respostas

coletânea de
produzidas e veiculadas no âmbito do serviço brasileiro de respostas técnicas – sbrt

técnicas
01. AGRICULTURA E PECUÁRIA
OrganizaçãO

Oswaldo Massambani

01. Agricultura e pecuária 02. Alimentos e bebidas 03. Borracha e plástico 04. Brinquedos e jogos 05. Celulose e papel 06. Construção 07. Couro e calçados 08. Eletricidade, gás e água 09. Equipamentos de instrumentação médico 10. Equipamento de medida, teste, controle de automação industrial 11. Equipamento de segurança profissional 12. Gemas e metais preciosos

13. Madeira 14. Máquinas e equipamentos 15. Material eletrônico e aparelhos e equipamentos de comunicação 16. Meio ambiente, reciclagem e tratamento de residuos 17. Metal 18. Metalurgia básica 19. Minerais não metálicos 20. Mobiliário 21. Produtos químicos 22. Serviços industriais 23. Têxtil 24. Transporte e armazenagem 25. Vestuário e acessórios 

AgriculturA e PecuáriA

Universidade de são PaUlo reitora Suely Vilela vice-reitor Franco Maria Lajolo Pró-reitora de Graduação Selma Garrido Pimenta Pró-reitor de Cultura e extensão Universitária Ruy Alberto Corrêa Altafim - 2008-2009 Pró-reitora de Pesquisa Mayana Zatz Pró-reitor de Pós-graduação Armando Corbani Ferraz

aGênCia UsP de inovação Coordenador Oswaldo Massambani diretor Técnico de empresa e empreendedorismo Jose Antonio Lerosa de Siqueira diretor de Processos de inovação Claudio Tervydis diretor Técnico de Propriedade intelectual Maria Aparecida de Souza diretor Técnico de Transf. de Tecnologia Alexandre Venturini Lima diretor Técnico de inovações para sustentabilidade Elizabeth Teixeira Lima Pólo Pirassununga/Piracicaba Daniel Dias
Agência USP de Inovação Av. Prof. Luciano Gualberto, trav. J, 374 7º andar Prédio da Antiga Reitoria Cidade Universitária Butantã São Paulo - SP - Brasil 05508-010 Telefone: 11 3091 4495 www.inovacao.usp.br

Pólo ribeirão/Bauru Flávia Oliveira do Prado Pólo são Carlos Freid Artur Leonardo Augusto Garnica

Produção visual e web: Thais Helena dos Santos [ Midiamix Editora Digital ] 

respostas
coletânea de
produzidas e veiculadas no âmbito do serviço brasileiro de respostas técnicas – sbrt

técnicas
01. AGRICULTURA E PECUÁRIA
ORGAnIZAçãO

Oswaldo Massambani

01. Agricultura e pecuária 02. Alimentos e bebidas 03. Borracha e plástico 04. Brinquedos e jogos 05. Celulose e papel 06. Construção 07. Couro e calçados 08. Eletricidade, gás e água 09. Equipamentos de instrumentação médico 10. Equipamento de medida, teste, controle de automação industrial 11. Equipamento de segurança profissional 12. Gemas e metais preciosos

13. Madeira 14. Máquinas e equipamentos 15. Material eletrônico e aparelhos e equipamentos de comunicação 16. Meio ambiente, reciclagem e tratamento de residuos 17. Metal 18. Metalurgia básica 19. Minerais não metálicos 20. Mobiliário 21. Produtos químicos 22. Serviços industriais 23. Têxtil 24. Transporte e armazenagem 25. Vestuário e acessórios 

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O Programa Disque Tecnologia, em parceria com o Sistema Integrado de Bibliotecas, ambos da Universidade de São Paulo, está oferecendo ao público essa importante coletânea de respostas técnicas produzidas e veiculadas no âmbito do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT, abrangendo um conjunto de temas distribuídos por diversos setores da Indústria e da Agropecuária. O Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas é uma iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia, por meio do Programa Tecnologia Industrial Básica, com recursos dos fundos setoriais, mediante convênio com o CnPq. O SBRT resulta de parceria entre diversas instituições que dispõem de serviços de apoio às empresas nos moldes do Disque Tecnologia. São elas: o Centro de Desenvolvimento Tecnológico, da Universidade de Brasília; o CETEC, de Minas Gerais; o Disque Tecnologia/Agência USP de Inovação, da Universidade de São Paulo; a Rede de Tecnologia da Bahia (IEL); a Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro; e o SEnAI, do Rio Grande do Sul. Esse grupo de entidades técnicas é apoiado pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT, do MCT, e pelo SEBRAE nacional. A idéia básica que norteou a constituição do SBRT foi a de prover a informação tecnológica diretamente ao demandante e de acordo com sua necessidade específica; na verdade o SBRT é fruto da evolução da experiência brasileira com a organização de serviços de informação tecnológica a partir da década de 1970, desde o Centro de Informação Tecnológica do Instituto nacional de Tecnologia, em cooperação com a CnI, passando pelos núcleos de Informação Tecnológica apoiados pelo Programa TIB no âmbito do PADCT e também por diversas iniciativas como o Disque Tecnologia, cujo mérito é justamente o de prover respostas de forma mais direta e expedita. 

AgriculturA e PecuáriA

prefácio



Se na época das primeiras iniciativas a ausência de profissionais especializados, a mobilização de departamentos nas universidades e institutos de pesquisa e mesmo a disponibilidade de um computador eram obstáculos, hoje o acesso amplo à Internet, pode ser também um obstáculo de outra ordem, exigindo mecanismos que possam trabalhar a informação e mesmo buscar fontes mais adequadas; é esse o ambiente do SBRT: prover informações de baixa e média complexidade, em uma fase inicial e posteriormente atender também demandas de alta complexidade. O fato é que o SBRT se firmou como ferramenta de inovação no sentido lato e o simples registro sistemático das informações no seu portal se tornou um canal para futuros demandantes; também a publicação de algumas respostas em jornais tiveram sucesso, estendendo seu alcance. Por todas as razões, essa surpreendente e importantíssima iniciativa do Disque Tecnologia vem oferecer a evidência objetiva da informação útil e vem materializar na forma de livro todo um esforço dirigido à capacitação tecnológica da empresa e do empreendedor brasileiro. Foi com alegria e emoção que percorri as respostas procurando imaginar desde o demandante formulando a pergunta, passando pela complexa construção da resposta, até a sua entrega, muitas vezes decisiva para a viabilização de negócios, para a criação de empregos e para a conquista de mercados. É, portanto, com um sentimento de gratidão que registro a preciosa inspiração dos dirigentes da Agência USP de Inovação ao oferecer esse magnífico incentivo ao desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil. reinaldo dias Ferraz de souza Coordenador - Geral de Serviços Tecnológicos Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Ministério da Ciência e Tecnologia 

AgriculturA e PecuáriA

SUMário
Agropecuária em clima temperado............................................................. Alimentação bovina utilizando a uréia ....................................................... Amendoim ....................................................................................................... Amendoim forra geiro, palmito, pupunha ................................................. Ampliar a comercialização de plantas medicinais .................................... Apicultura ......................................................................................................... Aproveitamento de escamas e barbatanas de peixe ............................... Arroz preto iac 00.......................................................................................... Árvores avaliada .............................................................................................. Ataque da cochinilha da cultura da soja..................................................... Azeitona e oliveira .......................................................................................... Babosa aloe vera ............................................................................................. Balanceamento de ração para suínos ......................................................... Beneficiamento da bucha vegetal ............................................................... Beneficiamento de café ................................................................................. Beneficiamento de urucum .......................................................................... Beneficiamento do feijão .............................................................................. Biodiesel ........................................................................................................... Biodiesel de sebo bovino .............................................................................. Biodigestor ....................................................................................................... Bucha vegetal .................................................................................................. Bulbos de flores ............................................................................................... Café como vermifugo para suínos ............................................................... Calagem do solo ............................................................................................. Capim para gado leiteiro ............................................................................... Características do abacaxi goldem para cultivo ........................................ Cogumelo......................................................................................................... Colheita da laranja .......................................................................................... Combater fundo de solo de bananeira ....................................................... Comedouros individuais para cavalos ........................................................ Compostagem em leras................................................................................. Confinamento de boi e novilha .................................................................... Confinamento de ração para garrotes ........................................................ Construção de galpão para estocagem de café e milho.......................... Couro de caprino ............................................................................................ Criação de avestruz ........................................................................................ Criação de camarão ........................................................................................ 

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Criação de camarão de água doce...............................................................  Criação de caprinos ........................................................................................ 0 Criação de caprinos no estado de são paulo .............................................  Criação de ovinos............................................................................................ 9 Criação de ovinos em regime semi-intensivo ............................................  Criação de peixes: pirarucu, tambaqui, dourado e pintado .................... 90 Criação de peixes: tilápia, pacu e pintado .................................................. 9 Criação de suínos ............................................................................................ 0 Criação de tartaruga tigre d´água................................................................ 0 Criação de tilápia em tanques de pvc ......................................................... 0 Cruzamento de espécies no cultivo de pimentas .....................................  Cultivo de azeitona .........................................................................................  Cultivo de framboesa .....................................................................................  Cultivo de caqui ..............................................................................................  Cultivo de cogumelo do sol ..........................................................................  Cultivo de girassol orgânico..........................................................................  Cultivo de mamona e extração do óleo de mamona ...............................  Cultivo de melancias ...................................................................................... 0 Cultivo de morango-tomates orgânicos.....................................................  Cultivo de oliveiras .........................................................................................  Cultivo de pequi ..............................................................................................  Cultivo de pinus ..............................................................................................  Cultivo de pupunha........................................................................................ 0 Cultivo de soja .................................................................................................  Cultivo de suculentas .....................................................................................  Cultivo de tomate orgânico ..........................................................................  Cultivo e germinação do coqueiro anão .................................................... 90 Cultivo e mercado de plantas medicinais................................................... 00 Desinfecção de granjas de aves ................................................................... 0 Diferenças entre biodiesel e querosene vegetal ......................................  Doença em plantio de morango ..................................................................  Doenças em ovinos pododermatite ............................................................  Dormência do palmito pupunha .................................................................  Envasamento de mel em bisnaga ................................................................ 9 Equipamentos para biocombustível ...........................................................  Erva chamada tansagem ...............................................................................  Ervilha ............................................................................................................... 9 Exposição externa do falo de avestruz........................................................  Extração de óleo de gengibre.......................................................................  Extração de óleo de manjericão e ilinol ......................................................  Extração de soja .............................................................................................. 0

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AgriculturA e PecuáriA

Fabricação de ossinhos para cães ................................................................ Farelo de soja ................................................................................................... Fertilização do solo ......................................................................................... Fisiologia das frutas, fruticultura .................................................................. Fornecedores de máquinas para descascar girassol ................................ Frango ............................................................................................................... Gado leiteiro .................................................................................................... Gansos africanos ............................................................................................. Granja................................................................................................................ Jojoba................................................................................................................ Industrialização e exportação do Óleo da castanha do pará .................. Informações sobre irrigação de pasto, retirada do leite .......................... Instalação para produção de leite em pequena escala ............................ Legislação de plantio de árvores nativas, Orientações sobre o plantio e manejo do ipê roxo................................... Madeira guanandi........................................................................................... Manejo de cogumelos acarius bisporus ..................................................... Manejo de rebanho de vacas em lactação ................................................. Máquina para fabricação de ração .............................................................. Mata ciliar em nascente ................................................................................. Morcego ........................................................................................................... Mudas de jabuticaba ...................................................................................... Nutrição de búfalas ........................................................................................ Ovinocultura ovinocraprino.......................................................................... Pastagem em plantio de amendoim e pupunha ...................................... Penas de frango .............................................................................................. Plantação de palmito com criação de ovinos ............................................ Plantação de tomates .................................................................................... Plantio associado, eucalipto e mandioca ................................................... Plantio da espécie florestal teca ................................................................... Plantio de capim ............................................................................................. Plantio de eucalipto ....................................................................................... Plantio de eucalipto custo da produção ..................................................... Plantio de grão de bico e lentilha ................................................................ Plantio de limão .............................................................................................. Plantio de mamona - extração de óleo de mamona ................................ Plantio de mandioca ...................................................................................... Plantio de milho .............................................................................................. Plantio de seringueira e produção de latex ............................................... Plantio de tomate orgânico .......................................................................... Plantio e consorciamento do eucalipto ...................................................... 

     0 9 9 0 09  0  9       0 0     9 99 0 0          

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Plasticultura ..................................................................................................... Possibilidades de uso do soro resultante da produção de queijos ........ Pragas em mudas de eucalipto .................................................................... Pragas em pastagens ..................................................................................... Produção da spirulina .................................................................................... Produção de biodiesel ................................................................................... Produção de carne de caprino ..................................................................... Produção de carvão vegetal ......................................................................... Produção de cogumelo em estufa ............................................................... Produção de milho ......................................................................................... Produto alternativo para alimentação de tilapia....................................... Projeto de irrigação ........................................................................................ Psitacideos ....................................................................................................... Ração animal ................................................................................................... Ração para aves caipiras ................................................................................ Ração para avestruz........................................................................................ Ração para bovinos a base de amendoim.................................................. Ração para criação de frango ....................................................................... Ração seca para cães e gatos ........................................................................ Ranicultura ....................................................................................................... Reflorestamento.............................................................................................. Reflorestamento com cedro australiano .................................................... Reflorestamento de eucalipto ...................................................................... Reflorestamento de nascentes de água...................................................... Sincronização do cio em bovinos ................................................................ Sobras de palmito para alimentar vacas ..................................................... Subsolador na soca de cana.......................................................................... Usina de biodiesel........................................................................................... Uso de composto orgânico em cobertura de vasos e noções básicas de compostagem ....................................................................... Uvas sem sementes ........................................................................................ Variedades de café .......................................................................................... Viveiro de mudas ............................................................................................ Viveiro de mudas florestais ........................................................................... 

 0  90 9 9 0 0       9  0  0   9   90 9 9 0  0   

AgriculturA e PecuáriA



Clima temperado; culturas; plantação; atividade agropecuária

PALAvRAs-ChAvE

Gostaria de saber qual tipo de atividade agropecuária seria recomendada para a região de Cunha – SP.

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA

Uma região de clima temperado apresenta uma temperatura que varia regularmente ao longo do ano, com a média acima de 0º C, nos meses mais quentes e entre -º e º C, nos meses frios. Possui quatro estações bem definidas: um verão relativamente quente, um outono com temperaturas gradativamente mais baixas com o passar dos dias, um inverno frio, e uma primavera, com temperaturas gradativamente mais altas com o passar dos dias. Umidade depende da localização e condições geográficas de uma dada região. Nas regiões dos oceanos localizadas em regiões de climas temperados, diz-se que possuem águas temperadas. O clima determinado subtropical úmido é uma variação do clima temperado, presente também no Brasil. Tal clima usualmente acontece no interior de continentes ou nos litorais à leste de tais continentes, entre latitudes de °e 0. Ao contrário de climas mediterrâneos, uma zona de clima subtropical possui verões úmidos dado massas tropicais instáveis. Localizada no Alto Paraíba, o município de Cunha ocupa 0 km² de colinas e montanhas aninhadas entre as serras da Quebra-Cangalha, da Bocaina e do Mar. Limita-se com Ubatuba, São Luiz de Paraitinga, Lagoinha, Guaratinguetá, Lorena, Silveiras, Areias, São José de Barreiro no estado de São Paulo e Angra dos Reis e Paraty no estado do Rio de Janeiro. A altitude media é de .00 metros e os pontos mais altos são o Pico da Pedra da Macela (.0 metros) e o Pico do Cume (0 metros). O clima é temperado e seco, com variações de temperatura de - a °C 

sOLUÇÃO APREsENTADA

AgriculturA e PecuáriA

AGROPECUÁRIA EM CLIMA TEMPERADO

no inverno e de  a °C no verão. Cunha recebeu a denominação de Estância Climática em 9. Sua população atual gira em torno de .000 habitantes, a maioria (0%) dos quais reside na zona rural. Atualmente as principais atividades econômicas são a pecuária leiteira e de corte e as culturas de milho, feijão e batata. Nos últimos anos vem crescendo o turismo como nova atividade do município, assim como a produção de trutas, cogumelos e artesanato. Destaca-se também a cerâmica de alta temperatura, que tem atraído muitos turistas. Alguns cultivos podem ser sugeridos, como:
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A alfafa, que embora seja uma planta típica de clima temperado, apresenta capacidade de adaptação a grande variedade de climas e altitudes, podendo ser cultivada tanto ao nível do mar, quanto em altitudes elevadas. Quanto à temperatura ambiente, a alfafa de flor amarela (Medicago falcata) sobreviveu a temperaturas inferiores a -ºC no Alasca e algumas variedades comuns (Medicago sativa) foram cultivadas no Vale da Morte na Califórnia, EUA, onde ocorrem temperaturas de até ºC. O pêssego e a nectarina são frutas muito apreciadas no mundo, pelo sabor, pela aparência e pelo seu valor econômico no âmbito da cadeia produtiva.

O abastecimento nacional provém de cinco pólos nacionais de produção: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. O período de oferta inicia em setembro com a produção paulista e conclui em fevereiro com a produção gaúcha. A ameixa, a amora-preta, o morango e as uvas viníferes e uvas americanas também são culturas possíveis para este tipo de clima.

CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs
A implantação de atividade agropecuária é dependente do clima, mas também do tipo de solo e outros fatores que poderão indicar a melhor atividade a ser executada. Recomenda-se o contato com a Prefeitura do Município para a adequação dos processos legais envolvendo atividade agropecuária e para saber quais são as possibilidades de produção da região. 

Embrapa .gov.sp. Acesso em:  de set.gov.cunha.br/sistemas/index.ciagri. Acesso em:  de set. 00. Acesso em:  de set. 00. Adriana Sabino Sotolani NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de set 00  AgriculturA e PecuáriA A Empresa Júnior da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz – USP faz consultoria referente ao assunto e pode ser de grande ajuda para a escolha da melhor atividade para o local. Disponível em: <http://www. 00. Acesso em:  de set 00.br>. Esalq Júnior. FONTEs CONsULTADAs Wikipedia. ESALQ Jr.br>. Acesso em:  de set. 0 . Disponível em: <http://www.sistemas de produção. Disponível em: <http://www.br/~esalqjrc>. 00. embrapa. Prefeitura Municipal da Estância Climática de Cunha.wikipedia.cunhatur.Sala 0 - Piracicaba – SP Fone/Fax: (9) 9-99 Sugere-se também consulta à Embrapa. Disponível em: <http://www. Consultoria Av.com. Acesso em:  de set.cpact. Carlos Botelho.Prefeitura Municipal da Estância Climática de Cunha.usp.sp. . que apresenta informações sobre as diferentes atividades agropecuárias desenvolvidas em clima temperado. 00. Disponível em: <http://www.br>.cunha.com>.htm>. Disponível em: <www. Cunhatur.

todavia. por exemplo. desenvolvido pelo professor Sebastião Valadares da Universidade Federal de Viçosa.  . alimentação de ruminantes. O professor Paulo Leme sugere que o balanceamento do alimento deve ser feito por um programa de computação para alcançar melhores resultados e informa que existem vários programas de computação para cálculo de rações e formulação disponíveis no mercado e um deles é o Super Crac. usar a uréia como alternativa para diminuir o custo do preço do leite e ainda garantir as proteínas necessárias. muita proteína degradável na formulação da ração não permite adição de uréia. uréia. conhecendo cada um de seus componentes.ALIMENTAÇÃO BOvINA UTILIzANDO A URéIA PALAvRAs-ChAvE Alimentação bovina. Segundo o professor e doutor Paulo Roberto Leme do Departamento de Zootecnia da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da USP é possível sim. A uréia seria uma alternativa para diminuir o custo da alimentação de vacas leiteiras e ainda garantir as proteínas necessárias para os animais? Como posso utilizar a uréia na alimentação sem que as vacas se intoxiquem? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A alimentação de animais em geral deve ser bem estudada e equilibrada para se obter os resultados esperados. afirma o professor que a quantidade de uréia depende dos demais ingredientes da ração. alimentação alternativa de bovinos. Departamento de Zootecnia telefone () 99-0. Para isto é necessário fazer um estudo completo da ração ou alimento que se está oferecendo.

Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa. telefone () 99. http://www. 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs . Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa.br/ telefone () 99- Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  Jan. doutor Paulo Roberto Leme. REFERêNCIAs Professor.usp. doutor Sebastião Valadares.ufv.br .Contatar O professor. telefone (9) -9 Professor.fzea. Departamento de Zootecnia da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo. doutor Sebastião Valadares. www.

Inspecionar o armazém freqüentemente. A armazenagem deve ser feita em cima de estrados. . 9.  . pássaros. 0. Fazer o controle de insetos e roedores. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com a pesquisadora da EMBRAPA. Não superlotar o armazém . . insetos em geral. . Técnicas de armazenagem do amendoim em cascas. se for o caso. . Monitorar a umidade relativa do ar (UR) que deve ser inferior a %. O expurgo deve ser realizado sob a orientação de um agrônomo ou técnico agrícola que poderão oferecer orientação quanto a novas regulamentações. . fumigando sempre que necessário. Certificar-se que o armazém não esteja isento de infiltrações. para detectar se algo está errado.AMENDOIM PALAvRAs-ChAvE Amendoim. Não fazer pilhas muito altas. para eliminar terra e todas impurezas que possam vir do campo. . . Permitir boa ventilação do ambiente com sistema de exaustão. Armazenar o amendoim sempre em casca. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Algodão. . Fazer pré-limpeza. mantendo uma distância de 0cm das mesmas. Manter o armazém sempre limpo. Não apoiar os sacos de amendoim nas paredes. . Tais Suassuma a armazenagem do amendoim deve se considerar que: . armazenagem do amendoim. para facilitar as operações e inspeções.

Sugere-se consultar um agrônomo ou técnico agrícola para maiores esclarecimentos . REFERêNCIAs Tais Suassuma. pesquisadora da EMBRAPA. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Algodão. 00 9 AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .

o cultivo do amendoim forrageiro em plantações de pupunha reduz o custo com o roçado.pdf 0 . no caso de plantios recentes. Este controle também é desejável para a produção de palmito. PUPUNhA PALAvRAs-ChAvE Amendoim forrageiro.cpafac. qual será quantidade de água e nutrientes se a área estiver coberta com amendoim forrageiro? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo o pesquisador Judson Ferreira Valentim da EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – do Acre. durante a formação de um broto novo a perda do perfilho principal.br/amendoim. PALMITO. Entretanto. mantém a umidade do solo e proporciona maior produção de nitrogênio no solo. a planta pode necessitar de maiores nutrientes.br/radar/CULTIVO%20DA%20PUPUNHEIRA. devese tomar o cuidado de controlar a biomassa do amendoim na área de entorno da planta.ceplac. Porém. mesmo estabilizada. pupunha. assim.AMENDOIM FORRAGEIRO.embrapa.cpafac.htm Sobre o cultivo da pupunha ver: http://www. pois a agressividade do sistema radicular do amendoim forrageiro compete com a planta nova por nutrientes e água podendo.gov. sOLUÇÃO APREsENTADA REFERêNCIAs A EMBRAPA-ACRE possui vários trabalhos sobre o amendoim forrageiro disponível para download http://www. prejudicar a sua capacidade produtiva na fase adulta.embrapa.br/ http://www. palmito Saber a dosagem necessária de água e nutrientes aplicados à plantação de pupunha destinada à extração do palmito. pois o objetivo aqui é apenas o controle do roçado e.

00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL .Wladimir Barbieri Junior  de mar.

br/.br/ Caso deseje realizar o cultivo orgânico de plantas medicinais plantas.ambrosifarma.br/ Na área de condimentos poderão ser contatadas as empresas: Damm: http://www. Para a área de plantas medicinais sugerimos que consulte estas empresas que já fazem este contato entre o produtor e o consumidor. plantas medicinais. produção.fuchs-gewuerze.org/publications/traficc_portu. contactar a AAO .santosflora. Exploração. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Existem empresas especializadas em colocar produtos.AMPLIAR A COMERCIALIzAÇÃO DE PLANTAs MEDICINAIs PALAvRAs-ChAvE Plantas condimentares. Esclarecemos que não mantemos nenhum vínculo comercial ou institucional com essas empresas e que os nomes delas aqui são sugestões para auxílio.com.com. Disponível em: http://www. Sugerimos também a consulta do relatório Plantas medicinais do Brasil: aspectos gerais sobre legislação e comércio.com. entre outros. à disposição de fabricantes de medicamentos fitoterápicos ou mesmo a disposição do público consumidor. É produtor e deseja comercializar plantas secas condimentares e medicinais para mercados potenciais.br/ Fuchs: http://www. Comércio e conservação. aao. como plantas medicinais e condimentares.com. transporte e comércio. tais como: Quimer: http://www.traffic.br/ Santosflora: http://www.br/ Ambrosiana: http://www.org.pdf sOLUÇÃO APREsENTADA  . que traz informações sobre: Instrumentos legais relacionados às plantas medicinais.damm.Associação de Agricultura Orgânica em http://www.quimer.com.

00. QUIMER ervas e especiarias.gov.gov. Disponível em: <http://www. 00.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Além de consultar essas empresas é necessário que o produtor tenha a licença do IBAMA de produtor rural para comercializar legalmente. Departamento de Farmácia.fuchs-gewurze.ambrosifarma.com.com. 00.Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Av.MA tel:(9) -00/-00/- fax: (9) - Mais informações no site do IBAMA http://www.ibama.damm. SP . 00. br/>.br/ METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA AMBROSIANA ervas medicinais. Acesso em:  de fev.br/>.  AgriculturA e PecuáriA INDICAÇõEs . nº  – Centro . Lineu Prestes. Acesso em:  de fev.ibama.com. Disponível em: <http://www. FUCHS. br/>.br/>. O IBAMA em São Luiz está localizado na Avenida Jaime Tavares.CEP: .quimer. Disponível em: <http://www. 0 Butantã 00900 .0-0 – São Luís . Disponível em: <http://www. Acesso em:  de fev. DAMM Produtos Alimentícios.EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: Professor Doutor Paulo Chanel Deodato de Freitas Universidade de São Paulo. 00. IBAMA .Brasil Telefone: ()09- Email: lenach@usp.Sao Paulo. Acesso em:  de fev.com.br/>. Faculdade de Ciências Farmacêuticas. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de fev.

00.Santosflora ervas medicinais e aromáticas. Marcus Vinícius M. Disponível em: <http:// www. MARTINS. Ximena.traffic.santosflora.pdf>. Disponível em: <http:// www. Acesso em:  de fev. BUITRÓN.com. Acesso em:  de fev. Plantas medicinais do Brasil: aspectos gerais sobre legislação e comércio. Lúcia Helena de.org/publications/traficc_portu.. SILVA. OLIVEIRA. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev. 00  .br/>. Suelma Ribeiro. 00.

Esta criação é feita pelo apicultor. abelhas operárias e zangão. Dela dependem todas as atividades relacionadas à produção de mel. por se constituir na única fêmea reprodutora da colméia. basta dizer que é possível transformar um apiário. em um mês. em colméias mansas.Apicultura. simplesmente trocando as rainhas. Se o mel for produzido em regiões onde não se utilizam agrotóxicos e nem produtos químicos. de forma a substituí-las por rainhas de linhagens melhoradas. Para se ter uma idéia de sua importância. pólen. mel. composto de colméias com abelhas agressivas. comportamento de defesa e resistência às doenças das demais. não é sempre que uma rainha em declínio é reposta. abelha. as abelhas iniciam a criação de nova rainha. mais comum. como observaremos a seguir. geléia real. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Apicultura é a arte de criação de abelhas para a obtenção de mel. A abelha rainha A rainha é a mãe das abelhas da colméia. devido à incapacidade de manter uma produção adequada. O mel é obtido a partir do néctar das flores. Enfim. PALAvRAs-ChAvE Informações gerais sobre como iniciar criação de abelhas. Este comportamento é mais acentuado em colméias fortes porque as abelhas são mais exigentes. Porém.  AgriculturA e PecuáriA APICULTURA . quando as abelhas reconhecem que a rainha está comprometida. produzindo menos ovos do que a colméia precisa. sadias e produtoras. a colméia passa por um processo de troca de rainha. De forma natural. O fato acontece quando a rainha morre ou. doentes e pouco produtivas. fazem parte de uma terminologia toda própria. Quando a rainha começa a falhar. criação de abelhas. Rainha. ele é considerado orgânico. ela é a chave de tudo. cera ou polinização de pomares. própolis.

antecipando a chegada das rainhas. zangões e rainhas  . depois se viram sozinhos. O zangão Os zangões são maiores que a rainha e operárias e se caracterizam por não ter ferrão. e depois voam diariamente. Então. inibidos de se desenvolver (por ação de feromônios provindos da rainha e das crias). naturalmente. os ovários das operárias são. Nos primeiros momentos são alimentados pelas operárias. Quando abundante o alimento. Os primeiros vôos duram entre  e  minutos e servem de orientação. se limpam. as operárias alimentam a rainha em maior proporção.As abelhas operárias: As operárias de abelhas melíferas são incapazes de se acasalar. que são os lugares onde os zangões voam. podem produzir ovos que dão origem a uma descendência de zangões. Existe uma relação entre rainhas e operárias: sem a rainha. Dentro do que se conhece o zangão não executa nenhuma tarefa e sua única função é buscar uma rainha fora da colméia. O zangão leva  dias para emergir como adulto. A maioria dos zangões fazem seu primeiro vôo com  a  dias. Numa colônia normal. com a qual aumenta a postura de ovos. Existem várias áreas de congregação de zangões dentro dos limites de vôo das rainhas (90 a 0 m do apiário). a colônia morrerá e sem as operárias. os zangões se alimentam. a rainha não será capaz de sobreviver. com especial atenção às antenas e aos olhos. O trabalho da colméia é feito pelas operárias e sua divisão é controlada pelos feronômios da rainha. O vôo de acasalamento é feito por zangões de mais de  dias. mas tem pequenos ovários que. Antes do vôo. estimulam as operárias a trabalhar. Acasalamento O acasalamento entre zangão e rainha ocorre em áreas de congregação. em outras palavras. que. quando apresentam espermatozóides maduros. Uma pequena quantidade de operárias tem controle sobre a rainha. pagando com sua vida na copulação. que é como uma máquina de por ovos. em condições favoráveis.

em menos de  segundos. A ejaculação separa a rainha e o zangão. para que no início da florada as colônias já estejam restabelecidas. é bom frisar que as rainhas velhas e com problemas devem ser substituídas logo que percebidas.. geralmente entre 0 e  m de altura. A substituição programada deve ser feita com base no seu período médio de vida que. Isto funciona para que as operárias tenham a certeza que ela foi fecundada e que vai iniciar a postura dentro de poucos dias. A copulação é rápida e espetacular. Após a cópula e a morte do zangão. . os zangões rapidamente se orientam para a rainha. MANEjO DE APIÁRIOs Como avaliar a qualidade da rainha? Não se pode julgar a capacidade de uma rainha simplesmente a olho. quase sempre a rainha retorna para a colméia com o resto da genitália do macho. com os zangões liberando seu sêmen no orifício genital da rainha. O número de vôos da rainha depende da quantidade de esperma que entra na espermateca. que morre minutos após o acasalamento. Para tal julgamento interessa a sua capacidade de postura. Mas. De quanto em quanto tempo deve-se substituir as rainhas? A melhor época para a substituição é 0 a 0 dias antes da florada. Quando a rainha apresenta cerca de  milhões de espermatozóides. a capacidade das abelhas para a produção de mel. em condições brasileiras está ao redor de 0 me AgriculturA e PecuáriA têm numerosas opções para o acasalamento e ele tende a acontecer longe de seus próprios ninhos. preso a sua câmara vaginal. O acasalamento ocorre em vôo livre. usando pistas químicas e visuais. As rainhas comumente realizam o vôo nupcial entre o º e o º dia e podem ser fecundadas em média por 0 a  zangões em um único vôo nupcial. ela não sai mais para o vôo nupcial.Uma vez que a rainha chega à área de congregação. a resistência a certas doenças e. as características da colônia. as probabilidades de enxameação da sua descendência. o mais importante.

substrato para depositar as larvas. sendo sempre necessário uma alimentação de reforço ou estimulante. PRODUÇÃO DE RAINhAs PARA COMERCIALIzAÇÃO Na produção comercial de rainhas em grande escala pelo “método Dootitle” são necessários: cúpulas artificiais de cera ou plástico. se o apicultor precisa produzir poucas rainhas(-0). sarrafos porta-cúpulas. conta-gotas para pingar o substrato. existem  outros métodos: • Alley . estilete para transferência de larvas. que tenham algum controle genético. vai precisar só de uma gaiola pequena para remover a rainha junto com algumas operárias. os padrões de consumo devem ser mais rigorosos. nesse caso. vitaminas. AsPECTOs ECONôMICOs/COMERCIAIs/GERENCIAIs Nos anos 0. lâmpada para iluminar as células contendo as larvas e telas excluidoras de rainhas. Porém. A troca de rainha deve ser planejada com antecedência e o apicultor poderá produzir rainhas de suas melhores colméias ou adquiri-las de algum centro produtor.  . as substituições devem ser programadas em ciclos de 0 meses. onde é preciso sarrafo com abertura das células para baixo e quadro de madeira • Miller . o mel deve ser tomado para se obter um melhor rendimento físico e intelectual. Nesse caso. para prevenir ou sanar eventuais deficiências alimentares em aminoácidos. ajudando no rejuvenescimento. Em princípio. Como alimento. etc. Também pode ser usado como medicamento.ses. em vários casos. Mas. o mel tornou-se o mais novo produto apícola a ser explorado. quadros porta-sarrafos. sais minerais. A indústria de cosméticos mostra uma grande quantidade de produtos de beleza. atuando principalmente na renovação das células da pele. para que a rainha possa fazer a postura regularmente e expandir a população para poder usufruir o máximo na entrada do fluxo forte de alimento. onde é necessário simplesmente uma faca quente para cortar e remover as células reais do favo.

l O mel é alimento. geleia real. o que representa um aumento de % em relação ao ano anterior. enxames. retirada dos botões florais. O destaque dá-se pela grande variedade de plantas melíferas possibilitando produção variada em termos de sabor e aroma. Limoeiro do Norte e São João do Jaguaribe. Produzida por glândulas especiais situadas no abdome das abelhas operárias. É usada pelas abelhas para fechar as frestas e a entrada do ninho. medicamentos e velas são as principais consumidoras. sido atingidas por doenças causadas pelo uso de antibióticos nos apiários. milhões com exportações. principalmente. O estado é o segundo do nordeste em produção atrás do Piauí. as colméias da China. As regiões do Ceará que mais produzem mel são a do Cariri e do Baixo Jaguaribe. bem como é utilizado na área cosmética. As indústrias de cosméticos. Tabuleiro do Norte e Palhano. gemas e dos cortes nas cascas dos vegetais. uma vez que a oferta é menor que a demanda. Própolis Substância resinosa. dentre os estados brasileiros produtores e exportadores de mel destaca-se o estado do Ceará que no ano de 00 acumulou divisas de US$ . como: própolis. adesiva e balsâmica elaborada pelas abelhas a partir da mistura da cera e da resina coletada das plantas. pelas indústrias de cosméticos e farmacêutica.l l O mercado nacional ainda está no começo o que significa que ainda há espaço para novos empreendedores. É usada. O Brasil entrou no mercado internacional após terem. No entanto grande parte da produção é exportada e. Cerca de % da própolis produzida no Brasil é exportada. OUTROs PRODUTOs: Cera Utilizada pelas abelhas para construção dos favos e fechamento dos alvéolos. principalmente 9 AgriculturA e PecuáriA vANTAGENs DA APICULTURA: qualquer região é adequada segundo pesquisas realizadas a atividade possibilita bom retorno uma vez que o produto pode ser comercializado tanto no mercado nacional co mo ser exportado l além do mel há outros produtos que são comercializados. bem como a abelha rainha. .

Polinização A polinização é a transferência do pólen (gameta masculino da flor) para o óvulo da mesma flor ou de outra flor da mesma espécie. Jabuticabeira. Geléia real A geléia real é uma substância produzida pelas glândulas hipofaringeanas e mandubulares das operárias com até  dias de idade. cafeeiro. em cápsulas ou tabletes. Pólen apícola Gameta masculino das flores coletado pelas abelhas e transportado para a colmeia para ser armazenado nos alvéolos e passar por um processo de fermentação. Alimentação das abelhas A alimentação. é um xarope feito de água e 0 . Pólen e néctar devem estar disponíveis em grandes quantidades e variedade durante todo o ano o que evita períodos de escassez. Só após essa transferência é que ocorre a formação dos frutos. pessegueiro. seco. eucalipto. Entre tantas plantas melíferas citamos algumas: abacateiro.para o Japão. É usada como alimento das larvas e da rainha. É importante saber que devido ao sabor e aroma das flores. É utilizada pelas indústrias de cosméticos e medicamentos. é produzida por alguns apicultores para comercialização in natura. ótimas instalações e força de vontade não são suficientes. comercializado misturado com o mel. Neste caso saber escolher bem o local onde instalar o apiário é fundamental. girassol. mas é imprescindível oferecer às abelhas boa alimentação que é composta de néctar e pólen. O nosso país é rico em plantas melíferas até mesmo em regiões secas. Plantas Melíferas Ter excelentes abelhas. as abelhas têm preferências por umas plantas mais do que por outras. É usado como suplemento alimentar. laranjeira. Usado como alimento pelas abelhas na fase larval e abelhas adultas com até  dias de idade. misturada com mel ou mesmo liofilizada. alecrim. no início da formação.

com mel. Os apiários são formados por colméias o que facilita dimensionar o tamanho do negócio: um apiário de  a 0 colméias é.com consistência parecida com a do leite condensado. Apiários Os apiários podem ser fixos ou migratórios (apicultura migratória) neste caso o objetivo é a polinização.O alimento das abelhas operárias e zangões até o terceiro dia de idade e para a rainha para toda a sua vida é a geléia real. Colheita. . Os apiários devem distar 00m de residências ou instalações de animais. uma substância mole. Este xarope fica disponível por 0 dias. etc) l pelo seu estado ou densidade (virgem ou cristalino) l Formação dos apiários Há. É produzida pelas glândulas hipofaríngeas situadas na cabeça das abelhas operárias-nutrizes de  a  dias de idade. pólen e água por elas ingeridas.  AgriculturA e PecuáriA açúcar e que deve ser renovado a cada  dias. O período de decantação é de  dias depois dos quais o mel deve ser armazenado em potes plásticos para alimentos. Classificação do mel Há várias maneiras de se classificar o mel: l pela sua origem ou qualidade (mel de eucalipto. para treinamento. dois períodos mais favoráveis para implantação de apiários: de Agosto a Março e de Setembro a Janeiro sendo este o melhor período por ser de floradas. ácida. esbranquiçada. Os quadros cheios de mel (melgueiras) devem ser retirados e levados para um cômodo próprio para este fim sendo colocados em uma centrífuga que permite a saída do mel que é armazenado em um utensílio de aço inox para decantação. decantação e armazenagem A colheita do mel é feita com uma ferramenta que recebe o nome de garfo desoperculador. no Brasil. de assa-peixe. de cheiro típico. em geral.

com. e entre as laterais de 0. a . podendo ainda ser gramado para evitar ratos e formigas.sebraees.com.gov. A iniciação de um apiário pode ser por atração ou iscagem de colméias utilizando-se de cera alveolada com adição de algum produto atrativo que poder ser capim santo.sebrae. As colméias devem ficar debaixo de árvores ou perto de modo a tomar sol ainda que seja somente o sol da manhã.mg.htm CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs É importante ter em mente que na apicultura é muito importante se preocupar com a preservação e com a expansão do pasto apícola. plano.br/cadeiasprodutivas/%7B7BA65001-A124-47B8A543-2BA23E626FFF%7D.agridata. O terreno em volta dos apiários deve ser.htm http://www2. pois sem flores não existe apicultura.com. etc na forma de chá ou mesmo comprando enxames.sebraern.Entre apiários deve-se deixar de  a  metros de distância. roçado e limpo. entre fundos.ba.com. digita api- ário. A água deve ficar há 00m do apiário. clicando na palavra apiário http://www. INDICAÇõEs Alguns links interessantes para consulta: http://www. erva cidreira.php www.br clicando no ícone idéias de negócios.asp http://www.br/apicultura/programa.br/pecuaria/apicultura/index.00 metro. preferencialmente.criareplantar.br/apicult. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia  .

sebrae. Disponível em: <http://www.br/IdeiasNegocios/pag_mos_ide_ neg. 00.ba. Acesso em  de jan.com.asp?tipoobjeto=3&objeto=273&botao=0>.asp>. PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA APICULTURA NO RN. Disponível em: <http://www. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jan. Acesso em  de jan. Apiário: criação de abelha e produção de mel. Acesso em  de jan.criareplantar.br/Aprotec/resposta. SEBRAE ES Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo. Disponível em: <http:// www.br/apicultura/programa. 00. Disponível em: <http://www.com.usp.htm>. Acesso em  de jan.asp?Resp=44>. Acesso em  de jan. Apicultura. 00.com. Disponível em: <http://www2.br/ cadeiasprodutivas/%7B7BA65001-A124-47B8-A543-2BA23E626FFF%7D.Tecnologia Apropriada.cecae. 00. Apicultura.sebraees.php>.sebraern. SEBRAE BA Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas da Bahia. Apicultura. 00.com.CRIAR E PLANTAR. . 00  AgriculturA e PecuáriA APROTEC .br/pecuaria/apicultura/index.

É possível aproveitar escamas. esse é ainda um processo embrionário. usados em ração animal. em pratos diferenciados e até mesmo na fabricação de remédios. no qual seu alto valor nutritivo é usado para produção de diversos insumos com fins comerciais. tais como espinhaço. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Hoje em dia. ainda sob maiores estudos. por se tratar de  sOLUÇÃO APREsENTADA . Há estudos sobre o aproveitamento de diversas partes descartadas do pescado (vide link para tese em referências). diversos estudos e projetos têm como objetivo aproveitar os resíduos de peixes que sobram quando são cortados e limpos para serem vendidos nos mercados. aproveitamento de resíduos de peixe. muitas vezes não havendo sequer maquinário especializado para separar e tratar esses insumos. Mesmo assim.APROvEITAMENTO DE EsCAMAs E BARBATANAs DE PEIXE PALAvRAs-ChAvE Aproveitamento de escamas. que são jogados fora e quer saber que tipo de máquina pode ser utilizado para ajudar a processar esses materiais para vender comercialmente. barbatanas e intestino de peixe para fins comerciais? Quais os métodos indicados? Qual é a máquina mais apropriada que pode utilizar? Verificou que há restos de peixes. Tais excedentes têm sido reaproveitados para a fabricação de farinhas de alto valor nutritivo. gerando um excedente. muitos governos municipais e estaduais têm se interessado por tais projetos (vide link em referências). cabeça e bucho. aproveitamento de barbatanas de peixe. um mercado muito promissor. No entanto. feiras e supermercados. criando assim. sendo usada máquinas de desossar e triturar frango como auxílio improvisado.

cttmar.br E-mail: costasul@costasul. 0 . Tese da Doutoranda Fernanda Terra. MHC. ou consultoria.univali.Machados CEP: -000. entrar em contato com as empresas listadas abaixo que já utilizam métodos para o aproveitamento de resíduos de pescado para averiguar se o maquinário que eles usam pode ser utilizado nessa empreitada. e que tipo de ajuda.php?id=3 acesso em:  de jul.com.br  AgriculturA e PecuáriA um mercado que além de evitar gastos. pode gerar renda e empregos para as empresas e para população. também. 0 .br/index_spp.br Costa Sul Pescados Ltda. entrar em contato com o Governo do Paraná. . há mais indicações de fornecedores caso seja necessário. eles possam vir a prestar.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se consultar a tese da pesquisadora Fernanda Terra.com. que trata do reaproveitamento de refugos de pescado para produção de insumos para o mercado.costasul.Tel: () -00. Na própria tese. Site : http://www. o que seria benéfico para ambos os lados. Contato: Governo do Paraná .Centro 000-00 .Secretaria do Trabalho.00 Indica-se. Indústria Alimentícia e Negócios da Pesca Rua Orlando Ferreira. além de fornecer algumas dicas e métodos de como proceder nessa área. Rua Geral de Machados.  – Machados CEP: -000. pois muitos trabalhos nessa área estão sendo desenvolvidos.com.gep.Curitiba – Paraná . abrir espaço também para um convênio e troca de experiências. O que pode. Disponível em: http://www. Por fim.End: Rua Pedro Ivo. alguns métodos. Tel: () -0 / -0 / - E-mail: mhcpesca@uol. Emprego e Promoção Social .

Rua Aníbal Gaya.gov. 0 – Centro. Emprego e Promoção Social do Paraná. CEP: -000 Tel: () -9 / - Yarapesca Captura Indústria e Comércio da Pesca Rua  de Agosto. Disponível em: <http://www. 0 .pr.Leardine Indústria e Comércio de Pescados Ltda. Trabalho.  .com. Tel: () -0 / -0 Site: http://www.br Indústria e Comércio de Pescados Dickison Ltda.setp. CEP: -000 Tel:() -0 / -0 REFERêNCIAs SECRETARIA de Estado. Acesso em:  de jul.php?chave=288*41*6902&id =21>.00  .São Domingos. End: Av José Francisco Laurindo.br E-mail: leardine@melim.com.leardine.br/setp/imprensa/index. Rodrigo Ravani Gurgel NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul.São Domingos CEP: -000. 00. Matinhos aproveita resíduos do pescado”.

e em terreno arenoso. em regime alagado. bem como para saber do resultado das pesquisas do Pólo Tatuí. arroz preto. Plantação essa que poderá contar inclusive. setor de sementes. o que faz com que ele não tenha tempo para se restabelecer se houver qualquer tipo de estresse durante a produção. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs  AgriculturA e PecuáriA ARROz PRETO IAC 600 . pois seu ciclo é curto.  hectares de arroz preto. Essa irrigação não fará o papel de encharcá-lo. segundo ele. de 00 a 0 dias. em solo não alagado. mas de manter o solo constantemente úmido. sOLUÇÃO APREsENTADA Recomenda-se manter contato com o Instituto Agronômico de Campinas. se houver um bom sistema de irrigação. só após a conclusão desses estudos e testes. ele disse que pode apresentar bons resultados em áreas de terreno arenoso. No entanto. para saber quando elas estarão disponíveis. Nesse sentido ele indica que.Arroz. para avaliar a resposta do produto à região que vai ser plantado. no Pólo de Tatuí. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA O arroz preto. A expectativa é que essa produção seja obtida em junho/julho de 00. com as sementes que possuíam. o Insituto terá a certeza da viabilidade do IAC 00 em plantio fora de várzea. é para ser plantado em várzea. E se já existem sementes para comercialização. Bastos salientou que o IAC está produzindo. com a orientação do Instituto. segundo o responsável pela pesquisa Cândido Ricardo Bastos. Cândido Bastos concluiu que o ideal seria que primeiramente se fizesse uma produção em pequena escala do arroz. IAC 00 PALAvRAs-ChAvE Quer saber se o arroz IAC 00 pode ser produzido no Brasil. desenvolvido pelo Instituto Agronômico de Campinas. IAC 00. Contudo. O agrônomo explicou que se trata de um arroz de cultivo delicado.

Instituto Agronômico de Campinas Instituto Agronômico de Campinas.br>. 00 Setor de Sementes.sp.gov. Telefone: (09) - Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev. Instituto Agronômico de Campinas. Cândido Ricardo. Disponível em: <www. acesso em  de fev.iac.REFERêNCIAs BASTOS. 00  . Agrônomo responsável pelo desenvolvimento do IAC 00.

do fósforo adicionado pela adubação. a micorriza arbuscular melhora a resposta das culturas aos diversos corretivos e adubos aplicados ao solo. florestais e fru- sOLUÇÃO APREsENTADA 9 AgriculturA e PecuáriA ÁRvOREs AvALIADA . A micorriza não substitui a adubação fosfatada. geralmente. Além de aumentar a absorção de nutrientes pelas plantas. De acordo com a EMBRAPA a parte dos filamentos dos fungos penetra nas raízes e a parte externa funciona como um sistema radicular adicional. Segundo Agrônomo da EMPRAPA a inoculação pode ocorrer no solo ou até na própria semente. também. vai depender da espécie e variedade da planta a ser inoculada. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA A micorriza é utilizada por sua associação natural e benéfica às plantas melhorando seu crescimento. mas aumenta a eficiência de utilização pelas plantas do fósforo natural do solo e. Essa inoculação. pois para cada planta é utilizada micorrizas diferentes. Um grande número de espécies arbóreas tropicais. Inoculação micorrízica PALAvRAs-ChAvE Como fazer inoculação de micorrizas em espécies florestais nativas da Mata Atlântica. principalmente do fósforo. o empreendedor adquirir alguns tipos de espécies em mudas já inoculadas. A adubação fosfatada pode ser mais eficiente para a planta com a micorriza.Micorriza. pois os substratos utilizados são. no entanto. ocupando maior volume do solo e aumentando a absorção de nutrientes pelas plantas. desprovidos desses fungos. podendo também. A inoculação de espécies eficientes de fungos Mata Atântica é recomendada na produção de mudas.

br/tecnologias/micorriza.html>. e posteriormente decida-se em comprar as sementes já inoculadas. manga. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se que o empreendedor escolha o melhor tipo de micorriza que se encaixa com o seu tipo de produção. nº  Tel: (9) - . pequi.FAX: (9) -0 E-mail: esalqjrf@esalq.br/publicacoes/ctecnica/nr071. ou tratar o solo com o tipo de micorriza ideal para sua produção. REFERêNCIAs EMBRAPA -Micorriza aumenta a produtividade das plantas e a eficiência dos insumos. Entre elas podese citar: jacarandá da Bahia. ESALQ Júnior Florestal Departamento de Ciências Florestais Av: Pádua Dias. baru.pdf> que oferece informação em Tecnologia de Inoculação Micorrízica em Viveiros de Pinus spp. Adriana Sabino Sotolani NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de maio 00 0 . mamão. Acesso em:  de maio 00. café. acerola.cpac. se beneficia da inoculação com fungos MA. Sugere-se que o cliente entre em contato com a ESALQ Júnior Florestal. e forrageiras como: leucena.tíferas.ipef.usp. além das espécies arbóreas destinadas à recuperação de matas de galeria e de áreas degradadas. Disponível em: <http://www. eucalipto. abacate. gueroba.br Pode-se também acessar a página <http://www.embrapa. citros. sucupira. maracujá. palmeiras como: buriti. do Departamento de Ciências Sociais da Escola Superior de Agricultura que poderá auxiliá-lo na inoculação de micorriza. Acesso em:  de maio 00.

cochonilha. a cochonilha-da-raiz é considerada uma praga secundária de ocorrência eventual e raramente suas populações atingem nível de dano. Infelizmente. mandioca e café. Desde então. podendo variar com as condições climáticas e de fertilidade do solo. têm sido bastante raras as notificações de áreas de soja com altas populações. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo a pesquisadora da EMBRAPA –Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Lenita de Oliveira. mas sabe-se pelas observações de campo que é alto. pragas PALAvRAs-ChAvE Gostaria de saber informações sobre o ataque de cochonilha e larva minadoura na cultura da soja. as cochonilhas em soja são pouco conhecidas e praticamente não há pesquisas sobre elas. mas em geral são espécies dos gêneros Dymicoccus ou Pseudococcus. provavelmente superior a 0- cochonilhas por planta.Soja. Em geral sua ocorrência é localizada e os surtos com nível de dano são eventuais e raramente ocorrem por mais de um ano seguido. Apesar da presença de cochonilhas brancas no sistema radicular da soja ser relativamente freqüente. o que dificulta inclusive o desenvolvimento de trabalhos de pesquisa sobre esse inseto em soja. Na safra 9/99 foram registrados focos com altas populações de cochonilha em raiz de soja no Mato Grosso do Sul e no Paraná. Várias espécies podem ocorrer na raiz da soja e sua identificação não tem sido realizada com precisão. Em geral. a soja é mais sensível ao ataque de pragas de raiz nos primeiros 0 dias e na época de enchimento de grãos. não há informações sobre o nível populacional que causa dano efetivo em soja. larva minadoura. Essas cochonilhas também são comuns em citrus. com conse sOLUÇÃO APREsENTADA AgriculturA e PecuáriA ATAQUE DA COChINILhA DA CULTURA DA sOjA . A ocorrência de estiagem ou a presença de camadas adensadas no solo.

qüente prejuízo no desenvolvimento radicular.  . causando a morte de tecido l As plantas atacadas ficam debilitadas. Para maiores especificidades de informações e diagnósticos. Não há recomendações/indicações oficiais ou inseticidas registrados para controle dessa praga em soja. formando apêndices laterais característicos. também pode diminuir a tolerância da soja a pragas de raiz. possivelmente pela injeção de saliva tóxica. localizam-se na parte inferior interna das raízes adventícias. A possibilidade de controle químico. especialmente na fase inicial de desenvolvimento pode levar à morte da planta. Deve-se também estar atento a grandes derrubadas de mata nativa. l A ocorrência de danos em lavouras de soja geralmente é em reboleiras (manchas). raízes e entrenós subterrâneos de coloração negra. Quando o ataque é muito severo. A questão da biodiversidade também serve ao manejo contra pragas do tipo minadoura. Infelizmente. pois praticamente inexistem inseticidas sistêmicos que “descem” para a raiz (em geral o fluxo desses inseticidas é ascendente). Em algumas situações de alta população podem também se localizar na parte aérea da planta (principalmente no caule) l O dano é causado pela extração da seiva e. l Normalmente. embora possa haver para outras culturas. não temos informações sobre eficiência/eficácia de produtos para controle dessa praga. é praticamente nula. seria necessário identificar a larva em questão que poderá ser realizada por um profissional qualificado. farinhenta. O nome minadoura é dado a várias pragas como a broca e a larva de ditro. Em caso de altas populações nas raízes e necessidade de replantio o controle teria que ser feito via tratamento de semente. pois com a diminuição da biodiversidade haverá conseqüentemente a diminuição de predadores naturais da cochonilha bem como o de outras plantas nativas mais favoráveis à cochonilha que a soja. apresentam folhas amareladas. após o estabelecimento da cultura. Características gerais e danos l Apresenta corpo coberto de secreção branca.

embrapa. 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .embrapa. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr. pedimos para que entre em contato com o serviço de atendimento ao consumidor da embrapa: sac@cnpso.cnpso.br/>.Para maiores especificações sobre o assunto. Disponível em: <http://www. 00. Acesso em: 0 de abr.br REFERêNCIAs EMBRAPA Soja.

Apesar disso. Uma de suas principais características é o seu período de vida.000 anos. transformando os novos botões que nascem em folhas e ramos novos. com muitos ramos e galhos retorcidos (figura ). Ela é classificada como arvoreta (atingindo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA: sOLUÇÃO APREsENTADA: A oliveira – Olea sp Dentre as espécies mais conhecidas do gênero Olea. Este período de vida extenso se deve a sua alta resistência. na Grécia. Algumas chegam até 00 anos. Disponível em: < http://www. sendo que algumas localizadas em Jerusalém chegam a . o seu cultivo requer uma série de cuidados. no máximo. preparo de azeitona em conserva Deseja receber informações sobre o cultivo de Olea europea (Oliveira) e sobre o preparo de azeitonas em conserva. que chegaram aos .gov. em média os 00 anos. que alcança.codevasf. encontra-se a Olea europea ou oliveira. além de não ser muito resistente ao frio intenso.br/noticiasCODEVASF/000_0 >. a  . O que explica a perda de imensos olivais na Espanha e conseqüentemente de toda a produção de azeite. Acesso em:  de maio de 00. pois ela tem a capacidade de se autoregenerar. em 9. Figura 1: árvore de pequeno porte do gênero Olea Fonte: CODEVASF (Companhia de Desenvolvimento do Vale do Rio São Francisco e do Parnaíba). Devido à pouca resistência ao frio e ao seu longo período de vida. tem a copa frondosa (sendo que suas folhas permanecem três anos na copa). os 0 metros) por apresentar baixo porte. mas existem oliveiras.AzEITONA E OLIvEIRA PALAvRAs-ChAvE: Cultivo de Olea europea.00 anos.

temperaturas de inverno com médias entre º C e 0º C. como costumam chamar no Brasil) e depois. geralmente acontece nos meses de Abril e Junho. a oliveira pode começar a dar frutos. Para o plantio adequado de oliveiras no Brasil. epamig. dando um ar peculiar aos campos de olivais neste mês). em fase de desenvolvimento. Todo o cuidado deve ser tomado durante a germinação das sementes e crescimento das árvores. Acesso em:  de maio de 00. vai ocorrendo o desenvolvimento da polpa (Figura ). fruto da oliveira (azeitona). deve-se levar em conta que elas são adaptadas a clima temperado quente. não podendo ter muitos ventos forte.00 metros e um regime de chuvas superior a 00 mm. de modo que se possa obter uma oliveira produtiva e saudável. sendo que elas necessitam de temperaturas baixas no período que antecede a floração. já que ela demora para alcançar a maturidade e conseqüentemente a produção de frutos. apenas uma é fecundada. Após o longo período de crescimento da planta. todavia. pouco a pouco. Fonte: EPAMIG / Informativos.br/informativos/cultivo_azeitona.A floração.htm >. . altitudes que variam entre 00 e . sendo que no mês de Maio acontece o seu ápice (as flores são pequenas e brancas. são suficientes para  AgriculturA e PecuáriA oliveira não pode ser plantada em qualquer lugar. da EPAMIG (Empresa Agropecuária de Minas Gerais). A escolha do local deve ser perfeita. Disponível em: < http://www. atingindo a maturidade. sendo a fase de formação da polpa do fruto. De acordo com o pesquisador Luiz Eugênio Santana. sendo que inicialmente é visualizada somente a semente (ou caroço. a fecundação das flores é muito difícil (para cada 0 flores de uma oliveira. de modo que se possa obter resultados satisfatórios na colheita dos frutos. Figura 2. Os frutos vão aparecer em Junho e Outubro. de modo a desenvolver uma azeitona). mais difícil. nem correntezas de água após o degelo (fato que se restringe a algumas regiões do Sul do Brasil). no Mediterrâneo.

devido a expansão do uso do azeite e das azeitona. foram os gregos. O cultivo de oliveiras na região Sul do país apresentam micro-climas favoráveis ao cultivo de Olea. foi introduzida no Sul de Minas Gerais. Depois. Nos séculos XV e XVI. o cultivo das oliveiras se estendeu a Portugal e depois para a Espanha e Itália. para o desenvolvimento de trabalhos de pesquisa e cultivo de oliveiras. O pH do solo deve ser superior a . sendo que dependendo do Ph do solo haverá modificação da qualidade da azeitona produzida. as oliveiras se adaptam melhor a solos básicos do que a solos ácidos. história do cultivo de Olea sp A oliveira foi primeiramente cultivada em regiões da Ásia Menor. cada pé de Olea produz de  kg a 0 kg de azeitonas. no Brasil A oliveira foi trazida por imigrantes a quase dois séculos. possui um microclima muito similar ao da primeira região. pretendendo escolher aquelas que se adaptavam melhor a seus climas. foi transportada pelos fenícios para as ilhas gregas. Em condições normais. principalmente se seu destino for para a produção de azeite. os responsáveis pela sua cultura na bacia do Mediterrâneo. . ou seja. Entretanto. entretanto o Sul de Minas. o cultivo se espalhou para a América Latina (apenas em locais. onde o clima condizia com o crescimento das oliveiras).uma produção econômica. Sem uma produção própria de azeite de olivas e azeitonas o Brasil tornou-se dependente da importação destes produtos. apesar de não se localizar no Sul do Brasil. Uma das pioneiras na elaboração de projetos de cultivo de Oliveiras é a EPAMIG (Empresa de Agropecuária de Minas Gerais). por fim. que se utiliza da Fazenda experimental de Maria da Fé. Cultivo de Olea sp. E para produzir  litro de azeite são necessários  kg do fruto. sendo que a Argentina e o Peru foram um dos primeiros países a testar diferentes variedades de oliveira. E.. sendo que na década de 0. território hoje ocupado pela Turquia. Duas variedades de Olea têm se destacado no projeto da EPAMIG: a  .

A azeitona Azeitona é o nome que se dá ao fruto da oliveira. sendo comercializado com o nome de azei AgriculturA e PecuáriA “Grapollo”. Assim. e são as que apresentam a maior produtividade e melhor adaptação ao clima da região. mas curtida em água e sal ou numa solução alcalina. após o completo desenvolvimento dos frutos. no mínimo. a pitaya. a azeitona deve passar por um processamento. Quando atinge esta tonalidade. o desenvolvimento inicial da planta é muito lento. como o caqui. pois apesar de produzir por muitos anos. o abacate. Juazeiro e Bom Jesus da Lapa (BA). mas é preferêncial que o plantio se dê no período chuvoso. o pêssego e a tangerina. Somente após quatro anos de plantio é que as mudas tornam-se produtivas. todas estas culturas mais a Olea se expandirão via Vale do são Francisco. mas à medida em que vão amadurecendo. será realizado o plantio integrado de outras culturas. o que depende da espécie de oliveira cultivada e do grau de maturação do fruto. Já a colheita é realizada em janeiro e fevereiro. Elas podem ser plantadas em qualquer época do ano. destinada à extração de óleo e a “ Ascolana”. As azeitonas podem ter várias cores. quando consumida após a colheita.00. Possivelmente. o mangostão. o rambotã. pois seu gosto é muito amargo. o fruto já está maduro. Estas duas variedades se destacaram entre outras . sendo que este mesmo nome. Um outro projeto que está se desenvolvendo. O plantio realizado no período seco necessita de irrigação até o completo adaptação da muda. Para ser consumida. é empregado para mais de 0 espécies diferentes.As mudas produzidas são vendidas na Fazenda Experimental a R$ .  meses de antecedência. para a produção de azeitonas de mesa. o produto usualmente empregado na culinária não é a azeitona ao natural. devendo ser encomendadas com. Além da cultura de Olea. com sistema de irrigação (esta iniciativa de plantio por irrigação é pioneira no Brasil). está se dando no semiárido nordestino. suas cores vão mudando. a ameixa. o que aumenta os custos da produção. todas as azeitonas são verdes. As oliveiras serão cultivadas na região de Petrolina (PE). Todas as culturas serão localizadas em áreas de irrigação. Inicialmente. de acastanhados para roxo e enfim para preto. .

suave e delicada. é de consumo geral. Azeitona Carnuda. há diferentes padrões para diferentes fases de maturação do fruto. Há variedades que são colhidas verdes e depois curtidas (chamada de azeitona verde). indicada para aperitivos e consagrada em fins culinários diversos.tona preta. a principal zona de produção de azeitonas verdes é a de Sevilha. com sabor acentuado e marcante para aperitivos finos. Fornecida nos tipos Fargas. graúda e muito carnuda. Azeitona Preta Temperada (Argentina) Conjunto de temperos especiais em óleo. enquanto que há outras que são vendidas quando maduras. a mais conhecida de paladar saboroso. Na Espanha. Quanto ao sabor e ao aroma. Azeitona Preta Chilena (Chile) Natural. muito fibrosa e pouco apreciada. grande e carnuda e a “Hojiblanca”.  . a “Gordal”. Azeitona verde Arauco (Argentina) Natural. sendo que as variedades mais conhecidas são a “Manzanilla”. Empeltre e Nevadilha. no Brasil. Azeitona Preta Califórnia (Argentina) Artificial semelhante à Arauco. As principais variedades de azeitona estão dispostas na figura . que dão incomparável sabor à azeitona.

Graúda e carnuda com caroço de porte médio. A colheita da azeitona costumava ser feita a mão. Azeitona verde Recheada (Argentina) Natural recheada. sabor suave para aperitivos finos. similar à Gordal espanhola. sabor suave para aperitivos finos. As destinadas à extração de azeite. sem caroço. As azeitonas podem ser destinadas tanto ao consumo em mesa. como para a extração de óleo de oliva. dependendo das características da variedade. Figura 3: principais variedades comercializadas de azeitona Fonte: Stelmar. Graúda e carnuda. Azeitona verde sem caroço (Argentina) Natural. enquanto homens subiam nas árvores ou em escadas e 9 AgriculturA e PecuáriA . mas com ótimo consumo e sabor.Azeitona verde Gordal (Espanha) Natural. que são prejudiciais para o curtimento. As azeitonas destinadas à mesa devem ser colhidas manualmente. Disponível em: < http://www.htm >. Acesso em:  de maio de 00. Azeitona verde Mazanilha (Argentina) Natural.stelamar.br/azeitona.com. sem sabor acentuado. um pouco menor. Estendiam-se toalhas no solo. devem ser colhidas após a completa maturação – época em que apresentam a maior quantidade de óleo. para recheios diversos. de porte médio. evitando “machucaduras”. sem caroço. e fornecida já com recheio com pasta de pimentão.

plástico ou louça). ou em dois terços da polpa. As azeitonas devem permanecer na solução de  a 0 horas. %. as quais eram colocadas em cestos pelas mulheres. A lavagem é feita preferencialmente em água corrente. as azeitonas selecionadas devem ser acondicionadas em vasilhas de plástico. Nessa condição as azei0 . no máximo. de verde-claro para róseo. surgiu com a criação de máquinas que fazem vibrar as árvores e derrubam as azeitonas. Processamento das azeitonas Logo após a colheita. Apesar destes métodos. Realizando-se cortes transversais em amostras de três ou quatro azeitonas. Isto pode ser feito. Cada oliveira é capaz de produzir de 0 a 00 quilos de frutos por safra. Verificar-se-á uma mudança de coloração da polpa. Antes que a solução penetre até a semente. Desenvolveu-se. Finalmente os frutos podem ser armazenados em vasilhas apropriadas (vidro. as azeitonas devem ser retiradas da solução de hidróxido de sódio e submetidas à lavagem em água limpa por um período de  a 0 dias. Outro método. entretanto nas marcas mais finas de azeite e azeitona o processo de colheita. ainda. em intervalos de  ou  horas. Condições adequadas aliadas à tecnologia proporcionam uma excelente produção de azeitonas. ainda é feito a mão. ou trocandose a água das vasilhas duas ou mais vezes ao dia. as azeitonas perdem totalmente o sabor amargo característico dos frutos. da parte externa para a interior do fruto. assim como os ramos e folhas que vieram junto do campo. com aspecto úmido.cuidadosamente arrancavam as azeitonas. Em seguida. uma sistema de ganchos para puxar as azeitonas. em solução de cloreto de sódio (sal de cozinha) à concentração de. sendo necessária a verificação da reação da solução com a polpa dos frutos. as azeitonas devem ser submetidas a uma seleção manual (divididas em maiores e menores). onde serão submersas em solução de hidróxido de sódio – a concentração desta solução varia de local para local e de variedade. Após esse período. tornando-se adocicadas. o sistema mais utilizado para produção em larga escala. era o uso de varas. o que costumava danificar as oliveiras e seus frutos. as que sofreram ataques de pragas e doenças. eliminando as defeituosas.

br/noticiasCODEVASF/20040823_02 >.ibict. para esclarecimento de dúvidas sobre cultivo de olivais.ibict. TEL: ()- . . SBRT.htm >.br/lista_respostas.com.htm >.ibict. Disponível em: < http://sbrt. Acesso em:  de maio de 00. () -.com. Acesso em:  de maio de 00 Recomenda-se a consulta da EPAMIG.htm >.conservação de azeitonas. Disponível em: < http://www. REFERêNCIAs Stelamar. Acesso em:  de maio de 00. Acesso em:  de maio de 00.epamig. Herbário. Disponível em: < http://sbrt.cultivo de oliveiras para a produção de azeitonas.br/upload/ sbrt1173. CODEVASF. EPAMIG. TEL.produção de azeitonas e fornecedores de equipamentos.codevasf.  AgriculturA e PecuáriA tonas podem ser armazenadas por um longo período.br/cie/saiba/mitlenhi/ oliva. .CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se o acesso ao link do SBRT (Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas). sobre: . Disponível em: < http://sbrt.pdf >. Disponível em: < http://sbrt. Acesso em:  de maio de 00.ibict.stelamar. Disponível em: < http://www.EPAMIG – Setor Comercial de Publicação. Acesso em:  de maio de 00.br/upload/sbrt674. Disponível em: < http://www. Acesso em:  de maio de 00. .Fazenda Experimental de Maria da Fé. Acesso em:  de maio de 00.php >.br/upload/sbrt435.gov.pdf >.br/informativos/cultivo_ azeitona. .herbario. Disponível em:< http://www.br/azeitona.pdf >.

html >.espigueiro. 00  . Disponível em: <http://www.pt/reportagem/ 6883966fd8f918a4aa29be29d2c386fb.Espigueiro.pt. Camila Gomes Victorino NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de maio. Acesso em:  de maio de 00.

ou seja. Vale ressaltar que em cada uma das Respostas Técnicas citadas. pode ser conservada sem sofre deteriorização. Babosa.  AgriculturA e PecuáriA BABOsA ALOE vERA . nem a chuva e nem a vento. existem referências de uma séria de documentos que podem ser consultados caso queira mais informações. sOLUÇÃO APREsENTADA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Segue-se referência de algumas Respostas Técnicas que podem ser consultadas de acordo com as informações desejado a respeito da Aloe Vera barbadensis Mill: l l l Com relação a informações sobre processo de extração do gel (óleo) deve-se consultar a Resposta Técnica 9. pode ser por até dois dias se mantida e transportada em um local não exposto ao sol. Também uma matéria-prima limpa e saudável é fundamental para que ela se conserve por esses dois dias.Aloe Vera. Também com relação à legislação consultar Resposta Técnica 0. cujas referências estão na secção referências. consulte a Resposta Técnica 0. e não muito úmido. cujas referências estão abaixo. gel de babosa. o tempo de conservação da Aloe vera barbadensis Mill innatura. após o corte. e se o local for limpo. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. Já com relação a informações sobre cultivo e sobre características biológicas da Aloe Vera barbadensis mill. PALAvRAs-ChAvE Tempo que a folha madura de Aloe vera barbadensis Mill .após o corte. babosa-de–botica. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo o Professor Doutor Keigo Minami do Departamento de Produção Vegetal de ESALQ-USP.

SBRT. htm> acesso em  de abril de 00. Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais. Resposta 9. SBRT. Disponível em: <http://www. CETEC.br/upload/sbrt208. Professor Doutor Keigo Minami do Departamento de Produção Vegetal de ESALQ-USP. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz. Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais. Disponível em: <http://www.ibict. SBRT. Disponível em: <http://www.br/upload/sbrt1941.ibict.REFERêNCIAs OLIVEIRA. Resposta Técnica 0.sbrt. Nelma C.pdf> acesso em  de abril de 00. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de abril de 00. Resposta Técnica 0.br/upload/sbrt207. Sonia Maria M.ibict.pdf> acesso em  de abril de 00. Disponível em: <http://www.usp. ARAUJO. de.br/departamentos/lpv/docentes.sbrt. Instituto de Tecnologia do Paraná.sbrt. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. TECPAR. DATA DE FINALIzAÇÃO  . de. de. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. CETEC. ARAUJO. Serviço Brasileiro de Resposta Técnico.esalq.pdf> acesso em  de abril de 00. Nelma C.

considerando uma relação média de . Ainda. Isso envolve a disponibilidade de ingredientes em quantidade e qualidade adequada a preços que viabilizem a produção de suínos. ração para suínos. litros de água potável ingerida para cada kg de ração consumida. Em termos médios. balanceamento de ração para suínos. Como formular uma ração em porcentagem de proteína e energia? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA A possibilidade de auferir lucros com a suinocultura depende fundamentalmente de um adequado planejamento da alimentação dos animais. estimase um gasto anual de 9. portanto. . a obtenção de lucros também exige a combinação adequada dos ingredientes para compor dietas balanceadas nutricionalmente para cada fase de produção. A aplicação dos conhecimentos de nutrição deve contribuir para a preservação do ambiente e isto significa que o balanceamento das rações deve atender estritamente as exigências nutricionais nas diferentes fases de produção. visando atender as exigências nutricionais específicas. PALAvRAs-ChAvE Obter informações sobre balanceamento de ração para suínos.000 kg de ração com um gasto médio de 0 kg de núcleo. mil litros de água potável para cada porca e sua produção. De acordo com a EMBRAPA Suínos e Aves.00 kg de farelo de soja.0 kg de milho e . é necessário dispor de . para cada porca do plantel produzindo 0 leitões ao ano. em especial quanto a gra sOLUÇÃO APREsENTADA AgriculturA e PecuáriA BALANCEAMENTO DE RAÇÃO PARA sUÍNOs . em uma granja estabilizada de ciclo completo.Suínos. buscando-se aqueles que apresentam alta digestibilidade e disponibilidade dos nutrientes e que sejam processados adequadamente. atenção especial deve ser dada aos ingredientes. O excesso de nutrientes nas rações é um dos maiores causadores de poluição do ambiente. terminados até os 0 kg de peso de abate.

o sorgo baixo tanino. Ingredientes para rações Para compor uma ração balanceada são necessárias a disponibilidade e combinação adequada de ingredientes incluindo um núcleo ou premix mineral-vitamínico específico para a fase produtiva do suíno. São estes os principais fatores nutricionais que determinam o seu uso para as várias fases de vida do suíno. sem causar deficiências nutricionais clínicas ou subclínicas e sem provocar intoxicações crônicas ou agudas. o soro de leite seco. Alimentos energéticos com médio a alto teor de fibra Estes alimentos têm energia metabolizável acima de . o trigo integral. o farelo de amendoim.nulometria.00 kcal/kg e teor de fibra bruta acima de %. São exemplos: o farelo de arroz integral. o grão de milho moído. Através da nutrição e do manejo da alimentação e da água devem ser atendidas as necessidades básicas dos animais em termos de saciedade da fome e da sede.000 kcal/kg do alimento e. o trigo mourisco. o farelo de coco. Alimentos energéticos também fornecedores de proteína São aqueles que possuem. Em complementação a mistura dos componentes da ração deve ser uniforme e o arraçoamento dos suínos deve seguir boas práticas que evitem ao máximo o desperdício. o farelo de castanha de caju. via alimentação e água. aumentando a resistência às doenças. De uma forma geral é possível classificar os ingredientes pelo teor de energia. a cevada em grão. proteína. a aveia integral moída. são também importantes fornecedores de proteína. fibra ou minerais presentes. pela quantidade com que podem ser incluídos nas dietas. a nutrição deve assegurar o aporte adequado de nutrientes para a manutenção normal da gestação. a cevada em grão com casca. a raspa de  . o triguilho e o triticale. a torta de dendê. a produtos químicos ou agentes biológicos que sejam prejudiciais para a produção e reprodução. para a ocorrência de partos normais e para uma produção adequada de leite que garanta um desenvolvimento normal dos leitões durante o período de lactação. No contexto do bem estar animal. entre outros. São exemplos: a quirera de arroz. a polpa de citrus. Existem várias classes de alimentos quanto a concentração de nutrientes. geralmente. Os animais não devem ser expostos. o grão de guandu cozido. valor de energia metabolizável acima de .

o farelo de soja % PB e a soja integral tostada. o farelo de polpa de caju. Alimentos protéicos com alto teor de energia Os representantes dessa classe possuem mais de % de proteína bruta e valor de energia metabolizável acima de . a soja cozida seca. São exemplos: o farelo de algaroba. As forrageiras apresentam variação principalmente  AgriculturA e PecuáriA mandioca (de onde foi extraído o amido) e o milho em espiga com palha. o farelo de algodão. . a soja extrusada. o farelo de arroz desengordurado. o farelo de soja % PB.00 kcal/ kg. o farelo de soja % PB. de cálcio e fósforo ao mesmo tempo e de sódio. Alimentos fibrosos com baixa concentração em proteína São os ingredientes que possuem teor de proteína abaixo de %. tipo de solo onde foram produzidos. de fósforo. São exemplos: as farinhas de carne e ossos com diferentes níveis de PB e a farinha de peixe. Alimentos exclusivamente fornecedores de minerais São fontes de cálcio. período e condições de armazenamento. o fosfato monoamônio. o fosfato bicálcico. a casca de soja e o farelo de trigo. São exemplos: o feno moído de alfafa.00 kcal por kg de alimento. a farinha de penas e vísceras. Avaliação dos alimentos Os grãos de cereais e outras sementes variam sua composição em nutrientes principalmente em função da variedade. a levedura seca. adubação utilizada. o farelo de canola e o farelo de girassol.Alimentos fibrosos com baixa concentração de energia e médio teor de proteína Possuem teor de proteína bruta maior que %. mais de % de fibra bruta e valor máximo de energia de 00 kcal/kg de alimento. o glúten de milho. a farinha de ossos calcinada. a farinha de sangue. São exemplos: o leite desnatado em pó. o farelo de babaçu. de fibra acima de 0% e concentração de energia metabolizável menor que . a farinha de ostras e o sal comum. Alimentos protéicos com alto teor de minerais A inclusão destes ingredientes em rações para suínos é limitada pela alta concentração de minerais que apresentam. clima. Como exemplos mais comuns temos o calcário calcítico.

dispensa o uso dos alimentos exclusivamente fornecedores de minerais. O Núcleo é um tipo especial de premix que já contém o cálcio. o fósforo e o sódio. além de variações diárias dentro do mesmo tipo de processamento. na maioria das vezes. a idade da planta. clima. ensilagem). Os leitões novos não admitem ingredientes de baixa digestibilidade ou alimentos fibrosos na dieta. Preparo das rações Para a maioria das fases.com a variedade. O uso de aminoácidos sintéticos pode ser vantajoso na redução de custos da ração.  . A complementação dos demais nutrientes deve ser feita com os alimentos exclusivamente energéticos. rastreabilidade na ração. alimentos protéicos com alto teor de minerais e alimentos exclusivamente fornecedores de minerais. O uso de promotores de crescimento nas rações deve atender a legislação do MAPA. para viabilizar a formulação de rações com base em valores de nutrientes o mais próximo possível da realidade. Desta forma. além de período e condições de armazenamento. além das vitaminas e micro-minerais necessários. Sempre deverá ser feita a inclusão de premix vitamínico e de microminerais. necessitando. deve-se lançar mão de análises de laboratório. bem como a conservação do produto. A principal causa de variação na composição dos subprodutos de indústria é o tipo de processamento utilizado. processamento (fenação. Esses produtos devem ser utilizados dentro de 0 dias após a data de sua fabricação e ser mantidos em lugares secos e frescos. bem como atender os seguintes critérios simultaneamente: eficiência do ponto de vista econômico. de preferência em barricas que minimizem a ação da luz. orientação técnica específica. no entanto. uma formulação adequada é obtida com a combinação dos alimentos energéticos também fornecedores de proteína com alimentos protéicos com alto teor de energia. enquanto um alto teor de fibra na dieta é adequado para as matrizes até os 0 dias de gestação. ausência de efeitos negativos sobre a qualidade da carne e compatibilidade com a preservação ambiental. tipo de solo e adubação. que indicarão a real composição em nutrientes das matérias-primas disponíveis. por isso. segurança para a saúde humana e animal.

gestação e lactação) elaboradas por técnicos especializados ou que sejam indicadas nos rótulos dos sacos de concentrados e núcleos. Ler com atenção as indicações dos produtos e seguir rigorosamente suas recomendações. atendendo as exigências nutricionais dos suínos. inicial. a dieta deve conter no mínimo os mesmos níveis nutricionais de uma dieta de gestação (Tabela 0). razão pela qual é possível preparar uma ampla variedade de rações com níveis nutricionais diferenciados. Também podem ser usados ingredientes fibrosos (alternativos) para alimentar as matrizes em gestação. devendo nesse caso ser revista a quantidade de ração diária a ser fornecida. Qualquer erro em uma ou mais etapas do processo de produção de rações pode acarretar em prejuízos econômicos expressivos. Níveis nutricionais recomendados para as diferentes fases de produção Ração Lactação Nutrientes Energia metabolizável (Kcal/kg) Ração Gestação Ração Lactação Ração Préinicial Ração Inicial Ração Crescimento Ração Terminação 0 00 0 00 0 0 9 AgriculturA e PecuáriA Os cuidados com o preparo das rações somam-se aos esforços de formular uma dieta contendo ingredientes com composição e valor nutricional conhecidos e. Os níveis apresentados na Tabela 0 referem-se a um consumo médio diário de  kg de ração por matriz. terminação. As matrizes em gestação recebem arraçoamento de forma controlada. Tabela 10. Os níveis sugeridos na Tabela 0 representam um padrão compatível com a recomendação de fornecimento de ração referida no Capítulo .Formulação das rações Usar fórmulas específicas para cada fase da criação (pré-inicial. . já que os gastos com a alimentação correspondem à maior parte do custo de produção dos suínos. crescimento. A ração de lactação deve ter alta concentração em nutrientes porque a demanda em nutrientes para a produção de leite é muito alta. Para atender as necessidades diárias de nutrientes de cachaços adultos.

 0. 0. 0. A alimentação dos leitões durante o período que ficam na maternidade e na creche é um dos fatores mais críticos na produção de suínos.  0. pela maior digestibilidade dos ingredientes. 0% de leite desnatado em pó e  a % de gordura ou óleo. 0. 0. 0. 0.  . Isto é possível com o uso de ingredientes e núcleos dentro das normas de qualidade. 0.   0. 0. . 0. A ração pré-inicial  pode ser preparada com a inclusão de 0% de soro de leite em pó e  a % de gordura ou óleo para junto com o milho. 0. 0 . Obs: Os microminerais e as vitaminas necessárias são obtidos pela inclusão de núcleo ou premix mineral vitamínico na proporção recomendada pelo fabricante. 0.9 0. 0.9 0. 0. O cuidado na escolha de um núcleo de comprovada qualidade é de fundamental importância para obter sucesso na produção de leitões nesta fase. 0. 0. 0. 0. Os animais recebem em curto período de vida dois a três tipos de ração. 0. A ração pré-inicial  deve ser preparada com cuidado especial para evitar os problemas digestivos e as diarréias do pós desmame. 0. 0. pode-se utilizar % na dieta em substituição ao leite desnatado em pó. Caso tenha disponível farinha de carne ou farinha de peixe de boa qualidade. 0. 0. 0. 0. 0.9 0. 0. 0. 0.  .  0. 0. 0. 0. 0. 0. 0.Proteína bruta (%) Lisina (%) Metionina (%) Metionina + Cistina (%) Treonina (%) Triptofano (%) Cálcio (%) Fósforo total (%) Fósforo disponível (%) Sódio (%) . 0. 0. 0. 0. 0. No desmame realizado aos  dias de idade podem ser fornecidos dois tipos de ração préinicial que são fundamentais para um bom desempenho e que se diferenciam em termos de qualidade. farelo de soja (em limite de inclusão de %) e núcleo de boa qualidade para compor uma ração nutricionalmente adequada para esta fase. 0. 0. dependendo da idade de desmame. Para a formulação da ração pré-inicial  recomenda-se o uso de  a 0% de soro de leite em pó. 0. 0.

O uso de balanças é indispensável. triticale. mandioca e seus subprodutos. em vez do peso. por exemplo. Pesagem dos ingredientes Pesar cada ingrediente que entra na composição da dieta conforme a quantidade que entra na fórmula. a solução é a aquisição de ração comercial pronta específica para cada fase. sempre de fornecedores idôneos e que tenham registro no MAPA para a produção e comercialização de rações. Além disso. . cereais de inverno (trigo. não deve acontecer pois há erros decorrentes da variação nas densidades de diferentes ingredientes ou de diferentes partidas de um mesmo ingrediente.  AgriculturA e PecuáriA Na fase inicial devem-se formular as dietas tendo como ingredientes base preferencialmente o milho e o farelo de soja. contendo os ingredientes especificados em cada uma delas. Nestas fases.Se houver dificuldade de formular as rações pré-inicial e inicial. entre outros). Recomenda-se que o número de rações na fase de terminação seja aumentado de  para  sempre que o peso de abate for próximo a 0 kg. as balanças devem apresentar boa precisão e sensibilidade. subprodutos do arroz. A utilização de baldes ou outro sistema para medir o volume. A experiência de outros produtores da região que alcançaram sucesso com a produção de leitões pode ser importante para identificar os fornecedores e fabricantes de rações idôneos. Neste caso a ração terminação  será fornecida dos 0 até os 0 kg contendo os níveis nutricionais apresentados na tabela 0 e a ração terminação  será fornecida dos 0 kg até o peso de abate contendo uma redução de % nos níveis nutricionais da ração terminação  exceto para o nível de energia metabolizável que deverá apresentar um valor de . porém em níveis de inclusão baixos. aveia. porém. em relação a uma dieta de milho e farelo de soja. os quais poderão proporcionar uma redução no custo da alimentação. As opções de dietas para suínos na fase de crescimento ( a  kg de peso vivo) e terminação ( a  kg de peso vivo) são muito variadas. pode-se lançar mão de inúmeros alimentos alternativos. evitando-se o uso de balanças de vara. já é possível a utilização de ingredientes alternativos como.00 Kcal/kg.

deve ser o indicado pelo fabricante do misturador. Para facilitar a distribuição dos ingredientes. ou o ingrediente de maior quantidade indicado na fórmula. Porém. Daí a necessidade de se determinar o tempo ideal de mistura. o que acarretará desuniformidade dos lotes e perdas econômicas para o produtor. Finalmente.  . tambor ou ainda com o uso de um saco plástico resistente. recolocar os 0 kg da mistura retirados anteriormente e observar o tempo de mistura. coloca-se no misturador em funcionamento. agitando-se o conteúdo vigorosamente durante algum tempo até notar-se que as partes apresentam-se distribuídas com certa homogeneidade. uma mesma partida terá diferentes quantidades de nutrientes. O misturador deve ser sempre limpo após o uso. A seguir colocar no misturador o premix ou núcleo previamente misturado com o milho e misturar por mais  minutos. primeiro o milho moído. é de  a  minutos. Tempo de mistura O tempo de mistura. A mistura de ração com o uso das mãos ou com pás não proporciona uma distribuição uniforme de todos os nutrientes da ração. As misturas realizadas acima do tempo ideal acarretam gastos desnecessários com energia e mão de obra. há misturadores verticais que apresentam tempo ótimo de mistura de  minutos e outros de 9 minutos. pelo menos uma vez. em misturadores verticais. Após aproximadamente  minutos de funcionamento do misturador. ou outro grão moído. após carregá-lo com todos os ingredientes. Entretanto. retirar cerca de 0 kg da mistura e reservar. Em geral. o tempo ideal de mistura. é recomendável que se determine.Mistura dos ingredientes Misturar previamente o premix ou o núcleo contendo minerais e vitaminas. tomando-se toda a cautela para evitar acidentes. o tempo de mistura na granja para se ter uma idéia de qual é o tempo ideal. antes de adicioná-lo aos outros ingredientes que farão parte da mistura. Para misturar os ingredientes usar misturadores. ocasionando prejuízos ao produtor devido ao pior desempenho dos animais. antibióticos e outros aditivos com cerca de  kg de milho moído. depois o segundo ingrediente em quantidade e assim sucessivamente. Misturas realizadas abaixo ou acima da faixa ideal de tempo não são de boa qualidade. após colocar todos os ingredientes. Essa pré-mistura pode ser realizada em misturador em “Y”.

a instalação separada de machos castrados e fêmeas tem vantagens porque os machos castrados ingerem mais alimentos e mais rapidamente do que as leitoas e depositam mais gordura com menor idade. pela ação dos hormônios sexuais. A capacidade de deposição de tecido muscular pelos suínos. Com a peletização é observada uma melhoria média em . Sob o ponto de vista da alimentação. Isso fará com que o material que estava parado nas bocas de descarga seja também misturado.% no consumo de ração e . quando sob a influência diferenciadora da atividade hormonal obedece à seguinte ordem decrescente: machos inteiros. o consumo voluntário de alimento.9% na conversão alimentar. Machos inteiros e leitoas depositam menos gordura no regime alimentar à vontade porque tem maior potencial de crescimento muscular e maior gasto energético para mantença quando comparados aos castrados. O efeito da peletização sobre a melhora na conversão alimentar que ocorre sob  diferentes modos: redução das perdas. A um mesmo peso de abate e sob a mesma nutrição as fêmeas apresentam mais proteína. a instalação dos suínos por diferença de sexo  AgriculturA e PecuáriA Aconselha-se que a cada  minutos seja retirada e recolocada imediatamente no misturador uma quantidade de ração. de cerca de 0 kg. . . A forma farelada é a mais usual e é usada nas granjas que misturam as rações na propriedade. a eficiência alimentar e a qualidade de carcaça em suínos na fase de crescimento-terminação. Manejo da alimentação por sexo separado O fator sexo. enquanto que a forma peletizada deve ser a preferencial a ser adotada quando a ração é adquirida pronta. resultando em carcaças com menor porcentagem de carne. melhora na digestibilidade dos nutrientes e menor gasto de energia para ingestão da ração. menos gordura e menos matéria seca na carcaça quando comparadas aos machos castrados.% no ganho de peso. sem estratégia de peso de abate diferenciado.Forma física da ração As rações secas destinadas a alimentação de suínos podem ser apresentadas sob duas formas: farelada ou peletizada. Quando os animais são alimentados com rações contendo o mesmo nível nutricional e abatidos na mesma época. tem efeito sobre o potencial de crescimento. leitoas e machos castrados.

Disponível em: <http:// www. que possui maiores informações sobre o assunto. um aumento em até % na porcentagem de carne na carcaça. EMBRAPA Suínos e Aves Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária. principalmente para os castrados.ibict. 00  . 00.proporciona carcaças mais magras porque as fêmeas não sofrerão a competição dos castrados pela ração atingindo peso de abate mais cedo. Acesso em  de jul.br REFERêNCIAs SBRT Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.pdf>. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul. Desta forma todo lote pode ser abatido com até uma semana de antecipação o que pode representar.html. maquinário para fabricar ração para suínos com restos de alimentos. br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/nutricao.br/upload/sbrt1477.cnptia. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para mais informação. Nutrição. sugere-se consultar a EMBRAPA Suínos e Aves (Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária). 00. EMBRAPA Suínos e Aves Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária. Disponível em: <http://www.embrapa.sbrt.br>. 00. Acesso em: 0 de jul. Disponível em: http://www. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.embrapa.cnpsa.embrapa.cnpsa. Acesso em  de jul.

batê-las no tanque. Sobre o uso de produtos químicos na lavagem da bucha: a pesquisadora informa que é desnecessário tal procedimento porque a bucha colhida no momento certo e. O beneficiamento refere-se ao processo de lavagem ou limpeza das buchas incluindo a retirada das sementes e ao desenvolvimento de outros produtos. Quanto à limpeza das buchas a pesquisadora Arlete Melo. A pesquisador Arlete Melo explica que a bucha colhida no ponto certo não requer tratamento químico. lava-se bem e coloca ao sol para secar. Esta etapa tem a função de amolecer a casca da bucha. colocá-las em um tanque (pode ser tanque de lavar roupa). portanto a melhor época para colheita. do Instituto Agronômico de Campinas informa que a obtenção de buchas bem limpas não requer uso de produtos químicos o que iria contra os recentes conceitos de produto ecologicamente corretos. afirma a pesquisadora. A bucha vegetal tem conquistado o mercado e o interesse justamente por ser produto natural. Algumas porções de casca que ainda permanecerem resistentes devem ser retiradas. este último já está sendo estudado pelo SEBRAE-MG. Arlete Melo deixa claro que é imprescindível sol na secagem das buchas. que não esteja atacada por doenças. bem como conseguir clientes fora do país. apresenta cor branca e é bem formada. quando a bucha  sOLUÇÃO APREsENTADA AgriculturA e PecuáriA BENEFICIAMENTO DA BUChA vEGETAL . Depois. bastando para tanto. é quando a bucha está devez. quando então. No dia seguinte a casca estará solta. deixando de molho de um dia para o outro. No entanto. deve-se colhê-las. sendo que.Bucha vegetal PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Saber quais são as aplicações e formas de beneficiamento mais viáveis para venda e exportação da bucha vegetal.

cidade de Inconfidentes. REFERêNCIAs Arlete Melo. 00  . telefone () - Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out. Emater-MG.é armazenada por período longo ela amarelece e endurece. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se usar métodos naturais de limpeza das buchas. O tanque. área de Melhoramento. pesquisadora do Instituto Agronômico de Campinas. está sendo substituído por um recipiente de metal adaptado que bate as buchas facilitando o desprendimento da casca. segundo a pesquisadora.

robusta/conillon e de sOLUÇÃO APREsENTADA  AgriculturA e PecuáriA BENEFICIAMENTO DE CAFé . acessíveis aos consumidores que a valorizam e que mantém a sua fidelidade à bebida. que tem somente atributos de qualidades positivos. o empreendedor deverá fazer uma pesquisa para saber qual é o tipo de café mais apreciado pelo público que pretende atender. pretos-verdes e fermentados. de bebida mole a dura. Com a intenção de verticalizar o seu negócio. O café superior deve ser constituído de cafés tipos  a  COB. mole ou estritamente mole de tipos  a  (COB. Cafés superiores . com 0% de defeitos pretos. com o limite de até % no blend.São os produtos de qualidade reconhecidamente boa. com um máximo de 0% de defeitos pretos.São aqueles cafés considerados mais raros e exclusivos. que atendam aos requisitos de qualidade global de bebida. verdes e ardidos e ausência de grãos pretos-verdes e ou fermentados. O café gourmert deve ser constituído unicamente com café arábica de bebida apenas mole. Tipos de café Café Gourmert . com atmosfera inerte ou com válvula aromática. características únicas e marcantes. Os cafés superiores são aqueles constituídos de café arábica ou blendados com café robusta/conillon. deve ser moderadamente clara a moderadamente escura. podendo ser preparado preferencialmente em máquinas de café expresso. para melhor aproveitamento dessas raras características. A torra. O café gourmert deve ser embalado a vácuo.Beneficiamento café PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Como produtor de café gostaria de estudar o processo de beneficiamento e industrialização a fim de verticalizar o seu negócio. verdes e ardidos (PVA). desde que limpos e de bebida dura a mole. Admite-se a utilização de grãos de safras antigas. excelentes.Classificação Oficial Brasileira). inclusive comprando a produção dos agricultores vizinhos.

etc. robusta/conillon e café verde-claro. orgânicos. vitaminados. no rendimento de colheita. café com leite. Esta categoria não será certificada para café expresso. etc. na qualidade da bebida e no valor do produto. no peso de grão.café verde-claros. verdes e ardidos e ausência de grãos pretosverdes e fermentados. Esta categoria deve ser constituída de cafés até tipo  COB. Quantidades excessivas de frutos verdes causam prejuízos na classificação por tipo. Colheita e preparo(1) A desuniformidade de maturação dos frutos é um dos principais dificuldades a serem superadas para realização de uma boa colheita do café. os shakes.Os cafés tradicionais são aqueles cafés produzidos a partir de blends de grãos que valorizam o equilíbrio entre a excelência da bebida e o sabor. A colheita manual pode ser do tipo seletiva. evitando as perdas de aroma e sabor. em panos ou  . Cafés Tradicionais . no desgaste da planta. A colheita do café pode ser realizada de forma manual. em embalagens tipo “almofada” ou fechadas no sistema de vácuo. São os cafés descafeinados. Esse tipo de café deverá ser consumido no máximo até uma hora após seu preparo. Cafés Funcionais . semimecanizada e mecanizada. contribuindo para o bem estar do consumidor e satisfazendo a sua necessidade de cuidados com a saúde. derriçando-se todos os frutos de cada ramo no chão. Recomenda-se iniciar a colheita. admitindo-se a utilização de grãos de safras passadas. com um máximo de 0% de defeitos pretos.São os produtos que fornecem algo mais além do prazer da bebida. enriquecidos. cafés gelados enlatados. desde que o seu gosto não seja pronunciado e nem preponderante. com no máximo 0% de frutos verdes.São os produtos de uma nova geração tecnológica de produtos como os cappuccinos. Estão disponibilizados no mercado hoje. Estes tipos de cafés devem ser embalados a vácuo ou com atmosfera inerte ou com válvula aromática. catando-se a dedo somente os frutos maduros ou do tipo concentrada. uma vez que esta composição só é compatível com a preparação por coador. Cafés Inovadores .

com maior controle das fermentações. O café colhido é secado com casca ao natural em terreiros ou secadores mecânicos. desprovidas de recolhedores e a mecanizada é feita com máquinas colhedeiras completas automotrizes ou tracionadas por trator. pois controla inclusive as fermentações dos grãos que acontece na planta. sem eliminação da casca resultando no café natural. Os processos de preparo do café podem ser agrupados em três sistemas: • Preparo por Via seca. a colheita semimecanizada utiliza derriçadeiras portáteis ou tracionadas. Dependendo das condições existentes. . separação dos frutos em diversas fases de maturação. folhas) e também separados por estágio de maturação (verde/ cereja / seco) através de um lavador/separador propiciando uma secagem mais uniforme e específica por fruto. as operações de pós-colheita do café compreendem a separação das impurezas por vibração ou por imersão em água. em que existe maior predominância deste método de colheita (Veneziano. com eliminação da casca resultando no café cereja descascado. contribuindo para melhoria da qualidade 9 AgriculturA e PecuáriA em peneiras. Por outro lado. • Preparo por Via úmida. a) Preparo por via seca: É o processo mais utilizado pelos produtores. Nas condições brasileiras. os frutos poderão ser separados das impurezas (pedras. antes de ir para secagem. dispensando a limpeza prévia do solo. em se tratando de preparo por via seca. eliminação da mucilagem quimicamente dando o café despolpado ou mecanicamente dando o café desmucilado e ainda a secagem direta dos grãos que produz o café natural ou café de terreiro (Cortez. usualmente feitas nas lavouras de café Arábica.A derriça no pano é a forma de colheita mais indicada para região amazônica. durante a mudança do estádio maduro para seco. Esta é a maneira mais recomendável. • Preparo por Via semi-úmida. eliminação da casca resultando em café cereja descascado. pois tende a aumentar os custos e diminuir a qualidade. 00). A derriça no chão não é recomendável. conforme tem se verificado no estado de Rondônia. paus. por efeito das condições climáticas. 99). com eliminação da casca e da mucilagem resultando no café despolpado.

principalmente no Conilon. que lhe conferem o sabor doce do grão a exemplo do café natural. enquanto o café cereja é descascado por processo mecânico. diminuição da necessidade de tulha de armazenamento e redução do tempo de secagem e beneficiamento. Por fim. com aroma e doçura dos cafés brasileiros. que é complementada por uma lavagem deixando o café totalmente desmucilado. devido existir muita desuniformidade quanto ao tamanho dos frutos. enquanto o café verde e o café cereja misturados vão para o descascador. porém exigindo maiores cuidados no despolpamento. Embora os dois últimos tipos de preparo apresentem vantagens em relação ao primeiro. b) Preparo por via úmida: Inicialmente o café da roça é encaminhado ao lavador/separador e em seguida o café cereja segue para o despolpador onde será descascado e despolpado. o preparo via úmida é muito usado para produção de sementes. c) Preparo por via semi-úmida: Inicialmente. o CD apresenta características organolépticas superiores. O café bóia vai direto para o terreiro de secagem. o café despolpado é colocado em tanques de fermentação para eliminação da mucilagem. o café cereja descascado (CD) pode ser levado direto para o terreiro de secagem ou antes passar pelo degomador mecânico para retirada do excesso de mucilagem. o café da roça é separado num equipamento de lavagem e separação.do produto resultando numa melhor classificação. No descascador o café verde é separado mecanicamente sob pressão indo para o terreiro de secagem. O café obtido nesse tipo de preparo é melhor classificado quanto ao tipo e bebida. como redução do volume do produto devido a eliminação da polpa. sem o sabor verde. Finalmente. verifica-se que não são muito utilizados na re0 . Em café Robusta. pois na secagem seu pergaminho fica envolvido pela totalidade ou quase totalidade da mucilagem e assim em contato com açúcares. havendo diminuição da necessidade de secagem em terreiro ou secador. De imediato neste processo são observadas as vantagens já mencionadas no processo de preparo anterior. Além disso.

e maiores custos operacionais. diminuição do tempo de secagem. que evita o contato do café com o solo. Além desses benefícios este tipo de terreiro proporciona maior redução de mão-de-obra. rápida e barata. originando um produto de má qualidade. Uma forma de potencializar o uso desse sistema é implantá-lo em associações e cooperativas de produtores. recebe maior aeração tanto por cima como por baixo. devido à necessidade de investimento em infra-estrutura. . O uso de cobertura com plástico translúcido é aconselhável nas regiões onde a colheita coincide com a época das chuvas. favorece a ocorrência de sujeiras e fermentações indesejáveis. tendo no seu interior ao longo do seu centro. Terreiro de piso revestido – Considera-se recomendável por proporcionar uma secagem mais eficiente. Terreiro de chão batido – não é recomendável pois este tipo de terreiro além de ter menor rendimento de secagem. Os mesmos são constituídos de um cilindro metálico com paredes perfuradas. impede o ataque de microorganismos e garante um produto com secagem uniforme e de melhor qualidade. pois consiste de uma estrutura suspensa. Terreiro de tela suspensa – atualmente vem sendo muito recomendado. é de construção simples. garantindo um produto de melhor qualidade e com maior rendimento de secagem do que o terreiro de chão batido. secagem em secadores Os secadores horizontais rotativos intermitentes ou pré-secadores. mais uniforme e com menos riscos de contaminação de impurezas e fermentações. com sua estrutura e manejo. nível de classificação e valor comercial do produto. tem efeito marcante nas determinações do índice de qualidade.  AgriculturA e PecuáriA gião amazônica. sendo que método de secagem escolhido. são secadores mecânicos industriais mais conhecidos e utilizados nas propriedades rurais que produzem o café Conilon e o café despolpado.sECAGEM secagem em terreiros A secagem corresponde à fase complementar a todos os processos de preparo do café.

Estes secadores podem receber café com qualquer grau de umidade. cuja camada não deva passar de 0cm de altura. Os secadores verticais com câmara de repouso são secadores mecânicos industriais que exigem o café que já tenha recebido uma présecagem ou meia-seca. consistindo de uma estrutura retangular. e assim sucessivamente até completar a secagem. secadores horizontais ou em secador-barcaça. para que não haja perda de calor. Os mesmos são feitos de alvenaria. sendo portanto de baixo custo. como café fluindo para abaixo onde se encontra a câmara de secagem com seu interior tendo circulação de ar quente vindo da fornalha. Os secadores-barcaças de leito fixo. tendo na parte superior a colocação de um aleito constituído por uma chapa metálica perfurada. sendo alimentado por uma fornalha e insuflado por um ventilador. em que depois o café desce e é levado por bica de fogo até a base do elevador que leva novamente para o alto até a câmara de repouso. conseqüentemente aumentando tempo de secagem. a formação de um colchão de ar quente. Deve-se também ser controlada a temperatura do ar da fornalha. mas nunca devem trabalhar totalmente cheios deixando sempre espaço para movimentação do produto. seja ele em terreiros revestidos ou suspensos. depois de cinco horas passar par 0° C e finalmente manter em 0° C até terminar a secagem. devese carregar normalmente o secador horizontal e proceder como se o produto já estivesse sido pré-secado no mesmo secador.  . com a temperatura não ultrapassando a 0°C e tendo revolvimento manual constante da massa de café. iniciando com 0° C.um tubo perfurado onde é injetado o ar quente vindo da fornalha. apresentando movimento rotativo através de um sistema de engrenagem. tendo na parte superior a câmara de repouso dos grãos. Considera-se importante que os secadores sejam carregados totalmente. Estes secadores recebem o café com qualquer grau de umidade. com maior consumo de energia e mão-de-obra. Eles fazem a primeira etapa de secagem do café com o mesmo atingindo a meia-seca para depois ser passado para outro secador vertical ou continuar secando no mesmo secador horizontal desde que os grãos estejam com umidade uniforme e a temperatura da massa do café não ultrapasse os ° C. Os mesmos são constituídos de um grande depósito metálico. Caso o café já tenha sofrido a meia-seca no terreiro. podendo ser construídos com recursos locais na propriedade. e abaixo do fundo. são secadores manuais artesanais.

Manter a secagem lenta objetivando a melhor uniformidade do produto. Controlar a temperatura da massa de café. os quais contribuirão para sua melhor eficiência. o armazenamento do café pode ser realizado na propriedade sendo o café em coco ou em armazéns-padrão quando o café está beneficiado. para secagem do café com frutos verdes.l l l l l l l l l l l Considerar a formação de lotes homogêneos fazendo a secagem por separação de lotes. Acender a fornalha somente depois que o secador estiver cheio e em movimento. Consumir sempre lenha bem seca para não produzir fumaça e não conferir cheiro a massa de café. ARMAzENAMENTO Conforme Bartholo et al. no sentido de proporcionar uma maior uniformidade de seca dos grãos e maior redução do tempo e secagem. pois pode diminuir o peso e facilitar a quebra durante o benefício.  AgriculturA e PecuáriA Independente de qualquer que seja o tipo de secador a ser utilizado. tais como: . através da utilização combinada do terreiro-secador. geralmente o café quer seja ele café da roça ou café despolpado. Terminar a secagem com teor de umidade dos grãos de  a %. Evitar a secagem excessiva do café. Carregar os secadores estando os mesmos com a fornalha apagada. secagem Mista A secagem mista é considerado um sistema de secagem muito comum. passa por uma primeira secagem chamada de pré-secagem. para em seguida ser completado o processo de secagem em secador mecânico. em que após o resfriamento cai para  a %. Conferir o tempo de secagem em torno de  a  horas para café de terreiro e 0 horas para o café cereja descascado. para que não ultrapasse os °C. Neste sistema. feita em terreiro de preferência revestido. (99). Baixar a temperatura da massa de café e não ultrapassar os 0°C. evitando defeitos. alguns procedimentos de maneira geral deverão ser observados. Fazer quando possível a utilização da fornalha de fogo indireto.

areia. l Armazenar o café evitando o teor de umidade superior a %. l Manter o café em coco na tulha ou depósito até sua venda ou beneficiamento. l Utilizar sacarias limpas de aninhagem para acondicionamento. visando o máximo a diminuição de umidade no ambiente. que são esvaziados e descarregado em canouras de recepção. Equipamentos básicos para a torrefação de café l Elevador de café cru l Silo para grãos torrados l Conjunto torrados l Conjunto moagem/empacotamento l Máquina para fechar Processo de Produção O processo se dá com o recebimento e a limpeza dos grãos de café. l Evitar o armazenamento do café junto com defensivos e fertilizantes. l Realizar vigilância e controle de possíveis ataques de insetos e roedores.Na propriedade o café em coco pode ser armazenado a granel em tulhas de madeira ou ainda ensacado em depósito de alvenaria. Os grãos costumam chegar em sacos. A partir dessas canouras e por esteiras transportadoras. Nos armazéns padrão o café beneficiado é armazenado numa estrutura que permite uma conservação ideal do produto. l Possuir repartições para separar diversos tipos de lotes de café. mantendo as condições do ambiente apropriadas. desde que esses locais sejam conservados secos. os grãos são enviados para equipamentos de limpeza.  . objetivando garantir com eficiência e segurança o sistema de armazenagem de produtos agrícolas. com observação ainda dos seguintes cuidados: l Isolar o café do chão com a colocação de estrados de madeira para não pegar umidade. luminosidade. pedaços de madeira. l Proteger o ambiente de gotejamento e penetração de chuvas. com a finalidade de eliminar pequenas pedras.etc. ensolarados e bem ventilados. com uniformidade de ventilação. temperatura e umidade. Estes armazéns geralmente são administrados por entidades públicas ou privadas as quais mantêm uma execução rigorosa de normas.

A Associação Brasileira da Industria de Café ABIC. A evolução do processo de torrefação tem sido intensa nos últimos anos. Assim por exemplo. em principio. realiza uma analise da qualidade do café comercializado no varejo. Feito isso. para que o processo de torra não prossiga e provoque a queima do café. o mesmo em todas as empresas do ramo O que diferencia. ou se nele é feito algum tipo de mistura. È importante. basicamente.O torrador é o forno. . desenvolvendo cor. deixar o café descansar por cerca de  horas. O processo de torrefação e moagem de café é. o café deve ser moído pelo sistema a martelo ou a rolos. Isto é feito com a finalidade de se obter as misturas exatas das diferentes variedades de grãos de café. Uma vez torrados. onde se produzem as mudanças físicas e químicas mais importantes e onde o grão de café realmente adquire as suas características típicas. após a torra. produzindo qualidades típicas de cada fabricante. aroma e sabor. o tempo de torrefação foi bastante encurtado. a fim de evitar o estufamento na embalagem. os grãos de café são esfriados. e a temperatura do processo foi reduzida de 900°C para 90°C. INDICAÇõEs MÁQUINAs E EQUIPAMENTOs: Bio Queimadores BIO QUEIMADORES DRAGÃO Telefone () -0  AgriculturA e PecuáriA Outra esteira transportadora encarrega-se de colher as diferentes variedades de grãos de café recebidas e levá-las a pontos diferentes. A empresa deverá se associar a ABIC e realizar todos os procedimentos solicitados pela Associação. Em seguida serão pesados e transportados para os tanques intermediários de armazenamento. detectando se o produto é livre de impurezas. para que ocorra o resfriamento completo. de trinta para apenas cinco minutos. Para obter o selo de pureza. uma unidade da outra é a automatização do processo de envasamento (embalagem) e a cor final do produto. Há mais um descanso de  horas para liberar o CO desprendido na hora da moagem.

MAQ.org. DE SACOS PLÁSTICOS LTDA Telefone () - Embalagens Zenith ltda Telefone () 9- NORMAs TéCNICAs: MB 000 Análise de café MB 0009 Determinação de cloreto no café As normas podem ser obtida na ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas http://www.br  .Empacotadeira para pó SELOVAC INDUSTRIA E COMERCIO LTDA Telefone () -99 MASIPACK IND.abnt.AUTOMATICAS LTDA Telefone () -099 RAUMAK MÁQUINAS LTDA Telefone () 0-0 Torrefação e Moagem de café Máquina MÁQUINAS TIGRE S/A Telefone () -9 INDUSTRIA MAQUINAS D’ANDREIA S/A Telefone (9) -0 FORNECEDOREs: Sacaria para Café SACARIA MEIRELES LTDA Telefone () 9- COMPANHIA TEXTIL DE CATANHAL S/A Telefone () -9 Embalagem para café PLASCO INDUSTRIA E COMERCIO LTDA Telefone () 9-000 AFASA IND. COM.

br/FontesHTML/Cafe/CultivodoCafeRobustaRO/colheita. Cultivo do Café Robusta em Rondônia. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs 00. 00  AgriculturA e PecuáriA EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: . abecafe. em camadas finas de três a quatro centímetros e ser revolvido constantemente. para se obter a secagem uniforme dos grãos. Acesso em: 0 de abr.br ABIC Associação Brasileira da Industria de Café http://www. SEBRAE MG TORREFAÇÃO E CAFÉ. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. não deve tomar chuva.com.sebraemg.htm>. Nos primeiros dias. Cuidados no armazenamento. além de materiais e dimensões recomendadas. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia . À tarde o café deve ser ajuntado em leiras de 0 a 0 centímetros de altura.ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas http://www.br Para ter um produto de qualidade alguns cuidados são necessários. . dispostas no mesmo sentido da inclinação do terreiro. o café deve ficar esparramado no terreiro.br ABECAFE Associação Brasileira de Exportadores de Café http://www. O café deve ser armazenado com teor de umidade em torno de  a %. Disponível em: <http://www.org.embrapa. Acesso em: 0 de abr. Depois o café atinge a meia-seca.com.abnt.cnptia. O armazém ou tulha deve ser construído de acordo com as normas para sua localização.abic.com. O café deve permanecer no terreiro até atingir % de umidade para ser armazenado ou beneficiado. para permitir um perfeito arejamento do café. Cuidados na secagem.br/arquivos/pontopartida/Torrefação>. por isso deve passar aas noites amontoados e coberto com encerado. 00.

afirma Munuera. a unidade transaciona em exportações intercompany.%”. Hansen. interessada em diminuir seus custos de transporte e em contar com grãos com maior teor de bixina. o seu problema é não contar com planejamento bem organizado e produtores concentrados como ocorre em São Paulo. “Espalhamos as melhores. contra a média nacional de . fazendo um trabalho de seleção das melhores sementes. máquinas de beneficiar urucum. pelos produtores paulistas”.00 toneladas de sementes.BENEFICIAMENTO DE URUCUM PALAvRAs-ChAvE Urucum. de acordo com a Revista Química e Derivado-Editora QD. em seu documento sobre urucum (cujas referências completas estão abaixo). depois de análises de laboratórios. O restante das compras vêm do Paraná e de Rondônia. onde os teores de bixina atingem %. a empresa apoiou esses produtores. possuindo hoje o melhor urucum do País. especialmente informações sobre máquinas usadas no beneficiamento. Hansen esses trabalhos de desenvolvimento foram fundamentais para atender sua estratégia global de negócios. mercado de urucum Informações gerais sobre cultivo e beneficiamento do urucum. Segundo explica o gerente de vendas da Chr. e sobre o mercado do urucum no estado de São Paulo.  . de . Marcos Munuera. em 00. Para a Chr. revela. Embora este último estado o gerente também considere como produtor de um bom urucum. passaram a se organizar e contar com apoio tecnológico de empresas do ramo. Com consumo. Isso porque a unidade de Valinhos foi escolhida como centro mundial dos corantes de urucum. “Hoje 0% do nosso consumo de sementes de urucum são de São Paulo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Mercado Com relação ao mercado de urucum no estado de São Paulo. as regiões de Monte Castelo e Olímpia.

9 AgriculturA e PecuáriA principalmente para a matriz na Dinamarca. embutidos. cerca de  t por semana de corantes hidro e lipossolúveis de urucum a %. descrição essa de acordo com o documento: Colheita e Pós-colheita do Urucum (Bixa orellana L. O primeiro é principalmente vendido para aplicações em margarinas. classificação e comercialização. A idéia é unificar os atuais três processos diferentes em apenas uma extração alcalina. balas e confeitos. Beneficiamento Abaixo segue uma descrição dos procedimentos a que são submetidos o urucum após ser colhido até a produção do corante. recheios de biscoito e massas. do clima. e por causa da crescente aceitação do mercado externo. já citadas. da exigência do comprador. essencialmente.0 por quilo de semente. Hansen coloca no mercado o corante lipossolúvel a R$ 0/kg e o hidrossolúvel a R$ . . da localidade na época e.Comprando o produtor a uma média de US$ 0. A produção de urucum hoje é responsável por mais de 0% de suas vendas de corantes naturais (a empresa também produz coagulantes para produção de queijo).) (cujas referências completas estão abaixo): Pós-colheita As práticas de pós-colheita apresentam expressiva importância no processo agroindustrial do urucuzeiro devido à influência direta na qualidade do produto final. para corantes hidrossolúveis. para melhor atender a demanda. ou por US$ 0. maioneses.0. Munuera acredita muito na expansão das aplicações do corante de urucum. por percentual de bixina. descachopamento. a obtenção do tipo lipossolúvel seria feita por simples mistura com óleo vegetal. pré-secagem dos frutos. sendo constituída das seguintes etapas: recolhimento dos frutos no campo. a sua unidade produtiva passa por reformulação. Recolhimento dos frutos no campo É uma tarefa que tem estreita relação com a quantidade do produto colhido. peneiramento. a Chr. A pós-colheita tem início no momento seguinte à colheita propriamente dita. secagem das sementes ensacamento. enquanto o segundo destina-se às salsichas. Aliás. sobretudo em virtude do desenvolvimento das versões encapsuladas e acid proof. Dependendo do nível técnico do produtor. A partir desse concentrado.

bem como em secadores artificiais. Peneiramento O peneiramento do material colhido pode ser feito tanto manual como mecânico. pela maneira incorreta de se utilizar à vara no batimento às sementes. perde-se bixina nesta operação. visando evitar perdas significativas das mesmas. A redução da umidade dos frutos (cachopas) e das sementes. O método mecânico. Em algumas regiões do país. pela sua exposição ao calor (sol e oxida0 . pode haver perdas de qualidade de sementes. Normalmente. sem perda de qualidade do produto. a . Outra opção é colher direto em balaios ou sacos e armazenálos em local adequado. O natural no qual as sementes são colocadas em terreiros e/ou sobre lonas. isto dependendo das condições pluviais locais. é o mais indicado.os frutos colhidos podem permanecer por um curto período de dias nas entrelinhas das plantas. devido ao maior teor de umidade das sementes e/ou regulagem do equipamento. No processo de secagem. o descachopamento poderá ser efetuado pelos métodos manual e mecânico. A perda de bixina é diretamente proporcional ao teor de umidade das sementes. Observação: o nome das maquinas usada no processo de descachopamento e no de peneiramento podem ser adquirido junto com os fornecedores indicados abaixo. os frutos são secados em secadores solares. é o objetivo principal para facilitar o descachopamento. em terreiros ou em secadores de alvenaria. recomenda-se mexer as sementes o mínimo possível. O manual é realizado após a “bateção” dos frutos. Descachopamento Dependendo do poder aquisitivo do produtor. Um fator importante a considerar é que pelo atrito. secagem das sementes Há dois métodos utilizados para a operação da secagem.0%. enquanto que o mecânico. apesar de apresentar perdas de bixina de . as perdas de bixina são significativas. quando se procede ao descachopamento manual. após a descachopagem em máquinas incompletas. Pré-secagem dos frutos Consiste no recolhimento dos frutos sobre lonas. ao sol e o método artificial cuja perda de umidade ocorre em secadores com calor e ventilação forçada.

de preferência. foi realizado. . ao seu baixo custo operacional e maior rigidez no teor final de bixina. onde os resultados das análises foram discutidos. através de estudos comparativos. ficando sujeitas à contaminação. realizaram a seleção de dois métodos . visando tornar o material armazenado da melhor qualidade. Caso os resultados obtidos. os quais foram enviados ao Ministério da Agricultura para apreciação e validação dos mesmos. A perda por atrito é função da falta de controle no carregamento e no descarregamento das sementes. fazendo a extração com clorofórmio e posterior leitura espectrofotométrica. As sementes armazenadas a granel perdem mais rapidamente o teor de bixina. envolvido nesses estudos.NaOH e posterior leitura espectrofotométrica.KOH e clorofórmio. onde cada laboratório. utilizando sementes de urucum. comparados e avaliados. pode-se recorrer ao método do clorofórmio para diri AgriculturA e PecuáriA ção). sejam bastante diferenciados. umidades relativas superiores a % não são recomendadas. Após serem testados e analisados quatorze métodos diferentes e realizadas várias reuniões no Instituto Adolfo Lutz. conforme as exigências pré-estabelecidas pelo comprador. por meio do tratamento das sementes com solução de hidróxido de potássio . podendo haver incidência de mofo. com pouca luz e sobre estrados. Alguns laboratórios determinaram a bixina diretamente. Este é o método aceito internacionalmente. Armazenagem A armazenagem do produto deve ser feita. no local da secagem. Deve-se evitar a presença de roedores e insetos. preliminarmente. Outros. em local fresco. visto que. em São Paulo. transformando a bixina em norbixina. Metodologias para a determinação de bixina O método para a determinação de bixina.KOH ou hidróxido de sódio . por este método. É de suma importância verificar o porcentual de umidade contido nas sementes.Ensacamento O processo de ensacamento deve ser procedido em saco de polipropileno de 0 kg devidamente limpo ou em outro tipo de recipiente. analisou a mesma amostra pelo seu próprio método. determinaram indiretamente. A Emepa optou pela utilização do método KOH devido à facilidade na aquisição desse extrator.

%.mir alguma dúvida. Sem agitar. mantendo-as por  minuto. posteriormente. uma peneira pequena. Em um balão volumétrico de 000 ml. Em um erlenmeyer de 00 ml. com suas numerações correspondentes. completar o balão até 000 ml. O método KOH expressa a norbixina. basicamente. e. nos seguintes passos: Pesar  g da amostra (sementes de urucum).0 que fornece um teor final de bixina pouco inferior ao dosado com o clorofórmio. Para maior comodidade. a bixina também pode ser extraída por processos puramente mecânicos. Retira a quantidade necessária desta solução final para a cubeta do espectrofotômetro e a outra cubeta completa com a solução de KOH a % para calibragem do aparelho. Com a leitura do aparelho. Como observação. não comprometendo o método KOH. completar para 000 ml com a solução de KOH a 0. tomar uma alíquota de  ml da solução corante (filtrada anteriormente) e. em outros dois balões volumétricos de 000 ml. Quando estiver em ebulição. Obtenção do corante natural bixina Além dos processos de extração por solventes. A metodologia utilizada para a determinação do método KOH consiste. pipeta e outros instrumentos. contra um branco de solução de KOH a %. limpar o erlenmeyer e não mexer o material decantado na lã de vidro. consulta-se a tabela e encontra-se o número correspondente em bixina. cujo resultado é convertido em bixina pela multiplicação do fator . ao término de cada filtragem. esfriar em água corrente (torneira). Ler no espectrofotômetro a  nm. Tampar e agitar bem. jogar fora (na pia) aproximadamente 00 ml para facilitar o manuseio com o balão. de técnicas físicas que promovem a raspagem ou o atrito  . que consistem. lavando as sementes com água deionizada (00 ml) por sete a nove vezes. geralmente. lã de vidro e um bastão de vidro. Continuando a operação. adicionar 0 ml da solução de KOH a % e colocar para ferver. filtra-se a solução e. em célula de  cm. com o auxílio de um funil de vidro. colocar as sementes. Tampar bem o balão volumétrico e agitar bem a solução. finalmente.

Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos. São Paulo – SP Tel: ()    AgriculturA e PecuáriA entre grãos visando à separação de sua camada externa que contém o corante. Av. . Capivari – SP Tel: (9) 9 . São Paulo-SP CEP: 0-00 Telefone: ()9- Fax: ()9-0 E-mail: meteor.br Meteor Indústria e Comércio Ltda.  /  – Saúde.com. o qual é obtido na forma. de bixina. Rua Professor Luciano Prata.sa@uol.Esses processos estão em fase de aperfeiçoamento onde os produtos assim obtidos. Fornecedores Fornecedores de maquinas para descachopamento e peneiramento De acordo com a ABIMAQ.br Site: http://www.com.  – Centro. Miguel de Estáfano. os fornecedores são: Máquinas Tigre S/A. Rua Dom Aguirre. .com. geralmente. Rua Guaranésia. São Paulo – SP Tel: () -000 Afonso Panza R:  de novembro.  – Jd. os fornecedores são: Semco S/A. São Paulo-SP CEP: 00-00 Telefone: ()-9 Fax: ()9-000 E-mail: tigre@moinhostigre. Marta Balanças e Aparelhos de Precisão.moinhostigre. apresentam baixos teores de bixina. Marajuara.br Fornecedores de Equipamento de laboratório De acordo com o documento: Idéias de negócio: Fabricação de perfumes. predominante. .

Ressalta-se. fazer uma pesquisa de mercado e para isso deve-se entrar em contato com o SEBRAE-SP. a importância de se consultar as fontes indicadas. Nesse site existe ainda informações sobre: preparo do solo. Henry Nestlé. Vila Carrão. Disponível em: http://www. podem-se encontrar informações na Resposta Técnica .br/upload/ sbrt526.cpt.Caçapava – SP Tel: ()   CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se. irrigação. ainda. caso precise de mais informações. Glasstubing Ind.pdf Sugerimos. cuidado com pragas e doenças.ibict. Escritório de São Paulo. encontram-se indicações sobre como proceder a um cultivo eficientes do urucum. Grama Dois . Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micros Empresas. também. caso queira uma descrição detalhada desse mercado no estado de São Paulo. as outras fontes presentes nos documentos referenciados abaixo. bem como.globo. adubação  . disponível em: http://www. 00. Disponível em: http://globoruraltv. o vídeo: Cultivo de Urucum e Corantes Naturais. LTDA (especializada em frascos e vidraçarias) Av.com.sbrt. Centro de Produções Técnicas. Tal material encontra-se disponível em: http://www. O vídeo pode ser adquirido através do CPT. e Com.br/ Com relação ao mercado da produção e beneficiamento de urucum no Brasil.com. Também.sebraesp.br/produtos/058_417. cultivares. São Paulo – SP Tel: () 9 0.se ter acesso a vídeo e textos sobre o assunto desejado. 9.php acesso em  de nov.Vidraria Anchieta LTDA (especializada em frascos e vidraçarias) Rua Evangelina. 0.emepa.org. e que serviram da base para se fazer esses documento.br/simbrau/. no site da Globo Rural.pl?controle=9632# Finalmente no site da EMEPA-Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária do Paraná. Disponível em: http://www.com/ cgi-bin/globorural/montar_texto. Esse material pode ter grande valia no aprendizado sobre o manuseio com o urucum. pode .

htm >. Disponível em: http://www. Acesso em:  de nov.Editora QD. Acesso em:  de nov.  Bairro: São José. Escritório Regional Franca Endereço: rua Ângelo Pedro.org. Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micros Empresas. Disponível em: <http://www.com. Disponível em: <http://www.com. 00  AgriculturA e PecuáriA entre outros.br FRANCO. SEBRAE-SP. br/>.com.REFERêNCIAs ABIMAQ. Acesso em:  de nov.quimicaederivados. Colheita e Pós-colheita do Urucum (Bixa orellana L. Acesso em:  de nov. 00. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de nov. escritório de São Paulo.com.emepa.abimaq.br/simbrau/>.Serviço Brasileiro de Resposta Técnica. Revista Química e Derivado. Urucum.). 00. Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos. SBRT . org.br/revista/qd421/corantes3.pdf>. Disponível em: < http://www.htm>. Simpósio Brasileiro do Urucum. Franca-SP Telefone: () - E-mail: franca@sebraesp. Acesso em:  de nov. 00. Simpósio Brasileiro do Urucum. 00. Portanto seria muito útil consultá-lo.br/inform/urucum_colheita.sebraesp. Camilo Flamarion de Oliveira. .emepa.sbrt.br/>. 00.br/upload/sbrt526. Acesso em:  de nov. 00. Disponível em: <http:// www.ibict. Disponível em: <http://www.

e entre os hebraicos. de feijões domesticados na América do Sul (sítio de Guitarrero. Os grandes exploradores ajudaram a difundir o uso e o cultivo de feijão para as mais remotas regiões do planeta. uma vez que esse alimento fazia parte essencial da dieta dos guerreiros em marcha. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Origem e história Existem diversas hipóteses para explicar a origem e domesticação do feijoeiro. posteriormente. equipamentos. Os antigos romanos usavam extensivamente feijões nas suas festas gastronômicas. também. remontando aos primeiros registros da história da humanidade.C. na Suíça. Eram cultivados no antigo Egito e na Grécia. Tipos selvagens. na América do Sul.. As ruínas da antiga Tróia revelam evidências de que os feijões eram o prato favorito dos robustos guerreiros troianos. equipamentos e fornecedores. Foram encontradas referências aos feijões na Idade do Bronze.000 a. achados arqueológicos mais antigos. beneficiamento do feijão Qual o processo de beneficiamento do feijão.000 a.. utilizando-os até mesmo como pagamento de apostas.C. datados de cerca de .000 a. encontrados no México e a existência de tipos domesticados.  . A maioria dos historiadores atribui a disseminação dos feijões no mundo em decorrência das guerras. cultuados como símbolo da vida. Por outro lado. sendo. na Mesoamérica.C. Os feijões estão entre os alimentos mais antigos. suportam a hipótese de que o feijoeiro teria sido domesticado na Mesoamérica e disseminado. similares a variedades criolas simpátricas.BENEFICIAMENTO DO FEIjÃO PALAvRAs-ChAvE Beneficiamento. cerca de . no Peru) são indícios de que o feijoeiro teria sido domesticado na América do Sul e transportado para a América do Norte (). feijão. cerca de 0.

Figura  – Feijão carioca ()

Figura  – Feijão preto ()

Plantio Para se obter sucesso em uma lavoura é importante reunir todas as condições que favoreçam a planta a expressar todo o seu potencial produtivo (). A escolha da área, a qualidade das sementes e a operação de semeadura, especialmente no que se refere à época, à profundidade em que as sementes são colocadas, o espaçamento entre fileiras e o número de sementes por metro, são fatores bastante importantes e devem ser levados em consideração. O feijoeiro é uma planta com sistema radicular delicado, com sua maior parte concentrada na camada de até 0 cm de profundidade do solo, por isso, deve-se ter um cuidado especial na escolha da área. Solos pesados, compactados, sujeitos a formar crosta na superfície ou ao encharcamento não são adequados para a cultura do feijoeiro, recomendam-se solos friáveis, com boa aeração, de textura arenoargilosa, relativamente profundos e ricos em matéria orgânica e elementos nutritivos. A semente de boa qualidade permite a formação de lavoura uniforme, maximiza o aproveitamento dos demais insumos utilizados, evita a propagação e diminui as fontes de contaminação de doenças na lavoura, reduz a disseminação de plantas nocivas e a agressividade daquelas já presentes no solo. O seu custo corresponde normalmente de 0 a 0% do custo total da lavoura. Quanto à semeadura, as épocas recomendadas concentram-se, basicamente, em três períodos, o chamado das “águas”, nos meses de setembro a novembro, o da “seca” ou safrinha, de janeiro a março, 

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e o de outono-inverno ou terceira época, nos meses de maio a julho. No plantio de outono-inverno ou terceira época, que só pode ser conduzido em regiões onde o inverno é ameno, sem ocorrência de geadas, como em algumas áreas de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Espírito Santo, o agricultor, via de regra, necessita irrigar a lavoura. Na época da “seca” nem sempre as chuvas são suficientes durante todo o ciclo da cultura, sendo conveniente, neste caso, complementar com irrigação. A profundidade de semeadura pode variar conforme o tipo de solo. Em geral recomendam-se de - cm para solos argilosos ou úmidos e de - cm para solos arenosos. A densidade, ou o número de plantas por unidade de área, é resultado da combinação de espaçamento entre fileiras de plantas e número de plantas por metro de fileira. Espaçamentos de 0,0 a 0,0 m entre fileiras e com 0 a  plantas por metro, em geral proporcionam os melhores rendimentos. Importância econômica e informação nutricional Os grãos de feijão representam uma importante fonte protéica na dieta humana dos países em desenvolvimento das regiões tropicais e subtropicais, particularmente nas Américas (% da produção mundial) e no leste e sul da África (0% da produção mundial). Seu consumo per capita no Brasil situou-se, em 00, em ,9 kg/hab/ano, e, na década de 0, chegou a alcançar patamares de - kg/hab/ano, sendo esta redução atribuída, ao longo do tempo, a vários fatores. Há grandes variações regionais quanto ao gosto e preferência por tipos de grãos consumidos (). O feijão apresenta componentes e características que tornam seu consumo vantajoso do ponto de vista nutricional. Entre eles citam-se o conteúdo protéico, o teor elevado de lisina, a fibra alimentar, alto conteúdo de carboidratos complexos e a presença de vitaminas do complexo B (). A Tabela  apresenta as informações nutricionais do feijão. 

Porção 0g ( colheres de sopa) Quantidade por porção Valor calórico 00kcal Carboidratos g Proteínas g Gorduras Totais 0kg Gorduras Saturadas 0g Colesterol 0mg Fibra Alimentar g Cálcio mg Ferro mg Sódio 0mg * valor diário.

%VD (*) % % % 0% 0% 0% % % % 0%

Produção no Brasil O feijão é cultivado em praticamente todo o território nacional, porém grande parte da produção está concentrada em apenas 0 estados, PR, MG, BA, SP, GO, SC, RS, CE, PE e PA, responsáveis por praticamente % da produção nacional, atingindo anualmente cerca de ,0 milhões de toneladas, distribuídas em três safras distintas, águas, seca e inverno (). Os dois gêneros de feijões cultivados no Brasil são Phaseulus e o Vigna, sendo que o primeiro é mais cultivado na região Centro Sul (carioca e preto), e o segundo na região Norte/Nordeste (macaçar/caupi). Segundo estimativas, mais da metade da produção brasileira é constituída da variedade carioca, preferida pelos consumidores da região Centro Sul, seguida pelo feijão preto e em pequenas quantidades (outras variedades) que são os feijões, vermelho, canário, jalo, rajado e rosinha, atendendo alguns nichos no mercado interno e externo. 

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Tabela 1: Informação nutricional do feijão (2)

Figura 3 – Produção de feijão no Brasil (6)

Colheita e pós-colheita A mecanização do feijoeiro, independente do sistema de cultivo empregado, não apresenta maiores problemas nas operações agrícolas realizadas antes da colheita e no beneficiamento dos grãos. São utilizados equipamentos convencionais a outras culturas, como a do arroz, do milho e da soja, para preparo do solo, semeadura, tratos culturais e limpeza e classificação dos grãos. Diversos métodos são usados na colheita do feijoeiro, os quais variam em função do sistema de cultivo, do tipo de planta e do tamanho da lavoura (). Com o surgimento de grandes lavouras em monocultivo, a colheita tem sido feita por processos semi-mecanizados (arranquio manual das plantas e trilhamento com recolhedora trilhadora); mecanizado indireto em duas operações (ceifamento das plantas com ceifadora e trilhamento com recolhedora trilhadora) e mecanizado direto em uma operação com colhedora automotriz apropriada. 90

As colhedoras automotrizes convencionais apresentam desempenho insatisfatório no feijoeiro em relação à perda e à danificação de grãos. Porém, uma melhoria no desempenho dessas máquinas tem sido obtida ao equipá-las com plataformas de corte flexíveis e com mecanismos para diminuir a danificação e a mistura de terra nos grãos. Conforme a colheita, o beneficiamento do feijão também se constitui numa operação de grande importância, pois os métodos de colheita não proporcionam um produto final limpo e padronizado em condições de ser comercializado. É necessário que o produto colhido passe por um processo de limpeza para melhorar a pureza, germinação e vigor. Processos produtivos e máquinas na etapa de beneficiamento O beneficiamento é feito, geralmente, por dois equipamentos principais: a máquina de ar e peneira e a máquina densimétrica que possui mais recursos para separar impurezas de tamanho e densidade próximos da semente. Após o beneficiamento, o feijão armazenado, destinado ao plantio ou ao consumo, deve receber tratamentos especiais para evitar sua depreciação (). Os processos para empacotamento de cereais podem variar entre sistemas semi-automáticos, de baixa produtividade, que não exigem mão-de-obra especializada, até sistemas altamente sofisticados, totalmente controlados por computador com softwares especialmente desenvolvidos, exigindo mão-de-obra altamente especializada (). O processo semi-automático (será descrito este processo considerando-se que o empreendedor é iniciante na atividade) é composto, pelo menos, das seguintes etapas:
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Pré-limpeza dos grãos: o equipamento de pré-limpeza dos grãos é importante para as impurezas, que normalmente, acompanham os grãos na colheita. Composto por um sistema de aspiração de impurezas leves e peneiras com função variável, limpa os grãos de suas piores impurezas, melhorando a qualidade do produto. Secagem: é importante no processo produtivo para garantir o prazo de validade. Grãos úmidos tendem a se deteriorar em menos tempo. A secagem é feita normalmente, por ventilador acoplado a sistemas de geração de calor, instalados em esteiras ou 9

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elevador de canecas. Empacotamento: depois de limpos e secos, os grãos devem ser transportados para empacotadora. Algumas máquinas semi-automáticas funcionam com compressor de ar, podendo produzir até .00 sacos de 00 gramas por hora. Lacragem dos pacotes e impressão da data de validade.

LEGIsLAÇÃO
- Portaria nº , de  de julho de 9, do Ministério da Agricultura e do Abastecimento, institui: Norma de identidade, qualidade, apresentação e embalagem do feijão. * Informações completas sobre a portaria podem ser acessadas através do link: http://extranet.agricultura.gov.br/sislegis-consulta/consultarLegislacao.do?operacao=visualizar&id=1024

INsTITUIÇõEs
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE Telefone: 0800 78 02 02 Site: http://www.sebraesp.com.br/ Embrapa Arroz e Feijão Rodovia GO-, km  Zona Rural C.P. 9. CEP -000 Santo Antônio de Goiás - GO Telefone: () -0 FAX: () -00 Site: http://www.cnpaf.embrapa.br/ Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA Telefone Geral da Anvisa: () -000 Site: http://www.anvisa.gov.br/

FORNECEDOREs DE MÁQUINAs E EQUIPAMENTOs
Lucato Rua Américo Viera,  CEP -9 Limeira - SP Telefone: (9) -00 9

Lemaqui Equipamentos Industriais Av. Acvat  sala 0 CEP: 9900-000 – Americano Lajeado - RS Telefone: () 0-0 Fax: () 09-0 E-mail: lemaqui@lemaqui.com.br Site: http://www.lemaqui.com.br/ Comal Comércio de Máquinas e Acessórios Agrícolas de Limeira Ltda Endereço: Rua Alberto Pelegrini,  - CEP -09 - JD. Vista Alegre Limeira - SP Fone/FAX: (9) -9 E-mail: comal@widesoft.com.br Site: http://www.widesoft.com.br/users/comal/ Balanças Vargas Ltda Rua: Monte Simplon, 9 – Nova Suíça CEP: 00-0 Belo Horizonte – MG Telefone: () - FAX: () -0 E-mail: balancasvargas@terra.com.br GBR Máquinas Ltda Rua Santa Rita,  – Centro CEP: 00-00 Juiz de Fora – MG Telefone/FAX: () -90 E-mail: gbmaquinas@yahoo.com.br Site: http://www.gbmaquinas.com.br Moinhos Indústria e Comércio Tecmolin Ltda Rua Ettore Ximenes,  CEP: 0-00 São Paulo – SP 9

AgriculturA e PecuáriA

FAX: (9) - E-mail: lucato@lucato.com.br Site: http://www.lucato.com.br/

Telefone: () -9 FAX: () -9 E-mail: tecmolin@tecmolin.com.br Site: http://www.tecmolin.com.br Engetecno Rua São Paulo,  Poços de Caldas, MG CEP 0-0 Telefone: () - Site: http://www.engetecno.com.br/index.html * A Engetecno fornece projeto de fábrica para beneficiamento de feijão.

FORNECEDOREs DE EMBALAGENs
SR Embalagens Plásticas Av. Mário de Oliveira, 00 - Distrito Industrial II Caixa Postal  - CEP -0 Barretos – SP Telefone: () - FAX: () -0 Site: http://www.srembalagens.com.br/ Embalagem Transparente São Paulo Ltda Rua Barra do Tibagi, /9 CEP: 0-000 São Paulo – SP Telefone: () -0 / - / - FAX: () -09 E-mail: embalagemsp@embalagemsaopaulo.com.br Site: http://www.embalagemsaopaulo.com.br/testeindex6.html Indústria de Plásticos Cristal Americano - Comércio e Transportes Ltda Rua Mendes Caldeira, 00 – Brás Cep: 000-00 São Paulo – SP Telefone: () 9- FAX: () 9-9 Site: http://www.ipcal.com.br/ 9

Tão importante quanto produzir é conseguir vender. Para isso, deve ser criado algum tipo de benefício ao consumidor, para que ele dê preferência à nova marca, em detrimento da concorrência. O empreendedor deve ainda, ter em mente, que ao abrir esse tipo de empresa, estará sujeito à Vigilância Sanitária de sua região, devendo, portanto, antes de iniciar o negócio, informar-se nos órgãos responsáveis pela fiscalização e no caso de regulamentação, idéias de investimento, documentação necessária para início da atividade, o cliente poderá deverá entrar em contato com o SEBRAE.

REFERêNCIAs 
. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Origem e história do feijão. Disponível em: <http://www.cnpaf.embrapa.br/feijao/historia.htm>. Acesso em:  de abr. 00. . Unifeijão. Valores Nutricionais. Disponível em: <http://www.unifeijao. com.br/>. Acesso em:  de abr. 00. . SILVA, C. C. da. Cultivo do feijoeiro comum: plantio. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Feijao/CultivodoFeijoeiro/plantio.htm>. Acesso em 0 de abr. 00. . YOKOYAMA, L. P. Cultivo do feijoeiro comum: importância econômica. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Feijao/CultivodoFeijoeiro/importancia.htm>. Acesso em: 0 de abr. 00. . DEL PELOSO, M. J.; COSTA, J. G. C. da; RAYA, C. A.; FARIA, L. C. de. Cultivo do feijoeiro comum: cultivares. Disponível em: <http://sistemasde-

producao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Feijao/CultivodoFeijoeiro/cultivares. htm>. Acesso em: 0 de abr. 00.

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AgriculturA e PecuáriA

CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs

de abr. 00. . SEBRAE. Ponto de partida: beneficiamento e empacotamento de cereais, farináceos e grãos. Disponível em: <http://www.sebrae-

mg.com.br/Geral/visualizadorConteudo.aspx?cod_areasuperior=2&cod_ areaconteudo=231&cod_pasta=234>. Acesso em: 0 de abr. 00.

Kleberson Ricardo de Oliveira Pereira

NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 

0 de abr. 00

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Biodiesel, obtenção do biodiesel, processo de transesterificação

PALAvRAs-ChAvE

Saber qual procedimento adotar para realizar a transesterificação e obter o biodiesel. E como saber a qualidade do produto obtido.

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA

sOLUÇÃO APREsENTADA
1. Introdução Biodiesel é um combustível biodegradável derivado de fontes renováveis, que pode ser obtido por diferentes processos tais como o craqueamento, a esterificação ou pela transesterificação. Pode ser produzido a partir de gorduras animais ou de óleos vegetais, existindo dezenas de espécies vegetais no Brasil que podem ser utilizadas, tais como: mamona, dendê (palma), girassol, babaçu, amendoim, pinhão manso e soja, dentre outras (). 2. Biodiesel O biodiesel substitui total ou parcialmente o óleo diesel de petróleo em motores ciclodiesel automotivos (de caminhões, tratores, camionetas, automóveis, etc) ou estacionários (geradores de eletricidade, calor, etc). Pode ser usado puro ou misturado ao diesel em diversas proporções. A mistura de % de biodiesel ao diesel de petróleo é chamada de B e assim sucessivamente, até o biodiesel puro, denominado B00 (). Segundo a Lei nº 11.097, de  de janeiro de 00 (), biodiesel é um “ biocombustível derivado de biomassa renovável para uso em motores a combustão interna com ignição por compressão ou, conforme regulamento, para geração de outro tipo de energia, que possa substituir parcial ou totalmente combustíveis de origem fóssil”. A transesterificação é processo mais utilizado atualmente para a produção de biodiesel. Consiste numa reação química dos óleos vegetais ou gorduras animais com o álcool comum (etanol) ou o metanol,

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AgriculturA e PecuáriA

BIODIEsEL

estimulada por um catalisador, da qual também se extrai a glicerina, produto com aplicações diversas na indústria química (). Cerca de 0% de uma molécula de óleo vegetal é formada por glicerina. A glicerina torna o óleo mais denso e viscoso. Durante o processo de transesterificação, a glicerina é removida do óleo vegetal, deixando o óleo mais fino e reduzindo a viscosidade (). Além da glicerina, a cadeia produtiva do biodiesel gera uma série de outros co-produtos (torta, farelo etc.) que podem agregar valor e se constituir em outras fontes de renda importantes para os produtores. 2.1. Ácidos graxos O resultado da reação química entre os ácidos graxos contidos em óleos vegetais e gorduras animais e um álcool, que pode ser o etanol ou o metanol, é um éster etílico ou metílico. Quando usado como combustível, denominamos tal produto de biodiesel (). Entre os diversos compostos estudados pela química orgânica estão os chamados ácidos carboxílicos. Tais compostos têm como característica o grupo funcional carboxila:

Grupo carboxila: Os ácidos carboxílicos encontrados em gorduras animais e óleos vegetais são conhecidos como ácidos graxos. Para a descrição da molécula de um ácido graxo, deve-se indicar o comprimento da cadeia carbônica (número de átomos de carbono), o número de duplas ligações e a posição exata de tais ligações. 2.2. Produção O processo de produção do biodiesel, partindo de uma matéria prima graxa qualquer, envolve as etapas operacionais mostradas no fluxograma a seguir ():

9

MATÉRIA PRIMA

PREPARAçãO DA MATÉRIA PRIMA CATALISADOR ( NaoH ou KOH ) óLEO OU GORDURA REAçãO DE TRASNSESTERIFICAçãO

METANOL OU ETANOL

áLCOOL ETíLICO OU METíLICO SEPARAçãO DE FASES

FASE PESADA

FASE LEVE

DESIDRATAçãO DO áLCOOL

RECUPERAçãO DO áLCOOL DA GLICERINA GLICERINA BRUTA DESTILAçãO DA GLICERINA

ExCESSOS DE áLCOOL RECUPERADO

RECUPERAçãO DO áLCOOL DOS ÉSTERES

PURIFICAçãO DOS ÉSTERES

RESíDUO GLICÉRICO

GLICERINA DESTILADA

BIODIESEL

Figura 1. Fluxograma do processo de obtenção do biodiesel (4).

Na preparação da matéria-prima para sua transformação em biodiesel visa-se obter condições favoráveis para a reação de transesterificação, para assim alcançar a maior taxa de conversão possível. Primeiramente, a matéria prima deve ter o mínimo de umidade e acidez possíveis, isso pode ser realizado através dos processos de desumidificação e de neutralização, respectivamente. A neutralização pode ser realizada com solução e a desumidificação através do processo de secagem. Esses processos variam com as características de cada produto. A segunda etapa do processo é conhecida como etapa de conversão e ocorre através da reação de transesterificação, onde ocorre a transformação dos óleos ou gorduras em ésteres metílicos ou etílicos de ácidos graxos, constituintes do biodiesel.

99

AgriculturA e PecuáriA

Após a fase de transesterificação, obtém-se uma massa reacional final que é constituída por duas fases, que são separáveis por decantação ou ainda centrifugação. A fase mais pesada é composta de glicerina bruta, impregnada dos excessos utilizados de álcool, de água, e de impurezas inerentes à matéria prima. A fase menos densa é constituída de uma mistura de ésteres metílicos ou etílicos, conforme a natureza do álcool originalmente adotado, também impregnado de excessos reacionais de álcool e de impurezas. Após a separação, podemos obter a glicerina bruta, a partir da fase pesada que é submetida a um processo de evaporação, eliminando seus constituintes voláteis. E o álcool residual é obtido da fase leve e sua purificação provém da destilação, para assim obter álcool desidratado. A purificação dos ésteres ocorre pelo processo de centrifugação e desumidificação, resultando no produto conhecido como biodiesel. Este deve seguir as normas estabelecidas para o biodiesel como combustível. Um outro subproduto que constitui rentabilidade neste processo é a glicerina bruta. No entanto, a procura pela glicerina purificada é muito maior, devida ao seu valor econômico. A glicerina purificada pode ser obtida por destilação à vácuo. 2.3. Especificações e qualidade O biodiesel constitui na atualidade uma das mais importantes alternativas para os combustíveis derivados do petróleo. Em função dessa importância e da futura regulamentação para sua utilização no país, o estabelecimento de padrões de qualidade para o biodiesel é uma das maiores preocupações do governo brasileiro. Assegurar um combustível de qualidade sob qualquer situação, garantir os direitos dos consumidores e preservar o meio ambiente são os focos principais de tal preocupação. Através da Portaria  de /09/0, a Agência Nacional do Petróleo – ANP, estabeleceu as especificações iniciais para o biodiesel puro a ser adicionado no óleo diesel automotivo para testes em frotas cativas ou para uso em processo industrial específico nos termos da Portaria ANP 0, de  de agosto de 00. 

00

Professor Luciano Gualberto. empresas e produtos sobre bio-combustíveis.br/> Portal que contém informações sobre associações.org.CENBIO Av.ABIMAQ Disponível em: <http://www.  Cidade Industrial de Curitiba 0-00 .Curitiba – PR Fone: () -000 Fax: () -0 Disponível em: <http://www.biodieselbrasil.org.com.br/> Centro Nacional de Referência em Biomassa .br Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel Disponível em: <http://www.gov. () 09-.com.abimaq.Instituto de Tecnologia do Paraná .br 0 AgriculturA e PecuáriA INsTITUIÇõEs .com Dedini S/A indústrias de Base Disponível em: <http://www.TECPAR Rua Professor Algacyr Munhoz Mader.com. revistas.com.tecpar.cenbio.com. () -9 Fax: () 09-9 . 9 .br> Cummins Latin America Disponível em: <http://www.br/> Portal Biodiesel Brasil Disponível em: <http://www.melo@dedini.dedini.cummins.asp> Telefone: 000--00 Contato: falecom@cummins. Contato: atendimento@biodieselbrasil.São Paulo – SP CEP: 00-00 Disponível em: <http://www.Cidade Universitária Telefones: () 09-.br/> E-mail: tecpar@tecpar.br> Telefone: (9) 0- Contato: eliana.br/cla/default. notícias.br Fabricantes de Máquinas e Equipamentos Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos .biodiesel.

br> Telefone: ()   Contato: vendas@interagro.Cenpes Disponível em: <http://www2.petrobras.org. Contato: sonia@cenpes.html> Telefone: () - Contato: soyminas@soyminas.Fax: () -9 Laboratórios Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo M.abiodiesel.org.htm> Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobrás.br 0 .br/portal/tecnologia.br TECBIO Tecnologias Bioenergéticas Ltda Disponível em: <http://www.br> Fone/Fax: () - Cel: () 99- Contato: thomas@fendel.br/page7.com.br/> Telefone: () .html> Associação Brasileira das Indústrias de Biodiesel Disponível em: <http://www.ABIOVE Disponível em: <http://www.agr. de Mello .br/index1.br Associações TURBINAVE .br/> Telefone: () -0 .tecbio.br Interagro Disponível em: <http://www.com.agr.com.soyminas.com.FENDEL Tecnologia Disponível em: <http://www.interagro.turbinave.br Soyminas Biodiesel Disponível em: <http://www. / Ramal – 0 Contato: tecbio@tecbio.fendel.com.com.com.br> Contato: abiodiesel@abiodiesel.br Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais .com.petrobras.br Telefone: (9) -00 / (9) -0 Contato: turbinave@turbinave.abiove.ind.Indústria e Comércio de Centrífugas Ltda Disponível em: <http://www.com.ind.

00.ipt.biodiesel.Greentec Disponível em: <http://www.LADETEL Disponível em: <http://dabdoub-labs.br Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo .gov. 0 AgriculturA e PecuáriA Departamento de Química . é o órgão responsável por regulamentar e especificar os padrões aceitáveis. <http://www.IPT Disponível em: <http://www.br/>.br> Contato: tecpar@tecpar.furg.br> Telefone: 000-9 Contato: ouvidoria@ipt.net/> Telefone: () - Contato: donato@eq. indicamos que entre em contato com as instituições indicadas.cfm> Laboratório de Tecnologias Verdes . REFERêNCIAs .br/ladetel.cjb.Telefone: () -9 Disponível em: <http://www.ibict.com.Laboratório Kolbe de Síntese Orgânica .br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O procedimento adotado para realizar a transesterificação está mostrado no fluxograma e detalhado no texto que segue logo após o mesmo.br Instituto de Tecnologia do Paraná .donato-ufrj.ufrj. Disponível em: <http://www.sbrt.br> Contato: dqmdoca@super. Caso o cliente tenha dúvidas sobre o processo. a ANP (Agência Nacional do Petróleo).br Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas . No portal do SBRT – Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – existem respostas relacionadas ao assunto e estão disponíveis para acesso. Portal do Biodiesel. pois possuem especialistas no assunto que poderão auxiliá-lo da melhor forma possível. Acesso em: 0 de out.tecpar.FURG . No caso da qualidade do produto obtido.br>.TECPAR Disponível em: <http://www.furg.

edição 00.biodiesel. 00.. de  de agosto de 99. .ibict.gov. Lei que dispõe sobre a introdução do biodiesel na matriz energética brasileira. Acesso em: 0 de out.br/upload/sbrt1257. Acesso em: 0 de out.sbrt.. 00.br/docs/ lei11097_13jan2005. Kleberson Ricardo de Oliveira Pereira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out. Instituto de Tecnologia do Paraná. 9.. altera as Leis nos 9. Boletim Técnico Nº . de  de outubro de 999 e 0. Disponível em: <http://www. 00.pdf> Acesso em: 0 de out. de 0 de dezembro de 00.br/upload/sbrt1420. Disponível em <http://www. .pdf>.sbrt. .tecpar.. Disponível em: <http://www. 00. 00 0 . e dá outras providências.br/cerbio/> Acesso em: 0 de out.pdf>.ibict. Disponível em <http://www.

ibict.70o MIN 10 kg Glicerina (álcool) 105 kg Biodiesel (éster) Catalisador KOH. outros Para melhor entendimento sobre o assunto aconselha-se ler. o qual fala que o rendimento do biodiesel feito de sebo bovino é % inferior ao feito a partir de óleo vegetais.Sebo bovino.br/upload/sbrt969.br> acesso em  de maio de 00 e ler as Respostas Técnicas sugeridas. biodiesel. abaixo. cujas referências completas encontram-se abaixo e com o texto: Energia alternativa. PALAvRAs-ChAvE Qual o rendimento do sebo bovino no processo de biodiesel? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com Fluxograma de Massa. Exemplo: Resposta Técnica 99. assim como buscar por: “biodiesel”. NaOH. “sebo bovino” no site do SBRT: Serviço Brasileiro de Resposta Técnica: <www. tem-se aproximadamente 99. biodiesel de sebo bovino. os textos citados na secção Referências.sbrt.ibict. 100 kg óleo Vegetal (éster) 15 kg Metanol ou Etanol (álcool) Pressão Atmosférica Reação Química 40o . pode-se dizer que a partir de 00Kg de sebo bovino. no Processo de Transesterificação. junto a uma quantidade média de álcool de  Kg. presente no texto: Identificação dos Gargalos e Estabelecimento de um Plano de Ação para o Sucesso do Programa Brasileiro do Biodiesel.pdf> acesso em  de maio de 00 0 CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs AgriculturA e PecuáriA BIODIEsEL DE sEBO BOvINO . por completo. Kg de biodiesel.70o C 40o . Disponível em: <http://sbrt. rendimento do sebo bovino.

9 p. Governo de Baiha.ba. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Secretaria de Meio Ambiente e Recurso Hídricos. de Salles. Ed.gov.usp. Disponível: <www. Acesso em:  de maio 00. 00. Mauricio C. Portal SEIA. Disponível em: <http://www.REFERêNCIAs PENTEADO.teses.seia. do P. Rev. Identificação dos Gargalos e Estabelecimento de um Plano de Ação para o Sucesso do Programa Brasileiro do Biodiesel.. Acesso em:  de maio 00. São Paulo 00.br/noticias. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .cfm?idnoticia=2426>.br/teses/disponiveis/3/3149/tde-08122005111726/publico/Mauricio.pdf >. Dissertação de mestrado. POLI/USP. Baiha-Brasil. Energia alternativa.

• Valorização dos dejetos para uso agronômico como fertilizante. a % Carbônico . O dimensionamento Existem vários modelos de biodigestores.Biodigestor.Traços Amônia . Um método prático de estimar o tamanho do biodigestor é dado pela fórmula abaixo: TB = V * TRH sOLUÇÃO APREsENTADA 0 AgriculturA e PecuáriA BIODIGEsTOR . a % Sulfídrico . em comparação com outros sistemas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA O biogás é a combinação de gases resultantes da digestão anaeróbia da matéria orgânica contida nos dejetos.Traços As vantagens • O resultado da decomposição é a geração de um gás de alto poder energético capaz de substituir a lenha. Sua composição média de gases é: () Metano . alimentação contínua sem agitação e sem isolamento. Os mais simples possuem um único estágio. gasolina e o GLP. O tempo de retenção dos dejetos depende da capacidade das bactérias em degradar a matéria orgânica. energia alternativa. PALAvRAs-ChAvE Saber a respeito da construção de um biodigestor para utilização no aquecimento de aviários na fase inicial (pintos) e quantidade ideal para armazenamento dos gases para um aviário de 0 x  (0. • Redução do poder poluente e do nível de patógenos. • Menor tempo de retenção hidráulica e de área para degradação anaeróbia.000 aves). aviário. biogás.

 a 0% • Aves . O investimento em armazenagem pode ser substancialmente reduzido com a utilização do filme plástico de PVC. Os custos A armazenagem e o sistema de liquefação do biogás são fatores limitantes à popularização dos biodigestores.0 • Aves (. É um material resisten0 .Kg) .0 O manejo Os dejetos devem ser manejados de forma a manter uma concentração adequada de sólidos totais para otimizar a produção de biogás: • Bovinos .0 • Suínos (90Kg) . Eles influenciam diretamente o custo/benefício do biogás.0. gás carbônico e vapor d’água devem ser removidos por serem corrosivos e diminuírem a eficiência energética. A produção Estima-se que a produção de biogás (m/cabeça/dia) seja de: • Bovinos (00Kg) .0 a % • Suínos .0. a 9% O gás sulfídrico.Onde : TB = Tamanho do biodigestor (m) V = Vazão diária de dejetos (m/dia) TRH = Tempo de retenção necessário para a degradação da matéria orgânica (varia de 0 a 0 dias).0.

O biodigestor indiano encontra o seu ponto a favor num aproveitamento do gás mais aprimorado e uma visibilidade do processo mais imediata pelo movimento da campânula. Uma opção é o biodigestor chinês. seguro e durável. Onde haja recursos limitados e principalmente uma necessidade de saneamento básico e de biofertilizante o modelo chinês é o mais indicado. Onde deseja-se um aproveitamento maior dos recursos energéticos do biogás esse modelo torna-se uma opção mais apropriada Outra opção é o biodigestor indiano O Biodigestor Indiano é composto basicamente por: l l l l l l Caixa de Carga Tubo de Carga Câmara de biodigestão cilíndrica Gasômetro Tubo-guia Tubo de Descarga 09 AgriculturA e PecuáriA te. .O biodigestor chinês tem uma grande vantagem em seu custo reduzido e na sua simplicidade de construção. Há lugares e situações onde isso é um fator determinante.

permitindo o seu fornecimento com pressão constante. quando este se movimentar para cima ou para baixo. sendo a cobertura superior abaulada (em forma de cone). Ela também deverá ser construída em alvenaria. Geralmente o gasômetro é feito de chapa de aço numero . Gasômetro: refere-se ao elemento que será responsável por armazenar o biogás produzido. a qual deverá ser soldada em uma estrutura metálica. feita de cantoneiras de aço carbono ¾”. refere-se ao local onde os dejetos diluídos em água serão colocados para serem introduzidos no sistema. Esse elemento deverá ser obtido a partir de um tubo galvanizado com duas e meio de polegadas de diâmetro.l l Caixa ou Caneleta de Descarga Saída de Biogás Sendo que: Caixa Descarga: feita em alvenaria. Tubo de Carga: serve para conduzir o material. por gravidade. Tubo de descarga: servirá para fazer a retirada do material fermentado (sólidos e líquidos) de dentro do biodigestor. deve-se utilizar também tubo PVC com 0 mm de diâmetro. para evitar a deposição de impurezas e água na parte externa do mesmo. Tubo-guia: terá a função de guiar o gasômetro. Isto é possível. de acordo com o volume de biogás acumulado ou retirado. Normalmente utiliza-se um tubo em PVC com 0 mm de diâmetro. desde a caixa de carga até o interior do biodigestor. porque ele se movimentara para cima ou para baixo. Para isso. Ela também deverá ser construída em alvenaria. e 0 . Ele deverá ter formato cilíndrico. Câmara de biodigestão cilíndrica: refere-se ao local onde ocorrerá a fermentação do material e a conseqüente liberação do biogás. Caixa ou caneleta de descarga: refere-se ao local para onde será encaminhado o material retirado de dentro do biodigestor até ser conduzido para outro local.

. como lagoas de estabilização. INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: Embrapa Suinos e Aves BR . pois abaixo da superfície do solo as temperaturas são mais elevadas e as suas variações são menores. Por essa razão é que o biodigestor é construído enterrado. ele reduz o poder poluente do dejeto nestas percentagens. para possibilitar acompanhar os movimentos do gasômetro.A fermentação ocorrerá mais intensamente quando a temperatura do material estiver entre 0º e º C.ibict.  AgriculturA e PecuáriA saída de biogás: refere-se a um dispositivo que deverá na parte superior do gasômetro.Tecnoeste . Alem disso.br Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas http://sbrt. Recomenda-se que esse dispositivo seja de mangueira flexível. O produto final deve passar por tratamento complementar. se o destino final forem os corpos d’água.pdf CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O biodigestor com utilização de biogás para aquecimento de aviários é uma das tecnologias que a Embrapa Suínos e Aves apresentou no º Show Tecnológico Rural do Oeste Catarinense. por quilograma de material utilizado.cnpsa. O biodigestor é um sistema de tratamento que estabiliza parcialmente o dejeto. a produção de biogás.br/upload/sbrt436. Normalmente o sistema tem um abatimento de 0 a 0% da carga orgânica. ou seja. pelo qual o biogás sairá do interior do gasômetro e será conduzido até os pontos de consumo de combustível. o manejo dos biodigestores enterrados é mais fácil de ser executado. km 0 Concordia – SC CEP 900-000 Telefone (9) - http://www. o que implica em cuidados redobrados com o manejo. é maior e ocorre em menor tempo. sendo que nestas condições. ocorrido em Janeiro de 00 na cidade de Concórdia – SC.embrapa.

O biogás gerado pelo biodigestor. br/?/noticias/2005/01/noticias-2005-01n04. 00  .html>. Acesso em: 0 de abr. Embrapa Suínos e Aves.htm>. Acesso em: 0 de abr.embrapa. Disponível em: <http://www. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr.enpsa.cnpsa.br/?/tecnologias/biodigestor. Valorize os dejetos animais: Use o Biodigestor. secagem de grãos e aquecimento de água. 00. Disponível em: <http://www. O mais comum e recomendável é o uso do biogás para aquecimento de aviários e leitores em creche. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA .embrapa. . Para mais informações sobre essa tecnologia pode ser obtida com a Embrapa Suínos e Aves pelo telefone (9) -. pode ser utilizado em sistemas de geração de energia térmica e elétrica. 00.

que não esteja atacada por doenças. quando então. quando a bucha é armazenada por período longo ela amarelece e endurece. é quando a bucha está devez. A bucha vegetal tem conquistado o mercado e o interesse justamente por ser produto natural. Depois. Para buchas amareladas o engenheiro químico Fernando Lón recomenda a seguinte formulação:  AgriculturA e PecuáriA BUChA vEGETAL . Esta etapa tem a função de amolecer a casca da bucha. portanto a melhor época para colheita.Bucha vegetal PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Qual produtos deve utilizar e em que quantidade dos mesmos. colocá-las em um tanque (pode ser tanque de lavar roupa). apresenta cor branca e é bem formada. afirma a pesquisadora. No entanto. Algumas porções de casca que ainda permanecerem resistentes devem ser retiradas. para obter bucha natural com coloração branca. deve-se colhê-las. do Instituto Agronômico de Campinas informa que a obtenção de buchas bem limpas não requer uso de produtos químicos o que iria contra os recentes conceitos de produto ecologicamente corretos. bastando para tanto. No dia seguinte a casca estará solta. Arlete Melo deixa claro que é imprescindível sol na secagem das buchas. Sobre o uso de produtos químicos na lavagem da bucha: a pesquisadora informa que é desnecessário tal procedimento porque a bucha colhida no momento certo e. de boa aceitação no mercado. A pesquisadora Arlete Melo explica que a bucha colhida no ponto certo não requer tratamento químico. sOLUÇÃO APREsENTADA A limpeza das buchas a pesquisadora Arlete Melo. lava-se bem e coloca ao sol para secar. deixando de molho de um dia para o outro. batê-las no tanque.

telefone () - Fernando Lón – Engenheiro Químico da FERCK ACESSORIA Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de out. REFERêNCIAs Arlete Melo . cidade de Inconfidentes. como uso de luvas. O tanque. de máscaras e de segurança. José Abílio de Oliveira . 00  . área de Melhoramento. Lavar bem. está sendo substituído por um recipiente de metal adaptado que bate as buchas facilitando o desprendimento da casca. Acrescentar % de glicerina na água. segundo a pesquisadora. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se usar métodos naturais de limpeza das buchas bem como usar buchas de qualidade. A glicerina amolece as fibras da bucha. Adiciona  a 0 % de hipoclorito ou peróxido na água para amolecimento das fibras.l l l l l Soda Caústica  a 0 % (segundo o químico para se chegar na dosagem certa. O manuseio de produtos químicos exige cuidados especiais. adiciona-se a soda ouço a pouco a título de teste) e deixa de molho por  a  horas Lavar bem.Emater-MG.pesquisadora do Instituto Agronômico de Campinas. de avental.

O Professor Keigo informa. cada “dente” é uma nova planta. por algumas semanas em ambiente com baixa temperatura (entre  e  graus Celsius) e depois plantar. desde ferramentas e guias de estação até dicas de plantio e índices com mais de trezentas espécies de bulbos. que trata da Produção de sementes e mudas dispõe que: É obrigatório o registro no Ministério da Agricultura. flores. bulbos de flores. ainda que cada parte da raiz que se parece com dente de alho é um bulbo que deve ser separado um a um. mais conhecida como palma. para acelerar seu processo de propagação deve-se deixar seus bulbos. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs LEGIsLAÇÃO O Art. Área de Olericultura da Escola Superior de Agronomia “Luiz de Queiroz” a propagação vegetativa é lenta. de todo o  AgriculturA e PecuáriA BULBOs DE FLOREs . como por exemplo.  da Lei Nº . porque cada espécie exige um processo específico. Um manual completo para o cultivo de bulbos. Existem várias espécies que se propagam por meio de seus bulbos e indicar uma a uma seria improdutivo. colocado em ambiente com baixa temperatura e depois pode ser plantado. PALAvRAs-ChAvE Como produzir e comercializar bulbos de flores (informações gerais) IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o professor e doutor Keigo Minami do Departamento de Produção Vegetal.0. de 9 de dezembro de 9. Pecuária e Abastecimento. reprodução de flores. de Michael Jefferson-Brown. Como exemplo cita-se a Gladíolo. o livro intitulado Bulbos.Reprodução de bulbos. todavia existem vários livros sobre o assunto no mercado (livrarias) que são importantes fontes de informação. mas podese acelerar a performance. ou seja.

para mais informações sobre o processo de reprodução de bulbos a consulta ou aquisição da literatura indicada abaixo: Título: Bulbos Autor: Michael Jefferson-Brown Editora: Manole Este guia exclusivo sobre bulbos o conduz passo a passo por todos os estágios do cultivo. dicas de especialistas. Sugere-se. um grupo de alegres tulipas ou uma bordadura com narcisos resplandecentes. Art. guias práticos e fotos ilustrativas. Disponível em: http://www. A PORTARIA Nº . determina que o registro seja efetuado na Delegacia Federal de Agricultura do Estado. manole.php?id=123 acesso em: 0 de nov. Siga as instruções para se deleitar com a beleza exótica das diversas flores que melhor se adaptam ao seu ambiente e clima. de  de julho de 99. 0. Seja planejando um mar espetacular de campainhas. Área de Olericultura da Escola Superior de Agronomia “Luiz de Queiroz”.br/livros. Para aquisição consulte a Editora Manole. REFERêNCIAs Magda das Graças Costa.viveiro de mudas destinado à exploração comercial ou industrial. NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de nov. 00 Professor e Doutor Keigo Minami do Departamento de Produção Vegetal. bem como envasar e a induzir o crescimento dentro de casa. Tel: (9) 9-90. inclusive quando utilizado para florestamento ou reflorestamento . como projetar e cuidar do seu jardim de bulbos. este livro o ajudará a criar um espetáculo de tirar o fôlego através de um índice com mais de trezentas espécies de bulbos.com. 00  .

Café. como vermífugo. sais minerais e os ácidos clorogênicos/quinídeos. embora se acredite ter ação vermífuga. em algumas regiões. Jacinta Diva Ferrugem Gomes. Dra. Estas observações levantaram a curiosidade sobre a fruta que. do Departamento de Não Ruminantes da ESALQ USP e Profa. Contudo. que requerem maiores estudos. ficavam mais agitadas. vermífugo. descoberta na Alemanha em 0 pelo químico Ferdinand Runge. Valdomiro Shigueru Miyada. Esta última. Sabe-se que o conhecimento popular utiliza sementes de abóbora e.Suínos e Aves. Os pesquisadores. leitão. do Departamento de Zootecnia/FZEA informam que não há estudos conhecidos sobre o uso do café como vermífugo. suíno. que iniciará uma pesquisa sobre princípios ativos contidos em certas plantas. Deste então a ciência médica dedicou uma atenção quase que obsessiva e exclusiva à cafeína e muito pouca aos demais compostos bioativos do café.  AgriculturA e PecuáriA CAFé COMO vERMIFUGO PARA sUÍNOs . ao ingerirem a fruta. a maioria voláteis. porco. dentre centenas de outros. Prof. a folha de bananeira. foi vista como estimulante. a substância mais pesquisada e conhecida do café é a cafeína. contém altas taxas de tanino. desde o início de seu consumo humano. cuja a propriedade adstringente atua como redutor da evacuação de líquidos nas fezes. como a niacina. suinocultura PALAvRAs-ChAvE Existe algum estudo sobre o café utilizado como vermífugo para leitões? IDENTIFICAÇÃO DE DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O uso do café iniciou-se a partir da observação dos rebanhos de cabras que. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Sugere-se o contato com a EMBRAPA .

embrapa. Disponível em: <http://www.embrapa.br/cafe/ >.sede. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . Acesso em: 0 de ago. EMBRAPA Café. Disponível em: <http://www22. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de ago.cnpsa. Acesso em: 0 de ago.00. br/>.como alternativa medicinal para suínos.00. FONTEs CONsULTADAs EMBRAPA Suínos e Aves.

. características específicas do mercado. . sendo por isso. a recomendação de calagem não é um procedimento simples. que é estimada pelo pH. da cultura. parte dos íons alumínio são deslocados por outros cátions. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo o pesquisador Gilson Pitta. sOLUÇÃO APREsENTADA 9 AgriculturA e PecuáriA CALAGEM DO sOLO . expectativa de rendimento. Os solos brasileiros na sua maioria são ácidos. denominados de Al trocável ou acidez trocável. são denominados acidez potencial. tais como caracterização da área. A fase sólida é representada pelas argilas. conhecimentos tecnológicos. Apenas. que tem sua origem na pesquisa naquela região ou estado. pela matéria orgânica e pelos os óxidos de ferro e alumínio. caracterizando-se por baixas concentrações de cálcio e de magnésio (elementos diretamente envolvidos no desenvolvimento das raízes) e por valores elevados de alumínio trocável e baixa disponibilidade de fósforo do solo. que é utilizado para o cultivo de milho. calagem. características da propriedade agrícola. etc. e fica em equilíbrio com a fase liquida. tipo de solo. por pressupor o conhecimento de um número razoável de informações tais como: . principalmente àquelas relacionadas a preços de insumos e disponibilidade de crédito. calagem para cultivo de milho PALAvRAs-ChAvE Saber qual é a quantidade ideal calcário para executar a calagem de um solo que não recebe tratamentos corretivos há cerca de três anos e. ligados à fase sólida. A acidez do solo é representada basicamente por duas fases: a fase sólida e a fase líquida. Os demais íons H+ e Al+.Milho. Os íons H+ dissociados na fase líquida são denominados acidez ativa. histórico da área. a solução do solo.

A fórmula para o cálculo da Necessidade de Calagem. expressos em Cmolc/dm.e requer uma análise laboratorial do solo para a determinação das quantidades de Ca. É baseado na correlação do pH do solo com a saturação por bases. o calcário magnesiano ou o dolomítico são os recomendados. A escolha do calcário é também muito importante para o sucesso da operação de correção do solo. grau de finura e reatividade do material corretivo. outras fontes de magnésio devem ser utilizadas. Como estimar a necessidade da calagem? O método de estimação apresentado a seguir é o Método da Saturação de Bases. Mg. de modo a proporcionar uma 0 . V é a saturação de bases que se deseja elevar. ajustado ao pH . mas também da acidez potencial do solo. Por essa razão.M. que é de 00%. em toneladas/ hectare é representada pela expressão: NC = ( V –V ) CTC / 00 CTC representa a soma das bases Ca. O poder neutralizante do calcário é determinado pela comparação com o poder de neutralização do carbonato de cálcio puro (CaCO). é denominado de Poder Relativo de Neutralização Total (PRNT) ou equivalente de carbonato de cálcio. além da determinação de H+Al (acidez potencial).Os métodos que quantificam a necessidade de calcário visam à eliminação não somente da acidez ativa. e em alguns casos também o Na. Mg. No caso do milho. Em situações que requeiram também a correção do magnésio. diferentes métodos vêm sendo utilizados nas diferentes regiões do Brasil. recomenda-se valores de V entre 0% e 0%. Não sendo suficientes. desenvolvido estado de São Paulo e amplamente utilizado nesta região. A estimativa da Necessidade de Calagem (NC) é feita através da análise química do solo sendo que. K. Aplicação do calcário Recomenda-se que a aplicação do calcário seja a mais uniforme possível em toda a extensão do terreno. através da análise química. e deve ser realizada verificando-se características como valor neutralizante. K e Na com os valores da acidez potencial (H + Al). extraídos com acetato de cálcio 0. V é a saturação original do solo.

sem a necessidade de revolvimento para incorporação (aração e gradagem). A necessidade de uma nova aplicação de calcário deve ser monitorada através da saturação por bases do solo. Nessa situação. Se maior que . ou seja. é possível aplicar o calcário na superfície. adotar o valor limite. solos argilosos: / a / da necessidade de calcário (NC). adotar o valor limite. de preferência a profundidades maiores que 0 cm. para o êxito da operação de calagem. as quantidades são menores e as recomendações são baseadas na textura do solo: 1. de uma gradagem. para a camada de 0 a 0 cm. metade antes da aração e a outra metade após essa operação.A incorporação do calcário deverá ser a mais profunda possível. Se maior que . Atividades que também devem ser auxiliadas por um profissional devidamente qualificado. sugere-se o parcelamento em duas vezes. . Também são importantes.  AgriculturA e PecuáriA melhor mistura com as partículas do solo. Nessa situação. Esta análise deve ser feita por um profissional devidamente qualificado e capacitado para tal atividade. a  t/ha. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Atualmente o método mais utilizado na região de São Paulo para estimar necessidade de calagem é o Método de Saturação de Bases. a escolha do tipo de calcário a ser utilizado e a forma de aplicação do mesmo. Em solos sob plantio direto consolidado. solos de textura média e arenosos: / da necessidade de calcário (NC). Este é um método eficiente. t/ha. não se deve efetuar a calagem. porém exige uma análise laboratorial do solo para quantificação de alguns componentes químicos presentes no mesmo. seguindo-se esta última. Essa observação ainda é mais relevante quando se recomendam quantidades superiores a  toneladas/ha. pelo método de saturação de bases para a camada de 0 a 0 cm. 2. pelo método de saturação de bases. Para valores iguais ou superiores a 0%.

embrapa.htm>. Disponível em: <http://www. cnpms. Cultivo do Milho. Carlos A.00. V. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de ago.REFERêNCIAs PITTA. Gilson et al.  . de A. Acesso em 0 de ago.br/publicacoes/milho/fercalagem. 00.

topografia e drenagem). o rendimento dependerá das condições topográficas e da capacidade de drenagem deste solo. entre as baquearias temos o Marandi e o Mg. Porém a escolha do melhor capim dependerá. Serão estes os aspectos principais que definirão também a quantidade e a freqüência de água que o pasto deverá ser irrigado no período de secas. capim para gado leiteiro. As que requerem alta exigência destas condições são os capins Mombaça. Aires e Atlas. os napil Elefante. Além da fertilidade. Mg. Tanzânia. Os mais indicados para o pastejo de gado leiteiro são: Mg. Mg.Capim. e os quinodum Estrela. Tanzânia e Mombaça. Dífito e Cossicross. PALAvRAs-ChAvE Saber qual o melhor capim ou grama para pasto irrigado destinado a gado leiteiro. pastagem irrigada para gado leiteiro. As que necessitam de poucas condições favoráveis do solo são as Umidículas (Certania) e dictoncrias. sOLUÇÃO APREsENTADA  AgriculturA e PecuáriA CAPIM PARA GADO LEITEIRO . Camerum. pasto irrigado. da análise do solo em que será realizado o plantio. primeiramente. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA O capim sempre será preferível à grama por produzir maior quantidade de biomassa. Por exemplo: as espécies de capim mais indicadas para o gado leiteiro não terão um alto rendimento nos solos pobres em fósforo. Há várias espécies de capim e a melhor escolha dependerá do grau de exigência das condições acima citadas (quantidade de fósforo. Entre as que exigem condições medianas estão as espécies de baquearias Decumbens.

CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Segundo o professor Ademir de Luca da ESALQ (Escola Superior de Agricultura Luis de Queirós) a melhor orientação para o pequeno produtor é procurar saber qual o capim mais utilizado nas áreas vizinhas à sua. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de set. Contudo. REFERêNCIAs Professor Ademir de Luca da Esalq. 00. caso haja interesse em ir mais afundo sobre a questão. pois geralmente nestas a análise de solo já fora realizada bem como os procedimentos adequados.  . pode-se recorrer a Embrapa de sua região e solicitar um mapa da Carta de solos e avaliar as condições topográficas e de drenagem da área junto a um profissional da área.Escola Superior de Agricultura Luis de Queirós.

um descendente de híbridos da variedade Smooth Cayene. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O abacaxi MD é um duplo híbrido. pois a planta é conhecida a mais de dez anos na América Central. e . pragas e doenças). abacaxi golden. fruticultura PALAvRAs-ChAvE Quais são as características do abacaxi MD. Essa variedade apresenta menor teor de acidez e formato mais uniforme. razão pela qual têm atraído interesses para a exportação. As únicas experiências de plantio no Brasil têm sido realizadas no Ceará e na Paraíba e poucas informações se têm sobre as pesquisas desenvolvidas nestas áreas de domínio privado.  AgriculturA e PecuáriA CARACTERÍsTICAs DO ABACAXI GOLDEM PARA CULTIvO . Isto acontece porque as empresas envolvidas – duas “holdings” do setor de fruticultura – disputavam a patente desta variedade. afirma Tavares. abacaxi MD. É levando em conta estas concepções que diante da escassez de informação sobre o abacaxi MD . segundo o professor José Renato Tavares do CNPMF -Centro Nacional de Pesquisa de Mandioca e Fruticultura . Porém. também conhecido como golden? Gostaria de obter informações sobre a cultura (plantio.Abacaxi. Para resolver este problema.que procuramos a EMBRAPA. Ela é bastante suscetível à bucha fitospora e a funcariose.e com o pH que deverá estar entre . sabe-se que a patente já pode ser considerada de domínio público. Contudo.já plantado em áreas restritas e particulares do nordeste brasileiro e que se beneficiam do projeto de Integração do Rio São Francisco . Entretanto podemos adiantar que em muito pouco a cultura desta variedade de abacaxi se difere das outras. isto é.até mesmo à Embrapa é restringido o acesso a estes locais. cuidados. sobre o mercado para este tipo de abacaxi e porque há tão pouca informação sobre esta variedade. abacaxi gold. basta o produtor estar atento aos cuidados com a irrigação – o solo não deve encharcar ..

apenas uma quarentena contra possíveis riscos ambientais. portanto mais adaptadas ao manejo e cultivo.: () 0  . 0090 . Ademais. sem muita extensão burocrática.br Tel () -0 Fornecedores de mudas na Costa Rica Instituto Tecnológico de Veracruz –México. A aposta na variedade é que sua colheita seja antecipada em relação às outras e a sua resistência ao transporte seja mais eficiente.edu.embrapa.: ++(0)-09  .Ribeirão Preto.Tel.Bairro Sumaré . Trata-se de algo de praxe e que não deve tomar o empreendedor de preocupações.Fax: () 0  Email: bionova@bionova-mudas. Deve-se solicitar a importação junto ao Ministério da Agricultura que poderá exigir. A primeira opção é mais favorável.itver.php?p=servicos. Tanto o mercado interno quanto o externo apresentam grandes potenciais de aceitação do MD.embrapa.com. pois tratam de plantas convencionais para o plantio. A segunda opção por serem plantas de laboratório leva algum tempo para se adaptarem ao cultivo em lavoura.mx> Laboratório Bionova Avenida Santa Luzia  . Disponível em: <http://www.php&menu=4> Pesquisador: José Renato Santos Cabral – E-mail: jrenato@cnpmf. SP.br/index.br Vendas de “Piñas MD” no Panamá e Costa Rica – Tel. o preço das mudas pode ser elevado devido a pouca oferta. Disponível em: <http://www. Maiores dados sobre o mercado podem ser obtidos junto a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.Para a obtenção de mudas recomenda-se importá-las da Costa Rica ou consegui-las diretamente de laboratórios. Para maiores informações sugere-se consultar as instituições abaixo: Tecnologia de Micropropagação e obtenção de mudas e sementes: Associações: EMBRAPA .EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA / Centro Nacional de Pesquisa de Mandioca e Fruticultura.cnpmf.

Danilo. 00  AgriculturA e PecuáriA REFERêNCIAs .MEJÍA.org/inpho/content/compend/text/ch33s/AE614s01. Operaciones Postcosecha de la Piña. Disponível em: <http://www.fao.htm>. Acesso em: 0 de fev. 00 Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev.

htm>. O Dr. doutor em Microbiologia durante a fase de colonização do composto (após a saída do pasteurizador) a liberação de calor do Agaricus bisporus (champignon de Paris) é gradual. Acesso em: 0 de maio 00. Disponível em: <http://sbrt. bisporus.br/upload/sbrt1176.COGUMELO PALAvRAs-ChAvE Cogumelo champignon.com. Este aumento da temperatura pode ser prejudicial ao cultivo do cogumelo.herbario. Agaricus bisporus. a temperatura dentro do saco de colonização pode chegar a oC. bisporus pelos nutrientes presentes no composto. para um bom desenvolvimento do micélio do A. Cultivo de Cogumelo.br/dataherb13/cogumelos. fase de colonização do champignon. Estes termófilos podem competir com o micélio do A. Isto ocorre devido a taxa de atividade metabólica (reações químicas para o crescimento) do micélio que começa a se desenvolver a partir da “semente”. A medida que o micélio coloniza o composto.pdf?PHPSESSID=d93fa4f467eda428c317  . Para que não ocorra este aquecimento a estufa deve ser ventilada com maior freqüência da metade para final desta etapa (que dura aproximadamente  dias). Disponível em: <http://www. a temparatura dentro da estufa de colonização deve permanecer entre -oC. cogumelo. ainda que. Qual é a quantidade de calor que o cogumelo champignon libera na fase de colonização? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA De acordo com o Luiz Henrique Rosa. pois favorece o desenvolvimento de microrganismos termófilos (que crescem melhor em temperaturas elevadas).ibict. Luiz Henrique informa. sOLUÇÃO APREsENTADA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Cultivo de cogumelos.

Disponível em: < http://www. Acesso em: 0 de maio 00.ufpel.br/servicos/publicacoes/Energia/revista/V14N199/141Gilberto.unesp.pdf>. Acesso em: 0 de maio 00.Cultivo e Análise da composição química do cogumelo do sol (agaricus blazei murril) <http://www. Efeitos da Camada de Cobertura. REFERêNCIAs Dr. na Produtividade de Agaricus Blazei.tche. Luiz Henrique Rosa. Desinfestação de Composto para Cultivo de Cogumelo Agaricus bisporus (Lange) Imbach. Disponível em: <http://www. Acesso em: 0 de maio 00.br/faem/agrociencia/v2n3/artigo05.pdf>. 9 AgriculturA e PecuáriA 034854a15f34>. Acesso em: 0 de maio 00. doutor em Microbiologia Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de maio 00. .uepg.br/propesp/publicatio/bio/2003_2/03.pdf>.fca. da Massa do Substrato e do Ambiente de Cultivo.

É obrigatória a limpeza e higienização de equipamentos e utensílios de colheita.. Deve-se evitar colher frutos nas primeiras horas da manhã. ou por meio de tesouras ou alicates de colheita. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Os frutos podem ser colhidos pelo método do “arranquio” (torção do pedúnculo seguida de sua remoção). Obrigatoriamente. os frutos colhidos não devem ter contato direto com o solo. colheita. O “arranquio” é um método mais rápido. É proibida a mistura de frutos coletados no chão com os colhidos no pé. A colheita por derriça (movimentação vigorosa da planta) não deve ser realizada. tesouras e caixas. . porém promove maiores danos aos frutos. quando ainda estão com orvalho ou molhados de chuva. tais como luvas. nem exposição direta ao sol. Recomenda-se o uso de caixas plásticas e sacos para realizar a colheita. colheita da laranja Deseja saber: . O intervalo de segurança dos agrotóxicos deve ser obrigatoriamente respeitado para a colheita dos frutos. Como é feita a colheita da laranja e quais são os equipamentos utilizados. principalmente na região peduncular. sendo recomendado que sejam levados para o seu destino 0 . . etc. dependendo do tamanho do pomar. Qual é a produtividade média (em quilos) de um pé de laranja. favorecendo a entrada de patógenos e a perda de água. podem ser utilizadas operações mecanizadas ou a carroça. chuva. Frutos com cortes ou qualquer outro tipo de injúria (ferimento) devem ser descartados ainda no campo. Qual é o processo utilizado para transportar a laranja até o caminhão.COLhEITA DA LARANjA PALAvRAs-ChAvE Laranja. Para o transporte das caixas.

estando entre 0 a 0 unidades por caixa de 0. e os frutos muito maduros.Bebedouro . 90 -São Paulo .br ASSOCITRUS – Associação Brasileira de Citricultores Rua Prudente de Moraes. podendo gerar sabor estranho e contaminação do restante da carga. Em relação à quantidade de laranjas por caixa.  .A produtividade média por árvore está ao redor de  caixas de 0.abecitrus.SP Fone: () -00 / Fax: () 0-09 Site: http://www.com.embrapa.cnpmf.com. Kg.br E-mail: através do site COOPERCITRUS – Cooperativa do Cafeicultores e Citricultores de São Paulo Site: http://www. Descartam-se ainda os frutos danificados mecanicamente.coopercitrus.br E-mail: abecitrus@abecitrus.Cruz das Almas .SP Fone: () -0 / Fax: () -9 Site: http://www. os de fraca coloração de suco.br E-mail: através do site ABECITRUS – Associação Brasileira dos Exportadores de Cítricos Rua Iguatemi. devidas principalmente as diferentes tecnologias de produção adotadas.br  AgriculturA e PecuáriA no mesmo dia da colheita.  . . os frutos verdes. recomenda-se entrar em contato com as seguintes instituições: EMBRAPA Mandioca e Fruticultura Tropical Rua Embrapa.associtrus. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para obter mais informações e entrar em contato com especialistas no assunto. Kg. . que são facilmente afetados por doenças e mais sensíveis aos danos mecânicos.com. esta varia de acordo com tamanho da fruta. s/nº.conj. porém deve-se lembrar que este é um valor sujeito a grandes variações.BA Fone: () -000 / Fax: () -09 Site: http://www.com.

cnptia. Acesso em 0 de maio 00. Acesso em 0 de maio 00.br/FontesHTML/ Citros/CitrosNEPequenosProdutores/colheita. ABECITRUS.br/faqs_br_resposta.htm>. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de maio 00.asp?cod=48>. V.abecitrus.REFERêNCIAs MAGALHAES.com. Antônia Fonseca de Jesus et al. EMBRAPA Mandioca e Fruticultura Tropical. Disponível em <http://www. ISSN -9. Disponível em <http://sistemasdeproducao. de A. “Sistema de Produção para Pequenos Produtores de Citros do Nordeste”. dez/00. Carlos A.  .embrapa.

mas. O assunto tem sido abordado em avaliação de genótipos diplóides. doenças e nematóides. “plátanos”.Smith. O mal-do-Panamá. tornando o controle da doença ainda mais difícil. é um fungo de solo com alta capacidade de sobrevivência no mesmo. murcha de Fusarium PALAvRAs-ChAvE Saber como combater o Mal-do-Panamá da banana prata. Cubense. “maça”. a avaliação da resistência de genótipos de bananeira em relação à doença. IDENTIFICAÇÃO DA DEANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Os fungos constituem os maiores problemas da bananicultura mundial causando doenças como a murcha de Fusarium (mal-do-Panamá). Sendo assim. genótipos tetraplóides e nos aspectos de metodologia de avaliação da resistência. a doença apresenta importância especial. Mal-do-Panamá. reduzindo o porte e o ciclo da cultura e aumentan AgriculturA e PecuáriA COMBATER FUNDO DE sOLO DE BANANEIRA . desenvolver variedades de bananeira tipos “prata”. causado por Fusarium oxysporum f. sp. O controle do mal-do-Panamá passa necessariamente pela utilização de variedades resistentes e a experiência tem mostrado que esta é a melhor forma. É um dos mais graves problemas da bananicultura mundial. visando a obtenção de novas cultivares com esta característica. variedades triplóides. “gros michel” e “bluggoe” resistentes a pragas. tem sido a ação prioritária para o controle da mesma. especificamente para o Brasil. uma vez que as cultivares mais plantadas são susceptíveis ou altamente susceptíveis ao patógeno. Os programas de melhoramento genético de bananeira conduzidos em diferentes locais apresentam os seguintes objetivos: • Mediante o uso de métodos convencionais de melhoramento. E.F.Bananeira. fungo de solo.

reduzindo o porte e o ciclo da cultura. de drenagem. aos nematóides e à broca-do-rizoma. o melhoramento de bananeira busca desenvolver variedades resistentes as sigatokas amarela e negra. ao moko. oxysporum cubense no solo. cálcio e magnésio.do a produtividade. Na área erradicada aplicar calcário ou cal hidratada.br/#banana CONCLUsÃO E RECOMENDAÇÃO Nos bananais já estabelecidos e que a doença comece a se manifestar recomenda-se a erradicação das plantas doentes. dificultando a ação e a sobrevivência de F. evitar áreas onde já ocorreu a doença. isto aumenta a concorrência entre as espécies. devendo-se realizar medidas preventivas como. pois o fungo é disseminado por água de irrigação. • Independente do método. utilizando herbicidas. de inundação. mantendo-o próximo à neutralidade e com níveis ótimos de cálcio e magnésio. dar preferência a solos com teores mais elevados de matéria orgânica.cnptia. aumentando a produtividade. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia  . por animais e equipamentos. Isto evita a propagação do inóculo na área de cultivo. corrigir o pH do solo. utilizar mudas sadias. guardando sempre uma boa relação entre potássio.embrapa. manter as plantas sempre bem adubadas. assim como pelo homem. ao mal-do-Panamá. INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA EMBRAPA Mandioca e Fruticultura Tropical http://sistemasdeproducao. Um outro cuidado a ser tomado é na irrigação. que são condições menos favoráveis ao patógeno. Para o mal-do-Panamá não há controle químico.

00. Vamberto Barbosa.br/dbg/trab2002/MELHOR/ MHR017.cnptia. Acesso em:  de jan.br/#banana>. 00  AgriculturA e PecuáriA BRAZ. Acesso em:  de jan. Disponível em: <http://www. Banana: Sistema de Produção Disponível em: <http://sistemasdeproducao.htm>. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 9 de jan. 00.ufv. . embrapa.EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Melhoramento genético da bananeira (Musa spp).

COMEDOUROs INDIvIDUAIs PARA CAvALOs PALAvRAs-ChAvE Comedouros para cavalos. comprimento e profundidade adequada IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Segundo o Prof.de 00  . Profundidade: 0cm e Altura em relação a base: 0cm sOLUÇÃO APREsENTADA ESALQ – Escola Superior de Agricultura Luis de Queiroz FONTEs CONsULTADAs Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jul. Comprimento: 0cm. largura. Qual é a atura do chão. as dimensões para comedouros de cavalos individuais são: Altura: 0cm. Cláudio Maluf Adad do Departamento de Ruminantes da ESALQ/USP. eqüinocultura Gostaria de obter informações para construção de comedouros individuais de cavalos.

ovos. Desta forma fica garantida a estas larvas a umidade e o alimento necessários para seu desenvolvimento. outro fator correlato à baixa produção de ovos é a idade das aves: Galinhas muito velhas ou muito novas têm geralmente baixa produção. baixa produção de ovos. alimento para galinhas. larvas. PALAvRAs-ChAvE No processo de compostagem em leras. o importante é que o substrato garanta a umidade e o alimento para que atraiam as moscas. principalmente uns escuros parecendo caroço de azeitona. Contudo. vermes. alimentação para galinhas. Porém se as galinhas estão em idade de procriação. produção de ovos. baixo nível protéico das galinhas. Elas podem ser criadas num remanejamento mais higiênico da compostagem. Quais os macronutrientes que compõem esses vermes? Pode alimentar galinhas com eles para aumentar a produção de ovos? Pode criá-los em um ambiente mais limpo? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Na verdade o que costumeiramente é chamado de “verme”. após duas semanas.razão pela qual podem compor a dieta de galinhas para aumentar a produção de ovos. 00  AgriculturA e PecuáriA COMPOsTAGEM EM LERAs . Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de out. com a adição das larvas. muitos vermes são encontrados. Estas larvas são ricas fontes de proteína . são larvas de moscas que depositam seus ovos na matéria orgânica. no processo de compostagem. poderá ser sanada. a baixa produtividade de ovos pode estar associada a alguma deficiência protéica que.Compostagem em leras.

os gastos de manutenção e estrutura. pois o confinamento no inverno não realiza milagres. gado. ou seja. em média. resultam na perda de peso do gado. Uma área de confinamento para bovinos deve garantir condições espaciais para que o gado possa tranqüilamente se alimentar. o sistema permite suprir as necessidades de alimento dos animais alcançando em plena entressafra um acréscimo geral de  arrobas por boi entre 00 a 0 dias de confinamento.CONFINAMENTO DE BOI E NOvILhA PALAvRAs-ChAvE Confinamento. época em que os bezerros se desenvolvem. época em que o preço do boi gordo tende a ser mais alto compensando. pois o problema da falta de estrutura para manter a boiada na pastagem principalmente durante o inverno. boi.isto corresponde  . Porem. assim. alimentação adequada e como tratar os animais. O resultado é um boi pronto em meados de setembro e outubro. a secura e a escassez dos pastos provocados pelo frio e a estiagem. os custos. bovino. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A grande vantagem do confinamento do gado bovino é a diminuição do tempo de engorda do rebanho. A recomendação é de que. este não sofre muito se recuperando antecipadamente ao período de chuvas. Uma outra vantagem para quem pensa na opção do regime de semiconfinamento é que com os bois fora do pasto. O coxo deve ser amplo e bem distribuído de modo que os animais não se atropelem com a chegada do alimento. cada divisão do curral destinadas a 00 animais tenha pelo menos  mil metros quadrados. novilha. deitar e ruminar. Cada boi come cerca de 0 quilos de ração por dia . Desta forma. Obter informações sobre o confinamento de bois e novilhas. é necessário lembrar que no semiconfinamento os cuidados com o boi solto não devem ser esquecidos.

baixo poder aquisitivo e um sistema de classificação de carcaças ainda incipiente. . mas também o melaço e a levedura usada como agente de fermentação do álcool.% de sais minerais. Acesso em  de 9 AgriculturA e PecuáriA a .% de bagaço de cana hidrolisado. http://www2. 0.asp?Categoria=US&Nome=&CategoriaAux= >.br/pages/portal/2004/associados1/AssociadosListaCategoria1. pois o período de seca no inverno coincide com o final da safra da cana-de-açúcar.com. produzidos e armazenados na própria fazenda. necessitam de dietas nutritivas de valores mais econômicos enquanto que animais pertencentes aos estados . pode não vir a se encaixar nas finalidades do empreendedor. a um preço mais baixo. parece mais lógico confinar visando-se à terminação durante a época da entressafra. . molécula não digerida pelos animais).bmf.% do seu peso vivo. A comida é dada de  a  vezes por dia e o custo dependerá principalmente das matérias-primas que compõem a ração. entre 0 e 00 kg. Nessa época pode-se obter não somente o bagaço. INDICAÇõEs: Site com vários endereços de usinas para consulta sobre o bagaço de cana e confinamento bovino – conhecidos por “Boitel”. A alimentação é a principal diferenciação no manejo de bois e novilhas: animais mais jovens. . Por exemplo.Uma receita utilizada na Usina Açucareira Vale do Rosário contém . Para finalizar.% de milho e melaço.% de farelo de soja. Algumas usinas já processam o bagaço obtendo um farelo úmido e de fácil digestão para o gado. pouco capital. No caso brasileiro. onde há muita terra. a idéia de um confinamento intensivo durante todo o ano. Nelas o bagaço é submetido a uma alta pressão e temperatura (este processo conhecido por hidrólise visa a quebra da lignina. Outras opções são o milho e o farelo de soja enriquecidos com uréia e sal mineral e pode ser adicionado o capim elefante (os grãos aumentam o custo da ração para o pequeno produtor). ou .9% de levedura liquida. .% de uréia e . utilizando-se instalações simples e práticas e alimentos de preferência. Disponível em: maio 00. o bagaço de cana hidrolisado pode ser uma opção viável.  e  (até 00 kg) são mais exigentes com a alimentação.

Este informativo apresenta desde a planta do conjunto de instalações necessárias para o confinamento até a lida com questões de custo e alimentação. Aqui disponibilizamos uma pagina informativa-técnica sobre o “confinamento como sistema alternativo para o pequeno produtor”. Guia Prático para o Confinador. Acesso em  de maio 00.A EMBRAPA desenvolve várias pesquisas sobre confinamento.cnpgc. Nobel: São Paulo.html>. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .br/publicacoes/cot/COT50. Paulo Mário Bacariça. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO / FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs / BIBLIOGRAFIA VASCONCELLOS. Disponível em <http://www. podendo-se obter informações adicionais sobre o assunto. 99.embrapa.

Técnicas de confinamento. custos e utilização sobre diversas instalações e/ou equipamentos utilizados na moderna produção pecuária. As informações desta área de conhecimento foram agrupadas em: Listagem Geral: Neste tópico. resistência e economicidade do curral. dimensões. Obtenção de informações sobre a estrutura física necessária à produção de carne bovina. esquemas para construção) e utilização de  AgriculturA e PecuáriA CONFINAMENTO DE RAÇÃO PARA GARROTEs . capazes de facilitar o manejo do rebanho ou contribuir para a eficiência de algum processo específico.Construções. materiais. instalações para confinamento. construção para confinamento. Curral: Estão neste item os trabalhos e dúvidas mais comuns ligados à construção e utilização de currais no manejo do rebanho. ração para bovino PALAvRAs-ChAvE Indicação de técnicas de construção de cercado de confinamento de bois e formulações de rações para engorda em confinamento e semiconfinamento de garrotes na faixa de 0 quilos para terminação e abate final. materiais. Instalações e Equipamentos necessários ao desenvolvimento da Produção Pecuária û Bovino de Corte. Você encontrará aqui orientações básicas que atentam especificamente à funcionalidade. serão apresentados todos os trabalhos e dúvidas mais comuns que se relacionem a Construções. Cochos: Agruparemos aqui as informações ligadas à construção (dimensões. Serão comentados aspectos como localização. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA sobre o assunto “Tecnologias para produção de gado de corte” . Instalações e Equipamentos. sem considerarmos a sub-área em que ele se enquadraria.

embrapa. Tal programa. rações e água aos animais criados a pasto ou em regimes confinados. ganho prévio. chamado Ração de Lucro Máximo – RLM. bem como o fácil acesso dos animais a eles.FZEA/USP existe um programa específico para o desenvolvimento de cálculos para formulação da ração ideal para a potencialização da engorda do gado bovino.br/tecnologias/quersabermais/2. prevê a utilização de dados sobre os ingredientes (especialmente preço posto na fazenda) e sobre os garrotes (raça. cálculo das exigências nutricionais e simulação do desempenho de bovinos. Para recuperá-las utilize o link abaixo: http://www. ou utilizados em atividades de suporte à produção de bovinos. Estrutura Física para Confinamento: Poderemos encontrar neste item informações sobre a construção e utilização de Instalações e Equipamentos aplicados especificamente aos Confinamentos (Método intensivo de terminação de bovinos mantidos e alimentados em currais). Dr. o desempenho (ganho de peso e conversão alimentar) e formula concentrados. O RLM é um software de formulação e otimização de dietas. Paulo Roberto Leme da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos .cnpgc.cochos para fornecimento de suplementos minerais. de forma a se facilitar o manejo e garantir a manutenção da qualidade dos insumos fornecidos. proteinados. etc) para o fornecimento da dieta com menor custo por arroba produzida. Desenvolvido pela equipe do Professor Dante Pazzanese Lanna da ESALQ-USP.br sobre o assunto: “Ração para gado” Segundo o Prof. Equipamentos: Serão apresentadas informações técnicas sobre a utilização de diversos equipamentos ligados diretamente ao manejo dos animais.cnpgc. sal mineral e ração  .html Outras informações sobre o assunto podem ser encontradas no site da mesma empresa utilizando-se a ferramenta de busca e as palavras chaves pertinentes para os interesses da busca: http://www. Tais informações estão disponíveis na íntegra no site da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA. Trata-se de um sistema integrado que estima as exigências nutricionais.embrapa.

pdf http://sbrt. ou acesse os links indicados abaixo: http://sbrt. O programa trabalha com as seguintes informações: l Preço sombra: identificação do preço que viabiliza a compra do ingrediente. dietas e relatórios.br/upload/sbrt935. l Distribui ingredientes em até  misturadores.FZEA/USP Telefone: (9) -9 E-mail: prleme@usp.Ração de Lucro Máximo. Dr. ou solucionar dúvidas sobre a utilização do programa RLM. l Inclusão do custo fixo no custo final do ganho. l Permite cadastrar um número ilimitado de ingredientes e nutrientes. l Permite otimizar dietas incluindo até 00 ingredientes. O Download de tal programa pode ser feito. l Nova sub-rotina de otimização reconhecida mundialmente (Mosek). permitindo adoção por fábricas de rações.pdf http://sbrt.br/upload/sbrt251.integrasoftware. gratuitamente.pdf http://sbrt. Ração para Máximo Ganho de Peso.br/upload/sbrt715.br  AgriculturA e PecuáriA completa para bovinos: . l Envio por e-mail de formulações.pdf CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para obter outras informações. Ração de Custo Mínimo.br/upload/sbrt343.com. procurar por: Prof.ibict. a partir do link abaixo: http://www. l Modelo de exigências do usuário: o usuário define as exigências e restrições.br/upload/sbrt752. l Modelo de exigências do RLM: novas equações específicas para zebuínos e seus cruzados.ibict.exe Para obter mais informações pertinentes sobre o assunto utilize a ferramenta de busca do site do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT.ibict.ibict.pdf http://sbrt.br/download/rlm/demo/rlm3.ibict. Paulo Roberto Leme Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos .

Disponível em: <http://www. 00.ibict.usp. Acesso em:  de dez. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .cnpgc. EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Disponível em: <http://www.br>. 00. Fabiana Rocha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de dez.ciagri. <http://sbrt.REFERêNCIAs Laboratório de Nutrição e Crescimento Animal – ESALQ/USP. SBRT Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. Acesso em:  de dez. Acesso em:  de dez.embrapa.br>. 00.br>.

para estocagem de grãos (café e milho)? Gostaria de maiores detalhes sobre armazenamento de café e milho. o armazenamento do café tem como finalidades: Armazenar o café em coco ou pergaminho. adotar armazéns e paióis arejados. O café deverá ser mantido nas tulhas que devem ser construídas em locais com boa insolação. livres de goteiras. para o café beneficiado são utilizadas sacas de aninhagem. elevados do solo em cerca de 0. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Os armazéns são construções indispensáveis ao armazenamento da produção agrícola e influem decisivamente na sua qualidade e preço. São utilizadas tulhas para o acondicionamento do café a granel. É preferível armazenar o café em coco do que beneficiado. Para isso. drenagem e ventiladas. além de especial proteção ao ataque de carunchos e ratos. Condições inadequadas de armazenamento poderão conferir sabores estranhos à bebida. com  AgriculturA e PecuáriA CONsTRUÇÃO DE GALPÃO PARA EsTOCAGEM DE CAFé E MILhO . PALAvRAs-ChAvE Quais as especificações técnicas para se construir um galpão de x m. após a secagem e antes do beneficiamento.0. De acordo com o Manual de Segurança e Qualidade para a Cultura do Café() (00). estocagem de grãos. porque se preserva muito mais as características do produto.Construção de galpão. evitar armazenar junto com defensivos e fertilizantes.90 m. do ataque de insetos e ratos.0. da umidade do solo. Para o café. Todo e qualquer cereal armazenado deve ser totalmente protegido da umidade das chuvas. evitar café com teor de umidade superior a %. podem-se fazer repartições para separar diversos tipos de lotes de café. utilizar sacarias limpas de aninhagem para acondicionamento.

de inspeção e amostragem são fatores importantes a serem considerados durante o armazenamento por períodos relativamente longos (acima de três anos). indispensável: l l l l l l A instalação de portas em números e locais tecnicamente escolhidos. de circulação de ar sobre a sacaria. para melhorar a iluminação natural (mínimo de % da área coberta). a quase totalidade do café beneficiado. no Brasil. A construção de paredes lisas. Esse tipo de armazenagem possui vantagens e desvantagens. custo de operação). pássaros e insetos no interior do armazém. em relação aos sistemas de armazenagem em silos a granel. O fechamento lateral das paredes.temperatura ambiente ao redor de 0°C e umidade relativa máxima de %. É fundamental preservar o café com -% de umidade já que é bastante higroscópico. Além disso. aspecto muito importante. junto ao piso e a cobertura. a facilidade de acesso aos lotes. podendo absorver umidade do ar se mantido em ambientes com umidade relativa elevada.  . além de outros padrões de qualidade. evitando-se reentrâncias e terminado em meia-cana junto ao piso e nunca em ângulo reto. Apesar dos avanços tecnológicos dos últimos anos. Alguns pontos relativos à construção. sem grandes riscos de deterioração. que influenciam na utilização do armazém devem ser criteriosamente observados quando se decide pelo uso de sistemas em sacarias. de modo a facilitar as operações de cargas e descargas. é armazenada em sacos de 0 kg. pelo teste da xícara e também por procedência. O saco de café é uma unidade que se adapta ao manuseio e ao comércio em pequena escala. o armazenamento em sacaria permite a segregação dos lotes. Que as portas sejam instaladas frontalmente. A utilização de telhas transparentes. Que o pé-direito tenha altura mínima de  m. isto é. em paredes opostas. Entretanto. É portanto. A colocação de aberturas laterais de ventilação. Também é recomendável que as tulhas ou armazéns tenham baixa luminosidade. considerando-se que o produto é avaliado. para evitar aceso de roedores. para que o café (principalmente o beneficiado) não perca cor pela exposição excessiva à luz. no mesmo alinhamento. protegidas por estruturas de telas e com aberturas reguláveis. dispostos em pilhas no armazém. apesar das desvantagens (grande volume.

00. Disponível em: <http://www. Cultivo do Café Orgânico. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia EMBRAPA. 00  AgriculturA e PecuáriA Que o piso seja impermeável. cnpab.embrapa. Acesso em:  de abr. A construção em cada porta. de concreto. A instalação de sistemas de prevenção e combates a incêndios. para carga e descarga em dias chuvosos.l l l l INDICAÇõEs: EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: EMBRAPA MILHO http://www. a utilização de estrados para permitir a circulação de ar na base da pilha. portanto devem ser adaptadas as suas dimensões. de marquises.htm>. É indispensável. .22sede.br/café/ CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs As informações são gerais e. no mínimo a 0 cm acima do nível do solo.cnpms. e que esteja. mesmo que o piso seja impermeável.embrapa.embrapa.br/publicacoes/sistemasdeproducao/cafe/poscolheita.br EMBRAPA CAFÉ http://www. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr.

A qualidade do couro produzido no Brasil deixa muito a desejar. como produzir couro de caprino de alta qualidade para mercado exigente Informações solicitadas: l qual o procedimento para se ter um couro de alta qualidade? l quais equipamentos são necessários? l qual a melhor raça? l qual o custo mínimo para iniciar o negócio? sOLUÇÃO APREsENTADA O Brasil é o sexto maior criador de caprinos do mundo []. um produto de expressão econômica.% da produção mundial. que engloba os fornecedores de matéria-prima e o processo de transformação  . a pele caprina deve atender a determinados requisitos. mecânica e estética. resultado de problemas oriundos da fase de produção. milhões de cabeças. com relação à natureza química. A uniformidade do produto depende de um programa amplo de controle de qualidade. A qualidade de um couro é constatada à medida que satisfaz as exigências dos fabricantes de produtos derivados deste material. de acordo com o porte do animal. abate e pré-curtimento. ou seja. representando . concentrando 9%. curtimento Planejamento para iniciar negócio no ramo de couro de caprino/ovino. varia de 0 a % do valor do animal.COURO DE CAPRINO PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Couro. Para a comercialização. principalmente pela Índia e China. A pele caprina. A produção mundial de peles de caprinos é liderada pela Ásia. conforme sua utilização. milhões nos estados da região nordeste em 999.000 t. 9. com 0. O Brasil produz cerca de .

por isso é usado para solas. seja ele bovino. o couro adquire maior maleabilidade e maciez para o uso. todas as operações dentro do curtume objetivam este fim. com isso. O curtimento através de gordura é um processo mais artesanal e circunscrito ao universo das comunidades dos esquimós a fim de atender suas necessidades mais peculiares. E. processo que atinge 90% do mercado mundial. Os espaços vagos deixados pela epiderme e hipoderme são ocupados pelos agentes curtentes. o couro se torna mais endurecido e armado. para deixar apenas a derme ou colágeno (fibras). 9 AgriculturA e PecuáriA da pele em couro. vários programas e cursos têm surgido para melhorar a qualidade desta matéria-prima. Torna-se. No caso dos sais de metal. é necessário retirar alguns elementos que compõem esta pele. na processo de retirada e conservação do couro dos animais. zircônio ou ferro. além de permitir um acabamento mais refinado. Desta forma. Consciente disto. eqüino ou caprino. tanto no curtimento ao tanino quanto no uso dos sais de metal. Operações de Ribeira Conservação das Peles: Devido ao fato de ser putrescível. na prática. principalmente de pequenos abatedouros. o que permite apenas o lixamento como acabamento. podendo ser cromo (o mais usado). ao ser retirada do animal. o que.O processo de curtimento do couro depende dos cuidados. para que possa ser levada ao curtume e industrializada com os menores danos possíveis. Estas operações podem ser resumidas da seguinte forma: 1. necessário tratá-la adequadamente. No caso aqui. Curtir significa conservar []. para conservar a pele do animal. Isto é possível através da utilização de substâncias orgânicas e/ou inorgânicas. não ocorre. ) com substância vegetal e ) com sais de metal. Existem três grandes processos de curtimento classificados de acordo com o agente curtente: ) com gorduras. . No caso do uso de substância vegetal (tanino). ela deveria ser imediatamente industrializada. os dois processos consistem em retirar a epiderme ou queratina (pelo e unhas) e a hipoderme (glândulas de gordura).

a mais nobre. na presença de oxigênio e bactérias. transforma-se em ácido sulfúrico (HSO). As operações de ribeira (começo) são responsabilizadas pela geração de carga e de odor. Consiste num banho de aproximadamente dezessete horas. no sentido de sua superfície. embora também sirva para a 0 . Os despejos do caleiro e depilação são altamente nocivos às instalações de esgotos e aos cursos d’água. e manualmente. Depilação ou Caleiro: Esta é uma das fases iniciais mais importantes do curtimento. realizada por operários que efetuam as aparas de peles. com agitação periódica. através de navalhas helicoidais. que corrói os encanamentos e remove o oxigênio porventura existente nos fluxos dos esgotos. obstaculizando as funções fisiológicas das plantas e. dependendo da espessura da pele. no menor espaço de tempo possível.Lavagem e Remolho: A lavagem e o remolho têm por finalidade retirar o sal e repor. considerada como subproduto. a presença de grandes quantidades de cloreto de sódio e de outros sais solúveis no efluente faz aumentar a pressão osmótica do terreno. onde originalmente estavam implantados os pêlos. Após a lavagem. impede o crescimento de algumas espécies de peixes. o teor de água apresentado pelas peles quando estas recobriam o animal. tornando-os sépticos. Divisão: A operação de dividir ou de rachar. bem como provocar o inchamento da pele. Esta operação é feita em máquina descarnadeira. 2. preparando as fibras colágenas e elásticas para serem curtidas e. a qual remove a parte indesejável (carnaças). Tem por objetivo a retirada dos pêlos e da epiderme. nos cursos d’água. consiste em separar a pele em camadas. Normalmente são duas: a parte superior. também. pois os sulfetos transformam-se facilmente em gás sulfídrico (HS) pela ação de ácidos ou de microorganismos. denominada “flor”. sulfeto de sódio e cal hidratada. numa solução contendo água. saponificar as gorduras. removendo irregularidades da periferia das mesmas (patas e pescoço). A descarnagem permite uma penetração mais fácil e mais eficiente dos curtentes. Operações Finais Descarne: É a remoção do tecido adiposo e do sebo aderentes à face interna da pele. O HS é tóxico e. O número de camadas é variável. horizontalmente. e a parte inferior.

Rebaixamento: As operações anteriores não deixam a pele uniforme. através de enzimas que quebram as fibras do colágeno para dar ao couro propriedades semelhantes ao tecido (mais leve e maleável). Além disso. a pele incha e ganha peso. ou seja. Através dele as peles são batidas com movimentos circulares ao passo que são inseridos os produtos químicos de acordo com as etapas do processo.Descalcinação e Purga: Após a divisão. A purga é um tratamento enzimático feito antes do píquel de acordo com a demanda do produto e tem por finalidade melhorar a qualidade da elastina. a operação de rebaixe. o pH que. seja nas operações de ribeira ou finais. . as tripas são recolocadas no fulão e submetidas a dois processos químicos simultâneos. Efetua-se. O cromo constitui o principal problema de poluição para a maioria dos curtidores. o curtimento confere o “tato” necessário e as características químicas e físicas principais do couro. sendo que quando o pH está mais próximo do zero indica que é ácido e quando mais próximo do 14 indica que é alcalino ou básico.. então. que consiste em homo1 Recipiente circular que é utilizado em praticamente todas as operações dentro do curtume. de difícil tratamento. Não apenas por ser utilizado em 90% da produção de couro. a pele atinge o peso mínimo. que também é chamado de desencalagem. Curtimento: Converte o colágeno. é um tratamento salino-ácido que tem duas finalidades: conservação (pode-se comercializar as peles neste estágio) e preparação das peles para o curtimento propriamente dito. Isto é feito da seguinte forma: ao se alterar o pH. passando para . 2 A escala química do pH parte do zero e vai até 14.0. na depilação chega a . é quando se diz que a pele está “relaxada” e pronta para receber o agente curtente. neutralizando a cal contida na pele. mas também por ter a reputação de ser um perigoso contaminante. mas de acordo com a variação da passagem de uma condição para outra. Píquel: O píquel. Os índices próximos a sete indicam neutralidade. ou seja. tanto ácido quanto básico.0-. é baixar o teor alcalino. que é o principal componente do couro. também realizado no fulão. em uma substância imputrescível.  AgriculturA e PecuáriA elaboração de produtos nobres tais como camurções para calçados e vestimentas denominada de “raspa” ou “crosta”. A finalidade do primeiro.

A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos. No curtimento mineral. também pode ser consultada para obter informações sobre os equipamentos necessários. pode auxiliar no desenvolvimento deste plano de negócio. Tingimento e Engraxe: Estes processos. há mais de oitenta fabricantes de máquinas e equipamentos para curtumes.com. são feitos em fulões. a neutralização e o engraxe são indispensáveis.geneizar a espessura da pele. http://www. Recurtimento.com. Até esta fase do processo o produto é chamado de Wet Blue (devido a sua coloração azulada). atendendo a duas situações bem específicas: l viabilidade do negócio e l avaliação financeira para o caso de captação de recursos. Equipamentos necessários Os equipamentos necessários dependerão do projeto específico para da instalação pretendida. Dependendo do fim a que se destina o couro. http://www. efetuados após o rebaixe. O plano de negócio é uma ferramenta que contém todos os dados referentes ao projeto. Instalações e Fases de Criação dos caprinos O curral com objetivo de abrigo e manejo dos caprinos pode ser sim . é o conjunto de informações que permite ao empreendedor decidir com mais segurança sobre o negócio a ser iniciado.com. http://guiabrasileirodocouro. sendo o principal exportado pelo mercado coureiro do Brasil (Tabela ) devido às taxações que o couro acabado tem nos países europeus e nos EUA. o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas .sebraesp. Neste sentido.br . executam-se todos ou parte deles. para o início de um empreendimento. seja ele em que área for. No site da Guia Brasileiro do Couro. sempre dependendo do produto final desejado.abimaq.Sebrae.br . Neutralização.br . que variam muito de curtume para curtume. Acabamento Final: Esta última fase é realizada através de duas operações mecânicas: secagem e amaciamento. Quanto ao investimento necessário É primordial ter em mente a importância de se desenvolver um plano de negócio.

http://sistemasdeproducao. a Linfadenite caseosa ou mal-do-caroço. .htm Em particular. animais em lactação. Naturalmente. animais em fase de reprodução. sem qualquer objeto que possa prejudicar a pele do animal.br/FontesHTML/AgriculturaFamiliar/RegiaoMeioNorteBrasil/Caprinos/manejosanitario.cnptia. a pododermatite (frieira). o número de animais e os objetivos da criação serão fatores importantes na escolha do tipo de curral a ser construído. Rebanhos para fornecimento de couro exige área limpa. entre as quais. o ectima contagioso (boqueira). além das doenças causadas por ectoparasitas.embrapa. Quanto ao Manejo sanitário Os caprinos são acometidos por várias doenças. causada por uma bactéria que se localiza nos linfonodos ou landras. cabritos desmamados. Como referência de instação. como piolhos. pode-se utilizar a planta baixa do modelo Embrapa de chiqueiro para o sistema alternativo de criação de caprinos. miíases (bicheiras) e sarnas e. doença contagiosa. produzindo abscessos ou caroços. aquelas causadas por endoparasitas (verminose). principalmente. a linfadenite caseosa (mal-do-caroço). Os caroços podem apa AgriculturA e PecuáriA ples. com capacidade para 00 animais.Figura 1: Modelo de chiqueiro da Embrapa Este projeto oferece espaço para cabras em gestação. rústico (chão batido) e construído com material disponível na propriedade.

INDICAÇõEs: O IPT. Limpeza das instalações A higiene das instalações deve ser feita diariamente já a desinfecção uma vez por mês. Relizar rotação de pastagens. cujo objetivo é transferir ao participante a tecnologia de curtimento de peles através de exposições teóricas e atividades práticas.recer em vários locais e sua presença causa desvalorização da pele. O conteúdo do curso compreende: l Análise de cortes histológicas de peles l Considerações sobre o colágeno (principal constituinte das peles) l Apresentação técnica de curtimento detalhando as etapas do processo l Tipos de curtimento l Noções de dimensionamento de equipamentos de curtimento l Noções de tratamento dos efluentes gerados pelo processo de curtimento Maiores informações podem ser obtidas através de http://www. desenvolvidas em equipamentos de curtimento.00.ibict.br/upload/sbrt320. cal virgem a 0%. utilizando produtos como: formol comercial a %. Não admitir superlotação nas pastagens.htm em . Disponível em http://www. Vermifugar o rebanho ao trocar de área.com. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs As peles de caprinos curtidas sem pêlo seguem metodologia de cur . Remover e manter as fezes em locais distantes. Instituto de Pesquisas Tecnológicas. oferece o curso “Curtimento de Peles”.ipt. além da carne.pdf e em qualquer caso continuamos a disposição para maiores esclarecimentos. Quanto á criação de ovinos sugerimos consultar a resposta técnica disponível em: http://sbrt.0. Animais recém chegados devem passar pela vermifugação antes de serem colocados junto ao rebanho.br/ ensino/outros/?ID=20.courobusiness. Iodophor a % e hipoclorito de sódio a %.br/exportacao.

lixamento. píquel. carne e peles) e como fonte de proteína de alto valor nutritivo para as populações de baixa renda (consumo de animais nas propriedades). curtimento. engraxe e acabamento. rebaixamento. et al. A idade do animal para abate influi significativamente na qualidade do couro de caprinos fornecendo qualidade adequados para o uso a que se destina []. Além disso. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA () Brito. denominados remolho. desde o nascimento do animal. Características físico-mecânicas e químicas do couro de caprinos abatidos em idades diferenciadas. abate e processamento da pele. são empregados processos químicos e operações mecânicas: . purga. caleiro. A qualidade do couro é função de todos as etapas do processo de obtenção do couro. amaciamento. sendo corretamente desengraxadas. enxugamento. prensagem e medição. É importante considerar as condições climáticas predominantes no local onde se deseja implantar ou aprimorar a criação. por ser esta etapa a responsável pela tendência da separação das camadas termostática e reticular da derme. divisão. desengraxe.Químicos: onde “a água é utilizada como veículo de difusão dos produtos. a criação de caprinos é uma atividade que desempenha importante função socioeconômica. tingimento. Mecânicas: são discriminadas como descarne. neutralização. Para transformação de peles em couros. estiragem. recurtimento. Os animais devem ser adquiridos com as características adaptadas à região onde serão criados. vácuo. Revista Brasileira de  AgriculturA e PecuáriA timento semelhante às peles bovinas. Deve-se prestar muita atenção com os resíduos do curtume para não agredir o meio ambiente. como geradora de renda (comercialização de animais. produção. desencalagem.

Disponível em: <http://guiabrasileirodocouro. Fábio Henrique de. 00  . () Campos.. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de mar. 00.prudente. Acesso em:  de mar. p. Guia Brasileiro do Couro. v. Acesso em:  de mar. com. O trabalho e a relação sociedade-natureza: uma reflexão sobre a indústria de curtimento de couro em presidente prudente. n.unesp.00..Zootecnia.br/ ceget/pegada/peg13n3. 00.htm>. Disponível em: <http://www2.br>. -9.

podendo ser de pequeno porte. sendo o maior na alimentação. de  de março de 00. O animal não exige muitos cuidados. PALAvRAs-ChAvE Cliente tem criação de avestruzes que deseja criar em local onde também existe criação de frangos. se é possível conciliar avestruzes com frangos a uma distância aproximada de 50 metros? A criação de outras aves no mesmo local não é permitida por medidas de biosseguridade. por demanda. 1. A ave é criada em cativeiro e não exige grandes extensões de terra para reproduzir.  AgriculturA e PecuáriA CRIAÇÃO DE AvEsTRUz . O IBAMA se manifestará ainda quanto à criação em cativeiro. avestruz. É considerado uma ave doméstica. Pergunta: l É possível conciliar avestruzes com frangos a uma distância aproximada de 0 metros? l Poderá utilizar uma barreira com cerca viva para auxiliar no isolamento sanitário? l Está correndo riscos excessivos? l O que diz a regulamentação? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A estrutiocultura (criação de avestruz) despontou no país como uma excelente alternativa para o desenvolvimento de pequenas áreas rurais. Uma das exigências do IBAMA é que as aves não tenham ou venham a ter contato com outros animais da fauna regional. com reduzido emprego de mãode-obra. de acordo com a Portaria do Ministério do Meio Ambiente de acordo com IBAMA. Portaria No. precisando de um quilo de pasto verde por dia com complemento de . quilos de ração.Estrutiocultura. criação de avestruzes. criação de aves. . caso haja indícios ou riscos de danos que possam ser causados às espécies silvestres ou ao ambiente.

matas naturais. no item : “Em estabelecimentos preexistentes poderão ser admitidas. Todavia. diz: que a distância “de estabelecimentos de criação de ratitas a estabelecimentos de avicultura industrial. que impeçam a introdução e disseminação de patógenos. Pecuária e Abastecimento. Podem estar ocorrendo riscos excessivos? Os riscos são situações imprevisíveis. . de  de Fevereiro de 00 . Os riscos. o Regulamento diz. no. controle de acesso e outras) ou da utilização de manejo e medidas de biossegurança diferenciadas. Pecuária e Abastecimento. alterações nas distâncias mínimas acima mencionadas. Ministério da Agricultura. para quem desrespeitar a legislação. sendo um deles o fato de o MAPA. codornas. Portanto. ou seja. mas existem e podemos citar aqui: • riscos de transmissão de doenças de frangos e galinhas de postura para dentro da criação de avestruzes e ou vice-versa com prejuízos para ambas as partes. topografia.” 3. já citada. responsável pela vistoria e emissão do laudo de funcionamento do estabelecimento. quando delegada a atividade a esse último. a critério do Fiscal Federal Agropecuário ou do Médico Veterinário Oficial Federal ou Estadual. perdizes. • de não obter credenciamento do MAPA.2. após avaliação do risco sanitário. Poderá utilizar uma barreira com cerca viva para auxiliar no isolamento sanitário? Segundo a Instrução Normativa no. as cercas-vivas podem ser usadas como parte das medidas de biosseguridade e ser adotadas mas não contornam problemas de natureza drástica como 0 m de isolamento. O que diz a regulamentação? A Instrução Normativa.  . de terminação de frango de corte. o criador não poderá requerer as guias de trânsito quando da possível comercialização das aves. Ministério da Agricultura. em função da existência de barreiras (reflorestamento. . muros de alvenaria. podem ou não ocorrer. etc é de  km. de postura comercial ou de criação de perus.. item . são muito grandes e não devem ser corridos por diversos motivos.” 2. não credenciar a criação pretendida por falta de condições sanitárias. • de produtividade reduzida por excesso de problemas de contaminação.

de  de Fevereiro de 00 Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da Agricultura. Aprova a uniformização da nomenclatura de produtos cárneos não formulados em uso para aves e coelhos. . de 9 de Fevereiro de 99. Pecuária e Abastecimento. bubalinos. de  de Novembro de 00. . Normativa sobre importação ovos.Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da Agricultura. Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da Agricultura. estudantes de ciências agrárias e demais interessados e que tem como objetivo formar empresários e técnicos com perfil e visão empreendedora. Submeter à consulta pública. Secretaria de Defesa DE Agropecuária. de  de Julho de 00 Instrução Normativa no. Portaria no. . INDICAÇõEs Cursos Um excelente curso destinado a técnicos. Fiscalização e Controle Sanitário dos Estabelecimentos de Incubação. pelo prazo de sessenta (0) dias.Instrução Normativa Conjunta no. Resolução no. Pecuária e Abastecimento Portaria no. de Criação e Alojamento de Ratitas. Pecuária e Abastecimento. de 9 de Janeiro de 00 Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da Agricultura. gerar 9 AgriculturA e PecuáriA LEGIsLAÇÃO .  de Junho de 00. caprinos. . Instrução Normativa no. Pecuária e Abastecimento. de  de Junho de 00. Aprova o Regulamento Técnico para Registro. ovos e outras espécies de animais. eqüídeos. á contar da data da publicação desta Portaria. produtores. 0. de 0 de dezembro de 99.. complementares à Instrução Normativa Ministerial nº 0. Pecuária e Abastecimento. a minuta da Instrução Normativa que estabelece Normas para disciplinar a importação de avestruzes para reprodução. Ministério do Meio Ambiente. ovinos. de  de Julho de 00. Secretaria de Defesa Agropecuária Ministério da agricultura. suídeos.

00. 0 . sendo esta uma exigência do IBAMA. procure o IAGRO – Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal e MAPA – Ministério da Agricultura e Pecuária. Sistemática de Avaliação: aulas teóricas e práticas presenciais são realizadas no Centro de Tecnologia e Produção de Avestruzes Grupo Ostrich do Brasil Via Anhangüera Km 0 . (9) -00 METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA ABRE: Associação Brasileira de Estrutiocultura. oferecer conforto e segurança aos animais.br>. O curso é sub-dividido em  Módulos: Básico. escrito por Celso Carrer. impedindo que as aves tenham contato com outros animais da fauna regional. Acesso em: 0 de abr.Norte . proporcionar condições para obtenção de índices de produtividade à exploração e condições de contenção e biossegurança. é o livro: “A Criação do Avestruz: Guia completo de A a Z”. Uma publicação indicada para os criadores de avestruzes.com. as instalações têm uma função de apoio às atividades ligadas ao processo produtivo. Marcelo Kornfeld e Márcio Carvalho e editado pela EDUSP. Roberto Arana. tecnológicas e econômicas ligadas ao seu campo de trabalho e capacitar quanto ás novas realidades do Agribusiness Mundial será oferecido pelo grupo Criação de Avestruzes com início: 09 e 0 de Abril. As principais funções são: facilitar o manejo alimentar. Antes de iniciar o criatório. assim como em qualquer outra exploração animal. Avançado e Aplicado. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Na criação de avestruzes. sanitário e reprodutivo.conhecimento da gestão de políticas setoriais. Disponível em: <http:// www.Pirassununga – SP Telefone: 9) -00. Consultar a associação de criadores mais próxima de sua região para orientação técnica.abreonline.

Disponível em: <http://www.avestruzmaster. 00. Acesso em: 0 de abr.acab.avestruz. .br> .cooperavestruz.org. Avestruz. Acesso em: 0 de abr.com. Acesso em: 0 de abr. 00.br>. Ostrich. 00  AgriculturA e PecuáriA ACAB: Associação dos Criadores de Avestruzes do Brasil. Estrutipar: Cooperativa dos Estrutiocultores do Paraná. Disponível em: <http://www.br>. Portal do Avestruz.br/>.br>.com.br>.estrutiopar. Acesso em: 0 de abr.ostrich. Disponível em: <http://www. Acesso em: 0 de abr. Disponível em: <http://www. br>. Disponível em: <http://www. 00. com.com. 00.com. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr. Avicultura Industrial.br>. Criar e plantar. Acesso em: 0 de abr.com. 00.Avestruz Máster.com. Acesso em: 0 de abr. Disponível em: <http://criareplantar. Acesso em: 0 de abr. Acesso em: 0 de abr. 00.portaldoavestruz.aviculturaindustrial. 00. CooperAvestruz: Coperativa de Criadores de Avestruz. Disponível em: <http://www. 00. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www.com. 00.br>.

Um dos fatores desta situação é a redução do camarão em alto-mar devido à pesca predatória. pois as espécies brasileiras possuem baixo ganho de peso.CRIAÇÃO DE CAMARÃO PALAvRAs-ChAvE Piscicultura.  . toda a região tropical e subtropical do litoral brasileiro apresenta condições favoráveis ao desenvolvimento deste cultivo. Outra inovação está no uso da espécie “Penaeus vannamei” proveniente do Equador. passou-se a colocar a ração em bandejas. de modo geral. Por exemplo. estes deverão ser tratados com antibióticos e ração reforçada. segundo a ABCC (Associação Brasileira dos Criadores de Camarão). Atualmente. camarão. porem. Deve-se estar atento à compra de pós-larvas e caso seja constatado em análise a presença de alguns sintomas de doença. A preocupação principal com a criação será o cuidado com as doenças provocadas por vírus e bactérias. evitando-se grandes perdas. Tal fato tem levado à implantação de fazendas para a produção de camarões marinhos principalmente no nordeste. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA No Brasil a procura por camarões tem provocado nos últimos anos um constante crescimento da produção. As gaiolas que variavam de  a 0 hectares passaram para de  a  há e é comum o uso de areadores para facilitar a circulação de ar. as inovações tecnológicas da área centram-se em formas de redução da área de produção e de desperdícios na fase de crescimento e engorda. Obter informações sobre criação de camarão. criação de camarão.

br/ Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul. para complementar as informações. 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs . Site: http://ospiti.com.abccam. Site: http://www. contactar as seguintes instituições: FUNDIPESCA .Fundação para o Desenvolvimento de Comunidades Pesqueiras Artesanais Fornece todos os procedimentos básicos para a introdução da criação de camarões em gaiolas.html ABCC .peacelink.Sugere-se.it/zumbi/org/funpesca/pcamar.Associação Brasileira de Criadores de Camarão Possui links de fornecedores e presta consultoria para pequenos produtores.

A fêmea produz de . praticar canibalismo. Vietnã) introduzida no Brasil em meados de 9. atualmente consumido em larga escala e sua obtenção é basicamente proveniente de operações de cultivo. inclusive. Índia. camarão da Malásia. a carcinicultura. pós-larva. superando as outras devido às suas características como o rápido crescimento. Trata-se de uma espécie originária dos paises do Indo-Pacífico (Malásia. além de boa aceitação no mercado.000 ovos. apresentar alta fertilidade e fecundidade. ser onívora. com ração balanceada. dependendo do tamanho.CRIAÇÃO DE CAMARÃO DE ÁGUA DOCE PALAvRAs-ChAvE Carcinicultura. podendo. quando estará em condições de ser comercializado. A espécie exótica Macrobrachium rosenbergii (camarão da Malásia) é a que se encontra mais bem adaptada para a atividade. juvenil e adulto. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O camarão de água doce é.000 a 00. sistema de criação Existem. chegando-se ao aproveitamento de 0% dos mesmos. Suas características estão citadas a seguir. se a disponibilidade de alimentos for insuficiente. Existem diversas espécies nativas de camarões de água doce com potencial para criação comercial. O seu ciclo de vida compõe-se de quatro fases: larva. três sistemas de criação adotados na carcinicultura de água doce. O hábito alimentar deste camarão é onívoro. alcança um peso médio de 0 g em seis meses de criação. criação camarão de água doce. Em cultivo intenso.  . basicamente. Deseja criar camarão de água doce.

A adubação química ou orgânica dos viveiros é periodicamente praticada a fim de incrementar esta fauna.000 a . As pós-larvas permanecem nestes berçários durante aproximadamente dois meses. as pós-larvas recém-metamorfoseadas são estocadas e. Em todas as fases os camarões recebem alimentação artificial na forma de ração balanceada e peletizada. Em seguida. alvenaria.0 g são transferidos para os viveiros de engorda. etc. Os viveiros são povoados com pós-larvas recém metamorfoseadas.0 g são transferidos para os berçários secundários.00 kg/há/ano. .000 kg/há/ano. Ali permanecem por mais quatro meses. cujos tamanhos das partículas. O ciclo tem duração média de  meses sem qualquer transferência. usado na recria.  AgriculturA e PecuáriA sistema monofásico (baixa tecnologia): é caracterizado por apenas um tipo de viveiro. A sua produtividade estabelece-se entre .000 kg/há/ano. fibra de vidro. Esta fase tem duração de  a 0 dias. de terra. Os viveiros escavados no solo oferecem um bom recurso de alimento natural. em densidades de  a 0 juvenis/m. também em terra. Rações contendo 0 a % de proteína bruta são fornecidas na proporção de 00 a % da biomassa total dos camarões. em densidades que variam de 0 a 00 pós-larvas/m. quantidades e teores protéicos variam de acordo com a faixa de tamanho dos camarões. Formas de manejo Manejo alimentar.00 a . seus organismos com peso médio de 0. respectivamente para as fases iniciais e finais de cultivo.sistema bifásico (média tecnologia): trata-se da manutenção das pós-larvas recém-metamorfoseadas em viveiros-berçário. Neles. Tal sistema permite alcançar produtividades próximas de . seguindo o manejo descrito no sistema bifásico. sistema trifásico (alta tecnologia): semelhante ao anterior. sendo despescados com peso médio de  a 0 g. diferindo apenas pela consideração de uma fase inicial realizada em berçários primários. Estas diminuições nas proporções são gradativas ao longo do tempo de cultivo. na proporção que varia entre  a 0 pós-larvas/m. As produtividades neste sistema regulam-se entre . os juvenis com peso médio de . composto principalmente pela fauna bentônica que compreende as formas larvais e adultas de invertebrados aquáticos. altas densidades ( a  pós-larvas/litro) em tanques de concreto.

alcalinidade e outros são monitorados semanalmente. Em cada viveiro de engorda se promovem em média  a  operações. As despescas seletivas são realizadas a cada 0 dias aproximadamente. o excesso de água acumulada costuma causar problemas na drenagem do viveiro. O solo ideal deve ter pH próximo a . Ao final do processo. provocando o aparecimento de rachaduras nas paredes dos tanques. Os solos considerados como ideais para a construção de viveiros são aqueles com taxa de argila variando entre 0% e 0%.0. Localização Os viveiros devem ser instalados em locais onde haja fornecimento de água natural (poços. Isto ocorre geralmente depois de  ou  meses do ciclo total (berçário + engorda). Amostragens quinzenais de camarões são realizadas para avaliar o crescimento dos organismos e obter informações para o cálculo das quantidades necessárias de ração. arenoso torna-se desapropriado em função do seu baixo poder de retenção de água. temperatura e transparência são parâmetros controlados diariamente nos viveiros. dureza. ou seja. pH. Com menos de 0% de argila. cuja captura dos organismos é feita através de arrasto com rede seletiva. efetua-se uma despesca total. A qualidade da água deve ser rigorosamente controlada para que as condições ambientais se estabeleçam dentro dos padrões de exigência dos camarões a fim de gerar maior produtividade no cultivo. O local é considerado adequado quando a temperatura média do mês mais frio é igual ou superior a 0ºC e quando existem ventos constantes e moderados. O terreno deve ser plano ou levemente ondulado. Teores de oxigênio dissolvido. córregos. com uma declividade de até %. Deve-se evitar implantá-los onde há grandes variações de temperatura entre o dia e a noite. operação em que o viveiro é totalmente drenado e todos os camarões são capturados. geralmente após seis meses de recria. Com mais de 0% de argila.  . Despescas As despescas nos viveiros de engorda iniciam-se sempre que uma boa parcela de camarões já tenha atingido o tamanho comercial.Manejo hídrico. Outros manejos. enquanto que. rios ou nascentes).

. oxímetro – medir o oxigênio dissolvido na água.br  AgriculturA e PecuáriA Equipamentos Nenhum projeto de carcinicultura pode funcionar sem uma infraestrutura mínima capaz de atender as necessidades gerais de uma produção. Portanto podemos considerar como matéria-prima à pós-larvas que deverá ser adquirida em laboratórios especializados. mesmo que pequenas. com excelente aceitação nos mercados interno e externo.para medir o pH da água. O mercado consumidor é bastante diversificado. Para obtenção deste registro. Trata-se de um produto nobre. restaurantes e lojas especializadas em pescados. tarrafas. criação dos jovens a partir da fase de pós-larvas até atingir o tamanho comercial. CEP -900 JABOTICABAL SP FONE () 0-0 e-mail caunesp@caunesp. ou kits para análise química do oxigênio dissolvido. LEGIsLAÇÃO: EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: UNESP . INDICAÇõEs: O criador de camarão deverá solicitar o registro de aqüicultor junto ao IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). o requerente deverá atender a algumas exigências. redes de pescas. dentre as quais incluem-se a licença ambiental e a outorga do uso do recurso hídrico. Em fazendas de engorda. termômetromedir a temperatura da água. assim como suas peculiaridades. s/n. hotéis. tela protetora usada para proteger a entrada de predadores e saída de camarões. Em alguns estados brasileiros essas licenças podem ser expedidas diretamente pelo IBAMA. produção de pós-larvas • Engorda.unesp. podendo-se citar as redes de supermercados.Matéria-prima O cultivo de camarão de água doce envolve duas fases: • Larvicultura. alguns instrumentos simples são indispensáveis: disco de Secchi – medir transparência da água.UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Centro de Aquicultura da UNESP Via de Acesso Prof Paulo Donato Castelane. phmetro.

mariscos e crustáceos.kit. A carcinicultura é uma das atividades que mais consome água.abracoa.br http://www.Fazem pesquisa e prestam assistência técnica e vendem alevinos IBAMA . fonte de sobrevivência de muitas comunidades. imensas áreas de manguezais e de matas ciliares ao longo dos rios vêm sendo destruídas. gamboas.net CURsOs: Serviços. lagos e dunas. Com a construção dos viveiros nas margens dos rios. levando-se em consideração três despescas. o índice de evaporação é altíssimo.Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Renováveis.Associação Brasileira de Criadores de Organismos Aquáticos Av. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia ABRACOA – Associação Brasileira de Criadores de Organismos Aquá .br ABRACOA . CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A criação de camarão de água doce vem crescendo muito nos últimos anos. http://www. principalmente na região nordeste. Para ser ter uma idéia. mas alguns cuidados devem ser tomados principalmente em relação ao impacto ambiental.  CEP 00-900 São Paulo SP Fone () - e-mail abracoa@uol. A utilização de produtos químicos tem provocado a mortandade de peixes. cursos e certificação.gov. Devido ao tamanho do espelho de água dos viveiros.ibama. caranguejos. É bastante problemático investir em uma atividade com consumo de água tão elevado.com. utiliza-se de 0 a 0 milhões de litros de água por tonelada produzida. Francisco Matarazzo.

Acesso em:  de fev. Priscila Vieira Rosa.ibama.kit.Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Renováveis.htm>. 00.br/>. Acesso em:  de fev. 00 9 AgriculturA e PecuáriA ticos. Acesso em:  de fev. 00.abracoa.net>. IBAMA . LOGATO. Lavras: Universidade Federal de Lavras.AQUICULTURA . 00 (Boletim Técnico).BR. 00 RIBEIRO. . Recomendações básicas para a criação do Camarão da Malásia. Criação de Camarões de Água Doce. Disponível em: <http://www.br/recomendacoes_tecnicas_para. Disponível em: <http://aquicultura. Paula Adriane Perez. Disponível em: < http://www. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev.gov.

Qual é a melhor forma de obter um plantel de cabras leiteiras com baixo custo? Da escolha das cabras depende. caprinos. analisando o tipo de vegetação lá existente. a topografia do terreno dentre outras características Importante se faz. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. 0 . também. caprinocultura Saber qual é a melhor forma de obter um plantel de cabras leiteiras com baixo custo. o sucesso da criação.CRIAÇÃO DE CAPRINOs PALAvRAs-ChAvE Criação de caprinos. Portanto deve-se definir. em grande parte. onde vender o leite e a carne na grande São Paulo ou adjacências e se existe algum frigorífico que possa comprar os cabritos vivos ou tem que abatê-los. litros. primeiramente o local de criação. Especialistas informam que devem ser adquiridos cabras de raças ou linhagens com períodos de lactação de 0 dias e uma produção inicial acima de . Um aspecto que deve ser considerado diz respeito às condições climáticas predominantes no local onde se deseja implantar ou aprimorar a criação. Na decisão de criação de caprinos deve-se levar em consideração alguns aspectos básicos relevantes para que a atividade tenha êxito. visitar os criadores da região onde se poderá adquirir as crias de acordo com os interesses postados. mesmo em criações com emprego de tecnologias mais simples Com estes dados e outros mais o futuro empreendedor deve escrever o plano de negócio o qual oferecerá dados mais concretos sobre a questão. como pode obter um lucro maior na carne de cabritos ou no leite de cabra. devem ser adquiridos animais com características adaptadas à região que satisfaçam aos interesses do criador. Quando da formação do rebanho. a facilidade de obtenção de água.

a água deve estar disponível. a higienização deve ser realizada. ou seja. Outro fator de igual importância é quanto a saúde dos animais o que significa dar assistência veterinária. carne e até pratos prontos e os preços não são tímidos. Os frigoríficos. logo depois de efetuada cada ordenha”. os restaurante-classe A. No entanto. mas para alcançá-los o pecuarista deve contratar um intermediário ou fazer visitas de apresentação de seus produtos. “Em se tratando de salas de ordenha. ou participar de uma cooperativa. todavia é  AgriculturA e PecuáriA 2.Ele acrescenta que 90% da carne caprina consumida em São Paulo são importadas do Nordeste. O que se deduz é que um plantel que recebe os devidos cuidados e alimentação sadia evita doenças que oneram os custos de criação. os empórios. com expectativa de pequena redução nas compras externas. mas sim meios de analisar cada custo que envolve um empreendimento buscando alternativas que possam diminuir as despesas. Os supermercados e empórios já oferecem leite. os hotéis são compradores em potencial. que é livre de barreira sanitária e pode vender a produção para todo o Brasil. não existe uma receita pronta para aumentar lucros. uma vez que tais produtos são considerados como diferenciados. seguido por Minas Gerais e Rio de Janeiro. A alimentação deve seguir as sugestões para cada raça. o próprio pecuarista pode fazer a venda e entregar. o próprio mercado indica o preço praticado dentro da modalidade escolhido pelo pecuarista. No entanto. O presidente da Capripaulo informa que estudo realizado há dois anos indicava que 0% da demanda de leite de cabra e derivados eram supridas pelas importações. . 3. ele diz que têm surgido novas queijarias no País. queijos. manter as instalações sempre higienizadas. Como posso obter um lucro maior na carne de cabritos ou no leite de cabra? São Paulo detém o maior rebanho de cabras leiteiras do país. em geral compram os animais já abatidos. Quanto a venda da carne ou do leite deve-se considerar que. principalmente da Bahia. diariamente. praticar a vacinação conforme orientação dos profissionais da área. Para saber qual é a melhor opção necessário se faz desenvolver plano de negócio para as atividades de interesse. ou ainda oferecer produtos de sua própria fabricação. Onde vender o leite e a carne na grande são Paulo ou adjacências? Existe algum frigorífico que possa comprar os cabritos vivos ou tem que abatê-los? Os grandes supermercados.

ibict.pdf> <http://www.ibict.br/upload/sbrt479. Dentre elas citam-se: <http://www. Acesso em: 0 de out. várias respostas técnicas que poderão ser úteis neste momento. no seguinte endereço: Embrapa Caprinos Fazenda Três Lagoas Estrada Sobral/Groaíras. 00  .br REFERêNCIAs Embrapa Caprinos .br/upload/sbrt480. 00.sbrt.ibict. saber de suas demandas e potencial.fundamental conhecê-los de perto.sbrt.pdf> Ainda a Embrapa Caprinos oferece oportunidade para maiores esclarecimentos.sbrt. Sistema Brasileiro de Respostas Técnicas.br/upload/sbrt480.ibict.embrapa. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Encontram-se nas páginas do SBRT.sbrt.Telefone: () -000 SBRT.pdf> <http://www.ibict.sbrt.pdf> <http://www.br/upload/sbrt400.br/upload/sbrt925.Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. fazer contatos.pdf >. Disponível em: <http:// www. km  Caixa Postal D-0 0-90 Sobral. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out. Ceará Telefone: (0xx-) -000 Fax: (0xx-) -0 E-mail: ant@cnpc.

em grande parte. que permitem.sebraesp. a importância de se desenvolver o plano de negócio.br) que oferece vários cursos.Como estimar o custo inicial? Da escolha das cabras depende. como abrir uma empresa.Caprinocultura. O plano de negócio é uma ferramenta que contém todos os dados referentes ao projeto. criação de caprinos. Com estes dados o futuro empreendedor deve escrever o plano de negócio o qual oferecerá dados mais concretos sobre a questão. dentre tantos outros.com. decidir com mais segurança sobre o negócio a ser iniciado. Especialistas informam que devem ser adquiridos cabras de raças ou linhagens com períodos de lactação de 0 dias e uma produção inicial acima de . é o conjunto de informações. litros. Como estimar o custo inicial? Estimativa de capital necessário até a produção cobrir as despesas? Quanto de terra é necessário para um rebanho de 00 caprinos para leite e queijo? Qual é a melhor raça para este fim? Aonde procurar mão de obra qualificada? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. o sucesso da criação. O capital inicial e de giro serão determinados pelo plano de negócio que definirá o número de cabeças necessário para iniciar a criação e que cubra as despesas fixas. atendendo a situações bem específicas: viabilidade do negócio e avaliação financeira para o caso de captação de recursos. como controlar custos. oficinas e palestras tais como: como iniciar um negócio. ao empreendedor. 2. caprinos PALAvRAs-ChAvE Obter informações sobre criação de caprinos no Estado de São Paulo. Estimativa de capital necessário até a produção pode cobrir as despesas? Para se determinar o custo de um empreendimento. é primordial ter em mente.  AgriculturA e PecuáriA CRIAÇÃO DE CAPRINOs NO EsTADO DE sÃO PAULO . Sugerimos consultar o Sebrae (http:// www.

 . Portanto deve-se definir. Tanto que São Paulo. Na decisão de criação de caprinos deve-se levar em consideração alguns aspectos básicos relevantes para que a atividade tenha êxito. O presidente da Associação Paulista de Criadores de Caprinos (Capripaulo). Wilson Valentini Junior.3. seguido por Minas Gerais e Rio de Janeiro. devem ser adquiridos animais com características adaptadas à região que satisfaçam aos interesses do criador. Quer obter informações sobre criação de caprinos no Estado de são Paulo. aponta boas perspectivas para a caprinocultura. Quando da formação do rebanho. a facilidade de obtenção de água. o País tem de importar esses produtos de países vizinhos. ele diz que têm surgido novas queijarias no País. com expectativa de pequena redução nas compras externas. na sua maioria extensiva e a partir de animais sem registros”. No entanto. “No Nordeste.” São Paulo detém o maior rebanho de cabras leiteiras do País. a topografia do terreno dentre outras características. Ele acrescenta que 90% da carne caprina consumida em São Paulo são importadas do Nordeste. analisando o tipo de vegetação lá existente. principalmente da Bahia. “Já o Sul. que é livre de barreira sanitária e pode vender a produção para todo o Brasil. O presidente da Capripaulo informa que estudo realizado há dois anos indicava que 0% da demanda de leite de cabra e derivados eram supridas pelas importações. reúne a elite da caprinocultura de leite. mesmo em criações com emprego de tecnologias mais simples. Minas Gerais e Rio de Janeiro são exportadores de genética caprina para outros Estados. diz. Oitavo do ranking mundial com um rebanho estimado em . Para suprir a demanda. “A atividade está crescendo muito”. milhões de ovinos e 0 milhões de caprinos a produção brasileira de carne de caprinos e carne e lã de ovinos é insuficiente para atender ao consumo interno. afirma. principalmente. Um aspecto que deve ser considerado diz respeito às condições climáticas predominantes no local onde se deseja implantar ou aprimorar a criação. o forte é a criação voltada para corte. primeiramente o local de criação.

evitando a ação de predadores e a ocorrência de miíases (bicheiras) nos animais recém-nascidos. ser colocado um protetor. Em cada uma das divisões reservadas tanto aos lotes de cabras próximas à parição e as recém-paridas. Segue abaixo relaçãao de raças leiteiras conforme solicitado:  AgriculturA e PecuáriA 4. constituído por ripa ou arame.0 m do solo. devem ser colocados cochos para sal mineral para a suplementação dos animais. . recomendando-se uma área útil de 0. internamente. podendo. Qual é a melhor raça para este fim? Existem várias raças para leite e como já mencionado anteriormente o empreendedor deve escolher aquela que melhor se adapta ao local de criação. Animais em fase de reprodução (matrizes e reprodutores). Cabritos desmamados. • Cabras em estado avançado de gestação (próximas à parição) e cabras recém-paridas. Quanto de terra é necessário para um rebanho de 100 caprinos para leite e queijo? O número de cabeças que podem ser colocados em uma determinada área varia de acordo com a espécie. 5. para evitar a entrada de animais. • • • • A primeira divisão deve dar acesso a um piquete com pastagem nativa ou cultivada.0 m.O tamanho do chiqueiro deve ser definido de acordo com a dimensão do rebanho.0 m acima da altura do cocho. Cabriteiro (animais em lactação). qualidade e o estado das pastagens e das forrageiras lá encontradas. Esta área permite manejar adequadamente as cabras próximas à parição e as cabras recém-paridas. Os cochos podem ser feitos de pneus. de tábuas ou de troncos ocos encontrados na propriedade e devem ficar posicionados a uma altura de 0. sobre eles. a uma altura de cerca de 0. para cada animal adulto. m a . quanto para os animais em reprodução e desmamados. pelo menos quatro divisões destinadas para lotes de animais nas seguintes fases de desenvolvimento. É importante que o chiqueiro apresente.

espesso. fronte larga. Cabeça cônica e alongada. kg)  ± kg e período EMBED Equation de lactação: 9 meses ( ±  dias). ventre escuro. Pêlos curtos.com  a . É um animal de grande corpulência. Toggenburg Origem suiça. produção leite( a . olhos grandes e claros. suporta condições climáticas extremas. parte distal dos membros preta. pelagem parda (claro-acinzentado ao vermelho escuro). com ou sem barba.saanem De origem Suiça. encontrada desde as regiões baixas até as regiões montanhosas. pelagem de cor variada.naturalmente mocha. chanfro reto. fronte larga. linha preta dos olhos ao focinho. profundo. chanfro reto. presença ou não de chifres. É uma raça cosmopolita. com listra preta na linha nuca-dorso lombar até a garupa. pelagem totalmente branca. ponta das orelhas escuras. sendo no Brasil o padrão alpino de cor acamurçada. perfil retilíneo. orelha ereta e curta. fina e bem elegante. orelhas levantadas de tamanho médio. apresenta uma faixa negra no dorso sendo os membros escuros na parte inferior. Grison: Mais rústica.Pelagem uniformemente branca. vale do rio Saanen nos cantões de Berna e Appenzel. possuindo uma grande estrutura óssea. é considerada uma das melhores raças para produção de leite.Apresenta chifres. orelhas pequenas a medianas e eretas. Parda Alpina Origem suiça. Apresenta cabeça com perfil retilíneo. No Brasil apresenta grande porte. Apresenta a variedade Branca-Alemã. Padrão Brasileiro possui grande porte. com ou sem cornos. pêlos curtos. e a cabeça assim como a cauda mais escura que o restante do corpo.% de gordura. orelhas pequenas a medianas e eretas. no Vale do Toggenburg: proviniente do cruzamento  .Na Suiça apresenta  tipos: Oberhasli-Brienz: Suiça . presença ou não de chifres. Produção de leite  kg ( kg ±  kg ) e período médio de lactação:  meses (  EMBED Equation  dias ). Média de produção de leite: kg. orelhas pequenas e horizontais.

com listras de cor clara que partindo das orelhas. pouco côncava. No Brasil. bodes com pêlos mais longos e mais grossos. A média de produção é de 00 kg de leite por lactação. e nos machos adultos de 0 kg a 0 kg.  AgriculturA e PecuáriA inicial da cabra Fulva de Saint-Gall x Saanen. passam pelos olhos e vão terminar nas comissuras labiais. Apresenta  faixas brancas que partem do lado da boca e terminam junto as orelhas.0m nas fêmeas. parte distal dos membros e inserção da cauda de cor branca. Pernas abaixo do joelho e na inserção da cauda são claras. pelos de comprimento mediano a longo. Muito produtiva e rústica. de perfil reto com frontal amplo e ligeiramente deprimido ao centro. fronte larga. presença ou não de chifres. São animais de pêlos curtos e finos. para o aprimoramento da produção de leite. variando do claro ao escuro. com peso variando nas fêmeas adultas de  kg a 0 kg. pelagem de cor acinzentada. Canindé. recentemente foi introduzido um lote desta raça por criadores do estado da Paraíba.Pêlos podem ser curtos ou apresentar fios mais compridos no dorso e na parte externa das coxas. Padrão Brasileiro é de porte grande. sem cornos (podendo eventualmente apresentar chifres). Graúna. bastante atenção à exploração e seleção. As orelhas são de tamanho médio. Moxotó. Murciana A raça é originária da Espanha e insere-se no tronco das Pirinaicas (europeu). Marota. de porte pequeno. orelhas pequenas na horizontal.Apresenta porte médio. perfil retilíneo. Há. É um animal geralmente mocho. ainda as raças mistas como Anglo Nubiana. . Cor castanha-cinza claro. A altura média da cernelha é de 0. focinho. eretas e muito móveis.0 dias de lactação.0m nos machos adultos e de 0. ao longo das últimas décadas. podendo haver exemplares de cor castanho-escura. Os espanhóis têm dedicado. chanfro reto. Média de produção de leite: 00 a 900 kg em  . mostrando orelhas de tamanho mediano elevadas e dirigidas para frente. de cor geralmente preta. com cabeça bem feita e alongada. A cabeça é triangular.

Acesso em:  de jun. Acesso em:  de jun. Disponível em: <http://www.br>. porém devem ter feito cursos sobre a criação e ter profundos conhecimentos sobre todos os tipos de manejo. Acesso em:  de jun.asp?todo=id&id=91>. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jun. 00.com.br/destaque. Valgueiro.unesp.embrapa.br/>. Disponível em: <http://www.htm>.cpamn. 00.br/ovinos/racapri.agropauta. Agropauta. Um rebanho sadio pode produzir mais por menos. Disponível em: <http://www. Diônes Oliveira. REFERêNCIAs Embrapa Meio-Norte. Disponível em: <http:// www. Hévila Oliveira. Aonde procurar mão de obra qualificada? A mão de obra deve ser adquirida no local da criação. 00. Danilo Elmo de A. uma vez que não há necessidade de mão de obra qualificada para o dia a dia. Santos. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . 00.com.fmvz. Raças Nativas: a ameaça da extinção.capritec.6. Todavia é primordial que um veterinário acompanhe o rebanho cuidando para o mesmo seja sadio. Salles. São Paulo reúne a elite dos ovinos e caprinos. Capritec soluções em capricultura. Acesso em:  de jun.

Os criadores. com a professora Ivanete. mas sugere estabelecer matrizes com macho de Santa Inês. Condições necessárias para criação de ovinos A criação de ovinos é uma atividade pecuária das mais importantes e que apresenta um grande potencial para investimentos no Brasil. Ivanete Susin Departamento de Zootecnia/Esalq/ USP informou que não existem estudos sobre cruzamento de animais deslanados com lanados. alimentação e eventuais suplementos.Ovinos. l disponibilidade de água. 9 AgriculturA e PecuáriA CRIAÇÃO DE OvINOs . ovinicultura PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Informação sobre criação de ovinos. Caso o criador entenda bem da atividade. e “entusiasmo” pela atividade. Inscrições gratuitas podem ser feitas por telefone (9) 9-. poderão obter ótimos lucros com a criação desses animais. raça deslanada. e a partir daí colocar Suffok. O que permitirá o abate de fêmeas e machos. mas não dispensável. l clima adequado ao tipo de criação. Fatores críticos para o sucesso: l conhecimento técnico por parte do criador. A Professora Dra. Quanto à reprodução: na primavera pode-se usar raça Santa Inês e no outono raças estacionais. O Departamento de Zootécnica da Esalq possui um Laboratório Experimental que recepciona visitantes mensalmente. Wilyy de France ou Texel. a necessidade de assessoria será menor. desde que trabalhem com as técnicas adequadas para cada raça. l animais de boa qualidade e procedência. A atividade requer assistência de profissionais (veterinários) principalmente para aqueles que estejam iniciando a atividade.

a melhor época é logo após a tosquia (novembro ou dezembro). apartados dele. porque: l após a tosquia os animais estão mais leves e são vendidos por menores preços. Economicamente. Aquisição dos ovinos para a formação do rebanho Para iniciar uma criação. pode-se colocar de  a  ovinos por hectare. deve-se escolher a melhor época para fazêlo. ficando altamente contaminado por vermes que certamente os infestarão. Quando a densidade de ovinos em um pasto é muito grande e não há rotação de pastagens. qualidade e o estado das pastagens e das forrageiras lá encontradas. o zootécnico. e o seu estado de saúde. capões e jovens machos ou fêmeas. de 00 a 00 bovinos. Já a aquisição de ovinos no outono permite ao criador observar a qualidade da lã e o seu volume quando elas já estão com lã de  ou  meses e que. As ovelhas são destinadas à reprodução e à produção de lã. não só o fator econômico. também. o terreno recebe muitas fezes. Em um pasto com . também. Formação do rebanho ovino O número de ovinos que podem ser colocados em uma determinada área varia de acordo com a espécie. ou seja. a formação do animal. já foram até acasaladas. Essas são as condições encontradas em criações 0 . mas o seu preço é mais elevado. depois. desde que o número de bovinos seja menor. Em pastagens mais ricas. Com isso. levando em consideração. muitas vezes.l l qualidade das pastagens. podem ser colocados. um período de  a  meses durante o ano sendo. pois já produziram a lã de um ano. o rebanho poderá ser prejudicado pelas verminoses que debilitam os animais. havendo possibilidades de agregar bovinos na mesma área. dependendo do desejo do criador. l e também porque o criador deve observar bem. Os carneiros ficam com o rebanho durante o período dos acasalamentos. carneiros. O rebanho Pode ser formado por ovelhas. mas.000 ovinos. controle fito-sanitário. reduzindo o rebanho por causarem muitas mortes.

bons aprumos com ossos fortes e largos. l para produzir lã de qualidade o ovino precisa apresentar um velo denso. quando são abatidos para consumo. os animais destinados à reprodução devem ser bem selecionados. grosso e bem inserido. machos e fêmeas. depois. são destinados à produção de lã. . Naturalmente. lombo reto. Melhor seria iniciar uma criação de ovelhas novas e de uma só raça. O número de machos deve ser de  a % do de ovelhas destinadas à reprodução. As características do velo devem estar de acordo com os padrões da raça. em todo o velo. ou seja. do comprimento e da finura. pois deles vai depender a melhoria do rebanho e o seu valor econômico. em número nunca superior a . formando assim. cara larga.  AgriculturA e PecuáriA de regime extensivo ou semi-extensivo. por um período de  meses da última tosquia. Um ovino sadio apresenta: l olhar vivo. amplas fossas nasais. vendidos para corte ou mantidos no rebanho até os  anos de idade. com fios longos. As fêmeas ou borregas são mantidas para substituir as ovelhas velhas e aquelas que morrerem. um rebanho bastante uniforme em relação ao seu exterior. grossura uniforme em toda a sua extensão e com barriga e pernas bem cobertas de lã. para que o criador possa sentir os problemas dessa atividade e adquirir prática. Seu corpo é cheio.Os machos castrados. sendo os que produzem maiores quantidades desse produto têxtil. Eles são. Procedimentos para a seleção dos ovinos O principal item a ser levado em consideração na escolha dos ovinos. pescoço forte. é a sua saúde. l é bem desenvolvido. Sua qualidade decorre da uniformidade. l devem apresentar todas as características da sua raça. uma cabeça bem proporcionada. os “capões”. Os cordeiros são castrados para a venda aos  ou  meses de idade ou mantidos para substituírem os capões vendidos ou abatidos.000 cabeças. durante  a  safras. com uma lã de qualidade e em bom estado.

por exemplo. Todavia. conseqüentemente. ainda. peito estreito. cara muito estreita. também. Para aproveitamento do período fértil os machos devem estar em condições totalmente adequadas à reprodução. ou seja. O criador deve conhecer bem o momento ou época do ano mais adequada para o acasalamento. mal aprumadas e finas. é um dos fatores críticos para o sucesso do empreendimento.Cuidados a serem tomados e pontos a serem observados: l lã sem brilho. os tubérculos e as raízes. muito importante. focinho fino. ampliando as possibilidades reprodutivas para várias épocas do ano. que possuem um baixo teor de fibras e um alto teor de nutrientes digestíveis totais. Reprodução e Manejo A reprodução dos ovinos. l constituição débil. apenas um cio por ano. acompanhado de tosse. isso significa a presença de uma bronquite verminótica. por falta de lã. As ovelhas apresentam. Alimentos para ovinos A alimentação dos ovinos é baseada em alimentos volumosos (com um elevado teor de fibras e baixo teor de nutrientes digestíveis totais e concentrados. O exame das mamas é. peso abaixo do normal e barriga e pernas peladas. classificadas como concentrados aquosos. tendo em vista o fim das gestações no verão. l muco quase purulento nas narinas. O criador deve conhecer bem o processo e os métodos que devem ser empregados para obter melhores resultados. Temos. O primeiro sinal de sarna é o aparecimento de pontas de mechas de lã que se desprendem para então aparecerem várias falhas de pêlos. as raças de lã mais fina.  . que é a época mais comum para os nascimentos. como em qualquer tipo de criação. apresenta um período reprodutivo maior ampliando. um período reprodutivo. pernas compridas. cada raça apresenta uma época mais indicada para a cobertura. o que restringe as possibilidades de acasalamento de cada fêmea e. geralmente. eriçada e sem resistência pode ser conseqüência de uma verminose avançada ou decorrente de uma sarna. em todo o corpo. as possibilidades reprodutivas.

Este curso tem como objetivo as doenças que podem afetar a criação.br. Glória Lourdes. 00  AgriculturA e PecuáriA Para que as fêmeas estejam totalmente preparadas para o período de acasalamento. O rebanho deve receber boa alimentação durante todo o ano.usp.php>. Disponível em: <http://www. Veterinária e Zootecnia de Botucatu. RURAL News. e  de Abril de 00. Acesso em: 0 mar. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 mar.br>. .emepa.com.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugerimos conhecer o material apresentado no Simpósio de Ovinos e Caprinos de Corte. 00.org. número do telefone: () -9. informações pelo telefone () -09. uov.br/public05_. Publicações. Acesso em: 0 mar. 00.uov.Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba. 00. Disponível em: <http://www. E-mail: ivasusin@esalq. pela EMEPA. Disponível em: <http://www. estando em condições sanitárias adequadas. Cursos Universidade On-Line de Viçosa – http://www. Profa.com. Departamento de Zootecnia /Esalq/USP. Acesso em: 0 mar. com a Dra. Telefone (9) 9-. porém haverá também informação sobre manejo.br A Faculdade de Medicina.Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia EMEPA . dos anos de 00 e 00.Universidade On-line de Viçosa. da UNESP oferecerá um curso (Criação de Ovinos) nos dias . Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba. o criador deverá estar atento aos cuidados básicos para o desempenho eficiente. Dra.ruralnews.com. Ivanete Susin. UOV .br>.

ovinos.. sob controle para evitar que animais sofram qualquer ataque que possam prejudicar-lhes a saúde e a dos recém-nascidos. no ano de 00 “demonstrou que estas não precisam ser sofisticadas para o acabamento de cordeiros. O que se deve observar. ao construir instalações. o manejo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Criação de ovinos em regime semi-intensivo Há instalações que podem ser adotadas. que são simples e econômicas. Saber se é possível iniciar uma criação comercial de ovinos em regime semi-intensivo voltado para exploração de carne em área de apenas um alqueire. ou tamanho das instalações dependerão do número de animais destinados à criação. portanto. l animais em fase de reprodução (matrizes e reprodutores)  . Um experimento apresentado no IV Simpósio sobre Recursos Naturais e Sócio-econômicos do Pantanal. em Corumbá. Estas áreas são para: l cabras em estado avançado de gestação com acesso a um piquete com pastagem nativa ou cultivada. ovinos em regime semi-intensivo. Estas devem ser feitas com base no conhecimento do comportamento dos ovinos. como em sistema de semiconfinamento. As dimensões. respeitando seus hábitos e necessidades básicas”. Desta forma fica. tanto de ovinos quanto de caprinos. são as áreas restritas designadas a certas etapas do desenvolvimento do rebanho.CRIAÇÃO DE OvINOs EM REGIME sEMI-INTENsIvO PALAvRAs-ChAvE Criação de ovinos. No entanto a Embrapa recomenda as seguintes áreas úteis por animal adulto: 0. em  há é possível colocar 00 cabeças.0 m a . Quantos hectares seriam o ideal para iniciar uma criação (possui 1 ha).0 m. (MS).

mas que poderia servir de modelo para o empreendedor que deseja iniciar uma pequena criação. de tábuas ou mesmo de troncos de árvores. dentro de um processo de produção. faz os seguintes esclarecimentos e recomendações para criação de caprinos e ovinos: O Objetivo das instalações O objetivo das instalações é viabilizar e facilitar o manejo geral de um rebanho caprino ou ovino. cobertura vegetal. estes podem ser de pneus usados. reduzindo custos e favorecendo a produção e a produtividade do empreendimento. protegem e dão segurança aos animais. Este modelo é direcionado para criadores familiares. armazenam e reduzem o desperdício de alimentos. de palha de babaçu ou carnaúba. no caso. Também em termos de cochos. otimizando o emprego da mão-de-obra.0 m do solo (). a 0. entre outras.” As Principais Instalações Entre as instalações mais utilizadas na produção de caprinos e ovinos.l l Em cada uma dessas áreas há de se colocar cochos para suplementação alimentar com sal mineral.” A Importância A importância das instalações está fundamentada na extrema capacidade que elas têm em buscar a otimização da relação homem/ animal/ambiente. . A Embrapa desenvolveu um modelo de instalações para 00 caprinos. favorecem o manuseio do rebanho e o controle de doenças. Embrapa Caprinos (veja endereço completo em referências). A Embrapa Caprinos. isto é: elas facilitam e reduzem o uso da mão de obra para as tarefas diárias. sem causar estresse aos animais. dividem pastagens. as principais são: centros de manejo l saleiros l apriscos  AgriculturA e PecuáriA Cabriteiro (animais em lactação) Cabritos desmamados. Neste modelo as instalações são de chão batido.

: Estas mesmas medidas são recomendadas também para Centros de Manejo e Currais de engorda.0 Descoberta > . Largura = 0. Seja para o pastoreio ou alimentação no cocho. o que se espera é que a instalação disponibilize espaço apenas o suficiente para propiciar condições favoráveis ao desempenho dos animais. m na base inferior e 0. m. m na base superior. Altura = 0. em Cab/m. > . . 0.l l l l l l l l l pedilúvio currais esterqueiras bretes cercas comedouros bebedouros galpões salas de ordenha Aspectos Importantes na Construção das Instalações para caprinos e Ovinos Tamanho ou a área das instalações – O tamanho ou a área de uma instalação diz respeito tão somente ao tamanho do rebanho. é desperdício.0 0. sem trazer maiores benefícios. seja para o descanso ou repouso noturno dos animais.” Área (m) Coberta Matrizes Animais jovens Crias Reprodutores . ou seja utilizar 0 a 0 animais por metro linear de cocho.0 > . Mais do que isso. m linear para cada animal.0 > . Tamanho das áreas coberta e descoberta (área de exercício) de um aprisco para caprinos e/ou ovinos. Ver Quadro abaixo. Outras recomendações de medidas: Cocho: Recomenda-se 0. m a 0. Tamanho exagerado ou área em excesso têm custos mais elevados. Brete: Comprimento = 0 m.0 Obs.  .

ainda. isto é. bem drenados. o material da própria fazenda.” Funcionalidade Toda e qualquer instalação têm a obrigatoriedade de ser funcional. Profundidade = 0. tem que atender bem às necessidades do rebanho. ou a um melhor armazenamento de alimentos ou. os apriscos deverão situar-se sempre no sentido NorteSul. Assim. será utilizado. Pelo con AgriculturA e PecuáriA Pedilúvio: Comprimento = .Material utilizado Para a construção do aprisco. tendo em vista a predominância dos ventos e das chuvas. em cada localidade. também. Largura = a mesma largura da porteira. Em caso de apriscos. a sua localização é de extrema importância.” Localização das construções Para toda construção. sem maior sofisticação. na medida em que ela deve atender aspectos de ambiente. a uma melhor divisão de pastagens. longe de estradas e próximo à casa do manejado. em especial a sua situação com relação aos pontos cardeais que é um fator importante. para um melhor aproveitamento da penetração dos raios solares (manhã e tarde). por exemplo: eles devem ser construídos em terreno elevado. permitir uma boa circulação de ar e resguardar os animais de ventos fortes e encanados. no desenvolvimento das atividades diárias com um rebanho.” situação Em algumas instalações.” . pedras toscas. deve facilitar a alimentação e tratamento dos animais e permitir a divisão dos mesmos em categorias Atender. de espaço. de tempo e de segurança. proporcionando proteção e segurança ao mesmo. etc. como é o caso dos apriscos. varas. entre outros). ventilado. e a redução máxima dos seus efeitos negativos sobre os animais (as correntes de ar e a umidade em excesso.0 m.” Relação custo-benefício A fiel observância deste aspecto tem sido recomendado enfaticamente. visando a redução dos custos. na medida do possível. palhas para coberta.0 m. na medida em que nem sempre fazer uso de uma instalação qualquer significa maior rentabilidade para um rebanho. permitir o livre acesso de manejadores e o trânsito fácil dos animais. durável e resistente como: madeira.

00. muitas vezes.“ “A maior ou a menor freqüência de limpeza está condicionada às condições ambientais como: períodos chuvoso e seco. o bom senso do produtor ou do manejador é o melhor referencial indicativo para o estabelecimento da freqüência de limpeza das instalações.” CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se entrar em contato com a Embrapa Caprinos oferece oportunidade para esclarecimentos mais detalhados sobre instalações. Ceará Telefone: (0xx-) -000 Fax: (0xx-) -0 E-mail: ant@cnpc. Disponível em: <http://www. Acesso em:  ago. o tipo da instalação.). Portanto. apriscos e centros de manejo.” higienização A higiene das instalações é.cnpc. lactação. logo após efetuada cada ordenha. a categoria de animais e as fazes de produção (gestação. acabamento. Disponível em: <http:// www. no seguinte endereço: Embrapa Caprinos Fazenda Três Lagoas Estrada Sobral/Groaíras. um aspecto de extrema importância na produção de caprinos e ovinos.br>.pdf >. sem sombra de dúvida. a recomendação para a construção de uma instalação é questionar sempre: qual o seu custo? Quais os benefícios? E qual é a relação Custo / Benefício?. 00.sbrt.embrapa. isto implica numa redução da economicidade.br/upload/sbrt480.” “Em se tratando de salas de ordenha. Todavia. km  Caixa Postal D-0 0-90 Sobral. sobretudo quando se trata de currais. diariamente.trário. SBRT-Serviço Brasileiro de Resposta Técnicas.  . a higienização deve ser realizada. etc.ibict.embrapa. Acesso em:  de ago.br REFERêNCIAs Embrapa Caprinos.

Magda das Graças Costa  de ago. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL .

sbrt. o manejo. a pesca nativa não supre um oitavo desta demanda. o consumo de peixe é de cerca de . em qualquer modalidade de criação intensiva. o conhecimento sobre o comportamento e crescimento do pirarucu. Sobre como iniciar criação de peixes de água doce. mas a criação. Tambaqui. sugere-se visitar a seguinte página:<http://www. TAMBAQUI. A média de consumo na região amazônica é de  quilos per capita/ano. condição que pode facilitar sua criação em tanques-rede de pequeno volume. A seguir informações gerais sobre criação dos peixes solicitados. quilos per capita/ano. principalmente em cativeiro. além de não manifestar canibalismo quando confinado em altas densidades e de ser facilmente treinado para aceitar alimentação com ração extrusada. criação de peixe Informações gerais e específicas sobre criação dos peixes: Pirarucu.amazonpress. <http://www. No entanto.ibict.htm>. piscicultura.pdf>. podendo alcançar até 0 kg no primeiro ano de criação. o que significa um mercado com potencial superior a 00 mil toneladas de peixe/ano. Possui alta velocidade de crescimento. DOURADO E PINTADO PALAvRAs-ChAvE Peixe. porém. a alimentação. etc são fundamentais para o sucesso do empreendimento. ainda é escasso. Dourado e Pintado.br/roraima/dedoc/rr23042002. O pirarucu é provavelmente a espécie mais promissora para o desenvolvimento da criação de peixes em regime intensivo na região Amazônica. PIRARUCU 90 . br/upload/sbrt781.com. grande rusticidade ao manuseio e respiração aérea. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA No Brasil.CRIAÇÃO DE PEIXEs: PIRARUCU. publicada neste portal (SBRT).

diferenciando o crescimento entre essas duas classes.php?script=sci_arttext&pid=S0100204X2003000100014> A Fazenda Água Limpa. como seu uso em ambientes de difícil acesso. observaram. do piscicultor Rodolfo Henrique Français. Fonte:< http://www. Embora os fenômenos que geram estresse e a variação do crescimento nos peixes nem sempre estejam relacionados à tomada de alimento. é 9 TAMBAQUI AgriculturA e PecuáriA A homogeneidade no crescimento dos peixes. quando ideais. uma vez que permitem altas densidades de estocagem e. tendendo à manutenção de lotes mais homogêneos e. em ambientes confinados. podem quebrar o status social de dominância e subordinação. dificultando com isso o acesso ao alimento e gerando competição nas zonas de alimentação. que baixas densidades de estocagem influenciaram o aparecimento de classes hierárquicas. é conseqüência de diversos fatores que influenciam o desempenho dessa população. na criação do salmão do Atlântico. Densidades de estocagem excessivas também podem causar variações no crescimento dos peixes. existem aqueles que influenciam na condição fisiológica e sanidade dos peixes como o déficit de oxigênio. conseqüentemente. afetando a homogeneidade dos lotes.Densidades inadequadas de estocagem de peixes podem trazer complicações para a criação. além das condições de manejo que permitem seu uso em escala comercial e familiar. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da densidade de estocagem sobre a variação do crescimento de juvenis de pirarucu em tanques-rede de pequeno volume. em que os dominantes monopolizam as zonas de alimentação e o alimento. aumentando a produtividade.br/scielo. principalmente quando o adensamento de peixes é grande. A estocagem de lotes de peixes com tamanhos homogêneos iniciais influenciam na homogeneidade do lote final . onde a construção de represas e viveiros escavados é inviável. A adoção da técnica de tanques-rede tem se difundido mundialmente e apresenta algumas vantagens.scielo. no caso de peixes de respiração aquática obrigatória e o ataque de agentes patogênicos. dominantes e subordinadas. Criações em tanques-rede de pequeno volume podem ser mais vantajosas que as criações tradicionais.

é retirado com rede. de  mil a  mil metros e até . que são tanques de mil a  mil metros quadrados. custam entre R$ 0. onde estão instalados  tanques em 0 hectares.00 e R$ 0. de 0 x 0 metros ou de 0 x 0 metros. segundo o agrônomo. é um peixe de primeira em termos de qualificação comercial”. um dos peixes mais apreciados na região.um dos criatórios de tambaqui de Roraima. Os produtores compram os alevinos e os põem nos berçários. quilo de ração para produzir  quilo de peixe. diz Patrício. por peixe com alimentação”. Nesses tanques. para calcular a capacidade do tanque. metro de profundidade. usando esterco ou adubo químico. o peixe atinge o peso comercial. De acordo com Patrício. “Se levarmos em conta os gastos com mão-de9 . “Fica mais barato trazer de fora”. “Além de estar adaptado. Patrício explica que é preciso corrigir a acidez da água. durante seis meses. os peixes recebem ração balanceada com % de proteína. com a utilização do berçário é possível produzir tambaqui com peso comercial de venda após seis meses de engorda. além de farinha de carne. os preços dos alevinos variam muito. os produtores de Roraima ainda compram alevinos dos centros de alevinagem de São Paulo. de ossos e de peixes. quando estão prontos para o consumo. “Mas bem abaixo dos R$ 00. Rio Grande do Norte. divide-se a área total pelo peso final do peixe para chegar à densidade. Segundo o agrônomo. o tanque é esvaziado e faz-se novo repovoamento. Os alevinos entram nos berçários com  gramas e alcançam mais de 00 gramas em 0 dias.00. Em geral. Mato Grosso e Acre. Durante dois meses.” A criação de tambaqui é simples.” Depois de seis meses. Nas condições de Roraima é necessário . eles recebem. três vezes ao dia. de milho e de arroz. Por motivos econômicos. quatro vezes ao dia. que presta assessoria ao criatório. conforme o resultado da análise. quando adquiridos no próprio Estado.00 o milheiro. diz. “O ideal é  quilo de peixe por metro quadrado. explica. por meio de adubação nitrogenada. quando vão para os tanques de engorda. feita com farelo de soja. além de equilibrar a população de plâncton. Segundo ele. dependendo do Estado vendedor. ração extrusada com % de proteína. acrescida de minerais e vitaminas próprios para a criação. “Isso significa um custo de R$ . dependendo da distância e da espécie.

br/upload/sbrt937. na calha do Rio Branco e afluentes. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. Disponível em: <http://www.sbrt. <http://www.amazonpress.ibict.sbrt. o investimento está pago.br. disponíveis em: <http://www.” Estímulo O Sebrae Roraima vem estimulando a criação de peixe em cativeiro.pdf> informações sobre criação e engorda de peixes.htm> Para criação destas duas variedades sugere-se consultar as respostas técnicas publicadas no portal do SBRT. Fonte: <http://www. A pesca artesanal. Outros tratados: <http://www.pdf> informações a respeito de cultivo de peixes (pintado. manejo e tratamento de pescado. <http://www.Cada tanque de  mil metros quadrados produz 0 mil quilos de tambaqui e dá uma renda de R$  mil/mês.pdf> Viabilidade Econômica de Peixes Pintados e Cacharas. Franmir Rodrigues et al. pacú e outros nativos) em tanques-rede de pequeno e grande volume. BRANDAO.br/upload/sbrt303.ibict.com. ainda consultar as demais respostas técnicas publicadas no portal em questão. Acesso em: 0 set.ibict.pdf> Criação de peixe pintado.br/upload/sbrt339.” . Densidade de estocagem de ju9 AgriculturA e PecuáriA obra e manejo. mercado e financiamentos.br/roraima/dedoc/rr23042002. entre elas o associativismo.ibict.br/upload/sbrt550.amazonpress.sbrt. chegamos a um custo total de R$ . com a adoção de várias ações. br/>.com.sbrt. também vem merecendo atenção especial. DOURADO E PINTADO CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Sugere-se. para o peixe alcançar o ponto ideal de consumo.com. “Em dois anos. FONTEs CONsULTADAs Amazonpress. 00.

Brasília. Sérgio Fonseca e STORTI FILHO. GUIMARÃES.pdf#search=%22cria%C3%A7%C3%A3o%20peixe%20tamb aqui%20and%20tese%22>. 00.br/scielo. n. 00.scielo. Acesso em: 0 set. 00. 9. Acesso em: 0 set. Disponível em: <http://atlas. Acesso em: 0 set. Efeito da densidade de estocagem na homogeneidade do crescimento de juvenis de pirarucu em ambiente confinado. 00.php?script=sci_ arttext&pid=S0100-204X2003000100014>. 00 9 . Disponível em:<http://www. Brasília. Pesq.scielo.br/pdf/pab2004/ marco/v39n03a14.. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de set. n. . Bruno Adan Sagratzki et al..embrapa.sct.venis de tambaqui durante a recria em tanques-rede.br/scielo. . bras. Atílio. bras. CAVERO. <http://www. Produtos agrícolas e florestais como alimento suplementar de tambaqui em policultivo com jaraqui. v. agropec. .php?script=sci_ arttext&pid=S0100-204X2004000400009>. 00. v. agropec. Pesq.

que se multiplicam em áreas próximas dos centros urbanos. 9 AgriculturA e PecuáriA CRIAÇÃO DE PEIXEs: TILÁPIA. surge como atividade econômica alternativa. Criatório Para a implantação de um criatório de peixes. como tilápia. pacu e pintado IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Com a possibilidade de se usar técnicas semi-intensivas e intensivas de criação. destinados a peixarias. uma vez que. o produtor deve analisar se tem condições efetivas de desenvolvê-lo. tilápia. mas só passam a ser rentáveis quando feitos em tanques a partir de . para a produção de filés. a piscicultura promete resultados animadores em produtividade. supermercados. inicialmente. visando ganhos econômicos com o suprimento de um mercado promissor. pintado PALAvRAs-ChAvE Informação sobre criação de peixes. pacu. quanto o consumo industrial.Piscicultura. Esse mercado é representado pelo aumento crescente da demanda tanto de peixes in natura. demanda investimento inicial considerável em instalações. Por essa razão. como atividade recreativa. De acordo com José Lopes Germano. PACU E PINTADO . Mercado O progresso nas técnicas de reprodução. gerente de pecuária da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (EMATER-DF). equipamentos e conhecimentos técnicos e mercadológicos. e o abastecimento dos pesque-pagues. os projetos de desenvolvimento da piscicultura podem ser realizados em vários tamanhos. feiras e outros. manejo e alimentação e a melhoria de instalações tem gerado as condições básicas para se expandir a piscicultura.000 m. qualidade e retorno econômico. para se tornar lucrativo.

o que proporciona melhor produtividade. os escavados. falta de condições para controlar o fluxo de água que entra no viveiro. POR DERIvAÇÃO. apresentam características como fundo irregular. Nos sistemas que utilizam níveis mais altos de tecnologia. ou seja.00 Kg de peixe e baixa rentabilidade. ou seja. • • • • Tecnologia Entre as tecnologias.  mde viveiro-berçário para cada . com uma produtividade anual por hectare inferior a . podendo os primeiros ter tamanhos que variam de 00 a . São.. m a 0. com acompanhamento de sua transparência. maior dificuldade de controle de predadores e também da densidade (peixe/ m). Outro sistema semi-intensivo possível de ser desenvolvido incorpora mais tecnologia.00 m. contando-se apenas o monitoramento de sua transparência e. portanto. obtendo-se produtividade anuais médias entre  mil a 0 mil Kg/ha/ano. da densidade de peixes e dos predadores. das temperaturas máxima e mínimas. m de viveiros de criação.Tipos de viveiros Normalmente. que pode variar de 0. de difícil manejo cultural. nível intermediário de monitoramento da qualidade da água. e uso de viveiros-berçários. Sua proporção é de :. vIvEIROs-BERÇÁRIOs. 9 . formando viveiros de baixo custo de construção. dependendo da topografia do terreno. Entretanto. é necessário utilizar esse tipo de viveiro. de forma a aumentar a taxa de sobrevivência dos alevinos. Contudo. com uma taxa de renovação da água do viveiro entre % e 0% ao dia. pH e níveis de alcalinidade. atualmente em uso na criação de peixes contam-se os sistemas de produção semi-intensivos. que têm como objetivo aumentar a taxa de sobrevivência dos alevinos. suas características permitem controle melhor do volume de água. em conseqüência. Consiste na interrupção de um curso d’água. Esse tipo possui custo de construção maior. m para a construção de  m de viveiro. que incluem técnicas de exploração com baixa renovação da água (menos de % ao dia) e nível baixo de monitoramento de sua qualidade. os tipos de viveiros observados são: • POR BARRAMENTO. dada a necessidade de movimentação de terra.

por derivação. com níveis intermediários de monitoramento da qualidade da água e tecnologia de manejo. A ela. pH. o sucesso vai depender de como ele será conduzido pelo seu proprietário. A estimativa é de que sejam produzidas em torno de . terreno plano com baixa movimentação de terra. a qualidade sanitária do produto. alcalinidade. como forma de obter melhor rentabilidade. Mas.000 toneladas/ano. Sistema de criação semi-intensivo. o mercado brasileiro ainda tem muito espaço para novos empreendimentos. oxigênio dissolvido e amônia. o preço competitivo. . Boa parte desta produção cabe a estações públicas de criação de alevinos. Existem cerca de 0 estações destas no país. acompanhando-se a transparência. Caracteriza-se por uma tecnologia de produção que envolve a renovação de mais de 0% da água do viveiro por dia. Cenário O estabelecimento da produção total da piscicultura brasileira não é tarefa fácil. aproximadamente. o principal é. por derivação. por barramento. Mesmo com estes condicionantes. temperaturas máximas e mínimas. somando o uso de aeradores na proporção de  HP/ha e o uso de viveiros berçários. Sistema de criação semi-intensivo. segundo especialistas do ramo. inclusive com o uso de aeradores mecânicos. com baixos níveis de monitoramento da qualidade da água. 0 milhões de alevinos/ano. De todos esses fatores. . a localização adequada. O que leva ao sucesso Os fatores primordiais para o sucesso de uma criação de peixes são a qualidade do produto. intensivo monitoramento da qualidade da água. expostos para que possam servir como modelos aos interessados: . com alto nível de controle do manejo cultural das espécies de peixe e monitoramento intensivo da água. tem-se o sistema intensivo de criação. a facilidade para distribuição e a diversificação de espécies. que produzem. São os seguintes os sistemas de criação estudados.sistemas de criação Com a finalidade de se obter resultados compensatórios. busca-se um maior rendimento dos viveiros. está ligado diretamente 9 AgriculturA e PecuáriA Por último. como em todo negócio. . sem dúvida. alcançando a produtividade média anual acima de 0 mil Kg/ha. Sistema de criação semi-intensivo.

como é o caso da EMATER e dos postos das secretarias de Agricultura. Nestes escritórios. para se constituir como empresa é necessário atender às exigências da burocracia. com o maior número de dados possíveis. No caso da regulamentação ambiental da atividade de piscicultura. nas quais se pode cobrar responsabilidade. a melhor forma de travar contato com os fornecedores é procurando indicações com as associações de aquicultores da região. são essenciais os cuidados veterinários com a criação. e muito.o sucesso de um criatório. Há uma portaria de 99 que torna obrigatório o registro do aquicultor e estabelece as normas de operação na atividade. do respeito à legislação ambiental para sobreviver.N/9. de contador. (SEBRAE . Além disso. pois não há necessidade. 9 . O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) é o principal órgão regulador deste segmento. podem ser encontradas relações de locais onde podem ser adquiridos os alevinos. a limpeza geral dos tanques. No caso da criação de peixes. Desta forma serão obtidas informações. é fundamental para o sucesso de uma empresa do ramo. Pacu-caranha Nome Científico: Piaractus mesopotamicus Família: Characidae Distribuição Geográfica: Bacia do Prata. na qualidade dos alevinos e rações fornecidas. assim como nas associações. o piscicultor pode ser considerado produtor rural. Diante da inexistência de associações de criadores. Para isso. de 0 de agosto de 99. uma outra opção segura é buscar indicações nos escritórios públicos de manejo rural. Além das opções de abertura de firma individual ou societária.ES) Algumas informações sobre os peixes solicitados na demanda: Nome Popular: Pacu. Legislação Específica Este é o tipo de negócio que depende. neste caso. o que reduz a burocracia e mesmo os custos. a boa saúde dos empregados e a qualidade das rações. além de boas instalações e manutenção adequada. Fornecedores O conhecimento dos fornecedores. a portaria do Ibama é a seguinte: Portaria Nº 9 .

corpo alongado e roliço. Ecologia: As tilápias são espécies oportunistas. Alcança cerca de 0cm de comprimento total. Existem cerca de 00 espécies de tilápia. crustáceos e moluscos. praias e canal dos rios. Sarotherodon e Tilapia. Os dentes são molariformes. com tendência a herbívora: alimenta-se de frutos/sementes. distribuídas em três gêneros. algas e. suportam grandes variações de temperatura e toleram baixos teores de oxigênio dissolvido.Nome Popular: Pintado/Speckled Catfish Nome Científico: Pseudoplatystoma corruscans Família: Pimelodidae Distribuição Geográfica: Bacias do Prata e São Francisco. corpo romboidal e comprimido. Descrição: Peixes de escamas. Ecologia: Espécie onívora. acima e abaixo da linha lateral. Sarotherodon hornorum (tilápia zanzibar) de coloração escura e maxilas protráteis. A coloração é uniforme. Ocorre em vários tipos de hábitats como lagos. É considerado um dos peixes mais esportivos do Pantanal. castanho ou cinza escuro. e esbranquiçada abaixo da linha lateral. corpo um pouco alto e comprimido. A coloração é cinza escuro no dorso. Realiza migrações de desova. Ecologia: Espécie piscívora. introduzidas em quase todo o Brasil. o ventre é mais claro. Oreochromis. mais raramente. No Brasil foram introduzidas três espécies: Oreochromis niloticus (tilápia do Nilo) que pode alcançar cerca de kg. A alimentação pode variar dependendo da 99 AgriculturA e PecuáriA Descrição: Peixe de escamas. pretas e arredondadas ou ovaladas. clareando em direção ao ventre. Oreochromis niloticus Família: Cichlidae Distribuição Geográfica: Espécies da África. e também é muito importante comercialmente. espalhadas ao longo do corpo. Descrição: Peixe de couro. . que apresentam uma grande capacidade de adaptação aos ambientes lênticos. peixes. Além disso. Pode ser separada das outras espécies do gênero pelo padrão de manchas: pequenas. Nome Popular: Tilápia Nome Científico: Tilapia rendali. Espécie de grande porte. e uma variedade desenvolvida em Israel. “SaintPeters”. Tilapia rendali (tilápia rendali) com cerca de kg. que atualmente vem sendo cultivada. pode alcançar mais de m de comprimento total. amarelado quando o peixe está vivo. folhas. É importante na pesca comercial e esportiva. cabeça grande e achatada.

O site da Piscicultura Paulista trás muitas coisas sobre o assunto. na cidade de São Paulo. Pequenos enganos geralmente custam mais do que uma consultoria especializada. de 00. Como protegem a prole. Quando necessário. -9. mediante prévio agendamento. Disponível em: <http://www.gov.br>. um técnico da instituição pode efetuar uma visita técnica na propriedade. todas as sextas-feiras.br/>.espécie: podem ser onívoras. Instituto de Pesca. é interessante entrar na página para mais informações http://www.com. sendo que a desova pode ocorrer mais de quatro vezes por ano.br/ METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Ambiente Brasil: portal ambiental. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Procurar o Instituto de Pesca.pisciculturapaulista. Acesso em: 0 de abr. -0. Fonte: PNDPA Instituto de Pesca O Instituto tem com uma de suas missões a transferência de tecnologia sobre a criação de peixes de água doce. localizado na Av.sp. Recomendação importante: Não inicie qualquer atividade sem uma orientação técnica qualificada. Aces00 . o índice de sobrevivência é bastante elevado. sendo esta missão cumprida com a divulgação de informações básicas ou aplicadas que auxiliam o interessado na implantação e/ou adequação de projetos de piscicultura.ambientebrasil. Francisco Matarazzo . através dos fones () -.pesca. das 09 às  h. Mantém-se um serviço de atendimento técnico gratuito ao interessado. herbívoras ou fitoplanctófagas. Recomenda-se ao interessado visitar bons projetos de piscicultura e ler livros técnicos especializados.com. Disponível em: <http://www. Algumas espécies se reproduzem a partir dos seis meses de idade. O Instituto de Pesca possui uma biblioteca especializada e estações experimentais de piscicultura.

de 00. de 00. com.br/>.asp?id=363&tipoobjeto=3&objeto= 363&botao=0>.mg. .agridata. Acesso em: 0 de abr. Disponível em: <http:// www.Pesquisa Agropecuária: pecuária e pisicultura.htm>. Criação de peixes. de 00 0 AgriculturA e PecuáriA so em: 0 de abr.br/peixes.pisciculturapaulista. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de abr. de 00. Acesso em: 0 de abr.gov.sebraees. Disponível em: <http://www. Acesso em: 0 de abr. SEBRAE ES. Disponível em: <http://www.br/IdeiasNegocios/pag_mos_ide_neg. de 00. Piscicultura Paulista. com.

suinocultura Saber qual o tamanho ideal para uma criação der aproximadamente 0 matrizes de suínos? Precisa saber as medidas.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ #manejonutri 0 . criação de suínos.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ #manejoamb Manejo Nutricional http://sistemasdeproducao. localização. O planejamento também implica na preocupação com o meio-ambiente. Para tanto.embrapa. ter noção da topografia do terreno e das técnicas. para superar ao máximo as adversidades topográficas.cnptia. com quais possibilidades de produtos se pretende trabalhar e quais os meios de adequá-los num mesmo conjunto de produção. algumas informações sobre implantação da suinocultura poderão ser úteis: Avaliação dos riscos de impacto ambiental http://sistemasdeproducao. caso seja necessário. Também é importante identificar as potencialidades desta área.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ #avaliacao Manejo voltado para a proteção ambiental http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa. Possui uma propriedade com quatro alqueires.cnptia. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Primeiramente é necessário fazer o planejamento da área. Desta forma. material empregado.embrapa. construção para criação de suínos. pode-se ter uma idéia mais clara sobre onde implantar o projeto de uma pocilga e prever possíveis expansões. o pé direito.CRIAÇÃO DE sUÍNOs PALAvRAs-ChAvE Suínos. pois a qualidade de vida da área depende do ajuste do projeto as leis de proteção ambiental.

embrapa. os porcos são sensíveis a baixas temperaturas e o risco de comprometimento da produção aumenta por conta deste fator. Desta forma evitará a radiação solar no período mais crítico. A largura da pocilga esta atrelada ao clima da região. o recomendável para o pé direito e de  à . Geralmente. m a fim de que favoreça a circulação do ar e dissipe a radiação proveniente do teto. no interior do local.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ #manejoagua LOCALIzAÇÃO DA POCILGA E sIsTEMA DE MANEjO DE DEjETOs sUÍNOs (croqui exemplificado) Fonte: EMBRAPA suínos e Aves Além da avaliação das distâncias necessárias de acordo com a legislação ambiental e sanitária. Normalmente recomenda-se largura de até 0 m para clima quente e úmido e largura de 0 até  m para clima quente e seco. deve-se evitar a insolação direta. possibilitar a livre circulação das correntes de ar.cnptia. longe da drenagem direta dos ventos. 0 AgriculturA e PecuáriA Manejo de água na propriedade . Sendo assim.http://sistemasdeproducao. a localização preferencial será aquela que oferece uma suave declividade e. Apesar da necessidade de aquecimento para a temperatura ideal dentro da pocilga. A obstrução das correntes de ar somente será desejável em períodos frios. pois apesar de serem animais homeotérmicos. a localização deve levar em conta futuras expansões e. Recomenda-se que esta esteja disposta no sentido lesteoeste. Portanto deverá estar longe de outros edifícios ou barreiras naturais que obstruam as correntes de ar. em casos de fundos de vales. ou seja.

O comprimento deverá estar de acordo com o planejamento da produção e o cálculo do número de baias de acordo com a capacidade produtiva. As portas de entradas devem ser previstas pelas laterais da instalação. pé-direito e beiral em função do clima para telhas de barro.0 . .. revestida de alvenaria de tijolos ou de concreto pré-fabricado.0 . Para o telhado o recomendado é que este seja de duas águas e o material empregado seja telhas de cerâmica. O uso de grama na área circundante diminui a incidência da radiação solar. .0 para as linhas principais e de 0. O sistema de produção de suínos compreende as fases de pré-co0 . Largura. Clima Quente seco Quente úmido Largura 0. A rede de esgoto deve ser em manilhas ou tubos de PVC. construir uma canaleta ao longo da instalação de 0.0 . O uso de um laternim para facilitar a circulação do ar também e recomendável. deve-se evitar o uso de telhas de amianto e/ou metálicas. cujas folhas caem no inverno. O uso de árvores na área circundante também é recomendável. Para receber as águas provenientes do telhado. A construção de corredor central com portas de acesso às salas não é recomendada. . . porém ela deverá estar sempre aparada para evitar a proliferação de insetos. exceto nas instalações com apenas duas salas em que as portas de entrada podem ser pelas extremidades. Obs: O uso da telha fibro-cimento está sendo limitado em alguns Estados.0 m de largura com declividade de %.0 m para as secundárias. sendo recomendado diâmetro mínimo de 0. . se for uma regia de clima frio e recomendável que se utilize espécies caducifólia..0 Pé-direito .0 -. Beiral .... Esquema para determinação das dimensões do lanternim. permitindo assim o sombreamento no verão e o aquecimento do sol durante o inverno.

00. creche.embrapa. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 AgriculturA e PecuáriA brição e gestação.html REFERêNCIAs EMBRAPA Suínos e Aves.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/ index. Acesso em: 0 de nov. fisiológicas e térmicas do animal. bem como a medida da área recomendável por animal de acordo com seu gênero e idade.cnptia.cnptia. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de nov. maternidade. . crescimento e terminação. O site da Embrapa contém as informações para a construção do número de lotes de acordo com período de intervalo entre lotes e numero de matrizes disponíveis.embrapa. Disponível em: http://sistemasdeproducao. Sistema de criação de suínos.As recomendações de cálculos e medidas para a construção do tipo de baia para cada fase estarão atreladas ao número de matrizes e ao período utilizado de intervalo entre os lotes.html>. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. Os aspectos construtivos das instalações diferem em cada fase de criação e devem se adequar às características físicas.br/FontesHTML/Suinos/SPSuinos/index.

CRIAÇÃO DE TARTARUGA TIGRE D´ÁGUA PALAvRAs-ChAvE Criação de tartaruga. O Tigre d´água brasileiro (Trachemys dorbignyi) é uma espécie natural do rio Guaíba. para fins preservacionistas. para criação. corresponde a uma ocupação máxima de 0 animais por cada 0 metros quadrados. com uma profundidade mínima do tanque de 0 cm. ele deve ser bem liso. conhecida como Tigre d’água. tartaruga tigre d’água. no Estado do Rio Grande do Sul. de um modo geral. seguem algumas informações da criação da espécie. o órgão não emite mais licenças para criadouro comercial de tartaruga da espécie Trachemys Dorbignyi. Esta espécie ocorre ainda no Uruguai e parte da Argentina. e nunca 0 . Portanto está proibida sua criação comercial. que habita principalmente a região da Lagoa dos Patos e o Banhado do Taim. se tratando de animais de 0 a 0 cm de comprimento de carapaça. Nos tanques. o fundo não pode ser de cimento puro. atendendo a densidade máxima de ocupação e a profundidade mínima. Trachemys Dorbignyi Como iniciar uma criação de tartaruga tigre d’água (Trachemys Dorbignyi)? Quanto tempo leva para o IBAMA conceder a licença para criadouro comercial? Qual é a melhor forma de criá-los. No caso do tigre-d’água. No entanto. que é um animal que atinge até  cm de carapaça. de Fauna do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA. é necessário criá-lo em tanques ou aquários grandes. que. se em lagos ou tanques? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo informações do Depto. necessitam de um tanque com 0% da área formada por água. As tartarugas.

desde que obedecido o esquema de troca de água a cada dois dias. pelo aumento de superfície de contato com as excreções dos animais. deve ser feita uma vez por mês. o que além de sobrecarregar o peso do aquário. sem interferentes como vidro ou acrílico. A desinfecção das pedras. Tais lâmpadas devem ser colocadas na tampa do aquaterrário. Quanto à iluminação. luz solar direta. Atualmente existem lâmpadas fluorescentes que emitem esse comprimento de onda (REPTO-GLO. colando-se pedras roladas de rio com silicone. Nestes lugares a plataforma de acesso à área seca pode ser feita em vidro. O vidro lateral do aquaterrário também filtra os raios UVB.Com filhotes e animais jovens é possível começar a criação em aquários ou aquaterrários. Devem ficar a uma distância de no máximo 0cm do animal. A água deve ser trocada a cada dois dias para não sobrecarregá-la com uratos (produto de excreção do metabolismo protéico). a luz ideal é a natural. Desta forma. A desinfecção é feita preferencialmente com hipoclorito de sódio (água sanitária) diluído em água. Vegetação artificial pode ser utilizada como ornamentação. quanto maior a população do aquaterrário. ou maior o peso dos animais. que tenha vegetação. Todas as lâmpadas têm um prazo de validade e devem ser substituídas uma vez por ano. o que pode filtrar os raios ultravioletas (UVB). Quando existirem fêmeas adultas. A espécie prefere desovar em areia. bem como dos vidros do aquaterrário. O aquaterrário deverá ter filtros internos do tipo “skimmer” para permitir a remoção dos excrementos maiores. Os animais também necessitam de uma rampa de acesso a uma área seca. Isso já corresponde ao fotoperíodo do animal. evita-se a colocação de muitas pedras. mais essa plataforma precisará de suportes. REPTISUN %UVB). enxaguando-se vigorosamente para retirar todo o excesso. Devem permanecer ligadas por no mínimo quatro horas e no máximo oito horas por dia. Evidentemente deve-se retirar todos os animais do 0 AgriculturA e PecuáriA áspero. instaladas com um start e um reator. ela deve ser construída com pedras e cimento. porque do contrário. onde se lava as pedras e o vidro. ou seja. dificulta a limpeza do mesmo. não têm eficácia. cortando-se um pedaço de pequena espessura (mm) no formato que se deseja fazer a plataforma. Evidentemente. . como bases feitas de torres de filtro biológico escorando essa plataforma. há a necessidade de se proporcionar um local adequado para desovas.

Por fim. com cerca de -0% de proteína bruta. De Fauna do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA. No tanque. peixes picados e talos de Elodea (alga comum de aquário) como suplemento de vitamina A. Mestrando do Depto. Gustavo Henrique Pereira.ecoanimal. de Patologia 0 . REFERêNCIAs Depto. acesso em  de mar. realizando o mesmo papel.br/site/produtos/showprod.recinto por ocasião da lavagem.asp?nm=&tp=54&tp p=2625&ccm=y>. para obter as exigências e o regulamento necessário para a construção de um criadouro preservacionista. A água deve estar em torno de -ºC. O mesmo departamento pode prestar mais informações sobre a proibição da criação comercial. utilizando=-se os mesmos métodos. A limpeza do tanque também deve ser feita uma vez por meio. observando o consumo para evitar desperdício e acúmulo de resíduos na água. bem como esclarecer dúvidas sobre a legislação vigente. Telefone: () 0-. em pequenas porções. DUTRA. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomendamos que se entre em contato com o Depto. ECOANIMAL Disponível em: <http://www. Ele pode vir (no caso do aquaterrário) de lâmpadas incandescentes ou de aquecedores. No aquaterrário.com. De Fauna do IBAMA. a vegetação natural deve estar presente. Vegetação artificial é importantíssima como fornecimento de ponto de fuga contra o excesso de calor (por isso que o aquaterrário deve ter um gradiente térmico) e como esconderijo de animais assustados. 00. a lâmpada incandescente deve ser instalada na plataforma seca. O ideal é oferecer alimento uma vez ao dia. Para ambos os locais de criação (aquaterrário ou tanque) o aquecimento deve ser constante. a alimentação de Trachemys dorbignyi deve constituir de ração para tartarugas aquáticas.

Disponível em: <http://www. .Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar. 00.br/reptil/index2. publicado no site Vida de Cão. htm>.com. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 09 AgriculturA e PecuáriA Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo. “Criação de Tartarugas Aquáticas”.asp?menu=aquaticascriacao.vidadecao. acesso em  de mar.

O mercado nacional e externo de filé de tilápia é bastante aquecido. Isto inclui boa qualidade de carne e sabor. nas águas brasileiras. resistência a várias doenças comuns em peixes. apesar de alguns já estarem aderindo à tecnologia. o Professor Doutor José Eurico Possebon Cyrino do Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (ESALQ – USP) nos forneceu algumas informações bastantes úteis a cerca desta técnica de criação de tilápia em tanques de PVC flexíveis. que pode alcançar cerca de kg. Tanque. São nativos da África. predominam a tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus). especialmente na Alemanha para a criação de Trutas. Para solucionar as questões do cliente. PVC Informações sobre a criação de Tilápia em tanques de PVC flexíveis XP0. Tilápia. e relativa facilidade de procriação em cativeiro. Ressalta que é uma técnica já muito utilizada e consagrada no exterior. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA sobre a Tilápia: Tilápia é o nome comum dado a vários gêneros de peixes ciclídeos de água doce pertencentes à sub-família Pseudocrenilabrinae e em particular ao género Tilapia. com cerca de kg. Existem quase 0 espécies de tilápia catalogadas. havendo apenas duas empresas no 0 . a tilápia Rendali (Tilapia rendali). no entanto no Brasil ainda é pouco utilizada pelos piscicultores. Podendo ter até quatro períodos de desova por ano. uma ampla tolerância a diferentes climas e ambientes. com um índice de sobrevivência bastante alto. e a tilápia Zanzibar (Sarotherodon hornorum).CRIAÇÃO DE TILÁPIA EM TANQUEs DE PvC PALAvRAs-ChAvE Peixe. mas. funcionamento do sistema e adaptação do peixe. Este peixe possui diversos atributos que o fazem ideal para sua criação. Criação.

pode ser realizada em meio urbano e é bastante funcional. 0 C. . Sendo este o melhor meio de se ter uma noção concreta da rentabilidade da utilização dos tanques de PVC flexíveis. O Professor acrescenta que a respeito da rentabilidade do negócio.br Site: http://www. No Nordeste tal técnica já é bastante utilizada na criação de larva e pós-larvas de camarão.P. 0 – Jd. Valéria. que realiza esporadicamente eventos de apresentação e demonstração da técnica (visitas monitoradas).basspiscicultura. onde haverá a possibilidade do empreendedor ter contato direto com os equipamentos. por isso extremamente interessante do ponto de vista ecológico.com. 90 Cep: 0-000 .com. e que estão abaixo citadas:  AgriculturA e PecuáriA estado de São Paulo especializadas no ramo e detentoras da tecnologia. Quanto à adaptação do peixe o professor destaca que a tilápia é extremamente adaptável.br Existem inclusive outras técnicas. já muito utilizadas e difundidas no Brasil.com. não apresentando nenhum problema neste sentido.SP Tel: () -9 / () 0-0 Site: http://www.Algumas vantagens da técnica é ser uma tecnologia absolutamente limpa. Exige-se um sistema de bombas hidráulicas para a circulação de água.br Bass Piscicultura: End: Estr. sendo muito versátil.recolast. com grau de produtividade muito significativo. com a técnica em funcionamento e com outros criadores que já a utilizam. para a criação de tilápia em cativeiro que também podem ser empregadas. Cep: 0-00 – Guarulhos – SP Tel / Fax: ()09 Email: erica@recolast. INTITUIÇõEs EsPECIALIsTAs Recolast Impermeabilizações Ltda: End: Av Gaivota Preta. do Tijuco Preto. é muito interessante que o cliente procure a empresa especializada Recolast Impermeabilizações Ltda.Boituva .

correntes. bambu. etc. Alguns criadores utilizam curimbatás e cascudos também dentro dessas gaiolas a fim de efetuarem a limpeza das malhas. A sua produção pode depender das características físicas e biológicas (dimensão. Recomenda-se utilizar tanques-rede de até 0 m³. O cultivo em tanques-rede ou gaiolas pode ser realizado em reservatórios. arames galvanizados revestidos com PVC ou ainda telas rígidas. açudes e lagos. furtos e oferecer sombreamento que impede a incidência de raios UV e diminuir a visão dos peixes. Em temperaturas médias de °C. pois facilita o manejo e é mais vantajoso do ponto de vista produtivo e econômico pela maior facilidade de renovação da água.) que sustentam submersos na água redes de náilon. alevinos com cm (0. resultados obtidos principalmente com o cultivo de tilápias. profundidade. canos de PVC. Esse equipamento é constituído basicamente por flutuadores (galões. bombonas. isopor. plásticos perfurados. reduzindo o estresse e melhorando o sistema imunológico desses animais. local onde fixam-se os vegetais (algas) que dificultam a renovação de água. Em geral são estruturas retangulares que flutuam na água e confinam peixes em seu interior. Vale salientar que nesse tipo de cultivo há uma dependência exclusiva de alimento artificial (ração).Tanques – rede ou gaiolas: Trata-se de uma criação intensiva cujo resultado final é uma alta produtividade. Produções entre 0 e 00 kg de tilápia por m são possíveis e gaiolas menores são mais produtivas por unidade de volume devido a uma  . O formato retangular permite uma melhor passagem e renovação de água dentro das gaiolas. Essas estruturas poderão ser colocadas em represas que possuam profundidade mínima de  metros. pacus e pintados. removendo os dejetos produzidos pelos peixes. A tecnologia permite produzir em média 00 kg/m³/ano. Os tanques-rede devem ser cobertos para prevenir a ação de predadores. g) vêm atingindo o tamanho comercial de 00 gramas em  dias. produção natural de alimento).

Lembrando que a piscicultura é uma atividade que exige dedicação total. maior dificuldade de controle de predadores e também da densidade (peixe/m²). os tipos de viveiros observados são: Barramento: Consiste na interrupção de um curso d’água.  m² de viveiro-berçário para cada . CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se que o cliente entre em contato com a empresa citada (Recolast) para possível agendamento de sua visita monitorada aos viveiros de tilápia em tanques de PVC flexíveis. da densidade de peixes e dos predadores. . m³ a 0. falta de condições para controlar o fluxo de água que entra no viveiro. Entretanto. Sua proporção é de :. suas características permitem controle melhor do volume de água. ou seja. REFERêNCIAs CYRINO. José Eurico Possebon Professor Doutor do Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura Luis de Queirós da Universidade de São Paulo (ESALQ – USP)  AgriculturA e PecuáriA mais eficiente troca de água. m³ para a construção de m² de viveiro. que têm como objetivo aumentar a taxa de sobrevivência dos alevinos. dependendo da topografia do terreno. para se atingir bons resultados. m² de viveiros de criação. São. dada a necessidade de movimentação de terra. Derivação: Esse tipo possui custo de construção maior. de difícil manejo cultural.00 m². apresentam características como fundo irregular. portanto. viveiros-berçarios: Nos sistemas que utilizam níveis mais altos de tecnologia. formando viveiros de baixo custo de construção. que pode variar de 0. o que proporciona melhor produtividade.Tipos de viveiros: Normalmente. Contudo. É importante que o empreendedor faça uma pesquisa e reflita sobre a viabilidade de seu negócio. é necessário utilizar esse tipo de viveiro.. por parte do piscicultor. podendo os primeiros ter tamanhos que variam de 00 a .

disponível em http://www. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .IGARASHI. Disponível em http://www.pt.htm .geocities. 00.wikipedia.ibict. Disponível no link: http://www. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.com/ ctaufc/tilapia.br. Marco Antonio. WIKIPÉDIA. sbrt. Annelise Gomes de Carvalho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de Mar. 00. a enciclopédia livre. org acesso em  de Mar. 00. acesso em  de Mar. acesso em  de Mar.

Conforme o pesquisador da EMBRAPA Roraima. “exportada” para Manaus. Já as pimentas de cheiro são as que mais circulam e têm movimento comercial entre os produtores rurais do centro-sul do Estado. A produção é vendida no mercado local a R$ 0. tucupi (escorrido da mandioca) ou vinagre.000 pés. no caso de temperos. nas feiras livres da cidade de Boa Vista.Pimenta. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Pimentas do gênero capsicum possuem uma enorme diversidade de formas. capiscum. as comunidades secam e moem as pimentas até obter um pó fino localmente conhecido como “jiquitaia”. cor e de nível de ardência. as pimentas são utilizadas regularmente em muitas comunidades indígenas na “damorida”. Joacir Freitas.00 o saco de 0 kg in natura (verde).000 a . Em uma mesma área foram plantadas pimentas do gênero capsicum de diversas variedades. murupi e olho-de-peixe são usadas com maior intensidade e volume nas comunidades indígenas. proteína animal e pimenta que é levado ao fogo e ingerido com o beiju. do gosto do público ao qual se destinam. Conforme o pesquisador. As pimentas de “cheiro” (média e baixa ardência) são as mais comercializadas. Por exemplo. sempre em unidades familiares. no estado de Roraima. Quando há excedente de produção. um caldo à base de água. as pimentas malagueta. horticultores e agricultores indígenas comercializam pimentas in natura e na  AgriculturA e PecuáriA CRUzAMENTO DE EsPéCIEs NO CULTIvO DE PIMENTAs . O cruzamento entre espécies está prejudicando e modificando a qualidade das pimentas. Outras formas de uso popular são os molhos à base de soro de leite.Os plantios variam de . a seleção da melhor espécie dependerá da finalidade em que as pimentas serão empregadas e. cruzamento de pimenta PALAvRAs-ChAvE Saber informações sobre o cruzamento de várias espécies diferentes no cultivo de pimentas. e também. Segundo Collares.

O que se recomenda então é que se determine a espécie com a qual se quer trabalhar e a partir deste ponto busque a seleção das melhores sementes.forma de molhos e. Porem se a intenção for trabalhar com um ou mais tipos para diversas finalidades deve-se isolar cada espécie de modo a não permitir o cruzamento entre elas. aspectos relacionados com tecnologia de processamento. controle de qualidade. Este agronegócio tem crescido muito entre os feirantes. Numa mesma área é recomendável o uso de estufas. Todas as plantas do gênero capiscum são angiospermas. também. no entanto. Neste caso será preciso erradicar as espécies e híbridos que não se enquadrem na finalidade da produção. pois as capiscum se adaptam muito bem à aclimatação quente-úmida proporcionada por uma estufa e. Existem empresários que já estão desenvolvendo um trabalho artesanal na produção de geléias. com um custo de produção em torno de R$ 0 mil. bombons. ou seja. molhos e licores. pastas e licores de pimenta doce. embalagem e estudo de novos mercados podem ampliar a atividade. entre a implantação e a condução da cultura. Desta forma a pimenta é uma grande alternativa de cultivo tanto para a agricultura familiar como para os empresários. várias espécies numa mesma área acarreta na formação de híbridos e este cruzamento desenfreado pode prejudicar todo o cultivo.0 por quilo in natura. doces. O pólen das flores se propaga através de agentes abióticos como o vento e a água e fatores bióticos como os insetos. as linhagens das várias espécies trabalhadas terão uma maior garantia de se manterem mesmo que convivam num mesmo espaço. inseticida natural. doces. demonstrando ser atraente para produtores. Como são do mesmo gênero. em pó. hortaliças para temperos. dependem da formação de florescência para reproduzirem. vendedores e consumidores. desta forma. pois o rendimento bruto chega a R$  mil por cada hectare/ano. Existem variedades que produzem 0 toneladas por hectare a cada ano. o cultivo das pimentas tem demonstrado a possibilidade de desenvolver um agronegócio com diversas formas de beneficiamento como plantas ornamentais.  . obtendo um preço no mercado de R$ . agregando valor à produção. De fato.

ambientebrasil. Pode-se por este serviço detectar as espécies com as quais se trabalha ver sua procedência e a partir de seus dados obter sementes confiáveis no que diz respeito de sua linhagem. O sabor apimentado do Estado de Roraima. Acesso em:  de maio 00.embrapa. Disponível em: <http://www. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de maio 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs . Banco de Germoplasma de Capsicum spp.com./ agropecuario/index.cnph.br/projetos/capsicum/consulta_base. Disponível em: <http://www.A EMBRAPA. REFERêNCIAs COLLARES.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária .br/composer.php3?base=.html>.disponibiliza um catálogo on-line contendo 0 espécies do gênero capsicum catalogadas.html&conteudo=. Daniela.html>./agropecuario/programas/sabor_ rr.

o fruto é uma drupa muito pequena. como prepará-las para consumo? sOLUÇÃO APREsENTADA Oliveira Características Botânicas A oliveira faz parte da família das Oleáceas. ramos tortuosos e espinhos. que acredita ser de oliveira. entre as quais se destacam a Olea europea L. entre eles está o Olea. oliveira. Raiz: a raiz principal é bastante pivotante e pode chega a  metros. lanceoladas. pobre em óleo. Este gênero apresenta duas subespécies: Olea europea sativa. Dentro deste gênero existem cerca de  espécies. Olea europea sylvestris Apresenta porte médio. é a oliveira cultivada. Folhas: as folhas são mais curtas e mais largas que as da oliveira silvestre. são opostas. e da subfamília das Oleóides. casca menos escuro que a da oliveira silvestre.CULTIvO DE AzEITONA PALAvRAs-ChAvE Azeitona. jamelão. verde escuras  . casca escura. as raízes secundárias são fortes. esta se divide nas tribos das Oleae e das Syringeae. inteiras. jambeiro IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Tem em uma chácara. A tribo Oleae reúne vários gêneros. curtas. As folhas são estreitas. três pés. conhecida popularmente como oliveira. pecioladas. Como identificar? Em sendo azeitonas. A semente é utilizada para produzir porta enxerto da oliveira cultivada. Olea europea sativa Atinge  a 0 metros de altura. Os ramos são flexíveis e desprovidos de espinhos. e Olea europea sylvestris..

não possuem pistilo. Freqüente nas plantas cultivadas. com consistência coriácea.br/Alimentus/feira/mpoutro/oliva/cabot.htm Flor de oliveira Fonte: imagens google Existe uma outra planta. Flores: pequenas. portanto não produzem frutos e sementes. monoclinas e puramente estaminífera. Puramente estaminíferas (masculinas): possuem apenas os estames providos de pólen. Pode apresentar anormalidades no pistilo. em diferentes grupos de indivíduos. num mesmo indivíduo se encontram dois tipos de flores: monoclinas e fisiologicamente estaminíferas. as vezes. ou nos óvulos Estes três tipos de flores encontram-se . 0. Há três tipos de flores: l l l Monoclinas (hermafroditas): possuem estames e pistilos normais e produzem frutos e sementes. que é o jambolão. o que é raro.ufrgs. Fisiologicamente estaminíferas: Têm dois estames normais poliníferos. em inflorescência em panícula de . Bastante raro. 9 AgriculturA e PecuáriA na face adaxial e acinzentadas na fase abaxial. cujo fruto tem o mesmo aspecto da azeitona. que formam-se nos brotos de um ano. amadurecem nos ramos de dois anos. com bastante polpa e muito óleo.Frutos: os frutos são do tamanho médio a grande. Às vezes. http://www. ou 0 flores. o que é bastante freqüente. . ou no ovário. branco amareladas.

Ainda segundo este último autor. de coloração roxa. originária da Índia. são agradáveis ao paladar. Por esse motivo. gabirobas. segundo vários estudiosos. o jambolão entra na confecção de tortas e doces. azeitona Nome científico: Eugenia jambolana Lam Família botânica: Myrtaceae Origem: Índia Características da planta: Arvore de até 0 m de altura de copa ampla. tais como Eurico Teixeira e Pimentel Gomes. quando comparado ao seu tamanho total. tamanho e cor com a azeitona. jambeiro. Polpa carnosa que envolve uma semente. Fruto: Forma ovóide. Porém. Cultivo: Multiplica-se por sementes. muito ramificada. perto do sabor tão especial das outras tantas Mirtáceas brasileiras. de onde provêm algumas das mais brasileiras entre todas as frutas: jabuticabas. pequeno. guabijus e tantas outras. o sabor do jambolão não se destaca tanto. ramalhuda e belíssima árvore da família das Mirtáceas. cambuís. o fruto do jambolão envolve um caroço único e grande. em seu país de origem. “azei-tona” passou a ser um nome freqüentemente utilizado para designar o fruto do 0 . O jambolão é uma grande. quase negra por fora e de polpa pouco caldosa. quando maduro. principalmente de regiões litorâneas.jambolão Nome popular: jamelão. coisa que o brasileiro ainda não aprendeu a fazer. com pétalas arredondadas caracteristicamente em forma de capuz. Flores creme ou brancas. araçás. porém. pitangas. cambucás. Os frutos do jambolão. porém permeáveis e profundos. Prefere climas quentes e úmidos. de coloração roxo-avermelhada a quase negra. além de ser consumido in natura. Alguns vêm no fruto do jambolão uma certa semelhança de formato. Frutifica de janeiro a maio. Folhas lisas e brilhantes. cambucis. E. desenvolve-se bem em qualquer tipo de solo. Pequenos. grumixamas. apesar de um pouco adstringentes.

sUGEsTÃO DE LEITURA: Analise da qualidade do processo de envase de azeitonas verdes. pelos motivos acima apontados. por exemplo. em Belo Horizonte. os frutos do jambolão têm um grande inconveniente: sua polpa e casca de coloração arroxeada deixam manchas indeléveis na pele das mãos. inclusive. Árvore de jambolão Fruto do jambolão Fonte:http://www.bibvirt. o jambolão adaptou-se tão bem que se tornou espécie subos-pontânea. em relação ao clima e pela florada. quintais e espaços públicos. . Pio Corrêa conta que certa vez. Muito apreciados pelas crianças.  AgriculturA e PecuáriA jambolão. são muito semelhantes.usp. em virtude de sua farta frutificação. que no aspecto do fruto. que se desdobram para obtê-los.futuro. capital do Estado de Minas Gerais. podese ver as frondosas árvores de “azeitona” ao longo de muitos quilômetros pelas estradas que seguem para o interior. Assim.html CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Uma forma de identificar a planta.br/especiais/frutasnobrasil/jambolao. em profusão. nos calçamentos das ruas e na pintura dos automóveis. o jambolão foi experimentado na arborização urbana. estamos fornecendo informações sobre o jambolão. tendo sido logo abolido.Naquela região. é através de sua flor. quando começou a frutificar. Em Pernambuco. Como pelas características da oliveira. nos tecidos das roupas. em especial no nordeste do país. o jambolão torna-se árvore pouco indicada para preencher.

Jambolão. Disponível em: <http://www.br>.disponível em: http://www. Dissertação de mestrado.usp.br/Alimentus/feira/mpoutro/ oliva/cabot. Acesso em: 0 de jul.pdf> FONTEs CONsULTADAs BIBLIOTECA VIRTUAL DO ESTUDANTE..br/especiais/frutasnobrasil/jambolao. disponível em: <http://www.sbrt. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jul. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL.descrição do processo de pasteurização. Acesso em 0 de jul.A.qualimetria.futuro. Disponível em: <http:// www.br/upload/sbrt2894. R. 00.ibict.ufsc. Universidade Federal de Santa Catarina.htm>. Características Botânicas.pdf Para o processamento da azeitona. Acesso em: 0 de jul. SBRT Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. 00.ufrgs.sbrt. 00  . fluxograma de envase. 00. SOUZA. características de qualidade.ibict. Disponível em:<http://www.bibvirt.html>. etc.br/dissertacoes_arquivos/rosely. existe no site do SBRT uma resposta técnica sobre o tema. pH da salmora.

O desponte (poda verde) deve ser feito quando as plantas atingirem entre . as touceiras precisam ser desmanchadas e as mudas dever ser transplantadas em outro local para que a concorrência entre os ramos não afete a produção. poda de framboesa PALAvRAs-ChAvE Informações sobre cultivo.Framboesa. no mínimo 00 horas por ano. As plantas começam a produzir um ano e meio após as mudas serem levadas para o local definitivo. Já para os mais fracos. a cada três ou quatro anos.0m e . Se o pH do solo estiver em torno de . Solos férteis também dispensam adubação química. Após a época de frutificação deve-se fazer o desbaste das plantas. retirando-se todos os galhos que produziram.0m de altura. Para manter uma produção regular é indicado não deixar mais de cinco a sete hastes por planta. para a produção de framboesa é necessário temperatura inferior a ºC. a fim de obter mais frutos. poda e mudas de framboesa. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Conforme consulta a Alverides Machado dos Santos – pesquisador do Centro Nacional de Pesquisa de Fruteiras de Clima Temperado. obedecendo as indicações de poda e desbaste. cultivo de framboesa. pois a framboesa produz apenas nas extremidades do ramo. Não é recomendada a formação de parreiras. Desse modo. não é necessário o uso de calcário.. Abaixo disso. Suas mudas são fáceis de pegar e por possuir grande capacidade de propagação.0 a . Os tratos culturais são bastante simples. Deve-se deixá-la crescer em canteiro. Pelotas/RS – presente em reportagem da revista eletrônica Globo Rural. recomenda-se  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE FRAMBOEsA . Os frutos surgem a partir do mês de novembro e as colheitas se estendem até fevereiro. é possível obter frutos de maior tamanho. aplica-se o produto para corrigir sua acidez.

cnpuv. Pelotas.cpact.asp.br/liv/Catalogo. 9.embrapa. Produção de pequenas frutas no Brasil e Importação de mudas de pequenas frutas e º Seminário Brasileiro sobre Pequenas Frutas.Catálogo” e escolher a área de interesse) ou na Livraria Virtual da Embrapa http://www. Amora-Preta e Framboesa. para comercialização de mudas de alta sanidade. ameixeira.br/publica/anais/peqfrutas.pdf No que se refere a aquisição de mudas.submarino. pereira. framboesa. Disponível em: http://www.  p. Disponível em: http://www. acessar o link “Publicações . Autor: Emerson Steinberg. licenciada pela Embrapa.  . M.br. Manual para produção de mudas de frutíferas: macieira. também indicamos simpósio que ocorrerá em novembro no Rio Grande do Sul: º Simpósio Nacional do Morango e o º Encontro Sobre Pequenas Frutas e Frutas Nativas do Mercosul.embrapa. indicamos a empresa Agrícola Theodósio. pessegueiro. Disponível no setor de comercialização da EMBRAPA. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Recomendamos as seguintes publicações referentes ao cultivo de framboesas: Aspectos Técnicos da Cultura da Framboeseira.o uso de  gramas de adubo à base de 0-0-0 (NPK). para cada metro quadrado de área plantada. morangueiro./UFPel/EMBRAPA-CNPFT. 99.br/books_productdetails.com.com.br (deve-se .br.asp?Query=ProductPage &ProdTypeId=1&ProdId=5357&ST=CL2146 Curso nacional sobreprodução e inspeção de mudas de plantas frutíferas. disponíveis no endereço: www.embrapa. Relacionado ao tema.embrapa. ISBN: 00. O telefone de contato é () -9 ou e-mail: agricolatheodosio@terra. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) possui diversas publicações que podem auxiliar no cultivo de framboesas.A. Editora Nobel. Promoção: Embrapa Clima Temperado e FAPEG. p.sct. pelo telefone () -99 ou e-mail: ant@cpact. amora preta.

00. Disponível em: <http://globorural. Pelotas – RS. Período: de  a 0 de novembro de 00. Mais informações: http://www.embrapa.br/eventos/2006/simposio_ . GLOBO RURAL. Iva Maria Alves NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jul.com/barra.htm >.embrapa.globo. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.cnptia.htm>. 00.php FONTEs CONsULTADAs Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa.Sede Embrapa Clima Temperado.asp?d=/edic/186/ gr_responde.cpact. Cultivo da ameixeira. br/FontesHTML/Ameixa/CultivodaAmeixeira/cap15. Globo Rural responde: A framboesa exige clima bem frio.morango/index. Acesso em: 0 de jul. 00  AgriculturA e PecuáriA Local: Auditório Ailton Raseira . Acesso em: 0 de jul.

A polpa é amarelo claro. época da produção dos cultivares e produtividade. mas com boas perspectivas de exportação. destino da produção. da família Ebenaceae. Sistema de Resposta do SEBRAE-MG. Os frutos prestam-se também ao aproveitamento industrial-artesanal. com dois sulcos laterais. no mercado interno. É vigorosa e  . produtivas e de alta capacidade de adaptação climática. antes de completar a maturação. Sem sementes a polpa é clara e bastante taninosa. quando apresenta sementes. (possuem Tanino que é uma substância adstringente). O fruto é do tamanho médio ou grande. A produção de caqui destina-se. Na escolha do cultivar devem ser observados os seguintes fatores: clima. Taubaté: apresenta fruto grande.CULTIvO DE CAQUI PALAvRAs-ChAvE Caqui. ao consumo in natura. As espécies mais conhecidas são: l l l Subugaki ou Taninoso é cultivar Taninosas.É vigorosa e bastante produtiva. Centro de documentação e Informação. Informações sobre o cultivo de caqui. cultivo de caqui. O Caqui Diospyro Kaki L. produção de caqui. globoso e ligeiramente achatado. na quase totalidade. de forma globosa achatada. Sistema Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas. cultivar de caqui. SRT. tem plantas arbóreas. Mazeli. rústicas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A presente resposta foi extraída do CDI. espécie subtropical de origem asiática. em forma de passa e vinagre. a polpa é amarelo-avermelhado. de folhas caducas. com sementes ou não e sempre de polpa amarela.. bastante taninosa antes de completar a maturação.F.

O fruto é grande. Pode ser colhida de janeiro a maio. Giombo. quando madura é alaranjada. Hachiya. Para este cultivar é recomendado realizar o desbaste dos frutos para evitar alternância de produção. através do cruzamento entre a cultivar Chocolate e a Haganosho. A polpa é amarelo-avermelhado. O fruto é grande e globoso e a polpa. O fruto é grande de forma achatada. Tem polpa adstringente e amadurece em fevereiro e março. A polpa é consistente.l l l l l l l l l l bastante produtiva. A polpa é amarelo-avermelhado. bastante taninosa. Rubi (IAC -): híbrido obtido pelo IAC. Fuyu. Regina (IAC -): híbrido obtido pelo IAC. Apresenta fruto grande. A maturação acorre mais tarde em relação ao Jirô. Jirô. ligeiramente avermelhada com a presença de fibras e normalmente cinco a seis sementes por fruto. Instituto Agronômico de Campinas. consistente. apresenta polpa amarelo-escuro tendendo á parda quando tem sementes abundantes. quando aparecem sementes é doce sua cor é escura em volta das sementes.A maturação é precoce e acontece em fevereiro. São doces com sementes ou não e sempre de polpa amarela. As arvores são medianamente vigorosas e produtivas. Os cultivares deste grupo não possuem tanino. não taninosa. A polpa é adstringente e amadurece em fevereiro e março. É vigorosa e bastante produtiva. Instituto Agronômico de Campinas. É bastante exigente em tratos culturais para obter boa produção. nunca taninosa e de coloração mais escura. Pomelo (IAC  ): híbrido obtido pelo IAC. de forma oblonga e cônica. São também chamados de cultivares de frutos doces ou duros. Instituto Agronômico de Campinas. forma achatada e quadrangular. Necessita de tratamento fitossanitário contra a cercosporiose. através do cruzamento entre a cultivar Giombo e Haganosho. mas com perfil arredondado. Altera sua composição e cor quando tem ou não sementes. O fruto tem tamanho médio com forma oblonga. A planta tem bom vigor. através do cruzamento da Trakoukaki e a Haganosho. O tipo de caqui de cor escura é chamado de chocolate. Quando não tem sementes a polpa é amarela e rica em tanino. Variável. A polpa é amarelo-claro. Amagaki ou Doce. O fruto é de tamanho médio a grande e tem forma achatada. É muito produtiva. Rama Forte. bastante taninosa antes de completar a maturação. quando sem semen AgriculturA e PecuáriA .

Chocolate. bastante taninosa antes de completar a maturação. Kauru. A polpa é amarelo-avermelhado quando apresenta sementes. É vigorosa e muito produtiva. Sem sementes a polpa é clara. Quando se apresenta com sementes a polpa é escura. (IAC -): híbrido obtido pelo IAC. são regiões com menor disponibilidades hibernais e. Devem ser instalados quebra-ventos e existir disponibilidade de água para os devidos tratos culturais. Luiz de Queiroz. O fruto é pequeno e de forma achatada. Instituto Agronômico de Campinas. pela baixa capacidade de retenção de umidade e por esta . O fruto apresenta polpa adstringente quando sem sementes e não taninosa e doce quando com sementes. A polpa é consistente. á º C. É vigorosa e bastante produtiva. Evitar regiões baixas e localizadas onde há acúmulo de ar frio. Deve-se evitar solos arenosos que facilitam a disseminação de nematóides. Não apresenta tanino quando tem grande quantidade de sementes. Devem ser escolhidos locais onde não ocorram geadas.o C). quando não tem sementes. A maturação ocorre de fevereiro á março. Para quebra do repouso fisiológico requer determinado regime de frio e apresenta acentuado repouso vegetativo. É bastante produtiva. Pode-se plantar o caquizeiro em regiões de zero a 0 horas de frio (temperatura menor que . portanto. que é uma espécie de menor exigência de frio em relação á outras fruteiras temperadas. de forma globosa e achatada. não adstringente e amadurece precocemente.l l l tes e do tipo chocolate. amarela e muito taninosa. amadurecendo tardiamente. Preparo do solo Realizar análise do solo e as posteriores correções e adubações de acordo com as recomendações técnicas. O fruto é de tamanho de médio a grande. Clima O caquizeiro exige clima frio e é resistente a baixas temperaturas. O terreno deve apresentar relevo que facilite a mecanização. A temperatura mais favorável ao desenvolvimento de fruteiras de clima temperado varia de oC. através do cruzamento entre a cultivar Luiz de Queiroz e Haganosho. próprias para o caquizeiro.

O espaçamento pode ser de . ao se plantar as mudas nas covas. podem ser transportadas para o local definitivo. Quando a cova estiver pela metade. O preparo do solo deve ser feito antecedendo.0cm (00 plantas por hectare). De uma maneira geral. em seguida realizar a calagem de acordo com a análise do solo. é recomendável repetir a irrigação. Após essas operações. Nem sempre apenas o plantio em curvas de nível soluciona o problema. ao máximo. Faz-se uma bacia na superfície (coroamento) e colocando-se mais  a 0 litros de água. As mudas devem ser adquiridas de viveiristas idôneos e estar dentro dos padrões recomendadas pela legislação. a época normal de plantio. Recomendam-se solos com boa drenagem e com bom teor de matéria orgânica. procede-se a marcação do terreno e abertura das covas. Após o plantio. . sendo necessário.0cm x . havendo falta de chuvas. enchendo com terra. recomenda-se aração profunda e dragagem para o preparo do solo.0cm a 0cm acima do nível do solo e distribuir corretamente as raízes por toda a extensão da cova. deve-se ter o cuidado de manter o nível de enxertia . época de repouso vegetativo. Normalmente. As mudas provenientes de viveiros. .Em terrenos com pouca ou quase nenhuma declividade as covas podem ser abertas em linha reta. No caso de mudas de torrão o plantio pode ser nos meses de novembro e dezembro.0m ( plantas por hectare). no caso de mudas de raiz nua. As covas devem ter as dimensões de 0cm x 0cm x 0cm e ser corretamente adubadas. sendo necessária a adoção de outras práticas conservacionistas. coloca-se água (0 a  litros) e completa o restante da cova. A conservação do solo é importante principalmente quando se trabalha com culturas perenes. evitando que elas fiquem enroladas ou retorcidas. O plantio é realizado nos meses de julho e agosto. nesta fase. As plantas necessitam passar por um determinado tempo de baixas tempera9 AgriculturA e PecuáriA rem sujeitas a perdas de fertilidade. ficando a utilização de curvas de nível para outras situações. Quebra de Dormência As fruteiras de clima temperado apresentam um período de dormência que é um fator de defesa contra as condições ambientais desfavorável ao desenvolvimento da planta durante este período. Após este procedimento iniciase o enchimento das covas com terra.0m por .

Poda de rejuvenescimento – inclui o conjunto de operações. as descorticações. sobretudo durante a fase produtiva das plantas. mas em fase de evidencie ainda suficiente capacidade de regeneração. perto da época de brotação. para que na primavera ocorra uma natural quebra de dormência. Quanto à época em que são executadas: Poda em seco – é realizada no final do inverno. Poda de frutificação .turas (inferiores a oC) que variam conforme as espécies e cultivares. dentro dos limites possíveis. Usa-se para este efeito. as podas em verde adquirem substancial relevância nos modernos sistemas de condução. as despontas. Poda de ramificação – objetiva a formação de ramificações indispensáveis à formação do esqueleto das árvores. Tem o propósito de manter o equilíbrio entre as funções vegetativa e produtiva buscando. mas.engloba o conjunto de intervenções aplicado nas fruteiras não só no período em que o esqueleto se aproxima de sua forma definitiva. onde o inverno é mais ameno. portanto. Poda verde – é feita no período em que as plantas se mantêm em atividade vegetativa. utilizado no período de decadências das árvores. Poda de concorrência – é realizada através de desbrotas suprimem0 . surge o problema de folhação retardada que se caracteriza pela permanência de muitas gemas em dormência. Destina-se a revigorar o esqueleto e renovar a vegetação e os órgãos de frutificação das plantas. Com restrição da poda em período invernal. os encurtamentos. verdes e com folhas. Com a expansão dessas fruteiras para regiões tropicais e subtropicais. Atualmente tem algumas restrições. os anelamentos. realçalas ao máximo. Poda e condição Quanto à fase de vida das árvores: Poda de formação .consiste em sistema de operações realizadas nas árvores novas durante a fase de crescimento vegetativo. mesmo quando as condições são favoráveis ao crescimento. quando os ramos se encontram. A solução tem sido buscada na seleção e melhoramento de cultivares com baixa exigência de frio e tratamentos químicos para compensar a ação das baixas temperaturas.

notadamente das pernadas e da flecha. a maior produtividade dos pomares. objetivos que definem as grandes preocupações e tendência da moderna fruticultura. em relação a outras. É evidente que. lagarta-do-fruto. Deve ser realizados o devido controle com produtos recomendados por engenheiro agrônomo. e broca. Poda de equilíbrio – tem como finalidade restabelecer o equilíbrio relativo entre os diversos eixos do esqueleto das plantas. promovendo o seu adensamento ou estabelecendo competição com outros ramos essenciais à estrutura das árvores.se os ramos que concorrem com as ramificações selecionadas para a formação do esqueleto. besouro-de-limeira. normalmente entre os de dezembro á maio. triples. Pragas e Doenças As pragas mais comuns são: cigarrinhas.promove o rebaixamento da copa de modo a evitar que ela atinja uma altura indesejável e imprópria para a execução dos diversos trabalhos culturais desde a colheita dos frutos até os tratamentos fitossanitários e a própria prática das podas. galho da coroa. existem algumas modalidades susceptíveis de promover. dentro dessa adversidade.  AgriculturA e PecuáriA . Esta poda baseia-se na aplicação de inclinações sobre esses eixos Poda distal – consiste na eliminação dos ramos ou brotos situados na zona da extremidade ou zona distante das guias responsáveis pelo prolongamento dos eixos do esqueleto seja das pernadas. Poda de Recuo . conjugada com a mais precoce entrada em frutificação. não interessam na formação das plantas se dirigem para a parte internadas copas. podridão da raiz. Colheita O caqui é colhido. Poda Interna – realiza-se a desbrota dos ramos que. São inúmeras as formas definitivas que as fruteiras de clima temperado podem apresentar quando chegam à fase adulta. dos braços ou das flechas. cercospora (viveiro). As doenças mais comuns são: antracnose. mosca-das-frutas. cochonilhas.

CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Deve-se ressaltar que riscos são inerentes a qualquer empreendimento. a s p x ? c o d _ a r e a s u p e r i o r = 2 & co d _ a r e a co n t e u d o = 2 3 1 & co d _ p a s t a = 2 3 4 & co d _ conteudo=1501&cod_documento=103>. com os dados obtidos o plano de negócio que indicará a viabilidade ou não do empreendimento. Para concluir se o risco de um determinado empreendimento é baixo. tecnologia disponível. s e b r a e m g . perfil dos concorrentes. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jul. Acesso em: 0 de jul. médio ou alto será necessário buscar mais informações que contemplem cada uma das variáveis que impactam o negócio (por exemplo: o interesse do consumidor pelo produto ou serviço. etc) e desenvolver. b r / G e r a l / a r q u i v o _ g e t . REFERêNCIAs SEBRAE MG Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresa de Minas Gerais. Disponível em: < h t t p : / / w w w. c o m . restrições legais. potencialidade da região. 00. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .

No Brasil o produto não pode ser comercializado como medicamento. que promovem o rápido desenvolvimento. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Originário do Brasil. usada popularmente para caracterizar o Agaricus blazei. os maiores rendimentos estão sendo obtidos em estufas com nebulizadores. encontra-se patenteada como marca junto ao INPI – Instituto Nacional de Propriedade Intelectual. No estado de São Paulo. o cogumelo da espécie Agaricus blazei. Porém. cogumelos do sol. Diferentemente de outras espécies de cogumelos. não existem bases científicas que comprovem tal propriedade medicinal. o Agaricus blazei prefere temperaturas mais elevadas e alta umidade.Cogumelos. e a sua utilização requer a autorização e o pagamento de direitos autorais à empresa detentora da patente. o SEBRAE-MG desenvolveu um documento que contempla de forma detalhada todas etapas do processo de produção do Agaricus blazei. popularmente conhecido como Cogumelo do Sol. Quanto às técnicas de cultivo. cultivo de cogumelos do sol PALAvRAs-ChAvE Informações sobre cultivo de cogumelos do sol. podendo ser cultivado diretamente no solo. sendo que a maioria da produção acaba sendo voltada para a exportação. É também importante ressaltar que a denominação “Cogumelos do Sol”. Este documento pode ser obtido gratuitamente através do link abaixo:  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE COGUMELO DO sOL . desde o preparo da matéria prima até o beneficiamento. começou a ser recentemente divulgado pela mídia como sendo eficaz no combate ao câncer.

sebraemg.sebraemg. A leitura cautelosa deste documento é indispensável para quem quer ingressar de forma correta neste ramo de negócios. fiscais e jurídicos da atividade de cultivo de cogumelos.com. financeiros. de A.aspx?cod_documento=107 São abordados ainda aspectos gerenciais.br/Geral/arquivo_get. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de nov. Carlos A. mercadológicos. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .http://www. cursos e contatos de instituições competentes no assunto. Documento da série Ponto de Partida. Acesso em:  de nov. Disponível em: <http://www. V. desenvolvido pela equipe do Serviço de Resposta Técnica do SEBRAEMG. além de fornecer indicações de leituras.br/Geral/arquivo_get. 00. vídeos. aspx?cod_documento=107>. REFERêNCIAs “CULTIVO DE COGUMELO”.com.

principalmente das abelhas. como uma planta ornamental e hortaliça. o girassol ocupa o quarto lugar como fonte de óleo comestível. No óleo predominam a linoleína e a oleína. O Girassol: Atualmente. No século XVI. usos do girassol PALAvRAs-ChAvE Saber como cultivar girassol orgânico. o girassol é originário da América do Norte e se reproduz por meio de sementes. Trata-se de uma planta robusta e muito resistente. mas podem florescer o ano todo. cultivo do girassol.Girassol. Gostaria de produzir. colesterina. especialmente sob temperaturas entre  e 0 graus C. araquina e lignocerina. diversos ácidos orgânicos. necessitando de insetos na época do florescimento. mas não sabe como é o cultivo. o girassol foi levado para a Europa. As sementes são ricas em óleo: raras vezes contêm menos de 0%. Na semente também se encontram lecitina. que produz flores na primavera e no verão. chegando algumas variedades produzidas por hibridação a ter quantidades superiores a 0 %. palma e canola. com grande importância na economia mundial. sendo cultivado em todos os continentes. fitina. É uma planta de polinização cruzada. existindo menores quantidades de palmitina.  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE GIRAssOL ORGÂNICO .() Origem: Planta anual. etc. estearina. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O girassol é uma planta anual que se adapta a diversas condições climáticas. Na União Soviética o melhoramento genético tornou as plantas com sementes e capítulos grandes. girassol orgânico. seguido da soja.

na rotação de culturas em sistema convencional ou plantio direto. biodiesel. alimentação animal. adequando-se época de semeadura às condições climáticas locais. • resistência a períodos de estiagem. Usos: Veja abaixo algumas das aplicações possíveis para o girassol: • O girassol pode ser utilizado como remédio caseiro para diversas doenças. • casca: combustível. na integração lavourapecuária. • grão: proteína. Em resumo.Como fonte protéica. Não é necessário grande investimento em máquinas. É cultura de fácil adaptabilidade a diferentes regiões produtoras do país. • capítulo: fornecer sementes e grãos. óleo. E ainda ajuda na melhor estruturação do solo. uma vez que aproveita os equipamentos que existem na propriedade. • qualidades nutricionais do óleo. Recentemente. • capacidade de reciclar nutrientes. podemos dizer que o girassol tem: • Adaptabilidade a diferentes ambientes. e • proteínas: uso semelhante à da soja. e é uma cultura de condução fácil. silagem. e • qualidades nutricionais da silagem. raiz. sucessão. • tolerância a baixas e altas temperaturas. exigindo poucas adaptações. cosméticos. O girassol é importante na produção de grãos. tem-se insistido sobre o valor farmacológico das flores e do caule do girassol. paisagismo e decoração. ()  . Veja abaixo para que pode ser útil o girassol por partes da planta: • A planta inteira: forragem. e reciclagem de nutrientes (melhorando de solo). matéria orgânica. casca. para a ração animal e uso humano. • Girassol é a quarta fonte de óleo vegetal mais consumida no mundo. • óleo: alimentação humana. adubo verde. o girassol também é classificado como a quarta opção. alimentação animal e humana. É excelente no sistema de rotação de cultivo. • pouca sensibilidade ao fotoperíodo. • flores: mel.

Nas regiões frias o produtor deve prestar atenção para a temperatura do solo. O pico é ao redor dos 0 dias. O solo muito frio atrasa a germinação. A deficiência em nitrogênio tem sido apontada como um dos fatores mais limitantes da produtividade. • O girassol desenvolve-se bem em solos de média fertilidade. • Atente à profundidade do plantio entre  e  cm. altas produções só são obtidas sob solos corrigidos e com bons níveis de fertilidade. Em algumas regiões do Brasil. pode ser uma opção para a produção de grãos de excelente qualidade.Plantio: Cerca de 0% do sucesso da cultura do girassol vem de uma boa população de capítulos no momento da colheita. ou até mesmo. A uniformidade na emergência exige. especialmente entre 0 e 0 dias após a emergência. A temperatura muito baixa durante a floração pode provocar aborto das flores tanto por morte do pólen como por morte das abelhas (agentes essenciais à polinização). é certeza de boas produções (como indicado adiante). • Controle bem os espaços. Para obter um estande uniforme siga alguns procedimentos: • Não plante o girassol em solos compactados. que normalmente fica ociosa após a colheita do milho ou soja. provocando uma germinação desuniforme. por isso a qualidade do plantio torna-se um fator decisivo para obter ótima produtividade. onde existe a possibilidade de safrinha. () . entre outros fatores. É muito importante assegurar uma nutrição adequada em nitrogênio antes da iniciação do botão floral. principalmente pela possibilidade de obter um melhor aproveitamento da terra. sementes sem germinar. temperaturas de pelo menos º C. esta cultura encaixa-se bem. O nitrogênio é um dos elementos essenciais para o desenvolvimento  AgriculturA e PecuáriA Cultivo: O plantio do girassol após a retirada da cultura de verão. no entanto. A absorção de NPK aumenta drasticamente a partir de 0 dias após o plantio. No momento do plantio o solo deve ter umidade suficiente para que a semente tenha condições de germinar. uma população correta.

produzindo uma condição de solo coberta com muita matéria orgânica e pouca capina (o girassol agüenta). Além disso. usar o bórax em pequena dose (que não descaracteriza o manejo orgânico). Esse processo pode parecer demorado. Um desses fatores é o pH. Existem algumas especificações especiais para preparar o solo ao cultivo de girassol orgânico e que podem ser fatores limitantes à produtividade ideal. e ainda de ajudar outras culturas como o milho. para no ciclo seguinte plantar. O girassol consorciado que é uma forma de garantir a sanidade do solo e da planta. O período de plantio recomendado é na metade do período de verão (final de dezembro até fevereiro). No caso do milho. (ou abaixo). o girassol diminui muito o ataque das lagartas. é sensível à ausência de boro. ainda mais se for orgânico. o feijão. Se o solo não estiver adequado. O produtor deve analisar o solo para identificar se estas necessidades de regular o pH e o nível de boro estão de acordo com as especificações. É possível plantar até  plantas por metro linear e com 0 cm entre linhas para o rápido fechamento do espaço limpo do solo. Para se cultivar o girassol com manejo orgânico é necessário sempre observar o plantio com rotação das culturas nas áreas. é melhor para a colheita e evita muito tombamento das plantas. a mamona e a abóbora (plantados em consórcio). deve deixar e observar que o girassol chega ao final do ciclo com toda sua plenitude vital.e produção do girassol. A planta do girassol não tolera solos ácidos. no máximo. deve.() Se for cultivá-lo de forma orgânica seria interessante consorciar com plantas que disponibilizam o boro e outros micro-nutrientes. () Especificações Do Cultivo Orgânico: O cultivo do girassol é relativamente simples. por exemplo. mas o resultado é duradouro e  . o produtor deverá monitorar essa possível deficiência. convém que o produtor prepare o solo organicamente até recuperar “a vida” dele. e não nasce em pH de . No caso de aparecer alguma lagarta preta comendo a folha do girassol o produtor não precisa se assustar. Se for usar algum suplemento.

Navegantes.br EMBRAPA .htm Portal: http://www.D/Brasília/DF/00-000 Tel.gov.9/sl.INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs DO RAMO: Portal PLANETA ORGÂNICO http://www.Distrito de Warta Telefone ()  000 . Carlos João Strass .planetaorganico.sebrae.0/Ens.com. Bl.com.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Deve-se atentar com minúcia para a descrição dos processos que envolvem o cultivo de girassol orgânico (descrito anteriormente) e 9 AgriculturA e PecuáriA sustentável.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa Portal: http://www.br http://www.com.Brasil INsTITUIÇõEs DE APOIO: Ministério da Agricultura e do Abastecimento Esplanada dos Ministérios. () -0/00 / Fax: - e-mail: dfa-es@agricultura.agricultura.com. não equilibrando assim o “organismo” que esta se trabalhando “organicamente”.agromil. N.Paraná.br/girassol.agromil.embrapa.CEP 00-90 Londrina.Fax ()  00 Caixa Postal  .br DFA/Ministério da Agricultura Av. Suá/Vitória/ES/900-0 Tel.br Embrapa Soja Rod.br Portal AGROMIL Artigo: http://www. Se feito de outra forma (com aditivos químicos) o efeito pode ser passageiro.br/ SEBRAE . S.Serviço de Apoio ás Micro e Pequenas Empresas (nacional) http://www. 000 99 / e-mail: cenagri@agricultura.gov.gov.() .

. Acesso em:  de maio 00.Paraná. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA . Disponível em: <http://www.cnpso. Embrapa Soja Rod.br>.php?op_page=54&cod_pai=38 Caio Bendazzoli NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .br Portal: http://www. sugere-se entrar em contato com alguma instituição do ramo (citadas acima).embrapa.manter estreito laço com as instituições representativas desse ramo de atividade. EMBRAPA .agromil. Para mais dúvidas de ordem tecnológica. Sítio Duas Cachoeiras .com.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.embrapa.com.Educação&Agricultura E-mail: sitio@sitioduascachoeiras. Carlos João Strass .Fax ()  00 Caixa Postal  .sitioduascachoeiras.br/ .Distrito de Warta Telefone ()  000 .br/index.br>.com.CEP 00-90 Londrina. Portal AGROMIL. Acesso em:  de maio de 00.Brasil Artigo: http://www. Disponível em: <http://www.

preparo e conservação do solo Na escolha da área a ser cultivada. óleo de mamona.1. Quanto ao solo.Mamona. Para preparar o solo. Clima e solo A mamoneira é uma planta de origem tropical bastante resistente à seca e heliófila (gosta de muito sol). temperatura do ar entre 0 e 0ºC.3 Cultivares Existem várias cultivares de mamoneira disponíveis para o plantio  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE MAMONA E EXTRAÇÃO DO ÓLEO DE MAMONA . este pode ser de vários tipos. extração de óleo de mamona PALAvRAs-ChAvE Pretende iniciar um plantio de mamona e efetuar a extração de seu óleo para fins comerciais. exceto os muito argilosos (sujeitos a encharcamento) e os salinos e/ou sódicos (com elevado teor de sódio trocável). deve-se optar por regiões de relevo plano ou suavemente inclinado (declividade inferior a %). e altitudes de preferência superiores a 00m. usando-se arado de aiveca e grade leve (deve-se evitar a grade aradora. Das Técnicas E Condições Ótimas De Cultivo Da Mamoneira 1. O solo deve ter pH próximo da neutralidade e ser bem preparado. deve-se triturar os restos culturais com grade leve e depois fazer a aração. Para o seu pleno crescimento e desenvolvimento requer pelo menos 00mm de chuvas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. das técnicas de extração do óleo e das especificações técnicas exigidas para a sua comercialização. utilizando sempre o plantio em nível. bem como sobre as características desse mercado e da viabilidade econômica da atividade.2 Escolha da área. que promove erosão e compactação do solo). Deseja saber a respeito das técnicas de plantio. cultivo de mamona. 1. 1.

razão pela qual se deve fazer. Espaçamento. Caso o pH esteja muito ácido (abaixo de ).0m x . tipo dos cachos e outras características. na adubação deve-se usar somente nitrogênio na quantidade de 0kg de N/ha aplicado em cobertura no início da floração do primeiro cacho.0m) e de frutos semi-indeiscentes. do teor de matéria orgânica. Estes são cultivares de boa rusticidade. Em breve.5. dos teores de cálcio e de magnésio e do alumínio trocável. deve-se fazer a calagem pelo menos três meses antes do plantio e em solo úmido para que haja reação do calcário. variando em porte. e fósforo em fundação nas covas na quantidade de 0kg de P0/ha.00 kg/ha de baga em condições de cultivo de sequeiro). densidade e profundidade Para os tipos de cultivares citados anteriormente deve-se usar o espaçamento padrão de . com a correção do PRNT do calcário. em cmolc/ dm. As duas variedades anteriormente citadas apresentam. devendo a quantidade de calcário a ser usada igual a  x o teor de Al. Quando houver pobreza nutricional. tanto em condições  . A quantidade de calcário a ser colocada no solo. variedades desenvolvidas pela EMBRAPA em convênio com a EBDA para serem utilizadas na agricultura familiar no Nordeste. depende do valor do pH. 1. respectivamente.  e % de óleo em média. em que o mais simples é tomar. Isto resultará em uma população de. com uma planta por cova. incorporado nos primeiros 0cm. a .em nosso país. a análise do solo. outros genótipos deverão ser lançados no mercado. plantas/ha. sempre que possível. deve-se fazer a adubação racionalmente. resistentes à seca e de boa capacidade de produção (média de . com maior produtividade e percentagem de óleo nas sementes. Geralmente para plantios em pequena escala recomenda-se o uso de cultivares de porte médio (. 1. deiscência dos frutos.4 Adubação e calagem A mamoneira é uma planta exigente em nutrientes para produzir bem. caso a análise do solo apresente teor abaixo de 0 mg/dm. Em geral.0m. como base. existindo diversos métodos de se calcular. o Al do solo. como a BRS 9 Nordestina e a BRS  Paraguacu.

m.000 plantas/ha. deixando-se do lado das fileiras de mamona 0. O consórcio com o milho e o sorgo deve ser evitado. com o uso de herbicidas as sementes devem ser protegidas e só então colocadas mais profundamente. que são as sementes com elevado teor de óleo. . o importante é se plantar a leguminosa  dias depois do plantio da mamona. para evitar ou reduzir ao máximo a competição do feijão na mamoneira. dependendo do tipo de solo. também de ciclo rápido (0 a 00 dias).0m com uma planta por cova. Independente do tipo. Outros consórcios que estão sendo estudados envolvem o gergelim. 1. pois essas gramíneas são muito competitivas e reduzem substancialmente a produtividade da mamoneira no consórcio. resultando numa população de . respectivamente para quatro ou três fileiras. de hábito de crescimento determinado. de porte ereto.0m x .0m para a mamona e o feijão deve ser colocado com três ou quatro fileiras espaçadas a 0. Deve-se usar o espaçamento de .6 sistema de cultivo consorciado O sistema de consórcio mais recomendado consiste no plantio da mamoneira juntamente com o feijão Vigna ou feijão Phaselous.Existem outros esquemas de plantio com o uso de fileiras duplas. e de preferência de porte ereto.0m livre. e usar cultivares resistentes a viroses. a .0m x . pode-se colocar uma população maior com a configuração de . porém são mais complexos e nem sempre expressam vantagens em termos de produtividade e ganho na qualidade do produto final. pois.m ou . dependendo da região de cultivo.0cm. de ciclo curto (na faixa de 0 a 0 dias).  AgriculturA e PecuáriA de cultivo solteiro quanto em cultivo consorciado com outra cultura. e o amendoim. ciclo curto e hábito de crescimento determinado. que tem crescimento inicial muito lento. Em solos de baixa fertilidade natural ou desgastados pela erosão e outros fatores. As sementes devem ser colocadas para germinar a uma profundidade variando de . método de plantio (manual ou mecânico) e do método a ser usado no controle das plantas daninhas.

recomenda-se o uso correto do cultivador (com profundidade de .8. é o mesmo que ataca a soja e outras culturas. Alimenta-se sugando as plantas. recomenda-se o uso do endosulfan. em especial os frutos da mamona e as vagens do feijão. em especial o vigna. Controle de pragas A mamoneira é alvo de vários insetos e ácaros que podem lhe causar danos. além do Trichograma.1. como o caso da Empoasca kraemeri. o químico ou uma combinação deles.  . Controle de plantas daninhas A mamoneira é muito sensível à competição causada pelas plantas daninhas.000 indivíduos por hectare. Para o controle pode-se usar produtos biológicos à base de Baculovirus ou Bacillus thuringiensis. o cultural. CIGARRINhAs: São duas ou mais espécies que atacam a mamona e algumas também o feijão. na dosagem de 0g i. tanto ataca a mamona quanto o feijão. LAGARTA DAs FOLhAs: este inseto. também.0cm e dentro do período crítico. Para o pequeno produtor. cuja cultura secundária também já faz o controle cultural. usar produtos à base de malathion. de nome latino Spodoptera latifascia.a. Para o controle químico recomendam-se produtos à base de monocrotofos na dosagem de 0g i. Para o controle químico. complementada dentro das fileiras com a enxada) tanto nos sistemas solteiros quanto nos consorciados. Nezara viridula.7. pode-se. Ataca as folhas de ambas as culturas e até as vagens do feijão. reduzindo ou mesmo anulando sua capacidade de produção. com volume de calda entre 00 e 0 litros/ha. São muito ágeis e sugadores e atacam as folhas. como o manual.a/há. reduzindo assim a uma a duas limpas no sistema como um todo 1. Entre as pragas da mamoneira. destacam-se as seguintes: PERCEvEjO vERDE: este inseto. Mede entre  e mm de comprimento e vive em média dois meses. que se não forem controladas podem reduzir bastante sua produtividade.O período crítico de competição são os primeiros 0 dias após a emergência das plantas. Podem-se usar diversos métodos de controle de plantas daninhas. As mariposas medem cerca de 0mm de envergadura e são de coloração preta. inclusive o feijão./ha.0 a . que são parasitóides e devem ser liberados na densidade de 00. o mecanizado.

causada pelo fungo Botryodiplodia theobromae. a vaquinha (Diabrótica speciosa). De hábito noturno. . denominado Elasmopalpus lignosellus. a lagarta vive enterrada próximo das plantas. Para o controle. Outras doenças da mamoneira são: Murcha de Fusarium.9.). pulverizações nos sulcos de plantio. deve-se empregar sementes tratadas com inseticida sistêmico ou aplicações dirigidas ao colo das plantas ou. Para o feijão vigna destacam-se as várias doenças causadas por vírus. a mosca branca (Bemisia spp. ainda. O adulto é uma mariposa de 0mm de envergadura que deposita os ovos nas folhas da mamona e do feijão. causado pelo fungo Botrytis ricini. o feijão ou outra cultura que vier a ser consorciada com esta euforbiaceae destacando-se. ricini. em especial (Aphis gossypii e Aphis fabae). Recomenda-se o uso de carbosulfan granulado ou outro produto registrado. várias espécies de pulgões. que ataca e destroi toda a estrutura floral e de frutificação da planta. o adulto é uma pequena mariposa de 0mm de envergadura. BR  Mulato e BR  Gurguéia que são resistentes ao vírus CP AgriculturA e PecuáriA piretróides (como o deltametrina) e carbaryl. fazer a rotação de culturas e não plantar na área em que no ano anterior tiver ocorrido a doença. Controle de doenças A principal doença da mamoneira é o Mofo Cinzento.LAGARTA ROsCA: este inseto é muito comum no Nordeste do Brasil (Agrostis ipsilon). como a BR 0 -Piauí. As lagartas alimentamse das folhas das plantas da mamona e do feijão e o controle pode ser feito com inseticidas sistêmicos colocados junto das sementes ou pulverizando o colo das plantas com produtos à base de carbaryl ou metil parathion. a lagarta militar (Spodoptera frugiperda). LAGARTA DO sOLO: este inseto também ataca as culturas do feijão e da mamona. causada pelo fungo Fusarium oxysporum F. Existem outros artrópodes que atacam a mamona. 1. o percevejo vermelho (Crinocerus bimaculatus) e o minador das folhas (Liriomyza sativae). Cercosporioses e Alternaria. para essas duas culturas. para a mamona o Ácaro rajado (Tetranychus urticae) e a Lagarta imperial (Eacles imperialis). Para seu controle deve-se eliminar os restos culturais. e o segredo do sucesso é o uso de cultivares resistentes. Para o feijão vigna destacam-se: A paquinha (Neocurtilla hexadactyla). Podridão de Botryodiplodia.

Não se deve plantar mamona por mais de dois anos no mesmo local sem se fazer rotação de culturas. Recomenda-se a rotação com o algodão herbáceo (Gossypium hirsutum L. Para este vírus. e que ataca as plantas. BR 0 . embora quase sempre seja negligenciada pelos nossos produtores. Rotação cultural A rotação de culturas é uma das mais importantes práticas agrícolas. recomenda-se o uso de uma das seguintes cultivares: BR . como a maioria dos vírus. 1. colocados em sacos. Vita . Pode-se realizar uma única colheita. além do amendoim e do feijão.  .10. e quando / dos frutos dos cachos estiverem maduros.11. também são resistentes ao vírus CpSMo (Cowpea Severa Mothle Potyvirus). 1. recomendam-se os seguintes procedimentos na colheita: olher com o ambiente seco. caso não tenha sido usado em sistemas consorciados. Trata-se de um método eficaz de prevenção de pragas e doenças e de conservação da produtividade do solo. Em condições de sequeiro são produzidos de  a 0 cachos por planta nos sistemas de produção descritos neste documento. com coloração marrom. pois em tais cultivares as sementes não caem no chão. Limpeza da semente A semente a ser processada deve estar livre de matérias estranhas que podem prejudicar os equipamentos e reduzir o rendimento de óleo.SMV (Cowpea Severe Mosaic Comovirus). Colheita. ou escalonar a mesma. Existe ainda o vírus CPRMV (Cowpea Rugosa Mosaic Potyvirus). As mesmas cultivares anteriores.Canindé e BR  . que causam intenso crestamento.1.). transmitido por pulgões. com o milho ou o sorgo. cestas ou jarras e levados para terreiros para secagem ao sol por dois a cinco dias.Poty. destruindo as folhas. dando-se várias colheitas proporcionais ao número de cachos por planta. Dos Processos De Extração Do Óleo De Mamona [2] 2. sem estar chovendo. para completarem a secagem e abrirem para soltarem as sementes. BR  . O terreiro pode ser de chão batido ou de cimento.Mulato.Piauí. Os cachos devem ser cortados. 2. secagem e armazenamento da mamona em baga (sementes) Considerando-se a mamona com o uso de cultivares de porte médio e de frutos semi-indeiscentes.

Pode utilizar-se um filtro prensa.2. Cozimento Realizado em tachos de cozimento. 2. Prensagem Consiste em uma pressão para expulsão do óleo. no caso de pequenas produções. .5. peneiras vibratórias. O cozimento controlado também permite eliminar as toxinas. a massa é comprimida por um eixo helicoidal que gira dentro de um recipiente com aberturas por onde sai o óleo. podendo ser contínua ou descontínua. Pesagem É realizada para controle do rendimento obtido. umidade e do tempo que a semente permanece no equipamento tem por finalidade garantir liberação as partículas de óleo contidas nos envólucros celulares.7. pois seu funcionamento permite operar a baixas temperaturas. O controle da temperatura. 2.4. 2. Na prensagem contínua. eventualmente. ou mesa gravitacional que separa partículas com diferentes pesos específicos. 2. Descascamento de sementes São utilizados equipamentos para retirada das cascas como quebradores e peneiras de separação. O cozedor é construído com câmaras de vapor saturado. pode ser realizado no fogo direto. Esse último é muito utilizado na extração de óleo de mamona “a frio”. 2. Moagem da torta Após a extração do óleo. sem a necessidade de caldeira para geração de vapor. Moagem Utilizada para facilitar o cozimento e a prensagem. filtro de placas verticais e.3. 2. entretanto. Na prensagem descontínua. a massa residual (torta) pode ser moída para  AgriculturA e PecuáriA São utilizadas peneiras oscilantes com ou sem sistema de ventilação para retirada de impurezas.2.6. Filtragem do óleo Partículas da massa presentes no óleo devem ser separadas antes da estocagem.8. a massa é prensada por um cilindro hidráulico dentro do recipiente.

e coloração amarelo-claro. 0. a . com cor variando do amarelo-escuro ao marrom-escuro e verde-escuro. No caso do mercado norte-americano estas características são as seguintes: Óleo de mamona industrial n. após o refino. 0.9 de densidade a . deve ser absolutamente isento de acidez e de impurezas. Óleo de mamona industrial n. A torta é um subproduto que possui diversas aplicações: quando devidamente preparada.% de impurezas e umidade.º C. de coloração amarelo-claro. º 3: deve ter no máximo . e cor amarelo- e vermelho- a . º 1: deve ter no máximo % de acidez livre. 0. com o máximo de % de acidez de 0. Das Especificações Técnicas Do Óleo [3] O óleo de mamona. é límpido. pode funcionar como adubo ou como componente na alimentação animal e até mesmo humana. de índice e refração a º C. . 0.% de impurezas e umidade. por ser praticamente incolor. A moagem é feita em moinho tipo martelo com telas reguláveis. 3. na escala Lovibond. Óleo industrial n.homogeneizar a sua granulometria. pode ser classificado comercialmente nas seguintes categorias: Óleo industrial n.º C. . de viscosidade a ° C.9 de densidade a .% de acidez livre. além de ser brilhante. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A produção de óleo de mamona é uma atividade que vem crescendo bastante. a .% de impurezas e umidade. principalmente devido à sua aplicação na produção de  . Caso seja destinado à exportação. Óleo Medicinal: Também denominado extra-pale. o óleo deve atender às especificações específicas do país importador. brilhante.º 3: tipo comercial não deve ter acidez maior que % e impureza maior que %. de índice de refração a º C.º 1: tipo comercial ou standard. a . . de viscosidade a ºC. a .9 a 0. .

Mamona. Napoleão E. V. Mauro Sander. ”Sistema de produção para a cultura da mamona na agricultura familiar no semi-árido nordestino”. BELTRÃO.ibict.sebrae. Disponível em: <http://www. focar melhor qual será sua atividade.pdf>. Acesso em:  de ago. br/mamona/sistemaproducaomamona.biodiesel.br/~gauthier/PlanoNeg/Cap2. O SEBRAE.br/mamona/>.sbrt. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out.aboissa. EMBRAPA Algodão. provavelmente.inf. escolher entre a atividade de cultivo da mamoneira ou a atividade de extração do óleo a partir de sementes adquiridas de terceiros.asp > A UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA – UFSC disponibiliza um modelo de plano de negócios em PowerPoint através do endereço: http://www.00.com. . 00 9 AgriculturA e PecuáriA . Acesso em:  de ago.1.htm>. de A.ufsc. Acesso em:  de ago. fornece alguns elementos básicos sobre como elaborar um plano de negócios através do endereço: <http://www. pois diminuirá a complexidade administrativa e o volume inicial de capital a ser investido. tornará a atividade mais simples e viável. Disponível em: <http://www. o plano de negócios é ferramenta indispensável para o sucesso. et al. 00. br/br/parasuaempresa/planodenegocio.embrapa. . Disponível em: <http:// www. de M. como em qualquer atividade empresarial.br/upload/sbrt1105. e deve ser feito com bastante cautela e rigor. 00.cnpa.ppt> REFERêNCIAs . Finalmente. Carlos A. de preferência supervisionado por um profissional competente na área. Resposta Técnica SBRT0 . combustível que vem sendo amplamente pesquisado e desenvolvido no Brasil. /0/00. além de permitir uma produção em escala menor. FETT. Serviço Brasileiro De Respostas Técnicas – SBRT. Recomenda-se. Isso.com. 00.

embora algumas raízes alcancem maiores profundidades (Casali et al. cultivo melancia em consórcio Saber como cultivar melancias em consórcio.) Matsumura & Nakai. No estado de São Paulo a cultura da melancia ocupa uma área representativa. mil t de frutos. 9). abobrinha. embora na Índia é encontrada grande diversidade desta espécie. moranga e pepino como as espécies mais expressivas na economia agrícola nacional. com rendimento de .9 mil ha em 99 e produção de . tendo alcançado . chuchu. 99). A principal região produtora de melancia do estado de São Paulo é Marília.CULTIvO DE MELANCIAs PALAvRAs-ChAvE Melancia. A melancia é uma espécie anual. concentrando-se nos -0 cm superficiais do solo. espécie Citrullus lanatus (Thunb. A melancia é considerada uma das principais cucurbitáceas cultivadas no Brasil.. em uma área onde tem uma produção de laranjas com um ano de idade e conhecer quais as variedades indicadas. 99). e a produtividade média brasileira é de 0 t/ha (IBGE.% da produção nacional. pertence à família das curcubitaceae. que podem alcançar de  a  metros de comprimento e as raízes desenvolvem-se no sentido horizontal. Segundo Lopes (99) a produção brasileira de cucurbitáceas vem crescendo cerca de 0% ao ano a partir de 9. CentroOeste e Sudeste. t ha- (IBGE. o Nordeste é responsável por . melão. mais especificamente nas regiões Nordeste. gênero Citrullus. que apresenta hábitos rasteiros com ramificações. melancia. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Informações gerais sobre a Melancia A melancia é originária da África. destacando-se a abóbora. 0 .

1. facilitar o acondicionamento e o transporte. podendo refletir em maior taxa de retorno econômico para a atividade de produção da melancia. aos  dias após a semeadura. respectivamente. atingindo maior acúmulo de matéria fresca aos  dias após a emergência. o que resulta em maior produtividade. ou seja. (00). um retorno mais rápido do capital investido. e) maior espessura da polpa. por proporcionar consumo mais rápido do produto. Grangeiro & Cecílio Filho (00a) avaliaram o acúmulo de matéria seca do híbrido de melancia sem sementes ‘Nova’ e verificaram que o crescimento foi lento até os  dias após o transplante. 2. de sólidos solúveis. % e 0%. Crimson Sweet. terra. em virtude de as plantas apresentarem um ciclo menor. avaliaram o crescimento de mudas de melancia cv. em condições de casa de vegetação. Crescimento e desenvolvimento da melancia Araújo Neto et al. d) polpa vermelha. c) frutos pequenos.como na qualidade e ainda otimiza o uso dos fertilizantes pelas plantas. Cultivares de melancia Em melancia. isto é. com recipiente de 00 cm³. para as folhas. conforme indica Filgueira (000). e com isso. na proporção de ::: v/v) foram semelhantes e superior. plantas que apresentem maior número de frutos possível. g) menor número de sementes (Ferreira et al. carvão vegetal e areia. intensificando-se a partir deste até o final do ciclo. A contribuição média no acúmulo de massa seca total foi de %. o que pode possibilitar incremento na exportação. caule e frutos. b) alta prolificidade. . 00). vêm ocorrendo mudanças no cultivo da melancia. Atualmente.. f ) alto teor de açúcar. Concluíram que o substrato Plantimax® e substrato A (esterco de curral. os caracteres de maior importância econômica são: a) precocidade. submetido em diferentes substratos e volumes de recipientes. que resulta em maior quantidade do produto a ser consumido. tendo em vista a introdução de híbri AgriculturA e PecuáriA O manejo adequado da nutrição mineral pode otimizar o sistema de produção da melancia que buscam excelência tanto na produção.

0g de superfosfato simples e 0g de cloreto de potássio em cobertura.000g/ha. com polpa vermelho-viva. Os híbridos apresentam vantagens sobre os cultivares tradicionais. Dependendo de temperatura e chuva. 000). segundo o formato dos frutos e a presença de sementes. vale ressaltar que nos últimos anos. Na falta de adubo orgânico. Tipo sem semente .preferido na maioria das regiões produtoras. aplica-se a adubação química (fórmula --) à base de até 00g por planta. com peso de  a  kg. Espaçamento:  x m. com duas plantas por cova. Tratos culturais: desbastar frutos irregulares. com polpa de boa qualidade. sementes necessárias: 00 a . ciclo mais precoce para a colheita. Adubação: kg de esterco de curral. Tipo alongado . como plantas mais vigorosas e resistentes a maior número de doenças. como segue (Filgueira. maior número de flores femininas e produção de maior número de frutos por área e com melhor qualidade.  . época de plantio O período de agosto a novembro é favorável para comercialização. Neste sentido. cuja cultivar típica é a americana Charleston Gray. introduzidos a partir do início da década de 90.que são híbridos auto-estéreis. Na região centro-sul. com peso de  a  kg. deixando-se três a quatro frutos perfeitos por planta. cuja cultivar típica é a americana Crimson Sweet. Tipo globular .dos. com peso de 0 a  kg. 0g de sulfato de amônio após frutificação. embora a área cultivada com esta cultura ainda é incipiente no Brasil. que produzem frutos tipo globular.que produz frutos cilíndricos. pode-se plantar o ano todo. os cultivares atualmente utilizados podem ser divididos em três grupos ou tipos. tem-se observando crescimento da participação dos cultivares sem sementes no mercado de melancia. que produz frutos globular ou globular-alongado.

época de colheita: a colheita se inicia de  a 0 dias após a semeadura. O apoio de um engenheiro agrônomo é importante para orientar sobre os cultivares. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs REFERêNCIAs Catalogo Rural. Recomenda-se marcar com estacas de bambu coloridas (cada cinco dias com cores diferentes) os frutos perfeitos logo após a fecundação. Departamento de Produção Vegetal.htm > Acesso em:  de out. (FCAV/UNESP) Disponível em: <http://www. As melhores variedades são: omaru-yamato. Produção normal: 0 .com/vegetais/frutas/ index. Dr. quando o pedúnculo se torna seco.agrov. fairfax e charleston-gray e o plantio consorciado com as laranjeiras não terá problema tanto no que diz respeito da penetração das raízes.0tha. unesp. 00 Prof. . especialmente em solo arenoso. Disponível em: <http://www. a fim de permitir a contagem de 0 dias. necessários para maturação.br> Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de out. 00  AgriculturA e PecuáriA Irrigação: é indispensável na fase de germinação e de frutificação. Arthur Bernardes Cecílio Filho Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.fcav. como pelo sombreamento que o laranjal irá produzir para a lavoura de melancia. Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal.

Campinas. l vila Nova: cultivar de dias curtos. todavia segue abaixo. Dover. Conforme Antunes e Duarte Filho. Bürkley. produto orgânico Como fazer o cultivo de morangos em estufa. l santa Clara: cultivar de dias curtos. antracnose (Colletotrichum sp) e à murcha de verticilium (Verticillium albo-atrum). fruto grande e de bom sabor. tolerância à mancha angular (Xanthomonas fragariae). Para atender a ambos é indicado a cultivar Vila Nova.CULTIvO DE MORANGO-TOMATEs ORGÂNICOs PALAvRAs-ChAvE Cultivares de morango. Selva e Seascape. Oso Grande. Para consumo in natura: Tangi. boa densidade de folhas que recobrem os frutos. folhas de densidade e tamanho. endereços de onde encontrar informações técnicas sobre cultivares de tomates lembrando que existem variedades diferentes de tomates. Tudla. as principais variedades cultivadas são: l Campinas: cultivar de dias curtos e rústica. tomamos a decisão de pesquisar cultivares do morango. no item referências. morango. Cultura de Morangos As principais cultivares destinadas a indústria são: Santa Clara. planta de alto vigor. principalmente porque cultivares orgânicos em estufas para qualquer plantio usa mesma a técnica. planta de porte médio. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Dado a complexidade da solicitação e. cultivares. ciclo médio e produtivi . susceptível à rizoctoniose (Rhizoctonia). ciclo precoce e alta produtividade. médios e de coloração verde escura.

coloração interna dos frutos mais intensa. diferenciando-se principalmente por apresentar frutos grandes e de maior uniformidade. Camarosa: cultivar de dias curtos. frutos de tamanho irregular. média produtividade. selva: cultivar de dias neutros. apresentando muita pilosidade nos folíolos.l l l l l l l dade alta. ciclo tardio e com grande capacidade produtiva. Tudla Milsey: cultivar de dias curtos. l sistema de produção a ser adotado: alta tecnologia com altos investimentos. planta vigorosa com folhas grandes de coloração verde escura. observando que as mudas de diâmetro maior florescem mais cedo. ou ainda de baixo nível tecnológico quando requer baixo investimento e ainda há o sistema ecológico ou produção integrada. ciclo mediano e elevada capacidade produtiva. folhas grandes e de coloração verde escura. susceptível às principais doenças que ocorrem no Brasil. Mudas As mudas devem ser selecionadas por diâmetro. antes de realizar o plantio. Este esquema facilita o manejo principalmente  AgriculturA e PecuáriA . comportamento parecido com o da cultivar Selva. com folhas grandes e de coloração verde escura. muito alta capacidade de produção e ciclo precoce. melhor sabor e polpa de textura firme. Implantação da Cultura Nesta fase são tomadas decisões que serão vitais para o sucesso ou o fracasso do empreendimento. planta vigorosa. planta vigorosa com folhas grandes e coloração verde escura. Os seguintes aspectos devem ser considerados: l tipo de mercado a que se destina a produção. Bürkley: cultivar de dias curtos. cerca de 0 a  dias antes das de tamanho médio e até 0 dias antes das menores. com folhas grandes e de coloração verde escura. ciclo precoce e com alta capacidade de produção. com média tecnologia. seascape: cultivar de dias neutros. Tangi: cultivar de dias curtos. planta vigorosa. característica que evidencia tolerância ao ácaro rajado. A escolha do sistema é fundamental para uma definição dos caminhos a seguir. Oso Grande: cultivar de dias curtos e de grande adaptabilidade. de coloração vermelha clara. planta de alto vigor.

l evitar o ressecamento da muda. etc). novas coroas e estolões. Quanto ao sistema radicular. fungos e fatores climáticos (ressecamento. Nos plantios antes de abril. não devem permitir que mudas pequenas sejam incluídas nos lotes comercializados. o que poderá provocar um processo de fermentação na parte interna. Os que dependem de mudas compradas. frio. em virtude das temperaturas elevadas e da muda estar fisiologicamente imatura. não é aconselhável o plantio de mudas pequenas por não apresentarem precocidade e seu índice de produtividade é de 0 a % menor. tornando-se difícil o surgimento de novas raízes quando as primeiras encontram-se muito agrupadas.da colheita. Este possui uma pequena bainha que tem a função de proteger as gemas que formarão as inflorescências. pois isto dificulta a distribuição das raízes na cova. No plantio da muda. deve ser aparado mantendo-se de 0 a  cm de comprimento. Não plantar a muda com o sistema radicular embarrado. A redução da área foliar evita a perda de água e reduz o estresse na operação de transplante. as gemas expostas ficam vulneráveis a danos mecânicos. Cultivo protegido O túnel plástico para o cultivo de morango vem sendo cada vez mais  . Manejo No manejo da muda é importante observar os seguintes itens: l usar embalagens novas para evitar possíveis contaminações. há sérios problemas com mortalidade de plantas. Para o produtor que possui viveiro. deve-se ter um cuidado especial: na distribuição do sistema radicular. folhas. especialmente do sistema radicular. Plantio A época ideal para o plantio é de  de abril a 0 de maio. de modo que fique uniformemente disperso e com as extremidades (pontas) no sentido vertical. Quanto à limpeza das mudas é importante seguir o processo iniciando pelo corte das folhas a  cm da base do pecíolo. Se retiradas. l não empilhar os fardos de mudas em camadas.

e que reduzindo a incidência de fungos e bactérias. devido ao molhamento do fruto na colheita. ou orvalho muito forte. a rotação de áreas. com reduzida utilização de defensivos. Atualmente já se fala na terceira geração de sistemas de produção para a cultura do morango: a utilização de “casas plásticas”. A utilização de túnel tem como função básica proteger as plantas da chuva. com cultivo em sistema hidropônico vertical em substratos inertes. l Facilita o uso de substrato. existe a produção de morangos em casa plástica.  AgriculturA e PecuáriA utilizado pelos produtores porque oferece melhoria de qualidade e disponibilidade do produto em uma condição mais controlada. com reflexos positivos na diminuição da ocorrência de doenças que atacam a parte aérea. Estas apresentam a vantagem de permitir atividades no plantio. operação não aconselhada no túnel baixo. que tem as mesmas funções do túnel. vantagens do cultivo protegido l Reduz a umidade foliar. pragas e invasoras poderá ser mais eficiente através da utilização de métodos biológicos que agem diretamente sobre os organismos. mesmo em dias de chuva e bem como realização da colheita nestes dias com frutos de ótima qualidade. desenvolvimento. Além do túnel baixo. além de afetar todos os aspectos do processo da cultura: crescimento. l Amplia o período de safra.O controle das doenças. evitando que as folhas se molhem. l Protege contra geadas. . Desvantagens do cultivo protegido As mudanças na estrutura dificultam. e proporcionado condições de produzir frutos de excelente qualidade. neblinas. Com este manejo. A utilização de um controle mais natural vem despontando como opção de controle do espectro de radiação. pode-se alterar o ambiente interno do túnel. reprodução e comportamento de fungos. prática usual em função das doenças oriundas do solo. O túnel evita excessos de água ou seca e danos provocados por granizo. l Permite o uso de técnicas de desinfecção de solo: solarização ou aplicação de produtos fumigantes.

Já em cultivo semi-hidropônico o número de mudas poderia ser maior. apesar de ser a baixa mais indicada não há outras restrições. Com mil/metros quadrados o cliente poderia ter uma variedade de plantas ao redor de  mil plantas e produzir. assim como a produção e os custos relativos. não sendo assim orgânico. A incidência em estufa seria. em uma área pequena. O cultivo em estufas requer do produtor preparar sacolas de plástico para plantar as mudas. do fungo oídeo.Este sistema permite ao agricultor trabalhar em pé e não de cócoras condição esta menos insalubre além de reduzir consideravelmente a incidência de podridões e doenças foliares. digamos mais adequado a filosofia de produtos orgânicos. As estufas altas são mais caras. Se for fora do solo. a produção em estufa é uma ótima opção para produtores que não dispõem de grandes áreas de plantio e. kg de frutos. e a aplicação de defensivos agrícolas melhorando a qualidade das “frutas”. Quanto ao cultivo orgânico em estufas Segundo o pesquisador Luis Eduardo C. Embrapa Clima Temperado. entendendo que as bolsas plásticas substituem o canteiro. o produtor poderia optar pelo colha e pague. pelos padrões de rendimento em cultivo orgânico. se estiver localizada próxima da cidade. Se for canteiros no chão fica.  . pois o cliente poderia fazer sua própria opção de fruto in loco. tipo hidropônico ou semi-hidropônico envolveria a aplicação de nutrientes químicos via água. pelo menos o dobro. principalmente com estufins baixos. tanto do ponto de vista organoléptico como de contaminantes químicos e microbiológicos. Antunes. No cultivo em estufas provavelmente aparecerão problemas diferentes daqueles encontrados em plantações em solo. O interessado deverá visitar alguns fornecedores. Quanto ás variedades de morangos pode-se afirmar que não há variedades específicas para o cultivo orgânico e há produtores que fazem suas próprias mudas. por exemplo. Quanto ao tipo de estufa. ao redor de  a . Segundo o pesquisador da Embrapa Luiz Eduardo Antunes.

apontam para um movimento acima de U$ 0 bilhões nos EUA e U$ . Os mercados que mais cresceram foram: Europeu (U$  bilhões/ano). etc. aparas. Cacau. folhas. Em relação ao mercado externo. Na América do Sul. Em matéria da Gazeta Mercantil de  de junho de 999. milhões de dólares. Americano (U$ ..Cultivo Orgânico O mercado mundial de produtos orgânicos tem crescido de 0 a 0% anualmente. Frutas secas. especialmente com Café. principalmente com Hortigranjeiros frescos. Soja. O plantio de orgânicos vem contando com a participação de diversas entidades como o programa de pesquisa em Agricultura Orgânica da Emcaper (Empresa Capixaba de Pesquisa. O movimento anual interno brasileiro está estimado em U$  milhão de dólares. Resíduos como esterco. A função dos 9 AgriculturA e PecuáriA inclusive para levantamento de preços e optar por uma que mais se encaixe com as suas necessidades. Conservas e Cereais. Produto Orgânico O produto orgânico é cultivado sem o uso de adubos químicos e os chamados agrotóxicos. saudável. bilhões em todo o mundo para este ano. são adicionados na compostagem ou canteiros para que sejam decompostos e transformados em nutrientes para as plantas. bilhões/ano) e Japonês (U$  bilhão/ano). milhões de dólares por ano. Assistência Técnica e Extensão Rural). que provém de um sistema de cultivo que respeita as leis da natureza e a preservação dos seus recursos. as áreas cultivadas organicamente já representam uma parcela visível na área agrícola total de diversos países. . O produto orgânico é um produto limpo. e de diversos trabalhos realizados por ONG’s. Como conseqüência. restos de verduras. Laticínios. totalizando um movimento global de . estima-se um movimento de U$ . as estimativas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. é a Argentina que apresenta maior nível de crescimento. Açúcar e Caju.

br Site: http://www. permeável à água e ao ar. Este selo só é conferido após rigorosos exames de controle de qualidade de solo. INCAPER . reciclagem de matéria orgânica. tornar a terra porosa. fiscaliza e certifica produtos orgânicos no Brasil de acordo com normas internacionais. No Brasil existem  produtores com o selo orgânico fornecido pelo IBD.INSTITUTO BIODINÂMICO DE DESENVOLVIMENTO RURAL.microorganismos é. 0 .br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugerimos contactar os diferentes núcleos de pesquisa sobre cultivo orgânico e preparar um plano de negócio antes de dar início a qualquer atividade. água. São Paulo.embrapa. O IBD . dentre outros. Pode-se dizer que a produção orgânica provém de pequenos núcleos familiares que tiram da terra o seu sustento. além de transformar a matéria orgânica em alimento para as plantas.br Jacimar Luis de Souza. INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: Luis Eduardo C. selo de Certificação O selo é a certificação.. M. solta.embrapa. localizado em Botucatu. Telefone: ()  Fax: ()  E-mail: jacimarsouza@yahoo.com. engenherio agrônomo.Sc. Antunes EMBRAPA Clima Temperado .Empresa Capixaba de Pesquisa. Assistência Técnica e Extensão Rural. a garantia ao consumidor de estar consumindo produtos orgânicos.cpact.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Telefone: ()  ramal:  Fax: () 0 E-mail: antunes@cpact.

naturalrural.gov. INCAPER .Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.com. Acesso em:  de fev. 00. Acesso em:  de fev.Empresa Capixaba de Pesquisa. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de fev. Jaime. Disponível em:<http://www. . Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www.embrapa. 00. Sistema de Produção do Morango. Acesso em:  de fev. 00.br>.ibd.Portal de orgânicos na Internet.gov. cnptia.br/FontesHTML/Morango/SistemaProducaoMorango/index. IBD . Assistência Técnica e Extensão Rural.com.Instituto Biodinâmico de Desenvolvimento Rural.Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia ANTUNES. Acesso em:  de fev. Acesso em: NATURAL RURAL . Luis Eduardo Corrêa. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. EMBRAPA . Disponível em: <http://www.br>.incaper.br/>. 00.br/>. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Para cultivares de Tomates sugerimos contactar a Embrapa.embrapa.es. htm>. DUARTE FILHO.

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De origem européia. clima e relevo mais favoráveis ao cultivo. altitudes que variam entre 00 e . e a variedade “Ascolana” destinada à produção de azeitonas de mesa. também interfere na qualidade da produção. principalmente do azeite. Característica de regiões de clima temperado. O pH do solo. Estas variedades. a oliveira é uma planta que necessita de baixas temperaturas no período que antecede a floração para que se obtenham resultados satisfatórios na produção. Também deseja saber quais as condições de solo. Nesta fazenda. que já demonstraram resultados bastante satisfatórios. destinada à extração de óleo. vem desenvolvendo um trabalho pioneiro de pesquisa e cultivo de oliveiras. são as que apresentam maior produtividade e melhor adaptação ao clima da região.00 metros e regime de chuvas superior a 00 mm são suficientes para produções econômicas. Para o pesquisador da EPAMIG Luiz Eugênio Santana de Mattos. dentre as muitas trabalhadas.. através da Fazenda Experimental de Maria da Fé. duas variedades têm-se destacado nas pesquisas: a variedade “Grapollo”. que deve ser superior a . A EPAMIG – Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais. localizada em uma região cujas condições são semelhantes às dos estados do sul do país. e encontra nos estados do sul do país condições climáticas favoráveis ao seu cultivo.  . a oliveira foi trazida ao Brasil por imigrantes há quase dois séculos. cultivo de oliveira Deseja saber se existem mudas de oliveira adaptadas para o cultivo no Brasil.CULTIvO DE OLIvEIRAs PALAvRAs-ChAvE Oliveira. temperaturas de inverno com médias entre  e 0ºC.

Já para a fabricação de azeite. o que aumenta os custos da produção. a colheita deve ser realizada após a completa maturação do fruto. até se tornarem adocicadas. As destinadas à mesa devem ser colhidas manualmente. Para obter maiores informações. Antracnose da Oliveira. pois. água e mucilagens. O ideal é submetê-las a um processo de curtimento. Cochonilhas. mas devese optar preferencialmente pelo plantio no período chuvoso. As principais doenças e pragas que afetam as oliveiras são: Tuberculose da Oliveira. de acordo com as características de cada variedade. devem ser lavadas em água limpa por  a 0 dias. em seguida. é então recolhido. O plantio realizado no período seco necessita de irrigação até o completo “pegamento” da muda. A extração é realizada em três etapas: primeiro. filtrado e armazenado. após o completo desenvolvimento dos frutos. elas são muito amargas. Elas permanecem nessa solução por um período de até 0 horas e. quando o percentual de óleo é maior. Mosca da Oliveira e diversas espécies de formigas. Já a colheita deve ser realizada nos meses de janeiro e fevereiro.A mudas podem ser plantadas em qualquer época do ano. Fumagina. Somente após quatro anos de plantio é que as mudas tornam-se produtivas. moendas de granito transformam as azeitonas em uma pasta densa. podem ter dois destinos: podem ser utilizadas para o consumo em mesa ou para a extração do óleo de oliva. o material sofre decantação. Uma característica dessa fruta é ser imprópria para o consumo logo após a colheita. O óleo. . As pesquisas indicam que condições adequadas aliadas ao uso da tecnologia podem proporcionar uma excelente produção de azeitonas: cada oliveira é capaz de produzir de 0 a 00 quilos de frutos por safra. que resulta em óleo. As azeitonas. após um dia de repouso. nesse estado. evitando “machucaduras”. recomenda-se entrar em contato a  AgriculturA e PecuáriA A oliveira é uma cultura que produz por muitos anos. mas que possui um desenvolvimento inicial bastante lento. Tudo isso é recolhido em tanques e. Essa pasta é submetida a uma prensagem gradativa. concentrado na parte superior. usando solução de hidróxido de sódio.

Carlos A. 00.epamig.htm>. acesso em  de jan.epamig. de A. V.br Fone: () - REFERêNCIAs “Pesquisa da EPAMIG garante produção de azeitonas”. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jan.EPAMIG: EPAMIG – Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais Site: http://www. Informe técnico sobre o trabalho de pesquisa e cultivo de oliveiras desenvolvido pela EPAMIG.br E-mail: faleconosco@epamig.br/informativos/cultivo_azeitona. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . Disponível em <http://www.

profundos e porosos. magnésio e matéria orgânica. extração de óleo de pequi. o preparo do solo pode resumir-se no preparo de covas para plantio. Um cultivar de porte anão e precoce. PALAvRAs-ChAvE Deseja obter informações sobre cultivo de pequi em larga escala e sobre o procedimento de extração do óleo de pequi destinado à produção de biodiesel. com plantas homogêneas quanto a características desejáveis e ausência de espinhos no caroço vem sendo desenvolvido através de pesquisas Escolha do Local O pequizeiro é encontrado nos solos de cerrado. submetidos a períodos chuvosos e secos bem definidos. Preparo e Conservação do solo Requer solos profundos. e os cultivares são originados de seleção natural. Propagação A propagação do pequizeiro pode ser feita por sementes ou por meio de enxertia. biodiesel. É recomendável o seu plantio em sistemas agroflorestais com outras espécies. em clareiras e ou intercalar a outras plantas nativas ou plantadas. geralmente ácidos. sobre o cultivo do pequizeiro Escolha de Cultivares O pequizeiro tem grande diversidade genética. Desta forma. objetivando conciliar os interesses ecológicos e econômicos. O plantio por sementes apresenta o inconveniente  AgriculturA e PecuáriA CULTIvO DE PEQUI . cultivo de pequi. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1.Pequi. pobres em cálcio. bem drenados e tolera solos pobres e ácidos. óleo de pequi.

sendo que estes devem permanecer amontoados dentro de um recipiente limpo e à sombra durante uma semana. A despolpa pode ser feita também em betoneira. com plantas de características variadas. as sementes apresentam amêndoas com coloração clara. imersas em solução a  % por 0 minutos. Após despolpadas. o que é garantia de seu completo amadurecimento. com boa produção de frutos e com as características desejadas para sua finalidade.de originar cultivos não uniformes. As sementes devem ser provenientes de plantas sadias. Em seguida faz-se o descarte das sementes chochas. Já o processo da enxertia assegura a obtenção de plantações uniformes. OBTENÇÃO E TRATAMENTO DAs sEMENTEs: A produção de mudas inicia com a seleção das plantas matrizes que devem ser identificadas e preservadas para futuras coletas de sementes ou ramos para enxertia. enquanto que a enxertia pode ser feita de outubro a março. O procedimento de remoção da polpa deve ser realizado em água corrente. as sementes podem ser acondicionadas em sacos de estopa e armazenadas em lugar fresco. Quando bem conservadas.  . brocadas e manchadas. as sementes são secadas em um lugar ventilado e com sombra durante uma ou duas semanas. Para plantios futuros. não encardidas. A coleta vai de outubro a janeiro. dependendo da região produtora. Após a coleta retira-se a casca do fruto e as sementes ou caroços. via úmida. recomenda-se o tratamento das sementes despolpadas com solução de Benomyl a 0 %. para facilitar a remoção da polpa (despolpa). Para se obter melhores índices de germinação os frutos devem ser coletados logo após a sua queda ao chão. Após o tratamento e secas à sombra. Formação de Mudas I. por agitação da mistura das sementes com brita média e grossa.

com capacidade para quatro litros de substrato. pode-se usar o ácido giberélico. Logo após a semeadura e durante o período de germinação. espaçadas de 0 a 0 cm entre si. Deve-se evitar o transplantio de mudas já enfolhadas para não causar danos ao sistema radicular.Para se obter melhor índice. mantendo-se úmido o leito da sementeira. O viveiro deve ser feito a céu aberto e. Este produto também promove maior crescimento das mudas.  ou  filas justapostas. sEMEADURA E TRANsPLANTIO: A sementeira deve ser construída a céu aberto (sem cobertura). As mudas devem ser transplantadas para os sacos de polietileno o mais cedo possível. e apresentar as dimensões de  cm x  cm x 0. com leito de 0 centímetros de espessura de areia grossa de rio e peneirada. atingindo 0 a 0 % ao longo do ano. os sacos devem ser dispostos em canteiros de . rapidez e concentração da germinação num determinado período (de três a quatro meses após a semeadura ). As mudas devem  AgriculturA e PecuáriA II. III. Os sacos devem ser de cor preta. para que as mudas não fiquem muito abafadas. Neste caso. que é recoberta com um centímetro de vermiculita média. deve-se fazer regas diárias. ou outro material similar disponível. sanfonados e perfurados na base e na lateral. Os caroços são semeados justapostos com folga de aproximadamente um centímetro entre eles. GERMINAÇÃO A germinação ao natural é baixa e lenta. As sementes mais secas apresentam maior absorção e maior efeito do produto. pó de serra curtido. assim que se perceba o início da emissão da radicela. contendo  g do ingrediente ativo para  litros d’água) e semeadas em seguida. formando apenas uma camada de sementes. as sementes devem ser mergulhadas por  horas em solução de ácido giberélico (  pacote de 0 g do produto comercial Progib. . mm. que ficarão prontas para o plantio no início da estação chuvosa seguinte. em canteiros com um metro de largura e comprimento variável.

Iv. em áreas não cultivadas. A terra deve ser coletada. v. quando estarão aptas para o plantio no campo ou para a enxertia. TRANPLANTIO Para garantir maior pegamento das mudas. Para o preparo do substrato utilizar: terra de barranco. para depois agregar esta mistura ao restante da terra. a . deve-se transplantar somente aquelas com folhas maduras.0 cm de diâmetro do caule e 0 a 0 cm de altura. por garfagem no topo ou por borbulhia tipo escudo ou placa. desenvolvimento e seleção dos enxertos. Primeiramente misturam-se o calcário e os adubos químicos e estes com apenas  kg da terra do substrato. Deve ser processada em ambiente de viveiro com 0 % de sombra. esterco de curral curtido. A terra para o substrato deve ter de 0 a 0 % de argila e não ser arenosa. Para uma mistura uniforme. vI. utilizando o subsolo abaixo de 0 cm de profundidade. 00 litros 0 litros  . de preferência. ENXERTIA A enxertia pode ser feita por garfagem lateral simples.permanecer no viveiro até a próxima estação chuvosa. mas que não coincidem com o período de florescimento e frutificação da espécie. A enxertia deve ser realizada somente nas mudas vigorosas e quando atingirem de 0. PREPARO DO sUBsTRATO E ADUBAÇõEs PARA O vIvEIRO O preparo do substrato e o enchimento dos sacos de polietileno devem ser feitos com antecedência ao transplantio das mudas. Se as mudas forem enxertadas. sugere-se preparar no máximo 00 litros de substrato a cada vez. para não provocar seu destorroamento durante o plantio da muda. o plantio deverá ser feito somente após a brotação. encharcando a cova com água durante o plantio (plantio na lama ou no barro). aproveitando o período seco ou menos chuvoso para essas atividades. Maiores índices de pegamento são obtidos quando a enxertia é realizada em meses quentes do ano.

 g de bórax e  g de molibidato de amônio). Outra maneira prática de se fazer essas adubações é via água de irrigação. As formigas devem ser controladas por aplicações de formicidas disponíveis no mercado. com boa aeração e drenagem. II. CONTROLE DE DOENÇAs NO vIvEIRO: As principais doenças constatadas em mudas de pequi são a podridão-de-raízes e a ferrugem das folhas. 9 AgriculturA e PecuáriA . ABERTURA E PREPARO DAs COvAs As covas devem ter as dimensões de 0 x 0 x 0 centímetros. Preparo para o Plantio I.0 g de sulfato de amônio por planta. A ferrugem pode ser controlada com pulverizações da folhagem com fungicidas cúpricos. adicionando-se  g de uréia ou 0 g de sulfato de amônio por regador de 0 litros de água. EsPAÇAMENTO O espaçamento recomendado é de  a 0 metros entre plantas. vII.  g de sulfato de manganês.  g de sulfato de cobre. e sacos plásticos bem perfurados na lateral e no fundo. regando normalmente as mudas encanteiradas. cloreto de potássio FTE BR  00 g 00 g 0 g 0 g (ou 0 g de sulfato de zinco. mensalmente. A adubação é feita de acordo com os resultados da análise de solo. elas devem receber adubações nitrogenadas em cobertura. na dose de 0. Para minimizar a incidência de podridão-de-raízes. O superfosfato simples mais os micronutrientes ou FTE podem ser substituídos por 00g de Termofosfato Yoorim Master. O controle de cupins deve ser feito por destruição mecânica dos cupinzeiros associada com aplicação de cupinicidas. recomenda-se não irrigar em excesso e usar substrato com até 0 % de esterco e 0 % de argila. g de uréia ou . Durante a formação das mudas. para não acumular água.calcário dolomítico (PRNT=00 %) superfosfato simples.

b) Em solos de textura média e arenosa. Plantar no centro da cova sem abafar o tronco com a terra. são recomendadas três adubações em cobertura. acrescentar sulfato de zinco. quatro e cinco ou mais anos de idade. incorporar por cova de plantio: calcário dolomítico ou magnesiano (PRNT=00 %) superfosfato simples. de modo a armazenar maior quantidade de água. até o final do período chuvoso. Retirar o saco plástico ou outra embalagem que envolve a muda. Para evitar toxidez e desequilíbrios nutricionais nas mudas. 00 g 0 g 0 g 0 g g g . a cada 0 dias. respectivamente. 0. em doses equivalentes 0 . três. Sugerem-se adubações anuais nas doses de 0. dispensando-se neste caso a aplicação de outras fontes dos micronutrientes. e cobrir a superfície da cova em volta da planta com material vegetal seco. Fazer uma bacia ao redor da cova. cloreto de potássio. Adubação de Cobertura Após o plantio. o superfosfato simples pode ser substituído por igual quantidade de Termofosfato Yoorim Master.Na ausência da analise do solo. sulfato de cobre e sulfato de manganês. sulfato de cobre.0 g 0. g Os micronutrientes podem ser substituídos por 0 g de FTE BR . não corrigidos. sulfato de manganês. os fertilizantes devem ser bem misturados com toda a terra da cova. Apertar a terra levemente ao redor da muda e regar bem. 00. tanto as doses de calcário como de superfosfato simples devem ser reduzidas para 0 % e 0 %. com um. sulfato de zinco. com  g de sulfato de amônio e 0 g de cloreto de potássio por cova. pode-se usar: a) Em solos argilosos. bórax molibidato de amônio. dois. Plantio O plantio deve ser feito no início da estação chuvosa. 00 e 0 g da fórmula 0-0-0 por planta. respectivamente.

ao redor da planta. Colheita e Comercialização O fruto está maduro quando a casca do tronco da planta apresentase mole. durante o período chuvoso. para mudas produzidas a partir de sementes. A maturação e colheita ocorrem normalmente no período de novembro a março. . eles desprendem-se da planta caindo ao chão. e parcelar essas doses em três aplicações em cobertura. A produtividade de pequizeiros adul AgriculturA e PecuáriA a  %. cujo controle consiste em podar os ramos doentes 0 centímetros abaixo das partes lesionadas e pincelar as extremidades com calda ou pasta à base de fungicidas cúpricos. A incidência de percevejos nos frutos poderá ser controlada naturalmente através do consórcio com outras plantas. no sistema agroflorestal. de modo uniforme em toda a área sob copa. O uso de mudas enxertadas permite antecipar a frutificação para o segundo ou terceiro ano após o plantio. A produção do pequizeiro inicia a partir do quarto ou quinto ano após o plantio. Controle de pragas e doenças: o controle de cupins e formigas deve ser feito por destruição mecânica dos ninhos e utilização racional de cupinicidas e formicidas disponíveis no mercado. por meio de capinas manuais. O ataque de formigas pode ser evitado com a colocação de copos plásticos descartáveis de 00 ml. semelhante a uma saia e impedindo o acesso e o dano das formigas às folhas. Quando os frutos atingem a fase de maturação. . não se deve colher sementes de plantas doentes ou retirar seus ramos para enxertia.Tratos Culturais Capinas: a fim de evitar competição com o pequizeiro. respectivamente. % e . são o Mal-do-Cipó e a morte descendente da planta. de boca para baixo. As principais doenças do pequizeiro na fase de crescimento. envolvendo o caule da planta. deve-se realizar o controle de plantas daninhas. com coroamento. % da fórmula.

sobre a extraçâo do óleo de pequi para a produçâo de biodiesel O óleo das sementes de pequi pode ter diversas aplicações. varia de 00 a 000 frutos por planta por ano. pode-se esperar uma produtividade de até 00 caixas / ha / ano.htm>. no espaçamento de 0 x 0 m.00. Agro Ildeu de. 2. SALVIANO. conforme legislação da ANVISA. dentre as quais está a produção de biodiesel. Em sistema de cultivo homogêneo. Deve-se deixar as sementes em contato com o solvente até a total extração do óleo. recomenda-se entrar em contato com o LADETEL: LADETEL .br/ site_emater/Serv_Prod/Livraria/Fruticultura/Pequi. Ciências e Letras da USP Ribeirão Preto já produz biocombustível a partir de diversos óleos vegetais. Disponível em <http://www.  .emater. EMATER-MG. O procedimento utilizado pelo LADETEL para a obtenção do óleo de pequi foi a extração através do solvente hexano. É importantíssimo lembrar que o óleo de pequi obtido através de extração por solvente não pode ser destinado ao consumo alimentício.00 litros de óleo de pequi.tos. O Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas (LADETEL) da Faculdade de Filosofia. de cada hectare plantado podem ser obtidos até . em condições naturais.Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas Fone: () 0- REFERêNCIAs SOUZA. e depois deve-se promover a evaporação do solvente. Para obter maiores informações e esclarecimentos. Segundo o professor Miguel Dabdoub. o que equivale a  a 0 caixas por planta / ano. maio 00. Antônio. “A Cultura do Pequi”. Acesso em: 0 de mar.mg. dentre os quais encontra-se o óleo de pequi.gov.

Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas. “Laboratório testa biodiesel com óleos de plantas brasileiras em veículos e locomotivas”.br/agen/repgs/2003/pags/280. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de mar. 00 . htm>. de A. //00. 00. V. DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA BERNARDES.Contato telefônico com o LADETEL . Agência USP de Notícias. Júlio.usp. Acesso em: 0 de mar. Carlos A. Disponível em <http://www.

devido principalmente ao seu rápido crescimento. em canteiro de mudas embaladas e em canteiros de mudas de raiz nua. tem sido fundamentada principalmente no uso final da  . A madeira do pinus é usada em construções leves ou pesadas. Plantio: Preparo do terreno: l Construção de estradas e aceiros l Desmatamento e aproveitamento de madeira l Enleiramento ou encoivaramento l Queima das leiras l Desenleiramento l Combate à formiga l Revolvimento do solo l Sulcamento e/ou coveamento Espaçamento: A escolha do espaçamento de plantio. semeadura: em sementeira. chapas de fibras e de partículas. entre outros. compensados. O pinus também pode ser utilizado na implantação de quebra ventos(). sementes: As sementes podem ser obtidas das árvores existentes na região ou compradas em locais especializados. O P. na produção de laminados. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA As espécies do gênero Pinus são amplamente utilizadas em reflorestamentos no Brasil.CULTIvO DE PINUs PALAvRAs-ChAvE Pinus. na produção de celulose e papel. na maioria dos planejamentos florestais. cultivo de pinus Informações sobre o cultivo de pinus e sua rentabilidade. elliottii também é muito utilizado para a extração de resina.

Plantio mecanizado: consiste de um trator que transporta as mudas e abre a cova com um disco sulcador enquanto um operário distribui as mudas. O replantio deverá ser realizado num período de 0 dias após o plantio. a idade de corte. Tratamentos especiais: A limpeza é realizada até que as plantas atinjam um porte suficiente para dominar a vegetação invasora A prevenção ao ataque das formigas cortadeiras deve ser realizado constantemente. mostra que. sendo este processo utilizado para mudas de raiz nuas. tecnológico e econômico. Ao mesmo tempo duas rodas convergentes fecham o sulco. considerando a origem da madeira. através da vigilância e do combate na fase de preparo do solo. costumam ser utilizado o espaçamento de m x m e .Métodos de plantio: Plantio manual: consiste inicialmente no balizamento e alinhamento. florestas naturais e plantadas.m x . abertura de covas. . As mudas mal plantadas são arrumadas por um operário que segue a máquina.00 . As indústrias de papel e celulose têm nos reflorestamentos. Ele influencia as taxas de crescimento das plantas. bem como as práticas de exploração e manejo florestal e conseqüentemente os custos de produção. na qual a localização e o próprio combate são facilitados. a qualidade das madeiras. Preços praticados no mercado (fonte: TecnoFlora Florestal): Pinus em pé no estado do Paraná Região Cascavel Ponta Grossa e Guarapuava Diâmetro >0 a 0 cm - cm Preço R$ . distribuição de mudas e plantio propriamente dito.. O espaçamento tem uma série de implicações do ponto de vista silvicultural. e Eucalytus sp.00 Unidade m m  AgriculturA e PecuáriA madeira. quando a sobrevivência deste é inferior a 90%. a partir do ano de 99. sua fonte de matéria prima.m. Aspectos econômicos: Os dados da evolução do consumo. notadamente de Pinus sp. os reflorestamentos são a principal fonte de matéria prima para abastecimento industrial. Nos plantios de pinus.

00 a .Ponta Grossa e Prudentópolis Ponta Grossa.0 0.0 a .00 .00 .0 .00 .00 .0 . st= ton  .00 .00 . Alto Paraná. Cianorte Tunas do Paraná >  cm 0- cm Pinus em tora no estado do Paraná Região Castro e Pitanga Diâmetro -0 cm 0- cm - cm -9 cm 0- cm -9 cm 0cm e acima - cm - cm - cm  cm e acima Gal Carneiro.0 .00 9.00 .00 0. Contenda Mandirituba Gal Carneiro e União da Vitória > cm -9 cm 0- cm 0- cm - cm - cm >  0- cm - cm > cm 0-0 cm 0-0 cm >0 cm - cm 9- cm - cm > cm 0- cm - cm > cm . Tibagi e Castro Ponta Grossa.00 .00 .00 .00 9. Irati e União da Vitória 0- cm -0 cm Preço R$ 9.0 Unidade st m m m m m m st st st ton m m OBs Guarapuava e Piraí do Sul Sengés e Jaguariaiva 0.00 .0 .00 9.00 .00 0. .00 .00 . Campo Largo. Campo Mourão.0 . Fazenda Rio Grande.0 m st st st st st st st st st st st st st st st st st st st m st Teixeira Soares e Irati Castro e Reserva Maringá.00 .00 .00 .00 0. .00 . 0.00 a .00 -.00 a 9.

pode-se dizer que: investindo-se uma certa quantia em determinado projeto.0 . não há excedente econômico. é feita em função da própria recuperação do investimento. .se RBC <  -------à o investimento não é vantajoso e rejeitar o projeto. menor ou igual ao montante investido.0 . para efeito de aceitar ou rejeitar um projeto de investimento.se RBC >  -------à o investimento é vantajoso e aceita-se o projeto.0 . . a aceitação ou rejeição do projeto terá de ser avaliada sob outros aspectos.00 . Se a RBC for igual a um. desta forma.00 .0 0.00 . A análise da RBC. que poderá ser maior.0 .0 m m m m m m m m st st st st st st st ton m m m ton ton ton podada Curiuva  ton=m Telêmaco Borba -0 cm 0 cm e acima  ton=m De um modo bem simples. isto é.00 .Bituruna Palmas - cm -0 cm  cm e acima 0- cm -0 cm - cm -0 cm  cm e acima  a  cm - cm - cm  cm e acima  a  cm - cm - cm < cm - cm - cm  a 0 cm 0-0 cm .00 0.0 . . 9. como a taxa de juros e o ciclo de vida do projeto para decidir sobre sua aceitação ou não.00 . maior o  AgriculturA e PecuáriA . ao final do seu ciclo (período de maturação) tem-se o retorno do investimento. RBC = . em valores de hoje.00 0. tem-se que: . .00 9.00 .00 9. Quanto maior o valor da RBC.00 . Assim.

Gráfico 1 . a que apresentou a maior vantagem econômica pelo critério da RBC. que geram bons rendimentos no pátio industrial. Desde cedo é de extrema importância uma visita a cooperativas de  . o mercado vem remunerando bem a madeira de pinus e há uma tendência de valoração de preço. principalmente naqueles sortimentos em que ocorre um melhor aproveitamento da madeira. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs É sempre importante saber que nesse mercado os retornos sobre o investimento demoram por volta de  a  anos dependendo do desenvolvimento e dos cuidados com a vegetação. Nos últimos tempos. não aplicar um capital que você não poderá perder.retorno do capital investido e vice-versa. Mercados promissores de painéis reconstituídos como MDF e OSB estão se fortalecendo.Resultado da análise econômica pela RBC O pinus é uma cultura com excelente retorno econômico. serraria e laminação. de acordo com o diâmetro das toras. a cultura do pínus é. nitidamente. Como pode ser visualizada. com a vantagem de ter uma baixa utilização de mão-de-obra e de insumos e apresentar receitas nas épocas dos desbastes e corte raso. Por esse motivo. Os sortimentos de madeira a serem produzidos são para celulose. O gráfico  sintetiza os resultados da avaliação das culturas selecionadas para análise.

ambientebrasil. se possível. Disponível em: <http://www. SEBRAE ES . Ambiente Brasil.com. Acesso em:  de nov.com. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA madeira presentes em seu estado para avaliar quanto você vai produzir e. agroecologica.br>. 00. 00. como a industria de papel e celulose que já compram madeira antes mesmo do início do cultivo. Acesso em:  de nov.br>. .br>.sebraes. . já ter fechado contratos com futuros clientes.Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas.embrapa. . Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de nov. Acesso em:  de nov.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Portal da Revista Agroecologia Hoje. Samir Sayed NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de nov.br>. 00. . Disponível em: <http://www. 00.com. EMBRAPA .REFERêNCIAs .

trate as sementes com água sanitária comercial diluída na proporção de :. pois com a secagem elas perdem rapidamente o poder germinativo. Deve-se trocar a água diariamente para evitar fermentação excessiva. Lave-as novamente em água corrente e deixe-as secar a sombra por um dia. Selecionados os frutos. recomenda-se acessar o documento disponível através do link abaixo: Cultivo de pupunha 0 . Em seguida. sadias e que produzam perfilhos. os frutos devem ser colhidos quando maduros. as sementes devem ser lavadas com água. Depois de colhidos.CULTIvO DE PUPUNhA PALAvRAs-ChAvE Pupunha. devem ser selecionados os de bom aspecto e que não tenham sido atacados por fungos e pragas. pois provavelmente não germinarão. devendo ser provenientes de plantas matrizes sem espinhos. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Para obter um melhor aproveitamento das sementes de pupunha. sementes de pupunha Deseja saber qual é o melhor método de quebra de dormência das sementes de pupunha. Para obter maiores informações a respeito do cultivo de pupunha. as sementes devem ser semeadas o mais rápido possível. Feito isso. As sementes que boiarem devem ser descartadas. corte-os e retire as sementes manualmente. deixando-as de molho por um período de  a  dias. e se necessário. mantendo-as nesta solução por  minutos. os resíduos da polpa devem ser removidos esfregando as sementes em peneira de malha grossa. Após isso.

000. acesso em  de mar. Carlos A. A. 00. Rio Branco. Disponível em <http://www. V. DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA . . 00. M. C.cpafac.embrapa. “Cultivo da pupunha para palmito no Acre”. LUNZ. P.br/pdf/cirtec31. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar. de A. L.REFERêNCIAs BERGO.pdf>. Embrapa Acre. p.

doenças e medidas de controle. inicialmente. trás informações gerais sobre cálculo de custos na atividade agrícola. na região de Tacuru no Mato Grosso. as quais levaram que se buscasse obter formas mais eficientes de se calcular custos agrícolas. insumos agrícolas Informação sobre os custos de produção da lavoura de soja. mensurando em seguida os componentes de custos. Essas informações são úteis para que se faça um planejamento satisfatório da implantação de uma lavoura de soja. No sentido de se buscar obter os custos referentes à produção agrícola. pois a partir delas. Companhia Nacional de Abastecimento. dissecação em pós-colheita de soja. após dividir os custos agrícolas em custos fixos. resistência. a expansão no cultivo nos últimos anos. Em seguida o texto apresenta a nova metodologia de cálculo de custos usada no referente estudo. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA No documento Tecnologia de Produção de Soja Região Central do Brasil 00 encontra-se uma série de informações sobre produção de soja: Histórico do cultivo de soja no país. perspectivas de mercado. semeadura direta. exigências climáticas para uma boa produção. Correção e manutenção do solo. sobre mudanças econômicas que ocorreram no Brasil nos últimos anos.CULTIvO DE sOjA PALAvRAs-ChAvE Soja. inoculação das sementes com Bradnhrizobium. manejo do solo. Tipos de cultivares. produtos agrícolas. processo de rotação de cultura no contexto da produção de soja. No último capítulo o estudo. manuseio de insetos-pragas. tecnologia das sementes e colheita. custo de produção. variáveis e operacio-  . até quanto será o custo de produção da soja. pode-se ter condição de saber desde o que deve ser feito para se ter um solo bem preparado. disseminação. manuseio de herbicidas e descarte de embalagens. controle de plantas daninhas. Esse texto versa. retenção foliar e haste verde. o texto Custos de Produção Agrícola da CONAB. instalação da lavoura.

deve-se ter uma preparação maior do solo. sabe-se que inicialmente devem-se considerar as condições prévias da área onde se pretende plantar a soja. mão-de-obra fixa. e . estabilizá-lo. por hectare. para terrenos novos. PROAGRO e assistência técnica. reais. mão-de AgriculturA e PecuáriA nais.9 reais. limpeza. entre outros procedimentos. é no total de .. na região de Sapezal-MT. recepção. reais. operações com máquinas. reais. Sendo que 9. gastos com despesas do pós-colheita. Os custos de cultivo de soja. que engloba transporte externo. deve-se proceder a um processo de calagem por um período de  a  anos. de implementos e de maquinários. versa sobre cada item que compõe cada um dos três diferentes tipos de custos citados. produção essa tanto via cultivo convencional. via plantio convencional. devem-se usar inicialmente variedades específicas de sementes.0 reais. Para um terreno já cultivado os custos de produção de uma lavoura de soja variam de acordo com o tipo de plantio e com a área onde a soja está sendo plantada. por hectare.Safra 2005/06 encontra-se uma série de tabelas com os custos de produção de soja (entre outros insumos agrícolas) em diferentes regiões. na região de Primavera do Leste-MT.0 reais. Já os custos de cultivo de soja. que envolve operação com aviões.Agora especificamente sobre o cálculo dos custos referentes à produção de soja. secagem e armazenamento 0-d. Assim. operações com máquinas.9 reais. fertilizantes e defensivos. que busque domesticá-lo. quanto via plantio direto. mão-deobra temporária.Safra de Verão . gastos com depreciações de benfeitorias/instalações. reais se deve a gastos com custeio da lavoura.. quando comparado com o custo referente ao de uma lavoura plantada em um terreno já cultivado. . devido à manutenção periódica de maquinários. gastos com despesas de custeio da lavoura. Caso o terreno seja novo. nutri-lo. . . referentes à remuneração esperada sobre capital fixo e renda de terras. . é no total de . deve-se proceder a uma efetiva abertura da área a ser plantada. . via plantio direto. que consiste em operação com aviões. sementes. encargos sociais e seguro de capital fixo. o custo de produção de soja será maior. No documento Custos de Produção . Sendo esses divididos em 9. reais provenientes de despesas financeiras com juros.

e 0.Safra de Verão . REFERêNCIAs EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. de implementos e de maquinários. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Caso queira calcular o custo exato de implantação da pretensa lavoura de soja. encargos sociais e seguro de capital fixo. .pdf>. Embrapa Cerrado. sementes. Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada. as quais consistem em transporte externo. Disponível em: <http://  . Empresa Mato-grossense de Assistência Técnica e Extensão Rural de Mato Grosso. mão-de-obra fixa. Custos de Produção Agrícola CONAB.pdf>. 00. Fundação Meridional. Finalmente.embrapa. Londrina-PR. reais com despesas com juros. referentes a remuneração esperada sobre capital fixo e renda de terras.br/download/safra/custosproducaometodologia. secagem e armazenamento 0-d.0 com gastos com manutenção periódica de maquinários. Embrapa Agropecuária Oeste. br/download/publicacao/central_2005. mais próxima. fertilizantes e defensivos. assistência técnica. Com.gov. Acesso em: 0 de jun. que a partir de uma análise das condições do local onde se pretende plantar a soja e das particularidades regionais. Disponível em: http://www. Disponível em: <http://www. órgão da ESALQ/USP. como informou Mauro Osaki pesquisador do CEPEA. Acesso em: 0 de jun. por exemplo. deve-se buscar um engenheiro agronômico.conab. Embrapa Soja. . tem-se que os custos fornecidos acima estão próximos dos custos praticados na região de Tacuru. Tecnologia de Produção de Soja Região Central do Brasil 00. limpeza. 00. 00.cnpso. recepção. . reais com depreciações de benfeitorias/instalações.Safra 2005/06. poderá fornecer o desejado. .obra temporária. Vale ressaltar que engenheiros agronômicos podem ser conseguidos de forma direta e particular ou via órgãos estaduais e municipais de apoio ao produtor rural. a EMATER-MT. 9p. Custos de Produção . Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo. reais com despesas pós-colheita. seguro da produção.

órgão da ESALQ/USP. Disponível em: <http://cepea. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA www. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jun. 00.esalq. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo. .conab. 00.br/> Acesso em: 0 de jun. OSAKI.br/download/safra/CustodeProducao-SafradeVerao. Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada. Mauro pesquisador do CEPEA.pdf>.Acesso em: 0 de jun.usp.gov.

a mesma regra pode ser aplicada as echeverias tomando o cuidado de não adicionar água se a umidade do ar estiver alta e a umidade do solo se mantever por períodos prolongados. A regra básica é dispor o vaso com / de seixos. suculentas Saber qual o pH adequado para o cultivo de cactos e suculentas como haworthia e echeveria e conseqüentemente como corrigir a acidez do solo se necessário. mas são sensíveis a geadas (temperaturas abaixo de ºC). recomenda-se o uso de cascalhos e seixos juntamente com o solo que deve possuir alguma matéria orgânica. As do gênero haworthia são originárias da África do Sul e as do gênero echeveria provem dos desertos mexicanos e da América do Sul.echeverias. mas não tanto a ponto de reter água em excesso . Afora este problema são plantas bem resistentes e o tipo de solo não interfere tanto no seu desenvolvimento quanto a sua quantidade e disposição em relação ao sistema de drenagem da água no vaso. plantas ornamentais.com/cultivation.o que apodreceria as raízes das plantas. O solo deve ter uma boa drenagem.CULTIvO DE sUCULENTAs PALAvRAs-ChAvE Cactos. para tanto. jardinagem. Qual a drenagem necessária para o desenvolvimento deste tipo de planta? Como preparar o substrato e onde buscar bibliografia para melhorar a produtividade e a qualidade das plantas.html  . sOLUÇÃO APREsENTADA INDICAÇõEs: Cultivating Echeveria hybrids in the Australian home (em inglês) http://www. De forma geral. tropicais e subtropicais. / de cascalhos e / de terra própria para vasos. pois somente encontrou livros que se destinam ao cultivo por hobbie. mas as baixas temperaturas. Ambas toleram regiões temperadas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA O grande vilão entre estas suculentas não é a acidez do solo.

desert-tropicals. a fim de que as plantas perdurem de acordo com a destinação do local a serem plantadas definitivamente . Lá se pode encontrar uma vasta bibliografia sobre estes gêneros de plantas. Portanto os livros encontrados não se destinam necessariamente a pessoas que cultivam por “hobbie”. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de abr.info/ The Haworthia Society (em inglês) http://www. pois o clima e umidade de cada região interferem no crescimento e propagação das espécies.com/ Hints on cultivation of Haworthias and Gasterias (em inglês) http:// www. A maior parte delas possui potencial ornamental e é largamente empregada no paisagismo e jardinagem. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Echeveria (em inglês) http://www. as condições favoráveis ao desenvolvimento da planta serão as mesmas. Mesmo estas associações confirmam que as noções sobre o cultivo dependerão da experiência de quem as cultiva. jardins ou jardins de inverno. mas ao cultivo ornamental em geral. Mas enfatizamos que a principal questão em relação a estas plantas esta relacionada com a drenagem da água.com/cacmalpt.org/ The cactus and succulent plant mall http://www.cactus-mall.haworthia.html Haworthia.haworthia.Se em vasos grandes ou pequenos.ae/Echeveria. devendo ser cultivadas separadas em vasos ou com plantas que requeiram as mesmas condições. Se o interesse é vendê-las comercialmente em larga escala.haworthia.html CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Há muitas associações fora do país. Os solos empregados em vasos e pequenos jardins são ricos em matéria orgânica e não apresentam uma acidez elevada. a maioria disponibiliza sites na língua inglesa e francesa.com/Plants/Crassulace- .Com (em inglês) http://www. Cabe ao empreendedor a orientação de seu público local no manejo correto.

o manejo da informação. agricultura orgânica Informações gerais sobre o cultivo do tomate orgânico e o controle de pragas na zona da mata do nordeste. se é constatado um fungo devido a umidade e se o cultivo do tomate é feito de modo rasteiro pode-se com o manejo por haste da lavoura garantir uma melhor areação e diminuição da taxa de umidade.CULTIvO DE TOMATE ORGÂNICO PALAvRAs-ChAvE Tomate orgânico. A melhor arma é a informação. O produtor deverá visar sempre o ponto de intersecção entre o conhecimento particular e empírico e o conhecimento geral e acadêmico. ou ainda. Isto não funciona com os orgânicos. Se o primeiro lhe fornecerá os sintomas das pragas e doenças para análise. razão pela qual estamos disponibilizando links que conduzam à informações gerais para identificação com o que possa estar acontecendo e casos de estudos particulares para comparações de semelhanças e diferenças.  . Aqui o conhecimento empírico ganha maior importância por se tratar de uma produção mais aberta aos ciclos naturais. A questão é que não é fácil a manutenção deste manejo. que visa a boa qualidade do produto. julgamos que o primeiro passo é a aquisição das informações gerais e o contato com especialistas da área. pois o produtor de orgânicos sabe que sua produção não estará sujeita a um controle fechado. Desta forma. Por exemplo. caberá ao segundo a orientação para que o sintoma conduza a uma causa possível da praga. Abaixo disponibilizamos alguns links que tratam deste assunto especificamente. cresce o número de consumidores preocupados com a forma e o manejo com que os alimentos são cultivados até chegarem às prateleiras do supermercado. sem o uso de pesticidas. Ou seja. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O setor de agricultura orgânica vem crescendo a uma taxa de 0% ao ano no país. cujo domínio de uma técnica seria a garantia de uma boa safra.

usp.embrapa. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA O primeiro trata-se de uma tese desenvolvida na ESALQ-Escola Superior de Agricultura Luis de Queiros – Por Luciano Tamiso que aborda o desenvolvimento e comparação entre algumas áreas de cultivo do tomate orgânico. .cnph. A partir da identificação da doença pode-se buscar os meios de tratamento cabíveis a um sistema orgânico.Disponível em: <http://www. Para acessar a pagina referente ao assunto “tomate orgânico” segue o endereço abaixo.com os tópicos das publicações e seus autores que são especialistas na área.br:4500/ALEPH/por/USP/USP/DEDALUS/ FIND-A?FIND=Todos&BASE=Todas+as+Bases&VALUE=tomate+and+organico > A EMBRAPA –Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – lançou recentemente o livro “Doenças do tomateiro”.pdf> A USP disponibiliza um sistema de biblioteca virtual. Disponível em: < http://dedalus.br > Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de out.usp.br/teses/disponiveis/11/11136/tde20072005-155751/publico/LucianoTamiso.teses. Disponível em: <http://www.

A partir de uma linha básica. germinação do coqueiro anão Informações sobre o cultivo do coqueiro anão e qual é o método mais fácil que permite a germinação do coco? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segue abaixo orientação sobre plantio de coqueiro anão que deve ser. 1. x . Eng. o primeiro passo a ser dado nesta cultura. com temperatura média em torno de oC. O plantio do coqueiro anão requer cuidados especiais que devem ser observados. as covas 90 .m (0 plantas/ha). Agrônomo Joel Lamoglia. orientada no sentido Norte-Sul. Como marcar as covas O coqueiro anão deve ser plantado em triângulo. Solos de textura franco-arenosa e profundos são os mais adequados. necessário se faz consultar um especilaista. Caso o problema persista. segundo o pesquisador da Embrapa. ou seja um engenheiro agrônomo ou técnico. x . O CATI também oferece apoio aos agricultores. Temperaturas inferiores a oC prejudicam o seu desenvolvimento e causam a queda dos frutos pequenos.CULTIvO E GERMINAÇÃO DO COQUEIRO ANÃO PALAvRAs-ChAvE Coqueiro anão. não sendo indicados os solos excessivamente argilosos e/ou os sujeitos a encharcamento. O cultivo do coqueiro anão Onde plantar O coqueiro requer um clima quente. no espaçamento de . cultivo do coqueiro anão.

A partir da segunda linha marca-se a terceira e.Figura 1 . . adubo orgânico (uma lata de 0L de esterco bovino ou quantidade equivalente de outra fonte orgânica) e 00g de superfosfato simples. tendo em cada extremidade e no meio uma argola. assim.Marcação das covas para o plantio do coqueiro anão Como plantar O plantio das mudas deve ser efetuado no início do período chuvoso. com m de extensão. tendo o cuidado de separar a terra da camada superficial (primeiros 0cm). retirar um pouco de terra do centro da cova e colocar a muda. marca-se a segunda linha. abrir covas de 0 x 0 x 0cm. Após um mês do plantio. fixando-a ao solo. originando a primeira linha.m. O plantio da muda só deve ser feito após a fermentação do adubo orgânico. preparar a cova fazendo o seu enchimento com a seguinte mistura: terra de superfície. Depois. usando 00g de uréia e 00g de cloreto de potássio espalhados sobre a cova. em torno da muda. sendo as covas preparadas com 0 dias de antecedência. com o auxílio de uma corrente. sucessivamente. 9 AgriculturA e PecuáriA são marcadas a cada . Para o plantio. fazer a adubação de cobertura. até completar a marcação de toda a área (Figura ). e tendo o cuidado de evitar o enterrio total da semente (Figura ). Para isto. Depois de aberta.

o coqueiro deve receber de 0 a 0 litros/água/dia. etc. iniciando com 0.Figura 2. para repor os nutrientes retirados do solo pela planta. a partir do º ano. Tratos culturais e irrigação Para evitar a concorrência das plantas daninhas por água e nutrientes. O coqueiro é muito exigente em água. mais ou menos. O tamanho da coroa varia de acordo com a idade da planta. ou seja. no final do período chuvoso. no primeiro período seco após o plantio.0m de raio. quando a planta é adulta. a limpeza de uma área ao redor da planta. A quantidade de água é crescente de acordo com o desenvolvimento da planta. Preparo da cova e plantio da muda de coqueiro. e em solos de baixa fertilidade natural. A necessidade de água depende de vários fatores: idade da planta. É nessa área limpa onde são aplicados os adubos e a água de irrigação. o clima. aplicadas de uma só vez. Em pequenos plantios. é indispensável fazer o coroamento. a projeção da copa. Podendo atingir de 0 a 0 litro/dia. a adubação deve ser baseada. De maneira geral. sem conotação comercial. recomendam-se as doses contidas na Tabela .0m e atingindo . necessitando de irrigação no período seco para se desenvolver e produzir bem. Em plantios comerciais. acompanhando. o tipo de solo. 9 . Quando e como adubar A adubação deve ser realizada anualmente.

encontrando condições climáticas( favoráveis entre as latitudes 0°N e 0°S.TABELA 1 Doses de adubos (g/planta) recomendadas para o coqueiro em diferentes fases. consideradas ótimas para o crescimento e produção. . na análise foliar. Aplicação dos fertilizantes no coqueiro adulto. Mínimas diárias inferiores a °C modificam a morfologia do coqueiro e. Temperatura O coqueiro requer um clima quente. A colheita Os frutos verdes. Figura 3.00m da base do coqueiro. É nesta zona. com média anual em torno de °C e oscilações diárias de ºC a °C. e deve ser feita na mesma área de aplicação da química. cultivado em solos de baixa fertilidade.Os adubos devem ser espalhados na zona de aplicação indicada na Figura . onde está situada a maior parte das raízes ativas do coqueiro. Exigências climáticas do coqueiro Como as demais palmáceas.) é uma planta essencialmente tropical. mesmo que de pequena duração. para o consumo da água. depois. A adubação orgânica é muito importante para o coqueiro. sem grandes variações de temperatura. inicialmente. provocam desordens fisiológicas.0 e . na análise do solo e. entre 0. o coqueiro Cocos nucifera L. 9 AgriculturA e PecuáriA sempre. devem ser colhidos com a idade de  a  meses. 02.

tornando-se prejudiciais apenas quando coincidem com baixa umidade atmosférica. é considerado prejudicial ao coqueiro. No Sri Lanka. enquanto que na Jamaica. Em regiões onde o lençol freático é pouco profundo ( a  metros). agravada pelo ventos quentes e secos. Temperaturas mais elevadas que a ótima são toleradas. Essa situação é amenizada em ambiente onde o lençol freático é pouco profundo ( a m). oN. Tem-se observado que o crescimento e produção não dependem apenas da pluviosidade total. Um período de três meses. o tamanho da 9 . Por outro lado. ou quando o fornecimento de água é possível através da irrigação. provocando alta taxa de transpiração foliar. devido à redução da transpiração. são encontrados coqueiros a 0 metros acima do nível do mar. de nutrientes pelas raízes. o aumento da transpiração foliar. O regime pluviométrico ideal é caracterizado por uma precipitação anual de . Tem-se observado que o número de frutos por planta. provocado pela redução da umidade atmosférica.00mm. com pluviosidades mensais nunca inferiores a 0mm. coqueiros acima de 0m não são comercialmente cultivados. a °N. À medida que se distancia da linha do equador. Pluviosidade A distribuição das chuvas é o fator que mais influi no desenvolvimento do coqueiro. e favorecem a propagação de doenças fúngicas.tais como a parada do crescimento e o abortamento de flores. A temperatura determina também. Umidade atmosférica Pela distribuição geográfica da cultura do coqueiro pode-se concluir que os climas quentes e úmidos são os mais favoráveis ao desenvolvimento dessa planta. provocam queda prematura dos frutos. mas também da distribuição anual das chuvas. conseqüentemente. além de reduzirem a absorção de nutrientes. com menos de 0mm de precipitação por mês. a altitude em que o coqueiro pode ser cultivado. Umidade relativa do ar inferior a 0% é prejudicial ao crescimento dessa planta. induz um aumento na absorção de água e. que não pode ser compensada pela absorção de água através das raízes. condições de umidade muito elevada. o limite máximo de altitude torna-se mais baixo.

Uma insolação de . . causando as seguintes conseqüências: redução da insolação. vento Os ventos fracos e moderados favorecem o desenvolvimento do coqueiro por aumentarem sua transpiração. no mínimo. principalmente quando seu estipe está danificado pela ação das coleobrocas. por um longo período. lixiviação dos elementos minerais e. dificuldade de ocorrer uma boa fecundação. mas que permitam bom suprimento de água para as plantas. é considerada ideal.0 Solos Escolha do solo Em geral. a absorção de água e nutrientes pelas raízes.radiação solar O coqueiro é uma planta altamente exigente em luz e não se desenvolve bem sob condições de baixa luminosidade. está quase sempre associada à presença de lençol freático pouco 9 AgriculturA e PecuáriA noz e a quantidade de copra por noz são consideravelmente afetados 0 meses após um prolongado período de seca. e conseqüentemente. uma excessiva quantidade de chuva. devendo-se considerar principalmente a radiação solar. principalmente na zona de maior atuação das raízes. O vento tem papel importante na disseminação do pólen e na fecundação das flores femininas. Todavia sob condições de deficiência de água no solo.Intensidade luminosa . A adaptação do coqueiro aos Neossolos Quartzarênicos (Areias Quartazosas) do Litoral Nordestino. seu habitat. possível falta de aeração do solo. os ventos fortes podem derrubar coqueiros muito altos. como acontece na região litorânea do Nordeste do Brasil. sendo menos importante nas variedades Anãs por serem predominantemente autógamas. os ventos tornam-se prejudiciais por agravarem os efeitos da seca.000 horas anuais com. Apesar do sistema radicular do coqueiro ser muito resistente. pode ser prejudicial. o coqueiro apresenta melhores condições de adaptação a solos leves e bem drenados. ainda. O aspecto estiolado de coqueiros que crescem sob o sombreamento de coqueiros adultos é bem conhecido. Contudo. No entanto a insolação não é um bom método para avaliar a incidência de energia luminosa. Essa importância é maior na variedade Gigante por ser alógama. sendo a produção recuperada somente dois anos após o fim desse período. 0 horas por mês.

trouxe.profundo. ainda se encontram em fase de estudo. A cultura da coqueiro se enquadra nessa categoria. na aeração e na resistência à penetração das raízes. Os solos que predominam nos tabuleiros são. baixa capacidade de retenção de água e lençol freático muito profundo. necessitando dessa forma. é necessária a adoção de técnicas eficazes no suprimento de água para as plantas. de cuidados especiais quanto ao fornecimento regular de água e nutrientes a fim de que seja possível sua exploração econômica nesse ecossistema. uma série de problemas tecnológicos. as precipitações pluviais são concentradas em cinco a seis meses contínuos. porém apresentam baixos teores de matéria orgânica e de nutrientes. compensando assim. Nos Tabuleiros Costeiros. Essa condição permite a ampliação da área de solo a ser explorada pelas raízes. O deslocamento da cultura do coqueiro para regiões não convencionalmente cultivadas. Essas camadas. a qual. caso dos solos dos Tabuleiros Costeiros do Nordeste. na sua grande maioria. principalmente se a variedade cultivada for o coqueiro Anão Verde. reduzem a profundidade efetiva do solo dificultando a circulação normal de água e ar e. na presença de umidade. deixam as plantas vulneráveis ao tombamento. sua baixa capacidade de retenção de água. interferem na forma com que a água é retida. Como os riscos para o coqueiro nos Tabuleiros Costeiros estão relacionados quase sempre ao baixo suprimento de água para as plantas. Quando o lençol freático é profundo. Como agravante. sendo a irrigação a alternativa mais utilizada. promovendo danos ao crescimento e desenvolvimento das plantas. se torna friável. favoráveis. mais exigente em água e nutrientes. como conseqüência. em geral. região em franca expansão da cocoicultura para água de coco. o seu cultivo tem sido viável. Por apresentarem elevados níveis de adensamento. Além de regular o suprimento de água. a irrigação reduz a expressão do adensamento da camada coesa. permitindo a penetração das raízes e o aprofundamento do sistema radicular. este conjunto de características põe em risco a cocoicultura. em sistemas irrigados. os quais. predominantemente. gerando déficit hídrico para culturas de ciclo longo. comuns nos solos desse ecossistema. Em plantios de sequeiro. cultivadas sob regime de sequeiro. se muito superficiais. portanto ao coqueiro. melhorando o 9 . diz respeito à existência de camadas coesas sub superficiais. um dos problemas mais graves. perenes ou semiperenes. arenosos.

estar proporcionando melhores condições físicas para o desenvolvimento da cultura. É imprescindível a utilização de práticas culturais que impeçam a perda rápida de água após a estação chuvosa e o revolvimento excessivo do solo. Deve-se optar pela manutenção da cobertura vegetal durante a época chuvosa. boas relações custo/benefício e preservação ambiental. sistemas tecnificados. Preparo do solo O manejo do solo nas entrelinhas de culturas perenes. o objetivo principal consiste em cortar o solo a determinada profundidade da superfície. O produtor deverá ter sempre em mente que o melhor manejo é aquele em que se utiliza o mínimo possível de operações mecanizadas. Essa estratégia tem sido bastante utilizada em diversas fruteiras cultivadas no Nordeste. e fazer a inversão da área cortada. pode intensificar a erosão e promover compactação subsuperficial. pois a combinação de horizonte coeso com camada compactada tende a acelerar o processo de degradação podendo criar situações insustentáveis para exploração agrícola e preservação ambiental. mas que garantam a manutenção de umidade e de nutrientes no solo por toda vida útil das plantas. restringir a duas. no entanto. A 9 AgriculturA e PecuáriA suprimento de água e nutrientes e reduzindo a vulnerabilidade das plantas a estresses hídricos. ou. é um pré-requisito importante para promover o arejamento da camada explorada pelas raízes. Nos solos dos tabuleiros com camada coesa. Se feito de forma inadequada. no entanto. irrigados ou não. facilitar a absorção de água e nutrientes e preparar o leito para o plantio. sempre que possível. No manejo do solo utilizando disco. será possível a obtenção de produtividades compatíveis com os investimentos aplicados. esse efeito é muito grave. será dada ênfase apenas para áreas já desmatadas. acreditando-se com isso.Apesar dessas limitações é possível o cultivo do coqueiro em outras regiões que não a Baixada Litorânea devendo-se utilizar. Com esses cuidados. Considerando que nos tabuleiros a expansão da cocoicultura em áreas virgens é uma situação cada vez mais rara. . quando os teores de água no solo são elevados e reduzi-las durante o período seco. no máximo três operações ao ano. O bom senso é que vai determinar quantas operações serão necessárias devendo-se .

0 90-00 Aracaju (SE) Telefone: (9) 009- Fax: (9) - Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) sac@cpatc. utilizar coberturas vegetais (leguminosas) nas entrelinhas. Por esse motivo.embrapa. principalmente em plantios jovens. utilizar alternância de capinas. Dentre as vantagens desse sistema. acredita-se que a operação de preparo utilizando hastes (escarificador). Embrapa Tabuleiros Costeiros Av. cuidando-se para evitar competição por água e nutrientes e promover a utilização dos resíduos da cultura como cobertura morta. quando existentes. onde o sistema radicular ainda não ocupou toda a área das entrelinhas. a “camada arável” se reduz a poucos centímetros. indica-se a consulta a Embrapa Tabuleiros Costeiros. as práticas conservacionistas devem ser direcionadas para melhorar a estrutura do solo através da adição de matéria orgânica e minimização de práticas mecanizadas. seja mais recomendável. a manutenção da cobertura vegetal sobre o solo e o rompimento de camadas adensadas e/ou compactadas superficiais.br 9 . O Engenheiro Agrônomo Edson Eduardo Melo Passos desenvolve pesquisas na área de Exigências Climáticas do Coqueiro e o Engenheiro Agrônomo Fernando Luis Dultra Cintra desenvolve pesquisas na área de solos. Beira Mar. fazendo com que essa prática acelere a degradação da matéria orgânica e deixe o solo mais vulnerável à erosão. pode-se citar o menor consumo de energia. Em muitos solos desse ecossistema. Entre as estratégias a serem utilizada deve-se incluir sempre que possível a substituição da grade por escarificador. principalmente nos Tabuleiros Costeiros. bem drenados. Caso precise de maiores informações. reduzir a freqüência de operações mecanizadas.vantagem desse sistema é bastante discutível. Conservação do solo Devido à preferência para o plantio do coqueiro em áreas com relevo plano a suave ondulado e em solos arenoso. entre outras práticas que propiciem a utilização dos recursos naturais disponíveis e que tenha o cunho de preservação ambiental.

embrapa. Acesso em:  de ago. Acesso em:  de ago. Sistema de Produção para a Cultura do Coqueiro. Joana Maria Santos e SIQUEIRA.br/download/SP1.doc>.cpatc.embrapa. 00. O total da fórmula a ser utilizado por ano equivale ao somatório das quantidades de cada adubo recomendado isoladamente. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 99 AgriculturA e PecuáriA CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs . Luiz Alberto. 00.Se o produtor preferir utilizar uma mistura comercial. Disponível em: <http://www. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de ago. FONTEs CONsULTADAs Embrapa Tabuleiros Costeiros.br/>. deve ser empregada a fórmula 0-0-0.cpatc. Disponível em: <http://www. FONTES. Humberto Rollemberg. a quantidade da fórmula 0-0-0 por planta é 00 (00+00+000). Por exemplo: No ano . FERREIRA.

Contudo.CULTIvO E MERCADO DE PLANTAs MEDICINAIs PALAvRAs-ChAvE Plantas medicinais. como por exemplo o solo. o cultivo deve atender às necessidades básicas de quem o realiza. o tempo de duração do dia (fotoperíodo). O conhecimento tradicional de grupos sociais que fazem uso das plantas é a fonte essencial para a descoberta dos princípios ativossubstâncias capazes de exercer uma ação de cura. o clima. ainda não é possível dizer o quanto cada fator pode contribuir para aumentar ou diminuir tais níveis. estações do ano. épocas de plantio e colheita. mercado de plantas medicinais Saber sobre cultivo e mercado de plantas medicinais. seja ela em grandes áreas ou em microssistemas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Introdução O Brasil tem a maior biodiversidade do planeta com cerca de  mil espécies de plantas superiores conhecidas. como matéria-prima para construção. Em qualquer que seja a escala. entre outros. Deve-se tomar determinados cuidados no cultivo de plantas medi00 . como medicamentos para cura de enfermidades ou no uso de aromatizantes. A maioria é usada pelo ser humano como fonte de alimento.responsáveis no combate de doenças. O cultivo de plantas medicinais deve ser imprescindivelmente racional e produtivo. cultivo de plantas medicinais. Existem vários fatores que influenciam a quantidade de princípios ativos. não se esquecendo em momento algum que as plantas medicinais devem conter satisfatória concentração de princípios ativos.

A secagem deve ser realizada logo que a planta for colhida. cursos de água poluída. salsa. retenção de umidade. . pois a maioria das plantas. Todas as plantas devem ser secas na sombra e em local com ventilação para que haja uma maior conservação e não se diminua a quantidade de princípios ativos. A adubação pode efetuar-se antes do plantio (prévia) e durante o cultivo (de reposição). Os mais indicados são: () o processo de rotação de culturas e () a associação de plantas que repelem alguns insetos . dentre outros aspectos. ravinas. A propagação pode ser realizada por duas formas básicas. apresentarão uma quantidade insignificante de princípios ativos e. a sexuada (por sementes) e a assexuada (por estruturas vegetativas . A colheita constitui uma etapa muito importante do cultivo de plantas medicinais. promover condições favoráveis ao bom desenvolvimento das espécies. o local escolhido para a implantação do cultivo não deve ser próximo de reservatórios de água que estejam sujeitos à contaminação (redes de esgotos.O plantio pode ser realizado em sementeiras.caules e brotos). 0 AgriculturA e PecuáriA cinais. tais como: evitar o plantio e colheita em beiras de estradas. pela possibilidade de se produzir sombras indesejadas. pois as plantas absorvem os gases tóxicos emitidos pelos veículos. pois influencia diretamente a capacidade de absorção de nutrientes. se forem colhidas em épocas erradas. quássia. Também influencia na intensidade de luz a qual a planta deve ser exposta. pela competição alimentar que pode ser evitada se houver obediência do mesmo. camomila. Nunca devem ser utilizados defensivos agrícolas que não sejam naturais. entre outras. corrigir a acidez existente. como também a melhoria das condições físicas do solo no que se refere à estrutura. etc. conseqüentemente. terão pouco ou nenhum efeito terapêutico.como a urtiga. devendo sempre respeitar um determinado espaçamento para cada tipo de planta. porosidade. viveiros de mudas ou diretamente no solo. Ela deve ser feita com o objetivo de melhorar a fertilidade.) e a irrigação deve ser realizada em temperatura bem amena (cedo pela manhã ou ao entardecer). valas.

Por sua vez. Não apenas o cultivo de plantas medicinais deve ser intensificado e renovado. O conteúdo das substâncias ativas de plantas medicinais cultivadas pode ser afetado por vários fatores: l variação genética e transmissão hereditária das substâncias secundárias (geralmente o princípio ativo) l variabilidade morfo e ontogenética. As plantas medicinais podem ser cultivadas visando o aspecto fitoquímico. o uso de pesticidas. o uso de pesticida. por exemplo. Cícero Flávio Soares Aragão Universidade de Cuiabá). diferenças no conteúdo de substâncias ativas em várias partes da planta e du0 . erros no armazenamento podem comprometer os princípios ativos ou causar contaminação por fungos e produzir toxicidade nos pacientes. a utilização errônea das plantas ou o emprego de técnicas inadequadas de preparação prejudicam os resultados finais ou causam efeitos colaterais (BOTSARIS. pré-tratamento e armazenamento corretos e termina com a preparação e utilização terapêutica. Permite garantir a qualidade de toda área a ser cultivada. geram uma planta com pouco princípio ativo. etc. Dr. Uma desvantagem. o mesmo ocorrendo se a colheita não for na época e de forma adequadas. que também devem ser adequados para que os resultados sejam satisfatórios. pois o risco da adulteração ou troca por outras matérias-primas vegetais é quase totalmente eliminado. o tipo e a quantidade do pesticida usado pode ser controlado mantendo o resíduo dentro dos limites toleráveis. o cultivo em solo ou clima inadequado. Existem duas alternativas para obtenção da matéria-prima ativa vegetal: a coleta das fontes nativas e a cultivada. pode não ser evitada. Por exemplo. etc. uma espécie identificada erradamente pode resultar em medicamento fitoterápico inócuo ou até numa intoxicação por planta venenosa.. já que o sucesso do cultivo depende menos da sua quantidade e mais de sua qualidade. Por fim. 99 citado pelo Prof. Qualquer erro em algum elo desta cadeia vai comprometer o resultado final do processo. coleta adequada. A utilização de técnicas de cultivo e genéticas permite o cultivo de espécies que são mais produtivas e resistentes a doenças. O cultivo de plantas medicinais é muito importante para o controle de qualidade de fitoterápicos.O trabalho com plantas medicinais inicia-se na identificação correta da espécie. mas também outros fatores que afetam a qualidade do produto. além da proximidade do local de processamento.

para evitar que absorvam a umidade do solo. clima. tamanhos e tipos de material. deve-se usar  cm entre as plantas e 0 cm entre as linhas. O espaçamento utilizado normalmente é de 0 cm entre as plantas de espécies de porte baixo e de 0 cm entre sulcos. fertilização. Vasos de metal. Seja para assegurar que eles tenham uma vida útil mais longa. altitude. Os canteiros são normalmente utilizados para plantas de pequeno porte e anuais. em princípio. Existem vasos e floreiras de todas as formas. Para cultivá-las em canteiros. tendo uma distância de 0 cm entre eles. com a finalidade de possibilitar a movimentação. usar 0 cm entre as mesmas e 0 cm entre sulcos. Para plantas mais altas. etc. Conforme o tipo de material da qual é feita o futuro vaso ou jardineira. influências ambientais (localização.l Plantas Medicinais Cultivadas Em Canteiros As plantas medicinais. torna-se necessário um pequeno tratamento prévio. estes deverão possuir  m de largura e comprimento variável. do contrário tenderão a ficar ressecados.) . seja para possibilitar às plantas melhores condições de cultivo: • • • Vasos de barro que nunca foram usados devem ser mergulhados em água por  horas. ou nas floreiras podem ser plantados sementes ou mudas de plantas medicinais. não deveriam ficar em contato dire0 AgriculturA e PecuáriA rante seu desenvolvimento. que atinjam  m de altura. Quando se trata plantas individuais. Para as plantas que chegam a  m de altura. Materiais como xaxim e coxim (fibra de coco) também devem ser previamente encharcados. Plantas Medicinais Cultivadas Em vasos Ou Floreiras Nos vasos. podem ser tratadas como as hortaliças. o mais fácil e prático é provavelmente plantá-las em vasos. por possuírem ciclo curto.

as regas constituem uma das coisas mais importantes. Devem cultivar-se com maior abundância as plantas que são utilizadas com mais freqüência. de  em  dias na primavera e no outono. Plásticos. cochonilhas. nem de menos. Todos os vasos ou jardineiras precisam ter buracos de drenagem e (exceto os cestos) uma camada de cascalho. a sálvia. fibrocimento e cimento são materiais que não requerem nenhum tratamento antes do plantio. Pode fazer-se esta mistura com uma parte de terra comum de jardim. o melhor é verificar a umidade do solo todos os dias no verão.• • to com a terra. com selador. fibras de vidro para vasos. Também há muitas variedades de hortelã que podem ser cultivadas no mesmo vaso. o melhor seria forrá-los internamente com um saco plástico e só depois colocar a terra. dando-se melhor com um meio um pouco mais fresco e molhado do que o primeiro. a tendência natural é que venham a enferrujar. No caso de aparecerem pragas como pulgões. Vasos ou jardineiras de madeira exigem sempre impermeabilização. pois todas apreciam um solo moderadamente molhado e tendem a dispersar as raízes. Num vaso podem plantar manjericão ou manjerona. uma parte de esterco ou composto orgânico e uma parte de areia grossa de construção. Quanto ao coentro e salsa é melhor partilharem outro vaso. antes de ser pintada com verniz. a alfazema devem ser cultivadas sozinhas. apenas uma vez por semana é o suficiente. Já o alecrim. enquanto que no inverno. Portanto. perlite ou cacos partidos no fundo. devendo ser cheios com uma boa mistura de terra. incorporando à terra composto orgânico ou esterco de gado curtido. mas onde o sol não bata constantemente. A adubação do solo deve ser feita de seis em seis meses. tripes nas 0 . para não haver excesso de água. Se isso ocorrer. Nem água demais. pois todas estas gostam de lugares iluminados. No cuidado dispensado às plantas.

por 0 AgriculturA e PecuáriA plantas use o inseticida caseiro que é constituído de:  g de fumo de corda picado bem fino. o que as faria perder uma boa parte de seu aroma. • Preparar para a dessecação o mais rápido possível. • Fazer desde o momento da coleta. • Selecionar somente plantas sãs. Este último destino é o que requer mais atenção. Na coleta das plantas medicinais é preciso tomar algumas precauções. sem manchas e não atacadas por insetos. no segundo caso.Plantas Medicinais Coletadas No Campo Ao coletar as plantas medicinais no campo são necessário saber que os vegetais das quais se utilizam: a) as folhas devem geralmente. Vigiar particularmente as deposições de animais. c) os frutos devem ser colhidos no início da maturação. • Não comprimi-las para que não murchem. • É necessário tomar cuidado para que as plantas que se coletem não se sujem mutuamente com a terra. Processamento Das Plantas Medicinais Após a obtenção das plantas medicinais. b) as flores ou as sumidades floridas devem ser recolhidas no início da floração. • Evitar as que se encontram nas proximidades de fungos. ser recolhidas antes da floração. a triagem dos fragmentos que possam proceder de outras plantas. normalmente o material pode seguir três caminhos: uso direto do material fresco. antes que haja rebrotado. ou no começo da primavera. podem estar impregnadas com produtos químicos utilizados como adubos ou inseticidas. que são: • Não devem ser coletadas plantas encontradas próximas de rodovias e plantações pois estas podem apresentar danificações provocadas pelos gases liberados dos escapamentos dos automóveis e. para evitar que apareçam bolores ou fermentações. diluídos em  litros de água . d) as raízes devem ser retiradas do solo quando o talo murcha. extração de substâncias ativas ou aromáticas do material fresco e secagem do material fresco. • Não coletar plantas ou partes de plantas que estejam rigorosamente limpas.  g de sabão de potássio neutro em pó e 0 ml de álcool.

exceto no caso de determinados rizomas e raízes.preservar os materiais. frutos e raízes) secas em separado e conservadas em recipientes individuais. São eles: • • • • não lavar as plantas antes da secagem. secadores. devem-se separar a plantas de espécies diferentes. utilizam-se métodos que elevam a temperatura e promovem a ventilação ou simplesmente reduzem a umidade relativa do ar. deve-se fazer a eliminação de elementos estranhos (terra. • • A secagem natural é um processo lento e deve ser conduzida à sombra. A secagem artificial de plantas medicinais é fundamentada no aumento da capacidade do ar de retirar a umidade da planta. deve-se espalhar o material a ser seco em camadas finas. antes de submeter as plantas à secagem. Assim. outras plantas. A secagem pode ser conduzida em condições ambientais ou com o uso de estufas.) e partes que estejam em condições indesejáveis (manchadas. descoloridas. Outra maneira prática consiste em espalhar em camada fina o material em uma mesa ou bancada. em local ventilado. O aumen0 . flores. as plantas colhidas e transportadas ao local de secagem não devem receber raios solares. dentro dos prazos normais de conservação. permitindo assim a circulação de ar entre as partes vegetais e uma secagem mais uniforme. etc. etc. sementes. as plantas colhidas inteiras devem ter cada parte (folhas. independente do método a ser empregado. Esse processo de uso doméstico. possibilitando o uso das plantas a qualquer tempo. aço inoxidável ou tecido com características semelhantes. relacionadas principalmente com a ventilação. Nesse processo. forradas com papel. é recomendado para regiões que apresentam condições climáticas favoráveis. Para isto podem ser utilizadas bandejas com fundo de tela plástica fina. danificadas. protegido de poeira e do ataque de insetos e outros animais. em ambiente abrigado do sol e com ventilação.). Antes de submeter as plantas à secagem. deve-se adotar alguns procedimentos básicos para se obter um produto de boa qualidade. etc. pedras.

Portanto. antidepressivos. A temperatura utilizada varia de  a ºC. enquanto a ventilação vai facilitar a homogeneização do ar de secagem em toda a massa de plantas secagem. sendo US$ 0 bilhões derivados de substâncias ativas de plantas medicinais. grupos e países desenvolvidos na biodiversidade dos países tropicais e subtropicais. a descoberta de novos princípios ativos nas plantas. A estimativa do mercado mundial para medicamentos é de US$ 00 bilhões/ano. e o preço que. Já a estimativa do mercado nacional de medicamentos é de aproximadamente US$  bilhões/ano. apesar de inativarem maior quantidade de enzimas. . é um grande alvo para ser fornecedora de matéria-prima na produção de antibióticos. conseqüentemente. com os derivados de plantas medicinais correspondendo a US$ . Particularmente a Amazônia. o consumo de produtos naturais. não fica difícil entender por que cresce diariamente o interesse de empresas. os evidentes efeitos colaterais dos medicamentos sintéticos. anti-hipertensivos. pois proporcionam “cocção” das plantas e não uma secagem. a comprovação científica de fitoterápicos. diuréticos. que pode chegar ao mercado num tempo dez vezes menor. laxantes. o aumento acentuado do consumo de fitoterápicos ocorre basicamente pelos mesmos motivos do restante do mundo. de maneira geral. o desenvolvimento de um medicamento sintético custa em torno de US$ 00 milhões. Contudo. Além disso. antiinflamatórios. é mais acessível à população com menor poder aquisitivo. bilhão desse total. analgésicos. No Brasil. entre outros. A secagem artificial origina material de melhor qualidade por aumentar a rapidez do processo.Mercado O crescimento do mercado mundial de fitoterápicos é estimado em 0 a 0% ao ano e as principais razões que impulsionaram esse grande crescimento nas últimas décadas foram: a valorização de uma vida de hábitos mais saudáveis e. que tem cerca de 0 mil espécies de plantas (0% de todas as existentes no planeta e apenas aproximadamente % já estudadas). caindo para US$ 0 milhões no caso de um fitoterápico. existe atualmente um maior número de profissionais envolvidos nos mais diversos trabalhos com plantas medicinais e/ou fitoterápi0 AgriculturA e PecuáriA to da temperatura vai também reduzir a umidade relativa do ar. Temperaturas acima de ºC danificam os órgãos vegetais e seus conteúdos.

onde esteja sendo 0 . pois. fomento ou difusão. No Acre. como a unha-de-gato (Uncaria tomentosa e U. desde 000. mas a principal é a grande quantidade e variedade de matéria-prima disponível. em áreas de ocorrência natural. Portanto. Dentro desse contexto. Entre as ações desenvolvidas. como as ações desenvolvidas nos Estados do Ceará e Paraná. a multiinstitucionalização também é fundamental. Para isso. é possível construir uma estrutura eficiente. Procuram também incentivar o cultivo e produção extrativa sustentável de plantas medicinais. e os estudos de propagação. as seguintes ações devem ser desenvolvidas: avaliar o potencial medicinal e definir estratégias para a conservação e exploração das espécies nativas. deve-se ter a consciência da necessidade da multidisciplinaridade envolvida nas ações previstas para um programa como esse. Para que isso ocorra. os estudos do comportamento. incentivar o cultivo e coleta de forma sustentável. que a cada dia perdem o poder de competitividade diante da chamada “economia globalizada”. crescimento e desenvolvimento dessas espécies. andiroba (Carapa guianensis) e murmuru (Astrocaryum spp. um programa municipal ou estadual com plantas medicinais/ fitoterapia oficial tem tudo para obter êxito. também são criadas alternativas econômicas para as comunidades rurais. Dessa maneira. Esses programas vão muito além da simples distribuição de fitoterápicos ou recomendação de uso para a população mais carente desses estados/municípios. Conseqüentemente. Outros motivos de suma importância são os programas oficiais de saúde. torna-se impossível a execução das atividades. viabilizar a utilização de plantas medicinais ou fitoterápicos nos postos de saúde dos municípios. destacam-se a localização e identificação de populações naturais.). implementados por muitos governos estaduais e municipais. guianensis).cos. com objetivos bem definidos. seja na pesquisa. sem haver uma complementação das várias áreas de especialização. capaz de melhorar a qualidade de vida das populações tradicionais do meio rural e assegurar as necessidades básicas de saúde para toda a população do meio urbano. além de realizar uma ampla campanha de divulgação nas escolas e nas comunidades em geral. a Embrapa Acre vem desenvolvendo trabalhos de pesquisa com espécies medicinais de ocorrência natural no Estado. por muitas razões.

usp. 00. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr. Acesso em  de abr.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O NUPLAM . Propõe-se. Maiores informações: Tel: () -0 Fax: ()  9 E-mail: plantasmedicinais.br/ planmedi/importancia_cultivo.usp. Plantas Medicinais.br/biologia/prociencias/medicinais. 00. 00. melhoria da qualidade de vida das populações extrativistas e a conservação de ecossistemas naturais.html >.sede@ibama. incentivar e divulgar a pesquisa científica voltada para o desenvolvimento de técnicas de cultivo e manejo que garantam a sustentabilidade econômica e ecológica do uso de plantas medicinais e aromáticas e a valorização dos conhecimentos e saberes populares.html >.br/flora/plantas_medicinais. (Texto sobre mercado elaborado por João Alencar de Sousa e Elias Melo de Miranda) . Acesso em  de abr. IBAMA Flora. Acesso em  de abr. acreditando que a valorização desse conhecimento e a partilha dos benefícios dele resultante são um caminho para a geração de renda.ibama. Disponível em: <http://www2.htm>.gov.br METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Aragão. Importância do cultivo no controle de qualidade de fitoterápicos. Plantas medicinais. Disponível em: <http://educar. a realizar.NÚCLEO DE PLANTAS MEDICINAIS E AROMÁTICAS visa conciliar pesquisa científica e conhecimento tradicional.ciagri.sc. Cícero Flávio Soares. gov. 00 09 AgriculturA e PecuáriA executado um programa de plantas medicinais/ fitoterapia. Disponível em: <http://www.

criação de aves. Higienização compreende os procedimentos de limpeza e desinfecção das instalações e equipamentos e correta eliminação dos resíduos da produção. Para as informações do processo de higiene e desinfecção de granjas de aves.DEsINFECÇÃO DE GRANjAs DE AvEs PALAvRAs-ChAvE Higienização de granja. Inicialmente faz-se a limpeza a seco. modo de aplicação e equipamentos utilizados IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O processo de limpeza e desinfecção das granjas de frangos de corte tem importância vital na profilaxia de doenças infecciosas. Essa limpeza prévia deve ser feita com água limpa. avicultura Quais são os produtos químicos utilizados na desinfecção de granjas de aves. O desempenho de uma granja está intimamente relacionada às medidas de biosseguridade adotadas. A remoção de detritos e gorduras é imprescindível para o sucesso da desinfecção. da EMBRAPA Suínos e Aves. 0 . Devem ser programados com antecedência. avicultura. definindo-se uma seqüência lógica para a execução das atividades. retirando-se os equipamentos e demais utensílios do aviário. A limpeza pode ser subdividida em limpeza seca e limpeza úmida. Limpeza Respeitada a complexidade inerente aos diferentes sistemas de produção. desinfecção de granja. . os procedimentos de limpeza do aviário devem ser iniciados imediatamente após a saída das aves. associada ao vazio sanitário é fundamental para minimizar os riscos de infecções e a quebra do ciclo de vida de determinados agentes infecciosos. A higienização das instalações. seguiremos as orientações do Comunicado Técnico n. “Importância da higienização na produção agrícola”. a limpeza é tão importante quanto a desinfecção. Nesse processo.

Para tanto. telas. radiação) e químicos (produtos da química mineral. utilizando-se jatos fortes em movimentos de cima para baixo. que consiste na queima das penas superficiais existentes sobre a cama de aviário. os produtos químicos bactericidas e germicidas são amplamente utilizados. A reutilização da cama com bom estado de conservação. muretas e cortinas. apesar de suscitar controvérsias é um manejo freqüente nas produções de frangos. O desinfetante deve ter alto poder de eliminação de patógenos. vigas e cortinas. das paredes. local em que os pintos permanecem nos primeiros dias. restos de ração e da sujeira impregnadas nos utensílios e nas paredes. o material da cama deve ser retirado do aviário. os germicidas devem eliminar todos os microorganismos (bactérias. vigas. inclusive as formas resistentes. entre outras. as condições de limpeza possíveis de serem alcançadas antes da desinfecção. orgânica sintética e orgânica natural). bebedouros e comedouros. Faz-se a retirada da cama e de toda matéria orgânica. teto. desde que não tenha ocorrido problema sanitário durante o alojamento anterior. Nos estabelecimentos avícolas. Após secagem proceder a desinfecção. Esse procedimento é dificultado quando a cama não for removida do aviário. Desinfecção A desinfecção de ambientes e utensílios tem por objetivo destruir microorganismos patogênicos e para tanto são utilizados agentes físicos (calor. piso. Junto aos círculos de proteção. Os bactericidas são aqueles que devem destruir bactérias sob a forma vegetativa já. Tanto na reutilização da cama quanto na distribuição de cama nova é indispensável que seja feita uma desinfecção prévia. a cama deve ser sempre nova. atender à relação custo x  AgriculturA e PecuáriA Nesse momento.A limpeza úmida consiste na lavagem com água sob pressão. fungos e esporos). . para que o calor e fermentação produzidos atuem na redução de patógenos. dos equipamentos. Na escolha do produto desinfetante devem ser consideradas características tais como: o local e as superfícies a serem desinfectadas. pode-se fazer uso da chamada “vassoura de fogo”. com o uso de um lança chamas. Os arredores das instalações também devem ser varridos e a grama aparada. o agente a ser destruído. amontoado e coberto por pelo menos 0 dias.

Um método bastante utilizado para avaliar a eficiência de um programa de limpeza e desinfecção é a exposi . A utilização de um único princípio ativo de forma ininterrupta propiciará o aparecimento de amostras microbianas resistentes ao produto utilizado. frente a determinados patógenos e o material a ser desinfectado. os desinfetantes atuam por meio da coagulação de proteínas. alguns dos seus respectivos derivados e local de uso. Os modos e equipamentos utilizados para a desinfecção variam conforme o produto utilizado. Basicamente. A escolha de um desinfetante deve ser precedida da avaliação do potencial de atuação do princípio ativo. estão citados os principais princípios ativos de desinfetantes. de modo geral os fabricantes dos produtos indicam os meios de aplicação. elevada penetrabilidade e não causar efeitos adversos ao meio ambiente. alto poder residual. Monitoramento da desinfecção A avaliação do processo de desinfecção deve ser realizada sistematicamente. Para evitar essa resistência é necessário elaborar um programa de desinfecção em que seja estabelecido o rodízio de diferentes princípios ativos.benefício. Não existe o desinfetante ideal. baixa toxidade. por meio de amostragem para contagem total de bactérias presentes no ambiente. Na Tabela . com periodicidade inferior a  semanas. por oxidação e pela ação do pH. estabilidade em condições adversas de pH (grau de dissociação eletrolítica).

embrapa. Suínos e Aves. potencializando o efeito da desinfecção. compreendem o alicerce para a manutenção da qualidade da saúde dos plantéis brasileiros. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs A redução dos riscos à saúde dos plantéis avícolas está associada à adoção de medidas simples mas necessárias que compõem programas de biosseguridade. ventilação e incidência de sol. FONTEs CONsULTADAs Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA. Acesso em: 0 de jul.br/>. 00. Esse período permite a destruição de certos organismos não atingidos pela desinfecção. Considera-se vazio sanitário o período em que a instalação permanece vazia após os procedimentos de limpeza e desinfecção. Após serem semeadas em meio de cultura. desinfecção e correto descarte de carcaças. Quanto maior o tempo de “descanso” do aviário.cnpsa. Disponível em: <http://www. pode ser realizada pelo uso da técnica de placas Petrifilm que consistem em um sistema pronto de meio de cultura usado para avaliação da qualidade microbiólogica de superfícies por enumeração de colônias. abertas no ambiente por tempo determinado. muitas vezes são relegados a uma importância menor. pois esses procedimentos rotineiros que. após a desinfecção. o vazio das instalações entre alojamentos das aves é determinante para o sucesso dos procedimentos de higienização. Deve-se estar atento aos cuidados básicos de limpeza.  AgriculturA e PecuáriA ção de placas com meio de cultivo seletivo para contagem de indicadores microbianos. permitem a determinação do número de células viáveis pela visualização de colônias.A análise microbiana do substrato de cama de aviário. menores as condições para que microorganismos permaneçam viáveis. permitindo a secagem das instalações. Amostras de superfície também podem ser conseguidas pelo contato direto de suabes estéreis com a superfície a ser analisada. vazio das instalações Complementar à limpeza e desinfecção. que se tornam sensíveis à ação de agentes físicos naturais como: aumento da temperatura. .

. Edison. de 00.br>. Disponível em: <http://www. Et. Alli. in Revista Avicultura Industrial. BABA. Fátima. “Importânica da higienização na produção agrícola”. Concórdia – SC. in Comunicado Técnico. Acesso em: 0 de jul. n. 00. “Limpeza e desinfecção em granjas de frango de corte”.com.JAENISCH. dez.aviculturaindustrial. Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jul.. 00  .

semente de maracujá. sucedâneo ao óleo diesel mineral. amêndoa do coco de dendê. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Biodiesel: O que tem sido denominado de BIODIESEL é um combustível renovável.a banha de porco. semente de linhaça). gorduras animais (o sebo bovino. polpa de abacate. semente de colza. Processo de produção: Preparação da matéria-prima Reação de transferência com uso de catalisadores Separação das fases: fase pesada (recuperação do álcool da glicerina) e fase leve (recuperação do álcool dos ésteres). baga de mamona.Biodiesel. querosene vegetal. biodegradável e ambientalmente correto. Matérias-primas: óleos vegetais (grão de amendoim. Destilação das glicerinas (resultando resíduos e glicerinas) e purifica AgriculturA e PecuáriA DIFERENÇAs ENTRE BIODIEsEL E QUEROsENE vEGETAL . amêndoa do coco da praia. o óleo de mocotó. obtidos da reação de transesterificação de qualquer triglicerídeo com um álcool de cadeia curta. diferenças entre biodiesel e querosene vegetal PALAvRAs-ChAvE Saber as diferenças básicas entre querosene vegetal e biodiesel. caroço de oiticica. alimentício. constituído de uma mistura de ésteres metílicos ou etílicos de ácidos graxos. energético e químico. entre outras matérias graxas de origem animal) e óleos e gorduras residuais (resultantes de processamentos domésticos. amêndoa do coco de babaçu. respectivamente. metanol ou Etanol. Utilizações: farmacêutico. caroço de algodão. semente de girassol. polpa do dendê. comerciais e industriais). os óleos de peixes.

de marca “Bandeirante”. a nível mundial. no dia  de outubro de 9. Nos Estados Unidos a normalização emana das Normas ASTM D-. concentrava os interesses nos negócios de combustíveis no Brasil. uma aeronave nacional. Dia do Aviador. Foram requeridas ao INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial. recebendo a denominação de PROSENE. Após exaustivos testes em turbinas em bancada. duas patentes de invenção. a Medalha do Mérito Aeronáutico. pelo tempo e desuso. de babaçu. por Portaria Ministerial e Decreto Presidencial. uma honrosa comenda. de 90. de amendoim. valendo para o autor. Querosene vegetal: De um pacto realizado entre Expedito José de Sá Parente (autor do então Prodiesel. óleos de soja. mais uma vez. decolou de São José dos Campos para sobrevoar Brasília. de girassol. das quais uma foi homologada. Utilizações: predominantemente energético (aviação). A Patente PI –009. a qual entrou em domínio público. Infelizmente. de colza. por lei e direitos exclusivistas. de dendê. em90. cana-de-açúcar. fato este que tem retardado a homologação do combustível. e. do biodiesel e do querosene vegetal de aviação. Na Europa a normalização dos padrões para o biodiesel é estabelecida pelas Normas DIN .  . de algodão. foi a primeira patente.ção dos ésteres (resultando o biodiesel). Aquele projeto de pesquisa foi o sustentáculo de todas as atividades da PROERG. hoje diretor da TECBIO) e o Tenente Brigadeiro Délio Jardim de Matos (Ministro da Aeronáutica). o querosene vegetal para aviões à jato estava pronto. foi desenvolvido na PROERG um sucedâneo vegetal do querosene de aviação. A patente homologada do novo combustível foi doada para o Ministério da Aeronáutica. turbo hélice. pois estão sempre comprando essa preciosa mercadoria. lamenta-se a inexistência do apoio de quem. os países subdesenvolvidos não têm o hábito de possuir tecnologia. Matérias-primas: capim. o combustível foi aprovado e homologado pelo CTA – Centro Técnico Aeroespacial. E. No final de 9. No Brasil ainda não existe uma norma técnica própria para as especificações do biodiesel.

Samir Sayed NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de dez. Dr. 00  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs . energética. Disponível em: <http://www. 00.br/ladetel. enquanto o querosene vegetal tem seu uso focado no fornecimento de energia para o setor de aviação. Quanto às utilizações: o biodiesel geralmente tem larga utilização na indústria alimentícia. Quanto à fabricação: o querosene vegetal tem mais etapas de processamento que o biodiesel. Prof.com. química e farmacêutica. Ciências e Letras de Ribeirão Preto. Faculdade de Filosofia.br>. Miguel Dabdoub. Departamento de Química.cfm>. para fazer o querosene vegetal é necessário mais refinamento e aditivos para a obtenção de potência para os aviões (isso implica mais custos). enquanto o querosene vegetal somente usa óleos vegetais. E-mail <migjodab@usp. Universidade de São Paulo. Disponível em: <http://dabdoub-labs.As principais diferenças entre o biodiesel e o querosene vegetal consistem: Quanto às matérias-primas: o biodiesel pode ser obtido através de gorduras animais e resíduos. Acesso em: 0 de dez.tecbio. 00.com.br>. Acesso em: 0 de dez. TECBIO. REFERêNCIAs LADETEC-USP: Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas.

essa rosácea desempenha importante papel social. nos ramos florais. Além da alta rentabilidade ( %). com as regiões de Bragança Paulista. A doença é causada pelo fungo Colletotrichum acutatum. da ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – do Ministério da Agricultura e do Abastecimento. morangueiro. doença. pedúnculos. segundo INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº . embora Colletotrichum fragariae possa. além das flores. é mais conhecida como Flor Preta. frutos. meristemas apicais e parte superior do rizoma. em plantação de morangos IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A doença pinta preta. DE 0 DE JULHO DE 00. A forma conhecida por Flor Preta produz. provavelmente. A introdução do patógeno em áreas isentas é feita. O Estado de São Paulo está entre os maiores produtores de morango do Brasil. O C. como já dito. folhas. A dificuldade por parte dos produtores em identificar sintomas em mudas. conhecida como pinta preta. também produzir sintomas em flores. acutatum pode infectar. através de mudas contaminadas.DOENÇA EM PLANTIO DE MORANGO PALAvRAs-ChAvE Morango. profundas e firmes. e os frutos novos e em desenvolvimento tornam-se escuros e mumificados (secos). ao lado de Rio Grande do Sul e Minas Gerais. que ocorre em plantações de morangos. a Flor Preta é considerada uma das principais doenças da cultura do morangueiro podendo causar perdas que variam entre 0 e  %. Campinas e Sorocaba se destacando como as principais produtoras do Estado. aliada à  . em pequena escala. Em frutos já desenvolvidos podem aparecer manchas marrons. pois viabiliza pequenas propriedades e aumenta a oferta de empregos no campo Atualmente. uma necrose. pinta preta Auxílio para combater doença.

é fundamental a utilização de mudas sadias. recomenda-se cortar a irrigação. e às áreas que se pretende fazer o plantio. Esses fatores fazem com que o controle de C. 9 AgriculturA e PecuáriA carência de cultivares com um bom nível de resistência. com revolvimento do solo e solarização. praticar rotação de culturas. O que se deve fazer é escolher uma cultura que se encaixe o melhor possível ao clima. se possível. e a proteção do solo com cobertura vegetal. o fungo poderá sobreviver no solo em restos de cultura. . propiciando o aparecimento desses fungos. acutatum seja considerado como difícil. Uma vez iniciada a doença. o que existe são algumas com resistência muito baixa como “IAC Campinas” e “Dover”. Adubações pesadas de N e P podem promover um aumento da incidência da doença. favorece a introdução da doença em novas áreas. Outra atitude a ser tomada é a escolha de culturas de morango mais resistentes à Flor Preta. a altitude e ao solo da região. favorecem a doença. que servirão como fonte de inóculo para os cultivos posteriores. ao invés de plástico preto. O modo natural de combate à Flor Preta se circunscreve a algumas práticas preventivas como uma acurada atenção ao clima. Deve-se também eliminar completamente os restos culturais e. Em caso de chuvas. ou se acentue a umidade que favorece a ploriferação do C. o inóculo secundário é responsável pela infecção de flores e frutos. A partir daí. no sentido de se verificar algum histórico da doença no local. Por ser uma cultura de inverno. Além disso. tecnologias largamente empregadas pelos produtores. quando as mudas atuam como inóculo primário. para que o morango não apodreça rapidamente. sendo mais severa nas fases de florescimento e frutificação. embora não existam culturas tão eficazes assim. o morango tem na umidade um fator de risco para a produtividade. portanto deve se ter uma adubação equilibrada. principalmente via água de chuva ou de irrigação. tem mostrado baixos índices de contaminação deste fungo. A doença é favorecida por temperaturas amenas. embora se possa fazer um tratamento de mudas por imersão com fungicidas. Quanto mais frio e menos úmido melhor. O plantio deve ser feito em áreas bem drenadas dando preferência à irrigação por gotejo. acutatum. podendo ocasionar prejuízos significativos.A cobertura do solo com plástico preto “mulching” e a irrigação por aspersão.

00. J.biologico. J.pdf> acesso em  de jan. Em duas culturas. em testes com três diferentes culturas.. alguns fungicidas apresentaram melhor resultado. jul. se mostraram mais eficazes.. e na terceira cultura o Fluazinam.. al. obtiveram um melhor desempenho.abhorti0 . do Instituto Biológico de São Paulo. v. Efeito de Fungicidas em Colletotrichum acutatum e Controle da Antracnose do Morangueiro. Centro de Sanidade Vegetal. atualmente não existem fungicidas que possam ser oficialmente recomendados para o controle da Flor Preta. 00. R. “Controle Químico da Flor Preta (Colletotrichum Acutatum Simmonds) do Morangueiro em Condições de Campo”. São Paulo. o Prochloraz. Disponível em <http://www. em  de ago. et. DOMINGUES.php?script=sci_ arttext&pid=S0100-41582001000300016> acesso em  de jan. No entanto. KOSOSKI. Inst. Principalmente no que se refere à substituição do tipo de morango utilizado por um mais adequado as condições climáticas. p. Arq. Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. se possível..sp. seguido pelo Prochloraz..br/scielo. Instituto Biológico. matéria publicada no Jornal Correio de Uberlândia.. 00. e reproduzido pela Associação Brasileira de Horticultura. seguido pelo Difeconozale. al. SciELO Brasil..al. atmosféricas e de solo da região. 00. Disponível em <http://www. n.scielo./dez.. et. Biol. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se. segundo pesquisa de R. 00. sobre o controle químico da Flor Preta. em 00. especialista em fitopatologias.. Apesar disso. 0 de set. Pois somente com uma análise apurada do plantio e das condições agronômicas do local é que se poderá com certeza definitiva optar por um tratamento mais adequado ao problema.O uso de fungicidas no controle de doenças na cultura do morangueiro constitui prática importante para garantir a sustentabilidade da produção de morango. Rafela M. “Praga ataca plantações de morango”.-. contudo. pois reduz as perdas provocadas pelas doenças e melhora a qualidade do produto final colhido.gov. o auxílio de um agrônomo. et. REFERêNCIAs DOMINGUES.br/arquivos/V68_2/domingues. Disponível em <http:// www.

Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jan. 00.com.Sindicato Rural de Jundiaí.br/News/Default.htm acesso em  de jan. 00. .com. 00  AgriculturA e PecuáriA cultura.asp?id=1266> acesso em  de jan.srjundiai. http://www.br/morango.

principalmente no inverno. O processo inflamatório estende-se até o espaço interdigital. podendo atuar ainda no processo infeccioso o Staphylococcus e o Streptococcus sp. O casqueamento periódico do rebanho é recomendável. O casco apresenta-se edemasiado. ovinos. doenças. posteriormente haverá necrose progressiva com desprendimento do tecido mole do casco e formação de pus de odor pútrido. caprinos É possível tratar esta doença sem retirar os animais do pasto? Há casos em que o produtor é obrigado a sacrificar o animal? O animal afetado pela doença pode ser consumido? Quais os produtos de última geração recomendados para tratar essa doença? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Podermatite ou Pododermite É uma enfermidade de natureza contagiosa que afeta os cascos dos caprinos e ovinos. () O primeiro sinal é a claudicação acompanhada da inflamação local. Haverá desenvolvimento de tecido granuloso na região afetada. uma vez que evita o acúmulo  .DOENÇAs EM OvINOs PODODERMATITE PALAvRAs-ChAvE Pododermatite. As instalações deverão ter piso ripado para todos os sistemas de criação. falta de apetite e emagrecimento progressivo. Quando o tratamento não é prontamente efetuado. quente e dolorido. o estado geral do animal estará comprometido com aparecimento de febre. () é possível tratar esta doença sem retirar os animais do pasto? A melhor maneira de prevenir o aparecimento da enfermidade é não deixar os animais em locais de solo úmido e em instalações com acúmulo de fezes. Umidade excessiva do solo e acúmulo de fezes nas instalações e nos cascos favorecem o desenvolvimento do agente etiológico na região. A infecção é causada principalmente pelo Spherophorus necrophorus e Fusiformis nodosa.

Esta consiste em antibiótico à base de penicilina em pó e sulfa. Em seguida todo o tecido necrosado deverá ser removido. Preço: R$. Cursos: UOV. isola-se o local com atadura de gaze. existindo o risco de toxinfecção alimentar. repetese o tratamento até a cicatrização total. O animal afetado pela doença pode ser consumido? Animais portadores de pododermatite não deverão ser enviados para o abate. na proporção de :. Fonte: http://www. dos anos de 00 e 00. Universidade On Line de Viçosa. com a Dra.embrapa. diagnóstico. () .htm. acessado em  Abril 00 Conhecer o material apresentado no Simpósio de Ovinos e Caprinos de Corte.br.há casos em que o produtor é obrigado a sacrificar o animal? Somente o veterinário poderá diagnosticar e aplicar as medidas necessárias.uov. formol ou tintura de iodo a %. por apresentarem infecções e possível estado febril.gov.  AgriculturA e PecuáriA de lama e fezes nos cascos que predispõem o aparecimento do processo infeccioso. acessado em /0/00.cnpc. http://www. O isolamento do animal em local limpo e seco se faz necessário para não disseminar a enfermidade no rebanho. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. A aplicação de antibiótico parenteral associado a anti -inflamatório será feita conforme o caso. tratamento e medidas de controle e prevenção da pododermatite. () Quais os produtos de última geração recomendados para tratar essa doença? O tratamento consiste na limpeza do local afetado com água oxigenada ou solução fisiológica. Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba. Recomenda-se o uso do pedilúvio com solução de sulfato de cobre. A medicação a ser administrada será no local da lesão. de 0 páginas são apresentadas informações quanto aos sinais clínicos.br/COT43. Neste trabalho. pela EMEPA. Glória Lourdes. número do telefone: () 9.com.br. http://www.() INDICAÇõEs: Publicação sobre “Pododermatite em caprinos e ovinos: prevenção e controle” pode ser encontrada na EMBRAPA.embrapa.00.

Vacinação e remédios. no ano de 00 “demonstraram que estas não precisam ser sofisticadas para o acabamento de cordeiros. que esclarecerão sobre os pontos cruciais e mais vulneráveis e fará acompanhamento da saúde do rebanho. Prevenções. Além de ser importante para o crescimento do capim. a lama. embora os ovinos sejam bem adaptáveis á diferentes climas. Para combater os males são sugeridas as seguintes medidas preventivas): • Quarentena para animais recém adquiridos ou que viajaram e tiveram contato com outros rebanhos. (MS). a alimentação o fornecimento de água e a saúde do rebanho que não devem ser precários. • Medidas de manejo. Correntes de ar frio são um pe . apartações em lotes por idade. para melhor avaliar o manejo sanitário e alimentar. formol e vassoura-de-fogo). • Cuidado com a chuva. • Vazio sanitário em época estratégica do ano (manter os pastos sem animais). • Desinfecção mensal ou mesmo quinzenal de instalações e áreas de repouso dos animais. Sugere-se conhecer as diferentes raças. em Corumbá. com desinfetantes apropriados e concentrações ideais para a desinfecção (geralmente com cal virgem seco. respeitando seu hábitos e necessidades básicas”.Algumas informações adicionais importantes: Instalações. • Evitar altas lotações ou aglomerações desnecessárias de animais. Estas devem ser feitas com base no conhecimento do comportamento dos ovinos. juntamente com o criador. O criador deve consultar profissionais da área. Região mais adequada para criação. creolina ou fenóis. • Cuidado com os ventos gelados. O mais importante é o manejo. • Calendário profilático de vacinações e vermifugações no decorrer do ano. Há instalações simples que podem ser adotadas como em sistema de semiconfinamento que são simples e econômicas. a chuva também propicia um ambiente favorável para vermes e bactérias que se instalam no solo úmido e nas gramíneas. ou qualquer umidade. tipos de instalações. Este é um assunto de extrema importância que afetará o rebanho. Um experimento apresentado no IV Simpósio sobre Recursos Naturais e Sócio-econômicos do Pantanal.

htm>. Manter uma farmácia com vários tipos de medicamentos. 00. Acesso em:  de abr. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA rigo para animais novos.fmvz. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA . para males diversos é de suma importância para a exploração animal. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de abr. Disponível em: <http://www.• • CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Independe da resposta acima ressalta-se a necessidade de consultar profissional da área (veterinário) para diagnóstico e indicação do tratamento adequado. . Inspeção periódica rigorosa. 00.br/ovinos/utilid36.nogueirafilho. Acesso em:  de abr.br/ordenha_higienica.unesp. Disponível em: <http://www. lembrando que uma simples lesão em poucos dias pode se tornar uma situação grave e complicada.htm>. Manejo de caprinos leiteiros. .com..

DORMêNCIA DO PALMITO PUPUNhA PALAvRAs-ChAvE Palmito. Já foram testados vários métodos como: Escarificação. Esta é a mais comum das categorias de dormência. secagem e adubação direta. tais como a cumarina ou o ácido parasórbico. Porém. é o que causa a secagem excessiva das sementes. ou com a resistência mecânica do tegumento ou do pericarpo ao crescimento do embrião. com a presença de inibidores químicos no tegumento ou no pericarpo. mesmo sob condições favoráveis. a semente é dormente porque os tecidos que a envolvem exercem um impedimento que não pode ser superado. sendo conhecido como dormência imposta pelo tegumento. em muitos casos. Neste caso. e está relacionada com a impermeabilidade do tegumento ou do pericarpo à água e ao oxigênio. podem minimizar este tipo de dormência ao degradarem o tegumento das sementes. germina normalmente. à temperatura ambiente (ºC) elimina o problema. recomenda-se a Imersão em água. impedindo-as de absorver água e iniciar o processo germinativo. Os fungos e as bactérias presentes no solo. A simples imersão das sementes em água. Se os métodos de quebra de dormência testados pelo cliente não deram resultados. nas condições da floresta.  . que normalmente é decorrente de longos períodos de armazenamento. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O palmito de pupunha apresenta o tipo de dormência conhecida como tegumentar ou exógena e isso ocorre quando as sementes viáveis de algumas espécies não germinam. o embrião destas quando isolado. palmito pupunha Como quebrar a dormência do palmito pupunha.

os resíduos da polpa devem ser removidos esfregando as sementes em peneira de malha grossa. Acesso em: 0 de jun./florestal/palmitojucara.fflorestal.00 http://www. Feito isso.Em seguida. corte-os e retire as sementes manualmente. htm Acesso em 0 de jun. As sementes de algumas espécies apresentam dificuldades para germinar. Lave-as novamente em água corrente e deixe-as secar a sombra por um dia.com. as sementes devem ser semeadas o mais rápido possível. trate as sementes com água sanitária comercial diluída na proporção de :. veja outros sites sobre o assunto: http://www. Após isso. pois com a secagem elas perdem rapidamente o poder germinativo.ambientebrasil. As sementes que boiarem devem ser descartadas.iciag. .00 http://www.br/?pg=arvore_definicao_semente> Fonte: EMBRAPA.org.br/sementes/caract_especies. html&conteudo=./florestal/index.edu.br/palmaceas. deixando-as de molho por um período de  a  dias.00 http://www.br REFERêNCIAs Disponível em: <http://www.rsa.arvoresbrasil.sp.00. Troque a água diariamente para evitar fermentação excessiva.html Acesso em: 0 de jun. as sementes devem ser lavadas com água.ufu.br/mundo/palmito_ecologico/palmito_pupunha.00 http://www.htm Acesso em 0 de jun.gov.fruticultura.com.php3?base=. e se necessário. pois provavelmente não germinarão.ufam.html#Dormência%20em%20p almeiras Acesso em :0 de jun. sem contudo estarem dormentes.pick-upau.br/composer. mantendo-as nesta solução por  minutos. Cultivo da Pupunha para Palmito no Acre  AgriculturA e PecuáriA Passo-a-Passo Selecione os frutos.

L. Disponível em: <http:// www.embrapa. M. Acesso em:  de mar.ibict.embrapa.br/pdf/cirtec31.pdf SBRT – Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas Disponível em: <http://sbrt.br/upload/sbrt2437. . Rio Branco. C. de 00. “Cultivo da pupunha para palmito no Acre”. 000. A.html> BERGO.cpafac.http://www.pdf>. p. LUNZ.br/pdf/cirtec31. P. Nome do técnico responsável Cristiane de Lima Quadros 0 de jun.cpafac. 00. DATA DE FINALIzAÇÃO  . Embrapa Acre.

As disposições que são de interesse ao cliente: 9 AgriculturA e PecuáriA ENvAsAMENTO DE MEL EM BIsNAGA . Com relação às exigências sanitárias relativas ao envasamento de mel em bisnaga. sachê. além de conhecimento na área de apicultura. Em contato com essas disposições gerais poder-se-á identificar as partes que se referem à situação (mel envasado em um dado material plástico) e a partir do identificado poderse-á tomar as devidas precauções no sentido de adequar o produto às exigências sanitárias. dever-se-á buscar. Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas.br).br. abelha PALAvRAs-ChAvE Obter informações sobre o negócio de envasamento de mel em bisnaga (sachê): equipamentos utilizados no processo de envasamento. exigências sanitárias. pois a partir dele poder-se-á definir objetivos e assim identificar melhor quais informações. bisnaga. além das acima listadas. cuja site é: http://www. mel. viabilidade do negócio. Caso existam dúvidas na formulação do plano de negócio aconselha-se buscar ajuda junto ao SEBRAE. mas a viabilidade ou não do negócio depende muito das condições do empreendedor.com.Envasar mel. embalagem para mel. conhecimento técnico para que se produza um produto adequado às normas de vigilância sanitária. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (http://www.gov. sebrae. necessidade de pesquisa sobre o potencial mercado consumidor. pois esse negócio demanda um investimento considerável. consultando o site da Anvisa. Assim aconselha-se que se faça um plano de negócio. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O negócio de envasar mel em sachê tem um potencial mercado consumidor.anvisa. encontrar-se-á Resoluções que dispõem sobre embalagens e equipamentos plásticos em contato com alimentos.

Com Relação a fornecedores de mangueira de P. que apresenta disposições gerais para embalagens e equipamentos plásticos em contato com alimentos e seus anexos. com os respectivos fornecedores: Seladora de Rádio Freqüência semi-automática SRF-SA Maq Sel Máquinas Seladoras LT.V.html . Plastline Tel: () 9-009/ 9.C.jhm.br Site: http://www.net/ms_equipamentos.com. Abaixo serão apresentados alguns equipamentos.php?id=103 . Disponível em: http://e-legis.. estrada da capelinha  mogi das cruzes sp cep : 00-90 telefone : () - fax : () - E-mail : jhm@jhm.br/guia/site. Disponível em: http://www.no Guia de Embalagem (http://www. Tel / fax. que dispõe sobre a aprovação e inclusão na lista positiva de aditivos destinados à elaboração de embalagens e equipamentos em contato com alimentos e respectivas restrições desses aditivos. End: Av. para envase em sache. 9 – capão redondo.h. de  de outubro de 00. de 9 de maio de 999.br Mangueira de P. de  de janeiro de 00. que dispõe sobre aprovação da inclusão das substâncias e suas respectivas restrições nas seguintes listas positivas para embalagem plásticas e equipamentos plásticos em contato com alimentos. máquinas ltda. Resolução – RDC número .gov.l l l Resolução número 0.htm . Ellis Maas.m.com.RDC número .com. Resolução .anvisa.C.bvs.php?id=5773 .br/leisref/public/showAct. São Paulo–SP cep: 09-000.br/alimentos/legis/especifica/embalagens.V.asp?whichpage= 0 .kit.: () –  – . Site: http://www. Disponível em: http://e-legis.maqsel. bvs. Envasadora j.br/leisref/public/showAct.guiadaembalagem.

com. Acesso em  de maio 00. Disponível em: <http://www.gov.html>.org.abnt.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Tendo em vista o considerável custo dos equipamentos necessários para implantar o negócio aconselha-se que.maqsel. Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.abimaq. Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia ANVISA Agência Nacional de Vigilância Sanitária.br>.anvisa.INDICAÇõEs: NORMAS TÉCNICAS: ABNT. BNDES. por exemplo. caso não se disponha de capital para bancar o negócio. Maq Sel Máquinas Seladoras LT. Disponível em: <http://www. Acesso em  de maio 00 ABIMAQ Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.kit.br/>. Associação Brasileira de Normas Técnicas. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA 3&pagesize=13&classe=19). Acesso em  de maio 00. net/ms_equipamentos. poder-se-á encontrar outros fornecedores. Disponível em: <http://www. http://www. . que se procure formar parcerias ou se busque empréstimos em órgãos de fomento como.

de motores a combustão. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Aspectos gerais e uso do biodiesel O biodiesel é um combustível renovável. O biodiesel pode ser utilizado puro. Isso acontece porque mesmo liberando o gás como resíduo da combustão do motor. na presença de um catalisador ácido ou básico. como combustível.EQUIPAMENTOs PARA BIOCOMBUsTÍvEL PALAvRAs-ChAvE Equipamentos para produção de biodiesel. derivado de um ácido graxo de origem natural e que pode ser produzido através da reação de triglicerídeos com metanol ou etanol. mais um álcool anidro. o que lhe confere lubricidade. e é assim chamado de B00. Quimicamente é definido como um éster monoalquilado. gordura animal ou resto de óleo animal ou vegetal utilizado no processo de cocção (fritura). portanto não-renovável) e que é obtido a partir da reação de um óleo vegetal. Aspectos gerais do uso de óleos vegetais como fonte de energia. Relação dos equipamentos para a produção de biodiesel. O uso de uma tonelada de biocombustível evita a produção de até . sendo necessária a adição de um catalisador para acelerar o processo de reação. com capacidade de produção de uma tonelada por hora e relação de equipamentos para a desidratação de etanol. este gás é o mesmo que o assimilado pela planta no processo de fotossíntese. misturado com óleo diesel (desde B até B0) ou usado como aditivo ao óleo diesel. equipamentos para produção de álcool anidro. Um dos principais motivos do uso de biocombustíveis na atualidade é a preocupação que se tem com a emissão de gases responsáveis pelo aumento do efeito estufa no planeta. toneladas de dióxido de carbono. enquanto que o gás carbônico emitido pela queima de petróleo é um  . substituto do óleo diesel (proveniente do petróleo e.

Entretanto. pois o óleo vegetal usado. porém. Hoje muitas tecnologias para pequena produção de biodiesel. este. já que os seres desta época não estão adaptados ao clima quente que este mesmo produziria como conseqüência do aumento do efeito estufa. o biodiesel evita a emissão de enxofre. geralmente. adaptados ao clima quente daquela época. principalmente quando usado puro. além de entupir pias). liberado na queima de derivados do petróleo e outras substâncias tóxicas que causam problemas respiratórios nas grandes cidades e desenvolvimento de chuvas ácidas. o que evita extinções em massa e prejuízos futuros para a humanidade. Silmar  AgriculturA e PecuáriA . expostas na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE). evita uma possível mudança climática. a partir do óleo de mamona. Estas estão. pode ser proveniente de culturas mais viáveis economicamente. Os biocombustíveis e o biodiesel Apesar de todas as vantagens do biodiesel. abacate ou óleo usado são. se liberado. que não pode ser descartado no esgoto (o que torna o tratamento de esgoto muito mais caro. o gasto de energia para a sua produção é de cerca de trinta e seis porcento da energia total produzida na sua combustão. além do desenvolvimento sustentável de diversas regiões. ainda no quesito ambiental. hoje. Por fim. Além disso. o biodiesel. do girassol e mesmo do abacate e de plantas nativas de diversas regiões brasileiras. constituirá um excesso. tanto de escolas públicas. produzidas por estudantes de segundo grau. que hoje são um grave problema para as florestas (principalmente nas florestas do Canadá) e monumentos constituídos de mármore.excesso que foi assimilado por plantas a milhões de anos atrás. o mesmo não era excessivo para os seres vivos que lá viviam. produzido a partir de óleo usado para fritura pode vir a solucionar o problema do descarte deste óleo. O biodiesel pode vir a ser um substituto do petróleo o que coloca o país produtor em posição estratégica no que se refere a independência energética e beneficia o desenvolvimento de pequenos produtores e empreendedores. como a da mamona. que é nacional e expõem trabalhos de estudantes de todo o país. Ocorre todos os anos na Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e a entrada é gratuita. de acordo com o Dr. mesmo. como o dendê. causada pela liberação de dióxido de carbono em excesso (para esta época). Na época de assimilação deste gás pelas plantas. quanto particulares. Assim o uso de biocombustíveis. nem no lixo comum.

ind.br>. recomenda-se o acesso ao sítio da Associação “Journeytoforever”.Denucci. O principal problema do uso do óleo vegetal sem passar pela reação de esterificação é que a sua viscosidade. Apesar de ainda não se conseguir usar o óleo puro. Além disso. mas pode-se entrar em contato com o Engenheiro Arthur Augusto Alves. Assim. com versão em inglês e espanhol. que além de demandar muita energia. o uso do óleo vegetal puro. sem passar pela reação de esterificação.org/biofuel. o uso desta pequena porcentagem junto ao óleo diesel e gasolina. é cara. Disponível em: <http://journeytoforever. tecnologias e outras fontes de energia renováveis. acaba por gerar resíduos no motor conforme o tempo de uso. Hoje. para sessenta porcento de óleo diesel e cinco porcento de gasolina. sem ter que possuir todo o maquinário para a produção do biodiesel. No caso. com o desenvolvimento de tecnologias de prensagem baratas. a qual diminui a viscosidade do óleo e permite o seu uso sem danificar o motor. Telefone para contato: () - / e-mail: <soyminas@soyminas. html>. a utilização de um biocombustível é muito mais eficiente do que o uso do biodiesel. gasta apenas quinze porcento de sua energia. Um dos projetos da CATI. os quinze porcento são gastos no processo de prensagem do fruto ou semente para a produção do óleo. já diminui o percentual de uso de combustíveis fósseis. já se desenvolveu uma mistura de trinta porcento de óleo vegetal. produzindo menos poluição. que pode diminuir seus gastos. produzida na combustão. da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo é desenvolver tecnologias que beneficiem o uso do óleo vegetal diretamente no motor.  . da CATI (Coordenadoria de Assistência técnica Integral). Recomenda-se o acesso ao link do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SBRT) sobre equipamentos para a produção de biodiesel. Equipamentos para a produção de biocombustíveis A empresa brasileira “Soyminas Biodiesel” desenvolveu toda a sua tecnologia para a produção de biodiesel a partir de óleo de girassol e nabo forrageiro. Ela não vende mais as máquinas responsáveis pela produção de biodiesel. Acesso em:  de abr de 00. Para saber mais acerca dos debates sobre o uso dos biocombustíveis. essa mistura se torna viável para o pequeno agricultor. com combustível. que desenvolveu parte da tecnologia da “Soyminas Biodiesel” que pode ajudar no esclarecimento de dúvidas sobre biodiesel.

org.que informem sobre outras fontes de energia.sbrt.ibict.pdf>. Acesso em. tanto como pessoa física como jurídica. como outros biocombustíveis ou energia solar. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www.Desidratação de álcoois Recomenda-se o acesso ao link do SBRT sobre etanol.  AgriculturA e PecuáriA Disponível em: <http://sbrt.br/upload/sbrt783.org. Recomenda-se o acesso a ABIODIESEL (Associação Brasileira das indústrias de biodiesel) Os associados têm desconto nos eventos promovidos pela associação e seus parceiros e acesso completo ao Centro de Estudos. reservas de dióxido de carbono.br/pt/index. Acesso em:  de abr de 00. Disponível em:<http://www.br/>. com uma seleção de conteúdos sobre o mundo do biodiesel.  de abr de 00. já que os biocombustíveis não lançam na atmosfera gases tóxicos como o enxofre e não emitem. já que os seres vivos não estão adaptados a esta quantidade de gás na atmosfera (o gás em si não faz mal.pdf>.br/upload/sbrt983. Disponível em: <http:// www.ibict.pdf>. para veículos automotores.dedini.br/upload/sbrt2099. CENBIO.como o “journeytoforever” e ao sítio do CENBIO (Centro Nacional de Referência à biomassa) da Universidade de Campinas (Unicamp) . . Acesso em:  de Abr de 00. além de notícias nacionais e internacionais. com. mas sim a mudança climática acarretada pelo aumento do efeito estufa). Pode-se associar. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A substituição dos derivados de petróleo por fontes renováveis e ecologicamente corretas possibilita que problemas recorrentes da saúde pública atual possam ser evitados. metanol e biodiesel. através de sua queima.biodiesel. para entender mais sobre os diversos processos de desidratação do álcool. que não deveriam ser emitidas.ibict.sbrt.br/>. Por fim. a “Dedini S/A Indústrias de base” fornece tecnologia para produção de álcool anidro e biodiesel. Acesso em:  de abr de 00. Recomenda-se o acesso ao link do SBRT. ABIODIESEL. Além do biodiesel aqui abordado. Acesso em:  de abr de 00.cenbio. Disponível em: <http://www. recomenda-se o acesso a sítios . Acesso em:  de abr de 00.htm>.

cenbio.htm>. Disponível em: <http://www. CENBIO.org/biofuel. Acesso em:  de abr de 00.org.sbrt. Acesso em:  deabr de 00. Camila Gomes Victorino NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr de 00  . ABIODIESEL.br>. Acesso em:  de abr de 00. br/>.gov. Dedini S/A Indústrias de base.ibict. SBRT.ind.br/>.br/>. Acesso em:  de abr de 00. Disponível em: < http://www. divisão Ataliba Leonel. óleo de girassol e de soja. Acesso em:  de abr de 00. recomenda-se o acesso ao link do SBRT sobre biodiesel.  de abr de 00.sp.html>. CATI.sbrt. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://journeytoforever.br/upload/sbrt894. REFERêNCIAs Associação “Journeytoforever”.cati.com.pdf>.ibict.biodiesel. Acesso em:  de abr de 00.br/pt/index.soyminas. org/biofuel.org. Acesso em.  de abr de 00. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://journeytoforever. Acesso em. Acesso em:  de abr de 00. Para entender mais sobre biodiesel a base de óleo de girassol.br/>. Disponível em: <http://www.dedini.“journeytoforever. Soyminas Biodiesel. Telefone () -00. Disponível em:<http://www. html>. Disponível em: <http://www. Doutor Silmar Denucci da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral.

beiras de estradas e junto a muro. diurético. Família: Plantaginaceae. antidiarreica. como em solos cultivados e pastagens. As sementes são laxativas. transagem. forma ovular. pronunciadas na face superior e ainda mais na basal. transagem. cor verde-cana pálida. reunidas em espigas. ondulados. Prefere solos arenosos. raiz fasciculada e frutos tipo cápsula.0 m. cor branco-amareladas. principalmente em jardins. tanchagem. ricos em matéria orgânica e com boa umidade. percorridas por nervuras curvilíneas. Nome Popular: Tansagem. Flores bem pequenas. Constituintes químicos principais: Heterosídos (aucubigenina). Parte utilizada: As folhas e sementes. Folhas dispostas em forma de ramalhetes. expectorante. bactericida. depurativa. plantagem. transage. tanchagem PALAvRAs-ChAvE Informações sobre a erva Tansagem. vegetando espontaneamente em quase todo o país. e de caule aparente. Descrição: Planta herbácea atingindo de  a cm de altura. sete–nervos.Tansagem. () Propagação: Por sementes Uso fármaco terapêutico: dor de garganta. com ráquis atingindo até 0. adstringente. tranchagem. pecíolos longos. quando estão bem maduras. anti-inflamatório. gramados. Origem: Européia. A colheita das flores deve ocorrer nos meses de agosto a março e as sementes separam-se da espiga no fim do verão. tanchagem – maior. cinco-nervos. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Nome Científico: Plantago lanceolata. pomares. vivaz. transage. cicatrizante. radicais. muci-  AgriculturA e PecuáriA ERvA ChAMADA TANsAGEM . desenvolvendo-se mais intensamente em locais abertos. mas perfeitamente aclimatada no Brasil. bordos levemente recortados.

para a obtenção do título de especialista em Plantas Medicinais. pdf>. No caso de hemorróidas use no banho de assento que ajuda acabar com as inflamações. cicatrizante. para gargarejos. Carlos A. pp -9. Infusão da folha seca: 0g em um litro de água fervente. Disponível em <http://www. uso e manipulação. ferimentos abertos. de A. Formas farmacêuticas habituais: Infusão. V. ácido clorogênico e ursólico. Uso externo: úlceras e feridas – folhas frescas trituradas. por isso é usado nas hemoptises e úlceras gástricas. expectorante. taninos (. Chá de uma folha seca ou verde com uma pitada de sal de cozinha. como parte das exigências do curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Plantas Medicinais: manejo. alantoína. decocção (chás). glicosídeos (aucubina). para a cura dos males da garganta. paulatinamente.00. Indicações para amidalite. indicaína). purificador do sangue. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de out. Acesso em: 0 de out. Monografia apresentada ao Departamento de Agricultura da Universidade Federal de Lavras. bronquite e catarros.esalq. Beber uma xícara  vezes ao dia. Isanete Geraldini Costa. “Plantas medicinais e aromáticas no sistema único de saúde da região sul de Cuiabá-MT”.br/siesalq/pm/isanete3.%). Mastigação de pedaços de folha. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . furúnculo.usp. anti-hemorrágico. sob a forma de emplasto. Preparo e Posologia: O chá das folhas é adstringente. Uso interno: para problemas respiratórios: tosse. alcalóides ( plantagonina. Indicação. 00. REFERêNCIAs BIESKI. faringite. varizes.lagens. estomatite. para cicatrizar.

Ervilha. mas pode ser também destinada ao mercado de grãos debulhados. acima de 0T/há. obtida após o processo de remoção dos grãos verdes nas indústrias. o material é de alto valor protéico e possui boa aceitação para a alimentação animal. Características da nova cultivar Altura das plantas (cm) Tipo de folha (normal) 0 AfAf 9 AgriculturA e PecuáriA ERvILhA . Ervilha axé Esta nova cultivar de ervilha verde foi desenvolvida especialmente para a agroindústria (grãos verdes enlatados e grãos congelados). A cultivar Triofin foi utilizada como fonte de resistência ao oídio. l Altas produtividades são obtidas mesmo na presença de baixas leituras tenderométricas ().DF. verificou-se que a variedade mais indicada é a Ervilha Axé. A ‘AXÉ’ é uma linhagem F do cruzamento do F (‘Plus’ x ‘Triofin’) com a cultivar Bolero. O material abaixo é um reprodução parcial do material produzido. Produtividade superior em relação às cultivares existentes atualmente no mercado: l Em torno de 000 Kg/ha têm sido obtidos na região de Brasília . Além disso. l Outra vantagem da 'AXÉ' é alta produção de massa verde. Patos de Minas e Iraí de Minas . Após levantamento junto a EMBRAPA.MG. conserva PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Informações sobre variedade de ervilha especial para conservas. Apresenta bom nível de resistência de campo ao oídio (Erysiphe pisi DC). tanto em ensaios como em áreas comerciais.

br/cultivares/ ervilha3.Inicio do florescimento (dias de germinação) Colheita de grãos verdes (dias após inicio da germinação) Resistência ao oídio Numero de grãos por vagem Numero de vagens por planta Diâmetro dos grãos (mm) Cor dos grãos Unidade de calor até o florescimento Unidade de calor até o inicio da colheita Maciez do grãos (leitura de tenderômetro) Peso aproximado de 000 sementes (g)   Mediante resistente . Acesso em:  de jul. . A tecnologia de produção para cultivo a nova cultivar encontra-se na publicação “Cultivo da ervilha”. Disponível em: <http://www. 00. Na região centro-oeste recomenda-se semeaduras de abril a junho e em locais com altitudes superiores a 00 metros. Disponível 0 .Caixa Postal  CEP 09-90 Brasília.embrapa.Hortaliças.0 verde  0  0 A ‘AXÉ’ deve ser cultivada em locais de clima ameno. .cnph.htm>. No Rio Grande do Sul recomendase a semeadura nos meses de julho e agosto. editada pela Embrapa Hortaliças. DF Fone: () -9000 Fax : () - FONTEs CONsULTADAs ERVILHA AXÉ. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária . Os dados de contato são: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro Nacional de Pesquisa de Hortaliças Ministério da Agricultura e do Abastecimento BR 00 Km 09 Brasília/Anápolis . CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Verificar junto a Embrapa Hortaliças os produtores desse cultivar.

br/>.embrapa.cnph. Acesso em:  de jul.Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jul. 00. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA em: <http://www. .

sob risco de perder-se o animal como reprodutor. criação de avestruz Busca informação sobre a exposição externa excessiva do falo de um macho de avestruz. disponibiliza seu telefone para qualquer contato de auxílio técnico. através do professor Celso Carrer. quando urina e defeca e b) Pouco antes de realizar a cobertura na fêmea que se dá várias vezes ao dia durante a época de reprodução. Na sua criação há um macho de avestruz que expõe o falo excessivamente e não tem galado a fêmea. enfermidades. avestruz. Roberto Arana.EXPOsIÇÃO EXTERNA DO FALO DE AvEsTRUz PALAvRAs-ChAvE Estrutiocultura.  . após essas duas atividades o falo deve ser recolhido na bolsa cloacal onde permanece protegido. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se a procura de uma assistência técnica de qualidade para resolver esse problema. O Grupo Ostrich do Brasil. No entanto. Uma publicação muito indicada para os criadores de avestruz é o livro: “A Criação do Avestruz: Guia completo de A a Z” escrito por Celso Carrer. Como descobrir a causa do problema? Será um problema muscular? Poderá ter alguma infecção? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O falo do avestruz normalmente é exposto de forma rápida em duas situações diferentes: a) Ao final do processo de excreção. O número é: (9) -00. Marcelo Kornfeld e Márcio Carvalho e editado pela EDUSP. A exposição continuada do falo é quase sempre resultado de um processo de acidente que resulta em infecção que deve ser tratada adequadamente por um veterinário experiente em estrutiocultura.o que se traduz em menos postura.

Editora da Universidade de São Paulo. Caio Bendazzoli NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar.criareplantar.com. Criar e Plantar .Avicultura industrial. 00. 00. Disponível em: <http://www.com. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA . Acesso em  de mar. Disponível em: <http://www. Acesso em  de mar. br/pecuaria/avestruz/index. 00.uniavestruz. br>.com.php>. 00. Disponível em: <http://www. Sinopse do livro A Criação do Avestruz: Guia completo de A a Z). Acesso em  de mar.br>. com. br>. Acesso em  de mar.br/site/dinamica.Avestruz.br/>. Universidade do Avestruz: Disponível em: <http://www. Portal do Avestruz.aviculturaindustrial. Acesso em  de mar.aviculturaindustrial. EDUSP . Acesso em  de mar.com. asp?id=11359&tipo_tabela=produtos&categoria=avestruz>. 00. Disponível em: <http://www.com.portaldoavestruz. Disponível em: <http:// www.edusp. 00.

O gengibre prefere solos com pH entre . mas não suporta encharcamento. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Conforme o prof. Uma diferença fundamental num rizoma. cochinês (de Cochim no sul da Índia). as partes subterrâneas e comestíveis. e . são os responsáveis pela propagação vegetativa. que o gengibre reduz a incidência de vômito tanto quanto algum medicamento sintético como a metoclo-pramida (plasil). Há muitas variedades comerciais de óleo essencial de gengibre e são classificados de acordo com sua origem geográfica como. Adão Roberto da Silva. o nome oficial do gengibre é Zingiber officinale roscoe.0 e a correção com calcário deve ser feita no mínimo três meses antes do plantio. extração de óleo essencial Saber qual é o método ideal para extração de óleo essencial de gengibre e se o mercado é interessante economicamente. gengibre africano. Para o cultivo. por exemplo. Cultivo Os rizomas da planta. num estudo britânico. óleo essencial de gengibre. é que se quebrarmos um pedaço de um rizoma ele não morre (como acontece com a raiz). O gengibre é tido erroneamente como raiz quando na verdade é um rizoma. jamaicano. Os sulcos de plantio precisam ter cerca de  centímetros de profundidade  . fértil e de boa drenagem.00 antes de Cristo como condimento carminativo para ajudar na digestão. O gengibre vem sendo usado pelos chineses desde . A cultura necessita de muita água.EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE GENGIBRE PALAvRAs-ChAvE Gengibre. o solo ideal deve ser argilo-arenoso. Foi comprovado. o plantio deve ser feito no início da estação das chuvas. mas se transforma em várias plantas em vez de uma só. De acordo com os técnicos do Instituto Agronômico do Paraná. A produção no Brasil é pequena e quase totalmente absorvida pelo mercado externo. que é um caule subterrâneo de uma raiz.

Seu óleo essencial pode ser usado em compressas para amenizar dores. os rizomas são cobertos com uma camada de 0 centímetros de terra. o gengibre necessita de alguns tratos culturais: a chamada “amontoa” (o rizoma cresce para cima. A água que sobra de todo o processo depois de retirado o óleo. logo em seguida. Em muitos casos. Saindo de uma caldeira. zingibereno e bisaboleno. é preciso cobri-lo periodicamente com terra). mostrando-se útil tanto em preparados para a pele. é chamada de água floral. Propriedades dos compostos A atividade do gengibre pode ser atribuída ao seu óleo essencial que é responsável pelo odor característico e uma mistura volátil de óleoresina é responsável por sua pungência. À medida que este processo acontece. as literaturas médica e popular fazem referência ao gengibre como sendo útil no tratamento de depressão. raízes. colesterol elevado. os hidrosóis são preferidos aos óleos essenciais devido a serem mais  AgriculturA e PecuáriA . úlcera péptica. Os rizomas estão no ponto de colheita quando as folhas começam a amarelar. A extração do óleo essencial é feita principalmente pelo método de destilação a vapor: É o método mais comum. reumatismo. na parte superior desta mesma água obtida. mudanças vasculares devido ao envelhecimento peniano e impotência. madeiras e algumas flores. normalmente é indicado para obterem-se óleos essenciais de folhas e ervas. como até mesmo de uso oral no tratamento da saúde interna. Ela retem muitas das propriedades terapêuticas da planta. portanto. mas nem sempre é indicado para extrair-se o óleo essencial de sementes. artrites. Forma-se então. destilado. uma camada de óleo essencial que é separado através de decantação. passam por um processo de resfriamento através do uso de uma serpentina e se condensam com a água.e a distância recomendada entre os rizomas é de  a  centímetros. A destilação a vapor é feita em um alambique onde partes frescas da planta e algumas vezes secas são colocadas. o vapor circula através das partes da planta forçando a quebra das frágeis bolsas intercelulares que se abrem e liberam o óleo essencial. as sensíveis moléculas de óleos essenciais evaporam junto com o vapor d´água viajando através de um tubo no alto do destilador onde. Se fizer uma inalação é bom para gripes e resfriados. Os componentes principais dos óleos essenciais são os sesquiterpenos. O ciclo da planta varia de sete a dez meses. Depois de plantados. a irrigação e o controle de pragas. Embora resistente. Carecendo ainda de evidências científicas. hidrosol ou hidrolato.

br/upload/sbrt1169.html Acesso em:  de set.br/upload/sbrt1105.ibict.ibict.br  .br/upload/sbrt1284. http://sbrt. há ainda outras formas utilizadas na obtenção deste óleo. Acesso em:  de set. 00.br/upload/sbrt1213.br/upload/sbrt1363.html Acesso em:  de set. consulte Resposta Técnica já elaborada através do link abaixo: http://sbrt. http://sbrt.ibict.html Acesso em:  de set. http://sbrt. 00.html?PHPSESSID=c61a1443fbff10682ea6e 691d9ed3ab7 . 00.html Acesso em:  de set.html Acesso em:  de set.com. 00. Para obter informações sobre o mercado utilize o serviço de consultoria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE: Postos de atendimento do Escritório Regional Sorocaba: Escritório Regional Sorocaba Endereço:Rua Cesário Mota 0 Bairro: Centro CEP: 0-00 Telefone: () - Fax: () - E-mail: sorocaba@sebraesp. Para obter outras informações sobre extração de óleo essencial de outros substratos. principalmente em se tratando de crianças ou quando uma maior diluição dos óleos se faz necessária. 00.br/upload/sbrt1353.ibict.ibict.html Acesso em:  de set.br/upload/sbrt1375. http://sbrt.ibict.ibict. acima citadas.suaves. entre elas: l l l l Hidrodestilação Solvente Prensagem a Frio Turbodestilação e Hidrofusão CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para saber mais sobre as outras técnicas de extração de óleo essencial de gengibre.br/upload/sbrt1133. 00.ibict. 00. consulte as seguintes respostas técnicas: http://sbrt. http://sbrt. 00. Porém.html Acesso em:  de set. http://sbrt.

br/complem/aromaterapia7. SBRT .com. 00.vidaintegral.Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. Acesso em:  de set. Fabiana Rocha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 9 de set. . das 0h às h. php> Acesso em /09/00. Disponível em: <http:// sbrt.ibict.br>. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Itu Posto de Atendimento ao Empreendedor de Itu Endereço: Rua do Patrocínio 9 Bairro: Centro Telefone: () 0-/0 Atendimento: de ª a ª feira.REFERêNCIAs Para que serve o óleo essencial de gengibre? Jornal Vida Integral. Disponível em : <http://www.

onde foi verificado a existência deste mesmo óleo no manjericão.sp.br  . do Instituto Agronômico (IAC-APTA) Telefone (9) - e-mail nilson@iac. a planta requer quatro meses. é possível produzir um novo óleo a partir do manjericão e capacitar agricultores para fornecer as indústrias perfumistas o novo produto. Com o cultivo de manjericão. enquanto que o cultivo do pau-rosa toma aproximadamente três décadas. porém de maneira predatória. linalol Saber a viabilidade da extração de óleo de linalol através da plantação de manjericão. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o pesquisador Prof. Foram realizados estudos. Para a atividade do produtor.gov. Outra vantagem é que da produção da muda a colheita. madeira originária da amazônia. O agricultor que se dedicar a produção do manjericão e tiver a sua própria destilaria poderá gerar cerca de dois mil dólares/hectare. porém com porcentagens menores. a pesquisa trará uma mudança bastante significativa.EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE MANjERICÃO E ILINOL PALAvRAs-ChAvE Extração de óleo manjericão. Nilson Maia do Instituto Agronômico de Campinas. INDICAÇõEs EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: Nilson Maia do Centro de Análise e Pesquisa Tecnológica do Agronegócio de Horticultura. O óleo de linalol é extraído do pau-rosa. é possível alcançar um rendimento alto em áreas relativamente pequenas.

Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar.SP e para ser viável os produtores devem estar a uma distancia de 0 a 0 Km da destilaria. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .A extração do óleo de manjericão está em um projeto piloto em uma destilaria na cidade de Votuporanga .

no endereço: http://www. dentre os quais se destaca o curso: “Processos de Extrusão de Alimentos: aspectos tecnológicos para o desenvolvimento e produção de alimentos para consumo humano e animal”. 00). 00).ctaa. por um processo que consiste em submeter o desengordurado a pré-cozimento. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Na Resposta Técnica  presente no site do SBRT.EXTRAÇÃO DE sOjA PALAvRAs-ChAvE Soja. extrato de soja. sendo posteriormente levado a uma extrusora. o Dr.br/ (Acesso em: 9 de out.br/upload/ sbrt1236. Finalmente com relação à produção de extrato hidrossolúvel de soja. texturizado de soja. desengordurado de soja. encontram-se instruções detalhadas de como se produzir extrato de soja.pdf (Acesso em  de out. 00).embrapa.bunge. extrato hidrossolúvel de soja Informações sobre processo de produção de extrato de soja solúvel e de farinha de soja texturizada. para finalmente ser secado em um secador. José Luis Ramírez Ascheri. Sobre esse curso pode-se obter maiores informações pelo endereço: http://www. onde o pré-cozido é cozido e cortado.com.br/ (Acesso em:  de out. a partir do qual pode se fazer a farinha de soja texturizada.ibict. Doutor Ascheri afirma. farinha de soja. farinha texturizada de soja. Mercado esse composto basicamente por multinacionais. Serviço Brasileiro de Resposta Técnica. deve-se consultá-la.00 mil reais) e que tem um mercado bastante concorrido. afirmou ser esse um empreendimento que demanda muito investimento (por volta de 0. a dissertação de mestrado: “Avaliação bioquímica e nutricional do 0 . também. é feito do desengordurado de soja.sbrt. cujo site é: http://www. Vale ressaltar que a Embrapa oferece uma série de cursos referentes à atividade agropecuária. por exemplo: Bunge. Pesquisador da Embrapa Agroindústria de Alimentos. Já com relação à produção de farinha de soja texturizada. que o texturizado de soja. portanto.

com o objetivo de obter maiores informações. que devem ser consultados.RJ -Brasil. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária especializada em Soja. ESALQ/USP. Resposta Técnica .usp. como de instituições e de documentos.esalq. Carlos Augusto V. Disponível em: <http://www. 00) pode se encontrar uma série de receitas à base de soja. de Arruda. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”.Guaratiba CEP: 00-0 Rio de Janeiro .ibict. tanto de outras Respostas técnicas. pode-se entrar em contato com o departamento de Agroindústria Alimentos e Nutrição da ESALQ.embrapa. Finalmente. Fone: () 0-99 Fax: () 0-090 E-mail: ascheri@ctaa.sbrt.br/html/receitas. 00) ou por telefones que podem ser obtidos no endereço: http://www.br EMBRAPA Soja. 00. cuja referência completa se encontra abaixo. Também no endereço: http://www. pode fornecer informações fundamentais.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Na Resposta técnica acima referenciada existem indicações.br:4500/ALEPH/POR/ FZE/FZE/FZEA/FULL/0570739? (Acesso em 9 de out.cnpso. Dr.br/departamentos/lan/ (Acesso em: 9/0/0). Acesso em:  de out.pdf> Acesso em:  out.embrapa.htm (Acesso em 9 de out. . Disponível em:<http://www. pelo site www.br/ upload/sbrt1236.br/>. 00. 00) têm-se referências de um livro relativo a farinha de soja. caso tenha maiores dúvidas.cnpso.br (Acesso em 9 de out.usp. Planta Piloto de Tecnologia de Cereais Avenida Das Américas 90 . REFERêNCIAs BOTELHO. Disque Tecnolo-gia/CECAE-USP. Já no endereço: http://dedalus. José Luis Ramírez Ascheri Pesquisador Embrapa Agroindústria de Alimentos.esalq.embrapa. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Uni AgriculturA e PecuáriA extrato hidrossolúvel obtido de farinha de soja desengordurada e emulsificada”.usp.

esalq.Universidade Federal de Viçosa na área de agroquímica 99. Viçosa: S.br>. p. Endereço da referência: Disponível em: <http://dedalus. 00. Avaliação bioquímica e nutricional do extrato hidrossolúvel obtido de farinha de soja desengordurada e emulsificada.usp.versidade de São Paulo.N. Acesso em 9 de out. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . 99..usp. 00. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de out. Acesso em: 9 de out. Disponível em: <http://www. Marcia Regina Pereira.br:4500/ALEPH/POR/E– SA/ESA/ESALQ/FULL/0609886>. Dissertação (mestrado) -. MONTEIRO.

por 0 minutos. em temperatura entre 0 e 0 graus Celsius.Ossinhos para cães. http://www. bate-se o couro. Fabricantes de Fulão HVR Ind. no Fulão. Esta lavagem dura em torno de 0 minutos. l Dar nozinhos nas tiras para dar forma de osso l Secar os ossinhos em estufa. Com. l Depois dos 0 minutos. com água fria em diluição de % a % de sulfato de amônia.% . Processo passo-a-passo l De acordo com o peso do couro a ser utilizado. l Retirar o couro do Fulão e cortá-lo em tiras. analista de Informação/Ceimaq/ Abimaq (Associação Brasileira de Fabricante de Máquinas e Equipamentos. desta vez com água fria em solução de água oxigenada de % a . l Bater por mais uma hora.br) o processo de fabricação é dividido em duas partes e a matéria prima utilizada para a fabricação é a raspa de couro em tripa.com.abimaq. couro digerível PALAvRAs-ChAvE Saber qual é o processo correto e a formulação da massa para se fabricar couro digerível. e Serviços Ltda Rua Jose Carlos Coutinho 9 Caruaru (PE) Número do Telefone: () -90  AgriculturA e PecuáriA FABRICAÇÃO DE OssINhOs PARA CÃEs . tipo palito para cães. produto para cão. l Repetir o processo acima. ele deverá ser lavado em equipamento chamado Fulão. por mais ou menos uma hora. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o Eng. Willys de Souza Jr..

aconselha-se procurar médico veterinário ou/e entre em contato com a ABIMAQ. REFERêNCIAs ABIMAQ . Disponível em: <http://www.masterequipamentos.abimaq.ind.br>. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . Karl W.com. 00.Associação Brasileira de Fabricantes de Máquinas e Equipamentos. Karl W. Engenheiro .com. analista de Informação/Ceimaq/Abimaq/ Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de set.michelon..br> Michelon Fuloes e Molinetes LTDA Travessa Thompson Flores. caso precise de maiores informações. Schinke. S/N Caxias do Sul (RS) Número do Telefone: () -0 Disponível em: < http://www. Jr. Willys de Souza.br> Fabricante de Estufas Master Equipamentos Industriais LTDA Rua Dr.  Novo Hamburgo (RS) Número do Telefone: () 9- Disponível em: <http://www.  Novo Hamburgo (RS)/ Número do Telefone: () 9- CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Além do fornecido acima. Schine. Acesso em  de set.Master Equipamentos Industriais Ltda Rua Dr.

assim como todos os outros ingredientes. somente o fato de formularmos uma dieta com níveis nutricionais adequados a cada espécie animal. pela indústria alimentícia. que é destinado para consumo humano. O farelo de soja é obtido a partir da moagem dos grãos de soja. afim de garantirmos que os ingredientes realmente possuam nutrientes com a qualidade e quantidade. não é suficiente para garantirmos que realmente todos os nutrientes estarão disponíveis para os animais nas quantidades desejadas.Farelo de soja. (L) Merril). A nutrição animal adequada visa atender a todos os requerimentos nutricionais dos animais para que estes expressem todo o seu potencial produtivo. por processo mecânico e/ou químico. torta de soja PALAvRAs-ChAvE Informações de como é transformada a torta de soja (resíduo do esmagamento) em farelo de soja. é fundamental que tenhamos. Para isso. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Definição do Produto Entende-se por farelo de soja o produto resultante da extração do óleo dos grãos de soja (Glycine max. A soja é uma das mais importantes culturas agrícolas mundiais. Entretanto. O farelo de soja. um controle de qualidade das matérias-primas que constituem as rações. que estão sendo atribuídas à cada ingrediente. que queremos fornecer. além de outros fatores. para extração do óleo. e representa um dos ingredientes de maior importância utilizado em rações animais. O controle da qualidade de todas as matérias-primas utilizadas nas rações é fundamental para monitorarmos a qualidade dos nutrientes. para comercialização. sendo sua produção destinada para a obtenção de óleo e farelo. deve sempre ser analisado para avaliarmos as suas características nutricionais  AgriculturA e PecuáriA FARELO DE sOjA .

Análise de Atividade Ureática Esta análise tem como objetivo determinar a destruição dos fatores antinutricionais presentes no grão de soja. Além disso. Cálcio e Fósforo.  . tem o objetivo de evitar que farelos de soja de baixa qualidade sejam utilizados nas rações. A composição nutricional do farelo de soja deve ser avaliada através de análises bromatológicas como: Umidade. destruídos pelo calor. Portanto. existem algumas análises específicas. e outros. que possui alguns fatores antinutricionais para os monogástricos. evitando-se com isso perdas no desempenho animal e em resultados econômicos na produção.. presente no grão de soja. indicam que o farelo passou por um adequado processamento térmico. objetivando a destruição dos fatores antinutricionais. antes que o ingrediente seja incluído em rações de aves e suínos. que podem ser afetados pelo processamento térmico inadequado do grão de soja. Proteína Bruta. como resultado dessa análise podemos observar que atividade ureática com valor de pH variando de 0. e que é destruída pelo calor. que devem ser destruídos pelo processamento térmico. Fibra Bruta. Existe uma correlação direta entre os fatores antinutricionais e a urease. De uma maneira geral essa análise determina se o farelo de soja recebeu processamento térmico suficiente para inativar os fatores antinutricionais presentes no grão de soja. como: inibidores de tripisina. A análise de atividade ureática é um bom indicativo de processamento térmico adequado ou inadequado do farelo de soja ( Tabela: ). Sua metodologia consiste em determinar a redução na atividade da enzima urease. Portanto com a inativação da enzima urease teoricamente os fatores antinutricionais estariam destruídos.e também a qualidade de seu processamento. Por se tratar de um subproduto obtido após a extração do óleo de soja. como: Atividade Ureática e Proteína Solúvel que determinam a qualidade e disponibilidade dos nutrientes no farelo de soja. que têm o objetivo de monitorar o padrão nutricional do ingrediente. o monitoramento através de análises bromatológicas. hemaglutininas. passa por uma série de processamentos que podem afetar a sua qualidade nutricional. ambos são termolábeis. influenciando diretamente em seu valor nutricional.0 até no máximo de 0. a soja é uma planta leguminosa. Para monitorarmos a qualidade do processamento a qual submetemos o farelo de soja. o farelo de soja.

 >0.0. quanto maior a quantidade de proteína solúvel.0. com o objetivo de destruirmos os fatores antinutricionais presentes. melhor a disponibilidade da proteína e dos aminoácidos para o animal.0 . ainda assim poderemos encontrar inibidores de tripisina no farelo.30 solubilidade da Proteína em hidróxido de Potássio ( KOh ) Esta análise consiste em uma segunda metodologia para se avaliar a qualidade do farelo de soja processado. em alguns casos. foi determinado ainda a presença de  a % dos fatores antinutricionais no farelo de soja. indicaria a ocorrência de uma desnaturação significativa na proteína da soja. Para a classificação do farelo de soja em relação a quantidade de proteína solúvel ( tabela- ) encontrada em análises. com um mínimo de desnaturação. mesmo com a análise de atividade ureática ao redor de zero.0 0. Trabalhos na literatura indicam que. solúvel em KOH. A estatística mostra que em algumas análises de atividade ureática com valor próximo de zero.0 . Sendo assim. A proteína solúvel é aquela disponível para a absorção pelo animal. Existe também um correlação direta da qualidade no processamento do farelo de soja com a quantidade de proteína solúvel presente neste farelo. Contudo. . Proteína solúvel abaixo de 0%. ou seja. podemos considerar que o farelo que apresentar proteína solúvel acima de 0% passou por um adequado processamento térmico. tendo mantido quase inalterada a qualidade de sua proteína.0. observamos que a medida que submetemos o grão de soja ao processamento térmico. O grão de soja pode apresentar até 00% de sua Proteína Bruta.Tabela 1: Padrão de Atividade Ureática do Farelo de soja Classificação Excelente Boa Regular Deficiente Atividade Ureática 0. algumas limitações para os resultados encontrados na análise. . verificamos uma queda na solubilidade da proteína e consequentemente uma queda na disponibilidade da proteína e dos aminoácidos para os animais. afetando diretamente a disponibilidade da proteína e dos aminoácidos presentes no farelo.  AgriculturA e PecuáriA Existem no entanto.0 0.

de farelo de soja.Tabela 2: Padrão de solubilidade da Proteína em KOh no Farelo de soja Classificação Excelente Boa Razoável Deficiente Solubilidade em KOH > % > 0% > % < % Resultados destas análises mostram que amostras de diferentes farelos de soja com solubilidade da proteína acima de 0%. Avaliação da Qualidade de Farelo de soja Realizamos um estudo com o objetivo de avaliar a qualidade do processamento de farelo de soja. ou seja. enviadas a nosso laboratório foram submetidas a análises de Atividade Ureática e Proteína Solúvel. dentro do padrão mínimo para o ingrediente. apresentaram respostas diferentes no desempenho dos animais. oriundos de diversos fornecedores nacionais. e portanto sobre a qualidade nutricional deste ingrediente. E com isso nos permite trabalhar com maior garantia de estarmos fornecendo nutrientes em qualidade e quantidade bem próximas àquelas as quais estamos formulando. Como conclusão podemos verificar que tanto a Atividade Ureática como a análise de Proteína Solúvel nos indicam sobre a qualidade de processamento recebido pelo farelo de soja. Os resultados são apresentados nos gráficos a seguir: Gráfico 1: Distribuição dos Resultados de Proteína solúvel (%) Fonte: Poli-Nutri Alimentos Ltda  . Aproximadamente 00 amostras.

. qualidade. Recomenda-se a leitura do artigo Norma de identidade. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Segundo a pesquisadora Vera Denassi.% das amostras apresentam pH para urease entre 0. evidenciando que a qualidade empregada no processamento do farelo de soja. que dificulta a digestão do animal.% das amostras analisadas apresentam Proteína Solúvel acima de 0% de solubilidade. evidenciando que a grande maioria das amostras encontram-se dentro do padrão esperado para o ingrediente. Como conclusão do estudo podemos verificar que a maior parte das amostras analisadas apresentaram resultados de Atividade Ureática e Proteína Solúvel dentro do padrão mínimo esperado para o ingrediente. contribui para a obtenção de um ingrediente de alto valor nutricional e de extrema importância para a manutenção dos resultados de desempenho e viabilidade econômica das atividades ligadas a produção animal. O telefone para contactar a pesquisadora é () -. o farelo de soja a ser utilizado como ração deverá sobre um tratamento térmico. para inibir a enzima tripsina. . na grande maioria dos fornecedores. e apenas . da EMBRAPA Soja.% das amostras estão fora do padrão esperado para o ingrediente.% estão abaixo das especificações de qualidade desejada para o farelo de soja. o que evidencia que apenas .0 e 0.Gráfico 2: Distribuição dos Resultados de Atividade Ureática Fonte: Poli-Nutri Alimentos Ltda Os resultados das análises de Atividade Ureática das amostras mostram que aproximadamente 9. 9 AgriculturA e PecuáriA Conforme gráfico anterior podemos verificar que aproximadamente 9.

gov. disponível em: http://www. qualidade. armazenamento e transporte do farelo de soja que se destina a comercialização interna. amostragem.htm >.sc.br/ conteudo_artigos_anteriores_janeiro. marcação e apresentação do farelo de soja.cidasc. Acesso em: 0 ago. FONTEs CONsULTADAs Poli-Nutri Alimentos Ltda.cidasc. 00 Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 ago. Disponível em: <http://www.htm. Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina. 00.br/html/institucional/empresa.sc..br/html/institucional/empresa. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .com.embalagem. Esta norma tem por objetivo definir as características de identidade. Disponível em: <http://www.gov.polinutri.htm>. Acesso em: 0 ago. apresentação.

Acrescenta ainda que qualquer tipo de solo pode beneficiar-se da técnica. promovendo a sua fertilização. batizada de “rochagem”. rochagem PALAvRAs-ChAvE Pretende realizar a adubação de sua horta/pomar através da utilização de pó de rochas. fertilização. porque apresenta um custo menor em relação aos fertilizantes químicos convencionais e porque permite a fertilização do solo sem promover a sua degradação. e quer saber como pode obter o produto e quais as empresas que o comercializam. A pesquisadora realizou experimentos com a técnica em um assentamento formado por pequenos agricultores familiares. desde que exista a disponibilidade de rochas com características apropriadas para a fertilização. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A melhora na fertilidade e a recuperação de solos degradados através da utilização de uma mistura adequada de rocha moídas é uma técnica que vem sendo desenvolvido e aplicado com bastante êxito no Brasil. A rochagem pode ser feita a partir do uso dos rejeitos gerados pelas pedreiras e pelas empresas de mineração das proximidades.Adubação. obten-  AgriculturA e PecuáriA FERTILIzAÇÃO DO sOLO . O mecanismo básico do funcionamento da fertilização por “rochagem” é o seguinte: ao longo do tempo. obtendo resultados surpreendentes. São utilizadas principalmente rochas vulcânicas. defendida no ano 000 no Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília –CDS/UnB. ricas em macro e micro nutrientes indispensáveis ao desenvolvimento das plantas. foi o tema da tese de doutorado da pesquisadora Suzi Huff Theodoro. A pesquisadora argumenta que o uso da técnica apresenta benefícios econômicos e ambientais. Esta técnica. a água proveniente da chuva ou dos mecanismos de irrigação vai desprendendo os nutrientes presentes nas rochas e deixando-os disponíveis na terra. pó de rochas.

e passaram a comercializarem fertilizantes elaborados a partir de pó de rochas. Entretanto. Este é o grande trunfo da técnica: ela pode ser aplicada a partir de materiais que antes eram descartados como resíduos. Muitos deles são certificados pelo Instituo Biodinâmico como produtos aprovados para a agricultura orgânica. suas aplicações e seus custos. a determinação da composição da mistura e da dosagem de aplicação.htm Contato via e-mail através do site: http://www.br/camp_continua. Segue abaixo o contato de duas empresas que comercializam este produto: Mineração São Judas Ltda.mibasa.  . Produto: Itafértil Tratar com Wilma Telefone: () -09 Grupo Mibasa Produto: Melhorador de solos MB- Site do produto: http://www. Estas atividades envolvem alguns testes laboratoriais e um conhecimento aprofundado nas áreas de geologia e/ou agronomia. obter o pó de rocha desta maneira envolve a escolha de quais são os tipos de rochas disponíveis mais adequados para o tipo de solo. php CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se entrar em contato com as empresas indicadas para trocar informações mais detalhadas a respeito dos produtos. e principalmente a identificação de quais são os materiais que não estão contaminados por elementos tóxicos. são atividades que devem ser realizadas por cientistas ou profissionais especializados nestas áreas de conhecimento.do-se um produto a um custo praticamente nulo.com. Atualmente já existem empresas no ramo de mineração que perceberam que poderiam utilizar seus resíduos de forma lucrativa.com. Estes produtos são especialmente desenvolvidos para a finalidade de fertilização e correção de solo.mibasa.br/display. Isso a torna ao mesmo tempo ecológica e barata. contendo todos os micro e macro nutrientes necessários e sendo livres de substâncias tóxicas. portanto.

universia. V.br/html/materia/materia_daih. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 9 de set.br/ acs/bcopauta/agricultura1.br/portal/pages/publico/expandir. PÓ de rocha vira terra fértil em prol dos excluídos. Disponível em: <http://www.htm>. Disponível em: <http://www.00.html>. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Caso queira utilizar um produto elaborado a partir de resíduos de rochas disponíveis localmente. O uso indiscriminado de rochas inadequadas ou contaminadas pode causar sérios danos ao solo e ao meio ambiente. Disponível em: http://www. FERTILIZAÇÃO da terra pela terra: uma alternativa de sustentabilidade para o pequeno produtor rural. é imprescindível contar com a orientação de um especialista nas áreas de geologia e/ou agronomia. Acesso em: 9 de set.org.00. . Acesso em: 9 de set. Acesso em: 9 de set. de A. Carlos A.fbb?codConteudoLog= 1789>.00.com.unb.fbb.FONTEs CONsULTADAs TERRA fértil em prol dos excluídos.

promovam uma maior conservação das frutas. para que se possam desenvolver embalagens. são necessários estudos específicos relativos a cada espécie de fruta para que as pretendidas embalagens possam ser feitas. FRUTICULTURA PALAvRAs-ChAvE Frutas. O professor Doutor Ricardo Alfredo Kluge ressalta que cada fruta tem características gasosas especificas e. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o professor Ricardo Alfredo Kluge. aconselha que para cada fruta deve se ter uma embalagem diferente. a partir de controle da liberação desses gases. segundo Cloves Ribeiro Neto. Também. principalmente. Nesse sentido. INsTITUIÇõEs: Contatar as instituições:  . Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo. Nesse sentido a produção de embalagens que promovam uma maior conservação das frutas deve ser feita. gases exalados por frutas Informações gerais sobre os gases liberados pelas frutas durante o processo de amadurecimento. Portanto. conservação de frutas. que levando em consideração as características dos respectivos gases. assim. Instituto Brasileiro de Frutas. embalagens para frutas.FIsIOLOGIA DAs FRUTAs. sob coordenação do professor Ricardo. embalagens que promovam a conservação de frutas devem fazer com que se reduza à concentração de oxigênio e aumente a de gás carbônico na região atmosférica próximo a dada fruta. os principais gases liberados por frutas durante o amadurecimento são o etileno e o gás carbônico. fruticultura. aconselha-se entrar em contato com o Laboratório de Fisiologia e Bioquímica Pós-colheita da ESALQ/USP. técnico da IBRAF.

Acesso em:  de jul.usp. a leitura dos textos abaixo Efeito da embalagem e do armazenamento no amadurecimento do caqui (diospyros kaki l.usp. Influência da embalagem de polietileno na remoção da adstringência e na qualidade de caquis (Diospyrus kaki L.  AgriculturA e PecuáriA IBRAF . Acesso em:  de jul. Conservação de goiabas ‘Kumagai’ em diferentes temperaturas e materiais de embalagem.ITAL .br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/1046814? >. Utilização de embalagem de polietileno na conservação de caquis ‘Giombo’ durante o armazenamento refrigerado. Giombo. Informação disponível em: <http://dedalus. sentido de obter mais informações. 00. Acesso em:  de jul. Utilização de atmosfera modificada na conservação pós-colheita da goiaba ‘Kumagai’.br/ CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se. 00.usp. Informação disponível em: <http://dedalus.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/1313510?>.Instituto Brasileiro de Frutas Site: http://www.org. Embalagens para conservação refrigerada de goiabas. Acesso em:  de jul.) Cultivar Taubaté. Acesso em:  de jul. Informação disponível em: <http://dedalus. Informação disponível em: <http://dedalus.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/0583690?>.usp. armazenados sob refrigeração.usp.ibraf. 00.sp. 00. Informação disponível em: <http://dedalus. 00. 00.usp.gov. cv. br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1127653?>.).br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/1199280?>.ital.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/1196395?>.br/ . Informação disponível em: <http://dedalus.Instituto de Tecnologia em Alimentos Site: http://www. Acesso em:  de jul.

IBRAF.br/portugues/uspfacil/buscausp/frame.Qualidade pós-colheita de goiabas ‘Pedro Sato’ armazenadas sob refrigeração e atmosfera modificada por biofilme de fécula de mandioca / Mariana Teixeira Rodrigues Vila.ibraf.gov.usp.br/pls/portal/docs/PAGE/MAPA/ MENU_LATERAL/AGRICULTURA_PECUARIA/ESTUDOS_PUBLICACOES/ESTUDO_ MERCADO_FRUTAS/CAPITULO_6. Tel/Fax: () -.usp. orientação de Luiz Carlos de Oliveira Lima.busca. REFERêNCIAs Professor Doutor Ricardo Alfredo Kluge da ESALQ/USP. 00.br/ Laboratório de fisiologia e Bioquímica Pós-colheita da ESALQ/USP. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo.org.agricultura. 00. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .php?num=20& q=Ricardo+Plungi&submit. Disponível em: http://www2.x=16&submit. Cloves Ribeiro Neto.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1387883?> Acesso em:  de jul. Disponível em: <http://dedalus. Instituto Brasileiro de Frutas. Capítulo : Cadeia de Comercialização e suas Exigência.y=11 Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jul. Central de Serviços de Exportação. Acesso em:  de jul.org. sob coordenação do professor Ricardo. Disponível em: <http://www. E-mail: centraldeserviços@ibraf.PDF>.br http://www. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo.

Cultivo Do Gergelim Origem e histórico: É uma das espécies vegetais mais antigas cultivadas pelo homem.Beneficiamento gergelim. Estados Unidos. teve o início. maquinas e equipamentos para o beneficiamento do girassol e do gergelim. Desde então. beneficiamento de girassol. que foi utilizada como alimento pelos índios americanos em mistura com outros vegetais. O  AgriculturA e PecuáriA FORNECEDOREs DE MÁQUINAs PARA DEsCAsCAR GIRAssOL . como os Estados Unidos. bem como máquinas beneficiadoras do gergelim. o girassol também é classificado como a quarta opção. Itália e Canadá já possuem indústrias produzindo farinhas. a produção mundial de girassol tem evoluído. E quais são os fornecedores de máquinas de descascar girassol. para a ração animal e uso humano. Atualmente. o girassol foi levado para a Europa e Ásia. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O girassol é uma planta originária das Américas. Foi na União Soviética que o melhoramento o enfoque era dado à seleção de plantas com sementes e capítulos grandes. seguido da soja. palma e canola. Várias pesquisas sobre a utilização e o processamento da proteína de girassol vêm sendo desenvolvidas e países. com o crescimento do consumo de óleo comestível. Argentina e China. concentrados e isolados protéicos. para produzir genótipos com altos teores de óleo. sendo liderada pela União Soviética. o girassol ocupa o quarto lugar como forte de óleo comestível. onde era utilizado como uma planta ornamental e como uma hortaliça. Como fonte protéica. Nos primeiros trabalhos de melhoramento o enfoque era dado à seleção de plantas com sementes e capítulos grandes. França. No século XVI. Foi na União Soviética que o melhoramento de girassol. PALAvRAs-ChAvE Saber como melhorar o plantio de girassol.

tradicionalmente. as mais baixas crescem mais largas. CNPAG e CNPAG.m.de separação de glebas . CNPAG para plantios. as folhas da parte alta tem forma de ponta de lança. vulgarmente também é conhecido por sésamo. o gergelim é originário apenas da Ásia. branca ou violeta e o fruto é uma baga alongada com pelugem contendo sementes pequenas com cor variando do branco ao preto. arredondadas ou dentadas.era consumido. As flores podem ter cor rósea. Cultivares que apresentem cor da semente branca ou creme possuem maior valor comercial (sementes escuras têm demanda restrita ao uso caseiro e medicinal). Irã e China). os orientais . como “cultura de fundo de quintal” ou em pequenas áreas . ao nível das fazendas. à saber:  . girgilim e jorgelim.tipo de ramificação e resistência às pragas. tempo dos faraós. Planta cresce como pequeno arbusto alcançando altura de . e havia raros excedentes para comercialização. O produto obtido . segundo Caminhoá o gergelim provem da Ásia e da África e.grãos .local de sua origem é incerto podendo situar-se entre Ásia e a África. para outros autores. ciclo. L. Os principais centros de origem e difusão são a Etiópia (centro básico) e Ásia (Afeganistão. já se aproveitava o gergelim para obtenção do óleo. os impérios entre os rios Tigre e Eufrates (Ásia Menor) cultivavam comercialmente o gergelim. Índia.chamadas de terreiros. No Egito. tem hábito de crescimento ramificado ou não.notadamente os indianosconsideravam as sementes do gergelim quase sagradas. Segundo as características edafoclimáticas do Nordeste a EMBRAPA tem recomendado as cultivares .do caule. aí foi plantado. O gergelim é conhecido pelo nome científico de Sesamum indicum. De Candolle afirma ser o gergelim originário da ilha de Sonda (África). As cultivares (variedades) podem ser diferenciadas por vários atributos da planta como altura. A planta do gergelim é cultivada desde a antigüidade. das folhas e das sementes . coloração. Chegou ao Brasil (Nordeste) trazido pelos portugueses no século XVI. zirgelim. Pedaliaceae. Dicotyledonae.

pH em torno de . tem porte mediano. vem sendo cultivado em quase todos os países de clima quente e em zonas temperadas (mais amenas. ausência de pelos nas folhas e hastes. sementes coloração creme. tolerância à mancha angular e susceptibilidade à cercosporiose e à murcha de macrophomina. com ciclo de 90 dias. no mundo. até ºC). Tolera murcha de macrophomina.nativos do Nordeste . É recomendada para plantio de sequeiro ou irrigado em todo o Nordeste. Gasta-se  kg de sementes para plantar  hectare. Indicada para regiões nordestinas onde a mancha angular tornou-se problema. X 0. possui resistência à mancha angular e susceptibilidade à cercosporiose e murcha de macrophomina.m.CNPAG3: porte mediano (altura até 0cm). OBS: em regiões do Nordeste onde há maior risco de seca ou com período chuvoso curto recomenda-se cultivares de ciclo curto a médio. em condições de irrigação ou como segunda cultura ou lavoura de seca (Agreste) também deve-se dar preferência a cultivares mais rápidos.000 sementes de . hábito de crescimento ramificado. precoce (90 dias). espaçamento de 0. Exige áreas com altitude média de 0m. crescimento ramificado. . CLIMA: O gergelim é considerado planta tropical e subtropical. entre as latitudes de  º N e  º S mas pode ser encontrado medrando na China. gramas.-0. floração/maturação uniformes. teor de óleo de -0%. O gergelim distribuiu-se. Cultivares de grãos pretos . porte de  cm (porte mediano). ciclo médio (00 dias).com ciclo de 0 dias ou o Gouri. podem ser usados para trabalhar-se nessa faixa de mercado. na Rússia e nos EUA. CNPAG4: (BRS9): plantas com haste cor verde.  frutos/axila. peso médio de . sementes cor creme. precipitações entre 00 e 00mm anuais. Adapta-se ao Nordeste e cerrados de Goiás. solos profundos (acima de 0cm). mancha angular e cercosporiose. ciclo médio (00 dias). temperatura de -ºC.-0. um fruto por axila foliar. 9 AgriculturA e PecuáriA CNPAG2: obtida no CPATSA/Embrapa.

a acima . PLANTIO: O gergelim deve ser propagado. % durante o período da floração e 0% no início da maturação.0 a 0mm. (para a maioria das cultivares). a temperatura média do ar deve estar entre ºC e ºC (notadamente para germinação. no primeiro mês de vida -./ano bem distribuídas . por serem pequenas elas devem ser lançadas em solo bem preparado objetivando-se facilitar a emergência das plantinhas.uma a duas arações e uma a duas gradagens .com textura franca. promover seu estabelecimento rápido e evitar a competição de ervas.00 unidades de calor (graus térmicos) por - meses. aqueles com pH abaixo de . ou acima de . comercialmente. é extremamente sensível à salinidade e alcalinidade (por sódio trocável). A planta pode crescer/desenvolver-se em tipos diversos de solos sem atingir a plenitude observada nos solos preferenciais. idealizou a distribuição das chuvas para o gergelim da seguinte forma: % do total de chuvas da germinação ao aparecimento do primeiro botão floral. Sertão) os solos são razoáveis para o cultivo da planta que é considerada esgotante do solo sendo sensível ao encharcamento e a saturação hídrica do solo.baixas altitudes (próximas ao zero) e boa luminosidade são interessantes para o gergelim. por sementes. chuvas leves de 00 a 0mm. para manter crescimento/desenvolvimento da planta e para manter altos os teores de sesamina e sesamolina).m.feito por médios e grandes produtores é inadequado para as condições tropicais. bem drenados e de boa fertilidade natural (macro e micronutrientes) e nunca solos salinos. Os solos devem apresentar reação neutra . brilho solar por  a  horas/dia (0 horas de preferência).pH próximo a  .A altitude da zona de plantio não deve ultrapassar a . o preparo “convencional” .0m. PREPARO DO sOLO .0. O gergelim é considerada planta resistente à seca.Pelo pequeno produtor é feito via uso do cultivo (operação contra indicada). Weis 9 (citado pela Embrapa). a planta. A planta requer . sOLOs: O gergelim prefere solos profundos . Para o preparo indica-se: PREPARO COM sOLO sECO: Inicialmente fazer trituração e pré-incorporação de restos culturais e plantas daninhas tardias através de 0 . Cariri.não tolerando. Em regiões semi-áridas do Nordeste (Seridó.

se o teor de matéria orgânica for superior a . recomenda-se retirar amostras de solo.e 0-0cm. sEMEADURA: A semeadura pode ser realizada em sulcos contínuos. entre fileiras . Ela abre a cova (ponta da madeira) e semeia (-0 sementes) simultaneamente. em seguida realiza-se uma aração de 0-0cm. Evitar uso de grade aradora ou muito pesada.com uma planta a cada 0cm. Caso análise indique fósforo disponível acima de 0 ppm dispensar o uso de adubação fosfatada. na fileira .onde o fator limitante é água . preliminamente. Não utilizar sulcos com profundidade acima de cm. segundo o espaçamento adotado gasta-se  a  quilos de sementes para semear um hectare. na profundidade de 0-0cm.tem-se obtido.policaule . para cultivares de ciclo longo fazer plantio.  a  dias após incorporação realiza-se uma aração com arado de aiveca. de profundidade plantando-se no seco ou no início do período chuvoso.são de 00cm.com uma planta a cada 0cm.  AgriculturA e PecuáriA grade aradora. Deve-se plantar em período tal que o amadurecimento/colheita das plantas ocorra em período seco (sem incidência de chuvas sobre as capsulas abertas). à mão ou mediante o emprego de semeadoras adaptadas. éPOCAs DE PLANTIO: Para cultivares de ciclo longo (-meses) recomenda-se o plantio no início das chuvas.PREPARO COM sOLO úMIDO: Tritura-se e incorpora-se restos culturais e plantas daninhas com uso de grade leve ou niveladora. entre fileiras . Há semeadora manual bastante simples e de fácil construção. . (00 mil plantas/ hectare). ADUBAÇÃO: O gergelim é considerado planta esgotante de solos. de uma maneira geral.para cultivares que não se ramificam e de ciclo curto. rendimentos satisfatórios com configurações envolvendo fileiras duplas . x 0cm x 0cm. por áreas uniformes do terreno a plantar e enviá-las a laboratório para análise. Os espaçamentos recomendados para o Nordeste brasileiro . consta de uma lata de óleo de soja de um litro.% não se recomenda o uso de fertilizantes nitrogenados. para fins de adubação. na fileira para cultivares que se ramificam .0cm. com um furo no fundo e acoplada (amarrada) a uma haste de madeira própria para o plantio em covas.. Para cultivares de ciclo médio a curto e de habito de crescimento ramificado .

barro. Lepidoptera. Segundo: Plantas com -cm.  . É a principal praga de cultura. usam-se métodos mecânicos . exige controle sistemático em lavouras extensas ou em áreas tradicionais de cultivo notadamente em anos de pouca chuva. os rendimentos obtidos deverão ser baixos. kg/ha) .com milho e algodão herbáceo . em sua maioria.enxada ou cultivador . (areia. Salienta-se que é preferível colocar gergelim em sistema de rotação cultural . em condições de sequeiro ou de irrigação. o preparo do solo já auxilia no controle de ervas quando é feito com trituração/incorporação e aração com terreno úmido. Além disso.herbicidas. de profundidade.em solos adubados no ano anterior. foram os herbicidas mais eficientes. deixa-se uma a duas plantas por unidade de espaçamento dentro da fileira. No caso de herbicidas os produtos comerciais deverão ser.em desbaste definitivo. o Alachlor (- kg/ha) e o Diuron (.Cultivando gergelim em solos desgastados . PRAGAs DO GERGELIM: Lagarta enroladeira: Antigastra catalaunalis.deixa-se - plantas por unidade de espaçamento dentro da fileira. Testes com produtos químicos demonstraram que. este deve ser feito em duas etapas e com solo úmido: Primeira: Plantas com  folhas . Os equipamentos devem operar superficialmente no máximo a cm.ou métodos químicos . Caso a população de ervas for mista . Os cultivos mecânicos devem ser superficiais e realizados logo no início (plantas jovens são vulneráveis à ação do cultivador). de altura . TRATOs CULTURAIs: Desbaste: para atender a recomendações referentes aos espaçamentos e densidades de plantio é necessário proceder-se ao raleamento ou desbaste no campo. aplicados em pré-emergência (PRE) em solo úmido.folhas largas + folhas estreitas usar mistura de herbicidas (graminicida + latifolicida). para uso desses químicos deve-se levar em conta a textura do solo.sem restauração da fertilidade via adubação orgânica e/ou inorgânica -. CONTROLE DE ERvAs DANINhAs: gergelim é planta de crescimento inicial lento. argila) e o teor de matéria orgânica. ambos em PRE da cultura e ervas.

dois a cinco dias após surgem larvas . Em ataques severos as lagartas abrem galerias no ápice da planta e nas cápsulas (frutos) reduzindo drasticamente a produção de grãos. O inseto adulto mede -mm.mariposa . de corpo mole.  AgriculturA e PecuáriA O adulto fêmea é um inseto . Sevin) ou deltametrina (Decis). brotos e ramos tenros.com duas aplicações em pulverização com agroquímicos à base de carbaryl (Carvim.branco-amareladas (mais tarde passam a verdeamareladas) que dobram o limbo da folha no sentido longitudinal e se alimentam da face dorsal. CIGARRINhA vERDE: Empoasca sp.. O controle pode ser feito através de aplicação de agroquímicos à base de Tiometom ou Pirimicarb. Homoptera: praga de importância principalmente em culturas conduzidas sob irrigação e/ou consorciadas com o algodoeiro. O controle deve ser feito antes da frutificação .lagartinhas .amarelo-castanho que efetua postura na face inferior da folha. carbaryl. bordas das folhas enroladas para baixo e ramos com cor verde-pálida. reproduz-se sem concurso do macho em locais quentes. São saltadores magníficos. as formas jovens são verde-claras. possue asas. Controle: vide praga anterior. vAQUINhAs AMARELAs (BEsOURINhOs). vive em colônias sugando a seiva da face interior de folhas. sem asas e deslocam-se lateralmente com movimentos rápidos. Homoptera. PULGÃO: Aphis sp. O adulto é um inseto pequeno.sAúvAs: Atacam a fase inicial do desenvolvimento do gergelim. deltametrina.fases anteriores . em áreas recém-desmatadas deve-se efetuar o controle com produtos formicidas.COLEOPTERA: são problemas nos 0 dias iniciais de desenvolvimento da lavoura quando provocam orifícios ovalados nas folhas. de comprimento. . Todos sugam a seiva das folhas e estas e plantas atacadas apresentam-se verde-amareladas. Inseto transmissor de viroses e da filoidia para o gergelim notadamente quando existem feijoeiros e malváceas (guanxumas e vassaourinhas) contaminados nas cercanias. Podem ser controlados com malatiom.. tem cor verde. Plantas atacadas apresentam folhas brilhosas com o aspecto “melado” característico (deposição de fezes na face inferior).

afetando folhas.uso de sementes sadias. causa sérios prejuízos à planta. Plantas atacadas podem secar e morrer posteriormente. MURChA DE FUsARIO: agente causador da doença . obtidas de plantas sadias e tratamento de sementes com fungicidas à base de carbendazim ou tiofanato metílico. atinge. . O controle é feito por: -uso de cultivares resistentes à doença. A moléstia é transmitida por enxertia e por insetos pasídeos.  .fungo Cylindrosporium sesami. que exibe um aspecto de envassouramento. Embora existam nas duas faces as estruturas do agente estão mais presentes na face superior. vIROsE: plantas afetadas podem ficar atrofiadas mostrando áreas cloróticas ou de cor amarela intercaladas com áreas verdes na superfície foliar.MANChA ANGULAR: agente causador de doença. O fungo ataca. PODRIDÃO NEGRA DO CAULE: agente causador fungo Macrophomina phaseolina (Tassi) Gold: ocorre com severidade causando grandes prejuízos à planta. livres do agente. . Hansford: das principais moléstias. cor parda ou parda-escura. FILOIDIA: caracteriza-se pelo encurtamento dos internós e pela proliferação abundante de folhas e ramos na parte apical da planta afetada. no caule e ramos aparecem lesões de coloração marrom-claro que podem circundá-lo ou estender-se longitudinalmente até próximo ao ápice da planta. através corte transversal do caule pode-se observar o enegrecimento dos tecidos do sistema vascular das plantas que. por rotação de culturas e por uso de variedade resistente (a Aceitera). Produz lesões angulares quadráticas ou retangulares e irregulares. por vezes. secam e morrem. O agente é propagado de local a local por sementes infectadas. Por transformação dos órgãos florais em folhas há esterilidade da planta. mais claras na face inferior da folha.pulverização com fungicida à base de sulfato de cobre quando as plantas atingirem -0cm. de altura. com mais intensidade as folhas baixas (mais velhas) que caem desfolhando a metade inferior da planta. O controle passa por cultivares resistentes.fungo Fusarium oxysporum: aparece em quase todas as regiões onde se cultiva o gergelim. Doença ocorre desde estágio de plântula até a maturação. 00% das plantas. A doença pode ser transmitida pela cigarrinha verde. O controle é feito pelo uso de sementes livres do agente. com esses sintomas murcham.

000kg/ha (lavouras de sequeiro). A exposição das cápsulas abertas às chuvas (umidade) provoca o escurecimento dos grãos e sua depreciação comercial do produto. de diâmetro para que as plantas. feixes virados de cabeça para baixo. na manual as plantas são cortadas na base e amarradas em feixes pequenos de 0cm. fiquem empilhadas com os ápices (parte de cima). protegidas das chuvas. Para se realizar uma colheita bem feita deve-se: • Saber a duração do ciclo da cultivar (variedade).a colheita do gergelim requer cuidados. o operário deve bater com um pedaço de madeira para liberar os grãos de gergelim para o piso protegido.lavouras irrigadas . • Determinar a época do corte em função da ocorrência do amarelecimento das folhas. Por ocasião da colheita as cápsulas devem estar maduras sem estarem abertas. As cultivares neste artigo relacionadas podem render . Cannechio Filho 9(citado pela Embrapa) salienta que as melhores culturas para a rotação com o gergelim são milho e algodão herbáceo.COLhEITA/ RENDIMENTO . • Observar o momento do inicio da abertura dos frutos da base da haste . Cultivar CNPAG   AgriculturA e PecuáriA ROTAÇÃO DE CULTURAs: a rotação de culturas promove benefícios na produtividade e redução de pragas no gergelim e lavouras que entrarem no sistema de rotação. .e 00-. A colheita pode ser feita manual ou mecanicamente. milho-gergelim-milho. para se evitar isso deve-se sincronizar a época de plantio e o ciclo da cultivar para colher-se na época de estiagem. mamona-amendoim-gergelim. Recolhe-se os grãos.COLhEITA: segundo as condições ambientais e a cultivar o gergelim completa o seu ciclo entre  e  meses. faz-se abanação (retirada de folhas e pedaços de galhos).que se abrem naturalmente na maturação (e deixam cair as sementes que se perdem) na maioria das cultivares . hastes e frutos. Por apresentar frutos deiscentes .de grãos por metro quadrado traduzem em bom rendimento da lavoura.duzentos (00) gramas .nas cultivares deiscentes que indica o momento exato do inicio da colheita. coloca-se o lote para secagem ao sol. Hastes e frutos já secos devem ser levados a um terreiro cimentado ou o piso com lona. Rendimentos: Sessenta (0) a cento cinqüenta (0) gramas de sementes ou mais .000kg/ha de grãos . Os seguintes esquemas são preconizados por Silva(citado pela Embrapa) a saber: feijão-gergelim.

entringer.com.com.e Com. Ltda.br Máquinas Suzuki S/A. Rua Jose Zacura  -C. Santa Cruz do Rio Pardo SP Cep: 900-000 Telefone: ()- Fax : ()- Site: http://www. Fornecedores de Equipamentos e máquinas: Beneficiador de sementes Indústria e Comércio Mecmaq Ltda.com.mecmaq.br Máquinas Agrícolas Graciano Ind. 0.com.com. Avenida Souza Queiroz  Limeira SP Cep: -9 Telefone: (9)- Fax: (9)- Site : http://www.000kg/ha (com adubação).msuzuki.produz 00kg/ha (sem adubação) e . P.maquinasdandrea.Máquinas Agrícolas Rua Honório Soares 0  . Avenida Conde Francisco Matarazzo 0 Catanduva SP Cep: 0- Telefone: ()-0 Fax : ()-0 Site: http://www. Avenida Pompéia 9.br Pinhalense S/A.mgraciano. Piracicaba SP Cep: -0 Telefone: (9)-9 Fax : (9)-09 Site http://www.br Descascadores Indústria De Máquinas D Andréa S/A.br Jr-Industria E Comercio De Maquinas Agrícolas Ltda Avenida do Manganês 0 Assis SP Cep : 9-00 Telefone: ()- Fax: ()- Site: http://www.

º  julgo/99 . 00 REFERêNCIAs EMBRAPA ALGODÃO Gergelimcultura no Trópico Seminário Nordestino Circular Técnica n.abimaq.org.CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se fazer pesquisa junto aos fornecedores indicados para verificar qual deles atende as suas necessidades.br .pinhalense.ibict. 00. Sobre o cultivo de girassol.br>. sugere-se consular a resposta técnica publicada pelo Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SBRT).Paraíba EBDA Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola Regional de Barreiras Situação do gergelim em Barreiras Agro. Disponível em: http://sbrt.673 acesso em:  de jul. Acesso em:  de jul.Barreiras/Bahia ABIMAQ Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos.com.julho/000 . Jazon Silva Oliveira . Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jul.Campina Grande .Pesquisador . verificando a relação de custo X beneficio. Disponível em: <http://www.br/upload/sbrt. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Espírito Santo do Pinhal SP Cep: 990-000 Telefone: (9)-900 Fax: (9)-90 Site: http://www.

restrita ou deficiente influencia no desenvolvimento da cobertura de penas das aves. ambos. uma vez que. da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (ESALQ .FRANGO PALAvRAs-ChAvE Frango. são abatidos na mesma época. o tempo ideal de abate é muito variável. ou seja. abate. que seria o nascimento de outras penas.  . Lembrando que.USP). Por que isso ocorre? Quer saber qual a idade ideal para o abate. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o Professor Doutor Antonio Augusto Domingos Coelho do Departamento de Genética – Melhoramento de Aves. machos e fêmeas. no momento do abate tem percebido que as frangas praticamente não tem canhões pequenos. O que pode estar ocasionando tal problema dos canhões pequenos provavelmente é a alimentação destinada à criação. se exercitando e por isso seu crescimento ser mais lento e sua carne diferenciada. ser de 0 dias ou. mesmo em abatedouros de frangos de corte. das granjas. qual a idade se dá a troca de penas dentro de um período de 00 dias.Kg. podendo ser responsável por tal atraso no nascimento da cobertura de penas ou na troca destas. Informações se existem alimentos que influenciam de forma negativa e positiva o aparecimento tais canhões. não havendo distinção de gênero. de até 00 dias. o que vai diferenciar o frango caipira do de granja não é alimentação e sim o fato de estarem soltos. Podendo. no caso de criação de frangos em sistema caipira. a diferença de sexo das aves não é relevante. Uma alimentação desbalanceada. o peso das aves deve estar entre Kg ou . troca de pena Possui criação de frangos no método caipira. para se evitar tais canhões pequenas. O ideal é utilizar nas criações de frango em sistema caipira a mesma ração destinada aos frangos de corte. em casos mais tardios. em casos mais precoces. Com relação ao empenamento dos frangos e a existência de canhões pequenos no momento do abate.

INsTITUIÇõEs: Frango Feliz .uso. Professor Doutor do Departamento de Genética – Melhoramento de Aves.USP). a alteração da alimentação dos frangos para rações balanceadas. No caso de se já utilizar este tipo de ração é aconselhável que se mude a marca ou o fornecedor.Departamento de genética – ESALQ . Antonio Augusto Domingos.  Cep: 00 90 – Piracicaba – SP Caixa Postal  Tel: (9) 9 Email: frangofeliz@esalq. DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA Quanto a ração existem diversas marcas disponíveis no mercado. 00. . usadas pelas granjas de corte. se for o caso.br Site:<http://www. Annelise Gomes de Carvalho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jun. da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (ESALQ .ciagri.USP End: Av Pádua Dias. REFERêNCIAs COELHO.usp.br/~frafeliz> CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se.

benefícios tanto do ponto de vista econômico (principalmente. proporcionavam com a pecuária a sua integração com a agricultura. dentre as quais melhoria da fertilidade do solo. surgidos em fazendas antes dedicadas à exploração agrícola e que já possuíam irrigação via pivô central. Falhas quanto à melhoria da fertilidade do solo usualmente es- 0 . piquetes irrigados Implantar o modelo de pastagem irrigada e manuseio para gado leiteiro. Ao final da década de 90. O trabalho do Projeto CAPIM financiando pela FAPESP como projeto temático e coordenado pelo Prof. sendo que muitos desses projetos pecuários fracassaram. um grande crescimento na utilização da irrigação de pastagens foi observado. A introdução de pastagens em uma área sob rotação de culturas trazia vantagens.GADO LEITEIRO PALAvRAs-ChAvE Gado leiteiro. pela redução dos riscos) quanto conservacionista. decorrente agora não mais do remanejamento de áreas irrigadas de agricultura para pecuária. mas sim da utilização dessa tecnologia por pecuaristas com o intuito de aumentar a produtividade de suas propriedades. através da recuperação do nível de matéria orgânica e controle de pragas e daninhas. Embora a pesquisa científica ainda não tenha dados conclusivos a respeito da viabilidade econômica do sistema. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Os primeiros sistemas comerciais de exploração de pastagens irrigadas no Brasil datam do início da década de 90. rodízios de pastagens. Dr. Moacyr Corsi da ESALQ aponta alguns aspectos que estão associados a essas frustrações de resultados. pastagens irrigadas. numerosos equipamentos de irrigação foram implantados objetivando a recria e engorda de bovinos no Brasil central. A divulgação em revistas técnicas de dados zootécnicos relativos a pastagens irrigadas motivou o desenvolvimento de projetos de pesquisa voltados a gerar dados que possibilitassem orientar tomadas de decisão nessa modalidade de exploração pecuária.

Os casos de sucesso existem e continuarão existindo desde que sejam atendidas as premissas básicas acima expostas. De fato. Como a área irrigada normalmente corresponde à pequena porcentagem da área total (em torno de 0% da propriedade). ignorando também os circuitos comerciais que regra geral não são favoráveis ao criador de animais. de maneira desinformada. um bom valor de compra dos animais é essencial para a viabilização econômica do sistema. chegando em certos casos a mais de  CV por hectare.Apesar dos inúmeros fracassos produtivos e econômicos. tomam decisões de implantar máquinas com 00 ou 0 hectares. por descuido ou incompetência do projetista. Não erros típicos de hidráulica. nem dos erros de colocação dos sprays nos locais corretos ou errados que afetam a uniformidade da lâmina. quer seja via remanejamento de animais de pastagens de sequeiro da propriedade. nas quais é praticamente impossível manter uma eficácia de lâmina de água sem a componente negativa de uma elevadíssima energia de consumo. mas tem erros enormes no dimensionamento desses equipamentos. mas do conceito de gigantismo dos Pivots que por “olho grande” de fazendeiros que. A rentabilidade do gado. Irrigação Pivot Central É sem dúvida o melhor processo de irrigação para pastagens. A noção de que a irrigação é a etapa final de intensificação foi por vezes negligenciada.tão associadas a tais insucessos. não é a técnica que é inadequada. A elevação da fertilidade do solo até níveis compatíveis com sistemas intensivos e a correta reposição dos nutrientes extraídos pela planta forrageira são as principais causas relacionadas respectivamente às frustrações quanto à produtividade e a perenidade das pastagens. Os incrementos de produtividade obtidos e a elevada rotatividade de animais na área irrigada levam a necessidade de um esquema refinado de reposição. No segundo caso. quer seja via aquisição externa. a irrigação continuará sendo uma alternativa da exploração de pastagens. a irrigação da mesma sem ao menos uma modesta intensificação das áreas de sequeiro traz resultado muito aquém do que seria obtido com a intensificação paralela da área não irrigada. A intensificação deve se dar de maneira gradativa e na propriedade como um todo. é uma rentabilidade baixa que não suporta estes excessos  AgriculturA e PecuáriA . A falta de critério técnico para definir a lâmina de água a ser aplicada prejudica a adubação e a economia do processo. O manejo subjetivo da irrigação tem sido apontado como responsável por frustrações em áreas irrigadas com pecuária. mas sim o seu uso que na maior parte das vezes é equivocado.

potássio e micronutrientes. como é já habitual. financiado pela FAPESP. porque as ofertas que chegam ao comprador de Pivots. O aumento da produção do pasto pode ser feito com a melhora das condições do solo. que há  anos investiga formas de incrementar as pastagens brasileiras e que coordena o projeto temático Caracterização e Avaliação de Pastagens Irrigadas e seu Manejo (Capim) . Como as companhias de energia não querem saber do caso. fácil adaptação aos diversos ecossistemas e boa aceitação pelos animais. É possível elevar o nível de eficiência para 0% ou 0%”. A qualidade do pasto depende do aumento da produtividade da planta forrageira e de seu manejo.000 litros de leite por hectare ao ano. a média de eficiência no pastejo está ao redor de 0% a 0%. “No Brasil. a  arrobas e  mil litros de leite. em Goiás e em São Paulo.de consumo energético. Esses números poderiam chegar. não tem interesse comercial em esclarecer. ficam desfavorecidas se informarem que para ter um consumo energético menor na irrigação. A solução para estes casos será a diminuição dos tamanhos dos Pivots para limites onde a perda de carga na tubagem não exija altos consumos energéticos sejam eles elétricos ou a diesel. ao nível dos fornecedores de irrigação. como nitrogênio. terão de fracionar os seus Pivots o que significa um custo de implantação da irrigação. sendo largamente utilizado na alimentação de rebanhos leiteiros sob as formas de pastejo. afirma Corsi. mais caro por hectare. O mercado de Pivots. o criador de animais entra no prejuízo na certa por falta de planejamento. prevê Corsi. Melhoria das pastagens “A média da produtividade animal no país é de  arrobas por hectare anuais e . É também a forrageira mais  . com o uso de calagem e a aplicação de fertilizantes. temse alcançado produtividade ao redor de 0 arrobas por hectare ao ano em pastagens não irrigadas e acima de 0 arrobas em pastagens irrigadas”. É uma questão de pura honestidade comercial. da Esalq. respectivamente. o que significa que de 0% a 0% da forragem produzida é perdida. revela Moacyr Corsi. O capim elefante é considerado uma das mais importantes forrageiras tropicais devido ao seu elevado potencial de produção de biomassa. feno e silagem. No Paraná. dependendo do grau de intensificação do uso dessa pastagem”.

com 0 dias de descanso do pasto. napier.  AgriculturA e PecuáriA indicada para a formação de capineiras. A rápida perda de qualidade decorrente do aumento da idade da planta é um fator observado no capim elefante e na maioria das forrageiras tropicais. kg/ha para um. Os produtores têm usado características individuais da planta para orientar a melhor forma de uso das cultivares. Constatou-se que embora ocorram variações diárias na produção de leite nos três períodos de ocupação num mesmo piquete. sugere-se o uso de cultivares de florescimento tardio. Considerando o problema de estacionalidade. três e cinco dias.. pela utilização de forragem com diferentes idades e que apresentam valores nutritivos variáveis.Existem diversas cultivares de capim elefante sendo utilizadas para corte e fornecimento no cocho. Cultivares com predominância de perfilhos basais são as mais indicadas para uso em capineiras. características produtivas e adaptação ambiental das cultivares disponíveis são referências importantes para orientar a escolha. Foram avaliados os efeitos de períodos de ocupação da pastagem de um. afetando. cameroon e cultivar roxo. conseqüentemente o consumo diário dos animais. isso não afeta a produção média por animal e por área. apresenta as vantagens de propiciar maior aproveitamento da forragem produzida e redução de perdas no campo. respectivamente. pois. As demais são de duplo propósito. três e cinco dias de ocupação. além de uma elevada produtividade. Os resultados obtidos em termos de produção de leite são bastante variáveis. . com plantas que apresentam diferentes tipos morfológicos. e . . para corte e fornecimento de forragem verde picada no cocho. foram desenvolvidas pela Embrapa-Gado de Leite. Várias pesquisas em que se utilizou capim elefante sob pastejo. constituindo exemplos a pioneiro e a mott. cujo fenômeno está relacionado com melhor distribuição da produção de forragem ao longo do ano. mas tanto a produtividade como a qualidade da forragem estão mais relacionadas com o manejo do que com a cultivar utilizada. sobre a produção de leite. Isso é causado. As produções anuais de leite atingiram . Entre as preferidas para corte em propriedades leiteiras pode-se citar a variedades mineiro. O custo de formação. quase sempre. taiwan. Poucas são as cultivares para uso específico sob pastejo.

a capineira deve ser utilizada em talhões com diferentes alturas do capim. Entretanto. a disponibilidade e a ingestão de forragem é maior no primeiro dia e menor no último. em conseqüência da perda de qualidade. No entanto. essa prática exige um grande número de piquetes. Os cortes podem ser realizados manual ou mecanicamente. quando um piquete é utilizado por mais de um dia. tendo como conseqüência uma maior oscilação na produção de leite. recomenda-se cortá-lo com . Esse manejo visa obter a melhor relação entre a quantidade e a qualidade da forragem. pois nessas condições a variação na qualidade da forragem disponível é minimizada. no período das águas. com um hectare de capineira bem formada e manejada podese alimentar dez vacas de leite durante 0 dias. Com 0 dias de descanso e com o fornecimento de concentrado. facilidade de manejo e a baixa oscilação da produção de leite por animal. pelo aumento da idade da planta.  e  dias). Por outro lado. a qualidade. a produção de leite é mais uniforme. Nesse caso. com uma produção diária de leite em torno de  kg/vaca. Para tanto.0 m. quando o capim elefante estiver com . sobre a produção de leite por animal.Com o pastejo de um dia por piquete. o que provavelmente não compensa o aumento no custo de produção. na época chuvosa. foi observado que ocorre uma significativa redução na produção de leite quando os piquetes são pastejados após os trinta dias de descanso. exige que se relacione sua área disponível com o número de animais a serem arraçoados durante todo o ano. na época seca. Considerando a economia em cercas. quando bem manejadas. o que facilita o seu manejo e permite ao produtor estabelecer comparações entre os talhões. a produção de leite por área aumentou 9 kg/ha de leite em 0 dias. recomenda-se utilizar três dias de pastejo com trinta dias de descanso. Meta é Relacionar Quantidade e Qualidade da Forragem As capineiras. A inclusão de outros ingredientes na dieta. a seletividade animal é exercida.00 kg de concentrado. Em geral. implicando consumo de . em pastagem de capim elefante. dependerá do nível de produção do rebanho e do estágio de lactação dos animais. uma vez que tanto o rendimento forrageiro  .0 m de altura ou a cada 0 dias. o que permite se estimar a quantidade de capim disponível a curto prazo. como os concentrados. Na Embrapa-Gado de Leite não foi observado o efeito de diferentes períodos de descanso (0.

com redução drástica na sua produtividade e longevidade. hoje os mais recomendados para essa prática. faz uma picagem grosseira do material cortado. O recolhimento do capim cortado deverá ser orientado no sentido de evitar a entrada de máquinas nas áreas recém-cortadas e em fase de rebrota. com engate para carreta ou vagão. prejudicando as gemas acima do nível do solo e. em conseqüência. No corte mecanizado. O corte manual deve ser feito rente ao solo. Dessa maneira. facilitando os cortes seguintes. o corte deverá ser iniciado do fundo para a frente da capineira. conseqüentemente. esses equipamentos possuem um mecanismo de corte que abala a base da touceira. . comprometendo a rebrota do capim-elefante e sua produtividade em médio prazo. o que promove maior racionalidade no uso da mão-de-obra da fazenda. No entanto. Em seguida processa-se a picagem do material. que é conduzido à carreta ou vagão forrageiro por meio de um tubo. Facas desreguladas e cegas permitem o corte do material em pedaços  AgriculturA e PecuáriA quanto o valor nutritivo são afetados pela idade da capineira e. devendo ser preteridos em relação àqueles que trabalham com sistemas de facas oscilantes. influenciando o desempenho animal. esta deve apresentar elevada qualidade. Este equipamento. tendo-se o cuidado de verificar se as facas estão afiadas e a picadeira regulada de modo que pique o material no tamanho de - cm. Nunca se deve deixá-lo “passar” para cortá-lo no ano seguinte. o que não é conseguido quando se faz o corte a 0 ou 0 cm de altura.O capim elefante deve ser cortado em quantidade suficiente para dois dias de fornecimento aos animais. O material cortado manualmente pode ser transportado por carroça ou carreta até o local onde se encontra a picadeira de forragem. de preferência com enxada bem afiada. Dessa maneira. O corte baixo facilita a entrada de carroças e carretas na área para recolher o capim. a rebrota seguinte. considerado o ideal para promover aumento no consumo de forragem. propiciando ao animal consumir quantidades de energia e proteína que possibilitem bom desempenho em ganho de peso ou produção de leite. a colhedeira tipo Taarup ou similar deve ser acoplada ao trator. quando a forragem verde é a única ou a principal fonte de alimento. além do corte. este deve ser cortado e fornecido para categorias do rebanho menos exigentes ou seu uso para silagem. Numa capineira de corte alto podem ocorrer problemas de esmagamento de plantas pelo tráfego de carretas. Em caso de sobra de capim de um talhão. além de propiciar brotação mais robusta.

o proprietário deve seguir as recomendações de uso do fabricante. Uma vez cortada. fazendo que o consumo pelo animal seja reduzido e haja muita sobra de forragem no cocho. Adubação de Manutenção Repõe os Nutrientes Retirados do solo Para evitar problemas com o desgaste das facas e com a regulagem da picadeira. Além disso. que deve ser realizada anualmente. na medida em que outras fontes tradicionais de outros nutrientes como o sulfato de amônio ou o superfosfato simples estão sendo substituídas por fon . desfibrados e desuniformes. podendo ser administrada em uma ou duas porções diárias. Elementos como o cálcio e o magnésio devem ser repostos pela calagem. Um animal adulto consome entre  e  kg/dia de forragem verde como alimento exclusivo. Os mesmos cuidados no procedimento da regulagem e afiação das facas devem ser observados antes de cada corte mecânico de forragem na capineira. o capim é picado pela própria máquina na capineira. Como as forragens retiram grandes quantidades de nutrientes do solo é necessário que se proceda à adubação de manutenção. 0 kg/ha de superfosfato simples e 0 kg/ha de cloreto de potássio. o que deve ser feito em função da produção de forragem removida da área. pode prejudicar o equipamento e aumentar o consumo de combustível ou energia. No caso de solos de baixa e média fertilidade. Esses fertilizantes devem ser misturados e aplicados parceladamente após cada corte.muito grandes. No caso do corte mecanizado. não necessitando fazer a operação anterior. O enxofre passa a assumir importância. espectivamente. O conhecimento de quais nutrientes e em que quantidade foram removidos permitirão estimar em que base se deve fazer a sua reposição ao solo. além do concentrado. O consumo de forragem verde pelo animal é variável e dependente do seu teor em matéria seca e do uso ou não de alimento concentrado ou pasto. correspondentes a 00 kg/ha de sulfato de amônio. são recomendados 0 kg/ha de N. desde que recomendados pela análise. durante a estação chuvosa. a forragem deve ser colocada no cocho para os animais em quantidade suficiente para que o consumo animal não seja restringido. 0 kg/ha de PO e 0 kg/ha de KO. de modo que se equilibrem os vários elementos do solo e possibilitem bom desenvolvimento da capineira. entre outros fatores. com o solo úmido.

devendo ser suplementado. Caso haja disponibilidade de cama de frango. O esterco verde.00/ha/mês. para solos com deficiência de enxofre. especialmente em regiões onde o índice pluviométrico é muito baixo.  AgriculturA e PecuáriA tes mais concentradas ou mais baratas. durante todo o ano. a adubação química da capineira deverá ser conduzida em níveis superiores aos tradicionalmente indicados. torna-se necessária a aplicação de  kg/ha de zinco. A adubação orgânica também pode e deve ser aplicada na capineira. o uso da irrigação poderá possibilitar uma redução no uso de volumosos conservados e concentrados durante o ano. O uso de irrigação possibilita manter elevada produção do capim elefante para regiões em que a temperatura e a luminosidade. independente da época do ano. Em pastagens irrigadas de capim elefante podem ser obtidas produções diárias de leite superiores a 00 kg/ha. desde que haja disponibilidade desse material na fazenda. equivalentes a 0 kg/ha de sulfato de zinco. bem como na época seca. especialmente zinco. pois o capim elefante. . A sua utilização ainda é pouco difundida para capineiras e pastagens. tem sido recomendada a aplicação de 0 a 0 kg/ha de enxofre. o mais recomendável é usar entre  e  toneladas/ha/ano. por ocasião do plantio. Em propriedades onde se utiliza a irrigação durante todo o ano. Avaliando Alternativas O uso exclusivo de pastagem não é suficiente para sustentar uma produção de leite estável ao longo do ano. Em geral. Aplicações de 0 a 0 toneladas por hectare de esterco bovino por ano são comumente recomendadas. devido ao pouco conhecimento e ao alto custo dessa prática. permanecem favoráveis ao crescimento das plantas. Uma análise econômica baseada apenas nos custos variáveis mostrou que a produção de leite em pastagens de capim elefante com o uso de irrigação apresenta um retorno de até R$ 0. juntamente com o fósforo.Em regiões onde existe uma comprovada deficiência de micronutrientes. parcelando-a após cada corte. deve ser espalhado uniformemente sobre toda a área de capineira recém-cortada. removido diariamente do curral após as ordenhas.000 kg/ha/ano. A irrigação constitui um importante fator para a manutenção da produção de forragem por ocasião de veranicos. o que corresponde a mais de 0. Nessas regiões.

apresenta características de importância forrageira. com a mesma quantidade de cana. florona. diluídas em água. usa-se % da mistura uréia + fonte de enxofre. Sobre esta. como elevada produtividade. acrescida de uma fonte de enxofre. durante a época de baixa disponibilidade de forragem torna-se necessário suplementar a pastagem com forragem conservada. Entre as mais utilizadas destacam-se a cana-de-açúcar. Animais em crescimento. tifton .no caso. essa forrageira deve ser associada a uma fonte de nitrogênio não-protéico . concentrando a produção no período chuvoso com queda significativa no período seco. riqueza em energia. Para pastagens de coastcross-. O fornecimento da mistura cana-de-açúcar + uréia deve ser precedido de adaptação dos animais por uma semana. suplementados a pasto com a mistura cana-de-açúcar + uréia. a intensificação da produção baseada no uso de algumas gramíneas podem se constituir em uma boa alternativa para o período de escassez do pasto.como a maioria das forrageiras tropicais. a prática e os experimentos têm revelado bons resultados na intensificação da produção de leite a pasto e na produção de feno. Já a cana-de-açúcar. Assim. um volumoso muito utilizado para alimentação de bovinos na época seca. estrela e florico. florakirk. Quando bem adubada. aveia. Entre as cultivares recomendadas encontram-se a coastcross-. Na segunda semana. forrageiras de inverno e concentrados. ainda. irrigada e com o uso de suplementação baseada em  kg/vaca/dia de concentrado. maturação e colheita coincidente com o período de menor crescimento do pasto. essa pastagem possibilitou uma taxa de lotação de cinco vacas/ha e produção de  kg/vaca/dia de leite. Quando se adicionam diferentes suplementos. a uréia. os ganhos de peso diário podem variar de 0 a 0  . forragem verde picada ou. Nesse sentido. Para cada 00 kg de cana-de-açúcar picada. alfafa e as do gênero Cynodon. podem obter ganhos de peso de 0 g/animal/dia. a Embrapa-Gado de Leite tem recomendado um dia de pastejo e  dias de descanso no período seco e  dias no período chuvoso. azevém. são sujeitos ao fenômeno da estacionalidade. O processo de intensificação da produção de leite deve considerar a utilização de sistemas que exijam pequeno investimento e que sejam auto-sustentáveis. Por apresentar baixo teor de proteína bruta. tifton . Estes resultados foram obtidos com vacas Holandesas puras e período de avaliação de 0 semanas. recomenda-se usar 00 g da mistura uréia + fonte de enxofre (9:).

a cada  dias durante a estação chuvosa e a cada  dias na época seca. podendo ser manejados sob pastejo contínuo ou rotativo. também tem mostrado boa adaptabilidade em condições tropicais. com excelentes resultados em termos de produção de leite. para as épocas chuvosa e seca. em áreas de baixada. como forragem conservada (feno ou silagem). . usando vacas puras Holandesas. Os cortes devem ser feitos no início do florescimento. no primeiro ano da cultura. 0 cm aproximadamente. O pastejo deve ser iniciado quando a aveia alcançar uma altura entre  e 0 cm e. Em pesquisas realizadas na região Sudeste. Pode ser usada. A cultivar Flórida 0. 9 AgriculturA e PecuáriA g/animal.000 kg/ ha de feno. sendo recomendadas para alimentação de vacas em lactação.0 kg/animal/dia. sem e com o uso de  kg/animal/dia de concentrado. sob irrigação. respectivamente. proporcionando aumento de produção em sistemas intensivos. a cultivar mais utilizada e com maior disponibilidade de sementes no mercado é a Crioula. obedecendo a um dia de pastejo e a  ou a  dias de descanso. suplementadas com canade-açúcar mais uréia no período seco possibilitam produções de leite de . O plantio deve ocorrer após a colheita da cultura de verão. devendo-se repetir a operação a cada três ou quatro semanas. a alfafa vem sendo cultivada com sucesso em áreas tropicais.0 kg/vaca/dia. essas forrageiras quando utilizada na região sudestes exigem o uso contínuo da irrigação. Diversas pesquisas têm mostrado produções de leite ao redor de  kg/vaca/dia em aveia e azevém e ganhos de peso de . o que onera o custo de produção de leite. Sob pastejo exclusivo. Pastagens de capim-elefante. com animais em crescimento em pastagens de aveia. e 9. de  a 0 cm do solo. sendo o volumoso recomendado para animais de alto potencial para produção de leite. para o azevém. a cinco cm do nível do solo. O primeiro corte deve ocorrer entre 0 e 0 dias após o plantio.As aveias amarela e preta e o azevém são forrageiras para uso exclusivo no período de inverno. a alfafa mostrou potencial de produção acima de . respectivamente. como verde picado ou sob pastejo. O pastejo deve ser rotativo. Muito usada em países de clima temperado. em pesquisa recente. De uso tradicional na região sul. foram obtidos  kg/ha/dia de leite. No Brasil. A alfafa se destaca por apresentar alta produtividade e qualidade.

A. 00 90 .com.200305> Acesso em: 09 de ago.fapesp1. E. . PEREIRA.php?lang=pt&id=revistas1.  – CEP 000-900 – São Paulo-SP Tel: () -9 / -9 . n. Disponível em: <http://revistapesquisa..fapesp. ANO XI. abril.B.V.br/ show. CRUZ FILHO.Fax: -0 E-mail: baldebranco@baldebranco. CÓSER. F.REFERêNCIA . MARTINS.C..br . fevereiro. n. C. 000 R Gomes Cardim. A. Boletim NOTESALQ . 00 Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de ago. 00 . Revista Balde Branco. A. MAYA. Pesquisa FAPESP. .

Levino José Bassi. Vive mais de  anos. Para evitar que as fêmeas botem fora do ninho é necessário que elas tenham ninhos disponíveis e o pesquisador sugere que o proprietário construa ninhos com caixas de madeira e com telhado e dividi-los com madeira. Postura 0 a 0 ovos. Levino da Embrapa Suínos e Aves: l l l l l Maturidade sexual:  ano. ninho PALAvRAs-ChAvE Informações sobre criação de gansos. É normal este procedimento? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com o pesquisador da Embrapa Suínos e Aves Sr. é normal sim. Duração da incubação  dias.Tenho dois casais de gansos africanos e as fêmeas estão compartilhando o mesmo ninho tanto para postagem como para chocagem dos ovos em esquema de revesamento. portanto deve ter atenção voltada para que esta situação não aconteça. Período de julho a novembro 0% dos ovos são férteis. diz o pesquisador. Os ninhos devem ter cm de altura por 0 cm de comprimento e deve-se cobri-los com capim. 9 AgriculturA e PecuáriA GANsOs AFRICANOs . O pesquisador alerta que se for importante identificar os ovos de cada fêmea estas devem estar separadas. Segue abaixo informações adicionais oferecidas pelo Sr.Gansas africanas. Até três ou quatro fêmeas é possivel que usem o mesmo ninho. que as fêmeas compartilhem o mesmo ninho tanto para postagem como para chocagem dos ovos em esquema de revesamento. mas acima deste número elas poderão ir botar em outros lugares e o proprietário. O pesquisasor ainda informa que o ideal seria ter um “armário” e construir o ninho dentro deste.

l Os gansos selvagens podem voar alto. um balaio ou mesmo um pneu velho recheado de palha. l As gansas de raça pura não costumam ser boas chocadeiras. como uma caixa de madeira. Acasalamento l Os gansos estão prontos para o acasalamento com oito ou nove meses de idade e se. A partir do segundo ano. l A grande maioria dos gansos domésticos tem temperamento dócil e se dão muito bem em regime de pasto. l O período de incubação é de  a 0 dias. l Os ninhos podem ser bem simples.l l l l l l l Não necessita de lago. No primeiro ano. que pode ser uma caixa de madeira forrada com palha aquecida por uma lâmpada. por isso os ovos devem ser retirados. no máximo. l A diferença entre os gansos domésticos e os selvagens é que os domésticos não voam. ração de crescimento e verdura. A época de reprodução é entre os meses de julho e dezembro. Não necessita de abrigo. e 9 . e colocados para chocar em incubadoras ou por outras aves. aguardados por dez dias. l A incubação é de aproximadamente 0 dias. l Os filhotes só podem nadar com 0 ou 0 dias de vida. a postura é de cerca de 0 a 0 ovos. Na época de procriação deve receber ração de reprodução e verdura. Após deve receber. quando já tiverem pelo menos 0% das penas. como galinhas. Em geral. e o peso médio da ave adulta é em torno de 0kg. são bons guardas e sempre dão sinal de alarme quando alguém se aproxima. l Assim que os gansinhos nascem é aconselhável transferi-los para uma criadeira. Primeiro mês. ou seja. grandes distancias e chegam a mudar de região quando há mudanças de estação. elas abandonam o ninho antes da época certa. l O ganso Africano é descendente do ganso selvagem chinês. ou galinha. Pasta o dia inteiro. Pode ser incubado artificialmente em chocadeira. alimenta-se de ração inicial e verdura . a quantidade de ovos aumenta. l A primeira refeição é oferecida  horas após o nascimento. o vôo é curto (alguns metros) e baixo.reproduzem bem até o oitavo ano. e as gansas passam a botar um ovo a cada dois dias. patas ou peruas.

.cnpsa. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de ago.l l FONTEs CONsULTADAs Embrapa Suínos e Aves.embrapa. Quanto ao manejo sanitário das aves devem ser tomados cuidados tais como vacinas contra doenças típicas e deverá ser feito acompanhamento veterinário para melhor orientação na criação do seu plantel. elas colocavam nomes exóticos para valorizar a criação. A única explicação possível para o nome é que na antiguidade. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA a origem do nome Africano é desconhecida. Acesso em: 0 de a ago 00. Disponível em <http://www. quando as pessoas criavam aves exóticas. Os gansos costumam usar rios com pouca corrente e as lagoas com bastante vegetação aquática. br/>.

• Boa conformação corporal. • Cristas e barbelas bem desenvolvidas. tornando compensadores e bastante atrativos os preços dos produtos para o produtor. descartando as aves que não se enquadram nos itens abaixo. Além disso. Escolha das Galinhas: • Selecionar as galinhas que demonstram serem saudáveis. que não exigem o confinamento total dos animais e nem uso de altas tecnologias. galinha caipira. criação de galinha caipira Instruções sobre como montar uma pequena granja. pelos quais os consumidores estão dispostos a pagar um maior preço. a sua comercialização pode ser efetuada de modo direto (produtor-consumidor). nos quais os animais são submetidos a condições altamente estressantes e recebem altas doses de hormônios e medicamentos para que cresçam aceleradamente. As aves criadas através deste sistema alternativo são muito mais saudáveis do que as produzidas pelos sistemas de confinamento mais “avançados”. O resultado é que as “galinhas caipiras” produzem carne e ovos muito mais saborosos e saudáveis. ou com a existência de no máximo um intermediário. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Uma boa opção para a criação de galinhas em pequena escala é a criação de “galinhas caipiras” em sistemas mais tradicionais. 9 . sem defeitos físicos e dóceis.GRANjA PALAvRAs-ChAvE Granja. Vejamos como proceder para montar uma pequena criação de galinhas caipiras: seleção do Plantel Com este trabalho pretendemos provocar uma seleção do plantel existente visando seu melhoramento.

Aves híbridas de ovos vermelhos. . Shaver Browm. Nas primeiras  horas após o nascimento não precisa dar alimentação pára os pintinhos. não apresentar defeitos físicos ou de aprumos.Rhode Island Red. Os pintinhos requerem maiores cuidados principalmente nos primeiros 0 dias. Label Rouge. sem precisar mudar o sistema produção e com pouco investimento. • Manter a proporção de um galo para dez galinhas. Raças Puras . pois eles não tem capacidade de regular sua temperatura corporal. Aves Canadense . Plimauth Rock Bared. deixando que a galinha abrigue sua ninhada. Isa Browm. Introdução de Aves Melhoradas É possível provocar o melhoramento genético do plantel. quando o produtor colocar para chocar várias galinhas e a eclosão não for uniforme pode-se juntar as ninhadas de forma que cada galinha não tome conta de mais  pintinhos.carne e ovos. New Hampshire. Menor tendência ao choco e manter-se em postura quando a maioria das galinhas estiver em muda. Após o nascimento deverão ser retiradas do ninho as cascas de ovos gerados e o material que foi utilizado no ninho como forro e trocando-o por material limpo e seco. Manejo de Pintinhos A grande mortalidade dos pintinhos é verificada nas criações que não usam nenhuma tecnologia. • Ser mantido no plantel no máximo 0 meses. sadios. por este motivo eles devem ser aquecidos pelas mães ou aquecimento artificial. • Sexualmente ativos.Paraíso Pedrez. As aves que recomendamos deverão apresentar características de dupla aptidão . Hy-line Browm.• Escolha do Galo: • Devem ser vigorosos. • Musculosos e pesados. Para tanto recomenda-se a introdução de aves já melhoradas geneticamente que serão cruzadas com aves do plantel previamente selecionadas. Quando a propriedade for dotada de energia elétrica os pintinhos 9 AgriculturA e PecuáriA • Por ovos com freqüência e de bom tamanho com formato regular.

Os ovos destinados à comercialização são colhidos diariamente. Devem ser colocados em locais de penumbra. Manejo da Recria Após 0 dias o empenamento estará completo e as aves poderão ser soltas lentamente onde irão adquirir o hábito de ciscar e procurar alimento. geladeiras ou caixas de isopor. devem ser limpos e guardados em ambientes frescos. A cama do ninho deve ser macia e confortável. e receberão o mesmo manejo das aves adultas. 9 . que será usada 0 dias no verão e  dias no inverno. vigorosos e bons reprodutores. serragem e folha de fumo . comedouro e bebedouro e fonte de calor. Quando os pintinhos se amontoarem debaixo da fonte de aquecimento é sinal que estão com frio ou quando se afastarem muito da fonte indica que está muito quente. bebedouros e aquecimento através de uma lâmpada elétrica. para evitar que as aves durmam nele. Deve-se utilizar  ninho para  galinhas e estes devem ser fechados à noite. as demais serão engordadas e vendidas para o abate (machos e fêmeas). afim de preservar sua qualidade. Os machos neste período são facilmente reconhecidos. Manejo de Aves Adultas As aves de reprodução que permanecerão no plantel devem ser sadias e estar em bom estado físico. cama. A temperatura no interior do pinteiro deve ser regulada levantando ou abaixando a lâmpada ou compânula a gás. a fim de preservar a câmara de ar.que contribui para o controle ao piolho e sarna. de acordo com o comportamento das aves. Deve ser mantido sempre limpo ter a espessura de  a 0 cm. Nesta fase inicia-se a seleção das melhores aves para a reprodução. Deve-se ter o cuidado de armazenar os ovos com a extremidade mais fina voltada para baixo. feita com materiais como capim seco picado. casca de arroz. pois as aves rejeitam ninhos muito claros no 9seu interior e se aninham em ninhos muito escuros.poderão ser colocados em pinteiros providos de comedouros. estes são mais fortes (0%±) que as fêmeas e também tem a crista bem mais vermelha. Quando a opção for adquirir pintinhos melhorados de incubatórios sugerimos utilizar c[circulo de proteção. Recomenda-se  galo para 0 galinhas para haver uma boa fertilidade. Os machos também devem ser sadios.

desenvolvimento sexual incompleto. ) Abdômen É importante deixar boas chocadeiras para se fazer incubação natural dos ovos. pequena. e com início de mudas precoces não produzem ovos. enrugada e escamosa. A ração balanceada deve ser fornecida em comedouros no interior do galinheiro na base de 0 g por dia por ave e cocho com mistura mineral para consumo à vontade. pode-se utilizar capim quicuro. sem trincas. Amarelos e canela roliça. aumentadas de tamanho. brachiaria. Distendido. flexíveis e bem separados. macia e lustrosa. Para haver uma boa eclosão deve-se colocar de 9 a  ovos para que a galinha o cubra totalmente. formato normal.CARACTEREs ) Crista e barbela )Cloaca ) Bico e canela ) Plumagem ) Ossos Pélvicos AvEs EM POsTURA Grande. e portanto devem ser descartados. gra9 AgriculturA e PecuáriA Os ovos para incubação devem ser colhidos mais vezes ao dia. Devem ser acondicionamento em pentes com extremidade maior voltada para cima e num período máximo de  dias. As aves devido a idade. úmida e macia. enrugada e seca. Duros. sem sujeiras. tifon. A postura ocorre com freqüência de aproximadamente até 0 horas da manhã. capaz de atender suas exigências nutricionais. Gasta. Bonita. ressequida. AvEs FORA DE POsTURA Escura. tamanho médio para grande. cabendo dois ou mais dedos. . Finos. Próximo aos ninhos onde as galinhas estão chocando deve haver água e ração à vontade. Redonda. Apresentamos a seguir um quadro para facilitar a seleção de galinhas em produção. vermelho-vivo. completa e sem pontas quebradas. Forma ovalada. Área de pastagem recomendada para cada ave adulta é de aproximadamente 0 m. mas mesmo assim devem receber suplementação através de ração balanceada e volumosos. duro e espesso. pequenas. Contraído. portanto neste período as aves devem ficar presas. rígidos e muito próximos. flácido. Esbranquiçados e canela achatada. fino e suave. quebradas e sujas. Alimentação As aves caipiras são mais resistentes que as aves industriais.

00 . Neste período o consumo médio de ração é aproximadamente  kg.0 0. ou copo tipo pressão. Rações Fareladas de Produção Caseira Sugestão  Ingredientes Fubá de milho Farelo de soja Farinha de carne de ossos Quantidade necessária para 100 kg de ração (quilos)    Sugestão  Fubá de milho Quirera de arroz Farelo de soja farinha de carne de ossos  0   Sugestão  Fubá de milho Farelo de soja Feijão-guandu   0 Sugestão de Mistura INGREDIENTEs Fosfato Calcário Sal Comum TOTAL MISTURA PORCENTAGEM (%)    00 QUANTIDADE (Quilos) . Sugerimos o plantio de feijão Guandu. Girassol. Durante o dia a ração do comedouro deverá ser peneirada para retirada das impurezas.00 Arraçoamento Do Pintinhos Durante os primeiros  a 0 dias deverá ser fornecido aos pintinhos ração comercial de fase inicial à vontade em comedouro tipo bandeira. quando houver área disponível recomendase dividi-la em piquetes e fazer o manejo rotativo.ma estrela. rami.0 0. confrei. 9 . pode-se utilizar também restos de hortaliças. por ave. após este período as aves poderão ser soltas.

pinteiros e galpões. Esta deverá ser substituída a cada 90 dias ou parte da cama quando for molhada. para satisfazer as necessidades metabólicas. As poças d’água estagnadas e brejos devem ser esgotados e ou isolados. A manutenção da saúde é um conjunto de práticas que envolvem isolamento. etc. tanto para bebida quanto para a manutenção geral do aviário. . higiene. sabugo de milho triturado. O fornecimento da água deve ser em toda a fase de sua vida pura e fresca. Apresentamos a seguir uma sugestão de solução desinfetante para caiação de ninhos. cepilho de madeira. profilaxia e combate sistemático a vermes e parasitas. Para introduzir aves no plantel. Produto Água Cal extinta Creolina Unidade Litros Quilos Litros Quantidade  .00 0. Deve-se usar de 00 g a  kg de material de cama para cada m de instalação. Todas as instalações e equipamentos e arredores da criação deverão ser limpos lavados e desinfetados a cada  dias. Profilaxia Para esta criação recomenda-se um programa mínimo de vacinação para controle de algumas doenças. e os entulhos limpos retirados. Sugere-se uma solução de água e creolina na proporção de  a %. estas devem passar um período de isolamento de no mínimo 0 dias. casca de arroz.0 O piso das instalações deve ser forrado com uma “cama” que poderá ser de capim picado e seco.sanidade A saúde é importante para que as aves sejam boas reprodutoras de carne e ovos. A quantidade de água consumida pelas aves normalmente é o dobro da que consomem em alimento. Esquema de vacinação Idade 0/ dias /0 dias Doença Tipo de vacina New Castle (Peste Aviária) La Sota New Castle (Peste Aviária) La Sota via de aplicação Ocular Ocular 99 AgriculturA e PecuáriA Água Água é de vital importância para a criação.

após  horas fornecer quirera de milho ou fubá médio.Quando ocorrer estes tipos de parasitas deve-se fazer um polvilhamento ou pulverização de todas as instalações e equipamentos e nas próprias aves. Multocida . proteção natural contra ventos fortes. seguindo as recomendações do fabricante. vermifugação . vacinados contra Marek e Bloba Aviária. com drogas específicas. Instalações e Equipamentos • Devem ser escolhidos locais secos livre de inundações. Colocar em círculo de proteção com fonte de aquecimento/ água/ração. • Devem ser utilizados de preferência os materiais disponíveis na 00 . Do º até o 0º dia fornecer ração inicial de frango de corte à vontade e soltá-los após este período.0/ dias / meses  dias  dias / meses New Castle (Peste Aviária) New Castle (Peste Aviária) Bouba (Caroço Pipoca) Bouba (Caroço Pipoca) Cólera Aviária (P. água de boa qualidade e localizados no mínimo a 0m da residência. colocando nas bandejas e sobre o papel. Colocar papel jornal sobre a “cama” e retirá-lo após  dias. As sobras de vacinas e frascos devem ser incineradas ou enterradas. sarnas/Piolhos . Durante as primeiras horas de chegada somente água e açúcar a %. Deve-se verificar a data de vencimento.Doença da Barbela) La Sota La Sota Cepa Suave Cepa Forte Solução Aquosa Ocular Ocular Membrana da Asa Membrana da Asa Intra muscular peito/coxa. OBSERVAÇÃO: As vacinas devem ser mantidas na geladeira (fora do congelador). Recomendações Complementares Quando a opção for adquirir pintinhos de incubatório para melhoramento do plantel algumas orientações devem ser seguidas: • • • • • Adquirir pintinhos de incubatórios idôneos.Aplicar vermífugo a base de Piperazina ou Mebendazoli de  em  meses para todas as aves via água ou ração conforme recomendações da bula. isolado do fluxo normal do trânsito e de pessoal.

. Com fundo para casa de ração. sapé. • Orientação leste/oeste. bambu. trelissa. m de diâmetro. • Comedouro tipo bandeira . .Tipo copo de pressão  para cada 0 aves. • Dividir o galinheiro em três partes distintas: Abrigo de reprodução • Ninhos:  para  aves . para 0 pintos com as seguintes medidas 0 x 0 x  cm. • Compânula ou lâmpada para aquecimento. • Paredes laterais .0 cm de altura alvenaria ou tábuas e completada até o teto arame . 0 AgriculturA e PecuáriA propriedade. telha de barro.cimento amianto. • Comedouro: Tipo cocho em madeira. • Utilizar cortinas. • Bebedouro: Tipo calha . bambu ou maneira.Galinheiro: • Piso terra batido ou concretado.dimensões:  x  x  e com altura do piso de 0 cm. • Com a idade de 0 dias utilizar bebedouro e comedouros de aves adultas e retirando o círculo de proteção.0m. • Pé-direito . tubo de PVC ou chapa galvanizada. • Comedouro Tubular:  para cada 0 aves.0 a 0 m. • Cocho para minerais.feito em bambu.com madeira ou outro material disponível . • Utilizar  aves por m. Utilizar  cm linear por ave. • Bebedouro . • Cobertura . cm/ave. Pinteiro • Deve ser equipado com círculo de proteção altura de 0 cm e . • Fazer um canal em volta da instalação para escoamento da água de chuva. • Iluminação:  lâmpada de  Watts para cada m. x .” fio . Dimensões . • Poleiros: 0 cm/ave espaçadas 0 cm e distante do piso 0 cm. • Bebedouro pendular:  para cada 00 aves.

Dimensões: .br/mantecn. Carlos A.mg.htm>. 00. Disponível em: <http://www.Casa de ração • No seu interior estão localizados o fundo dos ninhos por onde serão colhidos os ovos.gov.agridata. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 . Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de dez.0 x  m. de A. Acesso em:  de dez.Referências • Manual Técnico de Criação de Galinhas Caipiras. V.

aproximando-se das mais nobres. Pelo seu elevado teor de proteína bruta. como a do algodão. digestivo e tratamento de feridas.Jojoba. Sua semente produz 0% de óleo com ótimas características para uso nas indústrias de cosméticos.) com folhagem persistente. fez com que as industrias buscassem outras fontes de obtenção. Seu bagaço (0% da semente). verificou-se que não houve necessidade de troca durante 00. da família das buxáceas (Simmondsia chinensis Schn. produz uma torta com cerca de % de proteína que contém aminoácidos essenciais. Serve para o fabrico de rações e é ótimo fertilizante. farmacêutica e lubrificação (como óleo lubrificante de motor de veículos. como a lisina e a metionina. e por isso tem uma formidável procura no mercado internacional proporcionando altos lucros. essa torta supera a do babaçu e a do trigo. como extrair o óleo sOLUÇÃO APREsENTADA A produção é o fruto da Jojobeira cujo teor de óleo é de 0% e 0% será usado como ração animal através de seu bagaço. O óleo é usado na indústria de cosméticos e farmacêuticas Planta arbustiva de cultura perene. originária do sudoeste dos Estados Unidos e noroeste do México (deserto de Sonora).000 km). fornecedores de sementes. Substitui o óleo de baleia com bastante vantagem e a proibição de sua pesca. Seu óleo já era usado pelos astecas como tônico capilar. e por ser dióica. podendo alcançar até m de altura. semente PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Informações sobre cultivo da jojoba. as flores masculinas e femininas estão em pés distintos. Pode ser extraído facilmente com alto grau de pureza. a da soja e a do girassol. Sua oxidação é lenta e resiste a aquecimentos repetidos e a altas tempera- 0 AgriculturA e PecuáriA jOjOBA . cujo tronco se ramifica desde a base.

os cerrados. suporta vários anos sem água. sendo uma espécie que se adapta muito bem a zonas afetadas por secas prolongadas. climáticos e solo. O poder germinativo de sua semente é de alta durabilidade ( anos).turas. Os trabalhos foram efetuados no Ceara com rigor cientifico e o projeto durou alguns anos. x m e sua orientação deve ser perpendicular ao sentido do vento predominante. e pode ser armazenada por longos períodos. Podem ser consorciadas outras culturas (milho. Não se tem mais notícias atualmente de como ficou. Portanto. é de fácil manejo. feijão. A jojoba se planta de preferência na primavera em terreno arado e rastreado em fileiras de . existindo uma alta demanda pela indústria de cosméticos. e absorvidos já na primeira colheita que ocorre no ° ano. além de que nas demais regiões de culturas tradicionais. 0 . Substitui o óleo diesel. sendo que as araduras para preparo do terreno e plantio efetuados uma única vez são irrisórios em relação a sua alta rentabilidade. praticamente não tem glicerídeos nem triglicérides. Gladstone da UFC a jojoba no Brasil é perfeitamente adaptável nas regiões de climas similares ao do Nordeste. As flores são polinizadas pelo vento. Produz bom rendimento de sementes em baixas condições de alta salinidade. Cabe ressaltar que conforme resultados dos trabalhos do Prof. Dada a sua tolerância a alto déficit hídrico. A Jojoba é de cultura perene (produz por mais de 00 anos). No Brasil existem muitas terras improdutivas e de grande extensão. e o custo de implantação são baixos.. e suas raízes pivotantes (penetram até m) recuperam o solo facilitando sua drenagem.etc). Deste modo se assegura que o vento arraste o pólen das flores masculinas para as flores femininas. existirem áreas não utilizadas para outras culturas devido a fatores geográficos. para estas regiões a jojoba é a planta ideal por suas características de clima desértico com alta resistência a falta d´água. além do que seu óleo não rancifica. não requer trabalho intenso e é pouca afetada por patógenos e insetos. e o seu cultivo requer menos água para produzir que outros tradicionais. tais como o semi-árido nordestino.

são superiores aos de qualquer outro cultivo. de até -° a até 0° C. e pode ser cultivada sem problemas em ladeiras. aumenta os riscos de desertificação. os custos de mão de obra e maquinaria são diminuídos devido a que. não são problemas os solos pedregosos. O vento é um fator positivo por facilitar a polinização das flores e outros fatores 0 AgriculturA e PecuáriA e seus frutos começam a inchar-se até alcançar sua maturidade nos meses de março e abril do ano seguinte. por ser um cultivo pouco intensivo e cujo principal trabalho que é a colheita. A planta tem grande tolerância à salinidade de solo e água. A planta é sensível as geadas. permite dar usos a recursos que no momento se encontram ociosos.00 kg/HA) e a produção total é alcançada aos 9 anos. ao incluir a jojoba como novo cultivo. As zonas áridas e semi-áridas assim como as demais regiões do Brasil são altamente vulneráveis a erosão e o fato de se destinar estes solos à produção de cultivos anuais sem nenhuma ou pouca preocupação em recompô-los. no geral. . e dos brotos tenros e flores em uma plantação adulta. e o que pode comprometer um solo para o seu cultivo é uma má drenagem. e se desenvolve com maior rapidez se são altas ( a °C ). não requerendo araduras. Quanto a exigências de solo. Por ser um cultivo permanente e ótima opção por sua rentabilidade. O cultivo de jojoba se caracteriza por sua longevidade. suas raízes são muito suscetíveis a asfixia radicular.No caso de propriedades já estabelecidas com outras culturas. se abre e deixa cair a semente no solo. Não obstante. onde se colhe. Esta espécie frutifica com os brotos novos e. Quando o fruto está maduro. a jojoba se adapta a uma ampla gama deles. garantindo uma cobertura vegetal. exceto no início de sua plantação. elimina estes riscos. produzindo de forma adequada com níveis de  e  dS/m respectivamente. Os níveis a que resiste. conhecendo-se plantas de mais de 00 anos que ainda permanecem produtivas. sempre e quando se aplica irrigação por gotejamento. produz um fruto a cada dois nós. desde que apresente uma adequada ventilação. sendo que uma geada forte e prolongada pode produzir a morte de uma plantação completa se esta é nova. o qual se traduz em uma perda de produção no ano. pode produzir um ou mais frutos em cada um dos nós do broto em alguns pés. As plantas produzidas vegetativamente começam a produzir ao terceiro ano da plantação (. se deve realizar em período de pouca atividade agrícola tradicional. Resiste a temperaturas.

as ervas daninhas não tiveram que ser um grande problema. Embora não existam muitos estudos sobre fertilização para a jojoba. Nas zonas áridas e semi-áridas. Para uma plantação adulta. potássio e fósforo. o qual corresponde a metade ou um terço que se requer de um cultivo tradicional. se recomenda usar sistemas de irrigação por gotejamento. . A maior resposta observada corresponde a aplicação de NITROGÊNIO na quantidade media de 0 a 0 kg por hectare ao ano. deve-se efetuar o desbaste na primeira floração que ocorre no terceiro ou quarto ano após o plantio. dificulta os trabalhos da colheita. mas sim a salinidade. Quando os cortes dos brotos foram tratados com o IBA. se deve irrigar a cada verão e uma vez ao mês no inverno se não existir chuvas de inverno na região. Em zonas onde o principal limitante é a água. Na irrigação por sulcos.climáticos não afetam o cultivo. A jojoba requer de . enraizaram 00% em  dias. com suplementação de nitrogênio. como também se pode fazer uma poda mecanizada após a colheita para favorecer o desenvolvimento de novos brotos. de acordo com as características do solo.  mg/g do talo. sendo que a presença destas.isto equivale. rendendo possivelmente de sementes. deixar uma planta masculina para cada 9 femininas. Deste modo se assegura uma adequada lavagem dos sais do perfil destes solos. Na colheita se efetua uma poda e consiste somente em eliminar os ramos que crescem perto da superfície do solo para facilitar o trabalho de colher. isto é. é importante manter o cultivo livres das ervas daninhas. A irrigação se faz por sulcos ou por gotejamento. aproximadamente a  litros por planta em uma semana em média.0 kg/ha. ainda mais se fosse irrigado por gotejamento. No verão irriga-se uma vez por semana e a cada  semanas no inverno para o caso de irrigação por gotejamento. Pode-se recomendar o uso de Simazina antes da plantação e no in0 . Para plantação efetuada por plantio direto ou através de mudas. o sistema de sulcos é adequado em setores em que a água não é o limitante. Os arbustos masculinos devem intercalar-se em todo o bosque (aproximadamente . esta responde a uma fertilização tradicional. As sementes plantadas necessitam de duas ou três irrigações durante o primeiro verão e devem ser protegidas dos animais e a remoção de ervas daninhas é recomendado após cada irrigação.00 plantas fêmeas e 0 masculinas por hectare). Não obstante.000 a 00 m³ de água por hectare no ano.

sendo um material de fácil manipulação. . proteínas e sais minerais quando não-refinado.Controle Fitossanitário: a cultura da jojoba é caracterizada por ser bastante saudável. é hidrogenado e de fácil diluição em solventes orgânicos comuns. Possui uma coloração clara e é rico em vitamina E. Não rancifica e é usado na fabricação de perfumes. grande estabilidade e não é afetado por repetidos aquecimento de até 00°C. está desenvolvendo um projeto para produção de óleo de jojoba. são impor0 AgriculturA e PecuáriA verno em plantações já estabelecidas se podem efetuar aplicações de Glifosato ou outro herbicida de contato (com proteção para planta) quando se fizer necessário. É usado na industria de lubrificantes e alternativa para o diesel A Jezyn Agronegocios. suas propriedades são promissoras: altos índice de viscosidade. especialmente para produtos de pele. deve-se fazer a mistura de esterco com areia grossa e se efetuar a aplicação de Brometo de Metila (clique aqui para informações de como utilizar este produto que é considerado altamente tóxico e outros produtos similares que existem no mercado) no composto. visto que o brometo é nocivo. baixa volatilidade. além de não deixar que os óleos carreadores em geral fiquem rançosos com grande rapidez se adicionado a eles e possui longo tempo de vida.O tratamento que tem se mostrado eficaz para controlar este fungo é a aplicação de Thiabendazole-Tecto-BAYER. (veja Brometo de Metila) em casos isolados. O óleo de jojoba sem refinar possui uma longa história de uso pelos índios norte-americanos e é obtido da semente da jojoba prensada a frio (esmagamento) sem o uso de solventes e tem muito poucas impurezas. incluindo a oleosa. são razões para seu uso intensivo. não é tóxico. Para muitas aplicações industriais. ponto de ebulição e chama. evitando-se desta forma contaminações de germes patógenos e deixar descansar por alguns dias. as sementes utilizadas no projeto. Na produção de mudas a partir de sementes. Ele é indicado para todos os tipos de peles. mista. e sob baixas temperaturas ele pode se solidificar homogeneamente se não foi refinado. cabelos e outros e é de fácil absorção por parte da pele e o fato de ser um recurso natural e biodegradável. Cerca de 90% do óleo é destinado a industria de cosmético. tomando-se muito cuidado nesta aplicação. acnéica e inflamadas. sendo um líquido gorduroso com ponto de fusão de °C a 9°C. detectando-se somente ataques de Fusarium sp.

e poderá fornecer maiores informações.net/ijec_glossary.ibict.jezynagronegocios.br>. Disponível em: <http://www. 00 http://www.tadas de Israel. Iva Maria Alves e Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de ago.ibict.CEP: 00-00 .br Outros links Plantação de jojoba http://www.sbrt. Acesso em: 09 de ago. Acesso em: 09 de ago.ajorp.pdf.ibict.São Paulo .br/upload/sbrt1213.pdf.com/news/news. 0 -Santana . Rua Darzan. Acesso em: 09 de ago. disponíveis em: http://www.ijec. 00.jsp? CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs No site do SBRT.newscientist.sbrt.sbrt. 00 FONTEs CONsULTADAs Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.com. Acesso em: 09 de ago. 00 http://www. que poderão auxiliar na pesquisa.br/upload/sbrt1105.ibict. Extração de óleo.html Óleo de jojoba como biodiesel Embrapa Pantanal Telefone () -0 http://www. 00 0 .br/upload/sbrt2012.pdf.com International Jojoba http://www. existem algumas respostas sobre processo de extração de óleo.sbrt.SP () 9-09 / () 9- / () -9 http://www.

uma diminuição quantitativa da demanda do produto final necessária à viabilidade econômica do empreendimento e. Ainda assim.o porto não possui espaço suficiente para a demanda de containers que a castanha na condição in natura requer. exportação PALAvRAs-ChAvE Quer informações sobre a exportação da castanha do Pará e do óleo extraído de sua amêndoa. óleo de castanha-do-pará. compararmos a castanha com casca. a diminuição do volume na estocagem e transporte da carga. o principal voltado a esta comercialização. regiões próximas ao litoral e do rio Amazonas levam alguma vantagem para o escoamento de sua produção se comparados a situação de regiões interioranas como o caso do norte do Mato Grosso e sul do Pará. a castanha desidratada e o óleo da castanha. por exemplo. A melhor estratégia de mercado tem sido o aumento do valor agregado ao produto final e. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A maior dificuldade para a exportação da castanha-do-pará tem sido o transporte do produto. por outro. 09 AgriculturA e PecuáriA INDUsTRIALIzAÇÃO E EXPORTAÇÃO DO ÓLEO DA CAsTANhA DO PARÁ . Se. um aumento da facilidade de transporte a medida que o produto final agrega trabalho. Xingu e Tocantins e também o contrabando deste produto pelo território boliviano. Segundo a CONAB –Companhia Nacional de Abastecimento . pois o porto de Belém. conseqüentemente. por um lado. enfrenta a crise gerada pela falta de modernização portuária no Brasil. Ademais a situação se torna mais agravante se levarmos em consideração a falta de infra-estrutura nos portos fluviais ao logo dos rios Madeira. Deseja saber os equipamentos necessários para a produção deste produto. veremos.Castanha-do-pará.

Caberá. portanto ao empreendedor a análise das vantagens em destinar sua produção ao mercado externo ou interno. A destinação do óleo a indústria de cosméticos apresenta um grande potencial de desenvolvimento. Várias empresas no Norte e nordeste desenvolvem maquinários para as 0 . Vale a pena visitar o “Portail de l´hulie castanha-do-para provenant du palmier amazonien” que pretende montar um rede de sites voltados a promoção deste setor (projeto intitulado de “Celestino Pesce” que já se encontra disponível na Internet).desde que sejam respeitadas as leis internacionais de proteção dos recursos naturais através do manejo sustentável da produção e beneficiamento e.Outro fator que deve ser levado em conta é a aposta do mercado no crescimento da indústria farmacêutica para os próximos anos tanto no exterior como no Brasil. podese dizer que grandes são as possibilidades de fomento dos produtos da região amazônica junto a organizações internacionais . A castanha-do-pará possui altas concentrações de vitamina E e selênio que garantem a este fruto o estatuto de uma grande fonte de anti-oxidantes que atuam no combate ao envelhecimento causado pelos radicais-livres produzidos pelo organismo. Os equipamentos destinados a extração do óleo da castanha são semelhantes ao da extração do óleo do caju. quanto às indústrias estrangeiras. Com relação a veiculação de mercadorias no cenário mundial. O empreendedor que se direcionar a esta área de atuação deverá levar em conta que a indústria farmacêutica brasileira é tecnologicamente desenvolvida e competitiva e está tão aberta ao lançamento de novos produtos e a pesquisa tanto. A sugestão será a de uma pesquisa de mercado tanto junto às empresas brasileiras do ramo quanto às estrangeiras. a busca pelo resgate social que pequenas empresas podem trazer através da diversificação da economia local. A produção do óleo é atualmente obtida através da moagem e compressão da amêndoa (embora em escala laboratorial já existam outros procedimentos possíveis como a utilização do etanol e do Co em estado crítico). também.Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá – junto a algumas comunidades. podem servir de exemplo sobre a veiculação de produtos no mercado mundial. Neste sentido algumas experiências realizadas pelo IPEA . Várias empresas européias (principalmente francesas e alemãs) se interessam em veicular produtos produzidos na Amazônia.

No Brasil. http://www. Cultivo da Castanha-do-Brasil em Rondônia.Cursos sobre o processamento da castanha-do-pará e manejo sustentável Campus Universitário de Guama – Setor Profissional Casa do Poema –CEP 0-900 Belém –Pará_Brasil Tel 9   ou  0 Fax 9 9  E-mail: contatos@bolsaamazonia.org/idbamerica/archive/stories/1998/por/5g.PDF histórias sobre o empreendedorismo no setor Mangurian. contudo poderá ser de grande interesse a visita a sites indianos voltados a produção de maquinário para o fabrico deste tipo de óleo (a Índia apresenta um grande número de empresas especializadas na fabricação de maquinas para extração de óleo de amêndoas do caju e abriga feiras que giram em torno deste ramo).com Órgãos de fomento e pesquisas IEPA . http://www.com/ind/cashew. o SEBRAE do Ceará mantém um projeto de minifábricas de extração do óleo da castanha do caju podendo ser uma fonte confiável de informações para o empreendedor voltado á industrialização da castanha-do-pará. David.iadb.iepa.apnagroup.br/sisprod/castanha/ Normas Específicas de Castanha-Do-Brasil – Safra 00.html Cashew processing. html  AgriculturA e PecuáriA empresas deste ramo (veja no site do SBRT a consulta sobre “Extração do óleo da amêndoa do caju”).gayathricashewmachinery.br/download/moc/titulos/T66s2004.ap.gov. http://www. Indicações: .htm Gayathri Industries http://www.br EMBRAPA.gov.htm Indústria do caju na Índia Cashew Industry.embrapa.com/roasting. http://www. conab. Abrindo o mercado de castanha-do-pará http:// www.Instituto de Pesquisas Científicas e tecnológicas do Estado do Amapá.com/products1. cpafro.udupipages. tanto em relação a produção quanto a distribuição e possíveis mercados para o seu escoamento. http://www.

00 DATA DE FINALIzAÇÃO  .The Cashew Export Promotion Council of Índia.br/ Vortal Cadeia Produtiva do Caju.org/html/c0000hom.prossiga.amazonoil.shtml Castanha-do-pará.br/caju/asp/buscaextravortal.com Secretaria Geral da Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar.asp?cod=161&id=port Vortal Cadeia Produtiva do Caju: castanha e amêndoa.asp?id=port&produto=Castanha&camp o=2&extra=Am%EAndoa Divulgação de produtos Amazon Oil. http://www. http://www.htm Equipamentos ABIMAQ . prossiga.castanha-do-para. http://www. http://www5. http://www.abimaq.br/caju/asp/SaidaCat.cashewindia. http://www5.org.com/index.Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.

principalmente em função da região. Com a irrigação. para isto precisa de um projeto. difusor do sistema de produção a pasto argumenta que a irrigação é um processo economicamente viável. Como implantar irrigação no pasto que está formando O pesquisador Leovegildo Matos. como quem cuida de uma lavoura. no Brasil. ressalta que o produtor de leite que pretende ser grande. representa muito em termos de lucratividade”. assim como boa parte dos custos da produção. na época da seca. porém. pastagem. O pesquisador da Embrapa-Gado de Leite. além de um bom pecuarista. Leovegildo Matos.e das pastagens sem irrigação estão em torno de R$ 0.00/kg de MS e R$ 0. Brasileiro ressalta. leite PALAvRAs-ChAvE Como implantar irrigação no pasto que está formando? Quais são os recursos necessários para tirar o leite ( vacas)? Pretende transformar a casa em curral. “Cuidar bem da pastagem. Isso porque o leite entra pela boca da vaca. “A alimentação das vacas em lactação responde por 0% a 0% desses custos”. estes valores são acrescidos de R$ 0. pasto. a produção de leite é de apenas 0%. avalia o engenheiro agrícola Carlos Augusto Brasileiro Alencar. difusor do sistema de produção a pasto. deve ser também um grande agricultor. que trabalha no centro e no leste de Minas. RETIRADA DO LEITE .00. curral. em relação ao das águas”.uma das alternativas de alimentação dos bovinos para o período da seca . Se uma boa pastagem depende de chuvas e delas depende a alimentação do rebanho. “No período seco do ano.Irrigação. a produção decai sensivelmente. diz. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. que a resposta à irrigação de gramíneas tropicais tem sido controvertida. da  AgriculturA e PecuáriA INFORMAÇõEs sOBRE IRRIGAÇÃO DE PAsTO. respectivamente. completa Brasileiro. Os custos de produção de matéria seca (MS) da cana-de-açúcar .00/kg MS.

muitos sistemas são instalados com pressão por gravidade. a produção média de leite é de 0 litros por vaca/dia numa taxa de lotação de cinco vacas/ha. aponta experiências de sucesso econômico. os riscos de aprovar custos abusivos e  . Pode parecer exagero. a mão-de-obra também é otimizada. Quais são os recursos necessários para retirar o leite (ordenha) Cada caso é um caso. conclui. Nesse modelo. tanto da cana-de-açúcar quanto do pasto de braquiária mostraram viabilidade. enquanto o convencional fica em torno de R$  mil. o que torna a montagem do equipamento menos onerosa. A condução da água da moto-bomba até os aspersores é efetuada por meio de tubulações de diversos tipos de material. nesse sistema. com aspersores de pressão de serviço. afirma Brasileiro. a irrigação. o sistema é dotado de um tampão com rosca com controle manual nos pontos de irrigação. Apesar das tubulações serem suficientes para irrigar ao mesmo tempo a área inteira. as linhas principais. No entanto. cada propriedade é uma propriedade. mas a correta montagem de uma sala de ordenha exige uma precisão tal que o pecuarista deve responder uma série de perguntas antes de fazer sua escolha.0. Na região leste de Minas Gerais. Para isso. de acordo com o turno da rega. proveniente da diferença de nível entre a fonte de água e a área a ser irrigada. é necessário mobilizar um trabalhador em tempo integral para cuidar do equipamento. a irrigação é feita com funcionamento de um determinado número de aspersores por vez.() 2. Por necessitarem de baixa pressão. “No sistema convencional. Segundo Brasileiro. O fator que ajudou a reduzir os custos foi a opção pela irrigação por aspersão fixa de baixa pressão. Brasileiro ressalta que “a diferença deste sistema tem sido grande em razão da baixa demanda de energia e de vazão”. alumínio e PVC rígido. Tudo para reduzir ao máximo. cada rebanho é um rebanho. Outro fator é o baixo custo do equipamento que está em torno de R$ 00/ha. o litro. secundárias e laterais se apresentam como suficientes para irrigar toda a área. está hoje em torno de R$ 0. O custo da produção que era em média de R$ 0. do nível de insumos e do sistema adotado. “Esse tipo de irrigação tem sido um dos métodos mais difundidos na região”.espécie forrageira. o próprio vaqueiro que faz a ordenha pode realizar o serviço”. tais como aço zincado. Lá.

prática presente em mais de % das propriedades brasileiras”. “No entanto. duração do turno de ordenha. () A obtenção do leite constitui a etapa de maior vulnerabilidade para a ocorrência de contaminações por sujidades. e preferências pessoais. Luís Fernando Laranja. microrganismos e substâncias químicas. A carga microbiana inicial está diretamente associada à limpeza dos utensílios utilizados para retirada e transporte do leite. latões e sistema de ordenha são apontados como os principais fatores responsáveis pelo aumento de  AgriculturA e PecuáriA conseguir a melhor otimização dos equipamentos. estabilizando o período de ordenha entre duas e duas horas e meia. a higienização deficiente dos baldes. Para se determinar o tamanho e o modelo da sala de ordenha. da Universidade de São Paulo (USP/Pirassununga). uma vez que o transporte do leite até o tanque quebra a continuidade do trabalho do retireiro e pode colocar em risco a qualidade do leite. mão-de-obra disponível. cada turno não deve passar de quatro horas. nível de produção das vacas. e que podem ser imediatamente incorporados ao produto in natura. “De forma geral. Nesse sentido. jamais fecharia as portas para esse sistema pelo fato de ser melhor e mais higiênico que o sistema manual. pois haverá queda na eficiência”.Para ele o balde ao pé deve ser observado pelo produtor como um equipamento de transição. a resposta altera todo o cálculo de custos. uma análise de custos de instalação e operação de sistemas de ordenha deve levar em consideração os custos de mão-de-obra. construções e equipamentos. presentes no próprio local de ordenha. “É importante não esquecer dos valores de depreciação e juros sobre o capital”. De acordo com ele. pontuou alguns aspectos fundamentais para ajudar na tomada de decisão sobre o assunto. Uma das primeiras questões colocadas pelo professor é: Quanto tempo diário de ordenha se pretende desenvolver na fazenda? Muito ou pouco. por exemplo. . disponibilidade de recursos. Numa propriedade familiar. deve-se respeitar a limitação de mão-de-obra. mecanização/automação. Laranja ressalta as variáveis decisivas na escolha: tamanho do rebanho. número de ordenhas/dia. o professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia. Desta forma.

destinado a comportar de  a  animais por vez. Considerando que a superfície dos tetas representa uma importante fonte de contaminação do leite. depois de ordenhadas vão para o curral de descanso e alimentação. ou diretamente para o pasto. com bezerro ao pé. que resultam em significativa melho . equipamentos de ordenha e tetas dos animais é fundamental para evitar a contaminação do leite. () Outro tipo de instalação que pode ser utilizada é o chamado Miniestábulo ou Sistema de sala-de-ordenha. variando com o tamanho do rebanho. A principal vantagem é a redução do custo de construção. as vacas ficam no curral-de-espera. Na figura abaixo estão ilustrados alguns passos importantes para uma ordenha manual higiênica: sistema de ordenha higiênica para pequenos produtores: lavagem e secagem de tetas(3) Filtragem do leite e lavagem de peias de corrente e banco de ordenhador(3) Trata-se de um conjunto de pequenos investimentos e de práticas simples. podendo a ordenha ser manual ou mecânica. para um único ordenhador. que é um estábulo de tamanho reduzido. pois as vacas são manejadas em lotes. antes da ordenha. conclui-se que. A qualidade da água utilizada para lavagem dos utensílios. Antes da ordenha. É de fácil manejo. realizados no processo de ordenha manual.microorganismos. contribuem significativamente para o controle de doenças. a lavagem e desinfecção das mesmas.

ou melhor. com capacidade para  vacas por vez. deve-se atentar para a direção dos ventos dominantes e a distância entre a sede e o curral. A estrutura. Nas palavras do pesquisador Eli Antonio Schiffler. currais. l Construção de um canzil para contenção.00/litro). muitas vezes deixando o animal estressado e. calçada. Troncos para contenção dos animais. sala de leite. l Substituição de cordas de seda para contenção das vacas (peias) e dos bezerros por correntes leves de fácil higienização e menor contaminação. abrigos rústicos para novilhas e cochos cobertos para minerais. os currais tradicionais eram “acéfalos”. escritório. para evitar a condução da poeira formada durante o serviço. a saber: l Construção ou adaptação de uma sala de ordenha. para as moradias. () As instalações destinadas a alojar as diversas categorias de animais de um rebanho são projetadas em acordo com o sistema de exploração a ser adotado. silos. coberta. “Não havia uma padronização em etapas e isso fazia com que o produtor tivesse que manejar mais o gado”. Neste caso. nos períodos secos do ano. sala de ordenha. depósito para alimentos e pre AgriculturA e PecuáriA . l Construção ou adaptação de um pequeno curral de espera para os bezerros. conseqüentemente. anexo à sala de ordenha. construídos nos pastos. Projeto para curral Na instalação do curral e complementos. afirma. 3.ria da qualidade do leite. a falta dela. mais baratas do que as utilizadas em confinamento. com mínima agregação de custos ao produto final (R$0. Não faz muito tempo. da Embrapa Pecuária Sudeste. associado a cocho para administração de concentrados durante a ordenha. bezerreiro convencional ou abrigos individuais. l Instalação de instalação hidráulica para lavagem das mãos e tetas dos animais: tanque de 00 litros + 0 m de canos de PVC de ½” e  m de mangueiras de jardim dotadas de pistolas nas extremidades. O manejo em pasto requer estruturas mais simples e são em geral. o pecuarista que precisava vacinar e cuidar do rebanho padecia com um curral pouco eficiente. fazia com que o manejo ficasse prejudicado. l Secagem das tetas com papel toalha e coagem do leite. mais magro.

ou seja. Em determinadas regiões este sistema é idealizado com duas finalidades: o confinamento em si. o pé direito deve ter de . objetivando ganho de peso. galpão para abrigo de máquinas e equipamentos e cochos cobertos. l consultar profissional da área que poderá desenvolver projeto  . com réguas ou arame liso acima. com altura de 0 a 0 cm na borda superior. porque propicia melhor manejo. Em alguns casos. a  m para animais adultos. o cocho deve ser colocado de modo a permitir alimentação externa. com cobertura de cama (serragem de madeira. limitando-se a se movimentar entre a procura de alimento e água. o piso deve ser de terra batida. e a produção de esterco. bem como projetar adequadamente as instalações. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se: l consultar a Casa do Agricultor da região onde se encontra a propriedade. as paredes podem ser de alvenaria ou réguas até  m de altura. As instalações geralmente são padronizadas e obedecem aos seguintes critérios: l l l l l a área necessária é de  m por animal. como o curral para o rebanho. a separação dos animais em lotes menores (0 a 00) é preferível tecnicamente. bagaço de cana ou outro resíduo vegetal). Neste sistema de confinamento. l conversar com pecuaristas e agricultores da região. sendo o ganho de peso considerado uma vantagem a mais para cálculo da viabilidade econômica. que poderá auxiliar com as questões com maior propriedade. uma vez que seu preço e principalmente sua disponibilidade para a agricultura são problemáticos. são colocados em pequenas áreas. reservatório de água.paro de rações. não somente o atual. o objetivo principal é a produção de esterco. No sistema os animais são confinados no sentido restrito da palavra. mas do futuro utilizando os dados do plano de negócio. ou calçada. bebedouros.

. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de abr.com.banet. 00. Acesso em:  de abr. Disponível em: <http://www. 00. .br/construcoes/ bovinocultura/geral/gado_de_leite.com.com. Orlando Monteiro et al.criareplantar. . Disponível em: <http://sistemasdeproducao.htm>. 00. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr. 00. Acesso em:  de abr.br>. Criar e Plantar.html>. Alojamento dos Animais. Disponível em: <http://www. Carvalho Filho. EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Acesso em:  de abr. Gado de Leite. . Ordenha: Fatores relacionados à higiene na ordenha. 00. Acesso em:  de abr.bichoonline.br>. Acesso em:  de abr. 00 9 AgriculturA e PecuáriA conforme as necessidades e objetivos da empresa.br/artigos/rural0010.com.br/ FontesHTML/Leite/LeiteSemiArido/infra/alojamento.METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA . php?tipoConteudo=texto&idConteudo=325>. .embrapa.gov. .ruralnews. Disponível em: <http://www.htm>.cnptia. Disponível em: <http://www.br/pecuaria/leite/ leite. Rural News.embrapa. Pense bem antes de montar uma sala de ordenha. 00.

firme. semi-intensivo ou intensivo. por sua vez tem relação direta com o modelo de produção a ser adotado: extensivo. O tipo de manejo. ensolarado e ter boas condições de drenagem. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA As instalações exigidas para atividade produtora de leite dependem diretamente do tipo de manejo que será dado ao gado leiteiro. com chuvas bem distribuídas o ano todo e boas pastagens. o modelo extensivo provavelmente deve ser o mais indicado. geográficos (clima. Por exemplo: para produzir quantidades pequenas quantidades em áreas planas. Orientação: o eixo longitudinal das instalações deve estar orientado no sentido leste-oeste. Deve ainda contar com vias de acesso. Três pontos são indispensáveis no planejamento das instalações (Souza et al): Localização: o terreno deve ser plano. pelos seguintes motivos: l evitar o superaquecimento nos período de verão. Quanto mais intensiva a produção. maior a complexidade do manejo e maior o custo das instalações e equipamentos envolvidos no processo produtivo. levemente inclinado. vegetação e relevo) e socioeconômicos (condição financeira e social do produtor). A escolha do modelo apropriado e da forma de manejo do gado devem ser feitos levando em consideração aspectos mercadológicos (quantidade e qualidade da produção). fontes de abastecimento de energia e água potável. leite Instalações para a produção de leite em pequena escala. o terreno deve ter dimensões e forma para suportar uma ampliação futura das instalações.INsTALAÇÃO PARA PRODUÇÃO DE LEITE EM PEQUENA EsCALA PALAvRAs-ChAvE Instalações para gado de leite. via diminuição 0 . Finalmente.

permitir a entrada do sol de inverno (que sobe pouco no horizonte) no interior das instalações. biodigestores  AgriculturA e PecuáriA da exposição ao sol da superfície oeste das instalações. Conforme mencionado. e cabe ao produtor avaliar quais se encaixam ou não no seu plano particular de produção: l Currais para volumosos l Currais de espera l Anexos dos currais l lava-pés l pedilúvios l seringas l Divisórias de curral l madeira l arame liso ovalado l cordoalha de aço l Estábulo l sala de ordenha l sala de leite l farmácia l escritório l almoxarifado l sanitários l plataformas de embarque do leite l Bezerreiros l Baias para touros l Maternidade l Tanque para chorume. evitando movimentação desnecessária e contribuindo para a produtividade do trabalho. através de uma fachada voltada totalmente para o norte. favorecer a ventilação natural das instalações no caso da existência de uma fachada permanentemente quente e outra permanentemente fria . lagoas.l l Disposição das instalações: deve facilitar a movimentação da mão de obra. As instalações não devem situar-se a mais de Km do pasto das vacas. dos insumos e do produto final. a necessidade de instalações varia em cada caso. esterqueira. Segue abaixo uma lista de instalações geralmente utilizadas (Souza et al). e não existe uma formula geral para saber quais são ou não necessárias.

sct.embrapa. apresenta com mais detalhes o  . No entanto.br/dea/ambiagro/arquivos/GadoLeiteOutubro-2004.br/pdf/ cct/v20/v20n2_05. orientação e disposição dos itens devem ser seguidos para alcançar êxito no planejamento das instalações. A contabilização correta da atividade é também indispensável para o sucesso da atividade.pdf em 09/0/00.pdf em 09/0/00. Informações sobre medidas e materiais. e o produtor deve estar atento para distinguir quais são necessárias para o seu caso particular de produção.sct.ufv. disponível em http://www.br/dea/ambiagro/arquivos/GadoLeiteOutubro-2004. de materiais e medidas podem ser obtidas no artigo Instalações para gado de leite. Apresenta plantas e desenhos ilustrativos de instalações.br/pdf/cct/v20/ v20n2_05. sendo que muitos produtores fracassam porque contabilizam de forma incorreta seus custos de produção. disponível em http://atlas. disponível em http://atlas. Instalações para gado de leite. Artigo que aborda o tema da contabilização e análise de viabilidade. alguns critérios gerais como localização. disponível em http://www. assim como plantas e desenhos explicativos podem ser obtidos no artigo Instalações para gado de leite.pdf em 09/0/00.pdf em 09/0/00.embrapa. o que faz parecer viável uma atividade inviável economicamente. disponível em http://www.ufv. que conta com plantas e desenhos explicativos.pdf em 09/0/00.br/dea/ambiagro/ arquivos/GadoLeiteOutubro-2004. assim como sugestões sobre materiais e dimensões. O artigo Tomada de decisões gerenciais no âmbito de duas fazendas familiares no sul goiano. INDICAÇõEs: ARTIGOS: Tomada de decisões gerenciais no âmbito de duas fazendas familiares no sul goiano.ufv. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs As instalações necessárias à produção de leite variam de caso para caso.l l l Silos para forragem Comedouros e bebedouros Depósitos para alimentação Informações mais detalhadas a respeito da disposição das instalações.

et al.pdf>. V. out 00.ufv. . Conta inclusive com planilhas de custo e resultados.br/dea/ambiagro/arquivos/GadoLeiteOutubro-2004. que podem servir como modelo de contabilização. Acesso em: 09 de maio 00. Cecília de F. UFV. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de maio 00  AgriculturA e PecuáriA tema da contabilização.Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia SOUZA. Instalações para gado de leite. através de instrutivo estudo de caso de duas fazendas produtoras de leite. Carlos A. de A. Disponível em: <http://www.

ipê-roxo-anão (SP). Acesso ao texto completo em: <http://www. ipê-piranga. Pertencente a família BIGNONIACEAE. é uma das espécies que vêm sendo estudadas por ser de alto valor econômico. retiradas do site do IPEF (Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais).LEGIsLAÇÃO DE PLANTIO DE ÁRvOREs NATIvAs. pau-d’arco-roxo (BA. graraíba. considerando-se as finalidades de sua madeira e extrativos foliares.  . Pretende plantar em Minas Gerais. sua floração ocorre entre os meses de setembro e fevereiro e suas folhas são Decíduas. inclusive orientações de produção.MG) peúva (MS) e piuva (MS.ipef. ipê-preto (RJ. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segue abaixo informações sobre o Ipê Roxo. legislação Informações sobre a legislação para o plantio de árvores nativas para fins comerciais e orientações quanto ao plantio e manejo do Ipê Roxo.heptaphylla. A Tabebuia heptaphylla. pau-d’arco (BA). ORIENTAÇõEs sOBRE O PLANTIO E MANEjO DO IPê ROXO PALAvRAs-ChAvE Árvore nativa. ipê roxo. sobre o Ipê Roxo (Tabebuia heptaphylla): Também conhecida por outros diversos nomes populares como cabroé.br/identificacao/tabebuia.asp>. pau-d’arcorosa (BA). ipê-uva. e pela diminuição preocupante do número de indivíduos que ainda são encontrados em áreas de ocorrência natural. plantio. ipêrosa (MG). texto produzido pela Acadêmica Giovana Beatriz Theodoro Marto sob a supervisão e orientação do Professor Luiz Ernesto George Barrichelo e do Engenheiro Paulo Henrique Muller. ipê-de-flor-roxa.MT).RS).

batentes. com altitudes até 00 metros. com dominância apical não definida e bifurcações a várias alturas e próximas entre si. tacos. de  a  metros de altura com o raio da copa variando em torno de 0 a 0 metros. em Cambissolos. O ipê-roxo ocorre em locais com regime pluviométrico uniforme. com verão quente. O ipê-roxo tem apresentado um melhor crescimento em solos com fertilidade química média a elevada.  AgriculturA e PecuáriA Clima Se adapta a diversos climas como: o Clima tropical úmido e subúmido. entre 00 e 00 metros e em Latossolos. na construção civil como vigas. a porcentagem de plantas vivas foi de .%. prestando-se muito bem a florestamentos e reflorestamentos industriais. degraus de escada. Após o corte. com boa drenagem e de textura franca a argilosa. Pragas e Doenças A madeira é resistente ao ataque de insetos e ao apodrecimento Usos da Madeira Sugere – se o uso da madeira de ipê-roxo para dormentes. Possuem crescimento moderado. Em plantio. com inverno seco. Aspectos silviculturais Apresenta crescimento irregular. a produção volumétrica máxima obtida foi de . A espécie atinge.0 m³/ha/ano. Utilizando espaçamento  x  m. Clima subtropical de inverno seco e Clima subtropical. porém quando comparado com as espécies florestais nativas. e na construção naval como quilhas de navio. eixos de roda. Clima tropical.Quanto à temperatura. profundos. os ipês têm desenvolvimento relativamente rápido. instrumentos musicais. porém aceita um déficit hídrico moderado. A precipitação pode variar de 000 mm a 900 mm.solo A espécie ocorre em solos como os Argissolos. por exemplo. bolas de boliche entre outros. postes. Crescimento e Produção O ipê-roxo apresenta crescimento lento a moderado. Também pode ser usada para mobiliário. na fase adulta. abrange variação média anual de º C a º C . portais. em altitudes que podem variar entre 00 m a 00 m.

é o livro Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil.apresenta brotação e possui desrama natural deficiente. Leitura Complementar: Uma boa sugestão de leitura. necessitando de podas freqüentes de condução e dos galhos para aumentar sua altura comercial. LEGIsLAÇÃO: Antes de iniciar a plantação de Ipê Roxo. o cliente precisará de autorização  . ficando prontas para o plantio no local definitivo em menos de quatro meses. porém com forma inadequada. c) em vegetação matricial arbórea. antes da dispersão das sementes. para corte e comercialização da madeira.0m e . caso o cliente tenha interesse em conhecer melhor as árvores nativas brasileiras. associado com espécies pioneiras e secundárias. Cobrir apenas levemente as sementes com substrato peneirado. segue abaixo a descrição completa da obra: LORENZI. em faixas na vegetação secundária e plantado em linhas. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. mantendo-as em ambiente semi-sombreado.H. p. Plantio As mudas devem ter entre . A emergência ocorre em 0- dias e o desenvolvimento das mudas é rápido. visando melhoria na forma do fuste. para não perder o torrão. As sementes devem ser postas pra germinar logo que colhidas. b) em plantio misto. alcançando aproximadamente  metros em  anos. em Minas Gerais. Produção de Mudas Para aproveitamento de sementes. os frutos devem ser coletados diretamente da árvore quando mudam da cor verde para quase preta.00m de altura e devem ser transportadas em embalagens próprias. O ipê-roxo pode ser plantado: a) a pleno sol em plantio puro. O desenvolvimento das plantas no campo é apenas moderado. com comportamento satisfatório quando plantado em solos férteis. do botânico Henry Lorenzeti. 99. Nova Odessa: Plantarum. em canteiros ou embalagens individuais contendo solo argiloso rico em matéria orgânica.

silva@ibama.Brasília-DF Fax: () - Site: <http://www.br Segue abaixo o contato de outras instituições relacionadas com o assunto: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais End: Avenida Pádua Dias.br > Embrapa Florestas Estrada da Ribeira.franco@ibama.Piracicaba/SP Tel: (9) -00 / Fax:(9) - Email: ipef@ipef. abaixo os contatos do IEF . portando.br Superintendência do IBAMA em Belo Horizonte: End: Avenida do Contorno.br IBAMA: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos naturias Renováveis End: Ed. º andar .br Contato: Roberto Messias Franco Email: roberto-messias.gov.Caixa Postal 9  INsTITUIÇõEs: AgriculturA e PecuáriA dos órgãos responsáveis.Belo Horizonte – MG Tel: () 9-9/  .ibama.Caixa Postal 0 Cep: 00-90 .IEF: Instituto Estadual de Floresta – Minas Gerais End: Rua Paracatu.mg.gov.Cx.Fax: () 9-9 Email:dg@ief. Sede . Postal nº 090 Cep: 0-900 . .gov. para que se possa obter as informações referentes à Legislação Estadual de Minas Gerais sobre o plantio de árvores nativas para corte e as devidas orientações necessárias para se iniciar a plantação de tal espécie.Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais e do IBAMA – MG. 00-090 . segue.  .Barro Preto Cep. km  . 0.gov.  – Cidade Jardim Cep: 000 – Belo Horizonte – MG Tel: () 99-000 / - / 99-009 / 9- Fax: () -99 Contato: Maria Auxiliadora Silva Email: maria-auxiliadora.

asp >.gov. 00.ibama. para a criação de mudas recomenda-se a leitura das seguintes Respostas Técnicas: <http://www. atividade esta denominada “poupança verde”.pdf > A respeito da construção de viveiros. como incêndios.br/upload/sbrt790. Na maioria das vezes.pdf > <http://sbrt. volatilidades de mercado e preços.sbrt.ipef. Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (ESALQ – USP). 00  . Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www. onde irá receber as devidas orientações. independente da espécie plantada. ibict.br>. pragas.br/upload/sbrt3105. deve-se entrar em contato com o IEF . técnico e econômico.Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais.ibict. Acesso em:  de jul. disponível pelo seguinte atalho: <http:// sbrt. sinistros. caracterizam-se pelo elevado risco.pdf > CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs FONTEs CONsULTADAs Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.ibict. O SBRT disponibiliza em seu site uma Resposta Técnica relacionada com o plantio de árvores para sua posterior venda. a que estão sujeitos. afetando a viabilidade e a atratividade destes projetos.heptaphylla. 00.br>.PR Tel: () -00 / Fax: () -0 Para se inteirar da legislação vigente sobre. sbrt.Cep: -000 – Colombo . estes riscos estão associados ao longo prazo. doenças.br/upload/sbrt1662. Lembrando que os projetos de reflorestamento. Annelise Gomes de Carvalho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul. Acesso em:  de jul. 00.ibict. Acesso em:  de jul. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas. onde tudo se torna possível de ocorrer.br/identificacao/tabebuia. Disponível em: <http://www.

muito procurado pela fauna. carpintaria. inicialmente. Além disso. que atualmente possui corte proibido no Brasil. Porém. pois o investimento a cada hectare. um valor similar ao do mogno. pontes. A receita bruta estimada em cinco hectares é de R$  milhões. Essas características permitem múltiplos usos. O tempo de corte do guanandi é de . que podem ser comercializadas ou utilizadas para expandir o plantio. na construção pesada. A casca e o látex são usados na medicina e na veterinária. na construção naval. apícola e para reflorestamento ambiental. a madeira de guanandi tem sido citada por especialistas como espécie promissora na substituição do mogno. em móveis finos. chapas e lâminas decorativas e outros. Além dos diversos usos na indústria moveleira e de construção é uma ótima madeira para celulose. postes. O guanandi possui a superfície ligeiramente lustrosa e tem boa durabilidade e resistência. incluindo as mudas. É totalmente resistente à água. madeira de guanandi PALAvRAs-ChAvE Saber se existe mercado para a madeira de guanandi. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com a Revista da Madeira. marcenaria. mas a planta é descrita por especialistas como “árvore tão antiga quanto o Brasil”. É uma planta ornamental. dormentes. aos quatro anos a espécie já começa a produzir sementes. Para colher os almejados R$  milhões é preciso investir. porém é a mais resistente das plantas nativas para locais úmidos e encharcados. Com possibilidade de múltiplos usos e de comércio promissor esta espécie deve se tornar preciosa nos próximos anos. É a primeira madeira de 9 AgriculturA e PecuáriA MADEIRA GUANANDI . A exploração comercial do guanandi ainda é recente no Brasil. e o preço médio é de R$  mil ao m ³. soma cerca de R$  mil. para cabo de ferramentas. Vai bem em solo seco. tais como na construção civil. anos. Do fruto extrai-se o óleo industrial com % de pureza.Guanandi. pelo menos R$ 0 mil. é uma opção para quem possui capital reservado.

vigas. com tronco de 0-0 cm de diâmetro.Altura de 0-0 m. Folhas glabras. pois apresenta os poros parcialmente preenchidos por óleo-recina. e porque os frutos possuem uma polpa branca viscosa. de 0- cm de comprimento por - cm de largura. com alburno bastante espesso. para 0 . Os baianos. apresentando alta incidência de rachaduras e empenamentos durante a secagem ao ar. devido a presença de gomas em seus espaços celulares. no Paraná. é durável a moderadamente durável à podridão branca e marrom. É provável que o nome venha do látex pegajoso de coloração amarelo-esverdeada eliminado pela casca. Características Gerais Nome científico: Calophyllum brasiliensis Características morfológicas . No Amazonas é chamada de jacareúba e. A madeira é de secagem difícil. Nos tratamentos preservativos a espécie apresenta baixa permeabilidade às soluções preservantes em tratamento sob pressão. A madeira é considerada imputrescível dentro da água. em geral. O alburno é moderadamente fácil. Madeira. a chamam de landi. quando o governo imperial reservou para o Estado o monopólio da exploração dessa madeira. retém pregos e parafusos com firmeza e não apresenta grandes dificuldade na colagem. o cerne é difícil de preservar pelos métodos banho quente-frio e a pressão. No Brasil ainda é pouco utilizado. porém. A durabilidade natural depende da época de corte mas. de cedro-d’água. por exemplo. g/cm³) fácil de trabalhar. Nomes populares: A espécie é popularmente conhecida como guanandi. já em outros países da América do Sul é utilizada em alternativa ao mogno e ao cedro. com retratibilidade e resistência mecânica médias e de estabilidade dimensional média. coriáceas.lei de  de janeiro de . Utilidade.Moderadamente pesada (densidade 0.A madeira é própria para confecção de canoas. Quanto as propriedade físico mecânicas a madeira do guanandi pode ser classificada como moderadamente pesada. Na secagem em estufa devem ser empregados programas moderados. É de fácil trabalhabilidade. landim e jacareíba.lei do país . durável quando exposta. Tem diversos apelidos no Brasil. palavra proveniente do tupi gwanã’di que significa ‘o que é grudento’.

Sua dispersão é ampla. Preço: madeiras de lei no mercado mundial tem demanda crescente e oferta declinante. No Brasil. As estimativas de preço são de R$  mil ao m³. Classificação: a planta pertence à família Clusiaceae ou Guttiferae. Cientistas da Universidade Federal do Mato Gros AgriculturA e PecuáriA construção civil. . sendo portanto útil no reflorestamento misto de áreas ciliares degradadas. Características: de copa larga e arredondada. A semente tem cor castanha e mede até  milímetros de diâmetro. assoalhos. que por vezes chega a formar populações puras. Os frutos são consumidos por varias espécie da fauna. o guanandi pode ser visto do Amazonas ao Rio Grande do Sul. entre elas a malva-do-campo. O gênero Calophyllum significa ‘flor bonita’. subprodutos: a partir do º ano o produtor já pode obter renda com os subprodutos. que possui mais de 0 espécies. A maturação dos frutos se faz de abril a junho. É encontrada tanto na floresta primária densa como em vários estágios de sucessão. heliófita ou luz difusa. O tronco reto e cilíndrico é protegido por uma casca marrom-escura. É capaz de crescer virtualmente dentro da água e até em áreas de mangue. Se existisse seu preço seria similar ao do Mogno. como capoeiras e capoeirões. característica e exclusiva das florestas pluviais localizadas sobre solos úmidos e brejosos. As flores brancas costumam aparecer entre setembro e novembro.Informações Ecológicas Planta perenifólia. As árvores iniciam sua produção de sementes ao º ano. O Guanandi é uma madeira em extinção que não é ofertada no mercado brasileiro porque não existe. obras internas. A árvore é bastante ornamental podendo ser empregada no paisagismo em geral. o guanandi pode chegar a 0 metros de altura e 0 centímetros de diâmetro. podendo assim ser utilizados para venda (sementes e mudas) como também para expandir o seu plantio. As folhas e ramos oriundos da desbrota e desbastes poderão ser vendidos para industrias de farmacoterapicos. com folhagem verdeescura. porém descontínua. ocorre geralmente em grandes agrupamentos. marcenaria e carpintaria (moveis finos). Distribuição: o guanandi ocorre desde o México até o Paraguai.

As plantas dos desbastes do º ano e do 0º ano poderão ser aproveitado comercialmente. Quanto mais cedo a plantação “fechar” (encontro das copas das arvores). bem drenados. nos plantios experimentais desenvolvidos pela Embrapa Florestas. solos: o guanandi ocorre naturalmente em solos aluviais com drenagem deficiente. cuja precipitação pluviométrica não atinja .000 milímetros anuais. A incidência do sol nas entrelinhas e no tronco estimulam o crescimento do mato e a brotação dos ramos no tronco. como de fertilidade química alta a média. às superfícies pleistocênicas e holocênicas onde predominam os solos de baixa fertilidade natural. cicatrizante. inclusive as mudas. no Paraná – em solos com propriedades físicas adequadas. Os espaços que vão surgindo com o desbaste poderão ser aproveitados com pastagens ou culturas que aceitam sombras (café . No Paraná. de textura que varia de fraca  . palmito e outros). em média R$  mil ao hectare. dada a alta rentabilidade da receita do guanandi. Serve também como antiinflamatório. sua ocorrência na Floresta Ombrófila Densa (Floresta Atlântida) restringe-se. compensa adquirir uma área em qualquer outra região de terras baratas. Contra-indicação:deve-se evitar o plantio em regiões cujas temperaturas caiam abaixo de três graus negativos e em regiões áridas. após o plantio. Custo de implantação: cada hectare. Espaçamento: o ideal seria em torno de x  metros (. Contudo. cacau . praticamente o único serviço será controlar o mato nas entrelinhas e uma vez por ano fazer a desbrota (eliminação dos raminhos ou brotos que saem no tronco e que iriam formar galhos que roubariam energia da planta atrasando o crescimento da planta em altura). Aí é só esperar o tempo do corte. em locais úmidos periodicamente inundáveis e brejosos com textura arenosa a franca. e ácidos. Tanto maior quanto mais anos forem se passando.so confirmam as propriedades medicinais do guanandi para doenças como diabetes. Assim. e possui ação antimicrobiana. custam. principalmente. não entra mais sol e portanto não nasce mais mato nem brotação de ramos nos troncos. Se isso ocorre com a sua propriedade.00 mudas/ha). valorização da terra: uma terra plantada com madeira nobre tem seu valor comercial elevado muitas vezes.000 a .

no campo. Tem início entre  e  dias após a semeadura. não apresentando limitação quanto à drenagem. mesmo sob plantio em vegetação matricial arbórea. Dormência: o guanandi apresenta dormência tegumentar causada pelo endocarpo rígido ou causada pelo endocarpo rígido ou causada por substância inibidora da germinação. para remover o epicarpo e o mesocarpo do fruto. necessita de sombreamento de intensidade média na fase juvenil. sementes despolpadas por morcegos não necessitam de tratamento pré-germinativo. As mudas dessa espécie atingem porte adequado para plantio. a pleno sol. Sem o tratamento de superação de dormência . é realizado com êxito. Quando necessária. necessitando de poda dos galhos. Apresenta crescimento monopodial com galhos finos. Germinação: hepígea. cerca de dois meses após a semeadura. O guanandi se regenera abundantemente à sombra. A extração da semente dá-se por maceração. Contudo. a germinação prolonga-se por até seis meses. apresenta sistema radicial reduzido. os cotilédones permanecem na semente. O poder germinativo é irregular.sementes: a coleta das sementes é feita geralmente no chão. semeadura: recomenda-se semear uma semente em sacos de polietileno com dimensões mínimas de 0 cm de altura e  cm de diâmetros. Na fase de muda. como para as sementes beneficiadas por morcegos. A desrama natural do guanandi é fraca. Essa espécie é intolerante a baixas temperaturas. sendo recomendada escarificação mecânica ou estratificação em areia úmida por 0 dias. não havendo necessidade de despolpá-lo. . Em Porto Rico . contudo. Cuidados especiais: recomenda-se usar sombreamento com 0% de intensidade luminosa. Por isso. Recomenda-se plantio  AgriculturA e PecuáriA a argilosa. entre % e 9%. Porém. na fase de viveiro. com germinação próxima a 00%. a semeadura direta do guanandi. A plântula aceita poda radicial. Deve ser evitado plantio puro. a espécie tem apresentado crescimento satisfatório. ou em tubetes de polipropileno grande. a repicagem deve ser feita  a  semanas após o aparecimento do hipocótilo. alguns pesquisadores recomendam que o fruto seja utilizado para semeadura como se fosse semente. tanto para sementes de frutos não despolpados por morcegos .

Disponível em: <http://www.00 o m³.php?edicao=88&id=7111>.ano  . enquanto que para madeiras nobres o preço fica e m torno de R$ 000. exigindo do investidor alto capital de giro. 00  . No Brasil. Acesso em:  de set. e em vegetação matricial arbórea em faixas abertas na floresta e plantado em linhas. com.n  .br/revista/materia. Vasconcelos Florestal. subprodutos. enquanto que % de outras espécies são de madeiras para uso nobre (movelaria). pois o retorno é a médio e longo prazo. O mercado paga hoje em torno de R$ 0.pelas características de médio e longo prazo da colheita (receitas a partir do 0º ano com o final em ° ano) é um investimento de médio e longo prazo.março de 00. associado com espécies pioneiras e secundárias. é preciso fazer uma pesquisa de mercado para avaliar os investimentos necessários. Uma recomendação é a visita ao site da Vasconcelos Florestal. Disponível em: <http://www.misto a pleno sol. após corte. 00. Acesso em:  de set. com a vantagem de selecionar os competidores no mercado. como o plantio de guanandi . Revista da Madeira.com.00 o m³ do eucalipto e pinus . REFERêNCIAs Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de set. Brota da touça. matas plantadas de eucalipto e pinus totalizam 9% (papel e celulose). CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A atividade agroflorestal .br>. 00. rentabilidade. onde encontrará várias informações sobre guanandi. . Como todo mercado.reflorestar. etc.remade. Espécie é apontada como substituta do mogno.

disponível em: http://www.Cogumelos Acarius bisporus. de 00.htm acesso em:  de Jul. br/institucional/faleconosco/opcao2. disponível no endereço: <http://www. disponível em: <http://www. Também deve-se consultar o documento: Como Elaborar Plano de Negócio. de 00. além de como registrar o pruduto gerado a partir deles. pelo Telefones: 000  0 ou () -000. de 00 O processamento do cogumelo (lavagem.sebraemg.com.com.ibict. deve-se fazer um plano de negócio e para isso aconselha entrar em contato com o posto de atendimento do SEBRAE. de 00. de 00.br/arquivos/parasuaempresa/planodenegocios/ plano_de_negocios.  http://www.anvisa.gov.anvisa. molho. PALAvRAs-ChAvE O Cultivo de cogumelos Acarius bisporus está apresentando problemas com mosquitos. nesse sentido gostaria de informações sobre combate desses mosquitos.br/upload/sbrt1443. sobre possíveis consumidores. registrar produto a base de cogumelos. ou pelo Fale Conosco.asp> acesso em:  de Jul. embalamento e estocagem) deve-se consultar a Resposta Técnica . bem como forma de beneficiamento desses cogumelo.sbrt.sebraesp. AgriculturA e PecuáriA MANEjO DE COGUMELOs ACARIUs BIsPORUs . Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresas. sobre estratégias de venda. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Sobre as melhores formas de colocá-lo a venda. mosquitos em cogumelos.pdf acesso em:  de Jul.br/Principal/Sebrae%20no%20estado/>.pdf> acesso em  de Jul. beneficiamento de cogumelo. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. Também pode-se consultar o ducomento: Manual de Procedimentos para Registro e Dispensa de Registro de Produtos. que pode ser encontrado no endereço: <http:// www. disponível em: Já com relação aos procedimentos necessários para registrar o produto deve entrar em contato com a ANVISA.br/alimentos/registro_como. sobre preços. acesso em:  de Jul.gov.

com. o problema de lagartas em cultivo de cogumelo pode ser causado pela falta de higiene no manejo desse cultivo. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Caso continue com dúvidas procure um engenheiro agrônomo ou entre em contato com a ESALQJR.usp. popularmente conhecidos como “fungus gnats”(algo como mosquito do fungo).br/arquivos/parasuaempresa/planodenegocios/plano_de_negocios. Telefone: (9) 9-99. Piracicaba-SP FONTEs CONsULTADAs Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micros Empresas de Minas Gerais. 00. anvisa. formada por alunos da Universidade de São Paulo. embora algumas empresas tenham tentado usar produtos químicos. Como Elaborar Plano de Negócio. ESALQ Júnior Consultoria Site: <http://www. o que é inadmissível em cultivo de cogumelos.gov. de 00. segundo o professor Doutor Evoneo Berti Filho do Departamento de Entomologia. mas é preciso saber muitas coisas para emplemetar qualquer tipo de controle (bilógico). root gnats). Assim uma medida que poderia ser tomada seria telar o viveiro. Disponível em: <http://www. Disponível em: http://www.pdf>. podem ser das famílias Mycetophilidae (fungus gnats) ou Sciaridae (dark-winged fungus gnats. Finalmente os mosquitos. unidade ESALQ. Acesso em:  de jul. Acesso em:  de jul.br/~esalqjrc/> acesso em :0 de Jul. Industrialização do cogume . Agência Nacional de Vigilância Sanitária. sebraemg.00.ciagri. Escola Superior “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo. Empresa Júnior de Escola Superio ‘Luiz de Queiroz’. Fitologia e Zoologia Agrícula da ESALQ/USP. o problema acontece até nos viveiros telados de empresas florestais e nada de concreto foi feito ainda. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.br>. com tela do tipo anti-afídeo.Sobre o problema com pragas nos cogumelos. quando aos mosquistos. caso já não o for. Para viveiros florestais está se testando o uso de nematóides.

br/upload/sbrt1443. .cnpq.Professor Doutor Evoneo Berti Filho do Departamento de Entomologia. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA lo.jsp?id=K4797876A6> acesso em: de jul.sbrt. SP. Escola Superior “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo.ibict. São Paulo. 00. 00. Disponíovel em: <http:// buscatextual. 00. Disponível em: <http:// www. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jul.br/buscatextual/visualizacv. Acesso em:  de jul.pdf>. Disque-Tecnologia/USP. Fitologia e Zoologia Agrícula da ESALQ/USP.

o consumo esperado de matéria seca. mas ter local com sombra onde repousar. durante um ano? Qual é o manejo necessário? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA De acordo com o pesquisador da Embrapa Pecuária Sudoeste Dr. ou seja não chega aos  meses de lactação. o consumo de alimentos e mudanças no peso vivo do animal. assim sendo o rebanho deve contar com alimentação adequada. Este índice de 0%. do rebanho adulto. não ser deixado sob sol quente. Alimentação Um sistema de alimentação para vacas em lactação. o ideal é ter a proporção de 0% do rebanho adulto em lactação. a condição corporal. manejo de rebanho em lactação. O estágio da lactação afeta a produção e a composição do leite.  vacas em lactação. tipos e valor nutritivo dos alimentos a serem utilizados. a base do sistema é primordial. água de boa qualidade e à vontade bem como a ordenha deve ser bem feita. ou seja. O animal deve contar com conforto adequado. a idade da vaca. como por exemplo. André Luiz Monteiro Novo. o estágio da lactação. gado leiteiro Quantas vacas são necessárias para manter três vacas em lactação. para ser implementado. É importante ressaltar que a genética do Zebu. Neste caso a proporção é de aproximadamente de 0% Manejo Quanto ao manejo. é necessário considerar o nível de produção. Não se deve esquecer o aspecto da sanidade.  . ao mesmo tempo. permite que o animal dê leite por 0 meses e crie a cada  meses. normalmente tem persistência de lactação mais curta. sem restrições e de boa qualidade.MANEjO DE REBANhO DE vACAs EM LACTAÇÃO PALAvRAs-ChAvE Gado.

. o manejo dos pastos em rotação é prática recomendada. Um plano de alimentação para vacas em lactação deve considerar os três estádios da curva de lactação. até atingir o pico. Vacas que ganham muito peso antes do parto apresentam apetite reduzido. pois as exigências nutricionais dos animais. Vacas de alto potencial de produção devem apresentar um consumo de matéria seca equivalente a pelo menos % do seu peso vivo. com necessidades nutricionais muito elevadas. Devem ser manejadas em pastagens de excelente qualidade e em quantidade suficiente para permitir alta ingestão de matéria seca. menores produções de leite e distúrbios metabólicos como cetose. O pico de consumo de alimentos só será atingido posteriormente. Vacas que são ordenhadas três vezes ao dia consomem  a % mais 9 AgriculturA e PecuáriA Nas duas primeiras lactações da vida de uma vaca leiteira.Recomenda-se alimentar as vacas primíparas separadas das vacas mais velhas. no pico de consumo. além de baixa resistência aos agentes de doenças. Assim. fígado gorduroso e deslocamento do abomaso. As vacas não devem parir nem excessivamente magras nem gordas. o que ocorre em torno de cinco a sete semanas após o parto. em torno de nove a dez semanas pós-parto. são distintas para cada um deles. Deve-se fornecer volumoso de boa qualidade com suplementação com concentrados e mistura mineral adequada. nas primeiras semanas após o parto. evitando que percam muito peso e tenham sua vida reprodutiva comprometida. Este procedimento evita a dominância. Por isso. pois estes animais ainda continuam em crescimento. deve-se fornecer alimentos em quantidades superiores àquelas que deveriam estar recebendo em função da produção de leite. recomenda-se que aos requerimentos de mantença sejam adicionados 0% a mais para novilhas de primeira cria e 0% para vacas de segunda cria. Para isto. é importante que recebam uma dieta que possa permitir a maior ingestão de nutrientes possível. não conseguem consumir alimentos em quantidades suficientes para sustentar a produção crescente de leite neste período. As vacas. aumentando o consumo de matéria seca.

O concentrado para vacas em lactação deve apresentar  a % de proteína bruta (PB) e acima de 0% de nutrientes digestíveis totais (NDT). forneça silagem de milho ou sorgo. soja em grão moída ou sebo. Algumas opções para formulação de concentrado são apresentadas na Instrução Técnica para o Produtor de Leite . Para vacas mantidas em pastagens. silagem. farelo de algodão. tostada etc. como farinha de peixe.matéria seca do que se ordenhadas duas vezes ao dia. cana-de-açúcar adicionada de % de uréia. kg de leite produzidos. Para vacas de alta produção leiteira ou animais confinados.Sistemas de Alimentação nº 0. Vacas de alta produção de leite. a vaca deve consumir pelo menos um quilograma de matéria seca. calcário e sal mineral ou dependendo da disponibilidade. há necessidade de suplementação com volumosos: capim-elefante verde picado. De outra forma. Para cada dois quilogramas de leite produzidos. Essas vacas devem receber 0 . Caso haja muita sobra. precisam ter ajustes em seu manejo e plano alimentar. ela pode perder peso em excesso e ficar mais sujeita a problemas metabólicos. como caroço de algodão. manejadas em pastagens ou em confinamento. Vacas com produções acima de 0 kg de leite por dia. soja em grão moída ou caroço de algodão. feno ou forrageiras de inverno. aumente a quantidade de volumoso a ser fornecida. devem receber gordura protegida (fonte comercial) para elevar o teor de gordura da dieta total para -%. soja em grão moída. Para vacas com produções diárias acima de -0 kg de leite. Opções de concentrados para vacas em lactação. na base de  kg para cada . reduza a quantidade. Caso não haja sobras ou se sobrar menos do que 0% da quantidade total fornecida no dia anterior. Um regra prática para determinar a quantidade de volumoso a ser fornecida é monitorar a sobra ou o excesso que fica no cocho. além de uma fonte de gordura. Pode-se utilizar uma mistura simples à base de milho moído e farelo de soja ou de algodão. à vontade. deve-se fornecer concentrados com fontes de proteína de baixa degradabilidade no rúmen. durante o período de menor crescimento das forrageiras.

o teor de umidade da silagem deve ser monitorado semanalmente. o qual contém balança eletrônica para pesar os ingredientes.Sistemas de Alimentação nº . a tendência é de se formular uma dieta completa com alto teor energético e com nível de proteína não-degradável que atenda ao grupo de maior produção de leite. O melhor teor de matéria seca da ração total está entre 0 e %. Os demais grupos. Além disso. A mistura dos ingredientes é feita em vagão misturador próprio. minerais e vitaminas.% de óxido de magnésio na dieta total. principalmente na época mais quente do ano. Normalmente. Muito usada em confinamento total. a % de bicarbonato de sódio e 0. as vacas se alimentam após as ordenhas. capim verde picado) com concentrados (energéticos e protéicos). recomenda-se a inclusão de 0. para evitar problemas com acidose. Para assegurar consumo máximo de forragem. para que os animais possam ter alimento fresco disponível durante a noite. Rações mais secas ou mais úmidas podem limitar o consumo. as vacas podem consumir o alimento num horário de temperatura mais amena. se possível. feno.Dieta completa é uma mistura de volumosos (silagem. Deve-se encher o cocho no final da tarde. tem a vantagem de evitar que as vacas possam consumir uma quantidade muito grande de concentrado de uma única vez. Para reduzir mão-de-obra na mistura de diferentes formulações para os grupos de vacas com diferentes produções médias. Instrução Técnica para o Produtor de Leite . Por isso. Mantendo a dieta completa à disposição dos animais nesses períodos. . A relação concentrado/volumoso é maior para vacas de maior pro AgriculturA e PecuáriA uma quantidade diária de gordura na dieta equivalente à quantidade de gordura produzida no leite. naturalmente já controlariam o consumo. vacas no terço médio e vacas em final de lactação. Alimentação e manejo de vacas de alto potencial genético. pode-se conseguir aumento do consumo voluntário. Dessa forma. o que pode causar problemas de acidose nos animais. deve-se garantir disponibilidade de alimentos ao longo do dia. ingerindo menos matéria seca.

o método mais prático de suplementar minerais é deixando a mistura (comprada ou preparada na própria fazenda) disponível em cocho coberto. Suplementos Minerais para Gado de Leite e Senar . na tabela abaixo. Vacas em lactação requerem uma quantidade muito grande de água. Para animais mantidos em pastagens. Normalmente as vacas consomem .Sistemas de Alimentação nº 41. é mais seguro e garantido incluir a mistura mineral no concentrado ou na dieta completa.dução de leite. à vontade e próxima dos cochos. Produção de Concentrado leite (kg/dia) Até   a   a  0- 0  % -0 0  Volumoso %  a  Acima de  0- -0 -0 0- Deve-se tomar o cuidado de retirar restos de alimentos mofados do cocho antes de fornecer nova alimentação. nos meses de verão.página ). preparando sua condição corporal para o próximo parto. Quando a temperatura ambiente se eleva. A produção de leite começa a cair e as vacas devem continuar a ganhar peso. sugere-se. e a mesma relação acima de  kg  . litros de água para cada litro de leite produzido. Ela deve estar à disposição dos animais. à vontade (InstruTrabalhador na Bovinocultura de Leite . ção Técnica para o Produtor de Leite . as vacas já recuperaram parte das reservas corporais gastas no início da lactação e já deveriam estar enxertadas.Embrapa: Manual Técnico: Para vacas em lactação e animais que são mantidos em confinamento. De uma forma mais generalizada. o consumo de água aumenta substancialmente. as relações concentrado/volumoso. na proporção de  kg para cada  kg de leite produzidos acima de  kg. na época das chuvas. No terço médio da lactação. uma vez que o leite é composto de  a % de água. O fornecimento de concentrado deve ser feito com  a 0% de proteína bruta.

Método de secagem de vacas . proporcionando maior qualidade e produção de colostro. durante o período seco do ano. principalmente. mas deve-se evitar que a vaca ganhe muito peso nesta fase. à redução na ingestão de alimentos pós-parto. É o período em que ocorre a secagem do leite. a glândula mamária regenere os tecidos secretores de leite e acumule grandes quantidades de anticorpos. encerrando-se a lactação atual e o início da preparação para o próximo parto e lactação subseqüente. . minerais e vitaminas é muito importante.Qualidade do Leite e Segurança Alimentar nº 3. Instrução Técnica para o Produtor de Leite . para repor as reservas corporais perdidas no início da lactação. para reduzir a incidência de problemas no parto e durante a fase inicial da lactação. o que normalmente se observa com vacas que parem gordas. Deve-se alimentar as vacas para evitar que ganhem peso em excesso. em rebanhos bem manejados sua duração é de 0 dias. que é acentuado nos últimos 0-90 dias que precedem o parto. O suprimento de proteína. principalmente na época seca do ano. essencial para a sobrevivência da cria recém-nascida. mas que tenham alimento suficiente. conforme tabela abaixo. as vacas devem recuperar suas reservas corporais e a produção de leite já é bem menor que nos períodos anteriores. É fundamental para que haja transferência de nutrientes para desenvolvimento do feto. Isso se deve. Nas duas semanas que antecedem ao parto deve-se iniciar o fornecimento de pequenas quantidades do concentrado formulado para as vacas em lactação.Produção de leite (kg/vaca/ dia) a a  a   a   a   a 0 Quantidade de Concentrado (kg/vaca/dia) época das “águas”      época seca       No terço final da lactação. para que se adaptem à dieta que receberão após  AgriculturA e PecuáriA iniciais de leite produzido. compreendido entre a secagem e o próximo parto. energia. O período seco.

99 e Embrapa Gado de Leite: 0 anos de pesquisa). a % do peso vivo do animal. uma vaca gestante nos dois últimos meses de gestação. este animal deve ser levado para a maternidade. A mistura mineral (com nível baixo de cálcio) deve estar disponível.CNPGL. É bom lembrar que neste período final de gestação o animal sofre as maiores transformações. vacas Gestantes Como ponto de partida. As quantidades a serem fornecidas variam de 0. o que dificulta a locomoção e reduz a capacidade de competição. facilitando a observação diária. isto é. deve encerrar a lactação. Se for uma novilha esta preparação vem naturalmente. Neste período. deve-se fazer com que ela interrompa a produção de leite para que a glândula mamária possa descansar. a fêmea deve receber a mesma dieta que irá receber após o parto com restrição do sal mineral. se preparar para próxima lactação e produzir um colostro de boa qualidade. No caso de confinamento total. deverão ir para uma baia-maternidade. já que ela nunca pariu.o parto. em cocho coberto (Manual Técnico: Trabalhador na Bovinocultura de Leite – Senar-AR/ MG/Embrapa. Em torno de vinte a trinta dias antes do parto. É muito importante que neste período isto ocorra. à vontade.  . O fato de ter uma maternidade vai facilitar alguma interferência que for necessária no decorrer do parto. que deve ser de preferência um pasto próximo ao curral. Documentos. maiores cuidados. exigindo. pois permite que os microorganismos do rúmen se adaptem à dieta que vai ser ingerida durante a lactação. portanto. O teor de cálcio da dieta de vacas no final da gestação deve ser reduzido para evitar problemas com febre do leite (Febre do leite . dependendo da sua condição corporal. Por observação na maternidade conclui-se que. ) após o parto. Geralmente ficam mais pesados. em rebanhos nos quais se faz a observação no parto. os problemas são resolvidos de forma mais rápida e com maior sucesso e menor índice de natimortos.Embrapa .

Embrapa Gado e Leite. Acesso em:  de jul. Embrapa Gado e Leite.cnpgl.cnptia.http://www.ibict.pdf FONTEs CONsULTADAs Embrapa Sudoeste. Juiz de Fora (MG) Telefone: () 9 00 Fax. 00. 00.: () 9 0 Embrapa Sudoeste.br/>.br/FontesHTML/Leite/LeiteSudeste/index.sbrt. São Carlos (SP) André Luiz Monteiro Novo. Engenheiro Agrônomo Telefone : () - No site do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas há outras respostas que tratam sobre o assunto e podem ser consultadas no endereço abaixo: Alimentação para vacas de leite . Disponível em: <http://www.  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs .pdf Ração de vacas em lactação .embrapa. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. Acesso em:  de jul.br/upload/sbrt343.ibict.Sugere-se consultar a EMBRAPA.http://www.html>. 00.br/upload/sbrt826. embrapa.sbrt. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de jul. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária onde há técnicos competentes e preparados para oferecer as informações técnicas de que necessite.

Ela foi recomendada por trabalhar com produtores de menor porte e ter equipamentos para atender os objetivos das mesmas. é recomendada a aquisição de um misturador vertical. com produção mensal de 0 toneladas. Jacinta Diva Ferrugem Gomes da Faculdade de Zootecnia da USP. o maquinário e infra-estrutura necessários para a produção de ração voltado para suínos depende muito do volume que se estima alcançar. como é o caso. maquinário para fabricação de ração para suínos Indicação de maquinário para fabricar ração para suínos com restos de alimentos. no qual os processos de trituração e mistura são realizadas em um menor volume e de forma mais econômica. Dra. Para produções de pequeno porte. Outra opção de negócio seria a associação da empresa com cooperativas. é possível encontrar fornecedores de maquinário e consultorias para instalação de fábricas no site da Suíno Cultura Industrial. É preciso ficar atento às especificações sanitárias da produção da ra . bem como o capital disponível para realizar tal investimento. Caso a produção cresça e seja necessário o aumento da capacidade da empresa. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Primeiramente entrar em contato com a empresa disponível em referências. Entrando no espaço “Guia Gessulli” é possível encontrar fornecedores e produtores de diversos tipo e lugares. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo a Profa. possibilitando a produção da ração nas fábricas de processamento deles mediante pagamento de aluguel ou porcentagem da produção. e estará mais apta a analisar o caso com maior profundidade.MÁQUINA PARA FABRICAÇÃO DE RAÇÃO PALAvRAs-ChAvE Ração para suínos.

acsurs.br/>.ganasini.com.acsurs. Acesso em: 0 de out.com.br/>.00.br/manualsanitarios. para assim. Acesso em: 0 de out. é válido checar o link disponível abaixo sobre a legislação de alimentação de suínos.br Alcides Ganasini & Cia Tel: () -99 Disponível em:<http://www.sbrt.ibict. Dra. .doc>. Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul Disponível em:<http://www. adaptar seu produtos às normas vigentes.br Suinocultura Industrial . bem como a composição da mesma.com.00. disponível no site do SBRT (vide link abaixo). Acesso em: 0 de out. Legislação de alimentação de suínos e a sanidade: Disponível em: <http://www.html>. Jacinta Diva Ferrugem Gomes e-mail: jacintaf@usp.00. Para tanto.br/> e-mail: atendimento@ganasini.guiagessulli.suinoculturaindustrial. Rodrigo Ravani Gurgel NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out. para eventuais melhorias no seu produto. Acesso em: 0 de out.br/site/home.00  AgriculturA e PecuáriA ção.REFERêNCIAs FZEA – Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da USP Contato: Profa.com. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT outras informações importantes: Disponível em: <http://www.br/upload/sbrt1099.com. É interessante também checar outros dados relacionados ao balanceamento da alimentação de suínos.Disponível em: < http://www.com.asp> Procura por fornecedores –Disponível em: <http://www.00.

A função das Matas Ciliares em relação às águas está ligada a sua influência sobre uma série de fatores importantes. normalmente estão reduzidas a vestígios. A segunda de médio prazo. entre outros. causando duas conseqüências gravíssimas. A primeira. tem sido usado para classificar as diversas formações vegetais. Assim os solos sem cobertura florestal reduzem drasticamente sua capacidade de retenção de água de chuva. Entretanto. que é imediata. junto a nascente existem poucas árvores. quando presentes.MATA CILIAR EM NAsCENTE PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Mata ciliar Qual é o tipo de árvore apropriada para plantar em uma nascente de água? Possui uma fazenda no sul de MG. tais como: • • • • • • • Escoamento das águas da chuva Diminuição do pico dos períodos de cheia Estabilidade das margens e barrancos de cursos d’água Ciclo de nutrientes existentes na água.O termo Mata Ciliar também conhecida como mata de galeria. inclusive as estreitas faixas de florestas que ocorrem nas margens dos rios. resulta nas enchentes. Segundo esta lei são obrigatórias as conservações de 0 metros de mata para cursos d’água com até 0 metros de largura. As Matas Ciliares foram reduzidas drasticamente e. sOLUÇÃO APREsENTADA Junto a nascente é preciso preservar a Mata Ciliar. a água escoa sobre a superfície formando enormes enxurradas que não permitem o bom abastecimento do lençol freático. em vez de infiltrar no solo. na legislação brasileira o termo Mata Ciliar significa qualquer formação florestal que ocorre nas margens de cursos d’água. promoven-  . apesar de ser garantida pelo Código Florestal Lei Nº  de /09/.

As conseqüências do rebaixamento do lençol freático não se limitam as nascentes.INDICAÇõEs: FORNECEDOREs: Associação Mata Ciliar. entidade produz mudas de essências nativas de 0 espécies de árvores nativas diferentes EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: CEMAC Centro Excelencia Matas Ciliares Universidade Federal de Lavras UFLA Depto Ciências Florestais Lavras – MG Telefone () 9- e-mail cemac_dcf@ufla. Acesso em  de mar. 00 9 AgriculturA e PecuáriA do a diminuição da água armazenada.mataciliar. reduzem-se as nascentes. Se não controladas. minimizando assim o problema da seca. Disponível em: <http://educar. que vai proporcionar as características originais do local. 00 Mata Ciliar.br>.usp.br/ccivil_03/ Leis/L4771.sc.htm>. Com isso.html>.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O importante é a recuperação da mata ciliar em torno da nascente. que são formadas pela combinação de processo de erosão e demonstram um desequilíbrio do ambiente.planalto. Acesso em  de mar.br/licenciatura/2003/vt/ mataciliar. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Associação Mata Ciliar. Disponível em: <http://www. Código Florestal. evoluem facilmente para as voçorocas. mas se estendem aos córregos. . 00. Acesso em  de mar. rios e riachos abastecidos por ela. Disponível em: <http://www.gov.org.

Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .

entre as quais encontramos a dos Chiroptera.Morcego PALAvRAs-ChAvE IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA Informações sobre um método eficaz e barato para combater morcego. só não sendo encontrados em locais muito frios como nos pólos. Os morcegos ocorrem em quase todo o planeta. a quantidade de espécies varia de região para região. Esta classe é subdividida em 9 ordens. na grande maioria não excedendo 00 gramas de peso. Algumas espécies já estão ameaçadas de extinção. Principais abrigos de morcegos l nossas casas (forros. possuidores de corpo coberto de pêlos e que nutrem seus filhotes no início de seu desenvolvimento por leite secretado pelas glândulas mamárias das fêmeas. bueiros e passagens de gado sob as rodovias l silos l pontes l cisternas ou poços l copas e folhagens de árvores e arbustos l vãos de dilatação de prédios l ocos de árvores l fossos de elevadores  AgriculturA e PecuáriA MORCEGO . sótãos e porões. onde estão agrupados os morcegos. mas eles estão em todo nosso país. sOLUÇÃO APREsENTADA Os morcegos são mamíferos pertencentes à Classe Mammalia que caracteriza-se por animais vertebrados. São em geral pequenos. No Brasil nós temos morcegos de norte a sul. frestas na paredes e marquises) l construções abandonadas l torres e forros de Igrejas l cavernas e grutas l túneis.

figos.alimentam-se de insetos. Um gênero que sabe-se ter esse hábito é o Trachops (Phyllostomidae). para complementarem suas dietas. amêndoas.são os famosos morcegos-vampiros. como os beijaflores (aves) se alimentam do néctar e do pólen produzidos por muitas flores. têm importante papel no controle de algumas pragas agrícolas.comem os mais variados frutos. nectarívoros/polinívoros . como os gêneros Piper. como ratos. outros de grandes animais como vacas e cavalos. carnívoros . Estudos feitos com as substâncias anticoagulantes presentes na saliva destas espécies poderão ajudar a salvar vidas de pessoas com doenças do coração. levam sementes para longe da planta-mãe. frugívoros . incluindo mosquitos. na regeneração de áreas desmatadas. piscívoros . como mangas. bananas. como sardinhas e barrigudinhos. que também pode utilizar outros alimentos. porque ao pegarem os frutos para comer. Cecropia (embaúba) etc. gafanhotos e mariposas. hematófagos . podemos classificar os morcegos da seguinte maneira: l l l l l l l l l onívoros . se alimentando em mangueiras e amendoeiras. conseqüentemente.comem rãs. Eles se alimentam exclusivamente de sangue de vertebrados. De acordo com a alimentação. estes morcegos podem ser vistos bebendo água com açúcar colocada em bebedouros de pássaros. É muito comum vê-los em cidades. entre outras. mamões. folívoros .comem pequenos peixes.caçam pequenos animais vertebrados.consomem folhas de diversas plantas. alguns de aves e pássaros.utilizam vários dos itens citados abaixo em suas dietas. goiabas e principalmente frutos selvagens.l l estábulos cachoeiras Os morcegos hematófagos se alimentam de sangue. besouros. ranívoros . Solanum. mas nenhuma espécie de morcegos alimenta-se exclusivamente de anfíbios. Às vezes.são morcegos que. insetívoros . São importantíssimos para as florestas tropicais. Por isso. lagartos e até outros morcegos. pássaros. como o maracujá-de-restinga e o ipê. ajudando em sua dispersão e. sendo os  .

Há. Para se ter uma idéia da importância dos morcegos. que pode ter se iniciado por acaso. 0 milhões de anos. eles se alimentam do pólen e do néctar das flores. m a 0 m de altura.Importância dos morcegos Os morcegos são importantes pois comem toneladas de insetos por ano. fazendo assim um rigoroso controle de população. contribuindo desta forma para a recomposição de nossas florestas e matas. A dispersão das sementes também faz com que eles sejam os principais responsáveis pela regeneração de florestas degradadas. Uma variedade enorme de plantas depende quase que exclusivamente dos morcegos para espalhar suas sementes. estima-se que aproximadamente 0 espécies de morcegos dependem parcial ou totalmente das plantas como fonte de alimento. pode ter certeza. Um bom e esperto morcego insetívoro pode devorar mais de 00 mosquitos por hora. que ocorrem apenas nas Américas. faz com que esses animais contribuam para a regeneração das florestas e para a disseminação e distribuição de várias plantas. A dieta. Hoje. basta dizer que cerca de dois terços das angiospermas das florestas tropicais do mundo são polinizadas por eles. Há apenas três espécies no Mundo. Duas atacam aves (Diphylla ecaudata e Diaemus youngii) e uma ataca aves e mamíferos (Desmodus rotundus). Os morcegos hematófagos voam de seus abrigos em busca de presas para se alimentarem. Em caso de mordida. ou mesmo um arranhado por morcegos faça o seguinte: l lave o local com bastante água e sabão. Ele tem muito mais medo do que você dele. Os morcegos só mordem para se defender. perpetuando as espécies. conforme a espécie e a presa a ser localizada. O vôo pode ser realizado a uma altura de 0. Os morcegos comedores de frutas espalham sementes de centenas de espécies de árvores.  AgriculturA e PecuáriA únicos cordados (filo Chordata) a terem essa especialização. . pelo menos.

coloque tela. Sua perseguição. procure orientação médica na Unidade de Saúde mais próxima de sua casa imediatamente. veja a figura “coletada” no site do Bat Conservation International  . Além disto a destruição de um morcego nada resultará. no Brasil. e precisa desalojá-los. ou outros locais de sua casa. caça ou destruição são considerados crimes. A melhor hora para procurar os morcegos é ao pôr-do-sol. ligue para o Laboratório de Manejo de Animais Peçonhentos e Quirópteros ou órgão de saúde equivalente em sua cidade. é identificar o local por onde os morcegos entram e saem. quando eles saem do seu descanso diurno. mas não entrar de volta. exceto a parte de baixo. o morcego tem que ser examinado! Os morcegos são espécies silvestres e.l l l l não mate nem jogue fora o animal. ou rede plástica. Uma vez localizado o ponto de passagem dos morcegos. “Se você encontrou morcegos morando no forro. pois quase imediatamente seu lugar será ocupado por outro exemplar. em fendas de paredes. O primeiro passo. de tal forma que os morcegos possam sair. isso é muito importante para você e para toda a comunidade. existem procedimentos humanitários e criteriosos para expulsá-los e fazer que não voltem mais. estão protegidos pela Lei de Proteção à Fauna. sobre a abertura e vede todos os lados da tela.

em Peruíbe este serviço é feito pela Vigilância Sanitária. é importante ter certeza de que não existem filhotes dentro. causando.  Centro . peça a orientação de um especialista ou de um órgão oficial em sua região. Alfredo Gomes. desorientação. Os ataques de Morcegos Hematófagos (também conhecido por vampiros) devem ser notificados imediatamente ao Departamento de Agricultura ou o Serviço Municipal de Vigilância Sanitária. Além de ilegal este processo causa inúmeros problemas. seria a utilização de aparelhos de ultra-som para afastar os morcegos. como para os cabritos. Lembre-se também que morcegos contaminados encontrados caídos poderão causar contaminação de animais domésticos e mordeduras se manipulados por crianças. entretanto. () -00 Uma recomendação é a utilização de telas de proteção de malha fina. Os moradores devem evitar a entrada dos animais em suas residências e podem solicitar sugestões por telefone ou carta.  AgriculturA e PecuáriA Antes de iniciar esse procedimento de expulsão. visando a preservação destes. pois estes terão mais probabilidades de entrar em sua residência e ter contato com os moradores e animais domésticos. proibida. Não há órgão diretamente responsável pela retirada de morcegos e pelo seu controle em área urbana. Com isso.Tel. tanto no galinheiro. os filhotes ficarão aprisionados e morrerão de fome.CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Morcegos são protegidos por Lei de proteção à fauna por se tratarem de espécies brasileiras e sua destruição é. além do que seria uma crueldade desnecessária. causando um sério problema de mau cheiro. (GN) Prefeitura do Município de Peruíbe Unidade Central R. portanto. A Vigilância Sanitária de Peruíbe orienta voluntariamente moradores com problemas. Caso você tenha dúvidas de como proceder. . Por não saberem ainda voar. para proteção dos animais. Os inseticidas empregados não matam imediatamente os morcegos. Não chame firmas dedetizadoras para eliminar os morcegos. o problema será ainda aumentado. apenas o monitoramento é permitido. Uma outra opção.

htm#Morcegos>.br/saude/semuvis/sau_zoo. Cristiane de Lima Quadros e Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de ago.sp. Zoonose.vet. Disponível em: <http:// www. Disponível em: <http://www.FONTEs CONsULTADAs Prefeitura do Município de Peruíbe.peruibe. Ação Ambiental Morcego Livre. 00.gov. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . Acesso em:  de ago.morcegolivre. Acesso em: de ago.br/>. 00.

recomendadas conforme as espécies vegetais a serem cultivadas.br/upload/sbrt735. consulte resposta técnica já publicada pelo site do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT. permitindo a obtenção de plantas mais vigorosas e produtivas. com diferentes números de células individuais. O sistema de bandejas proporciona maior cuidado na fase de germinação e emergência. conseqüentemente. fazendo com que. Para obter as informações sobre “técnicas para a produção de mudas”. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A produção de mudas constitui-se numa das etapas mais importantes do sistema produtivo. e posterior transplante para a lavoura definitiva. plantio. Consulte o site da EMATER (Associação de Assistência Técnica  AgriculturA e PecuáriA MUDAs DE jABUTICABA . cilíndricas). muitas vezes. Tal documento pode ser acessado através do link abaixo: <http://sbrt. é o método de propagação atualmente mais empregado para a grande maioria das espécies vegetais.ibict. piramidais. 00. No mercado existem diversos modelos de bandejas. quanto do tempo necessário para a colheita e. do número de ciclos possíveis por ano. A semeadura indireta para a produção de mudas. Acesso em: 0 de dez. frutos. com a adoção do sistema de bandejas multicelulares. formatos (redondas. jabuticaba PALAvRAs-ChAvE Saber como formar mudas de jabuticaba. profundidades e volumes. tanto do ponto de vista nutricional. variedades.pdf>. tratos culturais e produção de JABUTICABA. A modernização deste sistema somente teve início em 9. uma semente origine uma planta. clima. Dela depende o desempenho final das plantas nos canteiros de produção. além de proporcionar menor custo no controle de pragas e doenças e alto índice de pegamento após o transplante.Mudas de jabuticaba. Para obter outras informações sobre: as características da planta.

disponível em: <http://www. sairão as brotações da parte aérea. se estiver estaqueando para posterior enxertia). são retirados suas folhas e espinhos. no caso de enxertia posterior. há formação da parte aérea da muda. amarrada periodicamente a uma estaca de 0 – 0 cm. para que se processe um crescimento ereto da muda ou cavalo (neste caso. Estacas colocadas para enraizamento Parreiral com mudas obtidas por estaquia e enxertado por garfagem Após a brotação das gemas. a haste pode ser podada na altura de formação a 0 – 0 cm e.br/Jabuticaba. a parte acima é posteriormente eliminada. ou verde. viveiro ou recipiente). sobre a Estaquia A estaquia é baseada no enraizamento de um pedaço de ramo (estaca) (Figura ). O sistema radicular sairá da parte cortada. 00. A seguir. feita a  – 0 cm na haste principal. a qual deve. com a tesoura de poda. de preferência.emater-rondonia. O ramo para estaca é cortado da planta. as estacas lenhosas têm maior uso. a  cm de diâmetro.htm>. e seu ápice é cortado reto. Há plantas que enraízam melhor de estacas mais novas. isto é. São necessárias. Em fruticultura. deixando apenas / de seu tamanho para fora do solo (Figura). não muito nova.e Extensão Rural do Estado de Rondônia). Das gemas. embora para algumas espécies seja usada a estaca herbácea. Podem ser usadas para propagação ou para obtenção de porta-enxertos. No caso da muda. são enterradas em solo bem preparado (canteiro.com. geralmente de  a 0 cm de comprimento e de 0. cortado da parte madura da planta. Acesso em: 0 de dez. Sua parte basal é cortada em bisel (inclinado) junto a uma gema.  . ser conduzida em uma única haste. fincada junto à planta.

NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de dez.ibict.br/upload/sbrt1352. .br>. constantes desbrotas para permitir bom desenvolvimento da haste única. Para ter acesso a estes documentos. brotada da estaca inicialmente plantada. Disponível em: <http:// sbrt. Fabiana Rocha.br/upload/sbrt790.ibict. 00.ibict.pdf> <http://sbrt.ibict.pdf> <http://sbrt.br/upload/sbrt1157. 9 AgriculturA e PecuáriA portanto.ibict.pdf> <http://sbrt. 00. Acesso em 0 de dez.ibict.Viveiro de goiaba com mudas de estaquia herbácia Estaca goiaba Outras informações de interesse sobre o assunto “Produção de Mudas” podem ser recuperadas no Banco de Respostas Técnicas do site do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SBRT.br/upload/sbrt1754.pdf> REFERêNCIAs SBRT Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.br/upload/sbrt732. visite os links abaixo: <http://sbrt.pdf> <http://sbrt.

bufalo Saber qual a suplementação mineral adequada para búfalos de leite. Somente será possível melhorar a eficiência reprodutiva e empregar biotecnologias como a inseminação artificial e a transferência de embriões quando requisitos básicos forem controlados. Os búfalos. Ele afirma. controle sanitário. cada vaca búfala está produzindo uma média de .NUTRIÇÃO DE BúFALAs PALAvRAs-ChAvE Manejo de búfalo. Deve-se 0 . O criador deve conscientizar-se de que. Pietro Sampaio Baruselli. suplementação mineral correta. o rebanho precisa de uma suplementação consistente. mas há outras considerações a fazer. sofrem variações nos índices reprodutivos. O pesquisador salienta que os índices reprodutivos de rebanhos bubalinos variam conforme o manejo geral adotado na propriedade. pois existem um conjunto de fatores que podem ter contribuído para a estagnação da produtividade leiteira. elas possuem potencial genético para produzir em media kg de leite por dia. como o tipo de pastagem e as características do clima aos quais as búfalas estão expostas. Segundo ele. pois possui uma criação de búfalos e não está conseguindo manter os animais com o sistema de pastagem atual. a propriedade deve ser conduzida corretamente. nutrição de búfalos. como os demais animais domésticos. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O professor. tais como: nutrição adequada. responsável pelo departamento de reprodução animal da Faculdade de Medicina e Veterinária e Zootecnia de São Paulo. no entanto. decorrentes do tipo de manejo e do nível tecnológico empregados na criação.kg de leite por dia. que não é possível apresentar uma solução direta ao problema sem analisar as possíveis causas. foi muito cauteloso ao explicar as possibilidades de aumentar a produção de leite em búfalas. controle produtivo (através de pesagens periódicas do leite ou dos animais) e conduta dentro das recomendações técnicas. para obter uma boa eficiência reprodutiva e conseqüente aumento na produtividade.

devido à errônea visão que alguns criadores têm sobre a rusticidade da espécie. não entra em cio e. que existe um conceito errôneo entre os criadores de búfalos. Portanto. manejo da propriedade. quando entra. que a questão de manejo e a nutrição desses animais estão fortemente relacionadas com a produtividade leiteira. É freqüente encontrar propriedades com um número de animais maior do que sua capacidade suporte. etc. em condições precárias. A búfala. o leite é regularmente testado a fim de se detectar a presença de infecção sub-clínica. A quantidade de animais por hectare varia conforme a localização da fazenda. os bubalinos sobrevivem mas não alcançam índices produtivos satisfatórios. de que esses animais são rústicos e não necessitam de manejo adequado. Nutrição do rebanho O bom estado nutricional do rebanho que vai receber alguma biotecnologia é imprescindível para se obterem índices reprodutivos satisfatórios. refere-se à prevenção e ao tratamento da mastite. merecendo assim uma atenção especial. fertilidade do solo. É importante verificar se os úberes são limpos antes e após a ordenha. sem adequada alimentação. No entanto. observa-se uma certa rusticidade da espécie entretanto.Percebe-se assim. qualidade e tipo de pastagens. quando a alimentação do rebanho é precária. a propriedade deve estar preparada para fornecer corretamente alimentação de boa qualidade para que os animais possam exercer adequadamente suas funções de reprodução. Animais estabulados têm suas fezes recolhidas diariamente. ocorrendo comprometimento da reprodução e impossibilitando a implantação de um manejo reprodutivo adequado. Atenção  AgriculturA e PecuáriA ressaltar. O professor ainda faz um alerta para o criador que deve estar sempre atento às doenças que podem atingir as búfalas. . a superlotação das pastagens interfere negativamente na fertilidade. ocorrem quedas na produção de carne e leite e diminuição da fertilidade. com o emprego de biotécnicas reprodutivas com vistas à melhoria genética da criação. apresenta taxa de concepção reduzida. Realmente. Nos casos clínicos os animais são isolados e recebem tratamento específico. quando se pretende obter bons índices reprodutivos. Do mesmo modo. Outro fator a ser observado é a capacidade de suporte da propriedade.

dado seus hábitos noturnos. mesmo que com um só fio.Dada as características de sua pele. reconhecidamente melhor conversor de alimentos mais pobres em carne e leite que os bovinos. a seguir. o búfalo está sujeito às mesmas doenças que afetam os bovinos. tem um temperamento extremamente dócil. as cercas. fornecendo aos animais sombreamento e/ou água para banho. Deve-se atentar para a contenção destes animais. Apesar de seu tamanho avantajado. o animal. Manejo De um modo geral. apresentando excelente resposta na produção leiteira quando adequadamente alimentadas. ou se aproveitando de eventuais interrupções de energia nas cercas eletrificadas. porém. um fragmento sobre o manejo desses animais. não dão coices e não saltam cercas. Alguns criadores optam pela contenção dos animais à noite. principalmente em climas mais quentes. Os búfalos respeitam bem cercas eletrificadas. mais grossa. Seu consumo de matéria seca em função do peso corporal é ligeiramente superior ao dos bovinos sendo. porém que. busca o alimento onde ele se encontrar disponível..Apesar de “rústico”. a fim de evitar comprometimento na produção leiteira.especial deve ser dada quando o rebanho for submetido à ordenha mecânica e os animais forem de maior produção. no desenvolvimento e mesmo na fertilidade do rebanho. desverminizações. quando aproveitam para suplementar suas necessidades de volumosos e.Observa-se.”. evitar sua movimentação excessiva..  .. A Fazenda Paineiras da Ingaí possue uma criação de Búfalos Murrah Leiteiros e disponibilizam um site interessante sobre manejo e nutrição de búfalos que podem ajudar o criador a sanar as sua dúvidas. na ausência de alimentação. Como já dizia um criador” . de pelagem negra e com menor quantidade de glândulas sudoríparas. que podem ser de arame farpado ou liso devem ser mantidas em bom estado de conservação. devendo-se pois atentar para as medidas profiláticas usuais tais como vacinações. pulverizações e exames periódicos de controle.. o manejo dos búfalos leiteiros é semelhante ao dos bovinos. Reproduz-se. rompendo com mais facilidade cercas em mau estado de conservação. Assim. O tratamento na secagem é também rotineiro.a melhor cerca para o búfalo é um bom pasto. os búfalos quando constantemente manejados. dado seu porte avantajado. deve-se evitar o ocorrência de “stress térmico”.

a não ser em fêmeas com crias recém nascidas. Fornece-se concentrado. não se verifica o comportamento de dominância observado nos touros bovinos. mudanças bruscas de manejo. presença de estranhos durante a ordenha. farelinho de trigo) e. farinha de carne e ossos. alterações na regularidade das ordenhas e alimentação podem promover redução importante em sua produção. a ingestão de matéria seca pelo animal é função do teor de energia do alimento. Porém. uréia. farelo de trigo. Assim.A rotina e interação com os tratadores é fundamental na manutenção dos níveis de produção em búfalas. utilizam-se basicamente silagem de gramíneas (capim tanzânia. braquiarão). principalmente machos. porém. culturas invernais (aveia preta. consultar :http://www. Na propriedade de Ingaí.paineirasdaingai. os animais são alimentados na primaveraverão sob pastejo rotacionado de capim Brachiaria decumbens. onde muitas vezes se pode manter mais de um macho em um mesmo lote. elaboradas ou não com aditivos secos (resíduo de cervejaria. na base de  a  Kg por dia para vacas em início de lactação (primeiros 90 dias). Os touros adultos não podem ser mantidos juntos. resultando quando da utilização intensa deste tipo de alimentos. menor quantidade diária de nutrientes e energia é ingerida. Na estação seca. e posteriormente ajustado segundo a qualidade do volumoso e nível de produção dos animais. podem apresentar-se mais bravios e nestes casos.9% de NDT. devem ser eliminados. misturado na propriedade é composto por resíduo seco de cervejaria. Maiores detalhes. para os bezerros em lactação. os búfalos têm capacidade de converter alimentos de baixa qualidade em energia e demais nutrientes necessários à sua manutenção. particularmente novilhas. além de suplemento mineral. azevem). Animais velhos. .com. Assim.hpg. com cerca de % de PB e 0.htm EXIGêNCIAs NUTRICIONAIs Como outros ruminantes. resulta numa menor ingestão diária total e daí. principalmente em estações de monta. sal e suplementos minerais.br/ manejo. um alimento mais pobre. O concentrado.ig. na sua insuficiência enquanto fontes adequadas de nutrientes para o crescimento e desenvolvimento  AgriculturA e PecuáriA sendo raros problemas com seu temperamento. com um menor consumo de alimentos. Como vimos.

resulta consequentemente numa menor ingestão global destes alimentos. Os demais nutrientes como minerais e vitaminas tem efeito complementar na alimentação. podendo resultar em carências alimentares de diversos destes nutrientes. resultam em indicadores pobres de produção dos mesmos. etc. que por sua vez. esta espécie pode ampliar em muito seus indicadores produtivos.etc.possíveis destes animais. enquanto que as gorduras possuem valor . idade. vezes maior (9 cal/g). não sendo considerados como fontes de energia. resultam numa menor ingestão de nutrientes. esta última não digerível)) . disponibilidade de água/sombra. e quando restrita. Diversos fatores afetam as necessidades de energia. As proteínas e açucares possuem basicamente o mesmo valor energético  cal/g. extrativos não nitrogenados (principalmente carboidratos como o amido) e minerais (cinzas). estágio de prenhez. vento. A idéia de utilização destes animais em regiões onde os bovinos não conseguem sequer sobreviver. entre eles: tamanho. • Diversas são as formas de expressar o valor energético dos alimentos. extrato etéreo (gorduras).). doenças (parasitoses. Apresentamos a seguir algumas de suas expressões e significados:  . bem resultam em produções abaixo de sua capacidade genética. o que muitas vezes traz muita confusão. Tais exigências. Quando atendidas suas exigências nutricionais. fatores de stress ambiental (temperatura.) • Os componentes alimentares que fornecem energia dividem-se basicamente em proteínas. • Nas análises básicas dos alimentos normalmente são avaliados o conteúdo proteico. ENERGIA Como comentado acima. o conteúdo de energia dos alimentos é um fator fundamental no consumo dos alimentos. gorduras e açucares (carboidratos). infecções. de precocidade reprodutiva e de velocidade de crescimento. fibras (formas complexas de carboidratos como celulose e lignina. haja visto a oferta alimentar inadequada. apresentam alguns parâmetros orientativos que serão apresentados a seguir. produção. fase de crescimento. apesar de ainda pouco estudadas.

Kcal =000cal ou Mcal=000 Kcal). já vem sendo testados para utilização a r-BST (somatotropina). Representa a soma de todos os nutrientes digestíveis contidos nos alimentos. A utilização de moderna biotecnologia. Toma-se por base que  Kg de NDT produz cerca de .00 cal de ED (energia digestível) ou cerca de . normalmente expresso em porcentagem.ig.• • • • • • Existem ainda outras formas menos usadas em nosso meio de expressão de energia dos alimentos como a unidade amido. Energia necessária para produção leiteira. acreditamos. hpg.Representa a energia total ingerida. sem prenhez) ELl .paineirasdaingai.00kcal de ED. As técnicas de inseminação artificial vem se difundindo rapidamente  AgriculturA e PecuáriA • NDT .Energia líquida de lactação. virá dar um novo impulso ao processo de melhoramento e aumento da produção leiteira. ED . unidade aveia entre outras.0 cal de EM (energia metabolizável) Essas informações estão disponíveis em: <http://www.htm> A variabilidade da produção leiteira nas búfalas é ainda muito ampla. unidade escandinava.Energia Digestível . sendo expressa por unidade de matéria seca ingerida (Kcal/kg). Energia necessária para manutenção do equilíbrio do animal (seco.Energia líquida de manutenção.Energia Metabolizável .Nutrientes digestíveis totais. É muitas vezes calculada por estimativa a partir da ED ou dos NDT.  Kg de NDT equivale à cerca de . cujos trabalhos preliminares apontam para uma boa resposta na produção em búfalas (cerca de 0%). assumindo-se para ruminantes que EM kcal/Kg = 0.br/manejo. x ED kcal/kg ELg .Representa a quantidade total de energia ingerida deduzindo-se aquela excretada nas fezes. Através da análise básica dos alimentos. Assim.Energia líquida de ganho . deduzindo-se aquelas excretadas nas fezes.com. o NDT é expresso normalmente em Kg e os demais em calorias (cal. ELm . EM . não em crescimento. Quanto às unidades. Energia necessária para o ganho de peso ou crescimento. na urina e nos gases eliminados. pode-se calcular o teor de NDT. . o que nos permite afirmar que a intensificação do processo de melhoramento genético encontra na espécie um excelente potencial de desenvolvimento.

nas criações particularmente no Sudeste e Sul do país.as búfalas devem ser submetidas à aspersão com água fria. Isto faz com que diminuam as compensações induzidas pelo calor como o decréscimo na ingestão de alimentos.asp?Tipo=n&id=26. já existindo disponíveis sêmen de touros de ascendência produtiva excelentes (como Montenegro da Ingaí). Pode-se minimizar os efeitos das elevadas temperaturas das regiões tropicais sobre os animais por meio de: a) Otimização do ambiente oferecido às búfalas em lactação através de algumas práticas de manejo: l Disponibilizar sombra para as búfalas . alterações hormonais e outros fatores que resultam na redução da produção de leite.trabalhos experimentais demonstram que quando a temperatura do ar é superior a ºC. acessar o seguinte endereço: <http://www. Entre as ordenhas. Mais informações sobre esse assunto. permitindo que haja a utilização do resultante calor latente de vaporização para os resfriamento do corpo.com.>  .br/n_boletins. Outra técnica hoje muito estudada. os animais pastam bastante das  às 0 horas da manhã e reduzem o pastoreio das 0 às  horas.o sombreamento pode ser provido por árvores (sombreamento natural) ou abrigos (sombreamento artificial). outros fatores climáticos associadas afetam os animais sob sistema de pastejo. as búfalas devem ter acesso à sombra. quando procuram sombra. no mínimo). Estresse Térmico É um outro fator que tem influência negativa na produção de leite. apesar de não disponível para utilização comercial. l Hora das ordenhas . regularmente. com água e alimento suficientes. tais como a umidade relativa velocidade do vento. l Aspersão de água nas horas mais quentes do dia . cujo primeiro produto no país nasceu em 99 na Fazenda Paineiras da Ingaí. indica-se a utilização de árvores com copa frondosa e alta (m. levando à maior evaporação da umidade da pele. No caso do sombreamento natural. é a transferência de embriões. Recomenda-se que as ordenhas sejam efetuadas em períodos de menor intensidade de pastejo. em locais com ventilação adequada. o que ocorre quando a temperatura média se aproxima de ºC . A água conduz o calor da superfície corporal para o ambiente.serrana. Além disso.

L. Laticínios Ltda. Pietro Sampaio Baruselli Departamento de Reprodução Animal FMVZ-USP barusell@usp.Out/99.185 Fax: : (14) 821-3883 .r.Recomenda-se ao criador.ig.amorim  AgriculturA e PecuáriA CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs .UNESP .Bubalinos Fone: (14) 821-3883 .serrana.com. .com.99. André Mendes Jorge jorgeam@fca. no qual apuraram o perfil destes pecuaristas.asp?Tipo=n&id=26> Disponibiliza-se o contato com alguns especialistas na área: Prof. Sendo assim.unesp.180 Fazenda Experimental Lageado . Trata-se de uma pesquisa realizada junto a “ parceiros do laticínio” em outubro de . Sugere-se ainda uma consulta aos seguintes sites: CARACTERÍSTICAS DOS FORNECEDORES DE LEITE DE BÚFALAS NA REGIÃO DE SARAPUÍ-SP Paineiras da Ingaí Ind.paineirasdaingai.br/trabalhos> ESTRESSE TÉRMICO NAS BÚFALAS EM LACTAÇÃO: COMO É POSSÍVEL MINIMIZAR O PROBLEMA? –Publicado em 00. o impacto da atividade na economia a propriedade bem como as técnicas de manejo por eles empregadas. que faça uma avaliação do seu rebanho bubalino tendo em mente as informações e precauções apresentadas acima.r.hpg. Produção e Exploração Animal Caixa Postal 0 -000 BOTUCATU . Disponível em:<http://www. Disponível em:<http://www.br/n_boletins. Dr. Dr.FMVZ Depto.br Responsável pela Disciplina de Bubalinocultura e Responsável pelo Setor de Produção .SP Indústria e Comércio de Aditivos e Suplementos para Animais. através de coleta de dados “in loco” e de questionários.br Prof. o Disque-Tecnologia cumpre a sua proposta de orientar os pequenos e médios proprietários e de encaminhá-los para alguma possível solução.

Jaboticabal: Funep. 9. 999. Água Branca Fone: () - Fax: () -90 segue abaixo uma literatura vasta sobre Búfalos: MANUAL DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM BÚFALOS Autor: Prof. 99. 0p.  pag. 00 COLEÇÃO CRIAR-BÚFALOS. Pietro Sampaio Baruselli Professor Associado Departamento de Reprodução Animal Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia Universidade de São Paulo Editor: Associação Brasileira de Criadores de Búfalos. Brasilia: Embrapa-SPI. p. Luiz Octávio Moura Carvalho. Walter Fonseca. .Indústria e Comércio de Aditivos e Suplementos para Animais “Simbióticos e Nutracêuticos: Prebióticos. Reprodução e Produção Editores: Valquíria Hyppólito Barnabe. Lau. Humberto Tonhati. DOENÇAS EM BÚFALOS NO BRASIL: diagnóstico.com. Belém:EMBRAPACpatu. 0 pag. BUBALINOS: Sanidade. Prédio do Fazendeiro. ABCB.  CEP: . Belém:EMBRAPACpatu. Pietro Sampaio Baruselli.JABOTICABAL-SP Telefone e Fax: PABX () 0-990 Site: http://www. MANTEIGA E TRABALHO. São Paulo. Francisco Matarazzo. Hugo Didonet. São Paulo: Editora Ícone. LEITE. 999. Cristo Nascimento. sala . REPRESENTATIVIDADE DO BÚFALO PARA A PECUÁRIA BRASILEIRA. Dr. Extratos Vegetais” Av: Major Hilário Tavares Pinheiro.  . epidemiologia e controle. CRIAÇÃO DE BÚFALOS.-00 . O BÚFALO .estibion. Brasília: EMBRAPA-SPI.SINÔNIMO DE CARNE.br Associação Brasileira dos Criadores de Búfalos (ABCB) Av. 0 pag. Poliprobióticos.Brasilia: Embrapa-SPI..

com. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www. 00.htm>. Luiz Octávio D.Moacyr Corsi e Flávio Augusto Portela / Santos / Período: de /0/00 à 0/0/00 -Carga Horária:  horas . Walter Fonseca.paineirasdaingai.hpg.com.ig.Fax: (9)- Site: http://www.br Curso de Difusão: “Nutrição Avançada de Bovinos” Departamento de Zootecnia – Profs. BÚFALOS.Cursos Curso de Difusão: “Sistema Rotacionado Intensivo de Produção de Pastagens para Bovinos de Corte” Período: de /0/00 à /0/00 Carga Horária:  horas Nº Vagas:  .bufalo. São Paulo: Editora Ícone. 9. 9 pag. Disponível em: <http:// www. Acesso em:  de set. 00. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia de São Paulo . Moura Carvalho. Belém: EMBRAPA. 00. Cristiane de Lima Quadros NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de out.usp. Acesso em:  de set.Nº Vagas:  Período de Inscrição: de 0/09/00 à /0/00.usp. Ernesto Dias. 00 9 AgriculturA e PecuáriA Cristo Nazaré Barbosa do Nascimento.br/fmvz/bufalos>. .br/manejo. Público alvo: Profissionais relacionados à produção de bovinos REFERêNCIAs Associação Brasileira dos Criadores de Búfalos.br ou ct@esalq.org.Drs. Mais Informações: FEALQ – Contato: Maria Eugênea ou Luís Rafael Telefones: (9) -0/9- .Inscrição: de 0/0/00 à /0/00 Objetivo: Oferecer treinamento e atualização sobre produção e manejo de pastagens para alimentação de bovinos de Corte.org.br e-mail: cdt@fealq.fealq.br/leite.  pag. Fazenda Paineiras da Ingaí. 9.htm>. Acesso em: 0 de set.

atendendo a situações bem específicas: viabilidade do negócio e avaliação financeira para o caso de captação de recursos. aliado às características da espécie (docilidade. 2. dentre tantos outros. porte pequeno e da relativa rusticidade). O capital inicial e de giro serão determinados pelo plano de negócio que definirá o número de cabeças necessário para iniciar a criação e que cubra as despesas fixas. com a finalidade de carne e couro. Isso. que permitam ao empreendedor decidir com mais segurança sobre o negócio a ser iniciado. Sugerimos consultar o Sebrae (http://www. como abrir uma empresa. tem crescido muito nos últimos anos. pasto. Como deve ser a criação. melhor raça para o abate 2. A produção de carne ovina representa hoje uma atividade cuja participação sócio-econômica é crescente e vem se firmando cada vez mais como alternativa de viabilização da pequena e média propriedade rural. rações. é o conjunto de informações. ovinocaprino Saber qual é o custo inicial para criação de Ovinos. no Brasil.com.sebraesp. como controlar custos. tanto para carne como para couro. criação. a importância de se desenvolver um plano de negócio.1. permitem a sua exploração utili- 0 . Ovinos para carne A criação de ovinos. vacinas e remédios. O plano de negócio é uma ferramenta que contém todos os dados referentes ao projeto.br) que oferece vários cursos.OvINOCULTURA OvINOCRAPRINO PALAvRAs-ChAvE Ovinos. instalações. Carne e couro. oficinas e palestras tais como: como iniciar um negócio. etc Qual a melhor raça apara o abate? O sul de Minas Gerais é apropriado para tal criação? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. ovinocultura. Investimento Necessário É primordial ter em mente. embora ambos sejam utilizados para carne.

com peso vivo entre  e 0 kg. As fêmeas apresentam. escovando-os suavemente. os cordeiros são lavados com água a ºC e sabão. que melhor se adaptou. Retirar a pele com cuidado e colocá-la em painel de secagem com o carnal para cima por  a  dias. A raça é especializada na produção de carne de ótima qualidade. pois a raça tem a alta prolificidade como uma característica marcante da raça. alta fertilidade. na França. Foi aceita como raça a partir de 9. por apresentar boa qualidade. A sangria não deve sujar o pêlo. mas não muito marcante. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). habilidade materna e características de boa conformação. com carneiros Southdown.1. habilidade materna. Antes do abate. exigindo um produto com teor moderado de gordura. . em . porque é a única que possui cabeça. suffolk Originária da Inglaterra. Adaptou-se bem ao Brasil. levou Auguste Yvart. a empreender a criação de uma nova raça. no Rio Grande do Sul. A raça recebeu este nome. Sua lã é uma das melhores entre as raças de carne. onde foi realizado o cruzamento de reprodutores Dishley com as raças merinos exploradas na França. sendo criada nas mais diferentes regiões. (Fonte: Ovinocultura). conformação e alto rendimento de carcaça. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP).1 Raças para o abate Ile de France A procura de uma raça tipo carne com bom desenvolvimento. devido à sua origem ser de animais das raças merinos. aos 0 a 0 dias de idade. através do cruzamento de ovelhas cara negra e aspadas da antiga raça Norfolk. podendo chegar a % em cordeiros machos. suficiente para garantir a maciez e sabor característico. orelhas e membros totalmente desprovidos de lã e cobertos por pêlos negros. com boa produção de leite.2. É de fácil identificação. suficiente para aleitar mais de um cordeiro. Tradicionalmente o mercado tem sido abastecido com animais oriundos de sistemas de criação onde atingem condições de abate.  AgriculturA e PecuáriA zando a mão-de-obra familiar e instalações simples e de baixo custo Em São Paulo a demanda pela carne ovina concentra-se na de cordeiros. O Ile-de-France chegou ao Brasil em 9. pois foi na região de Ile-de-France. professor da Escola Nacional de Veterinária de Maisous-Alfort.

rusticidade. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). Dorper A raça foi aceita no Brasil. foi introduzida no Brasil por volta de 9. Mário Silveira. altas taxas de crescimento e excelentes qualidades de carcaça. Também pertence ao grupo dos “Cara Negra” e expandiu-se bastante em determinadas regiões do Brasil. mais de um cordeiro. onde os animais são bastante precoces. facilidade de adaptação. aceitáveis índices de reprodução. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). com baixo teor de gordura. samm Ovino de dupla aptidão (carne e lã). apresentando alta taxa de nascimentos. com boa produção leiteira. pela excelente condição de adaptabilidade e vigor. Adapta-se bem em sistema de criação a pasto. onde foi instituído um projeto de “Introdução de Genótipos de Ovinos da Raça Dorper no Estado da Paraíba”. (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). (Fonte: Ovinos e Caprinos na UNESP). permitindo alimentar bem . É uma raça produtora de carne. boa habilidade materna. Texel De origem holandesa. São animais bastante precoces. são muito utilizadas no cruzamento industrial com matrizes laneiras ou mistas. Entre as suas características destacam-se: constituição forte. caracterizando-se pela produção de carcaças de boa qualidade. o maior rebanho está  .A raça Dorper tem atendido uma variedade de condições de ambiente das regiões tropicais e semitropicais. Secretário do Planejamento do Estado da Paraíba que via na caprino-ovinocultura uma das soluções para o semi-árido paraibano. hampshire Down Raça originária do Sul da Inglaterra através de cruzamentos entre carneiros Wiltshire e Berkshire. quilos de leite/dia. tendo se adaptado bem dentro de sistemas de criações mais intensivas. em 99 após o incentivo do Dr. produção de carne magra em carcaça pesada e de . precocidade. alta fertilidade. também. As fêmeas têm boa habilidade materna. produzindo carcaças magras e de boa qualidade. Possui grande capacidade para produção de carne de excelente qualidade.em sistemas intensivos. o Samm é um animal mocho. No Brasil. São animais que. apresentam lã branca e por isso.

de tamanho médio. que é uma região seca. e entre 0 e 90 quilos nas fêmeas. Produz carne com baixo teor de gordura e pele de alta qualidade. e o Centro Oeste. classificada como Cruza  a  (lã grossa e longa). (Fonte: Ovinocultura)  AgriculturA e PecuáriA na região Sul. os machos são chifrudos e as fêmeas mochas. (Fonte: Agropauta) . Morada Nova e Somalis. a raça também marca larga presença no Sudeste e na Amazônia. predominantemente no Rio Grande do Sul. dá 0-0Kg de carcaça. segundo o padrão atual.2 Raças para pele (couro) Karakul Raça produtora de peles finas.santa Inês Ovino deslanado do Nordeste do Brasil. e peso entre 0 e 0 quilos nos machos. outros mercados vêm despontando. Ásia Central.Kg por cabeça. tendo também uma cobertura de gordura muito espessa. como o Sudeste. Raça rústica. (Fonte: ACCOBBA) 2. O tosão dá . o que revela a sua capacidade de armazenar no corpo uma reserva graxa para enfrentar períodos de subnutrição. gorda e grosseira em granulação. que corresponde a uma carcaça de qualidade. no Turquestão russo. o Santa Inês é resultado de cruzamentos das raças Bergamácia. Engordado dos  aos  meses. nos bons rebanhos a . É de origem antiga e possui cauda gorda. de clima rigoroso e vegetação pobre. apresentando também excelente produção de leite. que possui grande mercado consumidor. No entanto. adapta-se a qualquer sistema de criação e pastagem.-. com rendimento de 0 a %. sendo indicado para cruzamento com outras raças. originária da Bucária. subindo. de corpo comprido e de excepcional conformação. (Fonte: Agropauta) Leicester É uma raça mista para a produção de carne e lã longa. É rústica e de tamanho médio. pois a ovelha adulta pesa uns 0Kg e o carneiro de 0 a Kg. além de ovinos sem raça definida (SRD). do tipo lã curta e branca. não podendo comparar-se com a das raças de lã média. Distribuído por todo Nordeste. Ovino produtor de carne. Deve ser engordado o mais cedo possível. A carne‚ apenas regular em qualidade. Kg de lã. O Santa Inês da atualidade tem porte grande.

que atinge o processo de transformação da pele em couro.() (Fonte: Ovinocultura) santa Inês Possui quatro tipos de pelagem: ª . Machos adultos com /0 Kg. a venda de couro. de Portugual. podendo apresentar resquícios de lã. (Fonte: ACCOBA) O importante para os criadores de ovinos visando.Deslanado do Nordeste ou Morada Nova É um ovino desprovido de lã. O carneiro deslanado do Nordeste ou de Morada Nova apresenta grande rusticidade. fêmeas adultas com 0/0 Kg Com aptidão para carne e pele.Vermelha : é a pelagem mais comum. conhecido no Nordeste Brasileiro há mais de um século e meio. mas requerem cuidados por serem exigentes quanto a alimentação.Preta : totalmente preta. A criação é uma atividade que desempenha importante função socioeconômica. produz peles excelentes e boa carne. ª . como geradora de renda (comercialização de animais. O processo de curtimento do couro depende principalmente dos cuidados que pequenos abatedouros precisam ter na hora de retirar o couro dos animais e conservá-lo. Chifrudos. ª . Para comercialização. Pêlos curtos ou médios. São animais de muito boa aptidão para carne e pele. a pele deve atender a determinados requisitos.Chitado : Pelagem Branca com pequenas manchas pretas e ou marrons. que depende de um programa amplo de controle de qualidade. branca e suas combinações. introduzidos pelos colonizadores.Branca : com nariz e cascos despigmentados ou não. ª . necessitando de boa pastagem ou complemento. Acredita-se que tenha origem em carneiros Bardaleiros Churros. Deslanados ou com pouca lã. (Fonte: Ovinocultura) Rabo Largo Animais de porte médio com cauda de base larga e ponta de lança. (aspados) ou mochos. Apresenta pelagem vermelha. como a sua utilização e a uniformidade do produto. é quanto aos cuidados que se deve ter para que a pele do animal não sofra lesões o que desvalorizaria a mesma. carne e peles) e como fonte de proteína de alto valor biológico para  . é pouco exigente.

Aquisição dos ovinos para a formação do rebanho Para iniciar uma criação. l qualidade das pastagens. reduzindo o rebanho por causarem muitas mortes. qualidade e o estado das pastagens e das forrageiras lá encontradas. o terreno recebe muitas fezes. porque: l após a tosquia os animais estão mais leves e são vendidos por  AgriculturA e PecuáriA as populações de baixa renda (consumo de animais nas propriedades). mas. alimentação e eventuais suplementos. Em pastagens mais ricas. 3. A atividade requer assistência de profissionais (veterinários) principalmente para aqueles que estejam iniciando a atividade. l disponibilidade de água. levando em consideração.3. Quando a densidade de ovinos em um pasto é muito grande e não há rotação de pastagens. o zootécnico. l clima adequado ao tipo de criação. o rebanho poderá ser prejudicado pelas verminoses que debilitam os animais. l animais de boa qualidade e procedência.1. poderão obter ótimos lucros com a criação desses animais. Economicamente. a necessidade de assessoria será menor. mas não dispensável.2. Com isso. 3.000 ovinos podem ser colocados. a melhor época é logo após a tosquia (novembro ou dezembro). ficando altamente contaminado por vermes que certamente os infestarão. Condições necessárias para criação de ovinos A criação de ovinos é uma atividade pecuária das mais importantes e que apresenta um grande potencial para investimentos no Brasil. Fatores críticos para o sucesso: l conhecimento técnico por parte do criador. Em um pasto com . também. de 00 a 00 bovinos. havendo possibilidades de agregar bovinos na mesma área. Caso o criador entenda bem da atividade. deve-se escolher a melhor época para fazêlo. l controle fito-sanitário. e “entusiasmo” pela atividade. pode-se colocar de  a  ovinos por hectare. Formação do rebanho ovino O número de ovinos que podem ser colocados em uma determinada área varia de acordo com a espécie. não só o fator econômico. Os criadores. desde que o número de bovinos seja menor. também. . desde que trabalhem com as técnicas adequadas para cada raça.

Naturalmente. pois já produziram a lã de um ano. Já a aquisição de ovinos no outono permite ao criador observar a qualidade da lã e o seu volume quando elas já estão com lã de  ou  meses e que. Os cordeiros são castrados para a venda aos  ou  meses de idade ou mantidos para substituírem os capões vendidos ou abatidos. são destinados à produção de lã. os animais destinados à reprodução devem ser bem selecionados. depois. grosso e bem inserido. vendidos para corte ou mantidos no rebanho até os  anos de idade. em número nunca superior a . e o seu estado de saúde. bons aprumos com ossos fortes e largos. e também porque o criador deve observar bem. durante  a  safras. depois. ou seja.000 cabeças. O número de machos deve ser de  a % do de ovelhas destinadas à reprodução. 3. l é bem desenvolvido. dependendo do desejo do criador. sendo os que produzem maiores quantidades desse produto têxtil. Procedimentos para a seleção dos ovinos O principal item a ser levado em consideração na escolha dos ovinos. apartados dele. ou seja. a formação do animal. Melhor seria iniciar uma criação de ovelhas novas e de uma só raça. l 3.  . Eles são. um período de  a  meses durante o ano sendo. muitas vezes. cara larga. capões e jovens machos ou fêmeas.4. pois deles vai depender a melhoria do rebanho e o seu valor econômico. para que o criador possa sentir os problemas dessa atividade e adquirir prática. (Fonte: Rural News). machos e fêmeas. O rebanho Pode ser formado por ovelhas. os “capões”.menores preços. carneiros. Essas são as condições encontradas em criações de regime extensivo ou semi-extensivo. lombo reto. amplas fossas nasais. Um ovino sadio apresenta: l olhar vivo. é a sua saúde. já foram até acasaladas. quando são abatidos para consumo. pescoço forte.3. As fêmeas ou borregas são mantidas para substituir as ovelhas velhas e aquelas que morrerem. Os carneiros ficam com o rebanho durante o período dos acasalamentos. com uma lã de qualidade e em bom estado. mas o seu preço é mais elevado. As ovelhas são destinadas à reprodução e à produção de lã. uma cabeça bem proporcionada. Seu corpo é cheio. Os machos castrados.

(Fonte: Rural News) . em todo o velo. O exame das mamas é. com fios longos. Alimentos para ovinos A alimentação dos ovinos é baseada em alimentos volumosos. Sua qualidade decorre da uniformidade. como em qualquer tipo de criação. tendo em vista o fim das gestações no verão. As ovelhas apresentam. muito importante. As características do velo devem estar de acordo com os padrões da raça. Cuidados a serem tomados e pontos a serem observados: l lã sem brilho. Temos. 3. grossura uniforme em toda a sua extensão e com barriga e pernas bem cobertas de lã. classificadas como concentrados aquosos. ou  AgriculturA e PecuáriA devem apresentar todas as características da sua raça. l muco quase purulento nas narinas. os tubérculos e as raízes. também. por falta de lã.7. peso abaixo do normal e barriga e pernas peladas. geralmente. O primeiro sinal de sarna é o aparecimento de pontas de mechas de lã que se desprendem para então aparecerem várias falhas de pêlos.5. O criador deve conhecer bem o processo e os métodos que devem ser empregados para obter melhores resultados. é um dos fatores críticos para o sucesso do empreendimento. por um período de  meses da última tosquia. um rebanho bastante uniforme em relação ao seu exterior. l para produzir lã de qualidade o ovino precisa apresentar um velo denso. cara muito estreita. O criador deve conhecer bem o momento ou época do ano mais adequada para o acasalamento. eriçada e sem resistência pode ser conseqüência de uma verminose avançada ou decorrente de uma sarna. que é a época mais comum para os nascimentos. em todo o corpo. mal aprumadas e finas. (Fonte: Rural News) 3.6. ainda. focinho fino. isso significa a presença de uma bronquite verminótica. do comprimento e da finura. um período reprodutivo. acompanhado de tosse. peito estreito. l constituição débil. pernas compridas. com elevado teor de fibras e baixo teor de nutrientes digestíveis totais. formando assim. e concentrados que possuem um baixo teor de fibras e um alto teor de nutrientes digestíveis totais.l 3. Reprodução e Manejo A reprodução dos ovinos.

Todavia. no ano de 00 “demonstraram que estas não precisam ser sofisticadas para o acabamento de cordeiros. As raças de lã mais fina por exemplo. (MS). O rebanho deve receber boa alimentação durante todo o ano. O criador deve consultar profissionais da área. pela Emepa.8 Instalações Há instalações simples que podem ser adotadas como em sistema de semiconfinamento que são simples e econômicas. Um experimento apresentado no IV Simpósio sobre Recursos Naturais e Sócio-econômicos do Pantanal. .0 Região mais adequada para criação Sugere-se conhecer as diferentes raças. INDICAÇõEs: Sugerimos conhecer o material apresentado no Simpósio de Ovinos e Caprinos de Corte.9 vacinação e remédios Este é um assunto de extrema importância que afetará o produto final (carne e couro) e que causará grande impacto financeiramente. Para aproveitamento do período fértil os machos devem estar em condições totalmente adequadas à reprodução. respeitando seu hábitos e necessidades básicas”. () 3. o criador deverá estar atento aos cuidados básicos para o desempenho eficiente. estando em condições sanitárias adequadas.seja. em Corumbá. (Fonte: Rural News) 3. dos anos de 00 e 00. o manejo. apenas um cio por ano. se não receber os devidos cuidados. a alimentação e o fornecimento de água que não devem ser precários e a saúde do rebanho. Empresa  . Para que as fêmeas estejam totalmente preparadas para o período de acasalamento. embora os ovinos são bem adaptáveis á diferentes climas. Estas devem ser feitas com base no conhecimento do comportamento dos ovinos. que esclarecerá sobre os pontos cruciais e mais vulneráveis e fará acompanhamento da saúde do rebanho. cada raça apresenta uma época mais indicada para a cobertura. o que restringe as possibilidades de acasalamento de cada fêmea e. as possibilidades reprodutivas. conseqüentemente. apresentam um período reprodutivo maior ampliando as possibilidades reprodutivas para várias épocas do ano. O mais importante é o manejo. juntamente com o criador.

embrapa. GECO .com. 00. haverá também informações sobre manejo. Disponível em: <http://www. Embora este curso vise as doenças que podem afetar a criação.cpap.ovinocultura. Departamento de Zootecnia não ruminates/Esalq/USP Telefone (9) 9- () Albaneze.com. . asp?todo=id&id=91>.br) A Fuvet. 00. 00. Acesso em  de mar. 00. Disponível em: <http://www. Ovinos e Caprinos na UNESP. br/agencia/simpan/sumario/artigos/asperctos/pdf/bioticos/643RB_Roberta_ 1_OKVisto.com.unesp.net/>. Dra.fmvz.uov. com a Dra.Associação dos Criadores de Caprinos e Ovinos da Bahia. Disponível em: <http://www.br/destaque. 00. Ivanete Susin. Disponível em: <http://www. 00. 9 AgriculturA e PecuáriA Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba. MS.com.br>.geco.cjb.Grupo de Estudo de Caprino e Ovino. Roberta de Fátima Goss do Nascimento et al. Disponível em: <http:// www. ACCOBA . Veterinária e Zootecnica de Botucatu.com. número do telefone () -09 está oferecendo um curso (Criação de Ovinos) programado para os nos dias . e  de Abril de 00.br>.Curso: Universidade On Line de Viçosa (http://www. Disponível em: <http://www. Capinet. Faculdade de Medicina. Acesso em  de mar. Agropauta. número do telefone: () -9.pdf>. Disponível em: <http://www. Acesso em  de mar.accoba. Acesso em  de mar.caprinet.br>. Ovinocultura. Glória Lourdes. Acesso em  de mar. Acesso em  de mar. Um modelo de instalação para a criação de ovinos em semi-confinamento na Parte Alta de Corumbá. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA () Profa.agropauta.

Rural News.htm>. Acesso em  de mar. 00.Universidade On-Line de Viçosa. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 0 .com.com.ruralnews. Disponível em: <http://www.br>. Acesso em  de mar. Universidade.br/ovinos/ovinos. UOV . : Disponível em: <http://www. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de mar.uov. 00. Acesso em  de mar.br>. 00.

rebanho. Neste caso a área de plantio serviria como um “greenshop” onde a massa vegetal seria retirada e disposta como alimento para os animais confinados em outra área. assim.cpafac. fazer a experiência em uma pequena área e com poucas reses para não comprometer a produção do palmito que parece aqui como o principal produto. essa deve ser vista com alguns cuidados. a capacidade produtiva da pupunha. pastagem. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o pesquisador Judson Ferreira Valentim da EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – do Acre. amendoim forrageiro.embrapa. com isso. deve-se ter muita cautela ao optar por este tipo de procedimento. pupunha PALAvRAs-ChAvE Há algum animal que possa pastar o amendoim forrageiro plantado junto à pupunha sem que. podendo. primeiramente. http://www.Pastoreio.br/  AgriculturA e PecuáriA PAsTAGEM EM PLANTIO DE AMENDOIM E PUPUNhA . Pois qualquer rebanho mantido na área de plantio da pupunha poderá comer ou pisotear os perfilhos que estejam brotando comprometendo. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs A EMBRAPA-ACRE possui vários trabalhos sobre o amendoim forrageiro e sua associação com rebanhos principalmente bovinos destinados para a produção de leite. Uma opção é utilizar a biomassa do amendoim forrageiro como alimento. danifique a planta para a extração do palmito? Gostaria de fazer uma experiência com carneiros. Com relação à opção de utilizar carneiros.

judson@cpafac.embrapa.br REFERêNCIAs Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de mar.Pesquisador Judson Ferreira Valentim . 00  .

Eu vou comer então este animal! Então o bovino começaria a comer ou-  AgriculturA e PecuáriA PENAs DE FRANGO .Penas. costuma-se fazer uma farinha de penas. sangue. a dizer: isto me é muito monótono. sangue e ossos de outros animais) vão totalmente contra a natureza de um animal herbívoro ruminante. apontando para o fato de que as técnicas de produção animal empregadas para os ruminantes (que utilizam-se de rações “enriquecidas” com carcaças. carcaças e vísceras) em farinhas que serão utilizadas na composição das rações animais é bastante comum nos abatedouros de grande porte. que eu tenha que perambular e me dedicar a morder estas plantas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Normalmente. existe uma grande polêmica sobre os possíveis efeitos que este canibalismo induzido podem provocar nos animais e conseqüentemente na saúde humana. Isto pode ser feito para mim por outro animal. Esta prática de transformar todos os resíduos gerados no processo de abate (tais como penas. penas de frango PALAvRAs-ChAvE Qual o destino que deve ser dado para as penas de frango resultante do abate. Rudolf Steiner. porém. que posteriormente é utilizada na própria alimentação dos animais. onde o volume de penas geradas como resíduo do abate é enorme. no ciclo de palestras “Saúde e Doença!” realizado em 9: “Agora pensem. que o bovino imagina uma vez. Em abatedouros de grande escala. Nas próprias palavras proferidas por Rudolf Steiner. nas pequenas criações de frango as penas que surgem como resíduo do abate são simplesmente descartadas como resíduo orgânico ou aproveitadas em processos de compostagem. criador da Antroposofia. o que pode ser uma boa alternativa. e isso acabaria invariavelmente resultando em manifestações patológicas graves nestes animais. como componente de rações. já havia preconizado o mal da “vaca louca” muitas décadas atrás.

Citado por Alexandre Harkaly no prefácio do livro “A Dissociação entre Homem e Natureza (MIKLÓS. O resultado disso seria que quando o bovino comeria carne diretamente. o que a força faz é produzir muito urato. pensem vocês. Se nós alimentássemos o bovino com pombas. que através desta algo deva ser produzido.W. nós teríamos um rebanho maluco.planetaorganico. de A. Disponível em <http://www. se produz substâncias nocivas. esta força faz algo diferente nele do que de plantas se produzir carne.com. “Uber Gesundtheit und Krankheit – Sobre Saúde e Doença”. mas a fábrica inteira e posta em movimento. mesmo sendo as pombas tão mansas. . cabe colocar o seguinte questionamento: são as vacas que estão loucas ou os loucos são os homens. V. Mas os uratos também tem seus vícios. O bovino iria portanto.tro bovino. dietas estas que são completamente incompatíveis com a sua natureza? REFERêNCIAs STEINER. Rudolf.br/ibdfala2. se encher de substâncias nocivas. Os vícios especiais dos uratos são que eles tem uma fraqueza pelo cérebro e pelo sistema neuro-sensorial. ao começar a ingerir carne. Ed. Dornach: Rudolf Steiner Verlag.A.. 00 Carlos A. a força. Se vocês imaginarem uma fábrica em algum lugar.” A luz destas idéias. Coord. Esta força está nele e permanece lá. que dirigidos por estratégias de produção agropecuária exacerbadamente mecanicistas e ambiciosas. desperdiçada! Se perde uma força enorme.htm> acesso em 0 de jun. ignorantes da verdadeira função e das necessidades dos seres vivos. Mas ele pode produzir ele mesmo esta carne! Ele tem a força em si para isto. que servem para produzir a carne. 00  . Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jun. meus senhores. A. as vacas ficariam loucas. E isto. Ela faz algo diferente nele. As saber. Em vez de se produzir carne. que se perde no corpo animal não se perde simplesmente. a ponto de se formarem grandes quantidades de uratos. e ela produz nada. de uratos e de sais de uréia.). Mas. 99). O que acontece portanto quando em vez de vegetais ele se alimenta de carne? Ele deixa de utilizar as forças dentro dele. estes iriam ao cérebro e o bovino ficaria louco. O animal se entope todo desta força. impõem dietas canibalistas aos animais. que força é perdida.

uma vez que não existem métodos que impeçam que os animais comam os perfilhos do palmito.sebraees. consorciar. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo o Professor Doutor Alexandre Vaz Pires do Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ – USP). alimentando-os com o amendoim forrageiro ou outro tipo de leguminosa nativas ou gramíneas. não se esquecendo que é importante fornecer a criação suplementos minerais em saleiros.asp?id=764  AgriculturA e PecuáriA PLANTAÇÃO DE PALMITO COM CRIAÇÃO DE OvINOs . porém esta alternativa se mostra absolutamente inviável por seu custo e trabalho. ou pulverizar produtos que os repelem não são viáveis uma vez que não impediriam o acesso dos animais as plantas.com. O ideal é que se crie os animais separados da plantação de palmito pupunha. Estratégias como plantar determinados tipos de plantas que os carneiros “não gostem” ao redor dos palmitos. que constituem a base da alimentação dos ovinos. sobre ovinocultura: Maiores informações sobre a ovinocultura estão disponíveis no site SEBRAE – ES (Serviço Brasileiro de Apoio á Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo) no campo “Idéias de negócio – Criação de carneiro – Ovinocultura”. ovino PALAvRAs-ChAvE Criar carneiros junto com a plantação palmito pupunha consorciada com amendoim forrageiro. palmito. não é possível e nem viável se consorciar a criação de ovinos com a plantação de palmito pupunha. carneiro. E saber se isso é possível. para tal necessita de informações acerca de alimentos que não sejam do agrado dos animais.Ovelha.br/IdeiasNegocios/pag_mos_ide_neg. criação. cercar cada pé de palmito com uma cerca relativamente alta seria a única maneira de se evitar o acesso. que pode ser acessado pelo link: <http://www.

cnpc.aspaco.embrapa.embrapa. Já a respeito do manejo produtivo dos caprinos e ovinos recomendase a artigo também da EMBRAPA Caprinos. REFERêNCIAs EMBRAPA.br/upload/sbrt1843. Km 0 .org.embrapa.  Cep: 0-000 São Manuel .br > CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Recomenda-se a leitura das Respostas Técnicas e artigos acima citados.cnpc.Zona Rural .htm>. Disponível em: <http://www. Alexandre Vaz.embrapa.Associação Paulista de Criadores de Ovinos End: Av. 00 PIRES.br >. Acesso em:  de maio.br > ASPACO .cnpc.Caixa Postal D-0 Cep: 0-90 .htm > INSTITUIÇÕES: EMBRAPA:Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro Nacional de Pesquisa de Caprinos End: Estrada Sobral/Groaíras.ibict.pdf> Sobre a alimentação de caprinos e ovinos recomenda-se a leitura do artigo da EMBRAPA Caprinos.Sobral-CE Tel: () -000 / Fax: () -0 Site: <http://www. disponível em: <http://www.&tipoobjeto=3&objeto=764&botao=0 > Também sobre a criação de ovinos existe uma Resposta Técnica já elaborada e disponível no site do SBRT que pode ser consultada através do seguinte link: <http://sbrt.SP Tel: () 9 00 Site: <http://www.br/alimentacao. Professor Doutor do Departamento de Zootec . Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. José Horácio. disponível no seguinte link: <http://www.cnpc.br/manejoprodutivo.

00.sebraees.SEBRAE – ES. Acesso em:  de maio.sbrt. 00 SBRT.br>. Acesso em:  de maio. Disponível em: <http://www. .br>. Annelise Gomes de Carvalho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA nia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ – USP).ibict.com. Disponível em: <http:// www. Serviço Brasileiro de Apoio á Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.

campo Gostaria de obter algumas comparações entre o plantio de tomates envarado no campo e em estufa: os consumos de água. quantidade excessiva de água. Ventos fortes também são prejudiciais à cultura. as contaminações ao meio-ambiente. a não ser obviamente sob cultivo protegido. Informações publicadas pelo IBGE com base na produção agrícola municipal de 000. O clima ideal para seu cultivo é aquele com temperatura amena durante o dia e fria durante as noites. tomaticultura. O cultivo de tomate apresenta também condições favoráveis de plantio em altitudes em torno de 00 metros. entre outros IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O tomate é uma hortaliça de consumo universal. É medianamente  . Regiões com temperatura média acima de 0ºC não são recomendadas para o cultivo dessa hortaliça. mais precisamente entre 0-ºC no dia e -ºC à noite. estufa. tanto in natura como industrializado. com grande expressão econômica no setor primário. sendo necessária a instalação de quebra-ventos em locais sujeitos a essa intempérie. plantação de tomate. agrotóxicos. tomate. ou seja. ha. A época chuvosa. Outro fator prejudicial à cultura é a “água na folha”. O tomateiro (Lycopersiscon esculentum Mill) é originário da região andina da América do Sul.9 t/ha e valor de produção ultrapassando um bilhão de reais. o que faz com que o cultivo protegido seja caracterizado como “guarda-chuva”. as áreas de plantio utilizadas. com produtividade média de . Acima de ºC há uma tendência dos frutos maduros tornarem-se amarelos e não vermelhos.PLANTAÇÃO DE TOMATEs PALAvRAs-ChAvE Olericultura. revelam uma área plantada no país de . porosos. em qualquer região é desaconselhável para o cultivo. O tomateiro exige solos férteis. bem drenados e ricos em matéria orgânica.

seguida de uma insolação forte. “as diferenças entre os dois sistemas de cultivo envolvem vários fatores e deve-se enfocar no final a comercialização. existem grandes agricultores que possuem acima de um milhão de plantas. o solo desprotegido fica propenso à erosão. mestre pelo Instituo Agronômico de Campinas. recebe mais oxigênio. impedindo uma penetração regular de oxigênio e o alastramento correto das raízes. no entanto. pimenta. agrônoma. geralmente. pimentão. por se tratar de uma planta hospedeira de patógenos do tomate. é uma das principais vantagens da produção em estufa. no período de menor oferta do produto. no Brasil. . No cultivo seguinte poderá haver menos emprego de mão-de-obra na preparação da terra. se possível próxima a uma fonte de água limpa contínua.Além do solo apropriado. o que difere é o escalonamento da produção. O sistema radicular das plantas se desenvolve de forma mais eficiente. Os que produzem em estufa. pois entre a produção em campo ou em estufa existe uma série de fatores que devem ser ponderados. Evitar também áreas com jurubeba. enquanto os pequenos produtores se situam em torno de 0 a 0 mil plantas. com topografia pouco ondulada e situada em local que não tenha sido cultivado antes com tomate ou outras solanáceas como. A precipitação da chuva. Segundo Rosa Maria Chung. também na entressafra. é 9 AgriculturA e PecuáriA tolerante à acidez. hoje. Conforme dados da agrônoma. e as bactérias de defesa da planta se multiplicam facilmente. a terra permanece mais estruturada e não sofre as conseqüências da erosão. Esta possibilidade de fornecer tomate o ano inteiro. uma apurada análise dos fatores econômicos e ambientais que envolvem a iniciativa do produtor. ou seja. têm a mesma quantidade de plantas que os pequenos produtores. a área deve ser bem ensolarada. mas é exigente em cálcio e magnésio. pode provocar uma compactação da terra. Além disso. pois a rentabilidade. voltado para fornecer o ano inteiro. onde o produtor irá colocar os produtos e em cima desses dados trabalhar na melhor forma de cultivo”. batata ou berinjela. É aconselhável a retirada de amostras de solo para análise química e física. Em ambiente protegido. o que definirá as adubações e correções exigidas pela cultura. A escolha pelo tipo de plantio e modo de produção requer.

excesso de chuva. nos meses mais quentes (dezembro. já que as culturas não sofrem influência dos fatores negativos quando a céu aberto (OLIVEIRA et al. em alguns casos é necessária a mudança do local da casa de vegetação a cada intervalo de dois anos. O produto de estufa. quando o preço vai compensar o custo do investimento. bem como diminuir a possibilidade de oferecer produtos com resíduos tóxicos. principalmente. proteção do solo contra lixiviação. “sol forte” durante o dia e queda de temperatura à noite. al. os danos do clima podem interferir negativamente na produção. O manejo das plantas nesse ambiente. tem sua qualidade elevada e sua produtividade aumentada. No entanto. conforme Aguiar e Silva são: alto custo em manutenção e conserto das casas de vegetação. Mas o maior problema. Esse aumento de produção é duas a três vezes maior. com um correto controle do ambiente. entre elas: maior proteção contra fenômenos climáticos. bactérias.. devido. Muitas das doenças das plantas podem ser combatidas ou evitadas.bem maior. Existem outras vantagens na utilização desses ambientes fechados ou semi-fechados. uma série de outros problemas pode acometer também a plantação em campo. redução dos custos com fertilizantes e defensivos e melhor controle de pragas e doenças. como toda sorte de vírus. pragas atacam plantas que normalmente são hospedeiras no campo. necrosando o tecido. Outros fatores que podem prejudicar esse tipo de cultivo. doenças no solo e foliares são mais agressivas e difíceis de serem tratadas. nesse tipo de cultivo é o da plantação ficar suscetível as intempéries. o interior das estufas pode atingir temperaturas muito elevadas durante o dia. s/d). entre outras. Quando a plantação é desenvolvida a céu aberto. também requer 90 . janeiro e fevereiro) altas temperaturas associadas a altos valores de umidade podem levar a formação de verrugas sobre as folhas. Em regiões sujeitas a baixas temperaturas ou a períodos de chuva intensos. falta de inimigos naturais para o controle. enfraquecendo as plantas e tornando-as expostas às doenças. Utilizando a estufa o agricultor pode economizar em defensivos e mão-de-obra. FCA/UNESP. fungos nematóides e danos fisiológicos.. 99 in AGUIAR E SILVA et. geadas. o cultivo do tomateiro sob cobertura plástica é uma alternativa bem viável. desde que se planeje as primeiras colheitas em épocas de entressafra. por crescer em um ambiente controlado. granizo. a construção das estufas. Entretanto. o custo inicial para essa produção é superior ao de campo.

Já em ambiente favorável a plantação em campo. Há o uso de agrotóxico em cultivo protegido. pesquisadores da EMBRAPA. etc. Utilizase também cultivares de tomate mais adaptados ao ambiente protegido e com maior valor comercial. para que se tenha bom retorno desse investimento. adubação. No cultivo protegido o custo é em média 0-0% maior. et. porém outras doenças podem aparecer nas condições de alta temperatura e alta umidade como o Oídio que não é comum aparecer em cultivo de campo aberto. al. que permitem uma área molhada contínua ao longo da fileira de plantas.00 . O preço médio pago pelo CEAGESP tem oscilações durante o ano de R$ . permitindo alta incidência de pragas e doenças.00. prejudicando o cultivo. outros fatores devem ser levados em conta. Continuando com informações de Rosa Chung. controle fitossanitário. de acordo com Luz. F. é feita geralmente através de fita e tubos de polietileno com gotejadores posicionados a cada 0 cm. Septoria. O 9 AgriculturA e PecuáriA novas habilidades para os produtores tradicionais. por isso tem-se menos problemas com doenças foliares como a Requeima.J.F. Por isso pode ocorrer problemas de salinização.Conforme dados fornecidos pela agrônoma. Por necessitar de maiores investimentos. utilizando-se o pé direito alto e deixando as laterais “livres” para melhorar a ventilação.R$ 0.00 . . mas as aplicações são mais reduzidas.. a planta. os tomates nobres são comercializados em caixa de papelão e o valor varia na faixa de R$ .00/caixa K (kg).R$ . No cultivo protegido há alta rotatividade do solo e isso acarreta em alguns cuidados para que não se tenha desequilíbrios da microbiologia do solo.” A irrigação no interior da estufa. o custo de tomate em campo aberto atualmente (00/00) está girando em média U$ . “No cultivo de ambiente protegido a alta temperatura é contornado pelo correto dimensionamento das estufas. esse tipo de cultivo requer um maior conhecimento das culturas e das tecnologias envolvidas: irrigação. No cultivo protegido tem-se um menor molhamento das folhas. que cultivam o tomate a céu aberto. Em estufa não ocorre lixiviação de fertilizantes ao solo e o movimento da água é de baixo para cima ao contrário do que ocorre no cultivo em campo aberto.

fato que encarece a irrigação. que pode causar um desequilíbrio hídrico. podendo ocorrer danos irreparáveis ao solo. 9 . utilizando-se de uma estrutura de boa qualidade. A estufa deve estar permanentemente livre de plantas daninhas. A manutenção constante das telas e saias e o controle do trânsito de pessoas dentro das estufas também auxiliam na prevenção da entrada de pragas e doenças limitantes da cultura. bom sistema de irrigação (requisitos para uma produção em estufa). sem a intervenção da chuva. e nos casos em que o agricultor não dispõe de equipamento de recalque e condução. No ambiente da estufa. deverá utilizar critérios técnicos específicos para que a planta receba a quantidade ideal e que não ocorra desperdício de fertilizantes. o cultivo em estufa pode representar economias de água e insumos. reduzindo a fertilidade da terra. No cultivo protegido. nesse sistema não ocorrem chuvas. Se tais critérios forem preenchidos. e o solo não se desidrata tanto pela ação do vento e insolação direta. Nos cultivos comuns.controle fitossanitário das plantas em ambiente protegido deve ser rigoroso. pois além de ser oneroso. como sementes de alto valor. como a. já mencionada. proporcionando maior economia ao agricultor e melhor aproveitamento alimentar das plantas. O uso de telas laterais de sombrite 0 – % evita a entrada de insetos praga voadores como mariposas. As regas são menos constantes em relação aos plantios convencionais. A impermeabilidade do plástico evita que a chuva se precipite diretamente sobre os cultivos. a transpiração das plantas pode ser menor. Isso é importante para as regiões onde a água é escassa. Dentro da estufa o produtor tem todas as condições de controle da umidade do solo. a forma de aplicação de nutrientes precisa ser diferenciada em relação ao campo. uma vez que o microclima criado dentro das estufas pode favorecer. impedindo a lixiviação dos insumos. a severos ataques de pragas e doenças em curto espaço de tempo. salinização. mas estas telas têm o inconveniente de reduzir a ventilação interna e aumentar a temperatura dentro das estufas. O uso de saias de plástico nas bordas da estufa evita a penetração de respingos d´água que podem disseminar patógenos para as plantas que ficam nessa área. como já dito. uma grande parte dos adubos e corretivos são lavados pelas águas das chuvas. Muitas vezes a lavoura é localizada longe da água. pois o produtor.

intitulada Absorção de Nutrientes. Para tanto. A.00.. vende uma planilha de “Custo de Produção . e da Vídeo-aula do Centro de Produções Técnicas.. da Editora UFLA. pelo custo de R$ 0.. do Depto. de 00.). sugerimos algumas publicações que tratam especificamente do assunto. Mello. em casa de vegetação e em hidroponia.embrapa. disponível em <www.Cultivo de tomate estaqueado em campo Cultivo em estufas CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Como já mencionado no corpo da Resposta Técnica. ao custo de R$ . da Universidade Federal de Viçosa. da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da USP. Simone C. mercado produtor. Por último. disponível em: <http://www. de 00 .htm>. uma boa leitura sobre o assunto é o livro de Marco Antônio Rezende Alvarenga. Tomate: Produção em campo. solo. tanto no que se refere às questões ambientais (clima.00. No 9 AgriculturA e PecuáriA . disponível em: <www. de Produção Vegetal. chamado Cultivo de Tomate em Estufa. de 00. por profissional em agronomia ou agricultura. Segundo a Profa. é fundamental uma análise da região em que será implementada a cultura. Fayad. é de muito proveito o trabalho publicado pela EMBRAPA Hortaliças.com.com. são muitos os fatores que devem se levados em conta na escolha pelo cultivo de tomate envarado no campo ou em estufa. custo das produções. 00.00. acesso em  de jan. a FNP consultoria em agronegócios. Análise essa que só poderá ser feita in loco.Tomate em Estufa”. 99.. altitude. Outras sugestões são a Tese de mestrado de J. Sobre produção de tomate em campo para industrialização.br>.br/sistprod/tomate/index.). distribuidor e consumidor da região. acesso em 9 de jan.br>.cnph.cpt. acesso em 9 de jan. que custa em torno de R$ 0. Para um melhor estudo teórico dos tipos de cultivo do tomate. como econômicas (valor inicial de investimento. Crescimento e Produção de Tomateiro Cultivado em Condições de Campo e de Estufa.fnp.

do Depto. AGUIAR E SILVA.com.embrapa. in Scientia Agricola. REFERêNCIAs CHUNG. “O Cultivo do Tomate em Roraima”. LUZ. indicativos e custos de produção podem ser encontrados no site do Instituto de Economia Agrícola.esalq..do. “Quantidade Absorvida e Concentração de Micronutrientes em Tomateiro sob Cultivo Fornecido”. Departamento de Recursos Naturais – FCA/UNESP. MELLO. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA. de 00. al. Ministério da Agricultura. Cultivo de Tomate para Industrialização.embrapa. p. de Produção Vegetal. Rosa Maria. Disponível em: <http://www. Profa. Pecuária e Abastecimento. Tulha Agroinformação. jan.pdf> acesso em 9 de jan. USP.br>. Estufas. et. Dra. disponível em: <www.entanto. acesso em 9 de jan. Disponível em: <http://www. Simone da Costa.pdf> acesso em 9 de jan. Francisco Joaci de Freitas. São Paulo. RR. Disponível em: www..usp. de 00.-. EMBRAPA Hortaliças. cpafrr. Mestre em Agronomia. Ministério da Agricultura. Adriana Luzia. in Circular Técnica 0.gov. et. 00. 00./mar. 9 . Pecuária e Abastecimento. Marcelo Augusto de.sapo.. et.br acesso em 9 de jan.htm> acesso em 9 de jan. 00. Botucatu-SP.iea. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.br/tadeu/Tomate_Domingos_Tadeu. Boa Vista. São Paulo. n.pt/invest/ag00005. 00. v. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. Disponível em: <http://seila.br/sistprod/tomate/index.br/index.lce.. Disponível em: <http://www. da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. al. s/d. de 00.sp.9. Avaliação de Temperatura e Umidade Relativa do Ar em Estufa com Cobertura de Polietileno.cnph. dezembro de 00. Universidade de São Paulo. PONTES.al. Instituto Agronômico de Campinas.tulha. valores.php/cpafrr/publica_es/circular_t_cnica/o_cultivo_ do_tomate_em_roraima> acesso em 9 de jan.

Guilherme Leite Cunha NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 9 de jan.iea.br>. acesso em 9 de jan. de 00. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA .Instituto de Economia Agrícola. Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.gov.sp. Disponível em: <www.

onde há diferenças no crescimento fenológico na conformação da copa e no sistema radicular. há o interesse mundial para que a produção florestal seja feita com um manejo mais próximo ao natural.sbrt. cultivo associado de eucalipto e mandioca Informações sobre como associar a cultura de eucalipto com mandioca. possui em seu banco de dados uma resposta sobre o plantio associado de eucalipto com mandioca. com um prazo menor de colheita. mais eficientemente.PLANTIO AssOCIADO. ainda. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas Uma Resposta Técnica. Disponível para consulta em: http://www. 99). 99). podem utilizar diferentes formas a radiação solar. redução de competição e facilitação (DeBell&Harrington. desta forma. pode ser sumarizado em dois princípios.br/upload/sbrt1031. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O SBRT. E.pdf acesso em: 0 de jul. Atualmente. que irão aumentar os nutrientes do solo. EUCALIPTO E MANDIOCA PALAvRAs-ChAvE Plantio associado. o aumento de produtividade. a umidade e os nutrientes.ibict. Povoamentos mistos. na mistura de genótipos. cultivo associado.Redução da competição pode ocorrer quando dois ou mais genótipos utilizam os recursos do sítio diferentemente e. Plantios florestais consorciados podem ser mais produtivos que plantios puros. Isto se deve ao fato de que as diferentes espécies de plantas demandam ou afetam os recursos e condições do sítio de forma desigual e em tempos distintos (DeBell&Harrington. uma vez que as comunidades naturais de plantas são formadas por misturas de diferentes espécies. 00 Uma outra opção para aproveitar a área de plantio associado à mandioca é o plantio associado com leguminosas. pois possui uma área de  hectares. promover um estímulo diferenciado a microbiota do solo como con9 . Conforme a teoria ecológica.

e teve concentração de nitrogênio e fósforo mais alta que no tratamento com eucalipto isolado. aumentando a diversidade vegetal e a utilização de recursos do ambiente. A intercepção de luz foi 9% maior na mistura com % de albizia que no povoamento isolado e a eficiência de uso da luz foi % superior. podem beneficiar. Na região seca. todo nutriente provém do solo. dois deles numa região de clima úmido e os outros dois em clima seco. o nitrogênio contido nos restos vegetais de leguminosas beneficia a decomposição dos resíduos orgânicos depositados no solo. cujos custos energéticos e financeiros são altos. Desta forma. favorecendo a manutenção da produtividade do povoamento. devido ao menor porte da albizia. quando em associação com eucalipto. Na fase nutricional posterior. O eucalipto consorciado na região úmida foi mais alto e maior diâmetro. tais como Acacia e Albizia têm sido avaliadas e parecem ser promissoras na busca de fontes alternativas de suprimento de nitrogênio. Espécies leguminosas. o retorno dos nutrientes é mais rápido. 9 AgriculturA e PecuáriA . albizia teve pouco crescimento e não beneficiou o eucalipto quanto à altura. é limitada por inadequados níveis de nitrogênio. podendo resultar em acréscimo na produção. mas esta diferença foi atribuída a diminuição de competição por espaço. onde parte do suprimento de nutrientes é mantida pela ciclagem. Foi observado. em muitos locais. neste experimento. maiores taxas de queda de material vegetal e ciclagem de nutrientes. O diâmetro do eucalipto foi maior no consórcio. com capacidade de fixar nitrogênio. Além disso. A produtividade de eucalipto. que povoamentos mistos reduziram a competição e promoveram a facilitação. assim como fixação do nitrogênio nos tratamentos com mistura de espécies forneceram melhorias no solo que podem persistir nas rotações subseqüentes. na qual a exigência por este elemento é bastante elevada. Testes do consórcio de Eucalyptus salign e Albizia falcataria foram feitos em quatro locais do Havaí. Misturas com espécies leguminosas arbóreas.seqüência da diversidade de substâncias exsudadas pelas raízes das diferentes espécies. Neste período. Sugere-se consultar a resposta técnica indicada a cima para obter informações sobre o processo de cultivo associado. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs O estudo acima mostra o benefício do cultivo de eucalipto associado a uma leguminosa. a fase inicial de desenvolvimento da floresta.

adubostrevo.com.REFERêNCIAs ASPECTOS nutricionais de povoamentos puros e mistos de eucalipto.html>. Acesso em:  de jul. 00. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 . Disponível em: <http://www.br/ci/bd/teses/disseracao/t4/ ts005/ts005_05. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jul.

Nigéria. principalmente na Índia. Tailândia. quando os britânicos demandavam grandes quantidades de madeira para construção naval. No sul da Ásia. a área mundial plantada excede os  milhões de hectares. Teça. e temperaturas extremas de °a °C. 99 AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DA EsPéCIE FLOREsTAL TECA .maiores produtores -. do Departamento de Ciências Florestais da ESALQ/USP. como: Togo. Camboja. a cultura de teca é tradicional. A teca é cultivada desde o século XVIII. clima mais favorável. A Tectona grandis. cultivo de Teça PALAvRAs-ChAvE Obter dados técnicos sobre a espécie florestal Tectona grandis e informações sobre forma de cultivo. incluindo. Zaire. Vietnã e Java. Burma. outros países tropicais. popularmente conhecida como Teca. nativa das florestas tropicais situadas entre 0° e °N no subcontinente índico e no sudeste asiático. Quais as particularidades necessárias ao cultivo da espécie no Mato Grosso? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A solução apresentada a seguir consiste na reprodução integral de um texto divulgado pelo Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais e elaborado pela acadêmica Aline Angeli. sendo a espécie cultivada em grande escala. Honduras e Brasil. a teca é uma espécie de alta adaptabilidade com dispersão vertical entre 0 e 00m acima do nível do mar. tipo mais adequado de solo e qualidade das sementes. Trinidad. Devido a sua dispersão geográfica e à variedade de ambientes onde ocorre naturalmente.Tectona grandis. ocorrendo em áreas com precipitação anual de 00 a 00 mm. além dos asiáticos . Camarões. José Luis Stape. porém não resiste à geada. Laos. sob supervisão e orientação do Prof. é uma árvore de grande porte. Atualmente. entre outros.

nem todas germinam. Cada fruto apresenta quatro cavidades.Apesar de poder ser cultivada apenas em regiões tropicais. cilíndricos. cuja cor é marrom viva e brilhante. Seu tronco é reto e revestido por uma casca espessa. a madeira de teca é muito procurada (principalmente) no continente europeu. As flores são pequenas. bem como pela sua rusticidade. de coloração branco-amarelada e se dispõem em panículas de até 0 x cm. laminação e compensados. a árvore atinge entre  a m (raramente acima de m) de altura e diâmetro (DAP) de 00cm ou mais. Informações Botânicas Os frutos são do tipo drupa. Perde as folhas durante a estação seca. de cor marrom e possuem diâmetro de aproximadamente cm. dentro das quais estão as sementes (uma por cavidade). porém. Mundialmente. bem distinto do cerne. onde o preço por metro cúbico supera o do próprio mogno. A primeira frutificação ocorre aos  ou  anos de idade. Essa beleza peculiar faz da teca uma madeira muito procurada para decoração de interiores luxuosos e mobiliário fino. a teca é apreciada pela qualidade de sua madeira. resistente ao fogo. Quando adulta. le00 . Além do efeito decorativo. A Madeira O alburno é estreito e claro. pois trata-se de uma essência caducifólia. a madeira de teca é utilizada para as mais diversas finalidades: construção naval.

Em 9. Painéis de sarrafos são utilizados para a fabricação de móveis. propriedade que facilita a aplicação de preservativos. a área plantada com teca era de cerca de 0 mil hectares.de floresta nativa ou reflorestamento.toda a madeira é aproveitada. as duas últimas são específicas para as áreas de ocorrência natural. portas. quanto cerne contém uma substância semelhante a um látex. apresenta boa resistência a peso. Essa substância também confere resistência a ácidos e protege pregos e parafusos da corrosão. Tanto alburno. denominado caucho. como vigamento. que reduz a absorção de água e lubrifica as superfícies. um preservativo natural contido nas células da madeira. semelhante ao mogno brasileiro. incluindo as toras de pequeno diâmetro obtida nos desbastes. de ataques de pragas que possam comprometer os plantios. A durabilidade é uma característica marcante dessa espécie. ademais.g/cm³ e. esteio ou madeiramento do telhado. O alburno é um material permeável. nos países onde a teca é cultivada. A Experiência de Cáceres. A densidade média da teca é 0. A madeira de pequeno diâmetro é largamente usada na edificação de construções rústicas.A madeira é estável: praticamente não empena e se contrai muito pouco durante a secagem. o alburno possui todas as outras qualidades do cerne. A durabilidade do cerne deve-se a tectoquinona. só o Estado do Mato Grosso já possui mais de 0 mil ha de plantios. A teca também vem ganhando espaço no Amazonas. Nos países onde a teca é explorada . Porém. tração e flexão. no Mato Grosso O IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) testou a qualidade da madeira proveniente de Cáceres e garante que as propriedades físicas e mecânicas são semelhantes às madeiras de teca oriundas do sudeste asiático. decoração interna e também na produção dos mais diversos utensílios. . principalmente devido a estudos como o realizado na Estação Experimental da EMBRAPA do Distrito Agropecuário da SUFRAMA. esse tratamento somente é necessário quando a madeira ficar exposta ao tempo. Manaus-AM. Até o momento são poucos os registros. sendo que atualmente. A estabilidade permite que a teca (madeira) resista à variação de umidade no ambiente. apesar de ser leve. De 0 AgriculturA e PecuáriA nha e carvão vegetal.

permeável. O clima mais propício é o tropical úmido. Deve-se atentar para os seguintes fatores: A teca é exigente em fertilidade de solo. )Período seco de  a  meses. recomenda-se a construção de obras de conservação de solo (curvas de nível e terraços) e o uso das técnicas de cultivo mínimo. Os solos de textura média são os mais indicados. Tanaka 99). bem drenado. por problemas de erosão. econômico e ecológico sustentáveis nessa região. A teca é uma essência exigente em teores de bases trocáveis do solo. bem como uma maneira de conter a pressão de desmatamento sobre florestas primárias e promover o desenvolvimento social. Para Plantar Teca )Precipitação anual entre 00 e 00mm. crescimento de teca e suas relações com os fatores de solo . mas com capacidade média a alta de retenção de água. O melhor crescimento das mudas de teca ocorreram quando as temperaturas diurnas variam entre °e °C e noturnas entre °e °C.acordo com pesquisadores da EMBRAPA. Caso esse tipo de terreno seja utilizado. pode ser uma alternativa de recuperaçãode áreas de pastagens abandonadas e degradadas. matéria orgânica e pH próximo da neutralidade. )A temperatura média anual deve estar acima de °C. metros). 0 . Um estudo de avaliação do estado nutricional. coincidente com o período de temperaturas mais amenas. Terrenos de maior declividade devem ser evitados. que deve ser profundo (mais de . caracterizado por verão chuvoso e inverno seco. sistemas agroflorestais com teca. entre outras espécies. principalmente cálcio (Matricardi 99. mostrou que o melhor desenvolvimento está relacionado à riqueza dos nutrientes. A qualidade da madeira depende desse período seco.

Para uniformizar a germinação. estando prontas para plantio entre  a  meses. resistência mecânica da madeira) das procedências utilizadas. planta-se o fruto e não sementes. 0 AgriculturA e PecuáriA Produção de Mudas Para reflorestar  hectare de teca. quatro quilos de frutos (incluindo provisões para mudas de replantio). de áreas de produção. sem bifurcações etc. seco e abrigado da luz. o que é chamado de semente. são necessários.) e crescimento. Além do aspecto silvicultural.: Comercialmente. na realidade. é importante conhecer as características físicas (densidade. Como desvantagem tem-se o tempo maior. A muda “toco” pode ser transplantada para recipientes individuais ou ser plantada diretamente no campo. As sementes verdadeiras são muito pequenas e delicadas e o fruto é duro demais para ser rompido e liberar as sementes sem danos. baseiam-se em matrizes com adequado formato do tronco (retilíneo. cahamda muda-toco. Sementes melhores. aproximadamente. deve-se levar em conta a qualidade do lote de sementes. Uma alternativa de produção de mudas é através de raiz nua. Obs. Portanto. Essa técnica consiste em podar a planta de forma a reter 0cm da raiz pivotante e cm do caule. Os frutos podem ser colhidos de julho a outubro e armazenados em local fresco. para produção das mudas. Quando a opção for a de produzir mudas por sementes. no espaçamento  x  m. de quatro a onze meses. os frutos de teca devem ser colocados imersos em água corrente por  a  horas. . O melhor substrato é a areia com terra orgânica (na sementeira) e a temperatura ótima é alcançada cobrindo-se a sementeira com lona plástica preta por 9 horas As plântulas germinadas são então repicadas para saquinhos plásticos ou tubetes. trata-se do fruto.

O mercado internacional consome cerca de 00 mil metros cúbicos. mas a oferta ainda é muito menor que a demanda. Arábia Saudita. Itália e Reino Unido. totalizando de 0 a 0 m³/ha ao. • De 0 a 0% da produção total é colhido no corte final. haverá aumento de demanda devido à melhoria no padrão de vida nos países em desenvolvimento. Japão. o preço FOB do metro cúbico de madeira de teca comercial varia de US$ 00 a US$ 000. sendo que a maior parcela é consumida pelo mercado interno dos países produtores. ) Maiores importadores: Alemanha. • O quarto desbaste e o corte final concentram o resultado econômico do do reflorestamento com Teca. também são fatores decisivos para o aumento da demanda. qualidade de semente etc.longo de  anos e num regime com  desbastes. dependendo da qualidade de madeira (com ou sem nós) e bitola das toras. no ciclo recomendado para produção de madeira comercial. Austrália.  milhões de metros cúbicos por ano. porém tem aplicações no meio rural. principalmente europeus. A produção mundial é de. aproximadamente. • A madeira do primeiro desbaste é considerada não-comercial.Mercado De acordo com análises de mercado. Como é o Mercado? ) Maiores produtores: Indonésia. o Brasil possui áreas adequadas para plantio de teca e uma floresta tropical para preservar. Holanda. assim como de produção. clima. O decréscimo da oferta de outras madeiras tropicais que ocorrem em áreas naturais (como o mogno) e a conscientização ambiental dos consumidores. EUA. O mercado brasileiro também é visto como um grande potencial de consumo . Dinamarca. • Atualmente. ) Hong Kong e Cingapura: centros de manufatura e reexportação da 0 .Dados de produtividade Os dados que seguem são referentes a plantios realizados em condições adequadas de cultivo (solo. Afinal. Mianmar e Sri Lanka. esse volume corresponde a valores entre 0 e 0m³/ha. Emirados Árabes. • Os custos de implantação e manutenção são amortizados nos segundo e terceiro desbastes. podendo gerar receita significativa.): • A produtividade média. situa-se entre 0 a  m³/ha/ano.

Consultoria/USP E-mail: esaljrc@esalq.usp.br ESALQ Jr. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Angeli. “Tectona grandis (Teca)”. V. que deverá avaliar as condições do local. no estado do Mato Grosso. selecionar sementes e/ou mudas mais adequadas e monitorar o cultivo. Carlos A. ) Índia e Tailândia: além de produzir. passaram a importar.grandis. buscando identificar e solucionar eventuais problemas e procedimentos incorretos.CEP: 00-90 .  Caixa Postal 0 . Disponível em: <http://www. a experiência realizada em Cáceres.br Telefone: (9) 9-99 INDICAÇõEs: CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Conforme observado no texto. demonstrou-se positiva quanto ao cultivo de Teca na região: as plantas tiveram rápido crescimento e demonstraram boa aptidão. Porém. . 00. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jun.Piracicaba/SP Telefone: (9) -00 Fax: (9) - E-mail: ipef@ipef. deve-se ter em mente que para obter sucesso completo no cultivo é indispensável o acompanhamento de um profissional qualificado na área. de A.br/identificacao/tectona.ESPECIALISTAS / INSTITUIÇÕES: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais IPEF-LCF/ESALQ/USP . Aline.Avenida Pádua Dias. Acesso em: 0 de jun. ipef. 00 0 AgriculturA e PecuáriA teca de Mianmar.asp>.

CapimMassai. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A cultivar Massai é originária da África e foi coletada na Tanzânia pelo Instituto Francês de Pesquisa Científica e Desenvolvimento em Cooperação . As espiguetas são pilosas. % e % para as pastagens de Massai. As inflorescências apresentam ramificações primárias curtas sem ramificações secundárias. baixa fertilidade l apresenta resistência á cigarrinha-das-pastagens 0 . déficit hídrico. distribuídas uniformemente. o capim Massai apresenta: l melhor cobertura do solo.IRD. O verticilo é piloso. Capim-Braquiária MG-. alta acidez. As lâminas apresentam densidade média de pêlos curtos e duros na face superior. Apresenta média tolerância ao frio e boa resistência ao calor. Capim Técnica de plantio. A bainha apresenta densidade alta de pêlos curtos e duros. melhor em %. manejo e bibliografia sobre o Capim-Tanzânia. Comparada á outras cultivares de Panicum maximum. sendo em média. Capim Mombaça.PLANTIO DE CAPIM PALAvRAs-ChAvE Capim-Tânzania. com a metade da superfície externa arroxeada. Tanzânia e Mombaça. respectivamente l maior persistência em níveis mais baixos de Fósforo l maior produção de parte aérea e de raízes em soluções com alta concentração de alumínio l sistema radicular mais adaptado às condições adversas do solotais como: compactação. -alta resistência. É uma planta que forma touceira atingindo altura média de 0 cm. Possui folhas quebradiças. Os colmos são verdes. Essa cultivar possui ótima produção de forragem com grande velocidade de estabelecimento e de rebrota. sem cerosidade e largura de 9 mm.

900 sementes puras. . de matéria seca. de enxofre e para os micronutrientes. Em um grama de sementes da cultivar Massai encontram-se. de espaçamento. Nesta mesma estação. os conteúdos de proteína bruta e digestibilidade in vitro da matéria orgânica nas folhas e colmos foram. e .>  mg dm- O potássio deve estar na faixa de 0 a 0 mg dm-.  Kg/ha. a  mg dm- Solos textura média (-%). ou seja. quando necessário. A produção de sementes puras é de. É necessário adubação fosfatada que eleve os teores de fósforo em Mehlich- para as seguintes faixas: Solos muito argilosos (>%). Avaliados sob pastejo rotacionado. região Centro Oeste. mas requer níveis médios a altos de fertilidade do solo na implantação. 0 a 0 Kg/ha. Uma ligeira compactação favorece a emergência de plântulas. a uma profundidade de  cm. aproximadamente. o plantio deverá ser realizado de meados de Outubro até Fevereiro. Em área adubada e corrigida. em média. verifica-se uma produção de 0% das folhas. 9. de sementes puras viáveis. a pastagem de capim Massai. sendo a época ideal o período de  de Novembro a  de Janeiro. de solo. Recomenda  Kg/ha. aplicação de calcário necessária para elevar a saturação por bases ao mínimo de 0-%. cerca de  t. Recomenda-se para implantação./ha. A quantidade de corretivos e adubos é baseada na análise de solos. na camada de 0 a 0 cm.>  mg dm- l l l Solos argilosos (-%). Desta produção. por exemplo. zinco e boro Em climas com estação chuvosa no verão.l É importante a aplicação de nitrogênio imediatamente após as colheitas de sementes.%. e  e 0 AgriculturA e PecuáriA é menos exigente em adubação de manutenção. respectivamente. sob pastejo rotacionado com  dias de utilização e  dias de descanso produz anualmente. recomenda-se a aplicação de 0 KG/ha. 0% durante a estação chuvosa. O preparo de solo é o mesmo utilizado para a formação de outras pastagens. a semeadura poderá ser feita a lanço ou em linhas não mais do que a 0 cm. de uma fórmula de FTE que contenha cobre. aração e gradagem. Durante o período da seca esta percentagem reduz para %. Para os outros nutrientes.

Acesso em  de fev. Valter Dantas. Pinheiro. Patrícia Menezes.gov.matsuda. Mato Grosso. USP Telefone: (9) 9-0) onde se encontra grande acervo na área de agricultura EMBRAPA http://www. Universidade de São Paulo. Santos.br>. Tocantins. Piracicaba. Luiz Geraldo Teixeira. Mato Grosso do Sul. Pará. o pastejo rotacionado.teses. Disponível em: <http://www. Soria. Piracicaba.Escola Superior de Agricultura “Luis de Queiroz”.usp.embrapa.br>. 00.br METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Viabilidade econômica da irrigação de pas0 . Tese (Doutorado em Agronomia) . Tanzânia) em função da lâmina de irrigação e de adubação. 00.teses. Acesso em  de fev. Acesso em  de fev.com. Universidade de São Paulo. Cv. 00.embrapa. Controle do desenvolvimento das hastes no capim Tanzânia.br/teses/disponiveis/11/11143/tde-04042003-165152/publico/luis. com um período de descanso entre  e  dias. 00. Essa cultivar apresentou excelente desempenho nos seguintes Estados: Acre. Distrito Federal. Disponível em: <http://www.pdf>. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www. 00.Escola Superior de Agricultura “Luis de Queiroz”. f. INDICAÇõEs: Sugerimos consultar a: ESALQ Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”.9%.br/teses/disponiveis/11/11139/tde-17072002-161144/publico/patricia. e sem grandes variações ao longo do ano.pdf>. Grupo Matsuda. f. Tese (Doutorado em Agronomia) .usp. Em função da alta taxa de rebrota e para manter melhor valor nutritivo ao longo do ano recomenda-se. Produtividade do capim-Tanzânia (Panicum maximum Jacq. 00.gov. Acesso em  de fev.

Universidade de São Paulo.usp. Acesso em  de fev.br/teses/disponiveis/11/11140/tde-26042002-095619/publico/lavres. Bastando digitar no campo “Busca” da página principal da mesma: “cultivares capim Tanzânia” O resultado trará não somente sobre o capim da variedade Tanzânia como outros de seu interesse. 00. Universidade de São Paulo. Piracicaba. Acesso em  de fev.pdf>.br/teses/disponiveis/11/11143/tde-17072002164519/publico/valter. 00. Dissertação (Mestrado em Agronomia) . Disponível em: <http://www. f. José. 00. Os títulos de teses acima citados estão disponíveis via Web no site da USP http://www.Lavres Júnior. Disponível em: <http://www.usp. Combinações de doses de nitrogênio e potássio para o capim-Mombaça . .br. Piracicaba. 00. Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de fev.pdf>. 00 09 AgriculturA e PecuáriA tagem de capimTanzânia em diferentes regiões do Brasil.teses. 0f.Escola Superior de Agricultura “Luis de Queiroz”.Escola Superior de Agricultura “Luis de Queiroz”. usp. Dissertação (Mestrado em Agronomia) .teses.

PLANTIO DE EUCALIPTO PALAvRAs-ChAvE Eucalipto. A espécie de eucalipto mais indicada dependerá das condições do terreno. Destaca-se nesta região uma relativa concentração de industrias têxteis e de cimento que utilizam o carvão em seu processo industrial. pois não requer o uso de máquinas no interior da cultura sendo o desbaste geralmente manual. ou seja. O eucalipto saligna se desenvolve melhor em áreas secas. Para áreas encharcadas a espécie robusta se adapta melhor a estas condições. lenha.m. no entanto se o objetivo da cultura é a obtenção de lenha pode-se usar um espaçamento menor como o de . madeira. A desbastagem favorece também o plantio em alta densidade –  desbastagens durante a época de desenvolvimento são recomendáveis. pois aumentam o valor agregado da madeira. desbastar uma e posteriormente até duas visando a exploração da madeira. Pensa em plantar uma densidade relativamente alta e após. engenharia florestal Quer saber se é viável o plantio de eucalipto na região do Vale do Ribeira. seu desenvolvimento para o corte varia de  à  anos e o desbaste é favorável durante este período. 0 . Curitiba e Sorocaba.x. a desbastagem estimula o desenvolvimento da espessura do tronco possibilitando um maior valor de mercado para a madeira ( seu uso não se destinará somente à produção de lenha. o espaçamento e variedade indicados. mas também poderá ser empregada na indústria madeireira de corte. fabricação de postes entre outras finalidades).m ou x. porém seu crescimento é mais lento em relação a espécie saligna (a mais apropriada a produção de lenha). O espaçamento indicado usualmente para o plantio comercial é o de xm. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A região do Vale do Ribeira apresenta um grande potencial para o plantio de eucalipto por estar próxima a grandes centros industriais como São Paulo.

br/esalqjrf/>. José Leonardo de Moraes Gonçalves Dept. Disponível em: <http://www.usp.embrapa. Acesso em:  de fev.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.br/>.ESPECIALISTAS / INSTITUIÇÕES: A ESALQ JR.esalq. Wladimir Barbieri Junior e Matheus Felipe Zonete NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de fev. 00.usp. EMBRAPA Florestas .br/esalqjrf/.esalq. alguns projetos realizados que possibilitam respostas às dúvidas mais freqüentes do pequeno produtor Prof. Disponível em: <http://lcf. Acesso em: . de Ciências Florestais – ESALQ/USP E-mail: jlmgonca@esalq. 00. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA INDICAÇõEs .usp.cnpf. disponibiliza em seu site http://lcf. de fev.br Metodologia do Atendimento/Fontes de informação consultadas/ Bibliografia ESALQ Jr Florestal.

insumo para a produção de celulose e papel. sendo que cerca de 0 encontram-se distribuídas por países com climas e solos bastante diferenciados como os encontrados no Brasil. Seu gênero é representado por mais de 00 espécies. madeira. papel e carvão para siderúrgicas. milhões de toneladas por ano) e alcançamos o maior índice médio de produtividade (0m por hectare ao ano). Chile. cobertura do solo de áreas inclinadas para combate da erosão. Portugal. % das exportações e geram aproximadamente 0 mil empregos. As indústrias brasileiras que usam o eucalipto como matéria-prima para a produção de papel. Essa disseminação deve-se às vantagens que o eucalipto oferece quando comparado com outras essências florestais: gênero de rápido crescimento. De acordo com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). custos de produção do eucalipto. temos a maior área plantada de eucaliptos do mundo (mais de  milhões de hectares). o eucalipto brasileiro se destina basicamente à produção de celulose e papel e ao carvão que abastece as siderúrgicas. África do Sul. facilidade de aclimatação e potencial para usos múltiplos como: produção de lenha. Estados Unidos. Além da produção de celulose. Madagascar. Saber qual o custo por hectare de uma lavoura de eucalipto. Argentina. somos o maior produtor mundial da celulose (cerca de . Itália. de  . celulose e demais derivados representam % do nosso PIB.PLANTIO DE EUCALIPTO CUsTO DA PRODUÇÃO PALAvRAs-ChAvE Eucalipto. produção de madeira. Espanha. reflorestamento. entre outras utilizações. Marrocos e Israel. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O eucalipto é uma espécie florestal oriunda da Austrália e Indonésia. alta capacidade de rebrota. Hoje.

tempo de maturação para corte. o eucalipto tem sido foco de vários estudos. da topografia do terreno. preparo do solo. nos custos de produção e. que envolve tudo que se gasta no primeiro ano com a lavoura e custo de manutenção. com respectivas considerações sobre as variações possíveis destes. são produzidos diferentes tipos de tecido sintético e cápsulas de remédios. perfumes e remédios. até de fatores econômicos ligados ao processo produtivo do mesmo. Esse último pode ser subdividido em custo de corte e custo de transporte.. que estão ligados direta ou indiretamente à determinação dos custos. que representa um terço do custo total do cultivo comercial de eucalipto. alimentícios.. Esse custo e composto. mão-de-obra. acabamentos refinados da construção civil. pisos. Dele também se obtém o óleo essencial em produtos de limpeza. do tipo e da situação do solo. que envolve tudo que for gasto do segundo ano até a período que precede a corta dos eucaliptos. Sendo que serão apresentados a seguir custos médios relativos à produção e comercialização do eucalipto. Dado isso.  AgriculturA e PecuáriA onde se extrai a celulose. Vale ressaltar que esse custo pode variar dependendo da região. Sem falar do mel de alta qualidade produzido a partir do pólen de suas flores. Segundo o Prof. que vão desde estudos sobre a sua fisiologia. do espaçamento entre as mudas. entre outros fatores. O custo médio de plantio é calculado em 000 reais por hectare plantado. combate de plantas invasoras. postes e mastros para barcos. dado o atual contexto do conhecimento cientifico sobre fatores referentes ao eucalipto. gastos com insumos. conseqüentemente. na comercialização e margens de lucro desse insumo. Dr José Leonardo de Moraes Gonçalves. Também o custo de produção. mão-de-obra e maquinários aplicados no processo de plantio. . que refletem diretamente na produtividade. pode ser subdividido em custo plantio. pode-se dividir os custos relativos ao cultivo comercial de eucalipto em custo de produção e custos de comercialização. os aspectos relacionados a eles variam de acordo com a área plantada. A madeira é utilizada na produção de móveis.Sobre os custos é importante destacar que. basicamente. transporte. Um exemplo desses estudos são sobre melhoramento genético tradicional e clonagem. combate de formigas. que acabaram por gerar importantes modificações e inovações. adubação. por gastos com mudas.

é de 0 reais. pois só a partir do contato direto do profissional com o local a ser cultivado. Desempenho Operacional e Custo de Plantio. Esse custo é composto basicamente de gasto no combate de formigas. José Leonardo de Moraes. e que pode ser negociado junto à empresa Junior da ESALQ Telefone: (9) -. No entanto é claro que ele terá seu valor real na dependência.O custo médio de manutenção pode variar entre 00 a 00 reais por hectare. principalmente. que isso calculo de custos se torna possível. cuja resumo está no endereço eletrônico da Esalq Junior Florestal que é: www. Já o custo médio de corte por hectare. Piracicaba 00.br/esalqjrf/resumo_rev%20do%20eucalipto. é aconselhável que se busque ajuda de um engenheiro florestal. Finalmente. usp. Desempenho Operacional e Custo de Plantio. mais informações sobre custo você pode encontrá-las na tese: Qualidade. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Univer . G. cujas referências encontram-se abaixo. Também tem–se um estudo feito pela empresa Junior da ESALQ/USP. Manual e Mecanizado de eucalipytus grandis Implantado com Cultivo Mínimo do Solo. detalhado e exato dos custos referentes ao cultivo e comercialização de uma lavoura de eucalipto. Qualidade. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo. que representa um terço do custo total. p. Dissertação de Mestrado. que também represente um terço do custo total. principalmente. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Para que seja feito um plano específico.htm . Estudo esse que tem como titulo: Viabilidade Econômica do Plantio Comercial do Eucalipto. REFERêNCIAs GONÇALVES. Manual e Mecanizado de eucalipytus grandis Implantado com Cultivo Mínimo do Solo. pode ser calculado em 0 reais. O custo médio de transporte por hectare do eucalipto plantado. vale ressaltar que esse custo pode variar. da distancia a ser transportada. FESSEL.esalq. Victor A.lcf. devido á topografia do terreno. Professor Doutor do departamento de engenharia florestal da ESALQ/USP.

00. Sumário do Plano de Manejo Florestal da Aracruz Celulose S/A.teses.esalq. Disponível em: <http://www.br/pt/ambiente/amb_manejo. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de jun.gov. . Disponível em: <http://www. Viabilidade Econômica do Plantio Comercial do Eucalipto.usp.htm>. Especial Projeto Genolyptos.br/especial/genolyptus4.aracruz.usp. Disponível em: <http://lcf. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA sidade de São Paulo. Projeto da Empresa Junior da engenharia florestal da ESALQ: Esalq Junior Florestal.br/esalqjrf/>. 00.Ministério da Ciência e Tecnologia. Acesso em:  de jun. Acesso em:  de jun. Disponível em: <http://www.pdf>.br/teses/disponiveis/11/11150/tde-15082003-150926/publico/vitor. Acesso em:  de jun. 00. 00.mct. Brasil: Campeão do Eucalipto.com. Acesso em:  de jun.pdf>.

 . indicada para cultivos de outono e inverno. Sementes necessárias: 0 a 90 kg/ha. anual. Na ausência de inoculação. Espaçamento e densidade de semeadura: entre linhas: 0 cm. em cobertura. adubação e quais os fornecedores de sementes. Controle de plantas daninhas: se necessários. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Grão-de-bico (Cicer Arietinum L. a calagem deverá elevar o índice de saturação por bases a 0%. entre 0 e 0 dias após a semeadura. época de semeadura: março a abril. tolerante à seca. Calagem e adubação: utilizar corretivos e fertilizantes conforme resultados da análise do solo. Quando recomendada. principalmente. ou herbicidas adequados. Cultivares: IAC-Marrocos e CNH-.) Descrição: Espécie arbustiva. à diversidade de emprego culinário e ampla aceitação em nosso meio.PLANTIO DE GRÃO DE BICO E LENTILhA PALAvRAs-ChAvE Plantio de grão-de-bico e lentilhas Obter informações sobre o plantio de grão-de-bico e lentilhas. aplicar até 0 kg/ha de PO e 0 kg/ha de KO conforme análise do solo. aplicar 0 kg/ha de N. apresenta extensa variação na forma. se não houver disponibilidade de Rhizobium específico para submeter as sementes à inoculação. tamanho e coloração dos grãos.  a  cultivos mecânicos até 0 dias após a semeadura. É recomendada. para alimentação humana graças ao seu alto valor nutritivo. Qual é a época de plantio. No sulco de semeadura. densidade: - sementes por metro linear.

Seu ciclo é em torno de 0 dias. Quantidade de sementes: 0 a 0 kg/ha. ereta. Edmilson José Ambrosano (). têm alto valor nutritivo e sabor agradável. Cultivares: No Brasil.) Descrição: Planta anual. Sua farinha pode ser utilizada no preparo de pratos culinários árabes. Autores Nelson Raimundo Braga ().  AgriculturA e PecuáriA Colheita: aos 0 a 0 dias após a semeadura. introduzida da Argentina. herbácea. materiais precoces apresentam ciclo de 0 a 0 dias. no Brasil Central. e a cultivar Precoz. ou colheita mecânica em caso de maturação homogênea. Observação: Excesso de água induz crescimento vegetativo com redução na produção de grãos. típica de clima temperado quente e tolerante a períodos de seca.00 a . estando as vagens secas. incluindo-se aqui sua palha. acompanhando o arroz.Produtividade normal: . e no Brasil é mais usada na forma de sopa ou de caldo. Espaçamento e densidade de semeadura: 0 a 0 cm entre as linhas e 0 sementes por metro linear. como adubo verde e forragem. Sua planta é bem ramificada. . Elaine Bahia Wutke. podendo ser usada na alimentação humana. tem bom potencial para cultivo sob irrigação. alemães e italianos. época de semeadura: abril a junho no Sul do País e abril a maio no Brasil Central. Eduardo Antonio Bulisani () Fonte: Boletim 00 Lentilha (Lens Esculenta Moench. o tipo macrosperma (cotilédones amarelos e sementes graúdas) é o preferido. com 0 a 0 cm de altura. Suas sementes são de fácil cozimento e digestão. arrancar ou cortar as plantas para as operações de batedura e trilhagem para remoção dos grãos.00 kg/ha de sementes (com irrigação).00 kg/ha de sementes (sem irrigação) e . No começo do século foi bastante cultivada no Rio Grande do Sul por imigrantes espanhóis.

SP End: Av. Colheita: manual (arranquio das plantas para secagem e posterior trilhagem com mangual ou vara) ou com trilhadora. míldio. Aplicar na semeadura  kg/ha de nitrogênio.com. mosaico.Monte Mor –SP Tel: (9) 9-0 / (9) 9- site: http://www. Edmilson José Ambrosano () Fonte: Boletim 00 FORNECEDORES: Relação de fornecedores de sementes enviadas pela Embrapa – Hortaliças Agrocinco .00 kg/ha.hortec. Não há produtos registrados para o controle até junho/9. 0 kg/ha de PO e 0 kg/ha de KO.com. Santa Tecla. Pode-se observar elevada incidência de acamamento das plantas devido à ação do vento e da chuva. e as pragas: percevejos.br Agrocinco . Sclerotium rolfsii e Fusarium oxysporum). Produtividade: 00 a . 00 9-00 – Bagé – RS Tel: () -00 / () - site: http://www. Nº 0 . e fungos de solo (Rhizoctonia solani.agrocinco.br HORTEC (RS) End: Av. elevar o índice de saturação por bases a 0%. mancha de Ascochyta. Controle de pragas e doenças: podem ocorrer as doenças antracnose.Calagem e adubação: de acordo com a análise de solo.br  INDICAÇõEs: . pulgões. vaquinhas.Bairro: Centro 90-000 .Taguatinga – DF Tel: () - / () 99-9 e-mail: luiga@ig. Roque Presta. tripes e brocas-das-axilas. ferrugem.com. Autores Elaine Bahia Wutke ().

tulio.com. Imperatriz Leopoldina. Conj. SP Tel: () -0 / Fax: () - Site: http://www.asgrow. Alexandre Dante e Sra. Philuvio C.horticeres. SP Tel: (9) -0 / Fax: (9) - Site: http://www.com.com.br SEMENTES SAKAMA End: Av.br Contato: Sr. 9 -000 .sakama.com.nascimento@svseeds.HORTICERES End: Av.com.  0-0 – Campinas.  Caixa Postal  Bairro Cambuí 0-00 – Campinas.com.br e-mail(s): marcio.br SVS do Brasil/ASGROW do Brasil Sementes Ltda End: Rua Sampainho.br e-mail: ayrton.petoseed.P.com.rodrigues@svseeds.junior@svseeds. . Cristina Almeida EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: 9 AgriculturA e PecuáriA e-mail: hortec@alternet. 0 00-0 – São Paulo. Riachuelo – Bairro: Bosque .  Condomínio Ed.br Contato: Sr.br marcia. Riachuelo.com.com.com.br asgrow@asgrow.br e-mail: sakama@sanet.com.com.C. SP Tel: (9) -00 / Fax: (9) -00 Site: http://www. Rodrigues.br TOPSEED/AGRISTAR End: Rd. Gilberto Pozzan .br adangelo@agristar.Itaipava.br e-mail(s): cal@agristar. RJ Tel: () -00 Fax: () -0 Site: http://www.

sp.br/portugues/index.sp. 0 .Instituto Agronômico de Campinas – IAC End: Av. que presta consultoria e auxílio para empreendedores que queiram iniciar um negócio na área da agropecuária.seednews.gov. Outra recomendação é entrar em contato com a empresa Jr da Esalq (Escola Superior de Agronomia “Luiz de Queiros” – USP).usp./9 e-mail: ebwutke@iac.iac.ciagri. Carlos Botelho.embrapa.br e braganr@iac. Barão de Itapura nº  .Centro de Grãos e Fibras Especialistas: Dra. Elaine Bahia Wutke e Dr. e em caso de dúvida. Disponível em: <http:// www. Nelson Raimundo Braga Contatos: tel.usp.sp.br IAC .CEP: 09-90 Tel: () -9000 Fax: () - Site: http://www.Sala 0 - Piracicaba – SP Tel / Fax: (9) 9-99 Site: http://www.Campinas.:(9) . METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA Seed News Revista Internacional de Sementes. Acesso em 0 de jun.SP Tel:(9) - Site: http://www.Caixa Postal  00-90 .br/~esalqjrc/consultoria/historico.php# e-mail: sac@cnph. Brasília/Anápolis .shtml>.gov.br/index. 0 . entrar em contato com os especialistas supracitados.inf.html e-mail: esalqjrc@esalq.cnph. bem como com a Embrapa – Hortaliças.br ESALQ Jr Consultoria – ESALQ/USP Av. 00.embrapa.br Empresa Brasileira de Agropecuária – Embrapa Hortaliças Centro Nacional de Pesquisa de Hortaliças End: Km 09 da BR-00 Rod.gov.br CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Entrar em contato com os fornecedores de sementes.

Disponível em: <http://globorural. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA . Rodrigo Ravani Gurgel NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 0 de jun. É possível plantar lentilha no Centro-Oeste do Brasil?. Acesso em 0 de jun.com/barra.globo.htm>.asp?d=/edic/182/gr_responde1.Globo Rural. 00.

Os porta-enxertos podem ser adquiridos em tubetes prontos para o transplantio em embalagens definitivas. os porta-enxertos devem ser produzidos no interior de ambiente protegido. o viveirista deve obter um documento que comprove a procedência do material. sendo exigidos critérios específicos em relação à formação dos porta-enxertos e das mudas propriamente ditas. Nos casos de compra. As matrizes devem apresentar características genéticas e sanitárias bem definidas. Geralmente. podendo ser cultivadas em condições de campo. produção de mudas de limão Informações sobre como produzir mudas de limão. especificando a origem. variedade e quantidade de porta-enxertos adquiridos. Normalmente. As mudas de citros. ou ser produzidos no próprio viveiro. Formação De Porta-enxertos Em se tratando de mudas certificadas. dentre os quais está incluído o limão. a produção de porta-enxertos tem sido realizada no mesmo telado utilizado para a produção das mudas.PLANTIO DE LIMÃO PALAvRAs-ChAvE Mudas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Seguem-se abaixo os procedimentos desenvolvidos pela EMBRAPA Clima Temperado para a produção de mudas certificadas de gêneros cítricos. os viveiristas têm optado por produzir seus próprios porta-enxertos. limão. assim como de uma série de outras fruteiras. são compostas pela combinação de uma variedade porta-enxerto com uma variedade copa. a partir de sementes de plantas-matrizes ou de sementeiras registradas. Visando uniformizar os tratos culturais e utilizar condições de temperatura e de umidade mais favoráveis à germinação e ao desenvolvi-  . Este documento deve ser uma nota fiscal ou fatura.

em forma cônica. 99). 99). limão ‘Volkameriano’. as quais devem ser mantidas suspensas sobre cabos. Segundo essas normas. 99). são os recipientes mais recomendados pela facilidade de manipulação. Nesse tipo de recipiente. O porta-enxerto mais utilizado no Rio Grande do Sul é o ‘Trifoliata’.variedades de porta-enxerto recomendadas Os porta-enxertos inicialmente eleitos para o Estado do Rio Grande do Sul foram: Poncirus trifoliata. citrumelo ‘Swingle ()’. os tubetes e as bandejas devem ser desinfectados via tratamento térmico ou com produtos químicos. Futuramente. e por proporcionarem uma melhor circulação de ar entre as plântulas (Joaquim. laranja ‘Caipira’. havendo a morte do meristema da raiz pivotante com conseqüente emissão de raízes secundárias. tangerina ‘Sunki’. principalmente por sua tolerância ao frio. Os tubetes de 0 cm. fixados sobre mourões de madeira ou cimento (Carvalho. Os tubetes devem ser dispostos em bandejas plásticas perfuradas. Recipientes para semeadura Os porta-enxertos podem ser semeados em tubetes plásticos. . embora apresente menor vigor em relação a outras variedades. alguns viveiristas têm produzido os porta-enxertos em telados separados das mudas enxertadas. citrange ‘Carrizo’ e laranja ‘Azeda’ (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. com esticadores ou telas metálicas galvanizadas. limão ‘Cravo’. tangerina ‘Cleópatra’. como o hipoclorito de sódio a % (Feichtenberger. tangelo ‘Orlando’. citrange ‘Troyer’. 99). novas variedades poderão ser recomendadas à medida que sejam aprovadas em ensaios experimentais. Após o uso. com quatro a seis estrias longitudinais. a laranja ‘Azeda’ somente deve ser utilizada como porta-enxerto de limões verdadeiros. como o limão ‘Cravo’. substratos para semeadura O substrato deve apresentar propriedades físicas e químicas ade AgriculturA e PecuáriA mento inicial das plântulas. bandejas ou embalagens definitivas. o que atrasa a formação das mudas e o início da produção de frutos. as raízes crescem em direção ao orifício basal. permitindo a distribuição das plântulas em lotes homogêneos.

bagacilho de cana. Pratylenchus spp.quadas para o desenvolvimento das plantas. seguida de correção quími . por autoclavagem (0-0ºC) não são recomendadas por prejudicarem o desenvolvimento da microflora benéfica do substrato (Feichtenberger. e Sclerotinia sp. Graf. argila expandida. Rhizoctonia solani. devendo ser analisado em laboratório credenciado pela Entidade Certificadora e Fiscalizadora do Estado.. em função de propriedades específicas.. Conhecendo as propriedades de um substrato ideal. o viveirista pode optar pela produção própria ou aquisição junto a empresas especializadas. analisando sempre a qualidade. vermiculita. tem que apresentar lotes uniformes. húmus ou turfa (Joaquim. Cada substrato exige um manejo diferente. é muito importante trabalhar com um mesmo substrato. obrigatoriamente. Por isso. possuir composição uniforme para facilitar o manejo das plantas e apresentar um custo compatível com a atividade. 99). 999). 99. o qual. drenagem e capacidade de retenção de água. Phytophthora spp. Rosellinea sp. serragem. A desinfecção química. com fumigantes. recomenda-se que seja realizada a análise de fertilidade do substrato. areia e esterco curtido. Os principais componentes utilizados pelos viveiristas para a produção própria de substrato são: terra tratada. isento de patógenos de solo. e a térmica. A desinfestação desses componentes pode ser feita por solarização em coletor solar ou em sacos plásticos transparentes. O substrato deve ser leve para facilitar o manuseio e o transporte. Segundo as normas e padrões da Secretaria da Agricultura e Abastecimento (99). não conter sementes ou propágulos de plantas daninhas. perlita. e dos nematodos Meloidogyne spp.. apresentar boa porosidade. o substrato deve estar isento dos fungos Armillaria sp. sendo as físicas determinantes por serem de difícil correção. desde a fertilização até a irrigação. o custo e a facilidade de obtenção. palha de arroz. Antes da distribuição nos recipientes. não conter componentes de fácil decomposição. ser suficientemente consistente para fixar as plantas. A maioria dos viveiros de citros tem utilizado substratos comerciais constituídos de casca de pinos. e Tylenchulus semipenetrans.

Nessa concentração ocorre a inativação dos zoósporos de Phytophthora (Feichtenberger. 99). A semeadura pode ser feita utilizando-se de  a  sementes por tubete. A água de irrigação deve ser tratada com cloro ativo ou ser proveniente de poço artesiano. O fósforo deve ser adicionado antes da semeadura. dependendo da variedade e da porcentagem de germinação do lote de sementes. fósforo e cálcio ao substrato. A correção do nível de sais pode ser feita lixiviando-os. No caso de tratamento da água. deve-se tomar bastante cuidado com a aplicação de fertilizantes em excesso. semeadura Primeiramente. Alguns viveiristas têm retirado o tegumento externo das sementes com a finalidade de melhorar a sanidade. A toxidez por sais provoca necrose de folhas. até mesmo. embora seja uma atividade bastante trabalhosa (Graf. . redução do crescimento. 99).  AgriculturA e PecuáriA ca. 999). por meio de formulações de liberação lenta. via fertirrigação. e. 99). Pode-se utilizar a profundidade de  a  cm. Nessa fase. por meio de irrigação em excesso. recomenda-se a adição de cloro na concentração de  a  ppm (Carvalho. a irrigação deve ser feita manualmente ou por meio de aspersores. No caso da utilização de água de poço artesiano. de forma a não descobrir as sementes. Esta é essencial para maximizar o desenvolvimento das plantas. normalmente é necessário acrescentar nitrogênio. 99).A salinização do substrato é um dos problemas mais freqüentes no cultivo de plantas em recipientes. ou semanalmente. deve-se avaliar a presença e a quantidade de sais. as sementes devem ser submetidas a um tratamento térmico a ºC por 0 minutos (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. o que pode causar toxidez às plantas. Deve-se tomar cuidado para não utilizar uma concentração excessiva de cloro. a morte de plantas (Joaquim. Irrigação Durante a germinação e o desenvolvimento inicial dos porta-enxertos. desidratação. Por isso. acelerar e uniformizar a germinação. enquanto que os demais nutrientes podem ser aplicados em cobertura.

normalmente aos 0-0 dias da semeadura (Graf. os porta-en . as plantas de cada variedade devem ser separadas em lotes mais homogêneos. 999). evitando o seu enovelamento. também chamados de sacolas plásticas. Com relação ao substrato. No caso de mudas de citros. como os tubetes. não havendo necessidade de retorno. principalmente se houver atraso no plantio das mudas (Carvalho. A taxa de ocorrência destes híbridos depende da espécie do porta-enxerto. sendo realizada desbrota semanal. 99). influindo na formação e na configuração das raízes. devendo ser eliminadas. inclusive aqueles decorrentes do processo de produção das próprias mudas. realização de lavagens e riscos de contaminação com patógenos de outras áreas. Os portaenxertos devem ser conduzidos em haste única. Recipiente definitivo O recipiente definitivo das mudas deve apresentar dimensões mínimas de 0 cm de largura por 0 cm de altura (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. sendo inversamente proporcional a sua taxa de poliembrionia. Os recipientes de polietileno. para direcionar o crescimento das raízes para o fundo do recipiente. devido às superfícies lisas do recipiente.Condução dos porta-enxertos A área do viveiro deve ser livre de detritos vegetais. porém são reutilizáveis. Graf. os recipientes podem ser de plástico rígido ou de polietileno. 999). Os vasos de plástico rígido são comercialmente denominados de citrovasos ou citropotes. 99. valem as mesmas observações efetuadas na fase de semeadura e de desenvolvimento inicial dos porta-enxertos. Porém. podem rasgar com certa facilidade e estão sujeitos à ocorrência de enovelamento de raízes. Possuem a vantagem de apresentar estrias longitudinais. Normalmente. não ocupam espaço quando vazios e são descartáveis. Transplantio Dependendo da variedade e das condições de cultivo. A suspensão dos vasos em bancadas é essencial para esse comportamento das raízes. apresentam um custo menor. Esse recipiente desempenha um papel determinante no desenvolvimento do sistema radicular das mudas. Os vasos de plástico rígido apresentam um custo maior do que os de polietileno. Para facilitar o manejo. as plantas atípicas e de crescimento debilitado apresentam natureza híbrida.

os porta-enxertos estão aptos para a enxertia  a  meses após o transplantio. Somente para os limões verdadeiros e para a lima ácida ‘Tahiti’.Por ocasião do transplantio. que pode ser uma nota fiscal ou fatura. de forma a não lesionar o sistema radicular. Formação De Mudas Enxertia Dependendo da variedade e condições de cultivo. principalmente clorose variegada dos citros. cancro cítrico. após  a  meses de cultivo. onde será completada a formação das mudas. O transplantio das plantas deve ser feito com o torrão. estando aptos a serem transplantados para os recipientes definitivos. As borbulhas são fornecidas em ramos chamados de porta-borbulhas. que especifique a origem. Trata-se de ramos desfolhados de aproximadamente 0 a 0 cm.  AgriculturA e PecuáriA xertos apresentam 0 a  cm de altura. sendo fixada com fita plástica normal ou degradável (fitilho). evitando a interrupção do crescimento dos porta-enxertos. em ‘T’ normal ou invertido. pois se feita anteriormente dificulta o desprendimento da casca. tristeza e outras viroses (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. Para a produção de mudas certificadas. 99). Esta operação deve ser realizada no dia da enxertia. periodicamente. o que diminui o vigor dos porta-enxertos. a espécie. Para a enxertia. a cultivar e a quantidade de material adquirido. 99). A enxertia deve ser realizada a uma altura de 0 a 0 cm a partir do colo da planta para a maioria das variedades. com relação a mutações e à sanidade. O viveirista deve possuir um comprovante de origem das borbulhas. devem ser retiradas as folhas e os espinhos até 0 cm do colo do porta-enxerto. as borbulhas devem ser obtidas de plantas matrizes ou de borbulheiras registradas. A enxertia deve ser feita por borbulhia. a altura da enxertia deve ser entre 0 e 0 cm (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. O aumento progressivo da irrigação nos dias que antecedem a enxertia é recomendado para melhorar o desprendimento da casca. contendo borbulhas maduras. . deve-se evitar o enrolamento de raízes na região do colo das plantas. cultivadas em ambiente protegido e inspecionadas.

nitrocálcio ou de fosfato monoamônico. o viveiro deve ser inspecionado permanentemente. além das pulverizações preventivas. via água de irrigação. A tela citros. evitando prejuízos à qualidade e ao desenvolvimento das mudas. boro e ferro. por evitar a umidade excessiva no tronco. zinco. de nitrato de potássio. A irrigação localizada por gotejo. quinzenalmente. vaso a vaso. por aspersão ou de forma localizada em cada recipiente. e a aplicação foliar de nitrogênio. fungos e ácaros podem entrar pelos orifícios da tela e algumas espécies de cigarrinhas. De uma forma geral. As desvantagens desse sistema referem-se ao maior custo e ao encharcamento de alguns recipientes devido ao consumo diferenciado de água pelas plantas em diferentes fases de desenvolvimento e em função da espécie de porta-enxerto. Controle de pragas e de doenças O manejo de pragas e de doenças deve ser preventivo e rigoroso. um controle químico adicional com produtos específicos para a praga ou patógeno encontrado. recomenda-se o monitoramento do estado nutricional das plantas por meio de análise foliar e do substrato. procedendo-se as correções em cobertura. via água de irrigação ou da forma convencional. pulgões. 999). controla a entrada da maioria dos insetospraga e vetores de doenças. O uso de armadilhas amarelas com cola adesiva na antecâmara e no  . além de possibilitar a adição de fertilizantes solúveis. quinzenalmente. caso necessário. Deve-se realizar. acaricida e fungicida. para uma adubação equilibrada. No entanto. alternando os princípios ativos para evitar a proliferação de patógenos e de pragas resistentes (Graf. é vantajosa para a produção de mudas sadias. juntamente com os tratamentos fitossanitários. ramos e folhas e a lavagem de defensivos. de acordo com a necessidade de nutrientes. cochonilhas e insetos adultos de minador pela própria porta do telado. pulverizações com combinações de produtos de ação inseticida. A irrigação pode ser feita manualmente. de  mm². na proporção de  a  g por planta. Por isso. Porém. Carvalho (99) recomenda a aplicação semanal. procedendo-se. manganês.Adubação e irrigação A formulação dos adubos e a freqüência de adubação varia em função da variedade e da composição do substrato.

que são atraídas por essa coloração.. Neste sistema de produção de mudas não são formadas “pernadas” ou ramos laterais. as mudas são produzidas e comercializadas em haste única. firme e estreito.Condução do enxerto e formação da muda A remoção do fitilho não degradável deve ser realizada  a 0 dias após a enxertia. quando se verifica o pegamento. 99). com aplicação de tinta na região abaixo e acima do ponto de enxertia (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral. devendo apresentar tecido já amadurecido (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. no momento da retirada do fitilho. segurando com uma das mãos a 0 cm acima do enxerto e curvando com a outra a parte superior da planta até prender na base da muda. 9 AgriculturA e PecuáriA interior do telado é essencial para o monitoramento e controle de insetos. principalmente de cigarrinhas. Outra técnica utilizada para forçar a brotação. Para forçar a brotação. pode ser feito o encurvamento do porta-enxerto. O tutor deve ser fino. sendo chamadas de muda vareta. medidos a partir do colo da planta. como no sistema tradicional em campo. as plantas teriam que permanecer por mais tempo nos recipientes. pode-se enxertar novamente no lado oposto do caule. Desta forma. utilizando o porta-enxerto limão ‘Cravo’. Uma única brotação deve ser conduzida de forma tutorada até o amadurecimento do ramo. 0-0 cm para as laranjas e 0-0 cm para as limas ácidas e limões verdadeiros. cinco dias após o corte do fitilho. 99). pavio ou palito.  dias antes da expedição das mudas (Sempionato et al. consiste em proceder o corte do porta-enxerto  cm acima da enxertia. A haste principal da muda vareta deve ser podada a 0-0 cm de altura para as tangerinas. Caso este não ocorra. . recomendase a utilização de um código de cores para as variedades copa e porta-enxerto. O tutoramento pode ser feito com matéria galvanizado ou não. O pedaço de ramo remanescente deve ser cortado. A região do corte deve ser tratada com pasta cúprica. Para facilitar a identificação e evitar a troca de materiais. Nas condições climáticas do Estado de São Paulo. a muda de haste única fica pronta para o plantio em aproximadamente  meses após a semeadura (Carvalho. para evitar lesões no sistema radicular das mudas no momento em que é introduzido no substrato. Para tanto. 99). o que poderia provocar enovelamento do sistema radicular.

Condenação de viveiros Determinados patógenos e plantas daninhas são extremamente danosos aos citros. e Tylenchulus semipenetrans. dos procariotos Xanthomonas campetris pv. cm e das demais espécies cítricas de 0. dependendo do nível de climatização do telado. 99). Por isso.  cm acima do ponto de enxertia (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. Após a retirada de cada lote de mudas do viveiro. produzidas em ambiente protegido. apresentam um pegamento e vigor superior às mudas produzidas em viveiros a céu aberto. 99). nematodos. tolerando-se um desvio de no máximo  graus. as mudas devem ser isentas desses organismos. Este critério é fundamental para evitar o enovelamento das raízes. O viveiro deve ser condenado pela simples ocorrência em qualquer uma das mudas dos fungos Phytophthora spp. as mudas tipo palito.. citri. O diagnóstico de infecções por bactérias. As mudas certificadas das tangerinas devem apresentar um diâmetro mínimo de 0. Padrão de qualidade das mudas certificadas O enxerto e o porta-enxerto devem constituir uma haste única. em virtude.. paredes e bancadas com hipoclorito de sódio a % ou formaldeído a % (Feichtenberger. Pratylenchus spp. ereta e vertical. A idade máxima para o plantio é de  meses após a semeadura dos porta-enxertos para as mudas de haste única (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. Candidatus liberobacter e Spiroplasma citri. viróides e micoplasmas deve ser feito por laboratório credenciado. muitas vezes inviabilizando a produção. espera-se um atraso de - meses no processo de formação das mudas. vírus. das plantas daninhas Cyperus rotundus (tiririca) e Cynodon dactilon (grama seda) e dos vírus. Rhizoctonia solani. principalmente.99).. e Armillaria sp. Xylella fastidiosa. da qualidade do sistema radicular. dos nematodos Meloidogyne spp. cm. 99). 0 . De forma geral. Considerando a ocorrência de temperaturas médias menores no Rio Grande do Sul e o uso do porta-enxerto ‘Trifoliata’. fungos. Sclerotinia sp. 99). deve-se realizar a desinfecção dos pisos. viróides e micoplasmas patogênicos aos citros (Secretaria da Agricultura e Abastecimento.

sem raízes enoveladas. Estes devem ser preferencialmente fechados ou cobertos com tela com malha inferior a  mm. pós-transplantio. poderão ser comercializadas como “Mudas Fora de Padrão Morfológico”. pós-enxertia e de liberação. As mudas devem receber etiquetas. . Segundo a Secretaria da Agricultura e Abastecimento (99).  AgriculturA e PecuáriA As mudas devem apresentar sistema radicular bem desenvolvido. devendo permanecer protegidas do ataque de insetos vetores em áreas de incidência de CVC e de tristeza (Secretaria da Agricultura e Abastecimento. as mudas produzidas para certificação que não atenderem os padrões morfológicos. o lote seja eliminado antes do final do ciclo e de forma a não contaminar os demais. por um período não superior a  dias. 99). As mudas não devem apresentar ramos quebrados ou lascados. o endereço do viveiro e a identificação das variedades porta-enxerto e copa utilizadas. podendo ser comercializadas. mas que se enquadrarem nos demais padrões de qualidade. e das análises laboratoriais. com raiz principal reta com pelo menos 0 cm de comprimento. É aconselhável a realização de inspeções visuais e de análises laboratoriais periódicas para os principais patógenos durante todo o processo de produção. Os caminhões utilizados para o transporte das mudas devem ser lavados e desinfectados com amônia quaternária antes do carregamento. Controle de qualidade durante o processo de produção das mudas Independentemente das inspeções oficiais. em bancadas com altura mínima de 0 cm do solo. nas quais devem constar o nome e o número de registro do produtor. Armazenamento e transporte As mudas certificadas poderão ser armazenadas fora do viveiro. a muda ou lote de mudas aprovados pela entidade certificadora receberão as etiquetas e o certificado de garantia.Após o recebimento de parecer favorável nas inspeções de pós-semeadura. para que. os viveiristas devem realizar um controle próprio para aprimorar a qualidade das mudas. retorcidas ou quebradas. no caso de ser encontrado algum patógeno.

causadora da clorose variegada dos citros. e amostras de substrato e de radicelas dos tubetes onde se encontram os porta-enxertos prontos para transplantio. EMBRAPA Clima Temprerado. de A.cnptia. 0 dias antes da expedição das mudas. antes do transplantio dos porta-enxertos. Caso seja detectado algum patógeno. Para isto. deve-se coletar amostras do substrato. caso deseje maior segurança. 00  . Esta amostragem deve ser realizada somente na fase final de produção das mudas. porém de tamanho menor. Durante a coleta das amostras. deve-se coletar amostras de substrato e radicelas a uma profundidade de 0 cm do colo das plantas. Disponível em:<http://sistemasdeproducao. V. deve-se evitar lesões nas radicelas. Deve-se retirar uma folha por muda. 000). Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de nov. que será utilizado no enchimento dos recipientes definitivos. REFERêNCIAs OLIVEIRA. “Mudas de Citros”. sendo escolhidas as folhas maduras de coloração verde-oliva.htm>. no mínimo. As amostras devem ser retiradas em fases distintas de desenvolvimento das mudas. 0 folhas de cada lote. o lote de substrato ou de porta-enxertos deve ser eliminado. Para o diagnóstico da bactéria Xylella fastidiosa. coletando-se.. Carlos A. A realização de testes para o cancro cítrico e para a mancha-preta em laboratórios credenciados também é recomendada (Borges et al. Na fase final. evitando os custos de enchimento dos recipientes definitivos.embrapa.Para o diagnóstico de patógenos do gênero Phytophthora e de nematóides nocivos aos citros. devendo o equipamento amostrador ser desinfestado com álcool hidratado a cada mudança de lote. cap : “Etapas da produção de mudas de citros”. devem ser amostrados lotes de mil plantas. deve-se amostrar pelo menos 0 mudas por lote de mil plantas. O viveirista também pode realizar amostragens intermediárias. escolhidas aleatoriamente dentro do lote. Acesso em:  de nov. Na primeira. Roberto Pedroso de et al. 00. pode-se utilizar amostradores semelhantes aos utilizados para a amostragem de sementes ou de solo.br/FontesHTML/Citros/MudasdeCitros/cap03.

que pode ter.% de impurezas e umidade. fósforo. obtendo-se como produto principal o óleo e como subproduto a torta de mamona. depois de refinado. cálcio e magnésio. % de acidez e 0. sendo o ácido ricinoléico o seu maior componente. A mamoneira é uma planta exigente em nutrientes.  kg de óxido de potássio (KO).Mamona.  kg de pentóxido de fósforo (PO). plantio. O ideal é que se proceda à análise do solo antes do plantio. especialmente nitrogênio. Por isso seu cultivo deve ser feito em solos com boa fertilidade natural ou com suprimento de fertilizantes orgânicos ou minerais para produzir bem.() Praticamente toda a produção da mamona é industrializada. Para a extração do óleo industrial utiliza-se a prensagem a frio ou. das sementes completas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O óleo é o mais importante constituinte da semente de mamona. tendo as sementes elevadas concentrações de óleo e proteínas. obtendo-se óleo tipo standard límpido. o que conduz a uma demanda razoável por elementos essenciais. a quente. potássio. para que a adubação e a calagem sejam a melhor possível.  kg de óxido de Cálcio (CaO) e 0 kg de óxido de magnésio (MgO).  AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DE MAMONA – EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE MAMONA . Além disso. extração de óleo PALAvRAs-ChAvE Obter informações gerais sobre produção de óleo de mamona. que tem grande capacidade de restauração de terras esgotadas. brilhante. desde o início do plantio até o produto final. de preferência. no máximo. é um óleo bastante estável em variadas condições de pressão e temperatura. Para uma produtividade de 000 kg/ha de sementes ela retira do solo as seguintes quantidades de nutrientes: 0 kg de nitrogênio (N).

região onde a cultura é emergente.A adubação da mamoneira é pouco estudada no Brasil. algumas recomendações encontradas são apresentadas abaixo. com . sendo parte integrante dos ácidos nucléicos ( RNA e DNA. é ativador de vários sistemas enzimáticos. sendo participante do mecanismo de abertura e fechamento dos estômatos. em espaçamentos mais adensados. Fósforo: É um nutriente de vital importância para a mamoneira . ou quando se faz a adubação com máquinas. Potássio: Elemento essencial que ativa mais de 0 sistemas enzimáticos no metabolismo da mamoneira. Cálcio: Elemento participante da lamela média das células. em função do espaçamento recomendado. principalmente nos estados do Nordeste. pragas e fungos. de uma maneira geral. O nitrogênio deve ser parcelado. Para o Estado de São Paulo. Depois dos mega-elementos. e nos cerrados do Centro-Oeste. Funções dos Nutrientes na Mamoneira Nitrogênio: Elemento de suma importância . responsável pela integridade das  . contudo. como é o caso da BRS 9 Nordestina. sendo participante da formação das proteínas e dos ácidos nucléicos. é o mais abundante elemento na mamoneira. para a qual se usa o espaçamento de m x m. aplicando-se 90 % dele cerca de dois meses após a germinação. no caso do pequeno produtor com o plantio manual e uso de cultivares de porte mais alto. recomenda-se a adubação com NPK na seguinte composição 0 kg de N. deve-se dividir a quantidade total dos fertilizantes pelo número de covas/ha e assim colocar a quantidade por cova.Chega às raízes da mamoneira por difusão. que são supridos pela água (O e H) e pelo gás carbônico (CO) da atmosfera. Contudo. principal região produtora. alem de reduzir a resistência a vários insetos. plantas por hectare. Essa recomendação.  kg de P0 e  kg de K0 por hectare. Para um melhor aproveitamento da adubação. Chega às raízes da mamoneira por difusão. não se aplica quando se planta cultivares de porte anão ou baixo. Carbono e Hidrogênio. Em excesso pode promover crescimento vegetativo exagerado e assim reduzir a produtividade. Oxigênio.

A profundidade de semeadura deverá fixar-se em função da capacidade de armazenamento de água do solo. de forma que. menor a profundidade de plantio. para os outros. Esses aspectos permitem a exposição do solo aos agentes erosivos. Os principais fatores ambientais a serem considerados na escolha da área são: altitude. com baixa capacidade de armazenamento de água. raios solares e ventos. Plantio O plantio da mamoneira deverá ser efetuado em curva de nível ou. A temperatura da região deve ser superior a 0ºC e precipitação pluvial anual de 00 a 00mm.  AgriculturA e PecuáriA membranas celulares e de sua permeabilidade e da capacidade de seletividade. pelo menos. uma profundidade de  a cm. Essa planta apresenta pequena habilidade de proteção ao solo. profundo. recomenda-se o plantio a uma profundidade de  a 0cm e. a profundidade de semeadura deve ser de  a cm. Solos de textura arenosa e. quanto maior a capacidade de retenção de água do solo. com topografia plana a suavemente ondulada. e.Magnésio: Elemento vital. portanto. O solo deve ser fértil. solo e clima.  a 0cm. para anos ou regiões com baixa probabilidade de chuvas. requerem maior profundidade que os solos de textura pesada. A área deve ter altitude superior a 00m acima do nível do mar. . de boa drenagem e não erodido. ativador de vários sistemas enzimáticos e participante ativo da molécula da clorofila junto com o nitrogênio. Semelhante recomendação deve ser dada com relação à incidência de chuva. Escolha da Área O uso de área inadequada para o cultivo da mamoneira pode constituir-se num sério fator de degradação dos solos de uma região. no sentido perpendicular ao escoamento das águas. Para os primeiros. O produtor deverá estar atento ao fato de que o plantio muito profundo pode produzir plantas menos vigorosas e com hipocótilo muito longo. para anos ou regiões com freqüência normal de chuva. como chuva. devido à incidência de fungos e bactérias. podendo também haver possibilidade de não emergência. Ela é cultivada em baixa densidade populacional. relevo. apresenta baixo índice de área foliar e sua exploração exige eficiente controle de plantas daninhas do plantio até 0 dias após a emergência.

em especial os fatores hídricos. de maneira que a floração ocorre num espaço de tempo ligeiramente curto e também são semi deiscentes. Gastam-se de  a kg/ha de sementes para se plantar um hectare. O plantio manual é mais comum para cultivares com sementes de tamanhos médio e grande e em sistema de plantio consorciado. 0mm de chuva. Dependendo da percentagem de germinação e do vigor das sementes.0m). permitindo que a operação de colheita seja feita com um mínimo de repasses. As operações de  . o cultivo da mamoneira na época das chuvas pode se tornar inviável devido a pragas e seria recomendado o seu cultivo na estação seca. A mamoneira é tida como tolerante à seca. Métodos de Plantio O plantio da mamoneira poderá ser efetuado manual ou mecanicamente. doenças. Em regiões equatoriais. deixa-se cair três ou mais sementes por cova. térmicos e luminosos que podem interferir na emergência e na produtividade da lavoura. No caso da mamoneira. cujos espaçamentos entre plantas na fileira seja pequeno (0. Há referências de bons rendimentos com chuvas de  a 00mm anuais (Weiss. há uma redução drástica de rendimento devido ao plantio tardio. Tanto a ausência como o excesso de chuvas no período da floração podem reduzir a produtividade da planta. com excesso de umidade. em função da necessidade de se repetir o processo de colheita  a  vezes durante o ano. Colheita A colheita da mamoneira . há uma correlação direta entre época de plantio e desempenho das lavouras. o ideal recomendado é efetuar a semeadura no início da estação chuvosa após. O plantio mecânico é recomendado para cultivares de sementes pequenas ou médias.época de Plantio A época de plantio está relacionada à incidência de pragas. Nas regiões tropicais. pelo menos. dependendo da disponibilidade de implementos e das condições econômicas do produtor. Quando o índice de incidência de chuvas de uma região aproxima-se do mínimo exigido. é uma das operações mais dispendiosas e que mais consomem mão-de-obra. plantas daninhas e à utilização do substrato ecológico.0 a . 9). As cultivares Nordestina e Paraguaçu apresentam uniformidade na frutificação. Esse método consiste em semear duas ou três sementes em covas previamente abertas.

consiste em se quebrar e/ou cortar os cachos pela base. através da exposição das bagas ao sol ou. indeiscentes. de modo que os frutos se desprendam e caiam dentro do objeto de transporte. permitindo mecanizar-se totalmente o cultivo da mamona. mediante algumas adaptações. de baixo para cima. Colheita mecânica: encontram-se disponíveis no Brasil variedades híbridas. . num esquema de rotação de culturas com a soja precoce e. como a BRS 9 (Nordestina) e a BRS  (Paraguaçu) recomenda-se que a colheita seja feita quando dois terços dos frutos do cacho estiverem secos. pode depender a diferença de lucro ou prejuízo do produtor. Métodos de colheita Colheita manual: a colheita manual é indicada para pequenas e médias propriedades. com plantas de arquitetura compacta e perda parcial das folhas.Quando colher Para evitar perdas nas variedades semi-deiscentes. para isto. secagem e beneficiamento dos frutos da mamoneira são extremamente importantes e. cestos. Nessas máquinas as perdas aceitáveis deverão estar abaixo de %. se tem usado as mesmas máquinas de colher soja ou milho. esses híbridos tem sido cultivados em safrinha. em função da maturação progressiva dos cachos. diâmetro do fruto e maturidade são requisitos importantes para obter-se bom desem AgriculturA e PecuáriA colheita. Quando a produção é grande. A condução da lavoura dentro das técnicas recomendadas e o uso de variedades uniformes quanto ao porte de plantas. deve-se usar pentes feitos de prego sem cabeça ou de pinos de ferro colocados na parte interna superior do depósito. delas. para evitar o transporte de um grande volume que não seja de frutos. canivete. onde a mão-de-obra é disponível e abundante e para as cultivares deiscentes e semideiscentes. especialmente a colheita. A operação deve se prolongar por três ou quatro etapas. na lavoura. para a colheita. recomenda-se efetuar. de porte anão. tesoura ou podão. então. completando a secagem no terreiro. o desprendimento dos frutos. de forma que o cacho seja passado por entre os dentes do pente. Os cachos assim colhidos são depositados em jacás. No Brasil. em secadores mecânicos. utilizando-se faca. carroças ou reboques e transportados para o local de secagem (terreiro ou secador).

d.) desenvolveram um protótipo descascador de mamona. se forem batidos com varas. Descascamento Os frutos semideiscentes. colocados em camadas finas e uniformes de  a 0cm de espessura por um período de  a  dias. Para o dimensionamento do terreiro deve-se considerar uma área de aproximadamente 00m para a secagem da produção de ha de mamona. à tardinha. quando secos. em terreiros cimentados ou de alvenaria. porém alguns frutos retém a casca. que vem sendo colhidos com máquinas destinadas à colheita de soja e milho adaptadas. quando acontece a deiscência das cápsulas. A secagem artificial é recomendada para produções em áreas superiores a 0ha e consiste na utilização de secador mecânico para a retirada da umidade dos frutos.penho das máquinas na colheita. recomenda-se o uso de descascadores mecânicos. dependendo da região. quando secos. Em lavouras tecnificadas. Esses frutos se abrem facilmente. Mialhe et al. amontoá-los e cobri-los com lona plástica para evitar a umidade da noite. onde a colheita e beneficiamento é toda manual. outra prática importante e usual é a desfolha das plantas através da aplicação de desfolhantes 0 a  dias antes da colheita. para uniformizar a secagem e. dotado de um mecanismo que contém dois discos metálicos superpostos e axialmente coincidentes.A temperatura ideal de secagem é de 0° a ° C. formando o que denominamos de “marinheiro” ou “dente de alho”. com o fim de obter-se um produto mais limpo. após o seu desprendimento do cacho. Esse é o procedimento mais usado nos estados do Nordeste. Para ambos os sistemas de secagem. existem grandes plantios no cerrado. atualmente. Para o descascamento da produção de áreas maiores que 0ha e para cultivares indeiscentes. a umidade ideal dos frutos é de 0%. uma vez que as perdas estão acima de %. Durante o dia recomenda-se fazer o revolvimento várias vezes. a natural é recomendada para pequenas produções e é feita expondo-se os frutos ao sol. sendo que a utilização dessas colheitadeiras adaptadas não tem demonstrado eficiência nessa operação. se abrem e não há necessidade de descascamento. secagem A secagem dos frutos pode ser natural ou artificial. (s. No Brasil. sendo um fixo e outro  . O mesmo procedimento deve ser adotado se houver ameaça de chuva.

que distribui o produto uniformemente ao rotor descascador. que ficam totalmente limpos e prontos para o ensaque.mm de largura no topo. Pré-limpeza: composta por uma peneira vibratória e uma coluna de ar produzida por uma turbina que separa as pedras. de °. tendo esta uma comporta de regulagem que funciona como um dosador do produto para a pré-limpeza. na face superior. Outro disco de igual diâmetro localizava-se logo abaixo do primeiro. passa por uma coluna de ar.móvel. fundamentando-se no seu princípio. O disco superior apresentava diâmetro de mm. que também tem a função de separar detritos que por ventura acompanhem a mamona. algumas empresas desenvolveram descascadores de mamona. Sua regulagem é feita por um volante externo. por um anel de borracha de 0. Elevador de Grãos: tem a função de transportar o produto para o processo de descasca (rotor). sua face inferior era revestida de um anel de borracha. revestido. além de um sistema de limpeza. talos e outros corpos estranhos que normalmente acompanham a mamona. onde são separados as cascas e outras pequenas impurezas dos grãos. que realiza a abertura e o fechamento entre os rotores (de acordo com a variedade do produto). na posição horizontal. além de proporcionar alimentação contínua e uniforme ao elevador de grãos. Moega alimentadora do rotor: composta por uma rosca alimentadora. provido de um orifício central. Este processo facilita ainda mais a limpeza do produto. 9 AgriculturA e PecuáriA . revestido com borracha natural com dureza controlada. após ser descascado pelo rotor. O disco inferior era acoplado a um eixo vertical dotado de movimento giratório. Moega de alimentação: local por onde é colocada a mamona. sendo uns de concepção simples e outros de concepção mais complexa. A partir deste protótipo e. em bisel. Limpeza do produto descascado: o produto. composto de um ventilador axial que produzia uma corrente de ar para a retirada das impurezas e cascas. Rotor descascador: composto de dois discos em ferro fundido cinzento. apresentando um ângulo interno. sendo estes detritos depositados em uma gaveta de fácil acesso. A elevação do produto é feita por coluna de ar.

procede-se ao ensacamento. dependendo das condições do produto. a . Necessita o trabalho de duas pessoas. promoveu adaptações no mecanismo descascador para o beneficiamento da mamona.Bica ensacador: apresenta saída direta dos grãos e tem prendedores para sacaria. Em testes preliminares. Acionamento da maquina: poderá ser através de um trator de média potencia. aproveitando um descascador manual de amendoim. Caso a mamona não seja imediatamente comercializada. utilizando-se frutos bem secos.0 ton/h. Capacidade de produção: a máquina apresenta uma capacidade de 0. variedade cultivada e produtividade/hectare. afetando diretamente a germinação e o vigor das sementes e prejudicando a qualidade do óleo. acionado com movimento pendular. os sacos deverão ser empilhados em depósitos ou armazéns arejados. o desempenho do descascamento situou-se entre 0 a 90% com quebra mínima das sementes. Para o processo de extração de óleo Escala De Producao: Industrial 0 . A Embrapa Algodão. da umidade. No armazenamento da mamona existem alguns aspectos que devem ser considerados sementes danificadas têm menor longevidade que as intactas. com vistas a dar vazão às sementes e as cascas que caem sobre uma lona. o que torna a máquina itinerante. sendo uma para o abastecimento da moega e outra para o ensacamento do produto. utilizando-se sacos de aniagem com capacidade para 0 a 0kg. Acondicionamento e Armazenagem Após o descascamento e limpeza das sementes. para posterior separação . As alterações consistiram em colocar tiras de borracha de forma tangencial e perpendicular a um semi-cilindro que. ou a motor elétrico de 0CV. Esta máquina vem sendo usada com eficiência no beneficiamento dos campos de produção de mamona nas estações experimentais da Embrapa Algodão. as injúrias servem para entrada e disseminação de fungos e a presença destes acelera o processo de deterioração. secos e isentos de insetos e roedores. atrita e movimenta os frutos sobre uma tela côncava com malha de abertura adequada.

conforme seu interesse.com http://www. cabendo ao usuario a escolha entre os mesmos. FILTRAÇÃO LTDA.: Os equipamentos relacionados podem contemplar similares Para uma mesma etapa do processo produtivo.PRÉDIO  90-000 POMERODE SC ()-0 ()-0 mauricio.Processo: l Limpeza l Descascamento l Laminacao l Coccao l Moagem l Prensagem l Filtragem INDICAÇõEs: Máquinas e equipamentos: Obs.ercitec.COM.EQUIPS. R: Dr.INDÚSTRIA E COMÉRCIO  AgriculturA e PecuáriA .heinzle@andritz.com.br MAZBRA S/A. RUA HERMANN WEEGE  . José Ranieri -0 Jardim Cruzeiro do Sul 00-0 Bauru-SP Fone: () - Fax: () - http://www.com ECIRTEC EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS INDUSTRIAIS LTDA Fabricante da máquina/equipamento LAMINADOR DE ROLOS ECIRTEC EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS INDUSTRIAIS LTDA Ecirtec Equipamentos e Acessórios Indústriais Ltda. Máquinas/Equipamentos necessários para a Instalação para pequenos negócios EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE MAMONA Fabricante da máquina/equipamento FILTRO PRENSA ANDRITZ SEPARATION IND.andritz.

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nossa cultura popular reza que a mamona “dá” em qualquer lugar. a mamona requer cuidados especiais para que se obtenha resultados compensadores em seu cultivo.A pesquisa de mercado vai ajudar nessa reflexão. Todavia como vimos.com. quem vai fornecer a matéria-prima? Se vai plantar também. Cultivo da Mamona. Disponível em: <http://sistemasdeproducao. focando mais onde vai investir. pois se o projeto é priorizar a produção de óleo.cnpa.br EMBRAPA Algodão EsPECIALIsTAs / INsTITUIÇõEs: http://www.br/FontesHTML/Mamona/CultivodaMamona/index. realmente observamos mamoneiras em várias situações inclusive espontâneas. Santos. 00  . Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de abr.htm>. Robério Ferreira do.html CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs As recomendações são para que defina a sua atuação.embrapa. a área disponível é suficiente para o volume de óleo? Além disso. 00. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA . Barros. RODOVIA JAÚ DOIS CÓRREGOS S/N -KM 0 0-90 JAU SP ()0-00 ()0-0 masiero@netsite.MASIERO INDUSTRIAL S/A.cnptia. Portanto a pesquisa e elaboração de um plano de negócios muito bem detalhado vai fornecer as respostas a esses questionamentos.br/produtos/mamona/index. Maria Auxiliadora Lemos.embrapa. qual será o volume a ser produzido. Acesso em:  de abr.

rotação de culturas e o uso de coberturas verdes. PALAvRAs-ChAvE Indicação de nomes de herbicidas para aplicação em cultura de mandioca com 9 meses de desenvolvimento. Quando são aplicadas as mesmas práticas culturais seguidamente ano após ano no mesmo solo. cultivares de mandioca. A rotação de culturas é um meio cultural que serve para prevenir o surgimento de populações de certas espécies de plantas daninhas a determinada cultura. As coberturas verdes. controle de plantas daninhas. O objetivo principal dessas coberturas é a melhoria das  AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DE MANDIOCA . seleção de variedades adaptadas. manejadas eficientemente. uso de manivas de boa qualidade. com menor custo e melhor qualidade do produto. asseguram o desenvolvimento vigoroso da cultura possibilitando-a de competir com vantagens. são culturas geralmente muito competitivas com as plantas daninhas. a associação plantas daninhas-culturas tende a multiplicar-se rapidamente. controle cultural de plantas daninhas. herbicidas. com as plantas daninhas. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Controle de plantas daninhas em mandioca (extraído de Embrapa Mandioca e Fruticultura) Todo produtor visa obter maior produção por hectare. O controle de plantas daninhas é um insumo agrícola muito importante. devese empregar os insumos agrícolas da melhor maneira possível. cultivo de mandioca. correta densidade de plantio. Para atingir essas metas. mas sem os demais não resulta em maiores benefícios Controle cultural O controle cultural de plantas daninhas inclui todas aquelas práticas agrícolas que. plantas daninhas. a exemplo do feijão-de-porco (Canavalia ensiformis). aumentando sua interferência sobre a cultura. As práticas que contribuem para um bom estabelecimento e desenvolvimento do cultivo são: Bom preparo do solo.Herbicida para mandioca.

A monda ou arranquio manual é o método mais antigo de controle de plantas daninhas. sejam eles de tração animal ou mecanizada. sendo este mais efetivo sob condições de calor e solo seco. onde estas não são alcançadas pela enxada. quanto perenes. a capina manual deixou de ser o método de controle mais econômico. é ainda de grande importância em várias regiões do Brasil. para manter a cultura livre de competição por aproximadamente 00 dias (período crítico de interferência). ) enterrio de pequenas plantas e conseqüentemente a morte por sufocação. a capina manual. muitas dessas plantas possuem grande poder inibitório sobre determinadas invasoras. Em solos úmidos. a roçada e o cultivo mecanizado feito por cultivadores tracionados por animais ou trator.  . ) corte da planta abaixo das gemas de crescimento. Controle mecânico O controle mecânico é realizado por meio de práticas de eliminação do mato. mediante o emprego de arados. Na cultura da mandioca é utilizado. Atualmente. dotados de enxadas asade-andorinha. está em torno de 9 % do custo total. As espécies daninhas anuais são facilmente controladas pelo cultivo. para a remoção de plantas daninhas entre as plantas de mandioca na linha de plantio da cultura. Entretanto. principalmente. entretanto. grades e cultivadores. prejudicando ou até mesmo inutilizando a operação. reduzindo consideravelmente a renda líquida do produtor. mesmo após o corte e formação de uma cobertura morta sobre o solo. o custo de duas limpas à enxada. ou se ocorrer chuva logo após o cultivo as raízes podem se restabelecer rapidamente. apesar disso. O controle por este tipo de equipamento é obtido pelo: ) rompimento da relação intima solo-raiz e a conseqüente suspensão da absorção de água. como o arranquio manual. A cultivação com implementos de tração animal ou mecanizada é um método de combater tanto plantas daninhas anuais bi-anual. Utilização de cultivadores do tipo planet. com o alto custo da mão-de-obra braçal.propriedades físicas e químicas do solo. Estes são bastante utilizados em lavoura de mandioca. A capina manual através da enxada é um meio altamente eficaz no controle de plantas daninhas e ainda é amplamente utilizado na cultura da mandioca.

Controle integrado Consiste na integração dos métodos químico. escolha do herbicida ou mistura mais indicada. redução dos custos e menor efeito sobre o meio ambiente. biológico e cultural. no máximo. quando aplicados antes de sua brotação e nas doses recomendadas. A mandioca é uma planta que apresenta boa resistência a vários herbicidas. Essa mistura é de grande eficácia no controle de mono e dicotiledôneas em várias regiões do Brasil. mecânico. Tanto em pré como em pós-emergência o sucesso da aplicação depende do conhecimento das espécies de plantas daninhas presentes. para redução dos  AgriculturA e PecuáriA . % do custo total de produção e substitui aproximadamente duas limpas à enxada. A escolha do herbicida é conseqüência direta das espécies de plantas daninhas presentes e do seu custo. que são produtos químicos aplicados em pré e pós-emergência do mato para seu controle. evitando atingir as folhas da cultura e quando a mandioca esteja com aproximadamente cinco meses apresentando 0 a 0 cm de haste em relação ao solo. seu estádio de desenvolvimento. Atualmente. condições ambientais. substituindo o controle mecânico. cinco dias depois. Atualmente. uma aplicação da mistura de tanque a exemplo do diuron + alachlor representa segundo Carvalho et al. onde o uso de herbicidas ainda é uma tecnologia de difícil adoção em curto prazo. obter um resultado mais eficiente. ou tratorizado nas entrelinhas da mandioca.Controle químico Consiste no uso de herbicidas. Para os pequenos produtores. Atualmente a maioria dos herbicidas utilizados em mandioca é de pré-emergência total (antes da germinação do mato e da brotação da cultura) e aplicados logo após o plantio ou. a substituição do controle à enxada nas entrelinhas da cultura pelo cultivador tração animal tem se mostrado como excelente alternativa. quando comparado com outros métodos mecânicos de controle. assim. com o objetivo de eliminar as deficiências de cada um deles e. O uso de herbicidas. . condições do equipamento e da sua calibração/regulagem. nas linhas de plantio combinado com o cultivador animal. recomendam-se os herbicidas à base de glifosate em aplicações dirigidas. tem proporcionado o mais baixo percentual em relação ao custo total de produção. (990).

Figura 1 Controle integrado de plantas daninhas utilizando-se feijão-de-porco Na Tabela a seguir são apresentados os principais herbicidas pré e pós-emergentes recomendados pela pesquisa. a exemplo do feijão-de-porco (Canavalia ensiformis) e do caupi próximo às linhas de mandioca. Deve-se tomar o cuidado de evitar o plantio dessas leguminosas. permitindo também ao produtor fazer a rotação da cultura na mesma área.0 m para evitar a competição da cobertura vegetal com a cultura. para o controle de plantas daninhas na cultura da mandioca. Em virtude do alto custo das sementes das leguminosas. Na Figura  é mostrado um exemplo do controle integrado. % e/ou infestação muito alta do mato. RECOMENDAÇõEs  . só justifica sua utilização quando a semente for produzida pelo produtor. pela sua efetividade no controle do mato e na melhoria da estrutura  do solo. A utilização de coberturas verdes (leguminosas de ciclo curto) no controle integrado das plantas daninhas vem se mostrando como uma boa opção para mandioca plantada em fileiras duplas. utilizando-se feijão-de-porco. no Brasil. deixando no mínimo um afastamento de 0.custos das limpas e liberação de mão-de-obra familiar para outras atividades da propriedade. As doses mais elevadas são para solos com teor de matéria orgânica superior a .

/ha 0.. . área aplicada: 0 m X 0. l repetir pelo menos três vezes o mesmo processo para obter uma média. l determinar por diferença a quantidade de água gasta.0 . litros. Lexone SC Gamit DOsE kg do i. herbicidas indicados pela pesquisa . l bombear até obter uma pressão de trabalho desejada. l colocar uma quantidade conhecida de água no pulverizador.9 0.0 0.NOME COMUM NOMEs COMERCIAIs Trifluralina Metribuzin Clomazone Fonte: GOMES e LEAL Trifluralina Nortox. l Marcar 0 m na área onde será realizada a aplicação.0 m. 9 AgriculturA e PecuáriA Tabela 1. faixa de aplicação: 0. Aplicando a fórmula: Vazão = (. X 0. .000 m )/0 m² = 00 l/ha Calibração de pulverizadores tratorizados l Encher o tanque do pulverizador ou colocar uma quantidade de água conhecida.0 éPOCA APLICAÇÃO PPI PRÉ PRÉ Calibração de pulverizadores terrestres Consiste no ajuste correto do pulverizador para regular a descarga do herbicida a um nível constante.0 m = 0 m.a. gasto de água: .000 m ------------------------------------Área aplicada m Exemplo de Calibração de Pulverizador Costal l l l l Distância percorrida: 0 m. Calibração de pulverizadores costais. etc Sencor 0. l procurar manter a pressão e efetuar (realizar) a aplicação a um passo normal.0. uniforme e na quantidade desejada. l determinar a faixa de cobertura do bico ou bicos. calcular a vazão por hectare pela fórmula: Vazão (litros por hectare) = Água gasta em litros X 0..

cnptia. Repetir pelo menos três vezes a operação. l descarga média por bico: . kg/cm. determinar o tempo gasto pelo trator para percorrer os 0 m. Cultivo da Mandioca para a Região dos Tabuleiros Costeiros. kg/cm. Exemplo de Calibração de Pulverizador Tratorizado: l Pressão: . marcar 0 m na área a ser aplicada.br/FontesHTML/Mandioca/mandioca_ tabcosteiros/plantasdaninhas. Disponível em: < http:// sistemasdeproducao.0 l X 0 = 0 litros. l área coberta pela barra: 00 m. Jayme de Cerqueira e LEAL. 0 . Calcular a vazão aplicando a fórmula: Vazão = (0 l X 0. 00. multiplicar a descarga média por bico pelo número de bicos da barra para se determinar a vazão da barra. l tempo gasto para percorrer 0 m:  segundos.000 m )/00 m² = 00 l/ha GOMES.000 m Vazão (litros/hectare da solução) = ---------------------------------------. calcular a vazão por hectare pela fórmula: Descarga de barra em litros X 0. l faixa de aplicação da barra: 0 l descarga total da barra: . 00. l número de bicos: 0.l l l l l l l regular a pressão entre .embrapa. Área coberta pela barra em m em que a área coberta pela barra significa o produto da faixa de aplicação alcançada pela distância percorrida. fixar a altura da barra para se obter uma cobertura uniforme e determinar a faixa de aplicação da mesma. que no caso foi 0 m. e . com o trator parado e com a mesma rotação de trabalho.htm>. Edna Castilho. medir a descarga do maior número possível de bicos para se determinar a descarga (vazão) média de cada bico no mesmo temp o que o trator gastou para percorrer os 0 m.0 litro. Acesso em: 0 de jan. REFERêNCIAs Magda das Graças Costa NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de jan.

que tem disponível toda a metodologia e assistência para o processo necessário para a obtenção de amostras representativas do solo da propriedade. A EMBRAPA MILHO E SORGO é importante fonte de informações sobre as espécies de sementes de milho e outras culturas. ESPECIALISTAS / INSTITUIÇÕES: INDICAÇõEs:  AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DE MILhO . A obtenção dessas amostras deve seguir um passo-a-passo metodológico que garantirá resultados confiáveis. Como e onde pode fazer análise? Voltamos a registrar a importância da Casa da Agricultura nesta questão. Seria problema no solo? Onde e como fazer análise do solo? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Como identificar o(s) tipo(s) de solo: A região da propriedade em questão conta com excelente infra estrutura para a assistência do agricultor. órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo). não houve desenvolvimento das plantas. Milho. Na região encontram-se alguns laboratórios indicados pela CATI (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral. O cruzamento das informações das análises de solo e das orientações da Casa da Agricultura poderá resultar na identificação da melhor variedade de sementes. Assim sendo recomenda-se o contato direto com a Casa da Agricultura. como também na identificação das possíveis necessidades de correção de solo.Plantio de milho. É importante registrar que a região em questão não é tradicionalmente intensiva na produção de milho. Esses laboratórios utilizam o moderno Sistema IAC de Análise de Solo e participam do Programa de Controle de Qualidade. solo PALAvRAs-ChAvE Plantou sementes de milho sem saber o tipo de solo e da semente.

A pesquisa de mercado e no caso a pesquisa do que a região produz é importante. Silvana Floripes Carolino CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Como todo negócio. METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA EMBRAPA Milho e sorgo . para que não ocorra a perda das sementes. Acesso em 0 de mar.cnpms.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.Instituto Agronômico http://www. antes de iniciar qualquer atividade. Disponível em: <http://www. Casa da Agricultura Santa Isabel Rua Leopoldo da Cunha Lima.cnpms.gov. o planejamento é fundamental.  Telefone () -0 Responsável: Eng.sp. Cândido Xavier de Almeida e Souza  Telefone () 99- e-mail edr.embrapa. 00  .htm Possui material muito interessante sobre cultivo do milho IA .EMBRAPA MILHO E SORGO http://www. .br>.iac.00. Sérgio Vallejo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 0 de mar.gov.br/ Regional agrícola de Mogi das Cruzes Av.br O município de Santa Isabel é integrante da regional de Mogi das Cruzes.mcruzes@cati.br/publicacoes/milho.sp. Agr.embrapa.

Seringueira, plantio de seringueira

PALAvRAs-ChAvE

Obter informações sobre plantio da seringueira

IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA

1. INTRODUÇÃO 1.1. seringueira Este nome é dado a diversas espécies do gênero Hevea (família das Euforbiáceas), a célebre “árvore borracha” (). 1.2. Origem A seringueira tem origem no centro Brasileiro-Paraguaio, especificamente no vale do Rio Amazonas. (º LN a ° LS) (). Na margem de rios e lugares inundáveis da mata de terra firme. Existe na floresta Amazônia mais  espécies de seringueira, toda do gênero Hevea e muito parecidos com essa espécie (). 1.3. Nomes Populares Seringueira, seringa, seringa-verdadeira, cau-chu, árvore-da-borracha, seringueira-preta (AC), seringueira-branca (). 1.4. Distribuição geográfica Os plantios comerciais encontram-se entre as latitudes ºN (China) e º S (litoral de São Paulo). 1.5. Importância econômica No Brasil, na área tradicional, a heveicultura tem abrangência na Amazônia Tropical Úmida, Mato Grosso e Bahia. Em áreas não tradicionais, é cultivada nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Maranhão, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. No Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba estão concentradas as 

AgriculturA e PecuáriA

PLANTIO DE sERINGUEIRA E PRODUÇÃO DE LATEX

maiores plantações do Estado de Minas Gerais, alcançando produtividade de, aproximadamente, .00 kg de borracha seca/ha/ano. Do ponto de vista social, a heveicultura é muito importante principalmente, na fixação do homem no campo, pois produz o ano todo. 2. vARIEDADEs Os clones mais produtivos são os orientais, como: PB , PR  e RRIM 00 e o clone nacional IAC , com produções em torno de .00 kg de borracha seca/ha/ano (). 3. APTIDÃO CLIMÁTICA As áreas de cultivo comercial da seringueira situam-se entre latitudes de ºN até ºS, o que evidencia adaptação a vários padrões climáticos. 3.1. Temperatura A seringueira desenvolve-se melhor em temperatura média do ar anual 0ºC, sendo que os limites térmicos mais favoráveis à fotossíntese estão entre ºC e 0ºC. Para o fluxo de látex, o intervalo entre ºC e ºC é o mais indicado. A seringueira é susceptível à geada, principalmente na fase jovem. Os primeiros danos letais ocorrem nas folhas em temperatura de 0°C a -°C. Temperatura menor que -°C é letal para a maioria dos clones. Em temperatura aproximada de 0ºC o crescimento é nulo. 3.2. Altitude As seringueiras não toleram geadas, logo o plantio não deve ser feito em altitudes muito elevadas, onde ocorrem com freqüência. Em altitudes de 90m, no Triângulo Mineiro, a cultura apresenta um desenvolvimento muito bom. Em São José do Rio Preto, em São Paulo, a 00m de altitude, a cultura tem um excelente desenvolvimento (Planalto Paulista 0-0m). 3.3. Fatores hídricos Evapotranspiração real anual (ER) > 900 mm. Deficiência hídrica anual (Da) < 0 mm, distribuídos em  a  meses no máximo. Precipitação anual maior que .00 mm. Regiões com umidade relativa do mês mais seco (URs), situando entre 0% e %, ER superior a 900 mm e Da entre 0 mm a 00 mm são considerados preferenciais para o desenvolvimento da seringueira. 

4.1. Escolha da área de plantio Plantar em solos bem drenados com pelo menos  m de profundidade e livres de camadas de impedimento à penetração de raízes (camadas compactadas, adensadas e/ou altos teores de Al e baixos teores de Ca). Ocorrendo qualquer um destes impedimentos, se possível, fazer as devidas correções. 4.2. Calagem Para calcular a quantidade de calcário a ser aplicada, utilizar o método de Al e Ca + Mg trocáveis, usando Y variável em função da textura do solo e X igual a , ou o de elevar a saturação por bases, a 0%. Em áreas mecanizáveis, o calcário deve ser incorporado na camada de 0-0 cm antes do plantio. No entanto, em seringais já formados, a calagem deve ser repetida a cada dois anos, de acordo com os resultados da análise de solo. A correção será feita de modo a atingir  cmolc/dm de Ca + Mg no solo, utilizando-se calcário dolomítico (calcário em t/ha =  - Ca + Mg). Já em terrenos com declives acentuados, onde a calagem em área total não é viável, recomendam-se as seguintes práticas: Abrir as covas de plantio com as dimensões mínimas de 0,0 x 0,0 m de boca por 0,0 m de profundidade, procedendo-se à calagem à base de 0g/cova para cada tonelada/ha de calcário recomendada pela análise do solo; Para o o, o, o e o anos de idade do seringal, proceder à calagem em sulcos rasos, paralelos às linhas de plantio, distanciando-se de , ,  e  m, respectivamente. A dose recomendada, pode ser, empiricamente, convertida em 00 g de calcário dolomítico por 0 m linear de sulco, para cada tonelada/ha de calcário, recomendada pela análise do solo. 4.3. Preparo da cova Quando a cova for feita manualmente, ou mecanicamente, por meio de perfuratriz, ela deve ter as dimensões de 0,0 m x 0,0 m de boca e 0,0 m a 0,0 m de profundidade, devendo os corretivos e fertilizantes ser bem misturados com toda a terra necessária para o total enchimento da cova. No caso de o plantio ser feito em sulcos, estes devem ser abertos com a profundidade de 0,0 m a 0,0m, fazendo-se, após, uma coveta, com enxadão, para ajustar a profundidade mínima de 0,0 m. 

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4. sOLO, CORREÇÃO E ADUBAÇÃO

4.4. Adubação para formação de mudas 4.4.1. Mudas em sacola plástica (6 dm3) Para o preparo do substrato, utilizar duas partes de terra peneirada para uma parte de esterco de bovino curtido. Para cada m desta mistura, adicionar 00 g de PO + 00 g de KO. Como fontes de fósforo, recomendam-se, preferencialmente, aquelas que contenham também magnésio e micronutrientes. Caso contrário, deve-se acrescentar uma mistura de  g de MgO + 0, g de B + 0, g de Cu + , g de Zn por m de substrato. Como fonte de potássio, utilizar o cloreto de potássio. Em cobertura, após a repicagem, aplicar mensalmente, por meio de regas, uma solução de 0 g de sulfato de amônio por 0 litros de água, para cada m de canteiro. 4.4.2. Mudas em viveiro a pleno solo Antes do transplantio, abrir os sulcos de plantio com 0 cm a  cm de profundidade e incorporar 00 g de PO por 0 m linear de sulco, preferencialmente nas formas que contenham também magnésio e micronutrientes. Não sendo possível, acrescentar uma mistura de 9 g de MgO + 0, g de B + 0, g de Cu + 0, g de Zn por 0 m linear de sulco. Em cobertura, aplicar 0 g de sulfato de amônio+ 0 g de cloreto de potássio por 0 m linear, em filete contínuo, com a terra úmida. A primeira aplicação será feita após a completa maturação das folhas do primeiro lançamento. Novas aplicações serão feitas a cada lançamento, até atingir o ponto de enxertia. Adubação para formação do jardim clonal: Recomenda-se fazer a calagem em área total e a mesma adubação de plantio e cobertura indicada para o o ano agrícola da formação do seringal (Tabela ). Para a manutenção do jardim clonal, aplicar 0-90-0 kg/ha de N, PO e KO, para solos com baixos teores de P e K, parceladas em três vezes durante a estação chuvosa. Para solos com teores médios ou altos de P e K, reduzir essas doses para / ou /, respectivamente. 4.4. Adubação de formação e de produção do seringal Tabela  - Adubação de formação e de produção do seringal 

Época da N/ Adubação

PO mg de P/dm de solo Baixo Médio Alto

KO/ mg de K/dm de solo Baixo Médio Alto >0   

o ano agrícola Adubação em cova 0 dias pósplantio 0 dias pósplantio o ano agrícola o ano agrícola o ano agrícola o ano agrícola em diante

< -0 >0 <0 -0 ----------------------------- (g/planta) ---------------------------   0    0 0 

0 0 90 0 

90  0 

0 0 90 0 

0  0 

0 0 90 0 

0 0 0 0 

0 0 0 0

1/ As doses de N e K2O, a partir do 2o ano agrícola, serão parceladas em três vezes e aplicadas no início, meio e fim da estação chuvosa.

5. FORMAÇÃO DE MUDAs O sucesso da heveicultura, além de outros aspectos, depende basicamente da utilização de mudas de qualidade superior, sendo fundamental a produção de porta-enxertos vigorosos e a escolha de clones adaptados à região, com alto potencial de crescimento e produção. 5.1. sementes O armazenamento das sementes é feito em saco plástico de  a  kg, colocando apenas  a  kg de semente em cada saco, fazendo-se  a  furos no saco, para permitir uma pequena troca gasosa. Conservar em local fresco e arejado. 5.2. sementeira Localizada próxima do viveiro e da água. O canteiro é preparado com areia lavada, serragem curtida ou terriço deve ser coberto a um nível de 0 a 0% de sombreamento. Em regiões muito frias à noite, proteger os canteiros lateralmente. O semeio é feito, pressionando as sementes até cobrir a sua micrópila (poro germinativo), espalhando-se  a  kg de semente/m de can

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teiro. Irrigar duas vezes por dia. A germinação inicia a partir do ° dia, sendo as plantas mais vigorosas germinadas, entre o ° ao ° dia. Descartar as plântulas germinadas a partir do ° dia. Após a germinação, quando as plântulas atingirem estádio de “patasde-aranha”, pode-se iniciar a sua repicagem para o viveiro. É feita nas horas mais frescas do dia, sempre com solo úmido, eliminando-se as plântulas defeituosas. O plantio é feito a uma profundidade , cm da superfície do solo, tendo-se o cuidado de não separar a semente da plântula. 5.3. viveiro Deve ser bem localizado e próximo a vertentes. A irrigação é feita à base de 0 mm/mês. O controle de plantas invasoras, nos primeiros  meses, é feito com capinas manuais. Após este período, pode ser feito com herbicidas, usando-se Gesatop, Gesapax, Karmex, Roundup ( a  L/ha). Viveiro a pleno solo (no chão): Deve ser feito em solos de boa drenagem e profundo, bem alinhado, em formas de blocos, em espaçamento de 0,0 m x 0,0 m em filas sêxtuplas, espaçadas de m entre si, conferindo uma densidade inicial de 0.000 plantas/ha. Viveiro em sacola plástica ( dm): Não usar sacolas transparentes. Neste tipo de viveiro, os blocos serão em  filas duplas espaçadas de 0,0 a 0,0 m e ruas de ,00 a ,0 m. As sacolas são enterradas em / de sua altura, para proteção lateral. 5.4. jardim Clonal É a implantação de matrizes para o fornecimento de borbulhas a serem utilizadas na produção de mudas enxertadas de qualidade superior no que se refere à produção de látex, resistência a doenças e adaptação a diferentes condições edafo-climáticas. Deve ser formado com um ano de antecedência, num espaçamento de ,00 x ,00 m. Os diferentes clones são plantados em balhões distintos, bem identificados por placa e croquis. As hastes devem ser colhidas com o último lançamento foliar maduro, eliminando-se a ponta. O primeiro corte deve ser feito com  a 9 meses após o início da brotação, a uma altura de 0 a 90 cm. Deve-se deixar desenvolver  a  brotações após cada corte. Cada metro de haste fornece em torno de 0 gemas viáveis. O diâmetro das hastes deve ser coerente com o diâmetro do porta-enxerto. O controle de plantas invasoras é feito como em .. 

5.6. Tipos de muda 5.6.1. Toco enxertado de raiz nua Muda enxertada no viveiro a pleno solo e levada diretamente para o campo. Às vésperas do arranquio, faz-se a decepagem dos porta-enxertos a uma altura de 0 a 0 cm do solo. Em seguida, aparar o caule do porta-enxerto em forma de bisel  cm acima da placa do enxerto e a raiz pivotante com cerca de 0 cm de comprimento. Aparar também as raízes laterais a  cm. Proceder à parafinagem da placa do enxerto e aplicar NAFUSAKU (0% de ANA). Este tipo de muda não é recomendado para regiões de período seco definido. 5.6.2. Toco de raiz nua ensacolado Muda enxertada no viveiro a pleno solo e transplantada para sacola plástica. O procedimento é o mesmo do tipo anterior. Neste caso, as mudas estarão prontas para o plantio no campo,  a  meses após serem ensacoladas, quando apresentam  a  lançamentos maduros. 5.6.3. Muda enxertada na sacola plástica Este tipo de muda é produzido no viveiro em sacola plástica, podendo as mudas serem transplantadas para o campo com a gema do enxerto dormente ou até com  lançamentos foliares. Os fundos das sacolas devem ser perfurados, permitindo a passagem da raiz pivotante para o solo e evitar o seu nivelamento. 5.6.4. Toco alto Muda produzida no viveiro a pleno solo, num espaçamento de ,00 x 9

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5.5. Enxertia O processo usado é o do borbulhia por escudagem com placa embutida em janela aberta. O escudo utilizado é uma porção da casca com a gema sem o lenho. O escudo é fixado na janela aberta por meio de uma fita transparente de ,0 a , cm de largura e 0,0 a 0,0 mm de espessura. Retirar a fita após  semanas. Se o enxerto não pegou, enxertar do outro lado. A enxertia pode ser iniciada, quando os porta-enxertos atingirem um diâmetro de , cm, a  cm do solo, condicionada à facilidade de soltura da casca do porta-enxerto e da borbulha. Não pode ser feita sob chuva forte e, conseqüentemente, com o tronco do porta-enxerto molhado.

0,0 m. É usado no replantio ou na substituição de plantas raquíticas no ° ano após o plantio do seringal.

6. IMPLANTAÇÃO E MANEjO

Após a caracterização, limpeza e preparo da área, fazer a divisão dos blocos para facilitar os tratos culturais e programação de sangria. As locações de estradas principais (m) e secundárias (m) devem ser feitas de modo a reduzir o processo erosivo. Recomenda-se plantar um clone por bloco. 6.1. Marcação e piqueteamento Nas áreas planas, as linhas de plantio devem ser marcadas, se possível, no sentido norte-sul, obedecendo ao espaçamento ,0 m entre linhas e , m entre plantas (00 plantas/ha), sempre em curva de nível. Em área declinosas, as linhas de plantio devem ser demarcadas de modo a não se afastarem muito do espaçamento recomendado. Deve-se procurar obedecer a uma faixa entre  m a  m entre linha. Neste caso, é comum a ocorrência de linhas mortas. Posteriormente, faz-se a capina das faixas e, em seguida, a locação das covas, estaqueando-se a linha no espaçamento de , m. 6.2. Plantio Após a abertura e preparo das covas, no início do período chuvoso, fazer o plantio definitivo. No caso de mudas de raiz nua, deve-se firmar bem a ponta da raiz com a ajuda de um piquete, de modo a não formar bolsões de ar. Comprimir bem a terra em volta da muda. Quando o plantio é realizado com muda ensacolada, deve-se levá-la até ao lado da cova, retira-se o plástico e introduz-se a muda na cova, cuidando-se para não destorroá-la. Comprime-se a terra em volta do torrão. 6.3. Replantio Deve ser feito com mudas reservadas para tal e da mesma idade. O replantio não deve ultrapassar a 0% e deve ser feito no máximo até o ° ano após o plantio. Neste caso, usar muda de toco alto. 6.4. Controle de plantas invasoras Controlar as ervas numa faixa de m na linha de plantio, deixando as entrelinhas com a vegetação natural e quando necessário, fazer apenas uma roçagem, caso não sejam feitos plantios intercalares. O 0

6.5. Culturas intercalares Pode-se usar qualquer cultura desde que seja compatível com a seringueira. 6.6. Desbrota A eliminação dos ramos surgidos na haste principal deve ser feita até uma altura de, aproximadamente, ,0m em relação ao nível do solo. 6.7. Condução da copa Deixar crescer  a  ramos bem distribuídos a partir de , m a ,0 m de altura em relação ao solo. No caso de árvores quebradas, se o painel de sangria não foi afetado, cortar em bisel próximo ao ponto quebrado. Se o painel foi afetado, cortar próximo à soldadura do enxerto. 7. DOENÇAs 7.1. O mal-das-folhas Doença causada pelo fungo Microcylus ulei, é o principal fator limitante à expansão da heveicultura no Brasil, notadamente na região Norte do país. O dano maior é a queda prematura de folhas, podendo levar as plantas à morte. É controlada: plantio em “área de escape”; clones resistentes ou tolerantes; enxertia de copa; controle químico -Benlate, Bayleton e cycosin (00g/ha). Em viveiros e jardins as pulverizações devem ser semanalmente no período chuvoso e quinzenalmente no período seco. No plantio definitivo fazer seis pulverizações durante o período de reenfolhamento. 7.2. Mancha areolada Cansada pelo fungo Thanatephorus cucumeris. Seu controle pode ser feito com pulverizações semanais à base de cobre de 0,% p.a., e com Triadimefon, a 0,g de p.a./litro. 7.3. Doenças causadas pelo fungo Phytophthora spp Requeima, queda anormal das folhas, podridão dos frutos, cancro estriado do painel e cancro do tronco. O controle é feito preventivamente, através de práticas culturais pincelamento ou pulverização com fungicidas eficientes nos períodos favoráveis à disseminação 

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controle pode ser feito com herbicida em seringais com mais de dois anos de idade, aplicando-se  a  litros Roundup/ha.

do patógeno e à infecção. Recomendam-se: Ridomil-Mancozeb de 0,% p.a., Aliette (Fozetyl) 0,% p.a., dentre outros. 7.4. Antracnose causada pelo fungo Colltotrichum gloeosporioides Manifesta-se em folhas imaturas, ramos, frutos e no painel. No painel, seu controle é feito com uso do fungicida Daconil 0, p.a, cerconil 0, p.a. e Benlate 0,0 p.a. Nas plantas, muito atacadas, usar uma pasta, após raspagem dos tecidos lesados: 0 g de Benlate + 00ml de óleo vegetal + 00g cal + 00ml de água + 0g de Agrimicina. Ao se reiniciar a sangria, aplicá-la a cm abaixo da região lesionada com tratamentos preventivos a cada  ou  dias conforme as condições climáticas. 8. PRAGAs A principal praga da seringueira é o mandarová (Erinny ello e E. alope). Seu controle pode ser feito com utilização do DIPEL(Bacillus thuringiensis), que atua sobre as lagartas de maneira geral. Os esporos da bactéria são produzidos em laboratório. Ainda pode ser controlada com piretróides (formulados com óleo) ou catação manual em seringais jovens. Outras pragas encontradas, de menor importâncias, são as formigas, vaquinhas, mosca branca, cochonilhas, cupins, paquinhas, coleobrocas, ácaros e percevejos-de-renda. 9. MELhORAMENTO O melhoramento genético no Brasil é feito, principalmente, no sentido de criação de clones tolerantes a doenças e que, ao mesmo tempo, apresentem produção satisfatória de látex. Dentre as espécies de Hevea, reconhecidas no Brasil, a H. brasiliensis (mais produtiva, maior variabilidade genética, menor resistência às doenças), H. benthamiana (muito produtiva e possui variabilidade genética para resistência); H. pauciflora (certa imunidade ao M. ulei, podendo ser indicada para enxertia de copa), H. camargoana e H. camporum (porte baixo) são as espécies mais utilizadas no melhoramento genético no país. A coleta e conservação dos recursos genéticos são importantes como fontes de resistência a doenças e de maior produção. 9.1. Métodos usados na obtenção de clones Testes precoces de avaliação da potencialidade de produção: 

9.1.2. Miniteste de produção ou teste de Mendes ou MTP Teste quantitativo, feito em plantas a partir de seis meses de idade. 9.1.3. Teste Morris-Mann ou hammaker-Morris-Mann (hMM) Teste quantitativo e mais confiável, feito em plantas com circunferência a partir de  cm a ,0 m do solo. 9.2. Poliploidização Leva ao gigantismo de certas partes vegetativas da planta, aumenta o diâmetro dos vasos laticíferos com um conseqüente aumento de produção, aumenta o número de cromossomas. As substâncias utilizadas são a colchicina e DMSO. 10. sANGRIA A sangria é iniciada quando pelo menos 0% das árvores (cerca de 00 árvores/ha) atingirem cm de circunferência do caule, a ,0cm acima da soldadura do enxerto. 10.1. Fatores que afetam a produção Comprimento, direção e profundidade do corte; hora da sangria (o escorrimento do látex é função da diluição e pressão de turgescência); altura da incisão, tipo de corte e sistemas de exportação (freqüência de sangria, estimulação e método de sangria). 10.2. simbologia de painel B= painel baixo ou descendente; H= painel alto ou ascendente; O= casca virgem; I = casca de ª regeneração; II = casca de ª regeneração; III = casca de ª regeneração; n° de painéis (,,, etc). 10.3. Estimulação É a aplicação de substâncias químicas para aumentar o período de escorrimento do látex. 10.4. substâncias estimulantes ANA; ,, - T; alguns óleos vegetais; Ácido  - cloroetilfosfônico (ETHREL) a , %, ,0 % e 0 %, dependendo da idade do seringal. 

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9.1.1. Teste Cramer ou Testatex Teste qualitativo, feito em plantas a partir de um ano de idade.

10.5. Tipo de aplicação Ba -  a g do produto sobre a casca, prévia e superficialmente raspada; La - 0, a g do produto sobre toda a extensão do sulco de corte, sem a retirada do cernambi fita; Ga - 0, a g do produto sobre toda a extensão do sulco de corte, com a prévia retirada do cernambi fita; Pa - 0, a g do produto em faixa paralela e acima ao sulco de corte. 10.6. Condições para a estimulação Clones responsivos; sistema de sangria menos intensivo (mínimo de ½ S d/); fazer adubação de reposição; Não sangrar em condições ambientais adversas; corte bem feito; 10.7. secamento do painel “Brown bast” É o cessamento do escorrimento de látex no ato da sangria. Os sintomas são: trincamento da casca no estágio avançado; secamento parcial ou total dos painéis; aumento da viscosidade do látex e aparecimento de estrias marrons. Para prevenir o “Brown bast”, isolar a região seca; fazer os sulcos de divisão dos painéis bem profundos e deixar descansar por  meses. 0.. Sistemas de sangria 10.8.1. Meia-Espiral l Perímetro do ronco  cm a ,0 m da soldadura do enxerto; l Perímetro do tronco 0 cm a ,00 m do solo; l Inclinação do corte de 0°; l Simbologia: ½ S. 10.8.2. Espiral Completa l Perímetro do tronco 0 cm a ,0 m da soldadura do enxerto; l Inclinação do corte de °; l Freqüência mínima: d/; l Simbologia: S. 10.8.3. sangria por punctura (sPP) Perímetro do tronco  cm a ,0 m da soldadura do enxerto; Sangria precoce; Precisa ser estimulado mensalmente ETHREL % =  g/planta.

l l l 

l l 

0... Sangria mista ou micro-x Perímetro do tronco  cm a ,0 m da soldadura do enxerto; Fazem-se  cortes, sendo 9 cortes por punctura e  cortes convencionais.

Figura 1. Foto da seringueira e de suas folhas (3).

11. Utilidade A madeira pode ser empregada para tabuado, forros e caixotaria. Seu maior valor reside no látex extraído do seu tronco, que é transformado em borracha de excelente qualidade; sua exportação representou no passado a maior atividade econômica da região amazônica, colocando o Brasil durante muito tempo como o único produtor e exportador desse produto. No século passado foram contrabandeadas sementes dessa espécie para a Ásia, onde adaptou-se perfeitamente bem; a partir dessa época, vários países asiáticos passaram também a produzir e exportar borracha. As amêndoas (sementes) fornecem óleo secativo muito usado na indústria de tintas e vernizes. Atualmente essa espécie é cultivada em todo o Brasil tropical (). 

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10.8.4. sangria ascendente l Seringal velho com o painel baixo muito usado;

CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs
Observa-se que a cultura da seringueira apresenta diversas questões que exigem o conhecimento teórico e prático - desde o plantio da semente até a árvore na sua fase adulta - por parte de quem deseja cultivar essa espécie. Neste caso recomendamos que o consulente busque um especialista da área, seja Agrônomo ou Engenheiro Agrônomo para avaliar o local onde é pretendido para o plantio visando também minimizar os riscos de investimento.

METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA 
. Corrêa, M. P. Dicionário das Plantas Úteis no Brasil. 9. . Pesquisa Agropecuária: agricultura-seringueira. Disponível em: <http://www.agridata.mg.gov.br/sering.htm>. Acesso em:  de abr. 00. . Clube da Semente do Brasil. Árvores: seringueira. Disponível em: <http://www.clubedasemente.org.br/seringueira.html>. Acesso em:  de abr. 00.

Kleberson Ricardo de Oliveira Pereira

NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL 

de abr. 00

DATA DE FINALIzAÇÃO 

entretanto localizamos uma fazenda em Serra Negra que oferece palestras sobre o tema. agrotóxicos e reguladores de crescimento compostos sinteticamente. Introdução Agricultura orgânica é o sistema de produção que exclui o uso de fertilizantes sintéticos de alta solubilidade.Tomate. Os contatos de todos estão incluídos na parte “indicação” mais abaixo. a “agricultura orgânica” nada mais é do que a agricultura realizada pelos nossos agricultores antes do uso de insumos químicos industriais (fertilizantes solúveis e agrotóxicos). agricultura orgânica PALAvRAs-ChAvE Indicação de cursos na área de plantação de tomate orgânico IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Não encontramos cursos específicos sobre plantação de tomates orgânicos que estejam acontecendo neste momento. claro que. sendo essa também constituída pela “agricultura natural”. tomate orgânico. de acordo com especialistas da área. a Associação de Agricultura Orgânica também oferece cursos na área e indicamos o SEBRAE mais próximo para que seja consultado futuramente (não possui nenhum curso agendado no momento). com métodos mais cientificamente estudados. a “agricultura orgânica” insere-se na atualmente denominada “agroecologia” (agricultura com princípios ecológicos).  AgriculturA e PecuáriA PLANTIO DE TOMATE ORGÂNICO . adubação verde. atualmente. Na realidade. Esse método busca manter a estrutura e produtividade do solo. trabalhando em harmonia com a natureza. Conceitualmente. Sempre que possível baseiase no uso de estercos animais. A seguir são apresentadas informações úteis sobre o plantio de tomates orgânicos. “agricultura biodinâmica (uso de preparados biodinâmicos)” e “agricultura biológica (uso de mecanismos biológicos)”. rotação de culturas. compostagem e controle biológico de pragas e doenças.

evitando encharcar o substrato. por estarem adaptadas a esse sistema. desde o norte do Chile até a Colômbia. o excesso de água pode prejudicar a qualidade e a sanidade das mudas. dispostas em bandejas apropriadas para a semeadura. O volume de água aumenta á medida que a muda vai crescendo. regras estas. a berinjela e a batata). Transplantio Das Mudas De Tomate Orgânico Após a preparação adequada dos canteiros (revolvimento e forma .EMBRAPA Meio Ambiente. principalmente nas primeiras semanas após a germinação. sendo uma fonte de vitaminas A e C e de sais minerais como potássio e magnésio. Como substratos. os produtos orgânicos que mais estão evoluindo são as hortaliças (principalmente o tomate) e as folhagens. de forma a manter o sistema agrícola mais equilibrado e sustentável. originário dos países andinos. a uma taxa de 0% ao ano. Húmus e Vermicula) ou desenvolvidos pelo próprio produtor a partir de resíduos orgânicos “devidamente” preparados.%). Tomates Orgânicos Existem diversas regras para a produção de alimentos orgânicos que devem ser fiscalizadas pelas entidades certificadoras. sendo que essa maneira de produção está sendo considerada mais sustentável do que o sistema convencional que tem apresentado taxas de 0-%. De acordo com o projeto desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária . uma das principais pragas que atacam as mudas de tomateiros é o ácaro vermelho (Tetranichus bimaculantus). que não existem para a agricultura convencional. o jiló. que pode ser combatido por defensivos naturais a base de Extrato de Nim (à 0. Principais Pragas Nas Mudas De Tomate Orgânico Entre outras. para semeadura das sementes nas bandejas. deverão ser utilizados substratos orgânicos certificados (Bokashi.O Tomate O tomate está entre as hortaliças mais consumidas no mundo. podendo ser irrigadas manual ou automaticamente. e cultivadas em viveiros isolados e protegidos. É um fruto pertencente à família das Solanáceas (como o pimentão. Formação Da Muda De Tomate Orgânico As mudas são formadas a partir de sementes de tomates orgânicos. Nessa fase. e/ou com o controle da temperatura de estufas que possuem climatização.

somente poderá ser transplantada após conter no mínimo  folhas bem definidas (cerca de  semanas de idade). Principais Doenças Nos Tomates Orgânicos Os maiores problemas são a murcha bacteriana e a requeima. plantios mais espaçados e aplicação de Calda Bordalesa. e irrigados até atingirem a sua capacidade de campo. assim. transplantar as mudas. através da incorporação do produto na camada superficial do solo dos canteiros (cerca de 0cm de profundidade). a diversificação de culturas que melhoram a resistência das plantas. INDICAÇõEs: CURSOS: Fazenda Sula. o uso tradicional de quebra-ventos. proprietária da marca Nata da Serra Bairro da Serra de Baixo . então. principalmente com crotalárias. na agricultura orgânica. etc. Quanto ao controle. como barreira para proteção de ventos fortes que causam um prejuízo invisível (disseminação de pragas e doenças).Serra Negra – Estado de São Paulo – Brasil 9 AgriculturA e PecuáriA . Para a requeima ou mela. áreas novas. a capacidade produtiva do solo e mantendo o sistema de produção como um todo mais equilibrado e mais sustentável. palha. A muda. serem cobertos com uma vegetação morta (cobertura morta. melhorando a biodiversidade e abrigando inimigos naturais de pragas. sendo recomendado aplicar bastante matéria orgânica no solo. aumentando. somente transplantando as mudas fortes. A rotação é feita. Também diversas práticas agrícolas tradicionais colaboraram. tais como: o “mato” que é deixado no meio das plantações.). com fertilizantes orgânicos previamente tratados (curtidos). utiliza-se a rotação de culturas para reduzir a população de nematóides (Meloidogyne). capim. da murcha deve-se adotar os seguintes procedimentos: cultivares resistentes. podendo-se. Deve-se realizar um controle rígido da qualidade. saudáveis e com padrão uniforme. então. Os canteiros deverão. etc. tamanho e sanidade. para evitar as pragas e doenças. controle da irrigação. por sua vez.tação do solo). e o melhor aproveitamento das ervas espontâneas como adubo orgânico ou cobertura morta. a adubação verde que fortalece o solo. Além das grandes vantagens por favorecer a fertilidade do solo. recomenda-se cortar a irrigação por alguns dias. deve-se realizar uma adubação. rotação de culturas.

http://ecovida. Saltinho . situa-se em Santa Catarina: Rua Lídia Pless Pfeifer.Presta assistência técnica e certificação para produção e comercialização de alimentos orgânicos.aao.br Organização não-governamental aliada ao Movimento Internacional de Estudos da Agroecologia (MIESA). Agrônomo Ivo Severino Macagnan e a Eng. . públicas e privadas. A entidade recebe e organiza os trabalhos para divulgação na internet.com.php .E-mail natadaserra@natadaserra. assim como.Telefones (9) 9- / 9-0 . destinada a reunir e divulgar trabalhos técnico-científicos sobre agroecologia/agricultura orgânica. Fone (9)  000. Bairro : CORAL Cep : 0900 Associação de Agricultura Orgânica http://www.org.br Organização não-governamental sem fins lucrativos. acessar os seguintes sites:  Rede de Agroecologia Ecovida / Núcleo Extremo Oeste de Santa Catarina.SC.ibict.br SEBRAE AGÊNCIA DE ATENDIMENTO EM LAGES Endereço : AV PRESIDENTE VARGAS 9 Telefone : 09 .wopm. Serviço Brasileiro de Resposta Técnica (SBRT) http://www.com. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Sugere-se para adquirir conhecimentos básicos complementares aos aqui apresentados. .br 0 .br/site/index.sbrt. contato com MSc. Tem como atividades principais a publicação e divulgação de Normas Técnicas de Produção Orgânica. plantão técnico de apoio e cursos na área. oferece serviços de elaboração de projetos sócio-econômicos em cooperação com outras instituições. Agrônoma Andréia Tecchio. Eng. assim como promove eventos técnicos.agrorganica. Centro de Estudos Agroecológicos (CESAGRO) http://www.com.

Produção de Tomate Orgânico. Tomate Orgânico. Karin Araújo NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de maio 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Atualmente.html>.sbrt.br/upload/sbrt720.ibict. . NATA da Terra.ibict.br/palestras.html: possui ótimas referências bibliográficas especificamente sobre a produção de tomates orgânicos ou http://www.natadaserra. Disponível em: <http://www. Acesso em:  de maio de 00.html: de onde foram retiradas boa parte das informações contidas aqui.br/upload/sbrt705.html>.com.METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/FONTEs DE INFORMAÇÃO CONsULTADAs/ BIBLIOGRAFIA SBRT Serviço Brasileiro de Respostas. SBRT Serviço Brasileiro de Respostas.br/upload/sbrt720. Acesso em:  de maio de 00.ibict. acessível pelo endereço eletrônico http://www.ibict. Disponível em: <http://www.sbrt. Acesso em:  de maio de 00. Disponível em: <http://www.html>.sbrt. possui diversas Respostas Técnicas sobre o cultivo de produtos orgânicos.br/upload/sbrt705.sbrt.

o que poderia prejudicar a muda no ínicio de seu desenvolvimento. A correção de base é fundamental para o desenvolvimento da cultura de eucalipto razão pela qual não pode deixar de ser feita. em termos práticos são medidas autônomas. A aplicação ser feita  dias após o plantio. espaçamento para plantio Qual o espaçamento ideal para eucalipto onde o solo tem baixos teores de fósforo e potássio? Gostaria de saber se pode consorciar o eucalipto com outras culturas. A correção do solo se divide em duas etapas: A correção de base e a adubação de cobertura. A quantidade de adubo será de 00Kg/ hec e é realizada após  meses do plantio. Lembramos que ambas as etapas devem ser feitas em campo limpo para que não haja proliferação de mato. Devem ser utilizadas 0Kg/hec de fósforo . IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA A correção do solo não interfere no espaçamento.  . isto é. silvicultura. adubação.o que responderia a Kg/hec do adubo.0m independente das condições em que o solo se encontra. 0 de fósforo. Segundo Lourival Fermiano. à proporção de  de nitrogênio. Esta é uma proporção padrão para os tipos de solos brasileiros que geralmente apresentam baixos teores de fósforo. técnico operacional da Estação Experimental de Itatiba/USP. O procedimento deve ser dividido em duas etapas para não matar a planta: deve ser colocado a cm da muda de um lado e. após um mês ou 0 dias ser colocado do outro seguindo o mesmo distanciamento.PLANTIO E CONsORCIAMENTO DO EUCALIPTO PALAvRAs-ChAvE Eucalipto. Na adubação de cobertura pode ser utilizado os adubos do tipo 0 ( de nitrogênio para  de potássio) ou 000 (0 de nitrogênio para 0 de potássio). Para correção de base é usado o adubo 0. o espaçamento segue geralmente o modelo de mx. consórcio.  de potássio. correção do solo.

deve-se seguir estritamente as técnicas de cultivo. Logo. 00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA Com relação ao consórcio com outras culturas. Qualquer procedimento errado pode significar perda de crescimento e alteração da qualidade da madeira. Também deverá ter um ciclo rápido. ibict.ibict. é impreescindível.br/ (acesso em  de set. Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de set. Acesso em:  de set.br/>.00.00) FONTEs CONsULTADAs Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas . Disponivel em: <http://sbrt. a área permanecerá sombreada por uma período de  a  anos (tempo de maturação do eucalipto para o corte). um profissional qualificado para o monitoramento do plantio. . a cultura consorciada deverá suportar bem em área sombreada. Fermiano adverte que o eucalipto tem um rápido crescimento e que.CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs Para que uma plantação de eucalipto de bons lucros e atinja o máximo de sua capacidade de produção. Sugerimos também que outras consultas sobre o assunto eucalipto sejam buscadas no banco de dados do SBRT pelo link que segue abaixo: http://sbrt. Portanto. pois a derrubada do eucalipto com certeza comprometera o desenvolvimento de uma lavoura adjacente. portanto.

ainda ocupa uma fração restrita da agricultura brasileira. Porém. A plasticultura possui um horizonte de aplicação bastante largo. optou-se por não fornecer tal informação. e os dados encontrados em páginas da Internet eram antigos e apresentavam uma grande variabilidade. uso de materiais plásticos em sistemas de cultivo totalmente protegidos (como estufas e hidroponias) para o cultivo de flores. A plasticultura. plasticultura Saber qual é a área cultivada com o sistema de “mulching” no Brasil.PLAsTICULTURA PALAvRAs-ChAvE Mulching. cobertura morta. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Quanto à área cultivada com o sistema de “mulching” no Brasil. visto o caráter duvidoso da mesma. que consiste no uso do plástico na agricultura. ou ainda a simples cobertura do solo com uma camada fina de plástico filme para o cultivo de  . Desta forma. pois está fazendo uma campanha junto aos produtores agrícolas da sua região para ampliar o uso da plasticultura e deseja informar a estes produtores. porém vem crescendo ano a ano. não foi possível localizar uma informação confiável: através de comunicação via e-mail o Comitê Brasileiro de Plasticultura informou que não possui tal dado. além da indicação de um documento produzido pelo SEBRAE-MG para quem deseja começar um negócio no ramo e o contato do COBAPLA – Comitê Brasileiro de Plasticultura. seguem-se abaixo algumas considerações gerais sobre os benefícios da sua adoção. de onde podem ser obtidas maiores informações. atraindo produtores que buscam maior produtividade e tecnificação em suas atividades de cultivo. se o intuito é promover uma campanha de incentivo à plasticultura. abrangendo desde complexos sistemas que usam materiais plásticos para a irrigação de regiões áridas e cultivo de frutas.

agrotóxicos e adubos. lista de contatos de instituições e universidades envolvidas com a plasticultura Este documento encontra-se gratuitamente disponível através do endereço: <http://www. . podemos destacar: l aumento da produtividade.pdf>. l antecipação da colheita. CX. Postal -0 Campinas. O SEBRAE de MG desenvolveu um documento de enorme valor e de leitura indispensável para quem deseja iniciar um negócio em plasticultura.org. Dentre eles.br/arquivos/pontopartida/Plasticultura. Mais uma vez é ressaltada a importância da leitura deste material. finanças e outros aspectos organizacionais que são indispensáveis para quem deseja iniciar um negócio da forma correta.br REFERêNCIAs SEBRAE-MG. informações técnicas necessárias para o desenvolvimento de estufas casos reais de culturas que se beneficiaram com a plasticultura. Ponto de partida para início de negócio – “Plasticultura  AgriculturA e PecuáriA hortaliças (técnica conhecida como “mulching” ou cobertura morta). registro.sebraemg. Informações adicionais também podem ser obtidas através do COBAPLA – Comitê Brasileiro de Plasticultura: COBAPLA . tributação. l redução no custo de produção.Feagri/Unicamp Antonio Bliska Jr.SP Cep:090 Tel: ()(9) -09 Fax:()(9) -00 E -mail: plasticultura@plasticultura. legislação. pois a cultura passa requerer menos tratos culturais.com. floricultores e horticultores.O uso do plástico pode gerar diversos benefícios tanto para fruticultores. Este documento contém: l l l l informações a respeito de mercado.

00 DATA DE FINALIzAÇÃO  . V. Disponível em <http://www. 00.cultivo sob plástico”.br/arquivos/pontopartida/Plasticultura. Botelho NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de Out..sebraemg. de A. Carlos A.com.pdf>. Acesso em:  de out.

sendo a mais conhecida na deita de porcos.  AgriculturA e PecuáriA POssIBILIDADEs DE UsO DO sORO REsULTANTE DA PRODUÇÃO DE QUEIjOs .doaj. 00 e <http://dedalus. Universidade de São Paulo. E como emplementar essas utilizações. quando o custo da ração economizada for maior que o custo do transporte de soro do laticínio até o local de alimentação dos leitões (a utilização do soro de leite em substituição à ração sem prejuízos no desenmpenho dos leitãos pode ser de até %). Também os Documentos: Viabilidade da substituição Gradativa do Leite Integral pelo Soro de Queijo no Desmamento de Bezerros Mestiços e Utilização de Mistura de Leite de Soja e Soro de Queijo no Aleitamento de Bezerros. cujas referências completas. como pode ser visto no estudo: Níveis de Soro de Leite na Dieta de Leitões na Ceche.Soro de queijo. cujo resume e referêcias completas podem ser encontradas no endereço: <http://www. Uma das mais comuns é uso na alimentação de animais.usp. apresentaram melhor conversão alimentar que os que receberam a dieta testemunha (tipo de dieta sem o soro). soro de leite integral PALAvRAs-ChAvE Possibilidade de utilização para o soro do leite extraído no feitio de queijo. em: <http://dedalus.br:4500/ALEPH/POR/USP/USP/DEDALUS/SHORT/450224/1/> acesso em: 09 de Ago. alimentados com dietas que contenha soro de leite. mas não houve diferenças quanto ao ganho de peso nos diferentes tratamentos. reciclagem de soro de queijo. respectivamentes. onde podem ser encontrados. Assim o uso de soro de leite é viável economicamente.br:4500/ALEPH/POR/USP/ USP/DEDALUS/FULL/0598349?> acesso em: 09 de Ago.usp. 00. estão disponíveis.org/abstrac t?id=121265&toc=y> acesso em: 09 de Ago. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA O soro de leite apresenta diferentes aplicações. 00. Esse estudo através de um experimento prático demonstra que os animais. bem como o local na USP.

A partir do artigo: Aproveitamento do Soro de queijo na Obtenção do Extrato Hidrossolúvel de Soja. então. Posteriormente. futuro. que são macerados à temperatura de °C. Dessa forma. “O uso do soro de queijo na formulação de “substitutos” ou “análogos” do leite. teses. 0%. 0%. tem-se demonstrado a vabilidade tecnológica e nutricional do uso do soro de queijo como meio líquido de extração. 0%. desenvolveuse um produto rico em proteínas.bibvirt.pdf> acesso em: 09 de Ago. a análise sensorial e composição química dos produtos.  . 00. Assim.” As duas formas de uso do soro de queijo citadas são algumas entre várias. durante doze horas. O processo utiliza grãos de soja inteiros.% de bicarbonato de sódio (NaHCO). A relação sólido: líquido utilizada durante esta etapa é de :. livros. inclusive do padrão utilizando apenas água da soja e soro de queijo. dissertações. entre outros que versão sobre possiblilidade de uso do soro de queijo.br/textos/hemeroteca/cta/vol19n1/cta19n1_15.br:4500/ALEPH/por/USP/USP/DEDALUS/FIND-A?FIND=Todos&BASE=Todas+as+Bases&VALUE=++soro+de+que ijo> acesso em: 09 de Ago. 0%. O sistema de trituração ou moagem dos grãos trabalha utilizando água quente durante 0 minutos e produzindo uma massa final com uma temperatura de 0-°C. além de aumentar o teor protéico. os grãos foram drenados e submetidos a um branqueamento. com água em ebulição durante 0 minutos. gerando extrato com maior valor nutricional e com um sabor muito mais agradável. No endereço: <http://dedalus. 0%. na medida em que é desviado para o processamento desses produtos. disponível em: <http://www. 0%. então substituíram-se 0%. 0%. realizando. estudou-se a possibilidade de uso do soro de queijo como líquido de extração de proteínas de soja. Na etapa em que a relação sólido: líquido é :. em substituição à água. 00. na elaboração de extratos hidrosslúveis.usp. O extrato assim obtido foi aquecido em torno de resfriado a uma temperatura de °C. utilizando uma relação sólido: líquido de : numa solução a 0. reduzindo a adstringência natural da soja com conseqüente melhoria do sabor do extrato hidrossolúvel obtido. 90% e 00% da porção líquido (água) por soro de queijo. surge como uma solução para a redução da poluição por ele causada. do que o extrato hidrossolúvel de soja. podem-se encontrar referências de vários documentos.” “A obtenção do extrato de soja foi feita de acordo com o método FEAA-UNICAMP.usp.

doaj. Lucélia & LOVATTO Paulo Alberto & SILVA José Henrique Souza da & GARCIA Gerson Guarez & BRUM Júnior Berilo de Souza & OLIVEIRA Joyce Leite Siqueira de. Aproveitamento do Soro de queijo na Obtenção do Extrato Hidrossolúvel de Soja.pdf> acesso em: 09 de Ago. Elane Schwenden & BENEDET. Disponível em: <http://www.cnpq. PRUDÊNCIO. Instituto de Alimentos desenvolve pesquisas especificamente sobre possibilidade de utilização do soro de queijo. 00. 00 v. Jornal: Ciência Rural. Universidade Federal de Santa Catarina 999. Banco de Dados Bibliográfico da USP. 00.br/gpesq2/garea5/apg507/reg_se/uf_sp/i_ital/g_5101/ gp5101. Catálogo On-line – DEDALUS. 00. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO 09 de Agosto de 00. Disponível em: <http://dedalus. 00. pp. como pode ser verificado em: <http://www.htm> acesso em: 09 de Ago.org/abstract?id=121265&toc=y> acesso em: 09 de Ago.usp.usp. Universidade de São Paulo. FONTEs CONsULTADAs HAUPTLI.bibvirt.futuro. .Caso queira informações especilizada o ITAL. Níveis de Soro de Leite na Dieta de Leitões na Ceche. . br:4500/ALEPH/por/USP/USP/DEDALUS/START > acesso em: 09 de Ago. cap. Honório Domingos.br/textos/hemeroteca/cta/vol19n1/cta19n1_ 15. Disponível em: <http://www. 00. . 9 AgriculturA e PecuáriA CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs .

sucumbam ao ataque desta praga. que seja buscada no site do SBRT as demandas sobre o assunto eucalipto já disponíveis no banco de dados. Ainda assim. Esta espécie ataca.PRAGAs EM MUDAs DE EUCALIPTO PALAvRAs-ChAvE Eucalipto. O link para acessar a busca no banco de dados segue abaixo: <http://sbrt. corre-se o risco de matar a muda.br/>. A destruição é total. cupim branco. que entre em contato com a Empresa Junior de consultoria da ESALQ. muda de eucalipto Como proceder para que cupins não ataquem a lavoura de eucalipto? IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA É comum o ataque de cupim branco no ínicio da lavoura de eucalipto. mesmo tratadas. O link para o site da ESALQJunior 0 . Fermiano adverte que o tubete deverá ficar mergulhado na solução apenas o tempo necessário para a absorção do líquido. na passagem do viveiro para o plantio. primeiramente a raiz das mudas e depois todo o cerne do caule.ibict. CONCLUsõEs E RECOMENDAÇõEs O uso de insumos pode oferecer riscos para a saúde. em um número bem menor.Acesso em:  de set.00 Também sugerimos que caso haja interesse em informações mais aprofundadas e especificas. razão pela qual deverá ter a supervisão de um profissional qualificado. mergulhar o tubete em que se encontra a muda numa solução do insumo DECIS. controle de pragas. Esta solução deverá seguir a proporção de ml de DECIS para 0 litros de água. A solução será. é provável que.técnico operacional da Estação Experimental de Itatiba/USP. se ficar mais tempo. afirma Lourival Fermiano . Sugerimos para maiores informações sobre o assunto. A planta morre devido a destruição de seu sistema condutor de nutrientes ( xilema e fluema presente no caule e na raiz) ser destruído. algumas plantas.

00 .ciagri. ibict.br/~esalqjrc/>.br/>.00 Wladimir Barbieri Junior NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de set.Acesso em:  de set.usp.00 DATA DE FINALIzAÇÃO  AgriculturA e PecuáriA segue abaixo: <http://www. Disponível em:<http://sbrt.Acesso em:  de set.FONTEs CONsULTADAs Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas.

doenças e invasoras. tipicamente arbustos e árvores de pequeno porte. assim como. adubação. pragas em pastagens. Com relação aos invasores Almeida afirma que os níveis de infestação e o grau de agressividade das plantas invasoras em pastagens. Pterogyne nitens (amendoim-do-campo). em seu artigo: Degradação. solo. em razão de manejos inadequados (MACEDO e ZIMMER. Deste modo. como por exemplo: Vernonia spp. crescem de maneira relativamente lenta exigindo controle pouco freqüente e menos rigoroso. pragas e doenças. dependem. germoplasma forrageiro. do conhecimento deste agroecossistema e do nível tecnológico empregado no seu manejo. 99). entre outros fatores. culminando com a degradação avançada dos recursos naturais. Recuperação e Sustentabilidade de Pastagens Cultivadas. Os principais fatores relacionados com a degradação de pastagens são: clima. uso do fogo. as oportunidades de instalação de invasoras são reduzidas. manejo animal. IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA Segundo Roberto Giolo de Almeida. Estas espécies. o conceito de degradação de pastagens corresponde ao processo evolutivo de perda do vigor. de superar os efeitos nocivos de pragas. (assa-peixe). PITELLI (99) distingue entre dois tipos básicos de invasoras que se instalam em pastagens: l Em pastagens bem formadas com forrageiras de alto poder de ocupação do solo e com manejo adequado dos animais. principalmente como controlá-las.PRAGAs EM PAsTAGENs PALAvRAs-ChAvE Pastagens. da produtividade. estabelecimento. invasores. plantas daninhas em pastagens Informações sobre pragas e plantas daninhas em pastagens. Peschiera fuschsia-  . da capacidade de recuperação natural para sustentar os níveis de produção e de qualidade exigidos pelos animais.

e B. mostraram que o uso de herbicida foi eficiente na redução de invasoras. maximum cvs. Estas espécies exigem medidas mais freqüentes e rigorosas de controle. KICHEL et al. (99). segundo DIAS FILHO (990). para recuperação de pastagens degradadas de branquearia. nestas áreas. sendo que algumas delas podem ser favorecidas pela adubação ou pela condição de melhor fertilidade do solo. nem sempre é um sinal de declínio da fertilidade do solo. aumentando a disponibilidade de forragem em pastagens renovadas de P. Para regiões de savanas úmidas. com viabilidade econômica. de ciclo curto e com mais rápido crescimento populacional. nos cerrados. A presença de invasoras em pastagens.l A diversidade e a complexidade da vegetação nativa é um bom indicativo das invasoras que podem infestar as pastagens cultivadas nestas áreas. . predominam espécies de invasoras mais efetivas na reprodução. como por exemplo o superpastejo. (guanxumas). citando dados não publicados de Nunes e Kichel. brizantha cv. sob condições dos cerrados. as práticas de controle de invasoras se tornam atividades prioritárias de manejo das pastagens. citaram trabalhos realizados na EMBRAPA-CNPGC. onde o emprego de grade aradora pesada. ARGEL e VEIGA (99) comentam que as condições climáticas e a diversidade de espécies de regiões do trópico úmido dificultam o estabelecimento e a persistência de pastagens. Andropogon bicornis (capim-rabode-burro). e que. não foi eficiente para impedir o retorno da vegetação nativa. com ou sem adubação superficial.  AgriculturA e PecuáriA efolia (leiteiro). No caso de pastagens razoavelmente bem manejadas. Em pastagens mal formadas. MACEDO e ZIMMER (99). em que não houve ocupação efetiva da superfície do solo e submetidas à superlotação de animais. Tanzânia e Colonião. as limitações climáticas e de fertilidade do solo não permitem a produção abundante de invasoras em pastagens. Porém. Digitaria insularis (capim-amargoso). Marandu. neste caso. etc. etc. como por exemplo: Sida spp. seria mais um reflexo do mau manejo. favorecendo a proliferação de invasoras melhor adaptadas a esta condição. levando à rápida degradação da pastagem. Pteridium aquilinum (samambaia). solos com baixa fertilidade natural podem limitar o desenvolvimento das plantas forrageiras.

e com subsolador). Utilizou-se uma solução aquosa concentrada de Picloran que inclui corante na formulação.00/ha). com resultados a longo prazo. PEREIRA (990a) comenta que a maioria das invasoras roçadas rebrotam com vigor (vassouras.ano. apresentando valores de CDMA de R$ . por meio de estimativas do custo direto médio anual (CDMA) e dos benefícios destes em termos de capacidade de suporte das pastagens (CS). que permanecem atuando no solo por  a  anos. após corte com enxadão./ha e de CS de 0. A ciganinha foi controlada por aplicações no toco. como planta invasora de pastagens degradadas do cerrado. a ocorrência de Memora peregrina.de curta duração. Os sistemas deroçadas mecânicas (com trator. por sementes e vegetativo. foliar com trator. devido ao seu mecanismo de propagação. com exceção da aplicação com avião. coerana branca. rabo-de-burro. à infra-estrutura e arecursos humanos de qualidade. com pulverizador costal. Os sistemas de limpeza com herbicidas (foliar com Burrojet. foi o sistema menos eficiente. o custo com a limpeza de pastagens pode representar até 0% dos custos de produção na pecuária de corte. as roçadas mecânicas dificilmente se justificam para infestações inferiores a 0%. apresenta vigorosa rebrotação causada por tratos mecânicos. nas concentrações de -%. infraestrutura e recursos humanos de qualidade. apesar de maiores valores para CDMA (R$ 9. Já com relação às pragas e doenças. com Link. exigindo maior escala de operação. proporcionaram maiores valores para CS (0.9 a 0. com valores para CS de 0.9 UA/ha. recentemente. Caracterizada por ser de difícil erradicação. amplamente utilizada em pequenas propriedades. assapeixe. a substituição da vegetação  . cambará. a R$ 9. Ainda com relação aos sistemas que empregam roçadas para limpeza de pastagens. além de serem menos exigentes quanto à escala de operação.ano). etc. ANUALPEC(999) avaliou vários sistemas de limpeza de pastagens. devido ao poder residual dos herbicidas. guanxumas. Neste contexto. alecrins.0 a R$ 9. e foliar com avião).ano. A roçada manual. UA/ha. conhecida como ciganinha.). sendo os benefícios proporcionados. UA/ha. a 0. enquanto que o emprego de herbicidas deve ser indicado somente quando o grau de infestação da pastagem for superior a 0-%. apresentaram menores valores para CDMA (R$ .NUNES (999) relatou. De acordo com estas estimativas./ha). no toco com costal. erva-de-rato.

Deois flavopicta. praticamente. 9. de modo a evitar sobra de pasto (plantas estoloníferas não devem ser rebaixadas a menos de -0 cm. ruziziensis. 99). brizantha . o controle biológico. Como forrageiras resistentes citam-se: andropogon cv. entre 0 e 90%. o manejo adequado da carga animal. As espécies de cigarrinhas Zulia entreriana. VALÉRIO e KOLLER. admite-se um prejuízo da ordem de % na produção de massa verde (ALVES. quando forem encontradas 0- ninfas grandes por metro quadrado (ALVES. P. ou consorciação de espécies. Deois schach. dentre as principais. podendo estar associada à gradagem. e fungos que atacam as sementes de capins.99). por sua ampla abrangência e pelos danos econômicos que podem causar. Makueni e Cynodon plectostachyuis. Planaltina. Estes fatos permitem que certas espécies sejam beneficiadas pela abundância de alimento e ausência ou diminuição da população de seus inimigos naturais e. para as leguminosas. 990b. de capim-colonião e de pangola são suscetíveis às cigarrinhas. decumbens. em 0 dias. reduzam em 0% a produção forrageira do pasto atacado. provocando prejuízos variáveis. ocorrem em. Pastagens exclusivas de B. cochonilhas. em áreas com histórico de altas infestações e o controle químico. dependendo das espécies forrageiras. Kazungula. ciliaris cv. percevejos e lagartas são pragas secundárias. a 0- cm).Nos ecossistemas de pastagens cultivadas brasileiras. todo o território nacional. 9. e plantas cespitosas. das condições climáticas e do manejo da pastagem. SILVEIRA NETO. As formigas cortadeiras do gênero Atta e Acromyrmex são as de  AgriculturA e PecuáriA clímax. Biloela). em média. setária cv. gafanhotos. capimgordura. o uso de espécies resistentes. e sua ocorrência pode desencadear o processo de degradação. o aparecimento de pragas e doenças. Calcula-se que  cigarrinhas adultas por metro quadrado. as cigarrinhasdas-pastagens são vistas como a principal praga. cupins. jaraguá. Propostas para o manejo integrado das cigarrinhas-das-pastagens incluem: a diversificação e. após as primeiras chuvas. causa um desequilíbrio no ecossistema. ou de espécies competidoras. de capim-buffel (C. caracterizando. PEREIRA. a queima controlada. quebra de cadeias alimentares e de ciclos de nutrientes. pela diminuição da diversidade biogenética. assim. maximum cv. Formigas cortadeiras. para o estabelecimento de pastagens cultivadas. em pastagens estabelecidas. . B. além do aumento relativo da produção de matéria orgânica. Dentre as doenças citam-se: a antracnose. de B.

No entanto. por vezes. Centrosema spp. Stylosanthes spp. 0 formigueiros/ha. aumentando sua população com o passar do tempo mas.. altas infestações de cupinzeiros dificultam os tratos culturais. 99). quando se compararam áreas infestadas (cerca de 0 cupinzeiros/ha) com outras não infestadas. P. maximum . na qualidade. As espécies de Acromyrmex mostram uma notória preferência por A. enquanto que B. A lagarta-dos-capinzais. B. nos ecossistemas de savana. podem causar sérios danos na fase de estabelecimento. Brachiaria spp. A. Desmodium spp. no trópico úmido. Os prejuízos causados pelas formigas são consideráveis. SILVEIRA NETO (99) cita um estudo para comprovar os danos diretos causados ao sistema radicular de forrageiras por estes insetos. Normalmente atacam pastagens estabelecidas. ataca principalmente D. rufa. Porém. ALVES (99) sugere uma alternativa eficiente. em que não foi constatado redução na produção. pastagens mais velhas tenderão a apresentar níveis de infestação mais elevados.. minutiflora.. 00 cupinzeiros/ha . possivelmente. e Setaria  . principalmente para leguminosas como Pueraria phaseoloides. perdem cerca de  kg de forragem por dia. por exemplo. Caso não haja preocupação em controlá-los. 99). reduzindo a produção forrageira e a área útil das pastagens. gayanus. Os cupins de montículo. há controvérsias quanto aos danos que. por meio da utilização de fungos entomopatogênicos. H. teria sua área útil reduzida em apenas % (um por cento) (EMBRAPA. Quanto ao argumento que os cupinzeiros diminuem a área útil das pastagens. considerando-se que um cupinzeiro ocupa uma área média de 0. Mocis latipes . humidicola é resistente e parece ter efeitos repressivos sobre populações de formigas (LAPOINTE e FERRUFINOC. ecológica e econômica para controle desta praga. limitam a movimentação de máquinas e. uma pastagem com um número alto de. e Leucaena spp. estariam causando.. em função do ataque das formigas. e por P. decumbens . gayanus . As lagartas (larvas de lepidópteros) são pragas esporádicas das pastagens que chegam a causar grandes perdas de biomassa quando da ocorrência de altas infestações. PEREIRA (990 b) comenta que pastagens contendo. Cynodon spp. M. O controle desta praga é feito pelo uso de iscas de inseticidas químicos. Paspalum spp. podem ser encontrados infestando pastagens em diversas regiões do Brasil. em média. também.maior importância para controle. decumbens é pouco atacada (antipreferência: antixenose). maximum . m  . bem como na cobertura vegetal dos pastos.. Cornitermes cumulans. a dos próprios animais.

Recuperação e Sustentabilidade de Pastagens Cultivadas.CPPSE é: Rodovia Washington Luiz. maximum são afetadas pelo fungo Fusarium roseum. que causa a doença da semente chamada “cárie do sino”. São Carlos-SP. após a emergência.CPPSE.A antracnose. O controle pode ser feito por meio do tratamento das sementes e pelo uso de variedades resistentes.htm> e adquirir os seguintes documentos: l Controle de plantas daninhas em campos de produção de sementes de forrageiras. Geralmente. foram observadas perdas de cerca de % de matéria verde. devese ir ao site da EMBRAPA . sendo amplamente difundida. é uma doença que ataca as sementes de leguminosas tropicais em geral. Finalmente vale ressaltar que se deve ler na integra o artigo: Degradação. Estas doenças são fatores limitantes ao ressemeio natural desta espécie e. causada pelo fungo Colletotrichum gloeosporioides. INDICAÇõEs DE LEITURA Com o objetivo de se obter mais informações sobre o assunto. no começo da época das chuvas. conseqüentemente. quando a população era de  lagartas/m. cujas referências completas se encontram abaixo. 99). podendo causar a morte de plântulas e. l Invasoras em Pastagens l As sementes de forrageiras como agronegócio no Brasil.embrapa. para a manutenção das pastagens.cppse. l Produção de Sementes de Gramíneas Forrageiras Tropicais. Quanto às gramíneas. Em cultivares de Cynodon dactylon .. Km  – CEP: 0-90. e de % quando esta era de  lagartas/m (LAPOINTE e FERRUFINO-C. especificamente no endereço: <http://www. na região do trópico úmido praticamente todas as variedades de P. O endereço completo da EMBRAPA. e Tilletia ayresii. que causa a “mela” das sementes. Telefone: ()  AgriculturA e PecuáriA spp. l Características agronômicas das principais plantas forrageiras tropicais. sua população aumenta depois de uma seca severa seguida de chuvas curtas e escalonadas.br/publicacoes/publicacoes. Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária – Centro de Pesquisa da Pecuária Sudeste.reduzir o vigor das plantas. .

 . Roberto Giolo de. artigos e periódicos. NOTESALQ Piracicaba. Manejo de Pastagens: O que é e o que significa. HADDAD.usp. Também no site: <www. n. de 00. Também com o objetivo de se informar mais sobre o assunto segue as referências de alguns documentos: SANTOS. . REFERêNCIAs ALMEIDA. º ed.. 00. você pode obter mais informações. de 00. fev.br/arquivos/degradacaorecuperacao . 999.9 .usp. Erros Comuns no Manejo de Pastagens e Outros Volumosos.usp. de 00. Notícias da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Piracicaba. Degradação. Referências completas disponível em: <http://dedalus. Monografia/livro. consulte-as. Disponível em: http://www. . Piracicaba: ESALQ.forragicultura. Caixa Postal: 9. out. Referência completa disponível em: < http://dedalus.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1459479> acesso em  fev.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1355377?> acesso em  fev.com. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs Aconselha-se que os documento indicados sejam lidos e caso ainda tenha dúvidas nesses textos existem uma série de outras indicações bibliográficas. v. p. PEDREIRA. Sila Carneiro. Anais de º Simpósio sobre Manejo de Pastagem. Manejo de Pastagens. livro. de 00. Referências completas. Referências completas disponíveis em: < http://dedalus.usp. Piracicaba: FEALQ. C. DA SILVA. Recuperação e Sustentabilidade de Pastagens Cultivadas. . de 00..br> acesso em  de fev.com.  p.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ ESA/ESALQ/FULL/0792602> acesso em  de fev. Fax: -. n.br:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/FULL/1027406> acesso em  de fev. v. Artigo de periódico. 0 p. Carlos Guilherme Silveira. 00. . Patrícia Menezes. M. p. 99. Forragicultura & Pastagens. disponível em: <http://dedalus.forragicultura. .

Banco de Dados Bibliográficos da USP.embrapa. Paulo Cézar de Oliveira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL  de fev. . Publicações.cppse.htm> acesso em  de fev. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária – Centro de Pesquisa da Pecuária Sudeste. DEDALUS.br/publicacoes/publicacoes. de 00. disponível no endereço: <http://www. de 00. Disponível em: <http://143. de 00 DATA DE FINALIzAÇÃO 9 AgriculturA e PecuáriA sustentabilidadepastagens. Catálogo On-line Local – ESALQ.pdf acesso em  de fev.125:4500/ALEPH/POR/ESA/ESA/ESALQ/> acesso em  de fev.253.EMBRAPA .CPPSE.107. de 00.

porém nós a vemos verde e no microscópio ela parece com uma “mola” ().PRODUÇÃO DA sPIRULINA PALAvRAs-ChAvE Produção da spirulina. Introdução Nome científico da Spirulina “Cyanobactéria Arthrospira platensis” (Figura ). além da clorofila. quase não é visível a olho nu. Ela vive de fotossíntese como as plantas. mm de comprimento. é uma alga azul. mas colore de verde a água em que vive. de minerais e proteínas. vista microscópica de uma spirulina (1) A spirulina é interessante para a alimentação humana e animal. pois possui. Sendo menor do que 0. calor e dos elementos essenciais à vida das plantas: carbono. os carotenóides e a ficocianina como pigmentos. spirulina Informações sobre a produção da spirulina em tanque IDENTIFICAÇÃO DA DEMANDA sOLUÇÃO APREsENTADA 1. nitrato e minerais. pois ela contém quantidades enormes de ferro. estas 90 . utilizando assim a quase totalidade do espectro solar. como o fósforo. o magnésio. mas é diferente destas. luz. sobretudo provitamina A e vitaminas do grupo B. de vitaminas. o potássio e o ferro. Sua reprodução é assexuada e se dá por divisão de filamentos. Figura 1. Para se desenvolver necessita de água.

Propriedades Nutricionais da spirulina Proteínas :  % do peso (norma: >0) Glicídios :  % do peso Minerais :  % do peso (cinzas totais: <0) Lipídios :  % do peso Fibras :  % do peso Água :  % do peso (norma: <0) Conteúdo energético = 000 calorias ou 0. 9 AgriculturA e PecuáriA . a spirulina é colocada nos alimentos diários aos quais ela traz um valor nutritivo importante. por não possuírem parede celular. Tailândia. os Astecas já recolhiam a spirulina em lagos alcalinos do planalto mexicano. Raspada. A massa dessa alga microscópica se concentra então num purê de um verde profundo que depois é secado no sol (Figura ) em forma de bolacha.podendo chegar a 0%. No Chade. No ocidente a spirulina é pesquisada há pouco tempo. que se conserva muito bem. por isso. como na China. Além disso. Bastante procurada. Na África está presente nas lagoas temporárias que são salgadas e alcalinas. pois os povos sabem que ela é um suplemento indispensável da alimentação deles. Figura 2. a spirulina é vendida nos mercados com o nome de “DIHÉ” e alimenta um tráfico intenso de caravanas. a um alto preço. Hoje em dia se produz.9 kJ/ grama seca. desde sempre as mulheres recolhem a spirulina filtrando a água das lagoas. todos os seus elementos são completamente biodisponíveis para o organismo. industrialmente. sobretudo nos EUA onde é muito procurado como suplemento alimentar e. país da África Central. spirulina secando na Fazenda Tamanduá (1) 2. As virtudes alimentares da spirulina são conhecidas desde milênios. em vários países. Índia e.

doenças cardiovasculares.3.sta. Estudos ainda estão sendo realizados para comprovar a eficácia da spirulina em diabéticos. como também. A produção de spirulina se faz mais facilmente em regiões quentes. Os pigmentos têm uma ação anti-oxidante que ajudam a proteger o organismo do envelhecimento precoce. 4. ela se desenvolve dentro de tanques de produção que podem ter um tamanho variado e dos quais ela é recolhida utilizando filtros especiais. Tanque padrão de produção (10 m²) na Fazenda Tamanduá . Utilização Sua composição faz dela um complemento alimentar interessante para todo mundo. por causa das vitaminas. com muita incidência de raios solares. favorecendo o desenvolvimento corporal. melhorando. dos olhos. Cultivo As condições das quais a spirulina precisa para se desenvolver se encontram na natureza. mas podem ser criadas artificialmente. em vários tipos de câncer. problemas de colesterol. O ferro contido na spirulina combate a anemia e os outros minerais fortificam os ossos. fortificação do sistema imunológico contra a AIDS etc (). Figura 3. o sistema imunológico e a vitalidade em geral. do câncer. Ela equilibra a alimentação. A reprodução se dá muito rapidamente tendo assim uma produção média por dia de g/m². vista frontal de tanque da Fazenda Tamanduá (1) 9 . Nos tanques de produção esses elementos (químicos ou naturais) têm que ser colocados periodicamente. o estado da pele. Terezinha/PB (1) Figura 4. O meio parecido com aqueles dos lagos salgados pode ser feito com produtos químicos ou naturais ().

com. Fernando Borja Universidade Federal de Campina Grande UFCG .Patos / Paraíba .ufcg.CEP 00-90 .fazendatamandua. Dr.edu.fazendatamandua. Fernando Borja da Universidade Federal de Campina Grande. CONCLUsÃO E RECOMENDAÇõEs . 00 REFERêNCIAs Kleberson Ricardo de Oliveira Pereira NOME DO TéCNICO REsPONsÁvEL DATA DE FINALIzAÇÃO  de out.br/jtfev05. Acesso em  de out.com.: () -00 Fax: () -0 Disponível em: <http://www. a produção da spirulina encontra-se em fase de estudos e testes e está sendo acompanhada pelo Prof.br> Na Fazenda Tamanduá. PB. que possivelmente poderão esclarecer suas dúvidas.br> Prof.htm>.Caixa Postal  – Jatobá 00-90 . Disponível em <http://www. Telefone: () -9 Disponível em: <fborja@cstr. Spirulina.Brasil Tel.Fazenda Tamanduá Caixa Postal  .Patos. Dr. Indicamos que o cliente entre em contato direto com os técnicos da Fazenda Tamanduá ou o especialista. 00 9 AgriculturA e PecuáriA Especialista e Instituições .Centro de Saúde e Tecnologia Rural .

babaçu. Pode ser usado puro ou misturado ao diesel em diversas proporções. O biodiesel substitui total ou parcialmente o óleo diesel de petróleo em motores ciclodiesel automotivos (de caminhões. camionetas. Desse processo também se extrai a glicerina. dendê (palma). etc) ou estacionários (geradores de eletricidade. tais como mamona. que pode ser obtido por diferentes processos tais como o craqueamento. A mistura de % de biodiesel ao diesel de petróleo é chamada de B e assim sucessivamente. () 9 . empregada para fabricação de sabonetes e diversos outros cosméticos. tratores. consiste numa reação química de óleos vegetais ou de gorduras animais com o álcool comum (etanol) ou o metanol. dentre outras. mais utilizada. girassol. a esterificação ou pela transesterificação. até o biodiesel puro. Há dezenas de espécies ve