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Poesia de Natal

Poesia de Natal

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O dia de Natal S. José e mais Maria iam ambos de jornada: S. José andava muito e Maria is cansada.

Viram ao longe uma casa, foram lá pedir pousada. Chamaram pela patroa, e respondeu a criada: - é um homem e sua mulher que nos vêm pedir pousada; trazem um filho nos braços, que nasceu de madrugada.
Poema popular de Gralhós – Montalegre

Natal 2011

Natal na capelinha
Conta uma história antiga que um mendigo, Doa que não tem teto nem lareira, Na noite de Natal buscou abrigo, Na ermida da Senhora da Azinheira. E no chão térreo e frio da capela Fez um borralho e uma humilde ceia, Depois foi ao altar, fixou-se n’Ela, E pô-La com o Menino à sua beira. “-Consoamos – disse ele- os três assim: O bebé faz de filho, ao pé de mim, E a Senhora, que é a Mãe, faz de quem é! Com Vós os dois, aqui, neste cantinho, Até eu, um humilde pobrezinho, Já me sinto a fazer de S. José!” Alexandre Parafita, Histórias de Natal contadas em verso B i b l i o t e c a E s c o l a r d o C a r a n d á

Neste Natal, surpreenda! Leia um poema!

O Natal da Escola
O Natal vai à escola com roupas de fantasia; num bolso leva os sonhos e no outro a poesia. O Natal pousa nos livros, no quadro e nas carteiras e deixa um pó de estrelas no fundo das algibeiras. E até o telemóvel, que na aula não deve entrar, quando toca de repente é o Natal que vem lembrar. O Natal entra na escola, na mochila e nos cadernos e segreda ao ouvido os votos que são eternos. O Natal é o recreio que a campainha anuncia; todos celebram contentes o sentido desse dia.

Há quem lhe chame magia e quem não lhe chame nada; este ano dão-nos livros com uma história ilustrada. Essa história foi contada de geração em geração e hoje quem a conta são os meninos que ali estão.
José Jorge Letria, O Livro do Natal

Ninguém sabe bem o que é esse espírito de que se fala, se vem dentro de um trenó ou no forro de uma mala. Ninguém sabe se é brinquedo ou objeto de valor, se tem nome e morada ou se é coisa de sonhador. Ninguém sabe que cor tem, se é vermelho ou amarelo, se tem caracóis prateados ou flores azuis no cabelo. Só de uma coisa há certeza e é rara e especial: aquilo de que falamos

O Espírito do Natal Ninguém sabe que forma tem, se é magrinho ou anafado, se tem perfume de sândalo ou bigodinho aparado. Ninguém sabe se é um menino ou se é um Pai Natal, se tem voz doce e timbrada ou um tom mais gutural.

é o Espírito de Natal. E esse Espírito do Natal que trabalha sem horário é doce, quente e fraterno, amigo e solidário. José Jorge Letria, O Livro do Natal

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