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Critério de Projeto

Pöyry Tecnologia Ltda. Rua Alexandre Dumas, 1901 Edifício Paramount - 2° andar 04717-004 São Paulo - SP BRASIL Tel. +55 11 3472 6955 Fax +55 11 3472 6980 E-mail: forest.br@poyry.com Data 17.05.2011

ELDORADO CELULOSE E PAPEL Projeto Eldorado Três Lagoas- MS - Brasil CRITÉRIO DE PROJETO E OBRAS CIVIS Conteúdo

N° Referência 20530.10-3000-L-0600_pt Nº Cliente 0101-3000-C-20002 Página 1 (162) e

1 INTRODUÇÃO 2 OBJETIVO 3 DEFINIÇÕES 4 CONDIÇÕES AMBIENTAIS 5 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 6 CRITÉRIOS DE PROJETO 7 ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS 8 ESPECIFICAÇÕES CONSTRUTIVAS 9 CONTROLE DE QUALIDADE TÉCNICA 10 DESCRIÇÃO DAS PRINCIPAIS CONSTRUÇÕES

Anexos

I II III IV V VI VII VIII IX X

Desenhos Padrão – Sistemas Subterrâneos (DC2) Desenhos Padrão – Estruturas de Concreto (DC3) Desenhos Padrão – Pavimentação (DC4) Desenhos Padrão – Estruturas Metálicas (DC5) Desenhos Padrão – Arquitetura (DC7) Desenhos Padrão – Instalações Hidráulicas (DC8) Desenhos Padrão – Mecânica (DM2) Tabela - Pavimentos das ilhas de Processo Tabela – Acabamentos Salas Elétricas Tabela – Referência para tipos de Pavimentos nas ilhas de Processo XI Gabarito - Elevações XII Índice do Documento (1+E) CM sdc/JCG, RFH,sms/CAS, MHE/mrm E comum

e

Distribuição ELDORADO PÖYRY AZEVEDO E TRAVASSOS DOC HOTEL

Orig. Rev. d

15.04.10 - sdc Data/Autor 07.02.11 - sdc

15.04.10 - MET Data/Verificado 07.02.11 - GSA

15.04.10 – sdc/JCG Data/Aprovado

15.04.10 –sms/CAS Data/Autorizado

Versão Original só em Inglês Observações Para Informação

07.02.11 – sdc/JCG 07.02.11 –MHE/CAS

20530.10-3000-L-0600 2

e

17.05.11 - LFG

17.05.11 - sdc

17.05.11 – sdc/JCG

17.05.11 –MHE/CAS

Onde indicado/Para Informação

3

1

INTRODUÇÃO

Caldeira de Recuperação. Cozimento. Cercas.10-3000-L-0600 4 Esse documento lida com os principais temas de construção do projeto ELDORADO.20530. Pátio de Madeira. Arruamento e Pavimentação. Caustificação e forno de Cal. Sistemas Subterrâneos. Turbogerador. Secagem de Pasta. Estocagem de Toras. Portarias e Balança. Enfardamento. Evaporação. . Linha de Fibras. Lagoas pluviais. Estação de Tratamento de água para caldeira (ETAC). Portões. Estocagem de fardos de celulose. identificando os itens a serem adotados para as seguintes principais edificações/construções: − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − Terraplenagem. Pilha de Cavacos. Compressores. Caldeira de Força/Biomassa. Chaminé. Edifícios Temporários. Torres de Resfriamento. Drenagem pluvial. Pilha de Biomassa.

20530. ao corpo de bombeiros. Planta Química. Emissário. Ponte de Tubulação. 4 CONDIÇÕES AMBIENTAIS Para condições ambientais. . Empresa que irá fazer a supervisão e fiscalização do projeto. Salas Elétricas. Adutora. Estocagem de óleo.10-3000-E-0900. 3 DEFINIÇÕES PROPRIETÁRIA: GERENCIADORA: PROPONENTES: CONTRATADA: PROJETISTA: EPC: ELDORADO CELULOSE E PAPEL. As prescrições da NR18 deverão ser estritamente seguidas (Construção. Estação de Tratamento de Efluentes. Empresa que está fornecendo o pacote completo da ilha de processo com regime de preço global. incluindo engenharia.10-3000-L-0600 5 − − − − − − − − − − − − 2 OBJETIVO Chillers. Subestação Principal. Demolição e Serviços de Reparos – Norma regulamentar aprovada pelo decreto n° 3214 de 8 de junho de 1978). 5 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA Os projetos e a execução devem atender a legislação Brasileira. aos códigos municipais. Empresa que venceu a concorrência e irá fornecer a construção civil. as normas de Higiene e Segurança no trabalho. Edifícios Administrativos. as legislações ambientais e outras legislações aplicáveis. Empresas convidadas a apresentar proposta para a construção civil. Outras construções. Empresa responsável pelo projeto de engenharia civil. O Objetivo desse documento é descrever e estabelecer os principais critérios e orientações para o projeto e construção civil do projeto ELDORADO. Estação de tratamento de água (ETA). ver documento 20530. suprimentos e Construção.

1 Documentos de Referência. Casos específicos e/ou casos omissos nessas normas serão resolvidos pela presente especificação técnica. 5. por outra especificação da ELDORADO ou pelo representante técnico da PROPRIETÁRIA. ACI. poderão ser seguidas como complemento. materiais. Normas e Especificações .20530. AISC. de qualidade reconhecida como a ASTM. Outras normas internacionais. serviços e execução de trabalhos deverão seguir a última versão das normas técnicas da ABNT e ANM (Associación MERCOSUR de Normalización). Códigos.10-3000-L-0600 6 Os projetos. ISO e AASHTO.

10-3000-L-0103 20530.10-3000-L-0010 20530.10-3000-L-0802 20530.10-3000-L-0100 20530.10-3000-L-1300 Mill Site Conditions and Mill Services General Specification for Fire Protection System Design Criteria for Ventilation and Air Conditioning Sewer System General Specification for Requirements of Brazilian Labor Ministry Regulations General Specification for Steel Tanks. Mechanical Design and Layout Criteria .10-3000-L-0006 20530.Controle de Qualidade de Estruturas Metálicas.10-3000-L-1301 20530.10-3000-L-0800 20530.10-3000-L-0600 7 ELDORADO 20530.10-3000-L-0007 20530.10-3000-L-0008 20530.10-3000-L-0300 20530.10-3000-L-0001 20530.10-3000-L-0801 20530. Shop and Field Fabricated General Specification for Painting General Specification for FRP Tanks Electrical Design Criteria 3D Modeling Instructions Especificação Técnica – Fabricação de Estruturas Metálicas Especificação Técnica – Montagem de Estruturas Metálicas Especificação Técnica.20530.10-3000-L-0105 20530.

20530.10-3000-L-0600 8 20530.10-3000-E-0900 Caracterização do Site .

20530.10-3000-L-0600 9 .

de aço de baixa liga resistentes à corrosão atmosférica para uso estrutural – Requisitos Cimento Portland de alta resistência inicial – Especificação Cimento Portland de alto forno – Especificação Cimento Portland Pozolânico – Especificação Cimentos Portland resistentes a sulfatos – Especificação Concreto .Determinação da resistência à tração por compressão diametral de corpos-de-prova cilíndricos .Ensaio de dobramento semi-guiado Método de ensaio Arame de aço – Ensaio de tração Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido – Especificação Perfis estruturais de aço formados a frio Solo .Determinação da massa específica aparente.Determinação do limite de plasticidade Solo .20530.Determinação da resistência à compressão Argamassa e concreto .10-3000-L-0600 10 ABNT NBR 5000 NBR 5004 NBR 5008 NBR 5733 NBR 5735 NBR 5736 NBR 5737 NBR 5738 NBR 5739 NBR 5741 NBR 5884 NBR 5916 NBR 5996 NBR 6010 NBR 6118 NBR 6120 NBR 6122 NBR 6123 NBR 6136 NBR 6153 NBR 6207 NBR 6323 NBR 6355 NBR 6459 NBR 6648 NBR 6649 NBR 7007 NBR 7180 NBR 7181 NBR 7182 NBR 7185 NBR 7211 NBR 7212 NBR 7215 NBR 7222 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS Chapas grossas de aço de baixa liga e alta resistência Chapas finas de aço de baixa liga e alta resistência mecânica Chapas grossas e bobinas grossas.Procedimento Cimento Portland .Procedimentos para moldagem e cura de corposde-prova Concreto.Determinação do limite de liquidez Chapas grossas de aço carbono para uso estrutural Chapas finas a quente de aço-carbono para uso estrutural Aços carbono e microligados para uso estrutural Solo .Ensaio de compressão de corpos-de-prova cilíndricos . com emprego do frasco de areia Agregados para concreto – Especificação Execução de concreto dosado em central . "in situ".Análise granulométrica Solo .Ensaio de compactação Solo .Método de Ensaio Extração e preparação de amostras de cimentos – Procedimento Perfil I estrutural de aço soldado por arco elétrico Requisitos gerais Junta de tela de aço soldada para armadura de concreto – Ensaio de resistência ao cisalhamento Zinco primário Zinco Projeto de estruturas de concreto – Procedimento Cargas para cálculo de estruturas de edificações Projeto e execução de fundações Forças devidas ao vento em edificações Blocos vazados de concreto simples para alvenaria – Requisitos Produtos metálicos .

Análise petrográfica de agregado para concreto – Parte 1: Agregado miúdo Agregados . formado a frio.Verificação da espessura do revestimento por processo não-destrutivo .Armadura para concreto Fios de aço para estruturas de concreto protendido – Especificação Cordoalhas de aço para estruturas de concreto protendido – Especificação Tanques soldados para armazenamento de Petróleo e Derivados.Índice de suporte Califórnia Cálculo de alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto.Análise petrográfica de agregado para concreto – Parte 2: Agregado graúdo Produto de aço ou ferro fundido revestido de zinco por imersão a quente . .Ensaio à compressão simples Segurança de escavação a céu aberto Projeto e execução de estruturas de concreto pré-moldado Aços para perfis laminados. Perfil tubular.Determinação da massa do revestimento por unidade de área . de seção circular. Aditivos para argamassa e concreto – Ensaio de caracterização. chapas grossas e barras.Método de ensaio Produto de aço ou ferro fundido galvanizado por imersão a quente . de deformação e da curva tensão-deformação Ações e segurança nas estruturas – Procedimento Projeto de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios Paredes de alvenaria estrutural .Método de ensaio Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido por imersão a quente .10-3000-L-0600 11 NBR 7362-1 NBR 7362-2 NBR 7362-3 NBR 7362-4 NBR 7389-1 NBR 7389-2 NBR 7397 NBR 7399 NBR 7400 NBR 7480 NBR 7481 NBR 7482 NBR 7483 NBR 7821 NBR 8261 NBR 8522 NBR 8681 NBR 8800 NBR 8949 NBR 9061 NBR 9062 NBR 9763 NBR 9895 NBR 10837 NBR 10908 Sistemas enterrados para condução de esgoto Parte 1: Requisitos para tubos de PVC com junta elástica Sistemas enterrados para condução de esgoto Parte 2: Requisitos para tubos de PVC com parede maciça Sistemas enterrados para condução de esgoto Parte 3: Requisitos para tubos de PVC com dupla parede Sistemas enterrados para condução de esgoto Parte 4: Requisitos para tubos PVC com parede de núcleo celular Agregados . usados em estruturas fixas Solo . de aço-carbono.Método de ensaio Barras e fios de aço destinados às armaduras para concreto armado .Especificação Tela de aço soldada . com e sem costura.Verificação da uniformidade do revestimento . quadrada ou retangular para usos estruturais Concreto – Determinação dos módulos estáticos de elasticidade.20530.

Determinação da resistência à tração na flexão em corpos-de-prova prismáticos Verificação de desempenho de aditivos para concreto Controle tecnológico de materiais componentes do concreto – Procedimento Concreto de cimento Portland . Parte 1: Disposições Gerais .20530.10-3000-L-0600 12 NBR 10569 NBR 11578 NBR 11579 NBR 11742 NBR 11768 NBR 11785 NBR 12142 NBR 12317 NBR 12654 NBR 12655 NBR 12768 NBR 13231 NBR 14323 NBR 14432 NBR 14931 NBR 15200 NBR15279 NBR 17505-1 Conexões de PVC rígido com junta elástica.Tipos e dimensões. controle e recebimento – Procedimento Rochas para revestimento . para coletor de esgoto sanitário .Preparo.Determinação da finura por meio da peneira 75 μm (n° 200) Porta Corta-fogo para saída de emergência Aditivos para concreto de cimento Portland – Especificação Barra anti-pânico – Requisitos Concreto . Cimento Portland composto – Especificação Cimento Portland . H e T – Requisitos Armazenamento de líquidos e combustíveis. transmissão e distribuição Dimensionamento de estruturas de aço de edifícios em situação de incêndio – Procedimento Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimento Execução de estruturas de concreto – Procedimento Projeto de estruturas de concreto em situação de incêndio Perfis estruturais de aço soldados por alta freqüência (eletrofusão) – Perfis I.Análise petrográfica Proteção contra incêndio em subestações elétricas de geração.

10-3000-L-0600 13 .20530.

massa específica aparente e absorção de água Agregados para concreto – Exame Petrográfico Concreto .Determinação do tempo de pega Determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone Concreto – Preparação das bases dos corpos-de-prova e testemunhos cilíndricos para ensaio a compressão Concreto – Preparação de Concreto em Laboratório Concreto – Ensaio de compressão de corpos de prova cilíndricos Concreto .Análise química .Determinação de massa específica.Determinação da resistência à tração na flexão de corpos-de-prova prismáticos Cimento Portland .Redução da amostra de campo para ensaios de laboratório Agregados – Verificação da reatividade potencial pelo método químico Agregado miúdo. óxido de cálcio e óxido de magnésio Cimento Portland e outros materiais em pó .Determinação da massa unitária e do volume de vazios Agregado graúdo – Ensaio de abrasão "Los Angeles" Agregado miúdo . óxido férrico.10-3000-L-0600 14 AMN NM 9 NM 10 NM 14 NM 23 NM 26 NM 27 NM 28 NM 30 NM 33 NM 45 NM 51 NM 52 NM 53 NM 54 NM 55 NM 65 NM 67 NM 77 NM 79 NM 101 NM 102 ASSOCIACIÓN MERCOSUR DE NORMALIZACIÓN Concreto e argamassa .Determinação dos tempos de pega por meio de resistência à penetração Cimento Portland .Método de Ensaio .Análise química . massa específica aparente Agregado graúdo .Determinação da exsudação .Determinação da absorção de água Concreto .Disposições gerais Cimento Portland .Método de arbitragem para determinação de dióxido de silício. óxido de alumínio.Determinação da massa específica Agregados – Amostragem Agregados .Amostragem de concreto fresco Agregados .Determinação de massa específica.20530.

10-3000-L-0600 15 NM 248 Agregados .Determinação da composição granulométrica .20530.

10-3000-L-0600 16 .20530.

10-3000-L-0600 17 NR 04 MINISTÉRIO DO TRABALHO Serviços especializados em Engenharia de Segurança e Medicina Ocupacional .20530.

10-3000-L-0600 18 NR 18 Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção .20530.

10-3000-L-0600 19 .20530.

heat treated. alloy steel. Deformed and Plain Carbon Steel bars for Concrete Reinforcement Method for Static Segregation of Self-Consolidating Concrete Using Column Technique. plates. Standard specification for high-strength low alloy columbium-vanadium structural steel. heat treated. Standard Specification for cold-formed welded and seamless carbon steel structural tubing in rounds and shapes Standard Specification for Hot-Formed welded and Seamless Carbon Steel Structural Tubing.20530.10-3000-L-0600 20 ASTM ASTM A6 ASTM A36 ASTM A242 ASTM A307 ASTM A325 ASTM A490 ASTM A500 ASTM A501 ASTM A563 ASTM A572 ASTM F436-04 ASTM C33-03 ASTM C150-05 ASTM C1157-03 ASTM C260-06 ASTM C595-07 ASTM C494-05/ ASTM C494M-05 ASTM C1017/ C1017M-03 ASTMC1602/ C1602M ASTM A615/ A615 ASTM C1610 ASTM C1611 ASTM C1621 ASTM A706M /A706 ASTM A996M /A996 AMERICAN STANDARD OF TESTS AND MATERIALS Standard Specification for general requirements for rolled structural steel bars. shapes and sheet piling. 60000PSI tensile strength Standard specification for structural bolts. Standard specification for carbon structural steel Standard specification for high-strength low-alloy structural steel Standard specification for carbon steel and studs. Standard Specification for Carbons and Alloy Steel Nuts. 150Ksi minimum tensile strength. steel. Standard Specification for hardened steel washers Concrete Aggregates Portland cement Performance Specification for Hydraulic Cement Air Entraining Admixtures for Concrete Blended Hydraulic Cements Chemical Admixtures for Concrete Chemical Admixtures for use in producing flowing concrete Mixing Water Used in the Production of Hydraulic Cement Concrete. Standard Test Method for Passing Ability of SelfConsolidating Concrete by J-Ring. 120/105 Ksi minimum tensile strength. Standard Test Method for Slump Flow of SelfConsolidating Concrete. Standard Specification for structural bolts. Low-Alloy Steel Deformed and Plain bars for Concrete Reinforcement Standard Specification for Rail-Steel and Axle Steel Deformed bars for concrete Reinforcement .

20530.10-3000-L-0600 21 ASTM D4263 Standard Test Method for Indicating Moisture in Concrete by the Plastic Sheet Method .

20530.10-3000-L-0600 22 .

1R-05 AMERICAN CONCRETE INSTITUTE Building Code Requirements for Reinforced Concrete.10-3000-L-0600 23 ACI ACI 318 ACI 216. Requirements for Determining Fire Resistance of Concrete and Masonry Construction Creep and Skrinkage in concrete Tolerances for Concrete Construction and Materials Guide to Mass Concrete .20530.107 /ACI 216.107 ACI 209 ACI 117-90 ACI 207.

10-3000-L-0600 24 ACI 207.2R-07 Report on thermal and volume effects on cracking of mass concrete .20530.

20530.10-3000-L-0600 25 .

20530.10-3000-L-0600 26 AISC AMERICAN INSTITUTE OF STEEL CONSTRUCTION .

20530.10-3000-L-0600 27 ANSI/AISC 360-05 Specification for Structural Steel Buildings .

10-3000-L-0600 28 .20530.

20530.10-3000-L-0600 29

AASHTO AASHTO GDPS-4

AMERICAN ASSOCIATION OF STATE AND HIGHWAY TRANSPORTATION OFFICIALS Guide for Design of Pavement Structures

20530.10-3000-L-0600 30

AASHTO

LRFD Bridge Design Specification

20530.10-3000-L-0600 31

20530.10-3000-L-0600 32 ISO ISO 12944 ISO 10816 INTERNATIONAL STANDARD ORGANIZATION Paints and varnishes – Corrosion protection of steel structures by protective paint systems Mechanical Vibrations – Evaluation of Machine vibration by measurements on non-rotating parts .

Tensile Test.10-3000-L-0600 33 ISO 6892 Metallic Materials.20530. Method of test at ambient temperature .

20530.10-3000-L-0600 34 .

10-3000-L-0600 35 EUROCODE .20530.

10-3000-L-0600 36 EUROCODE 2– Part 3 Design of Concrete Structures: Liquid retaining and containment structures. .20530.

10-3000-L-0600 37 .20530.

20530.10-3000-L-0600 38 FMGlobal 1-28 1-28R/ 1-29/R Wind Design Roof System .

20530.10-3000-L-0600 39 1-54 Roof Loads for New Construction .

6.3 Cargas de Projeto As cargas agindo nas estruturas podem ser dividas em quarto grupos: − Cargas gerais. fissuração e tensões térmicas.000 e E2.1 Critério de Durabilidade Vida útil das estruturas As estruturas deverão ser projetadas. É uma consideração técnica que considera o programa de manutenção estabelecido pela PROPRIETÁRIA. Essas estruturas deverão ser pintadas de acordo com o esquema de pintura Nº 01 (documento 20530. A elevação em relação ao nível do mar é de 320m.2.000. durabilidade e uma aparência aceitável por 30 anos. cidade situada a 680 km a noroeste de São Paulo – SP.Industrial) de acordo com a ISO 12944-2 – Classification of environments. cargas de vento e empuxo de solo. 6.000 –N14.000.35” de Longitude Oeste. O intervalo de durabilidade não é um “tempo de garantia”. 6. − Fluência. As coordenadas geográficas do site são: 20º 35’ 58.500. − Cargas devido aos equipamentos e veículos. O sistema de coordenadas a ser utilizado no projeto é o sistema cartesiano: N12.1 Cargas Gerais . − Cargas especiais agindo nas estruturas.500.10-3000-L-0009 – General Specification for Painting).2.000.20530.1 CRITÉRIOS DE PROJETO Condições Locais A fábrica será instalada aproximadamente 35 km de Três Lagoas.000-E6.2.2 6.3 Acabamento e pintura das estruturas metálicas O intervalo de durabilidade (ISO 12944-1) a ser considerado para a estrutura metálica é médio (M) – 5 a 15 anos. sem a aplicação de manutenções ou reparos não programados. sobrecargas. 6.10-3000-L-0600 40 6 6.2 Controle da Corrosão As estruturas metálicas das áreas de processo listadas a seguir devem ser classificadas dentro da categoria de corrosão atmosférica C5-I (Muito Alta .3. 6.94” de Latitude Sul e 51º 36’ 24. construídas e operadas de maneira a manter a segurança.10-3000-E-0900 – Caracterização do Site. como cargas permanetes. As condições climáticas e outras informações do site encontram-se no documento 20530.

Deverão estar incluídos os empuxos de terra e sub-pressão de água nos solos escavados.5 KN/m2 Coberturas: − Lajes de concreto com acesso esporádico 1 KN/m2 de pessoas − Lajes de concreto sem equipamentos.5 KN/m2 Nas vigas de edifícios com equipamentos pesados deverá ser considerada uma carga concentrada de 10KN. Deverá ser sempre considerada a pior situação de carregamento. . deverão ser informadas. escadas e patamares 2. acima das indicadas nesse item. tubulação e itens similares permanentemente ancorados e/ou suportados pela estrutura.3. Sobrecargas.10-3000-L-0300) e o layout. áreas privativas e sociais 2 KN/m2 2 Plataformas de manutenção Mecânica 5 KN/m Plataformas.1.3. Em terças e longarinas deverá ser considerada uma carga concentrada de 1.3.1 Geral As sobrecargas atuantes nos pisos e lajes de processo deverão seguir os projetos/layouts mecânicos. (O piso deverá ser dimensionado para a carga da empilhadeira / veículos) Escritórios. piso térreo 10 KN/m2 Secagem (wet end). 6. a ser confirmado pelo fornecedor 20 KN/m2 do equipamento Secagem de Pasta .10-3000-L-0600 41 As cargas permanentes e sobrecargas deverão atender os requisitos mínimos da NBR 6120. dutos.5 KN.20530. acabamentos. equipamentos. apenas 2 KN/m2 para acesso do pessoal de manutenção − Lajes de concreto com equipamentos 10 KN/m2 − Coberturas metálicas 0.2.1. As sobrecargas atuantes nas Salas elétricas deverão atender o Critério de Projeto Elétrico (documento 20530. As sobrecargas mínimas a serem consideradas para o projeto estrutural deverá ser conforme segue: − − − − − − − − − − Edifícios de processo.2 Cargas Acidentais 6. utilizadas nos telhados metálicos das ilhas de processo.Estocagem de rolos 45KN/m2 Salas Elétricas e MCC 10 KN/m2 Porão de Cabos 5 KN/m2 Depósito de Celulose – Estocagem de Fardos de celulose 63KN/m2.1. 6.1 Cargas Permanentes As cargas permanentes consistem no peso total das estruturas.

documentos e layout do fornecedor. baixa percepção por parte de pessoas e ausência de vibrações nocivas às estruturas deverão ser demonstradas através da análise dinâmica do conjunto estrutura/equipamentos em operação nas situações mais críticas.4 Cargas de Vento Forças de vento agindo em estruturas deverão ser calculadas de acordo com a NBR 6123. 6. A velocidade básica de vento a ser considerada é Vo = 40m/s.) 6. 6.3. Cargas de tráfego: 180KN/eixo para tráfego de veículos Distância entre rodas (Bitola): 2500mm Distância entre eixos: 1350mm − Força horizontal Tangencial: 15KN/roda − 100KN/eixo.1. bases e estruturas sujeitas a carregamento dinâmico deverão ser projetadas levando em consideração os efeitos combinados de cargas estáticas e dinâmicas.5. valores ou outros requisitos específicos determinados pelo fabricante do equipamento a norma ISO 10816 deverá ser seguida. como no caso do pátio de estocagem de toras.20530. Os coeficientes de segurança do tombamento e deslizamento não deverão ser inferiores a 1. a carga real por eixo deverá ser verificada para o tipo ou modelo de empilhadeira a ser utilizado.3.3 Cargas Dinâmicas Fundações.2.5 Empuxo de terra e água A estabilidade das estruturas sujeitas ao empuxo de terra deverá ser demonstrada com a utilização os coeficientes de empuxo em repouso (KO) ou ativo (KA).2. as seguintes combinações de carga deverão ser consideradas: • Peso próprio da estrutura / fundação + peso próprio do equipamento + cargas dinâmicas • Peso próprio da estrutura + peso próprio do equipamento + sobrecargas + cargas dinâmicas As condições de operação do equipamento.1.1. − Obs: No caso de cargas dinâmicas.2 Cargas de equipamentos Cargas estáticas e dinâmicas dos equipamentos: − DE acordo com o diagrama de carga/ desenhos. − . Para o dimensionamento e execução dos telhados deverão ser atendidos os requisitos dos documentos 1-28. Caso não existam normas.29R e 1-54 da FM Global.2. 1-28R/1.3. O memorial de cálculo deverá ser submetido à aprovação da PROPRIETÁRIA.10-3000-L-0600 42 6.3.1. mínima carga para tráfego de empilhadeiras (Em cada área da fábrica.2.

fluência. 6.6 Cargas Especiais Incêndio: Todas as estruturas e materiais deverão atender os requisitos da NBR 14432. com a finalidade de minimizar os volumes de empréstimo e bota-fora. O fator de segurança à flutuação não deverá ser inferior a 1.7 Retração. − Estruturas metálicas deverão ser projetadas de acordo com a NBR 14323. Fluência e esforços devido à variação de temperatura Retração.2. 317.1.5 Sistemas Subterrâneos Os sistemas subterrâneos da fábrica serão compostos das seguintes redes: .5m para a estação de tratamento de água A área de empréstimo e bota-fora para aterro e reaterro está localizada dentro dos limites da fazenda Santa Vera.0m para a estação de tratamento de efluentes. 6. − − Explosão: 5KN/m2 nas áreas requeridas. 296. A área de bota-for a encontra-se também dentro dos limites da fazenda (Compensação de material).4 Terraplenagem As elevações dos platôs de terraplenagem da fábrica foram definidas baseadas na compensação de material de corte e aterro. Montagem: De acordo com o diagrama de carga ou layout / Plano de Rigging. − As estruturas de concreto deverão ser projetadas de acordo com a NBR 15200. 6. esforços provenientes de variações de temperatura deverão ser calculados de acordo com a ABNT NBR 6118.5m para os prédios industriais. área do pátio de madeiras. 6.20530.3. quando pertinente.2. 305.1.2. incluindo aquelas que possam ocorrer durante a fase de construção.2.3.8 Projeto Estrutural O projeto estrutural deverá indicar nos desenhos de formas todas as cargas atuantes sobre as lajes/estruturas/pisos. − Elev.1. A terraplenagem geral do site foi prevista com as seguintes cotas de elevação para os platôs: − Elev. A densidade de compactação deverá ser 98% do Proctor Normal.10-3000-L-0600 43 Deverá ser demonstrada a capacidade das estruturas a resistir os esforços de subpressão da água e a segurança à flutuação da estrutura. Empuxos de terra e água deverão ser considerados para todas as combinações possíveis. − Elev. 6. com ± 2% de desvio de umidade ótima.3.

8 Estruturas de Concreto . pavimentos e pisos.10-3000-L-0600 44 − − − − ERW – Rede de água pluvial. O esgoto sanitário será coletado das plantas EPC e será encaminhado à estação de tratamento de esgoto. por exemplo. O piso sob o Pipe Rack da fábrica deverá ser em bloco de concreto intertravado paginado colorido. A CONTRATADA deverá proceder. A drenagem pluvial será feita por gravidade até o rio Paraná e reservatório. a qualquer momento.6 Ruas e Pavimentos As ruas internas da fábrica foram planejadas com largura de 8 ou 12m e raio de curvatura menor ou igual a 30m. todas as investigações geotécnicas e ensaios que considerar necessários para desenvolver o projeto de fundação. sob sua única e exclusiva responsabilidade. A inclinação máxima das rampas deverá ser 8% e a mínima inclinação para drenagem. áreas de descarga de combustíveis. e custo.10-3000-L0008 . (Ver documento 20530. WFP – Rede de água potável. ESW – Rede de esgoto sanitário. WFF – Rede de água de incêndio. caso solicitado pela PROPRIETÁRIA.7 Investigações Geotécnicas Os relatórios de sondagem fornecidos pela ELDORADO têm um caráter meramente ilustrativo e não são garantia de ser uma amostra representativa de todas as características geológicas e geotécnicas das condições locais. como. Nas áreas administrativas e no pátio de madeiras deverão ser utilizados blocos de concreto intertravados. O Efluente de processo será coletado das plantas EPC e bombeado para a ponte de tubulação até a planta de tratamento de efluentes.Sewer System) 6. Pavimento de concreto armado deverá ser aplicado nas áreas onde é necessária a garantia de estanqueidade.3%.6. a memória de cálculo e o relatório de opinião especializada em geotecnia aplicada aos projetos de fundação. A principal solução para as ruas internas da fábrica é em pavimento asfáltico. 6. 6. 0.20530.1 Pavimento das ilhas de processo Os pavimentos das ilhas de processo deverão ser conforme a tabela de referência do Anexo X. A CONTRATADA deverá apresentar. 6.

procedimentos executivos cuidadosos e corretos são fundamentais para o projeto de estruturas de contenção de líquidos. Em lajes e paredes delgadas (20cm).1 Projeto de estruturas de contenção de líquidos 6. especificar as propriedades mecânicas do material de constituição da junta elástica.6. sempre que possível.10-3000-L-0600 45 Todas as estruturas de concreto deverão ser projetadas de acordo com as ABNT NBR 6118. O diâmetro das armaduras não deverá ser menor que 8mm. As dimensões das peças devem ser de 20cm. o desenho tipo. perto das faces internas e externas. Devem ser registradas pela FISCALIZAÇÃO e exigidas que sejam seguidas.20530. no mínimo. em cada direção. como em reservatórios de água potável e decantadores. para reduzir o risco de descontinuidades e falhas e para promover uma vida útil apropriada. com lado mínimo de 15cm. deve-se garantir o espaçamento das malhas de armadura por meio de estribos-espaçadores de plástico. A densidade da armadura de distribuição deverá ser no mínimo 20% da densidade da armadura principal e o espaçamento máximo das armaduras deverá ser 150mm. deve ser maior ou igual a 5 cm em caso de pilares.8.1. 6. malhas de aço com espaçamento máximo de 150mm. As juntas estruturais de movimentação devem ser definidas pelo projetista e detalhadas no projeto. Não se deverá fazer concreto em contato com solo muito agressivo ou submerso em águas muito agressivas.8 deverão ser consultados e seguidos. Os limites listados na tabela apresentada no item 8. Para as obras de contenção de líquidos.42 deverão ser utilizados. em massa < 0. Quando as juntas tiverem de ser estanques. devem ser evitados os cantos vivos. os detalhes de posição e de fixação da junta e o material de preenchimento a ser usado no vazio da mesma. Para estruturas de contenção de líquidos somente os concretos com relação água/ (cimento+adições ativas). As armaduras das lajes de fundo e lajes de tampas deverão ser no mínimo 12mm. NBR 14931 e NBR 9062. . A CONTRATADA é a responsável pela estanqueidade do concreto e é a única responsável por todos os reparos necessários em caso de descontinuidades ou falta de estanqueidade.1 Recomendações do projeto estrutural Um projeto estrutural adequado. as dimensões da junta elástica.8. empregando-se mísulas convenientemente armadas. O cobrimento das armaduras para concreto em contato com solo ou água. levando em consideração os requisitos mínimos já especificados previamente nesse documento. Deverá ser adotado o valor mais conservador. As peças da estrutura que precisam ser estanques devem ter. vigas e face inferior da laje de cobertura e de fundo.

duráveis. tolerâncias rigorosas quanto ao posicionamento dos cabos e ao alinhamento e verticalidade das formas. eficientes. e que possam receber o concreto novo e. além de exigências especiais relativas à técnica e ao controle de execução.8.8.20530. 6. conforme item 7.10-3000-L-0600 46 Não será permitido o uso de formas deslizantes nas estruturas de contenção de líquidos.1.1.4 Juntas tipo Elástica Pré-Moldada . preferencialmente 19mm (brita 1) − O teor de argamassa seca deve estar entre 45% e 55%. de fácil aplicação e espalhamento. recomendam-se: − Sistema SELANTE hidroexpansível tipo fita MASTERFLEX 610 com 10 x 25 mm de secção transversal e comprimento variável de até 15 m. Para o caso especial do concreto para as paredes dos tanques. no desenho executivo. dando-se preferência a pouca argamassa no caso de areias finas e mais argamassado no caso de areias grossas. Devem constar.3 Selantes Hidroexpansivos Para as juntas de concretagem deverão ser utilizados os selantes hidroexpansivos tipo poliuretano hidroexpansível ou borracha hidroexpansível (ou hidrodilatável ou hidrofílica). abatimento do tronco de cone (comprovar que o “slump” se mantém nessa faixa nas condições operacionais de obra por pelo menos o período de tempo requerido na obra para descarga do concreto do caminhão betoneira): − 10cm ≤ “slump” ≤ 14cm − Dimensão máxima do agregado graúdo: − Dmax ≤ 25mm.6. Dispensa ponte de aderência (SIKA). O projetista deve fixar no método executivo de paredes de tanques e reservatórios. Junta de concretagem é algo necessário e deve ser corretamente planejada e executada evitando-se as temidas juntas frias.8. atual BASF).8.1. pela implicação que possam ter com as hipóteses de cálculo. que tenham certa aderência ao concreto velho ou existente. SIKASWELL VP com seção transversal de 10 x 25 mm e comprimento variável.2 Concreto Dever-se-á utilizar concreto C40SA. não previstas ou mal executadas. Preferentemente. considerando ainda: − Consistência do concreto fresco. Sobre o substrato de concreto já endurecido aplicar ponte de aderência ADHESIVO MASTERFLEX (ex-Degussa. todas as recomendações importantes relativas à operação / manutenção preventiva. − Sistema SELANTE hidroexpansível tipo perfil extrudado no local. é recomendável que o teor de argamassa seja acrescido para 56% a 58%. Antes do início de operação todas as estruturas de contenção de líquidos deverão ser submetidas a teste hidrostático de pelo menos 72h. ao mesmo tempo.1. 6. 6.

− MASTERFLEX 2000 (Junta de PVC pré-moldada para selamento de Juntas) da BASF. − MATA JUNTA VEDACIT (Junta elástica pré-moldada para concreto da VEDACIT). − Ao perceber que não cabe mais pedras. amassada com pouquíssima água que contenha 30% em volume de aditivo de base acrílico/estireno.5 de areia úmida. numa espessura de 1 a 2 cm. tipo Ancoragem Cone 50 ou Cl da SH Formas ou Hand-e-form da Rohr. − Secar a superfície do concreto do excesso de água. Para evitar tal problema é fundamental utilizar argamassa sem retração conforme item 7. O maior problema de preenchimento desses furos é o risco de retração de secagem.2 Projeto de Concreto Massa 6. Utilizar um soquete de madeira tipo cabo de marreta para introduzir e compactar o maior número possível de pedras no fundo do furo.2 e socar o maior número possível de pedras. com extremidades para poder se segurar as formas. Preferencialmente. Os cones serão escolhidos em função do cobrimento projetado.20530. − Aplicar essa argamassa seca no fundo do furo. repetir a operação (5 e 6). além de uma excelente cura.10-3000-L-0600 47 Deverá ser prevista a instalação de juntas tipo elástica nas juntas de dilatação das estruturas hidráulicas. dentro da argamassa que já está lá. para 1 de areia fina e úmida. e curar com um saco de aniagem encharcado preso na superfície do furo reparado.8.5 Tirantes de forma Os tirantes de forma recomendados são os de núcleo perdido. Uma vez desformadas as paredes. aplicando mais uma camada de argamassa seca numa espessura de 1 a 2 cm. − Umedecer o concreto com bastante água por uns 15 minutos. Os furos superficiais deixados pela retirada dos mesmos deverão ser preenchidos segundo o procedimento a seguir.8. se deverão retirar ou cortar as pontas e os cones. − Dar o acabamento superficial com argamassa de areia e cimento no traço de 1 de cimento para 1. recomendam-se − Perfilado SIKA (Junta elástica pré-moldada para concreto em PVC da SIKA). obtendo uma argamassa de consistência equivalente a “terra seca” ou “massa de moldar” e bem homogênea. − Escolher manualmente brita 1 lavada e limpa.8.2. ou seja. O objetivo é conseguir uma estrutura estanque ainda no concreto estrutural: − Escarificar energicamente as paredes do furo com ponteiro e talhadeira. até preencher o furo. 6. compactando cada pedra manualmente na argamassa.1 Resistência do Concreto . 6. Socar o maior número possível de pedras e assim sucessivamente. manualmente. − Preparar uma argamassa forte de traço em volume de 1 de cimento Portland CP II E 32 ou 40 ou CP III 40. úmida e contínua por pelo menos 10 dias.3.1. deixá-lo na condição de “saturado superfície seca”.

91. Eventual uso de pós-resfriamento do concreto pronto. contendo os respectivos procedimentos e a temperatura limite exigida. a previsão de arranques das armaduras e utilização de formas especiais. o tipo e a quantia necessária que será considerada no traço de concreto. Portanto. se a concretagem será executada em mais de uma etapa.8. Descrição das juntas de contração. quando não for utilizado um sistema de concretagem ininterrupto. . contendo a quantidade.10-3000-L-0600 48 Recomenda-se considerar fck. Informação sobre os tipos de vibradores que deverão ser utilizados para adensamento do concreto. Esse fato pode ocorrer quando não há possibilidade da concretagem de um elemento estrutural em uma só vez. descrevendo a altura das mesmas e a forma de execução. − − − − Toda obra que utilize o sistema de concreto-massa. Eventual uso de água gelada. Previsão das etapas de concretagem. e a temperatura limite exigida. com os respectivos equipamentos. Eventual necessidade de refrigeração de agregados graúdos. caso essa seja uma restrição de projeto determinada pelo estudo térmico. solicitações adicionais às supracitadas podem ser exigidas. ou seja. o concreto poderá ser controlado aos 28 dias de idade através da consulta das equações da NBR 6118 ou do ACI 209.2.2 Premissas de Projeto De posse do estudo térmico. ou se as mesmas possuem inclinações e/ou ângulos preferências. constando o diâmetro da agulha que pode variar em função do diâmetro máximo do agregado. nas notas dos respectivos projetos executivos devem obrigatoriamente constar todas as premissas referentes ao plano detalhado de concretagem. se faz necessária a elaboração de um plano detalhado de concretagem que conste as informações mínimas necessárias: − − − − − Eventual uso de gelo. Previsão das camadas de concretagem. através de notas indicativas e detalhes pertinentes que facilitem a execução na obra. constando o procedimento de resfriamento. Informar o procedimento das juntas de concretagem. Essa medida visa permitir a redução do consumo de cimento por metro cúbico e conseqüentemente. se as mesmas serão feitas ao longo de toda área em uma única cota ou se serão feitas em “degraus”. localização e espaçamento máximo entre as mesmas e ainda se as mesmas deverão sofrer algum tipo de tratamento específico.20530. À critério da PROPRIETÁRIA e em virtude do nível das especificidades do projeto. resistência característica do concreto à compressão aos 91 dias de idade e evitar exigir resistência a 28 dias ou menos. deverá constar o período mínimo de intervalo para concretagem da etapa posterior e as necessidades construtivas que implicam essa tomada decisão. redução do calor de hidratação. estruturais e/ou executivos. Ademais. como por exemplo. as quais também devem fazer parte de notas explicitas em projetos executivos. deve ser registrada de forma explicita nos projetos arquitetônicos. contendo o procedimento de resfriamento e a temperatura limite exigida que será considerada no traço de concreto. 6. ou seja.

plantas. − Memoriais de cálculo. durante as montagens com guindastes − HVAC e ventilação natural. e pisos existentes. − Desenhos isométricos. cálculos para estruturas. deverão ser apresentados os seguintes documentos: − Projeto de movimento de terra complementar. − Desenhos das estruturas metálicas. incêndio. − SPDA e aterramento − − − − − − − . relatórios técnicos. − Projeto de sistemas subterrâneos dentro da ilha de processo (água. − Projeto detalhado de passarelas. − Plano de rigging. elétrica. − Especificações construtivas.20530. esgoto. incluindo aqueles que suportam equipamentos ou atividades que geram esforços dinâmicos. − Planilhas de materiais e serviços. etc).9 Documentos de Projeto A CONTRATADA de cada área de processo deve submeter à aprovação da PROPRIETÁRIA todos os critérios de projeto. Os documentos necessários para projeto são: Desenhos de formas. Desenhos de cargas nas fundações. pisos e fundações. − Layout geral das instalações do canteiro. − Projeto de combate a incêndio. − Projeto das fundações dos equipamentos. − Desenhos de paisagismo. caixas. Ademais. − Desenhos de pavimentação. − Redes para efluentes e pluviais. − Relatório ou parecer técnico sobre as fundações. Desenhos para aprovação nos órgãos competentes (solicitados pelas autoridades locais). telefone. − Desenhos de sinalização vertical e horizontal. guarda-corpos e acessos. − Layout dos equipamentos e suas cargas. Os documentos acima deverão ser entregues de acordo com o cronograma distribuído e acordado com todas as CONTRATADAS nos documentos do Contrato. Instalações sanitárias prediais Esgoto sanitário. − Cronograma detalhado. − Lista detalhada de todos os suportes. − Desenhos arquitetônicos (Locação. fundações e colunas. dados. − Projeto de escavações a céu aberto. Desenhos de locação de estacas. − Projeto de proteção das redes enterradas. − Desenhos arquitetônicos (Acabamentos e detalhes). cortes e fachadas). Desenhos de armação.10-3000-L-0600 49 6.

Deve-se evitar a ocorrência de mais de 4% de mica. CP II E 32. Os seguintes cimentos são recomendados. utilizar preferencialmente cimento RS (resistente a sulfatos). 7 7. em ordem decrescente de preferência: CP III 32 de acordo com NBR 5735. São recomendados cimentos Portland de alto forno e cimentos Portand Pozolânicos. por sua natureza e/ou quantidade. compactos. de acordo com NBR 11578.2. possam afetar a hidratação e o endurecimento do cimento. 3 (três) dimensões espaciais da mesma ordem de grandeza e ser as mais homogêneas possíveis. a proteção da armadura contra corrosão. Cimentos com filler calcáreo (CP II F 32 e 40) e cimentos de alta resistência inicial (CP V ARI) deverão ser evitados por razões de durabilidade. É obrigatória a análise petrográfica dos agregados realizada por um laboratório especializado. Essa análise deverá ser feita para identificar uma possível reatividade com o álcali do cimento. a durabilidade ou.1 7. para cada tipo de agregado. Para Requisitos de Controle de Qualidade ver item 9.1. de grãos angulosos e ásperos ao tato. 7. O agregado miúdo deverá ser natural. Dever-se-á também realizar obrigatoriamente. diabásio ou basalto e eventualmente britas calcárias.2. ou seja. quando for requerido.1. ou artificial. que deverão necessariamente pertencer ao Vendor List da PROPRIETÁRIA. Para o agregado graúdo serão obrigatoriamente utilizadas britas de gnaisse. CP IV 32 de acordo com NBR 5736. Para Requisitos de Controle de Qualidade ver item 9.1. Deverão ter forma normal.2 Cimento Todos os cimentos Portland a serem empregados devem atender às normas ABNT NBR. Deverão ter forma normal.20530. NBR 12654 e NBR 12655. . 3 (três) dimensões espaciais da mesma ordem de grandeza. ou seja. proveniente do britamento de rochas estáveis. Não devem conter substâncias que.1 ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS Concreto Agregados Os agregados devem ser compostos por grãos de minerais duros. granito. CP II E 40. o aspecto visual externo do concreto. Todos os agregados devem atender às especificações da NBR 7211. CP II Z 32 e CP II 40. Para estruturas de contenção de líquidos.10-3000-L-0600 50 A CONTRATADA de processo deverá apresentar a lista dos seus projetistas de engenharia.2. no mínimo o teste acelerado de barras ASTM 1260. duráveis e limpos. Deverão ser seguidas as recomendações da ABNT NBR 7389 e NM54.

7. em nenhuma hipótese. O uso de plastificantes PA e super-plastificantes SPA também está proibido.3. de acordo com a NBR 11768 Aditivos com idade superior a 6 meses de fabricação devem ser necessariamente ensaiados para verificação de sua eficiência. sem açúcar ou sal. Aditivos recomendados (apenas para orientação. é apropriada para uso em concreto. para aumentar a compacidade do concreto. em relação à massa final de cimento. Os operadores da central ou da betoneira deverão ser treinados e orientados sobre os cuidados no manuseio e dosagem correta dos aditivos. o uso de aditivos aceleradores à base de cloreto de cálcio em qualquer estrutura de concreto armado ou protendido. reduzir o consumo de cimento.2.5 Água de Amassamento e Cura A água potável isenta de microorganismos. uma vez que a dosagem do concreto é uma responsabilidade da CONTRATADA) Aditivos de redução de água e controle e melhoria da trabalhabilidade: − Plastificantes tipo P ou PR. Antes de iniciar qualquer concretagem é necessário estocar quantidade suficiente de água para o amassamento do concreto e sua cura (aproximadamente 500 L/m3). 7. reduzir riscos de reações deletérias tipo álcali-agregado.20530. A água de amassamento do concreto deverá apresentar pH entre 5. nos concretos com designação SA. − Super Plastificantes tipo SP.1.0 e respeitar os seguintes limites máximos: . Águas não potáveis que atendam aos requisitos da tabela abaixo também podem ser empregadas como água de amassamento e cura.3 Adições Ativas É obrigatório o uso de adições ativas tipo sílica ativa ou metacaulim. ou superplastificantes. Não superar 10% de adição no caso do metacaulim nem 8% no caso da sílica ativa.8 e 8. de acordo com a NBR 11768. Não se deve permitir o início de qualquer concretagem se a condição acima não for atendida.4 Aditivos Não será permitido. Para Requisitos de Controle de Qualidade ver item 9. e o calor de hidratação aumentando sobremaneira a durabilidade do concreto.10-3000-L-0600 51 7.1.1.

20530.10-3000-L-0600 52 Matéria orgânica (expressa em oxigênio consumido) Resíduo sólido Sulfatos (expresso em íons SO4-) 3 mg/l 5000 mg/l 300 mg/l .

10-3000-L-0600 53 Cloretos (expresso em íons Cl-) 1000 mg/l .20530.

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7.1.5.1 Armaduras para o Concreto As categorias de aço a serem utilizadas como armaduras para as estruturas de concreto armado deverão ser nervuradas. As seguintes barras deverão ser utilizadas: Aço CA-50: Armaduras longitudinais em geral (vigas, pilares, fundações, lajes, etc.) Aço CA-60 B: Armaduras transversais, armaduras de distribuição (estribos, lajes, telas para piso etc.) As barras deverão atender as normas NBR7480, NBR 7481, NBR 7482 e NBR 7483. Para Requisitos de Controle de Qualidade, ver item 9.2.5 7.1.6 Grau de Resistência dos Concretos Para que os diferentes tipos de concreto a ser empregados tenham uma durabilidade satisfatória durante toda a vida útil da estrutura, deverão seguir as seguintes características: 7.1.6.1 C10 (Concreto Magro) − Resistência característica aos 28 dias: fck ≥ 10 MPa − Slump máximo: 10 cm 7.1.6.2 C20SA (Concreto para estaca Hélice Contínua) O concreto a ser utilizado na concretagem das estacas “hélice contínua monitorada”, deve atender à NBR 12655 e a esta especificação: (parte obrigatória) − Concreto fresco (parte obrigatória e objeto de controle externo de recebimento): − Abatimento (“slump 250±10mm, conforme NM67; − Dmax = 12,5mm, brita zero, conforme NBR 7211; − Diâmetro do “slump test” de 600mm a 710mm, (slump flow), conforme ASTM C 1611 (direto, invertido, índice de observação visual); − Deve passar no ensaio de coesão e fluidez, chamado ensaio do anel (J-Ring), conforme ASTM C 1621; − Ter baixa segregação estática, no ensaio de coluna, conforme ASTM 1610; − Ter baixa exsudação total de água ≤ 1%, conforme NM 102; − Concreto endurecido (parte obrigatória e objeto de controle externo de recebimento): − fck ≥ 20MPa, aos 28 dias, conforme NBR 5738 e NBR 5739. Durabilidade (parte obrigatória e objeto de controle externo de recebimento): − adição de Metacaulim ou sílica ativa ou cinza de casca de arroz em teores acima de 5% em massa de cimento.

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Recomendações para dosagem desse concreto: (parte orientativa que fica a critério do executor, uma vez que a dosagem é de responsabilidade da CONTRATADA) − − − − − − − Agregados: deverá atender a NBR 7211, em especial não reativos com os álcalis do cimento (evitar risco de reação álcali-agregado); Cimento: CP III; Aditivos: plastificantes, incorporadores de ar, aceleradores, retardadores, desde que atendam a NBR 10908; NBR 11768 e NBR 12317; Adições ativas: metacaulim (≤ 10%), silíca ativa (≤ 8%), pozolanas totais incluindo as já presentes no cimento (≤ 25%), cinzas de casca de arroz (≤ 8%) em proporções limitadas no máximo indicado; Relação água / (cimento+adições ativas) < 0,56; Consumo de (cimento + adições ativas) ≥ 400kg/m3; Teor de argamassa seca α ≥ 56%, entendido como a relação porcentual, em massa seca, entre (cimento + adições + finos + agregado miúdo) / (cimento + adições + finos + agregado miúdo + agregado graúdo).

7.1.6.3 C20 (Concreto para guias, bueiros, calçadas e caixas) − − − − Resistência Característica aos 28 dias: fck ≥ 20 MPa Fator água / cimento: ≤ 0,56; Cimentos a ser empregados: ver item 7.1.2 Consumo de água máximo por m³, necessário para reduzir riscos de retração por secagem, deformação lenta excessiva, fissuras, e deformação: 175 kg/m³ (L/m³). − Aditivos, nas doses especificadas pelos fabricantes até um teor máximo de 2% da massa do cimento conforme item 7.1.4. NOTA: é recomendável estudar a compatibilidade cimento / aditivo, seja no campo ou no laboratório, pelo menos 14 dias antes do lançamento, verificando eventual demora exagerada na secagem medindo as resistências da argamassa aos 3, 7 e 14 dias. 7.1.6.4 C20SA (Concreto para bueiros, calçadas e caixas) − − − − Resistência Característica aos 28 dias: fck ≥ 20 MPa Fator água / cimento: ≤ 0,56; Cimentos a ser empregados: ver item 7.1.2 Consumo de água máximo por m³, necessário para reduzir riscos de retração por secagem, deformação lenta excessiva, fissuras, e deformação: 175 kg/m³ (L/m³). − Aditivos, nas doses especificadas pelos fabricantes até um teor máximo de 2% da massa do cimento conforme item 7.1.4. NOTA: é recomendável estudar a compatibilidade cimento / aditivo, seja no campo ou no laboratório, pelo menos 14 dias antes do lançamento, verificando eventual demora exagerada na secagem medindo as resistências da argamassa aos 3, 7 e 14 dias. − Para aumentar a durabilidade e reduzir a penetração dos íons cloreto, dever-se-á obrigatoriamente utilizar sílica ativa ou metacaulim conforme item 7.1.3.

20530.10-3000-L-0600 56

NOTA: A quantidade de sílica ativa ou metacaulim adicionada, deverá ser subtraída do peso final do cimento, para se obter a resistência característica exigida para este concreto. 7.1.6.5 C30 (Concreto Estrutural) − − − − Resistência Característica aos 28 dias: fck ≥ 30 MPa Fator água / cimento: ≤ 0,5; Cimentos a ser empregados: ver item 7.1.2. Consumo de água máximo por m³, necessário para reduzir riscos de retração por secagem, deformação lenta excessiva, fissuras, e deformação: 175 kg/m³ (L/m³). − Aditivos, nas doses especificadas pelos fabricantes até um teor máximo de 2% da massa do cimento conforme item 7.1.4. NOTA: é recomendável estudar a compatibilidade cimento / aditivo, seja no campo ou no laboratório, pelo menos 14 dias antes do lançamento, verificando eventual demora exagerada na secagem medindo as resistências da argamassa aos 3, 7 e 14 dias. 7.1.6.6 C30SA (Concreto Estrutural) − − − − Resistência Característica aos 28 dias: fck ≥ 30 MPa Fator água / (cimento+adições+finos): ≤ 0,47; Cimentos a ser empregados: ver item 7.1.2 Consumo de água máximo por m³, necessário para reduzir riscos de retração por secagem, deformação lenta excessiva, fissuras, e deformação: 175 kg/m³ (L/m³). − Aditivos, nas doses especificadas pelos fabricantes até um teor máximo de 2% da massa do cimento conforme item 7.1.4. NOTA: é recomendável estudar a compatibilidade cimento / aditivo, seja no campo ou no laboratório, pelo menos 14 dias antes do lançamento, verificando eventual demora exagerada na secagem medindo as resistências da argamassa aos 3, 7 e 14 dias − Para aumentar a durabilidade e reduzir a penetração dos íons cloreto, dever-se-á obrigatoriamente utilizar sílica ativa ou metacaulim conforme 7.1.3. 7.1.6.7 C35SA (Concreto Estrutural) − Resistência Característica aos 28 dias: fck ≥ 30 MPa − Fator água / (cimento+adições+finos): ≤ 0,45; − Cimentos a ser empregados: ver item 7.1.2 − Consumo de água máximo por m³, necessário para reduzir riscos de retração por secagem, deformação lenta excessiva, fissuras, e deformação: 175 kg/m³ (L/m³). − Aditivos, nas doses especificadas pelos fabricantes até um teor máximo de 2% da massa do cimento conforme item 7.1.4. NOTA: é recomendável estudar a compatibilidade cimento / aditivo, seja no campo ou no laboratório, pelo menos 14 dias antes do lançamento, verificando eventual demora exagerada na secagem medindo as resistências da argamassa aos 3, 7 e 14 dias − Para aumentar a durabilidade e reduzir a penetração dos íons cloreto, dever-se-á obrigatoriamente utilizar sílica ativa ou metacaulim conforme 7.1.3. 7.1.6.8 C40 (Concreto Estrutural)

3. concreto seco) − Fator água / (cimento+adições+finos): ≤ 0. nas doses especificadas pelos fabricantes até um teor máximo de 1% da massa do cimento conforme item 7. − Aditivos.42.1. nas doses especificadas pelos fabricantes até um teor máximo de 2% da massa do cimento conforme item 7.6.2 − Consumo de água máximo por m³. − Aditivos. necessário para reduzir riscos de retração por secagem. 7.42. necessário para reduzir riscos de retração por secagem.2 Consumo de água máximo por m³. necessário para reduzir riscos de retração por secagem.4.4. . − Usar agregados graúdos de Dmax < 25mm (Brita 2).1.1. − Cimentos a ser empregados: ver item 7. 7 e 14 dias.1.1. fissuras. dever-se-á obrigatoriamente utilizar sílica ativa ou metacaulim conforme 7.6. e deformação: 175 kg/m³ (L/m³). e deformação: 175 kg/m³ (L/m³).9 C40SA (Concreto Estrutural) − Resistência Característica aos 28 dias: fck ≥ 40 MPa − Fator água / (cimento+adições+finos): ≤ 0. para se obter a resistência característica exigida para este concreto 7. seja no campo ou no laboratório. NOTA: A quantidade de sílica ativa ou metacaulim adicionada deverá ser subtraída do peso final do cimento.1.20530. Cimentos a ser empregados: ver item 7. − Aditivos. pelo menos 14 dias antes do lançamento. provenientes de rocha sã e não reativos (RAA). pelo menos 14 dias antes do lançamento.4.1.42. − Teor de argamassa seca ≥ 50% − Fator água / materiais secos ≤ 0. deformação lenta excessiva.1. nas doses especificadas pelos fabricantes até um teor máximo de 2% da massa do cimento conforme item 7. fissuras.075 (Mantidas as demais exigências) − Início de pega < 90min (tempo contado depois do concreto chegar ao pé da construção com forma deslizante) − Resistência do concreto medida através de esclerômetro de reflexão no concreto da obra: > 5% (Na parede. 7 e 14 dias − Para aumentar a durabilidade e reduzir a penetração dos íons cloreto. deformação lenta excessiva. junto ao “pé” da forma para permitir seu deslizamento) − Cimento a ser empregado preferencialmente: CPV ARI RS − Consumo de água máximo por m³.10-3000-L-0600 57 − − − − Resistência Característica aos 28 dias: fck ≥ 40 MPa Fator água / cimento: ≤ 0. verificando eventual demora exagerada na secagem medindo as resistências da argamassa aos 3. seja no campo ou no laboratório.10 C40ER-SA (Concreto estrutural de endurecimento rápido para formas deslizantes) − Resistência Característica aos 28 dias: fck ≥ 40 MPa − Slump: 50 ± 10mm (ou seja. fissuras. e deformação: 175 kg/m³ (L/m³). deformação lenta excessiva. NOTA: é recomendável estudar a compatibilidade cimento / aditivo. verificando eventual demora exagerada na secagem medindo as resistências da argamassa aos 3. NOTA: é recomendável estudar a compatibilidade cimento / aditivo.

20530. Para procedimento de execução ver item 8. 7. A resistência deverá ser no mínimo igual a da base de concreto na qual ela será aplicada. Cuidar do cobrimento mínimo dos “furos dos varões guias”. NOTA: A quantidade de sílica ativa ou metacaulim adicionada deverá ser subtraída do peso final do cimento. 7 e 14 dias. Composto Polimérico ARC® da Chesterton (100% resina Novolac.3. pelo menos 14 dias antes do lançamento.1 Argamassas e Grautes Argamassa de cimento e areia Composta de cimento Portland. O cobrimento deverá ser no mínimo 40mm e ao retirar os varões os furos deverão ser preenchidos com graute. A maior dimensão dos grãos de areia não deverá exceder metade da menor dimensão dos nichos a serem preenchidos ou base a qual será aplicada. 7. Não usar incorporadores de ar nem aceleradores de pega e endurecimento a base de cloretos. Os véus sintéticos deverão ser tipo Nexus ou Sontara. no máximo 45 minutos antes da sua aplicação. bicomponentre.2 Revestimento anti -corrosivo para Concreto Canaletas e pisos que necessitem de proteção anti-ácida ou anti-alcalina deverão ser revestidas. Proporção cimento/areia deverá ser 1:2. seja no campo ou no laboratório. para se obter a resistência característica exigida para este concreto. No caso de utilização de plástico reforçado com fibras de vidro deverá ser utilizada mantas de fibra de vidro e véu sintético. verificando eventual demora exagerada na secagem medindo as resistências da argamassa aos 3.10-3000-L-0600 58 NOTA: Deve-se tomar cuidado com aditivos plastificantes ou redutores de água. Estão homologados os seguintes produtos: Plástico reforçado com fibras de vidro composto por resina estér vinílica DERAKANE MOMENTUM 411-350 da Ashland. A argamassa deverá conter uma quantidade mínima de água de espalhamento e aplicação e deverá ser amassada. Pode ser empregado gelo em substituição à parte da água de amassamento para reduzir riscos de fissuras.3 7. Deverão ser aplicadas no mínimo duas mantas. As mantas de fibra de vidro deverão ter densidade de 450g/m2. − Para aumentar a durabilidade e reduzir a penetração dos íons cloreto. reforçada com carga mineral) Revestimento reforçado com fibra de vidro CEILCOTE da International-AkzoNobel.11. sem solvente. . pois podem atrasar a pega e endurecimento do concreto. é recomendável estudar a compatibilidade cimento / aditivo. dever-se-á obrigatoriamente utilizar sílica ativa ou metacaulim em proporções de 5% a 6% do peso do cimento. areia e água.

V-1-Grauth Tix da Otto Baumgart (Tixotrópica). preparo e mistura da argamassa. Sikagrout ou Sikagrout 250 da Sika (Para verter). Poderão ser utilizados outros produtos com características equivalentes. aplicação e cura da mesma. Sikagrout TIX da Sika (Tixotrópica). Poderão ser utilizados os produtos abaixo: − − − − − − Masterflow 490 da BASF (Para verter).) ou para colar revestimentos de pisos. Essas argamassas deverão ser empregadas seguindo estritamente as especificações do fabricante quanto ao preparo do substrato. . Isenta de cloretos 20 MPa 30 MPa 37 MPa 45 MPa de 15 minutos a 2 horas ou o catálogo do fabricante. A argamassa deverá ter uma resistência mínima à compressão de acordo com a NBR 5739: − − − − − − − − Usos: − − − − − Grauteamento de bases para equipamentos ou estruturas metálicas. de partes desagregadas. Preenchimento de cavidades 1 dia 3 dias 7 dias 28 dias Tempo de expansão conforme catálogo do fabricante. Quando aplicadas sobre concreto. ou tixotrópicas para aplicar em superfícies verticais ou em fundos de vigas e lajes. Fator água/pó 0.3. Ancoragem de chumbadores.126 ou conforme o catálogo Utilizar essa argamassa como graute com espessura máxima recomendada pelo fabricante. 7. Reparos em concreto estrutural (Especialmente as tixotrópicas).10-3000-L-0600 59 Aplicação: nivelamento de superfície para apoio de peças pré-moldadas (Tampas de canaletas. o mesmo deve estar isento de pó. Emcekrete 40 ou Emcekrete 60 da MC Bauchemie (Para verter). de gorduras. V-1-Grauth ou V-2-Grauth da Otto Baumgart (Para verter). etc. saturado de água.2 Argamassa/ Graute cimentício sem retração Podem ser argamassas fluidas para verter. vigas.20530. Fixação de trilhos. Tempo de aplicação 20 minutos ou conforme o do fabricante. porém seco ao toque.

pasta de cimento ou pingos de óleo. Anchorflow EP ou Combextra EPR da ANCHORTEC (Para verter). quando o ar dos nichos já tenha saído e não exista possibilidade de que fique ar preso. preparo e mistura da argamassa. 7.3.10-3000-L-0600 60 No caso de utilizar essa argamassa como graute com espessura superior a 6cm ou para preencher cavidades. aplicação e cura da mesma. bem como a possibilidade de fissuração. . O grauteamento de máquinas ou placas de suporte deve ser obrigatoriamente feito após o grauteamento das ancoragens. adicionar agregado graúdo para preencher nichos com a finalidade de reduzir a quantidade de material empregado. Essas argamassas devem ter alta resistência ao arrancamento de barras ou chumbadores ancorados nos nichos por elas preenchidos. 25 a o 1. Poderão ser utilizados os produtos abaixo: − − − − − − HVA. Estes produtos deverão ser empregados seguindo estritamente as especificações do fabricante quanto ao preparo do substrato.20530. o mesmo estar completamente secos e curados. Emcekrete EP da MC Bauchemie (Para verter). sem perda de partículas. poeira. Sika Anchorfix 3 da Sika (Tixotrópica). Masterflow 211 da BASF (Para verter). A argamassa deve ter uma resistência à compressão mínima de acordo com a NBR 5739 (Concreto – Ensaio de compressão de corpos de prova cilíndricos): − − − − − − − 2 horas 4 horas 1 dia 7 dias Resistência a Cortante (BS 2782) dias Massa específica conforme catálogo do fabricante. 40 Validade após mistura minutos ou conforme catálogo do fabricante. As proporções de aditivos deverão seguir as especificações do fabricante.3 Argamassa / graute a base de resinas (Argamassa de ancoragem) A base dessa argamassa é uma resina epóxi ou de poliéster. HY-150 e RE-500 da Hilti (Tixotrópica). Quando aplicados sobre concreto. formando bolhas.80 g/cm3 ou o 40 MPa 50 MPa 60 MPa 70 MPa 20 MPa após 7 Utilização: − Grauteamento de bases para equipamentos ou estruturas metálicas (Para verter). Devem ser utilizadas sempre argamassas de endurecimento normal (Produtos de endurecimento rápido devem ser estritamente evitados). Sikadur 42 CL da Sika (Para verter).

Ancoragem de barras de aço para concreto armado (Para verter e . 120/105 Ksi minimum tensile strength. heat treated. NBR 9763. Preenchimento de cavidades (para verter) 7. steel. Ancoragem de chumbadores (Para verter e Tixotrópicos). ASTM A490 – Standard Specification for structural bolts. As seguintes especificações de material da ASTM material deverão ser empregadas: ASTM A6 – Standard Specification for general requirements for rolled structural steel bars. nas zonas de beiral e cumeeira. as estruturas metálicas de cobertura deverão ser projetadas com tesouras em perfis laminados ou soldados e as terças.4 Estruturas Metálicas As estruturas metálicas deverão ser projetadas de acordo com a NBR 8800. plates. − − − Fixação de trilhos (Para verter). de acordo com a NBR 7007. shapes and sheet piling. ASTM A242 – Standard specification for high-strength low-alloy structural steel. alloy steel.4. Para atender os requisitos da maioria das companhias de seguro. ASTM A36 – Standard specification for carbon structural steel. deverão ser espaçadas e/ou reforçadas considerando a pressão de vento calculada de acordo com a os Data sheets da FMGlobal. ASTM A572 – Standard specification for high-strength low alloy columbiumvanadium structural steel. ASTM A501 – Standard Specification for Hot-Formed welded and Seamless Carbon Steel Structural Tubing. ASTM A307 – Standard specification for carbon steel and studs. 150Ksi minimum tensile strength. ASTM A563-Standard Specification for Carbons and Alloy Steel Nuts. ASTM F436-04 – Standard Specification for hardened steel washers.20530.10-3000-L-0600 61 − Tixotrópico). ASTM A500 – Standard Specification for cold-formed welded and seamless carbon steel structural tubing in rounds and shapes. 60000PSI tensile strength ASTM A325 – Standard specification for structural bolts. heat treated. ASTM e outras normas relacionadas. 7.1 Tipos de Aço As estruturas metálicas deverão ser fabricadas com aços estruturais com capacidade de ductilidade e soldabilidade.

− Cumeeiras. para permitir dilatação das telhas.65mm de espessura. calibradas diariamente. mínimo 0. com suportação adequada. 7. O revestimento da fibra de vidro deverá ser feito com resina Ester vinílica DERAKANE MOMENTUM 411-350. − Suportes: de aço inox 304L. As peças devem ser feitas por injeção ou pultrusão. − Telha inferior. Para tanques em FRP ver documento 20530. A perfuração dos parafusos deverá ser feita com as ferramentas apropriadas. − Garantia mínima: 15 anos. − Observação: Poderá ser utilizada telha de alumínio natural com 1mm de espessura no lugar da telha de aço galvanizado com 0.65mm de espessura. de 0.65mm de espessura − Isolamento térmico em manta de lã de rocha. densidade 32kg/m 3. com furos ovais. perfil trapezoidal.2 Telhado metálico zipado simples − Telhas de chapa de aço zincada a quente pós-pintada ou pré-pintada (caso seja garantida a durabilidade).80mm de espessura. rufos e pingadeiras do mesmo material e fabricante das telhas.1 Coberturas Telhado metálico com telha zipada e isolamento térmico Os telhados metálicos isolados deverão ter: − Telhas de chapa de aço zincada a quente e pós-pintada ou pré-pintada (caso seja garantida a durabilidade) no sistema “coil coating”com pintura tipo 3515 (35 micrômetros na face externa e 15 micrômetros na interna). mínimo 0. para permitir dilatação das telhas . com espessura suficiente para obter os valores de condutibilidade térmica k. no sistema “coil coating”com pintura tipo 35-15 (35 micrômetros na face externa e 15 micrômetros na interna). 7. − Telha superior zipada. rufos e pingadeiras do mesmo material e fabricante das telhas. estipulados caso a caso.5 Plástico Reforçado com Fibra (FRP ou PRFV) As peças de FRP deverão ser fabricadas com núcleo de fibra de vidro. − Inclinação mínima: 3 %. para evitar o amassamento/rompimento da borracha. − Parafusos auto perfurantes e auto atarraxantes de aço galvanizado. com furos ovais.6. − Cumeeiras. em aço inox AISI 304L.10-3000-L-0600 62 Materiais com classificação em outras normas.20530. − Suportes: de aço inox 304L. nunca parafusados.6. mas com qualidade equivalente poderão ser utilizados com aprovação da PROPRIETÁRIA.6 7. − Calhas: de aço zincado pré-pintado.65mm de espessura. − Telha zipada com no mínimo 0.10-3000-L-0105. − Espaçadores: tipo cartola. 7. − Passarelas e sistemas de proteção contra descargas elétricas deverão serem fixados ao telhado por meio de clips.

0 MPa. − Observação: Poderá ser utilizada telha de alumínio natural com 1mm de espessura no lugar da telha de aço galvanizado com 0. − Passarelas e sistemas de proteção contra descargas elétricas deverão serem fixados ao telhado por meio de clips. As paredes estruturais deverão ser feitas com blocos estruturais com resistência mínima a compressão de 6. Cobertura em Telhas Translúcidas As telhas translucidas serão em policarbonato alveolar.65mm de espessura. NBR-8949 e NBR-10837.10-3000-L-0600 63 − Parafusos auto perfurantes e auto atarraxantes de aço aluminizado A perfuração dos parafusos deverá ser feita com as ferramentas apropriadas. 7. calibradas diariamente. Os blocos deverão ter dimensões constantes de 19x19x39cm e/ou 19x19x19cm. nunca parafusados. na cor branco leitoso e deverão ter a mesma seção das telhas metálicas.20530. nunca parafusados. Ref.1 Fechamentos Laterais Alvenaria As alvenarias serão feitas em blocos de concreto de qualidade.6.3 Telhado metálico simples − Telhas de chapa de aço zincada a quente pós-pintada ou pré-pintada (caso seja garantida a durabilidade).65mm de espessura. no sistema “coil coating”com pintura tipo 35-15 (35 micrômetros na face externa e 15 micrômetros na interna). − Garantia mínima: 15 anos. − Garantia mínima: 15 anos.4 . 7.7 7.80mm de espessura.7. para permitir dilatação das telhas − Parafusos auto perfurantes e auto atarraxantes de aço aluminizado A perfuração dos parafusos deverá ser feita com as ferramentas apropriadas. Glasser ou equivalente. rufos e pingadeiras do mesmo material e fabricante das telhas. de 0. − Observação: Poderá ser utilizada telha de alumínio natural com 1mm de espessura no lugar da telha de aço galvanizado com 0. calibradas diariamente.65mm de espessura. − Inclinação mínima: 3 %. − Calhas: de aço zincado pré-pintado. 7. Deverá ser preservada a qualidade do material e da instalação. para evitar o amassamento/rompimento da borracha. Todos os blocos deverão atender as normas NBR-6136. − Telha trapezoidal com no mínimo 0. − Cumeeiras.80mm de espessura. − Passarelas e sistemas de proteção contra descargas elétricas deverão serem fixados ao telhado por meio de clips. de 0. para evitar o amassamento/rompimento da borracha. − Calhas: de aço zincado pré-pintado. − Suportes: de aço inox 304L. com furos ovais. com suportação adequada.6. − Inclinação mínima: 3 %. com suportação adequada.

0 MPa. − Passarelas e sistemas de proteção contra descargas elétricas deverão serem fixados ao telhado por meio de clips.2. com furos ovais. − Observação: Poderá ser utilizada telha de alumínio natural com 1mm de espessura no lugar da telha de aço galvanizado com 0. nunca parafusados. − Suportes: de aço inox 304L.65mm de espessura − Isolamento térmico em manta de lã de rocha. de 0.2 Fechamento em Telhas 7. As paredes não estruturais deverão ser feitas com blocos de fechamento não estruturais com resistência a compressão mínima de 4. rufos e pingadeiras do mesmo material e fabricante das telhas. − Telha inferior.7.2 Fechamento Metálico Simples − Telhas de chapa de aço zincada a quente pós-pintada ou pré-pintada (caso seja garantida a durabilidade). com suportação adequada.2.1 Fechamento lateral metálico com isolamento Os fechamentos metálicos isolados deverão ter: − Telhas de chapa de aço zincada a quente e pós-pintada ou pré-pintada (caso seja garantida a durabilidade) no sistema “coil coating”com pintura tipo 3515 (35 micrômetros na face externa e 15 micrômetros na interna). − Cumeeiras.65mm de espessura. . mínimo 0. 7. − Telha superior zipada. em aço inox AISI 304L. − Inclinação mínima: 3 %. − Telha zipada com no mínimo 0. estipulados caso a caso. no sistema “coil coating”com pintura tipo 35-15 (35 micrômetros na face externa e 15 micrômetros na interna). com suportação adequada.7.65mm de espessura. para permitir dilatação das telhas − Parafusos auto perfurantes e auto atarraxantes de aço aluminizado. 7. com furos ovais. − Suportes: de aço inox 304L. densidade 32kg/m 3. − Inclinação mínima: 3 %. − Observação: Poderá ser utilizada telha de alumínio natural com 1mm de espessura no lugar da telha de aço galvanizado com 0.80mm de espessura. de 0. − Calhas: de aço zincado pré-pintado. nunca parafusados. − Garantia mínima: 15 anos. − Garantia mínima: 15 anos. − Espaçadores: tipo cartola. − Calhas: de aço zincado pré-pintado. para permitir dilatação das telhas. com espessura suficiente para obter os valores de condutibilidade térmica k. mínimo 0. − Passarelas e sistemas de proteção contra descargas elétricas deverão serem fixados ao telhado por meio de clips.7. perfil trapezoidal. rufos e pingadeiras do mesmo material e fabricante das telhas. − Parafusos auto perfurantes e auto atarraxantes de aço galvanizado.65mm de espessura.10-3000-L-0600 64 As alvenarias estruturais terão reforços verticais e horizontais (blocos canaleta) preenchidos com concreto C 30 armado.80mm de espessura.20530.65mm de espessura. − Cumeeiras.

drenagem.2. A CONTRATADA tem que prover. todos os recursos humanos.20530. quanto para trabalhos permanentes. incluindo equipamentos. o objeto final de seu escopo. Deverão ser atendidas todas as normas brasileiras do Ministério do Trabalho. pessoas terceirizadas e todos os trabalhadores envolvidos na execução de serviços e trabalhos necessários para atender a finalidade do contrato. A responsabilidade não poderá ser transferida e inclui todos os equipamentos.3 Fechamento em Telhas Translúcidas As telhas translucidas serão em policarbonato alveolar. Deverá ser preservada a qualidade do material e da instalação. tanto para trabalhos temporários como escoramento temporário de valas ou fundações. na cor branco leitoso e deverão ter a mesma seção das telhas metálicas. especificações e documentos listados no item 5 – Documentos de Referência deverão ser estritamente seguidos. 8. o atendimento dessas normas. por custa e responsabilidade própria. construções e instalações envolvendo qualquer ocorrência associada aos trabalhos e serviços objeto desse fornecimento.7. a sua custa. pavimentação. Todas as normas relacionadas com a construção civil. 8 8. totalmente dedicada durante a construção do site.1 ESPECIFICAÇÕES CONSTRUTIVAS Atendimento às Normas Todas as normas. A calibração dos equipamentos deverá ser mecânica.3 Levantamento Topográfico A CONTRATADA deverá prever como inclusa no seu escopo e orçamento uma equipe de topografia completa.4 Terraplenagem . Toda a documentação deverá ser incluída no Data Book. andaimes. 8.10-3000-L-0600 65 7. ensaios de materiais ou componentes e especificações de materiais devem ser atendidas e está na responsabilidade da CONTRATADA demonstrar.2 Segurança A CONTRATADA deve ser o único responsável pela segurança de toda a equipe. 8. materiais e equipamentos para assegurar e garantir a segurança.

Dessa maneira. Os reaterros deverão ser executados com solos de qualidade atestada.1 Fundações Fundações Profundas Fundações Profundas poderão ser necessárias por razões geotécnicas. No final dos trabalhos. áreas de empréstimo e bota-fora e também seus respectivos projetos são de responsabilidade única e exclusive da CONTRATADA. Nesse caso. Deverá ser considerado o movimento de terra proveniente de escavação para fundações. a utilização de fundações profundas deverá ser confirmada por um relatório geotécnico de engenharia de fundações.5. de acordo cm a tabela seguinte: . transporte de material excedente para bota fora e transporte de solo importado de jazida. acessos. todas as construções temporárias na fábrica (taludes. A CONTRATADA é responsável por executar alguns ajustes que se façam necessários para obtenção dos níveis finais para as construções e arruamento interno. armazenamento de solo. escoramento de valas. sem contaminação. Deverão ser considerados ainda todos os acessos.). 8. a CONTRATADA deverá aplicar proteção em hdro-semeadura nas áreas de empréstimo e bota-for a. Deverão ser previstos para as estacas. Os solos de aterro e reaterro deverão ser obtidos em jazida localizada dentro da área da fazenda Santa Vera. Poderão ser em estacas perfuradas tipo hélice contínua. escoramentos temporários de vala. controle tecnológico e todos os trabalhos temporários ou definitivos e construções necessárias para executar o objeto do contrato. As CONTRATADAS EPC serão também responsáveis por executar a drenagem interna da sua planta e pelo acesso para trabalhar no site durante a construção. importados de área de jazida. evitando o acúmulo de água e erosões. As fundações profundas deverão executadas conforme norma ABNT NBR-6122. a CONTRATADA deverá fazer um cadastramento da execução e deverá submeter à análise do projetista em todos os casos onde for observado um desvio localizado superior a 10% do diâmetro da estaca ou 1% da inclinação de projeto da estaca. estacas raiz ou estacas metálicas. pavimentos. estacas pré-moldadas.20530. A densidade de compactação deverá ser 98% do Proctor Normal com desvio de umidade de ± 2%. etc. pavimentação. drenagem. drenagem pluvial. estacas tipo Franki. estacas perfuradas com uso de lama bentonítica. dentro dos limites de bateria.10-3000-L-0600 66 As áreas alocadas para a implantação dos EPC´s serão entregues terraplenadas na elevação final de projeto definida para cada EPC. ensaios estátcos e dinâmicos (Pile Integrity Test – PIT). A área de bota-fora será a 2 Km do limite da fazenda. Após a execução do estaqueamento e antes do arrasamento das estacas. rebaixamento do lençol freático.5 8.

20530. caldeiras PIT 10% das estacas 10% das estacas Testes de carga Estática 2% das estacas 1% das estacas . Turbina Digestores.10-3000-L-0600 67 Estruturas Base da Secadora.

10-3000-L-0600 68 Tanques. prédios 5% das estacas 0.20530.5% das estacas .

até a data em que o concreto atinja uma resistência de 18 MPa. areia.8.3. ensaios de carregamento dinâmico. O tipo de concreto deverá ser conforme tabela do item 8.6.6. o solo deverá ser saturado com água e bem compactado. agregados.3 Ensaios Pelo menos 7 (sete) dias antes de se iniciar a execução das fundações a CONTRATADA deve apresentar o cronograma de execução dos ensaios. serem preparados em usina de concreto e dosados em massa. 8. O concreto deverá atingir a resistência especificada no item 7. para cada construção. as cargas máximas dos ensaios e o cronograma de execução desses ensaios. Obrigatoriamente. especificada em cada projeto. As fundações profundas deverão ter seu desempenho confirmado no começo da construção através da execução de ensaios de carga estática e/ou de carga dinâmica.6 Concreto Todo o concreto deverá atender as normas ABNT. Concretos dosados em volume não serão aceitos. no intuito de se verificar previamente (calibrar) o modelo de cálculo e os procedimentos construtivos adotados. O cobrimento mínimo das armaduras deverá ser conforme item 8.7. aditivos. para uma porcentagem representativa de estacas. ensaios de carga estática indicando os sistemas de reação. sílica ativa etc. 8. atestando o atendimento de todas as condições de apoio consideradas no projeto.5. Quando a concretagem é feita diretamente no solo escavado. fundações diretas e bases para equipamentos) podem ser feitas com formas de tábuas de madeira ou de compensado sem resinar.20530. 50 % dos ensaios devem ser feitos antes da execução das fundações da edificação ou grupo de bases de equipamentos pesados. Antes do lançamento do lastro de concreto na cava. o cobrimento das armaduras deverá ser no mínimo 70mm. Em todos os casos será efetuada cura úmida ininterrupta.2 Blocos para cabeça de estacas / Bases de equipamentos / Fundações Diretas As fundações de concreto (blocos de cabeça de estacas. A CONTRATADA deverá submeter à aprovação todos os materiais utilizados no concreto: cimentos.6. quantidade e diâmetro das estacas. comprovada por ruptura de corpos de prova.1. sem o uso de formas. o solo poderá ser coberto com manta PVC reforçada. testes de integridade (PIT).10-3000-L-0600 69 8. as condições de apoio da fundação deverão ser inspecionadas e liberadas pelo controle de qualidade da CONTRATADA. Para o lançamento do concreto no solo. ou como alternativa. 8.1 Plano de Concretagem O plano de concretagem deverá considerar: .5.

− Nenhum concreto será lançado em água. como. Que deverá evitar-se junta de concretagem na laje de fundo e concretar as lajes junto com as mísulas. . adensamento e pessoal necessário Traço mais adequado a cada parte da estrutura. Detalhamento das juntas e seu processo construtivo. por exemplo. os destinados aos locais de armadura muito densa. maior deve ser o teor de argamassa do traço. e os condutos serão colocados de modo a evitar a segregação do concreto nas formas. a disposição e o alinhamento das formas. molhar as formas até a saturação. − Em peças estreitas e altas. lançamento. − Nunca se utilizará concreto remisturado.10-3000-L-0600 70 − − − − − − − − − Ordem de concretagem das partes da estrutura. − Superfícies porosas nas fundações serão completamente umedecidas. ou cascalho. 8. Intervalo mínimo e máximo entre duas concretagens de partes contíguas. − Cuidados especiais deverão ser tomados quando o lançamento se der em ambiente com temperatura inferior a 10° C ou superior a 40° C. de retração. limpar o interior das formas e vedar as juntas. − Quanto maior a altura de queda livre ou lançamento do concreto. transporte.6. ou por meio de funis ou trombas.3 Lançamento Durante a concretagem O lançamento deverá impedir a segregação do concreto e a modificação da relação água/cimento. de instalações de peças embutidas. assim como os traços especiais. No caso de pisos não será permitido o bombeamento do concreto. Volume a concretar e duração da concretagem.20530.6. Prazo de liberação para o uso 8. o concreto deverá ser lançado através de "janelas". Juntas de concretagem. − No caso de lançamento de concreto por intermédio de bombas. tenha sido aprovado. − Todas as infiltrações de água serão drenadas por meio de drenos de brita. − O lançamento do concreto deverá obedecer a seguinte sistemática: conferir as medidas e elevações. Dever-se-á considerar que: − O concreto será lançado somente com tempo seco no caso de pisos e/ou fundo de tanques.2 Preparação para lançamento Dever-se-á considerar que: − Nenhum concreto será lançado até que todo o trabalho de formas. de modo que a água do concreto fresco recém lançado não seja absorvida. Equipamentos de mistura. de preparação das superfícies das formas e de armação. os equipamentos propulsores serão instalados em posições tais que não causem danos ao concreto já lançado. − Nunca se fará lançamento após o início de pega. de dilatação.

para levantar a nata do concreto. e com espessura máxima de 0. a fim de que seja evitada a segregação por gravidade. nem se formem ninhos de agregados. incliná-la até um ângulo de 45o. Com o uso de retardadores de pega. O tempo de retirada da agulha pode estar compreendido entre 2 ou 3 segundos até 10 ou 15 segundos. mais resistente. − Deverá ser evitado o contato da agulha do vibrador com as barras da armadura.5 vezes o raio de ação). 8. − Sempre que se estiver vibrando uma camada. − Colocar o concreto em sub-camadas contínuas. − Concretar as superfícies inclinadas das partes mais baixas para as mais altas.20530. abatimento do concreto. intervalo superior a uma hora. passeio rápido. − Introduzir a agulha na massa do concreto rapidamente. − O adensamento mecânico com o vibrador de agulha deverá obedecer às seguintes regras gerais: as camadas devem ter espessura máxima de 50cm. este prazo poderá ser aumentado de acordo com as características do aditivo. e argamassa ou nata em excesso na superfície. forma dos agregados e densidade da armadura. esse prazo será contado a partir do fim da agitação. a fim de que seja garantido o monolitismo entre subcamadas sucessivas. o concreto deve ser vibrado contínua e energicamente por meio de equipamento apropriado. ficando as partes inferiores com mais pedra.50 m.4 Adensamento É a operação que consiste em eliminar os vazios da massa de concreto. além do adensamento por meio de vibrador por imersão. aproximadamente horizontais. expulsando o ar. exigindo-se maiores tempos para concretos mais secos. não sendo permitido entre o fim deste e o lançamento. tornando-a mais compacta e. para assegurar a ligação entre as duas. − Para a concretagem de pisos. a fim de permitir o salgamento do agregado da camada de alta resistência. O adensamento deve ser cuidadoso para que o concreto envolva completamente a armadura e atinja todos os recantos da forma. − Devem ser tomadas precauções necessárias para que não se altere a posição da armadura.6. mas caso não seja possível. retirando-a lentamente para evitar a formação de buracos que se enchem de pasta. a vibração deve ser feita a uma profundidade não superior ao comprimento da agulha do vibrador. as distâncias entre os pontos de aplicação do vibrador devem ser da ordem de 6 a 10 vezes o diâmetro da agulha (± 1. menos permeável e mais durável − Durante e imediatamente após o lançamento.10-3000-L-0600 71 − Lançar o concreto logo após o amassamento. Em caso de agitação mecânica. deve-se fazer com que a agulha atinja a camada subjacente. portanto. colocar a agulha na posição vertical. − O tempo de vibração depende de diversos fatores. a vibração deve ser evitada em pontos próximos às formas (menos de 10cm). como: frequência de vibração. A consistência do concreto deve ser compatível com a inclinação. − O excesso de vibração produz segregação do concreto. . deverá ser utilizada régua vibratória.

para evitar variações de coloração e textura. limpo e uniforme. quando a resistência do concreto ainda é pequena. dentro de certo limite. − Todo o concreto deverá ser curado e protegido durante sua cura(contra o sol.20530. Todas as superfícies de concreto deverão ter acabamento liso. − Lonas plásticas ou papéis betumados impermeáveis. 8. − Os vibradores de parede só devem ser usados se forem tomados cuidados especiais no sentido de evitar que a forma e armadura saiam de posição. Qualquer imperfeição que possa apresentar (cor não homogênea. a espessura da camada deverá ser aproximadamente igual a ¾ do comprimento da agulha. O concreto aparente deverá ter uma superfície completamente lisa e homogênea. Quanto mais tempo decorrer até a revibração. “bicheiras”.) deverá ser reparada ás custas da contratada.6 Cura É fundamental curar cuidadosamente o concreto durante o período de endurecimento para evitar a retração hidráulica nas primeiras idades. A cura deve impedir não só a brusca saída da água evaporável do concreto. . papel ou por camada de areia mantida saturada. Deve estar à temperatura de ± 10oC em relação à da superfície do concreto. neste caso a quantidade de água necessária à cura é indefinida.6. executado um acabamento final com desempenadeira de madeira. como a deposição de elementos agressivos diretamente sobre a superfície das peças nas primeiras idades. − Proteção por tecidos de aniagem. ricas em sais e outros agentes agressivos. 8. além da vantagem de se obter uma correção das conseqüências da exsudação. e apresentar a mesma cor e textura das superfícies adjacentes. em seguida. A CONTRATADA deverá ter todos os equipamentos e materiais necessários para uma adequada cura do concreto. etc. se não puder atender a esta exigência não deverá ser empregado este equipamento. será empregado cimento de uma só marca e agregados de uma única procedência. mantidas sobre as superfícies expostas. − A cura será iniciada logo após a pega e mantida durante 7 (sete) a 30 (trinta) dias. por meio de estucagem com argamassa de cimento da mesma cor e textura do concreto exposto circundante.5 Acabamento superficial O acabamento do concreto fresco deverá ser feito com réguas de madeira apoiada nas guias mestras e. A água utilizada será potável.6. disponíveis e prontos para uso antes do início da concretagem. para evitar-se o choque térmico. Portanto. desde que o concreto ainda permita a introdução do vibrador. maior o efeito sobre a resistência. Pode ser feita por molhagem contínua das superfícies expostas do concreto. − A revibração do concreto consiste em tornar vibrar o concreto antes que seja iniciada a pega e depois de passado algum tempo do lançamento e do primeiro adensamento. sendo proibido o uso de água do mar ou de subsolo. devem ser de cor clara para evitar o aquecimento do concreto e a subseqüente retração térmica. vento e chuva) logo após o acabamento da superfície e a remoção das formas por um método ou combinação de métodos.10-3000-L-0600 72 − Quando se utilizarem vibradores de imersão.

a aeração e insolação a que a peça ficará exposta. Em paredes e pilares desformados a cura química deverá ser feita antes dos tempos da tabela abaixo e em pisos imediatamente após a concretagem e durante as 4(quatro) primeiras horas.10-3000-L-0600 73 − Somente será permitida a cura química do concreto com agentes a base de parafina. É recomendável adotar os tempos mínimos apresentados: . bem como às condições de exposição.20530. após as quais deverá ser feita a cura úmida conforme a tabela abaixo. − O tempo de cura deverá estar condicionado à atividade do cimento empregado.

10-3000-L-0600 74 Tipo de cimento Tempo de cura em dias .20530.

10-3000-L-0600 75 Portland comum (CPII) Alto forno (CPIII) Pozolânico (CPIV) 7 a 10 10 a 15 20 a 30 .20530.

6. Para obras hidráulicas (estruturas de contenção de líquidos) a abertura de fissuras deverá ser limitada a 0. As armaduras deverão ser inspecionadas para evitar o uso de barras que não sejam homogêneas no que diz respeito a geometria ou que tenham imperfeições superficiais como escamas ou alto grau de corrosão.como pisos.6.1mm). com atenção especial para a distância mínima entre barras.7 Fissuração Para todas as estruturas. requerem cura rigorosa. 8. 8. antes de ter sido atingida essa resistência. deverão ser verificadas em cálculo as aberturas de fissuras e essas deverão estar de acordo com os limites permitidos da NBR6118.1mm (wk<=0. de maneira a ser comprovado o fcj para içamento das peças pré-moldadas. − Estruturas de concreto feitas com concreto C40 e C40SA devem ter cura úmida até se obter uma resistência de 25 MPa . O cobrimento mínimo das armaduras deverá ser conforme tabela abaixo: . Não será admitido içamento de peças pré-fabricadas.8 Armaduras A montagem e instalação das armaduras dentro das formas serão verificadas de acordo com as plantas de projeto. − Concretos do tipo SA ou áreas de grande extensão.10-3000-L-0600 76 − Estruturas de concreto feitas com concretos C30 e C30SA devem ter cura úmida até se obter uma resistência de 18 MPa.Deverá ser ensaiado o módulo de elasticidade do concreto.20530. preferencialmente com a utilização de sistemas de molhagem contínua.

10-3000-L-0600 77 Estruturas Cobrimento em cm nominal .20530.

Vigas.Piso sobre solo .20530.Estacas pré-moldadas .Tanques para químicos .Concreto protendiso .Concreto com forma deslizante 5 7 5 5 4 5 4 4 5 5 4 5 5 2 5 5 .Bases de equipamento .10-3000-L-0600 78 .Estacas héice continua .Alvenaria armada .Canaletas de piso .Estrutura de contenção de líquidos.Vigas Baldrames . lajes e caixas de escadas .Estrutura de concreto revestida com argamassa .Tubulões -Sapatas e blocos de estacas . .Colunas .

quantidades e localização adequada.5 de areia. 8. com um pouco de água para amassamento. Emendas soldadas das barras são permitidas. A quantidade e o posicionamento das emendas e dispositivos de apoio das escoras deverão estar de acordo com as exigências do projeto de formas e da NBR 6118. As emendas soldadas deverão atender a NBR 6118. . As dimensões das peças deverão estar compatíveis com o projeto e com as tolerâncias prescritas na NBR 6118. Deverá ser feito o controle para retirada das formas e escoramentos em função da resistência do concreto e das recomendações estabelecidas pela NBR 6118 Deverá ser ensaiado o módulo de elasticidade do concreto para verificação prévia da deformação da estrutura antes da retirada do escoramento. Para os requisitos de controle de qualidade das formas ver item 9. O alinhamento das barras deverá ser observado e seguido.9 Formas As formas para concreto aparente deverão ser de primeira qualidade. As emendas das barras deverão ser feita de acordo com a NBR6118. Por esse motivo deverão ser previstas contra-flechas nas vigas e lajes das estruturas e análise dos dispositivos existentes para tal fim. de acordo com o projeto e recomendações NBR 6118.6. Deverão ser instalados dispositivos destinados a assegurar que as peças não deformem e garantindo a rigidez e condições de suporte das Formas.6 dessa especificação. elas deverão ser saturadas antes do início das concretagens. a instalação de espaçadores deverá ser controlada em geometria.10-3000-L-0600 79 Em qualquer caso. Deixar curar por 7 dias na sombra e com água Epaçadores plásticos podem ser usados atendendo a NBR 14931 O corte e dobra das barras deverá ser feito rigorosamente conforme o projeto.20530. Utilizar espaçadores moldados com argamassa rica com traço 1 de cimento para 1. Também deverão ser previstos contraventamentos dos escoramentos para garantia de resistência da estrutura às cargas máximas de serviço e esforços adicionais. Não é permitido o aquecimento das barras para facilitar o dobramento. seguindo rigorosamente os detalhes dos desenhos de projeto. o cobrimento das armaduras do concreto deve ser maior que o diâmetro da barra a ser coberta.2. de aço ou compensado plastificado de espessura mínima de 2cm com travamento externo. No caso de formas de madeira. Todas as barras deverão ser instaladas dentro das formas. Para garantir o cobrimento das barras.

7 8. Não é permitido o uso de cimento CP V ARI. deverá ser feita a cura até o dia que o concreto apresentar uma resistência mínima à compressão de 18MPa.6. já considerado nas formas.1 Estruturas de Concreto Estruturas Moldadas in loco Estruturas de concreto moldadas in loco devem ter acabamento em concreto aparente.2 Estruturas de concreto Pré Moldado Estruturas de concreto pré-moldado devem ter acabamento em concreto aparente. O cobrimento das armaduras deverá atender as especificações da tabela do item 8. comprovados com ensaios de ruptura.8. . Isso é também válido para bases de equipamentos e bases de estruturas metálicas.20530. Deverão ser utilizadas preferencialmente formas metálicas. Para um melhor acabamento.7. deverá ser feita a cura até o dia que o concreto apresentar uma resistência mínima à compressão de 25MPa. comprovados com ensaios de ruptura.10-3000-L-0600 80 8. O transporte e içamento de peças de concreto pré-moldado devem seguir estritamente a NBR 9062-Projeto e execução de estruturas de concreto pré-moldado Para todas as peças. Para um melhor acabamento. Em todos os casos.8. as peças de concreto deverão ter nos cantos um chanfro de 2cm a 45 0.9). já considerado nas formas. 8. O cobrimento das armaduras deverá estar de acordo com a tabela no item 8. as peças de concreto deverão ter nos cantos um chanfro de 2cm a 450.6.7.1. deverá ser utilizado o concreto C40SA (Ver item 7. e para isso deverão ser consideradas formas metálicas ou de compensado com revestimento plástico.6. Em todos os casos.

20530.3 Tipos de Concreto para Construção Os tipos de concreto a serem usados devem seguir a tabela abaixo: .10-3000-L-0600 81 8.7.

FUNDAÇÕES E CANALETAS Estaca Hélice :C20SA Restante:C30SA Contínua Cozimento C40SA Estaca Hélice :C20SA Restante:C40SA Contínua Linha de Fibras C40SA (Branqueamento) Estaca Hélice C20SA Restante:C40SA Contínua: Secagem Área úmida e moldados: C40SA Restante: C30SA Pré.Estaca Hélice C20SA Contínua: Área úmida: C40SA Restante: C30SA Enfardamento Pré Moldados: C40 Restante: C30 Estaca Hélice C20SA Restante: C30SA Contínua: Depósito de Celulose C30 Estaca Hélice :C20SA Restante: C30SA Contínua Evaporação C30SA Estaca Hélice :C20SA Restante: C30SA Contínua Caldeiras de Biomassa e C30 de Recuperação Estaca Hélice :C20SA Restante: C30SA Contínua CONSTRUÇÃO SUPERESTRUTURA PISOS.10-3000-L-0600 82 CONSTRUÇÃO Pátio de Madeira SUPERESTRUTURA Pre Moldados: C40 Outras: C30 PISOS.20530. FUNDAÇÕES E CANALETAS .

20530. reservatórios de água e bacias das torres de resfriamento) C40SA.10-3000-L-0600 83 Caustificação e Forno de C30SA Cal Estaca Hélice :C20SA Restante: C30SA Contínua Turbogerador C30 Estaca Hélice C20SA Restante: C30SA Contínua: ETAC (Estação de água Tanques e poços de Estaca de Caldeira) bombeamento: C40SA Contínua:C20SA Restante: C30SA Estruturas de contenção de líquidos (incluem Estações de Tratamento de água e efluentes. Ou C30SA com incremento no cobrimento das armaduras de 5mm Restante: C30SA Estaca Hélice C20SA Restante: C40SA Hélice Contínua: Planta Química C40SA Estaca Hélice C20SA Restante: C40SA Contínua: Torres de Resfriamento C40SA Estaca Hélice :C20SA Contínua Restante: Não aplicável Subestação Principal C30 Estaca Hélice C20SA Restante: C30SA Salas Elétricas A mesma especificação da A mesma especificação da área do prédio que ela está área do prédio que ela está associada. associada C30 Estaca Hélice C20SA Restante: C30SA Contínua: Contínua: Edifícios Administrativos . tanques. Ou C35SA.

10-3000-L-0600 84 CONSTRUÇÃO Ponte de Tubulação SUPERESTRUTURA Pré Moldados: C40SA Outras: C40 PISOS.20530. poços C30SA* bombeamento Estruturas de adução e de C30SA* suporte do emissário Caixas de passagem C30SA* elétricas Envelopes de tubulações C30SA* Guias e Sarjetas Calçadas C20SA Não se Aplica Não se Aplica Não se Aplica Não se Aplica Não se Aplica Não se Aplica C20SA . o mesmo deverá ter um teor total de C3A menor que 5% Estacas hélice: C20 SA C40SA Utilizar obrigatoriamente cimento CP III 40 com 50% ou mais de escória. o mesmo deverá ter um teor total de C3A menor que 5% Estaca Hélice C20SA Restante: C40SA Contínua: Chaminé C40SA Blocos de estacas. tubulões. Caso se torne necessário utilizar outro cimento. da máquina de secagem. caixas. ou outras estruturas em contato permanente com a umidade do solo ou com o lençol freático C30SA* Não se Aplica Bueiros. bases do TG. FUNDAÇÕES E CANALETAS Estaca Hélice C20SA Restante: C30SA Contínua: Depósito de Sulfato C40 Utilizar obrigatoriamente cimento CP III 40 com 50% ou mais de escória. Caso se torne necessário utilizar outro cimento.

8. Os principais tipos de adições recomendáveis são metacaulim e sílica ativa. a fim de minimizar a sua fissuração Recomenda-se que sejam usados cimentos que possuam baixo calor de hidratação. Os agregados devem ser estocados à sombra e/ou aspergir água fria e limpa sobre eles para mantê-los em temperaturas um pouco abaixo ou igual à do ambiente. armazenados em silos. 8. em geral estão a temperaturas da ordem de 60ºC.8 Concreto Massa 8. 8. estucada e pintada com duas demãos de látex acrílico fosco em cor a ser definida posteriormente.1 Características Gerais Concreto massa é qualquer volume de concreto moldado in seu com dimensões de magnitude suficiente para exigir que sejam tomadas medidas para controlar a geração de calor e a variação de volume decorrente.1. As armaduras devem também ser estocadas à sombra. o que deve ser levado em conta nos cálculos térmicos e é um fator negativo.2 Uso de gelo Em certos casos críticos pode ser necessário e conveniente o emprego de gelo em escamas como parte da água de amassamento do concreto.10-3000-L-0600 85 *Por serem concretos em contato permanente com a umidade do solo e havendo possibilidade de reação álcali-agregado.1.4 Acabamento do Concreto Toda a superestrutura (Vigas. Agregados ao sol esquentam pelo menos uns 5ºC a 20ºC em relação ao ambiente na sombra.8.8. o uso de sílica ativa ou metacaulim é obrigatório.1. Os percentuais de substituição de cimento podem variar de 4% a 8% em massa seca. Não é recomendável o uso de aditivos aceleradores de nenhuma natureza e principalmente aqueles à base de cloreto de cálcio em concreto armado ou concreto protendido.8.1.2). como cimento Portland tipo pozolânico CP IV (NBR 5736) ou os cimentos Portland de escória de alto forno tipo CP III (NBR 5735). CP II F 40) e cimentos de alta resistência inicial (CP V-ARI) não figuram dentro dos cimentos permitidos nesta especificação (Vide item 7. Outros cimentos que podem ser utilizados são os dos tipos CP II E.7.3 Controle do Concreto com Gelo na Central . É sempre preferível o uso de cimento frio. incorporadores de ar e plastificantes podem ser utilizados. No caso de cimento a granel. 8. Os cimentos com filler calcáreo (CP II F 32. CP II Z e CP II 40 (NBR 11578). na temperatura ambiente como em geral estão os cimentos ensacados.20530. Aditivos retardadores. lajes e pilares) deverá ser lixada.

Anotar como “temperatura de lançamento 1”. − Confirmar. contar e acompanhar o lançamento dos sacos de gelo dentro de cada caminhão betoneira. depois de descarregado no carrinho. através de análise de pedido e de nota fiscal. Nesse concreto medir a temperatura e anotar como “temperatura de lançamento 2”. − O caminhão é rejeitado se a temperatura máxima especificada for superada. Devem estar dentro da margem do especificado. Caso esteja com temperatura superior. No caso de chuva medir durante a chuva pelo menos uma vez. − Confirmar com a central fornecedora de gelo. deve-se evitar o uso desse cimento. se há gelo suficiente para toda a concretagem. − Nunca adicionar mais água. Uma vez iniciada a descarga o motorista deve retirar-se de perto do balão.1. O número de sacos de gelo na Central a ser adicionado a cada caminhão betoneira deve ser fixo para evitar problemas operacionais e para facilitar o controle. no concreto descarregado num carrinho. em geral cada saco tem de 22kg a 24 kg de gelo. − Confirmar o peso médio dos sacos de gelo em escamas ou triturado. pigmentos ou adições. <60ºC). − Confirmar a pesagem dos materiais para assegurar-se de que estão de acordo com o traço especificado. Também com esse concreto medir e anotar o “slump de lançamento 2”. Não permitir que o motorista do caminhão manuseie o registro de água do balão. quando for o caso.20530. Medir a temperatura do cimento na saída do silo para confirmar se está dentro do préestabelecido (por exemplo. o gelo derrete e vira água reduzindo a massa de gelo inicial. . Tolerância do cimento 2% em massa e dos agregados 3% em massa. na central. − O caminhão é rejeitado se o “abatimento” mínimo ou máximo especificados não for atendido. − Confirmar se os agregados graúdos estão sendo molhados com água fria e limpa. O ideal é assegurar-se de que o gelo fique armazenado em caminhões frigoríficos no pátio da Central ou que venham chegando de pouco em pouco. − Para o concreto dos últimos 20% do volume de cada caminhão.4 Controle do Concreto com Gelo no Canteiro − Medir a temperatura do concreto na chegada do caminhão. − Medir temperatura dos agregados graúdos e miúdos e confrontar com o préespecificado (por exemplo. Caso superem essa temperatura. tipo potável. o tipo e a classe. Anotar como “abatimento de chegada 1”. <23ºC). − Confirmar por nota fiscal a procedência do cimento. − Medir o “abatimento” na chegada do caminhão antes de adicionar o superplastificante. desviar a bica do cocho da bomba e encher um carrinho. evitar usar esses agregados. correspondente ao volume médio do caminhão.8.10-3000-L-0600 86 − Confirmar a umidade da areia a cada 1h. 8. Caso o saco pese mais de 22kg há de ser realizada a redução proporcional de sacos de gelo a serem lançados no caminhão. Com o calor e com o tempo.

e. É interessante que a cura seja realizada o mais cedo possível e por um período prolongado. adições e aditivos que farão parte do traço de concreto. Além disso. 8. 8. contendo informações para a confecção do traço de concreto. uso de espargidores.8. há obras onde os elementos estruturais independentes requeiram cálculos térmicos independentes. bem como o agregado disponível na região onde a obra será executada.7 Limite de deformação para não-fissuração Para a não fissuração é necessário que as deformações máximas atuantes (εatuante) sejam inferiores às resistentes (εresistente).8.6 Estudo Térmico O estudo térmico visa reduzir o risco de fissuras numa peça estrutural devido à dificuldade de dissipação do calor de hidratação. nebulizadores.10-3000-L-0600 87 − Admite-se que o tempo de pega dentro do qual o concreto deverá apresentar-se plástico o suficiente para permitir uma correta “costura” entre sub-camadas com o auxílio da agulha do vibrador.1. É necessário também conhecer o coeficiente de dilatação linear do concreto em estudo. a fim de estimar as tensões geradas. se necessário em função dos resultados obtidos da agulha de Proctor.5 Cura A cura utilizada em concreto-massa é executada com água por meio de sistemas como: piscinas de água nas superfícies horizontais. entre outros.1. o esquema de concretagem em camadas e as respectivas precauções quanto às juntas de contração térmica. Por questões de viabilidade de projeto. tubos perfurados.8 Fatores de restrição da fundação e da própria estrutura É necessário levar em conta os fatores de restrição eventuais da fundação e da própria estrutura.20530. − Se for o caso. O estudo térmico deve informar o tipo de cimento. − Moldar corpos-de-prova para ensaiar à compressão às idades previstas. Este estudo deve ser realizado para cada caso específico. agregado.8. deverá ser levado em consideração no estudo térmico o tipo de cimento. esse estudo fornecerá as ferramentas necessárias para a elaboração de um plano detalhado de concretagem. bem como se há necessidade de refrigeração dos agregados. sempre e no mínimo até o concreto alcançar 18MPa.8. ou seja. É conveniente medir a pega do concreto com a agulha de Proctor e encurtar ou estender um pouco esse prazo. . 8.1. justificando o uso dos mesmos. O levantamento dessas informações deve estar exposto de forma clara e explicativa no estudo. seja de 2h após chegada do caminhão em canteiro. ainda. é sempre conveniente instalar termopares para controlar as temperaturas e confrontar com os cálculos térmicos.2R.1. Necessita-se conhecer a resistência à tração do concreto e seu módulo de elasticidade em tração e em compressão. recomendando-se o uso das expressões do ACI 207. se há necessidade do uso de gelo. 8.

Fundações e estruturas de concreto armado e protendido moldados “in loco”: .10-3000-L-0600 88 8.9 Tolerâncias Dimensionais Tolerâncias máximas admissíveis .20530.

Locação de bases de equipamentos em relação à linha de colunas 6. Nível de topo de lajes 5. Locação de peças em relação à linha de colunas: .Linhas ou superfícies com h<30m .fundações 3.lajes.20530. Profundidade de nichos 9.fundações 2. colunas.colunas.5 ± 20 ± 20 .30 ± 20 + 50 10% do diâmetro da estaca . h<30m 4. Locação de nichos em relação às linhas de centro do equipamento 8.10-3000-L-0600 89 ITEM 1. Dimensões de forma para concreto moldado "in loco": .Quinas externas de colunas ou placas. vigas . vigas: . Locação de estacas (segundo NBR 6122) TOLERÂNCIA (mm) ± 15 ±50 ± 20 ± 50 ± 25 ± 12. Nível de topo de bases de equipamentos antes do grauteamento 7. Alinhamento vertical: .

6mm O controle geométrico do centro da forma deslizante deverá ser feito no mínimo em 8 pontos ao longo do eixo do centro. a medida que a construção avança. 8.Inclinação da geratriz com respeito à vertical . é terminantemente proibida.Em nenhum segmento vertical de 3000mm poderá haver um desvio da vertical do centro da chaminé o de um ponto da superfície maior que .11. Estruturas executadas por forma deslizante: .20530.5mm ou . sem a aprovação prévia do projetista estrutural.10-3000-L-0600 90 10.10 Aberturas A execução ou outras de aberturas nas estruturas de concreto usando maquinário de corte ou outros dispositivos.11 Execução de Revestimento Anti Corrosivo para o Concreto 8.alinhamento vertical com respeito a um ponto fixo na base .1 Plástico reforçado com fibra de Vidro (resina ester vinílica DERAKANE MOMENTUM 411-350) .Variação espessura das paredes Paredes até 250mm Paredes > 250mm ±25 <1/1000 altura ±25 + 20 e – 10 A média de 4 medidas tomadas a 60 graus deverá ser ≤ 12. 8.alinhamento horizontal entre elementos adjacentes .

ou de escamas de vidro impregnadas com resinas DERAKANE. condições das juntas. Liner: Formado por um ou dois véus de vidro tipo C ou sintético de alta qualidade (Nexus*). pela resistência química do revestimento. Esta camada com aproximadamente 2. graxas. No concreto. causando trincas e delaminações.11. etc. impregnadas com resinas DERAKANE. tensões de cisalhamento entre o substrato e o laminado. 2. ao se variar a temperatura. 3.Limpeza e descontaminação química. 4. Inspeção e Verificação das condições do concreto: inspecionar a superfície do concreto.10-3000-L-0600 91 A aplicação do revestimento anti-corrosivo no concreto deverá obedecer no mínimo os seguintes procedimentos: 1. Este tratamento promove a rugosidade necessária para perfeito ancoramento do revestimento. aplicadas com espátula ou desempenadeira na espessura de 1. Estas diferenças podem gerar.2 Composto Polimérico ARC® A aplicação do revestimento anti-corrosivo no concreto deverá obedecer no mínimo os seguintes procedimentos: 1. aplicar a resina previamente catalisada até preencher completamente os seus poros para evitar posterior absorção de resina de laminação do revestimento. verificando-se escamações. Mistura e aplicação dos compostos ARC Deverá ser feito conforme ficha técnica ou Mix Instruction. 5. Esta argamassa deve conciliar um alto teor de carga (80 . Tratamento do Substrato: Limpeza para eliminação de óleos. Referir-se ao manual de aplicação ARC. Primer: Constituído por fina camada de resina. 8. Tratamento do Substrato . jateamento com areia ou hidrojateamento de alta pressão.: aço-carbono e concreto) e as camadas do revestimento de PRFV.20530. rotativo. Referir-se ao manual de aplicação ARC. Concreto . Camada Base: Mistura de resina DERAKANE e cargas minerais balanceadas e inertes quimicamente.85%) com a Facilidade de Aplicação. Concreto – A superfície deverá ser limpa de todos os contaminantes com escovamento manual. escovamento ou jateamento para promover rugosidade e eliminar partículas na nata formada na superfície. juntamente com o liner.5 mm. lascas ou bolhas. pois absorve as tensões geradas pela diferença entre os coeficientes de dilatação térmico-linear dos diferentes substratos (ex.5 mm de espessura e cerca de 75% de resina é responsável.5 a 2.Após limpeza. . O concreto deve apresentar o mínimo de 20MPa de resistência a compressão.95% de resina. evidências de rachaduras ou fissuras. Barreira Química: Constituída por duas a três mantas de fibra de vidro de 450 g/m². Esta camada é de fundamental importância. 2. sendo constituído de aproximadamente 90 . 2.

Não exceder o tempo de trabalho especificado na folha de dados do produto.20530.11. Deve-se fornecer ventilação suficiente para manter a concentração de vapores bem abaixo dos limites de segurança e saúde estabelecidos na folha de dados de segurança dos materiais.1 Primer: Constituído por composto ARC 797. 2. A textura do concreto após o preparo de superfície deve ser similar a uma lixa 40-60.3 Revestimento CEILCOTE reforçado com fibra de Vidro A aplicação do revestimento anti-corrosivo no concreto deverá obedecer no mínimo os seguintes procedimentos: 1.7m2 de rendimento (6mm de espessura) ou sistemas similares de embalagem. isento de contaminações tais como óleos. 8. agentes demoldantes ou poeiras. É recomendado preparo de superfície por Jateamento abrasivo ou escarificação para promover perfil de rogosidade no substrato.1 Aplicação em ambiente alcalino Deve ser realizadp conforme boletim técnico – Procedimento de Aplicação CEILCOTE 505/510 Coroline.11. Os compostos ARC para concreto tem uma espessura mínima de filme seco de 6mm.10-3000-L-0600 92 Os materiais de revestimento contêm constituintes de amina. O concreto deve estar seco no momento da aplicação. graxas. fazer aplicação manual ou por spray conforme manual de aplicação ARC.Max:300µm É importante que o primer ainda esteja pegajoso no momento da aplicação da camada superior do composto ARC para concreto. O ARC 797 tem uma espessura de filme seca recomendada para cada demão: Esp. Referir-se ao manual de aplicação ARC. Não exceder o tempo de trabalho definido nas folhas de dados do produto. 2.3. Nom:250µm Esp. Fazer a mistura conforme recomendações do fabricante e distribuir o produto sobre as superfícies horizontais usando uma caixa distribuidora ou uma régua. O produto deverá ser fornecido em Kits de 16. reguladas para a espessura desejada e usar uma desempenadeira limpa.2. Tratamento da Superfície: O concreto deve estar curado. No concreto. . se aplicado em temperaturas entre 21ºC e 32ºC. 8. Todo o material deverá ser mantido a uma temperatura entre 20ºC e 32ºC por pelo menos 24h antes do uso. Para assegurar que o concreto está livre de umidade recomenda-se o teste da Folha de Plástico (ASTM D4263). A espessura mínima recomendada para o composto ARC é de 6mm. Mín: 175µm Esp. Caso seja encontrada umidade o teste deve ser refeito até que a umidade desapareça. de aço para compactar o produto. Isso normalmente ocorre após 4 horas. Camada Superior: O sistema de revestimento superior deverá ser aplicado imediatamente após a aplicação do primer (ARC 797) até o ponto onde o mesmo não tenha atingido o estágio de seco ao tato.

aplica-se a primeira demão de CEILCOTE 680 primer com espessura de 50-125 mícrons. Depois adicione o agente de cura e mistura-se novamete. Alaine suavemente com tribcha embebida com solvente T-420.3. procurando atingir a espessura recomendada para acabamento de 450 microns. Pré-misture mecanicamente resina CEILCOTE 6640 (Parte A). Adicione o Agregado S-1 powder na mistura até que todo pó esteja embebido na solução. Nota: Para áreas aonde existam altas concentrações de ácido sulfúrico ( superior a 75%).11. Obedeça os intervalos de repintura conforme procedimento de aplicação. Pré-misture individualmente a resina CEILCOTE 242 Flakeline (Parte A) e posteriormente adicione o agente de cura numero 2. Depois da mistura inicial adicione o agente de cura numero 2 e misture novamente. Depois da mistura inicial adicione o agente de cura conforme relação de mistura e misture por mais alguns minutos. O revestimento consiste em uma vcamada de Primer ester vinilico. Pré-misture individualmente a resina CEILCOTE 505 (Parte A) por 3 minutos. Adicione o Agregado S-1 powder na mistura até que todo pó esteja embebido na solução. procedimento similiar ao CEILCOTE 505. Aplique o produto com desempenadeira atingindo espessura de 1000-2000 microns. uma camada base espatulada reforçada com fibra de vidro. reforçado com fibra de vidro. porém com o uso de resina epóxi novolac. Aplique o produto com desempenadeira atingindo espessura de 1250-2000 microns.10-3000-L-0600 93 Trata-se de um revestimento epóximodificado. aplica-se a primeira demão de CEILCOTE 380 primer com espessura de 50-125 mícrons. O sistema completo tem espessura de 2-3mm. 8. Obedeça os intervalos de repintura conforme procedimento de aplicação. . Pressione a manta de fibra de vidro firmemente e sature com CEILCOTE 505 previamente catalisado. Após o concreto previamente preparado. Adicione o Agregado S-1 powder na mistura até que todo pó esteja embebido na solução.20530. recomenda-se a aplicação de CEILCOTE 800 coroline. aplicado com espátula.2 Aplicação em ambiente ácido Deve ser realizadp conforme boletim técnico – Procedimento de Aplicação CEILCOTE 200MR Series. Espessura nominal de 3-5mm. respeitando a relação de mistura. Pré-misture mecanicamente resina CEILCOTE 505 (Parte A). aplicado por aspersão. Após o concreto previamente preparado. Pressione a manta de fibra de vidro firmemente e sature com CEILCOTE 6640 previamente catalisado. Aplique o produto com desempenadeira atingindo espessura de 1500 microns. Misture novamente e proceda com aplicação.

8. bandejas elétricas. A pintura deverá seguir as especificações do documento 20530. bombas. instrumentos. vibrações. NBR-7399 e NBR-7400. Está permitida a utilização de chumbadores químicos (utilizando argamassa a base de resinas – item 7.2 Chumbadores Todos os equipamentos. suportes de tubulação principais. dispositivos de içamento e quaisquer outros suportes submetidos a cargas dinâmicas. NBR-5996. “tubing”.1 Insertos Metálicos Os insertos não deverão nunca ser soldados à armadura do concreto. efeitos de temperatura ou cargas cíclicas devem ser fixados. e devidamente dimensionado para resistirem aos esforços requeridos. 20530. Todos os insertos deverão ser de aço carbono e pintados de acordo com o documento 20530. aterramento.Manual of Steel Construction e normas relacionadas.10-3000-L-0800.3) somente para a fixação de suportes secundários como plataformas metálicas. Não serão permitidos os insertos posicionados fora da face externa do concreto e rejuntados com argamassa.2) dentro do concreto. escadas. pequenos painéis e etc. desde que devidamente dimensionados para resistir os esforços requeridos. NBR-6010.12 Estruturas Metálicas A fabricação e montagem de estruturas metálicas deverão seguir os documentos 20530. tipicamente usados na fixação de luminárias. .10-3000-L-0600 94 8. utilizando-se chumbadores. 8.3. tendo sua estrutura própria. Deverão ainda atender os recomendações da NBR 8800 do AISC . apenas eventuais retoques. As bombas poderão ser fixadas também com chumbadores mecânicos ou sem chumbadores com a utilização de amortecedor de borracha nas bases de concreto. Todas as peças metálicas incluindo escadas.12.10-3000-L-0802. embutidos no concreto estrutural. NBR-7397.10-3000-L-0103. eles serão colocados embebidos em graute cimentício sem retração ( ver item 7.20530. No caso de serem posicionados posteriormente.12. passadiços. Não será permitido o jateamento e pintura de peças no local da obra. tubos não críticos (temperatura ≤ 50ºC e diâmetro ≤ 4”).10-3000-L-0801 e 20530.10-3000-L-0103. A aplicação de chumbadores de expansão está restringida a suportes de itens não críticos e com cargas baixas.3. eletrodutos. plataformas e peças estruturais deverão ser pintadas em fábrica pela CONTRATADA antes do envio ao site. A montadora deverá ser responsável por pocedimentos e metodologia segurança na montagem dos pórticos metálicos. A galvanização a fogo deve atender às seguintes normas: NBR 6323.

cal e areia no traço 1:2:6. e deve garantir desta forma. . transporte. conforme orientações e especificações do fabricante. O procedimento de pintura externa das alvenarias deve ser executado da forma projetada. com armação apropriada e preenchimento de concreto C30. locais de carga e descarga ou equivalente. com as faces texturizadas e/ou coloridas. O assentamento das alvenarias será feito com argamassa colante. conforme orientações e especificações do fabricante. sistema de fixação e vedação previamente aprovados pela PROPRIETÁRIA. tais como os pisos do manuseio de madeira. com armação apropriada e preenchimento de concreto C30. com cores.2 Fechamento lateral em peças de Concreto Pré-moldado Poderá ser feito com peças de concreto pré-moldado.20530. A fileira superior deverá ser de blocos tipo U.6.1 Alvenaria Todas as aberturas deverão ter vergas de concreto.13.10-3000-L-0010. As peças serão de concreto C40SA com o recobrimento mínimo prescrito na tabela do item 8. cal e areia no traço 1:2:6. de 6.13. As paredes de alvenaria que complementam os fechamentos metálicos devem também ser de blocos de concreto. Serão com blocos de concreto tipo “U”.1 Pisos de Concreto armado de alta resistência Estes pisos estarão sujeitos a grande movimentação de cargas. As juntas terão Nas celas dos transformadores com isolação à óleo e de geradores. 8. alinhadas e aprumadas. As fiadas serão perfeitamente em nível. 8. texturas.14 Trabalhos Preliminares e Instalações Provisórias Todas as instalações provisórias deverão atender aos requisitos estabelecidos no documento 20530. eficiência em prazo e qualidade.15 Pisos 8. espessura de 10 mm. carga e descarga de celulose ou outros. ou argamassa de cimento. deverão ser preenchidos os vazios do bloco estrutural com areia.0 MPa. pátio de estocagem de toras. Todas as janelas deverão ter peitoris com pingadeira. as paredes deverão resistentes ao fogo por três horas no mínimo.10-3000-L-0600 95 8.8. As alvenarias deverão ser revestidas interna e externamente com argamassa e pintura com duas demãos de latéx acrílico fosco com cor a ser definida posteriormente. e para isso. depósitos de celulose.13 Execução de Fechamentos Laterais 8. 8. ou argamassa de cimento. O assentamento das alvenarias será feito com argamassa colante.15.

10-3000-L-0600 96 O tipo de concreto a ser empregado será conforme projeto ou lista de materiais. lado comando e piso do enfardamento.1. Para outras áreas.6 respectivamente. Ver itens 7.2. 8. Para plano de concretagem.2 Acabamento dos Pisos Para salas elétricas o piso deverá ser nivelado com acabamento em piso vinílico 2mm. Na área do depósito de celulose deverá ser previsto pintura epóxi demarcando a área de passagem de pedestres e de estocagem de celulose. isenta de nata e agregados finos. 8. deixando a armadura limpa.6. No prédio da secagem. especificamente nas áreas do piso de operação superior da parte úmida da máquina. deverá ser aplicado revestimento com base epóxi. a camada superficial do concreto velho deverá ser totalmente removida. de acordo com cada caso.20530. lançamento.3. especialmente definido para atender cada função específica. O carregamento destes pisos só poderá ocorrer após 30 dias da sua execução. adensamento e cura do concreto ver os itens 8. Ocorrendo junta fria por interrupção eventual.4 e 8.9 dessa especificação.12 e 8. Para detalhes de vedação de juntas e paginação consultar desenho padrão DC3-103 (Anexo II).6. tal como Ashford Fórmula ou equivalente.11. O piso dos banheiros deverá ser em cerâmica anti-derrapante de alta resistência Porto Belo em cor a ser definida posteriormente.1 Juntas de Concretagem As juntas de concretagem deverão obedecer aos detalhes de projeto.1. Para os requisitos de controle de qualidade consultar o item 9. − Concreto com proteção anti-ácida.15. 8. 8. com demarcação de rotas de segurança para pessoas e máquinas. Deverá ser executado rodapé no mesmo material.Ver itens 7.12 e 8. A cor será definida posteriormente.11. Quando do lançamento do novo concreto. para não dificultar a aderência com o novo concreto. . da Fademac com cor a ser definida pela PROPRIETÁRIA. A concretagem seguinte deverá ser efetuada 72 (setenta e duas) horas após. − Concreto com proteção anti-alcalina.6. As juntas do piso deverão ser estanques de modo a não permitir a infiltração de água que possa vir a carrear material granular da sub-base.15.6. a seqüência da concretagem deverá ser paralisada e o concreto cortado mecanicamente de forma a resultar uma junta adequada. construções ou estruturas deverão ser como segue: − Concreto com endurecedor de superfície: utilizar endurecedor a base de flúor-silicato de sódio.

A água de selagem de equipamento rotativos deve ser recolhida por meio de tubos e conduzida à canaleta mais próxima. nas canaletas e no sump pit.15.11.2 e 8. − Estação de Tratamento de Água para a Caldeira (ETAC) – Deverá ser aplicada proteção anti-corrosiva conforme itens 7.11 somente nas canaletas e áreas de contenção de químicos. 8. no caso de aplicação de resina ester vinílica com reforço em fibra de vidro. deverá ser aplicado proteção antiácida conforme itens 7.11. Para o tanque de neutralização. . − Estação de tratamento de água (ETA) – Deverá ser aplicada proteção anticorrosiva conforme itens 7. Os pisos de processo terão geralmente acabamento desempenado liso com endurecedor de superfície como Ashford Formula.20530. deverá ser utilizada no mínimo três mantas de fibra de vidro. na área do tanque de neutralização e do tanque de água recuperada. Todas as bombas deverão ter. canaletas com dimensões mínimas de 20 mm de profundidade e 100 mm de largura e 1% de inclinação para coletar vazamentos eventuais. Se houver drenos ou ladrões conectados às canaletas.11 nos pisos.2 e 8. Essas canaletas deverão ser conectadas na canaleta de piso mais próxima. Todos os pisos deverão ter caimento adequado para os drenos e canaletas. as mesmas devem ser dimensionadas de acordo com o fluxo para se evitar alagamentos. considerando-se derrames do tanque de maior volume e drenagem de pluviais simultaneamente. As canaletas de piso devem ser dimensionadas para coletar o máximo possível do fluxo.3 Pisos e Canaletas de Processo Os pisos de processo devem ser calculados considerando as cargas permanentes e sobrecargas devidas á montagem de equipamentos. operação ou manutenção. − Estocagem de Sulfatos: devido às reações expansivas no concreto causadas pelos sulfatos.10-3000-L-0600 97 A CONTRATADA deverá apresentar o critério numérico e os dados geotécnicos usados para definir as camadas de suporte dos pisos de concreto. canaletas e muretas das áreas de contenção de químicos. ao redor de suas bases. o piso e até 3m das colunas deverão ser protegidos com produto a base de flúor silicato de sódio. As seguintes áreas deverão ter revestimento anti-corrosivo: − Linha de Fibras /Branqueamento – Para o piso térreo de operação. Os pisos que possam receber derrames agressivos receberão revestimento anti-ácido ou anti alcalino.2 e 8. no trecho de laje sob os lavadores. em função do pH do líquido.2 e 8. − Planta Química – Todos os pisos e canaletas deverão ter revestimento anticorrosivo conforme itens 7.

Para o tanque de neutralização.11. − Caldeira de Recuperação . deverá ser utilizada no mínimo três mantas de fibra de vidro.16 Lajes de Processo As lajes de processo devem calcular-se considerando as cargas permanentes e sobrecargas devidas à montagem de equipamentos.3. − Cozimento e Massa Marrom – Deverá ser aplicada proteção anticorrosiva conforme itens 7.1.2 e 8.2 e 8. Os caimentos das lajes de processo serão executados na concretagem das lajes. nas canaletas da área de processo e no sump pit.2 e 8. no caso de aplicação de resina ester vinílica com reforço em fibra de vidro. As lajes de processo.Deverá ser aplicada proteção antialcalina conforme itens 7. não precisarão de impermeabilização.11 nas canaletas e nos poços de coleta. em função do pH do líquido.2 e 8.11 nas canaletas e áreas de contenção de químicos e na área tanque de neutralização. Todas as lajes terão um caimento mínimo de 1% para um ralo ou canaleta.2 e 8.Deverá ser aplicada proteção anti-corrosiva conforme itens 7.2). se for o caso. Deverá ser aplicada proteção anti-ácida na área do tanque de ácido fórmico.10-3000-L-0600 98 − Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) – Deverá ser aplicada proteção anticorrosiva conforme itens 7. . − Secagem .4 Piso Elevado Pisos Elevados poderão ser aplicados onde for apropriado. acabamento desempenado liso com endurecedor de superfície. − Caustificação e Forno de Cal . − Evaporação. bem como a mureta de contenção. na área dos queimadores de licor.alcalino (ver itens 7. nas canaletas. 8.11 no piso térreo.2 e 8.11). na bacia desaguadora e no piso de operação entre a bacia desaguadora e as canaletas em seu contorno.Deverá ser aplicada proteção anticorrosiva conforme itens 7. os quais deverão ter capacidade suficiente para drenar os derrames. 8. compatível com o nível de agressividade do derrame.11 nas canaletas e no sump pit. − Em todas as áreas confinadas deverá ser previsto revestimento anticorrosivo conforme itens 7. As lajes que possam receber derrames agressivos receberão revestimento anti-ácido ou anti.11 nas canaletas e no sump pit.2 e 8. com a autorização da PROPRIETÁRIA. As lajes de processo que tenham adição de sílica ativa ou metacaulim. Esse revestimento deverá proteger também as bases de bombas e equipamentos. apenas de revestimento anti-ácido ou anti alcalino (ver itens 7. operação ou manutenção (Ver item 6.11).11 nas áreas de contenção de soda e ácido sulfúrico. exceto quando especificado contrário.Deverá ser aplicada proteção anti-corrosiva conforme itens 7.2 e 8.20530.2 e 8.15.

2 e 8. torres.19 Áreas de Tancagem Os diques de contenção para tanques de processo deverão seguir a norma NBR 175051. para todas as áreas.Planta Química: FRP. Os diques para mais de um tanque deverá ter paredes de concreto ao longo de todo o perímetro da tancagem dimensionada para conter o volume do maior tanque mais 10% desse volume.11).As áreas de contenção que possam receber fluidos agressivos deverão ter proteção antiácida ou anti-alcalina (ver itens 7. 8. Para todas as canaletas.Outras áreas: Aço carbono galvanizado a fogo. .20530. Os diques que possam receber fluidos agressivos deverão ter proteção antiácida ou anti-alcalina. .Áreas de tráfego pesado e canaletas com largura superior a 1m: concreto armado. tipo tráfego pesado da Selmec ou equivalente. Os fluidos provenientes dessas áreas.Canaletas secas e canaletas para cabos deverão ter tampas removíveis em concreto C40SA. conforme padrão constante no Anexo V. reatores deverá ser 1000 mm. .17 Tampas das Canaletas As tampas das canaletas de piso deverão ser conforme segue: . O acesso de veículos às áreas de contenção se dará através de rampas. A distância mínima entre mureta de contenção e base de equipamentos. que serão consideradas contaminadas. inclusive as águas pluviais. A altura da mureta de contenção deverá ser no mínimo de 250mm e no máximo 400mm. em função do pH.18 Áreas de contenção Áreas para conter derrames de líquidos de processo.20 Impermeabilização Todas as superfícies em contato com o solo deverão ser impermeabilizadas contra umidade (viga baldrame). por meio de muretas de concreto armado. devem ser bombeados para o sistema de efluentes. em função do pH.10-3000-L-0600 99 8. com inclinação máxima de 10%. tanques. 8. . 8. A altura da mureta de contenção deverá ser de 250mm. deverão ser executados reforços nas bordas com cantoneiras de aço (embebidas no concreto como insertos) de acordo com o desenho padrão DM -012.

efetuando-se a correção destas antes do início dos trabalhos de impermeabilização. 8. chapa galvanizada #22 nas duas faces. Os perfis das janelas deverão ser preenchidos com lã de rocha com densidade mínima de 30 kg/m3 A pintura das esquadrias deverá atender o documento 20530. rejuntadas com mastique de emulsão hidroasfáltica e areia fina. No caso em que seja necessário isolamento acústico.20530. calhas e lajes de processo descobertas deverão ser impermeabilizadas com uma membrana elastomérica butílica. pré-vulcanizada de 1.10-3000-L-0600 100 Todas as lajes de coberturas. nas salas elétricas e salas de controle deverão ser corta-fogo. deverão ter vidros duplos de 5 mm de espessura mínima com câmara de ar no meio. devem ter um corte acústico “transmission loss” mínimo de 30dB. Folha da porta: terá núcleo isolante térmico em poliuretano expandido da POLYURETHANE ou ECOPOL L40 ACF com retardante de chama e UREPOL MDI ou similar. . Em todo o perímetro requadro com perfil “U” em chapa #22. deverão ter selo de certificação da ABNT e atender a NBR 11742.2mm de espessura. Para as Torres de resfriamento deverá ser feita impermeabilização das paredes da bacia de contenção com aplicação de solução de silicato modificado bioquimicamente ou por cristalização integral. Os batentes serão preenchidos com argamassa na instalação.1 Porta Corta Fogo As portas corta-fogo deverão ter resistência ao fogo mínima de 60 minutos. assegurando uma resistência mínima de 60 minutos.1). Batentes: em chapa de aço galvanizado (MSG18). as janelas que separem ambientes de trabalho permanente das áreas de processo. Estrutura metálica. 8. A proteção mecânica será a mesma descrita acima. colocada e soldada conforme recomendações do fabricante.21. (Ver item 8. dobrada em perfil para encaixe da folha da porta.10-3000-L-0103. Deverá ser verificada a existência de falhas na concretagem. A membrana elastomérica butílica poderá ser substituída por uma membrana asfáltica de 3mm de espessura. Para tal. chumbadores para fixação e reforços para instalação das dobradiças. Deverá ter uma apropriada tela de reforço e juntas de expansão a cada metro quadrado. e será no mínimo 5cm. com tratamento anticorrosivo. aplicada segundo as especificações do fabricante e protegida mecanicamente com uma argamassa de cimento e areia. As portas internas das áreas de processo. galvanizada com reforços para fixação das dobradiças e fechaduras.21 Esquadrias Portas externas e caixilhos deverão ser em aço carbono nas áreas de processo. A espessura desta proteção mecânica depende do tipo de tráfego que receberá.21. As portas externas para salas de ar condicionado devem ser herméticas.

Fechaduras: externamente fechadura de sobrepor com alavanca e chave e internamente barra anti-pânico referência Yale-LaFonte incluindo acessórios e fixação.21. aparafusadas. idem ao batente. 8. com chaves. do tipo reforçado.21. de latão cromado. Estrutura metálica. dobrada em perfil para encaixe da folha da porta. Os batentes serão preenchidos com argamassa na instalação. idem ao batente Em todo o perímetro da folha da porta haverá gaxeta de EPDM assegurando perfeita vedação entre a folha e o batente. 8. com maçanetas tipo alavanca. chumbadores para fixação e reforços para instalação das dobradiças. com tratamento anticorrosivo. A soleira será em chapa de aço galvanizada (MSG18).10m x 1. com pino e bola. por meio de mola hidráulica superior. . Em todo o perímetro da folha da porta haverá gaxeta de EPDM assegurando perfeita vedação entre a folha e o batente. ter fechamento automático. As dobradiças serão de latão cromado.3 Porta Metálica com Visor As portas metálicas deverão ser pintadas. O batente será em chapa de aço galvanizada (MSG18). ter dimensões de 2. Ferragens: • • Dobradiças: do tipo helicoidal (Para fechamento automático por gravidade).10-3000-L-0600 101 Soleira: em chapa de aço galvanizado (MSG18).10m x 1.2 Porta Estanque As portas estanques deverão ter dimensões 2.00m (livre). da LaFonte. chapa galvanizada #22 nas duas faces. Em todo o perímetro requadro com perfil “U” em chapa #22. As dobradiças serão aparafusadas. As Fechaduras serão de cilindro. As portas corta-fogo deverão ter barra anti-pânico na parte interna conforme NBR 11785. tipo Yale.20530. As portas estanques deverão ter barra anti-pânico na parte interna conforme NBR 11785. As portas deverão também atender o padrão DC7-315 (Anexo V). galvanizada com reforços para fixação das dobradiças e fechaduras.00m. tipo Yale da LaFonte incluindo acessórios e fixação.

por meio de dobradiças especiais atuando por gravidade ou por mola hidráulica superior.90m ou se for a segunda escada do andar. As portas a prova de explosão não deverão ter fechadura. devendo ter apenas uma maçaneta de alavanca de latão cromado da LaFonte. com largura de cada folha de 60cm (mínimo) e altura mínima de 2.55m Somente se a população for inferior a 50 pessoas e a altura ≤ 6.4 Porta para Movimentação de painéis e Manutenção As portas para movimentação de painéis e manutenção deverão ser metálicas.10-3000-L-0600 102 Os visores deverão ter 300mm de largura por 600mm de altura. sendo que a outra terá a largura mínima ≥1. em duas folhas com bandeira.00m a largura pode ser 0. de maneira a resistir uma pressão de 5kN/m2. tipo Yale.Os vidros terão 4mm de espessura e gaxetas de EPDM.64m Lanços entre patamares − − − − − Distância entre lanços Dimensões dos degraus .63m ≤ (2H+P) ≤0.20530.10m Em função da população que atende pode necessitar mais unidades de 0.18m Piso do degrau (P) tal que: 0.50m . centrados no eixo da folha.22 Escadas As escadas devem atender a NBR9077. Lance mínimo = 3 degraus Lance máximo ≤ 3. A altura da bandeira deverá ser calculada em função da monovia a ser instalada para deslocamento de painéis.22. Deverão fechar automaticamente. 8.10m Altura do degrau (H): 0. Essa porta deverá ser instalada no acesso aos prédios das salas elétricas. para a porta (excluindo a bandeira).1 Dimensões das escadas Largura da escada − − A largura mínima é duas unidades de passagem = 1. 8. plataforma ou edificação. A base do visor deverá estar a 1200mm do piso.21. ou similar. Esse tipo de porta é específico para utilização nas caldeiras. Deverão ter isolamento térmico no miolo em poliuretano expandido da POLY – URETHANE ou ECOPOL L40 ACF com retardante a chama e UREPOL MDI ou similar.16m ≤ H ≤ 0.5 Porta a Prova de Explosão As portas a prova de explosão deverão ser de chapa de aço carbono com reforços em perfis metálicos do mesmo material. 8.70m Distância mínima = 0.21.10m exigida pela norma. estanques. 8.

375m para degraus de 27cm (A profundidade do degrau é medida a 55cm do lado interno ou "olho") 8.10-3000-L-1300. na parte interna = 15cm Diâmetro mínimo do "olho". Em todos os casos. em cor amarelo segurança.10-3000-L-0103. 8. Os guarda-corpos deverão ser pintados conforme documento 20530.10-3000-L0006. a norma NBR 13231 deverá ser seguida. tal como Meta Caulk Wrap Strip da Guarutherm ou CP 25 WB Caulk da 3M ou equivalente. O material dos guarda-corpos deverá ser aço carbono.10-3000-L-0300. 8. 8. em ambos os lados haverá patamares com comprimento mínimo = largura da folha Escada com lanços curvos. retardante de chama.10-3000-L-0600 103 Comprimento dos patamares − − − Comprimento = (2H+P)n+P. e por motivos de segurança ao fogo seja necessário um selante. 8.Mechanical Design Criteria e o desenho padrão DC5-101 (Anexo IV). O selo deverá propiciar proteção ao fogo igual à da parede/laje na qual está sendo aplicado. ver documento 20530.27 Sistemas de Ventilação e Ar-Condicionado .24 Pass-thru para instalações elétricas Nos locais em que cabos elétricos ou barramentos passam através de paredes ou lajes. dever-se-á empregar uma espuma expansiva.25 Sistema de Proteção contra descargas atmosféricas e Aterramento Para especificação de aterramento e SPDA.20530.97m para degraus de P=32cm ou 1. admissível como saída de emergência (SE APLICA A ALGUNS TANQUES E A CHAMINÉ) − − Largura menor do degrau. sendo n um número inteiro Se a escada muda de direção o comprimento mínimo será a largura da escada e a fórmula anterior não se aplica Se houver porta. As salas de CCM deverão ter detectores de fumaça e sistema de alarme conforme a exigência da legislação brasileira. sprinklers e tubulações) deverão ser projetados de acordo com as normas do corpo de Bombeiros. extintores. aplicada com spray.26 Sistema de Combate a incêndio Para critério de proteção e combate a incêndio consultar documento 20530.23 Guarda-Corpo Os guarda-corpos deverão atender ao documento 20530. Nas áreas da ETE e Torres de Resfriamento deverão ser de aço inox. Todas as instalações de combate à incêndio (hidrantes. bomba ou escaparate: 0.

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Para requisitos de ar condicionado e ventilação, consultar documento 20530.10-3000L-0007- HVAC design Criteria. 8.28 Ruas e Acessos Pavimentos de acesso e ruas, incluídas no escopo de fornecimento, deverão ter suas áreas executadas e dimensionadas, pela CONTRATADA, em função do tipo e capacidade do tráfego e de acordo com estudos geotécnicos. A CONTRATADA deverá informar a PROPRIETÁRIA as cargas e a freqüência de tráfego de veículos em sua planta através do preenchimento da Tabela constante do Anexo VIII. 8.29 Áreas Externas As calçadas externas ao redor dos prédios deverão ser em concreto armado (DC4-305) ou não (DC4-304), a depender da utilização, ou em pavimento com blocos de concreto intertravados. As calçadas de concreto deverão ter largura mínima de 1,2m. 9 CONTROLE DE QUALIDADE TÉCNICA A CONTRATADA é responsável por toda infra-estrutura e por executar o controle técnico de todos os trabalhos e serviços. Ele tem que considerar como parte de seu escopo o fornecimento do controle de qualidade para a obra civil, e pela contração de uma empresa aprovada pela CONTRATANTE, incluindo a locação do laboratório. Todos os documentos deverão pertencer a um Data Book a ser entregue à CONTRATANTE após a construção. 9.1 Movimento de Terra nas áreas de EPC A CONTRATADA deverá efetuar os ensaios nos solos da jazida antes de sua aplicação para confirmar as suas características com base nas especificações da obra e das normas aplicáveis. A definição dos materiais a serem utilizados dentro da jazida deverá contar com a aprovação da PROPRIETÁRIA e do seu controle de qualidade. Toda a movimentação de material será de responsabilidade da CONTRATADA , assim como o preparo prévio da jazida pela remoção e raspagem integral da cobertura vegetal , sua drenagem provisória, implantação de acessos e reafeiçoamento e hidrosemeadura ao término dos trabalhos. Todas as operações de terraplenagem deverão ser acompanhadas por inspetor de campo especializado e laboratorista, de responsabilidade da CONTRATADA, munidos de equipamentos para os ensaios de campo.

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Todas as camadas compactadas deverão ser submetidas a ensaios "IN SITU" para verificação do atendimento ao grau de compactação especificado em projeto, cadastrando-se a locação e elevação de cada uma delas. A CONTRATADA deverá considerar no seu escopo e preço o envio de amostras para laboratório credenciado para a realização de ensaios específicos que não possam ser realizados na obra. O laboratório de controle tecnológico deverá estar operando na data inicial de começo das obras, registrando-se que todas as medições de serviços deverão estar acompanhadas dos respectivos boletins de controle tecnológico, sem o que os serviços não poderão ser considerados aceites, medidos e pagos. 9.2 Concreto O controle da qualidade do concreto deverá seguir as normas NBR 5738, NBR 5739; NBR 12654; NM 67, NM 33, NM 77, NM 101 e normas relacionadas. Deverão ser realizados e mantidos registros de modo a assegurar a “rastreabilidade” de cada batelada produzida e entregue na obra, permitindo o controle de todas as propriedades técnicas que determinam a qualidade do concreto, assim como dos seus materiais constituintes. Os registros deverão ser disponibilizados de imediato para a fiscalização. Os ensaios de todos os materiais do concreto deverão ser feitos por empresas de qualidade especializadas e pertencentes ao sistema/programa RBLE do INMETRO. Para o controle de qualidade do concreto será exigido o seguinte: − − − − − − Para o controle de qualidade e execução do concreto serão exigidos: 9.2.1 Agregados Na qualificação dos agregados é necessário executar ensaios prévios de amostras do material provenientes das fontes de produção ou exigir apresentação de certificado de qualidade fornecido pelo produtor ou fornecedor, onde constem os resultados dos ensaios de qualificação com prazo máximo de 15 dias antes da entrega dos agregados na central ou no canteiro de obras; A central de concreto, montada para atender a obra, ou a central externa adotada deverá ser aprovada pela PROPRIETÁRIA. Deverá haver controle do recebimento do concreto fornecido por central externa; A CONTRATADA deverá aprovar os tipos de materiais (cimento, microsílica, agregados, etc.) que serão empregados; A definição do traço de concreto deverá atender a norma e o projeto, e ser o mais adequado e econômico, visando atender as características de resistência e durabilidade da peça estrutural; A CONTRATADA deverá definir e apresentar o plano de concretagem; A COTRATADA deverá apresentar metodologia de reparo e recuperação de peças estruturais;

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Por ocasião do recebimento serão coletadas amostras “penhor” dos agregados para ensaios de qualificação, conforme estabelecido na NM 26 e reduzidas para ensaios de laboratório de acordo com a NM 27. Os agregados que estiverem cobertos de pó ou materiais lavados e que não satisfaçam as condições mínimas exigíveis de limpeza, deverão ser novamente lavados, ou então rejeitados. Dever-se-á pesquisar a reatividade de todos os agregados. Para tal dever-se-á efetuar uma apreciação petrográfica dos mesmos, realizada por técnico ou laboratório especializado. Dever-se-á também realizar obrigatoriamente, para cada tipo de agregado, no mínimo o teste acelerado de barras ASTM 1260. A resistência à abrasão será testada pelo método de “Los Ángeles” (NBR 6465-Agregados – Determinação da abrasão “Los Angeles”) Ensaios conforme tabela abaixo:

massa específica aparente e absorção de água NORMA NM 248 NM 30 NM 52 NM 53 . massa específica aparente Agregado Graúdo .20530.Determinação da massa específica.10-3000-L-0600 107 ENSAIO Agregados – Determinação Composição granulométrica Agregado miúdo – Determinação da absorção de água Agregado miúdo – Determinação da massa específica.

10-3000-L-0600 108 Agregados – Verificação da reatividade potencial pelo método químico NM 28 .20530.

10-3000-L-0600 109 9.20530. Ensaios conforme tabela abaixo: . relacionadas na Nota Fiscal que acompanha a entrega. é que será autorizada a descarga correspondente. demarcados e sinalizados.2. Somente após conferência das características do cimento. sendo. Os silos de estoque a granel devem estar munidos de identificação onde conste: tipo. para eventuais ensaios de qualificação se houver problemas na obra.2 Cimento Na qualificação do cimento deve-se fazer ensaios prévios de amostras do material proveniente das fontes de produção ou exigir apresentação de certificado de qualidade fornecido pelo fabricante ou fornecedor referente à análise do cimento produzido no período máximo de 4 (quatro) meses antes da entrega. classe e marca do cimento estocado. então. de forma a permitir o seu uso pela ordem de chegada. Os lotes devem ser formados de acordo com a procedência. classe e idade do cimento. tipo. Essas amostras penhores devem ser guardadas por 4 meses. e retiradas às amostras-penhor. Por ocasião do recebimento devem ser coletadas amostras “penhores” do cimento (mínimo de um saco por partida entregue ou 50 kg por material a granel.

20530.10-3000-L-0600 110 ENSAIO Cimento Portland e outros materiais Determinação da Massa Específica em NORMA pó.NM 23 Determinação da finura por meio da peneira de 75 NBR 11579 micrômetros (número 200) Cimento Portland-Determinação de tempos de pega Extração e preparação de amostras de cimentos NM 65 NBR 5741 .

10-3000-L-0600 111 Determinação da Resistência à compressão de cimento NBR 7215 Portland .20530.

Dimensional: ISO 6892. NBR 11768 e NBR 12317).4 Adensamento Deverá ser controlado o intervalo de tempo decorrido entre o instante de colocação de água de amassamento e o lançamento do concreto na peça de forma. O controle de qualidade do aço de armação deverá permitir a “rastreabilidade” do material. − Melhor aproveitamento da energia de adensamento orienta-se quanto à profundidade adequada da penetração da agulha do vibrador. no campo ou diretamente no escritório do fornecedor e realizando os seguintes testes: − − − − Tração para aço: ISO 6892.20530.5 Armaduras Para controlar a qualidade das barras de aço a contratada deverá prover uma equipe para cada trabalho no campo. de acordo com a NBR-7480. . fazendo em especial o controle técnico das barras por amostragem. Malha de aço soldada: NBR 7481. Os ensaios deverão ser executados com os materiais empregados na obra e a dosagem do aditivo obedecerá ao indicado pelo fabricante.2. − Técnicas utilizadas em função do tipo de estrutura. deve ser verificado o prazo de validade do produto fornecido. 9. Na impossibilidade de ensaiar pode ser aceito certificado de qualificação emitido com prazo inferior a 6 (seis) meses. Os tipos de quantidades de vibradores deverão ser adequados às necessidades da obra. após o lançamento do concreto nas formas. A freqüência. Dobramento: NBR 6153. 9. de forma a se obter concretos suficientemente homogêneos e compactos. invariavelmente. cuidando-se para que sejam atendidas as seguintes condições: − − O tempo de início da operação deverá dar-se.3 Aditivos Antes de iniciado o fornecimento. No recebimento do aditivo na obra. − Obtenção de costura adequada entre camadas.10-3000-L-0600 112 9. o raio de giração.2. a amplitude. diâmetro da agulha e comprimento do mangote deverão atender as recomendações técnicas seguintes − Acompanhamento quanto ao estado de conservação dos equipamentos. Será fornecida orientação quanto ao controle de adensamento. devem ser realizados ensaios de qualificação para verificação do atendimento aos requisitos das normas específicas para cada tipo de aditivo (NBR 10908.2. especialmente no que concerne ao tempo de duração de operação e posicionamento das agulhas.

Uniformidade na aplicação de desmoldantes de acordo com as recomendações do fabricante e especificações da obra. através do fornecimento de metodologia específica para cada caso. e outros materiais. quanto aos seguintes aspectos: − − − − − Existência de juntas posicionadas e executadas corretamente de modo que seja assegurada suficiente estanqueidade das Formas. será objetivo de tratamento especial. pontas de arame. devido à exposição ao sol por longo tempo. evitando-se fuga de nata ou argamassa do concreto. retirando-se do interior das mesmas aparas de madeira.10-3000-L-0600 113 Não será aceita nenhuma barra de aço que não for fornecida com certificado que assegure que elas foram testadas e que atendem as normas citadas acima. 9.2. verificada após desforma. anteriormente à colocação das armaduras. pregos. de modo que a estrutura receba cargas proporcionais aos valores que a mesma irá receber quando em trabalho. Dispositivos adequados à execução de um descimbramento gradativo e sem choques.20530. Saturação das Formas de madeira. evitando-se o uso de painéis que apresentem redução dimensional por secagem. A validade máxima dos certificados será de 6 (seis) meses. Os planos para descimbramento das estruturas serão alvo de avaliação de modo a que o alívio das escoras se dê progressivamente.7 Concreto Fresco Para o concreto fresco: . Limpeza adequada das Formas anteriormente às concretagens. bem como seções com defeitos que possam ocasionar necessidade de ajustes nas juntas e emendas e/ou deformações na superfície do concreto.6 Formas Anteriormente às concretagens as Formas e escoramentos serão inspecionados. − − − 9. antes do início das concretagens. Toda e qualquer eventual segregação. iniciando nos pontos de ocorrência de maiores flechas. pó de serra.2. Reutilização das Formas.

Procedimento NM 33 NBR 7212 NM 79 NBR 14931 .20530.10-3000-L-0600 114 ENSAIO NORMA Determinação da consistência pelo abatimento de tronco NM 67 de cone Concreto-Procedimento para moldagem e cura de corpos NBR 5738 de prova cilíndricos Concreto – Preparação das bases dos corpos-de-prova e NM 77 testemunhos cilíndricos para ensaio a compressão Concreto – Amostragem de concreto fresco Execução de concreto dosado em central Concreto – Preparação de cocreto em laboratório Execução de estruturas de concreto .

20530.10-3000-L-0600 115 Concreto–Preparo. controle e recebimento NBR 12655 .

8 Concreto Endurecido Para o concreto endurecido: .2.10-3000-L-0600 116 9.20530.

20530.10-3000-L-0600 117 ENSAIO Ensaio de compressão de corpos de prova cilíndricos NORMA NBR 5739 Determinação da Resistência à tração na flexão em NBR 12142 corpos de prova prismáticos Concreto – Ensaio de compressão de corpos-de-prova NM 101 cilíndricos .

10-3000-L-0600 118 Determinação da resistência à tração por compressão NBR 7222 diametral de corpos de prova cilíndricos .20530.

− Bases do transportador do triturador de cascas. ruas e áreas livres. Posicionamento da amostra. em 3(três) vias. tipo e marca do cimento. de recebimento em laboratório e de realização de ensaio. . A localização da obra (trecho. tensão do projeto. de acordo com formulários padronizados. coberturas metálicas. 10. etc. área. está apresentada uma descrição sucinta das principais construções. que deverão conter basicamente: − − − − − A identificação das partes contratantes e do terceiro contratado para a execução da obra. − Bases e estruturas do transportador e lavagem de toras. pátios. o mais rapidamente possível. − Bases e estruturas do descascador de toras. Resultado do ensaio. incluindo piso de concreto armado e sarjetão perimetral com caixas de coleta de efluentes e águas pluviais contaminadas. − Bases do sistema de transporte de rejeito de cavacos. com a devida antecedência e juntamente com a PROPRIETÁRIA. No caso de concreto. estruturas e cobertura metálica do picador de toras. − Conformação da área para a pilha circular de cavacos. no caso de concreto. − Base e estrutura do Reclaimer da pilha de cavacos. um programa para a sistemática coleta de amostras e realização de ensaios. As datas de coleta.2. abrangendo: − Bases e estruturas da Mesa de Alimentação de Madeira e Unidade Hidráulica. 10 DESCRIÇÃO DAS PRINCIPAIS CONSTRUÇÕES Em seguida. etc. − Bases do transportador de cavacos para a pilha circular de cavacos. estruturas e cobertura metálica para a peneira de cavacos. origem e dimensão máxima do agregado.). bases de equipamentos. gráfico. etc. O escopo e os limites de baterias estão definidos nos respectivos Editais.9 Controle tecnológico do Piso O representante da CONTRATADA deverá organizar. − Bases do transportador de cascas da caixa coletora de água de lavagem para o transportador do triturador das cascas. − Bases. − Bases do transportador de cavacos da peneira para o sistema transportador. tensão máxima de ruptura. − Bases. − Bases do sistema transportador de cavacos para a peneira. − Bases do transportador de cascas trituradas para a pilha de Biomassa. − Piso da pilha de Biomassa em concreto armado.10-3000-L-0600 119 9. − Caixa coletora de água de lavagem e sistema de separação de areia. também a idade do CP (corpo de prova).1 Pátio de Madeira A área do manuseio de madeiras é composta edificações prediais. − Bases. estruturas e cobertura metálica do triturador de cascas. Os resultados dos ensaios deverão ser apresentados.20530. em geral.

Haverá previsão de sistema de coleta dos lixiviados da pilha.14). porão de cabos. − Piso. − Rede subterrânea de efluentes e águas pluviais contaminadas. suportes do Reclaimer. sala de controle (conforme item 10. − Edificação em concreto pré-moldado e alvenaria de blocos estruturais de concreto e cobertura em laje de concreto impermeabilizada com telhado metálico simples para a sala elétrica. túnel e bases do transportador de biomassa.6.15. Haverá uma edificação que compreenderá a sala elétrica (conforme item 10. As áreas sem tráfego ou circulação de pessoas deverão receber grama esmeralda. − Poços de coleta e bombeamento (Bombas. para um poço de coleta e bombeamento. − Caixas de coleta de efluentes e águas pluviais contaminadas da pilha de biomassa. − Instalações de drenagem pluvial. com altura suficiente para cobrir visualmente todo o telhado. O piso da área de carregamento das mesas receptoras será de concreto armado de alta resistência (Conforme item 8. Deverá ter previsão de sistema de coleta dos lixiviados da pilha.3).3) em duas águas. − Pisos e ruas de concreto armado.10-3000-L-0600 120 − Túnel. paredes de contenção e cobertura metálica da pilha de biomassa. com celas de transformadores com bacias de contenção para óleo (Caso os trafos sejam a óleo) . sanitário com vestiário e copa. − Bases de suporte de tubulações. . tubulações até o Pipe rack). O pátio de estocagem de toras deverá ter piso em blocos de concreto intertravado com dimensionado para a carga solicitada.6. − Piso de concreto armado de alta resistência na área das mesas receptoras de toras. − Ruas em bloco de concreto intertravados. O suporte do Reclaimer e o túnel do transportador de cavacos deverão ser executados também em concreto armado. A pilha de biomassa terá piso e paredes de concreto armado e cobertura metálica simples (conforme item 7.1). sala de logística. − Caixas separadoras de água e óleo para os transformadores. com uma platibanda metálica. − Rede de água pluviais não contaminadas. A pilha de cavacos terá piso de concreto armado. − Calçadas de concreto. conexões.15) e outras salas de apoio. sala de painéis. − Redes subterrâneas de água fria e esgoto sanitário.20530. para um poço de coleta e bombeamento. sala dos afiadores de facas. − Piso do Pátio de estocagem de toras em blocos de concreto intertravado. estruturas e bases do sistema de transporte da pilha circular de cavacos. − Áreas gramadas (grama esmeralda) As áreas cobertas terão telhado metálico simples (Ver 7. sala de controle. − Drenagem pluvial das ruas. − Instalações sanitárias e de esgoto sanitário.

A Sala elétrica será locada na Linha de Fibras. Bases para escadas metálicas de acesso a tanques e plataformas de processo. Piso de concreto. − Bases para ponte de tubulação metálica. para o Cozimento e Linha de fibras. 10. Inclui também uma sala elétrica comum ao Cozimento e Branqueamento. Para Tanques ver item 10. edificação para estocagem de cavacos.20).20530. tanque de flash e equipamentos. − Sala Elétrica em concreto pré-moldado. Equipamentos críticos deverão ser locados em áreas de contenção (Ver item 8. − Pisos de concreto. Deverá ser prevista uma única sala elétrica. − Laje em concreto armado para os filtros de prensa com revestimento anticorrosivo. mureta de contenção. incluindo celas de transformadores com bacias para óleo. reatores e equipamentos. Deverá ser prevista uma sala elétrica única. inclusive guias e sarjetas. inclusive canaletas. As construções da Linha de Fibras abrangem: − Bases para tanques. muretas de contenção.3 Linha de Fibras (Branqueamento) A área do Branqueamento é composta por bases dos reatores. . tanques. abrangendo: − − − − Bases para digestor. equipamentos e a laje dos filtros-prensa.20. reatores e equipamentos. tanques. − Poço de coleta e bombeamento Para pisos e canaletas ver item 8.15. reatores e equipamentos.17. instalada na área da Linha de fibras para atender o Cozimento e Branqueamento. Bases do elevador do digestor. porão de cabos e sala de painéis. − Caixas separadoras de óleo para os transformadores e rede de águas pluviais contaminadas. fechamento em alvenaria de blocos estruturais de concreto e cobertura em laje impermeabilizada e telhado metálico simples. − Poço de coleta e bombeamento. tanques de flash e equipamentos relacionados. Para pisos e canaletas ver item 8. − Drenagem de águas pluviais das ruas. escadas de acesso e guarda-corpos. de acordo com o item 10.3.14.3. − Ruas internas em concreto.2 Cozimento e Massa Marrom A área do Cozimento é composta por bases dos digestores. de acordo com o item 10. − Edificação em concreto armado para suporte de silo de cavacos.10-3000-L-0600 121 10.18). Equipamentos críticos deverão ser locados em áreas de contenção (Ver item 8. rampas de acesso e revestimento anti-corrosivo em pisos e canaletas. rampas de acesso e revestimento anti-corrosivo em pisos e canaletas.14. inclusive canaletas. − Bases para escadas de acesso aos tanques.

− Instalações sanitárias e de esgoto sanitário. incluindo celas de transformadores com bacias para óleo. Depuração de polpa branqueada. Máquina secadora: Parte seca.4 Secagem de Polpa A área da secagem de polpa é composta das seguintes subáreas: − − − − − − Tancagem. assim como salas elétricas. mecânicas e de apoio. laje de operação em concreto armado. uma para cada máquina (Ver item 10. cobertura e fechamentos metálicos. − Edificação para a máquina secadora. inclusive canaletas. em concreto pré-moldado. salas elétricas.15). − Ponte de Tubulação metálica. mureta de contenção e rampas de acesso. cobertura e fechamentos metálicos. cortadeira e embalagem de celulose (enfardamento). incluindo bases para tanque e equipamentos. − Instalações de drenagem pluvial. 10. − Bases para ponte de tubulação metálica. − Edificação para as salas elétricas e mecânicas em concreto pré-moldado. ruas e áreas externas. paredes de alvenaria de blocos estruturais de concreto. no edifício de secagem. em concreto pré-moldado. fazendo parte integral do edifício da secadora. parede de alvenaria de blocos estruturais de concreto. − Bases para os ventiladores da secadora. canaletas de concreto e bases de equipamentos de concreto e poço de concreto para o Pulper inclusive revestimentos anti-corrosivos em canaletas e pintura epóxi em pisos. Abrangem as seguintes construções: − Área externa para Tancagem. A construção civil da área da secagem de polpa compreende as obras necessárias para área de tancagem externa. Deverá ser prevista uma área para laboratório. piso de concreto.20530. paredes de alvenaria de blocos estruturais de concreto. edifício do secador com mezanino e ponte rolante. depósito e expedição de celulose. pisos.20. Máquina secadora: Parte úmida.14) e uma sala de controle comum (Ver item 10. bombas de vácuo. vigas da ponte rolante. Enfardamento. − Poço de coleta e bombeamento. − Redes subterrâneas de água fria e de esgoto sanitário.10-3000-L-0600 122 Para Tanques ver item 10. e rede de pluviais contaminadas. salas e bases para trocadores de calor. salas para equipamentos de ventilação. − Caixas separadoras de água e óleo. Depósito de celulose. − Edificação para a máquina secadora. para transformadores. sanitários/vestiários. . − Sala de controle em dois níveis. laboratório e salas de apoio. escritório. porão de cabos e sala de painéis.

com bases de concreto para os tanques e as bombas.1. no nível do apoio da máquina. 10.18).3 Secagem – area úmida A área úmida do prédio da máquina de secagem é uma edificação de dois andares. Para Tanques ver item 10.2.). estáticas e dinâmicas. assim como áreas com grama esmeralda.19). O piso de operação e manutenção. em estrutura de concreto prémoldado com solidarizarão em concreto moldado in loco. . cobertura metálica e fechamento metálico e de alvenaria de blocos estruturais de concreto e piso de concreto armado.3.3. pátio e calçadas externas. com fechamento lateral em todas as faces e com ponte rolante com capacidade definida pelo fornecedor.20530. O piso será de concreto e terá acabamento desempenado com conforme item 8. O piso térreo deverá ser projetado para resistir às cargas de manutenção e a estocagem de rolos (Na área da estocagem de rolos deverão ser consideradas as cargas mínimas do item 6. basicamente com a intenção de abrigar bases de concreto para os tanques e as bombas.20.15. com colunas de concreto armado. porém sem fechamento lateral. cobertura metálica e fechamento metálico e de alvenaria de blocos estruturais de concreto e piso de concreto armado.1. Para pisos e canaletas de processo ver item 8. preferencialmente. Na fachada principal do prédio da secagem haverá identificação visual do Projeto. O piso será de concreto armado desempenado com aplicação de endurecedor de superfície. Deverá ser prevista uma marquise com cobertura em telhado metálico simples (de acordo com o item 7. A base da máquina e o piso térreo serão em concreto armado moldado in loco.1 Tancagem A área da tancagem é uma área aberta cercadas com muretas de contenção e canaletas de piso (Ver item 8. cortadeira e prensas.4. assim como bases para equipamentos.6. 10. A edificação deverá ser concebida. 10. − Depósito de celulose com colunas de concreto armado.15. − Ruas. que poderá ser estampada ou pintada sobre o fechamento metálico. provenientes da troca de rolos.10-3000-L-0600 123 − Edificação para cortadeira e enfardamento. Deverão ser previstas canaletas e áreas confinadas (conforme itens 8. também receberá cargas elevadas.3. Sobre a área úmida deverá ser previsto um sistema de ventilação e um forro falso para se evitar a condensação e gotejamento de água sobre a polpa em formação.4.3).4.2 Depuração de Polpa Branqueada A área da depuração de polpa branqueada é um espaço com áreas de contenção e canaletas. A edificação e a base da máquina terão fundações profundas.

Parte do fechamento lateral em telha metálica terá vãos de iluminação em telhas translúcidas (ver item 7.6.2) com vão de iluminação em telhas translúcidas (ver item 7.3). pisos e bases de equipamentos descritas acima deverão ser adotadas.2. com fechamento lateral em todas as faces. 10.4).3) com vãos de iluminação em telhas translúcidas (ver item 7. deverão ser previstos piso de concreto armado. O piso deverá ser em concreto nivelado.3.2) com vãos de iluminação em telhas translúcidas (ver item 7.2). 10. A cobertura deverá ser em telhas metálicas simples (ver item 7.4).15. A cobertura deverá ser em telhas metálicas zipadas (conforme item 7.3).6. as mesmas considerações de tipo de estrutura. Na área de enfardamento deverá receber pintura epóxi com demarcação de rotas para pessoas e máquinas.6. Para canaletas deverá ser previsto revestimento anti-corrosivo (ver item 8. O pé direito deverá ser o mesmo da área úmida. conforme item 7. revestidos (argamassados e pintados conforme itens 7.10-3000-L-0600 124 O telhado deverá ser em cobertura metálica zipada com isolamento térmico. . O fechamento lateral do prédio da secagem deverá ser de alvenaria de blocos de concreto. calculado para tráfego de empilhadeiras e bases de equipamentos integradas ao piso. com altura suficiente para cobrir todo o telhado.6. O piso térreo e o piso de operação deverão ser em concreto desempenado com aplicação de endurecedor de superfície. que possui um canal de ventilação nas fundações para interconectar a secadora com os ventiladores externos. Deverá ser adotado o mesmo tipo de estrutura.4.1) até altura definida em projeto e complementados com telha metálica trapezoidal (ver item 7.13.7. Como a área seca é uma continuação do prédio da área úmida.7.1 e 8.6. O telhado metálico terá como coroamento uma platibanda metálica.2.4. Os valores de FF e FL deverão > 25.7.7.1.7.4. O fechamento lateral do prédio deverá ser em telhas metálicas simples (ver item 7.) 10.2.5 Enfardamento Para essa área.2.4 Secagem – área seca A área seca do prédio da máquina de secagem é uma edificação de um andar. de cobertura e fechamento lateral da área seca do prédio da máquina de secagem.20530.6 Depósito de Celulose O depósito de celulose é a continuação do prédio do enfardamento. As bases das prensas deverão ter fundações independentes. Nas demais áreas deverá ser aplicado endurecedor de superfície a base de flúor silicato de sódio. Deverá ser prevista uma sala de manutenção e uma sala para armazenamento de tinta para estampagem dos fardos de celulose.

do pipe rack metálico.10-3000-L-0600 125 O depósito de celulose deverá ter fechamento em todos os lados com aberturas para acesso dos caminhões com porta tipo basculante. inclusive canaletas. porão de cabos e sala de painéis. canaletas de piso.20.20530. canaletas.7. 10. Para Tanques ver item 10. fundações. inclusive canaletas. plataformas e escadas metálicas Ponte de Tubulação metálica. Bases para passarelas. inclusive fechamento lateral e escada secundária). caixa de escadas e do elevador. Nas fachadas das áreas do prédio da secagem que a PROPRIETÁRIA considerar como principal será instalada identificação visual do Projeto. O nível térreo comporta as bases de apóio da estrutura metálica da caldeira. O piso deverá ser em concreto nivelado com acabamento em endurecedor de superfície a base de flúor silicato de sódio. conexões. Bases para tanques. Piso de concreto. Bases para ponte de tubulações metálica. dos dutos de exaustão. O piso deverá ser projetado para tráfego de empilhadeiras. Sala Elétrica em concreto e alvenaria de blocos estruturais de concreto incluindo celas de transformadores. A sala elétrica da Evaporação será compartilhada e locada na Caldeira de Recuperação.3). do tanque de licor. bases de equipamentos.7.2.2. e equipamentos. − − − − − Bases para o edifício da caldeira em estrutura metálica (Todo o edifício da caldeira e dos precipitadores.6 Caldeira de Recuperação Nessa área deverá ser prevista edificações.2) com vãos de iluminação em telhas translúcidas (ver item 7. tráfego de caminhões e estocagem de fardos de celulose.5 Evaporação Compreende as bases de concreto para equipamentos e tanques e suportes das estruturas de acesso a equipamentos e tanques e uma sala elétrica. − Poço de coleta e bombeamento (Bombas. Os valores de FF e FL devem ser >25. a qual poderá ser estampada ou pintada no fechamento metálico. O pé direito livre mínimo deverá ser de 8m. 10. sala elétrica. muretas de contenção . abrangendo: − − − − − − Bases para tanques. mureta de contenção e rampas de acesso. Bases para passarelas e escadas. torre da escada e elevador e sala elétrica localizada sob o precipitador eletrostático. Piso de concreto. áreas de contenção. O fechamento lateral do prédio deverá ser alvenaria até certa altura e acima em telhas metálicas simples (ver item 7. bases. tubulações até ponte de tubulações). Torre de escada principal de segurança e elevador . efeitos e equipamentos. mureta de contenção e rampas de acesso.

A escada para a rota de fuga da Caldeira de Recuperação deverá ter construção independente.7. por ocasião das pressões de vento a que o prédio da Caldeira está sujeito. com pelo menos os seguintes níveis: − − − − − Nível dos injetores de licor. Para Tanques ver item 10. será instalada identificação visual do Projeto. Ponte de Tubulação metálica. Atenção especial deverá ser dada ao projeto e execução do fechamento lateral para que não ocorra o destelhamento do fechamento lateral. Bases para ponte de tubulações metálica Bases dos apoios do duto de exaustão dos gases da caldeira.10-3000-L-0600 126 − − − − − − Sala elétrica em concreto pré-moldado e alvenaria de blocos estruturais de concreto incluindo celas de transformadores com bacias para óleo.1. As paredes da caixa de escada faceando a caldeira deverá ser dimensionada para resistir a carga de explosão de 5 kN/m2 (Ver item 6.7. Nível de operação.4). Nível de suporte do transportador de cinzas. 10.20. Nível dos ventiladores. no sentido horizontal e vertical. As escadas deverão ser corta-fogo e fumaça.15.2) com vãos de iluminação em telhas translúcidas (ver item 7.2. 10. As fachadas laterais deverão ser em telha metálica simples (Item 7.6. Na fachada considerada pela PROPRIETÁRIA como principal. porém próxima ao prédio principal da Caldeira. porão de cabos e sala de painéis.3.2.20530. Para pisos e canaletas ver item 8. Nível para manutenção da fornalha. As escadas da caldeira deverão atender a NBR 9077 e devem estar separadas do hall do elevador por uma parede corta fogo com resistência para 60 minutos.3). A porta de acesso a escada que dá acesso a caldeira deverá abrir para dentro da caldeira e ser a prova de explosão (item 8. a qual poderá ser estampada ou pintada no fechamento metálico.6.21.2 Precipitador Eletrostático e Sala Elétrica .1 Prédio da Caldeira de Recuperação O prédio da Caldeira de recuperação deverá ser concebido em estrutura mista açoconcreto. a ser definido posteriormente. A estrutura de concreto da sala elétrica.3.6). deverá ser instalada uma caixa de elevador resistente a explosão e escadas de acesso.2. suportará o precipitador Caixas separadoras de água e óleo (Para transformadores) e rede de pluviais contaminadas. Nesse prédio. Instalações de drenagem pluvial.

com bases de concreto para tanques e equipamentos. com cobertura metálica e guarda-corpos.7 Caustificação Área aberta. Base do tanque de licor: Bases do duto de exaustão. As bases do forno. para cal. 10. − − − − − − − − − − − − − Bases para tanques e equipamentos. segregada com mureta de contenção. O edifício do queimador. inclusive guarda-corpos. A sala elétrica terá as características descritas no item 10. Instalações de drenagem pluvial. Sala elétrica em concreto pré-moldado e alvenaria de blocos estruturais de concreto incluindo celas de transformadores com bacias para óleo. As fundações de todo o conjunto serão do tipo profundas. Edificação para o filtro de lama em concreto armado. Piso de concreto. de dois andares. 10.3 Gases de exaustão da Caldeira de Recuperação Os gases de exaustão serão dutados até a Chaminé Central. com cobertura metálica. inclusive guarda-corpos. Edificação em concreto armado para o queimador com cobertura e fechamento lateral metálicos. Bases do precipitador eletrostático. mureta de contenção e rampas de acesso. Para pisos e canaletas ver item 8.10-3000-L-0600 127 O precipitador eletrostático se apoiará em estrutura de concreto armado. 10.20530.8 Forno de Cal A área do Forno de Cal é composta pelos seguintes prédios: − − − − − − O edifício do filtro de lama. Nessa área está a edificação para os filtros de licor.15.14. composta de piso térreo. Bases do forno. inclusive canaletas.6. Bases para passarelas e escadas. colunas e uma laje sob a qual será instalada a sala elétrica. com piso em concreto desempenado.3. Sala elétrica. porão de cabos e sala de painéis. Bases dos apoios do duto de exaustão dos gases da caldeira. Caixas separadoras de água e óleo (Para transformadores) e rede de pluviais contaminadas. Edificação em concreto armado para os filtros de licor com cobertura e fechamento lateral metálicos. E compreendem as seguintes obras civis: . Baia de concreto e alvenaria de blocos estruturais de concreto.

com uma platibanda metálica. Plataforma de concreto para manutenção do condensador. Piso em grade eletrosoldada para as unidades hidráulicas. Instalações de drenagem de óleo das bacias dos transformadores e das salas hidráulicas. vigas da ponte rolante. paredes de alvenaria de blocos estruturais de concreto e corta-fogo.6. cobertura e fechamentos metálicos. sem fechamentos. paredes de alvenaria de blocos estruturais de concreto. A sala elétrica será de acordo com o item 10.14 e será comum ao forno e a caustificação Os gases de exaustão do forno serão dutados até a Chaminé Central. Piso de operação em estrutura metálica e chapa xadrez. O edifício do filtro de lama terá estrutura de concreto armado e poderá ser aberto (sem fechamento lateral). assim como uma sala elétrica e salas mecânicas. com altura suficiente para cobrir visualmente todo o telhado. pisos e canaletas de concreto. Instalações de drenagem pluvial. − − − − − − − − − . As lajes de processo de concreto. fazendo parte integral do edifício das turbinas. As áreas cobertas terão telhado metálico simples (Ver 7.20530. inclusive guias e sarjetas.2). O edifício do queimador será em concreto armado.10-3000-L-0600 128 − − − − Ponte de tubulação metálica Bases para ponte de tubulações metálica Ruas internas em concreto. Edificação para as salas elétricas e mecânicas em concreto prémoldado. salas para unidades de lubrificação hidráulicas e bases de concreto das mesmas. inclusive escada de acesso. não serão impermeabilizadas por ter sílica ativa ou metacaulim no concreto . em concreto pré-moldado. salas para equipamentos de ar condicionado. Instalações de drenagem das salas de ar condicionado. independentes da estrutura do edifício.15. Passarelas metálicas em chapa xadrez para manutenção da ponte rolante com escadas de marinheiro de acesso às mesmas. Rede de água fria e instalações sanitárias.3. Drenagem de águas pluviais das ruas. incluindo celas de transformadores com bacias para óleo. − − Edificação para as turbinas. Bases de concreto armado para as turbinas e condensador.9 Prédio do Turbogerador Edificação para abrigar turbinas (de condensação – TG1 e de contrapressão TG2) com seus geradores. 10. salas de baterias e escadas de acesso. porão de cabos e sala de painéis. expostas. Para pisos e canaletas ver item 8.

A estrutura será de concreto armado. As lajes internas terão a face inferior pintada com tinta acrílica.10-3000-L-0600 129 − − − − − − − − − − Caixas separadoras de água e óleo (Para transformadores) e rede de pluviais contaminadas.7. Poço de concreto armado para tanque de condensado e de flash Guarda-corpos do poço do tanque de condensado. Junto das vigas da ponte rolante deverá haver uma passarela metálica para manutenção com piso em chapa xadrez. Ponte de tubulação Metálica. Cobertura e fechamento metálico do poço do tanque de condensado.1 e 8. Os fechamentos laterais serão em alvenaria de blocos estruturais de concreto de 19cm. no nível do piso térreo.1. deverá resistir às cargas indicadas no projeto. Ruas e calçadas de concreto. O piso das salas para as unidades hidráulicas de lubrificação. inclusive canaletas. independentes da estrutura e do piso do edifício. A cobertura do hall das turbinas será em estrutura metálica com telhado zipado isolado tal como em 7.7. com hidrofugante de massa. A edificação terá fundações profundas. As lajes serão pré-moldadas com capa de solidarização concretada no local.14. com vigas e pilares em concreto pré-moldado. O piso térreo será em concreto com endurecedor de superfície Ashford Fórmula.1). com dreno. No nível de operação. As canaletas do piso térreo serão de concreto desempenado com endurecedor de superfície. conectado à caixa de separação de óleo. tipo Selmec.6. As lajes de cobertura da sala elétrica serão tal como descrito no item 10. As bases dos equipamentos serão de concreto armado.será de concreto desempenado.20530. Bases de concreto para o tanque de acumulação de vapor. . As mesas das turbinas serão em concreto moldado in loco. Bases para ponte de tubulações metálica. As vigas externas serão pintadas. A calha e as descidas de pluviais serão externas. O piso da sala de ar condicionado será de concreto vassourado. (Item 7. As estruturas de concreto terão acabamento exposto e serão pintadas com tinta acrílica. no exterior da edificação. o piso será de chapa de aço tipo xadrez apoiado sobre estrutura de aço carbono pintada. Deverão ser previstos vãos de iluminação fechados em tijolo de vidro nas fachadas. Terá nível rebaixado em relação ao piso térreo e uma grade de aço eletrofundida. terá dreno e estará rebaixado com respeito ao nível do piso térreo.13. Áreas com grama esmeralda O hall das turbinas deverá ter uma ponte rolante.1) argamassados e pintadas na face interna e externa com duas demãos de tinta látex acrílica fosca (ver itens 7. Os pilares externos serão pintados. Piso externo de concreto.

assim como o poço de bombeamento e as bases dos módulos da torre. e . haverá uma plataforma metálica ou de concreto.11 Torres de Resfriamento Foi previsto a instalação de duas torres de resfriamento para o Projeto ELDORADO. para lavagem. cujo bloco de fundação será solidário com o do TG1. O suporte do bandejamento e do cabeamento elétrico também será metálico. quando necessário. As torres de resfriamento são compostas por uma bacia de concreto armado e um poço de bombas. Haverão canaletas de concreto desempenado para as tubulações de condensado até o tanque de condensado. localizado numa caixa de concreto armado. Os acessos ao hall das turbinas. A caixa terá cobertura metálica (item 7. deverá ser aplicada pintura com na cor preta.4.10-3000-L-0600 130 Na área externa haverá uma mesa de concreto moldado in loco para suporte do condensador da turbina de condensação. 10. com bases de concreto. após revestimento com hidrofugante. Todas as tampas de canaleta deverão ser em FRP. para manutenção. Caso as paredes sejam em concreto armado o acabamento deverá ser conforme item 8. O tanque de vapor acumulado será apoiado em bases de concreto armado. As paredes externas das torres serão revestidas e pintadas em cor a ser definida futuramente (ver itens 7. poderão ser em concreto. O restante da área externa será coberto com grama esmeralda.6. sem revestimento. às salas elétricas. aos trafos e a rua de serviço. serão de concreto armado. A bacia será em concreto armado.3). guarda-corpo e escada de acesso.7. será metálico. No interior das celas. 10. Os pisos das áreas externas serão de concreto desempenado. na qual haverá também o tanque de flash.13. A mesa deverá ter uma mureta de contenção e drenos.15. com nível rebaixado. O pipe rack situado na lateral do prédio. devido a tráfego intenso.1). platibanda metálica.10 Planta Química Área para abrigar químicos. As canaletas serão em concreto armado. com fundações apropriadas. 10.12 Sala dos Compressores e secadores de ar .1 e 8. Para pisos e canaletas ver item 8. Junto à mesa.7.20530.20.3. Para Tanques ver item 10. A superestrutura será em concreto moldado in loco.

no primeiro piso uma sala de cabos e painéis e a sala de CCM no segundo piso. 10. Para alvenarias ver itens 7.7. As portas deverão ser estanques.20. consultar documento 20530. Para estimativa de dimensões dos equipamentos a serem instalados na sala elétrica do EPC. 10. A sala de cabos deverá ter sistema de ventilação (insuflamento / exaustão).10-3000-L-0300. com algumas áreas confinadas e bases de equipamentos. Para pisos e canaletas ver item 8.14.1). Serão do tipo com isolação a óleo os transformadores da Subestação Principal e dos Turbogeradores. com os mesmos acabamentos que as salas elétricas (Ver item 10.13.2 Sala de Cabos A sala de cabos deverá ser provida de duas saídas.14).14 Salas Elétricas As salas elétricas possuem usualmente na sua concepção uma área no piso térreo destinadas às células de transformadores.1 Células dos transformadores Os transformadores das áreas de processo do projeto serão de fornecimento Frame Contract e serão do tipo seco.1.10-3000-L-0600 131 Edificação em concreto e alvenaria de blocos de concreto estrutural.20530. Para acabamentos ver tabela do Anexo IX. 10. 10. de acordo com a NBR 13231.1.50m. As paredes das células dos transformadores desse tipo deverão ter paredes resistentes a fogo com alvenaria de blocos ocos de concreto preenchidos com areia.1 e 8.1 e 8. O pé direito mínimo é de 2. Para Tanques ver item 10.7.7. argamassada e pintadas (ver itens 7.14. No Precipitador Eletrostático o tipo de transformador deverá ser definido pelo EPCista. As células dos transformadores serão fechadas com paredes de alvenaria.13 Tratamento de água para Caldeira (ETAC) A ETAC é composta por uma área aberta.15.13. Os transformadores do tipo com isolação óleo deverão ter bacia de contenção de óleo.3. . Alvenarias de acordo com itens 7. incluindo também equipamentos não inclusos no escopo de fornecimento do EPC.1 e 8.13. ter trilhos e portão com tela metálica para manutenção dos transformadores. posicionadas em lados opostos. A sala elétrica deverá ser projetada para instalar todo o equipamento elétrico.

Acabamentos: − − − − 10. conforme padrão DC7-314 e DC7-315 (Anexo V) respectivamente. 10. As portas deverão ser estanques e corta-fogo. eletrodutos deverão ser fechadas de acordo com item 8. A sala de cabos deverá ser provida de duas saídas. Para acabamentos ver tabela do Anexo IX.14.7. As janelas da sala devem garantir uma redução de no mínimo 30dB (A) no nível de ruído externo. O forro será de alumínio. A sala de CCM deverá ter sistema de ar condicionado. cores claras (ver itens 7. com luminárias embutidas. As paredes serão rebocadas. Junto das paredes haverá uma faixa de 20 cm de granito preto. Todas as aberturas para passagem de cabos. O acesso a sala de controle deverá ser feito por antecâmara com duas portas estanques conforme padrão DC7-314 (Anexo V).10-3000-L-0600 132 Todas as aberturas para passagem de cabos.21.16 Sanitários O piso será paginado em granito de 2 cm de espessura. 10. o sistema elétrico (PLC) e outros sistemas de controle de interface. Prever área de jardim interno com área mínima de 5m2. Para acabamentos ver tabela do Anexo IX. . com acabamento em massa corrida e pintura látex acrílica.20530. 10.14. eletrodutos deverão ser fechadas de acordo com o item 8. As portas deverão ser estanques e corta-fogo. uma de emergência e outra para acesso. As esquadrias deverão ser em alumínio com enchimento de lã de rocha co densidade de 30 Kg/m3.13. As janelas deverão ser de vidro duplo com espaço de ar entre eles.1). conforme padrão DC7-314 e DC7-315 (Anexo V) respectivamente.15 Salas de Controle As salas de controle deverão ter piso elevado no caso de ser implantada em piso térreo.4 Sala de Painéis (Painéis de automação) Na sala de painéis serão instalados os painéis do sistemas (SDCD). uma de emergência e outra para acesso.1 e 8. do tipo colméia.21. Para acabamentos ver tabela do Anexo IX.3 Salas de CCM A sala de CCM deverá ser provida e duas saídas. A sala de painéis deverá ter sistema de ar condicionado.

1) 10. restaurante e áreas administrativas serão de granito de 2 cm. 20x20cm. espelho etc. salas de controle. do precipitador eletrostático e canaletas. Paredes em alvenaria conforme itens (7. assim como a sala elétrica são comuns a ambas as caldeiras.13. 10.7. com luminárias embutidas. 10. Haverá níveis intermediários para coleta de amostras e para manutenção em estrutura metálica. Bases para tanques. saboneteira. haverá faixas circundando a torre. PEI-4. . lavatórios. incluindo todos os metais e louças sanitárias.1 e 8. da caldeira de biomassa e do forno de cal.) O piso será em placas cerâmicas Portobelo ou equivalente. Bases para passarelas e escadas. cor clara e combinando com a cor dos azulejos. vasos. e equipamentos. divisórias. portas e acessórios (toalheiro. bases de equipamentos. O piso será em placas cerâmicas Portobelo ou equivalente. A caixa principal de escadas e elevador. O corpo da área externa da Chaminé será pintado com duas demãos de látex acrílico fosco cor a ser definida posteriormente. cor clara. dos dutos de exaustão. PEI-4. O nível térreo comporta as bases de apóio da estrutura metálica da caldeira. Além da pintura. somente na sua parte superior. Metais e louças serão Deca ou equivalente. mureta de contenção e rampas de acesso.10-3000-L-0600 133 Todos as instalações hidro-sanitárias deverão ser previstas e completamente fornecidas. cor clara. − − − − − − Bases para o edifício da caldeira em estrutura metálica. 40x40cm. do pipe rack metálico.19 Área da Caldeira de Biomassa Deverão ser adotadas as mesmas características Caldeira de Recuperação. Ponte de Tubulação metálica. descargas.18 Chaminé Construção em concreto armado realizada com forma deslizante para abrigar as chaminés da caldeira de recuperação. Piso de concreto. Bases para ponte de tubulações metálica.17 Escritórios (Dentro das ilhas dos EPCistas) O nível de iluminação e a ventilação deverão seguir as normas brasileiras.20530. As divisórias serão de “granilite” nas áreas da fábrica. 40x40cm. Os azulejos serão Portobelo ou equivalente PEI-3. O forro será em fibra mineral. assim como as escadas internas. inclusive canaletas. Em escritórios. A laje superior será impermeabilizada.

10-3000-L-0600 134 − − Instalações de drenagem pluvial.20.20530. Haverá três faixas em alturas diferentes na parte superior e uma na parte inferior que identificará o conteúdo. . exceto o digestor. serão pintados.20 Tanques Todos os tanques. inclusive os de aço inox. 10. Bases dos apoios do duto de exaustão dos gases da caldeira Para Tanques ver item 10.

20530.10-3000-L-0600 ANEXO I ANEXO I DESENHOS PADRÃO – SISTEMAS SUBRTERRÂNEOS (DC2) (somente eletrônico) .

20530.10-3000-L-0600 ANEXO II ANEXO II DESENHOS PADRÃO – ESTRUTURAS DE CONCRETO (DC3) .

20530.10-3000-L-0600 ANEXO III ANEXO III DESENHOS PADRÃO – PAVIMENTAÇÃO (DC4) .

20530.10-3000-L-0600 ANEXO IV ANEXO IV DESENHOS PADRÃO – ESTRUTURAS METÁLICAS (DC5) .

20530.10-3000-L-0600 ANEXO V ANEXO V DESENHOS PADRÃO – ARQUITETURA (DC7) .

20530.10-3000-L-0600 ANEXO VI ANEXO VI DESENHOS PADRÃO – INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS (DC8) .

20530.10-3000-L-0600 ANEXO VII ANEXO VII DESENHOS PADRÃO – MECÂNICA (DM2) .

10-3000-L-0600 ANEXO VIII ANEXO VIII TABELA – PAVIMENTOS DAS ILHAS DE PROCESSO .20530.

SALAS ELÉTRICAS .20530.10-3000-L-0600 ANEXO IX ANEXO IX TABELA – ACABAMENTOS .

20530.10-3000-L-0600 ANEXO X ANEXO X TABELA –REFERÊNCIA PARA TIPOS DE PAVIMENTOS NAS ILHAS DE PROCESSO .

10-3000-L-0600 ANEXO XI ANEXO XI GABARITO .ELEVAÇÕES .20530.

20530.10-3000-L-0600 ANEXO XII

ANEXO XII ÍNDICE DO DOCUMENTO

20530.10-3000-L-0600 ANEXO XII 1

ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...............................................................................................................................3 2 OBJETIVO......................................................................................................................................5 3 DEFINIÇÕES..................................................................................................................................5 4 CONDIÇÕES AMBIENTAIS........................................................................................................5 5 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA............................................................................................5 5.1 Documentos de Referência, Códigos, Normas e Especificações...................................................6 37 6 CRITÉRIOS DE PROJETO........................................................................................................40 6.1 Condições Locais.........................................................................................................................40 6.2 Critério de Durabilidade...............................................................................................................40 6.2.1 Vida útil das estruturas..............................................................................................................40 6.2.2 Controle da Corrosão.................................................................................................................40 6.2.3 Acabamento e pintura das estruturas metálicas.........................................................................40 6.3 Cargas de Projeto..........................................................................................................................40 6.3.1 Cargas Gerais............................................................................................................................40 6.4 Terraplenagem .............................................................................................................................43 6.5 Sistemas Subterrâneos..................................................................................................................43 6.6 Ruas e Pavimentos........................................................................................................................44 6.6.1 Pavimento das ilhas de processo...............................................................................................44 6.7 Investigações Geotécnicas............................................................................................................44 6.8 Estruturas de Concreto.................................................................................................................44 6.8.1 Projeto de estruturas de contenção de líquidos.........................................................................45 6.8.2 Projeto de Concreto Massa........................................................................................................47 6.9 Documentos de Projeto................................................................................................................49 7 ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS.........................................................................................50 7.1 Concreto.......................................................................................................................................50 7.1.1 Agregados..................................................................................................................................50 7.1.2 Cimento.....................................................................................................................................50 7.1.3 Adições Ativas..........................................................................................................................51 7.1.4 Aditivos.....................................................................................................................................51 7.1.5 Água de Amassamento e Cura..................................................................................................51 7.1.6 Grau de Resistência dos Concretos ..........................................................................................54 7.2 Revestimento anti -corrosivo para Concreto ...............................................................................58 7.3 Argamassas e Grautes..................................................................................................................58 7.3.1 Argamassa de cimento e areia...................................................................................................58 7.3.2 Argamassa/ Graute cimentício sem retração.............................................................................59 7.3.3 Argamassa / graute a base de resinas (Argamassa de ancoragem)............................................60 7.4 Estruturas Metálicas.....................................................................................................................61 7.4.1 Tipos de Aço.............................................................................................................................61 7.5 Plástico Reforçado com Fibra (FRP ou PRFV)............................................................................62 7.6 Coberturas....................................................................................................................................62 7.6.1 Telhado metálico com telha zipada e isolamento térmico........................................................62 7.6.2 Telhado metálico zipado simples..............................................................................................62 7.6.3 Telhado metálico simples..........................................................................................................63 7.6.4 Cobertura em Telhas Translúcidas............................................................................................63 7.7 Fechamentos Laterais...................................................................................................................63 7.7.1 Alvenaria...................................................................................................................................63 7.7.2 Fechamento em Telhas..............................................................................................................64

20530.10-3000-L-0600 ANEXO XII 2

8 ESPECIFICAÇÕES CONSTRUTIVAS.....................................................................................65 8.1 Atendimento às Normas...............................................................................................................65 8.2 Segurança.....................................................................................................................................65 8.3 Levantamento Topográfico..........................................................................................................65 8.4 Terraplenagem..............................................................................................................................65 8.5 Fundações.....................................................................................................................................66 8.5.1 Fundações Profundas.................................................................................................................66 8.5.2 Blocos para cabeça de estacas / Bases de equipamentos / Fundações Diretas..........................69 8.5.3 Ensaios.......................................................................................................................................69 8.6 Concreto.......................................................................................................................................69 8.6.1 Plano de Concretagem...............................................................................................................69 8.6.2 Preparação para lançamento.....................................................................................................70 8.6.3 Lançamento...............................................................................................................................70 8.6.4 Adensamento.............................................................................................................................71 8.6.5 Acabamento superficial.............................................................................................................72 8.6.6 Cura ..........................................................................................................................................72 8.6.7 Fissuração..................................................................................................................................76 8.6.8 Armaduras.................................................................................................................................76 8.6.9 Formas.......................................................................................................................................79 8.7 Estruturas de Concreto ................................................................................................................80 8.7.1 Estruturas Moldadas in loco .....................................................................................................80 8.7.2 Estruturas de concreto Pré Moldado.........................................................................................80 8.7.3 Tipos de Concreto para Construção .........................................................................................81 8.7.4 Acabamento do Concreto..........................................................................................................85 8.8 Concreto Massa............................................................................................................................85 8.9 Tolerâncias Dimensionais............................................................................................................88 8.10 Aberturas ...................................................................................................................................90 8.11 Execução de Revestimento Anti Corrosivo para o Concreto.....................................................90 8.11.1 Plástico reforçado com fibra de Vidro (resina ester vinílica DERAKANE MOMENTUM 411-350) 90 8.11.2 Composto Polimérico ARC®..................................................................................................91 8.11.3 Revestimento CEILCOTE reforçado com fibra de Vidro.......................................................92 8.12 Estruturas Metálicas...................................................................................................................94 8.12.1 Insertos Metálicos....................................................................................................................94 8.12.2 Chumbadores...........................................................................................................................94 8.13 Execução de Fechamentos Laterais............................................................................................95 8.13.1 Alvenaria.................................................................................................................................95 8.13.2 Fechamento lateral em peças de Concreto Pré-moldado.........................................................95 8.14 Trabalhos Preliminares e Instalações Provisórias......................................................................95 8.15 Pisos............................................................................................................................................95 8.15.1 Pisos de Concreto armado de alta resistência..........................................................................95 8.15.2 Acabamento dos Pisos.............................................................................................................96 8.15.3 Pisos e Canaletas de Processo.................................................................................................97 8.15.4 Piso Elevado............................................................................................................................98 8.16 Lajes de Processo.......................................................................................................................98 8.17 Tampas das Canaletas................................................................................................................99 8.18 Áreas de contenção.....................................................................................................................99 8.19 Áreas de Tancagem ...................................................................................................................99 8.20 Impermeabilização ....................................................................................................................99 8.21 Esquadrias................................................................................................................................100 8.21.1 Porta Corta Fogo...................................................................................................................100

...............102 8.........125 10.....................................................................................................4.................................................................................................1 Prédio da Caldeira de Recuperação....................................................................10 Planta Química ........................................9 Controle tecnológico do Piso...........................................................................................................................................5 Armaduras.9 Prédio do Turbogerador..........................103 8........................................7 Concreto Fresco...6................................5 Enfardamento ..............................2....................................................................................................................................................................101 8.............................................................................................................1 Pátio de Madeira..............4 Secagem de Polpa................5 Porta a Prova de Explosão.....................................105 9.6.....................................................................................4 Porta para Movimentação de painéis e Manutenção...130 10............................................4..........................22 Escadas .......................2 Depuração de Polpa Branqueada..................................24 Pass-thru para instalações elétricas................................................122 10...2...........123 10.................................................104 9.............................2 Porta Estanque .................................................................................................................................................2 Concreto .................109 9............................................................125 10.............................................................................2............................................................................2...........................102 8................28 Ruas e Acessos ......103 8......10-3000-L-0600 ANEXO XII 3 8......2.....................................................3 Linha de Fibras (Branqueamento).............119 10 DESCRIÇÃO DAS PRINCIPAIS CONSTRUÇÕES ......................3 Gases de exaustão da Caldeira de Recuperação..............116 9.................2 Sala de Cabos........................................................14...............119 10.................1 Células dos transformadores...21...................112 9................................................5 Evaporação........................101 8................................102 8...............................................126 10..............................................................................................124 10...............................................................................................3 Aditivos .....................................3 Porta Metálica com Visor...22...........119 10...................................................104 9 CONTROLE DE QUALIDADE TÉCNICA..11 Torres de Resfriamento.....................................1 Dimensões das escadas..8 Forno de Cal.....................1 Tancagem........................................................................................................................................................................................................1 Agregados .25 Sistema de Proteção contra descargas atmosféricas e Aterramento...........................................6 Caldeira de Recuperação...21..................................................................................124 10...............123 10.....................113 9...................................................................................................................................................................................6 Formas.........6 Depósito de Celulose...........................102 8......................131 10.....................130 10..128 10........................................................................................................29 Áreas Externas........................................................21.......................................................................2................104 8...........................................................................26 Sistema de Combate a incêndio..............121 10.................124 10.............................4.............................2.................................126 10..............6............8 Concreto Endurecido.......................................................................................112 9...........131 10................4.1 Movimento de Terra nas áreas de EPC .............................7 Caustificação.............127 10............4 Secagem – área seca....................................................14 Salas Elétricas...............................130 10...............................4............................................103 8...................................................................................................131 ..3 Secagem – area úmida................................................................................................27 Sistemas de Ventilação e Ar-Condicionado......103 8.....................................................................................123 10...................................................................................................................2...............................................................................................................................................................................................23 Guarda-Corpo .........................................13 Tratamento de água para Caldeira (ETAC)....................................................................................................................................................................2 Cimento.......................4..............14....................................................................103 8...........................................2 Cozimento e Massa Marrom...............105 9..........................................................................................2 Precipitador Eletrostático e Sala Elétrica....127 10..................112 9....................4 Adensamento....................12 Sala dos Compressores e secadores de ar ..............................................................................................21................................................20530......................................................121 10...........................131 10............................127 10................113 9..................................................................................2.............................................................104 9.............................

................3 Salas de CCM .................................................14...16 Sanitários....................132 10........................................................................15 Salas de Controle................................................132 10.....................................................................................133 10................................................133 10....................................................................................................19 Área da Caldeira de Biomassa....132 10........133 10......132 10.................4 Sala de Painéis (Painéis de automação) .................20 Tanques.....................................................................................17 Escritórios (Dentro das ilhas dos EPCistas)...........................10-3000-L-0600 ANEXO XII 4 10.............................18 Chaminé...................................................14....................................................................................................................................................................................20530......134 .........

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