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Anatomia do Membro Superior

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Anatomia do Membro Superior
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Anatomia II

1º ANO
Cardiopneumologia 2010-2011

PROFESSOR: JOÃO PINHEIRO ASSISTENTE: ALEXANDRA ANDRÉ

ANATOMIA DOS MEMBROS SUPERIORES
• • Os membros superiores também chamados membros torácicos, têm como principal função a preensão e o tacto e colaboram na locomoção É constituído por quatro segmentos:

– Ombro é constituído por dois ossos, • clavícula e omoplata
– Braço com um só osso, úmero

– O antebraço com o cúbito e o rádio
– A mão com 27 ossos repartidos pelo carpo, metacarpo e dedos

ANATOMIA DO MEMBRO SUPERIOR

• • • • • • •

Clavícula Omoplata Úmero Cotovelo Antebraço Punho Mão

Clavícula
• É um osso longo, par, e faz parte da articulação do ombro, apresenta duas curvaturas
– Uma interna de convexidade anterior – Uma externa de convexidade posterior

Encontra-se situada transversalmente na parte superior e lateral do toráx sobre a primeira costela
Articula-se internamente com o manúbrio do esterno do esterno e externamente com o acromion da omoplata

Clavícula

Superfície superior

Anterior

Posterior

Clavícula Direita

Apresenta :
– Duas superficies – superior e inferior – Dois bordos - anterior e posterior – Duas extremidades – interna e externa

Clavícula
Clavícula Direita – superfície superior
Inserção do músculo trapézio Origem do músculo esternocleidomastoideu

Extremidade acromial Extremidade esternal

Origem do músculo deltóide

Origem do músculo peitoral

Face superior – praticamente plana no apresenta algumas rugosidades para inserção do músculo esternocleidomastoideu, deltoide e trapézio

Face inferior – superfície rugosa para inserção do ligamento costoclavicular, um canal longitudinal para o músculo subclávio e uma superfície rugosa para dois ligamentos, trapezoide e conoide

Clavícula
Clavícula direita – superfície inferior

Origem do músculo deltóide

Origem do músculo peitoral

Ligamento do trapézio

Ligamento costoclavicular

Bordo anterior – é arredondado, e insere-se por dentro o músculo peitoral major (grande peitoral) e por fora o músculo deltoide

Bordo posterior – mais delgado e insere-se por dentro o músculo estenocleidomastoideu e por fora o músculo trapézio

Clavícula

Extremidade interna ou esternal – termina junto do esterno com através de uma estrutura articular fibrocartilaginosa Extremidade externa ou acromial – articula-se externamente com o acromion da omoplata

Centros de ossificação
• • A ossificação da clavícula tem inicio antes de qualquer osso no corpo Tem três centros de ossificação – Dois primeiros centros, um medial e outro lateral, no corpo e aparece durante a quinta ou sexta semana de gestação – O segundo aparece na face esternal, na idade dos dezoito ou vinte anos – Une-se completamente aos vinte e cinco anos – Na mulher a clavícula é menos curva, ligeiramente mais lisa e mais esbelta do que no homem – Em pessoas que exerçam trabalhos pesados adquire um tamanho considerável, torna-se curta, mais curva e os locais de inserção dos músculos torna-se mais proeminente

Clavícula

– Na mulher a clavícula é menos curva, ligeiramente mais lisa e mais esbelta do que no homem – Em pessoas que exerçam trabalhos pesados adquire um tamanho considerável, torna-se curta, mais curva e os locais de inserção dos músculos torna-se mais proeminente

– É o primeiro osso a ossificar, a ossoficação intramembranosa começa no seu interior durante a sétima semana de vida

Clavícula

Facturas da clavícula são relativamente comuns – mantém a ligação com o esqueleto axial

– Transmitir forças
– Quedas sobre o ombro se a força aplicada for maior que a resistência da clavícula ocorre a fractura – A consolidação de uma fractura comum é tardia devido ao fraco suprimento sanguíneo naquela região.

Luxação da articulação acromion-clavicular

Clavícula

• • •

As luxações da articulação acromionclavicular podem resultar de uma queda sobre o ombro. Pode provoca a separação do ombro, quando o ligamento coracoclavicular se rompe Ombro afasta-se da clavícula devido ao peso do membro superior

Omoplata
• A omoplata ou espádua é um osso chato, par de configuração triangular, apresenta: – – – Duas faces - anterior e posterior Três bordos - interno, externo e superior Três ângulos, inferior, superior e externo

Face anterior do úmero e omoplata Face anterior de omoplata direita

Omoplata

Face posterior do úmero e omoplata direita

Face anterior – é escavada, constitui a fossa subescapular para inserção do músculo com o mesmo nome Face posterior – convexa, apresenta uma saliência designada por espinha da omoplata a qual divide a face posterior do osso em fossa supra- espinhosa (para o músculo supra-espinhoso) e fossa infra-espinhosa (para o músculo infra-espinhoso).

Omoplata

Articulação escapulo-umeral une a omoplata ao úmero, pertence ao grupo das enartroses. É a articulação mais móvel do organismo.

As superficies articulares são a cabeça do úmero e a cavidade glenoide da omoplata

Omoplata

Face anterior

Face posterior

Ossificação da omoplata – O desenvolvimento ósseo da omoplata desenvolve-se em sete centros, – um no corpo (8ª semana), – dois na apófise (processo) coracoide (um no primeiro ano de vida outro com idade de 17 anos), – dois no acromion (entre os 15 e os 16 anos), – um no bordo medial – outro no ângulo inferior (16 anos)

Músculo deltoide

Inserção proximal, clavícula, acromion e espinha da omoplata Inserção distal, tuberosidade

Supra-espinhoso

Inserção proximal, fossa supra espinhosa Inserção distal, troquiter

Infra-espinhoso

Inserção proximal, fossa infra espinhosa Inserção distal, troquiter

Redondo menor Inserção proximal, bordo externo da omoplata Inserção distal, troquiter

Sub-escapular

Inserção proximal, fossa infra escapular Inserção distal, troquino

Redondo maior

Inserção proximal, bordo externo da omoplata Inserção distal, troquino

Omoplata

Tendinite calcificada do supra espinhoso – inflamação e calcificação da bolsa do supra-espinhoso, provoca dor limitação dos movimentos e hipersensibilidade. Em adução não há dor em abdução provoca dor Ruptura do manguito do rotador, quando há esforço A cavidade articular comunica-se com a bolsa sub-abdominal

• • •

Omoplata

Fractura da omoplata resulta de traumatismos graves, normalmente acontece em pessoas que caminham a pé ou em motociclos. Este tipo de fracturas vem acompanhada de fracturas de costelas

Úmero

É um osso longo, par com um corpo e duas extremidades (superior e inferior). Apresenta uma cabeça arredondada na extremidade superior, estreita-se para formar o colo anatómico e o colo cirúrgico

Apresente duas tuberosidades, a grande tuberosidade e a pequena tuberosidade (troquiter e o troquino )

Úmero – face anterior do úmero direito

Úmero

Úmero – face anterior do úmero direito

Extremidade superior – é encimada por uma superfície articular, arredondada e lisa, cabeça do úmero que se articula com a cavidade glenoide para constituir a articulação escapulo-umeral. A cabeça do úmero representa o terço de uma esfera, ligeiramente para baixo nota-se uma porção estreitada que é o colo anatómico, mais para fora vêem-se duas saliências uma anterior, troquino onde se insere o músculo sub-escapular, outra posterior, troquiter onde se inserem os músculos supraespinhoso, infra-espinhoso e o redondo menor.

Úmero

Extremidade inferior, configuração achatada, apresenta duas superfícies articulares – Externa – semi-esférica, designada por condilo do úmero que se articula com o rádio – Interna – com a configuração de uma roldana com o nome de troclea e que se articula com o cúbito – Lateralmente visualizamos duas saliências para inserções musculares – epicôndilo e epitróclea .

Úmero – face posterior

condilo

troclea

Úmero – face anterior do úmero direito

Úmero – ossificação
• Desenvolvimento ósseo – tem início com sete centros de desenvolvimento Localizam-se na diáfise do úmero, cabeça do úmero, grande tuberosidade, porção radial, na troclea na superfície articular, uma para cada condilo,

Osso constituído por tecido esponjoso nas extremidades e tecido compacto na parte média. Apresente um canal medular em toda a extensão do corpo estreitando à medida que se aproxima das extremidades

O primeiro centro de ossificação é na diáfise, seguindo a clavícula e mais tarde as extremidades
Entre o primeiro e o segundo ano de idade a ossificação começa na cabeça do úmero, no segundo e terceiro ano nas tuberosidades Na extremidade inferior a ossificação começa ao segundo ano de vida na porção radial. No condilo interno começa com cinco anos de idade e só fica completa ao treze ou catorze

• Inserções ditais e proximais dos músculo do braço
– Região anterior
• Bícipete braquial • Coracobraquial • Braquial anterior

– Região posterior
• Trícipite braquial

Bícipite braquial Inserção proximal, longa porção, tubérculo supra glenoideu, curta porção, apófise coracoideia Inserção distal, tuberosidade radial

Coracobraquial

Inserção proximal, apófise coracoide da omoplata Inserção distal, ponto médio do úmero

Braquial anterior

Inserção proximal, úmero Inserção distal, apófise coronoide do cúbito

Trícipite braquial

Inserção proximal, porção longa, bordo lateral da omoplata. Porção lateral, superfícies lateral e posterior do úmero Inserção distal, apófise olecranea do cúbito


Direcção do supraespinhoso e infraespinhoso

Fractura do úmero – a maioria das fracturas são no colo cirúrgico em pessoas idosas com osteoporose

Direcção do subescapular

Linha de fractura

Fracturas do terço médio do úmero são mais comuns em jovens As fracturas intercondilianas provocam uma queda severa na flexão do cotovelo

Face anterior do antebraço esquerdo

Antebraço

• O antebraço é um porção do membro superior, situado entre o cotovelo e o punho. • É composto por dois ossos o rádio e o cúbito (ulna)

Cúbito direito - face anterior

Cúbito (ulna)

Osso longo, par, com a configuração de uma chave inglesa. Apresenta um corpo e duas extremidades

Cúbito (ulna)

• 0 corpo apresenta três faces: uma anterior, posterior e outra interna
• Corpo – o volume diminui de cima para baixo e apresenta três faces e três bordos

Face anterior do cúbito

Face anterior do antebraço

Face posterior do antebraço

Cúbito (ulna)

Extremidade superior – volumosa, apresenta uma superfície articular para a tróclea do úmero – grande cavidade sigmoide – em forma de meia lua com uma crista mediana e duas vertentes laterais, uma externa e outra interna Vista por trás a extremidade superior do cúbito é uma robusta e áspera saliência – olecrâneo – onde se inserem músculos e ligamentos

Rádio

Osso longo, par e encontra-se para fora do cúbito Apresenta um extremidades corpo e duas

Face posterior – é arredondada no seu terço superior está coberto com o músculo supinador curto e ligeiramente concava em toda a sua extensão para inserção do adutor longo e extensor curto do polegar Face externa – é convexa e arredondada. Superiormente insere-se o músculo supinador curto e na parte média visualiza-se uma superfície rugosa para o músculo pronador redondo

Face posterior do rádio Face externa do rádio

Extremidade superior – designa-se por cabeça do rádio, de configuração cilíndrica. A sua face superior é escavada em forma de cúpula para articular com o condilo do úmero – tacícula radial.

A cabeça do rádio continua-se com uma zona mais estreitada designada por colo que se articula com pequena cavidade sigmoide do cúbito
Anteriormente visualizamos tuberosidade bicipital para tendão do bicípite ainda inserção a do

Rádio

Extremidade inferior – é a zona mais volumosa do osso, achatada de frente para trás com configuração cuboide. Apresenta seis faces. A face inferior apresenta externamente uma apófise vertical, apófise stiloide do rádio, a face interna também articular, apófise sigmoide do rádio, para receber a cabeça do cúbito Ligamento interósseo do antebraço – membrana fibrosa que une entre si, na parte média, os ossos do antebraço. Insere-se no bordo externo do cúbito (por dentro) e por fora no bordo interno do rádio

Músculo rotadores do rádio - supinação

Músculo rotadores do rádio - pronação

Rádio e cúbito
• Centros de ossificação – Cúbito – são três, um no corpo, na extremidade inferior e outro no olecrâneo. Com 16 anos a epifise da extremidade superior fica formada e ao 20 anos a extremidade inferior fica completa – Rádio – tem inicio também com três centros de ossificação, um no corpo e um em cada extremidade. Na idade da puberdade a epifise da extremidade superior une ao corpo do osso longo a epifise da extremidade inferior fica completa com 20 anos de idade
• O rádio e o cúbito são constituídos por tecido esponjoso nas extremidades e osso compacto no corpo. O canal medular estende-se em toda a extensão do corpo

Articulações
• O membro superior é constituído por seis articulações

– – – – – –

Articulação dos ossos do ombro entre si com o tórax Articulações do úmero com a omoplata (escapulo-umeral) Articulação do antebraço com o braço (cotovelo) Articulações do antebraço entre si (radiocubital) Articulação da mão com o antebraço (punho) Articulações da mão

Clavícula
• A clavícula articula-se com três estruturas – – – • Esterno (manúbrio) Omoplata (acromion) Cartilagem da primeira costela

Articulação esterno-costo-clavicular – mantém em presença a extremidade interna da clavícula com o manúbrio do esterno e com a primeira costela, trata-se de uma articulação em sela ou encaixe recíproco. Articulação acromion-clavicular – reúne o acromion com a omoplata à extremidade externa da clavícula, pertence ao grupo das artodias Ambas articulações encontram-se no grupo das articulações sinoviais planas

Ombro

Articulação escapulo-umeral – une a omoplata ao úmero e pertence ao grupo das enartroses. As superfícies articulares são: cabeça do úmero e cavidade glenoide Exteriormente a cápsula articular está em relação com quatro músculos, infra-escapular, supraespinhoso, infra espinhoso e redondo menor

O manguito do rotador (coifa dos rotadores) do ombro, uma estrutura músculo-tendinosa á volta da cápsula articular Constituída por quatro músculos Os tendões convergem para a cabeça do úmero e inserem-se no colo anatómico e nas tuberosidades

• •

• •

Lesão da coifa do rotadores Lesão do supraespinhoso, acontece com maior frequência e não permite a abdução do braço

Ombro

Movimentos da articulação escapuloumeral – é a enartrose mais móvel do organismo – – – – Abdução e adução Extensão e flexão Circundação Rotação

Cotovelo

Articulação do cotovelo une o antebraço com o braço, é formada por duas articulações – Articulação do úmero com o cúbito úmero-cubital (trocleartrose) Articulação do úmero com o rádio – úmero-radial (condilartrose)

Meios de união – ligamento capsular e quatro ligamentos periféricos (anterior, posterior, interno e externo) Sinovial – cobre toda a articulação, por isso é comum considerarmos esta articulação como se fosse uma só.

Cotovelo

Movimentos principais são:

– –

Flexão e extensão Movimentos muito inclinação lateral

ligeiros

de

Articulação radio-cubital inferior - pertence ao grupo das articulações trocoides mas menos perfeita. Os movimentos efectuados por esta articulação é só um, rotação – pronação e supinação

Mão

Divide-se em três segmentos, ossos do carpo ou punho, metacarpo ou zona palmar e falanges ou dedos Ossos do carpo – são oito pequenos ossos curtos que se dispõem em duas fiadas verticais.

Mão

• • • •

Articulação dos ossos da primeira fiada – o escafoide é um osso largo, situa-se na zona superior e externa dos ossos do carpo. Articula-se com cinco ossos, em cima o rádio, em baixo trapézio e trapezoide e internamente grande osso e semilunar A articulação entre o escafoide, semilunar e piramidal forma uma artrodia Meios de união, ligamentos interósseos, ligamentos palmares e ligamentos dorsais

Mão
• Os ossos do metacárpico são cinco – os metacárpicos – designam-se por primeiro, segundo…., são ossos longos que apresentam um corpo e duas extremidades Apresenta características diferentes – primeiro metacárpico não apresenta facetas articulares, laterais – segundo apresenta facetas articulares superiores – terceiro e o quarto apresentam três facetas articulares superiores, uma externa e outra interna – quinto metacárpico tem duas facetas articulares, uma superior e outra externa

Mão
• • • Dedos – cada dedo é constituído por três falanges designadas de cima para baixo, primeira…. As falanges são ossos longos O polegar apresenta apenas duas falanges, a segunda e a terceira

Mão

Mão

As segundas falanges têm como extremidade superior uma cunha para a tróclea da primeira falange, a extremidade inferior tem uma tróclea para a terceira falange As terceiras falanges são miniaturas das anteriores, com a extremidade inferior livre e rematada em ferradura

As fracturas do punho em pessoas com mais de 50 anos acontecem com muita frequência, este tipo de fracturas dá-se o nome de fractura de colles e é provocada por uma dorsiflexão severa da mão
O aparecimento de calo ósseo é rápido por ser uma zona bastante irrigada

Fractura do escafoide, é o osso do carpo que fractura com mais frequência, a dor aparece com a dorsiflexão da mão e abdução O fraco suprimento sanguíneo leva três meses par a união o osso

A necrose dos fragmentos pode ocorrer uma doença degenerativa da articulação

Síndrome do túnel cárpico
– – Edema ou deposito de tecido conjuntivo em consequência de traumatismo ou outro problema pode comprimir o nervo ou vasos que passam no canal Dá a sensação de formigueiro ou queimadura ou adormecimento da mão

Mão
• Desenvolvimento ósseo da mão – a ossificação tem um único centro, no nascimento as estruturas são cartilaginosas. A ossificação tem a seguinte ordem, o grande osso e o unciforme tem inicio no primeiro ano de vida, o piramidal no terceiro ano de vida, o trapézio e

semilunar no quinto ano de vida, o escafoide no sexto ano, o trapezoide no oitavo ano de vida e o pisiforme com treze anos • A ossificação dos metacárpicos e falange tem dois centros de ossificação, e estão completos aos vinte anos

Antebraço
Região anterior Região lateral Região posterior

• Região anterior
– – – – Pronador redondo Flexor radial do carpo Palmar longo Flexor cubital do carpo

– Flexor superficial dos dedos

– Flexor profundo dos dedos – Flexor longo do polegar
– Pronador quadrado

Pronador redondo Inserção proximal, epicôndilo do úmero e apófise coronoide do úmero Inserção distal, rádio

Flexor radial do carpo

Longo palmar
Flexor cubital do carpo

Flexor profundo dos dedos

Flexor longo do polegar

Flexor superficial dos dedos

Pronador quadrado

Região posterior Superficiais
extensor dos dedos extensor do dedo mindinho extensor cubital do carpo ancôneo

Profundos
abdutor longo do polegar
extensor curto do polegar extensor longo do polegar extensor do 2º dedo

Extensor dos dedos
Extensão dos dedos e punho

Extensor do quinto dedo

Extensão do dedo mindinho e punho

Ancôneo, extensão do cotovelo

Extensão do braço

Braquiorradial, flexão do cotovelo, pronação e supinação

Extensor radial longo do carpo

Extensor radial curto do carpo

Supinador, supinação do antebraço

Região lateral

Braquiorradial Extensor radial longo do carpo

Extensor radial curto da carpo
Supinador

Músculos da mão ( tenares e hipotenares)

Interósseos palmares

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