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Estes versos foram-me ditados pelo meu padrinho (Artur Manuel Bento) Penso que a autoria deles ser

do Acacinho da Joana, mas no tenho a certeza o que sei que esto incompletos Carlos Seixas Aos 25/12/2012 acrescentou estes: - barqueiro, barqueiro barqueiro, ladro Deixas-te virar a barca L no meio do cacho - L no meio do cacho L naquele poo meio fundo Os homens que iam l dentro Disseram adeus ao mundo - Adeus mundo, adeus mundo Eu de ti j no quero nada J me chamou deus a contas Vou seguir minha jornada. Dia 26 de Janeiro 13 Homens passar tentaram L na barca de silhades Onze destes se afogaram Dos onze que se afogaram que se trata falar Eram cinco de Moncorvo E eram seis do Felgar De Moncorvo ao Felgar Altos gritos se ouviam Chorando filhos por pais E mulheres pelos maridos Marido da minha vida Marido do meu corao Diziam as tristes vivas Com grande aflio O Manuel da Ricardina Por bem pouco se afogou Chegando calada da azenha De cansado mergulhou O pobre Silva pastor borda mesmo nadando Entre um vulco com fervor O envolvera devorando Na primavera da vida Morreste Antnio Teixeira D entro da barca seguias Teu cunhado vendo beira Tome l o meu relgio Que j vi que horas so Mil segundos te guardara

Que tinha no meu corao Dizia o pai chorando Dizia a me a gritar Adeus meus queridos filhos J no vos volto abraar O Pinto vem do Brasil morte julgando escapar Mas coitado, a triste sorte Onde o veio a arrastar Adeus Antoninho Brites Teus amigos no vais ver Nem mais as moas solteiras Carinho te vo fazer Destes onze que se afogaram Apareceu o mais novinho Estava todo enterrado L no termo do Larinho