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Processo Legislativo

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Noções Básicas

s o B r e

Processo Legislativo

Noções Básicas
s o b r e

Processo Legislativo

Brasília-DF, 2011

3217-2107 Fax: 61 .: 61 .brasilcooperativo.Organização das Cooperativas Brasileiras SAUS (Setor de Autarquias Sul) Qd.Brasília / DF Tel.3217-2121 www. “I” CEP 70070-936 . janeiro de 2011 M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . 4 Bl. “I” CEP 70070-936 .Assessoria Parlamentar SAUS (Setor de Autarquias Sul) Qd.Ficha Técnica OCB .coop.Brasília / DF Tel. Brasília-DF 4 Brasília-DF.br Realização OCB . diagramação e impressão DUO Design Comunicação.: 3217-2107 coordenação Tânia Regina Zanella Equipe Técnica Clara Pedroso Maffia Eduardo Lima Queiroz Fabíola Nader Motta Thiago Borba Abrantes colaboração Larissa Garcia Barbosa Projeto gráfico. 4 Bl.

........................................................ Fases do Processo Legislativo ................. 12 c) Comissões ................................................................................................................................... 21 c) Sanção / Veto .................................................... 29 d) Promulgação .............................. Poder Legislativo ................................................................... 10 1..................................................... 30 2.................................................... 11 a) Mesa Diretora ................... Órgãos do Poder Legislativo ............................................ Espécies de Proposição Legislativa ............................................................................................................................................. Conceito..................................... 46 Bibliografia...............................................Índice apresentação .............................................. 07 introdução................. Processo Legislativo ....... 10 2.............................................................................................................................. Frentes Parlamentares ....................................................................................................................................................................................................................................... 11 b) Colégio de Líderes ............................ 35 c) Medida Provisória............... 38 d) Proposta de Emenda Constitucional .... Conceito............................... 13 ii............ 50 5 M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo ............... 32 a) Projeto de Lei Ordinária ................. 20 b) Tramitação e Votação ............................. 30 e) Publicação...................... 20 1....................................................................................................................................................... 20 2............. 41 iii.................. 20 a) Iniciativa ........................... 33 b) Projeto de Lei Complementar ......... 09 i....................................... 44 iV............................................................................... Estratégia Parlamentar ................................

6 M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

estamos nós.7 bilhões. com a coordenação direta da Diretoria e da Assessoria Parlamentar da instituição. As proposições seguem as regras do processo legislativo. de forma detalhada. As conquistas alcançadas são fruto dessa atuação conjunta e decorrem de um esforço e acompanhamento constantes da tramitação desses temas nas duas Casas . passando por várias fases. idealizada e elaborada pela Assessoria Parlamentar. Nada mais natural. mantém ou apresenta novas estratégias. a Organização das Cooperativas Brasileiras apresenta esta publicação. a OCB conta com apoio direto da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). de acordo com sua natureza. as cooperativas respondem por 5. que continuaremos a trilhar o caminho pelo desenvolvimento do cooperativismo brasileiro. com o conhecimento técnico necessário. Márcio Lopes de Freitas Presidente da OCB M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . Para facilitar esse entendimento e levar tais informações ao conhecimento dos integrantes do Sistema OCB. É desta forma. a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).Câmara dos Deputados e Senado Federal. o sistema cooperativista busca seu espaço no Legislativo e. juntos. À frente desse trabalho. afinal. Boa leitura a todos. Desta forma. 7 Saudações cooperativistas. intitulada “Noções Básicas sobre Processo Legislativo”. consequentemente. As ilustrações com fluxogramas de tramitação das proposições mais significativas para o setor tornam o processo ainda mais simples.Apresentação Setor de expressiva participação na economia do país. O monitoramento de tais proposições é feito. é natural que muitos desconheçam o trâmite e os termos mais utilizados. o cooperativismo brasileiro tem também forte atuação no Congresso Nacional. Para realizar essa articulação em defesa das causas cooperativas.39% do PIB brasileiro e têm uma movimentação econômico-financeira na ordem de R$ 88. Pelas particularidades e complexidade do processo legislativo. definindo estratégias e monitorando o andamento das proposições. na sociedade brasileira. pela área parlamentar da instituição que.

8 M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

Tabela I – Poderes nos três níveis de governo EXEcUTiVO Presidente da república LEGiSLaTiVO congresso Nacional assembléia Legislativa câmara de Vereadores JUDiciÁRiO conselho Nacional de Justiça. por exemplo. que se complementam. ressaltamos que esta divisão não é rígida. Em virtude de sua forma federativa. M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . a forma de governo (república). definindo que o Legislativo legisla e fiscaliza. o Estado brasileiro se organiza a partir de sua Constituição Federal. direitos e garantias individuais. o Executivo executa e administra e o Judiciário julga. aprofundaremos na composição e atribuições do Poder Legislativo Federal. função típica de outro poder. o sistema de governo (presidencialismo) e a divisão funcional de poderes. Deste modo. bem como no processo de produção legislativa. Tribunais regionais e Juízes Tribunal de Justiça e Juízes de Primeira instância - 9 União estados Municípios Governador Prefeito Para os fins do presente trabalho. Assim. já que é plenamente possível que um poder desenvolva. a ordem econômico-social. Cada um destes entes federados está organizado a partir do princípio da separação dos poderes. com responsabilidades e atribuições específicas. o regime político (democracia). o Executivo legisla com a edição de Medidas Provisórias.Introdução Sendo um Estado Democrático de Direito. apesar de existir uma repartição funcional. de forma a garantir efetividade no cumprimento de suas funções e promover maior controle da atuação estatal. o Brasil é formado pela “união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal” (CF. art. 1º). Os poderes são independentes e harmônicos entre si. bem como o Legislativo julga as contas do Presidente da República e o Judiciário administra o seu quadro de pessoal. Tribunais superiores. atipicamente. que estabelece os princípios fundamentais.

M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . e pelo Senado Federal. tanto a Câmara dos Deputados quanto o Senado Federal devem observar o correto procedimento legislativo. 10 Em sua função fiscalizadora. criando direitos ou obrigações ao cidadão brasileiro. Em âmbito federal. investigar fatos determinados.I) Poder Legislativo 1) Conceito O Poder Legislativo é responsável por representar o povo e as Unidades da Federação. Dentre as formas de participação direta. os deputados e senadores discutem e deliberam em nome da população. que são eleitos pelo sistema proporcional. proporcionalmente ao número de habitantes. 2º. de titularidade do povo brasileiro: “todo poder emana do povo. Em sua função representativa. é fundamental ressaltar que os parlamentares apenas exercem o poder. Por fim. é bicameral. o Congresso Nacional delibera sobre as matérias de competência da União. parágrafo único). a convocação de Ministros e autoridades. podemos citar o plebiscito. que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente nos termos desta Constituição” (CF. a partir de normas presentes na Constituição Federal e nos Regimentos Internos de cada Casa. quanto financeiramente. Para a efetivação desta função. com mandato de quatro anos. mediam conflitos e articulam consensos. A Câmara dos Deputados é composta por deputados. por meio das peças orçamentárias e fiscais. o referendo e a iniciativa popular (da qual falaremos adiante). composto pela Câmara dos Deputados. aprovar indicações para cargos públicos. limitados ao número total de 513 deputados federais. art. que representa os Estados e o Distrito Federal. a solicitação de informações ao Tribunal de Contas da União (TCU) e o requerimento de informação ao Executivo. Neste sentido. que representa o povo. no exercício de sua função legislativa. participam de eventos. fiscalizar a aplicação de todas as políticas públicas e legislar. o Congresso Nacional atua tanto politicamente. Cada um dos estados e o Distrito Federal podem eleger o mínimo de oito e o máximo de setenta. ao convocar autoridades. Os principais instrumentos de fiscalização e controle são as comissões parlamentares de inquérito (CPI). intermediam a relação entre representantes da sociedade civil e do Governo. apreciar vetos presidenciais ou sustar atos normativos exorbitantes do Poder Executivo.

a eleição de um terço ou de dois terços dos senadores. quando da indisponibilidade do 1º Vice-Presidente. colégio de Líderes. seus membros efetivos eleitos a cada dois anos. especiais ou de inquérito. comissões e Plenário. substituição do presidente em suas ausências. não podem fazer parte de liderança nem de comissões permanentes. a cada 4 anos e de maneira alternada. sendo três por Unidade da Federação. os principais órgãos sào: Mesa Diretora. que são eleitos pelo sistema majoritário para um mandato de oito anos. distribuição das matérias às comissões e controle sobre as questões de ordem.O Senado Federal é composto por 81 senadores. indispensáveis ao cumprimento de suas funções e atribuições. M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . substituição do Presidente em suas ausências. Tabela II – Composição do Congresso Nacional SiSTEma BicamERaL Câmara dos Deputados eleitos pelo sistema proporcional Total de 513 deputados Mandato de 4 anos (1 legislatura) Senado Federal eleitos pelo sistema majoritário Total de 81 senadores Mandato de 8 anos (2 legislaturas) 2) Órgãos do Poder Legislativo ambas as casas legislativas são formadas por diversas instâncias decisórias. Ocorre. 11 a) mesa Diretora a Mesa Diretora é responsável por dirigir os trabalhos legislativos e os serviços administrativos da casa. Tabela III – Atribuições da Mesa Diretora caRGO Presidente 1º Vice-Presidente 2º Vice-Presidente RESPOnSaBiLiDaDES em conjunto com o colégio de Líderes define a agenda de votações.

24. preferencialmente por meio de consenso. direito de participar dos trabalhos de qualquer comissão. 3º secretário 4º secretário suplentes 12 b) colégio de Líderes Órgão decisório. 1 PacHeco. exercendo grande influência sobre a agenda de votações. dos partidos e dos blocos parlamentares. controla o fornecimento de requisições de passagens de transporte aéreo aos Deputados. exerce a função de corregedor-substituto. da Minoria. construção e locação de imóveis. pp. Questões sobre Processo Legislativo e regimento interno. de acordo com sua numeração ordinal.1º secretário 2º secretário supervisiona os serviços administrativos da casa. Brasília. entre outras: mais tempo para uso da palavra nas sessões. supervisiona o sistema habitacional da casa. A Liderança do Governo. distribui as unidades residenciais. com o objetivo de encaminhar para votação os projeto prioritários de interesse do Governo. venda. responsável pelos passaportes diplomáticos e Nota de Visto ao itamaraty. tomam parte nas reuniões da Mesa. é a representação dos interesses do Poder Executivo dentro do Congresso Nacional. propõe a compra. Os líderes têm como prerrogativas. integrado por todos os líderes: líderes da Maioria. Seu objetivo é dar celeridade para o processo decisório. examina requerimentos de licença e justificativa de faltas. cargo disputado dentro da base aliada. M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . com uso da palavra e sem direito a voto e indicar integrantes para comissões e para vice-líderes1. encaminha à Diretoria-Geral concessão de auxílio-moradia aos senhores Deputados que não residam em imóveis funcionais. auxiliar da Mesa Diretora. câmara dos Deputados. 2002. Paula ramos. o que inclui a correspondência oficial. substituem os secretários da Mesa em suas faltas. Luciana Botelho e MeNDes.

projetos que envolvam matéria de competência de mais de três comissões de mérito. comissões especiais.c) comissões Cada Casa possui suas comissões parlamentares. em seguida. as comissões temporárias são criadas para apreciar determinado assunto e são extintas ao término da Legislatura ou antes. denúncia oferecida contra o Presidente da República por crime de responsabilidade ou projeto de alteração do Regimento Interno. as Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI’s) e as Comissões Externas. deliberar e aprovar o parecer da comissão ao projeto avaliado. para. convoca votações e representa a comissão em reuniões do Colégio 2 a listagem com todas as comissões permanentes da câmara dos Deputados e do senado Federal encontra-se no final deste capítulo. permanentes ou temporárias. projetos de código. Estão incluídas nesse caso as Comissões Especiais. são criadas para examinar e dar parecer sobre as seguintes espécies de proposições: Propostas de Emendas à Constituição . quando alcançado seu fim.º 01. existem comissões mistas. podendo ser permanentes ou temporárias. estas são órgãos técnicos especializados com funções legislativas e fiscalizadoras definidas pela Constituição Federal e pelos seus respectivos Regimentos Internos. suas informações. no despacho da Mesa. que podem incluir a participação da sociedade em geral (por meio de audiências públicas). como também os aspectos constitucionais e de compatibilidade orçamentária e financeira da proposição. que são compostas simultaneamente por deputados e senadores. os projetos que. Na Câmara dos Deputados. como a do código Florestal Brasileiro. convoca todas as reuniões da comissão. 13 M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . de 1970-CN). Por sua vez. que deve avaliar não apenas o mérito da questão. exclusivas da Câmara dos Deputados. designa relatores. Tais comissões têm regras de criação e funcionamento definidas no Regimento Comum (Resolução n. Além das comissões parlamentares de cada Casa. entre outras competências. É tarefa das comissões permanentes2 examinar todas as proposições em tramitação. forem distribuídas a mais de três comissões de mérito são submetidos a uma comissão especial temporária. através de amplas discussões.PEC. antecedentes e conveniência política. concede a palavra. O presidente da comissão é a figura-chave da mesma. visto que. criadas no âmbito do Congresso Nacional.

ou terminativo. juridicidade e boa técnica legislativa). de acordo com a Constituição. Em ambos os casos.de Líderes. os relativos a matéria que. conforme o cálculo de proporcionalidade partidária. os que tenham sido aprovados pelo Plenário de uma das Casas e os que se encontram em regime de urgência.nas comissões. Já na Câmara dos Deputados. a proposta segue para sanção / veto. Nas demais comissões o parecer contrário não impede que a matéria 14 M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . não possa ser objeto de delegação. A idéia é que instâncias decisórias menores e mais especializadas têm melhores condições de debater temas específicos e assim chegar a resultados mais rapidamente. além de ter o poder de avocar a relatoria dos seus projetos de interesse. Justiça e Cidadania (análise de constitucionalidade. no caso do Senado . os projetos de lei passaram a tramitar de modo conclusivo . o número de integrantes de cada comissão permanente está definido em seu Regimento Interno. Poder conclusivo A partir da Constituição de 1988. ressaltamos que os parlamentares podem apresentar recurso (um décimo da respectiva Casa) para que a matéria seja submetida ao Plenário. os que tenham recebido pareceres divergentes por parte das comissões. os membros são indicados pelos líderes. Caso não haja nenhuma alteração na Casa Revisora. No Senado Federal. os projetos de código. Entre as comissões permanentes da câmara dos Deputados. Entretanto. Os projetos aprovados em caráter conclusivo (ou terminativo) são enviados diretamente para a Casa Revisora. existem três delas cujos pareceres podem levar a matéria a um caráter terminativo (não confundir com o poder terminativo do Senado Federal): a comissão de Constituição. Se a proposição receber parecer contrário de uma destas comissões será imediatamente arquivada. O poder conclusivo (ou terminativo) surgiu como forma de descentralizar o processo decisório. São exceções do poder conclusivo (ou terminativo) das comissões: os projetos de lei complementar. sem que haja a necessidade de deliberação plenária. os de iniciativa popular. será fixado por Ato da Mesa. garantindo mais agilidade e maior qualidade na deliberação das matérias legislativas. dispensando a deliberação pelo plenário. os de autoria de comissão. a de Finanças e Tributação (análise da adequação orçamentária e financeira) e a comissão especial (apreciação de proposta distribuída a mais de três comissões). no ínicio dos trabalhos de cada legislatura.

CAINDR 15 comissão de agriculPolítica agrícola. Lembrando que para acompanhar e influenciar a tomada de decisão. cabe à população em geral. é fundamental conhecer o processo decisório. assuntos indígenas e regulamentação da caça. civil. fauna e flora. meios de comunicação.Comissões Permanentes da Câmara dos Deputados SiGLa nOmE comissão de amazônia. monitorar a atuação dos Poderes. penal penitenciário e processual. admissibilidade de Pec. integração Nacional e de Desenvolvimento regional aTRiBUiçõES integração.continue tramitando. eleitoral. e aos setores organizados. Direito constitucional. mento rural CCJC comissão de constituição e Justiça e de cidadania aspecto constitucional. fundiária. Tabela IV . criação de novos estados e Territórios. O princípio da separação dos Poderes foi fundamental para garantir a descentralização e o controle interno das atividades realizadas. Contudo. comunimunicações. mesmo que haja poder conclusivo das comissões. pesca. especialmente do Legislativo. táticas e atores envolvidos. radiodifusão e cação e informática sua exploração. em particular. telecoe Tecnologia. já que este representa mais diretamente os interesses da sociedade. Política cimento e Desenvolvinacional de cooperativismo. Neste caso. turismo e desenvolvimento da região amazônica. informática. as regras e ferramentas existentes e as estratégias. abasteCAPADR ral e de insumos agropecuários. M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . defesa civil. sendo então o mais transparente e aberto à participação. o projeto apenas é arquivado após parecer contrário de todas as comissões constantes no despacho da Mesa Diretora. CCTCI Desenvolvimento científico e tecnolócomissão de ciência gico. Pecuária. ou seja. legal e regimental das proposições. de crédito rutura.

Datas comemorativas e homenagens cívicas. dívida pública interna e externa e sistema tributário nacional. CDEIC comissão de Desenvolvimento econômico. Pareceres técnicos oriundos de entidades científicas e culturais. Minorias étnicas e sociais e preservação de culturas populares Urbanismo. investigação de ameaça ou violação dos direitos humanos. exames dos relatórios do TcU. orçamentária.CDC comissão de Defesa do consumidor relações de consumo e medidas de defesa do consumidor. Fiscalização contábil. repressão ao abuso do poder econômico. financeira e patrimonial da União. Direito de imprensa e produção intelectual. sistema monetário. sugestões de iniciativa legislativa apresentadas por setores da sociedades civil. sistema ficomissão de Finanças nanceiro nacional. indústria e comércio CDHM comissão de Direitos Humanos e Minorias CDU comissão de Desenvolvimento Urbano 16 CEC comissão de educação e cultura CFFC comissão de Fiscalização Financeira e controle CFT aspecto de compatibilidade financeira e orçamentária das matérias. câmbio. comercial e agrícola. política de atividade industrial. ordem econômica nacional. programas de privatização e propriedade industrial. planos nacionais e regionais de ordenação do território. CLP comissão de Legislação Participativa M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . Tomada de contas do Presidente da república. direito municipal e edílico Política e sistema educacional. mercado financeiro e e Tributação de capitais. Desenvolvimento cultural.

sistema penitenciário e segurança pública.CMADS comissão de Meio Política e sistema nacional de meio amambiente e Desenvol. M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . Poexteriores e de Defesa lítica externa brasileira e direito internaNacional cional. Políticas de saúde. mulher. Forças armadas e auxiliares. política salarial e comissão de Trabalho. Políticas e modelos mineral e energético brasileiros. de emprego. 17 CSSF comissão de seguridade social e Família CTASP relações de trabalho. comissão de segurança Pública e combate ao crime organizado CSPCCO combate ao uso de drogas e ao tráfico ilícito. ao crime organizado e à violência. seguridade social. regulamentação do exerde administração e cício das profissões.biente. indústria químico-farmacêutica. Matérias relativas à família. Transportes aviação civil. criança e deficiente físico e mental. direito ambiental e desenvolvivimento sustentável mento sustentável. fontes convencionais e alternativas de energia e fomento à atividade mineral. sistema desportivo nacional. sindicalismo e orgaserviço Público nização sindical. norma gerais sobre desporto e justiça desportiva CTD CVT sistema nacional de viação e de transcomissão de Viação e portes em geral. comissão de Turismo e Desporto Política e sistema nacional de turismo. transporte de passageiros e de cargas e legislação de trânsito. CME comissão de Minas e energia CREDN comissão de relações relações diplomáticas e consulares. Marinha mercante.

ensino e desporto. Garantia e promoção dos direitos humanos. de sítio e intervenção federal e segurança pública. sistema monetário e bancário. criações científicas e tecnolócomunicação e gicas e atividades nucleares. Justiça e cidadania 18 CCT comissão de ciência. do presidente e diretores do Banco central. cultura.Comissões Permanentes do Senado Federal SiGLa nOmE aTRiBUiçõES CAE aspecto econômico e financeiro das proposições. Planos regionais de desenvolvimento econômico e social. inovação. orçaassuntos econômicos mento. CAS comissão de assuntos sociais CCJ comissão de constituição. estado de defesa. Datas comemorativas ção. televisão. organização do sistema nacional de emprego e seguridade social. M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . Política de crédito e câmcomissão de bio. direito da mulher e proteção à família. CDH CDR CE Normas gerais sobre educação. informática comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa comissão de Desenvolvimento regional e Turismo sugestões de iniciativa legislativa apresentadas por setores da sociedades civil. radiodifusão e Tecnologia. cultura e esporte e homenagens cívicas. Políticas relativas ao turismo. Perda de mandato de senador e transferência temporária da sede do Governo Federal. relações de Trabalho. comissão de educa. escolha dos Ministros do TcU. imprensa. Questões sobre saúde e fiscalização do sistema Único de saúde criação de estados e Territórios. Diversão e espetáculos públicos.Tabela V . comunicação.

comissão de relações relações diplomáticas e consulares. coopetura e reforma agrária rativismo e associativismo rural. 19 CMO análise dos projetos de lei relativos ao comissão Mista de plano plurianual. acompaPúblicos e Fiscalização nhamento e fiscalização orçamentária. serviços de telecomunicade infraestrutura ções e agências reguladoras. zação e controle Questões relativas ao meio ambiente. dos programas governamenambiente. Fiscalização e controle dos atos do Poder comissão de Meio executivo. CPCMS M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . minas.Comissões Mistas Permanentes SiGLa CMMC nOmE comissão Mista sobre Mudanças climáticas aTRiBUiçõES Mudanças climáticas e seus impactos econômicos e sociais. Poexteriores e Defesa lítica externa brasileira e direito internaNacional cional. Política agrícola. de crédito rucomissão de agriculral e de insumos agropecuários. Forças armadas e auxiliares. recursos comissão de serviços geológicos. CMA CRA CRE Tabela VI . Medidas de defesa do consumidor. à lei de diretrizes e baPlanos.CI Transportes em geral. Defesa do tais e da compatibilidade orçamentáconsumidor e Fiscaliria. orçamento ses e à lei orçamentária anual. representação Brasileira do Parlamento do Mercosul Defende os interesses brasileiros na composição de recomendações do Parlamento do Mercosul ao conselho executivo do Bloco. fundiária.

poder conferido a alguém ou a algum órgão para apresentar uma proposição legislativa. ou seja. M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .II) Processo Legislativo 1) Conceito Processo legislativo é o conjunto de disposições que disciplinam o procedimento a ser observado pelos órgãos competentes na elaboração das espécies normativas. ou exclusiva. como também ao rito de redação e consolidação das mesmas e inclui cinco etapas: iniciativa. Aplicado no dia-a-dia do Congresso Nacional. em algumas oportunidades. previstos na Constituição Federal. as decisões políticas não são disciplinadas pelas regras regimentais. sanção / veto. 59). o processo legislativo compreende a elaboração de emendas à Constituição. na Lei Complementar 95/1998. sendo então definidas discricionariamente. leis ordinárias. sendo a apresentação da proposição de competência de vários legitimados. A iniciativa pode ser concorrente. tramitação. quando a apresentação da proposição pertence a um só legitimado. É um ato que desencadeia o processo legislativo. leis delegadas. 20 2) Fases do Processo Legislativo a) iniciativa Iniciativa é manifestação de vontade. De acordo com a Constituição (art. Deste modo. o processo legislativo observa ritos formais. decretos legislativos e resoluções. medidas provisórias. nos Regimentos Internos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e no Regimento Comum. votação. leis complementares. Vale ressaltar que tanto o Regimento Interno da Câmara quanto o do Senado não são claros em alguns de seus dispositivos. promulgação e publicação. refere-se não apenas à tipologia das proposições. dando início à produção de novas normas. Desta maneira.

5 estados Requisito Interno: com não menos de 0. 1% do eleitorado nacional Requisito Espacial: eleitorado distribuído por. Se a matéria for modificada pela Casa Revisora.: medidas provisórias. deve retornar à Casa Iniciadora.Ainda podemos classificar a iniciativa como individual as que dependem apenas da assinatura de um autor (ex. aquelas que necessitam de apoio de outras pessoas (ex.: projetos de lei de iniciativa popular).deverão sempre iniciar sua tramitação pela Câmara dos Deputados.3% dos eleitores em cada um dos 5 estados. M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . Supremo Tribunal Federal. utilizado como parte do processo legislativo em casos específicos. projetos de decreto legislativo) e. Procurador-Geral da União e iniciativa popular . Casa Revisora: Segunda Casa que analisa e delibera sobre a proposição.Presidência da República. é necessário que para a aprovação de uma proposição pelo Congresso Nacional a mesma tenha sido analisada por ambas as Casas. coletiva. as proposições podem ter sua apreciação completa. Tribunais Superiores. Casa Iniciadora: Casa de origem. passando pelo Plenário ou podem ser apreciadas apenas pelas comissões (poder conclusivo/terminativo). para deliberação sobre a(s) mudança(s) sugerida(s) 21 Como dito anteriormente. PROJETO DE LEI DE INICIATIVA POPULAR Requisito Numérico: no mínimo. onde a proposição foi apresentada. Exemplo: Projeto de Lei Ficha Limpa (Lei Complementar 135/2010) b) Tramitação e Votação Visto que o Poder Legislativo brasileiro é bicameral. sem hierarquia entre o Senado Federal e a Câmara dos Deputados. Proposições apresentadas por senadores terão início pelo Senado Federal. explicaremos um pouco sobre os procedimentos no Plenário. pelo menos. No caso de matérias de iniciativas de deputados e de iniciativa extraparlamentar . Veremos pelo fluxo abaixo alguns detalhes da tramitação conclusiva. Em seguida.

(Fluxo I ) 22 FLUXO GERAL DO PROCESSO LEGISLATIVO M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

23 M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

1 Proposição é apresentada na casa iniciadora (cD ou sF) Definição da forma de apreciação. discussão e votação de parecer 24 M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . do regime de tramitação e despacho 2 Prazo para emendas na comissão 3 Designação de relator na comissão 4 apresentação.

5 arquivo Nã o 7 Proposição retorna à casa iniciadora Proposição é enviada à Presidência da república aprovado em todas comissões? 6 Proposição segue para a casa revisora (cD ou sF) Nã emendado na casa revisora? o 25 Sim Sim Proposição retorna à casa iniciadora arquivo Proposição é enviada à Presidência da república M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

Se sim. analisadas e deliberadas em conjunto. Projetos de iniciativa extraparlamentar estão submetidos a este regime. por exemplo). tornando-se mais célere que o ordinário.1 . as mesmas passarão a tramitar em conjunto. Esgotando-se esse prazo. a Presidência distribuirá a proposição para as comissões permanentes que tiverem competência para analisar o mérito da matéria.Regime de Tramitação: A tramitação das proposições deverá ocorrer conforme prazos definidos para cada etapa nos Regimentos Internos de cada Casa. quorum e publicação. · Prioridade: Regime que dispensa algumas exigências regimentais. * Proposições com urgência constitucional deverão ser analisadas pela Câmara dos Deputados e Senado Federal. No caso de não haver possibilidade de apensação. da mesma espécie. obedecendo os critérios definidos regimentalmente. · Urgência: Dispensa interstícios e formalidades regimentais. A urgência pode ser solicitada por parlamentares através de requerimento. . 26 LEmBRETE: Independente do regime de tramitação. além de ter prazos mais curtos. pela Presidência da República (urgência constitucional)* ou pode ser determinada pela própria natureza da matéria (projetos de declaração de guerra. a proposição deverá ser incluída na Ordem do Dia para deliberação. que trate sobre tema análogo ou correlato. que são: · Ordinário: É o regime normal de tramitação das proposições. As matérias seguirão a mesma tramitação. possibilitando uma discussão e deliberação acelerada da matéria. M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .Despacho: A Presidência da Casa antes de selecionar as comissões que são pertinentes para examinar uma nova proposição deve procurar se existe já em tramitação outra matéria.Forma de apreciação: Será definido pela Mesa Diretora se a proposição será analisada conclusivamente pelas comissões ou se será deliberada também em Plenário. Os prazos dependem do regime de tramitação da matéria. sucessivamente. . é indispensável a exigência de que haja parecer. o que chamamos de apensação. sobrestando a apreciação das demais matérias. em até 45 dias.

apenas na primeira comissão que examinará a proposição. por qualquer senador.No caso da Câmara dos Deputados. a proposta pode ser encaminhada também para a Comissão de Finanças e Tributação. 2 câmara dos Deputados: · Regime de Tramitação conclusivo: Abertura do prazo de 5 sessões. quando aspectos financeiros e orçamentários públicos estiverem envolvidos. Em segundo turno o regimento exige. Após a análise das comissões. após designação de relator. por qualquer deputado. regimentalidade e de técnica legislativa. · Regime de Tramitação Plenário: Não haverá prazo para apresentação de emendas nas comissões. para apresentação de emendas. durante a discussão. visto que não há comissão específica com competência para tanto. obrigatoriamente. Estas podem ser apresentadas no Plenário. 27 Senado Federal: · Regime de Tramitação conclusivo: Abertura do prazo de 5 dias úteis. para análise de compatibilidade ou adequação orçamentária e para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. da emenda de comissão. legalidade. para exame dos aspectos de constitucionalidade. aprovação por maioria absoluta de seus membros. por qualquer deputado ou comissão. No Senado Federal. todas as comissões permanentes tem autoridade para fazer essas análises. para apresentação de emendas. durante a discussão. turno único ou primeiro turno. Membros da comissão que analisa a proposta podem apresentar emendas a qualquer momento. · M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . anterior à designação de relator. em cada comissão que examinará a proposição. durante a discussão em apreciação preliminar. haverá abertura de prazo de 5 dias úteis para apresentação por todos os senadores perante a Mesa. ou um décimo (1/10) de todos os parlamentares. a apresentação de emendas requer assinatura de um quinto (1/5) dos deputados. Regime de Tramitação Plenário: Membros da comissão que analisa a proposta podem apresentar emendas a qualquer momento. Quando o projeto encontra-se em regime de urgência. juridicidade.

na Câmara e cinco dias úteis no Senado Federal. podendo resultar na apresentação de Voto em Separado. o autor da proposição. . a proposição é retirada automaticamente da pauta da comissão por duas sessões. Pedido de Vista – prerrogativa de qualquer membro da comissão poder solicitar a matéria em discussão para uma análise mais cuidadosa. pois.apresentação do parecer: O relator dispõe de metade do prazo total da comissão para apresentar seu parecer. tendo que. O parecer elaborado pode ser pela aprovação. líderes e parlamentares não-membros que se inscreverem. Esse tipo especial de emenda substitui integralmente o texto original da proposição. deixar a cadeira da presidência. Existe a possibilidade do presidente avocar a relatoria. LEmBRETE: A única restrição regimental para distribuição de relatoria é que o autor da matéria não poderá relatar a mesma. M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . no momento da discussão e votação de proposição que seja relator. com o pedido de vista. Podem fazer uso da palavra além dos membros da comissão. alterando-o de maneira substancial. podendo ainda ser apresentada uma emenda substitutiva (substitutivo). com ou sem emendas ou pela rejeição total. que se inicia após a leitura do mesmo. 28 A emenda é chamada de substitutivo quando o Relator propõe uma nova redação global ao projeto. Nesse período existe a possibilidade de apresentação de: · · Voto em Separado – parecer alternativo ao apresentado pelo relator que pode ser de autoria de qualquer membro da comissão. 4 .Discussão do parecer: momento para o debate sobre o mérito da proposição e sobre o parecer do relator. É muito utilizado como forma de protelar a discussão e deliberação da matéria.3 Cabe ao presidente da comissão escolher entre os membros –titulares ou suplentes– da comissão um relator.

somente poderá constituir objeto de nova proposição.A matéria resultante de proposição rejeitada. LEmBRETE: Independente dos parlamentares que participaram das discussões.Votação: momento de deliberação sobre o parecer do relator. Existe. 29 6 Aprovada em todas as comissões na Casa Iniciadora. onde seguirá os mesmos procedimentos. é necessária a presença da maioria absoluta dos membros da comissão para que se inicie a votação. não cabem mais mudanças ao texto da proposição. o prazo para interposição desse recurso é de cinco sessões e no Senado Federal. mediante proposta e aprovação da maioria absoluta dos deputados ou dos senadores. proposta emendada pela Casa Revisora retorna à Casa Iniciadora para deliberação das mudanças sugeridas. a proposição segue para análise da Casa Revisora. de cinco dias úteis. tanto na Câmara quanto no Senado. Na Câmara dos Deputados. Regimentalmente. A deliberação é relativa somente às emendas da Casa Revisora. M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . estarão sujeitas a arquivamento. Reapresentação . a possibilidade de apresentação de recurso por um décimo (1/10) dos deputados ou senadores para que a proposta seja avaliada ainda pelo Plenário. 5 Matérias rejeitadas por todas as suas comissões de mérito ou por comissão com poder terminativo. no entanto. no caso da Câmara. na mesma sessão legislativa. 7 Como vimos anteriormente. os votos contabilizados serão apenas os dos membros da comissão. que podem ser acatadas ou rejeitadas pela Casa Iniciadora. LEmBRETE: Nessa fase..

Já no Senado Federal. Contudo. com o mesmo quorum necessário para a proposição. é aberto prazo de emendas -cinco dias úteis. Votam-se os pareceres e substitutivos em ordem pré-estabelecida regimentalmente. em função do princípio da celeridade e economia processual. as comissões pelas quais a proposta tramitou deverão dar parecer sobre as mesmas. passa-se para a votação. No entanto. Para esses casos como regra geral. existe a possibilidade de apresentação de requerimentos de destaque: instrumento regimental que solicita que uma parte específica do texto seja deliberada separadamente do resto. após a tramitação pelas comissões a proposição segue para o Plenário. se em regime de urgência. órgão de deliberação máximo das Casas. o parecer sobre as emendas é dado em plenário. retorna para as comissões. devendo sua votação ocorrer imediatamente após a deliberação da matéria.para a proposição que chega ao Plenário. há necessidade da análise e votação em Plenário. onde participam todos os seus membros. onde será aberta a discussão da matéria. Havendo apresentação de emendas durante a fase de discussão. Se emendada. que emitirão parecer sobre as mesmas.PLEnÁRiO: Como dito anteriormente. M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . Nesse momento. na mesma ordem do despacho da proposição original. de regra. em casos já mencionados. só então estando a matéria apta para constar na Ordem do Dia. criou-se o instituto da tramitação conclusiva pelas comissões (fluxo 1). 30 Em seguida. na Câmara dos Deputados.

destinado à matéria do expediente e aos oradores inscritos. existem proposições que necessitam de uma maioria qualificada. como por exemplo o Dia Internacional do Cooperativismo. Destinamse exclusivamente à discussão e votação de matérias constantes da Ordem do Dia. M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . extraordinárias ou solenes: · Sessão Ordinária São realizadas apenas uma vez por dia.Sessões Parlamentares: Os debates e deliberações do Congresso Nacional são realizados em sessões ordinárias. conforme indicado no quadro abaixo: Tabela VII . em todos os dias úteis.Quórum de aprovação PROPOSiçãO Projeto de Lei Ordinária Medida Provisória Projeto de Decreto Legislativo Projeto de Lei Complementar Proposta de Emenda à Constituição Maioria Absoluta Maioria Qualificada Maioria Simples maioria (metade + 1) dos presentes na sessão. · Sessões Solenes ou Especiais São realizadas para grandes comemorações e homenagens especiais. o quórum para aprovação das proposições legislativas é de maioria simples. e Ordem do Dia. Colégio de Líderes ou por deliberação do Plenário. É dividida em Período do Expediente. · Sessão Extraordinária São realizadas em dias e horários diferentes das sessões ordinárias e convocadas pelo Presidente. contudo. para debates e deliberações. reservada à apreciação da pauta. Quórum de aprovação Regra geral. LEmBRETE: As sessões das Comissões Técnicas não podem funcionar concomitantemente com a Ordem do Dia do Plenário. QUóRUm 31 maioria (metade + 1) dos membros da Casa Parlamentar. 3/5 dos membros da Casa Parlamentar.

São arquivadas todas as proposições em tramitação no término da legislatura. total ou parcial. exceto aquelas que: a) tem pareceres favoráveis de todas as comissões. retornando a tramitação no estágio em que se encontravam no momento em que foram arquivadas. e) de iniciativa de outro Poder ou do Procurador-Geral da República. As proposições que tramitam há duas legislaturas são automaticamente arquivadas. também existem sobre o desarquivamento. e nunca sobre expressão. No final de cada legislatura são arquivadas todas as proposições em tramitação na Câmara dos Deputados. podendo ser expressa ou tácita. b) já aprovadas em turno único. c) tenham tramitado pelo Senado. que depende de sua origem e do estágio de tramitação. ou dele sejam originárias. nesse último caso. quando se tratar de inconstitucionalidade.arquivamento e Desarquivamento: As proposições legislativas. e aquelas com parecer favorável nas comissões. O veto deve ser sempre motivado. o veto deverá ser feito em texto integral de artigo. se não forem transformadas em norma jurídica após determinado período. em primeiro ou segundo turno. Em qualquer dos casos. As proposições podem ser desarquivadas por requerimento de seus autores nos primeiros 180 dias da primeira sessão legislativa ordinária da legislatura seguinte. que pode ser. d) de iniciativa popular. no sentido do acordo (sanção) ou desacordo (veto). independentemente de sua autoria. c) Sanção / Veto: Sanção é a manifestação concordante do Chefe do Poder Executivo. Assim. Elas são distribuídas aos órgãos competentes para o seu exame mas. que transforma o projeto de lei em lei. M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . de parágrafo ou item. quando houver entendimento de que o texto normativo é contrário ao interesse público. exceto as originárias da Câmara dos Deputados. O Presidente da República tem um prazo de até quinze dias úteis para se manifestar. ou por ela revisadas. podendo ser jurídico. 32 No Senado Federal o procedimento sobre arquivamento e desarquivamento de proposições é diferente. Estas últimas não poderão ser desarquivadas. são arquivadas. ou político. como existem regras sobre o arquivamento. tem um ciclo de vida.

Em regra geral. §7º). portanto. art 66. d) Promulgação É um atestado da existência válida da lei. contados separadamente. a lei começa a vigorar em todo país 45 dias depois de oficialmente publicada. como projetos de decreto legislativo e propostas de emenda constitucional. É importante ressaltar que o que se promulga é a lei e não o projeto de lei. estando a lei apta a produzir efeitos no mundo jurídico.Os vetos presidenciais são analisados pelo Congresso Nacional. Este já se transformou em lei com a sanção presidencial ou com a derrubada do veto no Congresso Nacional. LEmBRETE: Como veremos adiante. 33 e) Publicação É o ato através do qual se dá conhecimento à coletividade da existência da lei e que. A publicação é feita por quem a promulga. salvo disposição em contrário. se este não fizer em igual prazo. mas nunca uma lei sem promulgação. Se o Presidente da República não promulgar em 48 horas. O quórum para rejeição do veto é de maioria absoluta dos deputados e senadores. podemos ter uma lei sem sanção. Cabe então ao Presidente da República promulgar a lei. Conseqüentemente tais proposições são apenas promulgadas. a todos é imposto o seu cumprimento. M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . ainda que a tenha vetado (e seu veto rejeitado pelo Congresso Nacional). caberá ao Vice Presidente do Senado fazê-lo (CF. sendo condição de vigência e eficácia da lei. o Presidente do Senado a promulgará e. em sessão conjunta e votação secreta. Assim. existem proposições que não comportam sanção / veto. Em regra é o Presidente da República que verifica se a lei foi regularmente elaborada e depois atesta que a ordem jurídica está sendo inovada. em um prazo de 30 dias. É a fase que encerra o processo legislativo.

PROMULGAÇÃO E PUBLICAÇÃO M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .(Fluxo II) 34 FLUXO DE SANÇÃO/VETO.

35 M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

Veto apreciação pelo congresso Nacional 36 Presidente da república sanção Promulgação Publicação e entrada em vigor M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

Veto mantido

arquivo

Veto rejeitado

Presidente da república

Promulgação

Publicação e entrada em vigor

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2) Espécies de Proposição Legislativa:
A elaboração de normas jurídicas, no âmbito do Poder Legislativo, é feita segundo as regras de tramitação dos respectivos Regimentos Internos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, por meio de proposições legislativas. Seguem abaixo as principais espécies de proposições que tramitam nas casas do Congresso Nacional: Tabela Viii: Espécies de Proposição SiGLa MPV PEC PLC 38 PLS PDS PDC PL PLP DEScRiçãO Medida Provisória Proposta de Emenda à Constituição Projeto de Lei da Câmara dos Deputados Projeto de Lei do Senado Federal Projeto de Decreto Legislativo do Senado Federal Projeto de Decreto Legislativo Projeto de Lei Projeto de Lei Complementar caSa OnDE TRamiTa SF/CD SF/CD SF SF SF CD CD CD

LEmBRETE: Projetos de lei iniciados na Câmara dos Deputados, quando seguem para análise do Senado Federal, recebem a nomenclatura de Projeto de Lei da Câmara. Já os Projetos de Lei do Senado quando encaminhados para exame da Câmara, não possuem nomenclatura específica, sendo utilizado o termo Projeto de Lei.

M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo

a) Projeto de Lei Ordinária (PL ou PLS) conceito: Proposição legislativa utilizada para elaboração de leis gerais ou comuns. O texto constitucional se refere à lei ordinária apenas como lei, sem a utilização do adjetivo “ordinária”, visto que este está implícito. Mas quando quer diferenciá-la de outra espécie normativa, normalmente traz a expressão “lei ordinária”. iniciativa: Cabe a qualquer membro ou comissão da Câmara dos Deputados, do Senado Federal ou Congresso Nacional, ao Presidente da República, ao Supremo Tribunal Federal, aos tribunais superiores, ao Procurador-Geral da República e aos cidadãos (CF, art. 61) Tramitação: Os projetos de lei ordinária são conclusivos na comissões parlamentares, salvo: a) projetos de código; b) de iniciativa popular; c) de comissões; d) relativos a matéria que não possa ser objeto de delegação, consoante com o § 1º do art. 68 da Constituição Federal; d) que tenham sido aprovados pelo Plenário de qualquer uma das Casas; e) em regime de urgência. Além disso, devem ser analisados pelo Plenário aqueles projetos que tenham recebido pareceres divergentes por parte das comissões, no caso da Câmara dos Deputados, ou quando houver recurso de um décimo (1/10 ) dos parlamentares da respectiva Casa. Quórum: As leis ordinárias serão aprovadas por maioria simples de seus membros.

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(Fluxo III) 40 FLUXO DE TRAMITAÇÃO DE PROJETO DE LEI ORDINÁRIO (Tramitação Conclusiva) M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

41 M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

regime de tramitação e despacho comissão Designação do relator Prazo para emendas comissão apresentação de parecer 42 1 comissão Discussão e deliberação rejeitado arquivo com apresentação de recurso aprovado Prazo para interposição de recurso contra poder conclusivo sem apresentação de recurso M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .apresentação da proposição na casa iniciadora Definição da forma de apreciação.

que aprovará ou não as mudanças encaminhada à sanção do Presidente da república aprovada sem alterações encaminhada à sanção do Presidente da república M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .sem emendas comissão com substitutivo Prazo para recebimento de emendas ao substitutivo com emendas sem substitutivo 1 comissão Parecer do relator às emendas ao substitutivo 1 1 43 Proposição segue para análise do Plenário rejeitada arquivo Proposta segue para apreciação da casa revisora aprovada com alterações retorno à casa iniciadora.

cabe a qualquer membro ou comissão da Câmara dos Deputados. como é o caso do adequado tratamento ao ato cooperativo. exceto quando em regime de urgência (quando o segundo turno é dispensável).b) Projeto de Lei complementar conceito: Proposição utilizada para elaboração de espécie normativa que regulamenta normas constitucionais. iniciativa:  Assim como para as leis ordinárias. art. Quórum: As leis complementares serão aprovadas por maioria absoluta. diferenciando-se quanto ao quórum para aprovação e à obrigatoriedade de análise pelo plenário. ao Supremo Tribunal Federal. do Senado Federal ou Congresso Nacional. ao Presidente da República. Na Câmara dos Deputados. Apenas podem existir leis complementares de matérias expressamente previstas pela Constituição Federal. no plenário de ambas as Casas. LEmBRETE: NÃO existe hierarquia entre leis complementares e leis ordinárias. aos tribunais superiores. 61) Procedimento: O procedimento da lei complementar é o mesmo da lei ordinária. ao Procurador-Geral da República e aos cidadãos (CF. deve haver aprovação em dois turnos de votação. 44 M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

45 M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

(Fluxo IV) 46 FLUXO DE TRAMITAÇÃO DE PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR NA CAMÂRA DOS DEPUTADOS M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

47 M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

regime de tramitação e despacho comissão Designação do relator Prazo para emendas comissão apresentação de parecer 48 rejeitado arquivo 1 comissão Discussão e deliberação sem emendas interstício de 2 sessões Plenário Discussão em 2º turno aprovado Proposição segue para análise do Plenário Plenário Discussão em 1º turno com emendas comissões dão parecer às emendas M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .apresentação da proposição na câmara dos Deputados Definição da forma de apreciação.

sem substitutivo 1 sem emendas 1 com substitutivo comissão Prazo para recebimento de emendas ao substitutivo comissão Parecer do relator às emendas ao substitutivo com emendas 1 49 rejeitada arquivo Plenário Deliberação rejeitada arquivo aprovada Proposta segue para apreciação do senado Federal aprovada com alterações retorno à câmera do Deputados. que aprovará ou não as mudanças encaminhada à sanção do Presidente da república aprovada sem alterações encaminhada à sanção do Presidente da república M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

(Fluxo V) 50 FLUXO DE TRAMITAÇÃO DE PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR NO SENADO FEDERAL M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

51 M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

regime de tramitação e despacho comissão Designação do relator Prazo para emendas comissão apresentação de parecer 52 rejeitado arquivo 1 comissão Discussão e deliberação sem emendas Plenário Deliberação aprovado Proposição segue para análise do Plenário Plenário Discussão com emendas comissões dão parecer às emendas M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .apresentação da proposição no senado Federal Definição da forma de apreciação.

comissão com substitutivo Prazo para recebimento de emendas ao substitutivo sem emendas 1 comissão com emendas Parecer do relator às emendas ao substitutivo 1 sem substitutivo 1 53 rejeitada arquivo rejeitada arquivo aprovada Proposta segue para apreciação da câmara dos Deputados aprovada com alterações retorno ao senado Federal. que aprovará ou não as mudanças encaminhada à sanção do Presidente da república aprovada sem alterações encaminhada à sanção do Presidente da república M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

entrará em regime de urgência. Regime de urgência: Se a medida provisória não for apreciada em até 45 dias após a sua publicação. Tabela iX: Prazos na Tramitação de medidas Provisórias * TRamiTaçãO Apresentação de Emendas Parecer da Comissão Mista Apreciação pela Câmara dos Deputados Apreciação pelo Senado Federal PRazO Até o 6º dia de vigência Até o 14º dia de vigência 15º dia ao 28º dia de vigência 29 º dia ao 42º dia de vigência 54 M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . Caso não seja apreciada em 60 dias. as relações jurídicas constituídas e decorrentes de atos praticados durante sua vigência conservar-se-ão por ela regidas (CF. em até 60 dias. Se após esse prazo não for convertida em lei. 62. art. devendo o Congresso Nacional disciplinar. 62. art. haverá uma prorrogação automática do prazo. 62). Estas devem ser submetidas à apreciação do Congresso Nacional tão logo sejam publicadas no Diário Oficial (CF. quando houver desvio de finalidade ou abuso do poder de legislar. as relações jurídicas dela decorrentes. Em regra. os requisitos de relevância e urgência devem ser analisados primeiramente pelo Presidente da República (juízo discricionário) e posteriormente pelo Congresso Nacional. em situações de urgência e relevância. art. § 3º e §11). §6º).c) Medida provisória    conceito: Medidas provisórias são espécies normativas que possuem força de lei e são editadas. totalizando 120 dias. Deste modo.    Prazo de vigência:    A medida provisória vigorará por um prazo de 60 dias contados da data de sua publicação. a medida provisória perderá a eficácia desde a sua edição (efeitos retroativos). o Poder Judiciário poderá fazer um controle de constitucionalidade dos pressupostos constitucionais. Excepcionalmente. por decreto legislativo. Não sendo editado o decreto legislativo. todas as demais deliberações da Casa legislativa ficam sobrestadas até que seja concluída a sua votação (CF. pelo Presidente da República.

sendo então possível ter uma MP com prazo superior a 120 dias (CF. as MPs tem a sua tramitação iniciada diretamente no Plenário da Câmara dos Deputados e. 55 Efeitos da medida provisória sobre o ordenamento jurídico: A edição da medida provisória suspende temporariamente a eficácia das normas que com ela sejam incompatíveis. integrada por 12 Senadores e 12 Deputados. para análise prévia das medidas provisórias.715. art. revogará tais normas. M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . LEmBRETE: A medida provisória rejeitada não pode ser objeto de reedição na mesma sessão legislativa (CF. 85. §4º). não submetida a qualquer prazo. art. Desta maneira. 62. A sua reedição importará em crime de responsabilidade (CF. Como exemplo. art. §10). de 2002 expressamente prever o funcionamento de Comissão Mista. II ).   As medidas provisórias editadas em data anterior a EC 32/01 continuam em vigor até que outra medida provisória as revogue expressamente ou até deliberação definitiva do Congresso Nacional. mas se for rejeitada. de 3 de setembro de 1998. seguem para o Senado Federal. Apesar da Resolução do Congresso Nacional nº 1. 62. em seguida. temos a medida provisória nº 1.Retorno à Câmara (caso necessário) Sobrestamento da pauta Perda da vigência 43º dia ao 45º dia de vigência A partir do 46º dia Após o 120º dia * A partir da Emenda Constitucional 32/01. o prazo de tramitação das medidas provisórias passou a ficar suspenso durante o recesso. Se a medida provisória for transformada em lei. que criou o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) Quórum: As medidas provisórias serão aprovadas por maioria simples de seus membros. na prática a mesma não é instalada. serão restaurados os efeitos daquelas normas.

(Fluxo VI) 56 FLUXO DE TRAMITAÇÃO DE MEDIDA PROVISÓRIA M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

57 M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

será encaminhada à câmara dos Deputados câmara do Deputados Plenário apreciará MP Prazo: 15º ao 28º dia 58 M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .Publicação no DoU: encaminhamento ao congresso Nacional comissão mista 12 senadores e 12 deputados. mesmo número de suplentes comissão mista recebimento de emendas até o 6º dia que se segue à publicação da MP no DoU comissão mista Vencido o prazo de 14 dias. aprovado o parecer ou não.

que aprovará ou não as mudanças Prazo: 43º ao 45º dia encaminhada à sanção do Presidente da república rejeitada arquivo M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .câmara do Deputados comunicado ao Presidente da república arquivo rejeitada Promulgada pelo Presidente do congresso Nacional encaminhada à câmara dos Deputados que aprovará ou não as mudanças Prazo: 43º ao 45º dia aprovada sem alteração Senado Federal aprovada sem alteração segue para apreciação do Plenário Prazo: 29º ao 42º dia aprovada com alteração encaminhada à sanção do Presidente da república rejeitada 59 arquivo aprovada com alteração aprovada sem alteração Senado Federal segue para apreciação do Plenário Prazo: 29º ao 42º dia aprovada com alteração encaminhada à sanção do Presidente da república retorna à câmara dos Deputados.

não necessita de sanção presidencial e deve ser promulgada pelas Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. 60 LEmBRETE: Na tramitação da PEC não existe uma Casa Iniciadora e uma Revisora. e aos direitos e garantias individuais.d) Proposta de Emenda constitucional conceito: Proposições legislativas destinadas à modificar a Constituição Federal. Existem ainda cláusulas pétreas que são implícitas. § 4º) que se referem à forma federativa de Estado. ao voto direto. b) Mais da metade das Assembléias Legislativas das unidades da Federação. art. 60. pela maioria relativa de seus membros (CF. como o próprio processo de alteração da Constituição. Ademais. M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . c) Presidente da República (CF. 60. Ambas as Casas devem aprovar o mesmo texto. art. art. do estado de defesa ou de estado de sítio. universal e periódico. à separação dos Poderes. 60). a Constituição não poderá ser emendada na vigência de intervenção federal. II). art. III). iniciativa: a) Um terço. dos membros da Câmara dos Deputados (171 deputados) ou do Senado Federal (27 senadores) (CF. manifestando-se cada uma delas. 60. secreto. A proposta. se aprovada. no mínimo. Não podem ser emendadas as denominadas cláusulas pétreas (CF. Quórum: Para aprovar uma emenda constitucional são necessárias duas votações qualificadas (3/5 de votos favoráveis) em cada Casa Legislativa.

61 M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

(Fluxo VII) 62 FLUXO DE TRAMITAÇÃO DE PROPOSTA DE EMENDA CONSTITUCIONAL M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

63 M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

discussão e deliberação de parecer pela admissibilidade Prazo: 5 sessões 64 Parecer pela inadmissibilidade aprovado arquivo M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .1) cÂmaRa DOS DEPUTaDOS Parecer pela admissibilidade aprovado Comissão Especial (CESP) instalação e contituição Designação de relator Prazo: 40 sessões CESP apresentação de emendas Prazo: 10 sessões ccJc apresentação Despacho à ccJc Designação de relator entrega.

rejeitada CESP Parecer do relator (quanto ao mérito). apresentação de destaque e deliberação aprovada arquivo interstício de 5 sessões para votação em 2º turno 2º turno Discussão e deliberação aprovada rejeitada 65 encaminhada ao senado Federal arquivo aprovada sem alterações aprovada com alterações rejeitada Promulgada em sessão conjunta reinicia sua tramitação na câmara dos Deputados arquivo M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . discussão e deliberação interstício de 2 sessões para inclusão da ordem do Dia Plenário 1º turno Discussão.

Despacho à ccJ. entrega. Designação de relator.2) SEnaDO FEDERaL ccJc Leitura no Período do expediente. Publicada no DsF e em avulsos. discussão e deliberação de parecer pelo mérito e admissibilidade Prazo: 30 dias Parecer pela rejeição aprovado arquivo Plenário Parecer favorável aprovado intertício de 5 dias para inclusão na ordem do Dia 1º turno Discussão durante 5 sessões deliberativas ordinárias consecutivas. Vencido o prazo sem apreciação da ccJ 66 M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .

Plenário Deliberação em 1º turno Plenário interstício de 5 dias úteis para inclusão na ordem do Dia 2º turno Discussão durante 3 sessões deliberativas ordinárias. com emendas (não pode ser mérito) sem emendas aprovada 67 sem emendas Plenário Deliberação em 2º turno arquivo rejeitada aprovada sem alterações aprovada com alterações rejeitada Promulgada em sessão conjunta reinicia a tramitação no senado Federal aprovada sem alterações remetida à câmara dos Deputados ccJ redação Final Prazo: 5 dias arquivo aprovada com alterações M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo .ccJc com emendas análise das alterações Prazo: 30 dias arquivo ccJ análise das alterações Prazo: 5 dias rejeitada Plenário Lido parecer no Período do expediente. publicado no DsF e distribuido em avulsos: pronto para ordem do Dia.

que determina que o registro seja feito por meio de requerimento instruído com a Ata de Fundação e Constituição e o Estatuto da Frente. de modo a garantir que. 68 As frentes devem ser reinstaladas a cada legislatura. no entanto. assim. são formadas frentes parlamentares e bancadas. e extintas ao final de cada Legislatura. as frentes parlamentares são associações suprapartidárias compostas por pelo menos 1/3 dos integrantes do Poder Legislativo. regulamentadas por ato da Mesa Diretora. Organizam. que influenciam ativamente no processo legislativo. É importante ressaltar. negociam agendas específicas e têm como membros parlamentares que se colocam efetiva e explicitamente a serviço deste agrupamento. caso alguns parlamentares não sejam reeleitos.III) Frentes Parlamentares Independentemente do estado de origem e da orientação partidária. É necessário ainda a designação de um representante de cada frente. ainda assim o número mínimo de 1/3 seja alcançado. A existência de frentes parlamentares não é disciplinada por dispositivo regimental. para a efetiva comunicação com a Mesa Diretora. formas alternativas de participação no processo decisório. podendo ser presidente ou coordenador. que a denominação frente parlamentar agrega tanto grupos formais como informais. E. M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . é natural que os parlamentares compartilhem interesses em comum sobre determinados temas. de modo que existem diversas frentes que não são registradas e que assim não possuem prerrogativas como a utilização dos espaços do legislativo para a organização de reuniões e eventos ou a sua divulgação nos meios de comunicação institucionais. neste sentido. Formalmente. mas sua criação é regulamentada pelo Ato da Mesa da Câmara dos Deputados 69/2005.

no Congresso Constituinte. Depois de um período em que a representação política do cooperativismo pouco pode se expressar. em 1996. em sessão solene no Palácio do Planalto. Fernando Henrique Cardoso. Portanto. e do Distrito Federal. sua atuação parlamentar esteve em evidência ao inserir dispositivos que asseguraram a liberdade e o adequado tratamento ao cooperativismo na Constituição Federal de 1988. A frente encerra 53ª Legislatura provendo sustentação política ao cooperativismo brasileiro. e da maioria dos partidos políticos. formalmente registrada. A história da Frencoop no Congresso Nacional tem início em 1986. com a adesão de 245 parlamentares. Ao longo das quase três décadas de existência. os parlamentares iniciaram um movimento de fortalecimento da Frente Parlamentar que culminou com a sua reinstalação. em audiência concedida pelo então presidente da República. dirigentes do Sistema OCB e os representantes nacionais dos 13 ramos do cooperativismo. ao final de 1995. sendo 220 deputados federais e 25 senadores da República. participa ativamente dos debates políticos em prol do fomento do cooperativismo e colabora nas discussões das proposições de interesse nacional direcionadas para a busca da democracia e do desenvolvimento econômico com justiça social. cujo objetivo é o de trabalhar solidária e coordenadamente na defesa dos interesses do cooperativismo em toda sua extensão e níveis de governo.Frencoop A Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) é uma Frente. 69 M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . Por isso. quando passou a ter uma atuação mais forte e organizada. com representatividade de todos os estados da Federação. de natureza política e não ideológica. Seus membros são parlamentares – deputados federais e senadores da República – que independem de sua filiação partidária. a Frencoop promoveu uma significativa sinergia entre os três Poderes da República.

A população tem não só o direito. o movimento cooperativista no Congresso Nacional. que representem seus interesses. Neste sentido. M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . cuja função primordial é identificar e implementar estratégias que fortaleçam. além de participar. BONAVIDES. 70 3 4 FARHAT. monitorar os debates e deliberações que ocorrem no âmbito do Poder Legislativo é essencial para que os grupos organizados possam tomar conhecimento e influenciar no processo decisório de formulação de leis relativo ao seu setor. 2006. No caso da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). São Paulo: Malheiros. o grupo de pressão existe no momento que o grupo de interesse passa a atuar diretamente em algum dos Poderes da República. Ciência Política. Ou seja. São Paulo: Peirópolis .IV) Estratégia Parlamentar: Como vimos. sabemos que o cidadão tem outras obrigações no seu dia-a-dia e prefere deixar essas prerrogativas para grupos organizados. por meio do acompanhamento da tramitação de proposições e de questões prioritárias discutidas no âmbito do Legislativo. E. sendo o segundo uma espécie do primeiro. está aberto para receber as demandas da mesma. como define Paulo Bonavides. Saïd. 145. “grupo de interesses é todo grupo de pessoas físicas e/ou jurídicas. 2007. Mas. divisíveis dos de outros membros ou segmentos da sociedade3”. por isso. p. visando a conquista de seus objetivos específicos.Aberje. interesses. 13ª ed. Como se faz. 461. o Congresso Nacional representa diretamente os interesses da sociedade brasileira e. Lobby: O que é. formal ou informalmente ligadas por determinados propósitos. p. levando ao conhecimento do Congresso Nacional suas ânsias e opiniões. Esses grupos podem ser definidos como “grupos de interesse” ou “grupos de pressão”. defendendo seus interesses. existe uma Assessoria Parlamentar (Aspar) subordinada à Diretoria. Vejamos: para Said Farhat. “o grupo de pressão se define em verdade pelo exercício de influência sobre o poder político para obtenção eventual de uma determinada medida de governo que lhe favoreça os interesses4”. ampla e nacionalmente. Paulo. mas a obrigação de fiscalizar a atuação dos parlamentares. aspirações ou direitos.

b) agenda Semanal de Deliberações: Mapeamento das atividades legislativas –votações de proposições e audiências públicas– que serão acompanhadas pela Assessoria Parlamentar a cada semana. podem ser regimentais e não-regimentais. A agenda é também um instrumento de informação a todo o movimento cooperativista sobre os principais temas e iniciativas da OCB e da Frencoop perante o Legislativo. conforme descritas na proxima página. é necessário que a base participe e saiba claramente quais são suas demandas e expectativas em relação às mudanças que podem ser feitas na legislação do setor. com pleno domínio sobre a estrutura e funcionamento do Sistema Político Brasileiro. A estratégia parlamentar envolve dois tipos de ação: a) ações contínuas para fidelização de parcerias. além de sensibilidade de perceber o momento político mais adequado e formular estratégias de acordo.Para um acompanhamento eficiente e contínuo dos trabalhos legislativos é necessário uma equipe de profissionais capacitados. 71 ações contínuas para fidelização de parcerias: a) agenda Legislativa do cooperativismo: Contempla as principais propostas de interesse do setor que tramitam no Congresso Nacional. listadas abaixo b) ações diretas em proposições que. Não podemos esquecer que para uma atuação eficaz da equipe de assessoria parlamentar.  M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . mobilizando apoiadores. busca de apoio e prestação de contas. Seu principal objetivo é ser uma ferramenta para os parlamentares poderem atuar nos projetos tendo o conhecimento da posição do sistema cooperativista. Somente com o subsídio técnico e manifestação de vontade da base é que existe legitimidade para o trabalho de articulação parlamentar iniciar. processo legislativo e os Regimentos Internos de cada Casa. conhecimento sobre o funcionamento do Congresso Nacional.

Cada proposição é acompanhada de um resumo com os seus principais pontos. parecer do relator. ação pretendida. grupos. f) Perfil Frencoop: É um estudo com objetivo de fornecer um panorama da Frencoop. cargos anteriores. de maneira clara e transparente. com informações aos representantes do Sistema Cooperativista e das Unidades Estaduais acerca da composição da Frente e da disposição desta no Congresso Nacional. podendo ser utilizadas para a elaboração de estratégias parlamentares.   c) Relatório mensal: Tem a finalidade de destacar todas as atividades de interesse do cooperativismo que ocorreram no Congresso Nacional a cada mês. contato e as informações de data. mandato. autor. e) Perfil Parlamentar: 72 É um perfil elaborado com a intenção de fornecer informações aos estados e à Diretoria da OCB sobre o trabalho desenvolvido pelos parlamentares no Congresso Nacional. Os dados contidos na pesquisa são importantes ferramentas para a visualização do alcance da Frente em cada estado. M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . g) Publicação como criar uma Frencoop: Desenvolvido a partir do Programa Brasil Cooperativo. No caso das audiências públicas. partido e comissão. a atuação da OCB e da Frencoop – suas ações e conquistas – no âmbito do Legislativo. participação na Frencoop e outros destaques relevantes. posicionamento do Sistema. convidados e a participação de representantes do Sistema nas reuniões. contém informações sobre tema. indicando as suas áreas de interesse. Seu objetivo é divulgar. local e horário. atuação nas comissões. pelas organizações estaduais do Sistema OCB. d) Discurso Parlamentar: É o monitoramento e divulgação dos pronunciamentos parlamentares de interesse do cooperativismo. este é um manual preparado para apoiar e viabilizar a criação de Frencoops estaduais e municipais.

Entidades  Parceiras) 73 M an u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . Reunião com o Relator 15. lideranças cooperativistas e os parlamentares. Requerimento de Audiência Pública 8. da OCB e dos produtos desenvolvidos por esta assessoria. ações diretas em proposições: Estratégias Regimentais: 1. Inversão de Pauta/Ordem do Dia 6.O objetivo é assegurar a defesa dos interesses das cooperativas nacionalmente. Indicação de Relator 13. além de possibilitarem o alinhamento de estratégias e apoios e a divulgação do cooperativismo. Reunião com Outros Atores de Interesse (Governo. Apresentação de Recurso 4. Verificação de Quórum Estratégias não Regimentais: 12. Apresentação de Emenda 2. Retirada  de Pauta/Ordem do Dia 10. Lideranças. Pedido de Vista 7. Voto em Separado 11. Possuem o intuito de fortalecer o contato entre o Sistema OCB. Inclusão na Pauta/Ordem do Dia 5. Reunião com o Autor 14. Apresentação de Destaque 3. Requerimento de Redistribuição 9. h) Realização de Eventos Os eventos realizados são também importantes instrumentos de atuação institucional da assessoria parlamentar da OCB. ampliando a representação política e fortalecendo os princípios e valores cooperativistas junto à sociedade brasileira.

QUEIROZ. Regimento Interno da Câmara dos Deputados. com alterações posteriores. Por dentro do Processo Decisório: Como se Fazem as Leis. FARHAT. Congresso. 13ª ed. Saïd. de 1970. PACHECO. A Tramitação de proposições na Câmara dos Deputados: do início à fase das Comissões. BRASIL. Constituição (1988). Senado Federal. Regimento Comum: Resolução nº 1. Paulo. 2006. BRASIL. Brasília: Câmara dos Deputados. Questões sobre Processo Legislativo e Regimento Interno. 2009 QUEIROZ. Ciência Política. São Paulo: Malheiros. Câmara dos Deputados. 2009. Poder Legislativo Brasileiro: Institutos e Processos. Paula Ramos. Brasília: DIAP. Brasília: Congresso Nacional. São Paulo: Forense Jurídica. PACHECO. 2002. PINTO. Antônio Augusto de. 2006. Brasília: Câmara dos Deputados. Coordenação de Publicação. Brasília: Câmara dos Deputados. 74 M a n u a l N o ç õ e s B á s i c a s s o b re Pro c e s s o Le gi s l a t i vo . BRASIL.Bibliografia BONAVIDES. BRASIL. 2006. 2007. Luciana Botelho. Constituição da República Federativa do Brasil. 2002. São Paulo: Peirópolis . de 1970-CN. 32ª ed. Congresso. Regimento Interno: Resolução nº 93. Brasília: Associação dos Consultores Legislativos e de Orçamento e Fiscalização Financeira. Como se faz. e legislação conexa. Lobby: O que é. Luciana Botelho e MENDES. Antônio Augusto de. 2010. 2007. Edições Câmara. Brasília: Senado Federal. Congresso. Brasília: DIAP. 2007. Júlio Roberto. Por dentro do Governo: Como Funciona a Máquina Pública. 7ª ed. até 2006.Aberje.

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