas apresentam. A raça é especializada na produção de carne de ótima qualidade. . Adaptou-se bem ao Brasil. por apresentar boa qualidade. habilidade materna. no Rio Grande do Sul.  AgriculturA e PecuáriA zando a mão-de-obra familiar e instalações simples e de baixo custo Em São Paulo a demanda pela carne ovina concentra-se na de cordeiros. escovando-os suavemente. mas não muito marcante. Retirar a pele com cuidado e colocá-la em painel de secagem com o carnal para cima por  a  dias. sendo criada nas mais diferentes regiões. podendo chegar a % em cordeiros machos. porque é a única que possui cabeça. que melhor se adaptou. Foi aceita como raça a partir de 9. exigindo um produto com teor moderado de gordura. É de fácil identificação.

com baixo teor de gordura. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). produção de carne magra em carcaça pesada e de . Texel De origem holandesa. rusticidade. o Samm é um animal mocho. Adapta-se bem em sistema de criação a pasto. em 99 após o incentivo do Dr. samm Ovino de dupla aptidão (carne e lã). Também pertence ao grupo dos “Cara Negra” e expandiu-se bastante em determinadas regiões do Brasil. As fêmeas têm boa habilidade materna. alta fertilidade. precocidade. Secretário do Planejamento do Estado da Paraíba que via na caprino-ovinocultura uma das soluções para o semi-árido paraibano. o maior rebanho está  . Possui grande capacidade para produção de carne de excelente qualidade. também. Dorper A raça foi aceita no Brasil. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). facilidade de adaptação. foi introduzida no Brasil por volta de 9. onde foi instituído um projeto de “Introdução de Genótipos de Ovinos da Raça Dorper no Estado da Paraíba”. apresentando alta taxa de nascimentos. caracterizando-se pela produção de carcaças de boa qualidade. permitindo alimentar bem . altas taxas de crescimento e excelentes qualidades de carcaça. pela excelente condição de adaptabilidade e vigor. tendo se adaptado bem dentro de sistemas de criações mais intensivas. com boa produção leiteira. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). onde os animais são bastante precoces. São animais bastante precoces. No Brasil. produzindo carcaças magras e de boa qualidade. É uma raça produtora de carne.A raça Dorper tem atendido uma variedade de condições de ambiente das regiões tropicais e semitropicais. Mário Silveira. São animais que. boa habilidade materna. quilos de leite/dia. mais de um cordeiro. são muito utilizadas no cruzamento industrial com matrizes laneiras ou mistas. hampshire Down Raça originária do Sul da Inglaterra através de cruzamentos entre carneiros Wiltshire e Berkshire. Entre as suas características destacam-se: constituição forte. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). aceitáveis índices de reprodução.em sistemas intensivos. apresentam lã branca e por isso.

do tipo lã curta e branca.Kg por cabeça. O tosão dá . (Fonte: Agropauta) . A carne‚ apenas regular em qualidade. Ovino produtor de carne. o Santa Inês é resultado de cruzamentos das raças Bergamácia. segundo o padrão atual. Engordado dos  aos  meses. de clima rigoroso e vegetação pobre. não podendo comparar-se com a das raças de lã média. É rústica e de tamanho médio.santa Inês Ovino deslanado do Nordeste do Brasil. (Fonte: ACCOBBA) 2. que corresponde a uma carcaça de qualidade. sendo indicado para cruzamento com outras raças. subindo. a raça também marca larga presença no Sudeste e na Amazônia. nos bons rebanhos a . de tamanho médio. dá 0-0Kg de carcaça. pois a ovelha adulta pesa uns 0Kg e o carneiro de 0 a Kg. (Fonte: Ovinocultura)  AgriculturA e PecuáriA na região Sul. o que revela a sua capacidade de armazenar no corpo uma reserva graxa para enfrentar períodos de subnutrição. de corpo comprido e de excepcional conformação. O Santa Inês da atualidade tem porte grande.-. No entanto. gorda e grosseira em granulação. que é uma região seca. Distribuído por todo Nordeste. (Fonte: Agropauta) Leicester É uma raça mista para a produção de carne e lã longa. Raça rústica. e peso entre 0 e 0 quilos nos machos. tendo também uma cobertura de gordura muito espessa. predominantemente no Rio Grande do Sul. no Turquestão russo. e o Centro Oeste. além de ovinos sem raça definida (SRD). É de origem antiga e possui cauda gorda. classificada como Cruza  a  (lã grossa e longa). Ásia Central. Kg de lã. Deve ser engordado o mais cedo possível. os machos são chifrudos e as fêmeas mochas. como o Sudeste. Produz carne com baixo teor de gordura e pele de alta qualidade. e entre 0 e 90 quilos nas fêmeas. adapta-se a qualquer sistema de criação e pastagem. Morada Nova e Somalis. apresentando também excelente produção de leite.2 Raças para pele (couro) Karakul Raça produtora de peles finas. que possui grande mercado consumidor. outros mercados vêm despontando. originária da Bucária. com rendimento de 0 a %.

A criação é uma atividade que desempenha importante função socioeconômica. Apresenta pelagem vermelha. é pouco exigente.Preta : totalmente preta. O processo de curtimento do couro depende principalmente dos cuidados que pequenos abatedouros precisam ter na hora de retirar o couro dos animais e conservá-lo. necessitando de boa pastagem ou complemento.() (Fonte: Ovinocultura) santa Inês Possui quatro tipos de pelagem: ª . Pêlos curtos ou médios. a venda de couro. Para comercialização. Chifrudos. que depende de um programa amplo de controle de qualidade. introduzidos pelos colonizadores. como a sua utilização e a uniformidade do produto. São animais de muito boa aptidão para carne e pele.Branca : com nariz e cascos despigmentados ou não.Vermelha : é a pelagem mais comum.Chitado : Pelagem Branca com pequenas manchas pretas e ou marrons. Machos adultos com /0 Kg. de Portugual. Deslanados ou com pouca lã. O carneiro deslanado do Nordeste ou de Morada Nova apresenta grande rusticidade.Deslanado do Nordeste ou Morada Nova É um ovino desprovido de lã. mas requerem cuidados por serem exigentes quanto a alimentação. ª . conhecido no Nordeste Brasileiro há mais de um século e meio. (aspados) ou mochos. (Fonte: ACCOBA) O importante para os criadores de ovinos visando. a pele deve atender a determinados requisitos. branca e suas combinações. carne e peles) e como fonte de proteína de alto valor biológico para  . produz peles excelentes e boa carne. (Fonte: Ovinocultura) Rabo Largo Animais de porte médio com cauda de base larga e ponta de lança. que atinge o processo de transformação da pele em couro. ª . fêmeas adultas com 0/0 Kg Com aptidão para carne e pele. podendo apresentar resquícios de lã. ª . como geradora de renda (comercialização de animais. Acredita-se que tenha origem em carneiros Bardaleiros Churros. é quanto aos cuidados que se deve ter para que a pele do animal não sofra lesões o que desvalorizaria a mesma.

e “entusiasmo” pela atividade. poderão obter ótimos lucros com a criação desses animais. A atividade requer assistência de profissionais (veterinários) principalmente para aqueles que estejam iniciando a atividade. Com isso. ficando altamente contaminado por vermes que certamente os infestarão. l clima adequado ao tipo de criação.3. . Caso o criador entenda bem da atividade. Em um pasto com . deve-se escolher a melhor época para fazêlo. porque: l após a tosquia os animais estão mais leves e são vendidos por  AgriculturA e PecuáriA as populações de baixa renda (consumo de animais nas propriedades). desde que o número de bovinos seja menor. l disponibilidade de água. também. Aquisição dos ovinos para a formação do rebanho Para iniciar uma criação. Fatores críticos para o sucesso: l conhecimento técnico por parte do criador. reduzindo o rebanho por causarem muitas mortes. Quando a densidade de ovinos em um pasto é muito grande e não há rotação de pastagens. o terreno recebe muitas fezes. não só o fator econômico. Economicamente. de 00 a 00 bovinos. Os criadores.2. l qualidade das pastagens.000 ovinos podem ser colocados. alimentação e eventuais suplementos. Condições necessárias para criação de ovinos A criação de ovinos é uma atividade pecuária das mais importantes e que apresenta um grande potencial para investimentos no Brasil. a necessidade de assessoria será menor. l animais de boa qualidade e procedência. Formação do rebanho ovino O número de ovinos que podem ser colocados em uma determinada área varia de acordo com a espécie. levando em consideração. o rebanho poderá ser prejudicado pelas verminoses que debilitam os animais. l controle fito-sanitário. Em pastagens mais ricas. 3. pode-se colocar de  a  ovinos por hectare.1. o zootécnico. havendo possibilidades de agregar bovinos na mesma área. mas. também. 3. a melhor época é logo após a tosquia (novembro ou dezembro). mas não dispensável. desde que trabalhem com as técnicas adequadas para cada raça. qualidade e o estado das pastagens e das forrageiras lá encontradas.

dependendo do desejo do criador. para que o criador possa sentir os problemas dessa atividade e adquirir prática. ou seja. e o seu estado de saúde.4. uma cabeça bem proporcionada. sendo os que produzem maiores quantidades desse produto têxtil. Naturalmente. durante  a  safras. é a sua saúde. em número nunca superior a . são destinados à produção de lã. grosso e bem inserido. (Fonte: Rural News). com uma lã de qualidade e em bom estado. cara larga.menores preços.3. l 3. Um ovino sadio apresenta: l olhar vivo. os “capões”. Procedimentos para a seleção dos ovinos O principal item a ser levado em consideração na escolha dos ovinos. As fêmeas ou borregas são mantidas para substituir as ovelhas velhas e aquelas que morrerem. O número de machos deve ser de  a % do de ovelhas destinadas à reprodução. e também porque o criador deve observar bem. bons aprumos com ossos fortes e largos. Os cordeiros são castrados para a venda aos  ou  meses de idade ou mantidos para substituírem os capões vendidos ou abatidos. lombo reto. a formação do animal. vendidos para corte ou mantidos no rebanho até os  anos de idade. pescoço forte. 3. apartados dele. pois deles vai depender a melhoria do rebanho e o seu valor econômico. Os machos castrados. já foram até acasaladas. Os carneiros ficam com o rebanho durante o período dos acasalamentos. quando são abatidos para consumo. depois.  . Seu corpo é cheio. Já a aquisição de ovinos no outono permite ao criador observar a qualidade da lã e o seu volume quando elas já estão com lã de  ou  meses e que. mas o seu preço é mais elevado. os animais destinados à reprodução devem ser bem selecionados. O rebanho Pode ser formado por ovelhas. carneiros. amplas fossas nasais. machos e fêmeas. muitas vezes. l é bem desenvolvido. As ovelhas são destinadas à reprodução e à produção de lã. ou seja. Eles são. Melhor seria iniciar uma criação de ovelhas novas e de uma só raça. depois. Essas são as condições encontradas em criações de regime extensivo ou semi-extensivo. capões e jovens machos ou fêmeas. pois já produziram a lã de um ano. um período de  a  meses durante o ano sendo.000 cabeças.

focinho fino. (Fonte: Rural News) 3. peito estreito. com fios longos. Temos. como em qualquer tipo de criação. O exame das mamas é. em todo o corpo. por um período de  meses da última tosquia. que é a época mais comum para os nascimentos. l para produzir lã de qualidade o ovino precisa apresentar um velo denso. O primeiro sinal de sarna é o aparecimento de pontas de mechas de lã que se desprendem para então aparecerem várias falhas de pêlos.6. pernas compridas. geralmente. também. grossura uniforme em toda a sua extensão e com barriga e pernas bem cobertas de lã. tendo em vista o fim das gestações no verão. é um dos fatores críticos para o sucesso do empreendimento. eriçada e sem resistência pode ser conseqüência de uma verminose avançada ou decorrente de uma sarna. l muco quase purulento nas narinas. os tubérculos e as raízes. O criador deve conhecer bem o processo e os métodos que devem ser empregados para obter melhores resultados. mal aprumadas e finas. em todo o velo. peso abaixo do normal e barriga e pernas peladas.l 3. formando assim. 3. As ovelhas apresentam. isso significa a presença de uma bronquite verminótica. As características do velo devem estar de acordo com os padrões da raça. com elevado teor de fibras e baixo teor de nutrientes digestíveis totais. O criador deve conhecer bem o momento ou época do ano mais adequada para o acasalamento. ou  AgriculturA e PecuáriA devem apresentar todas as características da sua raça. Reprodução e Manejo A reprodução dos ovinos. um período reprodutivo. por falta de lã. Cuidados a serem tomados e pontos a serem observados: l lã sem brilho. acompanhado de tosse. classificadas como concentrados aquosos. muito importante.7. Alimentos para ovinos A alimentação dos ovinos é baseada em alimentos volumosos. e concentrados que possuem um baixo teor de fibras e um alto teor de nutrientes digestíveis totais. Sua qualidade decorre da uniformidade. cara muito estreita. um rebanho bastante uniforme em relação ao seu exterior. (Fonte: Rural News) . l constituição débil. do comprimento e da finura. ainda.5.

As raças de lã mais fina por exemplo. o criador deverá estar atento aos cuidados básicos para o desempenho eficiente. apresentam um período reprodutivo maior ampliando as possibilidades reprodutivas para várias épocas do ano. conseqüentemente. embora os ovinos são bem adaptáveis á diferentes climas. O criador deve consultar profissionais da área. apenas um cio por ano. o que restringe as possibilidades de acasalamento de cada fêmea e. estando em condições sanitárias adequadas. . dos anos de 00 e 00. pela Emepa.9 vacinação e remédios Este é um assunto de extrema importância que afetará o produto final (carne e couro) e que causará grande impacto financeiramente. Para que as fêmeas estejam totalmente preparadas para o período de acasalamento.8 Instalações Há instalações simples que podem ser adotadas como em sistema de semiconfinamento que são simples e econômicas. respeitando seu hábitos e necessidades básicas”.0 Região mais adequada para criação Sugere-se conhecer as diferentes raças. se não receber os devidos cuidados. Estas devem ser feitas com base no conhecimento do comportamento dos ovinos. juntamente com o criador. () 3.seja. (Fonte: Rural News) 3. a alimentação e o fornecimento de água que não devem ser precários e a saúde do rebanho. Todavia. Empresa  . que esclarecerá sobre os pontos cruciais e mais vulneráveis e fará acompanhamento da saúde do rebanho. cada raça apresenta uma época mais indicada para a cobertura. Um experimento apresentado no IV Simpósio sobre Recursos Naturais e Sócio-econômicos do Pantanal. em Corumbá. no ano de 00 “demonstraram que estas não precisam ser sofisticadas para o acabamento de cordeiros. (MS). INDICAÇõEs: Sugerimos conhecer o material apresentado no Simpósio de Ovinos e Caprinos de Corte. O mais importante é o manejo. Para aproveitamento do período fértil os machos devem estar em condições totalmente adequadas à reprodução. as possibilidades reprodutivas. o manejo. O rebanho deve receber boa alimentação durante todo o ano.

fmvz.net/>. Faculdade de Medicina. ACCOBA . asp?todo=id&id=91>. e  de Abril de 00. 00.com. Disponível em: <http://www. Glória Lourdes. MS.com. Ovinos e Caprinos na UNESP. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www.com. GECO .embrapa.br/destaque. Roberta de Fátima Goss do Nascimento et al.caprinet.br) A Fuvet. 00.br>. Disponível em: <http://www. Dra. Veterinária e Zootecnica de Botucatu. . Disponível em: <http:// www. Acesso em  de mar. Disponível em: <http://www. 9 AgriculturA e PecuáriA Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba. Ovinocultura.unesp. Disponível em: <http://www. Acesso em  de mar. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA () Profa. Acesso em  de mar.Grupo de Estudo de Caprino e Ovino. 00. Departamento de Zootecnia não ruminates/Esalq/USP Telefone (9) 9- () Albaneze.cpap.geco. 00. Embora este curso vise as doenças que podem afetar a criação. número do telefone () -09 está oferecendo um curso (Criação de Ovinos) programado para os nos dias .accoba. com a Dra. br/agencia/simpan/sumario/artigos/asperctos/pdf/bioticos/643RB_Roberta_ 1_OKVisto. Um modelo de instalação para a criação de ovinos em semi-confinamento na Parte Alta de Corumbá.Associação dos Criadores de Caprinos e Ovinos da Bahia. número do telefone: () -9.cjb.ovinocultura. Acesso em  de mar. Acesso em  de mar.Curso: Universidade On Line de Viçosa (http://www.agropauta.com. Ivanete Susin.br>.com. Acesso em  de mar. 00. Agropauta. Capinet.pdf>.br>. haverá também informações sobre manejo.uov. 00.

br>. Acesso em  de mar.htm>. : Disponível em: <http://www.com. Universidade.br>. Disponível em: <http://www.uov. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar. Acesso em  de mar.ruralnews.br/ovinos/ovinos.Universidade On-Line de Viçosa. 00. 00. 00.com. UOV . 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 . Rural News. Acesso em  de mar.

amendoim forrageiro. deve-se ter muita cautela ao optar por este tipo de procedimento. essa deve ser vista com alguns cuidados. Pois qualquer rebanho mantido na área de plantio da pupunha poderá comer ou pisotear os perfilhos que estejam brotando comprometendo.Pastoreio. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o pesquisador Judson Ferreira Valentim da EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – do Acre. danifique a planta para a extração do palmito? Gostaria de fazer uma experiência com carneiros. http://www. primeiramente. assim.br/  AgriculturA e PecuáriA PAsTAGEM EM PLANTIO DE AMENDOIM E PUPUNhA . CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A EMBRAPA-ACRE possui vários trabalhos sobre o amendoim forrageiro e sua associação com rebanhos principalmente bovinos destinados para a produção de leite. Com relação à opção de utilizar carneiros. pupunha PALAvRAs-ChAvE Há algum animal que possa pastar o amendoim forrageiro plantado junto à pupunha sem que. com isso.embrapa. fazer a experiência em uma pequena área e com poucas reses para não comprometer a produção do palmito que parece aqui como o principal produto. pastagem. podendo. rebanho. Uma opção é utilizar a biomassa do amendoim forrageiro como alimento.cpafac. a capacidade produtiva da pupunha. Neste caso a área de plantio serviria como um “greenshop” onde a massa vegetal seria retirada e disposta como alimento para os animais confinados em outra área.

judson@cpafac.Pesquisador Judson Ferreira Valentim .br REFERêNCIAs Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de mar.embrapa. 00  .

sangue e ossos de outros animais) vão totalmente contra a natureza de um animal herbívoro ruminante. Eu vou comer então este animal! Então o bovino começaria a comer ou-  AgriculturA e PecuáriA PENAs DE FRANGO . apontando para o fato de que as técnicas de produção animal empregadas para os ruminantes (que utilizam-se de rações “enriquecidas” com carcaças. criador da Antroposofia.Penas. e isso acabaria invariavelmente resultando em manifestações patológicas graves nestes animais. sangue. Em abatedouros de grande escala. Esta prática de transformar todos os resíduos gerados no processo de abate (tais como penas. Rudolf Steiner. penas de frango PALAvRAs-ChAvE Qual o destino que deve ser dado para as penas de frango resultante do abate. onde o volume de penas geradas como resíduo do abate é enorme. o que pode ser uma boa alternativa. existe uma grande polêmica sobre os possíveis efeitos que este canibalismo induzido podem provocar nos animais e conseqüentemente na saúde humana. como componente de rações. nas pequenas criações de frango as penas que surgem como resíduo do abate são simplesmente descartadas como resíduo orgânico ou aproveitadas em processos de compostagem. no ciclo de palestras “Saúde e Doença!” realizado em 9: “Agora pensem. que o bovino imagina uma vez. Nas próprias palavras proferidas por Rudolf Steiner. a dizer: isto me é muito monótono. porém. Isto pode ser feito para mim por outro animal. que posteriormente é utilizada na própria alimentação dos animais. costuma-se fazer uma farinha de penas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Normalmente. já havia preconizado o mal da “vaca louca” muitas décadas atrás. carcaças e vísceras) em farinhas que serão utilizadas na composição das rações animais é bastante comum nos abatedouros de grande porte. que eu tenha que perambular e me dedicar a morder estas plantas.

Se nós alimentássemos o bovino com pombas. O animal se entope todo desta força. Coord. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jun. Mas ele pode produzir ele mesmo esta carne! Ele tem a força em si para isto.htm> acesso em 0 de jun. 00  . mesmo sendo as pombas tão mansas. Ela faz algo diferente nele. se encher de substâncias nocivas.planetaorganico. estes iriam ao cérebro e o bovino ficaria louco. ignorantes da verdadeira função e das necessidades dos seres vivos. Ed. Dornach: Rudolf Steiner Verlag. Os vícios especiais dos uratos são que eles tem uma fraqueza pelo cérebro e pelo sistema neuro-sensorial. a ponto de se formarem grandes quantidades de uratos. que servem para produzir a carne. “Uber Gesundtheit und Krankheit – Sobre Saúde e Doença”. mas a fábrica inteira e posta em movimento.). Rudolf. E isto.br/ibdfala2. Esta força está nele e permanece lá. V. O que acontece portanto quando em vez de vegetais ele se alimenta de carne? Ele deixa de utilizar as forças dentro dele. se produz substâncias nocivas. o que a força faz é produzir muito urato.com. . As saber.tro bovino. e ela produz nada.” A luz destas idéias. Mas os uratos também tem seus vícios.A. Mas. dietas estas que são completamente incompatíveis com a sua natureza? REFERêNCIAs STEINER. esta força faz algo diferente nele do que de plantas se produzir carne. O bovino iria portanto. A. nós teríamos um rebanho maluco. que se perde no corpo animal não se perde simplesmente. Se vocês imaginarem uma fábrica em algum lugar. impõem dietas canibalistas aos animais. meus senhores. desperdiçada! Se perde uma força enorme. Disponível em <http://www. 00 Carlos A. que através desta algo deva ser produzido. O resultado disso seria que quando o bovino comeria carne diretamente. 99). a força. pensem vocês. de uratos e de sais de uréia. ao começar a ingerir carne. Em vez de se produzir carne. as vacas ficariam loucas. que força é perdida. que dirigidos por estratégias de produção agropecuária exacerbadamente mecanicistas e ambiciosas.W.. de A. cabe colocar o seguinte questionamento: são as vacas que estão loucas ou os loucos são os homens. Citado por Alexandre Harkaly no prefácio do livro “A Dissociação entre Homem e Natureza (MIKLÓS.

com. porém esta alternativa se mostra absolutamente inviável por seu custo e trabalho. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o Professor Doutor Alexandre Vaz Pires do Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ – USP).asp?id=764  AgriculturA e PecuáriA PLANTAÇÃO DE PALMITO COM CRIAÇÃO DE OvINOs . carneiro. que pode ser acessado pelo link: <http://www. que constituem a base da alimentação dos ovinos. E saber se isso é possível. ovino PALAvRAs-ChAvE Criar carneiros junto com a plantação palmito pupunha consorciada com amendoim forrageiro. não se esquecendo que é importante fornecer a criação suplementos minerais em saleiros. palmito. uma vez que não existem métodos que impeçam que os animais comam os perfilhos do palmito. O ideal é que se crie os animais separados da plantação de palmito pupunha. sobre ovinocultura: Maiores informações sobre a ovinocultura estão disponíveis no site SEBRAE – ES (Serviço Brasileiro de Apoio á Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo) no campo “Idéias de negócio – Criação de carneiro – Ovinocultura”. para tal necessita de informações acerca de alimentos que não sejam do agrado dos animais. criação. Estratégias como plantar determinados tipos de plantas que os carneiros “não gostem” ao redor dos palmitos.br/IdeiasNegocios/pag_mos_ide_neg.Ovelha.sebraees. alimentando-os com o amendoim forrageiro ou outro tipo de leguminosa nativas ou gramíneas. consorciar. cercar cada pé de palmito com uma cerca relativamente alta seria a única maneira de se evitar o acesso. não é possível e nem viável se consorciar a criação de ovinos com a plantação de palmito pupunha. ou pulverizar produtos que os repelem não são viáveis uma vez que não impediriam o acesso dos animais as plantas.

embrapa.br/alimentacao.Associação Paulista de Criadores de Ovinos End: Av. disponível no seguinte link: <http://www.cnpc.SP Tel: () 9 00 Site: <http://www.ibict. José Horácio. 00 PIRES.br/upload/sbrt1843. Acesso em:  de maio.br >.embrapa. Alexandre Vaz. Professor Doutor do Departamento de Zootec .cnpc.&tipoobjeto=3&objeto=764&botao=0 > Também sobre a criação de ovinos existe uma Resposta Técnica já elaborada e disponível no site do SBRT que pode ser consultada através do seguinte link: <http://sbrt. Disponível em: <http://www.aspaco. Km 0 .htm > INSTITUIÇÕES: EMBRAPA:Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro Nacional de Pesquisa de Caprinos End: Estrada Sobral/Groaíras.embrapa.br > ASPACO .Caixa Postal D-0 Cep: 0-90 .Zona Rural . REFERêNCIAs EMBRAPA.cnpc. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.  Cep: 0-000 São Manuel . Já a respeito do manejo produtivo dos caprinos e ovinos recomendase a artigo também da EMBRAPA Caprinos.org.pdf> Sobre a alimentação de caprinos e ovinos recomenda-se a leitura do artigo da EMBRAPA Caprinos.embrapa.br > CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se a leitura das Respostas Técnicas e artigos acima citados.Sobral-CE Tel: () -000 / Fax: () -0 Site: <http://www. disponível em: <http://www.htm>.br/manejoprodutivo.cnpc.

Acesso em:  de maio. Disponível em: <http:// www.sebraees. 00 SBRT.SEBRAE – ES.ibict. Annelise Gomes de Carvalho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA nia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ – USP). .br>.br>. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. Acesso em:  de maio.sbrt. Disponível em: <http://www. 00. Serviço Brasileiro de Apoio á Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo.com.

 ha. porosos. Acima de ºC há uma tendência dos frutos maduros tornarem-se amarelos e não vermelhos. estufa. a não ser obviamente sob cultivo protegido. com produtividade média de . A época chuvosa. campo Gostaria de obter algumas comparações entre o plantio de tomates envarado no campo e em estufa: os consumos de água. o que faz com que o cultivo protegido seja caracterizado como “guarda-chuva”. sendo necessária a instalação de quebra-ventos em locais sujeitos a essa intempérie. tanto in natura como industrializado. tomate. O clima ideal para seu cultivo é aquele com temperatura amena durante o dia e fria durante as noites.9 t/ha e valor de produção ultrapassando um bilhão de reais. Regiões com temperatura média acima de 0ºC não são recomendadas para o cultivo dessa hortaliça. O cultivo de tomate apresenta também condições favoráveis de plantio em altitudes em torno de 00 metros. plantação de tomate. agrotóxicos. Informações publicadas pelo IBGE com base na produção agrícola municipal de 000. as contaminações ao meio-ambiente. É medianamente  . ou seja. mais precisamente entre 0-ºC no dia e -ºC à noite. Outro fator prejudicial à cultura é a “água na folha”.PLANTAÇÃO DE TOMATEs PALAvRAs-ChAvE Olericultura. O tomateiro (Lycopersiscon esculentum Mill) é originário da região andina da América do Sul. com grande expressão econômica no setor primário. em qualquer região é desaconselhável para o cultivo. O tomateiro exige solos férteis. quantidade excessiva de água. Ventos fortes também são prejudiciais à cultura. as áreas de plantio utilizadas. tomaticultura. revelam uma área plantada no país de . bem drenados e ricos em matéria orgânica. entre outros IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O tomate é uma hortaliça de consumo universal.

Esta possibilidade de fornecer tomate o ano inteiro. é uma das principais vantagens da produção em estufa. é 9 AgriculturA e PecuáriA tolerante à acidez. hoje. pimentão. também na entressafra. “as diferenças entre os dois sistemas de cultivo envolvem vários fatores e deve-se enfocar no final a comercialização. Em ambiente protegido. a terra permanece mais estruturada e não sofre as conseqüências da erosão. A precipitação da chuva. É aconselhável a retirada de amostras de solo para análise química e física. com topografia pouco ondulada e situada em local que não tenha sido cultivado antes com tomate ou outras solanáceas como. recebe mais oxigênio. pois entre a produção em campo ou em estufa existe uma série de fatores que devem ser ponderados. têm a mesma quantidade de plantas que os pequenos produtores. e as bactérias de defesa da planta se multiplicam facilmente. pois a rentabilidade. o que difere é o escalonamento da produção. por se tratar de uma planta hospedeira de patógenos do tomate. no entanto. a área deve ser bem ensolarada. o solo desprotegido fica propenso à erosão. Segundo Rosa Maria Chung. ou seja. Conforme dados da agrônoma. Os que produzem em estufa. . geralmente.Além do solo apropriado. A escolha pelo tipo de plantio e modo de produção requer. enquanto os pequenos produtores se situam em torno de 0 a 0 mil plantas. se possível próxima a uma fonte de água limpa contínua. mas é exigente em cálcio e magnésio. batata ou berinjela. pimenta. existem grandes agricultores que possuem acima de um milhão de plantas. uma apurada análise dos fatores econômicos e ambientais que envolvem a iniciativa do produtor. Além disso. voltado para fornecer o ano inteiro. agrônoma. O sistema radicular das plantas se desenvolve de forma mais eficiente. no Brasil. seguida de uma insolação forte. No cultivo seguinte poderá haver menos emprego de mão-de-obra na preparação da terra. mestre pelo Instituo Agronômico de Campinas. Evitar também áreas com jurubeba. o que definirá as adubações e correções exigidas pela cultura. onde o produtor irá colocar os produtos e em cima desses dados trabalhar na melhor forma de cultivo”. no período de menor oferta do produto. pode provocar uma compactação da terra. impedindo uma penetração regular de oxigênio e o alastramento correto das raízes.

Muitas das doenças das plantas podem ser combatidas ou evitadas. Existem outras vantagens na utilização desses ambientes fechados ou semi-fechados. Outros fatores que podem prejudicar esse tipo de cultivo. o interior das estufas pode atingir temperaturas muito elevadas durante o dia. bactérias.. redução dos custos com fertilizantes e defensivos e melhor controle de pragas e doenças. al. o cultivo do tomateiro sob cobertura plástica é uma alternativa bem viável. O manejo das plantas nesse ambiente. uma série de outros problemas pode acometer também a plantação em campo. quando o preço vai compensar o custo do investimento. Mas o maior problema. fungos nematóides e danos fisiológicos. doenças no solo e foliares são mais agressivas e difíceis de serem tratadas. “sol forte” durante o dia e queda de temperatura à noite. entre elas: maior proteção contra fenômenos climáticos. Quando a plantação é desenvolvida a céu aberto. a construção das estufas. FCA/UNESP. tem sua qualidade elevada e sua produtividade aumentada. O produto de estufa. principalmente. por crescer em um ambiente controlado. No entanto.. conforme Aguiar e Silva são: alto custo em manutenção e conserto das casas de vegetação. também requer 90 . o custo inicial para essa produção é superior ao de campo. janeiro e fevereiro) altas temperaturas associadas a altos valores de umidade podem levar a formação de verrugas sobre as folhas. devido. necrosando o tecido. desde que se planeje as primeiras colheitas em épocas de entressafra. geadas. 99 in AGUIAR E SILVA et. granizo.bem maior. excesso de chuva. Entretanto. s/d). falta de inimigos naturais para o controle. enfraquecendo as plantas e tornando-as expostas às doenças. em alguns casos é necessária a mudança do local da casa de vegetação a cada intervalo de dois anos. os danos do clima podem interferir negativamente na produção. Utilizando a estufa o agricultor pode economizar em defensivos e mão-de-obra. proteção do solo contra lixiviação. Em regiões sujeitas a baixas temperaturas ou a períodos de chuva intensos. pragas atacam plantas que normalmente são hospedeiras no campo. já que as culturas não sofrem influência dos fatores negativos quando a céu aberto (OLIVEIRA et al. entre outras. nos meses mais quentes (dezembro. Esse aumento de produção é duas a três vezes maior. bem como diminuir a possibilidade de oferecer produtos com resíduos tóxicos. com um correto controle do ambiente. como toda sorte de vírus. nesse tipo de cultivo é o da plantação ficar suscetível as intempéries.

F. é feita geralmente através de fita e tubos de polietileno com gotejadores posicionados a cada 0 cm. a planta. Já em ambiente favorável a plantação em campo.R$ . outros fatores devem ser levados em conta. Em estufa não ocorre lixiviação de fertilizantes ao solo e o movimento da água é de baixo para cima ao contrário do que ocorre no cultivo em campo aberto. No cultivo protegido tem-se um menor molhamento das folhas. adubação. permitindo alta incidência de pragas e doenças.00/caixa K (kg). utilizando-se o pé direito alto e deixando as laterais “livres” para melhorar a ventilação.J. etc. prejudicando o cultivo. porém outras doenças podem aparecer nas condições de alta temperatura e alta umidade como o Oídio que não é comum aparecer em cultivo de campo aberto.Conforme dados fornecidos pela agrônoma. No cultivo protegido o custo é em média 0-0% maior. “No cultivo de ambiente protegido a alta temperatura é contornado pelo correto dimensionamento das estufas. Utilizase também cultivares de tomate mais adaptados ao ambiente protegido e com maior valor comercial. que permitem uma área molhada contínua ao longo da fileira de plantas. mas as aplicações são mais reduzidas. O preço médio pago pelo CEAGESP tem oscilações durante o ano de R$ . que cultivam o tomate a céu aberto. O 9 AgriculturA e PecuáriA novas habilidades para os produtores tradicionais. esse tipo de cultivo requer um maior conhecimento das culturas e das tecnologias envolvidas: irrigação.00. por isso tem-se menos problemas com doenças foliares como a Requeima. Por isso pode ocorrer problemas de salinização.R$ 0. de acordo com Luz.F. Há o uso de agrotóxico em cultivo protegido.” A irrigação no interior da estufa. pesquisadores da EMBRAPA. Septoria. Continuando com informações de Rosa Chung.. .00 . para que se tenha bom retorno desse investimento. controle fitossanitário. No cultivo protegido há alta rotatividade do solo e isso acarreta em alguns cuidados para que não se tenha desequilíbrios da microbiologia do solo.00 . Por necessitar de maiores investimentos. al. o custo de tomate em campo aberto atualmente (00/00) está girando em média U$ . et. os tomates nobres são comercializados em caixa de papelão e o valor varia na faixa de R$ .

já mencionada. O uso de telas laterais de sombrite 0 – % evita a entrada de insetos praga voadores como mariposas. como já dito. o cultivo em estufa pode representar economias de água e insumos. a severos ataques de pragas e doenças em curto espaço de tempo. nesse sistema não ocorrem chuvas. bom sistema de irrigação (requisitos para uma produção em estufa). A manutenção constante das telas e saias e o controle do trânsito de pessoas dentro das estufas também auxiliam na prevenção da entrada de pragas e doenças limitantes da cultura. Dentro da estufa o produtor tem todas as condições de controle da umidade do solo. que pode causar um desequilíbrio hídrico. pois além de ser oneroso. como sementes de alto valor. A estufa deve estar permanentemente livre de plantas daninhas. e o solo não se desidrata tanto pela ação do vento e insolação direta. mas estas telas têm o inconveniente de reduzir a ventilação interna e aumentar a temperatura dentro das estufas. utilizando-se de uma estrutura de boa qualidade. impedindo a lixiviação dos insumos. O uso de saias de plástico nas bordas da estufa evita a penetração de respingos d´água que podem disseminar patógenos para as plantas que ficam nessa área. a transpiração das plantas pode ser menor. fato que encarece a irrigação. 9 . reduzindo a fertilidade da terra. Se tais critérios forem preenchidos. sem a intervenção da chuva. Isso é importante para as regiões onde a água é escassa. podendo ocorrer danos irreparáveis ao solo. a forma de aplicação de nutrientes precisa ser diferenciada em relação ao campo. Nos cultivos comuns. uma grande parte dos adubos e corretivos são lavados pelas águas das chuvas. uma vez que o microclima criado dentro das estufas pode favorecer. pois o produtor. proporcionando maior economia ao agricultor e melhor aproveitamento alimentar das plantas. No ambiente da estufa. deverá utilizar critérios técnicos específicos para que a planta receba a quantidade ideal e que não ocorra desperdício de fertilizantes. salinização. Muitas vezes a lavoura é localizada longe da água. As regas são menos constantes em relação aos plantios convencionais. e nos casos em que o agricultor não dispõe de equipamento de recalque e condução.controle fitossanitário das plantas em ambiente protegido deve ser rigoroso. No cultivo protegido. como a. A impermeabilidade do plástico evita que a chuva se precipite diretamente sobre os cultivos.

Segundo a Profa. acesso em 9 de jan.. da Universidade Federal de Viçosa. em casa de vegetação e em hidroponia. mercado produtor.00. e da Vídeo-aula do Centro de Produções Técnicas. da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da USP.Cultivo de tomate estaqueado em campo Cultivo em estufas CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Como já mencionado no corpo da Resposta Técnica. altitude.br>.com. distribuidor e consumidor da região. 00. custo das produções. acesso em 9 de jan. tanto no que se refere às questões ambientais (clima. Tomate: Produção em campo. Fayad.Tomate em Estufa”. Simone C. Sobre produção de tomate em campo para industrialização. sugerimos algumas publicações que tratam especificamente do assunto. são muitos os fatores que devem se levados em conta na escolha pelo cultivo de tomate envarado no campo ou em estufa. Mello.cpt. de Produção Vegetal. a FNP consultoria em agronegócios. A. de 00.). disponível em: <www.00. do Depto. Outras sugestões são a Tese de mestrado de J. que custa em torno de R$ 0. pelo custo de R$ 0. disponível em <www.br/sistprod/tomate/index.embrapa. como econômicas (valor inicial de investimento.cnph.com. Por último.. Para um melhor estudo teórico dos tipos de cultivo do tomate. uma boa leitura sobre o assunto é o livro de Marco Antônio Rezende Alvarenga. vende uma planilha de “Custo de Produção . intitulada Absorção de Nutrientes. chamado Cultivo de Tomate em Estufa. é de muito proveito o trabalho publicado pela EMBRAPA Hortaliças. de 00.. de 00 . acesso em  de jan.htm>.br>. Crescimento e Produção de Tomateiro Cultivado em Condições de Campo e de Estufa. 99. Para tanto.fnp. da Editora UFLA. disponível em: <http://www. é fundamental uma análise da região em que será implementada a cultura. solo.00. Análise essa que só poderá ser feita in loco.). ao custo de R$ . No 9 AgriculturA e PecuáriA . por profissional em agronomia ou agricultura..

“Quantidade Absorvida e Concentração de Micronutrientes em Tomateiro sob Cultivo Fornecido”.br/sistprod/tomate/index.sapo. Simone da Costa. 00. Boa Vista.usp. Instituto Agronômico de Campinas..al. de 00. Ministério da Agricultura. São Paulo. acesso em 9 de jan. n.gov. LUZ. Estufas. in Scientia Agricola. Pecuária e Abastecimento. Disponível em: <http://www. Departamento de Recursos Naturais – FCA/UNESP.pdf> acesso em 9 de jan.9. Dra.lce.tulha. disponível em: <www. AGUIAR E SILVA. s/d. Ministério da Agricultura. et. Rosa Maria.-. RR.pdf> acesso em 9 de jan.br>.entanto.br acesso em 9 de jan.sp. Adriana Luzia.iea. 00. et. dezembro de 00. São Paulo. Cultivo de Tomate para Industrialização. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. valores. de 00. 00.esalq. 00. Mestre em Agronomia. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA.cnph. Pecuária e Abastecimento. jan. EMBRAPA Hortaliças. in Circular Técnica 0. al. 9 . Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Disponível em: <http://www. USP. REFERêNCIAs CHUNG. de 00.. al. Universidade de São Paulo. Disponível em: <http://www. do Depto.. MELLO.br/index. v.pt/invest/ag00005. cpafrr. Francisco Joaci de Freitas.br/tadeu/Tomate_Domingos_Tadeu. Disponível em: <http://seila./mar. de Produção Vegetal.htm> acesso em 9 de jan. et. Tulha Agroinformação. p.embrapa.embrapa.php/cpafrr/publica_es/circular_t_cnica/o_cultivo_ do_tomate_em_roraima> acesso em 9 de jan. da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.. Marcelo Augusto de. Profa. PONTES. Avaliação de Temperatura e Umidade Relativa do Ar em Estufa com Cobertura de Polietileno.do. “O Cultivo do Tomate em Roraima”.com. Botucatu-SP. indicativos e custos de produção podem ser encontrados no site do Instituto de Economia Agrícola. Disponível em: www.

Instituto de Economia Agrícola. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA .gov. de 00. Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 9 de jan. Disponível em: <www.iea. acesso em 9 de jan. Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.sp.br>.

99). Disponível para consulta em: http://www. 99). onde há diferenças no crescimento fenológico na conformação da copa e no sistema radicular. a umidade e os nutrientes. uma vez que as comunidades naturais de plantas são formadas por misturas de diferentes espécies. o aumento de produtividade. pois possui uma área de  hectares. mais eficientemente. que irão aumentar os nutrientes do solo. EUCALIPTO E MANDIOCA PALAvRAs-ChAvE Plantio associado. pode ser sumarizado em dois princípios.sbrt.br/upload/sbrt1031. promover um estímulo diferenciado a microbiota do solo como con9 . Conforme a teoria ecológica.PLANTIO AssOCIADO. há o interesse mundial para que a produção florestal seja feita com um manejo mais próximo ao natural. cultivo associado de eucalipto e mandioca Informações sobre como associar a cultura de eucalipto com mandioca. Atualmente. ainda. podem utilizar diferentes formas a radiação solar. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas Uma Resposta Técnica. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O SBRT. com um prazo menor de colheita. redução de competição e facilitação (DeBell&Harrington.ibict.Redução da competição pode ocorrer quando dois ou mais genótipos utilizam os recursos do sítio diferentemente e. na mistura de genótipos. Povoamentos mistos. Isto se deve ao fato de que as diferentes espécies de plantas demandam ou afetam os recursos e condições do sítio de forma desigual e em tempos distintos (DeBell&Harrington. E. 00 Uma outra opção para aproveitar a área de plantio associado à mandioca é o plantio associado com leguminosas. cultivo associado. desta forma. Plantios florestais consorciados podem ser mais produtivos que plantios puros. possui em seu banco de dados uma resposta sobre o plantio associado de eucalipto com mandioca.pdf acesso em: 0 de jul.

o nitrogênio contido nos restos vegetais de leguminosas beneficia a decomposição dos resíduos orgânicos depositados no solo. podem beneficiar. é limitada por inadequados níveis de nitrogênio. mas esta diferença foi atribuída a diminuição de competição por espaço. Sugere-se consultar a resposta técnica indicada a cima para obter informações sobre o processo de cultivo associado. favorecendo a manutenção da produtividade do povoamento. Na região seca. todo nutriente provém do solo. A produtividade de eucalipto. que povoamentos mistos reduziram a competição e promoveram a facilitação. Espécies leguminosas. albizia teve pouco crescimento e não beneficiou o eucalipto quanto à altura. o retorno dos nutrientes é mais rápido. neste experimento. O eucalipto consorciado na região úmida foi mais alto e maior diâmetro. e teve concentração de nitrogênio e fósforo mais alta que no tratamento com eucalipto isolado. a fase inicial de desenvolvimento da floresta. 9 AgriculturA e PecuáriA . Além disso. dois deles numa região de clima úmido e os outros dois em clima seco. podendo resultar em acréscimo na produção. quando em associação com eucalipto. Desta forma. aumentando a diversidade vegetal e a utilização de recursos do ambiente. Testes do consórcio de Eucalyptus salign e Albizia falcataria foram feitos em quatro locais do Havaí. em muitos locais. cujos custos energéticos e financeiros são altos. tais como Acacia e Albizia têm sido avaliadas e parecem ser promissoras na busca de fontes alternativas de suprimento de nitrogênio. assim como fixação do nitrogênio nos tratamentos com mistura de espécies forneceram melhorias no solo que podem persistir nas rotações subseqüentes. Neste período. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O estudo acima mostra o benefício do cultivo de eucalipto associado a uma leguminosa. na qual a exigência por este elemento é bastante elevada. devido ao menor porte da albizia.seqüência da diversidade de substâncias exsudadas pelas raízes das diferentes espécies. Misturas com espécies leguminosas arbóreas. com capacidade de fixar nitrogênio. onde parte do suprimento de nutrientes é mantida pela ciclagem. maiores taxas de queda de material vegetal e ciclagem de nutrientes. Foi observado. A intercepção de luz foi 9% maior na mistura com % de albizia que no povoamento isolado e a eficiência de uso da luz foi % superior. Na fase nutricional posterior. O diâmetro do eucalipto foi maior no consórcio.

br/ci/bd/teses/disseracao/t4/ ts005/ts005_05.com. 00.html>. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jul. Acesso em:  de jul. Disponível em: <http://www.adubostrevo.REFERêNCIAs ASPECTOS nutricionais de povoamentos puros e mistos de eucalipto. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 .

incluindo. No sul da Ásia. cultivo de Teça PALAvRAs-ChAvE Obter dados técnicos sobre a espécie florestal Tectona grandis e informações sobre forma de cultivo. 99 AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DA EsPéCIE FLOREsTAL TECA . Devido a sua dispersão geográfica e à variedade de ambientes onde ocorre naturalmente. Zaire. do Departamento de Ciências Florestais da ESALQ/USP. clima mais favorável. nativa das florestas tropicais situadas entre 0° e °N no subcontinente índico e no sudeste asiático. outros países tropicais.Tectona grandis. Atualmente. Tailândia. Quais as particularidades necessárias ao cultivo da espécie no Mato Grosso? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A solução apresentada a seguir consiste na reprodução integral de um texto divulgado pelo Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais e elaborado pela acadêmica Aline Angeli. sob supervisão e orientação do Prof. José Luis Stape. quando os britânicos demandavam grandes quantidades de madeira para construção naval. a teca é uma espécie de alta adaptabilidade com dispersão vertical entre 0 e 00m acima do nível do mar. popularmente conhecida como Teca. principalmente na Índia. a área mundial plantada excede os  milhões de hectares. tipo mais adequado de solo e qualidade das sementes. entre outros. é uma árvore de grande porte. Nigéria. Camarões.maiores produtores -. e temperaturas extremas de °a °C. A teca é cultivada desde o século XVIII. como: Togo. Laos. a cultura de teca é tradicional. Camboja. Trinidad. porém não resiste à geada. além dos asiáticos . Vietnã e Java. A Tectona grandis. Teça. Burma. sendo a espécie cultivada em grande escala. ocorrendo em áreas com precipitação anual de 00 a 00 mm. Honduras e Brasil.

le00 . resistente ao fogo.Apesar de poder ser cultivada apenas em regiões tropicais. A Madeira O alburno é estreito e claro. Perde as folhas durante a estação seca. As flores são pequenas. de coloração branco-amarelada e se dispõem em panículas de até 0 x cm. a madeira de teca é utilizada para as mais diversas finalidades: construção naval. laminação e compensados. Informações Botânicas Os frutos são do tipo drupa. de cor marrom e possuem diâmetro de aproximadamente cm. bem distinto do cerne. Seu tronco é reto e revestido por uma casca espessa. Quando adulta. Além do efeito decorativo. porém. pois trata-se de uma essência caducifólia. A primeira frutificação ocorre aos  ou  anos de idade. Essa beleza peculiar faz da teca uma madeira muito procurada para decoração de interiores luxuosos e mobiliário fino. cilíndricos. onde o preço por metro cúbico supera o do próprio mogno. bem como pela sua rusticidade. a madeira de teca é muito procurada (principalmente) no continente europeu. Mundialmente. cuja cor é marrom viva e brilhante. nem todas germinam. a árvore atinge entre  a m (raramente acima de m) de altura e diâmetro (DAP) de 00cm ou mais. dentro das quais estão as sementes (uma por cavidade). Cada fruto apresenta quatro cavidades. a teca é apreciada pela qualidade de sua madeira.

De 0 AgriculturA e PecuáriA nha e carvão vegetal. no Mato Grosso O IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) testou a qualidade da madeira proveniente de Cáceres e garante que as propriedades físicas e mecânicas são semelhantes às madeiras de teca oriundas do sudeste asiático. Essa substância também confere resistência a ácidos e protege pregos e parafusos da corrosão. O alburno é um material permeável. tração e flexão. Até o momento são poucos os registros. Nos países onde a teca é explorada . o alburno possui todas as outras qualidades do cerne. A madeira de pequeno diâmetro é largamente usada na edificação de construções rústicas. apesar de ser leve. Manaus-AM.g/cm³ e. decoração interna e também na produção dos mais diversos utensílios. nos países onde a teca é cultivada. só o Estado do Mato Grosso já possui mais de 0 mil ha de plantios. que reduz a absorção de água e lubrifica as superfícies.toda a madeira é aproveitada. Porém. esse tratamento somente é necessário quando a madeira ficar exposta ao tempo. esteio ou madeiramento do telhado. principalmente devido a estudos como o realizado na Estação Experimental da EMBRAPA do Distrito Agropecuário da SUFRAMA. sendo que atualmente. quanto cerne contém uma substância semelhante a um látex.de floresta nativa ou reflorestamento. um preservativo natural contido nas células da madeira. Painéis de sarrafos são utilizados para a fabricação de móveis. A teca também vem ganhando espaço no Amazonas. portas. como vigamento. A densidade média da teca é 0. A durabilidade é uma característica marcante dessa espécie.A madeira é estável: praticamente não empena e se contrai muito pouco durante a secagem. . as duas últimas são específicas para as áreas de ocorrência natural. A Experiência de Cáceres. ademais. propriedade que facilita a aplicação de preservativos. incluindo as toras de pequeno diâmetro obtida nos desbastes. Em 9. Tanto alburno. denominado caucho. A durabilidade do cerne deve-se a tectoquinona. semelhante ao mogno brasileiro. de ataques de pragas que possam comprometer os plantios. A estabilidade permite que a teca (madeira) resista à variação de umidade no ambiente. apresenta boa resistência a peso. a área plantada com teca era de cerca de 0 mil hectares.

mas com capacidade média a alta de retenção de água. A teca é uma essência exigente em teores de bases trocáveis do solo. Terrenos de maior declividade devem ser evitados. Caso esse tipo de terreno seja utilizado. que deve ser profundo (mais de . A qualidade da madeira depende desse período seco. Um estudo de avaliação do estado nutricional. Os solos de textura média são os mais indicados. por problemas de erosão.acordo com pesquisadores da EMBRAPA. crescimento de teca e suas relações com os fatores de solo . )A temperatura média anual deve estar acima de °C. recomenda-se a construção de obras de conservação de solo (curvas de nível e terraços) e o uso das técnicas de cultivo mínimo. O clima mais propício é o tropical úmido. principalmente cálcio (Matricardi 99. caracterizado por verão chuvoso e inverno seco. pode ser uma alternativa de recuperaçãode áreas de pastagens abandonadas e degradadas. entre outras espécies. coincidente com o período de temperaturas mais amenas. 0 . Tanaka 99). )Período seco de  a  meses. matéria orgânica e pH próximo da neutralidade. metros). Para Plantar Teca )Precipitação anual entre 00 e 00mm. bem drenado. Deve-se atentar para os seguintes fatores: A teca é exigente em fertilidade de solo. econômico e ecológico sustentáveis nessa região. O melhor crescimento das mudas de teca ocorreram quando as temperaturas diurnas variam entre °e °C e noturnas entre °e °C. permeável. mostrou que o melhor desenvolvimento está relacionado à riqueza dos nutrientes. bem como uma maneira de conter a pressão de desmatamento sobre florestas primárias e promover o desenvolvimento social. sistemas agroflorestais com teca.

Portanto. Obs. Além do aspecto silvicultural. cahamda muda-toco. As sementes verdadeiras são muito pequenas e delicadas e o fruto é duro demais para ser rompido e liberar as sementes sem danos. Quando a opção for a de produzir mudas por sementes. é importante conhecer as características físicas (densidade. 0 AgriculturA e PecuáriA Produção de Mudas Para reflorestar  hectare de teca.: Comercialmente. Essa técnica consiste em podar a planta de forma a reter 0cm da raiz pivotante e cm do caule. para produção das mudas. resistência mecânica da madeira) das procedências utilizadas. são necessários. Como desvantagem tem-se o tempo maior. os frutos de teca devem ser colocados imersos em água corrente por  a  horas. Uma alternativa de produção de mudas é através de raiz nua. de quatro a onze meses. trata-se do fruto.Para uniformizar a germinação. no espaçamento  x  m. deve-se levar em conta a qualidade do lote de sementes. quatro quilos de frutos (incluindo provisões para mudas de replantio). baseiam-se em matrizes com adequado formato do tronco (retilíneo. A muda “toco” pode ser transplantada para recipientes individuais ou ser plantada diretamente no campo. estando prontas para plantio entre  a  meses. O melhor substrato é a areia com terra orgânica (na sementeira) e a temperatura ótima é alcançada cobrindo-se a sementeira com lona plástica preta por 9 horas As plântulas germinadas são então repicadas para saquinhos plásticos ou tubetes. seco e abrigado da luz. sem bifurcações etc. Os frutos podem ser colhidos de julho a outubro e armazenados em local fresco. . na realidade. planta-se o fruto e não sementes. Sementes melhores. de áreas de produção. aproximadamente.) e crescimento. o que é chamado de semente.

EUA. também são fatores decisivos para o aumento da demanda.  milhões de metros cúbicos por ano. • A madeira do primeiro desbaste é considerada não-comercial.Dados de produtividade Os dados que seguem são referentes a plantios realizados em condições adequadas de cultivo (solo.): • A produtividade média. Dinamarca. situa-se entre 0 a  m³/ha/ano. Como é o Mercado? ) Maiores produtores: Indonésia. • De 0 a 0% da produção total é colhido no corte final. Emirados Árabes. haverá aumento de demanda devido à melhoria no padrão de vida nos países em desenvolvimento. Itália e Reino Unido. esse volume corresponde a valores entre 0 e 0m³/ha. no ciclo recomendado para produção de madeira comercial. assim como de produção. Mianmar e Sri Lanka. Austrália. O decréscimo da oferta de outras madeiras tropicais que ocorrem em áreas naturais (como o mogno) e a conscientização ambiental dos consumidores. qualidade de semente etc. O mercado brasileiro também é visto como um grande potencial de consumo . podendo gerar receita significativa. • Atualmente. clima. principalmente europeus. totalizando de 0 a 0 m³/ha ao. sendo que a maior parcela é consumida pelo mercado interno dos países produtores. O mercado internacional consome cerca de 00 mil metros cúbicos. o Brasil possui áreas adequadas para plantio de teca e uma floresta tropical para preservar. dependendo da qualidade de madeira (com ou sem nós) e bitola das toras.Mercado De acordo com análises de mercado. ) Hong Kong e Cingapura: centros de manufatura e reexportação da 0 . o preço FOB do metro cúbico de madeira de teca comercial varia de US$ 00 a US$ 000. • Os custos de implantação e manutenção são amortizados nos segundo e terceiro desbastes. A produção mundial é de. porém tem aplicações no meio rural. mas a oferta ainda é muito menor que a demanda. Holanda.longo de  anos e num regime com  desbastes. aproximadamente. Japão. Afinal. ) Maiores importadores: Alemanha. Arábia Saudita. • O quarto desbaste e o corte final concentram o resultado econômico do do reflorestamento com Teca.

demonstrou-se positiva quanto ao cultivo de Teca na região: as plantas tiveram rápido crescimento e demonstraram boa aptidão. ) Índia e Tailândia: além de produzir.Piracicaba/SP Telefone: (9) -00 Fax: (9) - E-mail: ipef@ipef. selecionar sementes e/ou mudas mais adequadas e monitorar o cultivo. .asp>. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Angeli. deve-se ter em mente que para obter sucesso completo no cultivo é indispensável o acompanhamento de um profissional qualificado na área. que deverá avaliar as condições do local. a experiência realizada em Cáceres.usp. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jun. “Tectona grandis (Teca)”. 00. Acesso em: 0 de jun.  Caixa Postal 0 .br/identificacao/tectona.br ESALQ Jr.grandis. Porém. buscando identificar e solucionar eventuais problemas e procedimentos incorretos. ipef. passaram a importar.br Telefone: (9) 9-99 INDICAÇõEs: CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Conforme observado no texto. no estado do Mato Grosso.Avenida Pádua Dias. de A. 00 0 AgriculturA e PecuáriA teca de Mianmar. Disponível em: <http://www. Consultoria/USP E-mail: esaljrc@esalq. Carlos A. V.CEP: 00-90 . Aline.ESPECIALISTAS / INSTITUIÇÕES: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais IPEF-LCF/ESALQ/USP .

É uma planta que forma touceira atingindo altura média de 0 cm. CapimMassai. Comparada á outras cultivares de Panicum maximum. Capim Mombaça. respectivamente l maior persistência em níveis mais baixos de Fósforo l maior produção de parte aérea e de raízes em soluções com alta concentração de alumínio l sistema radicular mais adaptado às condições adversas do solotais como: compactação. baixa fertilidade l apresenta resistência á cigarrinha-das-pastagens 0 . Tanzânia e Mombaça. -alta resistência. Apresenta média tolerância ao frio e boa resistência ao calor. Possui folhas quebradiças. com a metade da superfície externa arroxeada. O verticilo é piloso.IRD. Os colmos são verdes. Essa cultivar possui ótima produção de forragem com grande velocidade de estabelecimento e de rebrota. Capim-Braquiária MG-.PLANTIO DE CAPIM PALAvRAs-ChAvE Capim-Tânzania. déficit hídrico. distribuídas uniformemente. o capim Massai apresenta: l melhor cobertura do solo. sem cerosidade e largura de 9 mm. As lâminas apresentam densidade média de pêlos curtos e duros na face superior. As espiguetas são pilosas. As inflorescências apresentam ramificações primárias curtas sem ramificações secundárias. Capim Técnica de plantio. melhor em %. % e % para as pastagens de Massai. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A cultivar Massai é originária da África e foi coletada na Tanzânia pelo Instituto Francês de Pesquisa Científica e Desenvolvimento em Cooperação . A bainha apresenta densidade alta de pêlos curtos e duros. alta acidez. manejo e bibliografia sobre o Capim-Tanzânia. sendo em média.

A produção de sementes puras é de. aplicação de calcário necessária para elevar a saturação por bases ao mínimo de 0-%.  Kg/ha. a  mg dm- Solos textura média (-%). Para os outros nutrientes. . de solo.l É importante a aplicação de nitrogênio imediatamente após as colheitas de sementes. 0 a 0 Kg/ha. cerca de  t. a semeadura poderá ser feita a lanço ou em linhas não mais do que a 0 cm. Nesta mesma estação. mas requer níveis médios a altos de fertilidade do solo na implantação. respectivamente. verifica-se uma produção de 0% das folhas. Avaliados sob pastejo rotacionado. os conteúdos de proteína bruta e digestibilidade in vitro da matéria orgânica nas folhas e colmos foram. aproximadamente. e  e 0 AgriculturA e PecuáriA é menos exigente em adubação de manutenção. a pastagem de capim Massai. o plantio deverá ser realizado de meados de Outubro até Fevereiro. 900 sementes puras. 9.>  mg dm- O potássio deve estar na faixa de 0 a 0 mg dm-. e . ou seja. na camada de 0 a 0 cm.%./ha. região Centro Oeste. zinco e boro Em climas com estação chuvosa no verão. Recomenda-se para implantação. de matéria seca. sendo a época ideal o período de  de Novembro a  de Janeiro. Durante o período da seca esta percentagem reduz para %. sob pastejo rotacionado com  dias de utilização e  dias de descanso produz anualmente. de sementes puras viáveis. 0% durante a estação chuvosa. Uma ligeira compactação favorece a emergência de plântulas. aração e gradagem. Em um grama de sementes da cultivar Massai encontram-se. Em área adubada e corrigida. A quantidade de corretivos e adubos é baseada na análise de solos. quando necessário.>  mg dm- l l l Solos argilosos (-%). É necessário adubação fosfatada que eleve os teores de fósforo em Mehlich- para as seguintes faixas: Solos muito argilosos (>%). Desta produção. de enxofre e para os micronutrientes. por exemplo. de espaçamento. a uma profundidade de  cm. Recomenda  Kg/ha. de uma fórmula de FTE que contenha cobre. O preparo de solo é o mesmo utilizado para a formação de outras pastagens. recomenda-se a aplicação de 0 KG/ha. em média.

Escola Superior de Agricultura “Luis de Queiroz”. Tese (Doutorado em Agronomia) . Patrícia Menezes.9%. Acesso em  de fev. Tocantins. Produtividade do capim-Tanzânia (Panicum maximum Jacq. 00. Em função da alta taxa de rebrota e para manter melhor valor nutritivo ao longo do ano recomenda-se.pdf>.Escola Superior de Agricultura “Luis de Queiroz”. Distrito Federal. Piracicaba.matsuda. Piracicaba. e sem grandes variações ao longo do ano. Acesso em  de fev.br>. Acesso em  de fev. 00. 00. f. Mato Grosso do Sul.embrapa.br/teses/disponiveis/11/11139/tde-17072002-161144/publico/patricia.com.br METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Luiz Geraldo Teixeira.teses. f.embrapa. com um período de descanso entre  e  dias. Universidade de São Paulo. Controle do desenvolvimento das hastes no capim Tanzânia. Universidade de São Paulo. 00. Mato Grosso. Santos. Disponível em: <http://www. Tese (Doutorado em Agronomia) . Pinheiro. USP Telefone: (9) 9-0) onde se encontra grande acervo na área de agricultura EMBRAPA http://www. Viabilidade econômica da irrigação de pas0 .br/teses/disponiveis/11/11143/tde-04042003-165152/publico/luis. Pará. Valter Dantas.br>. Tanzânia) em função da lâmina de irrigação e de adubação.gov.gov.teses.usp. 00. o pastejo rotacionado.usp. INDICAÇõEs: Sugerimos consultar a: ESALQ Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. 00. Essa cultivar apresentou excelente desempenho nos seguintes Estados: Acre. Disponível em: <http://www. Cv. Acesso em  de fev. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www.pdf>. Soria. Grupo Matsuda.

0f. 00.br/teses/disponiveis/11/11140/tde-26042002-095619/publico/lavres.pdf>. usp. Dissertação (Mestrado em Agronomia) . 00 09 AgriculturA e PecuáriA tagem de capimTanzânia em diferentes regiões do Brasil. Universidade de São Paulo. Acesso em  de fev.usp. Disponível em: <http://www.pdf>.Escola Superior de Agricultura “Luis de Queiroz”. 00. Disponível em: <http://www. Piracicaba.br. Dissertação (Mestrado em Agronomia) . Acesso em  de fev. 00.usp.br/teses/disponiveis/11/11143/tde-17072002164519/publico/valter. Os títulos de teses acima citados estão disponíveis via Web no site da USP http://www. Bastando digitar no campo “Busca” da página principal da mesma: “cultivares capim Tanzânia” O resultado trará não somente sobre o capim da variedade Tanzânia como outros de seu interesse. f. Universidade de São Paulo. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev.Escola Superior de Agricultura “Luis de Queiroz”.teses.teses. 00. Combinações de doses de nitrogênio e potássio para o capim-Mombaça .Lavres Júnior. . Piracicaba. José.

A desbastagem favorece também o plantio em alta densidade –  desbastagens durante a época de desenvolvimento são recomendáveis. O eucalipto saligna se desenvolve melhor em áreas secas. porém seu crescimento é mais lento em relação a espécie saligna (a mais apropriada a produção de lenha). pois não requer o uso de máquinas no interior da cultura sendo o desbaste geralmente manual. pois aumentam o valor agregado da madeira. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A região do Vale do Ribeira apresenta um grande potencial para o plantio de eucalipto por estar próxima a grandes centros industriais como São Paulo.PLANTIO DE EUCALIPTO PALAvRAs-ChAvE Eucalipto. seu desenvolvimento para o corte varia de  à  anos e o desbaste é favorável durante este período. 0 .m ou x. fabricação de postes entre outras finalidades). Curitiba e Sorocaba. o espaçamento e variedade indicados. Destaca-se nesta região uma relativa concentração de industrias têxteis e de cimento que utilizam o carvão em seu processo industrial. Pensa em plantar uma densidade relativamente alta e após.x. A espécie de eucalipto mais indicada dependerá das condições do terreno. madeira. mas também poderá ser empregada na indústria madeireira de corte. engenharia florestal Quer saber se é viável o plantio de eucalipto na região do Vale do Ribeira. Para áreas encharcadas a espécie robusta se adapta melhor a estas condições.m. O espaçamento indicado usualmente para o plantio comercial é o de xm. ou seja. a desbastagem estimula o desenvolvimento da espessura do tronco possibilitando um maior valor de mercado para a madeira ( seu uso não se destinará somente à produção de lenha. no entanto se o objetivo da cultura é a obtenção de lenha pode-se usar um espaçamento menor como o de . desbastar uma e posteriormente até duas visando a exploração da madeira. lenha.

Acesso em: .ESPECIALISTAS / INSTITUIÇÕES: A ESALQ JR.br/esalqjrf/>.esalq. 00.embrapa. disponibiliza em seu site http://lcf.usp. EMBRAPA Florestas . de Ciências Florestais – ESALQ/USP E-mail: jlmgonca@esalq.usp. 00.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. José Leonardo de Moraes Gonçalves Dept. de fev.br Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia ESALQ Jr Florestal.br/>. Wladimir Barbieri Junior e Matheus Felipe Zonete NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de fev. alguns projetos realizados que possibilitam respostas às dúvidas mais freqüentes do pequeno produtor Prof. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA INDICAÇõEs .cnpf.br/esalqjrf/. Acesso em:  de fev. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://lcf.esalq.usp.

Estados Unidos. Chile. África do Sul. sendo que cerca de 0 encontram-se distribuídas por países com climas e solos bastante diferenciados como os encontrados no Brasil. De acordo com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). custos de produção do eucalipto. Seu gênero é representado por mais de 00 espécies. Itália. temos a maior área plantada de eucaliptos do mundo (mais de  milhões de hectares). de  . produção de madeira. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O eucalipto é uma espécie florestal oriunda da Austrália e Indonésia. % das exportações e geram aproximadamente 0 mil empregos. Saber qual o custo por hectare de uma lavoura de eucalipto. celulose e demais derivados representam % do nosso PIB. insumo para a produção de celulose e papel. Essa disseminação deve-se às vantagens que o eucalipto oferece quando comparado com outras essências florestais: gênero de rápido crescimento. Marrocos e Israel. facilidade de aclimatação e potencial para usos múltiplos como: produção de lenha. papel e carvão para siderúrgicas.PLANTIO DE EUCALIPTO CUsTO DA PRODUÇÃO PALAvRAs-ChAvE Eucalipto. cobertura do solo de áreas inclinadas para combate da erosão. milhões de toneladas por ano) e alcançamos o maior índice médio de produtividade (0m por hectare ao ano). Portugal. o eucalipto brasileiro se destina basicamente à produção de celulose e papel e ao carvão que abastece as siderúrgicas. somos o maior produtor mundial da celulose (cerca de . madeira. Madagascar. As indústrias brasileiras que usam o eucalipto como matéria-prima para a produção de papel. alta capacidade de rebrota. Espanha. reflorestamento. Argentina. Hoje. Além da produção de celulose. entre outras utilizações.

postes e mastros para barcos. são produzidos diferentes tipos de tecido sintético e cápsulas de remédios. preparo do solo. que envolve tudo que for gasto do segundo ano até a período que precede a corta dos eucaliptos. pode ser subdividido em custo plantio. da topografia do terreno. Dele também se obtém o óleo essencial em produtos de limpeza. até de fatores econômicos ligados ao processo produtivo do mesmo. combate de plantas invasoras. perfumes e remédios. combate de formigas. Também o custo de produção. Esse último pode ser subdividido em custo de corte e custo de transporte.  AgriculturA e PecuáriA onde se extrai a celulose. mão-de-obra e maquinários aplicados no processo de plantio. transporte. alimentícios. que estão ligados direta ou indiretamente à determinação dos custos. na comercialização e margens de lucro desse insumo. Segundo o Prof. conseqüentemente. pode-se dividir os custos relativos ao cultivo comercial de eucalipto em custo de produção e custos de comercialização. o eucalipto tem sido foco de vários estudos. que acabaram por gerar importantes modificações e inovações. Um exemplo desses estudos são sobre melhoramento genético tradicional e clonagem. A madeira é utilizada na produção de móveis. entre outros fatores. por gastos com mudas. O custo médio de plantio é calculado em 000 reais por hectare plantado. Dado isso. que envolve tudo que se gasta no primeiro ano com a lavoura e custo de manutenção. Vale ressaltar que esse custo pode variar dependendo da região. com respectivas considerações sobre as variações possíveis destes. nos custos de produção e. mão-de-obra. Sem falar do mel de alta qualidade produzido a partir do pólen de suas flores. pisos.Sobre os custos é importante destacar que. gastos com insumos. Sendo que serão apresentados a seguir custos médios relativos à produção e comercialização do eucalipto. do espaçamento entre as mudas. que refletem diretamente na produtividade. Esse custo e composto. basicamente... que vão desde estudos sobre a sua fisiologia. do tipo e da situação do solo. tempo de maturação para corte. dado o atual contexto do conhecimento cientifico sobre fatores referentes ao eucalipto. que representa um terço do custo total do cultivo comercial de eucalipto. os aspectos relacionados a eles variam de acordo com a área plantada. acabamentos refinados da construção civil. Dr José Leonardo de Moraes Gonçalves. adubação. .

Também tem–se um estudo feito pela empresa Junior da ESALQ/USP. mais informações sobre custo você pode encontrá-las na tese: Qualidade. O custo médio de transporte por hectare do eucalipto plantado. detalhado e exato dos custos referentes ao cultivo e comercialização de uma lavoura de eucalipto. Esse custo é composto basicamente de gasto no combate de formigas. Dissertação de Mestrado. é de 0 reais. G. Professor Doutor do departamento de engenharia florestal da ESALQ/USP. usp.br/esalqjrf/resumo_rev%20do%20eucalipto. REFERêNCIAs GONÇALVES. e que pode ser negociado junto à empresa Junior da ESALQ Telefone: (9) -. Estudo esse que tem como titulo: Viabilidade Econômica do Plantio Comercial do Eucalipto. vale ressaltar que esse custo pode variar. é aconselhável que se busque ajuda de um engenheiro florestal. pode ser calculado em 0 reais. devido á topografia do terreno. que isso calculo de custos se torna possível. Piracicaba 00. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Univer . Desempenho Operacional e Custo de Plantio.esalq. José Leonardo de Moraes. que representa um terço do custo total. da distancia a ser transportada. principalmente. Desempenho Operacional e Custo de Plantio. No entanto é claro que ele terá seu valor real na dependência.O custo médio de manutenção pode variar entre 00 a 00 reais por hectare. Manual e Mecanizado de eucalipytus grandis Implantado com Cultivo Mínimo do Solo. Qualidade. FESSEL. cuja resumo está no endereço eletrônico da Esalq Junior Florestal que é: www. p. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para que seja feito um plano específico.htm . Já o custo médio de corte por hectare. cujas referências encontram-se abaixo. Victor A. que também represente um terço do custo total. pois só a partir do contato direto do profissional com o local a ser cultivado. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo. principalmente. Finalmente.lcf. Manual e Mecanizado de eucalipytus grandis Implantado com Cultivo Mínimo do Solo.

Disponível em: <http://www. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jun. Disponível em: <http://www.pdf>. Acesso em:  de jun. Sumário do Plano de Manejo Florestal da Aracruz Celulose S/A. Projeto da Empresa Junior da engenharia florestal da ESALQ: Esalq Junior Florestal.Ministério da Ciência e Tecnologia.teses. Acesso em:  de jun.usp. Disponível em: <http://lcf.br/especial/genolyptus4. 00. 00. Viabilidade Econômica do Plantio Comercial do Eucalipto.com.esalq. Acesso em:  de jun.br/teses/disponiveis/11/11150/tde-15082003-150926/publico/vitor.br/pt/ambiente/amb_manejo. . Especial Projeto Genolyptos. 00.br/esalqjrf/>.usp.gov.mct. Acesso em:  de jun. Disponível em: <http://www. Brasil: Campeão do Eucalipto.htm>. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA sidade de São Paulo.aracruz. 00.pdf>.

para alimentação humana graças ao seu alto valor nutritivo. Na ausência de inoculação. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Grão-de-bico (Cicer Arietinum L. No sulco de semeadura. apresenta extensa variação na forma. época de semeadura: março a abril. indicada para cultivos de outono e inverno. aplicar até 0 kg/ha de PO e 0 kg/ha de KO conforme análise do solo. em cobertura. principalmente. a calagem deverá elevar o índice de saturação por bases a 0%.) Descrição: Espécie arbustiva. Espaçamento e densidade de semeadura: entre linhas: 0 cm. tamanho e coloração dos grãos. densidade: - sementes por metro linear. Controle de plantas daninhas: se necessários.  a  cultivos mecânicos até 0 dias após a semeadura. à diversidade de emprego culinário e ampla aceitação em nosso meio. anual. Sementes necessárias: 0 a 90 kg/ha.  . ou herbicidas adequados. Qual é a época de plantio. Cultivares: IAC-Marrocos e CNH-.PLANTIO DE GRÃO DE BICO E LENTILhA PALAvRAs-ChAvE Plantio de grão-de-bico e lentilhas Obter informações sobre o plantio de grão-de-bico e lentilhas. É recomendada. Quando recomendada. se não houver disponibilidade de Rhizobium específico para submeter as sementes à inoculação. adubação e quais os fornecedores de sementes. Calagem e adubação: utilizar corretivos e fertilizantes conforme resultados da análise do solo. aplicar 0 kg/ha de N. entre 0 e 0 dias após a semeadura. tolerante à seca.

. Elaine Bahia Wutke. herbácea. introduzida da Argentina. Seu ciclo é em torno de 0 dias. com 0 a 0 cm de altura. Sua farinha pode ser utilizada no preparo de pratos culinários árabes. Autores Nelson Raimundo Braga (). estando as vagens secas.00 kg/ha de sementes (com irrigação). tem bom potencial para cultivo sob irrigação. Sua planta é bem ramificada. materiais precoces apresentam ciclo de 0 a 0 dias. arrancar ou cortar as plantas para as operações de batedura e trilhagem para remoção dos grãos.  AgriculturA e PecuáriA Colheita: aos 0 a 0 dias após a semeadura. ou colheita mecânica em caso de maturação homogênea. têm alto valor nutritivo e sabor agradável. típica de clima temperado quente e tolerante a períodos de seca. No começo do século foi bastante cultivada no Rio Grande do Sul por imigrantes espanhóis. e no Brasil é mais usada na forma de sopa ou de caldo.Produtividade normal: . no Brasil Central. Cultivares: No Brasil. época de semeadura: abril a junho no Sul do País e abril a maio no Brasil Central. e a cultivar Precoz. o tipo macrosperma (cotilédones amarelos e sementes graúdas) é o preferido.00 a . podendo ser usada na alimentação humana. como adubo verde e forragem. Observação: Excesso de água induz crescimento vegetativo com redução na produção de grãos. ereta.00 kg/ha de sementes (sem irrigação) e . incluindo-se aqui sua palha. Eduardo Antonio Bulisani () Fonte: Boletim 00 Lentilha (Lens Esculenta Moench. Espaçamento e densidade de semeadura: 0 a 0 cm entre as linhas e 0 sementes por metro linear. Edmilson José Ambrosano (). acompanhando o arroz. alemães e italianos. Suas sementes são de fácil cozimento e digestão.) Descrição: Planta anual. Quantidade de sementes: 0 a 0 kg/ha.

Pode-se observar elevada incidência de acamamento das plantas devido à ação do vento e da chuva.Taguatinga – DF Tel: () - / () 99-9 e-mail: luiga@ig. Santa Tecla. Colheita: manual (arranquio das plantas para secagem e posterior trilhagem com mangual ou vara) ou com trilhadora. Aplicar na semeadura  kg/ha de nitrogênio. elevar o índice de saturação por bases a 0%. Produtividade: 00 a . e fungos de solo (Rhizoctonia solani.00 kg/ha. mosaico.br  INDICAÇõEs: .com.br HORTEC (RS) End: Av.Calagem e adubação: de acordo com a análise de solo. Não há produtos registrados para o controle até junho/9. tripes e brocas-das-axilas. ferrugem. vaquinhas. Nº 0 . mancha de Ascochyta. míldio. Controle de pragas e doenças: podem ocorrer as doenças antracnose. Autores Elaine Bahia Wutke (). Sclerotium rolfsii e Fusarium oxysporum).Monte Mor –SP Tel: (9) 9-0 / (9) 9- site: http://www.com. e as pragas: percevejos.br Agrocinco . pulgões.hortec.Bairro: Centro 90-000 . 0 kg/ha de PO e 0 kg/ha de KO. 00 9-00 – Bagé – RS Tel: () -00 / () - site: http://www. Edmilson José Ambrosano () Fonte: Boletim 00 FORNECEDORES: Relação de fornecedores de sementes enviadas pela Embrapa – Hortaliças Agrocinco .agrocinco.SP End: Av. Roque Presta.com.

Rodrigues.br e-mail: sakama@sanet. .br e-mail: ayrton. Gilberto Pozzan . SP Tel: (9) -00 / Fax: (9) -00 Site: http://www.horticeres.com. Philuvio C.junior@svseeds.com.com.tulio.com. SP Tel: (9) -0 / Fax: (9) - Site: http://www.com. 0 00-0 – São Paulo.br Contato: Sr.br TOPSEED/AGRISTAR End: Rd.C. SP Tel: () -0 / Fax: () - Site: http://www.br Contato: Sr.com.br e-mail(s): cal@agristar.rodrigues@svseeds.  Condomínio Ed. Conj.  0-0 – Campinas.br e-mail(s): marcio. Riachuelo. Cristina Almeida EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: 9 AgriculturA e PecuáriA e-mail: hortec@alternet.com.com. Riachuelo – Bairro: Bosque . 9 -000 .br SVS do Brasil/ASGROW do Brasil Sementes Ltda End: Rua Sampainho.br SEMENTES SAKAMA End: Av.br adangelo@agristar.  Caixa Postal  Bairro Cambuí 0-00 – Campinas.com.Itaipava.com. Alexandre Dante e Sra.P.br asgrow@asgrow.HORTICERES End: Av.nascimento@svseeds.sakama.asgrow. Imperatriz Leopoldina.com.com. RJ Tel: () -00 Fax: () -0 Site: http://www.br marcia.petoseed.

CEP: 09-90 Tel: () -9000 Fax: () - Site: http://www.br/~esalqjrc/consultoria/historico.embrapa. bem como com a Embrapa – Hortaliças. Carlos Botelho.gov. Barão de Itapura nº  .br/index.Sala 0 - Piracicaba – SP Tel / Fax: (9) 9-99 Site: http://www.shtml>. entrar em contato com os especialistas supracitados. Brasília/Anápolis .br/portugues/index.embrapa.usp.seednews.Campinas.gov.gov./9 e-mail: ebwutke@iac.inf. 00. Acesso em 0 de jun. Elaine Bahia Wutke e Dr.ciagri.:(9) .br Empresa Brasileira de Agropecuária – Embrapa Hortaliças Centro Nacional de Pesquisa de Hortaliças End: Km 09 da BR-00 Rod.html e-mail: esalqjrc@esalq.php# e-mail: sac@cnph.br ESALQ Jr Consultoria – ESALQ/USP Av. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Seed News Revista Internacional de Sementes.Instituto Agronômico de Campinas – IAC End: Av.SP Tel:(9) - Site: http://www. Nelson Raimundo Braga Contatos: tel.Centro de Grãos e Fibras Especialistas: Dra.br e braganr@iac. Outra recomendação é entrar em contato com a empresa Jr da Esalq (Escola Superior de Agronomia “Luiz de Queiros” – USP). 0 .iac.Caixa Postal  00-90 .br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Entrar em contato com os fornecedores de sementes.br IAC .sp.usp. 0 . e em caso de dúvida.sp.sp. Disponível em: <http:// www.cnph. que presta consultoria e auxílio para empreendedores que queiram iniciar um negócio na área da agropecuária.

Rodrigo Ravani Gurgel NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jun.asp?d=/edic/182/gr_responde1.globo. Disponível em: <http://globorural. É possível plantar lentilha no Centro-Oeste do Brasil?.Globo Rural.htm>. Acesso em 0 de jun. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA . 00.com/barra.

Geralmente. sendo exigidos critérios específicos em relação à formação dos porta-enxertos e das mudas propriamente ditas. a produção de porta-enxertos tem sido realizada no mesmo telado utilizado para a produção das mudas. produção de mudas de limão Informações sobre como produzir mudas de limão. a partir de sementes de plantas-matrizes ou de sementeiras registradas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Seguem-se abaixo os procedimentos desenvolvidos pela EMBRAPA Clima Temperado para a produção de mudas certificadas de gêneros cítricos. Os porta-enxertos podem ser adquiridos em tubetes prontos para o transplantio em embalagens definitivas. Formação De Porta-enxertos Em se tratando de mudas certificadas. ou ser produzidos no próprio viveiro. limão. podendo ser cultivadas em condições de campo. o viveirista deve obter um documento que comprove a procedência do material. os viveiristas têm optado por produzir seus próprios porta-enxertos. Normalmente. dentre os quais está incluído o limão. assim como de uma série de outras fruteiras. As mudas de citros. Visando uniformizar os tratos culturais e utilizar condições de temperatura e de umidade mais favoráveis à germinação e ao desenvolvi-  . especificando a origem. Nos casos de compra. Este documento deve ser uma nota fiscal ou fatura. As matrizes devem apresentar características genéticas e sanitárias bem definidas. variedade e quantidade de porta-enxertos adquiridos. são compostas pela combinação de uma variedade porta-enxerto com uma variedade copa.PLANTIO DE LIMÃO PALAvRAs-ChAvE Mudas. os porta-enxertos devem ser produzidos no interior de ambiente protegido.

e por proporcionarem uma melhor circulação de ar entre as plântulas (Joaquim. o que atrasa a formação das mudas e o início da produção de frutos. 99). 99). embora apresente menor vigor em relação a outras variedades. Nesse tipo de recipiente. tangerina ‘Sunki’. em forma cônica. tangelo ‘Orlando’. . como o limão ‘Cravo’. havendo a morte do meristema da raiz pivotante com conseqüente emissão de raízes secundárias. Recipientes para semeadura Os porta-enxertos podem ser semeados em tubetes plásticos. limão ‘Volkameriano’. a laranja ‘Azeda’ somente deve ser utilizada como porta-enxerto de limões verdadeiros. O porta-enxerto mais utilizado no Rio Grande do Sul é o ‘Trifoliata’. citrange ‘Troyer’. Os tubetes devem ser dispostos em bandejas plásticas perfuradas. Futuramente. citrumelo ‘Swingle ()’. Os tubetes de 0 cm. permitindo a distribuição das plântulas em lotes homogêneos. limão ‘Cravo’. como o hipoclorito de sódio a % (Feichtenberger. as raízes crescem em direção ao orifício basal. principalmente por sua tolerância ao frio. fixados sobre mourões de madeira ou cimento (Carvalho. citrange ‘Carrizo’ e laranja ‘Azeda’ (Secretaria da Agricultura e Abastecimento.variedades de porta-enxerto recomendadas Os porta-enxertos inicialmente eleitos para o Estado do Rio Grande do Sul foram: Poncirus trifoliata. são os recipientes mais recomendados pela facilidade de manipulação. laranja ‘Caipira’. Segundo essas normas. com esticadores ou telas metálicas galvanizadas. as quais devem ser mantidas suspensas sobre cabos. 99). tangerina ‘Cleópatra’. com quatro a seis estrias longitudinais. 99). substratos para semeadura O substrato deve apresentar propriedades físicas e químicas ade AgriculturA e PecuáriA mento inicial das plântulas. novas variedades poderão ser recomendadas à medida que sejam aprovadas em ensaios experimentais. bandejas ou embalagens definitivas. alguns viveiristas têm produzido os porta-enxertos em telados separados das mudas enxertadas. os tubetes e as bandejas devem ser desinfectados via tratamento térmico ou com produtos químicos. Após o uso.

perlita. Cada substrato exige um manejo diferente. Conhecendo as propriedades de um substrato ideal. obrigatoriamente. palha de arroz. A maioria dos viveiros de citros tem utilizado substratos comerciais constituídos de casca de pinos. Rosellinea sp. com fumigantes. bagacilho de cana. 99. recomenda-se que seja realizada a análise de fertilidade do substrato. o qual. e Sclerotinia sp. tem que apresentar lotes uniformes.. A desinfecção química. O substrato deve ser leve para facilitar o manuseio e o transporte. Por isso. 99). não conter componentes de fácil decomposição. Rhizoctonia solani. e a térmica. seguida de correção quími . e Tylenchulus semipenetrans.. 999). Antes da distribuição nos recipientes.quadas para o desenvolvimento das plantas. Segundo as normas e padrões da Secretaria da Agricultura e Abastecimento (99). é muito importante trabalhar com um mesmo substrato.. drenagem e capacidade de retenção de água. húmus ou turfa (Joaquim. não conter sementes ou propágulos de plantas daninhas. A desinfestação desses componentes pode ser feita por solarização em coletor solar ou em sacos plásticos transparentes. serragem. areia e esterco curtido. em função de propriedades específicas. Graf. o viveirista pode optar pela produção própria ou aquisição junto a empresas especializadas. e dos nematodos Meloidogyne spp. ser suficientemente consistente para fixar as plantas. possuir composição uniforme para facilitar o manejo das plantas e apresentar um custo compatível com a atividade. o substrato deve estar isento dos fungos Armillaria sp. desde a fertilização até a irrigação. apresentar boa porosidade. vermiculita. Os principais componentes utilizados pelos viveiristas para a produção própria de substrato são: terra tratada. argila expandida. Pratylenchus spp. isento de patógenos de solo. por autoclavagem (0-0ºC) não são recomendadas por prejudicarem o desenvolvimento da microflora benéfica do substrato (Feichtenberger. sendo as físicas determinantes por serem de difícil correção. devendo ser analisado em laboratório credenciado pela Entidade Certificadora e Fiscalizadora do Estado. o custo e a facilidade de obtenção. analisando sempre a qualidade. Phytophthora spp.

desidratação. por meio de irrigação em excesso. semeadura Primeiramente. de forma a não descobrir as sementes. A água de irrigação deve ser tratada com cloro ativo ou ser proveniente de poço artesiano. normalmente é necessário acrescentar nitrogênio. deve-se avaliar a presença e a quantidade de sais. Deve-se tomar cuidado para não utilizar uma concentração excessiva de cloro. No caso da utilização de água de poço artesiano. fósforo e cálcio ao substrato. Nessa concentração ocorre a inativação dos zoósporos de Phytophthora (Feichtenberger. recomenda-se a adição de cloro na concentração de  a  ppm (Carvalho. A correção do nível de sais pode ser feita lixiviando-os. as sementes devem ser submetidas a um tratamento térmico a ºC por 0 minutos (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. . a irrigação deve ser feita manualmente ou por meio de aspersores. por meio de formulações de liberação lenta. Irrigação Durante a germinação e o desenvolvimento inicial dos porta-enxertos. acelerar e uniformizar a germinação. 99). o que pode causar toxidez às plantas. embora seja uma atividade bastante trabalhosa (Graf. dependendo da variedade e da porcentagem de germinação do lote de sementes. até mesmo. a morte de plantas (Joaquim. Alguns viveiristas têm retirado o tegumento externo das sementes com a finalidade de melhorar a sanidade. 999). redução do crescimento.A salinização do substrato é um dos problemas mais freqüentes no cultivo de plantas em recipientes. ou semanalmente. enquanto que os demais nutrientes podem ser aplicados em cobertura. 99). 99). e. deve-se tomar bastante cuidado com a aplicação de fertilizantes em excesso. Nessa fase. No caso de tratamento da água. Pode-se utilizar a profundidade de  a  cm. Por isso. A semeadura pode ser feita utilizando-se de  a  sementes por tubete. via fertirrigação. A toxidez por sais provoca necrose de folhas. Esta é essencial para maximizar o desenvolvimento das plantas.  AgriculturA e PecuáriA ca. 99). O fósforo deve ser adicionado antes da semeadura.

Normalmente. também chamados de sacolas plásticas. evitando o seu enovelamento. 99. inclusive aqueles decorrentes do processo de produção das próprias mudas. Porém. principalmente se houver atraso no plantio das mudas (Carvalho. Com relação ao substrato. 99). porém são reutilizáveis. Os vasos de plástico rígido apresentam um custo maior do que os de polietileno. Os recipientes de polietileno. Os portaenxertos devem ser conduzidos em haste única. normalmente aos 0-0 dias da semeadura (Graf. como os tubetes. não havendo necessidade de retorno. apresentam um custo menor.Condução dos porta-enxertos A área do viveiro deve ser livre de detritos vegetais. Os vasos de plástico rígido são comercialmente denominados de citrovasos ou citropotes. influindo na formação e na configuração das raízes. 999). as plantas atípicas e de crescimento debilitado apresentam natureza híbrida. A taxa de ocorrência destes híbridos depende da espécie do porta-enxerto. sendo inversamente proporcional a sua taxa de poliembrionia. para direcionar o crescimento das raízes para o fundo do recipiente. A suspensão dos vasos em bancadas é essencial para esse comportamento das raízes. Possuem a vantagem de apresentar estrias longitudinais. No caso de mudas de citros. valem as mesmas observações efetuadas na fase de semeadura e de desenvolvimento inicial dos porta-enxertos. podem rasgar com certa facilidade e estão sujeitos à ocorrência de enovelamento de raízes. 999). Recipiente definitivo O recipiente definitivo das mudas deve apresentar dimensões mínimas de 0 cm de largura por 0 cm de altura (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. Transplantio Dependendo da variedade e das condições de cultivo. as plantas de cada variedade devem ser separadas em lotes mais homogêneos. Para facilitar o manejo. não ocupam espaço quando vazios e são descartáveis. realização de lavagens e riscos de contaminação com patógenos de outras áreas. Graf. os recipientes podem ser de plástico rígido ou de polietileno. devido às superfícies lisas do recipiente. sendo realizada desbrota semanal. os porta-en . devendo ser eliminadas. Esse recipiente desempenha um papel determinante no desenvolvimento do sistema radicular das mudas.

os porta-enxertos estão aptos para a enxertia  a  meses após o transplantio. após  a  meses de cultivo. cultivadas em ambiente protegido e inspecionadas. contendo borbulhas maduras. Trata-se de ramos desfolhados de aproximadamente 0 a 0 cm. As borbulhas são fornecidas em ramos chamados de porta-borbulhas.Por ocasião do transplantio. Esta operação deve ser realizada no dia da enxertia. principalmente clorose variegada dos citros. A enxertia deve ser feita por borbulhia. O transplantio das plantas deve ser feito com o torrão. . em ‘T’ normal ou invertido. Somente para os limões verdadeiros e para a lima ácida ‘Tahiti’. o que diminui o vigor dos porta-enxertos. estando aptos a serem transplantados para os recipientes definitivos. com relação a mutações e à sanidade. que pode ser uma nota fiscal ou fatura. a cultivar e a quantidade de material adquirido. Para a enxertia. devem ser retiradas as folhas e os espinhos até 0 cm do colo do porta-enxerto. sendo fixada com fita plástica normal ou degradável (fitilho). que especifique a origem. deve-se evitar o enrolamento de raízes na região do colo das plantas.  AgriculturA e PecuáriA xertos apresentam 0 a  cm de altura. Para a produção de mudas certificadas. O viveirista deve possuir um comprovante de origem das borbulhas. de forma a não lesionar o sistema radicular. a altura da enxertia deve ser entre 0 e 0 cm (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. Formação De Mudas Enxertia Dependendo da variedade e condições de cultivo. onde será completada a formação das mudas. pois se feita anteriormente dificulta o desprendimento da casca. as borbulhas devem ser obtidas de plantas matrizes ou de borbulheiras registradas. a espécie. periodicamente. O aumento progressivo da irrigação nos dias que antecedem a enxertia é recomendado para melhorar o desprendimento da casca. tristeza e outras viroses (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. 99). cancro cítrico. evitando a interrupção do crescimento dos porta-enxertos. 99). A enxertia deve ser realizada a uma altura de 0 a 0 cm a partir do colo da planta para a maioria das variedades.

pulverizações com combinações de produtos de ação inseticida. Controle de pragas e de doenças O manejo de pragas e de doenças deve ser preventivo e rigoroso. e a aplicação foliar de nitrogênio. ramos e folhas e a lavagem de defensivos. De uma forma geral. pulgões. Deve-se realizar. cochonilhas e insetos adultos de minador pela própria porta do telado. fungos e ácaros podem entrar pelos orifícios da tela e algumas espécies de cigarrinhas. alternando os princípios ativos para evitar a proliferação de patógenos e de pragas resistentes (Graf. Por isso. evitando prejuízos à qualidade e ao desenvolvimento das mudas. manganês. além de possibilitar a adição de fertilizantes solúveis. No entanto. além das pulverizações preventivas. para uma adubação equilibrada.Adubação e irrigação A formulação dos adubos e a freqüência de adubação varia em função da variedade e da composição do substrato. de  mm². acaricida e fungicida. vaso a vaso. procedendo-se as correções em cobertura. na proporção de  a  g por planta. 999). boro e ferro. é vantajosa para a produção de mudas sadias. por evitar a umidade excessiva no tronco. zinco. O uso de armadilhas amarelas com cola adesiva na antecâmara e no  . quinzenalmente. via água de irrigação ou da forma convencional. Porém. A irrigação pode ser feita manualmente. nitrocálcio ou de fosfato monoamônico. juntamente com os tratamentos fitossanitários. quinzenalmente. um controle químico adicional com produtos específicos para a praga ou patógeno encontrado. por aspersão ou de forma localizada em cada recipiente. recomenda-se o monitoramento do estado nutricional das plantas por meio de análise foliar e do substrato. de acordo com a necessidade de nutrientes. As desvantagens desse sistema referem-se ao maior custo e ao encharcamento de alguns recipientes devido ao consumo diferenciado de água pelas plantas em diferentes fases de desenvolvimento e em função da espécie de porta-enxerto. A tela citros. procedendo-se. via água de irrigação. o viveiro deve ser inspecionado permanentemente. controla a entrada da maioria dos insetospraga e vetores de doenças. de nitrato de potássio. caso necessário. Carvalho (99) recomenda a aplicação semanal. A irrigação localizada por gotejo.

pode ser feito o encurvamento do porta-enxerto.  dias antes da expedição das mudas (Sempionato et al. com aplicação de tinta na região abaixo e acima do ponto de enxertia (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral. para evitar lesões no sistema radicular das mudas no momento em que é introduzido no substrato. O tutor deve ser fino. firme e estreito. as plantas teriam que permanecer por mais tempo nos recipientes. utilizando o porta-enxerto limão ‘Cravo’. 99). o que poderia provocar enovelamento do sistema radicular. O tutoramento pode ser feito com matéria galvanizado ou não. consiste em proceder o corte do porta-enxerto  cm acima da enxertia. Desta forma. Para tanto. recomendase a utilização de um código de cores para as variedades copa e porta-enxerto. Nas condições climáticas do Estado de São Paulo. no momento da retirada do fitilho.Condução do enxerto e formação da muda A remoção do fitilho não degradável deve ser realizada  a 0 dias após a enxertia. A haste principal da muda vareta deve ser podada a 0-0 cm de altura para as tangerinas. sendo chamadas de muda vareta. Para forçar a brotação. pavio ou palito. Caso este não ocorra. que são atraídas por essa coloração. . segurando com uma das mãos a 0 cm acima do enxerto e curvando com a outra a parte superior da planta até prender na base da muda. a muda de haste única fica pronta para o plantio em aproximadamente  meses após a semeadura (Carvalho. principalmente de cigarrinhas. as mudas são produzidas e comercializadas em haste única. Uma única brotação deve ser conduzida de forma tutorada até o amadurecimento do ramo. A região do corte deve ser tratada com pasta cúprica. cinco dias após o corte do fitilho. Para facilitar a identificação e evitar a troca de materiais. quando se verifica o pegamento. como no sistema tradicional em campo. Neste sistema de produção de mudas não são formadas “pernadas” ou ramos laterais.. O pedaço de ramo remanescente deve ser cortado. devendo apresentar tecido já amadurecido (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. 99). 9 AgriculturA e PecuáriA interior do telado é essencial para o monitoramento e controle de insetos. 0-0 cm para as laranjas e 0-0 cm para as limas ácidas e limões verdadeiros. medidos a partir do colo da planta. 99). pode-se enxertar novamente no lado oposto do caule. Outra técnica utilizada para forçar a brotação.

vírus. Pratylenchus spp. em virtude. das plantas daninhas Cyperus rotundus (tiririca) e Cynodon dactilon (grama seda) e dos vírus. principalmente. Xylella fastidiosa.99). fungos. produzidas em ambiente protegido. 99). e Armillaria sp.. as mudas tipo palito. dependendo do nível de climatização do telado. espera-se um atraso de - meses no processo de formação das mudas. citri. Sclerotinia sp. viróides e micoplasmas patogênicos aos citros (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. De forma geral. tolerando-se um desvio de no máximo  graus. muitas vezes inviabilizando a produção. Rhizoctonia solani. as mudas devem ser isentas desses organismos. nematodos. viróides e micoplasmas deve ser feito por laboratório credenciado. A idade máxima para o plantio é de  meses após a semeadura dos porta-enxertos para as mudas de haste única (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. Padrão de qualidade das mudas certificadas O enxerto e o porta-enxerto devem constituir uma haste única. cm e das demais espécies cítricas de 0. paredes e bancadas com hipoclorito de sódio a % ou formaldeído a % (Feichtenberger. Condenação de viveiros Determinados patógenos e plantas daninhas são extremamente danosos aos citros. As mudas certificadas das tangerinas devem apresentar um diâmetro mínimo de 0.. dos procariotos Xanthomonas campetris pv. deve-se realizar a desinfecção dos pisos. Este critério é fundamental para evitar o enovelamento das raízes. e Tylenchulus semipenetrans. apresentam um pegamento e vigor superior às mudas produzidas em viveiros a céu aberto. O diagnóstico de infecções por bactérias. Após a retirada de cada lote de mudas do viveiro. Por isso. 99). dos nematodos Meloidogyne spp.  cm acima do ponto de enxertia (Secretaria da Agricultura e Abastecimento.. Considerando a ocorrência de temperaturas médias menores no Rio Grande do Sul e o uso do porta-enxerto ‘Trifoliata’. 99). O viveiro deve ser condenado pela simples ocorrência em qualquer uma das mudas dos fungos Phytophthora spp. 99). 0 . ereta e vertical. cm. Candidatus liberobacter e Spiroplasma citri. da qualidade do sistema radicular.

os viveiristas devem realizar um controle próprio para aprimorar a qualidade das mudas.  AgriculturA e PecuáriA As mudas devem apresentar sistema radicular bem desenvolvido. devendo permanecer protegidas do ataque de insetos vetores em áreas de incidência de CVC e de tristeza (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. podendo ser comercializadas. É aconselhável a realização de inspeções visuais e de análises laboratoriais periódicas para os principais patógenos durante todo o processo de produção. para que. e das análises laboratoriais. nas quais devem constar o nome e o número de registro do produtor. poderão ser comercializadas como “Mudas Fora de Padrão Morfológico”. Estes devem ser preferencialmente fechados ou cobertos com tela com malha inferior a  mm. Controle de qualidade durante o processo de produção das mudas Independentemente das inspeções oficiais. mas que se enquadrarem nos demais padrões de qualidade. As mudas devem receber etiquetas. sem raízes enoveladas. pós-enxertia e de liberação. 99). com raiz principal reta com pelo menos 0 cm de comprimento. em bancadas com altura mínima de 0 cm do solo. o endereço do viveiro e a identificação das variedades porta-enxerto e copa utilizadas. As mudas não devem apresentar ramos quebrados ou lascados. pós-transplantio. Os caminhões utilizados para o transporte das mudas devem ser lavados e desinfectados com amônia quaternária antes do carregamento. por um período não superior a  dias. as mudas produzidas para certificação que não atenderem os padrões morfológicos. no caso de ser encontrado algum patógeno. Segundo a Secretaria da Agricultura e Abastecimento (99). Armazenamento e transporte As mudas certificadas poderão ser armazenadas fora do viveiro. o lote seja eliminado antes do final do ciclo e de forma a não contaminar os demais. . retorcidas ou quebradas. a muda ou lote de mudas aprovados pela entidade certificadora receberão as etiquetas e o certificado de garantia.Após o recebimento de parecer favorável nas inspeções de pós-semeadura.

deve-se amostrar pelo menos 0 mudas por lote de mil plantas. “Mudas de Citros”.cnptia. EMBRAPA Clima Temprerado.br/FontesHTML/Citros/MudasdeCitros/cap03. Carlos A. Deve-se retirar uma folha por muda. deve-se coletar amostras do substrato. Caso seja detectado algum patógeno. Acesso em:  de nov. que será utilizado no enchimento dos recipientes definitivos. cap : “Etapas da produção de mudas de citros”. Durante a coleta das amostras. devendo o equipamento amostrador ser desinfestado com álcool hidratado a cada mudança de lote. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de nov. A realização de testes para o cancro cítrico e para a mancha-preta em laboratórios credenciados também é recomendada (Borges et al. REFERêNCIAs OLIVEIRA. Na primeira. coletando-se. 00  .Para o diagnóstico de patógenos do gênero Phytophthora e de nematóides nocivos aos citros.. sendo escolhidas as folhas maduras de coloração verde-oliva. pode-se utilizar amostradores semelhantes aos utilizados para a amostragem de sementes ou de solo. caso deseje maior segurança. antes do transplantio dos porta-enxertos. no mínimo. O viveirista também pode realizar amostragens intermediárias. 0 dias antes da expedição das mudas. porém de tamanho menor. devem ser amostrados lotes de mil plantas. Disponível em:<http://sistemasdeproducao. Roberto Pedroso de et al. de A. causadora da clorose variegada dos citros. 00. Para isto. 0 folhas de cada lote. deve-se evitar lesões nas radicelas. deve-se coletar amostras de substrato e radicelas a uma profundidade de 0 cm do colo das plantas. escolhidas aleatoriamente dentro do lote. Para o diagnóstico da bactéria Xylella fastidiosa. Esta amostragem deve ser realizada somente na fase final de produção das mudas. evitando os custos de enchimento dos recipientes definitivos.embrapa. o lote de substrato ou de porta-enxertos deve ser eliminado. 000). e amostras de substrato e de radicelas dos tubetes onde se encontram os porta-enxertos prontos para transplantio. As amostras devem ser retiradas em fases distintas de desenvolvimento das mudas. Na fase final. V.htm>.

que pode ter. o que conduz a uma demanda razoável por elementos essenciais. potássio. para que a adubação e a calagem sejam a melhor possível. obtendo-se óleo tipo standard límpido. cálcio e magnésio. extração de óleo PALAvRAs-ChAvE Obter informações gerais sobre produção de óleo de mamona. a quente. no máximo. Além disso.() Praticamente toda a produção da mamona é industrializada.% de impurezas e umidade. Para uma produtividade de 000 kg/ha de sementes ela retira do solo as seguintes quantidades de nutrientes: 0 kg de nitrogênio (N). Por isso seu cultivo deve ser feito em solos com boa fertilidade natural ou com suprimento de fertilizantes orgânicos ou minerais para produzir bem. brilhante.  kg de pentóxido de fósforo (PO). obtendo-se como produto principal o óleo e como subproduto a torta de mamona.  kg de óxido de potássio (KO). de preferência.Mamona.  AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DE MAMONA – EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE MAMONA . sendo o ácido ricinoléico o seu maior componente. especialmente nitrogênio. depois de refinado. % de acidez e 0. O ideal é que se proceda à análise do solo antes do plantio. plantio. é um óleo bastante estável em variadas condições de pressão e temperatura. A mamoneira é uma planta exigente em nutrientes. desde o início do plantio até o produto final. Para a extração do óleo industrial utiliza-se a prensagem a frio ou. fósforo. tendo as sementes elevadas concentrações de óleo e proteínas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O óleo é o mais importante constituinte da semente de mamona.  kg de óxido de Cálcio (CaO) e 0 kg de óxido de magnésio (MgO). que tem grande capacidade de restauração de terras esgotadas. das sementes completas.

Funções dos Nutrientes na Mamoneira Nitrogênio: Elemento de suma importância . sendo participante do mecanismo de abertura e fechamento dos estômatos. é o mais abundante elemento na mamoneira. contudo. Essa recomendação. em espaçamentos mais adensados. Depois dos mega-elementos. não se aplica quando se planta cultivares de porte anão ou baixo. Chega às raízes da mamoneira por difusão. principalmente nos estados do Nordeste. Para um melhor aproveitamento da adubação. algumas recomendações encontradas são apresentadas abaixo. Potássio: Elemento essencial que ativa mais de 0 sistemas enzimáticos no metabolismo da mamoneira.Chega às raízes da mamoneira por difusão.  kg de P0 e  kg de K0 por hectare. deve-se dividir a quantidade total dos fertilizantes pelo número de covas/ha e assim colocar a quantidade por cova. plantas por hectare. principal região produtora. Carbono e Hidrogênio. ou quando se faz a adubação com máquinas. em função do espaçamento recomendado. é ativador de vários sistemas enzimáticos. responsável pela integridade das  . sendo parte integrante dos ácidos nucléicos ( RNA e DNA. com . no caso do pequeno produtor com o plantio manual e uso de cultivares de porte mais alto. recomenda-se a adubação com NPK na seguinte composição 0 kg de N. alem de reduzir a resistência a vários insetos. para a qual se usa o espaçamento de m x m. Contudo. pragas e fungos. e nos cerrados do Centro-Oeste.A adubação da mamoneira é pouco estudada no Brasil. aplicando-se 90 % dele cerca de dois meses após a germinação. Para o Estado de São Paulo. de uma maneira geral. como é o caso da BRS 9 Nordestina. que são supridos pela água (O e H) e pelo gás carbônico (CO) da atmosfera. Oxigênio. Fósforo: É um nutriente de vital importância para a mamoneira . Cálcio: Elemento participante da lamela média das células. Em excesso pode promover crescimento vegetativo exagerado e assim reduzir a produtividade. O nitrogênio deve ser parcelado. sendo participante da formação das proteínas e dos ácidos nucléicos. região onde a cultura é emergente.

com baixa capacidade de armazenamento de água. no sentido perpendicular ao escoamento das águas. A área deve ter altitude superior a 00m acima do nível do mar. Essa planta apresenta pequena habilidade de proteção ao solo. recomenda-se o plantio a uma profundidade de  a 0cm e. Esses aspectos permitem a exposição do solo aos agentes erosivos. solo e clima. para anos ou regiões com baixa probabilidade de chuvas. pelo menos. Para os primeiros. raios solares e ventos. requerem maior profundidade que os solos de textura pesada. quanto maior a capacidade de retenção de água do solo. menor a profundidade de plantio. de forma que.  AgriculturA e PecuáriA membranas celulares e de sua permeabilidade e da capacidade de seletividade. uma profundidade de  a cm. para anos ou regiões com freqüência normal de chuva. A temperatura da região deve ser superior a 0ºC e precipitação pluvial anual de 00 a 00mm. como chuva. Ela é cultivada em baixa densidade populacional. ativador de vários sistemas enzimáticos e participante ativo da molécula da clorofila junto com o nitrogênio. Os principais fatores ambientais a serem considerados na escolha da área são: altitude. a profundidade de semeadura deve ser de  a cm. portanto. de boa drenagem e não erodido.  a 0cm.Magnésio: Elemento vital. Solos de textura arenosa e. com topografia plana a suavemente ondulada. podendo também haver possibilidade de não emergência. Plantio O plantio da mamoneira deverá ser efetuado em curva de nível ou. e. O produtor deverá estar atento ao fato de que o plantio muito profundo pode produzir plantas menos vigorosas e com hipocótilo muito longo. para os outros. devido à incidência de fungos e bactérias. . apresenta baixo índice de área foliar e sua exploração exige eficiente controle de plantas daninhas do plantio até 0 dias após a emergência. profundo. O solo deve ser fértil. Escolha da Área O uso de área inadequada para o cultivo da mamoneira pode constituir-se num sério fator de degradação dos solos de uma região. relevo. Semelhante recomendação deve ser dada com relação à incidência de chuva. A profundidade de semeadura deverá fixar-se em função da capacidade de armazenamento de água do solo.

é uma das operações mais dispendiosas e que mais consomem mão-de-obra. 0mm de chuva. No caso da mamoneira. em especial os fatores hídricos. com excesso de umidade. plantas daninhas e à utilização do substrato ecológico. O plantio mecânico é recomendado para cultivares de sementes pequenas ou médias. Em regiões equatoriais. doenças. Esse método consiste em semear duas ou três sementes em covas previamente abertas. permitindo que a operação de colheita seja feita com um mínimo de repasses. pelo menos. Métodos de Plantio O plantio da mamoneira poderá ser efetuado manual ou mecanicamente. A mamoneira é tida como tolerante à seca. Tanto a ausência como o excesso de chuvas no período da floração podem reduzir a produtividade da planta. há uma correlação direta entre época de plantio e desempenho das lavouras.0m). O plantio manual é mais comum para cultivares com sementes de tamanhos médio e grande e em sistema de plantio consorciado. cujos espaçamentos entre plantas na fileira seja pequeno (0. Nas regiões tropicais. As cultivares Nordestina e Paraguaçu apresentam uniformidade na frutificação. em função da necessidade de se repetir o processo de colheita  a  vezes durante o ano. Dependendo da percentagem de germinação e do vigor das sementes. deixa-se cair três ou mais sementes por cova. Colheita A colheita da mamoneira . Há referências de bons rendimentos com chuvas de  a 00mm anuais (Weiss. de maneira que a floração ocorre num espaço de tempo ligeiramente curto e também são semi deiscentes. As operações de  . o cultivo da mamoneira na época das chuvas pode se tornar inviável devido a pragas e seria recomendado o seu cultivo na estação seca. há uma redução drástica de rendimento devido ao plantio tardio. o ideal recomendado é efetuar a semeadura no início da estação chuvosa após.época de Plantio A época de plantio está relacionada à incidência de pragas.0 a . dependendo da disponibilidade de implementos e das condições econômicas do produtor. Quando o índice de incidência de chuvas de uma região aproxima-se do mínimo exigido. 9). Gastam-se de  a kg/ha de sementes para se plantar um hectare. térmicos e luminosos que podem interferir na emergência e na produtividade da lavoura.

permitindo mecanizar-se totalmente o cultivo da mamona. A condução da lavoura dentro das técnicas recomendadas e o uso de variedades uniformes quanto ao porte de plantas. delas. consiste em se quebrar e/ou cortar os cachos pela base. para a colheita. com plantas de arquitetura compacta e perda parcial das folhas. tesoura ou podão. Os cachos assim colhidos são depositados em jacás. de forma que o cacho seja passado por entre os dentes do pente. . recomenda-se efetuar. num esquema de rotação de culturas com a soja precoce e. utilizando-se faca. esses híbridos tem sido cultivados em safrinha. No Brasil. para isto. especialmente a colheita. para evitar o transporte de um grande volume que não seja de frutos. deve-se usar pentes feitos de prego sem cabeça ou de pinos de ferro colocados na parte interna superior do depósito. indeiscentes.Quando colher Para evitar perdas nas variedades semi-deiscentes. canivete. o desprendimento dos frutos. Nessas máquinas as perdas aceitáveis deverão estar abaixo de %. como a BRS 9 (Nordestina) e a BRS  (Paraguaçu) recomenda-se que a colheita seja feita quando dois terços dos frutos do cacho estiverem secos. carroças ou reboques e transportados para o local de secagem (terreiro ou secador). na lavoura. secagem e beneficiamento dos frutos da mamoneira são extremamente importantes e. mediante algumas adaptações. cestos. de porte anão. em função da maturação progressiva dos cachos. se tem usado as mesmas máquinas de colher soja ou milho. diâmetro do fruto e maturidade são requisitos importantes para obter-se bom desem AgriculturA e PecuáriA colheita. onde a mão-de-obra é disponível e abundante e para as cultivares deiscentes e semideiscentes. completando a secagem no terreiro. através da exposição das bagas ao sol ou. pode depender a diferença de lucro ou prejuízo do produtor. Colheita mecânica: encontram-se disponíveis no Brasil variedades híbridas. Métodos de colheita Colheita manual: a colheita manual é indicada para pequenas e médias propriedades. de modo que os frutos se desprendam e caiam dentro do objeto de transporte. em secadores mecânicos. de baixo para cima. então. Quando a produção é grande. A operação deve se prolongar por três ou quatro etapas.

em terreiros cimentados ou de alvenaria. que vem sendo colhidos com máquinas destinadas à colheita de soja e milho adaptadas. uma vez que as perdas estão acima de %. quando secos. O mesmo procedimento deve ser adotado se houver ameaça de chuva. Para o dimensionamento do terreiro deve-se considerar uma área de aproximadamente 00m para a secagem da produção de ha de mamona. Descascamento Os frutos semideiscentes. para uniformizar a secagem e. Em lavouras tecnificadas. recomenda-se o uso de descascadores mecânicos. se abrem e não há necessidade de descascamento. colocados em camadas finas e uniformes de  a 0cm de espessura por um período de  a  dias. outra prática importante e usual é a desfolha das plantas através da aplicação de desfolhantes 0 a  dias antes da colheita.d. sendo que a utilização dessas colheitadeiras adaptadas não tem demonstrado eficiência nessa operação. a umidade ideal dos frutos é de 0%. quando acontece a deiscência das cápsulas. atualmente. onde a colheita e beneficiamento é toda manual. secagem A secagem dos frutos pode ser natural ou artificial. com o fim de obter-se um produto mais limpo. dotado de um mecanismo que contém dois discos metálicos superpostos e axialmente coincidentes.A temperatura ideal de secagem é de 0° a ° C. à tardinha. a natural é recomendada para pequenas produções e é feita expondo-se os frutos ao sol. Para o descascamento da produção de áreas maiores que 0ha e para cultivares indeiscentes.penho das máquinas na colheita. Para ambos os sistemas de secagem.) desenvolveram um protótipo descascador de mamona. Mialhe et al. (s. sendo um fixo e outro  . após o seu desprendimento do cacho. porém alguns frutos retém a casca. No Brasil. existem grandes plantios no cerrado. formando o que denominamos de “marinheiro” ou “dente de alho”. A secagem artificial é recomendada para produções em áreas superiores a 0ha e consiste na utilização de secador mecânico para a retirada da umidade dos frutos. Durante o dia recomenda-se fazer o revolvimento várias vezes. Esse é o procedimento mais usado nos estados do Nordeste. Esses frutos se abrem facilmente. quando secos. se forem batidos com varas. amontoá-los e cobri-los com lona plástica para evitar a umidade da noite. dependendo da região.

além de proporcionar alimentação contínua e uniforme ao elevador de grãos. que também tem a função de separar detritos que por ventura acompanhem a mamona. apresentando um ângulo interno. 9 AgriculturA e PecuáriA . revestido. Limpeza do produto descascado: o produto. O disco superior apresentava diâmetro de mm. Pré-limpeza: composta por uma peneira vibratória e uma coluna de ar produzida por uma turbina que separa as pedras. Sua regulagem é feita por um volante externo. provido de um orifício central. revestido com borracha natural com dureza controlada. sua face inferior era revestida de um anel de borracha. Outro disco de igual diâmetro localizava-se logo abaixo do primeiro. passa por uma coluna de ar. Rotor descascador: composto de dois discos em ferro fundido cinzento. que distribui o produto uniformemente ao rotor descascador. Moega de alimentação: local por onde é colocada a mamona. tendo esta uma comporta de regulagem que funciona como um dosador do produto para a pré-limpeza. composto de um ventilador axial que produzia uma corrente de ar para a retirada das impurezas e cascas. que ficam totalmente limpos e prontos para o ensaque. após ser descascado pelo rotor. algumas empresas desenvolveram descascadores de mamona. A elevação do produto é feita por coluna de ar. de °. Elevador de Grãos: tem a função de transportar o produto para o processo de descasca (rotor). Moega alimentadora do rotor: composta por uma rosca alimentadora. sendo estes detritos depositados em uma gaveta de fácil acesso. sendo uns de concepção simples e outros de concepção mais complexa. onde são separados as cascas e outras pequenas impurezas dos grãos. talos e outros corpos estranhos que normalmente acompanham a mamona.mm de largura no topo. na posição horizontal. Este processo facilita ainda mais a limpeza do produto. A partir deste protótipo e.móvel. que realiza a abertura e o fechamento entre os rotores (de acordo com a variedade do produto). fundamentando-se no seu princípio. em bisel. na face superior. além de um sistema de limpeza. O disco inferior era acoplado a um eixo vertical dotado de movimento giratório. por um anel de borracha de 0.

Bica ensacador: apresenta saída direta dos grãos e tem prendedores para sacaria. Em testes preliminares. sendo uma para o abastecimento da moega e outra para o ensacamento do produto. A Embrapa Algodão. Necessita o trabalho de duas pessoas. Acionamento da maquina: poderá ser através de um trator de média potencia. No armazenamento da mamona existem alguns aspectos que devem ser considerados sementes danificadas têm menor longevidade que as intactas. Capacidade de produção: a máquina apresenta uma capacidade de 0. promoveu adaptações no mecanismo descascador para o beneficiamento da mamona. secos e isentos de insetos e roedores.0 ton/h. utilizando-se sacos de aniagem com capacidade para 0 a 0kg. atrita e movimenta os frutos sobre uma tela côncava com malha de abertura adequada. Acondicionamento e Armazenagem Após o descascamento e limpeza das sementes. o desempenho do descascamento situou-se entre 0 a 90% com quebra mínima das sementes. Caso a mamona não seja imediatamente comercializada. Para o processo de extração de óleo Escala De Producao: Industrial 0 . Esta máquina vem sendo usada com eficiência no beneficiamento dos campos de produção de mamona nas estações experimentais da Embrapa Algodão. afetando diretamente a germinação e o vigor das sementes e prejudicando a qualidade do óleo. dependendo das condições do produto. o que torna a máquina itinerante. procede-se ao ensacamento. As alterações consistiram em colocar tiras de borracha de forma tangencial e perpendicular a um semi-cilindro que. para posterior separação . os sacos deverão ser empilhados em depósitos ou armazéns arejados. a . utilizando-se frutos bem secos. ou a motor elétrico de 0CV. variedade cultivada e produtividade/hectare. as injúrias servem para entrada e disseminação de fungos e a presença destes acelera o processo de deterioração. com vistas a dar vazão às sementes e as cascas que caem sobre uma lona. da umidade. acionado com movimento pendular. aproveitando um descascador manual de amendoim.

ercitec. Máquinas/Equipamentos necessários para a Instalação para pequenos negócios EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE MAMONA Fabricante da máquina/equipamento FILTRO PRENSA ANDRITZ SEPARATION IND.INDÚSTRIA E COMÉRCIO  AgriculturA e PecuáriA .com http://www.: Os equipamentos relacionados podem contemplar similares Para uma mesma etapa do processo produtivo.com.Processo: l Limpeza l Descascamento l Laminacao l Coccao l Moagem l Prensagem l Filtragem INDICAÇõEs: Máquinas e equipamentos: Obs.heinzle@andritz.andritz. cabendo ao usuario a escolha entre os mesmos. FILTRAÇÃO LTDA. conforme seu interesse.br MAZBRA S/A.com ECIRTEC EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS INDUSTRIAIS LTDA Fabricante da máquina/equipamento LAMINADOR DE ROLOS ECIRTEC EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS INDUSTRIAIS LTDA Ecirtec Equipamentos e Acessórios Indústriais Ltda.COM.EQUIPS.PRÉDIO  90-000 POMERODE SC ()-0 ()-0 mauricio. R: Dr. RUA HERMANN WEEGE  . José Ranieri -0 Jardim Cruzeiro do Sul 00-0 Bauru-SP Fone: () - Fax: () - http://www.

br MAVI MÁQUINAS VIBRATÓRIAS LTDA.  0-00.br MASIERO INDUSTRIAL S/A. 0 Londrina – PR 0-00 Fone: () -000 Fax: () -000 mktmulti@sercomtel. Jacy da Silva Pinheiro.br http://www.com.calsca. São Paulo SP Tel +   00 Fax +  9 9 mavi@mavi.alpina.br Fabricante da máquina/equipamento PENEIRA VIBRATÓRIA CIRCULAR COMPANHIA MULTI INDUSTRIAL R.com. 0 Londrina – PR 0-00 Fone: () -000 Fax: () -000 mktmulti@sercomtel.br Fabricante da máquina/equipamento PENEIRA VIBRATÓRIA HORIZONTAL COMPANHIA MULTI INDUSTRIAL R.com. R.com. ESTRADA MARCO POLO 90 09-0 SAO BERNARDO DO CAMPO SP () -9 () -99 secretaria@alpina.  – Jurubatuba CEP 09-00 . Jacy da Silva Pinheiro.com. RODOVIA JAÚ DOIS CÓRREGOS S/N -KM 0 0-90 JAU SP  .br CALDEIRARIA SÃO CAETANO INDÚSTRIAS MECÂNICAS LTDA.SP Fone: () -00 .com.com. RUA SAO CARLOS  09-0 SAO CAETANO DO SUL SP ()-099 ()9- vendas@calsca.Rua Arnaldo Magnicaro. Cap.Fax: () - webmaster@mazbra.br http://www. Cap.com.br Fabricante da máquina/equipamento TANQUE HORIZONTAL NÃOPRESSURIZADO ALPINA EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS LTDA. Robert Bosch.São Paulo .

com. RODOVIA JAÚ DOIS CÓRREGOS S/N -KM 0 0-90 JAU SP ()0-00 ()0-0 masiero@netsite.br Fabricante da máquina/equipamento TANQUE HORIZONTAL PRESSURIZADO CALDEIRARIA SÃO CAETANO INDÚSTRIAS MECÂNICAS LTDA.masiero@netsite.calsca.gardelin.com.br CONSTRUÇÕES MECÂNICAS GARDELIN LTDA.com. VIA DAS PAINEIRAS S/N LOTE .com.br http://www.com.gardelin.com.br Fabricante da máquina/equipamento TANQUE VERTICAL PRESSURIZADO CALDEIRARIA SÃO CAETANO INDÚSTRIAS MECÂNICAS LTDA.br MASIERO INDUSTRIAL S/A.com.br http://www.calsca.SETOR K -000 CABREUVA SP ()9-0 ()9-09 vendas@tecniplas.com. RUA SAO CARLOS  09-0 SAO CAETANO DO SUL SP ()-099 ()9- vendas@calsca.br http://www.br http://www.com.br  AgriculturA e PecuáriA () 0-00 () 0-0 . AVENIDA TEREZA CRISTINA / 0-000 SAO PAULO SP ()9-9 ()-90 veralucia@gardelin.com.br TECNIPLAS TUBOS E CONEXÕES LTDA.tecniplas. RUA SAO CARLOS  09-0 SAO CAETANO DO SUL SP ()-099 ()9- vendas@calsca.br CONSTRUÇÕES MECÂNICAS GARDELIN LTDA. AVENIDA TEREZA CRISTINA / 0-000 SAO PAULO SP () 9-9 ()-90 veralucia@gardelin.com.br http://www.com.

br EMBRAPA Algodão EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: http://www.MASIERO INDUSTRIAL S/A. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA . Maria Auxiliadora Lemos.A pesquisa de mercado vai ajudar nessa reflexão. Todavia como vimos.cnpa. quem vai fornecer a matéria-prima? Se vai plantar também. Robério Ferreira do.embrapa. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr. a área disponível é suficiente para o volume de óleo? Além disso. Acesso em:  de abr.embrapa.htm>. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. a mamona requer cuidados especiais para que se obtenha resultados compensadores em seu cultivo. 00.com. Barros. Santos.cnptia. nossa cultura popular reza que a mamona “dá” em qualquer lugar. focando mais onde vai investir.html CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs As recomendações são para que defina a sua atuação. Cultivo da Mamona. realmente observamos mamoneiras em várias situações inclusive espontâneas.br/FontesHTML/Mamona/CultivodaMamona/index.br/produtos/mamona/index. Portanto a pesquisa e elaboração de um plano de negócios muito bem detalhado vai fornecer as respostas a esses questionamentos. pois se o projeto é priorizar a produção de óleo. 00  . qual será o volume a ser produzido. RODOVIA JAÚ DOIS CÓRREGOS S/N -KM 0 0-90 JAU SP ()0-00 ()0-0 masiero@netsite.

As coberturas verdes. cultivares de mandioca. Quando são aplicadas as mesmas práticas culturais seguidamente ano após ano no mesmo solo. PALAvRAs-ChAvE Indicação de nomes de herbicidas para aplicação em cultura de mandioca com 9 meses de desenvolvimento. cultivo de mandioca. mas sem os demais não resulta em maiores benefícios Controle cultural O controle cultural de plantas daninhas inclui todas aquelas práticas agrícolas que. controle de plantas daninhas. O objetivo principal dessas coberturas é a melhoria das  AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DE MANDIOCA . a associação plantas daninhas-culturas tende a multiplicar-se rapidamente. As práticas que contribuem para um bom estabelecimento e desenvolvimento do cultivo são: Bom preparo do solo. seleção de variedades adaptadas. herbicidas. rotação de culturas e o uso de coberturas verdes. controle cultural de plantas daninhas. asseguram o desenvolvimento vigoroso da cultura possibilitando-a de competir com vantagens. são culturas geralmente muito competitivas com as plantas daninhas. Para atingir essas metas. plantas daninhas. A rotação de culturas é um meio cultural que serve para prevenir o surgimento de populações de certas espécies de plantas daninhas a determinada cultura. O controle de plantas daninhas é um insumo agrícola muito importante. devese empregar os insumos agrícolas da melhor maneira possível. a exemplo do feijão-de-porco (Canavalia ensiformis). manejadas eficientemente. com as plantas daninhas. com menor custo e melhor qualidade do produto.Herbicida para mandioca. correta densidade de plantio. uso de manivas de boa qualidade. aumentando sua interferência sobre a cultura. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Controle de plantas daninhas em mandioca (extraído de Embrapa Mandioca e Fruticultura) Todo produtor visa obter maior produção por hectare.

Atualmente. sendo este mais efetivo sob condições de calor e solo seco. Na cultura da mandioca é utilizado.propriedades físicas e químicas do solo. O controle por este tipo de equipamento é obtido pelo: ) rompimento da relação intima solo-raiz e a conseqüente suspensão da absorção de água. prejudicando ou até mesmo inutilizando a operação. reduzindo consideravelmente a renda líquida do produtor. a capina manual. com o alto custo da mão-de-obra braçal. está em torno de 9 % do custo total. mediante o emprego de arados. principalmente. é ainda de grande importância em várias regiões do Brasil. As espécies daninhas anuais são facilmente controladas pelo cultivo. A monda ou arranquio manual é o método mais antigo de controle de plantas daninhas. ) corte da planta abaixo das gemas de crescimento. muitas dessas plantas possuem grande poder inibitório sobre determinadas invasoras. Entretanto. onde estas não são alcançadas pela enxada. o custo de duas limpas à enxada. como o arranquio manual. A capina manual através da enxada é um meio altamente eficaz no controle de plantas daninhas e ainda é amplamente utilizado na cultura da mandioca.  . Utilização de cultivadores do tipo planet. para manter a cultura livre de competição por aproximadamente 00 dias (período crítico de interferência). entretanto. ou se ocorrer chuva logo após o cultivo as raízes podem se restabelecer rapidamente. apesar disso. a capina manual deixou de ser o método de controle mais econômico. para a remoção de plantas daninhas entre as plantas de mandioca na linha de plantio da cultura. grades e cultivadores. Em solos úmidos. a roçada e o cultivo mecanizado feito por cultivadores tracionados por animais ou trator. quanto perenes. ) enterrio de pequenas plantas e conseqüentemente a morte por sufocação. mesmo após o corte e formação de uma cobertura morta sobre o solo. dotados de enxadas asade-andorinha. sejam eles de tração animal ou mecanizada. Estes são bastante utilizados em lavoura de mandioca. Controle mecânico O controle mecânico é realizado por meio de práticas de eliminação do mato. A cultivação com implementos de tração animal ou mecanizada é um método de combater tanto plantas daninhas anuais bi-anual.

cinco dias depois. no máximo. nas linhas de plantio combinado com o cultivador animal. substituindo o controle mecânico. quando aplicados antes de sua brotação e nas doses recomendadas. uma aplicação da mistura de tanque a exemplo do diuron + alachlor representa segundo Carvalho et al.Controle químico Consiste no uso de herbicidas. condições ambientais. quando comparado com outros métodos mecânicos de controle. escolha do herbicida ou mistura mais indicada. que são produtos químicos aplicados em pré e pós-emergência do mato para seu controle. a substituição do controle à enxada nas entrelinhas da cultura pelo cultivador tração animal tem se mostrado como excelente alternativa. A mandioca é uma planta que apresenta boa resistência a vários herbicidas. ou tratorizado nas entrelinhas da mandioca. seu estádio de desenvolvimento. O uso de herbicidas. (990). assim. Atualmente. com o objetivo de eliminar as deficiências de cada um deles e. tem proporcionado o mais baixo percentual em relação ao custo total de produção. Atualmente a maioria dos herbicidas utilizados em mandioca é de pré-emergência total (antes da germinação do mato e da brotação da cultura) e aplicados logo após o plantio ou. Atualmente. Para os pequenos produtores. A escolha do herbicida é conseqüência direta das espécies de plantas daninhas presentes e do seu custo. evitando atingir as folhas da cultura e quando a mandioca esteja com aproximadamente cinco meses apresentando 0 a 0 cm de haste em relação ao solo. condições do equipamento e da sua calibração/regulagem. % do custo total de produção e substitui aproximadamente duas limpas à enxada. para redução dos  AgriculturA e PecuáriA . Essa mistura é de grande eficácia no controle de mono e dicotiledôneas em várias regiões do Brasil. onde o uso de herbicidas ainda é uma tecnologia de difícil adoção em curto prazo. Tanto em pré como em pós-emergência o sucesso da aplicação depende do conhecimento das espécies de plantas daninhas presentes. Controle integrado Consiste na integração dos métodos químico. redução dos custos e menor efeito sobre o meio ambiente. mecânico. . recomendam-se os herbicidas à base de glifosate em aplicações dirigidas. biológico e cultural. obter um resultado mais eficiente.

 % e/ou infestação muito alta do mato. RECOMENDAÇõEs  . As doses mais elevadas são para solos com teor de matéria orgânica superior a . Figura 1 Controle integrado de plantas daninhas utilizando-se feijão-de-porco Na Tabela a seguir são apresentados os principais herbicidas pré e pós-emergentes recomendados pela pesquisa. permitindo também ao produtor fazer a rotação da cultura na mesma área.0 m para evitar a competição da cobertura vegetal com a cultura. só justifica sua utilização quando a semente for produzida pelo produtor. no Brasil. Na Figura  é mostrado um exemplo do controle integrado. Em virtude do alto custo das sementes das leguminosas. deixando no mínimo um afastamento de 0. A utilização de coberturas verdes (leguminosas de ciclo curto) no controle integrado das plantas daninhas vem se mostrando como uma boa opção para mandioca plantada em fileiras duplas. pela sua efetividade no controle do mato e na melhoria da estrutura  do solo. utilizando-se feijão-de-porco. Deve-se tomar o cuidado de evitar o plantio dessas leguminosas. a exemplo do feijão-de-porco (Canavalia ensiformis) e do caupi próximo às linhas de mandioca. para o controle de plantas daninhas na cultura da mandioca.custos das limpas e liberação de mão-de-obra familiar para outras atividades da propriedade.

a. . área aplicada: 0 m X 0.. l repetir pelo menos três vezes o mesmo processo para obter uma média. Aplicando a fórmula: Vazão = (. herbicidas indicados pela pesquisa ./ha 0.000 m ------------------------------------Área aplicada m Exemplo de Calibração de Pulverizador Costal l l l l Distância percorrida: 0 m. litros.0 m = 0 m.0 0.0 m. Calibração de pulverizadores costais.9 0.0 . l determinar a faixa de cobertura do bico ou bicos. faixa de aplicação: 0. l procurar manter a pressão e efetuar (realizar) a aplicação a um passo normal.000 m )/0 m² = 00 l/ha Calibração de pulverizadores tratorizados l Encher o tanque do pulverizador ou colocar uma quantidade de água conhecida. Lexone SC Gamit DOsE kg do i. l determinar por diferença a quantidade de água gasta. etc Sencor 0. calcular a vazão por hectare pela fórmula: Vazão (litros por hectare) = Água gasta em litros X 0. l bombear até obter uma pressão de trabalho desejada. l Marcar 0 m na área onde será realizada a aplicação. X 0. 9 AgriculturA e PecuáriA Tabela 1.NOME COMUM NOMEs COMERCIAIs Trifluralina Metribuzin Clomazone Fonte: GOMES e LEAL Trifluralina Nortox.. uniforme e na quantidade desejada. gasto de água: . .0. l colocar uma quantidade conhecida de água no pulverizador.0 éPOCA APLICAÇÃO PPI PRÉ PRÉ Calibração de pulverizadores terrestres Consiste no ajuste correto do pulverizador para regular a descarga do herbicida a um nível constante.

embrapa. l tempo gasto para percorrer 0 m:  segundos. Repetir pelo menos três vezes a operação. 00.cnptia. Calcular a vazão aplicando a fórmula: Vazão = (0 l X 0. com o trator parado e com a mesma rotação de trabalho. calcular a vazão por hectare pela fórmula: Descarga de barra em litros X 0. e . REFERêNCIAs Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jan. l faixa de aplicação da barra: 0 l descarga total da barra: . 0 .000 m Vazão (litros/hectare da solução) = ---------------------------------------. l número de bicos: 0. l área coberta pela barra: 00 m. que no caso foi 0 m. l descarga média por bico: .0 l X 0 = 0 litros. Acesso em: 0 de jan. Cultivo da Mandioca para a Região dos Tabuleiros Costeiros. Edna Castilho. kg/cm. marcar 0 m na área a ser aplicada. Disponível em: < http:// sistemasdeproducao. multiplicar a descarga média por bico pelo número de bicos da barra para se determinar a vazão da barra.htm>.br/FontesHTML/Mandioca/mandioca_ tabcosteiros/plantasdaninhas. 00.l l l l l l l regular a pressão entre . kg/cm. determinar o tempo gasto pelo trator para percorrer os 0 m. Exemplo de Calibração de Pulverizador Tratorizado: l Pressão: . medir a descarga do maior número possível de bicos para se determinar a descarga (vazão) média de cada bico no mesmo temp o que o trator gastou para percorrer os 0 m. Área coberta pela barra em m em que a área coberta pela barra significa o produto da faixa de aplicação alcançada pela distância percorrida. fixar a altura da barra para se obter uma cobertura uniforme e determinar a faixa de aplicação da mesma. Jayme de Cerqueira e LEAL.000 m )/00 m² = 00 l/ha GOMES.0 litro.

ESPECIALISTAS / INSTITUIÇÕES: INDICAÇõEs:  AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DE MILhO . O cruzamento das informações das análises de solo e das orientações da Casa da Agricultura poderá resultar na identificação da melhor variedade de sementes. que tem disponível toda a metodologia e assistência para o processo necessário para a obtenção de amostras representativas do solo da propriedade. Assim sendo recomenda-se o contato direto com a Casa da Agricultura. órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo). solo PALAvRAs-ChAvE Plantou sementes de milho sem saber o tipo de solo e da semente. A EMBRAPA MILHO E SORGO é importante fonte de informações sobre as espécies de sementes de milho e outras culturas. Na região encontram-se alguns laboratórios indicados pela CATI (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral. Milho. como também na identificação das possíveis necessidades de correção de solo. A obtenção dessas amostras deve seguir um passo-a-passo metodológico que garantirá resultados confiáveis. Como e onde pode fazer análise? Voltamos a registrar a importância da Casa da Agricultura nesta questão. Seria problema no solo? Onde e como fazer análise do solo? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Como identificar o(s) tipo(s) de solo: A região da propriedade em questão conta com excelente infra estrutura para a assistência do agricultor.Plantio de milho. É importante registrar que a região em questão não é tradicionalmente intensiva na produção de milho. não houve desenvolvimento das plantas. Esses laboratórios utilizam o moderno Sistema IAC de Análise de Solo e participam do Programa de Controle de Qualidade.

mcruzes@cati.sp. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de mar.embrapa.htm Possui material muito interessante sobre cultivo do milho IA . o planejamento é fundamental.gov. 00  .iac.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.  Telefone () -0 Responsável: Eng. antes de iniciar qualquer atividade. Acesso em 0 de mar. Disponível em: <http://www. Agr. A pesquisa de mercado e no caso a pesquisa do que a região produz é importante.br/publicacoes/milho.EMBRAPA MILHO E SORGO http://www.Instituto Agronômico http://www. para que não ocorra a perda das sementes.br O município de Santa Isabel é integrante da regional de Mogi das Cruzes. Silvana Floripes Carolino CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Como todo negócio.sp.br>. Casa da Agricultura Santa Isabel Rua Leopoldo da Cunha Lima.br/ Regional agrícola de Mogi das Cruzes Av.cnpms.00.embrapa.cnpms. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA EMBRAPA Milho e sorgo . Cândido Xavier de Almeida e Souza  Telefone () 99- e-mail edr.gov. .

Seringueira, plantio de seringueira

PALAvRAs-ChAvE

Obter informações sobre plantio da seringueira

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA

1. INTRODUÇÃO 1.1. seringueira Este nome é dado a diversas espécies do gênero Hevea (família das Euforbiáceas), a célebre “árvore borracha” (). 1.2. Origem A seringueira tem origem no centro Brasileiro-Paraguaio, especificamente no vale do Rio Amazonas. (º LN a ° LS) (). Na margem de rios e lugares inundáveis da mata de terra firme. Existe na floresta Amazônia mais  espécies de seringueira, toda do gênero Hevea e muito parecidos com essa espécie (). 1.3. Nomes Populares Seringueira, seringa, seringa-verdadeira, cau-chu, árvore-da-borracha, seringueira-preta (AC), seringueira-branca (). 1.4. Distribuição geográfica Os plantios comerciais encontram-se entre as latitudes ºN (China) e º S (litoral de São Paulo). 1.5. Importância econômica No Brasil, na área tradicional, a heveicultura tem abrangência na Amazônia Tropical Úmida, Mato Grosso e Bahia. Em áreas não tradicionais, é cultivada nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Maranhão, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. No Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba estão concentradas as 

AgriculturA e PecuáriA

PLANTIO DE sERINGUEIRA E PRODUÇÃO DE LATEX

maiores plantações do Estado de Minas Gerais, alcançando produtividade de, aproximadamente, .00 kg de borracha seca/ha/ano. Do ponto de vista social, a heveicultura é muito importante principalmente, na fixação do homem no campo, pois produz o ano todo. 2. vARIEDADEs Os clones mais produtivos são os orientais, como: PB , PR  e RRIM 00 e o clone nacional IAC , com produções em torno de .00 kg de borracha seca/ha/ano (). 3. APTIDÃO CLIMÁTICA As áreas de cultivo comercial da seringueira situam-se entre latitudes de ºN até ºS, o que evidencia adaptação a vários padrões climáticos. 3.1. Temperatura A seringueira desenvolve-se melhor em temperatura média do ar anual 0ºC, sendo que os limites térmicos mais favoráveis à fotossíntese estão entre ºC e 0ºC. Para o fluxo de látex, o intervalo entre ºC e ºC é o mais indicado. A seringueira é susceptível à geada, principalmente na fase jovem. Os primeiros danos letais ocorrem nas folhas em temperatura de 0°C a -°C. Temperatura menor que -°C é letal para a maioria dos clones. Em temperatura aproximada de 0ºC o crescimento é nulo. 3.2. Altitude As seringueiras não toleram geadas, logo o plantio não deve ser feito em altitudes muito elevadas, onde ocorrem com freqüência. Em altitudes de 90m, no Triângulo Mineiro, a cultura apresenta um desenvolvimento muito bom. Em São José do Rio Preto, em São Paulo, a 00m de altitude, a cultura tem um excelente desenvolvimento (Planalto Paulista 0-0m). 3.3. Fatores hídricos Evapotranspiração real anual (ER) > 900 mm. Deficiência hídrica anual (Da) < 0 mm, distribuídos em  a  meses no máximo. Precipitação anual maior que .00 mm. Regiões com umidade relativa do mês mais seco (URs), situando entre 0% e %, ER superior a 900 mm e Da entre 0 mm a 00 mm são considerados preferenciais para o desenvolvimento da seringueira. 

4.1. Escolha da área de plantio Plantar em solos bem drenados com pelo menos  m de profundidade e livres de camadas de impedimento à penetração de raízes (camadas compactadas, adensadas e/ou altos teores de Al e baixos teores de Ca). Ocorrendo qualquer um destes impedimentos, se possível, fazer as devidas correções. 4.2. Calagem Para calcular a quantidade de calcário a ser aplicada, utilizar o método de Al e Ca + Mg trocáveis, usando Y variável em função da textura do solo e X igual a , ou o de elevar a saturação por bases, a 0%. Em áreas mecanizáveis, o calcário deve ser incorporado na camada de 0-0 cm antes do plantio. No entanto, em seringais já formados, a calagem deve ser repetida a cada dois anos, de acordo com os resultados da análise de solo. A correção será feita de modo a atingir  cmolc/dm de Ca + Mg no solo, utilizando-se calcário dolomítico (calcário em t/ha =  - Ca + Mg). Já em terrenos com declives acentuados, onde a calagem em área total não é viável, recomendam-se as seguintes práticas: Abrir as covas de plantio com as dimensões mínimas de 0,0 x 0,0 m de boca por 0,0 m de profundidade, procedendo-se à calagem à base de 0g/cova para cada tonelada/ha de calcário recomendada pela análise do solo; Para o o, o, o e o anos de idade do seringal, proceder à calagem em sulcos rasos, paralelos às linhas de plantio, distanciando-se de , ,  e  m, respectivamente. A dose recomendada, pode ser, empiricamente, convertida em 00 g de calcário dolomítico por 0 m linear de sulco, para cada tonelada/ha de calcário, recomendada pela análise do solo. 4.3. Preparo da cova Quando a cova for feita manualmente, ou mecanicamente, por meio de perfuratriz, ela deve ter as dimensões de 0,0 m x 0,0 m de boca e 0,0 m a 0,0 m de profundidade, devendo os corretivos e fertilizantes ser bem misturados com toda a terra necessária para o total enchimento da cova. No caso de o plantio ser feito em sulcos, estes devem ser abertos com a profundidade de 0,0 m a 0,0m, fazendo-se, após, uma coveta, com enxadão, para ajustar a profundidade mínima de 0,0 m. 

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4. sOLO, CORREÇÃO E ADUBAÇÃO

4.4. Adubação para formação de mudas 4.4.1. Mudas em sacola plástica (6 dm3) Para o preparo do substrato, utilizar duas partes de terra peneirada para uma parte de esterco de bovino curtido. Para cada m desta mistura, adicionar 00 g de PO + 00 g de KO. Como fontes de fósforo, recomendam-se, preferencialmente, aquelas que contenham também magnésio e micronutrientes. Caso contrário, deve-se acrescentar uma mistura de  g de MgO + 0, g de B + 0, g de Cu + , g de Zn por m de substrato. Como fonte de potássio, utilizar o cloreto de potássio. Em cobertura, após a repicagem, aplicar mensalmente, por meio de regas, uma solução de 0 g de sulfato de amônio por 0 litros de água, para cada m de canteiro. 4.4.2. Mudas em viveiro a pleno solo Antes do transplantio, abrir os sulcos de plantio com 0 cm a  cm de profundidade e incorporar 00 g de PO por 0 m linear de sulco, preferencialmente nas formas que contenham também magnésio e micronutrientes. Não sendo possível, acrescentar uma mistura de 9 g de MgO + 0, g de B + 0, g de Cu + 0, g de Zn por 0 m linear de sulco. Em cobertura, aplicar 0 g de sulfato de amônio+ 0 g de cloreto de potássio por 0 m linear, em filete contínuo, com a terra úmida. A primeira aplicação será feita após a completa maturação das folhas do primeiro lançamento. Novas aplicações serão feitas a cada lançamento, até atingir o ponto de enxertia. Adubação para formação do jardim clonal: Recomenda-se fazer a calagem em área total e a mesma adubação de plantio e cobertura indicada para o o ano agrícola da formação do seringal (Tabela ). Para a manutenção do jardim clonal, aplicar 0-90-0 kg/ha de N, PO e KO, para solos com baixos teores de P e K, parceladas em três vezes durante a estação chuvosa. Para solos com teores médios ou altos de P e K, reduzir essas doses para / ou /, respectivamente. 4.4. Adubação de formação e de produção do seringal Tabela  - Adubação de formação e de produção do seringal 

Época da N/ Adubação

PO mg de P/dm de solo Baixo Médio Alto

KO/ mg de K/dm de solo Baixo Médio Alto >0   

o ano agrícola Adubação em cova 0 dias pósplantio 0 dias pósplantio o ano agrícola o ano agrícola o ano agrícola o ano agrícola em diante

< -0 >0 <0 -0 ----------------------------- (g/planta) ---------------------------   0    0 0 

0 0 90 0 

90  0 

0 0 90 0 

0  0 

0 0 90 0 

0 0 0 0 

0 0 0 0

1/ As doses de N e K2O, a partir do 2o ano agrícola, serão parceladas em três vezes e aplicadas no início, meio e fim da estação chuvosa.

5. FORMAÇÃO DE MUDAs O sucesso da heveicultura, além de outros aspectos, depende basicamente da utilização de mudas de qualidade superior, sendo fundamental a produção de porta-enxertos vigorosos e a escolha de clones adaptados à região, com alto potencial de crescimento e produção. 5.1. sementes O armazenamento das sementes é feito em saco plástico de  a  kg, colocando apenas  a  kg de semente em cada saco, fazendo-se  a  furos no saco, para permitir uma pequena troca gasosa. Conservar em local fresco e arejado. 5.2. sementeira Localizada próxima do viveiro e da água. O canteiro é preparado com areia lavada, serragem curtida ou terriço deve ser coberto a um nível de 0 a 0% de sombreamento. Em regiões muito frias à noite, proteger os canteiros lateralmente. O semeio é feito, pressionando as sementes até cobrir a sua micrópila (poro germinativo), espalhando-se  a  kg de semente/m de can

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teiro. Irrigar duas vezes por dia. A germinação inicia a partir do ° dia, sendo as plantas mais vigorosas germinadas, entre o ° ao ° dia. Descartar as plântulas germinadas a partir do ° dia. Após a germinação, quando as plântulas atingirem estádio de “patasde-aranha”, pode-se iniciar a sua repicagem para o viveiro. É feita nas horas mais frescas do dia, sempre com solo úmido, eliminando-se as plântulas defeituosas. O plantio é feito a uma profundidade , cm da superfície do solo, tendo-se o cuidado de não separar a semente da plântula. 5.3. viveiro Deve ser bem localizado e próximo a vertentes. A irrigação é feita à base de 0 mm/mês. O controle de plantas invasoras, nos primeiros  meses, é feito com capinas manuais. Após este período, pode ser feito com herbicidas, usando-se Gesatop, Gesapax, Karmex, Roundup ( a  L/ha). Viveiro a pleno solo (no chão): Deve ser feito em solos de boa drenagem e profundo, bem alinhado, em formas de blocos, em espaçamento de 0,0 m x 0,0 m em filas sêxtuplas, espaçadas de m entre si, conferindo uma densidade inicial de 0.000 plantas/ha. Viveiro em sacola plástica ( dm): Não usar sacolas transparentes. Neste tipo de viveiro, os blocos serão em  filas duplas espaçadas de 0,0 a 0,0 m e ruas de ,00 a ,0 m. As sacolas são enterradas em / de sua altura, para proteção lateral. 5.4. jardim Clonal É a implantação de matrizes para o fornecimento de borbulhas a serem utilizadas na produção de mudas enxertadas de qualidade superior no que se refere à produção de látex, resistência a doenças e adaptação a diferentes condições edafo-climáticas. Deve ser formado com um ano de antecedência, num espaçamento de ,00 x ,00 m. Os diferentes clones são plantados em balhões distintos, bem identificados por placa e croquis. As hastes devem ser colhidas com o último lançamento foliar maduro, eliminando-se a ponta. O primeiro corte deve ser feito com  a 9 meses após o início da brotação, a uma altura de 0 a 90 cm. Deve-se deixar desenvolver  a  brotações após cada corte. Cada metro de haste fornece em torno de 0 gemas viáveis. O diâmetro das hastes deve ser coerente com o diâmetro do porta-enxerto. O controle de plantas invasoras é feito como em .. 

5.6. Tipos de muda 5.6.1. Toco enxertado de raiz nua Muda enxertada no viveiro a pleno solo e levada diretamente para o campo. Às vésperas do arranquio, faz-se a decepagem dos porta-enxertos a uma altura de 0 a 0 cm do solo. Em seguida, aparar o caule do porta-enxerto em forma de bisel  cm acima da placa do enxerto e a raiz pivotante com cerca de 0 cm de comprimento. Aparar também as raízes laterais a  cm. Proceder à parafinagem da placa do enxerto e aplicar NAFUSAKU (0% de ANA). Este tipo de muda não é recomendado para regiões de período seco definido. 5.6.2. Toco de raiz nua ensacolado Muda enxertada no viveiro a pleno solo e transplantada para sacola plástica. O procedimento é o mesmo do tipo anterior. Neste caso, as mudas estarão prontas para o plantio no campo,  a  meses após serem ensacoladas, quando apresentam  a  lançamentos maduros. 5.6.3. Muda enxertada na sacola plástica Este tipo de muda é produzido no viveiro em sacola plástica, podendo as mudas serem transplantadas para o campo com a gema do enxerto dormente ou até com  lançamentos foliares. Os fundos das sacolas devem ser perfurados, permitindo a passagem da raiz pivotante para o solo e evitar o seu nivelamento. 5.6.4. Toco alto Muda produzida no viveiro a pleno solo, num espaçamento de ,00 x 9

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5.5. Enxertia O processo usado é o do borbulhia por escudagem com placa embutida em janela aberta. O escudo utilizado é uma porção da casca com a gema sem o lenho. O escudo é fixado na janela aberta por meio de uma fita transparente de ,0 a , cm de largura e 0,0 a 0,0 mm de espessura. Retirar a fita após  semanas. Se o enxerto não pegou, enxertar do outro lado. A enxertia pode ser iniciada, quando os porta-enxertos atingirem um diâmetro de , cm, a  cm do solo, condicionada à facilidade de soltura da casca do porta-enxerto e da borbulha. Não pode ser feita sob chuva forte e, conseqüentemente, com o tronco do porta-enxerto molhado.

0,0 m. É usado no replantio ou na substituição de plantas raquíticas no ° ano após o plantio do seringal.

6. IMPLANTAÇÃO E MANEjO

Após a caracterização, limpeza e preparo da área, fazer a divisão dos blocos para facilitar os tratos culturais e programação de sangria. As locações de estradas principais (m) e secundárias (m) devem ser feitas de modo a reduzir o processo erosivo. Recomenda-se plantar um clone por bloco. 6.1. Marcação e piqueteamento Nas áreas planas, as linhas de plantio devem ser marcadas, se possível, no sentido norte-sul, obedecendo ao espaçamento ,0 m entre linhas e , m entre plantas (00 plantas/ha), sempre em curva de nível. Em área declinosas, as linhas de plantio devem ser demarcadas de modo a não se afastarem muito do espaçamento recomendado. Deve-se procurar obedecer a uma faixa entre  m a  m entre linha. Neste caso, é comum a ocorrência de linhas mortas. Posteriormente, faz-se a capina das faixas e, em seguida, a locação das covas, estaqueando-se a linha no espaçamento de , m. 6.2. Plantio Após a abertura e preparo das covas, no início do período chuvoso, fazer o plantio definitivo. No caso de mudas de raiz nua, deve-se firmar bem a ponta da raiz com a ajuda de um piquete, de modo a não formar bolsões de ar. Comprimir bem a terra em volta da muda. Quando o plantio é realizado com muda ensacolada, deve-se levá-la até ao lado da cova, retira-se o plástico e introduz-se a muda na cova, cuidando-se para não destorroá-la. Comprime-se a terra em volta do torrão. 6.3. Replantio Deve ser feito com mudas reservadas para tal e da mesma idade. O replantio não deve ultrapassar a 0% e deve ser feito no máximo até o ° ano após o plantio. Neste caso, usar muda de toco alto. 6.4. Controle de plantas invasoras Controlar as ervas numa faixa de m na linha de plantio, deixando as entrelinhas com a vegetação natural e quando necessário, fazer apenas uma roçagem, caso não sejam feitos plantios intercalares. O 0

6.5. Culturas intercalares Pode-se usar qualquer cultura desde que seja compatível com a seringueira. 6.6. Desbrota A eliminação dos ramos surgidos na haste principal deve ser feita até uma altura de, aproximadamente, ,0m em relação ao nível do solo. 6.7. Condução da copa Deixar crescer  a  ramos bem distribuídos a partir de , m a ,0 m de altura em relação ao solo. No caso de árvores quebradas, se o painel de sangria não foi afetado, cortar em bisel próximo ao ponto quebrado. Se o painel foi afetado, cortar próximo à soldadura do enxerto. 7. DOENÇAs 7.1. O mal-das-folhas Doença causada pelo fungo Microcylus ulei, é o principal fator limitante à expansão da heveicultura no Brasil, notadamente na região Norte do país. O dano maior é a queda prematura de folhas, podendo levar as plantas à morte. É controlada: plantio em “área de escape”; clones resistentes ou tolerantes; enxertia de copa; controle químico -Benlate, Bayleton e cycosin (00g/ha). Em viveiros e jardins as pulverizações devem ser semanalmente no período chuvoso e quinzenalmente no período seco. No plantio definitivo fazer seis pulverizações durante o período de reenfolhamento. 7.2. Mancha areolada Cansada pelo fungo Thanatephorus cucumeris. Seu controle pode ser feito com pulverizações semanais à base de cobre de 0,% p.a., e com Triadimefon, a 0,g de p.a./litro. 7.3. Doenças causadas pelo fungo Phytophthora spp Requeima, queda anormal das folhas, podridão dos frutos, cancro estriado do painel e cancro do tronco. O controle é feito preventivamente, através de práticas culturais pincelamento ou pulverização com fungicidas eficientes nos períodos favoráveis à disseminação 

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controle pode ser feito com herbicida em seringais com mais de dois anos de idade, aplicando-se  a  litros Roundup/ha.

do patógeno e à infecção. Recomendam-se: Ridomil-Mancozeb de 0,% p.a., Aliette (Fozetyl) 0,% p.a., dentre outros. 7.4. Antracnose causada pelo fungo Colltotrichum gloeosporioides Manifesta-se em folhas imaturas, ramos, frutos e no painel. No painel, seu controle é feito com uso do fungicida Daconil 0, p.a, cerconil 0, p.a. e Benlate 0,0 p.a. Nas plantas, muito atacadas, usar uma pasta, após raspagem dos tecidos lesados: 0 g de Benlate + 00ml de óleo vegetal + 00g cal + 00ml de água + 0g de Agrimicina. Ao se reiniciar a sangria, aplicá-la a cm abaixo da região lesionada com tratamentos preventivos a cada  ou  dias conforme as condições climáticas. 8. PRAGAs A principal praga da seringueira é o mandarová (Erinny ello e E. alope). Seu controle pode ser feito com utilização do DIPEL(Bacillus thuringiensis), que atua sobre as lagartas de maneira geral. Os esporos da bactéria são produzidos em laboratório. Ainda pode ser controlada com piretróides (formulados com óleo) ou catação manual em seringais jovens. Outras pragas encontradas, de menor importâncias, são as formigas, vaquinhas, mosca branca, cochonilhas, cupins, paquinhas, coleobrocas, ácaros e percevejos-de-renda. 9. MELhORAMENTO O melhoramento genético no Brasil é feito, principalmente, no sentido de criação de clones tolerantes a doenças e que, ao mesmo tempo, apresentem produção satisfatória de látex. Dentre as espécies de Hevea, reconhecidas no Brasil, a H. brasiliensis (mais produtiva, maior variabilidade genética, menor resistência às doenças), H. benthamiana (muito produtiva e possui variabilidade genética para resistência); H. pauciflora (certa imunidade ao M. ulei, podendo ser indicada para enxertia de copa), H. camargoana e H. camporum (porte baixo) são as espécies mais utilizadas no melhoramento genético no país. A coleta e conservação dos recursos genéticos são importantes como fontes de resistência a doenças e de maior produção. 9.1. Métodos usados na obtenção de clones Testes precoces de avaliação da potencialidade de produção: 

9.1.2. Miniteste de produção ou teste de Mendes ou MTP Teste quantitativo, feito em plantas a partir de seis meses de idade. 9.1.3. Teste Morris-Mann ou hammaker-Morris-Mann (hMM) Teste quantitativo e mais confiável, feito em plantas com circunferência a partir de  cm a ,0 m do solo. 9.2. Poliploidização Leva ao gigantismo de certas partes vegetativas da planta, aumenta o diâmetro dos vasos laticíferos com um conseqüente aumento de produção, aumenta o número de cromossomas. As substâncias utilizadas são a colchicina e DMSO. 10. sANGRIA A sangria é iniciada quando pelo menos 0% das árvores (cerca de 00 árvores/ha) atingirem cm de circunferência do caule, a ,0cm acima da soldadura do enxerto. 10.1. Fatores que afetam a produção Comprimento, direção e profundidade do corte; hora da sangria (o escorrimento do látex é função da diluição e pressão de turgescência); altura da incisão, tipo de corte e sistemas de exportação (freqüência de sangria, estimulação e método de sangria). 10.2. simbologia de painel B= painel baixo ou descendente; H= painel alto ou ascendente; O= casca virgem; I = casca de ª regeneração; II = casca de ª regeneração; III = casca de ª regeneração; n° de painéis (,,, etc). 10.3. Estimulação É a aplicação de substâncias químicas para aumentar o período de escorrimento do látex. 10.4. substâncias estimulantes ANA; ,, - T; alguns óleos vegetais; Ácido  - cloroetilfosfônico (ETHREL) a , %, ,0 % e 0 %, dependendo da idade do seringal. 

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9.1.1. Teste Cramer ou Testatex Teste qualitativo, feito em plantas a partir de um ano de idade.

10.5. Tipo de aplicação Ba -  a g do produto sobre a casca, prévia e superficialmente raspada; La - 0, a g do produto sobre toda a extensão do sulco de corte, sem a retirada do cernambi fita; Ga - 0, a g do produto sobre toda a extensão do sulco de corte, com a prévia retirada do cernambi fita; Pa - 0, a g do produto em faixa paralela e acima ao sulco de corte. 10.6. Condições para a estimulação Clones responsivos; sistema de sangria menos intensivo (mínimo de ½ S d/); fazer adubação de reposição; Não sangrar em condições ambientais adversas; corte bem feito; 10.7. secamento do painel “Brown bast” É o cessamento do escorrimento de látex no ato da sangria. Os sintomas são: trincamento da casca no estágio avançado; secamento parcial ou total dos painéis; aumento da viscosidade do látex e aparecimento de estrias marrons. Para prevenir o “Brown bast”, isolar a região seca; fazer os sulcos de divisão dos painéis bem profundos e deixar descansar por  meses. 0.. Sistemas de sangria 10.8.1. Meia-Espiral l Perímetro do ronco  cm a ,0 m da soldadura do enxerto; l Perímetro do tronco 0 cm a ,00 m do solo; l Inclinação do corte de 0°; l Simbologia: ½ S. 10.8.2. Espiral Completa l Perímetro do tronco 0 cm a ,0 m da soldadura do enxerto; l Inclinação do corte de °; l Freqüência mínima: d/; l Simbologia: S. 10.8.3. sangria por punctura (sPP) Perímetro do tronco  cm a ,0 m da soldadura do enxerto; Sangria precoce; Precisa ser estimulado mensalmente ETHREL % =  g/planta.

l l l 

l l 

0... Sangria mista ou micro-x Perímetro do tronco  cm a ,0 m da soldadura do enxerto; Fazem-se  cortes, sendo 9 cortes por punctura e  cortes convencionais.

Figura 1. Foto da seringueira e de suas folhas (3).

11. Utilidade A madeira pode ser empregada para tabuado, forros e caixotaria. Seu maior valor reside no látex extraído do seu tronco, que é transformado em borracha de excelente qualidade; sua exportação representou no passado a maior atividade econômica da região amazônica, colocando o Brasil durante muito tempo como o único produtor e exportador desse produto. No século passado foram contrabandeadas sementes dessa espécie para a Ásia, onde adaptou-se perfeitamente bem; a partir dessa época, vários países asiáticos passaram também a produzir e exportar borracha. As amêndoas (sementes) fornecem óleo secativo muito usado na indústria de tintas e vernizes. Atualmente essa espécie é cultivada em todo o Brasil tropical (). 

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10.8.4. sangria ascendente l Seringal velho com o painel baixo muito usado;

CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs
Observa-se que a cultura da seringueira apresenta diversas questões que exigem o conhecimento teórico e prático - desde o plantio da semente até a árvore na sua fase adulta - por parte de quem deseja cultivar essa espécie. Neste caso recomendamos que o consulente busque um especialista da área, seja Agrônomo ou Engenheiro Agrônomo para avaliar o local onde é pretendido para o plantio visando também minimizar os riscos de investimento.

METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA 
. Corrêa, M. P. Dicionário das Plantas Úteis no Brasil. 9. . Pesquisa Agropecuária: agricultura-seringueira. Disponível em: <http://www.agridata.mg.gov.br/sering.htm>. Acesso em:  de abr. 00. . Clube da Semente do Brasil. Árvores: seringueira. Disponível em: <http://www.clubedasemente.org.br/seringueira.html>. Acesso em:  de abr. 00.

Kleberson Ricardo de Oliveira Pereira

NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 

de abr. 00

DATA DE FINALIzAÇÃO 

entretanto localizamos uma fazenda em Serra Negra que oferece palestras sobre o tema. claro que. a “agricultura orgânica” nada mais é do que a agricultura realizada pelos nossos agricultores antes do uso de insumos químicos industriais (fertilizantes solúveis e agrotóxicos). a “agricultura orgânica” insere-se na atualmente denominada “agroecologia” (agricultura com princípios ecológicos). Na realidade.Tomate. com métodos mais cientificamente estudados. atualmente. adubação verde. a Associação de Agricultura Orgânica também oferece cursos na área e indicamos o SEBRAE mais próximo para que seja consultado futuramente (não possui nenhum curso agendado no momento). Os contatos de todos estão incluídos na parte “indicação” mais abaixo. compostagem e controle biológico de pragas e doenças. Conceitualmente. rotação de culturas. agricultura orgânica PALAvRAs-ChAvE Indicação de cursos na área de plantação de tomate orgânico IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Não encontramos cursos específicos sobre plantação de tomates orgânicos que estejam acontecendo neste momento. Sempre que possível baseiase no uso de estercos animais. trabalhando em harmonia com a natureza. agrotóxicos e reguladores de crescimento compostos sinteticamente. Introdução Agricultura orgânica é o sistema de produção que exclui o uso de fertilizantes sintéticos de alta solubilidade. sendo essa também constituída pela “agricultura natural”. A seguir são apresentadas informações úteis sobre o plantio de tomates orgânicos. tomate orgânico. “agricultura biodinâmica (uso de preparados biodinâmicos)” e “agricultura biológica (uso de mecanismos biológicos)”. de acordo com especialistas da área. Esse método busca manter a estrutura e produtividade do solo.  AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DE TOMATE ORGÂNICO .

o excesso de água pode prejudicar a qualidade e a sanidade das mudas. uma das principais pragas que atacam as mudas de tomateiros é o ácaro vermelho (Tetranichus bimaculantus). evitando encharcar o substrato. que pode ser combatido por defensivos naturais a base de Extrato de Nim (à 0. a berinjela e a batata). e cultivadas em viveiros isolados e protegidos. Formação Da Muda De Tomate Orgânico As mudas são formadas a partir de sementes de tomates orgânicos. Como substratos. principalmente nas primeiras semanas após a germinação. originário dos países andinos. de forma a manter o sistema agrícola mais equilibrado e sustentável. Nessa fase. sendo uma fonte de vitaminas A e C e de sais minerais como potássio e magnésio. podendo ser irrigadas manual ou automaticamente. Tomates Orgânicos Existem diversas regras para a produção de alimentos orgânicos que devem ser fiscalizadas pelas entidades certificadoras. que não existem para a agricultura convencional. Húmus e Vermicula) ou desenvolvidos pelo próprio produtor a partir de resíduos orgânicos “devidamente” preparados. sendo que essa maneira de produção está sendo considerada mais sustentável do que o sistema convencional que tem apresentado taxas de 0-%. Transplantio Das Mudas De Tomate Orgânico Após a preparação adequada dos canteiros (revolvimento e forma . deverão ser utilizados substratos orgânicos certificados (Bokashi.O Tomate O tomate está entre as hortaliças mais consumidas no mundo. É um fruto pertencente à família das Solanáceas (como o pimentão.EMBRAPA Meio Ambiente. Principais Pragas Nas Mudas De Tomate Orgânico Entre outras. regras estas. desde o norte do Chile até a Colômbia. O volume de água aumenta á medida que a muda vai crescendo. o jiló. dispostas em bandejas apropriadas para a semeadura. De acordo com o projeto desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária .%). por estarem adaptadas a esse sistema. e/ou com o controle da temperatura de estufas que possuem climatização. a uma taxa de 0% ao ano. os produtos orgânicos que mais estão evoluindo são as hortaliças (principalmente o tomate) e as folhagens. para semeadura das sementes nas bandejas.

serem cobertos com uma vegetação morta (cobertura morta. aumentando. Os canteiros deverão. tamanho e sanidade. sendo recomendado aplicar bastante matéria orgânica no solo. saudáveis e com padrão uniforme. Também diversas práticas agrícolas tradicionais colaboraram. áreas novas. principalmente com crotalárias. para evitar as pragas e doenças. transplantar as mudas. rotação de culturas. recomenda-se cortar a irrigação por alguns dias. capim. a capacidade produtiva do solo e mantendo o sistema de produção como um todo mais equilibrado e mais sustentável. somente transplantando as mudas fortes. A muda. na agricultura orgânica. palha. utiliza-se a rotação de culturas para reduzir a população de nematóides (Meloidogyne). através da incorporação do produto na camada superficial do solo dos canteiros (cerca de 0cm de profundidade). a diversificação de culturas que melhoram a resistência das plantas. somente poderá ser transplantada após conter no mínimo  folhas bem definidas (cerca de  semanas de idade). Deve-se realizar um controle rígido da qualidade. e o melhor aproveitamento das ervas espontâneas como adubo orgânico ou cobertura morta. o uso tradicional de quebra-ventos. Para a requeima ou mela. então. Principais Doenças Nos Tomates Orgânicos Os maiores problemas são a murcha bacteriana e a requeima. proprietária da marca Nata da Serra Bairro da Serra de Baixo . Além das grandes vantagens por favorecer a fertilidade do solo. da murcha deve-se adotar os seguintes procedimentos: cultivares resistentes. etc. a adubação verde que fortalece o solo.). deve-se realizar uma adubação. INDICAÇõEs: CURSOS: Fazenda Sula.tação do solo). controle da irrigação. como barreira para proteção de ventos fortes que causam um prejuízo invisível (disseminação de pragas e doenças). assim. tais como: o “mato” que é deixado no meio das plantações. e irrigados até atingirem a sua capacidade de campo.Serra Negra – Estado de São Paulo – Brasil 9 AgriculturA e PecuáriA . então. por sua vez. Quanto ao controle. A rotação é feita. podendo-se. plantios mais espaçados e aplicação de Calda Bordalesa. melhorando a biodiversidade e abrigando inimigos naturais de pragas. etc. com fertilizantes orgânicos previamente tratados (curtidos).

contato com MSc.E-mail natadaserra@natadaserra.br 0 . Tem como atividades principais a publicação e divulgação de Normas Técnicas de Produção Orgânica.aao. . http://ecovida. plantão técnico de apoio e cursos na área. Eng.Telefones (9) 9- / 9-0 .br/site/index. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se para adquirir conhecimentos básicos complementares aos aqui apresentados.sbrt.com. Centro de Estudos Agroecológicos (CESAGRO) http://www.org. Bairro : CORAL Cep : 0900 Associação de Agricultura Orgânica http://www. Agrônoma Andréia Tecchio.wopm.br Organização não-governamental aliada ao Movimento Internacional de Estudos da Agroecologia (MIESA). assim como.com.com. oferece serviços de elaboração de projetos sócio-econômicos em cooperação com outras instituições.ibict.php . Agrônomo Ivo Severino Macagnan e a Eng. assim como promove eventos técnicos. situa-se em Santa Catarina: Rua Lídia Pless Pfeifer. acessar os seguintes sites:  Rede de Agroecologia Ecovida / Núcleo Extremo Oeste de Santa Catarina. A entidade recebe e organiza os trabalhos para divulgação na internet.br Organização não-governamental sem fins lucrativos. Fone (9)  000. Serviço Brasileiro de Resposta Técnica (SBRT) http://www.SC.agrorganica. públicas e privadas.Presta assistência técnica e certificação para produção e comercialização de alimentos orgânicos. destinada a reunir e divulgar trabalhos técnico-científicos sobre agroecologia/agricultura orgânica.br SEBRAE AGÊNCIA DE ATENDIMENTO EM LAGES Endereço : AV PRESIDENTE VARGAS 9 Telefone : 09 . . Saltinho .

natadaserra. Tomate Orgânico.html>. Produção de Tomate Orgânico.html: possui ótimas referências bibliográficas especificamente sobre a produção de tomates orgânicos ou http://www. possui diversas Respostas Técnicas sobre o cultivo de produtos orgânicos.ibict. Disponível em: <http://www.br/palestras. NATA da Terra.METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA SBRT Serviço Brasileiro de Respostas.br/upload/sbrt720. SBRT Serviço Brasileiro de Respostas.sbrt.br/upload/sbrt705. Acesso em:  de maio de 00.ibict. Disponível em: <http://www.ibict.br/upload/sbrt720.html: de onde foram retiradas boa parte das informações contidas aqui.sbrt. acessível pelo endereço eletrônico http://www.sbrt. Acesso em:  de maio de 00. Disponível em: <http://www.sbrt. .html>.br/upload/sbrt705.html>. Acesso em:  de maio de 00.com. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Atualmente.ibict.

Na adubação de cobertura pode ser utilizado os adubos do tipo 0 ( de nitrogênio para  de potássio) ou 000 (0 de nitrogênio para 0 de potássio). Segundo Lourival Fermiano. à proporção de  de nitrogênio.o que responderia a Kg/hec do adubo.0m independente das condições em que o solo se encontra. Lembramos que ambas as etapas devem ser feitas em campo limpo para que não haja proliferação de mato.  de potássio. consórcio. silvicultura. o espaçamento segue geralmente o modelo de mx. Devem ser utilizadas 0Kg/hec de fósforo . o que poderia prejudicar a muda no ínicio de seu desenvolvimento. 0 de fósforo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A correção do solo não interfere no espaçamento. A correção de base é fundamental para o desenvolvimento da cultura de eucalipto razão pela qual não pode deixar de ser feita.  . Esta é uma proporção padrão para os tipos de solos brasileiros que geralmente apresentam baixos teores de fósforo. técnico operacional da Estação Experimental de Itatiba/USP. isto é. correção do solo. A quantidade de adubo será de 00Kg/ hec e é realizada após  meses do plantio. Para correção de base é usado o adubo 0.PLANTIO E CONsORCIAMENTO DO EUCALIPTO PALAvRAs-ChAvE Eucalipto. espaçamento para plantio Qual o espaçamento ideal para eucalipto onde o solo tem baixos teores de fósforo e potássio? Gostaria de saber se pode consorciar o eucalipto com outras culturas. adubação. A correção do solo se divide em duas etapas: A correção de base e a adubação de cobertura. A aplicação ser feita  dias após o plantio. em termos práticos são medidas autônomas. após um mês ou 0 dias ser colocado do outro seguindo o mesmo distanciamento. O procedimento deve ser dividido em duas etapas para não matar a planta: deve ser colocado a cm da muda de um lado e.

00) FONTEs CONsULTADAs Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas . . Qualquer procedimento errado pode significar perda de crescimento e alteração da qualidade da madeira. Portanto. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Com relação ao consórcio com outras culturas. um profissional qualificado para o monitoramento do plantio. deve-se seguir estritamente as técnicas de cultivo.00. ibict. Sugerimos também que outras consultas sobre o assunto eucalipto sejam buscadas no banco de dados do SBRT pelo link que segue abaixo: http://sbrt. Fermiano adverte que o eucalipto tem um rápido crescimento e que. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de set. é impreescindível. Logo.CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Para que uma plantação de eucalipto de bons lucros e atinja o máximo de sua capacidade de produção. Também deverá ter um ciclo rápido. pois a derrubada do eucalipto com certeza comprometera o desenvolvimento de uma lavoura adjacente. portanto. a cultura consorciada deverá suportar bem em área sombreada.br/>.ibict. Disponivel em: <http://sbrt. a área permanecerá sombreada por uma período de  a  anos (tempo de maturação do eucalipto para o corte).br/ (acesso em  de set. Acesso em:  de set.

uso de materiais plásticos em sistemas de cultivo totalmente protegidos (como estufas e hidroponias) para o cultivo de flores. A plasticultura possui um horizonte de aplicação bastante largo. plasticultura Saber qual é a área cultivada com o sistema de “mulching” no Brasil. Porém. atraindo produtores que buscam maior produtividade e tecnificação em suas atividades de cultivo.PLAsTICULTURA PALAvRAs-ChAvE Mulching. abrangendo desde complexos sistemas que usam materiais plásticos para a irrigação de regiões áridas e cultivo de frutas. Desta forma. ainda ocupa uma fração restrita da agricultura brasileira. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Quanto à área cultivada com o sistema de “mulching” no Brasil. de onde podem ser obtidas maiores informações. não foi possível localizar uma informação confiável: através de comunicação via e-mail o Comitê Brasileiro de Plasticultura informou que não possui tal dado. seguem-se abaixo algumas considerações gerais sobre os benefícios da sua adoção. A plasticultura. e os dados encontrados em páginas da Internet eram antigos e apresentavam uma grande variabilidade. optou-se por não fornecer tal informação. visto o caráter duvidoso da mesma. que consiste no uso do plástico na agricultura. pois está fazendo uma campanha junto aos produtores agrícolas da sua região para ampliar o uso da plasticultura e deseja informar a estes produtores. se o intuito é promover uma campanha de incentivo à plasticultura. além da indicação de um documento produzido pelo SEBRAE-MG para quem deseja começar um negócio no ramo e o contato do COBAPLA – Comitê Brasileiro de Plasticultura. cobertura morta. ou ainda a simples cobertura do solo com uma camada fina de plástico filme para o cultivo de  . porém vem crescendo ano a ano.

Este documento contém: l l l l informações a respeito de mercado. legislação.com. O SEBRAE de MG desenvolveu um documento de enorme valor e de leitura indispensável para quem deseja iniciar um negócio em plasticultura. floricultores e horticultores.org. pois a cultura passa requerer menos tratos culturais. Mais uma vez é ressaltada a importância da leitura deste material. Dentre eles.SP Cep:090 Tel: ()(9) -09 Fax:()(9) -00 E -mail: plasticultura@plasticultura. Informações adicionais também podem ser obtidas através do COBAPLA – Comitê Brasileiro de Plasticultura: COBAPLA . Postal -0 Campinas. podemos destacar: l aumento da produtividade. lista de contatos de instituições e universidades envolvidas com a plasticultura Este documento encontra-se gratuitamente disponível através do endereço: <http://www. l antecipação da colheita. finanças e outros aspectos organizacionais que são indispensáveis para quem deseja iniciar um negócio da forma correta. agrotóxicos e adubos.br REFERêNCIAs SEBRAE-MG. informações técnicas necessárias para o desenvolvimento de estufas casos reais de culturas que se beneficiaram com a plasticultura. Ponto de partida para início de negócio – “Plasticultura  AgriculturA e PecuáriA hortaliças (técnica conhecida como “mulching” ou cobertura morta).Feagri/Unicamp Antonio Bliska Jr.O uso do plástico pode gerar diversos benefícios tanto para fruticultores.br/arquivos/pontopartida/Plasticultura. l redução no custo de produção. .pdf>. CX. tributação. registro.sebraemg.

.cultivo sob plástico”. de A.br/arquivos/pontopartida/Plasticultura.pdf>. 00.sebraemg. Disponível em <http://www. Carlos A. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . Acesso em:  de out.com. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de Out. V.

org/abstrac t?id=121265&toc=y> acesso em: 09 de Ago. em: <http://dedalus. reciclagem de soro de queijo.Soro de queijo. Também os Documentos: Viabilidade da substituição Gradativa do Leite Integral pelo Soro de Queijo no Desmamento de Bezerros Mestiços e Utilização de Mistura de Leite de Soja e Soro de Queijo no Aleitamento de Bezerros. 00.usp. cujo resume e referêcias completas podem ser encontradas no endereço: <http://www.doaj.br:4500/ALEPH/POR/USP/ USP/DEDALUS/FULL/0598349?> acesso em: 09 de Ago. respectivamentes. bem como o local na USP. Universidade de São Paulo. mas não houve diferenças quanto ao ganho de peso nos diferentes tratamentos. estão disponíveis. 00.br:4500/ALEPH/POR/USP/USP/DEDALUS/SHORT/450224/1/> acesso em: 09 de Ago. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O soro de leite apresenta diferentes aplicações. Assim o uso de soro de leite é viável economicamente. quando o custo da ração economizada for maior que o custo do transporte de soro do laticínio até o local de alimentação dos leitões (a utilização do soro de leite em substituição à ração sem prejuízos no desenmpenho dos leitãos pode ser de até %). apresentaram melhor conversão alimentar que os que receberam a dieta testemunha (tipo de dieta sem o soro). 00 e <http://dedalus. sendo a mais conhecida na deita de porcos. onde podem ser encontrados. Uma das mais comuns é uso na alimentação de animais. Esse estudo através de um experimento prático demonstra que os animais.usp. como pode ser visto no estudo: Níveis de Soro de Leite na Dieta de Leitões na Ceche. soro de leite integral PALAvRAs-ChAvE Possibilidade de utilização para o soro do leite extraído no feitio de queijo. alimentados com dietas que contenha soro de leite. E como emplementar essas utilizações. cujas referências completas.  AgriculturA e PecuáriA POssIBILIDADEs DE UsO DO sORO REsULTANTE DA PRODUÇÃO DE QUEIjOs .

0%.A partir do artigo: Aproveitamento do Soro de queijo na Obtenção do Extrato Hidrossolúvel de Soja. tem-se demonstrado a vabilidade tecnológica e nutricional do uso do soro de queijo como meio líquido de extração. com água em ebulição durante 0 minutos. Na etapa em que a relação sólido: líquido é :. 00. podem-se encontrar referências de vários documentos. gerando extrato com maior valor nutricional e com um sabor muito mais agradável. “O uso do soro de queijo na formulação de “substitutos” ou “análogos” do leite. 0%.br/textos/hemeroteca/cta/vol19n1/cta19n1_15. teses. disponível em: <http://www. além de aumentar o teor protéico. 00. que são macerados à temperatura de °C. reduzindo a adstringência natural da soja com conseqüente melhoria do sabor do extrato hidrossolúvel obtido. entre outros que versão sobre possiblilidade de uso do soro de queijo. na medida em que é desviado para o processamento desses produtos. livros. do que o extrato hidrossolúvel de soja. dissertações. O processo utiliza grãos de soja inteiros. realizando.usp. então substituíram-se 0%. os grãos foram drenados e submetidos a um branqueamento. então.bibvirt.% de bicarbonato de sódio (NaHCO). inclusive do padrão utilizando apenas água da soja e soro de queijo. O sistema de trituração ou moagem dos grãos trabalha utilizando água quente durante 0 minutos e produzindo uma massa final com uma temperatura de 0-°C. a análise sensorial e composição química dos produtos. em substituição à água. desenvolveuse um produto rico em proteínas.” As duas formas de uso do soro de queijo citadas são algumas entre várias. 0%.br:4500/ALEPH/por/USP/USP/DEDALUS/FIND-A?FIND=Todos&BASE=Todas+as+Bases&VALUE=++soro+de+que ijo> acesso em: 09 de Ago. estudou-se a possibilidade de uso do soro de queijo como líquido de extração de proteínas de soja. futuro. Assim. surge como uma solução para a redução da poluição por ele causada. 90% e 00% da porção líquido (água) por soro de queijo.  . 0%. O extrato assim obtido foi aquecido em torno de resfriado a uma temperatura de °C. 0%. 0%. utilizando uma relação sólido: líquido de : numa solução a 0. A relação sólido: líquido utilizada durante esta etapa é de :. na elaboração de extratos hidrosslúveis. 0%.pdf> acesso em: 09 de Ago.” “A obtenção do extrato de soja foi feita de acordo com o método FEAA-UNICAMP. Posteriormente. durante doze horas.usp. Dessa forma. No endereço: <http://dedalus.

00.pdf> acesso em: 09 de Ago. Níveis de Soro de Leite na Dieta de Leitões na Ceche.futuro. . Instituto de Alimentos desenvolve pesquisas especificamente sobre possibilidade de utilização do soro de queijo.usp. Banco de Dados Bibliográfico da USP.cnpq.br/textos/hemeroteca/cta/vol19n1/cta19n1_ 15.htm> acesso em: 09 de Ago. Universidade de São Paulo. pp. 00. 9 AgriculturA e PecuáriA CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs .usp. Lucélia & LOVATTO Paulo Alberto & SILVA José Henrique Souza da & GARCIA Gerson Guarez & BRUM Júnior Berilo de Souza & OLIVEIRA Joyce Leite Siqueira de. Disponível em: <http://dedalus. cap. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de Agosto de 00. Aproveitamento do Soro de queijo na Obtenção do Extrato Hidrossolúvel de Soja.Caso queira informações especilizada o ITAL.br/gpesq2/garea5/apg507/reg_se/uf_sp/i_ital/g_5101/ gp5101.bibvirt. Universidade Federal de Santa Catarina 999. . Disponível em: <http://www. FONTEs CONsULTADAs HAUPTLI. Jornal: Ciência Rural.doaj. br:4500/ALEPH/por/USP/USP/DEDALUS/START > acesso em: 09 de Ago. Disponível em: <http://www. . 00. PRUDÊNCIO.org/abstract?id=121265&toc=y> acesso em: 09 de Ago. 00. Elane Schwenden & BENEDET. Catálogo On-line – DEDALUS. 00 v. Honório Domingos. como pode ser verificado em: <http://www. 00.

na passagem do viveiro para o plantio.ibict. se ficar mais tempo. Fermiano adverte que o tubete deverá ficar mergulhado na solução apenas o tempo necessário para a absorção do líquido. algumas plantas. muda de eucalipto Como proceder para que cupins não ataquem a lavoura de eucalipto? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA É comum o ataque de cupim branco no ínicio da lavoura de eucalipto. cupim branco. sucumbam ao ataque desta praga. é provável que. O link para o site da ESALQJunior 0 . Esta espécie ataca. primeiramente a raiz das mudas e depois todo o cerne do caule. em um número bem menor. controle de pragas. razão pela qual deverá ter a supervisão de um profissional qualificado. A solução será.PRAGAs EM MUDAs DE EUCALIPTO PALAvRAs-ChAvE Eucalipto. que seja buscada no site do SBRT as demandas sobre o assunto eucalipto já disponíveis no banco de dados. A destruição é total. mesmo tratadas.br/>.00 Também sugerimos que caso haja interesse em informações mais aprofundadas e especificas. afirma Lourival Fermiano . O link para acessar a busca no banco de dados segue abaixo: <http://sbrt. Sugerimos para maiores informações sobre o assunto. corre-se o risco de matar a muda. Esta solução deverá seguir a proporção de ml de DECIS para 0 litros de água. mergulhar o tubete em que se encontra a muda numa solução do insumo DECIS. Ainda assim.Acesso em:  de set. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs O uso de insumos pode oferecer riscos para a saúde.técnico operacional da Estação Experimental de Itatiba/USP. que entre em contato com a Empresa Junior de consultoria da ESALQ. A planta morre devido a destruição de seu sistema condutor de nutrientes ( xilema e fluema presente no caule e na raiz) ser destruído.

Acesso em:  de set.br/>.Acesso em:  de set.00 Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de set.br/~esalqjrc/>.00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA segue abaixo: <http://www. Disponível em:<http://sbrt.FONTEs CONsULTADAs Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.00 . ibict.usp.ciagri.

(assa-peixe). pragas e doenças. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo Roberto Giolo de Almeida. pragas em pastagens. tipicamente arbustos e árvores de pequeno porte. plantas daninhas em pastagens Informações sobre pragas e plantas daninhas em pastagens. as oportunidades de instalação de invasoras são reduzidas. assim como. uso do fogo. solo. crescem de maneira relativamente lenta exigindo controle pouco freqüente e menos rigoroso. 99). principalmente como controlá-las. Pterogyne nitens (amendoim-do-campo). em seu artigo: Degradação. Peschiera fuschsia-  . da produtividade. invasores. Com relação aos invasores Almeida afirma que os níveis de infestação e o grau de agressividade das plantas invasoras em pastagens. de superar os efeitos nocivos de pragas. manejo animal. germoplasma forrageiro. doenças e invasoras. como por exemplo: Vernonia spp. entre outros fatores. o conceito de degradação de pastagens corresponde ao processo evolutivo de perda do vigor.PRAGAs EM PAsTAGENs PALAvRAs-ChAvE Pastagens. PITELLI (99) distingue entre dois tipos básicos de invasoras que se instalam em pastagens: l Em pastagens bem formadas com forrageiras de alto poder de ocupação do solo e com manejo adequado dos animais. dependem. estabelecimento. culminando com a degradação avançada dos recursos naturais. Deste modo. em razão de manejos inadequados (MACEDO e ZIMMER. Os principais fatores relacionados com a degradação de pastagens são: clima. adubação. Estas espécies. da capacidade de recuperação natural para sustentar os níveis de produção e de qualidade exigidos pelos animais. do conhecimento deste agroecossistema e do nível tecnológico empregado no seu manejo. Recuperação e Sustentabilidade de Pastagens Cultivadas.

neste caso. não foi eficiente para impedir o retorno da vegetação nativa. ARGEL e VEIGA (99) comentam que as condições climáticas e a diversidade de espécies de regiões do trópico úmido dificultam o estabelecimento e a persistência de pastagens. Andropogon bicornis (capim-rabode-burro). com viabilidade econômica. sob condições dos cerrados.  AgriculturA e PecuáriA efolia (leiteiro). e B. KICHEL et al. mostraram que o uso de herbicida foi eficiente na redução de invasoras. onde o emprego de grade aradora pesada. e que. etc. Estas espécies exigem medidas mais freqüentes e rigorosas de controle. nos cerrados. MACEDO e ZIMMER (99). . No caso de pastagens razoavelmente bem manejadas. solos com baixa fertilidade natural podem limitar o desenvolvimento das plantas forrageiras. maximum cvs. citando dados não publicados de Nunes e Kichel. brizantha cv. as práticas de controle de invasoras se tornam atividades prioritárias de manejo das pastagens. Tanzânia e Colonião. Digitaria insularis (capim-amargoso). etc. para recuperação de pastagens degradadas de branquearia. sendo que algumas delas podem ser favorecidas pela adubação ou pela condição de melhor fertilidade do solo. com ou sem adubação superficial. segundo DIAS FILHO (990).l A diversidade e a complexidade da vegetação nativa é um bom indicativo das invasoras que podem infestar as pastagens cultivadas nestas áreas. em que não houve ocupação efetiva da superfície do solo e submetidas à superlotação de animais. de ciclo curto e com mais rápido crescimento populacional. Porém. seria mais um reflexo do mau manejo. (guanxumas). como por exemplo: Sida spp. as limitações climáticas e de fertilidade do solo não permitem a produção abundante de invasoras em pastagens. favorecendo a proliferação de invasoras melhor adaptadas a esta condição. Pteridium aquilinum (samambaia). levando à rápida degradação da pastagem. nem sempre é um sinal de declínio da fertilidade do solo. Para regiões de savanas úmidas. nestas áreas. predominam espécies de invasoras mais efetivas na reprodução. como por exemplo o superpastejo. aumentando a disponibilidade de forragem em pastagens renovadas de P. Em pastagens mal formadas. Marandu. (99). A presença de invasoras em pastagens. citaram trabalhos realizados na EMBRAPA-CNPGC.

as roçadas mecânicas dificilmente se justificam para infestações inferiores a 0%. por sementes e vegetativo. coerana branca. apesar de maiores valores para CDMA (R$ 9./ha)./ha e de CS de 0. a R$ 9. cambará. erva-de-rato. recentemente. exigindo maior escala de operação. UA/ha. que permanecem atuando no solo por  a  anos. a substituição da vegetação  . sendo os benefícios proporcionados. a ocorrência de Memora peregrina. rabo-de-burro. apresenta vigorosa rebrotação causada por tratos mecânicos. Caracterizada por ser de difícil erradicação. De acordo com estas estimativas. A ciganinha foi controlada por aplicações no toco. e com subsolador). apresentando valores de CDMA de R$ . Utilizou-se uma solução aquosa concentrada de Picloran que inclui corante na formulação. por meio de estimativas do custo direto médio anual (CDMA) e dos benefícios destes em termos de capacidade de suporte das pastagens (CS). com exceção da aplicação com avião.9 a 0.ano. foliar com trator. enquanto que o emprego de herbicidas deve ser indicado somente quando o grau de infestação da pastagem for superior a 0-%. o custo com a limpeza de pastagens pode representar até 0% dos custos de produção na pecuária de corte. conhecida como ciganinha.ano. Os sistemas deroçadas mecânicas (com trator. amplamente utilizada em pequenas propriedades.). com valores para CS de 0.0 a R$ 9. devido ao seu mecanismo de propagação. proporcionaram maiores valores para CS (0. nas concentrações de -%. alecrins. apresentaram menores valores para CDMA (R$ . Ainda com relação aos sistemas que empregam roçadas para limpeza de pastagens. com Link. Neste contexto. além de serem menos exigentes quanto à escala de operação.NUNES (999) relatou. assapeixe. PEREIRA (990a) comenta que a maioria das invasoras roçadas rebrotam com vigor (vassouras. infraestrutura e recursos humanos de qualidade. ANUALPEC(999) avaliou vários sistemas de limpeza de pastagens. Já com relação às pragas e doenças.9 UA/ha.00/ha). A roçada manual. guanxumas. após corte com enxadão. como planta invasora de pastagens degradadas do cerrado.de curta duração. e foliar com avião). Os sistemas de limpeza com herbicidas (foliar com Burrojet. com resultados a longo prazo. à infra-estrutura e arecursos humanos de qualidade. devido ao poder residual dos herbicidas. foi o sistema menos eficiente. no toco com costal. etc. com pulverizador costal. a 0.ano). UA/ha.

admite-se um prejuízo da ordem de % na produção de massa verde (ALVES. de B. após as primeiras chuvas. percevejos e lagartas são pragas secundárias. . Deois flavopicta. Como forrageiras resistentes citam-se: andropogon cv. o manejo adequado da carga animal. e fungos que atacam as sementes de capins. pela diminuição da diversidade biogenética. Kazungula. de capim-colonião e de pangola são suscetíveis às cigarrinhas. para as leguminosas. As formigas cortadeiras do gênero Atta e Acromyrmex são as de  AgriculturA e PecuáriA clímax. ou consorciação de espécies. a 0- cm). o aparecimento de pragas e doenças. 9. gafanhotos. Makueni e Cynodon plectostachyuis. a queima controlada. Biloela). as cigarrinhasdas-pastagens são vistas como a principal praga. PEREIRA. entre 0 e 90%. causa um desequilíbrio no ecossistema. ocorrem em. podendo estar associada à gradagem. reduzam em 0% a produção forrageira do pasto atacado. todo o território nacional. Estes fatos permitem que certas espécies sejam beneficiadas pela abundância de alimento e ausência ou diminuição da população de seus inimigos naturais e. 99). em pastagens estabelecidas. brizantha . em 0 dias. setária cv. Calcula-se que  cigarrinhas adultas por metro quadrado. de modo a evitar sobra de pasto (plantas estoloníferas não devem ser rebaixadas a menos de -0 cm. além do aumento relativo da produção de matéria orgânica. o controle biológico. 9. e sua ocorrência pode desencadear o processo de degradação. ciliaris cv. cochonilhas. caracterizando. por sua ampla abrangência e pelos danos econômicos que podem causar. Dentre as doenças citam-se: a antracnose. ou de espécies competidoras. das condições climáticas e do manejo da pastagem. capimgordura. o uso de espécies resistentes. Planaltina. P. em média. em áreas com histórico de altas infestações e o controle químico. assim. VALÉRIO e KOLLER. jaraguá. 990b. Propostas para o manejo integrado das cigarrinhas-das-pastagens incluem: a diversificação e. maximum cv. e plantas cespitosas. dependendo das espécies forrageiras. decumbens. SILVEIRA NETO. quebra de cadeias alimentares e de ciclos de nutrientes. Pastagens exclusivas de B. Formigas cortadeiras. cupins. praticamente. B. provocando prejuízos variáveis. de capim-buffel (C. quando forem encontradas 0- ninfas grandes por metro quadrado (ALVES. As espécies de cigarrinhas Zulia entreriana. ruziziensis.99). para o estabelecimento de pastagens cultivadas. dentre as principais. Deois schach.Nos ecossistemas de pastagens cultivadas brasileiras.

quando se compararam áreas infestadas (cerca de 0 cupinzeiros/ha) com outras não infestadas. e por P. Os cupins de montículo. m  .. Quanto ao argumento que os cupinzeiros diminuem a área útil das pastagens. maximum . limitam a movimentação de máquinas e. O controle desta praga é feito pelo uso de iscas de inseticidas químicos. gayanus. bem como na cobertura vegetal dos pastos. 0 formigueiros/ha. estariam causando. A lagarta-dos-capinzais. uma pastagem com um número alto de. em média. Cynodon spp. há controvérsias quanto aos danos que. ecológica e econômica para controle desta praga. podem ser encontrados infestando pastagens em diversas regiões do Brasil. ataca principalmente D. e Leucaena spp. e Setaria  . ALVES (99) sugere uma alternativa eficiente. enquanto que B. Stylosanthes spp. gayanus . As lagartas (larvas de lepidópteros) são pragas esporádicas das pastagens que chegam a causar grandes perdas de biomassa quando da ocorrência de altas infestações. No entanto. podem causar sérios danos na fase de estabelecimento. Normalmente atacam pastagens estabelecidas. possivelmente. também. considerando-se que um cupinzeiro ocupa uma área média de 0. perdem cerca de  kg de forragem por dia. Os prejuízos causados pelas formigas são consideráveis. em que não foi constatado redução na produção. A. Desmodium spp.. decumbens . por exemplo.. principalmente para leguminosas como Pueraria phaseoloides. pastagens mais velhas tenderão a apresentar níveis de infestação mais elevados. P. decumbens é pouco atacada (antipreferência: antixenose). na qualidade. em função do ataque das formigas. rufa. PEREIRA (990 b) comenta que pastagens contendo. 99). Caso não haja preocupação em controlá-los. 00 cupinzeiros/ha . Centrosema spp. humidicola é resistente e parece ter efeitos repressivos sobre populações de formigas (LAPOINTE e FERRUFINOC.maior importância para controle. por meio da utilização de fungos entomopatogênicos. SILVEIRA NETO (99) cita um estudo para comprovar os danos diretos causados ao sistema radicular de forrageiras por estes insetos. nos ecossistemas de savana. 99). a dos próprios animais. Porém. teria sua área útil reduzida em apenas % (um por cento) (EMBRAPA.. B. por vezes. minutiflora. Mocis latipes . maximum . M.. As espécies de Acromyrmex mostram uma notória preferência por A. aumentando sua população com o passar do tempo mas. altas infestações de cupinzeiros dificultam os tratos culturais. Paspalum spp. Cornitermes cumulans. no trópico úmido. reduzindo a produção forrageira e a área útil das pastagens. Brachiaria spp. H.

Telefone: ()  AgriculturA e PecuáriA spp. conseqüentemente. Finalmente vale ressaltar que se deve ler na integra o artigo: Degradação. Quanto às gramíneas. no começo da época das chuvas.br/publicacoes/publicacoes. maximum são afetadas pelo fungo Fusarium roseum. após a emergência. Em cultivares de Cynodon dactylon . devese ir ao site da EMBRAPA . O endereço completo da EMBRAPA. e Tilletia ayresii. 99). O controle pode ser feito por meio do tratamento das sementes e pelo uso de variedades resistentes. l Características agronômicas das principais plantas forrageiras tropicais. Geralmente. . que causa a doença da semente chamada “cárie do sino”. Estas doenças são fatores limitantes ao ressemeio natural desta espécie e. para a manutenção das pastagens.htm> e adquirir os seguintes documentos: l Controle de plantas daninhas em campos de produção de sementes de forrageiras. que causa a “mela” das sementes. INDICAÇõEs DE LEITURA Com o objetivo de se obter mais informações sobre o assunto. na região do trópico úmido praticamente todas as variedades de P. sua população aumenta depois de uma seca severa seguida de chuvas curtas e escalonadas. Km  – CEP: 0-90. quando a população era de  lagartas/m. sendo amplamente difundida. l Produção de Sementes de Gramíneas Forrageiras Tropicais.CPPSE. cujas referências completas se encontram abaixo.reduzir o vigor das plantas. Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária – Centro de Pesquisa da Pecuária Sudeste. foram observadas perdas de cerca de % de matéria verde.CPPSE é: Rodovia Washington Luiz. especificamente no endereço: <http://www. podendo causar a morte de plântulas e. causada pelo fungo Colletotrichum gloeosporioides.A antracnose..cppse.embrapa. e de % quando esta era de  lagartas/m (LAPOINTE e FERRUFINO-C. Recuperação e Sustentabilidade de Pastagens Cultivadas. l Invasoras em Pastagens l As sementes de forrageiras como agronegócio no Brasil. é uma doença que ataca as sementes de leguminosas tropicais em geral. São Carlos-SP.

REFERêNCIAs ALMEIDA.usp. artigos e periódicos. n. Anais de º Simpósio sobre Manejo de Pastagem. Referência completa disponível em: < http://dedalus. p. v.. 00.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1027406> acesso em  de fev. livro. Carlos Guilherme Silveira. v. Roberto Giolo de. Também com o objetivo de se informar mais sobre o assunto segue as referências de alguns documentos: SANTOS. 999. Piracicaba: ESALQ. Degradação. n. Manejo de Pastagens. disponível em: <http://dedalus. . Notícias da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Piracicaba.. .br/arquivos/degradacaorecuperacao .br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1459479> acesso em  fev.usp. de 00. p. . NOTESALQ Piracicaba. de 00. Disponível em: http://www. DA SILVA. Recuperação e Sustentabilidade de Pastagens Cultivadas. Referências completas disponível em: <http://dedalus. Também no site: <www.br> acesso em  de fev. Sila Carneiro. Referências completas.9 . M.  . 99. Manejo de Pastagens: O que é e o que significa. Caixa Postal: 9. de 00. Patrícia Menezes.com. de 00.com. consulte-as.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/0792602> acesso em  de fev. Referências completas disponíveis em: < http://dedalus. Artigo de periódico. Piracicaba: FEALQ. você pode obter mais informações. HADDAD.usp. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Aconselha-se que os documento indicados sejam lidos e caso ainda tenha dúvidas nesses textos existem uma série de outras indicações bibliográficas. Monografia/livro. out.forragicultura. 00. Erros Comuns no Manejo de Pastagens e Outros Volumosos. de 00. PEDREIRA. fev. Fax: -. . .br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1355377?> acesso em  fev. C.usp. 0 p.forragicultura. Forragicultura & Pastagens.  p. º ed.

cppse. Disponível em: <http://143. disponível no endereço: <http://www.125:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/> acesso em  de fev.embrapa. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de fev. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. Banco de Dados Bibliográficos da USP. de 00.107. .CPPSE. de 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA sustentabilidadepastagens.htm> acesso em  de fev. de 00.pdf acesso em  de fev. Publicações. Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária – Centro de Pesquisa da Pecuária Sudeste. Catálogo On-line Local – ESALQ.EMBRAPA . DEDALUS. de 00.253.br/publicacoes/publicacoes.

quase não é visível a olho nu. sobretudo provitamina A e vitaminas do grupo B. mm de comprimento. é uma alga azul. Sua reprodução é assexuada e se dá por divisão de filamentos. Ela vive de fotossíntese como as plantas. de vitaminas. de minerais e proteínas. além da clorofila. o magnésio.PRODUÇÃO DA sPIRULINA PALAvRAs-ChAvE Produção da spirulina. estas 90 . mas é diferente destas. luz. nitrato e minerais. mas colore de verde a água em que vive. Figura 1. utilizando assim a quase totalidade do espectro solar. Para se desenvolver necessita de água. o potássio e o ferro. como o fósforo. calor e dos elementos essenciais à vida das plantas: carbono. os carotenóides e a ficocianina como pigmentos. spirulina Informações sobre a produção da spirulina em tanque IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. pois ela contém quantidades enormes de ferro. Introdução Nome científico da Spirulina “Cyanobactéria Arthrospira platensis” (Figura ). Sendo menor do que 0. pois possui. vista microscópica de uma spirulina (1) A spirulina é interessante para a alimentação humana e animal. porém nós a vemos verde e no microscópio ela parece com uma “mola” ().

No ocidente a spirulina é pesquisada há pouco tempo. que se conserva muito bem. spirulina secando na Fazenda Tamanduá (1) 2. Propriedades Nutricionais da spirulina Proteínas :  % do peso (norma: >0) Glicídios :  % do peso Minerais :  % do peso (cinzas totais: <0) Lipídios :  % do peso Fibras :  % do peso Água :  % do peso (norma: <0) Conteúdo energético = 000 calorias ou 0. país da África Central. a um alto preço. como na China. Bastante procurada. por isso. a spirulina é vendida nos mercados com o nome de “DIHÉ” e alimenta um tráfico intenso de caravanas. No Chade. Na África está presente nas lagoas temporárias que são salgadas e alcalinas. em vários países. a spirulina é colocada nos alimentos diários aos quais ela traz um valor nutritivo importante. por não possuírem parede celular. As virtudes alimentares da spirulina são conhecidas desde milênios. sobretudo nos EUA onde é muito procurado como suplemento alimentar e. Figura 2. todos os seus elementos são completamente biodisponíveis para o organismo. 9 AgriculturA e PecuáriA . industrialmente. Índia e. os Astecas já recolhiam a spirulina em lagos alcalinos do planalto mexicano. pois os povos sabem que ela é um suplemento indispensável da alimentação deles. A massa dessa alga microscópica se concentra então num purê de um verde profundo que depois é secado no sol (Figura ) em forma de bolacha.9 kJ/ grama seca.podendo chegar a 0%. Além disso. desde sempre as mulheres recolhem a spirulina filtrando a água das lagoas. Raspada. Hoje em dia se produz. Tailândia.

em vários tipos de câncer. melhorando. vista frontal de tanque da Fazenda Tamanduá (1) 9 . Nos tanques de produção esses elementos (químicos ou naturais) têm que ser colocados periodicamente. Estudos ainda estão sendo realizados para comprovar a eficácia da spirulina em diabéticos. O ferro contido na spirulina combate a anemia e os outros minerais fortificam os ossos. problemas de colesterol. o sistema imunológico e a vitalidade em geral.sta. como também. fortificação do sistema imunológico contra a AIDS etc (). mas podem ser criadas artificialmente. Figura 3. por causa das vitaminas. O meio parecido com aqueles dos lagos salgados pode ser feito com produtos químicos ou naturais (). Utilização Sua composição faz dela um complemento alimentar interessante para todo mundo. com muita incidência de raios solares. A reprodução se dá muito rapidamente tendo assim uma produção média por dia de g/m².3. Tanque padrão de produção (10 m²) na Fazenda Tamanduá . Cultivo As condições das quais a spirulina precisa para se desenvolver se encontram na natureza. 4. Ela equilibra a alimentação. Terezinha/PB (1) Figura 4. A produção de spirulina se faz mais facilmente em regiões quentes. doenças cardiovasculares. do câncer. dos olhos. Os pigmentos têm uma ação anti-oxidante que ajudam a proteger o organismo do envelhecimento precoce. ela se desenvolve dentro de tanques de produção que podem ter um tamanho variado e dos quais ela é recolhida utilizando filtros especiais. favorecendo o desenvolvimento corporal. o estado da pele.

: () -00 Fax: () -0 Disponível em: <http://www. Acesso em  de out.com. Telefone: () -9 Disponível em: <fborja@cstr. Dr.Brasil Tel.br> Na Fazenda Tamanduá.CEP 00-90 . Fernando Borja da Universidade Federal de Campina Grande. Spirulina.br> Prof. Indicamos que o cliente entre em contato direto com os técnicos da Fazenda Tamanduá ou o especialista.br/jtfev05. PB. Fernando Borja Universidade Federal de Campina Grande UFCG .Patos / Paraíba .edu.htm>.com.fazendatamandua. Disponível em <http://www.Caixa Postal  – Jatobá 00-90 . 00 9 AgriculturA e PecuáriA Especialista e Instituições . 00 REFERêNCIAs Kleberson Ricardo de Oliveira Pereira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de out. Dr. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .ufcg. a produção da spirulina encontra-se em fase de estudos e testes e está sendo acompanhada pelo Prof. que possivelmente poderão esclarecer suas dúvidas.Fazenda Tamanduá Caixa Postal  .Patos.Centro de Saúde e Tecnologia Rural .fazendatamandua.

pinhão manso e soja. até o biodiesel puro. que pode ser obtido por diferentes processos tais como o craqueamento. dendê (pal