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Análise de Tensões e Deformações - Exercícios Resolvidos

Análise de Tensões e Deformações - Exercícios Resolvidos

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131

8.8 – Exercícios Resolvidos (colaboração Prof. Plácido)

FORMULÁRIO para cálculo das tensões no plano da seção
Esforço So-
licitante

Seção
Carregamento

Distribuição
das tensões na
seção
Fórmula para
cálculo da
Tensão
Observação



Tração Pura
(ou compressão)





o = N / A


Carregamento
Centrado.
Área Qualquer


Corte Puro










t = Q / A


Carregamento
Centrado.
Área Qualquer


Flexão Pura
Simétrica










o = (M/I
LN
)y

o
máx
= M/W
Carregamento
no plano de
simetria.
LN no centróide
da área
(M constante)


Flexão Sim-
ples



t = Q M
s
/bI
LN
t
máx
= ç (Q/A)

M
s
(momento está-
tico)
(M variável)

Flexão
Composta
com Força
Normal


o = N/A ÷
÷ (M
Z
/I
Z
)Y +
+ (M
y
/I
Y
)Z

(os eixos Y e Z
são os eixos
principais de
inércia)
(LN – lócus
onde o = 0)






Torção Pura








t = (T/J
P
)r



t = T / 2e@



t = T / obh
2
(o tabelado)



Seção circular




Duto de parede
fina



Seção Retan-
gular
+ N
A
A
Q
T
T
+
-
M
LN
LN
T
M
M
M
z
N
M
y
M
z
z
LN
132
Exercício nº 8.8.1 - Determine o
1
, o
2
e t
máx
, bem como seus respectivos planos de atu-
ação, no ponto A da seção transversal no engastamento do duto esquematizado. Repre-
sente o estado de tensão no ponto através do Círculo de Mohr.











































40cm
20cm
2cm
4,0 m
125 kN
125 kN
50 kN
50 kN
30 kN/m
10cm
A
Solução
No engastamento:

N = 50 + 50 = 100 kN ( - )
Q = 30 x 4 = 120 kN ( + )
M = 120 x 200 = 24.000 kN.cm
T = 125 x 40 = 5.000 kN.cm

A = 40 x 20 – 36 x 16 = 224cm
2
@ = 38 x 18 = 684 cm
2

I
LN
= 20x(40)
3
/12 – 16x(36)
3
/12=
= 44.459 cm
4

No ponto A:
o = N/A + (M/I
LN
)y =
= -100 /224 + (24.000/44.459)10=
= - 0,446 + 5,398 =
= 4,952 kN/cm
2
= 49,5 MPa
t
Q
= Q M
s
/ b I
LN
; M
s
= 20 x 10 x 15 – 16 x 8 x 14 = 1.208 cm
3
t
Q
= 120 x 1208 / (2 + 2) x 44.459 = 0,8151 kN/cm
2
()
t
T
= T/2.e.@ = 5.000 / 2 x 2 x 684 = 1,827 kN/cm
2
(↑)
t
total
= 1,012 kN/cm
2
= 10,1 MPa (↑)
Para a orientação de eixos mostrada ao lado teremos:
1,01
4,95
x
y
z
PV → o
x
= + 4,95; t
xy
= - 1,01; PH → o
y
= 0; t
yx
= - 1,01. (estado duplo, com o
z
=t
zy
= t
zx
= 0)
As tensões principais valerão:
o
p
= ½ (o
x
+ o
y
) + √ [½ (o
x
- o
y
)]
2
+ (t
xy
)
2

= ½ (4,95 + 0) + [ (½ 4,95)
2
+ (1,01)
2
]
1/2
=
= 2,476 + 2,675 → o
p1
= 5,151 kN/cm
2
; o
p2
= - 0,199 kN/cm
2
; t
máx
= 2,675 kN/cm
2

tg o
1
= (o
1
- o
x
)/ t
xy
= (5,151 – 4,95)/1,01 = 0,199 → o
1
= 11,2º
tg o
2
= (o
2
- o
x
)/ t
xy
= ( - 0,199 – 4,95)/1,01 = - 5,09 → o
2
= ÷ 78,8º
1 2 3 4 5 6 -1 -2
1
2
2
3
1
2
3
o
t
o
1
o
x
o
2
PV

t
xy
PÓLO
4,95
1,01
2,475
0,00
1,01
o
1
O traçado do círculo de Mohr é
feito plotando-se os dois pontos
representativos das tensões no plano
“x” (PV) e no plano “y” (PH).
Unindo-se tais pontos obtemos a
posição do centro da círculo (sobre
o eixo dos o). Traçada a circunfe-
rência, obtem-se as coordenadas
correspondentes às tensões extre-
mas.
O Pólo é um elemento gráfico
que auxilia na determinação da ori-
entação dos planos onde atuam as
tensões representadas
133

(Análise crítica: tratando-se de uma flexão composta com força normal de compressão, seria oportu-
no avaliar se a flecha na extremidade livre da viga, provocada pelo carregamento transversal, iria
causar uma excentricidade à força normal em relação à seção do engastamento, aumentando o valor
do momento fletor, sendo tal efeito cumulativo. No caso, como se verá mais adiante, a flecha na ex-
tremidade livre de uma viga em balanço, de comprimento L, seção com inércia I e material de módulo
de elasticidade E, submetida a uma carga uniformemente distribuída w, vale f = wL
4
/8EI. Supondo
que a viga caixão fosse fabricada com barras chatas de aço (E=200 GPa), para os valores apresenta-
dos, a flecha calculada seria: f = 30x10
3
x 4
4
/ 8 x 200x10
9
x 44.459x10
-8
= 0,0108m = 10,8mm. O
acréscimo de momento no engastamento, devido à excentricidade da força normal seria:
AM = 100 kN x 1,08cm = 108 kN.cm (0,45 % do momento M = 24.000 kN.cm) (desprezível no caso).


Exercício nº 8.8.2 - São conhecidas as tensões atuantes no ponto K da viga esquemati-
zada:









Utilizando o círculo de Mohr, determine as
tensões e as direções principais.






















K
o = 6,50 kN/cm
2
t = 5,20 kN/cm
2
K
-2
-4 -6 -8 -10 -12
+2
2
4
6
2
4
6
o
t 
pólo
PV
PH
Plotados os pontos represen-
tativos das tensões ocorrentes
no PV (-6,50; 5,20) e no
PH (0,00; 5,20) obtem-se a
posição do centro do círculo
½ (-6,50 – 0) = -3,25, bem
como o seu raio, fazendo: R =
[(6,50/2)
2
+ 5,20
2
]
1/2
= 6,13.
o
1

= ÷3,25 + 6,13 = + 2,88*
o
2

= ÷3,25 - 6,13 = - 9,38*
t
máx

= 6,13* → *kN/cm
2
A orientação dos eixos prin-
cipais tomando o eixo “x”
como referência nos indica:
tgo
1
=|2,88÷(÷6,50)|/(÷5,20)=
= ÷ 1,805; o
1
= ÷ 61,0º
o
2
= 29,0º


- 6,50
5,20

0,00
5,20
o
1
-3,25
o
2
o
1
t
máx
o
méd
134

Exercício nº 8.8.3 – O duto esquematizado, de seção circular (D = 100mm e espessura
de parede 2mm), é submetido a uma pressão manométrica p = 10 atmosferas (1 atm =
0,100 MPa) e à força vertical de 5kN na extremidade vedada por flange cego. Para a
seção indicada (a 160mm do engastamento), pede-se representar os estados de tensão
pelos respectivos círculos de Mohr, nos pontos A, B, C e D assinalados.








































300mm
200mm
160mm
2mm
D=100mm
5,0kN
B
A
C
D
Flange Cego
A
B
C
D
p
Na seção indicada, temos os seguintes esforços
solicitantes:
N = p A
INT
= 10x0,100x10
6
x t(0,096)
2
/4 .
→N = 7.238N; Q = 5.000N;
M = 5.000x 0,200 → M = 1.000 N.m; T =
5.000x 0,300 →T= 1.500N.m

As propriedades geométricas valem:

A = t |(0,100)
2
- (0,096)
2
]/4 = 615,75 x 10
-6
m
2
J
P
= (t/32)[(0,100)
4
– (0,096)
4
] = 1,479 x 10
-6
m
4
I = ½ J
P
= 0,7395 x 10
-6
m
4
Tensão Circunferencial: devido à pressão P: o
C
=pd/2e =10x0,100x10
6
x0,096/2x0,002
o
C
= +24MPa (tração) ......................................................... Pontos A, B, C e D.
Tensão Longitudinal: 1)Devido à Pressão p:
o
x
= pd/4e = N/A o
x
= +12 MPa (tração) ........................................................ Pontos A, B, C e D.
2)Devido ao Momento Fletor:
o
x
= (M/I)y = (1.000 / 0,7395 x 10
-6
) 0,050 = 69,6 MPa
o
x
→ Ponto A : - 69,6MPa; Ponto C: + 69,6MPa; Pontos B e D: zero.
Tensão Tangencial: 1)Devido ao Torque:
t
x
= (T/J
P
)r = (1.500 / 1,479 x 10
-6
) 0,050; t
x
= 50,7 MPa.........................(Pontos A,B,C e D)
2)Devido à Força Cortante:
t
x
= ç (Q/A) = 2 x (5.000 / 615,75 x 10
-6
); t
x
= 16,2MPa .......(Pontos B e D); (Pts. A e C→ 0)
Compondo os valores parciais em cada ponto obteremos:
A C
B
D
24
24
24
24
24
24
24
24
- 57,6
- 57,6
50,7
12
12
12
12
81,6
81,6
50,7
34,5
76,9
135














































A
24
24
- 57,6
- 57,6
50,7
B
24
24
12
12
34,5
C
24
24
81,6
81,6
50,7
D
24
24
12
12
76,9
o
médio
= ½ (- 57,6 + 24) = - 16,8

Raio = [(- 57,6 – 24) / 2]
2
+ 50,7
2
]
1/2
= 65,1
o
1
= -16,8 + 65,1 = + 48,3
o
2
= -16,8 - 65,1 = - 81,9

20 40 60 80 100 120
o
-20 -40 -60 -80
20
20
40
60
80
40
60
80
t
20 40 60 80 100 120
o
-20 -40 -60 -80
20
20
40
60
80
40
60
80
t
20 40 60 80 100 120
o
-20 -40 -60 -80
20
20
40
60
80
40
60
80
t
20 40 60 80 100 120
o
-20 -40 -60 -80
20
20
40
60
80
40
60
80
t
o
médio
= ½ (12 + 24) = 18

Raio = [(12 – 24) / 2]
2
+ 34,5
2
]
1/2
= 35,0
o
1
= 18 + 35 = + 53,0
o
2
= 18 - 35 = -17,0

o
médio
= ½ (81,6 + 24) = 52,8

Raio = [(81,6 – 24) / 2]
2
+ 50,7
2
]
1/2
= 58,3
o
1
= 52,8 + 58,3 = + 111,1
o
2
= 52,8 – 58,3 = - 5,5

o
médio
= ½ (12 + 24) = 18

Raio = [(12 – 24) / 2]
2
+ 76,9
2
]
1/2
= 77,1
o
1
= 18 + 77,1 = + 95,1
o
2
= 18 – 77,1 = - 59,1

Tensões
MPa
136













Solução: objetivando utilizar as equações deduzidas para a roseta a 45°, devemos observar que o
extensômetro b ocupa a posição orientada na direção x, tendo o sensor c defasado de 45° em relação
a x e o sensor a orientado na direção y (seguindo o sentido trigonométrico para o giro). Teremos por-
tando:
c
x
= +800µ; c
45
= +450µ; c
y
= +400µ.

De (8.7.4) → ¸
xy
= 2 (c
biss
)
x, y
– (c
x


+ c
y
) = 2 x 450 – (800 + 400) = -300µ.
De (8.7.8) → c
1
= (c
x
+c
y
)/2 +{[(1/ 2) (c
x
-c
y
)]
2
+(¸
xy
/2)
2
}
1/2
= 600 + 250 = +850µ


c
2
= (c
x
+c
y
)/2 - {[(1/ 2) (c
x
-c
y
)]
2
+(¸
xy
/2)
2
}
1/2
= 600 - 250 = +350µ




De (1.7.6) → G = E / 2(1 + v)→

v =

(E/2G) – 1 = (105x10
9
/ 2 x 39x10
9
) – 1 = 0,346
De (8.7.12) → c
z
= [-v/(1-v)](c
x
+ c
y
) = [-0,346 / (1 – 0,346)](800 + 400) = - 634,9µ
De (8.7.14)→ ¸
máx
= c
p1
- c
p3
= 850 – (-634,6) =1.485µ.
De (8.7.13)÷ o
p1
= [E/(1-v
2
)][(c
1
+vc
2
)]=[105x10
9
/(1- 0,346
2
)](850+0,346x350)x10
-6
=115,8MPa
o
p2
= [E/(1-v
2
)][(c
2
+vc
1
)]=[105x10
9
/(1- 0,346
2
)](350+0,346x850)x10
-6
= 76,8MPa
De (1.7.5) ÷ t
máx
= G ¸
máx
= 39x10
9
x 1.485x10
-6
= 57,9 MPa. (*)
Encarando o estado de tensão como triplo, sendo a terceira tensão nula (o
3
= 0), verifica-se
que a máxima tensão tangencial seria dada (de 8.6.1) por
t
máx
= 1/2 (o
p1
- o
p3
) = ½ (115,8 – 0) = 57,8 MPa (confirmando *).
Os círculos de Mohr correspondentes aos estados de deformações (medidas) e de tensões (cal-
culadas) são apresentados a seguir.














Exercício 8.8.4 – A peça esquematizada, com uma geometria
complicada, é fabricada em latão (E = 105 GPa e G = 39 GPa) e
submetida um sistema complexo de esforços. Pede-se determinar
as tensões máximas de tração/compressão e cisalhamento no pon-
to da superfície assinalado, onde foi montada uma roseta e foram
medidas as seguintes deformações nas direções indicadas:
c
a
= +400µ; c
b
= +800µ; c
c
= +450µ.

Faça os cálculos utilizando as fórmulas e confira através
da análise feita através dos círculos de Mohr. Considere tratar-se
de um estado triplo de tensões, sendo nula a tensão no 3º plano (o
da superfície onde foi montada a roseta)
a
b
c
90º
45º
200 400 600
800
200
400
25 50 75 100
25
50
¸/2
(µ)
c
(µ)
t
(MPa)
o
(MPa)
b
c
a
-200
-400 -600
75

obtem-se as coordenadas correspondentes às tensões extremas.0 m N/A + (M/ILN)y = 50 kN 20cm y 1.199 kN/cm2. PH → y = 0.000 / 2 x 2 x 684 = 1.1 .398 = = 4.00 1.cm T = 125 x 40 = 5.1.x)/ xy = (5.675 kN/cm2 tg .95 1. yx = .0.95)2 + (1.5 MPa x Para a orientação de eixos mostrada ao lado teremos: Q = Q Ms / b ILN .01 132 . com z =zy = zx = 0) As tensões principais valerão: p = ½ (x + y) + √ [½ (x .459)10= = .0.5.459 cm4 No ponto A: 125 kN 4. xy = . p2 = . Traçada a circunferência. Unindo-se tais pontos obtemos a posição do centro da círculo (sobre o eixo dos ).446 + 5. no ponto A da seção transversal no engastamento do duto esquematizado.827 kN/cm2 (↑) total = 1.475 1 2 3 4 5 6  xy x  1 PV 4.000/44.000 kN.012 kN/cm2 = 10. máx = 2. O Pólo é um elemento gráfico que auxilia na determinação da orientação dos planos onde atuam as tensões representadas 2 2 0.0.09 → º   3 O traçado do círculo de Mohr é feito plotando-se os dois pontos representativos das tensões no plano “x” (PV) e no plano “y” (PH). Represente o estado de tensão no ponto através do Círculo de Mohr.1.199 – 4.) Q = 30 x 4 = 120 kN ( + ) M = 120 x 200 = 24.01 4.1 MPa (↑) PV → x = + 4.151 kN/cm2.y)] 2 + (xy )2 = ½ (4.01 = .01 -2 -1 1 PÓLO 2 3 1 2. Solução No engastamento: 30 kN/m N = 50 + 50 = 100 kN ( .95 + 0) + [ (½ 4. Ms = 20 x 10 x 15 – 16 x 8 x 14 = 1.01)2]1/2 = →p1 = 5.199 → º tg .Exercício nº 8.Determine e máx . bem como seus respectivos planos de atuação.8.95 z = -100 /224 + (24.8151 kN/cm2 () T = T/2.95)/1.01.459 = 0.95)/1.208 cm3 Q = 120 x 1208 / (2 + 2) x 44.952 kN/cm2 = 49.151 – 4. (estado duplo.cm 50 kN 125 kN 2cm 40cm 10cm A A = 40 x 20 – 36 x 16 = 224cm2 @ = 38 x 18 = 684 cm2 ILN = 20x(40)3/12 – 16x(36)3/12= = 44.95.x)/ xy = ( .01.000 kN.e.01 = 0.@ = 5.

20) e no PH (0.25 -10 -8 -6 -4 -2 2 +2   4 6 PH 0.45 % do momento M = 24.13. determine as tensões e as direções principais.13 = + 2. sendo tal efeito cumulativo. vale f = wL /8EI.20) obtem-se a posição do centro do círculo ½ (-6. No caso. a flecha na extremidade livre de uma viga em balanço. Supondo que a viga caixão fosse fabricada com barras chatas de aço (E=200 GPa). iria causar uma excentricidade à força normal em relação à seção do engastamento.20 kN/cm2 K K  = 6.(Análise crítica: tratando-se de uma flexão composta com força normal de compressão.6.2 .50/2)2 + 5.São conhecidas as tensões atuantes no ponto K da viga esquematizada:  = 5.88* -12 3.0º .20 6 pólo  PV 4 2 -3. bem como o seu raio.00. aumentando o valor do momento fletor. 3.38* máx 6.20 méd máx  133 . provocada pelo carregamento transversal. devido à excentricidade da força normal seria: M = 100 kN x 1. fazendo: R = [(6.25.202]1/2 = 6.459x10-8 = 0.50.13* → *kN/cm2 A orientação dos eixos principais tomando o eixo “x”  como referência nos indica: tg 61.00 5.25 . a flecha calculada seria: f = 30x103x 44 / 8 x 200x109 x 44.cm) (desprezível no caso).9.  Plotados os pontos representativos das tensões ocorrentes no PV (-6.8mm. submetida a uma carga uniformemente distribuída w.0º 29. de comprimento L.13 = .cm (0.6. 5. O acréscimo de momento no engastamento. seção com inércia I e material de módulo 4 de elasticidade E.8.50 5.000 kN.25 + 6. Exercício nº 8. 5.50 – 0) = -3.50 kN/cm2 Utilizando o círculo de Mohr.08cm = 108 kN. seria oportuno avaliar se a flecha na extremidade livre da viga.0108m = 10. como se verá mais adiante. para os valores apresentados.

6 24 C 50. 2)Devido ao Momento Fletor: x = (M/I)y = (1.. Pontos A..7 D 24 81...75 x 10-6). .100)4 – (0... B.....57....096)4] = 1.. nos pontos A.......... B...6 12 24 76.5 12 24 81..200 → M = 1. é submetido a uma pressão manométrica p = 10 atmosferas (1 atm = 0..... Pontos B e D: zero. de seção circular (D = 100mm e espessura de parede 2mm)..479 x 10-6 m4 I = ½ JP = 0..2MPa .m.8.7 MPa.....096/2x0.000x 0..69..3 – O duto esquematizado.m As propriedades geométricas valem: A = (0.(Pontos B e D)...6 24 A 24 ..500 / 1.7 134 .000 / 615..100 MPa) e à força vertical de 5kN na extremidade vedada por flange cego........(Pontos A.B...050....x = 16.......7395 x 10-6) 0.....0kN Flange Cego D=100mm A p B C D A Na seção indicada..000x 0.... x = 50. B.100x106x0.000N.. Ponto C: + 69............. C e D...(0..C e D) 2)Devido à Força Cortante: x = Q/A) = 2 x (5...... M = 5.096)2/4 ..6 B 12 24 34..002 Tensão Longitudinal: 1)Devido à Pressão p: x = pd/4e = N/A x = +12 MPa (tração) ....000 / 0....... temos os seguintes esforços solicitantes: N = p AINT = 10x0...... C = +24MPa (tração) .6MPa.... 160mm 300mm 200mm 2mm 5. C e D assinalados..9 12 24 50. A e C→ 0) Compondo os valores parciais em cada ponto obteremos: x → Ponto A : .....000 N........ Pontos A......479 x 10-6) 0.500N...096)2 ]/4 = 615.100x106 x (0.6 MPa Tensão Tangencial: 1)Devido ao Torque: x = (T/JP)r = (1.... Q = 5..050 = 69.238N. (Pts.Exercício nº 8. pede-se representar os estados de tensão pelos respectivos círculos de Mohr...75 x 10-6 m2 JP = (/32)[(0. Para a seção indicada (a 160mm do engastamento).. C e D...57.7395 x 10-6 m4 B D C Tensão Circunferencial: devido à pressão P: C =pd/2e =10x0. T = 5....100)2 ..6MPa.. →N = 7.300 →T= 1.

6 80 Tensões MPa 60 40 20 -80 -60 -40 -20 20 20 40 60 80 100 120 50.8 Raio = [(81.1  + 77.8 + 65.6 + 24) = .3 = .6 – 24) / 2] + 50.3 = + 111.57.0  40 60 80 81.1 52.1 40 60 80 B 12 24 34.1 = + 95.6 + 24) = 52.81.1 = .1 18 – 77.72 ]1/2 = 58.7 médio = ½ (.35 = -17.57.1 -80 -60 -40 -20 20 40 60 80 20 40 60 80 100 120  135 .6  80 60 40 20 médio = ½ (81.65.16.5.7 24 81.5 12 24  80 60 40 20 -80 -60 -40 -20 20 20 40 60 80 100 120 médio = ½ (12 + 24) = 18 Raio = [(12 – 24) / 2]2 + 34.6 – 24) / 2]2 + 50.3  + 58.9 2 2 1/2  = 65.92 ]1/2 = 77.0 18 .7 ] -16..1 = + 48.6 24 A  24 .57.1 = .3 -16.6 24 C 50.59.8 .5 -80 -60 -40 -20 20 40 60 80 20 40 60 80 100 120  D 12 24 76.0  + 35 = + 53.57.9 12 40 24 20  80 60 médio = ½ (12 + 24) = 18 Raio = [(12 – 24) / 2]2 + 76.8 – 58.8 Raio = [(.52 ]1/2 = 35.

4 – A peça esquematizada.3462)](850+0.7.250 = +350 De (1.346x350)x10-6=115.9 MPa.634.14)→ máx = p1 .7.7.485 De (8.346)](800 + 400) = .0.9 De (8.0. Pede-se determinar as tensões máximas de tração/compressão e cisalhamento no ponto da superfície assinalado.{[1/ 2) (x-y)]2+(xy /2)2}1/2 = 600 . Teremos portando: De (8.7.   x = +800 45 = +450y = +400 x. Os círculos de Mohr correspondentes aos estados de deformações (medidas) e de tensões (calculadas) são apresentados a seguir.8 – 0) = 57.346x850)x10-6 = 76.7.8. 2 2 1/2 De (8.3462)](350+0.12) → z = [-(1-)](x + y) = [-0. com uma geometria complicada.8MPa p2 = [E/(1-)][(2 +1)]=[105x109/(1.1) por máx1/2 (p1 . sendo nula a tensão no 3º plano (o da superfície onde foi montada a roseta) a 45º Solução: objetivando utilizar as equações deduzidas para a roseta a 45°.7. onde foi montada uma roseta e foram medidas as seguintes deformações nas direções indicadas: b 90º c a = +400 b = +800 c = +450 Faça os cálculos utilizando as fórmulas e confira através da análise feita através dos círculos de Mohr. (*) Encarando o estado de tensão como triplo.8) →  (x+y)/2 +{[1/ 2) (x-y)] +(xy /2) } = 600 + 250 = +850  (x+y)/2 .346 De (8.346 / (1 – 0. é fabricada em latão (E = 105 GPa e G = 39 GPa) e submetida um sistema complexo de esforços. tendo o sensor c defasado de 45° em relação a x e o sensor a orientado na direção y (seguindo o sentido trigonométrico para o giro).Exercício 8. y    (MPa) 75 400 200 50 c b 600 800 25   25 50 75 100  (MPa) -600 -400 -200 200 400 a 136 .p3 = 850 – (-634.4) → xy = 2 biss) – (x + y) = 2 x 450 – (800 + 400) = -300.5)  máxGmáx = 39x109 x 1. sendo a terceira tensão nula (verifica-se que a máxima tensão tangencial seria dada (de 8. Considere tratar-se de um estado triplo de tensões.6) =1.485x10-6 = 57.7. devemos observar que o extensômetro b ocupa a posição orientada na direção x.8MPa De (1.6) → G = E / 2(1 + )→  = (E/2G) – 1 = (105x109 / 2 x 39x109) – 1 = 0.p3) = ½ (115.13) p1 = [E/(1-)][(1 +2)]=[105x109/(1.8 MPa (confirmando *).6.

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