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Lei 14876_91 - Sefaz PE

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DECRETO Nº 14.

876/91 e alterações
(atualizado até 30 de junho de 2011)

Decreto nº 14.876/91

ÍNDICE SISTEMÁTICO
LIVRO PRIMEIRO

DO SISTEMA GERAL DE TRIBUTAÇÃO
TÍTULO I

DA OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA PRINCIPAL
CAPÍTULO I CAPÍTULO II CAPÍTULO III CAPÍTULO IV CAPÍTULO V CAPÍTULO VI CAPÍTULO VII CAPÍTULO VIII DA INCIDÊNCIA DA NÃO-INCIDÊNCIA DA ISENÇÃO DA SUSPENSÃO DO DIFERIMENTO DA BASE DE CÁLCULO DA ALÍQUOTA DO CRÉDITO FISCAL Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V Seção VI Seção VII CAPÍTULO IX - Do Direito - Da Vedação - Do Estorno - Do Crédito Presumido - Da Recuperação e do Crédito Restituído - Da Manutenção - Do Crédito Acumulado

arts. 2º a 6º art. 7º arts. 8º e 9º arts. 10 e 11 arts. 12 e 13 arts. 14 a 24 art. 25 art. 26 arts 27 a 30 arts. 31 e 32 arts. 33 e 34 arts. 35 a 44 art. 45 arts. 46 e 47 arts. 48 a 50

DA APURAÇÃO E DOS PRAZOS DE RECOLHIMENTO Seção I Seção II - Da Apuração do Imposto - Dos Prazos de Recolhimento

art. 51

Subseção I - Do Imposto de Responsabilidade Direta Subseção II - Do Imposto de Responsabilidade Indireta CAPÍTULO X DO SUJEITO PASSIVO Seção I Seção II CAPÍTULO XI - Do Contribuinte - Do Responsável

art. 52 arts. 53 a 55

arts. 56 e 57 arts. 58 e 59

DO ESTABELECIMENTO Seção I - Da Natureza

arts. 60 e 61

Decreto nº 14.876/91 e alterações

ÍNDICE SISTEMÁTICO

Seção II

- Do Código de Atividade Econômica

art. 62

TÍTULO II

DA OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA ACESSÓRIA
CAPÍTULO I DO CADASTRO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE PERNAMBUCO - CACEPE Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V CAPÍTULO II - Do Cadastro - Da Inscrição - Da Baixa - Do Cancelamento - Da Atualização Cadastral

art. 63 arts. 64 a 72 arts. 73 a 76 art. 77 arts. 78 e 79

DOS LIVROS E DOCUMENTOS FISCAIS Seção única - Das Disposições Comuns

arts. 80 a 84

CAPÍTULO III

DO DOCUMENTO FISCAL RELATIVO À OPERAÇÃO E À PRESTAÇÃO Seção I - Das Disposições Comuns - Das Disposições Gerais - Da Nota Fiscal Resumo - Do Documento Fiscal de Correção

Subseção I Subseção II Subseção III Seção II

arts. 85 a 113 art. 114 arts. 115 e 116

- Do Documento Fiscal Relativo à Operação - Da Nota Fiscal - Da Nota Fiscal de Venda a Consumidor e da Nota Fiscal - Da Nota Fiscal de Entrada - Da Nota Fiscal de Produtor - Da Nota Fiscal Avulsa - Da Nota Fiscal/Conta de Fornecimento d’Água - Da Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica

Subseção I Subseção II Simplificada Subseção III Subseção IV Subseção V Subseção VI Subseção VI

arts. 117 a 129-A arts. 130 a 134 arts. 135 a 139 arts. 140 e 141 art. 142 art. 143 arts. 144 a 147 arts. 148 e 149

Subseção VII - Do Aviso de Retenção Seção III - Do Documento Fiscal Relativo ao Serviço de Transporte - Das Disposições Gerais - Da Nota Fiscal de Serviço de Transporte

Subseção I Subseção II

arts. 150 a 156 arts. 157 a 162 arts. 163 a 168 arts. 169 a 175 arts. 176 a 182 arts. 183 a 187 arts. 188 a 191

Subseção III - Do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas Subseção IV - Do Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas Subseção V - Do Conhecimento Aéreo Subseção VI - Do Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas Subseção VII - Do Bilhete de Passagem Rodoviária

Decreto nº 14.876/91 e alterações

ÍNDICE SISTEMÁTICO

Subseção VIII - Do Bilhete de Passagem Aquaviária Subseção IX - Do Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem Subseção X - Do Bilhete de Passagem Ferroviária

arts. 192 a 195 arts. 196 a 199 arts. 200 a 203 art. 204 art. 205 art. 206 arts. 207 e 208 art. 209 arts. 210 a 215 arts. 216 a 218 art. 219

Subseção XI - Do Redespacho Subseção XII - Do Transporte Intermodal Subseção XIII - Do Despacho de Transporte Subseção XIV - Do Conhecimento de Transporte Simplificado de Excesso de Carga Subseção XV - Da Ordem de Coleta de Cargas Subseção XVI - Da Autorização de Carregamento de Transporte Subseção XVII - Do Resumo de Movimento Diário Subseção XVIII (ACR) – Do Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas Seção IV - Do Documento Fiscal Relativo à Comunicação - Da Nota Fiscal de Serviço de Comunicação - Da Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações

Subseção I Subseção II CAPÍTULO IV

arts. 220 a 226 arts. 227 a 230

DO DOCUMENTO RELATIVO ÀS INFORMAÇÕES Seção I - Das Disposições Comuns Seção II - Dos Documentos Subseção I - Da Guia de Informação e Apuração do ICMS - GIA

art. 231

art. 232 art. 233 art. 234 arts. 235 a 240 art. 241 arts. 242 e 243 art. 244 art. 245

Subseção II - Da Guia de Informação e Apuração do ICMS (Mensal/Anual) –GIAM Subseção III - Da Guia de Informação das Operações do Município GIOM Subseção IV - Da Relação de Saída de Mercadorias Subseção V - Da Relação das Operações por Município -Contribuinte substituído – ROM Subseção VI - Da Relação do ICMS Retido na Fonte Subseção VII - Do Desembaraço de Mercadorias Importadas Subseção VIII - Da Relação de Mercadorias e Bens Adquiridos CAPÍTULO V DO DOCUMENTO DE ARRECADAÇÃO Seção I - Do Documento de Arrecadação Estadual – DAE Subseção I - Do Documento

art. 246 art. 247 arts. 248 e 249 arts. 250 e 251

Subseção II - Do Código de Receita Subseção III - Da Arrecadação da Receita Seção II - Da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE

Decreto nº 14.876/91 e alterações

ÍNDICE SISTEMÁTICO

CAPÍTULO VI

DOS LIVROS FISCAIS Seção I - Disposições Comuns Seção II - Do Registro de Entradas Seção III - Do Registro de Saídas Seção IV - Do Registro de Controle da Produção e do Estoque Seção V - Do Registro de Impressão de Documentos Fiscais Seção VI - Do Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências Seção VII - Do Registro de Inventário Seção VIII - Do Registro de Apuração do ICMS Seção IX - Do Registro de Veículos

arts. 252 a 259 arts. 260 a 262 arts. 263 e 264 arts. 265 a 269 art. 270 art. 271 art. 272 art. 273 art. 274

CAPÍTULO VII

DAS OPERAÇÕES OU PRESTAÇÕES REALIZADAS ATRAVÉS DE SISTEMA ELETRÔNICO DE PROCESSAMENTO DE DADOS Seção I Seção II Seção III - Do Pedido e da Comunicação para Utilização ou Alteração do Sistema - Das Condições para Uso do Sistema - Dos Documentos Fiscais

art. 275 arts. 276 a 278

Subseção I - Das Disposições Com2uns Subseção II - Da Nota Fiscal Subseção III - Da Nota Fiscal de Entrada Subseção IV - Do Conhecimento de Transporte Subseção V - Dos Formulários Destinados à Emissão de Documentos Fiscais Seção IV - Da Escrita Fiscal

arts. 279 a 281 arts. 282 a 288 art. 289 art. 290 arts. 291 a 293-B

Subseção I - Do Registro Fiscal Subseção II - Da Escrituração Fiscal Seção V Seção VI CAPÍTULO VIII - Da Fiscalização - Das Disposições Gerais

arts. 294 a 299 arts. 300 a 306 arts. 307 e 308 arts. 309 a 312

DAS OPERAÇÕES OU PRESTAÇÕES REALIZADAS ATRAVÉS DE TERMINAL PONTO DE VENDA - PDV Seção I - Das Disposições Gerais

Subseção I - Da Utilização Subseção II Das Características Seção II - Do Credenciamento, da Suspensão, do Descredenciamento e do Recredenciamento Subseção I - Das Disposições Comuns Subseção II - Do Credenciamento Subseção III- Da Suspensão Subseção IV- Do Descredenciamento

art. 313 arts. 314 e 315

art. 316 arts. 317 a 323 art. 324 art. 325

Decreto nº 14.876/91 e alterações

ÍNDICE SISTEMÁTICO

Subseção V - Do Recredenciamento Seção III - Do Uso de Terminal Ponto de Venda - PDV

art. 326 arts. 327 a 328 art. 329

Seção IV - Da Cessação do Uso de Terminal Ponto de Venda - PDV Seção V - Dos Documentos Fiscais

Subseção I - Da Nota Fiscal Subseção II - Dos Formulários Destinados à Emissão de Notas Fiscais Subseção III - Do Cupom Fiscal - PDV Subseção IV- Do Cupom Fiscal PDV - Redução Subseção V - Da Listagem Analítica Subseção VI - Das Disposições Comuns Seção VI CAPÍTULO IX - Da Escrita Fiscal

arts. 330 a 332 arts. 333 e 334 arts. 335 a 339 art. 340 art. 341 arts. 342 a 345 art. 346

DAS OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES REALIZADAS ATRAVÉS DE MÁQUINA REGISTRADORA Seção I Das Disposições Gerais Das Características da Máquina Registradora Do Documento Fiscal Da Entrega a Domicílio Do Cancelamento do Cupom Fiscal ou de Item

arts. 347 a 354 art. 355 arts. 356 a 363 art. 364 arts. 365 e 366 art. 367 art. 368 art. 369 arts. 370 a 374 arts. 375 a 380 art. 381 art. 382 art. 383 arts. 384 a 386 arts. 387 a 391 art. 392

Seção II Seção III Seção IV Seção V -

Seção VI - Da Emissão Conjugada de Cupom e de Nota Fiscal Seção VII - Da Devolução de Mercadoria Seção VIII - Da Operação com Vasilhame Seção IX - Da Escrituração Fiscal Seção X - Do Credenciamento Seção XI - Da Suspensão do Credenciamento Seção XII - Do Descredenciamento Seção XIII - Do Recredenciamento Seção XIV- Do Pedido de Uso ou para Cessação de Uso de Máquina Registradora Seção XV - Da Compensação Seção XVI - Da Máquina de Uso Não Fiscal CAPÍTULO X DAS OPERAÇÕES ATRAVÉS DAS BOMBAS DE COMBUSTÍVEIS Seção I - Das Características das Bombas de Combustíveis Seção II - Do Credenciamento Seção III - Da Suspensão do Credenciamento Seção IV - Do Descredenciamento Seção V - Do Recredenciamento Seção VI - Das Disposições Gerais

art. 393 arts. 394 e 395 arts. 396 a 401 arts. 402 e 403 art. 404 arts. 405 a 410

Decreto nº 14.876/91 e alterações

ÍNDICE SISTEMÁTICO

LIVRO SEGUNDO DOS SISTEMAS ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO E DAS OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES ESPECIAIS
TÍTULO I

DOS SISTEMAS ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO
CAPÍTULO I DO SISTEMA RELATIVO À CANA-DE-AÇÚCAR E SEUS DERIVADOS Seção I - Das Disposições Gerais Subseção I - Das Disposições Preliminares

art. 411 art. 412

Subseção II - Da Base de Cálculo Seção II - Das Operações Realizadas pelo Produtor Subseção I - Da Saída de Cana-de-açúcar

arts. 413 e 414 art. 415 art. 416 arts. 417 e 418 art. 419

Subseção II - Do Crédito Fiscal Subseção III - Do Recolhimento do Imposto Subseção IV - Do Confronto Subseção V - Da Escrita Fiscal Seção III - Das Operações Realizadas pelo Estabelecimento Industrial Subseção I - Das Disposições Gerais

art. 420 art. 421 arts. 422 a 429 art. 430 arts. 431 a 433 art. 434 art. 435 art. 436 art. 437 arts. 438 a 442 arts. 443 a 454 arts. 455 a 462

Subseção II - Do Crédito Fiscal Subseção III - Dos Documentos Fiscais Subseção IV - Da Escrituração Fiscal Seção IV - Das Operações com a Cooperativa Seção V - Da Venda à Ordem ou Para Entrega Futura Seção VI - Do Recolhimento Seção VII- Da Perda Seção VIII- Da Isenção Seção IX - Das Operações Relativas a Aguardente CAPÍTULO II CAPÍTULO III CAPÍTULO IV DO SISTEMA RELATIVO A ALGODÃO, MAMONA, SISAL E MILHO DO SISTEMA RELATIVO A BRINDE

DO SISTEMA RELATIVO A FARINHA DE TRIGO, CERVEJA E REFRIGERANTE Seção I Seção II Seção III Subseção I - Das Disposições Comuns - Das Operações Relativas a Farinha de Trigo - Das Operações Relativas a Cerveja e Refrigerante - Das Operações Internas e de Importação

arts. 463 a 473 arts. 474 a 478

arts. 479 a 488

Decreto nº 14.876/91 e alterações

ÍNDICE SISTEMÁTICO

Subseção II - Das Operações Interestaduais CAPÍTULO V DO SISTEMA RELATIVO A CIMENTO Seção I - Da Antecipação Tributária - Do Desconto

arts. 489 a 491

Subseção I

art. 492 art. 493 art. 494 art. 495 arts. 496 e 497 arts. 498 e 499 arts. 500 a 502 arts. 503 e 504 arts. 505 a 508 arts. 509 a 511 arts. 512 a 514 arts. 515 e 516 art. 517 arts. 518 a 521

Subseção II - Da Base de Cálculo Subseção III - Da Apuração Subseção IV - Do Recolhimento Subseção V - Da Informação Subseção VI - Do Credenciamento e do Descredenciamento Seção II Seção III Seção IV Seção V Seção VI Seção VII Seção VIII Seção IX CAPÍTULO VI - Do Ressarcimento - Do Cimento Proveniente Deste Estado - Do Cimento Proveniente de Outro Estado - Da Devolução - Da Mercadoria Não Entregue ao Destinatário - Do Procedimento Relativo ao Estoque - Dos Livros Fiscais - Das Disposições Gerais

DO SISTEMA RELATIVO A VEÍCULO Seção I - Da Antecipação Tributária - Das Operações Sujeitas à Antecipação Tributária

Subseção I

arts. 522 e 523 art. 524 arts. 525 a 528 art. 529 art. 530 arts. 531 e 532 arts. 533 a 540 arts. 541 a 545 art. 546 arts. 547 e 548 arts. 549 a 554 arts. 555 a 565

Subseção II - Da Desoneração Subseção III - Do Cálculo Subseção IV - Do Desfazimento Subseção V - Da Devolução Subseção VI - Do Ressarcimento Subseção VII - Da Nota Fiscal Subseção VIII - Do Livro Fiscal Subseção IX - Do Ativo Fixo Subseção X - Do Recolhimento

Subseção XI - Das Disposições Finais Seção II CAPÍTULO VII - Da Isenção

DO SISTEMA RELATIVO ÀS OPERAÇÕES COM A COMISSÃO DE FINANCIAMENTO DA PRODUÇÃO Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V - Do Sistema - Da Base de Cálculo - Dos Documentos Fiscais - Dos Livros Fiscais - Do Recolhimento

arts. 566 a 569 arts. 570 e 571 arts. 572 a 576 arts. 577 a 581 arts. 582 e 583

Decreto nº 14.876/91 e alterações

ÍNDICE SISTEMÁTICO

CAPÍTULO VIII

DO SISTEMA RELATIVO A GADO E PRODUTOS DERIVADOS DO RESPECTIVO ABATE, ARROZ, FEIJÃO E FARINHA DE MANDIOCA Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V Seção VI - Da Saída Interna - Da Saída para Outra UF - Da Saída do Produto Resultante da Industrialização - Da Saída com Incidência do Imposto Sobre o Valor Real da Operação - Das Operações com Outros Produtos Resultantes do Abate do Gado - Das Disposições Gerais

art. 584 art. 585 art. 586 art. 587 art. 588 arts. 589 a 592 arts. 598 e 599

CAPÍTULO IX CAPÍTULO X

DO SISTEMA RELATIVO A LEITE DO SISTEMA RELATIVO AO COMÉRCIO EXTERIOR Seção I - Do Sistema Relativo a Importação de Mercadoria

Subseção I - Das Disposições Gerais Subseção II - Da Admissão Temporária Seção II - Do Sistema Relativo a Exportação de Mercadoria

arts. 600 a 614 art. 615

S ubseção I - Das Disposições Gerais Subseção II - Da Exportação Indireta de Produto Semi-Elaborado CAPÍTULO XI CAPÍTULO XII CAPÍTULO XIII CAPÍTULO XIV CAPÍTULO XV CAPÍTULO XVI DO SISTEMA RELATIVO A PEIXE FRESCO OU FRIGORIFICADO DO SISTEMA RELATIVO A PRODUTO AGROPECUÁRIO ADQUIRIDO EM OUTRO ESTADO DO SISTEMA RELATIVO A SORVETE DO SISTEMA RELATIVO A LINGOTES E TARUGOS DE METAIS NÃO-FERROSOS E A SUCATA DO SISTEMA RELATIVO A TRIGO TRITICALE NACIONAIS DO SISTEMA RELATIVO A REVENDEDOR AUTÔNOMO Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V Seção VI Seção VII - Das Disposições Gerais - Do Pedido - Do Termo de Compromisso e Responsabilidade e da Inscrição - Do Recolhimento Antecipado - Dos Documentos Fiscais - Dos Livros Fiscais - Do Sistema a partir de 01 novembro de 2005

art. 616 art. 617 arts. 618 a 622 art. 623 arts. 624 a 627 arts. 628 a 630 arts. 631 a 637

art. 638 art. 639 arts. 640 e 641 arts. 642 e 643 arts. 644 a 648 arts. 649 arts. 650

TÍTULO II

DOS OPERAÇÕES ESPECIAIS
CAPÍTULO I CAPÍTULO II DAS OPERAÇÕES COM DEPÓSITO FECHADO DAS OPERAÇÕES COM ARMAZÉM-GERAL

arts. 651a 654

Decreto nº 14.876/91 e alterações

ÍNDICE SISTEMÁTICO

Seção I Seção II CAPÍTULO III CAPÍTULO IV CAPÍTULO V CAPÍTULO VI CAPÍTULO VII

- Das Operações Internas - Das Operações Interestaduais

arts. 655 a 662 arts. 663 a 668 art. 669 arts. 670 a 673 arts. 674 e 675 art. 676

DAS OPERAÇÕES À ORDEM OU PARA ENTREGA FUTURA DAS OPERAÇÕES REALIZADAS FORA DO ESTABELECIMENTO DA REMESSA PARA INDUSTRIALIZAÇÃO DA REMESSA PARA CONSERTO DA DEVOLUÇÃO DE MERCADORIA Seção I Seção II - Das Disposições Gerais - Da Devolução Promovida por Contribuinte

arts. 677 e 678

Subseção I - Da Operação Interna Subseção II - Da Operação Interestadual Seção III Seção IV CAPÍTULO VIII - Da Devolução Promovida por Não-Contribuinte - Da Devolução por Repartição Pública

art. 679 arts. 680 e 681 art. 682 art. 683

DA MERCADORIA NÃO ENTREGUE AO DESTINATÁRIO Seção I - Da Mercadoria que Tenha Saído do Estabelecimento

Subseção I Subseção II - Do Estabelecimento Transportador Seção II CAPÍTULO IX CAPÍTULO X - Da Mercadoria que Não Tenha Saído do Estabelecimento

arts. 684 e 685 arts. 686 e 687 arts. 688 e 689 arts. 690 a 696 arts. 697 a 700

DAS OPERAÇÕES PARA A ZONA FRANCA DE MANAUS DAS OPERAÇÕES RELATIVAS AO COMÉRCIO AMBULANTE

TÍTULO III DOS REGIMES ESPECIAIS
CAPÍTULO I CAPÍTULO II CAPÍTULO III DAS DISPOSIÇÕES GERAIS DO REGIME ESPECIAL INOMINADO DO REGIME ESPECIAL NOMINADO Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V - Do Transporte Aeroviário - Do Transporte Ferroviário - Do Transporte de Valores - Da Empresa de Serviço de Telecomunicação - Da Empresa Prestadora de Serviço de Comunicação

art. 701 art. 702

arts. 703 a 713 arts. 714 a 722 arts. 723 a 728 arts. 729 a 732 art. 733

LIVRO TERCEIRO

DOS INCENTIVOS FISCAIS
arts. 734 e 735

Decreto nº 14.876/91 e alterações

ÍNDICE SISTEMÁTICO

LIVRO QUARTO
DA INFRAÇÃO TRIBUTÁRIA E DAS DISPOSIÇÕES TRIBUTÁRIAS PENAIS TÍTULO I DA INFRAÇÃO TRIBUTÁRIA
arts. 736 a 740

TÍTULO II DAS DISPOSIÇÕES TRIBUTÁRIAS PENAIS
CAPÍTULO I CAPÍTULO II CAPÍTULO III CAPÍTULO IV CAPÍTULO V CAPÍTULO VI CAPÍTULO VII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS DOS VALORES DAS MULTAS DA GRADUAÇÃO DAS MULTAS REGULAMENTARES DA APROPRIAÇÃO INDÉBITA DA IMPUNIBILIDADE DA PROIBIÇÃO DE TRANSACIONAR COM AS REPARTIÇÕES E OUTRAS ENTIDADES DO SISTEMA ESPECIAL DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO

arts. 741 a 744 arts. 745 e 746 arts. 747 e 748 art. 749 art. 750 art. 751 art. 752

LIVRO QUINTO DA ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA E DOS JUROS DE MORA
TÍTULO I

DA ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA
arts. 753 a 757

TÍTULO II

DOS JUROS
art. 758

LIVRO SEXTO

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
TÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
arts. 759 a 780

Decreto nº 14.876/91 e alterações

ÍNDICE SISTEMÁTICO

TÍTULO II

DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS
arts. 1º a 16

NOTAS
De 1 a 32

ANEXOS
ANEXO 1 ANEXO 2 ANEXO 3 ANEXO 4 ANEXO 5 ANEXO 6 ANEXO 7 ANEXO 8 ANEXO 9 ANEXO 10 ANEXO 10-A ANEXO 10-B ANEXO 11 ANEXO 12 ANEXO 13 CAE-CÓDIGO DE ATIVIDADE ECONÔMICA CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES – CFOP VEÍCULOS RELAÇÃO DOS VEÍCULOS RELAÇÃO DOS VEÍCULOS SUJEITOS À SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA TRATORES FERROVIAS ABRANGIDAS PELAS NORMAS DO ART. 714 OPÇÃO PELO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA RELAÇÃO DE PRODUTOS CONSIDERADOS COMO DE BASE TECNOLÓGICA CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA – CST NOTA FISCAL MODELO 1 NOTA FISCAL MODELO 1-A PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS AUTORIZAÇÃO PARA IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS MANUAL DE ORIENTAÇÃO PREVISTO NO ART. 295 FERROS E AÇOS NÃO-PLANOS MÁQUINAS, APARELHOS, EQUIPAMENTOS, PARTES, PEÇAS E COMPONENTES PRODUTOS BENEFICIADOS COM CRÉDITO PRESUMIDO PEDIDO DE CREDENCIAMENTO DE ESTABELECIMENTO GRÁFICO LISTA DE SERVIÇOS MÁQUINAS E IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS MÁQUINAS, APARELHOS E EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS PRODUTOS SEMI-ELABORADOS VALOR AGREGADO DE QUE TRATA O ART. 19, I, “b” LISTA DOS PRODUTOS SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 25% DO ICMS, SEGUNDO A NOMENCLATURA BRASILEIRA DE MERCADORIAS – NBM/SH

arts. 3º, IV, V e 7º, IV art. 9º, XXIV art. 9º, XXV

art..19, I “b” art. 25, I, “a”, 1 art. 47, I, “a” art. 62

art. 522, III, “a” art. 522, III, “b” art. 522, III, “d” art. 523, V art. 714 art. 522, § 3º, IV, “a” art. 13, XXX, § 14, II arts. 92 e 119, II, “d”

ANEXO 14

ANEXO 15 ANEXO 16 ANEXO 17 ANEXO 18 ANEXO 19 ANEXO 20 ANEXO 21 ANEXO 22 ANEXO 23 ANEXO 24

art. 98, II, “a” art. 98, II, “b” art. 295 art. 14, XLV art. 52, XIX art. 36, IX

Decreto nº 14.876/91 e alterações

ÍNDICE SISTEMÁTICO

ANEXO 25 ANEXO 26 ANEXO 27 ANEXO 27 -A ANEXO 28 ANEXO 29

FORMULÁRIO PARA DEVOLUÇÃO DE SELOS FISCAIS EQUIPAMENTOS OU ACESSÓRIOS DESTINADOS A PESSOA COM DEFICIÊNCIA FÍSICA OU AUDITIVA OPERAÇÕES COM MEDICAMENTO PARA TRATAMENTO DA AIDS PRODUTOS PARA TRATAMENTO DE PORTADORES DO VÍRUS DA AIDS EQUIPAMENTOS E COMPONENTES PARA O APROVEITAMENTO DA ENERGIA SOLAR E EÓLICA VACINAS, IMUNOGLOBULINAS, SOROS, MEDICAMENTOS, INSETICIDAS E OUTROS PRODUTOS DESTINADOS Á VACINAÇÃO E AO COMBATE À DENGUE, MALÁRIA E FEBRE AMARELA

art. 9º, CXXVIII, “b” art. 9º, XC, “c” art. 9º, XC, “c” art. 9º, CLVI art. 9º CLIX

ANEXO 29-A

VACINAS, IMUNOGLOBULINAS, SOROS, MEDICAMENTOS, INSETICIDAS E OUTROS PRODUTOS DESTINADOS Á VACINAÇÃO E AO COMBATE À DENGUE, MALÁRIA E FEBRE AMARELA

art. 9º CLIX

ANEXO 30 ANEXO 30-A ANEXO 31 ANEXO 31 – A ANEXO 32 ANEXO 33

EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE TELECOMUNIICAÇÃO BENEFICÍÁRIAS DE REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE TELECOMUNIICAÇÃO BENEFICÍÁRIAS DE REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO EQUIPAMENTOS E INSUMOS DESTINADOS À PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE EQUIPAMENTOS E INSUMOS DESTINADOS À PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE PRODUTOS IMPORTADOS POR INDUSTRIA BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO PRODUTOS IMPORTADOS POR INDÚSTRIA BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO UNIDADES DA FEDERAÇÃO QUE ADOTAM A SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA PARA CERVEJA, REFRIGERANTE E OUTROS PRODUTOS

art. 729 art. 729

art. 9º, CLX art. 13, LI art. 13, LV “caput” do art. 489 art. 489, § 1º, III

ANEXO 34

ANEXO 35

UNIDADES DA FEDERAÇÃO QUE ADOTAM A SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA PARA ÁGUA MINERAL OU POTÁVEL

REVOGADO. (Dec. 28.323/2005 e Errata, DOE 10/09/2005)

ANEXO 36

PRODUTOS BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO DESDE QUE IMPORTADOS POR INDÚSTRIA FABRICANTE DE POLÍMERO, DE FIBRAOU FILAMENTO DE POLIÉSTER, DE ÁCIDO TEREFTÁLICO, DE PARAXILENO E DE POLIMERO DE POLIETILENO TEREFTALATO - PET RELAÇÃO DOS VEÍCULOS SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 12% DO ICMS, SEGUNDO A NOMENCLATURA BRASILEIRA DE MERCADORIAS NBM/SH MEDICAMENTOS RELACIONADOS NO CONVÊNIO ICMS 140/2001 ORGANIZAÇÕES SOCIAIS COM CONTRATO DE GESTÃO COM O MINISTÉRIO DA CIÊ.NCIA E TECNOLOGIA BENEFICIÁRIAS FÁRMACOS E MEDICAMENTOS DESTINADOS A ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA E INDIRETA FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL PRODUTOS IMPORTADOS POR INDÚSTRIA DE EQUIPAMENTO DE REFRIGERAÇÃO BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO

art. 13, XL

ANEXO 37 ANEXO 38 ANEXO 39

art. 25, I, “e”, 6 art. 9º, CLXXV art. 9º, CLXIII, “f” art. 9º, CLXXVIII art. 13, LXXV

ANEXO 40

ANEXO 41

Decreto nº 14.876/91 e alterações

ÍNDICE SISTEMÁTICO

ANEXO 42-A ANEXO 42-B ANEXO 42- C

PRODUTOS DE INFORMÁTICA SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 12% PRODUTOS DE INFORMÁTICA SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 7% PRODUTOS DE INFORMÁTICA SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 12%, NO PERÍODO DE29/09/2003 A 31/12/2003 PRODUTOS DE INFORMÁTICA SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 12% V PRODUTOS DE INFORMÁTICA SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 7% MEMORANDO - EXPORTAÇÃO GUIA DE TRANSPORTE DE VALORES – GTV LISTA DOS PRODUTOS SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 27% DO ICMS CONHECIMENTO DE TRANSPORTE MULTIMODAL DE CARGAS CTMC - modelo 26 PRODUTOS IMPORTADOS POR INDUSTRIA DE MATERIAL ELÉTRICO COM DIFERIMENTO DO ICMS DECLARAÇÃO DE DISPONIBILIDADE FINANCEIRA OU PATRIMONIAL AUTORIZAÇÃO PARA AQUISIÇÃO DE VEÍCULO COM ISENÇÃO DO ICMS POR PORTADOR DE DEFICIÊNCIA FÍSIC’A BENS DESTINADOS À MODERNIZAÇÃO DE ZONAS PORTUÁRIAS PRODUTOS IMPORTADOS BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO PRODUTOS PARA FABRICAÇÃO DE GRUPO GERADOR BENEFICIÁDOS COM DIFERIMENTO NA IMPORTAÇÃO DEMONSTRATIVO DE PAGAMENTO EQUIPAMENTOS E PEÇAS PARA UTILIZAÇÃO NA MANUTENÇÃO DO GASODUTO BRASIL - BOLÍVIA

art. 25, I, "e", 8 art. 25, I, "f", 1.1.2 art. 25 , I, “e”, 8.2 art. 25 , I, “e”, 8.3
art. 25 , I, “f”, 1.3

ANEXO 42-D ANEXO 42-E ANEXO 43 ANEXO 44 ANEXO 45 ANEXO 46 ANEXO 47 ANEXO 48 ANEXO 49 ANEXO 50 ANEXO 51 ANEXO 52 ANEXO 53 ANEXO 54 ANEXO 55 ANEXO 56 ANEXO 56-A ANEXO 57 ANEXO 58 ANEXO 59 ANEXO 60 ANEXO 61 ANEXO 62

art. 7º, § 16, IV art. 728 art. 25, I, “k” art. 219 art. 13, LXXVII art.9º, XCIX e § 57, II, ”c” art. 9º, XCIX e § 57, VII, “c” art. 9º, CLXXXV art. 13, LXXXII art. 13, LXXXIII art. 733, § 2º, VII art. 9º, CXCII art. 13, XC

MEDICAMENTOS E REAGENTES QUÍMICOS DESTINADOS A PESQUISAS QUE ENVOLVAM SERES HUMANOS MEDICAMENTOS E REAGENTES QUÍMICOS DESTINADOS À PESQUISAS QUE ENVOLVAM SERES HUMANOS MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS, PARTES E ACESSÓRIOS DESTINADOS A EMPRESA DE RADIODIFUSÃO PRODUTOS PARA UTILIZAÇÃO NA FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DE AÇO PRODUTOS PARA UTILIZAÇÃO NA FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS PRODUTOS IMPORTADOS PELA APAE INSUMOS E MATÉRIAS-PRIMAS PARA UTILIZAÇÃO NA FABRICAÇÃO DE GERADORES EÓLICOS DE ENERGIA MÁQUINAS PESADAS BENEFICIADAS COM REDUÇÃO DE BASE DE CÁLCULO E CRÉDITO PRESUMIDO DO ICMS MERCADORIAS IMPORTADAS BENEFICIADAS COM REDUÇÃO DE BASE DE CÁLCULO E CRÉDITO PRESUMIDO DO ICMS PRODUTOS IMPORTADOS, PARA UTILIZAÇÃO NO PROCESSO PRODUTIVO DE “FREEZERS”, BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO DO ICMS BENS E MERCADORIAS FABRICADOS NO PAÍS COMPONENTES ELETRÔNICOS

art. 9º, CC art. 9º, CC art. 9º, CCIV art. 13, C art. 13, CI art. 9º, “C”, f art. 13, CII art. 14, LXXIII e art. 36, XXXVI art. 14, LXXIV e art. 36, XXXVII art.13, XXXIX art. 9º,CCXII,

ANEXO 63

ANEXO 64

ANEXO 65 ANEXO 66

CCXIII e CCXIV,

e art. 24, XXXIII art. 13, CXI

Decreto nº 14.876/91 e alterações

ÍNDICE SISTEMÁTICO

Decreto nº 14.876/91 e alterações

DECRETO Nº 14.876, DE 12 DE MARÇO DE 1991
Consolida a Legislação Tributária do Estado O GOVERNADOR DO ESTADO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso IV do art. 37 da Constituição Estadual, DECRETA:

DISPOSIÇÃO PRELIMINAR
Art. 1º As normas legais e regulamentares do Estado de Pernambuco que tratam do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS ficam consolidadas pelo presente Decreto.

LIVRO PRIMEIRO Do Sistema Geral de Tributação
TÍTULO I Da Obrigação Tributária Principal CAPÍTULO I Da Incidência
Art. 2º O Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS incide sobre: (Dec. 19.527/96) I - operações relativas à circulação de mercadorias, inclusive o fornecimento de alimentação e bebidas em bares, restaurantes e estabelecimentos similares; (Dec. 19.527/96) II - prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, por qualquer via, de pessoas, bens, mercadorias ou valores; (Dec. 19.527/96) III - prestações de serviços de comunicação, por qualquer meio, inclusive a geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza, sendo, a partir de 01 de novembro de 1996, apenas as onerosas; (Dec. 19.527/96) IV - serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior;
19.527/96) (Dec.

V - fornecimento de mercadoria com prestação de serviço não compreendido na competência tributária dos Municípios; (Dec. 19.527/96) VI - fornecimento de mercadoria com prestação de serviço sujeito ao Imposto sobre serviços, de competência dos Municípios, quando a lei complementar aplicável à matéria expressamente o sujeitar à incidência do imposto estadual; (Dec. 19.527/96) VII - entrada de mercadoria importada do exterior, por pessoa física ou jurídica, para qualquer finalidade, inclusive, em se tratando de pessoa física ou jurídica titular de estabelecimento, quando a mercadoria importada se destine ao uso ou consumo ou ativo permanente do respectivo estabelecimento; (Dec. 19.527/96) VIII - entrada, no território de Pernambuco, de energia elétrica e petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, quando procedentes de

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outra Unidade da Federação e não destinados à comercialização ou à industrialização, cabendo o imposto a este Estado. (Dec. 19.527/96) § 1°. Relativamente à cobrança do imposto sobre a prestação de serviço de transporte aéreo, o termo inicial de vigência será 01 de janeiro de 1997. (Dec. 19.527/96) § 2º Na hipótese do inciso VIII do "caput", relativamente à energia elétrica, a incidência do imposto alcança desde a geração ou importação até a última etapa destinada ao consumo final, aí incluídas a conexão, a conversão, a transmissão, a distribuição e a comercialização.
(Dec. 24.864/2002)

Art. 3º Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto: (Dec. 19.527/96) I - na saída de mercadoria do estabelecimento de contribuinte, inclusive cooperativa, ainda que para outro estabelecimento do mesmo titular; II - no fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias em bares, restaurantes, cafés e outros estabelecimentos; (Dec. 19.527/96) III - relativamente à importação do exterior: (Dec. 19.112/96) a) até 25 de novembro de 1991, na entrada, em estabelecimento importador, de mercadoria importada do exterior pelo titular do estabelecimento; (Dec. 19.112/96) b) de 26 de novembro de 1991 a 31 de outubro de 1996, no recebimento, pelo importador, de mercadoria ou bem importados do exterior (Lei nº 10.650, de 25.11.91); (Dec. 19.527/96) c) a partir de 01 de novembro de 1996, no desembaraço aduaneiro de mercadoria importada do exterior, observando-se (Lei nº 11.408, de 20.12.96, e Lei nº 12.335, de 23.01.2003): (Dec. 25.350/2003) 1. após o desembaraço aduaneiro, a entrega, pelo depositário, de mercadoria ou bem importados do exterior deverá ser autorizada pelo órgão responsável pelo respectivo desembaraço; (Dec. 19.527/96) 2. o desembaraço referido no item anterior somente se fará mediante a exibição do comprovante de pagamento do imposto incidente no ato do despacho aduaneiro, observado o disposto no art. 600, §§ 6º a 8º, e no Decreto nº 19.005, de 15 de fevereiro de 1996; (Dec. 19.527/96) 3. a partir de 01 de janeiro de 2003, na hipótese de a entrega da mercadoria importada do exterior ocorrer antes do desembaraço aduaneiro, considera-se ocorrido o fato gerador no momento do mencionado desembaraço, devendo a autoridade responsável, salvo disposição em contrário estabelecida em decreto do Poder Executivo, exigir a comprovação do pagamento do imposto (ACR Lei nº 12.335, de 23.01.2003); (Dec.
25.350/2003)

IV - na prestação de serviço, não relacionado no Anexo 1, quando houver fornecimento de mercadoria; V - na prestação dos serviços de competência municipal (Anexo 1), com fornecimento de mercadoria, quando prevista a incidência em relação a esta, nos termos de lei complementar; VI - na prestação dos serviços de transporte interestadual e intermunicipal de qualquer natureza: (Dec. 19.527/96) a) até 31 de outubro de 1996, no término da prestação do serviço; (Dec. 19.527/96) b) a partir de 01 de novembro de 1996, no início da prestação do serviço; (Dec. 19.527/96) VII - na prestação de serviço de comunicação, feita por qualquer meio, inclusive a geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza, observando-se: (Dec. 19.527/96) a) quando o serviço for prestado mediante o pagamento em ficha, cartão, selo postal ou assemelhados, a ocorrência do fato gerador se dará no momento do fornecimento desses instrumentos ao usuário; (Dec. 19.527/96)

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b) a partir de 01 de novembro de 1996, a incidência ocorrerá apenas em relação à prestação onerosa; (Dec. 19.527/96) VIII - na prestação de serviço iniciada no exterior: (Dec. 19.527/96) a) até 31 de outubro de 1996, no término da prestação do serviço de transporte ou comunicação, relativamente a cada beneficiário; (Dec. 19.527/96) b) a partir de 01 de novembro de 1996, no ato final do serviço de transporte; (Dec. 19.527/96) IX - na prestação de serviço de transporte e de comunicação realizada no exterior:
19.527/96) (Dec. (Dec. (Dec.

a) até 31 de outubro de 1996, no momento fixado para pagamento do serviço;
19.527/96)

b) a partir de 01 de novembro de 1996, no recebimento do serviço pelo destinatário;
19.527/96)

X - na arrematação em leilão ou na aquisição em licitação, promovidos pelo Poder Público, de mercadoria, inclusive importada do exterior, apreendida ou abandonada; (Dec. 19.527/96) XI - na adjudicação ou arrematação, em hasta pública, de mercadoria de contribuinte; XII - na entrada de mercadoria no estabelecimento do adquirente, quando procedente de outra Unidade da Federação e destinada a integrar o respectivo ativo permanente ou ao seu próprio uso ou consumo; (Dec. 19.527/96) XIII - na utilização, por contribuinte, de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outra Unidade da Federação e que: (Dec. 19.527/96) a) até 31 de outubro de 1996, não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente alcançada pela incidência do imposto; (Dec. 19.527/96) b) a partir de 01 de novembro de 1996, não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente; (Dec. 19.527/96) XIV - na saída de mercadoria de estabelecimento extrator ou produtor para qualquer outro estabelecimento, de idêntica titularidade ou não, localizado na mesma área ou em área contínua ou diversa, para que seja submetida a qualquer processo de industrialização; XV – até 29 de fevereiro de 2000, na hipótese de saída de mercadoria amparada pelo regime especial aduaneiro de admissão temporária de que trata o Decreto Federal nº 91.030, de 05 de março de 1985, sob a responsabilidade de contribuinte localizado neste Estado: (Dec.
22.075/2000 - EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2000)

a) na data em que expirar o prazo concedido para a admissão temporária, com a permanência da mercadoria em território nacional; (Dec. 22.075/2000 - EFEITOS A PARTIR DE
01.03.2000)

b) antes de expirado o prazo de que trata a alínea anterior, na ocasião em que a mercadoria: (Dec. 22.075/2000 - EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2000) 1. for alienada; 2. perder-se, seja qual for a causa; XVI - na entrada, no território do Estado, de energia elétrica e petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, oriundos de outra Unidade da Federação, quando não destinados à industrialização ou à comercialização. (Dec. 19.527/96) § 1º Equipara-se à saída: I - a transmissão da propriedade de mercadoria, decorrente de alienação onerosa ou gratuita de título que a represente, ou a sua transferência, mesmo que não haja circulação física; II - a transmissão da propriedade de mercadoria estrangeira, efetuada antes de sua entrada no estabelecimento importador;

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III - a transmissão da propriedade de mercadoria, quando efetuada em razão de qualquer operação, ou a sua transferência, antes de sua entrada no estabelecimento do adquirentealienante; IV - a posterior transmissão da propriedade ou a transferência de mercadoria que, tendo transitado, real ou simbolicamente, pelo estabelecimento, deste tenha saído sem débito do imposto; V - a mercadoria constante do estoque final na data do encerramento da atividade do contribuinte; VI - a carne ou subproduto de gado abatido existente em matadouro: a) público; b) particular, não pertencente este a quem tenha promovido a matança. § 2º Para o fim do disposto no inciso III do "caput": (Dec. 19.112/96) I - até 25 de novembro de 1991, equipara-se à entrada no estabelecimento importador a transmissão da propriedade ou a transferência de mercadoria, quando esta não transitar pelo respectivo estabelecimento; (Dec. 19.112/96) II - a partir de 26 de novembro de 1991, considera-se recebimento pelo importador (Lei nº 10.650, de 25.11.91): (Dec. 19.112/96) a) a transmissão de propriedade ou a transferência de mercadoria ou bem sem que estes transitem pelo estabelecimento importador; b) a retirada da mercadoria ou bem do local de importação ou a remessa destes para armazenamento, ainda que naquele mesmo local. § 3º Quando a mercadoria for remetida para armazém-geral ou para depósito fechado do próprio contribuinte, neste Estado, considera-se ocorrido o fato gerador: I - no momento da saída da mercadoria do armazém-geral ou do depósito fechado, salvo se para retornar ao estabelecimento de origem; II - no momento da transmissão da propriedade da mercadoria depositada em armazémgeral ou em depósito fechado. § 4º O disposto no inciso III do "caput" aplica-se, inclusive, sobre a entrada, em estabelecimento importador, de bens importados do exterior por seu titular, com destino a uso, consumo ou ativo fixo do referido estabelecimento. § 5º Até 31 de maio de 2000, o disposto nos incisos XII e XIII do “caput” aplica-se, inclusive, relativamente às mercadorias e serviços para utilização, em obra própria ou de terceiro, por empresa de construção civil, obras hidráulicas e outras obras semelhantes, inclusive serviços auxiliares ou complementares. (13) (Dec. 22.328/2000 – EFEITOS SUSPENSOS ATÉ 30.09.2000,
CONFORME Dec. 22.601/2000)

§ 6º O disposto no inciso XIII, “a” do “caput” não se aplica quando a operação ou a prestação subseqüente for sujeita a isenção, suspensão ou diferimento do imposto. (Dec. 19.527/96) § 7º O fato gerador do ICMS, quanto à prestação de serviço de comunicação, conforme previsto no inciso VII do “caput”, ocorre inclusive em relação àqueles classificados pelas empresas de telecomunicações sob as denominações a seguir indicadas, devendo a base de cálculo corresponder ao respectivo preço (Convênio ICMS 02/96): (Dec. 19.337/96) I - "assinatura de telefonia celular"; (Dec. 19.337/96) II - “salto”; (Dec. 19.337/96) III - “atendimento simultâneo”; (Dec. 19.337/96) IV - “siga-me”; (Dec. 19.337/96) V - “telefone virtual”. (Dec. 19.337/96)

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o do estabelecimento onde ocorrer a entrada física. salvo se para retornar ao estabelecimento remetente. para os efeitos da cobrança do imposto e definição do estabelecimento responsável. na hipótese de atividades integradas. 19. suscetível de avaliação econômica.527/96) 2.527/96) 2. 25.805/2006) [N1] I . quanto a esta regra: (Dec. 19. não se aplica às mercadorias recebidas em regime de depósito de contribuinte localizado em outra Unidade da Federação que não a do depositário. 25. nesta ingressar sem destinatário certo. 19.527/96) c) o do estabelecimento remetente-depositante. produção ou comercialização. ou ainda quando. o do estabelecimento destinatário ou. 25. somente se aplica quando a mercadoria for adquirida no País. em operações realizadas em plataforma continental.527/96) 1. nas hipóteses do art. a partir de 01 de novembro de 1996: (Dec. 19. (Dec. observado o disposto no art.527/96) e) no caso de mercadoria ou bem importado do exterior: (Dec. 25.527/96) a) o do estabelecimento onde se encontre no momento da ocorrência do fato gerador. o do domicílio do adquirente. 5º O local da operação ou prestação.350/2003) II . de mercadoria por ele adquirida e que por ele não tenha transitado.527/96) 1. até 31 de outubro de 1996. na hipótese de a mercadoria sair diretamente do depósito fechado ou armazém-geral. novo ou usado. observando-se. 19. quando não estabelecido.527/96) d) aquele onde for realizada cada atividade de industrialização.350/2003) Parágrafo único. pertencendo a contribuinte de outra Unidade da Federação.350/2003) b) na hipótese de importação. X e XI. os lubrificantes e minerais do País. h) o do Estado da situação da respectiva orla marítima.350/2003) a) a referência a bem é utilizada para designar especificamente a mercadoria destinada a uso. Relativamente ao disposto no "caput": (Dec. § 10. 19. (Dec. b) o do estabelecimento que transfira a propriedade. a partir de 01 de novembro de 1996.1. (Dec. nos termos da lei civil.tratando-se de mercadoria ou bem: (Dec.compreendem-se no conceito de mercadoria a energia elétrica. aquisição ou adjudicação.527/96) (Dec.527/96) f) aquele onde se encontrar a mercadoria.527/96) 2. consumo ou ativo fixo do contribuinte ou a não-contribuinte do imposto. 25. 61. (Dec.Art. o do domicílio do adquirente. é: (Dec.2. i) o do Estado de onde o ouro tenha sido extraído. não reputado como imóvel por natureza ou acessão física.527/96) 2. 19.350/2003) I . Decreto nº 14.876/91 DECRETO 14. 25. na falta deste. (Dec. 19. ainda que destinado a uso ou consumo ou ativo fixo do estabelecimento.527/96) g) aquele em que ocorrer arrematação. (Dec. (Dec.876/91 . 3º. (Dec. quando estes e o depositante estiverem situados neste Estado. em relação à operação em que deixar de ser considerado como ativo financeiro ou instrumento cambial. 19.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.350/2003) Art. 19. os combustíveis líquidos e gasosos. 28. 19. por estar desacompanhada de Nota Fiscal ou com documentação inidônea. quando em situação irregular. 19.para efeito do disposto na legislação tributária estadual: (Dec. (Dec. (Dec. nos termos da alínea anterior. 19. 4º Considera-se mercadoria qualquer bem. a referência a mercadoria é utilizada para designar inclusive bem. (Dec. ou o título que a represente. mar territorial ou zona econômica exclusiva.

assim entendido o da geração. nos termos da legislação tributária.09. quando a prestação for efetuada por meio desses instrumentos. inclusive consumidor final. 2. quando em situação irregular. nos demais casos. 19. 19. (Dec. o do estabelecimento ou domicílio do tomador do serviço. m) aquele onde se encontrar o estabelecimento remetente. para efeito do pagamento do diferencial de alíquota. conforme a hipótese.180/2001) (17) 1. nas operações interestaduais com energia elétrica e petróleo. (Dec. destinada a integrar o respectivo ativo permanente ou ao seu próprio uso ou consumo. para efeito do pagamento do diferencial de alíquota. 3º. nos termos do art.527/96) a) até 31 de outubro de 1996. 19. (Dec. 19. transmissão e retransmissão.876/91 . 28. apenas quando onerosa. para efeito do pagamento do diferencial de alíquota. emissão. bem como lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. c) o do estabelecimento destinatário do serviço.527/96) III . quando não destinados à industrialização ou à comercialização. por qualquer meio. na hipótese de captura de peixes. (Dec. 19.tratando-se de prestação de serviço de comunicação. 19. quando prestado por meio de satélite (ACR Lei nº 11. 19.527/96) b) o do estabelecimento da concessionária ou permissionária que fornecer a ficha. o do estabelecimento ou do domicílio do destinatário.527/96) Decreto nº 14. 3º. 7º e 9º: (Dec. onde seja cobrado o serviço.527/96) o) o da Unidade da Federação onde estiver localizado o adquirente. (Dec.527/96) b) onde se encontre o transportador. de 22.tratando-se de serviço de transporte ou de comunicação prestado ou iniciado no exterior: (Dec. na primeira operação com o produto.180/2001) (17) IV . sendo.527/96) II . a partir de 01 de novembro de 1996. crustáceos e moluscos. cuja prestação se tenha iniciado em outra Unidade da Federação e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. nos demais casos.2000).tratando-se de prestação de serviço de transporte ocorrida no território nacional: a) o do estabelecimento destinatário do serviço. (Dec. na hipótese de remessa sem destinatário certo dentro do Estado. cartão. (Dec. até 08 de fevereiro de 1990. (Dec. o do estabelecimento encomendante situado neste Estado. l) relativamente ao trigo importado sob o regime de monopólio do Banco do Brasil S/A: 1. “a” ou “b”. 23. 23. (Dec. nos termos do art. selo postal ou qualquer outro instrumento assemelhado. nos termos do art. a partir de 09 de fevereiro de 1990. pela falta de documentação fiscal ou quando com documentação inidônea. XII. o Estado a que se destina o produto. XIII. a partir de 01 de agosto de 2000. 19. n) o do estabelecimento destinatário da mercadoria adquirida em outra Unidade da Federação.j) o de desembarque.876/91 DECRETO 14.805/2006) [N2] a) o da prestação do serviço de radiodifusão sonora e de som e imagem. repetição. cuja prestação se tenha iniciado em outra Unidade da Federação e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. ampliação e recepção. (Dec. (Dec.527/96) d) os seguintes locais: (Dec.180/2001) (17) 2. “a” ou “b”. 3º. 23. 19. conforme a hipótese.527/96) c) onde tenha início a prestação. XIII. observado o disposto nos §§ 3º.527/96) b) a partir de 01 de novembro de 1996. a sede social do mencionado Banco.atualizado até 30 junho 2011 . 19.846.

a natureza jurídica da operação relativa à circulação da mercadoria e prestação relativa ao serviço de transporte interestadual ou intermunicipal e de comunicação. para retorno com mercadoria. § 5º Considera-se local de início da prestação de serviço de transporte de passageiros aquele onde se iniciar trecho da viagem indicado no bilhete de passagem. no estabelecimento remetente da mercadoria.substituído.530/92) II . § 8º Para fim do disposto na alínea “c” do inciso II do “caput”.846. considera-se radiodifusão sonora aquela recebida pelo público em geral exclusivamente por meio da propagação do som. a partir de 29 de dezembro de 1989.na hipótese de o transportador ter efetuado coleta de mercadoria para o seu depósito. 733 (Lei nº 11. a partir de 01 de agosto de 2000.na hipótese de remessa de vasilhame.2000). o ouro. Decreto nº 14.527/96) I . ainda que se trate de atividades integradas. nos termos do inciso III do "caput". quando definido como ativo financeiro ou instrumento cambial. cuja venda de bilhete de passagem ocorra em outra Unidade da Federação. § 7º Nos casos em que tenha sido atribuída a condição de responsável pelo pagamento do imposto a terceiros. simultaneamente. considera-se como local da prestação o local onde a carga tiver sido apanhada.o fato de uma mesma pessoa atuar. o imposto será devido ao Estado ou Distrito Federal onde se iniciar a prestação. quando o transportador sair de um local para receber carga em outro. 19.805/2006) [N3] Art. § 6º Não se aplica o disposto no parágrafo anterior às escalas e conexões no transporte aéreo.o título jurídico pelo qual o sujeito passivo se encontre na posse da mercadoria que efetivamente tenha saído do seu estabelecimento. 19. 15. (Dec. (Dec. para a caracterização da incidência: I .§ 1º Para efeito do disposto na alínea "i" do inciso I do "caput". (Dec. observando-se o disposto nos §§ 2º ao 6º do art. no local onde tiver início cada uma dessas prestações.527/96) § 9º Na hipótese de a prestação do serviço de comunicação.876/91 DECRETO 14.o fato de a operação realizar-se entre estabelecimentos do mesmo titular. § 4º No caso de transporte de passageiros. III .530/92) § 3º Para efeito do disposto na alínea "a" do inciso III do "caput". o início da prestação do serviço será havido: (Dec. § 2º Para fim do disposto na alínea “c” do inciso II do “caput”.atualizado até 30 junho 2011 . 15.09. II . considera-se como local da operação o do estabelecimento do contribuinte . com estabelecimentos de natureza diversa. o imposto devido será recolhido em partes iguais para aquelas onde estiverem localizados o prestador e o tomador. sacaria e assemelhados. de 22. (Dec. 28. IV . terá identificado o local da extração. tratando-se de serviços não-medidos que envolvam localidades situadas em diferentes Unidades da Federação e cujo preço seja cobrado por períodos definidos.876/91 . 6º É irrelevante.

CAPÍTULO II DA NÃO-INCIDÊNCIA Art. comprovada com os seguintes documentos: a) documento de propriedade do veículo. (Dec. 7º O imposto não incide sobre: I . 19. 19.527/96) (Dec. inclusive “trading” ou outro estabelecimento da mesma empresa.a saída de mercadoria para análise laboratorial ou operação semelhante. barragens e outras obras semelhantes. devidamente firmado pelo proprietário do veículo e pelo agente. pistas de aeroportos. (Dec.operações com ouro. novos ou usados. X . (Dec. 19.a saída de veículos. XII .527/96) a) até 15 de setembro de 1996. excluídos os semielaborados definidos nos termos dos §§ 2º e 3º. 19.527/96) III . exclusivamente para fim de transporte. ressalvadas as hipóteses de incidência previstas na mesma lei complementar e indicadas no referido Anexo. contratado por escrito.527/96) IX . (Dec. onde estejam fixados o preço e as condições. 19.saída de mercadoria destinada a armazém-geral.operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a ser utilizadas na prestação. periódicos e o papel destinado à sua impressão. pelo próprio autor da saída. sob sua inteira responsabilidade.operações com livros. b) contrato escrito de agenciamento da venda do veículo. quando situados dentro deste Estado. (Dec.527/96) IV . frigorífico ou depósito fechado e o retorno ao estabelecimento remetente. em exposição ou em trânsito. do estabelecimento do contribuinte.942/97) 1. armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. 19. operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias. desde que comprovado seu resultado. empresa comercial exportadora. XI .a saída de mercadoria que tenha entrado em estabelecimento de empresa transportadora.527/96) (Dec. observado o disposto no § 5º. (Dec.527/96) 2. transferidas ou compactadas durante a execução das obras de construção e conservação de estradas de rodagem.operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo. DECRETO 14.a extração e remoção de terras e rochas. de serviço de qualquer natureza definido em lei complementar como sujeito ao imposto sobre serviços. 19.527/96) VI .876/91 . quando destinada a (Convênio ICMS 113/96): (Dec. inclusive produtos primários e produtos industrializados semi-elaborados. 19. 19.saída de bem em decorrência de comodato ou locação. (Dec. II . observado o disposto nos §§ 15 e 16. especificados na lista constante do Anexo 1. permaneça na posse do agente ou vendedor. ou serviços. portos. simplesmente escavadas. 19.atualizado até 30 junho 2011 .527/96) VIII .operações de arrendamento mercantil. jornais.527/96) b) a partir de 16 de setembro de 1996. de competência dos Municípios. c) autorização expressa do proprietário do veículo para que este. equiparando-se às referidas operações. túneis.relativamente à exportação para o exterior: (Dec. V . desde que tenha sido enviada para o destinatário indicado na documentação fiscal que a acompanhe.527/96) VII . inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. desde que decorrente de operação de simples agenciamento ou corretagem. contratados por escrito. a saída de mercadoria realizada com o fim específico de exportação para o exterior. saída de produto industrializado. quando destinados à industrialização ou à comercialização. (Dec. mediante laudo escrito. 19. 19. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial.

a partir de 01 de novembro de 1996. operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de bens móveis salvados de sinistro para companhias seguradoras. prensagem.a partir de 01 de novembro de 1996. (Dec. pulverização. assim entendidos os produtos que não dependam de qualquer forma de industrialização. descascamento.527/96) II .inclusive secagem. submetido à industrialização.527/96) § 5º A não-incidência relativa ao arrendamento mercantil de que trata o inciso V do “caput” não se opera: (Dec. inclusive mediante o exercício da opção de compra prevista no respectivo contrato.aqueles pautados de uso comercial. calcinação. 19.a partir de 01 de novembro de 1996. desidratação. 19. esterilização. (Dec. a partir do momento em que a opção de compra prevista no contrato tiver sido efetivamente exercida pelo arrendatário. (Dec. secagem.527/96) I . § 4º Na hipótese do inciso II do “caput”. polimento ou qualquer outro processo de beneficiamento de produtos extrativos e agropecuários. classificação. de complemento de industrialização. (Dec.levigação. esquadriamento. ainda que submetido a qualquer forma de acondicionamento: a) abate de animais. aglomeração realizada por briquetagem. serragem de toras e carvoejamento. b) abate de árvores e desbastamento. f) salga e secagem de produtos animais.inclusive por separação magnética e flotação .atualizado até 30 junho 2011 . semi-elaborado é: (Dec. (Dec.o produto de qualquer origem. operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de propriedade de estabelecimento industrial. acabamento. 19. 19. operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia. II .876/91 DECRETO 14. para fazer parte de novo produto. IV .as agendas e todos os livros deste tipo. 19. desdobramento. em relação à venda do bem arrendado ao arrendatário. comercial ou de outra espécie. ou dependa. para o consumo. 19.527/96) XV . lapidação. de substâncias minerais bem como demais processos. “a” do “caput”.527/96) XIV . e) resfriamento e congelamento. d) fragmentação.o produto resultante dos seguintes processos. concentração . lavagem. c) desfibramento. inciso I. não se considera livro: I . desaguamento . listas e outros impressos que contenham propaganda comercial. as peças.527/96) Decreto nº 14. que.527/96) I . descascamento. possa constituir-se em insumo agropecuário ou industrial. (Dec.527/96) § 1º Para os efeitos do inciso I do "caput". partes e componentes. bem como os riscados para escrituração de qualquer natureza. modulação. tornar-se-á exigível o imposto quando a mercadoria exportada for reintroduzida no mercado interno. III . sinterização.homogeneização. pelotização e serragem para desdobramento de blocos. em qualquer hipótese. inclusive a operação efetuada pelo credor em decorrência do inadimplemento do devedor.até 31 de outubro de 1996. desidratação e filtragem . além de montagem. 19.aqueles em branco ou simplesmente pautados. II . transformação ou aperfeiçoamento. § 2º Para efeito do inciso II.876/91 . 19. § 3º Excluem-se das disposições do parágrafo anterior.XIII . descaroçamento.a partir de 01 de novembro de 1996.os catálogos. ainda que exijam adição de outras substâncias.

podendo o contribuinte manter quantos depósitos fechados necessitar. alterar o funcionamento. sem a vinculação de que trata o parágrafo anterior.527/96) § 14. § 10. situado neste Estado e destinado à recepção e movimentação de mercadoria própria. serão observadas.a que importe em restaurar.a que. Para o fim desde Decreto. Quando a não-incidência do imposto estiver condicionada à celebração de contrato por escrito. Na hipótese do inciso II.§ 6º Para o fim do disposto no inciso X do "caput". este somente produzirá efeitos tributários: (Dec.876/91 DECRETO 14. o estabelecimento que realizar a operação deverá emitir Nota Fiscal contendo. com a simples função de guarda e proteção. exercida sobre a matéria-prima ou produto intermediário. considera-se operação de agenciamento aquela promovida por estabelecimento devidamente regularizado perante a prefeitura do Município de sua localização. ao imposto complementar referido no art. isolada ou conjuntamente com mercadoria própria. de qualquer forma. Ocorrendo duas ou mais operações de circulação com a mesma mercadoria no território nacional. aperfeiçoar ou.717/93) I . 16.a que importe em alterar a apresentação do produto quanto ao seu acondicionamento. XII. os renove ou lhes restaure a utilização. IV .na saída da mercadoria para empresa comercial exportadora. 19. 25. 19. 107/2001 e 61/2003): (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . relativamente ao inciso II.até 31 de março de 1993. as normas previstas nos §§ 37 a 42 do art. apresentação ou aperfeiçoamento do produto. V . 3º.a que consista na reunião dos produtos. 16. salvo quando a embalagem colocada se destine apenas ao transporte da mercadoria. 19. a expressão “Remessa com fim específico de exportação”. § 11. funcionamento. (Dec. Para os efeitos deste Decreto. do "caput".a partir de 01 de abril de 1993. além dos requisitos exigidos pela legislação. no campo “Informações Complementares”. para estabelecimentos do mesmo titular. quando registrado em cartório. mediante colocação de embalagem ou substituição da original. o depósito fechado deverá ser vinculado a um dos estabelecimentos do contribuinte. até 07 de janeiro de 1997. inclusive. do “caput”. (Dec. o acabamento ou a aparência do produto. § 12. apenas a última será considerada exportação para efeito de não-incidência do imposto. “b”. § 15.942/97) Decreto nº 14. (Dec. quando contiver reconhecimento de firma das partes contratantes.942/97) § 16. ressalvado o disposto na parte final da alínea “b” do inciso II do “caput”.transformação . desde que observado o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. II . (Dec. resulte na obtenção de espécie nova.a que. § 8º Para efeito do disposto no parágrafo anterior. 16. situados no Estado. observar-seá (Convênios ICMS 113/96.717/93) § 13. a utilização. exercida sobre partes remanescentes de produtos deteriorados ou inutilizados. 9º. A não-incidência de que trata o inciso I do "caput" aplica-se.beneficiamento . 34/98. 54/97. inclusive “trading” ou outro estabelecimento da mesma empresa do remetente.renovação ou recondicionamento . considera-se industrialização qualquer operação de que resulte alteração da natureza. (Dec. utilização. A partir de 08 de janeiro de 1997. peças ou partes. considera-se armazém-geral o estabelecimento destinado à recepção e movimentação de mercadoria de terceiros.acondicionamento . tais como: I . § 9º Poderá ser admitido um depósito fechado único.717/93) II . § 7º Considera-se depósito fechado o armazém pertencente ao contribuinte.995/2003) I .876/91 . de que resulte obtenção de um novo produto ou unidade autônoma. tendo o exterior como destino final.montagem . III . "b". com simples função de guarda e proteção. acabamento.

quando da emissão da Nota Fiscal destinada ao exterior.942/97) b) número de ordem e número da via. de que trata o inciso IV. 19.942/97) i) discriminação do produto exportado. 19.942/97) a) após decorrido o prazo de 180 (cento e oitenta) dias. (Dec. 25. 19.876/91 DECRETO 14. (Dec. quando se tratar de produto industrializado. a contar da saída por ele promovida. estadual e no CGC. contado da data da referida saída.995/2003) h) número e data do Conhecimento de Embarque. até o último dia do mês subseqüente ao da efetivação do embarque da mercadoria para o exterior.942/97) IV . o estabelecimento destinatário deverá emitir o documento denominado "Memorando-Exportação". 19. 295. o número e a data de cada Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento remetente. no campo “Informações Complementares”. 19.II . endereço e número de inscrição. 19. o referido estabelecimento encaminhar.942/97) f) série. a partir de 01 de janeiro de 2002. monetariamente atualizado.o estabelecimento destinatário. data de seu ato final e número do Registro de Exportação. contendo.942/97) VI .942/97) VIII . o estabelecimento que promover a exportação somente emitirá o Memorando-Exportação após a efetiva contratação cambial e até o último dia do mês subseqüente ao da referida contratação. (Dec. a 1ª (primeira) via do Memorando-Exportação. emitido pelo órgão competente: (Dec.942/97) l) data e assinatura de representante legal do emitente. (Dec.942/97) j) país de destino da mercadoria. ser apresentadas em listagem. do estabelecimento remetente da mercadoria. no mínimo. em substituição ao meio magnético.ao final de cada período fiscal. (Dec. à repartição fazendária do seu domicílio.relativamente às operações de que trata o "caput". que poderá ser apresentada em meio magnético.942/97) V . número e data da Nota Fiscal do estabelecimento remetente e do destinatário exportador da mercadoria. nos termos do Anexo 20. ainda.942/97) e) nome. endereço e número de inscrição. 19. devendo. devendo este ser identificado individualizadamente no mencionado Registro de Exportação (NR Convênio ICMS 107/2001): (Dec.995/2003) a) denominação: “Memorando-Exportação”.a 2ª (segunda) via do Memorando-Exportação. (Dec. 19. 19.942/97) g) número do Despacho de Exportação.942/97) III . (Dec. com os acréscimos previstos na legislação. (Dec. do estabelecimento emitente. fará constar. podendo as referidas informações. 25.942/97) Decreto nº 14. o estabelecimento referido no inciso anterior encaminhará à repartição fazendária do seu domicílio as informações contidas na Nota Fiscal. estadual e no CGC. (Dec. 19. a partir de 01 de janeiro de 2002. em 3 (três) vias.942/97) d) nome. as seguintes indicações. durante o prazo de 5 (cinco) anos. para exibição ao Fisco.o estabelecimento remetente recolherá o imposto devido.942/97) c) data da emissão. 19. observado. (Dec. 19. bem como nas exportações em consignação. 19. conservando os comprovantes da venda. (Dec. (Dec. (Dec. a série. será indicado por Estado produtor/fabricante. conforme o Manual de Orientação previsto no art.942/97) VII . o modelo previsto no Anexo 43 (NR Convênio ICMS 107/2001): (Dec. que. será anexada à 1ª (primeira) via da Nota Fiscal do remetente ou à sua cópia reprográfica. nos casos de não se efetivar a exportação: (Dec. em meio magnético.876/91 .o estabelecimento exportador encaminhará ao estabelecimento remetente. (Dec.nas saídas para feiras ou exposições no exterior. (Dec. que será acompanhada de cópia do Conhecimento de Embarque.atualizado até 30 junho 2011 . 19. e do comprovante de exportação. 19. ficando estes documentos no estabelecimento exportador. referido na alínea “h” do inciso anterior. 19. 19. a 3ª (terceira) via do memorando.

19.na hipótese de devolução da mercadoria.entende-se como empresa comercial exportadora (NR Convênio ICMS 61/2003): 25. 19.995/2003) b) a partir de 29 de julho de 2003: (Dec.942/97) XI .942/97) XIV . (Dec.942/97) b) poderão.942/97) b) se tiver sido punido em decisão administrativa.110/98) c) em razão da perda da mercadoria.relativamente às operações que destinem mercadorias a outras Unidades da Federação. uma única vez. a critério do Fisco do Estado do remetente. (Dec.942/97) X . 19. a partir de 14 de julho de 1998. relativamente a operações de comércio exterior.942/97) a) se está respondendo a processo administrativo. 19. as demais empresas comerciais que realizem operações mercantis de exportação. 19. a partir de 29 de julho de 1999.os procedimentos previstos nos incisos VIII a X aplicam-se também às operações que destinem mercadoria a armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro.b) após decorrido o prazo de 90 (noventa) dias. que estiver inscrita como tal. (Dec.248. na hipótese de não se efetivar a exportação. a critério do Fisco do Estado do remetente. (Dec.SECEX. comunicará ao referido Ministério as situações seguintes em que o exportador esteja enquadrado: (Dec. exceto.995/2003) 1. 25. do Ministério do Desenvolvimento. para a liberação das mercadorias. o comprovante do recolhimento do imposto.para efeito do disposto em ato normativo do Ministério da Indústria. do Comércio e do Turismo.atualizado até 30 junho 2011 . 25.942/97) XV . quanto aos classificados no código NBM/SH 2401. denominação alterada para Ministério do Desenvolvimento. (Dec. (Dec. 19. Indústria e Comércio Exterior. caso o adquirente haja efetuado o recolhimento do imposto ao Estado de origem da mercadoria. inscritas no registro do sistema da Receita Federal – SISCOMEX. 25. designar funcionários para exercerem atividades de interesse da Unidade da Federação junto às repartições da outra. de 29 de novembro de 1972. 19. quando se tratar de produto primário ou industrializado semi-elaborado. (Dec. a Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda. nos termos do Decreto-Lei nº 1. no Cadastro de Exportadores e Importadores da Secretaria de Comércio Exterior . exigindo os referidos depositários.942/97) XIII . aquela que estiver inscrita como tal no Cadastro de Exportadores e Importadores da Secretaria de Comércio Exterior . 19.876/91 . 19. mediante acordo prévio. o estabelecimento remetente ficará dispensado do recolhimento do imposto nos prazos previstos nas alíneas “a” e “b” do inciso VIII.as referidas Secretarias.995/2003) Decreto nº 14. qualquer que seja a causa.995/2003) (Dec.942/97) d) em virtude da reintrodução da mercadoria no mercado interno.942/97) XII . (Dec. de 12 de julho de 1995. aquela classificada como "trading company". 21. ainda. contado da data da referida saída. 19. Indústria e Comércio Exterior. do Ministério da Indústria. em especial a Portaria nº 280.o estabelecimento remetente ficará exonerado do cumprimento da obrigação prevista no inciso VIII. (Dec. (Dec. (Dec.942/97) IX . hipótese em que o mencionado prazo poderá ser de 180 (cento e oitenta) dias. relativamente aos últimos 5 (cinco) anos. por infringência à legislação fiscal de âmbito estadual. Finanças ou Tributação das Unidades da Federação envolvidas prestarão assistência mútua para a fiscalização daquelas operações.SECEX.995/2003) 2.os prazos estabelecidos nas alíneas “a” e “b” do inciso anterior poderão ser prorrogados. por igual período. observar-se-á: (Dec.876/91 DECRETO 14. (Dec. 25. a) no período de 08 de janeiro de 1997 a 28 de julho de 2003. (Dec. 19. do Comércio e do Turismo. 19. (Dec.942/97) a) as Secretarias de Fazenda.

situada em país diverso daquele do referido adquirente.978/2007) c) uma cópia da Nota Fiscal prevista na alínea "a" deverá acompanhar o trânsito da mercadoria até a transposição da fronteira do território nacional.EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) III –manutenção dos seguintes documentos para exibição à fiscalização.Outras Saídas de Mercadorias NãoEspecificadas.894/2009 . 30.1. (Dec. 33. 33.978/2007) 3.EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) Decreto nº 14. contendo a relação dos Registros de Exportação . demais obrigações definidas na legislação.978/2007) 3. a não-residentes no País. 30. quando solicitado: (Dec. Para efeito do disposto no inciso II do "caput".RES ou da Declaração Simplificada de Exportação .894/2009 .(Dec. suas obras e artefatos de joalheria.101 ou 7. 30. no campo do CFOP: o código 7.EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) b) resumo dos Extratos de Declaração de Despacho Aduaneiro.102. no campo "Informações Complementares":(Dec.DSE.Sistema Integrado do Comércio Exterior.894/2009 . 30.978/2007) 1. (Dec. situado no exterior. quando se tratar de exportação direta em que o adquirente da mercadoria.(Dec. o número do Registro de Exportação . 33.EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) I –comprovação da saída efetiva das mercadorias do território nacional no prazo de 180 (cento e oitenta) dias. concernentes ao mês-base. no campo do CFOP: o código 7. Indústria e Comércio Exterior.atualizado até 30 junho 2011 .XVI – a partir de 12 de julho de 2007.978/2007) 3. o regime aduaneiro utilizado e o valor das operações em moeda estrangeira realizadas no mês-base. considera-se exportação as operações de vendas de pedras preciosas e semipreciosas.894/2009 .978/2007) 3. (Dec. sob condição resolutória da respectiva cobrança do ICMS com os acréscimos legais cabíveis: (Dec. 33. 30. o estabelecimento exportador deverá emitir Nota Fiscal em nome da empresa situada em país diverso daquele do adquirente. realizadas no mercado interno com pagamento em moeda estrangeira.2. (Dec. no campo "Informações Complementares":(Dec.RE do Siscomex . 30.978/2007) b) por ocasião do transporte.2.RE do Siscomex .978/2007) 3. situado no exterior. será observado o seguinte (Convênio ICMS 59/2007): (Dec. o estabelecimento exportador deverá emitir Nota Fiscal em nome do adquirente. metais preciosos.949 . 30.(Dec.978/2007) 3. 30. (Dec. 30.1. do Registro de Exportação Simplificado . (Dec. (Dec.978/2007) 2. bem como das Notas Fiscais respectivas. 30. (Dec.978/2007) § 17. (Dec. fornecidos pelo Sistema Integrado de Comércio Exterior Siscomex. bem como o número. conforme o caso.894/2009 EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) II –efetivação do cadastro da pessoa jurídica alienante no Registro de Exportadores e Importadores – REI da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento. no campo natureza da operação: "Operação de exportação direta". fazendo constar do documento: (Dec. no campo natureza da operação: "Remessa por conta e ordem". dele constando. o número do Registro de Exportação . conforme o caso.876/91 DECRETO 14.Sistema Integrado do Comércio Exterior.978/2007) 2. 30. (Dec. a partir de 01 de setembro de 2009.876/91 . 30. 30. observado o cumprimento dos seguintes requisitos.894/2009 . demais obrigações definidas na legislação. obrigatoriamente.EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) a) comprovantes de exportação. 30. determinar que a referida mercadoria seja remetida diretamente para outra empresa. 33.RE ou. 33.978/2007) (24) a) por ocasião da exportação da mercadoria. fazendo constar do documento: (Dec. contados da data da correspondente alienação.978/2007) 1. a série e a data da Nota Fiscal citada na alínea "a".

894/2009 . (Dec.876/91 . especificando os valores expressos em moeda nacional e estrangeira e os números dos Registros de Exportação concernentes às Notas Fiscais relacionadas. 33.894/2009 .atualizado até 30 junho 2011 .EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) Decreto nº 14. com o respectivo visto. 33.EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) d) cópia do passaporte dos adquirentes das mercadorias. (Dec.c) relação das Notas Fiscais emitidas no mês-base. quando for o caso.876/91 DECRETO 14.

530/92) DECRETO 14.até 30 de abril de 1989. Art.atualizado até 30 junho 2011 .as saídas. na hipótese do inciso anterior. simples ou compostos. d) milho e sorgo. as saídas de máquinas. herbicidas. fungicidas. formicidas.940/2002) I . de babaçu. da mercadoria remetida para fim de armazenagem. sendo: (Dec. bem como as saídas. as saídas promovidas entre si. c) farelo de casca e de semente de uva. estas quando tenham por origem ou destino os Estados das Regiões Norte e Nordeste: a) farinhas de peixe. obras ou serviços referidos. d) quaisquer estabelecimentos com fim exclusivamente de armazenagem. 23.876/91 .as saídas dos seguintes produtos.CAPÍTULO III Da Isenção Art. b) adubos simples ou compostos e fertilizantes. as saídas de amônia. II . a cargo do remetente. III . de amendoim. pelos estabelecimentos referidos nas alíneas do inciso anterior. c) qualquer estabelecimento do mesmo titular daquele onde se tiver processado a industrialização. obras hidráulicas e outras obras semelhantes. nas operações internas e interestaduais. de concentrado ou de suplemento. V . quando destinados à fabricação de ração ou alimentação animal. ácido sulfúrico. inclusive serviços auxiliares ou complementares. haja o respectivo rótulo ou etiqueta identificando o produto. concentrados e suplementos fabricados por indústria de ração animal. ostra. até 30 de abril de 1989.até 30 de junho de 1991. as saídas dos seguintes produtos: a) destinados exclusivamente ao uso na pecuária.até 30 de abril de 1989. sarnicidas e vacinas contra febre aftosa. fosfato de amônia. 8º As isenções do imposto com relação às operações e prestações serão definidas em convênio homologado conforme o disposto em legislação específica. nitrato de amônia e de suas soluções. c) destinados exclusivamente ao uso na pecuária e avicultura: rações para animais. fosfato natural bruto e enxofre dos estabelecimentos fabricantes ou importadores para: a) estabelecimento onde sejam industrializados adubos. de linhaça. de estabelecimento de empreiteiro de construção civil. a título de retorno. bem como de suas peças e partes destinadas ao mercado interno e produzidas em estabelecimento industrial como resultado de concorrência internacional. aparelhos e equipamentos. osso ou sangue. carne. até 30 de abril de 1989. nas operações interestaduais. desde que: 1. fertilizantes e fosfato bicálcio destinado à alimentação animal. de mamona e de farelo estabilizado de arroz. com participação de indústria do País. real ou simbólico. são isentas do imposto: (Dec. b) farelo e torta de soja. assim entendido o produto obtido através do processo de extração do óleo contido no farelo de arroz integral por meio de solvente. de milho. 9º A partir de 01 de março de 1989 ou das datas expressamente indicadas neste artigo.até 30 de abril de 1989. IV . ácido nítrico. avicultura e agricultura: inseticidas. nas operações interestaduais. nas operações interestaduais. sendo. sendo. 15. ácido fosfórico. VI . esteja registrada no órgão competente do Ministério da Agricultura e o número do registro seja indicado no documento fiscal. b) estabelecimento produtor agrícola. de mercadoria adquirida de terceiro e destinada às construções. 2. sendo. contra pagamento com recursos oriundos de divisas conversíveis provenientes de financiamento a longo prazo de instituições financeiras internacionais ou entidades governamentais estrangeiras. de algodão. até 30 de abril de 1989. de trigo.

2002.530/92) VII . destinadas à semeadura e plantio. bem como as importadas.739/99) 1. (Dec. 15.atualizado até 30 junho 2011 . 121/95 e 23/98). nas operações internas. (Dec.421/91) b) a partir de 17 de outubro de 1991.876/91 DECRETO 14. até 31 de maio de 1989. a partir de 09. do campo de produção com destino à Unidade de Beneficiamento de Semente . bem como as importadas. 21.UBS. (Dec.507. apenas bovino. a partir de 17 de agosto de 1999.739/99) 2. 15.530/92) 2. ovino ou suíno (Convênio ICMS 27/2002). de caprino ou de ovino. no período de 16 de julho de 1992 a 16 de agosto de 1999. as saídas dos seguintes produtos: a) sementes certificadas ou fiscalizadas. desde que venha a ser identificada como semente a que se refere a alínea anterior. as operações de importação dos seguintes produtos Decreto nº 14. desde que produzidas sob controle de entidade certificadora ou fiscalizadora.04.813/92) a) nas operações internas. as saídas internas e.92. bovino.04. X .739/99) 3. até 28 de fevereiro de 1989.a partir de 01 de novembro de 1990. a partir de 17 de agosto de 1999.267/2002) (Dec. 15. b) embrião: (Dec.677/98) VIII .2002. excetuadas as mudas de plantas ornamentais. a partir de 01. 15. 24. do Distrito Federal ou dos Territórios que mantiverem convênio com aquele Ministério. 21. atendidas as disposições da Lei Federal nº 6. XII . regulamentada pelo Decreto nº 81. de bovino.91.267/2002) IX . a partir de 01. de 07 de junho de 1978. cumpridas as exigências do Ministério da Agricultura.no período de 01 de janeiro de 1990 a 31 de julho de 1991.421/91) a) até 31 de dezembro de 1989. 21. ainda que triturada. 124/93. 15. e as exigências estabelecidas pelos órgãos do Ministério da Agricultura ou por outros órgãos e entidades da Administração Federal. (Dec. 21. 16.12. (Dec. as saídas internas e interestaduais.até 31. e seus derivados: (Dec. b) semente não limpa ou não beneficiada.as saídas de algaroba. localizada em outra Unidade da Federação. nas operações interestaduais. 15. (Dec. até 16 de agosto de 1999. do Distrito Federal ou dos Territórios que mantiverem convênio com aquele Ministério. de 19 de dezembro de 1977.as saídas de mudas de plantas: (Dec. as saídas de batatasemente.01. b) semente não limpa ou não beneficiada.417/93) a) sêmen resfriado ou congelado (Convênios ICMS 70/92 e 36/99): (Dec.2002. apenas de bovino. ovino ou suíno (Convênio ICMS 27/2002).739/99) 3.739/99) (Dec.1. (Dec.as operações internas e interestaduais com: (Dec. XI . desde que produzidas sob o controle de entidade certificadora ou fiscalizadora. a partir de 09. 21. 15. nas operações internas. dos Estados. destinadas à semeadura. do campo de produção com destino à Unidade de Beneficiamento de Sementes .876/91 .813/92) b) nas operações interestaduais realizadas no período de 24 de abril de 1992 a 30 de abril de 1999 (Convênios ICMS 03/92. ou de outros órgãos e entidades da Administração Federal ou dos Estados. de bovino. (Dec. 21.739/99) 1. as saídas internas dos seguintes produtos: a) sementes e mudas de plantas certificadas ou fiscalizadas. 20. 15.UBS. (Dec. caprino. caprino.12. (Dec.até 30 de abril de 1989.771. 2. bovino. desde que venha a ser identificada como semente a que se refere a alínea anterior. caprino e ovino.421/91) XIII . 24. (Dec.013/91).

kenaf e respectivas fibras. arruda. i) quiabo.24. aneto. coentro.096/97) c) nas saídas internas de aves e produtos resultantes de sua matança. d) erva-cidreira. congelados ou simplesmente resfriados. aves e produtos resultantes de sua matança. couve. a partir das datas respectivamente indicadas.até 4 de outubro de 1990.hortifrutícolas em estado natural. segurelha. amêndoa.876/91 .2003) (Dec.558/92) a) até 31 de dezembro de 1991. araruta. a partir de 25 de maio de 1993. rabanete. quando resfriados.09. 25. 15. rami. frangos e produtos resultantes de sua matança: (Dec. 15. raiz-forte. cebolinha. milho verde. observado o disposto nos arts. tomilho.097/97) c) cacateira. macaxeira. nas saídas internas e interestaduais. bertalha. frutas frescas nacionais ou provenientes dos países-membros da Associação Latino-Americana de Integração . embalado e acondicionado. cambuquira. 20.930/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29. observado o disposto no § 12 (Convênios ICM 44/75 e ICMS 68/90. repolho chinês. erva-doce. alfazema. 20. excetuando-se deste benefício. uácima. inhame. beterraba. nas saídas internas.09.ALADI. noz. de caroá.atualizado até 30 junho 2011 .096/97) b) até 31 de março de 1994 e a partir de 01 de abril de 1994. azedim. espinafre. 25. f) gengibre. as saídas interestaduais de caju "in natura". até 24 de maio de 1993. chuchu. 25. maxixe. berinjela.558/92) b) no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 1992. couve-flor. alface. alfavaca. cogumelo. camomila. pimentão. observado o disposto nos §§ 12. funcho. cará. 01 de novembro de 1997.096/97) a) até 30 de junho de 1992. Decreto nº 14. 29 de setembro de 2003. XVI .as saídas de pintos de um dia: (Dec. castanha. 29. nas saídas internas de ovos. rúcula. malva. pimenta. losna. broto de bambu.as operações com os seguintes produtos. quando congelados.2003) (Dec. XVIII . gobo. 20. aspargo. h) nabo. cardo. g) mandioca. erva-de-santa-maria. desde que promovidas por produtor. j) taioba.097/97) 1. vagem. salsão. as saídas. almeirão. (1) XIV .558/92) (Dec. maçã. broto de vegetais. 15. catalonha. chicória. mostarda. salsa. quando em estado natural. nas saídas interestaduais de ovos. XV . tampala. 20. 2. repolho. aipim. moranga. 78/91 e 124/93): (Dec. abobrinha.930 /2003– EFEITOS A PARTIR DE 2. broto de feijão e broto de samambaia. palmito. alecrim. pêra. escarola. 20. 17/93 e 124/93): (Dec. e) folhas usadas na alimentação humana. hortelã. 20. manjerona. avelã. (Dec. em estado natural. congelados ou simplesmente resfriados. quando destinado diretamente a consumidor final. cenoura. (Dec.até 4 de outubro de 1990. alcachofra.097/97) (Dec. 29. anis. ruibarbo. 61 e 62 (Convênios ICM 44/75 e ICMS 68/90. as saídas de peixe fresco.09.930/2003 – EFEITOS A PARTIR DE XVII .876/91 DECRETO 14. exclusive tomate. brócolis e: (Dec. (Dec. manjericão.até 31 de maio de 1989. nabiça.2003) 1. endívia. agrião. jiló. nos respectivos períodos. aipo. b) batata-doce. cominho. para dentro do Estado. acelga. pepino. ervilha. (Dec. 618 a 622.950/2002) a) abóbora.

(Dec. (Dec. 05/99. 124/93. de livro aberto de vacuns. (Dec. 18. Ceará. 138/2008. 21/2002. desde que esteja este acompanhado do respectivo Certificado de Registro. no período de 25 de outubro de 2000 a 31 de dezembro de 2012: as saídas para os Estados de Alagoas. 10/2004.940/2002) 1. Piauí. bem como as interestaduais com destino aos Estados das Regiões Norte e Nordeste. ovino. postejado ou defumado para conservação.813/95) b) a partir de 19 de julho de 1993.876/91 DECRETO 14. 69/2009. 86/98 e 74/2004): (Dec.as saídas de reprodutor ou matriz de animal vacum. as saídas internas. seco.XIX . a partir de 19 de outubro de 2004. apenas nas operações internas. 48/2007. 20. observando-se: (Dec. 106/2007. 48/2003. 69/2009. dispensada a respectiva Nota Fiscal para acobertar o trânsito do mencionado gado. 17. 138/2008.120/98) XX . 21. 48/2007. 119/2009 e 01/2010): (Dec. ficando convalidadas as operações realizadas nestas condições no período de 01 de maio a 12 de junho de 2003 (Convênios ICMS 48/2003.813/95) 1. 30/2003. 119/2009 e 01/2010). 18. quando destinada diretamente a consumidor final.926/2005) a) até 09 de novembro de 1993. quando destinados a produtor agropecuário. 20/97. 69/2009. quando destinados a estabelecimento agropecuário devidamente registrado nos cadastros de contribuintes dos Estados. Maranhão. desde que possuam registro genealógico oficial (Convênios ICM 35/77 e 9/78 e ICMS 78/91. 117/2007.813/95) a) nas operações com leite fresco destinado a consumo final. (Dec. até 31 de janeiro de 1993. 106/2007. 10/2001. 124/93. 71/2008.049/98) a) até 30 de setembro de 1991.876/91 . nas condições da alínea anterior e seu item 2. (Dec. 34. 23. 117/89. 18. eviscerado.as operações internas com pescado. Bahia. sendo o produto pasteurizado ou não ou reidratado. suíno ou bufalino. (Dec.940/2002) 2.109/98) Decreto nº 14. 48/2007. 121/97. 21. 124/2007. 67/97. Minas Gerais. 60/91. 18. 117/2007. 119/2009 e 01/2010). 21. 53/2008. 23.10. internas e interestaduais. esterilizado ou reidratado. (Dec.as seguintes operações com rapadura (Convênios ICMS 74/90.046/93) c) a partir de 15 de outubro de 1998. 78/91 e 124/93): (Dec. 148/2007.615/2010) XXI . Paraíba. a partir de 01 de fevereiro de 1993. 53/2008. 71/2008. 148/2007. definitivo ou provisório. nas operações internas (Convênios ICM 56/86 e ICMS 25/95). 148/92.046/93) b) a partir de 10 de novembro de 1993. (Dec. (Dec. a partir de 01.as saídas de leite nas seguintes hipóteses: (Dec. 117/2007. 76/2007. observado o disposto no § 14. resfriado. filetado. bem como para os Estados das Regiões Norte e Nordeste. 23/98. desde que não enlatado ou cozido (Convênios ICM 26/89 e ICMS 25/89. observando-se (Convênios ICM 07/77 e ICMS 43/90. 71/2008.813/95) 2.615/2010) a) até 31 de dezembro de 1997. 10/2004. sendo o produto pasteurizado ou não. 53/2008. 148/2007. Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte (Convênios ICMS 63/2000. 124/2007. 106/2007.122/96) b) no período de 01 de outubro de 1991 a 31 de dezembro de 1998. 18. observado o disposto no § 14.330/98) b) nos períodos de 01 de janeiro de 1998 a 30 de abril de 2003 e de 13 de junho de 2003 a 31 de dezembro de 2012. 95/90. 76/2007. 19. 121/95 e 23/98): (Dec.95: além da hipótese contida na alínea anterior. puros de origem ou por cruza ou. 34.atualizado até 30 junho 2011 . as saídas para dentro do Estado. quando destinados a produtor agropecuário. 22/95. 138/2008. (Dec. em estado natural. Espírito Santo. 27. (Dec. 34.615/2010) Vejamais XXII . 48/97. 17. congelado. 124/2007.813/95) c) quando se tratar de leite de cabra: (Dec. estas quando o produto for engarrafado ou envasado em embalagem inviolável. 10/2004. excluído o leite esterilizado ou tipo longa vida. 76/2007.

o benefício também se aplica ao animal que ainda não tenha atingido a maturidade para reproduzir (Convênio ICMS 12/2004).22. 21. (Dec.01. a condição de produtor agropecuário deverá ser comprovada através da inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes do Ministério da Fazenda ou no Cadastro do Imposto Territorial Rural. conforme relação constante do Anexo 3. V (Convênios ICMS 59/91. as saídas de tratores classificados nos códigos 87. 15. quando confeccionado na residência do artesão. 103/90. aparelhos e equipamentos produzidos pelos estabelecimentos fabricantes e adquiridos exclusivamente com recursos provenientes de divisas conversíveis doadas por organismos ou entidades internacionais ou estrangeiras ou governos estrangeiros para o programa de combate às drogas de abuso. bem como de máquina apanhadora e carregadora de cana.02. (Dec. definitivo ou provisório. as saídas de veículos automotores nacionais que se destinarem a uso exclusivo de paraplégicos ou de pessoas portadoras de defeitos físicos. máquinas.013/91) a) máquinas e aparelhos de uso doméstico.424/94) b) no período de 01 de janeiro de 1994 a 31 de dezembro de 1995.876/91 DECRETO 14. XXX . de 19 de dezembro de 1986. as saídas de máquinas.até 31 de julho de 1991. as saídas de máquinas e implementos agrícolas produzidos no País. por encomenda direta do consumidor ou usuário. 36. nos termos da Lei Complementar nº 53.310/2010) b) a partir de 1º de outubro de 1991.01.109/98) 2. a critério da repartição fazendária. (Dec.até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995.1. 17.00.310/2010) Decreto nº 14. (Dec. desde que aprovado pelo Conselho Federal de Entorpecentes (Convênios ICM 10/87 e ICMS 148/92 e 124/93): (Dec.até 31 de julho de 1991. 21. conforme relação constante do Anexo 2. assinado pelo autor e não reproduzido em série: (Dec. 555 a 565. 29.até 31 de março de 1989.424/94) a) até 31 de dezembro de 1993.626/2006) XXIX . 15. como tal considerado o objeto resultante de processo artesanal. autopropelida. 26. excluídas em qualquer hipótese: (Dec. as saídas de automóveis de passageiros destinados a motoristas profissionais. 18. (Dec. 35.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. b) partes e peças que não estejam citadas nominalmente no referido Anexo.00 a 87.até 31 de julho de 1991. (Dec. classificada no código 84. (Dec.326/95) XXXI – relativamente às operações com obra de arte.424/94) XXVII .876/91 . a partir de 28 de abril de 2004. nas saídas efetuadas pelo autor. que estejam relacionados para gozar de crédito relativo ao IPI. 35.310/2010) c) a partir de 1º de agosto de 2010.013/91) XXV . aparelhos. desde que este esteja acompanhado do respectivo Certificado de Registro. as saídas de produto típico de artesanato regional. 17.as saídas de produto confeccionado em casa residencial.as saídas de veículos. (Dec. observado o disposto no art.808/2004) XXIII . XXVI . 15. nos termos dos arts.09. os quais fiquem impossibilitados de utilizar os modelos comuns. sendo admitido outro tipo de comprovante.310/2010) a) REVOGADA (Dec. sem utilização do trabalho assalariado. todos da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias NBM/SH.109/98) 3. XXVIII . 35. 80/91 e 151/94). na importação de obra recebida em doação realizada pelo próprio autor ou adquirida com recursos da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura (Convênio ICMS 56/2010).99. (Dec. 17. equipamentos industriais de produção nacional. sem utilização de trabalho assalariado (Convênios ICM 32/75 e ICMS 40/90. 35. (Dec.01. fica dispensada a respectiva Nota Fiscal para acobertar o trânsito do mencionado gado.013/91) XXIV . 148/92 e 151/94).a partir de 4 de outubro de 1990.

50/2010 e 171/2010): (Dec. na hipótese de antibióticos. as demais indicações de caráter geral ou especial exigidas ou estabelecidas pelo órgão competente do Ministério da Saúde. na hipótese de saída de medicamento. quantidade suficiente para o tratamento de um paciente. 80/91. da qual se fez a amostra.312/2011) 2. convertido pelo valor de janeiro do mesmo ano.b. espécie e utilização. 124/93 e 121/95): (Dec. 35.222/2010) Decreto nº 14.262/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 47. desde que contenha a indicação.312/2011) c) o número de registro com 13 (treze) dígitos. observado o disposto no § 67 e no art. 100% (cem por cento).312/2011) a) no período de 23 de abril de 2010 a 28 de fevereiro de 2011. da expressão “distribuição gratuita”. (Dec.01.XXXII .600 (quatro mil e seiscentas) UFIRs. 36. também se aplica na hipótese de vítimas de situação de emergência. 50% (cinquenta por cento).312/2011) b) na embalagem. correspondentes à embalagem original. (Dec.222/2010) a) a partir de 1º de janeiro de 1995. que deverão ter a quantidade de 100% (cem por cento) do conteúdo da apresentação original registrada na referida Agência. observando-se que. (Dec. 36.222/2010) b) no período de 23 de junho a 30 de setembro de 2010. (Dec. os percentuais a seguir indicados da quantidade de peso. (Dec. ao quantitativo de 4. cujas rendas líquidas sejam integralmente aplicadas na manutenção de suas finalidades assistenciais ou educacionais no País. a partir de 1º de março de 2011. 36. declarada por ato expresso da autoridade competente.876/91 DECRETO 14. pelo valor vigente no mês de janeiro do mencionado ano anterior. a partir de 23 de abril de 2010. 35. 20. nos demais casos. (Dec. (Dec. 50% (cinquenta por cento) do conteúdo da apresentação original registrada na Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA. registrada e comercializada. 35. sem distribuição de qualquer parcela a título de lucro ou participação e cujas vendas. na hipótese de o referido limite não estar expresso em moeda corrente. 56/85.262/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.312/2011) f) a partir de 1º de março de 2011. 36.98) b) a partir de 01 de janeiro de 1998. as expressões “AMOSTRA GRÁTIS” e. no ano anterior. 35. sem finalidade lucrativa. a entidades governamentais ou às entidades assistenciais reconhecidas de utilidade pública que atendam aos requisitos do art.312/2011) XXXIV . com exceção dos antibióticos. declarada por ato expresso da autoridade competente. 14 do Código Tributário Nacional (Convênios ICM 26/75 e ICMS 80/91 e 151/94).371/2010) e) a partir de 1º de março de 2011. (Dec.98) XXXIII .01. em caracteres bem visíveis. de forma clara e não-removível.as saídas de mercadoria em decorrência de doação para assistência às vítimas de calamidade pública.atualizado até 30 junho 2011 .222/2010) c) o disposto na alínea . que deverão ter a quantidade suficiente para o tratamento de um paciente. (Dec.01. (Dec. 35. “VENDA PROIBIDA”. vigente no mencionado ano anterior. (Dec. 36. ao valor previsto na legislação como limite máximo de receita bruta para o contribuinte inscrever-se no CACEPE na condição de microempresa. inclusive o retorno da referida mercadoria ao estabelecimento de onde tenha saído.262/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 36. a título de distribuição gratuita. em quantidade necessária para dar a conhecer sua natureza. a entidades assistenciais sem fins lucrativos. 36. será considerada amostra grátis a que contiver (Convênios ICMS 29/90. 20.312/2011) 1. volume líquido ou unidades farmacotécnicas da apresentação registrada na ANVISA e comercializada pela empresa: (Dec. e dos anticoncepcionais e medicamentos de uso contínuo. na hipótese de anticoncepcionais. (Dec. 35.as saídas de mercadorias de produção própria. promovidas por instituição de assistência social ou de educação. não tenham ultrapassado o equivalente (Convênios ICM 38/82. 20.98) a) até 31 de dezembro de 1997. V: (Dec.371/2010) d) no rótulo e no envoltório.876/91 . de diminuto ou nenhum valor comercial. 47/89 e ICMS 52/90.as saídas de amostra grátis.

01. (Dec.até 31 de dezembro de 1996 e a partir de 01 de janeiro de 1997. Sumidouro. 44/90.558/92) a) até 31. 16. Decreto nº 14. (Dec. as saídas de produtos farmacêuticos realizadas entre órgãos ou entidades. 15. (Dec. recipiente e embalagem. 148/92.326/95) XXXVII . 43/87 e 59/87. Nova Friburgo.841/97) XXXVIII .01.0000 da NBM/SH. direta ou indireta. (Dec.558/92) b) a partir de 01. (Dec. localizados no Estado do Rio de Janeiro (Convênios ICMS 2/2011 e 5/2011).até 31 de julho de 1989. (Convênio ICMS 148/92). 36.91. e ICMS 18/89.464/2011) XXXV . 151/94 e 102/96): (Dec. salvo as de madeira utilizadas na pesca artesanal.326/95) b) recreativas e esportivas de qualquer porte. quando não cobrados do destinatário ou não computados no valor das mercadorias que acondicionam.Mistura Láctea Enriquecida para Mamadeira. o disposto neste inciso também se aplica às doações destinadas às vítimas das calamidades climáticas ocorridas nos Municípios de Areal.GEIN. da Administração Pública Federal. excetuando-se aquelas (Convênios ICM 33/77. em retorno ao estabelecimento remetente ou a outro do mesmo titular ou depósito em seu nome. 44/90.326/95) a) SOO3 . realizadas pela Fundação Legião Brasileira de Assistência Social .01. inclusive sacaria. as saídas de indústria de construção e reparos navais. efetuada pela própria LBA ou por terceiros em seu nome. (Dec. Bom Jardim. e a comercialização subseqüente desses cartões. cuja instalação tenha sido implantada por projeto aprovado pelo extinto Grupo Executivo da Indústria Naval . c) MO 2 . São José do Rio Preto e Teresópolis. (Dec. bem como destes órgãos ou entidades para consumidor final. internas e interestaduais. 15. 18.841/97) a) que tenham menos de 3 (três) toneladas brutas de registro.LBA. 18.Mistura Enriquecida para Sopa.12. absorvido posteriormente pela Comissão de Marinha Mercante. partes e componentes utilizados no reparo.876/91 DECRETO 14.92.10. 80/91. 18.326/95) XXXVI .558/92) a) até 31. quando promovidas por empresa existente em 28 de fevereiro de 1967. e ICMS 18/89.EFEITOS A PARTIR DO DIA 01. as saídas de cartões de Natal e respectivos envelopes. 15. 19. inclusive sacaria. (Dec. 80/91. as saídas.até 31 de dezembro de 1997. (Dec.445/93 . produzidos no Estado de São Paulo.Mistura Láctea Enriquecida com Minerais e Vitaminas.até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995.91.as saídas de vasilhame. desde que retornem ao estabelecimento remetente ou a outro do mesmo titular: (Dec. por preço não superior ao custo do produto (Convênios ICM 40/75 e ICMS 41/90.as saídas de impressos personalizados promovidas por estabelecimento gráfico com destino a usuário final.93) XLI . conserto e reconstrução de embarcações de que trata o inciso anterior (Convênios ICM 33/77. 15. 18. (Dec.as saídas de vasilhame.558/92) XLIII .558/92) XLII . (Dec. XL .876/91 . Estadual ou Municipal.até 31 de dezembro de 1996 e a partir de 01 de janeiro de 1997.92. 148/92. sob encomenda da LBA.12. as saídas de embarcações construídas no País. 18.até 31 de dezembro de 1993.558/92) b) a partir de 01.326/95) c) classificadas sob a posição 8905. 80/91 e 151/94). dos seguintes produtos (Convênios ICM 34/77 e 37/77 e ICMS 80/91 e 151/94): (Dec. observado o disposto no § 56: (Dec. que se incluem no benefício qualquer que seja a sua tonelagem. 151/94 e 102/96). 43/87 e 59/87. recipiente e embalagem. a aplicação de peças. b) GH 3 . inclusive fundações. XXXIX . 15. 19. 15. Petrópolis.atualizado até 30 junho 2011 .d) no período de 16 de fevereiro a 31 de julho de 2011.

até a faixa de consumo de 30 KWh/mês (trinta quilowatts-hora por mês).atualizado até 30 junho 2011 .até 31 de dezembro de 1994. mediante redução no valor da operação.as saídas de estabelecimento de concessionária de serviços públicos de energia elétrica (Convênios AE-5/72 e ICMS 33/90. 18. excluídas as granjas. quando se tratar de consumidor residencial de baixa renda. de bem destinado à utilização por outra empresa concessionária dos mesmos serviços públicos de energia elétrica.1. (Dec.1. 80/91. para consumo em estabelecimento de produtor rural. 35. XLVII . 23.246/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. independentemente da faixa de consumo. as saídas de mercadoria e prestações de serviço de transporte e comunicação realizadas por microempresa. os seguintes requisitos: (Dec.724/2006) 2. XLVI . cumulativamente. 34. 1º da Resolução nº 2215. dispensado o estorno de crédito previsto no art. 27. 15. (Dec. quando gerada por outras fontes: (Dec.326/95) XLVIII .404/2007) b) até 31 de dezembro de 1989. de 21 de agosto de 1974.XLIV .as saídas de produto siderúrgico importado para complementar a produção nacional. e.2.404/2007) 2. 15 do Decreto . de 24 de setembro de 1974. 80/91 e 151/94): (Dec. observados os requisitos e condições mencionados no art. 100/90.2001) 1. nos limites das quantidades constantes dos projetos aprovados pelo órgão governamental próprio. representação de órgão internacional e seus integrantes.06. clubes e outras propriedades destinadas ao lazer. de 20 de janeiro de 2010: (Dec. quando promovidas pelo respectivo importador. com destino a empresa que tenha obtido isenção do Imposto de Importação do mesmo produto. 20. 1º da Resolução nº 2249. a partir de 1º de novembro de 2010. nos termos do art.876/91 .relativamente ao fornecimento de energia elétrica: a) para consumo residencial. nos termos do art. até 31 de dezembro de 1994 e no período de 01 de janeiro de 1995 a 31 de maio de 2001.677/98) Decreto nº 14.788/2010) 2. até a faixa de consumo de 50 KWh/mês (cinqüenta quilowatts-hora por mês).558/92) a) a aquisição se efetue em substituição ao direito de importar mercadorias com a isenção prevista no art. desde que os mesmos bens ou outros de natureza idêntica devam retornar ao estabelecimento da empresa remetente. (Dec. a partir de 01 de junho de 2007. nos termos da Lei Federal nº 10. 29.2001) 2. 15.818/2005) b) até 31 de dezembro de 1994. o fornecimento rural de energia elétrica. com a nova redação dada pelo art. nas seguintes hipóteses (Convênios ICMS 20/89. a empresa fornecedora repasse este benefício ao consumidor.2. quando gerada por fonte termoelétrica.06.2. a partir de 09 de outubro de 2006. 30.até 31 de maio de 1989.438. 27. até 31 de outubro de 2010. § 2º. (Dec. nos termos da Lei Federal nº 12. (Dec. de 26 de abril de 2002. de bem destinado à utilização em suas próprias instalações ou guarda em outro estabelecimento da mesma empresa. 23. 30.876/91 DECRETO 14. (Dec.724/2006) 2. c) energia produzida para consumo próprio e uso exclusivo.818/2005) a) até 31 de dezembro de 1994 e no período de 01 de janeiro de 1995 a 17 de abril de 2005. desde que preencham. 47. d) a partir de 01 de janeiro de 1992. do Conselho de Política Aduaneira. até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995.530/92) XLV . até a faixa de consumo de 100 kwh/mês. XXVII (Convênios ICMS 76/91 e 08/98).246/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. as saídas decorrentes de compra realizada por missão diplomática. desde que. b) a saída esteja isenta de IPI. II. a partir de 14 de abril de 1998. (Dec.2. 29. 67. de 18 de novembro de 1966.212.151/94 e 136/2004): (Dec.Lei Federal nº 37. repartição consular.

(Dec.06.294. 30/2003.727/2005) f) a partir de 01 de junho de 2001. (Dec. 23. 2º. h) até 30 de abril de 1989. LIII . como operação de entrada.660/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.99) LI . o óleo lubrificante básico. 69/2009.COMPESA para os consumidores em geral. tratamento e distribuição. 124/2007. independentemente do nível de consumo e do destinatário (Convênios ICMS 98/89.148/92 e 151/94).06. 119/2009 e 01/2010). dispensado o estabelecimento remetente da emissão de documento fiscal e observado o disposto no art. 23. devendo o trânsito das mercadorias até o mencionado estabelecimento ser acompanhado por Nota Fiscal. o fornecimento de água natural por meio de serviço público de captação. e) as saídas de combustíveis e lubrificantes adquiridos diretamente pela Itaipu Binacional.as seguintes operações e produtos: a) até 30 de abril de 1989. 121/97. fluvial e lacustre. refinação e filtragem. produzidos a partir de óleos lubrificantes usados através de destilação. 21. 71/2008.07. c) até 30 de abril de 1989. devendo o benefício ser transferido aos beneficiários. LII . 05/99. substituído pela Agência Nacional do Petróleo – ANP. para seu uso próprio.2001) L . 53/2008. de 28 de dezembro de 1994 (Convênios ICMS 03/90.629/2010) j) saídas de combustível e lubrificante utilizados por embarcações nacionais ou afretadas com as prerrogativas de bandeira brasileira. observado o disposto no inciso CLXXXII.no período de 01 de março de 1989 a 30 de junho de 1999 e a partir de 01 de julho de 1999.até 30 de abril de 1989. destinado a matéria-prima para produção de óleos brancos. (Dec. prestado pela Companhia Pernambucana de Saneamento . (Dec. as saídas de óleo diesel utilizado por embarcação de pesca exportadora de pescado.. emitida pelo destinatário. 23/98.326/95) Decreto nº 14. no montante correspondente ao imposto dispensado (Convênios ICMS 107/95 e 101/2005). modelo 1 ou 1-A.530/92) f) até 30 de abril de 1989. 148/2007. nas operações internas destinadas a consumo por órgão da Administração Pública Estadual Direta e suas fundações e autarquias. III. registrados no Itamarati.no período de 31 de dezembro de 1990 até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995.DNC. 76/95. derivado do petróleo. i) até 31 de dezembro de 2012.246/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.atualizado até 30 junho 2011 . (34. 18/2005. 151/94. as saídas de álcool carburante promovidas por distribuidores. 15. do Decreto nº 18. mediante a redução do valor da operação. as saídas de combustíveis e lubrificantes para abastecimento de embarcações e aeronaves nacionais com destino ao exterior (Convênios ICMS 84/90. 18. g) até 30 de abril de 1989. 07/91. por varejistas e pela Petrobrás S.876/91 . as saídas de óleo diesel e óleos lubrificantes utilizados pelas embarcações de navegação de cabotagem. b) até 30 de abril de 1989. autorizado pelo Departamento Nacional de Combustível . d) até 30 de abril de 1989. 10/2001. para consumo no Distrito Estadual de Fernando de Noronha. que operam na navegação de cabotagem. 28.A. (Dec. os óleos lubrificantes refinados.876/91 DECRETO 14. as saídas de óleo lubrificante usado ou contaminado para estabelecimento rerrefinador ou coletor revendedor. veículos de embaixadas estrangeiras.2001) XLIX – no período de 01 de junho de 1989 a 31 de maio de 2001. (Dec. 80/91. mantidas pelo Poder Público Estadual e regidas por normas de Direito Público. 80/91. 138/2008. as saídas de óleo diesel e óleos lubrificantes utilizados pelas embarcações de navegação de longo curso.246/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 67/92 e 151/94).e) no período de 01 de maio de 1996 a 23 de outubro de 2005. as saídas de energia elétrica fornecida por sistema gerador constituído de usina termoelétrica. as saídas de óleo diesel para concessionárias de geração de energia termoelétrica.

337/96) 2. 7o.876/91 . a telefonia.876/91 DECRETO 14.até 30 de abril de 1989. 15. a saída de bem enquanto objeto de alienação fiduciária em garantia. (Dec. quando se tratar de prestação de serviço de comunicação na modalidade de telefonia (Convênio ICMS 107/95).até 31 de outubro de 1996. bem como de água mineral e sal de cozinha. b) até 31 de março de 1989.atualizado até 30 junho 2011 . no período de 26 de junho de 1996 a 23 de outubro de 2005.até 30 de abril de 1989. LX . diretamente a seus empregados. 18. de areia. LVIII . (Dec. XIII. em refeitório próprio de (Convênios ICM 1/75 e ICMS 80/91 e 151/94): (Dec. 93/90.727/2005) 1. as chamadas locais originadas de telefones públicos e semipúblicos. contendo tal documento. no montante correspondente ao imposto dispensado (Convênios ICMS 107/95 e 44/96): (Dec. os serviços interiores de telegrama. f) até 31 de dezembro de 1996 e a partir de 01 de janeiro de 1997. V. quando o serviço for utilizado por órgão da Administração Pública Estadual Direta e suas autarquias e fundações mantidas pelo Poder Público Estadual e regidas por normas de Direito Público. (Dec. LXI . a televisão e radiodifusão sonora. alunos ou beneficiários.relativamente à comunicação: a) até 31 de março de 1989. 80/91. sindicato e associação de classe de assalariados. observado o disposto no art.LIV . dentro de 180 (cento e oitenta) dias. diretamente aos empregados. no período de 01 de maio a 25 de junho de 1996. através de apresentação do "Certificado de Recebimento". LVI . conforme o caso. 28.527/96) LIX . emitido pela mencionada entidade. os serviços locais de difusão sonora (Convênios ICM 51/89 e ICMS 08/89. (Dec. as saídas de substâncias minerais para utilização como matéria-prima na indústria de adubo. 151/94 e 102/96).326/95) a) estabelecimento industrial. as saídas. as saídas de mercadorias destinadas a Itaipu Binacional. pedra britada e seixos destinados à construção civil. fertilizante e defensivos agrícolas ou na agricultura como corretivo de solo. comercial ou produtor.até 31 de dezembro de 1992. peças e componentes.727/2005) Decreto nº 14. desde que a entrega fique efetivamente comprovada. subseqüentes à primeira operação tributada pelo imposto. (Dec. quando prestada em localidade servida unicamente por posto de serviço público ou por centrais locais de até 500 terminais. ou por qualquer outro documento que por ela venha a ser instituído para o mesmo fim. conserto e recondicionamento de aeronaves. d) até 31 de março de 1989. mediante a redução do valor da prestação. referência ao número. realizado por empresa devidamente homologada pelo Centro Técnico Aeroespacial e que se dedique aos trabalhos de lubrificação. o fornecimento de refeição por preço inferior ao custo. observado o disposto no inciso CLXXXII. instituição de educação ou assistência social. as saídas de calcário destinado a uso exclusivo na agricultura como corretivo de solo. quando se tratar de prestação de serviço de telecomunicação (Convênios ICMS 44/96 e 101/2005). professores. 19. e) até 31 de março de 1989.558/92) LV . 28. os correios e telégrafos. o fornecimento de mercadoria com prestação de serviço de que trata o art. LVII . associados. contados da data da saída. 3º.até 30 de abril de 1989. 113/89. 19. devendo o benefício ser transferido aos beneficiários.até 30 de abril de 1989. 19. c) até 31 de dezembro de 1989.até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995.840/97) g) nas seguintes hipóteses. seus motores. b) agremiação estudantil. data e valor da respectiva Nota Fiscal. no mínimo.

09.TELEBRÁS.até 31 de julho de 1989. de 29 de dezembro de 1972. localizadas neste Estado. industrialização ou beneficiamento.96): (Dec. (Dec. as prestações de serviço de transporte intermunicipal de passageiros. das zonas de produção diretamente para o primeiro local de comercialização. até 30 de abril de 1994: empresa comercial exportadora. 21.108/94) Decreto nº 14. do estabelecimento fabricante ou de seus depósitos com destino: a) a empresas comerciais que operem exclusivamente no ramo de exportação. as sucessivas saídas de produtos do estoque regulador do Governo Federal.876/91 DECRETO 14.876/91 . b) a armazéns alfandegados e entrepostos aduaneiros. 15. LXVII . desde que com características de transporte urbano ou metropolitano (Convênios ICMS 37/89.676/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. transporte de leite "in natura". promovidas pelo estabelecimento fabricante ou por suas filiais.326/95) b) até 31 de março de 1989. em retorno ao estabelecimento de origem. à saída dos produtos primários e semi-elaborados. e) a empresas exportadoras. 18. 18. c) aos entrepostos industriais de que trata o Decreto-Lei Federal nº 37. a prestação do serviço de transporte aéreo de passageiro. as saídas de estabelecimento de operadora de telecomunicação (Convênios ICM 04/89 e ICMS 126/98): (Dec. obedecidas as normas constantes dos §§ 35 a 43. com destino a (Convênios ICMS 88/89. 18. em decorrência de operação realizada na forma e condições previstas no Decreto-Lei Federal nº 1.CFP/CNA. nas operações internas. d) a empresas comerciais exportadoras.a partir de 14 de novembro de 1989.99) a) de bens destinados à utilização em suas próprias instalações ou à guarda em outro estabelecimento da mesma empresa.408. c) até 31 de março de 1989. LXIV .09. LXVI . desde que esses bens ou outros de natureza idêntica devam retornar a estabelecimento da remetente. estendendo-se o benefício. o transporte de produtos hortifrutigranjeiros realizado ou contratado pelo produtor. nas operações internas. de 20 12. destinados à doação às populações da região Nordeste do País atingidas pela estiagem prolongada. as saídas de produto industrializado para fim de exportação. 21. 127/93 e 73/94 e Lei no 11. nas operações internas.013/91) LXV .248. LXIX .a partir de 01 de setembro de 1989.atualizado até 30 junho 2011 . as saídas de produto industrializado para fim de exportação. LXVIII .até 30 de abril de 1989.676/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.108/94) 1. inclusive "trading company".527/96) a) empresa comercial: (Dec. (Dec. d) até 31 de março de 1989. b) de bens destinados à utilização por outra operadora. 19. a partir de 16 de setembro de 1996. de 18 de novembro de 1966. relativamente às alíneas “d” e “e”. os serviços de telecomunicação efetuados a partir de equipamentos terminais instalados em dependências de operadora. os serviços de transporte rodoviário de passageiros realizados por veículos registrados na categoria de aluguel (táxi). administrado pela entidade federal competente .relativamente a transporte: a) até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995. (Dec.A.LXII – até 31 de agosto de 1999. c) dos bens referidos na alínea anterior. . (Dec. transporte de gado em pé.99) LXIII – até 31 de agosto de 1999. inclusive da Telecomunicações Brasileiras S. na condição de usuárias finais (Convênios ICM 04/89 e ICMS 126/98). 80/91 e 151/94).no período de 01 de outubro de 1990 a 30 de setembro de 1991.

salsão. tangerina. a débito da conta de custeio mantida pelo agente ou representante do armador adquirente do produto. banana. na forma das normas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Comércio Exterior . c) que haja comprovação do embarque pela autoridade competente.408. (Dec. melancia. pomelo. (Dec. 19. (Dec. podendo destinar-se ao consumo da tripulação ou passageiro. vagem. relativamente a produtos primários e semi-elaborados. outro estabelecimento da mesma empresa. c) até 15 de setembro de 1996. caqui. observando-se os itens 1 e 2 da alínea anterior. armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. cebola.CONCEX.até 31 de dezembro de 1990. de 29 de novembro de 1972. b) que o adquirente tenha a sede de seus negócios no exterior. observado o disposto no art. pagamento direto. as saídas de produto industrializado de origem nacional. d) que o pagamento seja efetuado em moeda estrangeira conversível.96): (Dec.106/94) LXXIV . repolho. 19. ameixa. morango. as saídas para o exterior de pescado. aportada no País. no período de 01 de dezembro de 1994 a 15 de setembro de 1996: empresa comercial exportadora. pagamento indireto. no período de 16 de setembro de 1996 a 07 de janeiro de 1997.942/97) 1. (Dec.942/97) e) consórcio de fabricantes formado para fim de exportação. 437. como natureza da operação. (Dec.as saídas e os retornos do açúcar e do álcool. devendo constar do documento. 18. no período de 01 de setembro de 1989 a 07 de janeiro de 1997.108/94) 3.as saídas de açúcar e álcool promovidas por estabelecimento industrial ou cooperativa. observadas as seguintes condições (Convênios ICM 12/75 e ICMS 124/93): (Dec. pimentão.876/91 DECRETO 14. melão.248. LXXII . observando-se: (Dec. nectarina. uvas finas de mesa. 19. 437.106/94) e) pintos de um dia. 124/93 e 12/94 e Lei nº 11.424/94) a) que a operação seja efetuada ao amparo de guia de exportação. 19. manga. batata-doce. de 20. c) flores e planta ornamental. 18. para embarcação ou aeronave de bandeira estrangeira. LXXI . quiabo.876/91 .atualizado até 30 junho 2011 . mamão. Decreto nº 14.942/97) 2. 18. através de uma das seguintes formas: 1. mediante fechamento do câmbio em banco devidamente autorizado. (Dec. a indicação: "Fornecimento para consumo ou uso de embarcação e aeronave de bandeira estrangeira". 19. 19. relativamente a produtos industrializados. 17. LXXIII . para estabelecimento industrializador. d) ovos.até 31 de dezembro de 1993 e a partir de 01 de janeiro de 1994. ao uso ou consumo durável da própria embarcação ou aeronave. as saídas para o exterior dos seguintes produtos (Convênios ICMS 67/90. figo. laranja.527/96) d) consórcio de exportadores. conforme o disposto no art. cogumelo.2.12. qualquer que seja a finalidade do produto a bordo. 2. inhame. de 01 de maio de 1994 a 30 de novembro de 1994: empresa comercial que opere exclusivamente no comércio exterior ou empresa comercial exportadora enquadrada nas disposições do Decreto-Lei Federal nº 1. 19. alcachofra. 19.942/97) LXX . berinjela.527/96) b) até 15 de setembro de 1996. (Dec. pepino. gengibre. limão.até 15 de setembro de 1996. (Dec.527/96) a) abóbora.527/96) (Dec. b) abacate.

desde que em pagamento de capital social subscrito. 19. de propriedade de empreiteiros de obras hidráulicas e de construção civil. até 31 de outubro de 1996. observando-se o disposto no inciso IV do art. constante de norma legal vigente.527/96) LXXXII .atualizado até 30 junho 2011 . ao ativo fixo de pessoa jurídica. transmissão ou distribuição de energia elétrica. desde que não se destinem a incorporar-se à referida obra e sejam acompanhadas do respectivo documento fiscal. 15. 690 a 696. móveis e utensílios. maquinarias. transformação. excetuando-se.633. cuja entrada seja isenta nos termos dos incisos LXXXII e LXXXIII. ou seus respectivos acessórios. quando promovidas por fabricantes e destinadas às empresas nacionais exportadoras dos serviços relacionados na forma do art.as entradas: a) no período de 01 de abril de 1989 até 31 de agosto de 1990. de máquinas. aparelho. simultaneamente: 1. c) a partir de 02 de janeiro de 1995. XIV. desde que: (Dec. a partir de 18 de julho de 1991. junto aos Estados e ao Distrito Federal. comprovado o atendimento aos requisitos estabelecidos no art.as saídas internas destinadas à incorporação.96): (Dec.876/91 DECRETO 14. e. LXXVII . 2.as transferências.154/91) LXXXI . a esse título. dentro do Estado (Convênios ICMS 70/90 e 81/2007). materiais de andaime e de construção.876/91 . equipamento. (Dec. fusionada ou cindida. isenta do Imposto de Importação de produtos estrangeiros. nos termos do disposto nos arts.527/96) a) a isenção somente se aplica aos produtos a serem exportados em decorrência de contratos de prestação de serviços no exterior e que constam da relação a que alude o inciso II do art. nas operações interestaduais.342/99) 1. com destino à Zona Franca de Manaus. que se dediquem à construção de sistemas de produção. em decorrência da incorporação. equipamentos. b) a partir de 01 de setembro de 1990. 47 e ainda (Convênios ICM 4/79 e ICMS 124/93 e Lei nº 11. importadas por estabelecimento industrial.530/92) LXXIX – até 30 de setembro de 2007. inclusive cooperativas. desde que esse material não se destine a utilização ou consumo em processo de comercialização ou de industrialização. as saídas de produtos manufaturados de fabricação nacional. ferramentas.as transferências de equipamentos. (Dec. para estabelecimento da mesma natureza e pertencente à mesma empresa. ou de obra para obra. nas seguintes hipóteses (Convênios ICMS 130/94 e 130/98): (Dec. LXXVIII . desde que a respectiva importação esteja. instrumento ou material. de mercadoria estrangeira. 15.326/95) Decreto nº 14. de mercadoria cuja importação estiver isenta do Imposto de Importação e amparada por Programas Especiais de Exportação (Programa BEFIEX) aprovados até 28 de fevereiro de 1989. amparada por Programas Especiais de Exportação (Programa BEFIEX) aprovados até 28 de fevereiro de 1989.408. de competência da União. aquelas destinadas a outras Unidades da Federação. sobressalentes ou ferramentas.as transferências de material de uso ou consumo de um estabelecimento para outro do mesmo titular. 30. condicionada a isenção. 1º do Decreto-Lei Federal nº 1. de máquina. de entidades.até 15 de setembro de 1996. provenientes de almoxarifado e destinados à respectiva obra e vice-versa. 18. b) as empresas nacionais exportadoras de serviços devam estar registradas. 7o. as transferências de bens do ativo fixo de um estabelecimento para outro do mesmo contribuinte.LXXV . instalações. de 09 de agosto de 1978. observado o disposto no § 48.850/2007) LXXX . 21. (Dec.12. quando a mercadoria for importada do exterior. LXXVI . de matérias-primas. incorporada.as saídas de produto industrializado de origem nacional. à reciprocidade de tratamento no Estado de destino. fusão ou cisão de sociedade e provenientes do ativo fixo da pessoa jurídica subscrita. de 20. 10 do mencionado Decreto-Lei. observado o disposto no art. 7º do referido Decreto-Lei. (Dec. peças sobressalentes. 19.

312/2011) 3. o disposto nesta alínea também se aplica as saídas e retornos. 18. 77/91.312/2011) LXXXIV .4 o fornecedor deverá manter comprovação de que o adquirente preenche a condição do item 1.3 a operação esteja beneficiada com isenção do Imposto de Importação.000 (sessenta milhões) de doses de vacina contra poliomielite. (Dec. aparelhos e equipamentos.1 a operação esteja amparada por programa especial de exportação . (Dec. a partir de 1º de março de 2011. destinada à fabricação de máquinas. (Dec. decorrentes de importação do exterior pelo titular do estabelecimento.1. (Dec.312/2011) 1. a ser utilizada exclusivamente na sua atividade produtiva. (Dec. de reprodutor ou matriz de animal vacum. as entradas de mercadoria em estabelecimento importador. 14. oriunda de financiamento a longo prazo de instituição financeira internacional ou entidade governamental estrangeira.as entradas em estabelecimento do importador de 60. a partir de 07 de janeiro de 1999. 124/93 e 12/2004): (Dec. 18. (Dec. 26. dos produtos importados com destino à industrialização por conta e ordem do importador.326/95) 1.326/95) 2.aprovado até 31 de dezembro de 1989. 26. 36. contra pagamento com recurso proveniente de divisa conversível.326/95) 1. ovino.INTERBRÁS e as subseqüentes saídas para a CEME .4 a mercadoria destine-se a integrar o ativo fixo da empresa industrial adquirente e.até 31 de dezembro de 1993 e a partir de 01 de janeiro de 1994. (Dec.Central de Medicamentos do Ministério da Previdência e Assistência Social. em estabelecimento comercial ou produtor. (Dec.326/95) 2. empregadas ou consumidas no processo de industrialização do produto final a ser exportado.326/95) 1.000. observando-se (Convênios ICM 35/77 e 9/78 e ICMS 78/91.atualizado até 30 junho 2011 . 18. 18. desde que destinadas a campanhas de vacinação pública. até 28 de fevereiro de 2011. 36.Programa BEFIEX . 21. (Dec.312/2011) a) REVOGADA (Dec. b) a partir de 28 de abril de 2004.2 a mercadoria será destinada a integrar o ativo fixo da empresa industrial adquirente e.2 o adquirente da mercadoria seja empresa industrial.876/91 DECRETO 14. (Dec. observadas as seguintes condições: (Dec. as entradas no estabelecimento de mercadoria importada do exterior. 26. suíno e bufalino. quando for o caso: (Dec.Comércio Internacional S.808/2004) (Dec. .1.3 a isenção não prevalecerá quando a mercadoria adquirida puder ser importada com o benefício previsto no art. observado o disposto no § 50. Decreto nº 14. 18. LXXXVI . 36. nas aquisições no mercado interno.342/99) 2.808/2004) LXXXV . as operações de importação com as referidas mercadorias. o benefício também se aplica ao animal que ainda não tenha atingido a maturidade para reproduzir (Convênio ICMS 12/2004). 36.A.326/95) 2. XXXVIII. 36. dentro do Estado. 94/94 e 185/2010)): (Dec.808/2004) a) os animais devem ter condições de obter no País registro genealógico oficial.326/95) LXXXIII – relativamente a mercadorias sujeitas ao regime de drawback (Convênios ICMS 27/90. puros de origem ou por cruza.1 o adquirente da mercadoria deverá ser empresa industrial.342/99) 2.312/2011) 2. para o mercado interno. como resultado de concorrência internacional com participação de indústria do País. bem como de suas peças e partes. a partir de 07 de janeiro de 1999. (Dec. as entradas. 18. hipótese em que a base de cálculo será reduzida em idêntico percentual. 18. (Dec.312/2011) b) a partir de 1º de setembro de 1990. quando importada do exterior. 21. 36. utilizada exclusivamente na sua atividade produtiva.até 30 de junho de 1991. a serem importadas pela PETROBRÁS .876/91 .

atualizado até 30 junho 2011 . pela Secretaria Especial de Desenvolvimento Industrial.as entradas decorrentes de importação das seguintes mercadorias: a) frisa. destinados à impressão de livros. para o tratamento da AIDS. (Dec. observadas as seguintes condições: (Dec.231/95) 1. com alíquota zero ou isenção do Imposto de Importação. e. 80/91. Thimidina. classificado no código NBM/SH 3003. 110/89.0301. 46/96. estadual ou municipal.876/91 DECRETO 14. nos termos do Anexo 27. no período de 26 de julho de 1994 a 1º de janeiro de 1995. 24/97. filme. 137/2008. (Dec. destinado ao tratamento da AIDS (Convênio ICMS 130/92). nos termos do Anexo 27-A (Convênios ICMS 51/94.as entradas de equipamentos gráficos importados do exterior. observado o disposto no art.956/2010) XCI .90. (34.629/2010) a) de 01 de março a 30 de maio de 1989. 10/2001. (Dec. 66/99. 16. nos seguintes períodos (Convênios ICMS 24/89. LXXXVIII . 30/2003.0301. 35.876/91 . 164/94.LXXXVII . e de um ou do outro imposto.417/93) 3. (Dec. 75/2010.as entradas de mercadoria importada do exterior a ser utilizada no processo de fracionamento e industrialização de componentes e derivados do sangue. jornais e periódicos. 34.2. a partir de 02 de janeiro de 1995. 21/2001. 53/2008. provenientes do Marrocos. as entradas do exterior e as saídas internas e interestaduais do medicamento de uso humano denominado "RETROVIR" (AZT). 141/2001. as saídas internas e interestaduais do medicamento de uso humano.90. o recebimento pelo importador dos seguintes produtos destinados à fabricação do fármaco-AZT.814/93) 1. 88/96. 138/2008. 121/95. 90/90. de competência da União. 80/2008. 35. XC . 114/98. 59/2000. 13/2000. As saídas internas e interestaduais do fármaco-AZT. as entradas. de ácido fosfórico e fosfato natural bruto. chapas e demais matérias-primas e produtos intermediários importados do exterior por empresas jornalísticas e editoras de livros.814/93) 1. que tenha o fármaco-AZT como princípio ativo básico. 69/2009. (Dec. 84/2010 e 150/2010). Zidovudina. 17. vinculados a projetos aprovados. 96/99. 64/2005. ou de sua embalagem.as operações com medicamentos para tratamento de portador do vírus da AIDS e com produtos destinados à respectiva fabricação. 95/2000. jornais e periódicos. 10/2002. 16. 32/2004. 124/93. b) matérias-primas e demais insumos destinados à fabricação de papel de imprensa. destinado à produção do medicamento de uso humano. (Dec. 16. sem fins lucrativos. em estabelecimento do importador. 16.59. 71/2008. desde que a importação seja realizada por órgão ou entidade de hematologia e hemoterapia do governo federal.417/93) b) no período de 16 de outubro de 1992 a 25 de julho de 1994 (Convênios ICMS 130/92 e 23/93): (Dec. 119/2009 e 01/2010): (Dec.0300 .90. 16.424/94) b) de 01 de agosto 1989 a 31 de dezembro de 2012.629/2010) Decreto nº 14. 121/2006. código NBM/SH 3003. (Dec. desde que a respectiva importação tenha sido feita com alíquota zero do Imposto de Importação. 18/2005. classificada no código NBM/SH 3003. acondicionamento ou recondicionamento. 87/89.até 12 de outubro de 1989.1.9900. 18. LXXXIX .417/93) c) que o produto esteja beneficiado com isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação e do IPI. quando destinados a emprego no processo de industrialização de livros. a partir de 25 de maio de 1993. 16. 05/99. classificada no código NBM/SH 2933. 42/98. a partir de 09 de abril de 2002.611/2010) a) até 15 de outubro de 1992. 614. desde que a importação do exterior tenha sido beneficiada com isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação: (Dec.814/93) 2.fármaco-AZT encapsulado. até 31 de março de 1989.

14 do CódigoTributário Nacional. de 27 de novembro de 2009. 121/95. preencham os requisitos previstos no art.876/91 .a partir de 01 de junho de 1989.no período de 01 de outubro de 1991 a 31 de dezembro de 1995. o medicamento albumina (Convênios ICMS 104/89. 124/93. a partir de 1º de setembro de 2010. obedecido o disposto no § 55 (Convênios ICMS 104/89. (Dec. XCIII . adquiridos com recursos financiados por instituições financeiras internacionais ou organizações e países estrangeiros. 24/2007. (Dec. equipamentos e instrumentos médico-hospitalares ou técnico-científicos laboratoriais (Convênios ICMS 104/89. sejam portadoras do Certificado de Entidade de Fins Filantrópicos. (Dec. 69/2009.as saídas decorrentes da distribuição gratuita prevista no inciso anterior. paraplégico ou com deficiência física.XCII . conforme o disposto em portaria do Secretário da Fazenda (Convênios ICMS 58/91. 95/95. fornecido pelo Conselho Nacional de Serviço Social e.326/95) XCIX . na ELETROBRÁS. e sob o nº ECR 198/82. 148/2007. XCV . XCIV . destinados à implementação de melhorias do setor elétrico do Estado.101.691/94) Decreto nº 14. destinados à produção de sementes. 20/99. 35. 17. com recursos financiados por instituições financeiras internacionais ou organizações e países estrangeiros.417/93) b) no período de 27 de agosto a 31 de dezembro de 1991. (Dec. 30. 90/99 e 90/2010): (Dec. a entrada de equipamentos do exterior. 16. 44/92 e 148/92). sem similar produzido no País. 69/2009. 34. no Ministério da Fazenda. realizada diretamente por órgãos ou entidades da administração pública. contratados em 24 de janeiro de 1983.615/2010) XCVII . (Dec. 21/2002. adquiridos pela Companhia Energética de Pernambuco . 138/2008. 17. 53/2008. relativamente a veículo nacional. as entradas decorrentes de importação de mercadoria doada por organizações internacionais ou estrangeiras ou países estrangeiros. 138/2008. desembarcados no território do Estado até 31 de outubro de 1989 e contratados até 28 de fevereiro de 1989. 34. 20/99. 71/2008.611/2010) a) no período de 14 de novembro de 1989 a 31 de dezembro de 2012. observando-se (Convênio ICMS 43/94): (Dec.513/94) c) no período de 01 de janeiro de 1992 a 31 de dezembro de 1993. observado o disposto no § 54. 21/2002. efetuada pela Companhia Energética de Pernambuco .876/91 DECRETO 14. (Dec. (Dec. 10/2004.513/94) 1. serão cumpridas as normas contidas no inciso II nos §§ 57 a 59. certificados ou fiscalizados. 18.a partir de 01 de novembro de 1989. 124/2007.as entradas de equipamentos importados do exterior. sob o nº 2138-BR-BIRD-ELETROBRÁS. 71/2008.REVOGADO a partir de 20. 124/2007. 17. 121/95. 17.CELPE. nos termos do inciso XXVII. devidamente cadastrado. até 30 de abril de 1999. 119/2009 e 01/2010). de bulbos de cebola. 148/92 e 151/94). aparelhos. relativamente a veículo nacional. as saídas promovidas por produtor. destinados à implementação de melhorias no setor elétrico do Estado. direta ou indireta. (Dec.CELPE.513/94) d) no período de 22 de abril a 31 de dezembro de 1994. observadas as normas dos §§ 57 a 59 (Convênio ICMS 40/91). 10/2004. 148/2007.506/91) XCVIII .as saídas de veículo automotor que se destinar a uso exclusivo do adquirente. 119/2009 e 01/2010). para distribuição gratuita em programas implementados por instituição educacional ou de assistência social relacionados com suas finalidades essenciais. 24/2007.421/91) XCVI . sejam certificadas nos termos da Lei Federal nº 12. (Dec. impossibilitado de utilizar o modelo comum: (Dec. 15. bem como fundações ou entidades beneficentes ou de assistência social que.atualizado até 30 junho 2011 .12.a importação do exterior dos seguintes produtos. 53/2008. observadas as normas dos §§ 57 a 59 (Convênios ICMS 80/91. no período de 1º de maio de 1999 a 31 de agosto de 2010. máquinas.91.615/2010) b) no período de 01 de março de 1997 a 31 de dezembro de 2012. 07/2000. desde que as aquisições daqueles equipamentos tenham sido contratadas até 31 de dezembro de 1991. 15. 07/2000.316/2007) a) até 31 de março de 1989.

896/2009) C . (Dec. 18/2005. 18.. onde residir em caráter permanente o interessado.. 158/2008.. 18. (Dec.1.015/2000) 4. de 01 de fevereiro de 2007 a 27 de julho de 2009: R$ 60. a critério de cada Estado. apenas em relação àqueles que tenham requerido e se habilitado à fruição do benefício até a data de 31 de março de 1995.000. 30/2003. .. respectivamente especificado..391/2001) 4. 148/92. de 01 de novembro de 2004 a 31 de janeiro de 2007: veículo com até 127 HP de potência bruta (SAE). 36.. 47.. 15. 18...2. 84/2000 e 85/2000): (Dec. (Dec. 15.. 33. 33. 150/2006 e 07/2007). cuja saída ocorra a partir das seguintes datas até 31 de dezembro de 2012 (Convênios ICMS 03/2007. (Dec. o laudo de perícia médica referido no § 57.1... 30.90. 138/2008.2... II. as entradas dos seguintes remédios. incluídos os tributos incidentes.. a partir de 09 de janeiro de 2001.. serão cumpridas. 119/2009.1. Decreto nº 14. 53/2008...90.. sem similar nacional.876/91 DECRETO 14.711/2011) a) Milupa PKV 1 b) Milupa PKV 2 . 52/2009 e 27/2011): (Dec. veículo com preço de venda ao consumidor sugerido pelo fabricante.231/94) e) no período de 01 de janeiro a 30 de junho 1995. nos termos do art. 121/95. as normas contidas nos §§ 57 a 59. 69/2009.. obedecidas as normas contidas nos §§ 57 a 59.3. "b". do § 57 será fornecido pelo Departamento de Trânsito do Estado – DETRAN ou por outro Órgão. 10/2001. (Convênio ICMS 16/95). 23... o laudo de perícia médica referido no inciso II..342/99) 4.. 22..1..015/2000) 4. 29/2000. 20/97.APAE (Convênios ICMS 41/91. 26. o mencionado benefício: (Dec. 33.. 23/98. (Dec. 27.896/2009) 1. (Dec...558/92) 21. observando-se: (Dec.9901.896/2009) 2. 01/2010 e 18/2011): (Dec. 21/2002 e 40/2004).1. observando-se (Convênios ICMS 43/94.600 (um mil e seiscentas) cilindradas de potência (Convênio ICMS 93/99).812/95) 2. nos termos da alínea anterior.00 (sessenta mil reais). a partir de 17 de agosto de 1999. igual ou inferior aos valores respectivamente indicados. importados diretamente pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais . 22. alcançando o benefício os pedidos que tenham sido protocolizados na Secretaria da Fazenda.. 121/95.. 93/99. 80/91.. a critério de cada Estado. 05/99. (Dec. com até 1. no período de 06 de janeiro de 2000 a 08 de janeiro de 2001.no período de 01 de janeiro de 1992 a 31 de dezembro de 2012...711/2011) 2..9901. 18. até 05 de janeiro de 2000.263/2004) g) relativamente a veículo novo. alcançará os pedidos que tenham sido protocolizados na Secretaria da Fazenda até 31 de outubro de 2004 e cuja saída do veículo ocorra até 31 de dezembro de 2004 (Convênios ICMS 35/99. 102/97.. o que não autoriza a restituição ou compensação de importâncias já recolhidas. (Dec.000. 138/2008. a partir de 02 de janeiro de 1998.. 71/99.391/2001) 4. 71/2008.316/2007) 2.. 21. 71/99. 84/2000...2. 48/97.876/91 .. (Dec.015/2000) 4..000 (um mil) cilindradas de potência (Convênio ICMS 35/99). 124/93.812/95) f) no período de 19 de julho de 1995 a 30 de abril de 1999 e a partir de 17 de agosto de 1999. (Dec. 28 de julho de 2009: R$ 70.2 a partir de 01 de junho de 2002..06. será fornecido pelo Departamento de Trânsito do Estado . cuja saída ocorra a partir do referido termo inicial até 31 de maio de 2007 (Convênios ICMS 77/2004.812/95) 3. 105/2008..1 somente se aplicará a veículo novo: (Dec. 121/97.558/92) . "b". não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente.67/97.. 46/95.... (Dec. 35/99.. com até 127 (cento e vinte e sete) HP de potência bruta-SAE (Convênio ICMS 85/2000). 23.. XXV. (Dec.00 (setenta mil reais). no que couber.atualizado até 30 junho 2011 21. com até 1.06. onde residir em caráter permanente o interessado.DETRAN ou por outro órgão.. (Dec.808/2004) 1. 22. 36. (Dec..

em devolução de mercadoria importada que tenha sido recebida com defeito impeditivo de sua utilização.... o recebimento.... o recebimento. . Kit de radioimunoensaio. 33..812/95) 1..1. . (Dec. 18. (Dec.... (Dec.812/95) 1... o recebimento de bens do exterior..558/92) (Dec. de mercadoria exportada que não tenha sido recebida pelo importador localizado no exterior.9901. (Dec.3 relativas a amostras comerciais de produtos nacionais.90.... 18... desde que o imposto relativo à primeira saída para o exterior tenha sido pago. em retorno.226/2009) 21... para fins de exposição ao público em geral. tenha sido remetida com destino a exposição ou feira.as seguintes operações relativas ao comércio exterior (Convênios ICMS 89/91. a partir de 14 de julho de 1998. a diferença existente entre o valor do imposto apurado com base na taxa cambial vigente no momento da ocorrência do fato gerador e o valor do imposto apurado com base na taxa cambial utilizada pela Secretaria da Receita Federal para cálculo do Decreto nº 14.876/91 ..1 promovidas pelo respectivo importador.812/95) 1.... 33...4....... localizado no exterior..812/95) (Dec..812/95) 1..110/98) 2..2 promovidas pelo respectivo exportador.. 21. 19......812/95) 1. 18. observado o disposto no § 60. para fins de substituição de mercadoria importada que tenha sido devolvida por conter defeito impeditivo de sua utilização.. nos termos do item 1..06. o recebimento de medicamentos importados do exterior por pessoa física. sem valor comercial.812/95) 5.. de valor FOB não superior a U$ 50.. o recebimento. de mercadoria exportada que: (Dec. d) Leite especial sem fenillamina e) Farinha hammermuhle. espécie e qualidade. 5. . representadas por quantidade.. de mercadoria remetida pelo exportador localizado no exterior.2 tenha sido recebida pelo importador.. 18..876/91 DECRETO 14....1 não tenha sido recebida pelo importador localizado no exterior.. estritamente necessários para dar a conhecer a sua natureza..2.558/92) (Dec. pelo respectivo exportador. 60/95.812/95) b) a partir de 27 de abril de 1995: (Dec.. contendo defeito impeditivo de sua utilização.... 18.....527/96) 5...226/2009) CI . fragmentados ou partes de qualquer mercadoria. em face de defeito impeditivo de sua utilização. 18.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. 18.. 18.812/95) 4. até 15 de setembro de 1996...3 tenha sido remetida para o exterior a título de consignação mercantil e não tenha sido comercializada. (Dec. desde que o retorno ocorra dentro de 60 (sessenta) dias contados da data da saída para o exterior....110/98) a) no período de 27 de dezembro de 1991 a 26 de abril de 1995. (Dec. contidos em encomendas aéreas internacionais ou remessas postais.. 18..... desde que o imposto relativo à importação original tenha sido pago.. 18..... 15. as saídas de mercadoria para o exterior não oneradas pelo Imposto de Exportação: (Dec.. em retorno.... nos termos do item 5.. f) a partir de 20 de outubro de 2008... (Dec. destinados a pessoas físicas...c) no período de 01 de janeiro de 1991 a 19 de outubro de 2008.... . 15. pelo respectivo importador... relacionados no Anexo 60.. para efeito de substituição de mercadoria que tenha recebido em devolução de importador localizado no exterior. (Dec.. (Dec... 106/95 e 56/98): (Dec...812/95) 3. 18.812/95) 5.812/95) 6.. (Dec. 21.. 18/95. (Dec.. 18.00 (cinqüenta dólares dos Estados Unidos da América) ou equivalente em outra moeda. pelo respectivo exportador.

10/2001. (Dec. 18. identificando o produto. 15. 19.312/2011) a) adubos e fertilizantes. na avicultura. 54/2006. espalhante adesivo. (Dec. etiqueta ou impressão.812/95) b) a partir de 27 de abril de 1995. 20. tal como definida pela legislação federal que outorga a isenção do Imposto de Importação (Convênio ICMS 60/95). aditivos e premix ou núcleo. o recebimento de mercadorias ou bens importados do exterior que estejam isentos do Imposto de Importação e também sujeitos ao regime de tributação simplificada. (Dec. de penas. realizada apenas por indústria de ração animal. utilizados como corretivo ou recuperador de solo.MAPA e o número do registro seja indicado no documento fiscal. inseticidas. 18. 15. 148/92. (Dec. (Dec. 151/94. 69/2009. 30.812/95) a) no período de 27 de dezembro de 1991 a 26 de abril de 1995. (Dec.612/92) Decreto nº 14. concentrados e suplementos.812/95) CIII . conforme especificadas na alínea "e" do inciso XLI do art. fragmentos ou partes de qualquer mercadoria. estar devidamente registradas no Ministério da Agricultura. 15.98) g) farinhas de peixes. 53/2008. observado o disposto no § 60. 18. bem como de remessas postais sem valor comercial. 21/2002. 152/2002. 100/97. estritamente necessários para dar a conhecer a sua natureza. nos dois casos.812/95) CIV . pecuária e agricultura. Pecuária e Abastecimento . todos fabricados pelas respectivas indústrias. 36. 27. bactericidas. de carnes. observado o disposto no § 63 (Convênios ICMS 36/92. independentemente da restrição prevista na alínea anterior. 93/2006. 18. 150/2005. todos exclusivamente de uso veterinário. de amostras comerciais sem valor comercial. 30.MAPA. 15.612/92) d) rações para animais. 25/2003.nos períodos de 1º de fevereiro de 1992 a 30 de setembro de 1997 e de 1º de janeiro de 1998 a 31 de dezembro de 2012.296/98 . espécie e qualidade.atualizado até 30 junho 2011 . 67/97.061/2006) 1.812/95) a) no período de 27 de dezembro de 1991 a 26 de abril de 1995. 58/2001. de osso. (Dec. (Dec. sendo a referida fabricação.612/92) c) medicamentos. 15. 138/2008. fungicidas. 48/97. 22/95. 20/97. haja o respectivo rótulo. (Dec. de amostra sem valor comercial.o recebimento.612/92) b) acaricidas. 119/2009. 68/94. de sangue e de vísceras. formicidas. 18. as saídas internas realizadas com os seguintes produtos de uso exclusivo. (Dec. desde que isentos do Imposto de Importação ou aos quais se aplique o regime de tributação simplificada em que não haja obrigatoriedade de apresentação da Declaração de Importação. 21/96. devendo as mencionadas indústrias.EFEITOS A PARTIR DE 01. 14.01. herbicidas. representadas por quantidade. conforme o caso. a partir de 01 de janeiro de 1998. sarnicidas. (Dec. bem como.926/2005) f) calcário e.612/92) e) sementes.122/96) CII . carrapaticidas. (Dec. os produtos estejam registrados no órgão competente do referido Ministério da Agricultura. no período de 01 de agosto a 30 de outubro de 2006. a partir de 01 de agosto de 2006.o ingresso de bens procedentes do exterior integrantes de bagagem de viajante (Convênios ICMS 89/91 e 18/95): (Dec. 41/92. 16/2005. (Dec. 156/2008. desde que: (Dec. 18/2005. 93/2003. 29/94. 18. 01/2010 e 195/2010): (Dec.061/2006) 2. 18. vermicidas ou vermífugos. gesso. 05/99. mediante importação do exterior: (Dec.812/95) b) a partir de 27 de abril de 1995. de ostras. 106/2002. 57/2003. Pecuária e Abastecimento . observado o disposto no § 60 (Convênio ICMS 89/91). 124/93. (Dec. 55/2009.876/91 DECRETO 14. soros e vacinas.imposto federal na importação de mercadorias ou bens sujeitos ao regime de tributação simplificada. 71/2008. 149/2005.876/91 .812/95) c) a partir de 02 de janeiro de 1996.

(Dec. sêmen.90.876/91 . (Dec. amônia.296/98 . (Dec.296/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. uréia.181/2003) n) a partir de 09 de janeiro de 2006.291/2005) m) a partir de 03 de novembro de 2003. de trigo e raspa de mandioca e. cloreto de potássio.01. (Dec.98) 1. de mamona.296/98 . nitrocálcio.05. desfolhante. ácido fosfórico.atualizado até 30 junho 2011 . gipsita britada destinada ao uso na agropecuária ou à fabricação de sal mineralizado (Convênio ICMS 106/2002).296/98 . germicida.98) (Dec. (Dec. 36. (Dec.01. 24. 28. ácido sulfúrico. vermiculita para uso como condicionador e ativador de solo (Convênio ICMS 93/2003). até 02. (Dec.01.296/98 . 20.98) (Dec. aveia e farelo de aveia.01. quaisquer estabelecimentos com fins exclusivos de armazenagem. fabricantes ou importadores para: (Dec.98) 2.2002. 20. alho em pó (Convênio ICMS 40/98). sorgo. fosfato natural bruto e enxofre. nematicida. girino e alevino.EFEITOS A PARTIR DE 01. a partir de 01 de dezembro de 1994.01. k) a partir de 01 de julho de 2003. estabelecimento produtor agropecuário. 20.2. nitrato de amônia. 28.98) 2. 25. MAP (mono-amôniofosfato). (Dec. farelo de polpa cítrica.EFEITOS A PARTIR DE 01. de casca e semente de uva e resíduos industriais. (Dec. DAP (di-amônio-fosfato). milheto. feno. a cooperativa de produtores.296/98 . 6. enzimas preparadas para decomposição de matéria orgânica animal.01. (Dec.312/2011) i) a partir de 01 de janeiro de 1998: (Dec. de linhaça. quando destinado a produtor. a indústria de ração animal ou a órgão ou entidade oficial de fomento e desenvolvimento agropecuário vinculada a Estado ou Distrito Federal (Convênio ICMS 57/2003). que tenham saído dos estabelecimentos extratores. a partir de 01 de janeiro de 1998.296/98 .296/98 .296/98 EFEITOS A PARTIR DE 01.98) 1.4. ácido nítrico. EFEITOS A PARTIR DE 01. parasiticida.EFEITOS A PARTIR DE 01. 20. (Dec.EFEITOS A PARTIR DE 01. 20. de amendoim. farelos de arroz. DL metionina e seus análogos.877/2006) Decreto nº 14. caroço de algodão.EFEITOS A PARTIR DE 01. farelos e tortas de algodão. (Dec.01.98) (Dec. 21. esterco animal. classificadas no código NBM/SH 3507. raticida. 20. calcário calcítico.877/2006) o) a partir de 09 de janeiro de 2006.1.4.h) destinados à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal: 20.98) 1. sulfato de amônia. a partir de 01 de janeiro de 2000.01. 20.296/98 .3. de babaçu. farelo de girassol (Convênio ICMS 97/99). (Dec.01.296/98 - 1.98) 4.98) 5.EFEITOS A PARTIR DE 01. outro estabelecimento da mesma empresa daquela onde se tiver processado a industrialização.01. 20. (Dec. 20.01.876/91 DECRETO 14. (Dec.EFEITOS A PARTIR DE 01. 21. farelo e torta de canola. 20. 26. 20.EFEITOS A PARTIR DE 01. 28. óleos de aves (Convênio ICMS 55/2009). de soja. de cacau. de milho.98) 3. observada a isenção prevista no inciso VIII.98) 1.095/98) 5. (Dec. estimulador e inibidor do crescimento (reguladores). a partir de 14 de julho de 1998. (Dec. a partir de 1º de março de 2011.998/2000) (Dec. dessecante.01. estabelecimento onde sejam industrializados adubos simples ou compostos.291/2005) l) a partir de 01 de setembro de 2003.589/2003). fertilizantes e fosfato bicálcio destinados à alimentação animal.296/98 - 3.296/98 .EFEITOS A PARTIR DE 01. sojas desativadas e seus farelos. 20. 28. 1. sal mineralizado. farelo de glúten de milho e glúten de milho (Convênio ICMS 29/94).98) 4. casca de coco triturada para uso na agricultura (Convênio ICMS 25/2003).280/2002) j) a partir de 14 de outubro de 2002. congelado ou resfriado. e embrião. EFEITOS A PARTIR DE 01.01.

813/92) CVIII . (Dec. óleo.247/2001) CXI .GLP (Convênios ICMS 88/91. (Dec. 124/2007. 05/99.atualizado até 30 junho 2011 .841/97) a) no período de 01 de janeiro de 1992 a 07 de janeiro de 1997. na forma estabelecida pela Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária (Convênios ICMS 20/92. 33.615/2010) CX . (Dec.as saídas decorrentes de destroca de botijões vazios (vasilhames). 44/99. ou por meio da Secretaria da Fazenda. retransmissão. para emprego exclusivo na geração. 26/98.247/2001) a) jornalística ou editora de livros. 53/2008.841/97) b) a partir de 08 de janeiro de 1997. 119/2009 e 01/2010). peças e acessórios. sem similar nacional. vinculadas a programas habitacionais para a população de baixa renda e promovidas por Municípios ou por associações de Municípios e por órgãos ou entidades da administração pública. estadual ou municipal. as entradas.nos períodos de 27 de abril de 1992 a 01 de janeiro de 1998 e de 01 de setembro de 1999 a 30 de abril de 2001.739/99) CIX . aparelhos. efetuada por empresa (Convênios ICMS 53/91. importados do exterior por empresa de energia elétrica. 36. contra pagamento com recursos oriundos de divisas conversíveis. aparelhos. 10/2001. as operações interestaduais de ovos. de reprodutores e matrizes caprinos de comprovada superioridade genética. (Dec.no período de 27 de abril a 30 de junho de 1992.312/2011) r) a partir de 1º de março de 2011. repetição ou ampliação de sinais de comunicação. 21.204/2009) q) a partir de 1º de março de 2011. em estado natural. congelados ou simplesmente resfriados. destinados a emprego exclusivo no processo de industrialização de livros. as saídas de trava-blocos para a construção de casas populares. aves e produtos de sua matança. extrato pirolenhoso decantado. 19. 21/95. destinados ao acondicionamento de gás liquefeito de petróleo . 30/2003. 58/2000 e Decreto nº 21. (Dec. condicionadores de solo e substratos para plantas. quando efetuada diretamente por produtor. piro alho.a partir de 27 de abril de 1992. 19. equipamentos.841/97) CVII . 121/95. provenientes de financiamento a longo prazo. 71/2008. 69/2009. sem similar nacional. como tal definido pela legislação federal específica.612/92) CVI . como resultado de concorrência internacional. 18/2005. 36. as saídas internas de veículos quando adquiridos pelo Estado.876/91 . Juss) (Convênio ICMS 55/2009).813/92) Decreto nº 14.no período de 27 de abril de 1992 a 31 de dezembro de 2012. por meio da Secretaria de Defesa Social. (Dec. 15. (Dec. vinculados ao Programa de Reequipamento Policial da Polícia Militar. a importação do exterior de máquinas.985/99): (Dec. 121/97. desde que os produtos estejam registrados no órgão competente do Ministério da Agricultura. inclusive fundações. para reequipamento da fiscalização estadual (Convênios ICMS 34/92 e 56/2000). 138/2008. decorrentes de importação do exterior. 23. 131/98. 34. quando promovidas por distribuidor de gás. 148/2007.876/91 DECRETO 14. 90/99. equipamentos e respectivas partes e peças. (Dec. (Dec. 15. recepção. 19/92.312/2011) CV . extrato seco e torta de Nim (Azadirachta indica A. 7/2000.p) a partir de 01 de janeiro de 2009. 21. 19. 23. (Dec. concedidos por instituições financeiras internacionais ou entidades governamentais estrangeiras. silício líquido piro alho e bio bire plus. (Dec. a entrada de máquinas. jornal ou periódico.a partir de 27 de abril de 1992.739/99) b) de radiodifusão. observado o disposto no § 65. 15. (Dec. seus revendedores credenciados e estabelecimentos responsáveis pela destroca dos botijões. quando promovidas por distribuidores de gás ou seus representantes. 10/92 e 103/96): (Dec.no período de 01 de janeiro a 30 de junho de 1992. direta ou indireta. instrumentos e suas respectivas partes. emissão. transmissão. Pecuária e Abastecimento e que o número do registro seja indicado no respectivo documento fiscal (Convênio ICMS 195/2010). com participação de indústrias do País.

biseladora e retificadora de esteira Motosserras para abertura de mármore em pedreiras CÓDIGO NBM/SH 8464.615/2010) CXV . 48/97. 30/2003.16. cortadora multidisco.417/93) 8464.9900 (Dec. 16. 05/99.417/93) 8464. apicoar e jotear peças de granito Máquina automática copladora para produção.9900 (Dec. para integrar o ativo imobilizado do importador adquirente.16. 67/97.no período de 21 de agosto de 1992 a 31 de dezembro de 2012.90. acabamento e execução de furos e bordas não retas de pias.16.16.no período de 16 de julho de 1992 a 31 de dezembro de 1994. 69/2009.16.417/93) 8464.16.16. (Dec. mesas e afins de granito Esticador hidráulico para tensionamento de lâminas de aço para serrar granito Lixadeira pneumática de lixa diamantada Equipamento para abertura de rocha granítica por perfuração térmica Encunhador hidráulico para abrir rocha granítica e mármore Almofadas expansoras pneumáticas para abrir cortes em rocha Equipamento a fio diamantado para corte de rocha em pedreira Máquina para acionamento do fio diamantado para corte de rocha Linha automática seqüencial e simultânea para produção de lajotas de granito de baixa espessura. doadas por contribuinte do imposto à Secretaria de Educação. efetuadas por indústria de máquinas e equipamentos.16.417/93) 8464. para os Centros de Formação de Recursos Humanos do Sistema SENAI.876/91 . sem similar nacional.16.417/93) 8464. em regime de comodato.16. para distribuição.9900 (Dec.9900 (Dec.90.876/91 DECRETO 14. importadas diretamente do exterior do país. calibradora de espessura com sistema eletrônico de leitura digital. 121/97. 10/2001. as entradas das mercadorias abaixo relacionadas. 119/2009 e 01/2010).417/93) MERCADORIA Máquina para cortar rocha com água e alta pressão Máquina automática seqüenciada para flamear.90. desde que isentas do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados ou tributadas pelos referidos impostos com alíquota zero (Convênio ICMS 92/92): (Dec.417/93) 8464. 53/2008. 34. 138/2008. (Dec.417/93) CXIV . as entradas das mercadorias abaixo relacionadas. importadas diretamente do exterior do país.417/93) 8464.9900 (Dec. 22/95. constituída de talha-blocos multidisco com ciclo programável.16.9900 (Dec. as saídas internas e interestaduais de mercadorias. à rede oficial de ensino (Convênios ICMS 78/92.10. lavatórios.90. 71/2008.9900 (Dec. para integrar o ativo imobilizado do importador adquirente (Convênio ICMS 62/92): (Dec.417/93) CXIII .9900 (Dec.90. 16.90.a partir de 16 de julho de 1992. em razão de doação ou cessão.417/93) 8508. as saídas internas e interestaduais das mercadorias constantes das posições NBM/SH 8444 a 8453. 23/98. lustradeira de esteira para tiras de espessura até 20 mm e largura até 61 cm. sem similar nacional.90.9900 (Dec.20.CXII . visando o reequipamento destes centros (Convênio ICMS 60/92).9900 (Dec.9900 (Dec.no período de 16 de outubro de 1992 a 31 de dezembro de 1994. 20/97.atualizado até 30 junho 2011 .90.90.16.417/93) Decreto nº 14.90.9900 (Dec. 16. 18/2005.417/93) 8464. também por doação.417/93) 8464. 124/93.417/93) 8464.

0100 (Dec. suas autarquias ou fundações. 20/97.417/93) CXVII . 17. com destino a órgãos da administração direta do Estado de Pernambuco.9900 (Dec. utilizados para beneficiamento do algodão.MERCADORIA Máquina para aplainar com mais de 4 eixos. 16.as operações relativas à importação do exterior de máquinas. (Dec. 17. 138/2008. para integrar o ativo imobilizado do importador adquirente.09 2003) (Dec. 16. equipamentos. 48/97. as saídas internas de cebola.no período de 01 de outubro de 1992 a 31 de dezembro de 1994.417/93) 8465. com serra circular e mesa com alimentador giratório Linha especial para laminação de toras. a partir de 01 de setembro de 2006. as operações internas e interestaduais com pós-larva de camarão (Convênios ICMS 123/92.417/93) CXVI . nas modalidades a seguir especificadas: (Dec. aparelhos. 18/2005. que não tenham similar nacional e quando destinados a integrar o ativo fixo da empresa industrial (Convênios ICMS 66/91. (Dec.424/94) b) no período de 01 de julho de 1993 a 30 de abril de 1994. laminadora rotativa. 23/98.773/93) CXXI .09 2003) a) a partir de 01 de junho de 1993.16. 30/2003. 25. 148/2007.9900 (Dec.876/91 DECRETO 14. (Dec. observado o disposto nos §§ 12 e 61. o que este prevê para as operações interestaduais (Convênios ICM 44/75 e ICMS 68/90. as operações internas. (Dec. 16.194/2008) CXX . 34. neste caso desde que os produtos objeto da importação estejam isentos do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados ou contemplados com alíquota zero desses tributos.99.928/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.0299.as prestações internas de serviço de transporte. promovidas a título de doação. 71/2008. observado o disposto no § 73. 67/97. aparelhos e equipamentos integrantes do ativo fixo do estabelecimento. composta entre outras de máquina para laminação de toras de madeira.440/94) Decreto nº 14.92.93. (Dec. 124/2007.424/94) a) no período de 01 de janeiro a 30 de junho de 1993. realizadas com combustível e lubrificante destinados exclusivamente ao abastecimento de aeronave ou embarcação em viagem internacional. 17. 25. 69/2009. (Dec. 121/97. 78/91 e 124/93).417/93) 8465. observado o disposto no inciso CXCIV. 05/99.19. b) no período de 29 de setembro de 2003 a 31 de agosto de 2006. guilhotina e inversora de lâminas em 180 graus CÓDIGO NBM/SH 8465. serviço de transporte ferroviário de cargas. para a fiação e tecelagem de fibras de sisal. adotando-se. 17. 121/95. 10/2001. as entradas dos produtos classificados no código NBM/SH 8445.16.16. desde que isentas do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados ou tributados pelos referidos impostos com alíquota zero (Convênio ICMS 118/92).a partir de 01 de agosto de 1993. 148/92 e 44/93): (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .96.819/93) CXXII .417/93) 8465. 17.no período de 16 de outubro de 1992 a 31 de dezembro de 2012.9900 (Dec. as saídas internas de máquinas.615/2010) CXVIII .a partir de 01 de julho de 1993.no período de 13 de setembro de 1993 a 31 de março de 1994 e a partir de 01 de abril de 1994. inclusive. microajustamento de cabeçote e indicação eletrônica de largura e espessura de trabalho Lixadeira para madeira com unidade de fitas para bordas fresadas e perfis e unidades de lixamento de ângulos Máquina troncadeira eletrônica. automática. (Dec. com dispositivo de centralização. 119/2009 e 01/2010). 53/2008. (Dec.16. 32.928/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29. quando importados diretamente do exterior. 148/92. serviço de transporte rodoviário de carga. inclusive de importação. (Dec.424/94) CXIX .876/91 . instrumentos e seus respectivos acessórios. sem similar nacional.424/94) c) a partir de 01 de maio de 1994.

728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 1.046/93) CXXVI .2004) 2. computando-se ainda os acréscimos previstos na legislação.2004) 1.2004) (Dec.06. 3º. independentemente do produto acondicionado e do destinatário.937/94) Decreto nº 14. (Dec. 26.06.728/2004 – EFEITOS (Dec.2. por estabelecimento comercial do mesmo titular.2004) (Dec.06.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 17. (Dec.06.728/2004 – 1.no período de 01 de junho a 30 de setembro de 1994. qualquer que seja a causa.06.as saídas de embalagem. que tenha recebido.CXXIII .2. 17. para fim de exportação.a partir de 01 de outubro de 1993.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2004) 1. 26.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.06.982/93) CXXIV . quando destinados à alimentação animal ou à fabricação de ração: (Dec. (Dec.728/2004 – EFEITOS A 2.06.046/93) c) ponta ou palha da cana-de-açúcar. as saídas internas. 26.10.876/91 DECRETO 14. (Dec. objeto de perda.876/91 .2004) CXXV .237/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 26.06. (Dec. dos produtos industrializados de que trata o inciso LXIX para: A PARTIR DE 01.06.2004) 2. no que couber. relativamente à diferença de alíquota devida a este Estado. dos seguintes subprodutos. quando promovidas pelo respectivo fabricante ou.06.2004) 1. calculados a partir do momento em que tenha ocorrido qualquer das hipóteses ali indicadas. 26. reintroduzida no mercado interno. ressalvando-se que: (Dec. de bens para o ativo fixo de estabelecimento industrial ou agropecuário e de empresa de serviço de diversão pública. para produtor agropecuário.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. em outra Unidade da Federação. 27. 26. o disposto nos §§ 35 a 43.06. 01. (Dec.2004) (Dec. o fabricante dos produtos industrializados e respectivas filiais. apenas quando as mencionadas saídas forem internas.2004) c) a partir de 01 de outubro de 2004. o produtor agrícola ou avicultor.2004) a) no período de 01 de outubro de 1993 a 31 de maio de 2004.atualizado até 30 junho 2011 . no que couber. inclusive fenada ou filada. necessária à exportação. quando a exportação não se efetivar. 26. (Dec. observadas as condições indicadas em ato normativo da Secretaria da Fazenda. (Dec. 27. 26.3.1.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. o disposto nos §§ 35 a 43: (Dec. (Dec. o referido produto do mencionado fabricante: (Dec. em razão de a embalagem vir a ser: (Dec.10. deverá ser atualizado. em transferência. observado. o valor do imposto a ser recolhido.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE b) a partir de 01 de junho de 2004.046/93) a) bagaço de cana-de-açúcar "in natura" ou hidrolisado. comprovada a não-ocorrência da exportação.a partir de 10 de novembro de 1993.046/93) b) levedura seca do álcool. o imposto incidente sobre as referidas saídas deverá ser recolhido pelo adquirente. EFEITOS A PARTIR DE 01. os destinatários relacionados no inciso LXIX. quando a saída for do estabelecimento comercial. a partir de 01 de outubro de 2004.06. nos termos do art. dos produtos mencionados no inciso LXXIII para: 01. as aquisições. 01. 01. nos termos do item 1.2004) 1. 26.2004) (Dec. 26. 17. PARTIR DE 01.237/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. os destinatários relacionados no referido inciso LXIX. XII (Convênio ICMS 55/93).1. 17. 26.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 2. 16.2004) (Dec.06. 17. 26. as saídas dos produtos mencionados no inciso LXXIII. aqueles relacionados no inciso LXIX.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE (Dec. observado. utilizada para fim diverso de exportação.1.2. 26. observado o disposto na alínea "b".2004) 1. quando tiverem como destinatários.

de distribuição a entidades.2001. 36.03.887/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 22. classificados na posição 8713. 18. (Dec.01. associações e fundações.231/94) CXXVIII . 121/95 e 20/97): (Dec. (Dec.99 e a partir de 01.CXXVII . após a necessária industrialização ou recondicionamento. de caráter permanente.887/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 22. a título gratuito. mãos. classificadas na subposição 9021. no período de 02 de janeiro de 1995 a 30 de junho de 1997. 35. 90/97 e 34/2001): (Dec. as saídas.2001) b) pelas entidades.9900. 19. (Dec. 23. classificados no código 9021. pés e articulações artificiais para quadris ou joelhos.946/97) 1. (Dec.312/2011) CXXIX .10. anualmente. 23. com a finalidade.2001.atualizado até 30 junho 2011 . aos respectivos funcionários estrangeiros indicados pelo Ministério das Relações Exteriores. subposição ou código da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias .876/91 . (Dec. sociedades civis sem fins lucrativos.97.956/2010) c) até 30 de novembro de 2010.10. Repartições Consulares e Representações de Organismos Internacionais. 94/2003.326/95) c) com a embalagem danificada ou estragada.a partir de 02. para distribuição a pessoas carentes.946/97) b) a partir de 16 de junho de 1997.10.10. classificados na posição. condicionando-se o benefício à comprovada existência de acordo de reciprocidade de tratamento tributário. com destino aos estabelecimentos do Banco de Alimentos (Food Bank) e.30. 23. 36. 23.326/95) b) impróprios para comercialização. 18. antebraços.no período de 02. (Dec. a partir de 22. 137/94.10. com destino a entidades. 18. promovidas (Convênio ICMS 136/94 e ACR Convênio ICMS 99/2001): (Dec. pelo mencionado Ministério: (Dec.95 a 31. declarada. as operações com os produtos a seguir indicados.a partir de 26 de julho de 1994. e. para efeito do benefício. em razão de doação que seja feita às referidas sociedades. associações e fundações que os entregue a pessoas carentes. com os respectivos códigos da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias .720/2001) a) as seguintes prestações e operações destinadas a Missões Diplomáticas.887/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 22. (Dec.2001) a) pelos estabelecimentos do Banco de Alimentos (Food Bank) e. o benefício previsto neste inciso somente se aplica na hipótese de os produtos se destinarem a pessoa portadora de deficiência física ou auditiva (Convênio ICMS 126/2010). cadeira de rodas e outros veículos para deficientes físicos. (Dec. a partir de 22.Sistema Harmonizado NBM/SH (Convênios ICMS 98/94. 19.326/95) CXXX . 18. as operações com os produtos relacionados no Anexo 26. as saídas internas de produtos resultantes do trabalho de reeducação dos detentos promovidas pelos estabelecimentos do sistema penitenciário do Estado (Convênio ICMS 85/94). considerando-se "perdas". observando-se o disposto no art.relativamente a operações com equipamentos ou acessórios (Convênio ICMS 126/2010): (Dec. de que trata o inciso anterior.95.326/95) CXXXI . 19.946/97) 3. 19. (Dec. LXIII (Convênios ICMS 47/97. a partir de 21.2001) a) com a data de validade vencida. (Dec.95. do Instituto de Integração e de Promoção da Cidadania (INTEGRA).99 (Convênios ICMS 158/94. prótese femural e outras próteses articulares. 23.04.946/97) 2.Sistema Harmonizado.312/2011) a) no período de 24 de outubro de 1994 a 01 de janeiro de 1995. pernas.01. braços.01. 18.a partir de 02. em razão de distribuição a pessoas carentes. do Instituto de Integração e de Promoção da Cidadania (INTEGRA).10. associações e fundações. os produtos que estiverem (Convênio ICMS 136/94 e ACR Convênio ICMS 99/2001): (Dec.876/91 DECRETO 14. 38/2005 e 126/2010).NBM/SH. 47.720/2001) Decreto nº 14. (Dec.11. as saídas de produtos alimentícios considerados "perdas". e. as saídas dos produtos recuperados.

23. desde que a mercadoria esteja isenta do Imposto de Importação e do IPI ou contemplada com a redução para zero da alíquota desses impostos. (Dec. como resultado de concorrência internacional com participação de indústria do País. firmados pelo Governo Federal.COMPESA. e respectivo retorno (Convênios ICMS 47/98. observando-se (Convênios ICMS 20/95 e 80/95): (Dec. 119/2009 e 01/2010). 23. de produtos importados do exterior. 123/2004. desde que o veículo esteja isento do IPI ou contemplado com redução para zero da alíquota desse imposto. destinados à pesquisa científica e tecnológica. os produtos recebidos sejam utilizados na consecução dos objetivos-fins do importador.405/95) c) as entradas de mercadorias adquiridas diretamente do exterior pelos órgãos referidos na alínea "a" e respectivos funcionários estrangeiros. 69/2009. 71/2008.1. 138/2008.110/98) b) no período de 14 de julho de 1998 a 31 de dezembro de 2012. 148/2007. partes e peças de reposição.as seguintes operações relativas à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária EMBRAPA: (Dec.629/2010) CXXXIV . relativamente ao diferencial de alíquotas. 18. podendo a Secretaria da Fazenda estabelecer mecanismos de controle relativamente às respectivas operações. não haja contratação de câmbio.964/96) a) a fruição do benefício fica condicionada a que: 1. (Dec. 34. 18. dispensado o exame de similaridade (Convênio ICMS 64/95). 69/2003.720/2001) b) as saídas de veículos nacionais adquiridos pelos órgãos referidos na alínea anterior e respectivos funcionários estrangeiros. 53/2008. 14 do Código Tributário Nacional. 53/2008. 21. diretamente por órgãos ou entidades da administração pública. 2. a aquisição interestadual pela EMBRAPA de bens do ativo imobilizado e de uso ou consumo (Convênios ICMS 47/98. direta ou indireta. 3. fornecimento de energia elétrica.atualizado até 30 junho 2011 . 34.720/2001) 3. 23.2001. 148/2007. 119/2009 e 01/2010). 119/2009 e 01/2010).876/91 . 138/2008. por doação. 51/2001. 51/2001. para fins de inseminação e inovulação com animais de raça. desde que isentos do Imposto de Importação e do IPI ou por estes tributados com alíquota zero.405/95) CXXXII . Decreto nº 14.110/98) a) a partir de 19 de julho de 1995. 18. o recebimento. 69/2003. (Dec. pela Companhia Pernambucana de Saneamento . (Dec. (Dec. 71/2008. (Dec. 148/2007. realizada diretamente pela EMBRAPA. mediante despacho da Diretoria de Administração Tributária. com financiamentos de empréstimos internacionais. bem como fundações ou entidades beneficentes ou de assistência social que preencham os requisitos previstos no art. a remessa de animais para a EMBRAPA. acessórios.876/91 DECRETO 14. b) o benefício será concedido caso a caso. (Dec.no período de 27 de abril de 1995 a 30 de abril de 1997.as entradas de bens destinados à implantação de projeto de saneamento básico. 69/2009.08. a partir de 09.629/2010) c) no período de 14 de julho de 1998 a 31 de dezembro de 2012. instrumentos técnico-científicos laboratoriais. máquinas e equipamentos. a operação de importação não seja tributada ou tenha tributação com alíquota reduzida a zero do Imposto de Importação e do IPI. 123/2004. serviço de telecomunicação. (Dec. 138/2008. saída de mercadoria destinada à ampliação ou reforma de imóveis de uso das mencionadas entidades. CXXXIII . importados do exterior. 123/2004. a saída de bens do ativo imobilizado e de uso ou consumo de estabelecimento da EMBRAPA para outro estabelecimento da mesma empresa ou para estabelecimento de empresa estadual integrante do Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária (Convênios ICMS 47/98.720/2001) 2. 53/2008. 69/2003.629/2010) d) no período de 14 de julho de 1998 a 31 de dezembro de 2012. 34. 51/2001. 69/2009. em face de requerimento do interessado. a importação do exterior de aparelhos. matérias-primas e produtos intermediários. (Dec. 21. 71/2008.

exceto a transferência da carga de vagão nacional para vagão de ferrovia de outro país e vice-versa. 138/2008.no período de 01. contrato de financiamento a longo prazo. celebrado entre o Brasil e o Banco Mundial. 124/2004. 23. 48/2007.01. 117/2007. 23.332/96) Decreto nº 14.Carta de Porte Internacional . as operações de entrada decorrente de importação e de saída de Coletores Eletrônicos de Voto .atualizado até 30 junho 2011 . devendo os referidos bens retornarem ao estabelecimento remetente ou a outro da mesma empresa. 34/99. 23. nos seguintes casos: (Dec.721/2001) 2. 21/2002. 119/2009 e 01/2010): (Dec. (Dec.987/96) CXXXVII .332/96) b) o transporte internacional de carga por ferrovia seja efetuado na forma prevista no Decreto nº 99. (Dec.615/2010) a) no período de 19 de julho de 1995 a 13 de julho de 1998.10. as seguintes situações (Convênio ICMS 30/96): (Dec. (Dec. 01/2007.25.2002.332/96) a) seja emitido o Conhecimento . 61/98.615/2010) CXXXV . 69/2009. 19. de 25 de janeiro de 1993. 21. celebrado entre o Brasil e entidades financeiras internacionais. da Secretaria da Receita Federal.TIF/ Declaração de Trânsito Aduaneiro . nos termos do art. de equipamentos de sua propriedade. 34. 53/2008.987/96) a) quando destinados à prestação de seus serviços. 148/2007.PIS e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . 106/2007.721/2001) 1. contrato de empréstimo a longo prazo. XXXIX.01. 18. o produto esteja beneficiado com isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação ou do IPI. 138/2008.721/2001) CXXXVIII .a partir de 02 de janeiro de 1996. 48/2007.12. 106/2007. 19.contra pagamento com recursos oriundos de divisas conversíveis provenientes de (Convênios ICMS 42/95.95 a 31. 84/00. 148/2007. 124/2007. promovidas pela Empresa Brasileira de Telecomunicações S/A . 18. 71/2008. junto aos respectivos usuários.CEV.DTA.EMBRATEL.PASEP e para o Financiamento da Seguridade Social . peças de reposição e acessórios. 10/2001. a partir de 01. a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações previstas neste inciso esteja desonerada das contribuições para os Programas de Integração Social . 19. 05/99. (Dec.987/96) b) quando do retorno de que trata a alínea anterior. 76/2007. as saídas de gado ovino e dos produtos comestíveis resultantes do seu abate (Convênio ICMS 24/95).721/2001) b) fica assegurada a manutenção do crédito relativamente às aquisições dos insumos. 76/2007. de 21 de agosto de 1997 a 31 de dezembro de 2006 e de 05 de fevereiro de 2007 a 31 de dezembro de 2012. 124/2007. 163/2002.COFINS (ACR Convênio ICMS 55/2001).704. de 20 de novembro de 1990. observando-se (Convênios ICMS 01/96. 69/2009. 10/2004.332/96) c) verifique-se a inexistência de mudança no modal de transporte.095/98) b) no período de 14 de julho de 1998 a 31 de dezembro de 2012. conforme previsto no Decreto nº 99. desde que ocorram.a partir de 26 de junho de 1996.2003) CXXXVI . 34. 05/2007. partes. 53/2008. (Dec.629/2010) a) o benefício fica condicionado a que: (Dec. de 20 de novembro de 1990. (Dec. peças e acessórios destinados à produção dos mencionados coletores. (Dec. (Dec. 71/2008. suas partes. 117/2007. 75/97.2002. 47. (Dec. 119/2009 e 01/2010): (Dec. e na Instrução Normativa nº 12.876/91 . as saídas interestaduais. 55/2001. quando adquiridos diretamente pelo Tribunal Superior Eleitoral . as prestações de serviço de transporte ferroviário de carga vinculadas a operações de exportação e importação de países signatários do Acordo sobre o Transporte Internacional. 23. (Dec.TSE. 18.nos períodos de 05 de março a 31 de dezembro de 1996.876/91 DECRETO 14. (Dec. 34. cumulativamente.058/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01. 19.704.

314. 34. quando destinada à comercialização.05. 34. na hipótese de álcool etílico hidratado combustível. como tal definida pelo Departamento Nacional de Combustíveis .atualizado até 30 junho 2011 . diretamente. as seguintes operações com álcool.a partir de 01 de janeiro de 1996 (Convênio ICMS 91/91): (Dec. (Dec.relativamente ao álcool: (Dec.96. de 14. hipótese em que: (Dec. (Dec. quando promovidas pelo próprio fabricante. observando-se (Convênio ICMS 58/96): (Dec. em outra Unidade da Federação.314/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.528/2010) Decreto nº 14.99) CXLII . para os estabelecimentos referidos na alínea anterior. as operações internas com cana-de-açúcar. (Dec. 19.780/2010) CXLI .979/97) 2.780/2010) b) o benefício também se aplica: (Dec. 19.DNC e desde que devidamente credenciada pela Secretaria da Fazenda. a partir de 01 de abril de 2010.02.780/2010) 2.979/97) b) REVOGADO. 19.780/2010) c) deve ser demonstrada. 34.780/2010) a) o produto deve se destinar: (Dec. inclusive se adquirido em outra Unidade da Federação ou importado do exterior. no corpo da respectiva Nota Fiscal.337/96) c) as entradas de mercadoria importada do exterior pelos estabelecimentos referidos na alínea “a”. para o fornecimento de óleo diesel a ser consumido por embarcação pesqueira nacional que esteja registrada no órgão controlador ou responsável pelo setor.780/2010) 1. (Dec. e alterações. o transporte ao destinatário.a partir de 01 de junho de 1996. (Dec. de 03. a partir de 01 de fevereiro de 1999. 19. (Dec. à fabricação do álcool por usina ou destilaria deste Estado. exceto. poderá não ocorrer a isenção.381/2010) 1.99. como insumo. 19. (Dec.337/96) a) as saídas de produtos industrializados promovidas por lojas francas (“free-shops”) instaladas nas zonas primárias dos aeroportos de categoria internacional e autorizadas pelo órgão competente do Governo Federal. a exclusão do ICMS do valor da operação. 34.979/97) a) no período de 1º de junho de 1996 a 31 de julho de 2010.332/96) CXXXIX . anidro e hidratado. relativamente às mercadorias adquiridas até 31 de maio de 1996. até 31 de julho de 1997.114.2 à opção do contribuinte. mediante operação de venda à ordem ou para entrega futura. em relação ao hidratado. (Dec. 34.780/2010) 1. as saídas promovidas por distribuidora de combustível. (Dec. às operações interestaduais.876/91 DECRETO 14. 19. exceto quando o importador ou o destinatário da mercadoria for estabelecimento industrial que a utilize para integrar.337/96) b) as saídas dos mencionados produtos. 34. 34. 19.d) a empresa transportadora contratada esteja impedida de efetuar. 19. (Dec. no corpo da respectiva Nota Fiscal.03. em razão da existência de bitolas diferentes nas linhas ferroviárias dos países de origem e de destino. a partir de 01 de agosto de 1997. 35. saídas internas do produto. (Dec. a exclusão do ICMS do valor da operação.979/97) 2. o respectivo processo de fabricação de produto diverso do álcool: (Dec.337/96) CXL . quando se tratar de fabricação de álcool etílico hidratado combustível. promovidas pelo respectivo fabricante. este até 31 de julho de 1997.a partir de 01 de outubro de 1996. sendo. e nº 21. entradas do produto importado do exterior. observando-se (Decretos nº 19. 19. e Convênios ICMS 02/97 e 34/97): (Dec. (Dec. à produção de aguardente e rapadura (Dec. 1.1 deverá ser demonstrada.979/97) 2.876/91 . 19. destinados à comercialização. 34. às operações internas com melaço e mel rico com a destinação mencionada na alínea "a". 34. 21.780/2010) 2.

121/97.2004) CXLVII . 20/97.876/91 DECRETO 14.atualizado até 30 junho 2011 . 24.664/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 23.04.337/96) d) a comprovação da inexistência de produto similar produzido no país deve ser efetuada por meio de laudo emitido por entidade representativa do setor produtivo de máquinas.2002) b) ficam dispensadas da apresentação do atestado de inexistência de similaridade nacional de que trata a alínea "a" as importações beneficiadas com as isenções previstas na Lei Federal n° 8.231/2008) 2.01.385/96) CXLVI . 32. 21/96. 24. observado o disposto na alínea “d”. as operações internas. através de lei municipal. de sua obrigação tributária principal. 26. 23/98.2002) a) a comprovação da inexistência de similaridade deverá ser feita por laudo emitido por entidade representativa do setor produtivo de máquinas.03.no período de 08 de janeiro de 1997 a 31 de dezembro de 2005. (Dec. 05/99. 48/97. 19. (Dec.337/96) b) fica o benefício condicionado ainda ao aporte de recursos do Governo Federal em valor equivalente à isenção concedida. 19. (Dec.664/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 23.876/91 . quando for o caso (Convênio ICMS 34/96). as operações internas com medicamentos quimioterápicos usados no tratamento de câncer.07.a) a implementação do benefício fica condicionada à celebração de protocolo pelas Unidades da Federação para o estabelecimento das condições e mecanismos de controle. quando adquiridos pelos Corpos de Bombeiros Voluntários. 24. (Dec.337/96) CXLIII . a partir de 23. sem similar nacional. aparelhos e equipamentos com abrangência nacional ou por órgão federal especializado.a partir de 01 de outubro de 1996. 32. (Dec. as operações com mercadorias. em petição do interessado. quando adquiridos pelo Corpo de Bombeiros Militar (Convênios ICMS 62/96. por órgãos da Administração Pública Estadual Direta e suas autarquias e fundações. devidamente constituídos e reconhecidos de utilidade pública. (Dec. as operações de importação. 32.no período de 01 de outubro de 1996 a 31 de dezembro de 2011.231/2008) 1. não será exigido o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente. (Dec. destinada a integrar o respectivo ativo imobilizado ou para seu uso ou consumo. as operações internas com veículos e equipamentos. adquiridas Decreto nº 14. aparelhos e equipamentos com abrangência em todo território nacional. 20/97.03. condicionada a fruição do benefício ao cumprimento.664/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 23. 67/97. (Dec.231/2008) a) fruição do benefício fica condicionada a que: (Dec.99. (Dec. de forma a possibilitar a equiparação do preço do produto ao preço com que são abastecidos os barcos pesqueiros estrangeiros. bem como. de 29. (Dec. a operação esteja isenta do IPI. 32. conforme prevê o art.337/96) c) o benefício será concedido caso o caso.07. 10/2001 e 30/2003). observando-se (Convênios ICMS 32/95. máquinas e equipamentos.no período de 01. 67/97. 19. ou por órgão federal especializado. 48/97. III.07.231/2008) b) nas operações amparadas pelo benefício de que trata este inciso. 19. com veículos automotores. 10/2004. 121/97. 19.010. observando-se.99 e a partir de 01.90. mediante despacho da Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda. (Dec. 05/99. 72/2007 e 76/2007): (Dec. 07/2000. a mercadoria não possua similar produzido no país. o recebimento de mercadoria importada do exterior. 32. 34.2002 (Convênios ICMS 48/93 e 55/2002): (Dec. relativamente à operação de importação. para utilização nas respectivas atividades específicas.854/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. no período de 01 de setembro de 2008 a 31 de dezembro de 2011. bem como as prestações de serviços de transporte a elas relativas. destinadas ao Programa de Fortalecimento e Modernização da Área Fiscal.05.07.96 a 31. 48/2007.no período de 01 de janeiro de 1997 a 30 de abril de 2005. 23/98. 21/2002.231/2008) CXLIV . a partir de 01 de setembro de 2008.2002) CXLV . pelo beneficiário.

342/99) 1. 19. 127/2001. 05/99. 20. 60/98. as operações com os seguintes produtos e equipamentos utilizados em diagnóstico em imunohematologia. a quantidade de preservativos vendidos por mês e o seu valor unitário em 21 de outubro de 1997.00.905/2003) 1. desde que o contribuinte apresente planilha de custos na qual comprove a efetiva desoneração do ICMS no preço final do produto. e o seu valor unitário. 120/2003 e 123/2004). no mínimo.00.424/98) a) o benefício será reconhecido mediante requerimento à Diretoria de Administração Tributária . destinados a equipar os aeroportos nacionais. 20. 53/2008. (Dec. painéis de hemácias e diluentes destinados à determinação dos grupos ou dos fatores sangüíneos pela técnica Gel-Teste.104/97) c) a partir de 01 de janeiro de 2004.615/2010) a) reagentes.876/91 DECRETO 14.424/98) b) o requerimento de que trata a alínea anterior deverá ser instruído com a planilha a que se refere este inciso. observando-se (Convênio ICMS 61/97): (Dec.INFRAERO. 55/2003. fica assegurada a manutenção do crédito nas operações amparadas pelo benefício de que trata este inciso. 119/2003 e 40/2007): (Dec. 20. 119/2009 e 01/2010): (Dec.20. desde que seja abatido do preço da mercadoria o valor equivalente ao imposto que seria devido se não houvesse a isenção. 23/98. desde que destinados a órgãos ou entidades da administração pública. sendo dispensada esta condição a partir de 07 de janeiro de 1999: (Dec. 19. as operações com preservativo.424/98) CL . 47. 67/97. 14/2001. 25. (Dec.nos períodos de 21 de outubro de 1997 a 31 de dezembro de 1998 e de 07 de janeiro de 1999 a 31 de dezembro de 2011. 121/97.no período de 01 de junho de 1997 a 12 de maio de 1999.104/97) b) as indústrias fabricantes e os importadores do produto deverão entregar à repartição fazendária a que estiverem vinculados.104/97) 2. 90/99. quando destinados a integrar os mencionados veículos. (Dec. Decreto nº 14. 10/2001. classificado no código NBM/SH 4014.00. as seguintes indicações. 71/2008.926/2005) CXLVIII .905/2003) (Dec.556/99) a) os referidos veículos serão adquiridos pela Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária . 23/98. classificados nos respectivos códigos NBM/SH.840/97) CXLIX . 30/2003. observando-se (Convênios ICMS 96/96 e 13/99): (Dec. 20/97.no período de 21 de outubro de 1997 a 31 de dezembro de 2012. 20.596/2004) CLI . a quantidade de preservativos vendidos por mês a partir de 22 de outubro de 1997.DAT. 20. observando-se (Convênios ICMS 89/97. 85/98. XLVI (Convênio ICMS 119/2003). (Dec. as operações de saída de veículos de bombeiros. 21. pela técnica ID-PaGIA. 34.00. direta ou indireta. (Dec.876/91 . 138/2008.860/2007) a) o mencionado abatimento deverá constar expressamente no respectivo documento fiscal. demonstrativo que contenha. através de licitação. de enfermidades transmissíveis. 27. até 31 de outubro de 1998. 69/2009. 21/2002. 20. bem como suas autarquias e fundações (Convênios ICMS 84/97. 18/2005. 26. (Dec. 10/2001.a partir de 21 de agosto de 1997. sorologia e coagulação. nos termos do art. 21. 51/2001. NBM/SH 3822. (Dec. da Secretaria da Fazenda.atualizado até 30 junho 2011 .através de licitações ou contratações efetuadas dentro das normas estabelecidas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento-BID (Convênios ICMS 94/96. 116/98.10. 48/97. na modalidade Concorrência Internacional nº 011/DADL/SEDE/96. (Dec. 25. NBM/SH 3006. as importações e as saídas internas de mercadorias destinadas à ampliação do Sistema de Informática da Secretaria da Fazenda do Estado de Pernambuco. 30. (Dec. 05/99.264/97) b) reagentes para diagnóstico: (Dec. (Dec. 20.840/97) b) o benefício previsto neste inciso estende-se às operações de saída e à importação do exterior de chassis e componentes de superestrutura.

99.074/2003) CLII . 34.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13. 21.12.99) 7. (Dec.99) 2.05.05.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.00.90.721/2001) Decreto nº 14.90. 18/2005.05. 21.99) 5.99) 1.05. NBM/SH 3822. (Dec.05. (Dec.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.905/2003) 3. 14 do Código Tributário Nacional. Imunocromatografia ou em qualquer suporte.99) 3.876/91 DECRETO 14. em qualquer suporte. (Dec.677/98) CLIII .074/2003) g) samplers (pipetado rautomático) para diagnósticos em imunohematologia/sorologia/coagulação pelas técnicas de Gel-Teste e ID-PaGIA. quando adquirido por órgão da administração pública direta e destinado ao uso exclusivo de transporte escolar (Convênios ICMS 117/97 e 23/98).20. 05/99. 21.074/2003) e) incubadoras para diagnósticos em imunohematologia/sorologia/coagulação pelas técnicas de Gel-Teste e ID-PaGIA.99) 4. 10 (dez) "notebooks". (Dec.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13. 138/2008. 25 (vinte e cinco) "racks". 53/2008. 21. 21. 119/2009 e 01/2010): (Dec. (Dec.a importação do exterior dos equipamentos de informática a seguir discriminados.no período de 02 de janeiro de 1998 a 30 de abril de 1999.99) b) a partir de 13 de maio de 1999 (Concorrência Internacional 01/98 – Convênio ICMS 15/99): (Dec.99) CLIV .074/2003) f) readers (leitor automático) para diagnósticos em imunohematologia/sorologia/coagulação pelas técnicas de Gel-Teste e ID-PaGIA.264/97) d) centrífugas para diagnóstico em imunohematologia/sorologia/coagulação pelas técnicas de Gel-Teste e ID-PaGIA. 21. 32 (trinta e dois) "hubs". (Dec.905/2003) c) reagentes para diagnóstico de coagulação pelas técnicas de Gel-Teste e ID-PaGIA. de malária.99) 4. 556 (quinhentos e cinqüenta de seis) microcomputadores.00. 03 (três) "scanners". (Dec.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.Banco Mundial: (Dec. 20.05.89. 39 (trinta e nove) servidores de rede.05. 21.99) 6. 25.503/99 – EFEITOS A 3.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13. dos Estados e dos Municípios ou às entidades assistenciais reconhecidas de utilidade pública e que atendam aos requisitos do art. (Dec.25. 25. 21. 10/2001. NBM/SH 8419. 25 (vinte e cinco) servidores de rede. 21. 117/98.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13. PARTIR DE 13. 23.629/2010) a) o benefício previsto neste inciso não se aplica às saídas promovidas pela Companhia Nacional de Abastecimento-CONAB. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 21. 71/2008.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.05. (Dec.99) 2.05.25. 388 (trezentos e oitenta e oito) impressoras.876/91 . NBM/SH 8421. (Dec.00. (Dec.05.12. 69/2009.99) 1.Projeto Nordeste II . a partir de 29 de julho de 2003.05. (Dec.05. observando-se (Convênios ICMS 57/98.10. para assistência às vítimas de situação de seca nacionalmente reconhecida. 41 (quarenta e uma) impressoras. NBM/SH 8471.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13. NBM/SH 8479. a partir de 03 de maio de 2001. (Dec.25.no período de 01 de maio de 1998 a 31 de dezembro de 2012.05. 47 (quarenta e sete) "hubs".99) a) a partir de 14 de abril de 1998 (Concorrência Internacional 02/97 . as saídas de mercadoria em decorrência de doação a órgãos e entidades da administração direta e indireta da União.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13. pelas técnicas de Elisa.00.89. 21. 46 (quarenta e seis) estações de trabalho. as operações internas com veículos automotores tipo ônibus.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13. 20. NBM/SH 3006. (Dec.99) (Dec.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13. 21.90.2.25.10. destinados à Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco. classificados no código NBM/SH 8702. adquiridos através de Concorrência Internacional .05. (Dec. 21. 30/2003. NBM/SH 3822. (Dec.Convênios ICMS 19/98 e 15/99): (Dec. de malária e leishmaniose. 21. (Dec.19.

734. 18/2005.no período de 15 de outubro de 1998 a 31 de dezembro de 2011. 21. nos termos do art. 23/98. o número do despacho concessivo referente ao requerimento de que trata a alínea anterior. febre amarela e outros agravos.nos períodos de 01 de novembro de 1998 a 31 de dezembro de 1999 e de 01 de janeiro de 2000 a 31 de março de 2003. as operações com equipamentos didáticos. de 09. 05/99. 31/2003. ou às instituições beneficiadas. 106/2007. 61/2000. medicamentos. 36. 05/99. inseticidas e outros produtos relacionados no Anexo 29 e.593/2006) CLVI . XXVI.877/2006) Decreto nº 14. de 24. 129/2008 e 18/2010):(Dec. observados os respectivos termos iniciais de vigência ali especificados. 23/98.167/2010) a) Fundação Nacional de Saúde. de etapas seguintes de circulação de mercadoria. desde que isentos ou tributados com alíquota zero do IPI. as saídas internas de queijo de coalho e queijo de manteiga.876/91 . promovida por estabelecimento gráfico. (Dec. 71/2008. 36.01. no campo “Dados Adicionais – Informações Complementares”.2002. 21/2002. quando destinados a campanhas de vacinação. científicos e médico-hospitalares.668. quando da respectiva distribuição pelo MEC. a partir de 01 de junho de 2011. de 25 de março de 1997. 34. a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações previstas neste inciso deverá estar desonerada das contribuições do PIS/PASEP e COFINS (ACR Convênio ICMS 56/2001).342/99) d) a partir de 01. no Anexo 29-A. e nº 23. realizadas pelas entidades a seguir indicadas. 46/2007. 120/2003.no período de 25 de julho de 1997 a 31 de dezembro de 2001 e a partir de 01 de janeiro de 2002. XL. e Convênio ICMS 46/2006). classificados no respectivo código ou posição da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias NBM/SH. 124/2007.2001.342/99) c) a respectiva Nota Fiscal deverá conter. as saídas de formulário contínuo produzido mediante encomenda direta de consumidor final. observado. em qualquer hipótese. do Ministério da Educação e do Desporto.10. 28. 71/2008. imunoglobulinas. (Dec. 46/98.no período de 02 de janeiro de 1998 a 31 de dezembro de 2012.342/99) b) o fornecedor ou importador deste Estado solicitará o reconhecimento do benefício mediante requerimento à Diretoria de Administração Tributária . 119/2009 e 01/2010): (Dec.07. 47.no período de 02 de janeiro de 1998 a 31 de dezembro de 2012. (Dec. 53/2008. 21. soros. 11/2011 e 25/2011). (Dec. 47. 148/2007. observado o disposto no art. 10/2001. Decretos nº 20.98. 47/2004.97. 40/2007. para atender ao Programa de Modernização e Consolidação da Infra-Estrutura Acadêmica das Instituições Federais de Ensino Superior e Hospitais Universitários instituído pela Portaria nº 469. devendo este ser instruído com cópia do empenho relativo à aquisição. 69/2009. promovidos pelo Governo Federal(Convênios ICMS 95/98.DAT. inclusive peças de reposição e os materiais necessários às respectivas instalações.711/2011) CLVII . 108/2002. nº 21. (Dec. 29. 119/2009. o disposto no § 91 (Convênios ICMS 101/97. (Dec. 35.12. 97/2001. 23. malária. 23. (Dec.464. 138/2008.721/2001) CLV . de 30. 93/2001. 138/2008. 07/2000. as operações com os equipamentos e componentes para o aproveitamento da energia solar e eólica. desde que observadas as seguintes condições (Convênios ICMS 123/97. 124/2007. 69/2009. as importações do exterior.303/2003) CLIX . XIX (Lei nº 11. 78/2000.b) fica assegurada a manutenção relativa às entradas da mencionada mercadoria. 148/2007.07. aquela destinada à comercialização ou industrialização ou em que o produto participe. de vacinas.721/2001) CLVIII . 117/2007. 53/2008. (Dec. (Dec. nos termos do art. quando promovidas por produtor ou cooperativa de produtores. relacionados no Anexo 28. de alguma forma. 25. excluída.876/91 DECRETO 14. de 14. 56/2001.127/2001. 01/2010. 10/2004. fabricados artesanalmente. a partir de 12 de novembro de 2008.atualizado até 30 junho 2011 . 76/2007.MEC. 147/2005. Programas Nacionais de combate à dengue.629/2010) a) os produtos devem ser contemplados com isenção ou com redução a zero das alíquotas dos impostos federais e destinados ao Ministério da Educação e do Desporto . 19/2010.99. 187/2010. 79/2002.985. ficando assegurada a manutenção do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente. 21.

a partir de 17 de novembro de 1999.394. e. 149/2002. 05/99.GAT ou da Gerência de Legislação e Orientação Tributárias . 40/2007. 47.441/2008) 2.956/2010) a) a importação deve estar amparada por isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação ou do Imposto sobre Produtos Industrializados. Ministério da Saúde.739/99) CLXII . 119/2009 e 01/2010). 41/99.544. mediante despacho: (Dec. a partir de 01 de março de 2008. 28. 27. a partir de 23 de julho de 2002. 31. (Dec. de 29 de março de 1990.atualizado até 30 junho 2011 . da Gerência Geral da Administração Tributária . observado o disposto no art. em petição do interessado. 05/99. 69/2009. 34. 53/2008. do Coordenador de Administração Tributária. à concessão de isenção ou alíquota zero do IPI ou do Imposto de Importação. XXIX. 111/2004. ainda (Convênios ICMS 01/99. com a respectiva classificação na NBM/SH. 84/2000. (Dec. pela unidade da Secretaria da Fazenda responsável pelo controle das operações de importação e de exportação. por meio da Coordenação-Geral de Recursos Logísticos. 25/93. as operações com equipamentos e insumos destinados à prestação de serviços de saúde. efetuadas diretamente por empresas fabricantes ou suas filiais (Convênio ICMS 43/99). 43/2002.441/2008) (Dec. a importação deve estar amparada por outras isenções previstas na Lei Federal nº 8. e de matérias-primas e produtos intermediários.no período de 26 de março de 1999 a 31 de dezembro de 2011. 24. 30/2003.GLO. pelos órgãos da Secretaria da Fazenda a seguir indicados. 31. 36.a partir de 17 de agosto de 1999.891/2002) CLXI . as operações decorrentes da importação do exterior de aparelhos. 80/2002. 10/2004. observando-se (Convênios ICMS 93/98. 31. 77/99. (Dec. 113/2005.615/2010 ) CLXIII . 1.3.877/2006) CLX . 10/2001. 127/2001. 138/2008.891/2002) b) o disposto na alínea anterior não autoriza a restituição ou compensação das importâncias já pagas relativas ao imposto ali referido. 24.876/91 . 27. 96/2001. desde 26 de março de 1999. suas partes e peças de reposição e acessórios. 18/2005. 57/2005. 31. 35. (Dec. (Dec.818/2005) c) o benefício deve ser concedido: (Dec.2 no período de 01 de fevereiro de 2002 a 31 de maio de 2003. condicionada a fruição do benefício. do Anexo 31-A. da Diretoria de Administração Tributária – DAT.876/91 DECRETO 14.441/2008) 1. 90/2004.07. associações destinadas a portadores de deficiência e comunidades carentes. e. conforme relação constante do Anexo 31.b) a partir de 09 de janeiro de 2006.no período de 01 de dezembro de 1999 a 31 de dezembro de 2012. doação de microcomputador usado para escolas públicas especiais e profissionalizantes.441/2008) 1.010. 55/99. 90/99.441/2008) 1.312/2011) a) fica dispensado o recolhimento do ICMS relativo às operações realizadas no período de 26. 41/2010 e 131/2010): (Dec. ficando dispensado pedido específico. 176/2010 e 181/2010):(Dec. após análise dos documentos necessários para a concessão do benefício.2001 a 22.818/2005) Decreto nº 14. 30/2009.12. (Dec. equipamentos e instrumentos. 30/2003. 21.1 até 31 de janeiro de 2002.2002 com os equipamentos e insumos relacionados no Anexo 31-A não constantes do Anexo 31. ou qualquer de suas unidades. 36/2006. (Dec. no período de 01 de junho de 2003 a 29 de fevereiro de 2008. 96/2010.818/2005) b) as mercadorias mencionadas neste inciso devem destinar-se a atividades de ensino e pesquisa científica ou tecnológica. 71/2008. 27. máquinas. 31. (Dec.441/2008) d) além da hipótese referida na alínea "a". as operações realizadas pela Fundação Pró-TAMAR com produtos que tenham por objetivo a divulgação das atividades preservacionais vinculadas ao Programa Nacional de Proteção às Tartarugas Marinhas (Convênios ICMS 55/92. (Dec. (Dec. apresentados pelo contribuinte juntamente com o Desembaraço de Mercadorias Importadas – DMI. 141/2002. CNPJ base 00. 31. (Dec. 75/2005.

28. nos termos da Lei Federal nº 8. 14 do Código Tributário Nacional.818/2005) g) a concessão do benefício somente deve ocorrer quando houver credenciamento prévio das instituições pela fundação estadual de amparo à pesquisa ou entidade equivalente (Convênio ICMS 43/2002). por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo de máquinas.818/2005) 2.818/2005) 2.8. pesquisadores e cientistas credenciados e no âmbito de projeto aprovado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq.818/2005) 2. 27.371/2010) 1.818/2005) 2. no período de 18 de abril de 2005 a 30 de abril de 2010. a partir de 01 de novembro de 2005.atualizado até 30 junho 2011 .371/2010) f) relativamente às organizações sociais com contrato de gestão com o Ministério da Ciência e Tecnologia. e respectivas fundações ou associações sem fins lucrativos. (Dec.2. (Dec. a partir de 1º de dezembro de 2010. organizações sociais com contrato de gestão com o Ministério da Ciência e Tecnologia. no período de 08 de janeiro de 2003 a 17 de abril de 2005. 27. aparelhos e equipamentos com abrangência em todo o território nacional ou. (Dec. (Dec. para o estrito atendimento de suas finalidades estatutárias de apoio às mencionadas entidades. 27. desde que. sem fins lucrativos. 14 do Código Tributário Nacional. quando a importação for realizada por universidades federais ou estaduais ou por intermédio das respectivas fundações de apoio ao ensino e pesquisa. desde que os bens adquiridos integrem o patrimônio da contratante (Convênio ICMS 131/2010). 27. 27. até 30 de abril de 2010. 27. atendam aos requisitos previstos no art. institutos de pesquisa federais ou estaduais.7. 28. a partir de 18 de abril de 2005.818/2005) 1. (Dec. a partir de 17 de abril de 2002. (Dec. 28.7. (Dec. 35. (Dec. que atendam aos requisitos do art.4.818/2005) h) as disposições previstas neste inciso aplicam-se: (Dec.1. de 20 de dezembro de 1994. 28.818/2005) 2.623/2005) 2.818/2005) 2. no período de 17 de novembro de 1999 a 16 de abril de 2002. devendo essa condição ser atestada (Convênios ICMS 96/2001. até 07 de janeiro de 2003. contratadas pelas instituições ou fundações referidas nos subitens anteriores. o benefício estende-se à importação de artigos de laboratório.623/2005) 2. por órgão federal competente. (Dec. ficando convalidados os procedimentos adotados pela Administração Fazendária.2.623/2005) 2. associações sem fins lucrativos das instituições referidas neste item.7. (Dec. 35.3. fundações sem fins lucrativos das instituições referidas neste item. que. universidades federais ou estaduais.e) a partir de 22 de outubro de 2001. o bem importado passará a integrar o patrimônio da entidade à qual o pesquisador ou cientista estiverem vinculados. ainda. 27. 111/2004 e 41/2010): (Dec. fundações de direito privado. (Dec. após a conclusão do projeto. o interessado deverá anexar comprovante da aprovação do projeto junto ao CNPq. que tenham resultado em dispensa do ICMS incidente na importação de que trata este item realizada pelas mencionadas associações.6. no período de 22 de outubro de 2001 a 17 de abril de 2005. 28.818/2005) 2. (Dec. institutos de pesquisa sem fins lucrativos instituídos por leis federais ou estaduais.956/2010) Decreto nº 14. indicadas neste inciso. por órgão ou entidade relacionados em portaria do Secretário da Fazenda. 27. (Dec. 27.958.623/2005) 2. 27.5. não possuam similar produzido no País.1. quando a importação for realizada por: (Dec.623/2005) 2. 35.876/91 . observando-se (Convênio ICMS 57/2005): (Dec. (Dec.876/91 DECRETO 14. o benefício somente se aplicará àquelas constantes do Anexo 39 (Convênio ICMS 43/2002).

247/2001) a) o benefício previsto neste inciso: (Dec. atendendo-se ao que dispõe a alínea ‘d". XXXVII. 23. 23. XV. 23. 28. as operações de importação amparadas pelo regime especial aduaneiro de admissão temporária. nos termos da mencionada legislação.atualizado até 30 junho 2011 . 47. e regulamentado pelo Decreto Federal nº 2.a partir de 01 de março de 2000.876/91 . a isenção prevista neste inciso não se aplica às operações realizadas com álcool. e utilizada nessa atividade para estocagem no regime aduaneiro especial de depósito afiançado . a mercadoria tenha sido utilizada para o fim previsto no regime mencionado no item 1. na respectiva composição do preço. as operações com veículos adquiridos pelo Departamento de Polícia Federal.a partir de 07 de novembro de 2000. a isenção prevista neste inciso aplica-se às operações de importação. nas operações de saída de veículos de bombeiros. 23. nos termos do art. com isenção ou alíquota zero do IPI. quando destinados a integrar os veículos referidos neste inciso. 23. representado pelo Comando da Aeronáutica. observando-se o seguinte (Convênios ICMS 58/99 e 09/2005): (Dec.247/2001) c) o valor correspondente à desoneração de que trata este inciso deverá ser demonstrado. destinados a equipar os aeroportos nacionais. estende-se às operações de saída e aos recebimentos decorrentes de importação do exterior de chassis e componentes de superestrutura. a isenção prevista neste inciso aplica-se às operações amparadas por regime aduaneiro especial de depósito afiançado .CLXIV . (Dec.558/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2003) c) a partir de 01 de dezembro de 2004. (Dec. 28. (Dec. administrado pela Secretaria da Receita Federal. no processo de licitação nº 05/2000-CPL/CCA/DPF. 23.247/2001) 1. 28. realizada no âmbito federal. 11. no âmbito do Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal. 25. 28. (Dec. sem similar produzido no País.188/2005) a) o disposto neste inciso somente se aplica quando o respectivo desembaraço aduaneiro for efetuado sem o pagamento dos impostos federais. destinados à manutenção e ao reparo de aeronave pertencente a empresa autorizada a operar no transporte comercial internacional. 23. (Dec. pelo beneficiário. cumulativamente. 23. 23. instituído pela Lei Complementar Federal nº 89. 2. de materiais sem cobertura cambial. (Dec.188/2005) d) a partir de 01 de agosto de 2005. observando-se (Convênio ICMS 76/2000): (Dec.391/2001) a) os veículos devem estar.DAF. cuja exigência do imposto tenha sido objeto de suspensão.391/2001) b) fica assegurada a manutenção do crédito fiscal relativo à aquisição das mercadorias que venham a ser objeto do benefício. (Dec.391/2001) (Dec.DAF.188/2005) 2.188/2005) 1. a inexistência de produto similar produzido no País será atestada por órgão federal competente.188/2005) CLXV . (Dec.247/2001) b) na hipótese da importação prevista no item 2 da alínea anterior.558/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2003) b) a partir de 01 de julho de 2003.391/2001) Decreto nº 14. 23. 23. de 18 de fevereiro de 1997. (Dec. nos termos do art.25.391/2001) 1. por meio de licitação na modalidade da Concorrência nº 006/DIRENG/2000.a partir de 07 de novembro de 2000.381.247/2001) 2. tenham sido cumpridas as condições para admissão da mercadoria ou bem no DAF.876/91 DECRETO 14. contemplados (Convênio ICMS 75/2000): (Dec. (Dec. desde que (Convênio ICMS 09/2005): (Dec. adquiridos pelo Ministério da Defesa.247/2001) CLXVI . através da Diretoria de Engenharia da Aeronáutica. previsto na legislação federal específica. somente se aplica aos produtos contemplados com isenção ou alíquota zero do IPI. 28. observando-se que (Convênio ICMS 75/2000): (Dec. de 12 de novembro de 1997. (Dec.

neste Estado. 23.596/2004) 1. 23. 23. nº 08650. mediante emissão de Nota Fiscal de ressarcimento.001237/2003-16 (aquisição de veículos caracterizados).00. Economia.00. (Dec. por sistema gerador.2001) b) a Nota Fiscal de ressarcimento de que trata a alínea anterior será visada pela repartição fazendária da jurisdição do contribuinte.1 nº 05/2000-CPL/DPRF: 09 de agosto de 2001 (Convênio ICMS 69/2001).001895/2003-16 (aquisição de veículos caracterizados tipo camioneta). as operações realizadas com os produtos a seguir relacionados. de acordo com o previsto no Plano Anual de Reaparelhamento da Polícia Rodoviária Federal. com ou sem reator eletrônico incorporado.596/2004) (Dec.06. óleo diesel com recolhimento antecipado do ICMS.650/2001) a) lâmpadas fluorescentes de descarga em baixa pressão. tendo adquirido. 23. devendo as respectivas operações estar contempladas cumulativamente: (ACR Convênio ICMS 69/2001 e NR Convênio ICMS 122/2003) (Dec. produzindo efeitos. 23. a ser utilizado.876/91 DECRETO 14. 1. atendendo à condição estabelecida em instrução normativa da Diretoria de Administração Tributária – DAT da Secretaria da Fazenda. observada a classificação nos respectivos códigos NBM/SH (Convênios ICMS 27/2001 e 70/2001): (Dec.373/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 19. 36. com a desoneração das contribuições para o PIS/PASEP e COFINS.391/2001) CLXVII – no período de 19. relativamente ao subitem 1. (Dec.596/2004) 2. promover a saída da mencionada mercadoria com a isenção prevista neste inciso.10. de base única.373/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 19.2.596/2004) a) a isenção prevista neste inciso tem como termo inicial de vigência as datas respectivamente indicadas no item 1.601/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2001) c) para efeito do benefício previsto neste inciso.código NBM/SH 8539. 23. (Dec.601/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. com eficiência superior a 40 (quarenta) lúmens por W código NBM/SH 8539.596/2004) 1.06.06.09. (Dec. incidentes sobre a receita bruta resultante das operações decorrentes do processo de licitação previsto Decreto nº 14. Tributação.09. 26. poderá proceder ao ressarcimento do imposto recolhido antecipadamente junto ao respectivo fornecedor.601/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. celebrado entre as Secretarias de Fazenda.2 nº 08650. 23. de cooperação mútua. nº 08650. Finanças ou Gerências de Receitas dos Estados signatários e o Departamento de Polícia Rodoviária Federal – DPRF.atualizado até 30 junho 2011 . as saídas internas de óleo diesel para empresa produtora de energia elétrica. observando-se o disposto no § 90 e ainda: (Dec. mediante requerimento específico instruído com demonstrativo do valor a ser ressarcido junto ao fornecedor e cópia das Notas Fiscais referentes às vendas efetivadas com a isenção prevista neste inciso. na produção da mencionada energia elétrica.31. após a celebração e enquanto vigorar o Convênio ICMS 112/2003. a partir de 1º de setembro de 2001.32. seja reconhecida como tal mediante ato específico idêntico. (Dec.c) o valor correspondente ao incentivo deverá ser deduzido do preço de aquisição dos respectivos veículos.876/91 . nos seguintes processos de licitação: (Dec.2001) b) lâmpadas de vapor de sódio. 26.409/2011) a) o contribuinte que. 26. nº 08650. somente será considerada empresa produtora de energia elétrica aquela que.09.2001 a 31. 26.721/2001) 3.2001) CLXIX . que tenha efetuado a referida retenção.2001.001896/2003-52 (aquisição de motocicletas caracterizadas) e nº 08650. com isenção ou alíquota zero do IPI. (Dec.001982/2003-65 (aquisição de veículos caracterizados tipo microônibus): 06 de janeiro de 2004 (ACR Convênio ICMS 122/2004).001894/2003-63 (aquisição de veículos caracterizados tipo caminhonete 4x4). (Dec. diretamente pela própria empresa adquirente.as operações de saída de veículos destinados à Polícia Rodoviária Federal.2001) (Dec. de alta pressão . 23. 26. CLXVIII . observando-se: (Dec.

2002.073/2003) CLXXIII .atualizado até 30 junho 2011 .280/2002) MEDICAMENTO a) 12. com a respectiva classificação NBM/SH. (Dec. (Dec.04. realizadas pelo Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco .08. XLI.LAFEPE. a seguir relacionados.20. instituído pela Portaria nº 2.2002.25.2002 a 31. 24. dos processos de licitação mencionados no subitem 1.267/2002) 1.03.2002) CLXXI .30. (Dec. (Dec.876/91 .14.280/2002) 3003.000 (doze mil) caixas de CEFALEXIN 500 mg c) 12. cumulativamente. para atender ao Programa de Modernização Gerencial e Reequipamento da Rede Hospitalar.267/2002) a) que as referidas operações estejam. destinados à Secretaria de Educação do Estado. 23.01.a importação de microcomputadores.267/2002) b) que as aquisições sejam realizadas: (Dec.2001.11. 47.90.04.721/2001) CLXX . conforme convênio celebrado com o Fundo de Fortalecimento da Escola . 24. de 23. helicópteros e outros veículos automotores adquiridos pelo Departamento de Polícia Federal e pelo Departamento de Polícia Rodoviária Federal. realizadas sem ônus para o fornecedor destinatário. as importações.876/91 DECRETO 14. adquiridos através do Processo Licitatório nº 104/01(Convênio ICMS 36/2002): (Dec.2 (NR Convênio ICMS 01/2004). com isenção ou tributação com alíquota zero pelo Imposto de Importação ou pelo IPI. 24.596/2004) b) o valor correspondente à desoneração do ICMS deverá ser deduzido do preço dos respectivos veículos. 204 (duzentos e quatro) microcomputadores. 24. 24.Código NBM/SH 8442. as operações que destinem ao Ministério da Saúde os equipamentos médico-hospitalares.49 (Dec. 24. (Dec. contempladas: (Dec. (Dec.267/2002) Decreto nº 14.a partir de 09.126/2002) CLXXII .02.000 (doze mil) caixas de CAPTOPRIL 25mg b) 12. adquiridos através da Concorrência Internacional 02/2001.00.no subitem 1. 26. do Ministério da Saúde ( Convênios ICMS 77/2000 e 126/2001): (Dec. 23. (Dec. as operações com motocicletas. e. (Dec. dos seguintes medicamentos. observando-se o disposto no art. com desoneração das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) incidentes sobre a receita bruta decorrente das operações previstas neste inciso.98.08.2002.280/2002) CLXXIV .126/2002) b) 1 (uma) Mamografia com dispositivo biópsia estereotaxia .FUNDESCOLA (Convênio ICMS 134/2001). 3750 ( três mil setecentos e cinqüenta) microcomputadores.90.1.721/2001) c) fica assegurada a manutenção do crédito relativo à entrada da mercadoria no estabelecimento que promover a respectiva saída. 24. observando-se: a) a partir de 10 de janeiro de 2002. 47. e as seguintes condições (Convênio ICMS 25/2002): (Dec.25.000 (doze mil) caixas de METHYLDOPA 500 mg CÓDIGO NBM/SH 3003.Código NBM/SH 9022. 24.45 (Dec. (Dec.625/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 09. 24. XLII.432. adquiridos através da Concorrência Internacional 11/2001 (Convênio ICMS 164/2002). caminhões.12.a partir de 10. 24. nos termos do art. 24. contidos nas propostas vencedoras do processo licitatório indicado na alínea "a".280/2002) 3003. as operações de devolução obrigatória de embalagens vazias de agrotóxicos e respectivas tampas.52 (Dec. 23. (Dec.126/2002) a) 1 (uma) Processadora Automática Filme Convencional Mamografia . até 17 de fevereiro de 2004.073/2003) b) a partir de 08 de janeiro de 2003.a partir de 09. 24.no período de 09.2001 – ERRATA EM 23.267/2002) 2.

876/91 DECRETO 14. às obras de arte que se destinam à exposição pública. (Dec. ainda que não atendida a condição nele estabelecida. (Dec. as operações realizadas com os medicamentos relacionados no Anexo 38.615/2010) a) o benefício previsto neste inciso somente se aplica: EFEITOS A 10. 24. estejam isentas ou tributadas à alíquota zero das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público .2002) 2.02. às importações realizadas pelas próprias entidades culturais ou por suas instituições mantenedoras. o descumprimento das condições estabelecidas na alínea anterior implicará a perda do benefício nela previsto e a exigibilidade do imposto não pago (Convênio ICMS 35/2002).01. 24.2002) (Dec.2002. nas operações realizadas com os referidos medicamentos.1. 69/2009. observando-se (Lei nº 12.07. 36.074/2003) 1.01. (Dec.no período de 15 de janeiro de 2002 a 31 de dezembro de 2002 e de 20 de fevereiro de 2003 a 31 de dezembro de 2012.no período de 10 de janeiro de 2002 a 31 de dezembro de 2012.650/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 08. a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações realizadas com os referidos medicamentos esteja desonerada das mencionadas contribuições.267/2002) 2. 25. museus ou centros culturais. SEUS EFEITOS A 10. constante do Plano Plurianual 2000/2003.267/2002) 3. no período de 1º de setembro de 2002 a 30 de setembro de 2002. 48/2007. 24.PIS/PASEP e para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS e.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. a partir de 1º de outubro de 2002.650/2002 – RETROAGINDO SEUS 1. b) o disposto nas alíneas "a" e "c" não autoriza a restituição ou compensação das importâncias já pagas (Convênios ICMS 49/2002 e 119/2002). (Dec. 76/2007. 49/2002. 24.97. 148/2007.2002. classificados nos respectivos códigos NBM/SH. 24. 53/2008.01. (Dec. 24. 01/2010. 100/2010. quando o produto for destinado a empresa que desenvolva o mencionado programa ou a prestadora de serviço de informática. 69/2009. observando-se (Convênios ICMS 125/2001.2003) CLXXVI . desde que.2002) (Dec. 24.371/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 20. 119/2009 e 01/2010): (Dec.a partir de 01. (Dec. 18/2005. de 26. instituído pela Lei Complementar nº 89. 138/2008.25. com recursos oriundos das transferências voluntárias da União a partir do Fundo Nacional de Segurança Pública – FNSP. de 18. 10/2004. observando-se (Convênios ICMS 140/2001. 42/2010. 24. (Dec. no âmbito do Programa Segurança das Rodovias Federais. 24. prorrogado para 01 de setembro de 2002 (Convênio ICMS 49/2002) e para 01 de outubro de 2002 (Convênio ICMS 119/2002): (Dec. 106/2007. no âmbito do Fundo de Reaparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal.04.06.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) Decreto nº 14.02. as operações de importação de obras de arte destinadas ao acervo das fundações. 159/2010 e 33/2011): (Dec.234.267/2002) c) que o valor correspondente à isenção do ICMS seja deduzido do preço dos respectivos produtos contido nas propostas vencedoras do correspondente processo licitatório. com termo inicial de vigência fixado em 01 de maio de 2002 (Convênio ICMS 140/2001). 01 de maio de 2002 a 02 de junho de 2002.650/2002 – RETROAGINDO b) a partir de 08. 119/2009. 2.371/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 20. 04/2003.2002) CLXXVII . 71/2008.711/2011) a) fica convalidada nos períodos indicados a isenção prevista neste inciso.2002): (Dec.267/2002) CLXXV .876/91 .650/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 10. 30/2003.02. 01 de setembro de 2002 a 13 de outubro de 2002. 25. 124/2007.2003) c) ficam convalidadas as operações realizadas com a isenção prevista neste inciso no período de 01 de janeiro de 2003 a 19 de fevereiro de 2003 (Convênio ICMS 04/2003). 53/2008. conforme relacionados em portaria do Secretário da Fazenda. a saída interna de programas de computador ("software") não personalizado. 117/2007. 119/2002. 138/2008.04. 71/2008. 34.

circuitos magnéticos ou similares. (Dec. identificar as respectivas causas. na hipótese de ser constatada como causa a utilização do benefício. fornecida pela empresa que desenvolva o respectivo programa. suporte informático: a mídia magnética onde o "software" é gravado . 36. passando a ser adotada a carga tributária vigente em 30. 18/2005. 24. 24. 24. a entidades da Administração Pública Indireta. repassados pelo Ministério da Saúde às Unidades da Federação e aos Municípios. sendo de responsabilidade da Secretaria da Fazenda. no documento fiscal (Convênio ICMS 57/2010). 126/2002. licença de uso: a permissão para uso do "software".073/2003) a) os CDs serão vendidos ao preço de R$ 3. 160/2010 e 26/2011): (Dec. 20/2010. Federal.711/2011) a) os fármacos e medicamentos estejam beneficiados com isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação e do IPI.2002. 24.25. a partir do mês subseqüente ao da constatação. do referido benefício. (Dec. 99/2010.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) 2. 24. no caso de ocorrer a mencionada diminuição: (Dec. programa de computador ("software") não personalizado: o suporte informático e a licença de uso. 35. 119/2009.a) considera-se.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) c) a utilização do benefício não deve implicar diminuição da arrecadação do ICMS relativa aos segmentos beneficiários. promover. e alterações. Estadual e Municipal. 71/2008.no período de 01 de junho de 2002 a 31 de outubro de 2002.310/2010) d) não haja redução no montante de recursos destinados ao co-financiamento dos Medicamentos Excepcionais constantes da Tabela do Sistema de Informações Ambulatoriais do Sistema Único de Saúde . para efeito do benefício: (Dec. (Dec. 69/2009. disquete e outros. a partir de 14 de outubro de 2002. 24. indicando expressamente o mencionado abatimento no respectivo documento fiscal (Convênio ICMS 57/2010). 24. (Dec. 138/2008.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) b) o benefício não se aplica: (Dec. total ou parcial. 01/2010. observado o disposto no § 85. 82/2008. condicionando-se a fruição do benefício a que (Convênios ICMS 87/2002. 35.891/2002) c) até 22 de abril de 2010.até 31 de dezembro de 2012.073/2003) Decreto nº 14.06. (Dec.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) 1. expressamente. seja deduzido do preço dos respectivos produtos o valor correspondente à isenção do ICMS contido nas propostas vencedoras do processo licitatório. 24.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) 2. 57/2010.876/91 DECRETO 14.891/2002) e) a partir de 23 de abril de 2010. a suspensão.891/2002) b) a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações previstas neste inciso esteja desonerada das contribuições do PIS/PASEP e da COFINS. "eproms". (Dec. 118/2002.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) 1. 24. (Dec. destinados a órgãos da Administração Pública Direta e. ao programa de computador pré-gravado em processadores. (Dec.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) 3. 54/2009. 24. as saídas de 150.310/2010 – ERRATA DOE 22/07/2010) CLXXIX . (Dec. (Dec. (Dec. o contribuinte abata do preço da mercadoria o valor equivalente ao imposto que seria devido se não houvesse a isenção.876/91 .25. 24.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) 2.CD-ROM. (Dec. observando-se (Convênio ICMS 110/2002): (Dec. (Dec.SIA/SUS. devendo o contribuinte demonstrar a mencionada dedução.000 (cento e cinqüenta mil) CDs (compact discs) contendo gravações do Hino de Pernambuco em diversas versões.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) CLXXVIII .803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) 1. realizadas por empresas jornalísticas. ao programa de computador ("software") não personalizado.atualizado até 30 junho 2011 . 53/2008. nos termos ali indicados. as operações realizadas com os fármacos e medicamentos relacionados no Anexo Único do Convênio ICMS 87/2002. 24. 24. instalado sem a devida comprovação de licenciamento ou cessão de uso. DVD. 113/2008. placas. incluídas suas fundações.00 (três reais) cada unidade.

2003) c) a isenção prevista neste inciso exclui a utilização de quaisquer outros benefícios fiscais. destinadas ao atendimento do Programa Fome Zero.NACC.2004) b) condicionado à manutenção da alíquota estabelecida para o fornecimento de energia elétrica em percentual não inferior a 25% (vinte e cinco por cento). (Dec. a título de doação. com destino a órgãos da Administração Pública Estadual Direta e respectivas fundações e autarquias. nos termos de convênio celebrado com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. conforme previstas no Ajuste SINIEF 02/2003.05. observarão o disposto em portaria do Secretário da Fazenda.a partir de 1º de janeiro de 2005.611/2010) a) até 29 de julho de 2010.371/2010) CLXXXI .2004): (Dec. (Dec. 01/2010 e 34/2010 e Ajuste SINIEF 02/2003): (Dec.05.611/2010) Decreto nº 14. Instituto Materno-Infantil de Pernambuco . (Dec. (Dec. 27.371/2010) a) as mercadorias objeto das operações e prestações de que trata este inciso devem ser identificadas. ao desconto.AACD. CONAB junto a produtores rurais.528/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 27. 25. bem como as prestações de serviço de transporte para distribuição das referidas mercadorias.25.07. 27.370/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 27. 53/2008.05.atualizado até 30 junho 2011 .05.2003) b) o disposto neste inciso aplica-se apenas às operações e prestações em que estejam envolvidas entidades assistenciais.528/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 27. 2.b) a totalidade da receita advinda da comercialização dos CDs será destinada às seguintes instituições filantrópicas: (Dec. observando-se o seguinte (Convênios ICMS 18/2003. mercadorias ou serviços. e os Municípios participantes do mencionado Programa. 71/2008.2004) CLXXXII . no respectivo documento fiscal. 26. ao montante da subvenção relativo ao Estado de Pernambuco. 83 e 89. (Dec. os mecanismos de controle e os procedimentos relativos às operações e prestações de que trata este inciso. (Dec. 148/2007.IMIP.876/91 DECRETO 14. do valor equivalente ao imposto dispensado.876/91 . 69/2009. internas ou de importação. Associação de Assistência à Criança Deficiente . de 17 de dezembro de 2002. Núcleo de Assistência à Criança com Câncer .07. observado o disposto nos §§ 82. suas cooperativas ou associações.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.a partir de 01 de julho de 2004. a parcela da subvenção da tarifa de energia elétrica. estabelecida pela Lei Federal nº 10. 25. (Dec. (Dec. 35. indicado no Despacho da ANEEL nº 520.2003) f) a partir de 1º de maio de 2010. as operações com mercadorias ou bens ou as prestações de serviço.604. 35. 119/2009.05. 27. de acordo com as condições fixadas por resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica . mensalmente.2003) d) as condições. 14 do Código Tributário Nacional . no respectivo fornecimento a consumidores residenciais de baixa renda.528/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 27. o disposto neste inciso aplica-se às saídas de mercadorias em decorrência de aquisições efetuadas pela Companhia Nacional de Abastecimento .2004) a) limitado. de 30 de junho de 2004.528/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 27. no período de 27 de maio de 2003 a 31 de dezembro de 2012. no preço dos referidos bens.ANEEL. as saídas de mercadorias. de 15. devendo este valor ser indicado no respectivo documento fiscal.07.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 35. 25. ficando a fruição do benefício condicionada (Convênios ICMS 73/2004 e 110/2010): (Dec. 35. com a indicação: "Mercadoria destinada ao Programa Fome Zero". 25. 138/2008.073/2003) 1. reconhecidas como de utilidade pública nos termos do art. 3.CTN. CLXXX .07.2003) e) a distribuição das referidas mercadorias deve envolver estabelecimento credenciado pelo mencionado Programa.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. ficando este benefício (Lei Complementar nº 062. internas e interestaduais.

com CNPJ/MF nº 05. à integral desoneração da operação de importação do Imposto sobre Produtos Industrializados .615/2010) 1. 53/2008. na execução de serviços de carga. 71/2008. nos códigos da NBM/SH 8701. 27. autorizada pela Secretaria da Receita Federal.IPI. da integração do bem ao ativo fixo do importador. promovidas pela organização não-governamental "Amigos do Bem – Instituição Nacional contra a Fome e a Miséria no Sertão Nordestino".1. isenção ou alíquota zero. as operações especificamente indicadas.90 e 8433.b) até 30 de junho de 2006.188/2005) 2.615/2010) a) à caracterização da operação ou prestação como integrantes de ações da beneficiária para melhoria da situação alimentar e nutricional de famílias em situação de pobreza nas regiões do Norte e Nordeste do País. 14 do Código Tributário Nacional – CTN. da contribuição para o PIS/PASEP. (Dec. observando-se (Convênios ICMS 77/93 e 24/2005): (Dec.371/2010) a) no período de 01 de agosto de 2005 a 31 de dezembro de 2012. respectivamente. atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo da mercadoria ou do bem com abrangência em todo o território nacional. 69/2009. (Dec. 28. (Dec. com abrangência em todo o território nacional.188/2005) Decreto nº 14. as saídas de bens e mercadorias. 28. 29. a qualquer título. 27.atualizado até 30 junho 2011 .507/2006) CLXXXIII .IPI. quando destinados a integrar o ativo imobilizado do adquirente. aparelhos e equipamentos. dos requisitos previstos no art. (Dec. na hipótese de as mencionadas operações ocorrerem com mercadoria ou bem que tenham sido importados do exterior.59. 119/2009 e 01/2010): (Dec. (Dec. da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social . do efetivo uso do bem em porto localizado neste Estado na execução dos serviços previstos neste inciso.818/2005) b) ao atendimento.188/2005) 2. bem como as prestações de serviço de transporte para distribuição das referidas mercadorias.COFINS e do Imposto de Importação. nos termos e condições estabelecidos pela Lei referida neste inciso.108. 28. em razão de suspensão. 28.188/2005) CLXXXV . 34. observadas as seguintes normas (Convênios ICMS 28/2005. o benefício se aplica às operações de importação.918/0001-72. nos termos da Lei referida neste inciso. instituído pela Lei Federal n° 11. 34. descarga e movimentação de mercadorias. empresa beneficiada pelo Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária . 138/2008. 28. ficando condicionado (Convênios ICMS 28/2005. de 21 de dezembro de 2004. 71/2008.818/2005) CLXXXIV – a partir de 01 de agosto de 2005. à comprovação de inexistência de similar produzido no país. a importação do exterior de tratores agrícolas de quatro rodas e de colheitadeiras mecânicas de algodão. 03/2006 e 40/2010): (Dec. 69/2009. 53/2008. classificados. à permanência pelo prazo mínimo de 5 (cinco) anos: (Dec.033. 28. nesse caso quando a responsabilidade pelo pagamento do imposto seja atribuída à mencionada organização. (Dec.188/2005) b) a importação deve estar amparada por isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados . 119/2009 e 01/2010): (Dec. 138/2008. REPORTO. (Dec. ficando a isenção condicionada (Convênios ICMS 129/2004. 148/2007. 28.188/2005) 2. pela beneficiária.876/91 DECRETO 14.876/91 .2.no período de 18 de abril de 2005 a 31 de dezembro de 2012. ressalvada a hipótese de transferência de propriedade.188/2005) c) a inexistência de produto similar produzido no país deve ser atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo de máquinas.188/2005) a) os produtos importados deverão ser integrados ao ativo imobilizado do estabelecimento importador e destinados ao uso exclusivo na respectiva atividade agrícola. 148/2007. para utilização exclusiva em portos. 35. recebidos em doação. realizadas com os bens relacionados no Anexo 50. 28. (Dec. (Dec. sem similar produzido no país.

71/2008. tratamento ou disposição final ambientalmente adequada. que deverá ser efetuada mediante apresentação. 35. quando o remetente não for contribuinte obrigado à emissão de documento fiscal.371/2010) CLXXXVI – a partir de 25 de abril de 2005. auferida com as mencionadas saídas. observando-se (Convênio ICMS 27/2005): (Dec. conforme a seguir relacionadas. cádmio. após seu esgotamento energético.186/2005) 1.4190 da NCM. à comprovação de inexistência de similar produzido no país. para os guindastes autopropelidos sobre pneumáticos.a. 119/2009 e 01/2010): (Dec. transporte e armazenagem de contêineres de 20. (Dec. por qualquer motivo. consignando no campo "INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES": "Produtos usados isentos do ICMS coletados de consumidores finais – Convênio ICMS 27/2005". da suspensão do IPI em isenção. com lança telescópica.(Dec. devendo os referidos estabelecimentos comprovarem..876/91 .atualizado até 30 junho 2011 . 75/2006. acionados por motor a diesel. . isenção ou alíquota zero. a remessa dos produtos coletados aos respectivos fabricantes ou importadores ou a terceiros repassadores. consignando no campo "INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES": "Produtos usados isentos do ICMS nos termos do Convênio ICMS 27/2005". a doação do total da receita líquida. 60/2009 e 106/2010): (Dec. às entidades respectivamente indicadas: (Dec. (Dec. com abrangência em todo território nacional. expedida pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento. (Dec. em relação às operações beneficiadas com a isenção prevista neste inciso. em razão da suspensão.186/2005) CLXXXVII – as saídas do sanduíche “Big Mac” promovidas por estabelecimentos integrantes da Rede McDonald’s que participarem do evento “Mc Dia Feliz”. (Dec. junto à Secretaria da Fazenda. nos termos das normas específicas em vigor. a entrada. 28. 28.188/2005) c) no período de 18 de abril de 2006 a 31 de dezembro de 2012. 69/2008. 28. o benefício se aplica às saídas internas. 28. (Dec. 28. não será exigida a comprovação de inexistência de similar nacional.3. classificados no item 8426.. 34.188/2005) 4. no estabelecimento. à integral desoneração da operação dos impostos federais.209/2008) Decreto nº 14.32. 28. e 40. de 30 de novembro de 2008. que contenham em sua composição chumbo. 85/2007.313/2006) e) a partir de 23 de abril de 2010. (Dec. (Dec. 28. 53/2008. 138/2008.186/2005) b) o contribuinte deverá emitir diariamente Nota Fiscal para documentar: (Dec.458/2010) a) as saídas discriminadas neste inciso serão efetuadas nas datas do aludido evento. 35. 148/2007. 69/2009. observadas as seguintes condições para a fruição do benefício (Convênios ICMS 84/2005. 29. as saídas de pilhas e baterias usadas. (Dec. à integração do bem ao ativo imobilizado da empresa adquirente e seu efetivo uso na execução dos serviços referidos neste inciso.313/2006) 2. Industrial e Comércio Exterior.615/2010) 1.reach stacker. próprios para elevação. a que o desembaraço aduaneiro seja efetuado diretamente pelo importador. 33.876/91 DECRETO 14. (Dec. mercúrio e seus compostos e que tenham como objetivo sua reutilização. à Gerência Geral de Planejamento e Controle da Ação Fiscal – GPC. reciclagem.188/2005) b) a inobservância das condições previstas na alínea "a" acarretará a obrigação do recolhimento do imposto acrescido de multa de mora e de juros moratórios.186/2005) 2. de laudo emitido por órgão federal especializado ou por entidade representativa do setor produtivo.313/2006) d) a inobservância do disposto na alínea "c". inclusive a não-conversão. ficando condicionado (Convênios ICMS 03/2006. 4. acarretará a obrigação do recolhimento do imposto acrescido de multa de mora e de juros moratórios. dos produtos mencionados neste inciso. 29.186/2005) a) fica dispensado o estorno de crédito previsto no art. no período de vigência do § 2º do artigo 35 da Portaria SECEX nº 25. 28. de que trata a alínea . 29. nos termos e condições estabelecidas na da Lei referida neste inciso.

via INTERNET. por estabelecimento fornecedor.593/2006) 2. conforme identificado no item 1. 29 de agosto de 2009 (Convênio ICMS 60/2009): (Dec.1.33.593/2006) CLXXXVIII – a partir de 22 de julho de 2005. (Dec.458/2010) 6. as farmácias integrantes do referido Programa que comercializarem exclusivamente os produtos de que trata este inciso (Convênio ICMS 81/2008): (Dec. instituído pela Lei Federal nº 10. devendo ser atendidas as seguintes condições para a fruição do benefício (Convênios ICMS 56/2005 e 81/2008): (Dec.33. correspondente ao custo de produção ou aquisição. a quantidade e o valor total das mencionadas saídas. NACC.858.226/2009) 1. consumidor final. conforme identificado no item 1 (Convênio ICMS 75/2006). 25 de agosto de 2007: NACC.33.11. de 13 de abril de 2004. conforme identificado no item 1 (Convênio ICMS 69/2008). (Dec.226/2009) 1.2005) c) a FIOCRUZ deve disponibilizar.876/91 .33.33. arquivar. a relação de farmácias que façam parte do Programa referido na alínea "a".atualizado até 30 junho 2011 .1. 33.554.458/2010) b) os referidos estabelecimentos deverão informar. 6.NACC . nos termos do Decreto Federal nº 3. 28.876/91 DECRETO 14.793/2009) 5. no referido arquivo digital.4. conforme identificado no subitem 5.3.226/2009) 1. de fraldas geriátricas.458/2010) 6. (Dec.793/2009) 5.723/2007) 4.061.209/2008) 5. (Dec. a partir de 25 de julho de 2008.2005) b) a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações previstas neste inciso deve estar desonerada das contribuições do PIS/PASEP e COFINS.11. ICIA. conforme identificado no item 1. promovida pela Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ com destino às farmácias que façam parte do "Programa Farmácia Popular do Brasil". nos termos da legislação específica. 30 de agosto de 2008: NACC.793/2009) (Dec. (Dec.803.335/2005 – ERRATA DOE 02.2005) d) a partir de 25 de julho de 2008. apresentar anualmente a Guia de Informação e Apuração do ICMS – GIA-ICMS. (Dec.2. pelo prazo decadencial previsto na legislação. 33. (Dec. 30. os documentos fiscais de entradas.1.2.33. 27 de agosto de 2005: Núcleo de Apoio à Criança com Câncer . e alterações.226/2009) a) a entrega do produto ao consumidor deve ocorrer pelo valor de ressarcimento à FIOCRUZ. 33.426/0001-40 (Convênio ICMS 84/2005). bem como. 26 de agosto de 2006: NACC. 28. referência a este dispositivo e ao Convênio ICMS correspondente à hipótese. a saída de produtos farmacêuticos.335/2005 – ERRATA DOE 02. e de saídas. deverão: (Dec. ser inscritas no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco – CACEPE. (Dec.CNPJ: 10. (Dec. (Dec.226/2009) 1. 35.32.11. no arquivo digital relativo ao Sistema de Escrituração Fiscal – SEF.1.33. (Dec. 28 de agosto de 2010 (Convênio ICMS 106/2010): (Dec.593/2006) 3. bem como o montante do respectivo crédito do ICMS a ser estornado. Instituto do Câncer Infantil do Agreste – ICIA – CNPJ nº 06.422/0001-53. 29. NACC. fazendo constar.335/2005 – ERRATA DOE 02. em ordem cronológica.226/2009) Decreto nº 14. de 24 de abril de 2001. (Dec. distribuição e dispensação. (Dec. (Dec. conforme identificado no item 1 (Convênio ICMS 85/2007).2.226/2009) 1. e saída interna promovida pelas mencionadas farmácias. 29. 35.2. ser usuárias do Equipamento Emissor de Cupom Fiscal – ECF. quando os referidos produtos forem destinados a pessoa física. (Dec. 28. 29. 35.

(Dec. promovida pela Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil . 69/2009.876/91 DECRETO 14. quando solicitado. 45/2007. efetuadas por empresa concessionária de serviço de transporte ferroviário de cargas. 29. a saída interna subsequente. com abrangência em todo o território nacional. modelo 6. à comprovação do efetivo emprego dos bens na manutenção do Gasoduto BrasilBolívia. 34.313/2006) 1. aparelhos e equipamentos.226/2009) 2. 47. 138/2008. para apresentação à Secretaria da Fazenda. 138/2008.593/2006) c) a importação deve estar amparada por isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação e.828/2006) CXCII . destinadas ao Programa de Fortalecimento e Modernização das Áreas a seguir indicadas. (Dec. (Dec.2. no período de 01 de setembro de 2006 a 08 de maio de 2007.5. na transferência contemplada com o benefício previsto neste inciso. a saída interestadual subsequente. de 07. 29.593/2006) b) a comprovação da inexistência de produto similar produzido no país deve ser efetuada por meio de laudo emitido por entidade representativa do setor produtivo de máquinas.TBG.33. 29.10. as saídas internas de gás natural termoelétrico a ser utilizado por usina termoelétrica para geração de energia elétrica (Lei nº 12. nos termos do art. 64/2007. as operações com mercadorias e as prestações de serviços de transporte a elas relativas. 119/2009 e 01/2010): (Dec.1.04. (Dec. no período de 01 de setembro de 2008 a 31 de dezembro de 2012.556.no período de 01 de setembro de 2006 a 31 de dezembro de 2012.313/2006) 2. observando-se (Convênios ICMS 09/2006.877/2006) b) a partir de 09 de janeiro de 2006. 35. 148/2007.28. e o livro Registro de Entrada.10. do cumprimento das demais obrigações acessórias.atualizado até 30 junho 2011 .313/2006) CXCIII . contratadas no âmbito das normas estabelecidas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID (Convênios ICMS 79/2005. XLVII. a transferência dos bens constantes do Anexo 54.33. ficando a fruição do benefício condicionada à desoneração dos impostos e contribuições federais (Convênio ICMS 80/2005). ou por órgão federal especializado. classificados. (Dec.00 e 7302.876/91 .615/2010) a) os produtos beneficiados com a isenção devem ser utilizados na prestação de serviço de transporte ferroviário de cargas. quando destinados à manutenção do Gasoduto Brasil-Bolívia. da entrega do Sistema de Escrituração Fiscal . 132/2005 e 97/2010): (Dec. planejamento e controle externo do Estado. sem similar produzido no País.629/2010) a) o benefício previsto neste inciso fica condicionado: (Dec. as saídas de selos destinados ao controle fiscal federal. 29. modelo 1 ou 1-A. (Dec.1.335/2005) CXCI – a partir de 01 de janeiro de 2004. no período de 09 de maio de 2007 a 31 de dezembro de 2012. observandose (Convênios ICMS 32/2006. área fiscal. das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Decreto nº 14. e.226/2009) 2.611/2010) a) áreas de gestão. e de trilho para estrada de ferro. (Dec.SEF.877/2006) CXC – a partir de 22 de julho de 2005.000 (três mil) HP.33.313/2006) (Dec.no período de 18 de abril de 2006 a 31 de dezembro de 2012. (Dec.2004). no território nacional. 71/2008.10. (Dec. a importação. (Dec.33. promovidas pela Casa da Moeda do Brasil. (Dec. respectivamente. ficam dispensadas: (Dec. 28. 119/2009 e 01/2010): (Dec. b) não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente.28. 29. 28. a outros controles específicos previstos pela legislação tributária deste Estado. de locomotiva do tipo dieselelétrico. 29. nos códigos da NBM/SH 8602. com potência máxima superior a 3. 69/2009 . 34.226/2009) CLXXXIX – no período de 22 de julho de 2005 a 31 de dezembro de 2012. escriturar o livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência.226/2009) 2. 53/2008.

será observado disciplinamento específico a ser previsto na legislação tributária estadual. 32. sem destaque do imposto. bem como nas situações em que o depositante receber valores de seguro sobre os bens depositados.WA.641/2006) c) o endossatário do CDA que requerer a entrega do produto: (Dec. (Dec. a operação de circulação de mercadoria caracterizada pela emissão e negociação do Certificado de Depósito Agropecuário . 34. para o cálculo do imposto. 34. instituídos pela Lei Federal nº 11.615/2010) CXCV . para circular junto com a mercadoria. 69/2009.076. (Dec. recolherá o ICMS em favor da Unidade da Federação onde estiver localizado o depositário. (Dec. além do CDA. 119/2009 e 01/2010): (Dec. (Dec.1. o DAE original. para o endossatário do CDA.641/2006) b) fica dispensada a emissão de Nota Fiscal.039/2008) (Dec. entregará ao depositário. devendo o referido depositário: (Dec. 48/2008.641/2006) 1.no período de 01 de setembro de 2006 a 31 de dezembro de 2012. observando-se (Convênios ICMS 30/2006.641/2006) 3. na sua falta.CDA e do Warrant Agropecuário . (Dec. nos mercados de bolsa e de balcão. 53/2008.atualizado até 30 junho 2011 . 29.860/2007) CXCIV . deverá constar no campo Informações Complementares a observação: "ICMS recolhido nos termos do Convênio ICMS 30/2006". para o depositante original. observando-se: (Dec.876/91 DECRETO 14. 1. (Dec. 29. 30. de 30 de dezembro de 2004. 69/2009. 1. 104/2006. de terceiros e de associados. 29. nos casos de compensação financeira por diferenças de qualidade e quantidade pagas pelo depositário ao depositante.1.039/2008) 1.DAE que comprove o recolhimento do ICMS devido. 32. (Dec. juntamente com o WA ou com o documento comprobatório do depósito consignado. 29.641/2006) 1.1. de acordo com a localização do estabelecimento destinatário. 148/2007.039/2008) 1. desde que o remetente e o destinatário da mercadoria sejam contribuintes estabelecidos neste Estado e regularmente inscritos no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco . único documento hábil para o aproveitamento do crédito correspondente.039/2008) Decreto nº 14. 30. 29.Servidor Público .PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS (Convênio ICMS 45/2007). (Dec.CACEPE (Convênios ICMS 35/2006.876/91 . a prestação interna de serviço de transporte ferroviário de cargas. emitir Nota Fiscal modelos 1 ou 1-A : (Dec.641/2006) 1. 29. como ativos financeiros. 29. a base de cálculo será o preço corrente da mercadoria ou de seu similar no mercado atacadista do local do armazém geral ou. observando-se: 32. anexará à Nota Fiscal referida na alínea "d". 32. com destaque do ICMS. será aplicada a alíquota correspondente à operação interna ou interestadual.641/2006) 2. (Dec.1. 29. (Dec.629/2010) a) o benefício não se aplica à operação relativa à transferência de propriedade da mercadoria ao credor do CDA. (Dec. 32.1.039/2008) 1.641/2006) d) considera-se depositário a pessoa jurídica apta a exercer as atividades de guarda e conservação dos produtos de terceiros e. quando houver a retirada da referida mercadoria do estabelecimento depositário. no caso de cooperativa. 119/2009 e 01/2010).2. no mercado atacadista regional. desde que a respectiva saída interestadual tenha sido alcançada por benefício idêntico àquele previsto neste inciso (Convênio ICMS 45/2007). a partir de 16 de maio de 2008. observando-se: (Dec.860/2007) d) não será exigido do adquirente localizado em Pernambuco o recolhimento do ICMS relativo à diferença de alíquota na aquisição feita em outra Unidade da Federação. 138/2008. uma via do Documento de Arrecadação Estadual .641/2006) 1.2. 71/2008. a partir de 16 de maio de 2008.2.no período de 31 de julho de 2006 a 31 de dezembro de 2012. 29.

destinados a pesquisas que envolvam seres humanos.PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social . 2.2.860/2007) Decreto nº 14. (Dec. 35. partes e peças necessários à instalação do Sistema de Controle de Produção de Bebidas . 30. 78/2009. conforme o caso. 36. pelo depositante. para apresentação ao Fisco.371/2010) a) o benefício fica condicionado a que os produtos sejam desonerados das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . 62/2008. 49/2010.3. COFINS.876/91 . bem como de aparelhos para o controle. 32.1.371/2010) CXCVII – a partir de 01 de fevereiro de 2007. 30.641/2006) 3. kits laboratoriais e equipamentos.2. (Dec. observando-se o seguinte (Convênios ICMS 09/2007.a partir de 31 de julho de 2006. a Nota Fiscal emitida nos termos deste subitem.2. passando a ser solidariamente responsável pelo pagamento do ICMS devido quando agir de forma diversa. o valor da operação deverá ser o mesmo adotado como base de cálculo nos termos do subitem 1. que atendam às especificações fixadas pela Secretaria da Receita Federal. 30. quando promovida por oficina autorizada ou credenciada e destinada a fabricante de mercadoria diversa de veículo (Convênio ICMS 27/2007). (Dec. classificado no código da NBM/SH 3004. interestaduais e de importação com os medicamentos e reagentes químicos. (Dec. registro e gravação dos quantitativos medidos.039/2008) 2.745/2007) CC – no período de 1º de setembro de 2007 a 31 de dezembro de 2012. quando solicitado.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. 29.641/2006) CXCVI . 29. observando-se que (Convênios ICMS 69/2006 e 38/2010): (Dec.(Dec. o benefício aplica-se também às saídas de equipamentos.1. a via do DAE entregue pelo endossatário do CDA.2. (Dec. 35.876/91 DECRETO 14. as operações internas. quando promovida por estabelecimento concessionário ou por oficina autorizada e destinada a fabricante de veículo (Convênios ICMS 129/2006 e 28/2007). 30. devidamente registrada ou arquivada.039/2008) 1. as saídas de medidores de vazão e condutivímetros. as operações internas com farinha de mandioca (Convênio ICMS 162/2006). quando adquiridos por estabelecimentos industriais fabricantes dos produtos classificados nas posições 2202 e 2203 da Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados TIPI. 27/2009.de 12 de agosto de 2008.20. 35. SICOBE. (Dec. (Dec. 32. 32. bem como suas partes e peças. inclusive em programas de acesso expandido.745/2007) b) a partir de 01 de maio de 2007.1. 30. somente fazer a entrega do produto requerido mediante cumprimento do disposto na alínea "c". quando adquiridos pelos estabelecimentos industriais envasadores de bebidas para atendimento ao disposto no artigo 6º da Instrução Normativa RFB nº 869. (Dec. deverá constar no campo Informações Complementares a observação: "Nota Fiscal emitida para efeito de baixa do estoque do depositante". a remessa da peça defeituosa. relacionados no Anexo Único do Convênio ICMS 09/2007 e alterações. a importação do exterior do medicamento anfotericina lipossomal (ambisome).542.2. anexar à via fixa da Nota Fiscal.108/2006) CXCVIII – a partir de 08 de janeiro de 2007.745/2007) a) a partir de 08 de janeiro de 2007.99 (Convênio ICMS 161/2006). 149/2010 e 180/2010): (Dec. que atendam às especificações fixadas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. nos termos ali indicados. comprova a baixa do estoque da mercadoria.272/2007) CXCIX – na hipótese de substituição de peça em virtude de garantia.039/2008) 1. objetivando o desenvolvimento de novos medicamentos. de 26 de dezembro de 2002. desde que ocorra no prazo de até 30 (trinta) dias contados do vencimento da garantia constante do respectivo certificado: (Dec.371/2010) b) a partir de 1º de maio de 2010. (Dec. aprovada pelo Decreto Federal nº 4. 30.312/2011) a) a isenção prevista neste inciso fica condicionada a que: (Dec.

LI. 30. 30. 119/2009 e 01/2010): (Dec. para detecção simultânea qualitativa e semiquantitativa de anticorpos IgG e IgM antitrypanosoma cruzi em soro ou plasma humano.629/2010) a) a isenção prevista neste inciso fica condicionada: (Dec. 119/2009 e 01/2010): (Dec.ANVISA/MS ou. L.29. 138/2008.860/2007) 2.629/2010) a) a operação deve estar amparada por isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação. (Dec. instituído pela Resolução FNDE/CD nº 003. LII. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 34.860/2007) b) na hipótese de importação de equipamentos. nos termos do art. 47.33.PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social . (Dec. (Dec.860/2007) 2.1. utilizando uma mistura de antígenos recombinantes e antígenos lisados purificados. 30. (Dec. (Dec. alíquota zero ou não seja tributada pelo Imposto de Importação e pelo Imposto sobre Produtos Industrializados IPI. de 28 de março de 2007. a respectiva importação seja contemplada com isenção. no preço.876/91 .COFINS. (Dec. do valor do desconto. 30. na Nota Fiscal. classificado no código da NBM/SH 3002. quando destinado a órgão ou entidade da administração pública direta.860/2007) b) a aquisição dos mencionados produtos deverá ser efetuada por meio de Pregão de Registro de Preços realizado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE. observando-se (Convênios ICMS 53/2007.860/2007) CCII – no período de 06 de junho de 2007 a 31 de dezembro de 2012. tenham sido aprovados pelo Comitê de Ética em Pesquisa . 47.860/2007) d) a partir de 25 de julho de 2008. (Dec. 69/2009. no âmbito do Programa Caminho da Escola. nos termos do art. 30. 30.860/2007) Decreto nº 14. microônibus e embarcações. nos termos do art. quando adquiridos pelo Estado ou pelos Municípios.860/2007) 1. os produtos sejam desonerados das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . 30. à indicação. 34.10.COFINS.860/2007) c) não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente. (Dec. a pesquisa e o programa sejam registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária .860/2007) 3. do valor equivalente ao imposto dispensado. aparelhos e equipamentos com abrangência em todo o território nacional ou por órgão federal especializado.876/91 DECRETO 14.860/2007) c) não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente. se estes estiverem dispensados de registro na mencionada Agência. do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI e das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social . do Ministério da Educação – MEC. o benefício somente se aplica se não houver similar produzido no País. suas autarquias e fundações. observando-se o seguinte (Convênios ICMS 23/2007. suas partes e peças. observando-se que a comprovação da não-similaridade deverá ser feita mediante apresentação de laudo emitido por entidade representativa do setor produtivo de máquinas. as operações com ônibus.860/2007) b) não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente. ao desconto. 30. 47. 30. (Dec. (Dec. destinados ao transporte escolar. 30. (Dec. na hipótese de as mencionadas mercadorias constarem da lista da Tarifa Externa Comum – TEC.226/2009) CCI – no período de 23 de abril de 2007 a 31 de dezembro de 2012.CEP da instituição que for realizar a pesquisa ou o programa. a isenção somente se aplica se a importação for contemplada com isenção ou alíquota zero ou não for tributada pelos Impostos de Importação ou sobre Produtos Industrializados (Convênio ICMS 62/2008). a saída de reagente para diagnóstico da doença de Chagas pela técnica de enzimaimunoesai (ELISA) em microplacas. 30. 30.

(Dec. e com kit completo para a respectiva montagem. autoridades brasileiras e estrangeiras. (Dec. efetuadas por órgão ou entidade da Administração Pública. 30. do Programa Um Computador por Aluno – PROUCA e do Regime Especial para Aquisição de Computadores para Uso Educacional – RECOMPE. 31.12. com a observância das normas contidas no Convênio ICMS 57/2000. peças e acessórios constantes do Anexo Único do Convênio ICMS 10/2007.860/2007) a) a operação deve estar amparada por isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação e das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público .30. nos meses de julho e agosto de 2007.312/2011) Decreto nº 14. direta ou indireta. 01/2010 e 52/210): (Dec.231/2008) CCVII .249. (Dec. 119/2009.d) o valor equivalente à desoneração dos tributos previstos na alínea "a" deverá ser deduzido do preço dos respectivos produtos.no período de 04 de janeiro de 2008 a 31 de dezembro de 2012. aparelhos e equipamentos.COFINS.860/2007) CCIII – a partir de 06 de junho de 2007.30. equipamentos. 30. 68/2007. do Poder Executivo Estadual. observando-se (Convênio ICMS 56/2007): (Dec. (Dec. suas respectivas partes. aparelhos. 31. 31. destinados a desenvolver ações nos diversos ambientes físicos onde se realizarão os eventos esportivos e por onde circularão as delegações. de 11 de junho de 2010. observando-se (Convênios ICMS 147/2007. a importação de máquinas.860/2007) b) o benefício somente se aplica às aquisições realizadas com o objetivo de viabilizar as ações de segurança dos mencionados Jogos. com abrangência em todo o território nacional.860/2007) CCIV .876/91 . observando-se o disposto no § 84 e ainda (Convênio ICMS 57/2000): (Dec.394. (Dec. 8471. a importação de equipamentos realizadas pelo Ministério da Justiça para a Secretaria Nacional de Segurança Pública. de 09 de abril de 1997. sem similar produzido no País. com CNPJ/MF nº 00. e. (Dec. 35. equipamentos. objetivando a segurança. (Dec.90. efetuada por empresa concessionária da prestação de serviços públicos de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita. a prevenção e a repressão à violência. em seu Projeto Especial “Um Computador por Aluno – UCA”. instituído pela Portaria nº 522. 31. observando-se (Convênios ICMS 10/2007.876/91 DECRETO 14. instituídos pela Lei Federal nº 12.641/2008) b) ficam convalidadas as operações realizadas com a isenção prevista neste inciso.641/2008) CCVI – a partir de 01 de setembro de 2008.PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social .19 e 8471. do Ministério da Educação. 119/2009. Orçamento e Administração da Secretaria Executiva do Ministério da Justiça. 32. instrumentos. 01/2010 e 172/2010): (Dec.COFINS.494/0013-70. no período de 25 de outubro de 2000 a 31 de março de 2008.30. para utilização no âmbito dos XV Jogos Pan-americanos e dos III Jogos Parapan-americanos.099/2007) b) a comprovação da inexistência de produto similar produzido no País deve ser atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo de máquinas. 36. que serão realizados na cidade do Rio de Janeiro – RJ. classificados nos códigos NBM/SH 8471. mediante indicação expressa no documento fiscal relativo à operação. (Dec. a partir de 1º de março de 2011. 31. 30.099/2007) CCV . 30. as aquisições por adjudicação de mercadorias que tenham sido oferecidas à penhora. a saída de óleo comestível usado destinado à utilização como insumo industrial (Convênio ICMS 144/2007).a partir de 01 de abril de 2008. adquiridos no âmbito do Programa Nacional de Informática na Educação – ProInfo.no período de 23 de abril de 2007 a 31 de dezembro de 2012. as operações com computadores portáteis educacionais.atualizado até 30 junho 2011 .641/2008) a) não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às operações decorrentes das referidas aquisições.167/2010) a) a operação deve estar desonerada do Imposto de Importação e das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social . por meio da Coordenação-Geral de Logística da Subsecretaria de Planejamento.

a prestação de serviço de comunicação referente ao acesso à INTERNET e à conectividade em banda larga. no âmbito do Tratado Binacional Brasil-Ucrânia. (Dec. abrangendo. as operações com mercadorias e bens destinados a construção.(Dec. (Dec. instituído pelo Governo Federal. adquiridos com isenção. observando-se o seguinte: (Dec. 32.932/2009) 1. 33.497/0001-43.ACS.932/2009) CCX – a partir de 25 de julho de 2008. 32. com isenção ou tributação com alíquota zero pelo Imposto de Importação ou IPI. material de uso e consumo e ativo fixo. observando-se: (Dec.931/2009) 1. outras condições ou controles previstos em portaria da Secretaria de Fazenda. também. 32. LIV. relativamente ao crédito fiscal. inclusive energia elétrica. (Dec. com mercadorias. o disposto no inciso LV do art. deve ser comprovado o efetivo emprego das mercadorias e bens. (Dec. 32.932/2009) (Dec. (Dec. nas obras mencionadas no "caput". saídas de mercadorias ou bens.atualizado até 30 junho 2011 .255/2008) c) o valor equivalente à desoneração dos tributos previstos na alínea "a". (Dec. com os acréscimos legais cabíveis. inclusive de importação. com desoneração das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) e para a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS). realizadas ou destinadas à Alcântara Cyclone Space . 32. o imposto será devido integralmente. as operações devem ser.413/2008) CCIX – no período de 01 de fevereiro de 2009 até 31 de julho de 2014. ampliação. 32.1. deverá ser deduzido do preço dos respectivos produtos.1.255/2008) b) não se exigirá o estorno do crédito fiscal. do Imposto de Importação. (Dec. 33. 32. a infraestrutura necessária ao seu funcionamento. c) na hipótese de revenda de bem adquirido com o benefício previsto neste inciso. mediante indicação expressa no documento fiscal relativo à operação.255/2008) 1. na hipótese da importação do "kit" referido no "caput". inscrita no CNPJ sob o n° 07. à operação que esteja contemplada com a desoneração: (Dec.932/2009) 3. reforma ou modernização de estádios a serem utilizados na Copa do Mundo de Futebol de 2014.932/2009) 1. (Dec.2.(Dec.932/2009) b) para efeito de fruição do benefício. 32. 33.932/2009) 2.931/2009) a) o disposto neste inciso aplica-se às seguintes operações ou prestações: (Dec.876/91 .931/2009) Decreto nº 14.255/2008) CCVIII – a partir de 01 de outubro de 2008. cumulativamente. (Dec. 32. à aquisição realizada por meio de pregão de registro de preços ou de outros processos licitatórios realizados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE. 32. 32.932/2009) a) na hipótese de importação do exterior. 32. 47. nos termos do art. das contribuições para o Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS. devendo a não-similaridade ser atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo com abrangência em todo o território nacional. bens ou serviços destinados a desenvolver ações necessárias ao aparelhamento da sede e à construção do Centro de Lançamento de Alcântara e do Sítio de Lançamento Espacial do Cyclone-4. a isenção somente se aplica a produto importado sem similar produzido no país. destinadas à ACS. 32.255/2008) 2.a) o benefício previsto neste inciso somente se aplica: (Dec.752. no âmbito do Programa Governo Eletrônico de Serviço de Atendimento do Cidadão – GESAC. 1.932/2009) 1. as operações e prestações.255/2008) 1. 32. 32. 47 (Convênio ICMS 141/2007). (Dec. 32.876/91 DECRETO 14.2.255/2008) 1. 32. contempladas: (Dec. observando-se. o seguinte: (Dec.

alíquota zero ou não sejam tributadas pelos impostos de competência da União. quando realizadas com o objetivo de: (Dec. o valor correspondente ao imposto não recolhido. (Dec.931/2009) 4.876/91 . 33. observando-se: (Dec. às operações e prestações que.931/2009) (Dec. o disposto no art. aparelhar a sede da ACS em Brasília-DF.1. equipamentos. 33.construir as edificações ou as obras necessárias à ACS.931/2009) 6. 14. 33. dos impostos federais.450/2009) 2.931/2009) CCXI . suas respectivas partes. 33.450/2009) a) o benefício previsto neste inciso. (Dec.no período de 01 de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2014. 34. 33. inclusive asimportações do exterior. LXXV (Dec. 33. 47. 2. instrumentos. cumulativamente.931/2009) b) nas saídas de mercadorias.931/2009) 3. estejam desoneradas do Imposto de Importação ou do Imposto sobre Produtos Industrializados e das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor PúblicoPIS/PASEP e para a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social-COFINS. peças e acessórios à sede da ACS.931/2009) c) não se exigirá o estorno do crédito fiscal. promovidas pela Fédération Internacionale de Football Association . (Dec. (Dec.3.931/2009) 1. na hipótese de haver cobrança proporcional. veículos. em Brasília-DF. matérias-primas.2. nos termos do art. (Dec. às importações do exterior. 33. 34.450/2009) 2. (Dec. visando ao cumprimento do Tratado de que trata o subitem 6. LVII. (Dec. em Alcântara-MA. pela União.931/2009) 6.450/2009) Decreto nº 14. realizadas indiretamente. 34. 33. 33. 33. aparelhos. somente se aplica: (Dec. (Dec. o contribuinte deverá indicar na respectiva Nota Fiscal: (Dec. 33. mediante contrato específico de empreitada. observar-se-á. (Dec. as operações e prestações. desde que vinculadas à realização da Copa das Confederações da FIFA de 2013 e da Copa do Mundoda FIFA de 2014. prestações de serviços de comunicação contratadas pela ACS. (Dec. componentes. entradas decorrentes de importação do exterior de mercadorias ou bens destinados à ACS. firmado entre a República Federativa do Brasil e a Ucrânia.450/2009) 1.1. inclusive material de uso e consumo e ativo fixo.2. quando efetuadas sob amparo do Regime Especial Aduaneiro de Admissão Temporária previsto na legislação federal específica. 34. bens ou serviços destinados à ACS.1. em 21 de outubro de 2003. 33. aquisições destinadas às edificações ou às obras previstas no Tratado Binacional. 34. (Dec. prestações de serviço de transporte das mercadorias ou bens beneficiados com a isenção de que trata este inciso.876/91 DECRETO 14.931/2009) 6.atualizado até 30 junho 2011 . máquinas. 34.931/2009) 6. 33. destinados à ACS.931/2009) 5.2. viabilizar as ações contidas no Tratado de Cooperação de Longo Prazo na Utilização do Veículo de Lançamentos Cyclone-4.FIFA ou a ela destinadas. bens ou serviços. relativamente à base de cálculo do ICMS. no Centro de Lançamento de Alcântara. que destinem insumos. que deverá ser deduzido do preço das respectivas mercadorias. observando-se: (Dec.450/2009) 2.931/2009) d) o benefício previsto neste inciso fica condicionado a que as operações e prestações estejam contempladas com isenção. à construção do Centro de Lançamento de Alcântara e ao Sítio de Lançamento Espacial do Cyclone-4. que a operação é isenta do ICMS nos termos do Convênio ICMS 84/2008. (Dec. o inadimplemento das condições do Regime Especial aqui mencionado tornará exigível o ICMS com os acréscimos legais estabelecidos na legislação tributária.

aparelhos. reconhecia como sem fins lucrativos.545/2010) 2. no que se refere à comprovação do adimplemento. as operações antecedentes à saída.545/2010) b) o disposto neste inciso aplica-se também: (Dec. produtos ou equipamento técnicos destinados ao uso nos centros de treinamento. inclusive aquela destinada à exportação ficta. LVIII.478. observando-se o disposto no § 86 e o seguinte: (Dec. 34. para: (Dec. 34.545/2010) a) a saída isenta dos bens e mercadorias previstos neste inciso. reconhecidas como tais pelas autoridades brasileiras. (Dec. entidade desportiva ou outra pessoa jurídica. c) não se exigirá o estorno do crédito fiscal nos termos do art. para a prestação de serviços destinados à execução das atividades objeto da concessão ou autorização. 34. 34.545/2010) c) para os efeitos da alínea "a". de 6 de agosto de 1997. bem como de suas unidades modulares a serem processadas. 34. (Dec. (Dec. XXXIII.876/91 DECRETO 14. 34.b) os bens. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. destinada a pessoa sediada no exterior. constantes do Anexo 65. (Dec. às operações realizadas sob o amparo do Regime Aduaneiro Especial de Drawback. ou de outra forma relacionados às competições. 34. observado o disposto no § 86. quando utilizados como insumos na construção.545/2010) 2. 34. detentora de concessão ou autorização para exercer. aos cascos e módulos. reparo e montagem de sistemas flutuantes e de plataformas de produção ou perfuração. (Dec.545/2010) 1.450/2009) 3. industrializadas ou montadas em unidades industriais. bem como das máquinas e equipamentos sobressalentes. órgãos e entidades da Administração Pública direta e indireta.545/2010) CCXIV – no período de 01 de fevereiro de 2010 a 31 de dezembro de 2020.450/2009) 2. os bens deverão ser de propriedade de pessoa sediada no exterior e importados.450/2009) (Dec.no período de 01 de fevereiro de 2010 a 31 de dezembro de 2020. quando esta não for sediada no País. bem assim a subcontratada. pela concessionária ou autorizada. utilizados como insumos na construção e montagem de sistemas flutuantes e de plataformas de produção ou perfuração. importadora autorizada pela contratada. para aplicação nas instalações de exploração de petróleo e gás natural. (Dec. (Dec. nos termos da legislação federal específica. 34. 34. (Dec. dentro ou fora do Estado onde se localiza o fabricante. 34.450/2009) CCXII – no período de 01 de fevereiro de 2010 a 31 de dezembro de 2020. inclusive quando importados sob amparo de Regime Especial Aduaneiro de Admissão Temporária. máquinas.450/2009) 1. instituições filantrópicas. sem cobertura cambial.545/2010) 1. 34. nos termos das normas federais específicas que regulamentam o Regime Aduaneiro Especial de Exportação e de Importação de Bens Destinados às Atividades de Pesquisa e de Lavra das Jazidas de Petróleo e de Gás Natural . contratada.REPETRO. 34.atualizado até 30 junho 2011 . acessórios. para utilização nas atividades de exploração e produção de petróleo e de gás natural. (Dec. 34.545/2010) 3. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. peças e mercadorias. as atividades de que trata o art. 34. na forma do item 2. as operações de importação de bens ou mercadorias constantes do Anexo 65. as operações de importação de bens ou mercadorias. 1º da Lei Federal nº 9. (Dec. 24. sob o amparo do Regime Aduaneiro Especial de Admissão Temporária. das Decreto nº 14.876/91 . no País. realizadas sob o amparo do Regime Aduaneiro Especial de Admissão Temporária. (Dec. na modalidade suspensão do pagamento. 47. cujo objeto social seja relacionado à prática de esportes e desenvolvimento social. 34. por pessoa jurídica: (Dec. dos bens e mercadorias fabricados no País que venham a ser subsequentemente importados com os benefícios previstos no inciso CCXII e no art. poderão ser doados. sem incidência do ICMS.545/2010) CCXIII .545/2010) 3. não dará direito à manutenção de créditos do ICMS referentes às operações que a antecederem. aos equipamentos.

35. consignando no campo “INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES” a expressão: “Produtos usados isentos do ICMS. documento fiscal para documentar: (Dec. recauchutagem ou processo similar. nas prestações de serviço de comunicação referentes ao acesso à INTERNET por conectividade em banda larga prestadas no âmbito do Programa Internet Popular.II ou do Imposto de Produtos Industrializados .atualizado até 30 junho 2011 .394. observando-se o disposto no § 86 e o seguinte: (Dec. observado o disposto no art. 47. as saídas internas de água mineral acondicionada em garrafões descartáveis de 5 (cinco). (Dec. desde que estejam cumulativamente desoneradas (Convênio ICMS 43/2010): (Dec.00 (trinta reais).310/2010) CCXVIII . CNPJ nº 00.310/2010) b) o contribuinte do ICMS deve emitir. 35.310/2010) (Dec.no período de 23 de junho a 30 de setembro de 2010. 34. XXXIX.310/2010) a) do Imposto de Importação .545/2010) a) os equipamentos deverão ser utilizados exclusivamente na fase de exploração de petróleo e gás natural. a saída dos produtos coletados. (Dec. (Dec.310/2010) a) o benefício não se aplica quando a saída for destinada à remoldagem. (Dec. 35. consignando no campo “INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES” a expressão: “Produtos usados isentos do ICMS nos termos do Convênio ICMS 33/2010”. em decorrência de doação: (Dec.a partir de 1º de maio de 2010. Decreto nº 14. 35.310/2010) 2.876/91 DECRETO 14. o recebimento de pneus usados.310/2010) a) a empresa prestadora forneça. (Dec. 35. 10 (dez) ou 15 (quinze) litros.310/2010) b) o preço referente à prestação do serviço não ultrapasse o valor mensal de R$ 30. mesmo que recuperados de abandono. LXI. 35.ferramentas e aparelhos e de outras partes e peças destinadas a garantir a operacionalidade dos mencionados bens. 35.CODECIPE. 35. tratamento ou disposição final ambientalmente adequada. 35.a partir de 23 de abril de 2010. 35. 36.494/0008-02.222/2010) CCXVII . 35. coletados de consumidores finais – Convênio ICMS 33/2010”.545/2010) c) os equipamentos de uso interligado às fases de exploração e produção devem ingressar no território nacional para realizar serviços temporários no País por um prazo de permanência inferior a 24 (vinte e quatro) meses. 35.545/2010) b) as plataformas de produção devem estar em trânsito para sofrerem reparos ou manutenção em unidades industriais.no período de 1º de agosto de 2010 a 31 de dezembro de 2022. diariamente.626/2010) CCXVI .IPI. e na distribuição às diversas Unidades Prisionais Brasileiras. 35. c) o tomador e a empresa prestadora do serviço sejam domiciliados neste Estado.876/91 .222/2010) b) subsequentes àquelas mencionadas na alínea “a” (Dec. todos os meios e equipamentos necessários à correspondente prestação.310/2010) CCXIX .222/2010) a) destinadas à Coordenadoria de Defesa Civil de Pernambuco . (Dec. quando o remetente não for contribuinte obrigado à emissão de documento fiscal. 35.310/2010) (Dec. (Dec. (Dec.a partir de 1º de agosto de 2010. 34. observado o disposto no art. as saídas de pneus usados. recapeamento. observando-se (Convênio ICMS 33/2010): (Dec. condicionando-se a fruição do benefício a que (Convênios ICMS 38/2009 e 11/2010): (Dec. as saídas internas de gás natural destinadas à indústria de vidros planos. 34. as operações e prestações de serviços referentes à aquisição de equipamentos de segurança eletrônica realizadas por meio do Departamento Penitenciário Nacional. incluídos no preço do serviço. (Dec. 35. (Dec.545/2010) CCXV .310/2010) 1. 34. com destino à respectiva reciclagem.

aparelho ou equipamento para fragmentação de cédulas. observando-se: (Dec.PAA. (Dec. (Dec. suas associações.atualizado até 30 junho 2011 . 35.566/2010) b) para efeito do disposto neste inciso considera-se: (Dec.986/2010) a) o valor correspondente ao imposto objeto da isenção de que trata este inciso deve ser destinado à aquisição de geladeiras para doação à população carente.00 da NBM/SH e constantes da Declaração de Importação . à Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal .566/2010) 2. quando os referidos produtores não possuírem organização administrativa. o medicamento esteja contemplado com isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação ou do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. agroindústria familiar rural: unidade de processamento de alimentos.696. de 02 de julho de 2003.90. (Dec.986/2010) c) o imposto dispensado nos termos deste inciso deve ser recolhido com os acréscimos legais cabíveis.79 ou 3004. 35.DI 11/0117199-7 (Convênio ICMS 4/2011). 35. localizada em comunidades rurais e seus aglomerados.b) das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP e para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS. 35. 35.611/2010) 1. (Dec. classificados no código 8441.69 da NBM/SH. o montante do imposto dispensado e o quantitativo de geladeiras doadas.PASEP e para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS. observando-se (Convênios ICMS 73/2010 e 27/2011): (Dec. (Dec. de propriedade de agricultor familiar e suas associações. (Dec.611/2010) 2. (Dec.566/2010) a) fica dispensada a emissão de Nota Fiscal relativa à circulação dos produtos de que trata este inciso.986/2010) b) a CELPE deve informar anualmente.310/2010) CCXX – a partir de 1º de setembro de 2010. no âmbito do referido Programa. e ao Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE. vinculadas ao Programa Farmácia Popular do Brasil . que atendam à legislação da vigilância sanitária e estejam classificados nos critérios do PRONAF. sindicatos e cooperativas. 35.876/91 DECRETO 14.566/2010) CCXXI . no período de 21 de maio de 2010 a 31 de dezembro de 2012. nas saídas internas de geladeiras. ao término de cada exercício fiscal. enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar . relativamente às doações efetuadas pela Companhia Energética de Pernambuco .611/2010) CCXXII .986/2010) CCXXIII .90. empreendedor familiar rural: unidade de beneficiamento de produtos agropecuários.611/2010) b) não se exigirá o estorno do crédito fiscal. 47.PRONAF. instituído pela Lei nº 11. de propriedade de agricultor familiar ou de grupos de agricultores. na hipótese de inobservância das condições previstas nas alíneas ”a” e ”b”. LXII. a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações previstas neste inciso esteja desonerada das contribuições para os Programas de Integração Social .Aqui Tem Farmácia Popular e destinadas ao tratamento dos portadores da Gripe A (H1N1).35. (Dec.no período de 1º de dezembro de 2010 a 31 de dezembro de 2011. 35. 35. instituído pela Lei Federal nº 10. inclusive aqueles beneficiados. 36. as operações com fosfato de oseltamivir.947. observando-se: (Dec. a importação efetuada pelo Banco Central do Brasil de máquina.80. as saídas internas de produtos agropecuários. a partir de 17 de fevereiro de 2011.711/2011) a) o benefício fica condicionado a que: (Dec.876/91 . (Dec.PIS e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . realizadas no âmbito do Programa de Eficiência Energética. quando realizadas na modalidade de compra direta vinculada ao Programa de Aquisição de Alimentos . classificado nos códigos 3003. (Dec.CELPE a consumidores localizados neste Estado.464/2011) Decreto nº 14. de origem vegetal ou animal. (Dec. promovidas por agroindústria familiar rural e empreendedor familiar rural. 35.35. 35. 35. de 16 de junho de 2009.566/2010) 1. 35. DPC da Secretaria da Fazenda. nos termos do art. 36.

Santa Catarina e São Paulo. o ingrediente capazes de suprir a ração ou concentrado em vitaminas. 24. (Dec. ressalvadas as isenções de que tratam os incisos VI e VII do "caput".280/2002) IV . desenvolvimento e produtividade dos animais a que se destina. é de se observar o seguinte: I . ainda que atendendo aos padrões. § 6º Nas operações interestaduais. a fruição da isenção somente ocorrerá com as operações contratadas até 31 de dezembro de 1989. adicionada a um ou mais alimentos em proporções adequadas e devidamente especificadas pelo seu fabricante.813/92) § 2º Relativamente aos produtos estrangeiros.§ 1º Relativamente aos incisos I e LXXXV do "caput". Minas Gerais. Goiás. constitua uma ração animal. "a".INGREDIENTES .atualizado até 30 junho 2011 . Rio Grande do Sul. a isenção de que trata a alínea "d" do inciso VI do "caput" somente se aplica às operações internas. § 4º O benefício de que trata o inciso V. aditivo e componente grosseiro. II .do conceito de equipamentos ficam excluídos tubos. a mistura de ingredientes e. (Dec.2002. ou. mediante prévio reconhecimento da Secretaria da Fazenda. II . § 7º Não será exigido o recolhimento do imposto quando diferido ou suspenso. hipótese em que se exigirá o pagamento do imposto correspondente às etapas anteriores. limitado. inclusive farinhas e farelos. a isenção ficará condicionada à celebração de protocolo entre o Estado de origem e o de destino da mercadoria. § 8º A isenção mencionada no inciso VI do "caput" não prevalecerá se as mercadorias forem posteriormente objeto de saída para o exterior. a isenção de que tratam os incisos III. 34. IV e V. Decreto nº 14. as isenções de que tratam as alíneas "a" e "b" do inciso VI do "caput" vigorarão até 30 de abril de 1989. tenha a semente outro destino que não seja a semeadura. § 9º A partir de 01 de março de 1989. a fruição da isenção somente ocorrerá com as operações contratadas por empresas de energia elétrica até 31 de dezembro de 1991.04.SUPLEMENTO. Mato Grosso. a partir de 09. III . ingredientes.876/91 . "c" do “caput”. Mato Grosso do Sul. "c" do “caput” não se estende ao alimento.no período de 01 de janeiro de 1990 a 31 de dezembro de 1990. Quanto ao disposto no inciso IX do "caput". permitida a inclusão de aditivos (Convênios ICMS 100/97 e 20/2002).qualquer matéria-prima simples e livre de mistura utilizada na alimentação animal.530/92) § 3º Para efeito da aplicação do benefício constante do inciso V. (Dec. relativamente às matérias-primas empregadas na produção dos produtos referidos no inciso VI. mediante prévio reconhecimento da Secretaria da Fazenda. 15. § 10. Rio de Janeiro. "b" e "d" do “caput”.no período de 01 de janeiro de 1991 a 30 de junho de 1992.CONCENTRADO . sal mineralizado.RAÇÃO ANIMAL . ao estabelecido nos §§ 13 e 14 do art. entende-se por: I .qualquer mistura de ingredientes capaz de suprir as necessidades nutritivas para manutenção. só se aplica se a respectiva importação estiver isenta do Imposto de Importação. III . sem direito a crédito do tributo. Paraná. aminoácidos ou minerais. § 5º Nas operações com os produtos de que trata o inciso V. em que figurem como Estados remetentes Espírito Santo. 15. "c" do “caput”.nas operações interestaduais.876/91 DECRETO 14. para os produtos mencionados nas alíneas "a" e "b" do referido inciso.a mistura de ingredientes que. a isenção não prevalecerá se a semente não satisfizer aos padrões estabelecidos para o Estado de destino pelo órgão competente. "b" do “caput”. manilhas e postes. serão observadas as seguintes normas: I . assegurada a faculdade ali prevista.

O disposto no inciso XIX do "caput" não se aplica: I .ao reconhecimento prévio do direito à isenção. pelo Governo Federal. observado o disposto no inciso XIII do art. a partir de 01 de janeiro de 1990. 20. desde que com grau de umidade inferior a 35% (trinta e cinco por cento). (Dec.à observância das normas previstas no Protocolo ICM 06/87. § 16.096/97) I . em Unidades de Beneficiamento de Sementes . § 11. 19.631/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. bacalhau. A fruição da isenção prevista no inciso XXVI fica condicionada: I . As isenções de que tratam os incisos XIII. 24. ainda que as respectivas posições tenham sido alteradas pela autoridade competente.876/91 DECRETO 14.ao exterior. publicado no Diário Oficial da União de 02 de julho de 1987.à concessão de igual benefício.a operação que destine o pescado à industrialização. conforme o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. 19.à aquisição da mercadoria efetuada diretamente do estabelecimento fabricante. com referência ao IPI. XVI e XXI do “caput” não se aplicam aos produtos neles relacionados.a pirarucu. Acre. II.03. obrigatoriamente. no período de 20 de janeiro a 31 de março de 1998. merluza e salmão.a rã.a crustáceo.343/98) III . § 17.a molusco. Decreto nº 14. a hipótese de não-incidência de que trata o art. (Dec. As isenções de que tratam os incisos XXIII a XXV do "caput" aplicam-se aos produtos neles relacionados. § 18. de sementes não limpas ou não beneficiadas produzidas em campos próprios ou de cooperantes.97) a) no período de 01 de maio de 1996 a 28 de fevereiro de 1997. § 12. quando destinados: (Dec. relativamente às entradas.a fruição do benefício previsto na alínea "b" do referido inciso IX fica condicionada à celebração de protocolo entre os Estados interessados. (Dec. localizados na mesma Unidade da Federação. a qualquer peixe seco. (Dec.03. Amazonas. pela Secretaria da Fazenda. 19. 20. a partir de 01 de outubro de 1991. a partir de 16 de setembro de 1996. (Dec.530/92) § 14. hadoque. bem como. que conterão.UBS.096/97) § 13. 19. IV . IX e X.97) b) a partir de 01 de março de 1997. relativamente a camarão. que vierem a ser aprovadas como sementes nos termos do inciso IX do "caput". 7º. exceto.relativamente a peixe seco: (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.343/98) § 15.03.122/96) V . observada a isenção prevista no inciso LXXIII e.à industrialização.97) VI .631/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. a partir de 30 de dezembro de 1987.876/91 . Rondônia. Mato Grosso. 15. nos termos do art. Mato Grosso do Sul e Goiás.122/96) II . pelo Governo Federal. no qual serão definidas as condições para a concessão do favor. 20. A isenção prevista no inciso XXXII do "caput" abrange a transferência da mercadoria do estabelecimento que a tenha produzido para o estabelecimento varejista da mesma entidade.631/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.122/96) IV . 19. 19. Fica dispensado o estorno do crédito fiscal ou o recolhimento do imposto diferido ou suspenso. 20. por intermédio do Ministério da Justiça. III . A isenção prevista no inciso XL é limitada ao número de 10 (dez) milhões de cartões por ano. a Roraima. (Dec. a indicação de que se trata de promoção da LBA. independentemente do grau de umidade. 20. 13. (Dec. a qualquer peixe seco.096/97) II . em lugar bastante visível. II . A isenção prevista nos incisos XXIII a XXV do "caput" não se aplica aos Estados das Regiões Sul e Sudeste.II . Distrito Federal. (Dec.

modelo 1.farinha de mandioca 329. pelo beneficiário. para beneficiamento ou industrialização. (Dec. dentro do Estado. sob encomenda.22. § 22. relativamente a fatos geradores ocorridos entre 01 de março e 14 de novembro de 1989. o produto personalizado. ficam condicionadas à divulgação. dentro do Estado. correspondente às entradas verificadas no respectivo período fiscal.arroz em casca.876/91 . entre municípios vizinhos. (Dec. à industrialização ou à distribuição a título gratuito. cumulativamente.22. visando o combate à sonegação desse imposto. Nas hipóteses de que tratam os incisos L. O disposto no inciso XLIII não se aplica à saída de impressos destinados à comercialização. § 21. 28. 56. sem ônus para o Erário.636/2000) 1. § 25. fica dispensado o recolhimento do imposto devido em função de fato gerador ocorrido entre 01 de março de 1989 e a data de concessão do benefício prevista no respectivo inciso. hipótese em que se concederá redução de 80% (oitenta por cento) na base de cálculo. fazendo remissão. § 27. § 24. no período de 31 de dezembro de 1999 a 31 de agosto de 2000.22.22. mediante permissão do Poder Público. aquele que atender. (Dec. com itinerário e horário previamente estabelecidos e viagens de freqüência contínua. alíneas "c" e "f" do “caput”.atualizado até 30 junho 2011 . II .636/2000) b) obedeça a linha regular.636/2000) 1.transporte com características urbanas. no período de 01 de março de 1989 a 31 de agosto de 2000.000 toneladas. para seu uso exclusivo. A isenção a que se refere o inciso LXIV do "caput" abrangerá os seguintes produtos e quantitativos globais: I . "a" do “caput”.636/2000) 2. mediante concessão do Poder Público. diretamente do estabelecimento gráfico. ao dispositivo citado.000 toneladas. quando couber.000 toneladas. Fica dispensado o recolhimento do imposto devido por consumidores residenciais de água. nas colunas próprias dos livros Registro de Entradas e Registro de Saídas. intermitente ou mista: (Dec. para informar e conscientizar a população. As isenções previstas no inciso LXI. Para efeito do inciso XLIII.22.emitir uma única Nota Fiscal de Entrada.636/2000) 2. § 28.milho em grão III . LXVII e XCVI do "caput". na coluna "Observações". Incluem-se na isenção prevista no inciso LXIV do "caput" os produtos resultantes da industrialização objeto da doação indicada. § 26.22. II . a partir de 01 de setembro de 2000.§ 19. considera-se usuário final a pessoa física ou jurídica que adquira. entre municípios limítrofes. de matéria aprovada pelo CONFAZ Conselho de Política Fazendária relativa ao imposto. no período de 01 de março de 1989 a 30 de dezembro de 1999. § 23.876/91 DECRETO 14. (Dec. totalizando o valor correspondente ao fornecimento de refeições ocorrido no respectivo período fiscal.636/2000) Decreto nº 14. O contribuinte que se beneficiar da isenção prevista no inciso LIX está obrigado a manter registro das operações realizadas. § 20. A isenção de que trata o inciso LXIV do "caput" não prevalecerá nas saídas com destino a outra Unidade da Federação. entende-se por: I . sendo-lhe facultado: I .emitir uma única Nota Fiscal . aos seguintes requisitos: a) destine-se a transporte coletivo popular: (Dec. Para os efeitos do disposto no inciso LXV.

22. a partir de 01 de setembro de 2000: (Dec.73.nas hipóteses deste parágrafo. de 17. e Lei Complementar nº 10.em razão de revenda do produto no mercado interno. § 31. (Dec. observado. Para aplicação do disposto no inciso LXVIII e no parágrafo anterior. a partir de 07 de janeiro de 1994. ao fornecedor das mercadorias. II .636/2000) 2. apenas 01 (uma) porta. Paulista. quanto à base de cálculo. (Dec. na hipótese de a exportação não se efetivar: I . § 32. qualquer que seja a causa. exclusive a de emergência. II . contado do respectivo recebimento. será exigido o estorno do imposto creditado por ocasião da entrada da mercadoria. Ipojuca (Lei Complementar Federal nº 14.2. (Dec. sem prejuízo das demais obrigações estabelecidas no regime especial de que trata o inciso anterior.001/2007) § 29. III . a empresa exportadora estabelecida neste Estado deverá: I . documentos comprobatórios da efetiva exportação.02. o disposto no inciso I do “caput” do art. entre dois ou mais municípios do Estado. observado o seguinte: I .22. São Lourenço da Mata e. A falta de comprovação da exportação no prazo fixado no inciso II do parágrafo anterior ou a reintrodução da mercadoria no mercado interno implica em cassação do benefício fiscal. 34. para efeito de controle das operações efetuadas. § 30. e lotação permitida não inferior a 21 (vinte e um) e menor que 36 (trinta e seis) passageiros sentados.636/2000) II – transporte com características metropolitanas. o que for realizado dentro da área metropolitana.3.em virtude de perda do produto. 31.636/2000) 2. Olinda. no período de 01 de março de 1989 a 31 de agosto de 2000. Jaboatão dos Guararapes. o estabelecimento fabricante efetuará. corredor central.quando a saída for promovida por filial situada na mesma Unidade da Federação onde se localize o estabelecimento fabricante. Itapissuma.entregar.atualizado até 30 junho 2011 . Igarassu. a partir de 01 de setembro de 2000. exclusive a de emergência. Moreno.636/2000) c) seja realizado por veículo que tenha. Cabo de Santo Agostinho. Recife.após decorrido o prazo de 01 (um) ano. constituída dos Municípios de Abreu e Lima. IV . 02 (duas) portas. 14.1. II .22.636/2000) 1.22. desde que com entre-eixo inferior a 5 (cinco) metros.83. O estabelecimento fabricante deverá recolher o imposto relativo à saída de que trata a alínea "d" do inciso LXVIII do “caput”. contado da data do depósito.01. Ilha de Itamaracá.quando a filial estiver situada em Unidade da Federação diversa daquela onde se localize o estabelecimento fabricante. no mínimo: (Dec. por sua vez. estornar o imposto debitado quando da transferência da mercadoria para a filial. devendo o fabricante.222. quando for o caso. (Dec. Camaragibe. (Dec. exclusive a de emergência.22. será dispensado o estorno do imposto creditado por ocasião da entrada da mercadoria. dentro de um ano.22. de 08. com lotação permitida não inferior a 25 (vinte e cinco) passageiros sentados e seja caracterizado como veículo padrão urbano ou. no mínimo 02 (duas) portas.22.94).876/91 .876/91 DECRETO 14. Decreto nº 14. e lotação permitida não inferior a 30 (trinta) passageiros sentados.636/2000) 2. A isenção de que trata o inciso LXVIII aplica-se também na saída do produto de filial do estabelecimento fabricante.obter regime especial junto à Secretaria da Fazenda. acrescido de juros de mora e atualização monetária cabível.o disposto nos incisos anteriores aplicar-se-á também às exportações efetuadas pela filial do fabricante. (Dec. de 06. III .636/2000) 2.06. Lei nº 9. o estorno de que trata o inciso IV do “caput” do art.3.

"d" e "e" daquele inciso. o comprovante do recolhimento do imposto. com os acréscimos previstos na legislação. que poderá.424/94) III . (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.após decorrido o prazo de 1 (um) ano. exigirão. III . O armazém alfandegado e o entreposto aduaneiro. Até 15 de outubro de 1992. 17. II . § 40. IV .a partir de 01 de maio de 1994. (Dec. ”d” e "e" do mencionado inciso deverão requerer a adoção de regime especial à Secretaria da Fazenda. 17. entre os Estados interessados. Para fim do disposto no inciso LXIX do "caput": (Dec.após decorrido o prazo de 1 (um) ano contado da data da saída para os destinatários mencionados nas alíneas "a".424/94) b) a obrigação de comprovar. para liberação da mercadoria.os destinatários indicados nas alíneas "a". se for o caso. sempre que ocorrerem as hipóteses previstas no inciso LXIX do "caput". reajustado monetariamente e com os acréscimos previstos na legislação.417/93) § 37. deverá possuir autorização mediante regime especial. (Dec. a contar da saída referida no citado inciso. os contribuintes mencionados nos incisos anteriores deverão observar outras condições ou mecanismos de controle estabelecidos na legislação de cada Unidade da Federação envolvida na operação. de que trata o inciso LXIX. admitir-se-á efeito liberatório ao pagamento efetuado pela empresa exportadora a favor da Unidade da Federação à qual seja devido o imposto.424/94) § 36.exigindo-se do contribuinte o recolhimento do imposto. nos casos de não se efetivar a exportação: I . "c". (Dec. a aplicação das normas contidas na alínea "e" do inciso LXVIII do "caput" e nos §§ 30 a 33 dependerá da celebração. monetariamente atualizado. se não ficar caracterizada a espontaneidade do sujeito passivo.em razão de perda da mercadoria. para qualquer dos destinatários arrolados no inciso LXIX. aplicando-se ainda as sanções cabíveis. de protocolo. recolherá o imposto devido. § 35. que as mercadorias foram efetivamente exportadas. qualquer que seja a causa.424/94) II .530/92) § 33.a partir de 01 de maio de 1994. Admitir-se-á efeito liberatório ao pagamento efetuado pelos destinatários indicados no inciso LXIX do "caput" a favor da Unidade da Federação à qual seja devido o imposto. § 39. que será concedido desde que as operações estejam beneficiadas por isenção ou suspensão do IPI e os referidos destinatários assumam.424/94) a) a responsabilidade solidária pelo recolhimento dos débitos fiscais. inclusive. cumulativamente: (Dec. a isenção prevista no inciso LXIX do "caput" não se aplica a operações cuja posterior exportação seja realizada em moeda nacional (Convênio ICMS 93/92). condicionar a concessão do benefício ao exame de cada caso concreto. fabricante ou suas filiais. § 38.876/91 DECRETO 14. quando for o caso. O estabelecimento remetente. 15. o estabelecimento remetente.876/91 . 16.transmissão da propriedade dos produtos depositados sob regime aduaneiro de exportação efetuada pelo estabelecimento fabricante. § 34.em virtude de reintrodução da mercadoria no mercado interno. (Dec. em relação a cada estabelecimento fabricante. contado da data de entrada da mercadoria em armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro a que se refere a alínea "b" daquele inciso.424/94) I . O recolhimento do imposto de que trata o parágrafo anterior não será exigido nas seguintes hipóteses: I . 17. Relativamente a operações interestaduais. 17.devolução da mercadoria ao estabelecimento fabricante ou aos destinatários mencionados no inciso LXIX. II . ressalvado o disposto no parágrafo seguinte. Na hipótese do parágrafo anterior. "c". 17. 17. Decreto nº 14.

a estabelecimentos localizados na mesma Unidade da Federação. II .CACEX . quando houver modificação da destinação final do açúcar e do álcool. ser estendida às saídas de matéria-prima importada em regime de consórcio autorizado pelo Conselho de Política Aduaneira com destino a estabelecimento de empresas integrantes do consórcio.a outorga do benefício fica condicionada: a) à concessão de suspensão do pagamento do Imposto de Importação e do IPI. A partir de 01 de maio de 1989. § 48. Relativamente às remessas interestaduais. Para gozo do benefício previsto no inciso LXXXIII.558/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01. e seus respectivos acessórios. O disposto no inciso LXXXII não se aplica às mercadorias importadas livres do Imposto de Importação. (Dec. equipamentos. II .876/91 DECRETO 14. cumulativamente: (Dec. § 44. até 10 (dez) dias após a liberação da mercadoria pela repartição federal competente. Para gozo do benefício da importação de mercadoria sob o regime "drawback". III . mantidos os benefícios previstos no inciso LXIX. a isenção prevista no inciso LXXXII aplica-se exclusivamente às máquinas. serão observadas as seguintes regras: (Dec. Admitir-se-á que a mercadoria seja transferida de um entreposto aduaneiro para outro. b) à entrega.a Carteira de Comércio Exterior do Banco do Brasil S/A . do "caput". nos termos da legislação em vigor. quando estiver depositada em entreposto aduaneiro de importação. além de dispor sobre condições e mecanismos de controle.530/92) Decreto nº 14. destinados a integrar o ativo imobilizado de empresa industrial. A isenção prevista no inciso LXXVIII poderá. de uma cópia da correspondente Declaração de Importação . serão observadas as seguintes normas: I . aparelhos. "d" e "e" do inciso LXIX do "caput" depende da celebração de convênio que.07.530/92) § 42.a isenção somente se aplica quando. com destaque do imposto calculado pela alíquota aplicável à hipótese sobre o valor total desta operação da qual tenha decorrido a reintrodução da mercadoria para consumo interno. a aplicação das normas das alíneas "a".a armazéns alfandegados e entrepostos aduaneiros situados na mesma Unidade da Federação. A isenção prevista nos incisos LXXIII e LXXIV do "caput" aplica-se também às saídas dos produtos primários nele relacionados para exportação com destino: I . "c". 15. ainda que situado em outra Unidade da Federação. § 43. a critério da Secretaria da Fazenda. sem prejuízo da aplicação das penalidades cabíveis.atualizado até 30 junho 2011 . sobressalentes e ferramentas. previsto no inciso LXXXIII. § 45. "b".530/92) § 50.DI. desde que administrado pela mesma pessoa jurídica e precedida a transferência de comunicação à Unidade da Federação de origem da mercadoria. a recomposição apenas da última operação isenta. "a" do “caput”. exigindo-se. 15. 25. até 45 (quarenta e cinco) dias do vencimento do prazo do ato concessório.§ 41. No caso dos incisos LXX e LXXI. porém. (Dec.2003) I .encaminhará à Secretaria da Fazenda cópia do relatório dos importadores localizados neste Estado. 15. por ela considerados inadimplentes.a inadimplência a que se refere o inciso anterior implicará na exigência do imposto atualizado monetariamente e dos acréscimos legais. com emissão de Nota Fiscal complementar. instrumentos e materiais. § 46. que operam exclusivamente no comércio exterior. calculados da data do vencimento do prazo de recolhimento do imposto devido pela importação.876/91 . poderá condicionar a concessão ao exame de cada caso concreto. O disposto no parágrafo anterior aplica-se também a mercadoria importada. a isenção deixará de subsistir. § 49. § 47. pelo importador.

(Dec. sendo. a mercadoria importada não seja álcool. até 10 de outubro de 1996. à repartição a que estiver vinculado. de cópias dos seguintes documentos. 15. VII . até 30 (trinta) dias após a liberação da mercadoria importada. b) tenham sido punidos em processos administrativos ou judiciais instaurados para apuração de infração de qualquer natureza à legislação do imposto.538/97) c) a partir de 01 de julho de 2003. (Dec.07.o Departamento de Comércio Exterior . resultando na descaracterização do benefício ali previsto. apenas os semi-elaborados. ou do recebimento ou das saídas.a Secretaria da Fazenda enviará ao Departamento do Comércio Exterior . calculados a partir da data da entrada do produto importado no estabelecimento.2003) d) a partir de 1º de março de 2011. inclusive com a finalidade de exportação.a inobservância das condições impostas neste parágrafo para a isenção prevista na alínea "b" do inciso LXXXIII do "caput" acarretará a exigência do imposto devido.a) as mercadorias sejam beneficiadas com suspensão do Imposto de Importação e do IPI. do produto resultante da industrialização da mercadoria importada. (Dec. da cópia da Guia ou Declaração de Exportação. em qualquer caso com a expressa indicação do bem a ser exportado. da Declaração de Despacho de Exportação .312/2011) II .fica condicionado à efetiva exportação. e do vencimento do prazo em que o imposto deveria ter sido recolhido.DECEX do Ministério da Economia. a partir de 16 de abril de 1996. da correspondente Nota Fiscal de Entrada e do Ato Concessório do regime ou. até 45 (quarenta e cinco) dias após o término do prazo de validade do ato concessório do regime ou. (Dec. à repartição fazendária do seu domicílio.o importador deverá proceder à entrega. cópias da Declaração de Importação. 25. na inexistência deste. caso a operação não fosse realizada com a isenção. de documento equivalente. emitido em decorrência da prorrogação do prazo de validade originalmente estipulado. Fazenda e Planejamento relação mensal dos contribuintes que. no prazo de 10 (dez) dias da concessão. produtos industrializados.876/91 DECRETO 14. devendo o respectivo imposto ser recolhido com a atualização monetária. de documento equivalente. 77/91 e 16/96). a mercadoria importada não seja combustível ou energia elétrica ou térmica (Convênio ICMS 185/2010).DECEX deverá encaminhar à Secretaria da Fazenda: a) uma via do Ato Concessório do regime de "drawback" e de seus aditivos. b) novo Ato Concessório resultante da transferência dos saldos de insumos importados ao abrigo de Ato Concessório original e ainda não aplicados em mercadorias exportadas. de produtos resultantes da industrialização de matéria-prima ou insumos importados na forma deste parágrafo.876/91 .o importador deverá entregar na repartição fazendária do seu domicílio. IV .nas operações que resultem em saídas. V . tal circunstância deverá ser informada na respectiva Nota Fiscal. conforme o caso. devidamente averbada com o respectivo embarque para o exterior. (Dec.DDE. tendo descumprido a legislação do imposto em operações de comércio exterior: a) respondam a processos administrativos ou judiciais que objetivem a cobrança de débito fiscal. contados da respectiva emissão: a) Ato Concessório Aditivo. conforme relacionados no Anexo 4 (Convênio ICMS 65/96).atualizado até 30 junho 2011 .530/92) b) das mercadorias resultem.332/96) III . ou. pelo importador. 19.558/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01. conforme o caso. 19. VI . 36. VIII . no prazo de 30 (trinta) dias. multa e demais acréscimos legais. para exportação. consignando-se também o número do correspondente Ato Concessório do regime de "drawback". expedido pelas autoridades competentes (Convênios ICMS 27/90. pela repartição federal competente. Decreto nº 14. na inexistência deste. comprovada mediante a entrega.

620/2006) 2. o imposto será devido a partir do ato da reintrodução.PROEX.818/2005) 1. sem implicar sua integração ao produto final a ser exportado. tornar-se-á devido o imposto. até 31 de agosto de 2006. no prazo de 45 (quarenta e cinco) dias. 36. (Dec.será concedida individualmente. Relativamente à isenção prevista no inciso XCVI do "caput": (Dec. a ser cobrado com reajuste monetário e demais acréscimos legais cabíveis. a mencionada inexistência será atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo de máquinas. a referida inexistência: (Dec. mediante requerimento à Secretaria da Fazenda.1. II . Nas hipóteses de isenção decorrente de exportação para o estrangeiro. a mercadoria que for utilizada diretamente no processo de industrialização. § 53. (Dec. § 54. 27.somente se aplica na hipótese de as mercadorias se destinarem a atividades de ensino. 29. 36.312/2011) § 51.b) relação de importadores inadimplentes das obrigações assumidas nos respectivos Atos Concessórios. a mercadoria que for integralmente incorporada ao produto final a ser exportado. nos termos da legislação aduaneira específica relativa à cobrança dos impostos federais incidentes na importação dos mencionados produtos. aparelhos e equipamentos com abrangência em todo o território nacional. contados da data da inadimplência. na finalidade que lhe é própria. a qualquer tempo.312/2011) (Dec.556/99) I .620/2006) b) fica dispensada a apresentação do atestado de que trata a alínea "a": (Dec. o atestado emitido nos termos do item 1.na hipótese da alínea “b”. está condicionada a ser o medicamento contemplado com isenção ou alíquota reduzida a zero do Imposto de Importação ou do IPI.312/2011) b) consumida. e informar o fato.876/91 DECRETO 14. IX .atualizado até 30 junho 2011 . ainda que exista similar nacional do bem importado. 29.876/91 . 19. (Dec. a partir de 01 de setembro de 2006. 29. X – a partir de 1º de março de 2011. o DECEX deverá aplicar aos respectivos infratores as penas de suspensão ou cancelamento. (Dec.620/2006) Decreto nº 14.estende-se aos casos de doação. será atestada ou dispensada.421/91) § 55.620/2006) 1. sendo inaplicável o disposto nesta alínea. 27. caso os respectivos produtos sejam reintroduzidos no mercado interno do País. até 10 (dez) dias. considera-se (Convênio ICMS 185/2010): 36. Relativamente ao disposto no inciso XCV do "caput". no que couber. § 52.2. o emprego das mercadorias referidas no inciso LXXXVIII em finalidade diversa daquela ali prevista. 21. III . 29. de sua inscrição no Cadastro de Exportadores e Importadores.com base nas informações de que tratam as alíneas "a" e "b" do inciso VII deste parágrafo. pesquisa ou prestação de serviços médico-hospitalares. fica dispensado o crédito tributário relativo às importações efetuadas nas condições ali mencionadas e realizadas no período de 31 de março de 1989 a 17 de outubro de 1991. peças e reagentes químicos. 29. (Dec. IV . será atestada por órgão relacionado em portaria do Secretário da Fazenda. Caracterizado. administrado pela SUFRAMA. conforme o caso. na hipótese de partes.1 terá a validade máxima de 06 (seis) meses.952/97) V – no que se refere à inexistência de produto similar produzido no País: (Dec.818/2005) a) no período de 01 de maio de 1999 a 23 de abril de 2000 e a partir de 18 de abril de 2005. As disposições do inciso LXXXIII aplicam-se. 15. observando-se o seguinte a partir de 18 de abril de 2005: (Convênio ICMS 110/2004): (Dec. a) empregada no processo de industrialização. tomando-se como referência a data do fato gerador. contados da efetivação da medida. à Secretaria da Fazenda. (Dec. às importações efetuadas através do Programa Especial de Exportação . (Dec.620/2006) 1.

35/99 e 77/2004). 30. comprovação de disponibilidade financeira ou patrimonial suficiente para fazer frente aos gastos com a aquisição e a manutenção do veículo a ser adquirido.316/2007) b) a partir de 01 de fevereiro de 2007. 15. 30. Relativamente à isenção de que trata o inciso XCIX do "caput": (Dec. realizadas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq e por entidades sem fins lucrativos por ele credenciadas para fomento. 44/92. além de especificar o tipo de deficiência física: (Dec.316/2007) 2.417/93) 2. 30.876/91 DECRETO 14. de seu cônjuge. a partir de 01 de fevereiro de 2007. nas importações beneficiadas pela Lei Federal nº 8. que. (Dec. 16. 77/2004. (Dec. 29. no período de 27 de agosto de 1991 a 15 de julho de 1992. a partir de 01 de fevereiro de 2007. coordenação e execução de programas de pesquisa científica e tecnológica ou de ensino (Convênio ICMS 24/2000). discrimine as características específicas necessárias para que o motorista com deficiência física possa dirigir o veículo. apresentada diretamente ou por intermédio de representante legal.876/91 . nas importações realizadas diretamente por universidade federal situada neste Estado.417/93) b) laudo de perícia médica.DETRAN. 30. 2 (Convênios ICMS 40/91. o trânsito da mercadoria será acobertado por via adicional da Nota Fiscal relativa à operação de que trata o inciso XLI.316/2007) c) nos seguintes períodos. com as características específicas para ser dirigido por motorista com deficiência física (Convênio ICMS 03/2007). 30. indicando as adaptações necessárias. 29/2005 e 03/2007): (Dec. podendo a referida disponibilidade ser da pessoa com deficiência física ou.063/2005) I . o veículo se destinará a uso do adquirente. (Dec. a partir de 01 de novembro de 2004.316/2007) II . impossibilitado de fazer uso do modelo comum. até 31 de janeiro de 2007.28.atualizado até 30 junho 2011 . no sentido de que: (Dec. declaração expedida pelo vendedor. os acessórios opcionais que não sejam equipamentos originais.o adquirente domiciliado neste Estado deverá solicitar prévio reconhecimento da isenção à Diretoria Geral de Planejamento e Controle da Ação Fiscal – DPC da Secretaria da Fazenda. (Dec. fornecido pelo Departamento de Trânsito do Estado . 16.1. de 29 de março de 1990. no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 2006. (Dec.010.o veículo será adquirido: (Dec. sucessivamente. que se configurará. ascendentes ou descendentes.620/2006) 2. os documentos respectivamente indicados: (Dec. Na hipótese do inciso XLII.063/2005) 1. (Dec. "b". observado o disposto nos incisos III e VIII. 30. instruindo seu pedido com (Convênios ICMS 35/99.620/2006) § 56. a partir de 24 de abril de 2000.316/2007) 1. no período de 17 de agosto de 1999 a 31 de janeiro de 2007. comprovação de sua capacidade econômico-financeira. 31. na forma do Anexo 48. 43/94.316/2007) a) até 31 de outubro de 2004. na Declaração de Disponibilidade Financeira ou Patrimonial. 30. além da Declaração contida no Anexo 48. (Dec. 29. ateste sua completa incapacidade para dirigir veículos convencionais e sua aptidão para fazê-lo naqueles especialmente adaptados.558/92) § 57. (Dec. 30.28.CPF.316/2007) a) com a necessária adaptação e características especiais indispensáveis ao uso do adquirente.125/2007) d) a partir de 01 de novembro de 2004: (Dec. da qual conste o número de inscrição do interessado no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda .316/2007) 1. (Dec. onde estiver domiciliado o requerente.28. excluídos. o benefício será repassado ao adquirente. paraplégico ou deficiente físico. (Dec. 30.063/2005) Decreto nº 14. devendo a referida disponibilidade ser compatível com o valor do veículo a ser adquirido. (Dec.316/2007) 2.

o beneficiário somente poderá usufruir da isenção uma única vez. cópia autenticada da autorização expedida pela Secretaria da Receita Federal para aquisição do veículo com isenção do IPI. (Dec.015/2000) V – a partir de 17 de agosto de 1999. poderá adquiri-lo com isenção do ICMS sem a apresentação da respectiva cópia autenticada de que trata o inciso II. 1.28.28. do mencionado inciso XCIX.28. até 24 de abril de 2005. todos os requisitos ali exigidos (Convênio ICMS 35/99).063/2005) III – no período de 16 de julho de 1992 a 31 de outubro de 2003 e. ressalvados os casos excepcionais em que ocorra a destruição completa do veículo ou seu desaparecimento.28. emitirá autorização. somente será aceito se contiver. do "caput".063/2005) 3. para que o interessado adquira o veículo com isenção do ICMS.063/2005) b) quando o interessado necessitar do veículo com adaptação ou característica especial para obter a Carteira Nacional de Habilitação. 3. 16.DETRAN.015/2000) VI – conforme previsto no mencionado inciso XCIX. emitindo declaração.876/91 DECRETO 14.417/93) 2ª via . 16. a partir de 02 de janeiro de 1998. (Dec. (Dec. ao período de 3 (três) anos da data da aquisição (Convênios ICMS 83/94 e 35/99). a partir de 17 de agosto de 1999. além de observar o disposto no seu inciso II (Convênios ICMS 44/92 e 03/2007): (Dec.DAT da Secretaria da Fazenda. que terão a seguinte destinação: (Dec. 16.28. (Dec. (Dec. 3ª via . XXV.Diretoria de Administração Tributária . (Dec. (Dec. (Dec. observado o disposto no § 58. bem como o local onde esta será efetuada.28. nos termos do art. a isenção poderá ocorrer sem a exigência prevista no inciso I deste parágrafo.316/2007) a) no requerimento referido no inciso anterior. 22.063/2005) c) deferido o pedido. IV. incapacitado para dirigir veículo convencional (normal).063/2005) 1. a 1ª (primeira) via deverá permanecer com o interessado. comprovante de residência. detalhadamente. 16. 16. (Dec. nos termos da legislação federal vigente.28. 47. 22.063/2005) 4.063/2005) a) as operações de saída do veículo. declaração de isenção ou certidão negativa de débitos emitidas pelo Instituto Nacional da Seguridade Social – INSS. "d". conforme modelo previsto no Anexo 49. restringindo-se essa limitação.1. hipótese em que o adquirente deverá.876/91 . (Dec. a autoridade competente. 2. a 2ª (segunda) via será entregue à concessionária. em 3 (três) vias.atualizado até 30 junho 2011 . "b". (Dec. não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente. no caso da alínea "g".063/2005) VII – a partir de 01 de novembro de 2004 (Convênio ICMS 77/2004): (Dec.28. (Dec.28. (Dec. 30. na qual constem as restrições referentes ao condutor e as adaptações necessárias ao veículo. o laudo previsto no inciso II.063/2005) 2.requerente. que terão a seguinte destinação: (Dec.063/2005) 3. (Dec.417/93) (Dec. contados da data do recebimento do veículo. (Dec. que deverá remetê-la ao fabricante. para que o referido órgão faça a vistoria e comprove a autenticidade da adaptação. no prazo de 15 (quinze) dias.063/2005) Decreto nº 14. especialmente adaptado para ser dirigido por motorista portador de deficiência física.28.28.063/2005) 2.28.417/93) IV – a partir de 26 de julho de 1994.417/93) 1ª via . a 3ª (terceira) via deverá ser arquivada pela concessionária que tenha efetuado a venda ou intermediado a sua realização. a partir de 01 de fevereiro de 2007. "f". cópia autenticada da Carteira Nacional de Habilitação.417/93) b) comparecer ao DETRAN. informar a circunstância da aquisição sem adaptação. em 04 (quatro vias). devem estar amparadas por isenção do IPI.

sefaz.28. nos termos da legislação vigente e sem prejuízo das sanções penais cabíveis.emprego do veículo em finalidade que não seja a que tenha justificado a isenção.316/2007) b) a partir de 01 de fevereiro de 2007.(Dec. com atualização monetária e acréscimos legais. no endereço www. alienação fiduciária em garantia. contados da data da aquisição do veículo constante da respectiva Nota Fiscal.modificação das características do veículo. 77/2004 e 03/2007): (Dec.063/2005) 1.876/91 DECRETO 14.28. 30. na INTERNET. furto ou perda total do veículo. 1 . 30. 30. (Dec. da Secretaria da Fazenda. nos prazos a seguir indicados. (Dec. "d". 35/99.063/2005) VIII – o adquirente do veículo deverá apresentar à DPC. (Dec.316/2007) 2. (Dec. a autorização de que trata o inciso VII. conforme a hipótese. (Dec.316/2007) Decreto nº 14. 30.pe. 30. nos termos do inciso III. (Dec. dentro do prazo de 3 (três) anos da data da aquisição. exceto quando se tratar das seguintes hipóteses: (Dec. 33.316/2007) § 59. 30.063/2005) b) a declaração de que: (Dec.28. até 15 (quinze) dias úteis: Nota Fiscal relativa à aquisição. a operação é isenta do ICMS nos termos do Convênio ICMS 77/2004 ou 03/2007. (Dec. 77/2004 e 03/2007): (Dec. VIII. mediante fornecimento. "b". 30. 30. transmissão para a seguradora no caso de roubo. nos prazos e condições ali indicados (Convênio ICMS 03/2007). o adquirente do veículo deverá recolher o imposto dispensado. a partir de 01 de novembro de 2004: (Dec. (Dec.gov. 30.063/2005) III . a contar da data da respectiva aquisição. (Dec.br. caso o veículo não tenha saído de fábrica com as características específicas discriminadas no laudo previsto no inciso II. cópia autenticada dos documentos respectivamente indicados (Convênios ICMS 77/2004 e 03/2007): (Dec.4. 30. a partir de 01 de fevereiro de 2007: Nota Fiscal referente à colocação do acessório ou da adaptação efetuada pela oficina especializada ou pela concessionária autorizada.876/91 .316/2007) 1. transmissão do veículo em virtude do falecimento do beneficiário. Relativamente à isenção de que trata o inciso XCIX do "caput". (Dec. o estabelecimento que efetuar a operação isenta deverá (Convênios ICMS 40/91. (Dec. a qualquer título. "c" poderá ser disponibilizada em meio eletrônico. de senha de acesso para a obtenção da referida autorização (Convênio ICMS 74/2009). (Dec. bem como.316/2007) I – transmissão do veículo. Relativamente à isenção de que trata o inciso XCIX do "caput".063/2005) IV – não-apresentação dos documentos previstos no § 57. 30.316/2007) a) a partir de 01 de novembro de 2004.316/2007) a) a partir de 01 de novembro de 2004.316/2007) a) o valor correspondente ao imposto não recolhido.316/2007) II . 30.316/2007) b) até 180 (cento e oitenta) dias: (Dec. 30. a pessoa que não faça jus ao mesmo tratamento fiscal. (Dec. a partir de 01 de novembro de 2004: Carteira Nacional de Habilitação mencionada no inciso II.316/2007) I – fazer constar na Nota Fiscal de venda do veículo o número do CPF/MF do adquirente.063/2005) d) a isenção somente se aplica se o adquirente não tiver débito perante o sistema de débitos fiscais da Secretaria da Fazenda. a 4ª (quarta) via ficará com a GPC.896/2009) § 58. 30.28.atualizado até 30 junho 2011 . constante da correspondente Nota Fiscal.28. para retirar-lhe o caráter de especialmente adaptado.316/2007) c) a partir de 01 de fevereiro de 2007.316/2007) IX – a partir de 28 de julho de 2009. na hipótese de (Convênios ICMS 35/99.28. com o respectivo demonstrativo da redução desse valor do preço do veículo. ao interessado. 43/94.

I . 15. (Dec. pelo Fisco Federal. Relativamente aos incisos CI a CIII do “caput”. 20. (Dec. 29. mencionados nos incisos XIII e CXXII do “caput”. (Dec. os produtos relacionados na alínea "b" do referido inciso XIII são os seguintes: batata-doce. a partir de 01 de novembro de 1997. (Dec.316/2007) § 60. à DPC.573/92) b) a escrituração deverá ser feita de forma idêntica àquela prevista para operações isentas. (Dec. da desoneração do Imposto de Importação ou da aplicação do regime de tributação simplificada. 15. XXIX.612/92) (Dec. Relativamente ao inciso CIV do “caput”.876/91 . No período de 01 de janeiro de 1992 a 31 de março de 1994 e a partir de 01 de abril de 1994.558/92) I .a isenção somente se aplicará quando não tenha havido contratação de câmbio e. 15.558/92) II . da Secretaria da Fazenda.fica a Diretoria de Administração Tributária.a norma prevista na alínea "a" do inciso I não se aplica quando. haverá tributação integral. 17. o destinatário for Secretaria de Educação. 30.876/91 DECRETO 14. e a mercadoria destinar-se a merenda escolar e estiver acompanhada. estadual ou municipal. autorizada a editar as normas complementares que se fizerem necessárias à implementação e ao controle do disposto neste parágrafo. (Dec. além do respectivo documento fiscal. ‘a". 15. observado o seguinte: 15. nos termos do inciso X do art.097/97) I . bertalha. o veículo não poderá ser alienado sem autorização do Fisco. (Dec.573/92) § 63. 20. Ficam convalidadas. beterraba. (Dec. nas hipóteses dos incisos CI e CII.870/94) § 62. à repartição fazendária a que estiver vinculado. hipótese em que o imposto fica diferido. berinjela. não haja incidência do Imposto de Importação. (Dec.nas operações interestaduais. 17. as operações de saída dos produtos hortifrutícolas discriminados no inciso XIII do “caput”. cópia reprográfica da 1ª (primeira) via do respectivo documento fiscal.641/2006) Decreto nº 14.573/92) II . (Dec.2. (Dec. relativamente às operações realizadas com os produtos hortifrutícolas.424/94) V .573/92) a) até 31 de dezembro de 1997.o benefício previsto nos incisos CII e CIII fica condicionado ao reconhecimento. o disposto no art. brócolis e broto de vegetais (Convênios ICM 44/75 e ICMS 68/90.573/92) (Dec. 15. serão adotadas as seguintes normas: 15. computados todos os créditos fiscais relativos às operações anteriores.558/92) § 61. 28. 15.atualizado até 30 junho 2011 . quando realizadas por comerciante para consumidor final. contado da data da operação. 30. 15.097/97) b) quando destinadas à industrialização. de documento expedido pela Secretaria adquirente. devendo a referida entrega ser efetuada. conforme mencionado no § 57. 24. 15. (Dec. entregar. cumulativamente. no período de 01 a 06 de janeiro de 1992. 17/93 e 124/93): (Dec. mediante redução do seu preço (Convênio ICMS 77/2004). nos primeiros 3 (três) anos. até o 15º (décimo quinto) dia útil. serão adotadas as seguintes normas (Convênios ICM 44/75 e ICMS 68/90.573/92) III .na hipótese da alínea "d" do mencionado inciso: (Dec.063/2005) II – até 31 de outubro de 2004. exceto: (Dec. realizadas com isenção do ICMS.no período de 25 de maio de 1993 a 31 de março de 1994 e a partir de 01 de abril de 1994. 15. 13. pelo respectivo adquirente do veículo. a partir de 01 de novembro de 2004.as operações internas ficam isentas do ICMS. (Dec.316/2007) III – transferir o benefício ao adquirente do veículo. contados da data da aquisição. 17/93 e 124/93). a) fica concedido crédito presumido de valor correspondente ao montante do débito do imposto devido pela saída. observando-se. VIII. serão adotadas as seguintes normas: (Dec.573/92) IV .

no período de 18 de abril a 31 de agosto de de 2005.612/92) II . à ração animal.a Secretaria da Fazenda expedirá as normas complementares que se fizerem necessárias à execução e ao controle do benefício. 20. aqüicultura. devendo a respectiva estimativa ser mantida.291/2005) b) o destinatário seja: (Dec.01. beneficiador de sementes inscrito no Ministério da Agricultura.EFEITOS A PARTIR DE 01.substâncias e misturas de substâncias ou microorganismos adicionados intencionalmente aos alimentos para os animais que tenham ou não valor nutritivo. de concentrado e de suplemento de que trata o § 3º. 15. (Dec. (Dec. a partir de 01 de setembro de 2005. 29. ranicultura e sericultura. Pecuária e Abastecimento ou em órgão por ele delegado (Convênio ICMS 63/2005).a) deve ser adotado o conceito de ração. a) às saídas promovidas entre si pelos estabelecimentos referidos em seus itens.atualizado até 30 junho 2011 . no período de 18 de abril a 31 de agosto de de 2005.3.98) VI – a partir de 18 de abril de 2005. a partir de 01 de agosto de 2006. PREMIX ou NÚCLEO . 28. (Dec. e que afetem ou melhorem as características dos alimentos ou dos produtos destinados à alimentação dos animais (Convênio ICMS 54/2006). 29. 28. 28. inclusive.EFEITOS A PARTIR DE 01.mistura de aditivos para produtos destinados à alimentação animal ou mistura de um ou mais destes aditivos com matérias-primas usadas como excipientes que não se destinam à alimentação direta dos animais (Convênio ICMS 54/2006). 15. (Dec.641/2006) 2. (Dec. no Ministério da Agricultura. real ou simbólico.98) b) às saídas.98) V . da mercadoria remetida para fim de armazenagem. considerando-se ainda. (Dec. 20. conforme previsto no seu subitem 1.01.876/91 DECRETO 14. do próprio produtor. registrada na Secretaria de Produção Rural e Reforma Agrária ou em órgão equivalente e no Ministério da Agricultura.291/2005) c) a produção de cada campo não exceda à quantidade estimada pelos seguintes órgãos.291/2005) a) o campo de produção seja registrado: (Dec.296/98 .641/2006) 1. Usina de Beneficiamento de Sementes. ainda.291/2005) Decreto nº 14. preparada em estabelecimento produtor.EFEITOS A PARTIR DE (Dec. a isenção concedida às sementes referidas na alínea "e" do mencionado inciso CIV estende-se à saída interna do campo de produção. Pecuária e Abastecimento (Convênios ICMS 99/2004 e 16/2005).296/98 . 15.291/2005) 1. (Dec.641/2006) b) o benefício aplica-se.876/91 .291/2005) 2.612/92) III .a redução prevista no item 1 da alínea "i" estende-se: 01. 28.98) (Dec.612/92) IV . a título de retorno. na Secretaria de Produção Rural e Reforma Agrária ou em órgão equivalente (Convênio ICMS 99/2004).a isenção não se aplica aos agrotóxicos do grupo químico organoclorado nem ao melaço destinado à alimentação animal.01. (Dec. 16/2005 e 63/2005): (Dec. 28.291/2005) 1. 20. para efeito da fruição do benefício: (Dec. a partir de 01 de agosto de 2005.01. exceto seu item 2. (Dec.296/98 . o benefício concedido às saídas dos produtos destinados a pecuária e avicultura estende-se às remessas com destino a apicultura. pelo prazo de 5 (cinco anos): (Dec. 28. ADITIVO . cunicultura. 28. 29.EFEITOS A PARTIR DE 01.296/98 . 20. nas hipóteses das alíneas "b" a "i". 28. Pecuária e Abastecimento ou em órgão por ele delegado (Convênio ICMS 63/2005). à disposição do Fisco. na transferência a estabelecimento produtor do mesmo titular ou na remessa a outro estabelecimento produtor em relação ao qual o titular remetente mantiver contrato de produção integrada. (Dec.a partir de 01 de janeiro de 1998. (Dec. desde que (Convênios ICMS 99/2004. a partir de 01 de setembro de 2005.291/2005) 2.

Ministério da Agricultura. II .417/93) § 69. Pecuária e Abastecimento (Convênio ICMS 63/2005). partes e componentes utilizados no reparo. 28. 28. No período de 01 de junho a 31 de dezembro de 1992. pelo Ministério da Agricultura. 27. cortadora multidisco. quando o estabelecimento arrendador ou subarrendador esteja sediado em território de país estrangeiro e a mercadoria se destine ao uso próprio do arrendatário ou subarrendatário (Convênio ICMS 118/92). o disposto no inciso XXXIV do "caput" aplica-se também às prestações de serviços de transporte das mercadorias ali referidas (Convênio ICMS 58/92).para fim do reconhecimento mencionado no inciso anterior.291/2005) d) a semente satisfaça o padrão estabelecido: (Dec.291/2005) 2. 16. (Dec. A partir de 05 de janeiro de 1993. da Secretaria da Fazenda. à vista de consulta específica da Secretaria da Fazenda de Pernambuco. 15. O disposto no inciso LXIX aplica-se também em relação à embalagem necessária à exportação dos respectivos produtos. no período de 18 de abril a 31 de agosto de de 2005. 16. constituída de talhablocos. Para efeito da isenção prevista no inciso CVII do “caput”.a fruição do benefício fica condicionada a reconhecimento prévio da Diretoria de Administração Tributária."leasing". lustradeira de esteira para tiras de espessura até 20 mm e largura até 61 cm. em pedido do interessado.762/93) MERCADORIA Esticador hidráulico para tensionamento de lâminas de aço para serrar granito Linha automática seqüencial e simultânea para produção de lajotas de granito de baixa espessura. a partir de 01 de setembro de 2005.876/91 DECRETO 14.417/93) § 68.1. 28. 16. (Dec.90.813/92) I . 15.9900 (Dec. (Dec. (Dec. a partir de 01 de setembro de 2005. 16. conserto e reconstrução de embarcações ser efetuada pela indústria naval. deverá haver manifestação da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo sobre a inexistência de produto similar nacional. 16.818/2005) § 64.ficam excluídos do conceito de equipamento os tubos.291/2005) e) a semente não tenha outro destino que não seja a semeadura. (Dec. por ocasião da aprovação da inscrição do referido campo (Convênio ICMS 63/2005).146/92) § 67. 15. ficam excluídas da relação contida no inciso CXIII do "caput" as seguintes mercadorias (Convênio ICMS 135/92): (Dec. Secretaria de Produção Rural e Reforma Agrária ou órgão equivalente (Convênio ICMS 99/2004). (Dec.813/92) III . 28. Pecuária e Abastecimento ou órgão por ele delegado. O disposto no inciso CXVI do "caput" também se aplica às operações de entrada decorrentes de contrato de arrendamento ou subarrendamento mercantil . serão observadas as seguintes normas: (Dec.417/93) § 70.876/91 . A partir de 16 de julho de 1992. (Dec. 16. Para os efeitos do inciso CXVI do "caput".9900 8464. 28. 15.atualizado até 30 junho 2011 CÓDIGO NBM/SH 8464.291/2005) 1. no período de 18 de abril a 31 de agosto de de 2005.762/93) . a isenção prevista no inciso XXXVII do “caput” somente ocorrerá na hipótese de a aplicação de peças.813/92) § 66."leasing" a operação realizada com estrita observância da legislação federal específica (Convênio ICMS 118/92).98. 15. multidisco com ciclo programável. (Dec.813/92) § 65. (Dec. pelo órgão estadual competente (Convênio ICMS 99/2004). discriminando os produtos a serem adquiridos.291/2005) 2. (Dec. as manilhas e os postes. calibradora de espessura com sistema Decreto nº 14. (Dec. considera-se arrendamento ou subarrendamento mercantil . (Dec.813/92) (Dec.

(Dec. (Dec. a isenção condiciona-se à observância do disposto na legislação federal aplicável . (Dec. destinatárias dos produtos. atualizado monetariamente a partir do momento do desvio. 16. "b".o contribuinte deverá manter. à vista de requerimento da parte interessada.3.720/2001) § 77. 16. (Dec. o estabelecimento vendedor deverá deduzir do preço da mercadoria o valor correspondente ao imposto dispensado. 16. (Dec. 16. Para fim do disposto no inciso CXXVI do "caput". A partir de 05 de janeiro de 1993. 17. 19. A partir de 05 de janeiro de 1993. biseladora e retificadora de esteira § 71. CII e CIII do "caput" e na alínea "c" do referido inciso CI somente se aplica quando não tenha havido contratação de câmbio e. 16.405/95) III .122/96) I . Na hipótese do inciso CXIV do "caput". por espécie.424/94) § 75. será observado o seguinte: 16.122/96) Decreto nº 14. “b". do referido inciso: (Dec.08.720/2001) a) somente se aplica à mercadoria isenta do IPI ou com a alíquota do mencionado imposto reduzida a zero.819/93) (Dec. documentação comprobatória das operações realizadas. onde se encontre evidenciada a quantidade de combustível e lubrificante. 18. (Dec. Relativamente ao disposto no inciso CXXI do “caput”. à disposição do Fisco.405/95) II . 3. a isenção ali prevista fica condicionada. fornecida em cada mês.405/95) I . junto à Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda. 18. I .720/2001) b) fica convalidada a isenção relativa às saídas realizadas no período de 01.na hipótese do inciso CI. quando a operação não tenha sido onerada pelo Imposto de Importação. (Dec. da destinação da mercadoria. observando-se (Convênios ICMS 18/95 e 106/95):" (Dec. consideram-se bens do ativo fixo as partes e peças destinadas à reposição e à montagem de máquinas.9900 (Dec. 5 e 6.ocorrendo a hipótese prevista no inciso CI.2001 a 08. 1. O disposto na alínea "b" dos incisos CI. 3. com identificação das empresas proprietárias das aeronaves e embarcações. microajustamento de cabeçote e indicação eletrônica de largura e espessura de trabalho CÓDIGO NBM/SH 8465. 18. relativamente à isenção prevista no inciso CIV do "caput".eletrônico de leitura digital. 18.819/93) § 74.762/93) MERCADORIA Máquina para aplainar com mais de 4 eixos. e "c".812/95) II . 17. com acréscimo de juros e das penalidades cabíveis.relativamente ao benefício previsto na alínea "a".937/94) § 76.92. 19. fica dispensada a apresentação da Declaração de Exoneração do ICMS na Entrada de Mercadoria Estrangeira. exceto no caso do inciso CI. (Dec. nas condições do mencionado inciso. 23. o consignante se creditará do ICMS pago em decorrência da exportação. “b". a partir de 01 de maio de 1994. fica excluída da relação contida no inciso CXV do "caput" a seguinte mercadoria (Convênio ICMS 138/92): (Dec.uma vez comprovada destinação diversa do produto. 23. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . à comprovação. mediante documento expedido pela Secretaria de Educação beneficiada com a doação.876/91 DECRETO 14.762/93) § 73. aparelhos e equipamentos para uso do próprio adquirente das referidas partes e peças.819/93) II . no montante correspondente à mercadoria que houver retornado.876/91 .05.762/93) § 72. 23. pelo remetente da mercadoria.quando a importação se referir a veículo e for realizada por funcionário estrangeiro dos órgãos ali referidos. o contribuinte deverá recolher o ICMS devido. (Dec. (Dec. demonstrando-se na Nota Fiscal a respectiva dedução (Convênio ICMS 144/92).2001. Na hipótese do inciso CXXXI: (Dec.a isenção ali referida será reconhecida mediante ato da Diretoria de Administração Tributária.

a partir de 01 de março de 2003. ao Estado de Roraima.atualizado até 30 junho 2011 . jornal ou periódico (Convênio ICMS 21/95). a partir de 09.2001) a) não será exigido o estorno do crédito referente às respectivas entradas. XXXVIII. 28.não se considera produto em estado natural aquele submetido a qualquer operação havida como industrialização. (Dec.541/2005) § 83. submetido a qualquer dos processos de resfriamento ou congelamento. CXI. 47. do art. Para efeito da fruição do benefício previsto no inciso XIII do "caput": (Dec. 23.673/99) II .876/91 DECRETO 14.545/2010) a) a fruição dos benefícios ali previstos é opcional e fica condicionada: (Dec. a partir de 01 de agosto de 2005. 615 e.2001.673/99) I . de 19. na aquisição de veículos automotores novos em outra Unidade da Federação. a partir de 19.06. "e".03.93). 23. a isenção somente alcança as empresas cuja atividade preponderante seja a prestação de serviço de radiodifusão ou a industrialização de livros. 25. aparelhos e equipamentos.188/2005) § 82. mencionado no citado inciso.a partir de 27 de abril de 1995. ao Federal ou ao Municipal.08.373/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 19. (Dec. e alterações. 29. aplica-se a isenção ali prevista. relativamente à parte do imposto que cabe a este Estado. (Dec. nos termos do art. 23. ao Estado do Paraná. CCXIII e CCXIV do "caput" observar-se-á: (Dec. 7º (Decreto nº 16. A partir de 01 de setembro de 2006.2001) b) não se aplica às operações de saída dos produtos ali mencionados com destino: 23. de 23 de abril de 2001.641/2008) § 85.§ 78.2003) § 81.650/2001) 2. Relativamente ao disposto nos incisos CCXII.03. Relativamente à isenção prevista no inciso CLXVII do "caput": (Dec. 27. (Dec.06. o benefício previsto no inciso CCV deverá ser considerado para obtenção do correspondente valor.673/99) § 79. 21.a partir de 01 de setembro de 1999. quando a destinação for aquela indicada no inciso CLXXXII.246/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.217. Relativamente aos incisos XXXV.310/2010) § 86.246/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01. na alínea "d" do referido inciso. (Dec.08. que não poderá ser superior à média do respectivo preço de venda no mês anterior. CXLVI. CLIV. 25.876/91 . (Dec. CLXXVIII e CLXXXII.246/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2001. II. relativamente aos fármacos fumarato de formoterol diidratado + budesonida e ciclosporina. nos termos do Decreto nº 23. Para efeito da avaliação das mercadorias adjudicadas.2003) I . (Dec.06. constantes do Anexo Único do Convênio ICMS 87/2002. O benefício de que trata o inciso CLXXVIII. CLI. (Dec. a inexistência de produto similar produzido no país será atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo de máquinas. não se aplica às operações realizadas com o Distrito Federal. 7º. ao Estado do Amazonas.DAF. 34. fica excluído da condição de industrializado o produto hortifrutícola em estado natural. (Dec. quando necessários à respectiva conservação ou transporte. 1. (Dec.859.2003) II .642/2006) § 84.650/2001) (Dec. no período de 19. observado o disposto no art." (Dec. 21. 35. a isenção prevista no inciso CLXIV também se aplica às operações amparadas por regime aduaneiro especial de depósito afiançado .650/2001) § 80.2001. (Dec.03. com abrangência em todo o território nacional (Convênio ICMS 131/98). e alterações (Convênios ICMS 36/2008 e 54/2009). efetuada por meio de faturamento direto ao consumidor. 34.373/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 19. 21. até 1º de agosto de 2009. LXI. 23. 25. quando for o caso.2001 a 08. (Dec. as referências feitas à Administração Pública somente se aplicam ao Poder Executivo Estadual e.06. 31. 23.08. previstos no § 2º. inclusive as mencionadas no § 2º do art. XCVI. a partir de 01 de dezembro de 2004. XLVIII.545/2010) Decreto nº 14.650/2001) 3. Relativamente ao benefício previsto no inciso CVIII: (Dec.

290/2010) I – o disposto no caput somente se aplica em relação à energia elétrica consumida em bombas de captação e pressurização de água destinada à irrigação de propriedades rurais. 34. sem prejuízo das demais exigências. observando-se: (Dec. 35. “d”. a que as respectivas operações sejam desoneradas dos impostos federais.876/91 . em razão de isenção.o consumidor interessado. o benefício ali previsto somente se aplica aos produtos chapas de aço. cabos de potência e anéis de modelagem. quando os referidos produtos forem destinados à fabricação de torres para suporte de gerador de energia eólica (Convênio ICMS 11/2011).290/2010) II .545/2010) § 87.409/2011) § 91 . (Dec. prevalecerá o regime normal de tributação. 34. (Dec. 34. equipara-se ao produtor rural a entidade sem fins lucrativos que possua termo de delegação ou convênio firmado com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba – CODEVASF. a qualquer tempo. seja colocado à disposição da Secretaria da Fazenda sistema informatizado de controle contábil e de estoques. (Dec. cabos de controle. 36. Relativamente ao disposto no inciso CLVI. sendo obrigatória a demonstração expressa dessa dedução no correspondente documento fiscal(Convênio ICMS 110/2010). 36. 35. O disposto no inciso CLXIV do "caput" não se aplica às operações com mercadorias abrangidas pelo REPETRO. 34. que possibilite realizar o acompanhamento da aplicação do REPETRO. contido nas propostas vencedoras de processo licitatório.545/2010) c) a inobservância das condições ali estabelecidas tornará exigível o ICMS com os acréscimos legais cabíveis. constantes do Anexo 28. porconta e ordem da distribuidora de combustíveis. deverá encaminhar à empresa fornecedora de energia elétrica o respectivo requerimento instruído com documentos que comprovem o atendimento às condições previstas neste parágrafo. bem como da utilização dos bens na atividade para a qual foram adquiridos ou importados. suspensão ou alíquota zero. (Dec. (Dec. à formalização de pedido específico do contribuinte dirigido à Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal – DPC da Secretaria da Fazenda. para efeito da fruição do benefício. (Dec. nas operações internas em que o óleo diesel seja entregue pela refinaria de petróleo ou suas bases diretamente à empresa produtora de energia elétrica. 35. a que. o valor correspondente ao benefício ali previsto deverá ser deduzido do preço dos respectivos produtos. 35.543. (Dec.876/91 DECRETO 14. disciplinado no Capítulo XI do Decreto Federal nº 4. de 26 de dezembro de 2002 (Convênio ICMS 130/2007).711/2011) Decreto nº 14.545/2010) 3. Para efeito de fruição do benefício de que trata o inciso XLVIII.545/2010) 2. a partir de 30 de julho de 2010. (Dec.1. 1.611/2010) § 90.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. não será exigido o recolhimento do ICMS devido por substituição tributária de que trata o Convênio ICMS 110/2007. na hipótese do inciso CLXVIII. 34.290/2010) § 89. 34. (Dec.545/2010) § 88. Para efeito do disposto no inciso CLXXXII. (Dec. mediante acesso direto.545/2010) b) não ocorrendo a formalização de que trata a alínea "a". A partir de 1º de abril de 2011. mediante operação de venda à ordem.

17.até 31 de dezembro de 1994. o produto que remeter seja grão de soja. 10. quando o autor da encomenda estiver localizado no Estado da Bahia. a partir de 30 de outubro de 2000. (Dec. § 2º Interrompe-se a suspensão: I .2000) b) nas seguintes hipóteses específicas. 17. inclusive com destino a trabalhador autônomo ou avulso. e os produtos resultantes da industrialização. desde que o produto retorne ao remetente. (Dec. (Dec. Art. na saída interna e interestadual de mercadoria. desde que o produto final retorne ao estabelecimento de origem: (Dec.809/2006) 1. reparo ou industrialização: (Dec.2000) a) até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995. desde que retorne ao estabelecimento de origem. em que o destino seja a industrialização. objeto do retorno. A partir de 01 de março de 1989 ou das datas expressamente indicadas. 22. para fim de industrialização ou prestação de serviço relacionado no Anexo 1. A suspensão da exigência do imposto nas operações e prestações será definida em convênio homologado conforme o disposto em legislação específica. ao estabelecimento de origem.na saída de mercadoria remetida a outro estabelecimento do mesmo contribuinte ou de terceiro.CAPÍTULO IV Da Suspensão Art. na hipótese de bem de ativo fixo (Convênios ICM 18/78. (Dec. II . (Dec. desde que o mencionado produto retorne ao estabelecimento de origem. real ou simbólico. § 1º Para fim deste artigo.na saída interestadual de produto destinado a conserto. se for o caso. fica suspensa a exigência do imposto: I . desde que o retorno do produto resultante. empresa pública. 15. quando promovida por órgão da administração pública.quando não ocorrer o retorno da mercadoria.atualizado até 30 junho 2011 .876/91 . no prazo de 180 (cento e oitenta) dias. 25/81 e 35/82 e ICMS 80/91 e 151/94). 22. prorrogável por mais 180 (cento e oitenta) dias. inclusive com destino a trabalhador autônomo ou avulso que preste serviço pessoal. a critério da autoridade fiscal competente. contados da data da respectiva saída. 29.558/92) IV .10. 32/78. sejam óleo bruto e farelo de soja: 90 (noventa) dias (Protocolo ICMS 44/2000).quando ocorrer a saída da mercadoria do destinatário para estabelecimento diverso do remetente.977/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 30. admitindo-se excepcionalmente uma segunda prorrogação de igual prazo. com o objetivo de retorno. 11. para fim de industrialização. considera-se suspensão da exigência do imposto a situação jurídica em função da qual deixa de ser exigido o imposto em relação à saída da mercadoria de um estabelecimento para outro. para fim de industrialização.905/94) III .905/94) a) até 30 de setembro de 1994. prorrogáveis por igual período. para ser industrializado por estabelecimento localizado neste Estado de Pernambuco. 29. sociedade de economia mista e empresa concessionária de serviços públicos.809/2006) DECRETO 14. II . ocorra nos prazos respectivamente indicados. ficando a responsabilidade tributária pelo respectivo imposto com o primeiro estabelecimento. sendo atribuído o valor que conste da contabilidade do remetente.977/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 30. quando a saída ocorrer dentro do Estado.905/94) b) a partir de 01 de outubro de 1994.na saída de gado destinado a exposição realizada em outra Unidade da Federação.10. 17. mediante autorização expressa da Secretaria da Fazenda do Estado de localização do mencionado autor da encomenda: (Dec. III . contados da data da remessa promovida pelo estabelecimento autor da encomenda.quando vencer o prazo do retorno sem que a mercadoria retorne.

sulfato de amônio 3. contendo.182/2003) 2. superfosfato simples 3. será devido ao Estado de localização do estabelecimento industrializador apenas o imposto incidente sobre o valor total cobrado pelo industrializador ao estabelecimento autor da encomenda.4. da Secretaria da Fazenda do respectivo Estado onde esteja localizado o estabelecimento autor da encomenda e o industrializador. mediante regime especial.809/2006) 1.0200 3105. quando o autor da encomenda estiver localizado no Estado da Paraíba. 29.0000 2510. a partir das datas indicadas nos respectivos itens: (Dec. quando o autor da encomenda seja estabelecimento industrial localizado neste Estado de Pernambuco.2. a adoção da suspensão da exigência do imposto prevista na alínea "b" fica condicionada à prévia autorização. será observado o seguinte. objeto do retorno.30. uréia 3.40. a partir de 01 de novembro de 2003.29. 26.182/2003) DECRETO 14. seja qual for a causa. em retorno ao estabelecimento encomendante.809/2006) Matéria-prima 3. sem destaque do valor do imposto. e os produtos resultantes da industrialização. a expressão "Suspensão do ICMS Protocolo ICMS ____". na remessa da mercadoria para o estabelecimento industrializador.6.0300 3102. para industrialização por estabelecimento localizado neste Estado de Pernambuco.8. contendo.876/91 . (Dec.10. 29. no retorno dos produtos resultantes da industrialização.0000 3104. a partir de 01 de maio de 2004.21. 29.atualizado até 30 junho 2011 . classificados como sucata. (Dec. com os acréscimos moratórios. (Dec. além dos requisitos exigidos na legislação em vigor. 26.0200 3102.20.182/2003) 6. e o retorno dos produtos resultantes da industrialização seja efetivo: 90 (noventa) dias (Protocolos ICMS 17/2003 e 09/2004).9.10. a partir de 14 de julho de 2006. os produtos que remeter sejam matérias-primas.0100 3103. não ocorrendo o retorno nos termos previstos na alínea "b". incidentes a partir da remessa da mercadoria para industrialização.182/2003) 3.1.10. na hipótese de perecimento ou desaparecimento das mercadorias remetidas para industrialização. nitrato de cálcio 3. real ou simbólico. 26. restringindo-se as referidas matérias-primas às seguintes (Protocolo ICMS 22/2006): (Dec. (Dec.5. (Dec.182/2003) 5.0000 3103.3. superfosfato triplo 3. o autor da encomenda deverá recolher. nitrato de amônio 3.MAP 3. o imposto com exigência suspensa nos termos da alínea "b" será recolhido em favor do Estado onde se localizar o autor da encomenda.0100 da c) na hipótese da alínea "b". além dos requisitos exigidos na legislação em vigor: (Dec.809/2006) 3. o estabelecimento encomendante emitirá Nota Fiscal. até o 1º (primeiro) dia útil subseqüente ao vencimento do prazo para o referido retorno ou da respectiva prorrogação. enxofre Código NBM/SH 3102.10. (Dec. os produtos que remeter sejam resíduos industriais de cobre e.0000 2834. 26. de latão.7. o valor atualizado do imposto com exigência suspensa. 26. o industrializador deverá emitir Nota Fiscal.20. cloreto de potássio 3. 26. diidrogeno-ortofosfato de amônio .0200 2503.182/2003) 4. sejam adubos simples ou compostos e fertilizantes: 180 (cento e oitenta) dias. na saída dos produtos resultantes da industrialização.2. para ser industrializados por estabelecimento localizado no Estado de São Paulo.10. fosfato natural bruto 3.

26. do respectivo emitente. desde que retorne ao estabelecimento de origem. pelo qual foi a mercadoria recebida em seu estabelecimento para industrialização. 26.2. destaque do valor do imposto. sem destaque do valor do imposto. 29. será emitida Nota Fiscal. emissão de documentos fiscais e imposição de penalidades. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias.182/2003) 10. endereço e número de inscrição. dados identificadores do documento fiscal. 26.2. 17. por ocasião da entrega global ou parcial das mercadorias (Protocolos ICMS 44/2000 e 22/2006): (Dec.2. do estabelecimento destinatário para o qual for efetuada a remessa dos produtos. 26. (Dec.809/2006) 10. número. 26. além dos requisitos exigidos.2.2. destacando deste o das mercadorias empregadas no respectivo processo produtivo. na hipótese de bem do ativo fixo. subsérie da Nota Fiscal prevista no item 10. 29. com destaque do imposto. que será calculado sobre o valor adicionado. subsérie e data da Nota Fiscal de que trata o item 10. como natureza da operação. como natureza da operação. quando devido. (Dec.na saída de bem integrado ao ativo fixo. VI . série e data da Nota Fiscal de remessa das mercadorias recebidas para industrialização. constará.1. estadual e no CNPJ/MF. bem como o nome. contados da data da saída: (Dec. endereço e número de inscrição.809/2006) V .atualizado até 30 junho 2011 .809/2006) 10. em especial quanto à escrituração de livros. estadual e no CNPJ/MF. (Dec.3.2. endereço e número de inscrição. de um estabelecimento para outro. ocorrendo a remessa dos produtos resultantes da industrialização. e ainda: (Dec.1.1. no prazo de 90 (noventa) dias. (Dec. valor da mercadoria recebida para industrialização e valor adicionado. (Dec. sendo atribuído ao mesmo o valor que conste da contabilidade do remetente.182/2003) 9. como natureza da operação. destaque do valor do imposto calculado sobre o valor total da encomenda.809/2006) 10.3.2.905/94) DECRETO 14. 1 e 3. o pagamento do imposto obedecerá à forma. número. 29.1.1 nome do titular. com destino a outro estabelecimento.2. em nome do destinatário. pelo estabelecimento industrializador: (Dec.na saída de produto destinado a conserto ou reparo. 29. 29. bem como nome. série. "Saída simbólica de produto industrializado por encomenda". consignando-se. do estabelecimento que irá promover a remessa das mercadorias. com destaque do imposto. série. na hipótese da alínea "b". pelo estabelecimento encomendante. para acompanhar o transporte das mercadorias. (Dec. "Retorno simbólico de produto industrializado por encomenda". endereço e número de inscrição. nome do titular. 26.2.809/2006) 10.1. estadual e no CNPJ/MF.876/91 . valor da mercadoria recebida para industrialização e valor total cobrado do autor da encomenda.809/2006) 10. 29. desde que retorne ao estabelecimento de origem. pelo estabelecimento industrializador.182/2003) 10.6. (Dec. quando devido.4.182/2003) 8. será observada a legislação tributária da Unidade da Federação de localização do estabelecimento.182/2003) 10.2. 26. 26. (Dec.182/2003) 10. na qual. "Remessa por conta e ordem de terceiros". 26.2. constará. estadual e no CNPJ/MF. e do seu emitente.182/2003) 6.2.182/2003) 6. do seu emitente. além dos requisitos exigidos. (Dec. dentro do Estado. em nome do destinatário das mercadorias. além dos requisitos exigidos. na qual.2. os documentos fiscais emitidos na forma desta alínea deverão conter a indicação do respectivo Protocolo ICMS. (Dec. número. (Dec. prazo e condições estabelecidos na legislação da Unidade da Federação à qual for devido. por conta e ordem do encomendante.182/2003) 7. (Dec. em nome do estabelecimento encomendante.2.

Piauí. contados da data da saída. quando a mercadoria destinar-se a exposição.265/97) XII .relativamente ao gado destinado a "recurso de pasto": (Dec.154/91) XIII . Ceará. (Dec. 119. quando. prorrogável por mais 30 (trinta) dias.652/2008) 2. Bahia. até 31 de dezembro de 1994.265/97) b) 60 (sessenta) dias. para fornecimento de serviços fora do estabelecimento ou com destino a outro estabelecimento inscrito como contribuinte. em bruto ou submetido a beneficiamento elementar. Paraíba. do mesmo contribuinte ou de terceiro. Alagoas. I. 32.614/92) c) desde que ocorra o respectivo retorno ao estabelecimento de origem no prazo de até 180 (cento e oitenta) dias. (Dec. nas saídas destinadas aos Estados da Paraíba. no prazo de 90 (noventa) dias. desde que se destinem exclusivamente a "recurso de pasto”.16. desde que retornem ao estabelecimento de origem. nas saídas destinadas aos Estados da Paraíba. IX .a) até 30 de setembro de 1994. mediante requerimento do interessado (Protocolos ICMS 14/94. 20. gabaritos. deste artigo e no § 23 do art. a partir de 01 de agosto de 2008.608/98) a) no período de 01 de outubro de 1991 a 30 de junho de 1992. quando a mercadoria destinar-se a exposição. (Dec. a fim de ser utilizado exclusivamente na elaboração de produto encomendado pelo remetente. Ceará. a partir de 01 de janeiro de 1998: (Dec. (Dec. encomendados pelo remetente. localizado neste Estado. ferramenta ou utensílio. observado o disposto no § 5º. exclusivamente dentro deste Estado. em retorno ao estabelecimento de origem. matrizes. (Dec.905/94) VII . 20.na saída de mercadoria de que trata este artigo.16. Pernambuco.15. Rio Grande do Norte (Protocolo nº 20/92) e Alagoas. a critério da autoridade fiscal competente. XI . leilão ou qualquer outro evento similar que se realize em local diverso do estabelecimento remetente. no retorno de remessa para industrialização. a critério da autoridade fazendária competente.682/2002) DECRETO 14. 20. 14. prorrogável. chapelonas.a partir de 18 de julho de 1991. Sergipe. 22/95. feira. (Dec. Bahia. 20. veículo. as saídas interestaduais de moldes. 20.265/97) X . remetido de um para outro estabelecimento produtor.nas saídas de gado bovino fêmeo e reprodutor para os Estados do Ceará. demonstração. (Dec.na saída de máquina. 20. a saída for de bens do ativo fixo e uso ou consumo do remetente que se destinarem à montagem e funcionamento de ambiente destinado à realização do evento. o disposto no § 10. VIII . para serem utilizados pelo remetente no fornecimento de trabalho a usuário ou consumidor final. observado. este a partir de 01 de abril de 1993 (Protocolo nº 05/93). no período de 30 de maio de 1990 a 31 de março de 1991. 17.265/97) 1. a fim de ser utilizado na elaboração de produto ou na prestação de serviço relacionado ao Anexo 1. Piauí e Rio Grande do Norte.atualizado até 30 junho 2011 . ressalvada a hipótese do valor agregado. observado o disposto nos §§ 5º e 6º. 13/98. 08/99. 17.905/94) b) a partir de 01 de setembro de 1994. padrões. 24. (Dec. modelos e estampas.na saída de produto primário. a critério do Fisco. Piauí e Rio Grande do Norte.265/97) a) 90 (noventa) dias. prorrogável. Sergipe. feira ou demonstração a não-contribuinte.614/92) b) no período de 01 de julho de 1992 a 30 de julho de 1994. nos termos do disposto no art. 45/2000 e 11/2002): (Dec.pelos prazos especificamente indicados. desde que retorne ao estabelecimento de origem. V. (Dec. na hipótese do item anterior. nos seguintes casos: (Dec.876/91 . 2/95. para serem utilizados na elaboração de produtos encomendados pelo remetente e desde que devam retornar ao estabelecimento de origem no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contados da saída efetiva.

por igual período.188/2005) 1.10. ficará suspensa por período idêntico ao previsto no regime aduaneiro especial administrado pela Secretaria da Receita Federal.(Dec.94 a 30. na hipótese prevista nesta alínea. 24. Paraíba.2000 a 30. administrado pela Secretaria da Receita Federal. 28. (Dec. a partir de 01 de agosto de 2008: (Dec. por até mais 90 (noventa) dias. deverá ser recolhido pelo beneficiário. observado o disposto no § 10. sem cobertura cambial. no caso de haver eventual resíduo economicamente utilizável da respectiva destruição.95 a 30.04. CLXIV.682/2002) XIV – a partir de 01 de dezembro de 1994.2001. para efeito de cálculo do imposto devido.09. junto à Secretaria da Receita Federal. a critério da autoridade fazendária competente.188/2005) f) não sendo cumpridas as condições necessárias para a conversão da suspensão em isenção do imposto. com recolhimento no desembaraço aduaneiro. Piauí. 32. 28.188/2005) DECRETO 14.05. nos períodos de 10. com o acréscimo de juros e multa de mora. no qual o contribuinte esteja habilitado.652/2008) XV – a partir de 01 de agosto de 2005. Piauí e Sergipe.1. 32. 32. acréscimos e penalidades cabíveis. (Dec. Bahia. observando-se. (Dec. calculado a partir da data da admissão das mercadorias no regime.188/2005) b) a exigência do ICMS incidente na operação.188/2005) e) cumpridas as condições para admissão da mercadoria ou bem no DAF e sendo a mercadoria ou bem utilizados para o fim estabelecido no regime. implica a exigência do ICMS devido. reexportados ou destruídos. no período de 01. por até mais 90 (noventa) dias.2000 e de 30. as mercadorias constantes do estoque serão relacionadas às declarações de admissão no regime. o beneficiário responde pelo ICMS devido.09. calculados a partir da data de registro da correspondente declaração de admissão no regime. nas operações de importação de materiais. (Dec. deste artigo e no § 23 do art. observando-se (Convênio ICMS 09/2005): (Dec.682/2002) 3. correspondente ao estoque. (Dec. na saída de mostruário de mercadoria promovida por contribuinte inscrito no CACEPE. 28. avaria ou acréscimo de mercadorias admitidas no DAF. Paraíba. 24.09.682/2002) 2.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.188/2005) a) a aplicação do disposto neste inciso depende de prévia habilitação da empresa intereressada no DAF. 28. inclusive em relação ao extravio.188/2005) 1. 24.10. 9º. conforme previsto no art. com base no critério contábil Primeiro que Entra Primeiro que Sai – PEPS.09. 28.188/2005) d) findo o prazo estabelecido para a permanência das mercadorias no regime: (Dec. nas saídas destinadas aos Estados do Ceará e do Rio Grande do Norte. contado da data de publicação do ato de cancelamento. Ceará. 28.2000 e de 30. (Dec. 28.2002 a 30. 28. relativamente ao estoque de mercadorias que não forem. "d".2001. Rio Grande do Norte e Sergipe. com o acréscimo de juros e de multa de mora.652/2008) a) a mercadoria deverá retornar ao estabelecimento de origem no prazo de 90 (noventa) dias. no prazo de 30 (trinta) dias.04. II. por até mais 02 (dois) períodos de até 90 (noventa) dias.876/91 . (Dec.DAF. nos períodos de 01. sujeitando-se ao pagamento do ICMS correspondente. este deverá ser despachado para consumo como se tivesse sido importado no estado em que se encontre. 119. a suspensão se converterá em isenção.188/2005) 2.188/2005) c) o cancelamento da habilitação prevista na alínea "b":(Dec. (Dec.2003. (Dec. nas saídas destinadas aos Estados de Alagoas. (Dec. o ICMS suspenso incidente na importação. 28.188/2005) 2. destinados à manutenção e ao reparo de aeronave pertencente a empresa autorizada a operar no transporte comercial internacional e utilizada para estocagem no regime aduaneiro especial de depósito afiançado .2000 a 30. (Dec. 28.10.652/2008) b) o prazo previsto neste inciso poderá ser prorrogado. 28. nas saídas destinadas aos Estados de Alagoas.

no ato da expedição da Nota Fiscal para acobertar o trânsito do gado será assinado "Termo de Compromisso".876/91 . será observado o seguinte: (Dec. 18. de ___/___/___.477/95) I . com desoneração ou suspensão da cobrança do imposto. redução da base de cálculo. § 2º Na saída de que trata o inciso I do "caput".477/95) DECRETO 14. § 3º O disposto no inciso IV do "caput" não se aplica à saída de sucata e de produtos primários de origem animal e vegetal.ocorrendo a venda do gado no Estado destinatário. no retorno ao Estado do Piauí de trilhos de aço para utilização em ferrovia. sempre que houver cobrança. II . na hipótese de cobrança proporcional. dos impostos federais. c) a 3ª via será entregue ao produtor para fim de controle e arquivamento. caberá à repartição fazendária dos Estados remetente e destinatário a cobrança do imposto devido e seus acessórios. III .002/2010) § 1º Não ocorrendo o retorno nos prazos estabelecidos neste artigo. VI . pela União. § 4º O prazo de que trata o inciso X do "caput" poderá ser prorrogado por mais 90 (noventa) dias. IV . a referida ocorrência.atualizado até 30 junho 2011 . de tal forma que a carga tributária seja equivalente àquela praticada pela União. observando-se: I . até 10 (dez) dias após o ingresso do gado no Estado destinatário.a suspensão do imposto será requerida à repartição fazendária da localidade de jurisdição do produtor.para retorno do gado ao Estado de origem. na qual fará constar a seguinte observação: "Gado em retorno. 28.a suspensão do imposto estende-se às crias: a) acompanhantes.sua concessão será feita exclusivamente ao gado pertencente ao produtor devidamente credenciado. § 5º Para efeito da suspensão referida no inciso XIII do "caput". com os acréscimos legais estabelecidos na legislação. em fase de lactação. VII . salvo se a remessa e o retorno se fizerem nos termos de protocolo celebrado entre os Estados interessados. o contribuinte deverá recolher o imposto correspondente à operação. 36. e a quantidade de _____ crias". à repartição fazendária de origem. conforme Nota Fiscal nº _______.188/2005) XVI – no período de 1º de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2012. no prazo de recolhimento que suceder ao período fiscal em que deveria ter havido o retorno. deverá ser lavrado termo de responsabilidade na repartição fazendária do domicílio do remetente. a repartição fazendária do Estado onde o mesmo se encontra em "recurso de pasto" emitirá a respectiva Nota Fiscal. b) eventualmente geradas no período de suspensão do imposto. hipótese em que a repartição fazendária do Estado destinatário ficará desobrigada de fornecimento da Nota Fiscal de retorno. (Dec. b) a 2ª via acompanhará o trânsito e será entregue à repartição da circunscrição fiscal do destinatário. remetidos a este Estado para fim de armazenagem.na hipótese do inciso anterior. recebido para recurso de pasto. nesse caso. devendo.18. sua quantidade ser consignada na observação referida no inciso IV. será exigível o ICMS.ultrapassado o prazo do "recurso de pasto" e não retornado o gado. observado o disposto no inciso V. mediante portaria do Secretário da Fazenda. V . a exigência do imposto pelos Estados remetente e destinatário aplica-se também na ocorrência de descumprimento do disposto na alínea "b" do inciso II. (Dec. caberá à repartição fazendária de destino exigir o respectivo pagamento do imposto e comunicar. (Dec. com a seguinte destinação: a) a 1ª via será retida pela repartição fazendária da circunscrição fiscal do produtor.g) em relação à mercadoria ou ao bem importados sob o amparo DAF. podendo haver.

558/92) III .876/91 .. .......de l99. expedido em 03 (três) vias......128/2001) § 6º Na hipótese do inciso XIII do "caput": (Dec..18.atualizado até 30 junho 2011 .. será transferido para o local acima. com base nos valores vigentes na data do encerramento do prazo concedido. 16. (Dec.. bem como no seu retorno a este Estado. Não ocorrendo o retorno dentro deste prazo.II .. todos do parágrafo anterior. caberá ao Estado de origem a parcela do tributo relativa à aplicação da alíquota interestadual..serão adotadas as normas previstas na alínea "b" do inciso I.128/2001) IV ... IV e VII. caberá ao Estado remetente a cobrança do ICMS. de .. com observância do disposto no mencionado inciso XIII. cuja base de cálculo será o valor da operação ou o da pauta então vigente. da qual este documento. NOME: CPF: IDENTIDADE: NOME DA PROPRIEDADE: DISTRITO MUNICÍPIO: NOME DA PROPRIEDADE: DISTRITO: MUNICÍPIO: QUANTIDADE: VACAS: CRIAS DE LACTAÇÃO: REPRODUTORES: O gado constante da Nota Fiscal nº.a convalidação de que trata o inciso anterior não autoriza restituição ou compensação de importâncias já pagas. VISTO: CHEFE DA REPARTIÇÃO FISCAL DESTINO: CGC: PROCEDÊNCIA . nas saídas de gado para os Estados ali referidos. não podendo ser inferior àquela estabelecida pelo Estado de destino..ficam convalidados os procedimentos adotados no período de 01 a 29 de outubro de 2000.. bem como nos incisos II...... 18.. observando-se ainda: (Dec.. 23.. (Dec.477/95) b) a base para o cálculo do imposto de que trata a alínea anterior será o valor da pauta fiscal.ultrapassando o prazo do "recurso de pasto" e não retornando o gado. DECRETO 14.. III.477/95) I . responsabilizo-me pelo recolhimento do ICMS devido.. (Dec.. "c" (Protocolo ICMS 45/2000). (Dec. dias. que será recolhida pelo produtor na repartição fiscal do Estado onde tenha ocorrido o "recurso de pasto". 15.614/93) II ..18.. quando houver reciprocidade de tratamento.. 23.... passa a ser parte integrante.o Termo de Compromisso referido no inciso II do § 4º conterá as seguintes indicações: TERMO DE COMPROMISSO (Suspensão do ICMS sobre saída de gado para recurso de pasto) IDENTIFICAÇÃO DO CONTRIBUINTE .477/95) a) na hipótese do inciso VII do parágrafo anterior.. (Dec. .. devendo retornar dentro de .

94). serão observadas as normas referentes ao respectivo retorno. o tributo deverá ser recolhido em DAE específico com a correspondente multa de mora. relativamente às operações com mostruário de mercadorias promovidas por contribuinte inscrito no CACEPE. 20. quando a saída da outra UF. (Dec. 20. a partir de 01 de dezembro de 1994. 20. se a saída deste Estado. (Dec. quando ocorrerem operações interestaduais. em retorno à outra UF de origem. será observado o seguinte: (Dec. 20. desconhecendo-se o regime de tributação na saída em retorno da UF de destino. se for o caso.265/97) 2.265/97) 3. (Dec. conforme inciso XIV do "caput" (Decreto nº 18. o remetente deste Estado poderá promover o estorno do respectivo débito. será observado o seguinte: (Dec. conhecendo-se previamente que.na remessa deste Estado para outra Unidade da Federação .11. tendo ocorrido a operação de remessa deste Estado com suspensão e retornando a mercadoria da outra UF com tributação normal do imposto. relativamente às hipóteses de suspensão previstas no "caput". 20. (Dec.614/93) III . 20. em retorno a este Estado. observada a mesma carga tributária do mencionado retorno (Decreto nº 18. se a Nota Fiscal ali referida for emitida fora do período fiscal. em retorno a este Estado. o contribuinte deste Estado deverá emitir Nota Fiscal complementar. se houver. na saída subseqüente do estabelecimento da mencionada UF de origem.265/97) DECRETO 14. a partir de 28 de setembro de 1994.repartição fiscal de destino / 3ª via produtor. já tendo ocorrido o termo final do prazo de recolhimento do respectivo imposto. na hipótese do item anterior. de 11. 20.265/97) 2. ocorrer com a mesma carga tributária da mencionada remessa. quando não contemplada com suspensão da exigência do imposto.atualizado até 30 junho 2011 .1ª via . 24. (Dec. estiver também contemplada com a suspensão. quando contemplada com suspensão da exigência do imposto: (Dec. (Dec.265/97) IV . 20. estiver igualmente contemplada com a suspensão. a partir de 01 de janeiro de 1998. o imposto só será cobrado.265/97) III . o retorno poderá ocorrer com a mesma carga tributária que tenha sido adotada na referida operação de remessa: (Dec. quando a mercadoria destinar-se a revenda.UF.94). a remessa deste Estado já deverá ocorrer igualmente com tributação normal. 20. não haverá suspensão da exigência do imposto.11. nos demais casos.265/97) a) quando contemplada com suspensão da exigência do imposto: (Dec. devendo o retorno do saldo. (Dec. em retorno a este Estado. 20. 16.265/97) II . se for o caso. (Dec. (Dec.048. na saída em retorno da UF de destino. o imposto só será cobrado.265/97) 1. em retorno à outra UF de origem.relativamente ao gado cuja saída tenha sido promovida com a suspensão prevista no mencionado inciso. 20.265/97) 2. no mesmo período fiscal em que tenha ocorrido a remessa. 20.265/97) a) se a saída da UF de destino.na remessa deste Estado para outra Unidade da Federação.265/97) I . na saída subseqüente do estabelecimento deste Estado. haverá tributação normal. não estiver contemplada com a suspensão. 20.265/97) 1.682/2002) § 7º A partir de 01 de janeiro de 1998 ou das datas expressamente indicadas.na remessa de outra UF com destino a este Estado: (Dec. ainda que este ocorra após o termo final de vigência da suspensão. (Dec.048. 20. ainda assim a referida operação deverá ocorrer sob o mesmo regime de suspensão da exigência do imposto. se a saída deste Estado.265/97) 1. 20.265/97) b) quando não contemplada com suspensão da exigência do imposto.na remessa deste Estado para outra UF. (Dec. constituir-se hipótese de suspensão.265/97) b) se a saída da UF de destino. de 11.repartição fiscal de origem / 2ª via . 20. relativa ao respectivo valor do imposto. (Dec. não estiver contemplada com a suspensão.876/91 .

luvas. A partir de 01 de agosto de 2008.652/2008) a) não se considera mostruário aquele formado por mais de uma peça com características idênticas.265/97) § 10. as operações ali indicadas. quando este ocorrer após o encerramento do prazo previsto no inciso XIII.876/91 .652/2008) I – demonstração: a operação pela qual o contribuinte remete mercadorias a terceiros. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .477/95) § 9º No que se refere à hipótese prevista no inciso IX do "caput". (Dec. 32. (Dec. considera-se: (Dec. a empregado ou representante. modelo. brincos.§ 8º As disposições contidas nos §§ 5º e 6º manterão seus efeitos para regular o retorno do gado. 32. espessura. “c" do “caput”.18. inclusive aquela a ser utilizada em treinamentos sobre o seu respectivo uso. tais como. 32. somente será considerado como mostruário quando composto por apenas uma unidade das partes que o compõem. relativamente às hipóteses de suspensão previstas nos incisos IX e XIV do "caput". calçados. ficam sujeitas ao sistema normal de tributação. (Dec.652/2008) b) na hipótese de produtos formados por mais de uma unidade.652/2008) DECRETO 14. 20. com valor comercial. no período de 01 de janeiro de 1995 a 31 de outubro de 1997. 32.652/2008) II – operação com mostruário: a remessa de amostra de mercadoria. observando-se: (Dec. tais como meias. acabamento e numeração diferente. cor. 32. (Dec. em quantidade necessária para se conhecer o produto.

indicado na legislação tributária específica. 11. 584 a 597. § 4º Interrompe o diferimento a ocorrência de qualquer fato que altere o curso da operação ou da prestação. 20.nas saídas internas de mercadoria: (Dec.380/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. § 5º Na hipótese do parágrafo anterior.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. 20. relativamente ao ICMS incidente sobre o valor agregado na operação.11. (Dec. será recolhido integralmente. suíno. V .na saída de gado bovino. relativamente ao ICMS devido pelo estabelecimento industrial encomendante. de cooperativa central ou de federação de cooperativas de que a cooperativa remetente faça parte.adia-se. antes de ser entregue ao estabelecimento industrial encomendante.101/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01. fica diferido o recolhimento do imposto: (Dec.11. para outro momento.na saída de mercadoria do estabelecimento produtor para estabelecimento de cooperativa de que faça parte. o termo inicial do prazo de recolhimento do imposto devido. nos termos dos arts.transfere-se para o adquirente ou tomador. em retorno ao estabelecimento industrial encomendante. § 1º Diferimento é a situação tributária através da qual. § 2º O valor do imposto diferido. subordinada a este regime. "a". cumulativamente: I .97) 2. III .97) a) de estabelecimento de cooperativa de produtores para estabelecimento da própria cooperativa.97) b) a partir de 01 de novembro de 1997.na saída de cana-de-açúcar do estabelecimento produtor. caprino ou ovino. nos termos do art. independentemente das situações supervenientes verificadas após a saída da mercadoria ou prestação do serviço efetuado pelo estabelecimento originário.876/91 . II. 675.11.380/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 20.na transferência de estoque de mercadorias.97) IV . 20. o disposto no art. Art. de estabelecimento de cooperativa industrial.2003) I . conforme dispuser a legislação tributária específica. será igual àquele que o contribuinte originário pagaria. 14.25.11. salvo disposição em contrário. a cargo do contribuinte-substituto. incorporação e cisão total ou parcial de empresas ou de transferência de propriedade de estabelecimento.CAPÍTULO V Do Diferimento Art. a responsabilidade pelo imposto devido em determinada operação ou prestação. 411 a 442.380/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. nos termos dos arts.380/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. conforme o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. V.01. A partir de 01 de março de 1989 ou das datas expressamente indicadas. a responsabilidade pelo recolhimento do imposto diferido fica atribuída ao contribuinte em cujo estabelecimento ocorra a interrupção. § 3º O imposto diferido. situada neste Estado. observando-se: (Dec.11.97) 1. 13.380/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. antes da verificação da época fixada para recolhimento do imposto diferido. 20. o disposto no art. não fosse o diferimento. se a mercadoria transitar por mais de um estabelecimento industrializador. "b". em virtude de fusão. O diferimento do recolhimento do imposto nas operações e prestações será definido em convênio homologado conforme o disposto em legislação específica. II . 12. DECRETO 14. (Dec. II .

de tomate.558/92) a) até 31. 9º. algodão. 20.VI . 628 a 630.na saída de leite destinado à industrialização.096/97) c) até 31 de outubro de 1997.01.98) XV . promovidas pelo estabelecimento comercial.na entrada de milho importado e na saída deste do estabelecimento importador. nos termos dos arts.na saída de mercadoria de estabelecimento industrial para estabelecimento comercial. pertencentes à mesma pessoa jurídica titular. neste Estado. com a finalidade de integrar o respectivo processo produtivo. XIV . pertencente ao mesmo titular. no que concerne ao estabelecimento comercial. (Dec. 20.294/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 598 e 599. 20. nos termos dos arts. cuja saída for promovida pelo estabelecimento comercial. nos termos dos arts. (Dec. promovidas pelo estabelecimento comercial. congelados ou simplesmente resfriados. sempre que do respectivo processo de industrialização resultar produto deles diverso. 443 a 454.na saída de triticale de produção nacional.01. adquiridos diretamente por estabelecimento industrial de fiação e tecelagem. XVI . 20. XIII . quando destinado à industrialização. 631 a 637. (Dec. aqueles referidos na alínea anterior. VII . sejam acessórios necessários ao uso das mercadorias produzidas pelo estabelecimento industrial.atualizado até 30 junho 2011 . XII .01.294/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.096/97) (Dec.98) a) o valor total das saídas.na saída de milho em grão destinado à industrialização. 29. (Dec. nos termos dos arts. 631 a 637. VIII . 29. (Dec. dentro do mesmo Município. 35. desde que este último estabelecimento comercialize exclusivamente os produtos de fabricação do primeiro estabelecimento. (Dec. tendo como objeto mercadorias produzidas pelo estabelecimento industrial.887/2006) a) algodão em rama. relativamente ao produto cuja importação tenha sido contratada até 31 de dezembro de 1991: (Dec. a) hortifrutícolas relacionados no inciso XIII do art. em estado natural. 15. dentro do Estado. (Dec. 20. 5201.91.00 da NBM/SH.na saída interna de: (Dec.na saída do trigo de produção nacional. 15. nos termos dos arts. e fios de algodão. X . tendo como objeto outras mercadorias.na saída de sucata e de lingotes e tarugos de metais não-ferrosos. forem cumulativamente atendidas as seguintes condições: (Dec.20 e 5203.na saída de mercadoria destinada a estabelecimento da mesma natureza. (Dec. (Dec.096/97) b) ovos. classificado nos códigos 5201.887/2006) b) nos períodos de 01 de dezembro de 2006 a 30 de novembro de 2008 e 01 de maio de 2010 a 30 de abril de 2012.031/2010) IX .558/92) DECRETO 14.876/91 . quando. dispensada.00. classificados nas posições 5205 e 5206 da NBM/SH. aves e produtos resultantes de sua matança. esta condição relativa à exclusividade da comercialização. nos termos dos arts.294/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 443 a 454. 20. 20.10.00.096/97) XI . bagas de mamona e sisal. observado o disposto na alínea "b".12.nas saídas internas dos seguintes produtos quando destinados à industrialização: 20.00.096/97) d) a partir de 01 de novembro de 1997. seja superior ao valor total das saídas. dentro do mesmo município. a partir de 01 de janeiro de 1998.98) b) as mercadorias não produzidas pelo estabelecimento industrial.na saída.

os relacionados com as atividades administrativas do adquirente. 22.02. quando destinados à exportação para o exterior: (Dec.133/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. quando destinados a integralizar o ativo fixo do estabelecimento adquirente industrial.04. XX – relativamente às operações a seguir indicadas: 01. (Dec. cujo nível de consumo mensal seja superior a 50.09. em qualquer hipótese.09.2000) 1. no período de 01 de setembro de 1999 a 31 de janeiro de 2001.937/94) DECRETO 14. situada neste Estado.92. melaço.b) no período de 01. inclusive "trading company". no período de 01 de julho de 1990 a 31 de dezembro de 1993: baterias.99) (Dec.133/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.971/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2000) a) no período de 01 de fevereiro de 1992 a 31 de maio de 1994. 22.nas operações internas e de importação de máquinas.04. na saída de açúcar.01 a 29. desde que destinada à fabricação de bateria para telecomunicação.04.997/2000 –EFEITOS A PARTIR DE 01. observado o disposto no § 8º. 21. (Dec. realizada diretamente pelo respectivo estabelecimento industrial. nestes incluídos os meios de transporte que trafeguem fora do estabelecimento.2017. na importação de célula selada para bateria. a partir de 01 de janeiro de 1994: baterias e grupos geradores. dentro do Estado. mel rico e álcool para empresa comercial exportadora. até 31 de agosto de 1999. 21. neste Estado.a partir de 01 de setembro de 1989.678/99 – a) as respectivas empresas de distribuição. o disposto nos arts.2002) XIX .2000) (Dec. de matéria-prima e produtos intermediários para ser empregados na fabricação dos seguintes produtos. 628 a 630. 21. (Dec.678/99 – 2. 24. independentemente do nível de consumo.12.2000) b) a partir de 01 de abril de 2000. quando o fornecimento for efetuado por usina termoelétrica. (Dec.133/2000 2. desde que as partes contratantes situem-se neste Estado.2000) XXI .09. classificada no código NBM/SH 8507. XVIII – no fornecimento de energia elétrica. EFEITOS A PARTIR DE 01. 15.03. (Dec. (Dec. (Dec.09.01. 17.678/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. observados os §§ 8º e 9º: (Dec. XXII . até 31.REVOGADO a partir de 01 de janeiro de 1992. 22.2000) (Dec. no que couber. 22.000 (cinqüenta mil) quilowatts-hora. 22.na saída de substância mineral para estabelecimento industrial. 17. aparelhos e equipamentos.99) b) os estabelecimentos industriais: (Dec.90. 15. nas operações internas para: EFEITOS A PARTIR DE 01. 21.612/92) XXIII .937/94) b) no período de 01 de junho a 30 de setembro de 1994.99) (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .2001) (14) c) as respectivas empresas de distribuição.na subcontratação de serviço de transporte intermunicipal e interestadual.99) 1.04. (Dec. quando destinados a integralizar o ativo fixo de estabelecimento industrial adquirente. agropecuário e de empresa de serviço de diversão pública.02. excluídos. aplicando-se.90.133/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.876/91 .04.558/92) XVII . 22. IV.678/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.133/2000 – EFEITOS A PARTIR DE a) na saída.

29.2002) XXIV . (Dec.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28. (Dec.29.11. quando destinados a integrar o ativo fixo de usina termoelétrica. e nas operações de importação do exterior.2002 a 31.851/2006 – REPUBLICADO DOE 2. de empresa relacionada no Anexo 30 que possua concessão ou autorização para prestar serviço de telecomunicação por telefonia móvel.atualizado até 30 junho 2011 .GLP. produtor.11.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28. propano liquefeito em bruto .12. (Dec.29.2002) 2. nas operações de transferência de combustíveis e lubrificantes.532/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. a partir de 15 de novembro de 2006.2006) 2. os seguintes produtos classificados nas respectivas posições da NBM/SH: (Dec.876/91 .07.10. (Dec.12.05.3.29. a partir de 01.05.489/2009) 3. 28.01.2017.03. quando o estabelecimento destinatário promover saídas exclusivamente para embarcação ou aeronave.05.no período de 01 de dezembro de 1992 a 30 de novembro de 1998.97. gás natural liquefeito – 2711.228/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2711.2711. a partir de 01 de janeiro de 2010.2711.11.2006) 2. 28.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28.489/2009) DECRETO 14.11.2002) e) no período de 01. (Dec.1.29. (Dec.2006) 2. quando a importação for realizada por distribuidor desse produto. a partir de 01. 34.2006) (Dec.228/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.11. no período de 01 de julho de 1999 a 31 de dezembro de 2002. (Dec.1. nos períodos respectivamente indicados.2000. quando destinados a integralizar o ativo fixo do estabelecimento adquirente industrial.2002) (Dec. por refinaria de petróleo ou terminal de regaseificação: (Dec.489/2009) 1. (Dec.851/2006 – REPUBLICADO DOE 3.00. (Dec. 21. 1. a partir de 01.2002.718/93) XXVI .05. gás liquefeito de petróleo (GLP) . industrial. Gás Liquefeito de Petróleo .228/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.094/98) XXV .2711.c) no período de 01 de outubro de 1994 a 31 de outubro de 1997. realizadas no período de 01 de fevereiro a 31 de dezembro de 1993.12. observado o disposto no parágrafo 10. butano liquefeito .13. combustíveis derivados de petróleo. 34. outro propano liquefeito . 16.29.2006) 2. de empresa de serviço de diversão pública e de concessionária de serviço de telecomunicação por telefonia móvel celular.2. 24.nas operações internas e interestaduais.228/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21.10.147/97) d) quando destinados a integralizar o ativo fixo do estabelecimento adquirente: 24.11.19.2006) (Dec. de empresa prestadora de serviço de movimentação de cargas nos portos deste Estado. observado o disposto no § 11: (Dec.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28. produtor e de empresa de serviço de diversão pública.na importação dos seguintes produtos. 24. (Dec.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01. (Dec. os seguintes produtos classificados nos respectivos códigos da NBM/SH: (Dec.05. 34.11.2006) a) no período de 01 de fevereiro de 1993 a 30 de junho de 1999. por contribuinte enquadrado como empresa de base tecnológica.11.2002) 3. 20. (Dec.4. 24. 24. realizadas no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 1993.90.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28.29.11.99) b) quando a importação for realizada por base de refinaria de petróleo localizada neste Estado ou.00. a partir de 01 de janeiro de 2010.03.

19. de algodão em rama e em caroço.794/97) (Dec.794/97) 3. que o estabelecimento comercial seja constituído como subsidiário integral de estabelecimento industrial controlador.21. no período de 01 de janeiro de 1995 a 30 de abril de 1997. 17. (Dec. promovida pelo estabelecimento industrial.794/97) 2. (Dec. clínicas. (Dec.3.11.16.nas operações de importação do exterior. 36. respeitado o disposto no § 13. 22.038/2010) b) a partir de 1º de outubro de 2010. 17.11. (Dec.391/94) (Dec. quando observadas as seguintes condições (Decreto nº 18. nas operações internas.11. a saída dos produtos derivados do algodão. 19. em rama e em caroço. classificados no código NBM/SH 5202.761/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. bancos de sangue e demais estabelecimentos congêneres referidos nos itens 2 e 3 do Anexo 1. respeitado o disposto no § 12: 17.2. suas respectivas partes e peças. no período de 15 de abril de 1993 a 30 de junho de 1995. (Dec. (Dec. 34. triciclos e motonetas.876/91 .794/97) b) por estabelecimento comercial. a partir de 1º de janeiro de 2011. radiológicos ou técnico-científico laboratoriais. realizadas diretamente por hospitais.2000) 2. (Dec. de desperdícios de algodão: (Dec. a partir de 01 de novembro de 2000. (Dec.99.489/2009) XXVII . não se exigirá a comprovação prevista na alínea “a”. inclusive.2000) 3. 36.2. que seja observada. de fibra de linho.a partir de 1º de maio de 1993.391/94) 1.038/2010) XXIX .00. a partir de 01 de maio de 1997. realizadas diretamente pelo estabelecimento industrial. (Dec. observado. o disposto nos §§ 8º e 9º e o seguinte: (Dec. de aparelhos.794/97) XXVIII . no período de 01 de abril de 1994 a 30 de junho de 1995. (Dec. no que couber. 19. bem como respectivas correntes. 36. com destino à integralização ao respectivo ativo fixo. realizadas no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 1994.391/94) c) por estabelecimento comercial. máquinas. e nas operações de importação do exterior. inclusive de importação do exterior. gás natural no estado gasoso – 2711. (Dec. que os estabelecimentos envolvidos na operação sejam inscritos no CACEPE. 22. o benefício fica condicionado à comprovação de inexistência de similar nacional.391/94) 4.654/93) XXX . como termo inicial do prazo para recolhimento do imposto diferido.794/97) 1. 22. de algodão em pluma. classificados no código NBM/SH 5202.a partir de 01 de maio de 1993. equipamentos e instrumentos médico-hospitalares. 19.794/97) 2.038/2010) a) no período de 1º de maio de 1993 a 30 de setembro de 2010. a) por estabelecimento industrial. de algodão em rama e em pluma.2000) 2.761/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.atualizado até 30 junho 2011 . 19. 4.761/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.1. no período de 10 de janeiro de 1994 a 30 de junho de 1995. 19. de algodão em pluma. (Dec. laboratórios.nas operações internas e interestaduais.00. que o algodão importado seja fornecido exclusivamente para o estabelecimento industrial de que trata o item anterior. para utilização no processo produtivo de bicicletas. 19. no período de 01 de abril de 1994 a 30 de junho de 1995. para a fabricação de seus produtos: (Dec. 17. e a partir de 01 de maio de 1997.308/94): (Dec. realizadas no mesmo DECRETO 14. (Dec. nas operações de importação do exterior de peças e componentes.

CIV: PARTIR DE 01. 21.07. 17.99) (Dec. neste Estado.10. (Dec. 24.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 2.99) 1.NBM/SH 6907. material abrasivo para polir . na importação de matérias-primas.90. (Dec.2001) a) atendidas as condições previstas no mencionado art. (Dec. 32.473/94) XXXIV .10. relativamente aos produtos elencados no art. 17.no período de 01 de abril a 31 de dezembro de 1994.966/99 – EFEITOS A PARTIR b) a partir de 01 de outubro de 1999: (Dec. (Dec.90. placa porcelâmica vidrada ou esmaltada .21.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.137/2008) 2.721/2001) XXXVI . matéria diamantificada industrial . 01.12.10. 23. no período de 01. 21. observado o disposto no § 14.NÚMERO DO INCISO RETIFICADO DE XXVII PARA XXXII. de gado bovino fêmeo.no período de 19.494/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. para fins de distribuição gratuita ou comercialização por intermédio da CONAB (Convênios ICMS 63/95.10. aglomerados com resina .99. (Dec. placa porcelâmica e artefato de granito artificial para uso em revestimento de piso NBM/SH 6810. (Dec.na entrada.período. 21. por contribuinte enquadrado como empresa de base tecnológica.04.a partir de 01 de abril de 1994.NBM/SH 6804.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.00.na importação dos seguintes produtos classificados nos respectivos códigos NBM/SH: (Dec. na importação de chumbo destinado ao processo de fabricação do importador.nas seguintes operações e condições.99) 3. 9º. destinadas ao Programa Comunidade Solidária. 05/99 e 10/2001). 21. CIV.137/2008) 1.22. I e II.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10.156/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.11. 32. nas operações internas e sendo a referida saída subseqüente aquela promovida pelo produtor adquirente (Convênio ICMS 100/97). 32.07. as normas do "caput" do art.95 a 31.90.060/94) XXXV .90. 21. 21. 21.99) (Dec.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.669/94) XXXI . 23. nas operações com mercadorias doadas pelo Programa Mundial de Alimentos-PMA.97.99) a) a partir de 01 de junho de 1997: (Dec. 628 e do seu § 3º. material diamantificado sintético em forma de disco .10.99) (Dec. 9º. na saída interna de castanha de caju "innatura".494/2002 – EFEITOS A 1. EFEITOS A PARTIR DE 01.2002) (Dec.07.90. observadas.99) (Dec.10.NBM/SH 6805.2002.nos períodos de 28 de março de 1994 a 31 de março de 2001 e de 01 de abril de 2001 a 31 de dezembro de 2003.97 a 31.12. (Dec.30.966/99 – c) a partir de 01 de agosto de 2008: (Dec.NBM/SH 6804. 18. (Dec. placa porcelâmica não vidrada nem esmaltada . (Dec. devendo o ICMS diferido ser recolhido juntamente com aquele incidente sobre a saída subseqüente: (Dec. 102/96. 24.10.a partir de 01 de novembro de 1994.10. quando este for indústria do setor automobilístico ou de fabricação de bens de capital.90. (Dec.25.00. no que couber. (Dec.876/91 .10.99) 2.303/2003) XXXII . 01.NBM/SH 6908.NBM/SH 8202.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 3.atualizado até 30 junho 2011 .00. 21.137/2008) XXXVII .906/94 . NO DOE DE 01. DE 01. 17.00.19.94) XXXIII . 21. ornamento de cerâmica para revestimento – NBM/SH 6905.99) 1. insumos e produtos intermediários destinados à utilização no processo produtivo do importador.2002) DECRETO 14.

o ICMS diferido já se encontra incluído no valor do imposto normal.2001) c) nas hipóteses previstas nas alíneas anteriores. a partir de 01. no período de 1º de agosto de 2009 a 31 de março de 2012. 30.094/2006) DECRETO 14. nas condições ali indicadas e observandose ainda: (Dec. fica dispensado o recolhimento do ICMS diferido.00 8414.12. relativamente à saída não tributada.2008 (Dec.156/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2001) 1.90 7604.10.094/2006) a partir de 01. 23. relativamente à saída tributada.1997(Dec. (Dec.01.1997 (Dec. classificados nos correspondentes códigos da NBM/SH.1997 (Dec.10 PERCENTUAL DO ICMS 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 75% PERÍODO DE VIGÊNCIA a partir de 01. não seja inferior ao valor do respectivo custo. 30.12. na importação de matérias-primas.29.2002) (Dec. (Dec. 30.156/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2. sendo a referida saída subseqüente aquela promovida pelo importador. no valor resultante da aplicação dos percentuais respectivamente indicados sobre o montante do ICMS incidente na operação: (Dec. na hipótese de se tratar de adubos simples ou compostos e fertilizantes.156/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. nos períodos respectivamente indicados.2002.12. bem como daqueles relacionados no Anexo 64.07.29.19 7306.494/2002 – EFEITOS A PARTIR b) a partir de 01 de abril de 2001. 30. pelo importador. desde que: (Dec.04.094/2006) no período de 01.99.12.1997) (Dec. na saída do produto.2001) 2. (Dec.094/2006) a partir de 01.07.12. dos seguintes produtos.094/2006) a partir de 01.30.00 7411. 30.na importação. 24.1997(Dec. DE 01.147/97) b) a base de cálculo do imposto.147/97) XXXIX . 20.10 8418. realizada diretamente por estabelecimento industrial para utilização no seu processo produtivo de “freezers”.atualizado até 30 junho 2011 .90.876/91 . 23. nas operações de importação. (Dec.094/2006) a partir de 01. bem como na impossibilidade de ocorrer a saída dos produtos mencionados. 23.147/97) a) o mencionado importador seja estabelecimento industrial de empresa concessionária de serviço de telecomunicação por telefonia móvel celular.04. nas operações de importação.04. de aparelho de telefone celular.2007 a 31. 23. 20.50. (Dec.128/2010) PRODUTO a) tampa de vidro b) compressor c) tubo oco galvanizado d) perfil de alumínio e) chapa metálica f) microventilador g) outras partes de refrigerador e congelador h) tubos de cobre não aletados nem ranhurados NBM/SH 7007. insumos e produtos intermediários destinados ao processo de fabricação.1997 (Dec. 30. 35.00 8414.12. 20.1997 (Dec.156/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12.12.2001) XXXVIII . 30.094/2006) a partir de 01. 30.094/2006) a partir de 01.04.a partir de 01 de novembro de 1997.20 7314.59.

.10. 30.12.2008 (Dec. 28.30...05. 30.110/2006) PRODUTO a) Liga cálcio/ alumínio b) Polipropileno sem carga em forma primária c) Prata d) Outras formas brutas de chumbo refinado e) Chumbo com antimônio NBM/SH 2805.. para acumuladores (01.2008 (Dec.2008 (Dec. classificados conforme códigos da NBM/SH.. por estabelecimento industrial. DECRETO 14.90.094/2006) no período de 01. bem como.110/2006) f) Separadores elétricos.110/2006) a partir de 01.12.20 75% 75% 75% no período de 01.91.2007 a 31.1998 (Dec.1998 (Dec.30..na importação.00 8414.01...094/2006) 7210.05.atualizado até 30 junho 2011 ....094/2006) no período de 01.12.70.2008 (Dec.110/2006) a partir de 01.05. 30.11 75% XL . 30. de filamento de poliéster e de polímero de polietileno tereftalato .12.2008 (Dec.10 75% 7212.514/2005) XLI .. pintados m) laminados planos de ferro de largura inferior a 600 mm..91..12...00 7801...1998 (Dec. observados os períodos de vigência constantes do mencionado Anexo.01..094/2006) 8414.. a partir de 01 de novembro de 2005.12.. 30. 30. 30.2007 a 31.1998 a 27. desde que destinados à fabricação. 30.01.1998 (Dec.2007 a 31..00 3902..01.20 7106.110/2006) a partir de 01...2008 (Dec..00 8507.01. de paraxileno.849/2007) .12.i) rodízios j) partes microventiladores k) isocianato l) laminados planos de ferro de largura igual ou superior a 600 mm.. pelo importador..05. 30..20 3909.05.12.876/91 ..00 75% no período de 01.05..094/2006) no período de 01... 30..01. 30..20.110/2006) a partir de 01.10 PERÍODO DE VIGÊNCIA a partir de 01..na importação das seguintes matérias-primas destinadas à fabricação de baterias automotivas: (Dec. 30. de ácido tereftálico e de polímero ou fibra de poliéster..2007 a 31. dos produtos relacionados no Anexo 36. 30.30..094/2006) no período de 01. galvanizados n) compressor de 8302. (Dec.2007 a 31..2006) (Dec.10.90 7801.PET.2007 a 31.1998 (Dec.90.

11 i) Chumbo eletrolítico em lingotes j) Outros chumbos contendo antimônia como segundo elemento predominante em peso 7801.1998 (Dec.110/2006) 8548.. 27.. 30.98 A 31. (Dec. 30.. (Dec. máquinas..665/2005) XLIII . pesquisa ou prestação de serviços médico-hospitalares.05...20 a partir de 01.98) a) até o 4º (quarto) período fiscal subseqüente ao da importação... 27...10.06.06. glucose e seus subprodutos: (Dec...99. 27.atualizado até 30 junho 2011 . 20. 20..90.876/91 ..849/2007) 3920. 27. 20.03.. tendo o correspondente milho importado a mesma classificação.08. no mencionado período fiscal.749/98 – EFEITOS DE 01..10.665/2005) a) amido. (Dec.12.749/98 – EFEITOS DE 01.a partir de 01 de junho de 1998..110/2006) XLII ...06.na importação de milho..10 7801.. g) Recipientes para acumuladores elétricos de plástico..665/2005) 1.. (Dec.10.DAE específico.. nos períodos de 01 de maio de 1998 a 31 de março de 2003.05.665/2005) 2.110/2006) a partir de 01.99) DECRETO 14.2005 (Dec.749/98 – EFEITOS DE 01.06. 20.750/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. desde que destinado.750/98 – EFEITOS XLIV . observando-se que o recolhimento do imposto diferido deverá ocorrer: (Dec.98) b) mediante Documento de Arrecadação Estadual . 30. observando-se : (Dec. no valor resultante da aplicação de 75% (setenta e cinco por cento) sobre o montante do imposto incidente sobre a respectiva importação. 20.08.98) (Dec...03. no valor resultante da aplicação de 75% (setenta e cinco por cento) sobre o montante do imposto incidente sobre a respectiva importação. 30.99) a) estende-se o diferimento aos casos em que a importação decorra de doação do bem. (Dec...06..00 a partir de 01.2005 (Dec. com similar nacional.750/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01..849/2007) ... realizada diretamente por órgãos e entidades da administração pública estadual ou federal..110/2006) a partir de 01.. observada. equipamentos e instrumentos médico-hospitalares ou técnico-científicos laboratoriais.2006) (Dec...98 A 31. com vigência no período de 01 de março de 2005 a 28 de fevereiro de 2007. suas tampas e tampões h) Desperdício e acumuladores elétricos resíduo de 8507. 20.99) b) o diferimento somente se aplica na hipótese de as mercadorias se destinarem a atividades de ensino.90. no período de 01 de abril a 31 de dezembro de 2003. (Dec. xaropes de glicose e maltose. 27.10.90.98 A 31.no período de 01 de junho a 31 de agosto de 1998. nas operações de importação do exterior de leite em pó.03. (Dec. pelo importador.. independentemente de a saída subseqüente do produto estar ou não sujeita ao pagamento do tributo. a data-limite prevista para o referido contribuinte.1998 (Dec. à fabricação neste Estado de: (Dec.3920.91 Lâminas ou folhas de polímero de etileno. 30..99 (a partir de 28.06. no valor total do ICMS incidente sobre a respectiva importação. na importação do exterior de aparelhos. realizada diretamente por estabelecimento industrial. A PARTIR DE 01.665/2005) b) pipoca para microondas classificada no código NBM/SH 1005. 30.

NBM/SH 1503.00 e 8302. e no período de 01 de abril a 30 de junho de 2003.00.691/2010) a) destilado alcóolico chamado uísque de malte "Malt Whisky" . nos períodos de 01 de julho de 1999 a 31 de março de 2003 e de 01 de julho de 2003 a 31 de março de 2012. 34. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. dos seguintes produtos.08. 21.12. carbonato dissódico anidro . realizada diretamente por estabelecimento industrial.742/99 – EFEITOS A PARTIR DE 2.31.99) XLV . dos seguintes produtos classificados nos respectivos códigos NBM/SH. (Dec. (Dec. 21. para utilização no processo produtivo de saco para embalagem e tecido.06. para utilização no correspondente processo produtivo de detergente em pó. hidróxido de sódio (soda cáustica) . sem prejuízo das penalidades cabíveis.98 A 31.21. tripolifosfato de sódio . classificados nos códigos NBM/SH 8302.742/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. a partir de 01 de outubro de 1999. na importação de produtos. 29. óleo de estearina .a partir de 01 de agosto de 1998.10.10 e 2835. 20. 3.20.99) (Dec.749/98 – EFEITOS DE 01.STPP . (Dec. 21.31.017/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.742/99 – EFEITOS A PARTIR DE 4.015/2008) XLIX .NBM/SH 2208.10.NBM/SH 2815. para utilização no seu processo produtivo.00. (Dec.20. no valor resultante da aplicação de 75% (setenta e cinco por cento) sobre o montante do imposto incidente sobre a respectiva importação: (Dec. 21.10.00. 23. sebo bovino – NBM/SH 1502.742/99 – EFEITOS A b) a partir de 01 de outubro de 1999.742/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. classificado no código NBM/SH 3902. 21.11.871/2006) a) no período de 01 de maio de 1999 a 30 de junho de 2000 e a partir de 01 de julho de 2000: (Dec.499/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03. 20.c) comprovação de destinação diversa do bem obriga o contribuinte ao recolhimento do imposto diferido. PARTIR DE 01.10.na importação realizada diretamente por estabelecimento industrial de bebida alcoólica. na falta do produto mencionado na alínea anterior.90. fralda descartável.10. 22. no valor total do ICMS incidente sobre a respectiva importação. realizada diretamente por estabelecimento industrial.42.2001) d) nos períodos de 01 de março de 2002 a 31 de março de 2003 e de 01 de fevereiro de 2006 a 31 de dezembro de 2009. pasta química de madeira ao sulfato .11. de sabão em barra azul e sabão em barra translúcido: (Dec.98) XLVI – REVOGADO. (Dec.667/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.0101.10. realizada diretamente por estabelecimento industrial. (Dec.31.99) (Dec.no período de 01 de março a 30 de junho de 1999.10. para utilização na fabricação de corrediças para móveis. (Dec. 01.99) 1. poliacrilato de sódio .atualizado até 30 junho 2011 .10.99) c) a partir de 01. sulfato de sódio anidro .99) 5. (Dec. sabão em barra amarelo e. 01.NBM/SH 4703.NBM/SH 2835. em unidade de fabricação instalada neste Estado. 28. na importação de polipropileno.00.10.00. 21.10. glicerina.876/91 .99) (Dec.10.NBM/SH 2833.99) XLVIII .99) DECRETO 14.44.00 ou 2835. acrescido de juros e atualização monetária.90.120/98) XLVII .2001.11 e 1502.03.00.423/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.na importação. 21.NBM/SH 3906.607/2006) (Dec.881/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.NBM/SH 2836. 21.06.10.00. 32.

NBM/SH 1006. d) álcool etílico para fabricação de run . desde que os produtos importados se destinem ao processo de transformação industrial. (Dec.12. 22.10.12. classificados conforme códigos da NBM/SH. 28. pelo importador. observando-se: (Dec. para o último dia do 2º (segundo) mês subseqüente ao da saída do produto do estabelecimento importador. 22.na importação de meias e artefatos semelhantes. DE 01. 22.902/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.29. – EFEITOS A PARTIR DE 01.11.902/99 – EFEITOS A PARTIR 2.99) c) outras preparações próprias para elaboração de uísque .113/2000) a) relativamente às operações realizadas até o período fiscal de dezembro de 1999.NBM/SH 1006. o recolhimento do imposto será efetuado na forma da alínea "a". b) a partir de 01 de dezembro de 1999.03. o recolhimento do respectivo imposto será efetuado juntamente com o ICMS normal.00. 21.40.20.2000) a) a partir de 01 de julho de 1999: (Dec.20.2000) DECRETO 14. 21. 21. 22. observado o disposto no § 18: (Dec. dos produtos relacionados no mencionado Anexo.b) destilado alcóolico chamado uísque de cereais "Grain Whisky" . semibranqueado. desde que destinados à fabricação. arroz com casca .99) 3.902/99 4. de arroz beneficiado branco. 21.19. (Dec.12.12.NBM/SH 2208.99) 1.0100.10 e 6115. (Dec.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. PARTIR DE 01.113/2000) b) relativamente às operações realizadas nos períodos fiscais de janeiro e fevereiro de 2000.2003) LII .91 e 1006. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH.902/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.99) (Dec.99) (Dec. o recolhimento do imposto será efetuado mediante Documento de Arrecadação Estadual – DAE específico.99) (Dec.10. semibranqueado.20. neste Estado.NBM/SH 1006. arroz quebrado (trinca de arroz) . arroz não parboilizado. não glaceado .12.NBM/SH 2208.20. (Dec. (Dec.NBM/SH 1006.499/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 6115. 21.atualizado até 30 junho 2011 .na importação realizada diretamente por estabelecimento industrial. arroz parboilizado.367/2005) LI – até 31 de julho de 2005. 25.NBM/SH 2208. desde que destinados à fabricação.0199. 21.19. a partir das datas indicadas no Anexo 32 na importação.20. arroz descascado não parboilizado (não estufado) . (Dec.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10.90.876/91 . realizada diretamente por estabelecimento industrial.NBM/SH 1006.113/2000) LIII – na importação realizada diretamente por estabelecimento industrial. neste Estado. 6115.30. 21.00.06.499/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 22. classificados nos códigos da NBM/SH 6115.09. para utilização no processo produtivo do importador.10.779/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01. dos seguintes produtos classificados nos respectivos códigos da NBM/SH.20.12. dos seguintes produtos.30.99) a) a partir de 01 de maio de 1999: (Dec.100102. 21.03.99) c) a partir de 01 de outubro de 2005.12.902/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.NBM/SH 1006.99) (Dec. 21. arroz parboilizado descascado .12. não glaceado .113/2000) c) relativamente às operações realizadas a partir do período fiscal de março de 2000. 21. 6115.499/99 – EFEITOS A L . de óleo de soja e gordura vegetal de soja. 22.90.99) (Dec. parboilizado ou integral: (Dec.92.00. (Dec.06. (Dec.902/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.06.902/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.

21.00.2000) 1513. para o momento: (Dec.NBM/SH 1511.06.50.21.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.06. 22.00 2.439/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. em estado fresco. b) da saída para outra Unidade da Federação.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. até 31 de maio de 2000.03. 21. bem como dos demais produtos não-comestíveis resultantes do abate do gado.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.Produto 1.10 (Dec.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 22.2000) 3923.90.2000) c) a partir de 01 de junho de 2000. 22. tampas b) a partir de 01 de março de 2000: (Dec.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE níquel) 01.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.atualizado até 30 junho 2011 .21.03. 22. 22. 22. catalisador (substância ativa: (Dec.2000) Produto 1.00 2.876/91 .2000) 3815. rótulos 7.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. do estabelecimento industrial.10. na saída interna de couro e pele. 22.03.03.90. terra ativada NBM/SH 3802.03.00 (Dec.03. óleo bruto de palmiste 6.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. salmourado ou salgado.2000) 1511.2000) DECRETO 14. 22.2000) 3. 22.2000) (Dec.01.01.2000) (Dec.40 (Dec.10.03.19 (Dec.11. 22.20. óleo (Dec.2000) 4. (Dec.10 (Dec.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2000) 3920.00 (Dec. óleo bruto de algodão 5. óleo bruto de soja NBM/SH 1507. 22. óleo refinado de palma .11. do produto resultante da industrialização.016/2000) a) da saída. óleo bruto de girassol 1512.03. observado o disposto nos §§ 19 e 20.2000) 1512.00 (Dec. LIV – a partir de 01 de janeiro de 2000. 22.439/2000 – EFEITOS A PARTIR DE bruto de dendê 01.

no período de 01 de maio a 30 de setembro de 2000 e a partir de 01 de outubro de 2000.21.10. para utilização no seu processo produtivo.665/2002 – LVII . (Dec.90.2.2000) LV – a partir de 01 de dezembro de 1999.2002) (Dec.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.99) a) lâmpadas automotivas – NBM/SH 8539.c) da saída para consumidor final. realizada diretamente por estabelecimento industrial.665/2002 – EFEITOS A PARTIR 2.09.12.2003.00. desde que a importação seja realizada diretamente pelo mencionado fabricante: (Dec.2002) 1.01. (Dec. (Dec.09.339/2004) 1.09. quando destinados à utilização no processo produtivo do fabricante de latas e tampas para bebidas carbonatadas.339/2004) 2.09.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 24.339/2004) b) no período de 01.339/2004) 2. na importação. (Dec. 21. (Dec. (Dec. outras chapas e tiras de alumínio: (Dec. 21.99) e) resistores de filme – NBM/SH 8533.21.99) b) canhões eletrônicos – NBM/SH 8540. a partir de 01 de novembro de 2004: NBM/SH 7606.2002) a) a partir de 01 de março de 2000.10. a continuidade do benefício fica condicionada. 21.91.721/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. classificadas conforme códigos da NBM/SH. 21.90. realizada diretamente por estabelecimento industrial.2000) LVIII – a partir de 01 de maio de 2000.2002 a 31.12.01.CBM da Secretaria da Fazenda.21.90.12.90. lingotes .665/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. realizada diretamente por estabelecimento industrial. na importação.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. no valor resultante da aplicação de 90% (noventa por cento) sobre o montante do imposto incidente sobre a respectiva importação. 21. 24.12. observando-se: (Dec.10. a partir de 01.99) c) tubos de descargas – NBM/SH 8539.665/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. chapas de ligas de alumínio – NBM/SH 7606.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.09.10.12.99) d) resistores de fio – NBM/SH 8533. no valor total do ICMS incidente sobre a respectiva importação: (Dec.03. 21.2003. relativamente à manutenção do nível de arrecadação do ICMS proporcionalmente ao faturamento das empresas beneficiárias. até 31 de outubro de 2004: NBM/SH 7606. 21.1. (Dec. 27.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12.00. (Dec.2000) d) da saída para o exterior.09. (Dec. observada a classificação nos respectivos códigos NBM/SH. (Dec. das seguintes matérias-primas classificadas nos respectivos DECRETO 14.876/91 . das mercadorias relacionadas no Anexo 33.10.19.12.08.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21. 27. 27. (Dec. DE 01. a avaliação prevista no item anterior deverá ocorrer até 28. 24.2002) 2. classificados no código NBM/SH 8714.02.atualizado até 30 junho 2011 . 22. para utilização no respectivo processo produtivo dos seguintes produtos: (Dec.2002) (Dec. EFEITOS A PARTIR DE 01. na importação de partes e acessórios para motocicleta.00. 27.92. 24. 24.90.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2003.NBM/SH 7601.99) LVI – na importação dos produtos a seguir relacionados. ao resultado da avaliação a ser efetuada pela Coordenadoria Geral de Benefícios Fiscais e Relações com Municípios .665/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.

10.29. semimanufaturados.a partir de 01.23.na importação dos produtos discriminados a seguir.2001) PRODUTO calcinhas outros sutiãs de malha de de malha de fibras de sintéticas sintéticas ou ou ou artificiais artificiais artificiais (Dec.2001) etiquetas.70.2000) c) pigmentos tipo rutilo .247/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 22.01.11 e 3206. de tecido (Dec.2001) linhas para costura de filamentos sintéticos ou artificiais acondicionadas 5401.2000) b) polipropileno .90. com corte e costura de acabamento. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do imposto relativo à importação de molas.01. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação de rodas brutas de alumínio.20. PARTIR DE 01.00.atualizado até 30 junho 2011 . 22.90.NBM/SH 3901.00 6114.códigos NBM/SH. 22. para utilização no respectivo processo de fabricação de cadeados e fechaduras.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.05. 22.10. não bordados.30. nos correspondentes percentuais do valor do ICMS devido na mencionada operação.2001) LX – no período de 01 de janeiro de 2001 a 31 de agosto de 2003. (Dec.10.NBM/SH 3206. na importação dos seguintes produtos. para utilização no processo produtivo dos produtos respectivamente indicados: (Dec.247/2000 – EFEITOS A LIX – a partir de 01 de janeiro de 2001.01.NBM/SH 3902.05.05. destinados à industrialização final. pelo importador industrial localizado neste Estado: (Dec. (Dec. 22.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. realizada diretamente por estabelecimento industrial. para fabricação de rodas de alumínio. 22.938/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. camisetas e camisolas de malha.582/2010) PRODUTO IMPORTADO / CÓDIGO DA NBM/SH PERÍODO % DO ICMS DIFERIDO PRODUTO FABRICADO / CÓDIGO DA NBM/SH DECRETO 14.580/2001 –EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2001) NBM/SH 6108. LXII .00 6212.09.19.01.05.11.20.22.07. emblemas e artefatos semelhantes. (Dec. 25.11. 22.247/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2001) camisas.247/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. classificadas no código NBM/SH 7320.92 e 3901. realizada diretamente por estabelecimento industrial.2001.00 vestuários e fibras (Dec. 22.00. classificadas no código NBM/SH 8708.01.2001) "bustiers" fibras sintéticas (Dec.876/91 . 22.00 algodão (Dec.2000) a) polietileno .2000) (Dec.2003) LXI . realizada diretamente por estabelecimento industrial. 22.779/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. para utilização no seu processo produtivo de embalagens: (Dec. 34.01.01. 22. não acabados.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.90.10.10.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12 para venda a retalho (Dec. de matéria têxtil diversa do 6109.2001) 5807.

02.01.00 d) outras preparações antioxidantes e outros estabilizantes e compostos para plástico 3812.12. quando a referida importação for realizada diretamente por estabelecimento industrial que utilize os mencionados produtos como matéria-prima no processo de fabricação de: (Dec.00 tubos irrigação 8424.00 de de - de 01.80.70.2010 de 01.05.224/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2009 31.2009 31.2002 e 01.03.05.01.43. (Dec.224/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2917. respectivamente.00 a) policloreto de vinila 3904.2007 e de 01.43.582/2010) 75% tubos geomecânicos 8421.12. 34.2007 a 31.90 filme de PVC extensível 3920.2001 31.20 e 9403.2002 31.05.00.05. 23.03.12.90 a 50% de 01.2010 a a 50% 50% filme de PVC extensível 3920. 34.de 01.10 de 01.04.12.224/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.224/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2012 (Dec.29 de 01.20.22.21.2009 31.90 filme de PVC extensível 3920.2010 a 50% filme de PVC extensível 3920.70.atualizado até 30 junho 2011 .2010 b) plastificantes de sais e ésteres .81.2001) 9401.2012(Dec.29 composto PVC 3904.05.43. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação de polipropileno termoplástico (PROLEN) e composto de polipropileno com master branco.03.00.90 LXIII – a partir de 01 de maio de 2001.12.10.43.00.876/91 .30.10.20 c) plastificantes compostos para borracha e plástico 3812.01.09.582/2010) a de a 75% perfil plástico tubos prediais para infraestrutura 3917. 23.01. 23.06.2009 31.23.2001) Produto a) cadeira de plástico b) mesa de plástico Código NBM/SH (Dec. 23.2001) 9403.2005 a 28. (Dec. classificados no código NBM/SH 3902.2001) DECRETO 14.

23. observandose.03. 24.00 Butadieno 1.2002) (Dec.99.2001) Estireno (Dec. 23.03.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.06.00. 24.07.00 01.07. observando-se o disposto no § 8º.2001) DECRETO 14.00 01.00.876/91 .413/2001 – EFEITOS a partir de 01.24. 23. (Dec.2002) b) será dispensado quando o fornecimento subseqüente da energia elétrica: – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.90 01.07.413/2001 – EFEITOS a partir de 2710.2002) 2.11. destinados à utilização como matéria-prima no respectivo processo de fabricação do estabelecimento importador localizado neste Estado: (Dec. 2.00. "c". I. (Dec.03. se tributada fosse.50. em que se destina a energia elétrica ao próprio consumo e uso exclusivo da usina termoelétrica.07.07. 23.2001) (Dec.2 01.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.413/2001 – EFEITOS a partir de 2707.2002) (Dec.19. 23. (Dec.2001) 2902.00 Hexano comercial (Dec.2001) Extrato Aromático (Dec.03.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.2003 (Dec.413/2001 – EFEITOS a partir de 2902.LXIV .2002 Óleo Parafínico (Dec. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento). 24.29.07.2002) a) será recolhido. e ainda: (Dec.2001) 2710. for beneficiado com diferimento do recolhimento do imposto. quando a saída subseqüente: 24.413/2001 – EFEITOS a partir de 2901. for tributada.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01. IV. 30.no período de 01. o que determina o § 8º.2017.99.2001 a 31. RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01. na saída interna e na importação de gás natural com destino a usina termoelétrica para a produção de energia elétrica. a partir de 01. 24.atualizado até 30 junho 2011 . 1.413/2001 – EFEITOS a partir de 2931.01. 23.2002) (Dec.91 01.705/2002 – LXV – nos períodos de 01 de julho de 2001 a 31 de março de 2005 e de 01 de janeiro a 31 de março de 2006.413/2001 – EFEITOS a partir de NBM/SH 2901.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01. 24.03. tomando-se por base de cálculo aquela que seria adotada na mencionada operação.2001) Cicloexano (Dec.07.534/2007) N-Butil Lytium (Dec. 23.03.534/2007) 2710.2002) 2. na hipótese do art. e no período de 01 de abril de 2006 a 31 de março de 2011.07. 9º. no período de 01.03.99.642/2008) PRODUTO Butadieno 1. quando ocorrer hipótese diversa daquela prevista na alínea "a".2001 a 31. quanto ao referido imposto diferido.10 01.705/2002 1. no valor correspondente a 100% (cem por cento) do imposto relativo à importação dos seguintes produtos. não for tributado. 24. 30.12.3 (Dec. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. 31. XLVIII. não for tributada.12.

564/2011) b) a partir de 01 de outubro de 2008. 32.00 30.30.09.2008 a 31.467/2008) a) no período de 1º de junho de 2001 e 31 de maio de 2011.19.9013.576/2010) de (Dec.2001 a 31.10.50 01.2001. (Lei nº 13. no período de 01.1.926/2003) DECRETO 14. 32.467/2008) 2.07. 31.24.2008) (Dec. na operação subseqüente àquela referida no subitem 1.10. 32.912/2006) a) a partir de 01 de junho de 2002. fio cortado de álcool polivinílico .2003 a 3919. 32.2006 a 31. 23. por estabelecimento comercial atacadista. pelo estabelecimento industrial importador.00. observado o disposto nos §§ 24 e 25: (Dec. 8703. Éster de Ácido Fosforoso do tipo trinonil fenil fosfito – TNPP (Dec. 32. na importação dos veículos classificados nos códigos NBM/SH 8703. Filme de poliestireno 35.90. 31.484. desde que o importador não utilize benefício do Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco .06. na importação realizada: (Dec. 36. no período de 01.03.769/2005) (Dec.727/2001) LXVIII . de 29. e.2010 (Dec.2010 35.PRODEPE: (Dec. realizada diretamente por estabelecimento comercial atacadista para revenda. (Dec.04. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. 23.15.90.90. por pessoa jurídica importadora situada neste Estado. 29.642/2008) 2920. (Dec.10. 31.atualizado até 30 junho 2011 .876/91 . (Dec.2920. na importação de lingote de alumínio.03.2011 (Dec.467/2008) 1. (Dec.00 01. realizada diretamente por estabelecimento industrial.10.467/2008) 1.2001 a 31. (Dec.642/2008) 2920. dos seguintes produtos.467/2008) 1. 31.21.642/2008) Irganox 1076 (Dec. no período de 1º de julho de 2010 e 31 de maio de 2011. no código NBM/SH 8703.576/2010) a partir 3920.03. (Dec. LXVI – relativamente a veículos automotores: (Dec.413/2001 – EFEITOS a partir de 2918.642/2008) 2920.90.467/2008) LXVII – no período de 25.na importação. no período de 01. 25.PVA.22.10.03.10.00.2002.2008.90. quando destinados a integrar o respectivo processo de fabricação de telha e caixa d'água. 32.2005.1.2. NBM/SH 5503. classificado no código da NBM/SH 7601. no período de 01.23. de tarugo de alumínio. por conta e ordem do estabelecimento indicado no subitem 1.2.04. (Dec. credenciado nos termos de portaria da Secretaria da Fazenda. desde que destinado à fabricação.07.2001) no período de 01. 28.03. com destino ao respectivo estabelecimento encomendante.01.10 e 8703.2002 a 31.29.90.

32. exceto pasta para dissolução: (Dec.682/2002) 1. 27.11.682/2002) c) relativamente ao disposto neste inciso. 24.2002. podendo a referida relação ser apresentada por meio magnético.926/2003) c) nos períodos de 01 de outubro de 2004 a 30 de setembro de 2006 e de 01 de dezembro de 2006 a 31 de março de 2012. elaborar relação mensal da quantidade efetivamente recebida. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do imposto relativo à importação dos seguintes produtos não-acabados. até o 10º (décimo) dia útil de cada mês. deverão: (Dec. ficam convalidadas as operações realizadas de acordo com a sistemática nele prevista. por Estado de origem e por fornecedor. 34.no período de 01 de agosto de 2002 a 31 de dezembro de 2009.08.236/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.493/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. o ICMS diferido já se encontra incluído no valor do imposto normal. em 2 (duas) vias.NBM/SH 4015.4703. oriunda de unidade autônoma localizada em área não-contígua e utilizada como insumo em atividade integrada.08. observando-se relativamente à saída subseqüente: (Dec. (Dec.NBM/SH 4015. entregar.09. (Dec. 24. fica dispensado o recolhimento do ICMS diferido.08. 24.682/2002) a) o recolhimento será feito através de Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais . 24. nas operações entre contribuintes estabelecidos nos Estados da Paraíba e de Pernambuco com cana-de-açúcar própria ou de terceiros.a partir de 01.2002) 1.19.2002 ficam incluídas. 24. 25. 24.682/2002) b) para fim de controle. destinados à industrialização final.GNRE.11. crua de coníferas – 4703.2004) (Dec.08.493/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. retendo a segunda via como comprovante de entrega. – EFEITOS A PARTIR DE 01. na mencionada sistemática.08. (Dec. nós e bolotas de matérias têxteis. (Dec. PARTIR DE 01.682/2002) DECRETO 14. até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente ao da saída do produto.00. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH.582/2010) 1. c) luvas de procedimentos semi-acabadas .11.876/91 .11. 24. exceto de aramida. 27. referente ao mês imediatamente anterior.2002) (Dec. pasta química de madeira. as usinas ou destilarias que receberem cana-de-açúcar nestes termos.00.NBM/SH 4015. quando não tributada. "tontisses".2002) 2. à soda ou ao sulfato.19.30.atualizado até 30 junho 2011 .2002.08. b) luvas cirúrgicas semi-acabadas . (Dec. semibranqueada ou branqueada de conífera . LXXI . quando tributada. ressalvando-se que somente a partir de 01.015/2008) a) luvas para procedimento estéril semi-acabadas .a partir de 01.682/2002) 2. NBM/SH 5601. à Secretaria da Fazenda ou Finanças da Unidade da Federação de origem do produto. 24. que tenham sido efetuadas no período de 01. 24.2004) 2. (Dec. as operações com cana-de-açúcar de terceiros.00.493/2002 LXX . contendo especificação do produto e quantidade.00.2002. (Dec.90.00. na saída de pescado promovida pelo respectivo produtor com destino a estabelecimento industrial . uma via da relação mencionada no item 1. observando-se (Protocolos ICMS 35/2001 e 10/2002): (Dec.2001 a 31.236/2004 – EFEITOS A LXIX .b) no período de 29 de setembro de 2003 a 30 de setembro de 2005.21.08. pelo importador industrial localizado neste Estado: (Dec.

10. 24.950. índigo blue. realizada diretamente por estabelecimento industrial. na saída interna de flores em estado natural. identificamos que foi suprimido erroneamente o conteúdo abaixo indicado do inciso LXXII constante do Adendo de Outubro de 2002.15. de 08.10. a errata nos evidencia que a pretensão era a criação do novo inciso LXXIII. dos produtos relacionados no Anexo 41. (Dec. ditionitos ou sulfoxilatos de sódio estabilizados .176/2005) a) no período de 01 de abril de 2003 a 31 de julho de 2005: bobina de folha laminada.a partir de 01. promovida pelo respectivo produtor ou cooperativa de produtores localizados em Pernambuco. (Dec. de 28.atualizado até 30 junho 2011 .015/2008) LXXIV – no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação dos produtos a seguir indicados.755. 28. para utilização no respectivo processo produtivo de tecido tipo índigo: (Dec.d) o recolhimento do imposto nos termos deste inciso fica dispensado enquanto vigente a sistemática para as operações com cana-de-açúcar e produtos resultantes de sua industrialização. 32. observando-se (Lei nº 12. LXXII .779/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. publicada no DOE de 06/02/2003. 28. (Dec.015/2008) b) no período de 29 de setembro de 2003 a 30 de setembro de 2005.07. código da NBM/SH 3921. fica dispensado o recolhimento do referido imposto.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) LXXIII no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação dos seguintes produtos.: Com a publicação da Errata do Decreto 24.2003) DECRETO 14. classificados conforme código da NBM/SH. (Dec. na importação.06. 24. 24.950 modificava o referido inciso. para utilização no seu processo produtivo de bisnaga para acondicionamento de pasta dentifrícia: (Dec. 24. 9º.no período de 01 de setembro de 2003 a 31 de agosto de 2005.663/2005) c) no período de 29 de setembro de 2003 a 31 de dezembro de 2009.NBM/SH 2831. para utilização no processo produtivo do importador. (Dec. adotar os procedimentos previstos nos itens 1 e 2 da alínea "c" do inciso CLXXVII do "caput" do art.11. (Dec.20. 25.2003) a) no período de 01 de dezembro de 2002 a 31 de dezembro de 2009. no caso de ocorrer a mencionada diminuição.10. 24.176/2005) b) a partir de 01 de agosto de 2005: bobina de folha de plástico com suporte ou reforço. algodão não-cardado e não-penteado.00. com a concessão de crédito presumido. (Dec.90.176/2005) LXXV . pois o Decreto 24. classificados nos respectivos códigos NBM/SH. e alterações. quando este for indústria de equipamento de refrigeração.20.NBM/SH 5201. 28. realizada diretamente por estabelecimento industrial. 28.99.00. simplesmente debulhado .926/2003 – ERRATA DOE 11. 25. segundo Colours Index 73000 .682/2002) Obs. ou outra similar que vier a substituí-la.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) c) a utilização do benefício não deve implicar diminuição da arrecadação do ICMS relativa aos segmentos beneficiários. Porém. conforme prevista no Decreto nº 21. realizada diretamente por estabelecimento industrial.2002.2002): (Dec.09.20. 32.876/91 . código da NBM/SH 7607. para o momento da saída subseqüente da mercadoria.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) b) quando a mencionada saída subseqüente estiver sujeita ao pagamento do imposto.10. de 03/12/2002. para estabelecimento comercial atacadista ou varejista.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) a) quando a mencionada saída subseqüente não for tributada. ficando facultado à Secretaria da Fazenda.NBM/SH 3204. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH.241. (Dec. (Dec. considera-se aí incluído aquele objeto do diferimento.

no período de 22 de novembro de 2004 a 30 de novembro de 2006.21.366/2005) a) no período de 01 de fevereiro a 30 de setembro de 2005.21. 25. dos produtos relacionados no Anexo 47.10. 3. para utilização no respectivo processo produtivo de acetato de vinila.21.na importação de ácido acético. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na mencionada importação. (Dec. quando promovida pelo respectivo produtor. em bruto.90. polpa de tomate. depilados. LXXIX . na importação. 25.21.00. classificado no código 2915. não-depilada (com lã).00 da NBM/SH. (Dec.NBM/SH 4105. base de tomate. quando o produto final destinar-se à exportação. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. para utilização no respectivo processo produtivo: (Dec.NBM/SH 4106. salgados . simplesmente curtida ao cromo ("wet blue") .00. 30. depilados. (Dec.2005) LXXXI . 25.NBM/SH 4103. realizada DECRETO 14.366/2005 – ERRATA DOE 02. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do imposto relativo à importação dos seguintes produtos. (Dec. 26. de polpa de tomate.30. correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do respectivo valor.22. 25. 27.926/2003) 4. curtidos. 30.90.NBM/SH 4106.no período de 01 de setembro de 2005 a 31 de dezembro de 2009. 25. 25. classificado no código 2915.2004) LXXVIII – na saída interna de mel de abelha: (Dec. para estabelecimento industrial.00. depilada. (Dec.NBM/SH 4102.00. simplesmente curtidos ao cromo ("wet blue") .366/2004) LXXX . 25.41% (vinte e nove vírgula quarenta e um por cento) do ICMS devido na mencionada importação.2005) b) no período de 01 de outubro de 2005 a 31 de janeiro de 2009.926/2003) 3.90 e destinada à utilização no processo produtivo do importador para a fabricação de extrato de tomate. molho de tomate e "catchup". classificada no código da NBM/SH 2002.926/2003) b) couro ou pele de caprino: (Dec. depilados. para obtenção dos produtos indicados no mencionado Anexo. em bruto. 25.926/2003) LXXVII .109/2006) (Dec.11.11. 25.799/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.NBM/SH 4102. realizada diretamente por estabelecimento industrial.00 da NBM/SH: (Dec.nos períodos de 29 de setembro de 2003 a 30 de setembro de 2005 e de 01 de dezembro de 2006 a 30 de novembro de 2008. realizada diretamente por estabelecimento industrial de material elétrico. 4.10.926/2003) (Dec.00.06. no valor correspondente a 29.366/2005 – ERRATA DOE 02. depilada.10. (Dec. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação.21. (Dec. classificados conforme código da NBM/SH e destinados à utilização no processo produtivo do importador.912/2006) a) pele de ovino: (Dec. "piclada" .atualizado até 30 junho 2011 .876/91 .no período de 01 de junho de 2004 a 31 de maio de 2006.926/2003) 1.109/2006) a) a partir de 01 de novembro de 2004.926/2003) (Dec. (Dec. (Dec. depilada. no estado seco ("crust") . na importação realizada diretamente por estabelecimento industrial de alimento. 25.926/2003) 2. 27.926/2003) 1.926/2003) 2.604/2005 e 28.109/2006) b) a partir 01 de fevereiro de 2007. (Dec. no estado seco ("crust") . realizada diretamente por estabelecimento industrial localizado neste Estado. em bruto. 29. 28.LXXVI . salgada . no estado úmido .21. (Dec.32.NBM/SH 4106. 28. 30.NBM/SH 4105.

90 da NBM/SH: (Dec.no período de 01 de novembro de 2005 a 31 de outubro de 2017.00 da NBM/SH. com destino ao estabelecimento industrial fabricante dos produtos finais respectivamente indicados.04.2006) LXXXVI . 28.NBM/SH 7228.514/2005) b) paraxileno. simplesmente laminada. (Dec. realizadas com as seguintes mercadorias. na saída interna dos produtos relacionados nas alíneas a seguir. nas saídas internas dos seguintes produtos.818/2006) DECRETO 14. para utilização no processo de fabricação. NBM/SH 2517. dos produtos ali referidos. classificadas nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados.231/2005) LXXXII . classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. 28.779/2010) a) trilho.00.00. para fabricação de ácido tereftálico.19. a quente .780/2010) a) barra redonda. para utilização no processo de fabricação. pelo importador.779/2010) e) a partir de 01 de março de 2006. nas operações internas e de importação. 28. películas.779/2010) LXXXV . destinados à fabricação de grupo gerador pelo respectivo importador localizado neste Estado. NBM/SH 2902.00.atualizado até 30 junho 2011 . 34. tiras e lâminas de polímero de propileno. dos produtos a seguir relacionados.00.10.NBM/SH 3902. estirada ou extrudada. rótulos e sacos: (Dec. engrenagem e roda de fricção e eixo de esfera ou de rolete. classificados no código 8714.779/2010) c) fixação elástica. (Dec. observado o disposto no § 22: (Dec.90.PRODEPE para a mencionada linha de produção.PET e de filamento. 28.514/2005 – ERRATA DOE 06.90. dormente de aço. de filmes. 34. 32. NBM/SH 7302. com destino a estabelecimento industrial. 28. das mercadorias relacionadas no Anexo 51. relativamente ao ICMS complementar referente à diferença entre a alíquota prevista para as operações internas e aquela estabelecida para as operações interestaduais. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação. desde que não haja utilização de benefício do Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco . classificados no código 8483.00. (Dec.43. NBM/SH 7203. 28. 34. destinadas à aplicação em linha férrea: (Dec. incluídos os ciclomotores. NBM/SH 7302.779/2010) b) dormente de concreto.diretamente por estabelecimento industrial.20.779/2010) d) pedra britada. (Dec. folhas. NBM/SH 2710. para fabricação de paraxileno.015/2008) a) polipropileno terpolímero . no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do imposto relativo à importação dos produtos relacionados no Anexo 52.00. (Dec. fibra ou polímero de poliéster.19.876/91 . classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados. 34. (Dec.no período de 12 de setembro de 2005 a 11 de setembro de 2009.00.514/2005) c) ácido tereftálico. (Dec. pelo importador.30.30.36. 32. biaxialmente orientados . classificados nos respectivos códigos da NBM/SH.015/2008) LXXXIII .11.514/2005) a) nafta petroquímica. (Dec. 28. classificadas nos respectivos códigos da NBM/SH.351/2005) LXXXIV – a partir de 01 de outubro de 2005. de aço ou de suas ligas.231/2005) b) outras chapas. 34.no período de 01 de setembro de 2005 a 31 de dezembro de 2009. (Dec. (Dec. NBM/SH 6810. NBM/SH 2917. realizada diretamente por estabelecimento industrial.10.10.00. (Dec.40. para fabricação de polímero de polietileno tereftalato .49.NBM/SH 3920. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. 34.no período de 01 de fevereiro de 2006 a 31 de janeiro de 2012. 34. para utilização no respectivo processo produtivo de parte e acessório de motocicleta. (Dec.91. (Dec. 28. bem como nas aquisições em outra Unidade da Federação.

lingotes. (Dec.NBM/SH 8481.311/2006) b) radiador .80.80. cobre ou alumínio. 33. na importação de flor. 29. para obtenção dos produtos igualmente indicados no mencionado Anexo.7220.003/2010) XCI – a partir de 01 de abril de 2007. (Dec. classificados conforme códigos da NBM/SH.14. de aço inoxidável.NBM/SH 8537. classificados nos códigos 6702. bomba de abastecimento (NBM/SH 9028. realizada por estabelecimento industrial.311/2006) e) válvula 2" com atuador .00 da NBM/SH.95. 30. no valor correspondente a 50% (cinqüenta por cento) do imposto devido na importação dos seguintes insumos.00.818/2006) c) produto laminado plano.80. para utilização. sucatas e outros produtos. (Dec. de espessura igual ou superior a 4. folhagem e frutos artificiais. 31.90.31.95. 29. 30.00. para utilização no respectivo processo de fabricação de equipamento de compressão de gás natural comprimido (NBM/SH 8414.11) e unidade de estocagem de gás natural comprimido (NBM/SH 7311.707/2007) PRODUTO a) lâmpadas halógenas 12v CÓDIGO DA NBM/SH 8539. de aço.NBM/SH .80.no período de 01 de junho de 2006 a 31 de dezembro de 2009. (Dec. (Dec. (Dec. para utilização no respectivo processo produtivo de artefatos de plástico.10: (Dec. 29.311/2006) LXXXVIII . realizada por estabelecimento industrial.269/2009) LXXXIX . de barras.10 DECRETO 14. 29. nem revestido. perfis. (Dec.311/2006) c) quadro Murphy .21.NBM/SH 7211.90. (Dec.75 mm e superior a 3 mm .621/2006) b) escória de altos-fornos granulada (areia de escória) proveniente da fabricação do ferro fundido. 29. de largura inferior a 600 mm e de espessura inferior a 4.12. 28. bobinas.b) produto laminado plano.00): (Dec. (Dec.90. no processo de fabricação de cimento comum – NBM/SH 2523.621/2006) XC – no período de 1º de janeiro de 2007 a 31 de dezembro de 2012. e destinados à utilização no processo produtivo do importador.818/2006) LXXXVII .10. realizada diretamente por estabelecimento industrial. na importação dos produtos a seguir indicados: (Dec.311/2006) f) válvula 1/2" com atuador .NBM/SH 2523.no período de 01 de junho de 2006 a 30 de setembro de 2015.00 e 6702.00.261/2011) a) cimento não-pulverizado (clínquer) . 29. classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados.no período de 1º de outubro de 2006 a 31 de março de 2013.10. (Dec.00. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação.10.21.NBM/SH 9026. quando promovidas por produtor. não folheado ou chapeado. nas saídas internas de bambu in natura.80.00.887/2007) a) compressor . respectivamente indicados.atualizado até 30 junho 2011 . chapas. realizada diretamente por estabelecimento industrial. 29. 36. relacionados no Anexo 55.NBM/SH 8419. 29. 28. pelo importador. 36.75 mm . no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação. (Dec.NBM/SH 8481.10. do ferro e do aço . de aço carbono.311/2006) d) medidor massico . classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados.NBM/SH 2618.31). (Dec.NBM/SH 8414.876/91 . de largura inferior a 600 mm.29. (Dec.00. dos produtos a seguir relacionados.277/2007) XCII – no período de 01 de agosto de 2007 a 31 de julho de 2009.50.

classificadas no código da NBM/SH 8708. monitor 7.99.21.482/2008) XCV . unidades de memória para discos magnéticos flexíveis (Dec.70.b) lâmpadas halógenas 24v c) lâmpadas pérola/torpedo 12v.no período de 1º de dezembro de 2008 a 31 de dezembro de 2022.12 8471. realizada diretamente por estabelecimento industrial. a partir de 1º de abril de 2011.876/91 . 35. outras unidades de memória para discos ópticos 4. na importação de engrenagens forjadas. (Dec. 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido: PRODUTO 1.29. para utilização na fabricação de vidros planos e de artefatos e embalagens de vidro. unidade de memória para discos magnéticos rígidos. observando-se que.90.707/2007): (Dec.70.32. fonte de alimentação 3.30. o respectivo desembaraço aduaneiro deve ocorrer neste Estado. o valor correspondente ao ICMS incidente na importação de barrilha vidreira.51. classificada nos códigos NBM/SH 2836. (Dec.21 8473.29. 36. no valor correspondente a: (Dec.11 b) a partir de 10 de dezembro de 2008.626/2010) XCVI – na importação dos insumos ou matérias-primas a seguir relacionados. classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados. 31.10 e 2836. realizada diretamente por estabelecimento industrial.20 8473.30. mouse NBM/SH 8518.50.90 8539.346/2008) XCIV – no período de 01 de novembro de 2008 a 31 de dezembro de 2010. (Dec.90 XCIII – a partir de 01 de dezembro de 2007.453/2011) a) a partir de 15 de agosto de 2007. gabinete 4.20. memória 6. 32.00 8504. wedge base 12v.11 8542.53 DECRETO 14. placa mãe ("motherboard") 8.884/2008) NBM/SH 8542.00. caixa de som 2.60.10 8539. 32.70. inclusive aquele decorrente de substituição tributária. para a produção de peças automotivas para veículos de quatro rodas.21 8528. 100% (cem por cento) do ICMS devido (Decreto nº 30. no valor correspondente a 40% (quarenta por cento) do ICMS.20.29 8471.31. para utilização no processo de fabricação de microcomputadores e.11 8471. incidente na importação de óleo diesel realizada por refinaria de petróleo ou suas bases. 32. com um só conjunto cabeça-disco (hda – "head disk assembly") 3. de monitores. wedge seal 12v e stop taill 12v d) lâmpadas pérola/torpedo 24v e wedge seal 24v 8539. processador 2. aplicando-se o disposto no § 23. leitor de cartão 5.atualizado até 30 junho 2011 .884/2008) PRODUTO 1.40.21. a partir de 1º de outubro de 2010.90 8471.41 8471.

no período de 01 de abril de 2009 a 31 de março de 2011. na saída interna de óleo combustível com baixo teor de enxofre.30. para uso. devolvidos por pessoas físicas em virtude de inadimplência no pagamento do financiamento das referidas mercadorias.876/91 . 8473. 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido: PRODUTO 1.52 (Dec. portáteis 5. (Dec. observado.49 8473. placa de rede sem fio ("placa wireless") 11. observado o disposto nos §§ 23 e 27. com ou sem módulo “display” numérico. no processo de fabricação dos equipamentos eletrônicos ali referidos.30.51. c) a partir de 1º de abril de 2011. (Dec. exclusiva ou principalmente. junto com máquina automática para processamento de dados classificada na posição 84. o disposto no § 23.453/2011) 8473.a partir de 01 de janeiro de 2009.atualizado até 30 junho 2011 . teclado 36.30. do tipo OCB1.469/2010) DECRETO 14. realizada diretamente por estabelecimento industrial. placa de vídeo 12. quando destinado a distribuidora de combustíveis. na venda. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação. 9013. realizada por estabelecimento industrial. observado o disposto no § 26. 35. dos produtos relacionados no Anexo 59.20.116/2009) C . 32.) (Dec. na importação dos produtos relacionados no Anexo 61.30. pelo importador. destinado a usina termoelétrica vencedora dos leilões nº 02/2008 e nº 03/2008. dispositivos de cristais líquidos – LCD NBM/SH 8473. 32. classificados nos códigos da NBM/SH ali indicados. outros monitores policromáticos dos tipos utilizados. classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados. observado o disposto no § 28 (Convênio ICMS 136/2008). gabinete. dos produtos relacionados no Anexo 58.no período de 05 de março de 2009 a 31 de dezembro de 2012. para utilização no processo de fabricação do importador dos artefatos de aço ali referidos.80.10.71 da NBM/SH 4.9.227/2009) CII – a partir de 15 de junho de 2009. placas de memória com superfície inferior ou igual a 50 cm 3. classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados. (Dec. na saída interna ou interestadual de biodiesel B100.916/2008) XCVIII – a partir de 01 de janeiro de 2009. 36.49 8473. realizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL e relativos à contratação de energia elétrica proveniente de novos empreendimentos. sem fonte de alimentação 2.917/2008) XCIX – a partir de 24 de março de 2009. tendo como destinatário estabelecimento comercial varejista. realizada por estabelecimento industrial de geradores eólicos de energia.30. a partir de 1º de agosto de 2010. 8473. 33. 8528. para utilização no respectivo processo produtivo. telas para máquinas automáticas para processamento de dados. móveis e eletrodomésticos usados.42. (Dec.92.19. de eletroeletrônicos.118/2011) CI . no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação. 33.60.49 8471. a serem utilizados em ônibus e caminhões. placa de fax moden 10. (Dec.30. por instituição financeira. XCVII .

dos produtos a seguir relacionados. conforme definida e autorizada pelo órgão federal competente. pelo importador.70.10. (Dec.988/2009) CIV – no período de 1º de maio de 2010 a 31 de março de 2012.469/2010) a) nas operações internas de aquisição e na importação de insumos para fabricação das mencionadas torres. 33. para utilização na fabricação de cerveja. 36.697/2010) a) a partir de 1º de agosto de 2010. o disposto no § 23: (Dec.0 mm e) chapa de aço de largura igual ou superior a 600 mm revestida de PVC f) chapa de alumínio de espessura superior a 0. (Dec. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação. observado o disposto no § 30.90 7606. nas operações a seguir indicadas.697/2010) b) importação.no período de 15 de agosto de 2010 a 14 de agosto de 2012.10. de largura igual ou superior a 600 mm c) chapa de aço revestida de PVC. 35.61.603/2011) c) no período de 1º de julho a 31 de outubro de 2010.00 7225. relativamente ao ICMS complementar referente à diferença de alíquota.99. classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados.691/2009) b) nas aquisições em outra Unidade da Federação. realizada por distribuidora de combustíveis.468/2010) DECRETO 14. (Dec.697/2010) CVI . 36.603/2011) 2.70. 33. realizada por estabelecimento fabricante do mencionado produto.20 7219. no processo de fabricação de painéis termoisolantes: (Dec.10 7210.CIII – a partir de 22 de julho de 2009.603/2011) 1. (Dec.2 mm NBM/SH 7210.11. de largura igual ou superior a 600 mm d) chapa de aço inoxidável de espessura igual ou superior a 0.452/2011) PRODUTO a) chapa de aço revestida de liga de alumíniozinco. 36.00 7210.90 CV – nas seguintes operações com álcool etílico anidro combustível – AEAC: (Dec. de largura igual ou superior a 600 mm b) chapa de aço pintada ou envernizada. como tal definida e autorizada pelo órgão federal competente. 35. nas aquisições internas e na importação de bens destinados a integralizar o ativo fixo do estabelecimento industrial adquirente.34. realizada diretamente por estabelecimento industrial. importação. 35. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação de malte de cevada. a partir de 1º de agosto de 2010. a partir de 1º de agosto de 2010. 35. realizadas por estabelecimento industrial fabricante de torres destinadas à geração de energia eólica. 35. observado o disposto no § 29: (Dec. (Dec. observado o disposto no § 28 (Convênio ICMS 110/2007). (Dec. no período de 1º de junho a 31 de julho de 2011. classificado no código NBM/SH 1107. (Dec.876/91 . realizada diretamente por estabelecimento industrial. para utilização. observado.atualizado até 30 junho 2011 . 36. saída interna ou interestadual destinada a distribuidora de combustíveis.5 mm mas não superior a 1.

35.NBM/SH 2827. (Dec.00. 35. a partir de 1º de dezembro de 2010.31. (Dec.90.90. (Dec. DECRETO 14. (Dec. 35.550/2010) c) polpa de uva – NBM/SH 2009.90.11.90.11.NBM/SH 2933. (Dec. destinados à fabricação de embalagens flexíveis.550/2010) b) cloreto de bezalconio 50% (cinquenta por cento) .20.550/2010) CX – no período de 1º de novembro de 2010 a 31 de dezembro de 2012.876/91 . (Dec.19.00. 35.NBM/SH 2933.69.NBM/SH 2806. quando destinados à fabricação de produtos para tratamento de água e resíduos líquidos: (Dec. classificado no código da NBM/SH 3206.32. (Dec. (Dec. (Dec. para utilização no processo produtivo dos componentes eletrônicos relacionados no Anexo 66. 35.50.00.550/2010) e) azeitona – NBM/SH 2005. (Dec. (Dec. 35.550/2010) g) ácido tricloroisocianúrico .25.550/2010) b) polpa de maracujá – NBM/SH 0811.550/2010) h) carbonato de cálcio . 35. 35. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação dos produtos a seguir indicados. realizada diretamente por estabelecimento industrial. classificados nos respectivos códigos NBM/SH.70. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação de filmes de polipropileno biaxialmente orientados – NBM/SH 3920.10.550/2010) a) sulfato de cobre pentahidratado – NBM/SH 2833.19. 35.700/2010) CXI – a partir de 1º de dezembro de 2010. 35.550/2010) a) polpa de tomate – NBM/SH 2002.550/2010) e) nonilfenol .550/2010) f) policloreto de alumínio .20. 35. 35. (Dec. 35.20.10.10.550/2010) CVIII – no período de 1º de setembro de 2010 a 31 de agosto de 2012.90.10.20.atualizado até 30 junho 2011 .69. realizada diretamente por estabelecimento industrial. 35. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação de pigmento de dióxido de titânio. realizada diretamente por estabelecimento industrial. (Dec. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação de insumos e matérias-primas. 35.(Dec. para utilização no respectivo processo de fabricação de elevadores de cargas e de passageiros: (Dec.90.550/2010) f) ervilha – NBM/SH 0713. quando destinados à industrialização de alimentos: (Dec.69.NBM/SH 2923. 35.70. para utilização no processo produtivo de forros e perfis de PVC.90.NBM/SH 3402. (Dec. 35. 35. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação dos seguintes componentes.550/2010) d) ácido clorídrico em solução aquosa . (Dec.955/2010) CXII .CVII – no período de 1º de setembro de 2010 a 31 de agosto de 2012. 35. classificados nos respectivos códigos NBM/SH.NBM/SH 2836.987/2010) a) amortecedor hidráulico 8431. 35. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação dos insumos e matérias primas a seguir indicados.13.550/2010) CIX – no período de 1º de setembro de 2010 a 31 de agosto de 2012. realizada diretamente por estabelecimento industrial localizado neste Estado.00.550/2010) d) polpa de pêssego – NBM/SH 2008. (Dec. classificados nos correspondentes códigos da NBM/SH.550/2010) c) dicloro isocianurato de sódio .19.

tampas.12.00 2815. desde que: (Dec.10. R$ 800.90. realizada diretamente por estabelecimento industrial.31. (Dec.460/2011) CXVII . a partir de 1º de maio de 2011. (Dec. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação dos produtos discriminados a seguir.50 e 1. 36.75 m/s d) máquina de tração para 400. (Dec.4100 DECRETO 14.10. 36. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação.41. (Dec.31. realizada por estabelecimento industrial. 36.097/2011) CXV – no período de 1º de fevereiro de 2011 a 31 de janeiro de 2013. nas aquisições em outra Unidade da Federação.067/2010) CXIV – a partir de 1º de fevereiro de 2011.90 2815. (Dec.29 2905.00 da NBM/SH.b) freio de segurança instantâneo e progressivo c) limitador de velocidade 0.31.000 (sessenta mil) toneladas para importação do produto. relativamente ao ICMS complementar referente à diferença entre a alíquota prevista para as operações internas e aquela estabelecida para as operações interestaduais.49. de laminados planos de ferro ou aço não-ligado. 1.50. 1250 e 1500 kg 8431.20. pelo importador.60. folhas de flandre litografadas e rolhas metálicas.00 2909.00 e 7210.00. folheados. de veículos destinados a integralizar o ativo fixo de estabelecimento prestador de serviço de transporte de cargas. no processo de fabricação de latas. classificada no código 3907. 36.460/2011) a) a importação seja realizada por estabelecimento com faturamento anual relativo às saídas internas de. de largura igual ou superior a 600 mm.39.12.31. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação.460/2011) b) seja observado o limite de 60. realizada por estabelecimento industrial que produza o referido produto.PET. classificados nos códigos 7210. 600.562/2011) RODUTO IMPORTADO a) hexametafosfato sódio b) carbonato de (barrilha densa) de NBM/SH 2835.118/2011) CXVI – no período de 1º abril de 2011 a 30 de abril de 2012. destinada à utilização pelo importador. 36. 1.10.90. 800. chapeados ou revestidos. 36.31 3402.00 3201.00 (oitocentos milhões de reais).90 PRODUTO FABRICADO dispersante NBM/SH sódio 2836. classificada no código da NBM/SH 7419. CXIII – no período de 1º de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2012.90 3824. observado o disposto no § 31.99. em cobre. realizada diretamente por estabelecimento industrial. de carcaça de contador de fluidos.10 2835. e destinados à utilização.90.19.52 29.09.00 da NBM/SH. no valor correspondente ao ICMS incidente na importação de resina de polietileno tereftálico virgem . no processo de fabricação de contador de fluidos. no mínimo. 500. 36.11.00 2909.90.000.00 dispersante defloculante dispersante defloculante alcalinizante Poliol pasta pronta semfix c) tripolifosfato de sódio d) soda cáustica líquida e) soda escama f) dietilenoglicol g) dipropilenoglicol h) genapol PF i) monoetilenoglicol 2839. 8428.75.876/91 .00.000. para utilização no processo produtivo dos produtos respectivamente indicados: (Dec. 8431.atualizado até 30 junho 2011 .

fica dispensado o recolhimento do imposto. DECRETO 14.00.733/97) b) a dispensa de recolhimento prevista na alínea anterior depende de prévio deferimento da Secretaria da Fazenda. 15.90 impermeabilizante corante 3910. e no art.10.00. no ato da aquisição do produto.j) uréia técnica k) dioctiftalato l) resina PVC (solvin 367 e 374) m) foraperle / zonyl 225 n) sulphur black (corante preto enxofre) 3102.750/98) V . o contribuinte poderá optar. § 5º Na hipótese do inciso XX do "caput": a) fica dispensado do recolhimento do imposto diferido o contribuinte que tenha utilizado. 9º. esteja esta sujeita ou não ao pagamento do tributo. § 35.506/91) § 4º A empresa destinatária.nas demais hipóteses. (Dec.530/92) a) no prazo normal do fabricante ou produtor. quando da saída subseqüente.750/98) b) quando a saída subseqüente não estiver sujeita ao pagamento do imposto. 20.20. especialmente aquelas previstas nos incisos XVI e XXII.12 3204. na fabricação de baterias e grupos geradores destinados exclusivamente à exportação.19. promovidas pelos respectivos estabelecimentos. 20. II .876/91 . § 2º O imposto devido pelas saídas mencionadas neste artigo será recolhido pelo destinatário: I . 617. 20. (Dec. § 1º Nas hipóteses dos incisos XIII e XIV do "caput". 27. quando da entrada da mercadoria no estabelecimento.2004) § 3º A Secretaria da Fazenda expedirá as normas complementares que se fizerem necessárias à execução e ao controle das operações referidas neste artigo.69. 19.atualizado até 30 junho 2011 . b) se o milho importado for alienado a estabelecimento comercial.90 3505. quando a saída subseqüente do adquirente destinar-se à exportação.235/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. na proporção das saídas de ração ou de aves e ovos. III . (Dec.11.90 29173200 cola para telagem 39041020 3904. independentemente de qualquer comunicação.na hipótese do inciso XXI do "caput". quando do recolhimento do imposto pela contratante. matérias-primas e produtos intermediários beneficiados com o diferimento do imposto. § 2º. pelo pagamento do imposto quando da saída a que se referem estes dispositivos. (Dec. conforme o caso. aquele objeto do diferimento será recolhido em DAE específico. 15.750/98) a) quando a saída subseqüente estiver sujeita ao pagamento do imposto. deverá atender ao disposto no art.90 3204. indicada no inciso XIX do "caput". observando-se: (Dec.na hipótese do inciso XVI do "caput": (Dec.19. considera-se aí incluído aquele objeto do diferimento. em requerimento dirigido pelo contribuinte interessado. (Dec. aquele adotado na primeira Nota Fiscal emitida no exercício. em cada exercício fiscal.na hipótese do inciso XII do "caput". configurando-se como sistema de recolhimento. IV .na hipótese do inciso LXXVIII do "caput". com a ressalva das disposições em contrário previstas na legislação tributária.

nos termos do art. se tributada fosse. 15. 15. em especial quanto ao controle das operações de exportação e do emprego das matérias-primas e produtos intermediários nos produtos industrializados exportados.301/2000) 1. a partir de 01 de novembro de 1996. (Dec.relativamente ao ICMS complementar referente à diferença de alíquota. b) valores relativos ao contrato. esteja esta sujeita ou não ao pagamento do tributo: (Dec. observada. (Dec. 9º. será observado o seguinte: (Dec. § 6º Na hipótese do inciso XXI do "caput".a subcontratada fica dispensada de emitir Conhecimento de Transporte. esta. 22. quando a mencionada saída for decorrente de: (Dec. quando da saída subseqüente.2000 – REPUBLICAÇÃO NO DOE DE 08. 19.301/2000) 1. transferência de bens de empresa concessionária de serviço de telecomunicação. 22.612/92) § 8º Na hipótese do inciso XXIII do “caput”. em que os bens permaneçam neste Estado. aquele objeto do diferimento será recolhido tomando-se por base de cálculo a que seria adotada na mencionada operação de saída.585/97) b) a partir de 01 de janeiro de 1997. 19.atualizado até 30 junho 2011 .876/91 . a isenção de que trata o inciso CXXVI do art. (Dec. no período de 01 de junho a 30 de setembro de 1994. I . (Dec. 19. (Dec.301/2000) a) a partir de 01 de outubro de 1994. desde que a contratante faça constar do seu Conhecimento de Transporte: a) identificação da subcontratada.585/97) 2.caso o imposto relativo à subcontratação seja superior ao imposto devido pela contratante. aplica-se o diferimento ali previsto. na condição de contribuinte-substituto. fica dispensado o requerimento previsto na alínea anterior. na modalidade telefonia móvel celular. 22. para outra Unidade da Federação. serão observadas as seguintes normas: 17.c) a Secretaria da Fazenda expedirá normas complementares.12.585/97) DECRETO 14. (Dec. (Dec.677/98) III . 19. deverá recolher a diferença no prazo de sua categoria. XII. 20. será recolhido pelo destinatário. 3º. no período de 01 de novembro de 1997 a 31 de agosto de 1999. quando a saída subseqüente não estiver sujeita ao pagamento do imposto. 22.585/97) b) será dispensado.2001) II . 22. quando a saída subseqüente estiver sujeita ao pagamento do imposto. observar-se-á: (Dec. (Dec.937/94) (Dec.02.quanto à concessão do benefício.585/97) a) até 31 de dezembro de 1996. considera-se aí incluído aquele objeto do diferimento. § 7º REVOGADO a partir de 01 de janeiro de 1992. transferências entre estabelecimentos do mesmo titular e sucessão. a partir de 01 de dezembro de 2000. c) valores relativos ao subcontrato. o benefício fica condicionado a requerimento do interessado dirigido à Diretoria de Administração Tributária -DAT da Secretaria da Fazenda e ocorrerá sob condição resolutória de posterior homologação por aquela Diretoria. devido a este Estado nas aquisições em outra Unidade da Federação. 22. (Dec. além da hipótese prevista no item 1. II .301/2000) 2. 19.530/92) I .o imposto diferido: (Dec.301/2000) 3. fusão. cisão ou incorporação de empresas em que os bens permaneçam neste Estado.976/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.

937/94) § 10. 16. serão observadas as seguintes normas: (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .585/97) b) a partir de 01 de janeiro de 1997. (Dec. além de outras exigências estabelecidas para a hipótese. (Dec. 17. 19. em se tratando de operações internas e interestaduais. consideram-se bens do ativo fixo as partes e peças. especificando-se os componentes que o integrarão.relativamente a partes e peças. 16. (Dec. aparelhos e equipamentos.482/93) a) até o último dia do 4º (quarto) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. 16. para uso do próprio adquirente.a qualquer tempo. do requerimento previsto no inciso III deverá constar.na hipótese do inciso anterior. quando se tratar de montagem. aqueles relacionados com as atividades administrativas do adquirente.482/93) c) telecomunicação.482/93) I .482/93) e) automação industrial. (Dec. (Dec. (Dec.considera-se empresa de base tecnológica aquela que tenha como atividade-fim o desenvolvimento e a fabricação de produtos ou processos fundamentados na aplicação sistemática de conhecimentos científicos e tecnológicos e que utilize técnicas consideradas inovadoras ou pioneiras nas áreas de: (Dec. sem prejuízo das penalidades cabíveis. acrescido de juros e atualização monetária.482/93) DECRETO 14.937/94) V . destinadas à reposição e à montagem de máquinas. 16.482/93) f) biotecnologia.482/93) b) até o último dia do 3º (terceiro) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. 16. excluídos. 16. (Dec. (Dec.482/93) III .482/93) II . o respectivo projeto de montagem do bem.IV .585/97) VI . inclusive. aqueles que se relacionem com as atividades administrativas do adquirente. o contribuinte deverá recolher o ICMS diferido. 16. (Dec. (Dec. 16. (Dec.nas operações de importação do exterior. (Dec. aparelhos e equipamentos para uso do beneficiário. nessa hipótese. fixar prazo especial de recolhimento do imposto. excluídos. em qualquer hipótese. 16.482/93) h) mecânica fina. (Dec. em se tratando de operação de importação do exterior. (Dec.937/94) § 9º A DAT disciplinará. serão consideradas as partes e peças destinadas exclusivamente à montagem de máquinas. 17. os procedimentos necessários à obtenção do benefício de que trata o inciso XXIII do "caput" e ao controle da aquisição genérica de bens destinados ao ativo fixo. (Dec. 19. Para os efeitos do inciso XXV. o benefício somente abrange os insumos e matérias-primas a serem utilizados na fabricação dos produtos referidos no inciso anterior.482/93) g) química fina.482/93) d) instrumentação de precisão. 16. desde que fique comprovada destinação diversa do bem. (Dec. por meio de instrução normativa. 16. em qualquer hipótese. 16. 17. 16.585/97) a) no período de 01 de junho de 1994 a 31 de dezembro de 1996.482/93) i) fontes energéticas. 19. será observado o seguinte: (Dec.482/93) b) microeletrônica.876/91 . podendo. para efeito de fruição do benefício. 16. (Dec.o ICMS diferido será recolhido da seguinte forma: (Dec.482/93) a) informática. 16.

do mesmo inciso. até o termo final de duração do incentivo. inclusive quanto ao beneficiamento do algodão em rama ou desenvolvimento da respectiva cultura dentro do Estado. recolhido tempestivamente. 1. do “caput”.482/93) VI . do mesmo inciso.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28.391/94) III . na hipótese da alínea "a". devendo o interessado apresentar pedido. por meio de portaria.29. ouvida a Diretoria Técnica de Coordenação. e a partir do período fiscal de abril de 1994. Relativamente ao inciso XXVI do "caput": (Dec. antes da primeira importação. de acompanhamento e controle das operações objeto do diferimento.16. 16. (Dec.o imposto diferido será recolhido: (Dec.794/97) I . Para fins do disposto no inciso XXVII.a concessão do benefício fica condicionada a deferimento prévio da Diretoria de Administração Tributária. de contrapartida.391/94) b) na hipótese da alínea "b". 16. (Dec. interestaduais ou de importação do exterior. (Dec.17. 19. no caso da alínea "a".fica dispensado o pagamento do ICMS diferido quando a saída subseqüente do produto importado for para outro Estado e. do mencionado inciso XXVII. (Dec. (Dec.479/94) II . (Dec.504/93) II . (Dec.17. não seja sujeita à incidência do mencionado imposto.17.654/93) DECRETO 14. (Dec.o valor do ICMS diferido será considerado contido no ICMS relativo às saídas subseqüentes do produto importado. “a” e “b”. esteja esta sujeita ou não ao pagamento do tributo.482/93) V . ficando dispensado o pagamento de qualquer complementação. não será atualizado nem sofrerá quaisquer outros acréscimos. serão observadas as seguintes normas: (Dec. 16. 19.876/91 . (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . porventura devida.o ICMS diferido. do referido inciso XXVII. até 31 de maio de 1993. à Diretoria Técnica de Coordenação da Secretaria da Fazenda. (Dec. discriminando os produtos a serem comercializados bem como os insumos a serem importados. a partir de 15 de novembro de 2006.794/97) b) a partir de 01 de maio de 1997. será observado o seguinte: (Dec.IV . até o 15º (décimo quinto) dia do 3º (terceiro) mês subseqüente ao da saída do algodão do estabelecimento importador.a Secretaria da Fazenda. à Diretoria Técnica de Coordenação da Secretaria da Fazenda. a ser cumpridos pelo regrário da sistemática.391/94) b) a partir do período fiscal de fevereiro de 1994.para efeito de avaliação posterior da sistemática adotada.794/97) § 13. 1.391/94) a) na hipótese da alínea "a".17. ambas da Secretaria da Fazenda. 3 e "b".504/93) I . demonstrativo das aquisições do produto efetuadas mensalmente através de operações internas.482/93) § 11.11. até o último dia do respectivo mês subseqüente.794/97) (Dec. a) até 30 de junho de 1995. demonstrativo que contenha programação da totalidade das importações do produto a serem efetuadas no período de duração do incentivo.2006) § 12. (Dec. poderá estabelecer mecanismos: 19. para efeito de manutenção ou prorrogação do benefício. ou na impossibilidade fática de observância desse prazo e nas demais hipóteses da referida alínea. 16. juntamente com o imposto incidente sobre essa última operação. cada empresa interessada deverá: (Dec.391/94) a) na hipótese da alínea "a" do referido inciso.17. Para os efeitos do inciso XXIX do “caput”. por ocasião a saída do produto final. 16. apresentar.17. apresentar. 19.a Secretaria da Fazenda poderá editar normas complementares ao acompanhamento e controle das operações objeto do diferimento.

17.I .DTC.654/93) c) na fase de produção.654/93) b) a deferimento prévio da Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda.17.654/93) III . que o analisará e o encaminhará à DAT. (Dec. (Dec. inclusive com aquelas recebidas sob o regime de "drawback". fundamentados na aplicação sistemática de conhecimentos científico e tecnológico. vigente nessa data.a concessão do benefício fica condicionada a deferimento pela Diretoria de Administração Tributária . (Dec. discriminação das mercadorias a serem importadas.876/91 .16. nas áreas elencadas no Anexo 14. no último dia do segundo.654/93) IV .247/94) III . bem como estimativa de produção. em se tratando de operações internas e interestaduais.247/94) V . recolhido tempestivamente. observando-se: (Dec.654/93) d) a conversão das UFEPE's em cruzeiros ocorrerá no dia do efetivo pagamento e será feita pelo valor vigente nessa data. não será atualizado nem sofrerá quaisquer outros acréscimos. (Dec.17. relativamente aos produtos ali indicados.16.247/94) II . (Dec.16. onde conste. além da especificação da duração da fase de implantação do empreendimento. respectivamente. o ICMS devido será pago em 03 (três) parcelas.654/93) b) na fase de implantação do empreendimento. (Dec. da referida Secretaria. ou o desenvolvimento de processos. devendo o interessado formular pedido à Diretoria Técnica de Coordenação . 16.atualizado até 30 junho 2011 .16.16. (Dec.17.669/94) a) na hipótese de deferimento.669/94) I . (Dec. da Secretaria da Fazenda.DAT. Relativamente ao inciso XXX do "caput": (Dec.17.o ICMS diferido será recolhido adotando-se os procedimentos e prazos a seguir indicados: (Dec.16.o diferimento alcança apenas as operações internas e interestaduais com os produtos relacionados no Anexo 14 e a importação do exterior dos respectivos insumos. para efeito de controle das operações realizadas. aquela em que se realizam as operações de montagem de equipamentos.654/93) a) à verificação de que o contribuinte recolhe o ICMS de sua responsabilidade nos prazos legalmente fixados.048/94) DECRETO 14.considera-se empresa de base tecnológica aquela que tenha como atividade-fim a fabricação de produtos.18. (Dec. o ICMS deverá ser pago até o último dia do mês subseqüente ao do desembaraço aduaneiro.17.17. terceiro e quarto meses subseqüentes ao do desembaraço aduaneiro. em se tratando de importação do exterior.247/94) a) até o último dia do 4º (quarto) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador.o ICMS diferido. (Dec. vencendo-se cada. seu valor será convertido em UFEPE. ouvida a Diretoria Técnica de Coordenação.a fruição do diferimento fica condicionada: (Dec. treinamento de pessoal e os testes preliminares de operação. em pedido do interessado. o ato concessivo terá efeito retroativo: (Dec. (Dec.654/93) II .o benefício abrange também o ICMS incidente sobre a prestação de serviço de transporte relacionada com as mercadorias discriminadas no inciso XXIX.16.16.17. (Dec.654/93) a) no segundo dia subseqüente ao da entrada das mercadorias no estabelecimento importador.16.247/94) b) até o último dia do 3º (terceiro) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador.654/93) § 14.será considerada como fase de implantação a que se refere a alínea "b" do inciso I. respectivo cronograma de recebimento.o ICMS diferido será recolhido da seguinte forma: (Dec. (Dec.247/94) IV . em especial.

realizadas no período de 01 de abril de 1991 a 31 de dezembro de 1994. de prensas e máquinas automáticas de estampagem de tampas metálicas.a Secretaria da Fazenda poderá editar normas complementares ao acompanhamento e controle das operações objeto do diferimento. sem o recolhimento do ICMS devido.17. O benefício estabelecido no inciso LIII do "caput".17.18. O disposto no inciso XXIII do "caput" aplica-se. o contribuinte deverá recolher o imposto devido. dentro do Estado.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.17.atualizado até 30 junho 2011 . Para efeito do disposto no inciso XXIII. O imposto diferido previsto no inciso LIV do "caput": 01. se for o caso.514/94) § 17. (Dec.385/94) § 16. nos demais casos.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21. contados a partir da data do respectivo despacho da DAT.do pedido de que trata o inciso anterior deverão constar a relação de produtos a serem comercializados com os respectivos códigos da NBM/SH. (Dec. à data subseqüente ao termo final de gozo do benefício previsto no inciso XXV do "caput". em relação a cada remessa. ou quando da sua saída para outra Unidade da Federação.048/94) 2. igualmente. havendo indeferimento do pedido.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. (Dec. da NBM/SH.2000) a) na hipótese da alínea "a".18.0000 e 84. poderá ser autorizado que um demonstrativo da existência de saldo credor na conta gráfica do ICMS. às operações internas. antes de iniciada a remessa.17.99. nos termos DECRETO 14. 21. e atestado fornecido pelo ITEP no sentido de que os produtos. (Dec.048/94) b) no caso de operações de importação do exterior. no local de desembaraço.2000) (Dec. observando-se o seguinte (Convênios ICM 15/88 e ICMS 113/2007): (Dec. nas condições ali previstas. o ICMS será devido quando o gado for destinado ao abate. 21.07. (Dec.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE I . quando o requerente houver sido beneficiário deste. (Dec. 21.01. na saída para outra Unidade da Federação. no prazo de 30 (trinta) dias. Na hipótese do inciso XXXII do “caput”.10. será exigido. 9º. dos referidos produtos. a relação dos insumos a serem importados do exterior.2000) b) tratando-se de contribuinte com estabelecimento fixo. (Dec. quando a saída do produto industrializado não for tributada. com os acréscimos legais cabíveis. 21. estão enquadrados na relação contida no Anexo 14.876/91 .669/94) VI .não será exigido: (Dec.1. 32.62. substitua o comprovante de recolhimento exigido na alínea anterior.247/94) VII . (Dec.17. (Dec.01. inclusive de importação do exterior.2000) b) na hipótese da alínea "d". 21. no Estado de Pernambuco. (Dec. objeto do pedido.289/2008) a) para fins de transporte e aproveitamento do crédito fiscal pelo destinatário.65. respectivamente.17.247/94) § 15.988/94) §18.01. aplica-se a norma contida no § 75 do art.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. realizadas no período entre a protocolização do pedido e o deferimento.9900.2000) II – até 31 de outubro de 2007. nos códigos 84. classificadas. somente poderá ocorrer mediante entrega de cópia autenticada do pedido protocolizado. fica condicionado à inexistência de fabricação. "b" do “caput”.01.99) § 19. a liberação das mercadorias. (Dec. à data da protocolização do pedido.669/94) c) no caso da alínea anterior. o comprovante de recolhimento do imposto deverá acompanhar a mercadoria.17.800/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.01. relativamente a rótulos e tampas.

28.01. observando-se: (Dec. 27. ali referido.2000) 2.2000) 2. sendo vedado o destaque do imposto. relativamente ao último período anterior ao do pedido.2. não ter sócio que participe de empresa considerada inidônea perante a Fazenda Estadual. englobando todas as saídas que. 28.514/2005) 3. nos incisos CII e CIII. relativamente ao disposto no inciso LIV do "caput". (Dec.469/2010) DECRETO 14. o imposto poderá ser pago.514/2005) b) nas demais hipóteses. no período.estabelecidos em portaria do Secretário da Fazenda. O imposto diferido previsto no inciso LXXXVI do caput e.4.01. 21.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21.2000) 2.876/91 . for isenta ou não tributada pelo ICMS. a referência feita à Administração Pública somente se aplica ao Poder Executivo.01.514/2005) § 23. 22. (Dec.514/2005) II . Até 31 de outubro de 2007. 28. o aproveitamento do crédito fiscal só será admitido quando o mencionado documento estiver acompanhado do respectivo documento de arrecadação (Convênios ICM 15/88 e ICMS 113/2007).541/2005) § 22. receber a mercadoria acobertada por documento fiscal com destaque do imposto.514/2005) a) na hipótese da nafta petroquímica. 32. 28. será calculado com base no volume do produto final proporcionalmente equivalente ao volume da matéria-prima básica adquirida com diferimento do imposto. nas operações internas.2000) 2. em uma única quota mensal.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. inclusive quanto ao parcelamento de débitos fiscais. (Dec. (Dec. ácido tereftálico: paraxileno. 21. (Dec. (Dec.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. será observado o seguinte: (Dec. (Dec. a partir de 1º de agosto de 2010.3.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. para concessão do regime especial previsto nesta alínea.1.893/99 – EFEITOS A 2.01. 35. o documento fiscal que acobertar o transporte da mercadoria deverá conter a indicação do número do respectivo processo. fibra ou polímero de poliéster: ácido tereftálico. 21. 21. 21.PET e filamento.01.01. na hipótese de o contribuinte deste Estado. quando a saída subseqüente do adquirente for objeto de diferimento.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. paraxileno: nafta petroquímica. Relativamente ao disposto no inciso LXXXV. estar regular com sua obrigação tributária principal.01. não será exigido quando a saída do produto do estabelecimento industrial. no prazo da categoria. 28.514/2005) I . ter apresentado a GIAM. na fabricação dos produtos a seguir relacionados. estar em situação cadastral regular perante o CACEPE. 01.514/2005) 2.289/2008) § 21. relativo ao regime especial mencionado nesta alínea.514/2005) 1. (Dec. a correspondente matéria-prima básica é aquela respectivamente indicada: (Dec. 28. será o devido na respectiva operação.o valor do ICMS a ser diferido: (Dec. das Unidades da Federação de origem e destino.02. 28.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. Relativamente ao inciso XLIV.2000) 1. (Dec. 28.2000) (Dec.fica dispensado o recolhimento do imposto. o contribuinte deverá preencher os seguintes requisitos: (Dec. (Dec. mediante regime especial com expressa anuência do Estado destinatário da mercadoria. observando-se que.2000) (Dec. (Dec.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE c) para fins do disposto na alínea "a". o remetente promover para o mesmo destinatário. PARTIR DE 01.016/2000 – ERRATA DOE DE 15. 21.2000) § 20. polímero de polietileno tereftalato .

467/2008) II . (Dec. o endereço onde se encontra a mercadoria. o estabelecimento varejista. Na hipótese do inciso XCVII. (Dec. 35. juntamente com o imposto retido por substituição tributária incidente sobre as operações subsequentes com gasolina ou óleo diesel até o consumidor final. nos termos estabelecidos em portaria do Secretário da Fazenda. desde que fique comprovada destinação diversa da mercadoria. as seguintes condições: 35. sem prejuízo das penalidades cabíveis. 35.o imposto será recolhido pelo estabelecimento comercial atacadista.2. no período de 1º de janeiro a 23 de março de 2009. o imposto diferido será recolhido pela distribuidora de combustíveis até o 10º (décimo) dia do mês subsequente à respectiva saída.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. relativamente: (Dec. 35.381/2010) II – na hipótese de saída isenta ou não-tributada de AEAC ou B100.381/2010) (Dec.em qualquer caso e a qualquer tempo. promover a saída da mencionada mercadoria com diferimento. do "caput". tendo adquirido.381/2010) I – para efeito de aproveitamento do diferimento ali previsto. 32.467/2008) III . Relativamente ao disposto nos incisos XCIX e CV. bem como a expressão: "Nota Fiscal emitida conforme o art. neste Estado. considera-se incluído no imposto relativo à referida saída. (Dec. que será utilizada. quando da aquisição da mercadoria. observar-se-á: (Dec. 35.381/2010) I – o imposto será diferido para o momento em que ocorrer a saída da gasolina resultante da mistura com AEAC ou a saída do óleo diesel resultante da mistura com B100. inclusive para a Zona Franca de Manaus e para as Áreas de Livre Comércio.1 e 1.se a saída subseqüente não for tributada. 1. 32.467/2008) § 25 O diferimento previsto no inciso LXVI. observar-se-á o seguinte quanto ao imposto diferido: (Dec.§ 24 Relativamente ao inciso LXVI. § 26. observando-se: (Dec. 35. acrescido de juros e atualização monetária. emitirá Nota Fiscal de entrada. Na hipótese do inciso XCVIII.467/2008) II .381/2010) b) ao AEAC. inclusive. 32.deve ser tomado como valor de partida.se a saída subseqüente for tributada. quando da respectiva saída subseqüente. (Dec. observar-se-á: (Dec. "b". 32. (Dec.917/2008) § 28. 32. “b”. 32. o preço praticado na referida saída. (Dec. do Decreto nº 14. para o cálculo do mencionado imposto. 13. Relativamente ao disposto no inciso CV. poderá proceder ao ressarcimento do imposto recolhido antecipadamente junto ao respectivo fornecedor que tenha efetuado a retenção.381/2010) III – ficam convalidadas as operações realizadas com o diferimento previsto. 35. será dispensado o respectivo recolhimento.467/2008) I . para acompanhar a mercadoria do domicílio da pessoa física até a entrada no estabelecimento. “a”.381/2010) a) ao B100. no campo "Informações Complementares". até o 9º (nono) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a citada saída. promovida pela distribuidora de combustíveis.467/2008) § 26. (Dec.916/2008) § 27. também se aplica ao ICMS devido por substituição tributária. o contribuinte que.876/1991". DECRETO 14. 32. "b".381/2010) § 29. do "caput". óleo combustível com recolhimento antecipado do ICMS. no período de 1º de julho de 1999 a 31 de julho de 2010. 32. devendo constar no quadro "DADOS ADICIONAIS". (Dec. devendo ser recolhido de uma só vez.876/91 .467/2008) I . o contribuinte deverá efetuar o respectivo recolhimento. (Dec. 35. observadas as demais disposições contidas no Convênio ICMS 110/2007. (Dec. 32.

em substituição à data do desembaraço aduaneiro. “c”: (Dec. 36. (Dec. 36. respeitado o termo final ali referido relativo à saída subsequente da mercadoria. (Dec. sujeita o contribuinte ao recolhimento do imposto que tenha sido diferido.atualizado até 30 junho 2011 . quando a importação for efetuada por distribuidora de combustíveis.381/2010) d) na saída do AEAC importado deve ser emitida Nota Fiscal específica. 35.697/2010) § 31. com os acréscimos legais cabíveis. 35. 35.697/2010) 2. nos termos de portaria do Secretário da Fazenda. considerando-se como termo inicial o período fiscal em que tenha ocorrido o respectivo desembaraço aduaneiro. na saída destinada a distribuidora de combustíveis. (Dec. dispensada a exigência prevista na alínea “a” do inciso I do referido parágrafo. Para aproveitamento do diferimento previsto no inciso CV. (Dec. Relativamente ao disposto no inciso CXIV do caput. 36. (Dec.097/2011) I – a fruição do benefício fica condicionada: (Dec.755. pode ser considerada. 36.097/2011) a) ao credenciamento do contribuinte. a data do registro da Declaração de Importação . de 08 de outubro de 1999. 1º do Decreto nº 21.381/2010) e) para fins do disposto na alínea “b”: (Dec. quando não atendidas as condições previstas nas alíneas “b” a “d” do inciso I. podendo ser posterior a 30 de setembro. 35. 35. nos termos do item 2 da alínea “b” do mencionado inciso CV. (Dec.697/2010) II – a saída subsequente da mercadoria deve ocorrer em 30 (trinta) dias contados do desembaraço aduaneiro. desde que o contribuinte tenha efetivado o registro da DI na RFB no prazo a que se refere a alínea “b”.097/2011) II – a inobservância da condição prevista no inciso I. (Dec. relativamente ao exercício fiscal em que as aquisições de veículos tenham sido inferiores ao limite ali estabelecido. (Dec. 35.603/2011) b) a importação deve ocorrer no período de 1º de abril a 31 de agosto de cada exercício e a saída interna ou interestadual subsequente. (Dec. observar-se-á: (Dec. (Dec.381/2010) § 30. com os acréscimos legais cabíveis. no mínimo.381/2010) b) pela refinaria de petróleo ou suas bases. 50 (cinquenta) veículos para utilização na atividade-fim do contribuinte. 35. (Dec. 35. a indicação do número e da data de emissão da respectiva Declaração de Importação – DI. para obtenção da gasolina resultante da mistura do citado AEAC com a gasolina A. devendo conter. 35. até 30 de setembro do mesmo ano. 35. 36.097/2011) DECRETO 14.097/2011) b) à aquisição anual de. (Dec.DI na Secretaria da Receita Federal do Brasil RFB. “b”. 35. observadas as demais disposições contidas no Convênio ICMS 110/2007. 36.381/2010) c) o produto importado deve ser alienado exclusivamente à distribuidora de combustíveis. juntamente com o imposto retido por substituição tributária incidente sobre as operações subsequentes com gasolina até o consumidor final. (Dec.697/2010) 1. no campo “Informações Complementares”.876/91 .697/2010) II – o recolhimento do imposto diferido será efetuado: (Dec.381/2010) a) pelo importador. 35.a) o contribuinte deve estar credenciado nos termos do § 8º do art. a saída subsequente da mercadoria deve ocorrer em 30 (trinta) dias. no caso de o desembaraço aduaneiro ser realizado a partir de 1º de setembro.697/2010) I – pode ser considerada a data do registro da DI na RFB.

097/2011) DECRETO 14.III – não se aplica o diferimento quando as mencionadas aquisições se referirem a bens alheios à atividade-fim do estabelecimento. 36. presumindo-se como tais.atualizado até 30 junho 2011 . salvo prova em contrário. (Dec.876/91 . os veículos de transporte pessoal e as aquisições para o ativo permanenteinvestimento.

527/96) b) na transmissão.527/96) a) na saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte. o valor total da operação. ou de título que a represente. a) o valor constante dos documentos de importação convertido em moeda nacional. quando a mercadoria for recebida com imposto destacado no respectivo documento fiscal. quando for o caso.na industrialização efetuada por outro estabelecimento: a) o valor agregado durante o processo de industrialização. caso o remetente seja comerciante.876/91 . no mercado atacadista do local da operação. 19. do mercado atacadista regional. VII . 19. acrescido. b) o valor total. 14.335.527/96) a) caso o remetente seja produtor. incluído o da mercadoria recebida e o agregado durante o processo de industrialização. a terceiro. esgotada. de propriedade de mercadoria depositada em armazém-geral ou em depósito fechado localizado na Unidade da Federação do transmitente. inclusive IPI e despesas acessórias.527/96) d) nas demais hipóteses de operações a título oneroso. I. (Dec. sucessivamente. "b". ressalvado o disposto no inciso XV: (Dec. acrescido do valor do Imposto de Importação. c) o valor constante do documento fiscal de origem.na entrada de mercadoria importada do exterior (NR Lei nº 12. 19.o valor de que decorrer a operação: (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .350/2003) (Dec. A base de cálculo do imposto é: I . do percentual indicado no art. ou de sua similar. do IPI. compreendendo este o preço da mercadoria empregada. nas hipóteses legalmente admitidas. na sua falta. o preço corrente da mercadoria fornecida ou empregada. a terceiro. quando se estabelecer expressamente a incidência sobre o fornecimento da mercadoria. (Dec. 19. juntamente com a prestação de serviço não incluído na competência tributária do Município. 19. a partir de 01 de novembro de 1996. nas vendas a outros comerciantes ou industriais. 19. (Dec. de 23. ou.01.na entrada de mercadoria conduzida por contribuinte de outra Unidade da Federação. 19. de propriedade de mercadoria. o do serviço prestado e demais despesas acessórias cobradas ao destinatário. (Dec. inclusive de energia. extrator ou gerador. (Dec. V . (Dec.na hipótese de saída de mercadoria. sem destinatário certo.527/96) DECRETO 14.na falta do valor a que se referem o inciso anterior e o inciso XLVII. IV .na hipótese de fornecimento de mercadoria.527/96) III . quando a mercadoria não tiver transitado pelo estabelecimento transmitente.CAPÍTULO VI Da Base de Cálculo Art. 19. VI . c) o preço FOB do estabelecimento comercial à vista. 19. quando a mercadoria for recebida sem imposto destacado no respectivo documento fiscal.527/96) c) na transmissão.527/96) II . o preço corrente da mercadoria. 19. caso o remetente seja industrial. cada possibilidade: a) o preço máximo de venda no varejo. b) o valor no varejo das citadas mercadorias onde se exigir o pagamento do imposto. quando este for fixado pela autoridade competente ou pelo fabricante. juntamente com a prestação de serviço de competência tributária municipal.527/96) b) o preço FOB do estabelecimento industrial à vista. do Imposto sobre Operações de Câmbio e demais despesas aduaneiras devidas. considerando-se: (Dec.2003): 25.

o valor da mercadoria ou bem constante dos documentos de importação. (Dec. (Dec. (Dec. restaurantes.2001) a) no período de 01 de janeiro a 10 de julho de 2001. observandose: (Dec. sem qualquer acréscimo ou devolução posterior. para efeito de cálculo do Imposto de Importação. acrescido do valor do Imposto de Importação.527/96) 1. "a". (Dec.527/96) 2.350/2003) VIII . 19. a taxa cambial efetivamente aplicada em cada hipótese.na arrematação em leilão ou na aquisição em licitação. XII . (Dec. outros impostos. 23. o valor da operação. 19. inclusive.no fornecimento de alimentação. relacionadas com a sua utilização. apreendida ou abandonada. 23. taxas e contribuições (NR Lei nº 12. observando-se: (Dec. na hipótese de a arrematação ser de veículo automotor em leilão promovido pelo Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco . nele incluídos o da mercadoria e da prestação de serviço. do IPI e demais despesas cobradas ou debitadas ao interessado. de 23. inclusive importada do exterior. 2. bem como. o preço da mercadoria expresso em moeda estrangeira será convertido em moeda nacional pela mesma taxa de câmbio utilizada no cálculo do Imposto de Importação. 19.2003).423/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 19. o preço do serviço. 19. bebidas e outras mercadorias em bares. das contribuições e demais importâncias cobradas ou debitadas ao adquirente e realizadas até o embarque.4% (três vírgula quatro por cento) sobre o valor da operação.2001) Decreto nº 14. a soma das seguintes parcelas: (Dec. no período de 07 de junho de 1990 a 31 de outubro de 1996. de mercadoria. o valor da arrematação ou da aquisição.2001) b) fica convalidada a redução da base de cálculo prevista na alínea precedente praticada anteriormente ao termo inicial de vigência ali indicado.527/96) 1. o Imposto de Importação. o valor da operação. (Dec.876/91 . todas as despesas cobradas ou debitadas ao adquirente. (Dec.527/96) (Dec.335. cafés e outros estabelecimentos. VII. se houver variação da taxa de câmbio até o pagamento do efetivo preço.na prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. o valor fixado pela autoridade aduaneira para base de cálculo do Imposto de Importação.527/96) XI .1. (Dec.1. a partir de 01 de novembro de 1996.DETRAN-PE.01. assim consideradas as importâncias devidas às repartições alfandegárias.527/96) X . 19. acrescendo-se. (Dec. 19. XXI. até 06 de junho de 1990.423/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.527/96) 5. (Dec. quaisquer despesas aduaneiras.527/96) b) a partir de 01 de novembro de 1996.527/96) 1. 24. 19.01. substituirá o preço declarado. a taxa cambial constante de ato declaratório editado pela autoridade federal competente. 3º. o Imposto sobre Produtos Industrializados. 23. o valor cobrado. 19.no fornecimento de que trata o art. na saída de mercadoria para o exterior.527/96) 4. (Dec. a base de cálculo será reduzida de tal forma que a incidência do imposto resulte na aplicação do percentual de 3.01. 19. (Dec. 19. 25.527/96) 3.2. quanto ao iniciado ou prestado no exterior.atualizado até 30 junho 2011 . nele incluído o valor dos tributos. o Imposto sobre Operações de Câmbio.527/96) IX . a partir de 01 de janeiro de 2003.01.423/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.até 15 de setembro de 1996. promovidos pelo Poder Público.876/91 DECRETO 14. nos termos da lei aplicável à matéria. observado o disposto no art. 19.

19.527/96) a) até 31 de outubro de 1996.10. quando alienadas a contribuinte. quando houver. para as suas filiais localizadas neste Estado. o valor a nível de atacado da respectiva praça. inclusive gerador de energia. o respectivo crédito fiscal. do bem objeto de contrato de arrendamento mercantil. posta de conta ou à ordem. o valor indicado no inciso anterior. o custo da mercadoria produzida. que ainda esteja em estoque. por anulação de venda. (Dec.no caso de encerramento de atividade de que trata o art. b) tratando-se de produto primário. o valor constante da Nota Fiscal de origem.527/96) 1. (Dec. a partir de 01 de outubro de 1999. XVIII .na hipótese de entrada de mercadoria não escriturada no livro fiscal próprio: a) relativamente à mercadoria. com os acréscimos relativos ao imposto antecipado. (Dec. pelo arrendatário. na saída interna e interestadual. 19. b) relativamente à mercadoria que tenha saído. XVII . 21. o valor da operação de venda na Unidade Decreto nº 14. 19. 3º.na adjudicação ou arrematação.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. o seu preço corrente no mercado atacadista do estabelecimento remetente. assim entendido a soma do custo da matéria-prima. observar-se-á: (Dec. o valor da adjudicação ou arrematação. acrescido das despesas acessórias. o custo atualizado da mercadoria produzida. mão-de-obra e acondicionamento.876/91 DECRETO 14. 19.na saída de mercadoria desacompanhada de Nota Fiscal.527/96) 2. observado o disposto no §51. seguro e IPI. 19. na sua falta.99) XVI . promovida por empresa industrial. para fim de abatimento. observado. (Dec. na saída interestadual.876/91 . beneficiária de incentivo financeiro. quando produtor. material secundário. quando o arrendatário exercer a opção de compra. adquirida desacompanhada de documentação fiscal. 3º. XV .XIII .527/96) a) o valor correspondente à entrada mais recente da mercadoria. o valor total da operação. nele incluídos todos os valores devidos em decorrência do contrato.527/96) c) nos demais casos: (Dec. na saída interna de produtos incentivados. acrescido de outras despesas pagas pelo adjudicante ou arrematante. o valor de aquisição ou.atualizado até 30 junho 2011 . XI. na impossibilidade de determiná-lo. inclusive frete. XIX .no arrendamento mercantil. § 1º. material secundário.na saída de mercadoria para estabelecimento pertencente ao mesmo titular (Convênio ICM 66/88): (Dec.na saída de mercadoria. no período de 07 de abril de 1995 a 31 de outubro de 1996. quando posteriormente destinada a eventual comprador. assim entendido a soma do custo atualizado da matéria-prima. quando da aquisição. o preço da mercadoria ou de sua similar no mercado atacadista onde se encontrar a mercadoria referida. 19. o valor desta no varejo ou. (Dec.527/96) 3. 19. mão-de-obra e acondicionamento (Convênio ICMS 3/95). tratando-se de estabelecimento comercial. na hipótese do art. b) o valor das mercadorias inventariadas na data do encerramento. limitado ao preço máximo de venda praticado pelo estabelecimento destinatário. V: a) o valor das mercadorias. valor diferente do custo da mercadoria produzida.527/96) b) a partir de 01 de novembro de 1996. XIV . respeitado o disposto no item 2.

3º. XII e XIII: (Dec. observado o seguinte: a) o disposto neste inciso aplicar-se-á também às remessas com destino a Estado desprovido de porto exportador de café.876/91 DECRETO 14. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . XXI .na saída de bens de capital de origem estrangeira. desde que tenha havido emprego de materiais.da Federação de origem. o preço cobrado ao remetente pelo fornecimento dos mesmos. apurada nos termos deste inciso. a diferença entre o valor da operação de que decorrer a saída e o custo da aquisição dos referidos bens. o cálculo será feito. convertido em moeda nacional à taxa cambial de compra vigente na data da ocorrência do fato gerador.na saída de produto em retorno ao estabelecimento que o tenha remetido para conserto ou reparo. observado o valor apurado nos termos deste inciso. (Dec. 19.na redução de base de cálculo.527/96) XX .527/96) a) até 31 de outubro de 1996.nas operações interestaduais com café cru. XXIV . na exportação de café cru para o exterior.527/96) b) a partir de 01 de novembro de 1996. o valor indicado em convênio homologado conforme o disposto em legislação específica. adotar-se-á. 11. XXIII .não ocorrendo o retorno a que se refere o inciso anterior. para efeito de aplicação do disposto na alínea anterior.527/96) XXVI . o preço mínimo de registro. c) se da aplicação do disposto neste inciso resultar acúmulo de crédito do imposto. 19. o menor preço de registro fixado para o tipo de café objeto da operação. convertido em moeda nacional à taxa cambial de compra vigente na data do embarque do café para o exterior. em que se observará o valor mencionado nos incisos IV e V do “caput” do art. nas condições dos incisos IV e V do “caput” do art. respeitado tratamento diferenciado estabelecido nas operações internas relativamente à mesma mercadoria. 19. 19. levando-se em conta o prazo ali estabelecido. nos termos do inciso V do “caput” do art. o valor de que tenha decorrido a saída. b) quando houver diversificação de preços mínimos de registro em função de portos de embarque.527/96) XXII . o valor da operação ou prestação sobre o qual tenha sido cobrado o imposto na Unidade da Federação de origem. 3º. Decreto nº 14.876/91 . XXV . promovida pelo estabelecimento que os houver adquirido do exterior com isenção do Imposto de Importação. a sua absorção far-se-á na forma estabelecida na legislação estadual ou em protocolos dos Estados envolvidos nas operações. o valor equivalente ao preço mínimo de registro referido no inciso anterior. da base de cálculo. (Dec. (Dec.até 15 de setembro de 1996. d) até o dia 31 de dezembro de 1986. 11. deduzir-se-á a parcela equivalente ao Imposto de Exportação. e) o imposto de que trata este inciso será recolhido antes de iniciada a remessa da mercadoria. ressalvada a hipótese de bens do ativo fixo. o valor da operação ou da prestação na Unidade da Federação de origem.nas hipóteses do art. ressalvadas as hipóteses previstas nos incisos XX e XXI do "caput". pela conversão de 03 (três) sacas de 40 (quarenta) quilos de café em coco para uma de café em grão. f) tratando-se de café em coco. 19.

04. no período de 01. no período de 01.91 60%.07. de peso Decreto nº 14. desconto ou redução.90 2.89 1. 40%.05. na forma estabelecida neste Capítulo.atualizado até 30 junho 2011 . 28. 70%.1.06.03.876/91 .nas operações que destinem café ao Instituto Brasileiro do Café . no período de 01.06. XXX . no período de 01.09.89 a 30. XXVII . monomotores.09. XXIX .90 a 30. com motor de combustão interna. 60%. monomotores. obedecidos os percentuais indicados relativos ao valor da respectiva operação ou à carga tributária.08.89 a 31. com qualquer tipo de motor ou propulsão: 3.91 80%. 30%. 40%. adotar-se-ão.89 3.2.4. multimotores. 50%.89 a 30.03. no período de 01. considerando-se o seguinte: a) o contribuinte deverá mencionar. no período de 01.89 a 30.3.706/2005) a) aviões: 1.2.nas operações que destinem café cru diretamente às indústrias de torrefação e moagem de café solúvel. de uso exclusivamente agrícola.IBC.91 60%.06.3.07.90 1.05.03.06.nas operações com os seguintes produtos.1. no período de 01.89 a 30. de peso bruto até 1.89 a 31.04.06. 50%. no período de 01.05. XXVIII .89 a 31. localizadas em outra Unidade da Federação. independente de peso.na saída de mercadoria decorrente de operações de venda aos encarregados da execução da política de garantia de preços mínimos.08.08. com qualquer tipo de motor.4.4.89 a 30. 50%.90 a 30.09. no período de 01.90 3.07. quando expressamente mencionados: (Dec.89 1. o valor da operação. os valores do primeiro preço mínimo de registro fixado na semana anterior e demais elementos considerados na apuração.89 3. 2.89 a 30. que o café se destina à industrialização. no período de 01.000 kg: 2. para as operações realizadas durante cada período de segunda-feira a domingo. de peso acima de 1. no período de 01. vedado qualquer acréscimo. o preço mínimo de garantia fixado pela referida autarquia. com qualquer tipo de motor. monomotores ou bimotores.1.89 2.90 a 30. o valor mínimo fixado pela autoridade federal competente.g) quando a fixação de preço mínimo de registro efetivar-se diretamente. nos documentos fiscais.3. 30%. 4.2.876/91 DECRETO 14. b) os valores mencionados se entendem exatos e líquidos.04. no período de 01. 3.06.000 kg: 1.89 2.

89 7.04. no período de 01. no período de 01.89 a 31. . turbojatos com peso bruto até 15. turboélices.90 5. com peso bruto até 8.90 a 30. 30%.3.89 9.2.03.1.89 a 31. 50%.4.90 a 30.89 a 30. 8.06.04.89 a 30.89 11.07.2.89 a 30.05.1.89 a 30. no período de 01.06.000 kg: 5.4. 30%.08.89 a 30.90 a 30.89 a 30.06.000 kg: 4.3.89 a 30.09.4.89 6.06. 40%.90 4.90 Decreto nº 14.06.876/91 DECRETO 14.2. com peso bruto acima de 35. no período de 01. no período de 01.90.89 10.04. 40%.05.09.3.2.06.000 kg: 7.89 a 31. no período de 01.91 60%.1. 30%. 60%.2. turbojatos. no período de 01.89 a 30. monomotores e multimotores. 7. no período de 01. com motor de combustão interna.000 kg: 11.876/91 .89 5.04.89 4.07.91 60%. 50%. no período de 01.1.03.1. 50%.91 60%.3.4. 50%. no período de 01.89 a 31. 6.3.09. 70%. 40%.1.90 a 30.000 kg até 6.89 a 31.04.90 8.89 5.08. 50%. multimotores.89 a 30.90 7.000 kg: 8. monomotores e multimotores. turbojatos com peso bruto até 35.89 a 30.03.08.89 a 31. 50%.1. no período de 01. no período de 01.89 4.atualizado até 30 junho 2011 80%.05.07. no período de 01.05.91 60%.06. no período de 01.89 a 30.2. no período de 01.89 6. no período de 01. com motor de combustão interna. 6.89 a 30. no período de 01.08. 80%.07. 5. no período de 01.05. no período de 01.03.000 kg: 10.000 kg: 6. multimotores.000 kg: 9. 30%.1. com peso acima de 8. 40%.08.90 a 30.89 7.09.89 8.08.91 9. no período de 01.06. de peso bruto acima de 6. 60%.03.04.06.bruto até 3.89 a 30.89 10. no período de 01.09.03. no período de 01.06.2.05.03. turboélices. de peso bruto de mais de 3. no período de 01.04.06. 70%.05. no período de 01.07.

07.89 a 30.07. no período de 01.90 a 30.05. no período de 01.07.89 a 30.89 a 30.90 12.04. 50%.2.91 b) helicópteros: 1.89 a 30.09. no período de 01.90 4. no período de 01.08.09.06.89 a 30.89 a 31.03. no período de 01.89 a 30. Decreto nº 14.89 a 30.89 a 31.000 kg: 12.89 3. no período de 01.04.89 2. no período de 01.06. 50%.05.07.90 4.2.06.06.07. 30%.89 3.89 a 31.90 a 30. no período de 01.07.89 a 30. 80%.89 a 30.09. 50%.90 4. no período de 01. 30%.08. 60%.89 a 30. 50%.90 a 30.06.89 a 30.08.89 2.91.11.89 3. no período de 01. 50%. 60%. no período de 01.07.06.89 2.90 a 30. no período de 01.04.04.03.89 a 31.08.876/91 DECRETO 14. peças e acessórios: 1. com qualquer peso bruto: 1. 50%. 60%.1.08.89 a 30. f) simuladores de vôo bem como suas partes e peças separadas: 1.91 d) pára-quedas giratórios: 1.atualizado até 30 junho 2011 .89 a 31. 40%.876/91 . no período de 01.06.09.06. no período de 01.08. 30%.09. no período de 01. c) planadores ou motoplanadores.09. 40%. 40%.89 2.91 60%.04. no período de 01.91 40%.05. 40%. 30%.90 a 30. 60%. 40%.09.91 g) pára-quedas e suas partes.90 4.03.89 a 30.06.89 3.89 2. no período de 01. no período de 01.06.04.89 3. no período de 01.03.06.05.90 a 30. e) outras aeronaves: 1.90 a 30. 30%.06.91 12.03.05.89 a 31.05.06.90 4. no período de 01.90 4.06.91 60%. no período de 01. 70%. 60%. no período de 01. no período de 01. turbojatos com peso bruto acima de 15. no período de 01.03. no período de 01. no período de 01.06.89 2. 50%.07.90 a 30.89 3. no período de 01.

89 a 30.atualizado até 30 junho 2011 .91 60%. no período de 01. no período de 01.1.90 .2.876/91 DECRETO 14.89 a 30. ferramental e materiais de uso ou consumo empregados na fabricação de aeronaves e simuladores: 1. 70%.89 3.90 90%. "l" e "m": 1.91 60%.91 l) aviões militares: 1.06.09.04. peças.06. no período de 01.08.90 4.04.2.05.3. 80%.876/91 . 50%. 4. no período de 01.89 a 30.03. 80%. 50%.03.90 a 30. 3.90 3. 30%. monomotores ou multimotores de treinamento militar com qualquer peso bruto e qualquer tipo de motor: 1.07. Decreto nº 14. 60%. monomotores ou multimotores de combate com qualquer peso bruto. acessórios e componentes separados dos produtos de que tratam as alíneas "a". "b".06. 40%.03.89 a 30.89 2. no período de 01. j) equipamentos.06.05.07. 40%.07.3. no período de 01.3.05. monomotores ou multimotores de sensoramento.89 2. no período de 01. no período de 01.90 1. motor turboélice ou turbojatos: 2. no período de 01.1.04. 40%.89 a 30. 50%. no período de 01.89 1.03. i) partes. com qualquer peso bruto e qualquer tipo de motor: 3.89 a 30.90 a 30.06.89 a 31. no período de 01. 30%. no período de 01.89 a 30.04.91 90%.89 a 31. inteligência eletrônica ou calibração de auxílios à navegação aérea. gabaritos.05.89 2. 2.90 a 30.89 a 30.06.89 a 30. vigilância ou patrulhamento.07.89 a 30.90 a 30.04.06. no período de 01.06.4.06. no período de 01.06.1.08.04. 70%.91 90%.07.90 2. 80%.05.89 2. no período de 01.03. no período de 01.89 a 30.89 3.05.2. 60%.89 a 30. no período de 01.03.09. "d".89 3. 70%.09. "c".90 a 30. no período de 01.06. no período de 01.09.89 1.h) catapultas e outros engenhos de lançamento semelhantes e suas partes e peças separadas: 1.08. no período de 01. "e".89 a 31.08.89 a 31.89 3. no período de 01.

90 a 30.no período de 01 a 31 de maio de 1989. 148/2007. todos do art.89 a 30. no período de 01.91 80%.07.na saída de calcário destinado a uso exclusivo na agricultura como corretivo de solo. 69/2009. monomotores ou multimotores de transporte cargueiro e de uso geral com qualquer peso bruto e qualquer tipo de motor: 4.07.89 a 30.90 a 30. no período de 01. 148/92. desde que não enlatado ou cozido. postejado ou defumado para conservação.04.90 4.2. no período de 01 a 31 de maio de 1989. Decreto nº 14.atualizado até 30 junho 2011 .89 a 30. 70%.08.05.89 a 30. 71/2008. nas operações interestaduais.89 4. "c".04. no período de 01. de forma que a carga tributária seja equivalente a 4% (quatro por cento). 53/2008. XXXII .06. 124/93. 4.3. 14/96.4. no período de 01. nas operações interestaduais. nas saídas referidas nos incisos III. 50%. quanto às alíneas "i" e "j". 138/2008.90 a 30.89 3.89 a 31.91 90%. IV e V e. 70%.89 a 30. matérias-primas.06.05.09. congelado.34. "b" e "c". 30/2003.até 30 de abril de 1989.07. no inciso VI.90 4. 45/96.3. o disposto nos §§ 28 e 29 (Convênios ICMS 75/91. observado.03. n) partes.629/2010) XXXI . (Dec. no período de 01.até 31 de maio de 1989. no período de 01.1. resfriado.89 4. 121/97. seco. separados para fabricação dos produtos de que tratam as alíneas "a". no período de 01. com qualquer peso bruto e qualquer tipo de motor: 1. no período de 01.07. 40%.05.89 a 31.89 2. no período de 01. 40% (quarenta por cento) do valor da respectiva operação. 119/2009 e 01/2010). 23/98.90 a 30. acessórios e componentes. nas operações internas.03. 77. 10/2001. 30%. 60% (sessenta por cento) do valor da respectiva operação. 106/2005. "a". "l" e "m".03. todos os produtos relacionados nas alíneas anteriores. 9º. 80/96. 50%. no período de 01. na importação por empresas nacionais da indústria aeronáutica: 1. no período de 01.876/91 DECRETO 14. 40% (quarenta por cento) do valor da respectiva operação. 139/2005. 18/2005. filetado. eviscerado. 60%. 05/99. XXXIV . na saída de álcool carburante do estabelecimento fabricantedestilaria.06.09. "d".91 60%. "e". "b".89 a 30.06. XXXIII .06.90 3. 121/95.4. peças.05% do valor da operação. no período de 01.04.91 60%.876/91 . 80%. monomotores ou multimotores. o) no período de 27 de dezembro de 1991 a 31 de dezembro de 2012.06.89 2.06.08. m) helicópteros militares. de pescado em estado natural.

e) calcário e gesso destinados ao uso exclusivo na agricultura como corretivo ou recuperador de solo. farinha de peixe.atualizado até 30 junho 2011 . ácido fosfórico. com os seguintes produtos: 1. sarnicida e vacina de uso na avicultura e na pecuária. 2. e de 01 de setembro a 31 de dezembro de 1989. g) nas operações interestaduais. 2. XXXVI . os mencionados produtos sejam destinados exclusivamente a uso na pecuária e avicultura. do Distrito Federal ou dos Territórios. de carne. de mamona. f) semente certificada ou fiscalizada destinada à semeadura. 3. de 19 de dezembro de 1977. regulamentada pelo Decreto nº 81. concentrado ou suplemento. ou seja. farelos e tortas de algodão. de trigo e de farelo estabilizado de arroz. de linhaça. formicida. relativamente aos seguintes produtos: a) inseticida. desde que: 1. de 7 de junho de 1978. atendidas as disposições da Lei nº 6. Decreto nº 14. que mantiverem convênio com o Ministério da Agricultura. 4. d) ração para animais. haja o respectivo rótulo ou etiqueta identificando o produto. quaisquer estabelecimentos. que tenham por origem ou destino os Estados das Regiões Norte e Nordeste. nos casos em que a cessionária não se constitua em usuária final. o preço do serviço cobrado do usuário final. de soja. de babaçu. estabelecimento onde sejam industrializados adubos simples ou compostos. 50% do valor da respectiva operação. estejam registrados no órgão competente do Ministério da Agricultura e o número do registro seja indicado no documento fiscal. 2. concentrado e suplemento. de osso e de sangue. quando utilizar tais meios para prestar serviços públicos de telecomunicações a seus próprios usuários. fosfato de amônia. ácido nítrico. b) amônia. de milho. fabricados por indústria de ração animal. desde que produzida sob controle de entidade certificadora ou fiscalizadora.507. com fim exclusivamente de armazenagem.876/91 DECRETO 14. fertilizantes e fosfato bicálcio destinado à alimentação animal. assim entendido o produto obtido através de processo de extração do óleo contido no farelo de arroz integral por meio de solvente.771.na cessão onerosa de meios das redes públicas de telecomunicações.876/91 . na saída do estabelecimento fabricante ou importador para: 1. bem como a importada. fosfato natural bruto e enxofre.no período de 01 de junho a 31 de agosto de 1989. nitrato de amônia e de suas soluções. farelo de casca e de semente de uva. de ostra. c) adubo simples ou composto e fertilizante. 75% do valor da respectiva operação. devidamente registrada no Ministério da Agricultura. estabelecimento produtor agrícola.XXXV . de amendoim. ácido sulfúrico. fungicida. e as exigências estabelecidas pelos órgãos e entidades da Administração Federal. outro estabelecimento do mesmo titular daquele onde se tiver processado a industrialização. herbicida. 3. dos Estados.

de forma que a carga tributária corresponda aos seguintes percentuais (Convênios ICMS 52/91.34. 69/2009. nas operações de saída dos Estados das Regiões Sul e Sudeste. 22. com máquinas. com a redução prevista no Anexo 4.2. 01/2010. 05/99. 91/2008. 15. no período de 17 de outubro de 1991 a 31 de julho de 2000: 11% (onze por cento).629/2010) 2. com destino às Regiões Norte.527/96) XXXVIII . 22.42% (seis inteiros e quarenta e dois centésimos por cento).477/91) 1. 13/92. na importação do exterior de máquinas. 05/99. exclusive o Espírito Santo. 30/2003. 55/2010 e 112/2010): (Dec. 119/2009. 149/2007. 22. 10/2001. 91/2008. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2012: 8. assim considerado nos termos do art. 55/2010. 21/96. inclusive de importação. 10/2004. (Dec.272/2008) 1. com máquinas e implementos agrícolas relacionados no Anexo II do Convênio ICMS 52/91. 21/96. 22/95. inclusive de importação. 23/98.XXXVII . (Dec.421/91) XXXIX . 22.nas operações. 22. 01/2000. 02/93. Dec.1.903/2000) 2.nas operações. 149/2007. nãocontribuinte do ICMS: (Dec. inclusive com consumidor ou usuário final. (Dec.80% (oito vírgula oitenta por cento). 124/93. aparelhos e equipamentos industriais relacionados no Anexo I do Convênio ICMS 52/91. 148/92.a partir de 01 de maio de 1991.812/95) Decreto nº 14. 22/95.34. 51/2010. (Dec. desde que a referida importação esteja amparada por programa BEFIEX aprovado até 31 de dezembro de 1989. no período de 17 de outubro de 1991 a 31 de julho de 2000: 6. 7º. nos termos da alínea "c".1 no período de 17 de outubro de 1991 a 31 de julho de 2000: 11% (onze por cento).610/2010) a) nas operações interestaduais: (Dec. 119/2009. 138/2008. 124/2007. na exportação de produto industrializado semielaborado. 36. (Dec. sobressalentes e ferramentas.34. publicado no Diário Oficial da União de 11 de outubro de 1991. e alterações.atualizado até 30 junho 2011 . no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2012: 8.903/2000) 1. 30/2003.950/2007) c) nas operações internas: (Dec. destinados a integrar o ativo imobilizado da empresa industrial.876/91 DECRETO 14. 53/2008. 53/2008. § 2º. conforme previsto para as operações internas. 35. (Dec. 51/2010. 158/2002. 65/93.629/2010) b) nas operações de importação. (Dec. 21/97. 158/2002. 10/2004. o valor previsto no inciso VII. o valor indicado no inciso VIII.até 15 de setembro de 1996. 30. publicado no Diário Oficial da União de 11 de outubro de 1991.2.760/2000) 1. 15. 21/97. 01/2000. e alterações. 124/93. 01/2010.876/91 . 18. 101/96. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2012: 5. 19. 138/2008. 10/2001. equipamentos.760/2000) 2. 89/2009.80% (oito vírgula oitenta por cento). instrumentos e materiais e seus respectivos acessórios. 69/2009. 111/97. (Dec.14% (cinco vírgula catorze por cento). 23/98. Nordeste e Centro-Oeste ou ao Espírito Santo: (Dec. nas demais operações interestaduais. 140/2010 e 182/2010): (Dec. com redução proporcional a do Imposto de Importação. de forma que a carga tributária corresponda aos seguintes percentuais (Convênios ICMS 52/91. 124/2007. 31. 89/2009.629/2010) XL . 148/92.312/2011) a) nas operações interestaduais: (Dec.760/2000) 2. aparelhos.

424/94) 2. 17.59. no período de 04 de outubro de 1993 a 31 de julho de 2000: 5. nos termos da alínea "c".0100. nas operações de saída para consumidor ou usuário final. 23/98 e 05/99. 124/93. 17.0200: 5.8% (oito vírgula oito por cento) . (Dec. 22.424/94) 1.903/2000) 1. com destino às Regiões Norte. 69/2009.3.3 no período de 04 de outubro de 1993 a 31 de julho de 2000: 7% (sete por cento) Convênios ICMS 65/93. 21/96.1.59.10. (Dec.4. no período de 04 de outubro de 1993 a 31 de julho de 2000: 8. 21/96. 53/2008.876/91 DECRETO 14. 119/2009 e 01/2010. 22/95.2. no período de 17 de outubro de 1991 a 03 de outubro de 1993: 8. relativamente aos produtos indicados no item 1. 22. 10/2001. 119/2009 e 01/2010. 17. 22. nas demais operações interestaduais: (Dec. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 30.Convênios ICMS 65/93.424/94) 3. 21/96.760/2000) 2. no período de 17 de outubro de 1991 a 03 de outubro de 1993: 6.424/94) 2. 17.760/2000) 3.Convênios ICMS 01/2000.424/94) 1. no período de 17 de outubro de 1991 a 03 de outubro de 1993: 8.903/2000) Decreto nº 14. nas operações de saída dos Estados das Regiões Sul e Sudeste. 124/2007. (Dec.629/2010) 2. 21/97. 138/2008.629/2010) b) nas operações de importação.Convênio ICMS 02/93. 10/2004. 10/2001.75% (oito vírgula setenta e cinco por cento) . 124/2007. (Dec. (Dec.Convênios ICMS 52/91 e 148/92. 17.424/94) 3. 17. 13/92 e 148/92.1.2: 8.424/94) 2. 158/2002. 10/2004.0100 e 8701.1% (cinco vírgula um por cento) .Convênios ICMS 01/2000. 8701. 53/2008.34. 17. relativamente aos produtos classificados nas posições da NBM/SH 8433. 22/95.90. 138/2008.Convênios ICMS 52/91 e 148/92.34. 124/93.1. relativamente aos produtos indicados no item 1.876/91 . 21/97. 17.Convênios ICMS 65/93. 149/2007. 91/2008. 30/2003. 21/97. no período de 01 de abril a 30 de setembro de 1993.2: 7% (sete por cento) .Convênio ICMS 02/93. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2012: 4. 23/98 e 05/99. 149/2007.2. 124/93. 69/2009. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2012: 5. 158/2002.34. no período de 01 de abril a 30 de setembro de 1993.1% (cinco vírgula um por cento) . (Dec. 31.10% (quatro vírgula dez por cento) .60% (cinco vírgula sessenta por cento) . 91/2008. 22.4. (Dec. conforme previsto para as operações internas.80% (oito inteiros vírgula oitenta por cento) .424/94) 3. 138/2008. 30/2003. Nordeste e Centro-Oeste ou ao Espírito Santo: (Dec. 149/2007.Convênios ICMS 52/91 e 148/92.Convênios ICMS 01/2000. 158/2002. 91/2008.75% (oito vírgula setenta e cinco por cento) . 22. (Dec. no período de 17 de outubro de 1991 a 03 de outubro de 1993: 11% (onze por cento) .950/2007) c) nas operações internas: (Dec. (Dec. 22/95. não-contribuinte do ICMS: (Dec. (Dec. 8433. 30/2003.3.4.272/2008) 1. exclusive o Espírito Santo.Convênio ICMS 02/93. 10/2004. (Dec.Convênios ICMS 52/91.9900. 119/2009 e 01/2010. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2012: 7% (sete por cento) .2. 23/98 e 05/99.629/2010) 3. 10/2001. (Dec.760/2000) 1. 69/2009. no período de 01 de abril a 30 de setembro de 1993. 53/2008.1.42%(seis vírgula quarenta e dois por cento) . (Dec. 124/2007.

36.903/2000) 4. 119/2009 e 01/2010. b) ácido nítrico e ácido sulfúrico.Convênio ICMS 02/93. 119/2009. 27. 25/2003.926/2005) (Dec. 124/2007. (Dec. realizada apenas por indústria de ração animal. 10/2001. fosfato natural bruto e enxofre. no período de 27 de abril de 1992 a 30 de setembro de 1997.2. 58/2001. inseticidas. 50% (cinquenta por cento) do valor da operação (Convênios ICMS 36/92. estimuladores e inibidores de crescimento (reguladores) (Convênio ICMS 41/92).926/2005) 3.813/92) 1. CIV. 152/2002. vedada a aplicação do benefício. desfolhantes.711/2011) a) produzidos para uso na agricultura e na pecuária. outro estabelecimento da mesma empresa daquela onde se tiver processado a industrialização. 124/93. soros e medicamentos. nematicidas. todos fabricados pelas respectivas indústrias. 106/2002. no período de 06 de novembro de 1997 a 31 de dezembro de 2012. 48/97 e 67/97). estar devidamente registradas no Ministério da Agricultura.926/2005) 1. 15. 27. (Dec.876/91 DECRETO 14. relativamente aos produtos indicados no item 1.711/2011) Decreto nº 14. 27. (Dec. (Dec. 69/2009. a partir de 19 de outubro de 2004: inoculantes (Convênio ICMS 99/2004). fungicidas. 13. observado o disposto no § 46. 195/2010 e 17/2011). 20/97. quando dada ao produto destinação diversa: (Dec. 22/95. 23/98 e 05/99.Convênios ICMS 01/2000. 27. vacinas.629/2010) XLI . a partir de 01 de agosto de 2006. estabelecimento onde sejam industrializados adubos simples ou compostos. fertilizantes e fosfato bicálcio destinados à alimentação animal. 21/2002.813/92) 2. formicidas. 10/2001. germicidas.813/92) c) rações para animais.813/92) 4. a partir de 22 de abril de 1994: raticidas (Convênio ICMS 29/94). (Dec. sendo a referida fabricação. 05/99. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2012: 5. 15. que tenham saído dos estabelecimentos extratores. no art.903/2000) 3. 01/2010. e desde que (Convênios ICMS 54/2006. fabricantes ou importadores para: (Dec. 21/97. adesivos. XXXVII: (Dec. 16/2005.813/92) 3. no período de 01 de agosto a 30 de outubro de 2006. parasiticidas. 148/92. aditivos e premix ou núcleo. 15. 93/2003. 138/2008. 15. (Dec. 55/2009. concentrados e suplementos.nas saídas interestaduais dos seguintes produtos. herbicidas. 99/2004. 91/2008. 22/95. 29/94. 36. 124/93. Pecuária e Abastecimento . (Dec.2 da alínea anterior: 7% (sete por cento) . 22.926/2005) 4. observado o disposto no § 68. e no art. a partir de 16 de julho de 1992: acaricidas. 21/96. 93/2006 e 17/2011): (Dec. 53/2008. 93/2006. (Dec. 71/2008. ácido fosfórico. 22. 151/94. 40% (quarenta por cento) do valor da operação (Convênios ICMS 100/97. devendo as mencionadas indústrias. bem como. 156/2008. 149/2007. 30/2003.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.926/2005) 2. 27. 15.60% (cinco vírgula sessenta por cento) . (Dec.34. 53/2008. espalhantes. e. 54/2006. 10/2004. 138/2008. 158/2002.876/91 . quaisquer estabelecimentos com fins exclusivos de armazenagem. 21/96. dessecantes. 89/2001. 18/2005. no período de 01 de abril a 30 de setembro de 1993. estabelecimento produtor agropecuário.MAPA. 69/2009. nos dois casos. no período de 04 de outubro de 1993 a 31 de julho de 2000: 7% (sete por cento) Convênios ICMS 65/93. 68/94. 9º.

quando exigido (Convênio ICMS 17/2011).813/92) e) sementes. semente certificada de 1ª (primeira) geração – C1 e semente certificada de 2ª (segunda) geração – C2 (Convênio ICMS 99/2004). a partir de 22 de abril de 1994. farinha de peixe. 15. (Dec. de 07 de junho de 1978. de milho e de trigo. farelo de arroz. atendidas as disposições. alho em pó (Convênio ICMS 40/98). incluindo-se nesta hipótese: (Dec. 15. (Dec. de 23 de julho de 2004. a partir de 19 de outubro de 2004. e as exigências estabelecidas pelos órgãos do Ministério da Agricultura. de 05 de agosto de 2003.876/91 . farelo e torta de algodão. de linhaça. farelo de gérmen de milho desengordurado e de quirera de milho (Convênio ICMS 152/2002). desde que produzidas sob controle de entidades certificadoras ou fiscalizadoras. sal mineralizado.507. de ostra. 15. semente básica. 27. 15. de osso. da Lei nº 10.1.926/2005) 3. destinadas à semeadura.926/2005) 2. 27.153.267/2002) Decreto nº 14.º 6. haja o respectivo rótulo. de sangue e de víscera. bem como semente não-certificada de 1ª (primeira) geração – S1 e semente não-certificada de 2ª (segunda) geração – S2 (Convênio ICMS 16/2005). bem como as importadas.º 81.876/91 DECRETO 14. Pecuária e Abastecimento ou por outros órgãos e entidades da Administração Federal. semente básica. óleos de aves (Convênio ICMS 55/2009). 21. os produtos estejam registrados no órgão competente do referido Ministério da Agricultura. farelo de glúten de milho e glúten de milho (Convênio ICMS 29/94). que mantiverem convênio com aquele Ministério: (Dec. a partir de 25 de abril de 2005: semente genética. até 18 de outubro de 2004.538/97) 4. a partir de 1º de agosto de 2009. (Dec. (Dec. etiqueta ou impressão identificando o produto.813/92) 3.612/2003) 7.538/97) 2.926/2005) 1. os produtos se destinem exclusivamente ao uso na pecuária.711/2011) 2. a partir de 01 de janeiro de 2000. 6.771. de 19 de dezembro de 1977. destinados à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal. Pecuária e Abastecimento . g) esterco animal. 19. (Dec. a partir de 14 de julho de 1998. farelo de polpa cítrica e feno (Convênio ICMS 68/96). de amendoim. 19. e. a partir de 16 de julho de 1992. (Dec. 27. (Dec. 22. até 18 de outubro de 2004: sementes certificadas ou fiscalizadas. de casca e de semente de uva e outros resíduos industriais. (Dec. de cacau. 36. 24. (Dec. 19. (Dec. caroço de algodão. de mamona. (Dec. a partir de 19 de outubro de 2004: semente genética. 27. a partir de 11 de outubro de 1996. 19. da Lei n.711. conforme a seguir especificadas. (Dec. calcário calcítico (Convênio ICMS 41/92). 25. regulamentada pelo Decreto nº 5.MAPA e o número do registro seja indicado no documento fiscal.199/2000) (Dec.813/92) i) as seguintes mercadorias (Convênios ICMS 41/92. a partir de 01 de janeiro de 2003.538/97) 1. de carne. de pena.312/2011) (Dec. farelo de girassol (Convênio ICMS 97/99).813/92) d) calcário e gesso destinados ao uso exclusivo na agricultura como corretivo ou recuperador do solo. (Dec.926/2005) f) sorgo. 36.538/97) 3. de babaçu.110/98) 5. regulamentada pelo Decreto n. semente certificada de 1ª (primeira) geração – C1 e semente certificada de 2ª (segunda) geração – C2. (Dec. 100/97e 89/2001): (Dec. dos Estados e do Distrito Federal. 15.813/92) h) mudas de plantas.atualizado até 30 junho 2011 .

10. (Dec. 20/97. até 02. 89/2001. gipsita britada destinada ao uso na agropecuária ou à fabricação de sal mineralizado (Convênio ICMS 106/2002). exceto. (Dec. 35/96. 156/2008. observado o disposto no § 47 e no art. 48/97 e 67/97).atualizado até 30 junho 2011 . e. no período de 16. a partir de 22.267/2002) 6.34.92 a 21. 53/2008. sulfato de amônia. 70% (setenta por cento) do valor da operação (Convênios ICMS 100/97. (Dec. (Dec. alevinos.07. 20.813/92) b) farelo e torta de soja e. 25. (Dec. 15. extrato pirolenhoso decantado. milheto. 19.267/2002) 3.2001.2001.188/2003) n) a partir de 01 de janeiro de 2009.26. a partir de 22.10. 22/95. Juss) (Convênio ICMS 55/2009).332/96) f) a partir de 22.312/2011) XLII . 24.612/2003) l) a partir de 01 de maio de 2003. 36. MAP (mono-amônio fosfato) DAP (diamônio fosfato) e cloreto de potássio. 24. observada a isenção prevista no art. 9º. no período de 27 de abril de 1992 a 30 de setembro de 1997.4.612/2003) m) a partir de 03 de novembro de 2003.267/2002) 5. 69/2009. a indústria de ração animal ou a órgão ou entidade oficial de fomento e Decreto nº 14. 21/96.10.2002. 24. (Dec. pintos de um dia. óleo. 138/2008.876/91 DECRETO 14. piro alho.nas saídas interestaduais dos seguintes produtos.90. 21/2002. (Dec. 18/2005. 36. (Dec. 148/92. (Dec. enzimas preparadas para decomposição de matéria orgânica animal. 25.876/91 .813/92) d) amônia. silício líquido piro alho e bio bire plus. quando destinado a produtor.267/2002) 2.94. classificadas no código NBM/SH 3507. casca de coco triturada para uso na agricultura (Convênio ICMS 25/2003). 15. 68/94. XXXVII. desde que os produtos estejam registrados no órgão competente do Ministério da Agricultura. a partir de 22. 19. (Dec. nitrato de amônia.92. 58/2001. 57/2003. 24. farelos de suas cascas (Convênios ICMS 100/97 e 89/2001).0200 (Convênios ICMS 28/93 e 100/97). embriões e sêmen congelado ou resfriado. 13.267/2002) 4.2001.2001. (Dec. a partir de 16.332/96) e) adubos simples ou compostos e fertilizantes. 29/94. 24.204/2009) o) a partir de 1º de agosto de 2009. 71/2008. farelo de suas cascas (Convênios ICMS 29/94 e 89/2001). 75% (setenta e cinco por cento) do valor da operação (Convênios ICMS 36/92. 24. no período de 06 de novembro de 1997 a 31 de dezembro de 2012. (Dec. extrato seco e torta de Nim (Azadirachta indica A. 05/99.267/2002) c) DL Metionina e seus análogos. 124/93. aves de um dia. uréia. vermiculita para uso como condicionador e ativador de solo (Convênio ICMS 93/2003). exceto as ornamentais. ovos férteis. 119/2009 e 01/2010): (Dec. (Dec.539/98) k) a partir de 14 de outubro de 2002.90. a cooperativa de produtores.07. condicionadores de solo e substratos para plantas. (Dec. (Dec. 151/94. 24.629/2010) a) milho. (Dec.267/2002) j) a partir de 25 de maio de 1993. farelo e torta de canola e. 24. 149/2005.267/2002) g) a partir de 29 de julho de 2003. os de bovino. 150/2005. 10/2001. nitrocálcio. girinos.04. 33. Pecuária e Abastecimento e que o número do registro seja indicado no documento fiscal (Convênio ICMS 195/2010).1.05. (Dec. (Dec.10.312/2011) p) a partir de 1º de março de 2011.VIII. antigo 3507. (Dec.

8703.95. de 01 de novembro de 1994 a 31 de dezembro de 1994 4. 16.0100 e 8706.31.22.10.9900.23.22. respectivamente.90. 50/99.0299. 8704.desenvolvimento agropecuário vinculados a Estado ou Distrito Federal (Convênios ICMS 57/2003 e 18/2005).0100. 8703.31.9900.23. 8703. nas saídas internas e interestaduais. 52/95. 8704. (Dec.094/94) 75. 1104. 8702. (Dec. 8704. 18. 45/96. b) no período de 04 de julho de 1992 a 31 de outubro de 1992 . e 8707.159/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.0200.05. 28.877/2006) i) a partir de 09 de janeiro de 2006.0100.0200.094/94) 70. 16.094/94) 83. 8703.34%.32. 87.876/91 . 44/94.21. destinados à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal (Convênio ICMS 149/2005). 8704. 72/2000.24. 8703.32. 8702.23.877/2006) XLIII .2002 XLIV .31.00.24. (Dec.9900.0100.0100. nas operações internas e de importação.0100 8701.atualizado até 30 junho 2011 .291/2005) h) a partir de 09 de janeiro de 2006.o valor resultante da aplicação dos percentuais abaixo indicados sobre o valor da operação.094/94) 83. 23.13.23.0200.0400. até 30.22.66. (Dec. 17.0100.9900.0201. (Dec. 18.0700. 8703. 8703.00.22. 8703.0100.000/93) 8701. 28.22.24. 8701. 8702. 8703.00. 8703.0399. destinados à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal (Convênio ICMS 150/2005).0000.10. 8702. 8704.21. farinha de milho em flocos e xerém de milho ou assemelhados.21.094/94) 75.9900.0100. 8703.0400.23.95.0301. 18. 8703. 67/97. 8703. 102/96. 28.0199.0100.876/91 DECRETO 14. de 01 de abril de 1994 a 31d de outubro de 1994 3.33. aveia e farelo de aveia.32. 8703. 8703. 8704.0499. 129/97. (Dec. 8703. 24.22. dos produtos classificados da seguinte forma.0400. 8704. e. 71/92. 8704. sojas desativadas e seus farelos. de 01. promovidas pelos estabelecimentos fabricantes ou importadores ou empresas concessionárias.23. 48/97.346/92) c) relativamente aos produtos classificados nos códigos NBM/SH 8701.24.0200: (Dec.9900. correspondendo a carga tributária efetiva a 7% (sete por Decreto nº 14.0299.0199.20. 133/92.23.23.000/93) 8703. nos períodos correspondentes. 8704.10. 23/98.0100.67% (sessenta e seis vírgula sessenta e sete por cento): (Dec. 77/92. de 01 de janeiro de 1995 a 31 de março de 1995 5.01%.0200.0100. 87/2001 e 127/2001): (Dec.0200.0000.0100. 8703.0101.67% (sessenta e seis vírgula sessenta e sete por cento): (Dec.20.0101.0299. 8703. 8704.21.95 a 31.23. 8703. a partir de 01.0101.32. 121/95. 8702. 8706.0201. 18. 8703.34%.23.9900.03.06.18% (quarenta e um vírgula dezoito por cento) do valor da operação realizada com fubá de milho.10.66.0200.20.346/92) 8702.0199.24. 20/97.0200. de 01 de novembro de 1992 a 31 de março de 1994 2.10.0201. 8704.0100 e 1103.33.19.59%. (Dec.07.22.32. 8704. 26/99.0100. de acordo com a NBM/SH.07.o montante equivalente a 41. (Dec.0401. 8703.9900. observado o disposto no § 48 (Convênios ICMS 37/92. classificados nas posições NBM/SH 1102. 8704.10.67%. 8703.9900. 71/99. 8703.23. 8706. (Dec. (Dec. 88/94. 86/93.22.01%. 8702.940/2002) a) no período de 06 de abril de 1992 a 31 de outubro de 1992 . 18.9900.0000. 132/92. 17.2002) 6.9900.094/94) 1.20. 8704.23. (Dec. de 01 de abril de 1995 a 30 de junho de 1995 66.00.20. 18.04.

348/96) b) no período de 01 de outubro de 1996 a 31 de março de 1999.99) PRODUTO a) massas alimentícias não cozidas. 48/97. 53/2008. 121/97.12. (Dec. reduzida de tal forma que a incidência do imposto resulte na aplicação do percentual de.10.na entrada.99. neste sentido.0000 .2. (Dec. nº 19. de 12. (Dec.876/91 DECRETO 14. correspondendo a carga tributária efetiva a 12% (doze por cento) do valor da respectiva operação: (Dec.626/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. atacadista ou varejista. nos termos do art.no período de 01 de julho de 1996 a 31 de dezembro de 2012. de 17. nº 21.303/2003) a) REVOGADO (Dec. 124/2007.30. nº 21. 119/2009 e 01/2010). nº 20. de 30. 10/2001. dispensado o estorno de crédito proporcional previsto no art.424.738. 138/2008.982/99 – EFEITOS A PARTIR DE 31.876/91 .0400 Decreto nº 14.06.626/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.361.982. 34/99. 34. bem como os seguintes prazos e condições: (Dec. no território do Estado. para as operações internas promovidas por estabelecimento atacadista com destino a outro estabelecimento atacadista ou varejista.03.348/96) a) no período de 01 de julho de 1996 a 31 de março de 1999.11.10.98. de 30. 67/97.nos períodos de 01 de novembro de 1996 a 31 de dezembro de 1999 e de 01 de janeiro de 2000 a 31 de março de 2003. para os estabelecimentos industriais. para as operações internas promovidas por estabelecimento industrial. "b".06. 30/2003. classificado na posição NBM/SH 0901. 05/99.04. de 01. 36 (Decretos nº 19.59% (setenta vírgula cinqüenta e nove por cento) do valor da operação.99).99.cento). neste caso com destino a outro estabelecimento. REPUBLICADO DOE 06. 20/97.21.12.97.348/96) XLV . quando não destinado à industrialização ou à comercialização. 12% (doze por cento) sobre o valor da operação. no mínimo. oriundo de outra Unidade da Federação.08. (Dec. 19.contendo ovos) b) bolachas e biscoitos de maisena c) bolachas e biscoitos de polvilho CÓDIGO NBM/SH 1902. quando o contribuinte interessado manifestar. 19. 148/2007.738/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.98. 47. classificados nos códigos NBM/SH.659. conforme indicados no Anexo 21. e nº 21. o montante equivalente a 70. 25.99) XLVII . o montante equivalente a 41.982/99 – EFEITOS A PARTIR DE 31.677.864/2002) XLVIII – a partir de 01 de março de 1997. XXII (Convênios ICMS 33/96.11.97. de 30.30. de 23. a competente opção.03.1 (Dec.96. quando promovida pelo respectivo estabelecimento industrial ou por estabelecimento atacadista. realizadas com os seguintes produtos. nº 19. nº 20.03. 19. 34. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. 07/2000. nas operações internas por eles promovidas. nem preparadas de outro modo (exceto as do código 1902.97) 1905. observado o disposto no § 16.97) 1905. 19.615/2010) XLVI . do art.08. III. 69/2009. de petróleo.12.952. 23/98.0300 (Dec. nº 21.18% (quarenta e um vírgula dezoito por cento) do valor da operação interna realizada com café torrado.12. nas operações internas com ferros e aços não-planos.840. de 27. 18/2005. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . de 20.99) b) REVOGADO (Dec. 24.99. 19. 21. 71/2008.99.527.21. nem recheadas. o valor da operação de que decorrer a mencionada entrada. correspondendo a carga tributária efetiva a 7% (sete por cento) do valor da respectiva operação. observando-se o disposto no § 49.

26. tratando-se da indústria fabricante do produto. casquilho para revestimento e lajota para piso.03.9900 e) outros (Dec. 19. 7º e 9º do Decreto-Lei nº 288.03. 124/2007. a partir de 01 de janeiro de 1998. 20.o montante equivalente a 41. 21. tijolo. 10/2004.no período de 02 de janeiro de 1998 a 31 de dezembro de 2012.(Dec.03.no período de 01 de junho de 1997 a 31 de dezembro de 1998. exceto a lajota para piso quanto esmaltada ou vitrificada.0500 d) bolachas e biscoitos sanduíche (Dec. 148/2007. manilha. destinados à população de baixa renda. 69/2009. 20. 71/2008.248. o contribuinte deve indicar: (Dec.840/97) b) nas Notas Fiscais relativas à comercialização da mercadoria. 23/98.IPI. tratando-se dos demais comerciantes.18% (quarenta e um vírgula dezoito por cento) do valor da operação de saída interna promovida por estabelecimento industrial.387. lajes pré-fabricadas e tijolos cerâmicos. dos arts. 60/98 e 101/98): (Dec.840/97) L .626/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. dos seguintes produtos. ainda que a operação seja realizada entre comerciantes.297/98) 2.2004) Decreto nº 14. 12/98. reduzida de tal forma que a carga tributária corresponda ao valor resultante da aplicação do percentual de 7% (sete por cento) sobre o valor da operação.30. 20. além da indicação referida no item anterior. os produtos mencionados na alínea anterior.297/98) 1. observado o disposto no art. reduzida de tal forma que a incidência do imposto resulte na aplicação do percentual de 7% (sete por cento) sobre o valor da operação. estruturas e blocos pré-fabricados de concreto.297/98) a) no período de 01 de julho a 30 de setembro de 1997. (Dec.97) 1905.atualizado até 30 junho 2011 .809/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.840/97) c) cada estabelecimento adquirente da mercadoria deve exigir do seu fornecedor as indicações mencionadas na alínea anterior. de 28 de fevereiro de 1967.05. 19.IPI.615/2010) a) os mencionados produtos devem ser empregados na construção de imóveis residenciais. 34. telha. de 23 de outubro de 1991. 19. 19. fabricados por estabelecimento industrial que atenda às disposições do art. 23/98. 53/2008. correspondendo à carga tributária efetiva de 7% (sete por cento) do valor da respectiva operação. (Dec. 121/97.626/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 19. 4º da Lei Federal nº 8. (Dec. 20.97) XLIX . observando-se (Convênios ICMS 23/97. realizada sob a coordenação: (Dec. (Dec.004/97) b) desde que produzidos pela indústria de cerâmica vermelha: (Dec. 19. 05/99. 19. o número do ato pelo qual foi concedida a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados . a identificação do fabricante e o número da Nota Fiscal relativa à aquisição original da indústria. e do art. 07/2000.297/98) LI . 19. de 30 de dezembro de 1991.840/97) 1. 138/2008.876/91 DECRETO 14. a partir de 01 de outubro de 1997. nas operações com produtos da indústria de informática e automação.30.626/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.97) 1905.095/98) a) o produto deve ser beneficiado com a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados . 20. 21/2002. (Dec.840/97) 2. 119/2009 e 01/2010): (Dec. 42. bloco para laje.876/91 . V e XI: (Dec. 2º da Lei Federal n. observando-se (Convênios ICMS 136/97.º 8. nas operações internas com estruturas metálicas.

2004) 2. XXVIII. excluídas as relativas a produtos sujeitos ao regime de substituição tributária. repetição ou ampliação de sinais de comunicação. suas respectivas partes.07. 21. A. nas saídas internas promovidas por estabelecimento distribuidor.2004) b) fica dispensado o estorno de crédito previsto no art.2004) LII – no período de 01 de julho de 1999 a 31 de janeiro de 2008. reduzida de tal forma que a carga tributária seja equivalente à mencionada cobrança proporcional. a partir de 01 de maio de 2004.nas prestações de serviços de comunicação. os valores cobrados a título de acesso. (Dec. o montante equivalente aos seguintes percentuais sobre o valor da operação de saída (Convênio ICMS 58/2000): (Dec. realizadas com óleo de soja refinado e envasado e gordura vegetal de soja. nos termos da referida legislação. 26.247/2001) a) no período de 01 de maio a 31 de dezembro de 2001: 20% (vinte por cento).99) b) o estabelecimento adquirente seja restaurante ou similar que adquira os produtos mencionados na alínea anterior exclusivamente ao fornecedor ali previsto. nos termos do art.10 e 1516. (Dec.59% (setenta vírgula cinqüenta e nove por cento) do valor da saída. independentemente da denominação que lhes seja dada (Convênio ICMS 69/98). classificados nas posições NBM/SH 1507. 26.05. reduzida de tal forma que a incidência do imposto resulte na aplicação do percentual de 7% (sete por cento) sobre o valor da operação. (Dec. 22. da Companhia de Habitação Popular do Estado de Pernambuco – COHAB ou da Empresa de Melhoramentos Habitacionais de Pernambuco S. nas operações de importação amparadas pelo regime especial aduaneiro de admissão temporária.20.1. 25. – EMHAPE. exceto.871/2000) LVI . aparelhos.05. a partir de 01 de julho de 2003.554/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. adesão.809/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.nas importações de máquinas.atualizado até 30 junho 2011 . quando o desembaraço aduaneiro for efetuado com a cobrança dos impostos federais proporcional ao tempo de permanência da mercadoria no país.99) LIV . 21. III. transmissão. habilitação. 23. (Dec. bebidas e outras mercadorias necessárias ao fornecimento de refeição em restaurantes e estabelecimentos similares. para emprego exclusivo na geração. de jornais ou de periódicos. 23. 31.07. retransmissão. para emprego exclusivo no processo de industrialização de livros. (Dec.07.a partir de 01 de julho de 1999. assinatura e utilização dos serviços. (Dec. ativação.554/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.07. 34. instrumentos. Decreto nº 14.339/2008) LIII . 21. emissão. bem assim aqueles relativos a serviços suplementares e facilidades adicionais que otimizem ou agilizem o processo de comunicação.247/2001) (Dec.809/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. ou efetuadas por empresa de radiodifusão. correspondendo a carga tributária efetiva a 12% (doze por cento) do valor da respectiva operação.05.876/91 . todos sem similar produzido no País.99) a) o distribuidor promova saídas apenas para adquirente que preencha as condições previstas na alínea "b" e seja fornecedor exclusivo de alimentos. equipamentos. previsto na legislação federal específica. 47. (Dec. quando a mercadoria for álcool (Convênio ICMS 58/99). de empresa integrante da Administração Pública Indireta do Estado que seja responsável pela política estadual de habitação.90.554/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. efetuadas por empresa jornalística ou editora de livros. peças e acessórios. disponibilidade. recepção.558/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.00.2003) LV . nas operações internas promovidas por estabelecimento industrial.876/91 DECRETO 14.a partir de 01 de março de 2000. desde que: (Dec. 26. o montante equivalente a 70.809/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.

48/2007.188/2005) 2. 117/2007. 117/2007.188/2005) LX . 28.4714 (zero vírgula quatro mil e setecentos e catorze de reais). à conexão.29% (oitenta e cinco vírgula vinte e nove por cento). 106/2005. 76/2007.247/2001) (Dec. para os Estados da Região Sul e Sudeste. 106/2005. 19/2005. vinífera: R$ 0. (Dec. opcionalmente. o valor estabelecido originalmente para base de cálculo. (Dec. inclusive na entrada no território do Estado quando não destinada à industrialização ou à comercialização. (Dec. 116/2006. 138/2008. desde a geração ou importação até a última etapa destinada ao consumo final. 148/2007. 20/2006. nas operações internas. 01/2007. dele deduzido montante calculado por litro.188/2005) 1. 69/2009.nos períodos de 01 de agosto de 2005 a 31 de dezembro de 2006 e de 05 de fevereiro de 2007 a 31 de dezembro de 2012. 28. (Dec. à importação. 25. 28. 05/2007. b) nas saídas interestaduais: (Dec. 124/2007. 22/2005. 28. 01/2007. 71/2008.766/2003) LIX .no fornecimento de energia elétrica.2750 (zero vírgula dois mil e setecentos e cinqüenta de reais). 116/2006. de produtos elaborados a partir de uva tipo: (Dec. 53/2008.876/91 . 76/2007. 28. ficando convalidadas as operações realizadas nestas condições no período de 12 de março de 1993 a 31 de agosto de 2003 (Dec. de produtos elaborados a partir de uva tipo: (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 148/2007.2 vinífera: R$ 0.876/91 DECRETO 14. limitado aos seguintes valores (Convênios ICMS 153/2004.188/2005) 2.188/2005) 2. em substituição ao sistema normal de tributação (Convênios ICMS 153/2004. 19/2005. na saída de cavalo de raça. 106/2007. 67/2005. 119/2009 e 01/2010): (Dec. 28. sujeitas à alíquota de 17% (dezessete por cento): 85. o valor total cobrado ao adquirente.615/2010) a) de tal forma que a carga tributária corresponda aos seguintes percentuais (Dec. 28. 139/2005.1941 (zero vírgula um mil e novecentos e quarenta e um de reais). 05/2007. nas operações realizadas por indústrias vinícolas e por produtoras de vinho e outros derivados de uva. 34.188/2005) 1.2 vinífera: R$ 0.615/2010) a) nas saídas internas de produtos elaborados a partir de uva tipo: (Dec.188/2005) 2. 139/2005. 124/2007. (Dec. exceto para o Espírito Santo. 71/2008.864/2002) LVIII – no período de 01 de setembro de 2003 a 31 de dezembro de 2003.3235 (zero vírgula três mil e duzentos e trinta e cinco de reais). 28.4583 (zero vírgula quatro mil e quinhentos e oitenta e três de reais). 48/2007. 23. nas saídas de cana-de-açúcar. nele computados os encargos relativos à geração. 03/2005. 69/2009.b) no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 2002: 40% (quarenta por cento).188/2005) 1. LVII . 20/2006. 119/2009 e 01/2010): (Dec. 28. (Dec. 28.1 americana e híbrida: R$ 0. americana e híbrida: R$0 0. 53/2008.7857 (zero vírgula sete mil e oitocentos e cinqüenta e sete de reais). à conversão. à transmissão. Nordeste e Centro-Oeste e para o Espírito Santo.1 americana e híbrida: R$ 0. 138/2008. 28. 03/2005.188/2005) 1.188/2005) (Dec. para os Estados da Região Norte.188/2005) Decreto nº 14. 67/2005. 34. 24. 106/2007. 40% (quarenta por cento) do valor da respectiva operação. 22/2005. (Dec. 28.188/2005) 1. à distribuição e à comercialização.nos períodos de 01 de agosto de 2005 a 31 de dezembro de 2006 e de 05 de fevereiro de 2007 a 31 de dezembro de 2012.

147. contempladas com isenção.20.2. 28. indicados no caput do artigo 1º da Lei Federal nº 10. 29. 29. (Dec. 29.726/2006) a) a mercadoria seja qualquer dos seguintes produtos: (Dec. 3004. de 2000: (Dec. do caput do artigo 1º da Lei Federal nº 10.2. de 2000: (Dec. "b".00.34% (nove vírgula trinta e quatro por cento).188/2005) LXI – a partir de 01 de maio de 2001. 28. 10.726/2006) 2.49% (dez vírgula quarenta e nove por cento). até 30 de julho de 2006. de toucador ou de higiene pessoal relacionado no inciso I.726/2006) b) para obtenção do montante das mencionadas contribuições.2. de 21 de dezembro de 2000. 29.08.1.726/2006) 2.17% (setenta e nove vírgula dezessete por cento).21. o contribuinte não poderá utilizar quaisquer outros créditos relativos às entradas tributadas. (Dec. (Dec. 29.EFEITOS A PARTIR DE 01. 28.90% (nove vírgula noventa por cento).NBM/SH.726/2006) 1. (Dec. (Dec. não se aplica às saídas de cana-de-açúcar destinadas à fabricação de álcool e de açúcar.726/2006) 1. quando se tratar de produto de perfumaria.49% (dez vírgula quarenta e nove por cento). 3401. (Dec. desde que (Convênios ICMS 24/2001 e 34/2006): (Dec.atualizado até 30 junho 2011 (Dec.726/2006) 1. nas operações interestaduais.1. 9.Sistema Harmonizado .726/2006) 2. da respectiva base de cálculo original.726/2006) 2.147.90% (nove vírgula noventa por cento). quando se tratar de produto farmacêutico relacionado no inciso I. DE 01. o valor resultante da dedução.2.90. quando a alíquota for 12% (doze por cento).11. 9. do caput do artigo 1º da Lei Federal nº 10. quando a alíquota for 7% (sete por cento).2.247/2005 – EFEITOS A PARTIR . 29. a partir de 31 de julho de 2006: (Dec. em função da alíquota prevista para a operação interestadual: (Dec.1. 29.2.247/2005 .188/2005) 1. quando a alíquota for 7% (sete por cento). (Dec.08. sujeitas à alíquota de 12% (doze por cento): 79. 29. quando a alíquota for 7% (sete por cento).1. (Dec.726/2006) 2.90% (nove vírgula noventa por cento).188/2005) 2. "a".2005) Decreto nº 14.1. 29. referentes às operações subseqüentes. 28. 28.147. (Dec. 29.876/91 DECRETO 14.726/2006) 2. 28.10 e 9603. (Dec. do montante da contribuição para o Programa de Integração Social e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS. 9. 3303 a 3307 e nos códigos 3401.726/2006) 2.2005) 1. 29. 29. quando se tratar de operação interestadual destinada a contribuinte. classificados nas posições 3003. 10. seja aplicado um dos seguintes percentuais sobre a base de cálculo do ICMS de responsabilidade direta do contribuinte remetente.726/2006) c) sejam observadas as normas previstas nos §§ 56 a 58. 29. (Dec.726/2006) 2. a partir de 31 de julho de 2006. 9.1.2. 29. até 30 de julho de 2006: (Dec.188/2005) b) relativamente ao benefício de que trata este inciso: (Dec.876/91 . quando a alíquota for 12% (doze por cento). da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . quando a alíquota for 12% (doze por cento).

29. na hipótese da operação com pneumáticos e câmaras-de-ar de borracha indicada na alínea "a". 28. Nordeste e Centro-Oeste e para o Estado do Espírito Santo. (Dec. na hipótese de mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste.942. previstas em convênio celebrado entre entidade da Administração Indireta do Estado de Pernambuco e o Ministério da Saúde. (Dec. na Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . resultantes do respectivo abate (Convênio ICMS 89/2005). congelados. 53/2008. promovida pelo respectivo estabelecimento fabricante. de 16. para utilização no Decreto nº 14. nos termos da Lei Federal nº 10. 33. congelados.506/2006) LXVII .19% (cinco vírgula dezenove por cento). com destino a estabelecimento industrial. Nordeste e Centro-Oeste. na hipótese de mercadoria saída das Regiões Norte. 33. 28. secos ou temperados. para fabricação de sandália termoplástica. (Dec.485.779/2005) LXIV – a partir de 01 de janeiro de 2006.656/2009) a) operação interestadual praticada por estabelecimento fabricante ou importador com pneumáticos novos de borracha e câmaras-de-ar de borracha classificados. aquela prevista na alínea "b". com destino a estabelecimento industrial.248/2005) 2. secos ou temperados.656/2009) b) valor resultante da dedução. frescos. observado o disposto no § 59 (Convênios ICMS 127/2002.9% (quatro vírgula nove por cento). de 03 de julho de 2002. 5.248/2005) LXIII – a partir de 01 de janeiro de 2006. ou do Estado do Espírito Santo para qualquer Unidade da Federação.Sistema Harmonizado NBM/SH. da base de cálculo do ICMS de responsabilidade direta do contribuinte remetente.12. frescos.LXII – a partir de 14 de outubro de 2002.19. 106/2007.876/91 . 124/2007. 138/2008 e 06/2009): (Dec. salgados. 28.00 da NBM/SH.248/2005) 1. XLVIII (Convênio ICMS 67/2006).19 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias – Sistema Harmonizado – NBM/SH. classificada no código 4002. 48/2007. reduzida de tal forma que a carga tributária efetiva corresponda ao montante resultante da aplicação do percentual de 7% (sete por cento) sobre o valor da operação interestadual com carne de leporídeos (coelhos) e demais produtos comestíveis.828/2006) LXVI . 47. 148/2007. em função da alíquota prevista para a respectiva operação interestadual: (Dec. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . nas operações com hipoclorito de sódio. resfriados. exceto para o Estado do Espírito Santo.00 da NBM/SH. classificada no código 6402. reduzida de tal forma que a carga tributária seja equivalente a 11% (onze por cento) do valor das referidas operações. quando a receita bruta decorrente da venda das referidas mercadorias esteja sujeita ao pagamento da contribuição para o Programa de Integração Social e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS. bem como mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste para essas mesmas Regiões. 76/2007. dispensado o correspondente estorno do crédito. nas posições 4011 e 4013. para as Regiões Norte.a partir de 31 de julho de 2006. 10/2004. 28. salgados.779/2005) LXV – no período de 01 de janeiro de 2006 a 31 de dezembro de 2010.12. 10/2003. respectivamente. classificado na posição 1108. resfriados. nos termos do art. exclusive do Estado do Espírito Santo. do montante obtido pela aplicação dos seguintes percentuais. reduzida de tal forma que a carga tributária efetiva corresponda ao montante resultante da aplicação do percentual de 7% (sete por cento) sobre o valor da operação interestadual com carne de aves e demais produtos comestíveis. reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente a 12% (doze por cento) do valor da operação (Lei nº 12. 71/2008. (Dec.no período de 01 de agosto de 2006 a 31 de dezembro de 2007. na saída interna de amido de milho. 4. na saída interna de borracha sintética. 28. resultantes do respectivo abate (Convênio ICMS 89/2005).2005). (Dec. relativamente à respectiva produção e distribuição.20. (Dec. 28.876/91 DECRETO 14. 117/2007.

por ocasião da respectiva transferência. quando realizadas por pessoa jurídica que explore a atividade de produtor agropecuário. 29. além do cumprimento das demais obrigações previstas na legislação. 29.831/2006) 2. 14. quando da venda de veículos às pessoas jurídicas indicadas neste inciso. o pagamento deverá ser efetuado pelo adquirente do veículo. conforme previsto na legislação em vigor. Documento de Arrecadação Estadual . (Dec. 1 e 2. 29. o mencionado documento deverá ser emitido em nome do adquirente.083. 29.831/2006) a) quanto ao cálculo do imposto: (Dec.831/2006) 1. o ICMS deverá ser recolhido com base no art. observando-se (Convênio ICMS 64/2006): (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . o preço de venda ao público sugerido pela montadora. 29. 29. 29. 29. 29.a partir de 12 de julho de 2006.GNRE.1. (Dec.831/2006) d) em qualquer hipótese. (Dec. quando a pessoa jurídica alienante estiver localizada em Unidade da Federação diversa daquela do adquirente. classificados nas posições 1902.831/2006) 3.876. Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais . 29. deverá ser feita a juntada da cópia da Nota Fiscal original expedida pela montadora quando da aquisição do veículo. o imposto apurado na forma dos itens 1 e 2 será recolhido em favor da Unidade da Federação do domicílio do adquirente. sobre a mencionada base de cálculo será aplicada a alíquota prevista para as operações internas com veículos novos.713/2006) a) Secretaria da Fazenda deverá realizar avaliação periódica do benefício. do resultado obtido na forma do item 1. podendo promover. demonstrando-se. do Decreto nº 14. mediante: (Dec. (Dec. (Dec. no campo "Informações Complementares. de forma a identificar o valor da base de cálculo. 29.DAE. conforme previsto na alínea "a". nas operações de venda de veículos autopropulsados. reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente a 7% (sete por cento) do valor da operação.831/2006) 3. (Dec. 29. no campo "Informações Complementares": "Ocorrendo alienação do veículo antes de __/__/____ (data correspondente ao último dia do décimo segundo mês posterior à emissão do respectivo documento fiscal). locação de veículos e arrendamento mercantil.831/2006) Decreto nº 14.831/2006) 1. na Nota Fiscal relativa à operação. e alterações". o débito do ICMS da operação e o da operação antecedente. de 12 de março de 1991. de 2006) (Dec. (Dec. o demonstrativo da forma de apuração do imposto previsto na alínea 'b" deverá ser efetuado no documento utilizado na transação comercial.831/2006) f) a montadora de veículos." a forma de apuração do imposto. 29.831/2006) c) na hipótese de a pessoa jurídica alienante não dispor de documento fiscal próprio.correspondente processo de fabricação de produtos alimentícios derivados de farinha de trigo ou de suas misturas. 29.876/91 . deverá: (Dec. (Dec. será deduzido o crédito fiscal constante da Nota Fiscal de aquisição emitida pela montadora.(Dec. sua redução ou suspensão. mencionar.831/2006) b) quando a venda do veículo for efetuada mediante Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. observando-se: (Lei nº 13. mediante decreto específico. quando a pessoa jurídica alienante e o destinatário estiverem localizados neste Estado.831/2006) 3.831/2006) e) na hipótese do não-recolhimento do imposto pelas pessoas jurídicas indicadas neste inciso.713/2006) LXVIII .2. LXVIII.876/91 DECRETO 14. (Dec.1 e 1905 da NBM/SH.713/2006) b) o objetivo da avaliação prevista na alínea "a" será verificar sua adequação. (Dec. 29. 29. antes de 12 (doze) meses da data da aquisição junto à montadora.

classificado nas posições da Nomenclatura Brasileira de MercadoriasSistema Harmonizado .745/2007) a) a partir de 08 de janeiro de 2007.111/2006) LXXI – na saída de peça nova em substituição à defeituosa.DPC da Secretaria da Fazenda.2.atualizado até 30 junho 2011 .831/2006) h) o DETRAN não poderá efetuar a transferência de veículo. a base de cálculo do imposto fica reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente a 12% (doze por cento) do valor operação (Lei nº 13. (Dec. expedido no primeiro licenciamento do veículo: "SEFAZ:ALIENAR COM ICMS PG".B-100 resultante da industrialização dos produtos a seguir indicados.831/2006) 2. para controle da Secretaria da Fazenda. 30. até o último dia útil de cada mês. promovida por indústria localizada neste Estado. (Dec.20. promovida pelo respectivo fabricante de veículo ou de outra mercadoria. 30.nos períodos de 01 de novembro de 2006 a 31 de dezembro de 2012.90.NBM/SH 7604. (Dec. de 04. 30.270/2007) b) a partir de 08 de janeiro de 2007. (Dec. 29.20. 30. (Dec. em virtude de garantia.2006). reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente a 7% (sete por cento) do valor da operação: (Dec. sebo bovino.711/2011) a) grãos. devidamente quitado.09. no campo "Observações" do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo. encaminhar.082. relativamente: (Dec.831/2006) 2. com destino a empresa de construção civil. série e data da Nota Fiscal emitida e dos dados identificadores do veículo vendido. (Dec.270/2007) LXX – no período de 01 de agosto de 2006 a 31 de dezembro de 2007. em desacordo com as normas nele previstas.831/2006) LXIX . 29. bem como de tubo de alumínio.745/2007) LXXII – no período de 01 de agosto de 2007 a 31 de julho de 2009.(Dec. na saída interna e interestadual dos produtos a seguir indicados. 47. à Diretoria Geral de Planejamento e Controle da Ação Fiscal .831/2006) g) a alienação do veículo nas condições previstas neste inciso somente deverá ocorrer mediante apresentação do DAE relativo ao ICMS incidente na operação. (Dec. 30. ao endereço do adquirente e número de inscrição no CNPJ/MF. 30. quando a referida substituição for promovida por concessionário ou oficina autorizada de fabricante de veículo (Convênios ICMS 129/2006 e 28/2007). XLIX (Convênios ICMS 113/2006. devendo o Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco – DETRAN. classificado na posição 7608. para os estabelecimentos que promovam a referida substituição (Convênios ICMS 129/2006. quando a referida substituição for promovida por oficina autorizada ou credenciada de fabricante de mercadoria diversa de veículo (Convênio ICMS 27/2007). (Dec. o valor da operação constante da Nota Fiscal de saída da mencionada peça nova.876/91 DECRETO 14. 27/2007 e 28/2007): (Dec.21.1.29.2. reduzida de tal de forma que a respectiva carga tributária seja equivalente a 12% (doze por cento) do valor da operação. 30. informações referentes às operações realizadas no mês anterior. 29. proveniente das pessoas jurídicas indicadas neste inciso.745/2007) b) a partir de 01 de maio de 2007. na saída interna de perfil de alumínio. 691/2007) PRODUTO CÓDIGO DA NBM/SH Decreto nº 14. sementes e palma.876/91 . observando-se a não-exigência de estorno de crédito prevista no art. ao número. 160/2006 e 27/2011): (Dec. tendo como destinatário o proprietário de veículo ou de outra mercadoria. 29. mencionar. 36. na saída de biodiesel . 29.00 ou 7604.

00.2009): (Dec. 33.várias capacidades e tanque sem chassi-modelo TQS várias capacidades (ISON) Carroceria metálica sem chassi .891.876/91 DECRETO 14.5% (quatro vírgula cinco por cento).várias capacidades.modelo SRS 8704.modelo CCL (ISON) Dolly 01 e 02 eixos . semi-reboque . reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente a 7% (sete por cento) do valor da operação. observado o disposto no § 64 e o no art. 33.90 8716. 34. reduzida de tal forma que a carga tributária seja equivalente à mencionada cobrança proporcional.450/2009) LXXVI . dos impostos federais. 35. 34. tanque estacionário modelo TQ -. 16/2009 e 147/2010). 33.. 47.876/91 . nas operações internas com as máquinas pesadas relacionadas no Anexo 62. devendo ser estornado o valor excedente. semi-reboque carga indivisível (carrega tudo) .no período de 1º de dezembro de 2009 a 31 de dezembro de 2012.várias capacidades. 2. (Dec.modelo SRTC. semi-reboque basculante . na importação das mercadorias relacionadas no Anexo 63.031/2010) Decreto nº 14. (Dec.31. observando-se que a fruição do benefício fica condicionada a que o produto se destine à fabricação de resinas poliéster a serem utilizadas na produção de recipientes de polietileno tereftalato – PET.719/2009) LXXIV .a. nas saídas interestaduais de etilenoglicol – MEG. corresponda ao valor resultante da aplicação dos seguintes percentuais.00 LXXIII . (Dec.39.modelo RQC (ISON). fibras e filamentos (Convênios ICMS 159/2008. na hipótese de mercadoria ou bem importados do exterior sob o amparo de Regime Especial Aduaneiro de Admissão Temporária. semi-reboque cana modelo SRC. reboque cana . semi-reboque extensível .719/2009) a) no período de 01 de julho de 2009 a 30 de junho de 2010: 4. observado o disposto no § 63 e no art. cujo faturamento seja preponderantemente relativo às referidas mercadorias. quando for o caso.modelo SRB .Caçamba basculante sobre chassi (ISON).23. quando houver cobrança proporcional.719/2009) b) a partir de 01 de julho de 2010: 5% (cinco por cento). na saída interestadual de veículos automotores novos nacionais ou importados. (Dec. no período de 01 de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2014. por ocasião do respectivo desembaraço aduaneiro. na saída interna de querosene de aviação destinada à empresa regional de transporte aéreo de passageiros. 9º. promovida por estabelecimento industrial ou comercial atacadista de veículos. reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente ao montante resultante da aplicação dos seguintes percentuais sobre o valor da operação. observado o disposto no § 61: (Dec. . (Dec.956/2010) LXXVII . 35.a partir de 1º de maio de 2010.719/2009) LXXV . quando a mencionada operação for efetuada por estabelecimento comercial atacadista inscrito no regime normal de apuração e recolhimento do imposto. filmes. conforme previsto no art. de 19.modelo DL. LIX. 47. LX (Lei nº 13. a partir de 01 de julho de 2009. classificado no código da NBM/SH 2905. 33. CCXI. (Dec.10.90 8707. admitida a manutenção do crédito fiscal relativo à entrada em idêntico percentual. reduzida de tal forma que o montante do imposto a ser recolhido.949/2010) LXXVIII – a partir de 01 de outubro de 2009. a partir de 01 de julho de 2009.atualizado até 30 junho 2011 . conforme o caso. reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente ao montante resultante da aplicação do percentual de 5% (cinco por cento) sobre o valor da mencionada saída.90. pela União. reduzida em 100% (cem por cento) do valor da operação.modelo SRT .modelo SRCS e semi-reboque silo estático .

35. em que a receita bruta decorrente da venda dessas mercadorias esteja sujeita ao pagamento das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . Nordeste e Centro-Oeste ou do Estado do Espírito Santo para quaisquer unidades federadas.876/91 DECRETO 14. nas saídas interestaduais de paraxileno – PX – NBM/SH 2902. exclusive do Estado do Espírito Santo. 2.031/2010) b) 7% (sete por cento). b) relativamente às mercadorias constantes do Anexo II do Convênio ICMS 133/2002. Nordeste e Centro-Oeste e o Estado do Espírito Santo.00.43. c) relativamente às mercadorias constantes do Anexo III do Convênio ICMS 133/2002. observado o disposto nos §§ 65.563/2011) a) relativamente às mercadorias constantes do Anexo I do Convênio ICMS 133/2002: 1.00 e de ácido tereftálico purificado – PTA – NBM/SH 2917. 166/2002 e 27/2011): (Dec.a) 9. para as Regiões Norte. Nordeste e Centro-Oeste e o Estado do Espírito Santo. (Dec. 2. 66 e 67 (Convênios ICMS 133/2002. na hipótese de mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste. fios de poliéster – POY.1% (quarenta e oito vírgula um por cento) na base de cálculo das contribuições mencionadas no caput: 1. exceto para o Estado do Espírito Santo. na hipótese de veículo importado.no período de 1º de outubro de 2010 a 31 de dezembro de 2012. para as Regiões Norte. 36. máquinas ou aparelhos relacionados nos Anexos I. na hipótese de mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste. 2. bem como mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste para essas mesmas Regiões.4653% (cinco vírgula quatro seis cinco três por cento). bem como mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste para essas mesmas Regiões.7551% (zero vírgula sete cinco cinco um por cento). na hipótese de mercadoria saída das Regiões Norte. na hipótese de mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste.586/2010) LXXX . Nordeste e Centro-Oeste ou do Estado do Espírito Santo para Decreto nº 14. (Dec.3676% (dois vírgula três seis sete seis por cento). no período de 1º de maio de 2011 a 31 de dezembro de 2012. (Dec. II e III do Convênio ICMS 133/2002. reduzida em 100% (cem por cento) do valor da operação. exceto para o Estado do Espírito Santo. observada a redução de 30. Nordeste e Centro-Oeste e o Estado do Espírito Santo.5080% (dois vírgula cinco zero oito zero por cento). na hipótese de mercadoria saída das Regiões Norte. fibras e filamentos (Convênio ICMS 118/2010). filmes. reduzida do valor correspondente àquele resultante da aplicação dos seguintes percentuais sobre o valor da operação.atualizado até 30 junho 2011 . 5. exclusive do Estado do Espírito Santo.7129% (zero vírgula sete um dois nove por cento). 0. recipientes polietileno tereftalato – PET. na hipótese de veículo de origem nacional recebido por meio de transferência do respectivo estabelecimento industrial.2% (trinta vírgula dois por cento) na base de cálculo das contribuições mencionadas no caput: 1. 2.COFINS. 2. observada a redução de 48. na hipótese de mercadoria saída das Regiões Norte.36. 0.876/91 . para as Regiões Norte. Nordeste e Centro-Oeste ou do Estado do Espírito Santo para quaisquer unidades federadas.1595% (cinco vírgula um cinco nove cinco por cento).5% (nove virgula cinco por cento). 5. observando-se que a fruição do benefício fica condicionada a que os produtos se destinem exclusivamente à fabricação de resinas poliéster a serem utilizadas na produção de ácido tereftálico purificado – PTA.PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social .031/2010) LXXIX . 35. 35. exclusive do Estado do Espírito Santo. nas operações interestaduais efetuadas por estabelecimento fabricante ou importador dos veículos.

527/96) I . bem como mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste para essas mesmas Regiões.frete.527/96) c) na hipótese da alínea “c” do referido inciso II. o valor de aquisição.527/96) a) o preço efetivamente cobrado pelo estabelecimento remetente na operação mais recente. (Dec. pelo estabelecimento industrial. realizada até o dia útil imediatamente anterior àquele em que ocorrer a respectiva saída.seguros. 19. 19.876/91 . além do seu próprio montante.527/96) § 5º Para fim do disposto no inciso IV do "caput".atualizado até 30 junho 2011 .a partir de 01 de novembro de 1996.527/96) § 2º Nas prestações ou operações a crédito.527/96) I . (Dec. a base de cálculo será equivalente a 75% (setenta e cinco por cento) do preço de venda corrente no varejo. II .527/96) b) caso o remetente não tenha efetuado venda de mercadoria. na falta deste. no mercado atacadista regional. exceto para o Estado do Espírito Santo. o valor correspondente a: (Dec. ainda que cobrados em separado e desde que exigidos do adquirente da mercadoria ou do tomador do serviço pelo estabelecimento alienante ou prestador do serviço. 19. (Dec.692.527/96) II . acrescido. § 6º Nas prestações cujo preço não se possa determinar. (Dec. considera-se valor da mercadoria o respectivo preço de venda no varejo ou. juros e demais importâncias pagas. para aplicação do disposto nas alíneas “b” e “c” do mencionado inciso II do “caput”.tenham por causa a venda a prazo. quando for o caso. 19.527/96) II .até 31 de outubro de 1996. § 4º Para fim do disposto no inciso II do “caput”: (Dec. 19. 19. § 1º Integra a base de cálculo do imposto. incluem-se na base de cálculo os ônus relativos à concessão do crédito.quaisquer unidades federadas. o preço corrente da mercadoria ou de sua similar no mercado atacadista do local da operação ou. exclusive os decorrentes de inadimplemento do contrato. a base de cálculo poderá ser determinada pela autoridade administrativa. I. § 3º Os acréscimos financeiros relativos à venda a prazo. desde que: I . não havendo mercadoria similar. mediante ato normativo. (Dec.527/96) § 9º Para fim do disposto no parágrafo anterior. entende-se por valor agregado o valor total cobrado. o preço de mercado será. quando o estabelecimento comercial remetente não efetuar vendas a outros comerciantes ou industriais. (Dec. a qualquer título. se houver. bem como descontos concedidos sob condição. 19. do percentual indicado no art. § 8º Quando o preço declarado pelo contribuinte for inferior ao do mercado. incluídas despesas acessórias e IPI. ressalvados os descontos incondicionais. 19. (Dec. 19. integram a base de cálculo do imposto. respeitado o disposto no Decreto no 15. 19. sob qualquer modalidade. 19. § 7º Na hipótese do inciso V do "caput". a base de cálculo é o valor corrente do serviço na praça onde for prestado. adotar-se-á. recebidas ou debitadas.876/91 DECRETO 14. o valor da mercadoria será o valor da última operação onerosa com a mesma. na falta deste. "b". sobre o total.sejam cobrados pelo próprio vendedor. de 10 de abril de 1992. caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou por sua conta e ordem e seja cobrado em separado. sucessivamente: (Dec. segundo a ordem: Decreto nº 14.

o preço do serviço será declarado no documento que instrumentalizar a operação. aquelas devidas à repartição alfandegária até o momento do desembaraço da mercadoria.efetivada a comprovação prevista no inciso anterior. será concedida redução de base de cálculo ou crédito presumido.876/91 . 19. utilizar-se-á. Relativamente às operações mencionadas no inciso IX do "caput". 19.O valor mínimo entre os coletados nas regiões fiscais do Estado.527/96) § 12. observar-se-á: I .excluem-se da base de cálculo do imposto as despesas com seguro e pedágio bem como as taxas de administração cobradas pelas estações ou outros terminais. a aplicação do disposto neste parágrafo e nos §§ 8º e 9º dependerá da celebração de acordo entre as Unidades da Federação envolvidas fixando os valores e estabelecendo os critérios. 19. § 14. a base de cálculo será o preço do custo. desde que lançadas em parcelas separadas do documento fiscal e não debitadas ao tomador do serviço. inicialmente. prevalecerá aquele como valor da base de cálculo. para efeito de determinação da base de cálculo.527/96) § 13.quando o valor da operação for inferior ao fixado em pauta.incluem-se na base de cálculo o preço do serviço de entrega e coleta de cargas. quando forem objeto do mesmo contrato de transporte. a ele caberá comprovar a exatidão do valor que tenha indicado para a operação.atualizado até 30 junho 2011 . o contribuinte recolherá a diferença do imposto porventura devido. a taxa oficial empregada pela repartição alfandegária para fim de pagamento do Imposto de Importação. (Dec. (Dec.o respectivo preço do produto tabelado ou com preço máximo de venda. Até 06 de junho de 1990. 19.527/96) II .I . II . conforme o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. III .876/91 DECRETO 14. (Dec.quando o valor da operação for superior ao fixado em pauta. Na hipótese do inciso X do "caput". sendo desconhecida a taxa cambial na data do pagamento do imposto. Quando vier a ser conhecido o valor definitivo da taxa cambial aplicável. Relativamente ao disposto no parágrafo anterior. bem como os ônus decorrentes de seu financiamento. pertinentes ao transporte. § 10. (Dec.527/96) § 11. § 15. (Dec. II . Na hipótese do inciso VII do “caput”. devendo-se proceder às correções que se fizerem necessárias. obedecidas ainda as seguintes normas: I . classificação fiscal e multas por infração. do IPI e do Imposto sobre Operações de Câmbio. de tal forma que a incidência do imposto resulte no percentual de 5% (cinco por cento) sobre o valor da respectiva operação. 19. para o usuário. 19. (Dec. e outras despesas de qualquer natureza. relativamente ao inciso VII do “caput”.527/96) IV . além das referentes aos valores do Imposto de Importação. fixado pela autoridade competente ou pelo fabricante. tais como despesas de despacho e de armazenamento e diferenças de peso. na hipótese do parágrafo anterior. o valor real da operação prevalecerá como base de cálculo do imposto.527/96) III . Decreto nº 14. havendo discordância do contribuinte em relação ao valor da pauta. no período de 01 de março a 30 de abril de 1989.nas operações interestaduais.se a contraprestação do serviço for ajustada em bens. entendem-se por despesas aduaneiras.o valor constante em publicação ou correspondência oficial de órgão ou entidade privada. III . dos bens dados em pagamento.

(Dec. O disposto nas alíneas "i" e "j" do inciso XXX do "caput" só se aplica a operações efetuadas pelos contribuintes a que se refere o § 29 e desde que os produtos se destinem a: Decreto nº 14. Não serão deduzidos do preço os descontos e abatimentos condicionais. § 28. o preço do serviço de transporte deverá ser lançado no documento fiscal em parcela separada dos valores referentes aos demais serviços. § 16. o valor do IPI cobrado na operação de que tenha decorrido a entrada. 19. acrescentar-se-á. (Dec. a Nota Fiscal relacionar vários produtos. o prestador do serviço for mero agente arrecadador dos referidos encargos. sendo após destinada para uso ou consumo ou ativo fixo do estabelecimento.a quota de contribuição tenha sido paga sob o regime da Resolução do IBC 48/87. entende-se por valor correspondente à entrada o valor total da Nota Fiscal. contas e outras cujo encargo financeiro tenha sido transferido ao tomador do serviço. Para efeito do disposto no inciso XV. na base de cálculo. o imposto a ser recolhido será o valor resultante da aplicação do percentual equivalente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre o valor indicado no mencionado inciso. Integra a base de cálculo do imposto relativo ao serviço de transporte toda e qualquer importância. não existindo a quantidade mínima ali referida. § 10. § 21. (Dec. de 17 de julho de 1987. § 17. § 23. respeitado o disposto no inciso XXVII. a três estabelecimentos da mesma natureza. situados na mesma praça e. Na hipótese do parágrafo anterior. quando a mercadoria. a média dos preços será efetuada em relação à quantidade de estabelecimentos existentes na praça.IV . 61. 19. excetuado o prestado por empresa de turismo. do mesmo porte. para efeito de inclusão do valor do transporte na base de cálculo do imposto relativo à mercadoria.527/96) § 26. § 19. desde que: I . O disposto no inciso XV do “caput” aplica-se em relação a cada atividade.876/91 DECRETO 14. por delegação.o respectivo registro tenha ocorrido até 18 de agosto de 1987. sempre que possível. exclusive o ICMS . As disposições contidas nos incisos XXV e XXVI do "caput" não se aplicam ao café embarcado até 30 de outubro de 1987. "a" do “caput”. Para efeito do disposto no inciso XXI do “caput”. seguros. Na hipótese de transporte de carga própria. entrar no estabelecimento para fim de industrialização ou comercialização. incluindo taxas.no transporte de pessoas. II .527/96) § 25. quando o estabelecimento exercer simultaneamente atividades de comércio e de indústria. § 27. quando indicado como base de cálculo do imposto. § 24. serão observadas as tarifas básicas oficialmente autorizadas para transporte de cargas de terceiros.527/96) § 22. Até 31 de outubro de 1996. no caso do parágrafo anterior.876/91 . Quando. 19. Para fim de determinação do preço vigente na praça.fonte quando nele incluído. o valor total da Nota Fiscal deverá ser rateado proporcionalmente com as mercadorias nela relacionadas. como tais entendidos os que estiverem subordinados a eventos futuros e incertos.atualizado até 30 junho 2011 . § 20. § 18. O disposto no parágrafo anterior não se aplica quando. nos termos do art. alínea "b" do “caput”. no mínimo. na hipótese do parágrafo anterior. tomar-se-á o preço médio em relação.

relacionadas em ato do Comando da Aeronáutica do Ministério da Defesa. às da rede de comercialização e às importadoras. Relativamente ao disposto na alínea "f" do inciso XXXV do "caput". a partir de 06 de janeiro de 2004.oficinas reparadoras ou de conserto e manutenção de aeronaves. não se aplica às operações interestaduais se a semente não satisfizer aos padrões estabelecidos para o Decreto nº 14. (Dec. 26. aditivo e componente grosseiro. os produtos objeto de operações alcançadas pelo benefício (Convênios ICMS 75/91 e 14/96). 17/2009.I .876/91 DECRETO 14. sal mineralizado. a respectiva fruição em relação às empresas indicadas no ato do Comando da Aeronáutica do Ministério da Defesa. o tipo de serviço que cada uma delas está autorizada a executar. real ou simbólico.CACEPE. Atos COTEPE ICMS 03/2004. Relativamente ao benefício previsto no inciso XXX. a título de retorno.860/2007) I . da mercadoria remetida para fim de armazenagem. II . na avicultura e na agricultura. os produtos que cada uma delas está autorizada a fornecer em operações alcançadas pelo benefício fiscal.596/2004) b) a partir de 01 de julho de 2000 (Convênios ICMS 32/99. previsto no inciso I. 26. 01/2008. (Dec. contendo a correspondente aprovação da empresa (Convênios ICMS 75/91 e 121/2003 . § 31. 7/2010. 26.596/2004) a) até 15 de abril de 1996. vedada sua aplicação quando dada ao produto destinação diversa.596/2004) 2. II .711/2011) § 30. 34. 84/2006. 65/99 e 6/2000): (Dec. 26. identificados pelo registro no Departamento de Aviação Civil. "i" e "j". O benefício previsto na alínea "b" do inciso XXXV do "caput" se estende: I . relacionadas em ato conjunto do Ministério da Aeronáutica e do Ministério da Fazenda e. IV – proprietários ou arrendatários de aeronaves identificadas como tais pela anotação da respectiva matricula e prefixo no documento fiscal (Convênios ICMS 75/91 e 25/2009). § 33.596/2004) 3. O benefício previsto na alínea "d" do inciso XXXV do "caput" não se estende ao alimento. a partir de 06 de janeiro de 2004. 12/2007. (Dec.aplica-se exclusivamente às empresas nacionais da indústria aeronáutica. (Dec. às da rede de comercialização. 61/2005.empresa de transporte e serviços aéreos e aeroclubes. 26. do "caput": (Dec. III .CNPJ e no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco . entre si. indicando-se no mencionado ato (NR Convênio ICMS 121/2003): (Dec. 26. fica condicionada à publicação de Ato COTEPE. inclusive farinha e farelo. § 32. o endereço completo e o número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica . (Dec. inclusive as oficinas reparadoras ou de conserto de aeronaves e às importadoras de material aeronáutico. em relação às empresas nacionais da indústria aeronáutica. 23/2010 e 16/2011).às saídas.528/2010) § 29.596/2004) 1.876/91 . pelos estabelecimentos referidos em suas alíneas.596/2004) II .empresa nacional da indústria aeronáutica ou estabelecimento da rede de comercialização de produtos aeronáuticos. ingrediente. em relação a cada uma das mencionadas empresas. O benefício previsto na alínea "a" do inciso XXXV do "caput" aplica-se aos produtos destinados exclusivamente ao uso na pecuária.atualizado até 30 junho 2011 . em relação a todas as empresas. homologadas pelo Ministério da Aeronáutica.às saídas promovidas. (Dec. 18/2005. em relação às oficinas reparadoras ou de conserto de aeronaves. 36. 30.

IV . encaminhada pelo Estado destinatário ao Estado remetente.a primeira via. d) descrição da mercadoria (produto.contribuinte remetente. Para efeito de emissão da GEFIM de que trata o parágrafo anterior.Estado de destino pelo órgão competente. g) empresa transportadora. no prazo de 10 (dez) dias. e) número. d) 4ª via . pelo contribuinte destinatário ao contribuinte remetente. neste caso quando o remetente e o destinatário estejam localizados nas referidas regiões. o qual conterá. no mínimo: a) data e local da emissão. sujeita-se o remetente ao pagamento do imposto devido e às penalidades previstas na legislação tributária.Secretaria da Fazenda ou Finanças do Estado de destino. ou. o documento denominado Guia de Entrada Física de Mercadorias (GEFIM).as Notas Fiscais.o Fisco do Estado destinatário emitirá. b) estabelecimento remetente. será. i) carimbo da repartição emitente e assinatura com identificação do funcionário. A eficácia do benefício previsto na alínea "g" do inciso XXXV do "caput" condiciona-se à observância das seguintes normas: I . II . deverão ser apresentadas ao Fisco de origem antes do início da remessa das mercadorias para fim de visto prévio.876/91 DECRETO 14. o contribuinte destinatário deverá comparecer à repartição fazendária do seu domicílio fiscal. c) 3ª via . até o último dia do segundo mês subseqüente ao da entrada da mercadoria. § 37. § 34.terá a seguinte destinação: a) 1ª via .caracterizada destinação diversa da indicada no documento fiscal.o disposto no inciso anterior aplica-se também quando ocorrer subseqüente exportação da mercadoria para o exterior. referida no inciso anterior. o visto prévio será exigido na Nota Fiscal da efetiva remessa da mercadoria. conforme modelo aprovado pela legislação tributária estadual. e a segunda via encaminhada. h) nome do motorista . § 36.Secretaria da Fazenda ou Finanças do Estado de origem das mercadorias. data e valor da Nota Fiscal. III .atualizado até 30 junho 2011 . III . emitidas para documentar as operações. b) 2ª via . II . § 35. As reduções previstas na alínea "g" do inciso XXXV do "caput" aplicam-se também às operações internas realizadas nas Regiões Norte e Nordeste bem como às interestaduais. tenha a semente outro destino que não seja a semeadura. à vista da mercadoria. c) estabelecimento destinatário. antes da entrada das mercadorias no respectivo estabelecimento. f) meio de transporte.nas vendas à ordem ou para entrega futura assim como nas saídas simbólicas. Decreto nº 14. ainda que atenda aos padrões.placa do veículo (no caso de transporte rodoviário).contribuinte destinatário (para arquivo).876/91 . A GEFIM referida no § 34 será emitida em 04 (quatro) vias e: I . quantidade e qualidade).

558/92) b) emitir-se-á Nota Fiscal complementar relativa à diferença entre os custos referidos na alínea "a" e no inciso I.558/92) § 44.até 31 de outubro de 1996. (Dec. classificados nos capítulos 84 a 90 da tabela anexa ao regulamento do IPI. no momento da transferência. (Dec.adotar alíquota equivalente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual. 15.558/92) a) adotar-se-á o custo do segundo mês anterior ao da transferência. obrigando o contribuinte ao estorno de crédito. bem como suas peças. 15. (Dec. 19.558/92) III . conforme o caso. § 40. Para fim do disposto no inciso XV.o benefício aplica-se também. 19. terá o percentual de redução de base de cálculo de 30% (trinta por cento). utilizar como base de cálculo o valor da operação ou da prestação na Unidade da Federação de origem. a mesma base de cálculo reduzida. A partir de 01 de janeiro de 1990 até 31 de dezembro de 1991. (Dec.527/96) § 41.§ 38. utilizar a mesma base de cálculo que deveria ter sido adotada para determinação do ICMS . (Dec.Normal e. para efeito de aplicação do percentual de que trata o inciso II. (Dec. por sua natureza. se recebido o bem com redução de base de cálculo.para fins de exigência do ICMS devido em razão do diferencial de alíquota. de acordo com a Nomenclatura Brasileira de Mercadorias NBM/SH e constante do Anexo 4. reduzirá a base de cálculo do imposto de tal forma que a carga tributária total corresponda aos percentuais estabelecidos nos incisos XXXIX e XL para as respectivas operações internas.477/91) § 43. observar-se-á: (Dec.até 31 de outubro de 1996. Para os efeitos do disposto no inciso XXIV do "caput". de que trata este parágrafo. (Dec.527/96) IV . se destinem a emprego direto na produção agrícola ou industrial e na prestação de serviços.15. O disposto no inciso III do artigo 34. o Estado onde se localiza o destinatário dos produtos. não se aplica na hipótese de o crédito fiscal correspondente já estar reduzido. acessórios e sobressalentes. a partir de 01 de novembro de 1996. de 09 de dezembro de 1991. não se conhecer ainda o valor do custo referido no inciso anterior: (Dec. O disposto no parágrafo anterior não autoriza a restituição ou compensação das importâncias já pagas.o custo será apurado no mês anterior ao da transferência.até 31 de outubro de 1996. 15.530/92) § 39. se recebido o bem com redução de alíquota.558/92) II . adotar. § 42. será observado.na hipótese de. 15.876/91 . 15. 15. (Dec. deste Decreto. o contribuinte deverá: I . 19. uma base de cálculo tal que se obtenha o imposto equivalente à mencionada redução de alíquota.fica dispensado o estorno do crédito do imposto relativo à entrada de mercadoria cuja operação subseqüente seja beneficiada pela redução da base de cálculo.atualizado até 30 junho 2011 . o seguinte: (Dec. 15. Para efeito de complementação do imposto relativo a bens usados provenientes de outra Unidade da Federação. Para efeito dos incisos XXXIX e XL. 15. quando. consideram-se bens de capital as máquinas e aparelhos. aos produtos enumerados no Convênio ICMS 90/91. (Dec.558/92) Decreto nº 14. III . tão logo seja conhecido o custo referido naquele inciso.558/92) I .527/96) I . adotar. 15.15.527/96) II . 19. a partir de 27 de dezembro de 1991. publicado no Diário Oficial da União. (Dec.876/91 DECRETO 14. “c” do “caput”. no período ali previsto.558/92) II . (Dec. para efeito da aplicação do percentual de que trata o inciso anterior. o produto semi-elaborado classificado na posição 2903.

com controlador de processo.. serão observadas as seguintes normas (Convênios ICMS 36/92.. (Dec....... 15....na hipótese da alínea "c": (Dec..... (Dec....... a mistura de ingredientes que........876/91 .........813/92) I . 15.. b) às saídas... b) máquinas e aparelhos para ensaios de dureza.. 99/2004 e 54/2006): (Dec..... por processo de alta densidade de corrente. real ou simbólico...81......c) recolher-se-á o imposto relativo à complementação........813/92) (Dec. no prazo de recolhimento do ICMS referente à transferência. a partir de 01 de agosto de 2006. desenvolvimento e produtividade dos animais a que se destinam.. 15... 15.. eletrólise ou eletroforese instalação contínua de galvanoplastia eletrolítica de fios de aço.. CONCENTRADO...... capaz de suprir a ração ou concentrado........ 15.9900.. 15...... II .....câmara para teste de correção denominada "SaltSpray".... 41/92. Para efeito do disposto no inciso XLI do "caput"...... (Dec...876/91 DECRETO 14... (Dec. a partir de 01 de agosto de 2006.... adicionada a um ou mais elementos em proporção adequada e devidamente especificada pelo seu fabricante...813/92) 1....813/92) a) devem ser adotados os seguintes conceitos: (Dec.....813/92) 9024...mistura de aditivos para produtos destinados à alimentação animal ou mistura de um ou mais destes aditivos com matérias-primas usadas como excipientes que não se destinam à alimentação direta dos animais (Convênio ICMS 54/2006)..813/92) a) máquinas e aparelhos de galvanoplastia................ 144/92........ 15... 15.. RAÇÃO ANIMAL.quanto ao inciso XL: bombas ... da mercadoria remetida para fim de armazenagem.....substâncias e misturas de substâncias ou microorganismos adicionados intencionalmente aos alimentos para os animais que tenham ou não valor nutritivo. aminoácidos ou minerais.813/92) 8413.quanto ao inciso XXXIX: (Dec. com unidades de decapagem eletrolítica...... o disposto nos incisos XXXIX e XL também se aplica aos seguintes produtos: (Dec..... 29... (Dec.. 29.0000. permitida a inclusão de aditivos............. constitua uma ração animal. (Dec.. em vitaminas. 15.atualizado até 30 junho 2011 .813/92) 2... PREMIX ou NÚCLEO .. compressão.. (Dec...... 15..641/2006) I . ADITIVO .813/92) 4.........0000...641/2006) 5. 15... 15.813/92) § 46... tração.....10. a mistura de ingredientes. 15. de lavagem e de estanhagem.......... a título de retorno..813/92) 3.813/92) II ...641/2006) Decreto nº 14....... elasticidade ou de outras propriedades mecânicas de materiais máquinas e aparelhos para ensaios de metais .558/92) § 45...813/92) a) às saídas promovidas entre si pelos estabelecimentos referidos em seus itens. 29.. 100/97.30. A partir de 27 de abril de 1992. (Dec.. SUPLEMENTO. (Dec..... (Dec. 15. qualquer mistura de ingredientes capaz de suprir as necessidades nutritivas para manutenção.. e que afetem ou melhorem as características dos alimentos ou dos produtos destinados à alimentação dos animais (Convênio ICMS 54/2006)........ 8543..a redução prevista na alínea "b" estende-se: (Dec...

67/96 e 100/97): (Dec. 15.01. 29/94. 20. aquicultura.2000) VII – a partir de 05.05.01. 27.236/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 27. 23.05. (Dec.2003) § 47.539/98) Decreto nº 14.25.o benefício concedido às saídas dos produtos destinados a pecuária estende-se às remessas com destino a apicultura.246/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. (Dec. III.01. cooperativa de produtores. a) até 30 de abril de 2000.539/98) 1. ainda que atenda ao padrão. cooperativa de produtores. não se exigirá o estorno de crédito de que trata o art.2000) I – até 30 de abril de 2000.926/2005) b) no período de 19 de outubro de 2004 a 05 de agosto de 2005.04.93. (Dec.25.539/98) V . não será exigido. (Dec. relativamente a milho e farelo e torta de soja. 22.01. serão observadas as seguintes normas (Convênios ICMS 36/92.926/2005) IV . Para efeito do disposto no inciso XLII do "caput". independentemente do produto. observando-se (Convênio ICMS 144/92): (Dec. o montante do tributo dispensado. que será obtido deduzindo-se do primeiro valor o segundo. ranicultura e sericultura.236/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. o estabelecimento vendedor deverá deduzir do preço da mercadoria o valor correspondente ao imposto dispensado. o estabelecimento vendedor fica dispensado da obrigatoriedade de efetuar o referido demonstrativo na Nota Fiscal.876/91 . tenha a semente outro destino que não seja a semeadura. preparada em estabelecimento produtor. 22.relativamente ao disposto na alínea "e": (Dec. na transferência a estabelecimento produtor do mesmo titular ou na remessa a outro estabelecimento produtor em relação ao qual o titular remetente mantiver contrato de produção integrada. não será exigido na hipótese de adubo simples ou composto e fertilizante.876/91 DECRETO 14. 41/92.a redução ali prevista somente se aplica (Convênios ICMS 36/92.813/92) VI . (Dec. e o valor final cobrado do adquirente da mercadoria. indústria de ração animal ou órgão ou entidade estadual de fomento e desenvolvimento agropecuário.b) a redução aplica-se ainda à ração animal.041/2002-EFEITOS A PARTIR DE 01. 20. 23. (Dec. 34. 144/92.926/2005) a) o benefício não se aplicará se a semente não satisfizer os padrões estabelecidos para o Estado de destino pelo órgão competente ou. 29/94. 20.041/2002-EFEITOS A PARTIR DE 01. a partir de 16 de julho de 1992. (Dec. cunicultura. a redução prevista na alínea "f" somente se aplica quando o produto for destinado a produtor. que está contido no referido valor da mercadoria. demonstrando na Nota Fiscal a respectiva dedução. 34 III. não se exigirá o estorno de crédito de que trata o art. as sementes discriminadas na referida alínea "e" poderão ser comercializadas com a denominação "fiscalizadas".2001) b) a partir de 1 de abril de 2001. previstos nas alíneas “a” e “b” (Convênio ICMS 41/92). (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .246/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.041/2002-EFEITOS A PARTIR DE 01. avicultura.2003) b) a partir de 01. 41/92.2003.2001) II .813/92) III .até 30 de setembro de 1997. 35/96.539/98) a) quando o produto for destinado a produtor. (Dec. 67/96 e 100/97): (Dec. 27. 15.01.2003) a) o mencionado demonstrativo deverá indicar o valor da mercadoria como se devido fosse o tributo.até 30 de abril de 2000.25.04. indústria de ração animal ou órgão ou entidade estadual de fomento e desenvolvimento agropecuário: (Dec. (Dec. 20.

01.539/98) 3. hipótese prevista na alínea "a" (Convênio ICMS 100/97).2001.813/92) 3.813/92) II . 20.539/98) III – a partir de 05. 15.041/2002 . a base de cálculo do imposto será reduzida de tal forma que a carga Decreto nº 14.876/91 .EFEITOS A PARTIR DE 01.2003) § 48. relativamente a farelo e torta de soja e de canola.11. 24.97.2003) a) o mencionado demonstrativo deverá indicar o valor da mercadoria como se devido fosse o tributo. 15. (Dec.2.539/98) 4. relativamente a milho. 20. (Dec.extinguirá a redução a ocorrência de uma das seguintes hipóteses: (Dec. indicados nas alíneas "a" a "c" (Convênio ICMS 67/96). observando-se (Convênio ICMS 144/92): (Dec. (Dec. hipóteses previstas nas alíneas 'b" e "f".813/92) III . relativamente aos produtos indicados nas alíneas “a” a “e”. 15.10. serão observadas as seguintes normas: (Dec.25.01. a partir de 06 de novembro de 1997. 15.539/98) b) a partir de 06. "d" e "e".01. e o valor final cobrado do adquirente da mercadoria. 15.337/96) I . (Dec. o estabelecimento vendedor fica dispensado da obrigatoriedade de efetuar o referido demonstrativo na Nota Fiscal. 15. a partir de 22. quando destinados à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal (Convênios ICMS 100/97 e 89/2001). 19. o montante do tributo dispensado.01. (Dec.DIEESE).a partir de 26 de junho de 1996.25.813/92) a) elevação dos preços dos veículos beneficiados em percentual superior aos aumentos de custo.2003.813/92) c) descumprimento do compromisso.813/92) 2. farelo e torta de soja e de canola e DL Metionina e seus análogos. (Dec.EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. (Dec. a farelo de casca de soja e de canola. o início das discussões sobre contrato coletivo de trabalho.EFEITOS A PARTIR DE 01. demonstrando na Nota Fiscal a respectiva dedução. 20. e. que está contido no referido valor da mercadoria. material secundário ou de embalagem na fabricação dos veículos.041/2002 . de empresários das indústrias automobilísticas e do Governo. quando produzidos para uso na agricultura e na pecuária.2003) b) a partir de 01. relativamente aos produtos elencados nas alíneas "c". 15. 20. (Dec.876/91 DECRETO 14. vedada a sua aplicação se dada ao produto destinação diversa (Convênio ICMS 100/97). durante o período mencionado no item anterior.25. que será obtido deduzindo-se do primeiro valor o segundo. (Dec. 15.93. Relativamente à redução prevista no inciso XLIII do “caput”. (Dec.01.atualizado até 30 junho 2011 . que assegura: (Dec. no período de 11 de outubro de 1996 a 30 de setembro de 1997. o estabelecimento vendedor deverá deduzir do preço da mercadoria o valor correspondente ao imposto dispensado. a correção mensal dos salários pela média das variações dos índices do mês anterior (FIPE . a partir de 26 de junho de 1996. para efeito de exigência do ICMS devido em razão do diferencial de alíquota. adubo simples ou composto e fertilizante (Convênios ICMS 29/94 e 35/96).041/2002 . apenas relativamente a milho. (Dec. exceto. celebrado entre representantes de trabalhadores. a partir de 22 de abril de 1994.não se exigirá o estorno proporcional do crédito do imposto relativo às entradas das mercadorias utilizadas como matéria-prima.813/92) 1.813/92) b) revogação da redução de alíquota do IPI.267/2002) c) a partir de 06 de novembro de 1997. a manutenção do nível de emprego e garantia de salário entre 27 de março de 1992 e 30 de junho de 1992. (Dec.

sempre que sejam omissos ou não mereçam fé as declarações ou os esclarecimentos prestados. (Dec.155/96) II . 3. ou tome em consideração. avaliação contraditória. observando-se.atualizado até 30 junho 2011 . ao remetente. serviços ou direitos: (Dec. com valores atualizados com base na variação da UFIR. acima dos limites estabelecidos no decreto concessivo. mediante processo regular. (Dec.a autoridade lançadora.99) II .823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. no máximo a cada trimestre. 21. administrativa ou judicial. 21. demonstrativo que servirá de base para cálculo do incentivo e que deverá conter o valor referente ao seguinte: (Dec. 19.a partir do segundo semestre de fruição. (Dec.155/96) III .823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. Quando o cálculo do tributo tenha por base. pela empresa beneficiária.2. devendo.ao final de cada período fiscal.10. no mínimo.considera-se atendida a avaliação contraditória o direito de o contribuinte impugnar o lançamento durante o curso do processo administrativo-tributário. 19. em caso de contestação.527/96) §51. o benefício fica condicionado ao recolhimento de. operações internas e interestaduais. Relativamente ao inciso XLIV.1.tributária total corresponda ao resultado da aplicação do percentual de 12% (doze por cento) sobre a mencionada base de cálculo antes da referida redução (Convênio ICMS 39/96). contados da intimação fiscal emitida para esse fim.155/96) § 50.99) b) o estabelecimento destinatário: (Dec.10. devendo ser recolhida a diferença entre o imposto devido sem redução e o valor efetivamente pago no mês com os acréscimos legais cabíveis. ou os documentos expedidos pelo sujeito passivo ou pelo terceiro legalmente obrigado. o valor ou o preço de mercadorias. bens. 19. ainda.876/91 DECRETO 14. 1. (Dec.99) (Dec. para adequar o valor das mencionadas transferências ao preço de venda do estabelecimento destinatário.10. 19. efetivamente realizadas no período fiscal. (Dec. 21. (Dec. 19.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21.99) (Dec. com data do último dia útil deste. base de cálculo do imposto incidente nas operações mencionadas no item anterior. (Dec.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21.337/96) § 49. 21. será observado o seguinte: EFEITOS A PARTIR DE 01. 21.99) 1. até o dia 10 (dez) do período subseqüente: (Dec. proceder à avaliação do comportamento da arrecadação relativamente a cada beneficiário.10. ressalvada. serão adotados os respectivos ajustes.10.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 19. (Dec.10. 19.99) 1. na hipótese de o contribuinte ter recolhido ICMS mensal em valor inferior à média apurada nos termos do inciso I. abrangendo todas as transferências do período. a redução de base de cálculo não prevalecerá.527/96) II . Relativamente ao disposto no inciso XV. "c".823/99 – I – da adoção da base de cálculo ali prevista não poderá resultar aproveitamento do incentivo financeiro. 19.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. valor correspondente à média mensal do ICMS devido pelo contribuinte nos 12 (doze) meses anteriores ao do início do incentivo. arbitrará aquele valor ou preço. 21.10. serão adotadas as seguintes normas: (Dec.527/96) I . no prazo de 05(cinco) dias úteis.10.876/91 .99) Decreto nº 14. deverá enviar. (Dec.99) a) o estabelecimento industrial remetente deverá emitir Nota Fiscal complementar.a partir do primeiro mês do segundo semestre de fruição.155/96) I . devendo a mencionada empresa emitir a respectiva Nota Fiscal pelo preço de custo do produto.a Secretaria da Fazenda disciplinará os procedimentos necessários à habilitação do interessado ao gozo do benefício.

atualizado até 30 junho 2011 . 6/200 e 16/2001). além das demais indicações previstas na legislação tributária (Convênios ICMS 24/2001 e 34/2006): (Dec. nos termos do § 6º do artigo 5º da Lei Federal n° 7.99) (Dec.213. Relativamente ao inciso LI. 24.726/2006) I – nas seguintes hipóteses: (Dec. com abrangência em todo o território nacional. de 2000. O documento fiscal que acobertar as operações indicadas no inciso LXI e no § 56 deve conter. de 2000.213.2002. II.876/91 .541/2005) § 56. quando as pessoas jurídicas industrializadoras ou importadoras tenham firmado com a União compromisso de ajustamento de conduta. 29.726/2006) a) no período de 01 de maio de 2001 a 30 de julho de 2006. ficam convalidados os procedimentos adotados.08. 23.98. montante do imposto resultante do cálculo referido no item anterior.823/99 – 2. (Dec. a redução de base de cálculo do ICMS de que trata o inciso XLIII. publicada no Diário Oficial da União de 14. conforme previstas no art.99) § 52. I.2005) § 57.726/2006) II . (Dec. (Dec.04. e alterações. ou tenham preenchido os requisitos constantes da Lei Federal n° 10.159/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01. (Dec. 29. 29. (Dec.720/2001 – ERRATA NO DOE DE 03. 1º da Lei Federal nº 10.3. 29. 21.10. de 27 de março de 2001 (Convênio ICMS 24/2001). quando as pessoas jurídicas industrializadoras ou importadoras tenham firmado com a União compromisso de ajustamento de conduta.04. pelas empresas relacionadas na Portaria Interministerial nº 206. EFEITOS A PARTIR DE 01. de 2001 (Convênio ICMS 34/2006). II (Convênios ICMS 65/99. 29.2001. de 24 de julho de 1985. (Dec.247/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01.726/2006) b) a partir de 31 de julho de 2006. aparelhos e equipamentos.08.347. ainda que em decorrência da aplicação de alíquota reduzida prevista em lei.876/91 DECRETO 14. de 1985.10. 21. não poderá resultar em carga tributária líquida inferior a 12% (doze por cento). de 13. 23. nos termos do § 6º do artigo 5º da Lei Federal n° 7. "c". da incidência da contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS. 23. 27.05.247/2001) II .247/2001) § 53.1.o benefício previsto no mencionado inciso somente alcança as empresas cuja atividade preponderante seja a prestação de serviço de radiodifusão ou a industrialização de livro.2002) § 55. nos termos do § 2º do art. ou tenham preenchido os requisitos constantes da Lei Federal n° 10.NBM/SH.quando ocorrer a exclusão de produtos. 28. (Dec.347. a referência feita à Administração Pública somente se aplica ao Poder Executivo Estadual. 23. será observado o seguinte (Convênio ICMS 58/2000): (Dec. (Dec. A partir de 01. da referida Lei (Convênio ICMS 24/01).98.Sistema Harmonizado .147.08. Relativamente ao disposto no § 29. jornal ou periódico. poderá lançar a Nota Fiscal referida na alínea anterior no mesmo período fiscal da data de sua emissão. Para efeito da redução de base de cálculo prevista no inciso LVI do "caput".147. nas operações com os produtos das posições 3003 e 3004 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias .2002) § 54. O disposto no inciso LXI não se aplica (Convênio ICMS 24/2001): (Dec.247/2001) I . nas operações com os produtos relacionados no caput do artigo 3º da Lei Federal nº 10.a inexistência de produto similar produzido no País será atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo de máquinas.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 1º. no período até 24.726/2006) Decreto nº 14. no que se refere à redução de base de cálculo prevista no inciso XXX do "caput". sem observância do disposto no mencionado § 29. (Dec.

656/2009) 2. 33.248/2005) II – a partir de 28 de abril de 2003. (Dec. (Dec.2005) § 59. 28. além das demais indicações previstas na legislação tributária: (Dec.248/2005) I – a partir de 28 de abril de 2003. "b". a partir de 01 de agosto de 2009: "Base de Cálculo reduzida nos termos do Convênio ICMS 06/2009".Convênio ICMS 24/2001. Relativamente ao disposto no inciso LXII do "caput".08.876/91 .248/2005) III – a Nota Fiscal que acobertar as operações deverá conter. (Dec.247/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01.656/2009) § 60. 28. (Dec. 28. (Dec. observar-se-á: (Dec.08. (Dec. 28.247/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01. a redução ali prevista não se aplica relativamente às seguintes operações: (Dec. 28. fica dispensado o estorno de crédito previsto no art.876/91 DECRETO 14.08. a identificação do referido regime.2005) c) nos demais casos. 33.247/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01.a identificação dos produtos pelos respectivos códigos da NBM/SH e o número do lote de fabricação. 28. serão observadas as seguintes normas: (Dec. 28. (Dec. 33.719/2009) I. (Dec.950/2007) § 61. (Dec. 28.213/2001.2005) b) na situação prevista na parte final do § 56.719/2009) Decreto nº 14. 33.2005) a) se o remetente for beneficiário do regime especial de que trata o § 56. 33. 28. 30. não haverá estorno proporcional dos créditos fiscais do ICMS referentes aos insumos utilizados ou às operações anteriores (Convênio ICMS 24/01)".248/2005) a) transferência para outro estabelecimento do fabricante ou importador.08. (Dec. 33.08. 34. III. (Dec.2005) § 58.247/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. d) operação de venda ou faturamento direto ao consumidor final.248/2005) (Dec. I. Relativamente aos incisos XXXIX.248/2005) c) remessa em que a mercadoria deva retornar ao estabelecimento remetente. (Dec.248/2005) b) no campo "Informações Complementares" a expressão: (Dec.248/2005) a) a identificação dos produtos pelos respectivos códigos da NBM/SH. "b". a expressão: "O remetente preenche os requisitos constantes da Lei Federal nº 10.08. e XL.719/2009) b) a que o contribuinte não seja beneficiário de incentivo do Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco. Nas operações indicadas no inciso LXI do "caput".I . I.656/2009) 1. 28.719/2009) a) ao credenciamento do contribuinte nos termos de portaria do Secretário da Fazenda. 28. 33.2005) II . (Dec.no campo "Informações Complementares: (Dec.247/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 28. no período de 14 de outubro de 2002 a 31 de julho de 2009: "Base de Cálculo reduzida nos termos do Convênio ICMS 10/03". PRODEPE. 33. 28. a expressão: "Base de cálculo com dedução do PIS/PASEP e da COFINS . 28. Relativamente ao disposto no inciso LXXIV. (Dec. a utilização do benefício fica condicionada: (Dec.247/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01. a redução de base de cálculo ali prevista fica condicionada à procedência da mercadoria de países que tenham celebrado acordo internacional com cláusula de reciprocidade de tratamento tributário concedido a similar nacional.656/2009) b) saída com destino à industrialização.atualizado até 30 junho 2011 .

o qual deverá ser recolhido nos termos da legislação específica. II .485. cujo recolhimento tenha sido efetuado mediante utilização das seguintes alíquotas.949/2010) I.79% (seis vírgula setenta e nove por cento).10. o benefício não alcança o ICMS devido por substituição tributária. para a aquisição do combustível com a respectiva redução da base de cálculo do imposto.949/2010) III. somente se aplica quando a empresa regional de transporte aéreo de passageiros: (Dec. (Dec. PIS / PASEP: 1.caput. O disposto no inciso LXXVIII somente se aplica às operações promovidas por contribuinte inscrito na condição de contribuinte-substituto no Estado de localização do destinatário (Lei nº 13.c. III . (Dec. de 26 de dezembro de 2002 (Convênio ICMS 130/2007).II. de 03 de julho de 2002: (Dec. do inciso LXXX. quando esta corresponder ao preço de venda a consumidor constante de tabela estabelecida ou sugerida ao público por órgão competente ou sugerida pelo fabricante. tendo como destino a região Nordeste.876/91 . em ligações suplementares certificadas conforme o Regulamento Brasileiro de Habilitação Aeronáutica . III.a. Relativamente ao disposto no inciso LXXX do caput.031/2010) § 65.949/2010) II. COFINS: 6. 34. conforme indicado a seguir.545/2010) § 63.47% (um vírgula quarenta e sete por cento). estiver credenciada. RBHA de nº 135 da Agência Nacional de Aviação Civil. são consideradas as contribuições. nas hipóteses em que a base de cálculo da substituição tributária não corresponder ao preço de venda a consumidor constante de tabela estabelecida ou sugerida ao público por órgão competente ou sugerida pelo fabricante.b. 36. . Para efeito do disposto no inciso LXXX do caput.2009). fica dispensado o estorno do crédito previsto no art.891. e . 34.563/2011) I . realizar o transporte em aeronaves com capacidade de até 35 (trinta e cinco) passageiros. 34. o termo final de vigência do benefício corresponderá à data da respectiva revogação.. II . Decreto nº 14. ser revogada.563/2011) I . na hipótese de a Lei Federal n° 10. são observadas as seguintes normas: (Dec. 36. saída com destino à industrialização. O benefício previsto no inciso LXXVII do . ANAC.. 3.485.719/2009) § 62. de 19. (Dec. (Dec. 35. 2. nos termos de portaria do Secretário da Fazenda. remessa em que a mercadoria deva retornar ao estabelecimento remetente. atender a vôos regulares. disciplinado no Capítulo XI do Decreto Federal nº 4. IV . (Dec. 34. b) não deve resultar diminuição da base de cálculo da operação subsequente. 34. 34. 4. § 66.atualizado até 30 junho 2011 . 33. de 2002. a margem de valor agregado deve incidir sobre o valor resultante da aplicação da redução prevista nas alíneas . nos termos da Lei Federal n° 10.876/91 DECRETO 14. operação de venda ou faturamento direto ao consumidor final. (Dec. O disposto no inciso LIV do "caput" não se aplica às operações com mercadorias abrangidas pelo REPETRO. a redução ali prevista: a) não se aplica relativamente às seguintes operações: 1. transferência para outro estabelecimento do fabricante ou importador.543.949/2010) § 64.

Imposto sobre Vendas a Varejo de Combustíveis Líquidos e Gasosos (Emenda Constitucional nº 03/93).até 31 de dezembro de 1995. 52. conforme o disposto no art. Art. for titular de mais de 50% (cinqüenta por cento) do capital da outra. 19. Até 31 de outubro de 1996. quando exigido pela legislação tributária. nas operações intramunicipais. ficam convalidadas as operações ali mencionadas.530/92) Art. mera indicação para fim de controle e não-cumulatividade do imposto. desde que realizadas de acordo com as normas gerais aplicáveis à hipótese. ficam convalidadas. 19. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado a industrialização ou a comercialização. 15. a partir de 01 de novembro de 1996. Relativamente ao disposto no inciso LXXX do caput. ou uma delas locar ou transferir à outra. III.IPI. (Dec. na qualidade de contribuinte-substituto. 36. . indicados nos Anexos I a III do Convênio ICMS 133/2002. quando o frete for cobrado por estabelecimento pertencente ao mesmo titular da mercadoria alienada.uma delas. IV e VI.uma mesma pessoa fizer parte de ambas. a base de cálculo é o valor da mercadoria. na qualidade de diretor.V . (Dec. com a observância do disposto no Convênio ICMS 133/2002. ou sócio com funções de gerência. 36.876/91 .. acrescido de percentual de margem de lucro. Não integra a base de cálculo do imposto o montante do: I . (Dec. nos termos do art. 54. Quando o contribuinte for também responsável pelo imposto. (Dec. do registro no órgão competente do Ministério da Agricultura. conforme a hipótese: Decreto nº 14. por si. O disposto no inciso I aplica-se em relação a estabelecimento equiparado a industrial por legislação federal. e. no período de 16 de dezembro de 2010 a 1º de junho de 2011.c. neste caso quanto ao art. segundo a ordem. na hipótese de o valor do frete exceder os níveis normais de preços em vigor. Pecuária e Abastecimento (Convênio ICMS 17/2011). além das demais indicações previstas na legislação tributária: a) conter a identificação das mercadorias pelos respectivos códigos da NBM/SH. quando a operação. II . no documento fiscal. 15. o valor excedente será havido como parte do preço da mercadoria. I. veículo destinado ao transporte de mercadoria. II . Art. Considerar-se-ão interdependentes duas empresas quando: I . a Nota Fiscal que acobertar as operações deve. a expressão . 19. no mercado local. XIII.527/96) Parágrafo único..atualizado até 30 junho 2011 . seus sócios ou acionistas. O montante do imposto integra a sua base de cálculo.Informações Complementares. a qualquer título. Art.563/2011) § 68 Relativamente ao disposto no inciso XLI. constituindo o respectivo destaque nos documentos fiscais. 17. configurar fato gerador de ambos os impostos.711/2011) Art. I. 18. em qualquer hipótese. b) constar no campo . a base de cálculo do imposto é. e respectivos cônjuges e filhos menores.527/96) Parágrafo único. § 67. constantes de tabelas divulgadas pelos órgãos sindicais de transportes em suas publicações periódicas. desde que observados os mesmos requisitos exigidos no mencionado inciso. para serviço semelhante.Base de Cálculo reduzida nos termos do Convênio ICMS 133/2002. ou por outro estabelecimento que com este mantenha relação de interdependência.876/91 DECRETO 14. Na hipótese de pagamento antecipado do imposto. as operações realizadas com os produtos ali indicados que tenham ocorrido sem a indicação. "b". ainda que exercidas sob outra denominação. 16. (Dec. 19. efetuadas no período de 11 de novembro de 2002 a 30 de abril de 2011.

excluído o IVVC. ou ainda o da pauta fiscal. o preço de venda. com relação à mercadoria que vender por conta alheia. 58. III . 58. b) do leiloeiro. 16. c) do responsável por armazém-geral. d) do possuidor. ou o da pauta fiscal. a base de cálculo do imposto a ser retido pelo contribuinte-substituto será: (Dec. se este não puder ser apurado.a partir de 29 de dezembro de 1989.na substituição pelas saídas. se for o caso. (Dec. XX. conforme o disposto em legislação específica. o preço de venda praticado pelo contribuinte-substituto. bem como bonificações e descontos concedidos sob condição. se houver. seguros e outros encargos transferidos ao varejista.I . inciso I. a base de cálculo será: 16. I .na substituição pelas saídas. quando instituído pelo Município do domicílio do varejista. excluído o IVVC e incluídos os valores correspondentes ao IPI. § 1º Na hipótese do inciso X do "caput" do art. (Dec. o valor indicado pela Unidade da Federação destinatária.a partir de 01 de junho de 1989.atualizado até 30 junho 2011 .a partir de 16 de julho de 1992.quando a responsabilidade pelo imposto. fretes e carretos.o preço final de venda a consumidor. 416. 58.na hipótese do art. 58. bem como bonificações e descontos. nos termos de acordo celebrado conforme o disposto em legislação específica. Decreto nº 14. emitido pelo depositário da mercadoria. o preço de venda praticado pelo contribuintesubstituto.417/93) II .876/91 DECRETO 14. acrescido do percentual de lucro estabelecido na legislação de cada Unidade da Federação (Convênio ICMS 116/89). o valor de aquisição ou. seguros e outros encargos transferidos ao varejista. (Dec. o preço básico de aquisição fixado pelo órgão federal competente referido no art. 16. se incidentes na operação. o preço estabelecido pela autoridade competente para o contribuinte-substituto. deduzidos os valores que não correspondam ao da respectiva matéria-prima. 16. de competência municipal. se houver.a partir de 16 de julho de 1992. IV . nas operações internas: a) o preço máximo de venda no varejo. o valor da mercadoria ou de sua similar na praça em que se der a apreensão ou a entrega da mercadoria. 16.417/93) (Dec. fretes. acrescido do percentual de lucro estabelecido na legislação de cada Unidade da Federação (Convênio ICMS 65/89). o preço máximo ou único de venda a consumidor fixado pela autoridade competente.417/93) III . somado a ele qualquer valor de encargo transferível ou cobrado. na qualidade de contribuinte-substituto for: a) do transportador. b) o valor de saída. nele computados. II . III. nas operações interestaduais. nas hipóteses do art. ou único de venda do contribuinte-substituído. alíneas "a" e "e". o preço de varejo na praça onde se encontrar a mercadoria. acrescido de percentual sobre o total indicado no Anexo 5 ou fixado nos termos de acordo celebrado entre os Estados e o Distrito Federal. (Dec. no caso de mercadoria que tenha preço de venda fixado por deliberação do fabricante ou em razão de medida de ordem econômica e social. nas hipóteses do art.876/91 . 16. excluído o IVVC. se incidente na operação. o valor constante do documento fiscal de saída. carretos.417/93) II . o IPI e despesas acessórias.417/93) I . excluído o IVVC e incluídos os valores correspondentes ao IPI.417/93) § 2º Na falta do preço a que se refere o parágrafo anterior.

óleo diesel e gasolina automotiva b) lubrificantes: (Dec..106/94) 13%.. (Dec. (Dec.106/94) 30%.. a partir de 05 de abril de 1994. 16...........417/93) 2......417/93) 50%.......876/91 DECRETO 14..... o prazo para depósito ali referido é o 10º (décimo) dia do mês subseqüente ao da retenção (Convênio ICMS 65/89). (Dec... XVII...417/93) § 6º Na hipótese do § 1º... o prazo mencionado no inciso anterior é o 10º (décimo)dia subseqüente ao término do período de apuração em que tiver ocorrido a retenção (Convênio ICMS 105/92). (Dec.417/93) III ...... 30% (Convênio ICMS 06/94)....... adicionado ainda do valor resultante da aplicação sobre ele dos seguintes percentuais de margem de lucro: (Dec.. (Dec........ b) álcool carburante.417/93) I . (Dec......417/93) § 3º Em substituição ao disposto no parágrafo anterior.... a industrialização. a base de cálculo será o valor da operação praticada pelo contribuinte-substituto..a partir de 16 de outubro de 1992........ 18...... 16.. 16................417/93) 13% (Convênio ICMS 76/92). o valor da operação...... § 4º O disposto no § 1º não se aplica em relação aos produtos com base de cálculo reduzida...876/91 .. 24..... deverá ser depositado na agência do Banco Oficial do Estado destinatário. 16. ou. 16........ os percentuais de incidência constantes do art.. (Dec.... será observado o seguinte: (Dec......... no período de 01 de agosto a 31 de dezembro de 1992.. devendo o Banco recebedor repassar os recursos à Secretaria da Fazenda ou de Finanças do Estado destinatário..... enquanto vigentes.. até 16 de outubro de 1992... até 31 de julho de 1992.... na impossibilidade de inclusão na base de cálculo do transportador revendedor retalhista (TRR) do valor equivalente ao custo do transporte por este cobrado na Decreto nº 14. 16..417/93) a) álcool carburante. 18. 16..... 16..atualizado até 30 junho 2011 ..417/93) IV .... em conta especial..a partir de 16 de outubro de 1992.... até 04 de abril de 1994.417/93) a) combustíveis..417/93) II .acrescido ainda do montante do valor resultante da aplicação sobre ele dos seguintes percentuais de margem de lucro (Convênio ICMS 63/92): (Dec...... (Dec..... em caso de inexistência deste... 16.. (5) (Dec.... se existente na praça do estabelecimento remetente. c) lubrificantes... 16... aplicar-se-ão. como tal entendido o preço de aquisição do destinatário(Convênios ICMS 63 e 105/92).... no prazo de 03 (três) dias.... 12%.... o montante formado pelo preço estabelecido pela autoridade competente para o remetente..... relativamente às saídas do contribuinte-substituto em que o produto não se destine a comercialização ou..106/94) 1.. 16...... c) demais produtos. (Dec..... após o depósito. 50% (Convênio ICMS 105/92).....417/93) § 7º Relativamente ao disposto no § 5º.. (Dec... o prazo para repasse dos recursos ali previstos será de 4 (quatro) dias após o depósito (Convênio ICMS 105/92). acrescido do valor de qualquer encargo transferível ou cobrado do destinatário. óleo diesel e gasolina automotiva. (Dec. § 5º O imposto retido....... 18... até o 5º (quinto) dia do mês subseqüente ao da retenção..417/93) § 8º Na hipótese do § 1º..a partir de 01 de junho de 1989... nos termos do § 1º... 16.....a partir de 16 de outubro de 1992. a crédito do Governo em cujo território se encontrar estabelecido o adquirente da mercadoria. 16. ou na agência do Banco do Brasil S/A..

a diferença fica sujeita ao imposto no estabelecimento do remetente ou do prestador. 14 e "d" do inciso III do art.527/96) a) a autoridade fazendária levará em conta. Quando da verificação do fato ou condição referidos neste artigo. Observado o disposto no art. (Dec.527/96) I . 20. nos seguintes termos: (Dec. devendo ser reconstituído. 19.527/96) 1. na qualidade de contribuinte-substituto. se for o caso. análise ou classificação.527/96) 2.527/96) a) o contribuinte exerça atividades econômicas que sejam de difícil controle por parte da administração fazendária.a partir de 01 de janeiro de 1997. 16. 19.para efeito do disposto no inciso anterior: (Dec. será atribuída ao TRR a responsabilidade pelo pagamento do imposto devido sobre esta parcela (Convênio ICMS 105/92). de acordo com as normas estabelecidas em portaria do Secretário da Fazenda.876/91 . caso haja reajuste do valor depois da remessa ou da prestação. (Dec. na sua falta. o imposto será calculado. (Dec. observando-se: (Dec. (Dec.876/91 DECRETO 14. Quando a fixação do preço ou apuração do valor depender de fato ou condição verificáveis após a saída da mercadoria. incluindo-se neste valor o respectivo imposto e considerando-se interna a operação. o enquadramento no referido regime se dará em relação a estabelecimento varejista de determinada categoria econômica. de que tratam as alíneas "a" do inciso XVIII do art. 16. Quando nas operações internas o adquirente for responsável pelo imposto relativo à operação respectiva.417/93) § 9º O valor do imposto retido é resultante da aplicação da alíquota interna prevista na legislação da Unidade da Federação de destino sobre a base de cálculo.417/93) Art. o imposto devido por contribuinte poderá ser fixado por estimativa.527/96) Decreto nº 14. Art. o valor médio do imposto devido.atualizado até 30 junho 2011 . Parágrafo único. inicialmente. a diferença do imposto será recolhida pelo remetente da mercadoria.527/96) II . (Dec. o saldo credor inicial e final do imposto. o valor das entradas e saídas das mercadorias e das prestações de serviços ocorridas.até 31 de dezembro de 1996.527/96) b) o contribuinte só opere por períodos determinados. deduzido o débito de responsabilidade direta.venda do produto em operações internas. ou. medição. 19. 19. 14. (Dec. Art.527/96) 3. no período-base considerado para a fixação da estimativa: (Dec. o enquadramento no referido regime se dará em função do porte ou da atividade do estabelecimento. 21. quando verificada uma das seguintes situações: (Dec. sobre o valor da cotação do dia da saída da mercadoria. 19.527/96) b) o valor do imposto determinado na forma deste inciso será exigido em período subseqüente ao da operação. Parágrafo único. Nas operações e prestações entre estabelecimentos de contribuintes. Art. 22. a complementação de que trata este artigo será por este recolhida. tais como pesagem. 23. 19. 19. será considerado líquido. 19. (Dec. 19. 19.527/96) c) a estimativa de que trata este artigo poderá ser adotada em relação aos serviços de transporte e de comunicação. sobre o estimado na forma do art. 30. 19. §§ 9º e 10.527/96) III . (Dec. referida no § 1º. (Dec. 19. O valor de aquisição. 19.

20% (vinte por cento) do valor da operação (Convênios ICM 15/81 e ICMS 80/91. a qualquer tempo. III . 19.o valor médio do imposto devido.527/96) b) as informações necessárias à fixação do valor estimado serão obtidas tomando-se por base os dados declarados pelo contribuinte e outros de que dispuser o Fisco. (Dec. Art. 19. desde que comprovadamente ocorra após o uso normal a que se destinar e tenham decorrido. na saída de máquinas.até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995. (Dec.527/96) c) o valor do ICMS estimado será recolhido no prazo previsto para a categoria do contribuinte.527/96) § 1º Para efeito do disposto no "caput". (Dec. 154/92. de acordo com as normas estabelecidas em portaria do Secretário da Fazenda. inclusive escrituração dos livros fiscais. móveis e roupas usados. § 3º A estimativa de que trata este artigo poderá ser adotada em relação aos serviços de transporte e de comunicação. por meio de portaria. 15. § 2º O valor do imposto determinado na forma do parágrafo anterior será exigido em período subseqüente ao da operação. devendo o pagamento do imposto estimado relativo ao período fiscal de janeiro de 1997 ser efetuado até 15 de março do mesmo ano.773/97) d) na impossibilidade de utilização dos dados previstos na alínea “b”. o movimento de entradas e/ou saídas de mercadorias e serviços do contribuinte. 19. 19. 12 (doze) meses da respectiva entrada. no mínimo. (Dec. serão considerados. poderão ser adotadas as seguintes bases de cálculo. a fixação do valor estimado será feita com base nas informações econômico-fiscais do respectivo setor. 24.527/96) g) a inclusão do contribuinte no regime de estimativa não o dispensa do cumprimento das demais obrigações previstas na legislação.o saldo credor inicial e final do imposto. (Dec. vedada a utilização de quaisquer créditos fiscais: I . 19.na saída de mercadoria desincorporada do ativo fixo ou imobilizado de qualquer estabelecimento contribuinte do ICMS. (Dec. 51. II .527/96) f) o disposto na alínea anterior não terá efeito suspensivo. e cujas entradas estejam regularmente registradas em livro próprio do estabelecimento. no períodobase: I . adquiridos de particulares para comercialização. editar normas complementares ao regime previsto no “caput”.813/92) Decreto nº 14.a) para fixação do imposto a ser recolhido por estimativa.326/95) II . Em substituição ao sistema normal de apuração de que trata o art. (Dec.o valor das entradas e das saídas das mercadorias e das prestações de serviços ocorridas. retificar os mencionados dados por ele declarados. (Dec. bem como a margem de agregação do setor.876/91 DECRETO 14.527/96) h) caberá ao Secretário da Fazenda. 19. no mínimo.527/96) e) fica assegurado ao contribuinte o direito de impugnar o valor do imposto estimado e instaurar processo contraditório.atualizado até 30 junho 2011 . 19. podendo o interessado. (Dec. mediante comunicação à Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda. 20% (vinte por cento) do valor da operação. 19. 18. a autoridade fazendária levará em conta.876/91 . 33/93 e 151/94). (Dec.

13. no mês de junho de 1989: 3.nas operações de produtor inscrito no CACEPE na condição de microempresa. na prestação de serviço de transporte rodoviário: a) serviço de transporte rodoviário sujeito à incidência do Imposto sobre Transporte. 16.na saída de veículo usado.04% (treze vírgula zero quatro por cento). 19. IX . X. exceto o aéreo e o rodoviário intermunicipal de passageiros. (Dec.91.REVOGADO a partir de 19. (Dec. nas saídas de areia.6%. VIII . a base de cálculo constante de pauta em vigor em 28 de fevereiro de 1989. no mês de maio de 1989: 2. pertencente ao estabelecimento comercial que tenha por atividade promover a comercialização de veículo. do mês de julho de 1989 em diante: 17%: 6%.11.608/93) b) no período de 01 de maio de 1993 a 30 de abril de 1994 e a partir de 01 de maio de 1994. bem como de produtor que não for pessoa jurídica ou que não tiver organização administrativa e comercial considerada pela autoridade fiscal como adequada ao atendimento das obrigações tributárias. na prestação de serviço de comunicação.477/94) IV . de tal forma que a incidência do imposto resulte. de tal modo que o valor do imposto devido corresponda a 0% (zero por cento) do valor da prestação. c) até 30 de abril de 1989.no fornecimento de substâncias minerais. destinados à construção civil.até 31 de dezembro de 1996.até 15 de junho de 1989. de forma que o valor do imposto devido não resulte carga tributária superior a 13.CELPE. b) serviço de transporte isento ou não sujeito à incidência do Imposto sobre Transporte. o valor da pauta fiscal. b) até 30 de abril de 1989. de serviços e de outras atividades. a base de cálculo será de tal forma a manter a carga tributária existente em 28 de fevereiro de 1989. VII .atualizado até 30 junho 2011 .até 30 de abril de 1989. sobre o valor da operação: a) até 31 de março de 1989. de tal forma que a incidência do imposto corresponda a 1% (um por cento) do valor da operação. VI . pedra britada e seixos. observado o disposto no inciso XXV e no § 22 (Convênio ICMS 38/89 e 106/96): (Dec.04% (treze vírgula zero quatro por cento).841/97) a) prestação com alíquota de 1. nos percentuais a seguir. de forma que o valor do imposto devido não resulte carga tributária superior a 13.477/94) a) até 30 de abril de 1993. 15. este dentro do Estado.421/91) V . 17.até 30 de abril de 1989. na prestação de serviço de transporte. independentemente da procedência da mercadoria (Convênios ICM 15/81 e ICMS 154/92 e 33/93): (Dec. 20% (vinte por cento) do valor da operação.III . 21% (vinte e um por cento) do valor da conta mensal apresentada pela Companhia de Eletricidade de Pernambuco . no fornecimento de energia elétrica de baixa tensão para consumo dos estabelecimentos comerciais. 17. em 28 de fevereiro de 1989. de tal modo que o valor do imposto devido corresponda a 5% (cinco por cento) do valor da prestação. de forma a manter a mesma carga tributária existente em 28 de fevereiro de 1989. nas saídas de água mineral e sal de cozinha.876/91 DECRETO 14. 9%.876/91 . (Dec. em função da alíquota aplicável. em 28 de fevereiro de 1989. Decreto nº 14.

b) fique comprovada a aplicação simultânea.876/91 .na prestação de serviço de transporte aéreo: (Dec. 15. 9%: 6%.394. compreendidos no código 87. do mês de julho a dezembro de 1989: e) prestação com alíquota de a partir de 01 de janeiro de 1990: XI . acessórios e equipamentos nelas aplicados. respeitadas as normas dos arts. do mês de julho de 1989 em diante: c) prestação com alíquota de 1.b) prestação com alíquota de 1. de 09 de março de 1987.01. com destino aos Estados das Regiões Sul e Sudeste.4%.538. observado o disposto no parágrafo 18. de igual redução da alíquota do IPI. por intermédio do Ministério da Justiça.967. reduzida em 50% (cinqüenta por cento). pelo Governo Federal.atualizado até 30 junho 2011 . de tal forma que a incidência do imposto resulte no percentual de 6% (seis por cento). por doação. (Dec.6%. 15.558/92) XII . 5. XIII . XV . incluídas despesas e IPI. na saída dos produtos referidos nos incisos XXIII a XXV do art. de tal forma que a carga tributária seja aquela prevista nos termos do parágrafo 19. desde que: a) a aquisição dos veículos seja efetuada diretamente aos fabricantes pelo Governo Federal. (Dec.02. que os destinará a órgãos da segurança pública das Unidades da Federação. com relação às peças.03 da Tabela de Incidência do IPI (TIPI). de 16 de agosto de 1985. e alterado pelo Decreto Federal nº 95. no mês de maio de 1989: d) prestação com alíquota de 1. 8%: 5.255. nas saídas do estabelecimento industrial e do estabelecimento de concessionária. 6. com as alterações introduzidas pelo Decreto nº 12.até 31 de dezembro de 1989. reduzida em 94. no mês de junho de 1989: 2. na saída das mercadorias de que tratam os incisos I a III. 9º. 426 a 436 do Decreto nº 12. o preço de venda no varejo ou o seu valor estimado. que será equivalente ao preço de aquisição. de 08 de dezembro de 1987.118% (noventa e quatro inteiros e cento e dezoito milésimos por cento). de 19 de maio de 1988.7%.a partir de 01 de janeiro de 1988. de automóveis de passageiros com motor a álcool até 100 CV (100 HP) de potência bruta (SAE). 15.6%. no mês de maio de 1989: 2. Decreto nº 14.558/92) 12%: 6%. acrescido de 30% (trinta por cento). a) no período de 01 de junho de 1990 a 31 de dezembro de 1991. XIV . nas saídas de veículos automotores promovidas pelos estabelecimentos fabricantes e vinculados à implantação do Programa "Vamos Viver Sem Violência". no mês de junho de 1989: 3. 9. o valor resultante da aplicação de 100% (cem por cento) sobre o valor da operação.até 31 de março de 1989.558/92) b) a partir de 01 de janeiro de 1992.876/91 DECRETO 14.a partir de 15 de abril de 1988. 9%. instituído pelo Decreto Federal nº 91. 7%.

05.05.até 30 de abril de 1989.876/91 . no período de 01. compostos ou emulsivos.35% zero % zero % zero % zero % zero % 14 % 14 % 0.05.34% zero % zero % XVIII .18% 0. na exportação para o exterior de substância mineral. a granel ou embalados no País: s) óleos lubrificantes simples. Decreto nº 14.05.até 30 de abril de 1989. no período de 01.89: 10%.89: b) óleo diesel.2% 11.89: c) gasolina e querosene de aviação: 1.IUM vigente em 28 de fevereiro de 1989.89 a 30.25% zero % zero % 8. de tal forma que o valor do imposto seja igual aos percentuais abaixo indicados: a) petróleo: b) gasolina automotiva: c) óleo diesel: d) querosene e "signal oil": e) aguarrás mineral e sucedâneos: f) nafta para geração de gás: g) nafta para indústria petroquímica: h) nafta para recondicionamento de petróleo: i) nafta para outros fins: j) diluentes petroquímicos derivados de petróleo não incorporáveis ao produto final: l) gases liquefeitos de petróleo: m) gasolina de aviação: n) querosene de aviação: o) óleo combustível: p) gasóleos para indústria petroquímica e para fabricação de vaselinas: q) nafta para fertilizantes: r) óleos lubrificantes simples.876/91 DECRETO 14. XVII .34% 0.89 a 31.45% 3. o valor que. embalados e importados: t) solvente para borracha e sucedâneos: u) hexanos: v) gás de nafta: x) gás natural: zero % 11.nas saídas internas. 14%. com os produtos a seguir discriminados. resulte na mesma carga tributária do Imposto Único sobre Minerais .12.89 a 31.XVI. no período de 01.atualizado até 30 junho 2011 .14% 0.10. nas saídas de petróleo e de seus derivados. 12%. compostos ou emulsivos. aplicada a alíquota respectiva.34% 2. de tal forma que a incidência do imposto resulte nos percentuais e períodos indicados: a) petróleo e gasolina automotiva.2% 3.

89 a 31. 117/89. o valor resultante da aplicação dos seguintes percentuais sobre as entradas.89: 2.01.527/96) XX . para conservação. e 42. XXII . no período de 01.119/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 12%.05. nas operações referidas no inciso II do art.12.05.01. relativamente a camarão. e nas saídas internas subseqüentes que destinem o produto a uso na avicultura. 25.12. congelado.05.99) a) 50% (cinqüenta por cento). 21. 36. "b". (Dec. tributadas ou não.89: 2. na entrada de milho importado. excetuando-se deste benefício. c) no período de 01 de janeiro de 1990 a 15 de setembro de 1996: 6% (seis por cento).35%. eviscerado. no período de 01.5% (cinco e meio por cento). 124/93 e 115/97): 2. nas operações interestaduais com ovos. (Dec.09. XVII.89 a 31.89: 3. no período de 31.89 a 31.2. para comercialização no período: (Dec.90 a 31. valor que resulte na incidência do imposto em percentual equivalente a 2% (dois por cento) do valor da operação. 15. 19. em estado natural. nos arts. 95/90. 12%. 148/92. (Dec. d) gás liquefeito de petróleo.12. 148/92. em estado natural.08.445/2003– EFEITOS A PARTIR DE 15. 121/95 e 23/98): (Dec. 15.12. no percentual de 60% (sessenta por cento) do valor da operação. postejado ou defumado. desde que não enlatado ou cozido (Convênios ICM 26/89 e ICMS 25/89. nos demais casos. 6%. XIX . 21.até 28 de setembro de 2003. observado o disposto no § 16 e. em embalagem de 13 Kg: 1. resfriado. exceto em embalagem de 13 kg. XIII.813/92) XXIII .120/98) a) no período de 01 de janeiro de 1990 a 30 de setembro de 1991.89: 12%. b) 70% (setenta por cento). seco. aplicados sobre o valor FOB do produto exportado: a) no período de 01 de março a 31 de dezembro de 1989: 5. no período de 01.120/98) XXI – até 31 de dezembro de 1998. no percentual de 60% (sessenta por cento) do valor da operação.2003) 6%.89 a 31. (Dec. de nafta para geração de gás e de gás de nafta: 1.876/91 DECRETO 14.91: e) gás liquefeito de petróleo. congelados ou simplesmente resfriados (Convênios ICM 44/75 e ICMS 68/90 e 124/93). no período de 01. cuja importação tenha sido contratada após essa data.na saída para o exterior de minério de ferro e "pellet". Decreto nº 14.nas operações interestaduais com pescado.421/91) b) no período de 01 de outubro de 1991 a 31 de dezembro de 1998. 21.atualizado até 30 junho 2011 .no período de 01 de janeiro a 31 de maio de 1992. no período de 01 de janeiro de 1990 a 31 de dezembro de 1993 e de 01 de janeiro de 1994 a 14 de maio de 2003 (Convênios ICMS 112/89.10. b) a partir de 01 de janeiro de 1990: 6% (seis por cento). 3º. em se tratando de contribuinte enquadrado no item 99 do Anexo 1. 60/91.876/91 . aves e produtos resultantes de sua matança. (Dec.

apenas do valor previsto no inciso XII. a título de crédito.671/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 25. o valor que resulte numa carga tributária de 10% (dez por cento) do valor da operação.418/93) b) nos períodos de 01 de janeiro de 1993 a 31 de março de 1994 e a partir de 01 de abril de 1994.a partir de 01 de novembro de 1997.nas operações com milho: (Dec. 10/98.030/2000 – EFEITOS A XXVI . (Dec. permitindo-se. PARTIR DE 01. 4% (quatro por cento).98) a) no período de 10 de julho de 1992 a 31 de agosto de 1998.711/2011) a) no período de 29 de dezembro de 1995 a 31 de dezembro de 1999: 5% (cinco por cento). o disposto no art. 42.99) (Dec. 32.DAT da Secretaria da Fazenda. neste caso. o valor que resulte numa carga tributária de 9% (nove por cento) do valor da operação. VII.na prestação de serviço de televisão por assinatura. (Dec. (Dec. a partir de 14 de abril de 1998. II. 42. 21.876/91 DECRETO 14. 16. (Dec.980/99) XXVIII .797/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.418/93) b) nos períodos de 01 de janeiro de 1993 a 31 de março de 1994 e de 01 de abril de 1994 a 31 de julho de 2008.023/92) XXVII . 54. neste caso. frango e produtos resultantes de sua matança congelados: (Dec. nas operações internas e de importação do produto. (Dec. a título de crédito. observado. o valor que resulte numa carga tributária de 9% (nove por cento) do valor da operação. neste caso.405/94) XXIV . reduzida de tal forma que a incidência do imposto resulte nos seguintes percentuais mínimos. 21. 21. nas operações previstas no inciso XXII e nas demais saídas internas do produto. 17. 20. 52. 23.na prestação interna de serviço de transporte rodoviário intermunicipal de passageiros.12. apenas do valor previsto no inciso XII. o disposto no § 28 (Convênios ICMS 5/95.09. quando este for inferior. permitindo-se. § 16. permitindo-se. 47/99. prevalecendo. 57/99 e 20/2011): (Dec. (Dec. "a" do "caput" do art. a utilização.2003) a) no período de 01 de julho a 31 de dezembro de 1992.980/99) b) no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 2000: 7. reduzida nos seguintes percentuais (Convênios ICMS 27/96. b) no período de 01 de setembro de 1998 a 31 de agosto de 1999. 22. a utilização. "a". e. do art. (Dec. 115/96. 56/99. 65/2000 e 50/2001): (Dec.720/2001) Decreto nº 14.160/2008) XXV . 4% (quatro por cento). em função da alíquota aplicável. 9% (nove por cento).980/99) c) a partir de 01 de janeiro de 2001: 10% (dez por cento). apenas do valor previsto no inciso XII.atualizado até 30 junho 2011 .797/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.876/91 . 60/98. nos seguintes percentuais sobre o valor do serviço: (Dec.09. a utilização.a partir do 01 de setembro de 1992. 12% (doze por cento) do valor da operação. "b" do “caput” do art.09.99) c) no período de 01 de setembro a 30 de novembro de 1999. de tal forma que a incidência do imposto resulte.98) (Dec.5 (sete inteiros e cinco décimos por cento). na hipótese do art. d) a partir de 01 de dezembro de 1999. 22. 86/99. 20.418/93) a) no período de 01 de junho a 31 de dezembro de 1992. 21.930/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29. 9% (nove por cento). 16.09.99) (Dec.030/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12.na prestação de serviço de radiochamada. o estabelecido em pauta fixada em instrução normativa da Diretoria de Administração Tributária . a título de crédito. 42. a partir de 1º de junho de 2011. (Dec. 16. 36. (Dec. 23/98. 16. o valor que resulte numa carga tributária equivalente a 2% (dois por cento) do valor da respectiva operação.

no período de 01 de novembro a 31 de dezembro de 1997. a partir de 18 de abril de 2005.2001) c) a partir de 01 de novembro de 2003.08.840/97) c) 80% (oitenta por cento). 120/2004. inclusive juros e multas. 148/2007.atualizado até 30 junho 2011 .2001 e de 09.2001 a 31. nas operações internas com os produtos relacionados nos incisos XIII e CXXII do art. (Dec. lançados ou não.08. 23.820/2003) 2. realizada por provedor de acesso.708/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 09. 138/2008. 26. 2. (Dec.01. quando for o caso. 79/2003. 25. 124/2007. no período de 01.181/2003) d) a fiscalização do pagamento do imposto será exercida conjunta ou isoladamente pelas Unidades da Federação envolvidas na prestação. Economia ou Finanças da Unidade da Federação de localização do prestador. 19.a) 70% (setenta por cento). 005/2007. na arrematação em leilão de veículo.2000 a 30.01.2002. total ou parcialmente. até 17 de abril de 2005. realizadas por comerciante com destino a consumidor final. 117/2007. 23. a partir de 01. (Dec. 119/2009 e 01/2010): (Dec. exceto se comprovar. 23. de 25.2000. 9º.06. pelas custas judiciais e honorários advocatícios. acrescida do montante relativo ao Decreto nº 14.08. a desistência formal da ação. (Dec. na esfera administrativa ou judicial.nos períodos de 09 de agosto de 2001 a 31 de dezembro de 2002. no período de 08. 69/2009. até 31. 71/2008.06. 19. 119/2004. 20. 23. (Dec.07. 23. (Dec. na modalidade de provimento de acesso à INTERNET.708/2001 – 1.720/2001) d) 70% (setenta por cento). os débitos relativos ao ICMS. decorrentes de prestações previstas neste inciso. inclusive importado do exterior: 20% (vinte por cento) do valor da operação.720/2001) XXIX .2001) (Dec. contestando a exigência de crédito tributário decorrente de prestações objeto do benefício previsto neste inciso. no período de 01 de janeiro de 2003 a 28 de julho de 2003.615/2010) a) não serão exigidos.720/2001) e) 60% (sessenta por cento).876/91 DECRETO 14. 23. de tal forma que a carga tributária seja equivalente ao percentual de 5% (cinco por cento) do valor da prestação. de 29 de julho de 2003 a 31 de dezembro de 2006 e de 05 de fevereiro de 2007 a 31 de dezembro de 2012.11. na prestação onerosa de serviço de comunicação. (Dec. 48/2007. o pagamento do imposto deve ser efetuado na proporção de 50% (cinqüenta por cento) à Unidade da Federação de localização do usuário do serviço e 50% (cinqüenta por cento) à Unidade da Federação de localização da empresa prestadora.2002. 34.12. 116/2003. 26. responsabilizando-se. e. realizadas: (Dec. no período de 01 de maio a 31 de dezembro de 1996.876/91 .10.08.820/2003) 1. 53/2008. o valor que resulte numa carga tributária de 7% (sete por cento) do valor da operação.337/96) (Dec. na modalidade acesso à INTERNET.097/97) XXX .08.820/2003) b) a não-exigência dos débitos fiscais de que trata a alínea anterior: EFEITOS A PARTIR DE 09. no período de 01 a 07 de janeiro de 1997.10. 106/2007.708/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 09. 001/2007.2002 a 31. observandose (Convênios ICMS 78/2001.2001. não autoriza a restituição ou compensação de importâncias já recolhidas. (Dec.97 a 30. 50/2003. 76/2007. 25. (Dec. condicionando-se ao Fisco da Unidade da Federação de localização do usuário do serviço credenciamento prévio na Secretaria da Fazenda.2001) (Dec.181/2003) XXXI – a partir de 01. nas prestações de serviço de Internet em que o estabelecimento prestador esteja localizado em Unidade da Federação diversa da do usuário. b) 50% (cinqüenta por cento).2003. anteriormente a 09 de agosto de 2001. 25.2001. (Dec. não se aplica ao contribuinte que tenha interposto ação.

mediante acesso direto. 1º da Lei Federal nº 9.11.545/2010) 3.478. observando-se: (Dec. (Dec. a qualquer tempo.545/2010) f) a fruição dos benefícios é opcional e fica condicionada: (Dec. 13. importadora autorizada pela contratada. à formalização de pedido específico do contribuinte dirigido à Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal – DPC da Secretaria da Fazenda. prevalecerá o regime normal de tributação.545/2010) c) os bens de que trata este inciso deverão ser de propriedade de pessoa sediada no exterior e importados.34. (Dec.34. (Dec. detentora de concessão ou autorização para exercer.34.34.545/2010) e) o imposto é devido à Unidade da Federação em que ocorrer a utilização econômica dos bens ou mercadorias.545/2010) g) não ocorrendo a formalização de que trata a alínea "f". (Dec.545/2010) 1. suspensão ou alíquota zero.916/2008) XXXIII – no período de 01 de fevereiro de 2010 a 31 de dezembro de 2020. no País. adquirida de instituição financeira.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. pela concessionária ou autorizada. 32. em razão de isenção.876/91 . para aplicação nas instalações de produção de petróleo e de gás natural. bem como da utilização dos bens na atividade para a qual foram adquiridos ou importados. XCVII. às ferramentas e aparelhos e a outras partes e peças destinadas a garantir a operacionalidade dos bens previstos neste inciso.34. sem cobertura cambial.2001) XXXII . a que.34.871/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. na revenda de mercadoria usada. reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente ao percentual de 3% (três por cento) do valor da operação.876/91 DECRETO 14.34.545/2010) a) o benefício aplica-se também às máquinas e equipamentos sobressalentes.34.545/2010) 1. a que as operações sejam desoneradas dos impostos federais. contratada.34.34. de 6 de agosto de 1997. sem prejuízo das demais exigências. (Dec. (Dec. o início da fase de produção ocorrerá com a aprovação do Plano de Desenvolvimento do Campo pela Agência Nacional do Petróleo. que possibilite realizar o acompanhamento da aplicação do REPETRO. 1.(Dec. nos termos das normas federais específicas que regulamentam o REPETRO.545/2010) 2.545/2010) Decreto nº 14. (Dec.34. na importação de bens ou mercadorias constantes no Anexo 65.34. bem assim às subcontratadas. 20% (vinte por cento) do valor da operação.34. importados sob o amparo do Regime Aduaneiro Especial de Admissão Temporária.Imposto de Importação. quando esta não for sediada no País. (Dec. 23. seja colocado à disposição da Secretaria da Fazenda sistema informatizado de controle contábil e de estoques. (Dec.545/2010) 3. para a prestação de serviços destinados à execução das atividades objeto da concessão ou autorização. pelas pessoas jurídicas referidas na alínea "b". na forma do item 2.34. (Dec.545/2010) d) para os efeitos deste inciso. conforme previsto no art.a partir de 01 de janeiro de 2009. Gás Natural e Biocombustíveis – ANP. sem apropriação do crédito correspondente. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH.545/2010) b) o disposto neste inciso aplica-se exclusivamente à entrada de bem ou mercadoria importados do exterior por pessoa jurídica: (Dec.545/2010) 2. ao IPI e demais despesas pagas pelo arrematante. as atividades de que trata o art. (Dec.

II . § 9º A aplicação do sistema previsto no inciso XIX do "caput" implica estorno de quaisquer créditos fiscais previstos na legislação. série.876/91 . § 2º Na hipótese do parágrafo anterior. comprovados pelo documento de aquisição. a cada transmissão da propriedade do bem. para efeito de comprovação da carência ali referida. exceto o do minério destinado à fabricação do "pellet" e o decorrente de sua saída no mercado interno. o alienante deverá identificar a Nota Fiscal relativa à primeira aquisição. para efeito de aplicação dos incisos I a III do "caput": I .545/2010) § 1º Entendem-se como usados. com destino à exportação. número. 15.91. nome e endereço do emitente. II ."pellet" destinado à industrialização no Estado extrator de minério. 15.às peças. para a industrialização com destino à exportação.móveis e máquinas com mais de 06 (seis) meses de uso.atualizado até 30 junho 2011 . para a fabricação de "pellet" fora do Estado extrator.veículos com mais de 06 (seis) meses de uso ou mais de 10.minério de ferro e "pellet" vendidos no País com destino à exportação. observado o disposto no inciso XII do "caput". III . não sendo exigido o recolhimento do tributo relativo ao transporte nas operações destinadas aos portos. partes.às mercadorias de origem estrangeira que não tiverem sido oneradas pelo imposto em etapas anteriores à sua circulação em território nacional ou por ocasião de sua entrada no estabelecimento importador. sairão com suspensão do imposto. III . as operações com os produtos mencionados no inciso XIX do "caput". § 3º O disposto nos incisos I a III do "caput" não se aplica: I . § 8º O sistema previsto no inciso XIX do "caput" será integralmente praticado como opção do contribuinte.530/92) § 6º A partir de 13 de outubro de 1989.34. subsérie.000 (dez mil) quilômetros rodados. § 4º A redução de base de cálculo de que tratam os incisos I a III do "caput” aplica-se inclusive em relação ao contribuinte dispensado de manter livros e documentos fiscais e inscrição no CACEPE. Decreto nº 14. o disposto no inciso XIX do "caput". para qualquer destino.530/92) § 5º REVOGADO a partir de 12. § 7º Fica atribuída às empresas mineradoras a responsabilidade pelo recolhimento do imposto devido sobre o transporte dos produtos mencionados no inciso XIX do "caput". acessórios e equipamentos aplicados sobre as mercadorias ali referidas. § 10. ao exterior ou à fabricação de "pellet". (Dec. cabendo exclusivamente ao Estado extrator o imposto devido sobre o minério. exceto para o exterior. e ao Estado fabricante.às mercadorias cujas entradas e saídas não se realizarem mediante a emissão dos documentos fiscais próprios ou deixarem de ser regularmente escriturados nos livros fiscais pertinentes. II . o devido sobre o "pellet". (Dec. A partir de 31 de dezembro de 1990. indicando data.h) a inobservância condições estabelecidas tornará exigível o ICMS com os acréscimos legais cabíveis. aplica-se também às saídas de: I .876/91 DECRETO 14.03.minério de ferro destinado à fabricação de "pellet" fora do Estado extrator. (Dec.

o imposto lançado como débito normal no Registro de Saídas será escriturado no campo "Estorno de Débito". IV . 19. hadoque. Decreto nº 14.§ 11. § 16. b) no Registro de Apuração do ICMS. o imposto suspenso na forma do inciso I do § 12 será pago pelo estabelecimento remetente quando da saída do porto. inclusive sobre o serviço de transporte. a partir de 01 de maio de 1996. observar-se-á: I . (Dec.o valor da operação. o valor da alimentação quando incluído no preço da diária. Para se apurar o valor do imposto a pagar.876/91 DECRETO 14.122/96) II . 19.nas saídas em operações internas com destino a comercialização ou industrialização.876/91 .a operação que destine o pescado à industrialização. os lançamentos serão efetuados de acordo com as normas gerais de escrituração. a partir de 01 de janeiro de 1990. (Dec. já estão considerados todos os créditos fiscais e ainda. na hipótese prevista no inciso I.o valor equivalente ao preço FOB do produto. II . nas seguintes operações: I . (Dec. § 12. (Dec. molusco. a partir de 01 de outubro de 1991. cujo imposto devido pela prestação será pago pelo transportador.a escrituração fiscal far-se-á observando-se: a) no Registro de Entradas e no Registro de Saídas. merluza e salmão. o imposto apurado na forma do inciso I será lançado no campo "Outros Débitos". ___". II . 2. art.atualizado até 30 junho 2011 . fica suspenso o pagamento do imposto relativamente aos produtos referidos no inciso XIX do "caput".a rã. 19. o imposto lançado a crédito será também lançado no campo "Estorno de Crédito". Relativamente à hipótese do inciso XXI do "caput". A partir de 31 de dezembro de 1990. indicando-se: "Decreto nº _________. 3.a pirarucu. nas hipóteses previstas no parágrafo anterior. nas operações de exportação.122/96) III .a crustáceo. III . na venda com clausula FOB de minério de ferro e "pellet". nas hipóteses previstas nos incisos II e III do parágrafo anterior.do total das entradas de que trata o inciso XXI do "caput". § 13. Na hipótese de mudança de destinação do minério de ferro e do "pellet".no valor apurado conforme o inciso anterior. O disposto no inciso XX do "caput" não se aplica: I . o percentual de 6% (seis por cento) será aplicado sobre: I . além das normas referidas na alínea anterior: 1. O disposto no parágrafo anterior não se aplica às hipóteses de saídas para o exterior.122/96) § 17.122/96) V .nas saídas com destino aos portos de embarque para posterior exportação. bacalhau. § 15. 19. 19. no tocante à alínea "a" do mencionado inciso XXI do "caput". II . O disposto no § 7º não se aplica na prestação de serviço de transporte marítimo. § 14.o imposto líquido a recolher será equivalente ao resultado da aplicação de 17% (dezessete por cento) sobre a base de cálculo apurada na forma prevista no referido inciso. às referidas no § 10 e às saídas interestaduais não destinadas a posterior exportação. excluem-se os produtos com o imposto antecipado cujo documento fiscal declare o respectivo imposto.122/96) IV . (Dec. desde que com grau de umidade inferior a 35%(trinta e cinco por cento).a qualquer peixe seco.

00%.558/92) II . 15. 15. o Estado onde se localiza o destinatário do serviço de transporte exigirá a diferença de carga tributária nos seguintes percentuais: (Dec. com alíquota de 12%: 2.558/92) I . será computado o valor do ICMS já pago por ocasião da importação do produto.558/92) § 20.para efeito de complementação de alíquota do ICMS. Para os efeitos da alínea "b" do inciso XI. de modo que a carga tributária corresponda ao percentual indicado na alínea "a" do inciso I. na hipótese do item 1 da alínea "b" do inciso I.421/91 combinado com Dec. (Dec. 15. (Dec. (Dec.477/91) b) nas prestações interestaduais: (Dec.421/91 combinado com Dec. 15. 15. 15. O valor decorrente da redução prevista no inciso XXV deverá ser deduzido do preço do serviço. 15.23%. 15.a carga tributária será equivalente aos percentuais a seguir indicados: combinado com Dec.477/91) II . com alíquota de 12% (Dec.7% (três vírgula sete por cento).421/91 combinado com Dec.558/92) III . b) 3. 15. O disposto nos incisos X e XI do "caput" não se aplica quando a empresa de transporte adquirir lubrificantes ou combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo sem tributação do ICMS (Convênio ICMS 80/92).477/91) 1. (Dec.53% na hipótese do item 2 da alínea "b" do inciso I. com alíquota de 7%: 4.477/91) III .3% (seis vírgula três por cento).876/91 . (Dec.a carga tributária corresponderá aos seguintes percentuais: (Dec.558/92) I . 15. (Dec. 15. 15.558/92) 6. 15. no período de 01 de agosto a 31 de dezembro de 1991.para efeito de complementação de alíquota do ICMS.421/91 combinado com Dec. (Dec. 15. nas operações internas subseqüentes ali mencionadas. (Dec. 15. destinado a nãocontribuinte do ICMS. 15.0% (nove vírgula zero por cento). a carga tributária será a prevista na alínea "a" do inciso I. serão observadas as seguintes normas: 15. o Estado onde se localizar o destinatário do serviço de transporte exigirá a diferença.477/91) (Dec. (Dec. a carga tributária será a prevista na alínea "a" do inciso anterior.na prestação de serviço de transporte de pessoa ou de carga.558/92) 2. 15. 16. Na hipótese da alínea "a" do inciso XI.417/93) Decreto nº 14. será observado o seguinte: (Dec.477/91) (Dec. § 19.421/91 combinado com Dec. (Dec.477/91) (Dec.47%.77%.612/92) § 21.558/92) 1. Na hipótese do inciso XXII. 15. 15. com alíquota de 7% 3. 15. 15. 15. 15. 15.421/91 combinado com Dec.477/91) a) 1.421/91 combinado com Dec. 15.421/91 a) nas prestações internas: 6.908/92) § 22.421/91 combinado com Dec.876/91 DECRETO 14. 15.477/91) 2.§ 18. 9. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .558/92) a) nas prestações internas b) nas prestações interestaduais: (Dec.na prestação de serviço de transporte de pessoa ou de carga destinado a não-contribuinte do ICMS. 15. (Dec. 15.

21. A partir de 01 de janeiro de 2000. (Dec. Relativamente ao disposto no inciso XXVIII do "caput". no período de 01 de julho a 25 de outubro de 2000 (Convênio ICMS 65/2000). todos os meios e equipamentos necessários à prestação do serviço. para efeito de cálculo do ICMS ali previsto.o sistema referido no inciso anterior só poderá ser alterado mediante autorização da Diretoria de Administração Tributária .99) §26. 21. (Dec. a opção prevista no "caput" será exercida a cada exercício fiscal. 36. (Dec.247/2001) § 28 Relativamente ao disposto no inciso XXVII.01. 21. a partir de 1º de junho de 2011. quando fornecidos pela empresa prestadora.01.241/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.980/99) II – o descumprimento da condição prevista neste parágrafo implica na perda do benefício a partir do mês subseqüente àquele em que se verificar o inadimplemento. Na hipótese do inciso III. "b" do “caput”.atualizado até 30 junho 2011 . independentemente de sua natureza. 17. (Dec. (Dec. independentemente de qualquer comunicação.418/93) § 24. até 31 de março de 1993. observando-se: (Dec. A partir de 01 de janeiro de 1999.01.876/91 DECRETO 14. (Dec.99) II . observando-se: (Dec. respeitados os casos de suspensão da exigência do imposto ou diferimento do respectivo recolhimento previsto na legislação. 16. 21. a Associação Avícola de Pernambuco deverá comunicar à Diretoria de Administração Tributária .241/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. observar-se-á que.§ 23.a quantidade de milho a ser importado no primeiro semestre do referido ano. 21.99) I . (Dec. caracterizando-se pela sistemática adotada relativamente ao primeiro período fiscal. 21.477/94) § 25. deverá ser considerada toda e qualquer operação de saída.876/91 . 21.241/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. conforme o caso. (Dec.980/99) III – a reabilitação do contribuinte para a fruição do benefício fica condicionada ao recolhimento do débito fiscal remanescente ou ao pedido do seu parcelamento a partir do mês subseqüente ao da regularização. devem estar incluídos no preço total do serviço de comunicação (Convênio ICMS 20/2011). "b" do “caput”.711/2011) Decreto nº 14. Relativamente ao disposto no inciso XXIV. 23. a utilização do benefício previsto neste artigo fica condicionada ao regular cumprimento da obrigação tributária principal no prazo e forma previstos na legislação tributária. fica convalidada a utilização da redução da base de cálculo prevista na alínea "c" do mencionado inciso.DAT da Secretaria da Fazenda. (Dec.configura-se como sistema de recolhimento aquele adotado na emissão da primeira Nota Fiscal ou na apuração do primeiro período fiscal do exercício.980/99) § 27.DAT.980/99) I – a opção pelo benefício terá validade para cada ano civil.

de 29.95): (Dec.870/2006) a) 25% (vinte e cinco por cento): (Dec. 26.95): (Dec.111/96) 1. 26. 2. “d” ( Lei nº 11.529/2004) 4. "a". de 13. de 13. (Dec.2.07. (Dec.93. independentemente do nível de consumo.1.529/2004) 4.117/2009) 1.529/2004) 4.529/2004) 3.CAPÍTULO VII Da Alíquota Art. (Dec.89.295.89. 27.01. 22. realizadas com os produtos relacionados no Anexo 6 (Leis nº 10.92. e nº 11. de 15. de 29. (Dec.07. Lei nº 10.319. de 30. de 28. nas operações internas. 22.2001) 2.230/2003) 2. para consumo não-domiciliar.1. de 27. As alíquotas do imposto são as seguintes: I . bebidas alcoólicas. até 31 de dezembro de 2003. no período de 01 de agosto de 1989 a 31 de dezembro de 2003 (Lei nº 10.734/98) 2.2003).01.508.nas operações e prestações internas e de importação.07. (Dec.89).12.994/2005) 5.295.970/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. de 13.970/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01. conforme indicadas em cada hipótese: (Dec.362/2002) b) 20% (vinte por cento): (Dec. serviços de telecomunicação (Lei nº 12. observado o disposto na alínea "k" (Lei nº 12.230/2003) 2. (Dec. exceto aguardente de cana-deaçúcar ou de melaço.523. 20. no fornecimento de energia elétrica: (Dec. de 19.2.1.12. de 19. nas operações internas.529/2004) 3. 26. 26. até 31 de dezembro de 2003. para consumo domiciliar: (Dec. (Dec.928. 9º. 33.2. mantida a isenção prevista no art. XLVIII.12. 24. 33. de 30. no período de 01 de agosto de 1989 a 31 de dezembro de 2003.134.259.12. 22.12.523.12. até 31 de dezembro de 2001.1.01.230/2003) 2.07. 25. observado no disposto § 8°. (Dec. (Dec. 26.2000). a ser utilizado em processo de industrialização. gasolina. observado o disposto na alínea "k" (Lei nº 12. (Dec. de 24.117/2009) DECRETO 14. no fornecimento de energia elétrica para consumo domiciliar: (Dec. 9º. álcool anidro ou hidratado.876/91 . 19. e Lei nº 11. de 30. a partir de 01 de janeiro de 2001 (Lei nº 11. 26.01. inclusive de importação.Lei nº 10.1. 28.2002 (Lei nº 12. nas operações internas e de importação realizadas com os seguintes produtos para fins combustíveis.12.919. acima de 500 (quinhentos) quilowatts-hora/mês. 26.97). no período de 01 de janeiro a 31 de julho de 1993 e a partir de 01 de janeiro de 1996 (Lei nº 10. nas operações e prestações internas e de importação realizadas com os seguintes produtos e serviços.781. a partir de 01 de janeiro de 2004. observado o disposto no art.06.295.1. a partir de 01 de janeiro de 2001. nas operações e prestações internas.2001).111/96) 1. inclusive de importação. (Dec.2001) 6.89.12.135. inclusive importação.2003).306. de 301 KWh/mês (trezentos e um quilowatts-hora por mês) a 500 KWh/mês (quinhentos quilowatts-hora por mês) . realizadas com álcool nãocombustível. realizadas com querosene de aviação. de 29.2001). 26.1.970/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 919. XLVIII. nº 10.2000). a partir de 01.12. 19.2.2001) 3.atualizado até 30 junho 2011 . a partir de 01 de janeiro de 1996 (Lei nº 11.

12. (Dec.12.2006.96. conforme Anexo 37. de 08. (Dec.501. no período de 01 de novembro de 1995 a 31 de outubro de 1996 (Lei nº 11.05. nas prestações de serviço de transporte aéreo iniciadas ou prestadas no exterior.96.876/91 .587.97. com farinha de trigo. subseqüentes às promovidas pelo referido industrial.718.2. de 26. de 31.01. nas prestações internas de serviço de transporte aéreo.514.95.111/96) c) 14. de 01.354. de 23.111/96) 1.319. de 04.2003.501.1 internas.941. farinha de trigo. de 12. de estabelecimento industrial.409. 20. nas prestações do serviço de transporte aéreo de pessoa.345. a partir de 01 de janeiro de 1998 (Convênio ICMS 120/96. e 20. aí incluídas aquelas objeto de substituição tributária. 20.377/98) 3. Lei nº 11. que. de 12.2 internas e de importação.12. Lei nº12.211. nas operações internas e de importação. Lei nº 11.97).95).97). nº 16.97. não podendo a carga tributária resultante ser inferior a 12% (doze por cento).2005. Decreto nº 19. na saída. de 07. 19.11.438. Lei nº 12. (Dec.292.876/91 DECRETO 14. e pão.111/96) e) 12% (doze por cento): (Dec.2006).02. nº 19.409. 20.223. de 22. no período de 01 de agosto de 1993 a 31 de dezembro de 1995 (Leis nos 10.97. até 120 KWh/mês (cento e vinte quilowatts-hora por mês). de 26 de abril de 2002 (Lei nº 13.07. de 24. sejam tomadas por não-contribuinte ou a este destinadas. nas operações com trigo. de 12.111/96) d) 13.734/98) 4. de 22. Lei nº 13.211.111/96) 2. sendo interestaduais.457. (Dec.119. realizadas com gasolina. e Lei nº 11. de 15. quando se tratar de consumidor residencial de baixa renda.08. 19.96.97). de 02.2002.95). inscrito no CACEPE com atividade de moagem de trigo. carga e mala postal. e pão: (Dec.96). de 04. (Dec.12. (Dec.1.95). a partir de 01 de janeiro de 1998 (Lei nº 11.929.04. Lei nº 13. de 22. Decreto nº 18. no período de 01 de novembro de 1996 a 31 de dezembro de 1997 e a partir de 01 de janeiro de 1998 (Lei nº 11. (Dec. farinha de trigo. inclusive de importação.12. de 12. e Lei nº 11. Decreto nº 19. de 18.403. a partir de 01 de novembro de 2006.95).2004.97. a partir de 01 de janeiro de 1998 (Convênio ICMS 120/96. com trigo. de 20.734/98) 6. Decreto nº 14.117/2009) 2. Lei nº 12.1% (treze vírgula um por cento).97.928. nos termos da Lei Federal nº 10. 19.697.501. (Dec. de 29.12. 33.12. 19. 19. promovidas pelos estabelecimentos fabricantes ou importadores ou empresas concessionárias neste Estado.697/97) 2. Lei nº 12.962. de 29.04. nº 19.05. de 18.980.158. quando promovidas por estabelecimento industrial situado neste Estado. 19. de 01. 20.05.457. no período de 01 de outubro a 31 de dezembro de 1995 (Lei nº 11. bem como álcool anidro e hidratado. de 29. no período de 01 de julho a 30 de setembro de 1995.294. nas condições previstas na alínea anterior (Lei nº 11.95.98).4% (quatorze vírgula quatro por cento). Decreto nº 18.734/98) 5.2003.93 e 11.96.697/97) 2.10.07. inclusive pré-mistura. inclusive pré-mistura.12. (Dec.977. na condição de contribuinte-substituto. para fins combustíveis. e Decretos nº 19. de 20. de veículos automotores novos para transporte de passageiros.211. de 16. de 18. em decorrência da redução da base de cálculo do imposto (Lei nº 11.12.07. de 06.atualizado até 30 junho 2011 . no período de 01 de abril de 2002 a 31 de dezembro de 2010 (Lei nº 12.12.07.12. nas condições previstas na alínea "d". com os veículos automotores novos classificados de acordo com a NBM/SH.10.12. nas operações internas. (Dec. no período de 01 de abril a 30 de junho de 1995.01.190.04. 19.97 e Lei nº 11.

07. relacionados no Anexo 42-B. no período de 01 de janeiro de 2002 a 31 de agosto de 2004 ( Lei nº 12. (Dec. (Dec.941. de 07.334.1. a partir de 01 de setembro de 2004.97). no período de 29 de setembro de 2003 a 30 de junho de 2011.12. a partir de 08 de setembro de 2008. no período de 01 de janeiro de 1996 a 31 de dezembro de 2003 (Lei nº 11. de 11.2006) 3. de 11.2009). a partir de 1º de julho de 2011. 36.941.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE 13.710/2011) 8.2007. (Dec. 28. no período de 01 de janeiro de 2003 a 31 de dezembro de 2010 (Lei nº 12.atualizado até 30 junho 2011 .2003.031/2010) (Dec.876/91 DECRETO 14.12. nas operações internas para os destinatários respectivamente indicados.734/98) g) 4% (quatro por cento). e Lei nº 12.662. submetido.1. de 29.25.97). de 15.283.12.2004). de 27. e.09.2004). 35.2009). 28.1. 20. de 16.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE 13. a partir de 1º de julho de 2011. observado o disposto no § 9º: (Dec.929/2003) 1.09.05.2006) 1. (Dec.12.734/98) h) 17% (dezessete por cento).de 29.2003.456.2006. nas operações internas e de importação realizadas com: (Dec.684.734/98) i) nas operações realizadas com óleo diesel: (Dec.97.2008.95).501. e Lei nº 13.536/2010) 3.12. no período de 1º de janeiro de 2004 a 30 de junho de 2011. 36.2008. (Dec.EMTU. nas operações internas e de importação (Lei nº 12.429. e nº 11. de 22 de julho de 1997. Lei nº 12. relacionados no Anexo 42-A. de 01.929/2003) 1.718. relacionados no Anexo Único da Lei nº 11.C.09. (Dec. e nº 12.12.12.12.929.158. no período de 29 de setembro a 31 de dezembro de 2003 (Leis nº 12. 27.12.345.684. de 04. até 07 de setembro de 2008.929/2003) 1. empresas operadoras de linhas do sistema de transporte público de passageiros da Região Metropolitana do Recife – RMR. de 15 de dezembro de 1995. classificados na posição 8711 da NBM/SH. 8. de 07. de 18.2007. à gestão da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos . 29. relacionados no Anexo 42 . Lei nº 12. relacionados no Anexo 42-E. 29. 35.2003.05. com veículos novos motorizados.870/2006) 8. 20.2.2004.2001.870/2006) 8. a partir de 01 de agosto de 1997 (Lei nº 11. nas operações internas e de importação realizadas com os produtos de informática: (Dec. de 22. de 02.25. de 20.479/2004) 2.3. Lei nº 13. gipsita.710/2011) f) 7% (sete por cento).89).502. 20. promovidas por estabelecimentos fabricantes ou importadores ou empresas concessionárias neste Estado. internas e iniciadas ou prestadas no exterior.135.259.2. relacionados no Anexo 42-D.5% (oito vírgula cinco por cento). Lei nº 13. de 20.456.710/2011) 1. conforme relacionados no Anexo Único da Lei nº 11. Lei nº 12. de 19. de 22.457.3.12.2003). 18% (dezoito por cento). de 23.031/2010) 8. (Dec.01.283. (Dec.12. nas operações internas e de importação. no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 1997 (Lei nº 11.12. 7. gesso e derivados.536/2010) Decreto nº 14. observados os limites máximos de litros mensais discriminados a seguir: (Dec. nos demais casos (Lei nº 10.662.02. 35.876/91 .2005. (Dec. 17% (dezessete por cento). 35. e Lei nº 13.514. de 04. tipo motocicleta.12. nas prestações de serviço de transporte aéreo. Lei nº 13. (Dec. (Dec. Lei nº 13. (Dec.de 07.25. 36.12. 36. os produtos de informática: (Dec.01.710/2011) 2. do Consórcio de Transportes da Região Metropolitana do Recife CTM.

de 27. nas operações internas e de importação com os produtos relacionados no Anexo 45. quando se tratar de prestação interestadual de serviço de transporte aéreo.1.529/2004) II . observado o disposto no § 2º: alíquotas previstas no inciso anterior. (Dec.1.1. (Dec.12. nas condições ali estabelecidas. (Dec. 26. II .259.876/91 DECRETO 14.000 (quatrocentos e sessenta e oito mil) litros distribuídos da seguinte forma. fixarem alíquotas inferiores à mínima estabelecida pelo Senado. os limites mínimo e máximo fixados pelo Senado Federal. quando as mercadorias ou serviços sejam destinados a industrialização. 20. 35. a partir de 01 de janeiro de 1997. (Dec.nas prestações e operações de importação do exterior.362/2002) k) 27% (vinte e sete por cento).12. 20.536/2010) j) 28% (vinte e oito por cento).527/96) VI . 19. a partir de 01 de janeiro de 2004 (Lei nº 12. observado o disposto no § 2º: (Dec. a partir de 01.457. a partir de 1º de agosto de 2010. nas mesmas condições da alínea anterior (Resolução do Senado Federal nº 95/96 e Lei nº 11. atendidos. Decreto nº 14. observado o disposto no § 9º: (Dec.2 CTM. de 19.nas operações e prestações interestaduais.07. 20. de 22.000 (noventa e oito mil) litros.89). serão adotadas: I . 19. 35. comercialização ou produção. nas hipóteses previstas na Constituição Federal. no período de 13 de maio de 2006 a 30 de junho de 2010. fabricação de semi-elaborados.500.734/98) IV .97).2. na exportação de mercadorias ou serviços para o exterior: 13% (treze por cento). (Dec. § 2º Relativamente às operações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outra Unidade da Federação.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. ônibus utilizados no transporte complementar público de passageiros na RMR.nas operações e prestações interestaduais destinadas a contribuinte. 35. 35.734/98) a) 12% (doze por cento). 19.111/96) § 1º As alíquotas de que trata o "caput" poderão ser alteradas.a alíquota prevista no inciso III do "caput". 35.01. comercialização ou industrialização. 98. quando instituídos. até o limite de 468. (Dec.523. (Dec. (Dec.nas demais operações e prestações: 17% (dezessete por cento).3.000 (trezentos e setenta mil) litros.536/2010) 3.2003).000 (sete milhões e quinhentos mil) litros.876/91 .734/98) b) 4% (quatro por cento).até 15 de setembro de 1996. 370.111/96) III .2.2002 (Lei nº 12. submetidos à gestão das empresas a seguir indicadas. (Dec. mediante lei estadual: I . nas prestações internas e de importação de serviços de comunicação.111/96) V . (Dec.2.500. (Dec.2. 24.536/2010) 3. 8.000 (oito milhões e quinhentos mil) litros. quando previstas nas hipóteses do inciso I alíquota indicada na respectiva hipótese (Lei nº 10.01.2001). de 30.nas operações e prestações internas. nos termos de lei complementar. 19.nas operações e prestações internas.135. 7.1 Companhia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife – CTTU. a partir de 1º de julho de 2010. quando o destinatário for contribuinte do imposto. quando a mercadoria ou serviço não forem destinados a produção. quando os Estados e o Distrito Federal.536/2010) 3.536/2010) 3.

3. desde a sua origem. estabelecida em outra Unidade da Federação.2. 153. o imposto incidente em todas as operações com ouro. devendo constar. § 7º Na hipótese do parágrafo anterior.05.939/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.601/2000) § 6º Nas doações.as alíquotas previstas no inciso II do "caput".536/2010) 1. “i”. obras hidráulicas e outras obras semelhantes.500. de que trata o inciso I. será calculado com a alíquota de 1% (hum por cento).01. § 5º No período de 01 de junho de 1993 a 31 de maio de 2000. caberá à Unidade da Federação da localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual.328/2000 – EFEITOS SUSPENSOS ATÉ 30.Normal não for destacado ou for destacado a menor no documento fiscal. quando o destinatário não for contribuinte do imposto.SIMPLES-PE ou no Regime Simplificado de Recolhimento do ICMS para Restaurantes e Estabelecimentos Similares SIMPLES II-PE. prevista no inciso III do "caput". fornecedoras de óleo diesel. 3.01.09. § 8º No período de 01. na saída de mercadoria com destino a empresa de construção civil.536/2010) 1. até o dia 25 do mês imediatamente anterior ao da realização das operações. “i”. 22. 35. da Constituição Federal. e das respectivas distribuidoras de combustível. 8.5% (oito vírgula cinco por cento) fica condicionada: (Dec. do "caput" não se aplica ao contribuinte inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco CACEPE no Regime Simplificado de Recolhimento do ICMS . 29. CONFORME Dec. conforme o caso. 3. do caput.2. 22. será aplicada a alíquota de 12% (doze por cento). pela CTM.2002) § 9º Na hipótese do inciso I.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE I .atualizado até 30 junho 2011 . no período de 13 de maio de 2006 a 30 de junho de 2010.05. 35. da mencionada relação.2006) (Dec. "a". com indicação da quota do produto a que cada empresa operadora terá direito em relação ao limite de: (Dec. 35. ou na remessa de mercadoria para demonstração a contribuinte do imposto. dos correspondentes números de inscrição no Cadastro de Pessoa Física – CPF. à Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal – DPC da Secretaria da Fazenda: (Dec. do caput. observar-se-á: 13. aplicar-se-á a alíquota cabível para as operações interestaduais.2001.35.876/91 DECRETO 14.2001 a 31.000 (oito milhões e quinhentos mil) litros mensais. o ICMS complementar corresponderá à diferença entre o valor resultante da aplicação da alíquota interna e o da aplicação da alíquota interestadual. o disposto no inciso I. placas Decreto nº 14. § 4º Enquanto não editada a lei a que se refere o art. 7.500.2. 2. inclusive serviços auxiliares ou complementares.536/2010) 1. (Dec. § 3º Na hipótese do inciso I do parágrafo anterior. pela CTTU e pela CTM. 29. os nomes dos permissionários. quando o ICMS .2006) a) ao envio pelas empresas indicadas a seguir.1.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE 13. para as prestações e operações interestaduais.1. de relação das empresas operadoras referidas no inciso I.536/2010) 2. 23. (Dec. § 5º. (13) (Dec.a aplicação da alíquota de 8.000 (sete milhões e quinhentos mil) litros mensais. (Dec.876/91 .12.II . a partir de 1º de julho de 2010. inclusive brinde. e dos respectivos estabelecimentos adquirentes e distribuidoras de combustível fornecedoras de óleo diesel. de relação dos ônibus utilizados no transporte complementar público de passageiros na RMR. "i". situado em outra Unidade da Federação.2000.

“i”. 35.05.2006) V – A EMTU remeterá à GPC. do caput. 29. por permissionário.2006) b) calcular o imposto referido na alínea "a" aplicando. 1 e 2. conforme o disposto no inciso III. deverão aplicar.35.536/2010) b) à redução do preço do óleo diesel. (Dec. 3. utilizada para o cálculo da retenção do ICMS. 35. 29. 1. (Dec.876/91 . de até 2. por empresa operadora. (Dec. a diferença entre a mencionada alíquota reduzida.876/91 DECRETO 14. e nos volumes ali indicados. quando do fornecimento do óleo diesel para as distribuidoras de combustível.000 (dois mil) litros mensais. (Dec.536/2010) IV – na hipótese de fornecimento de óleo diesel em quantidade inferior àquela constante das relações de que trata o inciso I. “a” 1 e 2. prevista no mencionado inciso I.536/2010) III – a refinaria de petróleo ou as suas bases.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE 13. até o dia 15 do mês subseqüente ao da realização das operações.e chassis dos referidos ônibus. sobre a parcela do produto ali indicada. a este Estado. constantes da relação referida no inciso I. (Dec. a alíquota de 8. o valor do ICMS incidente sobre a parcela do produto não fornecido com alíquota reduzida 8. 29. a relação de que trata o inciso I. 35.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE 13. a distribuidora de combustível deverá: (Dec.536/2010) a) recolher.05. e aquela prevista para as demais operações com o produto. observados os prazos de recolhimento estabelecidos na legislação específica. em decorrência da redução da alíquota do produto.5% (oito vírgula cinco por cento). pela distribuidora de combustível. 29.2006) Decreto nº 14.5% (oito virgula cinco por cento). com cópia das Notas Fiscais relativas à aquisição do produto. até o último dia do mês anterior ao da realização das operações. relação contendo o consumo efetivo de óleo diesel.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE 13.atualizado até 30 junho 2011 .05.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE 13.05.2006) II – a Secretaria da Fazenda publicará mensalmente. “a”. com indicação do limite. (Dec. para efeito do cálculo da retenção do ICMS por substituição tributária. observado o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. (Dec. “a”.

III .527/96) § 2º A partir de 01 de novembro de 1996. IV . IX .o valor de outros créditos. X . observando-se.relativamente às operações de que trata o art. 23. 19.110/2006 e nº 14. apresentado na apuração anterior. destacado em documento fiscal idôneo. produção.335/2003. estes nas prestações interestaduais e intermunicipais. XXXI. será mantido apenas o crédito fiscal relativo à cana-de-açúcar empregada na fabricação do referido álcool.846/2000. DECRETO 14.522/2010) 1. contados da data de emissão do documento. Para fim de compensação do imposto que vier a ser devido. 27. na forma prevista neste Capítulo. SEÇÃO I Do Direito Art. industrialização. 32 e 34. O imposto é não-cumulativo.o saldo do imposto verificado a favor do contribuinte.CAPÍTULO VIII Do Crédito Fiscal Art. 19.o valor do imposto relativo à aquisição de embalagem a ser utilizada na saída de mercadoria sujeita ao imposto.o valor do imposto relativo à operação. compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadoria ou prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação com o montante cobrado nas anteriores pela mesma ou por outra Unidade da Federação. 14.876/91 . constitui crédito fiscal do contribuinte. 36. observados os arts. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .527/96) § 1º É assegurado ao sujeito passivo o direito de creditar-se do imposto. (Dec. além do disposto nos §§ 19 e 20. quando a mercadoria for fornecida com serviço não compreendido na competência tributária do Município. anteriormente cobrado em operações de que tenha resultado a entrada de mercadoria. que o direito ao mencionado crédito ocorrerá: (Dec. 19. no estabelecimento. ou o recebimento de serviço de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação. real ou simbólica. o direito de utilizar o crédito extingue-se depois de decorridos 5 (cinco) anos.o valor do imposto relativo aos serviços tomados de comunicação e transporte. nº 13.180/2001) (17) (Dec. 28. utilizados no processo de comercialização. conforme a legislação específica. para efeito de compensação do imposto. geração de energia elétrica. conforme os critérios estabelecidos no art. industrialização ou prestação de serviço de transporte e de comunicação. VIII . 23. ficando dispensado o estorno proporcional. V . para emprego no processo de produção ou industrialização. produto intermediário.294/2011): (Dec. II . 26.o valor do imposto relativo à aquisição de combustível e lubrificante empregados na produção.527/96) Art. 51: I . VI .o valor do imposto relativo a matéria-prima. nº 12. (Dec.o valor do imposto relativo à aquisição de produtos descartáveis. embalagem ou serviço. VII . extração de substâncias minerais e nas prestações de serviço de transporte e comunicação.180/2001) (17) a) no período de 1º de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2019 (Leis nº 11. relativamente ao serviço de comunicação. empregados por estabelecimento no fornecimento de mercadoria tributada pelo imposto. quando tenham sido prestados na execução de serviços da mesma natureza.o valor do imposto relativo à mercadoria recebida no processo de comercialização. O contribuinte somente poderá utilizar crédito fiscal.

industrialização ou produção. consumo que resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. (Dec.876/91 DECRETO 14. Decreto nº 14. quando utilizadas na produção.522/2010) § 1º O disposto neste artigo aplica-se à mercadoria cuja propriedade haja sido transferida antes de sua entrada no estabelecimento adquirente.110/2006 e nº 14. 23. (Dec.180/2001) (17) 3. extração. nº 12. usada ou consumida no estabelecimento (Leis nº 12.180/2001) (17) XIII .180/2001) (17) 2.180/2001) (17) 3. "a". 36. nº 12. quando sua utilização resultar em operação de saída ou prestação para o exterior.335/2003. nº 13.1. desprezado qualquer acréscimo.09.2.294/2011). 23.110/2006 e nº 14. nº 13.335/2003. 36.o valor do imposto relativo ao combustível ou à energia elétrica utilizados nos fogões. 23.335/2003. geração ou prestação dos serviços de transporte e de comunicação. observado o disposto nos §§ 24 e 25 (NR Lei nº 11.846. (Dec.522/2010) 3. 23.294/2011). desde que a operação ou prestação subseqüente a ser realizada pelo adquirente da mercadoria ou tomador do serviço seja debitada pelo imposto. quando for objeto de (Leis nº 11.atualizado até 30 junho 2011 . 36. de 22. 23.294/2011). (Dec. (Dec.180/2001) (17) 1. desde que constituam condição essencial à operação ou à prestação subseqüente. 30. observado o disposto no inciso XII. na proporção desta sobre as saídas ou prestações totais.110/2006 e nº 14. 23.3.522/2010) 3. nº 13. considera-se apenas o valor do imposto. nº 11.335/2003. (Dec.a partir de 1º de janeiro de 2020. na proporção destas sobre as saídas ou prestações totais.739/99. à entrada de mercadoria. a partir da mencionada data. § 3º Para efeito de crédito fiscal. igualmente. nº 13. (Dec.180/2001) (17) a) à energia elétrica: (Dec. § 2º Admitir-se-á. § 5º O disposto do parágrafo anterior não se aplica relativamente à hipótese em que o não destaque decorre de disposição normativa. (Dec.180/2001) (17) b) a partir de 01 de novembro de 1996.212/2007) XII . eletrodomésticos e sorveterias.2000). industrialização.294/2011): (Dec.2. até 31 de outubro de 1996.876/91 .408/96. o valor do imposto correspondente à entrada de mercadoria. destinada ao ativo permanente do estabelecimento. no período de 1º de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2019. 23. (Dec. desde que tais bens sejam imprescindíveis à obtenção e conservação da mercadoria objeto de comercialização. operação de saída da mesma mercadoria. (Dec.o valor do imposto correspondente: (Dec. § 4º Não será permitida a compensação do imposto não destacado em Nota Fiscal idônea. o crédito em relação a energia elétrica e outras fontes de energia. 23.522/2010) XI . destinada ao uso ou consumo do estabelecimento (Leis nº 11. usada ou consumida nos termos do inciso anterior e do § 2º. 36.110/2006 e nº 14. a partir da mencionada data.180/2001) (17) b) no período de 1º de março de 1989 a 31 de julho de 2000 e a partir de 1º de janeiro de 2020. consumo no processo de industrialização. no período de 1º de novembro de 1996 a 31 de julho de 2000 e a partir de 1º de janeiro de 2020.846/2000.1. sem as restrições previstas na alínea “a” (Leis nº 12.

poderá ser apropriado segundo critérios estabelecidos em portaria do Secretário da Fazenda.o crédito fiscal a ser apropriado será deduzido do crédito fiscal real a que tenha direito o produtor. Somente poderá beneficiar-se do crédito fiscal proveniente do recolhimento do imposto o contribuinte deste. observando-se: I . § 8º Mediante convênio homologado conforme o disposto em legislação específica.876/91 DECRETO 14. O disposto no parágrafo anterior não se aplica aos casos de utilização de percentual estimativo de crédito fiscal. se for verificado cálculo a menor. não será admitido crédito superior ao valor do tributo calculado sobre a base de cálculo legalmente prevista para a hipótese. O contribuinte que optar pelo benefício previsto no inciso XXXII do art. O estabelecimento poderá beneficiar-se antecipadamente do abatimento do imposto ainda não recolhido que deva como contribuinte-substituto. II . qualquer que tenha sido a base de cálculo adotada para o recolhimento do imposto devido pelo estabelecimento remetente.876/91 . Salvo o disposto no art. não é assegurado o direito ao crédito do imposto destacado em documento fiscal que indique como destinatário estabelecimento diverso daquele que o tenha registrado.o contribuinte-substituto emitir documento fiscal com destaque do imposto. a compensação do imposto poderá ser realizada através de uma percentagem fixa a título de montante do imposto relativamente às operações ou prestações anteriores. 14 só poderá utilizar crédito do imposto incidente sobre a mesma mercadoria. utilizados na produção agropecuária. se for comprovado cálculo a maior. II . § 12.atualizado até 30 junho 2011 . o contribuinte deverá creditar-se do valor do imposto destacado no documento fiscal. § 13. sob a condição de que o recolhimento venha a ser efetuado no prazo legal. a apropriação daquele saldo será admitida. O crédito fiscal relativo a mercadoria ou a serviço adquirido de contribuinte não-inscrito no CACEPE poderá ser utilizado quando ocorrer uma das seguintes hipóteses: I . cujo pagamento seja efetuado conjuntamente com o imposto de sua responsabilidade direta através do mesmo documento de arrecadação. O crédito fiscal relativo aos insumos. O disposto no parágrafo anterior não se aplica na hipótese de a operação ou a prestação estar sujeita a diferimento do recolhimento do imposto. § 2º. § 9º Na transferência de mercadoria. § 14. Decreto nº 14. desde que observados os requisitos para o crédito do imposto e o produtor comprove a real utilização dos insumos na produção. § 17. § 10.havendo saldo credor real a favor do produtor. § 15.§ 6º Na hipótese de cálculo do imposto em desacordo com as normas legais de incidência. § 11.o documento fiscal estiver acompanhado do respectivo documento de arrecadação. § 7º Na hipótese prevista no parágrafo anterior.32. somente será admitido o crédito do valor do imposto legalmente exigido. § 16. quando admitido pela legislação tributária. O não-pagamento do imposto de que trata o § 10 acarreta inexistência do respectivo crédito fiscal. inclusive frete. § 18.

calcular 1/48 (um quarenta e oito avos) do valor do crédito decorrente da aquisição para o ativo permanente. observado o disposto no § 25. 23. deverá ser observado o seguinte: (Dec.quanto às mencionadas mercadorias adquiridas no período de 01 de novembro de 1996 a 31 de julho de 2000. o importador deverá observar o seguinte: (Dec.769/94) I . às tributadas as saídas e prestações destinadas ao exterior.atualizado até 30 junho 2011 . A utilização intempestiva de crédito fiscal independe de comunicação à repartição fazendária ou de prévia autorização desta. § 1º (NR Lei nº 11.180/2001) (17) a) a apropriação será feita à razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) por mês.2000). sobre o valor obtido conforme item anterior. (Dec. Na impossibilidade ou dificuldade de determinar o valor do crédito. serão objeto de outro lançamento. o contribuinte poderá optar pela aplicação do percentual de 70% (setenta por cento) do valor do imposto destacado na Nota Fiscal de Serviço de Comunicação. de 22.a utilização do crédito relativo ao imposto incidente sobre a respectiva entrada da mercadoria importada somente poderá ocorrer após o recolhimento deste. (Dec. 600. Na hipótese do inciso X do "caput". A partir de 22 de julho de 1994. o percentual correspondente à proporção das saídas tributadas em relação ao total das saídas do mesmo período fiscal. (Dec. Para efeito do disposto no inciso XII.180/2001) (17) I . devendo este conter o valor em Real e em UFEPE. o montante do crédito a ser apropriado será o obtido da seguinte forma: (Dec. 23.180/2001) (17) II . aplicar. 23. 17. de 22.180/2001) (17) 2. o valor desta no dia do despacho aduaneiro da mercadoria. (Dec.180/2001) (17) 1. para aplicação do disposto no art.846. não será admitido o creditamento de que trata a alínea anterior. 17. equiparando-se. 23. 17. para UFEPE.769/94) § 23. (Dec. 23. 34.09.180/2001) (17) c) para aplicação do disposto nas alíneas "a" e "b". O disposto no inciso I do parágrafo anterior não se aplica em relação à importação do trigo. 23. para fim deste inciso.§ 19. § 20. nos termos de portaria do Secretário da Fazenda.2000): (Dec.769/94) II . tomando-se por base. quando autorizado pelo Fisco. do "caput". além do lançamento em conjunto com os demais créditos. para a conversão do mencionado valor em Real.o imposto referido no inciso anterior será recolhido em DAE especifico. para efeito da compensação prevista neste artigo e no artigo anterior. 15. (Dec. § 21.quanto às mencionadas mercadorias adquiridas a partir de 01 de agosto de 2000 (ACR Lei nº 11.530/92) § 22. em livro próprio ou de outra forma.09. (Dec. 23. o contribuinte deverá demonstrar no livro Registro de Entradas o critério adotado e o valor obtido.905/94) § 24.180/2001) (17) Decreto nº 14. nos termos do parágrafo anterior.876/91 . na hipótese do § 7º do art. relativamente aos créditos decorrentes de entrada de mercadorias no estabelecimento destinadas ao ativo permanente. 17. devendo a primeira fração ser apropriada no mês em que ocorrer a entrada no estabelecimento. podendo ocorrer inclusive quando houver reconstituição da escrita pela fiscalização ou pelo contribuinte.180/2001) (17) b) em cada período de apuração do imposto.876/91 DECRETO 14. em relação à proporção das operações de saídas ou prestações isentas ou não tributadas sobre o total das operações de saídas ou prestações efetuadas no mesmo período. 23. (Dec. (Dec.846. "b".

19. O saldo credor do imposto existente na data do encerramento das atividades de qualquer estabelecimento não é restituível ou transferível para outro estabelecimento.180/2001) (17) g) ao final do 48º (quadragésimo oitavo) mês contado da data da entrada do bem no estabelecimento. 23. esta deverá ser recolhida até o último dia do mês subseqüente ao do referido ajuste. o saldo remanescente do crédito não será utilizado. no mês do efetivo recebimento. antes de decorrido o prazo de 04 (quatro) anos contado da data de sua aquisição.340/2004) Art. esta será compensada com o pagamento referente ao período ou períodos seguintes. (Dec. no caso de mercadoria procedente de outra Unidade da Federação. o creditamento de que trata este parágrafo em relação à fração que corresponderia ao restante do quadriênio. Art. 19. 23. 27. 23. (Dec. (Dec. não será admitido. sob o código de receita 073-6. (Dec. 29. 30. nos termos de portaria do Secretário da Fazenda. “b”. O estabelecimento adquirente poderá utilizar o crédito fiscal relativo a mercadoria fornecida em processo contínuo. O disposto neste artigo não se aplica na hipótese de transferência de estoque de mercadoria em virtude de fusão.180/2001) (17) e) na hipótese de alienação dos bens do ativo permanente. para efeito da compensação prevista neste artigo e no artigo anterior. 23. 32. somente poderá ocorrer após o respectivo recolhimento.876/91 .527/96) SEÇÃO II Da Vedação Art. Ocorre a vedação da utilização do crédito fiscal quando a causa impeditiva de sua utilização for conhecida antes do respectivo lançamento fiscal. 23. autorizar o fornecedor a emitir o correspondente documento fiscal com data do período fiscal subseqüente ao mencionado fornecimento. sob a condição de que o respectivo imposto seja recolhido no mesmo prazo daquele do período fiscal do efetivo fornecimento da mercadoria. 19. concedido pela Secretaria da Fazenda. quando regime especial.atualizado até 30 junho 2011 . Não constituirá crédito fiscal do contribuinte o imposto relativo a operações ou prestações anteriores: Decreto nº 14.527/96) I . (Dec.d) o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) será proporcionalmente aumentado ou diminuído. sem prejuízo de posterior fiscalização. Parágrafo único. (Dec. (Dec.o ajuste de que trata este artigo far-se-á também por ocasião do desenquadramento do regime de estimativa ou do pedido de baixa por encerramento de atividades. 19. caso o período de apuração seja superior ou inferior a um mês.apurada diferença em favor do contribuinte. "pro rata die". (Dec.876/91 DECRETO 14. além do lançamento em conjunto com os demais créditos. e XIII do “caput”. para aplicação do disposto nas alíneas "a" a "e".apurada diferença em favor do Fisco. a partir da data da alienação.180/2001) (17) f) serão objeto de outro lançamento. em livro próprio ou de outra forma.527/96) § 26. será efetuado ajuste.527/96) II . observando-se: (Dec. transformação e incorporação de empresas ou de transferência de propriedade de estabelecimento. ao final de cada período objeto de estimativa. com base na escrituração regular do contribuinte. cisão.527/96) III . Na hipótese da estimativa mencionada no art. 31. (Dec. 19. A utilização do crédito previsto nos incisos XII. Art. quando relativo ao imposto correspondente à importação ou à diferença de alíquota.180/2001) (17) § 25.

876/91 DECRETO 14. forem beneficiadas por isenção.294/2011). 19.quando a mercadoria recebida tiver por finalidade: a) até 31 de outubro de 1996. 19.876/91 .até 31 de dezembro de 2019. § 24. Paraíba. promovidas pelo adquirente. 18.110/2006 e nº 14. VII .a partir de 01 de novembro de 1994. a partir de 01 de outubro de 1990. nº 13. proporcional à redução.527/96) XI . industrialização. utilizados no processo industrial. 36.060/94) X .294/2011).até 15 de setembro de 1996. integrar o ativo fixo do estabelecimento. V . o saldo remanescente do crédito relativo a bens do ativo permanente.527/96) III . industrialização ou geração. sendo a vedação. fabricação de semi-elaborado ou produção (Leis nº 11. excetuada aquela que se integrar no processo de comercialização. quando se tratar de estabelecimento industrial que se utilizar da base de cálculo reduzida em 83% (oitenta e três por cento) para os produtos arrolados na posição 7218 da NBM/SH. (Dec.quando a mercadoria recebida e utilizada no processo industrial não seja consumida ou não integre o produto.quando as operações ou as prestações estiverem acompanhadas de: a) documento fiscal inidôneo. não-incidência ou qualquer outra forma de exoneração tributária.522/2010) II . (Dec. as aquisições para o ativo permanente-investimento e os casos que forem definidos em portaria do Secretário de Fazenda. "e" e "g".110/2006 e nº 14. (Dec.527/96) b) até 31 de dezembro de 2019. salvo prova em contrário.a partir de 01 de agosto de 2000.527/96) IX . 19. presumindo-se como tais. nos termos do art.527/96) VIII . nesta hipótese. 19. (Dec. (Dec.335/2003. nº 12. além de outras hipóteses.408/96. (Dec. (Dec.I . 23.522/2010) VI . nº 13. Maranhão.180/2001) (17) Decreto nº 14. na hipótese de aquisição de castanha de caju "in natura" procedente dos Estados do Ceará. (Dec. nas saídas para o exterior.quando os serviços de transporte e de comunicação não forem utilizados pelo estabelecimento ao qual tenham sido prestados na execução de serviços da mesma natureza. conforme Anexo 4. (Dec. em substituição ao sistema normal de crédito e débito das operações ou prestações. quando a mercadoria ou o produto.quando se tratar de entradas de mercadorias ou utilização de serviços resultantes de operações ou prestações isentas ou não tributadas ou que se refiram a mercadorias ou serviços alheios à atividade do estabelecimento. na comercialização de mercadoria ou em processo de produção.atualizado até 30 junho 2011 .335/2003. 36. quando a Nota Fiscal relativa à operação não estiver acompanhada do respectivo documento de arrecadação. ressalvados os casos previstos na legislação em vigor. inclusive redução de alíquota ou de base de cálculo.quando as respectivas operações ou prestações posteriores. b) documento fiscal que indique como destinatário estabelecimento diverso daquele que o tenha registrado. II. ser utilizada ou consumida no próprio estabelecimento. IV . nº 12. c) via de documento fiscal que não seja a primeira. os veículos de transporte pessoal. 19. 28. inclusive de energia. não sejam nele consumidos ou não integrem o produto final na condição de elementos indispensáveis à sua composição (Leis nº 11.408/96.quando as operações ou prestações posteriores tiverem base de cálculo estabelecida em decreto do Poder Executivo. Piauí e Rio Grande do Norte.

§ 7º .Na hipótese de emissão de Aviso de Retenção. quando admitido.717/93) SEÇÃO III DO ESTORNO Art. o estabelecimento poderá creditar-se. 16. alíneas "a" e "b". sempre que a saída isenta. podendo o contribuinte creditar-se do valor do imposto constante do documento fiscal relativo à aquisição das respectivas mercadorias. "a" do “caput”. realizadas por outro estabelecimento.quando as mercadorias ali referidas ficarem sujeitas ao imposto por ocasião da saída.quando as mercadorias. 19.na 2ª via da Nota Fiscal originária ou cópia da 1ª (primeira) via desta. 33. II . forem objeto de operações posteriores. do art. § 5º O crédito fiscal de que trata este artigo será apropriado nas hipóteses legalmente admitidas na legislação tributária. 34. ou do imposto proporcional. § 6º É vedada.876/91 . não-tributada ou com redução de alíquota ou de base de cálculo seja relativa a produtos agropecuários. (Dec. Ocorre o estorno de crédito fiscal quando a causa impeditiva de sua utilização surgir após o respectivo lançamento fiscal.atualizado até 30 junho 2011 .527/96) I .717/93) § 8º O crédito lançado na forma do parágrafo anterior somente terá validade até o termo final do prazo previsto para recolhimento do correspondente imposto.717/93) II . O contribuinte procederá ao estorno do imposto de que se tenha creditado: Decreto nº 14. o estabelecimento que as praticar terá direito a creditar-se do imposto cobrado nas operações anteriores às isentas ou não-tributadas. 19.o estabelecimento recebedor da mercadoria. embora diverso do destinatário. tendo saído nas circunstâncias ali previstas. (Dec. "b" do “caput” não se aplica na hipótese de: I .a aquisição ser realizada através de posta de conta.§ 1º Na hipótese do inciso III. tal como disciplinada na legislação tributária. § 3º Na hipótese do inciso II do “caput”: (Dec. caso o respectivo crédito ainda não tenha sido utilizado. sujeitam-se à incidência do imposto na saída. respeitados os limites legais admitidos para a alíquota e para a base de cálculo do tributo. situar-se no mesmo Município deste e estar devidamente autorizado pela repartição fazendária competente.527/96) § 4º Caso as mercadorias referidas nas alíneas "a" e "b" do inciso I do "caput" e no inciso I. (Dec. ser da mesma natureza do estabelecimento destinatário. 16. 19. a utilização de crédito fiscal relativo a transporte sob cláusula CIF. cujo cumprimento é condição para o adquirente receber a 1ª (primeira) via retida do respectivo documento fiscal. para o destinatário da mercadoria. (Dec.527/96) II . (Dec. pertencer à mesma pessoa jurídica. do imposto relativo à entrada da mercadoria. 34 sejam desviadas de suas finalidades. o crédito será admitido após sanadas as irregularidades causadoras da inidoneidade do documento fiscal.717/93) I .na Nota Fiscal Avulsa emitida em substituição à Nota Fiscal referida no inciso anterior. no caso de redução de alíquota ou de base de cálculo. na mesma proporção da saída tributada. § 2º O disposto no inciso III. Art. o lançamento do crédito fiscal relativo à respectiva Nota Fiscal poderá ser efetuada com base: (Dec.876/91 DECRETO 14. 16. 16. tributadas ou sem redução de alíquota ou de base de cálculo.

presumindo-se nestas condições. 36. conforme Anexo 4. nº 13.110/2006 e nº 14. contados da data de sua aquisição. 23. desde que o produto final seja destinado à exportação para o exterior ou nas hipóteses previstas no art.527/96) VIII .357/2010) II . furto ou extravio. hipótese em que o estorno será feito no valor correspondente à diferença constatada. não-incidência ou qualquer outra forma de exoneração tributária. (Dec.522/2010) c) perecer. a matéria-prima e a mão-de-obra direta. proporcional à redução. relativamente a bens do ativo permanente adquiridos no período de 01 de novembro de 1996 a 31 de julho de 2000 (NR Lei nº 11.408/96.até 15 de setembro de 1996. 23. 19. (Dec. nº 11.527/96) VI . de 22. sendo o estorno. o estorno será proporcional à saída ou à prestação não tributada. (Dec. (Dec. do art. 3º.no período de 01 de outubro de 1990 a 15 de setembro de 1996. ou. ou as mercadorias que tenham entrado no estabelecimento. tornar-se imprestável para qualquer finalidade da qual resulte fato gerador do imposto. hipótese em que o estorno será de 20% (vinte por cento) por ano ou fração que faltar para completar o qüinqüênio (NR Lei nº 11.294/2011).876/91 . ressalvados os casos previstos na legislação em vigor.335/2003 . nesta hipótese.180/2001) (17) I . (Dec. 35.em qualquer período de apuração do imposto.09. 19. além de outras hipóteses.527/96) V . quando houver diferença a maior resultante do confronto entre os créditos e débitos referentes às operações interestaduais previstas nos incisos XII e XIII. LXVIII e LXIX. 19. (Dec. do art. observando-se.I . nº 12. 19.quando o mencionado crédito for relativo a bens do ativo permanente adquiridos no período de 01 de novembro de 1996 a 31 de julho de 2000 e alienados antes de decorrido o prazo de 5 (cinco) anos.a partir de 18 de julho de 1991.investimento e os casos que forem definidos em portaria do Secretário da Fazenda.527/96) IV .quando as operações ou as prestações subseqüentes forem beneficiadas por redução de alíquota ou de base de cálculo. observado o disposto no § 35.846.quando as operações ou as prestações subseqüentes forem beneficiadas por isenção. em se tratando de transferência.739/99. 14 e no art. 19. as aquisições para o ativo permanente . os veículos de transporte pessoal. composto este apenas dos elementos primários.2000): (Dec. (Dec. quando se tratar de estabelecimento industrial que se utilizar da base de cálculo reduzida em 83% (oitenta e três por cento) para os produtos arrolados na posição 7218 da NBM/SH.quando a mercadoria adquirida: a) até 31 de outubro de 1996. ou para locação. for objeto de roubo. for integrada ao ativo fixo.atualizado até 30 junho 2011 . comodato ou arrendamento mercantil a terceiros (Leis nº 11. até 31 de dezembro de 1997 e no período de 1º de janeiro de 1998 a 31 de dezembro de 2019. mais de 50% (cinqüenta por cento) do custo da produção industrial. quando deteriorada. salvo prova em contrário. (Dec.876/91 DECRETO 14. 15. de 22. se bens do ativo permanente forem utilizados para produção de mercadorias cuja saída resulte de operações ou prestações Decreto nº 14. quando a mercadoria adquirida for de origem animal ou vegetal e represente. 45. individualmente. vierem a ser utilizados em fim alheio à atividade do estabelecimento. ressalvados os casos previstos na legislação tributária em vigor. observado o disposto nos incisos XV e XXI e §§ 19 a 21.846. nas saídas para o exterior.2000). 9º. 19. (Dec.09.quando os serviços tomados. 24 e 40.527/96) III .527/96) b) for utilizada para uso ou consumo do próprio estabelecimento.154/91) VII .180/2001) (17) § 1º Quando uma mercadoria adquirida ou um serviço recebido resultar em saída tributada e não tributada pelo imposto. (Dec.

em cada período de apuração do imposto. 19. § 24.527/96) II . 19. o montante do estorno previsto no inciso anterior será o que se obtiver multiplicando-se o respectivo crédito original pelo fator igual a um sessenta avos da relação entre a soma das saídas e prestações isentas e nãotributadas e o total das saídas e prestações no mesmo período.527/96) III .527/96) a) para efeito do disposto neste inciso. Decreto nº 14. 19. as saídas e prestações com destino ao exterior equiparam-se às tributadas.527/96) IV . 19. o saldo remanescente do crédito será cancelado.isentas ou não-tributadas ou beneficiadas com redução de alíquota ou de base de cálculo. “pro rata die”. § 24. conforme o art. (Dec. 19. 28. (Dec. caso o período de apuração seja superior ou inferior a um mês.876/91 DECRETO 14.527/96) b) o quociente de um sessenta avos será proporcionalmente aumentado ou diminuído. mediante a aplicação da alíquota vigente para a respectiva operação. 28. (Dec. observando-se: (Dec. haverá estorno dos créditos escriturados. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. o imposto a estornar será calculado sobre o preço de aquisição ou prestação mais recente. 19.o montante que resultar da aplicação do disposto nos incisos I e II será lançado no livro próprio como estorno de crédito.876/91 . de modo a não mais ocasionar estornos.ao fim do quinto ano contado da data do lançamento a que se refere o art.527/96) § 2º Havendo mais de uma aquisição ou prestação e sendo impossível determinar a qual delas corresponde a mercadoria ou o serviço.

farelo e torta de amendoim.na saída para o exterior de milho degerminado. conforme a hipótese. em decorrência da aplicação do disposto no art. será de valor correspondente àquele constante da Nota Fiscal de aquisição. resultar acúmulo de crédito do imposto. no percentual previsto para o estorno no inciso I. Para fim do disposto no § 9º. "a" e "d". a saída de mercadoria por preço inferior ao custo. § 8º Entende-se como redução de base de cálculo. § 13. § 11. de carne.na saída isenta de óleo de soja para os estabelecimentos a que se refere o art. óleo de soja. os dois últimos a partir de 01 de janeiro de 1988: 100% (cem por cento). § 5º O disposto no inciso II do "caput" não se aplica quando as operações ou prestações subseqüentes constituírem hipótese de suspensão ou diferimento do imposto. de milho. Na saída de impressos personalizados na forma do art. será exigido o estorno a que se refere o inciso IV do "caput". o sujeito passivo deverá efetuar o estorno do imposto tomando por pagamento a última entrada. LXVIII. § 9º Na hipótese de estorno ou de pagamento do imposto diferido. o estorno ou o pagamento do imposto diferido poderá ser efetuado observando-se: I . será exigido o pagamento do imposto. b) café descafeinado. será exigido o respectivo estorno. sucos de laranja. Na hipótese de. tomar-se-ão tantas aquisições quantas bastarem para assegurar a totalidade da mercadoria cuja saída tenha determinado o estorno. de ostra. § 7º Na hipótese do inciso III do "caput". café solúvel.876/91 . o valor do estorno será proporcional à redução da base de cálculo.na saída para o exterior dos produtos abaixo relacionados. III . XLIII. § 6º O estorno de que trata o inciso II do "caput" aplica-se inclusive na hipótese de o contribuinte utilizar-se de crédito presumido ou outra forma de crédito prevista na legislação tributária. para efeito do inciso III do "caput". 14.876/91 DECRETO 14. 9º. abacaxi e tangerina. de algodão. I. considerando-se da mais recente para a mais antiga. § 10. "a". II . deverá o estabelecimento gráfico proceder ao estorno do crédito fiscal relativo aos insumos neles utilizados. incidente na aquisição dos insumos. quando a quantidade de mercadoria relativa à aquisição mais recente for inferior à quantidade de mercadoria objeto do imposto a ser estornado. § 4º Caso o contribuinte não disponha de controles que possibilitem adoção dos critérios indicados nos §§ 2º e 3º. 9º.§ 3º Na hipótese do parágrafo anterior. observado o disposto no § 34. e no § 14. milho degerminado.atualizado até 30 junho 2011 . O imposto a estornar. nas hipóteses previstas nas alíneas "a" e "b" do inciso I do "caput". considerado este como o preço da mercadoria inclusive o respectivo imposto. § 12. correspondente aos seguintes percentuais sobre o valor do imposto incidente sobre a matéria-prima empregada na sua fabricação: a) farinha de peixe. quando houver diferimento ou suspensão do imposto. de trigo e de babaçu: 50% (cinqüenta por cento). XXVI. portaria do Secretário da Fazenda poderá dispor sobre definição de parâmetros e percentuais para determinação do imposto a ser estornado ou a ser pago. de osso e de sangue. poderá o contribuinte efetuar o estorno dos créditos fiscais ou o pagamento do ICMS diferido. maracujá. na proporção de 8% (oito por cento) do Decreto nº 14.

a partir de 01 de janeiro de 1994 (Convênio ICMS 145/ 92).417/93) a) 9% (nove por cento) sobre o preço mínimo do registro. "b". essências e concentrados de café: (Dec. III .762/93) II . (Dec.1% (onze vírgula um por cento). respectivamente. maracujá. 16. no período de 16 de julho de 1992 a 31 de dezembro de 1993 (Convênios ICMS 57/92 e 145/92). para efeito do disposto no § 13. VI .5% (oito vírgula cinco por cento) ou 6% (seis por cento). ainda. (Dec. 16. 16.876/91 .valor FOB apurado com base na média das cotações da penúltima semana à taxa de câmbio vigente na data da emissão da Nota Fiscal. quanto à matéria-prima oriunda desta ou de outra Unidade da Federação. será considerado.o estorno dos créditos. 16. Relativamente ao café solúvel. "b".762/93) a) 7% (sete por cento) sobre o valor FOB de exportação. § 17. óleo de soja e milho degerminado. Decreto nº 14.milho degerminado: 6% (seis por cento). Como alternativa de cálculo do estorno de que trata o inciso I do parágrafo anterior. constante da guia de exportação. o valor do custo de produção industrial pertinente aos gastos feitos para industrializar a matéria .417/93) (Dec. até 15 de julho de 1992. (Dec.762/93) § 16.em importância equivalente à aplicação de: (Dec. b) 7% (sete por cento) sobre o valor FOB de exportação. No que se refere a café solúvel.suco de laranja.762/93) b) 9% (nove por cento) do valor FOB de exportação. "b". (Dec. de milho e de trigo: 5% (cinco por cento). no período de 01 de março de 1989 a 31 de dezembro de 1990. 16. Para efeito do disposto no § 13. relativamente ao café solúvel.relativamente a extratos. O percentual de que trata o § 9º deverá corresponder à relação existente entre o imposto a ser estornado ou a ser pago e o respectivo valor tomado como parâmetro para aplicação do respectivo percentual.farelo e torta de babaçu: 6% (seis por cento). II .farelo e torta de soja: 11. V . o contribuinte poderá efetuar o estorno de acordo com as seguintes normas: (Dec. 16. I.prima.762/93) c) 9% (nove por cento) sobre o valor FOB de exportação. quando não for conhecido o valor exato da matéria-prima. 16. a partir de 01 de janeiro de 1994 (Convênio ICMS 145/92). poderá o contribuinte aplicar os seguintes percentuais sobre o valor FOB. I. IV .876/91 DECRETO 14. I. § 14.atualizado até 30 junho 2011 .762/93) I . 16. de algodão. § 18.farelo e torta de amendoim. poderá corresponder ao valor integral do imposto que tenha incidido na aquisição da matéria-prima utilizada na obtenção do produto exportado. tangerina ou abacaxi: 8. em substituição ao disposto no § 13. no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 1993 (Convênio ICMS 145/92). § 15. (Dec.óleo de soja: 8% (oito por cento). nas exportações de café solúvel. 16.762/93) III . será considerado o valor médio das aquisições mais recentes em quantidades suficientes para produzir o volume exportado no período. para os produtos adiante discriminados: I .

"b". quando houver opção para cálculo sobre o valor FOB da exportação. "a". "a". até os limites tecnicamente aceitos para a respectiva atividade. § 23. Havendo simultaneidade de incidência entre as regras indicadas no inciso IV do "caput" e §§ 13. 14 e 15 e as regras do art. 7º. § 20. IV. § 29. Nas saídas de produtos industrializados para o exterior em que incida a regra do estorno de crédito ou o pagamento do imposto diferido ou suspenso incidente sobre as matériasprimas utilizadas na fabricação das mercadorias exportadas. § 3º. "in natura" ou não. pela taxa cambial vigente na data do efetivo pagamento ou da realização do estorno. de acordo com a correspondente sistemática de apuração da não-cumulatividade do imposto. 34. O disposto no inciso IV do "caput" aplica-se à hipótese prevista no inciso LXXVI do art. Decreto nº 14. Quando. Para efeito do disposto no art. Quando houver fechamento antecipado do contrato de câmbio. 7º.876/91 . Para fim do disposto no art. observado o disposto no art. 690.apresentar ao Fisco. será este convertido em moeda nacional. § 3º. o estorno de que trata o inciso IV do "caput" será integral. entende-se como matéria-prima qualquer bem. antecipar o estorno ou pagamento previstos no parágrafo anterior.§ 19. 47. comercialização ou industrialização. na hipótese do inciso IV do "caput". § 28. Não se exigirá a anulação do crédito relativo às entradas que corresponderem às operações de que trata o art. será rateada entre as mercadorias.requerer a adoção do procedimento à Secretaria da Fazenda. apresentando laudo técnico relativo às perdas inerentes ao processo. observado o disposto no art. será adotado. § 25. maracujá. 9º. na proporção da respectiva participação na fabricação do produto final. relativamente ao suco de laranja. 47.atualizado até 30 junho 2011 . § 24. conforme o caso. quando solicitado. A partir de 01 de janeiro de 1991. 34. a mão-de-obra direta. § 31. a parte interessada deverá: I . Para fim do disposto no parágrafo anterior.876/91 DECRETO 14. "c". II . comprovação legal que autorize o percentual e as hipóteses aplicáveis ao evento. o valor de custo da produção industrial. abacaxi e tangerina. O disposto no inciso II do "caput" não se aplica à remessa de mercadoria para depósito fechado ou armazém . VII. até 30 de junho de 1990. I. I. a partir de 01 de janeiro de 1988. composto este apenas dos elementos primários e matéria-prima básica e a mão-de-obra direta. Não se exigirá a anulação do crédito por ocasião das saídas para o exterior dos produtos industrializados constantes de lista a ser definida em convênio homologado conforme dispuser legislação específica. I. utilizado na fabricação de um produto. § 22. o contribuinte poderá também. O estorno deverá ser procedido. observados os limites fixados pelo Senado Federal. à taxa cambial vigente na data do embarque da mercadoria para o exterior. quando situados dentro do Estado. prevalecerão estas últimas. O estorno parcial ou integral de crédito ou o pagamento parcial ou integral do imposto diferido poderá ser efetuado nos termos determinados em lei complementar ou convênio homologado conforme dispuser legislação específica. § 26. § 30.geral. componente do custo industrial. não se entende como perda ou perecimento a quebra de peso ou de quantidade inerente ao processo de produção. I. efetuando-se a conversão. antes da data do embarque. § 27. § 33. Para efeito do estorno de que trata o § 13. para esse efeito. e do art. § 21. for utilizada mais de uma mercadoria de origem animal ou vegetal. § 32.

na observância das exigências e instruções específicas estabelecidas para beneficiário do crédito presumido.§ 34. à mercadoria que tenha sido destruída em decorrência de incêndio.357/2010) SEÇÃO IV Do Crédito Presumido Art. produtos classificados nos códigos 17. Maraial. § 2º O crédito presumido poderá ser outorgado em complementação a outro crédito já utilizado. Fica concedido crédito presumido: (Dec.ao estabelecimento comercial que tenha adquirido. desde que: (Dec. 35. O disposto no inciso I.na proibição de utilização com idêntico benefício já concedido em operações anteriores. Jaqueira. II . relativamente às operações ou às prestações nos valores e formas indicados em convênio homologado conforme dispuser legislação específica.357/2010) II – a partir de 1º de maio de 2010. 36. 35. Correntes. Primavera. o disposto nos arts. Cortês.8%. do caput não se aplica: (Dec. III . na hipótese de os eventos ali mencionados serem decorrentes das fortes chuvas que assolaram este Estado no mês de junho de 2010. em estabelecimento de contribuinte. e nas saídas tributadas de suínos.876/91 . (Dec. 35. Barra de Guabiraba.atualizado até 30 junho 2011 .357/2010) b) seja comprovada a ocorrência dos eventos mediante laudo pericial fornecido pela Polícia Civil. concedido na forma desta Seção.255/2007) I . conforme o caso. “b”. (Dec.02900401 com isenção ou nãoincidência do imposto.03109999 e 17. Art. Barreiros. a concessão de crédito presumido importa: I . b) operações interestaduais: 7.na absorção de parte ou da totalidade de outros créditos fiscais. 17. Catende.até 31 de agosto de 1989. São Benedito do Sul e Vitória de Santo Antão. 35. Será concedido crédito presumido do imposto. nas entradas de suínos para abate. para fim de exportação. aplicando-se as normas de vedação de sua utilização ou de estorno. 35. o respectivo valor ficará sujeito aos acréscimos legais cabíveis. Decreto nº 14. Palmares. de tal forma que o valor do imposto a pagar não seja inferior a: a) operações internas: 11. “c”. 32 e 34. § 35. independentemente do domicílio fiscal do contribuinte. § 1º Salvo disposição expressa em contrário. conforme a hipótese. (Dec. 35. § 4º Aplica-se ao crédito presumido. Corpo de Bombeiros ou Coordenadoria de Defesa Civil de Pernambuco – CODECIPE.357/2010) I – a partir de 1º de junho de 2010.05%.876/91 DECRETO 14. II . § 3º A inobservância das condições exigidas pela legislação tributária constituirá hipótese de perda do direito do correspondente crédito presumido.357/2010) a) o estabelecimento adquirente da mercadoria existente em estoque na data da ocorrência do evento esteja situado nos Municípios de Água Preta.03100100. Quando o estorno for efetuado fora do período fiscal de competência. observado o disposto no inciso I. 30.

máquinas.393/96) Bobinas e chapas finas a quente e 12. no período de 01 de janeiro de 1998 a 31 de março de 2003.876/91 DECRETO 14. em montante igual a 50% (cinqüenta por cento) do valor do imposto incidente na mencionada operação de saída (Convênios ICMS 59/91. resulte diferença a menor.326/95) VI .364/98 . com os percentuais ali estabelecidos. 12.04.no período de 17 de outubro de 1991 a 31 de dezembro de 1993 (Convênio ICMS 148/92).876/91 . tratores.2003) a) nos períodos de 26 de julho a 31 de dezembro de 1994 (Convênio ICMS 67/94). 9º. (Dec.393/96) 6. com a isenção prevista no art.04.393/96) 2. 19.5% (Dec.ao estabelecimento industrial adquirente.393/96) Bobinas de aço inoxidável a quente e a 12. promovida por estabelecimento que a tenha recebido diretamente do autor. 19. 12.325/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01. para fruição do benefício. equipamentos e implementos agrícolas e industriais adquiridos com a isenção prevista nos incisos XXIII. 15.2% (Dec. 19.445/93) VII . 19. (Dec.ao contribuinte que. “b”. 20. os produtos elencados no item 1. na saída de obra de arte. do confronto ali mencionado.325/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01.atualizado até 30 junho 2011 . no valor de 20% ( vinte por cento) do imposto pago na operação. em favor do estabelecimento industrial adquirente.393/96) frio. divididos em parcelas iguais. de 01 de outubro de 1996 a 31 de março de 2000.04. nas operações de que trata o inciso XXXIX do art.98) POSIÇÃO NA NBM/SH 7210 7212 7209 7208 7211 7219 7220 PRODUTO Bobinas e chapas zincadas. 16. considerando: (Dec.2003) 3. Bobinas e chapas finas a frio.EFEITOS A PARTIR DE 01. possuía.325/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. 9º. 25.393/96) 8.2003) 1.2% (Dec. 25. exigindo-se. 15.154/91) IV . observadas as condições e forma estabelecidas em portaria do Secretário da Fazenda. no valor resultante da aplicação dos percentuais a seguir indicados sobre o valor da operação de entrada dos seguintes produtos.III . 14. desde que. nas operações referidas no inciso VI do art.2% (doze vírgula dois por cento). 19.5% (Dec. XXIV e XXV do art. hipótese em que o benefício será de igual valor àquele correspondente à diferença apurada. a partir de 01 de abril de 2003. 19. Tiras de bobinas a quente e a frio. (Dec. 18. XXXI. em 31 de julho de 1991.04.393/96) chapas grossas. PERCENTUAL 6. (Dec.a partir de 18 de julho de 1991. 25.2003) Decreto nº 14. Tiras de aço inoxidável a quente e a frio. 34. em estoque. 19. 148/92 e 151/94). de 01 de abril de 2000 a 31 de março de 2003 e a partir de 01 de abril de 2003. Tiras de chapas zincadas. nos termos de portaria do Secretário da Fazenda.2% (Dec.01. 25. que o estabelecimento beneficiário esteja credenciado.0% (Dec. durante 12 (doze) meses.325/2003EFEITOS A PARTIR DE 01.251/91) V . até 31 de dezembro de 1997: (Dec. (Dec.2% (Dec. o percentual correspondente aos produtos relacionados no item 1: 12.no período de 01 de outubro de 1991 a 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995. mantidos os demais créditos e observado o disposto nos §§ 11 e 13: (Dec.

21. 21.245/98) 1. (Dec.906/94) POSIÇÃO NA NBM/SH 7207 PRODUTO Produto de aço não ligado PERCENTUAL 12. (Dec. quando se tratar de substituição de equipamento diverso de ECF.000. cuja receita bruta apurada no ano imediatamente anterior ao do referido benefício não tenha ultrapassado o valor de R$ 360. 50% (cinqüenta por cento) do valor de cada parcela do contrato do equipamento a ser utilizado.00 (trezentos e sessenta mil reais). 21. (Dec. na saída que promover de doces. quando se tratar do primeiro equipamento adquirido ou. independentemente da receita bruta anual. não considerados os acréscimos moratórios e desde que a empresa arrendadora tenha adquirido o equipamento de contribuinte regularmente estabelecido neste Estado. (Dec. 21.245/98) 1. e a 30% (trinta por cento).1.245/98) a) no período de 01 de outubro de 1996 a 31 de dezembro de 1997: 50% (cinqüenta por cento) do valor da aquisição.00 (trezentos e sessenta mil reais). nos períodos de 01 de setembro de 1997 a 31 de março de 2000 e de 01 de abril de 2000 a 31 de março de 2003. mediante entrega do mesmo à SEFAZ.b) a partir de 01 de outubro até 31 de dezembro de 1994: (Dec.25. 21. vedada a utilização de quaisquer outros créditos. até 100% (cem por cento) do respectivo valor de aquisição: (Dec. adquiridos dentro do Estado.245/98) 1.ao contribuinte adquirente de Equipamento Emissor de Cupom Fiscal – ECF e dos respectivos acessórios.245/98) IX . 21. 21.3.2% VIII . paga mensalmente.ao estabelecimento industrial.245/98) c) no período de 01 de setembro a 31 de dezembro de 1998: (Dec.245/98) b) no período de 01 de novembro de 1996 a 31 de dezembro de 1997: (Dec. não sendo o primeiro. (Dec. e empregados exclusivamente no processo de fabricação dos mencionados produtos pelo industrial. observada a respectiva classificação NBM/SH.876/91 DECRETO 14. obedecidos os limites e as condições estabelecidos no § 12.245/98) 1. produtos derivados do tomate e conservas vegetais.303/2003) Decreto nº 14. para contribuintes inscritos no regime microempresa. no período de 01 de setembro de 1996 a 31 de agosto de 1997. no valor correspondente a 40% (quarenta por cento). não considerados os acréscimos moratórios e desde que a empresa arrendadora tenha adquirido o equipamento de contribuinte regularmente estabelecido neste Estado.245/98) 3. nos seguintes percentuais: (Dec. bem como de polpa de fruta e outros produtos. (Dec.245/98) 2. quando o adquirente entregue à Secretaria da Fazenda o equipamento diverso de ECF que esteja sendo utilizado antes da mencionada aquisição. 21. para contribuintes cuja receita bruta apurada no ano imediatamente anterior ao do referido benefício tenha ultrapassado R$ 360. 21.atualizado até 30 junho 2011 . paga mensalmente. 21.876/91 . (Dec. nos casos de arrendamento mercantil ("leasing") : 50% (cinqüenta por cento) do valor de cada parcela do contrato do equipamento a ser utilizado. 17. 21. sobre o valor do ICMS relativo aos insumos e embalagens. que estejam relacionados no Anexo 23.000.2. até 50% (cinqüenta por cento) do respectivo valor de aquisição. 21. 100% (cem por cento) do valor da aquisição.245/98) 2. para contribuintes inscritos no regime normal. observando-se: (Dec. em cada período fiscal. (Dec.245/98) 1. nos casos de arrendamento mercantil ("leasing").

(Dec.303/2003) XI . vedada a utilização de quaisquer outros créditos. bem como.ao estabelecimento industrial.952/97) 2.25. observadas as normas previstas nas alíneas "a" a "d" do inciso anterior.405/96) d) fica convalidada a utilização de outros créditos. (Dec.932/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29. 19. a partir de 29 de setembro de 2003. não devendo ser utilizado cumulativamente: 21.relativamente às seguintes hipóteses. desde que respeitado o limite previsto na alínea "a". a) no período de 01.199/2000) d) ficam convalidadas as prestações de serviço de transporte realizadas por transportador autônomo. nas condições previstas neste inciso.a) o crédito referido neste inciso não poderá ser superior a 60% (sessenta por cento) do imposto apurado no respectivo período fiscal. (Dec. (Dec.876/91 DECRETO 14.RUDFTO de cada estabelecimento. (Dec. (Dec.03.188/2003) XII . calculado sobre o imposto incidente na respectiva saída de vinhos.303/2003) X . nas operações interestaduais. no percentual de 20% (vinte por cento) do valor do imposto devido na prestação. 24. 22.841/97) c) a partir de 01 de janeiro de 2000.2003) e) a partir de 03 de novembro de 2003.09. 19. em montante correspondente a 30% (trinta por cento) do valor do ICMS relativo à respectiva saída. (Dec. opcionalmente. (Dec. 95/99 e 85/2003): (Dec. 23. (Dec. 05/99 e 59/99): (Dec. nos seguintes percentuais (Convênios ICMS 95/96. observandose. 26. 19. 19.876/91 . no período de 01 de janeiro de 1997 a 28 de setembro de 2003.405/96) c) perderá o direito ao estímulo a empresa que não regularizar o pagamento do crédito tributário definitivamente constituído na esfera administrativa.06.97 a 30. ficando vedado o transporte da parcela excedente para período fiscal subseqüente. na saída de polpa de tomate que promover.720/2001) 1. aos estabelecimentos prestadores de serviço de transporte. 121/97. nas operações internas. 23/98. o estabelecimento beneficiário deverá estar em dia com as suas obrigações tributárias estaduais.841/97) b) este benefício não se aplica às empresas prestadoras de serviços de transporte aéreo e rodoviário intermunicipal de passageiros. a opção a que se refere a alínea "a" alcançará todos os estabelecimentos do contribuinte localizados no território nacional.2000. vedada a utilização de quaisquer outros. 30% (trinta por cento).952/97) Decreto nº 14. desde que a mencionada polpa circule acondicionada em embalagem superior a 20 Kg (vinte quilogramas). às indústrias vinícolas. o prestador de serviço não obrigado à inscrição cadastral ou à escrituração fiscal apropriar-se-á do crédito previsto no "caput" no respectivo documento de arrecadação (Convênio ICMS 85/2003). devendo ser consignada no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências . nos períodos de 01 de setembro de 1996 a 31 de março de 2000 e de 01 de abril de 2000 a 31 de março de 2003. engarrafados em vasilhames com capacidade igual ou inferior a 5 (cinco) litros. (Dec. ao transportador autônomo. 25. observado o disposto nos incisos XI e XXV do “caput” do art. no ato da efetivação do gozo do benefício. além do disposto no § 15 (Convênios ICMS 106/96. antes da apropriação da parcela do incentivo. inclusive quanto a parcelamento de débito. 19.a partir de 01 de janeiro de 1997.405/96) b) para gozo do incentivo previsto neste inciso. 25. 25% (vinte e cinco por cento). 26. 19. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 51. em substituição àquela prevista no art. (Dec.188/2003) a) a sistemática de uso do crédito presumido. 19.556/99) (Dec. será adotada.

51/2001.b) no período de 16 de junho de 1997 a 31 de dezembro de 2004. 90/99. 27. observado o disposto no § 14: (Dec.11. 21.98) b) a partir de 01 de novembro de 1998: 60% (sessenta por cento).314/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 05/99.882/98) 2. no período de 01 de agosto de 1997 a 31 de julho de 1998. 21. 19.265/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. 19.ANP.98) (Dec. calculado por tonelada de uva industrializada (Convênios ICMS 50/97. promovida pelo mencionado fabricante.876/91 DECRETO 14. de 01 de julho de 2000 a 31 de março de 2003 e de 01 de abril de 2003 a 31 de dezembro de 2004. pela referida distribuidora. 69/2003. cafés.2004) 1. como tal definida e autorizada pela Agência Nacional de Petróleo . ao estabelecimento industrial.08. interestadual ou para o exterior.98) a) no período de 01 de maio de 1998 a 31 de outubro de 1998: 50% (cinqüenta por cento). às indústrias vinícolas e às produtoras de derivados de uva e vinho.314/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. relativamente às saídas internas e interestaduais do produto por ela promovidas. vedada a utilização de quaisquer outros créditos. 21. (Dec. PARTIR DE 01.02. se uva americana e híbrida. (Dec. vedada a utilização de quaisquer outros créditos relativos às entradas tributadas (Convênios ICMS 22/97 e 84/00). no valor de 15 (quinze) UFIRs.99) c) ao estabelecimento fabricante do açúcar. (Dec. 21.99) XIV – no período de 01 de setembro de 1997 até 31 de julho de 2001.040/98 – EFEITOS A XVI . REVOGADO. (Dec. lanchonetes.952/97) 2. 121/97. no valor correspondente ao resultado da aplicação do percentual de 4% (quatro por cento) sobre o valor da saída do produto. 20.11. interna. 10/2001. (Dec. 21. no valor correspondente aos seguintes percentuais do imposto a ser recolhido. 21. 58/2004 e 95/2004): (Dec.02. que exercer atividade de fornecimento de alimentação. boates. ressalvado o previsto na alínea anterior. (Dec. no valor de 25 (vinte e cinco) UFIRs. (Dec. em substituição ao sistema normal de apuração do imposto e por opção do contribuinte. 20. R$ 0. se uva vinífera. hotéis e estabelecimentos similares. (Dec.02.ao estabelecimento sujeito ao regime normal de apuração do ICMS.relativamente ao álcool etílico hidratado combustível: (Dec. 19.314/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. nas saídas tributadas do produto.1306 (mil e trezentos e seis décimos de milésimos de real) por litro de álcool etílico hidratado combustível (Convênio ICMS 02/97).99) b) REVOGADO. ao produtor de canade-açúcar. nos seguintes valores resultantes da aplicação da alíquota cabível para as operações internas sobre o valor de aquisição da mencionada mercadoria.247/2001) XV . 23. na saída interestadual que promover de leite "in natura" ou pasteurizado. 20.atualizado até 30 junho 2011 .979/97) d) REVOGADO. bares.040/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. correspondente ao montante de 6% (seis por cento) do valor da aquisição realizada neste Estado do leite utilizado na respectiva industrialização. exceto quando o destinatário for outro estabelecimento de distribuidora: (Dec. ao Decreto nº 14.882/98) 1.882/98) a) à distribuidora de combustíveis. 20.11.a partir de 01 de junho de 1998. bebidas e outras mercadorias em restaurantes.952/97) XIII .677/98) XVII .040/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.nos períodos de 01 de junho de 1998 a 30 de junho de 2000.876/91 . no valor resultante da aplicação do percentual de 1% (um por cento) sobre o valor da mencionada operação. (Dec. 23/98.

05. (Dec.98) (Dec.00 DE 01.39. benefício a ser utilizado. 21.98) PRODUTOS Carroça B – 1 Carroça B – 2 Carroça B – 3 Carroça para transporte de máquinas Carroceira canavieira Feller buncher de motosserra Implanor Bell Feller buncher de tesoura Implanor Bell Reboque autodescarregável Reboque eixo pêndulo duplo Reboque modelo Julieta com 02 eixos Reboque plantadeira de cana Implanor NBM/SH 8716.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8716.98) (Dec. (Dec.a partir de 01 de janeiro de 1998.90. produzidos artesanalmente: (Dec. 35. 20.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8436.05. ao produtor ou cooperativa de produtores. nas saídas interestaduais que promoverem.39.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8436.98) (Dec. nas respectivas aquisições realizadas nos termos do art. quando se tratar de saídas interestaduais.05. 21.80.121/98 – EFEITOS A PARTIR Decreto nº 14. quando se tratar de saídas internas.39.734/98) XIX – nas seguintes operações realizadas com queijo de coalho e queijo de manteiga.985/1999).40. em importância correspondente a 4% (quatro por cento) do valor da prestação.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8716.27. saídas de camarão de sua produção. 01.00 DE 01.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8716.90 DE 01.00 DE 01. em valor igual ao do ICMS incidente na referida operação (Lei nº 11.98) (Dec.05.00 DE 01. exclusivamente.887/2010) XX .876/91 DECRETO 14.atualizado até 30 junho 2011 . 51 (Convênio ICMS 120/96).20.98) b) 11.98) (Dec.a partir de 01 de maio de 1998.705/98 .06.84%. 21.EFEITOS A PARTIR DE XVIII . nos seguintes percentuais sobre o valor da operação: (Dec.887/2010) b) a partir de 1º de dezembro de 2010. 21.98) (Dec.00 DE 01. vedada a utilização de quaisquer outros créditos fiscais.98) (Dec.39.05. (Dec.06.39. 9º.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8707. 35.05.00 DE 01. 21. a estabelecimento comercial. em valor igual ao do ICMS dispensado.39. 20.98) (Dec. 21. 21. nas prestações internas de serviço de transporte aéreo.05.84%.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8716.05.00 DE 01.05. em substituição ao sistema normal de apuração de que trata o art. 21.876/91 .05. 20.00 DE 01.EFEITOS A PARTIR DE 01.290/2004) a) 16.887/2010) a) a partir de 25 de julho de 1997.05.05.98) (Dec.98) (Dec.00 DE 01. CLV.estabelecimento produtor que promova. 35. 21. 21. 21.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8716.98) (Dec.464/1997 e Decreto nº 21. opcionalmente.121/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21. no valor equivalente a 100% (cem por cento) do imposto devido.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8716.80.705/98 .121/98 – EFEITOS A PARTIR 8716. (Dec. na saída dos respectivos estabelecimentos fabricantes.00 DE 01.98) (Dec. dos seguintes equipamentos para mecanização canavieira e florestal: (Dec.

21. sujeita ao regime normal de apuração do ICMS. (Dec.98) (Dec.20.935. como tal considerada aquela que. no percentual de 40% (quarenta por cento) do imposto a ser recolhido. 21.98) (Dec. em importância correspondente a: (Dec. 14.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8427.a partir de 01 de outubro de 1999. na hipótese de ser a saída interna.99) b) nas operações internas.05.85% (oito vírgula oitenta e cinco por cento) do valor da operação.20 Implanor Bell Tanque térmico sementes para tratamento de 8427.90 DE 01. (Dec.979/99) b) no período de 31 de dezembro de 1999 a 31 de outubro de 2006: 8.07.20 Implanor Bell Supercarregador Florestal 2.876/91 .98) (Dec.121/98 – EFEITOS A PARTIR XXI .964/2006) XXII – a partir de 01 de julho de 1999.05. 21.05. pela mencionada empresa de refeições coletivas. na proporção das referidas saídas.830/99 EFEITOS A PARTIR DE 01.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8436. na hipótese de ser a saída interestadual. destinadas a fornecimento exclusivo aos funcionários desta.121/98 – EFEITOS A PARTIR Supercarregadeira SC-600 Implanor Bell Supercarregadeira SC-800 Implanor Bell Supercarregador florestal 1.255/2007) b) no período de 01 de setembro de 2001 a 31 de janeiro de 2007. no montante correspondente a 3% (três por cento) do valor da operação.830/99 EFEITOS A PARTIR DE 01.7% (oito vírgula sete por cento) do valor da operação.05. classificados nas posições NBM/SH 1507. para outra empresa. 21.90. observado o disposto no §17: (Dec. (Dec. inclusive bebidas. 30. no montante de 7% (sete por cento) do valor destas saídas.504/2001) a) no período de 01 de dezembro de 1999 a 31 de janeiro de 2007.20. 29.20. de 29 de setembro de 2003. no montante correspondente a 10% (dez por cento) do valor da operação. 21.05.99) XXIII .atualizado até 30 junho 2011 . à empresa de refeições coletivas.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8427. 21.na saída de óleo de soja refinado e de gordura vegetal de soja.98) (Dec. observada. 21.20. LIII: (Dec.98) (Dec. relativamente às saídas do estabelecimento que atenda às condições previstas no art. quando promovida por estabelecimento industrial.979/99) a) no período de 01 de julho a 30 de dezembro de 1999: 8.07. 23.20. 14.90 DE 01. (Dec. exclusive Espírito Santo. 21.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8427.10. exerça a atividade de promover saídas de alimentação.20.90 DE 01. parboilizado ou integral.10 e 1516.Supercarregadeira Implanor Bell de cana SC-1500 8427.99) XXIV – na saída de arroz beneficiado branco.07. 21.00 DE 01. a partir de 30 de setembro de 2003. no montante de 5% (cinco por cento) do valor relativo às aquisições efetuadas nos Estados das Regiões Sul e Sudeste.98) (Dec. (Dec. 21.830/99 EFEITOS A PARTIR DE 01. a suspensão do benefício prevista no Decreto nº 25.90 DE 01. quando promovida pelo respectivo estabelecimento industrial. (Dec.876/91 DECRETO 14.90 DE 01. 21.05.255/2007) Decreto nº 14. sem prejuízo do disposto no inciso LII do art. 30.00. em cada período fiscal. (Dec.99) a) nas operações interestaduais.80. 21.743/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.

2000.2002. quando se tratar de saídas internas. 24. vedada a utilização de quaisquer outros créditos e observado o disposto na alínea "c" do inciso LXXII do "caput" do art.2002.527/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2002. mantidos os demais créditos: (Dec. nas saídas internas de carne de coelho e seus derivados. gesso e seus derivados apenas quando o destinatário for contribuinte do imposto.07. 27. 24.782/2005) a) gipsita.07. no percentual de 5% (cinco por cento) sobre as mencionadas saídas.967/99 –EFEITOS A PARTIR DE 31.2000 a 31. ao estabelecimento produtor. na saída interestadual. 2.2004) XXXI .241.05. apenas quando o destinatário for contribuinte do imposto.03. de 28.2002. no período de 31.12. para efeito de utilização do referido crédito presumido. prestadora de serviço de informática ou estabelecimento comercial atacadista ou varejista.237/2001) XXIX . promovida pelo respectivo produtor ou cooperativa de produtores localizados em Pernambuco.982/99 – EFEITOS A PARTIR DE 31. EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) (Dec. 24.99) b) 5% (cinco por cento). vedada a utilização de outros créditos.2002) 1. 21.06. a partir de 01 de maio de 2005. localizado neste Estado.a partir de 31 de dezembro de 1999.a partir de 01. (Dec.2005) XXVII . ao respectivo estabelecimento industrial.07. nos termos previstos em portaria do Secretário da Fazenda. exigindo-se. biscoito.12. 24.CACEPE sob o regime normal.atualizado até 30 junho 2011 . 21.08.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) a) 16% (dezesseis por cento) do valor da operação.527/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.803/2002 – b) 11% (onze por cento) do valor da operação.876/91 . promovida por empresa que desenvolva o referido programa. nas saídas interestaduais que promover dos produtos a seguir relacionados. 23.99) XXVI . localizados neste Estado. (Dec.2002). 9º (Lei nº 12. 24. na saída interna. de 26.07.982/99 – EFEITOS A PARTIR DE 31.06. inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco . 13 (Lei nº 12.782 de 06. nas saídas internas de tomate.12. em valor correspondente ao respectivo débito. no percentual de 85% (oitenta e cinco por cento) do valor do imposto a ser recolhido. gesso e seus derivados: (Dec. na saída interestadual de flores em estado natural.08.982/99 – EFEITOS A XXVIII .04. EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) (Dec. 24.99) (Dec.03. que optar pela sistemática estabelecida no § 6º do art.527/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. equivalente a 9% (nove por cento) do valor da operação.12. equivalente aos seguintes valores.803/2002 – ERRATAS – DOE 13. (Dec.876/91 DECRETO 14. (Decreto 27. ao estabelecimento industrial de massa alimentícia.99 a 31. 475. na saída interna ou interestadual de programa de computador ("software") não personalizado. independentemente do destinatário. no valor resultante da aplicação do percentual de 12% (doze por cento) sobre o montante das mencionadas Decreto nº 14. prévio credenciamento do estabelecimento industrial beneficiário.ao respectivo estabelecimento industrial.06. 21. (Dec.803/2002 – XXX .XXV . bolacha e bolo.08.a partir de 01.2002): (Dec.99) a) 10% (dez por cento).a partir de 31 de dezembro de 1999.234. 24.2002) (Dec. (Dec. PARTIR DE 31.2004 e 16. quando se tratar de saídas interestaduais. vedada a utilização de quaisquer outros créditos e observado o disposto nas alíneas "a" a "c" do inciso CLXXVII do "caput" do art.a partir de 01. nos percentuais a seguir indicados sobre o valor da mencionada saída: (Dec. no período de 01.2002) b) a partir 01 de agosto de 2002. 21.12. que promova saída de café torrado. quando promovidas por produtor rural ou cooperativa de produtores localizados neste Estado.No período 01 de fevereiro de 2000 a 28 de fevereiro de 2001.

09.2002). nesta hipótese.atualizado até 30 junho 2011 . de 28. como base de cálculo do ICMS relativo à operação de saída.2003) 1.2003) 1.09. observando-se: (Dec. 25.PRODEPE.876/91 . implicando a não-fruição do benefício.100/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01.190. até 28 de fevereiro de 2003.25. no prazo e forma previstos na legislação em vigor. (Dec. observadas as seguintes condições: (Dec.2003) XXXIV – a partir de 01 de julho de 2008.2003) (Dec. código NBM/SH 8506.2003) 1.20. anualmente. gesso e seus derivados. (Dec.06.09. independentemente do valor da mencionada operação. aquela adotada para o cálculo do imposto retido por substituição tributária.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) XXXII – no período de 01 de maio a 31 de dezembro de 2002. ao ICMS normal.100/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01.2003) 1. tenha cumprido a obrigação tributária principal. ao ICMS incidente na importação de mercadorias do exterior.09. tenha recolhido.3. pelo Índice Geral de Preços . promovidas por estabelecimento comercial varejista de automóveis localizado neste Estado.09.25. vedada a utilização de quaisquer outros créditos fiscais (Lei nº 12. a cada período de 12 (doze) meses de fruição.4% (doze vírgula quatro por cento) sobre o valor do ICMS retido por substituição tributária pelo contribuinte-substituto. 25.09.161/2008) Decreto nº 14. à antecipação tributária do imposto de responsabilidade direta. 25.05. observando-se: (Dec.09. à parcela dos Municípios e ao saldo remanescente do Estado.2002) a) a utilização do benefício é opcional.925/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.925/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29. 25. (Dec.925/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.2002) b) a opção prevista na alínea anterior deverá ser formalizada mediante comunicação por escrito à Secretaria da Fazenda. no mínimo.2. (Dec. 25.876/91 DECRETO 14. 32. 24.240.05. abrangendo a soma dos valores recolhidos sob os códigos de receita relativos: (Dec.10. EFEITOS A PARTIR DE 29.1. 1. 25. (Dec. montante correspondente ao valor do ICMS pago nos 12 (doze) meses anteriores a cada período de fruição.925/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.09. relativamente à produção de pilhas tipo zinco-carvão.2002) XXXIII . relacionados no Anexo Único da Lei nº 12.4.100/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01. de 23 de abril de 2002.Disponibilidade Interna – IGP-DI da Fundação Getúlio Vargas. 25.05. a cada período fiscal.2003) b) o valor do ICMS mínimo de que trata a alínea "a". (Dec.5% (quarenta e sete e meio por cento) incidente sobre o saldo devedor apurado por estabelecimento industrial. 25.2003) (Dec. EFEITOS A PARTIR DE 29.925/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.saídas. mantidos os demais créditos fiscais. em cada período fiscal.a partir de 29 de setembro de 2003. correspondente a cada período fiscal. na modalidade "CIF".25. (Dec. no percentual de 60% (sessenta por cento) do valor do imposto devido na prestação de serviço de transporte rodoviário interestadual de cargas.925/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29. apenas relativamente ao respectivo período fiscal em que ocorrer o descumprimento. ao estabelecimento industrial ou produtor de gipsita. 25. no percentual de 47.2003) a) a fruição do benefício previsto neste inciso fica condicionada a que o estabelecimento industrial: (Dec. deve ser atualizado.09.925/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.925/2003 – 1. nas saídas de veículos novos.925/2003 – 2. no valor resultante da aplicação do percentual de 12. ficando condicionada à adoção. relativos ao Fundo Cresce Pernambuco – FUNCRESCE e ao Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco .

12.719/2009) XXXVIII .00 Decreto nº 14.876/91 DECRETO 14.2009). em montante correspondente ao valor da mencionada operação. por meio de Documento de Arrecadação Estadual – DAE específico. limitado àquele constante de pauta fiscal.719/2009) XXXVII . 14.a) credenciamento do estabelecimento beneficiário.atualizado até 30 junho 2011 . 32. 33. inclusive aquele previsto no inciso XI. cujo faturamento seja preponderantemente relativo às referidas mercadorias. vedada a utilização do crédito relativo à aquisição da mercadoria objeto da referida operação. quando a mencionada operação for efetuada por estabelecimento comercial atacadista inscrito no regime normal de apuração e recolhimento do imposto. em valor correspondente ao montante do débito do imposto devido nas mencionadas saídas. ao estabelecimento industrial que produza resina de polietileno tereftálico virgem . de 21.316/2008) XXXVI .699/2010) XLII – no período de 1º maio de 2011 a 30 de junho de 2012. do "caput". a partir de 01 de julho de 2009. com destino a contribuinte do ICMS. (Dec.161/2008) c) não-utilização de quaisquer outros créditos relativamente à prestação de serviço de transporte rodoviário interestadual de cargas. 35. (Dec.161/2008) b) recolhimento do ICMS.PET. 9º.nas saídas interestaduais de mel de abelha promovidas por produtor rural ou cooperativa de produtores. devendo a parcela não utilizada no respectivo período ser estornada. a partir de 01 de julho de 2009. (Dec. condicionado o seu uso ao efetivo pagamento do imposto nos termos do art. (Dec. (Dec. na importação das mercadorias relacionadas no Anexo 63. ao estabelecimento comercial varejista que realize vendas diretas a consumidor final de outra Unidade da Federação. na saída interestadual. “a”.993. no montante equivalente ao resultado da aplicação dos seguintes percentuais sobre o valor das operações respectivamente indicadas.316/2008) b) 11% (onze por cento). observado o disposto no § 21. 32. 32. vedada a utilização de quaisquer outros créditos.876/91 .690/2010) XLI – a partir de 1º de novembro de 2010. observado o disposto no § 20. 32. vedada a utilização de quaisquer outros créditos fiscais (Lei nº 13. (Dec. em montante equivalente ao valor do ICMS correspondente à operação de saída da mercadoria importada. 32.a partir de 15 de setembro de 2008. (Dec. (Dec. de tal forma que a carga tributária líquida seja equivalente ao resultado da aplicação do percentual de 2% (dois por cento) sobre o valor da operação.na saída isenta de que trata o inciso CCXVI.316/2008) a) 13 % (treze por cento). (Dec. LXXIV. na saída interna e na importação. em montante equivalente ao resultado da aplicação do percentual de 8% (oito por cento) sobre o valor das saídas de coque e de nafta de petróleo promovidas por refinaria de petróleo. 33.031/2010) XXXIX . 35. 35. (Dec.161/2008) XXXV . 32.161/2008) d) sua utilização não poderá resultar em acúmulo de crédito. 35. nos termos de portaria da Secretaria da Fazenda. (Dec. classificada no código 3907. do art. (Dec. vedada a utilização de quaisquer outros créditos e observado o disposto no § 18 (Convênio ICM 44/75): (Dec. no valor resultante da aplicação do percentual de 7% (sete por cento) sobre o montante das mencionadas saídas. antes de iniciar cada prestação. exclusivamente por meio da Internet ou de telemarketing. ao estabelecimento comercial atacadista que realizar operações com maçã ou pêra.222/2010) XL – a partir de 1º de novembro de 2010.60. nas saídas interestaduais com as máquinas pesadas relacionadas no Anexo 62. vedada a utilização de quaisquer outros créditos e observado o disposto no § 19. 32.

15. sendo lançado novamente no livro Registro de Entradas. observadas as condições previstas no art. (Dec.251/91) a) a identificação da mercadoria.251/91) II . § 3º Excetua-se do disposto no inciso I do "caput" a saída interestadual de reprodutor e matriz suínos de que trata o art. § 8º Na hipótese do inciso IV.251/91) I . § 6º Na hipótese de redução da base de cálculo do imposto na exportação do produto semielaborado.460/2011) § 1º O crédito presumido será concedido uma única vez. § 4º A concessão de crédito presumido referido no inciso II do "caput" fica condicionada a que: I . 15.o valor do crédito corresponderá à diferença entre aquele referido no inciso anterior e o previsto no inciso II do § 8º.876/91 . (Dec.251/91) Decreto nº 14. (Dec.251/91) d) o valor do crédito presumido.251/91) b) a descrição da nota fiscal de origem. 15. o crédito mencionado no inciso II do "caput" será reduzido em idêntica proporção. 15. 13. XXII. observando-se o seguinte: (Dec. o saldo credor porventura resultante da diferença entre a alíquota relativa à entrada do produto e aquela aplicável à exportação deverá ser estornado.251/91) I . (Dec. 9º. (Dec. no percentual de 85% (oitenta e cinco por cento) do valor do imposto devido na saída do referido produto. sem cláusula de reajuste.o crédito fiscal destacado na Nota Fiscal de origem deverá ser proporcional ao estoque.251/91) § 9º Relativamente às operações de saída das mercadorias referidas no inciso IV do “caput”. 36.876/91 DECRETO 14. 15. será igualmente concedido crédito presumido. deverá ser observado o seguinte: (Dec. 15.da NBM/SH. 15. 15. 15. tenha sido firmado até 31 de março de 1989.atualizado até 30 junho 2011 . II . CXVI. indicando: (Dec. (Dec. (Dec. § 5º O crédito a que se refere o inciso II do "caput" corresponderá ao valor da aplicação da alíquota vigente para as operações internas sobre o preço de aquisição do melaço. 15.o crédito a ser utilizado corresponderá ao valor da alíquota interna aplicável sobre o montante que serviria de base de cálculo na hipótese de tributação e deverá ser lançado no livro Registro de Apuração do ICMS . numa das operações de que trata o inciso I do "caput".o contribuinte deverá relacionar o estoque existente em 31 de julho de 1991. indicando o valor do ICMS destacado na Nota Fiscal de origem. adquiridas em outro Estado com tributação.o estabelecimento industrial remetente do produto para a empresa exportadora não tenha mantido o crédito fiscal relativamente às mercadorias empregadas na fabricação do referido produto.RAICMS. declarando-se: "Decreto ____ /91".251/91) II .o contrato de exportação do produto.251/91) c) o valor da mercadoria. (Dec. § 7º Na hipótese dos §§ 4º a 6º. exceto na coluna "valor contábil".251/91) III . 15. (Dec. no campo "Outros Créditos". § 2º A base de cálculo do benefício referido no parágrafo anterior terá como limite o valor fixado em portaria do Secretário da Fazenda.o contribuinte deverá relacionar o estoque existente em 31 de julho de 1991.

nos termos do Convênio ICMS 47/93.592. Na hipótese do inciso VII do "caput". o crédito fiscal presumido deverá ser anulado.na hipótese de venda do equipamento ou sua transferência para outra Unidade da Federação. (Dec. (Dec.337/96) IV . no mesmo período de apuração em que houver sido efetuada a venda ou a transferência.337/96) Decreto nº 14. 19. devendo o processo ser encaminhado ao Departamento de Mercadorias em Trânsito .para obtenção do benefício.da usina produtora até o estabelecimento comercial e deste até o estabelecimento industrial adquirente.906/94) § 12. 21. (Dec. 19. desde que não exceda aquele previsto em tabela vigente do Conselho Nacional de Estudos Técnico-Tarifários . na salvaguarda de seus interesses. 17.876/91 .337/96) d) indicação da opção de uso do crédito.§ 10.557/97) V . mensais e sucessivas. podendo o crédito ser utilizado.557/97) III . de 30 de abril de 1993. 19.557/97) a) cópia reprográfica da Nota Fiscal de aquisição da mercadoria.906/94) II . a partir de 01 de novembro de 1996.da usina produtora até o estabelecimento industrial adquirente.337/96) b) cópia reprográfica do Parecer Homologatório do equipamento. (Dec. integralmente. 19. o crédito presumido será calculado de forma que a carga tributária líquida resulte na aplicação do percentual de 8. a partir do período de apuração imediatamente posterior àquele em que houver ocorrido o início da efetiva utilização do equipamento. 17. neste caso. no caso do inciso VIII. 19. o crédito presumido fica limitado ao valor correspondente ao serviço de transporte. 19.o mencionado crédito fiscal deverá ser apropriado em.245/98) II . (Dec. 19.COTEPE/ICMS. mediante ato normativo. devendo. nas condições estabelecidas na legislação específica prevista no inciso anterior. de 14 de julho de 1995.DEFES da Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 19.337/96) VI . a concessão do mencionado crédito depende de requerimento encaminhado ao Departamento de Fiscalização de Estabelecimentos . no mínimo. (Dec. (Dec.592. (Dec. (Dec. 19. 17. o valor do serviço de transporte da usina até o estabelecimento comercial (Convênio ICMS 67/94). 06 (seis) parcelas iguais.558/92) § 11. constar. no corpo da Nota Fiscal que documentar a saída com destino à indústria.até 31 de outubro de 1996. Relativamente ao inciso VIII do “caput”: (Dec. expedido pela Comissão Técnica Permanente do ICMS .DMT da Secretaria da Fazenda. o ECF deverá atender aos requisitos estabelecidos pelo Convênio ICMS 156/94.somente se aplica às aquisições em que o início da efetiva utilização ocorra até as respectivas datas-limites. 15.876/91 DECRETO 14. introduzido na legislação tributária do Estado pelo Decreto nº 18.337/96) c) autorização de uso do equipamento. em prazo inferior a 02 (dois) anos. devendo o interessado instruir o requerimento ou a comunicação com os seguintes documentos ou informações: (Dec. poderá impor restrições à utilização do referido crédito.CONET: (Dec.a Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda.8% (oito vírgula oito por cento) sobre o valor da operação. quando a mencionada opção for a referida na alínea “b” do mesmo inciso.906/94) I . de 07 de dezembro de 1994. (Dec. de 14 de julho de 1995. mediante comunicação ao referido órgão. nos termos do Decreto nº 18.337/96) I . Na hipótese do inciso VI do “caput”. 19. (Dec. a contar do início da efetiva utilização do mesmo.

poderá o mencionado saldo ser utilizado de acordo com as respectivas possibilidades de absorção.557/97) a) transferência do crédito.atualizado até 30 junho 2011 .245/98) b) no período de 01 de novembro de 1996 a 31 de dezembro de 1997. 2. (Dec.a partir de 01 de novembro de 1996.245/98) 1. 21. (Dec.245/98) Decreto nº 14. observadas as normas dos incisos anteriores: (Dec. 19. do mesmo inciso VIII.a partir de 01 de novembro de 1996. o benefício fica limitado aos seguintes valores. elementos eletrônicos necessários ao seu funcionamento.000. 21. com respectivo teclado. nas aquisições neste Estado. ocorrendo saldo do crédito após o sexto mês de utilização. computador. 21. impressora matricial com "kit" de adaptação para o ECF. nos termos das alíneas "b" e "c".245/98) 1.a partir de 25 de janeiro de 1997. 21.245/98) 2. usuário e servidor. 19.245/98) VIII .245/98) XI . observando-se. 21.00 (três mil reais). 21. nos termos das alíneas "a" e "c". respectivamente. observadas. o benefício somente será utilizado em substituição ao uso do crédito relativo às aquisições para o ativo permanente. a fruição do benefício fica limitada a até 4 (quatro) equipamentos por estabelecimento. 19.VII .o benefício aplica-se também aos seguintes acessórios: (Dec. homologada pela Comissão Técnica Permanente do ICMS – COTEPE/ICMS.245/98) (Dec. 21. quando exercida a opção pelo benefício. 1 e 3.557/97) (Dec. placa de rede e programa de sistema operacional. por meio de Nota Fiscal.245/98) X . (Dec. (Dec. nos termos do Convênio ICMS 156/94. considerado conjuntamente com os respectivos acessórios indicados no inciso XI: (Dec. 21.RAICMS.a partir de 01 de novembro de 1996. vídeo. poderá optar por uma das seguintes formas de utilização do crédito presumido ali previsto. do mencionado inciso VIII. podendo o referido fornecedor lançar o crédito no Registro de Apuração do ICMS . (Dec. para fornecedor do beneficiário. 19. desde que funcione acoplado ao equipamento.245/98) a) no período de 01 de outubro de 1996 a 31 de dezembro de 1997: (Dec. 21. (Dec. por equipamento. leitor ótico de código de barra. 21.557/97) b) dedução do valor do imposto que lhe for cobrado na entrada de mercadoria que adquirir em outra Unidade da Federação. (Dec.876/91 . 21. as mesmas normas de controle e de estorno estabelecidas na legislação específica para o uso do referido crédito (Convênios ICMS 125/95 e 53/96). 21. 19. quando o crédito presumido for de 50% (cinqüenta por cento) do valor da aquisição. 2. quando o crédito presumido for de 100% (cem por cento) do valor de aquisição ou 50% (cinqüenta por cento) do valor de cada parcela. nesta hipótese e na da alínea anterior: (Dec. impressora de código de barra.00 (hum mil e quinhentos reais).500.245/98) a) R$ 1. 21. no caso de ECF Impressora Fiscal.245/98) c) a partir de 01 de setembro de 1998: (Dec.557/97) IX . (Dec.557/97) 1. 2. (Dec. quando o adquirente do ECF for inscrito no CACEPE sob o regime fonte ou microempresa. o montante do crédito presumido observará inicialmente o disposto no inciso IV. identificando o aludido documento fiscal.876/91 DECRETO 14. (Dec.245/98) b) R$ 3. inclusive Documento Fiscal Avulso DFA.

atualizado monetariamente. 21. 3. 21. leitor de cartão de crédito.99) (Dec. (Dec. que tenha recebido os produtos diretamente da usina produtora ou de outro estabelecimento da mesma empresa ou de empresa interdependente. observando-se: (Dec. por qualquer motivo.à utilização. impressora de código de barras. o montante do crédito fiscal apropriado deverá ser estornado integralmente e atualizado monetariamente.245/98) 8.575/99) Decreto nº 14. O benefício previsto no inciso XV do "caput" fica condicionado: PARTIR DE 01. (Dec.3.245/98) 7. (Dec. 21.245/98) b) relativamente ao disposto no inciso VIII. no caso de aquisição pela indústria a estabelecimento comercial.245/98) 5.245/98) 2. (Dec. o crédito fiscal apropriado deverá ser estornado.245/98) XII . quando for o caso. alienação do estabelecimento ou do fundo de comércio. 21.245/98) 1. vedado o aproveitamento do valor relativo às eventuais parcelas remanescentes. a contar do início de sua efetiva utilização. 21. atualizado monetariamente. "no break".876/91 . (Dec. 21. exceto se por motivo de: (Dec. 21. neste mesmo período.245/98) a) no cálculo do montante a ser creditado. (Dec. 21. (Dec.876/91 DECRETO 14. (Dec. gaveta para dinheiro. o benefício previsto no inciso VII do "caput": (Dec. "c". 21.245/98) 2. o valor dos acessórios de uso comum será rateado igualmente entre os equipamentos adquiridos. 21.a partir de 01 de setembro de 1998: (Dec.245/98) 10. (Dec. 21. No período de 01 de outubro de 1996 a 31 de dezembro de 1997 e a partir de 01 de janeiro de 1999. (Dec. 19. em razão de: (Dec. através do lançamento a débito nos livros fiscais próprios.também se aplica ao estabelecimento equiparado a industrial.1.575/99) II . (Dec. (Dec.968/99) I . (Dec. 21. 21. desde que utilizado acoplado ao ECF. 19. o arrendatário efetuar a restituição do bem. (Dec. transferência do ECF para outro estabelecimento da mesma empresa.no período de 01 de janeiro a 30 de abril de 1999: à aquisição de ECF. (Dec. desde que funcione acoplada ao ECF. quando este não se enquadrar na hipótese do inciso anterior.ECF.382/99 – EFEITOS A I . 21.245/98) c) no caso de cessação de uso do equipamento em prazo inferior a dois anos.245/98) 4. balança. programa de interligação em rede e programa aplicativo do usuário.245/98) 6. 21.somente se aplica. do "caput". no mesmo período de apuração em que.245/98) 2.245/98) § 13. cisão ou incorporação de empresas. mudança de titularidade do estabelecimento. (Dec. fusão. estabilizador de tensão. 21.393/96) § 14.01.245/98) d) na hipótese de utilização do equipamento em desacordo com a legislação tributária.2. de Equipamento Emissor de Cupom Fiscal . (Dec. 21. nos termos da legislação do IPI. 21. situados em outra Unidade da Federação.atualizado até 30 junho 2011 . 21. por parte do contribuinte. 21. desde que haja continuidade da atividade comercial varejista ou de prestação de serviço. 21. leitor óptico de código de barras.245/98) 9.393/96) II . situado neste Estado. o imposto creditado deverá ser integralmente estornado.

05. 24. a Guia de Informação e Apuração do ICMS .303/2003) a) à circunstância de o contribuinte encontrar-se em situação regular perante a Fazenda Estadual.05.05.25.575/99) 1.25. (Dec. efetuado mediante cartão de crédito ou débito automático em conta corrente.98. possibilitem o registro ou processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou à prestação de serviços (Decreto nº 21.atualizado até 30 junho 2011 . por meio de Equipamento Emissor de Cupom Fiscal . 24. (Dec. e alterações). XLVI. A partir de 01 de janeiro de 1999. 35. a credenciamento pela Secretaria da Fazenda para a não-emissão por meio de ECF do comprovante de que trata a referida alínea. poderá ele informar tal circunstância no respectivo documento fiscal.575/99) b) em substituição ao disposto na alínea anterior. (Dec.25.073. decorrente do não-lançamento do referido crédito no período fiscal a ele correspondente.11.303/2003) Decreto nº 14. (Dec.a partir de 01.a) o lançamento do respectivo crédito deverá ser efetuado a partir do período fiscal em que ocorrer a aquisição do equipamento.EFEITOS A PARTIR DE 01. 21.186/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. nos termos da legislação específica. (Dec.05.2002) b) sendo ECF.2002) IV . deverá ser substituída com a respectiva alteração dos dados.212/2010) a) à emissão do comprovante de pagamento de operação ou prestação.303/2003) b) a que não seja utilizado cumulativamente com o benefício fiscal previsto no art.2002) a) não integrados ao respectivo Equipamento Emissor de Cupom Fiscal – ECF e sem autorização da repartição fazendária a que estiver vinculado o estabelecimento. a fruição do benefício previsto no inciso XXVII do "caput" fica condicionada: (Dec.99) § 16. para efeito de dedução do valor do referido crédito no montante do imposto a ser retido.2002. na hipótese de o estabelecimento prestador de serviço de transporte. (Dec.95. relativamente aos respectivos débitos tributários.876/91 DECRETO 14.592. 21. à não-existência de processo administrativo-tributário com decisão definitiva transitada em julgado relativamente à não-emissão de Cupom Fiscal.186/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.07.186/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. sua utilização se dê exclusivamente para operações de controle interno do estabelecimento (Decreto nº 18. quando sujeito à substituição tributária.2002) V. de 14.05. de 14.a.592. (Dec. 21. (Dec. 24. (Dec.212/2010) b) alternativamente ao disposto na alínea . (Dec. na hipótese de saldo devedor do ICMS. bem como ao cadastro. ECF. e alterações). à não-utilização de equipamentos que: (Dec. 52 e o seguinte: (Dec. de 19.GIAM relativa a cada período fiscal.05. 24. optar pelo uso do crédito presumido mencionado no inciso XI do "caput".2002. sujeito à mencionada apropriação.186/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2002) c) tenham a possibilidade de emitir cupom que possa ser confundido com o Cupom Fiscal (Decreto nº 18. observando-se o disposto no § 17 do art.575/99) 2. 24.07.186/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.. a partir de 01 de julho de 2010: (Dec. 35. 21.95.575/99) III – a partir de 01.05.876/91 . 35. (Dec. A partir de 31 de dezembro de 1999.212/2010) § 15. 14. este poderá ser apropriado em relação ao respectivo período fiscal. e alterações). 21. a escrita fiscal deverá ser reconstituída. (Dec.249/98 .

35.atualizado até 30 junho 2011 .690/2010) II . (Dec. 32. (Dec. (Dec. (Dec. (Dec. independentemente de descredenciamento. fica condicionada: (Dec.§ 17. relativamente ao respectivo débito tributário.316/2008) II – o descumprimento do previsto no inciso I implica perda do benefício a partir do mês subseqüente àquele em que se verificar o inadimplemento. 54. 33.316/2008) I – a fruição do benefício fica condicionada: (Dec. 32.ao credenciamento do contribuinte nos termos de portaria do Secretário da Fazenda. observar-se-á: (Dec.PRODEPE. mediante credenciamento específico perante a Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal – DPC. (Dec. vedada a utilização de quaisquer outros créditos fiscais. observar-se-á: (Dec.699/2010) I – a utilização do crédito presumido deve ocorrer de tal forma que o montante do ICMS a recolher seja igual ou superior a 25% (vinte e cinco por cento) do saldo devedor apurado antes da dedução do mencionado benefício.690/2010) I – a fruição do benefício fica condicionada: (Dec. (Dec. 32. a utilização do mencionado crédito presumido ocorrerá como opção. na aquisição do produto em outra Unidade da Federação.719/2009) (Dec. V.690/2010) § 21.a que o contribuinte não seja beneficiário de incentivo do Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco .719/2009) § 20. (Dec. 35.316/2008) a) à obrigatoriedade do pagamento do ICMS correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual. nas aquisições efetuadas em outra Unidade da Federação. 33. 35. 32. da Secretaria da Fazenda.316/2008) § 19. “a”. 35.876/91 DECRETO 14. 23. relativamente às entradas que ocorrerem a partir do mês subsequente ao do respectivo credenciamento.690/2010) a) ao credenciamento do contribuinte.690/2010) III – o contribuinte que realize vendas exclusivamente nos termos do inciso XL do caput adquire a condição de detentor de regime especial de tributação para fins de nãoaplicabilidade da substituição tributária relativa às respectivas aquisições de mercadorias. (Dec. Relativamente ao disposto no inciso XXXV do "caput". Relativamente ao crédito presumido previsto no inciso XXIV do "caput".a utilização do benefício fica vedada a partir do mês subsequente àquele em que ocorrer o inadimplemento da condição prevista na alínea “b” do inciso I.690/2010) b) ao regular cumprimento da obrigação tributária principal no prazo e na forma previstos na legislação tributária. 32.719/2009) I . (Dec. (Dec. A utilização do benefício de que trata o inciso XXXVII. nos termos do inciso I. 35. em substituição ao sistema normal de apuração de que trata o art.316/2008) b) à circunstância de o contribuinte encontrar-se em situação regular perante a Fazenda Estadual. 35.504/2001) § 18. 35.316/2008) III – na hipótese do inciso II. 33. 35. nos termos estabelecidos em portaria da Secretaria da Fazenda. prevista no art. 32. (Dec. observar-se-á: (Dec.876/91 . 51. 35. o contribuinte somente poderá utilizar o benefício a partir do mês subseqüente ao da regularização do referido débito. Para efeito do disposto no inciso XLI do caput. nos termos de portaria da Secretaria da Fazenda.690/2010) IV – fica dispensada a antecipação do recolhimento do imposto.699/2010) Decreto nº 14. Relativamente ao inciso XL do caput. II .

IV .o artista deve ser contratado pelo estabelecimento beneficiário.876/91 .II . cumprindo. 18. entre a Ordem dos Músicos do Brasil. II . ficando vedado o transporte da parcela excedente para o período seguinte. em conta gráfica.considera-se refinaria de petróleo o estabelecimento industrial que. hotéis e casas de diversões. III . as disposições constantes do Convênio firmado.Mistura Enriquecida para Sopa. 9º. 38. do valor da operação. sempre que solicitada. § 2º Para gozo do incentivo previsto neste artigo. que apresentarem espetáculos artísticos ao vivo..atualizado até 30 junho 2011 . 35. II .699/2010) Art. domiciliados no País. (Dec. poderão utilizar.o estabelecimento deverá apresentar prova. em 08 de abril de 1976.MO 2 . Até 31 de dezembro de 1997. podendo ser transferido. para outro fornecedor situado no mesmo Estado em que se encontre aquele. do registro junto à Empresa Brasileira de Turismo S. IV . quando inexistirem as mencionadas aquisições.EMBRATUR. Art.GH 3 . § 1º O crédito de que trata este artigo será utilizado como parte de pagamento de novas aquisições junto ao mesmo fornecedor.326/95) I .LBA o direito de creditar-se.SOCINPRO. III . mediante processos físico-químicos.fica assegurado à Fundação Legião Brasileira de Assistência Social . § 2º Para a transferência do crédito a que se refere o parágrafo anterior. importância cobrada a título de "couvert" artístico ou de permissão para ingresso ou permanência no recinto do estabelecimento. § 3º Perderá o direito ao estímulo de que trata este artigo a empresa que não recolher crédito tributário definitivamente constituído na esfera administrativa. deverão ser atendidas as seguintes exigências: I . para esse fim.leite em pó adicionado de gordura vegetal hidrogenada enriquecida com vitaminas "A" e "D". Decreto nº 14.SOO3 . quando a ela destinados para serem distribuídos gratuitamente pelo Programa de Complementação Alimentar (Convênios ICM 34/77 e 37/77 ICMS 80/ 91 e 151/94): (Dec. As boates. § 1º O crédito de que trata este artigo não poderá ser superior a 60% (sessenta por cento) do imposto a ser pago no respectivo período fiscal. XXXIX. um crédito fiscal presumido correspondente ao valor da remuneração efetivamente paga a título de "cachet".876/91 DECRETO 14.A. o Conselho Federal e a Sociedade Brasileira de Intérpretes e Produtos Fonográficos . será utilizada Nota Fiscal à vista da Nota Fiscal extraída pelo fornecedor. transforma petróleo nos respectivos produtos derivados. até 04 de outubro de 1990. 37.Mistura Láctea Enriquecida com Minerais e Vitaminas. § 3º Fica assegurada à LBA a manutenção do crédito do imposto relativo às saídas de que trata o art. restaurantes.Mistura Láctea Enriquecida Para Mamadeira.o contribuinte não poderá excluir. a artistas nacionais ou estrangeiros. do valor do imposto destacado nos documentos fiscais relativos às aquisições dos produtos abaixo relacionados.o estabelecimento deverá estar em dia com as suas obrigações tributárias estaduais no ato da efetivação do gozo do benefício.

nas saídas tributadas promovidas pelo estabelecimento que houver realizado a importação vinculada à Política de Abastecimento do Governo Federal. que tenham seu desembaraço aduaneiro efetuado até 31 de dezembro de 1987. 9º. promovida pelo respectivo fabricante. de 01 de setembro a 31 de dezembro de 1987. observado o disposto no § 2º. uácima. relativamente a: a) carne bovina. creditar-se-á de valor correspondente à diferença entre o imposto devido na operação de saída do importador e o que seria devido na mesma operação sem redução de base de cálculo. 42. 15. farinha de carne.CINAB e isenta do Imposto de Importação. (Dec. (Dec. nas saídas tributadas de estabelecimento revendedor cujas entradas tenham decorrido de operações isentas ou contempladas com redução de base de cálculo. (Dec.876/91 DECRETO 14. 34. 51/2001. de 01 de janeiro de 1986 a 31 de agosto de 1987. 21. (Dec. 139/2005. que será equivalente: (Dec. II . 119/2009 e 01/2010). malva. de outra Unidade da Federação.615/2010) Parágrafo único. 151/94. 102/96. adquirido de estabelecimento importador.a 55% (cinquenta e cinco por cento) do imposto devido. XXIV. Será concedido crédito presumido relativamente aos seguintes produtos e serviços: I . 15. Até 04 de outubro de 1990. batata. milho e óleo de soja. 84/2000. 15.556/99) I . 148/2007.876/91 . 138/2008. 15.530/92) a) 50% (cinqüenta por cento). no período de 09 de fevereiro de 1991 a 31 de dezembro de 2012 (Convênios ICMS 138/93.530/92) (Dec. 69/2009.até 30 de novembro de 1989. 40.ao valor do imposto devido. fosfato de cálcio. b) 25% (vinte e cinco por cento). desde que as fibras têxteis naturais. III . A dispensa do estorno do crédito fiscal de que trata este artigo será equivalente a 50% (cinqüenta por cento) do imposto destacado no documento fiscal de aquisição. IV.Art.até 30 de abril de 1991. rami.530/92) Art. o estabelecimento revendedor. 71/2008. manteiga. relativamente a pescado oriundo de outra Unidade da Federação. fica dispensado. Art. exceto algodão. o pagamento do imposto diferido ou o estorno do crédito fiscal de que trata o art. nos seguintes percentuais e períodos: (Dec. 39. XXIII a XXV. 41. nas saídas de pescado para o exterior. aparelhos e equipamentos industriais de que trata o art. 05/99.530/92) Parágrafo único. II .530/92) § 1º REVOGADO a partir de 17. kenaf e à sacaria em cuja elaboração sejam empregadas outras matérias-primas.01.34. que tenham seu desembaraço aduaneiro efetuado até 30 de junho de 1987. Na saída de sacaria de juta. (Dec. de origem estrangeira. 15. máquinas e implementos agrícolas. de origem estrangeira. aprovada pelo Conselho Interministerial de Preços . O disposto no inciso I do "caput" é aplicável também aos manufaturados de caroá. com isenção. 53/2008. bem como máquinas.01. considerando-se nele incorporados os créditos fiscais relativos às matérias-primas e outros insumos. 15. 23/98. na entrada de bem de capital de que trata o art. representem mais de 80% (oitenta por cento) em quantidade e valor.530/92) § 2º REVOGADO a partir de 17.530/92) (Dec.92. b) "butter oil" e leite em pó. Até 04 de outubro de 1990.92. fica concedido ao remetente um crédito presumido do imposto. Decreto nº 14. tratores. 69/2003. cebola e tomate adquiridos. Art. 15. 14.atualizado até 30 junho 2011 . 07/2000.

.. nos períodos de 01 de junho de 1992 a 31 de março de 1994 e de 01 de abril de 1994 a 31 de julho de 2008.IV .. desde que as operações subseqüentes sejam tributadas pelo ICMS. 20.couro bovino. (Dec...telhas e tijolos. no período de 01 de junho a 31 de dezembro de 1990. 20%.297/98) b) nas saídas interestaduais. na saída de estabelecimentos varejista e de empresa distribuidora.mercadorias existentes em estoque.876/91 DECRETO 14.. VII . de origem estrangeira. b) o estoque dos produtos deverá ser lançado no Registro de Inventário. (Dec.876/91 . em 28 de fevereiro de 1989. nas operações com milho. no campo "Outros Créditos". c) o valor do crédito presumido será escriturado no Registro de Apuração do ICMS RAICMS. 50%. em valor resultante da aplicação dos seguintes percentuais sobre o respectivo imposto calculado sobre o valor da operação. de forma que o valor do imposto a pagar resulte no percentual efetivo de 6% (seis por cento).297/98) a) nas saídas internas: (Dec. cujo imposto único.serviço de transporte aéreo. 20....297/98) b) nas saídas interestaduais. observando-se: a) o valor do crédito presumido deverá corresponder ao valor do imposto único recolhido proporcionalmente ao respectivo estoque... 15. 20. no período de 12 de setembro de 1989 a 31 de dezembro de 1997.. (Dec.530/92) XI . de tal forma que a incidência do imposto resulte no percentual de 6%. (Dec. X ..... a partir de 01 de abril de 1989 até 30 de abril de 1991... 10 das Disposições Transitórias. .. 20... este nunca inferior ao preço corrente de mercado: (Dec. vedada a utilização de quaisquer outros créditos... nas saídas tributadas promovidas pelo estabelecimento que houver realizado importação aprovada pelo Conselho Monetário Nacional e isenta do Imposto de Importação. de competência federal.... em valor resultante da aplicação do percentual de 20% (vinte por cento) sobre o respectivo imposto calculado sobre o valor da operação.297/98) ..manilhas e lajotas. relativamente aos respectivos valores dos impostos únicos recolhidos..mercadorias existentes em estoque em 28 de fevereiro de 1989. 20. independentemente do disposto no art. de 01 de agosto de 1988 até 31 de março de 1989 2.atualizado até 30 junho 2011 . 20..297/98) a) nas saídas internas. realizadas pelo Decreto nº 14. VI .serviço de transporte aéreo. observado o disposto nos §§ 14 e 15 (Dec.....297/98) (Dec.produtos derivados de petróleo sujeitos ao imposto e estocados em 28 de fevereiro de 1989. 32..297/98) 1.... que tenha seu desembaraço efetuado até 31 de junho de 1987.. tenha sido efetivamente recolhido. este nunca inferior ao preço corrente de mercado: (Dec. IX .. nas seguintes operações promovidas por indústria de cerâmica vermelha. nas operações promovidas por indústria de cerâmica vermelha.297/98) XII . VIII .. a partir de 01 de janeiro de 1998 . no período de 12 de setembro de 1989 a 31 de dezembro de l997 20. a partir de 01 de janeiro de 1998.em importância correspondente ao resultado da aplicação dos seguintes percentuais sobre o valor da operação...160/2008) a) 7% (sete por cento). (Dec.20%... 20. V .

160/2008) XIII .160/2008) b) 7% (sete por cento).876/91 . 2. congelados.2005. ovos e aves vivas: (Dec. observado o disposto no § 10. no período de 01 de novembro de 1997 a 31 de dezembro de 2005 (Lei nº 12.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.2003) (Dec. 30.10. Decreto nº 14. 24. 12% (doze por cento). 25. 5% (cinco por cento).876/91 DECRETO 14. 19. desde que congelados: 10% (dez por cento). frango e produtos resultantes de sua matança. 10% (dez por cento). (Dec.930/2003 – EFEITOS A e) relativamente às saídas interestaduais de carnes de aves e demais produtos comestíveis resultantes de seu abate (Leis n° 12.2005).1.no período de 20 de janeiro a 31 de março de 1998. resfriados. 35. nas operações interestaduais com camarão. do "caput" do art. a partir de 01 de junho de 2008. prevista no inciso XXIII.930/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29. desde que congelados. nas operações interestaduais com ovos. PARTIR DE 29. a partir de 29 de setembro de 2003.930/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29. carne de aves e demais produtos comestíveis resultantes da sua matança: 10% (dez por cento) no período de 29 de setembro de 2003 a 31 de dezembro de 2005 (Lei nº 12.2005). a partir de 01 de abril de 2006. de 07.09. (Dec. em importância correspondente a 12% (doze por cento) do valor da operação.078/2006) 1. (Dec. secos ou temperados. 30. 35.031/2010) 3. 25. de 19.2003) c) nas operações interestaduais com: (Dec. realizadas pelo estabelecimento industrial que tenha promovido o respectivo congelamento ou resfriamento: (Dec. a partir de 01 de novembro de 1997. realizadas pelo beneficiário da base de cálculo reduzida. 25. 35.934. de 07.031/2010) 1. 24.031/2010) d) 17% (dezessete por cento). no período de 29 de setembro de 2003 até 30 de setembro de 2009. 32.078/2006) f) 14% (quatorze por cento). PARTIR DE 29. nas operações de importação de milho. (Dec. 25. desde que resfriados.12.934. 30.930/2003 – EFEITOS A 2.12. no período de 01 de janeiro a 31 de março de 2006.343/98) § 1º O crédito presumido relativo aos produtos mencionados no inciso I do "caput" corresponderá ao valor da aplicação da alíquota adotada no Estado de origem para as operações interestaduais. 7% (sete por cento). (Dec.078/2006) (Dec.2006): (Dec. no período de 01 de janeiro de 1993 a 28 de setembro de 2003. (Dec.031/2010) 2.09.031/2010) 3. aves e produtos resultantes de sua matança.09. 32.beneficiário da base de cálculo reduzida.2009). 35. salgados.934.2003) (Dec.2003) 1.2. (Dec. e n°13. 20. (Dec.892. nas operações internas com frango e produtos resultantes de sua matança. 35. exceto. desde que as carnes e produtos mencionados estejam frescos. a partir de 01 de novembro de 1997.030. de 14.06.031/2010) 3. contendo ou não tempero injetado. a partir de 01 de outubro de 2009 (Lei nº 13. quando se tratar dos produtos mencionados na alínea "c" deste inciso.12. "b".09. 35. referidas no inciso XXIV do "caput" do art.

deve ser informado que se trata de mercadoria importada dentro da Política de Abastecimento do Governo Federal.quando a saída dos produtos resultantes da industrialização referida no inciso II do parágrafo anterior estiver contemplada com isenção. utilizando-se a alíquota vigente para as operações internas. II .na hipótese de importação realizada por estabelecimento que venha a promover a industrialização da mercadoria.876/91 DECRETO 14. § 5º No caso de diferimento do imposto com relação a qualquer um dos produtos referidos nos incisos III e IV do "caput".INTERBRÁS. II . não-incidência ou redução de base de cálculo. por ocasião da entrada.quando a saída de que trata o inciso I do parágrafo anterior estiver contemplada com redução de base de cálculo. § 6º Para efeito do que dispõe o parágrafo anterior. assim considerado o valor a que se refere o inciso VII do “caput” do art.§ 2º O crédito presumido de que trata o inciso II do "caput" será calculado utilizando-se a alíquota aplicável à operação de que tenha decorrido a entrada das mercadorias existentes em estoque.876/91 . será observado o seguinte: I . § 4º Para efeito do disposto no parágrafo anterior. 14.atualizado até 30 junho 2011 . nas duas primeiras hipóteses. o crédito presumido será apropriado por ocasião da primeira saída sujeita ao imposto ou.297/98) Decreto nº 14. na última.consideram-se incluídos nos conceitos de carne bovina os demais produtos resultantes do abate. nas Notas Fiscais emitidas para documentar as operações ao abrigo do diferimento. importados para fim de industrialização. e proporcional à redução da base de cálculo. será observado o seguinte: I . 20. observado o seguinte: I . II .o disposto no inciso II do § 3º e no inciso II do § 4º não se aplica à carne bovina. bem como o valor do desembaraço aduaneiro. o crédito será calculado com igual redução. tomando-se como base de cálculo os seguintes percentuais: I . se esta for produto resultante da industrialização. utilizando-se a alíquota aplicável a essa saída.30% (trinta por cento) do estoque de 31 de dezembro de 1987.na hipótese de importação realizada por estabelecimento que venha a promover a comercialização da mercadoria. § 8º REVOGADO (Dec. b) "butter oil" e manteiga cuja importação não for promovida pela Petrobrás Comércio Internacional . de que tratam os incisos III e IV do "caput". será calculado sobre o valor a que se refere o inciso VII do “caput” do art.o crédito presumido para as hipóteses do inciso III do "caput" mencionadas não se aplica a: a) carne bovina e demais produtos resultantes do abate.297/98) § 9º REVOGADO (Dec. 20. será obrigatório o estorno integral do crédito presumido. tal crédito será apropriado por ocasião da entrada decorrente da importação.20% (vinte por cento) do estoque de 31 de agosto de 1987. § 7º Relativamente ao inciso III do “caput”. 14. III . tal crédito será apropriado por ocasião da primeira saída tributada. § 3º O crédito presumido. II .

24.. a crédito. o crédito presumido será utilizado opcionalmente em substituição ao sistema normal de tributação. § 12... 61/99. 148/92. observar-se-á o seguinte: I .... A partir de 01 de abril de 1989. 67/97. aplica-se inclusive na hipótese de o imposto ser recolhido por ocasião do desembaraço aduaneiro.. o valor dos direitos autorais. 32. no mesmo período. no livro Registro de Apuração do ICMS .. de 14.§ 10.até 31 de julho de 1989.o estoque dos produtos e o montante do crédito presumido serão objeto de escrituração no livro Registro de Inventário..nas operações interestaduais que destinem mercadoria para as Regiões Norte.980/99) Decreto nº 14. O disposto no inciso I do "caput" aplica-se à saída de maçã e pêra do respectivo estabelecimento produtor.. 22/91... Centro-Oeste e ao Estado do Espírito Santo. comprovadamente pagos a autores e artistas nacionais ou empresas que (Convênios ICMS 23/90.3%.nas operações internas II . . § 13.9%. Nordeste.. a partir de 01 de janeiro de 2006. "f".. a autores e artistas nacionais ou domiciliados no País. vedada a utilização de quaisquer créditos fiscais.. II . (Dec. 20/97. do "caput" fica vedada. A partir de 29 de setembro de 2003..876/91 .. (Dec.160/2008) Art. 124/93. O disposto no inciso XII.. 10/94. 84/00 e 51/2001): (Dec.. assim como a seus herdeiros e sucessores. "d" e "e"..078/2006) § 15.nas operações interestaduais tributadas com a alíquota de 12% III . do montante do imposto devido..RAICMS. O disposto no inciso VIII do "caput" aplica-se à Petrobrás S. 21. 30.o montante do crédito presumido será calculado aplicando-se o percentual previsto no inciso XVII do “caput” do art. 30/98... . 21.. § 14. As empresas produtoras de discos fonográficos e de outros suportes com som gravado poderão: I .280/2002) a) a partir de 01 de outubro de 1989. "c".. mesmo através de entidades que os representem.A.atualizado até 30 junho 2011 .. 24 sobre o preço de venda fixado pelo Conselho Nacional de Petróleo para as saídas promovidas pelos estabelecimentos mencionados no inciso IX do "caput".... 43. (Dec..980/99) b) a partir de 17 de novembro de 1999: (Dec. o valor dos direitos autorais... 90/99. IV ..aplica-se à Petrobrás S/A em relação a estoques de produtos derivados de petróleo importados.2006)... e nº 13.11. comprovadamente pagos pela empresa.876/91 DECRETO 14.. os representem e das quais sejam titulares ou sócios majoritários. utilizar..09..030.430. § 11. entre contribuintes do imposto . III .. em relação a estoques de produtos derivados de petróleo importado.o montante do crédito presumido será também escriturado... 85/97.. II . a utilização do benefício previsto no inciso XII.nos períodos e percentuais indicados no § 1º.06. de tal forma que a incidência do imposto não seja inferior a: I . 8. como crédito fiscal do imposto. I e II. abater.2003.6. artísticos e conexos.. de 29...4%. quando houver aproveitamento de outros benefícios fiscais na mesma operação. exceto. Relativamente ao disposto no inciso IX do “caput”. aqueles previstos em Convênio ICMS de caráter impositivo (Leis n° 12. 121/95. artísticos e conexos. 48/97..

2002: 60% (sessenta por cento).166/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. a entrega. (Dec.94.2. (Dec. de 01. 139/2004.2003: 50% (cinqüenta por cento). (Dec. 24. (Dec. até o dia 10 (dez) do mês subseqüente.1.166/2002 – EFEITOS A 2. II . 119/2009 e 01/2010): (Dec.166/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.558/92) Decreto nº 14.876/91 .610. será observado o seguinte: (Dec. artísticos e conexos.no período de 01 de maio a 31 de julho de 1989. (Dec. 118/2003. 18.01.11. após a compensação dos créditos relativos aos insumos.876/91 DECRETO 14. (Dec.166/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 2.11. 105/2001.atualizado até 30 junho 2011 . 15.2001) (Dec.2001: 70% (setenta por cento). seus domicílios e inscrição no CPF-MF. de 01 de julho de 2003 a 31 de dezembro de 2012: 40% (quarenta por cento). de 19 de fevereiro de 1998.166/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.1.04. 18.94 a 31. 21. até o limite do saldo devedor do imposto apurado no mesmo mês. de 22.629/2010) (Dec. de relação dos pagamentos efetuados no mês anterior a título de direitos autorais artísticos e conexos. nos termos do art. o aproveitamento do crédito (Convênios ICMS 23/90. 18.12. à entrega.106/94) I . b) implica vedação do aproveitamento de quaisquer outros créditos relativos aos insumos. 53 da Lei Federal nº 9. 24.11.06.980/99) 2. energia elétrica e transportes.2002 a 31.4.106/94) § 2º Fica vedado o aproveitamento do excedente do crédito presumido em quaisquer estabelecimentos do mesmo titular ou de terceiros ou a respectiva transferência de uma para outra empresa. relativo às operações efetuadas com discos fonográficos e com outros suportes com som gravado.2001) (Dec. que dispõe sobre direitos autorais. de 01. com eles mantenham contrato de edição.04.12. 83/2001. à respectiva repartição fazendária. 21. 24.629/2010) a) somente poderá ser efetuado: (Dec. 40/2004.10.01.106/94) a) na hipótese do inciso I do "caput". 24. com a identificação dos beneficiários.97 e de 01.106/94) b) na hipótese do inciso II do "caput".98 a 31. até o limite dos percentuais a seguir elencados.somente serão lançados a título de crédito os valores pagos durante o mês e até os seguintes limites: (Dec. (Dec. 18. 24.106/94) 2.2003 a 30. de 19 de fevereiro de 1998. 18.2001) 2.106/94) 1.12. nos termos do art. 34. 18.2001) II – quanto ao inciso II. com eles possuam contrato de cessão ou transferência de direitos autorais.2001) (Dec. 49 da referida Lei nº 9. PARTIR DE 01.2001) § 3º O benefício previsto neste artigo fica condicionado: I .166/2002 – EFEITOS A 2.89 a 21.980/99) § 1º Relativamente ao disposto no "caput". PARTIR DE 01. aplicados sobre o valor do imposto debitado no mês e correspondente às operações efetuadas com discos fonográficos e com outros suportes com som gravado: (Dec. até o segundo mês subseqüente àquele em que tenha ocorrido o pagamento dos direitos autorais. 10/94.610.05.11.3. energia elétrica e prestação de serviço com eles relacionados. no período de 01. 24. 34. até o limite de 70% (setenta por cento) do saldo devedor do imposto apurado no mês. à respectiva repartição fazendária e à Secretaria da Receita Federal. (Dec.no período de 01 de novembro de 1989 a 31 de dezembro de 1992. da relação de que trata o inciso anterior. após a compensação dos créditos do insumos.11.11.

2 no período de 28 de outubro a 22 de dezembro de 2000.11.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.11.97 UFIRs (duzentas e setenta e cinco vírgula noventa e sete UFIRs). caso as mercadorias ou Decreto nº 14. a título de imposto. a R$ 293.876/91 .97) a) o valor restituído. (Dec.§ 4º Para a apuração a que se refere o inciso II do § 1º.11. a R$ 1. 23. a indústria consumidora de minerais do País poderá abater. a título de "Outros Créditos". para efeito do disposto nesta alínea. relativamente à mesma mercadoria ou serviço. SEÇÃO V Da Recuperação e do Crédito Restituído Art. o contribuinte beneficiário comunique previamente o fato à repartição fazendária. Relativamente ao crédito fiscal não utilizado ou estornado em decorrência de qualquer das causas impeditivas e àquele decorrente de restituição.161/2001) 2. em separado.97) § 1º A utilização do crédito fiscal.DAT da Secretaria da Fazenda.161/2001) 1.154/91) Art.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.RAICMS. 23.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.1 no período de 01 de janeiro de 1998 a 27 de outubro de 2000. (Dec. será obrigatória a escrituração.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. na hipótese de as operações ou prestações posteriores.161/2001) (Dec. previsto no inciso IX do art. 1. o recolhimento indevido decorra de lançamento ou de transposição a maior de valor do ICMS. (Dec. será lançado no Registro de Apuração do ICMS . realizadas pelo mesmo estabelecimento.3 a partir de 23 de dezembro de 2000.11.DRT da Diretoria de Administração Tributária . do imposto a pagar. (Dec.161/2001) 1.no caso de restituição: (Dec. seja de valor igual ou inferior: 23.atualizado até 30 junho 2011 . 21 da Emenda Constitucional nº 1. § 5º Relativamente à hipótese contida no inciso II do “caput”. (Dec. 44.97) II . mediante solicitação do contribuinte ao Departamento da Receita Tributária . ficam homologados os atos das empresas nele indicadas. (Dec. (Dec. ficarem sujeitas ao imposto. mediante escrituração do respectivo valor. 23. terá como limite o imposto que seria devido em operação ou prestação de entrada. efetivamente recolhido aos cofres federais. recuperado nos termos do inciso I do "caput". 23.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.no caso do crédito não utilizado ou estornado. 20. 90% (noventa por cento) do IUM.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. praticados durante o período de 01 de agosto a 31 de outubro de 1989 com base nas normas deste artigo aplicáveis à referida hipótese.97) b) a partir de 01 de janeiro de 1998. o recolhimento indevido. sob a condição resolutória de posterior homologação. será observado o seguinte: (Dec.11. 3. desde que: (Dec. independentemente de solicitação. vedada a divisão deste em parcelas.10 (um mil e sessenta e quatro reais e dez centavos).876/91 DECRETO 14. 20. 15.161/2001) 1.064. 45.66 (duzentos e noventa e três reais e sessenta e seis centavos).97) I . poderá ser recuperado. como crédito fiscal. das operações realizadas com discos fonográficos e com outros suportes com som gravado. a 275. de 17 de outubro de 1969. 20.97) (Dec. 20. na forma prevista na alínea anterior. a restituição referida na alínea anterior poderá ser automática. 20. com a respectiva identificação do despacho concessivo. 20.11. Até 28 de fevereiro de 1989.

14. 20.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.11. conter fundamentação do motivo da glosa. devendo a sua apropriação ocorrer proporcionalmente às saídas subseqüentes tributadas. não constituirão hipóteses de vedação ou de estorno de crédito fiscal as operações ou prestações indicadas em lei complementar ou em convênio homologado conforme legislação específica. 20.97) b) na hipótese de glosa do crédito.654. (Dec.11. dando àquele que as praticar direito a creditar-se do imposto cobrado nas operações anteriores às isentas ou nãotributadas. 20. indicando-se as respectivas disposições legais.530/92) Art.11.se o lançamento a maior decorrer de destaque também a maior no respectivo documento fiscal. 20. 20.876/91 . Não se exigirá o estorno do crédito do imposto relativo: I . 46. (Dec. observar-se-á: 01. conceder prazo de 30 (trinta) dias. realizadas por outro estabelecimento.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. sempre que a saída isenta. (Dec.97) § 2º Na hipótese do parágrafo anterior. (Dec. (Dec. 20. inclusive. nos termos do § 4º do art. observando-se: (Dec. não-tributada ou com redução de alíquota ou de base de cálculo seja relativa a produtos agropecuários.atualizado até 30 junho 2011 .261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. que poderá homologar ou glosar o mencionado crédito.a restituição automática do crédito não prejudicará ação fiscal posterior. industrialização. 20.876/91 DECRETO 14.97) 1. desde que observados os limites constitucionais de competência. 15.11.97) 2.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.97) a) a homologação ou glosa do crédito deverá ser objeto de lavratura de termo no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências . ou do imposto proporcional. § 3º A partir de 01 de novembro de 1996.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 20.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.11.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.11. 31 a 34. o termo referido na alínea anterior deverá: (Dec. a escrituração do crédito somente poderá ser efetuada à vista de autorização firmada pelo destinatário indicado no referido documento fiscal. a recuperação do crédito prevista no inciso I do "caput" poderá ocorrer. constituirá crédito fiscal do contribuinte.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. do "caput". "b". 20. o imposto recolhido na forma do art. 47 da Lei nº 10.11. (Dec. 20. § 25.RUDFTO.97) § 5º A utilização de crédito fiscal em desacordo com o disposto neste artigo implica no seu recolhimento com os acréscimos legais cabíveis à hipótese. para impugnação da glosa.97) § 4º Na hipótese do inciso II. fabricação de semielaborados ou produção. Observado o disposto nos arts.à entrada de mercadoria para utilização como matéria-prima ou material intermediário ou secundário na fabricação e embalagem dos produtos destinados: Decreto nº 14. contado da data da lavratura do mencionado termo.97) II . com a declaração de não-utilização do aludido valor a maior ou seu estorno.11.97) SEÇÃO VI Da Manutenção Art.serviços tivessem sido recebidos para comercialização. no caso de redução de alíquota ou de base de cálculo.97) (Dec.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE I . quando as operações sujeitas ao imposto forem posteriores àquelas ali mencionadas.11. 47.11. de 27 de novembro de 1991.

às mercadorias que tenham entrado para utilização. 24.942/97. EFEITOS A PARTIR DE 31. IX e X.às matérias-primas empregadas na fabricação dos produtos referidos nas alíneas "a" e "b" do inciso VI do “caput” do art. observada. 9º. III . 9º. utilizados pelo estabelecimento fabricante na produção de veículos rodoviários automotores. 19.à entrada de produto agrícola destinado à produção das sementes a que se refere o art. para efeito da não exigência do estorno.530/92) V . 692. XI . VII . (Dec. nos termos do art. na hipótese prevista no inciso IV do art.à entrada das mercadorias ou dos respectivos insumos. apenas em relação às mercadorias constantes do Anexo 7 (Convênios ICM 66/88 e 7/89 e ICMS 15/91 e Lei Complementar nº 65/91. objeto das saídas a que se refere o inciso XXXIV do “caput” do art. VIII . no período de 01 de março de 1989 a 15 de abril de 1991. 9º: (Dec. (Dec. até 04 de outubro de 1990. IX e X. até 04 de outubro de 1990. art. (Dec. XIII . nas saídas isentas de que trata o inciso XXI do “caput” do art. 15. 15. (Dec. 9º. a partir de 01 de junho de 1989. destinado à fabricação de ração ou alimentação animal. materiais secundários e materiais de embalagem empregados na fabricação dos produtos de que tratam os seguintes incisos do “caput” do art. c) fécula e farinha de mandioca.530/92) a) XXV. IV .à aquisição de sementes.às matérias-primas. como matéria-prima. 9º.a) ao exterior.122/96) b) à Zona Franca de Manaus.527/96) IX .876/91 . que tenham saído com a isenção prevista no inciso XXVI do “caput” do art. material secundário e material de embalagem.às matérias-primas.à entrada de milho proveniente de outra Unidade da Federação. quando da saída para o exterior dos seguintes produtos: a) óleo de algodão. a mesma proporção das reduções de base de cálculo. 34. 9º. II . XII . nos termos do disposto no art. b) produtos de indústria têxtil. de amendoim e de milho. (Dec.876/91 DECRETO 14. 34. na fabricação e acondicionamento dos produtos mencionados no inciso I do “caput” do art. 9º. excetuada a hipótese em que o leite retorne ao Estado de origem para consumo final.3º). 19. com relação às entradas ocorridas até 31 de dezembro de 1990. 9º.12. respeitado o disposto no inciso IV do “caput” do art. 19. material secundário e de embalagem empregados na fabricação dos produtos de que trata o inciso XIII do “caput” do art. X .atualizado até 30 junho 2011 .ao material de embalagem utilizado no acondicionamento de banana exportada para o exterior com a isenção prevista na alínea “b” do inciso LXXIII do “caput” do art.530/92) b) LXXV. 15. sendo.às matérias-primas. material secundário e de embalagem. para emprego na avicultura e suinocultura.ao leite procedente de outra Unidade da Federação ou ao leite em pó utilizado na reidratação. 9º. nas saídas ali mencionadas.à mercadoria que tenha entrado no estabelecimento para industrialização.96) Decreto nº 14. VI .

2001) XVII .às matérias-primas e materiais secundários utilizados na fabricação de veículos com a isenção prevista na alínea "b" do inciso CXXXI do “caput” do art. 19.2001) b) a partir de 01 de abril de 2001. 18. (Dec. (Dec. do "caput" do art.942/97) 4.942/97) XXIV . 18.às matérias-primas. 16. 24. (Dec. empregados na fabricação das mercadorias beneficiadas com a isenção prevista no inciso LXXXII.14. 9º (Convênio ICMS 60/92).942/97) 3. 23. independentemente da mercadoria. (Dec. quanto à entrada de serviços relativos a produto primário. 19.343/2002) XVIII . (Dec. inclusive semi-elaboradas. CXXVIII. 19. a partir da mencionada data.9º (Convênio ICMS 91/91).337/96) XXII . 19. (Dec. “b”.942/97) a) a partir de 16 de setembro de 1996. e a serviço destinado ao exterior. a partir da mencionada data. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . quanto à entrada de mercadoria. 9º. (Dec. 9º. inclusive semi-elaborado. 18. quanto à entrada de mercadoria. 9º (Convênio ICMS 78/92).236/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.942/97) b) a partir de 01 de novembro de 1996: (Dec.04. “b” do “caput” do art.337/96) XXIII . 23.a partir de 01 de julho de 1996.XIV .876/91 . para comercialização que a destine ao exterior. do "caput" do art. 9º.ao crédito presumido previsto no art.às mercadorias beneficiadas com a isenção prevista no inciso CIV do "caput" do art. (Dec. quanto às mercadorias que entrem no estabelecimento. 19. às matérias-primas. 19. produtos intermediários e material de embalagem efetivamente utilizados na industrialização dos produtos beneficiados com a isenção prevista no inciso CXII.942/97) 2. a partir de 02 de janeiro de 1995 (Convênio ICMS 137/94).876/91 DECRETO 14. para integração ou consumo em processo de produção de mercadorias industrializadas. 23. conforme se segue: (Dec. produtos intermediários e material de embalagem empregados na industrialização das mercadorias beneficiadas com a isenção prevista no inciso CXXXIX.942/97) 1. (Dec. XLV (Convênio ICMS 33/96).236/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. XIII.16. às mercadorias ou insumos que tenham entrado no estabelecimento que promover a saída dos produtos com o benefício de redução de base de cálculo previsto no art.2001) a) no período de 16 de outubro de 1992 a 30 de junho de 1999. 19. na hipótese de adubo simples ou composto e fertilizante.a partir de 01 de janeiro de 1996. a partir da mencionada data.à entrada das mercadorias beneficiadas com a isenção prevista no art. para a prestação que destine serviço ao exterior. 2. 9º. ou dos respectivos insumos. 19. ou dos respectivos insumos.à entrada das mercadorias beneficiadas com a isenção prevista no art.às mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior.236/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.417/93) XV . 9º: (Dec. 19. (Dec. 36.979/97) Decreto nº 14. "c".04. a partir da mencionada data. (Dec. 19.405/95) XX . XC. bem como à prestação de serviços de transporte dessas mercadorias (Convênio ICMS 23/95). produto industrializado. (Dec.417/93) XVI .326/95) XIX .04. "b" e "c".812/95) XXI . para a produção de produtos primários destinados ao exterior. quanto à entrada de mercadoria. material secundário e material de embalagem.à matéria-prima.às mercadorias doadas na hipótese prevista no inciso CXIV do “caput” do art. (Dec.

às mercadorias adquiridas que venham a ser objeto das operações de saída que o contribuinte promover com o benefício previsto no art. bolacha e bolo. 23. 23. CLVI (Convênio ICMS 101/97). CLI (Convênio ICMS 66/2000). Decreto nº 14. às entradas de mercadorias ou serviços relativas aos estabelecimentos beneficiários do crédito presumido previsto no art. (Dec.CEV beneficiados com a isenção prevista no art. relativamente às operações que o contribuinte promover com o benefício previsto no art. 9º. para uso na fabricação dos produtos contemplados com a redução de base de cálculo prevista no art. 21.342/99) XXVI . 36. (Dec.342/99) XXVII . 9º. ou dos respectivos insumos. (Dec. relativamente às operações que o contribuinte promover com o benefício previsto no art.721/2001) XL . "d" (Convênio ICMS 08/98). XLVIII. (Dec. LI (Convênio ICMS 12/98). peças e acessórios destinados à produção de Coletores Eletrônicos de Votos . (Dec. (Dec. 23. condicionado o benefício à opção pela sistemática estabelecida no § 6º do art.a partir de 02 de janeiro de 1998. relativamente às saídas que o contribuinte promover com o benefício previsto no art. 23. CLXVI. 36.a partir de 14 de abril de 1998.à entrada das mercadorias relacionadas no art.830/99 EFEITOS A PARTIR DE 01.677/98) XXVIII .atualizado até 30 junho 2011 .237/2001) (12) XXXV .XXV .14.às entradas de produtos referentes às operações beneficiadas com a isenção prevista no art. 475.967/99 – EFEITOS A PARTIR DE 31. 9º.12. partes. 9º.99) XXXI . objeto das saídas beneficiadas com a isenção ali prevista. 21.721/2001) (Dec. CX e CLXV (Convênios ICMS 56/2000 e 76/2000).às aquisições dos insumos.99) XXXIII . 9º.2001) XXXIX .às entradas de mercadorias ou serviços relativas aos estabelecimentos beneficiários do crédito presumido previsto no art. 21. (Dec.06. 36. XCIX (Convênio ICMS 102/97). 20. às mercadorias adquiridas ou aos serviços tomados. 36.07. XXVI. 9º. biscoito. às matériasprimas. 9º.às entradas dos produtos e equipamentos beneficiados com a isenção prevista no art.a partir de 01 de julho de 1999. XLVIII.391/2001) XXXVIII . adquiridos por estabelecimento industrial de massa alimentícia. (Dec.no período de 01 de outubro de 1996 a 31 de dezembro de 1997 e a partir de 01 de janeiro de 1999. CLXVII. nos termos da isenção prevista no inciso CLX do "caput" do art. CLIV. “a”. 23. (Dec. (Dec. 20. 14. à entrada de mercadoria e material de embalagem destinados às saídas beneficiadas com o crédito presumido previsto no art. CXXXVII.677/98) XXIX – a equipamentos e acessórios destinados à prestação de serviço de saúde. 23.às mercadorias adquiridas ou aos serviços tomados.876/91 DECRETO 14.247/2001) XXXVII . 21. 9º. (Dec. 21. 9º. 23.às aquisições das mercadorias objeto das saídas de que trata o art.391/2001) XXX . (Dec.373/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 19. às entradas de mercadorias ou serviços relativas aos estabelecimentos beneficiários do crédito presumido previsto no § 13 do art. às mercadorias adquiridas ou aos serviços tomados.a partir de 01 de outubro de 1996. 9º. XXII. produtos intermediários e material de embalagem. (Dec.876/91 .968/99) XXXII . 23.às mercadorias adquiridas ou aos serviços tomados. 21. VII. relativamente às operações que o contribuinte promover com o benefício previsto no art.247/2001) XXXVI . (Dec.968/99) XXXIV – No período de 01 de fevereiro de 2000 a 28 de fevereiro de 2001. (Dec.

CC.267/2002) XLIII – às entradas referentes às operações com redução de alíquota previstas no art. (Dec.860/2007) LIII – a partir de 01 de abril de 2008.01.01.876/91 DECRETO 14.860/2007) LI – às aquisições do estabelecimento remetente correspondentes às saídas que este promover beneficiadas com a isenção prevista no art. (Dec. 9º. com observância das normas contidas no Convênio ICMS 57/2000. CLXXIV. 23. nos termos do art.a partir de 13 de junho de 2003.860/2007) LII – às aquisições do estabelecimento remetente correspondentes às saídas que este promover beneficiadas com a isenção prevista no art. à entrada de mercadoria objeto de saída. I. 9º. 9º. quando a respectiva saída estiver beneficiada com a redução de base de cálculo prevista no art. 30. do Poder Executivo Estadual com a isenção prevista no art.334.167/2010) XLVI – a partir de 01 de janeiro de 2004. (Dec. 26. 9º.255/2008) LV – às prestações de serviço de comunicação beneficiadas com a isenção prevista no inciso CCVIII do art. às operações realizadas com os medicamentos relacionados no Anexo 38 e beneficiados com a isenção prevista no art. 14. mediante adjudicação.às operações de entrada dos veículos objeto de saída para a Polícia Rodoviária Federal.às aquisições do estabelecimento remetente correspondentes às saídas que este promover beneficiadas com a isenção prevista no art. (Dec. direta ou indireta.876/91 . 29.117/2009) LVII – operações beneficiadas com a isenção prevista no art.596/2004) XLVII . 30. 6 e 7 (Lei nº 12. 32. CLXXV (Convênio ICMS 46/2003). CXCII.no período de 04 de janeiro de 2008 a 31 de dezembro de 2009. (Dec. (Dec. às mercadorias adquiridas ou aos serviços tomados correspondentes às operações contempladas com a isenção prevista no art. 25.às mercadorias e aos serviços utilizados no processo de produção ou distribuição de hipoclorito de sódio. 9º (Convênio ICMS 141/2007). 9º. e beneficiados com a isenção prevista no art. de 23. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 35. 33. de 23.061/2006) L . 9º.721/2001) XLII .às operações alcançadas pela isenção de que trata o art.25.413/2008) LVI – às operações com veículos ou motocicletas promovidas com a alíquota de 12% (doze por cento).506/2006) XLIX . CCI.334. 32. antecedentes à saída do fármaco ou medicamento relacionados no Anexo Único do Convênio ICMS 87/2002. 31.313/2006) XLVIII . 14. "e".2003). (Dec.766/2003) XLV . CCX. 9º (ACR Convênio ICMS 69/2001).às entradas de insumos utilizados no processo de industrialização de biodiesel . (Dec. beneficiadas com a isenção prevista no inciso CLXIX do "caput" do art. 6 ou 7 (Lei nº 12. (Dec. CL (Convênio ICMS 119/2003).2003). I. 9º. "e". (Dec. 29. (Dec. 9º. (Dec. quando destinados aos órgãos e às entidades públicas ali referidos (Convênio ICMS 45/2003). 33. LXVI (Convênio ICMS 67/2006).às aquisições do remetente na transferência de bens beneficiada com a isenção prevista no art.931/2009) Decreto nº 14. (Dec.641/2008) LIV .694/2003) XLIV – a partir de 13 de junho de 2003. 9º. (Dec.XLI . CLXXVIII. quando a respectiva saída ocorrer nos termos do art.B100. 25. ficando convalidados os lançamentos efetuados. às mercadorias beneficiadas com a isenção prevista no inciso CCVII do art. 9º. (Dec. às operações. (Dec. para órgão ou entidade da Administração Pública. LXIX. no período de 25 de outubro de 2000 a 31 de março de 2008. 30.25. CCV. 30. 24. CCII. 9º. realizadas diretamente pelo estabelecimento industrial ou importador.

611/2010) LXIII – a partir de 1º de dezembro de 2010. 35. 9º. CXXVIII. às operações beneficiadas com a isenção prevista no art. (Dec. às prestações de serviço de comunicação beneficiadas com a isenção prevista no art. CCXXI (Convênio ICMS 73/2010). 14.616/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.Outros Débitos”.21.produtos industrializados. 48. na forma desta Seção. nos termos estabelecidos no art. (Dec. 9º. CCXVII (Convênios ICMS 38/2009 e 11/2010). 9º. 7º. não sujeitos ao imposto na respectiva saída. 34. exclusive. 19.527/96) Decreto nº 14. observado o disposto no inciso IV do “caput” do art. de 19. deverá ser registrado no livro Registro de Apuração do ICMS .2009). 7º.LVIII . no quadro “Detalhamento . na proporção que tais saídas representem do total das saídas realizadas pelo estabelecimento: (Dec. LXXVIII. 9º. 34. “a”. II.0200 da NBM/SH fica excluído do Anexo 4. em idêntico percentual àquele ali previsto.RAICMS. o produto classificado na posição 0901. materiais secundários e materiais de embalagem empregados na fabricação de: I . Serão utilizados. aparelhos e equipamentos industriais. (Dec. do “caput” do art.imputados pelo sujeito passivo a qualquer estabelecimento seu localizado neste Estado.891. quando for o caso (Lei nº 13. na forma prevista nesta Seção. LXXVII. “b”.949/2010) LX – às operações de entrada de veículo automotor novo de origem nacional beneficiadas com a redução de base de cálculo prevista no art.310/2010) LXII – às operações beneficiadas com a isenção prevista no art. inclusive importações do exterior.2003) I . (Dec.876/91 .atualizado até 30 junho 2011 . combinado com o inciso I. (Dec.527/96) § 2º Saldos credores decorrentes da entrada de mercadoria e serviço. § 4º A partir de 01 de janeiro de 1990.10. (Dec. a manutenção integral ou parcial de créditos far-se-á exclusivamente mediante autorização em convênio. CCXI. (Dec. por estabelecimento que realize operações e prestações destinadas ao exterior. acumulados a partir de 16 de setembro de 1996. 34. 9º. cuja saída seja isenta do imposto nos termos do inciso XXV do “caput” do art.956/2010) § 1º O eventual acúmulo de crédito decorrente do disposto no inciso VI do "caput" poderá ser utilizado na forma da legislação vigente. às operações e prestações. 47.876/91 DECRETO 14. na linha 15. “b” (Convênio ICMS 126/2010). podem ser. 25.máquinas. II . nos termos o inciso II do “caput” do art. § 3º A manutenção de crédito de que trata o inciso XII do "caput" prevalecerá até 31 de março de 1989.08. os créditos acumulados referentes às matérias-primas. beneficiadas com a isenção prevista no art.527/96) § 1º O valor dos créditos acumulados. SEÇÃO VII Do Crédito Acumulado Art.450/2009) LIX . exportados para o exterior. § 2º A partir de 01 de janeiro de 1991. (Dec. devendo ser estornado o valor excedente. 19. utilizados no período fiscal. 35. os semi-elaborados. 19. 35. 35.a partir de 1º de agosto de 2010. às operações com querosene de aviação beneficiadas com a redução de base de cálculo prevista no art. (Dec. até 15 de setembro de 1996.031/2010) LXI . 14.

nos termos previstos em portaria do Secretário da Fazenda. para outros contribuintes deste Estado. em pleito do contribuinte. 25. 25. 49.616/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. desde que transitado em julgado.2003) II – a partir de 01 de agosto de 2003. quando o imposto for relativo às operações com insumos agropecuários e o contribuinte-substituto seja credenciado pela Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda.09. em cada período fiscal.atualizado até 30 junho 2011 . Os créditos acumulados de que trata o artigo anterior poderão ser utilizados para pagamento. nos termos deste artigo.979/97) (Dec. 50. desde que no respectivo prazo previsto para o recolhimento. inclusive Notificação de Débito. 25. na hipótese do inciso II do referido parágrafo. considerar-se-á o montante do saldo existente em 31 de dezembro de cada ano.2003) Art. de débito do imposto do contribuinte ou de terceiros.08.2003) III .616/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. somente poderá apropriá-lo mediante solicitação e após a expedição de ato específico deferindo o pedido. o contribuinte. a este Estado. a outros contribuintes deste Estado.08.08. (Dec. desde que no respectivo prazo previsto para o recolhimento. poderão ser transferidos. sucessivamente. cada possibilidade e respeitando-se a exigência contida na parte final do mencionado inciso.08. 19. utilizados para pagamento de débito do imposto: (Dec. 19.616/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.527/96) c) de responsabilidade indireta do contribuinte. para efeito de determinação do valor do crédito acumulado.846. 19. quando existentes em 31 de dezembro de 1999 e que não tenham sido reconhecidos pela autoridade competente até 30 de abril de 2001.II . I . havendo saldo remanescente. esgotando-se.transferidos pelo sujeito passivo. conforme Decreto nº 14. § 1º A utilização do crédito fiscal. (Dec.876/91 DECRETO 14.até 15 de setembro de 1996. (Dec. para usufruir do benefício previsto neste artigo. apurado em procedimento fiscal de ofício ou objeto de confissão.alternativamente ao disposto no inciso anterior. Relativamente à utilização de crédito acumulado. o crédito ali mencionado.2003) I – a partir de 01 de maio de 2001. que não poderá ultrapassar 30% (trinta por cento) do valor do ICMS a ser recolhido. pelo contribuinte que tenha recebido o mencionado crédito em transferência. § 2º O deferimento do pedido mencionado no parágrafo anterior dependerá de prévia verificação fiscal da efetiva existência e regularidade do crédito acumulado. contendo minucioso demonstrativo relativo ao crédito acumulado.616/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.527/96) § 3º Relativamente aos saldos credores acumulados na forma do § 2º. (ACR Lei nº 11. quando objeto de confissão de débito ou apurado em processo administrativo-tributário. deverá comprovar o pagamento em dinheiro e de uma só vez das custas judiciais devidas. observada a forma prevista no inciso II do mencionado parágrafo.2000) (Dec. mediante documento que reconheça o crédito. devendo o mencionado documento ser emitido pela autoridade fazendária ali especificada.527/96) b) de responsabilidade direta do contribuinte. em transferência. Art.876/91 . 25. para compensação parcelada. de 22.527/96) a) de responsabilidade direta do contribuinte. será observado o seguinte: 19. § 3º Na hipótese de crédito ajuizado. fica condicionada a deferimento do Secretário da Fazenda. nos termos estabelecidos em portaria do Secretário da Fazenda. será observado o seguinte: (Dec. (Dec. 19. o estabelecimento que tenha recebido. (Dec.

08.979/97) III . a este Estado.A .979/97) b) em pagamento. contado da data de protocolização do pedido. a apropriação do crédito recebido em transferência será efetuada observando-se o disposto no § 3º.08. (Dec.979/97) a) em transferência: (Dec. 19. DE 01. serão observadas as normas específicas de manutenção e utilização de crédito acumulado previstas nos artigos 46 a 49. “c”.616/2003– EFEITOS A PARTIR c) a partir de 01 de agosto de 2003. 25. para expedir o respectivo ato de reconhecimento do crédito: (Dec. 3.979/97) b) a Secretaria da Fazenda terá o prazo máximo a seguir indicado.até 31 de julho de 2003: 45 (quarenta e cinco) dias.2003) PARTIR DE 2.08.979/97) 2.PETROBRÁS. inclusive Notificação de Débito.atualizado até 30 junho 2011 . para a Petróleo Brasileiro S. XIII. o respectivo valor poderá ser utilizado exclusivamente pelo respectivo fabricante do álcool: (Dec. 19.a partir de 01 de agosto de 2003: 90 (noventa) dias. (Dec. 19.2003) 1. 2003) IV . 19. observando-se: (Dec.08.979/97) 3. 19. quando se tratar de atividade integrada. exceto na hipótese da respectiva alínea "a".979/97) II .a utilização de crédito prevista no inciso II. 25. 48. de débito do ICMS do contribuinte ou de terceiros. 19. (Dec.2003) (Dec. 19. (Dec. do art. fica condicionada ao reconhecimento prévio do respectivo valor pela Secretaria da Fazenda.876/91 DECRETO 14. 36. 25.registro na escrita fiscal.876/91 . apurado em processo administrativo-tributário de ofício. XIII.616/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. “b”. (Dec. ou em confissão de débito. do art. II. (Dec.2003) a) o reconhecimento previsto neste inciso atenderá ao disposto no § 2º.na hipótese do art.25.616/2003– EFEITOS A 01. 36. de acordo com a legislação específica vigente.616/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.na hipótese de acumulação de crédito decorrente do benefício previsto no art. 25. (Dec. (Dec. II. 19.979/97) 1.616/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01. para estabelecimento fornecedor de bens do ativo fixo ou de insumos utilizados no processo de fabricação do álcool etílico hidratado combustível. 19.979/97) Decreto nº 14. deduzidos os valores que tenham sido compensados até aquela data.08. 48. para o estabelecimento fabricante do açúcar. em relação a saídas para o exterior. (Dec.

observado o disposto no inciso II do § 3º. podendo. na forma admitida na legislação tributária do Estado. c) segmento de atividade econômica quando os sistemas referidos nos incisos I e II deste parágrafo forem insuficientes para garantir o recolhimento do tributo pelo setor.180/2001) (17) II .APÍTULO IX Da Apuração e dos Prazos de Recolhimento SEÇÃO I DA APURAÇÃO DO IMPOSTO Art.período. 19. O imposto a recolher corresponde à diferença a maior entre débitos e créditos fiscais. § 3º O estabelecimento que apurar saldo credor. (Dec. 20. § 2º Para os efeitos deste Decreto.426/98) b) no período de 01 de abril de 1994 a 31 de julho de 1994: decendial.180/2001) (17) I . 19. III . 51. considera-se: I . 23. a diferença será liquidada dentro do prazo fixado nos artigos 52 a 55 e disposições específicas.09. 23. (Dec. se for o caso. observando-se: (Dec. (Dec. segundo o disposto neste Capítulo.a partir de 01 de agosto de 2000. 23. observado o seguinte: (Dec. desde que adote o regime normal de apuração do imposto. 19. poderá: (Dec.180/2001) (17) DECRETO 14. conforme disposições a seguir: (Dec. 23. 23. 20.846.mercadoria ou serviço. (Dec. admitindo-se que a mencionada apuração seja efetuada por (NR Lei nº 11. ser compensados os saldos credores e devedores entre os estabelecimentos do mesmo sujeito passivo localizados neste Estado.mercadoria ou serviço dentro de determinado período.527/96) II .527/96) I .180/2001) (17) I .2000): (Dec.período fiscal .426/98) c) a partir de 01 de agosto de 1994: mensal. (Dec. 20. a partir de 01 de agosto de 2000. de 22.as obrigações consideram-se liquidadas por compensação até o montante dos créditos escriturados no mesmo período mais o saldo credor de período ou períodos anteriores. 20. à vista de cada operação ou prestação. nas seguintes hipóteses: a) contribuinte dispensado de escrita fiscal.se o montante dos débitos do período superar o dos créditos. (Dec.o valor resultante da aplicação da alíquota sobre a base de cálculo de cada operação ou prestação passível de cobrança do imposto.426/98) II . b) contribuinte submetido a sistema especial de fiscalização. II . (Dec.527/96) § 1º A apuração do imposto deverá ser realizada em cada estabelecimento do sujeito passivo.transportá-lo para a apuração seguinte.atualizado até 30 junho 2011 . compensá-lo com saldo devedor apurado em outro estabelecimento do mesmo sujeito passivo localizado neste Estado.aquele compreendido entre o primeiro e o último dia do período de apuração correspondente.180/2001) (17) a) o disposto neste inciso somente se aplica ao saldo credor decorrente do ICMS devido por operações e prestações de responsabilidade direta do contribuinte. considerando-se as obrigações vencidas na data em que termina o respectivo período de apuração e podendo ser liquidadas por compensação ou mediante pagamento em dinheiro.426/98) a) até 31 de março de 1994: mensal.876/91 .débito fiscal .

25. nos demais casos. (Dec. 52.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. pelo emitente.180/2001) (17) § 4º A partir de 01 de julho de 2004. até o 10º (décimo) dia do segundo mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. até o 5º (quinto) dia do segundo mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. 25.07.08.915/94) 2. (Dec. até o dia 10 do mês subseqüente ao da respectiva apuração.estabelecimento produtor: a) inscrito no CACEPE. que se efetivar no período fiscal. 23.b) não se inclui no saldo credor referido na alínea anterior o ICMS cujo recolhimento ocorra mediante documento de arrecadação específico distinto do utilizado para a apuração normal.RAICMS. (Dec. cujo primeiro dígito do CAE seja "2" e.472/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01. O recolhimento do imposto de responsabilidade direta do contribuinte far-se-á nos seguintes prazos. 23.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. no campo "Outros Débitos". no período de 01 de novembro de 1991 a 31 de julho de 2002.2004) I .08. até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. 23. a partir de 16 de julho de 1994.2004) SEÇÃO II Dos Prazos de Recolhimento SUBSEÇÃO I DO IMPOSTO DE RESPONSABILIDADE DIRETA Art.2002) 1. (Dec.180/2001) (17) e) o crédito transferido nos termos da alínea anterior deverá ser lançado no livro Registro de Apuração do ICMS . (Dec. respeitados aqueles indicados nos sistemas especiais de tributação: (Dec. 25. 17.915/94) II . (Dec. inclusive. na hipótese de fornecimento de energia elétrica. a apuração do imposto será feita tomando-se por base o faturamento.2002) c) não inscrito.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.876/91 .08. tendo como data de emissão o último dia do período em que tenha sido apurado. (Dec.180/2001) (17) d) a transferência do crédito far-se-á até o dia 10 do mês subseqüente ao da respectiva apuração. antes da saída da mercadoria. 25. mediante emissão de Nota Fiscal pelo estabelecimento que tenha apurado saldo credor. 17. 27. II.08. (Dec.2002) DECRETO 14.2002) b) inscrito no CACEPE. no campo "Outros Créditos". 23. (Dec.07. até 31 de outubro de 1991. conforme previsto no § 2º. e pelo destinatário. "00": (Dec. abrangendo.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. aqueles indicados na alínea "a".atualizado até 30 junho 2011 . até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador: (Dec. a partir de 01 de agosto de 2002. 27. com a correspondente emissão da Nota Fiscal.estabelecimento industrial: a) inscrito no CACEPE com os códigos a seguir indicados. devendo ser apropriado no período fiscal da respectiva apuração. quando a responsabilidade pelo recolhimento não tiver sido transferida para o destinatário da mercadoria.180/2001) (17) c) o valor do crédito a ser transferido não poderá ser superior ao valor do saldo devedor apurado pelo estabelecimento destinatário.

24.01-8.22.51.22.472/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.25.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.00 e 6. 27. 5.66. 3. DECRETO 14.00.01-9.00. com os CAEs correspondentes àqueles previstos no item 1: 26. 25.01. 25.62.66.55.01-0 e 28.01.01.01-0. 19.17. 12.66. empresa de distribuição de energia elétrica. 25.23. (Dec.01-0.00. 4.22.62.09. 5.15. 3. no período de 16 de julho de 1994 a 31 de julho de 2002. 4.11.71.53.01-1. 1591-1/01. 24.01-0.01. 5.01-6. 24.00. 4. relativamente aos fatos geradores ocorridos a partir do período fiscal de agosto de 2002.01-6.01. de julho de 2002.00.01.44. 4.17. 4. 3.01.0.56.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.61.00.561/2011) b) inscrito no CACEPE com os códigos a seguir indicados. 3. com os CAES correspondentes àqueles previstos no item 1: 10.02. 14. 6. 29114/00.24.23. 6. 5.41. com os códigos da CNAE: 1111-9/01.03-6.08.43.35. 5.01-0.43.24. 4.60. 4.00.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.22. até o 5º (quinto) dia do segundo mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador: (Dec.00. 3. com os CAEs: 3. no período de 16 de julho de 1994 a 31 de julho de 2002.00.00. até 15 de julho de 1994. 24.17.00.02-1. 1592-0/00. sendo.00.01-1.24. (Dec.23.00.03. 1591-1/02.42.01-7.01-9 e 27.2002) 2.08.65. 5. 25.25. 5.11.00. 6. 25. 3. 5.17. 5.55.01-3. 3.2002) 2.00. 3.21.58.03.01-0.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.00. 4.01-8.03. 11135/02 e 1122-4/01.00.14.11.01-1. 4.05 e 6.02. até 31 de outubro de 1991.57. 28.00. 5. 4. 3.57.54.00.01-0.64. 31.24. 4.00.01. 12. 5. com os códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE-Fiscal: 1571-7/02.00. 3. com os CAEs: 3.08.09. 6.50. 5. 27.44.00.08.00. 4. 24.02-8. (Dec. 1600-4/03.43. 5.02-0. 6. 4.00.24.64. 25. 6.08. 6.87.00.00. 27.03.2002) 2.03.00. 1600-4/01. 5.11. 24.00.00.45.51. 3. 36.01.01-6.01-6. 6. 25.2002) c) inscrito no CACEPE com os códigos a seguir indicados. 3. 24. 5. 6.11.22.02-6.01-2.00. 25.22. de julho de 1994. 4.01-4.01-1. 2932-7/01.01-8. 6.876/91 .66. 6.01-5. 4.00. 23.65. 5.61.25.57. 3.00.42.01-6.00.00.00.51. 25.00. 25.87.00.55.01-6. 4.08.64.87.00.01-6. 6.56.09. 14.00.01-01. 5.02-4. com os CAEs: 3. sendo. 1600-4/04.01-2. 26.14. com os códigos da CNAE-Fiscal: 1521-0/00. 4.56.31. 1994 a 31 no item 1: 24.01.58.65. 25. 3.00.24.24. 6.01-4.01-5. inclusive.53.08.24. 27.11. 1111-9/02.33. 4. 2911-4/01. até o último dia do msubseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador: (Dec.00. 3113-5/01 e 3592-0/00.2002) 3. a partir de 1º de maio de 2011.1.00.01-2. 6.54.21.01.03.00.05.08.50. 4. (Dec.12.08. 6. 20.01.05. 25. 1593-8/02.00. até 31 de outubro de 1991.02. 5. 4. 5. a partir de 01 de agosto de 2002. 1600-4/02.09.01-1.00.02-1. 13. 27.03. 3. 6. 4. 4.24.21.03.14.00. 25. 5. 25.00.00. 3.2002) 1. 25.58. 24.31.01-5 27. 6. 4.00.59. 4.11.00. 5.05. 3. no período de 16 de julho de correspondentes àqueles indicados 24. 3113-5/00.61.00.22.24. 2620-4/00.22.03.22.02.2002) 1.51.41.60.00.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.02. 25. 4. 5.01-9.53. 28.atualizado até 30 junho 2011 .00.21.24. 26.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.22.31.58. a partir de 01 de novembro de 1991.00. 24.01-9.00.00.87. 5.54.24. até 30 de setembro de 1991.41. 3. 6. 24. (Dec.64.00. 6. 6. com os CAEs 24.56. 6.59. (Dec. 3.00.11.00.02. 27.23.01-0.03. 27. a partir de 01 de agosto de 2002. 3.22.01-5. 27.22.59. 27.03. até o 10º (décimo) dia do segundo mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador e. 3.50.22.50.03 e 6. (Dec. 5.25. 1595-4/01.62.61.60.31.24.00.00.02.01-7.00.00.65. 3.03.01. 24. até 15 3.53.00.11.11. 27.54.2002) 4. 2932-7/00. até o 5º (quinto) dia do segundo mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador e. até 15 de julho de 1994.02.00. 15830/02 e 1595-4/02.62.14.33.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.24.31. 5. 6. 6. 5.12. a partir de 01 de novembro de 1991.55.57.00.22.59.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.2002) 3. 4.22.00.60.

27. 1429-0/01. 1761-2/00. 50% (cinqüenta por cento). 1731-0/00. (Dec.10. (Dec.10. 1410-9/03. relativamente a 70% (setenta por cento) do valor do ICMS devido no mês. (Dec.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. a partir de 01 de julho de 2004.2004) 3. com os códigos da CNAE-Fiscal: 1000-6/01. (Dec. 1329-3/01. (Dec.719/2000 – 1.915/94) DECRETO 14.01-1. até o 5º (quinto) dia do mês subseqüente ao da apuração do imposto. 1324-2/01. 17.2000) 1. 22. 22. 1779-5/00.719/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 1421-4/00.22.23.2004) 3. (Dec. 17221/00. 1429-0/02.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 1410-9/04.08.07. no período de 01 de outubro de 1991 a 30 de setembro de 2000: EFEITOS A PARTIR DE 01. até 31 de outubro de 1991.719/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. até o último dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. observado o disposto no § 18 deste artigo e no § 4º do art.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.2000) 2. a partir de 01 de agosto de 2002.1. 31. 1763-9/00. 1410-9/08.45. até o 25º (vigésimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador.31.2.1. 30% (trinta por cento).08.31.2. até o 9º (nono) dia do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador.3.01-2. 1329-3/03.2. 1719-1/00.10.2000) 2.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 1429-0/03.10.719/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 1410-9/99. até o 5º (quinto) dia do segundo mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador.atualizado até 30 junho 2011 . observado o disposto no § 18: (Dec.10.3. até o 5º (quinto) dia do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador.719/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 1429-0/99.01-6 e 25. 17. até o 9º (nono) dia do mês subseqüente ao da apuração do imposto. no período de 01 de outubro de 2000 a 30 de junho de 2004. 22. 1812-0/01. 27.31. 1410-9/09. (Dec.estabelecimento comercial atacadista: (Dec. 1939-9/00.01-4.876/91 . 1321-8/01. 22.07.2000) 1.01-8. 27. (Dec. relativamente aos valores não recolhidos na forma do item anterior.08. 1322-6/01.1.10. (Dec. 1422-2/02.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 25.719/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.07.53. 25. 27.01-3. 25. 1410-9/01. 1813-9/01. 22. 14109/07. 20% (vinte por cento). 1410-9/02.2004) 2. 31. 22. até o último dia do terceiro mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. 1711-6/00. 17. 13102/01.2000) 3. 2441-4/00 e 2521-6/00. a partir de 01 de novembro de 1991.01-7. 30% (trinta por cento). (Dec.2004) 3. 27.07. 1933-0/00. 1721-3/00. até o 28º (vigésimo oitavo) dia do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. 22. 1323-4/01.2000) (Dec. 1329-3/04.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.2004) III .2002) d) inscrito no CACEPE com o CAE ou o CNAE-Fiscal não discriminados nas alíneas anteriores: (Dec. 1422-2/01. 50% (cinqüenta por cento). 1741-8/00. até o 28º (vigésimo oitavo) dia do mês subseqüente ao da apuração do imposto. 1410-9/06. 31. 25. nos seguintes percentuais do ICMS devido no mês. 1931-3/01.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2002) 1. 1429-0/04.10.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.07.2002) 3. 20% (vinte por cento).21. 1329-3/02. (Dec.32. relativamente aos fatos geradores ocorridos a partir do período fiscal de agosto de 2002.915/94) 2. (Dec. 1762-0/00.915/94) e) em se tratando de empresa de distribuição de energia elétrica: (Dec.2000) 2. 1910-0/00.719/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 1410-9/05. nos seguintes percentuais do ICMS devido no mês. 51: (Dec.

41. com os códigos da CNAE-Fiscal: 5231-0/03.03.2002) 2.502/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. sendo. através de Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais . quando se tratar de base de refinaria de petróleo.estabelecimento prestador de serviços relacionados no Anexo 1. com os CAEs: 8. 25. 8. (Dec. (Dec. em favor deste Estado.05.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. 5244-2/07.06.41. inclusive a mercadoria envolvida.estabelecimento comercial varejista: a) inscrito no CACEPE com os códigos a seguir indicados.15. 25.915/94) a) até 31 de outubro de 1991. (Dec. 21.08.01-3 e 41. 17.097/98) d) nos períodos fiscais de janeiro a dezembro de 2000.04. 42.09.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.99) IV . (Dec.01-0. 17.915/94) b) a partir de 01 de novembro de 1991. a partir de 01 de novembro de 1991. até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador.915/94) c) a partir de 01 de junho de 1999. 8. 21.876/91 . 5243-4/01.estabelecimento prestador de serviço de comunicação: (Dec.915/94) a) até 31 de outubro de 1991.00. no prazo indicado na alínea "b" do inciso anterior. (Dec. até o 30º DECRETO 14.11. 17.09. (Dec. até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador: (Dec.63. 8. 8. até 31 de outubro de 1991.02.915/94) VII .08. (Dec. relativamente aos fatos geradores ocorridos a partir do período fiscal de agosto de 2002. até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. (Dec. 17.915/94) b) a partir de 01 de novembro de 1991.2002) 1.estabelecimento prestador de serviço de transporte: (Dec.44.2002) 3.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.09.01 e 8.2002) b) inscrito no CACEPE com o CAE ou CNAE-Fiscal não discriminados na alínea anterior. até o 20º (vigésimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente ao da prestação. relativamente à recepção de som e imagem por meio de satélite.01. 41. 17. 17. 8. na modalidade telefonia fixa comutada.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. 25.08. 17.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.01-6.02-2. 8.62.35.02. 41. até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. 52337/01.GNR. 25.09. (Dec.915/94) b) a partir de 01 de novembro de 1991. até o 20º (vigésimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador.08.01-2.01-6. até o 20º (vigésimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador e. 25.42. inclusive restaurantes.915/94) c) a partir de 14 de abril de 1998. observado o disposto no § 16 (Convênio ICMS 10/98). com os CAEs correspondentes àqueles indicados no item 1: 41.a) até 31 de outubro de 1991. até o 20º (vigésimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. a partir de 01 de agosto de 2002. (Dec.2002) V .01-5. no período de 16 de julho de 1994 a 31 de julho de 2002. relativamente ao imposto normal devido por empresa de telecomunicação.08. 41. 5243-4/02.atualizado até 30 junho 2011 . quando o tomador do serviço estiver localizado neste Estado e a empresa prestadora do serviço em outra Unidade da Federação.09. 5244-2/03. (Dec. VI . até 15 de julho de 1994. 17.15. até o 20º (vigésimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador.07. 5244-2/08 e 5244-2/99.

641/2006) VIII . XII .estabelecimento que promover as operações com café cru referidas nos incisos XXVI e XXVII do “caput” do art. de meios de telecomunicação. XXV.2000) (Dec. deduzir-se-á a parcela equivalente ao Imposto de Exportação. na hipótese prevista no inciso IV do "caput" do art. quando da saída da mercadoria. XI . (Dec.01. (Dec. que opere na banda "A". (Dec. 14.843/2000) 3.estabelecimento que promover a exportação de café cru a que se refere o art.estabelecimento sujeito a prévia estimativa de venda por período.843/2000) 2. 23. utilização de segmento espacial satelital. 54. devido por empresa de telecomunicação na modalidade de telefonia móvel celular. nos termos do art. 14. ERRATA DOE DE 15. 29. V. XXV.2000. conforme estabelecido na mencionada portaria e de acordo com as normas específicas para a hipótese contidas no referido art. poderá o contribuinte antecipar o pagamento do imposto. (Dec. prestados nos períodos fiscais de janeiro a julho de 2006 (Convênio ICMS 72/2006). disponibilização de equipamentos ou de componentes que sirvam de meio necessário para a prestação de serviços de transmissão de dados. (Dec. 117.21.atualizado até 30 junho 2011 . até o 5º (quinto) dia útil do mês subseqüente àquele em que ocorrer a respectiva entrada. V. –EFEITOS A PARTIR DE 01. XXI: a) contribuinte que mantiver escrituração fiscal: (Dec. imagem e INTERNET. no prazo estabelecido para sua categoria. 54. até o dia 21 de janeiro de 2002.02. convertendo em moeda nacional o valor indicado no art.2002) f) relativamente ao imposto normal correspondente ao período fiscal de janeiro de 2003. para recolher o imposto antecipadamente.01. contratação de porta.985/2002 –EFEITOS A PARTIR DE 01.239/2003) g) até 29 de setembro de 2006. da base de cálculo. inscrita DECRETO 14. (Dec. inscrita no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco . c) até o dia 31 de dezembro de 1986.(trigésimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. quando se tratar de empresa concessionária de serviço público de transmissão de energia elétrica. quando enquadrado em portaria do Secretário da Fazenda. até o dia 28 de fevereiro de 2003. voz. em relação à parcela complementar do imposto. 21.CACEPE com o Código de Atividade Econômica .530/92) b) na hipótese da alínea anterior. quando não enquadrado em portaria do Secretário da Fazenda. X . a partir de 01 de dezembro de 2000. relativamente aos períodos fiscais de fevereiro a maio de 2003. 22. nos termos do art. observandose: a) alternativamente ao disposto neste inciso.01-7. 22.estabelecimento remetente. relativamente aos serviços de valor adicionado. na forma estabelecida pela autoridade competente. 15.876/91 . 14. independentemente da denominação que lhes seja dada.CAE nº 48. à taxa cambial de compra vigente no dia do referido pagamento. IX . 22. quando emitir Nota Fiscal. até o 15º (décimo quinto) dia após o embarque da mercadoria para o exterior.na hipótese dos incisos XII e XIII do “caput” do art. 54. 3º.843/2000) 1. devido por empresa de telecomunicação na modalidade de telefonia. 25. 14. a conversão será feita mediante a aplicação da taxa cambial de compra vigente no dia daquela emissão. observado o disposto no art. apurada nos termos deste inciso.995/2000 e) relativamente ao imposto normal correspondente ao período fiscal de dezembro de 2001. se o contribuinte efetuar o pagamento até o 15º (décimo quinto) dia após a emissão da guia de exportação.

no respectivo edital de licitação.828/2010) I.atualizado até 30 junho 2011 . para a retirada da mercadoria.423/94) c) relativamente aos fatos geradores ocorridos no período de 01 de abril a 31 de dezembro de 1994: até o último dia do 2º (segundo) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador.no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco .343/96) XVIII . 10. relativamente às saídas deste produto realizadas no período de 01 de maio de 1994 a 31 de outubro de 1996.a partir de 01 de novembro de 1994. 25. e 14 da Lei nº 11.828/2010) DECRETO 14. a partir de 1º de dezembro de 2010. quando da passagem pelo Posto Fiscal deste Estado. até o 15º (décimo quinto) dia ou 20º (vigésimo) dia dos meses de janeiro e fevereiro do ano seguinte. antes da mencionada saída. 17. XIV . XIII .na hipótese da exigência antecipada do imposto no Posto Fiscal. o disposto no § 1º do art. com código da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE-Fiscal 4010-0/03. 19. 19. (Dec.876/91 .estabelecimento industrial fabricante de polpa de tomate. 19.828/2010) II.337/96) a) o valor correspondente a 5% (cinco por cento) sobre a base de cálculo: até 30 de setembro de 2001. Paraíba. (Dec. até o último dia do 4º (quarto) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador.CACEPE. a partir de 1º de janeiro de 1998. equipamento. 35.na hipótese de alienação em hasta pública. o estabelecimento que promover saída de castanha de caju "in natura" para os Estados do Ceará. 18. 35.no período de 01 de outubro de 1996 a 30 de setembro de 1997. o disposto nos arts.575/2003) b) contribuinte que não mantiver escrita fiscal. (Dec. 17.estabelecimento industrial fabricante de embalagem flexível de polietileno e polipropileno: (Dec. XV . XVI . relacionados no Anexo 22. Piauí e Rio Grande do Norte. (Dec. (Dec. 17. observando-se: (Dec. peças e componentes. no prazo determinado pela autoridade fiscal. partes.060/94) XIX . na hipótese de saída interestadual de máquinas.337/96) § 1º O estabelecimento varejista. (Dec.423/94) b) relativamente aos fatos geradores ocorridos no período de 01 de janeiro a 31 de março de 1994: até o último dia do 3º (terceiro) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. (Dec.828/2010) III. 35. 757. não se aplica o disposto no caput quando o recolhimento relativo a quaisquer das parcelas ali mencionadas: (Dec. Maranhão. até o dia 27 de junho de 2003. recolherá o respectivo valor em duas parcelas iguais e sucessivas.na hipótese de o leilão da mercadoria referida no inciso anterior ser substituído por venda através de licitação pública. 19. quando destinados a integralizar o ativo fixo do estabelecimento destinatário: (Dec. § 2º.870/94) XVII .337/96) b) o valor correspondente ao saldo do imposto: no prazo previsto para a categoria do remetente. de 29 de dezembro de 1997. quanto ao imposto relativo ao período fiscal de dezembro. no prazo fixado. aparelhos. segundo os prazos indicados no inciso IV do caput.514. (Dec. respectivamente. 35. (Dec.423/94) a) relativamente aos fatos geradores ocorridos no período de 01 de junho a 31 de dezembro de 1993: até o último dia do 4º (quarto) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. até 31 de dezembro de 1997. no ato da arrematação. 17. (Dec.

28. estabelecidos neste artigo. § 8º Relativamente ao termo final dos prazos de recolhimento do ICMS. § 6º O prazo para recolhimento do imposto previsto no parágrafo anterior será idêntico àquele fixado para o estabelecimento que tenha promovido a venda. (Dec. 19. poderá recolher o imposto devido na primeira repartição fazendária. (Dec.2.876/91 . desde que este recaia dentro do mês do referido termo final. nos artigos 53 e 54 ou em qualquer outro dispositivo da legislação tributária do Estado. até 31 de janeiro de 2006. § 7º Quando a legislação não fixar prazo de pagamento. o recolhimento do imposto deverá ocorrer: (Dec. até o primeiro dia útil subseqüente. 28. 19. até o dia útil imediatamente anterior.907/2006) 1. § 3º Quando o contribuinte. este será efetuado até o último dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador ou o fato indicado como termo inicial do prazo de pagamento. quando o primeiro dia útil subseqüente recair no mês seguinte àquele do referido termo final. estiver obrigado a recolher o imposto em prazos diversos.375/96) a) no dia útil imediatamente anterior. 19. desde que comprove aquela condição. 19.1. (Dec. quando o termo final do prazo for estabelecido para final de mês. (Dec.907/2006) II .907/2006) 2.375/96) b) quando o termo final do prazo não for estabelecido para o final do mês: (Dec. (Dec. tomar-se-á por base para a cobrança de multa de mora e juros o valor integral do imposto devido e o termo final do prazo de recolhimento correspondente ao mês de janeiro. até o primeiro dia útil subseqüente.530/92) § 4º O produtor agropecuário. 35. que não emita Nota Fiscal. 35.828/2010) IV.quando o referido termo final recair em dia decretado como ponto facultativo para o funcionalismo público estadual ou em dia em que não haja atividades fazendárias: (Dec. 35. 19. § 5º O imposto incidente sobre os acréscimos financeiros relativos a vendas a prazo será devido na mesma proporção em que ocorrer o vencimento do prazo para o recebimento dos mencionados encargos. será observado o seguinte: (Dec. (Dec. 28.a) não ocorrer ou ocorrer a destempo.DAE cuja emissão seja de responsabilidade da repartição fazendária. 253. II.828/2010) b) for realizado em valor inferior ao devido. (Dec. a partir de 01 de fevereiro de 2006: (Dec. deverá observar estes prazos e o disposto no art.375/96) a) quando o recolhimento do tributo deva ser efetuado mediante Documento de Arrecadação Estadual . o termo final do prazo será o primeiro dia útil subseqüente ao do ponto facultativo ou o do reinício das atividades fazendárias.375/96) I .375/96) DECRETO 14. 28. 28.828/2010) § 2º O prazo de recolhimento de que trata o inciso VII “caput” do será contado em relação ao mês de faturamento do serviço relativamente às ligações internacionais.quando o referido termo final recair em dia não útil ou em que não haja expediente bancário. (Dec. 15. sem qualquer acréscimo. volante ou Posto Fiscal que encontrar. (Dec.907/2006) 2. em razão de suas operações ou prestações. na hipótese do inciso III. § 10.907/2006) 2.atualizado até 30 junho 2011 .

423/94) § 14.lançar a Nota Fiscal relativa à saída. 18.060/94) III . antes de iniciada a remessa.94) § 10. observar-se-á: (Dec.097/98) II . 17. O ICMS exigido. o contribuinte. no mínimo. "c". excepcionalmente.423/94) II .09.375/96) § 9º REVOGADO.BTP ou outra forma de teleprocessamento. considera-se recolhido no prazo o imposto pago no último dia do mês por meio de banco de telepagamento . comprovando tal circunstância perante a Diretoria Técnica de Coordenação da Secretaria da Fazenda.atualizado até 30 junho 2011 . 17. 51. Relativamente ao disposto no inciso XVII do “caput”.060/94) I . 18. “a”. cafés. (Dec. 16.a empresa prestadora de serviço deverá enviar mensalmente.097/98) I . (Dec. (Dec. 17. Para efeito do disposto nos incisos XVI e XVII do "caput": (Dec. serão observadas as normas do inciso anterior. no livro Registro de Apuração do ICMS . (Dec. (Dec. nas colunas próprias do Registro de Saídas.b) quando o recolhimento do tributo deva ser recolhido mediante DAE cuja emissão não seja de responsabilidade da repartição fazendária. (Dec. 18.escriturar. o valor do imposto recolhido na forma deste parágrafo.perderá o benefício o contribuinte que efetuar o recolhimento fora do respectivo prazo. através de Documento de Arrecadação Estadual . com base no saldo devedor apurado pela empresa prestadora de serviço (Convênio ICMS 10/98). poderá.375/96) III . deverá efetuar o recolhimento do imposto destacado na Nota Fiscal relativa à operação de saída. no termo final do benefício. 17.na hipótese de estabelecimento prestador de serviço de comunicação sujeito ao sistema normal de apuração do imposto.acobertar o trânsito da mercadoria com uma via do respectivo DAE anexo à correspondente Nota Fiscal.EFEITOS A PARTIR DE 29.94) § 11. indicando o número. no prazo previsto no inciso VII.915/94 . (Dec. "c". hotéis e estabelecimentos similares deverá ser recolhido no prazo previsto no inciso IV.356/92) § 13. 21. no quadro Detalhamento. a título de Estorno de Débito. a cada Unidade da Federação de localização dos tomadores do serviço. (Dec.EFEITOS A PARTIR DE 29.recolhimento em DAE específico”. desde que o setor tenha atingido.o imposto a ser recolhido será atualizado monetariamente a partir do dia seguinte à data fixada para o respectivo pagamento. 18. o incentivo ali previsto poderá ser prorrogado por igual período. adotando o seguinte procedimento: (Dec. 15.814/93) § 12. (Dec.514/94) I . da respectiva capacidade de produção.na hipótese do inciso I. REVOGADO. O ICMS devido por restaurantes. 21. 19. a série e a subsérie da Nota Fiscal correspondente à operação e a observação: “Castanha de caju “in natura” para outra Unidade da Federação . "b" do “caput”. 17.RAICMS. (Dec. relação DECRETO 14. (Dec. combinado com Dec. Relativamente ao inciso VII. (Dec.915/94 . nos termos do art. a título de Operações com Débito do Imposto. não se aplicando a esta hipótese o disposto no § 1º.530/92. 16. 17.876/91 . de forma antecipada.246/94) § 15 . (Dec. 19. ser recolhido até o dia 30 de dezembro de 1992.Na hipótese do inciso XVIII do "caput". emitido no mês de novembro de 1992. relativamente a operações com madeira industrializada e objeto de Aviso de Retenção. a utilização de 60% (sessenta por cento).09.060/94) II .DAE.060/94) § 16. o recolhimento será feito proporcionalmente ao número de tomadores de serviço de cada Unidade da Federação.

por base de refinaria de petróleo.2004) § 19.2002. decorrente do não-lançamento do crédito presumido previsto no art. (Dec.12. 21. (Dec.2004) II . Relativamente ao ICMS de responsabilidade direta. (Dec. será recolhido até 30. relativo aos períodos fiscais de janeiro a abril de 1999.contendo nome e endereço destes. do "caput" deste artigo. observado o disposto no § 14.166/2010) II.876/91 . hotéis e estabelecimentos similares. O saldo devedor do ICMS. o ICMS apurado mensalmente poderá ser recolhido até o 6º (sexto) mês subsequente ao da ocorrência do respectivo fato gerador. dirigido à Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal . DPC da Secretaria da Fazenda. (Dec.2002 a 20. relativamente às operações realizadas no período fiscal de setembro de 2000. 35.o saldo porventura remanescente referente ao período mencionado no inciso I.25. restaurantes.166/2010) I. 35.2002) § 22. observar-se-á: (Dec. da apuração do imposto. a diferença a maior ou a menor deverá ser compensada na parcela a ser recolhida no prazo previsto no item 2. 27.2000) § 20. 21. 36. ao da apuração do imposto. poderá ser recolhido até o dia 31 de outubro de 2000. 36. cafés. "e". a partir de 01 de julho de 2004. 25. Fica convalidado o recolhimento do ICMS. referente aos produtos da cesta básica.11. de acordo com o respectivo CAE.na hipótese de o valor recolhido na forma do inciso I ser inferior ou superior a 50% (cinqüenta por cento) do ICMS devido no mês da ocorrência do fato gerador ou.25. mediante laudo pericial fornecido pela Polícia Civil. será observado o seguinte: (Dec.quanto a fatos geradores ocorridos de 01. boates. a partir de 01 de julho de 2004.166/2010) a) à comprovação da condição prevista no caput. XV. será observado o seguinte: (Dec. desde que tenha sido observado o prazo estabelecido. "c".038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.3 ou 3. deverá ser recolhido até o dia 15 de agosto de 1999. bem como os respectivos valores das prestações e do ICMS correspondente. 35. na hipótese de estabelecimento industrial que tenha sido atingido por incêndio.3 da alínea "e" do inciso II do "caput". serão recolhidos no prazo estabelecido no inciso III.07.166/2010) DECRETO 14. o diferimento de que trata o inciso I fica condicionado: (Dec. (Dec. com vencimento até a 31 de maio de 2003.17. o valor do imposto.atualizado até 30 junho 2011 . 22. lanchonetes.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12. estimado pelo contribuinte. 35.026/2002) I . adquiridos em outra Unidade da Federação.1 não poderá ser inferior a 50% (cinqüenta por cento) do imposto devido no mês imediatamente anterior ao da ocorrência do fato gerador ou. (Dec. (Dec. 2 e 3.1 ou 3.575/99) § 18. (Dec. que se refere a bares. do "caput". anteriormente às mencionadas modificações.07.2002 a 31. (Dec. A partir de 1º de maio de 2010. do mencionado art. com destruição de máquinas.026/2002) II .12. (Dec. "b". juntamente com o valor do imposto relativo aos fatos geradores ocorridos de 21. Corpo de Bombeiros ou órgão da Defesa Civil. efetuado sem o cumprimento das alterações previstas neste artigo. equipamentos ou estoque de mercadorias. (Dec.026/2002) § 21. 27. incidente sobre operações internas realizadas no período fiscal de dezembro de 2002.2002. II.o valor a ser recolhido conforme previsto no item 2. relativamente aos prazos previstos no inciso II do caput.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.07.2002.12.12.759/2000 – ERRATA DOE 02.097/98) § 17.2004) I .166/2010) b) ao deferimento de pedido do interessado. 35.01-7.08.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. insumos ou matériasprimas. O ICMS devido por contribuinte inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco – CACEPE com o Código de Atividade Econômica – CAE 43.25. Relativamente ao disposto no inciso II. 27.

2.323/2005) 2. Respeitados os prazos indicados nos sistemas especiais de tributação. cerveja.323/2005) (Dec. no período de 01 de julho de 1997 a 31 de agosto de 2005: até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída do produto do estabelecimento do contribuinte-substituto. xarope e refrigerante: (Dec. 3.relativamente a fato gerador ocorrido antes da entrada da mercadoria ou do serviço prestado ao contribuinte-substituto: a) em relação à sucata ferrosa utilizada pela indústria siderúrgica como matéria-prima.00 (duzentos e cinquenta mil reais). até o 5º (quinto) dia útil do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída do produto do estabelecimento do contribuinte-substituto. nos termos de decreto específico. chope. quando o remetente não emitir Nota Fiscal. classificação DECRETO 14. II .o disposto no inciso I somente se aplica pelo prazo de 6 (seis) meses contados a partir do período fiscal da ocorrência do mencionado incêndio.246/2005 e 28.323/2005) (Dec. c) nos demais casos. (Dec.1.323/2005) 4. até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída do produto do estabelecimento do contribuinte-substituto. até 28 de fevereiro de 2001: até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída do produto do estabelecimento do contribuinte-substituto. 28. 35. 28. a partir de 01 de março de 2001: nos termos de decreto específico. a partir de 01 de setembro de 2005: nos termos de decreto específico.1. gelo: a partir de 01 de janeiro de 2009. (Dec.323/2005) 3. até 31 de agosto de 2005: até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída do produto do estabelecimento do contribuinte-substituto.2. 35. a partir de 01 de setembro de 2005: nos termos de decreto específico. pesagem. até o último dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a entrada.atualizado até 30 junho 2011 .166/2010) SUBSEÇÃO II Do Imposto de Responsabilidade Indireta Art. (Dec.876/91 . medição.323/2005) 1.323/2005) 1. b) em relação a estabelecimento adquirente. 28. na hipótese em que a mercadoria dependa de fixação de preço final ou de apuração do valor. o recolhimento do imposto devido na qualidade de contribuinte-substituto far-se-á nos seguintes prazos: I . 28. (Dec.000. devendo o recolhimento do montante excedente ser efetuado nos prazos indicados no inciso II do caput deste artigo.o valor a ser recolhido mensalmente. (Dec. (Dec.2009 ) (Dec.III .774/2008 – EFEITOS A PARTIR DE 01 01. b) nas vendas a domicílio por revendedor autônomo.323/2005) 2. quanto à parcela complementar do imposto. 28. análise. 28. 28.2.323/2005) 3. 28.323/2005) 1. água mineral: (Dec. concentrado. farinha de trigo: (Dec. 2.166/2010) IV .1.nos casos de retenção na fonte: a) nas saídas dos seguintes produtos: (Decretos 28. nos termos do inciso I. fica limitado a R$ 250. 32. 53. 28.

na hipótese de um estabelecimento. na qualidade de contribuinte-substituto. 21. até 12.2002. no mesmo prazo de recolhimento do ICMS .EFEITOS A PARTIR DE 01. VI . 58. até o 10º (décimo) dia subseqüente ao término do período de apuração em que tiver ocorrido a retenção.na hipótese indicada no art. IV .813/92) a) o imposto retido. relativamente ao imposto devido pelos demais estabelecimentos dispensados de inscrição no CACEPE. situado neste Estado.A. § 5º e art. XIV. por força do inciso X. "b".. 14. VI. 58: (Dec. VII. nos termos do art. 54.substituto. deverá ser recolhido em agência do Banco Oficial do Estado destinatário. XIII e XV.949/2002- b) o Banco recebedor deverá repassar os recursos à Secretaria da Fazenda ou de Finanças da Unidade da Federação destinatária.nas hipóteses indicadas no art.ou fato equivalente.até 31 de dezembro de 1998. III .substituto pelas saídas.249/98 .11 2002) 1.na hipótese de prestação de serviço de transporte ou de comunicação.o destinatário tiver sido eleito contribuinte-substituto em relação à prestação de serviço. 58. em agência de qualquer Banco Oficial estadual. IV .Normal da categoria.na hipótese indicada no art.249/98 . 15. 15. no prazo de 4(quatro) dias após o depósito. 58. até o 25º (vigésimo quinto ) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. "c" do “caput” aplica-se em relação aos serviços de transporte e comunicação quando: (Dec. (Dec. por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais.612/92) VII . (Dec. 5º.nas hipóteses do art. também situado neste Estado.876/91 . XIV. XI. EFEITOS A PARTIR DE 12. localizada na praça do estabelecimento remetente.24. § 8º. ou. pelo estabelecimento prestador do serviço. (Dec. ficar responsável. até o 5º dia do mês subseqüente àquele em que tenha ocorrido a substituição.99) Art. 15. O prazo referido no inciso II. XII. 21. "b".na hipótese do inciso X. IV.530/92) I . X. DECRETO 14.01. III . 58. no prazo de recolhimento do ICMS . na sua falta. quando for o caso.99) Parágrafo único.EFEITOS A PARTIR DE 01.11.949/2002-EFEITOS A PARTIR DE 12. (Dec.24.530/92) II . do “caput” do art.813/92) V .01. até o 5º (quinto) dia útil do mês subseqüente àquele em que ocorrer a respectiva entrada. relativamente ao período fiscal de outubro de 2002. Fica exigido o pagamento antecipado do imposto: I . (Dec. o remetente da mercadoria for responsável pelo ICMS do transportador não-inscrito. e XXIII do "caput" do art.atualizado até 30 junho 2011 . na qualidade de contribuinte .11 2002) 2. (Dec. pelo imposto devido por outro estabelecimento do mesmo contribuinte.Normal da categoria do contribuinte . 15.a partir de 01 de janeiro de 1999. de que trata a alínea anterior. 58.949/2002-EFEITOS A PARTIR DE 12.24. nas hipóteses dos incisos XIV. até o 5º (quinto) dia útil do mês subseqüente àquele em que ocorrer a entrada da mercadoria no estabelecimento do contribuinte-substituto. em conta especial. 15. c) nos demais casos. a crédito do Governo em cujo território se encontra estabelecido o adquirente das mercadorias: (Dec.na aquisição de mercadoria efetuada em outra Unidade da Federação por contribuinte inscrito sob o regime fonte ou microempresa.11 2002) (Dec. o imposto cabível ao Estado de destino deverá ser recolhido ao Banco do Brasil S. II .

23. (Dec. (Dec. no prazo estabelecido para a respectiva categoria do produtor ou. fica a circulação da mercadoria não mais sujeita a posterior recolhimento do imposto. relacionada em portaria do Secretário da Fazenda. 18.023/92) 2.023/92) VIII . III. que estabelece a sistemática prevista no mencionado Protocolo. nas demais hipóteses. 16. do industrial.na aquisição de mercadoria.no período de 01 de junho de 2001 a 30 de junho de 2005.2005) a) massa alimentícia não cozida. o imposto será recolhido: (Dec.NBM/SH 1905. e XII.NBM/SH 1902.237/2001) d) bolo . (Dec. efetuada em outra Unidade da Federação por contribuinte deste Estado. (Dec. independentemente do regime de inscrição.023/92) a) quando a mercadoria proceder de outra Unidade da Federação. (Dec. a partir de 01 de julho de 2005. 18.1. efetuada por indústria de massa alimentícia.no período de 01 de março a 31 de maio de 1999.a partir de 01 de setembro de 1992.401/95) VII .237/2001) c) outras bolachas e biscoitos que não contenham edulcorantes .00.26.07. 27.2004) a) no período de 01 de outubro de 2002 a 31 de março de 2004. antes de ocorrer a respectiva saída. no caso da farinha de mandioca. 16.491/2004 – REPUBLICADO DOE 07. devendo o documento fiscal respectivo conter observação quanto a essa circunstância. não relacionada no Anexo Único do Decreto nº 23.NBM/SH 1905.99) X .90.03 A 31. ou no § 5º. de polvilho ou tipo sanduíche . em Unidade da Federação não-signatária do Protocolo ICMS 46/2000 e alterações. 52. contendo ovos) .491/2004 – REPUBLICADO DOE 07. 23.2004) XI . independentemente do regime de inscrição do adquirente. o tratamento tributário previsto em decreto específico: (Dec. (Dec. além do disposto no art. VI . (Dec. 16. XXVI. 16. "b". observado o disposto no § 1º. II.11. III. de 05 de março de 2001. (Dec.023/92) 1. e § 22: (Dec. (Dec. (Dec. não recheada e nem preparada de outro modo (exceto as do código 1902.nas hipóteses previstas no art.90.876/91 . na aquisição de açúcar de cana. (Dec.491/2004 – REPUBLICADO DOE 07. na repartição fazendária do domicílio fiscal do produtor ou.071. independentemente do regime de inscrição no CACEPE.023/92) b) quando a mercadoria proceder deste Estado.30. no caso da farinha de mandioca. do industrial. I.987/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 24.30. (Dec.04. o imposto será recolhido nos termos dos parágrafos 1º. por contribuinte deste Estado. "c".V . em outra Unidade da Federação por contribuinte deste Estado. biscoito. o imposto será recolhido no local e prazo específicos para a operação. 26. 16. bolacha e bolo deste Estado: (Dec. 21.023/92) c) quando a mercadoria for importada do exterior.401/95) IX .04. na aquisição dos produtos a seguir relacionados com as respectivas classificações na NBM/SH. (Dec.023/92) d) efetuado o pagamento nos termos das alíneas anteriores.313/99 – EFEITOS NO PERÍODO DE 01.nas demais hipóteses previstas na legislação.05. que não tenham organização administrativa adequada ao atendimento das obrigações tributárias. "a". feijão e farinha de mandioca. 26.na aquisição de embalagem de qualquer natureza.NBM/SH 1905.237/2001) b) bolacha e biscoito de maisena. observado o disposto no § 19 e. observar-se-á. 23. e 2º. quando procedente das Regiões Sul e Sudeste. 16.90.10.04. 16.atualizado até 30 junho 2011 .2004) DECRETO 14. relativamente às sucessivas saídas internas de arroz.

b) no período de 1º de abril de 2004 a 31 de maio de 2011. quando não for fixado prazo específico diverso. (Dec.2004) 5.atualizado até 30 junho 2011 .112/96) (Dec.112/96) 2. 629/97) b) nos demais casos.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. II. por estabelecimento comercial e por estabelecimento industrial não-credenciado para utilizar o crédito presumido previsto no art.827/98) 2. até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente ao da emissão do respectivo Aviso de Retenção. a partir de 01 de janeiro de 1998.2004) 4. 36. nos termos do art. 19.03. 02. (Dec. a partir de 01 de agosto de 2004.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 23. na hipótese dos incisos III. nos termos de decreto específico. 02.032/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 27. procedentes de outra Unidade da Federação.237/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. quando se tratar de entrada de sorvete procedente de outra Unidade da Federação: (Dec.2001) a) por ocasião da passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado: 19. quando promovida. quando se tratar de entrada de madeira e produto da cesta básica. independentemente da procedência. na hipótese do inciso II do "caput".827/98) 3. 27. 26. 26. (Dec.2005) § 1º O imposto será exigido: (Dec.pelo tomador do serviço. 02. (Dec.2004) c) queijo prato.876/91 . (Dec. 18. (Dec. por contribuinte deste Estado. 2004) b) queijo mussarela. observado o disposto no § 21: (Dec. independentemente do destinatário. III .1 quando a entrada ocorrer no período de 01 a 15 dos meses de abril e maio de 1995: até o dia 05 do mês subseqüente ao da respectiva entrada.08. sendo.pelo Fisco Estadual. na aquisição. 19. até 31 de julho de 2004. 19.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.112/96) 1. quando não for fixado prazo especifico diverso: (Dec. 20. 26. nos termos da legislação específica. dos produtos a seguir relacionados. observado o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. (Dec. (Dec. 1. 2004) a) leite UHT (longa vida). (Dec. 624. relativamente à entrada de mercadoria neste Estado. 20.032/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08.1.401/95) I . 27. nos demais casos.112/96) 4. no período de 01 de abril a 31 de maio de 1995: (Dec. nas hipóteses do inciso I do "caput". na saída interestadual de gipsita e gesso e seus derivados. quando se tratar de entrada de mercadoria procedente de outra Unidade da Federação.08. 18. V e VI.pelo alienante da mercadoria. exceto I e II. com antecipação por substituição.586/95) 2. em outra Unidade da Federação. quitado. no montante de 7% (sete por cento) do valor da respectiva Nota Fiscal. 2004) XIII – a partir de 01 de maio de 2005. (Dec. quando for o caso. 18.2004) 4. XXVI.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. nos termos do § 15.566/2011) XII – a partir de 01 de fevereiro de 2004.04. no segundo caso. do "caput".2. 02. 26. emitindo-se. até 31 de março de 1995. (Dec.586/95) DECRETO 14. devendo o correspondente Documento de Arrecadação Estadual – DAE. acompanhar a mercadoria. 27. (Dec. relativamente à entrada de mercadoria neste Estado.782/06. nas hipóteses dos incisos do "caput". o respectivo Aviso de Retenção: (Dec. 19. observado o disposto no § 22. 36. II .032/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.

827/98) DECRETO 14. 08 (oito) dias. 27. 27. da data de emissão da respectiva Nota Fiscal.827/98) § 2º Não passando a mercadoria por qualquer unidade fiscal. a partir de 01 de dezembro de 2004.669/95) 4. no prazo de 08 (oito) dias. (Dec. (Dec. 27. de 29 de março de 1993. (Dec. 27. 27. 20. contados a partir: (Dec.2 quando a entrada ocorrer no período de 16 a 30 de abril de 1995: até o dia 20 de maio de 1995. o recolhimento do imposto deverá ser efetivado: (Dec.2. na falta desta. 18. o disposto nos subitens 2. relativas às mercadorias. no sistema eletrônico de transmissão de dados denominado ARE Virtual. (Dec. 18.2 aplica-se em relação às operações com madeira. (Dec.2. 20.1 e 2.2 a partir de 01 de janeiro de 1998: até o último dia útil do mês subseqüente ao da respectiva entrada. (Dec. "b": (Dec. 20. 27. 2.586/95) 3. (2) (Dec. nos prazos a seguir indicados. o recolhimento será efetuado sob o código de receita 058-2. na falta desta. 19.536/2005) 2.3. 15 (quinze) dias. 18.2. na falta desta.586/95) 2. a emissão do respectivo DAE deve ser efetuada pelo contribuinte adquirente. nos demais casos.536/2005) I – na hipótese de o recolhimento do imposto estar previsto para o momento da passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado. III. observar o seguinte: (Dec. (Dec. conforme § 1º.536/2005) 2.112/96) 1.2. relativamente à entrada neste Estado.1. devendo o contribuinte. no período de 01 a 30 de junho de 1995: até o dia 15 de agosto de 1995. 27.1 no período de 01 de julho de 1995 a 31 de dezembro de 1997: até o dia 25 do mês subseqüente ao da respectiva entrada. na hipótese do § 1º.1. previstas no Decreto nº 16.536/2005) 2.536/2005) 2.827/98) 4.536/2005) a) no período de 01 de maio de 1996 a 31 de dezembro de 1997. 27.2. conforme alínea "a" do mencionado inciso III do § 1º: (Dec. e alterações. 19.536/2005) a) na repartição fazendária do primeiro município onde ingressar a mercadoria. 19. (Dec.536/2005) 2.536/2005) II – quando o recolhimento do imposto estiver previsto para momento posterior à passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado.552.112/96) (Dec.876/91 . 27. ou.112/96) b) na repartição fazendária do domicílio do contribuinte. quando se tratar de contribuinte descredenciado. relativamente à entrada de mercadoria neste Estado: (Dec. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal: (Dec. mediante registro das Notas Fiscais. nos termos do inciso III do "caput". III. sem destinatário certo.827/98) 4. quando se tratar de contribuinte credenciado nos termos de portaria do Secretário da Fazenda. (Dec. até o dia 25 do mês subsequente àquele da data da saída da mercadoria ou.3 quando a entrada ocorrer no período de 16 a 31 de maio de 1995: até o dia 28 de junho de 1995. quando se tratar de mercadoria conduzida por contribuinte de outra Unidade da Federação.atualizado até 30 junho 2011 . da data de emissão da respectiva Nota Fiscal. 20. até 30 de abril de 1996: da entrada da mercadoria no respectivo estabelecimento. contados da data da saída da mercadoria ou. (Dec. a partir de 01 de maio de 1996: da data da saída da mercadoria do estabelecimento remetente.

III. 2. 20. 18. 18. observando-se: (Dec.produtos componentes da cesta básica. 18. na hipótese do inciso V do "caput".embalagem de qualquer natureza. (Dec.b) no período de 01 de janeiro de 1998 a 30 de novembro de 2000. "b". 27. (Dec. até o termo final do prazo previsto no inciso III.madeira. da data da emissão do mencionado documento fiscal. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal. nos termos do inciso XI do "caput": REPUBLICADO DOE 07. (Dec. (Dec. na falta desta. na falta desta. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal. 752.1.827/98) IV . o contribuinte deverá comparecer à repartição fazendária do seu domicílio fiscal. 18.a partir de 01 de janeiro de 1998.536/2005) d) a partir de 01 de dezembro de 2004. (Dec. observando-se: (Dec. procedentes de outra Unidade da Federação.3. 18.827/98) c) no período de 01 de dezembro de 2000 a 30 de novembro de 2004. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal. não ocorrendo a entrega do documento fiscal no prazo estabelecido no item anterior.401/95) c) fica vedado o deferimento previsto na alínea "a" quando o contribuinte tenha sido submetido ao sistema especial de controle e fiscalização previsto no art.401/95) I . na falta desta. até o último dia útil do mês àquele da data da saída da mercadoria ou. desde que a mercadoria se encontre acompanhada de documento fiscal hábil. em se tratando de estabelecimento comercial. na hipótese do inciso V do "caput". 26. no período de 01 de setembro de 1998 a 30 de novembro de 2000. o recolhimento do imposto: (Dec.876/91 . 20. o contribuinte ficará sujeito à penalidade específica prevista na legislação. 4. a ser proferido pela Secretaria da Fazenda. no caso de estabelecimento industrial.401/95) § 4º Relativamente às entradas de mercadorias ocorridas até 31 de março de 1995. 20. para os efeitos desta alínea. (Dec. para apresentação da respectiva Nota Fiscal. tomando-se como termo inicial o mês da data da saída da mercadoria ou. observando-se o disposto nos subitens 2. (Dec. 22. (Dec. será aplicada a alíquota para as operações internas sobre a base de cálculo admitida.2 e 2. (Dec.poderá ocorrer até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente ao da entrada da mercadoria neste Estado. 20. na falta desta. observado o disposto no § 2º: (Dec.401/95) II .536/2005) § 3º Para efeito do recolhimento do imposto mencionado no "caput". (Dec.491/2004 – DECRETO 14. até o 20º (vigésimo) dia do mês subseqüente àquele da data da saída da mercadoria ou. 20. ou do segundo mês subseqüente.2. o imposto será recolhido no prazo previsto no § 1º.843/2000) 2. em pedido do contribuinte interessado. (Dec. 22. se o adquirente estiver credenciado pela Secretaria da Fazenda. produtos indicados em portaria do Secretário da Fazenda. "b". devendo o recolhimento ser efetuado sob o código de receita específico.2004) (Dec.401/95) b) o contribuinte que tiver seu pedido deferido nos termos deste inciso deverá comunicar à Secretaria da Fazenda qualquer alteração cadastral verificada. quando se tratar de estabelecimento comercial atacadista.827/98) III .401/95) § 5º Relativamente à entrada neste Estado das mercadorias a seguir indicadas. deduzido o crédito fiscal legalmente destacado no respectivo documento. contados a partir da data da saída da mercadoria do estabelecimento remetente ou.04. 27.deverá ocorrer até o último dia do mês subseqüente ao da emissão do respectivo Aviso de Retenção. no prazo de 8 (oito) dias. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .401/95) a) a aplicação do disposto neste inciso fica condicionada a deferimento.843/2000) 1. do parágrafo anterior.827/98) I .827/98) II . do inciso I. 18. 18. "b".

000 (quatro milhões) e 200. quando o contribuinte tiver pago a parcela do imposto.493/96) b) atinjam.401/95 .04. junto à Diretoria de Administração Tributária . 6. independentemente da procedência. 19. (Dec. 20. a título.III. 4.000.493/96) b) a aquisição da mercadoria deverá ser efetuada diretamente ao fabricante ou produtor. mediante requerimento específico. quando o contribuinte exercer sua atividade há menos de seis meses. a estabelecimentos que tenham a condição de central de distribuição. 20.03.000 (duzentas mil) UFIRs.493/96) DECRETO 14. quando procedente do Sul e Sudeste. (Dec.401/95 . fora do prazo.491/2004 – REPUBLICADO DOE 07. até 31 de julho de 1997. comprovadamente. REPUBLICADO DOE 07. que não efetuar o pagamento do imposto no prazo ali estabelecido. espontaneamente. salvo a hipótese de transferência. II .EFEITOS A PARTIR DE 16.827/98) a) obtenham.95) § 9º O contribuinte.2004) b) a partir de 01 de abril de 2004. (Dec. 18.95) § 7º REVOGADO. desde que observadas.2002. a estabelecimentos que preencham as seguintes condições: (Dec.000. 18.2004) (Dec.95) §11.187/97) 1. por solicitação da parte interessada. 745. observando-se: (Dec. (Dec. a partir de 01 de agosto de 1997.03. § 10. (Dec. a dispensa da antecipação do recolhimento do imposto de que trata o referido inciso V do “caput”. "b".493/96) c) a condição de central de distribuição deverá ser declarada previamente pela Diretoria de Administração Tributária . (Dec. de média mensal mínima de faturamento e de recolhimento do imposto.666/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.493/96) II . 18.491/2004 – § 6º REVOGADO. será considerada a média mensal mínima no trimestre imediatamente anterior à mencionada data do pedido. O disposto no inciso V do "caput" não se aplica quando a mercadoria procedente de outra Unidade da Federação for destinada: (Dec.03.000 (trezentas mil) UFIRs e. 26. 19. as seguintes normas: (Dec. (Dec.08. 18. REVOGADO.EFEITOS A PARTIR DE 16.aplicação das penalidades capituladas nos seguintes dispositivos do art.000 (seis milhões) e 300.876/91 . no semestre imediatamente anterior à data do pedido de que trata a alínea anterior.EFEITOS A PARTIR DE 16.atualizado até 30 junho 2011 . mas não houver efetuado o seu recolhimento. 19. enquadrado na norma dos §§ 1º.até 31. 19.no período de 01 de dezembro de 1996 a 31 de agosto de 1998.perda do regime de recolhimento ali previsto.2002) a) considera-se central de distribuição o estabelecimento que promova operações de saída de mercadoria exclusivamente para estabelecimento da mesma pessoa jurídica ou de empresas coligadas. 24. (Dec.a) no período de 01 de outubro de 2002 a 31 de março de 2004. cumulativamente. 19. sem que tenha efetuado o recolhimento da multa prevista no inciso XIV.conforme a hipótese: a) inciso XV. fica sujeito a: (Dec.03.EFEITOS A PARTIR DE 16. (Dec.827/98) I .95) § 8º REVOGADO. 20.401/95 .401/95) I . quando o contribuinte tiver lançado a parcela do imposto. (Dec.DAT da Secretaria da Fazenda. 26.DAT da Secretaria da Fazenda. e 4º. 18.09. respectivamente.04. b) inciso XIX.401/95 .

19. independentemente do despacho concessivo relativo à renovação.o recolhimento. na condição de central de distribuição. 19.112/96) a) em momento posterior à passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado. observadas as demais normas do mencionado inciso. § 14. (Dec.2. (Dec. nas condições ali estabelecidas. no que couber. (Dec. Quando a base de cálculo do imposto da operação ou da prestação sujeita à antecipação tributária for reduzida.99) I . na entrada de mercadoria neste Estado.atualizado até 30 junho 2011 .493/96) 2. serão observadas as seguintes normas: (Dec. 19. conforme previsto no § 1º. III. para obtenção da dispensa de que trata a alínea “a”. as demais normas previstas neste inciso. (Dec.112/96) II . com antecipação do imposto por substituição. 19.876/91 . se preenchida a condição prevista na alínea anterior.959. 19.493/96) c) renovem o pedido. a estabelecimentos de pessoa jurídica que preencham as condições estabelecidas em portaria do Secretário da Fazenda. (Dec. 19. 19. independentemente de prazo específico estabelecido para a hipótese: (Dec. exceto nos casos específicos em que a legislação dispuser de forma contrária. o contribuinte poderá continuar gozando do benefício. o seguinte: (Dec. a estabelecimentos de pessoa jurídica que.493/96) III – no período de 01 de setembro de 1998 a 31 de dezembro de 2000. (Dec. de 27 de dezembro de 1999. (Dec. 18. deverá notificar o referido contribuinte-substituto. 22. se o referido imposto houver sido calculado a menor ou não estiver destacado na respectiva Nota Fiscal. isoladamente ou em conjunto.08.843/2000) § 12. com os acréscimos legais cabíveis.493/96) 1. A aplicação do disposto nos §§ 1º. procedente de outra Unidade da Federação. será efetuado pelo adquirente localizado neste Estado. observando-se. quando esta for signatária de acordo que prevê a respectiva substituição tributária. A partir de 01 de abril de 1995. conforme o caso.735/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. III. 11 do Decreto nº 21.a autoridade fazendária que cobrar a antecipação do imposto. e 4º não exime o contribuinte de recolher a diferença do imposto porventura devida. 21.401/95) § 13. na hipótese do item anterior. atinjam média aritmética mensal correspondente àquelas previstas na alínea "b" do inciso anterior.112/96) III . como tal definida no art. em razão do valor efetivamente cobrado na operação subseqüente. 19. 22. o contribuinte obriga-se ao pagamento da diferença de alíquota. relativamente às aquisições realizadas no período anterior ao mencionado despacho. (Dec.o recolhimento deverá ser efetuado nos seguintes prazos. 22. relativamente ao recolhimento do imposto efetuado pelo adquirente.843/2000) IV – a partir de 01 de agosto de 2000. total ou complementar. “b”: (Dec.10. Não se procederá à antecipação do imposto.112/96) DECRETO 14.615/99 – EM VIGOR A PARTIR DE 01. § 15. emitida pelo remetente. nesta hipótese. serão adotadas. quando sujeita a sistema especial de tributação. o imposto antecipado será calculado observando-se esta redução. (Dec.2000) V – a partir de 01 de janeiro de 2001. ocorrendo despacho denegatório do pedido. quando este não for devido na fase seguinte da circulação da mercadoria ou da prestação de serviço. até o dia 10 (dez) do primeiro mês do semestre subseqüente ao último mês da concessão anterior. considerando ser a responsabilidade deste do contribuinte-substituto localizado na Unidade da Federação de origem. a estabelecimento beneficiário do Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco – PRODEPE.

19.03 A 31.313/99 – EFEITOS NO PERÍODO DE 01.313/99 – EFEITOS NO PERÍODO DE 01. 19.237/2001) II . 19. (Dec.2004) III . 19.237/2001) a) 30% (trinta por cento) . esteja o remetente localizado em Unidade da Federação que tenha denunciado o convênio ICMS disciplinador da respectiva substituição tributária. (Dec. 21.775/2000) § 19. quando se tratar de combustíveis e lubrificantes. quando se tratar de combustíveis e lubrificantes.massas alimentícias. 19. nos demais casos.112/96) 2. a partir de 01 de maio de 1996. a partir de 04 de setembro de 1995.237/2001) DECRETO 14. Relativamente ao inciso X do "caput". a partir de 01 de agosto de 1999. nos termos do § 1º.112/96) § 16. 23. e ainda o valor resultante da aplicação do percentual de 20% (vinte por cento) sobre o montante das mencionadas parcelas. quando o total for inferior. O valor do ICMS antecipado nos termos do parágrafo anterior será determinado pela aplicação da alíquota interna sobre o valor total obtido.99) b) por ocasião da passagem de mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado.112/96) (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . quando não incluídas no referido preço. que tenha ocorrido no período de 01 a 30 de setembro de 2000. 3.05. 23. o mencionado termo final fica prorrogado para 10 de novembro de 2000. quando. como crédito fiscal. 26. no período de 01 de abril a 03 de setembro de 1995. o valor do ICMS normal constante na Nota Fiscal de aquisição. nas demais hipóteses. no período de 01 de abril de 1995 a 30 de abril de 1996. 22. nos termos da legislação vigente. quando não incluídas no referido preço.876/91 . (Dec. do frete e demais despesas acessórias debitadas ao adquirente. (Dec. 21. relativamente à entrada de mercadoria neste Estado. quando incidente.o imposto antecipado será calculado aplicando-se a alíquota prevista para as operações internas com o produto sobre o valor obtido na forma do inciso anterior.05. 23. 3: (Dec. “a”.99) § 18.08. a base de cálculo do imposto será o preço praticado pelo remetente acrescido do valor do IPI.237/2001) I . III. quando incidente. deduzindo-se. deduzindo-se do resultado o crédito do imposto conforme constante da respectiva Nota Fiscal de aquisição.408. (Dec.a base de cálculo do imposto será o preço praticado pelo remetente acrescido do valor do IPI.112/96) 1. nos termos do § 2º.112/96) IV . Na hipótese do inciso IX do "caput". (Dec. e ainda o valor resultante da aplicação dos seguintes percentuais sobre o montante das mencionadas parcelas: (Dec.1.04. no prazo de 15 (quinze) dias contados da entrada da mercadoria neste Estado. (Dec. aquele estabelecido em pauta fixada em instrução normativa da Diretoria de Administração Tributária . quando o contribuinte estiver credenciado pela Secretaria da Fazenda para recolhimento do respectivo ICMS em prazo cujo termo final seja 31 de outubro de 2000.DAT da Secretaria da Fazenda (Lei nº 11. 19. 23. (Dec. do frete e demais despesas acessórias debitadas ao adquirente. (Dec. 23. procedente de outra Unidade da Federação.491/2004 – REPUBLICADO DOE 07.99) § 17. Na hipótese do § 1º. bolachas e bolos.615/99 – EM VIGOR A PARTIR DE 01. (Dec. 21. prevalecendo. de 20 de dezembro de 1996).03 A 31. sendo o destinatário central de distribuição.a antecipação ali prevista refere-se apenas à saída subseqüente promovida pelo adquirente.inexistindo unidade fiscal. o adquirente deverá proceder à notificação de que trata o inciso II. (Dec. (Dec. III.112/96) 2. observar-se-á: (Dec.237/2001) b) 40% (quarenta por cento) .biscoitos.

deverá ocorrer até o último dia do segundo mês subseqüente ao da entrada da mercadoria no Estado. hipótese em que se observará. A partir de 01 de junho de 2002. VII. 26. antecipadamente. quando incidente. Orocó. 23. 23. a partir de 01 de maio de 2004.237/2001) d) quando a mercadoria destinar-se a industrialização.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE a) por ocasião da passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado. devendo o referido crédito ser lançado na coluna "Contribuinte Substituído – ICMS na Fonte".2. na hipótese do inciso V do "caput". (Dec. 23.a antecipação ali mencionada não se aplica: (Dec. do livro Registro de Entradas.o imposto antecipado será calculado aplicando-se a alíquota prevista para as operações internas com o produto sobre o valor estabelecido no inciso I. Dormentes.2004) (Dec. e.o contribuinte poderá creditar-se. não exime o contribuinte de recolher a diferença do imposto efetivamente devido. do livro Registro de Entradas.237/2001) VII . 26. observar-se-á: DE 01. 02. 26. antecipadamente. 02. 27. 4. (Dec. quando o contribuinte for considerado credenciado. III. o recolhimento do imposto. 2004) b) até o último dia útil do mês subseqüente ao da respectiva entrada da mercadoria. quando não incluídas no referido preço. II. Santa Maria da Boa Vista e Terra Nova. devendo o referido crédito ser lançado na coluna "Contribuinte Substituído .ICMS na Fonte". nos termos do § 1º. "a". III.2004) c) no retorno ao estabelecimento remetente. 26. 2004) IV – o recolhimento do ICMS antecipado será efetuado: 01. (Dec. 01.04. 02. 23. a partir de 01 de dezembro de 2004. nos termos do § 1º. do § 2º. Relativamente ao inciso XII do "caput". Petrolina. prevalecendo o que for maior. Cabrobó. 02.349/2004 – EFEITOS A PARTIR I . (Dec. 23.237/2001) V .349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.237/2001) VI .349/2004 – EFEITOS A PARTIR DEC. em razão do valor apurado relativamente à respectiva operação subseqüente.a base de cálculo do imposto será o preço praticado pelo remetente acrescido do valor do IPI.o recolhimento do ICMS antecipado. 02. deduzindo-se do resultado o crédito do imposto conforme constante da respectiva Nota Fiscal de aquisição.491/2004 – REPUBLICADO DOE 07. 23.237/2001) a) quando o estabelecimento destinatário for fabricante do produto.710/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. "b". 2004) III . 26.o contribuinte poderá creditar-se. 26.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. do valor correspondente ao imposto referido no inciso anterior ainda não recolhido. o disposto no § 21.876/91 . e ainda o valor resultante da aplicação do percentual de 30% (trinta por cento) sobre o montante das mencionadas parcelas ou o valor estabelecido em pauta fiscal. do frete e demais despesas acessórias debitadas ao adquirente. (Dec. nos termos § 1º. sob a condição de que o recolhimento venha a ser efetuado no prazo legal. nos termos do inciso anterior. III.536/2005) § 21. integrante da Mesorregião do São Francisco Pernambucano e for credenciado pela Secretaria da Fazenda. Lagoa Grande. (Dec. 02. (Dec. 2004) (Dec.2004) II . sob a condição de que o recolhimento venha a ser efetuado no prazo legal.05.atualizado até 30 junho 2011 . 26. § 20. 2004) (Dec. observado DECRETO 14.237/2001) b) quando se tratar de transferência entre estabelecimentos.o recolhimento do ICMS antecipado será efetuado nos termos do inciso IV do § 21. 26.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. do valor correspondente ao imposto referido no inciso II ainda não recolhido. (Dec.IV . exceto varejistas. quando o adquirente estiver localizado nos Municípios de Afrânio. (Dec. (Dec. que compõem a Microrregião de Petrolina.

02. 27.536/2005) 3.536/2005) 3. até o 20º (vigésimo) dia do mês subseqüente àquele da data da saída da mercadoria ou. quando se tratar de mercadoria sem destinatário certo. quando se tratar de contribuinte descredenciado. 08 (oito) dias.2. (Dec. (Dec. (Dec. 27. 27. 2004) (Dec. 2004) 3.2. mediante registro das Notas Fiscais.2. 26.a antecipação ali mencionada não se aplica: 2004) (Dec.05. na hipótese prevista no item 1. na hipótese de o recolhimento do imposto estar previsto para o momento da passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. relativas às mercadorias. (Dec. e 3.536/2005) (Dec. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal. a) quando o estabelecimento destinatário for fabricante do produto.o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. 02.2. na hipótese de o recolhimento do imposto estar previsto para momento posterior ao da passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado: (Dec. 26.2.536/2005) 3. 26.536/2005) 2. (Dec. 27. deve ser efetuada pelo contribuinte adquirente.536/2005) DECRETO 14. no sistema eletrônico de transmissão de dados denominado ARE Virtual. 27.2. na falta desta.536/2005) 3.710/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. ou.o recolhimento do ICMS antecipado não exime o contribuinte de recolher a diferença do imposto efetivamente devido. hipótese em que será observado o disposto no inciso VII. contados a partir da data da saída da mercadoria ou. 27. 15 (quinze) dias. na falta desta. quanto à emissão do respectivo DAE.1. antes da respectiva entrada da mercadoria no estabelecimento adquirente. 02.1. na falta desta.2. (Dec. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. em razão do valor apurado relativamente à respectiva operação subseqüente. 26.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 26. 26.2.349/2004 – 1.536/2005) 3. 26.atualizado até 30 junho 2011 . conforme previsto na alínea "a": na repartição fazendária do domicílio do contribuinte. 02. 2004) b) quando se tratar de transferência entre estabelecimentos. no prazo de 08 (oito) dias. 02. conduzida por contribuinte de outra Unidade da Federação: na repartição fazendária do primeiro Município onde ingressar a mercadoria. deve ocorrer nos prazos a seguir indicados.1.876/91 . 02. (Dec. na falta desta. 26. 02. 27. quando se tratar de contribuinte credenciado nos termos de portaria do Secretário da Fazenda.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. observado o uso do código de receita 058-2 e o disposto nos subitens 3. sob o código de receita 058-2.2. no período de 01 de fevereiro de 2004 a 30 de novembro de 2004. a partir de 01 de dezembro de 2004.2. V .349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. exceto varejistas. contados a partir da data de saída da mercadoria do estabelecimento remetente. 27. 2004) (Dec. (Dec.536/2005) 3.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 2004) VII – na hipótese de transferência entre estabelecimentos varejistas: (Dec. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal: (Dec.1. c) não passando a mercadoria por qualquer unidade fiscal deste Estado: EFEITOS A PARTIR DE 01.2. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal. 2004) VI . 27.2. até o último dia útil do mês subseqüente àquele da data da saída da mercadoria ou. (Dec.2004) c) no retorno ao estabelecimento remetente. observando-se o seguinte quanto à emissão do respectivo DAE: (Dec.

876/91 .536/2005) b) a partir de 01 de dezembro de 2004: (Dec.2004) (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 27. quando se tratar de contribuinte descredenciado.04. no sistema eletrônico de transmissão de dados denominado ARE Virtual. "a".2.536/2005) 1. quando não incluídas no referido preço.2004) (Dec.1. 26. quando se tratar de contribuinte credenciado nos termos de portaria do Secretário da Fazenda. (Dec. 27. serão de responsabilidade do sujeito passivo. observar-se-á: 07.710/2004 – EFEITOS A PARTIR Art. sob o código de receita 058-2. por ocasião da passagem da mercadoria por qualquer unidade fiscal deste Estado. DE 01. § 4º Na hipótese do parágrafo anterior.1.a) no período de 01 de maio de 2004 a 30 de novembro de 2004. 27.2. 27.536/2005) 2. 15 (quinze) dias. III. no campo "Observações". e VII do § 21. relativas às mercadorias. (Dec. serão de responsabilidade do contribuinte adquirente: (Dec. relativamente à emissão do DAE. conforme previsto no inciso IV. os valores referentes à diferença devida ao Estado ou decorrentes do recolhimento intempestivo à conta única do Estado. indicando-se. (Dec.536/2005) 2. contados da data da saída da mercadoria ou. na falta desta. 27. 27. quando incidente.o disposto nos incisos II a V.536/2005) § 22.536/2005) 2.2. 26. (Dec. 27. § 2º O disposto no "caput" não se aplica na hipótese de o recolhimento ser efetuado a pessoa física ou jurídica que não tenha sido autorizada ou credenciada nos termos de decreto do Poder Executivo. (Dec.05. será realizada: (Dec. 27.04. (Dec. nos prazos a seguir indicados. 27.491/2004 – REPUBLICADO DOE I .536/2005) 2. o imposto será recolhido. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal: (Dec. 55. "a" e "c". do frete e demais despesas acessórias debitadas ao adquirente. 27. 26. a partir da data do respectivo recolhimento. o cálculo do imposto a ser recolhido sob o código de receita 109-0. nas hipóteses previstas no § 1º. (Dec. Relativamente ao inciso XI do "caput".536/2005) 2.536/2005) 2. a emissão do Documento de Arrecadação Estadual – DAE. DECRETO 14. mediante registro das Notas Fiscais.536/2005) 1. 08 (oito) dias. pelo contribuinte adquirente. incluindo-se os acréscimos legais.2004) II . § 1º O disposto no "caput" não se aplica em relação às diferenças que vierem a ser apuradas e às penalidades cabíveis.491/2004 – REPUBLICADO DOE 07.a base de cálculo do imposto será o preço praticado pelo remetente acrescido do valor do IPI.2. O recolhimento irregular do imposto não implicará em novo pagamento. pela Secretaria da Fazenda. VI. o número da respectiva Nota Fiscal de aquisição da mercadoria. § 3º O recolhimento efetuado nos termos do parágrafo anterior será convalidado na hipótese de a pessoa física ou jurídica recebedora recolher ao Estado o respectivo valor.

ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. 19. industrial ou que comercialize mercadoria que para esse fim adquirir ou produzir. (Dec. que realize. apreendida ou abandonada.a cooperativa. 19. (Dec.527/96) IX .527/96) X .a concessionária ou permissionária de serviço público de transporte. cafés.527/96) § 2º É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que.o fornecedor de alimentação.os órgãos da Administração Pública.527/96) VI .527/96) III .527/96) VII . 19.importe mercadorias do exterior para qualquer finalidade. 19. bem DECRETO 14. as entidades da administração indireta e as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público que vendam mercadoria que para esse fim adquirirem ou produzirem. (Dec. lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados do petróleo.527/96) III . (Dec. bares.adquira em licitação pública mercadoria. (Dec. 19. 19. de comunicação e de energia elétrica. 19. mesmo sem habitualidade ou intuito comercial (NR Lei nº 12. 19. (Dec. (Dec. o industrial e o comerciante de mercadoria.seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior.527/96) I .CAPÍTULO X Do Sujeito Passivo SEÇÃO I Do Contribuinte Art. inclusive. (Dec.527/96) XI . em outra Unidade da Federação. o arrematante ou o adquirente. 19. (Dec.adquira. com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial.527/96) § 1º Incluem-se entre os contribuintes do imposto: (Dec. 19. adquirir bens ou serviços em operações interestaduais. 19. bebida e outras mercadorias em restaurantes. (Dec.a sociedade civil de fim não-econômico que explore estabelecimento de extração de substância mineral ou fóssil. que envolvam fornecimento de mercadoria.876/91 .o fornecedor de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios.527/96) VIII .2003): (Dec.a instituição financeira e a seguradora.qualquer pessoa indicada nos incisos anteriores que.atualizado até 30 junho 2011 .01.o prestador de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. quando não destinados à comercialização ou industrialização. de produção agropecuária. lanchonetes e em qualquer outro estabelecimento.527/96) V .527/96) II .a sociedade civil de fim econômico. (Dec. (Dec. 19.527/96) IV .350/2003) I . operações relativas à circulação de mercadoria ou prestações de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. 19. na condição de consumidor final. física ou jurídica. 19.527/96) IV .335. quando a mercadoria importada se destine ao uso ou consumo ou ativo permanente do respectivo estabelecimento. 56. inclusive importada do exterior. (Dec.o prestador de serviços compreendidos na competência tributária dos Municípios. 19. em se tratando de pessoa física ou jurídica titular de estabelecimento. de 23.527/96) II . 25.o importador.527/96) XII . 19. (Dec. (Dec. 19. o produtor. Contribuinte é qualquer pessoa. (Dec. que envolvam fornecimento de mercadoria ressalvada em lei complementar.

industrial ou produtor. em relação à mercadoria: a) transportada sem documento fiscal próprio. ou o detentor de mercadoria recebida desacompanhada de documento fiscal próprio ou com documento fiscal inidôneo. 23. com relação à saída de mercadoria de terceiros. Parágrafo único. industrial. quando obrigado a emiti-la.09. pelas indústrias cooperadas. salvo nas hipóteses admitidas pela legislação tributária.o possuidor. Considera-se contribuinte autônomo cada estabelecimento. (Dec. em relação à cana-de-açúcar e seus derivados.876/91 DECRETO 14.a cooperativa de indústrias do açúcar e do álcool. SEÇÃO II Do Responsável Art.o contribuinte destinatário. a qualquer título. ou com documento fiscal inidôneo. III . na saída de mercadoria decorrente de arrematação judicial. em relação à saída de mercadoria efetuada a contribuinte inscrito no CACEPE no regime fonte ou como microempresa. ou na aquisição de mercadoria ou de serviço prestado por contribuinte não-inscrito no CACEPE.2000). Equipara-se a estabelecimento autônomo o veículo utilizado no comércio ambulante. V . relativamente a: a) saída ou transmissão de propriedade de mercadoria depositada por contribuinte de outra Unidade da Federação. VIII .o comerciante.o contribuinte que promover a saída de mercadoria sem documentação fiscal própria.846.876/91 . energia elétrica nas mesmas condições (NR Lei nº 11. considerado contribuinte. b) entrada.o leiloeiro. b) entregue a destinatário diverso do indicado no documento fiscal. 58. VII . saída ou transmissão de propriedade de mercadoria de terceiros. na qualidade de contribuinte-substituto: I . II .atualizado até 30 junho 2011 .180/2001) (17) Art. Decreto nº 14. através da cooperativa. e) proveniente de outra Unidade da Federação para entrega a destinatário incerto deste Estado. d) negociada no Estado durante o transporte.como. nas operações ou prestações com diferimento do imposto. produtor ou prestador de serviço de transporte e de comunicação. VI . exceto as importadas ou apreendidas. comercial. a partir de 01 de agosto de 2000.o armazém-geral. permanente ou temporário. alienadas em leilão.o transportador. 57. Considera-se responsável pelo imposto. quando as saídas destes forem realizadas. de 22. este quando obrigado a manter escrita fiscal. sem documento fiscal próprio ou com documento fiscal inidôneo. em relação ao imposto devido pelas operações subseqüentes com a mesma mercadoria. IV . c) transportada com documento fiscal inidôneo. IX . ainda que pertencentes ao mesmo titular.o arrematante. nas hipóteses legalmente previstas.

17. concentrado ou xarope destinado ao preparo de refrigerante.983/94) REVOGADO (Dec. nas operações internas e interestaduais.o estabelecimento industrial ou revendedor em relação à saída de cimento. 17.2009) a) até 31 de outubro de 1994.02. 17.no transporte da carga efetuado por contribuinte não-inscrito no cadastro de contribuinte dos Estados: a) a empresa transportadora. através do Decreto nº 32.10. aí incluídas a conversão. na saída de mercadoria ou bem depositado por empresa ou pessoa de outra Unidade da Federação.989/94) a) até 31 de outubro de 1994. ainda que destinada a outra Unidade da Federação. inclusive nas destinadas ao Município de Manaus e Áreas de Livre Comércio.02.0100 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . quando promover a saída para revendedor varejista. e homologado conforme dispuser legislação específica.876/91 DECRETO 14. b) o remetente da mercadoria. (Dec. em relação aos serviços por ela cobrados e prestados pelos seus postos de serviços ou por terceiros.983/94) REVOGADO (Dec. chope. XIII . 17. com cigarro e outros produtos derivados do fumo.959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01.959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01.Sistema Harmonizado NBM/SH. quando esta efetuar a subcontratação. deste Estado. classificados na posição 2402 e no código 2403. a comercialização e.2009 XI .876/91 .2009) XII . a distribuição e sua respectiva conexão. o estabelecimento industrial.612/2010) XVI . até 31 de agosto de 2010.atualizado até 30 junho 2011 . XIV . o estabelecimento industrial fabricante e o estabelecimento importador. c) o depositário a qualquer título. (Dec. cerveja. quando promover a saída para qualquer destinatário. derivados ou não do petróleo. 36. outros produtos derivados do fumo e papel para cigarro: (Dec.32.relativamente a cigarro. nas operações ou prestações interestaduais. inclusive para consumidor.a empresa distribuidora de combustíveis e lubrificantes. suas filiais ou agentes depositários.32.02. 17. extrato. farinha de trigo.983/94) REVOGADO (Dec.959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 17.989/94) b) a partir de 01 de novembro de 1994. (Dec.2009) b) a partir de 01 de novembro de 1994. localizado neste Estado ou em outra Unidade da Federação. (Dec. que operem com cigarro.a empresa de comunicação. relativamente ao ICMS incidente desde a geração ou importação até a última etapa destinada ao consumo final. neste caso se localizado em outra Unidade da Federação (Convênio ICMS 112/93). XV – a empresa que fornecer energia elétrica a consumidor final.32. situada neste Estado ou em outra Unidade da Federação: (Dec. entre os Estados e o Distrito Federal interessados. refrigerante.959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01. relativamente à retenção e recolhimento do ICMS devido nas operações subseqüentes (Convênio ICMS 37/94).o contribuinte indicado em acordo celebrado. (Dec.X . fumo desfiado ou picado e papel para cigarro.989/94) REVOGADO o inciso XI do artigo 58. a transmissão e sua respectiva conexão.02. Decreto nº 14.

o Agente de Navegação Marítima ou qualquer outra pessoa responsável pela contratação do serviço de transporte. 36.o tomador do serviço de comunicação. 36. XXIII . 64. 21.99) a) a partir de 01 de julho de 1993. XX . os seguintes (Convênios ICMS 25/90 e 132/2010): (Dec.001/2010) (Dec. relativamente às subcontratações. relativamente ao transporte interestadual rodoviário de cargas: (Dec. (Dec. cumulativamente: a) o tomador e o prestador do serviço situem-se neste Estado.001/2010) a) o alienante ou o remetente da mercadoria. até 31 de outubro de 2010. até 31 de outubro de 2010. relativamente às saídas de açúcar e demais produtos derivados da cana-de-açúcar a ele destinados. micro empreendedor individual. para fim de exportação. 416. c) o prestador do serviço não seja inscrito no CACEPE. 33.001/2010) b) o depositário da mercadoria a qualquer título.249/98 . exceto se: (Dec. na prestação interna. observado o disposto no § 19 e o seguinte: (Dec. 3.DAT da Secretaria da Fazenda credenciamento para efetuar o Decreto nº 14. 36. (Dec.001/2010) XXII . b) no período de 01 de janeiro de 1999 a 31 de agosto de 1999.001/2010) 1. 36. microempresa.36. a partir de 1º de novembro de 2010.674/99) c) a partir de 01 de setembro de 1999. quando o serviço for contratado de transportador autônomo ou. XVIII .001/2010) 2. (Dec. exceto no transporte intermodal.XVII . b) o tomador seja inscrito no CACEPE. 36. na hipótese de o frete ocorrer na modalidade CIF.o remetente da mercadoria. quando a empresa de transporte subcontratada não for inscrita no CACEPE.o transportador inscrito no CACEPE. (Dec.99) (Dec. produtor rural. desde que. XIX . não inscritos no CACEPE.331/2009) 2.EFEITOS A PARTIR DE 01. relativamente à modalidade FOB.atualizado até 30 junho 2011 . empresa de transporte de outra Unidade da Federação. 36.o órgão competente referido no art. quando contribuinte do imposto. c) o destinatário da mercadoria. (Dec. 21. § 6°. 21. microempresa.674/99) 1. quando contribuinte do imposto. a partir de 15 de abril de 2009. quando inscrito no CACEPE sob o regime normal.249/98 .o estabelecimento principal na hipótese do art. XXI – na hipótese de empresa de transporte ou transportador autônomo de outra Unidade da Federação.EFEITOS A PARTIR DE 01. iniciar prestação de serviço de transporte neste Estado. produtor rural. na saída da mercadoria ou bem depositado por pessoa física ou jurídica. 36.001/2010) 3.01.876/91 .01. (Dec. promovidas por estabelecimento industrial ou cooperativa.001/2010) 1. (Dec. desde que solicite e obtenha da Diretoria de Administração Tributária . independentemente de o frete ocorrer na modalidade CIF ou FOB.876/91 DECRETO 14. exceto se: (Dec. a partir de 1º de novembro de 2010.001/2010) 2. micro empreendedor individual. 36. 21. independentemente de o frete ocorrer na modalidade CIF ou FOB.

876/91 . 36. quando se tratar de estabelecimento industrial ou produtor de gipsita. efetuou operações de saída interestadual em montante superior a R$ 6. e o citado estabelecimento estiver credenciado. 26301/99 e 2692-1/00 da Classificação Nacional de Atividades Econômico-Fiscais . o seguinte procedimento: (Dec.876/91 DECRETO 14. (Dec.11. de medicamentos e outras mercadorias relacionados no Convênio ICMS 76/94. na hipótese de o serviço de transporte ocorrer na modalidade . 34. o remetente.11. XXXIV. na saída que promover. com destino a este Estado.674/99) d) no período de 01 de fevereiro de 2003 a 30 de junho de 2004. 28.CACEPE na condição de contribuinte-substituto localizado em outra Unidade da Federação.07.2000) 2. (Dec. e o serviço for contratado de transportador autônomo.247/2005 –EFEITOS A PARTIR DE 01. 34..000.451/2009) 1.11.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.CIF. e ser contratado de transportador autônomo ou empresa de transporte de outra Unidade da Federação. bem como estar regular relativamente a débitos fiscais .CIF. não se aplicando o disposto no § 25 e observando-se o seguinte: (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . não se aplicando o disposto no § 25.722/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.451/2009) f) a partir de 01 de janeiro de 2010. 34.11. gesso e seus derivados. que somente a concederá mediante o preenchimento das seguintes condições: (Dec.2005) 1. nos termos portaria da Secretaria da Fazenda.2000) a) o remetente deverá solicitar autorização à Gerência Geral de Planejamento e Controle da Ação Fiscal . quando se tratar de estabelecimento industrial ou produtor de gipsita.2004) e) a partir de 01 de julho de 2008. inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco .26. 28. 34. 19.GPC da Secretaria da Fazenda. gesso e seus derivados. (Dec. (Dec.527/96) XXV . o serviço de transporte deve ocorrer na modalidade .451/2009) XXIV .2000) b) a autorização de que trata a alínea anterior deve ser cancelada de ofício. 22. (Dec.00 (seis milhões de reais). regularidade quanto a obrigação tributária principal e acessórias. (Dec.2005) Decreto nº 14. autorização da Unidade da Federação em que se encontra estabelecido o requerente para fiscalização do mesmo pela Secretaria da Fazenda deste Estado. EFEITOS A PARTIR DE 01.2000) (Dec.a partir de 01 de novembro de 2000.terceiros cujos atos ou omissões concorrerem para o não-recolhimento do imposto e acréscimos devidos pelo contribuinte ou responsável. o estabelecimento remetente deve comprovar que nos 12 (doze) meses imediatamente anteriores ao da protocolização do pedido de credenciamento. 22. desde que sejam observadas. quando comprovada a inobservância de qualquer das condições para o seu deferimento. (Dec.08. quando se tratar de contribuinte inscrito no CACEPE sob os códigos de atividade econômica 1410-9/05.recolhimento do imposto na qualidade de contribuinte-substituto. para utilização do crédito presumido previsto no art.722/2000 – 3. 22. mediante despacho da GPC.451/2009) 2. quando o referido remetente estiver localizado em Unidade da Federação que tenha denunciado o mencionado Convênio. 22.CNAEFiscal. de que trata o § 28.000.722/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. independentemente de o frete ocorrer na modalidade CIF ou FOB.722/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21.08. observados os requisitos estabelecidos nos itens 1 a 4 da alínea "b" do inciso I do § 19. além das normas específicas dele decorrentes.247/2005 –EFEITOS A PARTIR DE 01.

relativamente à conexão e ao uso dos sistemas de transmissão na entrada de energia elétrica no seu estabelecimento. (Dec. confecções em geral e tecidos. observando-se o disposto no § 29 (Convênio ICMS 117/04). (Dec. relativamente ao imposto antecipado previsto em portaria do Secretário da Fazenda.876/91 DECRETO 14.2002. 33. para ser deduzido do valor do ICMS a ser retido. (Dec.314/2004) e) o recolhimento do ICMS retido deverá ser efetivado em favor deste Estado até o 9º (nono) dia do mês subseqüente ao da ocorrência dos fatos geradores. o montante das prestações de serviço de comunicação. (Dec.612/2003) XXVIII .a partir de 19 de dezembro de 2002.04. 27. e dos outros documentos exigidos pela legislação (Convênio ICMS 143/2002). Decreto nº 14. observando-se (Convênios ICMS 69/2004 e 140/2006): (Dec. atacadista ou importador localizado em outra Unidade da Federação.247/2005 –EFEITOS A PARTIR DE 01. 24. (Dec. de autopeças. por ele entregues sem a prévia apresentação. na saída que o mencionado contribuinte promover. nos termos da legislação vigente. se for o caso. 27. será aplicada a alíquota interna vigente para os respectivos serviços. pelo contribuinte. 27. (Dec. 25. a responsabilidade pelo recolhimento do imposto que tenha deixado de ser retido caberá àquele definido nos termos da legislação específica relativa à substituição tributária.314/2004) d) a dedução do crédito fiscal indicado na alínea "c" deverá ser rateada na proporção do valor da base de cálculo do ICMS referente a cada Unidade da Federação. do comprovante de recolhimento do ICMS ou do comprovante de exoneração do imposto. (Dec.no período de 01 de janeiro de 2005 a 31 de dezembro de 2006. (Dec. (Dec. mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais . (Dec. efetuação de recebimento e pagamento de contas e outras transações que utilizem o canal lotérico. o remetente. 28. a Caixa Econômica Federal .612/2010) § 1º A responsabilidade tributária de que trata este artigo poderá ser em relação às entradas ou às saídas de mercadoria.314/2004) XXIX – a partir de 01 de julho de 2009.314/2004) b) sobre a base de cálculo definida na alínea "a". 27. artigos de armarinho. em relação às saídas subsequentes àquela promovida a contribuinte não-inscrito no CACEPE. 35. bem como o respectivo valor do imposto retido e do correspondente crédito deduzido.GNRE. pelo importador.CEF. (Dec. 27. observado o disposto no § 27.673/2009) XXX – a partir de 01 de setembro de 2010. relativamente à prestação de serviço de comunicação realizada por contribuinte para a mencionada CEF e referente às transações para captação de jogos lotéricos.08. 30. mediante emissão de Nota Fiscal.2005) XXVI – a partir de 01. o contribuinte industrial. o depositário estabelecido em recinto alfandegado. para efeito de compensação. o consumidor de energia elétrica conectado à rede básica. deverá ser informado à CEF.314/2004) f) a CEF informará à unidade da Secretaria da Fazenda responsável pelo planejamento e controle da ação fiscal. até o 10º (décimo) dia após o recolhimento do imposto.atualizado até 30 junho 2011 . previstas neste inciso. 27. conforme o caso. com destino a este Estado.876/91 . mediante termo de acordo firmado com a Secretaria da Fazenda de Pernambuco.173/2002) XXVII .275/2007) a) a base de cálculo é o preço do serviço resultante do volume de transmissão originada neste Estado.314/2004) c) o crédito fiscal. efetuadas no mês anterior.c) na hipótese da alínea "b". relativamente à mercadoria ou bem importados.

desde que. e) o local do início e do final da prestação do serviço. relativamente às operações e prestações internas. ou a identificação do bem. inclusive. II . § 8º O prestador de serviço não inscrito no CACEPE e não compreendido nas hipóteses dos incisos XIV.331/2009) I . II . nos casos em que não seja exigido o documento fiscal. IV . na hipótese de o documento fiscal próprio não indicar o valor do imposto. as seguintes informações. o transportador autônomo e a empresa de transporte de outra Unidade da Federação ficam dispensados da emissão de Conhecimento de Transporte. na Nota Fiscal que acobertar o transporte da mercadoria. quando for o caso. em relação à empresa de construção civil. adquirente da mercadoria. d) o número. ou um outro elemento identificador. 33. b) a placa do veículo e a respectiva Unidade da Federação.alíquota aplicável. observando-se. a qualquer título.876/91 DECRETO 14.876/91 . o proprietário. os seguintes dados relativos à prestação do serviço.deverá acompanhar o transporte.base de cálculo do imposto. série e subsérie do documento fiscal que acobertar a operação. às operações interestaduais. sejam indicados.atualizado até 30 junho 2011 . § 6º O imposto referido no inciso XV do "caput" será calculado sobre o preço praticado na operação final e assegurado seu recolhimento ao Estado ou ao Distrito Federal.§ 2º O contribuinte-substituto sub-roga-se em todas as obrigações do contribuinte-substituído. Decreto nº 14. o comodatário. observado o disposto no § 26: (Dec. III . além dos requisitos exigidos. Nas hipóteses dos incisos XIV.valor do imposto. § 10. a base de cálculo do imposto e a alíquota aplicável. § 7º O disposto no inciso XIV do "caput" não se aplica quando a pessoa indicada como contribuinte-substituto não for inscrita no CACEPE. o possuidor ou o detentor. § 9º O disposto no inciso XIV do "caput" aplica-se. que o documento de arrecadação: I . inclusive. § 3º A substituição tributária não exclui a responsabilidade do contribuinte-substituído. quando o respectivo destaque for exigido pela legislação tributária. ainda que no verso: a) o nome da empresa transportadora contratante do serviço. § 4º Considera-se transportador. nos demais casos. a empresa de transporte.preço. XIX e XXI do "caput" deverá recolher o imposto na repartição fazendária. antes de iniciada a saída. em relação aos incisos XIV e XXI. objeto da substituição. no caso de transporte rodoviário. § 5º O disposto no inciso III do "caput" aplica-se.deverá conter. de veículo utilizado em operação de transporte de mercadoria ou de pessoas. conforme o local onde deva ocorrer essa operação.identificação do responsável pelo pagamento do imposto. XXI e XXIII. se for o caso. além dos requisitos exigidos. V . de obras hidráulicas e de outras obras semelhantes. para os efeitos deste Decreto. podendo ser dispensada a emissão de Conhecimento de Transporte. o locatário. c) o preço do serviço.

876/91”. 17. do Decreto nº 14. por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais.recolher.9902 (Convênios ICMS 116/89. III. às operações realizadas com aditivos. a partir de 26 de julho de 1994. 58. até 15 de outubro de 1992. que tenha iniciado a prestação de serviço neste Estado. 16.989/94) a) à saída com destino a distribuidora de derivados de petróleo e dos demais combustíveis e lubrificantes. 17. sendo este contribuinte do imposto.a partir de 29 de dezembro de 1989. na forma do inciso I.a partir de 01 de novembro de 1994: (Dec.876/91 DECRETO 14. 15. assegurado seu recolhimento à Unidade da Federação onde estiver localizado o adquirente (Convênio ICMS 63/92). 154/94 e 85/95 . o imposto retido nos termos do inciso X do "caput" compreende aquele devido desde a operação que realizar o contribuinte-substituto até a última operação. O disposto no inciso X do "caput" aplica-se também em relação: (Dec. protetivos e para transformadores. A partir de 16 de julho de 1992. (Dec. motores e veículos. deverá proceder da seguinte forma: (Dec. além da aguarrás mineral.417/93) § 14. 16. como tal definida pelo Departamento Nacional de Combustíveis .989/94) § 13. em relação às saídas para destinatário definido como contribuinte-substituto.989/94) b) à saída realizada por TRR. § 12. II . 16. fica atribuída a qualquer remetente. (Dec. cujo imposto tenha sido recolhido antes de iniciada a saída. emitir o Conhecimento de Transporte correspondente à prestação do serviço. desinfetantes.00. agentes de limpeza. outros produtos similares. todos ainda que não derivados do petróleo.989/94) I . O disposto no inciso X do "caput" não se aplica: (Dec. na forma do § 8º. ao transportador revendedor retalhista . hipótese em que deverá observar a legislação de onde estiver estabelecido. (Dec.TRR. se for o caso. (Dec. III . A empresa transportadora estabelecida e inscrita em outra Unidade da Federação. relativamente ao ressarcimento do imposto retido anteriormente (Convênio ICMS 105/92). 18.989/94) § 15.até 31 de outubro de 1994. removedores (exceto. a partir de 30 de outubro de 1995. anotando nesta que o procedimento foi realizado de acordo com o “art.876/91 .989/94) II . ainda que tenha adquirido o produto com antecipação tributária.0000) e óleos de têmpera. (Dec.417/93) Decreto nº 14. até o dia 09 (nove) do mês subseqüente ao da prestação do serviço. máquinas.atualizado até 30 junho 2011 . 105/92. (Dec. para uso em aparelhos.escriturar o Conhecimento de Transporte emitido. no final desta. no livro Registro de Saídas. § 11. a diferença entre o imposto devido ao Estado do início da prestação e o imposto pago na forma do § 8º.§ 11. (Dec. 17.417.ao diferencial de alíquota quando o produto for tributado e destinado ao consumo do adquirente. 16. (Dec. anticorrosivos. comprovada esta condição nos termos da legislação da Unidade da Federação de destino da mercadoria. nas colunas relativas a "Documento Fiscal" e "Observações". graxas.000.417/93) II . fluidos.havendo a dispensa prevista no inciso I do § 8º.DNC. classificada no código NBM/SH 2710. quando promover operação interestadual.Decreto nº 16. A responsabilidade referida no inciso X do "caput". de 14 de janeiro de 1993).417/93) I . 17. o classificado no código NBM/SH 3814.no período de 16 de outubro de 1992 a 31 de outubro de 1994. desengraxantes. bem como. equipamentos. relativamente às operações interestaduais.964/96) III . 17. 17.530/92) I .

(Dec. Relativamente ao inciso XXIII do "caput". (Dec. § 22 (Convênio ICMS 80/92). bem como o cumprimento de outras obrigações acessórias.Departamento da Receita Tributária .417/93) IV .674/99) 1. (Dec.constitui crédito tributário da Unidade da Federação de destino o imposto retido.até 31 de agosto de 1999. ao estabelecimento responsável pela retenção. deverão conter as seguintes informações (Convênio ICMS 105/92): (Dec.o número da inscrição prevista no inciso anterior será aposto em todos os documentos dirigidos a este Estado. condicionando-se a do Fisco do Estado de destino a credenciamento prévio na Secretaria da Fazenda ou de Finanças da Unidade da Federação do estabelecimento a ser fiscalizado.o valor do imposto retido.417/93) I .atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.DAT da Secretaria da Fazenda a dispensa da condição de contribuinte-substituído.DRT: (Dec. apurando o imposto mediante confronto de crédito e débito fiscais.417/93) § 19. a partir de 01 de janeiro de 1999.a base de cálculo do imposto retido. (Dec. 16.417/93) II .§ 16. 16. 16. número de inscrição e código de atividade econômica no seu cadastro de contribuintes.417/93) III .a fiscalização do estabelecimento responsável pela retenção do imposto poderá ser exercida. 21. preencha os seguintes requisitos: (Dec.417/93) I . 16. 16.o número de inscrição do remetente no cadastro de contribuintes da Unidade da Federação de destino. bem como correção monetária. (Dec. (Dec.674/99) b) solicite e obtenha da Diretoria de Administração Tributária .417/93) § 18. para o que remeterá à Secretaria da Fazenda . juros de mora e demais acréscimos legais com ele relacionados. (Dec. 16. (Dec. 16. será observado o seguinte(Convênio ICMS 105/92): (Dec. O disposto no inciso X do "caput" não se aplica aos combustíveis e lubrificantes derivados de petróleo.a Unidade da Federação de destino poderá atribuir.417/93) III .876/91 . desde que: (Dec.674/99) I . nos termos do art. pelas Unidades da Federação envolvidas na operação. adquiridos em outra Unidade da Federação.876/91 DECRETO 14. além dos demais requisitos previstos na legislação. conjunta ou isoladamente. 16. o contribuinte de outra Unidade da Federação deverá ser inscrito no CACEPE.674/99) a) adote o sistema normal de tributação. As Notas Fiscais que acobertarem as operações interestaduais com os produtos referidos no inciso X do "caput". 21. 16. 21.para efeito do inciso anterior.417/93) VI . 21. Fazenda e Planejamento.417/93) V . o transportador rodoviário poderá não ficar sujeito à antecipação tributária. 16. 21. (Dec. 16. Relativamente ao disposto no inciso X do "caput". destinados à empresa de transporte que adotar base de cálculo integral dos respectivos serviços. 24. (Dec. se for o caso. desde que. 16. multa. 16.674/99) Decreto nº 14. 16.o recolhimento do imposto por remetente não-inscrito no cadastro de contribuintes da Unidade da Federação de destino será efetuado nos termos da legislação desta. (Dec.417/93) b) cópia do documento de inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes do Ministério da Economia.417/93) II . será observado o seguinte: (Dec. estar em situação cadastral regular perante o CACEPE. (Dec.417/93) § 17.417/93) a) cópia do instrumento constitutivo da empresa.

(Dec.02.03. ter apresentado a GIAM. o valor do ICMS sobre o frete e a circunstância de se tratar de substituição relativa ao frete FOB. não ter sócio que participe ou tenha participado de empresa considerada inidônea perante a Fazenda Estadual.040/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.2. enquanto atender às condições estabelecidas em portaria do Secretário da Fazenda.02. prestação a prestação. 24. estar regular com sua obrigação tributária principal.983/94) Decreto nº 14. assumindo este a condição de contribuinte-substituto (Convênio ICMS 81/93).674/99) 2. não-atendimento das condições previstas em portaria do Secretário da Fazenda.674/99) 1. 24. observado o disposto em portaria do Secretário da Fazenda: (Dec. (Dec.03. inclusive quanto ao parcelamento de débitos fiscais.2002) (Dec. 21. lançar no livro Registro de Entradas. no período de 01.32.03. será observado o seguinte: (Dec.03.876/91 DECRETO 14. 24. observado o disposto em portaria do Secretário da Fazenda.09. (Dec. o disposto no inciso II não se aplica quando o remetente for estabelecimento industrial ou produtor de gipsita. a partir de 01.2002. quando o transporte for na modalidade CIF.03.674/99) II . a partir de 01.2009 § 20. (Dec. (Dec.2002) 1. quando o transporte for na modalidade FOB. 4. não-recolhimento do imposto.674/99) 3. “b” do “caput”. 21. o contribuinte-substituto deverá: (Dec.03. 21.674/99) b) o transportador inscrito no CACEPE será considerado credenciado para recolhimento do imposto normal.99 a 28.674/99) (Dec. 24. Relativamente ao disposto no inciso XI. o recredenciamento do transportador ocorrerá nos termos previstos no ato normativo ali referido.876/91 . nas colunas "Contribuinte-Substituído p/ o Estado" e "Observações". ficando sujeito ao recolhimento do imposto. 21. nas seguintes hipóteses. 24.040/2002 – 2. através do Decreto nº 32.03.040/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.a partir de 01. relativamente ao último período anterior ao do pedido.09.2002) III .99: (Dec. 24.02. no prazo normal a que esteja sujeito: (Dec.040/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2002) 1.040/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. relativo ao frete.2002.2002) d) na hipótese do item 2 da alínea anterior.2002.040/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 24.32.959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2002) 2.959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.040/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.99 a 28. lançar no livro Registro de Saídas.527/96) REVOGADO (Dec. no período de 01. gesso e seus derivados. 24.a partir de 01 de julho de 2008.161/2008) REVOGADO os §§ 20 a 22 do artigo 58. nas colunas "Valor Contábil" e "Contribuinte-Substituído pelas Entradas".2009) I .atualizado até 30 junho 2011 .02.aplica-se ainda na hipótese de a saída do produto ser promovida pelo contribuinte-substituído para outra Unidade da Federação. na hipótese de o serviço de transporte interestadual rodoviário de cargas ocorrer na modalidade "CIF".03. 21. (Dec.2002) c) o transportador enquadrado na hipótese da alínea anterior será descredenciado. enquanto se mantiver regular em relação ao respectivo ICMS. os valores relativos ao serviço e ao correspondente ICMS sobre o frete. 21. EFEITOS A PARTIR DE 01. 17. (Dec.2002) a) relativamente à escrituração fiscal.040/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.09.03.2002. 19.03.

876/91 DECRETO 14.II .983/94) 1. será utilizado o Documento de Arrecadação Estadual . bem como do valor resultante da aplicação. quando se tratar de operações interestaduais. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 17.983/94) b) quando se tratar de transferência entre estabelecimentos da empresa industrial. conforme o disposto na legislação vigente.983/94) a) a base de cálculo será: (Dec. (Dec.983/94) d) o valor do imposto antecipado corresponderá à diferença entre o imposto calculado na forma das alíneas "a" e "b" e o de responsabilidade direta do contribuinte-substituto (Convênio ICMS 37/94). carreto e demais despesas debitadas ao estabelecimento destinatário. frete. observar-se-á: (Dec.983/94) a) quando o estabelecimento destinatário for contribuinte-substituto em relação ao produto (Convênio ICMS 81/93). 17. (Dec.983/94) b) na impossibilidade de inclusão do valor do frete na composição da base de cálculo de que trata a alínea anterior. observando-se (Convênio ICMS 37/94): (Dec. o valor obtido tomando-se por base o preço praticado pelo contribuinte-substituto. sobre o total dessas parcelas.DAE. (Dec.983/94) c) a alíquota para cálculo do imposto a ser retido será a vigente nas operações internas na Unidade da Federação de destino (Convênio ICMS 37/94). 17. 17. 17. 17.983/94) e) o recolhimento do imposto antecipado será promovido até o 9º (nono) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída da mercadoria do estabelecimento do contribuinte-substituto. 17. quando se tratar de operações internas.não se aplica: (Dec. na saída sem o preço discriminado no item anterior. 17.983/94) 2. acrescido do IPI. 17.983/94) III . localizada na praça do estabelecimento remetente. o recolhimento será efetuado em agência do banco oficial da Unidade da Federação de destino ou. o recolhimento do imposto antecipado relativo ao frete é de responsabilidade do estabelecimento destinatário. (Dec. na saída do produto com preço máximo de venda a consumidor fixado pelo fabricante. (Dec. a crédito do governo em cujo território se encontra estabelecido o adquirente. 17. 17.983/94) 2.876/91 .ASBACE. o respectivo preço. hipótese em que o adquirente assumirá a condição de contribuinte-substituto (Convênio ICMS 81/93). (Dec. do percentual de 50% (cinqüenta por cento) (Convênio ICMS 37/94). em conta especial. (Dec. 17. mediante Guia Decreto nº 14. (Dec. (Dec. na sua falta. 17.983/94) 1. a base de cálculo do imposto referido no item anterior é o valor do próprio frete.983/94) 2. 17. exceto varejista.983/94) c) nas remessas em que a mercadoria deva retornar ao estabelecimento remetente e no respectivo retorno. 17. em agência de qualquer banco oficial signatário do Convênio patrocinado pela Associação Brasileira dos Bancos Comerciais Estaduais .para fim de antecipação: (Dec.983/94) 1.

983/94) a) remeter para a Secretaria da Fazenda . 17. 17. destinados a este Estado. 17.983/94) 3. o recolhimento do referido imposto é de responsabilidade do contribuinte-substituto. (Dec.quando o ICMS antecipado for calculado a menor ou não for destacado no documento fiscal respectivo. 17.Departamento da Receita Tributária. 17. o valor que tenha servido de base de cálculo para a retenção e o valor do imposto retido (Convênio ICMS 81/93). inclusive de arrecadação. Na hipótese do § 20.983/94) § 21.876/91 .por ocasião da saída da mercadoria. (Dec. o banco arrecadador deverá repassar os recursos à Secretaria da Fazenda ou de Finanças da Unidade da Federação beneficiária de destino. de modo que os recursos estejam disponíveis para esta até o 3º (terceiro) dia útil após o efetivo recolhimento (Convênio ICMS 81/93). será observado o seguinte: (Dec. a autoridade fazendária que fizer a cobrança deverá notificar o contribuinte-substituto. 17. (Dec. 17. quando a mercadoria proceder de outra Unidade da Federação.GNR.891/2002) REVOGADO (Dec.CACEPE.983/94) 2. na hipótese do item anterior. (Dec.02.983/94) VIII . (Dec.983/94) II . o imposto ali referido será exigido do adquirente na passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado. 17.983/94) b) apor o respectivo número de inscrição no CACEPE no corpo das Notas Fiscais e nos demais documentos.no caso do inciso anterior. 17.não sendo adotado o procedimento previsto no inciso anterior.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.983/94) 3.Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais . deverá efetuar sua inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco . 24.2009) I .a emissão da Nota Fiscal sem as indicações específicas previstas no inciso anterior implica exigência do imposto que deveria ter sido retido (Convênio ICMS 81/93). requerimento solicitando sua inscrição no CACEPE.983/94) VII . 17. em relação a cada operação deverá o contribuinte-substituto efetuar o recolhimento do imposto devido a este Estado. o contribuinte-substituto emitirá Nota Fiscal. (Dec. (Dec. devendo uma via deste documento acompanhar o transporte da mercadoria (Convênio ICMS 81/93).o contribuinte-substituto. se a Unidade da Federação de origem for signatária do acordo que prevê a substituição tributária.959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 17. por meio da GNR. adotando o seguinte procedimento (Convênio ICMS 81/93): (Dec.983/94) 1.na hipótese do inciso anterior. localizado em outra Unidade da Federação. (Dec. podendo fazê-lo por via postal: (Dec.32. 17. outro documento de arrecadação estadual (Convênio ICMS 81/93). 17. cópia do documento de inscrição no CGC-MF.876/91 DECRETO 14. (Dec. que promover saídas para este Estado. (Dec. ou. relativamente às operações interestaduais. cópia do instrumento constitutivo da empresa. (Dec.983/94) Decreto nº 14. além das indicações regulamentares.983/94) IV . 17.983/94) VI . na sua falta. contendo. por ocasião da saída da mercadoria.983/94) V .

(Dec.constatado o não recolhimento do imposto pelo contribuinte-substituto.983/94) IV . (Dec.983/94) 2. (Dec.o contribuinte-substituto deverá enviar à Secretaria da Fazenda ou de Finanças do Estado favorecido.983/94) (Dec. 17. 17.983/94) V . 17. exigindo-se o imposto nos termos da legislação específica em vigor neste Estado (Convênio ICMS 81/93). (Dec.983/94) Decreto nº 14.o Estado favorecido poderá instituir documento próprio para apresentação das informações a que se refere o inciso anterior. 17. ordem crescente do número da Nota Fiscal. 17. CEP e número de inscrição. 17. que tenha adquirido a mercadoria com recolhimento antecipado do imposto.983/94) e) valor do IPI e do ICMS relativos à operação. será suspensa essa condição do inadimplente enquanto perdurar a situação.983/94) d) valor da operação. 17. ordem crescente de inscrição no CGC. 3.atualizado até 30 junho 2011 .876/91 . listagem contendo (Convênio ICMS 81/93): (Dec.983/94) 1. (Dec.983/94) VI . 17.983/94) h) valor do imposto retido. promover a saída para outra Unidade da Federação. dentro de cada CEP.983/94) g) valor da base de cálculo do imposto retido. a respectiva atualização monetária e os acréscimos penais e moratórios integrarão o crédito tributário da Unidade da Federação de destino (Convênio 81/93).983/94) a) nome. 17. (Dec. também com recolhimento antecipado. (Dec.983/94) f) valor das despesas acessórias.983/94) b) será elaborada observando-se: (Dec.III . (Dec. 17.983/94) VIII . subsérie e data da emissão da Nota Fiscal. 17. 17.983/94) (Dec. série. (Dec. VII . dentro de cada CGC. (Dec.o imposto retido na fonte. 17. (Dec. (Dec. data e número do respectivo documento de arrecadação. até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída. 17. 17. (Dec. dos estabelecimentos emitente e destinatário.983/94) a) calcular o imposto antecipado conforme o disposto no inciso III do parágrafo anterior.relativamente à listagem referida no inciso anterior (Convênio ICMS 81/93): (Dec. 17. estadual e no CGC. (Dec. endereço. 17.983/94) c) valor total da mercadoria. 17.983/94) i) nome do banco em que tenha sido efetuado o recolhimento. (Dec.quando o contribuinte.983/94) a) deverá ser emitida em separado relativamente às operações que tenham sido objeto de desfazimento do negócio. 17. 17. ordem crescente de CEP.983/94) b) número. com espacejamento maior na mudança deste. deverá (Convênio ICMS 81/93): (Dec.876/91 DECRETO 14. 17.

que tenha efetuado a retenção do imposto que venha a ser objeto de ressarcimento. (Dec. referente ao recolhimento de que trata o inciso III.Normal calculado quando da saída promovida pelo contribuinte-substituído para a outra Unidade da Federação. (Dec. relativamente ao imposto antecipado. (Dec. calculado pelo contribuinte-substituto da operação original e o ICMS .983/94) (Dec.a fiscalização do contribuinte-substituto será exercida. do parágrafo anterior. 17.876/91 DECRETO 14. o valor do ressarcimento referido no inciso anterior será determinado adotando-se: (Dec.983/94) b) identificação da Nota Fiscal de sua emissão. na hipótese do inciso VIII. além das exigências regulamentares.a primeira via da Nota Fiscal de ressarcimento será enviada ao fornecedor nela citado.983/94) a) natureza da operação: ressarcimento.983/94) XIV . 17.983/94) IX . (Dec.b) emitir Nota Fiscal. 17.na hipótese do inciso anterior.os cálculos referidos no inciso anterior deverão ser demonstrados no corpo da Nota Fiscal de ressarcimento.876/91 . c) recolher o ICMS .983/94) XII .se. as seguintes indicações(Convênio ICMS 81/93): (Dec. 17. nos termos do inciso IV do parágrafo anterior.Normal e o ICMS . contendo. junto ao respectivo fornecedor.fonte. do parágrafo anterior. 17. utilizará o valor deste para compensálo no valor da retenção subseqüente.fonte.983/94) b) o contribuinte-substituto disponha dos documentos comprobatórios da situação. acompanhada de cópia da GNR. quando da aquisição da mercadoria. o imposto retido pelo contribuinte-substituído for superior ao antecipado por ele. na forma do inciso III. indistintamente. (Dec. (Dec. em decorrência de diferença de alíquota ou de base de cálculo.983/94) (Dec. 17. 17. pelo Estado de domicílio do contribuinte-substituto. 17. para efeito de ressarcimento. referida na alínea "b" do inciso anterior. (Dec.983/94) b) como parcela dedutiva do resultado obtido na forma da alínea anterior. as aplicadas para cálculo do imposto antecipado na aquisição efetuada pelo contribuinte-substituído.983/94) XIII . d) como valor do ressarcimento. ainda que retido na operação de aquisição. "e". pelo Estado destinatário Decreto nº 14. desde que (Convênio ICMS 81/93): (Dec. 17. 17. 2.o contribuinte-substituto.983/94) XI . 17. (Dec. 17. "e". ou outro documento de arrecadação. 17. o valor do imposto de responsabilidade direta do contribuinte-substituído. (Dec.983/94) a) como base de cálculo e alíquota.983/94) a) a referida retenção seja em favor da mesma Unidade da Federação e destinada ao mesmo contribuinte. (Dec. a diferença a maior entre o somatório do ICMS . que tiver motivado o ressarcimento. o contribuinte-substituído poderá emitir Nota Fiscal.983/94) X . 17. 17.983/94) c) declaração: "Nota Fiscal emitida para efeito de ressarcimento".atualizado até 30 junho 2011 .

17. (Dec. Na hipótese de que tratam os §§ 20 e 21: (Dec. 6º. "a".983/94) a) se o imposto já houver sido recolhido.32.876/91 DECRETO 14. (Dec.Normal. de 30. declaração: "Nota Fiscal emitida para efeito de ressarcimento". (Dec. as listas atualizadas dos preços. aplicando-se o disposto no art.12. poderá ter sua inscrição cancelada até a respectiva regularização.ou pelos dois conjuntamente (Convênio ICMS 81/93). pelo contribuinte-substituído. a Nota Fiscal emitida para efeito de ressarcimento conterá.10.959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2002.983/94) XV . I.07. por mais de 30 (trinta) dias após sua atualização.983/94) b) se o imposto retido não houver sido recolhido: (Dec. o estabelecimento industrial localizado em outra Unidade da Federação. para fim de cálculo do imposto antecipado.983/94) Decreto nº 14. (Dec. na coluna "Contribuinte-Substituído" do Registro de Saídas.983/94) 1. observar-se-á: (Dec. 24. (Dec.983/94) REVOGADO I . 17. além das exigências regulamentares.983/94) XVI . (Dec. 17.983/94) II . (Dec.876/91 . em meio magnético. identificação da Nota Fiscal emitida para acobertar a mercadoria objeto do negócio desfeito. 17. natureza da operação: ressarcimento. adotar-se-á o ressarcimento de que trata o inciso IX do § 21 (Convênio ICMS 81/93). 94.ocorrendo devolução de mercadoria. 17.2009) (Dec.96 (Convênio ICMS 68/2002). 17. III .a partir de 05. deduzir-se-á o valor deste imposto.02.891/2002) XVII . quando se tratar de alteração de valores. inscrito no CACEPE na condição de contribuintesubstituto. caso a operação não tenha sido lançada no Registro de Saídas. (Dec.528. remeterá à Diretoria de Planejamento e Controle da Ação Fiscal DPC da Secretaria da Fazenda. nos termos do § 20. (Dec.as operações serão escrituradas com a observância das seguintes normas: (Dec. o seguinte: (Dec. 17.983/94) 2. nos termos do art.983/94) 1. a Nota Fiscal relativa a essa operação conterá apenas o valor do ICMS . do Decreto nº 19.983/94) a) Registro de Entradas: (Dec. cancelar-se-á a Nota Fiscal. 1. para efeito do mencionado cálculo (Convênio ICMS 68/2002).a partir de 01. 17. 17. 17.983/94) 2.983/94) (Dec. 24.no caso de desfazimento do negócio antes da entrega da mercadoria.fonte será mantido como crédito fiscal do contribuinte que proceder à devolução da mercadoria. 17. III. e o ICMS . caso a operação tenha sido lançada.o exercício da fiscalização do contribuinte .983/94) c) na hipótese da alínea "a". 17. o contribuinte-substituto que deixar de enviar as listas referidas no inciso anterior. 17.891/2002) § 22. 17.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. nos termos dos artigos 678 a 683. 17.983/94) 3.2002.substituto por parte do Estado destinatário dependerá de acordo específico celebrado entre as respectivas Secretarias de Fazenda ou de Finanças (Convênio ICMS 81/93).

983/94) 2. No que se refere ao disposto no § 14. 17. saída para outra Unidade da Federação.Normal e antecipado relativamente ao estoque existente na referida data. (Dec. conforme o caso. VII e VIII.Normal Debitado". na entrada da mercadoria com imposto recolhido antecipadamente. serão observadas as seguintes normas: (Dec. (Dec. não será objeto de estorno o crédito fiscal relativamente ao ICMS antecipado.983/94) IV . 17. 17. dentro do Estado.983/94) 1. a Nota Fiscal de ressarcimento emitida nos termos do inciso IX do § 21 deverá ser escriturada nas colunas "Documento Fiscal" e “ICMS Normal Debitado". o valor deste deverá ser lançado na coluna "Contribuinte-Substituto para outro Estado".o TRR deverá: (Dec. (Dec.989/94) Decreto nº 14. após o efetivo recolhimento.983/94) 3. 17.876/91 DECRETO 14.983/94) 3.o contribuinte que até o dia 31 de outubro de 1994 tenha adotado o sistema de pagamento antecipado com liberação nas operações subseqüentes. (Dec. (Dec. devendo o destinatário promover o recolhimento do referido imposto. 17. perecimento. na coluna "Observações". o valor do ICMS .983/94) 3.2.atualizado até 30 junho 2011 . 17. na saída para outra Unidade da Federação.989/94) I . (Dec. na entrada da mercadoria sem destaque do imposto antecipado no respectivo documento fiscal ou calculado a menor. na coluna "Contribuinte – Substituído -ICMS . 17. observado o disposto no inciso IX do § 21. (Dec. 17. sem recolhimento antecipado do imposto. na saída para outra Unidade da Federação. o valor do imposto normal será escriturado na coluna “ICMS . II. neste caso. (Dec.Normal Creditado" e o ICMS . poderá creditar-se do ICMS .1. na saída da mercadoria.983/94) 3. observados os procedimentos relativos à mercadoria segurada ou não. sujeita ou não à antecipação. com recolhimento antecipado do imposto. 17.3. nos termos do § 20. 17. devendo. a Nota Fiscal de ressarcimento recebida será escriturada nas colunas "Documento Fiscal" e o seu valor será deduzido no próximo recolhimento ao Estado de domicílio do emitente.983/94) 3.fonte". (Dec. o lançamento será efetuado de acordo com as normas gerais de escrituração. 17. com recolhimento antecipado do imposto.fonte.983/94) 4. serão observadas as normas gerais de escrituração.983/94) § 23. 17. "b". inclusive na hipótese de cobrança mediante Aviso de Retenção. 17.983/94) 2. 17.1. (Dec.983/94) b) Registro de Saídas: (Dec. o crédito referente ao ICMS Normal ser estornado.876/91 . saída direta para consumidor final.983/94) 4. (Dec. nas seguintes hipóteses: (Dec.fonte somado ao do imposto normal será lançado na coluna “ICMS . 17.

em favor da Unidade da Federação de destino das mercadorias. 19. identificação da empresa distribuidora fornecedora. a mercadoria revendida. deduzindo este valor do recolhimento seguinte em favor da Unidade da Federação de origem.989/94) 1. serão respeitados os percentuais específicos de agregação previstos na legislação tributária para determinadas mercadorias.792/97) b) na hipótese de alteração do regime normal para o regime microempresa: (Dec. referente à quinzena imediatamente anterior: (Dec. com a respectiva indicação do nome. (Dec. (Dec. 3.792/97) Decreto nº 14. mas sem liberação do imposto das operações subseqüentes. estadual e no CGC. 17. para comercialização. quantidade e descrição da mercadoria.atualizado até 30 junho 2011 . 15% ( quinze por cento). Relativamente aos contribuintes que.989/94) 3.989/94) 4. na condição de contribuinte-substituto. (Dec. (Dec. será observado o seguinte: (Dec. à distribuidora que tenha fornecido. subsérie. quando se tratar de gêneros alimentícios. 19. deverá efetuar o recolhimento do imposto devido na operação realizada pelo TRR. (Dec.na hipótese do inciso anterior: (Dec. (Dec. 17.876/91 . nos demais casos. 17. calculado sobre o valor das operações relacionadas. por Unidade da Federação de destino. número e data da Nota Fiscal de sua emissão. 17. valor do imposto retido.989/94) b) a distribuidora a que se refere o inciso I.989/94) § 24. ao valor total.792/97) 1. à Unidade da Federação de origem da mercadoria.a) indicar na Nota Fiscal a seguinte expressão: “Imposto retido pela distribuidora”. 17.792/97) I .989/94) 1. endereço e inscrição. (Dec. uma via da relação de que trata a alínea “b”. (Dec.989/94) c) entregar. 30% (trinta por cento).989/94) II . (Dec. no mínimo. a distribuidora fornecedora fará retenção complementar do TRR para o necessário repasse à Unidade da Federação destinatária. 17. série. com retenção do imposto. “c”.792/97) II . 17. as seguintes indicações: (Dec. contendo. estoque de mercadorias adquiridas sem antecipação do ICMS.876/91 DECRETO 14. até os dias 5 (cinco) e 20 (vinte) de cada mês. possuírem. 19. 19.na hipótese mencionada no inciso anterior. em quatro vias.989/94) a) se a alíquota interna vigente na Unidade da Federação de destino da mercadoria for superior à vigente na Unidade de origem. 17. 19.989/94) 3. (Dec. b) elaborar relação quinzenal. 19. valor da operação. fonte ou microempresa. no momento da solicitação de alteração do regime normal para os regimes previstos no inciso IV do “caput”. à vista da relação recebida. 17.989/94) 2. 19. (Dec. à Unidade da Federação de destino da mercadoria. 17. (Dec.792/97) 2. ou adquiridas com antecipação.989/94) 2.792/97) a) na hipótese de alteração do regime normal para o regime fonte: 30% (trinta por cento). 17.989/94) 5. 17. 17. 17. (Dec. (Dec.989/94) (Dec. o resultado da aplicação dos seguintes percentuais: (Dec. considerando-se o custo de aquisição mais recente e adicionando-se.deverá ser efetuado o levantamento do referido estoque.

26.792/97) b) a segunda e a terceira parcelas deverão ser pagas.FIC com a nova inscrição do contribuinte no regime solicitado. 36.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. gesso e seus derivados. (Dec. sendo suficiente.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 27.III . em até 3 (três) parcelas iguais e sucessivas. prevalecendo o que for maior. (Dec. O disposto nos incisos XIV.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. observando-se o seguinte: (Dec. da Ficha de Inscrição Cadastral .a base de cálculo do imposto será o valor do frete ou aquele estabelecido em pauta fiscal. se houver. e alterações.26.2004) VI – o contribuinte fica sujeito às penalidades previstas nos dispositivos da Lei nº 11.07.07. quando esta não for registrada nos livros fiscais e não for emitido o respectivo documento fiscal.07. 19. quando o remetente. no percentual de 20% (vinte por cento) do total do imposto devido na prestação. sucessivamente. nos prazos a seguir indicados.07.o valor resultante do cálculo de que trata o inciso anterior deverá ser recolhido. no último dia útil dos 02 (dois) meses subsequentes àquele em que tenha ocorrido o despacho concessivo do pedido de alteração de regime junto à respectiva ARE.514. antes de iniciada a prestação do serviço.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2004) a) por ocasião da passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal.2004) b) na hipótese de impossibilidade de observância do estabelecido na alínea "a". que o mencionado remetente esteja inscrito no CACEPE.26.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. em especial relativamente: (Dec. (Dec.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.872/97) § 25. na forma seguinte: (Dec.2004) V – o transportador autônomo e a empresa transportadora ficam dispensados da emissão de Conhecimento de Transporte.26. (Dec. (Dec. a partir de 01 de abril de 2005.07. nesta hipótese. for inscrito no CACEPE sob os códigos de atividade econômica 1410-9/05.792/97) IV .876/91 DECRETO 14. de 29 de dezembro de 1997. exceto volante.07. mediante DAE específico.07.26. no período de 01 de julho de 2004 a 31 de março de 2005. a dispensa prevista no inciso V.26.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. quitado.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. pela respectiva Agência da Receita Estadual .07.07. nos termos do art.2004) b) ao desvio de Posto Fiscal. (Dec.26. (Dec.26. 19.ARE da Secretaria da Fazenda. (Dec. não sendo aplicada. 19.2004) Decreto nº 14. 2630-1/99 e 2692-1/00 da Classificação Nacional de Atividades Econômico-Fiscais – CNAE-Fiscal.o imposto deverá ser calculado aplicando-se a alíquota vigente para as operações internas sobre o valor determinado na forma dos incisos anteriores. se houver.2004) IV – o recolhimento do imposto será efetuado pelo transportador.2004) a) à falta de recolhimento do imposto correspondente à prestação.876/91 . acompanhar o transporte da mercadoria: (Dec. XXI e XXIII do "caput" não se aplica na prestação de serviço de transporte rodoviário interestadual de gipsita.26. com o código de receita 043-4.2004) III – será deduzido o valor do crédito presumido. 19.2004) II – o imposto será calculado aplicando-se a alíquota prevista para as operações interestaduais sobre a base de cálculo estabelecida no inciso I. independentemente do respectivo código da CNAE-Fiscal. com atualização monetária. desde que observado o disposto no § 10. independentemente de o frete ocorrer na modalidade CIF ou FOB. (Dec.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.26.atualizado até 30 junho 2011 . deduzindo-se do resultado o valor do crédito disponível. XI.07. (Dec. devendo o correspondente Documento de Arrecadação Estadual – DAE.792/97) a) a primeira parcela deverá ser paga no momento da entrega.727/2005) I .

a alíquota aplicável.612/2010) Decreto nº 14. em relação a cada destinatário.876/91 . de higiene pessoal.612/2010) 2. o remetente da mercadoria deve solicitar o credenciamento à Diretoria Geral de Planejamento e Controle da Ação Fiscal .1. de 17 de junho de 2002. salvo quando a norma específica de que trata o inciso II dispuser de forma contrária.612/2010) 3. 33. o remetente da mercadoria. do Decreto referido na alínea "a". e alterações: (Dec. 1. A partir de 15 de abril de 2009. DPC.422. somente adquirindo a condição de credenciado a partir do mês subsequente ao da publicação do respectivo edital.500. relativamente às saídas promovidas pelo contribuinte-substituto. 35. e alterações. exceto em relação a mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária. Relativamente ao disposto no inciso XXX do “caput”.34. (Dec.673/2009) II – devem ser utilizadas as seguintes margens de valor agregado. 35. relativamente às operações com cosméticos e artigos de perfumaria. III. 33. (Dec. “a”. (Dec.635/2010) § 28. (Dec. 35.528. da Secretaria da Fazenda.673/2009) b) 30% (trinta por cento). observada a regra prevista no § 19. II. 33.612/2010) a) emitir Nota Fiscal. ao qual deve ser integrado o montante do próprio imposto.331/2009) § 27.673/2009) IV – aplicam-se as normas relativas ao regime de substituição tributária previstas no Decreto nº 19. 35. deve ser observado aquele estabelecido no art.673/2009) a) 35% (trinta e cinco por cento). hipótese em que deve ser adotada a margem prevista na norma específica que dispuser sobre o mencionado regime: (Dec. até o último dia do segundo mês subsequente ao das operações de conexão e uso do sistema de transmissão de energia elétrica. IX.673/2009) V – a partir de 01 de março de 2010.612/2010) 1. do mencionado Decreto nº 24.422.451/2009) § 29.”.00 (mil e quinhentos reais). fica autorizado a emitir o respectivo Conhecimento de Transporte. 33. nos demais casos. na hipótese de dispensa da inscrição no CACEPE. de 2002. 33. contratante do serviço. bebidas e artigos de escritório e de papelaria. ”f. Relativamente ao inciso XXIX do "caput".612/2010) I – a partir de 01 de setembro de 2010. 53.673/2009) I – fica estabelecido o limite de R$ 1.34. deve ser observado o seguinte: (Dec.(Dec. 33. (Dec. observar-se-á: (Dec. prevista no Decreto nº 24. onde deverá constar: (Dec. de limpeza. e alterações. (Dec. (Dec. requerer a emissão de Nota Fiscal avulsa. 2º.876/91 DECRETO 14.§ 26. 34. "d". em substituição ao disposto no § 10. modelo 1 ou 1-A ou. "c". (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 35. o valor pago a todas as empresas transmissoras pela conexão e uso dos respectivos sistemas de transmissão de energia elétrica. 2º. como base de cálculo. o consumidor de energia elétrica conectado à rede básica deverá. por período fiscal. I. (Dec.34. 33. (Dec. sem prejuízo do cumprimento das obrigações principal e acessórias: (Dec. (Dec. de 30 de dezembro de 1996.635/2010) a) o valor do respectivo ICMS devido por substituição tributária corresponde àquele indicado no art. 33. Na hipótese prevista no inciso XXIII. 35.635/2010) b) além do limite previsto no inciso I. nas saídas promovidas por contribuinte credenciado para utilização da sistemática de tributação do ICMS relativo às operações realizadas por estabelecimento comercial atacadista com produtos alimentícios.673/2009) III – o prazo de recolhimento do imposto é aquele previsto no art. o destaque do ICMS.

na hipótese do não-fornecimento do relatório a que se refere o inciso III.612/2010) Art. 35. V .612/2010) § 30. o adquirente e o remetente: a) em relação à mercadoria desacompanhada de documento fiscal. assim como as que possuam a qualidade de representante. notas explicativas de interesse para a arrecadação e a fiscalização do ICMS. (Dec. cumprir as obrigações previstas no § 29. desde que o Operador Nacional do Sistema elabore. 35. o agente transmissor terá o prazo de 15 (quinze) dias. para entregar à SEFAZ. a qualquer título. e forneça à Secretaria da Fazenda .o agente transmissor de energia elétrica fica dispensado da emissão de Nota Fiscal. Decreto nº 14.o imposto devido deverá ser recolhido na data de emissão da Nota Fiscal referida no inciso I. 35.612/2010) (Dec. 35. até o último dia do mês subseqüente ao da realização das operações. 35. (Dec. 35.612/2010) V . pela remessa de mercadoria para o exterior ou por sua reintrodução no mercado interno.612/2010) 1. a qualquer tempo. III .612/2010) b) conexão. o número de inscrição no CACEPE. (Dec. (Dec. II .SEFAZ relatório contendo os valores devidos pelo mencionado uso. anexo da Nota Fiscal mencionada na alínea “a”.612/2010) 2. (Dec. devendo. neste caso quando elencadas pela lei estadual. 35.612/2010) a) uso dos sistemas de transmissão. sendo este obrigatório.o estabelecimento gráfico que imprimir documentos fiscais.876/91 DECRETO 14. o número do CNPJ e. até o último dia do mês subsequente ao das operações. para emissão dos respectivos documentos fiscais. b) em relação à mercadoria desviada do seu destino. a contar da data-limite para fornecimento daquele relatório.o contribuinte que receber mercadoria com isenção ou não-incidência condicionadas.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.a SEFAZ poderá. “a”. desde que seja elaborado relatório contendo os valores devidos pela conexão. o autoprodutor equipara-se a consumidor sempre que retirar energia elétrica da rede básica.qualquer pessoa responsável pela entrada de mercadoria importada do exterior. 59. 35. se houver.612/2010) 3. se o débito do imposto tiver origem nos mencionados documentos: a) quando não houver o prévio credenciamento do referido estabelecimento.612/2010) IV . 35. 35. requisitar ao Operador Nacional do Sistema e aos agentes transmissores informações relativas às operações. com as informações necessárias para a apuração do imposto devido por todos os consumidores. mandatário ou gestor de negócios. com as informações necessárias para a apuração do imposto devido por todos os consumidores. relativamente aos valores ou encargos incidentes sobre as seguintes etapas do fornecimento de energia elétrica: (Dec. o valor pago a cada transmissora. quando solicitado. quando receberem mercadoria para depósito ou quando derem saída a esta sem documento fiscal. onde deverá constar: (Dec. Para efeito do disposto no inciso XXX do “caput”. (Dec. “a”. emitidos por terceiros. II . Respondem solidariamente pelo pagamento do crédito tributário: I . 35. IV .o armazém-geral e o depositário.612/2010) III .876/91 . quando tiver participado do não-implemento da condição. em relação a essa retirada. (Dec.o transportador.b) elaborar relatório.

§ 1º Quando o estabelecimento estiver situado no território de mais de um Município deste Estado. quanto à natureza. quando: a) a referida alienação. inclusive débito decorrente de processo administrativo-tributário. ainda que pertencentes ao mesmo titular. (Dec. O estabelecimento. VI .527/96) Art. relativamente a entrada. 61. mediante contrato de locação e prestação de serviço.o adquirente de estabelecimento. relativamente à sistemática de armazenagem prevista no referido inciso.808/94) Parágrafo único. constituído ou não.produtor. edificado ou não. privado ou público. do respectivo alienante. na hipótese de armazenagem de mercadoria de terceiros.876/91 .o estabelecimento titular e o usuário de máquina. bem como onde se encontrem armazenadas mercadorias. para os efeitos fiscais. II .comercial. VIII .808/94) CAPÍTULO XI Do Estabelecimento SEÇÃO I Da Natureza Art. (Dec. III . se exigida. O locador de que trata o inciso IX do "caput" responde solidariamente pelas demais obrigações fiscais.o locador inscrito no CACEPE. nos termos de normas específicas expedidas pela Secretaria da Fazenda. intervenção ou outro fato relacionado com o bem ocorrerem sem observância dos requisitos legalmente exigidos. 17. Decreto nº 14. VII . em relação ao débito. saída e transmissão de propriedade de mercadoria que armazenar de terceiros sem documento fiscal próprio ou com documento fiscal inidôneo.b) quando não houver a prévia autorização fazendária para a sua impressão. IV . através de contrato particular. c) quando a impressão for vedada pela legislação tributária. no Município em que se encontrar localizada a sede da propriedade.industrial. desde que em um dos Municípios envolvidos. 19. relativamente aos valores acumulados nos totalizadores de tal bem. em área comum. b) a irregularidade cometida pelo alienante ou assistente técnico concorrer para a omissão total ou parcial dos valores registrados nos totalizadores e.o contribuinte alienante ou que preste assistência técnica a máquina. do contribuinte-locatário. aparelho e equipamento cujo controle fiscal se realize através dos seus totalizadores. onde pessoas físicas ou jurídicas exerçam suas atividades em caráter temporário ou permanente. 60.atualizado até 30 junho 2011 . pode ser: I . próprio ou de terceiro. para a falta de recolhimento do imposto. (Dec.prestador de serviço de transporte e de comunicação.876/91 DECRETO 14. considera-se o contribuinte domiciliado. conseqüentemente. aparelho e equipamento destinados à emissão de documentos fiscais e cujo controle do imposto devido esteja relacionado com dispositivos totalizadores das operações ou prestações. 17. ali não mencionadas. quando o bem autorizado para um estabelecimento estiver sendo utilizado em outro. Considera-se estabelecimento o local. IX .

bebidas e outras mercadorias. desde que: a) os equipamentos estejam interligados ao estabelecimento principal por dutos.876/91 DECRETO 14. II . II .876/91 .o fato de o estabelecimento industrial manter equipamentos industriais em outro estabelecimento. ou. § 5º Os estabelecimentos serão considerados autônomos: I . III . situados dentro do Estado. b) alienação de sucata ou de quaisquer materiais que consistam em resíduos do respectivo processo de industrialização ou produção.527/96) § 4º Caso ainda não seja possível determinar o domicílio tributário. 3º. não for significativa a quantidade de mercadoria objeto da atividade secundária. ainda que pertençam ao mesmo titular. III . ainda que produzida por terceiros. situado em área contígua àquele. quando a localização for diversa. importando. IV . por estabelecimento não industrial. produção ou prestação de serviço de transporte e de comunicação. este será imputado pela legislação tributária do Estado. § 7º Não importa em autonomia de estabelecimentos: I .atualizado até 30 junho 2011 .527/96) § 6º Todos os estabelecimentos do mesmo titular. 19. IV e V. comércio. o local onde houver sido efetuada a operação ou prestação. § 8º Não altera a natureza do estabelecimento: I . esteiras rolantes ou meios assemelhados. 19.o fato de o prestador de serviço de transporte ou de comunicação atuar simultaneamente com várias modalidades desses serviços. acréscimos de qualquer natureza e multas.a remessa. (Dec.o fato de hotel ou estabelecimentos similares possuírem restaurante no mesmo recinto. ainda que através de contrato de locação. (Dec. e uma das atividades relacionadas nos incisos I a IV do "caput". nos termos do parágrafo anterior.§ 2º Caso a sede se situe em Município diverso daquele da base territorial do estabelecimento. Decreto nº 14. de mercadoria para industrialização. comodato ou similar. ainda que sejam da mesma natureza. IV . considera-se o contribuinte domiciliado no Município que possua a maior base territorial do estabelecimento. são considerados em conjunto.527/96) II . 19.a saída decorrente de: a) desincorporação de bens do respectivo ativo fixo. quando este exercício não importar em habitualidade. b) os equipamentos estejam na posse do estabelecimento usuário. para o efeito de responder por débitos do imposto. para funcionários do próprio estabelecimento. para os efeitos deste Decreto. ainda que este forneça ao público alimentação.o fato de uma pessoa exercer simultaneamente qualquer das prestações de serviços referidos no art. se situem no mesmo local e desenvolvam atividades integradas de indústria.a saída de mercadoria.o exercício de atividade de outra natureza.quanto ao local.quanto à natureza. considerar-se-á como tal. (Dec. encontrada a mercadoria ou constatada a prestação. ainda que com o objetivo de retorno ao estabelecimento de origem. § 3º Na impossibilidade de determinação do domicílio do contribuinte.

VII . 23. que pratique operações havidas como de industrialização.563/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. II . sem estabelecimento fixo. ou à produção extrativa de substâncias minerais. 29. 24. (Dec. 62.pessoa natural ou jurídica de Direito Público ou Privado. b) forneça mercadoria juntamente com prestação de serviço. para aliená-la diretamente a consumidor.180/2006) b) a partir de 01 de maio de 2006. IV . (Dec. por segmento de atividade econômica: (Dec. na qualidade de produtor rural ou extrator. o estabelecimento. III . animal ou extrativa. Até 31. 29.180/2006) II – considerar estabelecimentos distintos. desde que as operações com os primeiros não configurem atividade preponderante em relação às demais.indústria de montagem. VI . IX . explore propriedades.07.08. e. inclusive cooperativa.serviços e outros.180/2006) I .produção extrativa mineral.atualizado até 30 junho 2011 . que conduzir mercadoria. (Dec. própria ou de terceiros. a mesma pessoa exercer a atividade de comércio com produtos sujeitos e produtos não sujeitos ao regime de substituição tributária.527/96) § 10. III .876/91 DECRETO 14. 19. c) forneça alimentação e bebidas. ainda. quando. que se dedique à produção agrícola. 29.produtor . A Secretaria da Fazenda poderá. crustáceos e moluscos.§ 9º Considera-se: I.considerar dois ou mais estabelecimentos como único quando: (Dec. sediadas no mesmo Município (Ajuste SINIEF 01/2006). será enquadrado em uma das seguintes classes: (Dec. Decreto nº 14.cultura ou produção extrativa (exceto mineral). no mesmo local e simultaneamente. especialmente as procedidas nos termos do § 5º.pessoa natural ou jurídica de Direito Público ou Privado que: a) pratique a intermediação de mercadoria.180/2006) a) no mesmo local e simultaneamente.a pessoa natural ou jurídica.382/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01/06/2001) SEÇÃO II Do Código de Atividade Econômica Art. nos termos estabelecidos em portaria do Secretário da Fazenda.comerciante .comércio atacadista. contíguas ou não.comércio varejista. pessoa física. as empresas de distribuição de energia elétrica.indústria de transformação.2002. a mesma pessoa exercer as atividades de indústria e de comércio.industrial . obedecido o Código de Atividade Econômica CAE (Anexo 8) e alterações.2002) I . V .876/91 . à captura de peixes. (Dec. inclusive cooperativa. 29.indústria de beneficiamento. VIII . IV .pessoa natural ou jurídica de Direito Público ou Privado. II .indústria de acondicionamento e reacondicionamento.comerciante ambulante .

não descaracterizam a natureza do estabelecimento. previstos no Anexo 8. para revenda. no caso de ser ele incompleto. 30.têm a finalidade de identificação do contribuinte para fins exclusivamente econômicos e cadastrais.062/2006) § 7º Relativamente aos códigos da CNAE-Fiscal. § 4º Considera-se comércio atacadista aquele que envolve operações de fornecimento de mercadoria a outro contribuinte. como critério básico. mediante portaria. poderá alterar os Códigos de Atividade Econômica .CNAE. publicada no Diário Oficial da União de 25 de junho de 1998. § 3º Na impossibilidade de ser adotado o critério estabelecido no parágrafo anterior. simultaneamente. na forma do artigo anterior.876/91 .062/2006) II . conforme Resolução IBGE/CONCLA nº 01/98. (Dec. (Dec. 30.atualizado até 30 junho 2011 . de acordo com o CAE.CAE.2002) I .2002) Decreto nº 14.08. (Dec. 17. a serem adotados no Sistema de Cadastro de Contribuintes: (Dec.2002) II . 24. 24. 24.a partir de 01 de janeiro de 2007. classificado em duas ou mais classes da mesma natureza. passam a ser adotados os códigos de atividade econômica da Classificação Nacional de Atividades Econômicas .se o contribuinte for. bem como as classes de enquadramento indicadas no “caput”. simultaneamente.062/2006) I .até 31 de dezembro de 2006. serão obedecidas as seguintes regras: I .08. será considerada a classe preponderante. será considerada a atividade preponderante. para fins de identificação da atividade econômica do contribuinte no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco . mencionados no parágrafo anterior.08. para os seguintes períodos de vigência: (Dec. o faturamento da atividade econômica exercida no ano anterior ou em parte deste. II . 30. considerar-se-á o período de 2 (dois) meses de atividade após o cadastramento do sujeito passivo.§ 1º Na classificação do contribuinte. a duas ou mais atividades econômicas.876/91 DECRETO 14.Fiscal .se o contribuinte se dedicar. aprovados pelos atos normativos respectivamente indicados. que deve estar identificada no respectivo documento de inscrição no CACEPE.563/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. inclusive as transferências. industrialização ou produção.563/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. publicada no Diário Oficial da União de 05 de setembro de 2006. e alterações. § 2º A preponderância a que se referem os incisos I e II do parágrafo anterior será determinada adotando-se. (Dec.CACEPE. dentro de uma mesma classe. § 5º O Secretário da Fazenda.559/94) § 6º A partir de 01 de agosto de 2002.563/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. conforme Resolução IBGE/CONCLA nº 01/2006.

observando-se: (Dec. poderá: (Dec. 20.382/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.06. Serão inscritos no CACEPE: I . a critério da Secretaria da Fazenda.07.é vedada a concessão de uma única inscrição a estabelecimentos de natureza diversa.atualizado até 30 junho 2011 . § 2º Relativamente à inscrição. armazém .876/91 .TÍTULO II Da Obrigação Tributária Acessória CAPÍTULO I Do Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco .382/2001 – EFEITOS A PARTIR DE I .a partir de 24 de julho de 1997.06. para o exercício da profissão (Lei nº 11. conterá.97). relativamente aos contribuintes do imposto. III . por segmento de atividade econômica. 23. 23. 56 a 58.2001) DECRETO 14. conterá dados cadastrais de cada estabelecimento do contribuinte ou responsável. mediante portaria. II . II. 63. nos termos do § 10. desde que devidamente habilitados.916/94) II .06. quando distinto do estabelecimento expositor.734/98) SEÇÃO II Da Inscrição Art. I.o Secretário da Fazenda. do seu responsável técnico. Relativamente ao cadastro a que se refere o "caput". um cadastro denominado Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco . do art. de 22. de construção civil ou congênere. O Estado de Pernambuco manterá atualizado. em se tratando de empresa de serviço contábil. 61. (Dec.458.CACEPE SEÇÃO I Do Cadastro Art. frigorífico e similares.2001) a) permitir a concessão de uma única inscrição na hipótese de dois ou mais estabelecimentos serem considerados como único. (Dec. IV .até 23 de julho de 1997. (Dec. ainda que situados no mesmo local e pertencentes ao mesmo titular.382/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. perante o Conselho Regional de Contabilidade. do art. 23. dados cadastrais do respectivo titular ou responsável. 20.CACEPE. 61. nos termos previstos no § 10.734/98) II . § 1º A inscrição será individualizada por estabelecimento do contribuinte ou do responsável. relativamente a cada estabelecimento.todos os contribuintes e responsáveis definidos nos arts.2001) b) exigir inscrições distintas para atividades diferentes relativas à mesma natureza e exercidas pela mesma pessoa no mesmo local. (Dec.o depósito fechado.2001) (Dec.o responsável por qualquer obra hidráulica. salvo quando a exposição for de curta duração. 23. bem como do contabilista encarregado da escrituração fiscal ou.geral. 17.382/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. Parágrafo único.06. será organizado consoante dispuser portaria da Secretaria da Fazenda. 64.o local de exposição de mercadorias.734/98) I . será observado o seguinte: 01. 20. mesmo que as atividades sejam integradas.

328/2000 – EFEITOS SUSPENSOS ATÉ 30. § 7º Para fim do disposto nos arts. IV .04. O início das atividades será precedido do deferimento do pedido de inscrição no CACEPE. e sobre a documentação a ser exigida.01. desabamento. somente procederá à mudança de endereço quando previamente autorizado pela repartição fazendária. § 5º A pessoa física ou jurídica que se inscrever no CACEPE. 63 a 69.01. O sujeito passivo. relativamente a contribuinte que tenha suspendido suas atividades.526/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. nos termos do mencionado ato normativo. mediante portaria. 22. o Secretário da Fazenda. 65. Parágrafo único. 67. (Dec. § 4º A Secretaria da Fazenda. desde que: I .92) § 3º A Secretaria da Fazenda poderá.606/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. § 1º O disposto no “caput” não se aplica no caso de armazenamento provisório de mercadorias. a seu critério. conforme o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. mediante portaria. (Dec. II – REVOGADO.um dos estabelecimentos seja inscrito e havido como principal.98) III .outros previstos em portaria do Secretário da Fazenda. instruções complementares quanto ao preenchimento do Documento de Atualização Cadastral DAC. desde que devidamente comprovadas. em cada caso. 66. ser identificada a condição de não-contribuinte na respectiva ficha de inscrição cadastral.08. 20. § 6º A Secretaria da Fazenda poderá dispensar a inscrição no CACEPE de estabelecimentos de um mesmo contribuinte situados no Estado. incêndio ou outras circunstâncias imprevisíveis. O disposto neste artigo não se aplica na hipótese de despejo.08. (Dec. a inscrição prevista no inciso II do "caput" será opcional. a Secretaria da Fazenda expedirá. (13) (Dec.606/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. mediante portaria.2000.normal.2002. 15.atualizado até 30 junho 2011 . § 1º REVOGADO. a não-incidência ou a isenção não desobrigam o contribuinte e responsável da inscrição no CACEPE. embora dispensada ou não obrigada.876/91 .690/92 – EFEITOS A PARTIR DE 11. devendo. 22. § 8º A partir de 01 de junho de 2000.microempresa. quando inscrito no CACEPE.§ 3º A imunidade.601/2000) Art.09. quando esta ocorrer.2002) Art. fica sujeita ao cumprimento das respectivas obrigações acessórias. poderá prever casos de dispensa de inscrição no CACEPE. (Dec. inscrever em outro regime o contribuinte que preencher as condições do § 1º. poderá estabelecer procedimentos específicos relacionados com a circulação de mercadorias ou prestação de serviços sujeitas ao ICMS. Art.526/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. DECRETO 14. II .o estabelecimento principal assuma a condição de contribuinte substituto relativamente aos demais dispensados de inscrição. e que o respectivo pedido de alteração seja protocolado na repartição fazendária no prazo de 05 (cinco) dias.2002) § 2º A partir de 01. 24. 20.98) § 2º REVOGADO. (Parágrafo renomeado pelo Dec. CONFORME Dec. para instruí-lo. 24.08. contados da data da ocorrência. O contribuinte será inscrito em um dos seguintes regimes: I .

XXIX. Art. XXIX. na hipótese prevista no art. 15.dos atos e contratos firmados no País. observar o disposto em portaria da Secretaria da Fazenda. livros e demais efeitos fiscais. b) obter autorização para impressão de documentos fiscais.673/2009) Art. 58. (Dec.000. c) a partir de 01 de julho de 2009. saída de mercadoria que deva ser. III . b) imprimir ou emitir documentos fiscais ou obter autorização para sua impressão. incorporação.em relação à energia elétrica e à ficha telefônica. salvo o disposto no art. 113. para pessoa não inscrita no CACEPE.530/92) II .Art. nos termos da legislação específica. adquirir mercadoria em montante superior a R$ 2. Na hipótese de fusão. d) obter autenticação de documentos fiscais. transformação. Art.dos papéis apresentados às repartições estaduais.673/2009) II . Parágrafo único. quando designado por aquela. poderá a Secretaria da Fazenda autorizar.quando a pessoa destinatária da mercadoria for dispensada de inscrição estadual. a utilização da inscrição de um dos sucedidos até a expedição do documento comprobatório da nova inscrição. 58. comercializada ou utilizada em processo de produção ou industrialização. DECRETO 14. relativamente à totalidade de remetentes.673/2009) b) a partir de 01 de julho de 2009. devendo. por sua natureza. III – relativamente ao contribuinte alienante que: (Dec. assumir o encargo de prestar informações à Secretaria da Fazenda sobre o não-inscrito e de entregar a este a respectiva ficha de inscrição cadastral.dos documentos.que tenha sua inscrição no CACEPE cancelada: a) utilizar. 70.673/2009) a) até 30 de junho de 2009.00 (dois mil reais). (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . A inscrição é intransferível. observar o disposto no art.876/91 . 33. 69. ainda.promover. documentos fiscais ainda em seu poder. III . (Dec. Parágrafo único. Cada estabelecimento inscrito no CACEPE receberá um número de inscrição que constará obrigatoriamente: I . observando-se quanto à dispensa de inscrição no CACEPE o disposto em portaria da Secretaria da Fazenda. em cada período fiscal. II . 33. O disposto no inciso III não se aplica: I . cisão. quantidade ou qualidade. c) imprimir documentos fiscais com base em autorização anterior ao cancelamento. 33. temporariamente. para quaisquer fins. É vedado ao contribuinte: I – não inscrito no CACEPE: a) realizar o pagamento do imposto com base em escrituração fiscal e mediante a apresentação de documento de arrecadação especifico para contribuinte inscrito. 71. 68. (Dec. A prova de inscrição no CACEPE far-se-á mediante a apresentação do respectivo cartão ou por outros meios admitidos em portaria do Secretário da Fazenda. 33. transmissão do acervo de estabelecimento ou demais modalidades de sucessão.

sem a devida regularização. observadas as normas previstas em portaria do titular da referida Secretaria.876/91 . A partir de 01 de setembro de 2007. nos demais casos. Relativamente à concessão de baixa de inscrição do contribuinte no CACEPE.746/2007) § 1º A concessão de baixa não implica em quitação de imposto ou exoneração de qualquer responsabilidade de natureza fiscal para com a Fazenda Estadual.012/2005) a) baixa provisória. 30. 17.pague o referido débito. (Dec. 30. mediante o atendimento das respectivas exigências previstas na legislação específica relativa ao mencionado CACEPE. 74. pela unidade fazendária responsável pela respectiva ação fiscal. (Dec. 72. 28. 30. DECRETO 14. (Dec. situado neste Estado. ainda.746/2007) Art.746/2007) II – a partir de 30 de maio de 2007. (Dec. A Secretaria da Fazenda disporá. nem tiver sido objeto de recadastramento. nas seguintes hipóteses. 28. sobre o prazo de validade das inscrições no CACEPE. ainda que o contribuinte esteja em débito com a Fazenda Estadual. 17. 73. (Dec. cuja baixa definitiva de inscrição no CACEPE tenha sido concedida. mediante despacho da referida unidade. homologando-se a baixa provisória.746/2007) I . o disposto no art. a critério da Secretaria da Fazenda. quando o contribuinte não possua débito para com a Fazenda Estadual. b) baixa definitiva.até 29 de maio de 2007. reativar suas atividades.746/2007) I – ao mencionado contribuinte será atribuído o mesmo número seqüencial. 30. há mais de 5 (cinco) anos. até 29 de maio de 2007. 30. contados do prazo previsto para a mencionada renovação.916/94) I . 30. se a respectiva inscrição: (Dec. (Dec. poderá ser concedida a respectiva baixa. que. 30. será observado o seguinte e. observando-se as normas específicas e adotando-se. 75: (Dec.746/2007) I .012/2005) (Dec.746/2007) II – o referido contribuinte deverá estar regular em relação à inscrição no CNPJ/MF.Art. adotar uma das seguintes providências: (Dec. 30. bem como perante o órgão ou entidade responsável pelo registro de empresas.916/94) II – por solicitação do contribuinte ou responsável inscrito. mediante portaria.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.746/2007) Parágrafo único. com vigência a partir da data de protocolização do respectivo pedido. quando o contribuinte do ICMS. a concessão de baixa de inscrição no CACEPE a estabelecimento em débito para com a Fazenda Estadual somente ocorrerá se outro estabelecimento do mesmo titular.916/94) a) tiver sido objeto de cancelamento.de ofício. 17. a partir de 01 de julho de 2005. § 2º Até 29 de maio de 2007. ressalvado o disposto no § 2º. somente será concedida após fiscalização do contribuinte. (Dec. 17.916/94) b) não tiver sido renovada até 5 anos. observar-se-á o seguinte: (Dec. nos termos do art. relativo à sua inscrição no CACEPE anterior à respectiva baixa. 77. quando o contribuinte estiver em débito com a Fazenda Estadual. a respectiva baixa não será concedida. SEÇÃO III Da Baixa Art. os seguintes tipos de baixa: (Dec.746/2007) III – não será permitida a utilização dos documentos fiscais impressos anteriormente à concessão da baixa de inscrição no CACEPE. 30. A baixa de inscrição no CACEPE poderá ocorrer: (Dec.

§ 4º O edital de que trata o parágrafo anterior mencionará a data a partir da qual os atos e documentos são declarados inidôneos. nos termos do art. de ofício.assuma.incorrer em outras hipóteses previstas em portaria do Secretário da Fazenda. § 1º O disposto no "caput" aplica-se também ao pedido de baixa. na hipótese em que. II. de revalidação. o pedido de baixa de inscrição no CACEPE somente será aceito mediante juntada de termo de responsabilidade por débito fiscal do alienante.08. quando esta for exigida. mediante termo. 78. DECRETO 14. (Dec. § 2º Aquele que usar dados inverídicos ou documentos adulterados responderá. Art. § 3º Para fim do disposto no parágrafo anterior.08. alteração de dados e baixa dos contribuintes e responsáveis no CACEPE e à emissão de via de documento comprobatório de inscrição. assinado pelo comprador ou cessionário. a responsabilidade pelo pagamento do referido débito e ofereça bens em garantia. bem como os procedimentos necessários à inscrição. A baixa de inscrição no CACEPE em desacordo com as normas desta Seção não terá validade nem produzirá efeitos. 79. consideram-se estabelecimentos do mesmo titular os que mantiverem o mesmo nome. não tendo solicitado a suspensão dessas atividades ou a baixa da respectiva inscrição no CACEPE. A Secretaria da Fazenda.II . Na hipótese de transferência de propriedade do estabelecimento. 73. civil e penalmente perante o Estado. Art. Art. 77.obtiver inscrição mediante informações inverídicas. § 2º A nulidade dos atos a que se refere o parágrafo anterior opera-se a partir do momento da ocorrência da irregularidade determinante do cancelamento da inscrição.2002. quando o sujeito passivo: I .876/91 . por período igual ou superior a 06 (seis) meses consecutivos. não promova circulação de mercadoria ou prestação de serviço. 76.a partir de 01. II . § 3º Através de edital. mediante portaria. denominação ou razão social. encerrar as atividades do estabelecimento. declarar-se-á o cancelamento da inscrição. IV . instituirá documentos. O cancelamento de inscrição no CACEPE dar-se-á. administrativa. 75.atualizado até 30 junho 2011 .526/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. SEÇÃO V Da Atualização Cadastral Art. Aquele que requerer inscrição no CACEPE será responsável pela veracidade dos dados constantes do pedido e pela autenticidade dos documentos que informarem o correspondente preenchimento. III . SEÇÃO IV Do Cancelamento Art.alterar o seu endereço sem a prévia autorização da autoridade fazendária competente. 24.2002) § 1º São nulos os atos praticados pelo sujeito passivo incurso nas hipóteses deste artigo. de alteração e de emissão de via de documento comprobatório da inscrição.

§ 2º Atendendo ao interesse da administração fazendária. seja matriz.08. bem como de fundações instituídas ou mantidas pelo Poder Público.preencher e apresentar à repartição fazendária documentos de arrecadação estadual e de informações econômico-fiscais. bem como o livro utilizado ou outro documento correspondem aos autorizados.CAPÍTULO II Dos Livros e Documentos Fiscais SEÇÃO ÚNICA Das Disposições Comuns Art. estabelecer a obrigatoriedade de fornecimento de informações relativas ao imposto por parte de órgãos e entidades da administração direta e indireta. desde que tal dispensa não implique em: I . o sujeito passivo das obrigações referidas nos incisos do "caput". § 1º A Secretaria da Fazenda.187/2005 – ERRATA DOE 11. II . filial. agência. III . vedar. a autenticação de livros e documentos fiscais. Art.emitir Nota Fiscal para: a) acompanhar o trânsito da mercadoria. 15. o procedimento ali previsto somente será adotado por período não superior ao estabelecido em portaria do Secretário da Fazenda. situações.possuir e escriturar livros fiscais destinados ao registro de operações. através de portaria. mediante portaria. sucursal. inclusive.atualizado até 30 junho 2011 . Cada estabelecimento.retardamento ou diferença a menor do pagamento do imposto devido. § 4º A Secretaria da Fazenda poderá exigir. poderá dispensar. fatos ou serviços sujeitos às normas tributárias. podendo.187/2005) § 2º Na hipótese do inciso I do parágrafo anterior. deverá manter livros e documentos fiscais próprios. (Dec.876/91 . 81. mediante portaria. b) registrar a prestação de serviços. a emissão de documentos fiscais passíveis de transferir a terceiros crédito do imposto.530/92) DECRETO 14. 28. editará normas relativas aos livros e documentos fiscais. relativamente ao contribuinte beneficiário. O sujeito passivo fica obrigado a: I . (Dec. a Secretaria da Fazenda. a partir de 01 de agosto de 2005.divergência entre as operações e prestações declaradas no livro ou documento fiscal e as efetivamente realizadas. c) servir de base para o respectivo lançamento nos livros fiscais. ou outros documentos. II . apondo-se carimbo relativo aos novos dados cadastrais ou. 80. fica facultado à Secretaria da Fazenda. 28. entendida a autenticação como o ato praticado pela autoridade competente com o objetivo de declarar que a Nota Fiscal impressa.187/2005) II – qualquer alteração cadastral. utilizando-se outra forma de identificação dos referidos dados: (Dec. 28. depósito ou qualquer outro. os documentos e os livros fiscais existentes no estabelecimento do contribuinte poderão continuar a ser utilizados. total ou parcialmente. § 1º Quando ocorrer qualquer das seguintes hipóteses. opcionalmente. § 3º Na hipótese da dispensa referida no parágrafo anterior. fusão ou cisão. incorporação. (Dec. mediante portaria.2005) I – transferência de propriedade do estabelecimento.

ou. 18. Feita a opção por um dos processos previstos no "caput". eletrônico ou qualquer outro não manuscrito.Cupom Fiscal emitido por Equipamento Emissor de Cupom Fiscal . Constituem instrumentos auxiliares dos livros e documentos fiscais os livros contábeis em geral ou quaisquer outros livros ou documentos exigidos pelos Poderes Públicos e outros papéis.Nota Fiscal de Produtor .Nota Fiscal de Serviço de Transporte .modelo 7. 15.530/92) VIII .no impedimento de utilização do processo escolhido.Nota Fiscal . 84. os seguintes documentos fiscais: (Dec.818/93) VI . (Dec. para serem exibidos à autoridade fiscal.ECF. 15. (Dec. A Secretaria da Fazenda poderá autorizar que os livros e documentos fiscais sejam mantidos em local diferente do respectivo estabelecimento. até 31 de maio de 1996. até que ocorra a prescrição dos créditos tributários decorrentes das operações e prestações a que se referem. (Dec. 15. 26. 85.modelo 10. em casos especiais. (Dec. (Dec. 83.530/92) VII . salvo quando se impuser a sua apresentação judicial ou para exame fiscal.modelo 1 e 1-A. na hipótese de Autorização para Impressão de Documentos Fiscais . (Dec.modelo 3.530/92) IX . até 31 de março de 1995.530/92) DECRETO 14.modelo 6.294/94) IV .AIDF emitida até 28 de fevereiro de 1998.2003) I . Art. Parágrafo único. Nota Fiscal Simplificada.530/92) X . 15. A Secretaria da Fazenda. (Dec. 82. Parágrafo único.Art. II . ainda que pertençam a terceiros. 15. 15. ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor.597/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. a critério da Secretaria da Fazenda.modelo 9.Conhecimento Aéreo . (Dec.Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica .paralelamente ao processo escolhido. modelo 2A.modelo 4. Os livros e documentos fiscais serão conservados no próprio estabelecimento. mediante portaria. estabelecerá as condições para a emissão de documentos fiscais e escrituração de livros fiscais por processo mecânico.Nota Fiscal/Conta de Fornecimento d'Água.atualizado até 30 junho 2011 . modelo 2. II .Nota Fiscal de Entrada .Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas . 16. 19. de acordo com a operação ou prestação realizada. Art. (Dec.530/92) XI . nos termos do disposto em portaria do Secretário da Fazenda. Serão emitidos. 20.876/91 . exceto no caso do manuscrito.113/96) III .09.Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas .modelo 8.344/98) V . CAPÍTULO III Do Documento Fiscal Relativo à Operação e à Prestação SEÇÃO I Das Disposições Comuns SUBSEÇÃO I Das Disposições Gerais Art.Nota Fiscal Avulsa. o contribuinte poderá emitir Nota Fiscal por qualquer outro dos mencionados processos nas seguintes hipóteses: I . (Dec.

número de registro na Confederação Brasileira de Hipismo .862/2007) (22) XXVIII – Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas – modelo 26 (a partir de 01 de setembro de 2003 .Bilhete de Passagem Aquaviária . (Dec. II . § 1º. III".876 de 12 de março de 1991.CBH. 31.Documento de Excesso de Bagagem . a critério da Secretaria da Fazenda. 85. (Dec. data de nascimento.876/91 .Manifesto de Carga . III .quando se tratar de produtos e serviços imunes de tributação. (Dec.modelo 13.CBH e do documento de arrecadação. DECRETO 14. nas seguintes hipóteses: I .Bilhete de Passagem Rodoviária . II .modelo 22. 19. XVII .modelo 11.quando. as seguintes indicações: I . XXVI .597/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.modelo 25. pelagem.09.NF-e (Ajuste SINIEF 07/2005). XIV . 15. § 3º O passaporte de que trata o parágrafo anterior deverá conter.nome.modelo 19.Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações .612/2008) § 1º A emissão da Nota Fiscal poderá ser dispensada. sexo e resenha gráfica do animal.modelo 21.no fornecimento ou venda de até 200 (duzentas) fichas telefônicas por pessoa adquirente.113/96) XXVII – Nota Fiscal de Correção (até 30.530/92) XX . XXI .Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem . endereço e assinatura do proprietário.XII . XVIII .modelo 14. XXV .modelo 18.Resumo de Movimento Diário .09. (Dec. § 2º Fica dispensada a emissão de Nota Fiscal no trânsito de eqüino com destino a concurso hípico.Nota Fiscal Provisória.2003) XXIX – a partir de 01 de abril de 2008. XVI .nome. art. mencionando como destinatário: "Diversos-Decreto nº 14. 30. XXII . XIII . identidade.Ordem de Coleta de Cargas .modelo 20. Nota Fiscal Eletrônica . até 31 de maio de 1996. XV . o fornecedor ou vendedor deverá. III . se referir a operações realizadas por estabelecimento não contribuinte do IPI. (Dec. XIX . 26. § 4º Na hipótese do § 1º.Nota Fiscal de Serviço de Comunicação .modelo 17. emitir documento fiscal englobando as respectivas saídas.modelo 16. XXIV .Bilhete de Passagem Ferroviária .Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas . na hipótese de ter havido ocorrência do fato gerador do imposto.Autorização de Carregamento e Transporte .Nota Fiscal Resumo. no final do dia.atualizado até 30 junho 2011 . em casos especiais. desde que acompanhado do passaporte de identificação fornecido pela Confederação Brasileira de Hipismo .Despacho de Transporte .modelo 23. além de autenticação da repartição fazendária da jurisdição do proprietário do animal. XXIII .ACR Ajuste SINIEF 06/2003). raça.2007).modelo 15.

§ 5º Relativamente aos documentos referidos neste artigo, é permitido, observado o disposto no § 28: (Dec. 18.294/94) I - o acréscimo de indicações necessárias ao controle de outros tributos federais e municipais, desde que atendidas as normas da legislação de cada tributo; II - o acréscimo de indicações de interesse do emitente, desde que não lhes prejudiquem a clareza; III - quanto ao controle do IPI: (Dec. 18.294/94) a) até 31 de março de 1995, a supressão das colunas referentes ao controle do IPI, no caso de utilização de documentos em operações não sujeitas a esse tributo; (Dec. 18.294/94) b) a partir de 01 de abril de 1995, a supressão dos campos referentes ao controle do IPI, no caso de utilização de documentos em operações não sujeitas a esse tributo, exceto o destinado à indicação prevista no artigo 119, II, "e", 9, hipótese em que não será preenchido; (Dec. 18.294/94) IV - a sua utilização em qualquer dimensão, desde que não lhes prejudique a clareza, contenha todos os elementos exigidos na legislação específica para cada tipo e as indicações neles contidas sejam legíveis. § 6º Fica dispensada a autenticação de Nota Fiscal, salvo na hipótese em que a Secretaria da Fazenda, através de portaria, assim exigir. § 7º Para o fim do disposto neste Decreto, considera-se: I - documento fiscal - qualquer documento instituído ou admitido pela legislação tributária para produzir efeitos fiscais, inclusive o selo fiscal; (Dec. 19.555/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.97) II - Nota Fiscal - qualquer documento instituído ou permitido pela legislação tributária para registrar operações ou prestações ou para lançamento nos livros fiscais. § 8º São de responsabilidade do sujeito passivo as informações por ele prestadas e constantes de documentos fiscais emitidos pela repartição fazendária. § 9º O contribuinte poderá adotar Nota Fiscal com modelo diverso do oficial, desde que atendidas as exigências específicas de cada documento, exceto, a partir de 01 de abril de 1995, relativamente aos modelos 1 e 1-A. (Dec. 18.294/94) § 10. Na hipótese do parágrafo anterior, observar-se-á: I - o contribuinte apresentará requerimento de aprovação do modelo que pretenda adotar, este em 02 (duas) vias, com as seguintes destinações: a) 1ª via - contribuinte; b) 2ª via - repartição fazendária; II - a Secretaria da Fazenda, se for o caso, deverá apor o visto de aprovação nas 02 (duas) vias de que trata o inciso anterior; III - o contribuinte deverá receber na repartição fazendária a 1ª via do modelo proposto, que terá a indicação "APROVADO" ou "NÃO APROVADO", devendo a 2ª via desse modelo ficar arquivada à disposição do Fisco estadual. § 11. Fica facultado ao contribuinte adotar modelo único de Nota Fiscal para os seus estabelecimentos, independentemente da natureza destes. § 12. A Nota Fiscal prevista no parágrafo anterior deverá conter as indicações necessárias ao atendimento das obrigações fiscais de todos os estabelecimentos que pretendam ser usuários do modelo único de Nota Fiscal nos termos deste artigo.

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§ 13. Na hipótese de mudança de endereço do estabelecimento, dentro do mesmo Município, fica dispensada a emissão de Nota Fiscal, mediante prévia autorização da repartição fazendária de sua jurisdição. § 14. No caso de alienação de estabelecimento, cisão, fusão, incorporação e qualquer hipótese de sucessão, ocorrendo ou não a circulação física do estoque de mercadorias ou dos bens do ativo fixo e materiais de uso ou consumo, serão observadas as seguintes normas, quando a operação for interna: (Dec. 15.530/92) I - poderá ser emitida uma única Nota Fiscal: (Dec. 15.530/92) a) relativamente ao estoque de mercadorias, desde que estas estejam lançadas no Registro de Inventário e o documento fiscal indique: (Dec. 15.530/92) 1. o número das folhas do Registro de Inventário onde constem as mercadorias, em substituição à discriminação destas no documento fiscal; (Dec. 15.530/92) 2. o valor total da operação e do respectivo ICMS, se for o caso; (Dec. 15.530/92) 3. a observação: “Nota Fiscal extraída nos termos do art. 85, § 14, do Decreto nº 14.876, de 12 de março de 1991, sendo parte integrante e inseparável desta as cópias das folhas nº_____ a nº _____ do Registro de Inventário nº ______, autenticadas pela repartição fazendária”; (Dec.
15.530/92)

b) relativamente aos bens do ativo fixo e materiais de uso ou consumo, desde que: (Dec. 15.530/92) 1. os bens e materiais constem de relação protocolizada na repartição fazendária do domicílio do contribuinte, indicando-se na referida relação os respectivos valores e ICMS, se for o caso, devendo ser visada, em todas as suas folhas, pela mencionada repartição fazendária; (Dec.
15.530/92)

2. do documento fiscal conste, em substituição à discriminação dos bens e/ou materiais, o valor total da operação e respectivo ICMS, se for o caso, e a observação: "Nota Fiscal extraída nos termos do art. 85, § 14, do Decreto nº 14.876, de 12 de março de 1991, sendo parte integrante e inseparável desta as cópias das folhas nº____ a nº_____ da relação protocolizada sob o nº ____, autenticadas pela repartição fazendária”; (Dec. 15.530/92) II - no caso de mercadorias ou bens e materiais com situações tributárias diversas, observar-se-á o disposto no art. 92 e, em relação a cada Nota Fiscal, as normas das alíneas "a" ou "b" do inciso anterior, conforme a hipótese. (Dec. 15.530/92) § 15. Relativamente à inutilização de documentos fiscais: (Dec. 35.703/2010) I – até 30 de setembro de 2010, quando o contribuinte substituir, nos termos da legislação vigente, a Nota Fiscal que adota por outra de aspecto diverso na forma ou no conteúdo, deverá apresentar à repartição fazendária de seu domicílio, para inutilização, as unidades não usadas;
(Dec. 35.703/2010)

II – a partir de 1º de outubro de 2010, quando for vedada a utilização pelo contribuinte de documento fiscal anteriormente autorizado, devem ser inutilizadas as unidades remanescentes, até o último dia do mês subseqüente àquele em que produza efeitos a norma relativa à mencionada vedação (Dec. 35.703/2010) § 16. A Secretaria da Fazenda poderá autorizar a utilização das unidades mencionadas no parágrafo anterior. § 17. Os campos para as indicações exigidas para os documentos fiscais, que não sejam de uso necessário para o contribuinte, poderão ser dispensados, a critério da Secretaria da Fazenda, exceto, a partir de 01 de abril de 1995, em relação aos modelos 1 e 1-A. (Dec. 18.294/94)

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§ 18. Os documentos fiscais emitidos neste Estado deverão conter, em espaço anterior ao destinado ao destaque do imposto, e, no período de 01 de abril de 1995 a 31 de março de 1997, em relação aos modelos 1 e 1-A, no campo previsto no art. 119, II, “g”, 2, a seguinte legenda: (Dec.
19.651/97)

I - quando o imposto for relativo à energia elétrica, à água e aos serviços de comunicação telefônica: “No valor da conta, você está pagando __% de ICMS”; II - quando o imposto for relativo a serviço de transporte: “No valor do serviço, você está pagando __% de ICMS”; III - quando o imposto for relativo a quaisquer outras mercadorias: “No valor da mercadoria, você está pagando __% de ICMS”. § 19. Relativamente ao disposto no parágrafo anterior, será observado o seguinte:
EFEITOS A PARTIR DE 01.03.97) (Dec. 19.555/97 –

I - até 31 de março de 1997, na hipótese de cupom fiscal que contenha no verso a identificação do emitente ou mensagem promocional deste, a legenda ali referida deverá ser impressa tipograficamente no verso; (Dec. 19.651/97) II - a partir de 01 de abril de 1997, no campo mencionado no art. 119, II, “g”, 2, nos casos previstos na legislação específica, será aposto o selo fiscal destinado à autenticação da Nota Fiscal, modelos 1 e 1-A, conforme previsto no §17 do art. 119. (Dec. 19.651/97) § 20. Para efeito do disposto no § 18, deverão ser observadas as seguintes normas para a impressão da legenda: (Dec. 15.530/92) I - Nota Fiscal - modelos 1 e 1-A, quando emitida: (Dec. 18.294/94) a) por processo manuscrito ou datilográfico, em tipo de corpo 12, caixa alta; (Dec. 18.294/94) b) por processamento de dados, em maiúsculas; (Dec. 18.294/94) II - Nota Fiscal - modelo 2: tipo de corpo 10, negrito, caixa alta; (Dec. 18.294/94) III - até 31 de março de 1995, Nota Fiscal - modelo 2-A: tipo de corpo 10, negrito, caixa alta;
18.294/94) (Dec.

IV - na hipótese do § 19: legenda inserta no verso da fita, em 3 (três) linhas do mesmo tamanho, ocupando toda a extensão do documento em sentido vertical. (Dec. 15.530/92) § 21. Ficam estabelecidos os seguintes prazos de validade da Nota Fiscal, inclusive o documento relativo ao transporte, enquanto acobertando mercadoria em trânsito: (Dec. 16.553/93) I - de até 5 (cinco) dias, quando o destinatário localizar-se no mesmo Município do estabelecimento do emitente; (Dec. 16.645/93) II - na hipótese de operações realizadas fora do estabelecimento, nos termos dos artigos 670 a 673: (Dec. 16.553/93) a) de até 30 (trinta) dias, quando o próprio veículo que se abasteça no estabelecimento remetente realize a entrega da mercadoria ao adquirente; (Dec. 16.553/93) b) quando for utilizado veículo-matriz abastecedor ou distribuidor, assim entendido aquele que se abasteça no estabelecimento remetente ou seja abastecido por outro veículo para fazer a distribuição da mercadoria com os veículos que efetuarão a respectiva entrega ao adquirente, será observado o seguinte: (Dec. 16.553/93) 1. se o abastecimento do veículo-matriz abastecedor ou distribuidor for efetuado por outro veículo, o prazo será o dos incisos I, II, ou IV, conforme a hipótese; (Dec. 16.553/93)

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2. se o abastecimento do veículo-matriz abastecedor ou distribuidor for efetuado por ele próprio, não há contagem de prazo para a validade da Nota Fiscal, como não há em relação às demais que se encontrem em poder do mencionado veículo-matriz, considerando-se este, para os efeitos desta norma, como se estabelecimento fosse; (Dec. 16.553/93) III – nas aquisições efetuadas em outra Unidade da Federação: (Dec. 28.768/2005) a) até 31 de dezembro de 2005: de até 30 (trinta) dias; (Dec. 28.768/2005) b) a partir de 01 de janeiro 2006: de até 15 (quinze) dias; (Dec. 28.768/2005) IV - de até 15 (quinze) dias, nas demais hipóteses. (Dec. 16.645/93) § 22. Relativamente à contagem dos prazos previstos no § 21, serão observadas as normas que se seguem: (Dec. 28.768/2005) I – quando o emitente do documento fiscal localizar-se neste Estado, o prazo será contado a partir do primeiro dia útil subseqüente àquele em que tenha ocorrido a saída da mercadoria ou a prestação do serviço ou, na falta deste dado, a partir da data da emissão do documento; (Dec.
30.848/2007)

II – quando o emitente do documento fiscal localizar-se em outra Unidade da Federação, o termo inicial de contagem do mencionado prazo será aquele respectivamente indicado: (Dec. 28.768/2005) a) até 31 de dezembro de 2005: a data da emissão da correspondente Nota Fiscal;
28.768/2005) (Dec.

b) a partir de 01 de janeiro de 2006: o 1º (primeiro) dia útil subseqüente àquele em que tenha ocorrido a entrada da mercadoria no Estado, devidamente registrada no respectivo documento fiscal, na passagem pelo primeiro posto fiscal de fronteira, ou, na falta do mencionado registro, a data da saída da mercadoria ou da prestação do serviço constante do referido documento fiscal, ou, na falta deste dado ou quando ele estiver rasurado ou ilegível, a data da emissão do respectivo documento fiscal. (Dec. 28.768/2005) III - a partir de 01 de março de 2006, quando o documento fiscal acobertar mercadoria que tenha sido retida para averiguação, por autoridade fazendária, a contagem dos mencionados prazos ficará suspensa, iniciando-se ou retomando-se tal contagem, conforme a hipótese, a partir da data da liberação da referida mercadoria e considerando-se, se for o caso, o tempo decorrido antes da respectiva retenção. (Dec. 28.944/2006) § 23. Os prazos previstos no parágrafo 21 não se aplicam a documento fiscal que se refira a mercadoria cuja identificação ocorra considerando-se cumulativamen