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1ciclo1bimestre

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1 n do Ciclo a Al abetização

º a o
d f
Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais
Belo Horizonte- 2008
GUIA DO ALFABETIZADOR
1º Bimestre
ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO
1º ANO DO CICLO DA ALFABETIZAÇÃO
GUIA DO ALFABETIZADOR
1º BIMESTRE
Belo Horizonte
2008
GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS Aécio Neves da Cunha
SECRETÁRIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO Vanessa Guimarães Pinto
SECRETÁRIO - ADJUNTO DE EDUCAÇÃO João Antônio Filocre Saraiva
CHEFE DE GABINETE Felipe Estábile Moraes
SUBSECRETÁRIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA Raquel Elizabete de Souza Santos
SUPERINTENDENTE DE EDUCAÇÃO INFANTIL E FUNDAMENTAL Maria das Graças Pedrosa Bittencourt
DIRETORA DE ENSINO FUNDAMENTAL Maria Helena Brasileiro
Caro Professor Alfabetizador,
Há cinco anos inauguramos em Minas Gerais um novo tempo na construção
de uma escola pública de qualidade e comprometida com a cidadania, por
meio de ações que, somando o esforço de todos os educadores, nos
permitiram avançar significativamente no cumprimento de nossas metas.
Dentre essas, avançamos muito em nossa prioridade maior: garantir que toda
criança esteja lendo e escrevendo com fluidez até os oito anos de idade.
Os resultados da avaliação do Proalfa de 2006/2007 deixaram claro para nós,
mais uma vez, que você, pode fazer a diferença na sala de aula, desde que
tenha a seu lado uma direção e supervisão eficazes, um plano de intervenção
pedagógica coerente, uma comunidade atuante e uma organização
educacional que apóie e garanta as condições didático-pedagógicas
indispensáveis ao seu trabalho. E é exatamente isto que temos procurado
fazer.
Ao entregar a você este Guia do Alfabetizador, buscamos renovar o diálogo
que mantemos desde o início de nossa gestão e que se repetirá, ao longo
deste ano, a cada bimestre.
O Guia contém sugestões práticas para o seu trabalho diário com os alunos,
necessárias ao desenvolvimento das capacidades próprias da alfabetização.
Estas sugestões, naturalmente, deverão ser enriquecidas por você, pela sua
experiência e criatividade, pois ele não esgota as possibilidades e
necessidades de cada alfabetizador em sua sala de aula, mas apenas oferece
alguns passos a serem dados no processo de alfabetização e que precisam
ser seguidos por outros tantos passos indispensáveis ao ofício de ensinar a ler
e escrever.
Esperamos que o Guia seja instrumento eficaz para ajudá-lo a alfabetizar com
sucesso as nossas crianças e temos certeza que você sabe que esta tarefa
passa, também, pelo esforço do estudo contínuo e pelo cuidar do afago, do
afeto, do carinho, da compreensão, da ternura e do acolhimento a cada criança
que, dia após dia, entra pela porta aberta de nossa escola.
Confiamos em você. Conte conosco.
Bom trabalho!
Vanessa Guimarães Pinto
Secretária de Educação
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
DADOS PESSOAIS DO ALFABETIZADOR
ENDEREÇO DA RESIDÊNCIA
TRABALHO NA ESCOLA
SAÚDE
EM CASO DE EMERGÊNCIA, FAVOR ENTRAR EM CONTATO COM :
NOME COMPLETO:_______________________________________________________
DATA DE NASCIMENTO:___________________________________________________
RUA:____________________________________________N°:_______COMP:________
BAIRRO:_________________________________CIDADE:________________________
ESTADO:__________________________________________CEP:__________________
TELEFONES:______________/_________________EMAIL:________________________
____________________________________________________
RUA:____________________________________________N°:________COMP:________
ESTADO:__________________________________________CEP:__________________
TELEFONES:______________/_________________EMAIL:________________________
GRUPO SANGUÍNEO: ______________________ FATOR :________________
NOME:_______________________________________TEL:________________________
NOME:_______________________________________TEL:________________________
CONVÊNIO MÉDICO:______________________________________________________
MÉDICO: ________________________________________________________________
TEL:______________________________
O GUIA DO ALFABETIZADOR (Fichário) integra o Programa de Intervenção
Pedagógica (PIP) e foi elaborado para auxiliar os professores alfabetizadores das
escolas da rede pública do Estado de Minas Gerais na organização da rotina de sala de
aula e de um ambiente alfabetizador no Ciclo da Alfabetização. O Alfabetizador
receberá, ao longo do ano letivo, quatro fichários:
Exemplar 1/ 1º Bimestre


Exemplar 2/ 2º Bimestre


Exemplar 3/ 3º Bimestre

Exemplar 4/ 4º Bimestre


1º ano do Ciclo da Alfabetização
1º ano do Ciclo da Alfabetização
1º ano do Ciclo da Alfabetização
1º ano do Ciclo da Alfabetização
2º ano do Ciclo da Alfabetização

2º ano do Ciclo da Alfabetização
2º ano do Ciclo da Alfabetização

2º ano do Ciclo da Alfabetização
3º ano do Ciclo da Alfabetização

3º ano do Ciclo da Alfabetização

3º ano do Ciclo da Alfabetização
3º ano do Ciclo da Alfabetização
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
Este material está em construção.
Ficaremos satisfeitos com a sua colaboração.
Escreva dando sugestões para que, no próximo exemplar, a
reformulação contenha a sua contribuição.
Entre em contato conosco:
ZAF Consultoria Pedagógica zaf@gmail.com
Cada GUIA se refere a um ano do Ciclo da Alfabetização e cada ano é
identificado por uma cor diferente:
· 1º ano do Ciclo da Alfabetização - vermelho
· 2º ano do Ciclo da Alfabetização - verde
· 3º ano do Ciclo da Alfabetização - azul
No início de cada bimestre será entregue ao alfabetizador um fichário com o
exemplar referente ao ano do Ciclo da Alfabetização que ele está
trabalhando.
O alfabetizador receberá quatro fichários (material de capa dura) que
deverão ser utilizados ao longo do ano. Cada um referente a um bimestre.
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ÍNDICE
Apresentação do GUIA DO ALFABETIZADOR
Estrutura do GUIA DO ALFABETIZADOR
Planejando seu trabalho
Calendário Escolar 2008
Conhecendo o aluno
- dados dos alunos
- registro da apropriação da escrita
- auto-avaliação da leitura
- ficha de avaliação do ciclo da alfabetização
Roteiro de Planejamento
Capacidades Lingüísticas
Práticas Pedagógicas
Atividades
Indicações

Avaliação do GUIA
Referências Bibliográficas
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
Atividades extra-sala de aula
Atividades que demandam orientação
do responsável ou pessoa da família
que acompanha a criança
Pesquisa
Arte
Leitura
Aluno e Aluna
Desenvolvimento da Oralidade
Compreensão, produção e
valorização da cultura escrita
Considerações para o alfabetizador
Apropriação do sistema de escrita
LISTA DE ÍCONES
Apresentamos os ícones que representam a inter-relação entre os eixos,
capacidades, práticas pedagógicas e atividades.
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
1 Material produzido pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais Subsecretaria de Desenvolvimento da
Educação Básica, Superintendência de Educação Infantil e Fundamental e Diretoria de Ensino Fundamental.
APRESENTAÇÃO DO GUIA DO ALFABETIZADOR
Caro professor alfabetizador,
Apresentamos o GUIA DO ALFABETIZADOR na versão impressa e digital, referente
ao 1º bimestre do ano letivo. Este exemplar faz parte do Programa de Intervenção
Pedagógica - Alfabetização no Tempo Certo da Secretaria de Estado de Educação do
Estado de Minas Gerais. Ele é destinado aos professores das escolas da rede pública
que atuam no Ciclo da Alfabetização.
Este GUIA é um material prático e deve ser utilizado de acordo com a necessidade do
alfabetizador. Como uma diretriz que venha facilitar o processo de ensino e de
aprendizagem
.Ele é um instrumento facilitador da prática pedagógica, um organizador de idéias, um
orientador no planejamento diário na alfabetização e letramento. Ele deve ser usado
como suporte, uma vez que apresenta sugestões de atividades que não se esgotam e
vão além da sala de aula. Na interação entre alfabetizador e aluno no cotidiano da sala
de aula surgirão novas contribuições para a aplicação das orientações metodológicas
que estão contidas neste Guia.
Este material tem como foco principal contribuir para a ressignificação da prática
pedagógica, com ênfase no processo de alfabetização e letramento. Ele foi elaborado
a partir das orientações contidas nos documentos da Secretaria de Estado de
Educação, da Coleção “Orientações para a Organização do Ciclo de Alfabetização”,
de discussões com professores alfabetizadores, o apoio e a interlocução dos analistas
da SEE/MG.
1
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
2 Este assunto pode ser estudado no Caderno 2, Alfabetizando, da Coleção Orientações para a Organização do Ciclo
Inicial de Alfabetização.
3 Para saber mais, leia Acompanhando e Avaliando, Caderno 4, da Coleção Orientações para Organização do Ciclo
Inicial de Alfabetização.
O GUIA se divide em doze exemplares referentes aos 1°, 2° e 3° anos do Ciclo da
Alfabetização e serão distribuídos em 4 bimestres do ano letivo.
Ele é organizado da seguinte forma:
1. Apresentação e instrumentos para a organização da rotina do alfabetizador e de
sua turma;
2. Organização das capacidades lingüísticas;
3. Sugestões de práticas e recursos didáticos;
4. Sugestões de atividades relacionadas às capacidades indicadas no item 2;
5. Instrumentos de avaliação da aprendizagem;
6. Instrumento de avaliação do GUIA;
É fundamental que este material (fichário) seja utilizado como um todo e não de forma
fragmentada, visto que existem capacidades que devem ser introduzidas, trabalhadas
sistematicamente e consolidadas nos três anos de escolaridade de acordo com o
desenvolvimento do aluno. As capacidades não se associam apenas à dimensão
temporal do Ciclo e sim à trajetória de aprendizagem da criança, sendo importante que
os alfabetizadores adotem a avaliação formativa para que se assegure que, ao final do
Ciclo, todas as capacidades estejam consolidadas.
2
3
HORÁRIOS
INÍCIO
RECREIO
SEGUNDA-FEIRA TERÇA-FEIRA QUARTA-FEIRA QUINTA-FEIRA SEXTA-FEIRA
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
As informações e orientações contidas neste GUIA não conseguirão responder a todos
os desafios do alfabetizar – é preciso que paralelo à sua utilização vinculem-se
momentos de formação continuada, estudo, pesquisa e discussões em grupos de
estudo. A escola e a sala de aula devem ser espaços onde a teoria e a prática
dialoguem, transformando e construindo conhecimentos coletivos.
ESTRUTURA DO GUIA DO ALFABETIZADOR
Este GUIA foi estruturado em folhas avulsas a serem organizadas no fichário. Para sua
identificação anote seus DADOS PESSOAIS.
CALENDÁRIO ESCOLAR 2008
JANEIRO FEVEREIRO- 15 dias letivos MARÇO- 19 dias letivos ABRIL-21 dias letivos
D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S
1 2 3 4 5 1 2 1 1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11 12 3 4 5 6 7 8 9 2 3 4 5 6 7 8 6 7 8 9 10 11 12
13 14 15 16 17 18 19 10 11 12 13 14 15 16 9 10 11 12 133 14 15 13 14 15 16 17 18 19
20 21 22 23 24 25 26 17 18 19 20 21 22 23 16 17 18 19 20 21 22 20 21 22 23 24 25 26
27 28 29 30 31 24 25 26 27 28 29 23 24 25 26 27 28 29 27 28 29 30
30 31





MAIO- 18 dias letivos JUNHO- 21 dias letivos JULHO- 12 dias letivos AGOSTO- 20 dias letivos
D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S
1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 1 2 3 4 5 1 2
4 5 6 7 8 9 10 8 9 10 11 12 13 14 6 7 8 9 10 11 12 3 4 5 6 7 8 9
11 12 13 14 15 16 17 15 16 17 18 19 20 21 13 14 15 16 17 18 19 10 11 12 13 14 15 16
18 19 20 21 22 23 24 22 23 24 25 26 27 28 20 21 22 23 24 25 26 17 18 19 20 21 22 23
25 26 27 28 29 30 31 29 30 27 28 29 30 31 24 25 26 27 28 29 30
31







SETEMBRO- 22 dias letivos OUTUBRO- 19 dias letivos NOVEMBRO-20 dias letivos DEZEMBRO-13 dias letivos
D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S
1 2 3 4 5 6 1 2 3 4 1 1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13 5 6 7 8 9 10 11 2 3 4 5 6 7 8 7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20 12 13 14 15 16 17 18 9 10 11 12 133 14 15 14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27 19 20 21 22 23 24 25 16 17 18 19 20 21 22 21 22 23 24 25 26 27
28 29 30 26 27 28 29 30 31 23 24 25 26 27 28 29 28 29 30 31
30

Para que o trabalho a ser desenvolvido atenda a realidade de sua turma, indicamos
alguns instrumentos que o auxiliará a CONHECER O ALUNO; são observações
importantes sobre as crianças e suas características. Estas fichas deverão ser
preenchidas no início do ano letivo e durante todo o processo de apropriação da escrita.
Na seqüência, você encontrará sugestão de
quadros referentes às semanas de cada bimestre,
com espaços em branco, para que você anote o
ROTEIRO DE PLANEJAMENTO do seu trabalho.
Nestes quadros você poderá anotar suas práticas,
observações diárias, tópicos do planejamento,
atividades, bem como livros, revistas, sites ou
softwares que utilizará.
Apresentamos o CALENDÁRIO ESCOLAR DE
2008, para você se organizar e ter condições de
planejar os dias letivos. Observe a legenda que
apresenta os recessos escolares comuns às escolas
da rede e os dias indicados para planejamento.
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
Para preencher o roteiro de planejamento é
imprescindível consultar os quadros onde está
contida a organização das CAPACIDADES
LINGÜÍSTICAS referente ao trabalho a ser
desenvolvido em cada bimestre.
Para se consolidar o trabalho realizado em sala de
aula, além do quadro citado acima você terá em
mãos algumas dicas metodológicas para que a sua PRÁTICA PEDAGÓGICA contribua
para a alfabetização e letramento de seus alunos.
As ATIVIDADES são sugestões que devem ser personalizadas e adequadas à
realidade de sua turma. Elas poderão se transformar em matrizes de estêncil, fotocópia
ou até mesmo acessadas pelo software do Guia do Alfabetizador.
Esperamos que elas sejam utilizadas de maneira simultânea a
outros portadores textuais como: livros de histórias, livros didáticos,
agendas, jornais, panfletos e revistas em geral, entre outros, que
durante o processo de alfabetização já são utilizados.
Veja, ao final do Guia, listas de INDICAÇÕES de livros de literatura,
sites, softwares, filmes entre outros.
O GUIA não indica o método de alfabetização a ser aplicado. Ele busca organizar a sua
forma de trabalhar, apresenta algumas estratégias, cita alguns recursos didáticos e
detalha procedimentos de atuação e de AVALIAÇÃO formativa. A escolha do método e
processos de alfabetização será feita pelo alfabetizador ou a partir da organização
político pedagógica da escola.
Com o objetivo de aperfeiçoar nosso trabalho você encontrará o instrumento de
AVALIAÇÃO DO GUIA DO ALFABETIZADOR, que deverá ser encaminhado às
Superintendências Regionais de Ensino, com sugestões para que, de fato, possamos
auxiliar a sua prática alfabetizadora.
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
PLANEJANDO SEU TRABALHO
O planejamento do trabalho de alfabetização e letramento é fundamental para uma
efetiva aprendizagem dos alunos. A partir do diagnóstico da turma e da definição das
capacidades a serem desenvolvidas, o alfabetizador terá condições de selecionar os
melhores recursos, procedimentos e atividades a serem trabalhadas durante a aula.
Inicie o bimestre CONHECENDO O ALUNO, anote na ficha de DADOS algumas
informações para que você possa acompanhá-lo. Além desta ficha, o GUIA
apresenta três instrumentos (REGISTRO DA APROPRIAÇÃO DA ESCRITA,
AVALIAÇÃO DO CICLO DA ALFABETIZAÇÃO e FICHA DE AVALIAÇÃO DO
CICLO DA ALFABETIZAÇÃO) que auxiliarão no diagnóstico e o
desenvolvimento do aluno em relação ao sistema de escrita e leitura. O
preenchimento destes instrumentos será realizado pelo alfabetizador com o
aluno a partir das observações e do resultado das avaliações. Para que o
alfabetizador tenha o perfil de sua turma.
Após o levantamento do perfil da turma, sugerimos a leitura e estudo dos
quadros referentes às CAPACIDADES LINGÜÍSTICAS a serem
introduzidas, trabalhadas e consolidadas no Ciclo da Alfabetização de
acordo com a necessidade de seu aluno.
Selecione as capacidades a serem desenvolvidas por seus alunos, conforme a
análise das necessidades apresentadas pela turma por meio do diagnóstico.
Consulte no GUIA as sugestões de PRÁTICAS PEDAGÓGICAS e
ATIVIDADES, contextualize-as de acordo com a realidade de sua turma e
de seus alunos.
1
2
3
4
4 No GUIA você encontrará algumas sugestões. Para aprofundar o tema, leia o Caderno 5, Avaliação Diagnóstica:
Alfabetização no Ciclo Inicial da Coleção Orientações para a Organização do Ciclo Inicial de Alfabetização
4
Leia as orientações de como o GUIA poderá ser utilizado para auxiliá-lo em seu planejamento:
Criando condições para o planejamento. É preciso planejar. Mas como conseguir planejar?
O ideal é... Consulte o caderno 3 Preparando a Escola e a sala de Aula da Coleção
Orientações para a Organização do Ciclo de Alfabetização.
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
Selecione as metodologias e recursos didáticos necessários ao
desenvolvimento das capacidades, procurando ser criativo na escolha
das diversas atividades para alcançar o objetivo proposto. Registre no
ROTEIRO DE PLANEJAMENTO.
As ATIVIDADES deverão ser selecionadas para introduzir, trabalhar e
consolidar as capacidades. Em outros momentos elas poderão ser
retomadas com o mesmo objetivo, trabalhando de forma diferenciada.
Outras práticas devem contribuir para o trabalho sistemático garantindo a
consolidação da capacidade determinada .
Retome o item 2 abordando novas capacidades a serem trabalhadas a
partir da avaliação processual de sua turma. Por meio do uso destes
instrumentos você poderá avaliar os avanços dos alunos e planejar
continuamente para o alcance dos objetivos do Programa de Intervenção
Pedagógicas - Alfabetização No Tempo Certo.

5
6
7
5 Consulte o caderno 2, Alfabetizando da Coleção Orientações para a Organização do Ciclo Inicial de
Alfabetização
5
- Férias escolares: 2 à 31 de janeiro
- Início do ano escolar: 1 de fevereiro
- Inicio do ano letivo : 11 de fevereiro
- Término ano letivo: 17 de dezembro
- Término ano escolar: 19 de dezembro
Recessos escolares comuns:
- 4 a 06 de fevereiro (carnaval): 2 dias
- 20 de março (semana santa): 1 dia
- 2 e 23 de maio: 2 dias
- 14 a 25 de julho: 12 dias
- 14 a 17 de outubro: 4 dias
- 22 a 31 de dezembro: 9 dias
Planejamento
- 1, 7 e 8 de fevereiro
- 28 de julho
- 18 e 19 de dezembro
CALENDÁRIO ESCOLAR 2008
JANEIRO FEVEREIRO- 15 dias letivos MARÇO- 19 dias letivos ABRIL-21 dias letivos
D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S
1 2 3 4 5 1 2 1 1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11 12 3 4 5 6 7 8 9 2 3 4 5 6 7 8 6 7 8 9 10 11 12
13 14 15 16 17 18 19 10 11 12 13 14 15 16 9 10 11 12 133 14 15 13 14 15 16 17 18 19
20 21 22 23 24 25 26 17 18 19 20 21 22 23 16 17 18 19 20 21 22 20 21 22 23 24 25 26
27 28 29 30 31 24 25 26 27 28 29 23 24 25 26 27 28 29 27 28 29 30
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MAIO- 18 dias letivos JUNHO- 21 dias letivos JULHO- 12 dias letivos AGOSTO- 20 dias letivos
D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S
1 2 3 1 2 3 4 5 6 7 1 2 3 4 5 1 2
4 5 6 7 8 9 10 8 9 10 11 12 13 14 6 7 8 9 10 11 12 3 4 5 6 7 8 9
11 12 13 14 15 16 17 15 16 17 18 19 20 21 13 14 15 16 17 18 19 10 11 12 13 14 15 16
18 19 20 21 22 23 24 22 23 24 25 26 27 28 20 21 22 23 24 25 26 17 18 19 20 21 22 23
25 26 27 28 29 30 31 29 30 27 28 29 30 31 24 25 26 27 28 29 30
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SETEMBRO- 22 dias letivos OUTUBRO- 19 dias letivos NOVEMBRO-20 dias letivos DEZEMBRO-13 dias letivos
D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S
1 2 3 4 5 6 1 2 3 4 1 1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13 5 6 7 8 9 10 11 2 3 4 5 6 7 8 7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20 12 13 14 15 16 17 18 9 10 11 12 133 14 15 14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27 19 20 21 22 23 24 25 16 17 18 19 20 21 22 21 22 23 24 25 26 27
28 29 30 26 27 28 29 30 31 23 24 25 26 27 28 29 28 29 30 31
30

PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
NOME ANIVERSÁRIO
RESPONSÁVEL
(nome e endereço de contato ou telefone)
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
CONHECENDO O ALUNO
Alfabetizador :
Propomos o preenchimento do quadro abaixo ao iniciar o ano letivo para que você possa lembrar da data de aniversário, que é significativa para
seu aluno, o nome do responsável e forma de contato em caso de emergência.
No seu diário de classe, registre as informações importantes para que você possa intervir e apoiar seu aluno adequadamente em suas interações
com as outras crianças e com toda a comunidade escolar. Exemplo: Se seu aluno tem alguma necessidade especial, se faz uso de algum
medicamento, se necessita de alguma orientação ou acompanhamento, entre outros.
Nome da Escola:____________________________________________________Ano:_________Ciclo:______________________________
Professor:_______________________________________________Turma:______________________________ Turno:________________
01
02
03
04
05
06
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
NOME ANIVERSÁRIO
RESPONSÁVEL
(nome e endereço de contato ou telefone)
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
NOME ANIVERSÁRIO
RESPONSÁVEL
(nome e endereço de contato ou telefone)
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
27
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29
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32
33
34
35
36
NOME ANIVERSÁRIO
RESPONSÁVEL
(nome e endereço de contato ou telefone)
REGISTRO DA APROPRIAÇÃO DA ESCRITA
Aluno: ______________________________________________
Ciclo: _________ Turma: __________ Turno: ______________
Professor:___________________________________________
Escola:______________________________________________

OBSERVAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE APROPRIAÇÃO DA ESCRITA
2º BIMESTRE
3º BIMESTRE
4º BIMESTRE
1º BIMESTRE
MESES 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11
1 Escreve utilizando grafismos e outros
símbolos
2 Utiliza as letras para escrever
3 Produz escritas diferenciadas (exigência de
quantidade mínima de letras e variedade)
4 Estabelece relação entre fala e escrita (faz
corresponder para cada sílaba oral uma marca)
utilizando grafismos e outros símbolos
5 Estabelece relação entre fala e escrita (faz
corresponder para cada sílaba oral um grafismo)
6 Estabelece relação entre fala e escrita, utiliza
letras mas sem fazer uso do valor sonoro
convencional
7 Estabelece relação entre fala e escrita, fazendo
uso do valor sonoro convencional
8 Estabelece relação entre fala e escrita, ora
utilizando uma letra para cada sílaba, ora
utilizando mais letras
9 Produz escritas alfabéticas, mesmo não
observando as convenções ortográficas da escrita
10 Produz escritas alfabéticas, observando
algumas convenções ortográficas da escrita
11 Produz escritas alfabéticas, sempre
observando as convenções ortográficas da escrita
OBS: Alfabetizador, marcando com um X o que
seu aluno já consegue realizar, você poderá traçar
o perfil da sua turma e planejar práticas de ensino
e atividades que os possibilitem avançar ainda
mais em suas capacidades e competências para
escrever.
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ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
AUTO-AVALIAÇÃO DA LEITURA
Aluno: ______________________________________________
Ciclo: _________ Turma: __________ Turno: ______________
Professor:___________________________________________
Escola:______________________________________________

Prezado aluno, marque com as devidas cores das legendas, o que você já
consegue realizar e reflita sobre o que você deve se empenhar mais para
melhorar a cada dia sua leitura.
Para o Alfabetizador: Se necessário, leia cada item junto com os alunos,
levando-os a refletirem sobre cada questão e orientando-os a marcarem
as respostas.
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
OBSERVAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE APROPRIAÇÃO DA ESCRITA
2º BIMESTRE
3º BIMESTRE
4º BIMESTRE
1º BIMESTRE
DEMONSTRO
INTERESSE
PELA LEITURA
CONSIGO
LER SOZINHO?
TENHO CUIDADO
COM O MATERIAL
DE LEITURA
VERDE- SIM VERMELHO- NÃO AMARELO-
TENHO QUE MELHORAR

FICHA DE AVALIAÇÃO PARA O CICLO DA ALFABETIZAÇÃO

Conhecimentos e capacidades a serem atingidos ao longo do Ciclo da Alfabetização
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Ficha de avaliação de conhecimentos e capacidades: Compreensão e valorização da cultura escrita

Aluno...............................................................................................................Idade.............
Escola............................................................................................................. Alfabetizador...............
Nível do Ciclo.................................................................................................Turno......................................
Período de avaliação ....................................................................................Data de registro.....................

Situação da
aprendizagem

Não
desenvolveu

Em
desenvolvimento


Consolidada

Conhecimentos e
capacidades avaliadas
Demandas
para o ensino
Introduzir
conteúdos e
atividades
Trabalhar
conteúdos e
atividades
Avançar para
novos
conteúdos e
atividades
Observações quanto as
dificuldades específicas
do aluno
Conhece, utiliza e valoriza os modos de
produção e circulação da escrita na
sociedade

Identifica textos em diversos espaços

Identifica e utiliza portadores em espaços
escolares nos quais circulam textos (murais,
jornais escolares, cartazes, quadros de
avisos entre outros)

Identifica e utiliza livrarias, bancas e
bibliotecas como locais de acesso a livros ,
jornais e revistas, etc.

Utiliza a biblioteca da escola e do bairro para
manuseio e leitura de livros, jornais, revistas.

Envolve-se na produção e organização de
espaços para realização de leituras, tais
como canto de leitura, biblioteca de classe,
jornais escolares

Conhece os usos e funções sociais da
língua escrita

Identifica diversos suportes da escrita tais
como livros, revistas, jornais, folhetos

Identifica as finalidades e funções da leitura
de alguns textos a partir do exame de seus
suportes

Conhece os usos da escrita na cultura
escolar

Identifica as particularidades físicas dos
objetos de escrita presentes na escola
(disposição e organização do texto escrito,
tipo usual de letra, interação entre linguagem
verbal e linguagens visuais, etc)

Dispõe-se a ler, sozinho ou com colegas, as
atividades escritas da escola, parando para
observar onde essas se encontram

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ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C

Domina capacidades necessárias ao uso
da escrita no contexto escolar
Situação da
Aprendizagem
Não desenvolveu Em
desenvolvimento
Consolidada
Apresenta evidências de que apreende a
sequenciação do texto nas páginas de livros e
cadernos
Apresenta evidências de que apreende os
recursos de disposição do escrito nas páginas
de livros e cadernos (margens, parágrafos,
espaçamento entre partes, títulos)
Lê e escreve observando a sequenciação
adequada do texto nas páginas de livros e
cadernos
Lê e escreve inter-relacionando
adequadamente o escrito e as ilustrações nos
livros e cadernos
Lê e escreve observando a disposição
adequada do escrito na página (margens,
parágrafos, espaçamento entre as partes,
títulos, cabeçalhos)
Sabe usar indicadores editoriais (título, autor,
editora, data de publicação)
Sabe usar sumários ou índices para localizar
informações desejadas
Apresenta conhecimentos básicos sobre a
organização de textos no computador
Sabe dar aos textos produzidos apresentação
adequada ao suporte
Evidencia capacidades específicas
relacionadas ao ato de escrever (uso
adequado de instrumentos de escrita, clareza
e legibilidade)
Outras observações do alfabetizador sobre
competências e habilidades da turma, de
acordo com o perfil do grupo
[Outras]:
ROTEIRO DE PLANEJAMENTO
Para que haja coerência entre teoria e prática e você possa se organizar, sugerimos
uma síntese para o ROTEIRO DE PLANEJAMENTO. Anote nos quadros semanais as
atividades selecionadas para trabalhar as capacidades relativas ao desenvolvimento
da oralidade, leitura, apropriação do sistema de escrita e compreensão,produção e
valorização da cultura escrita (consulte as práticas indicadas no GUIA). Registre ainda
nomes de livros, revistas, sites ou softwares que serão utilizados.
Alfabetizador,
Preencha o quadro de roteiro de planejamento com as atividades
relativas às capacidades de desenvolvimento da oralidade, leitura,
apropriação do sistema de escrita e compreensão, produção e
valorização da cultura escrita que queira desenvolver a cada dia.
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HORÁRIOS
INÍCIO
RECREIO
SEGUNDA-FEIRA TERÇA-FEIRA QUARTA-FEIRA QUINTA-FEIRA SEXTA-FEIRA
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SEGUNDA-FEIRA TERÇA-FEIRA QUARTA-FEIRA QUINTA-FEIRA SEXTA-FEIRA
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RECREIO
SEGUNDA-FEIRA TERÇA-FEIRA QUARTA-FEIRA QUINTA-FEIRA SEXTA-FEIRA
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SEGUNDA-FEIRA TERÇA-FEIRA QUARTA-FEIRA QUINTA-FEIRA SEXTA-FEIRA
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SEGUNDA-FEIRA TERÇA-FEIRA QUARTA-FEIRA QUINTA-FEIRA SEXTA-FEIRA
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RECREIO
SEGUNDA-FEIRA TERÇA-FEIRA QUARTA-FEIRA QUINTA-FEIRA SEXTA-FEIRA
CAPACIDADES LINGÜÍSTICAS
Os quadros que organizaram as capacidades lingüísticas foram construídos com a
intenção de instrumentalizar o alfabetizador na seleção de práticas pedagógicas.
Pretende-se com isso que o alfabetizador alcance os objetivos do “Programa
Alfabetização no Tempo Certo” fazendo com que todos os alunos estejam lendo e
escrevendo aos 8 anos.
Os quadros auxiliam o alfabetizador dando-lhe uma visão geral das práticas
pedagógicas e das capacidades a serem consolidadas. Auxiliam também no processo
de acompanhamento da frequência de tais práticas e de suas avaliações processuais.
?A primeira coluna apresenta as capacidades lingüísticas que os
alunos deverão desenvolver durante o bimestre.
?A segunda coluna indica sugestões práticas que possibilitarão ao
alfabetizador visualizar a metodologia de trabalho, estabelecendo o que deve ser
ensinado.
?A terceira coluna, indica a freqüência da atividade a ser realizada, isto é,
sugestão de quantas vezes o alfabetizador deverá inserir, em seu planejamento, as
práticas pedagógicas indicadas para o alcance dos objetivos propostos.
?E finalmente, a coluna avaliação a p r e s e n t a a l g u ma s
sugestões e estratégias para, caso seja necessário, fazer as intervenções frente às
dificuldades apresentadas pelos alunos durante o processo de alfabetização.
O quadro, na horizontal, se dividirá em quatro eixos fundamentais para a alfabetização
e letramento: desenvolvimento da oralidade, leitura, apropriação do sistema de
escrita, compreensão, produção e valorização da cultura escrita.
Os eixos estão interligados e devem ser trabalhados de forma simultânea,
exercendo influência uns sobre os outros.
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ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
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DESENVOLVIMENTO DA ORALIDADE
É nesse momento que a escola pode cumprir um de seus papéis
principais, o de ajudar o aluno a se desenvolver melhor neste
mundo, dotando-o dos instrumentos e recursos lingüísticos que lhe permitirão viver de
um modo mais participativo e dinâmico na sociedade. Falar bem, tanto com a sintaxe
adequada quanto com uma estruturação lógica do pensamento, permitirá aos alunos
maior inserção nos grupos sociais.
O mundo torna-se cada vez mais exigente, e a capacidade de expressão oral pode
contribuir para a valorização da pessoa.
A oportunidade de usar a fala em situações reais permite ao aluno desenvolver as
competências necessárias para decidir o que falar, como falar e a maneira mais correta
de se expressar, bem como adequar a fala às situações em que ocorre a comunicação.
Na vida familiar e nos grupos da escola, a capacidade de expressão correta associada
à abertura para o diálogo e à possibilidade de escuta e argumentação podem
favorecer, entre outros, a harmonia nos relacionamentos.
Para desenvolver a capacidade de falar seja em rodas de conversas, em público, em
sala de aula e se expressar em geral, o aluno precisa vivenciar estes momentos
mediados pelo alfabetizador. Deve-se criar um ambiente, na sala de aula onde todos
tenham a oportunidade de expressar suas opiniões, sentimentos e desejos, transmitir
e receber mensagens, contar e inventar histórias.
Convivemos com diversas formas de expressão oral – a
diversidade lingüística. É fundamental o respeito à
diversidade de comunicação, conhecendo e aceitando os
dialetos e sotaques próprios de cada região.
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LEITURA
Pense nos diferentes modos em que a leitura pode acontecer,
"desde um recital público de poesia até uma consulta individual de
listas de preços ou de horários de ônibus” Smith (1999). Num mundo onde a escrita é
um meio importante na circulação de idéias, é fundamental a análise do ato de ler.
Ler, mais do que simplesmente decodificar o código escrito é atribuir sentidos,
interpretar e criticar, este é o nosso desafio. Enquanto os olhos passam pelas letras,
que eles sejam mais do que olhos que conhecem as letras, as sílabas, as formas das
palavras. Os gêneros textuais tais como fábulas, contos, relatos, causos populares,
em geral sempre estiveram presentes no imaginário social, e servem de ponte entre a
oralidade e a escrita.
No quadro que organiza as capacidades haverá indicações de variadas maneiras de
trabalhar com os portadores textuais. O objetivo com o quadro é apresentar sugestões
metodológicas que envolvem a leitura e a utilização de diversos portadores textuais
que poderão ser encontrados em sua cidade nos out-doors, nas placas com nomes das
ruas, nas praças e comércios, na internet, por meio de listas com títulos dos livros da
literatura infantil e outros que são fundamentais para o desenvolvimento do leitor crítico
e reflexivo.
"...Ler as letras de uma página é apenas um de seus poucos disfarces. O
astrônomo lendo um mapa de estrelas que não existem mais; o arquiteto
japonês lendo a terra sobre a qual será erguida uma casa, de modo a protegê-
la das forças malignas; o zoólogo lendo os rastros de animais na floresta; o
jogador lendo os gestos do parceiro antes de jogar a carta vencedora; a
dançarina lendo as notações do coreógrafo e o público lendo os movimentos
da dançarina no palco; o tecelão lendo o desenho intrincado de um tapete
sendo tecido; o organista lendo várias linhas musicais simultâneas
orquestradas na página; os pais lendo no rosto do bebê sinais de alegria,
medo ou admiração; o advinho chinês lendo as marcas antigas na carapaça
de uma tartaruga; o amante lendo cegamente o corpo amado à noite, sob os
lençóis; o psiquiatra ajudando os pacientes a ler seus sonhos perturbadores;
o pescador havaiano lendo as correntes do oceano ao mergulhar a mão na
água; o agricultor lendo o tempo no céu - todos eles compartilham com os
leitores de livros a arte de decifrar e traduzir signos. Algumas dessas leituras
são coloridas pelo conhecimento de que a coisa lida foi criada para aquele
propósito específico por outros seres humanos - a notação musical ou sinais
de trânsito, por exemplo - ou pelos deuses - o casco da tartaruga, o céu à
noite. Outras pertencem ao acaso." Alberto Manguel , 2002
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APROPRIAÇÃO DO SISTEMA DE ESCRITA
A apropriação do sistema de escrita diz respeito à apropriação, pela criança, do
sistema da língua. Envolve então, a aquisição das regras que orientam a leitura e a
escrita no sistema alfabético e o domínio da ortografia da Língua Portuguesa.
É necessário que a criança compreenda as diferenças entre a escrita alfabética e
outras formas gráficas; compreenda convenções gráficas como a organização da
escrita da esquerda para a direita na linha, de cima para baixo na página e a função dos
espaços em branco; reconheça unidades fonológicas como sílabas, rimas,
terminações de palavras; identifique as letras do alfabeto; domine as relações entre
grafema e fonema e as regularidades e irregularidades ortográficas.
A apropriação do sistema de escrita é um processo gradual que demanda sistematização e
organização por parte do alfabetizador. É importante organizar o trabalho tendo em vista que
cada criança tem seu próprio ritmo e deverá ser respeitada e sempre estimulada a avançar.
E que as capacidades que envolvem este eixo, muitas vezes poderão não ser consolidadas no
primeiro ano de escolaridade e, por isso, precisarão ser retomadas nos anos posteriores.
“Vivemos um momento histórico de renovação: pouco a pouco, vamos
conseguindo que a língua ensinada na escola tenha propósitos e
características semelhantes aos que adotamos quando lemos e escrevemos
fora do ambiente escolar. Assim, sem abrir mão da leitura e produção de
textos como eixos orientadores do trabalho com a língua, é preciso ensinar
ortografia. E fazê-lo de uma maneira sistemática.”
Artur Gomes de Morais
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COMPREENSÃO, PRODUÇÃO E
VALORIZAÇÃO DA CULTURA ESCRITA
A criança ao entrar na escola já está, de algum modo, inserida no mundo das letras por
meio de contato com a televisão, identificando rótulos, bulas, gibis, revistas, panfletos,
contas de água e luz,etc. Este contato faz com que os alunos compreendam os usos
sociais da escrita, como funciona, e como deve ser usada em diferentes situações e,
conseqüentemente, proporciona aprendizagem significativa. Este é um dos eixos a
serem trabalhados desde os primeiros momentos do percurso da alfabetização e
letramento.
Ensinar a escrever requer conhecimento, sistematização e afeto. Ensinar uma criança
a escrever é ensiná-la a produzir textos em uma situação contextualizada de
comunicação. Para escrever é necessário desenvolver estratégias de produção de
texto que envolvam: capacidade de discernir a situação e o tipo de texto que será
produzido; competências para selecionar entre variados tipos de textos aquele que
mais convém à situação e identificar suas principais características; e também
competências lingüísticas (sintática, lexicais e ortográficas) para serem utilizadas nas
produções dos textos.
É importante que cada criança compreenda a utilidade da escrita e o seu poder, por
meio dela é possível se expressar de forma a resolver conflitos, convocar e convidar
pessoas para diversos eventos, inventar histórias, fazer rir e chorar.
“Os alfabetizadores devem propiciar um encontro adequado entre as
crianças e os textos. Se alguns alunos chegarem a serem escritores graças à
intervenção escolar, a missão do professor estará cumprida. Caso isto não
ocorra, é dever da escola que todos que egressem de suas aulas sejam
pessoas que escrevem, isto é, sejam pessoas que, quando necessário,
possam valer-se da escrita com adequação, tranqüilidade e autonomia.”

Kaufman e Rodriguez
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COMPREENSÃO, PRODUÇÃO E
VALORIZAÇÃO DA CULTURA ESCRITA
A criança ao entrar na escola já está, de algum modo, inserida no mundo das letras por
meio de contato com a televisão, identificando rótulos, bulas, gibis, revistas, panfletos,
contas de água e luz,etc. Este contato faz com que os alunos compreendam os usos
sociais da escrita, como funciona, e como deve ser usada em diferentes situações e,
conseqüentemente, proporciona aprendizagem significativa. Este é um dos eixos a
serem trabalhados desde os primeiros momentos do percurso da alfabetização e
letramento.
Ensinar a escrever requer conhecimento, sistematização e afeto. Ensinar uma criança
a escrever é ensiná-la a produzir textos em uma situação contextualizada de
comunicação. Para escrever é necessário desenvolver estratégias de produção de
texto que envolvam: capacidade de discernir a situação e o tipo de texto que será
produzido; competências para selecionar entre variados tipos de textos aquele que
mais convém à situação e identificar suas principais características; e também
competências lingüísticas (sintática, lexicais e ortográficas) para serem utilizadas nas
produções dos textos.
É importante que cada criança compreenda a utilidade da escrita e o seu poder, por
meio dela é possível se expressar de forma a resolver conflitos, convocar e convidar
pessoas para diversos eventos, inventar histórias, fazer rir e chorar.
“Os alfabetizadores devem propiciar um encontro adequado entre as
crianças e os textos. Se alguns alunos chegarem a serem escritores graças à
intervenção escolar, a missão do professor estará cumprida. Caso isto não
ocorra, é dever da escola que todos que egressem de suas aulas sejam
pessoas que escrevem, isto é, sejam pessoas que, quando necessário,
possam valer-se da escrita com adequação, tranqüilidade e autonomia.”

Kaufman e Rodriguez
EIXOS
DESENVOLVIMENTO DA ORALIDADE
CAPACIDADES PRÁTICAS FREQÜÊNCIA AVALIAÇÃO
• Participar das interações cotidianas em
sala de aula:
- escutando com atenção e compreen-
são.
- respondendo as questões propostas
pelo professor.
- expondo opiniões nos debates com os
colegas e com o alfabetizador.
• Respeitar a diversidade de formas de
expressão oral manifestas por colegas,
professores e funcionários da escola,
bem como as pessoas da comunidade
extra-escolar.
• Desenvolver atividades de livre ex-
pressão (desenho, pintura,modelagem,
recorte,colagem) e propor que os alunos
façam comentários sobre os trabalhos
produzidos.
• Propor aos alunos:
- recontar histórias conhecidas.
- Apresentar fantoches com diálogos re-
presentativos das personagens da histó-
ria, ampliando o vocabulário dos alunos.
• Realizar com os alunos sínteses orais (o
que, quando, onde,como, quem) de histó-
rias, notícias, desenhos animados, etc.
Diária
Semanal
Semanal
• Observar com atenção como as crian-
ças se comportam numa situação em que
têm de ouvir e falar um de cada vez.
• Observar se a criança é capaz de plane-
jar sua fala, se expressar com clareza e:
- identifcar início, meio e fm de uma his-
tória;
- identifcar os personagens e as suas
qualidades;
- apropriar-se de palavras que até então
não faziam parte de seu vocabulário.
EIXOS
DESENVOLVIMENTO DA ORALIDADE
CAPACIDADES PRÁTICAS FREQÜÊNCIA AVALIAÇÃO
• Participar das interações cotidianas em
sala de aula:
- escutando com atenção e compreen-
são.
- respondendo as questões propostas
pelo professor.
- expondo opiniões nos debates com os
colegas e com o alfabetizador.
• Respeitar a diversidade de formas de
expressão oral manifestas por colegas,
professores e funcionários da escola,
bem como as pessoas da comunidade
extra-escolar.
• Propor por meio de rodas de conversas,
discussões sobre o cotidiano de sala de
aula, como por exemplo a necessidade
de se estabelecer regras ou combinados
acerca da manutenção do acervo da bi-
blioteca da sala ou da escola, assim as
crianças fcam mais motivadas a falar e
com isso aprendem a aguardar a vez : en-
quanto um fala o outro escuta (formação
de hábitos).
• Nas discussões apresentar questões
como:
- como manusear os livros da nossa bi-
blioteca com o objetivo de preservar nos-
so acervo?
- com que regularidade usaremos nossa
biblioteca?
- haverá empréstimos?
- quem será responsável pelos emprés-
timos?
- em caso de extravio ou danos ao livro
emprestado, o quê faremos?
Diária • Observar se a criança: demonstra inte-
resse pela atividade de discussão, com
participação ativa, trazendo suas contri-
buições para o grupo.
• Observar se a criança é capaz de apre-
sentar sugestões que atendam ao objeti-
vo da atividade.
• Observar se a criança sabe ouvir suges-
tões dos colegas e se comportam ade-
quadamente, quando tem que esperar a
vez de falar.
EIXOS
DESENVOLVIMENTO DA ORALIDADE
CAPACIDADES PRÁTICAS FREQÜÊNCIA AVALIAÇÃO
• Participar das interações cotidianas em
sala de aula:
- escutando com atenção e compreen-
são.
- respondendo as questões propostas
pelo professor.
- expondo opiniões nos debates com os
colegas e com o alfabetizador.
• Respeitar a diversidade de formas de
expressão oral manifestas por colegas,
professores e funcionários da escola,
bem como as pessoas da comunidade
extra-escolar.
• Instituir o DIA DA CAIXA SURPRESA.
O alfabetizador inicia esta atividade apre-
sentado-a de maneira informal, trazendo
objetos, animais, plantas, brinquedos que
tornem mais fácil a sua exposição ou que
venha a introduzir ou enriquecer o tema
trabalhado. Explicar aos alunos que, a
cada semana, um deles será sorteado
para trazer um objeto que será surpresa.
Esse objeto pode estar relacionado com
algum tema trabalhado (ciências, geogra-
fa, história ou com as parlendas, entre
outros). A criança vai dando pistas sobre
os objetos e os colegas tentam descobrir.
• Preparar entrevista para conhecer os
profssionais que trabalham na escola
que deverão ser feitas oralmente.
No início do ano letivo
No início do ano letivo
• Observar se a criança:
- apresenta novidades de maneira a inte-
ressar os colegas?
- ouve atentamente os colegas que fa-
lam?
- é capaz de preparar e apresentar a sua
surpresa sem depender do auxílio do al-
fabetizador?
EIXOS
DESENVOLVIMENTO DA ORALIDADE
CAPACIDADES PRÁTICAS FREQÜÊNCIA AVALIAÇÃO
• Participar das interações cotidianas em
sala de aula:
-escutando com atenção e compreensão.
-respondendo as questões propostas pelo
professor.
-expondo opiniões nos debates com os
colegas e com o alfabetizador.
• Respeitar a diversidade de formas de
expressão oral manifestas por colegas,
professores e funcionários da escola,
bem como as pessoas da comunidade
extra-escolar.
• Criar situações para que os alunos pos-
sam transmitir recado às pessoas que tra-
balham na escola, da alfabetizadora para
a família, etc.
• Usar a língua falada em diferentes si-
tuações escolares buscando empregar
a variedade lingüística adequada (jogral,
dramatizações, declamação de poemas,
rimas ou parlendas, trava-línguas, etc.).
• Ler para os alunos histórias, músicas,
poemas, parlendas, avisos, notícias, ins-
truções de jogos, bulas e receitas.
• Propor várias brincadeiras e jogos em
que os alunos deverão ouvir a orienta-
ções e as regras, para depois desenvol-
vê-las (macaco disse, amarelinha, bingo,
dominó, memória, entre outras).
• Propor atividades de culinária em que os
alunos têm de ouvir o passo a passo da
receita para depois desenvolvê-la.
Diária
Mensal
Diária
Semanal
Mensal
• Observar se a criança se interessa em
receber e transmitir recados;
• Investigar e identifcar quais portadores
de texto fazem parte do cotidiano das
crianças.
• Observar se a criança compreende e
segue as orientações de jogos e suas re-
gras, instruções de receitas.
EIXOS
LEITURA
CAPACIDADES PRÁTICAS FREQÜÊNCIA AVALIAÇÃO
• Desenvolver atitudes e disposições fa- Desenvolver atitudes e disposições fa-
voráveis à leitura.
• Instituir o momento �contação de históri- Instituir o momento �contação de históri-
as” dando um �caráter mágico” à ativi-
dade.
- Usar um baú de madeira ou uma caixa
de papelão colorido contendo o livro a ser
lido pelo alfabetizador.
• Posicionar as crianças assentadas numa
colcha de retalhos que funcionaria como
um tapete fácil de ser transportado.
- Usar fantoches.
- Mudar a voz de acordo com as cara-
cterísticas do personagem.
- Aproveitar diferentes espaços dis-
poníveis na escola.
• Visitar com freqüência a biblioteca da
escola.
• Propor o manuseio e a troca de diver- Propor o manuseio e a troca de diver-
sos materiais escritos: livros, revistas,
folhetos, rótulos, jornais, cartazes de
propaganda, notas de compra, bulas de
remédio, formulários, histórias em quad-
rinhos, calendários, manuais de instrução,
fgurinhas, etc, com a intenção de tentar
ler esses materiais, observar suas difer-
enças, observar de onde o alfabetizador
tirou a história, piada, etc.
Diária
Semanal
Semanal
• Observar se a criança o momento das
histórias, as ilustrações dos livros lidos e
seus personagens, acompanhando com
atenção crescente a leitura realizada pelo
alfabetizador.
• Observar as histórias que mais inter- Observar as histórias que mais inter-
essam a turma; quais já fazem parte de
suas experiências para que possa trazer
novidades, assim, ampliando o repertório
das crianças.
• Observar com atenção como as crianças
comportam numa situação em que têm de
refetir sobre os diferentes símbolos utili-
zados na escritas.
• Identifcar e anotar quais as hipóteses
levantadas pelas crianças.
EIXOS
LEITURA
CAPACIDADES PRÁTICAS FREQÜÊNCIA AVALIAÇÃO
• Desenvolver atitudes e disposições fa-
voráveis à leitura.
• Selecionar vários portadores de texto
e incentivar os alunos a folhearem estes
materiais.
Elaborar perguntas sobre os diferentes
sinais gráfcos:
-o que se pode ler na página?
-onde está escrito com letras?
-quais as letras que você conhece?
-onde há desenhos e onde há �coisas”
escritas?
-onde há números?
-você conhece outros sinais?
• Explorar todos os portadores de texto
que as crianças têm acesso. Lê-los em
voz alta para os alunos e questionar de
onde ele vem, para que serve, se conhe-
cem outros parecidos.
Diária • Verifcar quais são os portadores de
textos que a criança conhece e identifca
(out-doors, placas diversas, propagan-
das, vinhetas de TV, logotipos, etique-
tas de roupas, marcas de tênis, rótulos
de refrigerantes, envólucros de bala,
chicletes,bombons, pirulitos, etc).
EIXOS
LEITURA
CAPACIDADES PRÁTICAS FREQÜÊNCIA AVALIAÇÃO
• Levantar e confrmar hipóteses relati-
vas ao conteúdo do texto que está sendo
lido.
• Antecipar conteúdos de textos a serem
lidos em função do reconhecimento de
seu suporte, seu gênero e sua contextu-
alização.
• Iniciar o desenvolvimento dessa capaci-
dade de forma lúdica:
• Apresentar cartazes e desenhos que au-
xiliem os alunos em:
- jogos de mímica ilustrando ações do co-
tidiano ou uma história ouvida;
- símbolos visuais, tabelas, gráfcos, si-
nais de trânsito;
- dramatizar atitudes, posturas, gestos,
emoções e sentimentos, etc.Por exemplo:
• Alguém que:
- encontrou um tesouro;
- perdeu o animal de estimação;
assistiu a vitória do seu time preferido;
- ajudou um cego a atravessar a rua;
escorregou numa casca de banana, etc.
Diária • Observar se a criança é capaz de expor
concretamente suas emoções.
• Observar como a criança atribui signi-
fcado ao ler outras linguagens que não
seja a escrita.
• Observar e registrar as hipóteses levan-
tadas pelas crianças sobre o material tra-
balhado.
EIXOS
LEITURA
CAPACIDADES PRÁTICAS FREQÜÊNCIA AVALIAÇÃO
• Apresentar diversos portadores textuais
(livro de história, jornal, revista, folheto ou
quadro de avisos).
Um de cada vez.
• Analisar com a turma seja pelas ilustra-
ções ou pelo título, conduzindo a discus-
são para que as crianças possam elaborar
hipóteses sobre o suporte apresentado e
começar a conhecer suas características:
-Este texto trata de quê?
-Qual é o assunto?
-É uma história?
-É uma notícia?
-É triste?
-É engraçado?
• Apresentar atividades que envolvam
o reconhecimento da escrita do próprio
nome, do nome de alguns colegas e do al-
fabetizador, utilizando informações como
a letra inicial dos nomes, o fato do nome
ser simples ou composto, entre outras.
Em meio a outros portadores de textos,
a outras fchas escritas e outras palavras
trabalhadas.
Diária
Diária • Observar se a criança já identifca seu
nome entre o nome dos colegas e outras
palavras trabalhadas.
EIXOS
APROPRIAÇÃO DO SISTEMA DE ESCRITA
CAPACIDADES PRÁTICAS FREQÜÊNCIA AVALIAÇÃO
• Compreender diferenças entre a escrita
alfabética e outras formas gráfcas.
• Organizar, com as crianças, excursão
pelas ruas próximas da escola, para que
observem os símbolos existentes nas
ruas como placas de trânsito, logomarcas
de empresas e produtos.
• Trabalhar com as crianças, o signifca-
do de cada símbolo observado durante o
passeio.
• Explicar para as crianças que as placas
de trânsito são iguais em todos os luga-
res para facilitar a comunicação entre os
motoristas.
• Pesquisar (levantar os dados com os
alunos) sobre outros símbolos existentes
na escola, como por exemplo: indicação
de banheiros femininos e masculinos,
cantina, sala de jogos, etc.
No início do ano letivo
No início do ano letivo
No início do ano letivo
No início do ano letivo
• Observar como as crianças interagem
com diversos portadores textuais.
• Observar como a criança lida com o con-
tato e conhecimento das variadas formas
gráfcas: se questionam e demonstram
interesse, se estão começando a compre-
ender os usos dos diversos símbolos que
encontram em seus contextos sociais e
escolares.
EIXOS
APROPRIAÇÃO DO SISTEMA DE ESCRITA
CAPACIDADES PRÁTICAS FREQÜÊNCIA AVALIAÇÃO
• Compreender diferenças entre a escrita
alfabética e outras formas gráfcas.
• Listar com os alunos nomes de produ-
tos que tragam nos rótulos o símbolo da
reciclagem e suas embalagens e seu sig-
nifcado.
• Indicar através de uma gincana de dese-
nho a criação de símbolos para as lixeiras
da escola, para a separação do lixo: orgâ-
nico ou reciclável.
• Mostrar para as crianças fguras de sím-
bolos.
• Trabalhar, por meio de uma análise de-
talhada, o calendário do mês, listas telefô-
nicas, folhetos de supermercado,etc, para
que a criança visualize e vá familiarizan-
do-se com as diversas formas gráfcas,
numerais, letras, logomarcas, slogans,
entre outros.
• Propor desenhos de símbolos e escrita
espontânea sobre os signifcados.
No início do ano letivo
No início do ano letivo
No início do ano letivo
No início do ano letivo
No início do ano letivo
• Observar como a criança lida com o con-
tato e conhecimento das variadas formas
gráfcas: se questionam e demonstram
interesse, se estão começando a compre-
ender os usos dos diversos símbolos que
encontram em seus contextos sociais e
escolares.
EIXOS
APROPRIAÇÃO DO SISTEMA DE ESCRITA
CAPACIDADES PRÁTICAS FREQÜÊNCIA AVALIAÇÃO
• Dominar convenções gráfca: compreen-
der a orientação e o alinhamento da escri-
ta da língua portuguesa.
• Compreender a função de segmentação
de espaços em branco e da pontuação de
fnal de frase.
• Reconhecer unidades fonológicas como
sílabas, rimas, terminações de palavras,
etc.
• Promover brincadeiras com os alunos,
leitura de poemas, narrativas, canções re-
vistas em quadrinho as e textos já conhe-
cidos, passando o dedo pelas palavras.
• Apresentar convenções gráfcas seg-
mentando os espaços em branco e da
pontuação de fnal de frase. Por exemplo,
faça a leitura de pequenos textos em voz
alta e proponha a brincadeira de baterem
palma a cada vez que se lê uma palavra.
Depois fazer um risco colorido entre estas
palavras ou circular cada palavra usando
cores diferentes.
• Criar situações em que as crianças pres-
tem atenção à pauta sonora da língua e
operem, brincando, com o sistema fono-
lógico.
Exemplo: jogos de salão como:”Lá vai a
barquinha carregadinha de” (palavras co-
meçadas com [FA], terminadas em [EL],
etc). a língua do pê, os trava-línguas, can-
tigas de roda como: �Eu vi um sapo...pó”
Diária
Diária
Diária
• Organizar grupos de trabalho de alunos
que já conhecem as formas gráfcas com
outros que ainda não o fazem, para que
troquem idéias e ajudem uns aos outros.
Enquanto isso o alfabetizador percorre a
sala auxiliando os alunos, esclarecendo
questões individualmente.
• Observar se a criança é capaz de en-
contrar o que há em comum nas palavras
em questão.
EIXOS
APROPRIAÇÃO DO SISTEMA DE ESCRITA
CAPACIDADES PRÁTICAS FREQÜÊNCIA AVALIAÇÃO
• Conhecer o alfabeto.
• Conhecer e utilizar diferentes tipos de
letra.
• Fazer a leitura em voz alta, junto com
os alunos, de todas as 26 letras do alfa-
beto expostas em letra de fôrma e cursi-
va, para que os aluno as identifquem. No
primeiro semestre dar ênfase à letra de
fôrma maiúscula.
• Propor brincadeiras que auxiliem os
alunos no reconhecimento das letras.
Por exemplo: BINGO DE LETRAS, LIGA-
PONTOS, LETRAS MÓVEIS, JOGO DA
MEMÓRIA COM LETRAS.
• Apresentar materiais que possuam fra-
ses ou textos grafados com letras de fôr-
ma maiúsculas.
Diária
Diária
Diária
• Organizar grupos de trabalho com alu-
nos que já conhecem o alfabeto e as uni-
dades fonológicas com outros que ainda
não reconhecem, para compartilharem
informações e se auxiliem.
• Observar quais os tipos de letras que
seu aluno reconhece por meio de ativida-
des de registro do aluno: escrita em carta-
zes, murais, quadros e outros.
EIXOS
APROPRIAÇÃO DO SISTEMA DE ESCRITA
CAPACIDADES PRÁTICAS FREQÜÊNCIA AVALIAÇÃO
• Compreender a natureza alfabética do
sistema de escrita.
• Propor a escrita do primeiro nome na
identifcação das atividades realizadas
• Solicitar que o aluno circule a primeira
letra do nome em diagrama e nos textos
trabalhados (parlendas, poesias, notícias,
etc)
• Pedir que os alunos escrevam, mesmo
que a escrita seja ainda uma tentativa
textos simples como etiquetas, crachás e
listas.
• Favorecer a estabilização do nome pró-
prio de todas as crianças da turma. Essa
atividade irá facilitar o confronto de prová-
veis hipóteses elaboradas, a apropriação
do repertório de letras e seu traçado, bem
como contribuirá para a análise fonológi-
ca de outras palavras a serem construí-
das. Por exemplo: GAbriel – GAto – GA-
linha, etc..
• Trabalhar com parlendas, trava-línguas
e cantigas identifcando as relações entre
fonema e grafema. Fazendo listas, sepa-
rando palavras que tenham mesmo início
ou mesmo fnal. Ordenando o conjunto
de letras para formar essas palavras. Por
exemplo, entre as palavras:
RATO – ROEU – ROUPA
SAPO – SACO – PAPO
BOTA – BOTE – POTE
Diária
Diária
Diária
Diária
• Observar se a criança copia a fcha do
nome usando as letras necessárias e sua
organização.
• Observar as hipóteses da criança em
relação à escrita.
• Observar se a criança é capaz de identi-
fcar seu nome e o dos seus colegas mar-
cando a letra inicial e fnal, escrevendo a
quantidade de letras, nomes compostos,
letras que se repetem, etc.
• Observar se a criança faz correspon-
dência entre sons e letras para escrever
palavras.
EIXOS
COMPREENSÃO, PRODUÇÃO E VALORIZAÇÃO DA CULTURA ESCRITA
CAPACIDADES PRÁTICAS FREQÜÊNCIA AVALIAÇÃO
• Saber usar os objetos de escrita presen-
tes na cultura escolar.
• Desenvolver capacidades específcas
para escrever.
• Conhecer, valorizar e utilizar modos de
manifestação e circulação da escrita na
sociedade.
• Promover situações em que a criança
brinque de ler poemas, narrativas, can-
ções, revistas em quadrinhos e textos já
conhecidos, passando o dedo pelas pa-
lavras.
• Desenvolver atividades de leitura e es-
crita de pequenos textos familiares (par-
lendas, quadrinhas) contando o número
de palavras, separando-as com traços
coloridos, identifcando e marcando com
os alunos, palavras que se repetem.
• Realizar trabalhos que envolvam ativi-
dades psicomotoras usando pincel, tintas
de várias cores, lápis e papéis diversos,
colagens, recortes, desenhos, bem como
participar de brincadeiras ,etc.
• Analisar, por meio de conversas com os
alunos, sobre a função de cada texto (car-
ta, bilhete, cartão, jornal, bula, etc.), crian-
do situações de escrita signifcativas.
Diária
Diária
Diária
Sempre que necessário
• Observar se a criança é capaz de ler
obedecendo o sentido da esquerda para
a direita.
• Observar se a criança é capaz de reco-
nhecer as palavras que foram trabalha-
das.
• Observar como os alunos manuseiam
os materiais escolares: giz de cera, lápis,
borracha, tesoura, cadernos, livros, etc.
Após essa observação avaliar a necessi-
dade de intensifcar este trabalho para o
aprimoramento da coordenação motora.
• Observar se a criança identifca a função
e a diferença de cada tipo de texto.
EIXOS
COMPREENSÃO, PRODUÇÃO E VALORIZAÇÃO DA CULTURA ESCRITA
CAPACIDADES PRÁTICAS FREQÜÊNCIA AVALIAÇÃO
• Conhecer, valorizar e utilizar modos de
manifestação e circulação da escrita na
sociedade.
• Conhecer os usos e funções sociais da
escrita.
• Conhecer os usos da escrita na cultura
escolar.
• Desenvolver as capacidades necessá-
rias para o uso da escrita no contexto es-
colar:
- saber usar os objetos da escrita presen-
tes na cultura escolar;
- desenvolver capacidades específcas
para escrever.
• Criar situações signifcativas onde a
escrita e a leitura sejam necessárias.
Exemplo:leitura de jornais, circulares e
avisos, produção de cartas de reivindica-
ções da turma para o diretor da escola ou
bilhetes para os pais, registro de listas de
materiais necessários para a execução
de projetos da turma, etc.
• Desenvolver atividades que possibilitem
aos alunos:
- reconhecer e classifcar, pelo formato,
diversos suportes da escrita, tais como
livros, jornais, folhetos, etc.
- identifcar as fnalidades e funções da
leitura de alguns textos a partir do exame
dos seus suportes;
- relacionar os suportes às possibilidades
de signifcação do texto. Exemplo: carta-
zes com trava-línguas, cantigas e parlen-
das trabalhadas, livros e murais escola-
res.
Sempre que necessário.
Sempre que necessário.
Sempre que trabalhar um gênero ou
suporte de texto
• Observar se a criança identifca a função
e a diferença de cada tipo de texto.
EIXOS
COMPREENSÃO, PRODUÇÃO E VALORIZAÇÃO DA CULTURA ESCRITA
CAPACIDADES PRÁTICAS FREQÜÊNCIA AVALIAÇÃO
• Desenvolver as capacidades necessá-
rias para o uso da escrita no contexto es-
colar:
- saber usar os objetos da escrita presen-
tes na cultura escolar;
- desenvolver capacidades específcas
para escrever.
• Explorar, sistematicamente, as especif-
cidades dos suportes e instrumentos usu-
ais na escola. Exemplo:
-como ocorre, nos livros e nos cadernos,
a seqüência do texto nas páginas (frente
e verso, página da esquerda e página da
direita); relação do que está escrito com
as ilustrações; como identifcar o nome
de um livro, quem o escreveu e a editora;
qual a melhor maneira de dispor um texto
num cartaz, que tipo de letra e recursos
gráfcos devem ser usados.
• Orientar os alunos no manuseio de li-
vros e cadernos de maneira adequada.
• Orientar os alunos como manipular de
forma correta: o lápis de escrever, os lápis
de colorir, a borracha, a régua, o aponta-
dor, etc; sentar de forma correta na ca-
deira ao ler e escrever; cuidar bem dos
materiais escolares.
• Propor atividades motoras de desenho,
recorte, colagem e pintura que precisam
ser aprendidas e treinadas.
• Orientar os alunos quanto a importân-
cia da organização e capricho para que
o leitor possa compreender o que está
registrado.
Diária
Diária
Diária
Diária
Diária
• Observar se aluno compreende os usos
sociais da leitura e escrita.
• Observar se o aluno compreende a fna-
lidade dos objetos de escrita e a maneira
adequada de usá-los.
• Observar se o aluno obedece a seqüên-
cia das páginas de cadernos e livros.
• Observar como a criança utiliza o lápis,
o pincel, a tesoura, etc. Após esta obser-
vação avaliar a necessidade de intensif-
car este trabalho para o aprimoramento
da coordenação motora.
• Observar se o aluno demonstra organi-
zação ao realizar cópia ou escrita espon-
tânea, esforçando-se para uma apresen-
tação com estética.
Práticas Pedagógicas
Este é o primeiro exemplar do Guia do Alfabetizador, para alunos do 1º ano do Ciclo da Al-
fabetização. Trata-se de um material de apoio ao alfabetizador com sugestões de práticas
pedagógicas, orientações metodológicas e propostas de atividades que você poderá inserir
em seu planejamento, organizar a aula e avaliar o processo de aprendizagem dos alunos.
Algumas práticas já foram abordadas no quadro; porém as retomaremos para detalhamento
didático de suas ações e reforço da importância de seu uso diário e sistematizado.
Para consolidar o trabalho realizado em sala de aula, além da organização das CAPACIDA-
DES LINGÜÍSTICAS, apresentamos algumas “dicas metodológicas” para que a sua PRÁTICA
PEDAGÓGICA concretize a alfabetização e as aulas sejam dinâmicas, criativas em um am-
biente que mobilize a aprendizagem e a descoberta. Estas sugestões o ajudarão no planeja-
mento da rotina em sala de aula.
ProPosta e organização Para Primeira semana
Na primeira semana de aula, concentre-se na acolhida dos alunos. Receba-os com alegria e
entusiasmo. No primeiro dia de aula, apresente-se e faça uma dinâmica de interação entre as
crianças. Cada aluno pode se apresentar dizendo o nome, o que mais gosta de fazer e o que
espera aprender no 1º ano. Peça que cada criança registre o que falou desenhando. Cante
com as crianças, brinque em roda, apresente as dependências da escola, aproveite e conver-
se sobre a manutenção da limpeza e conservação do mobiliário e dos materiais escolares.
Providencie os crachás dos alunos para facilitar o reconhecimento e identifcação da turma.
Nos próximos dias continue promovendo brincadeiras e distribuição dos crachás para socia-
lização, pois nem todas as crianças chegam no primeiro dia e é importante que as crianças
conheçam umas as outras e o alfabetizador. As rodas de conversas são fundamentais para
a sondagem sobre as experiências escolares e para interação entre os alunos e professores,
por isso é interessante realizá-las diariamente.
No segundo dia, promova uma nova excursão pela escola detalhando sobre o seu funciona-
mento, as atribuições de cada funcionário fazendo entrevistas que, neste primeiro bimestre,
podem ser feitas oralmente . Visite as dependências da escola apresentando os sinais e
símbolos que indicam os locais, como por exemplo, banheiro masculino e feminino, cantina,
biblioteca, números das salas e outros. Após a excursão e entrevista o aluno deverá desenhar
o espaço que mais gostou e o funcionário que trabalha naquele local.
ProPosta e organização Para Primeira semana -
continuação
No terceiro dia, construa os combinados da turma para a convivência, formação de hábitos
e regras fundamentais para o sucesso neste ano letivo. Apresentar a rotina da turma, como
por exemplo: dia do brinquedo, da leitura, do empréstimo do livro na biblioteca, da educação
física, e outros, de acordo com o planejamento anual e prática da escola. É um momento
muito propício para estimular a participação de todos, trocar idéias e reforçar a importância do
respeito ao próximo, a responsabilidade e compromisso de tudo o que será combinado.
No quarto dia, proponha a organização dos materiais escolares etiquetando-os, desenhando
as capas de cada caderno para organização e conservação dos mesmos. Neste dia é impor-
tante conversar sobre o capricho, o uso da régua, dos lápis e giz colorido e já iniciar alguma
atividade diagnóstica que envolva os eixos citados no quadro das capacidades.
No quinto dia, apresente os temas, projetos e assuntos que serão tratados no bimestre, conte
sobre os livros que irão conhecer, histórias que serão trabalhadas, o uso de um novo instru-
mento para pesquisa (dicionário, computador, livros,etc.).
Prática Pedagógica: trabalho com combinados
Nas primeiras semanas do ano letivo é fundamental que o alfabetizador possa conhecer e
estabelecer uma relação dialógica e respeitosa com sua turma. Para uma boa convivência no
espaço escolar é preciso estabelecer com a turma as regras e combinados.
Logo nos primeiros dias de aula, observe e anote os hábitos das crianças: atitudes de respeito
para com os colegas e adultos que trabalham na escola, a manutenção dos materiais de uso
coletivo e individual e conservação da escola devem ser trabalhados com os alunos. Ao ela-
borar os COMBINADOS DA TURMA as crianças se sentirão co-responsáveis para colocá-los
em prática, facilitando o trabalho do alfabetizador na rotina.
sugestão Para a construção dos combinados da turma
A partir de situações do dia-a-dia da turma, o alfabetizador usará a roda de conversa para
que o grupo refita, e de forma criativa irá sensibilizando as crianças. Ele deverá levar para a
sala de aula vários peixes que “comeram letras” e trouxeram algumas frases. Cada criança
será convidada a pescar um peixinho e o alfabetizador lerá a mensagem, convidando o grupo
para discutir, classifcando quais peixinhos serão descartados e os peixinhos que serão os
mascotes da turma.
Expressões que podem ser escritas no corpo dos peixes que serão pescados e as expres-
sões analisadas:
Jogar papel no chão Dar descarga depois de usar o vaso
Cuspir Agradecer
Bater no colega Cumprimentar ao chegar e sair
Rabiscar parede Resolver problemas conversando
Pegar objetos dos outros Cuidar do seu material escolar
Fazer as atividades com a mão suja Pedir ajuda quando necessário
Sair da sala sem avisar a professora Beber água no copo
Escorregar no corredor Saber dividir
Xingar Fazer elogios
Colocar apelido Pedir licença
Criticar Andar devagar
Usar o material do colega Lavar as mãos antes de comer
Correr Trazer o material escolar todos os dias
Levar brinquedo da escola para casa Guardar os materiais da sala de aula depois de usá-los.
Levar material da escola para casa Organizar a sala de aula.
Quebrar os brinquedos da escola Manter a sala de aula limpa.
Prática Pedagógica: trabalho com combinados -
continuação
Após vários dias de discussão sobre o assunto, o alfabetizador construirá com a turma um
cartaz com OS COMBINADOS, ajudando as crianças na elaboração das frases, levando-os a
observar a coesão do texto.
Este cartaz deverá fcar exposto em sala de aula numa altura acessível aos olhos das crian-
ças e deverá ser consultado sempre que necessário.
Prática Pedagógica: avaliação diagnóstica
Depois que você já recebeu seus alunos e a turma já está organizada, é o momento de reali-
zar a primeira avaliação diagnóstica. Essa avaliação é fundamental, pois possibilita que você
conheça seu aluno e, a partir daí, planeje seu trabalho, considerando as capacidades que o
aluno já domina e quais precisam ser desenvolvidas através de suas propostas de trabalho e
estratégias de ensino.
A avaliação diagnóstica é um precioso instrumento de trabalho para o alfabetizador, pois pos-
sibilita que o aluno refita sobre o que já é capaz de ler, escrever, compreender, opinar, entre
outros e ao alfabetizador avaliar e fazer a intervenção pedagógica necessária.
É necessário que haja periodicidade na aplicação dessas avaliações. Propomos que seja feita
a cada início de bimestre. Anote no quadro de observações sobre o processo de apropriação
da escrita e em outros instrumentos que você já utiliza tudo que foi observado na avaliação e
acompanhe a cada bimestre se o aluno tem avançado em suas aprendizagens.
Para que obtenha um resultado geral das aprendizagens da turma, você pode recorrer a
outros instrumentos, como a observação diária dos alunos. Como acontecem as interações
entre eles, se têm difculdades de atenção e concentração, como reagem diante de situações
de confitos, entre outros.
A avaliação diagnóstica deve contemplar a produção de escrita e leitura. É fundamental que
o aluno leia em voz alta o que escreveu para que seja observado se ele estabelece relação
entre o que escreveu e o que leu, e entre a fala e a escrita. Se a avaliação envolve ditado, dite
normalmente as palavras ou a frase sem silabar. Prefra o papel sem pauta para que possa
observar o alinhamento e a direção da escrita do aluno. Se possível faça a avaliação em gru-
pos menores de alunos e deixe o restante da turma envolvido em outras atividades que não
necessite da sua intervenção, um desenho livre, por exemplo.
Prática Pedagógica: trabalhando com Parlenda,
rimas, cantigas e trava-línguas
O termo Parlenda
1
(do verbo parlar) é uma forma literária tradicional, rimada com caráter
infantil, de ritmo fácil e de forma rápida usada, em muitas ocasiões, para brincadeiras popula-
res. Normalmente é uma arrumação de palavras sem acompanhamento de melodia, mas às
vezes rimada, obedecendo a um ritmo que a própria metrifcação lhe empresta. A fnalidade
é entreter a criança, ensinando-lhe algo. As parlendas não são cantadas e, sim, declamadas
em forma de texto, estabelecendo-se como base a acentuação verbal. Os portugueses deno-
minam parlendas como cantigas ou lengalengas. Na literatura oral é um dos entendimentos
iniciais para a criança e uma das fórmulas verbais que fcam na memória adulta.
É fundamental que os alunos tenham a oportunidade de participar de práticas de leitura com
textos que já memorizaram como parlendas, adivinhações, canções, cantigas populares, qua-
drinhas, trava-línguas, poemas, etc, pois a linguagem é simples e atraente e se familiariza
com o discurso da criança, promovendo, assim desenvolvimento da oralidade e avanços na
leitura e escrita, propiciados pelo contato com esses gêneros textuais.
As atividades de leitura e escrita com esses textos que pertencem à tradição oral possibilitam
avanços em suas hipóteses a respeito da língua escrita. Com o texto na mão, sabendo de
cor, o aluno tem o desafo de ajustar aquilo que fala àquilo que está escrito, e, com o
apoio do alfabetizador, acaba por analisar o texto e buscar relações entre as letras e
os sons.
Cada aluno, a seu tempo, vai avançando na medida de suas possibilidades. Alguns conse-
guem distinguir entre o que é falado e o que está escrito, exemplo, se chegam ao fm do texto
muito antes de terminar de recitar uma parlenda, em uma próxima vez tentam apontar com o
dedo mais devagar. Outros, ao chegar ao fnal dos versos, procuram analisar as pistas quali-
tativas, ou seja, checar se o som do que estão recitando corresponde à letra do fm do verso.
Enfm, é uma atividade que cria problemas para diferentes níveis de conhecimento, promo-
vendo aprendizagem para todos os alunos.
1 Termo pesquisado no site www.wikipedia.org.br novembro de 2007
O objetivo do trabalho com parlendas, trava-línguas, rimas, cantilenas e
quadrinhas é refetir sobre o sistema de escrita estabelecendo relação entre
fala e escrita.
Prática Pedagógica: trabalhando com Parlenda,
rimas, cantigas e trava-línguas - continuação
Esses textos, além de propiciar ótimas situações de refexão sobre o sistema de escrita, são
adequados para esta faixa etária, pois são próprios das brincadeiras de infância, são diverti-
dos e têm um forte componente lúdico.
São atividades coletivas que devem ser orientadas pelo alfabetizador de várias maneiras
2
:
Antes de iniciar a atividade, recite a parlenda com os alunos várias vezes, de modo a •
garantir que todos a saibam de cor.
Em seguida, faça uma leitura da parlenda utilizando um cartaz onde ela deverá estar •
escrita, apontando onde você está lendo.
Distribua as cópias dos textos e solicite que acompanhem a sua leitura, cada um olhan- •
do para o próprio texto.
Leia uma vez e certifque-se de que todos estão acompanhando a leitura, recitando a •
parlenda junto com você.
Leia uma segunda vez, mas peça-lhes agora que tentem acompanhar a leitura, pas- •
sando o dedo por cima do texto e tentando ajustar aquilo que lêem àquilo que falam, ou
seja, devem terminar de falar quando chegarem à última palavra.Leia verso por verso,
mostrando para eles que cada verso é uma linha, pois assim fca mais fácil acompa-
nharem.
Repita a leitura mais uma vez, para que tenham mais uma chance de ajustar aquilo que •
falam ao texto impresso.
Deixe-os levar o texto para casa e, depois, trazer de volta para colocar no caderno ou •
pasta para lerem para seus familiares.
Depois de ter lido algumas vezes junto com os alunos parlendas ou cantigas, solicite •
que procurem uma determinada palavra, ou, no caso de uma cantiga, coloque o CD e
pare num determinado momento, para que encontrem a última palavra cantada. Aque-
les que a encontrarem primeiro não podem dizer onde está, mas sim dar pistas (a
primeira letra da palavra, como ela termina, em que verso está...) para que os colegas
a encontrem.
2 Projeto Toda Força ao 1º Ano: guia para o planejamento do professor alfabetizador – orientações para o planejamento e avaliação
do trabalho com o 1º anos do Ensino Fundamental / Secretaria de Educação. – São Paulo: SME / DOT, 2006
Prática Pedagógica: trabalhando com Parlenda,
rimas, cantigas e trava-línguas - continuação 2
Exemplos de Parlendas:
De que lado será que fca,
Perguntou a pequena Lilica,
A boquinha da minhoca
Pra ela ganhar uma beijoca?
Hoje é domingo
Pé de cachimbo
Cachimbo é de barro
Bate no jarro
O jarro é de ouro
Bate no touro
O touro é valente
Bate na gente
A gente é fraco
Cai no buraco
O buraco é fundo
Acabou-se o mundo.
cantiga
Fui a feira comprar café
Veio a formiguinha e picou o meu pé
Eu sacudi, sacudi, sacudi
Mas a formiguinha
Não parava de subir
Fui a feira comprar cebola roxa
Veio a formiguinha e picou a minha coxa
Eu sacudi, sacudi, sacudi
Mas a formiguinha
Não parava de subir
Prática Pedagógica: trabalhando com Parlenda,
rimas, cantigas e trava-línguas - continuação 3
Eu sacudi, sacudi, sacudi
Mas a formiguinha
Não parava de subir
Fui a feira comprar melâo
Veio a formiguinha e picou
A minha mão
Eu sacudi, sacudi, sacudi
Mas a formiguinha
Não parava de subir
Fui a feira comprar repolho
Veio a formiguinha e picou o meu olho
Eu sacudi, sacudi, sacudi
Mas a formiguinha
Não parava de subir
Disponha os alunos em roda e proponha o mapeamento do corpo, usando papel “kraft” •
emendado, sorteie a fcha do nome da criança que servirá de modelo. A criança deita-
se sobre o papel de barriga para cima com os braços e pernas esticadas (levemente
abertos). Outro colega sorteado realiza o contorno do corpo usando pincel atômico.
Por meio da intervenção do alfabetizador, explore os órgãos dos sentidos, completan- •
do o que falta na fgura humana:
Para respirar ou sentir o cheiro de perfume, falta desenhar o quê? –
Para escutar a buzina dos carros, falta o quê? –
Para ver as cores das fores, falta o quê? –
Para comer ou falar, falta o quê? –
Conforme a música aprendida anteriormente listar as partes do corpo escrevendo as •
etiquetas. Enquanto os alunos falam o alfabetizador escreve pedindo que os alunos
observem que a escrita começa da esquerda para a direita.
Prática Pedagógica: trabalhando com Parlenda,
rimas, cantigas e trava-línguas - continuação 4
Num outro momento listar os nomes das partes do corpo associando-as às rimas con- •
forme a música trabalhada.
Peça às crianças que observem as palavras que rimam propondo que encon- •
trem o que há de comum entre elas. Destacar as rimas com pincel atômico ou giz
colorido. Exemplo: Fui à feira comprar café veio a formiguinha e picou meu pé , por
exemplo: CAFÉ – PÉ
Algumas vezes, a parlenda é chamada de trava-línguas, quando é repetida de forma rápida
ou várias vezes seguidas, provocando um problema de dicção ou paralisia da língua, que
diverte os ouvintes. Assim, pede-se a alguém que fale de forma rápida - “fale bem depressa”
- “diga correndo” - ou que a repita várias vezes seguidas - “repita três vezes”.
Podemos defnir os trava-línguas como frases folclóricas criadas pelo povo com objetivo lúdi-
co (brincadeira). Apresentam-se como um desafo de pronúncia, ou seja, uma pessoa passa
uma frase difícil para um outro indivíduo falar. Estas frases tornam-se difíceis, pois possuem
muitas sílabas parecidas (exigem movimentos repetidos da língua) e devem ser pronunciadas
rapidamente. Os trava-línguas já fazem parte do folclore brasileiro, porém estão mais presen-
tes nas regiões do interior brasileiro.
Algumas formas de trabalhar com o trava-línguas: lançar o desafo de reproduzi-los sem er-
rar. Realizar leituras orais. Escrevê-los e criar uma coleção, no caderno ou no mural de sala.
Exemplos de Trava-línguas:
Pedro tem o peito preto, o peito de Pedro é preto; quem disser que o peito
de Pedro é preto, tem o peito mais preto que o peito de Pedro.
A vaca malhada foi molhada por outra vaca molhada e malhada.
Um ninho de mafagafos, com cinco mafagafnhos, quem desmafagafzar os
mafagafos, bom desmafagafzador será.
Há quatro quadros três e três quadros quatro. Sendo que quatro destes
quadros são quadrados, um dos quadros quatro e três dos quadros três.
Os três quadros que não são quadrados, são dois dos quadros quatro e um
dos quadros três.
Prática Pedagógica: trabalhando com Parlenda,
rimas, cantigas e trava-línguas - continuação 5
Chupa cana chupador de cana na cama chupa cana chuta cama cai no chão.
Pinga a pipa dentro do prato pia o pinto e mia o gato.
O rato roeu a roupa do rei de Roma.
Pinga a pia apara o prato, pia o pinto e mia o gato.
O princípio principal do príncipe principiava principalmente no princípio principes-
co da princesa.
Quico quer caqui, que caqui que o Quico quer? O Quico quer qualquer caqui.
Sabendo o que sei e sabendo o que sabes e o que não sabes e o que não sabe-
mos, ambos saberemos se somos sábios, sabidos ou simplesmente saberemos
se somos sabedores.
Fala, arara loura. A arara loura falará.
Se o Arcebispo-Bispo de Constantinopla a quisesse desconstantinopolizar, não
haveria desconstantinopolizador que a desconstantinopolizasse desconstantino-
polizadoramente.
Atrás da pia tem um prato, um pinto e um gato. Pinga a pia, para o prato, pia o
pinto e mia o gato.
A vida é uma sucessiva sucessão de sucessões que se sucedem sucessivamen-
te, sem suceder o sucesso...
A aranha arranha a jarra rara!
Debaixo da cama tem uma jarra,
dentro da jarra tem uma aranha,
Tanto a aranha, arranha a jarra,
como a jarra arranha a aranha.
Um tigre, dois tigres, três tigres.
PRÁTICA PEDAGÓGICA: TRABALHANDO COM PARLENDA,
RIMAS, CANTIGAS E TRAVA-LÍNGUAS - CONTINUAÇÃO 6
O tempo perguntou ao tempo,quanto tempo o tempo tem.
O tempo respondeu ao tempo,que não tinha tempo de ver quanto tempo,
o tempo tem.
Maria-mole é molenga. Se não é molenga, não é maria-mole. É coisa ma-
lemolente, nem mala, nem mola, nem maria, nem mole.
O rato roeu a roupa do rei de Roma
O rato roeu a roupa do rei da Rússia.
O rato roeu o rabo do Rodovalho.
O rato roer roía
E a Rosa Rita Ramalho
Do rato a roer se ria.
O doce perguntou para o doce:
Qual é o doce mais doce?
O doce respondeu para o doce
Que é o doce de batata-doce.
E era o sapo dentro do saco, e o saco com o sapo dentro, e o sapo fazendo
papo, e o papo fazendo vento.
Tinha tanta tia tantã.Tinha tanta anta antiga.Tinha tanta anta que era tia.
Tinha tanta tia que era anta.
O sabiá não sabia.
Que o sábio sabia.
Que o sabiá não sabia assobiar.
Bote a bota no bote e tire o pote do bote.
Quem a paca cara compra, paca cara pagará.
Se o papa papasse papa . Se o papa papasse pão. Se o papa tudo papas-
se, seria um papa –papão.
Prática Pedagógica: trabalhando com Parlenda,
rimas, cantigas e trava-línguas - continuação 7
Atrás da porta torta tem uma porca morta.
É preto o prato do pato preto.
Eu congelo a água gelada com gelo que tem gelo à prova d'água.
Em rápido rapto, um rápido rato raptou três ratos sem deixar rastros.
Essa trava é uma trova prá te entravar. Entravar com uma trova é uma trava
de lascar!
Essa pessoa assobia, enquanto amassa e assa a massa da paçoca de
amendoim.
Fia, fo a fo , fno fo, frio a frio.
Farofa feita com muita farinha fofa faz uma fofoca feia.
Gato escondido com rabo de fora
tá mais escondido que rabo escondido com gato de fora.
Luiza lustrava o lustre listrado; o lustre lustrado Luzia.
Sabia que a mãe do sabiá não sabia que o sabiá sabia assobiar?
Prática Pedagógica: contação de história
A prática de contação de histórias deve fazer parte do cotidiano da escola. O alfabetizador
poderá usá-la como recurso para a formação de leitores atentos e interessados pela língua
escrita. Uma boa história contribui para estimular a imaginação, despertar a curiosidade e
ser fonte de alegria. O interesse do aluno pela história poderá levar o alfabetizador a atingir
outros objetivos tais como: ponto de partida para introdução de um novo tema, solução de
alguns confitos surgidos em sala de aula, compreensão de problemas que ocorrem com os
alunos em sua vida pessoal, favorecendo a aceitação de situações desagradáveis.
A escolha da história precisa ser criteriosa, pois ela deve ser adequada à faixa etária, aten-
der aos interesses dos alunos e aos objetivos do alfabetizador. Não é necessário um talento
especial para contar histórias, o alfabetizador poderá aprimorar-se, levando em consideração
algumas características que um bom contador de histórias deve ter.
Segundo, Malba Tahan
3
, é necessário:
1º - sentir, ou melhor, viver a história; ter a expressão viva, ardente, sugestiva.
A história deve despertar a sensibilidade de quem a conta, sem emoção, não terá
sucesso.
2º - narrar com naturalidade, sem afetação.
O vocabulário utilizado deve ser adequado ao público ouvinte. Na oralidade é pre-
ciso ser mais claro e objetivo, sendo necessário, às vezes, completar as idéias da
história.
3º - Conhecer com absoluta confança o enredo.
O contador tem que estar seguro sobre o que vai contar, do contrário é melhor não
contar.
4º - dominar o interesse do público.
Sempre buscar maneiras de fazer com que os ouvintes permaneçam concentrados
na história.
5º- contar dramaticamente.
O contador pode se passar por algum dos personagens ou por todos.
3 - TAHAN, Malba. A arte de ler e de contar histórias. Rio de Janeiro: Conquista, 1957.
Prática Pedagógica: contaçãode história -
continuação
6º - Falar com voz adequada, clara e agradável.
Não convém falar em falsete ou impostando a voz, a não ser que seja em momen-
tos específcos para caracterizar um personagem.
7º - ser comedido nos gestos.
Se exagerar em gestos sem objetivos, quando fzer um que seja necessário para
melhor entender a história, não será notado.
8º - ter espírito inventivo e original.
Contar as histórias com suas próprias palavras – contar o que está velho de forma
nova. Se a história for de livro deve ser adaptada, pois a linguagem escrita é dife-
rente da oral.
9º - ter estudado a história.
Não é necessário decorar, mas sim testar diversas possibilidades de exploração
oral para contar com espontaneidade.
Prática Pedagógica Para troca de livros
Faça a CIRANDA DO LIVRO, ou seja, incentive os alunos a trocarem os livros que estão dis-
poníveis para empréstimo na biblioteca da escola ou em sala de aula. A troca do livro deverá
acontecer semanalmente e a partir de uma apresentação oral realizada entre os alunos.
Cada um poderá fazer o reconto, contar em forma de sinopse, desenhar o que mais chamou
a atenção, modifcar o fnal da história, anunciar o livro como se fosse uma propaganda.
A organização desta ciranda poderá acontecer por meio do rodízio de uma sacola (um recurso
para proteção e cuidado com o livro) para empréstimo semanal, tornando-se parte da rotina da
turma. No interior do livro deverá conter uma fcha para o registro do empréstimo com o nome
do aluno e a data de devolução. Além desses cuidados fundamentais para a organização da
CIRANDA, a alfabetizador poderá elaborar um cartaz sobre os títulos mais lidos e os menos
lidos ou sobre os mais indicados e a razão de sua indicação. É fundamental para a formação
de hábitos do leitor que o aluno compreenda a necessidade de se preservar o acervo tanto de
livros, quanto de discos, CDs, gibis etc., num ambiente de cooperação e solidariedade e que
entenda a leitura com forma de aprendizagem e entretenimento.
Prática Pedagógica: rodas de conversa
As rodas de conversas em sala de aula, é uma prática cada vez mais valorizada,
por estimular a expressão do aluno, as interações, as trocas de idéias e, ao mesmo
tempo, possibilita que o alfabetizador conheça melhor seus alunos e sua turma. É
uma proposta de trabalho pedagógico que estimula a criança a se manifestar em
situações coletivas. Portanto, o alfabetizador deverá criar situações interativas em
sala de aula, em que todos aprendem a ouvir com atenção e compreensão, emitindo
opiniões e sugestões, respeitando o modo de falar dos colegas e do alfabetizador.
Rodas de conversa é um recurso pedagógico muito rico que o alfabetizador não pode
deixar de explorar. Algumas destas práticas de roda serão listadas e deverão ser de-
senvolvidas em sala de aula:
Use uma caixa grande de papelão ou uma carcaça de televisão, para que o •
aluno possa colocar o rosto e simule uma apresentação oral, como um progra-
ma de televisão ou um telejornal, procurando criar situações onde as crianças
possam se expressar oralmente.
Organize uma roda onde se discutirá a criação da biblioteca de sala, combina- •
dos da turma e outros temas de interesse geral.
Entregue às crianças um barquinho de plástico ou uma dobradura para que •
elas repassem ao colega do lado. Logo após, o alfabetizador lançará o desa-
fo: “Lá vai o barquinho rio abaixo cheio de (frutas, brinquedos, legumes, etc).
O que (dizer o nome da criança) leva aqui?”.
Distribua gravuras e peça às crianças que relatem a cena da gravura que rece- •
beram e interrogue: - O que aconteceu antes? O que irá acontecer depois?
Proponha a apresentação de um “show de calouros”: estimulando os •
alunos a cantar músicas, recitar poesias, contar piadas e adivinhações
(O que é? O que é?).
Lance desafo de trava-línguas. •
Proponha dramatização de histórias.Promova entrevistas com pessoas •
que trabalham na escola, pessoas da comunidade, pais, avós, e vários
profssionais sobre temas de interesse dos alunos. Essas entrevistas
podem ser feitas durante uma roda de conversa em sala de aula.
Apresente histórias mudas com cena e peça às crianças que interpre- •
tem.
Prática Pedagógica: rodas de conversa -
continuação
Faça leitura de textos convencionais (artigos de jornal, manuais de jogos, repor- •
tagens, etc.), em roda, solicitando às crianças que relatem o que entenderam.
Prática Pedagógica: trabalho com sinais, letras
e números
Diferenciar formas escritas de outras formas gráfcas de expressão é fundamental nos mo-
mentos iniciais da alfabetização e precisa ser trabalhado em sala de aula. Demanda leitura,
seleção de informações e registros. Muitos símbolos são convenções e usam de fguras e co-
res para transmitir informações: placas de trânsito, placas de banheiro (masculino/feminino),
lixeiras de material reciclável, entre outros.
Organize com as crianças uma excursão pela escola e seus arredores procurando explorar
símbolos, placas, letreiros etc.
Por meio da exploração de calendários, listas telefônicas, folhetos com preços de mercado-
rias, etc. É possível propor aos alunos que identifquem, questionem e levantem hipóteses so-
bre a presença de símbolos que representem os números ou outros sinais. Explorando livros,
revistas e outros impressos as crianças têm oportunidade de perceber as diferenças gráfcas
entre o texto escrito e o desenho, entre a escrita alfabética, os ícones e sinais.
A compreensão de que os símbolos da escrita são sempre unidades estáveis e obedecem
a certos princípios de organização como a noção de direção da escrita (da esquerda para a
direita, de cima para baixo) é um conhecimento importante a ser ensinado aos alunos na fase
inicial do processo de alfabetização.
O alfabetizador contribui para o aprendizado da orientação e do alinhamento conven-
cional assinalando com o dedo as linhas dos textos que lê, para que os alunos ob-
servem a direção da leitura. Assim, cria oportunidade para que os alunos observem a
relação existente entre o que é lido e os signos impressos no papel.
Nos primeiros momentos do processo de alfabetização, o alfabetizador pode criar si-
tuações em que os alunos percebam a pauta sonora da língua e compreendam, brin-
cando, as unidades do sistema fonológico com as quais já lidam antes de entrar para
a escola. São segmentos sonoros como sílabas, começos ou fnais de palavras, rimas,
aliterações
4
. Muitas brincadeiras infantis enfatizam essas unidades. Por exemplo, can-
tigas de roda como “atirei o pau no gato”; “o sapo não lava o pé”, “lá em cima do piano”,
adedanha, a língua do pê, trava-línguas. Trabalhando essas brincadeiras e transfor-
mando-as em portadores de textos as crianças serão capazes de assimilar o processo
de decodifcação da escrita.
4 - aliteração é a repetição de um fonema numa frase ou numa palavra (por exemplo: “quem com ferro fere, com ferro será ferido”).
Prática Pedagógica: trabalho com o alFabeto
5
Conhecer os nomes das letras é fundamental para os alunos que estão se alfabetizando,
pois em alguns casos eles fornecem pistas sobre um dos sons que elas podem represen-
tar na escrita. Além disso, os alunos têm de conhecer a forma gráfca das letras e a ordem
alfabética. Essa aprendizagem, porém, pode ocorrer de forma lúdica e divertida por meio
de jogos, parlendas e adivinhações.
Algumas sugestões de atividades:
Afxe as letras do alfabeto junto com os alunos, transformando esse momento de or- •
ganização do espaço da sala de aula também em um momento de aprendizagem.
Faça uma fcha com o alfabeto completo em letra bastão para que os alunos a co- •
lem em seu caderno.
Promova bingo de letras. •
Faça um marcador de livro ou fcha avulsa com o alfabeto completo para que pos- •
sam consultá-lo sempre que precisar.
Organize atividades de completar as letras do alfabeto, utilizando suportes varia- •
dos: o alfabeto afxado na sala de aula, cobrindo algumas das letras com um peda-
ço de papel ou uma tabela com a seqüência do alfabeto incompleta (produzida no
computador ou mimeografada).
Ensine aos alunos a “cantarolar” o alfabeto, de modo que memorizem a seqüência •
das letras, ainda que não conheçam sua forma gráfca. Esse procedimento vai aju-
dá-los a reconhecer os nomes das letras, facilitando a aprendizagem.
Recite parlendas que envolvem o alfabeto: Suco gelado, cabelo arrepiado, qual é a •
letra do seu namorado? A B C D E F G.....
5 - Projeto Toda Força ao 1º Ano: guia para o planejamento do professor alfabetizador – orientações para o planejamento e avaliação do
trabalho com o 1º anos do Ensino Fundamental / Secretaria de Educação. – São Paulo: SME / DOT, 2006
As atividades com o alfabeto devem ser intensifcadas enquanto houver
alunos que não sabem os nomes das letras.
Prática Pedagógica: trabalho com o alFabeto -
continuação
o Que consultar:
você pode utilizar como apoio para o trabalho com o alfabeto algumas publicações
e vídeos que trazem informações históricas sobre a origem e as transformações do
nosso alfabeto e o sistema de escrito de outros povos e culturas, ampliando o trabalho
com esse tema com informações e curiosidades históricas e lingüísticas. outra opção
e apresentar aos alunos textos literários que brincam com a ordem alfabética.
Prática Pedagógica: trabalho com nomes
6
O desenvolvimento de um trabalho sistemático e freqüente com o nome próprio representa
importante estratégia didática voltada para a alfabetização inicial dos alunos. Esse trabalho
pode favorecer a refexão pelos alunos sobre o sistema de escrita. No primeiro mês de aula,
o fato de nem todos os alunos se conhecerem, proporciona contextos interessantes para a
exploração da escrita do próprio nome e a para a leitura dos nomes dos colegas. Por isso,
é possível iniciar o trabalho por meio de uma seqüência de atividades nas quais o principal
desafo para os alunos será o de escrever o próprio nome em contextos reais de comunica-
ção, para identifcar-se, identifcar os seus pertences e os de seus colegas, em contextos de
organização do material e da rotina escolar.
Faça a chamada individual apresentando a fcha com o primeiro nome para que cada •
aluno reconheça o seu.
Elabore atividades para exercitar a memorização dos nomes dos colegas: ex: concurso •
para verifcar quem sabe identifcar nomes dos colegas, por meio das fchas.
Esconda as letras do nome da fcha, deixando apenas a letra inicial, para que os alunos •
tentem adivinhar de quem é a fcha.
Entregue a fcha e letras móveis para cada grupo. Os alunos devem formar os nomes •
observando o modelo (a fcha).
Realize bingo com nome dos alunos. Cada aluno receberá sua fcha e marcadores na •
quantidade de letras de seu primeiro nome (tampinhas, retalhos de E.V.A., pedrinhas,
etc.) O alfabetizador mostra uma das letras do alfabeto e diz: Quem possui em seu
nome a letra apresentada, marque na cartela. Será considerado vencedor aquele que
marcar todas as letras em primeiro lugar.
Distribua uma folha com os nomes de todos os alunos da turma dividida em grupos •
para que observem e realizem várias atividades, tais como:
colorir as letras iniciais dos nomes; –
ligar os nomes com a mesma letra inicial; –
copiar os nomes dos colegas do grupo; –
6 - PETRY Rose Mary, QUEVEDO Zélia. A Magia dos Jogos na Alfabetização. Editora Karup. São Paulo. 1989
Prática Pedagógica: trabalho com nomes -
continuação
contar e escrever o número de letras de cada colega do grupo; –
recortar todos os nomes e organizar conjuntos, a partir de critérios como: nú- –
mero de letras, mesmas letras iniciais, terminações iguais, colegas do grupo,
etc.
Distribua uma folha com os nomes dos colegas do grupo, mas em cada nome fal- •
tando uma letra. A criança deverá descobrir a letra que falta em cada nome.
Distribua para cada grupo uma folha com os nomes de seus integrantes, mas fal- •
tando o nome de um dos colegas para que identifquem.
Faça ditado com as iniciais dos nomes dos alunos. Ditando o nome de alguns ou de •
todos os colegas. Os alunos deverão escrever apenas a letra inicial de cada nome.
Se a tarefa for ainda difícil para a classe, mostre a fcha.
Distribua folha onde se encontra uma parlenda trabalhada em sala de aula. Os alu- •
nos deverão descobrir letras de seu nome no texto.
Cada aluno circula com lápis de cor a letra inicial ou todas as letras que aparecem •
no texto e que constam no seu nome.
Agrupe os nomes conforme a letra inicial: •
A •
L • M •
ANA •
LUIZA • MARIANA •
Realize o jogo de bingo com o primeiro nome dos alunos escritos em cartelas. •
Promova a brincadeira da forca com os nomes dos alunos. Escolha o nome de •
uma criança e registre no quadro “tracinhos” com a quantidade de letras do nome
escolhido. Os alunos vão ditando as letras. A cada acerto o alfabetizador registrará
no lugar correto e, a cada erro, completa a fgura humana na forca (cabeça, tronco,
braços, pernas, etc). O objetivo é acertar o nome e não “morrer na forca”.
Faça o jogo de Caça-nomes. Em uma folha escreva o nome dos alunos e algumas •
letras aleatoriamente. Os alunos deverão procurar e circular os nomes encontrados.
Exemplo:
L U I Z A B O T Á V I O Y M A R I A N A
X I V A N T R A N A U C R O D R I G O G
Prática Pedagógica: trabalho com nomes -
continuação 2
Promova bingo com assinatura dos alunos. •
Promova bingo de número de letras X nome dos alunos. •
Faça a brincadeira do nome mágico. Com a fcha do nome do aluno ou o nome do co- •
lega o grupo deverá formar palavras trocando as letras de lugar.
Distribua fchas com os nomes dos alunos com as letras embaralhadas. Os •
alunos tentarão organizar as letras e descobrir qual é o nome. Exemplo: ÃOOJ
– RUBAN - JOÃO – BRUNA.
Organize baralho com o nome dos alunos e o nome das alunas. Faça jogo da memória •
de nomes. Distribua duas fchas com o nome de cada criança. As fchas deverão ser
dispostas de cabeça para baixo e cada jogador tem o direito a levantar duas cartelas
de cada vez, permitindo que todos os jogadores visualizem a localização das fchas.
Quando a criança descobrir um par de fchas com o mesmo nome, ela terá o direito de
jogar novamente. Ganha quem encontrar o maior número de nomes.
Realize cruzadinha com os nomes dos alunos. Distribua folha papel contendo quadra- •
dos em que os alunos preencherão com letras formando o nome dos colegas. Algumas
pistas são deixadas para facilitar a tarefa:
c
m
m
J
l
P
CAROLINA – MATEUS – MARIANA – JULIA – LUIS – PAULO – CAMILA
Elabore listas com os nomes de meninos e meninas de cada grupo. •
Faça adivinhações com o nome de um colega a partir de informações recebidas pelo •
alfabetizador. Exemplo: Começa com a letra Z e termina com a letra E (ZENAIDE).
Prática Pedagógica: trabalho com nomes -
continuação 3
Apresente fchas com nome dos alunos. Solicite que todos fechem os olhos •
enquanto retira um dos nomes. A turma deverá descobrir o nome que está
faltando.
Escreva nomes parecidos no quadro e peça que os alunos identifquem as •
semelhanças e diferenças. Por exemplo: BRUNO – BRUNA. Têm a mesma
quantidade de letras, ou seja, 5; Começam com a mesma letra; A letra fnal é
diferente.
Prática Pedagógica: o trabalho com a
criatividade
Todo indivíduo se serve de formas diversas para expressar suas experiências pesso-
ais. Como essas experiências acompanham o crescimento do indivíduo, a sua auto-
identifcação envolve as mudanças sociais, intelectuais, emocionais e psicológicas
que se operam no íntimo do ser. Para assegurar o equilíbrio psíquico, tanto da criança
como do adulto, é importante o ato de exprimir, seja qual for o conteúdo ou a forma
dessa expressão.
A arte que nasce da auto-expressão representa importante papel no desenvolvimento
do eu, principalmente no caso de crianças menores. Esse papel merece do alfabetiza-
dor especial atenção.
A criança demonstra sua criatividade através da expressão verbal e corporal, do de-
senho, da música, de brincadeiras. Ela é criativa na medida em que consegue realizar
suas potencialidades como ser humano, isto é, quando lhe é permitido fazer aquilo que
sente e que quer expressar e não o que o adulto acha bonito.
Um desenho criado livremente por uma criança pode constituir um indicador de seu
desenvolvimento emocional e intelectual e de sua capacidade criadora. As atividades
criativas em grupo proporcionam oportunidades às crianças, de observarem e assimi-
larem a experiência uns dos outros, integrar-se ao grupo, sentir seu trabalho valoriza-
do pelos colegas, compartilhar o material.
As atividades criativas favorecem também o desenvolvimento afetivo, especialmente
por facilitarem a livre expressão e permitirem a descarga das tensões, assegurando o
equilíbrio emocional. A criança exercita a independência e iniciativa quando lhe é dada
oportunidade de escolher seu trabalho. Ela conquista a expressão de sentimentos
e emoções quando objetiva seu modo de sentir e descobre a si mesma através das
obras.
A criança exprime de várias maneiras, mas é através das artes plásticas, visuais, mu-
sicais e cênicas que pode criar sua própria obra. A maior contribuição que o alfabetiza-
dor pode dar em favor da evolução artística de seus alunos é:
Não interferir na atividade criadora da criança. •
Fazer com que a criança sinta que é compreendida pelo professor. •
Prática Pedagógica: o trabalho com a
criatividade - continuação
Oferecer à criança um ambiente que lhe permita experimentar, ensaiar, procurar •
e encontrar suas próprias soluções.
Prover meios para que a criança vivencie diversas técnicas de arte. •
Valorizar e prestigiar a obra criadora da criança. •
Mostrar a utilização correta dos materiais (tinta, pincel, lápis de cera, argila, •
etc).
Propiciar o livre acesso ao material. •
O papel do alfabetizador é o de ajudar os alunos na exploração de sua criatividade, auxilian-
do-os a desenvolverem habilidades de observação e expressão oral
7
. Os trabalhos que envol-
vem o conceito artístico têm como objetivo satisfazer as necessidades infantis e desenvolver
sua criatividade e autonomia.
Pintura, desenho, recorte e colagem, trabalhos com sucata, modelagem, entre outros, todos
enfatizados igualmente, contribuindo para o pleno desenvolvimento infantil. Todas as produ-
ções dos alunos devem ser aproveitadas para embelezar a sala de aula; deve-se também
organizar álbuns e livrinhos visando prestigiar sua obra criadora.
É preciso estabelecer vínculos entre o desenho e as demais atividades de artes visu-
ais, plásticas, musicais e cênicas para que sejam incentivos à alfabetização, evitando
o risco de que possam ser refúgio para alunos hábeis nesse campo e que nele se alie-
nem para fugir de possíveis difculdades de assimilação do sistema de escrita.
Veja algumas sugestões:
Pintura “livre” •
Colagem “livre” •
Desenho “livre” •
Pintura usando esponja e molde vazado (película de RX recortado) •
7 - RIBEIRO, Loudes Eustáquio Pinto, Para casa ou para sala? Volume 1, página 69, São Paulo, Editora
Didática Paulista, 1999
Prática Pedagógica: o trabalho com a
criatividade - continuação 2
Texturas diversas (folha de ofício branca e giz de cera deitado, propor às crianças que •
procurem texturas diversas (formas com lixa, paredes da escola, folhas secas, azule-
jos, toalhas de renda,etc)
Pintura com guache aguado e barbante (molhar o barbante no guache e deixá-lo cair •
sobre a folha branca; usar cores diferentes em tons fortes e claros dão um efeito muito
bonito!)
Pintura assoprada com canudinho de refrigerante com guache aguado •
Pintura surpresa com guache (não colocar água). Dobre a folha de papel ofício ao meio •
e deixe a criança escolher quais as cores que vai usar colocando o guache em peque-
na quantidade com uma colher na dobra da folha. Dobrar o papel novamente e pedir
à criança que passe a mão suavemente por sobre o papel dobrado. Desdobre o papel
cuidadosamente. Usando a criatividade, cada um procura dar um signifcado para a
forma que apareceu.
Pintura das mãos e dos pés com guache. Com a mão é possível fazer um galinho •
onde o polegar é a cabeça e os outros dedos o rabo).
Desenho no papel camurça preto usando giz de cera branco. Colorir o desenho usando •
cores claras.
Desenho no papel ofício sobre o “stêncil” reaproveitado. Depois de algum tem- •
po, vire a folha e pinte usando giz de cera.
Dobraduras usando círculos, quadrados, retângulos. •
Quebra-cabeça usando gravuras de revistas. Pinte a folha branca com guache ou giz •
de cera deitado, peça à criança que recorte a fguras na marca das dobras que o al-
fabetizador fez (inicialmente 2 ou 3 partes e vai graduando a difculdade conforme o
número de dobras). Montar o quebra-cabeça com as partes ligeiramente longe uma
das outras.Cada criança recorta da revista um rosto e cola na folha branca e completa
o corpo desenhando.
O alfabetizador entrega a folha com alguma fgura geométrica traçada e a crian- •
ça completa o desenho conforme sua criatividade.
Prática Pedagógica: o trabalho com a
criatividade - continuação 3
Colagem usando fguras geométricas conforme a criatividade ou seguindo um •
modelo.
Colagem usando penas, folhas secas, papéis variados. •
Com tiras de papel colorido enrolado no lápis é possível montar caracóis para um jar- •
dim ou o cabelo de personagens de fantoche de vara.
Cada criança recorta um rosto e cola na folha branca e completa o corpo desenhando •
Prática Pedagógica: o PaPel do desenho na
escrita
O desenho desempenha um importante papel no desenvolvimento e na aquisição da língua
escrita pela criança
8
. O ato de desenhar e o próprio desenho proporcionam um conjunto de
apoio, dentro do qual a escrita (o texto) pode ser construída. Os alunos, muitas vezes, en-
saiam para a escrita através do desenho e, à medida que desenham, vão anunciando, oral-
mente, o texto que pretendem escrever. Dependendo do contexto de seu desenho, a criança
pode representar o seu texto com apenas uma palavra. A maior parte do que a criança quer
dizer no seu texto é transmitida pelo seu desenho. No início da aquisição da escrita, ela utili-
za-se do desenho como apoio ao seu texto. Apresenta muito mais signifcado no desenho do
que no texto propriamente dito.
Com o tempo, os alunos aprendem a criar textos autônomos e explícitos, fazendo-os inde-
pendentemente do apoio dos desenhos, alcançando, assim, um estágio mais avançado de
leitura e escrita.
Proponha atividades de desenhos livres, em que a criança, ao sentir necessidade de dese-
nhar, escolhe o suporte (papéis) e os lápis ou canetas. E outras atividades de desenho com
intervenção, em que o alfabetizador propõe, por exemplo, que a criança refaça seus próprios
traçados, aumentando o tamanho do desenho, ou que a criança desenhe a partir de um
traçado gráfco na folha de papel, colocado pelo alfabetizador (um círculo, sol, for, etc). Ou
ainda, um desenho sobre um tema trabalhado, sobre uma parlenda, ou um trava-língua, entre
outros.
8 - RIBEIRO, Lourdes Eustáquio Pinto, Para casa ou para sala? Volume 1, página 53, São Paulo, Editora
Didática Paulista, 1999
Prática Pedagógica: o trabalho com listas
9
As listas compõem um tipo de texto muito presente no dia-a-dia das pessoas. Listar signifca
relacionar nomes de pessoas ou coisas para a organização de uma ação. Por exemplo: lista
de convidados para uma festa, lista dos produtos para comprar, lista dos compromissos do
dia, lista das atividades que serão realizadas na sala de aula, etc.
Por ter uma estrutura simples, a lista é um texto privilegiado para o trabalho com alunos que
não sabem ler e escrever convencionalmente, mas é importante que o alfabetizador proponha
a escrita de listas que tenham alguma função de uso na comunidade ou na sala de aula.
A escrita de listas de palavras que começam com a mesma letra ou outras similares é inade-
quada, pois descaracteriza a função social deste texto. Por isso, ao planejar atividades com
esse tipo de texto, é importante considerar:
Atividades de leitura de listas: é fundamental propor atividades de leitura em que •
os alunos são os leitores. Por exemplo: atividades em que recebam uma lista
com os títulos dos contos lidos ou dos personagens conhecidos e tenham de lo-
calizar determinados personagens ou títulos (é possível, por exemplo, entregar
uma cédula para que os alunos elejam, entre os títulos de duas ou mais histórias
já conhecidas, qual será relida pelo professor); leitura da lista de ajudantes do
dia; da lista de atividades que serão realizadas no dia; da lista dos aniversarian-
tes do mês etc.
Atividades de escrita de listas: por ser um gênero de estrutura simples, as ati- •
vidades de escrita de listas possibilitam que os alunos pensem muito mais na
escrita das palavras (que letras usar, quantas usar, comparar outras escritas
etc.). Vale ressaltar que, quando propomos a escrita de um texto visando à re-
fexão sobre o sistema de escrita e em que não há um destinatário específco,
é fundamental aceitar as idéias das crianças sobre a escrita e colocar questões
para que confrontem suas hipóteses. Nesses casos também não é aconselhável
corrigir, escrever embaixo, enfm, fazer uso de recursos similares, pois o objetivo
não é a escrita convencional nem a legibilidade do texto.
9 - Projeto Toda Força ao 1º Ano: guia para o planejamento do professor alfabetizador – orientações para o planeja-
mento e avaliação do trabalho com o 1º anos do Ensino Fundamental / Secretaria de Educação. – São Paulo: SME /
DOT, 2006
Prática Pedagógica: o trabalho com listas -
continuação
Ao planejar atividades de produção de listas, considere que é possível propor •
que os alunos ditem o texto para o professor escrever, que escrevam reunidos
em grupos ou duplas ou ainda que escrevam utilizando outros suportes, além do
lápis e papel, como as letras móveis.
Atividades de refexão sobre a escrita: sempre que for possível favorecer a refexão dos •
alunos sobre a escrita, proponha comparações entre palavras que começam ou termi-
nam da mesma forma (letras, partes da palavra). As listas favorecem a refexão sobre
o sistema de escrita, sua utilização deve ser mais intensa enquanto houver alunos que
não lêem e escrevem convencionalmente.
ATIVIDADE
ENCONTRANDO NOVOS SÍMBOLOS
PINTE OS SEMÁFOROS USANDO AS CORES CERTAS.
CIRCULE OS SÍMBOLOS QUE INDICAM QUANDO OS PEDESTRES DEVEM
PARAR.
ALFABETIZADOR: TRABALHAR AS REGRAS DE TRÂNSITO (CORES DO
SEMÁFORO E FAIXA DE PEDESTRES, POR EXEMPLO). DISCUTIR COM AS
CRIANÇAS OS COMPORTAMENTOS ADEQUADOS AOS PEDESTRES.
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ATIVIDADE
ENCONTRANDO NOVOS SÍMBOLOS
E DISCUTINDO SEUS SIGNIFICADOS
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
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ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
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ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ATIVIDADE
ENCONTRANDO NOVOS SÍMBOLOS
RECORTE E COLE NAS PLACAS OS SÍMBOLOS DE TRÂNSITO.
CONVERSE COM SEUS COLEGAS O SIGNIFICADO DE CADA UMA DELAS.
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ATIVIDADE
JOGO DOS PONTOS - COMO JOGAR?
ORGANIZE AS CRIANÇAS EM DUPLAS, ELAS SE REVEZAM LIGANDO UM
PONTO AO OUTRO. MARCA UM PONTO AQUELA QUE CONSEGUIR “FECHAR” O
QUADRADO. A CADA PONTO O GANHADOR REGISTRA A LETRA INICIAL DO
SEU NOME. QUANDO NÃO HOUVER MAIS PONTOS, CADA CRIANÇA CONTA E
REGISTRA QUANTOS PONTOS FOI CAPAZ DE FAZER.
QUEM JOGOU?
_________________________ E _________________________
QUANTOS PONTOS EU FIZ?
QUANTOS PONTOS MEU COLEGA FEZ?
QUEM GANHOU? _________________________
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
Material:
- Cartolina
- Cola
- Tesoura
- Foto ou desenho da criança
- Tinta guache ou de carimbo
- Contact para plastificar
Como fazer:
- Recorte o modelo do tamanho de uma carteira de identidade
- Cole seu retrato, assine e imprima sua impressão digital (use
carimbo da escola)
- No verso coloque seus dados
CARTEIRA ESCOLAR
Modelo
SUGESTÕES DE MÚSICAS PARA
DISTRIBUIÇÃO DOS CRACHÁS
A CANOA VIROU
QUEM DEIXOU ELA VIRAR?
FOI POR CAUSA DO
QUE NÃO SOUBE REMAR.
EU VI UM, SAPO..PO..PO
NA BEIRA DO RIO...IO...IO
DE CAMISA VERDE...DE...DE
SENTINDO FRIO..IO...IO
NÃO ERA SAPO..PO..PO...
NEM PERERECA...CA...CA
ERA SÓ DE CUECA...CA...CA
CACHORRINHO ESTÁ LATINDO
LÁ NO FUNDO DO QUINTAL
CALA A BOCA CACHORRINHO
DEIXA ENTRAR
COMEU PÃO NA CASA DO JOÃO
COMEU PÃO NA CASA DO JOÃO
FOI VOCÊ ? (O GRUPO TODO CANTA)
NÃO FOI O (A) (A CRIANÇA MOSTRA O CRACHÁ DE OUTRO
COLEGA E ASSIM CONTINUA SUCESSIVAMENTE)
SE EU FOSSE UM PEIXINHO
E SOUBESSE NADAR
EU TIRAVA DO FUNDO DO MAR.
(nome da criança)
(nome da criança)
(nome da criança)
(nome da criança)
(nome da criança)
(nome da criança)
(nome da criança)
(nome da criança)

NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ATIVIDADES E BRINCADEIRAS
PARA ENTREGA DOS CRACHÁS
Lata de lixo:
AS CRIANÇAS FICAM EM RODA E VÃO CANTANDO.
QUANDO É CITADO SEU NOME, A CRIANÇA EM DESTAQUE ENTRA NA RODA.
Bango... Bango... É de carrapicho
Joga o(a) (nome da criança) na lata de lixo
Quando todos estiverem no meio da roda, cantam:
A lata furou... A lata furou...
E o lixo esparramou...
A história da serpente:
O alfabetizador, em pé, inicia a brincadeira cantando, com as pernas abertas para que as
crianças passem por baixo. As crianças se posicionam logo atrás do alfabetizador dando
continuidade à serpente. Ele deve apresentar um crachá de cada vez, para que as crianças
reconheçam seu nome e entrem na brincadeira.
Importante: escolha as crianças por ordem de tamanho do maior para o menor.
Esta é a história da serpente
Que desceu o morro
À procura do seu raaaaaaaaabo
é... é...
um pedaço do seu raaaabo.
(nome da criança) (nome da criança)
Cante esta música:
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ATIVIDADE
ALFABETO MÓVEL
Letras emborrachadas ou em eucatex ou de outro material resistente.
Construindo o alfabeto móvel.
Recorte este quadro de letras do nosso alfabeto. Cole-o num pedaço de cartolina. Depois de seco,
recorte cada quadrinho. Com ajuda do alfabetizador, faça um envelope para guardar as letras.
Coloque do lado de fora, o seu nome e o título: ALFABETO MÓVEL.
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PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ATIVIDADE
NOMES
BRINCANDO COM SUCATA
CAIXINHA ESPECIAL
Material necessário
Várias caixas de tamanhos diferentes (chá mate, bombons, massa de tomate,
leite, remédios, etc.);
?Papel para embrulhar;
?Jornais e revistas;
?Pincel atômico, cola e tesoura.
Execução
Colar as tampas das caixas e encapá-las.
Recortar as letras em revistas e jornais ou escrever com pincel atômico.
Deixar que a criança monte seu nome e dos colegas, ou separem os blocos com
letras que há no seu nome e copie.
Material necessário
?01 caixa de fósforo encapada e com o nome da criança.
?Quadradinhos com as letras do primeiro nome da criança.
Execução
Pedir à criança que monte seu primeiro nome, observando a quantidade de
letras: as que se repetem, a inicial e a final.
Posteriormente, em duplas, estabelecer comparações entre as letras dos nomes:
quem usa mais/menos letras, letras usadas em comum nos nomes, etc.
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
BINGO DE LETRAS
Cada criança recebe uma cartela com 9 letras e pega 9 marcadores (tampinhas
de garrafa, grãos de feijão, de milho, retalhos em EVA ou outro objeto).
Em seguida, o alfabetizador, com um saquinho, vai retirando uma letra sorteada
de cada vez, falando em voz alta e registrando-as no quadro. Ganha quem
primeiro marcar todas as letras de sua cartela. O ganhador avisa gritando
BINGO!
SUGESTÃO: pode-se jogar o Bingo de Letras com a ficha do primeiro nome.
Como confeccionar as cartelas:
Em meia folha de papel ofício faça 9 retângulos, ou seja, 3 colunas com 3 linhas.
Dentro de cada retângulo escreva as 9 primeiras letras do alfabeto. Na segunda
cartela retome da décima letra até décima nona. E assim sucessivamente
seguindo a ordem alfabética.
Seguem, em anexas, algumas cartelas para que sejam xerografadas,
coladas em papel resistente e plastificadas.
ATIVIDADE
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
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ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
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PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
CANTANDO E DRAMATIZANDO
Quando eu era bebê...
Bebê bem bebê... Eu era assim... Eu era assim...
(Com as mãos sobrepostas balançando
o bebê imaginário)
Quando eu era menina
Menina bem menina
Eu era assim... Eu era assim...
(Pulando corda)
Quando eu era menino
Menino bem menino
Eu era assim... Eu era assim...
(Empinando pipa)
Quando eu era mocinha
Mocinha bem mocinha
Eu era assim... Eu era assim...
(Passando maquiagem)
Quando eu era rapaz
Rapaz bem rapaz
Eu era assim... Eu era assim...
(Fazendo barba)
Quando eu era mamãe
Mamãe bem mamãe
Eu era assim... Eu era assim...
(Segurando bebê ou pedindo silêncio)
Quando eu era papai
Papai bem papai
Eu era assim... Eu era assim...
(Preocupado com o relógio ou com dinheiro)
Quando eu era velhinho
Velhinho bem velhinho
Eu era assim... Eu era assim...
(Arqueado com as mão nas costas,
sentindo dor)
Quando eu era velhinha
Velhinha bem velhinha
Eu era assim... Eu era assim...
(Tricotando)
Quando eu era defunto
Defunto bem defunto
Eu era assim... Eu era assim...
(Paralisado com as mãos no peito)
Quando eu era esqueleto
Esqueleto... Esqueleto...
Eu era assim... Eu era assim...
(Remexendo o corpo todo)
ATIVIDADE
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
Espelho
Caixa surpresa com objetos que pertencem ao sexo feminino e
masculino: saia, short, cueca, calcinha, camiseta, blusa, boné,
acessórios de cabelo, etc.
?Papel
?Cola
?Tesoura
?Papéis coloridos ou retalhos de pano
?Revistas
?Canetinha ou lápis de cor
?Para ficar mais fácil, dobre o papel, risque o molde do
bonequinho e recorte.
?Distribuir às crianças e pedir para que cortem roupinhas para
vestir o bonequinho para que fique parecido com a criança.
?Depois de cortar e colar as roupinhas e pedir às crianças que
desenh em cabelos, olhos, boca e nariz.
?Colar num painel e cada criança escreve seu nome numa
etiqueta para identificar seu trabalho.
ATIVIDADE - IDENTIDADE
MATERIAL
Pedir às crianças que se olhem no espelho observando cada detalhe: cor dos cabelos, olhos, pele,
cumprimento dos cabelos, etc.
As crianças acomodadas em círculo tentarão descobrir o que há na caixa surpresa. Pedir ao grupo
para classificar os objetos usados pelas meninas e pelos meninos, formando dois grupos.
No papel, recorte um bonequinho (veja na próxima página):
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
MOLDE PARA ATIVIDADE - IDENTIDADE
ATIVIDADE
FAÇA UMA PESQUISA NAS FOTOS QUE VOCÊ TEM DESDE QUANDO NASCEU.
OBSERVE COMO VOCÊ ERA EM CADA ÉPOCA DE SUA VIDA.
ABAIXO, DESENHE VOCÊ DO LADO ESQUERDO DA LINHA DE TEMPO. PEÇA
PARA A MAMÃE OU O PAPAI OU QUALQUER PESSOA DE CASA PARA
ESCREVER DO LADO DIREITO ALGUMA COISA IMPORTANTE SOBRE VOCÊ EM
CADA FASE:
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
1 ANO
2 ANOS
3 ANOS
4 ANOS
5 ANOS
6 ANOS
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ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ATIVIDADE
ESTOU CRESCENDO
PINTE A CENA QUE MAIS SE IDENTIFICA COM VOCÊ E DEPOIS ESCREVA SEU
NOME ABAIXO.
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ATIVIDADE
TRABALHANDO COM DOBRADURA
FAÇA A DOBRADURA SEGUINDO O MODELO E ESCREVA O NOME DA SUA
ESCOLA .
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ATIVIDADE
NA ESCOLA EXISTEM VÁRIAS CRIANÇAS.
CADA UM TEM UM NOME.
VOCÊ SABE COMO SE ESCREVE O SEU NOME?
SEU PROFESSOR VAI ESCREVER O SEU NOME.
FAÇA UMA MARCA SOBRE A PRIMEIRA LETRA DO SEU NOME:
CONTE QUANTAS LETRAS FORAM NECESSÁRIAS PARA ESCREVER SEU NOME.
COLE QUADRADINHOS DE PAPEL PARA REPRESENTAR ESSA QUANTIDADE.
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ALFABETIZADOR: AJUDE SEUS ALUNOS A ETIQUETAREM OS MATERIAIS
ESCOLARES, PERSONALIZANDO-OS.
ATIVIDADE
DURANTE TODO O ANO VOCÊ ESTARÁ COM SEU PROFESSOR.
ELE ENSINARÁ MUITAS COISAS A VOCÊ E O AUXILIARÁ NAS ATIVIDADES E
BRINCADEIRAS.
COMO É O NOME DE SEU PROFESSOR?
- OBSERVE AS LETRAS QUE SEU PROFESSOR USA PARA ESCREVER O NOME
DELE:
-SEU PROFESSOR VAI MOSTRAR VÁRIOS OBJETOS QUE INICIAM COM A
MESMA LETRA DO NOME DELE. ESCOLHA UM DESSES OBJETOS E DESENHE
ABAIXO. DEPOIS, ESCREVA, COMO SOUBER, O NOME DAQUILO QUE VOCÊ
DESENHOU.
POR EXEMPLO: PROFESSORA FLÁVIA (FLAUTA, FLANELA, FLAMINGO).
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ATIVIDADE
QUE CONFUSÃO!
ENCONTRE A PRIMEIRA LETRA DE SEU NOME E MARQUE COM UM X.
AGORA VOCÊ VAI COLORIR TODOS OS MATERIAIS ESCOLARES QUE
ENCONTRAR NA CENA ABAIXO, DEIXANDO EM BRANCO A LETRA MARCADA
ANTERIORMENTE:
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ATIVIDADE
OBSERVE COMO O SEU PROFESSOR ESCREVEU SEU NOME.
CIRCULE A PRIMEIRA LETRA USANDO A COR VERMELHA:
PINTE DE AMARELO O QUADRADO E DE AZUL O CÍRCULO.
ENCONTRE EM REVISTAS A 1ª LETRA DE SEU NOME, RECORTE E COLE DENTRO
DO QUADRADO:
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
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ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ATIVIDADE
OBSERVE COMO O SEU PROFESSOR ESCREVEU SEU NOME.
CIRCULE A ÚLTIMA LETRA USANDO A COR VERDE:
ENCONTRE EM REVISTAS A ÚLTIMA LETRA DE SEU NOME, RECORTE E COLE
DENTRO DA ESTRELA MAIOR:
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ATIVIDADE
1. OBSERVE SEU PRIMEIRO NOME. PINTE DE AZUL A ROUPA QUE TENHA A
PRIMEIRA LETRA DE SEU NOME, E DE VERMELHO, A ROUPA QUE TENHA A
ÚLTIMA LETRA:
2. COPIE SEU NOME DENTRO DO RETÂNGULO:
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ATIVIDADE
OBSERVE AS LETRAS E PINTE DE:
VERMELHO A LETRA INICIAL DE SEU NOME
VERDE AS OUTRAS LETRAS DE SEU NOME
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
PARA CASA
1. OBSERVE COMO O PROFESSOR ESCREVEU SEU NOME.
CIRCULE DE VERMELHO A PRIMEIRA LETRA E DE AZUL A ÚLTIMA:
2. ENCONTRE NO DIAGRAMA ABAIXO AS LETRAS DE SEU NOME.
PINTE DE VERMELHO A PRIMEIRA LETRA E DE AZUL A ÚLTIMA:
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
M
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PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
PARA CASA
1. OBSERVE COMO O PROFESSOR ESCREVEU SEU NOME E DEPOIS COPIE NO
ESPAÇO ABAIXO COM ATENÇÃO:
2. AGORA CIRCULE DE AMARELO A PRIMEIRA LETRA E DE VERDE A ÚLTIMA.
3. ENCONTRE EM REVISTAS A PRIMEIRA E A ÚLTIMA LETRA DO SEU PRIMEIRO
NOME E COLE NOS LOCAIS ABAIXO:
ESTA É A PRIMEIRA LETRA DO MEU NOME
ESTA É A ÚLTIMA LETRA DO MEU NOME
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
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PARA CASA
NESTA MOLDURA, FAÇA SEU AUTO-RETRATO OU COLE UMA FOTO SUA.
COM AJUDA DO PESSOAL DE CASA, COMPLETE:
MEU NOME É: ____________________________________________________
________________________________________________________________
NASCI NO DIA _____/_____/_____
TENHO AGORA __________ ANOS.
NA MINHA CASA MORAM __________ PESSOAS.
MEUS PAIS E FAMILIARES ME CHAMAM DE ____________________________
TENHO _________ IRMÃOS.
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
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PARA CASA
PINTE OS LÁPIS QUE TÊM AS LETRAS QUE FORMAM SEU NOME. CONSULTE
SUA FICHA:
2) ESCREVA SEU NOME COM CAPRICHO:
3) AGORA, PARA CADA LETRA QUE VOCÊ ESCREVEU O SEU NOME, PINTE UM
QUADRADINHO:
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
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ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
PESQUISA
PEÇA PARA A MAMÃE, PAPAI OU QUALQUER PESSOA DE CASA PARA CONTAR
E ESCREVER COMO FOI ESCOLHIDO SEU NOME. AMANHÃ VAMOS CONTAR A
HISTÓRIA DO SEU NOME!
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
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ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ATIVIDADE
BRINCAR É MUITO DIVERTIDO!
BRINCAMOS SOZINHOS OU COM VIZINHOS, AMIGOS E COM NOSSOS
COLEGAS DA ESCOLA.
DESENHE NO ESPAÇO ABAIXO A SUA BRINCADEIRA PREFERIDA.
VOCÊ ILUSTRA E O SEU PROFESSOR ESCREVE.
________________________________________________________________
________________________________________________________________
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
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ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ATIVIDADE
NOVAS BRINCADEIRAS
VOCÊ JÁ BRINCOU DE AMARELINHA?
SERÁ PRECISO UMA PEDRA E GIZ. DESENHE NO CHÃO CONFORME O MODELO
ABAIXO E COMBINE AS REGRAS ANTES DE COMEÇAR O JOGO.
SEU PROFESSOR REGISTRARÁ AS REGRAS NUM CARTAZ.
ESCREVA OS NUMERAIS NA AMARELINHA ABAIXO:
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
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ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
PESQUISE E ANOTE O QUE SE PEDE
EXPLORANDO LETRAS E NUMERAIS
MEU NOME:
MEU ANIVERSÁRIO
DIA MÊS ANO
NOME DA CIDADE EM QUE NASCI:
NÚMERO DE MEU SAPATO: MINHA IDADE :
MEU PESO: MINHA ALTURA:
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
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ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ATIVIDADE
DESENHE AS VELINHAS DE ACORDO COM A IDADE QUE VOCÊ TEM AGORA.
COM A AJUDA DO SEU PROFESSOR ESCREVA UMA LISTA DO QUE
PRECISAMOS PARA ORGANIZAR UMA FESTA DE ANIVERSÁRIO BEM
DIVERTIDA!
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
_______________________________________________________________
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PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ESCREVA OS NOMES DE FORMA ORGANIZADA (ORDEM ALFABÉTICA).
ORGANIZE AS FICHAS DOS NOMES DE SEUS
COLEGAS EM 2 GRUPOS:MENINOS E MENINAS.
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ATIVIDADE
CONTE OS MENINOS E AS MENINAS DA SUA TURMA E PINTE UM QUADRINHO
PARA CADA CRIANÇA (AS MENINAS DE VERMELHO E OS MENINOS DE VERDE):
CONTE OS QUADRINHOS E REGISTRE O NUMERAL DENTRO DOS CÍRCULOS.
PINTE DE AMARELO O CÍRCULO QUE REPRESENTA A QUANTIDADE MAIOR.
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
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ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ATIVIDADE
TODOS NÓS SENTIMOS MEDO...
E O SEU? QUAL É?
DESENHE O QUE DEIXA VOCÊ COM MEDO E CONTE PARA O SEU PROFESSOR.
_________________________________________________________________
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NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
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ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ATIVIDADE
DEVEMOS TER UMA ALIMENTAÇÃO VARIADA PARA CRESCERMOS FORTES E
SAUDÁVEIS. PINTE E CIRCULE OS ALIMENTOS QUE VOCÊ MAIS GOSTA.
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
ATIVIDADE
PROCURE NA PARLENDA OS NUMERAIS E CIRCULE-OS: .
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
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ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
FUI NA LATA DE BISCOITO
TIREI 1,
TIREI 2,
TIREI 3,
TIREI 4,
TIREI 5.
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
ATIVIDADE
VAI PRECISAR DE:
1. MISTURE TODOS OS INGREDIENTES NUMA VASILHA.
2. COM A MASSA, MODELE A PRIMEIRA LETRA DE SEU NOME. PASSE
MARGARINA NA FÔRMA ANTES DE COLOCAR OS BISCOITOS.
3. SEU PROFESSOR VAI LEVAR AO FORNO, JÁ AQUECIDO, POR CERCA
DE 20 A 25 MINUTOS.
4. É SÓ ESPERAR ESFRIAR PARA VERIFICAR COMO FICOU E
SABOREAR À VONTADE!
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ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
(COLHER DE SOPA) DE FERMENTO EM PÓ
RECEITA DE BISCOITO
(XÍCARA DE CHÁ) DE AÇÚCAR
(XÍCARA DE CHÁ)
DE FARINHA DE TRIGO
(COLHER DE SOPA) DE MANTEIGA
200ML DE LEITE
OVOS
B
N
A
F
W
I
U
E
E
X
X
C
S
H
Y
M
O
Z
I
T
L
G
N
L
O
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
ATIVIDADE
ENCONTRE O CAMINHO ATÉ A LATA PASSANDO PELAS LETRAS QUE FORMAM
A PALAVRA BISCOITO:
QUANTAS LETRAS VOCÊ PINTOU? PINTE O NUMERAL QUE INDICA SUA
RESPOSTA:
AGORA PINTE ABAIXO AS LETRAS QUE VOCÊ ENCONTROU:
1 2 3 4 5 6 7 8 9
B S I T O I C O
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ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
ATIVIDADE
COLE QUADRADINHOS DE PAPEL COLORIDO COMO SE FOSSEM BISCOITOS
NA QUANTIDADE PEDIDA:
FUI NA LATA DE BISCOITO
TIREI 1
TIREI 2
TIREI 3
TIREI 4
TIREI 5
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ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
ATIVIDADE
? OBSERVE A PALAVRA ABAIXO
? CIRCULE AS LETRAS IGUAIS.
?PROCURE EM JORNAIS E REVISTAS LETRAS PARA FORMAR A PALAVRA
ACIMA, RECORTE-AS E COLE-AS ABAIXO.
?QUANTAS LETRAS VOCÊ COLOU? REGISTRE SUA RESPOSTA COM
RISQUINHOS E ESCREVA O NUMERAL
L A T A
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ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
ATIVIDADE
TRABALHANDO COM HISTÓRIA MUDA
?OBSERVE AS CENAS ABAIXO.
?NUMERE-AS NA ORDEM CERTA.
?PINTE SOMENTE A CENA QUE MOSTRA ONDE A HISTÓRIA COMEÇA.
?COM A AJUDA DE SEUS COLEGAS, CONTE A HISTÓRIA PARA QUE SEU
PROFESSOR A ESCREVA.
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ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
ATIVIDADE
EXPLORANDO LETRAS E NUMERAIS
ESCREVA OS NUMERAIS E DESENHE OS OVOS NA QUANTIDADE PEDIDA.
PINTE-OS CONFORME O TEXTO.
BOTA 1
BOTA 2
BOTA 3
BOTA 4
BOTA 5
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
A GALINHA DO VIZINHO
BOTA OVO AMARELINHO
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
ATIVIDADE
EXPLORANDO LETRAS E NUMERAIS
1- COLE OVOS CONFORME PEDE O NUMERAL.
2- RECORTE AS FICHAS E COLE-AS NA ORDEM CORRETA
BOTA 2
BOTA 5
BOTA 3
BOTA 1
BOTA 4
BOTA 6
PROGRAMA DE NTERVENÇÃO EDAGÓGICA I P
ALFA ETIZAÇÃO NO TEMPO ERTO B C
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
ATIVIDADE
TRABALHANDO COM HISTÓRIA MUDA
?OBSERVE AS CENAS ABAIXO.
?NUMERE-AS NA ORDEM CERTA.
?PINTE SOMENTE A CENA QUE MOSTRA ONDE A HISTÓRIA COMEÇA.
?COM A AJUDA DE SEUS COLEGAS, CONTE A HISTÓRIA PARA QUE SEU
PROFESSOR A ESCREVA.
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NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
ATIVIDADE
EXPLORANDO LETRAS E NUMERAIS
1...2...FEIJÃO COM ARROZ
3...4... MACARRÃO NO PRATO
5...6... MOLHO INGLÊS
7...8... COMER BISCOITO
9...10... FRITAR PASTÉIS
ENCONTRE NO TEXTO PALAVRAS INICIADAS COM AS LETRAS ABAIXO.
PINTE CADA UMA USANDO UMA COR DIFERENTE. COPIE-AS AO LADO.
PROCURE NO TEXTO OS NUMERAIS E COPIE-OS DENTRO DESTE QUADRO:
A
B
F
M
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NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
ATIVIDADE
EXPLORANDO LETRAS E NUMERAIS
_ALÔ, TATU TÁ AÍ ?
_NÃO, TATU NÃO TÁ,
MAS A MULHER DO TATU TANDO
É A MESMA COISA DO TATU TÁ.
?PROCURE NA PARLENDA O NOME DO ANIMAL E CIRCULE-O.
?QUANTAS VEZES A PALAVRA TATU APARECEU?
REGISTRE COM RISQUINHOS E PINTE O NUMERAL CORRESPONDENTE:
0 - 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 - 8 - 9 - 10
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* 8 T 9 A
5 M 3 K P
4 S 1 U 2
B 7 T # 6
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
ATIVIDADE
EXPLORANDO LETRAS E NUMERAIS
VAMOS COMPLETAR OS SÍMBOLOS DO TELEFONE?
PINTE DE AMARELO SOMENTE OS NUMERAIS.
RECORTE OS QUADRINHOS E COLE-OS NO LUGAR CERTO.
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NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
ATIVIDADE
TRABALHANDO COM HISTÓRIA MUDA
?OBSERVE AS CENAS ABAIXO.
?NUMERE-AS NA ORDEM CERTA.
?PINTE SOMENTE A CENA QUE MOSTRA ONDE A HISTÓRIA COMEÇA.
?COM A AJUDA DE SEUS COLEGAS, CONTE A HISTÓRIA PARA QUE SEU
PROFESSOR A ESCREVA.
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NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
HISTÓRIAS USANDO FANTOCHES
SUGESTÕES DE HISTÓRIAS
Alfabetizador,
como sugestão para desenvolver a oralidade no início da alfabetização,
escolhemos histórias onde as falas se repetem, o que facilita a memorização
pelas crianças. A seguir, modelo de algumas máscaras para facilitar o trabalho
com dramatização. Esperamos que o trabalho seja prazeroso!

"OS TRÊS PORQUINHOS E O LOBO”

"A CABRA CABRÊS ”
“DONA BARATINHA QUER CASAR”
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FEVEREIRO
D S T Q Q S S
1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28 29
DIA DE AULA
LEGENDA
DIA DE DESCANSO
5 - Carnaval
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MARÇO
D S T Q Q S S
1
2 3 4 5 6 7 8
9 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22
23 24 25 26 27 28 29
30 31
DIA DE AULA
LEGENDA
DIA DE DESCANSO
21 - Paixão de Cristo
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ABRIL
D S T Q Q S S
6 7 8
1
9
2
10
3
11
4
12
5
13 14 15 16 17 18 19
20 21
21 - Tiradentes
22 23 24 25 26
27 28 29 30
DIA DE AULA
LEGENDA
DIA DE DESCANSO
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
VOCÊ JÁ CONHECE SEUS COLEGAS?
ELES SABEM QUAL É O SEU NOME?
ESCREVA SEU NOME DO JEITO QUE VOCÊ SABE E DESENHE SEU RETRATO.
MOSTRE PARA A TURMA.
NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
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NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
ESCREVA SEU NOME NO ESPAÇO ABAIXO:
PINTE OS QUADRINHOS QUE TÊM AS LETRAS QUE USAMOS PARA ESCREVER
SEU NOME:
A
I
Q
X
I
T
B
J
R
Y
O
F
C
K
S
Z
O
U
D
L
T
A
S
V
E
M
U
A
R
M
F
N
V
E
N
G
O
W
E
H
H
P
X
I
P
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NOME: ____________________________________________________
DATA: _____/_____/_____
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
PINTE DE AZUL TODOS OS NUMERAIS:
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INDICAÇÕES DE SITES PARA CRIANÇAS
As crianças, na atualidade, lidam com as novas tecnologias em vários contextos em seu dia
a dia, vídeo games, roleta de ônibus que funcionam com cartão magnético, lan house com
computadores, jogos e Internet. O aumento no convívio e utilização dessas tecnologias, exige
das crianças comportamentos e raciocínios específcos. Por isso, alguns estudiosos alertam
para o surgimento de um novo modelo de letramento, o Letramento Digital. Ser letrado digital
signifca estar preparado e ser capaz de se adaptar às mudanças nos modos de ler e escrever
os códigos verbais e não-verbais como sinais, desenhos e imagens; compreender o novo su-
porte que é a tela digital, a leitura de links e hipertextos. Segundo os pesquisadores, é muito
importante que nossos alunos desenvolvam e dominem informações e habilidades mentais
que os capacitem para viverem como verdadeiros cidadãos neste século cada vez mais in-
fuenciado por máquinas eletrônicas e digitais. Assim, a escola é a instituição privilegiada para
apresentar e trabalhar sistematicamente com as crianças o desenvolvimento dessas novas
habilidades.
As indicações de sites deverão ser acessadas pelo alfabetizador ou pelos alunos com um
propósito pedagógico.
Os sites devem ser lidos anteriormente pelo alfabetizador e a indicação de trabalho precisa
ser mediada e indicada às crianças com o objetivo de desenvolver algum assunto específco
de sala de aula.
É preciso explorar os sons, as imagens em movimento, os textos e as interações propostos.
Ao fnal da aula as duplas ou grupos que trabalharam no site poderão desenhar, escrever ou
comentar o que perceberam de mais importante ou o que foi signifcativo, partilhando a nave-
gação e o aprendizado.
www.recreioonlinde.com.br
Apresenta diversos temas, atividades, brincadeiras e curiosidades para crianças
em fase escolar.
www.terra.com.br/criancas
Aborda curiosidades e assuntos relacionados a animais e plantas.
www.guiainfantil.com.br
Apresenta a Declaração Universal dos Direitos dos Animais. Aborda ainda o ciclo da água, origem
da vida, fotossíntese, animais em extinção, efeito estufa, entre outros.
www.canaldids.com.br
Disponibiliza à criança, links relacionados à literatura, matemática, jogos, ciências, geografa,
bibliotecas, entre outros. Vale a pena navegar!




INDICAÇÕES DE SITES PARA CRIANÇAS - continuação
www.turmadamonica.com.br
Valoriza as histórias em quadrinhos e os personagens da Turma da Mônica, do autor
Maurício de Souza.
www.cambito.com.br/jogos
Apresenta Cambito o mascote do site. Ele acompanha o usuário por uma Vila,
apontando diversos portadores e suportes, tais como jornal do poste, adivinhações,
palavras secretas, e outros.


INDICAÇÕES DE PARADIDÁTICoS PARA
ALFABETIZADoRES
SILVA, Maria Betty Coelho. Contar histórias: uma arte sem idade. São Paulo: Ática, 1986.
ÁLVARES, Juan M. Avaliar para conhecer,examinar para excluir. Porto Alegre: Artmed,
2002. (Coleção Inovação Pedagógica)
ANDRÉ, M.; DAIRSE, M. Novas Práticas de avaliação e a escrita do diário: atendimen-
to às diferenças? In: André, Marli (Org). Pedagogia das diferenças na sala de aula.
Campinas: Papirus, 1999.
ESTEBAN, Maria Teresa (Org). Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos.
Rio de Janeiro: DP & A, 2000.
KLEIMAN, Ângela. Ofcina de Leitura: teoria e prática. Campinas: Pontes/ED. UNI-
CAMP, 1993.
SMOLA, Ana Luiza B. A criança na fase da escrita: a alfabetização como processo dis-
cursivo. 2 ed., São Paulo: Cortez/Campinas: Editora Unicamp, 1989.
CHIAPPINI, Ligia (Org). Aprender e ensinar com textos. São Paulo: Córtex, 1997.
CURTO, MORILO e TEIXIDÓ. Escrever e Ler: como crianças aprendem e como o
professor pode ensiná-las. (V.1); Materiais e recursos para a sala de aula (V.2). Porto
Alegre: Artes Médicas, 2002.
JOLIBERT, J. Formando crianças leitoras. Porto Alegre: Artmed, 1999.
JOLIBERT, J. Formando crianças produtoras de textos. Porto Alegre: Artmed, 2000.
MORAIS, Artur Gomes de. Ortografa: ensinar e aprender. São Paulo: Editora Ática,
1998.
MORAIS, Artur Gomes de (Org.). O aprendizado da ortografa. Belo Horizonte: Autên-
tica, 2000.












AVALIAÇão Do GuIA Do ALFABETIZADoR
O objetivo deste GUIA é constituir-se em um apoio para o seu trabalho diário. Ele tem o pro-
pósito de ajudá-lo a sistematizar, organizar, ou seja, propor uma rotina de sala de aula para
que você obtenha êxito no processo de alfabetização e letramento de seus alunos. Queremos
que você nos ajude a melhorá-lo.
Quanto à utilização
do Guia.
Ele facilitou o seu
trabalho?
( ) sim ( ) não Por quê?_______________________________________
____________________________________________________________
____________________________________________________________
____________________________________________________________
Aponte,
resumidamente,
as difculdades
encontradas.
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
Apresente
sugestões que
possam contribuir
para melhoria do
Guia
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
outros
comentários
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
.
Envie esta folha para sua superintendência.
A síntese sobre a avaliação do GUIA do Alfabetizador deverá ser enviada para
Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, para o e-mail zaf@gmail.com
REFERÊNCIAS
ALMEIDA, Theodora Maria Mendes de. Quem canta seus males espanta (VOL 1). São
Paulo: Editora Caramelo, 2000.
BAJARD, Elie. Ler e Dizer – compreensão e comunicação do texto escrito. São Paulo:
Cortez, 1994.
BATISTA, Antônio Augusto Gomes e GALVÃO, Anamaria de Oliveira (org.). Leitura:
práticas, impressos, letramento. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.
BUORO, Anamélia Bueno. Olhos que pintam – a leitura da imagem e o ensino da arte. Olhos que pintam – a leitura da imagem e o ensino da arte.
São Paulo: EDUC FAPESP/Cortez, 2003.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São
Paulo: Cortez, 1994.
FREIRE, Paulo. Alfabetizador sim, tia não – Cartas a quem ousa ensinar. São Paulo:
Olhos D água, 1997.
KATO, Mary Aizawa(org.). A concepção da escrita pela criança. Campinas, São Paulo:
Pontes, 1988.
KAUFMAN, Ana Maria e RODRIGUES, Maria Elena. Escola, leitura e produção de tex-
tos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
KLEIMAN, Ângela. Ofcina de leitura – teoria & prática. Campinas, São Paulo: Editora
da Universidade Estadual de Campinas, 1995.
LEMLE, Mirian. Guia Teórico do Alfabetizador. São Paulo: Ática, 1988.
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado da Educação. Coleção Veredas. Guias de Estu-
do. Belo Horizonte: SEE-MG, 2002-2005.
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado da Educação. Conteúdos Básicos – Ciclo Bási-
co de Alfabetização à 4ª série do Ensino Fundamental. (VOL.1). Belo Horizonte, SEE/
MG, 1993.
MORAIS, Artur Gomes de(org). O aprendizado da ortografa. Belo Horizonte: Autêntica,
1999.
MORAIS, Artur Gomes de. A ortografa: ensinar e aprender. São Paulo. Editora Ática,
1998.














RAMAL, Andréa Cecília. Linguagem oral: usos e formas – uma abordagem a partir da
educação de jovens e adultos, p. 8 a 27. Brasília: Boletim do MEC/TVE, 1998.
RIBEIRO, Lourdes Eustáquio Pinto. Para casa ou para a sala? (V.1) p. 53 e 69. São
Paulo: Editora Didática Paulista, 1999.
ROCHA, Gladys. A apropriação das habilidades textuais pela criança: fragmentos de
um percurso. Campinas, São Paulo: Papirus, 1999.
SÃO PAULO. Secretaria de Educação. Projeto Toda Força ao 1º ano: Guia para o pla-
nejamento do professor alfabetizador – orientações para o planejamento e avaliação
do trabalho com o 1º ano do Ensino Fundamental. São Paulo: SME/DOT, 2006.
SMITH, Frank. Leitura Signifcativa. Porto Alegre: Artmed, 1999.
SOARES, Magda. Letramento – um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica,
1998.
SOUZA, Ari José. Estratégias de Leitura no Curso de Letras: Um estudo com Forman-
dos. Maringá: Paraná, 2003.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Faculdade de Educação. Centro de
Alfabetização, Leitura e Escrita. Coleção Orientações para a Organização do Ciclo Ini-
cial de Alfabetização. Belo Horizonte: CEALE/SEE-MG, 2003, 2004, 2005.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Faculdade de Educação. Centro de
Alfabetização, Leitura e Escrita. Avaliação Diagnóstica. Belo Horizonte: CEALE/SEE-
MG, 2005.
SITES CoNSuLTADoS:
http://www.ple.uem.br/defesa/pdf/ajsouza.pcf - acesso em dezembro de 2007.
http:professorasimtianao - acesso em dezembro de 2007.
www.pt.wikipedia.org.br/wiki/Xilogravura - acesso em dezembro de 2007.
www.wikipedia.org.br - acesso em janeiro de 2008.
www.teatrodecordel.com.br - acesso em dezembro de 2007.
www.carnaxe.com.br acesso em dezembro de 2007.














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