Substituição Tributária para empresas optantes do Simples

Substituição Tributária para empresas optantes do Simples Nacional

agosto 10, 2009 por Mundo Sebrae Por Paulo Melchor Como sabemos, vários Estados vêm instituindo o sistema de substituição tributária do ICMS com o objetivo de diminuir a sonegação fiscal, reduzir os gastos com a fiscalização nas empresas, além, é claro, de antecipar a arrecadação desta importante receita gerada por este imposto. A Resolução CGSN nº 61, de 9 de julho de 2009, introduziu significativa alteração na Substituição Tributária das empresas optantes pelo Simples Nacional que se encontram na condição de substituto tributário. Pela regra contida na Resolução CGSN n° 51, de 22 de dezembro de 2008, (Inc. II, § 9º, art. 3º), o substituto tributário optante pelo Simples Nacional deve recolher à parte do Simples Nacional o ICMS devido por substituição. O ICMS próprio, por sua vez, deve ser recolhido dentro do Simples Nacional. Em relação ao ICMS devido por responsabilidade tributária, o valor do imposto devido por substituição tributária corresponderá à diferença entre: I – o valor resultante da aplicação da alíquota interna do ente detentor da competência tributária sobre o preço máximo de venda a varejo fixado pela autoridade competente ou sugerido pelo fabricante, ou sobre o preço a consumidor usualmente praticado; e II – o valor resultante da aplicação da alíquota de 7% sobre o valor da operação ou prestação própria do substituto tributário. Agora, com a Resolução CGSN nº 61, de 9 de julho de 2009, o Inciso II foi alterado, passando ter a seguinte redação: II – o valor resultante da aplicação da alíquota interna ou interestadual sobre o valor da operação ou prestação própria do substituto tributário. Com esta alteração do Inc. II, ocorre substancial modificação na regra da substituição tributária para as empresas no Simples Nacional, pois agora o substituto tributário poderá deduzir o valor correspondente a alíquota interna ou interestadual aplicável, ao invés de utilizar 7%. Sem dúvida isso reduzirá o ICMS das empresas optantes pelo Simples Nacional. Vejamos um exemplo prático comparativo entre a norma anterior e a atual para fins de ilustração: CASO PRÁTICO:

Indústria vende determinado produto para uma loja por R$ 1.000,00.

IVA-ST = 50% (Portanto, presume-se que a loja venderá este mesmo produto ao consumidor por R$ 1.500,00)

Cálculo da Substituição Tributária (Substituto Simples Nacional) COMO ERA: - Base de cálculo da substituição R$ 1.500,00 (x 18%) = R$ 270,00 - Base de cálculo da operação própria R$ 1.000,00 (x 7%) = R$ 70,00 - ICMS-ST (270,00 – 70,00) = R$ 200,00 Logo, esta indústria no Simples Nacional (substituto tributário), recolhe: 1) Operação própria: Incluir a receita de R$ 1.000,00 (venda desta mercadoria) como Receita Bruta a ser tributada pelo Anexo II do Simples Nacional; 2) Operação Substituição Tributária: R$ 200,00 COMO FICOU: - Base de cálculo da substituição R$ 1.500,00 (x 18%) = R$ 270,00 - Base de cálculo da operação própria R$ 1.000,00 (x 18%) = R$ 180,00 - ICMS-ST (270,00 – 180,00) = R$ 90,00 Logo, esta indústria no Simples Nacional (substituto tributário), recolherá: 1) Operação própria: Incluir a receita de R$ 1.000,00 (venda desta mercadoria) como Receita Bruta a ser tributada pelo Anexo II do Simples Nacional; 2) Operação Substituição Tributária: R$ 90,00 Obs.: A alíquota de 18% foi utilizada como exemplo, considerando que é a regra geral no Estado de São Paulo. Caso a legislação paulista estabeleça outra alíquota para a mercadoria, a mesma deverá ser utilizada. Com isso, a indústria deverá recolher o ICMS pelo Simples Nacional e também R$ 90,00 a título de Substituição Tributária em guia própria. Já a loja de nosso exemplo, deverá segregar estas receitas de substituição tributária e não submetê-las ao ICMS constante em sua faixa correspondente do Anexo I do Simples Nacional. Tratando-se de mercadoria adquirida de outros Estados, a empresa paulista, sujeita à obrigação da substituição tributária, deverá considerar a alíquota interestadual que, para o Estado de São Paulo é de 12%.

O Governo de Estado de São Paulo adequou o seu Regulamento do ICMS por meio do Decreto n.º 54.650, de 06/08/09, nos moldes da Resolução CGSN nº 61/09. Diante do exposto, podemos observar considerável redução do ICMS por força da nova normativa federal (Resolução CGSN nº 61, de 9 de julho de 2009). A bem da verdade, corrigiu-se mais uma distorção que acometia as empresas no Simples Nacional, uma vez que a partir de agosto de 2009 elas passam a ter o mesmo tratamento das empresas que adotam outros regimes tributários – Lucro Real e Presumido. Paulo Melchor Consultor Jurídico SEBRAE-SP Ads by Google

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Publicado em Direito e Gestão, gestão financeira | Etiquetado como faze a substituição tributária, simples nacional, substituição tributária | 26 comentários

26 Respostas

1. em outubro 26, 2009 às 2:20 pm Caro Caio,

Mundo Sebrae

Considerando que a empresa tem sede em São Paulo, o calculo correto do ICMS-ST, deverá está de acordo com as instruções do Art. 3º, §§ 7º a 10º, da Resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional/CGSN de nºs 51/2008 e 61/2009, exemplificado abaixo: Considerando o que determina o § 10º, supomos a venda de um produto, aplicando os dados fornecidos por você, cujo o fabricante esteja em São Paulo e o revendedor em Minas Gerais. Exemplo: Venda no valor de R$ 1.000,00, qual devemos aplicar a seguinte formula, que resultará no ICMS/ST a ser recolhido pelo substituto tributário (fabricante/fornecedor).

Mundo Sebrae Seguem as respostas conforme seus questionamentos: 1 – Na NF de COMPRA veio com o código de ST (5. para o estado de MG em documento de arrecadação próprio. por exemplo). 2009 às 2:15 pm Prezado Alessandro.00 x 18%] – R$ 120. Pode variar conforme o produto) 1Margem de Valor Agregado MVA-ST: 50% (MVA para venda ao Estado de Minas Gerais – exemplo) A alíquota interestadual do ICMS do Substituto Tributário.ICMS-ST – devido = [Base de Calculo x (1.00 x 1.00 x 12% = [R$ 1. onde que temos: [R$ 1.102 devo ou mudar para 5. o seu contador para maiores explicações e detalhes nas operações de sua empresa. divulgada pelo estado a que se refere o § 8º.00 ICMS alíquota interna de MG: 18%. Sendo assim. Sucesso! Mundo Sebrae Paulo Henrique – contador 2. (Obs. o primeiro exemplo demonstrado por você é o correto e de acordo com as resoluções do CGSN nº 51/2008 e 61/2009.00 = R$ 270.00 = [R$ 1.50 x 18%] – R$ 120. considerando os dados fornecidos.403.000.00 – R$ 120. em outubro 26. mas a minha NF de VENDA segue com o código 5.00 x (1. O valor do ICMS/ST é recolhido pelo Substituto Tributário. onde: Base de Calculo = Valor dos Produtos: R$ 1. neste caso o SP. No exemplo considerando o percentual de 50%. Recomendo que procure também.000. a alíquota é de 12% (interestadual).50) x 18% ] – R$ 1.500.00 + 0.00 = R$ 150.000.00 – Valor do ICMS/ST a ser recolhido pelo Substituo Tributário/Fabricante.405??? . 1“MVA” é a margem de valor agregado.000.00 + 1MVA) x Alíquota do Destinatário (MG)] – Valor do Produto – Alíquota do Substituto Tributário (SP).

cabe ao Substituto Tributário (Fabricante e/ou Fornecedor) a obrigação de recolher o ICMS – Substituição Tributária. Sucesso . não há alteração. Recomendo que procure também. a ME ou a EPP optante pelo Simples Nacional deverá recolher a parcela dos tributos devidos por responsabilidade tributária diretamente ao ente detentor da respectiva competência tributária”. que o ICMS/ST deve ser recolhido diretamente ao estado pelo fabricante/fornecedor. A Resolução nº 51/2008. os códigos são os mesmos? Sim. o seu contador para maiores explicações e detalhes nas operações de sua empresa. II – ………………… § 8º.405. também prevê. seja para consumidor final ou não. Mundo Sebrae Em nosso entendimento. diretamente ao Estado. seja para consumidor final ou não.Quando da venda do produto sujeito a Substituição Tributária.Na hipótese do § 7º. Sucesso Mundo Sebrae Paulo Henrique – contador 3. conforme §§ 7º e 8º.Se o consumidor final for outra empresa. na condição de Substituto. do Artigo 3º. você deverá utilizar o CFOP 5. 2 -E se a mesma industrilizar o produto e revender ao consumidor final? O codigo se mantem 5. você deverá utilizar o CFOP 5. 3.401 (para fora do estado). do CGSN (Comitê Gestor do Simples Nacional).401 e/ou 6.101??? Quando da venda do produto sujeito a Substituição Tributária. 2009 às 2:10 pm Caro Fernando. em outubro 26. as receitas relativas à operação própria decorrentes: I – …………………. na condição de Substituído. conforme citamos: “ “§ 7º – Na hipótese de a ME ou a EPP optante pelo Simples Nacional se encontrar na condição de substituta tributária.

00 .00 (x 12%) = R$ 180.00 .000. mas a minha NF de VENDA segue com o código 5. Assim como fica o CFOP? Na NF de COMPRA veio com o código de ST (5.Base de cálculo da operação própria R$ 1.00) = R$ 60. no momento uma das minhas principais dúvidas estão relacionadas aos códigos a serem usados nas Notas Fiscais.00 CALCULO: .000.00 (x 12%) = R$ 120.00 – 120.00) = R$ 150.Base de cálculo da substituição R$ 1. em outubro 21. por exemplo).Mundo Sebrae Paulo Henrique – Contador 4.ICMS-ST (270.102 devo ou mudar para 5.405??? E se a mesma industrilizar o produto e revender ao consumidor final? O codigo se mantem 5. os códigos são os mesmos??? .500. como fica o calculo da Substituição tributária? Tenho dois exemplos e gostaria de saber qual está correto? IVA-ST: 50% CALCULO: . em outubro 17.00 .101??? Se o consumidor final for outra empresa.00 (x 12%) = R$ 120.Base de cálculo da operação própria R$ 1. Por exemplo: Uma determinada empresa.00 – 120. revende uma mercadoria.00 5.00 (x 18%) = R$ 270. 2009 às 11:14 am Caio Por exemplo.00 . adiquirida com ST.ICMS-ST (180. para o consumidor final.403. a ST não será para o consumidor final.Base de cálculo da substituição R$ 1.500. 2009 às 1:14 am Alessandro Assim como o Silvio. optante pelo SIMPLES NACIONAL. uma Indústria enquadrada no simples nacional vende um produto com substituição tributária para outro estado com alíquota interestadual de 12%.

em outubro 15. 2009 às 3:43 pm Olá Fernando Gostaria de saber quem é o reponsavel pela emissao e recolhimento da GNRE de substituicao tributaria? Tenho um peq comercio varejista e cada fornecedor tem um metodo de trabalho diferenciado. em outubro 16. Portanto. 8. Vendas de SP para outros estados. em outubro 15. 2009 às 2:08 pm Prezado Consultor. . e essa empresa esta em vias de começar a vender seus produtos para todas as lojas MAKRO de todos os Estados. Neste caso eu mesmo devo entrar no site da fazenda e emitir a guia e recolher? Abraço 7. 2009 às 7:18 pm Hudson Aurelio Oi boa tarde. gostaria de saber quais os produtos estão sujeitos a substituição tributária no caso de uma distribuidora de medicamentos e produtos hospitalares. dependendo do estado. Há casos de que os fornecedores envia carta se isentando da responsabilidade. gostaria de saber quais os Estados que tem Substituição Tributária nas vendas desse produto Pirulito – código NCM: 17049090 . PAULO ROBERTO Trabalho em um escritório de contabilidade do interior de SP e gostaria de saber o seguinte: Temos um Cliente que tem uma Empresa (Indústria de Pirulitos) optante do SIMPLES NACIONAL.6. alíquotas e forma do calculo no maranhão. Em geral os do estado de SP emitem a guia e já pagam o imposto de substituicao e depois cobram da minha empresa.

Em observância ao tratamento diferenciado e favorecido. II – ao cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias. em 14 de dezembro de 2006. e V – de comunicar ao Ministério do Trabalho e Emprego a concessão de férias coletivas. letra d. dos Estados. e em seu inciso IX estabelece que será observado o seguinte princípio: tratamento favorecido para as empresas de pequeno porte constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sua sede e administração no País. especialmente no que se refere: I – à apuração e recolhimento dos impostos e contribuições da União. inclusive obrigações acessórias. dos Estados. inclusive obrigações acessórias. IV – da posse do livro intitulado “Inspeção do Trabalho”. inciso III. à tecnologia. III – de empregar e matricular seus aprendizes nos cursos dos Serviços Nacionais de Aprendizagem. em outubro 9. em seu artigo 170 menciona que a ordem econômica. foi sancionada a Lei Complementar nº 123. fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa. segundo os ditames da justiça social. III – ao acesso a crédito e ao mercado. A Lei Complementar estabelece normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às microempresas e empresas de pequeno porte no âmbito dos Poderes da União. 2009 às 11:36 am Prezado José Isidoro da Silva. do Distrito Federal e dos Municípios. visa a assegurar a todos existência digna. inclusive quanto à preferência nas aquisições de bens e serviços pelos Poderes Públicos. II – da anotação das férias dos empregados nos respectivos livros ou fichas de registro. Em observância a este dispositivo legal e outros previstos na Constituição Federal. a Lei Complementar nº 123 de 2006 menciona que as microempresas e as empresas de pequeno porte são dispensadas das seguintes obrigações trabalhistas: I – da afixação de Quadro de Trabalho em suas dependências. do Distrito Federal e dos Municípios. . de 14 de dezembro de 2006. ao associativismo e às regras de inclusão.Sem mais. artigos 179 e 146. Atenciosamente PAULO ROBERTO 9. Mundo Sebrae A Constituição Federal de 1988¹. mediante regime único de arrecadação.

especificamente.528/97 introduziu a obrigatoriedade de apresentação da Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social – GFIP. enquanto não prescreverem essas obrigações. ainda que em caráter temporário. estão obrigadas ao cumprimento desta obrigação. caso em que esta GFIP será declaratória. II – arquivamento dos documentos comprobatórios de cumprimento das obrigações trabalhistas e previdenciárias. Deverão ser informados os dados da empresa e dos trabalhadores. se houver. 13 da CLT. o qual terá o prazo de 48 (quarenta e oito) horas para nela anotar. . a referida Lei Complementar não dispensa as microempresas e as empresas de pequeno porte dos seguintes procedimentos: I – anotações na Carteira de Trabalho e Previdência Social – CTPS. Desde a competência janeiro de 1999. IV – apresentação das Relações Anuais de Empregados e da Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED.036/90 e legislação posterior. a remuneração e as condições especiais. todas as pessoas físicas ou jurídicas sujeitas ao recolhimento do FGTS. conforme art. Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho-CLT A lei nº 9. conforme estabelece a lei nº 8. III – apresentação da Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social – GFIP.213/91 e legislação posterior. bem como as remunerações dos trabalhadores e valor a ser recolhido ao FGTS. A empresa está obrigada à entrega da GFIP ainda que não haja recolhimento para o FGTS.O contribuinte individual sem segurado que lhe preste serviço. conforme disposto nas leis nº 8. os fatos geradores de contribuições previdenciárias e valores devidos ao INSS. a data de admissão. sendo facultada a adoção de sistema manual. Destaca-se que segundo o art. Desobrigados de entregar a GFIP Estão desobrigados de entregar a GFIP: . mecânico ou eletrônico. contendo todas as informações cadastrais e financeiras de interesse da Previdência Social. bem como às contribuições e/ou informações à Previdência Social. e para o exercício por conta própria de atividade profissional remunerada. Notas: A Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) é obrigatória para o exercício de qualquer emprego. pelo trabalhador ao empregador que o admitir.Porém. conforme instruções a serem expedidas pelo Ministério do Trabalho.212/91 e 8. inclusive de natureza rural. contra recibo.29 da CLT a Carteira de Trabalho e Previdência Social será obrigatoriamente apresentada.

sebraesp.923/65.. Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (http://www.sebrae. projetos e programas ligados ao mercado de trabalho. você poderá também entrar em contato com a Central de Relacionamento do SEBRAE. que instituiu o registro permanente de admissões e dispensa de empregados. . É utilizado. desligado ou transferido empregado com contrato de trabalho regido pela CLT. E se puder. Este Cadastro Geral serve como base para a elaboração de estudos. pesquisas. .O segurado facultativo. que tenha efetuado qualquer tipo de movimentação em seu quadro de empregados. através da Lei nº 4.sebrae.sebrae.com. ou um dos nossos cursos gratuitos pela Internet (http://www. através do 0800 4700800.E que procure o SEBRAE mais próximo da sua cidade e peça orientação a um profissional. Gratuitamente. sugiro que se matricule no curso on line IPGN (Iniciando um Pequeno Negócio) e depois no Análise e Planejamento Financeiro do Sebrae (http://educacao.O empregador doméstico que não recolher o FGTS para o empregado doméstico.br/) para aprender como abrir e depois gerenciar a sua empresa.br/momento/quero-abrir-um-negocio/348proprio/BIA_348/integra_bia?) para que possa receber orientações empresariais no decorrer do processo de organização das suas idéias para abertura do seu negócio. sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. para conferir os dados referentes aos vínculos trabalhistas.Os órgãos públicos em relação aos servidores estatutários filiados a regime próprio de previdência social.O segurado especial. Fonte: Ministério da Fazenda – Receita Federal O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED foi criado pelo Governo Federal.br/momento/quero-abrir-um-negocio/planeje-suaempresa/plano-de-negocio/1444-cursos-gratuitos-pelainternet/BIA_1444/integra_bia?). ao mesmo tempo em que subsidia a tomada de decisões para ações governamentais. se inscreva no Programa Próprio (http://www.br/midiateca/publicacoes/artigos/juridico_legislacao/s imples_nacional_obrigacoes_trabalhistas) Por fim.com. ou seja.com. através do qual você poderá encontrar as respostas para maiores indagações. Quem deve declarar Deve informar ao Ministério do Trabalho e Emprego todo estabelecimento que tenha admitido. ainda.com. além de outros programas sociais. pelo Programa de Seguro-Desemprego. . .

em outubro 7.Boa Sorte !!! Atenciosamente. Códigos TABELA A ORIGEM DA MERCADORIA 0 Nacional 1 Estrangeira Importação direta 2 Estrangeira Adquirida no mercado interno TABELA B TRIBUTAÇÃO PELO ICMS 00 Tributada integralmente 10 Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 20 Com redução de base de cálculo 30 Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 40 Isenta 41 Não tributada 50 Suspensão 51 Diferimento 60 ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária 70 Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS por substituição tributária 90 Outras Atenciosamente. Mundo SEBRAE 10. 2009 às 11:49 am Olá Obrigado pela resposta Silvio Mas é o seguinte estou em SP e já sei quais dos meus produtos tem e quais não tem substituição tributária! A questão é que por exemplo na hora de emitir uma nota fiscal que tem um produto com substituição tributária é necessário primeiro preencher o campo situação tributária e depois fazer o calculo da substituição (que inclusive aprendi aqui). Silvio . Quero saber qual é o código desta situção tributária para simples nacional com substituição tributária.

Diante disso todos os seus custos. Informações sobre a Substituição Tributária acesse: 1) A substituição tributária é legal? (http://mundosebrae. Ou seja. muito.com/2009/08/11/governo-do-estado-de-saopaulo-altera-substituicao-tributaria-para-empresas-optantes-pelo-simplesnacional/) Sucesso! Mundo Sebrae 12.wordpress.wordpress. .wordpress. em outubro 6. no estado de SP tinta tem substituição tributária no DF não tem.wordpress. você vai precisar conversar. despesas e preços de venda precisam ser refeitos para que a sua empresa não comece a ter problemas de fluxo de caixa.com/2009/08/27/substituicao-tributaria-quandouma-empresa-paulista-compra-produto-de-outro-estado/) 4) Governo de SP altera a substituição tributária (http://mundosebrae. 2009 às 10:59 pm Olá Silvio Gostaria de saber qual é a Situação tributária de produtos com Substituição tributária fabricados por uma Micro Empresa enquadrada no Simples Nacional. Por exemplo. com o seu contador para verificar a situação dos produtos que você vende e dos produtos que você compra por exemplo do estado de SP. em outubro 7.com/2009/08/10/substituicao-tributaria-paraempresas-optantes-do-simples-nacional/#comment-1725) 2) Substituição tributária para empresas optantes do Simples Nacional (http://mundosebrae. 2009 às 10:00 am Prezado Silvio Mundo Sebrae A substituição tributária (produtos) é diferente de estado para estado.com/2009/08/10/substituicao-tributaria-paraempresas-optantes-do-simples-nacional/) 3) Quando uma empresa paulista compra produtos em outro estado como fica a substituição tributaria? (http://mundosebrae.11.

E gostaria de saber também qual é a Situação tributária de produtos sem Substituição tributária fabricados por uma Micro Empresa enquadrada no Simples Nacional. Aguardo a resposta o mais breve possivio Grato: Jose Isidoro da silva 14. em setembro 29. Sugiro que agende uma conversa com o seu contador rapidamente para que possa receber orientações customizadas de acordo com a realidade da sua empresa para atender as demandas desta forma de tributação que é constitucional. em setembro 28. 2009 às 9:18 pm JOSE ISIDORO DA SILVA Eu tenho uma empresa de asseio e conservaçäo no estado Mato Grosso do Sul e eu sou optante do simples eu sou isento ou näo do imposto de 11% da seguridade social. 2009 às 5:45 pm Prezado Alessandro Mundo Sebrae Mais informações sobre a substituição tributária (http://mundosebrae. em setembro 28.wordpress. Atenciosamente. 2009 às 5:44 pm Mundo Sebrae .com/2009/08/10/substituicao-tributaria-paraempresas-optantes-do-simples-nacional/#comment-1648). at Mundo Sebrae 15. Silvio 13.

Como proceder? Qual o significafo do inciso II do art. a mesma tem isenção de 100% do ICMS devido. Sugiro que agende um horário para conversar com o seu contador o mais rápido possível para que possa ter orientações específicas de acordo com as demandas da sua empresa. em setembro 28. passamos a receber. 2009 às 2:22 pm Concordo com o Emerson…. mas tambem todos os outros impostos são zerados no DAS.wordpress. Gomes Mais informações sobre a substituição tributária acesse (http://mundosebrae. dos seus clientes e do Governo. de nosso fornededor. já que ela goza de um regime tributário diferenciado. 2009 às 2:36 pm Decio C. se informamos a receita como “sem substituição tributária” no programa gerador do DAS. S. que a mesma tem que pagar referente as entradas interestaduais.com/2009/08/10/substituicao-tributaria-paraempresas-optantes-do-simples-nacional/#comment-1648). .Prezado Décio C. Como fica a situação. S. com a justificativa de que o aumento do preço era consequencia da entrada em vigor do regime de Substituição Tributária e se tratava de imposto ICMS que nossa empresa deixaria de pagar na saida da mercadoria. At Mundo Sebrae 16. ou seja não há incidencia de nemhum imposto. o ICMS da receita é computado no DAS (o que significa que estariamos pagando 2 vezes) e se a receita fot informada como “com substituição tributária”. Dessa forma a isenção que a mesma têm direito desaparece? Isso sem falar da “famigerada” diferença de alíquota. com um faturamente até 240 mil. mercadoria faturada com aumento do preço anteriormente contratado. não apenas o ICMS. A partit de 01/09/2009. Gomes Nossa empresa está enquadrada no Simples Nabional. 6° da Resolução CGSN n° 51? 17. em setembro 28. Alessandro Exemplo de uma ME do RS optante pelo SIMPLES NACIONAL. uma vez que. Entretanto não estamos sabendo como operar.

assegurada a imediata e preferencial restituição da quantia paga. O Simples Nacional implica o recolhimento mensal. cujo fato gerador deva ocorrer posteriormente. caso não se realize o fato gerador presumido”. Mundo Sebrae Com referência ao questionamento. em setembro 24. importa ressaltar que a substituição tributária está prevista na Constituição Federal. Gostaria de saber se minha empresa e exento da retençäo do 11% imposto da seguridade social /patronal. mediante documento único de arrecadação. 2009 às 11:56 am Prezado Ciro. que por força legal implica o recolhimento mensal de tributos e contribuições. Para um melhor entendimento da matéria. em setembro 27. Consultor SEBRAE JOSE ISIDORO DA SILVA Eu tenho uma empresa de asseio e conservaçäo. em seu artigo 150. 13. § 7º. que dispõe: “a lei poderá atribuir a sujeito passivo da obrigação tributária a condição de responsável pelo pagamento de imposto ou contribuição.(…). e sou Optante do simples Nacional. Questiona-se se a pessoa jurídica optante do SIMPLES NACIONAL. cumpre esclarecer que a Lei Complementar nº 123 de 2006 em se artigo 13 menciona: “Art. II – Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. sujeitar-se-á a esse regime de tributação.18. dos seguintes impostos e contribuições: I – Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica – IRPJ. mediante documento único de arrecadação. Grato: Jose Isidoro 19. . 2009 às 11:03 pm Boa noite Sr.

as receitas decorrentes: . § 1o O recolhimento na forma deste artigo não exclui a incidência dos seguintes impostos ou contribuições. (…)” Conforme se verifica do artigo acima. VIII – Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISS.III – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL. conforme o caso: (…) § 6º Na hipótese de a ME ou a EPP optante pelo Simples Nacional se encontrar na condição de substituída tributária. A matéria Substituição Tributária quando se trata de pessoa jurídica optante do SIMPLES NACIONAL encontra-se regulada na Resolução CGSN nº 51 de 2008. 18 desta Lei Complementar. não exclui a incidência do ICMS devido nas operações ou prestações sujeitas ao regime da substituição tributária. de 24 de julho de 1991. mediante documento único (DAS). (…). 3º As ME e as EPP optantes pelo Simples Nacional deverão considerar. destacadamente. devidos na qualidade de contribuinte ou responsável. V – Contribuição para o PIS/Pasep. exceto no caso da microempresa e da empresa de pequeno porte que se dedique às atividades de prestação de serviços referidas no § 5o-C do art. a Lei Complementar nº 123 de 2006 esclarece que o recolhimento mensal. de que trata o art. para fim de pagamento. 22 da Lei no 8.212. VI – Contribuição Patronal Previdenciária – CPP para a Seguridade Social. IV – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS. mensalmente e por estabelecimento. que em seu artigo 3º dispõe: “Art. a cargo da pessoa jurídica. VII – Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS. em relação aos quais será observada a legislação aplicável às demais pessoas jurídicas: (…) XIII – ICMS devido: a) nas operações ou prestações sujeitas ao regime de substituição tributária. (…).

II – da venda de mercadorias por ela industrializadas sujeitas a substituição tributária deverão ser segregadas na forma do inciso V do caput. . IV – “dedução” é o valor mencionado no inciso II do § 9º. III – “alíquota interna” é a do ente a que se refere o § 8º. ou sobre o preço a consumidor usualmente praticado. (Redação dada pela Resolução CGSN nº 61. o valor do ICMS devido por substituição tributária será calculado da seguinte forma: imposto devido = [base de cálculo x (1. II – “MVA” é a margem de valor agregado divulgada pelo ente a que se refere o § 8º. o valor do imposto devido por substituição tributária corresponderá à diferença entre: I – o valor resultante da aplicação da alíquota interna do ente a que se refere o § 8º sobre o preço máximo de venda a varejo fixado pela autoridade competente ou sugerido pelo fabricante. § 8º Na hipótese do § 7º. § 7º Na hipótese de a ME ou a EPP optante pelo Simples Nacional se encontrar na condição de substituta tributária. no que tange ao disposto no § 8º. a ME ou a EPP optante pelo Simples Nacional deverá recolher a parcela dos tributos devidos por responsabilidade tributária diretamente ao ente detentor da respectiva competência tributária. e II – o valor resultante da aplicação da alíquota interna ou interestadual sobre o valor da operação ou prestação própria do substituto tributário. as receitas relativas à operação própria decorrentes: I – da revenda de mercadorias sujeitas à substituição tributária deverão ser incluídas nas receitas segregadas na forma do inciso I do caput. II – da venda de mercadorias por ela industrializadas sujeitas à substituição tributária deverão ser incluídas nas receitas segregadas na forma do inciso IV do caput.I – da revenda de mercadorias sujeitas a substituição tributária deverão ser segregadas na forma do inciso II do caput.00 + MVA) x alíquota interna] – dedução. de 13 de julho de 2009) § 10. onde: I – “base de cálculo” é o valor da operação própria realizada pela ME ou EPP substituta tributária. Na hipótese de inexistência dos preços mencionados no inciso I do § 9º. § 9º Em relação ao ICMS.

atribuindo-a ao substituto.00.§ 11. o relativo à operação ou operações posteriores. resta claro que a Substituição Tributária é um regime que consiste em obrigar alguém a pagar. (…)” Do exposto pode-se verificar que as normas vigentes que dispõe sobre o recolhimento unificado de imposto e contribuições – SIMPLES NACIONAL admitem que as empresas optantes por tal regime sujeitem-se a substituição tributária como substituto tributário ou na condição de substituído tributário.00) Cálculo da Substituição Tributária (Substituto Simples Nacional) . no cálculo dos tributos devidos no Simples Nacional não será considerado receita de venda ou revenda de mercadorias o valor do tributo devido a título de substituição tributária.00 . Já contribuinte substituído é aquele que dá causa ao fato gerador.00) = R$ 90.00 (x 18%) = R$ 180. Vale frisar que contribuinte substituto é aquele ao qual a legislação determina que se torne o responsável pelo recolhimento do imposto. ou seja. Para uma melhor compreensão veja-se o exemplo constante do artigo de autoria do consultor Paulo Melchor. que não aquele que praticou o causa ao fato. recolherá: 1) Operação própria: Incluir a receita de R$ 1.00 (venda desta mercadoria) como Receita Bruta a ser tributada pelo Anexo II do Simples Nacional. mas também.00 .00 – 180. calculado na forma do § 9º .500.000.00 . Portanto. presume-se que a loja venderá este mesmo produto ao consumidor por R$ 1.ICMS-ST (270.00 (x 18%) = R$ 270. embora não tenha ligação direta com a ocorrência do fato gerador.Base de cálculo da substituição R$ 1. não apenas o imposto atinente à operação por ele praticada (recorde-se que neste caso a pessoa jurídica optante do SIMPLES NACIONAL recolherá o ICMS previsto na alíquota do respectivo regime simplificado). esta indústria no Simples Nacional (substituto tributário). através de lei.500. a lei altera a responsabilidade pelo cumprimento da obrigação tributária.Base de cálculo da operação própria R$ 1. sobre a tributação descrita: “CASO PRÁTICO: Indústria vende determinado produto para uma loja por R$ 1. mas fica dispensado do recolhimento do imposto. visto que a legislação o dispensa desta obrigação. 2) Operação Substituição Tributária: R$ 90. Para fins do § 7º. conferindo à terceiro. IVA-ST = 50% (Portanto.00 Logo.000.000.

ou um dos nossos cursos gratuitos pela Internet (http://www.com.E que procure o SEBRAE mais próximo da sua cidade e peça orientação a um profissional. em setembro 24. Com isso.consultas às tabelas de receita.sebrae. deverá segregar estas receitas de substituição tributária e não submetê-las ao ICMS constante em sua faixa correspondente do Anexo I do Simples Nacional. você poderá também entrar em contato com a Central de Relacionamento do SEBRAE.br/momento/quero-abrir-um-negocio/348proprio/BIA_348/integra_bia?) para que possa receber orientações empresariais no decorrer do processo de organização das suas idéias para abertura do seu negócio.sebrae. através do qual você poderá encontrar as respostas para maiores indagações.com. 2009 às 11:52 am Prezada Vânia.pe. Mundo SEBRAE 20. detalhamento das receitas e produto.com. E se puder. respostas para as dúvidas.” Por fim. considerando que é a regra geral no Estado de São Paulo. tem sido um documento de uso habitual por todos os contribuintes que realizam operações de vendas interestaduais sujeitas à substituição tributária.sebrae. Boa Sorte !!! Atenciosamente. através do 0800 4700800. se inscreva no Programa Próprio (http://www. a indústria deverá recolher o ICMS pelo Simples Nacional e também R$ 90. Mundo Sebrae A Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais – GNRE. Já a loja de nosso exemplo. Acesse o site http://www. .00 a título de Substituição Tributária em guia própria. além de outras informações e recursos para facilitar a emissão de suas guias. a mesma deverá ser utilizada. Gratuitamente.jsp que você encontrará informações de como gerar suas guias.br/gnre/portal/GNRE_Principal.br/) para aprender como abrir e depois gerenciar a sua empresa.gnre. Caso a legislação paulista estabeleça outra alíquota para a mercadoria.br/momento/quero-abrir-um-negocio/planeje-suaempresa/plano-de-negocio/1444-cursos-gratuitos-pelainternet/BIA_1444/integra_bia?).gov.Obs.: A alíquota de 18% foi utilizada como exemplo. sugiro que se matricule no curso on line IPGN (Iniciando um Pequeno Negócio) e depois no Análise e Planejamento Financeiro do Sebrae (http://educacao.

sebrae. em setembro 23. a partir de 1 setembro os meus fornecedores de SP e MG estão me repassando um imposto de ICMS de 22. você poderá também entrar em contato com a Central de Relacionamento do SEBRAE. 2009 às 11:54 pm vania .sebrae. se inscreva no Programa Próprio (http://www.br/momento/quero-abrir-um-negocio/348proprio/BIA_348/integra_bia?) para que possa receber orientações empresariais no decorrer do processo de organização das suas idéias para abertura do seu negócio. através do qual você poderá encontrar as respostas para maiores indagações. ou um dos nossos cursos gratuitos pela Internet (http://www.br/) para aprender como abrir e depois gerenciar a sua empresa.com. Boa Sorte !!! Atenciosamente.com. sugiro que procure seu contabilista de confiança. 22. pagarei o imposto duas vezes?! Ou vou ter um abatimento no calculo do Simples Nacional sobre os valores pagos anteriormente aos meus fornecedores …… Gostaria muito de entender essa situação …. E se puder. Gratuitamente.E que procure o SEBRAE mais próximo da sua cidade e peça orientação a um profissional. Possuo uma loja situada no RJ. para efetivar os cálculos específicos para você.Por fim..com. Mundo SEBRAE 21. 2009 às 9:34 pm Alexandre Moss Creio ter a mesma dúvida do nosso amigo Emerson.24% para eu Loja pagar sobre cada NF que recebo de mercadoria.br/momento/quero-abrir-um-negocio/planeje-suaempresa/plano-de-negocio/1444-cursos-gratuitos-pelainternet/BIA_1444/integra_bia?). Pagando estes boletos de impostos e pagando no final do mês o Simples Nacional o qual estou enquadrado.sebrae. que se matricule no curso on line IPGN (Iniciando um Pequeno Negócio) e depois no Análise e Planejamento Financeiro do Sebrae (http://educacao. em setembro 16. através do 0800 4700800.

Grato. 2009 às 12:43 pm Mundo Sebrae .é provavel que a minha receita bruta irá diminuir e consequentemente ‘talvez’ diminuir a faixa de contribuição. favor analisar e retornar. Quando da Venda do produto para o varejo (não consumidor final). inclusive o ICMS. Um caso prático: empresa enquadrada no Simples Nacional.Portanto . efetua uma importação de produto para revenda e está enquadrado na Substituição Tributária. em setembro 16. como fica a tributação do ICMS com a ST? Tem o direito ao crédito do ICMS da importação? Este lançamento fica à parte da apuração do Simples Nacional? Se possível. Toda compra da minha loja “com substituição tributaria” será lançada como receita bruta” . Ciro 24. 2009 às 10:37 pm Ciro Prezado consultor. em setembro 4. Atenciosamente Osmar 25. Quando da entrada do produto serão recolhidos todos os impostos da importação. em setembro 5. 2009 às 11:56 am Osmar Tonin Vejá se eu estou correto.NO CASO NEM E UMA RESPOSTA E UMA PERGUNTA SE UMA FIRMA EM MINAS COMERCIO SIMPLES NACIONAL COMPRA DO ESTADO DE SAO PAULO TAMBEM SIMPLES NACIONAL COMO SERA FEITO O CALCULO DA GUIA GNRE OBRIGADA Vania 23.

212. mediante documento único de arrecadação. assegurada a imediata e preferencial restituição da quantia paga. VII – Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS. III – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL. cujo fato gerador deva ocorrer posteriormente. (…). Questiona-se se a pessoa jurídica optante do SIMPLES NACIONAL. mediante documento único de arrecadação. Com referência ao questionamento. (…).(…). caso não se realize o fato gerador presumido”. O Simples Nacional implica o recolhimento mensal.Prezado Emerson. em relação aos quais será observada a legislação aplicável às demais pessoas jurídicas: (…) XIII – ICMS devido: a) nas operações ou prestações sujeitas ao regime de substituição tributária. devidos na qualidade de contribuinte ou responsável. V – Contribuição para o PIS/Pasep. § 1o O recolhimento na forma deste artigo não exclui a incidência dos seguintes impostos ou contribuições. 18 desta Lei Complementar. dos seguintes impostos e contribuições: I – Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica – IRPJ. que dispõe: “a lei poderá atribuir a sujeito passivo da obrigação tributária a condição de responsável pelo pagamento de imposto ou contribuição. Para um melhor entendimento da matéria. a cargo da pessoa jurídica. de que trata o art. . importa ressaltar que a substituição tributária está prevista na Constituição Federal. VI – Contribuição Patronal Previdenciária – CPP para a Seguridade Social. exceto no caso da microempresa e da empresa de pequeno porte que se dedique às atividades de prestação de serviços referidas no § 5o-C do art. 22 da Lei no 8. de 24 de julho de 1991. cumpre esclarecer que a Lei Complementar nº 123 de 2006 em se artigo 13 menciona: “Art. II – Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. IV – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS. § 7º. que por força legal implica o recolhimento mensal de tributos e contribuições. 13. em seu artigo 150. VIII – Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISS. sujeitar-se-á a esse regime de tributação.

as receitas relativas à operação própria decorrentes: I – da revenda de mercadorias sujeitas à substituição tributária deverão ser incluídas nas receitas segregadas na forma do inciso I do caput. o valor do imposto devido por substituição tributária corresponderá à diferença entre: I – o valor resultante da aplicação da alíquota interna do ente a que se refere o § 8º sobre o preço máximo de venda a varejo fixado pela autoridade competente ou sugerido pelo fabricante. mensalmente e por estabelecimento. que em seu artigo 3º dispõe: “Art. a Lei Complementar nº 123 de 2006 esclarece que o recolhimento mensal. § 9º Em relação ao ICMS. § 7º Na hipótese de a ME ou a EPP optante pelo Simples Nacional se encontrar na condição de substituta tributária. para fim de pagamento. § 8º Na hipótese do § 7º. II – da venda de mercadorias por ela industrializadas sujeitas à substituição tributária deverão ser incluídas nas receitas segregadas na forma do inciso IV do caput. a ME ou a EPP optante pelo Simples Nacional deverá recolher a parcela dos tributos devidos por responsabilidade tributária diretamente ao ente detentor da respectiva competência tributária. II – da venda de mercadorias por ela industrializadas sujeitas a substituição tributária deverão ser segregadas na forma do inciso V do caput. ou sobre o preço a consumidor usualmente praticado. as receitas decorrentes: I – da revenda de mercadorias sujeitas a substituição tributária deverão ser segregadas na forma do inciso II do caput. destacadamente. A matéria Substituição Tributária quando se trata de pessoa jurídica optante do SIMPLES NACIONAL encontra-se regulada na Resolução CGSN nº 51 de 2008.(…)” Conforme se verifica do artigo acima. no que tange ao disposto no § 8º. não exclui a incidência do ICMS devido nas operações ou prestações sujeitas ao regime da substituição tributária. 3º As ME e as EPP optantes pelo Simples Nacional deverão considerar. conforme o caso: (…) § 6º Na hipótese de a ME ou a EPP optante pelo Simples Nacional se encontrar na condição de substituída tributária. mediante documento único (DAS). e .

onde: I – “base de cálculo” é o valor da operação própria realizada pela ME ou EPP substituta tributária.II – o valor resultante da aplicação da alíquota interna ou interestadual sobre o valor da operação ou prestação própria do substituto tributário. sobre a tributação descrita: “CASO PRÁTICO: . visto que a legislação o dispensa desta obrigação. ou seja. mas fica dispensado do recolhimento do imposto. conferindo à terceiro. a lei altera a responsabilidade pelo cumprimento da obrigação tributária. não apenas o imposto atinente à operação por ele praticada (recorde-se que neste caso a pessoa jurídica optante do SIMPLES NACIONAL recolherá o ICMS previsto na alíquota do respectivo regime simplificado). através de lei. Para uma melhor compreensão veja-se o exemplo constante do artigo de autoria do consultor Paulo Melchor. III – “alíquota interna” é a do ente a que se refere o § 8º. (Redação dada pela Resolução CGSN nº 61. Portanto. (…)” Do exposto pode-se verificar que as normas vigentes que dispõe sobre o recolhimento unificado de imposto e contribuições – SIMPLES NACIONAL admitem que as empresas optantes por tal regime sujeitem-se a substituição tributária como substituto tributário ou na condição de substituído tributário. II – “MVA” é a margem de valor agregado divulgada pelo ente a que se refere o § 8º. que não aquele que praticou o causa ao fato. resta claro que a Substituição Tributária é um regime que consiste em obrigar alguém a pagar. atribuindo-a ao substituto. calculado na forma do § 9º . no cálculo dos tributos devidos no Simples Nacional não será considerado receita de venda ou revenda de mercadorias o valor do tributo devido a título de substituição tributária. mas também. de 13 de julho de 2009) § 10. Já contribuinte substituído é aquele que dá causa ao fato gerador. embora não tenha ligação direta com a ocorrência do fato gerador.00 + MVA) x alíquota interna] – dedução. o valor do ICMS devido por substituição tributária será calculado da seguinte forma: imposto devido = [base de cálculo x (1. Na hipótese de inexistência dos preços mencionados no inciso I do § 9º. IV – “dedução” é o valor mencionado no inciso II do § 9º. Para fins do § 7º. o relativo à operação ou operações posteriores. § 11. Vale frisar que contribuinte substituto é aquele ao qual a legislação determina que se torne o responsável pelo recolhimento do imposto.

ICMS-ST (270. presume-se que a loja venderá este mesmo produto ao consumidor por R$ 1.000.Indústria vende determinado produto para uma loja por R$ 1.00. Com isso.00) Cálculo da Substituição Tributária (Substituto Simples Nacional) .00 a título de Substituição Tributária em guia própria.00 Obs. a indústria deverá recolher o ICMS pelo Simples Nacional e também R$ 90.00) = R$ 90. Caso a legislação paulista estabeleça outra alíquota para a mercadoria.00 . a mesma deverá ser utilizada. considerando que é a regra geral no Estado de São Paulo. Cláudio Roberto Vallim Consultor Jurídico – Atendimento & Fomento SEBRAE/SP 26. esta indústria no Simples Nacional (substituto tributário).00 (x 18%) = R$ 270.500.00 Logo.000. 2009 às 12:30 am Emerson Poblema que não entendo. IVA-ST = 50% (Portanto. recolherá: 1) Operação própria: Incluir a receita de R$ 1.000. deverá segregar estas receitas de substituição tributária e não submetê-las ao ICMS constante em sua faixa correspondente do Anexo I do Simples Nacional. onde posso ter uma resposta???? .00 – 180.: A alíquota de 18% foi utilizada como exemplo.00 (venda desta mercadoria) como Receita Bruta a ser tributada pelo Anexo II do Simples Nacional. Já a loja de nosso exemplo.500. 2) Operação Substituição Tributária: R$ 90.Base de cálculo da substituição R$ 1.” Atenciosamente. em setembro 4. estado e união) agora terei que pagar outro imposto além do que já pago ou seja bitributação. não consigo entender.00 (x 18%) = R$ 180. Se pago um imposto unico para simplificar entre todos (municipio.Base de cálculo da operação própria R$ 1.00 .

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