respostas

coletânea de
produzidas e veiculadas no âmbito do serviço brasileiro de respostas técnicas – sbrt

técnicas
01. AGRICULTURA E PECUÁRIA
OrganizaçãO

Oswaldo Massambani

01. Agricultura e pecuária 02. Alimentos e bebidas 03. Borracha e plástico 04. Brinquedos e jogos 05. Celulose e papel 06. Construção 07. Couro e calçados 08. Eletricidade, gás e água 09. Equipamentos de instrumentação médico 10. Equipamento de medida, teste, controle de automação industrial 11. Equipamento de segurança profissional 12. Gemas e metais preciosos

13. Madeira 14. Máquinas e equipamentos 15. Material eletrônico e aparelhos e equipamentos de comunicação 16. Meio ambiente, reciclagem e tratamento de residuos 17. Metal 18. Metalurgia básica 19. Minerais não metálicos 20. Mobiliário 21. Produtos químicos 22. Serviços industriais 23. Têxtil 24. Transporte e armazenagem 25. Vestuário e acessórios 

AgriculturA e PecuáriA

Universidade de são PaUlo reitora Suely Vilela vice-reitor Franco Maria Lajolo Pró-reitora de Graduação Selma Garrido Pimenta Pró-reitor de Cultura e extensão Universitária Ruy Alberto Corrêa Altafim - 2008-2009 Pró-reitora de Pesquisa Mayana Zatz Pró-reitor de Pós-graduação Armando Corbani Ferraz

aGênCia UsP de inovação Coordenador Oswaldo Massambani diretor Técnico de empresa e empreendedorismo Jose Antonio Lerosa de Siqueira diretor de Processos de inovação Claudio Tervydis diretor Técnico de Propriedade intelectual Maria Aparecida de Souza diretor Técnico de Transf. de Tecnologia Alexandre Venturini Lima diretor Técnico de inovações para sustentabilidade Elizabeth Teixeira Lima Pólo Pirassununga/Piracicaba Daniel Dias
Agência USP de Inovação Av. Prof. Luciano Gualberto, trav. J, 374 7º andar Prédio da Antiga Reitoria Cidade Universitária Butantã São Paulo - SP - Brasil 05508-010 Telefone: 11 3091 4495 www.inovacao.usp.br

Pólo ribeirão/Bauru Flávia Oliveira do Prado Pólo são Carlos Freid Artur Leonardo Augusto Garnica

Produção visual e web: Thais Helena dos Santos [ Midiamix Editora Digital ] 

respostas
coletânea de
produzidas e veiculadas no âmbito do serviço brasileiro de respostas técnicas – sbrt

técnicas
01. AGRICULTURA E PECUÁRIA
ORGAnIZAçãO

Oswaldo Massambani

01. Agricultura e pecuária 02. Alimentos e bebidas 03. Borracha e plástico 04. Brinquedos e jogos 05. Celulose e papel 06. Construção 07. Couro e calçados 08. Eletricidade, gás e água 09. Equipamentos de instrumentação médico 10. Equipamento de medida, teste, controle de automação industrial 11. Equipamento de segurança profissional 12. Gemas e metais preciosos

13. Madeira 14. Máquinas e equipamentos 15. Material eletrônico e aparelhos e equipamentos de comunicação 16. Meio ambiente, reciclagem e tratamento de residuos 17. Metal 18. Metalurgia básica 19. Minerais não metálicos 20. Mobiliário 21. Produtos químicos 22. Serviços industriais 23. Têxtil 24. Transporte e armazenagem 25. Vestuário e acessórios 

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O Programa Disque Tecnologia, em parceria com o Sistema Integrado de Bibliotecas, ambos da Universidade de São Paulo, está oferecendo ao público essa importante coletânea de respostas técnicas produzidas e veiculadas no âmbito do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT, abrangendo um conjunto de temas distribuídos por diversos setores da Indústria e da Agropecuária. O Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas é uma iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia, por meio do Programa Tecnologia Industrial Básica, com recursos dos fundos setoriais, mediante convênio com o CnPq. O SBRT resulta de parceria entre diversas instituições que dispõem de serviços de apoio às empresas nos moldes do Disque Tecnologia. São elas: o Centro de Desenvolvimento Tecnológico, da Universidade de Brasília; o CETEC, de Minas Gerais; o Disque Tecnologia/Agência USP de Inovação, da Universidade de São Paulo; a Rede de Tecnologia da Bahia (IEL); a Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro; e o SEnAI, do Rio Grande do Sul. Esse grupo de entidades técnicas é apoiado pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT, do MCT, e pelo SEBRAE nacional. A idéia básica que norteou a constituição do SBRT foi a de prover a informação tecnológica diretamente ao demandante e de acordo com sua necessidade específica; na verdade o SBRT é fruto da evolução da experiência brasileira com a organização de serviços de informação tecnológica a partir da década de 1970, desde o Centro de Informação Tecnológica do Instituto nacional de Tecnologia, em cooperação com a CnI, passando pelos núcleos de Informação Tecnológica apoiados pelo Programa TIB no âmbito do PADCT e também por diversas iniciativas como o Disque Tecnologia, cujo mérito é justamente o de prover respostas de forma mais direta e expedita. 

AgriculturA e PecuáriA

prefácio



Se na época das primeiras iniciativas a ausência de profissionais especializados, a mobilização de departamentos nas universidades e institutos de pesquisa e mesmo a disponibilidade de um computador eram obstáculos, hoje o acesso amplo à Internet, pode ser também um obstáculo de outra ordem, exigindo mecanismos que possam trabalhar a informação e mesmo buscar fontes mais adequadas; é esse o ambiente do SBRT: prover informações de baixa e média complexidade, em uma fase inicial e posteriormente atender também demandas de alta complexidade. O fato é que o SBRT se firmou como ferramenta de inovação no sentido lato e o simples registro sistemático das informações no seu portal se tornou um canal para futuros demandantes; também a publicação de algumas respostas em jornais tiveram sucesso, estendendo seu alcance. Por todas as razões, essa surpreendente e importantíssima iniciativa do Disque Tecnologia vem oferecer a evidência objetiva da informação útil e vem materializar na forma de livro todo um esforço dirigido à capacitação tecnológica da empresa e do empreendedor brasileiro. Foi com alegria e emoção que percorri as respostas procurando imaginar desde o demandante formulando a pergunta, passando pela complexa construção da resposta, até a sua entrega, muitas vezes decisiva para a viabilização de negócios, para a criação de empregos e para a conquista de mercados. É, portanto, com um sentimento de gratidão que registro a preciosa inspiração dos dirigentes da Agência USP de Inovação ao oferecer esse magnífico incentivo ao desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil. reinaldo dias Ferraz de souza Coordenador - Geral de Serviços Tecnológicos Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Ministério da Ciência e Tecnologia 

AgriculturA e PecuáriA

SUMário
Agropecuária em clima temperado............................................................. Alimentação bovina utilizando a uréia ....................................................... Amendoim ....................................................................................................... Amendoim forra geiro, palmito, pupunha ................................................. Ampliar a comercialização de plantas medicinais .................................... Apicultura ......................................................................................................... Aproveitamento de escamas e barbatanas de peixe ............................... Arroz preto iac 00.......................................................................................... Árvores avaliada .............................................................................................. Ataque da cochinilha da cultura da soja..................................................... Azeitona e oliveira .......................................................................................... Babosa aloe vera ............................................................................................. Balanceamento de ração para suínos ......................................................... Beneficiamento da bucha vegetal ............................................................... Beneficiamento de café ................................................................................. Beneficiamento de urucum .......................................................................... Beneficiamento do feijão .............................................................................. Biodiesel ........................................................................................................... Biodiesel de sebo bovino .............................................................................. Biodigestor ....................................................................................................... Bucha vegetal .................................................................................................. Bulbos de flores ............................................................................................... Café como vermifugo para suínos ............................................................... Calagem do solo ............................................................................................. Capim para gado leiteiro ............................................................................... Características do abacaxi goldem para cultivo ........................................ Cogumelo......................................................................................................... Colheita da laranja .......................................................................................... Combater fundo de solo de bananeira ....................................................... Comedouros individuais para cavalos ........................................................ Compostagem em leras................................................................................. Confinamento de boi e novilha .................................................................... Confinamento de ração para garrotes ........................................................ Construção de galpão para estocagem de café e milho.......................... Couro de caprino ............................................................................................ Criação de avestruz ........................................................................................ Criação de camarão ........................................................................................ 

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Criação de camarão de água doce...............................................................  Criação de caprinos ........................................................................................ 0 Criação de caprinos no estado de são paulo .............................................  Criação de ovinos............................................................................................ 9 Criação de ovinos em regime semi-intensivo ............................................  Criação de peixes: pirarucu, tambaqui, dourado e pintado .................... 90 Criação de peixes: tilápia, pacu e pintado .................................................. 9 Criação de suínos ............................................................................................ 0 Criação de tartaruga tigre d´água................................................................ 0 Criação de tilápia em tanques de pvc ......................................................... 0 Cruzamento de espécies no cultivo de pimentas .....................................  Cultivo de azeitona .........................................................................................  Cultivo de framboesa .....................................................................................  Cultivo de caqui ..............................................................................................  Cultivo de cogumelo do sol ..........................................................................  Cultivo de girassol orgânico..........................................................................  Cultivo de mamona e extração do óleo de mamona ...............................  Cultivo de melancias ...................................................................................... 0 Cultivo de morango-tomates orgânicos.....................................................  Cultivo de oliveiras .........................................................................................  Cultivo de pequi ..............................................................................................  Cultivo de pinus ..............................................................................................  Cultivo de pupunha........................................................................................ 0 Cultivo de soja .................................................................................................  Cultivo de suculentas .....................................................................................  Cultivo de tomate orgânico ..........................................................................  Cultivo e germinação do coqueiro anão .................................................... 90 Cultivo e mercado de plantas medicinais................................................... 00 Desinfecção de granjas de aves ................................................................... 0 Diferenças entre biodiesel e querosene vegetal ......................................  Doença em plantio de morango ..................................................................  Doenças em ovinos pododermatite ............................................................  Dormência do palmito pupunha .................................................................  Envasamento de mel em bisnaga ................................................................ 9 Equipamentos para biocombustível ...........................................................  Erva chamada tansagem ...............................................................................  Ervilha ............................................................................................................... 9 Exposição externa do falo de avestruz........................................................  Extração de óleo de gengibre.......................................................................  Extração de óleo de manjericão e ilinol ......................................................  Extração de soja .............................................................................................. 0

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AgriculturA e PecuáriA

Fabricação de ossinhos para cães ................................................................ Farelo de soja ................................................................................................... Fertilização do solo ......................................................................................... Fisiologia das frutas, fruticultura .................................................................. Fornecedores de máquinas para descascar girassol ................................ Frango ............................................................................................................... Gado leiteiro .................................................................................................... Gansos africanos ............................................................................................. Granja................................................................................................................ Jojoba................................................................................................................ Industrialização e exportação do Óleo da castanha do pará .................. Informações sobre irrigação de pasto, retirada do leite .......................... Instalação para produção de leite em pequena escala ............................ Legislação de plantio de árvores nativas, Orientações sobre o plantio e manejo do ipê roxo................................... Madeira guanandi........................................................................................... Manejo de cogumelos acarius bisporus ..................................................... Manejo de rebanho de vacas em lactação ................................................. Máquina para fabricação de ração .............................................................. Mata ciliar em nascente ................................................................................. Morcego ........................................................................................................... Mudas de jabuticaba ...................................................................................... Nutrição de búfalas ........................................................................................ Ovinocultura ovinocraprino.......................................................................... Pastagem em plantio de amendoim e pupunha ...................................... Penas de frango .............................................................................................. Plantação de palmito com criação de ovinos ............................................ Plantação de tomates .................................................................................... Plantio associado, eucalipto e mandioca ................................................... Plantio da espécie florestal teca ................................................................... Plantio de capim ............................................................................................. Plantio de eucalipto ....................................................................................... Plantio de eucalipto custo da produção ..................................................... Plantio de grão de bico e lentilha ................................................................ Plantio de limão .............................................................................................. Plantio de mamona - extração de óleo de mamona ................................ Plantio de mandioca ...................................................................................... Plantio de milho .............................................................................................. Plantio de seringueira e produção de latex ............................................... Plantio de tomate orgânico .......................................................................... Plantio e consorciamento do eucalipto ...................................................... 

     0 9 9 0 09  0  9       0 0     9 99 0 0          

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Plasticultura ..................................................................................................... Possibilidades de uso do soro resultante da produção de queijos ........ Pragas em mudas de eucalipto .................................................................... Pragas em pastagens ..................................................................................... Produção da spirulina .................................................................................... Produção de biodiesel ................................................................................... Produção de carne de caprino ..................................................................... Produção de carvão vegetal ......................................................................... Produção de cogumelo em estufa ............................................................... Produção de milho ......................................................................................... Produto alternativo para alimentação de tilapia....................................... Projeto de irrigação ........................................................................................ Psitacideos ....................................................................................................... Ração animal ................................................................................................... Ração para aves caipiras ................................................................................ Ração para avestruz........................................................................................ Ração para bovinos a base de amendoim.................................................. Ração para criação de frango ....................................................................... Ração seca para cães e gatos ........................................................................ Ranicultura ....................................................................................................... Reflorestamento.............................................................................................. Reflorestamento com cedro australiano .................................................... Reflorestamento de eucalipto ...................................................................... Reflorestamento de nascentes de água...................................................... Sincronização do cio em bovinos ................................................................ Sobras de palmito para alimentar vacas ..................................................... Subsolador na soca de cana.......................................................................... Usina de biodiesel........................................................................................... Uso de composto orgânico em cobertura de vasos e noções básicas de compostagem ....................................................................... Uvas sem sementes ........................................................................................ Variedades de café .......................................................................................... Viveiro de mudas ............................................................................................ Viveiro de mudas florestais ........................................................................... 

 0  90 9 9 0 0       9  0  0   9   90 9 9 0  0   

AgriculturA e PecuáriA



Clima temperado; culturas; plantação; atividade agropecuária

PALAvRAs-ChAvE

Gostaria de saber qual tipo de atividade agropecuária seria recomendada para a região de Cunha – SP.

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA

Uma região de clima temperado apresenta uma temperatura que varia regularmente ao longo do ano, com a média acima de 0º C, nos meses mais quentes e entre -º e º C, nos meses frios. Possui quatro estações bem definidas: um verão relativamente quente, um outono com temperaturas gradativamente mais baixas com o passar dos dias, um inverno frio, e uma primavera, com temperaturas gradativamente mais altas com o passar dos dias. Umidade depende da localização e condições geográficas de uma dada região. Nas regiões dos oceanos localizadas em regiões de climas temperados, diz-se que possuem águas temperadas. O clima determinado subtropical úmido é uma variação do clima temperado, presente também no Brasil. Tal clima usualmente acontece no interior de continentes ou nos litorais à leste de tais continentes, entre latitudes de °e 0. Ao contrário de climas mediterrâneos, uma zona de clima subtropical possui verões úmidos dado massas tropicais instáveis. Localizada no Alto Paraíba, o município de Cunha ocupa 0 km² de colinas e montanhas aninhadas entre as serras da Quebra-Cangalha, da Bocaina e do Mar. Limita-se com Ubatuba, São Luiz de Paraitinga, Lagoinha, Guaratinguetá, Lorena, Silveiras, Areias, São José de Barreiro no estado de São Paulo e Angra dos Reis e Paraty no estado do Rio de Janeiro. A altitude media é de .00 metros e os pontos mais altos são o Pico da Pedra da Macela (.0 metros) e o Pico do Cume (0 metros). O clima é temperado e seco, com variações de temperatura de - a °C 

sOLUÇÃO APREsENTADA

AgriculturA e PecuáriA

AGROPECUÁRIA EM CLIMA TEMPERADO

no inverno e de  a °C no verão. Cunha recebeu a denominação de Estância Climática em 9. Sua população atual gira em torno de .000 habitantes, a maioria (0%) dos quais reside na zona rural. Atualmente as principais atividades econômicas são a pecuária leiteira e de corte e as culturas de milho, feijão e batata. Nos últimos anos vem crescendo o turismo como nova atividade do município, assim como a produção de trutas, cogumelos e artesanato. Destaca-se também a cerâmica de alta temperatura, que tem atraído muitos turistas. Alguns cultivos podem ser sugeridos, como:
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A alfafa, que embora seja uma planta típica de clima temperado, apresenta capacidade de adaptação a grande variedade de climas e altitudes, podendo ser cultivada tanto ao nível do mar, quanto em altitudes elevadas. Quanto à temperatura ambiente, a alfafa de flor amarela (Medicago falcata) sobreviveu a temperaturas inferiores a -ºC no Alasca e algumas variedades comuns (Medicago sativa) foram cultivadas no Vale da Morte na Califórnia, EUA, onde ocorrem temperaturas de até ºC. O pêssego e a nectarina são frutas muito apreciadas no mundo, pelo sabor, pela aparência e pelo seu valor econômico no âmbito da cadeia produtiva.

O abastecimento nacional provém de cinco pólos nacionais de produção: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. O período de oferta inicia em setembro com a produção paulista e conclui em fevereiro com a produção gaúcha. A ameixa, a amora-preta, o morango e as uvas viníferes e uvas americanas também são culturas possíveis para este tipo de clima.

CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs
A implantação de atividade agropecuária é dependente do clima, mas também do tipo de solo e outros fatores que poderão indicar a melhor atividade a ser executada. Recomenda-se o contato com a Prefeitura do Município para a adequação dos processos legais envolvendo atividade agropecuária e para saber quais são as possibilidades de produção da região. 

embrapa.br>.Sala 0 - Piracicaba – SP Fone/Fax: (9) 9-99 Sugere-se também consulta à Embrapa. Embrapa .br/~esalqjrc>.usp.com>. Acesso em:  de set.sp. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de set.wikipedia.br>. Acesso em:  de set.Prefeitura Municipal da Estância Climática de Cunha. Disponível em: <http://www.gov. Disponível em: <www. Disponível em: <http://www. Carlos Botelho.cunhatur. 00. FONTEs CONsULTADAs Wikipedia.sp. 00.cunha.gov. Disponível em: <http://www. Cunhatur. 00.htm>. que apresenta informações sobre as diferentes atividades agropecuárias desenvolvidas em clima temperado. Consultoria Av. Acesso em:  de set. 0 . 00. Esalq Júnior. Acesso em:  de set 00.com. Acesso em:  de set.br/sistemas/index.ciagri. ESALQ Jr. Prefeitura Municipal da Estância Climática de Cunha. . Adriana Sabino Sotolani NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de set 00  AgriculturA e PecuáriA A Empresa Júnior da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz – USP faz consultoria referente ao assunto e pode ser de grande ajuda para a escolha da melhor atividade para o local. 00.br>.sistemas de produção.cpact. Disponível em: <http://www.cunha.

 . Para isto é necessário fazer um estudo completo da ração ou alimento que se está oferecendo. afirma o professor que a quantidade de uréia depende dos demais ingredientes da ração. conhecendo cada um de seus componentes.ALIMENTAÇÃO BOvINA UTILIzANDO A URéIA PALAvRAs-ChAvE Alimentação bovina. usar a uréia como alternativa para diminuir o custo do preço do leite e ainda garantir as proteínas necessárias. Segundo o professor e doutor Paulo Roberto Leme do Departamento de Zootecnia da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da USP é possível sim. uréia. por exemplo. Departamento de Zootecnia telefone () 99-0. todavia. muita proteína degradável na formulação da ração não permite adição de uréia. O professor Paulo Leme sugere que o balanceamento do alimento deve ser feito por um programa de computação para alcançar melhores resultados e informa que existem vários programas de computação para cálculo de rações e formulação disponíveis no mercado e um deles é o Super Crac. A uréia seria uma alternativa para diminuir o custo da alimentação de vacas leiteiras e ainda garantir as proteínas necessárias para os animais? Como posso utilizar a uréia na alimentação sem que as vacas se intoxiquem? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A alimentação de animais em geral deve ser bem estudada e equilibrada para se obter os resultados esperados. alimentação de ruminantes. desenvolvido pelo professor Sebastião Valadares da Universidade Federal de Viçosa. alimentação alternativa de bovinos.

usp. doutor Sebastião Valadares. http://www. doutor Paulo Roberto Leme. REFERêNCIAs Professor. www. telefone (9) -9 Professor.Contatar O professor.ufv. 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .fzea. Departamento de Zootecnia da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo. doutor Sebastião Valadares. Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa.br . telefone () 99. Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa.br/ telefone () 99- Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  Jan.

. . 0. se for o caso. 9. Permitir boa ventilação do ambiente com sistema de exaustão. armazenagem do amendoim.  . Não fazer pilhas muito altas. Certificar-se que o armazém não esteja isento de infiltrações. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Algodão. Fazer pré-limpeza. A armazenagem deve ser feita em cima de estrados. Tais Suassuma a armazenagem do amendoim deve se considerar que: . Inspecionar o armazém freqüentemente. . mantendo uma distância de 0cm das mesmas. para eliminar terra e todas impurezas que possam vir do campo. . fumigando sempre que necessário. .AMENDOIM PALAvRAs-ChAvE Amendoim. para detectar se algo está errado. . pássaros. Não apoiar os sacos de amendoim nas paredes. Monitorar a umidade relativa do ar (UR) que deve ser inferior a %. Manter o armazém sempre limpo. . para facilitar as operações e inspeções. Técnicas de armazenagem do amendoim em cascas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com a pesquisadora da EMBRAPA. Não superlotar o armazém . . Fazer o controle de insetos e roedores. insetos em geral. O expurgo deve ser realizado sob a orientação de um agrônomo ou técnico agrícola que poderão oferecer orientação quanto a novas regulamentações. . Armazenar o amendoim sempre em casca.

REFERêNCIAs Tais Suassuma. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Algodão. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr. 00 9 AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs . pesquisadora da EMBRAPA.Sugere-se consultar um agrônomo ou técnico agrícola para maiores esclarecimentos .

a planta pode necessitar de maiores nutrientes. o cultivo do amendoim forrageiro em plantações de pupunha reduz o custo com o roçado. pupunha. prejudicar a sua capacidade produtiva na fase adulta.embrapa. Porém.br/ http://www. palmito Saber a dosagem necessária de água e nutrientes aplicados à plantação de pupunha destinada à extração do palmito.AMENDOIM FORRAGEIRO.pdf 0 . sOLUÇÃO APREsENTADA REFERêNCIAs A EMBRAPA-ACRE possui vários trabalhos sobre o amendoim forrageiro disponível para download http://www. qual será quantidade de água e nutrientes se a área estiver coberta com amendoim forrageiro? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo o pesquisador Judson Ferreira Valentim da EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – do Acre. mesmo estabilizada.cpafac.gov. Este controle também é desejável para a produção de palmito. Entretanto.htm Sobre o cultivo da pupunha ver: http://www.cpafac.br/amendoim.ceplac. no caso de plantios recentes.embrapa. mantém a umidade do solo e proporciona maior produção de nitrogênio no solo.br/radar/CULTIVO%20DA%20PUPUNHEIRA. devese tomar o cuidado de controlar a biomassa do amendoim na área de entorno da planta. PUPUNhA PALAvRAs-ChAvE Amendoim forrageiro. assim. pois a agressividade do sistema radicular do amendoim forrageiro compete com a planta nova por nutrientes e água podendo. PALMITO. pois o objetivo aqui é apenas o controle do roçado e. durante a formação de um broto novo a perda do perfilho principal.

Wladimir Barbieri Junior  de mar. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL .

quimer.Associação de Agricultura Orgânica em http://www.damm.br/ Fuchs: http://www. Esclarecemos que não mantemos nenhum vínculo comercial ou institucional com essas empresas e que os nomes delas aqui são sugestões para auxílio. à disposição de fabricantes de medicamentos fitoterápicos ou mesmo a disposição do público consumidor. tais como: Quimer: http://www.com.com.com. entre outros. Comércio e conservação.fuchs-gewuerze.br/ Caso deseje realizar o cultivo orgânico de plantas medicinais plantas.ambrosifarma. Exploração.org/publications/traficc_portu.santosflora.br/.com. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Existem empresas especializadas em colocar produtos. produção.org.br/ Santosflora: http://www.traffic.br/ Ambrosiana: http://www. que traz informações sobre: Instrumentos legais relacionados às plantas medicinais. plantas medicinais. contactar a AAO .pdf sOLUÇÃO APREsENTADA  .br/ Na área de condimentos poderão ser contatadas as empresas: Damm: http://www. É produtor e deseja comercializar plantas secas condimentares e medicinais para mercados potenciais.com. transporte e comércio.AMPLIAR A COMERCIALIzAÇÃO DE PLANTAs MEDICINAIs PALAvRAs-ChAvE Plantas condimentares. Disponível em: http://www. aao. Sugerimos também a consulta do relatório Plantas medicinais do Brasil: aspectos gerais sobre legislação e comércio. Para a área de plantas medicinais sugerimos que consulte estas empresas que já fazem este contato entre o produtor e o consumidor. como plantas medicinais e condimentares.

br/>. DAMM Produtos Alimentícios. Faculdade de Ciências Farmacêuticas. O IBAMA em São Luiz está localizado na Avenida Jaime Tavares.Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Departamento de Farmácia. br/>.MA tel:(9) -00/-00/- fax: (9) - Mais informações no site do IBAMA http://www.Brasil Telefone: ()09- Email: lenach@usp. Acesso em:  de fev. Disponível em: <http://www. 00. Acesso em:  de fev.ibama.br/>. 00. 0 Butantã 00900 . br/>.ibama. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www. IBAMA .br/>.0-0 – São Luís .fuchs-gewurze.  AgriculturA e PecuáriA INDICAÇõEs . Acesso em:  de fev.CEP: . 00.damm. Av. SP .Sao Paulo. nº  – Centro .gov.EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: Professor Doutor Paulo Chanel Deodato de Freitas Universidade de São Paulo. Acesso em:  de fev. Acesso em:  de fev. 00.br/ METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA AMBROSIANA ervas medicinais.com. 00.com.com.ambrosifarma. QUIMER ervas e especiarias.gov.com. Disponível em: <http://www. Lineu Prestes.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Além de consultar essas empresas é necessário que o produtor tenha a licença do IBAMA de produtor rural para comercializar legalmente. FUCHS.quimer.

pdf>. 00.santosflora. Marcus Vinícius M. Disponível em: <http:// www.traffic.br/>. 00  .com. Suelma Ribeiro. Lúcia Helena de.org/publications/traficc_portu. Ximena. MARTINS.. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev.Santosflora ervas medicinais e aromáticas. Plantas medicinais do Brasil: aspectos gerais sobre legislação e comércio. Disponível em: <http:// www. SILVA. BUITRÓN. Acesso em:  de fev. 00. Acesso em:  de fev. OLIVEIRA.

O fato acontece quando a rainha morre ou. mais comum. simplesmente trocando as rainhas. produzindo menos ovos do que a colméia precisa. de forma a substituí-las por rainhas de linhagens melhoradas. como observaremos a seguir. cera ou polinização de pomares. criação de abelhas. as abelhas iniciam a criação de nova rainha. Dela dependem todas as atividades relacionadas à produção de mel. Para se ter uma idéia de sua importância. quando as abelhas reconhecem que a rainha está comprometida. basta dizer que é possível transformar um apiário. própolis. mel. comportamento de defesa e resistência às doenças das demais. não é sempre que uma rainha em declínio é reposta. Rainha. pólen. devido à incapacidade de manter uma produção adequada. em um mês.  AgriculturA e PecuáriA APICULTURA . Porém. abelha. fazem parte de uma terminologia toda própria. abelhas operárias e zangão. PALAvRAs-ChAvE Informações gerais sobre como iniciar criação de abelhas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Apicultura é a arte de criação de abelhas para a obtenção de mel. em colméias mansas. por se constituir na única fêmea reprodutora da colméia. O mel é obtido a partir do néctar das flores. a colméia passa por um processo de troca de rainha. geléia real. Se o mel for produzido em regiões onde não se utilizam agrotóxicos e nem produtos químicos. ele é considerado orgânico. doentes e pouco produtivas. Esta criação é feita pelo apicultor. Enfim. ela é a chave de tudo. A abelha rainha A rainha é a mãe das abelhas da colméia. sadias e produtoras.Apicultura. composto de colméias com abelhas agressivas. De forma natural. Quando a rainha começa a falhar. Este comportamento é mais acentuado em colméias fortes porque as abelhas são mais exigentes.

pagando com sua vida na copulação. a rainha não será capaz de sobreviver. O zangão Os zangões são maiores que a rainha e operárias e se caracterizam por não ter ferrão. Antes do vôo. quando apresentam espermatozóides maduros. que é como uma máquina de por ovos. Quando abundante o alimento. naturalmente. estimulam as operárias a trabalhar. que são os lugares onde os zangões voam. Uma pequena quantidade de operárias tem controle sobre a rainha. se limpam. Numa colônia normal. em condições favoráveis. Então. Acasalamento O acasalamento entre zangão e rainha ocorre em áreas de congregação. em outras palavras. Os primeiros vôos duram entre  e  minutos e servem de orientação. e depois voam diariamente. Dentro do que se conhece o zangão não executa nenhuma tarefa e sua única função é buscar uma rainha fora da colméia. O zangão leva  dias para emergir como adulto. inibidos de se desenvolver (por ação de feromônios provindos da rainha e das crias). os ovários das operárias são. com especial atenção às antenas e aos olhos. Nos primeiros momentos são alimentados pelas operárias. Existem várias áreas de congregação de zangões dentro dos limites de vôo das rainhas (90 a 0 m do apiário). Existe uma relação entre rainhas e operárias: sem a rainha. os zangões se alimentam. O vôo de acasalamento é feito por zangões de mais de  dias.As abelhas operárias: As operárias de abelhas melíferas são incapazes de se acasalar. depois se viram sozinhos. as operárias alimentam a rainha em maior proporção. a colônia morrerá e sem as operárias. A maioria dos zangões fazem seu primeiro vôo com  a  dias. que. com a qual aumenta a postura de ovos. antecipando a chegada das rainhas. O trabalho da colméia é feito pelas operárias e sua divisão é controlada pelos feronômios da rainha. zangões e rainhas  . podem produzir ovos que dão origem a uma descendência de zangões. mas tem pequenos ovários que.

Mas. ela não sai mais para o vôo nupcial. para que no início da florada as colônias já estejam restabelecidas. Quando a rainha apresenta cerca de  milhões de espermatozóides. preso a sua câmara vaginal. As rainhas comumente realizam o vôo nupcial entre o º e o º dia e podem ser fecundadas em média por 0 a  zangões em um único vôo nupcial. em menos de  segundos. os zangões rapidamente se orientam para a rainha. O número de vôos da rainha depende da quantidade de esperma que entra na espermateca. em condições brasileiras está ao redor de 0 me AgriculturA e PecuáriA têm numerosas opções para o acasalamento e ele tende a acontecer longe de seus próprios ninhos. com os zangões liberando seu sêmen no orifício genital da rainha. a resistência a certas doenças e. as probabilidades de enxameação da sua descendência. De quanto em quanto tempo deve-se substituir as rainhas? A melhor época para a substituição é 0 a 0 dias antes da florada. A substituição programada deve ser feita com base no seu período médio de vida que.Uma vez que a rainha chega à área de congregação. Após a cópula e a morte do zangão. quase sempre a rainha retorna para a colméia com o resto da genitália do macho. usando pistas químicas e visuais. é bom frisar que as rainhas velhas e com problemas devem ser substituídas logo que percebidas. O acasalamento ocorre em vôo livre. a capacidade das abelhas para a produção de mel. A ejaculação separa a rainha e o zangão. o mais importante. A copulação é rápida e espetacular. . MANEjO DE APIÁRIOs Como avaliar a qualidade da rainha? Não se pode julgar a capacidade de uma rainha simplesmente a olho.. Isto funciona para que as operárias tenham a certeza que ela foi fecundada e que vai iniciar a postura dentro de poucos dias. que morre minutos após o acasalamento. Para tal julgamento interessa a sua capacidade de postura. geralmente entre 0 e  m de altura. as características da colônia.

Como alimento. em vários casos. nesse caso. vitaminas. substrato para depositar as larvas. as substituições devem ser programadas em ciclos de 0 meses. conta-gotas para pingar o substrato. os padrões de consumo devem ser mais rigorosos. PRODUÇÃO DE RAINhAs PARA COMERCIALIzAÇÃO Na produção comercial de rainhas em grande escala pelo “método Dootitle” são necessários: cúpulas artificiais de cera ou plástico. AsPECTOs ECONôMICOs/COMERCIAIs/GERENCIAIs Nos anos 0. para que a rainha possa fazer a postura regularmente e expandir a população para poder usufruir o máximo na entrada do fluxo forte de alimento. estilete para transferência de larvas. Mas.ses. sais minerais. etc. Porém. Também pode ser usado como medicamento.  . o mel tornou-se o mais novo produto apícola a ser explorado. Em princípio. Nesse caso. onde é necessário simplesmente uma faca quente para cortar e remover as células reais do favo. A troca de rainha deve ser planejada com antecedência e o apicultor poderá produzir rainhas de suas melhores colméias ou adquiri-las de algum centro produtor. sarrafos porta-cúpulas. A indústria de cosméticos mostra uma grande quantidade de produtos de beleza. ajudando no rejuvenescimento. o mel deve ser tomado para se obter um melhor rendimento físico e intelectual. sendo sempre necessário uma alimentação de reforço ou estimulante. atuando principalmente na renovação das células da pele. que tenham algum controle genético. para prevenir ou sanar eventuais deficiências alimentares em aminoácidos. vai precisar só de uma gaiola pequena para remover a rainha junto com algumas operárias. existem  outros métodos: • Alley . quadros porta-sarrafos. se o apicultor precisa produzir poucas rainhas(-0). onde é preciso sarrafo com abertura das células para baixo e quadro de madeira • Miller . lâmpada para iluminar as células contendo as larvas e telas excluidoras de rainhas.

Cerca de % da própolis produzida no Brasil é exportada. geleia real.l l O mercado nacional ainda está no começo o que significa que ainda há espaço para novos empreendedores. dentre os estados brasileiros produtores e exportadores de mel destaca-se o estado do Ceará que no ano de 00 acumulou divisas de US$ . as colméias da China. OUTROs PRODUTOs: Cera Utilizada pelas abelhas para construção dos favos e fechamento dos alvéolos. bem como é utilizado na área cosmética. adesiva e balsâmica elaborada pelas abelhas a partir da mistura da cera e da resina coletada das plantas. milhões com exportações. As regiões do Ceará que mais produzem mel são a do Cariri e do Baixo Jaguaribe. principalmente. Produzida por glândulas especiais situadas no abdome das abelhas operárias. como: própolis. O destaque dá-se pela grande variedade de plantas melíferas possibilitando produção variada em termos de sabor e aroma. Limoeiro do Norte e São João do Jaguaribe. No entanto grande parte da produção é exportada e. pelas indústrias de cosméticos e farmacêutica. . retirada dos botões florais. É usada pelas abelhas para fechar as frestas e a entrada do ninho. As indústrias de cosméticos. sido atingidas por doenças causadas pelo uso de antibióticos nos apiários. o que representa um aumento de % em relação ao ano anterior. Tabuleiro do Norte e Palhano. uma vez que a oferta é menor que a demanda. medicamentos e velas são as principais consumidoras. É usada. l O mel é alimento. principalmente 9 AgriculturA e PecuáriA vANTAGENs DA APICULTURA: qualquer região é adequada segundo pesquisas realizadas a atividade possibilita bom retorno uma vez que o produto pode ser comercializado tanto no mercado nacional co mo ser exportado l além do mel há outros produtos que são comercializados. gemas e dos cortes nas cascas dos vegetais. bem como a abelha rainha. O Brasil entrou no mercado internacional após terem. O estado é o segundo do nordeste em produção atrás do Piauí. Própolis Substância resinosa. enxames.

Jabuticabeira. É usado como suplemento alimentar. girassol. É importante saber que devido ao sabor e aroma das flores. O nosso país é rico em plantas melíferas até mesmo em regiões secas. é um xarope feito de água e 0 . Alimentação das abelhas A alimentação. ótimas instalações e força de vontade não são suficientes. as abelhas têm preferências por umas plantas mais do que por outras. em cápsulas ou tabletes. cafeeiro. Polinização A polinização é a transferência do pólen (gameta masculino da flor) para o óvulo da mesma flor ou de outra flor da mesma espécie. Neste caso saber escolher bem o local onde instalar o apiário é fundamental. Pólen apícola Gameta masculino das flores coletado pelas abelhas e transportado para a colmeia para ser armazenado nos alvéolos e passar por um processo de fermentação. Plantas Melíferas Ter excelentes abelhas. mas é imprescindível oferecer às abelhas boa alimentação que é composta de néctar e pólen. misturada com mel ou mesmo liofilizada. seco. pessegueiro. comercializado misturado com o mel. Usado como alimento pelas abelhas na fase larval e abelhas adultas com até  dias de idade. eucalipto. alecrim. Entre tantas plantas melíferas citamos algumas: abacateiro. no início da formação. laranjeira. é produzida por alguns apicultores para comercialização in natura. Só após essa transferência é que ocorre a formação dos frutos. É utilizada pelas indústrias de cosméticos e medicamentos. É usada como alimento das larvas e da rainha.para o Japão. Pólen e néctar devem estar disponíveis em grandes quantidades e variedade durante todo o ano o que evita períodos de escassez. Geléia real A geléia real é uma substância produzida pelas glândulas hipofaringeanas e mandubulares das operárias com até  dias de idade.

de assa-peixe. O período de decantação é de  dias depois dos quais o mel deve ser armazenado em potes plásticos para alimentos. Classificação do mel Há várias maneiras de se classificar o mel: l pela sua origem ou qualidade (mel de eucalipto. Os apiários são formados por colméias o que facilita dimensionar o tamanho do negócio: um apiário de  a 0 colméias é.com consistência parecida com a do leite condensado. Apiários Os apiários podem ser fixos ou migratórios (apicultura migratória) neste caso o objetivo é a polinização. uma substância mole. esbranquiçada. no Brasil. Os apiários devem distar 00m de residências ou instalações de animais. com mel. Este xarope fica disponível por 0 dias. ácida.O alimento das abelhas operárias e zangões até o terceiro dia de idade e para a rainha para toda a sua vida é a geléia real. É produzida pelas glândulas hipofaríngeas situadas na cabeça das abelhas operárias-nutrizes de  a  dias de idade. Colheita. para treinamento. decantação e armazenagem A colheita do mel é feita com uma ferramenta que recebe o nome de garfo desoperculador. . dois períodos mais favoráveis para implantação de apiários: de Agosto a Março e de Setembro a Janeiro sendo este o melhor período por ser de floradas. de cheiro típico. em geral. pólen e água por elas ingeridas. Os quadros cheios de mel (melgueiras) devem ser retirados e levados para um cômodo próprio para este fim sendo colocados em uma centrífuga que permite a saída do mel que é armazenado em um utensílio de aço inox para decantação.  AgriculturA e PecuáriA açúcar e que deve ser renovado a cada  dias. etc) l pelo seu estado ou densidade (virgem ou cristalino) l Formação dos apiários Há.

preferencialmente.com.ba.htm http://www2.br/apicultura/programa. INDICAÇõEs Alguns links interessantes para consulta: http://www.br clicando no ícone idéias de negócios.sebrae. plano. pois sem flores não existe apicultura. A iniciação de um apiário pode ser por atração ou iscagem de colméias utilizando-se de cera alveolada com adição de algum produto atrativo que poder ser capim santo. erva cidreira.br/cadeiasprodutivas/%7B7BA65001-A124-47B8A543-2BA23E626FFF%7D.htm CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs É importante ter em mente que na apicultura é muito importante se preocupar com a preservação e com a expansão do pasto apícola. e entre as laterais de 0.agridata. clicando na palavra apiário http://www. entre fundos. digita api- ário.com.php www. O terreno em volta dos apiários deve ser.sebraern.criareplantar.com.Entre apiários deve-se deixar de  a  metros de distância.com. As colméias devem ficar debaixo de árvores ou perto de modo a tomar sol ainda que seja somente o sol da manhã.mg.sebraees. a .br/apicult. roçado e limpo.br/pecuaria/apicultura/index. etc na forma de chá ou mesmo comprando enxames.asp http://www. podendo ainda ser gramado para evitar ratos e formigas.gov. A água deve ficar há 00m do apiário. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia  .00 metro.

br/apicultura/programa. Acesso em  de jan. SEBRAE BA Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas da Bahia. Acesso em  de jan. 00  AgriculturA e PecuáriA APROTEC . Disponível em: <http://www.php>. 00.CRIAR E PLANTAR. SEBRAE ES Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo. 00. Disponível em: <http://www2. Disponível em: <http:// www.com. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jan. Acesso em  de jan.com. Apicultura. . Disponível em: <http://www.com.br/Aprotec/resposta.br/ cadeiasprodutivas/%7B7BA65001-A124-47B8-A543-2BA23E626FFF%7D.Tecnologia Apropriada.htm>. Acesso em  de jan.sebrae.sebraees. 00.asp>.asp?Resp=44>.cecae. Apicultura. Apiário: criação de abelha e produção de mel.asp?tipoobjeto=3&objeto=273&botao=0>.br/pecuaria/apicultura/index.sebraern.br/IdeiasNegocios/pag_mos_ide_ neg. Disponível em: <http://www.ba. PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA APICULTURA NO RN. Apicultura.usp.com. Acesso em  de jan.criareplantar. 00. 00.

barbatanas e intestino de peixe para fins comerciais? Quais os métodos indicados? Qual é a máquina mais apropriada que pode utilizar? Verificou que há restos de peixes. É possível aproveitar escamas. tais como espinhaço. esse é ainda um processo embrionário. em pratos diferenciados e até mesmo na fabricação de remédios. No entanto. sendo usada máquinas de desossar e triturar frango como auxílio improvisado. Há estudos sobre o aproveitamento de diversas partes descartadas do pescado (vide link para tese em referências). cabeça e bucho. gerando um excedente. no qual seu alto valor nutritivo é usado para produção de diversos insumos com fins comerciais. um mercado muito promissor. ainda sob maiores estudos. criando assim. diversos estudos e projetos têm como objetivo aproveitar os resíduos de peixes que sobram quando são cortados e limpos para serem vendidos nos mercados. muitos governos municipais e estaduais têm se interessado por tais projetos (vide link em referências). aproveitamento de resíduos de peixe. usados em ração animal. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Hoje em dia. Tais excedentes têm sido reaproveitados para a fabricação de farinhas de alto valor nutritivo. Mesmo assim. aproveitamento de barbatanas de peixe.APROvEITAMENTO DE EsCAMAs E BARBATANAs DE PEIXE PALAvRAs-ChAvE Aproveitamento de escamas. feiras e supermercados. muitas vezes não havendo sequer maquinário especializado para separar e tratar esses insumos. que são jogados fora e quer saber que tipo de máquina pode ser utilizado para ajudar a processar esses materiais para vender comercialmente. por se tratar de  sOLUÇÃO APREsENTADA .

MHC. há mais indicações de fornecedores caso seja necessário.Tel: () -00.com. entrar em contato com as empresas listadas abaixo que já utilizam métodos para o aproveitamento de resíduos de pescado para averiguar se o maquinário que eles usam pode ser utilizado nessa empreitada.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se consultar a tese da pesquisadora Fernanda Terra. pode gerar renda e empregos para as empresas e para população. Indústria Alimentícia e Negócios da Pesca Rua Orlando Ferreira. ou consultoria.00 Indica-se. Tel: () -0 / -0 / - E-mail: mhcpesca@uol. além de fornecer algumas dicas e métodos de como proceder nessa área.univali. . 0 .br/index_spp. Na própria tese.End: Rua Pedro Ivo.costasul.com.br E-mail: costasul@costasul.  – Machados CEP: -000. Contato: Governo do Paraná .Curitiba – Paraná . pois muitos trabalhos nessa área estão sendo desenvolvidos.com. Rua Geral de Machados.Centro 000-00 . também.cttmar.br Costa Sul Pescados Ltda. abrir espaço também para um convênio e troca de experiências. eles possam vir a prestar.php?id=3 acesso em:  de jul. e que tipo de ajuda.Machados CEP: -000.Secretaria do Trabalho. Site : http://www. alguns métodos. que trata do reaproveitamento de refugos de pescado para produção de insumos para o mercado.br  AgriculturA e PecuáriA um mercado que além de evitar gastos. 0 . o que seria benéfico para ambos os lados. O que pode.gep. Disponível em: http://www. Por fim. Emprego e Promoção Social . Tese da Doutoranda Fernanda Terra. entrar em contato com o Governo do Paraná.

End: Av José Francisco Laurindo.00  . Emprego e Promoção Social do Paraná. Matinhos aproveita resíduos do pescado”.São Domingos. Trabalho. Rua Aníbal Gaya.leardine. Tel: () -0 / -0 Site: http://www. CEP: -000 Tel:() -0 / -0 REFERêNCIAs SECRETARIA de Estado. 0 .Leardine Indústria e Comércio de Pescados Ltda.br/setp/imprensa/index.com.com.br E-mail: leardine@melim. Disponível em: <http://www. CEP: -000 Tel: () -9 / - Yarapesca Captura Indústria e Comércio da Pesca Rua  de Agosto.php?chave=288*41*6902&id =21>. Acesso em:  de jul.br Indústria e Comércio de Pescados Dickison Ltda. Rodrigo Ravani Gurgel NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul. 00.  .gov. 0 – Centro.setp.São Domingos CEP: -000.pr.

mas de manter o solo constantemente úmido. Plantação essa que poderá contar inclusive. E se já existem sementes para comercialização. e em terreno arenoso. IAC 00. IAC 00 PALAvRAs-ChAvE Quer saber se o arroz IAC 00 pode ser produzido no Brasil. Contudo. o Insituto terá a certeza da viabilidade do IAC 00 em plantio fora de várzea.  hectares de arroz preto. ele disse que pode apresentar bons resultados em áreas de terreno arenoso. desenvolvido pelo Instituto Agronômico de Campinas. pois seu ciclo é curto. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA O arroz preto. No entanto.Arroz. só após a conclusão desses estudos e testes. Bastos salientou que o IAC está produzindo. com as sementes que possuíam. se houver um bom sistema de irrigação. Essa irrigação não fará o papel de encharcá-lo. segundo ele. o que faz com que ele não tenha tempo para se restabelecer se houver qualquer tipo de estresse durante a produção. bem como para saber do resultado das pesquisas do Pólo Tatuí. arroz preto. com a orientação do Instituto. para saber quando elas estarão disponíveis. O agrônomo explicou que se trata de um arroz de cultivo delicado. Cândido Bastos concluiu que o ideal seria que primeiramente se fizesse uma produção em pequena escala do arroz. A expectativa é que essa produção seja obtida em junho/julho de 00. Nesse sentido ele indica que. é para ser plantado em várzea. em regime alagado. segundo o responsável pela pesquisa Cândido Ricardo Bastos. setor de sementes. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs  AgriculturA e PecuáriA ARROz PRETO IAC 600 . em solo não alagado. de 00 a 0 dias. no Pólo de Tatuí. sOLUÇÃO APREsENTADA Recomenda-se manter contato com o Instituto Agronômico de Campinas. para avaliar a resposta do produto à região que vai ser plantado.

Telefone: (09) - Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev.sp. Disponível em: <www. Instituto Agronômico de Campinas.gov. acesso em  de fev.br>. 00  .iac.REFERêNCIAs BASTOS. Agrônomo responsável pelo desenvolvimento do IAC 00. Instituto Agronômico de Campinas Instituto Agronômico de Campinas. 00 Setor de Sementes. Cândido Ricardo.

De acordo com a EMBRAPA a parte dos filamentos dos fungos penetra nas raízes e a parte externa funciona como um sistema radicular adicional. Um grande número de espécies arbóreas tropicais. florestais e fru- sOLUÇÃO APREsENTADA 9 AgriculturA e PecuáriA ÁRvOREs AvALIADA . A adubação fosfatada pode ser mais eficiente para a planta com a micorriza. o empreendedor adquirir alguns tipos de espécies em mudas já inoculadas. vai depender da espécie e variedade da planta a ser inoculada. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA A micorriza é utilizada por sua associação natural e benéfica às plantas melhorando seu crescimento. ocupando maior volume do solo e aumentando a absorção de nutrientes pelas plantas. pois os substratos utilizados são.Micorriza. Segundo Agrônomo da EMPRAPA a inoculação pode ocorrer no solo ou até na própria semente. Inoculação micorrízica PALAvRAs-ChAvE Como fazer inoculação de micorrizas em espécies florestais nativas da Mata Atlântica. do fósforo adicionado pela adubação. Essa inoculação. mas aumenta a eficiência de utilização pelas plantas do fósforo natural do solo e. A inoculação de espécies eficientes de fungos Mata Atântica é recomendada na produção de mudas. desprovidos desses fungos. A micorriza não substitui a adubação fosfatada. no entanto. geralmente. principalmente do fósforo. a micorriza arbuscular melhora a resposta das culturas aos diversos corretivos e adubos aplicados ao solo. Além de aumentar a absorção de nutrientes pelas plantas. pois para cada planta é utilizada micorrizas diferentes. também. podendo também.

e posteriormente decida-se em comprar as sementes já inoculadas.pdf> que oferece informação em Tecnologia de Inoculação Micorrízica em Viveiros de Pinus spp. Adriana Sabino Sotolani NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de maio 00 0 . Sugere-se que o cliente entre em contato com a ESALQ Júnior Florestal. Disponível em: <http://www.embrapa.br/publicacoes/ctecnica/nr071. abacate. REFERêNCIAs EMBRAPA -Micorriza aumenta a produtividade das plantas e a eficiência dos insumos. eucalipto. palmeiras como: buriti. nº  Tel: (9) - . se beneficia da inoculação com fungos MA. sucupira.usp. e forrageiras como: leucena. ESALQ Júnior Florestal Departamento de Ciências Florestais Av: Pádua Dias. maracujá.cpac. Acesso em:  de maio 00. do Departamento de Ciências Sociais da Escola Superior de Agricultura que poderá auxiliá-lo na inoculação de micorriza. além das espécies arbóreas destinadas à recuperação de matas de galeria e de áreas degradadas. ou tratar o solo com o tipo de micorriza ideal para sua produção.br/tecnologias/micorriza. pequi. manga. baru.ipef.tíferas.FAX: (9) -0 E-mail: esalqjrf@esalq. acerola.br Pode-se também acessar a página <http://www. citros. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se que o empreendedor escolha o melhor tipo de micorriza que se encaixa com o seu tipo de produção.html>. Acesso em:  de maio 00. Entre elas podese citar: jacarandá da Bahia. café. gueroba. mamão.

têm sido bastante raras as notificações de áreas de soja com altas populações. Em geral.Soja. mas em geral são espécies dos gêneros Dymicoccus ou Pseudococcus. podendo variar com as condições climáticas e de fertilidade do solo. Infelizmente. com conse sOLUÇÃO APREsENTADA AgriculturA e PecuáriA ATAQUE DA COChINILhA DA CULTURA DA sOjA . Essas cochonilhas também são comuns em citrus. Desde então. mandioca e café. a cochonilha-da-raiz é considerada uma praga secundária de ocorrência eventual e raramente suas populações atingem nível de dano. cochonilha. pragas PALAvRAs-ChAvE Gostaria de saber informações sobre o ataque de cochonilha e larva minadoura na cultura da soja. Na safra 9/99 foram registrados focos com altas populações de cochonilha em raiz de soja no Mato Grosso do Sul e no Paraná. A ocorrência de estiagem ou a presença de camadas adensadas no solo. o que dificulta inclusive o desenvolvimento de trabalhos de pesquisa sobre esse inseto em soja. as cochonilhas em soja são pouco conhecidas e praticamente não há pesquisas sobre elas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo a pesquisadora da EMBRAPA –Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Lenita de Oliveira. a soja é mais sensível ao ataque de pragas de raiz nos primeiros 0 dias e na época de enchimento de grãos. Apesar da presença de cochonilhas brancas no sistema radicular da soja ser relativamente freqüente. Várias espécies podem ocorrer na raiz da soja e sua identificação não tem sido realizada com precisão. provavelmente superior a 0- cochonilhas por planta. Em geral sua ocorrência é localizada e os surtos com nível de dano são eventuais e raramente ocorrem por mais de um ano seguido. mas sabe-se pelas observações de campo que é alto. larva minadoura. não há informações sobre o nível populacional que causa dano efetivo em soja.

causando a morte de tecido l As plantas atacadas ficam debilitadas. localizam-se na parte inferior interna das raízes adventícias. A questão da biodiversidade também serve ao manejo contra pragas do tipo minadoura. pois com a diminuição da biodiversidade haverá conseqüentemente a diminuição de predadores naturais da cochonilha bem como o de outras plantas nativas mais favoráveis à cochonilha que a soja. Infelizmente. apresentam folhas amareladas. também pode diminuir a tolerância da soja a pragas de raiz. Não há recomendações/indicações oficiais ou inseticidas registrados para controle dessa praga em soja. após o estabelecimento da cultura. possivelmente pela injeção de saliva tóxica. seria necessário identificar a larva em questão que poderá ser realizada por um profissional qualificado. embora possa haver para outras culturas. Em caso de altas populações nas raízes e necessidade de replantio o controle teria que ser feito via tratamento de semente. formando apêndices laterais característicos. pois praticamente inexistem inseticidas sistêmicos que “descem” para a raiz (em geral o fluxo desses inseticidas é ascendente).qüente prejuízo no desenvolvimento radicular. l A ocorrência de danos em lavouras de soja geralmente é em reboleiras (manchas). O nome minadoura é dado a várias pragas como a broca e a larva de ditro. especialmente na fase inicial de desenvolvimento pode levar à morte da planta. Para maiores especificidades de informações e diagnósticos. raízes e entrenós subterrâneos de coloração negra. é praticamente nula. l Normalmente. Características gerais e danos l Apresenta corpo coberto de secreção branca.  . Deve-se também estar atento a grandes derrubadas de mata nativa. não temos informações sobre eficiência/eficácia de produtos para controle dessa praga. Quando o ataque é muito severo. Em algumas situações de alta população podem também se localizar na parte aérea da planta (principalmente no caule) l O dano é causado pela extração da seiva e. A possibilidade de controle químico. farinhenta.

00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .embrapa.embrapa. Disponível em: <http://www.br/>.cnpso. pedimos para que entre em contato com o serviço de atendimento ao consumidor da embrapa: sac@cnpso.Para maiores especificações sobre o assunto. Acesso em: 0 de abr. 00.br REFERêNCIAs EMBRAPA Soja. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr.

no máximo. Uma de suas principais características é o seu período de vida.codevasf. Disponível em: < http://www. a  . Apesar disso.00 anos. mas existem oliveiras. além de não ser muito resistente ao frio intenso. Figura 1: árvore de pequeno porte do gênero Olea Fonte: CODEVASF (Companhia de Desenvolvimento do Vale do Rio São Francisco e do Parnaíba). Ela é classificada como arvoreta (atingindo. os 0 metros) por apresentar baixo porte.br/noticiasCODEVASF/000_0 >. tem a copa frondosa (sendo que suas folhas permanecem três anos na copa). em 9. Devido à pouca resistência ao frio e ao seu longo período de vida.gov. que chegaram aos . que alcança. O que explica a perda de imensos olivais na Espanha e conseqüentemente de toda a produção de azeite. pois ela tem a capacidade de se autoregenerar. em média os 00 anos. transformando os novos botões que nascem em folhas e ramos novos. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA: sOLUÇÃO APREsENTADA: A oliveira – Olea sp Dentre as espécies mais conhecidas do gênero Olea. o seu cultivo requer uma série de cuidados. preparo de azeitona em conserva Deseja receber informações sobre o cultivo de Olea europea (Oliveira) e sobre o preparo de azeitonas em conserva. na Grécia. com muitos ramos e galhos retorcidos (figura ).000 anos. Acesso em:  de maio de 00. Algumas chegam até 00 anos. encontra-se a Olea europea ou oliveira.AzEITONA E OLIvEIRA PALAvRAs-ChAvE: Cultivo de Olea europea. Este período de vida extenso se deve a sua alta resistência. sendo que algumas localizadas em Jerusalém chegam a .

Acesso em:  de maio de 00. a fecundação das flores é muito difícil (para cada 0 flores de uma oliveira. já que ela demora para alcançar a maturidade e conseqüentemente a produção de frutos. Fonte: EPAMIG / Informativos. De acordo com o pesquisador Luiz Eugênio Santana. nem correntezas de água após o degelo (fato que se restringe a algumas regiões do Sul do Brasil). atingindo a maturidade. são suficientes para  AgriculturA e PecuáriA oliveira não pode ser plantada em qualquer lugar. apenas uma é fecundada. de modo que se possa obter uma oliveira produtiva e saudável. da EPAMIG (Empresa Agropecuária de Minas Gerais).htm >. não podendo ter muitos ventos forte. vai ocorrendo o desenvolvimento da polpa (Figura ). Após o longo período de crescimento da planta. Os frutos vão aparecer em Junho e Outubro. sendo que elas necessitam de temperaturas baixas no período que antecede a floração. . Disponível em: < http://www. de modo a desenvolver uma azeitona). sendo que no mês de Maio acontece o seu ápice (as flores são pequenas e brancas.00 metros e um regime de chuvas superior a 00 mm. a oliveira pode começar a dar frutos. dando um ar peculiar aos campos de olivais neste mês). epamig. A escolha do local deve ser perfeita. em fase de desenvolvimento. sendo que inicialmente é visualizada somente a semente (ou caroço. Figura 2. no Mediterrâneo. pouco a pouco. de modo que se possa obter resultados satisfatórios na colheita dos frutos. geralmente acontece nos meses de Abril e Junho. como costumam chamar no Brasil) e depois. fruto da oliveira (azeitona).br/informativos/cultivo_azeitona. Para o plantio adequado de oliveiras no Brasil. Todo o cuidado deve ser tomado durante a germinação das sementes e crescimento das árvores. sendo a fase de formação da polpa do fruto. deve-se levar em conta que elas são adaptadas a clima temperado quente. mais difícil. todavia. temperaturas de inverno com médias entre º C e 0º C. altitudes que variam entre 00 e .A floração.

Nos séculos XV e XVI. entretanto o Sul de Minas. Cultivo de Olea sp. Entretanto. O pH do solo deve ser superior a . Sem uma produção própria de azeite de olivas e azeitonas o Brasil tornou-se dependente da importação destes produtos. foi introduzida no Sul de Minas Gerais. principalmente se seu destino for para a produção de azeite. os responsáveis pela sua cultura na bacia do Mediterrâneo. onde o clima condizia com o crescimento das oliveiras). as oliveiras se adaptam melhor a solos básicos do que a solos ácidos. foram os gregos. território hoje ocupado pela Turquia. pretendendo escolher aquelas que se adaptavam melhor a seus climas. O cultivo de oliveiras na região Sul do país apresentam micro-climas favoráveis ao cultivo de Olea. apesar de não se localizar no Sul do Brasil. cada pé de Olea produz de  kg a 0 kg de azeitonas. sendo que dependendo do Ph do solo haverá modificação da qualidade da azeitona produzida. devido a expansão do uso do azeite e das azeitona.. Depois. história do cultivo de Olea sp A oliveira foi primeiramente cultivada em regiões da Ásia Menor. que se utiliza da Fazenda experimental de Maria da Fé. por fim. ou seja. para o desenvolvimento de trabalhos de pesquisa e cultivo de oliveiras. foi transportada pelos fenícios para as ilhas gregas. no Brasil A oliveira foi trazida por imigrantes a quase dois séculos. E para produzir  litro de azeite são necessários  kg do fruto.uma produção econômica. E. o cultivo das oliveiras se estendeu a Portugal e depois para a Espanha e Itália. sendo que a Argentina e o Peru foram um dos primeiros países a testar diferentes variedades de oliveira. possui um microclima muito similar ao da primeira região. o cultivo se espalhou para a América Latina (apenas em locais. sendo que na década de 0. Duas variedades de Olea têm se destacado no projeto da EPAMIG: a  . Em condições normais. Uma das pioneiras na elaboração de projetos de cultivo de Oliveiras é a EPAMIG (Empresa de Agropecuária de Minas Gerais). .

sendo comercializado com o nome de azei AgriculturA e PecuáriA “Grapollo”. Um outro projeto que está se desenvolvendo. o que aumenta os custos da produção. mas curtida em água e sal ou numa solução alcalina. Assim. A azeitona Azeitona é o nome que se dá ao fruto da oliveira. e são as que apresentam a maior produtividade e melhor adaptação ao clima da região. Todas as culturas serão localizadas em áreas de irrigação. . o produto usualmente empregado na culinária não é a azeitona ao natural. a pitaya. Quando atinge esta tonalidade. Somente após quatro anos de plantio é que as mudas tornam-se produtivas. o desenvolvimento inicial da planta é muito lento. devendo ser encomendadas com. é empregado para mais de 0 espécies diferentes. o que depende da espécie de oliveira cultivada e do grau de maturação do fruto. a ameixa. Para ser consumida. no mínimo. como o caqui. O plantio realizado no período seco necessita de irrigação até o completo adaptação da muda. Possivelmente. o abacate. todas estas culturas mais a Olea se expandirão via Vale do são Francisco. Estas duas variedades se destacaram entre outras . sendo que este mesmo nome. para a produção de azeitonas de mesa. está se dando no semiárido nordestino. mas à medida em que vão amadurecendo. Juazeiro e Bom Jesus da Lapa (BA). quando consumida após a colheita.  meses de antecedência. o pêssego e a tangerina. As azeitonas podem ter várias cores. Elas podem ser plantadas em qualquer época do ano. o fruto já está maduro. Além da cultura de Olea.As mudas produzidas são vendidas na Fazenda Experimental a R$ . todas as azeitonas são verdes.00. As oliveiras serão cultivadas na região de Petrolina (PE). pois seu gosto é muito amargo. Já a colheita é realizada em janeiro e fevereiro. será realizado o plantio integrado de outras culturas. a azeitona deve passar por um processamento. com sistema de irrigação (esta iniciativa de plantio por irrigação é pioneira no Brasil). suas cores vão mudando. Inicialmente. o rambotã. pois apesar de produzir por muitos anos. destinada à extração de óleo e a “ Ascolana”. de acastanhados para roxo e enfim para preto. o mangostão. após o completo desenvolvimento dos frutos. mas é preferêncial que o plantio se dê no período chuvoso.

Na Espanha. Há variedades que são colhidas verdes e depois curtidas (chamada de azeitona verde).  . no Brasil. Empeltre e Nevadilha. com sabor acentuado e marcante para aperitivos finos. há diferentes padrões para diferentes fases de maturação do fruto. As principais variedades de azeitona estão dispostas na figura . grande e carnuda e a “Hojiblanca”.tona preta. a principal zona de produção de azeitonas verdes é a de Sevilha. graúda e muito carnuda. Quanto ao sabor e ao aroma. Fornecida nos tipos Fargas. que dão incomparável sabor à azeitona. Azeitona Carnuda. é de consumo geral. Azeitona Preta Califórnia (Argentina) Artificial semelhante à Arauco. a “Gordal”. Azeitona Preta Chilena (Chile) Natural. enquanto que há outras que são vendidas quando maduras. suave e delicada. indicada para aperitivos e consagrada em fins culinários diversos. muito fibrosa e pouco apreciada. sendo que as variedades mais conhecidas são a “Manzanilla”. a mais conhecida de paladar saboroso. Azeitona verde Arauco (Argentina) Natural. Azeitona Preta Temperada (Argentina) Conjunto de temperos especiais em óleo.

de porte médio. Disponível em: < http://www. que são prejudiciais para o curtimento. como para a extração de óleo de oliva. e fornecida já com recheio com pasta de pimentão.stelamar. similar à Gordal espanhola. devem ser colhidas após a completa maturação – época em que apresentam a maior quantidade de óleo. Estendiam-se toalhas no solo. sem caroço. Figura 3: principais variedades comercializadas de azeitona Fonte: Stelmar. sem caroço.com. sem sabor acentuado. As azeitonas destinadas à mesa devem ser colhidas manualmente. evitando “machucaduras”. As azeitonas podem ser destinadas tanto ao consumo em mesa. Acesso em:  de maio de 00. dependendo das características da variedade. enquanto homens subiam nas árvores ou em escadas e 9 AgriculturA e PecuáriA . Azeitona verde sem caroço (Argentina) Natural. sabor suave para aperitivos finos. Graúda e carnuda. mas com ótimo consumo e sabor. A colheita da azeitona costumava ser feita a mão.htm >. sabor suave para aperitivos finos. Azeitona verde Recheada (Argentina) Natural recheada. Graúda e carnuda com caroço de porte médio. para recheios diversos.Azeitona verde Gordal (Espanha) Natural. As destinadas à extração de azeite. um pouco menor. Azeitona verde Mazanilha (Argentina) Natural.br/azeitona.

ou trocandose a água das vasilhas duas ou mais vezes ao dia. em intervalos de  ou  horas. sendo necessária a verificação da reação da solução com a polpa dos frutos. As azeitonas devem permanecer na solução de  a 0 horas. Isto pode ser feito. A lavagem é feita preferencialmente em água corrente. o sistema mais utilizado para produção em larga escala. Após esse período. as azeitonas devem ser submetidas a uma seleção manual (divididas em maiores e menores). Cada oliveira é capaz de produzir de 0 a 00 quilos de frutos por safra. as azeitonas perdem totalmente o sabor amargo característico dos frutos. ainda é feito a mão. Processamento das azeitonas Logo após a colheita. Finalmente os frutos podem ser armazenados em vasilhas apropriadas (vidro. Verificar-se-á uma mudança de coloração da polpa. eliminando as defeituosas. %. tornando-se adocicadas. no máximo. de verde-claro para róseo. onde serão submersas em solução de hidróxido de sódio – a concentração desta solução varia de local para local e de variedade. Realizando-se cortes transversais em amostras de três ou quatro azeitonas. o que costumava danificar as oliveiras e seus frutos. uma sistema de ganchos para puxar as azeitonas. as quais eram colocadas em cestos pelas mulheres. surgiu com a criação de máquinas que fazem vibrar as árvores e derrubam as azeitonas. entretanto nas marcas mais finas de azeite e azeitona o processo de colheita. Outro método. as azeitonas selecionadas devem ser acondicionadas em vasilhas de plástico. plástico ou louça). Antes que a solução penetre até a semente. Desenvolveu-se. Apesar destes métodos. Nessa condição as azei0 . Em seguida. Condições adequadas aliadas à tecnologia proporcionam uma excelente produção de azeitonas. ainda. as que sofreram ataques de pragas e doenças. com aspecto úmido. ou em dois terços da polpa. em solução de cloreto de sódio (sal de cozinha) à concentração de. assim como os ramos e folhas que vieram junto do campo. da parte externa para a interior do fruto.cuidadosamente arrancavam as azeitonas. as azeitonas devem ser retiradas da solução de hidróxido de sódio e submetidas à lavagem em água limpa por um período de  a 0 dias. era o uso de varas.

 AgriculturA e PecuáriA tonas podem ser armazenadas por um longo período.com.php >. () -. Disponível em: < http://sbrt.br/upload/sbrt435.pdf >.br/cie/saiba/mitlenhi/ oliva.com.herbario.ibict. TEL.br/upload/ sbrt1173.br/informativos/cultivo_ azeitona.htm >.produção de azeitonas e fornecedores de equipamentos.br/lista_respostas. Disponível em: < http://sbrt.EPAMIG – Setor Comercial de Publicação.cultivo de oliveiras para a produção de azeitonas.codevasf. Acesso em:  de maio de 00. Disponível em: < http://sbrt. Disponível em: < http://sbrt. .pdf >. Acesso em:  de maio de 00.Fazenda Experimental de Maria da Fé.conservação de azeitonas. .htm >. Acesso em:  de maio de 00. REFERêNCIAs Stelamar.htm >. Acesso em:  de maio de 00. Acesso em:  de maio de 00. Disponível em: < http://www.br/upload/sbrt674.pdf >. Disponível em: < http://www.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se o acesso ao link do SBRT (Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas). Disponível em:< http://www. EPAMIG. Acesso em:  de maio de 00. CODEVASF. SBRT. Acesso em:  de maio de 00. Herbário.br/azeitona. Disponível em: < http://www. para esclarecimento de dúvidas sobre cultivo de olivais. Acesso em:  de maio de 00 Recomenda-se a consulta da EPAMIG. .epamig.ibict. .br/noticiasCODEVASF/20040823_02 >.ibict. TEL: ()- . sobre: .gov.ibict.stelamar.

00  .espigueiro.pt/reportagem/ 6883966fd8f918a4aa29be29d2c386fb.Espigueiro.pt. Camila Gomes Victorino NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de maio.html >. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de maio de 00.

PALAvRAs-ChAvE Tempo que a folha madura de Aloe vera barbadensis Mill .após o corte. e não muito úmido. sOLUÇÃO APREsENTADA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Segue-se referência de algumas Respostas Técnicas que podem ser consultadas de acordo com as informações desejado a respeito da Aloe Vera barbadensis Mill: l l l Com relação a informações sobre processo de extração do gel (óleo) deve-se consultar a Resposta Técnica 9. nem a chuva e nem a vento.  AgriculturA e PecuáriA BABOsA ALOE vERA . Babosa. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo o Professor Doutor Keigo Minami do Departamento de Produção Vegetal de ESALQ-USP. e se o local for limpo. Vale ressaltar que em cada uma das Respostas Técnicas citadas. após o corte. pode ser conservada sem sofre deteriorização. Já com relação a informações sobre cultivo e sobre características biológicas da Aloe Vera barbadensis mill. Também uma matéria-prima limpa e saudável é fundamental para que ela se conserve por esses dois dias. cujas referências estão na secção referências. o tempo de conservação da Aloe vera barbadensis Mill innatura. Também com relação à legislação consultar Resposta Técnica 0. existem referências de uma séria de documentos que podem ser consultados caso queira mais informações. babosa-de–botica. cujas referências estão abaixo. consulte a Resposta Técnica 0. gel de babosa. pode ser por até dois dias se mantida e transportada em um local não exposto ao sol. ou seja. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”.Aloe Vera.

sbrt. Instituto de Tecnologia do Paraná.pdf> acesso em  de abril de 00. Nelma C. Disponível em: <http://www.sbrt. Professor Doutor Keigo Minami do Departamento de Produção Vegetal de ESALQ-USP. Disponível em: <http://www. Resposta 9. Disponível em: <http://www. Nelma C. ARAUJO.usp.pdf> acesso em  de abril de 00. CETEC. SBRT. DATA DE FINALIzAÇÃO  . Serviço Brasileiro de Resposta Técnico.br/upload/sbrt208.br/upload/sbrt1941. de.br/departamentos/lpv/docentes. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.sbrt. SBRT. Sonia Maria M. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz. CETEC.pdf> acesso em  de abril de 00. Resposta Técnica 0. de.REFERêNCIAs OLIVEIRA.ibict. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.br/upload/sbrt207.esalq. Disponível em: <http://www. TECPAR. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de abril de 00.ibict. Resposta Técnica 0. de.ibict. htm> acesso em  de abril de 00. Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais. SBRT. ARAUJO. Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais.

estimase um gasto anual de 9.Suínos. buscando-se aqueles que apresentam alta digestibilidade e disponibilidade dos nutrientes e que sejam processados adequadamente. a obtenção de lucros também exige a combinação adequada dos ingredientes para compor dietas balanceadas nutricionalmente para cada fase de produção. Como formular uma ração em porcentagem de proteína e energia? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA A possibilidade de auferir lucros com a suinocultura depende fundamentalmente de um adequado planejamento da alimentação dos animais.000 kg de ração com um gasto médio de 0 kg de núcleo. Ainda. atenção especial deve ser dada aos ingredientes. em uma granja estabilizada de ciclo completo.0 kg de milho e . para cada porca do plantel produzindo 0 leitões ao ano. . Isso envolve a disponibilidade de ingredientes em quantidade e qualidade adequada a preços que viabilizem a produção de suínos. mil litros de água potável para cada porca e sua produção. considerando uma relação média de . De acordo com a EMBRAPA Suínos e Aves. visando atender as exigências nutricionais específicas. Em termos médios. O excesso de nutrientes nas rações é um dos maiores causadores de poluição do ambiente. terminados até os 0 kg de peso de abate. em especial quanto a gra sOLUÇÃO APREsENTADA AgriculturA e PecuáriA BALANCEAMENTO DE RAÇÃO PARA sUÍNOs . é necessário dispor de . portanto. balanceamento de ração para suínos. litros de água potável ingerida para cada kg de ração consumida.00 kg de farelo de soja. A aplicação dos conhecimentos de nutrição deve contribuir para a preservação do ambiente e isto significa que o balanceamento das rações deve atender estritamente as exigências nutricionais nas diferentes fases de produção. ração para suínos. PALAvRAs-ChAvE Obter informações sobre balanceamento de ração para suínos.

o trigo integral. o farelo de amendoim. a nutrição deve assegurar o aporte adequado de nutrientes para a manutenção normal da gestação. a cevada em grão com casca. geralmente. São exemplos: a quirera de arroz. o grão de guandu cozido. o soro de leite seco. Os animais não devem ser expostos. Alimentos energéticos com médio a alto teor de fibra Estes alimentos têm energia metabolizável acima de . Em complementação a mistura dos componentes da ração deve ser uniforme e o arraçoamento dos suínos deve seguir boas práticas que evitem ao máximo o desperdício. a polpa de citrus. Existem várias classes de alimentos quanto a concentração de nutrientes. Alimentos energéticos também fornecedores de proteína São aqueles que possuem. o trigo mourisco. Ingredientes para rações Para compor uma ração balanceada são necessárias a disponibilidade e combinação adequada de ingredientes incluindo um núcleo ou premix mineral-vitamínico específico para a fase produtiva do suíno. No contexto do bem estar animal. o sorgo baixo tanino. para a ocorrência de partos normais e para uma produção adequada de leite que garanta um desenvolvimento normal dos leitões durante o período de lactação. o triguilho e o triticale. o grão de milho moído.nulometria. valor de energia metabolizável acima de . a cevada em grão. a raspa de  .000 kcal/kg do alimento e. a produtos químicos ou agentes biológicos que sejam prejudiciais para a produção e reprodução. fibra ou minerais presentes. sem causar deficiências nutricionais clínicas ou subclínicas e sem provocar intoxicações crônicas ou agudas.00 kcal/kg e teor de fibra bruta acima de %. são também importantes fornecedores de proteína. pela quantidade com que podem ser incluídos nas dietas. aumentando a resistência às doenças. a torta de dendê. De uma forma geral é possível classificar os ingredientes pelo teor de energia. Através da nutrição e do manejo da alimentação e da água devem ser atendidas as necessidades básicas dos animais em termos de saciedade da fome e da sede. São estes os principais fatores nutricionais que determinam o seu uso para as várias fases de vida do suíno. o farelo de castanha de caju. São exemplos: o farelo de arroz integral. a aveia integral moída. entre outros. proteína. via alimentação e água. o farelo de coco.

o fosfato bicálcico. o farelo de babaçu. o fosfato monoamônio.Alimentos fibrosos com baixa concentração de energia e médio teor de proteína Possuem teor de proteína bruta maior que %. Alimentos protéicos com alto teor de energia Os representantes dessa classe possuem mais de % de proteína bruta e valor de energia metabolizável acima de . a farinha de penas e vísceras. São exemplos: o feno moído de alfafa. adubação utilizada. Alimentos exclusivamente fornecedores de minerais São fontes de cálcio. o farelo de soja % PB. o farelo de soja % PB. As forrageiras apresentam variação principalmente  AgriculturA e PecuáriA mandioca (de onde foi extraído o amido) e o milho em espiga com palha. Alimentos fibrosos com baixa concentração em proteína São os ingredientes que possuem teor de proteína abaixo de %. o glúten de milho. a farinha de ossos calcinada. o farelo de canola e o farelo de girassol. o farelo de polpa de caju. a levedura seca. de fibra acima de 0% e concentração de energia metabolizável menor que . a soja cozida seca.00 kcal/ kg.00 kcal por kg de alimento. clima. São exemplos: o leite desnatado em pó. São exemplos: as farinhas de carne e ossos com diferentes níveis de PB e a farinha de peixe. período e condições de armazenamento. a farinha de sangue. a farinha de ostras e o sal comum. de cálcio e fósforo ao mesmo tempo e de sódio. São exemplos: o farelo de algaroba. o farelo de arroz desengordurado. . a casca de soja e o farelo de trigo. a soja extrusada. Avaliação dos alimentos Os grãos de cereais e outras sementes variam sua composição em nutrientes principalmente em função da variedade. Como exemplos mais comuns temos o calcário calcítico. de fósforo. o farelo de soja % PB e a soja integral tostada. tipo de solo onde foram produzidos. o farelo de algodão. mais de % de fibra bruta e valor máximo de energia de 00 kcal/kg de alimento. Alimentos protéicos com alto teor de minerais A inclusão destes ingredientes em rações para suínos é limitada pela alta concentração de minerais que apresentam.

O Núcleo é um tipo especial de premix que já contém o cálcio. além das vitaminas e micro-minerais necessários. Preparo das rações Para a maioria das fases. ensilagem). dispensa o uso dos alimentos exclusivamente fornecedores de minerais. segurança para a saúde humana e animal. O uso de promotores de crescimento nas rações deve atender a legislação do MAPA.com a variedade.  . ausência de efeitos negativos sobre a qualidade da carne e compatibilidade com a preservação ambiental. no entanto. A complementação dos demais nutrientes deve ser feita com os alimentos exclusivamente energéticos. rastreabilidade na ração. bem como a conservação do produto. Desta forma. alimentos protéicos com alto teor de minerais e alimentos exclusivamente fornecedores de minerais. enquanto um alto teor de fibra na dieta é adequado para as matrizes até os 0 dias de gestação. A principal causa de variação na composição dos subprodutos de indústria é o tipo de processamento utilizado. que indicarão a real composição em nutrientes das matérias-primas disponíveis. para viabilizar a formulação de rações com base em valores de nutrientes o mais próximo possível da realidade. tipo de solo e adubação. Sempre deverá ser feita a inclusão de premix vitamínico e de microminerais. uma formulação adequada é obtida com a combinação dos alimentos energéticos também fornecedores de proteína com alimentos protéicos com alto teor de energia. por isso. além de variações diárias dentro do mesmo tipo de processamento. o fósforo e o sódio. deve-se lançar mão de análises de laboratório. orientação técnica específica. processamento (fenação. de preferência em barricas que minimizem a ação da luz. Esses produtos devem ser utilizados dentro de 0 dias após a data de sua fabricação e ser mantidos em lugares secos e frescos. necessitando. bem como atender os seguintes critérios simultaneamente: eficiência do ponto de vista econômico. além de período e condições de armazenamento. na maioria das vezes. Os leitões novos não admitem ingredientes de baixa digestibilidade ou alimentos fibrosos na dieta. a idade da planta. clima. O uso de aminoácidos sintéticos pode ser vantajoso na redução de custos da ração.

Níveis nutricionais recomendados para as diferentes fases de produção Ração Lactação Nutrientes Energia metabolizável (Kcal/kg) Ração Gestação Ração Lactação Ração Préinicial Ração Inicial Ração Crescimento Ração Terminação 0 00 0 00 0 0 9 AgriculturA e PecuáriA Os cuidados com o preparo das rações somam-se aos esforços de formular uma dieta contendo ingredientes com composição e valor nutricional conhecidos e. Tabela 10. atendendo as exigências nutricionais dos suínos. Os níveis apresentados na Tabela 0 referem-se a um consumo médio diário de  kg de ração por matriz.Formulação das rações Usar fórmulas específicas para cada fase da criação (pré-inicial. devendo nesse caso ser revista a quantidade de ração diária a ser fornecida. Ler com atenção as indicações dos produtos e seguir rigorosamente suas recomendações. As matrizes em gestação recebem arraçoamento de forma controlada. razão pela qual é possível preparar uma ampla variedade de rações com níveis nutricionais diferenciados. . Os níveis sugeridos na Tabela 0 representam um padrão compatível com a recomendação de fornecimento de ração referida no Capítulo . terminação. gestação e lactação) elaboradas por técnicos especializados ou que sejam indicadas nos rótulos dos sacos de concentrados e núcleos. Qualquer erro em uma ou mais etapas do processo de produção de rações pode acarretar em prejuízos econômicos expressivos. inicial. crescimento. A ração de lactação deve ter alta concentração em nutrientes porque a demanda em nutrientes para a produção de leite é muito alta. já que os gastos com a alimentação correspondem à maior parte do custo de produção dos suínos. Para atender as necessidades diárias de nutrientes de cachaços adultos. a dieta deve conter no mínimo os mesmos níveis nutricionais de uma dieta de gestação (Tabela 0). Também podem ser usados ingredientes fibrosos (alternativos) para alimentar as matrizes em gestação.

 0. 0. 0. 0. 0. 0. pode-se utilizar % na dieta em substituição ao leite desnatado em pó. 0. Para a formulação da ração pré-inicial  recomenda-se o uso de  a 0% de soro de leite em pó.9 0. pela maior digestibilidade dos ingredientes. 0. Obs: Os microminerais e as vitaminas necessárias são obtidos pela inclusão de núcleo ou premix mineral vitamínico na proporção recomendada pelo fabricante. 0. 0. 0.Proteína bruta (%) Lisina (%) Metionina (%) Metionina + Cistina (%) Treonina (%) Triptofano (%) Cálcio (%) Fósforo total (%) Fósforo disponível (%) Sódio (%) . 0 . 0. 0.  . Caso tenha disponível farinha de carne ou farinha de peixe de boa qualidade. 0. No desmame realizado aos  dias de idade podem ser fornecidos dois tipos de ração préinicial que são fundamentais para um bom desempenho e que se diferenciam em termos de qualidade. 0. Os animais recebem em curto período de vida dois a três tipos de ração. 0. A alimentação dos leitões durante o período que ficam na maternidade e na creche é um dos fatores mais críticos na produção de suínos.   0.9 0. 0. 0. 0. 0. 0.  0. 0. 0. Isto é possível com o uso de ingredientes e núcleos dentro das normas de qualidade.9 0. 0. dependendo da idade de desmame. 0. 0. 0. . 0. 0. 0. 0% de leite desnatado em pó e  a % de gordura ou óleo. 0. 0. 0. 0. farelo de soja (em limite de inclusão de %) e núcleo de boa qualidade para compor uma ração nutricionalmente adequada para esta fase. 0. A ração pré-inicial  pode ser preparada com a inclusão de 0% de soro de leite em pó e  a % de gordura ou óleo para junto com o milho. 0.  0. A ração pré-inicial  deve ser preparada com cuidado especial para evitar os problemas digestivos e as diarréias do pós desmame. 0. 0. 0. 0. 0. O cuidado na escolha de um núcleo de comprovada qualidade é de fundamental importância para obter sucesso na produção de leitões nesta fase. 0.  . 0. 0.

mandioca e seus subprodutos. Recomenda-se que o número de rações na fase de terminação seja aumentado de  para  sempre que o peso de abate for próximo a 0 kg. a solução é a aquisição de ração comercial pronta específica para cada fase. Pesagem dos ingredientes Pesar cada ingrediente que entra na composição da dieta conforme a quantidade que entra na fórmula. pode-se lançar mão de inúmeros alimentos alternativos. aveia. subprodutos do arroz.  AgriculturA e PecuáriA Na fase inicial devem-se formular as dietas tendo como ingredientes base preferencialmente o milho e o farelo de soja. Nestas fases. as balanças devem apresentar boa precisão e sensibilidade. As opções de dietas para suínos na fase de crescimento ( a  kg de peso vivo) e terminação ( a  kg de peso vivo) são muito variadas. em relação a uma dieta de milho e farelo de soja. evitando-se o uso de balanças de vara. os quais poderão proporcionar uma redução no custo da alimentação. em vez do peso. porém em níveis de inclusão baixos. porém.Se houver dificuldade de formular as rações pré-inicial e inicial. triticale. sempre de fornecedores idôneos e que tenham registro no MAPA para a produção e comercialização de rações. contendo os ingredientes especificados em cada uma delas.00 Kcal/kg. A utilização de baldes ou outro sistema para medir o volume. O uso de balanças é indispensável. Além disso. entre outros). cereais de inverno (trigo. Neste caso a ração terminação  será fornecida dos 0 até os 0 kg contendo os níveis nutricionais apresentados na tabela 0 e a ração terminação  será fornecida dos 0 kg até o peso de abate contendo uma redução de % nos níveis nutricionais da ração terminação  exceto para o nível de energia metabolizável que deverá apresentar um valor de . não deve acontecer pois há erros decorrentes da variação nas densidades de diferentes ingredientes ou de diferentes partidas de um mesmo ingrediente. . por exemplo. A experiência de outros produtores da região que alcançaram sucesso com a produção de leitões pode ser importante para identificar os fornecedores e fabricantes de rações idôneos. já é possível a utilização de ingredientes alternativos como.

As misturas realizadas acima do tempo ideal acarretam gastos desnecessários com energia e mão de obra. pelo menos uma vez. deve ser o indicado pelo fabricante do misturador. agitando-se o conteúdo vigorosamente durante algum tempo até notar-se que as partes apresentam-se distribuídas com certa homogeneidade. após carregá-lo com todos os ingredientes. retirar cerca de 0 kg da mistura e reservar. recolocar os 0 kg da mistura retirados anteriormente e observar o tempo de mistura. em misturadores verticais. Tempo de mistura O tempo de mistura. é recomendável que se determine. coloca-se no misturador em funcionamento. há misturadores verticais que apresentam tempo ótimo de mistura de  minutos e outros de 9 minutos.  . Finalmente. Após aproximadamente  minutos de funcionamento do misturador. o que acarretará desuniformidade dos lotes e perdas econômicas para o produtor. o tempo ideal de mistura. antes de adicioná-lo aos outros ingredientes que farão parte da mistura. o tempo de mistura na granja para se ter uma idéia de qual é o tempo ideal. Para misturar os ingredientes usar misturadores. depois o segundo ingrediente em quantidade e assim sucessivamente.Mistura dos ingredientes Misturar previamente o premix ou o núcleo contendo minerais e vitaminas. uma mesma partida terá diferentes quantidades de nutrientes. Essa pré-mistura pode ser realizada em misturador em “Y”. é de  a  minutos. Daí a necessidade de se determinar o tempo ideal de mistura. Entretanto. antibióticos e outros aditivos com cerca de  kg de milho moído. tomando-se toda a cautela para evitar acidentes. após colocar todos os ingredientes. ocasionando prejuízos ao produtor devido ao pior desempenho dos animais. tambor ou ainda com o uso de um saco plástico resistente. Para facilitar a distribuição dos ingredientes. Misturas realizadas abaixo ou acima da faixa ideal de tempo não são de boa qualidade. Porém. ou o ingrediente de maior quantidade indicado na fórmula. primeiro o milho moído. O misturador deve ser sempre limpo após o uso. A seguir colocar no misturador o premix ou núcleo previamente misturado com o milho e misturar por mais  minutos. A mistura de ração com o uso das mãos ou com pás não proporciona uma distribuição uniforme de todos os nutrientes da ração. ou outro grão moído. Em geral.

melhora na digestibilidade dos nutrientes e menor gasto de energia para ingestão da ração. Quando os animais são alimentados com rações contendo o mesmo nível nutricional e abatidos na mesma época.% no ganho de peso.% no consumo de ração e . . quando sob a influência diferenciadora da atividade hormonal obedece à seguinte ordem decrescente: machos inteiros. Machos inteiros e leitoas depositam menos gordura no regime alimentar à vontade porque tem maior potencial de crescimento muscular e maior gasto energético para mantença quando comparados aos castrados. pela ação dos hormônios sexuais. tem efeito sobre o potencial de crescimento. enquanto que a forma peletizada deve ser a preferencial a ser adotada quando a ração é adquirida pronta. a eficiência alimentar e a qualidade de carcaça em suínos na fase de crescimento-terminação. Isso fará com que o material que estava parado nas bocas de descarga seja também misturado. Com a peletização é observada uma melhoria média em .9% na conversão alimentar. A forma farelada é a mais usual e é usada nas granjas que misturam as rações na propriedade. A capacidade de deposição de tecido muscular pelos suínos. a instalação dos suínos por diferença de sexo  AgriculturA e PecuáriA Aconselha-se que a cada  minutos seja retirada e recolocada imediatamente no misturador uma quantidade de ração. a instalação separada de machos castrados e fêmeas tem vantagens porque os machos castrados ingerem mais alimentos e mais rapidamente do que as leitoas e depositam mais gordura com menor idade. O efeito da peletização sobre a melhora na conversão alimentar que ocorre sob  diferentes modos: redução das perdas. Sob o ponto de vista da alimentação. de cerca de 0 kg. menos gordura e menos matéria seca na carcaça quando comparadas aos machos castrados. leitoas e machos castrados.Forma física da ração As rações secas destinadas a alimentação de suínos podem ser apresentadas sob duas formas: farelada ou peletizada. Manejo da alimentação por sexo separado O fator sexo. o consumo voluntário de alimento. sem estratégia de peso de abate diferenciado. A um mesmo peso de abate e sob a mesma nutrição as fêmeas apresentam mais proteína. . resultando em carcaças com menor porcentagem de carne.

Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul. 00. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para mais informação. EMBRAPA Suínos e Aves Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária.html. EMBRAPA Suínos e Aves Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária.ibict. sugere-se consultar a EMBRAPA Suínos e Aves (Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária). br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/nutricao. Disponível em: <http:// www.proporciona carcaças mais magras porque as fêmeas não sofrerão a competição dos castrados pela ração atingindo peso de abate mais cedo. um aumento em até % na porcentagem de carne na carcaça. Nutrição.br/upload/sbrt1477. 00. 00  .embrapa.embrapa.cnpsa. Acesso em  de jul. principalmente para os castrados. Disponível em: http://www.cnptia. maquinário para fabricar ração para suínos com restos de alimentos. que possui maiores informações sobre o assunto. 00. Acesso em: 0 de jul. Disponível em: <http://www.cnpsa. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.br>.sbrt.pdf>.embrapa. Acesso em  de jul.br REFERêNCIAs SBRT Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. Desta forma todo lote pode ser abatido com até uma semana de antecipação o que pode representar.

sendo que. que não esteja atacada por doenças. bem como conseguir clientes fora do país. A bucha vegetal tem conquistado o mercado e o interesse justamente por ser produto natural. é quando a bucha está devez. Quanto à limpeza das buchas a pesquisadora Arlete Melo. portanto a melhor época para colheita. Arlete Melo deixa claro que é imprescindível sol na secagem das buchas. apresenta cor branca e é bem formada. Algumas porções de casca que ainda permanecerem resistentes devem ser retiradas. Esta etapa tem a função de amolecer a casca da bucha. colocá-las em um tanque (pode ser tanque de lavar roupa). quando então. A pesquisador Arlete Melo explica que a bucha colhida no ponto certo não requer tratamento químico. batê-las no tanque. quando a bucha  sOLUÇÃO APREsENTADA AgriculturA e PecuáriA BENEFICIAMENTO DA BUChA vEGETAL . afirma a pesquisadora. bastando para tanto. lava-se bem e coloca ao sol para secar.Bucha vegetal PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Saber quais são as aplicações e formas de beneficiamento mais viáveis para venda e exportação da bucha vegetal. O beneficiamento refere-se ao processo de lavagem ou limpeza das buchas incluindo a retirada das sementes e ao desenvolvimento de outros produtos. deixando de molho de um dia para o outro. No entanto. este último já está sendo estudado pelo SEBRAE-MG. No dia seguinte a casca estará solta. do Instituto Agronômico de Campinas informa que a obtenção de buchas bem limpas não requer uso de produtos químicos o que iria contra os recentes conceitos de produto ecologicamente corretos. Depois. deve-se colhê-las. Sobre o uso de produtos químicos na lavagem da bucha: a pesquisadora informa que é desnecessário tal procedimento porque a bucha colhida no momento certo e.

CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se usar métodos naturais de limpeza das buchas. área de Melhoramento. está sendo substituído por um recipiente de metal adaptado que bate as buchas facilitando o desprendimento da casca. O tanque. segundo a pesquisadora.é armazenada por período longo ela amarelece e endurece. 00  . pesquisadora do Instituto Agronômico de Campinas. REFERêNCIAs Arlete Melo. telefone () - Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out. Emater-MG. cidade de Inconfidentes.

Os cafés superiores são aqueles constituídos de café arábica ou blendados com café robusta/conillon. com o limite de até % no blend. acessíveis aos consumidores que a valorizam e que mantém a sua fidelidade à bebida. mole ou estritamente mole de tipos  a  (COB. Tipos de café Café Gourmert . robusta/conillon e de sOLUÇÃO APREsENTADA  AgriculturA e PecuáriA BENEFICIAMENTO DE CAFé . excelentes. Cafés superiores . com atmosfera inerte ou com válvula aromática. O café gourmert deve ser constituído unicamente com café arábica de bebida apenas mole. que tem somente atributos de qualidades positivos.Beneficiamento café PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Como produtor de café gostaria de estudar o processo de beneficiamento e industrialização a fim de verticalizar o seu negócio.São aqueles cafés considerados mais raros e exclusivos. que atendam aos requisitos de qualidade global de bebida. características únicas e marcantes. O café gourmert deve ser embalado a vácuo. deve ser moderadamente clara a moderadamente escura. A torra. Admite-se a utilização de grãos de safras antigas. com um máximo de 0% de defeitos pretos. o empreendedor deverá fazer uma pesquisa para saber qual é o tipo de café mais apreciado pelo público que pretende atender.Classificação Oficial Brasileira). inclusive comprando a produção dos agricultores vizinhos. para melhor aproveitamento dessas raras características.São os produtos de qualidade reconhecidamente boa. com 0% de defeitos pretos. verdes e ardidos (PVA). de bebida mole a dura. verdes e ardidos e ausência de grãos pretos-verdes e ou fermentados. O café superior deve ser constituído de cafés tipos  a  COB. desde que limpos e de bebida dura a mole. Com a intenção de verticalizar o seu negócio. podendo ser preparado preferencialmente em máquinas de café expresso. pretos-verdes e fermentados.

São os cafés descafeinados. em panos ou  . A colheita do café pode ser realizada de forma manual. semimecanizada e mecanizada. orgânicos. no rendimento de colheita. em embalagens tipo “almofada” ou fechadas no sistema de vácuo. café com leite. Colheita e preparo(1) A desuniformidade de maturação dos frutos é um dos principais dificuldades a serem superadas para realização de uma boa colheita do café. cafés gelados enlatados. Esta categoria não será certificada para café expresso. no desgaste da planta. Estão disponibilizados no mercado hoje. Cafés Funcionais . A colheita manual pode ser do tipo seletiva.Os cafés tradicionais são aqueles cafés produzidos a partir de blends de grãos que valorizam o equilíbrio entre a excelência da bebida e o sabor.café verde-claros. Esta categoria deve ser constituída de cafés até tipo  COB. admitindo-se a utilização de grãos de safras passadas. etc. enriquecidos. verdes e ardidos e ausência de grãos pretosverdes e fermentados. desde que o seu gosto não seja pronunciado e nem preponderante. no peso de grão. Cafés Inovadores . Esse tipo de café deverá ser consumido no máximo até uma hora após seu preparo. Recomenda-se iniciar a colheita. catando-se a dedo somente os frutos maduros ou do tipo concentrada. na qualidade da bebida e no valor do produto. etc. vitaminados. Quantidades excessivas de frutos verdes causam prejuízos na classificação por tipo. com um máximo de 0% de defeitos pretos. Cafés Tradicionais .São os produtos de uma nova geração tecnológica de produtos como os cappuccinos. contribuindo para o bem estar do consumidor e satisfazendo a sua necessidade de cuidados com a saúde.São os produtos que fornecem algo mais além do prazer da bebida. uma vez que esta composição só é compatível com a preparação por coador. robusta/conillon e café verde-claro. Estes tipos de cafés devem ser embalados a vácuo ou com atmosfera inerte ou com válvula aromática. com no máximo 0% de frutos verdes. derriçando-se todos os frutos de cada ramo no chão. evitando as perdas de aroma e sabor. os shakes.

com maior controle das fermentações. Esta é a maneira mais recomendável. 00). pois controla inclusive as fermentações dos grãos que acontece na planta. dispensando a limpeza prévia do solo. separação dos frutos em diversas fases de maturação. antes de ir para secagem. • Preparo por Via úmida. durante a mudança do estádio maduro para seco. em se tratando de preparo por via seca. pois tende a aumentar os custos e diminuir a qualidade. contribuindo para melhoria da qualidade 9 AgriculturA e PecuáriA em peneiras. Os processos de preparo do café podem ser agrupados em três sistemas: • Preparo por Via seca. com eliminação da casca e da mucilagem resultando no café despolpado. O café colhido é secado com casca ao natural em terreiros ou secadores mecânicos. em que existe maior predominância deste método de colheita (Veneziano. por efeito das condições climáticas. conforme tem se verificado no estado de Rondônia. a colheita semimecanizada utiliza derriçadeiras portáteis ou tracionadas.A derriça no pano é a forma de colheita mais indicada para região amazônica. folhas) e também separados por estágio de maturação (verde/ cereja / seco) através de um lavador/separador propiciando uma secagem mais uniforme e específica por fruto. paus. com eliminação da casca resultando no café cereja descascado. as operações de pós-colheita do café compreendem a separação das impurezas por vibração ou por imersão em água. Nas condições brasileiras. a) Preparo por via seca: É o processo mais utilizado pelos produtores. eliminação da casca resultando em café cereja descascado. 99). Por outro lado. sem eliminação da casca resultando no café natural. os frutos poderão ser separados das impurezas (pedras. eliminação da mucilagem quimicamente dando o café despolpado ou mecanicamente dando o café desmucilado e ainda a secagem direta dos grãos que produz o café natural ou café de terreiro (Cortez. . A derriça no chão não é recomendável. usualmente feitas nas lavouras de café Arábica. • Preparo por Via semi-úmida. Dependendo das condições existentes. desprovidas de recolhedores e a mecanizada é feita com máquinas colhedeiras completas automotrizes ou tracionadas por trator.

O café bóia vai direto para o terreiro de secagem. enquanto o café verde e o café cereja misturados vão para o descascador. o CD apresenta características organolépticas superiores. o café cereja descascado (CD) pode ser levado direto para o terreiro de secagem ou antes passar pelo degomador mecânico para retirada do excesso de mucilagem. o café despolpado é colocado em tanques de fermentação para eliminação da mucilagem. o café da roça é separado num equipamento de lavagem e separação. porém exigindo maiores cuidados no despolpamento. diminuição da necessidade de tulha de armazenamento e redução do tempo de secagem e beneficiamento. O café obtido nesse tipo de preparo é melhor classificado quanto ao tipo e bebida. c) Preparo por via semi-úmida: Inicialmente. b) Preparo por via úmida: Inicialmente o café da roça é encaminhado ao lavador/separador e em seguida o café cereja segue para o despolpador onde será descascado e despolpado. Em café Robusta. sem o sabor verde. devido existir muita desuniformidade quanto ao tamanho dos frutos. havendo diminuição da necessidade de secagem em terreiro ou secador. enquanto o café cereja é descascado por processo mecânico. como redução do volume do produto devido a eliminação da polpa. Por fim. verifica-se que não são muito utilizados na re0 . que é complementada por uma lavagem deixando o café totalmente desmucilado. o preparo via úmida é muito usado para produção de sementes. De imediato neste processo são observadas as vantagens já mencionadas no processo de preparo anterior. Finalmente. principalmente no Conilon. pois na secagem seu pergaminho fica envolvido pela totalidade ou quase totalidade da mucilagem e assim em contato com açúcares. No descascador o café verde é separado mecanicamente sob pressão indo para o terreiro de secagem. Além disso. com aroma e doçura dos cafés brasileiros. que lhe conferem o sabor doce do grão a exemplo do café natural.do produto resultando numa melhor classificação. Embora os dois últimos tipos de preparo apresentem vantagens em relação ao primeiro.

impede o ataque de microorganismos e garante um produto com secagem uniforme e de melhor qualidade. garantindo um produto de melhor qualidade e com maior rendimento de secagem do que o terreiro de chão batido. . é de construção simples. que evita o contato do café com o solo. O uso de cobertura com plástico translúcido é aconselhável nas regiões onde a colheita coincide com a época das chuvas. originando um produto de má qualidade. tendo no seu interior ao longo do seu centro. Terreiro de tela suspensa – atualmente vem sendo muito recomendado. recebe maior aeração tanto por cima como por baixo.sECAGEM secagem em terreiros A secagem corresponde à fase complementar a todos os processos de preparo do café. Além desses benefícios este tipo de terreiro proporciona maior redução de mão-de-obra. Os mesmos são constituídos de um cilindro metálico com paredes perfuradas. nível de classificação e valor comercial do produto. mais uniforme e com menos riscos de contaminação de impurezas e fermentações. são secadores mecânicos industriais mais conhecidos e utilizados nas propriedades rurais que produzem o café Conilon e o café despolpado. diminuição do tempo de secagem. tem efeito marcante nas determinações do índice de qualidade.  AgriculturA e PecuáriA gião amazônica. favorece a ocorrência de sujeiras e fermentações indesejáveis. Terreiro de chão batido – não é recomendável pois este tipo de terreiro além de ter menor rendimento de secagem. Uma forma de potencializar o uso desse sistema é implantá-lo em associações e cooperativas de produtores. sendo que método de secagem escolhido. Terreiro de piso revestido – Considera-se recomendável por proporcionar uma secagem mais eficiente. rápida e barata. pois consiste de uma estrutura suspensa. com sua estrutura e manejo. secagem em secadores Os secadores horizontais rotativos intermitentes ou pré-secadores. devido à necessidade de investimento em infra-estrutura. e maiores custos operacionais.

Os secadores-barcaças de leito fixo. e assim sucessivamente até completar a secagem. com a temperatura não ultrapassando a 0°C e tendo revolvimento manual constante da massa de café. seja ele em terreiros revestidos ou suspensos.um tubo perfurado onde é injetado o ar quente vindo da fornalha. Eles fazem a primeira etapa de secagem do café com o mesmo atingindo a meia-seca para depois ser passado para outro secador vertical ou continuar secando no mesmo secador horizontal desde que os grãos estejam com umidade uniforme e a temperatura da massa do café não ultrapasse os ° C. em que depois o café desce e é levado por bica de fogo até a base do elevador que leva novamente para o alto até a câmara de repouso. Considera-se importante que os secadores sejam carregados totalmente. consistindo de uma estrutura retangular. sendo alimentado por uma fornalha e insuflado por um ventilador. tendo na parte superior a colocação de um aleito constituído por uma chapa metálica perfurada. Deve-se também ser controlada a temperatura do ar da fornalha. Os mesmos são feitos de alvenaria. sendo portanto de baixo custo. com maior consumo de energia e mão-de-obra. secadores horizontais ou em secador-barcaça. a formação de um colchão de ar quente. Os secadores verticais com câmara de repouso são secadores mecânicos industriais que exigem o café que já tenha recebido uma présecagem ou meia-seca. mas nunca devem trabalhar totalmente cheios deixando sempre espaço para movimentação do produto. são secadores manuais artesanais. para que não haja perda de calor. podendo ser construídos com recursos locais na propriedade. Os mesmos são constituídos de um grande depósito metálico. e abaixo do fundo. iniciando com 0° C. Caso o café já tenha sofrido a meia-seca no terreiro. tendo na parte superior a câmara de repouso dos grãos.  . cuja camada não deva passar de 0cm de altura. apresentando movimento rotativo através de um sistema de engrenagem. Estes secadores recebem o café com qualquer grau de umidade. como café fluindo para abaixo onde se encontra a câmara de secagem com seu interior tendo circulação de ar quente vindo da fornalha. devese carregar normalmente o secador horizontal e proceder como se o produto já estivesse sido pré-secado no mesmo secador. Estes secadores podem receber café com qualquer grau de umidade. conseqüentemente aumentando tempo de secagem. depois de cinco horas passar par 0° C e finalmente manter em 0° C até terminar a secagem.

Acender a fornalha somente depois que o secador estiver cheio e em movimento. ARMAzENAMENTO Conforme Bartholo et al. os quais contribuirão para sua melhor eficiência. Baixar a temperatura da massa de café e não ultrapassar os 0°C. passa por uma primeira secagem chamada de pré-secagem. tais como: . geralmente o café quer seja ele café da roça ou café despolpado. através da utilização combinada do terreiro-secador. para em seguida ser completado o processo de secagem em secador mecânico. Evitar a secagem excessiva do café. (99). alguns procedimentos de maneira geral deverão ser observados. Carregar os secadores estando os mesmos com a fornalha apagada.  AgriculturA e PecuáriA Independente de qualquer que seja o tipo de secador a ser utilizado. para que não ultrapasse os °C. Neste sistema. Controlar a temperatura da massa de café.l l l l l l l l l l l Considerar a formação de lotes homogêneos fazendo a secagem por separação de lotes. Conferir o tempo de secagem em torno de  a  horas para café de terreiro e 0 horas para o café cereja descascado. no sentido de proporcionar uma maior uniformidade de seca dos grãos e maior redução do tempo e secagem. em que após o resfriamento cai para  a %. Fazer quando possível a utilização da fornalha de fogo indireto. pois pode diminuir o peso e facilitar a quebra durante o benefício. para secagem do café com frutos verdes. feita em terreiro de preferência revestido. secagem Mista A secagem mista é considerado um sistema de secagem muito comum. evitando defeitos. Terminar a secagem com teor de umidade dos grãos de  a %. Consumir sempre lenha bem seca para não produzir fumaça e não conferir cheiro a massa de café. o armazenamento do café pode ser realizado na propriedade sendo o café em coco ou em armazéns-padrão quando o café está beneficiado. Manter a secagem lenta objetivando a melhor uniformidade do produto.

visando o máximo a diminuição de umidade no ambiente. pedaços de madeira. com a finalidade de eliminar pequenas pedras. que são esvaziados e descarregado em canouras de recepção. Estes armazéns geralmente são administrados por entidades públicas ou privadas as quais mantêm uma execução rigorosa de normas. l Possuir repartições para separar diversos tipos de lotes de café. temperatura e umidade. com uniformidade de ventilação. l Manter o café em coco na tulha ou depósito até sua venda ou beneficiamento. mantendo as condições do ambiente apropriadas. areia. Equipamentos básicos para a torrefação de café l Elevador de café cru l Silo para grãos torrados l Conjunto torrados l Conjunto moagem/empacotamento l Máquina para fechar Processo de Produção O processo se dá com o recebimento e a limpeza dos grãos de café. com observação ainda dos seguintes cuidados: l Isolar o café do chão com a colocação de estrados de madeira para não pegar umidade. Nos armazéns padrão o café beneficiado é armazenado numa estrutura que permite uma conservação ideal do produto. desde que esses locais sejam conservados secos.  . os grãos são enviados para equipamentos de limpeza. l Proteger o ambiente de gotejamento e penetração de chuvas. Os grãos costumam chegar em sacos. l Evitar o armazenamento do café junto com defensivos e fertilizantes. l Armazenar o café evitando o teor de umidade superior a %.etc. l Realizar vigilância e controle de possíveis ataques de insetos e roedores. ensolarados e bem ventilados.Na propriedade o café em coco pode ser armazenado a granel em tulhas de madeira ou ainda ensacado em depósito de alvenaria. luminosidade. A partir dessas canouras e por esteiras transportadoras. objetivando garantir com eficiência e segurança o sistema de armazenagem de produtos agrícolas. l Utilizar sacarias limpas de aninhagem para acondicionamento.

. Assim por exemplo. Isto é feito com a finalidade de se obter as misturas exatas das diferentes variedades de grãos de café. Para obter o selo de pureza. para que o processo de torra não prossiga e provoque a queima do café. após a torra. uma unidade da outra é a automatização do processo de envasamento (embalagem) e a cor final do produto. INDICAÇõEs MÁQUINAs E EQUIPAMENTOs: Bio Queimadores BIO QUEIMADORES DRAGÃO Telefone () -0  AgriculturA e PecuáriA Outra esteira transportadora encarrega-se de colher as diferentes variedades de grãos de café recebidas e levá-las a pontos diferentes. ou se nele é feito algum tipo de mistura. Em seguida serão pesados e transportados para os tanques intermediários de armazenamento. produzindo qualidades típicas de cada fabricante. A Associação Brasileira da Industria de Café ABIC. o mesmo em todas as empresas do ramo O que diferencia. È importante. para que ocorra o resfriamento completo. deixar o café descansar por cerca de  horas. os grãos de café são esfriados. Há mais um descanso de  horas para liberar o CO desprendido na hora da moagem. aroma e sabor. em principio. a fim de evitar o estufamento na embalagem. detectando se o produto é livre de impurezas. O processo de torrefação e moagem de café é. o café deve ser moído pelo sistema a martelo ou a rolos. Uma vez torrados. onde se produzem as mudanças físicas e químicas mais importantes e onde o grão de café realmente adquire as suas características típicas. de trinta para apenas cinco minutos.O torrador é o forno. o tempo de torrefação foi bastante encurtado. basicamente. Feito isso. A empresa deverá se associar a ABIC e realizar todos os procedimentos solicitados pela Associação. desenvolvendo cor. A evolução do processo de torrefação tem sido intensa nos últimos anos. e a temperatura do processo foi reduzida de 900°C para 90°C. realiza uma analise da qualidade do café comercializado no varejo.

MAQ.Empacotadeira para pó SELOVAC INDUSTRIA E COMERCIO LTDA Telefone () -99 MASIPACK IND.br  .org.abnt. DE SACOS PLÁSTICOS LTDA Telefone () - Embalagens Zenith ltda Telefone () 9- NORMAs TéCNICAs: MB 000 Análise de café MB 0009 Determinação de cloreto no café As normas podem ser obtida na ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas http://www.AUTOMATICAS LTDA Telefone () -099 RAUMAK MÁQUINAS LTDA Telefone () 0-0 Torrefação e Moagem de café Máquina MÁQUINAS TIGRE S/A Telefone () -9 INDUSTRIA MAQUINAS D’ANDREIA S/A Telefone (9) -0 FORNECEDOREs: Sacaria para Café SACARIA MEIRELES LTDA Telefone () 9- COMPANHIA TEXTIL DE CATANHAL S/A Telefone () -9 Embalagem para café PLASCO INDUSTRIA E COMERCIO LTDA Telefone () 9-000 AFASA IND. COM.

Cuidados na secagem. além de materiais e dimensões recomendadas. Nos primeiros dias. O café deve permanecer no terreiro até atingir % de umidade para ser armazenado ou beneficiado. dispostas no mesmo sentido da inclinação do terreiro. O armazém ou tulha deve ser construído de acordo com as normas para sua localização. SEBRAE MG TORREFAÇÃO E CAFÉ.br ABECAFE Associação Brasileira de Exportadores de Café http://www.ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas http://www. Acesso em: 0 de abr.abnt.embrapa. em camadas finas de três a quatro centímetros e ser revolvido constantemente.org. 00. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr. o café deve ficar esparramado no terreiro. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia .br/arquivos/pontopartida/Torrefação>. . por isso deve passar aas noites amontoados e coberto com encerado.sebraemg. para se obter a secagem uniforme dos grãos. Acesso em: 0 de abr. Cuidados no armazenamento.com. abecafe. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs 00.abic. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.br/FontesHTML/Cafe/CultivodoCafeRobustaRO/colheita. para permitir um perfeito arejamento do café. não deve tomar chuva. O café deve ser armazenado com teor de umidade em torno de  a %. À tarde o café deve ser ajuntado em leiras de 0 a 0 centímetros de altura.com.cnptia.br Para ter um produto de qualidade alguns cuidados são necessários. 00  AgriculturA e PecuáriA EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: . Disponível em: <http://www. Depois o café atinge a meia-seca.com.htm>. Cultivo do Café Robusta em Rondônia.br ABIC Associação Brasileira da Industria de Café http://www.

BENEFICIAMENTO DE URUCUM PALAvRAs-ChAvE Urucum. mercado de urucum Informações gerais sobre cultivo e beneficiamento do urucum. “Espalhamos as melhores. “Hoje 0% do nosso consumo de sementes de urucum são de São Paulo. a empresa apoiou esses produtores. fazendo um trabalho de seleção das melhores sementes. Marcos Munuera. pelos produtores paulistas”. as regiões de Monte Castelo e Olímpia. Isso porque a unidade de Valinhos foi escolhida como centro mundial dos corantes de urucum. passaram a se organizar e contar com apoio tecnológico de empresas do ramo. revela. contra a média nacional de . depois de análises de laboratórios. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Mercado Com relação ao mercado de urucum no estado de São Paulo. Segundo explica o gerente de vendas da Chr.%”. Hansen esses trabalhos de desenvolvimento foram fundamentais para atender sua estratégia global de negócios. a unidade transaciona em exportações intercompany. especialmente informações sobre máquinas usadas no beneficiamento. em 00. máquinas de beneficiar urucum. e sobre o mercado do urucum no estado de São Paulo. em seu documento sobre urucum (cujas referências completas estão abaixo). Para a Chr. de . de acordo com a Revista Química e Derivado-Editora QD. Embora este último estado o gerente também considere como produtor de um bom urucum. possuindo hoje o melhor urucum do País. O restante das compras vêm do Paraná e de Rondônia. interessada em diminuir seus custos de transporte e em contar com grãos com maior teor de bixina. afirma Munuera. onde os teores de bixina atingem %. o seu problema é não contar com planejamento bem organizado e produtores concentrados como ocorre em São Paulo.  . Hansen.00 toneladas de sementes. Com consumo.

para melhor atender a demanda. do clima. pré-secagem dos frutos. da localidade na época e. e por causa da crescente aceitação do mercado externo. a Chr. Aliás. recheios de biscoito e massas. já citadas. sendo constituída das seguintes etapas: recolhimento dos frutos no campo. enquanto o segundo destina-se às salsichas. da exigência do comprador. . Recolhimento dos frutos no campo É uma tarefa que tem estreita relação com a quantidade do produto colhido. para corantes hidrossolúveis. secagem das sementes ensacamento. sobretudo em virtude do desenvolvimento das versões encapsuladas e acid proof.0 por quilo de semente. descachopamento. Beneficiamento Abaixo segue uma descrição dos procedimentos a que são submetidos o urucum após ser colhido até a produção do corante.Comprando o produtor a uma média de US$ 0. classificação e comercialização. A idéia é unificar os atuais três processos diferentes em apenas uma extração alcalina.0. embutidos. Munuera acredita muito na expansão das aplicações do corante de urucum.) (cujas referências completas estão abaixo): Pós-colheita As práticas de pós-colheita apresentam expressiva importância no processo agroindustrial do urucuzeiro devido à influência direta na qualidade do produto final. por percentual de bixina. O primeiro é principalmente vendido para aplicações em margarinas. A pós-colheita tem início no momento seguinte à colheita propriamente dita. A produção de urucum hoje é responsável por mais de 0% de suas vendas de corantes naturais (a empresa também produz coagulantes para produção de queijo). a sua unidade produtiva passa por reformulação. A partir desse concentrado. maioneses. ou por US$ 0. cerca de  t por semana de corantes hidro e lipossolúveis de urucum a %. balas e confeitos. descrição essa de acordo com o documento: Colheita e Pós-colheita do Urucum (Bixa orellana L. 9 AgriculturA e PecuáriA principalmente para a matriz na Dinamarca. a obtenção do tipo lipossolúvel seria feita por simples mistura com óleo vegetal. essencialmente. Hansen coloca no mercado o corante lipossolúvel a R$ 0/kg e o hidrossolúvel a R$ . peneiramento. Dependendo do nível técnico do produtor.

enquanto que o mecânico. bem como em secadores artificiais. devido ao maior teor de umidade das sementes e/ou regulagem do equipamento.0%. os frutos são secados em secadores solares. o descachopamento poderá ser efetuado pelos métodos manual e mecânico. isto dependendo das condições pluviais locais. Normalmente. Pré-secagem dos frutos Consiste no recolhimento dos frutos sobre lonas. pela maneira incorreta de se utilizar à vara no batimento às sementes. O manual é realizado após a “bateção” dos frutos. Observação: o nome das maquinas usada no processo de descachopamento e no de peneiramento podem ser adquirido junto com os fornecedores indicados abaixo. é o objetivo principal para facilitar o descachopamento. apesar de apresentar perdas de bixina de . Outra opção é colher direto em balaios ou sacos e armazenálos em local adequado. A redução da umidade dos frutos (cachopas) e das sementes. em terreiros ou em secadores de alvenaria. pela sua exposição ao calor (sol e oxida0 . A perda de bixina é diretamente proporcional ao teor de umidade das sementes. secagem das sementes Há dois métodos utilizados para a operação da secagem. ao sol e o método artificial cuja perda de umidade ocorre em secadores com calor e ventilação forçada. a . pode haver perdas de qualidade de sementes. O método mecânico. Descachopamento Dependendo do poder aquisitivo do produtor. visando evitar perdas significativas das mesmas. Peneiramento O peneiramento do material colhido pode ser feito tanto manual como mecânico. O natural no qual as sementes são colocadas em terreiros e/ou sobre lonas. Em algumas regiões do país. sem perda de qualidade do produto. as perdas de bixina são significativas.os frutos colhidos podem permanecer por um curto período de dias nas entrelinhas das plantas. No processo de secagem. é o mais indicado. após a descachopagem em máquinas incompletas. recomenda-se mexer as sementes o mínimo possível. Um fator importante a considerar é que pelo atrito. quando se procede ao descachopamento manual. perde-se bixina nesta operação.

comparados e avaliados.Ensacamento O processo de ensacamento deve ser procedido em saco de polipropileno de 0 kg devidamente limpo ou em outro tipo de recipiente. os quais foram enviados ao Ministério da Agricultura para apreciação e validação dos mesmos. As sementes armazenadas a granel perdem mais rapidamente o teor de bixina. realizaram a seleção de dois métodos . por este método. umidades relativas superiores a % não são recomendadas. ao seu baixo custo operacional e maior rigidez no teor final de bixina. Armazenagem A armazenagem do produto deve ser feita. no local da secagem. analisou a mesma amostra pelo seu próprio método. ficando sujeitas à contaminação. conforme as exigências pré-estabelecidas pelo comprador. fazendo a extração com clorofórmio e posterior leitura espectrofotométrica.KOH e clorofórmio. . Após serem testados e analisados quatorze métodos diferentes e realizadas várias reuniões no Instituto Adolfo Lutz.KOH ou hidróxido de sódio . onde cada laboratório. A Emepa optou pela utilização do método KOH devido à facilidade na aquisição desse extrator. Deve-se evitar a presença de roedores e insetos. É de suma importância verificar o porcentual de umidade contido nas sementes. onde os resultados das análises foram discutidos. por meio do tratamento das sementes com solução de hidróxido de potássio . com pouca luz e sobre estrados. Metodologias para a determinação de bixina O método para a determinação de bixina. determinaram indiretamente. sejam bastante diferenciados. envolvido nesses estudos. A perda por atrito é função da falta de controle no carregamento e no descarregamento das sementes. Caso os resultados obtidos. Este é o método aceito internacionalmente. em São Paulo. pode-se recorrer ao método do clorofórmio para diri AgriculturA e PecuáriA ção).NaOH e posterior leitura espectrofotométrica. através de estudos comparativos. em local fresco. Alguns laboratórios determinaram a bixina diretamente. utilizando sementes de urucum. podendo haver incidência de mofo. visto que. preliminarmente. de preferência. foi realizado. transformando a bixina em norbixina. Outros. visando tornar o material armazenado da melhor qualidade.

Em um erlenmeyer de 00 ml. finalmente. com o auxílio de um funil de vidro. e. Tampar bem o balão volumétrico e agitar bem a solução. Em um balão volumétrico de 000 ml. Ler no espectrofotômetro a  nm. uma peneira pequena. contra um branco de solução de KOH a %. que consistem. em outros dois balões volumétricos de 000 ml. esfriar em água corrente (torneira). a bixina também pode ser extraída por processos puramente mecânicos. Quando estiver em ebulição.%. Continuando a operação. em célula de  cm. Com a leitura do aparelho. A metodologia utilizada para a determinação do método KOH consiste. de técnicas físicas que promovem a raspagem ou o atrito  . completar para 000 ml com a solução de KOH a 0. tomar uma alíquota de  ml da solução corante (filtrada anteriormente) e. limpar o erlenmeyer e não mexer o material decantado na lã de vidro. O método KOH expressa a norbixina. Retira a quantidade necessária desta solução final para a cubeta do espectrofotômetro e a outra cubeta completa com a solução de KOH a % para calibragem do aparelho. jogar fora (na pia) aproximadamente 00 ml para facilitar o manuseio com o balão. Obtenção do corante natural bixina Além dos processos de extração por solventes. ao término de cada filtragem. posteriormente. filtra-se a solução e. pipeta e outros instrumentos.0 que fornece um teor final de bixina pouco inferior ao dosado com o clorofórmio. lã de vidro e um bastão de vidro.mir alguma dúvida. cujo resultado é convertido em bixina pela multiplicação do fator . nos seguintes passos: Pesar  g da amostra (sementes de urucum). Sem agitar. adicionar 0 ml da solução de KOH a % e colocar para ferver. Para maior comodidade. Tampar e agitar bem. Como observação. mantendo-as por  minuto. com suas numerações correspondentes. não comprometendo o método KOH. consulta-se a tabela e encontra-se o número correspondente em bixina. lavando as sementes com água deionizada (00 ml) por sete a nove vezes. completar o balão até 000 ml. basicamente. colocar as sementes. geralmente.

Rua Guaranésia.br Meteor Indústria e Comércio Ltda. Rua Dom Aguirre.  – Jd.com. Fornecedores Fornecedores de maquinas para descachopamento e peneiramento De acordo com a ABIMAQ.br Fornecedores de Equipamento de laboratório De acordo com o documento: Idéias de negócio: Fabricação de perfumes.moinhostigre. Av. geralmente. Marajuara. os fornecedores são: Máquinas Tigre S/A.br Site: http://www.Esses processos estão em fase de aperfeiçoamento onde os produtos assim obtidos. o qual é obtido na forma. os fornecedores são: Semco S/A. Capivari – SP Tel: (9) 9 . Miguel de Estáfano. São Paulo-SP CEP: 0-00 Telefone: ()9- Fax: ()9-0 E-mail: meteor. São Paulo – SP Tel: () -000 Afonso Panza R:  de novembro.  /  – Saúde. de bixina. Marta Balanças e Aparelhos de Precisão. apresentam baixos teores de bixina.  – Centro. Rua Professor Luciano Prata. . São Paulo-SP CEP: 00-00 Telefone: ()-9 Fax: ()9-000 E-mail: tigre@moinhostigre. .sa@uol. Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.com. São Paulo – SP Tel: ()    AgriculturA e PecuáriA entre grãos visando à separação de sua camada externa que contém o corante.com. predominante. .

Ressalta-se.sebraesp. Disponível em: http://globoruraltv. e Com.br/simbrau/. o vídeo: Cultivo de Urucum e Corantes Naturais.globo. Disponível em: http://www. e que serviram da base para se fazer esses documento. irrigação. pode . fazer uma pesquisa de mercado e para isso deve-se entrar em contato com o SEBRAE-SP. a importância de se consultar as fontes indicadas. cuidado com pragas e doenças. caso queira uma descrição detalhada desse mercado no estado de São Paulo. Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micros Empresas.com. também. as outras fontes presentes nos documentos referenciados abaixo.Vidraria Anchieta LTDA (especializada em frascos e vidraçarias) Rua Evangelina. Disponível em: http://www. O vídeo pode ser adquirido através do CPT. adubação  .pl?controle=9632# Finalmente no site da EMEPA-Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária do Paraná.php acesso em  de nov. São Paulo – SP Tel: () 9 0. Henry Nestlé. ainda.se ter acesso a vídeo e textos sobre o assunto desejado. no site da Globo Rural.com/ cgi-bin/globorural/montar_texto.ibict. LTDA (especializada em frascos e vidraçarias) Av. caso precise de mais informações. bem como. Tal material encontra-se disponível em: http://www. Esse material pode ter grande valia no aprendizado sobre o manuseio com o urucum. Escritório de São Paulo. Nesse site existe ainda informações sobre: preparo do solo.sbrt.cpt.Caçapava – SP Tel: ()   CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se. cultivares.pdf Sugerimos. Vila Carrão. 0.com. Grama Dois . podem-se encontrar informações na Resposta Técnica . 9.br/ Com relação ao mercado da produção e beneficiamento de urucum no Brasil.br/produtos/058_417. Centro de Produções Técnicas. encontram-se indicações sobre como proceder a um cultivo eficientes do urucum. Glasstubing Ind.org. Também. disponível em: http://www.emepa. 00.br/upload/ sbrt526.

Disponível em: <http://www. Escritório Regional Franca Endereço: rua Ângelo Pedro. 00. Colheita e Pós-colheita do Urucum (Bixa orellana L.sebraesp.Editora QD. 00. Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos. Portanto seria muito útil consultá-lo.  Bairro: São José. Acesso em:  de nov. 00. Disponível em: <http://www. 00.emepa.br FRANCO. Franca-SP Telefone: () - E-mail: franca@sebraesp.sbrt. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de nov. .ibict. Simpósio Brasileiro do Urucum.com. br/>. Disponível em: http://www. 00  AgriculturA e PecuáriA entre outros. Revista Química e Derivado. SBRT .pdf>.com.htm >. 00. Disponível em: <http:// www. 00. Disponível em: <http://www.br/simbrau/>.org. Simpósio Brasileiro do Urucum.br/>.com. Acesso em:  de nov. Acesso em:  de nov.com. Urucum.).emepa.br/inform/urucum_colheita.REFERêNCIAs ABIMAQ. Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micros Empresas. Acesso em:  de nov.abimaq. org.Serviço Brasileiro de Resposta Técnica. Acesso em:  de nov. escritório de São Paulo.htm>.br/revista/qd421/corantes3. Acesso em:  de nov. SEBRAE-SP. Camilo Flamarion de Oliveira. Disponível em: < http://www.quimicaederivados.br/upload/sbrt526.

utilizando-os até mesmo como pagamento de apostas. Os grandes exploradores ajudaram a difundir o uso e o cultivo de feijão para as mais remotas regiões do planeta. Os feijões estão entre os alimentos mais antigos. cerca de 0. beneficiamento do feijão Qual o processo de beneficiamento do feijão. uma vez que esse alimento fazia parte essencial da dieta dos guerreiros em marcha.000 a. Eram cultivados no antigo Egito e na Grécia. As ruínas da antiga Tróia revelam evidências de que os feijões eram o prato favorito dos robustos guerreiros troianos.. na Mesoamérica. achados arqueológicos mais antigos. encontrados no México e a existência de tipos domesticados. Por outro lado.  . posteriormente. sendo. cerca de .000 a. cultuados como símbolo da vida.C. remontando aos primeiros registros da história da humanidade.000 a. suportam a hipótese de que o feijoeiro teria sido domesticado na Mesoamérica e disseminado. e entre os hebraicos. datados de cerca de . na Suíça. Os antigos romanos usavam extensivamente feijões nas suas festas gastronômicas.BENEFICIAMENTO DO FEIjÃO PALAvRAs-ChAvE Beneficiamento. feijão. similares a variedades criolas simpátricas.C. equipamentos.. Foram encontradas referências aos feijões na Idade do Bronze. também. de feijões domesticados na América do Sul (sítio de Guitarrero. no Peru) são indícios de que o feijoeiro teria sido domesticado na América do Sul e transportado para a América do Norte (). equipamentos e fornecedores. A maioria dos historiadores atribui a disseminação dos feijões no mundo em decorrência das guerras. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Origem e história Existem diversas hipóteses para explicar a origem e domesticação do feijoeiro. na América do Sul.C. Tipos selvagens.

Figura  – Feijão carioca ()

Figura  – Feijão preto ()

Plantio Para se obter sucesso em uma lavoura é importante reunir todas as condições que favoreçam a planta a expressar todo o seu potencial produtivo (). A escolha da área, a qualidade das sementes e a operação de semeadura, especialmente no que se refere à época, à profundidade em que as sementes são colocadas, o espaçamento entre fileiras e o número de sementes por metro, são fatores bastante importantes e devem ser levados em consideração. O feijoeiro é uma planta com sistema radicular delicado, com sua maior parte concentrada na camada de até 0 cm de profundidade do solo, por isso, deve-se ter um cuidado especial na escolha da área. Solos pesados, compactados, sujeitos a formar crosta na superfície ou ao encharcamento não são adequados para a cultura do feijoeiro, recomendam-se solos friáveis, com boa aeração, de textura arenoargilosa, relativamente profundos e ricos em matéria orgânica e elementos nutritivos. A semente de boa qualidade permite a formação de lavoura uniforme, maximiza o aproveitamento dos demais insumos utilizados, evita a propagação e diminui as fontes de contaminação de doenças na lavoura, reduz a disseminação de plantas nocivas e a agressividade daquelas já presentes no solo. O seu custo corresponde normalmente de 0 a 0% do custo total da lavoura. Quanto à semeadura, as épocas recomendadas concentram-se, basicamente, em três períodos, o chamado das “águas”, nos meses de setembro a novembro, o da “seca” ou safrinha, de janeiro a março, 

AgriculturA e PecuáriA

e o de outono-inverno ou terceira época, nos meses de maio a julho. No plantio de outono-inverno ou terceira época, que só pode ser conduzido em regiões onde o inverno é ameno, sem ocorrência de geadas, como em algumas áreas de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Espírito Santo, o agricultor, via de regra, necessita irrigar a lavoura. Na época da “seca” nem sempre as chuvas são suficientes durante todo o ciclo da cultura, sendo conveniente, neste caso, complementar com irrigação. A profundidade de semeadura pode variar conforme o tipo de solo. Em geral recomendam-se de - cm para solos argilosos ou úmidos e de - cm para solos arenosos. A densidade, ou o número de plantas por unidade de área, é resultado da combinação de espaçamento entre fileiras de plantas e número de plantas por metro de fileira. Espaçamentos de 0,0 a 0,0 m entre fileiras e com 0 a  plantas por metro, em geral proporcionam os melhores rendimentos. Importância econômica e informação nutricional Os grãos de feijão representam uma importante fonte protéica na dieta humana dos países em desenvolvimento das regiões tropicais e subtropicais, particularmente nas Américas (% da produção mundial) e no leste e sul da África (0% da produção mundial). Seu consumo per capita no Brasil situou-se, em 00, em ,9 kg/hab/ano, e, na década de 0, chegou a alcançar patamares de - kg/hab/ano, sendo esta redução atribuída, ao longo do tempo, a vários fatores. Há grandes variações regionais quanto ao gosto e preferência por tipos de grãos consumidos (). O feijão apresenta componentes e características que tornam seu consumo vantajoso do ponto de vista nutricional. Entre eles citam-se o conteúdo protéico, o teor elevado de lisina, a fibra alimentar, alto conteúdo de carboidratos complexos e a presença de vitaminas do complexo B (). A Tabela  apresenta as informações nutricionais do feijão. 

Porção 0g ( colheres de sopa) Quantidade por porção Valor calórico 00kcal Carboidratos g Proteínas g Gorduras Totais 0kg Gorduras Saturadas 0g Colesterol 0mg Fibra Alimentar g Cálcio mg Ferro mg Sódio 0mg * valor diário.

%VD (*) % % % 0% 0% 0% % % % 0%

Produção no Brasil O feijão é cultivado em praticamente todo o território nacional, porém grande parte da produção está concentrada em apenas 0 estados, PR, MG, BA, SP, GO, SC, RS, CE, PE e PA, responsáveis por praticamente % da produção nacional, atingindo anualmente cerca de ,0 milhões de toneladas, distribuídas em três safras distintas, águas, seca e inverno (). Os dois gêneros de feijões cultivados no Brasil são Phaseulus e o Vigna, sendo que o primeiro é mais cultivado na região Centro Sul (carioca e preto), e o segundo na região Norte/Nordeste (macaçar/caupi). Segundo estimativas, mais da metade da produção brasileira é constituída da variedade carioca, preferida pelos consumidores da região Centro Sul, seguida pelo feijão preto e em pequenas quantidades (outras variedades) que são os feijões, vermelho, canário, jalo, rajado e rosinha, atendendo alguns nichos no mercado interno e externo. 

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Tabela 1: Informação nutricional do feijão (2)

Figura 3 – Produção de feijão no Brasil (6)

Colheita e pós-colheita A mecanização do feijoeiro, independente do sistema de cultivo empregado, não apresenta maiores problemas nas operações agrícolas realizadas antes da colheita e no beneficiamento dos grãos. São utilizados equipamentos convencionais a outras culturas, como a do arroz, do milho e da soja, para preparo do solo, semeadura, tratos culturais e limpeza e classificação dos grãos. Diversos métodos são usados na colheita do feijoeiro, os quais variam em função do sistema de cultivo, do tipo de planta e do tamanho da lavoura (). Com o surgimento de grandes lavouras em monocultivo, a colheita tem sido feita por processos semi-mecanizados (arranquio manual das plantas e trilhamento com recolhedora trilhadora); mecanizado indireto em duas operações (ceifamento das plantas com ceifadora e trilhamento com recolhedora trilhadora) e mecanizado direto em uma operação com colhedora automotriz apropriada. 90

As colhedoras automotrizes convencionais apresentam desempenho insatisfatório no feijoeiro em relação à perda e à danificação de grãos. Porém, uma melhoria no desempenho dessas máquinas tem sido obtida ao equipá-las com plataformas de corte flexíveis e com mecanismos para diminuir a danificação e a mistura de terra nos grãos. Conforme a colheita, o beneficiamento do feijão também se constitui numa operação de grande importância, pois os métodos de colheita não proporcionam um produto final limpo e padronizado em condições de ser comercializado. É necessário que o produto colhido passe por um processo de limpeza para melhorar a pureza, germinação e vigor. Processos produtivos e máquinas na etapa de beneficiamento O beneficiamento é feito, geralmente, por dois equipamentos principais: a máquina de ar e peneira e a máquina densimétrica que possui mais recursos para separar impurezas de tamanho e densidade próximos da semente. Após o beneficiamento, o feijão armazenado, destinado ao plantio ou ao consumo, deve receber tratamentos especiais para evitar sua depreciação (). Os processos para empacotamento de cereais podem variar entre sistemas semi-automáticos, de baixa produtividade, que não exigem mão-de-obra especializada, até sistemas altamente sofisticados, totalmente controlados por computador com softwares especialmente desenvolvidos, exigindo mão-de-obra altamente especializada (). O processo semi-automático (será descrito este processo considerando-se que o empreendedor é iniciante na atividade) é composto, pelo menos, das seguintes etapas:
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Pré-limpeza dos grãos: o equipamento de pré-limpeza dos grãos é importante para as impurezas, que normalmente, acompanham os grãos na colheita. Composto por um sistema de aspiração de impurezas leves e peneiras com função variável, limpa os grãos de suas piores impurezas, melhorando a qualidade do produto. Secagem: é importante no processo produtivo para garantir o prazo de validade. Grãos úmidos tendem a se deteriorar em menos tempo. A secagem é feita normalmente, por ventilador acoplado a sistemas de geração de calor, instalados em esteiras ou 9

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elevador de canecas. Empacotamento: depois de limpos e secos, os grãos devem ser transportados para empacotadora. Algumas máquinas semi-automáticas funcionam com compressor de ar, podendo produzir até .00 sacos de 00 gramas por hora. Lacragem dos pacotes e impressão da data de validade.

LEGIsLAÇÃO
- Portaria nº , de  de julho de 9, do Ministério da Agricultura e do Abastecimento, institui: Norma de identidade, qualidade, apresentação e embalagem do feijão. * Informações completas sobre a portaria podem ser acessadas através do link: http://extranet.agricultura.gov.br/sislegis-consulta/consultarLegislacao.do?operacao=visualizar&id=1024

INsTITUIÇõEs
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE Telefone: 0800 78 02 02 Site: http://www.sebraesp.com.br/ Embrapa Arroz e Feijão Rodovia GO-, km  Zona Rural C.P. 9. CEP -000 Santo Antônio de Goiás - GO Telefone: () -0 FAX: () -00 Site: http://www.cnpaf.embrapa.br/ Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA Telefone Geral da Anvisa: () -000 Site: http://www.anvisa.gov.br/

FORNECEDOREs DE MÁQUINAs E EQUIPAMENTOs
Lucato Rua Américo Viera,  CEP -9 Limeira - SP Telefone: (9) -00 9

Lemaqui Equipamentos Industriais Av. Acvat  sala 0 CEP: 9900-000 – Americano Lajeado - RS Telefone: () 0-0 Fax: () 09-0 E-mail: lemaqui@lemaqui.com.br Site: http://www.lemaqui.com.br/ Comal Comércio de Máquinas e Acessórios Agrícolas de Limeira Ltda Endereço: Rua Alberto Pelegrini,  - CEP -09 - JD. Vista Alegre Limeira - SP Fone/FAX: (9) -9 E-mail: comal@widesoft.com.br Site: http://www.widesoft.com.br/users/comal/ Balanças Vargas Ltda Rua: Monte Simplon, 9 – Nova Suíça CEP: 00-0 Belo Horizonte – MG Telefone: () - FAX: () -0 E-mail: balancasvargas@terra.com.br GBR Máquinas Ltda Rua Santa Rita,  – Centro CEP: 00-00 Juiz de Fora – MG Telefone/FAX: () -90 E-mail: gbmaquinas@yahoo.com.br Site: http://www.gbmaquinas.com.br Moinhos Indústria e Comércio Tecmolin Ltda Rua Ettore Ximenes,  CEP: 0-00 São Paulo – SP 9

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FAX: (9) - E-mail: lucato@lucato.com.br Site: http://www.lucato.com.br/

Telefone: () -9 FAX: () -9 E-mail: tecmolin@tecmolin.com.br Site: http://www.tecmolin.com.br Engetecno Rua São Paulo,  Poços de Caldas, MG CEP 0-0 Telefone: () - Site: http://www.engetecno.com.br/index.html * A Engetecno fornece projeto de fábrica para beneficiamento de feijão.

FORNECEDOREs DE EMBALAGENs
SR Embalagens Plásticas Av. Mário de Oliveira, 00 - Distrito Industrial II Caixa Postal  - CEP -0 Barretos – SP Telefone: () - FAX: () -0 Site: http://www.srembalagens.com.br/ Embalagem Transparente São Paulo Ltda Rua Barra do Tibagi, /9 CEP: 0-000 São Paulo – SP Telefone: () -0 / - / - FAX: () -09 E-mail: embalagemsp@embalagemsaopaulo.com.br Site: http://www.embalagemsaopaulo.com.br/testeindex6.html Indústria de Plásticos Cristal Americano - Comércio e Transportes Ltda Rua Mendes Caldeira, 00 – Brás Cep: 000-00 São Paulo – SP Telefone: () 9- FAX: () 9-9 Site: http://www.ipcal.com.br/ 9

Tão importante quanto produzir é conseguir vender. Para isso, deve ser criado algum tipo de benefício ao consumidor, para que ele dê preferência à nova marca, em detrimento da concorrência. O empreendedor deve ainda, ter em mente, que ao abrir esse tipo de empresa, estará sujeito à Vigilância Sanitária de sua região, devendo, portanto, antes de iniciar o negócio, informar-se nos órgãos responsáveis pela fiscalização e no caso de regulamentação, idéias de investimento, documentação necessária para início da atividade, o cliente poderá deverá entrar em contato com o SEBRAE.

REFERêNCIAs 
. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Origem e história do feijão. Disponível em: <http://www.cnpaf.embrapa.br/feijao/historia.htm>. Acesso em:  de abr. 00. . Unifeijão. Valores Nutricionais. Disponível em: <http://www.unifeijao. com.br/>. Acesso em:  de abr. 00. . SILVA, C. C. da. Cultivo do feijoeiro comum: plantio. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Feijao/CultivodoFeijoeiro/plantio.htm>. Acesso em 0 de abr. 00. . YOKOYAMA, L. P. Cultivo do feijoeiro comum: importância econômica. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Feijao/CultivodoFeijoeiro/importancia.htm>. Acesso em: 0 de abr. 00. . DEL PELOSO, M. J.; COSTA, J. G. C. da; RAYA, C. A.; FARIA, L. C. de. Cultivo do feijoeiro comum: cultivares. Disponível em: <http://sistemasde-

producao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Feijao/CultivodoFeijoeiro/cultivares. htm>. Acesso em: 0 de abr. 00.

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. SILVA, J. G. da; FONSECA, J. R. Cultivo do feijoeiro comum: colheita e pós-colheita. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Feijao/CultivodoFeijoeiro/colheita.htm>. Acesso em: 0 9

AgriculturA e PecuáriA

CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs

de abr. 00. . SEBRAE. Ponto de partida: beneficiamento e empacotamento de cereais, farináceos e grãos. Disponível em: <http://www.sebrae-

mg.com.br/Geral/visualizadorConteudo.aspx?cod_areasuperior=2&cod_ areaconteudo=231&cod_pasta=234>. Acesso em: 0 de abr. 00.

Kleberson Ricardo de Oliveira Pereira

NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 

0 de abr. 00

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Biodiesel, obtenção do biodiesel, processo de transesterificação

PALAvRAs-ChAvE

Saber qual procedimento adotar para realizar a transesterificação e obter o biodiesel. E como saber a qualidade do produto obtido.

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA

sOLUÇÃO APREsENTADA
1. Introdução Biodiesel é um combustível biodegradável derivado de fontes renováveis, que pode ser obtido por diferentes processos tais como o craqueamento, a esterificação ou pela transesterificação. Pode ser produzido a partir de gorduras animais ou de óleos vegetais, existindo dezenas de espécies vegetais no Brasil que podem ser utilizadas, tais como: mamona, dendê (palma), girassol, babaçu, amendoim, pinhão manso e soja, dentre outras (). 2. Biodiesel O biodiesel substitui total ou parcialmente o óleo diesel de petróleo em motores ciclodiesel automotivos (de caminhões, tratores, camionetas, automóveis, etc) ou estacionários (geradores de eletricidade, calor, etc). Pode ser usado puro ou misturado ao diesel em diversas proporções. A mistura de % de biodiesel ao diesel de petróleo é chamada de B e assim sucessivamente, até o biodiesel puro, denominado B00 (). Segundo a Lei nº 11.097, de  de janeiro de 00 (), biodiesel é um “ biocombustível derivado de biomassa renovável para uso em motores a combustão interna com ignição por compressão ou, conforme regulamento, para geração de outro tipo de energia, que possa substituir parcial ou totalmente combustíveis de origem fóssil”. A transesterificação é processo mais utilizado atualmente para a produção de biodiesel. Consiste numa reação química dos óleos vegetais ou gorduras animais com o álcool comum (etanol) ou o metanol,

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AgriculturA e PecuáriA

BIODIEsEL

estimulada por um catalisador, da qual também se extrai a glicerina, produto com aplicações diversas na indústria química (). Cerca de 0% de uma molécula de óleo vegetal é formada por glicerina. A glicerina torna o óleo mais denso e viscoso. Durante o processo de transesterificação, a glicerina é removida do óleo vegetal, deixando o óleo mais fino e reduzindo a viscosidade (). Além da glicerina, a cadeia produtiva do biodiesel gera uma série de outros co-produtos (torta, farelo etc.) que podem agregar valor e se constituir em outras fontes de renda importantes para os produtores. 2.1. Ácidos graxos O resultado da reação química entre os ácidos graxos contidos em óleos vegetais e gorduras animais e um álcool, que pode ser o etanol ou o metanol, é um éster etílico ou metílico. Quando usado como combustível, denominamos tal produto de biodiesel (). Entre os diversos compostos estudados pela química orgânica estão os chamados ácidos carboxílicos. Tais compostos têm como característica o grupo funcional carboxila:

Grupo carboxila: Os ácidos carboxílicos encontrados em gorduras animais e óleos vegetais são conhecidos como ácidos graxos. Para a descrição da molécula de um ácido graxo, deve-se indicar o comprimento da cadeia carbônica (número de átomos de carbono), o número de duplas ligações e a posição exata de tais ligações. 2.2. Produção O processo de produção do biodiesel, partindo de uma matéria prima graxa qualquer, envolve as etapas operacionais mostradas no fluxograma a seguir ():

9

MATÉRIA PRIMA

PREPARAçãO DA MATÉRIA PRIMA CATALISADOR ( NaoH ou KOH ) óLEO OU GORDURA REAçãO DE TRASNSESTERIFICAçãO

METANOL OU ETANOL

áLCOOL ETíLICO OU METíLICO SEPARAçãO DE FASES

FASE PESADA

FASE LEVE

DESIDRATAçãO DO áLCOOL

RECUPERAçãO DO áLCOOL DA GLICERINA GLICERINA BRUTA DESTILAçãO DA GLICERINA

ExCESSOS DE áLCOOL RECUPERADO

RECUPERAçãO DO áLCOOL DOS ÉSTERES

PURIFICAçãO DOS ÉSTERES

RESíDUO GLICÉRICO

GLICERINA DESTILADA

BIODIESEL

Figura 1. Fluxograma do processo de obtenção do biodiesel (4).

Na preparação da matéria-prima para sua transformação em biodiesel visa-se obter condições favoráveis para a reação de transesterificação, para assim alcançar a maior taxa de conversão possível. Primeiramente, a matéria prima deve ter o mínimo de umidade e acidez possíveis, isso pode ser realizado através dos processos de desumidificação e de neutralização, respectivamente. A neutralização pode ser realizada com solução e a desumidificação através do processo de secagem. Esses processos variam com as características de cada produto. A segunda etapa do processo é conhecida como etapa de conversão e ocorre através da reação de transesterificação, onde ocorre a transformação dos óleos ou gorduras em ésteres metílicos ou etílicos de ácidos graxos, constituintes do biodiesel.

99

AgriculturA e PecuáriA

Após a fase de transesterificação, obtém-se uma massa reacional final que é constituída por duas fases, que são separáveis por decantação ou ainda centrifugação. A fase mais pesada é composta de glicerina bruta, impregnada dos excessos utilizados de álcool, de água, e de impurezas inerentes à matéria prima. A fase menos densa é constituída de uma mistura de ésteres metílicos ou etílicos, conforme a natureza do álcool originalmente adotado, também impregnado de excessos reacionais de álcool e de impurezas. Após a separação, podemos obter a glicerina bruta, a partir da fase pesada que é submetida a um processo de evaporação, eliminando seus constituintes voláteis. E o álcool residual é obtido da fase leve e sua purificação provém da destilação, para assim obter álcool desidratado. A purificação dos ésteres ocorre pelo processo de centrifugação e desumidificação, resultando no produto conhecido como biodiesel. Este deve seguir as normas estabelecidas para o biodiesel como combustível. Um outro subproduto que constitui rentabilidade neste processo é a glicerina bruta. No entanto, a procura pela glicerina purificada é muito maior, devida ao seu valor econômico. A glicerina purificada pode ser obtida por destilação à vácuo. 2.3. Especificações e qualidade O biodiesel constitui na atualidade uma das mais importantes alternativas para os combustíveis derivados do petróleo. Em função dessa importância e da futura regulamentação para sua utilização no país, o estabelecimento de padrões de qualidade para o biodiesel é uma das maiores preocupações do governo brasileiro. Assegurar um combustível de qualidade sob qualquer situação, garantir os direitos dos consumidores e preservar o meio ambiente são os focos principais de tal preocupação. Através da Portaria  de /09/0, a Agência Nacional do Petróleo – ANP, estabeleceu as especificações iniciais para o biodiesel puro a ser adicionado no óleo diesel automotivo para testes em frotas cativas ou para uso em processo industrial específico nos termos da Portaria ANP 0, de  de agosto de 00. 

00

com.São Paulo – SP CEP: 00-00 Disponível em: <http://www.com.br/cla/default. 9 .gov.abimaq. () -9 Fax: () 09-9 .cummins.br Fabricantes de Máquinas e Equipamentos Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos .tecpar.br Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel Disponível em: <http://www.  Cidade Industrial de Curitiba 0-00 . Professor Luciano Gualberto. Contato: atendimento@biodieselbrasil.br> Cummins Latin America Disponível em: <http://www.br/> E-mail: tecpar@tecpar.Cidade Universitária Telefones: () 09-.br/> Portal Biodiesel Brasil Disponível em: <http://www.biodiesel.com.asp> Telefone: 000--00 Contato: falecom@cummins.Curitiba – PR Fone: () -000 Fax: () -0 Disponível em: <http://www. notícias.org. () 09-.ABIMAQ Disponível em: <http://www.melo@dedini. empresas e produtos sobre bio-combustíveis.cenbio.CENBIO Av.com.br/> Portal que contém informações sobre associações.Instituto de Tecnologia do Paraná .br/> Centro Nacional de Referência em Biomassa .br 0 AgriculturA e PecuáriA INsTITUIÇõEs . revistas.br> Telefone: (9) 0- Contato: eliana.dedini.TECPAR Rua Professor Algacyr Munhoz Mader.biodieselbrasil.org.com Dedini S/A indústrias de Base Disponível em: <http://www.com.

FENDEL Tecnologia Disponível em: <http://www.br TECBIO Tecnologias Bioenergéticas Ltda Disponível em: <http://www.tecbio.br/index1.br Interagro Disponível em: <http://www.br/> Telefone: () -0 .com.petrobras.html> Associação Brasileira das Indústrias de Biodiesel Disponível em: <http://www.org. / Ramal – 0 Contato: tecbio@tecbio.htm> Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobrás.br> Contato: abiodiesel@abiodiesel.agr.br Associações TURBINAVE .Fax: () -9 Laboratórios Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo M.interagro.org.br Telefone: (9) -00 / (9) -0 Contato: turbinave@turbinave.abiodiesel. de Mello .br> Telefone: ()   Contato: vendas@interagro.com.com. Contato: sonia@cenpes.abiove.br Soyminas Biodiesel Disponível em: <http://www.soyminas.com.ind.com.html> Telefone: () - Contato: soyminas@soyminas.petrobras.br/portal/tecnologia.com.br/> Telefone: () .com.br/page7.br Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais .Indústria e Comércio de Centrífugas Ltda Disponível em: <http://www.ABIOVE Disponível em: <http://www.turbinave.com.Cenpes Disponível em: <http://www2.br 0 .ind.agr.br> Fone/Fax: () - Cel: () 99- Contato: thomas@fendel.fendel.com.

Caso o cliente tenha dúvidas sobre o processo.LADETEL Disponível em: <http://dabdoub-labs.ipt.sbrt.TECPAR Disponível em: <http://www. 0 AgriculturA e PecuáriA Departamento de Química .gov.br/>. No caso da qualidade do produto obtido. 00. Disponível em: <http://www.ufrj.net/> Telefone: () - Contato: donato@eq.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O procedimento adotado para realizar a transesterificação está mostrado no fluxograma e detalhado no texto que segue logo após o mesmo.br> Telefone: 000-9 Contato: ouvidoria@ipt.furg. indicamos que entre em contato com as instituições indicadas.Telefone: () -9 Disponível em: <http://www. Acesso em: 0 de out.IPT Disponível em: <http://www.FURG . REFERêNCIAs .br Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo .tecpar. pois possuem especialistas no assunto que poderão auxiliá-lo da melhor forma possível.br Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas .donato-ufrj. é o órgão responsável por regulamentar e especificar os padrões aceitáveis.com.furg.br>. a ANP (Agência Nacional do Petróleo).ibict.br> Contato: tecpar@tecpar. No portal do SBRT – Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – existem respostas relacionadas ao assunto e estão disponíveis para acesso.br/ladetel.br> Contato: dqmdoca@super. Portal do Biodiesel.cjb.Greentec Disponível em: <http://www.Laboratório Kolbe de Síntese Orgânica .br Instituto de Tecnologia do Paraná .cfm> Laboratório de Tecnologias Verdes . <http://www.biodiesel.

de 0 de dezembro de 00.pdf>.sbrt. Disponível em <http://www. .pdf>. 9. edição 00.sbrt. Instituto de Tecnologia do Paraná. e dá outras providências. 00 0 . 00. altera as Leis nos 9.biodiesel. Boletim Técnico Nº .br/cerbio/> Acesso em: 0 de out.. Acesso em: 0 de out. Disponível em: <http://www.. Lei que dispõe sobre a introdução do biodiesel na matriz energética brasileira. Acesso em: 0 de out.br/upload/sbrt1257. 00. 00.br/upload/sbrt1420. de  de outubro de 999 e 0.pdf> Acesso em: 0 de out.gov. 00. Disponível em <http://www. Kleberson Ricardo de Oliveira Pereira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out. .ibict.br/docs/ lei11097_13jan2005. ..tecpar.ibict. de  de agosto de 99.. Disponível em: <http://www.

pode-se dizer que a partir de 00Kg de sebo bovino. 100 kg óleo Vegetal (éster) 15 kg Metanol ou Etanol (álcool) Pressão Atmosférica Reação Química 40o . NaOH.70o MIN 10 kg Glicerina (álcool) 105 kg Biodiesel (éster) Catalisador KOH. no Processo de Transesterificação. junto a uma quantidade média de álcool de  Kg. abaixo.70o C 40o .ibict.Sebo bovino. por completo. presente no texto: Identificação dos Gargalos e Estabelecimento de um Plano de Ação para o Sucesso do Programa Brasileiro do Biodiesel. cujas referências completas encontram-se abaixo e com o texto: Energia alternativa. biodiesel.sbrt. os textos citados na secção Referências.br/upload/sbrt969. o qual fala que o rendimento do biodiesel feito de sebo bovino é % inferior ao feito a partir de óleo vegetais.pdf> acesso em  de maio de 00 0 CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs AgriculturA e PecuáriA BIODIEsEL DE sEBO BOvINO . outros Para melhor entendimento sobre o assunto aconselha-se ler. assim como buscar por: “biodiesel”. rendimento do sebo bovino. Kg de biodiesel. Disponível em: <http://sbrt. Exemplo: Resposta Técnica 99.ibict. tem-se aproximadamente 99. “sebo bovino” no site do SBRT: Serviço Brasileiro de Resposta Técnica: <www. biodiesel de sebo bovino. PALAvRAs-ChAvE Qual o rendimento do sebo bovino no processo de biodiesel? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com Fluxograma de Massa.br> acesso em  de maio de 00 e ler as Respostas Técnicas sugeridas.

Acesso em:  de maio 00.. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Rev. 9 p. Portal SEIA. Acesso em:  de maio 00. Governo de Baiha. do P.gov. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 . Dissertação de mestrado. São Paulo 00. Disponível em: <http://www. Baiha-Brasil.pdf >.seia. Disponível: <www. Ed. Secretaria de Meio Ambiente e Recurso Hídricos. Energia alternativa. de Salles. POLI/USP. Mauricio C.usp.REFERêNCIAs PENTEADO.br/noticias.cfm?idnoticia=2426>.teses.br/teses/disponiveis/3/3149/tde-08122005111726/publico/Mauricio. 00. Identificação dos Gargalos e Estabelecimento de um Plano de Ação para o Sucesso do Programa Brasileiro do Biodiesel.ba.

em comparação com outros sistemas. gasolina e o GLP. • Menor tempo de retenção hidráulica e de área para degradação anaeróbia. biogás. Um método prático de estimar o tamanho do biodigestor é dado pela fórmula abaixo: TB = V * TRH sOLUÇÃO APREsENTADA 0 AgriculturA e PecuáriA BIODIGEsTOR .Traços As vantagens • O resultado da decomposição é a geração de um gás de alto poder energético capaz de substituir a lenha. a % Sulfídrico . energia alternativa. O dimensionamento Existem vários modelos de biodigestores.Biodigestor. PALAvRAs-ChAvE Saber a respeito da construção de um biodigestor para utilização no aquecimento de aviários na fase inicial (pintos) e quantidade ideal para armazenamento dos gases para um aviário de 0 x  (0. Sua composição média de gases é: () Metano . alimentação contínua sem agitação e sem isolamento. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA O biogás é a combinação de gases resultantes da digestão anaeróbia da matéria orgânica contida nos dejetos.Traços Amônia . O tempo de retenção dos dejetos depende da capacidade das bactérias em degradar a matéria orgânica. a % Carbônico . • Redução do poder poluente e do nível de patógenos.000 aves). Os mais simples possuem um único estágio. aviário. • Valorização dos dejetos para uso agronômico como fertilizante.

gás carbônico e vapor d’água devem ser removidos por serem corrosivos e diminuírem a eficiência energética.0. Os custos A armazenagem e o sistema de liquefação do biogás são fatores limitantes à popularização dos biodigestores.Onde : TB = Tamanho do biodigestor (m) V = Vazão diária de dejetos (m/dia) TRH = Tempo de retenção necessário para a degradação da matéria orgânica (varia de 0 a 0 dias).0 • Suínos (90Kg) .0 a % • Suínos .Kg) .0 O manejo Os dejetos devem ser manejados de forma a manter uma concentração adequada de sólidos totais para otimizar a produção de biogás: • Bovinos . Eles influenciam diretamente o custo/benefício do biogás. a 9% O gás sulfídrico. A produção Estima-se que a produção de biogás (m/cabeça/dia) seja de: • Bovinos (00Kg) .0.0. O investimento em armazenagem pode ser substancialmente reduzido com a utilização do filme plástico de PVC. É um material resisten0 .0 • Aves (. a 0% • Aves .

Onde haja recursos limitados e principalmente uma necessidade de saneamento básico e de biofertilizante o modelo chinês é o mais indicado. . O biodigestor indiano encontra o seu ponto a favor num aproveitamento do gás mais aprimorado e uma visibilidade do processo mais imediata pelo movimento da campânula. seguro e durável.O biodigestor chinês tem uma grande vantagem em seu custo reduzido e na sua simplicidade de construção. Há lugares e situações onde isso é um fator determinante. Onde deseja-se um aproveitamento maior dos recursos energéticos do biogás esse modelo torna-se uma opção mais apropriada Outra opção é o biodigestor indiano O Biodigestor Indiano é composto basicamente por: l l l l l l Caixa de Carga Tubo de Carga Câmara de biodigestão cilíndrica Gasômetro Tubo-guia Tubo de Descarga 09 AgriculturA e PecuáriA te. Uma opção é o biodigestor chinês.

Normalmente utiliza-se um tubo em PVC com 0 mm de diâmetro. a qual deverá ser soldada em uma estrutura metálica. porque ele se movimentara para cima ou para baixo. Ela também deverá ser construída em alvenaria. quando este se movimentar para cima ou para baixo. deve-se utilizar também tubo PVC com 0 mm de diâmetro. sendo a cobertura superior abaulada (em forma de cone). permitindo o seu fornecimento com pressão constante. para evitar a deposição de impurezas e água na parte externa do mesmo. Ele deverá ter formato cilíndrico. por gravidade. e 0 . de acordo com o volume de biogás acumulado ou retirado. Caixa ou caneleta de descarga: refere-se ao local para onde será encaminhado o material retirado de dentro do biodigestor até ser conduzido para outro local. refere-se ao local onde os dejetos diluídos em água serão colocados para serem introduzidos no sistema. Ela também deverá ser construída em alvenaria. Tubo de descarga: servirá para fazer a retirada do material fermentado (sólidos e líquidos) de dentro do biodigestor. Isto é possível. Geralmente o gasômetro é feito de chapa de aço numero .l l Caixa ou Caneleta de Descarga Saída de Biogás Sendo que: Caixa Descarga: feita em alvenaria. Tubo de Carga: serve para conduzir o material. Esse elemento deverá ser obtido a partir de um tubo galvanizado com duas e meio de polegadas de diâmetro. desde a caixa de carga até o interior do biodigestor. feita de cantoneiras de aço carbono ¾”. Câmara de biodigestão cilíndrica: refere-se ao local onde ocorrerá a fermentação do material e a conseqüente liberação do biogás. Para isso. Gasômetro: refere-se ao elemento que será responsável por armazenar o biogás produzido. Tubo-guia: terá a função de guiar o gasômetro.

ibict. INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: Embrapa Suinos e Aves BR .pdf CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O biodigestor com utilização de biogás para aquecimento de aviários é uma das tecnologias que a Embrapa Suínos e Aves apresentou no º Show Tecnológico Rural do Oeste Catarinense. sendo que nestas condições. se o destino final forem os corpos d’água. Normalmente o sistema tem um abatimento de 0 a 0% da carga orgânica.cnpsa. como lagoas de estabilização.br/upload/sbrt436. pelo qual o biogás sairá do interior do gasômetro e será conduzido até os pontos de consumo de combustível. O biodigestor é um sistema de tratamento que estabiliza parcialmente o dejeto. Alem disso. pois abaixo da superfície do solo as temperaturas são mais elevadas e as suas variações são menores. km 0 Concordia – SC CEP 900-000 Telefone (9) - http://www. o que implica em cuidados redobrados com o manejo. Por essa razão é que o biodigestor é construído enterrado.embrapa. O produto final deve passar por tratamento complementar.br Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas http://sbrt. é maior e ocorre em menor tempo. Recomenda-se que esse dispositivo seja de mangueira flexível. .  AgriculturA e PecuáriA saída de biogás: refere-se a um dispositivo que deverá na parte superior do gasômetro. ocorrido em Janeiro de 00 na cidade de Concórdia – SC. a produção de biogás.Tecnoeste . o manejo dos biodigestores enterrados é mais fácil de ser executado.A fermentação ocorrerá mais intensamente quando a temperatura do material estiver entre 0º e º C. por quilograma de material utilizado. ele reduz o poder poluente do dejeto nestas percentagens. para possibilitar acompanhar os movimentos do gasômetro. ou seja.

Acesso em: 0 de abr. Acesso em: 0 de abr.cnpsa.html>. 00  . . pode ser utilizado em sistemas de geração de energia térmica e elétrica. 00. Disponível em: <http://www.embrapa. br/?/noticias/2005/01/noticias-2005-01n04. Valorize os dejetos animais: Use o Biodigestor.embrapa.enpsa.htm>. Embrapa Suínos e Aves. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr. Para mais informações sobre essa tecnologia pode ser obtida com a Embrapa Suínos e Aves pelo telefone (9) -.br/?/tecnologias/biodigestor. 00. O mais comum e recomendável é o uso do biogás para aquecimento de aviários e leitores em creche. Disponível em: <http://www. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA . secagem de grãos e aquecimento de água.O biogás gerado pelo biodigestor.

colocá-las em um tanque (pode ser tanque de lavar roupa). Depois. Arlete Melo deixa claro que é imprescindível sol na secagem das buchas. afirma a pesquisadora. No dia seguinte a casca estará solta. batê-las no tanque. No entanto. Esta etapa tem a função de amolecer a casca da bucha.Bucha vegetal PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Qual produtos deve utilizar e em que quantidade dos mesmos. é quando a bucha está devez. Algumas porções de casca que ainda permanecerem resistentes devem ser retiradas. deve-se colhê-las. para obter bucha natural com coloração branca. de boa aceitação no mercado. Para buchas amareladas o engenheiro químico Fernando Lón recomenda a seguinte formulação:  AgriculturA e PecuáriA BUChA vEGETAL . quando então. que não esteja atacada por doenças. lava-se bem e coloca ao sol para secar. A pesquisadora Arlete Melo explica que a bucha colhida no ponto certo não requer tratamento químico. Sobre o uso de produtos químicos na lavagem da bucha: a pesquisadora informa que é desnecessário tal procedimento porque a bucha colhida no momento certo e. sOLUÇÃO APREsENTADA A limpeza das buchas a pesquisadora Arlete Melo. do Instituto Agronômico de Campinas informa que a obtenção de buchas bem limpas não requer uso de produtos químicos o que iria contra os recentes conceitos de produto ecologicamente corretos. quando a bucha é armazenada por período longo ela amarelece e endurece. deixando de molho de um dia para o outro. A bucha vegetal tem conquistado o mercado e o interesse justamente por ser produto natural. apresenta cor branca e é bem formada. portanto a melhor época para colheita. bastando para tanto.

Lavar bem. segundo a pesquisadora. REFERêNCIAs Arlete Melo . José Abílio de Oliveira . como uso de luvas. área de Melhoramento.l l l l l Soda Caústica  a 0 % (segundo o químico para se chegar na dosagem certa. O tanque. Adiciona  a 0 % de hipoclorito ou peróxido na água para amolecimento das fibras. telefone () - Fernando Lón – Engenheiro Químico da FERCK ACESSORIA Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de out. A glicerina amolece as fibras da bucha. 00  . de máscaras e de segurança. cidade de Inconfidentes. O manuseio de produtos químicos exige cuidados especiais. está sendo substituído por um recipiente de metal adaptado que bate as buchas facilitando o desprendimento da casca.Emater-MG. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se usar métodos naturais de limpeza das buchas bem como usar buchas de qualidade. Acrescentar % de glicerina na água. de avental. adiciona-se a soda ouço a pouco a título de teste) e deixa de molho por  a  horas Lavar bem.pesquisadora do Instituto Agronômico de Campinas.

que trata da Produção de sementes e mudas dispõe que: É obrigatório o registro no Ministério da Agricultura. cada “dente” é uma nova planta.0. bulbos de flores. reprodução de flores.  da Lei Nº . todavia existem vários livros sobre o assunto no mercado (livrarias) que são importantes fontes de informação. PALAvRAs-ChAvE Como produzir e comercializar bulbos de flores (informações gerais) IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o professor e doutor Keigo Minami do Departamento de Produção Vegetal. flores. porque cada espécie exige um processo específico. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs LEGIsLAÇÃO O Art. Como exemplo cita-se a Gladíolo. ou seja. O Professor Keigo informa. para acelerar seu processo de propagação deve-se deixar seus bulbos. de 9 de dezembro de 9. de Michael Jefferson-Brown. Pecuária e Abastecimento. como por exemplo. mas podese acelerar a performance. Área de Olericultura da Escola Superior de Agronomia “Luiz de Queiroz” a propagação vegetativa é lenta. colocado em ambiente com baixa temperatura e depois pode ser plantado. desde ferramentas e guias de estação até dicas de plantio e índices com mais de trezentas espécies de bulbos. ainda que cada parte da raiz que se parece com dente de alho é um bulbo que deve ser separado um a um. Existem várias espécies que se propagam por meio de seus bulbos e indicar uma a uma seria improdutivo. por algumas semanas em ambiente com baixa temperatura (entre  e  graus Celsius) e depois plantar. Um manual completo para o cultivo de bulbos. mais conhecida como palma. o livro intitulado Bulbos.Reprodução de bulbos. de todo o  AgriculturA e PecuáriA BULBOs DE FLOREs .

dicas de especialistas. 0.php?id=123 acesso em: 0 de nov. REFERêNCIAs Magda das Graças Costa. inclusive quando utilizado para florestamento ou reflorestamento . como projetar e cuidar do seu jardim de bulbos. de  de julho de 99. A PORTARIA Nº . 00  . Tel: (9) 9-90. Para aquisição consulte a Editora Manole. Área de Olericultura da Escola Superior de Agronomia “Luiz de Queiroz”. Art.com. para mais informações sobre o processo de reprodução de bulbos a consulta ou aquisição da literatura indicada abaixo: Título: Bulbos Autor: Michael Jefferson-Brown Editora: Manole Este guia exclusivo sobre bulbos o conduz passo a passo por todos os estágios do cultivo. Siga as instruções para se deleitar com a beleza exótica das diversas flores que melhor se adaptam ao seu ambiente e clima. determina que o registro seja efetuado na Delegacia Federal de Agricultura do Estado. guias práticos e fotos ilustrativas. Disponível em: http://www. este livro o ajudará a criar um espetáculo de tirar o fôlego através de um índice com mais de trezentas espécies de bulbos. um grupo de alegres tulipas ou uma bordadura com narcisos resplandecentes. Seja planejando um mar espetacular de campainhas. manole.br/livros. bem como envasar e a induzir o crescimento dentro de casa. 00 Professor e Doutor Keigo Minami do Departamento de Produção Vegetal. Sugere-se. NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de nov.viveiro de mudas destinado à exploração comercial ou industrial.

ao ingerirem a fruta. Dra. Jacinta Diva Ferrugem Gomes. Deste então a ciência médica dedicou uma atenção quase que obsessiva e exclusiva à cafeína e muito pouca aos demais compostos bioativos do café. dentre centenas de outros. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Sugere-se o contato com a EMBRAPA . como a niacina. a substância mais pesquisada e conhecida do café é a cafeína. do Departamento de Não Ruminantes da ESALQ USP e Profa. que requerem maiores estudos. contém altas taxas de tanino.Café. Sabe-se que o conhecimento popular utiliza sementes de abóbora e. vermífugo. a maioria voláteis. ficavam mais agitadas. descoberta na Alemanha em 0 pelo químico Ferdinand Runge.  AgriculturA e PecuáriA CAFé COMO vERMIFUGO PARA sUÍNOs . suíno. que iniciará uma pesquisa sobre princípios ativos contidos em certas plantas. do Departamento de Zootecnia/FZEA informam que não há estudos conhecidos sobre o uso do café como vermífugo. como vermífugo. embora se acredite ter ação vermífuga. Valdomiro Shigueru Miyada. Esta última. porco. suinocultura PALAvRAs-ChAvE Existe algum estudo sobre o café utilizado como vermífugo para leitões? IDENTIFICAÇÃO DE DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O uso do café iniciou-se a partir da observação dos rebanhos de cabras que. desde o início de seu consumo humano. a folha de bananeira. Prof. sais minerais e os ácidos clorogênicos/quinídeos. foi vista como estimulante. cuja a propriedade adstringente atua como redutor da evacuação de líquidos nas fezes. Os pesquisadores. Estas observações levantaram a curiosidade sobre a fruta que. leitão. em algumas regiões.Suínos e Aves. Contudo.

FONTEs CONsULTADAs EMBRAPA Suínos e Aves. Acesso em: 0 de ago. Acesso em: 0 de ago.00. br/>.embrapa. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de ago. Disponível em: <http://www.embrapa.como alternativa medicinal para suínos.cnpsa. Disponível em: <http://www22. EMBRAPA Café.br/cafe/ >.00.sede.

calagem. que é estimada pelo pH. características da propriedade agrícola. que tem sua origem na pesquisa naquela região ou estado. Apenas. conhecimentos tecnológicos. Os demais íons H+ e Al+. A acidez do solo é representada basicamente por duas fases: a fase sólida e a fase líquida. características específicas do mercado. etc.Milho. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo o pesquisador Gilson Pitta. por pressupor o conhecimento de um número razoável de informações tais como: . Os solos brasileiros na sua maioria são ácidos. parte dos íons alumínio são deslocados por outros cátions. caracterizando-se por baixas concentrações de cálcio e de magnésio (elementos diretamente envolvidos no desenvolvimento das raízes) e por valores elevados de alumínio trocável e baixa disponibilidade de fósforo do solo. A fase sólida é representada pelas argilas. tipo de solo. sendo por isso. pela matéria orgânica e pelos os óxidos de ferro e alumínio. expectativa de rendimento. que é utilizado para o cultivo de milho. e fica em equilíbrio com a fase liquida. sOLUÇÃO APREsENTADA 9 AgriculturA e PecuáriA CALAGEM DO sOLO . histórico da área. . . calagem para cultivo de milho PALAvRAs-ChAvE Saber qual é a quantidade ideal calcário para executar a calagem de um solo que não recebe tratamentos corretivos há cerca de três anos e. a recomendação de calagem não é um procedimento simples. principalmente àquelas relacionadas a preços de insumos e disponibilidade de crédito. ligados à fase sólida. tais como caracterização da área. denominados de Al trocável ou acidez trocável. Os íons H+ dissociados na fase líquida são denominados acidez ativa. a solução do solo. da cultura. são denominados acidez potencial.

Não sendo suficientes. Em situações que requeiram também a correção do magnésio. V é a saturação de bases que se deseja elevar. A fórmula para o cálculo da Necessidade de Calagem. V é a saturação original do solo. O poder neutralizante do calcário é determinado pela comparação com o poder de neutralização do carbonato de cálcio puro (CaCO). Aplicação do calcário Recomenda-se que a aplicação do calcário seja a mais uniforme possível em toda a extensão do terreno. diferentes métodos vêm sendo utilizados nas diferentes regiões do Brasil. e deve ser realizada verificando-se características como valor neutralizante. É baseado na correlação do pH do solo com a saturação por bases. ajustado ao pH . Como estimar a necessidade da calagem? O método de estimação apresentado a seguir é o Método da Saturação de Bases. Mg.Os métodos que quantificam a necessidade de calcário visam à eliminação não somente da acidez ativa. grau de finura e reatividade do material corretivo. A estimativa da Necessidade de Calagem (NC) é feita através da análise química do solo sendo que. Mg. de modo a proporcionar uma 0 . extraídos com acetato de cálcio 0. através da análise química. que é de 00%. A escolha do calcário é também muito importante para o sucesso da operação de correção do solo. outras fontes de magnésio devem ser utilizadas. K e Na com os valores da acidez potencial (H + Al). e em alguns casos também o Na. desenvolvido estado de São Paulo e amplamente utilizado nesta região. o calcário magnesiano ou o dolomítico são os recomendados. No caso do milho. recomenda-se valores de V entre 0% e 0%. Por essa razão. é denominado de Poder Relativo de Neutralização Total (PRNT) ou equivalente de carbonato de cálcio.M.e requer uma análise laboratorial do solo para a determinação das quantidades de Ca. em toneladas/ hectare é representada pela expressão: NC = ( V –V ) CTC / 00 CTC representa a soma das bases Ca. expressos em Cmolc/dm. além da determinação de H+Al (acidez potencial). K. mas também da acidez potencial do solo.

Em solos sob plantio direto consolidado. solos argilosos: / a / da necessidade de calcário (NC). solos de textura média e arenosos: / da necessidade de calcário (NC). A necessidade de uma nova aplicação de calcário deve ser monitorada através da saturação por bases do solo. a escolha do tipo de calcário a ser utilizado e a forma de aplicação do mesmo. adotar o valor limite. as quantidades são menores e as recomendações são baseadas na textura do solo: 1. Se maior que . Este é um método eficiente. . metade antes da aração e a outra metade após essa operação. pelo método de saturação de bases para a camada de 0 a 0 cm. de preferência a profundidades maiores que 0 cm. adotar o valor limite. pelo método de saturação de bases. é possível aplicar o calcário na superfície. de uma gradagem. Esta análise deve ser feita por um profissional devidamente qualificado e capacitado para tal atividade. Nessa situação. 2. para o êxito da operação de calagem.A incorporação do calcário deverá ser a mais profunda possível. seguindo-se esta última. Também são importantes. t/ha. Se maior que . a  t/ha. sem a necessidade de revolvimento para incorporação (aração e gradagem). CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Atualmente o método mais utilizado na região de São Paulo para estimar necessidade de calagem é o Método de Saturação de Bases. não se deve efetuar a calagem. Nessa situação. sugere-se o parcelamento em duas vezes. porém exige uma análise laboratorial do solo para quantificação de alguns componentes químicos presentes no mesmo. Para valores iguais ou superiores a 0%. Atividades que também devem ser auxiliadas por um profissional devidamente qualificado. ou seja.  AgriculturA e PecuáriA melhor mistura com as partículas do solo. para a camada de 0 a 0 cm. Essa observação ainda é mais relevante quando se recomendam quantidades superiores a  toneladas/ha.

htm>. Cultivo do Milho. cnpms.REFERêNCIAs PITTA.  . Acesso em 0 de ago.embrapa. Disponível em: <http://www. V. de A.br/publicacoes/milho/fercalagem. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de ago. Gilson et al. Carlos A. 00.00.

As que requerem alta exigência destas condições são os capins Mombaça. pasto irrigado. As que necessitam de poucas condições favoráveis do solo são as Umidículas (Certania) e dictoncrias. Tanzânia. Além da fertilidade. capim para gado leiteiro. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA O capim sempre será preferível à grama por produzir maior quantidade de biomassa. Camerum. o rendimento dependerá das condições topográficas e da capacidade de drenagem deste solo. e os quinodum Estrela. entre as baquearias temos o Marandi e o Mg. Entre as que exigem condições medianas estão as espécies de baquearias Decumbens. Serão estes os aspectos principais que definirão também a quantidade e a freqüência de água que o pasto deverá ser irrigado no período de secas. Porém a escolha do melhor capim dependerá. Aires e Atlas. Há várias espécies de capim e a melhor escolha dependerá do grau de exigência das condições acima citadas (quantidade de fósforo. topografia e drenagem). primeiramente. Tanzânia e Mombaça. os napil Elefante. Mg. sOLUÇÃO APREsENTADA  AgriculturA e PecuáriA CAPIM PARA GADO LEITEIRO . Mg. Por exemplo: as espécies de capim mais indicadas para o gado leiteiro não terão um alto rendimento nos solos pobres em fósforo. Os mais indicados para o pastejo de gado leiteiro são: Mg. da análise do solo em que será realizado o plantio. pastagem irrigada para gado leiteiro.Capim. Dífito e Cossicross. PALAvRAs-ChAvE Saber qual o melhor capim ou grama para pasto irrigado destinado a gado leiteiro.

Escola Superior de Agricultura Luis de Queirós.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Segundo o professor Ademir de Luca da ESALQ (Escola Superior de Agricultura Luis de Queirós) a melhor orientação para o pequeno produtor é procurar saber qual o capim mais utilizado nas áreas vizinhas à sua.  . pode-se recorrer a Embrapa de sua região e solicitar um mapa da Carta de solos e avaliar as condições topográficas e de drenagem da área junto a um profissional da área. pois geralmente nestas a análise de solo já fora realizada bem como os procedimentos adequados. caso haja interesse em ir mais afundo sobre a questão. 00. REFERêNCIAs Professor Ademir de Luca da Esalq. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de set. Contudo.

Porém. abacaxi golden.que procuramos a EMBRAPA. As únicas experiências de plantio no Brasil têm sido realizadas no Ceará e na Paraíba e poucas informações se têm sobre as pesquisas desenvolvidas nestas áreas de domínio privado. pragas e doenças). razão pela qual têm atraído interesses para a exportação. sobre o mercado para este tipo de abacaxi e porque há tão pouca informação sobre esta variedade. Essa variedade apresenta menor teor de acidez e formato mais uniforme. e . IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O abacaxi MD é um duplo híbrido. também conhecido como golden? Gostaria de obter informações sobre a cultura (plantio. fruticultura PALAvRAs-ChAvE Quais são as características do abacaxi MD. Para resolver este problema.  AgriculturA e PecuáriA CARACTERÍsTICAs DO ABACAXI GOLDEM PARA CULTIvO . Ela é bastante suscetível à bucha fitospora e a funcariose. pois a planta é conhecida a mais de dez anos na América Central. segundo o professor José Renato Tavares do CNPMF -Centro Nacional de Pesquisa de Mandioca e Fruticultura . isto é. um descendente de híbridos da variedade Smooth Cayene. É levando em conta estas concepções que diante da escassez de informação sobre o abacaxi MD .. abacaxi gold. Entretanto podemos adiantar que em muito pouco a cultura desta variedade de abacaxi se difere das outras.até mesmo à Embrapa é restringido o acesso a estes locais. abacaxi MD.já plantado em áreas restritas e particulares do nordeste brasileiro e que se beneficiam do projeto de Integração do Rio São Francisco . sabe-se que a patente já pode ser considerada de domínio público. afirma Tavares.Abacaxi. cuidados. Isto acontece porque as empresas envolvidas – duas “holdings” do setor de fruticultura – disputavam a patente desta variedade. basta o produtor estar atento aos cuidados com a irrigação – o solo não deve encharcar .e com o pH que deverá estar entre . Contudo.

0090 . Disponível em: <http://www.Ribeirão Preto. Ademais. SP. pois tratam de plantas convencionais para o plantio.com.mx> Laboratório Bionova Avenida Santa Luzia  . o preço das mudas pode ser elevado devido a pouca oferta.embrapa. Deve-se solicitar a importação junto ao Ministério da Agricultura que poderá exigir.: () 0  .Para a obtenção de mudas recomenda-se importá-las da Costa Rica ou consegui-las diretamente de laboratórios.itver.php?p=servicos.edu.Tel. Tanto o mercado interno quanto o externo apresentam grandes potenciais de aceitação do MD. A segunda opção por serem plantas de laboratório leva algum tempo para se adaptarem ao cultivo em lavoura.br Vendas de “Piñas MD” no Panamá e Costa Rica – Tel.php&menu=4> Pesquisador: José Renato Santos Cabral – E-mail: jrenato@cnpmf.cnpmf.br/index.br Tel () -0 Fornecedores de mudas na Costa Rica Instituto Tecnológico de Veracruz –México. portanto mais adaptadas ao manejo e cultivo. Maiores dados sobre o mercado podem ser obtidos junto a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. A primeira opção é mais favorável. apenas uma quarentena contra possíveis riscos ambientais. Trata-se de algo de praxe e que não deve tomar o empreendedor de preocupações.: ++(0)-09  . A aposta na variedade é que sua colheita seja antecipada em relação às outras e a sua resistência ao transporte seja mais eficiente. sem muita extensão burocrática. Para maiores informações sugere-se consultar as instituições abaixo: Tecnologia de Micropropagação e obtenção de mudas e sementes: Associações: EMBRAPA .EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA / Centro Nacional de Pesquisa de Mandioca e Fruticultura.embrapa.Fax: () 0  Email: bionova@bionova-mudas.Bairro Sumaré . Disponível em: <http://www.

Disponível em: <http://www. Danilo. Operaciones Postcosecha de la Piña. 00  AgriculturA e PecuáriA REFERêNCIAs .htm>. Acesso em: 0 de fev.fao. 00 Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev.org/inpho/content/compend/text/ch33s/AE614s01.MEJÍA.

Para que não ocorra este aquecimento a estufa deve ser ventilada com maior freqüência da metade para final desta etapa (que dura aproximadamente  dias). O Dr. cogumelo.pdf?PHPSESSID=d93fa4f467eda428c317  . a temperatura dentro do saco de colonização pode chegar a oC. Isto ocorre devido a taxa de atividade metabólica (reações químicas para o crescimento) do micélio que começa a se desenvolver a partir da “semente”. sOLUÇÃO APREsENTADA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Cultivo de cogumelos.com. A medida que o micélio coloniza o composto. Cultivo de Cogumelo. Disponível em: <http://sbrt.COGUMELO PALAvRAs-ChAvE Cogumelo champignon.herbario. Qual é a quantidade de calor que o cogumelo champignon libera na fase de colonização? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA De acordo com o Luiz Henrique Rosa.br/dataherb13/cogumelos. fase de colonização do champignon. Este aumento da temperatura pode ser prejudicial ao cultivo do cogumelo. a temparatura dentro da estufa de colonização deve permanecer entre -oC. ainda que. Agaricus bisporus. bisporus pelos nutrientes presentes no composto. Luiz Henrique informa.htm>. Disponível em: <http://www. doutor em Microbiologia durante a fase de colonização do composto (após a saída do pasteurizador) a liberação de calor do Agaricus bisporus (champignon de Paris) é gradual. para um bom desenvolvimento do micélio do A.ibict.br/upload/sbrt1176. Estes termófilos podem competir com o micélio do A. bisporus. pois favorece o desenvolvimento de microrganismos termófilos (que crescem melhor em temperaturas elevadas). Acesso em: 0 de maio 00.

pdf>.br/servicos/publicacoes/Energia/revista/V14N199/141Gilberto. Acesso em: 0 de maio 00.ufpel.tche. Acesso em: 0 de maio 00. Acesso em: 0 de maio 00. Desinfestação de Composto para Cultivo de Cogumelo Agaricus bisporus (Lange) Imbach. Efeitos da Camada de Cobertura.pdf>. Luiz Henrique Rosa.unesp.Cultivo e Análise da composição química do cogumelo do sol (agaricus blazei murril) <http://www. . doutor em Microbiologia Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de maio 00. Acesso em: 0 de maio 00.fca.br/faem/agrociencia/v2n3/artigo05. Disponível em: <http://www. 9 AgriculturA e PecuáriA 034854a15f34>.uepg.br/propesp/publicatio/bio/2003_2/03.pdf>. na Produtividade de Agaricus Blazei. Disponível em: < http://www. da Massa do Substrato e do Ambiente de Cultivo. REFERêNCIAs Dr.

. Para o transporte das caixas. É obrigatória a limpeza e higienização de equipamentos e utensílios de colheita. Frutos com cortes ou qualquer outro tipo de injúria (ferimento) devem ser descartados ainda no campo. Qual é o processo utilizado para transportar a laranja até o caminhão. . nem exposição direta ao sol. O “arranquio” é um método mais rápido. Recomenda-se o uso de caixas plásticas e sacos para realizar a colheita. O intervalo de segurança dos agrotóxicos deve ser obrigatoriamente respeitado para a colheita dos frutos. principalmente na região peduncular. colheita. porém promove maiores danos aos frutos. Qual é a produtividade média (em quilos) de um pé de laranja. chuva. Deve-se evitar colher frutos nas primeiras horas da manhã.. tais como luvas. A colheita por derriça (movimentação vigorosa da planta) não deve ser realizada. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Os frutos podem ser colhidos pelo método do “arranquio” (torção do pedúnculo seguida de sua remoção). etc. favorecendo a entrada de patógenos e a perda de água. Obrigatoriamente.COLhEITA DA LARANjA PALAvRAs-ChAvE Laranja. dependendo do tamanho do pomar. colheita da laranja Deseja saber: . sendo recomendado que sejam levados para o seu destino 0 . quando ainda estão com orvalho ou molhados de chuva. tesouras e caixas. os frutos colhidos não devem ter contato direto com o solo. Como é feita a colheita da laranja e quais são os equipamentos utilizados. ou por meio de tesouras ou alicates de colheita. podem ser utilizadas operações mecanizadas ou a carroça. É proibida a mistura de frutos coletados no chão com os colhidos no pé.

CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para obter mais informações e entrar em contato com especialistas no assunto.  .associtrus.A produtividade média por árvore está ao redor de  caixas de 0. e os frutos muito maduros.coopercitrus.com.conj.abecitrus. .br E-mail: através do site COOPERCITRUS – Cooperativa do Cafeicultores e Citricultores de São Paulo Site: http://www. os frutos verdes. Em relação à quantidade de laranjas por caixa.com.com. .cnpmf.br E-mail: abecitrus@abecitrus.Bebedouro . estando entre 0 a 0 unidades por caixa de 0. Kg. devidas principalmente as diferentes tecnologias de produção adotadas. Descartam-se ainda os frutos danificados mecanicamente. porém deve-se lembrar que este é um valor sujeito a grandes variações. 90 -São Paulo .BA Fone: () -000 / Fax: () -09 Site: http://www.  .SP Fone: () -0 / Fax: () -9 Site: http://www. recomenda-se entrar em contato com as seguintes instituições: EMBRAPA Mandioca e Fruticultura Tropical Rua Embrapa.br E-mail: através do site ABECITRUS – Associação Brasileira dos Exportadores de Cítricos Rua Iguatemi. podendo gerar sabor estranho e contaminação do restante da carga. Kg.com.br ASSOCITRUS – Associação Brasileira de Citricultores Rua Prudente de Moraes.Cruz das Almas . esta varia de acordo com tamanho da fruta.embrapa.SP Fone: () -00 / Fax: () 0-09 Site: http://www.br  AgriculturA e PecuáriA no mesmo dia da colheita. s/nº. os de fraca coloração de suco. que são facilmente afetados por doenças e mais sensíveis aos danos mecânicos.

Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de maio 00. Disponível em <http://www.REFERêNCIAs MAGALHAES. Acesso em 0 de maio 00.embrapa. V.asp?cod=48>. de A. Antônia Fonseca de Jesus et al. ISSN -9. “Sistema de Produção para Pequenos Produtores de Citros do Nordeste”. EMBRAPA Mandioca e Fruticultura Tropical.br/faqs_br_resposta. Disponível em <http://sistemasdeproducao. Carlos A.htm>.  .cnptia. Acesso em 0 de maio 00. dez/00.com.br/FontesHTML/ Citros/CitrosNEPequenosProdutores/colheita.abecitrus. ABECITRUS.

genótipos tetraplóides e nos aspectos de metodologia de avaliação da resistência. tornando o controle da doença ainda mais difícil. doenças e nematóides. É um dos mais graves problemas da bananicultura mundial. E. O assunto tem sido abordado em avaliação de genótipos diplóides. Cubense. tem sido a ação prioritária para o controle da mesma. visando a obtenção de novas cultivares com esta característica. causado por Fusarium oxysporum f. murcha de Fusarium PALAvRAs-ChAvE Saber como combater o Mal-do-Panamá da banana prata. desenvolver variedades de bananeira tipos “prata”. uma vez que as cultivares mais plantadas são susceptíveis ou altamente susceptíveis ao patógeno. “plátanos”. especificamente para o Brasil. é um fungo de solo com alta capacidade de sobrevivência no mesmo. “maça”. Os programas de melhoramento genético de bananeira conduzidos em diferentes locais apresentam os seguintes objetivos: • Mediante o uso de métodos convencionais de melhoramento.Smith. “gros michel” e “bluggoe” resistentes a pragas. Sendo assim. mas. sp. a avaliação da resistência de genótipos de bananeira em relação à doença. variedades triplóides. O mal-do-Panamá. a doença apresenta importância especial. reduzindo o porte e o ciclo da cultura e aumentan AgriculturA e PecuáriA COMBATER FUNDO DE sOLO DE BANANEIRA . Mal-do-Panamá. O controle do mal-do-Panamá passa necessariamente pela utilização de variedades resistentes e a experiência tem mostrado que esta é a melhor forma. IDENTIFICAÇÃO DA DEANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Os fungos constituem os maiores problemas da bananicultura mundial causando doenças como a murcha de Fusarium (mal-do-Panamá). fungo de solo.F.Bananeira.

cnptia. mantendo-o próximo à neutralidade e com níveis ótimos de cálcio e magnésio. o melhoramento de bananeira busca desenvolver variedades resistentes as sigatokas amarela e negra. de inundação. reduzindo o porte e o ciclo da cultura. devendo-se realizar medidas preventivas como. utilizar mudas sadias. de drenagem. ao moko. aumentando a produtividade. INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA EMBRAPA Mandioca e Fruticultura Tropical http://sistemasdeproducao. Na área erradicada aplicar calcário ou cal hidratada. assim como pelo homem.br/#banana CONCLUsÃO E RECOMENDAÇÃO Nos bananais já estabelecidos e que a doença comece a se manifestar recomenda-se a erradicação das plantas doentes. corrigir o pH do solo.embrapa. pois o fungo é disseminado por água de irrigação. dificultando a ação e a sobrevivência de F. Para o mal-do-Panamá não há controle químico. isto aumenta a concorrência entre as espécies. aos nematóides e à broca-do-rizoma. utilizando herbicidas. oxysporum cubense no solo. Isto evita a propagação do inóculo na área de cultivo. Um outro cuidado a ser tomado é na irrigação.do a produtividade. cálcio e magnésio. que são condições menos favoráveis ao patógeno. por animais e equipamentos. evitar áreas onde já ocorreu a doença. • Independente do método. ao mal-do-Panamá. manter as plantas sempre bem adubadas. guardando sempre uma boa relação entre potássio. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia  . dar preferência a solos com teores mais elevados de matéria orgânica.

Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 9 de jan. embrapa.ufv. Disponível em: <http://www.EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. 00. . Banana: Sistema de Produção Disponível em: <http://sistemasdeproducao.br/#banana>. Acesso em:  de jan.htm>.br/dbg/trab2002/MELHOR/ MHR017. 00. Vamberto Barbosa. Acesso em:  de jan. 00  AgriculturA e PecuáriA BRAZ.cnptia. Melhoramento genético da bananeira (Musa spp).

COMEDOUROs INDIvIDUAIs PARA CAvALOs PALAvRAs-ChAvE Comedouros para cavalos. Cláudio Maluf Adad do Departamento de Ruminantes da ESALQ/USP. eqüinocultura Gostaria de obter informações para construção de comedouros individuais de cavalos. largura.de 00  . Qual é a atura do chão. Comprimento: 0cm. as dimensões para comedouros de cavalos individuais são: Altura: 0cm. comprimento e profundidade adequada IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo o Prof. Profundidade: 0cm e Altura em relação a base: 0cm sOLUÇÃO APREsENTADA ESALQ – Escola Superior de Agricultura Luis de Queiroz FONTEs CONsULTADAs Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jul.

o importante é que o substrato garanta a umidade e o alimento para que atraiam as moscas. produção de ovos. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de out. com a adição das larvas. larvas. Contudo. muitos vermes são encontrados. no processo de compostagem. poderá ser sanada. Elas podem ser criadas num remanejamento mais higiênico da compostagem. ovos. alimento para galinhas. baixo nível protéico das galinhas. Porém se as galinhas estão em idade de procriação. após duas semanas.razão pela qual podem compor a dieta de galinhas para aumentar a produção de ovos. alimentação para galinhas. vermes. são larvas de moscas que depositam seus ovos na matéria orgânica. Estas larvas são ricas fontes de proteína . a baixa produtividade de ovos pode estar associada a alguma deficiência protéica que. Desta forma fica garantida a estas larvas a umidade e o alimento necessários para seu desenvolvimento. principalmente uns escuros parecendo caroço de azeitona. Quais os macronutrientes que compõem esses vermes? Pode alimentar galinhas com eles para aumentar a produção de ovos? Pode criá-los em um ambiente mais limpo? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Na verdade o que costumeiramente é chamado de “verme”.Compostagem em leras. baixa produção de ovos. 00  AgriculturA e PecuáriA COMPOsTAGEM EM LERAs . outro fator correlato à baixa produção de ovos é a idade das aves: Galinhas muito velhas ou muito novas têm geralmente baixa produção. PALAvRAs-ChAvE No processo de compostagem em leras.

Obter informações sobre o confinamento de bois e novilhas. A recomendação é de que. alimentação adequada e como tratar os animais. pois o confinamento no inverno não realiza milagres. O resultado é um boi pronto em meados de setembro e outubro. os gastos de manutenção e estrutura. em média. bovino. cada divisão do curral destinadas a 00 animais tenha pelo menos  mil metros quadrados. época em que o preço do boi gordo tende a ser mais alto compensando. Porem. é necessário lembrar que no semiconfinamento os cuidados com o boi solto não devem ser esquecidos. boi. a secura e a escassez dos pastos provocados pelo frio e a estiagem.CONFINAMENTO DE BOI E NOvILhA PALAvRAs-ChAvE Confinamento. gado. Desta forma. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A grande vantagem do confinamento do gado bovino é a diminuição do tempo de engorda do rebanho. Cada boi come cerca de 0 quilos de ração por dia . época em que os bezerros se desenvolvem. novilha. assim. Uma área de confinamento para bovinos deve garantir condições espaciais para que o gado possa tranqüilamente se alimentar. Uma outra vantagem para quem pensa na opção do regime de semiconfinamento é que com os bois fora do pasto. o sistema permite suprir as necessidades de alimento dos animais alcançando em plena entressafra um acréscimo geral de  arrobas por boi entre 00 a 0 dias de confinamento. resultam na perda de peso do gado. este não sofre muito se recuperando antecipadamente ao período de chuvas. pois o problema da falta de estrutura para manter a boiada na pastagem principalmente durante o inverno. os custos. deitar e ruminar.isto corresponde  . ou seja. O coxo deve ser amplo e bem distribuído de modo que os animais não se atropelem com a chegada do alimento.

Uma receita utilizada na Usina Açucareira Vale do Rosário contém . entre 0 e 00 kg. ou .% de milho e melaço. 0. mas também o melaço e a levedura usada como agente de fermentação do álcool. molécula não digerida pelos animais). .% de uréia e . . produzidos e armazenados na própria fazenda.asp?Categoria=US&Nome=&CategoriaAux= >.% de bagaço de cana hidrolisado. pois o período de seca no inverno coincide com o final da safra da cana-de-açúcar. pode não vir a se encaixar nas finalidades do empreendedor. parece mais lógico confinar visando-se à terminação durante a época da entressafra. a um preço mais baixo. Nelas o bagaço é submetido a uma alta pressão e temperatura (este processo conhecido por hidrólise visa a quebra da lignina. a idéia de um confinamento intensivo durante todo o ano. Algumas usinas já processam o bagaço obtendo um farelo úmido e de fácil digestão para o gado. necessitam de dietas nutritivas de valores mais econômicos enquanto que animais pertencentes aos estados . A alimentação é a principal diferenciação no manejo de bois e novilhas: animais mais jovens. INDICAÇõEs: Site com vários endereços de usinas para consulta sobre o bagaço de cana e confinamento bovino – conhecidos por “Boitel”.  e  (até 00 kg) são mais exigentes com a alimentação. A comida é dada de  a  vezes por dia e o custo dependerá principalmente das matérias-primas que compõem a ração.bmf. Por exemplo.% de farelo de soja.% do seu peso vivo. No caso brasileiro. onde há muita terra. pouco capital. Acesso em  de 9 AgriculturA e PecuáriA a .% de sais minerais. http://www2.9% de levedura liquida. utilizando-se instalações simples e práticas e alimentos de preferência. .br/pages/portal/2004/associados1/AssociadosListaCategoria1. Nessa época pode-se obter não somente o bagaço. Disponível em: maio 00. o bagaço de cana hidrolisado pode ser uma opção viável. Outras opções são o milho e o farelo de soja enriquecidos com uréia e sal mineral e pode ser adicionado o capim elefante (os grãos aumentam o custo da ração para o pequeno produtor). Para finalizar. baixo poder aquisitivo e um sistema de classificação de carcaças ainda incipiente.com. .

Nobel: São Paulo. Acesso em  de maio 00. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .br/publicacoes/cot/COT50.embrapa. Este informativo apresenta desde a planta do conjunto de instalações necessárias para o confinamento até a lida com questões de custo e alimentação. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO / FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs / BIBLIOGRAFIA VASCONCELLOS. 99. Disponível em <http://www. Paulo Mário Bacariça.html>.cnpgc.A EMBRAPA desenvolve várias pesquisas sobre confinamento. podendo-se obter informações adicionais sobre o assunto. Aqui disponibilizamos uma pagina informativa-técnica sobre o “confinamento como sistema alternativo para o pequeno produtor”. Guia Prático para o Confinador.

Obtenção de informações sobre a estrutura física necessária à produção de carne bovina. custos e utilização sobre diversas instalações e/ou equipamentos utilizados na moderna produção pecuária. As informações desta área de conhecimento foram agrupadas em: Listagem Geral: Neste tópico. materiais. Instalações e Equipamentos. ração para bovino PALAvRAs-ChAvE Indicação de técnicas de construção de cercado de confinamento de bois e formulações de rações para engorda em confinamento e semiconfinamento de garrotes na faixa de 0 quilos para terminação e abate final.Técnicas de confinamento. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA sobre o assunto “Tecnologias para produção de gado de corte” . Cochos: Agruparemos aqui as informações ligadas à construção (dimensões.Construções. serão apresentados todos os trabalhos e dúvidas mais comuns que se relacionem a Construções. esquemas para construção) e utilização de  AgriculturA e PecuáriA CONFINAMENTO DE RAÇÃO PARA GARROTEs . dimensões. Você encontrará aqui orientações básicas que atentam especificamente à funcionalidade. Instalações e Equipamentos necessários ao desenvolvimento da Produção Pecuária û Bovino de Corte. capazes de facilitar o manejo do rebanho ou contribuir para a eficiência de algum processo específico. instalações para confinamento. materiais. Serão comentados aspectos como localização. sem considerarmos a sub-área em que ele se enquadraria. construção para confinamento. resistência e economicidade do curral. Curral: Estão neste item os trabalhos e dúvidas mais comuns ligados à construção e utilização de currais no manejo do rebanho.

cálculo das exigências nutricionais e simulação do desempenho de bovinos. ganho prévio. prevê a utilização de dados sobre os ingredientes (especialmente preço posto na fazenda) e sobre os garrotes (raça. Desenvolvido pela equipe do Professor Dante Pazzanese Lanna da ESALQ-USP. Equipamentos: Serão apresentadas informações técnicas sobre a utilização de diversos equipamentos ligados diretamente ao manejo dos animais. bem como o fácil acesso dos animais a eles. ou utilizados em atividades de suporte à produção de bovinos. Estrutura Física para Confinamento: Poderemos encontrar neste item informações sobre a construção e utilização de Instalações e Equipamentos aplicados especificamente aos Confinamentos (Método intensivo de terminação de bovinos mantidos e alimentados em currais). de forma a se facilitar o manejo e garantir a manutenção da qualidade dos insumos fornecidos. Para recuperá-las utilize o link abaixo: http://www. rações e água aos animais criados a pasto ou em regimes confinados.cochos para fornecimento de suplementos minerais.br/tecnologias/quersabermais/2. etc) para o fornecimento da dieta com menor custo por arroba produzida. Trata-se de um sistema integrado que estima as exigências nutricionais. proteinados.embrapa. Dr. Tais informações estão disponíveis na íntegra no site da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA.cnpgc.cnpgc. Tal programa.FZEA/USP existe um programa específico para o desenvolvimento de cálculos para formulação da ração ideal para a potencialização da engorda do gado bovino. O RLM é um software de formulação e otimização de dietas.html Outras informações sobre o assunto podem ser encontradas no site da mesma empresa utilizando-se a ferramenta de busca e as palavras chaves pertinentes para os interesses da busca: http://www. sal mineral e ração  .br sobre o assunto: “Ração para gado” Segundo o Prof.embrapa. o desempenho (ganho de peso e conversão alimentar) e formula concentrados. Paulo Roberto Leme da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos . chamado Ração de Lucro Máximo – RLM.

Dr.br/download/rlm/demo/rlm3. l Distribui ingredientes em até  misturadores.ibict. O Download de tal programa pode ser feito.pdf CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para obter outras informações. ou solucionar dúvidas sobre a utilização do programa RLM.pdf http://sbrt. dietas e relatórios.br/upload/sbrt251.ibict. procurar por: Prof.br/upload/sbrt343. Ração de Custo Mínimo.br/upload/sbrt715. l Modelo de exigências do usuário: o usuário define as exigências e restrições. gratuitamente. Paulo Roberto Leme Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos .pdf http://sbrt.ibict. l Envio por e-mail de formulações.com.ibict.exe Para obter mais informações pertinentes sobre o assunto utilize a ferramenta de busca do site do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT. l Permite otimizar dietas incluindo até 00 ingredientes.FZEA/USP Telefone: (9) -9 E-mail: prleme@usp. Ração para Máximo Ganho de Peso. l Modelo de exigências do RLM: novas equações específicas para zebuínos e seus cruzados.integrasoftware.br/upload/sbrt935.pdf http://sbrt. l Inclusão do custo fixo no custo final do ganho. l Permite cadastrar um número ilimitado de ingredientes e nutrientes.br  AgriculturA e PecuáriA completa para bovinos: .ibict. O programa trabalha com as seguintes informações: l Preço sombra: identificação do preço que viabiliza a compra do ingrediente.Ração de Lucro Máximo. a partir do link abaixo: http://www.br/upload/sbrt752. permitindo adoção por fábricas de rações. l Nova sub-rotina de otimização reconhecida mundialmente (Mosek).pdf http://sbrt. ou acesse os links indicados abaixo: http://sbrt.

Acesso em:  de dez. Disponível em: <http://www.ciagri. Acesso em:  de dez.embrapa. <http://sbrt. 00. 00.REFERêNCIAs Laboratório de Nutrição e Crescimento Animal – ESALQ/USP.br>. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . SBRT Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.usp.cnpgc.br>. Fabiana Rocha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de dez. Acesso em:  de dez.br>. 00. EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Disponível em: <http://www.ibict.

90 m. O café deverá ser mantido nas tulhas que devem ser construídas em locais com boa insolação. porque se preserva muito mais as características do produto.Construção de galpão. Para o café. da umidade do solo. utilizar sacarias limpas de aninhagem para acondicionamento. Todo e qualquer cereal armazenado deve ser totalmente protegido da umidade das chuvas.0. É preferível armazenar o café em coco do que beneficiado. elevados do solo em cerca de 0. com  AgriculturA e PecuáriA CONsTRUÇÃO DE GALPÃO PARA EsTOCAGEM DE CAFé E MILhO . IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Os armazéns são construções indispensáveis ao armazenamento da produção agrícola e influem decisivamente na sua qualidade e preço. além de especial proteção ao ataque de carunchos e ratos. do ataque de insetos e ratos. estocagem de grãos.0. evitar armazenar junto com defensivos e fertilizantes. após a secagem e antes do beneficiamento. para o café beneficiado são utilizadas sacas de aninhagem. De acordo com o Manual de Segurança e Qualidade para a Cultura do Café() (00). livres de goteiras. São utilizadas tulhas para o acondicionamento do café a granel. podem-se fazer repartições para separar diversos tipos de lotes de café. PALAvRAs-ChAvE Quais as especificações técnicas para se construir um galpão de x m. Condições inadequadas de armazenamento poderão conferir sabores estranhos à bebida. adotar armazéns e paióis arejados. evitar café com teor de umidade superior a %. para estocagem de grãos (café e milho)? Gostaria de maiores detalhes sobre armazenamento de café e milho. o armazenamento do café tem como finalidades: Armazenar o café em coco ou pergaminho. Para isso. drenagem e ventiladas.

 . podendo absorver umidade do ar se mantido em ambientes com umidade relativa elevada. custo de operação).temperatura ambiente ao redor de 0°C e umidade relativa máxima de %. isto é. aspecto muito importante. de modo a facilitar as operações de cargas e descargas. É fundamental preservar o café com -% de umidade já que é bastante higroscópico. no mesmo alinhamento. indispensável: l l l l l l A instalação de portas em números e locais tecnicamente escolhidos. para melhorar a iluminação natural (mínimo de % da área coberta). Também é recomendável que as tulhas ou armazéns tenham baixa luminosidade. além de outros padrões de qualidade. para evitar aceso de roedores. dispostos em pilhas no armazém. pelo teste da xícara e também por procedência. é armazenada em sacos de 0 kg. Que as portas sejam instaladas frontalmente. O fechamento lateral das paredes. sem grandes riscos de deterioração. Que o pé-direito tenha altura mínima de  m. Alguns pontos relativos à construção. o armazenamento em sacaria permite a segregação dos lotes. Entretanto. A colocação de aberturas laterais de ventilação. Além disso. que influenciam na utilização do armazém devem ser criteriosamente observados quando se decide pelo uso de sistemas em sacarias. Esse tipo de armazenagem possui vantagens e desvantagens. protegidas por estruturas de telas e com aberturas reguláveis. de circulação de ar sobre a sacaria. pássaros e insetos no interior do armazém. de inspeção e amostragem são fatores importantes a serem considerados durante o armazenamento por períodos relativamente longos (acima de três anos). apesar das desvantagens (grande volume. considerando-se que o produto é avaliado. A utilização de telhas transparentes. junto ao piso e a cobertura. a quase totalidade do café beneficiado. A construção de paredes lisas. O saco de café é uma unidade que se adapta ao manuseio e ao comércio em pequena escala. Apesar dos avanços tecnológicos dos últimos anos. evitando-se reentrâncias e terminado em meia-cana junto ao piso e nunca em ângulo reto. a facilidade de acesso aos lotes. para que o café (principalmente o beneficiado) não perca cor pela exposição excessiva à luz. em relação aos sistemas de armazenagem em silos a granel. no Brasil. em paredes opostas. É portanto.

br EMBRAPA CAFÉ http://www.embrapa. Disponível em: <http://www.br/publicacoes/sistemasdeproducao/cafe/poscolheita.embrapa. A construção em cada porta. no mínimo a 0 cm acima do nível do solo.htm>. A instalação de sistemas de prevenção e combates a incêndios. Cultivo do Café Orgânico. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr. de concreto. Acesso em:  de abr. .br/café/ CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs As informações são gerais e. mesmo que o piso seja impermeável. e que esteja. a utilização de estrados para permitir a circulação de ar na base da pilha. 00. para carga e descarga em dias chuvosos.cnpms. de marquises. É indispensável.l l l l INDICAÇõEs: EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: EMBRAPA MILHO http://www.embrapa. 00  AgriculturA e PecuáriA Que o piso seja impermeável. cnpab. portanto devem ser adaptadas as suas dimensões. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia EMBRAPA.22sede.

conforme sua utilização. com relação à natureza química. de acordo com o porte do animal.COURO DE CAPRINO PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Couro. milhões de cabeças. curtimento Planejamento para iniciar negócio no ramo de couro de caprino/ovino. mecânica e estética.% da produção mundial. principalmente pela Índia e China. milhões nos estados da região nordeste em 999. concentrando 9%. que engloba os fornecedores de matéria-prima e o processo de transformação  . A qualidade de um couro é constatada à medida que satisfaz as exigências dos fabricantes de produtos derivados deste material. A pele caprina. A uniformidade do produto depende de um programa amplo de controle de qualidade. como produzir couro de caprino de alta qualidade para mercado exigente Informações solicitadas: l qual o procedimento para se ter um couro de alta qualidade? l quais equipamentos são necessários? l qual a melhor raça? l qual o custo mínimo para iniciar o negócio? sOLUÇÃO APREsENTADA O Brasil é o sexto maior criador de caprinos do mundo []. O Brasil produz cerca de . Para a comercialização. A qualidade do couro produzido no Brasil deixa muito a desejar. A produção mundial de peles de caprinos é liderada pela Ásia. ou seja. varia de 0 a % do valor do animal. com 0. um produto de expressão econômica.000 t. a pele caprina deve atender a determinados requisitos. 9. abate e pré-curtimento. resultado de problemas oriundos da fase de produção. representando .

todas as operações dentro do curtume objetivam este fim. além de permitir um acabamento mais refinado. o que. Estas operações podem ser resumidas da seguinte forma: 1.O processo de curtimento do couro depende dos cuidados. ao ser retirada do animal. tanto no curtimento ao tanino quanto no uso dos sais de metal. Existem três grandes processos de curtimento classificados de acordo com o agente curtente: ) com gorduras. ela deveria ser imediatamente industrializada. não ocorre. Curtir significa conservar []. Torna-se. No caso do uso de substância vegetal (tanino). vários programas e cursos têm surgido para melhorar a qualidade desta matéria-prima. necessário tratá-la adequadamente. o couro se torna mais endurecido e armado. eqüino ou caprino. Desta forma. ) com substância vegetal e ) com sais de metal. para deixar apenas a derme ou colágeno (fibras). os dois processos consistem em retirar a epiderme ou queratina (pelo e unhas) e a hipoderme (glândulas de gordura). Os espaços vagos deixados pela epiderme e hipoderme são ocupados pelos agentes curtentes. com isso. na processo de retirada e conservação do couro dos animais. O curtimento através de gordura é um processo mais artesanal e circunscrito ao universo das comunidades dos esquimós a fim de atender suas necessidades mais peculiares. Operações de Ribeira Conservação das Peles: Devido ao fato de ser putrescível. o que permite apenas o lixamento como acabamento. E. zircônio ou ferro. processo que atinge 90% do mercado mundial. No caso aqui. Consciente disto. é necessário retirar alguns elementos que compõem esta pele. na prática. podendo ser cromo (o mais usado). Isto é possível através da utilização de substâncias orgânicas e/ou inorgânicas. seja ele bovino. 9 AgriculturA e PecuáriA da pele em couro. para que possa ser levada ao curtume e industrializada com os menores danos possíveis. para conservar a pele do animal. No caso dos sais de metal. o couro adquire maior maleabilidade e maciez para o uso. por isso é usado para solas. principalmente de pequenos abatedouros. .

saponificar as gorduras. e a parte inferior. com agitação periódica. Operações Finais Descarne: É a remoção do tecido adiposo e do sebo aderentes à face interna da pele. Divisão: A operação de dividir ou de rachar. dependendo da espessura da pele. horizontalmente. no sentido de sua superfície. a mais nobre. denominada “flor”. impede o crescimento de algumas espécies de peixes. realizada por operários que efetuam as aparas de peles. que corrói os encanamentos e remove o oxigênio porventura existente nos fluxos dos esgotos. Os despejos do caleiro e depilação são altamente nocivos às instalações de esgotos e aos cursos d’água. A descarnagem permite uma penetração mais fácil e mais eficiente dos curtentes. Esta operação é feita em máquina descarnadeira. embora também sirva para a 0 . 2. transforma-se em ácido sulfúrico (HSO). Consiste num banho de aproximadamente dezessete horas. nos cursos d’água. a qual remove a parte indesejável (carnaças). Após a lavagem. Tem por objetivo a retirada dos pêlos e da epiderme. consiste em separar a pele em camadas. no menor espaço de tempo possível. considerada como subproduto. obstaculizando as funções fisiológicas das plantas e. a presença de grandes quantidades de cloreto de sódio e de outros sais solúveis no efluente faz aumentar a pressão osmótica do terreno. pois os sulfetos transformam-se facilmente em gás sulfídrico (HS) pela ação de ácidos ou de microorganismos. também. bem como provocar o inchamento da pele.Lavagem e Remolho: A lavagem e o remolho têm por finalidade retirar o sal e repor. na presença de oxigênio e bactérias. O número de camadas é variável. e manualmente. numa solução contendo água. Depilação ou Caleiro: Esta é uma das fases iniciais mais importantes do curtimento. As operações de ribeira (começo) são responsabilizadas pela geração de carga e de odor. sulfeto de sódio e cal hidratada. preparando as fibras colágenas e elásticas para serem curtidas e. tornando-os sépticos. O HS é tóxico e. removendo irregularidades da periferia das mesmas (patas e pescoço). Normalmente são duas: a parte superior. o teor de água apresentado pelas peles quando estas recobriam o animal. onde originalmente estavam implantados os pêlos. através de navalhas helicoidais.

O cromo constitui o principal problema de poluição para a maioria dos curtidores. a operação de rebaixe. é baixar o teor alcalino.0-. tanto ácido quanto básico. a pele atinge o peso mínimo. Os índices próximos a sete indicam neutralidade. Efetua-se. Rebaixamento: As operações anteriores não deixam a pele uniforme. através de enzimas que quebram as fibras do colágeno para dar ao couro propriedades semelhantes ao tecido (mais leve e maleável).Descalcinação e Purga: Após a divisão. Além disso.. mas também por ter a reputação de ser um perigoso contaminante. 2 A escala química do pH parte do zero e vai até 14. que consiste em homo1 Recipiente circular que é utilizado em praticamente todas as operações dentro do curtume. passando para . A purga é um tratamento enzimático feito antes do píquel de acordo com a demanda do produto e tem por finalidade melhorar a qualidade da elastina. é um tratamento salino-ácido que tem duas finalidades: conservação (pode-se comercializar as peles neste estágio) e preparação das peles para o curtimento propriamente dito. é quando se diz que a pele está “relaxada” e pronta para receber o agente curtente. o curtimento confere o “tato” necessário e as características químicas e físicas principais do couro.  AgriculturA e PecuáriA elaboração de produtos nobres tais como camurções para calçados e vestimentas denominada de “raspa” ou “crosta”. seja nas operações de ribeira ou finais. mas de acordo com a variação da passagem de uma condição para outra. ou seja. neutralizando a cal contida na pele. a pele incha e ganha peso. que é o principal componente do couro. Através dele as peles são batidas com movimentos circulares ao passo que são inseridos os produtos químicos de acordo com as etapas do processo. Curtimento: Converte o colágeno. Píquel: O píquel. também realizado no fulão. em uma substância imputrescível. as tripas são recolocadas no fulão e submetidas a dois processos químicos simultâneos.0. que também é chamado de desencalagem. ou seja. o pH que. na depilação chega a . sendo que quando o pH está mais próximo do zero indica que é ácido e quando mais próximo do 14 indica que é alcalino ou básico. de difícil tratamento. A finalidade do primeiro. Não apenas por ser utilizado em 90% da produção de couro. então. Isto é feito da seguinte forma: ao se alterar o pH. .

sebraesp. sempre dependendo do produto final desejado. seja ele em que área for. Tingimento e Engraxe: Estes processos. Quanto ao investimento necessário É primordial ter em mente a importância de se desenvolver um plano de negócio. No site da Guia Brasileiro do Couro. http://guiabrasileirodocouro. é o conjunto de informações que permite ao empreendedor decidir com mais segurança sobre o negócio a ser iniciado.br . http://www. sendo o principal exportado pelo mercado coureiro do Brasil (Tabela ) devido às taxações que o couro acabado tem nos países europeus e nos EUA. são feitos em fulões. A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos. a neutralização e o engraxe são indispensáveis. o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas . Até esta fase do processo o produto é chamado de Wet Blue (devido a sua coloração azulada).abimaq. para o início de um empreendimento. Neutralização.br . pode auxiliar no desenvolvimento deste plano de negócio.com. efetuados após o rebaixe.com. http://www. Instalações e Fases de Criação dos caprinos O curral com objetivo de abrigo e manejo dos caprinos pode ser sim .Sebrae. O plano de negócio é uma ferramenta que contém todos os dados referentes ao projeto. que variam muito de curtume para curtume.com.br . Neste sentido. Dependendo do fim a que se destina o couro. Recurtimento. há mais de oitenta fabricantes de máquinas e equipamentos para curtumes. Acabamento Final: Esta última fase é realizada através de duas operações mecânicas: secagem e amaciamento. atendendo a duas situações bem específicas: l viabilidade do negócio e l avaliação financeira para o caso de captação de recursos. executam-se todos ou parte deles. Equipamentos necessários Os equipamentos necessários dependerão do projeto específico para da instalação pretendida.geneizar a espessura da pele. também pode ser consultada para obter informações sobre os equipamentos necessários. No curtimento mineral.

Os caroços podem apa AgriculturA e PecuáriA ples. a Linfadenite caseosa ou mal-do-caroço. rústico (chão batido) e construído com material disponível na propriedade. a linfadenite caseosa (mal-do-caroço). Rebanhos para fornecimento de couro exige área limpa. http://sistemasdeproducao. além das doenças causadas por ectoparasitas. causada por uma bactéria que se localiza nos linfonodos ou landras. cabritos desmamados. produzindo abscessos ou caroços.htm Em particular. animais em fase de reprodução. entre as quais. como piolhos. a pododermatite (frieira).br/FontesHTML/AgriculturaFamiliar/RegiaoMeioNorteBrasil/Caprinos/manejosanitario. doença contagiosa. Quanto ao Manejo sanitário Os caprinos são acometidos por várias doenças. pode-se utilizar a planta baixa do modelo Embrapa de chiqueiro para o sistema alternativo de criação de caprinos. sem qualquer objeto que possa prejudicar a pele do animal. . miíases (bicheiras) e sarnas e.cnptia. o número de animais e os objetivos da criação serão fatores importantes na escolha do tipo de curral a ser construído. aquelas causadas por endoparasitas (verminose). o ectima contagioso (boqueira). Como referência de instação.Figura 1: Modelo de chiqueiro da Embrapa Este projeto oferece espaço para cabras em gestação. Naturalmente.embrapa. principalmente. animais em lactação. com capacidade para 00 animais.

courobusiness.htm em .recer em vários locais e sua presença causa desvalorização da pele. O conteúdo do curso compreende: l Análise de cortes histológicas de peles l Considerações sobre o colágeno (principal constituinte das peles) l Apresentação técnica de curtimento detalhando as etapas do processo l Tipos de curtimento l Noções de dimensionamento de equipamentos de curtimento l Noções de tratamento dos efluentes gerados pelo processo de curtimento Maiores informações podem ser obtidas através de http://www.pdf e em qualquer caso continuamos a disposição para maiores esclarecimentos. Limpeza das instalações A higiene das instalações deve ser feita diariamente já a desinfecção uma vez por mês. além da carne. Não admitir superlotação nas pastagens. cujo objetivo é transferir ao participante a tecnologia de curtimento de peles através de exposições teóricas e atividades práticas. Relizar rotação de pastagens. Disponível em http://www.br/ ensino/outros/?ID=20. Vermifugar o rebanho ao trocar de área. oferece o curso “Curtimento de Peles”.ipt. Iodophor a % e hipoclorito de sódio a %.br/upload/sbrt320.com. INDICAÇõEs: O IPT. Animais recém chegados devem passar pela vermifugação antes de serem colocados junto ao rebanho. Quanto á criação de ovinos sugerimos consultar a resposta técnica disponível em: http://sbrt. desenvolvidas em equipamentos de curtimento. Remover e manter as fezes em locais distantes. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs As peles de caprinos curtidas sem pêlo seguem metodologia de cur .00.0. Instituto de Pesquisas Tecnológicas.ibict.br/exportacao. utilizando produtos como: formol comercial a %. cal virgem a 0%.

Características físico-mecânicas e químicas do couro de caprinos abatidos em idades diferenciadas. neutralização. É importante considerar as condições climáticas predominantes no local onde se deseja implantar ou aprimorar a criação. A idade do animal para abate influi significativamente na qualidade do couro de caprinos fornecendo qualidade adequados para o uso a que se destina []. carne e peles) e como fonte de proteína de alto valor nutritivo para as populações de baixa renda (consumo de animais nas propriedades). desengraxe. a criação de caprinos é uma atividade que desempenha importante função socioeconômica. Os animais devem ser adquiridos com as características adaptadas à região onde serão criados. Mecânicas: são discriminadas como descarne.Químicos: onde “a água é utilizada como veículo de difusão dos produtos. píquel. Revista Brasileira de  AgriculturA e PecuáriA timento semelhante às peles bovinas. lixamento. amaciamento. por ser esta etapa a responsável pela tendência da separação das camadas termostática e reticular da derme. tingimento. A qualidade do couro é função de todos as etapas do processo de obtenção do couro. denominados remolho. engraxe e acabamento. rebaixamento. caleiro. sendo corretamente desengraxadas. enxugamento. desencalagem. Para transformação de peles em couros. curtimento. produção. divisão. Além disso. como geradora de renda (comercialização de animais. et al. recurtimento. purga. abate e processamento da pele. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA () Brito. vácuo. são empregados processos químicos e operações mecânicas: . prensagem e medição. Deve-se prestar muita atenção com os resíduos do curtume para não agredir o meio ambiente. desde o nascimento do animal. estiragem.

. com. 00.br/ ceget/pegada/peg13n3. 00. -9..prudente. () Campos. Disponível em: <http://guiabrasileirodocouro. 00  . Fábio Henrique de.Zootecnia. Disponível em: <http://www2. Guia Brasileiro do Couro. p.br>. n. Acesso em:  de mar.unesp. O trabalho e a relação sociedade-natureza: uma reflexão sobre a indústria de curtimento de couro em presidente prudente. v. Acesso em:  de mar. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de mar.htm>.00.

PALAvRAs-ChAvE Cliente tem criação de avestruzes que deseja criar em local onde também existe criação de frangos. Pergunta: l É possível conciliar avestruzes com frangos a uma distância aproximada de 0 metros? l Poderá utilizar uma barreira com cerca viva para auxiliar no isolamento sanitário? l Está correndo riscos excessivos? l O que diz a regulamentação? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A estrutiocultura (criação de avestruz) despontou no país como uma excelente alternativa para o desenvolvimento de pequenas áreas rurais. Portaria No. É considerado uma ave doméstica. sendo o maior na alimentação. . Uma das exigências do IBAMA é que as aves não tenham ou venham a ter contato com outros animais da fauna regional. 1. criação de aves. se é possível conciliar avestruzes com frangos a uma distância aproximada de 50 metros? A criação de outras aves no mesmo local não é permitida por medidas de biosseguridade. de  de março de 00. quilos de ração. O animal não exige muitos cuidados. A ave é criada em cativeiro e não exige grandes extensões de terra para reproduzir. com reduzido emprego de mãode-obra. criação de avestruzes. de acordo com a Portaria do Ministério do Meio Ambiente de acordo com IBAMA. podendo ser de pequeno porte.  AgriculturA e PecuáriA CRIAÇÃO DE AvEsTRUz . O IBAMA se manifestará ainda quanto à criação em cativeiro. precisando de um quilo de pasto verde por dia com complemento de . avestruz. caso haja indícios ou riscos de danos que possam ser causados às espécies silvestres ou ao ambiente.Estrutiocultura. por demanda.

de terminação de frango de corte. . que impeçam a introdução e disseminação de patógenos. codornas. podem ou não ocorrer. controle de acesso e outras) ou da utilização de manejo e medidas de biossegurança diferenciadas. Pecuária e Abastecimento. Os riscos. Ministério da Agricultura. item . O que diz a regulamentação? A Instrução Normativa. no. Pecuária e Abastecimento. o criador não poderá requerer as guias de trânsito quando da possível comercialização das aves. em função da existência de barreiras (reflorestamento. para quem desrespeitar a legislação. após avaliação do risco sanitário. são muito grandes e não devem ser corridos por diversos motivos. a critério do Fiscal Federal Agropecuário ou do Médico Veterinário Oficial Federal ou Estadual. Ministério da Agricultura. ou seja. matas naturais. as cercas-vivas podem ser usadas como parte das medidas de biosseguridade e ser adotadas mas não contornam problemas de natureza drástica como 0 m de isolamento.. o Regulamento diz. no item : “Em estabelecimentos preexistentes poderão ser admitidas. sendo um deles o fato de o MAPA. não credenciar a criação pretendida por falta de condições sanitárias. já citada. topografia. • de produtividade reduzida por excesso de problemas de contaminação. Podem estar ocorrendo riscos excessivos? Os riscos são situações imprevisíveis. muros de alvenaria. de postura comercial ou de criação de perus. • de não obter credenciamento do MAPA. . Poderá utilizar uma barreira com cerca viva para auxiliar no isolamento sanitário? Segundo a Instrução Normativa no. quando delegada a atividade a esse último. diz: que a distância “de estabelecimentos de criação de ratitas a estabelecimentos de avicultura industrial.” 3. perdizes. Portanto. Todavia. etc é de  km. de  de Fevereiro de 00 . mas existem e podemos citar aqui: • riscos de transmissão de doenças de frangos e galinhas de postura para dentro da criação de avestruzes e ou vice-versa com prejuízos para ambas as partes. responsável pela vistoria e emissão do laudo de funcionamento do estabelecimento.2.” 2. alterações nas distâncias mínimas acima mencionadas.  .

suídeos. Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da Agricultura. . á contar da data da publicação desta Portaria.Instrução Normativa Conjunta no.  de Junho de 00. eqüídeos. de 0 de dezembro de 99. de  de Julho de 00. ovos e outras espécies de animais. Resolução no. Secretaria de Defesa DE Agropecuária. Submeter à consulta pública. Aprova a uniformização da nomenclatura de produtos cárneos não formulados em uso para aves e coelhos. Fiscalização e Controle Sanitário dos Estabelecimentos de Incubação. ovinos. de 9 de Janeiro de 00 Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da Agricultura. de  de Julho de 00 Instrução Normativa no. Normativa sobre importação ovos. Portaria no. de  de Junho de 00. Pecuária e Abastecimento. produtores. Pecuária e Abastecimento. Pecuária e Abastecimento Portaria no. . bubalinos. de Criação e Alojamento de Ratitas. estudantes de ciências agrárias e demais interessados e que tem como objetivo formar empresários e técnicos com perfil e visão empreendedora. caprinos. .. complementares à Instrução Normativa Ministerial nº 0. Pecuária e Abastecimento. de  de Novembro de 00. 0. Aprova o Regulamento Técnico para Registro. a minuta da Instrução Normativa que estabelece Normas para disciplinar a importação de avestruzes para reprodução. de 9 de Fevereiro de 99. Ministério do Meio Ambiente. INDICAÇõEs Cursos Um excelente curso destinado a técnicos. Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da agricultura. Instrução Normativa no. gerar 9 AgriculturA e PecuáriA LEGIsLAÇÃO . . pelo prazo de sessenta (0) dias. de  de Fevereiro de 00 Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da Agricultura.Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da Agricultura.

Sistemática de Avaliação: aulas teóricas e práticas presenciais são realizadas no Centro de Tecnologia e Produção de Avestruzes Grupo Ostrich do Brasil Via Anhangüera Km 0 . Acesso em: 0 de abr. 00. Avançado e Aplicado. escrito por Celso Carrer.abreonline. Consultar a associação de criadores mais próxima de sua região para orientação técnica.Pirassununga – SP Telefone: 9) -00.br>.com.conhecimento da gestão de políticas setoriais. sendo esta uma exigência do IBAMA. as instalações têm uma função de apoio às atividades ligadas ao processo produtivo. assim como em qualquer outra exploração animal. Disponível em: <http:// www. Marcelo Kornfeld e Márcio Carvalho e editado pela EDUSP. proporcionar condições para obtenção de índices de produtividade à exploração e condições de contenção e biossegurança. oferecer conforto e segurança aos animais. 0 . Roberto Arana.Norte . (9) -00 METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA ABRE: Associação Brasileira de Estrutiocultura. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Na criação de avestruzes. sanitário e reprodutivo. procure o IAGRO – Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal e MAPA – Ministério da Agricultura e Pecuária. é o livro: “A Criação do Avestruz: Guia completo de A a Z”. As principais funções são: facilitar o manejo alimentar. tecnológicas e econômicas ligadas ao seu campo de trabalho e capacitar quanto ás novas realidades do Agribusiness Mundial será oferecido pelo grupo Criação de Avestruzes com início: 09 e 0 de Abril. Antes de iniciar o criatório. impedindo que as aves tenham contato com outros animais da fauna regional. O curso é sub-dividido em  Módulos: Básico. Uma publicação indicada para os criadores de avestruzes.

00. Acesso em: 0 de abr. Ostrich. 00.br>.br>.br> . Criar e plantar. Acesso em: 0 de abr.portaldoavestruz.avestruz. Acesso em: 0 de abr.estrutiopar.com.org.br>. Acesso em: 0 de abr. Acesso em: 0 de abr. br>.avestruzmaster.com.br>. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr. 00. Disponível em: <http://www. .aviculturaindustrial. Disponível em: <http://criareplantar. Portal do Avestruz. 00.com. Acesso em: 0 de abr.cooperavestruz.ostrich.acab. Disponível em: <http://www.Avestruz Máster. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www. Avicultura Industrial.com. Acesso em: 0 de abr.com. Acesso em: 0 de abr. Acesso em: 0 de abr. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www.br>. 00.br>. com. 00. 00. Disponível em: <http://www. 00. 00  AgriculturA e PecuáriA ACAB: Associação dos Criadores de Avestruzes do Brasil. CooperAvestruz: Coperativa de Criadores de Avestruz.com. Avestruz.br/>.com. Estrutipar: Cooperativa dos Estrutiocultores do Paraná. 00.

As gaiolas que variavam de  a 0 hectares passaram para de  a  há e é comum o uso de areadores para facilitar a circulação de ar. Um dos fatores desta situação é a redução do camarão em alto-mar devido à pesca predatória.  . segundo a ABCC (Associação Brasileira dos Criadores de Camarão). as inovações tecnológicas da área centram-se em formas de redução da área de produção e de desperdícios na fase de crescimento e engorda. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA No Brasil a procura por camarões tem provocado nos últimos anos um constante crescimento da produção. porem. A preocupação principal com a criação será o cuidado com as doenças provocadas por vírus e bactérias. camarão. toda a região tropical e subtropical do litoral brasileiro apresenta condições favoráveis ao desenvolvimento deste cultivo. passou-se a colocar a ração em bandejas. estes deverão ser tratados com antibióticos e ração reforçada. Outra inovação está no uso da espécie “Penaeus vannamei” proveniente do Equador. Deve-se estar atento à compra de pós-larvas e caso seja constatado em análise a presença de alguns sintomas de doença. Atualmente. Tal fato tem levado à implantação de fazendas para a produção de camarões marinhos principalmente no nordeste.CRIAÇÃO DE CAMARÃO PALAvRAs-ChAvE Piscicultura. pois as espécies brasileiras possuem baixo ganho de peso. evitando-se grandes perdas. de modo geral. Por exemplo. criação de camarão. Obter informações sobre criação de camarão.

com.Associação Brasileira de Criadores de Camarão Possui links de fornecedores e presta consultoria para pequenos produtores.Fundação para o Desenvolvimento de Comunidades Pesqueiras Artesanais Fornece todos os procedimentos básicos para a introdução da criação de camarões em gaiolas. 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .abccam.peacelink.br/ Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul. contactar as seguintes instituições: FUNDIPESCA . para complementar as informações. Site: http://ospiti.it/zumbi/org/funpesca/pcamar.Sugere-se.html ABCC . Site: http://www.

Existem diversas espécies nativas de camarões de água doce com potencial para criação comercial. Deseja criar camarão de água doce. O seu ciclo de vida compõe-se de quatro fases: larva. inclusive. camarão da Malásia. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O camarão de água doce é. superando as outras devido às suas características como o rápido crescimento. alcança um peso médio de 0 g em seis meses de criação. A espécie exótica Macrobrachium rosenbergii (camarão da Malásia) é a que se encontra mais bem adaptada para a atividade. Vietnã) introduzida no Brasil em meados de 9. podendo. criação camarão de água doce. chegando-se ao aproveitamento de 0% dos mesmos. três sistemas de criação adotados na carcinicultura de água doce. O hábito alimentar deste camarão é onívoro. se a disponibilidade de alimentos for insuficiente. atualmente consumido em larga escala e sua obtenção é basicamente proveniente de operações de cultivo. Suas características estão citadas a seguir. com ração balanceada. Índia.CRIAÇÃO DE CAMARÃO DE ÁGUA DOCE PALAvRAs-ChAvE Carcinicultura. quando estará em condições de ser comercializado. praticar canibalismo. sistema de criação Existem.000 ovos.  . Em cultivo intenso. juvenil e adulto. A fêmea produz de . dependendo do tamanho. além de boa aceitação no mercado. a carcinicultura. basicamente. Trata-se de uma espécie originária dos paises do Indo-Pacífico (Malásia. pós-larva. apresentar alta fertilidade e fecundidade.000 a 00. ser onívora.

na proporção que varia entre  a 0 pós-larvas/m. quantidades e teores protéicos variam de acordo com a faixa de tamanho dos camarões.00 a . os juvenis com peso médio de . Os viveiros são povoados com pós-larvas recém metamorfoseadas. em densidades de  a 0 juvenis/m.000 kg/há/ano. alvenaria. Em seguida. seus organismos com peso médio de 0.00 kg/há/ano. Ali permanecem por mais quatro meses. Neles. respectivamente para as fases iniciais e finais de cultivo. Rações contendo 0 a % de proteína bruta são fornecidas na proporção de 00 a % da biomassa total dos camarões. Os viveiros escavados no solo oferecem um bom recurso de alimento natural. A adubação química ou orgânica dos viveiros é periodicamente praticada a fim de incrementar esta fauna. O ciclo tem duração média de  meses sem qualquer transferência. Formas de manejo Manejo alimentar. etc. . altas densidades ( a  pós-larvas/litro) em tanques de concreto.0 g são transferidos para os viveiros de engorda. composto principalmente pela fauna bentônica que compreende as formas larvais e adultas de invertebrados aquáticos. seguindo o manejo descrito no sistema bifásico.0 g são transferidos para os berçários secundários.sistema bifásico (média tecnologia): trata-se da manutenção das pós-larvas recém-metamorfoseadas em viveiros-berçário. também em terra.  AgriculturA e PecuáriA sistema monofásico (baixa tecnologia): é caracterizado por apenas um tipo de viveiro. Estas diminuições nas proporções são gradativas ao longo do tempo de cultivo. sendo despescados com peso médio de  a 0 g. cujos tamanhos das partículas. Tal sistema permite alcançar produtividades próximas de . Esta fase tem duração de  a 0 dias.000 kg/há/ano.000 a . de terra. as pós-larvas recém-metamorfoseadas são estocadas e. sistema trifásico (alta tecnologia): semelhante ao anterior. em densidades que variam de 0 a 00 pós-larvas/m. diferindo apenas pela consideração de uma fase inicial realizada em berçários primários. Em todas as fases os camarões recebem alimentação artificial na forma de ração balanceada e peletizada. usado na recria. A sua produtividade estabelece-se entre . fibra de vidro. As produtividades neste sistema regulam-se entre . As pós-larvas permanecem nestes berçários durante aproximadamente dois meses.

efetua-se uma despesca total. dureza.Manejo hídrico. Com menos de 0% de argila. arenoso torna-se desapropriado em função do seu baixo poder de retenção de água. Deve-se evitar implantá-los onde há grandes variações de temperatura entre o dia e a noite. rios ou nascentes). O terreno deve ser plano ou levemente ondulado. o excesso de água acumulada costuma causar problemas na drenagem do viveiro. Isto ocorre geralmente depois de  ou  meses do ciclo total (berçário + engorda). enquanto que. Despescas As despescas nos viveiros de engorda iniciam-se sempre que uma boa parcela de camarões já tenha atingido o tamanho comercial. Amostragens quinzenais de camarões são realizadas para avaliar o crescimento dos organismos e obter informações para o cálculo das quantidades necessárias de ração. operação em que o viveiro é totalmente drenado e todos os camarões são capturados. Os solos considerados como ideais para a construção de viveiros são aqueles com taxa de argila variando entre 0% e 0%. Ao final do processo. com uma declividade de até %. Teores de oxigênio dissolvido. O solo ideal deve ter pH próximo a . provocando o aparecimento de rachaduras nas paredes dos tanques. temperatura e transparência são parâmetros controlados diariamente nos viveiros. cuja captura dos organismos é feita através de arrasto com rede seletiva. Em cada viveiro de engorda se promovem em média  a  operações. pH. ou seja. Localização Os viveiros devem ser instalados em locais onde haja fornecimento de água natural (poços. córregos. Com mais de 0% de argila. alcalinidade e outros são monitorados semanalmente. A qualidade da água deve ser rigorosamente controlada para que as condições ambientais se estabeleçam dentro dos padrões de exigência dos camarões a fim de gerar maior produtividade no cultivo. geralmente após seis meses de recria. O local é considerado adequado quando a temperatura média do mês mais frio é igual ou superior a 0ºC e quando existem ventos constantes e moderados.0. As despescas seletivas são realizadas a cada 0 dias aproximadamente.  . Outros manejos.

Matéria-prima O cultivo de camarão de água doce envolve duas fases: • Larvicultura.UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Centro de Aquicultura da UNESP Via de Acesso Prof Paulo Donato Castelane. o requerente deverá atender a algumas exigências. restaurantes e lojas especializadas em pescados. INDICAÇõEs: O criador de camarão deverá solicitar o registro de aqüicultor junto ao IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). termômetromedir a temperatura da água. redes de pescas. .unesp. LEGIsLAÇÃO: EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: UNESP . oxímetro – medir o oxigênio dissolvido na água. Em fazendas de engorda. mesmo que pequenas. ou kits para análise química do oxigênio dissolvido. alguns instrumentos simples são indispensáveis: disco de Secchi – medir transparência da água. Trata-se de um produto nobre. s/n. hotéis. com excelente aceitação nos mercados interno e externo.br  AgriculturA e PecuáriA Equipamentos Nenhum projeto de carcinicultura pode funcionar sem uma infraestrutura mínima capaz de atender as necessidades gerais de uma produção. Portanto podemos considerar como matéria-prima à pós-larvas que deverá ser adquirida em laboratórios especializados. tarrafas. Para obtenção deste registro. phmetro.para medir o pH da água. produção de pós-larvas • Engorda. podendo-se citar as redes de supermercados. assim como suas peculiaridades. Em alguns estados brasileiros essas licenças podem ser expedidas diretamente pelo IBAMA. tela protetora usada para proteger a entrada de predadores e saída de camarões. dentre as quais incluem-se a licença ambiental e a outorga do uso do recurso hídrico. O mercado consumidor é bastante diversificado. CEP -900 JABOTICABAL SP FONE () 0-0 e-mail caunesp@caunesp. criação dos jovens a partir da fase de pós-larvas até atingir o tamanho comercial.

Associação Brasileira de Criadores de Organismos Aquáticos Av. mariscos e crustáceos.br ABRACOA . CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A criação de camarão de água doce vem crescendo muito nos últimos anos.com. caranguejos.br http://www. É bastante problemático investir em uma atividade com consumo de água tão elevado. o índice de evaporação é altíssimo. Para ser ter uma idéia. A carcinicultura é uma das atividades que mais consome água. Francisco Matarazzo. A utilização de produtos químicos tem provocado a mortandade de peixes. mas alguns cuidados devem ser tomados principalmente em relação ao impacto ambiental. principalmente na região nordeste. imensas áreas de manguezais e de matas ciliares ao longo dos rios vêm sendo destruídas. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia ABRACOA – Associação Brasileira de Criadores de Organismos Aquá .Fazem pesquisa e prestam assistência técnica e vendem alevinos IBAMA .gov. http://www. lagos e dunas.abracoa. utiliza-se de 0 a 0 milhões de litros de água por tonelada produzida.Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Renováveis. Devido ao tamanho do espelho de água dos viveiros. levando-se em consideração três despescas.kit.net CURsOs: Serviços.  CEP 00-900 São Paulo SP Fone () - e-mail abracoa@uol. fonte de sobrevivência de muitas comunidades. gamboas. cursos e certificação. Com a construção dos viveiros nas margens dos rios.ibama.

Recomendações básicas para a criação do Camarão da Malásia. LOGATO.ibama. Disponível em: < http://www.abracoa.AQUICULTURA .htm>. 00 RIBEIRO.net>. Disponível em: <http://www. 00 9 AgriculturA e PecuáriA ticos.kit. Disponível em: <http://aquicultura. Priscila Vieira Rosa. Acesso em:  de fev. 00 (Boletim Técnico). Paula Adriane Perez.br/>.BR. Acesso em:  de fev. Acesso em:  de fev. .Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Renováveis. Lavras: Universidade Federal de Lavras.gov.br/recomendacoes_tecnicas_para. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev. Criação de Camarões de Água Doce. IBAMA . 00. 00.

em grande parte. mesmo em criações com emprego de tecnologias mais simples Com estes dados e outros mais o futuro empreendedor deve escrever o plano de negócio o qual oferecerá dados mais concretos sobre a questão. como pode obter um lucro maior na carne de cabritos ou no leite de cabra. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. Qual é a melhor forma de obter um plantel de cabras leiteiras com baixo custo? Da escolha das cabras depende. caprinocultura Saber qual é a melhor forma de obter um plantel de cabras leiteiras com baixo custo. a topografia do terreno dentre outras características Importante se faz. litros. devem ser adquiridos animais com características adaptadas à região que satisfaçam aos interesses do criador. analisando o tipo de vegetação lá existente. onde vender o leite e a carne na grande São Paulo ou adjacências e se existe algum frigorífico que possa comprar os cabritos vivos ou tem que abatê-los. visitar os criadores da região onde se poderá adquirir as crias de acordo com os interesses postados. Portanto deve-se definir. também. 0 . a facilidade de obtenção de água. Especialistas informam que devem ser adquiridos cabras de raças ou linhagens com períodos de lactação de 0 dias e uma produção inicial acima de .CRIAÇÃO DE CAPRINOs PALAvRAs-ChAvE Criação de caprinos. primeiramente o local de criação. Quando da formação do rebanho. caprinos. o sucesso da criação. Um aspecto que deve ser considerado diz respeito às condições climáticas predominantes no local onde se deseja implantar ou aprimorar a criação. Na decisão de criação de caprinos deve-se levar em consideração alguns aspectos básicos relevantes para que a atividade tenha êxito.

Os supermercados e empórios já oferecem leite. “Em se tratando de salas de ordenha. Como posso obter um lucro maior na carne de cabritos ou no leite de cabra? São Paulo detém o maior rebanho de cabras leiteiras do país. Onde vender o leite e a carne na grande são Paulo ou adjacências? Existe algum frigorífico que possa comprar os cabritos vivos ou tem que abatê-los? Os grandes supermercados. A alimentação deve seguir as sugestões para cada raça. ou seja. 3. todavia é  AgriculturA e PecuáriA 2. Para saber qual é a melhor opção necessário se faz desenvolver plano de negócio para as atividades de interesse. queijos. logo depois de efetuada cada ordenha”. seguido por Minas Gerais e Rio de Janeiro. ou ainda oferecer produtos de sua própria fabricação. O que se deduz é que um plantel que recebe os devidos cuidados e alimentação sadia evita doenças que oneram os custos de criação. a água deve estar disponível. a higienização deve ser realizada. mas para alcançá-los o pecuarista deve contratar um intermediário ou fazer visitas de apresentação de seus produtos. mas sim meios de analisar cada custo que envolve um empreendimento buscando alternativas que possam diminuir as despesas. manter as instalações sempre higienizadas. ele diz que têm surgido novas queijarias no País. uma vez que tais produtos são considerados como diferenciados. Quanto a venda da carne ou do leite deve-se considerar que. . que é livre de barreira sanitária e pode vender a produção para todo o Brasil. com expectativa de pequena redução nas compras externas.Ele acrescenta que 90% da carne caprina consumida em São Paulo são importadas do Nordeste. não existe uma receita pronta para aumentar lucros. principalmente da Bahia. o próprio mercado indica o preço praticado dentro da modalidade escolhido pelo pecuarista. ou participar de uma cooperativa. No entanto. diariamente. Outro fator de igual importância é quanto a saúde dos animais o que significa dar assistência veterinária. o próprio pecuarista pode fazer a venda e entregar. No entanto. O presidente da Capripaulo informa que estudo realizado há dois anos indicava que 0% da demanda de leite de cabra e derivados eram supridas pelas importações. Os frigoríficos. praticar a vacinação conforme orientação dos profissionais da área. os empórios. os hotéis são compradores em potencial. carne e até pratos prontos e os preços não são tímidos. em geral compram os animais já abatidos. os restaurante-classe A.

Ceará Telefone: (0xx-) -000 Fax: (0xx-) -0 E-mail: ant@cnpc.pdf> <http://www.embrapa.Telefone: () -000 SBRT.sbrt.pdf> <http://www.ibict.Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.sbrt. km  Caixa Postal D-0 0-90 Sobral. saber de suas demandas e potencial.pdf> Ainda a Embrapa Caprinos oferece oportunidade para maiores esclarecimentos. Dentre elas citam-se: <http://www. 00  .br/upload/sbrt480.br/upload/sbrt400.br REFERêNCIAs Embrapa Caprinos . várias respostas técnicas que poderão ser úteis neste momento.sbrt.ibict.sbrt.br/upload/sbrt480. Sistema Brasileiro de Respostas Técnicas.ibict.br/upload/sbrt479.fundamental conhecê-los de perto. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Encontram-se nas páginas do SBRT. 00.br/upload/sbrt925. no seguinte endereço: Embrapa Caprinos Fazenda Três Lagoas Estrada Sobral/Groaíras. Acesso em: 0 de out.sbrt.pdf >.pdf> <http://www.ibict.ibict. Disponível em: <http:// www. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out. fazer contatos.

O capital inicial e de giro serão determinados pelo plano de negócio que definirá o número de cabeças necessário para iniciar a criação e que cubra as despesas fixas. o sucesso da criação. é o conjunto de informações. em grande parte. caprinos PALAvRAs-ChAvE Obter informações sobre criação de caprinos no Estado de São Paulo.sebraesp. Como estimar o custo inicial? Estimativa de capital necessário até a produção cobrir as despesas? Quanto de terra é necessário para um rebanho de 00 caprinos para leite e queijo? Qual é a melhor raça para este fim? Aonde procurar mão de obra qualificada? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. a importância de se desenvolver o plano de negócio.br) que oferece vários cursos.  AgriculturA e PecuáriA CRIAÇÃO DE CAPRINOs NO EsTADO DE sÃO PAULO .Como estimar o custo inicial? Da escolha das cabras depende. criação de caprinos. Estimativa de capital necessário até a produção pode cobrir as despesas? Para se determinar o custo de um empreendimento. que permitem. é primordial ter em mente. como controlar custos. como abrir uma empresa. 2. Com estes dados o futuro empreendedor deve escrever o plano de negócio o qual oferecerá dados mais concretos sobre a questão. O plano de negócio é uma ferramenta que contém todos os dados referentes ao projeto. Especialistas informam que devem ser adquiridos cabras de raças ou linhagens com períodos de lactação de 0 dias e uma produção inicial acima de .com. decidir com mais segurança sobre o negócio a ser iniciado. dentre tantos outros. oficinas e palestras tais como: como iniciar um negócio. litros. ao empreendedor. Sugerimos consultar o Sebrae (http:// www.Caprinocultura. atendendo a situações bem específicas: viabilidade do negócio e avaliação financeira para o caso de captação de recursos.

“Já o Sul. Quer obter informações sobre criação de caprinos no Estado de são Paulo. Tanto que São Paulo. o País tem de importar esses produtos de países vizinhos. O presidente da Capripaulo informa que estudo realizado há dois anos indicava que 0% da demanda de leite de cabra e derivados eram supridas pelas importações. com expectativa de pequena redução nas compras externas. analisando o tipo de vegetação lá existente. Oitavo do ranking mundial com um rebanho estimado em . ele diz que têm surgido novas queijarias no País. Ele acrescenta que 90% da carne caprina consumida em São Paulo são importadas do Nordeste. mesmo em criações com emprego de tecnologias mais simples.  .” São Paulo detém o maior rebanho de cabras leiteiras do País. Para suprir a demanda. a facilidade de obtenção de água. “A atividade está crescendo muito”. Um aspecto que deve ser considerado diz respeito às condições climáticas predominantes no local onde se deseja implantar ou aprimorar a criação. diz. Quando da formação do rebanho. principalmente da Bahia.3. principalmente. Na decisão de criação de caprinos deve-se levar em consideração alguns aspectos básicos relevantes para que a atividade tenha êxito. a topografia do terreno dentre outras características. “No Nordeste. aponta boas perspectivas para a caprinocultura. reúne a elite da caprinocultura de leite. afirma. No entanto. primeiramente o local de criação. O presidente da Associação Paulista de Criadores de Caprinos (Capripaulo). que é livre de barreira sanitária e pode vender a produção para todo o Brasil. seguido por Minas Gerais e Rio de Janeiro. Portanto deve-se definir. milhões de ovinos e 0 milhões de caprinos a produção brasileira de carne de caprinos e carne e lã de ovinos é insuficiente para atender ao consumo interno. Wilson Valentini Junior. Minas Gerais e Rio de Janeiro são exportadores de genética caprina para outros Estados. na sua maioria extensiva e a partir de animais sem registros”. o forte é a criação voltada para corte. devem ser adquiridos animais com características adaptadas à região que satisfaçam aos interesses do criador.

de tábuas ou de troncos ocos encontrados na propriedade e devem ficar posicionados a uma altura de 0. Esta área permite manejar adequadamente as cabras próximas à parição e as cabras recém-paridas. qualidade e o estado das pastagens e das forrageiras lá encontradas.0 m. para evitar a entrada de animais.O tamanho do chiqueiro deve ser definido de acordo com a dimensão do rebanho. quanto para os animais em reprodução e desmamados. pelo menos quatro divisões destinadas para lotes de animais nas seguintes fases de desenvolvimento. sobre eles. Cabritos desmamados. • Cabras em estado avançado de gestação (próximas à parição) e cabras recém-paridas. Quanto de terra é necessário para um rebanho de 100 caprinos para leite e queijo? O número de cabeças que podem ser colocados em uma determinada área varia de acordo com a espécie. Animais em fase de reprodução (matrizes e reprodutores). m a . 5.0 m acima da altura do cocho. podendo. devem ser colocados cochos para sal mineral para a suplementação dos animais. Qual é a melhor raça para este fim? Existem várias raças para leite e como já mencionado anteriormente o empreendedor deve escolher aquela que melhor se adapta ao local de criação. constituído por ripa ou arame. recomendando-se uma área útil de 0. a uma altura de cerca de 0. para cada animal adulto. Segue abaixo relaçãao de raças leiteiras conforme solicitado:  AgriculturA e PecuáriA 4.0 m do solo. Os cochos podem ser feitos de pneus. . Em cada uma das divisões reservadas tanto aos lotes de cabras próximas à parição e as recém-paridas. • • • • A primeira divisão deve dar acesso a um piquete com pastagem nativa ou cultivada. ser colocado um protetor. evitando a ação de predadores e a ocorrência de miíases (bicheiras) nos animais recém-nascidos. Cabriteiro (animais em lactação). internamente. É importante que o chiqueiro apresente.

com ou sem barba. kg)  ± kg e período EMBED Equation de lactação: 9 meses ( ±  dias).Apresenta chifres. Cabeça cônica e alongada. vale do rio Saanen nos cantões de Berna e Appenzel. Pêlos curtos. pelagem de cor variada. É uma raça cosmopolita. orelhas levantadas de tamanho médio.com  a . orelhas pequenas e horizontais. Média de produção de leite: kg. ponta das orelhas escuras. Grison: Mais rústica. apresenta uma faixa negra no dorso sendo os membros escuros na parte inferior. perfil retilíneo. chanfro reto. Apresenta a variedade Branca-Alemã. no Vale do Toggenburg: proviniente do cruzamento  . pelagem parda (claro-acinzentado ao vermelho escuro). e a cabeça assim como a cauda mais escura que o restante do corpo. Parda Alpina Origem suiça. No Brasil apresenta grande porte. É um animal de grande corpulência. é considerada uma das melhores raças para produção de leite. Toggenburg Origem suiça. fronte larga. Padrão Brasileiro possui grande porte.Na Suiça apresenta  tipos: Oberhasli-Brienz: Suiça . olhos grandes e claros. com listra preta na linha nuca-dorso lombar até a garupa. ventre escuro. parte distal dos membros preta. orelhas pequenas a medianas e eretas.Pelagem uniformemente branca. sendo no Brasil o padrão alpino de cor acamurçada. chanfro reto. produção leite( a . orelhas pequenas a medianas e eretas. Produção de leite  kg ( kg ±  kg ) e período médio de lactação:  meses (  EMBED Equation  dias ). fronte larga. possuindo uma grande estrutura óssea. espesso. suporta condições climáticas extremas.naturalmente mocha. pêlos curtos. com ou sem cornos. pelagem totalmente branca. fina e bem elegante. encontrada desde as regiões baixas até as regiões montanhosas. profundo. presença ou não de chifres. orelha ereta e curta.% de gordura.saanem De origem Suiça. presença ou não de chifres. linha preta dos olhos ao focinho. Apresenta cabeça com perfil retilíneo.

As orelhas são de tamanho médio. sem cornos (podendo eventualmente apresentar chifres).  AgriculturA e PecuáriA inicial da cabra Fulva de Saint-Gall x Saanen. perfil retilíneo. A média de produção é de 00 kg de leite por lactação. Apresenta  faixas brancas que partem do lado da boca e terminam junto as orelhas. bodes com pêlos mais longos e mais grossos. de porte pequeno. recentemente foi introduzido um lote desta raça por criadores do estado da Paraíba. pouco côncava.0 dias de lactação. É um animal geralmente mocho. Os espanhóis têm dedicado. Canindé. A cabeça é triangular. de cor geralmente preta. Graúna.0m nos machos adultos e de 0. eretas e muito móveis. variando do claro ao escuro. . pelagem de cor acinzentada. e nos machos adultos de 0 kg a 0 kg. presença ou não de chifres. Marota. Murciana A raça é originária da Espanha e insere-se no tronco das Pirinaicas (europeu). A altura média da cernelha é de 0. Há. Padrão Brasileiro é de porte grande. com peso variando nas fêmeas adultas de  kg a 0 kg. ainda as raças mistas como Anglo Nubiana.0m nas fêmeas. podendo haver exemplares de cor castanho-escura.Pêlos podem ser curtos ou apresentar fios mais compridos no dorso e na parte externa das coxas. parte distal dos membros e inserção da cauda de cor branca. focinho. São animais de pêlos curtos e finos. com listras de cor clara que partindo das orelhas. Muito produtiva e rústica. Cor castanha-cinza claro. passam pelos olhos e vão terminar nas comissuras labiais. orelhas pequenas na horizontal. fronte larga. pelos de comprimento mediano a longo. bastante atenção à exploração e seleção. No Brasil. para o aprimoramento da produção de leite. Moxotó. com cabeça bem feita e alongada. Pernas abaixo do joelho e na inserção da cauda são claras. mostrando orelhas de tamanho mediano elevadas e dirigidas para frente. chanfro reto. ao longo das últimas décadas. de perfil reto com frontal amplo e ligeiramente deprimido ao centro. Média de produção de leite: 00 a 900 kg em  .Apresenta porte médio.

Todavia é primordial que um veterinário acompanhe o rebanho cuidando para o mesmo seja sadio. 00. Acesso em:  de jun.6. Acesso em:  de jun. Valgueiro. São Paulo reúne a elite dos ovinos e caprinos. porém devem ter feito cursos sobre a criação e ter profundos conhecimentos sobre todos os tipos de manejo. Agropauta.fmvz.br/destaque.cpamn.unesp. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .com. uma vez que não há necessidade de mão de obra qualificada para o dia a dia.br/ovinos/racapri. Raças Nativas: a ameaça da extinção. Hévila Oliveira. 00. Capritec soluções em capricultura. Salles. Disponível em: <http://www. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jun. Danilo Elmo de A.htm>.agropauta. Um rebanho sadio pode produzir mais por menos.capritec. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de jun.com. Disponível em: <http://www.asp?todo=id&id=91>. 00. Disponível em: <http:// www.br/>.br>. REFERêNCIAs Embrapa Meio-Norte. Acesso em:  de jun. Aonde procurar mão de obra qualificada? A mão de obra deve ser adquirida no local da criação.embrapa. Santos. Diônes Oliveira. 00.

mas sugere estabelecer matrizes com macho de Santa Inês.Ovinos. l animais de boa qualidade e procedência. e “entusiasmo” pela atividade. ovinicultura PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Informação sobre criação de ovinos. O Departamento de Zootécnica da Esalq possui um Laboratório Experimental que recepciona visitantes mensalmente. l disponibilidade de água. Quanto à reprodução: na primavera pode-se usar raça Santa Inês e no outono raças estacionais. com a professora Ivanete. Ivanete Susin Departamento de Zootecnia/Esalq/ USP informou que não existem estudos sobre cruzamento de animais deslanados com lanados. Inscrições gratuitas podem ser feitas por telefone (9) 9-. poderão obter ótimos lucros com a criação desses animais. alimentação e eventuais suplementos. Caso o criador entenda bem da atividade. raça deslanada. mas não dispensável. A atividade requer assistência de profissionais (veterinários) principalmente para aqueles que estejam iniciando a atividade. l clima adequado ao tipo de criação. Os criadores. A Professora Dra. desde que trabalhem com as técnicas adequadas para cada raça. Wilyy de France ou Texel. a necessidade de assessoria será menor. Fatores críticos para o sucesso: l conhecimento técnico por parte do criador. 9 AgriculturA e PecuáriA CRIAÇÃO DE OvINOs . O que permitirá o abate de fêmeas e machos. Condições necessárias para criação de ovinos A criação de ovinos é uma atividade pecuária das mais importantes e que apresenta um grande potencial para investimentos no Brasil. e a partir daí colocar Suffok.

de 00 a 00 bovinos. Em um pasto com . a formação do animal. Quando a densidade de ovinos em um pasto é muito grande e não há rotação de pastagens. porque: l após a tosquia os animais estão mais leves e são vendidos por menores preços. não só o fator econômico. também. pode-se colocar de  a  ovinos por hectare. o terreno recebe muitas fezes. ou seja. mas o seu preço é mais elevado. Economicamente. Essas são as condições encontradas em criações 0 . muitas vezes. podem ser colocados. reduzindo o rebanho por causarem muitas mortes. Já a aquisição de ovinos no outono permite ao criador observar a qualidade da lã e o seu volume quando elas já estão com lã de  ou  meses e que.l l qualidade das pastagens. dependendo do desejo do criador. um período de  a  meses durante o ano sendo. levando em consideração. também. capões e jovens machos ou fêmeas. Com isso. havendo possibilidades de agregar bovinos na mesma área. Os carneiros ficam com o rebanho durante o período dos acasalamentos. controle fito-sanitário. l e também porque o criador deve observar bem. Em pastagens mais ricas.000 ovinos. e o seu estado de saúde. O rebanho Pode ser formado por ovelhas. desde que o número de bovinos seja menor. o rebanho poderá ser prejudicado pelas verminoses que debilitam os animais. As ovelhas são destinadas à reprodução e à produção de lã. mas. depois. carneiros. deve-se escolher a melhor época para fazêlo. a melhor época é logo após a tosquia (novembro ou dezembro). já foram até acasaladas. Aquisição dos ovinos para a formação do rebanho Para iniciar uma criação. ficando altamente contaminado por vermes que certamente os infestarão. apartados dele. qualidade e o estado das pastagens e das forrageiras lá encontradas. pois já produziram a lã de um ano. Formação do rebanho ovino O número de ovinos que podem ser colocados em uma determinada área varia de acordo com a espécie. o zootécnico.

Um ovino sadio apresenta: l olhar vivo. As características do velo devem estar de acordo com os padrões da raça. Procedimentos para a seleção dos ovinos O principal item a ser levado em consideração na escolha dos ovinos. As fêmeas ou borregas são mantidas para substituir as ovelhas velhas e aquelas que morrerem. amplas fossas nasais. lombo reto. do comprimento e da finura. Naturalmente. por um período de  meses da última tosquia. são destinados à produção de lã. um rebanho bastante uniforme em relação ao seu exterior. pescoço forte. uma cabeça bem proporcionada.  AgriculturA e PecuáriA de regime extensivo ou semi-extensivo. é a sua saúde. vendidos para corte ou mantidos no rebanho até os  anos de idade. machos e fêmeas. l é bem desenvolvido. durante  a  safras. O número de machos deve ser de  a % do de ovelhas destinadas à reprodução. os “capões”. sendo os que produzem maiores quantidades desse produto têxtil. os animais destinados à reprodução devem ser bem selecionados. Os cordeiros são castrados para a venda aos  ou  meses de idade ou mantidos para substituírem os capões vendidos ou abatidos. bons aprumos com ossos fortes e largos. l para produzir lã de qualidade o ovino precisa apresentar um velo denso. grossura uniforme em toda a sua extensão e com barriga e pernas bem cobertas de lã. grosso e bem inserido. quando são abatidos para consumo. cara larga. com fios longos. ou seja. em todo o velo. Melhor seria iniciar uma criação de ovelhas novas e de uma só raça.Os machos castrados. . em número nunca superior a . Sua qualidade decorre da uniformidade. depois.000 cabeças. pois deles vai depender a melhoria do rebanho e o seu valor econômico. Eles são. l devem apresentar todas as características da sua raça. com uma lã de qualidade e em bom estado. para que o criador possa sentir os problemas dessa atividade e adquirir prática. formando assim. Seu corpo é cheio.

as possibilidades reprodutivas. o que restringe as possibilidades de acasalamento de cada fêmea e. cara muito estreita. as raças de lã mais fina. pernas compridas. apenas um cio por ano. peso abaixo do normal e barriga e pernas peladas. como em qualquer tipo de criação. acompanhado de tosse. cada raça apresenta uma época mais indicada para a cobertura. geralmente. eriçada e sem resistência pode ser conseqüência de uma verminose avançada ou decorrente de uma sarna. por falta de lã. isso significa a presença de uma bronquite verminótica. também.Cuidados a serem tomados e pontos a serem observados: l lã sem brilho. é um dos fatores críticos para o sucesso do empreendimento. ampliando as possibilidades reprodutivas para várias épocas do ano. que é a época mais comum para os nascimentos. um período reprodutivo. por exemplo. focinho fino. em todo o corpo. As ovelhas apresentam. ou seja. Reprodução e Manejo A reprodução dos ovinos. peito estreito. O criador deve conhecer bem o processo e os métodos que devem ser empregados para obter melhores resultados. O primeiro sinal de sarna é o aparecimento de pontas de mechas de lã que se desprendem para então aparecerem várias falhas de pêlos. Para aproveitamento do período fértil os machos devem estar em condições totalmente adequadas à reprodução. conseqüentemente. apresenta um período reprodutivo maior ampliando. muito importante. Alimentos para ovinos A alimentação dos ovinos é baseada em alimentos volumosos (com um elevado teor de fibras e baixo teor de nutrientes digestíveis totais e concentrados. que possuem um baixo teor de fibras e um alto teor de nutrientes digestíveis totais. l constituição débil. ainda. mal aprumadas e finas. O exame das mamas é. tendo em vista o fim das gestações no verão. os tubérculos e as raízes. O criador deve conhecer bem o momento ou época do ano mais adequada para o acasalamento.  . Todavia. l muco quase purulento nas narinas. Temos. classificadas como concentrados aquosos.

 e  de Abril de 00.com. uov. 00.br. .org.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugerimos conhecer o material apresentado no Simpósio de Ovinos e Caprinos de Corte. Acesso em: 0 mar. Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba. E-mail: ivasusin@esalq. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 mar. pela EMEPA. Disponível em: <http://www. Ivanete Susin. 00. o criador deverá estar atento aos cuidados básicos para o desempenho eficiente. Cursos Universidade On-Line de Viçosa – http://www.emepa. RURAL News. Disponível em: <http://www. Glória Lourdes. Disponível em: <http://www. UOV .br/public05_.uov. porém haverá também informação sobre manejo.br A Faculdade de Medicina.Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba.com. da UNESP oferecerá um curso (Criação de Ovinos) nos dias . Veterinária e Zootecnia de Botucatu. 00  AgriculturA e PecuáriA Para que as fêmeas estejam totalmente preparadas para o período de acasalamento. Profa.php>. estando em condições sanitárias adequadas.ruralnews. O rebanho deve receber boa alimentação durante todo o ano. número do telefone: () -9.Universidade On-line de Viçosa. Dra. com a Dra.br>. Publicações. Acesso em: 0 mar. Telefone (9) 9-. dos anos de 00 e 00. Departamento de Zootecnia /Esalq/USP. Este curso tem como objetivo as doenças que podem afetar a criação.br>. 00. Acesso em: 0 mar.usp.com.Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia EMEPA . informações pelo telefone () -09.

Estas devem ser feitas com base no conhecimento do comportamento dos ovinos. Saber se é possível iniciar uma criação comercial de ovinos em regime semi-intensivo voltado para exploração de carne em área de apenas um alqueire. Quantos hectares seriam o ideal para iniciar uma criação (possui 1 ha). Estas áreas são para: l cabras em estado avançado de gestação com acesso a um piquete com pastagem nativa ou cultivada. As dimensões. O que se deve observar.. Um experimento apresentado no IV Simpósio sobre Recursos Naturais e Sócio-econômicos do Pantanal. ao construir instalações. no ano de 00 “demonstrou que estas não precisam ser sofisticadas para o acabamento de cordeiros. tanto de ovinos quanto de caprinos. portanto. sob controle para evitar que animais sofram qualquer ataque que possam prejudicar-lhes a saúde e a dos recém-nascidos. que são simples e econômicas. em  há é possível colocar 00 cabeças. ou tamanho das instalações dependerão do número de animais destinados à criação. como em sistema de semiconfinamento. são as áreas restritas designadas a certas etapas do desenvolvimento do rebanho.0 m. respeitando seus hábitos e necessidades básicas”. (MS). o manejo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Criação de ovinos em regime semi-intensivo Há instalações que podem ser adotadas.0 m a . em Corumbá. l animais em fase de reprodução (matrizes e reprodutores)  . ovinos.CRIAÇÃO DE OvINOs EM REGIME sEMI-INTENsIvO PALAvRAs-ChAvE Criação de ovinos. ovinos em regime semi-intensivo. Desta forma fica. No entanto a Embrapa recomenda as seguintes áreas úteis por animal adulto: 0.

de tábuas ou mesmo de troncos de árvores. faz os seguintes esclarecimentos e recomendações para criação de caprinos e ovinos: O Objetivo das instalações O objetivo das instalações é viabilizar e facilitar o manejo geral de um rebanho caprino ou ovino. no caso. dividem pastagens.0 m do solo (). Neste modelo as instalações são de chão batido. otimizando o emprego da mão-de-obra. as principais são: centros de manejo l saleiros l apriscos  AgriculturA e PecuáriA Cabriteiro (animais em lactação) Cabritos desmamados. . Embrapa Caprinos (veja endereço completo em referências). isto é: elas facilitam e reduzem o uso da mão de obra para as tarefas diárias. A Embrapa Caprinos. Este modelo é direcionado para criadores familiares. a 0. entre outras.” A Importância A importância das instalações está fundamentada na extrema capacidade que elas têm em buscar a otimização da relação homem/ animal/ambiente. mas que poderia servir de modelo para o empreendedor que deseja iniciar uma pequena criação. Também em termos de cochos. de palha de babaçu ou carnaúba. cobertura vegetal. protegem e dão segurança aos animais. armazenam e reduzem o desperdício de alimentos. favorecem o manuseio do rebanho e o controle de doenças. estes podem ser de pneus usados. dentro de um processo de produção.l l Em cada uma dessas áreas há de se colocar cochos para suplementação alimentar com sal mineral.” As Principais Instalações Entre as instalações mais utilizadas na produção de caprinos e ovinos. reduzindo custos e favorecendo a produção e a produtividade do empreendimento. sem causar estresse aos animais. A Embrapa desenvolveu um modelo de instalações para 00 caprinos.

ou seja utilizar 0 a 0 animais por metro linear de cocho. Outras recomendações de medidas: Cocho: Recomenda-se 0.” Área (m) Coberta Matrizes Animais jovens Crias Reprodutores . Largura = 0. m a 0. Seja para o pastoreio ou alimentação no cocho. o que se espera é que a instalação disponibilize espaço apenas o suficiente para propiciar condições favoráveis ao desempenho dos animais. m na base superior.0 > .0 Descoberta > . . Ver Quadro abaixo.  . em Cab/m. > . Tamanho das áreas coberta e descoberta (área de exercício) de um aprisco para caprinos e/ou ovinos. é desperdício. Tamanho exagerado ou área em excesso têm custos mais elevados.0 0. m linear para cada animal.: Estas mesmas medidas são recomendadas também para Centros de Manejo e Currais de engorda. 0. Mais do que isso.0 > . seja para o descanso ou repouso noturno dos animais.0 Obs.l l l l l l l l l pedilúvio currais esterqueiras bretes cercas comedouros bebedouros galpões salas de ordenha Aspectos Importantes na Construção das Instalações para caprinos e Ovinos Tamanho ou a área das instalações – O tamanho ou a área de uma instalação diz respeito tão somente ao tamanho do rebanho. sem trazer maiores benefícios. m na base inferior e 0. Altura = 0. Brete: Comprimento = 0 m. m.

Material utilizado Para a construção do aprisco. Pelo con AgriculturA e PecuáriA Pedilúvio: Comprimento = . na medida em que nem sempre fazer uso de uma instalação qualquer significa maior rentabilidade para um rebanho. no desenvolvimento das atividades diárias com um rebanho. na medida do possível. permitir o livre acesso de manejadores e o trânsito fácil dos animais. o material da própria fazenda. ou a um melhor armazenamento de alimentos ou. a uma melhor divisão de pastagens. tendo em vista a predominância dos ventos e das chuvas. proporcionando proteção e segurança ao mesmo. Largura = a mesma largura da porteira. longe de estradas e próximo à casa do manejado. durável e resistente como: madeira. os apriscos deverão situar-se sempre no sentido NorteSul. para um melhor aproveitamento da penetração dos raios solares (manhã e tarde).0 m. a sua localização é de extrema importância. visando a redução dos custos. ainda. de tempo e de segurança. ventilado.0 m. etc. pedras toscas. por exemplo: eles devem ser construídos em terreno elevado. tem que atender bem às necessidades do rebanho. Profundidade = 0. sem maior sofisticação. e a redução máxima dos seus efeitos negativos sobre os animais (as correntes de ar e a umidade em excesso. também. em cada localidade. Em caso de apriscos. varas.” Localização das construções Para toda construção. será utilizado. Assim. de espaço. bem drenados. permitir uma boa circulação de ar e resguardar os animais de ventos fortes e encanados. em especial a sua situação com relação aos pontos cardeais que é um fator importante.” situação Em algumas instalações.” . palhas para coberta. entre outros). como é o caso dos apriscos. deve facilitar a alimentação e tratamento dos animais e permitir a divisão dos mesmos em categorias Atender. isto é.” Funcionalidade Toda e qualquer instalação têm a obrigatoriedade de ser funcional. na medida em que ela deve atender aspectos de ambiente.” Relação custo-benefício A fiel observância deste aspecto tem sido recomendado enfaticamente.

cnpc. acabamento. sem sombra de dúvida. 00.” “Em se tratando de salas de ordenha.). apriscos e centros de manejo.br REFERêNCIAs Embrapa Caprinos. isto implica numa redução da economicidade. lactação. etc. no seguinte endereço: Embrapa Caprinos Fazenda Três Lagoas Estrada Sobral/Groaíras.” higienização A higiene das instalações é. Disponível em: <http:// www. Todavia.” CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se entrar em contato com a Embrapa Caprinos oferece oportunidade para esclarecimentos mais detalhados sobre instalações. a higienização deve ser realizada. muitas vezes. o tipo da instalação. Acesso em:  ago. sobretudo quando se trata de currais.br>. km  Caixa Postal D-0 0-90 Sobral. um aspecto de extrema importância na produção de caprinos e ovinos.sbrt.trário.embrapa. a recomendação para a construção de uma instalação é questionar sempre: qual o seu custo? Quais os benefícios? E qual é a relação Custo / Benefício?. Portanto.  .ibict. 00. diariamente.pdf >. logo após efetuada cada ordenha. Disponível em: <http://www. o bom senso do produtor ou do manejador é o melhor referencial indicativo para o estabelecimento da freqüência de limpeza das instalações.br/upload/sbrt480. a categoria de animais e as fazes de produção (gestação. SBRT-Serviço Brasileiro de Resposta Técnicas.embrapa. Acesso em:  de ago.“ “A maior ou a menor freqüência de limpeza está condicionada às condições ambientais como: períodos chuvoso e seco. Ceará Telefone: (0xx-) -000 Fax: (0xx-) -0 E-mail: ant@cnpc.

00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL .Magda das Graças Costa  de ago.

etc são fundamentais para o sucesso do empreendimento. condição que pode facilitar sua criação em tanques-rede de pequeno volume.ibict. O pirarucu é provavelmente a espécie mais promissora para o desenvolvimento da criação de peixes em regime intensivo na região Amazônica. No entanto. mas a criação. Dourado e Pintado.CRIAÇÃO DE PEIXEs: PIRARUCU. porém. o consumo de peixe é de cerca de . A seguir informações gerais sobre criação dos peixes solicitados. TAMBAQUI. criação de peixe Informações gerais e específicas sobre criação dos peixes: Pirarucu. podendo alcançar até 0 kg no primeiro ano de criação. Possui alta velocidade de crescimento. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA No Brasil.br/roraima/dedoc/rr23042002.amazonpress. o que significa um mercado com potencial superior a 00 mil toneladas de peixe/ano. sugere-se visitar a seguinte página:<http://www.pdf>. DOURADO E PINTADO PALAvRAs-ChAvE Peixe. em qualquer modalidade de criação intensiva. publicada neste portal (SBRT). a alimentação. grande rusticidade ao manuseio e respiração aérea. além de não manifestar canibalismo quando confinado em altas densidades e de ser facilmente treinado para aceitar alimentação com ração extrusada. principalmente em cativeiro. br/upload/sbrt781. Sobre como iniciar criação de peixes de água doce.sbrt. quilos per capita/ano. PIRARUCU 90 . <http://www.com. piscicultura.htm>. A média de consumo na região amazônica é de  quilos per capita/ano. a pesca nativa não supre um oitavo desta demanda. o manejo. o conhecimento sobre o comportamento e crescimento do pirarucu. ainda é escasso. Tambaqui.

quando ideais. tendendo à manutenção de lotes mais homogêneos e. podem quebrar o status social de dominância e subordinação. dificultando com isso o acesso ao alimento e gerando competição nas zonas de alimentação. observaram.scielo. é 9 TAMBAQUI AgriculturA e PecuáriA A homogeneidade no crescimento dos peixes. em ambientes confinados. existem aqueles que influenciam na condição fisiológica e sanidade dos peixes como o déficit de oxigênio. como seu uso em ambientes de difícil acesso. conseqüentemente. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da densidade de estocagem sobre a variação do crescimento de juvenis de pirarucu em tanques-rede de pequeno volume. no caso de peixes de respiração aquática obrigatória e o ataque de agentes patogênicos. Densidades de estocagem excessivas também podem causar variações no crescimento dos peixes.br/scielo. é conseqüência de diversos fatores que influenciam o desempenho dessa população. do piscicultor Rodolfo Henrique Français. Fonte:< http://www.php?script=sci_arttext&pid=S0100204X2003000100014> A Fazenda Água Limpa. uma vez que permitem altas densidades de estocagem e. Embora os fenômenos que geram estresse e a variação do crescimento nos peixes nem sempre estejam relacionados à tomada de alimento. A estocagem de lotes de peixes com tamanhos homogêneos iniciais influenciam na homogeneidade do lote final . dominantes e subordinadas. na criação do salmão do Atlântico. principalmente quando o adensamento de peixes é grande. A adoção da técnica de tanques-rede tem se difundido mundialmente e apresenta algumas vantagens. além das condições de manejo que permitem seu uso em escala comercial e familiar. em que os dominantes monopolizam as zonas de alimentação e o alimento. que baixas densidades de estocagem influenciaram o aparecimento de classes hierárquicas. aumentando a produtividade. onde a construção de represas e viveiros escavados é inviável. Criações em tanques-rede de pequeno volume podem ser mais vantajosas que as criações tradicionais. diferenciando o crescimento entre essas duas classes. afetando a homogeneidade dos lotes.Densidades inadequadas de estocagem de peixes podem trazer complicações para a criação.

“Fica mais barato trazer de fora”. o tanque é esvaziado e faz-se novo repovoamento.” A criação de tambaqui é simples. custam entre R$ 0. Segundo ele. diz Patrício. Nas condições de Roraima é necessário . onde estão instalados  tanques em 0 hectares. que presta assessoria ao criatório. quando vão para os tanques de engorda. acrescida de minerais e vitaminas próprios para a criação. divide-se a área total pelo peso final do peixe para chegar à densidade. dependendo da distância e da espécie. quatro vezes ao dia. De acordo com Patrício. Os produtores compram os alevinos e os põem nos berçários. Os alevinos entram nos berçários com  gramas e alcançam mais de 00 gramas em 0 dias. “Mas bem abaixo dos R$ 00. Mato Grosso e Acre. feita com farelo de soja. “O ideal é  quilo de peixe por metro quadrado. Durante dois meses. de  mil a  mil metros e até . de ossos e de peixes. usando esterco ou adubo químico. “Isso significa um custo de R$ . Segundo o agrônomo. além de farinha de carne. que são tanques de mil a  mil metros quadrados. Patrício explica que é preciso corrigir a acidez da água.00. “Se levarmos em conta os gastos com mão-de9 . dependendo do Estado vendedor. os preços dos alevinos variam muito. Em geral. é um peixe de primeira em termos de qualificação comercial”. ração extrusada com % de proteína. “Além de estar adaptado. é retirado com rede. quando estão prontos para o consumo. explica. além de equilibrar a população de plâncton.” Depois de seis meses. três vezes ao dia. Nesses tanques. por peixe com alimentação”. quando adquiridos no próprio Estado.00 o milheiro. um dos peixes mais apreciados na região. os produtores de Roraima ainda compram alevinos dos centros de alevinagem de São Paulo.um dos criatórios de tambaqui de Roraima.00 e R$ 0. de 0 x 0 metros ou de 0 x 0 metros. eles recebem. quilo de ração para produzir  quilo de peixe. metro de profundidade. o peixe atinge o peso comercial. Rio Grande do Norte. de milho e de arroz. diz. com a utilização do berçário é possível produzir tambaqui com peso comercial de venda após seis meses de engorda. para calcular a capacidade do tanque. durante seis meses. segundo o agrônomo. por meio de adubação nitrogenada. os peixes recebem ração balanceada com % de proteína. Por motivos econômicos. conforme o resultado da análise.

amazonpress. Disponível em: <http://www.sbrt.Cada tanque de  mil metros quadrados produz 0 mil quilos de tambaqui e dá uma renda de R$  mil/mês. também vem merecendo atenção especial.com. BRANDAO. <http://www. com a adoção de várias ações.com. pacú e outros nativos) em tanques-rede de pequeno e grande volume.br/roraima/dedoc/rr23042002.br/upload/sbrt303.pdf> informações sobre criação e engorda de peixes. entre elas o associativismo. ainda consultar as demais respostas técnicas publicadas no portal em questão.com. <http://www.ibict.sbrt.br/upload/sbrt937. manejo e tratamento de pescado. o investimento está pago. Fonte: <http://www.br/upload/sbrt339.pdf> Criação de peixe pintado.sbrt. disponíveis em: <http://www. 00.” .ibict. mercado e financiamentos. br/>. A pesca artesanal.ibict.” Estímulo O Sebrae Roraima vem estimulando a criação de peixe em cativeiro.sbrt.ibict.pdf> informações a respeito de cultivo de peixes (pintado. Acesso em: 0 set. FONTEs CONsULTADAs Amazonpress. “Em dois anos. Densidade de estocagem de ju9 AgriculturA e PecuáriA obra e manejo. Franmir Rodrigues et al. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.pdf> Viabilidade Econômica de Peixes Pintados e Cacharas. para o peixe alcançar o ponto ideal de consumo. na calha do Rio Branco e afluentes. DOURADO E PINTADO CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Sugere-se.br.amazonpress.htm> Para criação destas duas variedades sugere-se consultar as respostas técnicas publicadas no portal do SBRT. chegamos a um custo total de R$ .br/upload/sbrt550. Outros tratados: <http://www.

Pesq. v. 00 9 . . Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de set. Acesso em: 0 set.php?script=sci_ arttext&pid=S0100-204X2003000100014>. agropec. Brasília.pdf#search=%22cria%C3%A7%C3%A3o%20peixe%20tamb aqui%20and%20tese%22>. Disponível em: <http://atlas. 00. n. Acesso em: 0 set. CAVERO.embrapa. Disponível em:<http://www. .venis de tambaqui durante a recria em tanques-rede. GUIMARÃES. 00.. Efeito da densidade de estocagem na homogeneidade do crescimento de juvenis de pirarucu em ambiente confinado. bras.. 00.scielo. 9. 00.br/pdf/pab2004/ marco/v39n03a14. Atílio. n.scielo.sct. v. Bruno Adan Sagratzki et al. 00.br/scielo. Brasília.php?script=sci_ arttext&pid=S0100-204X2004000400009>. .br/scielo. agropec. Pesq. <http://www. Produtos agrícolas e florestais como alimento suplementar de tambaqui em policultivo com jaraqui. Sérgio Fonseca e STORTI FILHO. Acesso em: 0 set. bras.

qualidade e retorno econômico.Piscicultura. uma vez que. os projetos de desenvolvimento da piscicultura podem ser realizados em vários tamanhos. gerente de pecuária da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (EMATER-DF). De acordo com José Lopes Germano. 9 AgriculturA e PecuáriA CRIAÇÃO DE PEIXEs: TILÁPIA. demanda investimento inicial considerável em instalações. equipamentos e conhecimentos técnicos e mercadológicos. feiras e outros. inicialmente. como atividade recreativa. a piscicultura promete resultados animadores em produtividade. o produtor deve analisar se tem condições efetivas de desenvolvê-lo. supermercados. destinados a peixarias. para se tornar lucrativo. visando ganhos econômicos com o suprimento de um mercado promissor. mas só passam a ser rentáveis quando feitos em tanques a partir de . para a produção de filés. surge como atividade econômica alternativa. como tilápia.000 m. pintado PALAvRAs-ChAvE Informação sobre criação de peixes. Mercado O progresso nas técnicas de reprodução. Esse mercado é representado pelo aumento crescente da demanda tanto de peixes in natura. manejo e alimentação e a melhoria de instalações tem gerado as condições básicas para se expandir a piscicultura. pacu e pintado IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Com a possibilidade de se usar técnicas semi-intensivas e intensivas de criação. e o abastecimento dos pesque-pagues. tilápia. PACU E PINTADO . pacu. Criatório Para a implantação de um criatório de peixes. Por essa razão. quanto o consumo industrial. que se multiplicam em áreas próximas dos centros urbanos.

com uma taxa de renovação da água do viveiro entre % e 0% ao dia. e uso de viveiros-berçários.00 Kg de peixe e baixa rentabilidade. em conseqüência. POR DERIvAÇÃO. os tipos de viveiros observados são: • POR BARRAMENTO.00 m. é necessário utilizar esse tipo de viveiro. das temperaturas máxima e mínimas. que pode variar de 0. da densidade de peixes e dos predadores. Esse tipo possui custo de construção maior. falta de condições para controlar o fluxo de água que entra no viveiro. obtendo-se produtividade anuais médias entre  mil a 0 mil Kg/ha/ano. com uma produtividade anual por hectare inferior a . que têm como objetivo aumentar a taxa de sobrevivência dos alevinos. contando-se apenas o monitoramento de sua transparência e. suas características permitem controle melhor do volume de água. dependendo da topografia do terreno. Entretanto. que incluem técnicas de exploração com baixa renovação da água (menos de % ao dia) e nível baixo de monitoramento de sua qualidade. São. de difícil manejo cultural. nível intermediário de monitoramento da qualidade da água. atualmente em uso na criação de peixes contam-se os sistemas de produção semi-intensivos. Contudo. podendo os primeiros ter tamanhos que variam de 00 a . de forma a aumentar a taxa de sobrevivência dos alevinos. • • • • Tecnologia Entre as tecnologias. portanto. formando viveiros de baixo custo de construção.Tipos de viveiros Normalmente. maior dificuldade de controle de predadores e também da densidade (peixe/ m).  mde viveiro-berçário para cada . pH e níveis de alcalinidade. m a 0. ou seja. dada a necessidade de movimentação de terra. Nos sistemas que utilizam níveis mais altos de tecnologia. os escavados. o que proporciona melhor produtividade. apresentam características como fundo irregular. m de viveiros de criação.. com acompanhamento de sua transparência. Consiste na interrupção de um curso d’água. Sua proporção é de :. m para a construção de  m de viveiro. ou seja. Outro sistema semi-intensivo possível de ser desenvolvido incorpora mais tecnologia. 9 . vIvEIROs-BERÇÁRIOs.

como em todo negócio. terreno plano com baixa movimentação de terra. o principal é. Sistema de criação semi-intensivo. por derivação. sem dúvida. segundo especialistas do ramo. Mesmo com estes condicionantes. 0 milhões de alevinos/ano. Cenário O estabelecimento da produção total da piscicultura brasileira não é tarefa fácil. inclusive com o uso de aeradores mecânicos. acompanhando-se a transparência. tem-se o sistema intensivo de criação. Boa parte desta produção cabe a estações públicas de criação de alevinos. Existem cerca de 0 estações destas no país. com alto nível de controle do manejo cultural das espécies de peixe e monitoramento intensivo da água. O que leva ao sucesso Os fatores primordiais para o sucesso de uma criação de peixes são a qualidade do produto. com níveis intermediários de monitoramento da qualidade da água e tecnologia de manejo. o mercado brasileiro ainda tem muito espaço para novos empreendimentos. .sistemas de criação Com a finalidade de se obter resultados compensatórios. Caracteriza-se por uma tecnologia de produção que envolve a renovação de mais de 0% da água do viveiro por dia. pH.000 toneladas/ano. intensivo monitoramento da qualidade da água. por barramento. De todos esses fatores. Sistema de criação semi-intensivo. o sucesso vai depender de como ele será conduzido pelo seu proprietário. . como forma de obter melhor rentabilidade. somando o uso de aeradores na proporção de  HP/ha e o uso de viveiros berçários. oxigênio dissolvido e amônia. com baixos níveis de monitoramento da qualidade da água. alcalinidade. busca-se um maior rendimento dos viveiros. o preço competitivo. . Sistema de criação semi-intensivo. alcançando a produtividade média anual acima de 0 mil Kg/ha. São os seguintes os sistemas de criação estudados. A ela. a qualidade sanitária do produto. A estimativa é de que sejam produzidas em torno de . temperaturas máximas e mínimas. que produzem. a facilidade para distribuição e a diversificação de espécies. a localização adequada. expostos para que possam servir como modelos aos interessados: . está ligado diretamente 9 AgriculturA e PecuáriA Por último. aproximadamente. Mas. por derivação.

o sucesso de um criatório. Nestes escritórios. de contador. Há uma portaria de 99 que torna obrigatório o registro do aquicultor e estabelece as normas de operação na atividade. Desta forma serão obtidas informações. do respeito à legislação ambiental para sobreviver. Fornecedores O conhecimento dos fornecedores. Legislação Específica Este é o tipo de negócio que depende.N/9. pois não há necessidade. a boa saúde dos empregados e a qualidade das rações. neste caso. No caso da regulamentação ambiental da atividade de piscicultura. além de boas instalações e manutenção adequada. No caso da criação de peixes.ES) Algumas informações sobre os peixes solicitados na demanda: Nome Popular: Pacu. assim como nas associações. nas quais se pode cobrar responsabilidade. podem ser encontradas relações de locais onde podem ser adquiridos os alevinos. Para isso. de 0 de agosto de 99. o piscicultor pode ser considerado produtor rural. com o maior número de dados possíveis. (SEBRAE . na qualidade dos alevinos e rações fornecidas. Além das opções de abertura de firma individual ou societária. o que reduz a burocracia e mesmo os custos. a limpeza geral dos tanques. uma outra opção segura é buscar indicações nos escritórios públicos de manejo rural. a portaria do Ibama é a seguinte: Portaria Nº 9 . como é o caso da EMATER e dos postos das secretarias de Agricultura. é fundamental para o sucesso de uma empresa do ramo. para se constituir como empresa é necessário atender às exigências da burocracia. Diante da inexistência de associações de criadores. 9 . Além disso. e muito. Pacu-caranha Nome Científico: Piaractus mesopotamicus Família: Characidae Distribuição Geográfica: Bacia do Prata. O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) é o principal órgão regulador deste segmento. são essenciais os cuidados veterinários com a criação. a melhor forma de travar contato com os fornecedores é procurando indicações com as associações de aquicultores da região.

Nome Popular: Pintado/Speckled Catfish Nome Científico: Pseudoplatystoma corruscans Família: Pimelodidae Distribuição Geográfica: Bacias do Prata e São Francisco. castanho ou cinza escuro. Descrição: Peixe de couro. acima e abaixo da linha lateral. praias e canal dos rios. o ventre é mais claro. corpo romboidal e comprimido. espalhadas ao longo do corpo. A coloração é uniforme. Tilapia rendali (tilápia rendali) com cerca de kg. Sarotherodon e Tilapia. pode alcançar mais de m de comprimento total. Pode ser separada das outras espécies do gênero pelo padrão de manchas: pequenas. Ocorre em vários tipos de hábitats como lagos. Descrição: Peixes de escamas. com tendência a herbívora: alimenta-se de frutos/sementes. Além disso. Os dentes são molariformes. pretas e arredondadas ou ovaladas. . corpo alongado e roliço. Nome Popular: Tilápia Nome Científico: Tilapia rendali. amarelado quando o peixe está vivo. É importante na pesca comercial e esportiva. crustáceos e moluscos. Alcança cerca de 0cm de comprimento total. Existem cerca de 00 espécies de tilápia. No Brasil foram introduzidas três espécies: Oreochromis niloticus (tilápia do Nilo) que pode alcançar cerca de kg. folhas. Oreochromis. e também é muito importante comercialmente. mais raramente. peixes. e esbranquiçada abaixo da linha lateral. Sarotherodon hornorum (tilápia zanzibar) de coloração escura e maxilas protráteis. A alimentação pode variar dependendo da 99 AgriculturA e PecuáriA Descrição: Peixe de escamas. introduzidas em quase todo o Brasil. suportam grandes variações de temperatura e toleram baixos teores de oxigênio dissolvido. Realiza migrações de desova. Ecologia: Espécie piscívora. e uma variedade desenvolvida em Israel. Espécie de grande porte. Ecologia: Espécie onívora. que atualmente vem sendo cultivada. É considerado um dos peixes mais esportivos do Pantanal. cabeça grande e achatada. “SaintPeters”. que apresentam uma grande capacidade de adaptação aos ambientes lênticos. clareando em direção ao ventre. algas e. Ecologia: As tilápias são espécies oportunistas. A coloração é cinza escuro no dorso. corpo um pouco alto e comprimido. Oreochromis niloticus Família: Cichlidae Distribuição Geográfica: Espécies da África. distribuídas em três gêneros.

pisciculturapaulista. Disponível em: <http://www. Pequenos enganos geralmente custam mais do que uma consultoria especializada. sendo esta missão cumprida com a divulgação de informações básicas ou aplicadas que auxiliam o interessado na implantação e/ou adequação de projetos de piscicultura. Francisco Matarazzo . mediante prévio agendamento.br>. um técnico da instituição pode efetuar uma visita técnica na propriedade. Recomendação importante: Não inicie qualquer atividade sem uma orientação técnica qualificada.com. na cidade de São Paulo.espécie: podem ser onívoras. Recomenda-se ao interessado visitar bons projetos de piscicultura e ler livros técnicos especializados. Instituto de Pesca. o índice de sobrevivência é bastante elevado.sp.com. O Instituto de Pesca possui uma biblioteca especializada e estações experimentais de piscicultura.br/ METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Ambiente Brasil: portal ambiental. Aces00 . -9. Acesso em: 0 de abr.ambientebrasil. das 09 às  h. -0.br/>. todas as sextas-feiras.pesca. Mantém-se um serviço de atendimento técnico gratuito ao interessado. Disponível em: <http://www. O site da Piscicultura Paulista trás muitas coisas sobre o assunto. Fonte: PNDPA Instituto de Pesca O Instituto tem com uma de suas missões a transferência de tecnologia sobre a criação de peixes de água doce. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Procurar o Instituto de Pesca. localizado na Av. através dos fones () -.gov. sendo que a desova pode ocorrer mais de quatro vezes por ano. de 00. Algumas espécies se reproduzem a partir dos seis meses de idade. é interessante entrar na página para mais informações http://www. herbívoras ou fitoplanctófagas. Como protegem a prole. Quando necessário.

de 00.pisciculturapaulista. Disponível em: <http://www. de 00.agridata. .mg. de 00. Criação de peixes.sebraees. de 00. Acesso em: 0 de abr.br/peixes. Acesso em: 0 de abr. com. Disponível em: <http:// www. com. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr.gov. de 00 0 AgriculturA e PecuáriA so em: 0 de abr. Piscicultura Paulista.asp?id=363&tipoobjeto=3&objeto= 363&botao=0>. Acesso em: 0 de abr. SEBRAE ES. Disponível em: <http://www.br/>.htm>.Pesquisa Agropecuária: pecuária e pisicultura.br/IdeiasNegocios/pag_mos_ide_neg.

material empregado. o pé direito.embrapa.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ #manejonutri 0 .embrapa. construção para criação de suínos. Também é importante identificar as potencialidades desta área. Possui uma propriedade com quatro alqueires. para superar ao máximo as adversidades topográficas. com quais possibilidades de produtos se pretende trabalhar e quais os meios de adequá-los num mesmo conjunto de produção.cnptia. pode-se ter uma idéia mais clara sobre onde implantar o projeto de uma pocilga e prever possíveis expansões. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Primeiramente é necessário fazer o planejamento da área.cnptia.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ #manejoamb Manejo Nutricional http://sistemasdeproducao.cnptia. Para tanto.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ #avaliacao Manejo voltado para a proteção ambiental http://sistemasdeproducao. algumas informações sobre implantação da suinocultura poderão ser úteis: Avaliação dos riscos de impacto ambiental http://sistemasdeproducao.CRIAÇÃO DE sUÍNOs PALAvRAs-ChAvE Suínos. suinocultura Saber qual o tamanho ideal para uma criação der aproximadamente 0 matrizes de suínos? Precisa saber as medidas. pois a qualidade de vida da área depende do ajuste do projeto as leis de proteção ambiental. ter noção da topografia do terreno e das técnicas. Desta forma. O planejamento também implica na preocupação com o meio-ambiente. localização. criação de suínos. caso seja necessário.embrapa.

ou seja. A largura da pocilga esta atrelada ao clima da região. a localização preferencial será aquela que oferece uma suave declividade e. Recomenda-se que esta esteja disposta no sentido lesteoeste. possibilitar a livre circulação das correntes de ar. a localização deve levar em conta futuras expansões e. Geralmente. Sendo assim. o recomendável para o pé direito e de  à . deve-se evitar a insolação direta. Apesar da necessidade de aquecimento para a temperatura ideal dentro da pocilga. os porcos são sensíveis a baixas temperaturas e o risco de comprometimento da produção aumenta por conta deste fator.embrapa. Normalmente recomenda-se largura de até 0 m para clima quente e úmido e largura de 0 até  m para clima quente e seco.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ #manejoagua LOCALIzAÇÃO DA POCILGA E sIsTEMA DE MANEjO DE DEjETOs sUÍNOs (croqui exemplificado) Fonte: EMBRAPA suínos e Aves Além da avaliação das distâncias necessárias de acordo com a legislação ambiental e sanitária. longe da drenagem direta dos ventos. no interior do local. A obstrução das correntes de ar somente será desejável em períodos frios. Desta forma evitará a radiação solar no período mais crítico. m a fim de que favoreça a circulação do ar e dissipe a radiação proveniente do teto.http://sistemasdeproducao. 0 AgriculturA e PecuáriA Manejo de água na propriedade . Portanto deverá estar longe de outros edifícios ou barreiras naturais que obstruam as correntes de ar. em casos de fundos de vales. pois apesar de serem animais homeotérmicos.cnptia.

O comprimento deverá estar de acordo com o planejamento da produção e o cálculo do número de baias de acordo com a capacidade produtiva. Para o telhado o recomendado é que este seja de duas águas e o material empregado seja telhas de cerâmica..0 para as linhas principais e de 0. Obs: O uso da telha fibro-cimento está sendo limitado em alguns Estados. porém ela deverá estar sempre aparada para evitar a proliferação de insetos. O sistema de produção de suínos compreende as fases de pré-co0 .. Beiral .0 . sendo recomendado diâmetro mínimo de 0. .. pé-direito e beiral em função do clima para telhas de barro. exceto nas instalações com apenas duas salas em que as portas de entrada podem ser pelas extremidades. As portas de entradas devem ser previstas pelas laterais da instalação. .. Clima Quente seco Quente úmido Largura 0. se for uma regia de clima frio e recomendável que se utilize espécies caducifólia. . Para receber as águas provenientes do telhado. .0 m de largura com declividade de %.0 Pé-direito . O uso de árvores na área circundante também é recomendável.0 . O uso de grama na área circundante diminui a incidência da radiação solar. O uso de um laternim para facilitar a circulação do ar também e recomendável. Esquema para determinação das dimensões do lanternim. A rede de esgoto deve ser em manilhas ou tubos de PVC. construir uma canaleta ao longo da instalação de 0. deve-se evitar o uso de telhas de amianto e/ou metálicas. cujas folhas caem no inverno. revestida de alvenaria de tijolos ou de concreto pré-fabricado. Largura.0 . .0 -..0 m para as secundárias. A construção de corredor central com portas de acesso às salas não é recomendada. permitindo assim o sombreamento no verão e o aquecimento do sol durante o inverno.

Disponível em: <http://sistemasdeproducao. O site da Embrapa contém as informações para a construção do número de lotes de acordo com período de intervalo entre lotes e numero de matrizes disponíveis. Os aspectos construtivos das instalações diferem em cada fase de criação e devem se adequar às características físicas.html REFERêNCIAs EMBRAPA Suínos e Aves.html>. bem como a medida da área recomendável por animal de acordo com seu gênero e idade. maternidade.As recomendações de cálculos e medidas para a construção do tipo de baia para cada fase estarão atreladas ao número de matrizes e ao período utilizado de intervalo entre os lotes.cnptia. creche.cnptia. . Acesso em: 0 de nov. 00.embrapa. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 AgriculturA e PecuáriA brição e gestação. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de nov.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ index. Sistema de criação de suínos.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/index.embrapa. crescimento e terminação. Disponível em: http://sistemasdeproducao. fisiológicas e térmicas do animal.

que habita principalmente a região da Lagoa dos Patos e o Banhado do Taim. No caso do tigre-d’água. necessitam de um tanque com 0% da área formada por água. tartaruga tigre d’água. Nos tanques. se em lagos ou tanques? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo informações do Depto. para fins preservacionistas. Portanto está proibida sua criação comercial. de Fauna do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA. é necessário criá-lo em tanques ou aquários grandes. que. no Estado do Rio Grande do Sul. e nunca 0 . o órgão não emite mais licenças para criadouro comercial de tartaruga da espécie Trachemys Dorbignyi. ele deve ser bem liso. O Tigre d´água brasileiro (Trachemys dorbignyi) é uma espécie natural do rio Guaíba. No entanto. Trachemys Dorbignyi Como iniciar uma criação de tartaruga tigre d’água (Trachemys Dorbignyi)? Quanto tempo leva para o IBAMA conceder a licença para criadouro comercial? Qual é a melhor forma de criá-los. seguem algumas informações da criação da espécie. atendendo a densidade máxima de ocupação e a profundidade mínima. com uma profundidade mínima do tanque de 0 cm. se tratando de animais de 0 a 0 cm de comprimento de carapaça. o fundo não pode ser de cimento puro. Esta espécie ocorre ainda no Uruguai e parte da Argentina. que é um animal que atinge até  cm de carapaça. para criação. conhecida como Tigre d’água. As tartarugas.CRIAÇÃO DE TARTARUGA TIGRE D´ÁGUA PALAvRAs-ChAvE Criação de tartaruga. corresponde a uma ocupação máxima de 0 animais por cada 0 metros quadrados. de um modo geral.

porque do contrário. a luz ideal é a natural. cortando-se um pedaço de pequena espessura (mm) no formato que se deseja fazer a plataforma. pelo aumento de superfície de contato com as excreções dos animais. que tenha vegetação. evita-se a colocação de muitas pedras. ou seja. Evidentemente deve-se retirar todos os animais do 0 AgriculturA e PecuáriA áspero. Nestes lugares a plataforma de acesso à área seca pode ser feita em vidro. não têm eficácia. Os animais também necessitam de uma rampa de acesso a uma área seca. instaladas com um start e um reator. desde que obedecido o esquema de troca de água a cada dois dias. onde se lava as pedras e o vidro. ela deve ser construída com pedras e cimento. Quanto à iluminação. deve ser feita uma vez por mês. o que pode filtrar os raios ultravioletas (UVB). Devem permanecer ligadas por no mínimo quatro horas e no máximo oito horas por dia. ou maior o peso dos animais. colando-se pedras roladas de rio com silicone. Quando existirem fêmeas adultas. o que além de sobrecarregar o peso do aquário. Isso já corresponde ao fotoperíodo do animal. O aquaterrário deverá ter filtros internos do tipo “skimmer” para permitir a remoção dos excrementos maiores. Vegetação artificial pode ser utilizada como ornamentação. Atualmente existem lâmpadas fluorescentes que emitem esse comprimento de onda (REPTO-GLO. Evidentemente. bem como dos vidros do aquaterrário. . quanto maior a população do aquaterrário.Com filhotes e animais jovens é possível começar a criação em aquários ou aquaterrários. Desta forma. Tais lâmpadas devem ser colocadas na tampa do aquaterrário. Devem ficar a uma distância de no máximo 0cm do animal. A desinfecção é feita preferencialmente com hipoclorito de sódio (água sanitária) diluído em água. luz solar direta. sem interferentes como vidro ou acrílico. mais essa plataforma precisará de suportes. A espécie prefere desovar em areia. A desinfecção das pedras. REPTISUN %UVB). O vidro lateral do aquaterrário também filtra os raios UVB. Todas as lâmpadas têm um prazo de validade e devem ser substituídas uma vez por ano. como bases feitas de torres de filtro biológico escorando essa plataforma. enxaguando-se vigorosamente para retirar todo o excesso. A água deve ser trocada a cada dois dias para não sobrecarregá-la com uratos (produto de excreção do metabolismo protéico). há a necessidade de se proporcionar um local adequado para desovas. dificulta a limpeza do mesmo.

peixes picados e talos de Elodea (alga comum de aquário) como suplemento de vitamina A. em pequenas porções. observando o consumo para evitar desperdício e acúmulo de resíduos na água. Ele pode vir (no caso do aquaterrário) de lâmpadas incandescentes ou de aquecedores. a vegetação natural deve estar presente. ECOANIMAL Disponível em: <http://www. Por fim.ecoanimal. De Fauna do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA. Para ambos os locais de criação (aquaterrário ou tanque) o aquecimento deve ser constante. acesso em  de mar. realizando o mesmo papel. Gustavo Henrique Pereira.com. utilizando=-se os mesmos métodos. A limpeza do tanque também deve ser feita uma vez por meio. Vegetação artificial é importantíssima como fornecimento de ponto de fuga contra o excesso de calor (por isso que o aquaterrário deve ter um gradiente térmico) e como esconderijo de animais assustados. DUTRA. A água deve estar em torno de -ºC. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomendamos que se entre em contato com o Depto.br/site/produtos/showprod. O mesmo departamento pode prestar mais informações sobre a proibição da criação comercial.recinto por ocasião da lavagem. REFERêNCIAs Depto. a lâmpada incandescente deve ser instalada na plataforma seca. Mestrando do Depto. para obter as exigências e o regulamento necessário para a construção de um criadouro preservacionista. No tanque. a alimentação de Trachemys dorbignyi deve constituir de ração para tartarugas aquáticas. bem como esclarecer dúvidas sobre a legislação vigente. 00. de Patologia 0 . Telefone: () 0-. com cerca de -0% de proteína bruta. De Fauna do IBAMA.asp?nm=&tp=54&tp p=2625&ccm=y>. No aquaterrário. O ideal é oferecer alimento uma vez ao dia.

asp?menu=aquaticascriacao. .vidadecao. htm>. publicado no site Vida de Cão.Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar. Disponível em: <http://www. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 09 AgriculturA e PecuáriA Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo. 00.com. acesso em  de mar.br/reptil/index2. “Criação de Tartarugas Aquáticas”.

mas. resistência a várias doenças comuns em peixes. apesar de alguns já estarem aderindo à tecnologia.CRIAÇÃO DE TILÁPIA EM TANQUEs DE PvC PALAvRAs-ChAvE Peixe. PVC Informações sobre a criação de Tilápia em tanques de PVC flexíveis XP0. Ressalta que é uma técnica já muito utilizada e consagrada no exterior. que pode alcançar cerca de kg. com cerca de kg. funcionamento do sistema e adaptação do peixe. Isto inclui boa qualidade de carne e sabor. predominam a tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus). IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA sobre a Tilápia: Tilápia é o nome comum dado a vários gêneros de peixes ciclídeos de água doce pertencentes à sub-família Pseudocrenilabrinae e em particular ao género Tilapia. São nativos da África. Para solucionar as questões do cliente. no entanto no Brasil ainda é pouco utilizada pelos piscicultores. nas águas brasileiras. com um índice de sobrevivência bastante alto. Tanque. Podendo ter até quatro períodos de desova por ano. havendo apenas duas empresas no 0 . o Professor Doutor José Eurico Possebon Cyrino do Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (ESALQ – USP) nos forneceu algumas informações bastantes úteis a cerca desta técnica de criação de tilápia em tanques de PVC flexíveis. a tilápia Rendali (Tilapia rendali). Criação. e relativa facilidade de procriação em cativeiro. Tilápia. O mercado nacional e externo de filé de tilápia é bastante aquecido. Existem quase 0 espécies de tilápia catalogadas. especialmente na Alemanha para a criação de Trutas. Este peixe possui diversos atributos que o fazem ideal para sua criação. e a tilápia Zanzibar (Sarotherodon hornorum). uma ampla tolerância a diferentes climas e ambientes.

por isso extremamente interessante do ponto de vista ecológico. do Tijuco Preto.recolast. já muito utilizadas e difundidas no Brasil. com grau de produtividade muito significativo.SP Tel: () -9 / () 0-0 Site: http://www. com a técnica em funcionamento e com outros criadores que já a utilizam.com. não apresentando nenhum problema neste sentido.Algumas vantagens da técnica é ser uma tecnologia absolutamente limpa.br Site: http://www. onde haverá a possibilidade do empreendedor ter contato direto com os equipamentos. . 90 Cep: 0-000 . Quanto à adaptação do peixe o professor destaca que a tilápia é extremamente adaptável. e que estão abaixo citadas:  AgriculturA e PecuáriA estado de São Paulo especializadas no ramo e detentoras da tecnologia. 0 C. sendo muito versátil. Cep: 0-00 – Guarulhos – SP Tel / Fax: ()09 Email: erica@recolast.P. é muito interessante que o cliente procure a empresa especializada Recolast Impermeabilizações Ltda. pode ser realizada em meio urbano e é bastante funcional. Sendo este o melhor meio de se ter uma noção concreta da rentabilidade da utilização dos tanques de PVC flexíveis. Exige-se um sistema de bombas hidráulicas para a circulação de água.Boituva . para a criação de tilápia em cativeiro que também podem ser empregadas.com.com. Valéria.br Existem inclusive outras técnicas. No Nordeste tal técnica já é bastante utilizada na criação de larva e pós-larvas de camarão. O Professor acrescenta que a respeito da rentabilidade do negócio.br Bass Piscicultura: End: Estr. 0 – Jd. que realiza esporadicamente eventos de apresentação e demonstração da técnica (visitas monitoradas). INTITUIÇõEs EsPECIALIsTAs Recolast Impermeabilizações Ltda: End: Av Gaivota Preta.basspiscicultura.

local onde fixam-se os vegetais (algas) que dificultam a renovação de água. isopor. Essas estruturas poderão ser colocadas em represas que possuam profundidade mínima de  metros. Esse equipamento é constituído basicamente por flutuadores (galões. furtos e oferecer sombreamento que impede a incidência de raios UV e diminuir a visão dos peixes. arames galvanizados revestidos com PVC ou ainda telas rígidas. removendo os dejetos produzidos pelos peixes. O formato retangular permite uma melhor passagem e renovação de água dentro das gaiolas. resultados obtidos principalmente com o cultivo de tilápias. g) vêm atingindo o tamanho comercial de 00 gramas em  dias. açudes e lagos. alevinos com cm (0. bombonas. plásticos perfurados. etc. produção natural de alimento).) que sustentam submersos na água redes de náilon.Tanques – rede ou gaiolas: Trata-se de uma criação intensiva cujo resultado final é uma alta produtividade. A sua produção pode depender das características físicas e biológicas (dimensão. O cultivo em tanques-rede ou gaiolas pode ser realizado em reservatórios. Em temperaturas médias de °C. A tecnologia permite produzir em média 00 kg/m³/ano. Alguns criadores utilizam curimbatás e cascudos também dentro dessas gaiolas a fim de efetuarem a limpeza das malhas. reduzindo o estresse e melhorando o sistema imunológico desses animais. correntes. Os tanques-rede devem ser cobertos para prevenir a ação de predadores. Em geral são estruturas retangulares que flutuam na água e confinam peixes em seu interior. Produções entre 0 e 00 kg de tilápia por m são possíveis e gaiolas menores são mais produtivas por unidade de volume devido a uma  . pacus e pintados. Vale salientar que nesse tipo de cultivo há uma dependência exclusiva de alimento artificial (ração). bambu. profundidade. Recomenda-se utilizar tanques-rede de até 0 m³. pois facilita o manejo e é mais vantajoso do ponto de vista produtivo e econômico pela maior facilidade de renovação da água. canos de PVC.

maior dificuldade de controle de predadores e também da densidade (peixe/m²). formando viveiros de baixo custo de construção. Contudo.. o que proporciona melhor produtividade. por parte do piscicultor. falta de condições para controlar o fluxo de água que entra no viveiro. dependendo da topografia do terreno. viveiros-berçarios: Nos sistemas que utilizam níveis mais altos de tecnologia. m³ para a construção de m² de viveiro. de difícil manejo cultural. portanto. José Eurico Possebon Professor Doutor do Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura Luis de Queirós da Universidade de São Paulo (ESALQ – USP)  AgriculturA e PecuáriA mais eficiente troca de água. dada a necessidade de movimentação de terra. REFERêNCIAs CYRINO. suas características permitem controle melhor do volume de água. São. m³ a 0. da densidade de peixes e dos predadores. É importante que o empreendedor faça uma pesquisa e reflita sobre a viabilidade de seu negócio. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se que o cliente entre em contato com a empresa citada (Recolast) para possível agendamento de sua visita monitorada aos viveiros de tilápia em tanques de PVC flexíveis. é necessário utilizar esse tipo de viveiro. para se atingir bons resultados. Lembrando que a piscicultura é uma atividade que exige dedicação total. apresentam características como fundo irregular. que têm como objetivo aumentar a taxa de sobrevivência dos alevinos.00 m². podendo os primeiros ter tamanhos que variam de 00 a . Sua proporção é de :. os tipos de viveiros observados são: Barramento: Consiste na interrupção de um curso d’água. . Entretanto.Tipos de viveiros: Normalmente.  m² de viveiro-berçário para cada . que pode variar de 0. ou seja. Derivação: Esse tipo possui custo de construção maior. m² de viveiros de criação.

wikipedia. Disponível em http://www. 00. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. 00. sbrt.htm . Marco Antonio.ibict. acesso em  de Mar.geocities.IGARASHI.com/ ctaufc/tilapia. WIKIPÉDIA. a enciclopédia livre. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .pt. org acesso em  de Mar. Annelise Gomes de Carvalho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de Mar. acesso em  de Mar. Disponível no link: http://www.br. disponível em http://www. 00.

horticultores e agricultores indígenas comercializam pimentas in natura e na  AgriculturA e PecuáriA CRUzAMENTO DE EsPéCIEs NO CULTIvO DE PIMENTAs . Já as pimentas de cheiro são as que mais circulam e têm movimento comercial entre os produtores rurais do centro-sul do Estado.Pimenta. sempre em unidades familiares. as pimentas malagueta. Em uma mesma área foram plantadas pimentas do gênero capsicum de diversas variedades.000 a . Segundo Collares. Por exemplo.00 o saco de 0 kg in natura (verde). “exportada” para Manaus. tucupi (escorrido da mandioca) ou vinagre. nas feiras livres da cidade de Boa Vista. e também. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Pimentas do gênero capsicum possuem uma enorme diversidade de formas. as comunidades secam e moem as pimentas até obter um pó fino localmente conhecido como “jiquitaia”. Conforme o pesquisador. As pimentas de “cheiro” (média e baixa ardência) são as mais comercializadas. O cruzamento entre espécies está prejudicando e modificando a qualidade das pimentas. cor e de nível de ardência.000 pés. no estado de Roraima. cruzamento de pimenta PALAvRAs-ChAvE Saber informações sobre o cruzamento de várias espécies diferentes no cultivo de pimentas. do gosto do público ao qual se destinam. Outras formas de uso popular são os molhos à base de soro de leite. A produção é vendida no mercado local a R$ 0. capiscum. proteína animal e pimenta que é levado ao fogo e ingerido com o beiju. a seleção da melhor espécie dependerá da finalidade em que as pimentas serão empregadas e. um caldo à base de água. as pimentas são utilizadas regularmente em muitas comunidades indígenas na “damorida”. Joacir Freitas. murupi e olho-de-peixe são usadas com maior intensidade e volume nas comunidades indígenas.Os plantios variam de . Quando há excedente de produção. Conforme o pesquisador da EMBRAPA Roraima. no caso de temperos.

Neste caso será preciso erradicar as espécies e híbridos que não se enquadrem na finalidade da produção. bombons. controle de qualidade. obtendo um preço no mercado de R$ . doces. em pó. agregando valor à produção. doces. Numa mesma área é recomendável o uso de estufas. o cultivo das pimentas tem demonstrado a possibilidade de desenvolver um agronegócio com diversas formas de beneficiamento como plantas ornamentais. Como são do mesmo gênero. O pólen das flores se propaga através de agentes abióticos como o vento e a água e fatores bióticos como os insetos. molhos e licores. vendedores e consumidores. pois as capiscum se adaptam muito bem à aclimatação quente-úmida proporcionada por uma estufa e. no entanto. as linhagens das várias espécies trabalhadas terão uma maior garantia de se manterem mesmo que convivam num mesmo espaço. também. O que se recomenda então é que se determine a espécie com a qual se quer trabalhar e a partir deste ponto busque a seleção das melhores sementes. várias espécies numa mesma área acarreta na formação de híbridos e este cruzamento desenfreado pode prejudicar todo o cultivo. desta forma. embalagem e estudo de novos mercados podem ampliar a atividade. De fato. inseticida natural. Existem empresários que já estão desenvolvendo um trabalho artesanal na produção de geléias. entre a implantação e a condução da cultura. Existem variedades que produzem 0 toneladas por hectare a cada ano.forma de molhos e. pois o rendimento bruto chega a R$  mil por cada hectare/ano. hortaliças para temperos. Este agronegócio tem crescido muito entre os feirantes. dependem da formação de florescência para reproduzirem.  . Porem se a intenção for trabalhar com um ou mais tipos para diversas finalidades deve-se isolar cada espécie de modo a não permitir o cruzamento entre elas.0 por quilo in natura. demonstrando ser atraente para produtores. Desta forma a pimenta é uma grande alternativa de cultivo tanto para a agricultura familiar como para os empresários. com um custo de produção em torno de R$ 0 mil. pastas e licores de pimenta doce. aspectos relacionados com tecnologia de processamento. ou seja. Todas as plantas do gênero capiscum são angiospermas.

ambientebrasil. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de maio 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs ./ agropecuario/index.cnph. REFERêNCIAs COLLARES.html&conteudo=.html>.html>.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária . Pode-se por este serviço detectar as espécies com as quais se trabalha ver sua procedência e a partir de seus dados obter sementes confiáveis no que diz respeito de sua linhagem.embrapa.php3?base=.br/projetos/capsicum/consulta_base.A EMBRAPA. Banco de Germoplasma de Capsicum spp./agropecuario/programas/sabor_ rr.br/composer.disponibiliza um catálogo on-line contendo 0 espécies do gênero capsicum catalogadas. O sabor apimentado do Estado de Roraima. Disponível em: <http://www. Daniela. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de maio 00.com.

Raiz: a raiz principal é bastante pivotante e pode chega a  metros. Este gênero apresenta duas subespécies: Olea europea sativa. casca menos escuro que a da oliveira silvestre. ramos tortuosos e espinhos. inteiras. casca escura. Dentro deste gênero existem cerca de  espécies. pecioladas. Olea europea sativa Atinge  a 0 metros de altura. verde escuras  . as raízes secundárias são fortes. e da subfamília das Oleóides. jambeiro IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Tem em uma chácara.CULTIvO DE AzEITONA PALAvRAs-ChAvE Azeitona. pobre em óleo. que acredita ser de oliveira. curtas. como prepará-las para consumo? sOLUÇÃO APREsENTADA Oliveira Características Botânicas A oliveira faz parte da família das Oleáceas. A tribo Oleae reúne vários gêneros.. é a oliveira cultivada. Como identificar? Em sendo azeitonas. são opostas. três pés. lanceoladas. Os ramos são flexíveis e desprovidos de espinhos. entre eles está o Olea. jamelão. oliveira. esta se divide nas tribos das Oleae e das Syringeae. o fruto é uma drupa muito pequena. A semente é utilizada para produzir porta enxerto da oliveira cultivada. As folhas são estreitas. Folhas: as folhas são mais curtas e mais largas que as da oliveira silvestre. e Olea europea sylvestris. conhecida popularmente como oliveira. Olea europea sylvestris Apresenta porte médio. entre as quais se destacam a Olea europea L.

as vezes. o que é bastante freqüente. . não possuem pistilo.htm Flor de oliveira Fonte: imagens google Existe uma outra planta. Flores: pequenas. em inflorescência em panícula de . 0. Freqüente nas plantas cultivadas. Pode apresentar anormalidades no pistilo. branco amareladas. com consistência coriácea. Há três tipos de flores: l l l Monoclinas (hermafroditas): possuem estames e pistilos normais e produzem frutos e sementes. com bastante polpa e muito óleo. Às vezes. Bastante raro. ou nos óvulos Estes três tipos de flores encontram-se .ufrgs. ou 0 flores.Frutos: os frutos são do tamanho médio a grande. Puramente estaminíferas (masculinas): possuem apenas os estames providos de pólen. Fisiologicamente estaminíferas: Têm dois estames normais poliníferos. que formam-se nos brotos de um ano. num mesmo indivíduo se encontram dois tipos de flores: monoclinas e fisiologicamente estaminíferas. 9 AgriculturA e PecuáriA na face adaxial e acinzentadas na fase abaxial. amadurecem nos ramos de dois anos. http://www. que é o jambolão. cujo fruto tem o mesmo aspecto da azeitona.br/Alimentus/feira/mpoutro/oliva/cabot. em diferentes grupos de indivíduos. ou no ovário. monoclinas e puramente estaminífera. portanto não produzem frutos e sementes. o que é raro.

perto do sabor tão especial das outras tantas Mirtáceas brasileiras. grumixamas. porém permeáveis e profundos. coisa que o brasileiro ainda não aprendeu a fazer. de coloração roxo-avermelhada a quase negra. Fruto: Forma ovóide. Polpa carnosa que envolve uma semente. Cultivo: Multiplica-se por sementes. ramalhuda e belíssima árvore da família das Mirtáceas. tais como Eurico Teixeira e Pimentel Gomes. muito ramificada. são agradáveis ao paladar. porém. Flores creme ou brancas. de onde provêm algumas das mais brasileiras entre todas as frutas: jabuticabas. “azei-tona” passou a ser um nome freqüentemente utilizado para designar o fruto do 0 . O jambolão é uma grande. segundo vários estudiosos. Folhas lisas e brilhantes. cambucás. o sabor do jambolão não se destaca tanto. quando maduro. araçás. principalmente de regiões litorâneas. desenvolve-se bem em qualquer tipo de solo. Ainda segundo este último autor. de coloração roxa.jambolão Nome popular: jamelão. o jambolão entra na confecção de tortas e doces. quando comparado ao seu tamanho total. Pequenos. tamanho e cor com a azeitona. Os frutos do jambolão. Frutifica de janeiro a maio. pitangas. quase negra por fora e de polpa pouco caldosa. cambucis. cambuís. guabijus e tantas outras. gabirobas. Porém. em seu país de origem. pequeno. Prefere climas quentes e úmidos. com pétalas arredondadas caracteristicamente em forma de capuz. E. além de ser consumido in natura. o fruto do jambolão envolve um caroço único e grande. apesar de um pouco adstringentes. originária da Índia. jambeiro. azeitona Nome científico: Eugenia jambolana Lam Família botânica: Myrtaceae Origem: Índia Características da planta: Arvore de até 0 m de altura de copa ampla. Alguns vêm no fruto do jambolão uma certa semelhança de formato. Por esse motivo.

em relação ao clima e pela florada. o jambolão adaptou-se tão bem que se tornou espécie subos-pontânea. o jambolão foi experimentado na arborização urbana. por exemplo. podese ver as frondosas árvores de “azeitona” ao longo de muitos quilômetros pelas estradas que seguem para o interior. Como pelas características da oliveira. nos calçamentos das ruas e na pintura dos automóveis. sUGEsTÃO DE LEITURA: Analise da qualidade do processo de envase de azeitonas verdes. Em Pernambuco. em virtude de sua farta frutificação. Árvore de jambolão Fruto do jambolão Fonte:http://www. que se desdobram para obtê-los. Pio Corrêa conta que certa vez.Naquela região. Assim. é através de sua flor. em especial no nordeste do país.html CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Uma forma de identificar a planta.br/especiais/frutasnobrasil/jambolao.futuro.bibvirt. capital do Estado de Minas Gerais. nos tecidos das roupas. estamos fornecendo informações sobre o jambolão.  AgriculturA e PecuáriA jambolão. quando começou a frutificar. Muito apreciados pelas crianças. em profusão. os frutos do jambolão têm um grande inconveniente: sua polpa e casca de coloração arroxeada deixam manchas indeléveis na pele das mãos. tendo sido logo abolido. são muito semelhantes.usp. quintais e espaços públicos. pelos motivos acima apontados. que no aspecto do fruto. inclusive. o jambolão torna-se árvore pouco indicada para preencher. . em Belo Horizonte.

00  .A. Disponível em: <http://www. SBRT Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.ufsc.sbrt.ibict. existe no site do SBRT uma resposta técnica sobre o tema.html>.descrição do processo de pasteurização. etc. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jul. Acesso em: 0 de jul.br/dissertacoes_arquivos/rosely. fluxograma de envase.br/upload/sbrt2894.disponível em: http://www.bibvirt. Jambolão. Acesso em 0 de jul. disponível em: <http://www. Universidade Federal de Santa Catarina.htm>. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL.br/Alimentus/feira/mpoutro/ oliva/cabot. 00.. R.ibict.futuro. Acesso em: 0 de jul. 00.pdf Para o processamento da azeitona.qualimetria.pdf> FONTEs CONsULTADAs BIBLIOTECA VIRTUAL DO ESTUDANTE.ufrgs.br>.usp. Dissertação de mestrado. Disponível em:<http://www. pH da salmora. SOUZA.sbrt. 00.br/especiais/frutasnobrasil/jambolao. Características Botânicas. Disponível em: <http:// www. características de qualidade.

para a produção de framboesa é necessário temperatura inferior a ºC. Os frutos surgem a partir do mês de novembro e as colheitas se estendem até fevereiro. poda e mudas de framboesa. a cada três ou quatro anos. Solos férteis também dispensam adubação química. a fim de obter mais frutos. aplica-se o produto para corrigir sua acidez. Desse modo. é possível obter frutos de maior tamanho. poda de framboesa PALAvRAs-ChAvE Informações sobre cultivo. recomenda-se  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE FRAMBOEsA .0m e .Framboesa. O desponte (poda verde) deve ser feito quando as plantas atingirem entre . Não é recomendada a formação de parreiras. obedecendo as indicações de poda e desbaste. Para manter uma produção regular é indicado não deixar mais de cinco a sete hastes por planta. no mínimo 00 horas por ano.. Os tratos culturais são bastante simples. As plantas começam a produzir um ano e meio após as mudas serem levadas para o local definitivo. Se o pH do solo estiver em torno de . Após a época de frutificação deve-se fazer o desbaste das plantas. Suas mudas são fáceis de pegar e por possuir grande capacidade de propagação. pois a framboesa produz apenas nas extremidades do ramo. Abaixo disso. as touceiras precisam ser desmanchadas e as mudas dever ser transplantadas em outro local para que a concorrência entre os ramos não afete a produção. retirando-se todos os galhos que produziram. Já para os mais fracos. Pelotas/RS – presente em reportagem da revista eletrônica Globo Rural. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Conforme consulta a Alverides Machado dos Santos – pesquisador do Centro Nacional de Pesquisa de Fruteiras de Clima Temperado.0 a . não é necessário o uso de calcário. cultivo de framboesa.0m de altura. Deve-se deixá-la crescer em canteiro.

br. indicamos a empresa Agrícola Theodósio.embrapa.Catálogo” e escolher a área de interesse) ou na Livraria Virtual da Embrapa http://www. pereira. Relacionado ao tema. Editora Nobel.sct. Disponível no setor de comercialização da EMBRAPA.com.asp. para comercialização de mudas de alta sanidade.  p. para cada metro quadrado de área plantada./UFPel/EMBRAPA-CNPFT.pdf No que se refere a aquisição de mudas. Autor: Emerson Steinberg.com. M.br/liv/Catalogo. 9. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Recomendamos as seguintes publicações referentes ao cultivo de framboesas: Aspectos Técnicos da Cultura da Framboeseira. amora preta.br (deve-se . O telefone de contato é () -9 ou e-mail: agricolatheodosio@terra.br/publica/anais/peqfrutas.o uso de  gramas de adubo à base de 0-0-0 (NPK). também indicamos simpósio que ocorrerá em novembro no Rio Grande do Sul: º Simpósio Nacional do Morango e o º Encontro Sobre Pequenas Frutas e Frutas Nativas do Mercosul.embrapa.  . licenciada pela Embrapa.embrapa. 99. ISBN: 00. Disponível em: http://www. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) possui diversas publicações que podem auxiliar no cultivo de framboesas.br/books_productdetails. Disponível em: http://www. Produção de pequenas frutas no Brasil e Importação de mudas de pequenas frutas e º Seminário Brasileiro sobre Pequenas Frutas.asp?Query=ProductPage &ProdTypeId=1&ProdId=5357&ST=CL2146 Curso nacional sobreprodução e inspeção de mudas de plantas frutíferas. pessegueiro. morangueiro. framboesa. acessar o link “Publicações . disponíveis no endereço: www.br. pelo telefone () -99 ou e-mail: ant@cpact. Amora-Preta e Framboesa. Manual para produção de mudas de frutíferas: macieira. p. Pelotas.cnpuv.submarino.A. ameixeira. Promoção: Embrapa Clima Temperado e FAPEG.cpact.embrapa.

br/FontesHTML/Ameixa/CultivodaAmeixeira/cap15. Globo Rural responde: A framboesa exige clima bem frio. 00.br/eventos/2006/simposio_ .cpact.cnptia.morango/index.embrapa.php FONTEs CONsULTADAs Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa. 00  AgriculturA e PecuáriA Local: Auditório Ailton Raseira .htm>. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. 00.globo. Acesso em: 0 de jul. Disponível em: <http://globorural. Pelotas – RS.com/barra. Iva Maria Alves NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jul.embrapa.htm >. Mais informações: http://www. Acesso em: 0 de jul. GLOBO RURAL.asp?d=/edic/186/ gr_responde.Sede Embrapa Clima Temperado. Período: de  a 0 de novembro de 00. Cultivo da ameixeira.

Os frutos prestam-se também ao aproveitamento industrial-artesanal. rústicas.F. produtivas e de alta capacidade de adaptação climática. com dois sulcos laterais.É vigorosa e bastante produtiva. O fruto é do tamanho médio ou grande. Na escolha do cultivar devem ser observados os seguintes fatores: clima. espécie subtropical de origem asiática. quando apresenta sementes. bastante taninosa antes de completar a maturação. A produção de caqui destina-se. mas com boas perspectivas de exportação. Informações sobre o cultivo de caqui. Sistema de Resposta do SEBRAE-MG. a polpa é amarelo-avermelhado. produção de caqui. (possuem Tanino que é uma substância adstringente).. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A presente resposta foi extraída do CDI. As espécies mais conhecidas são: l l l Subugaki ou Taninoso é cultivar Taninosas. Sistema Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas. Sem sementes a polpa é clara e bastante taninosa. A polpa é amarelo claro. da família Ebenaceae. O Caqui Diospyro Kaki L. antes de completar a maturação. em forma de passa e vinagre. É vigorosa e  . ao consumo in natura. cultivar de caqui. de folhas caducas. cultivo de caqui. Centro de documentação e Informação. SRT. na quase totalidade.CULTIvO DE CAQUI PALAvRAs-ChAvE Caqui. no mercado interno. Taubaté: apresenta fruto grande. destino da produção. com sementes ou não e sempre de polpa amarela. tem plantas arbóreas. Mazeli. de forma globosa achatada. época da produção dos cultivares e produtividade. globoso e ligeiramente achatado.

Giombo. O fruto é grande e globoso e a polpa. Instituto Agronômico de Campinas. através do cruzamento da Trakoukaki e a Haganosho.A maturação é precoce e acontece em fevereiro. Fuyu. nunca taninosa e de coloração mais escura.l l l l l l l l l l bastante produtiva. O fruto é de tamanho médio a grande e tem forma achatada. Instituto Agronômico de Campinas. São doces com sementes ou não e sempre de polpa amarela. através do cruzamento entre a cultivar Chocolate e a Haganosho. Jirô. bastante taninosa. O tipo de caqui de cor escura é chamado de chocolate. Pode ser colhida de janeiro a maio. A polpa é amarelo-avermelhado. Hachiya. Para este cultivar é recomendado realizar o desbaste dos frutos para evitar alternância de produção. através do cruzamento entre a cultivar Giombo e Haganosho. ligeiramente avermelhada com a presença de fibras e normalmente cinco a seis sementes por fruto. apresenta polpa amarelo-escuro tendendo á parda quando tem sementes abundantes. São também chamados de cultivares de frutos doces ou duros. O fruto é grande. Instituto Agronômico de Campinas. Quando não tem sementes a polpa é amarela e rica em tanino. Os cultivares deste grupo não possuem tanino. de forma oblonga e cônica. forma achatada e quadrangular. A polpa é amarelo-claro. A maturação acorre mais tarde em relação ao Jirô. Apresenta fruto grande. É bastante exigente em tratos culturais para obter boa produção. Amagaki ou Doce. Regina (IAC -): híbrido obtido pelo IAC. mas com perfil arredondado. A polpa é adstringente e amadurece em fevereiro e março. quando aparecem sementes é doce sua cor é escura em volta das sementes. O fruto tem tamanho médio com forma oblonga. A polpa é amarelo-avermelhado. Altera sua composição e cor quando tem ou não sementes. Rubi (IAC -): híbrido obtido pelo IAC. É vigorosa e bastante produtiva. não taninosa. A polpa é consistente. quando madura é alaranjada. quando sem semen AgriculturA e PecuáriA . bastante taninosa antes de completar a maturação. Necessita de tratamento fitossanitário contra a cercosporiose. A planta tem bom vigor. Tem polpa adstringente e amadurece em fevereiro e março. Pomelo (IAC  ): híbrido obtido pelo IAC. consistente. Rama Forte. As arvores são medianamente vigorosas e produtivas. Variável. O fruto é grande de forma achatada. É muito produtiva.

(IAC -): híbrido obtido pelo IAC. á º C. amarela e muito taninosa. É vigorosa e bastante produtiva. A polpa é amarelo-avermelhado quando apresenta sementes. Devem ser escolhidos locais onde não ocorram geadas. de forma globosa e achatada. portanto. Deve-se evitar solos arenosos que facilitam a disseminação de nematóides. Kauru. próprias para o caquizeiro. O fruto é de tamanho de médio a grande. O terreno deve apresentar relevo que facilite a mecanização. quando não tem sementes. Devem ser instalados quebra-ventos e existir disponibilidade de água para os devidos tratos culturais. Chocolate. É vigorosa e muito produtiva. É bastante produtiva.l l l tes e do tipo chocolate. Pode-se plantar o caquizeiro em regiões de zero a 0 horas de frio (temperatura menor que . O fruto apresenta polpa adstringente quando sem sementes e não taninosa e doce quando com sementes. A maturação ocorre de fevereiro á março. Não apresenta tanino quando tem grande quantidade de sementes. O fruto é pequeno e de forma achatada. Quando se apresenta com sementes a polpa é escura. Clima O caquizeiro exige clima frio e é resistente a baixas temperaturas. através do cruzamento entre a cultivar Luiz de Queiroz e Haganosho. pela baixa capacidade de retenção de umidade e por esta . bastante taninosa antes de completar a maturação. Evitar regiões baixas e localizadas onde há acúmulo de ar frio. Luiz de Queiroz. que é uma espécie de menor exigência de frio em relação á outras fruteiras temperadas.o C). A temperatura mais favorável ao desenvolvimento de fruteiras de clima temperado varia de oC. não adstringente e amadurece precocemente. Instituto Agronômico de Campinas. A polpa é consistente. amadurecendo tardiamente. Para quebra do repouso fisiológico requer determinado regime de frio e apresenta acentuado repouso vegetativo. Sem sementes a polpa é clara. Preparo do solo Realizar análise do solo e as posteriores correções e adubações de acordo com as recomendações técnicas. são regiões com menor disponibilidades hibernais e.

Após essas operações.Em terrenos com pouca ou quase nenhuma declividade as covas podem ser abertas em linha reta.0cm (00 plantas por hectare). evitando que elas fiquem enroladas ou retorcidas. Após o plantio. Nem sempre apenas o plantio em curvas de nível soluciona o problema. As mudas devem ser adquiridas de viveiristas idôneos e estar dentro dos padrões recomendadas pela legislação. . De uma maneira geral. As plantas necessitam passar por um determinado tempo de baixas tempera9 AgriculturA e PecuáriA rem sujeitas a perdas de fertilidade.0cm x . ao se plantar as mudas nas covas. recomenda-se aração profunda e dragagem para o preparo do solo. Faz-se uma bacia na superfície (coroamento) e colocando-se mais  a 0 litros de água. nesta fase. Quando a cova estiver pela metade. Quebra de Dormência As fruteiras de clima temperado apresentam um período de dormência que é um fator de defesa contra as condições ambientais desfavorável ao desenvolvimento da planta durante este período. O espaçamento pode ser de . procede-se a marcação do terreno e abertura das covas.0m por . As mudas provenientes de viveiros. época de repouso vegetativo. As covas devem ter as dimensões de 0cm x 0cm x 0cm e ser corretamente adubadas. A conservação do solo é importante principalmente quando se trabalha com culturas perenes. em seguida realizar a calagem de acordo com a análise do solo. . O plantio é realizado nos meses de julho e agosto. sendo necessário.0cm a 0cm acima do nível do solo e distribuir corretamente as raízes por toda a extensão da cova. Normalmente. coloca-se água (0 a  litros) e completa o restante da cova. O preparo do solo deve ser feito antecedendo. havendo falta de chuvas. podem ser transportadas para o local definitivo. no caso de mudas de raiz nua. Após este procedimento iniciase o enchimento das covas com terra. enchendo com terra.0m ( plantas por hectare). No caso de mudas de torrão o plantio pode ser nos meses de novembro e dezembro. a época normal de plantio. é recomendável repetir a irrigação. ao máximo. Recomendam-se solos com boa drenagem e com bom teor de matéria orgânica. deve-se ter o cuidado de manter o nível de enxertia . sendo necessária a adoção de outras práticas conservacionistas. ficando a utilização de curvas de nível para outras situações.

A solução tem sido buscada na seleção e melhoramento de cultivares com baixa exigência de frio e tratamentos químicos para compensar a ação das baixas temperaturas. Poda de frutificação . Com a expansão dessas fruteiras para regiões tropicais e subtropicais.engloba o conjunto de intervenções aplicado nas fruteiras não só no período em que o esqueleto se aproxima de sua forma definitiva. Quanto à época em que são executadas: Poda em seco – é realizada no final do inverno. mas em fase de evidencie ainda suficiente capacidade de regeneração. Tem o propósito de manter o equilíbrio entre as funções vegetativa e produtiva buscando. os anelamentos. sobretudo durante a fase produtiva das plantas. os encurtamentos. para que na primavera ocorra uma natural quebra de dormência. utilizado no período de decadências das árvores. Poda de ramificação – objetiva a formação de ramificações indispensáveis à formação do esqueleto das árvores. Poda e condição Quanto à fase de vida das árvores: Poda de formação . mas. as descorticações. Poda de concorrência – é realizada através de desbrotas suprimem0 . Destina-se a revigorar o esqueleto e renovar a vegetação e os órgãos de frutificação das plantas. portanto. realçalas ao máximo. Com restrição da poda em período invernal. mesmo quando as condições são favoráveis ao crescimento. onde o inverno é mais ameno. Poda verde – é feita no período em que as plantas se mantêm em atividade vegetativa. as podas em verde adquirem substancial relevância nos modernos sistemas de condução. surge o problema de folhação retardada que se caracteriza pela permanência de muitas gemas em dormência. Atualmente tem algumas restrições. verdes e com folhas. perto da época de brotação. Poda de rejuvenescimento – inclui o conjunto de operações. as despontas.consiste em sistema de operações realizadas nas árvores novas durante a fase de crescimento vegetativo. Usa-se para este efeito. quando os ramos se encontram. dentro dos limites possíveis.turas (inferiores a oC) que variam conforme as espécies e cultivares.

a maior produtividade dos pomares. e broca.se os ramos que concorrem com as ramificações selecionadas para a formação do esqueleto. conjugada com a mais precoce entrada em frutificação. objetivos que definem as grandes preocupações e tendência da moderna fruticultura. promovendo o seu adensamento ou estabelecendo competição com outros ramos essenciais à estrutura das árvores. Colheita O caqui é colhido. existem algumas modalidades susceptíveis de promover. Esta poda baseia-se na aplicação de inclinações sobre esses eixos Poda distal – consiste na eliminação dos ramos ou brotos situados na zona da extremidade ou zona distante das guias responsáveis pelo prolongamento dos eixos do esqueleto seja das pernadas. São inúmeras as formas definitivas que as fruteiras de clima temperado podem apresentar quando chegam à fase adulta. dentro dessa adversidade. dos braços ou das flechas. Poda de Recuo . Poda Interna – realiza-se a desbrota dos ramos que. galho da coroa. notadamente das pernadas e da flecha. Poda de equilíbrio – tem como finalidade restabelecer o equilíbrio relativo entre os diversos eixos do esqueleto das plantas. Deve ser realizados o devido controle com produtos recomendados por engenheiro agrônomo. É evidente que. lagarta-do-fruto. besouro-de-limeira. As doenças mais comuns são: antracnose. triples.  AgriculturA e PecuáriA . cercospora (viveiro). Pragas e Doenças As pragas mais comuns são: cigarrinhas. normalmente entre os de dezembro á maio. podridão da raiz. mosca-das-frutas. não interessam na formação das plantas se dirigem para a parte internadas copas.promove o rebaixamento da copa de modo a evitar que ela atinja uma altura indesejável e imprópria para a execução dos diversos trabalhos culturais desde a colheita dos frutos até os tratamentos fitossanitários e a própria prática das podas. em relação a outras. cochonilhas.

s e b r a e m g . tecnologia disponível. 00.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Deve-se ressaltar que riscos são inerentes a qualquer empreendimento. Acesso em: 0 de jul. restrições legais. Disponível em: < h t t p : / / w w w. etc) e desenvolver. Para concluir se o risco de um determinado empreendimento é baixo. b r / G e r a l / a r q u i v o _ g e t . c o m . Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jul. a s p x ? c o d _ a r e a s u p e r i o r = 2 & co d _ a r e a co n t e u d o = 2 3 1 & co d _ p a s t a = 2 3 4 & co d _ conteudo=1501&cod_documento=103>. perfil dos concorrentes. potencialidade da região. REFERêNCIAs SEBRAE MG Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresa de Minas Gerais. com os dados obtidos o plano de negócio que indicará a viabilidade ou não do empreendimento. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . médio ou alto será necessário buscar mais informações que contemplem cada uma das variáveis que impactam o negócio (por exemplo: o interesse do consumidor pelo produto ou serviço.

que promovem o rápido desenvolvimento. começou a ser recentemente divulgado pela mídia como sendo eficaz no combate ao câncer. popularmente conhecido como Cogumelo do Sol. cultivo de cogumelos do sol PALAvRAs-ChAvE Informações sobre cultivo de cogumelos do sol. Porém. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Originário do Brasil. o cogumelo da espécie Agaricus blazei. Quanto às técnicas de cultivo.Cogumelos. o SEBRAE-MG desenvolveu um documento que contempla de forma detalhada todas etapas do processo de produção do Agaricus blazei. não existem bases científicas que comprovem tal propriedade medicinal. Este documento pode ser obtido gratuitamente através do link abaixo:  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE COGUMELO DO sOL . É também importante ressaltar que a denominação “Cogumelos do Sol”. o Agaricus blazei prefere temperaturas mais elevadas e alta umidade. usada popularmente para caracterizar o Agaricus blazei. No estado de São Paulo. No Brasil o produto não pode ser comercializado como medicamento. desde o preparo da matéria prima até o beneficiamento. os maiores rendimentos estão sendo obtidos em estufas com nebulizadores. encontra-se patenteada como marca junto ao INPI – Instituto Nacional de Propriedade Intelectual. Diferentemente de outras espécies de cogumelos. cogumelos do sol. sendo que a maioria da produção acaba sendo voltada para a exportação. podendo ser cultivado diretamente no solo. e a sua utilização requer a autorização e o pagamento de direitos autorais à empresa detentora da patente.

Documento da série Ponto de Partida.http://www. A leitura cautelosa deste documento é indispensável para quem quer ingressar de forma correta neste ramo de negócios. desenvolvido pela equipe do Serviço de Resposta Técnica do SEBRAEMG.br/Geral/arquivo_get.sebraemg. Acesso em:  de nov.com. mercadológicos. além de fornecer indicações de leituras. fiscais e jurídicos da atividade de cultivo de cogumelos. de A.sebraemg.com. REFERêNCIAs “CULTIVO DE COGUMELO”. V. 00.br/Geral/arquivo_get. Carlos A.aspx?cod_documento=107 São abordados ainda aspectos gerenciais. cursos e contatos de instituições competentes no assunto. aspx?cod_documento=107>. vídeos. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de nov. Disponível em: <http://www. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . financeiros.

etc. o girassol ocupa o quarto lugar como fonte de óleo comestível. existindo menores quantidades de palmitina. As sementes são ricas em óleo: raras vezes contêm menos de 0%. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O girassol é uma planta anual que se adapta a diversas condições climáticas. Na semente também se encontram lecitina. O Girassol: Atualmente. No óleo predominam a linoleína e a oleína.() Origem: Planta anual. palma e canola. diversos ácidos orgânicos. necessitando de insetos na época do florescimento. araquina e lignocerina. chegando algumas variedades produzidas por hibridação a ter quantidades superiores a 0 %. mas podem florescer o ano todo. É uma planta de polinização cruzada.  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE GIRAssOL ORGÂNICO . estearina. fitina. como uma planta ornamental e hortaliça. mas não sabe como é o cultivo. girassol orgânico. que produz flores na primavera e no verão. o girassol foi levado para a Europa. Trata-se de uma planta robusta e muito resistente. sendo cultivado em todos os continentes. com grande importância na economia mundial. Na União Soviética o melhoramento genético tornou as plantas com sementes e capítulos grandes.Girassol. usos do girassol PALAvRAs-ChAvE Saber como cultivar girassol orgânico. seguido da soja. cultivo do girassol. No século XVI. principalmente das abelhas. especialmente sob temperaturas entre  e 0 graus C. Gostaria de produzir. colesterina. o girassol é originário da América do Norte e se reproduz por meio de sementes.

• óleo: alimentação humana. Usos: Veja abaixo algumas das aplicações possíveis para o girassol: • O girassol pode ser utilizado como remédio caseiro para diversas doenças. e é uma cultura de condução fácil. silagem. podemos dizer que o girassol tem: • Adaptabilidade a diferentes ambientes. • flores: mel. adubo verde. o girassol também é classificado como a quarta opção. e • qualidades nutricionais da silagem. • Girassol é a quarta fonte de óleo vegetal mais consumida no mundo. E ainda ajuda na melhor estruturação do solo. • resistência a períodos de estiagem. Veja abaixo para que pode ser útil o girassol por partes da planta: • A planta inteira: forragem. e • proteínas: uso semelhante à da soja. • capacidade de reciclar nutrientes. • casca: combustível. É cultura de fácil adaptabilidade a diferentes regiões produtoras do país. exigindo poucas adaptações. paisagismo e decoração. Recentemente. óleo. alimentação animal. ()  . sucessão. cosméticos. • pouca sensibilidade ao fotoperíodo. matéria orgânica. para a ração animal e uso humano. casca. uma vez que aproveita os equipamentos que existem na propriedade. O girassol é importante na produção de grãos. na rotação de culturas em sistema convencional ou plantio direto. adequando-se época de semeadura às condições climáticas locais. biodiesel. tem-se insistido sobre o valor farmacológico das flores e do caule do girassol. • tolerância a baixas e altas temperaturas.Como fonte protéica. • capítulo: fornecer sementes e grãos. • grão: proteína. e reciclagem de nutrientes (melhorando de solo). raiz. É excelente no sistema de rotação de cultivo. Em resumo. Não é necessário grande investimento em máquinas. alimentação animal e humana. • qualidades nutricionais do óleo. na integração lavourapecuária.

sementes sem germinar. por isso a qualidade do plantio torna-se um fator decisivo para obter ótima produtividade. uma população correta. entre outros fatores. O pico é ao redor dos 0 dias. No momento do plantio o solo deve ter umidade suficiente para que a semente tenha condições de germinar. que normalmente fica ociosa após a colheita do milho ou soja. pode ser uma opção para a produção de grãos de excelente qualidade. • O girassol desenvolve-se bem em solos de média fertilidade. A absorção de NPK aumenta drasticamente a partir de 0 dias após o plantio. é certeza de boas produções (como indicado adiante). O solo muito frio atrasa a germinação. É muito importante assegurar uma nutrição adequada em nitrogênio antes da iniciação do botão floral. Para obter um estande uniforme siga alguns procedimentos: • Não plante o girassol em solos compactados. principalmente pela possibilidade de obter um melhor aproveitamento da terra. Em algumas regiões do Brasil. () . esta cultura encaixa-se bem. provocando uma germinação desuniforme. especialmente entre 0 e 0 dias após a emergência. • Atente à profundidade do plantio entre  e  cm. no entanto. Nas regiões frias o produtor deve prestar atenção para a temperatura do solo. ou até mesmo. O nitrogênio é um dos elementos essenciais para o desenvolvimento  AgriculturA e PecuáriA Cultivo: O plantio do girassol após a retirada da cultura de verão. altas produções só são obtidas sob solos corrigidos e com bons níveis de fertilidade. A deficiência em nitrogênio tem sido apontada como um dos fatores mais limitantes da produtividade. onde existe a possibilidade de safrinha. A uniformidade na emergência exige. • Controle bem os espaços. temperaturas de pelo menos º C. A temperatura muito baixa durante a floração pode provocar aborto das flores tanto por morte do pólen como por morte das abelhas (agentes essenciais à polinização).Plantio: Cerca de 0% do sucesso da cultura do girassol vem de uma boa população de capítulos no momento da colheita.

deve deixar e observar que o girassol chega ao final do ciclo com toda sua plenitude vital. () Especificações Do Cultivo Orgânico: O cultivo do girassol é relativamente simples. Para se cultivar o girassol com manejo orgânico é necessário sempre observar o plantio com rotação das culturas nas áreas. convém que o produtor prepare o solo organicamente até recuperar “a vida” dele. e não nasce em pH de . ainda mais se for orgânico. o produtor deverá monitorar essa possível deficiência. Esse processo pode parecer demorado.() Se for cultivá-lo de forma orgânica seria interessante consorciar com plantas que disponibilizam o boro e outros micro-nutrientes. mas o resultado é duradouro e  . Se for usar algum suplemento. Se o solo não estiver adequado. é melhor para a colheita e evita muito tombamento das plantas. e ainda de ajudar outras culturas como o milho.e produção do girassol. A planta do girassol não tolera solos ácidos. no máximo. produzindo uma condição de solo coberta com muita matéria orgânica e pouca capina (o girassol agüenta). a mamona e a abóbora (plantados em consórcio). O período de plantio recomendado é na metade do período de verão (final de dezembro até fevereiro). Além disso. para no ciclo seguinte plantar. No caso do milho. O girassol consorciado que é uma forma de garantir a sanidade do solo e da planta. deve. por exemplo. Um desses fatores é o pH. usar o bórax em pequena dose (que não descaracteriza o manejo orgânico). o feijão. (ou abaixo). É possível plantar até  plantas por metro linear e com 0 cm entre linhas para o rápido fechamento do espaço limpo do solo. o girassol diminui muito o ataque das lagartas. O produtor deve analisar o solo para identificar se estas necessidades de regular o pH e o nível de boro estão de acordo com as especificações. Existem algumas especificações especiais para preparar o solo ao cultivo de girassol orgânico e que podem ser fatores limitantes à produtividade ideal. é sensível à ausência de boro. No caso de aparecer alguma lagarta preta comendo a folha do girassol o produtor não precisa se assustar.

embrapa.agromil.br/ SEBRAE .0/Ens.9/sl.gov.br http://www.br/girassol.com.INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs DO RAMO: Portal PLANETA ORGÂNICO http://www. 000 99 / e-mail: cenagri@agricultura.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa Portal: http://www. Bl.Paraná.planetaorganico.br Portal AGROMIL Artigo: http://www.CEP 00-90 Londrina. N. não equilibrando assim o “organismo” que esta se trabalhando “organicamente”. () -0/00 / Fax: - e-mail: dfa-es@agricultura. S.gov.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Deve-se atentar com minúcia para a descrição dos processos que envolvem o cultivo de girassol orgânico (descrito anteriormente) e 9 AgriculturA e PecuáriA sustentável.gov. Suá/Vitória/ES/900-0 Tel.com.com.D/Brasília/DF/00-000 Tel. Se feito de outra forma (com aditivos químicos) o efeito pode ser passageiro.br DFA/Ministério da Agricultura Av.() .sebrae.htm Portal: http://www. Navegantes.br Embrapa Soja Rod.Fax ()  00 Caixa Postal  .Distrito de Warta Telefone ()  000 .Brasil INsTITUIÇõEs DE APOIO: Ministério da Agricultura e do Abastecimento Esplanada dos Ministérios.Serviço de Apoio ás Micro e Pequenas Empresas (nacional) http://www.agromil.br EMBRAPA .agricultura. Carlos João Strass .com.

Paraná. EMBRAPA .manter estreito laço com as instituições representativas desse ramo de atividade.cnpso.br>.com. .br/index. Embrapa Soja Rod. Sítio Duas Cachoeiras .php?op_page=54&cod_pai=38 Caio Bendazzoli NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Carlos João Strass .Distrito de Warta Telefone ()  000 . Acesso em:  de maio 00.Fax ()  00 Caixa Postal  . Para mais dúvidas de ordem tecnológica.sitioduascachoeiras.br>.embrapa. Portal AGROMIL. Acesso em:  de maio de 00. Disponível em: <http://www. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA .embrapa.com.CEP 00-90 Londrina.Educação&Agricultura E-mail: sitio@sitioduascachoeiras. Disponível em: <http://www.agromil.Brasil Artigo: http://www.br/ .com.br Portal: http://www. sugere-se entrar em contato com alguma instituição do ramo (citadas acima).

e altitudes de preferência superiores a 00m. das técnicas de extração do óleo e das especificações técnicas exigidas para a sua comercialização. Para preparar o solo. preparo e conservação do solo Na escolha da área a ser cultivada. Deseja saber a respeito das técnicas de plantio. deve-se optar por regiões de relevo plano ou suavemente inclinado (declividade inferior a %). este pode ser de vários tipos. cultivo de mamona.2 Escolha da área. 1.1. O solo deve ter pH próximo da neutralidade e ser bem preparado. Clima e solo A mamoneira é uma planta de origem tropical bastante resistente à seca e heliófila (gosta de muito sol). temperatura do ar entre 0 e 0ºC. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. extração de óleo de mamona PALAvRAs-ChAvE Pretende iniciar um plantio de mamona e efetuar a extração de seu óleo para fins comerciais. utilizando sempre o plantio em nível.3 Cultivares Existem várias cultivares de mamoneira disponíveis para o plantio  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE MAMONA E EXTRAÇÃO DO ÓLEO DE MAMONA . Para o seu pleno crescimento e desenvolvimento requer pelo menos 00mm de chuvas. Das Técnicas E Condições Ótimas De Cultivo Da Mamoneira 1. exceto os muito argilosos (sujeitos a encharcamento) e os salinos e/ou sódicos (com elevado teor de sódio trocável). deve-se triturar os restos culturais com grade leve e depois fazer a aração.Mamona. usando-se arado de aiveca e grade leve (deve-se evitar a grade aradora. óleo de mamona. 1. Quanto ao solo. bem como sobre as características desse mercado e da viabilidade econômica da atividade. que promove erosão e compactação do solo).

com uma planta por cova. resistentes à seca e de boa capacidade de produção (média de . deiscência dos frutos.4 Adubação e calagem A mamoneira é uma planta exigente em nutrientes para produzir bem. Isto resultará em uma população de. respectivamente. tanto em condições  . existindo diversos métodos de se calcular. na adubação deve-se usar somente nitrogênio na quantidade de 0kg de N/ha aplicado em cobertura no início da floração do primeiro cacho. deve-se fazer a calagem pelo menos três meses antes do plantio e em solo úmido para que haja reação do calcário. Estes são cultivares de boa rusticidade. incorporado nos primeiros 0cm. As duas variedades anteriormente citadas apresentam. depende do valor do pH. como a BRS 9 Nordestina e a BRS  Paraguacu. A quantidade de calcário a ser colocada no solo. razão pela qual se deve fazer. caso a análise do solo apresente teor abaixo de 0 mg/dm.0m x . dos teores de cálcio e de magnésio e do alumínio trocável. 1. a análise do solo. do teor de matéria orgânica. plantas/ha. o Al do solo. a . variedades desenvolvidas pela EMBRAPA em convênio com a EBDA para serem utilizadas na agricultura familiar no Nordeste. outros genótipos deverão ser lançados no mercado. densidade e profundidade Para os tipos de cultivares citados anteriormente deve-se usar o espaçamento padrão de . Em breve.  e % de óleo em média. sempre que possível. e fósforo em fundação nas covas na quantidade de 0kg de P0/ha. com maior produtividade e percentagem de óleo nas sementes. em que o mais simples é tomar. tipo dos cachos e outras características. Em geral. Quando houver pobreza nutricional. Espaçamento.5. 1.em nosso país. com a correção do PRNT do calcário. variando em porte. como base. Geralmente para plantios em pequena escala recomenda-se o uso de cultivares de porte médio (. devendo a quantidade de calcário a ser usada igual a  x o teor de Al.0m) e de frutos semi-indeiscentes.00 kg/ha de baga em condições de cultivo de sequeiro). deve-se fazer a adubação racionalmente.0m. em cmolc/ dm. Caso o pH esteja muito ácido (abaixo de ).

de porte ereto. o importante é se plantar a leguminosa  dias depois do plantio da mamona.0m x .m ou .Existem outros esquemas de plantio com o uso de fileiras duplas. com o uso de herbicidas as sementes devem ser protegidas e só então colocadas mais profundamente.6 sistema de cultivo consorciado O sistema de consórcio mais recomendado consiste no plantio da mamoneira juntamente com o feijão Vigna ou feijão Phaselous. de ciclo curto (na faixa de 0 a 0 dias). deixando-se do lado das fileiras de mamona 0. pois essas gramíneas são muito competitivas e reduzem substancialmente a produtividade da mamoneira no consórcio. As sementes devem ser colocadas para germinar a uma profundidade variando de . que tem crescimento inicial muito lento.  AgriculturA e PecuáriA de cultivo solteiro quanto em cultivo consorciado com outra cultura. Em solos de baixa fertilidade natural ou desgastados pela erosão e outros fatores. O consórcio com o milho e o sorgo deve ser evitado. e de preferência de porte ereto. dependendo do tipo de solo.000 plantas/ha. . respectivamente para quatro ou três fileiras. de hábito de crescimento determinado. que são as sementes com elevado teor de óleo. pode-se colocar uma população maior com a configuração de . Independente do tipo. 1. Outros consórcios que estão sendo estudados envolvem o gergelim. Deve-se usar o espaçamento de . porém são mais complexos e nem sempre expressam vantagens em termos de produtividade e ganho na qualidade do produto final. a . e o amendoim. também de ciclo rápido (0 a 00 dias).m. resultando numa população de . e usar cultivares resistentes a viroses. ciclo curto e hábito de crescimento determinado.0m com uma planta por cova.0cm. dependendo da região de cultivo.0m para a mamona e o feijão deve ser colocado com três ou quatro fileiras espaçadas a 0. para evitar ou reduzir ao máximo a competição do feijão na mamoneira. método de plantio (manual ou mecânico) e do método a ser usado no controle das plantas daninhas.0m livre.0m x . pois.

As mariposas medem cerca de 0mm de envergadura e são de coloração preta. Para o controle químico. também. Mede entre  e mm de comprimento e vive em média dois meses. recomenda-se o uso correto do cultivador (com profundidade de .  . Alimenta-se sugando as plantas. Para o controle pode-se usar produtos biológicos à base de Baculovirus ou Bacillus thuringiensis. com volume de calda entre 00 e 0 litros/ha. de nome latino Spodoptera latifascia.a. complementada dentro das fileiras com a enxada) tanto nos sistemas solteiros quanto nos consorciados. cuja cultura secundária também já faz o controle cultural. que se não forem controladas podem reduzir bastante sua produtividade. em especial o vigna. além do Trichograma. o mecanizado.8. destacam-se as seguintes: PERCEvEjO vERDE: este inseto. Para o pequeno produtor./ha. é o mesmo que ataca a soja e outras culturas. Para o controle químico recomendam-se produtos à base de monocrotofos na dosagem de 0g i. usar produtos à base de malathion.0cm e dentro do período crítico. Nezara viridula.0 a . recomenda-se o uso do endosulfan. São muito ágeis e sugadores e atacam as folhas. como o caso da Empoasca kraemeri. pode-se. que são parasitóides e devem ser liberados na densidade de 00. o químico ou uma combinação deles.7. Entre as pragas da mamoneira.000 indivíduos por hectare. CIGARRINhAs: São duas ou mais espécies que atacam a mamona e algumas também o feijão. Controle de plantas daninhas A mamoneira é muito sensível à competição causada pelas plantas daninhas.O período crítico de competição são os primeiros 0 dias após a emergência das plantas. reduzindo assim a uma a duas limpas no sistema como um todo 1. o cultural. Controle de pragas A mamoneira é alvo de vários insetos e ácaros que podem lhe causar danos.1. em especial os frutos da mamona e as vagens do feijão. reduzindo ou mesmo anulando sua capacidade de produção. na dosagem de 0g i. como o manual. Ataca as folhas de ambas as culturas e até as vagens do feijão. LAGARTA DAs FOLhAs: este inseto.a/há. Podem-se usar diversos métodos de controle de plantas daninhas. tanto ataca a mamona quanto o feijão. inclusive o feijão.

a lagarta vive enterrada próximo das plantas. para essas duas culturas. causado pelo fungo Botrytis ricini. o feijão ou outra cultura que vier a ser consorciada com esta euforbiaceae destacando-se.9. em especial (Aphis gossypii e Aphis fabae). BR  Mulato e BR  Gurguéia que são resistentes ao vírus CP AgriculturA e PecuáriA piretróides (como o deltametrina) e carbaryl. LAGARTA DO sOLO: este inseto também ataca as culturas do feijão e da mamona. Podridão de Botryodiplodia. O adulto é uma mariposa de 0mm de envergadura que deposita os ovos nas folhas da mamona e do feijão. fazer a rotação de culturas e não plantar na área em que no ano anterior tiver ocorrido a doença. várias espécies de pulgões. Existem outros artrópodes que atacam a mamona. De hábito noturno. Para o feijão vigna destacam-se as várias doenças causadas por vírus. causada pelo fungo Fusarium oxysporum F. Recomenda-se o uso de carbosulfan granulado ou outro produto registrado. a lagarta militar (Spodoptera frugiperda). o adulto é uma pequena mariposa de 0mm de envergadura. como a BR 0 -Piauí. a vaquinha (Diabrótica speciosa).). e o segredo do sucesso é o uso de cultivares resistentes. Controle de doenças A principal doença da mamoneira é o Mofo Cinzento.LAGARTA ROsCA: este inseto é muito comum no Nordeste do Brasil (Agrostis ipsilon). Outras doenças da mamoneira são: Murcha de Fusarium. Para seu controle deve-se eliminar os restos culturais. que ataca e destroi toda a estrutura floral e de frutificação da planta. 1. para a mamona o Ácaro rajado (Tetranychus urticae) e a Lagarta imperial (Eacles imperialis). Cercosporioses e Alternaria. As lagartas alimentamse das folhas das plantas da mamona e do feijão e o controle pode ser feito com inseticidas sistêmicos colocados junto das sementes ou pulverizando o colo das plantas com produtos à base de carbaryl ou metil parathion. . Para o feijão vigna destacam-se: A paquinha (Neocurtilla hexadactyla). ainda. deve-se empregar sementes tratadas com inseticida sistêmico ou aplicações dirigidas ao colo das plantas ou. causada pelo fungo Botryodiplodia theobromae. ricini. o percevejo vermelho (Crinocerus bimaculatus) e o minador das folhas (Liriomyza sativae). denominado Elasmopalpus lignosellus. Para o controle. a mosca branca (Bemisia spp. pulverizações nos sulcos de plantio.

Poty.10. transmitido por pulgões. Em condições de sequeiro são produzidos de  a 0 cachos por planta nos sistemas de produção descritos neste documento. Vita .1. dando-se várias colheitas proporcionais ao número de cachos por planta. ou escalonar a mesma. pois em tais cultivares as sementes não caem no chão. recomendam-se os seguintes procedimentos na colheita: olher com o ambiente seco.SMV (Cowpea Severe Mosaic Comovirus). Limpeza da semente A semente a ser processada deve estar livre de matérias estranhas que podem prejudicar os equipamentos e reduzir o rendimento de óleo.  . 1. com o milho ou o sorgo.11. BR 0 . secagem e armazenamento da mamona em baga (sementes) Considerando-se a mamona com o uso de cultivares de porte médio e de frutos semi-indeiscentes.Mulato. também são resistentes ao vírus CpSMo (Cowpea Severa Mothle Potyvirus). Os cachos devem ser cortados. 1. BR  . caso não tenha sido usado em sistemas consorciados. O terreiro pode ser de chão batido ou de cimento. Rotação cultural A rotação de culturas é uma das mais importantes práticas agrícolas. e quando / dos frutos dos cachos estiverem maduros. e que ataca as plantas. embora quase sempre seja negligenciada pelos nossos produtores. Existe ainda o vírus CPRMV (Cowpea Rugosa Mosaic Potyvirus). Trata-se de um método eficaz de prevenção de pragas e doenças e de conservação da produtividade do solo. Para este vírus. com coloração marrom. Colheita. As mesmas cultivares anteriores. 2. Recomenda-se a rotação com o algodão herbáceo (Gossypium hirsutum L. recomenda-se o uso de uma das seguintes cultivares: BR .). além do amendoim e do feijão.Canindé e BR  .Piauí. colocados em sacos. Pode-se realizar uma única colheita. destruindo as folhas. Dos Processos De Extração Do Óleo De Mamona [2] 2. Não se deve plantar mamona por mais de dois anos no mesmo local sem se fazer rotação de culturas. cestas ou jarras e levados para terreiros para secagem ao sol por dois a cinco dias. sem estar chovendo. para completarem a secagem e abrirem para soltarem as sementes. que causam intenso crestamento. como a maioria dos vírus.

6.2. Filtragem do óleo Partículas da massa presentes no óleo devem ser separadas antes da estocagem.5. O controle da temperatura. entretanto. 2. . Pesagem É realizada para controle do rendimento obtido. Na prensagem descontínua. a massa é comprimida por um eixo helicoidal que gira dentro de um recipiente com aberturas por onde sai o óleo. eventualmente. pode ser realizado no fogo direto. sem a necessidade de caldeira para geração de vapor. a massa residual (torta) pode ser moída para  AgriculturA e PecuáriA São utilizadas peneiras oscilantes com ou sem sistema de ventilação para retirada de impurezas.2. umidade e do tempo que a semente permanece no equipamento tem por finalidade garantir liberação as partículas de óleo contidas nos envólucros celulares. Pode utilizar-se um filtro prensa. 2. no caso de pequenas produções. 2. peneiras vibratórias.7. 2. Descascamento de sementes São utilizados equipamentos para retirada das cascas como quebradores e peneiras de separação. Moagem da torta Após a extração do óleo. Moagem Utilizada para facilitar o cozimento e a prensagem. Cozimento Realizado em tachos de cozimento. filtro de placas verticais e.4. Na prensagem contínua. Esse último é muito utilizado na extração de óleo de mamona “a frio”. 2. O cozedor é construído com câmaras de vapor saturado. O cozimento controlado também permite eliminar as toxinas.3. podendo ser contínua ou descontínua. a massa é prensada por um cilindro hidráulico dentro do recipiente. pois seu funcionamento permite operar a baixas temperaturas.8. Prensagem Consiste em uma pressão para expulsão do óleo. 2. ou mesa gravitacional que separa partículas com diferentes pesos específicos.

No caso do mercado norte-americano estas características são as seguintes: Óleo de mamona industrial n. . pode ser classificado comercialmente nas seguintes categorias: Óleo industrial n. 0. de viscosidade a ºC. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A produção de óleo de mamona é uma atividade que vem crescendo bastante. 0. por ser praticamente incolor. deve ser absolutamente isento de acidez e de impurezas.º 3: tipo comercial não deve ter acidez maior que % e impureza maior que %. .9 de densidade a . é límpido. Óleo industrial n. 0. º 1: deve ter no máximo % de acidez livre. de coloração amarelo-claro. Óleo Medicinal: Também denominado extra-pale. brilhante. de índice e refração a º C. com cor variando do amarelo-escuro ao marrom-escuro e verde-escuro. A moagem é feita em moinho tipo martelo com telas reguláveis.º C.homogeneizar a sua granulometria. a . .9 a 0. de viscosidade a ° C. a . 3. .% de acidez livre. 0. a . A torta é um subproduto que possui diversas aplicações: quando devidamente preparada. Caso seja destinado à exportação.º 1: tipo comercial ou standard. principalmente devido à sua aplicação na produção de  .% de impurezas e umidade. além de ser brilhante. com o máximo de % de acidez de 0. o óleo deve atender às especificações específicas do país importador. de índice de refração a º C. Óleo de mamona industrial n. Das Especificações Técnicas Do Óleo [3] O óleo de mamona. e cor amarelo- e vermelho- a . º 3: deve ter no máximo .% de impurezas e umidade.9 de densidade a .º C. a . pode funcionar como adubo ou como componente na alimentação animal e até mesmo humana.% de impurezas e umidade. na escala Lovibond. após o refino. e coloração amarelo-claro.

00. V. Serviço Brasileiro De Respostas Técnicas – SBRT. Disponível em: <http:// www. escolher entre a atividade de cultivo da mamoneira ou a atividade de extração do óleo a partir de sementes adquiridas de terceiros. Finalmente. Acesso em:  de ago.pdf>.00. Disponível em: <http://www. e deve ser feito com bastante cautela e rigor. Disponível em: <http://www. /0/00. Carlos A.br/~gauthier/PlanoNeg/Cap2.br/upload/sbrt1105. combustível que vem sendo amplamente pesquisado e desenvolvido no Brasil. provavelmente.inf. BELTRÃO. 00. pois diminuirá a complexidade administrativa e o volume inicial de capital a ser investido. Acesso em:  de ago. Resposta Técnica SBRT0 . Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out.embrapa. .1.asp > A UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA – UFSC disponibiliza um modelo de plano de negócios em PowerPoint através do endereço: http://www. Mauro Sander.ppt> REFERêNCIAs .ibict. Isso. 00 9 AgriculturA e PecuáriA .com. o plano de negócios é ferramenta indispensável para o sucesso. Recomenda-se.htm>.com. O SEBRAE. Napoleão E. et al. de A.sbrt. de M. EMBRAPA Algodão.aboissa. de preferência supervisionado por um profissional competente na área. tornará a atividade mais simples e viável. fornece alguns elementos básicos sobre como elaborar um plano de negócios através do endereço: <http://www. .ufsc. 00. br/mamona/sistemaproducaomamona. focar melhor qual será sua atividade. Mamona. FETT. além de permitir uma produção em escala menor. br/br/parasuaempresa/planodenegocio. como em qualquer atividade empresarial. ”Sistema de produção para a cultura da mamona na agricultura familiar no semi-árido nordestino”.biodiesel. Acesso em:  de ago.cnpa.sebrae.br/mamona/>.

Segundo Lopes (99) a produção brasileira de cucurbitáceas vem crescendo cerca de 0% ao ano a partir de 9. embora algumas raízes alcancem maiores profundidades (Casali et al. A melancia é considerada uma das principais cucurbitáceas cultivadas no Brasil. em uma área onde tem uma produção de laranjas com um ano de idade e conhecer quais as variedades indicadas.. tendo alcançado . A principal região produtora de melancia do estado de São Paulo é Marília. t ha- (IBGE. 99).% da produção nacional. moranga e pepino como as espécies mais expressivas na economia agrícola nacional. abobrinha. melão. A melancia é uma espécie anual. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Informações gerais sobre a Melancia A melancia é originária da África. cultivo melancia em consórcio Saber como cultivar melancias em consórcio. que podem alcançar de  a  metros de comprimento e as raízes desenvolvem-se no sentido horizontal. CentroOeste e Sudeste. 9). e a produtividade média brasileira é de 0 t/ha (IBGE. 0 .) Matsumura & Nakai. pertence à família das curcubitaceae. o Nordeste é responsável por . mais especificamente nas regiões Nordeste. que apresenta hábitos rasteiros com ramificações. mil t de frutos. gênero Citrullus. chuchu.9 mil ha em 99 e produção de . concentrando-se nos -0 cm superficiais do solo. embora na Índia é encontrada grande diversidade desta espécie. espécie Citrullus lanatus (Thunb. destacando-se a abóbora. melancia. No estado de São Paulo a cultura da melancia ocupa uma área representativa. 99).CULTIvO DE MELANCIAs PALAvRAs-ChAvE Melancia. com rendimento de .

Concluíram que o substrato Plantimax® e substrato A (esterco de curral. de sólidos solúveis. d) polpa vermelha. avaliaram o crescimento de mudas de melancia cv. g) menor número de sementes (Ferreira et al. facilitar o acondicionamento e o transporte. em virtude de as plantas apresentarem um ciclo menor.1. respectivamente. que resulta em maior quantidade do produto a ser consumido.. aos  dias após a semeadura. % e 0%. o que resulta em maior produtividade. e com isso. ou seja. na proporção de ::: v/v) foram semelhantes e superior. os caracteres de maior importância econômica são: a) precocidade. plantas que apresentem maior número de frutos possível. em condições de casa de vegetação. Atualmente. atingindo maior acúmulo de matéria fresca aos  dias após a emergência. podendo refletir em maior taxa de retorno econômico para a atividade de produção da melancia. um retorno mais rápido do capital investido. 00). Grangeiro & Cecílio Filho (00a) avaliaram o acúmulo de matéria seca do híbrido de melancia sem sementes ‘Nova’ e verificaram que o crescimento foi lento até os  dias após o transplante. isto é. intensificando-se a partir deste até o final do ciclo. vêm ocorrendo mudanças no cultivo da melancia. Cultivares de melancia Em melancia. . 2. c) frutos pequenos. e) maior espessura da polpa. b) alta prolificidade. com recipiente de 00 cm³. (00). para as folhas. conforme indica Filgueira (000). Crescimento e desenvolvimento da melancia Araújo Neto et al.como na qualidade e ainda otimiza o uso dos fertilizantes pelas plantas. carvão vegetal e areia. caule e frutos. submetido em diferentes substratos e volumes de recipientes. f ) alto teor de açúcar. terra. por proporcionar consumo mais rápido do produto. tendo em vista a introdução de híbri AgriculturA e PecuáriA O manejo adequado da nutrição mineral pode otimizar o sistema de produção da melancia que buscam excelência tanto na produção. Crimson Sweet. A contribuição média no acúmulo de massa seca total foi de %. o que pode possibilitar incremento na exportação.

cuja cultivar típica é a americana Crimson Sweet. Tipo alongado . Dependendo de temperatura e chuva. Tipo sem semente . tem-se observando crescimento da participação dos cultivares sem sementes no mercado de melancia. como segue (Filgueira. 000). Os híbridos apresentam vantagens sobre os cultivares tradicionais. que produz frutos globular ou globular-alongado. sementes necessárias: 00 a . Na região centro-sul. deixando-se três a quatro frutos perfeitos por planta. com polpa vermelho-viva. vale ressaltar que nos últimos anos. com polpa de boa qualidade. introduzidos a partir do início da década de 90.que são híbridos auto-estéreis. com duas plantas por cova.000g/ha. ciclo mais precoce para a colheita. Adubação: kg de esterco de curral.  .dos.preferido na maioria das regiões produtoras. Tipo globular . aplica-se a adubação química (fórmula --) à base de até 00g por planta. com peso de  a  kg. embora a área cultivada com esta cultura ainda é incipiente no Brasil. Na falta de adubo orgânico. 0g de sulfato de amônio após frutificação. maior número de flores femininas e produção de maior número de frutos por área e com melhor qualidade.que produz frutos cilíndricos. com peso de  a  kg. como plantas mais vigorosas e resistentes a maior número de doenças. que produzem frutos tipo globular. com peso de 0 a  kg. Espaçamento:  x m. segundo o formato dos frutos e a presença de sementes. Tratos culturais: desbastar frutos irregulares. cuja cultivar típica é a americana Charleston Gray. os cultivares atualmente utilizados podem ser divididos em três grupos ou tipos. Neste sentido. pode-se plantar o ano todo. época de plantio O período de agosto a novembro é favorável para comercialização. 0g de superfosfato simples e 0g de cloreto de potássio em cobertura.

Disponível em: <http://www.época de colheita: a colheita se inicia de  a 0 dias após a semeadura.htm > Acesso em:  de out. especialmente em solo arenoso. O apoio de um engenheiro agrônomo é importante para orientar sobre os cultivares. Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal. . As melhores variedades são: omaru-yamato. Produção normal: 0 .agrov. fairfax e charleston-gray e o plantio consorciado com as laranjeiras não terá problema tanto no que diz respeito da penetração das raízes. Recomenda-se marcar com estacas de bambu coloridas (cada cinco dias com cores diferentes) os frutos perfeitos logo após a fecundação.0tha.fcav. a fim de permitir a contagem de 0 dias. Departamento de Produção Vegetal. 00  AgriculturA e PecuáriA Irrigação: é indispensável na fase de germinação e de frutificação. necessários para maturação.br> Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de out. como pelo sombreamento que o laranjal irá produzir para a lavoura de melancia. (FCAV/UNESP) Disponível em: <http://www. quando o pedúnculo se torna seco. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs REFERêNCIAs Catalogo Rural. 00 Prof. Arthur Bernardes Cecílio Filho Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Dr.com/vegetais/frutas/ index. unesp.

Conforme Antunes e Duarte Filho. Cultura de Morangos As principais cultivares destinadas a indústria são: Santa Clara. ciclo precoce e alta produtividade. Selva e Seascape. ciclo médio e produtivi . cultivares. tolerância à mancha angular (Xanthomonas fragariae). susceptível à rizoctoniose (Rhizoctonia). Campinas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Dado a complexidade da solicitação e. l santa Clara: cultivar de dias curtos. folhas de densidade e tamanho. principalmente porque cultivares orgânicos em estufas para qualquer plantio usa mesma a técnica. morango. Bürkley. no item referências. produto orgânico Como fazer o cultivo de morangos em estufa. antracnose (Colletotrichum sp) e à murcha de verticilium (Verticillium albo-atrum). planta de porte médio. Oso Grande. todavia segue abaixo. Dover. endereços de onde encontrar informações técnicas sobre cultivares de tomates lembrando que existem variedades diferentes de tomates. boa densidade de folhas que recobrem os frutos. médios e de coloração verde escura. as principais variedades cultivadas são: l Campinas: cultivar de dias curtos e rústica. fruto grande e de bom sabor. Tudla.CULTIvO DE MORANGO-TOMATEs ORGÂNICOs PALAvRAs-ChAvE Cultivares de morango. planta de alto vigor. tomamos a decisão de pesquisar cultivares do morango. l vila Nova: cultivar de dias curtos. Para consumo in natura: Tangi. Para atender a ambos é indicado a cultivar Vila Nova.

muito alta capacidade de produção e ciclo precoce. planta vigorosa. cerca de 0 a  dias antes das de tamanho médio e até 0 dias antes das menores. Tangi: cultivar de dias curtos. comportamento parecido com o da cultivar Selva. com folhas grandes e de coloração verde escura. observando que as mudas de diâmetro maior florescem mais cedo. planta vigorosa. diferenciando-se principalmente por apresentar frutos grandes e de maior uniformidade. planta vigorosa com folhas grandes e coloração verde escura. Tudla Milsey: cultivar de dias curtos. com média tecnologia. ciclo mediano e elevada capacidade produtiva. coloração interna dos frutos mais intensa. ciclo precoce e com alta capacidade de produção. selva: cultivar de dias neutros. com folhas grandes e de coloração verde escura. l sistema de produção a ser adotado: alta tecnologia com altos investimentos. frutos de tamanho irregular. Bürkley: cultivar de dias curtos. Implantação da Cultura Nesta fase são tomadas decisões que serão vitais para o sucesso ou o fracasso do empreendimento. A escolha do sistema é fundamental para uma definição dos caminhos a seguir. seascape: cultivar de dias neutros. ou ainda de baixo nível tecnológico quando requer baixo investimento e ainda há o sistema ecológico ou produção integrada. folhas grandes e de coloração verde escura. Mudas As mudas devem ser selecionadas por diâmetro. melhor sabor e polpa de textura firme. Os seguintes aspectos devem ser considerados: l tipo de mercado a que se destina a produção. Camarosa: cultivar de dias curtos. planta de alto vigor. característica que evidencia tolerância ao ácaro rajado. ciclo tardio e com grande capacidade produtiva. Oso Grande: cultivar de dias curtos e de grande adaptabilidade.l l l l l l l dade alta. antes de realizar o plantio. média produtividade. susceptível às principais doenças que ocorrem no Brasil. apresentando muita pilosidade nos folíolos. Este esquema facilita o manejo principalmente  AgriculturA e PecuáriA . de coloração vermelha clara. planta vigorosa com folhas grandes de coloração verde escura.

tornando-se difícil o surgimento de novas raízes quando as primeiras encontram-se muito agrupadas. l evitar o ressecamento da muda. não é aconselhável o plantio de mudas pequenas por não apresentarem precocidade e seu índice de produtividade é de 0 a % menor.da colheita. deve ser aparado mantendo-se de 0 a  cm de comprimento. o que poderá provocar um processo de fermentação na parte interna. No plantio da muda. Manejo No manejo da muda é importante observar os seguintes itens: l usar embalagens novas para evitar possíveis contaminações. Cultivo protegido O túnel plástico para o cultivo de morango vem sendo cada vez mais  . etc). especialmente do sistema radicular. Nos plantios antes de abril. há sérios problemas com mortalidade de plantas. de modo que fique uniformemente disperso e com as extremidades (pontas) no sentido vertical. Os que dependem de mudas compradas. Para o produtor que possui viveiro. Este possui uma pequena bainha que tem a função de proteger as gemas que formarão as inflorescências. pois isto dificulta a distribuição das raízes na cova. as gemas expostas ficam vulneráveis a danos mecânicos. deve-se ter um cuidado especial: na distribuição do sistema radicular. Se retiradas. em virtude das temperaturas elevadas e da muda estar fisiologicamente imatura. A redução da área foliar evita a perda de água e reduz o estresse na operação de transplante. Não plantar a muda com o sistema radicular embarrado. l não empilhar os fardos de mudas em camadas. Quanto ao sistema radicular. não devem permitir que mudas pequenas sejam incluídas nos lotes comercializados. Plantio A época ideal para o plantio é de  de abril a 0 de maio. novas coroas e estolões. folhas. fungos e fatores climáticos (ressecamento. frio. Quanto à limpeza das mudas é importante seguir o processo iniciando pelo corte das folhas a  cm da base do pecíolo.

que tem as mesmas funções do túnel. a rotação de áreas. devido ao molhamento do fruto na colheita. com cultivo em sistema hidropônico vertical em substratos inertes. com reflexos positivos na diminuição da ocorrência de doenças que atacam a parte aérea. l Protege contra geadas.O controle das doenças. l Amplia o período de safra.  AgriculturA e PecuáriA utilizado pelos produtores porque oferece melhoria de qualidade e disponibilidade do produto em uma condição mais controlada. l Facilita o uso de substrato. l Permite o uso de técnicas de desinfecção de solo: solarização ou aplicação de produtos fumigantes. Estas apresentam a vantagem de permitir atividades no plantio. operação não aconselhada no túnel baixo. com reduzida utilização de defensivos. e que reduzindo a incidência de fungos e bactérias. e proporcionado condições de produzir frutos de excelente qualidade. O túnel evita excessos de água ou seca e danos provocados por granizo. Além do túnel baixo. além de afetar todos os aspectos do processo da cultura: crescimento. existe a produção de morangos em casa plástica. Com este manejo. A utilização de túnel tem como função básica proteger as plantas da chuva. mesmo em dias de chuva e bem como realização da colheita nestes dias com frutos de ótima qualidade. desenvolvimento. pode-se alterar o ambiente interno do túnel. prática usual em função das doenças oriundas do solo. Desvantagens do cultivo protegido As mudanças na estrutura dificultam. . evitando que as folhas se molhem. Atualmente já se fala na terceira geração de sistemas de produção para a cultura do morango: a utilização de “casas plásticas”. neblinas. vantagens do cultivo protegido l Reduz a umidade foliar. reprodução e comportamento de fungos. ou orvalho muito forte. A utilização de um controle mais natural vem despontando como opção de controle do espectro de radiação. pragas e invasoras poderá ser mais eficiente através da utilização de métodos biológicos que agem diretamente sobre os organismos.

pelos padrões de rendimento em cultivo orgânico. principalmente com estufins baixos. o produtor poderia optar pelo colha e pague. apesar de ser a baixa mais indicada não há outras restrições. entendendo que as bolsas plásticas substituem o canteiro. Antunes. Quanto ao tipo de estufa. se estiver localizada próxima da cidade. por exemplo. não sendo assim orgânico. a produção em estufa é uma ótima opção para produtores que não dispõem de grandes áreas de plantio e. ao redor de  a . O interessado deverá visitar alguns fornecedores.Este sistema permite ao agricultor trabalhar em pé e não de cócoras condição esta menos insalubre além de reduzir consideravelmente a incidência de podridões e doenças foliares. pelo menos o dobro. Já em cultivo semi-hidropônico o número de mudas poderia ser maior. Quanto ás variedades de morangos pode-se afirmar que não há variedades específicas para o cultivo orgânico e há produtores que fazem suas próprias mudas. As estufas altas são mais caras. Se for canteiros no chão fica. tipo hidropônico ou semi-hidropônico envolveria a aplicação de nutrientes químicos via água. Quanto ao cultivo orgânico em estufas Segundo o pesquisador Luis Eduardo C. pois o cliente poderia fazer sua própria opção de fruto in loco. e a aplicação de defensivos agrícolas melhorando a qualidade das “frutas”. kg de frutos.  . No cultivo em estufas provavelmente aparecerão problemas diferentes daqueles encontrados em plantações em solo. tanto do ponto de vista organoléptico como de contaminantes químicos e microbiológicos. em uma área pequena. A incidência em estufa seria. Embrapa Clima Temperado. assim como a produção e os custos relativos. O cultivo em estufas requer do produtor preparar sacolas de plástico para plantar as mudas. Segundo o pesquisador da Embrapa Luiz Eduardo Antunes. do fungo oídeo. Com mil/metros quadrados o cliente poderia ter uma variedade de plantas ao redor de  mil plantas e produzir. digamos mais adequado a filosofia de produtos orgânicos. Se for fora do solo.

estima-se um movimento de U$ . Resíduos como esterco. totalizando um movimento global de . Os mercados que mais cresceram foram: Europeu (U$  bilhões/ano). Açúcar e Caju. milhões de dólares. Conservas e Cereais. bilhões/ano) e Japonês (U$  bilhão/ano). principalmente com Hortigranjeiros frescos. Frutas secas. especialmente com Café. Assistência Técnica e Extensão Rural). aparas. Cacau. restos de verduras. bilhões em todo o mundo para este ano. e de diversos trabalhos realizados por ONG’s. são adicionados na compostagem ou canteiros para que sejam decompostos e transformados em nutrientes para as plantas. que provém de um sistema de cultivo que respeita as leis da natureza e a preservação dos seus recursos. Americano (U$ . milhões de dólares por ano. as áreas cultivadas organicamente já representam uma parcela visível na área agrícola total de diversos países. O plantio de orgânicos vem contando com a participação de diversas entidades como o programa de pesquisa em Agricultura Orgânica da Emcaper (Empresa Capixaba de Pesquisa. O produto orgânico é um produto limpo. é a Argentina que apresenta maior nível de crescimento. Na América do Sul. A função dos 9 AgriculturA e PecuáriA inclusive para levantamento de preços e optar por uma que mais se encaixe com as suas necessidades. folhas. Em relação ao mercado externo. saudável. as estimativas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. . apontam para um movimento acima de U$ 0 bilhões nos EUA e U$ . Laticínios. Em matéria da Gazeta Mercantil de  de junho de 999. Soja. Produto Orgânico O produto orgânico é cultivado sem o uso de adubos químicos e os chamados agrotóxicos. Como conseqüência. O movimento anual interno brasileiro está estimado em U$  milhão de dólares.Cultivo Orgânico O mercado mundial de produtos orgânicos tem crescido de 0 a 0% anualmente. etc..

M. dentre outros.com.br Site: http://www. INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: Luis Eduardo C. além de transformar a matéria orgânica em alimento para as plantas. 0 .INSTITUTO BIODINÂMICO DE DESENVOLVIMENTO RURAL. Antunes EMBRAPA Clima Temperado .embrapa.microorganismos é. reciclagem de matéria orgânica.Empresa Capixaba de Pesquisa. Assistência Técnica e Extensão Rural.br Jacimar Luis de Souza. a garantia ao consumidor de estar consumindo produtos orgânicos. Pode-se dizer que a produção orgânica provém de pequenos núcleos familiares que tiram da terra o seu sustento. tornar a terra porosa. fiscaliza e certifica produtos orgânicos no Brasil de acordo com normas internacionais.Sc. localizado em Botucatu.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugerimos contactar os diferentes núcleos de pesquisa sobre cultivo orgânico e preparar um plano de negócio antes de dar início a qualquer atividade. Telefone: ()  Fax: ()  E-mail: jacimarsouza@yahoo. São Paulo. água. engenherio agrônomo.embrapa.cpact..Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Telefone: ()  ramal:  Fax: () 0 E-mail: antunes@cpact. O IBD . permeável à água e ao ar. selo de Certificação O selo é a certificação. No Brasil existem  produtores com o selo orgânico fornecido pelo IBD. Este selo só é conferido após rigorosos exames de controle de qualidade de solo. INCAPER . solta.

br>.naturalrural. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de fev.Portal de orgânicos na Internet. Acesso em:  de fev. Disponível em: <http://www. cnptia. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Para cultivares de Tomates sugerimos contactar a Embrapa. 00.embrapa.gov. Acesso em:  de fev.br>. Luis Eduardo Corrêa. Jaime.ibd.gov.br/>.com. Sistema de Produção do Morango.embrapa.Empresa Capixaba de Pesquisa. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www. Disponível em:<http://www. .es. htm>. DUARTE FILHO. 00. IBD . 00.com. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.br/FontesHTML/Morango/SistemaProducaoMorango/index. INCAPER . Assistência Técnica e Extensão Rural. EMBRAPA . Acesso em: NATURAL RURAL . Acesso em:  de fev.Instituto Biodinâmico de Desenvolvimento Rural. 00.incaper.br/>. Acesso em:  de fev.Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia ANTUNES.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.

principalmente do azeite. e encontra nos estados do sul do país condições climáticas favoráveis ao seu cultivo. Também deseja saber quais as condições de solo.. também interfere na qualidade da produção. dentre as muitas trabalhadas. temperaturas de inverno com médias entre  e 0ºC. clima e relevo mais favoráveis ao cultivo. através da Fazenda Experimental de Maria da Fé. que já demonstraram resultados bastante satisfatórios. vem desenvolvendo um trabalho pioneiro de pesquisa e cultivo de oliveiras. que deve ser superior a . altitudes que variam entre 00 e . O pH do solo. são as que apresentam maior produtividade e melhor adaptação ao clima da região. a oliveira é uma planta que necessita de baixas temperaturas no período que antecede a floração para que se obtenham resultados satisfatórios na produção. Característica de regiões de clima temperado.  . a oliveira foi trazida ao Brasil por imigrantes há quase dois séculos. localizada em uma região cujas condições são semelhantes às dos estados do sul do país.CULTIvO DE OLIvEIRAs PALAvRAs-ChAvE Oliveira. Para o pesquisador da EPAMIG Luiz Eugênio Santana de Mattos. duas variedades têm-se destacado nas pesquisas: a variedade “Grapollo”. Nesta fazenda. e a variedade “Ascolana” destinada à produção de azeitonas de mesa. cultivo de oliveira Deseja saber se existem mudas de oliveira adaptadas para o cultivo no Brasil.00 metros e regime de chuvas superior a 00 mm são suficientes para produções econômicas. destinada à extração de óleo. Estas variedades. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De origem européia. A EPAMIG – Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais.

que resulta em óleo. o material sofre decantação. O ideal é submetê-las a um processo de curtimento. Fumagina. devem ser lavadas em água limpa por  a 0 dias. Essa pasta é submetida a uma prensagem gradativa. Já para a fabricação de azeite. Para obter maiores informações. elas são muito amargas. As principais doenças e pragas que afetam as oliveiras são: Tuberculose da Oliveira. Cochonilhas. Antracnose da Oliveira. após um dia de repouso. Uma característica dessa fruta é ser imprópria para o consumo logo após a colheita. . A extração é realizada em três etapas: primeiro. é então recolhido. Somente após quatro anos de plantio é que as mudas tornam-se produtivas. em seguida. usando solução de hidróxido de sódio. moendas de granito transformam as azeitonas em uma pasta densa. O óleo. mas devese optar preferencialmente pelo plantio no período chuvoso. podem ter dois destinos: podem ser utilizadas para o consumo em mesa ou para a extração do óleo de oliva. quando o percentual de óleo é maior. pois. a colheita deve ser realizada após a completa maturação do fruto. até se tornarem adocicadas. após o completo desenvolvimento dos frutos. filtrado e armazenado. nesse estado. o que aumenta os custos da produção. O plantio realizado no período seco necessita de irrigação até o completo “pegamento” da muda. Mosca da Oliveira e diversas espécies de formigas. Já a colheita deve ser realizada nos meses de janeiro e fevereiro. As pesquisas indicam que condições adequadas aliadas ao uso da tecnologia podem proporcionar uma excelente produção de azeitonas: cada oliveira é capaz de produzir de 0 a 00 quilos de frutos por safra. As azeitonas. evitando “machucaduras”. concentrado na parte superior. de acordo com as características de cada variedade. As destinadas à mesa devem ser colhidas manualmente. recomenda-se entrar em contato a  AgriculturA e PecuáriA A oliveira é uma cultura que produz por muitos anos. água e mucilagens. mas que possui um desenvolvimento inicial bastante lento.A mudas podem ser plantadas em qualquer época do ano. Tudo isso é recolhido em tanques e. Elas permanecem nessa solução por um período de até 0 horas e.

00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .epamig. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jan. Disponível em <http://www. V.br E-mail: faleconosco@epamig. Informe técnico sobre o trabalho de pesquisa e cultivo de oliveiras desenvolvido pela EPAMIG. acesso em  de jan.br/informativos/cultivo_azeitona. Carlos A.htm>. de A.EPAMIG: EPAMIG – Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais Site: http://www.br Fone: () - REFERêNCIAs “Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas”. 00.epamig.

pobres em cálcio. objetivando conciliar os interesses ecológicos e econômicos. e os cultivares são originados de seleção natural. biodiesel. o preparo do solo pode resumir-se no preparo de covas para plantio. Preparo e Conservação do solo Requer solos profundos. geralmente ácidos. bem drenados e tolera solos pobres e ácidos. profundos e porosos. Desta forma. em clareiras e ou intercalar a outras plantas nativas ou plantadas. É recomendável o seu plantio em sistemas agroflorestais com outras espécies. O plantio por sementes apresenta o inconveniente  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE PEQUI . IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. PALAvRAs-ChAvE Deseja obter informações sobre cultivo de pequi em larga escala e sobre o procedimento de extração do óleo de pequi destinado à produção de biodiesel.Pequi. cultivo de pequi. submetidos a períodos chuvosos e secos bem definidos. óleo de pequi. sobre o cultivo do pequizeiro Escolha de Cultivares O pequizeiro tem grande diversidade genética. Um cultivar de porte anão e precoce. com plantas homogêneas quanto a características desejáveis e ausência de espinhos no caroço vem sendo desenvolvido através de pesquisas Escolha do Local O pequizeiro é encontrado nos solos de cerrado. extração de óleo de pequi. Propagação A propagação do pequizeiro pode ser feita por sementes ou por meio de enxertia. magnésio e matéria orgânica.

Após o tratamento e secas à sombra. com boa produção de frutos e com as características desejadas para sua finalidade. para facilitar a remoção da polpa (despolpa). Para plantios futuros. Após despolpadas. enquanto que a enxertia pode ser feita de outubro a março. por agitação da mistura das sementes com brita média e grossa. dependendo da região produtora. Formação de Mudas I. Já o processo da enxertia assegura a obtenção de plantações uniformes. O procedimento de remoção da polpa deve ser realizado em água corrente. brocadas e manchadas.  . A despolpa pode ser feita também em betoneira. o que é garantia de seu completo amadurecimento. recomenda-se o tratamento das sementes despolpadas com solução de Benomyl a 0 %. as sementes apresentam amêndoas com coloração clara. Após a coleta retira-se a casca do fruto e as sementes ou caroços. as sementes podem ser acondicionadas em sacos de estopa e armazenadas em lugar fresco. as sementes são secadas em um lugar ventilado e com sombra durante uma ou duas semanas. sendo que estes devem permanecer amontoados dentro de um recipiente limpo e à sombra durante uma semana. não encardidas. A coleta vai de outubro a janeiro.de originar cultivos não uniformes. As sementes devem ser provenientes de plantas sadias. Quando bem conservadas. OBTENÇÃO E TRATAMENTO DAs sEMENTEs: A produção de mudas inicia com a seleção das plantas matrizes que devem ser identificadas e preservadas para futuras coletas de sementes ou ramos para enxertia. via úmida. com plantas de características variadas. Em seguida faz-se o descarte das sementes chochas. imersas em solução a  % por 0 minutos. Para se obter melhores índices de germinação os frutos devem ser coletados logo após a sua queda ao chão.

com leito de 0 centímetros de espessura de areia grossa de rio e peneirada. Os sacos devem ser de cor preta. que é recoberta com um centímetro de vermiculita média. espaçadas de 0 a 0 cm entre si. com capacidade para quatro litros de substrato. . contendo  g do ingrediente ativo para  litros d’água) e semeadas em seguida. deve-se fazer regas diárias. formando apenas uma camada de sementes.  ou  filas justapostas. Este produto também promove maior crescimento das mudas. sEMEADURA E TRANsPLANTIO: A sementeira deve ser construída a céu aberto (sem cobertura). pó de serra curtido. Os caroços são semeados justapostos com folga de aproximadamente um centímetro entre eles. rapidez e concentração da germinação num determinado período (de três a quatro meses após a semeadura ). GERMINAÇÃO A germinação ao natural é baixa e lenta. pode-se usar o ácido giberélico. Deve-se evitar o transplantio de mudas já enfolhadas para não causar danos ao sistema radicular.Para se obter melhor índice. Logo após a semeadura e durante o período de germinação. as sementes devem ser mergulhadas por  horas em solução de ácido giberélico (  pacote de 0 g do produto comercial Progib. mm. sanfonados e perfurados na base e na lateral. em canteiros com um metro de largura e comprimento variável. para que as mudas não fiquem muito abafadas. As mudas devem  AgriculturA e PecuáriA II. III. ou outro material similar disponível. mantendo-se úmido o leito da sementeira. assim que se perceba o início da emissão da radicela. As sementes mais secas apresentam maior absorção e maior efeito do produto. As mudas devem ser transplantadas para os sacos de polietileno o mais cedo possível. e apresentar as dimensões de  cm x  cm x 0. os sacos devem ser dispostos em canteiros de . que ficarão prontas para o plantio no início da estação chuvosa seguinte. O viveiro deve ser feito a céu aberto e. atingindo 0 a 0 % ao longo do ano. Neste caso.

A terra deve ser coletada.0 cm de diâmetro do caule e 0 a 0 cm de altura. Maiores índices de pegamento são obtidos quando a enxertia é realizada em meses quentes do ano. TRANPLANTIO Para garantir maior pegamento das mudas. deve-se transplantar somente aquelas com folhas maduras. Deve ser processada em ambiente de viveiro com 0 % de sombra. por garfagem no topo ou por borbulhia tipo escudo ou placa. utilizando o subsolo abaixo de 0 cm de profundidade. Para o preparo do substrato utilizar: terra de barranco. esterco de curral curtido. encharcando a cova com água durante o plantio (plantio na lama ou no barro). 00 litros 0 litros  . v. o plantio deverá ser feito somente após a brotação. quando estarão aptas para o plantio no campo ou para a enxertia. aproveitando o período seco ou menos chuvoso para essas atividades. Iv. Se as mudas forem enxertadas. mas que não coincidem com o período de florescimento e frutificação da espécie. em áreas não cultivadas. sugere-se preparar no máximo 00 litros de substrato a cada vez. vI. desenvolvimento e seleção dos enxertos. para não provocar seu destorroamento durante o plantio da muda. A enxertia deve ser realizada somente nas mudas vigorosas e quando atingirem de 0. de preferência. A terra para o substrato deve ter de 0 a 0 % de argila e não ser arenosa. para depois agregar esta mistura ao restante da terra. Para uma mistura uniforme.permanecer no viveiro até a próxima estação chuvosa. Primeiramente misturam-se o calcário e os adubos químicos e estes com apenas  kg da terra do substrato. PREPARO DO sUBsTRATO E ADUBAÇõEs PARA O vIvEIRO O preparo do substrato e o enchimento dos sacos de polietileno devem ser feitos com antecedência ao transplantio das mudas. ENXERTIA A enxertia pode ser feita por garfagem lateral simples. a .

adicionando-se  g de uréia ou 0 g de sulfato de amônio por regador de 0 litros de água. e sacos plásticos bem perfurados na lateral e no fundo. Outra maneira prática de se fazer essas adubações é via água de irrigação. A ferrugem pode ser controlada com pulverizações da folhagem com fungicidas cúpricos. vII. ABERTURA E PREPARO DAs COvAs As covas devem ter as dimensões de 0 x 0 x 0 centímetros. O controle de cupins deve ser feito por destruição mecânica dos cupinzeiros associada com aplicação de cupinicidas. na dose de 0. Para minimizar a incidência de podridão-de-raízes. O superfosfato simples mais os micronutrientes ou FTE podem ser substituídos por 00g de Termofosfato Yoorim Master. CONTROLE DE DOENÇAs NO vIvEIRO: As principais doenças constatadas em mudas de pequi são a podridão-de-raízes e a ferrugem das folhas. elas devem receber adubações nitrogenadas em cobertura. regando normalmente as mudas encanteiradas. mensalmente. As formigas devem ser controladas por aplicações de formicidas disponíveis no mercado. para não acumular água. g de uréia ou .  g de sulfato de manganês. A adubação é feita de acordo com os resultados da análise de solo. com boa aeração e drenagem.calcário dolomítico (PRNT=00 %) superfosfato simples.  g de sulfato de cobre.0 g de sulfato de amônio por planta. 9 AgriculturA e PecuáriA .  g de bórax e  g de molibidato de amônio). recomenda-se não irrigar em excesso e usar substrato com até 0 % de esterco e 0 % de argila. cloreto de potássio FTE BR  00 g 00 g 0 g 0 g (ou 0 g de sulfato de zinco. EsPAÇAMENTO O espaçamento recomendado é de  a 0 metros entre plantas. Preparo para o Plantio I. Durante a formação das mudas. II.

Adubação de Cobertura Após o plantio. respectivamente. o superfosfato simples pode ser substituído por igual quantidade de Termofosfato Yoorim Master. com um. quatro e cinco ou mais anos de idade. Plantar no centro da cova sem abafar o tronco com a terra. dispensando-se neste caso a aplicação de outras fontes dos micronutrientes. Fazer uma bacia ao redor da cova. Para evitar toxidez e desequilíbrios nutricionais nas mudas. Retirar o saco plástico ou outra embalagem que envolve a muda. 00. incorporar por cova de plantio: calcário dolomítico ou magnesiano (PRNT=00 %) superfosfato simples. cloreto de potássio. 00 e 0 g da fórmula 0-0-0 por planta. bórax molibidato de amônio. com  g de sulfato de amônio e 0 g de cloreto de potássio por cova. dois. a cada 0 dias. sulfato de zinco. Apertar a terra levemente ao redor da muda e regar bem. em doses equivalentes 0 . e cobrir a superfície da cova em volta da planta com material vegetal seco. sulfato de manganês. não corrigidos. Plantio O plantio deve ser feito no início da estação chuvosa. 0. de modo a armazenar maior quantidade de água. 00 g 0 g 0 g 0 g g g .Na ausência da analise do solo. os fertilizantes devem ser bem misturados com toda a terra da cova. até o final do período chuvoso. pode-se usar: a) Em solos argilosos. respectivamente. são recomendadas três adubações em cobertura. Sugerem-se adubações anuais nas doses de 0. sulfato de cobre. g Os micronutrientes podem ser substituídos por 0 g de FTE BR . b) Em solos de textura média e arenosa. acrescentar sulfato de zinco.0 g 0. sulfato de cobre e sulfato de manganês. tanto as doses de calcário como de superfosfato simples devem ser reduzidas para 0 % e 0 %. três.

 % e . de modo uniforme em toda a área sob copa. A produtividade de pequizeiros adul AgriculturA e PecuáriA a  %. A produção do pequizeiro inicia a partir do quarto ou quinto ano após o plantio. Colheita e Comercialização O fruto está maduro quando a casca do tronco da planta apresentase mole. por meio de capinas manuais. cujo controle consiste em podar os ramos doentes 0 centímetros abaixo das partes lesionadas e pincelar as extremidades com calda ou pasta à base de fungicidas cúpricos. semelhante a uma saia e impedindo o acesso e o dano das formigas às folhas. envolvendo o caule da planta.Tratos Culturais Capinas: a fim de evitar competição com o pequizeiro. ao redor da planta. eles desprendem-se da planta caindo ao chão. e parcelar essas doses em três aplicações em cobertura. O uso de mudas enxertadas permite antecipar a frutificação para o segundo ou terceiro ano após o plantio. Quando os frutos atingem a fase de maturação. durante o período chuvoso. para mudas produzidas a partir de sementes. . . Controle de pragas e doenças: o controle de cupins e formigas deve ser feito por destruição mecânica dos ninhos e utilização racional de cupinicidas e formicidas disponíveis no mercado. respectivamente. de boca para baixo. deve-se realizar o controle de plantas daninhas. % da fórmula. As principais doenças do pequizeiro na fase de crescimento. A incidência de percevejos nos frutos poderá ser controlada naturalmente através do consórcio com outras plantas. com coroamento. O ataque de formigas pode ser evitado com a colocação de copos plásticos descartáveis de 00 ml. no sistema agroflorestal. são o Mal-do-Cipó e a morte descendente da planta. não se deve colher sementes de plantas doentes ou retirar seus ramos para enxertia. A maturação e colheita ocorrem normalmente no período de novembro a março.

gov. maio 00. O procedimento utilizado pelo LADETEL para a obtenção do óleo de pequi foi a extração através do solvente hexano. recomenda-se entrar em contato com o LADETEL: LADETEL . dentre os quais encontra-se o óleo de pequi. Para obter maiores informações e esclarecimentos. Segundo o professor Miguel Dabdoub. EMATER-MG. de cada hectare plantado podem ser obtidos até . O Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas (LADETEL) da Faculdade de Filosofia. sobre a extraçâo do óleo de pequi para a produçâo de biodiesel O óleo das sementes de pequi pode ter diversas aplicações. 2. varia de 00 a 000 frutos por planta por ano. Disponível em <http://www. É importantíssimo lembrar que o óleo de pequi obtido através de extração por solvente não pode ser destinado ao consumo alimentício. Ciências e Letras da USP Ribeirão Preto já produz biocombustível a partir de diversos óleos vegetais. o que equivale a  a 0 caixas por planta / ano.tos. no espaçamento de 0 x 0 m. Em sistema de cultivo homogêneo. Acesso em: 0 de mar.mg. dentre as quais está a produção de biodiesel.00. “A Cultura do Pequi”. pode-se esperar uma produtividade de até 00 caixas / ha / ano.  .htm>. e depois deve-se promover a evaporação do solvente. conforme legislação da ANVISA.Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas Fone: () 0- REFERêNCIAs SOUZA. Antônio.00 litros de óleo de pequi.br/ site_emater/Serv_Prod/Livraria/Fruticultura/Pequi. em condições naturais. Deve-se deixar as sementes em contato com o solvente até a total extração do óleo. Agro Ildeu de.emater. SALVIANO.

V.br/agen/repgs/2003/pags/280. de A. Acesso em: 0 de mar. Disponível em <http://www. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de mar.usp.Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas. “Laboratório testa biodiesel com óleos de plantas brasileiras em veículos e locomotivas”. htm>. //00.Contato telefônico com o LADETEL . 00 . Carlos A. Júlio. Agência USP de Notícias. DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA BERNARDES. 00.

na produção de laminados. O P.CULTIvO DE PINUs PALAvRAs-ChAvE Pinus. O pinus também pode ser utilizado na implantação de quebra ventos(). chapas de fibras e de partículas. na produção de celulose e papel. sementes: As sementes podem ser obtidas das árvores existentes na região ou compradas em locais especializados. em canteiro de mudas embaladas e em canteiros de mudas de raiz nua. entre outros. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA As espécies do gênero Pinus são amplamente utilizadas em reflorestamentos no Brasil. semeadura: em sementeira. tem sido fundamentada principalmente no uso final da  . compensados. Plantio: Preparo do terreno: l Construção de estradas e aceiros l Desmatamento e aproveitamento de madeira l Enleiramento ou encoivaramento l Queima das leiras l Desenleiramento l Combate à formiga l Revolvimento do solo l Sulcamento e/ou coveamento Espaçamento: A escolha do espaçamento de plantio. elliottii também é muito utilizado para a extração de resina. na maioria dos planejamentos florestais. A madeira do pinus é usada em construções leves ou pesadas. cultivo de pinus Informações sobre o cultivo de pinus e sua rentabilidade. devido principalmente ao seu rápido crescimento.

As indústrias de papel e celulose têm nos reflorestamentos. sendo este processo utilizado para mudas de raiz nuas. e Eucalytus sp. O espaçamento tem uma série de implicações do ponto de vista silvicultural. . As mudas mal plantadas são arrumadas por um operário que segue a máquina. através da vigilância e do combate na fase de preparo do solo. tecnológico e econômico.m. mostra que. Ao mesmo tempo duas rodas convergentes fecham o sulco.00 . na qual a localização e o próprio combate são facilitados. Nos plantios de pinus. considerando a origem da madeira. quando a sobrevivência deste é inferior a 90%. Aspectos econômicos: Os dados da evolução do consumo. distribuição de mudas e plantio propriamente dito. a qualidade das madeiras. Tratamentos especiais: A limpeza é realizada até que as plantas atinjam um porte suficiente para dominar a vegetação invasora A prevenção ao ataque das formigas cortadeiras deve ser realizado constantemente. costumam ser utilizado o espaçamento de m x m e . Plantio mecanizado: consiste de um trator que transporta as mudas e abre a cova com um disco sulcador enquanto um operário distribui as mudas. O replantio deverá ser realizado num período de 0 dias após o plantio. a idade de corte.. abertura de covas. bem como as práticas de exploração e manejo florestal e conseqüentemente os custos de produção.m x .Métodos de plantio: Plantio manual: consiste inicialmente no balizamento e alinhamento. sua fonte de matéria prima. florestas naturais e plantadas.00 Unidade m m  AgriculturA e PecuáriA madeira. os reflorestamentos são a principal fonte de matéria prima para abastecimento industrial. Ele influencia as taxas de crescimento das plantas. Preços praticados no mercado (fonte: TecnoFlora Florestal): Pinus em pé no estado do Paraná Região Cascavel Ponta Grossa e Guarapuava Diâmetro >0 a 0 cm - cm Preço R$ . a partir do ano de 99. notadamente de Pinus sp.

 .0 Unidade st m m m m m m st st st ton m m OBs Guarapuava e Piraí do Sul Sengés e Jaguariaiva 0.00 .00 .00 . st= ton  .00 0.00 .00 .00 .0 .00 0.0 a .0 . Fazenda Rio Grande.0 . Tibagi e Castro Ponta Grossa.00 9. Irati e União da Vitória 0- cm -0 cm Preço R$ 9.00 .00 .00 .00 a .0 0.00 a 9.Ponta Grossa e Prudentópolis Ponta Grossa.0 .00 .00 .00 a .00 . 0.00 .00 9.0 .00 9.00 0.0 m st st st st st st st st st st st st st st st st st st st m st Teixeira Soares e Irati Castro e Reserva Maringá.00 .00 . Contenda Mandirituba Gal Carneiro e União da Vitória > cm -9 cm 0- cm 0- cm - cm - cm >  0- cm - cm > cm 0-0 cm 0-0 cm >0 cm - cm 9- cm - cm > cm 0- cm - cm > cm .00 -. . Alto Paraná. Campo Mourão.00 .00 . Cianorte Tunas do Paraná >  cm 0- cm Pinus em tora no estado do Paraná Região Castro e Pitanga Diâmetro -0 cm 0- cm - cm -9 cm 0- cm -9 cm 0cm e acima - cm - cm - cm  cm e acima Gal Carneiro.00 . Campo Largo.

00 . Se a RBC for igual a um. RBC = .00 . Quanto maior o valor da RBC.00 .0 0. A análise da RBC.00 9. . .0 . isto é.00 .0 .00 9. maior o  AgriculturA e PecuáriA .00 0. . em valores de hoje. que poderá ser maior. é feita em função da própria recuperação do investimento.0 .se RBC <  -------à o investimento não é vantajoso e rejeitar o projeto. a aceitação ou rejeição do projeto terá de ser avaliada sob outros aspectos. .se RBC >  -------à o investimento é vantajoso e aceita-se o projeto.00 0. desta forma.0 . 9. menor ou igual ao montante investido.0 m m m m m m m m st st st st st st st ton m m m ton ton ton podada Curiuva  ton=m Telêmaco Borba -0 cm 0 cm e acima  ton=m De um modo bem simples. pode-se dizer que: investindo-se uma certa quantia em determinado projeto. Assim.Bituruna Palmas - cm -0 cm  cm e acima 0- cm -0 cm - cm -0 cm  cm e acima  a  cm - cm - cm  cm e acima  a  cm - cm - cm < cm - cm - cm  a 0 cm 0-0 cm . para efeito de aceitar ou rejeitar um projeto de investimento. tem-se que: . não há excedente econômico.00 .00 . como a taxa de juros e o ciclo de vida do projeto para decidir sobre sua aceitação ou não. ao final do seu ciclo (período de maturação) tem-se o retorno do investimento.00 .0 .

retorno do capital investido e vice-versa. de acordo com o diâmetro das toras. Os sortimentos de madeira a serem produzidos são para celulose. não aplicar um capital que você não poderá perder. que geram bons rendimentos no pátio industrial. Desde cedo é de extrema importância uma visita a cooperativas de  . principalmente naqueles sortimentos em que ocorre um melhor aproveitamento da madeira. Como pode ser visualizada. o mercado vem remunerando bem a madeira de pinus e há uma tendência de valoração de preço. Gráfico 1 . Por esse motivo. a que apresentou a maior vantagem econômica pelo critério da RBC. Mercados promissores de painéis reconstituídos como MDF e OSB estão se fortalecendo. a cultura do pínus é.Resultado da análise econômica pela RBC O pinus é uma cultura com excelente retorno econômico. O gráfico  sintetiza os resultados da avaliação das culturas selecionadas para análise. nitidamente. serraria e laminação. com a vantagem de ter uma baixa utilização de mão-de-obra e de insumos e apresentar receitas nas épocas dos desbastes e corte raso. Nos últimos tempos. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs É sempre importante saber que nesse mercado os retornos sobre o investimento demoram por volta de  a  anos dependendo do desenvolvimento e dos cuidados com a vegetação.

Acesso em:  de nov. como a industria de papel e celulose que já compram madeira antes mesmo do início do cultivo.ambientebrasil. Disponível em: <http://www. Portal da Revista Agroecologia Hoje.br>. 00.com.br>. agroecologica.com. Samir Sayed NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de nov. Disponível em: <http://www. . . 00. Acesso em:  de nov. EMBRAPA .Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas.sebraes. já ter fechado contratos com futuros clientes. .br>. Acesso em:  de nov. Disponível em: <http://www.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. se possível. Ambiente Brasil.com. 00.br>. 00. SEBRAE ES . Disponível em: <http://www.REFERêNCIAs . . 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA madeira presentes em seu estado para avaliar quanto você vai produzir e.embrapa. Acesso em:  de nov.

Em seguida. Feito isso. corte-os e retire as sementes manualmente. As sementes que boiarem devem ser descartadas. pois com a secagem elas perdem rapidamente o poder germinativo. deixando-as de molho por um período de  a  dias. Lave-as novamente em água corrente e deixe-as secar a sombra por um dia. recomenda-se acessar o documento disponível através do link abaixo: Cultivo de pupunha 0 . Depois de colhidos. Para obter maiores informações a respeito do cultivo de pupunha. e se necessário. trate as sementes com água sanitária comercial diluída na proporção de :. devendo ser provenientes de plantas matrizes sem espinhos. sementes de pupunha Deseja saber qual é o melhor método de quebra de dormência das sementes de pupunha. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Para obter um melhor aproveitamento das sementes de pupunha. Após isso. as sementes devem ser lavadas com água. Deve-se trocar a água diariamente para evitar fermentação excessiva. Selecionados os frutos. as sementes devem ser semeadas o mais rápido possível. mantendo-as nesta solução por  minutos. pois provavelmente não germinarão. devem ser selecionados os de bom aspecto e que não tenham sido atacados por fungos e pragas. os resíduos da polpa devem ser removidos esfregando as sementes em peneira de malha grossa. os frutos devem ser colhidos quando maduros.CULTIvO DE PUPUNhA PALAvRAs-ChAvE Pupunha. sadias e que produzam perfilhos.

L. Embrapa Acre. acesso em  de mar. 000. P.embrapa. Rio Branco. V.cpafac. p.REFERêNCIAs BERGO. DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA . Disponível em <http://www. .pdf>. LUNZ. M. 00. Carlos A. “Cultivo da pupunha para palmito no Acre”. A. C. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar. de A.br/pdf/cirtec31. 00.

tecnologia das sementes e colheita. processo de rotação de cultura no contexto da produção de soja. instalação da lavoura. retenção foliar e haste verde. na região de Tacuru no Mato Grosso. perspectivas de mercado. pois a partir delas. manuseio de insetos-pragas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA No documento Tecnologia de Produção de Soja Região Central do Brasil 00 encontra-se uma série de informações sobre produção de soja: Histórico do cultivo de soja no país. Esse texto versa. resistência. produtos agrícolas. o texto Custos de Produção Agrícola da CONAB. Em seguida o texto apresenta a nova metodologia de cálculo de custos usada no referente estudo. doenças e medidas de controle. exigências climáticas para uma boa produção. custo de produção. variáveis e operacio-  .CULTIvO DE sOjA PALAvRAs-ChAvE Soja. controle de plantas daninhas. a expansão no cultivo nos últimos anos. pode-se ter condição de saber desde o que deve ser feito para se ter um solo bem preparado. sobre mudanças econômicas que ocorreram no Brasil nos últimos anos. as quais levaram que se buscasse obter formas mais eficientes de se calcular custos agrícolas. disseminação. insumos agrícolas Informação sobre os custos de produção da lavoura de soja. dissecação em pós-colheita de soja. Essas informações são úteis para que se faça um planejamento satisfatório da implantação de uma lavoura de soja. inicialmente. após dividir os custos agrícolas em custos fixos. manuseio de herbicidas e descarte de embalagens. inoculação das sementes com Bradnhrizobium. Correção e manutenção do solo. manejo do solo. No último capítulo o estudo. No sentido de se buscar obter os custos referentes à produção agrícola. até quanto será o custo de produção da soja. semeadura direta. Tipos de cultivares. Companhia Nacional de Abastecimento. trás informações gerais sobre cálculo de custos na atividade agrícola. mensurando em seguida os componentes de custos.

 reais se deve a gastos com custeio da lavoura. o custo de produção de soja será maior. operações com máquinas. gastos com despesas do pós-colheita. deve-se ter uma preparação maior do solo. . de implementos e de maquinários. que busque domesticá-lo. na região de Sapezal-MT. sabe-se que inicialmente devem-se considerar as condições prévias da área onde se pretende plantar a soja.0 reais.. referentes à remuneração esperada sobre capital fixo e renda de terras. mão-deobra temporária.. operações com máquinas. reais provenientes de despesas financeiras com juros. para terrenos novos. Sendo que 9. deve-se proceder a uma efetiva abertura da área a ser plantada. versa sobre cada item que compõe cada um dos três diferentes tipos de custos citados. Os custos de cultivo de soja. deve-se proceder a um processo de calagem por um período de  a  anos. gastos com depreciações de benfeitorias/instalações.Safra 2005/06 encontra-se uma série de tabelas com os custos de produção de soja (entre outros insumos agrícolas) em diferentes regiões. reais. sementes. . .0 reais. Caso o terreno seja novo. reais. quando comparado com o custo referente ao de uma lavoura plantada em um terreno já cultivado. Assim. Já os custos de cultivo de soja. Sendo esses divididos em 9.9 reais. nutri-lo. PROAGRO e assistência técnica. mão-de-obra fixa. encargos sociais e seguro de capital fixo. reais. é no total de . e .9 reais. produção essa tanto via cultivo convencional.Agora especificamente sobre o cálculo dos custos referentes à produção de soja. por hectare. devido à manutenção periódica de maquinários. Para um terreno já cultivado os custos de produção de uma lavoura de soja variam de acordo com o tipo de plantio e com a área onde a soja está sendo plantada. secagem e armazenamento 0-d. que engloba transporte externo. que envolve operação com aviões. No documento Custos de Produção . fertilizantes e defensivos.Safra de Verão . . gastos com despesas de custeio da lavoura. que consiste em operação com aviões. estabilizá-lo. na região de Primavera do Leste-MT. quanto via plantio direto. mão-de AgriculturA e PecuáriA nais. recepção. via plantio convencional. devem-se usar inicialmente variedades específicas de sementes. limpeza. entre outros procedimentos. por hectare. via plantio direto. . é no total de .

Vale ressaltar que engenheiros agronômicos podem ser conseguidos de forma direta e particular ou via órgãos estaduais e municipais de apoio ao produtor rural.0 com gastos com manutenção periódica de maquinários. mais próxima. Fundação Meridional. Acesso em: 0 de jun. referentes a remuneração esperada sobre capital fixo e renda de terras. secagem e armazenamento 0-d. . 00. Disponível em: <http://www. Tecnologia de Produção de Soja Região Central do Brasil 00. 9p. Embrapa Cerrado. limpeza. Acesso em: 0 de jun. como informou Mauro Osaki pesquisador do CEPEA. . deve-se buscar um engenheiro agronômico. . Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo. a EMATER-MT. Com. recepção. por exemplo. . Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada. e 0. sementes. br/download/publicacao/central_2005.embrapa.Safra 2005/06. Custos de Produção Agrícola CONAB.gov.Safra de Verão .cnpso. órgão da ESALQ/USP. 00. REFERêNCIAs EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Embrapa Soja. Disponível em: <http://  . Finalmente. Empresa Mato-grossense de Assistência Técnica e Extensão Rural de Mato Grosso. tem-se que os custos fornecidos acima estão próximos dos custos praticados na região de Tacuru. encargos sociais e seguro de capital fixo.conab. Londrina-PR. poderá fornecer o desejado. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Caso queira calcular o custo exato de implantação da pretensa lavoura de soja. fertilizantes e defensivos. reais com despesas com juros. reais com depreciações de benfeitorias/instalações.pdf>. Disponível em: http://www. mão-de-obra fixa. Embrapa Agropecuária Oeste. seguro da produção. 00.br/download/safra/custosproducaometodologia. que a partir de uma análise das condições do local onde se pretende plantar a soja e das particularidades regionais. Custos de Produção .pdf>.obra temporária. reais com despesas pós-colheita. assistência técnica. de implementos e de maquinários. as quais consistem em transporte externo.

br/download/safra/CustodeProducao-SafradeVerao. .usp.br/> Acesso em: 0 de jun. órgão da ESALQ/USP. Disponível em: <http://cepea.conab.gov. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA www. 00. OSAKI.pdf>. 00.Acesso em: 0 de jun.esalq. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jun. Mauro pesquisador do CEPEA. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo. Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada.

pois somente encontrou livros que se destinam ao cultivo por hobbie. sOLUÇÃO APREsENTADA INDICAÇõEs: Cultivating Echeveria hybrids in the Australian home (em inglês) http://www. para tanto. tropicais e subtropicais. jardinagem. O solo deve ter uma boa drenagem. recomenda-se o uso de cascalhos e seixos juntamente com o solo que deve possuir alguma matéria orgânica. mas não tanto a ponto de reter água em excesso . As do gênero haworthia são originárias da África do Sul e as do gênero echeveria provem dos desertos mexicanos e da América do Sul. mas as baixas temperaturas. Ambas toleram regiões temperadas. mas são sensíveis a geadas (temperaturas abaixo de ºC). / de cascalhos e / de terra própria para vasos. De forma geral.o que apodreceria as raízes das plantas. plantas ornamentais. Qual a drenagem necessária para o desenvolvimento deste tipo de planta? Como preparar o substrato e onde buscar bibliografia para melhorar a produtividade e a qualidade das plantas.echeverias. Afora este problema são plantas bem resistentes e o tipo de solo não interfere tanto no seu desenvolvimento quanto a sua quantidade e disposição em relação ao sistema de drenagem da água no vaso. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA O grande vilão entre estas suculentas não é a acidez do solo. A regra básica é dispor o vaso com / de seixos.com/cultivation.html  . a mesma regra pode ser aplicada as echeverias tomando o cuidado de não adicionar água se a umidade do ar estiver alta e a umidade do solo se mantever por períodos prolongados. suculentas Saber qual o pH adequado para o cultivo de cactos e suculentas como haworthia e echeveria e conseqüentemente como corrigir a acidez do solo se necessário.CULTIvO DE sUCULENTAs PALAvRAs-ChAvE Cactos.

pois o clima e umidade de cada região interferem no crescimento e propagação das espécies. Se o interesse é vendê-las comercialmente em larga escala.com/cacmalpt. as condições favoráveis ao desenvolvimento da planta serão as mesmas.info/ The Haworthia Society (em inglês) http://www.com/Plants/Crassulace- . Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de abr.Se em vasos grandes ou pequenos.org/ The cactus and succulent plant mall http://www.haworthia.cactus-mall. Lá se pode encontrar uma vasta bibliografia sobre estes gêneros de plantas. Cabe ao empreendedor a orientação de seu público local no manejo correto. Mas enfatizamos que a principal questão em relação a estas plantas esta relacionada com a drenagem da água. jardins ou jardins de inverno.com/ Hints on cultivation of Haworthias and Gasterias (em inglês) http:// www. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Echeveria (em inglês) http://www. a fim de que as plantas perdurem de acordo com a destinação do local a serem plantadas definitivamente .html CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Há muitas associações fora do país. a maioria disponibiliza sites na língua inglesa e francesa. devendo ser cultivadas separadas em vasos ou com plantas que requeiram as mesmas condições. Mesmo estas associações confirmam que as noções sobre o cultivo dependerão da experiência de quem as cultiva. Portanto os livros encontrados não se destinam necessariamente a pessoas que cultivam por “hobbie”. A maior parte delas possui potencial ornamental e é largamente empregada no paisagismo e jardinagem.ae/Echeveria.haworthia.Com (em inglês) http://www. mas ao cultivo ornamental em geral.html Haworthia. Os solos empregados em vasos e pequenos jardins são ricos em matéria orgânica e não apresentam uma acidez elevada.desert-tropicals.haworthia.

cujo domínio de uma técnica seria a garantia de uma boa safra. o manejo da informação. julgamos que o primeiro passo é a aquisição das informações gerais e o contato com especialistas da área. Aqui o conhecimento empírico ganha maior importância por se tratar de uma produção mais aberta aos ciclos naturais. cresce o número de consumidores preocupados com a forma e o manejo com que os alimentos são cultivados até chegarem às prateleiras do supermercado. Ou seja. pois o produtor de orgânicos sabe que sua produção não estará sujeita a um controle fechado. Abaixo disponibilizamos alguns links que tratam deste assunto especificamente. O produtor deverá visar sempre o ponto de intersecção entre o conhecimento particular e empírico e o conhecimento geral e acadêmico. ou ainda. A melhor arma é a informação. se é constatado um fungo devido a umidade e se o cultivo do tomate é feito de modo rasteiro pode-se com o manejo por haste da lavoura garantir uma melhor areação e diminuição da taxa de umidade. sem o uso de pesticidas. razão pela qual estamos disponibilizando links que conduzam à informações gerais para identificação com o que possa estar acontecendo e casos de estudos particulares para comparações de semelhanças e diferenças. A questão é que não é fácil a manutenção deste manejo. caberá ao segundo a orientação para que o sintoma conduza a uma causa possível da praga. Se o primeiro lhe fornecerá os sintomas das pragas e doenças para análise. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O setor de agricultura orgânica vem crescendo a uma taxa de 0% ao ano no país. Isto não funciona com os orgânicos. Por exemplo. agricultura orgânica Informações gerais sobre o cultivo do tomate orgânico e o controle de pragas na zona da mata do nordeste. Desta forma.CULTIvO DE TOMATE ORGÂNICO PALAvRAs-ChAvE Tomate orgânico. que visa a boa qualidade do produto.  .

pdf> A USP disponibiliza um sistema de biblioteca virtual.br > Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de out. Disponível em: <http://www.com os tópicos das publicações e seus autores que são especialistas na área.usp.cnph.br:4500/ALEPH/por/USP/USP/DEDALUS/ FIND-A?FIND=Todos&BASE=Todas+as+Bases&VALUE=tomate+and+organico > A EMBRAPA –Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – lançou recentemente o livro “Doenças do tomateiro”. Disponível em: < http://dedalus.br/teses/disponiveis/11/11136/tde20072005-155751/publico/LucianoTamiso.teses. . 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA O primeiro trata-se de uma tese desenvolvida na ESALQ-Escola Superior de Agricultura Luis de Queiros – Por Luciano Tamiso que aborda o desenvolvimento e comparação entre algumas áreas de cultivo do tomate orgânico.usp.Disponível em: <http://www. Para acessar a pagina referente ao assunto “tomate orgânico” segue o endereço abaixo.embrapa. A partir da identificação da doença pode-se buscar os meios de tratamento cabíveis a um sistema orgânico.

O cultivo do coqueiro anão Onde plantar O coqueiro requer um clima quente. x . segundo o pesquisador da Embrapa. cultivo do coqueiro anão. não sendo indicados os solos excessivamente argilosos e/ou os sujeitos a encharcamento. Solos de textura franco-arenosa e profundos são os mais adequados. Como marcar as covas O coqueiro anão deve ser plantado em triângulo. x . Temperaturas inferiores a oC prejudicam o seu desenvolvimento e causam a queda dos frutos pequenos. Eng. germinação do coqueiro anão Informações sobre o cultivo do coqueiro anão e qual é o método mais fácil que permite a germinação do coco? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segue abaixo orientação sobre plantio de coqueiro anão que deve ser. necessário se faz consultar um especilaista. 1. O CATI também oferece apoio aos agricultores. Caso o problema persista.m (0 plantas/ha). orientada no sentido Norte-Sul. o primeiro passo a ser dado nesta cultura.CULTIvO E GERMINAÇÃO DO COQUEIRO ANÃO PALAvRAs-ChAvE Coqueiro anão. no espaçamento de . com temperatura média em torno de oC. Agrônomo Joel Lamoglia. A partir de uma linha básica. O plantio do coqueiro anão requer cuidados especiais que devem ser observados. as covas 90 . ou seja um engenheiro agrônomo ou técnico.

retirar um pouco de terra do centro da cova e colocar a muda. até completar a marcação de toda a área (Figura ). 9 AgriculturA e PecuáriA são marcadas a cada . Para isto. com o auxílio de uma corrente. sendo as covas preparadas com 0 dias de antecedência. e tendo o cuidado de evitar o enterrio total da semente (Figura ). abrir covas de 0 x 0 x 0cm. O plantio da muda só deve ser feito após a fermentação do adubo orgânico. preparar a cova fazendo o seu enchimento com a seguinte mistura: terra de superfície. tendo em cada extremidade e no meio uma argola.m. Depois de aberta.Marcação das covas para o plantio do coqueiro anão Como plantar O plantio das mudas deve ser efetuado no início do período chuvoso. assim. Após um mês do plantio. originando a primeira linha. tendo o cuidado de separar a terra da camada superficial (primeiros 0cm). com m de extensão. em torno da muda. sucessivamente. Para o plantio. . fixando-a ao solo. fazer a adubação de cobertura. A partir da segunda linha marca-se a terceira e. adubo orgânico (uma lata de 0L de esterco bovino ou quantidade equivalente de outra fonte orgânica) e 00g de superfosfato simples. usando 00g de uréia e 00g de cloreto de potássio espalhados sobre a cova. Depois. marca-se a segunda linha.Figura 1 .

é indispensável fazer o coroamento. acompanhando. Em plantios comerciais. É nessa área limpa onde são aplicados os adubos e a água de irrigação. O coqueiro é muito exigente em água.0m e atingindo . ou seja. a partir do º ano. A quantidade de água é crescente de acordo com o desenvolvimento da planta.Figura 2. iniciando com 0. a adubação deve ser baseada. no final do período chuvoso. A necessidade de água depende de vários fatores: idade da planta. o tipo de solo. De maneira geral. Preparo da cova e plantio da muda de coqueiro. Em pequenos plantios. Quando e como adubar A adubação deve ser realizada anualmente. quando a planta é adulta. Tratos culturais e irrigação Para evitar a concorrência das plantas daninhas por água e nutrientes. 9 . sem conotação comercial. e em solos de baixa fertilidade natural. etc. a projeção da copa. Podendo atingir de 0 a 0 litro/dia. mais ou menos. O tamanho da coroa varia de acordo com a idade da planta. a limpeza de uma área ao redor da planta.0m de raio. o clima. recomendam-se as doses contidas na Tabela . aplicadas de uma só vez. o coqueiro deve receber de 0 a 0 litros/água/dia. necessitando de irrigação no período seco para se desenvolver e produzir bem. no primeiro período seco após o plantio. para repor os nutrientes retirados do solo pela planta.

Os adubos devem ser espalhados na zona de aplicação indicada na Figura . o coqueiro Cocos nucifera L. Temperatura O coqueiro requer um clima quente. 02. Exigências climáticas do coqueiro Como as demais palmáceas. Mínimas diárias inferiores a °C modificam a morfologia do coqueiro e. depois.00m da base do coqueiro. mesmo que de pequena duração. sem grandes variações de temperatura. Figura 3. . consideradas ótimas para o crescimento e produção. na análise do solo e.) é uma planta essencialmente tropical. A adubação orgânica é muito importante para o coqueiro. provocam desordens fisiológicas. devem ser colhidos com a idade de  a  meses. inicialmente.0 e . Aplicação dos fertilizantes no coqueiro adulto. A colheita Os frutos verdes. e deve ser feita na mesma área de aplicação da química. para o consumo da água. com média anual em torno de °C e oscilações diárias de ºC a °C. 9 AgriculturA e PecuáriA sempre. encontrando condições climáticas( favoráveis entre as latitudes 0°N e 0°S.TABELA 1 Doses de adubos (g/planta) recomendadas para o coqueiro em diferentes fases. onde está situada a maior parte das raízes ativas do coqueiro. entre 0. cultivado em solos de baixa fertilidade. É nesta zona. na análise foliar.

O regime pluviométrico ideal é caracterizado por uma precipitação anual de . Tem-se observado que o número de frutos por planta. Por outro lado. com pluviosidades mensais nunca inferiores a 0mm. Umidade atmosférica Pela distribuição geográfica da cultura do coqueiro pode-se concluir que os climas quentes e úmidos são os mais favoráveis ao desenvolvimento dessa planta. são encontrados coqueiros a 0 metros acima do nível do mar.00mm. a altitude em que o coqueiro pode ser cultivado. condições de umidade muito elevada. e favorecem a propagação de doenças fúngicas. mas também da distribuição anual das chuvas. provocado pela redução da umidade atmosférica. enquanto que na Jamaica. Umidade relativa do ar inferior a 0% é prejudicial ao crescimento dessa planta. À medida que se distancia da linha do equador. que não pode ser compensada pela absorção de água através das raízes. o limite máximo de altitude torna-se mais baixo. devido à redução da transpiração. é considerado prejudicial ao coqueiro. Em regiões onde o lençol freático é pouco profundo ( a  metros). de nutrientes pelas raízes. com menos de 0mm de precipitação por mês. coqueiros acima de 0m não são comercialmente cultivados. Essa situação é amenizada em ambiente onde o lençol freático é pouco profundo ( a m). Um período de três meses. ou quando o fornecimento de água é possível através da irrigação. No Sri Lanka. Temperaturas mais elevadas que a ótima são toleradas. tornando-se prejudiciais apenas quando coincidem com baixa umidade atmosférica. o tamanho da 9 . o aumento da transpiração foliar. Tem-se observado que o crescimento e produção não dependem apenas da pluviosidade total. provocam queda prematura dos frutos. provocando alta taxa de transpiração foliar. oN. a °N.tais como a parada do crescimento e o abortamento de flores. além de reduzirem a absorção de nutrientes. agravada pelo ventos quentes e secos. conseqüentemente. Pluviosidade A distribuição das chuvas é o fator que mais influi no desenvolvimento do coqueiro. A temperatura determina também. induz um aumento na absorção de água e.

os ventos fortes podem derrubar coqueiros muito altos. o coqueiro apresenta melhores condições de adaptação a solos leves e bem drenados. pode ser prejudicial. no mínimo.0 Solos Escolha do solo Em geral. O vento tem papel importante na disseminação do pólen e na fecundação das flores femininas. vento Os ventos fracos e moderados favorecem o desenvolvimento do coqueiro por aumentarem sua transpiração. Apesar do sistema radicular do coqueiro ser muito resistente. . por um longo período. A adaptação do coqueiro aos Neossolos Quartzarênicos (Areias Quartazosas) do Litoral Nordestino. devendo-se considerar principalmente a radiação solar. uma excessiva quantidade de chuva. e conseqüentemente. seu habitat. Todavia sob condições de deficiência de água no solo. os ventos tornam-se prejudiciais por agravarem os efeitos da seca. O aspecto estiolado de coqueiros que crescem sob o sombreamento de coqueiros adultos é bem conhecido. sendo a produção recuperada somente dois anos após o fim desse período. Uma insolação de . No entanto a insolação não é um bom método para avaliar a incidência de energia luminosa. lixiviação dos elementos minerais e. sendo menos importante nas variedades Anãs por serem predominantemente autógamas. 0 horas por mês.radiação solar O coqueiro é uma planta altamente exigente em luz e não se desenvolve bem sob condições de baixa luminosidade. mas que permitam bom suprimento de água para as plantas. dificuldade de ocorrer uma boa fecundação. como acontece na região litorânea do Nordeste do Brasil. possível falta de aeração do solo. Essa importância é maior na variedade Gigante por ser alógama.Intensidade luminosa . está quase sempre associada à presença de lençol freático pouco 9 AgriculturA e PecuáriA noz e a quantidade de copra por noz são consideravelmente afetados 0 meses após um prolongado período de seca. a absorção de água e nutrientes pelas raízes. causando as seguintes conseqüências: redução da insolação. principalmente na zona de maior atuação das raízes. ainda. Contudo.000 horas anuais com. é considerada ideal. principalmente quando seu estipe está danificado pela ação das coleobrocas.

um dos problemas mais graves. Os solos que predominam nos tabuleiros são. arenosos. na presença de umidade. Por apresentarem elevados níveis de adensamento. perenes ou semiperenes. Quando o lençol freático é profundo. Como os riscos para o coqueiro nos Tabuleiros Costeiros estão relacionados quase sempre ao baixo suprimento de água para as plantas. diz respeito à existência de camadas coesas sub superficiais. favoráveis. é necessária a adoção de técnicas eficazes no suprimento de água para as plantas. necessitando dessa forma. em geral. principalmente se a variedade cultivada for o coqueiro Anão Verde. a qual. na sua grande maioria. mais exigente em água e nutrientes. este conjunto de características põe em risco a cocoicultura. A cultura da coqueiro se enquadra nessa categoria. as precipitações pluviais são concentradas em cinco a seis meses contínuos. Como agravante. de cuidados especiais quanto ao fornecimento regular de água e nutrientes a fim de que seja possível sua exploração econômica nesse ecossistema. como conseqüência. sua baixa capacidade de retenção de água. Essas camadas. portanto ao coqueiro. baixa capacidade de retenção de água e lençol freático muito profundo. se muito superficiais. trouxe. gerando déficit hídrico para culturas de ciclo longo. interferem na forma com que a água é retida. O deslocamento da cultura do coqueiro para regiões não convencionalmente cultivadas. Em plantios de sequeiro. Além de regular o suprimento de água. melhorando o 9 . uma série de problemas tecnológicos. cultivadas sob regime de sequeiro. em sistemas irrigados. promovendo danos ao crescimento e desenvolvimento das plantas. ainda se encontram em fase de estudo.profundo. permitindo a penetração das raízes e o aprofundamento do sistema radicular. região em franca expansão da cocoicultura para água de coco. se torna friável. caso dos solos dos Tabuleiros Costeiros do Nordeste. sendo a irrigação a alternativa mais utilizada. deixam as plantas vulneráveis ao tombamento. predominantemente. Nos Tabuleiros Costeiros. a irrigação reduz a expressão do adensamento da camada coesa. reduzem a profundidade efetiva do solo dificultando a circulação normal de água e ar e. na aeração e na resistência à penetração das raízes. comuns nos solos desse ecossistema. o seu cultivo tem sido viável. Essa condição permite a ampliação da área de solo a ser explorada pelas raízes. compensando assim. porém apresentam baixos teores de matéria orgânica e de nutrientes. os quais.

sempre que possível. acreditando-se com isso. Nos solos dos tabuleiros com camada coesa. Com esses cuidados. quando os teores de água no solo são elevados e reduzi-las durante o período seco. pode intensificar a erosão e promover compactação subsuperficial. será possível a obtenção de produtividades compatíveis com os investimentos aplicados. no entanto. pois a combinação de horizonte coeso com camada compactada tende a acelerar o processo de degradação podendo criar situações insustentáveis para exploração agrícola e preservação ambiental. Considerando que nos tabuleiros a expansão da cocoicultura em áreas virgens é uma situação cada vez mais rara. É imprescindível a utilização de práticas culturais que impeçam a perda rápida de água após a estação chuvosa e o revolvimento excessivo do solo. estar proporcionando melhores condições físicas para o desenvolvimento da cultura. no entanto. . ou. boas relações custo/benefício e preservação ambiental. Preparo do solo O manejo do solo nas entrelinhas de culturas perenes. o objetivo principal consiste em cortar o solo a determinada profundidade da superfície. será dada ênfase apenas para áreas já desmatadas. O bom senso é que vai determinar quantas operações serão necessárias devendo-se . sistemas tecnificados. O produtor deverá ter sempre em mente que o melhor manejo é aquele em que se utiliza o mínimo possível de operações mecanizadas. facilitar a absorção de água e nutrientes e preparar o leito para o plantio. Se feito de forma inadequada. no máximo três operações ao ano. No manejo do solo utilizando disco. é um pré-requisito importante para promover o arejamento da camada explorada pelas raízes. irrigados ou não. A 9 AgriculturA e PecuáriA suprimento de água e nutrientes e reduzindo a vulnerabilidade das plantas a estresses hídricos. esse efeito é muito grave. Essa estratégia tem sido bastante utilizada em diversas fruteiras cultivadas no Nordeste. Deve-se optar pela manutenção da cobertura vegetal durante a época chuvosa. mas que garantam a manutenção de umidade e de nutrientes no solo por toda vida útil das plantas. restringir a duas. e fazer a inversão da área cortada.Apesar dessas limitações é possível o cultivo do coqueiro em outras regiões que não a Baixada Litorânea devendo-se utilizar.

Conservação do solo Devido à preferência para o plantio do coqueiro em áreas com relevo plano a suave ondulado e em solos arenoso. entre outras práticas que propiciem a utilização dos recursos naturais disponíveis e que tenha o cunho de preservação ambiental.br 9 . Embrapa Tabuleiros Costeiros Av. as práticas conservacionistas devem ser direcionadas para melhorar a estrutura do solo através da adição de matéria orgânica e minimização de práticas mecanizadas. a “camada arável” se reduz a poucos centímetros. principalmente nos Tabuleiros Costeiros. quando existentes. cuidando-se para evitar competição por água e nutrientes e promover a utilização dos resíduos da cultura como cobertura morta. Por esse motivo. O Engenheiro Agrônomo Edson Eduardo Melo Passos desenvolve pesquisas na área de Exigências Climáticas do Coqueiro e o Engenheiro Agrônomo Fernando Luis Dultra Cintra desenvolve pesquisas na área de solos. utilizar coberturas vegetais (leguminosas) nas entrelinhas. seja mais recomendável.embrapa. Entre as estratégias a serem utilizada deve-se incluir sempre que possível a substituição da grade por escarificador. 0 90-00 Aracaju (SE) Telefone: (9) 009- Fax: (9) - Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) sac@cpatc. Beira Mar. utilizar alternância de capinas. reduzir a freqüência de operações mecanizadas. acredita-se que a operação de preparo utilizando hastes (escarificador). pode-se citar o menor consumo de energia. Em muitos solos desse ecossistema. indica-se a consulta a Embrapa Tabuleiros Costeiros. onde o sistema radicular ainda não ocupou toda a área das entrelinhas. fazendo com que essa prática acelere a degradação da matéria orgânica e deixe o solo mais vulnerável à erosão. Dentre as vantagens desse sistema. principalmente em plantios jovens.vantagem desse sistema é bastante discutível. bem drenados. a manutenção da cobertura vegetal sobre o solo e o rompimento de camadas adensadas e/ou compactadas superficiais. Caso precise de maiores informações.

embrapa. 00. Humberto Rollemberg.br/download/SP1.cpatc.doc>. FONTES. FONTEs CONsULTADAs Embrapa Tabuleiros Costeiros. deve ser empregada a fórmula 0-0-0. FERREIRA. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 99 AgriculturA e PecuáriA CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs . Disponível em: <http://www. Por exemplo: No ano . Luiz Alberto.embrapa. O total da fórmula a ser utilizado por ano equivale ao somatório das quantidades de cada adubo recomendado isoladamente. Acesso em:  de ago.Se o produtor preferir utilizar uma mistura comercial. 00. Disponível em: <http://www. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de ago. Acesso em:  de ago. Joana Maria Santos e SIQUEIRA.br/>. Sistema de Produção para a Cultura do Coqueiro.cpatc. a quantidade da fórmula 0-0-0 por planta é 00 (00+00+000).

Contudo. como por exemplo o solo. mercado de plantas medicinais Saber sobre cultivo e mercado de plantas medicinais. Em qualquer que seja a escala. A maioria é usada pelo ser humano como fonte de alimento. Deve-se tomar determinados cuidados no cultivo de plantas medi00 . não se esquecendo em momento algum que as plantas medicinais devem conter satisfatória concentração de princípios ativos. o tempo de duração do dia (fotoperíodo). como medicamentos para cura de enfermidades ou no uso de aromatizantes. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Introdução O Brasil tem a maior biodiversidade do planeta com cerca de  mil espécies de plantas superiores conhecidas. entre outros. cultivo de plantas medicinais. o clima. O conhecimento tradicional de grupos sociais que fazem uso das plantas é a fonte essencial para a descoberta dos princípios ativossubstâncias capazes de exercer uma ação de cura. seja ela em grandes áreas ou em microssistemas. estações do ano. O cultivo de plantas medicinais deve ser imprescindivelmente racional e produtivo.CULTIvO E MERCADO DE PLANTAs MEDICINAIs PALAvRAs-ChAvE Plantas medicinais. como matéria-prima para construção.responsáveis no combate de doenças. Existem vários fatores que influenciam a quantidade de princípios ativos. épocas de plantio e colheita. o cultivo deve atender às necessidades básicas de quem o realiza. ainda não é possível dizer o quanto cada fator pode contribuir para aumentar ou diminuir tais níveis.

Os mais indicados são: () o processo de rotação de culturas e () a associação de plantas que repelem alguns insetos . ravinas. pois a maioria das plantas. entre outras. valas. retenção de umidade. o local escolhido para a implantação do cultivo não deve ser próximo de reservatórios de água que estejam sujeitos à contaminação (redes de esgotos. a sexuada (por sementes) e a assexuada (por estruturas vegetativas . . dentre outros aspectos. 0 AgriculturA e PecuáriA cinais. conseqüentemente. tais como: evitar o plantio e colheita em beiras de estradas. salsa. corrigir a acidez existente. pois influencia diretamente a capacidade de absorção de nutrientes.) e a irrigação deve ser realizada em temperatura bem amena (cedo pela manhã ou ao entardecer). devendo sempre respeitar um determinado espaçamento para cada tipo de planta. pela possibilidade de se produzir sombras indesejadas. Todas as plantas devem ser secas na sombra e em local com ventilação para que haja uma maior conservação e não se diminua a quantidade de princípios ativos. A propagação pode ser realizada por duas formas básicas. cursos de água poluída. porosidade. A secagem deve ser realizada logo que a planta for colhida. como também a melhoria das condições físicas do solo no que se refere à estrutura.como a urtiga. etc. pois as plantas absorvem os gases tóxicos emitidos pelos veículos. se forem colhidas em épocas erradas. Ela deve ser feita com o objetivo de melhorar a fertilidade. A adubação pode efetuar-se antes do plantio (prévia) e durante o cultivo (de reposição). Também influencia na intensidade de luz a qual a planta deve ser exposta. viveiros de mudas ou diretamente no solo.caules e brotos). terão pouco ou nenhum efeito terapêutico. apresentarão uma quantidade insignificante de princípios ativos e. camomila. Nunca devem ser utilizados defensivos agrícolas que não sejam naturais. quássia. pela competição alimentar que pode ser evitada se houver obediência do mesmo.O plantio pode ser realizado em sementeiras. A colheita constitui uma etapa muito importante do cultivo de plantas medicinais. promover condições favoráveis ao bom desenvolvimento das espécies.

coleta adequada. O cultivo de plantas medicinais é muito importante para o controle de qualidade de fitoterápicos.O trabalho com plantas medicinais inicia-se na identificação correta da espécie. Não apenas o cultivo de plantas medicinais deve ser intensificado e renovado. o uso de pesticida. 99 citado pelo Prof. que também devem ser adequados para que os resultados sejam satisfatórios. o uso de pesticidas. o cultivo em solo ou clima inadequado. O conteúdo das substâncias ativas de plantas medicinais cultivadas pode ser afetado por vários fatores: l variação genética e transmissão hereditária das substâncias secundárias (geralmente o princípio ativo) l variabilidade morfo e ontogenética. pois o risco da adulteração ou troca por outras matérias-primas vegetais é quase totalmente eliminado. etc. Existem duas alternativas para obtenção da matéria-prima ativa vegetal: a coleta das fontes nativas e a cultivada. a utilização errônea das plantas ou o emprego de técnicas inadequadas de preparação prejudicam os resultados finais ou causam efeitos colaterais (BOTSARIS. Por sua vez. além da proximidade do local de processamento. Por exemplo. A utilização de técnicas de cultivo e genéticas permite o cultivo de espécies que são mais produtivas e resistentes a doenças. mas também outros fatores que afetam a qualidade do produto. o tipo e a quantidade do pesticida usado pode ser controlado mantendo o resíduo dentro dos limites toleráveis. Dr. diferenças no conteúdo de substâncias ativas em várias partes da planta e du0 . Por fim. Qualquer erro em algum elo desta cadeia vai comprometer o resultado final do processo. pré-tratamento e armazenamento corretos e termina com a preparação e utilização terapêutica. já que o sucesso do cultivo depende menos da sua quantidade e mais de sua qualidade. geram uma planta com pouco princípio ativo. uma espécie identificada erradamente pode resultar em medicamento fitoterápico inócuo ou até numa intoxicação por planta venenosa. As plantas medicinais podem ser cultivadas visando o aspecto fitoquímico. Permite garantir a qualidade de toda área a ser cultivada. Uma desvantagem. o mesmo ocorrendo se a colheita não for na época e de forma adequadas. erros no armazenamento podem comprometer os princípios ativos ou causar contaminação por fungos e produzir toxicidade nos pacientes. Cícero Flávio Soares Aragão Universidade de Cuiabá). por exemplo. etc.. pode não ser evitada.

Plantas Medicinais Cultivadas Em vasos Ou Floreiras Nos vasos.) . Conforme o tipo de material da qual é feita o futuro vaso ou jardineira. Os canteiros são normalmente utilizados para plantas de pequeno porte e anuais. que atinjam  m de altura. para evitar que absorvam a umidade do solo. estes deverão possuir  m de largura e comprimento variável. seja para possibilitar às plantas melhores condições de cultivo: • • • Vasos de barro que nunca foram usados devem ser mergulhados em água por  horas. tendo uma distância de 0 cm entre eles. altitude. fertilização. Existem vasos e floreiras de todas as formas. por possuírem ciclo curto. etc. Para cultivá-las em canteiros. ou nas floreiras podem ser plantados sementes ou mudas de plantas medicinais. Para as plantas que chegam a  m de altura. torna-se necessário um pequeno tratamento prévio. com a finalidade de possibilitar a movimentação. Quando se trata plantas individuais. em princípio. Seja para assegurar que eles tenham uma vida útil mais longa. podem ser tratadas como as hortaliças.l Plantas Medicinais Cultivadas Em Canteiros As plantas medicinais. tamanhos e tipos de material. influências ambientais (localização. Materiais como xaxim e coxim (fibra de coco) também devem ser previamente encharcados. do contrário tenderão a ficar ressecados. O espaçamento utilizado normalmente é de 0 cm entre as plantas de espécies de porte baixo e de 0 cm entre sulcos. não deveriam ficar em contato dire0 AgriculturA e PecuáriA rante seu desenvolvimento. usar 0 cm entre as mesmas e 0 cm entre sulcos. Vasos de metal. deve-se usar  cm entre as plantas e 0 cm entre as linhas. clima. o mais fácil e prático é provavelmente plantá-las em vasos. Para plantas mais altas.

uma parte de esterco ou composto orgânico e uma parte de areia grossa de construção.• • to com a terra. antes de ser pintada com verniz. fibras de vidro para vasos. a alfazema devem ser cultivadas sozinhas. para não haver excesso de água. Portanto. No cuidado dispensado às plantas. perlite ou cacos partidos no fundo. tripes nas 0 . apenas uma vez por semana é o suficiente. mas onde o sol não bata constantemente. Num vaso podem plantar manjericão ou manjerona. Vasos ou jardineiras de madeira exigem sempre impermeabilização. a tendência natural é que venham a enferrujar. Devem cultivar-se com maior abundância as plantas que são utilizadas com mais freqüência. nem de menos. Também há muitas variedades de hortelã que podem ser cultivadas no mesmo vaso. No caso de aparecerem pragas como pulgões. fibrocimento e cimento são materiais que não requerem nenhum tratamento antes do plantio. Quanto ao coentro e salsa é melhor partilharem outro vaso. de  em  dias na primavera e no outono. Plásticos. com selador. Pode fazer-se esta mistura com uma parte de terra comum de jardim. Já o alecrim. cochonilhas. pois todas apreciam um solo moderadamente molhado e tendem a dispersar as raízes. as regas constituem uma das coisas mais importantes. devendo ser cheios com uma boa mistura de terra. Todos os vasos ou jardineiras precisam ter buracos de drenagem e (exceto os cestos) uma camada de cascalho. dando-se melhor com um meio um pouco mais fresco e molhado do que o primeiro. pois todas estas gostam de lugares iluminados. Nem água demais. incorporando à terra composto orgânico ou esterco de gado curtido. o melhor é verificar a umidade do solo todos os dias no verão. Se isso ocorrer. a sálvia. o melhor seria forrá-los internamente com um saco plástico e só depois colocar a terra. A adubação do solo deve ser feita de seis em seis meses. enquanto que no inverno.

• Selecionar somente plantas sãs. • Preparar para a dessecação o mais rápido possível. podem estar impregnadas com produtos químicos utilizados como adubos ou inseticidas. por 0 AgriculturA e PecuáriA plantas use o inseticida caseiro que é constituído de:  g de fumo de corda picado bem fino. b) as flores ou as sumidades floridas devem ser recolhidas no início da floração. • Não comprimi-las para que não murchem. d) as raízes devem ser retiradas do solo quando o talo murcha.Plantas Medicinais Coletadas No Campo Ao coletar as plantas medicinais no campo são necessário saber que os vegetais das quais se utilizam: a) as folhas devem geralmente. • Fazer desde o momento da coleta. Vigiar particularmente as deposições de animais. • É necessário tomar cuidado para que as plantas que se coletem não se sujem mutuamente com a terra. no segundo caso. ser recolhidas antes da floração. • Evitar as que se encontram nas proximidades de fungos. sem manchas e não atacadas por insetos. a triagem dos fragmentos que possam proceder de outras plantas. normalmente o material pode seguir três caminhos: uso direto do material fresco. que são: • Não devem ser coletadas plantas encontradas próximas de rodovias e plantações pois estas podem apresentar danificações provocadas pelos gases liberados dos escapamentos dos automóveis e. Processamento Das Plantas Medicinais Após a obtenção das plantas medicinais. • Não coletar plantas ou partes de plantas que estejam rigorosamente limpas. extração de substâncias ativas ou aromáticas do material fresco e secagem do material fresco. Na coleta das plantas medicinais é preciso tomar algumas precauções. para evitar que apareçam bolores ou fermentações. antes que haja rebrotado. c) os frutos devem ser colhidos no início da maturação.  g de sabão de potássio neutro em pó e 0 ml de álcool. ou no começo da primavera. diluídos em  litros de água . Este último destino é o que requer mais atenção. o que as faria perder uma boa parte de seu aroma.

independente do método a ser empregado. devem-se separar a plantas de espécies diferentes. aço inoxidável ou tecido com características semelhantes. outras plantas. pedras.preservar os materiais. Antes de submeter as plantas à secagem. as plantas colhidas inteiras devem ter cada parte (folhas. possibilitando o uso das plantas a qualquer tempo. permitindo assim a circulação de ar entre as partes vegetais e uma secagem mais uniforme. Assim. descoloridas. sementes. antes de submeter as plantas à secagem. etc.) e partes que estejam em condições indesejáveis (manchadas. O aumen0 . em local ventilado. etc. São eles: • • • • não lavar as plantas antes da secagem. exceto no caso de determinados rizomas e raízes. • • A secagem natural é um processo lento e deve ser conduzida à sombra. é recomendado para regiões que apresentam condições climáticas favoráveis. etc. forradas com papel. em ambiente abrigado do sol e com ventilação. deve-se fazer a eliminação de elementos estranhos (terra. utilizam-se métodos que elevam a temperatura e promovem a ventilação ou simplesmente reduzem a umidade relativa do ar. Para isto podem ser utilizadas bandejas com fundo de tela plástica fina. danificadas. Outra maneira prática consiste em espalhar em camada fina o material em uma mesa ou bancada. Esse processo de uso doméstico. Nesse processo. A secagem pode ser conduzida em condições ambientais ou com o uso de estufas. relacionadas principalmente com a ventilação. as plantas colhidas e transportadas ao local de secagem não devem receber raios solares. flores.). deve-se adotar alguns procedimentos básicos para se obter um produto de boa qualidade. deve-se espalhar o material a ser seco em camadas finas. secadores. dentro dos prazos normais de conservação. protegido de poeira e do ataque de insetos e outros animais. A secagem artificial de plantas medicinais é fundamentada no aumento da capacidade do ar de retirar a umidade da planta. frutos e raízes) secas em separado e conservadas em recipientes individuais.

de maneira geral. Além disso. antiinflamatórios. . anti-hipertensivos. A secagem artificial origina material de melhor qualidade por aumentar a rapidez do processo. apesar de inativarem maior quantidade de enzimas. o consumo de produtos naturais. A estimativa do mercado mundial para medicamentos é de US$ 00 bilhões/ano. entre outros. sendo US$ 0 bilhões derivados de substâncias ativas de plantas medicinais. é mais acessível à população com menor poder aquisitivo. laxantes. No Brasil. que pode chegar ao mercado num tempo dez vezes menor. Já a estimativa do mercado nacional de medicamentos é de aproximadamente US$  bilhões/ano. antidepressivos. os evidentes efeitos colaterais dos medicamentos sintéticos. analgésicos. diuréticos. com os derivados de plantas medicinais correspondendo a US$ . o desenvolvimento de um medicamento sintético custa em torno de US$ 00 milhões. e o preço que. Temperaturas acima de ºC danificam os órgãos vegetais e seus conteúdos. A temperatura utilizada varia de  a ºC. não fica difícil entender por que cresce diariamente o interesse de empresas. a descoberta de novos princípios ativos nas plantas. enquanto a ventilação vai facilitar a homogeneização do ar de secagem em toda a massa de plantas secagem. grupos e países desenvolvidos na biodiversidade dos países tropicais e subtropicais. Contudo. é um grande alvo para ser fornecedora de matéria-prima na produção de antibióticos. Particularmente a Amazônia. pois proporcionam “cocção” das plantas e não uma secagem. existe atualmente um maior número de profissionais envolvidos nos mais diversos trabalhos com plantas medicinais e/ou fitoterápi0 AgriculturA e PecuáriA to da temperatura vai também reduzir a umidade relativa do ar. caindo para US$ 0 milhões no caso de um fitoterápico. conseqüentemente. bilhão desse total. Portanto. a comprovação científica de fitoterápicos. o aumento acentuado do consumo de fitoterápicos ocorre basicamente pelos mesmos motivos do restante do mundo. que tem cerca de 0 mil espécies de plantas (0% de todas as existentes no planeta e apenas aproximadamente % já estudadas).Mercado O crescimento do mercado mundial de fitoterápicos é estimado em 0 a 0% ao ano e as principais razões que impulsionaram esse grande crescimento nas últimas décadas foram: a valorização de uma vida de hábitos mais saudáveis e.

cos. e os estudos de propagação. viabilizar a utilização de plantas medicinais ou fitoterápicos nos postos de saúde dos municípios. destacam-se a localização e identificação de populações naturais. Para isso. deve-se ter a consciência da necessidade da multidisciplinaridade envolvida nas ações previstas para um programa como esse. No Acre. Para que isso ocorra. seja na pesquisa. por muitas razões. Entre as ações desenvolvidas. em áreas de ocorrência natural. é possível construir uma estrutura eficiente. como a unha-de-gato (Uncaria tomentosa e U. desde 000. a multiinstitucionalização também é fundamental. onde esteja sendo 0 . sem haver uma complementação das várias áreas de especialização. Dessa maneira. a Embrapa Acre vem desenvolvendo trabalhos de pesquisa com espécies medicinais de ocorrência natural no Estado. Outros motivos de suma importância são os programas oficiais de saúde. além de realizar uma ampla campanha de divulgação nas escolas e nas comunidades em geral. capaz de melhorar a qualidade de vida das populações tradicionais do meio rural e assegurar as necessidades básicas de saúde para toda a população do meio urbano. as seguintes ações devem ser desenvolvidas: avaliar o potencial medicinal e definir estratégias para a conservação e exploração das espécies nativas. Dentro desse contexto. pois. crescimento e desenvolvimento dessas espécies. implementados por muitos governos estaduais e municipais. fomento ou difusão. Procuram também incentivar o cultivo e produção extrativa sustentável de plantas medicinais. Conseqüentemente. incentivar o cultivo e coleta de forma sustentável. um programa municipal ou estadual com plantas medicinais/ fitoterapia oficial tem tudo para obter êxito. andiroba (Carapa guianensis) e murmuru (Astrocaryum spp.). também são criadas alternativas econômicas para as comunidades rurais. mas a principal é a grande quantidade e variedade de matéria-prima disponível. Esses programas vão muito além da simples distribuição de fitoterápicos ou recomendação de uso para a população mais carente desses estados/municípios. com objetivos bem definidos. que a cada dia perdem o poder de competitividade diante da chamada “economia globalizada”. os estudos do comportamento. guianensis). como as ações desenvolvidas nos Estados do Ceará e Paraná. Portanto. torna-se impossível a execução das atividades.

html >. Propõe-se. Disponível em: <http://educar.sc. Acesso em  de abr. 00.ibama. gov.htm>. melhoria da qualidade de vida das populações extrativistas e a conservação de ecossistemas naturais.html >. 00.NÚCLEO DE PLANTAS MEDICINAIS E AROMÁTICAS visa conciliar pesquisa científica e conhecimento tradicional. acreditando que a valorização desse conhecimento e a partilha dos benefícios dele resultante são um caminho para a geração de renda.ciagri. Cícero Flávio Soares. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr. 00 09 AgriculturA e PecuáriA executado um programa de plantas medicinais/ fitoterapia.br METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Aragão. incentivar e divulgar a pesquisa científica voltada para o desenvolvimento de técnicas de cultivo e manejo que garantam a sustentabilidade econômica e ecológica do uso de plantas medicinais e aromáticas e a valorização dos conhecimentos e saberes populares. Importância do cultivo no controle de qualidade de fitoterápicos. Plantas Medicinais.sede@ibama.usp.usp.br/flora/plantas_medicinais.gov. Disponível em: <http://www. Plantas medicinais.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O NUPLAM . IBAMA Flora. Acesso em  de abr. (Texto sobre mercado elaborado por João Alencar de Sousa e Elias Melo de Miranda) . Maiores informações: Tel: () -0 Fax: ()  9 E-mail: plantasmedicinais. Disponível em: <http://www2.br/biologia/prociencias/medicinais. 00. Acesso em  de abr. a realizar.br/ planmedi/importancia_cultivo.

avicultura. desinfecção de granja. Inicialmente faz-se a limpeza a seco. definindo-se uma seqüência lógica para a execução das atividades. Para as informações do processo de higiene e desinfecção de granjas de aves. A remoção de detritos e gorduras é imprescindível para o sucesso da desinfecção. retirando-se os equipamentos e demais utensílios do aviário. criação de aves. modo de aplicação e equipamentos utilizados IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O processo de limpeza e desinfecção das granjas de frangos de corte tem importância vital na profilaxia de doenças infecciosas. Essa limpeza prévia deve ser feita com água limpa. seguiremos as orientações do Comunicado Técnico n. O desempenho de uma granja está intimamente relacionada às medidas de biosseguridade adotadas. Nesse processo. Devem ser programados com antecedência.DEsINFECÇÃO DE GRANjAs DE AvEs PALAvRAs-ChAvE Higienização de granja. Higienização compreende os procedimentos de limpeza e desinfecção das instalações e equipamentos e correta eliminação dos resíduos da produção. 0 . associada ao vazio sanitário é fundamental para minimizar os riscos de infecções e a quebra do ciclo de vida de determinados agentes infecciosos. avicultura Quais são os produtos químicos utilizados na desinfecção de granjas de aves. da EMBRAPA Suínos e Aves. . A limpeza pode ser subdividida em limpeza seca e limpeza úmida. os procedimentos de limpeza do aviário devem ser iniciados imediatamente após a saída das aves. A higienização das instalações. a limpeza é tão importante quanto a desinfecção. “Importância da higienização na produção agrícola”. Limpeza Respeitada a complexidade inerente aos diferentes sistemas de produção.

Os bactericidas são aqueles que devem destruir bactérias sob a forma vegetativa já. Os arredores das instalações também devem ser varridos e a grama aparada. Na escolha do produto desinfetante devem ser consideradas características tais como: o local e as superfícies a serem desinfectadas. Para tanto. para que o calor e fermentação produzidos atuem na redução de patógenos.A limpeza úmida consiste na lavagem com água sob pressão. apesar de suscitar controvérsias é um manejo freqüente nas produções de frangos. telas. os produtos químicos bactericidas e germicidas são amplamente utilizados. desde que não tenha ocorrido problema sanitário durante o alojamento anterior. com o uso de um lança chamas. radiação) e químicos (produtos da química mineral. amontoado e coberto por pelo menos 0 dias. Faz-se a retirada da cama e de toda matéria orgânica. vigas e cortinas. Desinfecção A desinfecção de ambientes e utensílios tem por objetivo destruir microorganismos patogênicos e para tanto são utilizados agentes físicos (calor. entre outras. a cama deve ser sempre nova. . muretas e cortinas. as condições de limpeza possíveis de serem alcançadas antes da desinfecção. A reutilização da cama com bom estado de conservação. Tanto na reutilização da cama quanto na distribuição de cama nova é indispensável que seja feita uma desinfecção prévia. teto. das paredes. O desinfetante deve ter alto poder de eliminação de patógenos. bebedouros e comedouros. os germicidas devem eliminar todos os microorganismos (bactérias. Após secagem proceder a desinfecção. piso. dos equipamentos. o agente a ser destruído. pode-se fazer uso da chamada “vassoura de fogo”. utilizando-se jatos fortes em movimentos de cima para baixo. atender à relação custo x  AgriculturA e PecuáriA Nesse momento. Esse procedimento é dificultado quando a cama não for removida do aviário. fungos e esporos). orgânica sintética e orgânica natural). inclusive as formas resistentes. Junto aos círculos de proteção. que consiste na queima das penas superficiais existentes sobre a cama de aviário. vigas. local em que os pintos permanecem nos primeiros dias. restos de ração e da sujeira impregnadas nos utensílios e nas paredes. Nos estabelecimentos avícolas. o material da cama deve ser retirado do aviário.

frente a determinados patógenos e o material a ser desinfectado. de modo geral os fabricantes dos produtos indicam os meios de aplicação. estabilidade em condições adversas de pH (grau de dissociação eletrolítica).benefício. Para evitar essa resistência é necessário elaborar um programa de desinfecção em que seja estabelecido o rodízio de diferentes princípios ativos. estão citados os principais princípios ativos de desinfetantes. com periodicidade inferior a  semanas. alguns dos seus respectivos derivados e local de uso. os desinfetantes atuam por meio da coagulação de proteínas. Na Tabela . por oxidação e pela ação do pH. elevada penetrabilidade e não causar efeitos adversos ao meio ambiente. Não existe o desinfetante ideal. alto poder residual. por meio de amostragem para contagem total de bactérias presentes no ambiente. Monitoramento da desinfecção A avaliação do processo de desinfecção deve ser realizada sistematicamente. A escolha de um desinfetante deve ser precedida da avaliação do potencial de atuação do princípio ativo. A utilização de um único princípio ativo de forma ininterrupta propiciará o aparecimento de amostras microbianas resistentes ao produto utilizado. Basicamente. Um método bastante utilizado para avaliar a eficiência de um programa de limpeza e desinfecção é a exposi . Os modos e equipamentos utilizados para a desinfecção variam conforme o produto utilizado. baixa toxidade.

Disponível em: <http://www. Acesso em: 0 de jul. permitindo a secagem das instalações. permitem a determinação do número de células viáveis pela visualização de colônias. que se tornam sensíveis à ação de agentes físicos naturais como: aumento da temperatura.  AgriculturA e PecuáriA ção de placas com meio de cultivo seletivo para contagem de indicadores microbianos. Deve-se estar atento aos cuidados básicos de limpeza. Após serem semeadas em meio de cultura. Amostras de superfície também podem ser conseguidas pelo contato direto de suabes estéreis com a superfície a ser analisada. FONTEs CONsULTADAs Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA.A análise microbiana do substrato de cama de aviário. pois esses procedimentos rotineiros que. pode ser realizada pelo uso da técnica de placas Petrifilm que consistem em um sistema pronto de meio de cultura usado para avaliação da qualidade microbiólogica de superfícies por enumeração de colônias. Suínos e Aves. o vazio das instalações entre alojamentos das aves é determinante para o sucesso dos procedimentos de higienização. desinfecção e correto descarte de carcaças.cnpsa. 00. menores as condições para que microorganismos permaneçam viáveis. potencializando o efeito da desinfecção. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs A redução dos riscos à saúde dos plantéis avícolas está associada à adoção de medidas simples mas necessárias que compõem programas de biosseguridade. . Considera-se vazio sanitário o período em que a instalação permanece vazia após os procedimentos de limpeza e desinfecção. compreendem o alicerce para a manutenção da qualidade da saúde dos plantéis brasileiros. após a desinfecção. abertas no ambiente por tempo determinado. ventilação e incidência de sol.br/>. Quanto maior o tempo de “descanso” do aviário. Esse período permite a destruição de certos organismos não atingidos pela desinfecção. muitas vezes são relegados a uma importância menor.embrapa. vazio das instalações Complementar à limpeza e desinfecção.

in Comunicado Técnico. dez. n. de 00.com. Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jul. BABA.JAENISCH. 00  . 00. Edison. Concórdia – SC. Alli. Disponível em: <http://www.. . “Limpeza e desinfecção em granjas de frango de corte”. Fátima. in Revista Avicultura Industrial.br>.aviculturaindustrial. “Importânica da higienização na produção agrícola”. Acesso em: 0 de jul. Et.

querosene vegetal.a banha de porco. energético e químico. caroço de oiticica. Processo de produção: Preparação da matéria-prima Reação de transferência com uso de catalisadores Separação das fases: fase pesada (recuperação do álcool da glicerina) e fase leve (recuperação do álcool dos ésteres). biodegradável e ambientalmente correto. Utilizações: farmacêutico. obtidos da reação de transesterificação de qualquer triglicerídeo com um álcool de cadeia curta. polpa do dendê. semente de linhaça). amêndoa do coco de babaçu. semente de maracujá. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Biodiesel: O que tem sido denominado de BIODIESEL é um combustível renovável. gorduras animais (o sebo bovino. Destilação das glicerinas (resultando resíduos e glicerinas) e purifica AgriculturA e PecuáriA DIFERENÇAs ENTRE BIODIEsEL E QUEROsENE vEGETAL . diferenças entre biodiesel e querosene vegetal PALAvRAs-ChAvE Saber as diferenças básicas entre querosene vegetal e biodiesel. metanol ou Etanol. entre outras matérias graxas de origem animal) e óleos e gorduras residuais (resultantes de processamentos domésticos. comerciais e industriais). sucedâneo ao óleo diesel mineral. os óleos de peixes. semente de colza. Matérias-primas: óleos vegetais (grão de amendoim. respectivamente. baga de mamona. constituído de uma mistura de ésteres metílicos ou etílicos de ácidos graxos. alimentício. polpa de abacate. amêndoa do coco da praia. caroço de algodão.Biodiesel. semente de girassol. amêndoa do coco de dendê. o óleo de mocotó.

concentrava os interesses nos negócios de combustíveis no Brasil. de algodão. A patente homologada do novo combustível foi doada para o Ministério da Aeronáutica. de dendê.  . E. de amendoim. lamenta-se a inexistência do apoio de quem. a qual entrou em domínio público. das quais uma foi homologada. foi desenvolvido na PROERG um sucedâneo vegetal do querosene de aviação. Querosene vegetal: De um pacto realizado entre Expedito José de Sá Parente (autor do então Prodiesel. uma aeronave nacional. do biodiesel e do querosene vegetal de aviação. a nível mundial. o combustível foi aprovado e homologado pelo CTA – Centro Técnico Aeroespacial. de colza. Após exaustivos testes em turbinas em bancada. turbo hélice. em90. a Medalha do Mérito Aeronáutico. os países subdesenvolvidos não têm o hábito de possuir tecnologia. Foram requeridas ao INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial. duas patentes de invenção. de girassol. valendo para o autor. decolou de São José dos Campos para sobrevoar Brasília. de 90. mais uma vez. pois estão sempre comprando essa preciosa mercadoria. por lei e direitos exclusivistas. uma honrosa comenda. o querosene vegetal para aviões à jato estava pronto. cana-de-açúcar. No final de 9. Utilizações: predominantemente energético (aviação). Na Europa a normalização dos padrões para o biodiesel é estabelecida pelas Normas DIN . no dia  de outubro de 9. recebendo a denominação de PROSENE. por Portaria Ministerial e Decreto Presidencial. de marca “Bandeirante”. Aquele projeto de pesquisa foi o sustentáculo de todas as atividades da PROERG. hoje diretor da TECBIO) e o Tenente Brigadeiro Délio Jardim de Matos (Ministro da Aeronáutica). Dia do Aviador. fato este que tem retardado a homologação do combustível.ção dos ésteres (resultando o biodiesel). óleos de soja. No Brasil ainda não existe uma norma técnica própria para as especificações do biodiesel. e. Nos Estados Unidos a normalização emana das Normas ASTM D-. Matérias-primas: capim. Infelizmente. pelo tempo e desuso. de babaçu. A Patente PI –009. foi a primeira patente.

Ciências e Letras de Ribeirão Preto.com. química e farmacêutica. Disponível em: <http://dabdoub-labs.cfm>. 00. 00. enquanto o querosene vegetal tem seu uso focado no fornecimento de energia para o setor de aviação. E-mail <migjodab@usp. Quanto às utilizações: o biodiesel geralmente tem larga utilização na indústria alimentícia. energética. Acesso em: 0 de dez. REFERêNCIAs LADETEC-USP: Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas. Faculdade de Filosofia. Departamento de Química. Acesso em: 0 de dez. Prof.br/ladetel.tecbio. Dr. para fazer o querosene vegetal é necessário mais refinamento e aditivos para a obtenção de potência para os aviões (isso implica mais custos). Disponível em: <http://www. 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .com. Quanto à fabricação: o querosene vegetal tem mais etapas de processamento que o biodiesel.br>. Samir Sayed NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de dez.As principais diferenças entre o biodiesel e o querosene vegetal consistem: Quanto às matérias-primas: o biodiesel pode ser obtido através de gorduras animais e resíduos. Universidade de São Paulo.br>. TECBIO. enquanto o querosene vegetal somente usa óleos vegetais. Miguel Dabdoub.

meristemas apicais e parte superior do rizoma. nos ramos florais. profundas e firmes. A forma conhecida por Flor Preta produz. frutos. pois viabiliza pequenas propriedades e aumenta a oferta de empregos no campo Atualmente. embora Colletotrichum fragariae possa. O Estado de São Paulo está entre os maiores produtores de morango do Brasil.DOENÇA EM PLANTIO DE MORANGO PALAvRAs-ChAvE Morango. ao lado de Rio Grande do Sul e Minas Gerais. folhas. doença. Além da alta rentabilidade ( %). A dificuldade por parte dos produtores em identificar sintomas em mudas. em pequena escala. DE 0 DE JULHO DE 00. segundo INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº . pedúnculos. como já dito. provavelmente. uma necrose. A introdução do patógeno em áreas isentas é feita. aliada à  . morangueiro. conhecida como pinta preta. é mais conhecida como Flor Preta. além das flores. da ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – do Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Campinas e Sorocaba se destacando como as principais produtoras do Estado. pinta preta Auxílio para combater doença. em plantação de morangos IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A doença pinta preta. que ocorre em plantações de morangos. a Flor Preta é considerada uma das principais doenças da cultura do morangueiro podendo causar perdas que variam entre 0 e  %. O C. A doença é causada pelo fungo Colletotrichum acutatum. através de mudas contaminadas. com as regiões de Bragança Paulista. e os frutos novos e em desenvolvimento tornam-se escuros e mumificados (secos). essa rosácea desempenha importante papel social. também produzir sintomas em flores. Em frutos já desenvolvidos podem aparecer manchas marrons. acutatum pode infectar.

embora não existam culturas tão eficazes assim. Quanto mais frio e menos úmido melhor. Outra atitude a ser tomada é a escolha de culturas de morango mais resistentes à Flor Preta. Por ser uma cultura de inverno. Em caso de chuvas. e às áreas que se pretende fazer o plantio. Esses fatores fazem com que o controle de C. recomenda-se cortar a irrigação. e a proteção do solo com cobertura vegetal. tecnologias largamente empregadas pelos produtores. Uma vez iniciada a doença. propiciando o aparecimento desses fungos. Deve-se também eliminar completamente os restos culturais e. quando as mudas atuam como inóculo primário.A cobertura do solo com plástico preto “mulching” e a irrigação por aspersão. favorece a introdução da doença em novas áreas. acutatum. A partir daí. o inóculo secundário é responsável pela infecção de flores e frutos. . o morango tem na umidade um fator de risco para a produtividade. com revolvimento do solo e solarização. ao invés de plástico preto. principalmente via água de chuva ou de irrigação. favorecem a doença. sendo mais severa nas fases de florescimento e frutificação. 9 AgriculturA e PecuáriA carência de cultivares com um bom nível de resistência. o fungo poderá sobreviver no solo em restos de cultura. acutatum seja considerado como difícil. O que se deve fazer é escolher uma cultura que se encaixe o melhor possível ao clima. a altitude e ao solo da região. Adubações pesadas de N e P podem promover um aumento da incidência da doença. Além disso. no sentido de se verificar algum histórico da doença no local. podendo ocasionar prejuízos significativos. que servirão como fonte de inóculo para os cultivos posteriores. ou se acentue a umidade que favorece a ploriferação do C. é fundamental a utilização de mudas sadias. para que o morango não apodreça rapidamente. o que existe são algumas com resistência muito baixa como “IAC Campinas” e “Dover”. praticar rotação de culturas. O plantio deve ser feito em áreas bem drenadas dando preferência à irrigação por gotejo. A doença é favorecida por temperaturas amenas. tem mostrado baixos índices de contaminação deste fungo. se possível. portanto deve se ter uma adubação equilibrada. embora se possa fazer um tratamento de mudas por imersão com fungicidas. O modo natural de combate à Flor Preta se circunscreve a algumas práticas preventivas como uma acurada atenção ao clima.

Arq..sp.. e na terceira cultura o Fluazinam. Centro de Sanidade Vegetal. Biol. Disponível em <http:// www. seguido pelo Prochloraz. Inst.O uso de fungicidas no controle de doenças na cultura do morangueiro constitui prática importante para garantir a sustentabilidade da produção de morango.abhorti0 . 0 de set.al. Pois somente com uma análise apurada do plantio e das condições agronômicas do local é que se poderá com certeza definitiva optar por um tratamento mais adequado ao problema. se possível. o Prochloraz. n. 00. REFERêNCIAs DOMINGUES. Instituto Biológico. Principalmente no que se refere à substituição do tipo de morango utilizado por um mais adequado as condições climáticas. especialista em fitopatologias.. et. DOMINGUES. Efeito de Fungicidas em Colletotrichum acutatum e Controle da Antracnose do Morangueiro.scielo. 00. segundo pesquisa de R. Disponível em <http://www. al. 00.pdf> acesso em  de jan. “Controle Químico da Flor Preta (Colletotrichum Acutatum Simmonds) do Morangueiro em Condições de Campo”.. KOSOSKI. J. J.php?script=sci_ arttext&pid=S0100-41582001000300016> acesso em  de jan. p. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se. Rafela M. alguns fungicidas apresentaram melhor resultado. sobre o controle químico da Flor Preta. em 00.biologico. Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. Em duas culturas. et.br/arquivos/V68_2/domingues. pois reduz as perdas provocadas pelas doenças e melhora a qualidade do produto final colhido. R. São Paulo. se mostraram mais eficazes.. jul. Disponível em <http://www.gov.-.. seguido pelo Difeconozale. em testes com três diferentes culturas. “Praga ataca plantações de morango”. et. e reproduzido pela Associação Brasileira de Horticultura. em  de ago. 00.. No entanto. Apesar disso. contudo. atmosféricas e de solo da região. obtiveram um melhor desempenho.br/scielo.. atualmente não existem fungicidas que possam ser oficialmente recomendados para o controle da Flor Preta. do Instituto Biológico de São Paulo. al./dez.. v. SciELO Brasil. 00. o auxílio de um agrônomo. matéria publicada no Jornal Correio de Uberlândia.

.asp?id=1266> acesso em  de jan. http://www. 00.com.com.srjundiai. 00  AgriculturA e PecuáriA cultura. Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jan.Sindicato Rural de Jundiaí. 00.htm acesso em  de jan.br/News/Default.br/morango.

Haverá desenvolvimento de tecido granuloso na região afetada. uma vez que evita o acúmulo  . falta de apetite e emagrecimento progressivo. ovinos. O processo inflamatório estende-se até o espaço interdigital. As instalações deverão ter piso ripado para todos os sistemas de criação. () é possível tratar esta doença sem retirar os animais do pasto? A melhor maneira de prevenir o aparecimento da enfermidade é não deixar os animais em locais de solo úmido e em instalações com acúmulo de fezes. o estado geral do animal estará comprometido com aparecimento de febre. quente e dolorido. caprinos É possível tratar esta doença sem retirar os animais do pasto? Há casos em que o produtor é obrigado a sacrificar o animal? O animal afetado pela doença pode ser consumido? Quais os produtos de última geração recomendados para tratar essa doença? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Podermatite ou Pododermite É uma enfermidade de natureza contagiosa que afeta os cascos dos caprinos e ovinos. podendo atuar ainda no processo infeccioso o Staphylococcus e o Streptococcus sp. doenças. Quando o tratamento não é prontamente efetuado. O casqueamento periódico do rebanho é recomendável. () O primeiro sinal é a claudicação acompanhada da inflamação local.DOENÇAs EM OvINOs PODODERMATITE PALAvRAs-ChAvE Pododermatite. posteriormente haverá necrose progressiva com desprendimento do tecido mole do casco e formação de pus de odor pútrido. Umidade excessiva do solo e acúmulo de fezes nas instalações e nos cascos favorecem o desenvolvimento do agente etiológico na região. A infecção é causada principalmente pelo Spherophorus necrophorus e Fusiformis nodosa. O casco apresenta-se edemasiado. principalmente no inverno.

Preço: R$.br/COT43. na proporção de :. por apresentarem infecções e possível estado febril.com. formol ou tintura de iodo a %.br. existindo o risco de toxinfecção alimentar. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. O isolamento do animal em local limpo e seco se faz necessário para não disseminar a enfermidade no rebanho.uov.() INDICAÇõEs: Publicação sobre “Pododermatite em caprinos e ovinos: prevenção e controle” pode ser encontrada na EMBRAPA. pela EMEPA. http://www.cnpc. Esta consiste em antibiótico à base de penicilina em pó e sulfa. Neste trabalho. com a Dra. http://www. diagnóstico.embrapa. de 0 páginas são apresentadas informações quanto aos sinais clínicos. acessado em  Abril 00 Conhecer o material apresentado no Simpósio de Ovinos e Caprinos de Corte. Recomenda-se o uso do pedilúvio com solução de sulfato de cobre.00. repetese o tratamento até a cicatrização total. O animal afetado pela doença pode ser consumido? Animais portadores de pododermatite não deverão ser enviados para o abate.  AgriculturA e PecuáriA de lama e fezes nos cascos que predispõem o aparecimento do processo infeccioso.br.gov. A aplicação de antibiótico parenteral associado a anti -inflamatório será feita conforme o caso. tratamento e medidas de controle e prevenção da pododermatite. A medicação a ser administrada será no local da lesão. Fonte: http://www. número do telefone: () 9. () Quais os produtos de última geração recomendados para tratar essa doença? O tratamento consiste na limpeza do local afetado com água oxigenada ou solução fisiológica.há casos em que o produtor é obrigado a sacrificar o animal? Somente o veterinário poderá diagnosticar e aplicar as medidas necessárias. Universidade On Line de Viçosa. Glória Lourdes. () . acessado em /0/00. dos anos de 00 e 00. Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba.embrapa.htm. isola-se o local com atadura de gaze. Cursos: UOV. Em seguida todo o tecido necrosado deverá ser removido.

O mais importante é o manejo. creolina ou fenóis. para melhor avaliar o manejo sanitário e alimentar. Correntes de ar frio são um pe . O criador deve consultar profissionais da área. Estas devem ser feitas com base no conhecimento do comportamento dos ovinos. formol e vassoura-de-fogo). ou qualquer umidade. apartações em lotes por idade. Vacinação e remédios. Sugere-se conhecer as diferentes raças. tipos de instalações. juntamente com o criador. Além de ser importante para o crescimento do capim.Algumas informações adicionais importantes: Instalações. Prevenções. Para combater os males são sugeridas as seguintes medidas preventivas): • Quarentena para animais recém adquiridos ou que viajaram e tiveram contato com outros rebanhos. a alimentação o fornecimento de água e a saúde do rebanho que não devem ser precários. • Evitar altas lotações ou aglomerações desnecessárias de animais. em Corumbá. a lama. respeitando seu hábitos e necessidades básicas”. • Vazio sanitário em época estratégica do ano (manter os pastos sem animais). • Calendário profilático de vacinações e vermifugações no decorrer do ano. que esclarecerão sobre os pontos cruciais e mais vulneráveis e fará acompanhamento da saúde do rebanho. com desinfetantes apropriados e concentrações ideais para a desinfecção (geralmente com cal virgem seco. • Medidas de manejo. • Desinfecção mensal ou mesmo quinzenal de instalações e áreas de repouso dos animais. Um experimento apresentado no IV Simpósio sobre Recursos Naturais e Sócio-econômicos do Pantanal. Há instalações simples que podem ser adotadas como em sistema de semiconfinamento que são simples e econômicas. Este é um assunto de extrema importância que afetará o rebanho. • Cuidado com os ventos gelados. a chuva também propicia um ambiente favorável para vermes e bactérias que se instalam no solo úmido e nas gramíneas. (MS). embora os ovinos sejam bem adaptáveis á diferentes climas. • Cuidado com a chuva. Região mais adequada para criação. no ano de 00 “demonstraram que estas não precisam ser sofisticadas para o acabamento de cordeiros.

br/ovinos/utilid36. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA .• • CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Independe da resposta acima ressalta-se a necessidade de consultar profissional da área (veterinário) para diagnóstico e indicação do tratamento adequado. .unesp. lembrando que uma simples lesão em poucos dias pode se tornar uma situação grave e complicada.nogueirafilho. para males diversos é de suma importância para a exploração animal. Acesso em:  de abr. 00.htm>. . Manejo de caprinos leiteiros. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA rigo para animais novos.com. 00. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de abr. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de abr.fmvz.br/ordenha_higienica.htm>. Inspeção periódica rigorosa.. Manter uma farmácia com vários tipos de medicamentos.

Se os métodos de quebra de dormência testados pelo cliente não deram resultados. palmito pupunha Como quebrar a dormência do palmito pupunha. é o que causa a secagem excessiva das sementes. impedindo-as de absorver água e iniciar o processo germinativo. podem minimizar este tipo de dormência ao degradarem o tegumento das sementes. germina normalmente. tais como a cumarina ou o ácido parasórbico. com a presença de inibidores químicos no tegumento ou no pericarpo. sendo conhecido como dormência imposta pelo tegumento. à temperatura ambiente (ºC) elimina o problema. a semente é dormente porque os tecidos que a envolvem exercem um impedimento que não pode ser superado. Esta é a mais comum das categorias de dormência. Já foram testados vários métodos como: Escarificação.  . recomenda-se a Imersão em água. Os fungos e as bactérias presentes no solo. que normalmente é decorrente de longos períodos de armazenamento. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O palmito de pupunha apresenta o tipo de dormência conhecida como tegumentar ou exógena e isso ocorre quando as sementes viáveis de algumas espécies não germinam.DORMêNCIA DO PALMITO PUPUNhA PALAvRAs-ChAvE Palmito. A simples imersão das sementes em água. secagem e adubação direta. e está relacionada com a impermeabilidade do tegumento ou do pericarpo à água e ao oxigênio. ou com a resistência mecânica do tegumento ou do pericarpo ao crescimento do embrião. nas condições da floresta. em muitos casos. mesmo sob condições favoráveis. Porém. Neste caso. o embrião destas quando isolado.

.fflorestal.ufam.00 http://www. as sementes devem ser lavadas com água.com. os resíduos da polpa devem ser removidos esfregando as sementes em peneira de malha grossa.org. deixando-as de molho por um período de  a  dias.00 http://www.edu.php3?base=.arvoresbrasil.ufu. pois com a secagem elas perdem rapidamente o poder germinativo. e se necessário. html&conteudo=.html#Dormência%20em%20p almeiras Acesso em :0 de jun.rsa.pick-upau. htm Acesso em 0 de jun.htm Acesso em 0 de jun. corte-os e retire as sementes manualmente. Feito isso. as sementes devem ser semeadas o mais rápido possível.fruticultura.br REFERêNCIAs Disponível em: <http://www. Após isso.br/?pg=arvore_definicao_semente> Fonte: EMBRAPA.com. pois provavelmente não germinarão. trate as sementes com água sanitária comercial diluída na proporção de :.iciag. sem contudo estarem dormentes./florestal/index.00. As sementes de algumas espécies apresentam dificuldades para germinar. mantendo-as nesta solução por  minutos.00 http://www.sp.ambientebrasil.gov. Troque a água diariamente para evitar fermentação excessiva.00 http://www. Cultivo da Pupunha para Palmito no Acre  AgriculturA e PecuáriA Passo-a-Passo Selecione os frutos.html Acesso em: 0 de jun. Lave-as novamente em água corrente e deixe-as secar a sombra por um dia. As sementes que boiarem devem ser descartadas.br/palmaceas. veja outros sites sobre o assunto: http://www.Em seguida.br/sementes/caract_especies.br/composer. Acesso em: 0 de jun.br/mundo/palmito_ecologico/palmito_pupunha./florestal/palmitojucara.

Acesso em:  de mar. de 00. L. . LUNZ.embrapa.cpafac. Embrapa Acre.br/pdf/cirtec31. DATA DE FINALIzAÇÃO  . 000. 00.cpafac. p. C.pdf SBRT – Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas Disponível em: <http://sbrt.embrapa.ibict.html> BERGO. Disponível em: <http:// www. Nome do técnico responsável Cristiane de Lima Quadros 0 de jun. M. Rio Branco. “Cultivo da pupunha para palmito no Acre”. A.pdf>.br/upload/sbrt2437. P.http://www.br/pdf/cirtec31.

anvisa.br. conhecimento técnico para que se produza um produto adequado às normas de vigilância sanitária. mas a viabilidade ou não do negócio depende muito das condições do empreendedor. Com relação às exigências sanitárias relativas ao envasamento de mel em bisnaga. sachê. embalagem para mel. pois esse negócio demanda um investimento considerável.gov.Envasar mel. além de conhecimento na área de apicultura. viabilidade do negócio. As disposições que são de interesse ao cliente: 9 AgriculturA e PecuáriA ENvAsAMENTO DE MEL EM BIsNAGA . Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (http://www. mel.br). Assim aconselha-se que se faça um plano de negócio. pois a partir dele poder-se-á definir objetivos e assim identificar melhor quais informações.com. dever-se-á buscar. consultando o site da Anvisa. bisnaga. encontrar-se-á Resoluções que dispõem sobre embalagens e equipamentos plásticos em contato com alimentos. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O negócio de envasar mel em sachê tem um potencial mercado consumidor. necessidade de pesquisa sobre o potencial mercado consumidor. Caso existam dúvidas na formulação do plano de negócio aconselha-se buscar ajuda junto ao SEBRAE. abelha PALAvRAs-ChAvE Obter informações sobre o negócio de envasamento de mel em bisnaga (sachê): equipamentos utilizados no processo de envasamento. sebrae. Em contato com essas disposições gerais poder-se-á identificar as partes que se referem à situação (mel envasado em um dado material plástico) e a partir do identificado poderse-á tomar as devidas precauções no sentido de adequar o produto às exigências sanitárias. exigências sanitárias. além das acima listadas. cuja site é: http://www.

net/ms_equipamentos. Com Relação a fornecedores de mangueira de P. São Paulo–SP cep: 09-000. Resolução .br/alimentos/legis/especifica/embalagens. bvs.com.C.C. que apresenta disposições gerais para embalagens e equipamentos plásticos em contato com alimentos e seus anexos. Plastline Tel: () 9-009/ 9.guiadaembalagem. Abaixo serão apresentados alguns equipamentos.kit. máquinas ltda.V.V. para envase em sache.asp?whichpage= 0 . End: Av. Disponível em: http://e-legis.php?id=5773 . de 9 de maio de 999.no Guia de Embalagem (http://www.htm .: () –  – . de  de janeiro de 00. que dispõe sobre a aprovação e inclusão na lista positiva de aditivos destinados à elaboração de embalagens e equipamentos em contato com alimentos e respectivas restrições desses aditivos. Resolução – RDC número .php?id=103 .maqsel. de  de outubro de 00.jhm.com. Disponível em: http://www.RDC número . Envasadora j. que dispõe sobre aprovação da inclusão das substâncias e suas respectivas restrições nas seguintes listas positivas para embalagem plásticas e equipamentos plásticos em contato com alimentos. estrada da capelinha  mogi das cruzes sp cep : 00-90 telefone : () - fax : () - E-mail : jhm@jhm.l l l Resolução número 0.br Site: http://www.bvs.html . Tel / fax. 9 – capão redondo.com. Ellis Maas.gov. Disponível em: http://e-legis. Site: http://www..br Mangueira de P.m. com os respectivos fornecedores: Seladora de Rádio Freqüência semi-automática SRF-SA Maq Sel Máquinas Seladoras LT.br/guia/site.anvisa.br/leisref/public/showAct.h.br/leisref/public/showAct.

http://www.anvisa.kit. Maq Sel Máquinas Seladoras LT.maqsel.org.INDICAÇõEs: NORMAS TÉCNICAS: ABNT. poder-se-á encontrar outros fornecedores. Acesso em  de maio 00 ABIMAQ Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.br/>.com. .br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Tendo em vista o considerável custo dos equipamentos necessários para implantar o negócio aconselha-se que. Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA 3&pagesize=13&classe=19). Acesso em  de maio 00. net/ms_equipamentos.gov. Associação Brasileira de Normas Técnicas. Acesso em  de maio 00. por exemplo. Disponível em: <http://www. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia ANVISA Agência Nacional de Vigilância Sanitária.abimaq. caso não se disponha de capital para bancar o negócio. que se procure formar parcerias ou se busque empréstimos em órgãos de fomento como.html>. Disponível em: <http://www. BNDES. Disponível em: <http://www.br>.abnt.

sendo necessária a adição de um catalisador para acelerar o processo de reação. enquanto que o gás carbônico emitido pela queima de petróleo é um  . derivado de um ácido graxo de origem natural e que pode ser produzido através da reação de triglicerídeos com metanol ou etanol. gordura animal ou resto de óleo animal ou vegetal utilizado no processo de cocção (fritura). O uso de uma tonelada de biocombustível evita a produção de até . como combustível. toneladas de dióxido de carbono. substituto do óleo diesel (proveniente do petróleo e. Aspectos gerais do uso de óleos vegetais como fonte de energia. este gás é o mesmo que o assimilado pela planta no processo de fotossíntese. equipamentos para produção de álcool anidro. misturado com óleo diesel (desde B até B0) ou usado como aditivo ao óleo diesel. O biodiesel pode ser utilizado puro. e é assim chamado de B00. na presença de um catalisador ácido ou básico. o que lhe confere lubricidade.EQUIPAMENTOs PARA BIOCOMBUsTÍvEL PALAvRAs-ChAvE Equipamentos para produção de biodiesel. Quimicamente é definido como um éster monoalquilado. com capacidade de produção de uma tonelada por hora e relação de equipamentos para a desidratação de etanol. mais um álcool anidro. portanto não-renovável) e que é obtido a partir da reação de um óleo vegetal. Um dos principais motivos do uso de biocombustíveis na atualidade é a preocupação que se tem com a emissão de gases responsáveis pelo aumento do efeito estufa no planeta. de motores a combustão. Isso acontece porque mesmo liberando o gás como resíduo da combustão do motor. Relação dos equipamentos para a produção de biodiesel. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Aspectos gerais e uso do biodiesel O biodiesel é um combustível renovável.

Os biocombustíveis e o biodiesel Apesar de todas as vantagens do biodiesel. que não pode ser descartado no esgoto (o que torna o tratamento de esgoto muito mais caro. Por fim. como a da mamona. liberado na queima de derivados do petróleo e outras substâncias tóxicas que causam problemas respiratórios nas grandes cidades e desenvolvimento de chuvas ácidas. constituirá um excesso. quanto particulares. porém. este. de acordo com o Dr. além do desenvolvimento sustentável de diversas regiões. ainda no quesito ambiental. evita uma possível mudança climática. principalmente quando usado puro. do girassol e mesmo do abacate e de plantas nativas de diversas regiões brasileiras. já que os seres desta época não estão adaptados ao clima quente que este mesmo produziria como conseqüência do aumento do efeito estufa. expostas na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE). o biodiesel evita a emissão de enxofre. Ocorre todos os anos na Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e a entrada é gratuita. Entretanto. além de entupir pias). produzidas por estudantes de segundo grau. Na época de assimilação deste gás pelas plantas. pode ser proveniente de culturas mais viáveis economicamente. tanto de escolas públicas. se liberado. geralmente. Estas estão. hoje. produzido a partir de óleo usado para fritura pode vir a solucionar o problema do descarte deste óleo.excesso que foi assimilado por plantas a milhões de anos atrás. abacate ou óleo usado são. Hoje muitas tecnologias para pequena produção de biodiesel. pois o óleo vegetal usado. a partir do óleo de mamona. Além disso. que hoje são um grave problema para as florestas (principalmente nas florestas do Canadá) e monumentos constituídos de mármore. como o dendê. causada pela liberação de dióxido de carbono em excesso (para esta época). que é nacional e expõem trabalhos de estudantes de todo o país. o gasto de energia para a sua produção é de cerca de trinta e seis porcento da energia total produzida na sua combustão. o que evita extinções em massa e prejuízos futuros para a humanidade. Assim o uso de biocombustíveis. o mesmo não era excessivo para os seres vivos que lá viviam. nem no lixo comum. mesmo. adaptados ao clima quente daquela época. o biodiesel. O biodiesel pode vir a ser um substituto do petróleo o que coloca o país produtor em posição estratégica no que se refere a independência energética e beneficia o desenvolvimento de pequenos produtores e empreendedores. Silmar  AgriculturA e PecuáriA .

sem passar pela reação de esterificação. para sessenta porcento de óleo diesel e cinco porcento de gasolina. com o desenvolvimento de tecnologias de prensagem baratas. que desenvolveu parte da tecnologia da “Soyminas Biodiesel” que pode ajudar no esclarecimento de dúvidas sobre biodiesel. tecnologias e outras fontes de energia renováveis. com versão em inglês e espanhol. produzida na combustão. Disponível em: <http://journeytoforever. Acesso em:  de abr de 00.ind. Ela não vende mais as máquinas responsáveis pela produção de biodiesel. mas pode-se entrar em contato com o Engenheiro Arthur Augusto Alves.br>. Um dos projetos da CATI. essa mistura se torna viável para o pequeno agricultor. é cara. sem ter que possuir todo o maquinário para a produção do biodiesel. O principal problema do uso do óleo vegetal sem passar pela reação de esterificação é que a sua viscosidade.org/biofuel. Telefone para contato: () - / e-mail: <soyminas@soyminas. gasta apenas quinze porcento de sua energia. que pode diminuir seus gastos. da CATI (Coordenadoria de Assistência técnica Integral). o uso do óleo vegetal puro. recomenda-se o acesso ao sítio da Associação “Journeytoforever”. da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo é desenvolver tecnologias que beneficiem o uso do óleo vegetal diretamente no motor. Para saber mais acerca dos debates sobre o uso dos biocombustíveis. a utilização de um biocombustível é muito mais eficiente do que o uso do biodiesel. os quinze porcento são gastos no processo de prensagem do fruto ou semente para a produção do óleo. Hoje. já se desenvolveu uma mistura de trinta porcento de óleo vegetal. Recomenda-se o acesso ao link do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SBRT) sobre equipamentos para a produção de biodiesel. já diminui o percentual de uso de combustíveis fósseis.  . acaba por gerar resíduos no motor conforme o tempo de uso.Denucci. Além disso. com combustível. o uso desta pequena porcentagem junto ao óleo diesel e gasolina. Equipamentos para a produção de biocombustíveis A empresa brasileira “Soyminas Biodiesel” desenvolveu toda a sua tecnologia para a produção de biodiesel a partir de óleo de girassol e nabo forrageiro. a qual diminui a viscosidade do óleo e permite o seu uso sem danificar o motor. html>. que além de demandar muita energia. No caso. Assim. Apesar de ainda não se conseguir usar o óleo puro. produzindo menos poluição.

recomenda-se o acesso a sítios . . Disponível em: <http://www.  de abr de 00. além de notícias nacionais e internacionais. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de Abr de 00. para entender mais sobre os diversos processos de desidratação do álcool.ibict. CENBIO. já que os biocombustíveis não lançam na atmosfera gases tóxicos como o enxofre e não emitem.Desidratação de álcoois Recomenda-se o acesso ao link do SBRT sobre etanol.  AgriculturA e PecuáriA Disponível em: <http://sbrt. que não deveriam ser emitidas. Disponível em: <http:// www. mas sim a mudança climática acarretada pelo aumento do efeito estufa).org.sbrt.ibict. para veículos automotores. Por fim. Acesso em:  de abr de 00. tanto como pessoa física como jurídica.sbrt.br/upload/sbrt983. Recomenda-se o acesso a ABIODIESEL (Associação Brasileira das indústrias de biodiesel) Os associados têm desconto nos eventos promovidos pela associação e seus parceiros e acesso completo ao Centro de Estudos.que informem sobre outras fontes de energia. Acesso em:  de abr de 00. Recomenda-se o acesso ao link do SBRT.br/upload/sbrt783. Acesso em. já que os seres vivos não estão adaptados a esta quantidade de gás na atmosfera (o gás em si não faz mal.pdf>.dedini.htm>.ibict.br/upload/sbrt2099. Disponível em:<http://www.biodiesel. Pode-se associar.br/>. ABIODIESEL.pdf>.cenbio.br/pt/index. Acesso em:  de abr de 00. reservas de dióxido de carbono.como o “journeytoforever” e ao sítio do CENBIO (Centro Nacional de Referência à biomassa) da Universidade de Campinas (Unicamp) . com uma seleção de conteúdos sobre o mundo do biodiesel. como outros biocombustíveis ou energia solar. metanol e biodiesel.pdf>. Disponível em: <http://www. Além do biodiesel aqui abordado. Acesso em:  de abr de 00.org. a “Dedini S/A Indústrias de base” fornece tecnologia para produção de álcool anidro e biodiesel. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A substituição dos derivados de petróleo por fontes renováveis e ecologicamente corretas possibilita que problemas recorrentes da saúde pública atual possam ser evitados.br/>. com. através de sua queima.

REFERêNCIAs Associação “Journeytoforever”.org/biofuel.br>. Disponível em: <http://journeytoforever.ind. Soyminas Biodiesel. Acesso em:  de abr de 00.htm>.  de abr de 00. Disponível em: <http://journeytoforever. Acesso em:  de abr de 00. CENBIO.br/pt/index.br/>. Para entender mais sobre biodiesel a base de óleo de girassol. Disponível em: <http://www. Acesso em. Doutor Silmar Denucci da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral.html>. Acesso em:  de abr de 00.ibict.sbrt. Disponível em: <http://www. Acesso em:  deabr de 00.com.dedini.br/upload/sbrt894. Camila Gomes Victorino NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr de 00  .soyminas. Telefone () -00.  de abr de 00. divisão Ataliba Leonel. Acesso em.ibict. br/>. Dedini S/A Indústrias de base. html>. ABIODIESEL.org.sbrt.cenbio. Disponível em: <http://www. recomenda-se o acesso ao link do SBRT sobre biodiesel. SBRT. Disponível em:<http://www. Acesso em:  de abr de 00. org/biofuel.gov. óleo de girassol e de soja. Disponível em: <http://www.pdf>.“journeytoforever.br/>.biodiesel.br/>.sp. Disponível em: < http://www.cati. CATI. Acesso em:  de abr de 00.org. Acesso em:  de abr de 00. Disponível em: <http://www.

principalmente em jardins. tanchagem. Flores bem pequenas. vivaz. como em solos cultivados e pastagens. anti-inflamatório. desenvolvendo-se mais intensamente em locais abertos. transagem. cinco-nervos. quando estão bem maduras. ricos em matéria orgânica e com boa umidade. Origem: Européia. mas perfeitamente aclimatada no Brasil. radicais. pronunciadas na face superior e ainda mais na basal. cor branco-amareladas. adstringente. tanchagem PALAvRAs-ChAvE Informações sobre a erva Tansagem. percorridas por nervuras curvilíneas. tranchagem. reunidas em espigas. () Propagação: Por sementes Uso fármaco terapêutico: dor de garganta. forma ovular. transagem. sete–nervos. transage. Folhas dispostas em forma de ramalhetes. bactericida. bordos levemente recortados. gramados. ondulados. cor verde-cana pálida. transage. Família: Plantaginaceae. beiras de estradas e junto a muro.0 m. Nome Popular: Tansagem. Parte utilizada: As folhas e sementes. antidiarreica. e de caule aparente. Prefere solos arenosos. Descrição: Planta herbácea atingindo de  a cm de altura. A colheita das flores deve ocorrer nos meses de agosto a março e as sementes separam-se da espiga no fim do verão. pomares. com ráquis atingindo até 0. pecíolos longos. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Nome Científico: Plantago lanceolata. tanchagem – maior. expectorante. vegetando espontaneamente em quase todo o país. raiz fasciculada e frutos tipo cápsula. cicatrizante.Tansagem. As sementes são laxativas. diurético. Constituintes químicos principais: Heterosídos (aucubigenina). muci-  AgriculturA e PecuáriA ERvA ChAMADA TANsAGEM . plantagem. depurativa.

glicosídeos (aucubina). expectorante. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . Carlos A. 00. cicatrizante. Uso interno: para problemas respiratórios: tosse. sob a forma de emplasto. Acesso em: 0 de out. anti-hemorrágico. Chá de uma folha seca ou verde com uma pitada de sal de cozinha. Indicação. bronquite e catarros. purificador do sangue. para a cura dos males da garganta. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de out. Infusão da folha seca: 0g em um litro de água fervente. taninos (.br/siesalq/pm/isanete3.esalq. ácido clorogênico e ursólico. alantoína. de A. Disponível em <http://www.00. por isso é usado nas hemoptises e úlceras gástricas. pp -9. faringite. estomatite. furúnculo. decocção (chás). Isanete Geraldini Costa. uso e manipulação.usp. V. para gargarejos. REFERêNCIAs BIESKI. como parte das exigências do curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Plantas Medicinais: manejo. ferimentos abertos. varizes. Formas farmacêuticas habituais: Infusão. “Plantas medicinais e aromáticas no sistema único de saúde da região sul de Cuiabá-MT”. paulatinamente. Mastigação de pedaços de folha. Monografia apresentada ao Departamento de Agricultura da Universidade Federal de Lavras. indicaína).%). alcalóides ( plantagonina. Uso externo: úlceras e feridas – folhas frescas trituradas. pdf>. para a obtenção do título de especialista em Plantas Medicinais. para cicatrizar. Preparo e Posologia: O chá das folhas é adstringente. Indicações para amidalite.lagens. No caso de hemorróidas use no banho de assento que ajuda acabar com as inflamações. Beber uma xícara  vezes ao dia.

Após levantamento junto a EMBRAPA.DF. Apresenta bom nível de resistência de campo ao oídio (Erysiphe pisi DC). tanto em ensaios como em áreas comerciais. Além disso. l Outra vantagem da 'AXÉ' é alta produção de massa verde. A cultivar Triofin foi utilizada como fonte de resistência ao oídio.MG. Patos de Minas e Iraí de Minas . verificou-se que a variedade mais indicada é a Ervilha Axé. Características da nova cultivar Altura das plantas (cm) Tipo de folha (normal) 0 AfAf 9 AgriculturA e PecuáriA ERvILhA . acima de 0T/há.Ervilha. Ervilha axé Esta nova cultivar de ervilha verde foi desenvolvida especialmente para a agroindústria (grãos verdes enlatados e grãos congelados). o material é de alto valor protéico e possui boa aceitação para a alimentação animal. A ‘AXÉ’ é uma linhagem F do cruzamento do F (‘Plus’ x ‘Triofin’) com a cultivar Bolero. O material abaixo é um reprodução parcial do material produzido. conserva PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Informações sobre variedade de ervilha especial para conservas. l Altas produtividades são obtidas mesmo na presença de baixas leituras tenderométricas (). obtida após o processo de remoção dos grãos verdes nas indústrias. Produtividade superior em relação às cultivares existentes atualmente no mercado: l Em torno de 000 Kg/ha têm sido obtidos na região de Brasília . mas pode ser também destinada ao mercado de grãos debulhados.

Caixa Postal  CEP 09-90 Brasília.0 verde  0  0 A ‘AXÉ’ deve ser cultivada em locais de clima ameno. 00.embrapa. Na região centro-oeste recomenda-se semeaduras de abril a junho e em locais com altitudes superiores a 00 metros. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Verificar junto a Embrapa Hortaliças os produtores desse cultivar.Hortaliças.cnph.htm>. Acesso em:  de jul. editada pela Embrapa Hortaliças. Os dados de contato são: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro Nacional de Pesquisa de Hortaliças Ministério da Agricultura e do Abastecimento BR 00 Km 09 Brasília/Anápolis . No Rio Grande do Sul recomendase a semeadura nos meses de julho e agosto. Disponível em: <http://www. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária . A tecnologia de produção para cultivo a nova cultivar encontra-se na publicação “Cultivo da ervilha”. . Disponível 0 .br/cultivares/ ervilha3.Inicio do florescimento (dias de germinação) Colheita de grãos verdes (dias após inicio da germinação) Resistência ao oídio Numero de grãos por vagem Numero de vagens por planta Diâmetro dos grãos (mm) Cor dos grãos Unidade de calor até o florescimento Unidade de calor até o inicio da colheita Maciez do grãos (leitura de tenderômetro) Peso aproximado de 000 sementes (g)   Mediante resistente . . DF Fone: () -9000 Fax : () - FONTEs CONsULTADAs ERVILHA AXÉ.

Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jul.cnph. . 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA em: <http://www.embrapa. 00.br/>. Acesso em:  de jul.

através do professor Celso Carrer.  . CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se a procura de uma assistência técnica de qualidade para resolver esse problema. sob risco de perder-se o animal como reprodutor. Uma publicação muito indicada para os criadores de avestruz é o livro: “A Criação do Avestruz: Guia completo de A a Z” escrito por Celso Carrer. enfermidades. Como descobrir a causa do problema? Será um problema muscular? Poderá ter alguma infecção? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O falo do avestruz normalmente é exposto de forma rápida em duas situações diferentes: a) Ao final do processo de excreção. Na sua criação há um macho de avestruz que expõe o falo excessivamente e não tem galado a fêmea. quando urina e defeca e b) Pouco antes de realizar a cobertura na fêmea que se dá várias vezes ao dia durante a época de reprodução. Roberto Arana. avestruz. Marcelo Kornfeld e Márcio Carvalho e editado pela EDUSP. O número é: (9) -00. após essas duas atividades o falo deve ser recolhido na bolsa cloacal onde permanece protegido. O Grupo Ostrich do Brasil. criação de avestruz Busca informação sobre a exposição externa excessiva do falo de um macho de avestruz.EXPOsIÇÃO EXTERNA DO FALO DE AvEsTRUz PALAvRAs-ChAvE Estrutiocultura. disponibiliza seu telefone para qualquer contato de auxílio técnico. A exposição continuada do falo é quase sempre resultado de um processo de acidente que resulta em infecção que deve ser tratada adequadamente por um veterinário experiente em estrutiocultura. No entanto.o que se traduz em menos postura.

Caio Bendazzoli NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar. 00. br>.portaldoavestruz. br>. Acesso em  de mar. Portal do Avestruz.aviculturaindustrial.php>. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA . Acesso em  de mar.com. com. EDUSP .com. Acesso em  de mar.Avicultura industrial. Disponível em: <http://www. 00.edusp. Criar e Plantar . br/pecuaria/avestruz/index.Editora da Universidade de São Paulo.com. Sinopse do livro A Criação do Avestruz: Guia completo de A a Z).br>. 00.aviculturaindustrial.Avestruz. 00. Disponível em: <http:// www. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www.br/>.criareplantar. 00. 00. Universidade do Avestruz: Disponível em: <http://www.br/site/dinamica. asp?id=11359&tipo_tabela=produtos&categoria=avestruz>. Disponível em: <http://www. Acesso em  de mar.com. Acesso em  de mar. Acesso em  de mar.com.uniavestruz.

mas se transforma em várias plantas em vez de uma só. cochinês (de Cochim no sul da Índia). mas não suporta encharcamento. O gengibre vem sendo usado pelos chineses desde . por exemplo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Conforme o prof. A cultura necessita de muita água. Os sulcos de plantio precisam ter cerca de  centímetros de profundidade  . óleo essencial de gengibre. extração de óleo essencial Saber qual é o método ideal para extração de óleo essencial de gengibre e se o mercado é interessante economicamente.0 e a correção com calcário deve ser feita no mínimo três meses antes do plantio. o solo ideal deve ser argilo-arenoso. jamaicano. num estudo britânico. Uma diferença fundamental num rizoma. gengibre africano. fértil e de boa drenagem. Há muitas variedades comerciais de óleo essencial de gengibre e são classificados de acordo com sua origem geográfica como. o nome oficial do gengibre é Zingiber officinale roscoe. e . Foi comprovado. O gengibre é tido erroneamente como raiz quando na verdade é um rizoma.EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE GENGIBRE PALAvRAs-ChAvE Gengibre. é que se quebrarmos um pedaço de um rizoma ele não morre (como acontece com a raiz). são os responsáveis pela propagação vegetativa.00 antes de Cristo como condimento carminativo para ajudar na digestão. o plantio deve ser feito no início da estação das chuvas. as partes subterrâneas e comestíveis. De acordo com os técnicos do Instituto Agronômico do Paraná. Adão Roberto da Silva. Para o cultivo. que o gengibre reduz a incidência de vômito tanto quanto algum medicamento sintético como a metoclo-pramida (plasil). Cultivo Os rizomas da planta. O gengibre prefere solos com pH entre . A produção no Brasil é pequena e quase totalmente absorvida pelo mercado externo. que é um caule subterrâneo de uma raiz.

raízes. mostrando-se útil tanto em preparados para a pele. Forma-se então. O ciclo da planta varia de sete a dez meses. Propriedades dos compostos A atividade do gengibre pode ser atribuída ao seu óleo essencial que é responsável pelo odor característico e uma mistura volátil de óleoresina é responsável por sua pungência. Os componentes principais dos óleos essenciais são os sesquiterpenos.e a distância recomendada entre os rizomas é de  a  centímetros. a irrigação e o controle de pragas. Carecendo ainda de evidências científicas. Se fizer uma inalação é bom para gripes e resfriados. os rizomas são cobertos com uma camada de 0 centímetros de terra. reumatismo. Embora resistente. mas nem sempre é indicado para extrair-se o óleo essencial de sementes. normalmente é indicado para obterem-se óleos essenciais de folhas e ervas. À medida que este processo acontece. as sensíveis moléculas de óleos essenciais evaporam junto com o vapor d´água viajando através de um tubo no alto do destilador onde. passam por um processo de resfriamento através do uso de uma serpentina e se condensam com a água. os hidrosóis são preferidos aos óleos essenciais devido a serem mais  AgriculturA e PecuáriA . úlcera péptica. na parte superior desta mesma água obtida. como até mesmo de uso oral no tratamento da saúde interna. Seu óleo essencial pode ser usado em compressas para amenizar dores. artrites. madeiras e algumas flores. o vapor circula através das partes da planta forçando a quebra das frágeis bolsas intercelulares que se abrem e liberam o óleo essencial. mudanças vasculares devido ao envelhecimento peniano e impotência. é preciso cobri-lo periodicamente com terra). A destilação a vapor é feita em um alambique onde partes frescas da planta e algumas vezes secas são colocadas. Saindo de uma caldeira. A água que sobra de todo o processo depois de retirado o óleo. hidrosol ou hidrolato. é chamada de água floral. destilado. portanto. Depois de plantados. zingibereno e bisaboleno. A extração do óleo essencial é feita principalmente pelo método de destilação a vapor: É o método mais comum. Em muitos casos. colesterol elevado. uma camada de óleo essencial que é separado através de decantação. Ela retem muitas das propriedades terapêuticas da planta. logo em seguida. as literaturas médica e popular fazem referência ao gengibre como sendo útil no tratamento de depressão. Os rizomas estão no ponto de colheita quando as folhas começam a amarelar. o gengibre necessita de alguns tratos culturais: a chamada “amontoa” (o rizoma cresce para cima.

br/upload/sbrt1213.html Acesso em:  de set.br/upload/sbrt1353. 00. 00. http://sbrt.html Acesso em:  de set. Para obter outras informações sobre extração de óleo essencial de outros substratos.br/upload/sbrt1284. entre elas: l l l l Hidrodestilação Solvente Prensagem a Frio Turbodestilação e Hidrofusão CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para saber mais sobre as outras técnicas de extração de óleo essencial de gengibre.ibict. http://sbrt.br  . há ainda outras formas utilizadas na obtenção deste óleo.com. http://sbrt. Para obter informações sobre o mercado utilize o serviço de consultoria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE: Postos de atendimento do Escritório Regional Sorocaba: Escritório Regional Sorocaba Endereço:Rua Cesário Mota 0 Bairro: Centro CEP: 0-00 Telefone: () - Fax: () - E-mail: sorocaba@sebraesp.ibict. consulte as seguintes respostas técnicas: http://sbrt.html Acesso em:  de set.br/upload/sbrt1133.html Acesso em:  de set.html Acesso em:  de set. 00.br/upload/sbrt1169.html Acesso em:  de set.ibict. consulte Resposta Técnica já elaborada através do link abaixo: http://sbrt.br/upload/sbrt1105. 00.ibict. Acesso em:  de set. principalmente em se tratando de crianças ou quando uma maior diluição dos óleos se faz necessária.ibict. http://sbrt.br/upload/sbrt1363.ibict. http://sbrt. 00.suaves. Porém. 00. http://sbrt. acima citadas.ibict.ibict.br/upload/sbrt1375. 00.html Acesso em:  de set. 00.html?PHPSESSID=c61a1443fbff10682ea6e 691d9ed3ab7 .

br/complem/aromaterapia7.REFERêNCIAs Para que serve o óleo essencial de gengibre? Jornal Vida Integral.com. Disponível em : <http://www.vidaintegral.Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.br>. SBRT . 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Itu Posto de Atendimento ao Empreendedor de Itu Endereço: Rua do Patrocínio 9 Bairro: Centro Telefone: () 0-/0 Atendimento: de ª a ª feira. das 0h às h. Acesso em:  de set.ibict. . Fabiana Rocha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 9 de set. Disponível em: <http:// sbrt. 00. php> Acesso em /09/00.

br  . Para a atividade do produtor. é possível produzir um novo óleo a partir do manjericão e capacitar agricultores para fornecer as indústrias perfumistas o novo produto. é possível alcançar um rendimento alto em áreas relativamente pequenas. porém com porcentagens menores. Nilson Maia do Instituto Agronômico de Campinas. Foram realizados estudos. linalol Saber a viabilidade da extração de óleo de linalol através da plantação de manjericão. Outra vantagem é que da produção da muda a colheita. a pesquisa trará uma mudança bastante significativa.sp. INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: Nilson Maia do Centro de Análise e Pesquisa Tecnológica do Agronegócio de Horticultura. madeira originária da amazônia. enquanto que o cultivo do pau-rosa toma aproximadamente três décadas. O agricultor que se dedicar a produção do manjericão e tiver a sua própria destilaria poderá gerar cerca de dois mil dólares/hectare. onde foi verificado a existência deste mesmo óleo no manjericão.gov. Com o cultivo de manjericão. a planta requer quatro meses. O óleo de linalol é extraído do pau-rosa. porém de maneira predatória. do Instituto Agronômico (IAC-APTA) Telefone (9) - e-mail nilson@iac.EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE MANjERICÃO E ILINOL PALAvRAs-ChAvE Extração de óleo manjericão. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o pesquisador Prof.

SP e para ser viável os produtores devem estar a uma distancia de 0 a 0 Km da destilaria. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .A extração do óleo de manjericão está em um projeto piloto em uma destilaria na cidade de Votuporanga .

dentre os quais se destaca o curso: “Processos de Extrusão de Alimentos: aspectos tecnológicos para o desenvolvimento e produção de alimentos para consumo humano e animal”. sendo posteriormente levado a uma extrusora.00 mil reais) e que tem um mercado bastante concorrido. texturizado de soja. para finalmente ser secado em um secador.ctaa. Sobre esse curso pode-se obter maiores informações pelo endereço: http://www.com.sbrt. 00). extrato hidrossolúvel de soja Informações sobre processo de produção de extrato de soja solúvel e de farinha de soja texturizada. farinha de soja. cujo site é: http://www. deve-se consultá-la. Finalmente com relação à produção de extrato hidrossolúvel de soja. encontram-se instruções detalhadas de como se produzir extrato de soja. por um processo que consiste em submeter o desengordurado a pré-cozimento. Mercado esse composto basicamente por multinacionais. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Na Resposta Técnica  presente no site do SBRT.bunge. afirmou ser esse um empreendimento que demanda muito investimento (por volta de 0.EXTRAÇÃO DE sOjA PALAvRAs-ChAvE Soja.embrapa.br/ (Acesso em: 9 de out. a dissertação de mestrado: “Avaliação bioquímica e nutricional do 0 . Vale ressaltar que a Embrapa oferece uma série de cursos referentes à atividade agropecuária. portanto.br/upload/ sbrt1236. Serviço Brasileiro de Resposta Técnica. José Luis Ramírez Ascheri. o Dr.ibict. por exemplo: Bunge. também. 00). extrato de soja.pdf (Acesso em  de out. no endereço: http://www. Já com relação à produção de farinha de soja texturizada. que o texturizado de soja. onde o pré-cozido é cozido e cortado. a partir do qual pode se fazer a farinha de soja texturizada. 00). Doutor Ascheri afirma. é feito do desengordurado de soja.br/ (Acesso em:  de out. farinha texturizada de soja. Pesquisador da Embrapa Agroindústria de Alimentos. desengordurado de soja.

Disponível em:<http://www. .usp. Também no endereço: http://www.cnpso. Dr. cuja referência completa se encontra abaixo. Resposta Técnica .htm (Acesso em 9 de out.br/ upload/sbrt1236. tanto de outras Respostas técnicas.embrapa. 00) ou por telefones que podem ser obtidos no endereço: http://www. ESALQ/USP.br/departamentos/lan/ (Acesso em: 9/0/0). Finalmente. Acesso em:  de out.embrapa. Planta Piloto de Tecnologia de Cereais Avenida Das Américas 90 . pode fornecer informações fundamentais. Disque Tecnolo-gia/CECAE-USP.br (Acesso em 9 de out.embrapa.ibict.br:4500/ALEPH/POR/ FZE/FZE/FZEA/FULL/0570739? (Acesso em 9 de out. 00) pode se encontrar uma série de receitas à base de soja. Fone: () 0-99 Fax: () 0-090 E-mail: ascheri@ctaa. caso tenha maiores dúvidas. pode-se entrar em contato com o departamento de Agroindústria Alimentos e Nutrição da ESALQ.esalq. 00.esalq.br/html/receitas. com o objetivo de obter maiores informações.usp.Guaratiba CEP: 00-0 Rio de Janeiro .br/>.sbrt. REFERêNCIAs BOTELHO. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária especializada em Soja. Já no endereço: http://dedalus. Carlos Augusto V. Disponível em: <http://www. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Na Resposta técnica acima referenciada existem indicações.RJ -Brasil.cnpso.usp. 00.pdf> Acesso em:  out. pelo site www. como de instituições e de documentos. que devem ser consultados. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Uni AgriculturA e PecuáriA extrato hidrossolúvel obtido de farinha de soja desengordurada e emulsificada”. 00) têm-se referências de um livro relativo a farinha de soja.br EMBRAPA Soja. José Luis Ramírez Ascheri Pesquisador Embrapa Agroindústria de Alimentos. de Arruda.

N. Endereço da referência: Disponível em: <http://dedalus.. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .usp. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de out. Disponível em: <http://www.br>. 00. MONTEIRO. 00. 99. Acesso em: 9 de out.versidade de São Paulo. Viçosa: S.usp. Avaliação bioquímica e nutricional do extrato hidrossolúvel obtido de farinha de soja desengordurada e emulsificada. Marcia Regina Pereira. Acesso em 9 de out. Dissertação (mestrado) -.Universidade Federal de Viçosa na área de agroquímica 99. p.esalq.br:4500/ALEPH/POR/E– SA/ESA/ESALQ/FULL/0609886>.

http://www. couro digerível PALAvRAs-ChAvE Saber qual é o processo correto e a formulação da massa para se fabricar couro digerível. l Repetir o processo acima. Com. Willys de Souza Jr. bate-se o couro. l Retirar o couro do Fulão e cortá-lo em tiras.% .Ossinhos para cães. tipo palito para cães. por mais ou menos uma hora. e Serviços Ltda Rua Jose Carlos Coutinho 9 Caruaru (PE) Número do Telefone: () -90  AgriculturA e PecuáriA FABRICAÇÃO DE OssINhOs PARA CÃEs . Fabricantes de Fulão HVR Ind..abimaq. no Fulão. por 0 minutos.br) o processo de fabricação é dividido em duas partes e a matéria prima utilizada para a fabricação é a raspa de couro em tripa. em temperatura entre 0 e 0 graus Celsius. l Depois dos 0 minutos. produto para cão.com. analista de Informação/Ceimaq/ Abimaq (Associação Brasileira de Fabricante de Máquinas e Equipamentos. l Dar nozinhos nas tiras para dar forma de osso l Secar os ossinhos em estufa. l Bater por mais uma hora. Processo passo-a-passo l De acordo com o peso do couro a ser utilizado. com água fria em diluição de % a % de sulfato de amônia. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o Eng. Esta lavagem dura em torno de 0 minutos. ele deverá ser lavado em equipamento chamado Fulão. desta vez com água fria em solução de água oxigenada de % a .

Willys de Souza.br> Fabricante de Estufas Master Equipamentos Industriais LTDA Rua Dr. Acesso em  de set.com.br>.abimaq. Schinke.. Schine.Master Equipamentos Industriais Ltda Rua Dr. Karl W. aconselha-se procurar médico veterinário ou/e entre em contato com a ABIMAQ. Jr.  Novo Hamburgo (RS)/ Número do Telefone: () 9- CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Além do fornecido acima.ind. REFERêNCIAs ABIMAQ . Disponível em: <http://www. 00.com. analista de Informação/Ceimaq/Abimaq/ Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de set. Engenheiro .  Novo Hamburgo (RS) Número do Telefone: () 9- Disponível em: <http://www. Karl W.Associação Brasileira de Fabricantes de Máquinas e Equipamentos.br> Michelon Fuloes e Molinetes LTDA Travessa Thompson Flores. caso precise de maiores informações.masterequipamentos. S/N Caxias do Sul (RS) Número do Telefone: () -0 Disponível em: < http://www. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .michelon.

um controle de qualidade das matérias-primas que constituem as rações. (L) Merril). sendo sua produção destinada para a obtenção de óleo e farelo. para comercialização. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Definição do Produto Entende-se por farelo de soja o produto resultante da extração do óleo dos grãos de soja (Glycine max. O farelo de soja. Para isso. e representa um dos ingredientes de maior importância utilizado em rações animais. que é destinado para consumo humano. somente o fato de formularmos uma dieta com níveis nutricionais adequados a cada espécie animal. A nutrição animal adequada visa atender a todos os requerimentos nutricionais dos animais para que estes expressem todo o seu potencial produtivo. Entretanto. que queremos fornecer. O farelo de soja é obtido a partir da moagem dos grãos de soja. para extração do óleo. A soja é uma das mais importantes culturas agrícolas mundiais. afim de garantirmos que os ingredientes realmente possuam nutrientes com a qualidade e quantidade. pela indústria alimentícia. assim como todos os outros ingredientes. é fundamental que tenhamos. não é suficiente para garantirmos que realmente todos os nutrientes estarão disponíveis para os animais nas quantidades desejadas. torta de soja PALAvRAs-ChAvE Informações de como é transformada a torta de soja (resíduo do esmagamento) em farelo de soja. O controle da qualidade de todas as matérias-primas utilizadas nas rações é fundamental para monitorarmos a qualidade dos nutrientes. que estão sendo atribuídas à cada ingrediente.Farelo de soja. deve sempre ser analisado para avaliarmos as suas características nutricionais  AgriculturA e PecuáriA FARELO DE sOjA . por processo mecânico e/ou químico. além de outros fatores.

De uma maneira geral essa análise determina se o farelo de soja recebeu processamento térmico suficiente para inativar os fatores antinutricionais presentes no grão de soja. que têm o objetivo de monitorar o padrão nutricional do ingrediente. ambos são termolábeis.e também a qualidade de seu processamento. como: inibidores de tripisina. hemaglutininas. destruídos pelo calor. objetivando a destruição dos fatores antinutricionais. influenciando diretamente em seu valor nutricional. A composição nutricional do farelo de soja deve ser avaliada através de análises bromatológicas como: Umidade. e que é destruída pelo calor. que devem ser destruídos pelo processamento térmico. como: Atividade Ureática e Proteína Solúvel que determinam a qualidade e disponibilidade dos nutrientes no farelo de soja. Portanto com a inativação da enzima urease teoricamente os fatores antinutricionais estariam destruídos. Cálcio e Fósforo. Para monitorarmos a qualidade do processamento a qual submetemos o farelo de soja. Proteína Bruta. indicam que o farelo passou por um adequado processamento térmico. o monitoramento através de análises bromatológicas. e outros. o farelo de soja. presente no grão de soja. Sua metodologia consiste em determinar a redução na atividade da enzima urease..  . A análise de atividade ureática é um bom indicativo de processamento térmico adequado ou inadequado do farelo de soja ( Tabela: ). Existe uma correlação direta entre os fatores antinutricionais e a urease. que podem ser afetados pelo processamento térmico inadequado do grão de soja. Análise de Atividade Ureática Esta análise tem como objetivo determinar a destruição dos fatores antinutricionais presentes no grão de soja. Por se tratar de um subproduto obtido após a extração do óleo de soja. que possui alguns fatores antinutricionais para os monogástricos. a soja é uma planta leguminosa.0 até no máximo de 0. existem algumas análises específicas. Fibra Bruta. antes que o ingrediente seja incluído em rações de aves e suínos. passa por uma série de processamentos que podem afetar a sua qualidade nutricional. como resultado dessa análise podemos observar que atividade ureática com valor de pH variando de 0. tem o objetivo de evitar que farelos de soja de baixa qualidade sejam utilizados nas rações. evitando-se com isso perdas no desempenho animal e em resultados econômicos na produção. Portanto. Além disso.

Existe também um correlação direta da qualidade no processamento do farelo de soja com a quantidade de proteína solúvel presente neste farelo. .0. verificamos uma queda na solubilidade da proteína e consequentemente uma queda na disponibilidade da proteína e dos aminoácidos para os animais. A proteína solúvel é aquela disponível para a absorção pelo animal. melhor a disponibilidade da proteína e dos aminoácidos para o animal.  AgriculturA e PecuáriA Existem no entanto. Contudo.0 0. podemos considerar que o farelo que apresentar proteína solúvel acima de 0% passou por um adequado processamento térmico.0. ainda assim poderemos encontrar inibidores de tripisina no farelo. com o objetivo de destruirmos os fatores antinutricionais presentes.0 . quanto maior a quantidade de proteína solúvel. tendo mantido quase inalterada a qualidade de sua proteína. com um mínimo de desnaturação. A estatística mostra que em algumas análises de atividade ureática com valor próximo de zero. Trabalhos na literatura indicam que. foi determinado ainda a presença de  a % dos fatores antinutricionais no farelo de soja. em alguns casos.0 0. >0. solúvel em KOH. indicaria a ocorrência de uma desnaturação significativa na proteína da soja. algumas limitações para os resultados encontrados na análise. O grão de soja pode apresentar até 00% de sua Proteína Bruta. Proteína solúvel abaixo de 0%. mesmo com a análise de atividade ureática ao redor de zero. Sendo assim.0 . ou seja. . afetando diretamente a disponibilidade da proteína e dos aminoácidos presentes no farelo.30 solubilidade da Proteína em hidróxido de Potássio ( KOh ) Esta análise consiste em uma segunda metodologia para se avaliar a qualidade do farelo de soja processado.0.Tabela 1: Padrão de Atividade Ureática do Farelo de soja Classificação Excelente Boa Regular Deficiente Atividade Ureática 0. Para a classificação do farelo de soja em relação a quantidade de proteína solúvel ( tabela- ) encontrada em análises. observamos que a medida que submetemos o grão de soja ao processamento térmico.

oriundos de diversos fornecedores nacionais.Tabela 2: Padrão de solubilidade da Proteína em KOh no Farelo de soja Classificação Excelente Boa Razoável Deficiente Solubilidade em KOH > % > 0% > % < % Resultados destas análises mostram que amostras de diferentes farelos de soja com solubilidade da proteína acima de 0%. Avaliação da Qualidade de Farelo de soja Realizamos um estudo com o objetivo de avaliar a qualidade do processamento de farelo de soja. enviadas a nosso laboratório foram submetidas a análises de Atividade Ureática e Proteína Solúvel. e portanto sobre a qualidade nutricional deste ingrediente. E com isso nos permite trabalhar com maior garantia de estarmos fornecendo nutrientes em qualidade e quantidade bem próximas àquelas as quais estamos formulando. Os resultados são apresentados nos gráficos a seguir: Gráfico 1: Distribuição dos Resultados de Proteína solúvel (%) Fonte: Poli-Nutri Alimentos Ltda  . apresentaram respostas diferentes no desempenho dos animais. dentro do padrão mínimo para o ingrediente. de farelo de soja. Como conclusão podemos verificar que tanto a Atividade Ureática como a análise de Proteína Solúvel nos indicam sobre a qualidade de processamento recebido pelo farelo de soja. Aproximadamente 00 amostras. ou seja.

% das amostras analisadas apresentam Proteína Solúvel acima de 0% de solubilidade. contribui para a obtenção de um ingrediente de alto valor nutricional e de extrema importância para a manutenção dos resultados de desempenho e viabilidade econômica das atividades ligadas a produção animal. e apenas .Gráfico 2: Distribuição dos Resultados de Atividade Ureática Fonte: Poli-Nutri Alimentos Ltda Os resultados das análises de Atividade Ureática das amostras mostram que aproximadamente 9. Como conclusão do estudo podemos verificar que a maior parte das amostras analisadas apresentaram resultados de Atividade Ureática e Proteína Solúvel dentro do padrão mínimo esperado para o ingrediente. para inibir a enzima tripsina. que dificulta a digestão do animal. da EMBRAPA Soja. evidenciando que a grande maioria das amostras encontram-se dentro do padrão esperado para o ingrediente. qualidade. na grande maioria dos fornecedores.% estão abaixo das especificações de qualidade desejada para o farelo de soja. o farelo de soja a ser utilizado como ração deverá sobre um tratamento térmico. . 9 AgriculturA e PecuáriA Conforme gráfico anterior podemos verificar que aproximadamente 9. Recomenda-se a leitura do artigo Norma de identidade.% das amostras apresentam pH para urease entre 0. O telefone para contactar a pesquisadora é () -. evidenciando que a qualidade empregada no processamento do farelo de soja.% das amostras estão fora do padrão esperado para o ingrediente. o que evidencia que apenas . CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Segundo a pesquisadora Vera Denassi..0 e 0.

br/html/institucional/empresa. 00 Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 ago. apresentação. Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .com.br/html/institucional/empresa.gov.sc.cidasc. Acesso em: 0 ago. 00.embalagem. FONTEs CONsULTADAs Poli-Nutri Alimentos Ltda.gov. disponível em: http://www. qualidade.polinutri. Disponível em: <http://www. Acesso em: 0 ago.cidasc.htm >. armazenamento e transporte do farelo de soja que se destina a comercialização interna. amostragem.sc..br/ conteudo_artigos_anteriores_janeiro.htm>. marcação e apresentação do farelo de soja. Esta norma tem por objetivo definir as características de identidade. Disponível em: <http://www.htm.

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A melhora na fertilidade e a recuperação de solos degradados através da utilização de uma mistura adequada de rocha moídas é uma técnica que vem sendo desenvolvido e aplicado com bastante êxito no Brasil. fertilização. A pesquisadora argumenta que o uso da técnica apresenta benefícios econômicos e ambientais. foi o tema da tese de doutorado da pesquisadora Suzi Huff Theodoro. batizada de “rochagem”.Adubação. obtendo resultados surpreendentes. pó de rochas. obten-  AgriculturA e PecuáriA FERTILIzAÇÃO DO sOLO . desde que exista a disponibilidade de rochas com características apropriadas para a fertilização. rochagem PALAvRAs-ChAvE Pretende realizar a adubação de sua horta/pomar através da utilização de pó de rochas. A rochagem pode ser feita a partir do uso dos rejeitos gerados pelas pedreiras e pelas empresas de mineração das proximidades. Acrescenta ainda que qualquer tipo de solo pode beneficiar-se da técnica. defendida no ano 000 no Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília –CDS/UnB. A pesquisadora realizou experimentos com a técnica em um assentamento formado por pequenos agricultores familiares. ricas em macro e micro nutrientes indispensáveis ao desenvolvimento das plantas. e quer saber como pode obter o produto e quais as empresas que o comercializam. O mecanismo básico do funcionamento da fertilização por “rochagem” é o seguinte: ao longo do tempo. promovendo a sua fertilização. a água proveniente da chuva ou dos mecanismos de irrigação vai desprendendo os nutrientes presentes nas rochas e deixando-os disponíveis na terra. São utilizadas principalmente rochas vulcânicas. porque apresenta um custo menor em relação aos fertilizantes químicos convencionais e porque permite a fertilização do solo sem promover a sua degradação. Esta técnica.

br/camp_continua. Produto: Itafértil Tratar com Wilma Telefone: () -09 Grupo Mibasa Produto: Melhorador de solos MB- Site do produto: http://www. Estes produtos são especialmente desenvolvidos para a finalidade de fertilização e correção de solo.com. contendo todos os micro e macro nutrientes necessários e sendo livres de substâncias tóxicas.  . Segue abaixo o contato de duas empresas que comercializam este produto: Mineração São Judas Ltda. php CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se entrar em contato com as empresas indicadas para trocar informações mais detalhadas a respeito dos produtos. Entretanto. Estas atividades envolvem alguns testes laboratoriais e um conhecimento aprofundado nas áreas de geologia e/ou agronomia. Este é o grande trunfo da técnica: ela pode ser aplicada a partir de materiais que antes eram descartados como resíduos. suas aplicações e seus custos. Muitos deles são certificados pelo Instituo Biodinâmico como produtos aprovados para a agricultura orgânica. a determinação da composição da mistura e da dosagem de aplicação. e passaram a comercializarem fertilizantes elaborados a partir de pó de rochas.do-se um produto a um custo praticamente nulo. portanto. são atividades que devem ser realizadas por cientistas ou profissionais especializados nestas áreas de conhecimento.br/display. Atualmente já existem empresas no ramo de mineração que perceberam que poderiam utilizar seus resíduos de forma lucrativa.htm Contato via e-mail através do site: http://www.com. obter o pó de rocha desta maneira envolve a escolha de quais são os tipos de rochas disponíveis mais adequados para o tipo de solo.mibasa. Isso a torna ao mesmo tempo ecológica e barata. e principalmente a identificação de quais são os materiais que não estão contaminados por elementos tóxicos.mibasa.

fbb?codConteudoLog= 1789>.00. de A. O uso indiscriminado de rochas inadequadas ou contaminadas pode causar sérios danos ao solo e ao meio ambiente. Acesso em: 9 de set. Acesso em: 9 de set. Carlos A.00. V. Disponível em: <http://www.html>.br/ acs/bcopauta/agricultura1. Disponível em: http://www.fbb.br/html/materia/materia_daih.br/portal/pages/publico/expandir.org.FONTEs CONsULTADAs TERRA fértil em prol dos excluídos. Disponível em: <http://www.unb.universia.00. FERTILIZAÇÃO da terra pela terra: uma alternativa de sustentabilidade para o pequeno produtor rural. Acesso em: 9 de set. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Caso queira utilizar um produto elaborado a partir de resíduos de rochas disponíveis localmente. é imprescindível contar com a orientação de um especialista nas áreas de geologia e/ou agronomia. PÓ de rocha vira terra fértil em prol dos excluídos. . Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 9 de set.htm>.com.

embalagens que promovam a conservação de frutas devem fazer com que se reduza à concentração de oxigênio e aumente a de gás carbônico na região atmosférica próximo a dada fruta. INsTITUIÇõEs: Contatar as instituições:  . que levando em consideração as características dos respectivos gases. sob coordenação do professor Ricardo. fruticultura. principalmente. para que se possam desenvolver embalagens. aconselha-se entrar em contato com o Laboratório de Fisiologia e Bioquímica Pós-colheita da ESALQ/USP. Portanto. O professor Doutor Ricardo Alfredo Kluge ressalta que cada fruta tem características gasosas especificas e. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo. os principais gases liberados por frutas durante o amadurecimento são o etileno e o gás carbônico. gases exalados por frutas Informações gerais sobre os gases liberados pelas frutas durante o processo de amadurecimento. aconselha que para cada fruta deve se ter uma embalagem diferente. são necessários estudos específicos relativos a cada espécie de fruta para que as pretendidas embalagens possam ser feitas. segundo Cloves Ribeiro Neto. a partir de controle da liberação desses gases. Nesse sentido a produção de embalagens que promovam uma maior conservação das frutas deve ser feita. promovam uma maior conservação das frutas. assim. Nesse sentido. FRUTICULTURA PALAvRAs-ChAvE Frutas. Também. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o professor Ricardo Alfredo Kluge. técnico da IBRAF. Instituto Brasileiro de Frutas. conservação de frutas.FIsIOLOGIA DAs FRUTAs. embalagens para frutas.

br/ CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se.usp. Informação disponível em: <http://dedalus. Influência da embalagem de polietileno na remoção da adstringência e na qualidade de caquis (Diospyrus kaki L. Embalagens para conservação refrigerada de goiabas.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/1046814? >. sentido de obter mais informações.Instituto de Tecnologia em Alimentos Site: http://www. 00. Acesso em:  de jul.) Cultivar Taubaté.br/ . Conservação de goiabas ‘Kumagai’ em diferentes temperaturas e materiais de embalagem.).ITAL . Acesso em:  de jul. 00.usp.  AgriculturA e PecuáriA IBRAF . Informação disponível em: <http://dedalus. Utilização de atmosfera modificada na conservação pós-colheita da goiaba ‘Kumagai’. cv. 00. 00. armazenados sob refrigeração.usp. Acesso em:  de jul.usp.Instituto Brasileiro de Frutas Site: http://www.usp.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/1313510?>.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/0583690?>. br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1127653?>.ibraf. Informação disponível em: <http://dedalus. Giombo.sp. Acesso em:  de jul.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/1196395?>. Utilização de embalagem de polietileno na conservação de caquis ‘Giombo’ durante o armazenamento refrigerado. Acesso em:  de jul.org. Acesso em:  de jul. Informação disponível em: <http://dedalus. 00. Informação disponível em: <http://dedalus. Informação disponível em: <http://dedalus. a leitura dos textos abaixo Efeito da embalagem e do armazenamento no amadurecimento do caqui (diospyros kaki l.gov.ital.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/1199280?>.usp. 00.

REFERêNCIAs Professor Doutor Ricardo Alfredo Kluge da ESALQ/USP.br/ Laboratório de fisiologia e Bioquímica Pós-colheita da ESALQ/USP. Disponível em: <http://www.org.org.br/pls/portal/docs/PAGE/MAPA/ MENU_LATERAL/AGRICULTURA_PECUARIA/ESTUDOS_PUBLICACOES/ESTUDO_ MERCADO_FRUTAS/CAPITULO_6. E-mail: centraldeserviços@ibraf. Disponível em: <http://dedalus. orientação de Luiz Carlos de Oliveira Lima.usp. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo.php?num=20& q=Ricardo+Plungi&submit. Acesso em:  de jul. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo.ibraf. 00.gov. Cloves Ribeiro Neto.br/portugues/uspfacil/buscausp/frame.PDF>. IBRAF. Instituto Brasileiro de Frutas. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .usp.y=11 Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jul. sob coordenação do professor Ricardo. Capítulo : Cadeia de Comercialização e suas Exigência.br http://www.busca.x=16&submit.Qualidade pós-colheita de goiabas ‘Pedro Sato’ armazenadas sob refrigeração e atmosfera modificada por biofilme de fécula de mandioca / Mariana Teixeira Rodrigues Vila.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1387883?> Acesso em:  de jul. 00. Central de Serviços de Exportação.agricultura. Tel/Fax: () -. Disponível em: http://www2.

onde era utilizado como uma planta ornamental e como uma hortaliça. Cultivo Do Gergelim Origem e histórico: É uma das espécies vegetais mais antigas cultivadas pelo homem. o girassol também é classificado como a quarta opção. Argentina e China. o girassol foi levado para a Europa e Ásia. Foi na União Soviética que o melhoramento o enfoque era dado à seleção de plantas com sementes e capítulos grandes. maquinas e equipamentos para o beneficiamento do girassol e do gergelim. França. para produzir genótipos com altos teores de óleo. a produção mundial de girassol tem evoluído. Itália e Canadá já possuem indústrias produzindo farinhas. beneficiamento de girassol. No século XVI. bem como máquinas beneficiadoras do gergelim. seguido da soja. Foi na União Soviética que o melhoramento de girassol. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O girassol é uma planta originária das Américas.Beneficiamento gergelim. Como fonte protéica. PALAvRAs-ChAvE Saber como melhorar o plantio de girassol. como os Estados Unidos. concentrados e isolados protéicos. Estados Unidos. para a ração animal e uso humano. Nos primeiros trabalhos de melhoramento o enfoque era dado à seleção de plantas com sementes e capítulos grandes. teve o início. Desde então. E quais são os fornecedores de máquinas de descascar girassol. Atualmente. sendo liderada pela União Soviética. o girassol ocupa o quarto lugar como forte de óleo comestível. palma e canola. com o crescimento do consumo de óleo comestível. Várias pesquisas sobre a utilização e o processamento da proteína de girassol vêm sendo desenvolvidas e países. O  AgriculturA e PecuáriA FORNECEDOREs DE MÁQUINAs PARA DEsCAsCAR GIRAssOL . que foi utilizada como alimento pelos índios americanos em mistura com outros vegetais.

local de sua origem é incerto podendo situar-se entre Ásia e a África. à saber:  . Pedaliaceae. O gergelim é conhecido pelo nome científico de Sesamum indicum.era consumido. No Egito. aí foi plantado.do caule. coloração. tem hábito de crescimento ramificado ou não. Índia. A planta do gergelim é cultivada desde a antigüidade. Planta cresce como pequeno arbusto alcançando altura de . os orientais . como “cultura de fundo de quintal” ou em pequenas áreas . O produto obtido . segundo Caminhoá o gergelim provem da Ásia e da África e. as folhas da parte alta tem forma de ponta de lança. branca ou violeta e o fruto é uma baga alongada com pelugem contendo sementes pequenas com cor variando do branco ao preto.grãos . e havia raros excedentes para comercialização. As cultivares (variedades) podem ser diferenciadas por vários atributos da planta como altura. das folhas e das sementes . Dicotyledonae. Segundo as características edafoclimáticas do Nordeste a EMBRAPA tem recomendado as cultivares .tipo de ramificação e resistência às pragas. De Candolle afirma ser o gergelim originário da ilha de Sonda (África).de separação de glebas . Irã e China). os impérios entre os rios Tigre e Eufrates (Ásia Menor) cultivavam comercialmente o gergelim. já se aproveitava o gergelim para obtenção do óleo. Chegou ao Brasil (Nordeste) trazido pelos portugueses no século XVI. para outros autores. tradicionalmente.chamadas de terreiros. Os principais centros de origem e difusão são a Etiópia (centro básico) e Ásia (Afeganistão. L. o gergelim é originário apenas da Ásia. ciclo. Cultivares que apresentem cor da semente branca ou creme possuem maior valor comercial (sementes escuras têm demanda restrita ao uso caseiro e medicinal). tempo dos faraós. vulgarmente também é conhecido por sésamo.m. zirgelim. ao nível das fazendas. as mais baixas crescem mais largas. As flores podem ter cor rósea. CNPAG para plantios. arredondadas ou dentadas. CNPAG e CNPAG.notadamente os indianosconsideravam as sementes do gergelim quase sagradas. girgilim e jorgelim.

floração/maturação uniformes. O gergelim distribuiu-se. Cultivares de grãos pretos . Tolera murcha de macrophomina. É recomendada para plantio de sequeiro ou irrigado em todo o Nordeste.  frutos/axila. entre as latitudes de  º N e  º S mas pode ser encontrado medrando na China. sementes cor creme.CNPAG3: porte mediano (altura até 0cm). no mundo. peso médio de . ciclo médio (00 dias). .000 sementes de . hábito de crescimento ramificado. gramas. solos profundos (acima de 0cm). na Rússia e nos EUA. vem sendo cultivado em quase todos os países de clima quente e em zonas temperadas (mais amenas. espaçamento de 0. um fruto por axila foliar. com ciclo de 90 dias. X 0. tolerância à mancha angular e susceptibilidade à cercosporiose e à murcha de macrophomina. Exige áreas com altitude média de 0m. Gasta-se  kg de sementes para plantar  hectare. mancha angular e cercosporiose. temperatura de -ºC.nativos do Nordeste . pH em torno de . possui resistência à mancha angular e susceptibilidade à cercosporiose e murcha de macrophomina. porte de  cm (porte mediano). Adapta-se ao Nordeste e cerrados de Goiás. Indicada para regiões nordestinas onde a mancha angular tornou-se problema. sementes coloração creme.-0.m. CNPAG4: (BRS9): plantas com haste cor verde. precipitações entre 00 e 00mm anuais. podem ser usados para trabalhar-se nessa faixa de mercado. tem porte mediano. ausência de pelos nas folhas e hastes. OBS: em regiões do Nordeste onde há maior risco de seca ou com período chuvoso curto recomenda-se cultivares de ciclo curto a médio. teor de óleo de -0%. até ºC). ciclo médio (00 dias). em condições de irrigação ou como segunda cultura ou lavoura de seca (Agreste) também deve-se dar preferência a cultivares mais rápidos. CLIMA: O gergelim é considerado planta tropical e subtropical. precoce (90 dias).com ciclo de 0 dias ou o Gouri.-0. 9 AgriculturA e PecuáriA CNPAG2: obtida no CPATSA/Embrapa. crescimento ramificado.

PREPARO DO sOLO . A planta requer .0m.com textura franca. é extremamente sensível à salinidade e alcalinidade (por sódio trocável).A altitude da zona de plantio não deve ultrapassar a . Weis 9 (citado pela Embrapa).pH próximo a  . sOLOs: O gergelim prefere solos profundos . % durante o período da floração e 0% no início da maturação. Sertão) os solos são razoáveis para o cultivo da planta que é considerada esgotante do solo sendo sensível ao encharcamento e a saturação hídrica do solo. A planta pode crescer/desenvolver-se em tipos diversos de solos sem atingir a plenitude observada nos solos preferenciais.00 unidades de calor (graus térmicos) por - meses. no primeiro mês de vida -. para manter crescimento/desenvolvimento da planta e para manter altos os teores de sesamina e sesamolina).baixas altitudes (próximas ao zero) e boa luminosidade são interessantes para o gergelim. idealizou a distribuição das chuvas para o gergelim da seguinte forma: % do total de chuvas da germinação ao aparecimento do primeiro botão floral. a acima . a temperatura média do ar deve estar entre ºC e ºC (notadamente para germinação. a planta. PLANTIO: O gergelim deve ser propagado.feito por médios e grandes produtores é inadequado para as condições tropicais. chuvas leves de 00 a 0mm.0. ou acima de . bem drenados e de boa fertilidade natural (macro e micronutrientes) e nunca solos salinos.m. o preparo “convencional” .uma a duas arações e uma a duas gradagens . brilho solar por  a  horas/dia (0 horas de preferência). (para a maioria das cultivares). Cariri. comercialmente.não tolerando.0 a 0mm. por sementes. Para o preparo indica-se: PREPARO COM sOLO sECO: Inicialmente fazer trituração e pré-incorporação de restos culturais e plantas daninhas tardias através de 0 ./ano bem distribuídas .Pelo pequeno produtor é feito via uso do cultivo (operação contra indicada). promover seu estabelecimento rápido e evitar a competição de ervas. Em regiões semi-áridas do Nordeste (Seridó. Os solos devem apresentar reação neutra . aqueles com pH abaixo de . O gergelim é considerada planta resistente à seca. por serem pequenas elas devem ser lançadas em solo bem preparado objetivando-se facilitar a emergência das plantinhas.

com uma planta a cada 0cm. Deve-se plantar em período tal que o amadurecimento/colheita das plantas ocorra em período seco (sem incidência de chuvas sobre as capsulas abertas). à mão ou mediante o emprego de semeadoras adaptadas.PREPARO COM sOLO úMIDO: Tritura-se e incorpora-se restos culturais e plantas daninhas com uso de grade leve ou niveladora. recomenda-se retirar amostras de solo. por áreas uniformes do terreno a plantar e enviá-las a laboratório para análise. rendimentos satisfatórios com configurações envolvendo fileiras duplas . sEMEADURA: A semeadura pode ser realizada em sulcos contínuos. consta de uma lata de óleo de soja de um litro. para fins de adubação.com uma planta a cada 0cm. na profundidade de 0-0cm. ADUBAÇÃO: O gergelim é considerado planta esgotante de solos. . Caso análise indique fósforo disponível acima de 0 ppm dispensar o uso de adubação fosfatada. Evitar uso de grade aradora ou muito pesada. éPOCAs DE PLANTIO: Para cultivares de ciclo longo (-meses) recomenda-se o plantio no início das chuvas..  AgriculturA e PecuáriA grade aradora. entre fileiras .0cm. Há semeadora manual bastante simples e de fácil construção. de uma maneira geral.são de 00cm.para cultivares que não se ramificam e de ciclo curto. (00 mil plantas/ hectare). x 0cm x 0cm. em seguida realiza-se uma aração de 0-0cm. para cultivares de ciclo longo fazer plantio. se o teor de matéria orgânica for superior a .tem-se obtido. na fileira para cultivares que se ramificam .e 0-0cm.policaule . Ela abre a cova (ponta da madeira) e semeia (-0 sementes) simultaneamente.  a  dias após incorporação realiza-se uma aração com arado de aiveca. Não utilizar sulcos com profundidade acima de cm.onde o fator limitante é água .% não se recomenda o uso de fertilizantes nitrogenados. segundo o espaçamento adotado gasta-se  a  quilos de sementes para semear um hectare. entre fileiras . de profundidade plantando-se no seco ou no início do período chuvoso. na fileira . Para cultivares de ciclo médio a curto e de habito de crescimento ramificado . preliminamente. Os espaçamentos recomendados para o Nordeste brasileiro . com um furo no fundo e acoplada (amarrada) a uma haste de madeira própria para o plantio em covas.

deixa-se uma a duas plantas por unidade de espaçamento dentro da fileira. foram os herbicidas mais eficientes.herbicidas. aplicados em pré-emergência (PRE) em solo úmido. Caso a população de ervas for mista . argila) e o teor de matéria orgânica. No caso de herbicidas os produtos comerciais deverão ser. o Alachlor (- kg/ha) e o Diuron (.folhas largas + folhas estreitas usar mistura de herbicidas (graminicida + latifolicida). para uso desses químicos deve-se levar em conta a textura do solo. em sua maioria. PRAGAs DO GERGELIM: Lagarta enroladeira: Antigastra catalaunalis. kg/ha) . ambos em PRE da cultura e ervas. exige controle sistemático em lavouras extensas ou em áreas tradicionais de cultivo notadamente em anos de pouca chuva. de profundidade. É a principal praga de cultura. CONTROLE DE ERvAs DANINhAs: gergelim é planta de crescimento inicial lento. o preparo do solo já auxilia no controle de ervas quando é feito com trituração/incorporação e aração com terreno úmido. de altura .enxada ou cultivador . Os cultivos mecânicos devem ser superficiais e realizados logo no início (plantas jovens são vulneráveis à ação do cultivador).em solos adubados no ano anterior. barro.  .Cultivando gergelim em solos desgastados . Testes com produtos químicos demonstraram que. Os equipamentos devem operar superficialmente no máximo a cm.com milho e algodão herbáceo . usam-se métodos mecânicos . Lepidoptera. (areia. TRATOs CULTURAIs: Desbaste: para atender a recomendações referentes aos espaçamentos e densidades de plantio é necessário proceder-se ao raleamento ou desbaste no campo.sem restauração da fertilidade via adubação orgânica e/ou inorgânica -.deixa-se - plantas por unidade de espaçamento dentro da fileira. Além disso.em desbaste definitivo.ou métodos químicos . Salienta-se que é preferível colocar gergelim em sistema de rotação cultural . Segundo: Plantas com -cm. este deve ser feito em duas etapas e com solo úmido: Primeira: Plantas com  folhas . em condições de sequeiro ou de irrigação. os rendimentos obtidos deverão ser baixos.

O adulto é um inseto pequeno. Controle: vide praga anterior. brotos e ramos tenros. sem asas e deslocam-se lateralmente com movimentos rápidos. O controle pode ser feito através de aplicação de agroquímicos à base de Tiometom ou Pirimicarb.. O controle deve ser feito antes da frutificação . PULGÃO: Aphis sp. Podem ser controlados com malatiom.sAúvAs: Atacam a fase inicial do desenvolvimento do gergelim. reproduz-se sem concurso do macho em locais quentes. . deltametrina. vAQUINhAs AMARELAs (BEsOURINhOs). dois a cinco dias após surgem larvas . São saltadores magníficos. possue asas. tem cor verde. de corpo mole. Homoptera: praga de importância principalmente em culturas conduzidas sob irrigação e/ou consorciadas com o algodoeiro.mariposa . carbaryl. de comprimento. Todos sugam a seiva das folhas e estas e plantas atacadas apresentam-se verde-amareladas. Inseto transmissor de viroses e da filoidia para o gergelim notadamente quando existem feijoeiros e malváceas (guanxumas e vassaourinhas) contaminados nas cercanias.fases anteriores .branco-amareladas (mais tarde passam a verdeamareladas) que dobram o limbo da folha no sentido longitudinal e se alimentam da face dorsal.com duas aplicações em pulverização com agroquímicos à base de carbaryl (Carvim. em áreas recém-desmatadas deve-se efetuar o controle com produtos formicidas. Plantas atacadas apresentam folhas brilhosas com o aspecto “melado” característico (deposição de fezes na face inferior)..amarelo-castanho que efetua postura na face inferior da folha. O inseto adulto mede -mm. CIGARRINhA vERDE: Empoasca sp. vive em colônias sugando a seiva da face interior de folhas. bordas das folhas enroladas para baixo e ramos com cor verde-pálida. Em ataques severos as lagartas abrem galerias no ápice da planta e nas cápsulas (frutos) reduzindo drasticamente a produção de grãos. Homoptera.COLEOPTERA: são problemas nos 0 dias iniciais de desenvolvimento da lavoura quando provocam orifícios ovalados nas folhas. Sevin) ou deltametrina (Decis).lagartinhas .  AgriculturA e PecuáriA O adulto fêmea é um inseto . as formas jovens são verde-claras.

com esses sintomas murcham. Plantas atacadas podem secar e morrer posteriormente. que exibe um aspecto de envassouramento. Embora existam nas duas faces as estruturas do agente estão mais presentes na face superior. atinge. 00% das plantas. obtidas de plantas sadias e tratamento de sementes com fungicidas à base de carbendazim ou tiofanato metílico. Por transformação dos órgãos florais em folhas há esterilidade da planta. Produz lesões angulares quadráticas ou retangulares e irregulares. . com mais intensidade as folhas baixas (mais velhas) que caem desfolhando a metade inferior da planta.fungo Cylindrosporium sesami. A doença pode ser transmitida pela cigarrinha verde. PODRIDÃO NEGRA DO CAULE: agente causador fungo Macrophomina phaseolina (Tassi) Gold: ocorre com severidade causando grandes prejuízos à planta. O controle é feito por: -uso de cultivares resistentes à doença. Doença ocorre desde estágio de plântula até a maturação. O fungo ataca. FILOIDIA: caracteriza-se pelo encurtamento dos internós e pela proliferação abundante de folhas e ramos na parte apical da planta afetada. A moléstia é transmitida por enxertia e por insetos pasídeos.  . O controle passa por cultivares resistentes.pulverização com fungicida à base de sulfato de cobre quando as plantas atingirem -0cm. através corte transversal do caule pode-se observar o enegrecimento dos tecidos do sistema vascular das plantas que. Hansford: das principais moléstias. por vezes. de altura. livres do agente. O controle é feito pelo uso de sementes livres do agente. cor parda ou parda-escura. vIROsE: plantas afetadas podem ficar atrofiadas mostrando áreas cloróticas ou de cor amarela intercaladas com áreas verdes na superfície foliar. por rotação de culturas e por uso de variedade resistente (a Aceitera). .uso de sementes sadias. causa sérios prejuízos à planta. MURChA DE FUsARIO: agente causador da doença .fungo Fusarium oxysporum: aparece em quase todas as regiões onde se cultiva o gergelim.MANChA ANGULAR: agente causador de doença. no caule e ramos aparecem lesões de coloração marrom-claro que podem circundá-lo ou estender-se longitudinalmente até próximo ao ápice da planta. secam e morrem. mais claras na face inferior da folha. afetando folhas. O agente é propagado de local a local por sementes infectadas.

faz-se abanação (retirada de folhas e pedaços de galhos). protegidas das chuvas.duzentos (00) gramas . A exposição das cápsulas abertas às chuvas (umidade) provoca o escurecimento dos grãos e sua depreciação comercial do produto. Para se realizar uma colheita bem feita deve-se: • Saber a duração do ciclo da cultivar (variedade).COLhEITA/ RENDIMENTO . Os seguintes esquemas são preconizados por Silva(citado pela Embrapa) a saber: feijão-gergelim. Cultivar CNPAG   AgriculturA e PecuáriA ROTAÇÃO DE CULTURAs: a rotação de culturas promove benefícios na produtividade e redução de pragas no gergelim e lavouras que entrarem no sistema de rotação.COLhEITA: segundo as condições ambientais e a cultivar o gergelim completa o seu ciclo entre  e  meses.e 00-. fiquem empilhadas com os ápices (parte de cima). Hastes e frutos já secos devem ser levados a um terreiro cimentado ou o piso com lona. • Observar o momento do inicio da abertura dos frutos da base da haste . Cannechio Filho 9(citado pela Embrapa) salienta que as melhores culturas para a rotação com o gergelim são milho e algodão herbáceo. para se evitar isso deve-se sincronizar a época de plantio e o ciclo da cultivar para colher-se na época de estiagem.de grãos por metro quadrado traduzem em bom rendimento da lavoura. hastes e frutos.nas cultivares deiscentes que indica o momento exato do inicio da colheita. de diâmetro para que as plantas. Rendimentos: Sessenta (0) a cento cinqüenta (0) gramas de sementes ou mais . Por ocasião da colheita as cápsulas devem estar maduras sem estarem abertas.000kg/ha (lavouras de sequeiro). . Recolhe-se os grãos. milho-gergelim-milho. A colheita pode ser feita manual ou mecanicamente. Por apresentar frutos deiscentes . As cultivares neste artigo relacionadas podem render . • Determinar a época do corte em função da ocorrência do amarelecimento das folhas. coloca-se o lote para secagem ao sol. feixes virados de cabeça para baixo. o operário deve bater com um pedaço de madeira para liberar os grãos de gergelim para o piso protegido. na manual as plantas são cortadas na base e amarradas em feixes pequenos de 0cm.que se abrem naturalmente na maturação (e deixam cair as sementes que se perdem) na maioria das cultivares .000kg/ha de grãos .a colheita do gergelim requer cuidados. mamona-amendoim-gergelim.lavouras irrigadas .

br Máquinas Agrícolas Graciano Ind.com.mgraciano. P.com. Avenida Souza Queiroz  Limeira SP Cep: -9 Telefone: (9)- Fax: (9)- Site : http://www.br Descascadores Indústria De Máquinas D Andréa S/A.com. 0.com.mecmaq. Avenida Conde Francisco Matarazzo 0 Catanduva SP Cep: 0- Telefone: ()-0 Fax : ()-0 Site: http://www.com.produz 00kg/ha (sem adubação) e .Máquinas Agrícolas Rua Honório Soares 0  .msuzuki.br Pinhalense S/A.br Máquinas Suzuki S/A. Santa Cruz do Rio Pardo SP Cep: 900-000 Telefone: ()- Fax : ()- Site: http://www.entringer.000kg/ha (com adubação). Ltda. Rua Jose Zacura  -C.br Jr-Industria E Comercio De Maquinas Agrícolas Ltda Avenida do Manganês 0 Assis SP Cep : 9-00 Telefone: ()- Fax: ()- Site: http://www.maquinasdandrea.e Com. Fornecedores de Equipamentos e máquinas: Beneficiador de sementes Indústria e Comércio Mecmaq Ltda. Piracicaba SP Cep: -0 Telefone: (9)-9 Fax : (9)-09 Site http://www. Avenida Pompéia 9.

Campina Grande .pinhalense.br>.673 acesso em:  de jul. Disponível em: http://sbrt. Jazon Silva Oliveira .org. Sobre o cultivo de girassol.Paraíba EBDA Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola Regional de Barreiras Situação do gergelim em Barreiras Agro.ibict.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se fazer pesquisa junto aos fornecedores indicados para verificar qual deles atende as suas necessidades.º  julgo/99 . Acesso em:  de jul.Barreiras/Bahia ABIMAQ Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jul. 00 REFERêNCIAs EMBRAPA ALGODÃO Gergelimcultura no Trópico Seminário Nordestino Circular Técnica n. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Espírito Santo do Pinhal SP Cep: 990-000 Telefone: (9)-900 Fax: (9)-90 Site: http://www.Pesquisador .com.br .abimaq.julho/000 .br/upload/sbrt. 00. Disponível em: <http://www. verificando a relação de custo X beneficio. sugere-se consular a resposta técnica publicada pelo Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SBRT).

da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (ESALQ . em casos mais tardios. se exercitando e por isso seu crescimento ser mais lento e sua carne diferenciada. que seria o nascimento de outras penas. ambos. restrita ou deficiente influencia no desenvolvimento da cobertura de penas das aves. de até 00 dias. são abatidos na mesma época. O ideal é utilizar nas criações de frango em sistema caipira a mesma ração destinada aos frangos de corte. Lembrando que. ou seja. o peso das aves deve estar entre Kg ou . Com relação ao empenamento dos frangos e a existência de canhões pequenos no momento do abate. machos e fêmeas. o tempo ideal de abate é muito variável.FRANGO PALAvRAs-ChAvE Frango. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o Professor Doutor Antonio Augusto Domingos Coelho do Departamento de Genética – Melhoramento de Aves. podendo ser responsável por tal atraso no nascimento da cobertura de penas ou na troca destas. o que vai diferenciar o frango caipira do de granja não é alimentação e sim o fato de estarem soltos. abate. em casos mais precoces.USP). a diferença de sexo das aves não é relevante. no momento do abate tem percebido que as frangas praticamente não tem canhões pequenos. uma vez que. para se evitar tais canhões pequenas. Informações se existem alimentos que influenciam de forma negativa e positiva o aparecimento tais canhões. Podendo. qual a idade se dá a troca de penas dentro de um período de 00 dias. ser de 0 dias ou. O que pode estar ocasionando tal problema dos canhões pequenos provavelmente é a alimentação destinada à criação. das granjas. não havendo distinção de gênero. troca de pena Possui criação de frangos no método caipira.  . no caso de criação de frangos em sistema caipira. mesmo em abatedouros de frangos de corte. Por que isso ocorre? Quer saber qual a idade ideal para o abate. Uma alimentação desbalanceada.Kg.

usp.ciagri. usadas pelas granjas de corte. No caso de se já utilizar este tipo de ração é aconselhável que se mude a marca ou o fornecedor. a alteração da alimentação dos frangos para rações balanceadas. Antonio Augusto Domingos. REFERêNCIAs COELHO. 00.USP). da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (ESALQ . DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA Quanto a ração existem diversas marcas disponíveis no mercado. Professor Doutor do Departamento de Genética – Melhoramento de Aves.  Cep: 00 90 – Piracicaba – SP Caixa Postal  Tel: (9) 9 Email: frangofeliz@esalq. Annelise Gomes de Carvalho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jun.br/~frafeliz> CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se.USP End: Av Pádua Dias.uso. se for o caso. .br Site:<http://www.INsTITUIÇõEs: Frango Feliz .Departamento de genética – ESALQ .

dentre as quais melhoria da fertilidade do solo. pastagens irrigadas. Dr. benefícios tanto do ponto de vista econômico (principalmente. O trabalho do Projeto CAPIM financiando pela FAPESP como projeto temático e coordenado pelo Prof. numerosos equipamentos de irrigação foram implantados objetivando a recria e engorda de bovinos no Brasil central. Falhas quanto à melhoria da fertilidade do solo usualmente es- 0 . IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Os primeiros sistemas comerciais de exploração de pastagens irrigadas no Brasil datam do início da década de 90. através da recuperação do nível de matéria orgânica e controle de pragas e daninhas. surgidos em fazendas antes dedicadas à exploração agrícola e que já possuíam irrigação via pivô central. A divulgação em revistas técnicas de dados zootécnicos relativos a pastagens irrigadas motivou o desenvolvimento de projetos de pesquisa voltados a gerar dados que possibilitassem orientar tomadas de decisão nessa modalidade de exploração pecuária. pela redução dos riscos) quanto conservacionista. decorrente agora não mais do remanejamento de áreas irrigadas de agricultura para pecuária. proporcionavam com a pecuária a sua integração com a agricultura. piquetes irrigados Implantar o modelo de pastagem irrigada e manuseio para gado leiteiro. Embora a pesquisa científica ainda não tenha dados conclusivos a respeito da viabilidade econômica do sistema. sendo que muitos desses projetos pecuários fracassaram. A introdução de pastagens em uma área sob rotação de culturas trazia vantagens.GADO LEITEIRO PALAvRAs-ChAvE Gado leiteiro. Moacyr Corsi da ESALQ aponta alguns aspectos que estão associados a essas frustrações de resultados. Ao final da década de 90. mas sim da utilização dessa tecnologia por pecuaristas com o intuito de aumentar a produtividade de suas propriedades. rodízios de pastagens. um grande crescimento na utilização da irrigação de pastagens foi observado.

tão associadas a tais insucessos. nas quais é praticamente impossível manter uma eficácia de lâmina de água sem a componente negativa de uma elevadíssima energia de consumo. por descuido ou incompetência do projetista. De fato. tomam decisões de implantar máquinas com 00 ou 0 hectares. A intensificação deve se dar de maneira gradativa e na propriedade como um todo. A rentabilidade do gado. quer seja via aquisição externa. A noção de que a irrigação é a etapa final de intensificação foi por vezes negligenciada. Os incrementos de produtividade obtidos e a elevada rotatividade de animais na área irrigada levam a necessidade de um esquema refinado de reposição. A falta de critério técnico para definir a lâmina de água a ser aplicada prejudica a adubação e a economia do processo. O manejo subjetivo da irrigação tem sido apontado como responsável por frustrações em áreas irrigadas com pecuária. nem dos erros de colocação dos sprays nos locais corretos ou errados que afetam a uniformidade da lâmina. não é a técnica que é inadequada. Os casos de sucesso existem e continuarão existindo desde que sejam atendidas as premissas básicas acima expostas. de maneira desinformada. a irrigação da mesma sem ao menos uma modesta intensificação das áreas de sequeiro traz resultado muito aquém do que seria obtido com a intensificação paralela da área não irrigada. a irrigação continuará sendo uma alternativa da exploração de pastagens. é uma rentabilidade baixa que não suporta estes excessos  AgriculturA e PecuáriA . A elevação da fertilidade do solo até níveis compatíveis com sistemas intensivos e a correta reposição dos nutrientes extraídos pela planta forrageira são as principais causas relacionadas respectivamente às frustrações quanto à produtividade e a perenidade das pastagens. chegando em certos casos a mais de  CV por hectare. quer seja via remanejamento de animais de pastagens de sequeiro da propriedade. Não erros típicos de hidráulica.Apesar dos inúmeros fracassos produtivos e econômicos. No segundo caso. ignorando também os circuitos comerciais que regra geral não são favoráveis ao criador de animais. mas tem erros enormes no dimensionamento desses equipamentos. um bom valor de compra dos animais é essencial para a viabilização econômica do sistema. mas do conceito de gigantismo dos Pivots que por “olho grande” de fazendeiros que. Irrigação Pivot Central É sem dúvida o melhor processo de irrigação para pastagens. mas sim o seu uso que na maior parte das vezes é equivocado. Como a área irrigada normalmente corresponde à pequena porcentagem da área total (em torno de 0% da propriedade).

que há  anos investiga formas de incrementar as pastagens brasileiras e que coordena o projeto temático Caracterização e Avaliação de Pastagens Irrigadas e seu Manejo (Capim) . Melhoria das pastagens “A média da produtividade animal no país é de  arrobas por hectare anuais e . a média de eficiência no pastejo está ao redor de 0% a 0%. prevê Corsi. feno e silagem. dependendo do grau de intensificação do uso dessa pastagem”.000 litros de leite por hectare ao ano. como nitrogênio.de consumo energético. O aumento da produção do pasto pode ser feito com a melhora das condições do solo. A solução para estes casos será a diminuição dos tamanhos dos Pivots para limites onde a perda de carga na tubagem não exija altos consumos energéticos sejam eles elétricos ou a diesel. o que significa que de 0% a 0% da forragem produzida é perdida. financiado pela FAPESP. Como as companhias de energia não querem saber do caso. É também a forrageira mais  . Esses números poderiam chegar. É uma questão de pura honestidade comercial. revela Moacyr Corsi. O capim elefante é considerado uma das mais importantes forrageiras tropicais devido ao seu elevado potencial de produção de biomassa. “No Brasil. respectivamente. O mercado de Pivots. sendo largamente utilizado na alimentação de rebanhos leiteiros sob as formas de pastejo. o criador de animais entra no prejuízo na certa por falta de planejamento. temse alcançado produtividade ao redor de 0 arrobas por hectare ao ano em pastagens não irrigadas e acima de 0 arrobas em pastagens irrigadas”. A qualidade do pasto depende do aumento da produtividade da planta forrageira e de seu manejo. É possível elevar o nível de eficiência para 0% ou 0%”. terão de fracionar os seus Pivots o que significa um custo de implantação da irrigação. em Goiás e em São Paulo. fácil adaptação aos diversos ecossistemas e boa aceitação pelos animais. da Esalq. com o uso de calagem e a aplicação de fertilizantes. a  arrobas e  mil litros de leite. não tem interesse comercial em esclarecer. ao nível dos fornecedores de irrigação. afirma Corsi. porque as ofertas que chegam ao comprador de Pivots. mais caro por hectare. potássio e micronutrientes. como é já habitual. No Paraná. ficam desfavorecidas se informarem que para ter um consumo energético menor na irrigação.

constituindo exemplos a pioneiro e a mott. apresenta as vantagens de propiciar maior aproveitamento da forragem produzida e redução de perdas no campo. e . com 0 dias de descanso do pasto. três e cinco dias. além de uma elevada produtividade. foram desenvolvidas pela Embrapa-Gado de Leite. . . Foram avaliados os efeitos de períodos de ocupação da pastagem de um. kg/ha para um. napier.Existem diversas cultivares de capim elefante sendo utilizadas para corte e fornecimento no cocho. taiwan. Várias pesquisas em que se utilizou capim elefante sob pastejo. afetando. para corte e fornecimento de forragem verde picada no cocho. Isso é causado. quase sempre. pela utilização de forragem com diferentes idades e que apresentam valores nutritivos variáveis. As produções anuais de leite atingiram . conseqüentemente o consumo diário dos animais. Os produtores têm usado características individuais da planta para orientar a melhor forma de uso das cultivares. As demais são de duplo propósito. com plantas que apresentam diferentes tipos morfológicos. sugere-se o uso de cultivares de florescimento tardio. Cultivares com predominância de perfilhos basais são as mais indicadas para uso em capineiras.. Entre as preferidas para corte em propriedades leiteiras pode-se citar a variedades mineiro. cameroon e cultivar roxo. pois. mas tanto a produtividade como a qualidade da forragem estão mais relacionadas com o manejo do que com a cultivar utilizada. Os resultados obtidos em termos de produção de leite são bastante variáveis. cujo fenômeno está relacionado com melhor distribuição da produção de forragem ao longo do ano. O custo de formação. três e cinco dias de ocupação. Poucas são as cultivares para uso específico sob pastejo. Considerando o problema de estacionalidade. respectivamente. Constatou-se que embora ocorram variações diárias na produção de leite nos três períodos de ocupação num mesmo piquete. características produtivas e adaptação ambiental das cultivares disponíveis são referências importantes para orientar a escolha. isso não afeta a produção média por animal e por área.  AgriculturA e PecuáriA indicada para a formação de capineiras. sobre a produção de leite. A rápida perda de qualidade decorrente do aumento da idade da planta é um fator observado no capim elefante e na maioria das forrageiras tropicais.

exige que se relacione sua área disponível com o número de animais a serem arraçoados durante todo o ano. na época seca. em pastagem de capim elefante. foi observado que ocorre uma significativa redução na produção de leite quando os piquetes são pastejados após os trinta dias de descanso. Por outro lado. essa prática exige um grande número de piquetes. implicando consumo de . tendo como conseqüência uma maior oscilação na produção de leite. a produção de leite é mais uniforme. quando bem manejadas. A inclusão de outros ingredientes na dieta.  e  dias). facilidade de manejo e a baixa oscilação da produção de leite por animal. recomenda-se cortá-lo com . a qualidade. sobre a produção de leite por animal. dependerá do nível de produção do rebanho e do estágio de lactação dos animais. Considerando a economia em cercas. Os cortes podem ser realizados manual ou mecanicamente.0 m. No entanto. o que provavelmente não compensa o aumento no custo de produção. o que permite se estimar a quantidade de capim disponível a curto prazo.Com o pastejo de um dia por piquete. quando o capim elefante estiver com . em conseqüência da perda de qualidade. Em geral.00 kg de concentrado. a capineira deve ser utilizada em talhões com diferentes alturas do capim. na época chuvosa. como os concentrados. Com 0 dias de descanso e com o fornecimento de concentrado. com um hectare de capineira bem formada e manejada podese alimentar dez vacas de leite durante 0 dias. recomenda-se utilizar três dias de pastejo com trinta dias de descanso. a seletividade animal é exercida. Nesse caso. uma vez que tanto o rendimento forrageiro  . pois nessas condições a variação na qualidade da forragem disponível é minimizada. a produção de leite por área aumentou 9 kg/ha de leite em 0 dias. Na Embrapa-Gado de Leite não foi observado o efeito de diferentes períodos de descanso (0. com uma produção diária de leite em torno de  kg/vaca.0 m de altura ou a cada 0 dias. Para tanto. Esse manejo visa obter a melhor relação entre a quantidade e a qualidade da forragem. no período das águas. quando um piquete é utilizado por mais de um dia. o que facilita o seu manejo e permite ao produtor estabelecer comparações entre os talhões. a disponibilidade e a ingestão de forragem é maior no primeiro dia e menor no último. Meta é Relacionar Quantidade e Qualidade da Forragem As capineiras. pelo aumento da idade da planta. Entretanto.

este deve ser cortado e fornecido para categorias do rebanho menos exigentes ou seu uso para silagem. influenciando o desempenho animal. prejudicando as gemas acima do nível do solo e. Dessa maneira. hoje os mais recomendados para essa prática. esta deve apresentar elevada qualidade. O recolhimento do capim cortado deverá ser orientado no sentido de evitar a entrada de máquinas nas áreas recém-cortadas e em fase de rebrota. O material cortado manualmente pode ser transportado por carroça ou carreta até o local onde se encontra a picadeira de forragem. No corte mecanizado. devendo ser preteridos em relação àqueles que trabalham com sistemas de facas oscilantes. com redução drástica na sua produtividade e longevidade. Dessa maneira. que é conduzido à carreta ou vagão forrageiro por meio de um tubo. além do corte. Em seguida processa-se a picagem do material. de preferência com enxada bem afiada. o que promove maior racionalidade no uso da mão-de-obra da fazenda. considerado o ideal para promover aumento no consumo de forragem. faz uma picagem grosseira do material cortado. tendo-se o cuidado de verificar se as facas estão afiadas e a picadeira regulada de modo que pique o material no tamanho de - cm. comprometendo a rebrota do capim-elefante e sua produtividade em médio prazo. Este equipamento. O corte manual deve ser feito rente ao solo. a colhedeira tipo Taarup ou similar deve ser acoplada ao trator. Nunca se deve deixá-lo “passar” para cortá-lo no ano seguinte.O capim elefante deve ser cortado em quantidade suficiente para dois dias de fornecimento aos animais. o que não é conseguido quando se faz o corte a 0 ou 0 cm de altura. No entanto. Facas desreguladas e cegas permitem o corte do material em pedaços  AgriculturA e PecuáriA quanto o valor nutritivo são afetados pela idade da capineira e. Em caso de sobra de capim de um talhão. o corte deverá ser iniciado do fundo para a frente da capineira. em conseqüência. facilitando os cortes seguintes. . além de propiciar brotação mais robusta. propiciando ao animal consumir quantidades de energia e proteína que possibilitem bom desempenho em ganho de peso ou produção de leite. a rebrota seguinte. Numa capineira de corte alto podem ocorrer problemas de esmagamento de plantas pelo tráfego de carretas. O corte baixo facilita a entrada de carroças e carretas na área para recolher o capim. com engate para carreta ou vagão. conseqüentemente. esses equipamentos possuem um mecanismo de corte que abala a base da touceira. quando a forragem verde é a única ou a principal fonte de alimento.

o proprietário deve seguir as recomendações de uso do fabricante. além do concentrado. com o solo úmido. Como as forragens retiram grandes quantidades de nutrientes do solo é necessário que se proceda à adubação de manutenção. espectivamente. o capim é picado pela própria máquina na capineira. No caso de solos de baixa e média fertilidade. são recomendados 0 kg/ha de N. Adubação de Manutenção Repõe os Nutrientes Retirados do solo Para evitar problemas com o desgaste das facas e com a regulagem da picadeira. não necessitando fazer a operação anterior.muito grandes. O conhecimento de quais nutrientes e em que quantidade foram removidos permitirão estimar em que base se deve fazer a sua reposição ao solo. Os mesmos cuidados no procedimento da regulagem e afiação das facas devem ser observados antes de cada corte mecânico de forragem na capineira. a forragem deve ser colocada no cocho para os animais em quantidade suficiente para que o consumo animal não seja restringido. Um animal adulto consome entre  e  kg/dia de forragem verde como alimento exclusivo. Uma vez cortada. pode prejudicar o equipamento e aumentar o consumo de combustível ou energia. Esses fertilizantes devem ser misturados e aplicados parceladamente após cada corte. fazendo que o consumo pelo animal seja reduzido e haja muita sobra de forragem no cocho. de modo que se equilibrem os vários elementos do solo e possibilitem bom desenvolvimento da capineira. entre outros fatores. durante a estação chuvosa. correspondentes a 00 kg/ha de sulfato de amônio. No caso do corte mecanizado. desfibrados e desuniformes. O enxofre passa a assumir importância. O consumo de forragem verde pelo animal é variável e dependente do seu teor em matéria seca e do uso ou não de alimento concentrado ou pasto. 0 kg/ha de PO e 0 kg/ha de KO. o que deve ser feito em função da produção de forragem removida da área. Além disso. podendo ser administrada em uma ou duas porções diárias. desde que recomendados pela análise. na medida em que outras fontes tradicionais de outros nutrientes como o sulfato de amônio ou o superfosfato simples estão sendo substituídas por fon . 0 kg/ha de superfosfato simples e 0 kg/ha de cloreto de potássio. Elementos como o cálcio e o magnésio devem ser repostos pela calagem. que deve ser realizada anualmente.

parcelando-a após cada corte. devido ao pouco conhecimento e ao alto custo dessa prática. A irrigação constitui um importante fator para a manutenção da produção de forragem por ocasião de veranicos.  AgriculturA e PecuáriA tes mais concentradas ou mais baratas. especialmente zinco. equivalentes a 0 kg/ha de sulfato de zinco. Uma análise econômica baseada apenas nos custos variáveis mostrou que a produção de leite em pastagens de capim elefante com o uso de irrigação apresenta um retorno de até R$ 0. Caso haja disponibilidade de cama de frango. removido diariamente do curral após as ordenhas. durante todo o ano.Em regiões onde existe uma comprovada deficiência de micronutrientes. o uso da irrigação poderá possibilitar uma redução no uso de volumosos conservados e concentrados durante o ano.000 kg/ha/ano. torna-se necessária a aplicação de  kg/ha de zinco. A sua utilização ainda é pouco difundida para capineiras e pastagens. desde que haja disponibilidade desse material na fazenda. permanecem favoráveis ao crescimento das plantas. o que corresponde a mais de 0. deve ser espalhado uniformemente sobre toda a área de capineira recém-cortada. por ocasião do plantio. A adubação orgânica também pode e deve ser aplicada na capineira. O esterco verde. Aplicações de 0 a 0 toneladas por hectare de esterco bovino por ano são comumente recomendadas. para solos com deficiência de enxofre. a adubação química da capineira deverá ser conduzida em níveis superiores aos tradicionalmente indicados. independente da época do ano. . Avaliando Alternativas O uso exclusivo de pastagem não é suficiente para sustentar uma produção de leite estável ao longo do ano. devendo ser suplementado. tem sido recomendada a aplicação de 0 a 0 kg/ha de enxofre. pois o capim elefante.00/ha/mês. especialmente em regiões onde o índice pluviométrico é muito baixo. Em geral. Em propriedades onde se utiliza a irrigação durante todo o ano. O uso de irrigação possibilita manter elevada produção do capim elefante para regiões em que a temperatura e a luminosidade. Em pastagens irrigadas de capim elefante podem ser obtidas produções diárias de leite superiores a 00 kg/ha. bem como na época seca. o mais recomendável é usar entre  e  toneladas/ha/ano. juntamente com o fósforo. Nessas regiões.

tifton . a prática e os experimentos têm revelado bons resultados na intensificação da produção de leite a pasto e na produção de feno. riqueza em energia. apresenta características de importância forrageira. como elevada produtividade. com a mesma quantidade de cana.no caso. azevém. acrescida de uma fonte de enxofre. Animais em crescimento. essa pastagem possibilitou uma taxa de lotação de cinco vacas/ha e produção de  kg/vaca/dia de leite. a uréia. forragem verde picada ou. essa forrageira deve ser associada a uma fonte de nitrogênio não-protéico . forrageiras de inverno e concentrados. O processo de intensificação da produção de leite deve considerar a utilização de sistemas que exijam pequeno investimento e que sejam auto-sustentáveis. florakirk. um volumoso muito utilizado para alimentação de bovinos na época seca. Entre as mais utilizadas destacam-se a cana-de-açúcar. ainda.como a maioria das forrageiras tropicais. recomenda-se usar 00 g da mistura uréia + fonte de enxofre (9:). aveia. os ganhos de peso diário podem variar de 0 a 0  . Sobre esta. Nesse sentido. a Embrapa-Gado de Leite tem recomendado um dia de pastejo e  dias de descanso no período seco e  dias no período chuvoso. florona. maturação e colheita coincidente com o período de menor crescimento do pasto. Para pastagens de coastcross-. diluídas em água. Quando se adicionam diferentes suplementos. Para cada 00 kg de cana-de-açúcar picada. suplementados a pasto com a mistura cana-de-açúcar + uréia. tifton . concentrando a produção no período chuvoso com queda significativa no período seco. durante a época de baixa disponibilidade de forragem torna-se necessário suplementar a pastagem com forragem conservada. podem obter ganhos de peso de 0 g/animal/dia. estrela e florico. Por apresentar baixo teor de proteína bruta. a intensificação da produção baseada no uso de algumas gramíneas podem se constituir em uma boa alternativa para o período de escassez do pasto. Assim. são sujeitos ao fenômeno da estacionalidade. Na segunda semana. O fornecimento da mistura cana-de-açúcar + uréia deve ser precedido de adaptação dos animais por uma semana. alfafa e as do gênero Cynodon. Quando bem adubada. Já a cana-de-açúcar. usa-se % da mistura uréia + fonte de enxofre. Estes resultados foram obtidos com vacas Holandesas puras e período de avaliação de 0 semanas. irrigada e com o uso de suplementação baseada em  kg/vaca/dia de concentrado. Entre as cultivares recomendadas encontram-se a coastcross-.

Pode ser usada.As aveias amarela e preta e o azevém são forrageiras para uso exclusivo no período de inverno. 9 AgriculturA e PecuáriA g/animal. como verde picado ou sob pastejo. suplementadas com canade-açúcar mais uréia no período seco possibilitam produções de leite de . Em pesquisas realizadas na região Sudeste. com excelentes resultados em termos de produção de leite. a alfafa mostrou potencial de produção acima de . Os cortes devem ser feitos no início do florescimento. como forragem conservada (feno ou silagem). sendo o volumoso recomendado para animais de alto potencial para produção de leite.0 kg/animal/dia. Diversas pesquisas têm mostrado produções de leite ao redor de  kg/vaca/dia em aveia e azevém e ganhos de peso de . . de  a 0 cm do solo. a cultivar mais utilizada e com maior disponibilidade de sementes no mercado é a Crioula. O plantio deve ocorrer após a colheita da cultura de verão.000 kg/ ha de feno. Pastagens de capim-elefante. em áreas de baixada. devendo-se repetir a operação a cada três ou quatro semanas. podendo ser manejados sob pastejo contínuo ou rotativo. O pastejo deve ser iniciado quando a aveia alcançar uma altura entre  e 0 cm e. Sob pastejo exclusivo. Muito usada em países de clima temperado. sem e com o uso de  kg/animal/dia de concentrado. o que onera o custo de produção de leite. No Brasil. a cinco cm do nível do solo. foram obtidos  kg/ha/dia de leite. também tem mostrado boa adaptabilidade em condições tropicais. obedecendo a um dia de pastejo e a  ou a  dias de descanso. De uso tradicional na região sul. a cada  dias durante a estação chuvosa e a cada  dias na época seca. sob irrigação. para as épocas chuvosa e seca. O primeiro corte deve ocorrer entre 0 e 0 dias após o plantio.0 kg/vaca/dia. A cultivar Flórida 0. usando vacas puras Holandesas. essas forrageiras quando utilizada na região sudestes exigem o uso contínuo da irrigação. A alfafa se destaca por apresentar alta produtividade e qualidade. com animais em crescimento em pastagens de aveia. O pastejo deve ser rotativo. 0 cm aproximadamente. sendo recomendadas para alimentação de vacas em lactação. proporcionando aumento de produção em sistemas intensivos. respectivamente. no primeiro ano da cultura. em pesquisa recente. respectivamente. para o azevém. a alfafa vem sendo cultivada com sucesso em áreas tropicais. e 9.

200305> Acesso em: 09 de ago. 00 Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de ago. ANO XI. Disponível em: <http://revistapesquisa. CÓSER. . MARTINS.C. Pesquisa FAPESP..B.Fax: -0 E-mail: baldebranco@baldebranco. E. Revista Balde Branco.fapesp. A. F.br/ show. 00 . A.. fevereiro. 000 R Gomes Cardim.V.  – CEP 000-900 – São Paulo-SP Tel: () -9 / -9 . n. n.com. CRUZ FILHO. C. abril.br . Boletim NOTESALQ . A. 00 90 .REFERêNCIA . PEREIRA. MAYA. .fapesp1.php?lang=pt&id=revistas1.

Período de julho a novembro 0% dos ovos são férteis. Segue abaixo informações adicionais oferecidas pelo Sr. Para evitar que as fêmeas botem fora do ninho é necessário que elas tenham ninhos disponíveis e o pesquisador sugere que o proprietário construa ninhos com caixas de madeira e com telhado e dividi-los com madeira. Levino da Embrapa Suínos e Aves: l l l l l Maturidade sexual:  ano.Gansas africanas. diz o pesquisador. Os ninhos devem ter cm de altura por 0 cm de comprimento e deve-se cobri-los com capim. 9 AgriculturA e PecuáriA GANsOs AFRICANOs . O pesquisasor ainda informa que o ideal seria ter um “armário” e construir o ninho dentro deste. Até três ou quatro fêmeas é possivel que usem o mesmo ninho. ninho PALAvRAs-ChAvE Informações sobre criação de gansos. É normal este procedimento? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com o pesquisador da Embrapa Suínos e Aves Sr. portanto deve ter atenção voltada para que esta situação não aconteça. O pesquisador alerta que se for importante identificar os ovos de cada fêmea estas devem estar separadas. Vive mais de  anos. Duração da incubação  dias. mas acima deste número elas poderão ir botar em outros lugares e o proprietário. Postura 0 a 0 ovos.Tenho dois casais de gansos africanos e as fêmeas estão compartilhando o mesmo ninho tanto para postagem como para chocagem dos ovos em esquema de revesamento. é normal sim. Levino José Bassi. que as fêmeas compartilhem o mesmo ninho tanto para postagem como para chocagem dos ovos em esquema de revesamento.

ou galinha. l A primeira refeição é oferecida  horas após o nascimento. Pasta o dia inteiro. ração de crescimento e verdura.reproduzem bem até o oitavo ano. l Assim que os gansinhos nascem é aconselhável transferi-los para uma criadeira. A partir do segundo ano. como uma caixa de madeira. l O ganso Africano é descendente do ganso selvagem chinês. Não necessita de abrigo. Acasalamento l Os gansos estão prontos para o acasalamento com oito ou nove meses de idade e se. e o peso médio da ave adulta é em torno de 0kg. Em geral. Após deve receber. um balaio ou mesmo um pneu velho recheado de palha. A época de reprodução é entre os meses de julho e dezembro. e as gansas passam a botar um ovo a cada dois dias. são bons guardas e sempre dão sinal de alarme quando alguém se aproxima. l A diferença entre os gansos domésticos e os selvagens é que os domésticos não voam. a quantidade de ovos aumenta. por isso os ovos devem ser retirados. ou seja. l Os gansos selvagens podem voar alto. a postura é de cerca de 0 a 0 ovos.l l l l l l l Não necessita de lago. Pode ser incubado artificialmente em chocadeira. alimenta-se de ração inicial e verdura . como galinhas. aguardados por dez dias. grandes distancias e chegam a mudar de região quando há mudanças de estação. que pode ser uma caixa de madeira forrada com palha aquecida por uma lâmpada. l A grande maioria dos gansos domésticos tem temperamento dócil e se dão muito bem em regime de pasto. Primeiro mês. no máximo. patas ou peruas. o vôo é curto (alguns metros) e baixo. Na época de procriação deve receber ração de reprodução e verdura. e colocados para chocar em incubadoras ou por outras aves. l Os ninhos podem ser bem simples. No primeiro ano. quando já tiverem pelo menos 0% das penas. l A incubação é de aproximadamente 0 dias. l As gansas de raça pura não costumam ser boas chocadeiras. elas abandonam o ninho antes da época certa. l O período de incubação é de  a 0 dias. l Os filhotes só podem nadar com 0 ou 0 dias de vida. e 9 .

cnpsa. . quando as pessoas criavam aves exóticas.embrapa. Os gansos costumam usar rios com pouca corrente e as lagoas com bastante vegetação aquática. Quanto ao manejo sanitário das aves devem ser tomados cuidados tais como vacinas contra doenças típicas e deverá ser feito acompanhamento veterinário para melhor orientação na criação do seu plantel. Disponível em <http://www. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de ago. br/>. elas colocavam nomes exóticos para valorizar a criação. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA a origem do nome Africano é desconhecida. Acesso em: 0 de a ago 00.l l FONTEs CONsULTADAs Embrapa Suínos e Aves. A única explicação possível para o nome é que na antiguidade.

GRANjA PALAvRAs-ChAvE Granja. sem defeitos físicos e dóceis. • Boa conformação corporal. O resultado é que as “galinhas caipiras” produzem carne e ovos muito mais saborosos e saudáveis. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Uma boa opção para a criação de galinhas em pequena escala é a criação de “galinhas caipiras” em sistemas mais tradicionais. a sua comercialização pode ser efetuada de modo direto (produtor-consumidor). • Cristas e barbelas bem desenvolvidas. galinha caipira. Escolha das Galinhas: • Selecionar as galinhas que demonstram serem saudáveis. 9 . ou com a existência de no máximo um intermediário. criação de galinha caipira Instruções sobre como montar uma pequena granja. Vejamos como proceder para montar uma pequena criação de galinhas caipiras: seleção do Plantel Com este trabalho pretendemos provocar uma seleção do plantel existente visando seu melhoramento. As aves criadas através deste sistema alternativo são muito mais saudáveis do que as produzidas pelos sistemas de confinamento mais “avançados”. nos quais os animais são submetidos a condições altamente estressantes e recebem altas doses de hormônios e medicamentos para que cresçam aceleradamente. Além disso. descartando as aves que não se enquadram nos itens abaixo. pelos quais os consumidores estão dispostos a pagar um maior preço. que não exigem o confinamento total dos animais e nem uso de altas tecnologias. tornando compensadores e bastante atrativos os preços dos produtos para o produtor.

Menor tendência ao choco e manter-se em postura quando a maioria das galinhas estiver em muda. sem precisar mudar o sistema produção e com pouco investimento. Aves híbridas de ovos vermelhos. deixando que a galinha abrigue sua ninhada. Aves Canadense . Manejo de Pintinhos A grande mortalidade dos pintinhos é verificada nas criações que não usam nenhuma tecnologia. sadios. pois eles não tem capacidade de regular sua temperatura corporal. Label Rouge. Plimauth Rock Bared. As aves que recomendamos deverão apresentar características de dupla aptidão . Introdução de Aves Melhoradas É possível provocar o melhoramento genético do plantel. Nas primeiras  horas após o nascimento não precisa dar alimentação pára os pintinhos. Isa Browm.Rhode Island Red.• Escolha do Galo: • Devem ser vigorosos. Quando a propriedade for dotada de energia elétrica os pintinhos 9 AgriculturA e PecuáriA • Por ovos com freqüência e de bom tamanho com formato regular. . por este motivo eles devem ser aquecidos pelas mães ou aquecimento artificial. Hy-line Browm. Raças Puras . Shaver Browm. quando o produtor colocar para chocar várias galinhas e a eclosão não for uniforme pode-se juntar as ninhadas de forma que cada galinha não tome conta de mais  pintinhos. Após o nascimento deverão ser retiradas do ninho as cascas de ovos gerados e o material que foi utilizado no ninho como forro e trocando-o por material limpo e seco.carne e ovos. • Sexualmente ativos. Os pintinhos requerem maiores cuidados principalmente nos primeiros 0 dias. não apresentar defeitos físicos ou de aprumos. • Ser mantido no plantel no máximo 0 meses.Paraíso Pedrez. • Musculosos e pesados. New Hampshire. Para tanto recomenda-se a introdução de aves já melhoradas geneticamente que serão cruzadas com aves do plantel previamente selecionadas. • Manter a proporção de um galo para dez galinhas.

Quando a opção for adquirir pintinhos melhorados de incubatórios sugerimos utilizar c[circulo de proteção. casca de arroz. Deve ser mantido sempre limpo ter a espessura de  a 0 cm. serragem e folha de fumo . de acordo com o comportamento das aves. 9 . Recomenda-se  galo para 0 galinhas para haver uma boa fertilidade. bebedouros e aquecimento através de uma lâmpada elétrica. Devem ser colocados em locais de penumbra. Deve-se utilizar  ninho para  galinhas e estes devem ser fechados à noite.poderão ser colocados em pinteiros providos de comedouros. estes são mais fortes (0%±) que as fêmeas e também tem a crista bem mais vermelha.que contribui para o controle ao piolho e sarna. vigorosos e bons reprodutores. as demais serão engordadas e vendidas para o abate (machos e fêmeas). que será usada 0 dias no verão e  dias no inverno. Nesta fase inicia-se a seleção das melhores aves para a reprodução. Os ovos destinados à comercialização são colhidos diariamente. Os machos também devem ser sadios. A temperatura no interior do pinteiro deve ser regulada levantando ou abaixando a lâmpada ou compânula a gás. afim de preservar sua qualidade. comedouro e bebedouro e fonte de calor. A cama do ninho deve ser macia e confortável. Manejo de Aves Adultas As aves de reprodução que permanecerão no plantel devem ser sadias e estar em bom estado físico. Manejo da Recria Após 0 dias o empenamento estará completo e as aves poderão ser soltas lentamente onde irão adquirir o hábito de ciscar e procurar alimento. a fim de preservar a câmara de ar. feita com materiais como capim seco picado. pois as aves rejeitam ninhos muito claros no 9seu interior e se aninham em ninhos muito escuros. Os machos neste período são facilmente reconhecidos. devem ser limpos e guardados em ambientes frescos. geladeiras ou caixas de isopor. para evitar que as aves durmam nele. Deve-se ter o cuidado de armazenar os ovos com a extremidade mais fina voltada para baixo. Quando os pintinhos se amontoarem debaixo da fonte de aquecimento é sinal que estão com frio ou quando se afastarem muito da fonte indica que está muito quente. cama. e receberão o mesmo manejo das aves adultas.

e portanto devem ser descartados. tifon. capaz de atender suas exigências nutricionais. Contraído. duro e espesso. macia e lustrosa. As aves devido a idade. rígidos e muito próximos. sem trincas. A postura ocorre com freqüência de aproximadamente até 0 horas da manhã. Distendido. quebradas e sujas. Para haver uma boa eclosão deve-se colocar de 9 a  ovos para que a galinha o cubra totalmente. flácido. flexíveis e bem separados. Devem ser acondicionamento em pentes com extremidade maior voltada para cima e num período máximo de  dias. Alimentação As aves caipiras são mais resistentes que as aves industriais. ressequida. desenvolvimento sexual incompleto. portanto neste período as aves devem ficar presas. . Gasta. e com início de mudas precoces não produzem ovos. Finos. completa e sem pontas quebradas. Área de pastagem recomendada para cada ave adulta é de aproximadamente 0 m. Redonda. A ração balanceada deve ser fornecida em comedouros no interior do galinheiro na base de 0 g por dia por ave e cocho com mistura mineral para consumo à vontade. enrugada e seca. Esbranquiçados e canela achatada. sem sujeiras. cabendo dois ou mais dedos. pode-se utilizar capim quicuro. brachiaria. Bonita. vermelho-vivo. pequena. tamanho médio para grande. AvEs FORA DE POsTURA Escura. aumentadas de tamanho. Forma ovalada. ) Abdômen É importante deixar boas chocadeiras para se fazer incubação natural dos ovos. Apresentamos a seguir um quadro para facilitar a seleção de galinhas em produção. pequenas. Amarelos e canela roliça. Duros. mas mesmo assim devem receber suplementação através de ração balanceada e volumosos. enrugada e escamosa. gra9 AgriculturA e PecuáriA Os ovos para incubação devem ser colhidos mais vezes ao dia. úmida e macia. formato normal. fino e suave. Próximo aos ninhos onde as galinhas estão chocando deve haver água e ração à vontade.CARACTEREs ) Crista e barbela )Cloaca ) Bico e canela ) Plumagem ) Ossos Pélvicos AvEs EM POsTURA Grande.

ma estrela. Sugerimos o plantio de feijão Guandu.00 Arraçoamento Do Pintinhos Durante os primeiros  a 0 dias deverá ser fornecido aos pintinhos ração comercial de fase inicial à vontade em comedouro tipo bandeira. rami. quando houver área disponível recomendase dividi-la em piquetes e fazer o manejo rotativo. após este período as aves poderão ser soltas.00 . ou copo tipo pressão. Girassol. confrei. Neste período o consumo médio de ração é aproximadamente  kg.0 0. 9 . pode-se utilizar também restos de hortaliças. por ave. Rações Fareladas de Produção Caseira Sugestão  Ingredientes Fubá de milho Farelo de soja Farinha de carne de ossos Quantidade necessária para 100 kg de ração (quilos)    Sugestão  Fubá de milho Quirera de arroz Farelo de soja farinha de carne de ossos  0   Sugestão  Fubá de milho Farelo de soja Feijão-guandu   0 Sugestão de Mistura INGREDIENTEs Fosfato Calcário Sal Comum TOTAL MISTURA PORCENTAGEM (%)    00 QUANTIDADE (Quilos) .0 0. Durante o dia a ração do comedouro deverá ser peneirada para retirada das impurezas.

e os entulhos limpos retirados. A quantidade de água consumida pelas aves normalmente é o dobro da que consomem em alimento. profilaxia e combate sistemático a vermes e parasitas. As poças d’água estagnadas e brejos devem ser esgotados e ou isolados. casca de arroz. Todas as instalações e equipamentos e arredores da criação deverão ser limpos lavados e desinfetados a cada  dias. Profilaxia Para esta criação recomenda-se um programa mínimo de vacinação para controle de algumas doenças. Sugere-se uma solução de água e creolina na proporção de  a %. para satisfazer as necessidades metabólicas. Deve-se usar de 00 g a  kg de material de cama para cada m de instalação. cepilho de madeira. tanto para bebida quanto para a manutenção geral do aviário. etc.sanidade A saúde é importante para que as aves sejam boas reprodutoras de carne e ovos. sabugo de milho triturado. Produto Água Cal extinta Creolina Unidade Litros Quilos Litros Quantidade  .0 O piso das instalações deve ser forrado com uma “cama” que poderá ser de capim picado e seco. O fornecimento da água deve ser em toda a fase de sua vida pura e fresca. A manutenção da saúde é um conjunto de práticas que envolvem isolamento. pinteiros e galpões. Apresentamos a seguir uma sugestão de solução desinfetante para caiação de ninhos. higiene. estas devem passar um período de isolamento de no mínimo 0 dias. Esta deverá ser substituída a cada 90 dias ou parte da cama quando for molhada. . Esquema de vacinação Idade 0/ dias /0 dias Doença Tipo de vacina New Castle (Peste Aviária) La Sota New Castle (Peste Aviária) La Sota via de aplicação Ocular Ocular 99 AgriculturA e PecuáriA Água Água é de vital importância para a criação.00 0. Para introduzir aves no plantel.

proteção natural contra ventos fortes. Colocar papel jornal sobre a “cama” e retirá-lo após  dias. seguindo as recomendações do fabricante. Do º até o 0º dia fornecer ração inicial de frango de corte à vontade e soltá-los após este período. • Devem ser utilizados de preferência os materiais disponíveis na 00 . sarnas/Piolhos . com drogas específicas. OBSERVAÇÃO: As vacinas devem ser mantidas na geladeira (fora do congelador).0/ dias / meses  dias  dias / meses New Castle (Peste Aviária) New Castle (Peste Aviária) Bouba (Caroço Pipoca) Bouba (Caroço Pipoca) Cólera Aviária (P. após  horas fornecer quirera de milho ou fubá médio. vacinados contra Marek e Bloba Aviária. Multocida . isolado do fluxo normal do trânsito e de pessoal. colocando nas bandejas e sobre o papel. água de boa qualidade e localizados no mínimo a 0m da residência. As sobras de vacinas e frascos devem ser incineradas ou enterradas.Aplicar vermífugo a base de Piperazina ou Mebendazoli de  em  meses para todas as aves via água ou ração conforme recomendações da bula. Colocar em círculo de proteção com fonte de aquecimento/ água/ração. Recomendações Complementares Quando a opção for adquirir pintinhos de incubatório para melhoramento do plantel algumas orientações devem ser seguidas: • • • • • Adquirir pintinhos de incubatórios idôneos.Doença da Barbela) La Sota La Sota Cepa Suave Cepa Forte Solução Aquosa Ocular Ocular Membrana da Asa Membrana da Asa Intra muscular peito/coxa.Quando ocorrer estes tipos de parasitas deve-se fazer um polvilhamento ou pulverização de todas as instalações e equipamentos e nas próprias aves. Instalações e Equipamentos • Devem ser escolhidos locais secos livre de inundações. Durante as primeiras horas de chegada somente água e açúcar a %. vermifugação . Deve-se verificar a data de vencimento.

Utilizar  cm linear por ave. sapé. • Paredes laterais .cimento amianto. • Comedouro: Tipo cocho em madeira.com madeira ou outro material disponível .Galinheiro: • Piso terra batido ou concretado. para 0 pintos com as seguintes medidas 0 x 0 x  cm. • Pé-direito . Dimensões .” fio . • Compânula ou lâmpada para aquecimento. • Cocho para minerais. • Orientação leste/oeste. • Com a idade de 0 dias utilizar bebedouro e comedouros de aves adultas e retirando o círculo de proteção. • Utilizar cortinas. Com fundo para casa de ração. • Bebedouro pendular:  para cada 00 aves.feito em bambu. .Tipo copo de pressão  para cada 0 aves. • Bebedouro: Tipo calha . • Dividir o galinheiro em três partes distintas: Abrigo de reprodução • Ninhos:  para  aves . Pinteiro • Deve ser equipado com círculo de proteção altura de 0 cm e . telha de barro. • Bebedouro . • Cobertura .0 a 0 m. • Comedouro Tubular:  para cada 0 aves. m de diâmetro. .0m. • Utilizar  aves por m. • Comedouro tipo bandeira . cm/ave. • Poleiros: 0 cm/ave espaçadas 0 cm e distante do piso 0 cm. tubo de PVC ou chapa galvanizada. 0 AgriculturA e PecuáriA propriedade. bambu.dimensões:  x  x  e com altura do piso de 0 cm. • Fazer um canal em volta da instalação para escoamento da água de chuva.0 cm de altura alvenaria ou tábuas e completada até o teto arame . • Iluminação:  lâmpada de  Watts para cada m. bambu ou maneira. trelissa. x .

htm>. Disponível em: <http://www.gov.0 x  m. V. de A. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 . Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de dez. Carlos A.mg.br/mantecn.Casa de ração • No seu interior estão localizados o fundo dos ninhos por onde serão colhidos os ovos.agridata. Acesso em:  de dez. Dimensões: .Referências • Manual Técnico de Criação de Galinhas Caipiras. 00.

e por ser dióica. farmacêutica e lubrificação (como óleo lubrificante de motor de veículos. verificou-se que não houve necessidade de troca durante 00. digestivo e tratamento de feridas. Substitui o óleo de baleia com bastante vantagem e a proibição de sua pesca. essa torta supera a do babaçu e a do trigo.000 km). originária do sudoeste dos Estados Unidos e noroeste do México (deserto de Sonora). Sua oxidação é lenta e resiste a aquecimentos repetidos e a altas tempera- 0 AgriculturA e PecuáriA jOjOBA . Sua semente produz 0% de óleo com ótimas características para uso nas indústrias de cosméticos. e por isso tem uma formidável procura no mercado internacional proporcionando altos lucros.Jojoba. Seu bagaço (0% da semente). a da soja e a do girassol. aproximando-se das mais nobres. semente PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Informações sobre cultivo da jojoba. O óleo é usado na indústria de cosméticos e farmacêuticas Planta arbustiva de cultura perene. como a lisina e a metionina. da família das buxáceas (Simmondsia chinensis Schn. Pelo seu elevado teor de proteína bruta. como extrair o óleo sOLUÇÃO APREsENTADA A produção é o fruto da Jojobeira cujo teor de óleo é de 0% e 0% será usado como ração animal através de seu bagaço. fornecedores de sementes. Seu óleo já era usado pelos astecas como tônico capilar. como a do algodão. podendo alcançar até m de altura.) com folhagem persistente. Serve para o fabrico de rações e é ótimo fertilizante. fez com que as industrias buscassem outras fontes de obtenção. produz uma torta com cerca de % de proteína que contém aminoácidos essenciais. cujo tronco se ramifica desde a base. as flores masculinas e femininas estão em pés distintos. Pode ser extraído facilmente com alto grau de pureza.

não requer trabalho intenso e é pouca afetada por patógenos e insetos. além do que seu óleo não rancifica. para estas regiões a jojoba é a planta ideal por suas características de clima desértico com alta resistência a falta d´água. A jojoba se planta de preferência na primavera em terreno arado e rastreado em fileiras de . Dada a sua tolerância a alto déficit hídrico. feijão. sendo uma espécie que se adapta muito bem a zonas afetadas por secas prolongadas. existindo uma alta demanda pela indústria de cosméticos. Cabe ressaltar que conforme resultados dos trabalhos do Prof. é de fácil manejo. Substitui o óleo diesel. suporta vários anos sem água. No Brasil existem muitas terras improdutivas e de grande extensão. O poder germinativo de sua semente é de alta durabilidade ( anos). Não se tem mais notícias atualmente de como ficou. climáticos e solo. Deste modo se assegura que o vento arraste o pólen das flores masculinas para as flores femininas.. Podem ser consorciadas outras culturas (milho. Produz bom rendimento de sementes em baixas condições de alta salinidade. 0 . e o seu cultivo requer menos água para produzir que outros tradicionais. além de que nas demais regiões de culturas tradicionais. e o custo de implantação são baixos. Portanto. tais como o semi-árido nordestino. Gladstone da UFC a jojoba no Brasil é perfeitamente adaptável nas regiões de climas similares ao do Nordeste. sendo que as araduras para preparo do terreno e plantio efetuados uma única vez são irrisórios em relação a sua alta rentabilidade. x m e sua orientação deve ser perpendicular ao sentido do vento predominante. As flores são polinizadas pelo vento. os cerrados.turas. e suas raízes pivotantes (penetram até m) recuperam o solo facilitando sua drenagem. e pode ser armazenada por longos períodos.etc). existirem áreas não utilizadas para outras culturas devido a fatores geográficos. Os trabalhos foram efetuados no Ceara com rigor cientifico e o projeto durou alguns anos. e absorvidos já na primeira colheita que ocorre no ° ano. praticamente não tem glicerídeos nem triglicérides. A Jojoba é de cultura perene (produz por mais de 00 anos).

e o que pode comprometer um solo para o seu cultivo é uma má drenagem. As plantas produzidas vegetativamente começam a produzir ao terceiro ano da plantação (. Esta espécie frutifica com os brotos novos e. e pode ser cultivada sem problemas em ladeiras. onde se colhe. O cultivo de jojoba se caracteriza por sua longevidade. exceto no início de sua plantação. pode produzir um ou mais frutos em cada um dos nós do broto em alguns pés. A planta tem grande tolerância à salinidade de solo e água. sempre e quando se aplica irrigação por gotejamento. As zonas áridas e semi-áridas assim como as demais regiões do Brasil são altamente vulneráveis a erosão e o fato de se destinar estes solos à produção de cultivos anuais sem nenhuma ou pouca preocupação em recompô-los. de até -° a até 0° C. conhecendo-se plantas de mais de 00 anos que ainda permanecem produtivas. . não são problemas os solos pedregosos. Resiste a temperaturas. aumenta os riscos de desertificação.00 kg/HA) e a produção total é alcançada aos 9 anos. garantindo uma cobertura vegetal. Por ser um cultivo permanente e ótima opção por sua rentabilidade. e dos brotos tenros e flores em uma plantação adulta. Não obstante. Os níveis a que resiste. os custos de mão de obra e maquinaria são diminuídos devido a que. A planta é sensível as geadas. se deve realizar em período de pouca atividade agrícola tradicional. ao incluir a jojoba como novo cultivo. produzindo de forma adequada com níveis de  e  dS/m respectivamente. e se desenvolve com maior rapidez se são altas ( a °C ). permite dar usos a recursos que no momento se encontram ociosos. O vento é um fator positivo por facilitar a polinização das flores e outros fatores 0 AgriculturA e PecuáriA e seus frutos começam a inchar-se até alcançar sua maturidade nos meses de março e abril do ano seguinte. Quanto a exigências de solo. desde que apresente uma adequada ventilação. Quando o fruto está maduro. suas raízes são muito suscetíveis a asfixia radicular. por ser um cultivo pouco intensivo e cujo principal trabalho que é a colheita. no geral.No caso de propriedades já estabelecidas com outras culturas. não requerendo araduras. produz um fruto a cada dois nós. se abre e deixa cair a semente no solo. a jojoba se adapta a uma ampla gama deles. elimina estes riscos. são superiores aos de qualquer outro cultivo. sendo que uma geada forte e prolongada pode produzir a morte de uma plantação completa se esta é nova. o qual se traduz em uma perda de produção no ano.

se recomenda usar sistemas de irrigação por gotejamento. Para plantação efetuada por plantio direto ou através de mudas. se deve irrigar a cada verão e uma vez ao mês no inverno se não existir chuvas de inverno na região. No verão irriga-se uma vez por semana e a cada  semanas no inverno para o caso de irrigação por gotejamento.  mg/g do talo. mas sim a salinidade. aproximadamente a  litros por planta em uma semana em média.0 kg/ha. ainda mais se fosse irrigado por gotejamento. com suplementação de nitrogênio. Em zonas onde o principal limitante é a água. Para uma plantação adulta.000 a 00 m³ de água por hectare no ano.isto equivale. deixar uma planta masculina para cada 9 femininas. como também se pode fazer uma poda mecanizada após a colheita para favorecer o desenvolvimento de novos brotos.00 plantas fêmeas e 0 masculinas por hectare). é importante manter o cultivo livres das ervas daninhas. potássio e fósforo. deve-se efetuar o desbaste na primeira floração que ocorre no terceiro ou quarto ano após o plantio. Quando os cortes dos brotos foram tratados com o IBA. Na irrigação por sulcos. Os arbustos masculinos devem intercalar-se em todo o bosque (aproximadamente . A irrigação se faz por sulcos ou por gotejamento. A jojoba requer de . As sementes plantadas necessitam de duas ou três irrigações durante o primeiro verão e devem ser protegidas dos animais e a remoção de ervas daninhas é recomendado após cada irrigação. . Deste modo se assegura uma adequada lavagem dos sais do perfil destes solos. o qual corresponde a metade ou um terço que se requer de um cultivo tradicional. esta responde a uma fertilização tradicional. Embora não existam muitos estudos sobre fertilização para a jojoba.climáticos não afetam o cultivo. Pode-se recomendar o uso de Simazina antes da plantação e no in0 . o sistema de sulcos é adequado em setores em que a água não é o limitante. Não obstante. Na colheita se efetua uma poda e consiste somente em eliminar os ramos que crescem perto da superfície do solo para facilitar o trabalho de colher. as ervas daninhas não tiveram que ser um grande problema. rendendo possivelmente de sementes. isto é. A maior resposta observada corresponde a aplicação de NITROGÊNIO na quantidade media de 0 a 0 kg por hectare ao ano. de acordo com as características do solo. enraizaram 00% em  dias. dificulta os trabalhos da colheita. Nas zonas áridas e semi-áridas. sendo que a presença destas.

Cerca de 90% do óleo é destinado a industria de cosmético. é hidrogenado e de fácil diluição em solventes orgânicos comuns. está desenvolvendo um projeto para produção de óleo de jojoba. . Para muitas aplicações industriais. não é tóxico. deve-se fazer a mistura de esterco com areia grossa e se efetuar a aplicação de Brometo de Metila (clique aqui para informações de como utilizar este produto que é considerado altamente tóxico e outros produtos similares que existem no mercado) no composto. sendo um líquido gorduroso com ponto de fusão de °C a 9°C. grande estabilidade e não é afetado por repetidos aquecimento de até 00°C. ponto de ebulição e chama. são impor0 AgriculturA e PecuáriA verno em plantações já estabelecidas se podem efetuar aplicações de Glifosato ou outro herbicida de contato (com proteção para planta) quando se fizer necessário. Ele é indicado para todos os tipos de peles. especialmente para produtos de pele. sendo um material de fácil manipulação. são razões para seu uso intensivo. tomando-se muito cuidado nesta aplicação. cabelos e outros e é de fácil absorção por parte da pele e o fato de ser um recurso natural e biodegradável. baixa volatilidade. as sementes utilizadas no projeto. É usado na industria de lubrificantes e alternativa para o diesel A Jezyn Agronegocios. Não rancifica e é usado na fabricação de perfumes. além de não deixar que os óleos carreadores em geral fiquem rançosos com grande rapidez se adicionado a eles e possui longo tempo de vida. (veja Brometo de Metila) em casos isolados. Na produção de mudas a partir de sementes. suas propriedades são promissoras: altos índice de viscosidade. O óleo de jojoba sem refinar possui uma longa história de uso pelos índios norte-americanos e é obtido da semente da jojoba prensada a frio (esmagamento) sem o uso de solventes e tem muito poucas impurezas. acnéica e inflamadas. proteínas e sais minerais quando não-refinado.Controle Fitossanitário: a cultura da jojoba é caracterizada por ser bastante saudável. mista. e sob baixas temperaturas ele pode se solidificar homogeneamente se não foi refinado. incluindo a oleosa. visto que o brometo é nocivo. evitando-se desta forma contaminações de germes patógenos e deixar descansar por alguns dias.O tratamento que tem se mostrado eficaz para controlar este fungo é a aplicação de Thiabendazole-Tecto-BAYER. detectando-se somente ataques de Fusarium sp. Possui uma coloração clara e é rico em vitamina E.

ibict.br/upload/sbrt1105.tadas de Israel.br/upload/sbrt2012.pdf.com International Jojoba http://www. Iva Maria Alves e Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de ago.sbrt.ijec.com/news/news. 00 0 .sbrt.com.br/upload/sbrt1213.html Óleo de jojoba como biodiesel Embrapa Pantanal Telefone () -0 http://www.ibict. Acesso em: 09 de ago.ajorp.pdf. existem algumas respostas sobre processo de extração de óleo.net/ijec_glossary.jezynagronegocios. Rua Darzan.pdf.br>.newscientist. Disponível em: <http://www.São Paulo . 00. 00 http://www. Acesso em: 09 de ago.br Outros links Plantação de jojoba http://www.ibict. e poderá fornecer maiores informações.CEP: 00-00 . Acesso em: 09 de ago. 00 FONTEs CONsULTADAs Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. Acesso em: 09 de ago.jsp? CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs No site do SBRT.SP () 9-09 / () 9- / () -9 http://www.sbrt.sbrt. disponíveis em: http://www. 00 http://www. 0 -Santana . que poderão auxiliar na pesquisa. Extração de óleo.ibict.

por um lado. um aumento da facilidade de transporte a medida que o produto final agrega trabalho. o principal voltado a esta comercialização. Deseja saber os equipamentos necessários para a produção deste produto. exportação PALAvRAs-ChAvE Quer informações sobre a exportação da castanha do Pará e do óleo extraído de sua amêndoa.Castanha-do-pará. regiões próximas ao litoral e do rio Amazonas levam alguma vantagem para o escoamento de sua produção se comparados a situação de regiões interioranas como o caso do norte do Mato Grosso e sul do Pará. enfrenta a crise gerada pela falta de modernização portuária no Brasil. uma diminuição quantitativa da demanda do produto final necessária à viabilidade econômica do empreendimento e. Ainda assim. Ademais a situação se torna mais agravante se levarmos em consideração a falta de infra-estrutura nos portos fluviais ao logo dos rios Madeira. óleo de castanha-do-pará. pois o porto de Belém. por exemplo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A maior dificuldade para a exportação da castanha-do-pará tem sido o transporte do produto. Segundo a CONAB –Companhia Nacional de Abastecimento . a castanha desidratada e o óleo da castanha. Xingu e Tocantins e também o contrabando deste produto pelo território boliviano. 09 AgriculturA e PecuáriA INDUsTRIALIzAÇÃO E EXPORTAÇÃO DO ÓLEO DA CAsTANhA DO PARÁ . por outro. Se. conseqüentemente.o porto não possui espaço suficiente para a demanda de containers que a castanha na condição in natura requer. compararmos a castanha com casca. a diminuição do volume na estocagem e transporte da carga. veremos. A melhor estratégia de mercado tem sido o aumento do valor agregado ao produto final e.

A sugestão será a de uma pesquisa de mercado tanto junto às empresas brasileiras do ramo quanto às estrangeiras.Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá – junto a algumas comunidades. Vale a pena visitar o “Portail de l´hulie castanha-do-para provenant du palmier amazonien” que pretende montar um rede de sites voltados a promoção deste setor (projeto intitulado de “Celestino Pesce” que já se encontra disponível na Internet). Caberá. a busca pelo resgate social que pequenas empresas podem trazer através da diversificação da economia local.desde que sejam respeitadas as leis internacionais de proteção dos recursos naturais através do manejo sustentável da produção e beneficiamento e. Várias empresas no Norte e nordeste desenvolvem maquinários para as 0 . A castanha-do-pará possui altas concentrações de vitamina E e selênio que garantem a este fruto o estatuto de uma grande fonte de anti-oxidantes que atuam no combate ao envelhecimento causado pelos radicais-livres produzidos pelo organismo. O empreendedor que se direcionar a esta área de atuação deverá levar em conta que a indústria farmacêutica brasileira é tecnologicamente desenvolvida e competitiva e está tão aberta ao lançamento de novos produtos e a pesquisa tanto. também. podese dizer que grandes são as possibilidades de fomento dos produtos da região amazônica junto a organizações internacionais . A destinação do óleo a indústria de cosméticos apresenta um grande potencial de desenvolvimento. quanto às indústrias estrangeiras. podem servir de exemplo sobre a veiculação de produtos no mercado mundial. Neste sentido algumas experiências realizadas pelo IPEA .Outro fator que deve ser levado em conta é a aposta do mercado no crescimento da indústria farmacêutica para os próximos anos tanto no exterior como no Brasil. Com relação a veiculação de mercadorias no cenário mundial. Os equipamentos destinados a extração do óleo da castanha são semelhantes ao da extração do óleo do caju. Várias empresas européias (principalmente francesas e alemãs) se interessam em veicular produtos produzidos na Amazônia. portanto ao empreendedor a análise das vantagens em destinar sua produção ao mercado externo ou interno. A produção do óleo é atualmente obtida através da moagem e compressão da amêndoa (embora em escala laboratorial já existam outros procedimentos possíveis como a utilização do etanol e do Co em estado crítico).

http://www. No Brasil.htm Gayathri Industries http://www. Abrindo o mercado de castanha-do-pará http:// www.gayathricashewmachinery. Cultivo da Castanha-do-Brasil em Rondônia.apnagroup.gov.ap.Cursos sobre o processamento da castanha-do-pará e manejo sustentável Campus Universitário de Guama – Setor Profissional Casa do Poema –CEP 0-900 Belém –Pará_Brasil Tel 9   ou  0 Fax 9 9  E-mail: contatos@bolsaamazonia.iepa. html  AgriculturA e PecuáriA empresas deste ramo (veja no site do SBRT a consulta sobre “Extração do óleo da amêndoa do caju”).org/idbamerica/archive/stories/1998/por/5g.gov. http://www.html Cashew processing. http://www. http://www.com/ind/cashew. David. Indicações: . tanto em relação a produção quanto a distribuição e possíveis mercados para o seu escoamento.br/sisprod/castanha/ Normas Específicas de Castanha-Do-Brasil – Safra 00.PDF histórias sobre o empreendedorismo no setor Mangurian.com/roasting. cpafro.iadb. conab.Instituto de Pesquisas Científicas e tecnológicas do Estado do Amapá.br/download/moc/titulos/T66s2004.com Órgãos de fomento e pesquisas IEPA .com/products1.br EMBRAPA. http://www.udupipages.embrapa. contudo poderá ser de grande interesse a visita a sites indianos voltados a produção de maquinário para o fabrico deste tipo de óleo (a Índia apresenta um grande número de empresas especializadas na fabricação de maquinas para extração de óleo de amêndoas do caju e abriga feiras que giram em torno deste ramo).htm Indústria do caju na Índia Cashew Industry. o SEBRAE do Ceará mantém um projeto de minifábricas de extração do óleo da castanha do caju podendo ser uma fonte confiável de informações para o empreendedor voltado á industrialização da castanha-do-pará.

castanha-do-para.The Cashew Export Promotion Council of Índia.prossiga. http://www.htm Equipamentos ABIMAQ .com/index. prossiga.shtml Castanha-do-pará.org. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .cashewindia. http://www5.br/ Vortal Cadeia Produtiva do Caju. http://www.br/caju/asp/buscaextravortal.abimaq.asp?id=port&produto=Castanha&camp o=2&extra=Am%EAndoa Divulgação de produtos Amazon Oil. http://www.com Secretaria Geral da Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar. http://www5.br/caju/asp/SaidaCat.Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.amazonoil.asp?cod=161&id=port Vortal Cadeia Produtiva do Caju: castanha e amêndoa. http://www.org/html/c0000hom.

Isso porque o leite entra pela boca da vaca. no Brasil. porém. respectivamente. deve ser também um grande agricultor. curral. difusor do sistema de produção a pasto. em relação ao das águas”. avalia o engenheiro agrícola Carlos Augusto Brasileiro Alencar. que a resposta à irrigação de gramíneas tropicais tem sido controvertida. ressalta que o produtor de leite que pretende ser grande. O pesquisador da Embrapa-Gado de Leite. para isto precisa de um projeto. como quem cuida de uma lavoura. Com a irrigação. a produção decai sensivelmente. a produção de leite é de apenas 0%. pasto. Brasileiro ressalta. na época da seca. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1.e das pastagens sem irrigação estão em torno de R$ 0. Como implantar irrigação no pasto que está formando O pesquisador Leovegildo Matos. Leovegildo Matos. difusor do sistema de produção a pasto argumenta que a irrigação é um processo economicamente viável.00/kg MS. principalmente em função da região. assim como boa parte dos custos da produção. diz. Os custos de produção de matéria seca (MS) da cana-de-açúcar . leite PALAvRAs-ChAvE Como implantar irrigação no pasto que está formando? Quais são os recursos necessários para tirar o leite ( vacas)? Pretende transformar a casa em curral. RETIRADA DO LEITE . representa muito em termos de lucratividade”. Se uma boa pastagem depende de chuvas e delas depende a alimentação do rebanho. da  AgriculturA e PecuáriA INFORMAÇõEs sOBRE IRRIGAÇÃO DE PAsTO.00/kg de MS e R$ 0. que trabalha no centro e no leste de Minas. completa Brasileiro.00. “A alimentação das vacas em lactação responde por 0% a 0% desses custos”. “Cuidar bem da pastagem. além de um bom pecuarista. estes valores são acrescidos de R$ 0.uma das alternativas de alimentação dos bovinos para o período da seca . “No período seco do ano. pastagem.Irrigação.

a irrigação é feita com funcionamento de um determinado número de aspersores por vez. O fator que ajudou a reduzir os custos foi a opção pela irrigação por aspersão fixa de baixa pressão. Outro fator é o baixo custo do equipamento que está em torno de R$ 00/ha. o próprio vaqueiro que faz a ordenha pode realizar o serviço”. Segundo Brasileiro. a mão-de-obra também é otimizada. tanto da cana-de-açúcar quanto do pasto de braquiária mostraram viabilidade. o sistema é dotado de um tampão com rosca com controle manual nos pontos de irrigação. o litro. secundárias e laterais se apresentam como suficientes para irrigar toda a área. Para isso. as linhas principais. de acordo com o turno da rega. Por necessitarem de baixa pressão. No entanto. “No sistema convencional. cada rebanho é um rebanho. os riscos de aprovar custos abusivos e  . tais como aço zincado. está hoje em torno de R$ 0. Apesar das tubulações serem suficientes para irrigar ao mesmo tempo a área inteira.() 2. alumínio e PVC rígido. A condução da água da moto-bomba até os aspersores é efetuada por meio de tubulações de diversos tipos de material. Lá. Na região leste de Minas Gerais. Brasileiro ressalta que “a diferença deste sistema tem sido grande em razão da baixa demanda de energia e de vazão”. o que torna a montagem do equipamento menos onerosa. a irrigação. do nível de insumos e do sistema adotado. Quais são os recursos necessários para retirar o leite (ordenha) Cada caso é um caso. a produção média de leite é de 0 litros por vaca/dia numa taxa de lotação de cinco vacas/ha. mas a correta montagem de uma sala de ordenha exige uma precisão tal que o pecuarista deve responder uma série de perguntas antes de fazer sua escolha. muitos sistemas são instalados com pressão por gravidade. Pode parecer exagero. com aspersores de pressão de serviço. nesse sistema. O custo da produção que era em média de R$ 0. Tudo para reduzir ao máximo. afirma Brasileiro. Nesse modelo. conclui. enquanto o convencional fica em torno de R$  mil.espécie forrageira. “Esse tipo de irrigação tem sido um dos métodos mais difundidos na região”. aponta experiências de sucesso econômico. cada propriedade é uma propriedade. é necessário mobilizar um trabalhador em tempo integral para cuidar do equipamento. proveniente da diferença de nível entre a fonte de água e a área a ser irrigada.0.

da Universidade de São Paulo (USP/Pirassununga). mão-de-obra disponível. cada turno não deve passar de quatro horas. a higienização deficiente dos baldes. De acordo com ele. “De forma geral. Desta forma. jamais fecharia as portas para esse sistema pelo fato de ser melhor e mais higiênico que o sistema manual. Nesse sentido. pontuou alguns aspectos fundamentais para ajudar na tomada de decisão sobre o assunto. prática presente em mais de % das propriedades brasileiras”. Luís Fernando Laranja. “No entanto. por exemplo. “É importante não esquecer dos valores de depreciação e juros sobre o capital”. . presentes no próprio local de ordenha. () A obtenção do leite constitui a etapa de maior vulnerabilidade para a ocorrência de contaminações por sujidades. disponibilidade de recursos. estabilizando o período de ordenha entre duas e duas horas e meia. Numa propriedade familiar.Para ele o balde ao pé deve ser observado pelo produtor como um equipamento de transição. o professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia. pois haverá queda na eficiência”. nível de produção das vacas. latões e sistema de ordenha são apontados como os principais fatores responsáveis pelo aumento de  AgriculturA e PecuáriA conseguir a melhor otimização dos equipamentos. A carga microbiana inicial está diretamente associada à limpeza dos utensílios utilizados para retirada e transporte do leite. mecanização/automação. Laranja ressalta as variáveis decisivas na escolha: tamanho do rebanho. deve-se respeitar a limitação de mão-de-obra. microrganismos e substâncias químicas. Para se determinar o tamanho e o modelo da sala de ordenha. construções e equipamentos. número de ordenhas/dia. e preferências pessoais. uma vez que o transporte do leite até o tanque quebra a continuidade do trabalho do retireiro e pode colocar em risco a qualidade do leite. uma análise de custos de instalação e operação de sistemas de ordenha deve levar em consideração os custos de mão-de-obra. a resposta altera todo o cálculo de custos. duração do turno de ordenha. e que podem ser imediatamente incorporados ao produto in natura. Uma das primeiras questões colocadas pelo professor é: Quanto tempo diário de ordenha se pretende desenvolver na fazenda? Muito ou pouco.

Considerando que a superfície dos tetas representa uma importante fonte de contaminação do leite. antes da ordenha. a lavagem e desinfecção das mesmas. que resultam em significativa melho . as vacas ficam no curral-de-espera. que é um estábulo de tamanho reduzido. destinado a comportar de  a  animais por vez. A principal vantagem é a redução do custo de construção. podendo a ordenha ser manual ou mecânica. equipamentos de ordenha e tetas dos animais é fundamental para evitar a contaminação do leite. com bezerro ao pé. Na figura abaixo estão ilustrados alguns passos importantes para uma ordenha manual higiênica: sistema de ordenha higiênica para pequenos produtores: lavagem e secagem de tetas(3) Filtragem do leite e lavagem de peias de corrente e banco de ordenhador(3) Trata-se de um conjunto de pequenos investimentos e de práticas simples. ou diretamente para o pasto. conclui-se que.microorganismos. depois de ordenhadas vão para o curral de descanso e alimentação. () Outro tipo de instalação que pode ser utilizada é o chamado Miniestábulo ou Sistema de sala-de-ordenha. A qualidade da água utilizada para lavagem dos utensílios. pois as vacas são manejadas em lotes. para um único ordenhador. Antes da ordenha. variando com o tamanho do rebanho. contribuem significativamente para o controle de doenças. É de fácil manejo. realizados no processo de ordenha manual.

mais baratas do que as utilizadas em confinamento. construídos nos pastos. ou melhor. l Secagem das tetas com papel toalha e coagem do leite. currais. para as moradias. silos. com capacidade para  vacas por vez. l Substituição de cordas de seda para contenção das vacas (peias) e dos bezerros por correntes leves de fácil higienização e menor contaminação. sala de ordenha. Nas palavras do pesquisador Eli Antonio Schiffler. o pecuarista que precisava vacinar e cuidar do rebanho padecia com um curral pouco eficiente. Projeto para curral Na instalação do curral e complementos.00/litro). 3. abrigos rústicos para novilhas e cochos cobertos para minerais. () As instalações destinadas a alojar as diversas categorias de animais de um rebanho são projetadas em acordo com o sistema de exploração a ser adotado.ria da qualidade do leite. anexo à sala de ordenha. Troncos para contenção dos animais. com mínima agregação de custos ao produto final (R$0. para evitar a condução da poeira formada durante o serviço. fazia com que o manejo ficasse prejudicado. l Construção ou adaptação de um pequeno curral de espera para os bezerros. escritório. bezerreiro convencional ou abrigos individuais. da Embrapa Pecuária Sudeste. coberta. muitas vezes deixando o animal estressado e. deve-se atentar para a direção dos ventos dominantes e a distância entre a sede e o curral. l Instalação de instalação hidráulica para lavagem das mãos e tetas dos animais: tanque de 00 litros + 0 m de canos de PVC de ½” e  m de mangueiras de jardim dotadas de pistolas nas extremidades. Não faz muito tempo. sala de leite. Neste caso. afirma. O manejo em pasto requer estruturas mais simples e são em geral. “Não havia uma padronização em etapas e isso fazia com que o produtor tivesse que manejar mais o gado”. l Construção de um canzil para contenção. conseqüentemente. a falta dela. a saber: l Construção ou adaptação de uma sala de ordenha. os currais tradicionais eram “acéfalos”. mais magro. associado a cocho para administração de concentrados durante a ordenha. nos períodos secos do ano. calçada. depósito para alimentos e pre AgriculturA e PecuáriA . A estrutura.

l consultar profissional da área que poderá desenvolver projeto  . o objetivo principal é a produção de esterco. bagaço de cana ou outro resíduo vegetal). porque propicia melhor manejo. como o curral para o rebanho. com altura de 0 a 0 cm na borda superior. Neste sistema de confinamento. galpão para abrigo de máquinas e equipamentos e cochos cobertos. que poderá auxiliar com as questões com maior propriedade. sendo o ganho de peso considerado uma vantagem a mais para cálculo da viabilidade econômica. mas do futuro utilizando os dados do plano de negócio. e a produção de esterco. bebedouros. As instalações geralmente são padronizadas e obedecem aos seguintes critérios: l l l l l a área necessária é de  m por animal. o cocho deve ser colocado de modo a permitir alimentação externa. não somente o atual. Em determinadas regiões este sistema é idealizado com duas finalidades: o confinamento em si. bem como projetar adequadamente as instalações. ou calçada. a separação dos animais em lotes menores (0 a 00) é preferível tecnicamente. limitando-se a se movimentar entre a procura de alimento e água. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se: l consultar a Casa do Agricultor da região onde se encontra a propriedade. a  m para animais adultos. objetivando ganho de peso. uma vez que seu preço e principalmente sua disponibilidade para a agricultura são problemáticos. Em alguns casos. são colocados em pequenas áreas. reservatório de água. as paredes podem ser de alvenaria ou réguas até  m de altura.paro de rações. o piso deve ser de terra batida. l conversar com pecuaristas e agricultores da região. o pé direito deve ter de . com cobertura de cama (serragem de madeira. No sistema os animais são confinados no sentido restrito da palavra. ou seja. com réguas ou arame liso acima.

criareplantar.com. Disponível em: <http://www. EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.com.htm>. .embrapa. Acesso em:  de abr. 00.br/construcoes/ bovinocultura/geral/gado_de_leite. Alojamento dos Animais. 00 9 AgriculturA e PecuáriA conforme as necessidades e objetivos da empresa. Acesso em:  de abr.METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA . . Disponível em: <http://www. Criar e Plantar. Disponível em: <http://www.bichoonline. . php?tipoConteudo=texto&idConteudo=325>. 00. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr. Disponível em: <http://www.htm>. Pense bem antes de montar uma sala de ordenha. .embrapa. 00.com. Carvalho Filho. 00. 00.ruralnews.br>. .br/artigos/rural0010. Acesso em:  de abr.html>. Acesso em:  de abr. Disponível em: <http://www.br/ FontesHTML/Leite/LeiteSemiArido/infra/alojamento.br/pecuaria/leite/ leite. Orlando Monteiro et al. Ordenha: Fatores relacionados à higiene na ordenha. Rural News. Gado de Leite. Acesso em:  de abr.com.gov.banet. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. .br>. 00. Acesso em:  de abr.cnptia.

via diminuição 0 . vegetação e relevo) e socioeconômicos (condição financeira e social do produtor). por sua vez tem relação direta com o modelo de produção a ser adotado: extensivo. Finalmente. o modelo extensivo provavelmente deve ser o mais indicado. firme. com chuvas bem distribuídas o ano todo e boas pastagens. maior a complexidade do manejo e maior o custo das instalações e equipamentos envolvidos no processo produtivo. levemente inclinado. Quanto mais intensiva a produção. pelos seguintes motivos: l evitar o superaquecimento nos período de verão. fontes de abastecimento de energia e água potável. geográficos (clima. Três pontos são indispensáveis no planejamento das instalações (Souza et al): Localização: o terreno deve ser plano. leite Instalações para a produção de leite em pequena escala. Deve ainda contar com vias de acesso. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA As instalações exigidas para atividade produtora de leite dependem diretamente do tipo de manejo que será dado ao gado leiteiro. semi-intensivo ou intensivo. o terreno deve ter dimensões e forma para suportar uma ampliação futura das instalações. O tipo de manejo. Orientação: o eixo longitudinal das instalações deve estar orientado no sentido leste-oeste. A escolha do modelo apropriado e da forma de manejo do gado devem ser feitos levando em consideração aspectos mercadológicos (quantidade e qualidade da produção). Por exemplo: para produzir quantidades pequenas quantidades em áreas planas.INsTALAÇÃO PARA PRODUÇÃO DE LEITE EM PEQUENA EsCALA PALAvRAs-ChAvE Instalações para gado de leite. ensolarado e ter boas condições de drenagem.

favorecer a ventilação natural das instalações no caso da existência de uma fachada permanentemente quente e outra permanentemente fria . Conforme mencionado. e cabe ao produtor avaliar quais se encaixam ou não no seu plano particular de produção: l Currais para volumosos l Currais de espera l Anexos dos currais l lava-pés l pedilúvios l seringas l Divisórias de curral l madeira l arame liso ovalado l cordoalha de aço l Estábulo l sala de ordenha l sala de leite l farmácia l escritório l almoxarifado l sanitários l plataformas de embarque do leite l Bezerreiros l Baias para touros l Maternidade l Tanque para chorume. e não existe uma formula geral para saber quais são ou não necessárias. através de uma fachada voltada totalmente para o norte. esterqueira. lagoas. biodigestores  AgriculturA e PecuáriA da exposição ao sol da superfície oeste das instalações. Segue abaixo uma lista de instalações geralmente utilizadas (Souza et al). a necessidade de instalações varia em cada caso.l l Disposição das instalações: deve facilitar a movimentação da mão de obra. permitir a entrada do sol de inverno (que sobe pouco no horizonte) no interior das instalações. As instalações não devem situar-se a mais de Km do pasto das vacas. evitando movimentação desnecessária e contribuindo para a produtividade do trabalho. dos insumos e do produto final.

disponível em http://atlas.br/dea/ambiagro/ arquivos/GadoLeiteOutubro-2004. No entanto. alguns critérios gerais como localização.ufv. orientação e disposição dos itens devem ser seguidos para alcançar êxito no planejamento das instalações.pdf em 09/0/00. e o produtor deve estar atento para distinguir quais são necessárias para o seu caso particular de produção. Informações sobre medidas e materiais. Apresenta plantas e desenhos ilustrativos de instalações.embrapa.ufv.pdf em 09/0/00.sct. disponível em http://www. que conta com plantas e desenhos explicativos. Instalações para gado de leite. de materiais e medidas podem ser obtidas no artigo Instalações para gado de leite.pdf em 09/0/00.pdf em 09/0/00. assim como sugestões sobre materiais e dimensões. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs As instalações necessárias à produção de leite variam de caso para caso. apresenta com mais detalhes o  .embrapa.br/pdf/ cct/v20/v20n2_05.pdf em 09/0/00. o que faz parecer viável uma atividade inviável economicamente.br/dea/ambiagro/arquivos/GadoLeiteOutubro-2004. assim como plantas e desenhos explicativos podem ser obtidos no artigo Instalações para gado de leite.br/dea/ambiagro/arquivos/GadoLeiteOutubro-2004.l l l Silos para forragem Comedouros e bebedouros Depósitos para alimentação Informações mais detalhadas a respeito da disposição das instalações. Artigo que aborda o tema da contabilização e análise de viabilidade. INDICAÇõEs: ARTIGOS: Tomada de decisões gerenciais no âmbito de duas fazendas familiares no sul goiano. disponível em http://atlas. disponível em http://www. A contabilização correta da atividade é também indispensável para o sucesso da atividade. O artigo Tomada de decisões gerenciais no âmbito de duas fazendas familiares no sul goiano. sendo que muitos produtores fracassam porque contabilizam de forma incorreta seus custos de produção. disponível em http://www.sct.ufv.br/pdf/cct/v20/ v20n2_05.

Conta inclusive com planilhas de custo e resultados. Cecília de F. Disponível em: <http://www. et al.ufv.Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia SOUZA. V. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de maio 00  AgriculturA e PecuáriA tema da contabilização.br/dea/ambiagro/arquivos/GadoLeiteOutubro-2004. Acesso em: 09 de maio 00. de A. através de instrutivo estudo de caso de duas fazendas produtoras de leite. . Instalações para gado de leite. que podem servir como modelo de contabilização.pdf>. out 00. Carlos A. UFV.

legislação Informações sobre a legislação para o plantio de árvores nativas para fins comerciais e orientações quanto ao plantio e manejo do Ipê Roxo. pau-d’arco (BA). Pretende plantar em Minas Gerais. texto produzido pela Acadêmica Giovana Beatriz Theodoro Marto sob a supervisão e orientação do Professor Luiz Ernesto George Barrichelo e do Engenheiro Paulo Henrique Muller. ipê roxo.RS).br/identificacao/tabebuia. pau-d’arco-roxo (BA. retiradas do site do IPEF (Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais). pau-d’arcorosa (BA).MT). A Tabebuia heptaphylla.heptaphylla. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segue abaixo informações sobre o Ipê Roxo. considerando-se as finalidades de sua madeira e extrativos foliares. Pertencente a família BIGNONIACEAE.MG) peúva (MS) e piuva (MS. graraíba.LEGIsLAÇÃO DE PLANTIO DE ÁRvOREs NATIvAs. ORIENTAÇõEs sOBRE O PLANTIO E MANEjO DO IPê ROXO PALAvRAs-ChAvE Árvore nativa. sua floração ocorre entre os meses de setembro e fevereiro e suas folhas são Decíduas.asp>. e pela diminuição preocupante do número de indivíduos que ainda são encontrados em áreas de ocorrência natural. ipê-uva. Acesso ao texto completo em: <http://www.  . ipê-de-flor-roxa. sobre o Ipê Roxo (Tabebuia heptaphylla): Também conhecida por outros diversos nomes populares como cabroé. inclusive orientações de produção. ipêrosa (MG). é uma das espécies que vêm sendo estudadas por ser de alto valor econômico. ipê-piranga.ipef. plantio. ipê-roxo-anão (SP). ipê-preto (RJ.

abrange variação média anual de º C a º C . Também pode ser usada para mobiliário. tacos. Aspectos silviculturais Apresenta crescimento irregular. com inverno seco. eixos de roda. Utilizando espaçamento  x  m. entre 00 e 00 metros e em Latossolos. e na construção naval como quilhas de navio. batentes. Após o corte. na construção civil como vigas. O ipê-roxo ocorre em locais com regime pluviométrico uniforme. com altitudes até 00 metros. A espécie atinge. por exemplo. em altitudes que podem variar entre 00 m a 00 m. de  a  metros de altura com o raio da copa variando em torno de 0 a 0 metros.  AgriculturA e PecuáriA Clima Se adapta a diversos climas como: o Clima tropical úmido e subúmido. Crescimento e Produção O ipê-roxo apresenta crescimento lento a moderado.Quanto à temperatura. profundos. Clima tropical. Em plantio. em Cambissolos. com verão quente. com dominância apical não definida e bifurcações a várias alturas e próximas entre si. Pragas e Doenças A madeira é resistente ao ataque de insetos e ao apodrecimento Usos da Madeira Sugere – se o uso da madeira de ipê-roxo para dormentes. A precipitação pode variar de 000 mm a 900 mm. instrumentos musicais. Clima subtropical de inverno seco e Clima subtropical. porém quando comparado com as espécies florestais nativas.0 m³/ha/ano.solo A espécie ocorre em solos como os Argissolos. a produção volumétrica máxima obtida foi de . a porcentagem de plantas vivas foi de . bolas de boliche entre outros. os ipês têm desenvolvimento relativamente rápido.%. na fase adulta. prestando-se muito bem a florestamentos e reflorestamentos industriais. Possuem crescimento moderado. degraus de escada. postes. O ipê-roxo tem apresentado um melhor crescimento em solos com fertilidade química média a elevada. porém aceita um déficit hídrico moderado. portais. com boa drenagem e de textura franca a argilosa.

Cobrir apenas levemente as sementes com substrato peneirado. O desenvolvimento das plantas no campo é apenas moderado. O ipê-roxo pode ser plantado: a) a pleno sol em plantio puro.apresenta brotação e possui desrama natural deficiente. Leitura Complementar: Uma boa sugestão de leitura. caso o cliente tenha interesse em conhecer melhor as árvores nativas brasileiras. visando melhoria na forma do fuste. para não perder o torrão. Nova Odessa: Plantarum. Plantio As mudas devem ter entre . mantendo-as em ambiente semi-sombreado. em canteiros ou embalagens individuais contendo solo argiloso rico em matéria orgânica. para corte e comercialização da madeira. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. p. em Minas Gerais. c) em vegetação matricial arbórea. As sementes devem ser postas pra germinar logo que colhidas. é o livro Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. os frutos devem ser coletados diretamente da árvore quando mudam da cor verde para quase preta. LEGIsLAÇÃO: Antes de iniciar a plantação de Ipê Roxo. do botânico Henry Lorenzeti.H. Produção de Mudas Para aproveitamento de sementes. em faixas na vegetação secundária e plantado em linhas. A emergência ocorre em 0- dias e o desenvolvimento das mudas é rápido. ficando prontas para o plantio no local definitivo em menos de quatro meses. associado com espécies pioneiras e secundárias. com comportamento satisfatório quando plantado em solos férteis. b) em plantio misto. o cliente precisará de autorização  . necessitando de podas freqüentes de condução e dos galhos para aumentar sua altura comercial. antes da dispersão das sementes. 99. segue abaixo a descrição completa da obra: LORENZI.00m de altura e devem ser transportadas em embalagens próprias. porém com forma inadequada.0m e . alcançando aproximadamente  metros em  anos.

br Contato: Roberto Messias Franco Email: roberto-messias.silva@ibama.IEF: Instituto Estadual de Floresta – Minas Gerais End: Rua Paracatu. . º andar .gov.Caixa Postal 0 Cep: 00-90 .br Superintendência do IBAMA em Belo Horizonte: End: Avenida do Contorno.Cx.br IBAMA: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos naturias Renováveis End: Ed.br Segue abaixo o contato de outras instituições relacionadas com o assunto: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais End: Avenida Pádua Dias.ibama.Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais e do IBAMA – MG.gov.gov. para que se possa obter as informações referentes à Legislação Estadual de Minas Gerais sobre o plantio de árvores nativas para corte e as devidas orientações necessárias para se iniciar a plantação de tal espécie.Caixa Postal 9  INsTITUIÇõEs: AgriculturA e PecuáriA dos órgãos responsáveis. 0. portando.mg. km  . abaixo os contatos do IEF .Barro Preto Cep.Fax: () 9-9 Email:dg@ief.  – Cidade Jardim Cep: 000 – Belo Horizonte – MG Tel: () 99-000 / - / 99-009 / 9- Fax: () -99 Contato: Maria Auxiliadora Silva Email: maria-auxiliadora.franco@ibama.Piracicaba/SP Tel: (9) -00 / Fax:(9) - Email: ipef@ipef.br > Embrapa Florestas Estrada da Ribeira. segue. Sede .Belo Horizonte – MG Tel: () 9-9/  .Brasília-DF Fax: () - Site: <http://www.gov. 00-090 .  . Postal nº 090 Cep: 0-900 .

00. Annelise Gomes de Carvalho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul. disponível pelo seguinte atalho: <http:// sbrt.br/upload/sbrt3105. atividade esta denominada “poupança verde”. Acesso em:  de jul.Cep: -000 – Colombo . Disponível em: <http://www.heptaphylla. Acesso em:  de jul. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.ibict. Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (ESALQ – USP). O SBRT disponibiliza em seu site uma Resposta Técnica relacionada com o plantio de árvores para sua posterior venda. Na maioria das vezes. Disponível em: <http://www. estes riscos estão associados ao longo prazo. 00  . onde irá receber as devidas orientações.ipef.pdf > <http://sbrt.br>. como incêndios.gov.ibama. para a criação de mudas recomenda-se a leitura das seguintes Respostas Técnicas: <http://www. Acesso em:  de jul. caracterizam-se pelo elevado risco. técnico e econômico.PR Tel: () -00 / Fax: () -0 Para se inteirar da legislação vigente sobre. a que estão sujeitos.Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais. sinistros.br/upload/sbrt1662.br/upload/sbrt790.ibict.ibict.asp >. 00.pdf > CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs FONTEs CONsULTADAs Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. pragas. ibict. afetando a viabilidade e a atratividade destes projetos. doenças. deve-se entrar em contato com o IEF . independente da espécie plantada. onde tudo se torna possível de ocorrer.br/identificacao/tabebuia. 00.sbrt.br>.pdf > A respeito da construção de viveiros. volatilidades de mercado e preços. sbrt. Lembrando que os projetos de reflorestamento. Disponível em: <http://www.

É totalmente resistente à água. Porém. em móveis finos. A exploração comercial do guanandi ainda é recente no Brasil. pelo menos R$ 0 mil. dormentes. É a primeira madeira de 9 AgriculturA e PecuáriA MADEIRA GUANANDI . Para colher os almejados R$  milhões é preciso investir. aos quatro anos a espécie já começa a produzir sementes. carpintaria. O guanandi possui a superfície ligeiramente lustrosa e tem boa durabilidade e resistência. na construção naval. que podem ser comercializadas ou utilizadas para expandir o plantio. A casca e o látex são usados na medicina e na veterinária. A receita bruta estimada em cinco hectares é de R$  milhões. Com possibilidade de múltiplos usos e de comércio promissor esta espécie deve se tornar preciosa nos próximos anos. é uma opção para quem possui capital reservado. a madeira de guanandi tem sido citada por especialistas como espécie promissora na substituição do mogno. Vai bem em solo seco. e o preço médio é de R$  mil ao m ³. porém é a mais resistente das plantas nativas para locais úmidos e encharcados. pontes. marcenaria. muito procurado pela fauna. incluindo as mudas. que atualmente possui corte proibido no Brasil. É uma planta ornamental. Essas características permitem múltiplos usos. O tempo de corte do guanandi é de . tais como na construção civil. para cabo de ferramentas. soma cerca de R$  mil. apícola e para reflorestamento ambiental. Além disso. um valor similar ao do mogno. postes.Guanandi. pois o investimento a cada hectare. Além dos diversos usos na indústria moveleira e de construção é uma ótima madeira para celulose. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com a Revista da Madeira. anos. madeira de guanandi PALAvRAs-ChAvE Saber se existe mercado para a madeira de guanandi. inicialmente. Do fruto extrai-se o óleo industrial com % de pureza. na construção pesada. mas a planta é descrita por especialistas como “árvore tão antiga quanto o Brasil”. chapas e lâminas decorativas e outros.

É provável que o nome venha do látex pegajoso de coloração amarelo-esverdeada eliminado pela casca. O alburno é moderadamente fácil. No Amazonas é chamada de jacareúba e. Nos tratamentos preservativos a espécie apresenta baixa permeabilidade às soluções preservantes em tratamento sob pressão. porém. Utilidade. landim e jacareíba. A madeira é de secagem difícil.lei de  de janeiro de . de 0- cm de comprimento por - cm de largura. por exemplo.Moderadamente pesada (densidade 0.A madeira é própria para confecção de canoas. Madeira. É de fácil trabalhabilidade. para 0 . pois apresenta os poros parcialmente preenchidos por óleo-recina. apresentando alta incidência de rachaduras e empenamentos durante a secagem ao ar. Quanto as propriedade físico mecânicas a madeira do guanandi pode ser classificada como moderadamente pesada. g/cm³) fácil de trabalhar.Altura de 0-0 m. coriáceas. Na secagem em estufa devem ser empregados programas moderados. vigas. o cerne é difícil de preservar pelos métodos banho quente-frio e a pressão. com retratibilidade e resistência mecânica médias e de estabilidade dimensional média. retém pregos e parafusos com firmeza e não apresenta grandes dificuldade na colagem. A durabilidade natural depende da época de corte mas. quando o governo imperial reservou para o Estado o monopólio da exploração dessa madeira. Características Gerais Nome científico: Calophyllum brasiliensis Características morfológicas . no Paraná. com alburno bastante espesso. No Brasil ainda é pouco utilizado. Folhas glabras. Os baianos. e porque os frutos possuem uma polpa branca viscosa. com tronco de 0-0 cm de diâmetro. é durável a moderadamente durável à podridão branca e marrom. devido a presença de gomas em seus espaços celulares.lei do país . Nomes populares: A espécie é popularmente conhecida como guanandi. Tem diversos apelidos no Brasil. palavra proveniente do tupi gwanã’di que significa ‘o que é grudento’. em geral. de cedro-d’água. A madeira é considerada imputrescível dentro da água. durável quando exposta. já em outros países da América do Sul é utilizada em alternativa ao mogno e ao cedro. a chamam de landi.

entre elas a malva-do-campo. Cientistas da Universidade Federal do Mato Gros AgriculturA e PecuáriA construção civil. ocorre geralmente em grandes agrupamentos. o guanandi pode chegar a 0 metros de altura e 0 centímetros de diâmetro. como capoeiras e capoeirões. As estimativas de preço são de R$  mil ao m³. Características: de copa larga e arredondada. com folhagem verdeescura. porém descontínua. Classificação: a planta pertence à família Clusiaceae ou Guttiferae. As flores brancas costumam aparecer entre setembro e novembro. marcenaria e carpintaria (moveis finos). sendo portanto útil no reflorestamento misto de áreas ciliares degradadas. A árvore é bastante ornamental podendo ser empregada no paisagismo em geral. obras internas. É encontrada tanto na floresta primária densa como em vários estágios de sucessão. No Brasil. As folhas e ramos oriundos da desbrota e desbastes poderão ser vendidos para industrias de farmacoterapicos. Preço: madeiras de lei no mercado mundial tem demanda crescente e oferta declinante. assoalhos. As árvores iniciam sua produção de sementes ao º ano. A semente tem cor castanha e mede até  milímetros de diâmetro. O Guanandi é uma madeira em extinção que não é ofertada no mercado brasileiro porque não existe. A maturação dos frutos se faz de abril a junho. o guanandi pode ser visto do Amazonas ao Rio Grande do Sul. É capaz de crescer virtualmente dentro da água e até em áreas de mangue. Sua dispersão é ampla. característica e exclusiva das florestas pluviais localizadas sobre solos úmidos e brejosos. Distribuição: o guanandi ocorre desde o México até o Paraguai. heliófita ou luz difusa. podendo assim ser utilizados para venda (sementes e mudas) como também para expandir o seu plantio. O gênero Calophyllum significa ‘flor bonita’. Os frutos são consumidos por varias espécie da fauna. O tronco reto e cilíndrico é protegido por uma casca marrom-escura. subprodutos: a partir do º ano o produtor já pode obter renda com os subprodutos. .Informações Ecológicas Planta perenifólia. que por vezes chega a formar populações puras. Se existisse seu preço seria similar ao do Mogno. que possui mais de 0 espécies.

e possui ação antimicrobiana. principalmente. palmito e outros). nos plantios experimentais desenvolvidos pela Embrapa Florestas. em locais úmidos periodicamente inundáveis e brejosos com textura arenosa a franca. Contra-indicação:deve-se evitar o plantio em regiões cujas temperaturas caiam abaixo de três graus negativos e em regiões áridas. inclusive as mudas. como de fertilidade química alta a média. em média R$  mil ao hectare. Serve também como antiinflamatório. Custo de implantação: cada hectare. custam. após o plantio.so confirmam as propriedades medicinais do guanandi para doenças como diabetes. Contudo. sua ocorrência na Floresta Ombrófila Densa (Floresta Atlântida) restringe-se. Quanto mais cedo a plantação “fechar” (encontro das copas das arvores). Tanto maior quanto mais anos forem se passando. praticamente o único serviço será controlar o mato nas entrelinhas e uma vez por ano fazer a desbrota (eliminação dos raminhos ou brotos que saem no tronco e que iriam formar galhos que roubariam energia da planta atrasando o crescimento da planta em altura). não entra mais sol e portanto não nasce mais mato nem brotação de ramos nos troncos. As plantas dos desbastes do º ano e do 0º ano poderão ser aproveitado comercialmente. às superfícies pleistocênicas e holocênicas onde predominam os solos de baixa fertilidade natural. e ácidos. Espaçamento: o ideal seria em torno de x  metros (. Assim. bem drenados. Os espaços que vão surgindo com o desbaste poderão ser aproveitados com pastagens ou culturas que aceitam sombras (café . no Paraná – em solos com propriedades físicas adequadas.000 milímetros anuais. valorização da terra: uma terra plantada com madeira nobre tem seu valor comercial elevado muitas vezes. cicatrizante. No Paraná. A incidência do sol nas entrelinhas e no tronco estimulam o crescimento do mato e a brotação dos ramos no tronco.000 a . cuja precipitação pluviométrica não atinja .00 mudas/ha). Se isso ocorre com a sua propriedade. dada a alta rentabilidade da receita do guanandi. solos: o guanandi ocorre naturalmente em solos aluviais com drenagem deficiente. Aí é só esperar o tempo do corte. cacau . de textura que varia de fraca  . compensa adquirir uma área em qualquer outra região de terras baratas.

Germinação: hepígea. A plântula aceita poda radicial. alguns pesquisadores recomendam que o fruto seja utilizado para semeadura como se fosse semente. Contudo. Cuidados especiais: recomenda-se usar sombreamento com 0% de intensidade luminosa. a semeadura direta do guanandi. a espécie tem apresentado crescimento satisfatório. Recomenda-se plantio  AgriculturA e PecuáriA a argilosa. com germinação próxima a 00%. no campo. entre % e 9%. semeadura: recomenda-se semear uma semente em sacos de polietileno com dimensões mínimas de 0 cm de altura e  cm de diâmetros. ou em tubetes de polipropileno grande. não havendo necessidade de despolpá-lo. é realizado com êxito. A desrama natural do guanandi é fraca. a pleno sol. os cotilédones permanecem na semente. tanto para sementes de frutos não despolpados por morcegos . Essa espécie é intolerante a baixas temperaturas. sendo recomendada escarificação mecânica ou estratificação em areia úmida por 0 dias. Dormência: o guanandi apresenta dormência tegumentar causada pelo endocarpo rígido ou causada pelo endocarpo rígido ou causada por substância inibidora da germinação. Em Porto Rico . apresenta sistema radicial reduzido. Sem o tratamento de superação de dormência . na fase de viveiro. Apresenta crescimento monopodial com galhos finos. . a germinação prolonga-se por até seis meses. necessita de sombreamento de intensidade média na fase juvenil. cerca de dois meses após a semeadura. não apresentando limitação quanto à drenagem. Quando necessária. As mudas dessa espécie atingem porte adequado para plantio. Na fase de muda. como para as sementes beneficiadas por morcegos. sementes despolpadas por morcegos não necessitam de tratamento pré-germinativo. Deve ser evitado plantio puro. O guanandi se regenera abundantemente à sombra. Tem início entre  e  dias após a semeadura. para remover o epicarpo e o mesocarpo do fruto. mesmo sob plantio em vegetação matricial arbórea. necessitando de poda dos galhos. A extração da semente dá-se por maceração.sementes: a coleta das sementes é feita geralmente no chão. Porém. contudo. Por isso. a repicagem deve ser feita  a  semanas após o aparecimento do hipocótilo. O poder germinativo é irregular.

misto a pleno sol. etc. Acesso em:  de set. Disponível em: <http://www.br/revista/materia. 00. Como todo mercado. rentabilidade. Brota da touça.março de 00.br>.remade.00 o m³ do eucalipto e pinus . subprodutos. matas plantadas de eucalipto e pinus totalizam 9% (papel e celulose). CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A atividade agroflorestal .com. O mercado paga hoje em torno de R$ 0. Revista da Madeira.php?edicao=88&id=7111>. pois o retorno é a médio e longo prazo. 00. com. e em vegetação matricial arbórea em faixas abertas na floresta e plantado em linhas.reflorestar. com a vantagem de selecionar os competidores no mercado. REFERêNCIAs Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de set.ano  . enquanto que % de outras espécies são de madeiras para uso nobre (movelaria). Espécie é apontada como substituta do mogno. 00  . Acesso em:  de set. onde encontrará várias informações sobre guanandi. Uma recomendação é a visita ao site da Vasconcelos Florestal. No Brasil. enquanto que para madeiras nobres o preço fica e m torno de R$ 000. exigindo do investidor alto capital de giro. como o plantio de guanandi . .pelas características de médio e longo prazo da colheita (receitas a partir do 0º ano com o final em ° ano) é um investimento de médio e longo prazo. Vasconcelos Florestal.n  . associado com espécies pioneiras e secundárias. é preciso fazer uma pesquisa de mercado para avaliar os investimentos necessários.00 o m³. Disponível em: <http://www. após corte.

acesso em:  de Jul. br/institucional/faleconosco/opcao2. pelo Telefones: 000  0 ou () -000. disponível em: <http://www. Também deve-se consultar o documento: Como Elaborar Plano de Negócio.  http://www.gov.anvisa.ibict. de 00. Também pode-se consultar o ducomento: Manual de Procedimentos para Registro e Dispensa de Registro de Produtos.Cogumelos Acarius bisporus.br/arquivos/parasuaempresa/planodenegocios/ plano_de_negocios. disponível em: Já com relação aos procedimentos necessários para registrar o produto deve entrar em contato com a ANVISA. AgriculturA e PecuáriA MANEjO DE COGUMELOs ACARIUs BIsPORUs . PALAvRAs-ChAvE O Cultivo de cogumelos Acarius bisporus está apresentando problemas com mosquitos. nesse sentido gostaria de informações sobre combate desses mosquitos.sebraesp. que pode ser encontrado no endereço: <http:// www. além de como registrar o pruduto gerado a partir deles. sobre estratégias de venda. de 00.com. sobre preços.pdf acesso em:  de Jul. beneficiamento de cogumelo. disponível em: http://www.br/Principal/Sebrae%20no%20estado/>. de 00. Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresas.br/upload/sbrt1443. bem como forma de beneficiamento desses cogumelo.br/alimentos/registro_como. de 00.sebraemg. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Sobre as melhores formas de colocá-lo a venda. ou pelo Fale Conosco. registrar produto a base de cogumelos.gov.asp> acesso em:  de Jul.htm acesso em:  de Jul. embalamento e estocagem) deve-se consultar a Resposta Técnica . Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. deve-se fazer um plano de negócio e para isso aconselha entrar em contato com o posto de atendimento do SEBRAE.com. de 00 O processamento do cogumelo (lavagem.sbrt. mosquitos em cogumelos.anvisa. molho. sobre possíveis consumidores. disponível no endereço: <http://www.pdf> acesso em  de Jul.

Empresa Júnior de Escola Superio ‘Luiz de Queiroz’. mas é preciso saber muitas coisas para emplemetar qualquer tipo de controle (bilógico). podem ser das famílias Mycetophilidae (fungus gnats) ou Sciaridae (dark-winged fungus gnats.br/arquivos/parasuaempresa/planodenegocios/plano_de_negocios. popularmente conhecidos como “fungus gnats”(algo como mosquito do fungo). caso já não o for. quando aos mosquistos. Piracicaba-SP FONTEs CONsULTADAs Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micros Empresas de Minas Gerais.com. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Caso continue com dúvidas procure um engenheiro agrônomo ou entre em contato com a ESALQJR. Finalmente os mosquitos.br/~esalqjrc/> acesso em :0 de Jul.usp. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Telefone: (9) 9-99. de 00. o problema de lagartas em cultivo de cogumelo pode ser causado pela falta de higiene no manejo desse cultivo.pdf>. segundo o professor Doutor Evoneo Berti Filho do Departamento de Entomologia. Acesso em:  de jul. o que é inadmissível em cultivo de cogumelos. unidade ESALQ. Assim uma medida que poderia ser tomada seria telar o viveiro.00.br>. Acesso em:  de jul. embora algumas empresas tenham tentado usar produtos químicos. sebraemg. formada por alunos da Universidade de São Paulo. Para viveiros florestais está se testando o uso de nematóides.gov. 00. Fitologia e Zoologia Agrícula da ESALQ/USP. root gnats). Disponível em: <http://www. Escola Superior “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo.Sobre o problema com pragas nos cogumelos. ESALQ Júnior Consultoria Site: <http://www.ciagri. Disponível em: http://www. Industrialização do cogume . anvisa. com tela do tipo anti-afídeo. o problema acontece até nos viveiros telados de empresas florestais e nada de concreto foi feito ainda. Como Elaborar Plano de Negócio.

Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jul.sbrt. 00. SP. Escola Superior “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo. Fitologia e Zoologia Agrícula da ESALQ/USP. Acesso em:  de jul.jsp?id=K4797876A6> acesso em: de jul.pdf>.ibict.Professor Doutor Evoneo Berti Filho do Departamento de Entomologia. São Paulo. .br/buscatextual/visualizacv. 00. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA lo. Disque-Tecnologia/USP. Disponível em: <http:// www.cnpq.br/upload/sbrt1443. 00. Disponíovel em: <http:// buscatextual.

o estágio da lactação. não ser deixado sob sol quente. normalmente tem persistência de lactação mais curta. assim sendo o rebanho deve contar com alimentação adequada. manejo de rebanho em lactação. Não se deve esquecer o aspecto da sanidade. André Luiz Monteiro Novo. para ser implementado. Alimentação Um sistema de alimentação para vacas em lactação.  vacas em lactação. água de boa qualidade e à vontade bem como a ordenha deve ser bem feita. permite que o animal dê leite por 0 meses e crie a cada  meses. o consumo de alimentos e mudanças no peso vivo do animal. é necessário considerar o nível de produção.MANEjO DE REBANhO DE vACAs EM LACTAÇÃO PALAvRAs-ChAvE Gado. o consumo esperado de matéria seca. sem restrições e de boa qualidade. mas ter local com sombra onde repousar. Este índice de 0%.  . durante um ano? Qual é o manejo necessário? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com o pesquisador da Embrapa Pecuária Sudoeste Dr. O animal deve contar com conforto adequado. gado leiteiro Quantas vacas são necessárias para manter três vacas em lactação. a condição corporal. tipos e valor nutritivo dos alimentos a serem utilizados. O estágio da lactação afeta a produção e a composição do leite. ao mesmo tempo. Neste caso a proporção é de aproximadamente de 0% Manejo Quanto ao manejo. como por exemplo. a idade da vaca. o ideal é ter a proporção de 0% do rebanho adulto em lactação. do rebanho adulto. a base do sistema é primordial. ou seja. É importante ressaltar que a genética do Zebu. ou seja não chega aos  meses de lactação.

pois estes animais ainda continuam em crescimento. são distintas para cada um deles. Vacas que ganham muito peso antes do parto apresentam apetite reduzido. no pico de consumo. é importante que recebam uma dieta que possa permitir a maior ingestão de nutrientes possível. Vacas que são ordenhadas três vezes ao dia consomem  a % mais 9 AgriculturA e PecuáriA Nas duas primeiras lactações da vida de uma vaca leiteira. Devem ser manejadas em pastagens de excelente qualidade e em quantidade suficiente para permitir alta ingestão de matéria seca.Recomenda-se alimentar as vacas primíparas separadas das vacas mais velhas. o manejo dos pastos em rotação é prática recomendada. nas primeiras semanas após o parto. o que ocorre em torno de cinco a sete semanas após o parto. Para isto. deve-se fornecer alimentos em quantidades superiores àquelas que deveriam estar recebendo em função da produção de leite. com necessidades nutricionais muito elevadas. Assim. pois as exigências nutricionais dos animais. aumentando o consumo de matéria seca. Vacas de alto potencial de produção devem apresentar um consumo de matéria seca equivalente a pelo menos % do seu peso vivo. além de baixa resistência aos agentes de doenças. em torno de nove a dez semanas pós-parto. Este procedimento evita a dominância. menores produções de leite e distúrbios metabólicos como cetose. . O pico de consumo de alimentos só será atingido posteriormente. evitando que percam muito peso e tenham sua vida reprodutiva comprometida. Por isso. fígado gorduroso e deslocamento do abomaso. As vacas não devem parir nem excessivamente magras nem gordas. até atingir o pico. Um plano de alimentação para vacas em lactação deve considerar os três estádios da curva de lactação. Deve-se fornecer volumoso de boa qualidade com suplementação com concentrados e mistura mineral adequada. As vacas. recomenda-se que aos requerimentos de mantença sejam adicionados 0% a mais para novilhas de primeira cria e 0% para vacas de segunda cria. não conseguem consumir alimentos em quantidades suficientes para sustentar a produção crescente de leite neste período.

há necessidade de suplementação com volumosos: capim-elefante verde picado. calcário e sal mineral ou dependendo da disponibilidade. Para cada dois quilogramas de leite produzidos. Caso haja muita sobra. Para vacas de alta produção leiteira ou animais confinados. Para vacas com produções diárias acima de -0 kg de leite. tostada etc. Pode-se utilizar uma mistura simples à base de milho moído e farelo de soja ou de algodão. De outra forma. O concentrado para vacas em lactação deve apresentar  a % de proteína bruta (PB) e acima de 0% de nutrientes digestíveis totais (NDT). a vaca deve consumir pelo menos um quilograma de matéria seca. durante o período de menor crescimento das forrageiras. deve-se fornecer concentrados com fontes de proteína de baixa degradabilidade no rúmen. Opções de concentrados para vacas em lactação.matéria seca do que se ordenhadas duas vezes ao dia. Para vacas mantidas em pastagens. Vacas de alta produção de leite. forneça silagem de milho ou sorgo. soja em grão moída ou caroço de algodão. feno ou forrageiras de inverno. Algumas opções para formulação de concentrado são apresentadas na Instrução Técnica para o Produtor de Leite . como caroço de algodão. farelo de algodão. além de uma fonte de gordura. cana-de-açúcar adicionada de % de uréia. como farinha de peixe. kg de leite produzidos. Um regra prática para determinar a quantidade de volumoso a ser fornecida é monitorar a sobra ou o excesso que fica no cocho. Vacas com produções acima de 0 kg de leite por dia. Essas vacas devem receber 0 . aumente a quantidade de volumoso a ser fornecida. à vontade. Caso não haja sobras ou se sobrar menos do que 0% da quantidade total fornecida no dia anterior. ela pode perder peso em excesso e ficar mais sujeita a problemas metabólicos. precisam ter ajustes em seu manejo e plano alimentar. soja em grão moída. silagem. manejadas em pastagens ou em confinamento. devem receber gordura protegida (fonte comercial) para elevar o teor de gordura da dieta total para -%. na base de  kg para cada . reduza a quantidade. soja em grão moída ou sebo.Sistemas de Alimentação nº 0.

feno. Além disso. a % de bicarbonato de sódio e 0. Dessa forma. A relação concentrado/volumoso é maior para vacas de maior pro AgriculturA e PecuáriA uma quantidade diária de gordura na dieta equivalente à quantidade de gordura produzida no leite. vacas no terço médio e vacas em final de lactação.% de óxido de magnésio na dieta total. Os demais grupos. Normalmente. ingerindo menos matéria seca. A mistura dos ingredientes é feita em vagão misturador próprio. Rações mais secas ou mais úmidas podem limitar o consumo. recomenda-se a inclusão de 0. principalmente na época mais quente do ano.Sistemas de Alimentação nº . Mantendo a dieta completa à disposição dos animais nesses períodos. Muito usada em confinamento total. as vacas podem consumir o alimento num horário de temperatura mais amena. .Dieta completa é uma mistura de volumosos (silagem. para evitar problemas com acidose. o teor de umidade da silagem deve ser monitorado semanalmente. o que pode causar problemas de acidose nos animais. tem a vantagem de evitar que as vacas possam consumir uma quantidade muito grande de concentrado de uma única vez. Alimentação e manejo de vacas de alto potencial genético. o qual contém balança eletrônica para pesar os ingredientes. para que os animais possam ter alimento fresco disponível durante a noite. a tendência é de se formular uma dieta completa com alto teor energético e com nível de proteína não-degradável que atenda ao grupo de maior produção de leite. as vacas se alimentam após as ordenhas. se possível. Para assegurar consumo máximo de forragem. Deve-se encher o cocho no final da tarde. capim verde picado) com concentrados (energéticos e protéicos). pode-se conseguir aumento do consumo voluntário. Por isso. Instrução Técnica para o Produtor de Leite . deve-se garantir disponibilidade de alimentos ao longo do dia. naturalmente já controlariam o consumo. Para reduzir mão-de-obra na mistura de diferentes formulações para os grupos de vacas com diferentes produções médias. O melhor teor de matéria seca da ração total está entre 0 e %. minerais e vitaminas.

à vontade (InstruTrabalhador na Bovinocultura de Leite . e a mesma relação acima de  kg  . as vacas já recuperaram parte das reservas corporais gastas no início da lactação e já deveriam estar enxertadas. sugere-se. as relações concentrado/volumoso. Ela deve estar à disposição dos animais.página ). na proporção de  kg para cada  kg de leite produzidos acima de  kg. O fornecimento de concentrado deve ser feito com  a 0% de proteína bruta. No terço médio da lactação. ção Técnica para o Produtor de Leite . uma vez que o leite é composto de  a % de água. Produção de Concentrado leite (kg/dia) Até   a   a  0- 0  % -0 0  Volumoso %  a  Acima de  0- -0 -0 0- Deve-se tomar o cuidado de retirar restos de alimentos mofados do cocho antes de fornecer nova alimentação. o consumo de água aumenta substancialmente. Para animais mantidos em pastagens. o método mais prático de suplementar minerais é deixando a mistura (comprada ou preparada na própria fazenda) disponível em cocho coberto. Quando a temperatura ambiente se eleva. na tabela abaixo. é mais seguro e garantido incluir a mistura mineral no concentrado ou na dieta completa. litros de água para cada litro de leite produzido. Suplementos Minerais para Gado de Leite e Senar .Embrapa: Manual Técnico: Para vacas em lactação e animais que são mantidos em confinamento.dução de leite.Sistemas de Alimentação nº 41. De uma forma mais generalizada. Normalmente as vacas consomem . na época das chuvas. A produção de leite começa a cair e as vacas devem continuar a ganhar peso. Vacas em lactação requerem uma quantidade muito grande de água. nos meses de verão. preparando sua condição corporal para o próximo parto. à vontade e próxima dos cochos.

mas deve-se evitar que a vaca ganhe muito peso nesta fase.Produção de leite (kg/vaca/ dia) a a  a   a   a   a 0 Quantidade de Concentrado (kg/vaca/dia) época das “águas”      época seca       No terço final da lactação. . minerais e vitaminas é muito importante. a glândula mamária regenere os tecidos secretores de leite e acumule grandes quantidades de anticorpos.Qualidade do Leite e Segurança Alimentar nº 3. Método de secagem de vacas . essencial para a sobrevivência da cria recém-nascida. O suprimento de proteína. É o período em que ocorre a secagem do leite. principalmente na época seca do ano. as vacas devem recuperar suas reservas corporais e a produção de leite já é bem menor que nos períodos anteriores. durante o período seco do ano. à redução na ingestão de alimentos pós-parto. Instrução Técnica para o Produtor de Leite . Isso se deve. É fundamental para que haja transferência de nutrientes para desenvolvimento do feto. em rebanhos bem manejados sua duração é de 0 dias. para reduzir a incidência de problemas no parto e durante a fase inicial da lactação. Deve-se alimentar as vacas para evitar que ganhem peso em excesso. que é acentuado nos últimos 0-90 dias que precedem o parto. energia. encerrando-se a lactação atual e o início da preparação para o próximo parto e lactação subseqüente. proporcionando maior qualidade e produção de colostro. para que se adaptem à dieta que receberão após  AgriculturA e PecuáriA iniciais de leite produzido. Nas duas semanas que antecedem ao parto deve-se iniciar o fornecimento de pequenas quantidades do concentrado formulado para as vacas em lactação. mas que tenham alimento suficiente. compreendido entre a secagem e o próximo parto. o que normalmente se observa com vacas que parem gordas. principalmente. para repor as reservas corporais perdidas no início da lactação. conforme tabela abaixo. O período seco.

a fêmea deve receber a mesma dieta que irá receber após o parto com restrição do sal mineral. É bom lembrar que neste período final de gestação o animal sofre as maiores transformações. ) após o parto. deve encerrar a lactação. uma vaca gestante nos dois últimos meses de gestação. deverão ir para uma baia-maternidade. O fato de ter uma maternidade vai facilitar alguma interferência que for necessária no decorrer do parto. É muito importante que neste período isto ocorra. este animal deve ser levado para a maternidade.Embrapa . maiores cuidados. dependendo da sua condição corporal. em rebanhos nos quais se faz a observação no parto. Documentos. em cocho coberto (Manual Técnico: Trabalhador na Bovinocultura de Leite – Senar-AR/ MG/Embrapa. A mistura mineral (com nível baixo de cálcio) deve estar disponível. que deve ser de preferência um pasto próximo ao curral. Se for uma novilha esta preparação vem naturalmente. pois permite que os microorganismos do rúmen se adaptem à dieta que vai ser ingerida durante a lactação. o que dificulta a locomoção e reduz a capacidade de competição.  . Neste período. vacas Gestantes Como ponto de partida.CNPGL. Geralmente ficam mais pesados. à vontade. O teor de cálcio da dieta de vacas no final da gestação deve ser reduzido para evitar problemas com febre do leite (Febre do leite . As quantidades a serem fornecidas variam de 0. portanto. Em torno de vinte a trinta dias antes do parto. se preparar para próxima lactação e produzir um colostro de boa qualidade. No caso de confinamento total. a % do peso vivo do animal. isto é. facilitando a observação diária. os problemas são resolvidos de forma mais rápida e com maior sucesso e menor índice de natimortos. 99 e Embrapa Gado de Leite: 0 anos de pesquisa). exigindo. já que ela nunca pariu. Por observação na maternidade conclui-se que.o parto. deve-se fazer com que ela interrompa a produção de leite para que a glândula mamária possa descansar.

br/>.http://www.  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs .cnptia.pdf FONTEs CONsULTADAs Embrapa Sudoeste. Disponível em: <http://www. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária onde há técnicos competentes e preparados para oferecer as informações técnicas de que necessite. 00.ibict.sbrt. Juiz de Fora (MG) Telefone: () 9 00 Fax.Sugere-se consultar a EMBRAPA.embrapa.br/FontesHTML/Leite/LeiteSudeste/index.: () 9 0 Embrapa Sudoeste.http://www.sbrt. Acesso em:  de jul.ibict. Embrapa Gado e Leite. 00. 00.html>. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. Engenheiro Agrônomo Telefone : () - No site do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas há outras respostas que tratam sobre o assunto e podem ser consultadas no endereço abaixo: Alimentação para vacas de leite .pdf Ração de vacas em lactação . Embrapa Gado e Leite.cnpgl. São Carlos (SP) André Luiz Monteiro Novo.br/upload/sbrt343.br/upload/sbrt826. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul. Acesso em:  de jul. embrapa.

MÁQUINA PARA FABRICAÇÃO DE RAÇÃO PALAvRAs-ChAvE Ração para suínos. Jacinta Diva Ferrugem Gomes da Faculdade de Zootecnia da USP. e estará mais apta a analisar o caso com maior profundidade. o maquinário e infra-estrutura necessários para a produção de ração voltado para suínos depende muito do volume que se estima alcançar. possibilitando a produção da ração nas fábricas de processamento deles mediante pagamento de aluguel ou porcentagem da produção. no qual os processos de trituração e mistura são realizadas em um menor volume e de forma mais econômica. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Primeiramente entrar em contato com a empresa disponível em referências. maquinário para fabricação de ração para suínos Indicação de maquinário para fabricar ração para suínos com restos de alimentos. É preciso ficar atento às especificações sanitárias da produção da ra . Outra opção de negócio seria a associação da empresa com cooperativas. é possível encontrar fornecedores de maquinário e consultorias para instalação de fábricas no site da Suíno Cultura Industrial. é recomendada a aquisição de um misturador vertical. Para produções de pequeno porte. como é o caso. bem como o capital disponível para realizar tal investimento. Caso a produção cresça e seja necessário o aumento da capacidade da empresa. com produção mensal de 0 toneladas. Entrando no espaço “Guia Gessulli” é possível encontrar fornecedores e produtores de diversos tipo e lugares. Ela foi recomendada por trabalhar com produtores de menor porte e ter equipamentos para atender os objetivos das mesmas. Dra. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo a Profa.

doc>. Rodrigo Ravani Gurgel NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out. É interessante também checar outros dados relacionados ao balanceamento da alimentação de suínos.suinoculturaindustrial.com.com. Dra. bem como a composição da mesma.br/manualsanitarios.html>. é válido checar o link disponível abaixo sobre a legislação de alimentação de suínos.br/>.00.ibict. Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul Disponível em:<http://www. Acesso em: 0 de out.00. adaptar seu produtos às normas vigentes.Disponível em: < http://www. Acesso em: 0 de out.br Alcides Ganasini & Cia Tel: () -99 Disponível em:<http://www. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT outras informações importantes: Disponível em: <http://www.com.br/site/home. Legislação de alimentação de suínos e a sanidade: Disponível em: <http://www.com.REFERêNCIAs FZEA – Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da USP Contato: Profa.br/>.guiagessulli. Para tanto. para eventuais melhorias no seu produto.ganasini. disponível no site do SBRT (vide link abaixo).00  AgriculturA e PecuáriA ção. Acesso em: 0 de out.br/upload/sbrt1099.acsurs.com. Acesso em: 0 de out. para assim.acsurs. .br Suinocultura Industrial .00.asp> Procura por fornecedores –Disponível em: <http://www.00.com.sbrt. Jacinta Diva Ferrugem Gomes e-mail: jacintaf@usp.br/> e-mail: atendimento@ganasini.

MATA CILIAR EM NAsCENTE PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Mata ciliar Qual é o tipo de árvore apropriada para plantar em uma nascente de água? Possui uma fazenda no sul de MG. apesar de ser garantida pelo Código Florestal Lei Nº  de /09/. junto a nascente existem poucas árvores. resulta nas enchentes. tais como: • • • • • • • Escoamento das águas da chuva Diminuição do pico dos períodos de cheia Estabilidade das margens e barrancos de cursos d’água Ciclo de nutrientes existentes na água. quando presentes. Segundo esta lei são obrigatórias as conservações de 0 metros de mata para cursos d’água com até 0 metros de largura. a água escoa sobre a superfície formando enormes enxurradas que não permitem o bom abastecimento do lençol freático. A função das Matas Ciliares em relação às águas está ligada a sua influência sobre uma série de fatores importantes. normalmente estão reduzidas a vestígios. entre outros. A primeira. A segunda de médio prazo. Entretanto. em vez de infiltrar no solo. sOLUÇÃO APREsENTADA Junto a nascente é preciso preservar a Mata Ciliar. promoven-  .O termo Mata Ciliar também conhecida como mata de galeria. inclusive as estreitas faixas de florestas que ocorrem nas margens dos rios. na legislação brasileira o termo Mata Ciliar significa qualquer formação florestal que ocorre nas margens de cursos d’água. causando duas conseqüências gravíssimas. As Matas Ciliares foram reduzidas drasticamente e. tem sido usado para classificar as diversas formações vegetais. Assim os solos sem cobertura florestal reduzem drasticamente sua capacidade de retenção de água de chuva. que é imediata.

00. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Associação Mata Ciliar. Código Florestal. evoluem facilmente para as voçorocas. Disponível em: <http://www. que são formadas pela combinação de processo de erosão e demonstram um desequilíbrio do ambiente.gov.usp.sc. .INDICAÇõEs: FORNECEDOREs: Associação Mata Ciliar.mataciliar. Disponível em: <http://educar. Se não controladas. rios e riachos abastecidos por ela.br/licenciatura/2003/vt/ mataciliar.htm>. Acesso em  de mar. minimizando assim o problema da seca. entidade produz mudas de essências nativas de 0 espécies de árvores nativas diferentes EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: CEMAC Centro Excelencia Matas Ciliares Universidade Federal de Lavras UFLA Depto Ciências Florestais Lavras – MG Telefone () 9- e-mail cemac_dcf@ufla. As conseqüências do rebaixamento do lençol freático não se limitam as nascentes. Disponível em: <http://www. Acesso em  de mar.html>. 00 Mata Ciliar.br>. Acesso em  de mar.org.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O importante é a recuperação da mata ciliar em torno da nascente.planalto. que vai proporcionar as características originais do local.br/ccivil_03/ Leis/L4771. 00 9 AgriculturA e PecuáriA do a diminuição da água armazenada. reduzem-se as nascentes. Com isso. mas se estendem aos córregos.

00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar.

Algumas espécies já estão ameaçadas de extinção. mas eles estão em todo nosso país. onde estão agrupados os morcegos. possuidores de corpo coberto de pêlos e que nutrem seus filhotes no início de seu desenvolvimento por leite secretado pelas glândulas mamárias das fêmeas. sOLUÇÃO APREsENTADA Os morcegos são mamíferos pertencentes à Classe Mammalia que caracteriza-se por animais vertebrados.Morcego PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Informações sobre um método eficaz e barato para combater morcego. sótãos e porões. Principais abrigos de morcegos l nossas casas (forros. a quantidade de espécies varia de região para região. Esta classe é subdividida em 9 ordens. entre as quais encontramos a dos Chiroptera. na grande maioria não excedendo 00 gramas de peso. frestas na paredes e marquises) l construções abandonadas l torres e forros de Igrejas l cavernas e grutas l túneis. só não sendo encontrados em locais muito frios como nos pólos. bueiros e passagens de gado sob as rodovias l silos l pontes l cisternas ou poços l copas e folhagens de árvores e arbustos l vãos de dilatação de prédios l ocos de árvores l fossos de elevadores  AgriculturA e PecuáriA MORCEGO . São em geral pequenos. Os morcegos ocorrem em quase todo o planeta. No Brasil nós temos morcegos de norte a sul.

comem os mais variados frutos.comem rãs. para complementarem suas dietas. levam sementes para longe da planta-mãe. frugívoros . Às vezes. conseqüentemente. hematófagos .l l estábulos cachoeiras Os morcegos hematófagos se alimentam de sangue. entre outras. insetívoros .alimentam-se de insetos. É muito comum vê-los em cidades.consomem folhas de diversas plantas. alguns de aves e pássaros. como ratos. lagartos e até outros morcegos. amêndoas. Cecropia (embaúba) etc. ajudando em sua dispersão e. besouros. como sardinhas e barrigudinhos. Solanum. têm importante papel no controle de algumas pragas agrícolas. piscívoros . sendo os  . como mangas. Estudos feitos com as substâncias anticoagulantes presentes na saliva destas espécies poderão ajudar a salvar vidas de pessoas com doenças do coração. goiabas e principalmente frutos selvagens. bananas. como os beijaflores (aves) se alimentam do néctar e do pólen produzidos por muitas flores. Eles se alimentam exclusivamente de sangue de vertebrados. nectarívoros/polinívoros . podemos classificar os morcegos da seguinte maneira: l l l l l l l l l onívoros .caçam pequenos animais vertebrados.são morcegos que. mamões. carnívoros . folívoros . que também pode utilizar outros alimentos. se alimentando em mangueiras e amendoeiras.utilizam vários dos itens citados abaixo em suas dietas. como os gêneros Piper.são os famosos morcegos-vampiros. ranívoros . mas nenhuma espécie de morcegos alimenta-se exclusivamente de anfíbios. na regeneração de áreas desmatadas. incluindo mosquitos. Um gênero que sabe-se ter esse hábito é o Trachops (Phyllostomidae).comem pequenos peixes. pássaros. gafanhotos e mariposas. Por isso. porque ao pegarem os frutos para comer. estes morcegos podem ser vistos bebendo água com açúcar colocada em bebedouros de pássaros. De acordo com a alimentação. figos. outros de grandes animais como vacas e cavalos. como o maracujá-de-restinga e o ipê. São importantíssimos para as florestas tropicais.

ou mesmo um arranhado por morcegos faça o seguinte: l lave o local com bastante água e sabão.  AgriculturA e PecuáriA únicos cordados (filo Chordata) a terem essa especialização. Os morcegos só mordem para se defender. contribuindo desta forma para a recomposição de nossas florestas e matas.Importância dos morcegos Os morcegos são importantes pois comem toneladas de insetos por ano. Em caso de mordida. Ele tem muito mais medo do que você dele. que pode ter se iniciado por acaso. Há apenas três espécies no Mundo. Os morcegos comedores de frutas espalham sementes de centenas de espécies de árvores. m a 0 m de altura. perpetuando as espécies. Um bom e esperto morcego insetívoro pode devorar mais de 00 mosquitos por hora. A dieta. pelo menos. Para se ter uma idéia da importância dos morcegos. conforme a espécie e a presa a ser localizada. Hoje. Os morcegos hematófagos voam de seus abrigos em busca de presas para se alimentarem. fazendo assim um rigoroso controle de população. Há. eles se alimentam do pólen e do néctar das flores. Duas atacam aves (Diphylla ecaudata e Diaemus youngii) e uma ataca aves e mamíferos (Desmodus rotundus). pode ter certeza. estima-se que aproximadamente 0 espécies de morcegos dependem parcial ou totalmente das plantas como fonte de alimento. basta dizer que cerca de dois terços das angiospermas das florestas tropicais do mundo são polinizadas por eles. 0 milhões de anos. . A dispersão das sementes também faz com que eles sejam os principais responsáveis pela regeneração de florestas degradadas. faz com que esses animais contribuam para a regeneração das florestas e para a disseminação e distribuição de várias plantas. que ocorrem apenas nas Américas. O vôo pode ser realizado a uma altura de 0. Uma variedade enorme de plantas depende quase que exclusivamente dos morcegos para espalhar suas sementes.

no Brasil. ligue para o Laboratório de Manejo de Animais Peçonhentos e Quirópteros ou órgão de saúde equivalente em sua cidade. exceto a parte de baixo. sobre a abertura e vede todos os lados da tela. mas não entrar de volta. Uma vez localizado o ponto de passagem dos morcegos. em fendas de paredes. ou rede plástica. Sua perseguição. estão protegidos pela Lei de Proteção à Fauna. isso é muito importante para você e para toda a comunidade.l l l l não mate nem jogue fora o animal. A melhor hora para procurar os morcegos é ao pôr-do-sol. coloque tela. ou outros locais de sua casa. existem procedimentos humanitários e criteriosos para expulsá-los e fazer que não voltem mais. Além disto a destruição de um morcego nada resultará. veja a figura “coletada” no site do Bat Conservation International  . quando eles saem do seu descanso diurno. pois quase imediatamente seu lugar será ocupado por outro exemplar. procure orientação médica na Unidade de Saúde mais próxima de sua casa imediatamente. é identificar o local por onde os morcegos entram e saem. “Se você encontrou morcegos morando no forro. de tal forma que os morcegos possam sair. O primeiro passo. o morcego tem que ser examinado! Os morcegos são espécies silvestres e. caça ou destruição são considerados crimes. e precisa desalojá-los.

CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Morcegos são protegidos por Lei de proteção à fauna por se tratarem de espécies brasileiras e sua destruição é. é importante ter certeza de que não existem filhotes dentro. apenas o monitoramento é permitido. . os filhotes ficarão aprisionados e morrerão de fome. além do que seria uma crueldade desnecessária. Não há órgão diretamente responsável pela retirada de morcegos e pelo seu controle em área urbana.Tel. Com isso.  Centro . em Peruíbe este serviço é feito pela Vigilância Sanitária. causando. () -00 Uma recomendação é a utilização de telas de proteção de malha fina. causando um sério problema de mau cheiro.  AgriculturA e PecuáriA Antes de iniciar esse procedimento de expulsão. portanto. seria a utilização de aparelhos de ultra-som para afastar os morcegos. Caso você tenha dúvidas de como proceder. Os inseticidas empregados não matam imediatamente os morcegos. tanto no galinheiro. Os ataques de Morcegos Hematófagos (também conhecido por vampiros) devem ser notificados imediatamente ao Departamento de Agricultura ou o Serviço Municipal de Vigilância Sanitária. visando a preservação destes. o problema será ainda aumentado. (GN) Prefeitura do Município de Peruíbe Unidade Central R. para proteção dos animais. Os moradores devem evitar a entrada dos animais em suas residências e podem solicitar sugestões por telefone ou carta. Além de ilegal este processo causa inúmeros problemas. como para os cabritos. Por não saberem ainda voar. pois estes terão mais probabilidades de entrar em sua residência e ter contato com os moradores e animais domésticos. Alfredo Gomes. Uma outra opção. peça a orientação de um especialista ou de um órgão oficial em sua região. Não chame firmas dedetizadoras para eliminar os morcegos. entretanto. A Vigilância Sanitária de Peruíbe orienta voluntariamente moradores com problemas. proibida. Lembre-se também que morcegos contaminados encontrados caídos poderão causar contaminação de animais domésticos e mordeduras se manipulados por crianças. desorientação.

Disponível em: <http://www. Cristiane de Lima Quadros e Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de ago.br/saude/semuvis/sau_zoo.vet. 00. Ação Ambiental Morcego Livre. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . Acesso em: de ago.peruibe. Disponível em: <http:// www. Acesso em:  de ago.htm#Morcegos>.br/>.FONTEs CONsULTADAs Prefeitura do Município de Peruíbe.morcegolivre.sp. Zoonose.gov. 00.

Tal documento pode ser acessado através do link abaixo: <http://sbrt. 00. Para obter outras informações sobre: as características da planta. fazendo com que. cilíndricas). muitas vezes. Consulte o site da EMATER (Associação de Assistência Técnica  AgriculturA e PecuáriA MUDAs DE jABUTICABA . jabuticaba PALAvRAs-ChAvE Saber como formar mudas de jabuticaba. com diferentes números de células individuais. conseqüentemente. Para obter as informações sobre “técnicas para a produção de mudas”. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A produção de mudas constitui-se numa das etapas mais importantes do sistema produtivo. recomendadas conforme as espécies vegetais a serem cultivadas. permitindo a obtenção de plantas mais vigorosas e produtivas. é o método de propagação atualmente mais empregado para a grande maioria das espécies vegetais. e posterior transplante para a lavoura definitiva. tratos culturais e produção de JABUTICABA. clima. do número de ciclos possíveis por ano. No mercado existem diversos modelos de bandejas. plantio.Mudas de jabuticaba. uma semente origine uma planta. piramidais. consulte resposta técnica já publicada pelo site do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT. A semeadura indireta para a produção de mudas.pdf>. A modernização deste sistema somente teve início em 9. frutos. quanto do tempo necessário para a colheita e. formatos (redondas.br/upload/sbrt735. além de proporcionar menor custo no controle de pragas e doenças e alto índice de pegamento após o transplante. Dela depende o desempenho final das plantas nos canteiros de produção. com a adoção do sistema de bandejas multicelulares. Acesso em: 0 de dez.ibict. tanto do ponto de vista nutricional. O sistema de bandejas proporciona maior cuidado na fase de germinação e emergência. variedades. profundidades e volumes.

se estiver estaqueando para posterior enxertia). de preferência. as estacas lenhosas têm maior uso. feita a  – 0 cm na haste principal. Estacas colocadas para enraizamento Parreiral com mudas obtidas por estaquia e enxertado por garfagem Após a brotação das gemas. no caso de enxertia posterior. Em fruticultura. fincada junto à planta. deixando apenas / de seu tamanho para fora do solo (Figura). cortado da parte madura da planta. isto é. O sistema radicular sairá da parte cortada. No caso da muda. a haste pode ser podada na altura de formação a 0 – 0 cm e.com. sobre a Estaquia A estaquia é baseada no enraizamento de um pedaço de ramo (estaca) (Figura ). ser conduzida em uma única haste. são enterradas em solo bem preparado (canteiro. embora para algumas espécies seja usada a estaca herbácea. viveiro ou recipiente).e Extensão Rural do Estado de Rondônia). não muito nova. 00. ou verde.emater-rondonia. Acesso em: 0 de dez. com a tesoura de poda. sairão as brotações da parte aérea.  . são retirados suas folhas e espinhos.htm>. a qual deve. Das gemas. a parte acima é posteriormente eliminada. para que se processe um crescimento ereto da muda ou cavalo (neste caso. geralmente de  a 0 cm de comprimento e de 0. amarrada periodicamente a uma estaca de 0 – 0 cm. A seguir. São necessárias. O ramo para estaca é cortado da planta. e seu ápice é cortado reto. Sua parte basal é cortada em bisel (inclinado) junto a uma gema. Podem ser usadas para propagação ou para obtenção de porta-enxertos. a  cm de diâmetro. Há plantas que enraízam melhor de estacas mais novas.br/Jabuticaba. há formação da parte aérea da muda. disponível em: <http://www.

ibict.ibict. brotada da estaca inicialmente plantada.br/upload/sbrt1157.ibict.Viveiro de goiaba com mudas de estaquia herbácia Estaca goiaba Outras informações de interesse sobre o assunto “Produção de Mudas” podem ser recuperadas no Banco de Respostas Técnicas do site do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT. Acesso em 0 de dez. Disponível em: <http:// sbrt. Para ter acesso a estes documentos. 00.pdf> <http://sbrt. 00.ibict. NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de dez. visite os links abaixo: <http://sbrt.br/upload/sbrt1352. Fabiana Rocha.ibict.pdf> <http://sbrt.ibict. constantes desbrotas para permitir bom desenvolvimento da haste única.br/upload/sbrt790. .pdf> REFERêNCIAs SBRT Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. 9 AgriculturA e PecuáriA portanto.br>.pdf> <http://sbrt.br/upload/sbrt732.pdf> <http://sbrt.br/upload/sbrt1754.

que não é possível apresentar uma solução direta ao problema sem analisar as possíveis causas. Pietro Sampaio Baruselli. bufalo Saber qual a suplementação mineral adequada para búfalos de leite. Os búfalos. controle sanitário. foi muito cauteloso ao explicar as possibilidades de aumentar a produção de leite em búfalas. O criador deve conscientizar-se de que. como o tipo de pastagem e as características do clima aos quais as búfalas estão expostas. tais como: nutrição adequada.kg de leite por dia. pois existem um conjunto de fatores que podem ter contribuído para a estagnação da produtividade leiteira. mas há outras considerações a fazer. O pesquisador salienta que os índices reprodutivos de rebanhos bubalinos variam conforme o manejo geral adotado na propriedade. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O professor. o rebanho precisa de uma suplementação consistente. Somente será possível melhorar a eficiência reprodutiva e empregar biotecnologias como a inseminação artificial e a transferência de embriões quando requisitos básicos forem controlados. Deve-se 0 . cada vaca búfala está produzindo uma média de . elas possuem potencial genético para produzir em media kg de leite por dia. a propriedade deve ser conduzida corretamente. Segundo ele. no entanto. responsável pelo departamento de reprodução animal da Faculdade de Medicina e Veterinária e Zootecnia de São Paulo. decorrentes do tipo de manejo e do nível tecnológico empregados na criação. suplementação mineral correta. controle produtivo (através de pesagens periódicas do leite ou dos animais) e conduta dentro das recomendações técnicas. pois possui uma criação de búfalos e não está conseguindo manter os animais com o sistema de pastagem atual. nutrição de búfalos. Ele afirma. sofrem variações nos índices reprodutivos. como os demais animais domésticos.NUTRIÇÃO DE BúFALAs PALAvRAs-ChAvE Manejo de búfalo. para obter uma boa eficiência reprodutiva e conseqüente aumento na produtividade.

ocorrendo comprometimento da reprodução e impossibilitando a implantação de um manejo reprodutivo adequado. Nutrição do rebanho O bom estado nutricional do rebanho que vai receber alguma biotecnologia é imprescindível para se obterem índices reprodutivos satisfatórios. É freqüente encontrar propriedades com um número de animais maior do que sua capacidade suporte. Outro fator a ser observado é a capacidade de suporte da propriedade. Animais estabulados têm suas fezes recolhidas diariamente. de que esses animais são rústicos e não necessitam de manejo adequado. Nos casos clínicos os animais são isolados e recebem tratamento específico. Do mesmo modo. quando se pretende obter bons índices reprodutivos. refere-se à prevenção e ao tratamento da mastite. merecendo assim uma atenção especial. a propriedade deve estar preparada para fornecer corretamente alimentação de boa qualidade para que os animais possam exercer adequadamente suas funções de reprodução. o leite é regularmente testado a fim de se detectar a presença de infecção sub-clínica. Realmente. qualidade e tipo de pastagens. No entanto. apresenta taxa de concepção reduzida. Atenção  AgriculturA e PecuáriA ressaltar. manejo da propriedade. etc. devido à errônea visão que alguns criadores têm sobre a rusticidade da espécie. os bubalinos sobrevivem mas não alcançam índices produtivos satisfatórios.Percebe-se assim. a superlotação das pastagens interfere negativamente na fertilidade. A quantidade de animais por hectare varia conforme a localização da fazenda. que existe um conceito errôneo entre os criadores de búfalos. que a questão de manejo e a nutrição desses animais estão fortemente relacionadas com a produtividade leiteira. ocorrem quedas na produção de carne e leite e diminuição da fertilidade. O professor ainda faz um alerta para o criador que deve estar sempre atento às doenças que podem atingir as búfalas. quando a alimentação do rebanho é precária. . não entra em cio e. fertilidade do solo. quando entra. observa-se uma certa rusticidade da espécie entretanto. em condições precárias. Portanto. É importante verificar se os úberes são limpos antes e após a ordenha. sem adequada alimentação. A búfala. com o emprego de biotécnicas reprodutivas com vistas à melhoria genética da criação.

dado seu porte avantajado. Reproduz-se. a fim de evitar comprometimento na produção leiteira.”. o búfalo está sujeito às mesmas doenças que afetam os bovinos. o animal. evitar sua movimentação excessiva.a melhor cerca para o búfalo é um bom pasto.Apesar de “rústico”. Apesar de seu tamanho avantajado. no desenvolvimento e mesmo na fertilidade do rebanho.. Seu consumo de matéria seca em função do peso corporal é ligeiramente superior ao dos bovinos sendo. um fragmento sobre o manejo desses animais. de pelagem negra e com menor quantidade de glândulas sudoríparas. O tratamento na secagem é também rotineiro. o manejo dos búfalos leiteiros é semelhante ao dos bovinos. A Fazenda Paineiras da Ingaí possue uma criação de Búfalos Murrah Leiteiros e disponibilizam um site interessante sobre manejo e nutrição de búfalos que podem ajudar o criador a sanar as sua dúvidas. devendo-se pois atentar para as medidas profiláticas usuais tais como vacinações. a seguir. porém que.. desverminizações. porém. os búfalos quando constantemente manejados. as cercas. na ausência de alimentação. mesmo que com um só fio. Deve-se atentar para a contenção destes animais. que podem ser de arame farpado ou liso devem ser mantidas em bom estado de conservação. rompendo com mais facilidade cercas em mau estado de conservação.. pulverizações e exames periódicos de controle.. dado seus hábitos noturnos. principalmente em climas mais quentes. busca o alimento onde ele se encontrar disponível.Dada as características de sua pele.Observa-se. ou se aproveitando de eventuais interrupções de energia nas cercas eletrificadas. Manejo De um modo geral. Como já dizia um criador” . tem um temperamento extremamente dócil. reconhecidamente melhor conversor de alimentos mais pobres em carne e leite que os bovinos. não dão coices e não saltam cercas. deve-se evitar o ocorrência de “stress térmico”.  .especial deve ser dada quando o rebanho for submetido à ordenha mecânica e os animais forem de maior produção. apresentando excelente resposta na produção leiteira quando adequadamente alimentadas. fornecendo aos animais sombreamento e/ou água para banho. Assim. mais grossa. Os búfalos respeitam bem cercas eletrificadas. Alguns criadores optam pela contenção dos animais à noite. quando aproveitam para suplementar suas necessidades de volumosos e.

para os bezerros em lactação. Maiores detalhes. um alimento mais pobre.ig. Na propriedade de Ingaí.9% de NDT.paineirasdaingai. presença de estranhos durante a ordenha. na sua insuficiência enquanto fontes adequadas de nutrientes para o crescimento e desenvolvimento  AgriculturA e PecuáriA sendo raros problemas com seu temperamento. e posteriormente ajustado segundo a qualidade do volumoso e nível de produção dos animais. farinha de carne e ossos. porém. consultar :http://www. utilizam-se basicamente silagem de gramíneas (capim tanzânia. farelo de trigo. com cerca de % de PB e 0. os búfalos têm capacidade de converter alimentos de baixa qualidade em energia e demais nutrientes necessários à sua manutenção. Os touros adultos não podem ser mantidos juntos. resulta numa menor ingestão diária total e daí. Assim. não se verifica o comportamento de dominância observado nos touros bovinos. elaboradas ou não com aditivos secos (resíduo de cervejaria. devem ser eliminados. a ingestão de matéria seca pelo animal é função do teor de energia do alimento. além de suplemento mineral. . braquiarão). O concentrado.htm EXIGêNCIAs NUTRICIONAIs Como outros ruminantes. na base de  a  Kg por dia para vacas em início de lactação (primeiros 90 dias).A rotina e interação com os tratadores é fundamental na manutenção dos níveis de produção em búfalas.hpg.com. uréia. mudanças bruscas de manejo. onde muitas vezes se pode manter mais de um macho em um mesmo lote. Como vimos. resultando quando da utilização intensa deste tipo de alimentos. Assim. sal e suplementos minerais. culturas invernais (aveia preta. Na estação seca. misturado na propriedade é composto por resíduo seco de cervejaria. menor quantidade diária de nutrientes e energia é ingerida. a não ser em fêmeas com crias recém nascidas.br/ manejo. com um menor consumo de alimentos. azevem). principalmente machos. principalmente em estações de monta. os animais são alimentados na primaveraverão sob pastejo rotacionado de capim Brachiaria decumbens. podem apresentar-se mais bravios e nestes casos. Animais velhos. farelinho de trigo) e. particularmente novilhas. Fornece-se concentrado. Porém. alterações na regularidade das ordenhas e alimentação podem promover redução importante em sua produção.

extrativos não nitrogenados (principalmente carboidratos como o amido) e minerais (cinzas). resultam numa menor ingestão de nutrientes. fibras (formas complexas de carboidratos como celulose e lignina. resultam em indicadores pobres de produção dos mesmos.). idade.) • Os componentes alimentares que fornecem energia dividem-se basicamente em proteínas. esta espécie pode ampliar em muito seus indicadores produtivos. Apresentamos a seguir algumas de suas expressões e significados:  . doenças (parasitoses. enquanto que as gorduras possuem valor . e quando restrita. Diversos fatores afetam as necessidades de energia. Quando atendidas suas exigências nutricionais. resulta consequentemente numa menor ingestão global destes alimentos. vezes maior (9 cal/g). A idéia de utilização destes animais em regiões onde os bovinos não conseguem sequer sobreviver. • Nas análises básicas dos alimentos normalmente são avaliados o conteúdo proteico. ENERGIA Como comentado acima. fatores de stress ambiental (temperatura. o conteúdo de energia dos alimentos é um fator fundamental no consumo dos alimentos. o que muitas vezes traz muita confusão. não sendo considerados como fontes de energia.etc. apesar de ainda pouco estudadas. extrato etéreo (gorduras). estágio de prenhez. Tais exigências. bem resultam em produções abaixo de sua capacidade genética. As proteínas e açucares possuem basicamente o mesmo valor energético  cal/g.possíveis destes animais. apresentam alguns parâmetros orientativos que serão apresentados a seguir. entre eles: tamanho. de precocidade reprodutiva e de velocidade de crescimento. vento. disponibilidade de água/sombra. • Diversas são as formas de expressar o valor energético dos alimentos. fase de crescimento. gorduras e açucares (carboidratos). infecções. podendo resultar em carências alimentares de diversos destes nutrientes. Os demais nutrientes como minerais e vitaminas tem efeito complementar na alimentação. produção. esta última não digerível)) . que por sua vez. etc. haja visto a oferta alimentar inadequada.

com. acreditamos. Energia necessária para produção leiteira.00 cal de ED (energia digestível) ou cerca de . normalmente expresso em porcentagem.0 cal de EM (energia metabolizável) Essas informações estão disponíveis em: <http://www.htm> A variabilidade da produção leiteira nas búfalas é ainda muito ampla.Representa a quantidade total de energia ingerida deduzindo-se aquela excretada nas fezes.Energia Digestível . virá dar um novo impulso ao processo de melhoramento e aumento da produção leiteira. cujos trabalhos preliminares apontam para uma boa resposta na produção em búfalas (cerca de 0%). assumindo-se para ruminantes que EM kcal/Kg = 0. não em crescimento. unidade escandinava. x ED kcal/kg ELg . já vem sendo testados para utilização a r-BST (somatotropina).Representa a energia total ingerida. sem prenhez) ELl .  Kg de NDT equivale à cerca de . hpg. Toma-se por base que  Kg de NDT produz cerca de . As técnicas de inseminação artificial vem se difundindo rapidamente  AgriculturA e PecuáriA • NDT .Energia Metabolizável . É muitas vezes calculada por estimativa a partir da ED ou dos NDT. Energia necessária para o ganho de peso ou crescimento. Através da análise básica dos alimentos.Energia líquida de ganho . Representa a soma de todos os nutrientes digestíveis contidos nos alimentos. ED . Kcal =000cal ou Mcal=000 Kcal).paineirasdaingai. na urina e nos gases eliminados.00kcal de ED. o NDT é expresso normalmente em Kg e os demais em calorias (cal. pode-se calcular o teor de NDT. ELm . . deduzindo-se aquelas excretadas nas fezes. Quanto às unidades. Assim.br/manejo.Energia líquida de lactação.Energia líquida de manutenção. unidade aveia entre outras. EM . o que nos permite afirmar que a intensificação do processo de melhoramento genético encontra na espécie um excelente potencial de desenvolvimento.• • • • • • Existem ainda outras formas menos usadas em nosso meio de expressão de energia dos alimentos como a unidade amido.Nutrientes digestíveis totais.ig. A utilização de moderna biotecnologia. sendo expressa por unidade de matéria seca ingerida (Kcal/kg). Energia necessária para manutenção do equilíbrio do animal (seco.

asp?Tipo=n&id=26. No caso do sombreamento natural. A água conduz o calor da superfície corporal para o ambiente. indica-se a utilização de árvores com copa frondosa e alta (m. em locais com ventilação adequada. as búfalas devem ter acesso à sombra. quando procuram sombra. Além disso.com. outros fatores climáticos associadas afetam os animais sob sistema de pastejo. Outra técnica hoje muito estudada. é a transferência de embriões.serrana. l Aspersão de água nas horas mais quentes do dia . Isto faz com que diminuam as compensações induzidas pelo calor como o decréscimo na ingestão de alimentos.br/n_boletins. tais como a umidade relativa velocidade do vento. Estresse Térmico É um outro fator que tem influência negativa na produção de leite. já existindo disponíveis sêmen de touros de ascendência produtiva excelentes (como Montenegro da Ingaí). l Hora das ordenhas .as búfalas devem ser submetidas à aspersão com água fria. os animais pastam bastante das  às 0 horas da manhã e reduzem o pastoreio das 0 às  horas. Pode-se minimizar os efeitos das elevadas temperaturas das regiões tropicais sobre os animais por meio de: a) Otimização do ambiente oferecido às búfalas em lactação através de algumas práticas de manejo: l Disponibilizar sombra para as búfalas . alterações hormonais e outros fatores que resultam na redução da produção de leite. Mais informações sobre esse assunto. Recomenda-se que as ordenhas sejam efetuadas em períodos de menor intensidade de pastejo. cujo primeiro produto no país nasceu em 99 na Fazenda Paineiras da Ingaí. com água e alimento suficientes.trabalhos experimentais demonstram que quando a temperatura do ar é superior a ºC. Entre as ordenhas.>  . acessar o seguinte endereço: <http://www.o sombreamento pode ser provido por árvores (sombreamento natural) ou abrigos (sombreamento artificial). regularmente. levando à maior evaporação da umidade da pele. permitindo que haja a utilização do resultante calor latente de vaporização para os resfriamento do corpo. no mínimo). apesar de não disponível para utilização comercial.nas criações particularmente no Sudeste e Sul do país. o que ocorre quando a temperatura média se aproxima de ºC .

SP Indústria e Comércio de Aditivos e Suplementos para Animais.r.amorim  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs . no qual apuraram o perfil destes pecuaristas. que faça uma avaliação do seu rebanho bubalino tendo em mente as informações e precauções apresentadas acima. Produção e Exploração Animal Caixa Postal 0 -000 BOTUCATU .r. o impacto da atividade na economia a propriedade bem como as técnicas de manejo por eles empregadas.ig.hpg. .99.serrana. através de coleta de dados “in loco” e de questionários.Out/99. Laticínios Ltda.br Prof.br/trabalhos> ESTRESSE TÉRMICO NAS BÚFALAS EM LACTAÇÃO: COMO É POSSÍVEL MINIMIZAR O PROBLEMA? –Publicado em 00.UNESP .unesp. L. Disponível em:<http://www. Dr. André Mendes Jorge jorgeam@fca. Dr.185 Fax: : (14) 821-3883 .com. Trata-se de uma pesquisa realizada junto a “ parceiros do laticínio” em outubro de . o Disque-Tecnologia cumpre a sua proposta de orientar os pequenos e médios proprietários e de encaminhá-los para alguma possível solução.FMVZ Depto.Bubalinos Fone: (14) 821-3883 .br Responsável pela Disciplina de Bubalinocultura e Responsável pelo Setor de Produção .paineirasdaingai. Disponível em:<http://www.br/n_boletins. Sugere-se ainda uma consulta aos seguintes sites: CARACTERÍSTICAS DOS FORNECEDORES DE LEITE DE BÚFALAS NA REGIÃO DE SARAPUÍ-SP Paineiras da Ingaí Ind.180 Fazenda Experimental Lageado .asp?Tipo=n&id=26> Disponibiliza-se o contato com alguns especialistas na área: Prof. Sendo assim.com.Recomenda-se ao criador. Pietro Sampaio Baruselli Departamento de Reprodução Animal FMVZ-USP barusell@usp.

JABOTICABAL-SP Telefone e Fax: PABX () 0-990 Site: http://www. O BÚFALO . BUBALINOS: Sanidade. ABCB. 999. Belém:EMBRAPACpatu. sala . 0 pag. CRIAÇÃO DE BÚFALOS. Francisco Matarazzo. 0p. Água Branca Fone: () - Fax: () -90 segue abaixo uma literatura vasta sobre Búfalos: MANUAL DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM BÚFALOS Autor: Prof. Brasilia: Embrapa-SPI.  .Indústria e Comércio de Aditivos e Suplementos para Animais “Simbióticos e Nutracêuticos: Prebióticos. Luiz Octávio Moura Carvalho. MANTEIGA E TRABALHO.estibion.com. Walter Fonseca. 00 COLEÇÃO CRIAR-BÚFALOS. São Paulo. Humberto Tonhati. epidemiologia e controle.br Associação Brasileira dos Criadores de Búfalos (ABCB) Av. LEITE. Extratos Vegetais” Av: Major Hilário Tavares Pinheiro. São Paulo: Editora Ícone. Poliprobióticos. REPRESENTATIVIDADE DO BÚFALO PARA A PECUÁRIA BRASILEIRA. Prédio do Fazendeiro.  pag.SINÔNIMO DE CARNE. Pietro Sampaio Baruselli Professor Associado Departamento de Reprodução Animal Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia Universidade de São Paulo Editor: Associação Brasileira de Criadores de Búfalos.-00 . Pietro Sampaio Baruselli. Hugo Didonet. Jaboticabal: Funep. Lau. 0 pag.  CEP: . Cristo Nascimento. Reprodução e Produção Editores: Valquíria Hyppólito Barnabe. 9. p. Belém:EMBRAPACpatu. Dr. Brasília: EMBRAPA-SPI.Brasilia: Embrapa-SPI. . 999. DOENÇAS EM BÚFALOS NO BRASIL: diagnóstico.. 99.

Moura Carvalho. 9. Acesso em:  de set.Moacyr Corsi e Flávio Augusto Portela / Santos / Período: de /0/00 à 0/0/00 -Carga Horária:  horas . Fazenda Paineiras da Ingaí.org.br/leite.br ou ct@esalq.  pag. . Disponível em: <http://www. 00.fealq.hpg.Inscrição: de 0/0/00 à /0/00 Objetivo: Oferecer treinamento e atualização sobre produção e manejo de pastagens para alimentação de bovinos de Corte.bufalo.com. BÚFALOS. Belém: EMBRAPA. Luiz Octávio D. Público alvo: Profissionais relacionados à produção de bovinos REFERêNCIAs Associação Brasileira dos Criadores de Búfalos. Cristiane de Lima Quadros NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out. 9 pag.usp.br e-mail: cdt@fealq. Disponível em: <http://www. Ernesto Dias. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia de São Paulo . 00 9 AgriculturA e PecuáriA Cristo Nazaré Barbosa do Nascimento.br/fmvz/bufalos>.br/manejo.ig.Fax: (9)- Site: http://www.Drs.usp. 9.htm>.Cursos Curso de Difusão: “Sistema Rotacionado Intensivo de Produção de Pastagens para Bovinos de Corte” Período: de /0/00 à /0/00 Carga Horária:  horas Nº Vagas:  . Mais Informações: FEALQ – Contato: Maria Eugênea ou Luís Rafael Telefones: (9) -0/9- .com.br Curso de Difusão: “Nutrição Avançada de Bovinos” Departamento de Zootecnia – Profs.org.paineirasdaingai. São Paulo: Editora Ícone. 00. Acesso em:  de set. 00.htm>. Walter Fonseca.Nº Vagas:  Período de Inscrição: de 0/09/00 à /0/00. Acesso em: 0 de set. Disponível em: <http:// www.

pasto. O capital inicial e de giro serão determinados pelo plano de negócio que definirá o número de cabeças necessário para iniciar a criação e que cubra as despesas fixas. como controlar custos. Investimento Necessário É primordial ter em mente.sebraesp. aliado às características da espécie (docilidade.com. O plano de negócio é uma ferramenta que contém todos os dados referentes ao projeto. ovinocaprino Saber qual é o custo inicial para criação de Ovinos.1. tem crescido muito nos últimos anos. Como deve ser a criação. que permitam ao empreendedor decidir com mais segurança sobre o negócio a ser iniciado. vacinas e remédios. A produção de carne ovina representa hoje uma atividade cuja participação sócio-econômica é crescente e vem se firmando cada vez mais como alternativa de viabilização da pequena e média propriedade rural.br) que oferece vários cursos. a importância de se desenvolver um plano de negócio. com a finalidade de carne e couro. criação. rações. melhor raça para o abate 2. tanto para carne como para couro. Ovinos para carne A criação de ovinos. dentre tantos outros. é o conjunto de informações. 2. permitem a sua exploração utili- 0 . no Brasil.OvINOCULTURA OvINOCRAPRINO PALAvRAs-ChAvE Ovinos. embora ambos sejam utilizados para carne. como abrir uma empresa. Isso. Carne e couro. etc Qual a melhor raça apara o abate? O sul de Minas Gerais é apropriado para tal criação? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. atendendo a situações bem específicas: viabilidade do negócio e avaliação financeira para o caso de captação de recursos. oficinas e palestras tais como: como iniciar um negócio. instalações. porte pequeno e da relativa rusticidade). ovinocultura. Sugerimos consultar o Sebrae (http://www.

que melhor se adaptou. devido à sua origem ser de animais das raças merinos. na França. A sangria não deve sujar o pêlo. através do cruzamento de ovelhas cara negra e aspadas da antiga raça Norfolk. no Rio Grande do Sul. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). onde foi realizado o cruzamento de reprodutores Dishley com as raças merinos exploradas na França. sendo criada nas mais diferentes regiões. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). pois foi na região de Ile-de-France. escovando-os suavemente. (Fonte: Ovinocultura). habilidade materna e características de boa conformação. levou Auguste Yvart. por apresentar boa qualidade. Adaptou-se bem ao Brasil. com carneiros Southdown. suffolk Originária da Inglaterra. É de fácil identificação. em . Antes do abate. Sua lã é uma das melhores entre as raças de carne. exigindo um produto com teor moderado de gordura. suficiente para garantir a maciez e sabor característico. porque é a única que possui cabeça. A raça recebeu este nome. O Ile-de-France chegou ao Brasil em 9.1 Raças para o abate Ile de France A procura de uma raça tipo carne com bom desenvolvimento. com boa produção de leite. Retirar a pele com cuidado e colocá-la em painel de secagem com o carnal para cima por  a  dias. professor da Escola Nacional de Veterinária de Maisous-Alfort. aos 0 a 0 dias de idade. com peso vivo entre  e 0 kg.  AgriculturA e PecuáriA zando a mão-de-obra familiar e instalações simples e de baixo custo Em São Paulo a demanda pela carne ovina concentra-se na de cordeiros. As fêmeas apresentam. conformação e alto rendimento de carcaça. suficiente para aleitar mais de um cordeiro. A raça é especializada na produção de carne de ótima qualidade. Tradicionalmente o mercado tem sido abastecido com animais oriundos de sistemas de criação onde atingem condições de abate.1.2. podendo chegar a % em cordeiros machos. orelhas e membros totalmente desprovidos de lã e cobertos por pêlos negros. a empreender a criação de uma nova raça. habilidade materna. . alta fertilidade. os cordeiros são lavados com água a ºC e sabão. mas não muito marcante. pois a raça tem a alta prolificidade como uma característica marcante da raça. Foi aceita como raça a partir de 9.

onde foi instituído um projeto de “Introdução de Genótipos de Ovinos da Raça Dorper no Estado da Paraíba”. É uma raça produtora de carne. caracterizando-se pela produção de carcaças de boa qualidade. produção de carne magra em carcaça pesada e de . foi introduzida no Brasil por volta de 9.A raça Dorper tem atendido uma variedade de condições de ambiente das regiões tropicais e semitropicais. apresentam lã branca e por isso. produzindo carcaças magras e de boa qualidade. com boa produção leiteira. com baixo teor de gordura. Possui grande capacidade para produção de carne de excelente qualidade. Adapta-se bem em sistema de criação a pasto. precocidade. mais de um cordeiro. aceitáveis índices de reprodução. Texel De origem holandesa. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). São animais que. No Brasil. permitindo alimentar bem . onde os animais são bastante precoces. pela excelente condição de adaptabilidade e vigor. são muito utilizadas no cruzamento industrial com matrizes laneiras ou mistas. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). Entre as suas características destacam-se: constituição forte. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). apresentando alta taxa de nascimentos. Secretário do Planejamento do Estado da Paraíba que via na caprino-ovinocultura uma das soluções para o semi-árido paraibano. hampshire Down Raça originária do Sul da Inglaterra através de cruzamentos entre carneiros Wiltshire e Berkshire. em 99 após o incentivo do Dr. o Samm é um animal mocho. samm Ovino de dupla aptidão (carne e lã). quilos de leite/dia. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). tendo se adaptado bem dentro de sistemas de criações mais intensivas. alta fertilidade. Também pertence ao grupo dos “Cara Negra” e expandiu-se bastante em determinadas regiões do Brasil. São animais bastante precoces. Mário Silveira. boa habilidade materna. Dorper A raça foi aceita no Brasil.em sistemas intensivos. As fêmeas têm boa habilidade materna. o maior rebanho está  . rusticidade. também. facilidade de adaptação. altas taxas de crescimento e excelentes qualidades de carcaça.

Produz carne com baixo teor de gordura e pele de alta qualidade. Distribuído por todo Nordeste. e peso entre 0 e 0 quilos nos machos. subindo. de clima rigoroso e vegetação pobre.santa Inês Ovino deslanado do Nordeste do Brasil. de corpo comprido e de excepcional conformação. dá 0-0Kg de carcaça. apresentando também excelente produção de leite. segundo o padrão atual. É rústica e de tamanho médio. A carne‚ apenas regular em qualidade.-. tendo também uma cobertura de gordura muito espessa. Raça rústica. o Santa Inês é resultado de cruzamentos das raças Bergamácia. sendo indicado para cruzamento com outras raças.2 Raças para pele (couro) Karakul Raça produtora de peles finas. que possui grande mercado consumidor. É de origem antiga e possui cauda gorda. o que revela a sua capacidade de armazenar no corpo uma reserva graxa para enfrentar períodos de subnutrição. com rendimento de 0 a %. No entanto. não podendo comparar-se com a das raças de lã média. nos bons rebanhos a . O Santa Inês da atualidade tem porte grande. no Turquestão russo. do tipo lã curta e branca. (Fonte: Agropauta) Leicester É uma raça mista para a produção de carne e lã longa. O tosão dá . Ovino produtor de carne. e entre 0 e 90 quilos nas fêmeas. (Fonte: Agropauta) . (Fonte: ACCOBBA) 2. que corresponde a uma carcaça de qualidade.Kg por cabeça. adapta-se a qualquer sistema de criação e pastagem. de tamanho médio. Kg de lã. outros mercados vêm despontando. originária da Bucária. gorda e grosseira em granulação. além de ovinos sem raça definida (SRD). Ásia Central. classificada como Cruza  a  (lã grossa e longa). e o Centro Oeste. (Fonte: Ovinocultura)  AgriculturA e PecuáriA na região Sul. pois a ovelha adulta pesa uns 0Kg e o carneiro de 0 a Kg. Deve ser engordado o mais cedo possível. predominantemente no Rio Grande do Sul. Morada Nova e Somalis. como o Sudeste. Engordado dos  aos  meses. os machos são chifrudos e as fêmeas mochas. que é uma região seca. a raça também marca larga presença no Sudeste e na Amazônia.

ª . Pêlos curtos ou médios. como a sua utilização e a uniformidade do produto. fêmeas adultas com 0/0 Kg Com aptidão para carne e pele.Preta : totalmente preta. Chifrudos.Branca : com nariz e cascos despigmentados ou não. carne e peles) e como fonte de proteína de alto valor biológico para  . O processo de curtimento do couro depende principalmente dos cuidados que pequenos abatedouros precisam ter na hora de retirar o couro dos animais e conservá-lo. é quanto aos cuidados que se deve ter para que a pele do animal não sofra lesões o que desvalorizaria a mesma. introduzidos pelos colonizadores. Apresenta pelagem vermelha. a venda de couro. A criação é uma atividade que desempenha importante função socioeconômica. podendo apresentar resquícios de lã. conhecido no Nordeste Brasileiro há mais de um século e meio. ª . (aspados) ou mochos. é pouco exigente. Deslanados ou com pouca lã. que depende de um programa amplo de controle de qualidade. de Portugual.Vermelha : é a pelagem mais comum. necessitando de boa pastagem ou complemento. produz peles excelentes e boa carne. São animais de muito boa aptidão para carne e pele. Acredita-se que tenha origem em carneiros Bardaleiros Churros. que atinge o processo de transformação da pele em couro. a pele deve atender a determinados requisitos.Deslanado do Nordeste ou Morada Nova É um ovino desprovido de lã. Machos adultos com /0 Kg. Para comercialização.Chitado : Pelagem Branca com pequenas manchas pretas e ou marrons. O carneiro deslanado do Nordeste ou de Morada Nova apresenta grande rusticidade. (Fonte: ACCOBA) O importante para os criadores de ovinos visando. branca e suas combinações. (Fonte: Ovinocultura) Rabo Largo Animais de porte médio com cauda de base larga e ponta de lança. mas requerem cuidados por serem exigentes quanto a alimentação. ª .() (Fonte: Ovinocultura) santa Inês Possui quatro tipos de pelagem: ª . como geradora de renda (comercialização de animais.

Em um pasto com . de 00 a 00 bovinos. Os criadores.3. l qualidade das pastagens. porque: l após a tosquia os animais estão mais leves e são vendidos por  AgriculturA e PecuáriA as populações de baixa renda (consumo de animais nas propriedades). mas não dispensável. não só o fator econômico. . 3. a necessidade de assessoria será menor.1. Aquisição dos ovinos para a formação do rebanho Para iniciar uma criação. A atividade requer assistência de profissionais (veterinários) principalmente para aqueles que estejam iniciando a atividade. l controle fito-sanitário. Em pastagens mais ricas. reduzindo o rebanho por causarem muitas mortes. o terreno recebe muitas fezes. pode-se colocar de  a  ovinos por hectare. qualidade e o estado das pastagens e das forrageiras lá encontradas. o zootécnico. Com isso. 3. também. deve-se escolher a melhor época para fazêlo. também. desde que trabalhem com as técnicas adequadas para cada raça. Caso o criador entenda bem da atividade. Condições necessárias para criação de ovinos A criação de ovinos é uma atividade pecuária das mais importantes e que apresenta um grande potencial para investimentos no Brasil. Quando a densidade de ovinos em um pasto é muito grande e não há rotação de pastagens. a melhor época é logo após a tosquia (novembro ou dezembro). alimentação e eventuais suplementos.2. ficando altamente contaminado por vermes que certamente os infestarão. l animais de boa qualidade e procedência. e “entusiasmo” pela atividade. Fatores críticos para o sucesso: l conhecimento técnico por parte do criador. poderão obter ótimos lucros com a criação desses animais. Formação do rebanho ovino O número de ovinos que podem ser colocados em uma determinada área varia de acordo com a espécie. o rebanho poderá ser prejudicado pelas verminoses que debilitam os animais. mas. l disponibilidade de água. desde que o número de bovinos seja menor. l clima adequado ao tipo de criação. levando em consideração.000 ovinos podem ser colocados. havendo possibilidades de agregar bovinos na mesma área. Economicamente.

em número nunca superior a . cara larga. muitas vezes. Um ovino sadio apresenta: l olhar vivo. capões e jovens machos ou fêmeas. para que o criador possa sentir os problemas dessa atividade e adquirir prática. grosso e bem inserido. uma cabeça bem proporcionada. pescoço forte. Essas são as condições encontradas em criações de regime extensivo ou semi-extensivo. O rebanho Pode ser formado por ovelhas. l 3. carneiros. pois já produziram a lã de um ano. depois. depois.4. são destinados à produção de lã. As fêmeas ou borregas são mantidas para substituir as ovelhas velhas e aquelas que morrerem. Os carneiros ficam com o rebanho durante o período dos acasalamentos. Procedimentos para a seleção dos ovinos O principal item a ser levado em consideração na escolha dos ovinos. Melhor seria iniciar uma criação de ovelhas novas e de uma só raça. Seu corpo é cheio. pois deles vai depender a melhoria do rebanho e o seu valor econômico. Já a aquisição de ovinos no outono permite ao criador observar a qualidade da lã e o seu volume quando elas já estão com lã de  ou  meses e que. já foram até acasaladas. quando são abatidos para consumo. bons aprumos com ossos fortes e largos. machos e fêmeas. os animais destinados à reprodução devem ser bem selecionados. mas o seu preço é mais elevado. a formação do animal.3. l é bem desenvolvido. sendo os que produzem maiores quantidades desse produto têxtil. um período de  a  meses durante o ano sendo. e o seu estado de saúde. O número de machos deve ser de  a % do de ovelhas destinadas à reprodução. apartados dele. ou seja.000 cabeças. amplas fossas nasais.  . Os cordeiros são castrados para a venda aos  ou  meses de idade ou mantidos para substituírem os capões vendidos ou abatidos. lombo reto. com uma lã de qualidade e em bom estado. e também porque o criador deve observar bem. Eles são. Os machos castrados. é a sua saúde. ou seja.menores preços. (Fonte: Rural News). dependendo do desejo do criador. As ovelhas são destinadas à reprodução e à produção de lã. Naturalmente. 3. vendidos para corte ou mantidos no rebanho até os  anos de idade. os “capões”. durante  a  safras.

classificadas como concentrados aquosos. Alimentos para ovinos A alimentação dos ovinos é baseada em alimentos volumosos. focinho fino. formando assim. peito estreito. l para produzir lã de qualidade o ovino precisa apresentar um velo denso. O exame das mamas é. grossura uniforme em toda a sua extensão e com barriga e pernas bem cobertas de lã. O criador deve conhecer bem o momento ou época do ano mais adequada para o acasalamento. como em qualquer tipo de criação. com elevado teor de fibras e baixo teor de nutrientes digestíveis totais. As características do velo devem estar de acordo com os padrões da raça. muito importante. em todo o corpo. em todo o velo. um rebanho bastante uniforme em relação ao seu exterior. um período reprodutivo. (Fonte: Rural News) . l muco quase purulento nas narinas. também. Reprodução e Manejo A reprodução dos ovinos. l constituição débil. os tubérculos e as raízes. Temos.6. (Fonte: Rural News) 3. do comprimento e da finura. cara muito estreita. que é a época mais comum para os nascimentos. 3. tendo em vista o fim das gestações no verão. Sua qualidade decorre da uniformidade. O primeiro sinal de sarna é o aparecimento de pontas de mechas de lã que se desprendem para então aparecerem várias falhas de pêlos. por falta de lã. e concentrados que possuem um baixo teor de fibras e um alto teor de nutrientes digestíveis totais. é um dos fatores críticos para o sucesso do empreendimento. com fios longos. isso significa a presença de uma bronquite verminótica. por um período de  meses da última tosquia. ainda. Cuidados a serem tomados e pontos a serem observados: l lã sem brilho. As ovelhas apresentam.5. peso abaixo do normal e barriga e pernas peladas. pernas compridas. geralmente. eriçada e sem resistência pode ser conseqüência de uma verminose avançada ou decorrente de uma sarna.7. acompanhado de tosse. O criador deve conhecer bem o processo e os métodos que devem ser empregados para obter melhores resultados.l 3. ou  AgriculturA e PecuáriA devem apresentar todas as características da sua raça. mal aprumadas e finas.

se não receber os devidos cuidados. (Fonte: Rural News) 3. (MS). o que restringe as possibilidades de acasalamento de cada fêmea e. embora os ovinos são bem adaptáveis á diferentes climas. O rebanho deve receber boa alimentação durante todo o ano. Para aproveitamento do período fértil os machos devem estar em condições totalmente adequadas à reprodução. dos anos de 00 e 00. As raças de lã mais fina por exemplo. Para que as fêmeas estejam totalmente preparadas para o período de acasalamento. juntamente com o criador. apenas um cio por ano. as possibilidades reprodutivas. apresentam um período reprodutivo maior ampliando as possibilidades reprodutivas para várias épocas do ano. O criador deve consultar profissionais da área.0 Região mais adequada para criação Sugere-se conhecer as diferentes raças. o criador deverá estar atento aos cuidados básicos para o desempenho eficiente. respeitando seu hábitos e necessidades básicas”. Empresa  . Estas devem ser feitas com base no conhecimento do comportamento dos ovinos. Todavia. cada raça apresenta uma época mais indicada para a cobertura. o manejo.9 vacinação e remédios Este é um assunto de extrema importância que afetará o produto final (carne e couro) e que causará grande impacto financeiramente. que esclarecerá sobre os pontos cruciais e mais vulneráveis e fará acompanhamento da saúde do rebanho.8 Instalações Há instalações simples que podem ser adotadas como em sistema de semiconfinamento que são simples e econômicas. INDICAÇõEs: Sugerimos conhecer o material apresentado no Simpósio de Ovinos e Caprinos de Corte. . Um experimento apresentado no IV Simpósio sobre Recursos Naturais e Sócio-econômicos do Pantanal. a alimentação e o fornecimento de água que não devem ser precários e a saúde do rebanho. estando em condições sanitárias adequadas. conseqüentemente. em Corumbá. () 3. no ano de 00 “demonstraram que estas não precisam ser sofisticadas para o acabamento de cordeiros. O mais importante é o manejo.seja. pela Emepa.

Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www.accoba. 00.ovinocultura. 00. Agropauta.Associação dos Criadores de Caprinos e Ovinos da Bahia.br/destaque.br>.cjb. Capinet. Acesso em  de mar. Ovinos e Caprinos na UNESP.com.com. MS. Disponível em: <http://www. 00.br>. Acesso em  de mar.fmvz. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA () Profa. haverá também informações sobre manejo.geco. Dra. Roberta de Fátima Goss do Nascimento et al.com.Curso: Universidade On Line de Viçosa (http://www.Grupo de Estudo de Caprino e Ovino.agropauta.br>. Disponível em: <http://www. Acesso em  de mar.com.caprinet. Um modelo de instalação para a criação de ovinos em semi-confinamento na Parte Alta de Corumbá.net/>.cpap.com. número do telefone: () -9. com a Dra. Embora este curso vise as doenças que podem afetar a criação. 00. Ivanete Susin. Veterinária e Zootecnica de Botucatu. br/agencia/simpan/sumario/artigos/asperctos/pdf/bioticos/643RB_Roberta_ 1_OKVisto. ACCOBA .uov. número do telefone () -09 está oferecendo um curso (Criação de Ovinos) programado para os nos dias .unesp. 00.br) A Fuvet. 00. . Disponível em: <http://www. e  de Abril de 00. Disponível em: <http:// www. Ovinocultura. Acesso em  de mar.pdf>. Disponível em: <http://www. Glória Lourdes. Departamento de Zootecnia não ruminates/Esalq/USP Telefone (9) 9- () Albaneze.embrapa. Acesso em  de mar. GECO . 9 AgriculturA e PecuáriA Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba. Acesso em  de mar. asp?todo=id&id=91>. Faculdade de Medicina.

Acesso em  de mar. Disponível em: <http://www. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar.br>. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .htm>. 00. UOV .Universidade On-Line de Viçosa. 00. : Disponível em: <http://www.ruralnews.br/ovinos/ovinos.com. Acesso em  de mar.uov. Universidade.com.br>. 00. Acesso em  de mar. Rural News.

pastagem. danifique a planta para a extração do palmito? Gostaria de fazer uma experiência com carneiros. http://www.cpafac.br/  AgriculturA e PecuáriA PAsTAGEM EM PLANTIO DE AMENDOIM E PUPUNhA . com isso. pupunha PALAvRAs-ChAvE Há algum animal que possa pastar o amendoim forrageiro plantado junto à pupunha sem que. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o pesquisador Judson Ferreira Valentim da EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – do Acre. deve-se ter muita cautela ao optar por este tipo de procedimento. amendoim forrageiro.Pastoreio. Neste caso a área de plantio serviria como um “greenshop” onde a massa vegetal seria retirada e disposta como alimento para os animais confinados em outra área. essa deve ser vista com alguns cuidados. a capacidade produtiva da pupunha. Uma opção é utilizar a biomassa do amendoim forrageiro como alimento. primeiramente. podendo. assim. Com relação à opção de utilizar carneiros. fazer a experiência em uma pequena área e com poucas reses para não comprometer a produção do palmito que parece aqui como o principal produto. Pois qualquer rebanho mantido na área de plantio da pupunha poderá comer ou pisotear os perfilhos que estejam brotando comprometendo. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A EMBRAPA-ACRE possui vários trabalhos sobre o amendoim forrageiro e sua associação com rebanhos principalmente bovinos destinados para a produção de leite. rebanho.embrapa.

Pesquisador Judson Ferreira Valentim .judson@cpafac.br REFERêNCIAs Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de mar. 00  .embrapa.

costuma-se fazer uma farinha de penas. e isso acabaria invariavelmente resultando em manifestações patológicas graves nestes animais. Isto pode ser feito para mim por outro animal. sangue. sangue e ossos de outros animais) vão totalmente contra a natureza de um animal herbívoro ruminante. carcaças e vísceras) em farinhas que serão utilizadas na composição das rações animais é bastante comum nos abatedouros de grande porte. Esta prática de transformar todos os resíduos gerados no processo de abate (tais como penas. Em abatedouros de grande escala. existe uma grande polêmica sobre os possíveis efeitos que este canibalismo induzido podem provocar nos animais e conseqüentemente na saúde humana. no ciclo de palestras “Saúde e Doença!” realizado em 9: “Agora pensem. que eu tenha que perambular e me dedicar a morder estas plantas. Rudolf Steiner. Nas próprias palavras proferidas por Rudolf Steiner. apontando para o fato de que as técnicas de produção animal empregadas para os ruminantes (que utilizam-se de rações “enriquecidas” com carcaças. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Normalmente. que o bovino imagina uma vez. porém. criador da Antroposofia. penas de frango PALAvRAs-ChAvE Qual o destino que deve ser dado para as penas de frango resultante do abate.Penas. já havia preconizado o mal da “vaca louca” muitas décadas atrás. nas pequenas criações de frango as penas que surgem como resíduo do abate são simplesmente descartadas como resíduo orgânico ou aproveitadas em processos de compostagem. onde o volume de penas geradas como resíduo do abate é enorme. que posteriormente é utilizada na própria alimentação dos animais. a dizer: isto me é muito monótono. o que pode ser uma boa alternativa. como componente de rações. Eu vou comer então este animal! Então o bovino começaria a comer ou-  AgriculturA e PecuáriA PENAs DE FRANGO .

Ed. impõem dietas canibalistas aos animais. se produz substâncias nocivas. Dornach: Rudolf Steiner Verlag.com. Coord. 00 Carlos A. a ponto de se formarem grandes quantidades de uratos. Em vez de se produzir carne. a força. meus senhores. as vacas ficariam loucas. o que a força faz é produzir muito urato. desperdiçada! Se perde uma força enorme. “Uber Gesundtheit und Krankheit – Sobre Saúde e Doença”. ao começar a ingerir carne. E isto. Rudolf. O resultado disso seria que quando o bovino comeria carne diretamente.htm> acesso em 0 de jun. V. nós teríamos um rebanho maluco. Disponível em <http://www. que através desta algo deva ser produzido. que servem para produzir a carne. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jun..). Mas. mas a fábrica inteira e posta em movimento. esta força faz algo diferente nele do que de plantas se produzir carne. 99). 00  . e ela produz nada. estes iriam ao cérebro e o bovino ficaria louco. Ela faz algo diferente nele.W. O animal se entope todo desta força. O bovino iria portanto.br/ibdfala2. . Se vocês imaginarem uma fábrica em algum lugar. cabe colocar o seguinte questionamento: são as vacas que estão loucas ou os loucos são os homens.planetaorganico. pensem vocês. A. de A. ignorantes da verdadeira função e das necessidades dos seres vivos. Citado por Alexandre Harkaly no prefácio do livro “A Dissociação entre Homem e Natureza (MIKLÓS.” A luz destas idéias. mesmo sendo as pombas tão mansas.tro bovino. Mas os uratos também tem seus vícios. As saber. Mas ele pode produzir ele mesmo esta carne! Ele tem a força em si para isto. que dirigidos por estratégias de produção agropecuária exacerbadamente mecanicistas e ambiciosas. Os vícios especiais dos uratos são que eles tem uma fraqueza pelo cérebro e pelo sistema neuro-sensorial. de uratos e de sais de uréia. que força é perdida. dietas estas que são completamente incompatíveis com a sua natureza? REFERêNCIAs STEINER. Se nós alimentássemos o bovino com pombas. se encher de substâncias nocivas. Esta força está nele e permanece lá. O que acontece portanto quando em vez de vegetais ele se alimenta de carne? Ele deixa de utilizar as forças dentro dele.A. que se perde no corpo animal não se perde simplesmente.

carneiro. porém esta alternativa se mostra absolutamente inviável por seu custo e trabalho.br/IdeiasNegocios/pag_mos_ide_neg.com.sebraees. alimentando-os com o amendoim forrageiro ou outro tipo de leguminosa nativas ou gramíneas. E saber se isso é possível. ovino PALAvRAs-ChAvE Criar carneiros junto com a plantação palmito pupunha consorciada com amendoim forrageiro. cercar cada pé de palmito com uma cerca relativamente alta seria a única maneira de se evitar o acesso. que constituem a base da alimentação dos ovinos. criação. que pode ser acessado pelo link: <http://www. ou pulverizar produtos que os repelem não são viáveis uma vez que não impediriam o acesso dos animais as plantas. não se esquecendo que é importante fornecer a criação suplementos minerais em saleiros. O ideal é que se crie os animais separados da plantação de palmito pupunha.asp?id=764  AgriculturA e PecuáriA PLANTAÇÃO DE PALMITO COM CRIAÇÃO DE OvINOs . palmito. para tal necessita de informações acerca de alimentos que não sejam do agrado dos animais. consorciar. não é possível e nem viável se consorciar a criação de ovinos com a plantação de palmito pupunha. uma vez que não existem métodos que impeçam que os animais comam os perfilhos do palmito. sobre ovinocultura: Maiores informações sobre a ovinocultura estão disponíveis no site SEBRAE – ES (Serviço Brasileiro de Apoio á Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo) no campo “Idéias de negócio – Criação de carneiro – Ovinocultura”.Ovelha. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o Professor Doutor Alexandre Vaz Pires do Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ – USP). Estratégias como plantar determinados tipos de plantas que os carneiros “não gostem” ao redor dos palmitos.

cnpc.cnpc.htm > INSTITUIÇÕES: EMBRAPA:Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro Nacional de Pesquisa de Caprinos End: Estrada Sobral/Groaíras.br/alimentacao.br/upload/sbrt1843.Zona Rural . Acesso em:  de maio. José Horácio.br > CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se a leitura das Respostas Técnicas e artigos acima citados.cnpc. disponível no seguinte link: <http://www.aspaco.org. Professor Doutor do Departamento de Zootec . Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.htm>.  Cep: 0-000 São Manuel .Caixa Postal D-0 Cep: 0-90 .br >.embrapa.SP Tel: () 9 00 Site: <http://www.br/manejoprodutivo. Disponível em: <http://www. Já a respeito do manejo produtivo dos caprinos e ovinos recomendase a artigo também da EMBRAPA Caprinos.cnpc.Sobral-CE Tel: () -000 / Fax: () -0 Site: <http://www.br > ASPACO .&tipoobjeto=3&objeto=764&botao=0 > Também sobre a criação de ovinos existe uma Resposta Técnica já elaborada e disponível no site do SBRT que pode ser consultada através do seguinte link: <http://sbrt. 00 PIRES.embrapa. REFERêNCIAs EMBRAPA.embrapa.Associação Paulista de Criadores de Ovinos End: Av.ibict. Km 0 . Alexandre Vaz.pdf> Sobre a alimentação de caprinos e ovinos recomenda-se a leitura do artigo da EMBRAPA Caprinos. disponível em: <http://www.embrapa.

.ibict.br>. 00 SBRT.SEBRAE – ES. Serviço Brasileiro de Apoio á Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo. Annelise Gomes de Carvalho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA nia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ – USP).com. Disponível em: <http:// www.sbrt. Acesso em:  de maio. Acesso em:  de maio. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. Disponível em: <http://www.br>.sebraees. 00.

ou seja.9 t/ha e valor de produção ultrapassando um bilhão de reais. É medianamente  . tanto in natura como industrializado. A época chuvosa. O cultivo de tomate apresenta também condições favoráveis de plantio em altitudes em torno de 00 metros. sendo necessária a instalação de quebra-ventos em locais sujeitos a essa intempérie. bem drenados e ricos em matéria orgânica. com grande expressão econômica no setor primário. entre outros IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O tomate é uma hortaliça de consumo universal. agrotóxicos. tomaticultura. plantação de tomate.PLANTAÇÃO DE TOMATEs PALAvRAs-ChAvE Olericultura. O clima ideal para seu cultivo é aquele com temperatura amena durante o dia e fria durante as noites. Acima de ºC há uma tendência dos frutos maduros tornarem-se amarelos e não vermelhos. Ventos fortes também são prejudiciais à cultura. Informações publicadas pelo IBGE com base na produção agrícola municipal de 000. Outro fator prejudicial à cultura é a “água na folha”. em qualquer região é desaconselhável para o cultivo. as contaminações ao meio-ambiente. com produtividade média de . revelam uma área plantada no país de . quantidade excessiva de água. a não ser obviamente sob cultivo protegido. tomate. ha. Regiões com temperatura média acima de 0ºC não são recomendadas para o cultivo dessa hortaliça. porosos. estufa. O tomateiro (Lycopersiscon esculentum Mill) é originário da região andina da América do Sul. O tomateiro exige solos férteis. campo Gostaria de obter algumas comparações entre o plantio de tomates envarado no campo e em estufa: os consumos de água. as áreas de plantio utilizadas. o que faz com que o cultivo protegido seja caracterizado como “guarda-chuva”. mais precisamente entre 0-ºC no dia e -ºC à noite.

Em ambiente protegido. seguida de uma insolação forte. enquanto os pequenos produtores se situam em torno de 0 a 0 mil plantas. se possível próxima a uma fonte de água limpa contínua. Esta possibilidade de fornecer tomate o ano inteiro. com topografia pouco ondulada e situada em local que não tenha sido cultivado antes com tomate ou outras solanáceas como. ou seja. mestre pelo Instituo Agronômico de Campinas. pode provocar uma compactação da terra. e as bactérias de defesa da planta se multiplicam facilmente. A escolha pelo tipo de plantio e modo de produção requer. O sistema radicular das plantas se desenvolve de forma mais eficiente. é 9 AgriculturA e PecuáriA tolerante à acidez. Os que produzem em estufa. também na entressafra. agrônoma. o solo desprotegido fica propenso à erosão.Além do solo apropriado. no entanto. pimenta. recebe mais oxigênio. voltado para fornecer o ano inteiro. Conforme dados da agrônoma. pimentão. hoje. geralmente. A precipitação da chuva. No cultivo seguinte poderá haver menos emprego de mão-de-obra na preparação da terra. . existem grandes agricultores que possuem acima de um milhão de plantas. uma apurada análise dos fatores econômicos e ambientais que envolvem a iniciativa do produtor. pois entre a produção em campo ou em estufa existe uma série de fatores que devem ser ponderados. é uma das principais vantagens da produção em estufa. “as diferenças entre os dois sistemas de cultivo envolvem vários fatores e deve-se enfocar no final a comercialização. por se tratar de uma planta hospedeira de patógenos do tomate. a terra permanece mais estruturada e não sofre as conseqüências da erosão. É aconselhável a retirada de amostras de solo para análise química e física. onde o produtor irá colocar os produtos e em cima desses dados trabalhar na melhor forma de cultivo”. no período de menor oferta do produto. o que definirá as adubações e correções exigidas pela cultura. no Brasil. Segundo Rosa Maria Chung. impedindo uma penetração regular de oxigênio e o alastramento correto das raízes. o que difere é o escalonamento da produção. têm a mesma quantidade de plantas que os pequenos produtores. Além disso. pois a rentabilidade. Evitar também áreas com jurubeba. a área deve ser bem ensolarada. mas é exigente em cálcio e magnésio. batata ou berinjela.

conforme Aguiar e Silva são: alto custo em manutenção e conserto das casas de vegetação. redução dos custos com fertilizantes e defensivos e melhor controle de pragas e doenças. necrosando o tecido. a construção das estufas. proteção do solo contra lixiviação. FCA/UNESP. como toda sorte de vírus. com um correto controle do ambiente. devido. pragas atacam plantas que normalmente são hospedeiras no campo. em alguns casos é necessária a mudança do local da casa de vegetação a cada intervalo de dois anos. bactérias. o interior das estufas pode atingir temperaturas muito elevadas durante o dia. bem como diminuir a possibilidade de oferecer produtos com resíduos tóxicos. O manejo das plantas nesse ambiente... principalmente. Outros fatores que podem prejudicar esse tipo de cultivo. doenças no solo e foliares são mais agressivas e difíceis de serem tratadas. excesso de chuva. al. já que as culturas não sofrem influência dos fatores negativos quando a céu aberto (OLIVEIRA et al. Utilizando a estufa o agricultor pode economizar em defensivos e mão-de-obra. falta de inimigos naturais para o controle. desde que se planeje as primeiras colheitas em épocas de entressafra. Quando a plantação é desenvolvida a céu aberto. janeiro e fevereiro) altas temperaturas associadas a altos valores de umidade podem levar a formação de verrugas sobre as folhas. Entretanto. quando o preço vai compensar o custo do investimento. No entanto. s/d). também requer 90 . entre outras. por crescer em um ambiente controlado. Muitas das doenças das plantas podem ser combatidas ou evitadas. o cultivo do tomateiro sob cobertura plástica é uma alternativa bem viável. o custo inicial para essa produção é superior ao de campo.bem maior. os danos do clima podem interferir negativamente na produção. uma série de outros problemas pode acometer também a plantação em campo. “sol forte” durante o dia e queda de temperatura à noite. granizo. O produto de estufa. Em regiões sujeitas a baixas temperaturas ou a períodos de chuva intensos. fungos nematóides e danos fisiológicos. Existem outras vantagens na utilização desses ambientes fechados ou semi-fechados. nos meses mais quentes (dezembro. geadas. entre elas: maior proteção contra fenômenos climáticos. tem sua qualidade elevada e sua produtividade aumentada. enfraquecendo as plantas e tornando-as expostas às doenças. Mas o maior problema. Esse aumento de produção é duas a três vezes maior. 99 in AGUIAR E SILVA et. nesse tipo de cultivo é o da plantação ficar suscetível as intempéries.

R$ 0. Há o uso de agrotóxico em cultivo protegido. al. Utilizase também cultivares de tomate mais adaptados ao ambiente protegido e com maior valor comercial. para que se tenha bom retorno desse investimento. Em estufa não ocorre lixiviação de fertilizantes ao solo e o movimento da água é de baixo para cima ao contrário do que ocorre no cultivo em campo aberto. Continuando com informações de Rosa Chung. esse tipo de cultivo requer um maior conhecimento das culturas e das tecnologias envolvidas: irrigação. No cultivo protegido há alta rotatividade do solo e isso acarreta em alguns cuidados para que não se tenha desequilíbrios da microbiologia do solo. permitindo alta incidência de pragas e doenças. O 9 AgriculturA e PecuáriA novas habilidades para os produtores tradicionais. a planta. F. Por necessitar de maiores investimentos. pesquisadores da EMBRAPA. adubação.Conforme dados fornecidos pela agrônoma. que cultivam o tomate a céu aberto. é feita geralmente através de fita e tubos de polietileno com gotejadores posicionados a cada 0 cm.” A irrigação no interior da estufa. O preço médio pago pelo CEAGESP tem oscilações durante o ano de R$ . porém outras doenças podem aparecer nas condições de alta temperatura e alta umidade como o Oídio que não é comum aparecer em cultivo de campo aberto.F. Septoria. Por isso pode ocorrer problemas de salinização. os tomates nobres são comercializados em caixa de papelão e o valor varia na faixa de R$ .R$ .00 .J. mas as aplicações são mais reduzidas. utilizando-se o pé direito alto e deixando as laterais “livres” para melhorar a ventilação. etc. No cultivo protegido o custo é em média 0-0% maior. de acordo com Luz. Já em ambiente favorável a plantação em campo. outros fatores devem ser levados em conta.. prejudicando o cultivo. por isso tem-se menos problemas com doenças foliares como a Requeima.00 . que permitem uma área molhada contínua ao longo da fileira de plantas. o custo de tomate em campo aberto atualmente (00/00) está girando em média U$ . “No cultivo de ambiente protegido a alta temperatura é contornado pelo correto dimensionamento das estufas.00/caixa K (kg). et. . No cultivo protegido tem-se um menor molhamento das folhas. controle fitossanitário.00.

deverá utilizar critérios técnicos específicos para que a planta receba a quantidade ideal e que não ocorra desperdício de fertilizantes. proporcionando maior economia ao agricultor e melhor aproveitamento alimentar das plantas. A estufa deve estar permanentemente livre de plantas daninhas. uma grande parte dos adubos e corretivos são lavados pelas águas das chuvas. podendo ocorrer danos irreparáveis ao solo. e nos casos em que o agricultor não dispõe de equipamento de recalque e condução. reduzindo a fertilidade da terra. como já dito. nesse sistema não ocorrem chuvas. As regas são menos constantes em relação aos plantios convencionais. como sementes de alto valor. e o solo não se desidrata tanto pela ação do vento e insolação direta. que pode causar um desequilíbrio hídrico. No cultivo protegido. No ambiente da estufa. uma vez que o microclima criado dentro das estufas pode favorecer. a transpiração das plantas pode ser menor. o cultivo em estufa pode representar economias de água e insumos. como a. Dentro da estufa o produtor tem todas as condições de controle da umidade do solo. pois o produtor. a forma de aplicação de nutrientes precisa ser diferenciada em relação ao campo. impedindo a lixiviação dos insumos. A impermeabilidade do plástico evita que a chuva se precipite diretamente sobre os cultivos. Se tais critérios forem preenchidos. 9 . a severos ataques de pragas e doenças em curto espaço de tempo. Muitas vezes a lavoura é localizada longe da água. fato que encarece a irrigação. pois além de ser oneroso. O uso de saias de plástico nas bordas da estufa evita a penetração de respingos d´água que podem disseminar patógenos para as plantas que ficam nessa área. utilizando-se de uma estrutura de boa qualidade. salinização. Isso é importante para as regiões onde a água é escassa. mas estas telas têm o inconveniente de reduzir a ventilação interna e aumentar a temperatura dentro das estufas. O uso de telas laterais de sombrite 0 – % evita a entrada de insetos praga voadores como mariposas. Nos cultivos comuns.controle fitossanitário das plantas em ambiente protegido deve ser rigoroso. sem a intervenção da chuva. A manutenção constante das telas e saias e o controle do trânsito de pessoas dentro das estufas também auxiliam na prevenção da entrada de pragas e doenças limitantes da cultura. já mencionada. bom sistema de irrigação (requisitos para uma produção em estufa).

da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da USP. tanto no que se refere às questões ambientais (clima. ao custo de R$ . A. Mello.). em casa de vegetação e em hidroponia. altitude. Crescimento e Produção de Tomateiro Cultivado em Condições de Campo e de Estufa. de Produção Vegetal. Tomate: Produção em campo. Para um melhor estudo teórico dos tipos de cultivo do tomate.. vende uma planilha de “Custo de Produção .cpt.com. acesso em 9 de jan. acesso em  de jan. sugerimos algumas publicações que tratam especificamente do assunto. No 9 AgriculturA e PecuáriA . disponível em: <http://www. disponível em <www.00..Tomate em Estufa”. como econômicas (valor inicial de investimento.fnp. mercado produtor. da Editora UFLA. disponível em: <www. 99. Simone C. uma boa leitura sobre o assunto é o livro de Marco Antônio Rezende Alvarenga. intitulada Absorção de Nutrientes.htm>. chamado Cultivo de Tomate em Estufa. 00. acesso em 9 de jan.com. de 00 ..embrapa. da Universidade Federal de Viçosa.00. a FNP consultoria em agronegócios. pelo custo de R$ 0. de 00. que custa em torno de R$ 0. por profissional em agronomia ou agricultura. é de muito proveito o trabalho publicado pela EMBRAPA Hortaliças. e da Vídeo-aula do Centro de Produções Técnicas. é fundamental uma análise da região em que será implementada a cultura. Por último.. custo das produções. são muitos os fatores que devem se levados em conta na escolha pelo cultivo de tomate envarado no campo ou em estufa.Cultivo de tomate estaqueado em campo Cultivo em estufas CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Como já mencionado no corpo da Resposta Técnica.br>.00. Fayad. solo. do Depto.br/sistprod/tomate/index.br>. de 00.). distribuidor e consumidor da região. Outras sugestões são a Tese de mestrado de J. Para tanto.cnph. Segundo a Profa. Sobre produção de tomate em campo para industrialização. Análise essa que só poderá ser feita in loco.

iea. Instituto Agronômico de Campinas. Ministério da Agricultura. Disponível em: <http://www.al. de Produção Vegetal. USP. 00. in Scientia Agricola. de 00.-. MELLO.com. 00. “Quantidade Absorvida e Concentração de Micronutrientes em Tomateiro sob Cultivo Fornecido”. in Circular Técnica 0. et.. Francisco Joaci de Freitas. Adriana Luzia.9.embrapa. 00. REFERêNCIAs CHUNG. Dra. São Paulo..esalq. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”.do. Simone da Costa. Avaliação de Temperatura e Umidade Relativa do Ar em Estufa com Cobertura de Polietileno. et. Rosa Maria. n. et. cpafrr. Pecuária e Abastecimento. Marcelo Augusto de. PONTES. Disponível em: <http://seila. RR.. Cultivo de Tomate para Industrialização.lce.pdf> acesso em 9 de jan.tulha. São Paulo. “O Cultivo do Tomate em Roraima”. Ministério da Agricultura. jan. al. de 00.pt/invest/ag00005.htm> acesso em 9 de jan. Tulha Agroinformação. Botucatu-SP. Profa.. AGUIAR E SILVA.entanto.usp.pdf> acesso em 9 de jan. LUZ. disponível em: <www. Departamento de Recursos Naturais – FCA/UNESP. do Depto. Disponível em: www. p.br>.br/tadeu/Tomate_Domingos_Tadeu. Estufas. 9 .br/index. Boa Vista. acesso em 9 de jan.br/sistprod/tomate/index.cnph. Disponível em: <http://www./mar.gov. al. indicativos e custos de produção podem ser encontrados no site do Instituto de Economia Agrícola. EMBRAPA Hortaliças. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA.embrapa. Universidade de São Paulo. Pecuária e Abastecimento. valores. dezembro de 00. Disponível em: <http://www. s/d. Mestre em Agronomia. 00.php/cpafrr/publica_es/circular_t_cnica/o_cultivo_ do_tomate_em_roraima> acesso em 9 de jan.sp. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. v.br acesso em 9 de jan. da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.sapo. de 00.

Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 9 de jan.gov. acesso em 9 de jan.iea.Instituto de Economia Agrícola. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA . Disponível em: <www. de 00.sp. Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.br>.

E.Redução da competição pode ocorrer quando dois ou mais genótipos utilizam os recursos do sítio diferentemente e. 00 Uma outra opção para aproveitar a área de plantio associado à mandioca é o plantio associado com leguminosas. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas Uma Resposta Técnica. Plantios florestais consorciados podem ser mais produtivos que plantios puros. mais eficientemente. Isto se deve ao fato de que as diferentes espécies de plantas demandam ou afetam os recursos e condições do sítio de forma desigual e em tempos distintos (DeBell&Harrington. Disponível para consulta em: http://www. onde há diferenças no crescimento fenológico na conformação da copa e no sistema radicular. que irão aumentar os nutrientes do solo. pois possui uma área de  hectares.pdf acesso em: 0 de jul. com um prazo menor de colheita. possui em seu banco de dados uma resposta sobre o plantio associado de eucalipto com mandioca. na mistura de genótipos. pode ser sumarizado em dois princípios. 99). Povoamentos mistos. 99). a umidade e os nutrientes. uma vez que as comunidades naturais de plantas são formadas por misturas de diferentes espécies. ainda.PLANTIO AssOCIADO. desta forma. redução de competição e facilitação (DeBell&Harrington.sbrt. podem utilizar diferentes formas a radiação solar. Conforme a teoria ecológica. promover um estímulo diferenciado a microbiota do solo como con9 .ibict. Atualmente. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O SBRT. há o interesse mundial para que a produção florestal seja feita com um manejo mais próximo ao natural. cultivo associado.br/upload/sbrt1031. EUCALIPTO E MANDIOCA PALAvRAs-ChAvE Plantio associado. o aumento de produtividade. cultivo associado de eucalipto e mandioca Informações sobre como associar a cultura de eucalipto com mandioca.

o retorno dos nutrientes é mais rápido. A intercepção de luz foi 9% maior na mistura com % de albizia que no povoamento isolado e a eficiência de uso da luz foi % superior. todo nutriente provém do solo. Sugere-se consultar a resposta técnica indicada a cima para obter informações sobre o processo de cultivo associado. Espécies leguminosas. maiores taxas de queda de material vegetal e ciclagem de nutrientes. com capacidade de fixar nitrogênio. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O estudo acima mostra o benefício do cultivo de eucalipto associado a uma leguminosa. dois deles numa região de clima úmido e os outros dois em clima seco. Na região seca. Misturas com espécies leguminosas arbóreas. podendo resultar em acréscimo na produção. albizia teve pouco crescimento e não beneficiou o eucalipto quanto à altura. o nitrogênio contido nos restos vegetais de leguminosas beneficia a decomposição dos resíduos orgânicos depositados no solo. Testes do consórcio de Eucalyptus salign e Albizia falcataria foram feitos em quatro locais do Havaí. em muitos locais.seqüência da diversidade de substâncias exsudadas pelas raízes das diferentes espécies. na qual a exigência por este elemento é bastante elevada. é limitada por inadequados níveis de nitrogênio. tais como Acacia e Albizia têm sido avaliadas e parecem ser promissoras na busca de fontes alternativas de suprimento de nitrogênio. Na fase nutricional posterior. aumentando a diversidade vegetal e a utilização de recursos do ambiente. neste experimento. quando em associação com eucalipto. que povoamentos mistos reduziram a competição e promoveram a facilitação. Desta forma. mas esta diferença foi atribuída a diminuição de competição por espaço. Além disso. cujos custos energéticos e financeiros são altos. Foi observado. 9 AgriculturA e PecuáriA . assim como fixação do nitrogênio nos tratamentos com mistura de espécies forneceram melhorias no solo que podem persistir nas rotações subseqüentes. Neste período. O eucalipto consorciado na região úmida foi mais alto e maior diâmetro. a fase inicial de desenvolvimento da floresta. podem beneficiar. onde parte do suprimento de nutrientes é mantida pela ciclagem. A produtividade de eucalipto. e teve concentração de nitrogênio e fósforo mais alta que no tratamento com eucalipto isolado. favorecendo a manutenção da produtividade do povoamento. devido ao menor porte da albizia. O diâmetro do eucalipto foi maior no consórcio.

00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 .html>. Disponível em: <http://www.com. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jul.br/ci/bd/teses/disseracao/t4/ ts005/ts005_05. Acesso em:  de jul.REFERêNCIAs ASPECTOS nutricionais de povoamentos puros e mistos de eucalipto. 00.adubostrevo.

Trinidad. A Tectona grandis. entre outros. porém não resiste à geada. Quais as particularidades necessárias ao cultivo da espécie no Mato Grosso? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A solução apresentada a seguir consiste na reprodução integral de um texto divulgado pelo Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais e elaborado pela acadêmica Aline Angeli. ocorrendo em áreas com precipitação anual de 00 a 00 mm. cultivo de Teça PALAvRAs-ChAvE Obter dados técnicos sobre a espécie florestal Tectona grandis e informações sobre forma de cultivo. Honduras e Brasil. A teca é cultivada desde o século XVIII. Camarões. Vietnã e Java. clima mais favorável. Burma. além dos asiáticos . a cultura de teca é tradicional. outros países tropicais. sob supervisão e orientação do Prof. quando os britânicos demandavam grandes quantidades de madeira para construção naval. sendo a espécie cultivada em grande escala. do Departamento de Ciências Florestais da ESALQ/USP. tipo mais adequado de solo e qualidade das sementes. incluindo. No sul da Ásia. Camboja. Devido a sua dispersão geográfica e à variedade de ambientes onde ocorre naturalmente. Laos. 99 AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DA EsPéCIE FLOREsTAL TECA .maiores produtores -. a área mundial plantada excede os  milhões de hectares. José Luis Stape. Zaire. e temperaturas extremas de °a °C. Tailândia. popularmente conhecida como Teca. é uma árvore de grande porte. principalmente na Índia. Nigéria.Tectona grandis. nativa das florestas tropicais situadas entre 0° e °N no subcontinente índico e no sudeste asiático. Atualmente. como: Togo. a teca é uma espécie de alta adaptabilidade com dispersão vertical entre 0 e 00m acima do nível do mar. Teça.

bem distinto do cerne. cilíndricos. Seu tronco é reto e revestido por uma casca espessa. Cada fruto apresenta quatro cavidades. a teca é apreciada pela qualidade de sua madeira. porém. A Madeira O alburno é estreito e claro. As flores são pequenas. de cor marrom e possuem diâmetro de aproximadamente cm. Mundialmente. A primeira frutificação ocorre aos  ou  anos de idade. a madeira de teca é utilizada para as mais diversas finalidades: construção naval. a madeira de teca é muito procurada (principalmente) no continente europeu.Apesar de poder ser cultivada apenas em regiões tropicais. resistente ao fogo. bem como pela sua rusticidade. laminação e compensados. le00 . Informações Botânicas Os frutos são do tipo drupa. de coloração branco-amarelada e se dispõem em panículas de até 0 x cm. dentro das quais estão as sementes (uma por cavidade). cuja cor é marrom viva e brilhante. nem todas germinam. onde o preço por metro cúbico supera o do próprio mogno. a árvore atinge entre  a m (raramente acima de m) de altura e diâmetro (DAP) de 00cm ou mais. pois trata-se de uma essência caducifólia. Além do efeito decorativo. Essa beleza peculiar faz da teca uma madeira muito procurada para decoração de interiores luxuosos e mobiliário fino. Perde as folhas durante a estação seca. Quando adulta.

esse tratamento somente é necessário quando a madeira ficar exposta ao tempo. Porém.A madeira é estável: praticamente não empena e se contrai muito pouco durante a secagem. nos países onde a teca é cultivada. denominado caucho. a área plantada com teca era de cerca de 0 mil hectares. A teca também vem ganhando espaço no Amazonas. incluindo as toras de pequeno diâmetro obtida nos desbastes. de ataques de pragas que possam comprometer os plantios. só o Estado do Mato Grosso já possui mais de 0 mil ha de plantios. A madeira de pequeno diâmetro é largamente usada na edificação de construções rústicas. portas. A densidade média da teca é 0. Tanto alburno. Manaus-AM. O alburno é um material permeável. sendo que atualmente. Painéis de sarrafos são utilizados para a fabricação de móveis. o alburno possui todas as outras qualidades do cerne. De 0 AgriculturA e PecuáriA nha e carvão vegetal. as duas últimas são específicas para as áreas de ocorrência natural. . Em 9. Até o momento são poucos os registros. A durabilidade do cerne deve-se a tectoquinona. apresenta boa resistência a peso.de floresta nativa ou reflorestamento. propriedade que facilita a aplicação de preservativos. um preservativo natural contido nas células da madeira. esteio ou madeiramento do telhado. principalmente devido a estudos como o realizado na Estação Experimental da EMBRAPA do Distrito Agropecuário da SUFRAMA. semelhante ao mogno brasileiro.g/cm³ e. no Mato Grosso O IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) testou a qualidade da madeira proveniente de Cáceres e garante que as propriedades físicas e mecânicas são semelhantes às madeiras de teca oriundas do sudeste asiático. tração e flexão. A estabilidade permite que a teca (madeira) resista à variação de umidade no ambiente. decoração interna e também na produção dos mais diversos utensílios. como vigamento. Essa substância também confere resistência a ácidos e protege pregos e parafusos da corrosão.toda a madeira é aproveitada. apesar de ser leve. A durabilidade é uma característica marcante dessa espécie. Nos países onde a teca é explorada . que reduz a absorção de água e lubrifica as superfícies. ademais. quanto cerne contém uma substância semelhante a um látex. A Experiência de Cáceres.

bem como uma maneira de conter a pressão de desmatamento sobre florestas primárias e promover o desenvolvimento social. por problemas de erosão. Os solos de textura média são os mais indicados. O clima mais propício é o tropical úmido. crescimento de teca e suas relações com os fatores de solo . Caso esse tipo de terreno seja utilizado. Deve-se atentar para os seguintes fatores: A teca é exigente em fertilidade de solo. bem drenado. principalmente cálcio (Matricardi 99. entre outras espécies. coincidente com o período de temperaturas mais amenas. pode ser uma alternativa de recuperaçãode áreas de pastagens abandonadas e degradadas. Um estudo de avaliação do estado nutricional. metros). mostrou que o melhor desenvolvimento está relacionado à riqueza dos nutrientes. Terrenos de maior declividade devem ser evitados. recomenda-se a construção de obras de conservação de solo (curvas de nível e terraços) e o uso das técnicas de cultivo mínimo. 0 . Tanaka 99). econômico e ecológico sustentáveis nessa região. O melhor crescimento das mudas de teca ocorreram quando as temperaturas diurnas variam entre °e °C e noturnas entre °e °C. )A temperatura média anual deve estar acima de °C. A qualidade da madeira depende desse período seco. matéria orgânica e pH próximo da neutralidade. permeável. que deve ser profundo (mais de . sistemas agroflorestais com teca. A teca é uma essência exigente em teores de bases trocáveis do solo. )Período seco de  a  meses. Para Plantar Teca )Precipitação anual entre 00 e 00mm. caracterizado por verão chuvoso e inverno seco.acordo com pesquisadores da EMBRAPA. mas com capacidade média a alta de retenção de água.

: Comercialmente. seco e abrigado da luz. As sementes verdadeiras são muito pequenas e delicadas e o fruto é duro demais para ser rompido e liberar as sementes sem danos. Como desvantagem tem-se o tempo maior. os frutos de teca devem ser colocados imersos em água corrente por  a  horas.) e crescimento. quatro quilos de frutos (incluindo provisões para mudas de replantio). na realidade. Os frutos podem ser colhidos de julho a outubro e armazenados em local fresco. no espaçamento  x  m. Essa técnica consiste em podar a planta de forma a reter 0cm da raiz pivotante e cm do caule. . deve-se levar em conta a qualidade do lote de sementes. são necessários. Obs. Além do aspecto silvicultural.Para uniformizar a germinação. de áreas de produção. estando prontas para plantio entre  a  meses. de quatro a onze meses. cahamda muda-toco. 0 AgriculturA e PecuáriA Produção de Mudas Para reflorestar  hectare de teca. Quando a opção for a de produzir mudas por sementes. trata-se do fruto. aproximadamente. o que é chamado de semente. planta-se o fruto e não sementes. é importante conhecer as características físicas (densidade. baseiam-se em matrizes com adequado formato do tronco (retilíneo. A muda “toco” pode ser transplantada para recipientes individuais ou ser plantada diretamente no campo. Sementes melhores. resistência mecânica da madeira) das procedências utilizadas. Portanto. sem bifurcações etc. Uma alternativa de produção de mudas é através de raiz nua. para produção das mudas. O melhor substrato é a areia com terra orgânica (na sementeira) e a temperatura ótima é alcançada cobrindo-se a sementeira com lona plástica preta por 9 horas As plântulas germinadas são então repicadas para saquinhos plásticos ou tubetes.

totalizando de 0 a 0 m³/ha ao. Itália e Reino Unido.Mercado De acordo com análises de mercado. o Brasil possui áreas adequadas para plantio de teca e uma floresta tropical para preservar. porém tem aplicações no meio rural. dependendo da qualidade de madeira (com ou sem nós) e bitola das toras. podendo gerar receita significativa. também são fatores decisivos para o aumento da demanda. A produção mundial é de. situa-se entre 0 a  m³/ha/ano. assim como de produção. esse volume corresponde a valores entre 0 e 0m³/ha. Japão. O decréscimo da oferta de outras madeiras tropicais que ocorrem em áreas naturais (como o mogno) e a conscientização ambiental dos consumidores. ) Maiores importadores: Alemanha. • A madeira do primeiro desbaste é considerada não-comercial. EUA. mas a oferta ainda é muito menor que a demanda. Austrália. Como é o Mercado? ) Maiores produtores: Indonésia.  milhões de metros cúbicos por ano. O mercado brasileiro também é visto como um grande potencial de consumo . sendo que a maior parcela é consumida pelo mercado interno dos países produtores. • De 0 a 0% da produção total é colhido no corte final. Afinal.Dados de produtividade Os dados que seguem são referentes a plantios realizados em condições adequadas de cultivo (solo. Dinamarca. principalmente europeus. Mianmar e Sri Lanka. aproximadamente.): • A produtividade média.longo de  anos e num regime com  desbastes. • Os custos de implantação e manutenção são amortizados nos segundo e terceiro desbastes. no ciclo recomendado para produção de madeira comercial. o preço FOB do metro cúbico de madeira de teca comercial varia de US$ 00 a US$ 000. • O quarto desbaste e o corte final concentram o resultado econômico do do reflorestamento com Teca. Emirados Árabes. haverá aumento de demanda devido à melhoria no padrão de vida nos países em desenvolvimento. clima. qualidade de semente etc. Holanda. ) Hong Kong e Cingapura: centros de manufatura e reexportação da 0 . Arábia Saudita. • Atualmente. O mercado internacional consome cerca de 00 mil metros cúbicos.

br/identificacao/tectona. Disponível em: <http://www. passaram a importar. a experiência realizada em Cáceres. 00 0 AgriculturA e PecuáriA teca de Mianmar.usp. ipef.Avenida Pádua Dias. 00. . no estado do Mato Grosso. Consultoria/USP E-mail: esaljrc@esalq. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jun. deve-se ter em mente que para obter sucesso completo no cultivo é indispensável o acompanhamento de um profissional qualificado na área. “Tectona grandis (Teca)”.Piracicaba/SP Telefone: (9) -00 Fax: (9) - E-mail: ipef@ipef. Porém. Carlos A. Acesso em: 0 de jun. de A.CEP: 00-90 . demonstrou-se positiva quanto ao cultivo de Teca na região: as plantas tiveram rápido crescimento e demonstraram boa aptidão.ESPECIALISTAS / INSTITUIÇÕES: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais IPEF-LCF/ESALQ/USP . selecionar sementes e/ou mudas mais adequadas e monitorar o cultivo. ) Índia e Tailândia: além de produzir.asp>. que deverá avaliar as condições do local. V. Aline.br ESALQ Jr. buscando identificar e solucionar eventuais problemas e procedimentos incorretos.grandis.br Telefone: (9) 9-99 INDICAÇõEs: CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Conforme observado no texto. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Angeli.  Caixa Postal 0 .

É uma planta que forma touceira atingindo altura média de 0 cm. -alta resistência. Possui folhas quebradiças. Capim-Braquiária MG-. % e % para as pastagens de Massai. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A cultivar Massai é originária da África e foi coletada na Tanzânia pelo Instituto Francês de Pesquisa Científica e Desenvolvimento em Cooperação . O verticilo é piloso. respectivamente l maior persistência em níveis mais baixos de Fósforo l maior produção de parte aérea e de raízes em soluções com alta concentração de alumínio l sistema radicular mais adaptado às condições adversas do solotais como: compactação. baixa fertilidade l apresenta resistência á cigarrinha-das-pastagens 0 . Essa cultivar possui ótima produção de forragem com grande velocidade de estabelecimento e de rebrota. Capim Técnica de plantio.IRD. distribuídas uniformemente. Tanzânia e Mombaça. com a metade da superfície externa arroxeada. sendo em média. As inflorescências apresentam ramificações primárias curtas sem ramificações secundárias. alta acidez. o capim Massai apresenta: l melhor cobertura do solo. sem cerosidade e largura de 9 mm. Os colmos são verdes. As espiguetas são pilosas. CapimMassai. Apresenta média tolerância ao frio e boa resistência ao calor. A bainha apresenta densidade alta de pêlos curtos e duros. As lâminas apresentam densidade média de pêlos curtos e duros na face superior. déficit hídrico. manejo e bibliografia sobre o Capim-Tanzânia. Comparada á outras cultivares de Panicum maximum.PLANTIO DE CAPIM PALAvRAs-ChAvE Capim-Tânzania. melhor em %. Capim Mombaça.

mas requer níveis médios a altos de fertilidade do solo na implantação. o plantio deverá ser realizado de meados de Outubro até Fevereiro. ou seja. na camada de 0 a 0 cm.%. de sementes puras viáveis. recomenda-se a aplicação de 0 KG/ha. de enxofre e para os micronutrientes. a pastagem de capim Massai. sob pastejo rotacionado com  dias de utilização e  dias de descanso produz anualmente.>  mg dm- l l l Solos argilosos (-%). e  e 0 AgriculturA e PecuáriA é menos exigente em adubação de manutenção. respectivamente. em média. 0% durante a estação chuvosa. quando necessário. cerca de  t. Recomenda-se para implantação. de solo.l É importante a aplicação de nitrogênio imediatamente após as colheitas de sementes. por exemplo. os conteúdos de proteína bruta e digestibilidade in vitro da matéria orgânica nas folhas e colmos foram. É necessário adubação fosfatada que eleve os teores de fósforo em Mehlich- para as seguintes faixas: Solos muito argilosos (>%). O preparo de solo é o mesmo utilizado para a formação de outras pastagens. 900 sementes puras. a  mg dm- Solos textura média (-%). Desta produção. Recomenda  Kg/ha. a semeadura poderá ser feita a lanço ou em linhas não mais do que a 0 cm.>  mg dm- O potássio deve estar na faixa de 0 a 0 mg dm-. de uma fórmula de FTE que contenha cobre. região Centro Oeste. A quantidade de corretivos e adubos é baseada na análise de solos. Para os outros nutrientes. Em área adubada e corrigida. 0 a 0 Kg/ha. aproximadamente. Nesta mesma estação. sendo a época ideal o período de  de Novembro a  de Janeiro.  Kg/ha. A produção de sementes puras é de. Avaliados sob pastejo rotacionado. Durante o período da seca esta percentagem reduz para %. de espaçamento. e . aplicação de calcário necessária para elevar a saturação por bases ao mínimo de 0-%. de matéria seca. verifica-se uma produção de 0% das folhas. zinco e boro Em climas com estação chuvosa no verão. 9./ha. . Em um grama de sementes da cultivar Massai encontram-se. a uma profundidade de  cm. aração e gradagem. Uma ligeira compactação favorece a emergência de plântulas.

INDICAÇõEs: Sugerimos consultar a: ESALQ Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”.com. Valter Dantas. Mato Grosso do Sul. Produtividade do capim-Tanzânia (Panicum maximum Jacq. Acesso em  de fev.embrapa. USP Telefone: (9) 9-0) onde se encontra grande acervo na área de agricultura EMBRAPA http://www.br/teses/disponiveis/11/11139/tde-17072002-161144/publico/patricia. Disponível em: <http://www. 00. Acesso em  de fev. Universidade de São Paulo.usp. Tanzânia) em função da lâmina de irrigação e de adubação. Disponível em: <http://www.br METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.br>.br>. Santos. Viabilidade econômica da irrigação de pas0 . com um período de descanso entre  e  dias. f. o pastejo rotacionado. Disponível em: <http://www.embrapa. Tese (Doutorado em Agronomia) . Mato Grosso.teses. Distrito Federal. Pará. Disponível em: <http://www. 00. Acesso em  de fev.br/teses/disponiveis/11/11143/tde-04042003-165152/publico/luis. e sem grandes variações ao longo do ano. Luiz Geraldo Teixeira. Tocantins. 00. Cv. Acesso em  de fev. Pinheiro.matsuda.9%.pdf>.gov. Em função da alta taxa de rebrota e para manter melhor valor nutritivo ao longo do ano recomenda-se.gov. Essa cultivar apresentou excelente desempenho nos seguintes Estados: Acre. 00. Controle do desenvolvimento das hastes no capim Tanzânia.usp.Escola Superior de Agricultura “Luis de Queiroz”. 00. Grupo Matsuda. Soria. Universidade de São Paulo. Tese (Doutorado em Agronomia) .teses.pdf>. 00. Patrícia Menezes. Piracicaba.Escola Superior de Agricultura “Luis de Queiroz”. f. Piracicaba.

usp.br. Os títulos de teses acima citados estão disponíveis via Web no site da USP http://www. Bastando digitar no campo “Busca” da página principal da mesma: “cultivares capim Tanzânia” O resultado trará não somente sobre o capim da variedade Tanzânia como outros de seu interesse. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev. 00 09 AgriculturA e PecuáriA tagem de capimTanzânia em diferentes regiões do Brasil. f. Universidade de São Paulo.pdf>. Universidade de São Paulo.Escola Superior de Agricultura “Luis de Queiroz”.Lavres Júnior. Piracicaba.pdf>. Acesso em  de fev. 00.teses. 00. Disponível em: <http://www. José. Combinações de doses de nitrogênio e potássio para o capim-Mombaça .br/teses/disponiveis/11/11143/tde-17072002164519/publico/valter. 00. Piracicaba.usp. Disponível em: <http://www. 0f.br/teses/disponiveis/11/11140/tde-26042002-095619/publico/lavres. Dissertação (Mestrado em Agronomia) . . 00. Dissertação (Mestrado em Agronomia) .Escola Superior de Agricultura “Luis de Queiroz”. Acesso em  de fev.teses.usp.

A espécie de eucalipto mais indicada dependerá das condições do terreno. mas também poderá ser empregada na indústria madeireira de corte. a desbastagem estimula o desenvolvimento da espessura do tronco possibilitando um maior valor de mercado para a madeira ( seu uso não se destinará somente à produção de lenha. 0 . Destaca-se nesta região uma relativa concentração de industrias têxteis e de cimento que utilizam o carvão em seu processo industrial. desbastar uma e posteriormente até duas visando a exploração da madeira. ou seja. Curitiba e Sorocaba. pois não requer o uso de máquinas no interior da cultura sendo o desbaste geralmente manual. no entanto se o objetivo da cultura é a obtenção de lenha pode-se usar um espaçamento menor como o de .m.m ou x. pois aumentam o valor agregado da madeira. engenharia florestal Quer saber se é viável o plantio de eucalipto na região do Vale do Ribeira.x. porém seu crescimento é mais lento em relação a espécie saligna (a mais apropriada a produção de lenha). seu desenvolvimento para o corte varia de  à  anos e o desbaste é favorável durante este período. madeira. Pensa em plantar uma densidade relativamente alta e após. O eucalipto saligna se desenvolve melhor em áreas secas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A região do Vale do Ribeira apresenta um grande potencial para o plantio de eucalipto por estar próxima a grandes centros industriais como São Paulo.PLANTIO DE EUCALIPTO PALAvRAs-ChAvE Eucalipto. lenha. Para áreas encharcadas a espécie robusta se adapta melhor a estas condições. A desbastagem favorece também o plantio em alta densidade –  desbastagens durante a época de desenvolvimento são recomendáveis. o espaçamento e variedade indicados. O espaçamento indicado usualmente para o plantio comercial é o de xm. fabricação de postes entre outras finalidades).

Acesso em:  de fev. 00. José Leonardo de Moraes Gonçalves Dept.usp.br/esalqjrf/>. EMBRAPA Florestas . Wladimir Barbieri Junior e Matheus Felipe Zonete NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de fev.embrapa. de Ciências Florestais – ESALQ/USP E-mail: jlmgonca@esalq.ESPECIALISTAS / INSTITUIÇÕES: A ESALQ JR.usp.br Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia ESALQ Jr Florestal.cnpf. de fev. Disponível em: <http://lcf. disponibiliza em seu site http://lcf.br/esalqjrf/.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA INDICAÇõEs . Acesso em: .usp.br/>. 00.esalq. Disponível em: <http://www.esalq. alguns projetos realizados que possibilitam respostas às dúvidas mais freqüentes do pequeno produtor Prof.

Seu gênero é representado por mais de 00 espécies. papel e carvão para siderúrgicas. madeira. Espanha. sendo que cerca de 0 encontram-se distribuídas por países com climas e solos bastante diferenciados como os encontrados no Brasil. somos o maior produtor mundial da celulose (cerca de . Marrocos e Israel. produção de madeira. facilidade de aclimatação e potencial para usos múltiplos como: produção de lenha. Chile. custos de produção do eucalipto. o eucalipto brasileiro se destina basicamente à produção de celulose e papel e ao carvão que abastece as siderúrgicas. alta capacidade de rebrota. Hoje. De acordo com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).PLANTIO DE EUCALIPTO CUsTO DA PRODUÇÃO PALAvRAs-ChAvE Eucalipto. celulose e demais derivados representam % do nosso PIB. entre outras utilizações. de  . Essa disseminação deve-se às vantagens que o eucalipto oferece quando comparado com outras essências florestais: gênero de rápido crescimento. temos a maior área plantada de eucaliptos do mundo (mais de  milhões de hectares). Estados Unidos. % das exportações e geram aproximadamente 0 mil empregos. cobertura do solo de áreas inclinadas para combate da erosão. milhões de toneladas por ano) e alcançamos o maior índice médio de produtividade (0m por hectare ao ano). Portugal. As indústrias brasileiras que usam o eucalipto como matéria-prima para a produção de papel. Além da produção de celulose. Saber qual o custo por hectare de uma lavoura de eucalipto. Argentina. Itália. África do Sul. reflorestamento. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O eucalipto é uma espécie florestal oriunda da Austrália e Indonésia. insumo para a produção de celulose e papel. Madagascar.

que envolve tudo que se gasta no primeiro ano com a lavoura e custo de manutenção. que envolve tudo que for gasto do segundo ano até a período que precede a corta dos eucaliptos. entre outros fatores. Sendo que serão apresentados a seguir custos médios relativos à produção e comercialização do eucalipto. perfumes e remédios. que refletem diretamente na produtividade. adubação. alimentícios. Dado isso. Esse último pode ser subdividido em custo de corte e custo de transporte. o eucalipto tem sido foco de vários estudos.  AgriculturA e PecuáriA onde se extrai a celulose. preparo do solo.. pode-se dividir os custos relativos ao cultivo comercial de eucalipto em custo de produção e custos de comercialização. pode ser subdividido em custo plantio. que estão ligados direta ou indiretamente à determinação dos custos. O custo médio de plantio é calculado em 000 reais por hectare plantado. por gastos com mudas. Vale ressaltar que esse custo pode variar dependendo da região. com respectivas considerações sobre as variações possíveis destes. mão-de-obra.. do espaçamento entre as mudas. até de fatores econômicos ligados ao processo produtivo do mesmo. tempo de maturação para corte. postes e mastros para barcos. Também o custo de produção. Um exemplo desses estudos são sobre melhoramento genético tradicional e clonagem. conseqüentemente. são produzidos diferentes tipos de tecido sintético e cápsulas de remédios. dado o atual contexto do conhecimento cientifico sobre fatores referentes ao eucalipto. da topografia do terreno. que vão desde estudos sobre a sua fisiologia. pisos. nos custos de produção e.Sobre os custos é importante destacar que. na comercialização e margens de lucro desse insumo. que representa um terço do custo total do cultivo comercial de eucalipto. Segundo o Prof. acabamentos refinados da construção civil. combate de formigas. transporte. combate de plantas invasoras. mão-de-obra e maquinários aplicados no processo de plantio. do tipo e da situação do solo. Esse custo e composto. Dele também se obtém o óleo essencial em produtos de limpeza. A madeira é utilizada na produção de móveis. os aspectos relacionados a eles variam de acordo com a área plantada. que acabaram por gerar importantes modificações e inovações. Sem falar do mel de alta qualidade produzido a partir do pólen de suas flores. gastos com insumos. basicamente. . Dr José Leonardo de Moraes Gonçalves.

Professor Doutor do departamento de engenharia florestal da ESALQ/USP.esalq. pode ser calculado em 0 reais. cujas referências encontram-se abaixo. detalhado e exato dos custos referentes ao cultivo e comercialização de uma lavoura de eucalipto. Qualidade. Victor A. que representa um terço do custo total. vale ressaltar que esse custo pode variar. Dissertação de Mestrado. é aconselhável que se busque ajuda de um engenheiro florestal.htm . cuja resumo está no endereço eletrônico da Esalq Junior Florestal que é: www. Finalmente. é de 0 reais. mais informações sobre custo você pode encontrá-las na tese: Qualidade. da distancia a ser transportada. Também tem–se um estudo feito pela empresa Junior da ESALQ/USP. Manual e Mecanizado de eucalipytus grandis Implantado com Cultivo Mínimo do Solo.O custo médio de manutenção pode variar entre 00 a 00 reais por hectare. Desempenho Operacional e Custo de Plantio. Manual e Mecanizado de eucalipytus grandis Implantado com Cultivo Mínimo do Solo. que também represente um terço do custo total. p. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Univer . principalmente. principalmente. REFERêNCIAs GONÇALVES.br/esalqjrf/resumo_rev%20do%20eucalipto. Desempenho Operacional e Custo de Plantio. e que pode ser negociado junto à empresa Junior da ESALQ Telefone: (9) -. O custo médio de transporte por hectare do eucalipto plantado. usp. Já o custo médio de corte por hectare. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para que seja feito um plano específico. G. pois só a partir do contato direto do profissional com o local a ser cultivado. Estudo esse que tem como titulo: Viabilidade Econômica do Plantio Comercial do Eucalipto. Esse custo é composto basicamente de gasto no combate de formigas. José Leonardo de Moraes. FESSEL. devido á topografia do terreno. que isso calculo de custos se torna possível. No entanto é claro que ele terá seu valor real na dependência. Piracicaba 00.lcf.

Acesso em:  de jun.pdf>.com.br/teses/disponiveis/11/11150/tde-15082003-150926/publico/vitor.br/pt/ambiente/amb_manejo. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jun. Acesso em:  de jun. 00.teses. 00.br/especial/genolyptus4.Ministério da Ciência e Tecnologia.esalq.br/esalqjrf/>.usp. . Disponível em: <http://www. Acesso em:  de jun.htm>. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA sidade de São Paulo. 00. Disponível em: <http://lcf. Sumário do Plano de Manejo Florestal da Aracruz Celulose S/A. Disponível em: <http://www. Brasil: Campeão do Eucalipto. Especial Projeto Genolyptos. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de jun.gov. Projeto da Empresa Junior da engenharia florestal da ESALQ: Esalq Junior Florestal.mct. Viabilidade Econômica do Plantio Comercial do Eucalipto.usp.pdf>. 00.aracruz.

aplicar 0 kg/ha de N. entre 0 e 0 dias após a semeadura. aplicar até 0 kg/ha de PO e 0 kg/ha de KO conforme análise do solo. em cobertura. Sementes necessárias: 0 a 90 kg/ha. principalmente. tamanho e coloração dos grãos.PLANTIO DE GRÃO DE BICO E LENTILhA PALAvRAs-ChAvE Plantio de grão-de-bico e lentilhas Obter informações sobre o plantio de grão-de-bico e lentilhas.  . indicada para cultivos de outono e inverno. Espaçamento e densidade de semeadura: entre linhas: 0 cm. para alimentação humana graças ao seu alto valor nutritivo. tolerante à seca. apresenta extensa variação na forma. Calagem e adubação: utilizar corretivos e fertilizantes conforme resultados da análise do solo. se não houver disponibilidade de Rhizobium específico para submeter as sementes à inoculação.  a  cultivos mecânicos até 0 dias após a semeadura. densidade: - sementes por metro linear. Cultivares: IAC-Marrocos e CNH-. No sulco de semeadura. Controle de plantas daninhas: se necessários. ou herbicidas adequados. Na ausência de inoculação. Qual é a época de plantio.) Descrição: Espécie arbustiva. época de semeadura: março a abril. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Grão-de-bico (Cicer Arietinum L. a calagem deverá elevar o índice de saturação por bases a 0%. adubação e quais os fornecedores de sementes. Quando recomendada. É recomendada. anual. à diversidade de emprego culinário e ampla aceitação em nosso meio.

com 0 a 0 cm de altura. Suas sementes são de fácil cozimento e digestão. arrancar ou cortar as plantas para as operações de batedura e trilhagem para remoção dos grãos. Sua farinha pode ser utilizada no preparo de pratos culinários árabes. Elaine Bahia Wutke. Seu ciclo é em torno de 0 dias. estando as vagens secas. materiais precoces apresentam ciclo de 0 a 0 dias. herbácea. Edmilson José Ambrosano (). têm alto valor nutritivo e sabor agradável. e no Brasil é mais usada na forma de sopa ou de caldo. alemães e italianos. No começo do século foi bastante cultivada no Rio Grande do Sul por imigrantes espanhóis. Quantidade de sementes: 0 a 0 kg/ha. como adubo verde e forragem. ou colheita mecânica em caso de maturação homogênea.Produtividade normal: . Eduardo Antonio Bulisani () Fonte: Boletim 00 Lentilha (Lens Esculenta Moench. ereta. Cultivares: No Brasil. o tipo macrosperma (cotilédones amarelos e sementes graúdas) é o preferido. introduzida da Argentina. podendo ser usada na alimentação humana.00 a . incluindo-se aqui sua palha.00 kg/ha de sementes (com irrigação). Observação: Excesso de água induz crescimento vegetativo com redução na produção de grãos. típica de clima temperado quente e tolerante a períodos de seca.) Descrição: Planta anual.  AgriculturA e PecuáriA Colheita: aos 0 a 0 dias após a semeadura. tem bom potencial para cultivo sob irrigação. época de semeadura: abril a junho no Sul do País e abril a maio no Brasil Central.00 kg/ha de sementes (sem irrigação) e . acompanhando o arroz. Espaçamento e densidade de semeadura: 0 a 0 cm entre as linhas e 0 sementes por metro linear. . e a cultivar Precoz. Autores Nelson Raimundo Braga (). no Brasil Central. Sua planta é bem ramificada.

Taguatinga – DF Tel: () - / () 99-9 e-mail: luiga@ig.hortec.00 kg/ha.SP End: Av.Monte Mor –SP Tel: (9) 9-0 / (9) 9- site: http://www. elevar o índice de saturação por bases a 0%.br HORTEC (RS) End: Av. 0 kg/ha de PO e 0 kg/ha de KO. Edmilson José Ambrosano () Fonte: Boletim 00 FORNECEDORES: Relação de fornecedores de sementes enviadas pela Embrapa – Hortaliças Agrocinco .agrocinco. e as pragas: percevejos. Colheita: manual (arranquio das plantas para secagem e posterior trilhagem com mangual ou vara) ou com trilhadora. mancha de Ascochyta. mosaico. Sclerotium rolfsii e Fusarium oxysporum). Pode-se observar elevada incidência de acamamento das plantas devido à ação do vento e da chuva. Nº 0 .br Agrocinco . Roque Presta. míldio. 00 9-00 – Bagé – RS Tel: () -00 / () - site: http://www.com. Aplicar na semeadura  kg/ha de nitrogênio. ferrugem. Santa Tecla.br  INDICAÇõEs: .com. e fungos de solo (Rhizoctonia solani. vaquinhas. pulgões. Não há produtos registrados para o controle até junho/9. Controle de pragas e doenças: podem ocorrer as doenças antracnose.Calagem e adubação: de acordo com a análise de solo. tripes e brocas-das-axilas. Produtividade: 00 a .Bairro: Centro 90-000 .com. Autores Elaine Bahia Wutke ().

nascimento@svseeds.  Condomínio Ed.br e-mail: ayrton.  0-0 – Campinas.junior@svseeds.br e-mail(s): cal@agristar.petoseed.HORTICERES End: Av. . Philuvio C. SP Tel: (9) -0 / Fax: (9) - Site: http://www.br SVS do Brasil/ASGROW do Brasil Sementes Ltda End: Rua Sampainho.br e-mail(s): marcio.br e-mail: sakama@sanet.br marcia.sakama.asgrow.com. 9 -000 .br SEMENTES SAKAMA End: Av. SP Tel: () -0 / Fax: () - Site: http://www. Rodrigues.P. Riachuelo – Bairro: Bosque .br Contato: Sr.com.br TOPSEED/AGRISTAR End: Rd.tulio.com.com.com.br asgrow@asgrow.  Caixa Postal  Bairro Cambuí 0-00 – Campinas.com.com. Gilberto Pozzan .com.br adangelo@agristar.com.Itaipava. Alexandre Dante e Sra. SP Tel: (9) -00 / Fax: (9) -00 Site: http://www. Riachuelo.com.C. 0 00-0 – São Paulo.rodrigues@svseeds. Cristina Almeida EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: 9 AgriculturA e PecuáriA e-mail: hortec@alternet. Imperatriz Leopoldina.br Contato: Sr.com.horticeres. RJ Tel: () -00 Fax: () -0 Site: http://www.com. Conj.

br Empresa Brasileira de Agropecuária – Embrapa Hortaliças Centro Nacional de Pesquisa de Hortaliças End: Km 09 da BR-00 Rod.usp.br/index.Campinas. entrar em contato com os especialistas supracitados. 00.Caixa Postal  00-90 .sp.sp.gov. 0 .seednews.iac.CEP: 09-90 Tel: () -9000 Fax: () - Site: http://www. que presta consultoria e auxílio para empreendedores que queiram iniciar um negócio na área da agropecuária.inf.:(9) . Disponível em: <http:// www.Instituto Agronômico de Campinas – IAC End: Av. e em caso de dúvida. bem como com a Embrapa – Hortaliças. Brasília/Anápolis .usp.ciagri. 0 .gov.br/~esalqjrc/consultoria/historico. Carlos Botelho. Elaine Bahia Wutke e Dr.gov. Nelson Raimundo Braga Contatos: tel.embrapa./9 e-mail: ebwutke@iac. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Seed News Revista Internacional de Sementes.br IAC .SP Tel:(9) - Site: http://www.br/portugues/index.cnph.php# e-mail: sac@cnph.embrapa.shtml>.sp. Acesso em 0 de jun.Centro de Grãos e Fibras Especialistas: Dra.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Entrar em contato com os fornecedores de sementes. Barão de Itapura nº  .br e braganr@iac.html e-mail: esalqjrc@esalq.Sala 0 - Piracicaba – SP Tel / Fax: (9) 9-99 Site: http://www.br ESALQ Jr Consultoria – ESALQ/USP Av. Outra recomendação é entrar em contato com a empresa Jr da Esalq (Escola Superior de Agronomia “Luiz de Queiros” – USP).

É possível plantar lentilha no Centro-Oeste do Brasil?.asp?d=/edic/182/gr_responde1. Rodrigo Ravani Gurgel NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jun. 00. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA .htm>. Acesso em 0 de jun.globo. Disponível em: <http://globorural.Globo Rural.com/barra.

Os porta-enxertos podem ser adquiridos em tubetes prontos para o transplantio em embalagens definitivas. especificando a origem. os viveiristas têm optado por produzir seus próprios porta-enxertos. assim como de uma série de outras fruteiras. As mudas de citros. Visando uniformizar os tratos culturais e utilizar condições de temperatura e de umidade mais favoráveis à germinação e ao desenvolvi-  . As matrizes devem apresentar características genéticas e sanitárias bem definidas.PLANTIO DE LIMÃO PALAvRAs-ChAvE Mudas. produção de mudas de limão Informações sobre como produzir mudas de limão. Este documento deve ser uma nota fiscal ou fatura. Normalmente. Geralmente. podendo ser cultivadas em condições de campo. o viveirista deve obter um documento que comprove a procedência do material. Formação De Porta-enxertos Em se tratando de mudas certificadas. a produção de porta-enxertos tem sido realizada no mesmo telado utilizado para a produção das mudas. os porta-enxertos devem ser produzidos no interior de ambiente protegido. sendo exigidos critérios específicos em relação à formação dos porta-enxertos e das mudas propriamente ditas. ou ser produzidos no próprio viveiro. a partir de sementes de plantas-matrizes ou de sementeiras registradas. são compostas pela combinação de uma variedade porta-enxerto com uma variedade copa. Nos casos de compra. variedade e quantidade de porta-enxertos adquiridos. limão. dentre os quais está incluído o limão. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Seguem-se abaixo os procedimentos desenvolvidos pela EMBRAPA Clima Temperado para a produção de mudas certificadas de gêneros cítricos.

tangerina ‘Cleópatra’. como o limão ‘Cravo’. 99). bandejas ou embalagens definitivas. Futuramente. Segundo essas normas. em forma cônica. são os recipientes mais recomendados pela facilidade de manipulação. tangerina ‘Sunki’.variedades de porta-enxerto recomendadas Os porta-enxertos inicialmente eleitos para o Estado do Rio Grande do Sul foram: Poncirus trifoliata. novas variedades poderão ser recomendadas à medida que sejam aprovadas em ensaios experimentais. . permitindo a distribuição das plântulas em lotes homogêneos. Os tubetes de 0 cm. com esticadores ou telas metálicas galvanizadas. tangelo ‘Orlando’. 99). o que atrasa a formação das mudas e o início da produção de frutos. havendo a morte do meristema da raiz pivotante com conseqüente emissão de raízes secundárias. Recipientes para semeadura Os porta-enxertos podem ser semeados em tubetes plásticos. Após o uso. a laranja ‘Azeda’ somente deve ser utilizada como porta-enxerto de limões verdadeiros. as raízes crescem em direção ao orifício basal. laranja ‘Caipira’. alguns viveiristas têm produzido os porta-enxertos em telados separados das mudas enxertadas. Os tubetes devem ser dispostos em bandejas plásticas perfuradas. principalmente por sua tolerância ao frio. como o hipoclorito de sódio a % (Feichtenberger. limão ‘Volkameriano’. com quatro a seis estrias longitudinais. substratos para semeadura O substrato deve apresentar propriedades físicas e químicas ade AgriculturA e PecuáriA mento inicial das plântulas. as quais devem ser mantidas suspensas sobre cabos. e por proporcionarem uma melhor circulação de ar entre as plântulas (Joaquim. citrumelo ‘Swingle ()’. Nesse tipo de recipiente. citrange ‘Troyer’. fixados sobre mourões de madeira ou cimento (Carvalho. embora apresente menor vigor em relação a outras variedades. os tubetes e as bandejas devem ser desinfectados via tratamento térmico ou com produtos químicos. O porta-enxerto mais utilizado no Rio Grande do Sul é o ‘Trifoliata’. 99). citrange ‘Carrizo’ e laranja ‘Azeda’ (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. 99). limão ‘Cravo’.

tem que apresentar lotes uniformes.. O substrato deve ser leve para facilitar o manuseio e o transporte. Os principais componentes utilizados pelos viveiristas para a produção própria de substrato são: terra tratada. por autoclavagem (0-0ºC) não são recomendadas por prejudicarem o desenvolvimento da microflora benéfica do substrato (Feichtenberger. é muito importante trabalhar com um mesmo substrato. e Sclerotinia sp. e dos nematodos Meloidogyne spp. vermiculita. devendo ser analisado em laboratório credenciado pela Entidade Certificadora e Fiscalizadora do Estado. Conhecendo as propriedades de um substrato ideal. ser suficientemente consistente para fixar as plantas. bagacilho de cana. obrigatoriamente. serragem... sendo as físicas determinantes por serem de difícil correção. Segundo as normas e padrões da Secretaria da Agricultura e Abastecimento (99). A desinfecção química. Graf. A maioria dos viveiros de citros tem utilizado substratos comerciais constituídos de casca de pinos. não conter sementes ou propágulos de plantas daninhas. 99. isento de patógenos de solo. o substrato deve estar isento dos fungos Armillaria sp. Phytophthora spp. Pratylenchus spp. o qual. areia e esterco curtido. argila expandida. húmus ou turfa (Joaquim. Antes da distribuição nos recipientes.quadas para o desenvolvimento das plantas. o custo e a facilidade de obtenção. em função de propriedades específicas. possuir composição uniforme para facilitar o manejo das plantas e apresentar um custo compatível com a atividade. e Tylenchulus semipenetrans. desde a fertilização até a irrigação. Por isso. não conter componentes de fácil decomposição. 99). Cada substrato exige um manejo diferente. perlita. A desinfestação desses componentes pode ser feita por solarização em coletor solar ou em sacos plásticos transparentes. drenagem e capacidade de retenção de água. apresentar boa porosidade. o viveirista pode optar pela produção própria ou aquisição junto a empresas especializadas. analisando sempre a qualidade. recomenda-se que seja realizada a análise de fertilidade do substrato. com fumigantes. Rhizoctonia solani. palha de arroz. Rosellinea sp. seguida de correção quími . 999). e a térmica.

por meio de irrigação em excesso. No caso da utilização de água de poço artesiano. o que pode causar toxidez às plantas. deve-se tomar bastante cuidado com a aplicação de fertilizantes em excesso. Deve-se tomar cuidado para não utilizar uma concentração excessiva de cloro. dependendo da variedade e da porcentagem de germinação do lote de sementes. e. embora seja uma atividade bastante trabalhosa (Graf. Pode-se utilizar a profundidade de  a  cm. 99).A salinização do substrato é um dos problemas mais freqüentes no cultivo de plantas em recipientes. redução do crescimento. Nessa fase. via fertirrigação. . a morte de plantas (Joaquim. A água de irrigação deve ser tratada com cloro ativo ou ser proveniente de poço artesiano. desidratação. semeadura Primeiramente. fósforo e cálcio ao substrato. até mesmo. acelerar e uniformizar a germinação. Alguns viveiristas têm retirado o tegumento externo das sementes com a finalidade de melhorar a sanidade. A toxidez por sais provoca necrose de folhas. No caso de tratamento da água. de forma a não descobrir as sementes. as sementes devem ser submetidas a um tratamento térmico a ºC por 0 minutos (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. normalmente é necessário acrescentar nitrogênio. ou semanalmente. 99). Nessa concentração ocorre a inativação dos zoósporos de Phytophthora (Feichtenberger. O fósforo deve ser adicionado antes da semeadura. por meio de formulações de liberação lenta. Irrigação Durante a germinação e o desenvolvimento inicial dos porta-enxertos. 99). Esta é essencial para maximizar o desenvolvimento das plantas. A semeadura pode ser feita utilizando-se de  a  sementes por tubete. deve-se avaliar a presença e a quantidade de sais. 999). recomenda-se a adição de cloro na concentração de  a  ppm (Carvalho. enquanto que os demais nutrientes podem ser aplicados em cobertura. a irrigação deve ser feita manualmente ou por meio de aspersores. Por isso. 99).  AgriculturA e PecuáriA ca. A correção do nível de sais pode ser feita lixiviando-os.

para direcionar o crescimento das raízes para o fundo do recipiente. 99. as plantas atípicas e de crescimento debilitado apresentam natureza híbrida. os porta-en . Esse recipiente desempenha um papel determinante no desenvolvimento do sistema radicular das mudas. devido às superfícies lisas do recipiente. A taxa de ocorrência destes híbridos depende da espécie do porta-enxerto. Graf. 99). não havendo necessidade de retorno. principalmente se houver atraso no plantio das mudas (Carvalho. sendo realizada desbrota semanal. Para facilitar o manejo. Possuem a vantagem de apresentar estrias longitudinais. os recipientes podem ser de plástico rígido ou de polietileno.Condução dos porta-enxertos A área do viveiro deve ser livre de detritos vegetais. Os vasos de plástico rígido apresentam um custo maior do que os de polietileno. inclusive aqueles decorrentes do processo de produção das próprias mudas. apresentam um custo menor. realização de lavagens e riscos de contaminação com patógenos de outras áreas. porém são reutilizáveis. podem rasgar com certa facilidade e estão sujeitos à ocorrência de enovelamento de raízes. 999). normalmente aos 0-0 dias da semeadura (Graf. No caso de mudas de citros. não ocupam espaço quando vazios e são descartáveis. influindo na formação e na configuração das raízes. Transplantio Dependendo da variedade e das condições de cultivo. as plantas de cada variedade devem ser separadas em lotes mais homogêneos. 999). sendo inversamente proporcional a sua taxa de poliembrionia. Os recipientes de polietileno. Os portaenxertos devem ser conduzidos em haste única. A suspensão dos vasos em bancadas é essencial para esse comportamento das raízes. valem as mesmas observações efetuadas na fase de semeadura e de desenvolvimento inicial dos porta-enxertos. Com relação ao substrato. Normalmente. como os tubetes. Recipiente definitivo O recipiente definitivo das mudas deve apresentar dimensões mínimas de 0 cm de largura por 0 cm de altura (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. Porém. Os vasos de plástico rígido são comercialmente denominados de citrovasos ou citropotes. também chamados de sacolas plásticas. evitando o seu enovelamento. devendo ser eliminadas.

pois se feita anteriormente dificulta o desprendimento da casca. que pode ser uma nota fiscal ou fatura. O transplantio das plantas deve ser feito com o torrão. as borbulhas devem ser obtidas de plantas matrizes ou de borbulheiras registradas. Para a produção de mudas certificadas. cancro cítrico. Esta operação deve ser realizada no dia da enxertia. Somente para os limões verdadeiros e para a lima ácida ‘Tahiti’. o que diminui o vigor dos porta-enxertos. A enxertia deve ser realizada a uma altura de 0 a 0 cm a partir do colo da planta para a maioria das variedades. O viveirista deve possuir um comprovante de origem das borbulhas. periodicamente. a espécie. de forma a não lesionar o sistema radicular. As borbulhas são fornecidas em ramos chamados de porta-borbulhas. os porta-enxertos estão aptos para a enxertia  a  meses após o transplantio. a altura da enxertia deve ser entre 0 e 0 cm (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. a cultivar e a quantidade de material adquirido. após  a  meses de cultivo. deve-se evitar o enrolamento de raízes na região do colo das plantas. com relação a mutações e à sanidade. onde será completada a formação das mudas. em ‘T’ normal ou invertido. principalmente clorose variegada dos citros. 99). evitando a interrupção do crescimento dos porta-enxertos. sendo fixada com fita plástica normal ou degradável (fitilho). Para a enxertia.  AgriculturA e PecuáriA xertos apresentam 0 a  cm de altura. 99). Trata-se de ramos desfolhados de aproximadamente 0 a 0 cm. tristeza e outras viroses (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. Formação De Mudas Enxertia Dependendo da variedade e condições de cultivo. estando aptos a serem transplantados para os recipientes definitivos. A enxertia deve ser feita por borbulhia.Por ocasião do transplantio. . O aumento progressivo da irrigação nos dias que antecedem a enxertia é recomendado para melhorar o desprendimento da casca. que especifique a origem. devem ser retiradas as folhas e os espinhos até 0 cm do colo do porta-enxerto. cultivadas em ambiente protegido e inspecionadas. contendo borbulhas maduras.

o viveiro deve ser inspecionado permanentemente. Porém. alternando os princípios ativos para evitar a proliferação de patógenos e de pragas resistentes (Graf. e a aplicação foliar de nitrogênio. juntamente com os tratamentos fitossanitários. Carvalho (99) recomenda a aplicação semanal. Deve-se realizar. ramos e folhas e a lavagem de defensivos. evitando prejuízos à qualidade e ao desenvolvimento das mudas. As desvantagens desse sistema referem-se ao maior custo e ao encharcamento de alguns recipientes devido ao consumo diferenciado de água pelas plantas em diferentes fases de desenvolvimento e em função da espécie de porta-enxerto.Adubação e irrigação A formulação dos adubos e a freqüência de adubação varia em função da variedade e da composição do substrato. por evitar a umidade excessiva no tronco. manganês. nitrocálcio ou de fosfato monoamônico. A irrigação pode ser feita manualmente. acaricida e fungicida. 999). por aspersão ou de forma localizada em cada recipiente. de acordo com a necessidade de nutrientes. é vantajosa para a produção de mudas sadias. Controle de pragas e de doenças O manejo de pragas e de doenças deve ser preventivo e rigoroso. A irrigação localizada por gotejo. controla a entrada da maioria dos insetospraga e vetores de doenças. para uma adubação equilibrada. quinzenalmente. O uso de armadilhas amarelas com cola adesiva na antecâmara e no  . fungos e ácaros podem entrar pelos orifícios da tela e algumas espécies de cigarrinhas. de nitrato de potássio. de  mm². zinco. além das pulverizações preventivas. caso necessário. um controle químico adicional com produtos específicos para a praga ou patógeno encontrado. Por isso. pulgões. procedendo-se. via água de irrigação. procedendo-se as correções em cobertura. quinzenalmente. via água de irrigação ou da forma convencional. na proporção de  a  g por planta. boro e ferro. pulverizações com combinações de produtos de ação inseticida. além de possibilitar a adição de fertilizantes solúveis. De uma forma geral. cochonilhas e insetos adultos de minador pela própria porta do telado. vaso a vaso. recomenda-se o monitoramento do estado nutricional das plantas por meio de análise foliar e do substrato. No entanto. A tela citros.

firme e estreito. que são atraídas por essa coloração. 0-0 cm para as laranjas e 0-0 cm para as limas ácidas e limões verdadeiros. 99). sendo chamadas de muda vareta. A haste principal da muda vareta deve ser podada a 0-0 cm de altura para as tangerinas. 99). Uma única brotação deve ser conduzida de forma tutorada até o amadurecimento do ramo. no momento da retirada do fitilho. utilizando o porta-enxerto limão ‘Cravo’. O tutoramento pode ser feito com matéria galvanizado ou não. cinco dias após o corte do fitilho. para evitar lesões no sistema radicular das mudas no momento em que é introduzido no substrato. O tutor deve ser fino. o que poderia provocar enovelamento do sistema radicular. segurando com uma das mãos a 0 cm acima do enxerto e curvando com a outra a parte superior da planta até prender na base da muda. Nas condições climáticas do Estado de São Paulo. 99). Neste sistema de produção de mudas não são formadas “pernadas” ou ramos laterais. 9 AgriculturA e PecuáriA interior do telado é essencial para o monitoramento e controle de insetos.. A região do corte deve ser tratada com pasta cúprica. consiste em proceder o corte do porta-enxerto  cm acima da enxertia. pode-se enxertar novamente no lado oposto do caule. quando se verifica o pegamento. pavio ou palito. . as mudas são produzidas e comercializadas em haste única. Para forçar a brotação. Para facilitar a identificação e evitar a troca de materiais. pode ser feito o encurvamento do porta-enxerto. como no sistema tradicional em campo. as plantas teriam que permanecer por mais tempo nos recipientes. medidos a partir do colo da planta. principalmente de cigarrinhas. Para tanto. com aplicação de tinta na região abaixo e acima do ponto de enxertia (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral. Caso este não ocorra. Outra técnica utilizada para forçar a brotação. a muda de haste única fica pronta para o plantio em aproximadamente  meses após a semeadura (Carvalho.  dias antes da expedição das mudas (Sempionato et al. O pedaço de ramo remanescente deve ser cortado.Condução do enxerto e formação da muda A remoção do fitilho não degradável deve ser realizada  a 0 dias após a enxertia. recomendase a utilização de um código de cores para as variedades copa e porta-enxerto. Desta forma. devendo apresentar tecido já amadurecido (Secretaria da Agricultura e Abastecimento.

fungos. espera-se um atraso de - meses no processo de formação das mudas. deve-se realizar a desinfecção dos pisos. e Tylenchulus semipenetrans. citri. as mudas tipo palito. Padrão de qualidade das mudas certificadas O enxerto e o porta-enxerto devem constituir uma haste única. Condenação de viveiros Determinados patógenos e plantas daninhas são extremamente danosos aos citros. produzidas em ambiente protegido. Após a retirada de cada lote de mudas do viveiro. as mudas devem ser isentas desses organismos. paredes e bancadas com hipoclorito de sódio a % ou formaldeído a % (Feichtenberger. dependendo do nível de climatização do telado. Xylella fastidiosa. Candidatus liberobacter e Spiroplasma citri. De forma geral.. 99). principalmente.99). da qualidade do sistema radicular. e Armillaria sp. em virtude. viróides e micoplasmas deve ser feito por laboratório credenciado. Por isso.. Rhizoctonia solani. vírus. tolerando-se um desvio de no máximo  graus. Este critério é fundamental para evitar o enovelamento das raízes. apresentam um pegamento e vigor superior às mudas produzidas em viveiros a céu aberto. O diagnóstico de infecções por bactérias. A idade máxima para o plantio é de  meses após a semeadura dos porta-enxertos para as mudas de haste única (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. 99). As mudas certificadas das tangerinas devem apresentar um diâmetro mínimo de 0..  cm acima do ponto de enxertia (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. das plantas daninhas Cyperus rotundus (tiririca) e Cynodon dactilon (grama seda) e dos vírus. Pratylenchus spp. 0 . cm e das demais espécies cítricas de 0. viróides e micoplasmas patogênicos aos citros (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. nematodos. 99). dos procariotos Xanthomonas campetris pv. ereta e vertical. O viveiro deve ser condenado pela simples ocorrência em qualquer uma das mudas dos fungos Phytophthora spp. Sclerotinia sp. Considerando a ocorrência de temperaturas médias menores no Rio Grande do Sul e o uso do porta-enxerto ‘Trifoliata’. muitas vezes inviabilizando a produção. dos nematodos Meloidogyne spp. 99). cm.

. sem raízes enoveladas. devendo permanecer protegidas do ataque de insetos vetores em áreas de incidência de CVC e de tristeza (Secretaria da Agricultura e Abastecimento.Após o recebimento de parecer favorável nas inspeções de pós-semeadura. Armazenamento e transporte As mudas certificadas poderão ser armazenadas fora do viveiro. o endereço do viveiro e a identificação das variedades porta-enxerto e copa utilizadas. retorcidas ou quebradas. nas quais devem constar o nome e o número de registro do produtor. Segundo a Secretaria da Agricultura e Abastecimento (99). 99). e das análises laboratoriais. pós-enxertia e de liberação. a muda ou lote de mudas aprovados pela entidade certificadora receberão as etiquetas e o certificado de garantia. É aconselhável a realização de inspeções visuais e de análises laboratoriais periódicas para os principais patógenos durante todo o processo de produção. o lote seja eliminado antes do final do ciclo e de forma a não contaminar os demais. poderão ser comercializadas como “Mudas Fora de Padrão Morfológico”. Controle de qualidade durante o processo de produção das mudas Independentemente das inspeções oficiais. Estes devem ser preferencialmente fechados ou cobertos com tela com malha inferior a  mm. Os caminhões utilizados para o transporte das mudas devem ser lavados e desinfectados com amônia quaternária antes do carregamento. por um período não superior a  dias. As mudas não devem apresentar ramos quebrados ou lascados. no caso de ser encontrado algum patógeno. pós-transplantio. em bancadas com altura mínima de 0 cm do solo. As mudas devem receber etiquetas. os viveiristas devem realizar um controle próprio para aprimorar a qualidade das mudas.  AgriculturA e PecuáriA As mudas devem apresentar sistema radicular bem desenvolvido. mas que se enquadrarem nos demais padrões de qualidade. com raiz principal reta com pelo menos 0 cm de comprimento. as mudas produzidas para certificação que não atenderem os padrões morfológicos. para que. podendo ser comercializadas.

de A. Caso seja detectado algum patógeno. deve-se amostrar pelo menos 0 mudas por lote de mil plantas. que será utilizado no enchimento dos recipientes definitivos. Esta amostragem deve ser realizada somente na fase final de produção das mudas. Acesso em:  de nov. evitando os custos de enchimento dos recipientes definitivos. O viveirista também pode realizar amostragens intermediárias. 000). REFERêNCIAs OLIVEIRA. Para isto. Na primeira. Roberto Pedroso de et al. 0 dias antes da expedição das mudas. 00. V. caso deseje maior segurança. coletando-se. pode-se utilizar amostradores semelhantes aos utilizados para a amostragem de sementes ou de solo. no mínimo. Para o diagnóstico da bactéria Xylella fastidiosa. As amostras devem ser retiradas em fases distintas de desenvolvimento das mudas. Deve-se retirar uma folha por muda. devendo o equipamento amostrador ser desinfestado com álcool hidratado a cada mudança de lote. causadora da clorose variegada dos citros.cnptia. Disponível em:<http://sistemasdeproducao. e amostras de substrato e de radicelas dos tubetes onde se encontram os porta-enxertos prontos para transplantio. Durante a coleta das amostras. Na fase final. deve-se coletar amostras de substrato e radicelas a uma profundidade de 0 cm do colo das plantas.Para o diagnóstico de patógenos do gênero Phytophthora e de nematóides nocivos aos citros.br/FontesHTML/Citros/MudasdeCitros/cap03. 0 folhas de cada lote. sendo escolhidas as folhas maduras de coloração verde-oliva. escolhidas aleatoriamente dentro do lote. Carlos A. devem ser amostrados lotes de mil plantas. “Mudas de Citros”. 00  . porém de tamanho menor. deve-se evitar lesões nas radicelas. A realização de testes para o cancro cítrico e para a mancha-preta em laboratórios credenciados também é recomendada (Borges et al. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de nov. o lote de substrato ou de porta-enxertos deve ser eliminado.embrapa. cap : “Etapas da produção de mudas de citros”.htm>. deve-se coletar amostras do substrato.. EMBRAPA Clima Temprerado. antes do transplantio dos porta-enxertos.

sendo o ácido ricinoléico o seu maior componente. fósforo. de preferência.  kg de óxido de Cálcio (CaO) e 0 kg de óxido de magnésio (MgO).  AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DE MAMONA – EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE MAMONA . desde o início do plantio até o produto final. a quente. Por isso seu cultivo deve ser feito em solos com boa fertilidade natural ou com suprimento de fertilizantes orgânicos ou minerais para produzir bem. tendo as sementes elevadas concentrações de óleo e proteínas. especialmente nitrogênio. potássio.() Praticamente toda a produção da mamona é industrializada. Para a extração do óleo industrial utiliza-se a prensagem a frio ou. brilhante. que pode ter.  kg de óxido de potássio (KO). que tem grande capacidade de restauração de terras esgotadas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O óleo é o mais importante constituinte da semente de mamona.% de impurezas e umidade. Além disso. das sementes completas. depois de refinado. Para uma produtividade de 000 kg/ha de sementes ela retira do solo as seguintes quantidades de nutrientes: 0 kg de nitrogênio (N). plantio. O ideal é que se proceda à análise do solo antes do plantio. é um óleo bastante estável em variadas condições de pressão e temperatura. % de acidez e 0. obtendo-se como produto principal o óleo e como subproduto a torta de mamona. cálcio e magnésio. extração de óleo PALAvRAs-ChAvE Obter informações gerais sobre produção de óleo de mamona. obtendo-se óleo tipo standard límpido. o que conduz a uma demanda razoável por elementos essenciais. A mamoneira é uma planta exigente em nutrientes.Mamona. no máximo. para que a adubação e a calagem sejam a melhor possível.  kg de pentóxido de fósforo (PO).

Essa recomendação. e nos cerrados do Centro-Oeste. no caso do pequeno produtor com o plantio manual e uso de cultivares de porte mais alto. algumas recomendações encontradas são apresentadas abaixo. como é o caso da BRS 9 Nordestina. ou quando se faz a adubação com máquinas. Oxigênio. sendo parte integrante dos ácidos nucléicos ( RNA e DNA. O nitrogênio deve ser parcelado. é o mais abundante elemento na mamoneira. em função do espaçamento recomendado. Para o Estado de São Paulo. Potássio: Elemento essencial que ativa mais de 0 sistemas enzimáticos no metabolismo da mamoneira. Depois dos mega-elementos. responsável pela integridade das  . contudo. Carbono e Hidrogênio. Cálcio: Elemento participante da lamela média das células. com . em espaçamentos mais adensados. é ativador de vários sistemas enzimáticos. pragas e fungos. Contudo. Fósforo: É um nutriente de vital importância para a mamoneira . Chega às raízes da mamoneira por difusão. principal região produtora. Para um melhor aproveitamento da adubação. sendo participante do mecanismo de abertura e fechamento dos estômatos. para a qual se usa o espaçamento de m x m. Funções dos Nutrientes na Mamoneira Nitrogênio: Elemento de suma importância .Chega às raízes da mamoneira por difusão. deve-se dividir a quantidade total dos fertilizantes pelo número de covas/ha e assim colocar a quantidade por cova. sendo participante da formação das proteínas e dos ácidos nucléicos. que são supridos pela água (O e H) e pelo gás carbônico (CO) da atmosfera.A adubação da mamoneira é pouco estudada no Brasil. Em excesso pode promover crescimento vegetativo exagerado e assim reduzir a produtividade.  kg de P0 e  kg de K0 por hectare. alem de reduzir a resistência a vários insetos. de uma maneira geral. não se aplica quando se planta cultivares de porte anão ou baixo. plantas por hectare. aplicando-se 90 % dele cerca de dois meses após a germinação. região onde a cultura é emergente. recomenda-se a adubação com NPK na seguinte composição 0 kg de N. principalmente nos estados do Nordeste.

Para os primeiros. A profundidade de semeadura deverá fixar-se em função da capacidade de armazenamento de água do solo. O solo deve ser fértil. a profundidade de semeadura deve ser de  a cm. para anos ou regiões com freqüência normal de chuva. para os outros. podendo também haver possibilidade de não emergência. quanto maior a capacidade de retenção de água do solo. e. Essa planta apresenta pequena habilidade de proteção ao solo. profundo. pelo menos. no sentido perpendicular ao escoamento das águas. raios solares e ventos. para anos ou regiões com baixa probabilidade de chuvas. portanto. Semelhante recomendação deve ser dada com relação à incidência de chuva. requerem maior profundidade que os solos de textura pesada. A temperatura da região deve ser superior a 0ºC e precipitação pluvial anual de 00 a 00mm.  AgriculturA e PecuáriA membranas celulares e de sua permeabilidade e da capacidade de seletividade. de forma que.Magnésio: Elemento vital. como chuva. . Solos de textura arenosa e. uma profundidade de  a cm. Plantio O plantio da mamoneira deverá ser efetuado em curva de nível ou. Ela é cultivada em baixa densidade populacional. relevo. ativador de vários sistemas enzimáticos e participante ativo da molécula da clorofila junto com o nitrogênio. recomenda-se o plantio a uma profundidade de  a 0cm e. Escolha da Área O uso de área inadequada para o cultivo da mamoneira pode constituir-se num sério fator de degradação dos solos de uma região. A área deve ter altitude superior a 00m acima do nível do mar. apresenta baixo índice de área foliar e sua exploração exige eficiente controle de plantas daninhas do plantio até 0 dias após a emergência. de boa drenagem e não erodido. O produtor deverá estar atento ao fato de que o plantio muito profundo pode produzir plantas menos vigorosas e com hipocótilo muito longo. devido à incidência de fungos e bactérias. solo e clima. com topografia plana a suavemente ondulada. com baixa capacidade de armazenamento de água. Esses aspectos permitem a exposição do solo aos agentes erosivos. menor a profundidade de plantio. Os principais fatores ambientais a serem considerados na escolha da área são: altitude.  a 0cm.

permitindo que a operação de colheita seja feita com um mínimo de repasses. Há referências de bons rendimentos com chuvas de  a 00mm anuais (Weiss. pelo menos. Colheita A colheita da mamoneira . plantas daninhas e à utilização do substrato ecológico. Métodos de Plantio O plantio da mamoneira poderá ser efetuado manual ou mecanicamente. As cultivares Nordestina e Paraguaçu apresentam uniformidade na frutificação. Em regiões equatoriais. Nas regiões tropicais. A mamoneira é tida como tolerante à seca. térmicos e luminosos que podem interferir na emergência e na produtividade da lavoura. As operações de  . dependendo da disponibilidade de implementos e das condições econômicas do produtor. No caso da mamoneira. 0mm de chuva. Tanto a ausência como o excesso de chuvas no período da floração podem reduzir a produtividade da planta. há uma redução drástica de rendimento devido ao plantio tardio. Esse método consiste em semear duas ou três sementes em covas previamente abertas. há uma correlação direta entre época de plantio e desempenho das lavouras. deixa-se cair três ou mais sementes por cova. doenças. Dependendo da percentagem de germinação e do vigor das sementes. O plantio manual é mais comum para cultivares com sementes de tamanhos médio e grande e em sistema de plantio consorciado.0 a . Quando o índice de incidência de chuvas de uma região aproxima-se do mínimo exigido. cujos espaçamentos entre plantas na fileira seja pequeno (0. o ideal recomendado é efetuar a semeadura no início da estação chuvosa após. de maneira que a floração ocorre num espaço de tempo ligeiramente curto e também são semi deiscentes.0m). em especial os fatores hídricos. é uma das operações mais dispendiosas e que mais consomem mão-de-obra. Gastam-se de  a kg/ha de sementes para se plantar um hectare. o cultivo da mamoneira na época das chuvas pode se tornar inviável devido a pragas e seria recomendado o seu cultivo na estação seca. O plantio mecânico é recomendado para cultivares de sementes pequenas ou médias.época de Plantio A época de plantio está relacionada à incidência de pragas. com excesso de umidade. em função da necessidade de se repetir o processo de colheita  a  vezes durante o ano. 9).

pode depender a diferença de lucro ou prejuízo do produtor. esses híbridos tem sido cultivados em safrinha. de baixo para cima. deve-se usar pentes feitos de prego sem cabeça ou de pinos de ferro colocados na parte interna superior do depósito. Nessas máquinas as perdas aceitáveis deverão estar abaixo de %. em secadores mecânicos.Quando colher Para evitar perdas nas variedades semi-deiscentes. num esquema de rotação de culturas com a soja precoce e. para isto. completando a secagem no terreiro. diâmetro do fruto e maturidade são requisitos importantes para obter-se bom desem AgriculturA e PecuáriA colheita. especialmente a colheita. como a BRS 9 (Nordestina) e a BRS  (Paraguaçu) recomenda-se que a colheita seja feita quando dois terços dos frutos do cacho estiverem secos. canivete. onde a mão-de-obra é disponível e abundante e para as cultivares deiscentes e semideiscentes. secagem e beneficiamento dos frutos da mamoneira são extremamente importantes e. carroças ou reboques e transportados para o local de secagem (terreiro ou secador). para a colheita. cestos. tesoura ou podão. indeiscentes. utilizando-se faca. para evitar o transporte de um grande volume que não seja de frutos. Quando a produção é grande. o desprendimento dos frutos. então. recomenda-se efetuar. mediante algumas adaptações. No Brasil. na lavoura. se tem usado as mesmas máquinas de colher soja ou milho. Colheita mecânica: encontram-se disponíveis no Brasil variedades híbridas. de porte anão. em função da maturação progressiva dos cachos. Os cachos assim colhidos são depositados em jacás. através da exposição das bagas ao sol ou. Métodos de colheita Colheita manual: a colheita manual é indicada para pequenas e médias propriedades. de forma que o cacho seja passado por entre os dentes do pente. de modo que os frutos se desprendam e caiam dentro do objeto de transporte. permitindo mecanizar-se totalmente o cultivo da mamona. A condução da lavoura dentro das técnicas recomendadas e o uso de variedades uniformes quanto ao porte de plantas. consiste em se quebrar e/ou cortar os cachos pela base. . delas. A operação deve se prolongar por três ou quatro etapas. com plantas de arquitetura compacta e perda parcial das folhas.

penho das máquinas na colheita. em terreiros cimentados ou de alvenaria. Esse é o procedimento mais usado nos estados do Nordeste.A temperatura ideal de secagem é de 0° a ° C. quando acontece a deiscência das cápsulas. onde a colheita e beneficiamento é toda manual. formando o que denominamos de “marinheiro” ou “dente de alho”. porém alguns frutos retém a casca. Esses frutos se abrem facilmente. sendo um fixo e outro  . uma vez que as perdas estão acima de %. sendo que a utilização dessas colheitadeiras adaptadas não tem demonstrado eficiência nessa operação. se forem batidos com varas. se abrem e não há necessidade de descascamento.) desenvolveram um protótipo descascador de mamona.d. Descascamento Os frutos semideiscentes. a natural é recomendada para pequenas produções e é feita expondo-se os frutos ao sol. à tardinha. amontoá-los e cobri-los com lona plástica para evitar a umidade da noite. atualmente. dotado de um mecanismo que contém dois discos metálicos superpostos e axialmente coincidentes. No Brasil. O mesmo procedimento deve ser adotado se houver ameaça de chuva. Para ambos os sistemas de secagem. Para o descascamento da produção de áreas maiores que 0ha e para cultivares indeiscentes. quando secos. que vem sendo colhidos com máquinas destinadas à colheita de soja e milho adaptadas. quando secos. A secagem artificial é recomendada para produções em áreas superiores a 0ha e consiste na utilização de secador mecânico para a retirada da umidade dos frutos. dependendo da região. Em lavouras tecnificadas. Para o dimensionamento do terreiro deve-se considerar uma área de aproximadamente 00m para a secagem da produção de ha de mamona. existem grandes plantios no cerrado. com o fim de obter-se um produto mais limpo. secagem A secagem dos frutos pode ser natural ou artificial. recomenda-se o uso de descascadores mecânicos. Mialhe et al. outra prática importante e usual é a desfolha das plantas através da aplicação de desfolhantes 0 a  dias antes da colheita. a umidade ideal dos frutos é de 0%. Durante o dia recomenda-se fazer o revolvimento várias vezes. após o seu desprendimento do cacho. colocados em camadas finas e uniformes de  a 0cm de espessura por um período de  a  dias. (s. para uniformizar a secagem e.

Moega de alimentação: local por onde é colocada a mamona. na posição horizontal. Pré-limpeza: composta por uma peneira vibratória e uma coluna de ar produzida por uma turbina que separa as pedras. O disco inferior era acoplado a um eixo vertical dotado de movimento giratório. em bisel. após ser descascado pelo rotor. revestido com borracha natural com dureza controlada. sua face inferior era revestida de um anel de borracha. além de proporcionar alimentação contínua e uniforme ao elevador de grãos. além de um sistema de limpeza.móvel. algumas empresas desenvolveram descascadores de mamona. que também tem a função de separar detritos que por ventura acompanhem a mamona. Outro disco de igual diâmetro localizava-se logo abaixo do primeiro. 9 AgriculturA e PecuáriA . Este processo facilita ainda mais a limpeza do produto. Elevador de Grãos: tem a função de transportar o produto para o processo de descasca (rotor). A partir deste protótipo e. passa por uma coluna de ar. Rotor descascador: composto de dois discos em ferro fundido cinzento. que realiza a abertura e o fechamento entre os rotores (de acordo com a variedade do produto). provido de um orifício central. Limpeza do produto descascado: o produto. composto de um ventilador axial que produzia uma corrente de ar para a retirada das impurezas e cascas. revestido. de °. sendo estes detritos depositados em uma gaveta de fácil acesso. onde são separados as cascas e outras pequenas impurezas dos grãos. fundamentando-se no seu princípio. O disco superior apresentava diâmetro de mm. na face superior. Moega alimentadora do rotor: composta por uma rosca alimentadora. por um anel de borracha de 0. tendo esta uma comporta de regulagem que funciona como um dosador do produto para a pré-limpeza. talos e outros corpos estranhos que normalmente acompanham a mamona. Sua regulagem é feita por um volante externo.mm de largura no topo. sendo uns de concepção simples e outros de concepção mais complexa. apresentando um ângulo interno. que distribui o produto uniformemente ao rotor descascador. que ficam totalmente limpos e prontos para o ensaque. A elevação do produto é feita por coluna de ar.

A Embrapa Algodão. Acionamento da maquina: poderá ser através de um trator de média potencia. Esta máquina vem sendo usada com eficiência no beneficiamento dos campos de produção de mamona nas estações experimentais da Embrapa Algodão. Caso a mamona não seja imediatamente comercializada. utilizando-se frutos bem secos. Necessita o trabalho de duas pessoas. acionado com movimento pendular.Bica ensacador: apresenta saída direta dos grãos e tem prendedores para sacaria. As alterações consistiram em colocar tiras de borracha de forma tangencial e perpendicular a um semi-cilindro que. Em testes preliminares. para posterior separação . afetando diretamente a germinação e o vigor das sementes e prejudicando a qualidade do óleo. procede-se ao ensacamento. sendo uma para o abastecimento da moega e outra para o ensacamento do produto.0 ton/h. ou a motor elétrico de 0CV. Acondicionamento e Armazenagem Após o descascamento e limpeza das sementes. com vistas a dar vazão às sementes e as cascas que caem sobre uma lona. os sacos deverão ser empilhados em depósitos ou armazéns arejados. as injúrias servem para entrada e disseminação de fungos e a presença destes acelera o processo de deterioração. dependendo das condições do produto. Para o processo de extração de óleo Escala De Producao: Industrial 0 . a . utilizando-se sacos de aniagem com capacidade para 0 a 0kg. Capacidade de produção: a máquina apresenta uma capacidade de 0. da umidade. aproveitando um descascador manual de amendoim. No armazenamento da mamona existem alguns aspectos que devem ser considerados sementes danificadas têm menor longevidade que as intactas. o que torna a máquina itinerante. secos e isentos de insetos e roedores. variedade cultivada e produtividade/hectare. promoveu adaptações no mecanismo descascador para o beneficiamento da mamona. o desempenho do descascamento situou-se entre 0 a 90% com quebra mínima das sementes. atrita e movimenta os frutos sobre uma tela côncava com malha de abertura adequada.

andritz.Processo: l Limpeza l Descascamento l Laminacao l Coccao l Moagem l Prensagem l Filtragem INDICAÇõEs: Máquinas e equipamentos: Obs.INDÚSTRIA E COMÉRCIO  AgriculturA e PecuáriA . RUA HERMANN WEEGE  .COM.: Os equipamentos relacionados podem contemplar similares Para uma mesma etapa do processo produtivo.PRÉDIO  90-000 POMERODE SC ()-0 ()-0 mauricio.com. cabendo ao usuario a escolha entre os mesmos.com ECIRTEC EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS INDUSTRIAIS LTDA Fabricante da máquina/equipamento LAMINADOR DE ROLOS ECIRTEC EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS INDUSTRIAIS LTDA Ecirtec Equipamentos e Acessórios Indústriais Ltda. José Ranieri -0 Jardim Cruzeiro do Sul 00-0 Bauru-SP Fone: () - Fax: () - http://www.ercitec.br MAZBRA S/A. FILTRAÇÃO LTDA.EQUIPS.heinzle@andritz. conforme seu interesse. Máquinas/Equipamentos necessários para a Instalação para pequenos negócios EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE MAMONA Fabricante da máquina/equipamento FILTRO PRENSA ANDRITZ SEPARATION IND.com http://www. R: Dr.

R.com.com.br Fabricante da máquina/equipamento PENEIRA VIBRATÓRIA CIRCULAR COMPANHIA MULTI INDUSTRIAL R. RODOVIA JAÚ DOIS CÓRREGOS S/N -KM 0 0-90 JAU SP  .br http://www.br MASIERO INDUSTRIAL S/A. ESTRADA MARCO POLO 90 09-0 SAO BERNARDO DO CAMPO SP () -9 () -99 secretaria@alpina.Fax: () - webmaster@mazbra.br Fabricante da máquina/equipamento PENEIRA VIBRATÓRIA HORIZONTAL COMPANHIA MULTI INDUSTRIAL R. 0 Londrina – PR 0-00 Fone: () -000 Fax: () -000 mktmulti@sercomtel.com.SP Fone: () -00 .com. São Paulo SP Tel +   00 Fax +  9 9 mavi@mavi. 0 Londrina – PR 0-00 Fone: () -000 Fax: () -000 mktmulti@sercomtel.br Fabricante da máquina/equipamento TANQUE HORIZONTAL NÃOPRESSURIZADO ALPINA EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS LTDA.calsca.com.São Paulo . RUA SAO CARLOS  09-0 SAO CAETANO DO SUL SP ()-099 ()9- vendas@calsca.com.com.br CALDEIRARIA SÃO CAETANO INDÚSTRIAS MECÂNICAS LTDA.  0-00. Cap. Jacy da Silva Pinheiro.br MAVI MÁQUINAS VIBRATÓRIAS LTDA.com.br http://www.  – Jurubatuba CEP 09-00 . Robert Bosch.Rua Arnaldo Magnicaro. Jacy da Silva Pinheiro.alpina. Cap.

AVENIDA TEREZA CRISTINA / 0-000 SAO PAULO SP () 9-9 ()-90 veralucia@gardelin. VIA DAS PAINEIRAS S/N LOTE .br Fabricante da máquina/equipamento TANQUE VERTICAL PRESSURIZADO CALDEIRARIA SÃO CAETANO INDÚSTRIAS MECÂNICAS LTDA.br  AgriculturA e PecuáriA () 0-00 () 0-0 .gardelin.br http://www.com.br http://www.br Fabricante da máquina/equipamento TANQUE HORIZONTAL PRESSURIZADO CALDEIRARIA SÃO CAETANO INDÚSTRIAS MECÂNICAS LTDA.com. RUA SAO CARLOS  09-0 SAO CAETANO DO SUL SP ()-099 ()9- vendas@calsca.com.br http://www.br http://www.calsca.com.com.br http://www.com.com.br CONSTRUÇÕES MECÂNICAS GARDELIN LTDA.masiero@netsite. RODOVIA JAÚ DOIS CÓRREGOS S/N -KM 0 0-90 JAU SP ()0-00 ()0-0 masiero@netsite. AVENIDA TEREZA CRISTINA / 0-000 SAO PAULO SP ()9-9 ()-90 veralucia@gardelin.com.br MASIERO INDUSTRIAL S/A.SETOR K -000 CABREUVA SP ()9-0 ()9-09 vendas@tecniplas.br CONSTRUÇÕES MECÂNICAS GARDELIN LTDA.calsca.com.gardelin.tecniplas.br TECNIPLAS TUBOS E CONEXÕES LTDA.com.com.com. RUA SAO CARLOS  09-0 SAO CAETANO DO SUL SP ()-099 ()9- vendas@calsca.

nossa cultura popular reza que a mamona “dá” em qualquer lugar. Cultivo da Mamona.br EMBRAPA Algodão EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: http://www. Barros. Robério Ferreira do.embrapa. 00  . a área disponível é suficiente para o volume de óleo? Além disso.br/FontesHTML/Mamona/CultivodaMamona/index. a mamona requer cuidados especiais para que se obtenha resultados compensadores em seu cultivo.embrapa.MASIERO INDUSTRIAL S/A. quem vai fornecer a matéria-prima? Se vai plantar também.html CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs As recomendações são para que defina a sua atuação. qual será o volume a ser produzido. Todavia como vimos.A pesquisa de mercado vai ajudar nessa reflexão. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.cnpa. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr. RODOVIA JAÚ DOIS CÓRREGOS S/N -KM 0 0-90 JAU SP ()0-00 ()0-0 masiero@netsite.cnptia. Santos. realmente observamos mamoneiras em várias situações inclusive espontâneas. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA .htm>.com. pois se o projeto é priorizar a produção de óleo. 00. focando mais onde vai investir. Acesso em:  de abr. Maria Auxiliadora Lemos. Portanto a pesquisa e elaboração de um plano de negócios muito bem detalhado vai fornecer as respostas a esses questionamentos.br/produtos/mamona/index.

A rotação de culturas é um meio cultural que serve para prevenir o surgimento de populações de certas espécies de plantas daninhas a determinada cultura. Quando são aplicadas as mesmas práticas culturais seguidamente ano após ano no mesmo solo. correta densidade de plantio. devese empregar os insumos agrícolas da melhor maneira possível. O objetivo principal dessas coberturas é a melhoria das  AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DE MANDIOCA . aumentando sua interferência sobre a cultura. cultivo de mandioca. As práticas que contribuem para um bom estabelecimento e desenvolvimento do cultivo são: Bom preparo do solo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Controle de plantas daninhas em mandioca (extraído de Embrapa Mandioca e Fruticultura) Todo produtor visa obter maior produção por hectare. controle cultural de plantas daninhas. rotação de culturas e o uso de coberturas verdes. cultivares de mandioca.Herbicida para mandioca. manejadas eficientemente. são culturas geralmente muito competitivas com as plantas daninhas. PALAvRAs-ChAvE Indicação de nomes de herbicidas para aplicação em cultura de mandioca com 9 meses de desenvolvimento. plantas daninhas. Para atingir essas metas. uso de manivas de boa qualidade. mas sem os demais não resulta em maiores benefícios Controle cultural O controle cultural de plantas daninhas inclui todas aquelas práticas agrícolas que. herbicidas. com menor custo e melhor qualidade do produto. a associação plantas daninhas-culturas tende a multiplicar-se rapidamente. seleção de variedades adaptadas. O controle de plantas daninhas é um insumo agrícola muito importante. asseguram o desenvolvimento vigoroso da cultura possibilitando-a de competir com vantagens. a exemplo do feijão-de-porco (Canavalia ensiformis). As coberturas verdes. controle de plantas daninhas. com as plantas daninhas.

está em torno de 9 % do custo total. Controle mecânico O controle mecânico é realizado por meio de práticas de eliminação do mato. Entretanto. O controle por este tipo de equipamento é obtido pelo: ) rompimento da relação intima solo-raiz e a conseqüente suspensão da absorção de água. Estes são bastante utilizados em lavoura de mandioca.propriedades físicas e químicas do solo. grades e cultivadores. A cultivação com implementos de tração animal ou mecanizada é um método de combater tanto plantas daninhas anuais bi-anual. quanto perenes. ) corte da planta abaixo das gemas de crescimento. Na cultura da mandioca é utilizado. como o arranquio manual. sendo este mais efetivo sob condições de calor e solo seco. dotados de enxadas asade-andorinha. com o alto custo da mão-de-obra braçal. Atualmente. entretanto. As espécies daninhas anuais são facilmente controladas pelo cultivo. mesmo após o corte e formação de uma cobertura morta sobre o solo. o custo de duas limpas à enxada. reduzindo consideravelmente a renda líquida do produtor. para a remoção de plantas daninhas entre as plantas de mandioca na linha de plantio da cultura. a roçada e o cultivo mecanizado feito por cultivadores tracionados por animais ou trator. Utilização de cultivadores do tipo planet. é ainda de grande importância em várias regiões do Brasil. sejam eles de tração animal ou mecanizada.  . mediante o emprego de arados. a capina manual. apesar disso. a capina manual deixou de ser o método de controle mais econômico. para manter a cultura livre de competição por aproximadamente 00 dias (período crítico de interferência). onde estas não são alcançadas pela enxada. principalmente. ) enterrio de pequenas plantas e conseqüentemente a morte por sufocação. A capina manual através da enxada é um meio altamente eficaz no controle de plantas daninhas e ainda é amplamente utilizado na cultura da mandioca. muitas dessas plantas possuem grande poder inibitório sobre determinadas invasoras. A monda ou arranquio manual é o método mais antigo de controle de plantas daninhas. ou se ocorrer chuva logo após o cultivo as raízes podem se restabelecer rapidamente. Em solos úmidos. prejudicando ou até mesmo inutilizando a operação.

condições do equipamento e da sua calibração/regulagem. biológico e cultural. tem proporcionado o mais baixo percentual em relação ao custo total de produção. substituindo o controle mecânico. . uma aplicação da mistura de tanque a exemplo do diuron + alachlor representa segundo Carvalho et al. A escolha do herbicida é conseqüência direta das espécies de plantas daninhas presentes e do seu custo. nas linhas de plantio combinado com o cultivador animal. redução dos custos e menor efeito sobre o meio ambiente. para redução dos  AgriculturA e PecuáriA . (990). a substituição do controle à enxada nas entrelinhas da cultura pelo cultivador tração animal tem se mostrado como excelente alternativa. mecânico. com o objetivo de eliminar as deficiências de cada um deles e. evitando atingir as folhas da cultura e quando a mandioca esteja com aproximadamente cinco meses apresentando 0 a 0 cm de haste em relação ao solo. assim. Para os pequenos produtores. recomendam-se os herbicidas à base de glifosate em aplicações dirigidas. onde o uso de herbicidas ainda é uma tecnologia de difícil adoção em curto prazo. ou tratorizado nas entrelinhas da mandioca. que são produtos químicos aplicados em pré e pós-emergência do mato para seu controle. Tanto em pré como em pós-emergência o sucesso da aplicação depende do conhecimento das espécies de plantas daninhas presentes. cinco dias depois. Atualmente. Essa mistura é de grande eficácia no controle de mono e dicotiledôneas em várias regiões do Brasil. no máximo. escolha do herbicida ou mistura mais indicada. O uso de herbicidas. Atualmente. Controle integrado Consiste na integração dos métodos químico. seu estádio de desenvolvimento. obter um resultado mais eficiente. A mandioca é uma planta que apresenta boa resistência a vários herbicidas. quando comparado com outros métodos mecânicos de controle. % do custo total de produção e substitui aproximadamente duas limpas à enxada. quando aplicados antes de sua brotação e nas doses recomendadas. Atualmente a maioria dos herbicidas utilizados em mandioca é de pré-emergência total (antes da germinação do mato e da brotação da cultura) e aplicados logo após o plantio ou.Controle químico Consiste no uso de herbicidas. condições ambientais.

utilizando-se feijão-de-porco. RECOMENDAÇõEs  . Na Figura  é mostrado um exemplo do controle integrado. a exemplo do feijão-de-porco (Canavalia ensiformis) e do caupi próximo às linhas de mandioca. só justifica sua utilização quando a semente for produzida pelo produtor. deixando no mínimo um afastamento de 0.custos das limpas e liberação de mão-de-obra familiar para outras atividades da propriedade. Deve-se tomar o cuidado de evitar o plantio dessas leguminosas. % e/ou infestação muito alta do mato. no Brasil. Em virtude do alto custo das sementes das leguminosas. A utilização de coberturas verdes (leguminosas de ciclo curto) no controle integrado das plantas daninhas vem se mostrando como uma boa opção para mandioca plantada em fileiras duplas. As doses mais elevadas são para solos com teor de matéria orgânica superior a . permitindo também ao produtor fazer a rotação da cultura na mesma área. para o controle de plantas daninhas na cultura da mandioca.0 m para evitar a competição da cobertura vegetal com a cultura. Figura 1 Controle integrado de plantas daninhas utilizando-se feijão-de-porco Na Tabela a seguir são apresentados os principais herbicidas pré e pós-emergentes recomendados pela pesquisa. pela sua efetividade no controle do mato e na melhoria da estrutura  do solo.

l colocar uma quantidade conhecida de água no pulverizador. Lexone SC Gamit DOsE kg do i. l bombear até obter uma pressão de trabalho desejada. área aplicada: 0 m X 0. l repetir pelo menos três vezes o mesmo processo para obter uma média. calcular a vazão por hectare pela fórmula: Vazão (litros por hectare) = Água gasta em litros X 0... etc Sencor 0.0 éPOCA APLICAÇÃO PPI PRÉ PRÉ Calibração de pulverizadores terrestres Consiste no ajuste correto do pulverizador para regular a descarga do herbicida a um nível constante. l determinar a faixa de cobertura do bico ou bicos.000 m )/0 m² = 00 l/ha Calibração de pulverizadores tratorizados l Encher o tanque do pulverizador ou colocar uma quantidade de água conhecida.0. gasto de água: . litros. .0 m. Aplicando a fórmula: Vazão = (. herbicidas indicados pela pesquisa . . faixa de aplicação: 0. l Marcar 0 m na área onde será realizada a aplicação.9 0. l procurar manter a pressão e efetuar (realizar) a aplicação a um passo normal. 9 AgriculturA e PecuáriA Tabela 1. Calibração de pulverizadores costais.a.0 0. X 0.000 m ------------------------------------Área aplicada m Exemplo de Calibração de Pulverizador Costal l l l l Distância percorrida: 0 m.0 m = 0 m./ha 0.NOME COMUM NOMEs COMERCIAIs Trifluralina Metribuzin Clomazone Fonte: GOMES e LEAL Trifluralina Nortox.0 . l determinar por diferença a quantidade de água gasta. uniforme e na quantidade desejada.

l faixa de aplicação da barra: 0 l descarga total da barra: .embrapa. Jayme de Cerqueira e LEAL. kg/cm. Edna Castilho. 00.br/FontesHTML/Mandioca/mandioca_ tabcosteiros/plantasdaninhas. Calcular a vazão aplicando a fórmula: Vazão = (0 l X 0.000 m Vazão (litros/hectare da solução) = ---------------------------------------. que no caso foi 0 m. Exemplo de Calibração de Pulverizador Tratorizado: l Pressão: . l número de bicos: 0. medir a descarga do maior número possível de bicos para se determinar a descarga (vazão) média de cada bico no mesmo temp o que o trator gastou para percorrer os 0 m. l tempo gasto para percorrer 0 m:  segundos.l l l l l l l regular a pressão entre . calcular a vazão por hectare pela fórmula: Descarga de barra em litros X 0.cnptia. kg/cm. Acesso em: 0 de jan. 00. Cultivo da Mandioca para a Região dos Tabuleiros Costeiros. Disponível em: < http:// sistemasdeproducao. Área coberta pela barra em m em que a área coberta pela barra significa o produto da faixa de aplicação alcançada pela distância percorrida.000 m )/00 m² = 00 l/ha GOMES.0 l X 0 = 0 litros. fixar a altura da barra para se obter uma cobertura uniforme e determinar a faixa de aplicação da mesma. e . 0 . multiplicar a descarga média por bico pelo número de bicos da barra para se determinar a vazão da barra. determinar o tempo gasto pelo trator para percorrer os 0 m.htm>. marcar 0 m na área a ser aplicada. l descarga média por bico: . Repetir pelo menos três vezes a operação. com o trator parado e com a mesma rotação de trabalho.0 litro. REFERêNCIAs Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jan. l área coberta pela barra: 00 m.

não houve desenvolvimento das plantas. É importante registrar que a região em questão não é tradicionalmente intensiva na produção de milho. Na região encontram-se alguns laboratórios indicados pela CATI (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral. órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo).Plantio de milho. solo PALAvRAs-ChAvE Plantou sementes de milho sem saber o tipo de solo e da semente. A obtenção dessas amostras deve seguir um passo-a-passo metodológico que garantirá resultados confiáveis. ESPECIALISTAS / INSTITUIÇÕES: INDICAÇõEs:  AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DE MILhO . A EMBRAPA MILHO E SORGO é importante fonte de informações sobre as espécies de sementes de milho e outras culturas. Esses laboratórios utilizam o moderno Sistema IAC de Análise de Solo e participam do Programa de Controle de Qualidade. O cruzamento das informações das análises de solo e das orientações da Casa da Agricultura poderá resultar na identificação da melhor variedade de sementes. Milho. que tem disponível toda a metodologia e assistência para o processo necessário para a obtenção de amostras representativas do solo da propriedade. como também na identificação das possíveis necessidades de correção de solo. Como e onde pode fazer análise? Voltamos a registrar a importância da Casa da Agricultura nesta questão. Seria problema no solo? Onde e como fazer análise do solo? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Como identificar o(s) tipo(s) de solo: A região da propriedade em questão conta com excelente infra estrutura para a assistência do agricultor. Assim sendo recomenda-se o contato direto com a Casa da Agricultura.

 Telefone () -0 Responsável: Eng. A pesquisa de mercado e no caso a pesquisa do que a região produz é importante.br>. Agr.sp. Cândido Xavier de Almeida e Souza  Telefone () 99- e-mail edr.br/ Regional agrícola de Mogi das Cruzes Av.embrapa. Acesso em 0 de mar.gov.br O município de Santa Isabel é integrante da regional de Mogi das Cruzes.EMBRAPA MILHO E SORGO http://www.cnpms.iac.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.mcruzes@cati. Casa da Agricultura Santa Isabel Rua Leopoldo da Cunha Lima. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA EMBRAPA Milho e sorgo . Silvana Floripes Carolino CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Como todo negócio.htm Possui material muito interessante sobre cultivo do milho IA . o planejamento é fundamental. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de mar. 00  . para que não ocorra a perda das sementes. Disponível em: <http://www.br/publicacoes/milho. antes de iniciar qualquer atividade.00. .gov.embrapa.cnpms.sp.Instituto Agronômico http://www.

Seringueira, plantio de seringueira

PALAvRAs-ChAvE

Obter informações sobre plantio da seringueira

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA

1. INTRODUÇÃO 1.1. seringueira Este nome é dado a diversas espécies do gênero Hevea (família das Euforbiáceas), a célebre “árvore borracha” (). 1.2. Origem A seringueira tem origem no centro Brasileiro-Paraguaio, especificamente no vale do Rio Amazonas. (º LN a ° LS) (). Na margem de rios e lugares inundáveis da mata de terra firme. Existe na floresta Amazônia mais  espécies de seringueira, toda do gênero Hevea e muito parecidos com essa espécie (). 1.3. Nomes Populares Seringueira, seringa, seringa-verdadeira, cau-chu, árvore-da-borracha, seringueira-preta (AC), seringueira-branca (). 1.4. Distribuição geográfica Os plantios comerciais encontram-se entre as latitudes ºN (China) e º S (litoral de São Paulo). 1.5. Importância econômica No Brasil, na área tradicional, a heveicultura tem abrangência na Amazônia Tropical Úmida, Mato Grosso e Bahia. Em áreas não tradicionais, é cultivada nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Maranhão, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. No Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba estão concentradas as 

AgriculturA e PecuáriA

PLANTIO DE sERINGUEIRA E PRODUÇÃO DE LATEX

maiores plantações do Estado de Minas Gerais, alcançando produtividade de, aproximadamente, .00 kg de borracha seca/ha/ano. Do ponto de vista social, a heveicultura é muito importante principalmente, na fixação do homem no campo, pois produz o ano todo. 2. vARIEDADEs Os clones mais produtivos são os orientais, como: PB , PR  e RRIM 00 e o clone nacional IAC , com produções em torno de .00 kg de borracha seca/ha/ano (). 3. APTIDÃO CLIMÁTICA As áreas de cultivo comercial da seringueira situam-se entre latitudes de ºN até ºS, o que evidencia adaptação a vários padrões climáticos. 3.1. Temperatura A seringueira desenvolve-se melhor em temperatura média do ar anual 0ºC, sendo que os limites térmicos mais favoráveis à fotossíntese estão entre ºC e 0ºC. Para o fluxo de látex, o intervalo entre ºC e ºC é o mais indicado. A seringueira é susceptível à geada, principalmente na fase jovem. Os primeiros danos letais ocorrem nas folhas em temperatura de 0°C a -°C. Temperatura menor que -°C é letal para a maioria dos clones. Em temperatura aproximada de 0ºC o crescimento é nulo. 3.2. Altitude As seringueiras não toleram geadas, logo o plantio não deve ser feito em altitudes muito elevadas, onde ocorrem com freqüência. Em altitudes de 90m, no Triângulo Mineiro, a cultura apresenta um desenvolvimento muito bom. Em São José do Rio Preto, em São Paulo, a 00m de altitude, a cultura tem um excelente desenvolvimento (Planalto Paulista 0-0m). 3.3. Fatores hídricos Evapotranspiração real anual (ER) > 900 mm. Deficiência hídrica anual (Da) < 0 mm, distribuídos em  a  meses no máximo. Precipitação anual maior que .00 mm. Regiões com umidade relativa do mês mais seco (URs), situando entre 0% e %, ER superior a 900 mm e Da entre 0 mm a 00 mm são considerados preferenciais para o desenvolvimento da seringueira. 

4.1. Escolha da área de plantio Plantar em solos bem drenados com pelo menos  m de profundidade e livres de camadas de impedimento à penetração de raízes (camadas compactadas, adensadas e/ou altos teores de Al e baixos teores de Ca). Ocorrendo qualquer um destes impedimentos, se possível, fazer as devidas correções. 4.2. Calagem Para calcular a quantidade de calcário a ser aplicada, utilizar o método de Al e Ca + Mg trocáveis, usando Y variável em função da textura do solo e X igual a , ou o de elevar a saturação por bases, a 0%. Em áreas mecanizáveis, o calcário deve ser incorporado na camada de 0-0 cm antes do plantio. No entanto, em seringais já formados, a calagem deve ser repetida a cada dois anos, de acordo com os resultados da análise de solo. A correção será feita de modo a atingir  cmolc/dm de Ca + Mg no solo, utilizando-se calcário dolomítico (calcário em t/ha =  - Ca + Mg). Já em terrenos com declives acentuados, onde a calagem em área total não é viável, recomendam-se as seguintes práticas: Abrir as covas de plantio com as dimensões mínimas de 0,0 x 0,0 m de boca por 0,0 m de profundidade, procedendo-se à calagem à base de 0g/cova para cada tonelada/ha de calcário recomendada pela análise do solo; Para o o, o, o e o anos de idade do seringal, proceder à calagem em sulcos rasos, paralelos às linhas de plantio, distanciando-se de , ,  e  m, respectivamente. A dose recomendada, pode ser, empiricamente, convertida em 00 g de calcário dolomítico por 0 m linear de sulco, para cada tonelada/ha de calcário, recomendada pela análise do solo. 4.3. Preparo da cova Quando a cova for feita manualmente, ou mecanicamente, por meio de perfuratriz, ela deve ter as dimensões de 0,0 m x 0,0 m de boca e 0,0 m a 0,0 m de profundidade, devendo os corretivos e fertilizantes ser bem misturados com toda a terra necessária para o total enchimento da cova. No caso de o plantio ser feito em sulcos, estes devem ser abertos com a profundidade de 0,0 m a 0,0m, fazendo-se, após, uma coveta, com enxadão, para ajustar a profundidade mínima de 0,0 m. 

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4. sOLO, CORREÇÃO E ADUBAÇÃO

4.4. Adubação para formação de mudas 4.4.1. Mudas em sacola plástica (6 dm3) Para o preparo do substrato, utilizar duas partes de terra peneirada para uma parte de esterco de bovino curtido. Para cada m desta mistura, adicionar 00 g de PO + 00 g de KO. Como fontes de fósforo, recomendam-se, preferencialmente, aquelas que contenham também magnésio e micronutrientes. Caso contrário, deve-se acrescentar uma mistura de  g de MgO + 0, g de B + 0, g de Cu + , g de Zn por m de substrato. Como fonte de potássio, utilizar o cloreto de potássio. Em cobertura, após a repicagem, aplicar mensalmente, por meio de regas, uma solução de 0 g de sulfato de amônio por 0 litros de água, para cada m de canteiro. 4.4.2. Mudas em viveiro a pleno solo Antes do transplantio, abrir os sulcos de plantio com 0 cm a  cm de profundidade e incorporar 00 g de PO por 0 m linear de sulco, preferencialmente nas formas que contenham também magnésio e micronutrientes. Não sendo possível, acrescentar uma mistura de 9 g de MgO + 0, g de B + 0, g de Cu + 0, g de Zn por 0 m linear de sulco. Em cobertura, aplicar 0 g de sulfato de amônio+ 0 g de cloreto de potássio por 0 m linear, em filete contínuo, com a terra úmida. A primeira aplicação será feita após a completa maturação das folhas do primeiro lançamento. Novas aplicações serão feitas a cada lançamento, até atingir o ponto de enxertia. Adubação para formação do jardim clonal: Recomenda-se fazer a calagem em área total e a mesma adubação de plantio e cobertura indicada para o o ano agrícola da formação do seringal (Tabela ). Para a manutenção do jardim clonal, aplicar 0-90-0 kg/ha de N, PO e KO, para solos com baixos teores de P e K, parceladas em três vezes durante a estação chuvosa. Para solos com teores médios ou altos de P e K, reduzir essas doses para / ou /, respectivamente. 4.4. Adubação de formação e de produção do seringal Tabela  - Adubação de formação e de produção do seringal 

Época da N/ Adubação

PO mg de P/dm de solo Baixo Médio Alto

KO/ mg de K/dm de solo Baixo Médio Alto >0   

o ano agrícola Adubação em cova 0 dias pósplantio 0 dias pósplantio o ano agrícola o ano agrícola o ano agrícola o ano agrícola em diante

< -0 >0 <0 -0 ----------------------------- (g/planta) ---------------------------   0    0 0 

0 0 90 0 

90  0 

0 0 90 0 

0  0 

0 0 90 0 

0 0 0 0 

0 0 0 0

1/ As doses de N e K2O, a partir do 2o ano agrícola, serão parceladas em três vezes e aplicadas no início, meio e fim da estação chuvosa.

5. FORMAÇÃO DE MUDAs O sucesso da heveicultura, além de outros aspectos, depende basicamente da utilização de mudas de qualidade superior, sendo fundamental a produção de porta-enxertos vigorosos e a escolha de clones adaptados à região, com alto potencial de crescimento e produção. 5.1. sementes O armazenamento das sementes é feito em saco plástico de  a  kg, colocando apenas  a  kg de semente em cada saco, fazendo-se  a  furos no saco, para permitir uma pequena troca gasosa. Conservar em local fresco e arejado. 5.2. sementeira Localizada próxima do viveiro e da água. O canteiro é preparado com areia lavada, serragem curtida ou terriço deve ser coberto a um nível de 0 a 0% de sombreamento. Em regiões muito frias à noite, proteger os canteiros lateralmente. O semeio é feito, pressionando as sementes até cobrir a sua micrópila (poro germinativo), espalhando-se  a  kg de semente/m de can

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teiro. Irrigar duas vezes por dia. A germinação inicia a partir do ° dia, sendo as plantas mais vigorosas germinadas, entre o ° ao ° dia. Descartar as plântulas germinadas a partir do ° dia. Após a germinação, quando as plântulas atingirem estádio de “patasde-aranha”, pode-se iniciar a sua repicagem para o viveiro. É feita nas horas mais frescas do dia, sempre com solo úmido, eliminando-se as plântulas defeituosas. O plantio é feito a uma profundidade , cm da superfície do solo, tendo-se o cuidado de não separar a semente da plântula. 5.3. viveiro Deve ser bem localizado e próximo a vertentes. A irrigação é feita à base de 0 mm/mês. O controle de plantas invasoras, nos primeiros  meses, é feito com capinas manuais. Após este período, pode ser feito com herbicidas, usando-se Gesatop, Gesapax, Karmex, Roundup ( a  L/ha). Viveiro a pleno solo (no chão): Deve ser feito em solos de boa drenagem e profundo, bem alinhado, em formas de blocos, em espaçamento de 0,0 m x 0,0 m em filas sêxtuplas, espaçadas de m entre si, conferindo uma densidade inicial de 0.000 plantas/ha. Viveiro em sacola plástica ( dm): Não usar sacolas transparentes. Neste tipo de viveiro, os blocos serão em  filas duplas espaçadas de 0,0 a 0,0 m e ruas de ,00 a ,0 m. As sacolas são enterradas em / de sua altura, para proteção lateral. 5.4. jardim Clonal É a implantação de matrizes para o fornecimento de borbulhas a serem utilizadas na produção de mudas enxertadas de qualidade superior no que se refere à produção de látex, resistência a doenças e adaptação a diferentes condições edafo-climáticas. Deve ser formado com um ano de antecedência, num espaçamento de ,00 x ,00 m. Os diferentes clones são plantados em balhões distintos, bem identificados por placa e croquis. As hastes devem ser colhidas com o último lançamento foliar maduro, eliminando-se a ponta. O primeiro corte deve ser feito com  a 9 meses após o início da brotação, a uma altura de 0 a 90 cm. Deve-se deixar desenvolver  a  brotações após cada corte. Cada metro de haste fornece em torno de 0 gemas viáveis. O diâmetro das hastes deve ser coerente com o diâmetro do porta-enxerto. O controle de plantas invasoras é feito como em .. 

5.6. Tipos de muda 5.6.1. Toco enxertado de raiz nua Muda enxertada no viveiro a pleno solo e levada diretamente para o campo. Às vésperas do arranquio, faz-se a decepagem dos porta-enxertos a uma altura de 0 a 0 cm do solo. Em seguida, aparar o caule do porta-enxerto em forma de bisel  cm acima da placa do enxerto e a raiz pivotante com cerca de 0 cm de comprimento. Aparar também as raízes laterais a  cm. Proceder à parafinagem da placa do enxerto e aplicar NAFUSAKU (0% de ANA). Este tipo de muda não é recomendado para regiões de período seco definido. 5.6.2. Toco de raiz nua ensacolado Muda enxertada no viveiro a pleno solo e transplantada para sacola plástica. O procedimento é o mesmo do tipo anterior. Neste caso, as mudas estarão prontas para o plantio no campo,  a  meses após serem ensacoladas, quando apresentam  a  lançamentos maduros. 5.6.3. Muda enxertada na sacola plástica Este tipo de muda é produzido no viveiro em sacola plástica, podendo as mudas serem transplantadas para o campo com a gema do enxerto dormente ou até com  lançamentos foliares. Os fundos das sacolas devem ser perfurados, permitindo a passagem da raiz pivotante para o solo e evitar o seu nivelamento. 5.6.4. Toco alto Muda produzida no viveiro a pleno solo, num espaçamento de ,00 x 9

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5.5. Enxertia O processo usado é o do borbulhia por escudagem com placa embutida em janela aberta. O escudo utilizado é uma porção da casca com a gema sem o lenho. O escudo é fixado na janela aberta por meio de uma fita transparente de ,0 a , cm de largura e 0,0 a 0,0 mm de espessura. Retirar a fita após  semanas. Se o enxerto não pegou, enxertar do outro lado. A enxertia pode ser iniciada, quando os porta-enxertos atingirem um diâmetro de , cm, a  cm do solo, condicionada à facilidade de soltura da casca do porta-enxerto e da borbulha. Não pode ser feita sob chuva forte e, conseqüentemente, com o tronco do porta-enxerto molhado.

0,0 m. É usado no replantio ou na substituição de plantas raquíticas no ° ano após o plantio do seringal.

6. IMPLANTAÇÃO E MANEjO

Após a caracterização, limpeza e preparo da área, fazer a divisão dos blocos para facilitar os tratos culturais e programação de sangria. As locações de estradas principais (m) e secundárias (m) devem ser feitas de modo a reduzir o processo erosivo. Recomenda-se plantar um clone por bloco. 6.1. Marcação e piqueteamento Nas áreas planas, as linhas de plantio devem ser marcadas, se possível, no sentido norte-sul, obedecendo ao espaçamento ,0 m entre linhas e , m entre plantas (00 plantas/ha), sempre em curva de nível. Em área declinosas, as linhas de plantio devem ser demarcadas de modo a não se afastarem muito do espaçamento recomendado. Deve-se procurar obedecer a uma faixa entre  m a  m entre linha. Neste caso, é comum a ocorrência de linhas mortas. Posteriormente, faz-se a capina das faixas e, em seguida, a locação das covas, estaqueando-se a linha no espaçamento de , m. 6.2. Plantio Após a abertura e preparo das covas, no início do período chuvoso, fazer o plantio definitivo. No caso de mudas de raiz nua, deve-se firmar bem a ponta da raiz com a ajuda de um piquete, de modo a não formar bolsões de ar. Comprimir bem a terra em volta da muda. Quando o plantio é realizado com muda ensacolada, deve-se levá-la até ao lado da cova, retira-se o plástico e introduz-se a muda na cova, cuidando-se para não destorroá-la. Comprime-se a terra em volta do torrão. 6.3. Replantio Deve ser feito com mudas reservadas para tal e da mesma idade. O replantio não deve ultrapassar a 0% e deve ser feito no máximo até o ° ano após o plantio. Neste caso, usar muda de toco alto. 6.4. Controle de plantas invasoras Controlar as ervas numa faixa de m na linha de plantio, deixando as entrelinhas com a vegetação natural e quando necessário, fazer apenas uma roçagem, caso não sejam feitos plantios intercalares. O 0

6.5. Culturas intercalares Pode-se usar qualquer cultura desde que seja compatível com a seringueira. 6.6. Desbrota A eliminação dos ramos surgidos na haste principal deve ser feita até uma altura de, aproximadamente, ,0m em relação ao nível do solo. 6.7. Condução da copa Deixar crescer  a  ramos bem distribuídos a partir de , m a ,0 m de altura em relação ao solo. No caso de árvores quebradas, se o painel de sangria não foi afetado, cortar em bisel próximo ao ponto quebrado. Se o painel foi afetado, cortar próximo à soldadura do enxerto. 7. DOENÇAs 7.1. O mal-das-folhas Doença causada pelo fungo Microcylus ulei, é o principal fator limitante à expansão da heveicultura no Brasil, notadamente na região Norte do país. O dano maior é a queda prematura de folhas, podendo levar as plantas à morte. É controlada: plantio em “área de escape”; clones resistentes ou tolerantes; enxertia de copa; controle químico -Benlate, Bayleton e cycosin (00g/ha). Em viveiros e jardins as pulverizações devem ser semanalmente no período chuvoso e quinzenalmente no período seco. No plantio definitivo fazer seis pulverizações durante o período de reenfolhamento. 7.2. Mancha areolada Cansada pelo fungo Thanatephorus cucumeris. Seu controle pode ser feito com pulverizações semanais à base de cobre de 0,% p.a., e com Triadimefon, a 0,g de p.a./litro. 7.3. Doenças causadas pelo fungo Phytophthora spp Requeima, queda anormal das folhas, podridão dos frutos, cancro estriado do painel e cancro do tronco. O controle é feito preventivamente, através de práticas culturais pincelamento ou pulverização com fungicidas eficientes nos períodos favoráveis à disseminação 

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controle pode ser feito com herbicida em seringais com mais de dois anos de idade, aplicando-se  a  litros Roundup/ha.

do patógeno e à infecção. Recomendam-se: Ridomil-Mancozeb de 0,% p.a., Aliette (Fozetyl) 0,% p.a., dentre outros. 7.4. Antracnose causada pelo fungo Colltotrichum gloeosporioides Manifesta-se em folhas imaturas, ramos, frutos e no painel. No painel, seu controle é feito com uso do fungicida Daconil 0, p.a, cerconil 0, p.a. e Benlate 0,0 p.a. Nas plantas, muito atacadas, usar uma pasta, após raspagem dos tecidos lesados: 0 g de Benlate + 00ml de óleo vegetal + 00g cal + 00ml de água + 0g de Agrimicina. Ao se reiniciar a sangria, aplicá-la a cm abaixo da região lesionada com tratamentos preventivos a cada  ou  dias conforme as condições climáticas. 8. PRAGAs A principal praga da seringueira é o mandarová (Erinny ello e E. alope). Seu controle pode ser feito com utilização do DIPEL(Bacillus thuringiensis), que atua sobre as lagartas de maneira geral. Os esporos da bactéria são produzidos em laboratório. Ainda pode ser controlada com piretróides (formulados com óleo) ou catação manual em seringais jovens. Outras pragas encontradas, de menor importâncias, são as formigas, vaquinhas, mosca branca, cochonilhas, cupins, paquinhas, coleobrocas, ácaros e percevejos-de-renda. 9. MELhORAMENTO O melhoramento genético no Brasil é feito, principalmente, no sentido de criação de clones tolerantes a doenças e que, ao mesmo tempo, apresentem produção satisfatória de látex. Dentre as espécies de Hevea, reconhecidas no Brasil, a H. brasiliensis (mais produtiva, maior variabilidade genética, menor resistência às doenças), H. benthamiana (muito produtiva e possui variabilidade genética para resistência); H. pauciflora (certa imunidade ao M. ulei, podendo ser indicada para enxertia de copa), H. camargoana e H. camporum (porte baixo) são as espécies mais utilizadas no melhoramento genético no país. A coleta e conservação dos recursos genéticos são importantes como fontes de resistência a doenças e de maior produção. 9.1. Métodos usados na obtenção de clones Testes precoces de avaliação da potencialidade de produção: 

9.1.2. Miniteste de produção ou teste de Mendes ou MTP Teste quantitativo, feito em plantas a partir de seis meses de idade. 9.1.3. Teste Morris-Mann ou hammaker-Morris-Mann (hMM) Teste quantitativo e mais confiável, feito em plantas com circunferência a partir de  cm a ,0 m do solo. 9.2. Poliploidização Leva ao gigantismo de certas partes vegetativas da planta, aumenta o diâmetro dos vasos laticíferos com um conseqüente aumento de produção, aumenta o número de cromossomas. As substâncias utilizadas são a colchicina e DMSO. 10. sANGRIA A sangria é iniciada quando pelo menos 0% das árvores (cerca de 00 árvores/ha) atingirem cm de circunferência do caule, a ,0cm acima da soldadura do enxerto. 10.1. Fatores que afetam a produção Comprimento, direção e profundidade do corte; hora da sangria (o escorrimento do látex é função da diluição e pressão de turgescência); altura da incisão, tipo de corte e sistemas de exportação (freqüência de sangria, estimulação e método de sangria). 10.2. simbologia de painel B= painel baixo ou descendente; H= painel alto ou ascendente; O= casca virgem; I = casca de ª regeneração; II = casca de ª regeneração; III = casca de ª regeneração; n° de painéis (,,, etc). 10.3. Estimulação É a aplicação de substâncias químicas para aumentar o período de escorrimento do látex. 10.4. substâncias estimulantes ANA; ,, - T; alguns óleos vegetais; Ácido  - cloroetilfosfônico (ETHREL) a , %, ,0 % e 0 %, dependendo da idade do seringal. 

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9.1.1. Teste Cramer ou Testatex Teste qualitativo, feito em plantas a partir de um ano de idade.

10.5. Tipo de aplicação Ba -  a g do produto sobre a casca, prévia e superficialmente raspada; La - 0, a g do produto sobre toda a extensão do sulco de corte, sem a retirada do cernambi fita; Ga - 0, a g do produto sobre toda a extensão do sulco de corte, com a prévia retirada do cernambi fita; Pa - 0, a g do produto em faixa paralela e acima ao sulco de corte. 10.6. Condições para a estimulação Clones responsivos; sistema de sangria menos intensivo (mínimo de ½ S d/); fazer adubação de reposição; Não sangrar em condições ambientais adversas; corte bem feito; 10.7. secamento do painel “Brown bast” É o cessamento do escorrimento de látex no ato da sangria. Os sintomas são: trincamento da casca no estágio avançado; secamento parcial ou total dos painéis; aumento da viscosidade do látex e aparecimento de estrias marrons. Para prevenir o “Brown bast”, isolar a região seca; fazer os sulcos de divisão dos painéis bem profundos e deixar descansar por  meses. 0.. Sistemas de sangria 10.8.1. Meia-Espiral l Perímetro do ronco  cm a ,0 m da soldadura do enxerto; l Perímetro do tronco 0 cm a ,00 m do solo; l Inclinação do corte de 0°; l Simbologia: ½ S. 10.8.2. Espiral Completa l Perímetro do tronco 0 cm a ,0 m da soldadura do enxerto; l Inclinação do corte de °; l Freqüência mínima: d/; l Simbologia: S. 10.8.3. sangria por punctura (sPP) Perímetro do tronco  cm a ,0 m da soldadura do enxerto; Sangria precoce; Precisa ser estimulado mensalmente ETHREL % =  g/planta.

l l l 

l l 

0... Sangria mista ou micro-x Perímetro do tronco  cm a ,0 m da soldadura do enxerto; Fazem-se  cortes, sendo 9 cortes por punctura e  cortes convencionais.

Figura 1. Foto da seringueira e de suas folhas (3).

11. Utilidade A madeira pode ser empregada para tabuado, forros e caixotaria. Seu maior valor reside no látex extraído do seu tronco, que é transformado em borracha de excelente qualidade; sua exportação representou no passado a maior atividade econômica da região amazônica, colocando o Brasil durante muito tempo como o único produtor e exportador desse produto. No século passado foram contrabandeadas sementes dessa espécie para a Ásia, onde adaptou-se perfeitamente bem; a partir dessa época, vários países asiáticos passaram também a produzir e exportar borracha. As amêndoas (sementes) fornecem óleo secativo muito usado na indústria de tintas e vernizes. Atualmente essa espécie é cultivada em todo o Brasil tropical (). 

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10.8.4. sangria ascendente l Seringal velho com o painel baixo muito usado;

CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs
Observa-se que a cultura da seringueira apresenta diversas questões que exigem o conhecimento teórico e prático - desde o plantio da semente até a árvore na sua fase adulta - por parte de quem deseja cultivar essa espécie. Neste caso recomendamos que o consulente busque um especialista da área, seja Agrônomo ou Engenheiro Agrônomo para avaliar o local onde é pretendido para o plantio visando também minimizar os riscos de investimento.

METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA 
. Corrêa, M. P. Dicionário das Plantas Úteis no Brasil. 9. . Pesquisa Agropecuária: agricultura-seringueira. Disponível em: <http://www.agridata.mg.gov.br/sering.htm>. Acesso em:  de abr. 00. . Clube da Semente do Brasil. Árvores: seringueira. Disponível em: <http://www.clubedasemente.org.br/seringueira.html>. Acesso em:  de abr. 00.

Kleberson Ricardo de Oliveira Pereira

NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 

de abr. 00

DATA DE FINALIzAÇÃO 

claro que. adubação verde. atualmente. Introdução Agricultura orgânica é o sistema de produção que exclui o uso de fertilizantes sintéticos de alta solubilidade.  AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DE TOMATE ORGÂNICO .Tomate. “agricultura biodinâmica (uso de preparados biodinâmicos)” e “agricultura biológica (uso de mecanismos biológicos)”. Esse método busca manter a estrutura e produtividade do solo. a Associação de Agricultura Orgânica também oferece cursos na área e indicamos o SEBRAE mais próximo para que seja consultado futuramente (não possui nenhum curso agendado no momento). a “agricultura orgânica” insere-se na atualmente denominada “agroecologia” (agricultura com princípios ecológicos). com métodos mais cientificamente estudados. agricultura orgânica PALAvRAs-ChAvE Indicação de cursos na área de plantação de tomate orgânico IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Não encontramos cursos específicos sobre plantação de tomates orgânicos que estejam acontecendo neste momento. entretanto localizamos uma fazenda em Serra Negra que oferece palestras sobre o tema. de acordo com especialistas da área. Conceitualmente. tomate orgânico. trabalhando em harmonia com a natureza. Os contatos de todos estão incluídos na parte “indicação” mais abaixo. compostagem e controle biológico de pragas e doenças. sendo essa também constituída pela “agricultura natural”. A seguir são apresentadas informações úteis sobre o plantio de tomates orgânicos. rotação de culturas. Sempre que possível baseiase no uso de estercos animais. Na realidade. a “agricultura orgânica” nada mais é do que a agricultura realizada pelos nossos agricultores antes do uso de insumos químicos industriais (fertilizantes solúveis e agrotóxicos). agrotóxicos e reguladores de crescimento compostos sinteticamente.

a uma taxa de 0% ao ano. para semeadura das sementes nas bandejas. Tomates Orgânicos Existem diversas regras para a produção de alimentos orgânicos que devem ser fiscalizadas pelas entidades certificadoras. os produtos orgânicos que mais estão evoluindo são as hortaliças (principalmente o tomate) e as folhagens. podendo ser irrigadas manual ou automaticamente. Transplantio Das Mudas De Tomate Orgânico Após a preparação adequada dos canteiros (revolvimento e forma . deverão ser utilizados substratos orgânicos certificados (Bokashi. De acordo com o projeto desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária . e cultivadas em viveiros isolados e protegidos. regras estas. o jiló. originário dos países andinos. por estarem adaptadas a esse sistema. Formação Da Muda De Tomate Orgânico As mudas são formadas a partir de sementes de tomates orgânicos.O Tomate O tomate está entre as hortaliças mais consumidas no mundo. de forma a manter o sistema agrícola mais equilibrado e sustentável. e/ou com o controle da temperatura de estufas que possuem climatização. Húmus e Vermicula) ou desenvolvidos pelo próprio produtor a partir de resíduos orgânicos “devidamente” preparados. uma das principais pragas que atacam as mudas de tomateiros é o ácaro vermelho (Tetranichus bimaculantus).%). desde o norte do Chile até a Colômbia. Como substratos. que pode ser combatido por defensivos naturais a base de Extrato de Nim (à 0. a berinjela e a batata). É um fruto pertencente à família das Solanáceas (como o pimentão. sendo uma fonte de vitaminas A e C e de sais minerais como potássio e magnésio. sendo que essa maneira de produção está sendo considerada mais sustentável do que o sistema convencional que tem apresentado taxas de 0-%. o excesso de água pode prejudicar a qualidade e a sanidade das mudas.EMBRAPA Meio Ambiente. Principais Pragas Nas Mudas De Tomate Orgânico Entre outras. O volume de água aumenta á medida que a muda vai crescendo. dispostas em bandejas apropriadas para a semeadura. principalmente nas primeiras semanas após a germinação. Nessa fase. evitando encharcar o substrato. que não existem para a agricultura convencional.

A muda. A rotação é feita. por sua vez. Também diversas práticas agrícolas tradicionais colaboraram. a adubação verde que fortalece o solo. rotação de culturas. controle da irrigação. para evitar as pragas e doenças. Quanto ao controle.tação do solo). áreas novas.). Deve-se realizar um controle rígido da qualidade. então. plantios mais espaçados e aplicação de Calda Bordalesa. Os canteiros deverão. então. a capacidade produtiva do solo e mantendo o sistema de produção como um todo mais equilibrado e mais sustentável. capim. etc. recomenda-se cortar a irrigação por alguns dias. principalmente com crotalárias. e o melhor aproveitamento das ervas espontâneas como adubo orgânico ou cobertura morta. INDICAÇõEs: CURSOS: Fazenda Sula. palha. serem cobertos com uma vegetação morta (cobertura morta. somente transplantando as mudas fortes. etc. melhorando a biodiversidade e abrigando inimigos naturais de pragas. aumentando. proprietária da marca Nata da Serra Bairro da Serra de Baixo . da murcha deve-se adotar os seguintes procedimentos: cultivares resistentes. Principais Doenças Nos Tomates Orgânicos Os maiores problemas são a murcha bacteriana e a requeima. tamanho e sanidade. assim. na agricultura orgânica. com fertilizantes orgânicos previamente tratados (curtidos). deve-se realizar uma adubação. e irrigados até atingirem a sua capacidade de campo. como barreira para proteção de ventos fortes que causam um prejuízo invisível (disseminação de pragas e doenças). sendo recomendado aplicar bastante matéria orgânica no solo. utiliza-se a rotação de culturas para reduzir a população de nematóides (Meloidogyne). Além das grandes vantagens por favorecer a fertilidade do solo. somente poderá ser transplantada após conter no mínimo  folhas bem definidas (cerca de  semanas de idade). podendo-se. saudáveis e com padrão uniforme.Serra Negra – Estado de São Paulo – Brasil 9 AgriculturA e PecuáriA . tais como: o “mato” que é deixado no meio das plantações. Para a requeima ou mela. através da incorporação do produto na camada superficial do solo dos canteiros (cerca de 0cm de profundidade). o uso tradicional de quebra-ventos. a diversificação de culturas que melhoram a resistência das plantas. transplantar as mudas.

wopm. contato com MSc.Telefones (9) 9- / 9-0 . públicas e privadas. Saltinho . destinada a reunir e divulgar trabalhos técnico-científicos sobre agroecologia/agricultura orgânica. Eng. assim como.br SEBRAE AGÊNCIA DE ATENDIMENTO EM LAGES Endereço : AV PRESIDENTE VARGAS 9 Telefone : 09 . Agrônoma Andréia Tecchio.sbrt. Agrônomo Ivo Severino Macagnan e a Eng.E-mail natadaserra@natadaserra. Centro de Estudos Agroecológicos (CESAGRO) http://www. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se para adquirir conhecimentos básicos complementares aos aqui apresentados. Fone (9)  000. Serviço Brasileiro de Resposta Técnica (SBRT) http://www.br/site/index.aao.php .ibict. Tem como atividades principais a publicação e divulgação de Normas Técnicas de Produção Orgânica.SC.agrorganica.org. . acessar os seguintes sites:  Rede de Agroecologia Ecovida / Núcleo Extremo Oeste de Santa Catarina. A entidade recebe e organiza os trabalhos para divulgação na internet.com.com. http://ecovida.br Organização não-governamental sem fins lucrativos. Bairro : CORAL Cep : 0900 Associação de Agricultura Orgânica http://www.br Organização não-governamental aliada ao Movimento Internacional de Estudos da Agroecologia (MIESA). oferece serviços de elaboração de projetos sócio-econômicos em cooperação com outras instituições. .com.Presta assistência técnica e certificação para produção e comercialização de alimentos orgânicos. assim como promove eventos técnicos. plantão técnico de apoio e cursos na área. situa-se em Santa Catarina: Rua Lídia Pless Pfeifer.br 0 .

acessível pelo endereço eletrônico http://www.sbrt.html>.br/upload/sbrt720. Disponível em: <http://www.ibict. SBRT Serviço Brasileiro de Respostas. Tomate Orgânico. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Atualmente.ibict.br/palestras.br/upload/sbrt705.com.sbrt.sbrt.METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA SBRT Serviço Brasileiro de Respostas. Acesso em:  de maio de 00. Produção de Tomate Orgânico. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www.ibict. NATA da Terra.html>.ibict.sbrt.natadaserra. Acesso em:  de maio de 00. .br/upload/sbrt720.html: possui ótimas referências bibliográficas especificamente sobre a produção de tomates orgânicos ou http://www. Acesso em:  de maio de 00.html: de onde foram retiradas boa parte das informações contidas aqui. possui diversas Respostas Técnicas sobre o cultivo de produtos orgânicos.br/upload/sbrt705.html>.

Segundo Lourival Fermiano. A correção do solo se divide em duas etapas: A correção de base e a adubação de cobertura. Lembramos que ambas as etapas devem ser feitas em campo limpo para que não haja proliferação de mato. o espaçamento segue geralmente o modelo de mx. isto é.PLANTIO E CONsORCIAMENTO DO EUCALIPTO PALAvRAs-ChAvE Eucalipto. após um mês ou 0 dias ser colocado do outro seguindo o mesmo distanciamento.  . à proporção de  de nitrogênio. o que poderia prejudicar a muda no ínicio de seu desenvolvimento.0m independente das condições em que o solo se encontra. A correção de base é fundamental para o desenvolvimento da cultura de eucalipto razão pela qual não pode deixar de ser feita. consórcio. técnico operacional da Estação Experimental de Itatiba/USP. Na adubação de cobertura pode ser utilizado os adubos do tipo 0 ( de nitrogênio para  de potássio) ou 000 (0 de nitrogênio para 0 de potássio). 0 de fósforo. Devem ser utilizadas 0Kg/hec de fósforo . silvicultura. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A correção do solo não interfere no espaçamento. Esta é uma proporção padrão para os tipos de solos brasileiros que geralmente apresentam baixos teores de fósforo. Para correção de base é usado o adubo 0.  de potássio. adubação. A aplicação ser feita  dias após o plantio. O procedimento deve ser dividido em duas etapas para não matar a planta: deve ser colocado a cm da muda de um lado e. correção do solo.o que responderia a Kg/hec do adubo. espaçamento para plantio Qual o espaçamento ideal para eucalipto onde o solo tem baixos teores de fósforo e potássio? Gostaria de saber se pode consorciar o eucalipto com outras culturas. A quantidade de adubo será de 00Kg/ hec e é realizada após  meses do plantio. em termos práticos são medidas autônomas.

a cultura consorciada deverá suportar bem em área sombreada. Acesso em:  de set.00. a área permanecerá sombreada por uma período de  a  anos (tempo de maturação do eucalipto para o corte).br/>. Qualquer procedimento errado pode significar perda de crescimento e alteração da qualidade da madeira.00) FONTEs CONsULTADAs Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas . Também deverá ter um ciclo rápido. Fermiano adverte que o eucalipto tem um rápido crescimento e que. deve-se seguir estritamente as técnicas de cultivo. um profissional qualificado para o monitoramento do plantio. é impreescindível. Logo.br/ (acesso em  de set. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Com relação ao consórcio com outras culturas. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de set. . pois a derrubada do eucalipto com certeza comprometera o desenvolvimento de uma lavoura adjacente. portanto. Portanto. Disponivel em: <http://sbrt. ibict. Sugerimos também que outras consultas sobre o assunto eucalipto sejam buscadas no banco de dados do SBRT pelo link que segue abaixo: http://sbrt.CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Para que uma plantação de eucalipto de bons lucros e atinja o máximo de sua capacidade de produção.ibict.

porém vem crescendo ano a ano. Desta forma. ou ainda a simples cobertura do solo com uma camada fina de plástico filme para o cultivo de  . cobertura morta. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Quanto à área cultivada com o sistema de “mulching” no Brasil. A plasticultura possui um horizonte de aplicação bastante largo. não foi possível localizar uma informação confiável: através de comunicação via e-mail o Comitê Brasileiro de Plasticultura informou que não possui tal dado. seguem-se abaixo algumas considerações gerais sobre os benefícios da sua adoção. plasticultura Saber qual é a área cultivada com o sistema de “mulching” no Brasil. A plasticultura. que consiste no uso do plástico na agricultura. se o intuito é promover uma campanha de incentivo à plasticultura. pois está fazendo uma campanha junto aos produtores agrícolas da sua região para ampliar o uso da plasticultura e deseja informar a estes produtores.PLAsTICULTURA PALAvRAs-ChAvE Mulching. ainda ocupa uma fração restrita da agricultura brasileira. visto o caráter duvidoso da mesma. e os dados encontrados em páginas da Internet eram antigos e apresentavam uma grande variabilidade. uso de materiais plásticos em sistemas de cultivo totalmente protegidos (como estufas e hidroponias) para o cultivo de flores. Porém. além da indicação de um documento produzido pelo SEBRAE-MG para quem deseja começar um negócio no ramo e o contato do COBAPLA – Comitê Brasileiro de Plasticultura. abrangendo desde complexos sistemas que usam materiais plásticos para a irrigação de regiões áridas e cultivo de frutas. optou-se por não fornecer tal informação. atraindo produtores que buscam maior produtividade e tecnificação em suas atividades de cultivo. de onde podem ser obtidas maiores informações.

registro. Este documento contém: l l l l informações a respeito de mercado.pdf>. informações técnicas necessárias para o desenvolvimento de estufas casos reais de culturas que se beneficiaram com a plasticultura. Ponto de partida para início de negócio – “Plasticultura  AgriculturA e PecuáriA hortaliças (técnica conhecida como “mulching” ou cobertura morta).com. pois a cultura passa requerer menos tratos culturais. legislação.Feagri/Unicamp Antonio Bliska Jr. l redução no custo de produção. podemos destacar: l aumento da produtividade.sebraemg.br/arquivos/pontopartida/Plasticultura. Informações adicionais também podem ser obtidas através do COBAPLA – Comitê Brasileiro de Plasticultura: COBAPLA . tributação. Dentre eles.O uso do plástico pode gerar diversos benefícios tanto para fruticultores.org.br REFERêNCIAs SEBRAE-MG. CX. finanças e outros aspectos organizacionais que são indispensáveis para quem deseja iniciar um negócio da forma correta. . lista de contatos de instituições e universidades envolvidas com a plasticultura Este documento encontra-se gratuitamente disponível através do endereço: <http://www.SP Cep:090 Tel: ()(9) -09 Fax:()(9) -00 E -mail: plasticultura@plasticultura. O SEBRAE de MG desenvolveu um documento de enorme valor e de leitura indispensável para quem deseja iniciar um negócio em plasticultura. agrotóxicos e adubos. Postal -0 Campinas. floricultores e horticultores. l antecipação da colheita. Mais uma vez é ressaltada a importância da leitura deste material.

Acesso em:  de out.com. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de Out. 00. V.. Disponível em <http://www.pdf>. Carlos A.cultivo sob plástico”. de A.sebraemg.br/arquivos/pontopartida/Plasticultura. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .

reciclagem de soro de queijo. cujas referências completas. como pode ser visto no estudo: Níveis de Soro de Leite na Dieta de Leitões na Ceche. E como emplementar essas utilizações. Uma das mais comuns é uso na alimentação de animais.usp. Universidade de São Paulo. sendo a mais conhecida na deita de porcos. bem como o local na USP.org/abstrac t?id=121265&toc=y> acesso em: 09 de Ago. em: <http://dedalus. apresentaram melhor conversão alimentar que os que receberam a dieta testemunha (tipo de dieta sem o soro). quando o custo da ração economizada for maior que o custo do transporte de soro do laticínio até o local de alimentação dos leitões (a utilização do soro de leite em substituição à ração sem prejuízos no desenmpenho dos leitãos pode ser de até %). mas não houve diferenças quanto ao ganho de peso nos diferentes tratamentos.br:4500/ALEPH/POR/USP/ USP/DEDALUS/FULL/0598349?> acesso em: 09 de Ago. 00. estão disponíveis. alimentados com dietas que contenha soro de leite.usp. respectivamentes.Soro de queijo.doaj. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O soro de leite apresenta diferentes aplicações.  AgriculturA e PecuáriA POssIBILIDADEs DE UsO DO sORO REsULTANTE DA PRODUÇÃO DE QUEIjOs .br:4500/ALEPH/POR/USP/USP/DEDALUS/SHORT/450224/1/> acesso em: 09 de Ago. onde podem ser encontrados. 00 e <http://dedalus. soro de leite integral PALAvRAs-ChAvE Possibilidade de utilização para o soro do leite extraído no feitio de queijo. 00. Assim o uso de soro de leite é viável economicamente. Esse estudo através de um experimento prático demonstra que os animais. cujo resume e referêcias completas podem ser encontradas no endereço: <http://www. Também os Documentos: Viabilidade da substituição Gradativa do Leite Integral pelo Soro de Queijo no Desmamento de Bezerros Mestiços e Utilização de Mistura de Leite de Soja e Soro de Queijo no Aleitamento de Bezerros.

“O uso do soro de queijo na formulação de “substitutos” ou “análogos” do leite. estudou-se a possibilidade de uso do soro de queijo como líquido de extração de proteínas de soja. A relação sólido: líquido utilizada durante esta etapa é de :.” “A obtenção do extrato de soja foi feita de acordo com o método FEAA-UNICAMP. realizando. 00. gerando extrato com maior valor nutricional e com um sabor muito mais agradável. então. No endereço: <http://dedalus. O extrato assim obtido foi aquecido em torno de resfriado a uma temperatura de °C. em substituição à água. Posteriormente. O processo utiliza grãos de soja inteiros. durante doze horas. 0%. 0%. O sistema de trituração ou moagem dos grãos trabalha utilizando água quente durante 0 minutos e produzindo uma massa final com uma temperatura de 0-°C. disponível em: <http://www. teses.  .bibvirt. surge como uma solução para a redução da poluição por ele causada. Dessa forma. livros. com água em ebulição durante 0 minutos.usp. a análise sensorial e composição química dos produtos. 0%. podem-se encontrar referências de vários documentos. 0%. além de aumentar o teor protéico. 00.% de bicarbonato de sódio (NaHCO).usp. desenvolveuse um produto rico em proteínas.pdf> acesso em: 09 de Ago. os grãos foram drenados e submetidos a um branqueamento. futuro. Assim.br/textos/hemeroteca/cta/vol19n1/cta19n1_15. reduzindo a adstringência natural da soja com conseqüente melhoria do sabor do extrato hidrossolúvel obtido.A partir do artigo: Aproveitamento do Soro de queijo na Obtenção do Extrato Hidrossolúvel de Soja.” As duas formas de uso do soro de queijo citadas são algumas entre várias. 0%. Na etapa em que a relação sólido: líquido é :. 90% e 00% da porção líquido (água) por soro de queijo. dissertações. tem-se demonstrado a vabilidade tecnológica e nutricional do uso do soro de queijo como meio líquido de extração.br:4500/ALEPH/por/USP/USP/DEDALUS/FIND-A?FIND=Todos&BASE=Todas+as+Bases&VALUE=++soro+de+que ijo> acesso em: 09 de Ago. na elaboração de extratos hidrosslúveis. do que o extrato hidrossolúvel de soja. 0%. utilizando uma relação sólido: líquido de : numa solução a 0. 0%. entre outros que versão sobre possiblilidade de uso do soro de queijo. então substituíram-se 0%. na medida em que é desviado para o processamento desses produtos. inclusive do padrão utilizando apenas água da soja e soro de queijo. que são macerados à temperatura de °C.

Universidade Federal de Santa Catarina 999. PRUDÊNCIO. Instituto de Alimentos desenvolve pesquisas especificamente sobre possibilidade de utilização do soro de queijo. 00 v. Jornal: Ciência Rural. Universidade de São Paulo. 00.pdf> acesso em: 09 de Ago. 00.doaj.cnpq.org/abstract?id=121265&toc=y> acesso em: 09 de Ago. Disponível em: <http://www. . Catálogo On-line – DEDALUS.usp. 00.bibvirt. Aproveitamento do Soro de queijo na Obtenção do Extrato Hidrossolúvel de Soja. Banco de Dados Bibliográfico da USP. cap. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de Agosto de 00.br/gpesq2/garea5/apg507/reg_se/uf_sp/i_ital/g_5101/ gp5101. . como pode ser verificado em: <http://www. Elane Schwenden & BENEDET. Níveis de Soro de Leite na Dieta de Leitões na Ceche.usp. Disponível em: <http://www.br/textos/hemeroteca/cta/vol19n1/cta19n1_ 15. 9 AgriculturA e PecuáriA CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs . Disponível em: <http://dedalus. 00. br:4500/ALEPH/por/USP/USP/DEDALUS/START > acesso em: 09 de Ago.htm> acesso em: 09 de Ago. pp. Lucélia & LOVATTO Paulo Alberto & SILVA José Henrique Souza da & GARCIA Gerson Guarez & BRUM Júnior Berilo de Souza & OLIVEIRA Joyce Leite Siqueira de.Caso queira informações especilizada o ITAL. Honório Domingos. FONTEs CONsULTADAs HAUPTLI.futuro. 00. .

primeiramente a raiz das mudas e depois todo o cerne do caule. afirma Lourival Fermiano . que entre em contato com a Empresa Junior de consultoria da ESALQ. A destruição é total. O link para acessar a busca no banco de dados segue abaixo: <http://sbrt. Esta solução deverá seguir a proporção de ml de DECIS para 0 litros de água.Acesso em:  de set.ibict. Sugerimos para maiores informações sobre o assunto. corre-se o risco de matar a muda. em um número bem menor. A solução será. Ainda assim. controle de pragas.PRAGAs EM MUDAs DE EUCALIPTO PALAvRAs-ChAvE Eucalipto. é provável que. sucumbam ao ataque desta praga. Esta espécie ataca. cupim branco.br/>. mesmo tratadas. se ficar mais tempo.00 Também sugerimos que caso haja interesse em informações mais aprofundadas e especificas. A planta morre devido a destruição de seu sistema condutor de nutrientes ( xilema e fluema presente no caule e na raiz) ser destruído. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs O uso de insumos pode oferecer riscos para a saúde. O link para o site da ESALQJunior 0 .técnico operacional da Estação Experimental de Itatiba/USP. Fermiano adverte que o tubete deverá ficar mergulhado na solução apenas o tempo necessário para a absorção do líquido. na passagem do viveiro para o plantio. razão pela qual deverá ter a supervisão de um profissional qualificado. que seja buscada no site do SBRT as demandas sobre o assunto eucalipto já disponíveis no banco de dados. muda de eucalipto Como proceder para que cupins não ataquem a lavoura de eucalipto? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA É comum o ataque de cupim branco no ínicio da lavoura de eucalipto. mergulhar o tubete em que se encontra a muda numa solução do insumo DECIS. algumas plantas.

00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA segue abaixo: <http://www. Disponível em:<http://sbrt.Acesso em:  de set.br/>. ibict.br/~esalqjrc/>.usp.FONTEs CONsULTADAs Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.00 Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de set.00 .ciagri.Acesso em:  de set.

Deste modo. 99). pragas em pastagens. Estas espécies. principalmente como controlá-las. o conceito de degradação de pastagens corresponde ao processo evolutivo de perda do vigor. germoplasma forrageiro. Com relação aos invasores Almeida afirma que os níveis de infestação e o grau de agressividade das plantas invasoras em pastagens. (assa-peixe). plantas daninhas em pastagens Informações sobre pragas e plantas daninhas em pastagens. como por exemplo: Vernonia spp. da produtividade. da capacidade de recuperação natural para sustentar os níveis de produção e de qualidade exigidos pelos animais. Peschiera fuschsia-  . de superar os efeitos nocivos de pragas. PITELLI (99) distingue entre dois tipos básicos de invasoras que se instalam em pastagens: l Em pastagens bem formadas com forrageiras de alto poder de ocupação do solo e com manejo adequado dos animais. dependem. pragas e doenças. entre outros fatores. estabelecimento. Pterogyne nitens (amendoim-do-campo). solo. assim como. as oportunidades de instalação de invasoras são reduzidas. em razão de manejos inadequados (MACEDO e ZIMMER. adubação. Recuperação e Sustentabilidade de Pastagens Cultivadas. tipicamente arbustos e árvores de pequeno porte. uso do fogo. culminando com a degradação avançada dos recursos naturais. doenças e invasoras. manejo animal. do conhecimento deste agroecossistema e do nível tecnológico empregado no seu manejo. em seu artigo: Degradação. invasores.PRAGAs EM PAsTAGENs PALAvRAs-ChAvE Pastagens. Os principais fatores relacionados com a degradação de pastagens são: clima. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo Roberto Giolo de Almeida. crescem de maneira relativamente lenta exigindo controle pouco freqüente e menos rigoroso.

de ciclo curto e com mais rápido crescimento populacional. aumentando a disponibilidade de forragem em pastagens renovadas de P. favorecendo a proliferação de invasoras melhor adaptadas a esta condição. Marandu. KICHEL et al. (guanxumas). No caso de pastagens razoavelmente bem manejadas. e B. não foi eficiente para impedir o retorno da vegetação nativa. . sob condições dos cerrados. A presença de invasoras em pastagens. com ou sem adubação superficial. onde o emprego de grade aradora pesada. seria mais um reflexo do mau manejo. solos com baixa fertilidade natural podem limitar o desenvolvimento das plantas forrageiras. citaram trabalhos realizados na EMBRAPA-CNPGC. para recuperação de pastagens degradadas de branquearia. nos cerrados. levando à rápida degradação da pastagem. como por exemplo: Sida spp. com viabilidade econômica. Pteridium aquilinum (samambaia). (99). Porém. nem sempre é um sinal de declínio da fertilidade do solo.  AgriculturA e PecuáriA efolia (leiteiro). predominam espécies de invasoras mais efetivas na reprodução. as limitações climáticas e de fertilidade do solo não permitem a produção abundante de invasoras em pastagens. neste caso. brizantha cv. Andropogon bicornis (capim-rabode-burro). Tanzânia e Colonião. sendo que algumas delas podem ser favorecidas pela adubação ou pela condição de melhor fertilidade do solo. Em pastagens mal formadas. as práticas de controle de invasoras se tornam atividades prioritárias de manejo das pastagens. maximum cvs. etc. como por exemplo o superpastejo. Para regiões de savanas úmidas. mostraram que o uso de herbicida foi eficiente na redução de invasoras. em que não houve ocupação efetiva da superfície do solo e submetidas à superlotação de animais. nestas áreas. Digitaria insularis (capim-amargoso). e que. MACEDO e ZIMMER (99). citando dados não publicados de Nunes e Kichel. Estas espécies exigem medidas mais freqüentes e rigorosas de controle. ARGEL e VEIGA (99) comentam que as condições climáticas e a diversidade de espécies de regiões do trópico úmido dificultam o estabelecimento e a persistência de pastagens.l A diversidade e a complexidade da vegetação nativa é um bom indicativo das invasoras que podem infestar as pastagens cultivadas nestas áreas. segundo DIAS FILHO (990). etc.

rabo-de-burro. alecrins. com pulverizador costal. enquanto que o emprego de herbicidas deve ser indicado somente quando o grau de infestação da pastagem for superior a 0-%.NUNES (999) relatou. Já com relação às pragas e doenças. a 0. apresentando valores de CDMA de R$ .0 a R$ 9. apesar de maiores valores para CDMA (R$ 9.ano). Caracterizada por ser de difícil erradicação. Os sistemas de limpeza com herbicidas (foliar com Burrojet. a substituição da vegetação  . além de serem menos exigentes quanto à escala de operação. com Link. A roçada manual. proporcionaram maiores valores para CS (0. cambará. etc. A ciganinha foi controlada por aplicações no toco./ha e de CS de 0.9 a 0. foliar com trator. no toco com costal. com resultados a longo prazo. as roçadas mecânicas dificilmente se justificam para infestações inferiores a 0%. UA/ha.). erva-de-rato. à infra-estrutura e arecursos humanos de qualidade.00/ha). conhecida como ciganinha. foi o sistema menos eficiente. UA/ha. Ainda com relação aos sistemas que empregam roçadas para limpeza de pastagens. o custo com a limpeza de pastagens pode representar até 0% dos custos de produção na pecuária de corte. PEREIRA (990a) comenta que a maioria das invasoras roçadas rebrotam com vigor (vassouras.de curta duração. De acordo com estas estimativas. nas concentrações de -%. que permanecem atuando no solo por  a  anos. sendo os benefícios proporcionados. apresenta vigorosa rebrotação causada por tratos mecânicos. devido ao poder residual dos herbicidas. Utilizou-se uma solução aquosa concentrada de Picloran que inclui corante na formulação. a R$ 9. por sementes e vegetativo. Neste contexto. e foliar com avião). exigindo maior escala de operação. guanxumas. amplamente utilizada em pequenas propriedades. após corte com enxadão. devido ao seu mecanismo de propagação. com valores para CS de 0./ha). infraestrutura e recursos humanos de qualidade. ANUALPEC(999) avaliou vários sistemas de limpeza de pastagens. assapeixe. Os sistemas deroçadas mecânicas (com trator. por meio de estimativas do custo direto médio anual (CDMA) e dos benefícios destes em termos de capacidade de suporte das pastagens (CS). com exceção da aplicação com avião. a ocorrência de Memora peregrina.9 UA/ha. apresentaram menores valores para CDMA (R$ .ano. recentemente. coerana branca. como planta invasora de pastagens degradadas do cerrado. e com subsolador).ano.

ou consorciação de espécies. . e fungos que atacam as sementes de capins. de B. capimgordura. em pastagens estabelecidas. 99). quando forem encontradas 0- ninfas grandes por metro quadrado (ALVES. SILVEIRA NETO. praticamente. brizantha . percevejos e lagartas são pragas secundárias. a queima controlada. em áreas com histórico de altas infestações e o controle químico. cochonilhas. cupins. a 0- cm). Kazungula. As formigas cortadeiras do gênero Atta e Acromyrmex são as de  AgriculturA e PecuáriA clímax. as cigarrinhasdas-pastagens são vistas como a principal praga. o uso de espécies resistentes. em média. VALÉRIO e KOLLER. por sua ampla abrangência e pelos danos econômicos que podem causar. jaraguá. Deois schach. para o estabelecimento de pastagens cultivadas. setária cv. Biloela). Estes fatos permitem que certas espécies sejam beneficiadas pela abundância de alimento e ausência ou diminuição da população de seus inimigos naturais e. e plantas cespitosas. ruziziensis. pela diminuição da diversidade biogenética. assim. Propostas para o manejo integrado das cigarrinhas-das-pastagens incluem: a diversificação e. B. além do aumento relativo da produção de matéria orgânica. o manejo adequado da carga animal. após as primeiras chuvas. 9. das condições climáticas e do manejo da pastagem. Makueni e Cynodon plectostachyuis. 9. dependendo das espécies forrageiras. o controle biológico. Como forrageiras resistentes citam-se: andropogon cv. Formigas cortadeiras. P. para as leguminosas. caracterizando. Planaltina. Dentre as doenças citam-se: a antracnose. quebra de cadeias alimentares e de ciclos de nutrientes. de capim-buffel (C. Pastagens exclusivas de B. e sua ocorrência pode desencadear o processo de degradação. reduzam em 0% a produção forrageira do pasto atacado. entre 0 e 90%. admite-se um prejuízo da ordem de % na produção de massa verde (ALVES. em 0 dias.99). PEREIRA. provocando prejuízos variáveis. maximum cv. decumbens. ocorrem em. podendo estar associada à gradagem.Nos ecossistemas de pastagens cultivadas brasileiras. As espécies de cigarrinhas Zulia entreriana. causa um desequilíbrio no ecossistema. de modo a evitar sobra de pasto (plantas estoloníferas não devem ser rebaixadas a menos de -0 cm. gafanhotos. ciliaris cv. todo o território nacional. Deois flavopicta. dentre as principais. o aparecimento de pragas e doenças. de capim-colonião e de pangola são suscetíveis às cigarrinhas. ou de espécies competidoras. Calcula-se que  cigarrinhas adultas por metro quadrado. 990b.

bem como na cobertura vegetal dos pastos.. humidicola é resistente e parece ter efeitos repressivos sobre populações de formigas (LAPOINTE e FERRUFINOC. M. por meio da utilização de fungos entomopatogênicos. ecológica e econômica para controle desta praga. maximum . em que não foi constatado redução na produção. Porém.. Cornitermes cumulans. estariam causando. B. As espécies de Acromyrmex mostram uma notória preferência por A. H. no trópico úmido. 00 cupinzeiros/ha . gayanus . há controvérsias quanto aos danos que. Os prejuízos causados pelas formigas são consideráveis. rufa. aumentando sua população com o passar do tempo mas. Brachiaria spp. decumbens é pouco atacada (antipreferência: antixenose). na qualidade. gayanus. Normalmente atacam pastagens estabelecidas. Quanto ao argumento que os cupinzeiros diminuem a área útil das pastagens. perdem cerca de  kg de forragem por dia. teria sua área útil reduzida em apenas % (um por cento) (EMBRAPA. No entanto. minutiflora. PEREIRA (990 b) comenta que pastagens contendo. limitam a movimentação de máquinas e. Centrosema spp. Os cupins de montículo. ALVES (99) sugere uma alternativa eficiente.. decumbens . por vezes. Desmodium spp. SILVEIRA NETO (99) cita um estudo para comprovar os danos diretos causados ao sistema radicular de forrageiras por estes insetos. 99). possivelmente. quando se compararam áreas infestadas (cerca de 0 cupinzeiros/ha) com outras não infestadas. reduzindo a produção forrageira e a área útil das pastagens. Caso não haja preocupação em controlá-los. por exemplo. e por P. podem ser encontrados infestando pastagens em diversas regiões do Brasil. principalmente para leguminosas como Pueraria phaseoloides. Mocis latipes . em função do ataque das formigas. maximum . uma pastagem com um número alto de. enquanto que B. ataca principalmente D. As lagartas (larvas de lepidópteros) são pragas esporádicas das pastagens que chegam a causar grandes perdas de biomassa quando da ocorrência de altas infestações. m  . A lagarta-dos-capinzais. nos ecossistemas de savana. Paspalum spp. altas infestações de cupinzeiros dificultam os tratos culturais.. 0 formigueiros/ha. considerando-se que um cupinzeiro ocupa uma área média de 0. Stylosanthes spp.. 99). podem causar sérios danos na fase de estabelecimento. e Setaria  . O controle desta praga é feito pelo uso de iscas de inseticidas químicos. em média. a dos próprios animais.maior importância para controle. Cynodon spp. A. P. e Leucaena spp. também. pastagens mais velhas tenderão a apresentar níveis de infestação mais elevados.

na região do trópico úmido praticamente todas as variedades de P. . Geralmente. Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária – Centro de Pesquisa da Pecuária Sudeste.CPPSE é: Rodovia Washington Luiz. para a manutenção das pastagens. maximum são afetadas pelo fungo Fusarium roseum.CPPSE. e Tilletia ayresii. que causa a “mela” das sementes. 99). Quanto às gramíneas. l Invasoras em Pastagens l As sementes de forrageiras como agronegócio no Brasil. Km  – CEP: 0-90. Finalmente vale ressaltar que se deve ler na integra o artigo: Degradação.br/publicacoes/publicacoes. Em cultivares de Cynodon dactylon . cujas referências completas se encontram abaixo.htm> e adquirir os seguintes documentos: l Controle de plantas daninhas em campos de produção de sementes de forrageiras. O endereço completo da EMBRAPA. após a emergência.embrapa. quando a população era de  lagartas/m. sua população aumenta depois de uma seca severa seguida de chuvas curtas e escalonadas. devese ir ao site da EMBRAPA . l Características agronômicas das principais plantas forrageiras tropicais. l Produção de Sementes de Gramíneas Forrageiras Tropicais. que causa a doença da semente chamada “cárie do sino”.. sendo amplamente difundida. podendo causar a morte de plântulas e. causada pelo fungo Colletotrichum gloeosporioides. São Carlos-SP. Estas doenças são fatores limitantes ao ressemeio natural desta espécie e. no começo da época das chuvas.cppse.reduzir o vigor das plantas. INDICAÇõEs DE LEITURA Com o objetivo de se obter mais informações sobre o assunto. O controle pode ser feito por meio do tratamento das sementes e pelo uso de variedades resistentes. conseqüentemente. foram observadas perdas de cerca de % de matéria verde. Telefone: ()  AgriculturA e PecuáriA spp.A antracnose. é uma doença que ataca as sementes de leguminosas tropicais em geral. especificamente no endereço: <http://www. Recuperação e Sustentabilidade de Pastagens Cultivadas. e de % quando esta era de  lagartas/m (LAPOINTE e FERRUFINO-C.

NOTESALQ Piracicaba. de 00.9 . . CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Aconselha-se que os documento indicados sejam lidos e caso ainda tenha dúvidas nesses textos existem uma série de outras indicações bibliográficas. livro. Anais de º Simpósio sobre Manejo de Pastagem. .com. de 00. out. Manejo de Pastagens: O que é e o que significa.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1355377?> acesso em  fev. fev. REFERêNCIAs ALMEIDA. Degradação. DA SILVA.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1459479> acesso em  fev. 0 p. n. Disponível em: http://www..usp. 00. você pode obter mais informações. v.. Forragicultura & Pastagens. Notícias da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Piracicaba.  p. º ed. Manejo de Pastagens. n.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/0792602> acesso em  de fev. Também no site: <www. Artigo de periódico. HADDAD. Carlos Guilherme Silveira.  . Referência completa disponível em: < http://dedalus.usp. Patrícia Menezes.usp. . Erros Comuns no Manejo de Pastagens e Outros Volumosos. disponível em: <http://dedalus. . v.br/arquivos/degradacaorecuperacao . Caixa Postal: 9. Piracicaba: FEALQ. 00. 999. de 00. p. Referências completas disponíveis em: < http://dedalus. C.br> acesso em  de fev. Recuperação e Sustentabilidade de Pastagens Cultivadas. de 00. de 00. 99. Roberto Giolo de.forragicultura. Também com o objetivo de se informar mais sobre o assunto segue as referências de alguns documentos: SANTOS. Monografia/livro. p. Referências completas disponível em: <http://dedalus.forragicultura. .br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1027406> acesso em  de fev. Sila Carneiro.com. artigos e periódicos. Referências completas.usp. Piracicaba: ESALQ. consulte-as. PEDREIRA. Fax: -. M.

pdf acesso em  de fev. de 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA sustentabilidadepastagens. Catálogo On-line Local – ESALQ. DEDALUS. Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária – Centro de Pesquisa da Pecuária Sudeste.CPPSE. Banco de Dados Bibliográficos da USP. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. disponível no endereço: <http://www. . de 00.embrapa. de 00.cppse.107. Disponível em: <http://143.125:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/> acesso em  de fev.br/publicacoes/publicacoes. de 00.htm> acesso em  de fev.EMBRAPA .253. Publicações. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de fev.

utilizando assim a quase totalidade do espectro solar. luz. pois possui. de minerais e proteínas. Introdução Nome científico da Spirulina “Cyanobactéria Arthrospira platensis” (Figura ). como o fósforo. mas é diferente destas.PRODUÇÃO DA sPIRULINA PALAvRAs-ChAvE Produção da spirulina. spirulina Informações sobre a produção da spirulina em tanque IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. os carotenóides e a ficocianina como pigmentos. Ela vive de fotossíntese como as plantas. nitrato e minerais. estas 90 . sobretudo provitamina A e vitaminas do grupo B. quase não é visível a olho nu. mm de comprimento. além da clorofila. é uma alga azul. porém nós a vemos verde e no microscópio ela parece com uma “mola” (). mas colore de verde a água em que vive. pois ela contém quantidades enormes de ferro. Sendo menor do que 0. Sua reprodução é assexuada e se dá por divisão de filamentos. Para se desenvolver necessita de água. o potássio e o ferro. o magnésio. Figura 1. vista microscópica de uma spirulina (1) A spirulina é interessante para a alimentação humana e animal. calor e dos elementos essenciais à vida das plantas: carbono. de vitaminas.

No Chade.podendo chegar a 0%. a spirulina é vendida nos mercados com o nome de “DIHÉ” e alimenta um tráfico intenso de caravanas. Além disso. sobretudo nos EUA onde é muito procurado como suplemento alimentar e. como na China. Propriedades Nutricionais da spirulina Proteínas :  % do peso (norma: >0) Glicídios :  % do peso Minerais :  % do peso (cinzas totais: <0) Lipídios :  % do peso Fibras :  % do peso Água :  % do peso (norma: <0) Conteúdo energético = 000 calorias ou