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Eletricista Instal Ad Or Industrial Senai Pr

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  • MOTORES ELÉTRICOS MOTORES ELÉTRICOS
  • MOTOR MONOFÁSICO DE MOTOR MONOFÁSICO DE CORRENTE ALTERNADA CORRENTE ALTERNADA
  • MOTOR TRIFÁSICO MOTOR TRIFÁSICO
  • MOTOR 9 TERMINAIS MOTOR 9 TERMINAIS
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  • CHAVE DE PARTIDA – ESTRELA TRIÂNGULO CHAVE DE PARTIDA – ESTRELA TRIÂNGULO
  • DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO
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  • CHAVES MAGNÉTICAS CHAVES MAGNÉTICAS
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  • MOTOR 2 ENROLAMENTOS COM REVERSÃO MOTOR 2 ENROLAMENTOS COM REVERSÃO
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  • PARTIDA CONSECUTIVA PARTIDA CONSECUTIVA
  • INTERRUPTOR FIM-DE-CURSO INTERRUPTOR FIM-DE-CURSO
  • RELÊ FALTA DE FASE RELÊ FALTA DE FASE
  • CHAVE BÓIA
  • RELÊ DE NÍVEL RELÊ DE NÍVEL
  • SENSOR DE APROXIMAÇÃO SENSOR DE APROXIMAÇÃO
  • SENSORES DE APROXIMAÇÃO
  • FRENAGEM POR CORRENTE CONTÍNUA FRENAGEM POR CORRENTE CONTÍNUA
  • SISTEMAS DE PARTIDA SISTEMAS DE PARTIDA
  • DIMENSIONAMENTO DIMENSIONAMENTO
  • TABELA DE CONTADORES TABELA DE CONTADORES
  • TABELA DE SEGURANÇA - TIPO D TABELA DE SEGURANÇA - TIPO D
  • TABELA DE SEGURANÇA - TIPO NH TABELA DE SEGURANÇA - TIPO NH
  • CÁLCULO DOS ALIMENTADORES CÁLCULO DOS ALIMENTADORES
  • TABELA CAPACIDADE DE CONDUÇÃO TABELA CAPACIDADE DE CONDUÇÃO
  • CÁLCULO DE CONVERSÃO DE POTÊNCIA CÁLCULO DE CONVERSÃO DE POTÊNCIA
  • GRAU DE PROTEÇÃO GRAU DE PROTEÇÃO
  • CATEGORIA DE MOTORES CATEGORIA DE MOTORES
  • FATOR DE POTÊNCIA FATOR DE POTÊNCIA
  • RENDIMENTO E PERDA RENDIMENTO E PERDA
  • CÁLCULO FATOR DE POTÊNCIA CÁLCULO FATOR DE POTÊNCIA
  • RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS
  • BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA

ELETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL

Qualificação © SENAI - PR, 2004

0004BA0104104

Elaboração Técnica Revisão Técnica

Edmir Carvelli Laércio Facina e Cláudio Alves Batista

Equipe de editoração

Coordenação do Labtec Diagramação Ilustração Capa

Eduardo Fayet Virtual Grafic Design Virtual Grafic Design Ricardo Mueller de Oliveira

Ficha Catalográfica NIT - Núcleo de Informação Tecnológica Diretoria de Tecnologia SENAI - DR/PR

S474e

SENAI. PR Eletricista Instalador Industrial / SENAI. PR. -- Curitiba, 2004. 96 p. 1. Instalação Elétrica Industrial.

CDU: 621.3

Direitos reservados ao SENAI — Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional do Paraná Avenida Cândido de Abreu, 200 - Centro Cívico Telefone: (41) 350-7000 Telefax: (41) 350-7101 E-mail: senaidr@pr.senai.br CEP 80530-902 — Curitiba - PR

SUMÁRIO

MOTORES ELÉTRICOS ...................................................................................................... 5 MOTOR MONOFÁSICO DE CORRENTE ALTERNADA ....................................................... 6 MOTOR TRIFÁSICO ............................................................................................................ 8 MOTOR 9 TERMINAIS ........................................................................................................ 12 MOTOR 12 TERMINAIS ...................................................................................................... 14 CHAVE DE PARTIDA – ESTRELA TRIÂNGULO ................................................................ 16 DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO ....................................................................................... 20 DISPOSITIVOS DE COMANDO ......................................................................................... 25 CHAVES MAGNÉTICAS ...................................................................................................... 29 PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO ...................................................................................... 33 ESTRELA TRIÂNGULO COM REVERSÃO ........................................................................ 36 COMPENSADORA ............................................................................................................. 37 COMPENSADORA COM REVERSÃO ............................................................................... 38 3 MOTORES 1 COMPENSADORA .................................................................................... 39 DAHLANDER ...................................................................................................................... 40 DAHLANDER COM REVERSÃO ........................................................................................ 41 MOTOR 2 ENROLAMENTOS ............................................................................................. 42 MOTOR 2 ENROLAMENTOS COM REVERSÃO ............................................................... 43 PARTIDA ROTÓRICA ......................................................................................................... 44 PARTIDA ROTÓRICA COM REVERSÃO ........................................................................... 45 PARTIDA SÉRIE PARALELA .............................................................................................. 46 PARTIDA CONSECUTIVA ................................................................................................... 48 INTERRUPTOR FIM-DE-CURSO ....................................................................................... 49 RELÊ FALTA DE FASE ....................................................................................................... 51 CHAVE BÓIA ...................................................................................................................... 52 RELÊ DE NÍVEL ................................................................................................................. 53 SENSOR DE APROXIMAÇÃO ............................................................................................ 54 FRENAGEM POR CORRENTE CONTÍNUA ....................................................................... 56 SISTEMAS DE PARTIDA .................................................................................................... 57 DIMENSIONAMENTO ......................................................................................................... 63 TABELA DE CONTADORES .............................................................................................. 68 TABELA DE SEGURANÇA - TIPO D .................................................................................. 69 TABELA DE SEGURANÇA - TIPO NH ................................................................................ 70 CÁLCULO DOS ALIMENTADORES ................................................................................... 71 TABELA CAPACIDADE DE CONDUÇÃO ........................................................................... 74

.......... 79 RENDIMENTO E PERDA ........ 90 RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS .............................................................................................................................................................................................................................................. 96 ........................................................... 77 CATEGORIA DE MOTORES ........................................................................................................................................... 86 CÁLCULO FATOR DE POTÊNCIA ............................................ 78 FATOR DE POTÊNCIA ................ 75 GRAU DE PROTEÇÃO .......................CÁLCULO DE CONVERSÃO DE POTÊNCIA ....................................................................................... 95 BIBLIOGRAFIA .................................................................................................................................

Motores de corrente alternada São os mais utilizados. Devido a sua grande simplicidade. v Motor de indução: funciona normalmente com velocidade constante. Podem funcionar com velocidade ajustável entre amplos limites e se prestam a controles de grande flexibilidade e precisão. 2. Motores de corrente contínua São motores de custo mais elevados. pois a distribuição de energia elétrica é feita quase que totalmente em corrente alternada. pois combina as vantagens da utilização da energia elétrica com o baixo custo. que pode variar ligeiramente com a carga mecânica aplicada ao eixo. encontradas na prática. robustez e baixo custo. é o motor elétrico mais usado entre todos. custo reduzido. facilidade de transporte. 5 SENAI-PR . Os tipos mais comuns são: 1. sendo adequado para quase todos os tipos de máquinas acionadas. Por isso seu uso é restrito a casos especiais onde estas exigências compensam o custo muito mais alto de sua instalação.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL MOTORES ELÉTRICOS Motor elétrico é uma máquina capaz de transformar energia elétrica em mecânica. É o mais usado entre todos os tipos de motores.0004BA0104104 . grande versatilidade de adaptação às cargas dos mais diversos tipos e melhores rendimentos. É utilizado somente para grandes potências (em função de seu alto custo para motores de pequena potência) ou quando se necessite de velocidade invariável. limpeza e facilidade de comando. além de necessitarem de uma fonte de corrente contínua. Dentre os principais tipos de motores de corrente alternada podemos citar: v Motor síncrono: funciona com velocidade fixa.

Este motor é constituído por duas partes principais. 6 SENAI-PR . É no estator onde os enrolamentos são alojados. v capacitor .tem a função de ajudar na partida do motor. A parte móvel (rotor) é também formada por um conjunto de finas chapas de ferro silicioso isoladas eletricamente umas das outras.é o enrolamento que entra em funcionamento a partir do momento em que o motor é ligado e só deixa de funcionar quando o mesmo é desligado. que em conjunto com o campo magnético produzido pelo enrolamento de trabalho.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL MOTOR MONOFÁSICO DE CORRENTE ALTERNADA É aquele projetado para ser alimentado por circuito de corrente monofásica ou bifásica. Dentre estes trataremos do motor monofásico de arranque capacitivo por ser um dos mais utilizados.enrolamento que devido à sua combinação com o capacitor. Os principais tipos são: v v v v de fase dividida. de arranque capacitivo.0004BA0104104 . v interruptor centrífugo . isoladas eletricamente e prensadas umas junto às outras. Uma fixa (estator) que é formado por chapas finas de ferro silicioso. Os elementos principais responsáveis pelo funcionamento deste tipo de motor são: v enrolamento de trabalho ou principal . proporciona um outro campo magnético. irá provocar a partida do motor. v enrolamento de partida ou auxiliar . universal.dispositivo que tem a função de colocar o enrolamento de parti- da em funcionamento no instante da partida e de retirá-lo quando o motor atingir aproximadamente 75 % de sua rotação nominal . de pólos amortecedores.

0004BA0104104 . assim como as ligações externas (ligações que se encontram na placa de identificação do motor) estão representadas abaixo: 7 SENAI-PR .E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL A numeração interna dos enrolamentos de partida e de trabalho.

etc. v síncrono: para serviços que exijam velocidade constante ou onde se deseja corrigir o fator de potência da rede elétrica. Este tipo de motor é utilizado em inúmeras situações. bombas centrífugas. e não dependem de redes elétricas especiais como os motores de corrente contínua. v assíncrono de rotor bobinado: para serviços que requerem velocidade variável e partida com carga. como moinhos. Por este motivo. pontes rolantes. Este motor. É no estator onde encontramos as bobinas que são isoladas do núcleo e distribuídas nas ranhuras do mesmo. atendendo a uma variada gama de potência. etc. Oferecem melhores condições de operação do que os monofásicos (não necessitam de auxílio na partida e apresentam rendimento mais elevados). chamada estator e outra móvel. denominada rotor.0004BA0104104 . como compressores. guindastes. ventiladores. máquinas operatrizes. citados. o motor assíncrono com rotor em curto é o mais utilizado. Entre os tipos de motores de C. também são formados por duas partes principais:uma fixa. São motores de emprego mais amplo na indústria. 8 SENAI-PR . assim como os monofásicos.A.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL MOTOR TRIFÁSICO É um motor próprio para ser alimentado por um sistema elétrico de 3 fases. transportadores. Eles podem ser de vários tipos: v assíncrono de rotor em curto: para serviços que não exijam velocidades variáveis e partida com carga. prensas. iniciaremos nossos estudos sobre motores elétricos trifásicos com ele.

LIGAÇÃO INTERNA DE MOTOR TRIFÁSICO DE 6 TERMINAIS LIGAÇÕES EXTERNAS DO MOTOR TRIFÁSICO DE 6 TERMINAIS Na ligação triângulo 220 V ( D ) as bobinas são agrupadas de acordo com o esquema abaixo representado: Já na ligação estrela 380 V ( Y ) tem-se: .

Se ainda não deu. 4) Energize o motor. A identificação dos terminais do motor também pode ser encontrada através de letras. Por exemplo. o par da 1 é o número 4. A correspondência com os números são: U V W X Y Z 1 2 3 4 5 6 10 SENAI-PR . uma de cada conjunto e junte-os.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL Para identificarmos os terminais deste motor. podemos seguir o roteiro abaixo: 1) Através de um multímetro (na função Ohm). 6) Se não funcionar. inverta uma bobina pela do seu par e refaça o teste. volte na posição inicial e inverta outra bobina. o par da 2 é o número 5 e o par da 3 é a número 6. S e T. 2 e 3 e de acordo com o fechamento interno numere os três restantes. Na ligação Y. 3) As três restantes coloque R. a Linha1 com a Linha2. ou seja. faça isso até funcionar. localizar as 3 bobinas internas. OBSERVAÇÕES: 1. os pontos que estão em R. 2 e 3 são curto-circuitados. 2) Separe três pontas. Para inverter-se o sentido de rotação do motor. 2. de um teste de continuidade ou com o auxílio de uma lâmpada para teste. S e T são os pontos 1. enquanto que os de números 1. (estrela) a alimentação das bobinas podem ser invertidas. 5 e 6 . basta trocar uma linha por outra qualquer. 5) Se funcionar.0004BA0104104 . 3. as linhas energizam os terminais 4.

11 SENAI-PR . (Representar a chave nas 3 posições).0004BA0104104 .E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL Solucionando Problemas 1) Como são ligadas internamente os enrolamentos do motor trifásico de indução de seis terminais? 2) Mostrar o esquema de ligação dos terminais do motor em 220 V. 3) Mostrar o esquema de ligação dos terminais do motor em 380 V. 4) O que é necessário para se inverter o sentido de rotação do motor trifásico? 5) Mostrar o diagrama de ligação de uma chave reversora trifásica para ligação de um motor em 220 V.

0004BA0104104 .E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL MOTOR 9 TERMINAIS MOTOR TRIFÁSICO DE 9 TERMINAIS 12 SENAI-PR .

E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL MOTOR TRIFÁSICO DE 9 TERMINAIS 13 SENAI-PR .0004BA0104104 .

E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL MOTOR 12 TERMINAIS MOTOR TRIFÁSICO DE 12 TERMINAIS 14 SENAI-PR .0004BA0104104 .

E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL MOTOR TRIFÁSICO DE 12 TERMINAIS 15 SENAI-PR .0004BA0104104 .

Para a utilização deste sistema de partida. V. 3. 4.o motor deverá partir com a máquina acionada em vazio. 2. a fim de evitar perturbações no funcionamento de instalações vizinhas.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL CHAVE DE PARTIDA – ESTRELA TRIÂNGULO A chave de partida estrela-triângulo tem por objetivo limitar a corrente de partida do motor no instante de sua partida. necessita-se observar os seguintes critérios: v Quanto a carga . 220 / 380 V. 380 / 660 V ou 440 V / 760 V.0004BA0104104 . A tabela seguinte mostra quando podemos usar este tipo de partida em função da tensão da rede e das tensões de ligações dos motores a serem comandados: Tensão da rede 220 V 380 V 440 V Tensão de ligação em D 220 V 380 V 440 V Tensão de ligação em Y 380 V 660 V 760 V 16 SENAI-PR . sem carga aplicada a seu eixo. X. As tensões duplas deverão estar relacionadas matematicamente pelo fator trifásico ( 3 ). v Quanto a tensão da rede .deverá atender as seguintes exigências: 1) Possuir pelo menos 6 terminais para ligação (1. W. A mesma só poderá ser incrementada à máquina após o motor ter atingido aproximadamente 80 % de sua velocidade síncrona. ou seja. Z ). É utilizada para atender às exigências das companhias fornecedoras de energia elétrica que consideram necessário o emprego de dispositivos especiais para limitar a corrente de partida. Y. 5. 2) Ter disponibilidade de ligação em dupla tensão. v Quanto ao motor .deverá ser igual ao valor de tensão da ligação ∆ do motor e não ser superior a 500V. 6 ou U. isto é.

Se a partida fosse direta a ligação absorveria da rede 500 % da corrente nominal. Em contra partida tem-se também a potência do motor reduzida a 1/3 da nominal .E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL A ligação estrela-triângulo apresenta vantagens em relação a partida direta do motor como a redução da corrente de partida para 25 a 30 % da corrente de partida direta na ligação estrela. Seu emprego é justificado em atendimento as exigências das companhias fornecedoras de energia elétrica. Outro fator negativo neste sistema de partida com chave manual é que na passagem de tensão reduzida para tensão plena. Este sistema de partida de motores vem atender também um detalhe técnico importante que é o de permitir a partida do motor sob carga. A manobra para a posição definitiva de funcionamento deve ser feita quando o motor alcançar aproximadamente 80% de sua velocidade nominal para receber tensão plena . CHAVE DE PARTIDA – COMPENSADORA Dispositivo para partida de motor elétrico com tensão reduzida. 17 SENAI-PR . A tensão na chave é reduzida através do autotransformador que possui normalmente “taps” de 65% e 80% da tensão nominal da rede. a fim de evitar perturbações nas redes vizinhas devida à acentuada queda de tensão provocada pela corrente de partida. o motor é desligado. Isto faz com que se tenha um novo pico de corrente quando a tensão no motor é restabelecida. Os terminais do motor deverão ser conectados de acordo com a tensão da rede. além da limitação de sua freqüência de manobra. A principal desvantagem deste tipo de partida para motores está no seu maior custo em função do autotransformador.0004BA0104104 . pois devem ser respeitados os números de partidas bem como sua duração para um determinado intervalo de tempo. É obrigatória a instalação de um seccionador com fusíveis antes da chave compensadora para proteção da mesma.

A velocidade do campo então pode ser expressa da seguinte maneira: ns = 120 × f p Assim.1750 ) / 1800 x 100 S = 2.0004BA0104104 . A diferença percentual entre a velocidade do motor e a velocidade síncrona é definida como escorregamento ( S ) que pode ser calculado pela fórmula: S (%) = ns − n x100 ns Os motores de rotor de gaiola apresentam escorregamento entre 2 a 5 %. um motor com 1750 RPM ( IV pólos ) possui escorregamento de: S(%) = ( 1800 .77 % 18 SENAI-PR .E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL CHAVE COMUTADORA DE PÓLOS Dispositivo previsto para proporcionar duas ou mais velocidades a um motor através da comutação do número de pólos de seu enrolamento ou entre dois enrolamentos do mesmo. Por exemplo. temos as seguintes velocidades síncronas para os valores de número de pólos abaixo representados: Número de Pólos do Motor 2 4 6 8 Rotações Por Minuto ( síncrona ) 50 Hz 60 Hz 3000 3600 1500 1800 1000 1200 750 900 Quando o motor gira numa velocidade diferente da velocidade síncrona. temos um motor assíncrono. a qual depende do número de pólos do motor (p) e da freqüência da rede (f) dada em Hertz ou ciclo por segundo. A velocidade síncrona (ns) de um motor é definida pela velocidade de rotação do campo girante.

E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL Ligar as chaves de comutação polar: 0 1 2 19 SENAI-PR .0004BA0104104 .

Niederspannung) => baixa tensão H (do alemão . A) FUSÍVEIS São dispositivos de proteção com corpo de porcelana. terminais e equipamentos.Hochleistung) => alta capacidade 20 SENAI-PR . Simbologia : Tipos de segurança: Segurança NH Segurança D NH : N (do alemão . o dispositivo de proteção deverá interromper a corrente antes que os efeitos térmicos e mecânicos da mesma possam tornar-se perigosos aos condutores. com suficiente resistência mecânica.0004BA0104104 . Finalidade: Os fusíveis tem a finalidade de proteger um circuito elétrico (equipamento.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO Os condutores e equipamentos que fazem parte de um circuito elétrico devem ser protegidos automaticamente contra correntes de curto-circuito e contra sobrecargas de longa duração (intensidade de corrente acima do valor compatível com o aquecimento do condutor e que poderiam danificar a isolação do mesmo ou deteriorar o equipamento). fiação) contra corrente de curto-circuito ou sobrecarga de longa duração. Quando ocorrer um curto-circuito. com extremidades metálicas interligadas internamente pelo élo fusível e imerso em areia de granulação adequada.

No interior do corpo de porcelana encontra-se o elo fusível e o elo indicador de queima. formado pela ionização sucessiva da parte gasosa que se interpõe entre os contatos.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL A segurança NH é composta de: Base: material de construção à base de esteatita.0004BA0104104 . Impede o uso de fusível de capacidade de corrente superior à indicada. O fusível é formado pelo: Elo fusível : feito de cobre. em forma de lâminas vazadas em determinados pontos a fim de redução da seção condutora. evitando portanto o perigo de explosão do fusível. na hora da troca do fusível. A segurança D é composta de: Base: elemento de porcelana onde é conectada a entrada/saída de energia e aloja todos os componentes da segurança D. Serve para fixar o fusível à base. Elo indicador de queima : constituído por um fino fio ligado em paralelo com o elo fusível. Parafuso de ajuste: dispositivo de porcelana com parafuso metálico que faz a união de entrada de energia elétrica para o fusível . Tampa: corpo de porcelana com um corpo metálico roscado. imerso em areia especial de granulometria adequada. Anel de proteção : elemento também de porcelana. Fusível: corpo retangular de porcelana com extremidades metálicas em forma de faca . Quando o elo fusível se funde este fio também se funde. provocando então o desprendimento da espoleta. O arco voltaico se desenvolve por um caminho. Possui contatos em forma de garras prateadas pressionadas por molas. devido à abertura lenta dos contatos pôr onde circule uma corrente de um circuito com carga. 21 SENAI-PR . Areia especial: é utilizada como meio extintor do arco voltaico. num formato de anel cuja finalidade é de evitar a possibilidade de contato acidental.

A altura de fixação deve ser tal que o operador tenha facilidade de fazer a inspeção ou manejo.0004BA0104104 . a: fusíveis que suportam a corrente nominal por tempo indeterminado e são capazes de desligar a partir de um determinado múltiplo do valor da corrente nominal até a corrente nominal de desligamento. As classes de função são : g : fusíveis que suportam a corrente nominal por tempo indeterminado e são capazes de desligar a partir do menor valor de sobrecorrente até a corrente nominal de desligamento.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL Fusível: corpo que se assemelha ao formato de uma garrafa. Este tipo reage à menor intensidade de sobrecorrente. As classes de objetos protegidos são: L: M: R: B: cabos e linhas equipamentos eletromecânicos semicondutores instalações em condições pesadas (minas) Portanto os fusíveis são especificados para classes de serviços. Este tipo reage a partir de um valor elevado de sobrecorrente. Consequentemente as classes de serviços são indicadas por duas letras: gL: aM: aR: B: proteção total de cabos e linhas em geral proteção parcial de equipamentos eletromecânicos proteção parcial de equipamentos eletrônicos proteção total de instalações em minas Geralmente empregam-se fusíveis da classe de serviço aM. Os equipamentos de segurança devem ser instalados no ponto inicial do circuito que deve ser protegido. Possui extremidades metálicas. 22 SENAI-PR . A fusão do elo fusível dá-se pelos efeitos térmicos da corrente. compostos de classe de função e da classe de objetos protegidos. em uma das quais está localizada a espoleta.

empregados em combinação com contatores. em geral na proteção de motores. para que a temperatura seja igual a do ambiente. B) RELÉ DE SOBRECARGA É um dispositivo construído para proteger. controlar ou comandar um circuito elétrico. onde não haja picos de correntes. a fim de que o arco elétrico não provoque a soldagem ou o desgaste dos contatos. sobrepostas e soldadas. Esse movimento pode ser usado para diversos fins. como disparar um gatilho e abrir um circuito. atuando sempre pelo efeito térmico provocado pela corrente elétrica. Os relés de sobrecarga não podem ser operados manualmente.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL Os locais a serem colocados as seguranças devem ser arejados. temos um par metálico com a conformação apropriada para o relé. Funcionamento: Quando dois metais de coeficientes de dilatação diferentes são unidos em superposição. Também chamados de relés térmicos. 23 SENAI-PR . sem ocorrer a fusão do elo fusível. evitando-se ambientes confinados.0004BA0104104 . O gatilho tem a função de fazer com que a abertura ou o fechamento dos contatos seja o mais rápido possível. Esse bi-metal é constituído de duas lâminas finas (normalmente ferro e níquel). onde a regulagem pode ser variada conforme as características do circuito. um dos metais alonga-se mais do que o outro. portanto. Em virtude da diferença de coeficiente de dilatação. Esses locais devem ser de fácil acesso para que haja facilidade quando da inspeção e da manutenção. afastando o mesmo para um determinado ponto. esses dispositivos tem como elemento básico o bi-metal. É indicado para proteção de circuitos onde existam cargas indutivas e capacitivas. ou seja. Possui um regulador de corrente. São. FUSÍVEIS TIPO RÁPIDO E TIPO RETARDADO O fusível tipo retardado: suporta elevações de corrente por certo tempo. Por estarem rigidamente unidos. Fusível tipo rápido: fusíveis para o uso em circuitos predominantemente resistivos. o de menor coeficiente de dilatação provoca um encurvamento do conjunto para o seu lado.

0004BA0104104 . O borne 98 é utilizado para conectar a lâmpada de indicação de parada do motor por sobrecarga. devem receber alimentação. 24 SENAI-PR . enquanto que os bornes de numeração par são para saída de energia. ou seja.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL Simbologia: Os bornes de numeração ímpar são para entrada de energia.

partida. para iniciar. iniciar um retorno. por pulso. o botão desliga geralmente está à direita do botão liga. quando se instalarem várias botoeiras. Na posição horizontal. Vermelho => Amarelo => para. interromper ou comandar um processo de automação. Simbologia 25 SENAI-PR . o botão desliga deve ficar sob o botão liga na posição vertical. desligar. eliminar uma condição perigosa.0004BA0104104 . botão de emergência. ligar.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL DISPOSITIVOS DE COMANDO BATERIA As chaves auxiliares tipo botoeira são chaves de comando manual que tem por finalidade interromper ou estabelecer momentaneamente. Quanto à sua disposição. Verde ou Preto => arranque. Branco ou Azul => qualquer função que não corresponda a uma das cores anteriores Devem ser instaladas bem à mão. um circuito de comando. na altura prevista e dispostas fisicamente na posição e espaçamento correto.

Comando . Segurança . comandar circuitos de sinalização para indicar a posição de um determinado móvel. Controle .4 INTERRUPTORES FIM DE CURSO São dispositivos auxiliares de comando. Simbologia 26 SENAI-PR . As chaves auxiliares fim de curso são basicamente constituídas por uma alavanca ou v haste.0004BA0104104 . de acionamento. sinalização.2 ü o contato NA (normalmente aberto ou fechador) recebe a numeração: 3 .paradas de energia. inversão de curso ou sentido de rotação de partes móveis. que atuam num circuito com função bastante diversificada.determinar os pontos de parada dos elevadores. com ou sem roldanas na extremidade. e a saída nos bornes pares.paradas.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL OBSERVAÇÕES: 1) a entrada de energia é conectada nos bornes de numeração ímpar. produzir seqüência e controle de operação. alarme e sinalização. 2. Estes dispositivos são utilizados para: 1. 3. que transmite o movimento aos contatos que se abrem ou se fecham de acordo com a sua função. 2) considerando o botão na posição de repouso: ü o contato NF (normalmente fechado ou abridor) recebe a numeração: 1 . como: v comandar contatores.

geralmente é acoplado a relés de sobrecarga. Características dos contatores para os motores: v Possuem dois tipos de contatos com capacidade de corrente diferentes (contatos principais e contatos auxiliares). acionados eletromagneticamente. v maior robustez de construção. Possuem câmara para extinção do arco voltaico. recebem relés de proteção. tamanho físico de acordo com a potência a ser comandada.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL CONTATOR São dispositivos de comando. potência da bobina do eletroímã varia de acordo com o tipo de contator. Basicamente existem contatores para os motores e contatores auxiliares. Para o comando de motor.0004BA0104104 . Os contatores pertencem a classe das chaves. construídos para uma elevada freqüência de operação. Simbologia v v v 27 SENAI-PR .

Manobras leves. Serviço normal de manobras de motores com rotor de gaiola (bombas. Desligamento em regime.5 x In 4 x In 10 x In 1 x In 10 x In 1. 2) Para In > 100 A. SERVIÇO NORMAL Ligar 1 x In Desligar 1 x In SERVIÇO OCASIONAL Ligar 1. 3) Refere-se a serviço intermitente ( pulsatório ). reversão a plena marcha e paradas por contra . Acionar motores com carga plena.1 x In 1) Refere-se a paradas por contra . compres sores. bombas.0004BA0104104 - E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL CATEGORIAS DE EMPREGO DE CONTATORES WEG CONFORME A VDE 0660 TIPO DE CATEGORIA APLICAÇÕES CORRENTE Manobras leves.C. tornos. AC3 2.5 x In Desligar 1. Desligamento em regime . etc ).corrente.5 x In (3) 1 x In 1 x In 1. lâmpadas incandescentes e fluorescentes compensadas) .5 x In 4 x In 2.5 x In (1) 1 x In 4 x In 4 x In 6 x In 10 x In 8 x In (2) 8 x In 8 x In (2) AC4 6 x In 6 x In 12 x In 10 x In 10 x In (2) 8 x In (2) C.1 x In 10 x In 1. comando de motores com anéis coletores (guinchos.A. compressores.corrente. DC1 DC2 DC3 DC4 DC5 AC11 DC12 1 x In 1 x In 1 x In 1 x In 1 x In 2. Manobras pesadas. comando intermitente ( pulsatório ). 28 SENAI-PR . ventiladores. Carga ôhmica ou pouco indutiva Acionar motores com excitação em paralelo. Circuitos de comando em corrente alternada. Circuitos de comando em corrente contínua.5 x In 1 x In 2.5 x In (3) 4 x In 1.5 x In 4 x In 2. Acionar motores com excitação em série. etc ). reversão a plena marcha e paradas por contracorrente ( pontes rolantes. carga ôhmica ou pouco indutiva (aquecedores.5 x In AC1 AC2 C. etc).

CONTATOR E RELÊ DE SOBRECARGA LIGA DESLIGA MONOFÁSICA LIGAÇÕES DE MOTOR MONOFÁSICO (127 V E 220 V) 29 SENAI-PR .0004BA0104104 - E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL CHAVES MAGNÉTICAS LIGA DESLIGA TRIFÁSICA INSTALAÇÃO DE MOTOR TRIFÁSICO COMANDADO POR BOTEIRAS.

0004BA0104104 .E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL REVERSORA TRIFÁSICA INSTALAÇÃO DE MOTOR TRIFÁSICO COMANDADO POR BOTÕES. RELÊ DE SOBRECARGA E CONTATORES PARA REVERSÃO 30 SENAI-PR .

E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL CHAVE REVERSORA MONOFÁSICA (127 V) CHAVE REVERSORA MONOFÁSICA (220 V) 31 SENAI-PR .0004BA0104104 .

E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL Solucionando Problemas 32 SENAI-PR .0004BA0104104 .

a corrente e o conjugado são reduzidos para 25 à 33% do valor atingido na partida em ligação triângulo.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO O sistema de partida estrela-triângulo tem como objetivo. pois na partida. com 30% de sua carga nominal. A curva de conjugado do motor deverá ser suficientemente elevada para poder garantir a aceleração das máquinas de até 95% da rotação nominal. os mesmos podem partir no máximo. Os motores deverão ter disponibilidade de ligação em dupla tensão (220/380V. 440/760V). v v Desvantagens: v se o motor não atingir pelo menos 90% de sua rotação nominal. v v o motor deverá ter pelo menos 6 terminais acessíveis para ligações. Na ligação estrela. 33 SENAI-PR . reduzir o pico de corrente na partida do motor. 380/660V. o pico de corrente é quase que o mesmo para a partida direta devido ao desligamento do motor.0004BA0104104 . o valor de tensão da rede deverá coincidir com o valor de tensão da ligação triângulo do motor. Vantagens : v baixo custo. com a corrente de partida. na comutação para a ligação triângulo. pequeno espaço ocupado por seus componentes. Os valores de tensão das ligações estrela e triângulo deverão estar relacionadas matematicamente pelo fator tráficos ( 3). número sem limites de manobras.

RELÊ DE SOBRECARGA. RELÊ TEMPORIZADOR E CONTATORES PARA PARTIDA ESTRELA .TRIÂNGULO AUTOMÁTICA 34 SENAI-PR .0004BA0104104 .TRIÂNGULO AUTOMÁTICA INSTALAÇÃO DE MOTOR TRIFÁSICO COMANDADO POR BOTOEIRAS.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL INSTALAÇÃO DE MOTOR TRIFÁSICO COM PARTIDA ESTRELA .

RELÊ DE SOBRECARGA.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL INSTALAÇÃO DE MOTOR TRIFÁSICO COMANDADO POR BOTOEIRAS.0004BA0104104 .TRIÂNGULO AUTOMÁTICA 35 SENAI-PR . RELÊ TEMPORIZADOR E CONTATORES PARA PARTIDA ESTRELA .

RELÊ DE SOBRECARGA.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL ESTRELA TRIÂNGULO COM REVERSÃO INSTALAÇÃO DE MOTOR TRIFÁSICO COMANDADO POR CONTATORES. TEMPORIZADOR E BOTOEIRAS PARA PARTIDA EM ESTRELA . TEMPORIZADOR E BOTOEIRAS PARA PARTIDA EM ESTRELA .TRIÂNGULO AUTOMÁTICA COM REVERSÃO 36 SENAI-PR . RELÊ DE SOBRECARGA.TRIÂNGULO AUTOMÁTICA COM REVERSÃO INSTALAÇÃO DE MOTOR TRIFÁSICO COMANDADO POR CONTATORES.0004BA0104104 .

E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL COMPENSADORA INSTALAÇÃO DE MOTOR TRIFÁSICO COMANDADO POR BOTOEIRAS. RELÊ TEMPORIZADOR. RELÊ DE SOBRECARGA E CONTATORES PARA PARTIDA EM COMPENSADORA AUTOMÁTICA 37 SENAI-PR .0004BA0104104 .

0004BA0104104 .E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL COMPENSADORA COM REVERSÃO PARTIDA EM COMPENSADORA AUTOMÁTICA COM REVERSÃO PARTIDA EM COMPENSADORA AUTOMÁTICA COM REVERSÃO 38 SENAI-PR .

0004BA0104104 .E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL 3 MOTORES 1 COMPENSADORA INSTALAÇÃO DE CHAVE COMPENSADORA AUTOMÁTICA COM 1 AUTO-TRANSFORMADOR PARA PARTIDA DE 3 MOTORES INSTALAÇÃO DE CHAVE COMPENSADORA AUTOMÁTICA COM 1 AUTO-TRANSFORMADOR PARA PARTIDA DE 3 MOTORES 39 SENAI-PR .

0004BA0104104 .E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL DAHLANDER INSTALAÇÃO DE MOTOR TRIFÁSICO (LIGAÇÃO DAHLANDER) COMANDADO POR BOTOEIRAS. RELÊS DE SOBRECARGA E CONTATORES 40 SENAI-PR .

E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL DAHLANDER COM REVERSÃO INSTALAÇÃO DE MOTOR TRIFÁSICO (LIGAÇÃO DAHLANDER) PARA COMUTAÇÃO POLAR AUTOMÁTICA E REVERSÃO 41 SENAI-PR .0004BA0104104 .

0004BA0104104 - E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL

MOTOR 2 ENROLAMENTOS

INSTALAÇÃO DE MOTOR TRIFÁSICO DE DOIS ENROLAMENTOS SEPARADOS

(2 E 4 PÓLOS)

42
SENAI-PR

0004BA0104104 - E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL

MOTOR 2 ENROLAMENTOS COM REVERSÃO
INSTALAÇÃO DE MOTOR TRIFÁSICO DE DOIS ENROLAMENTOS SEPARADOS

(2 E 4 PÓLOS) COM COMUTAÇÃO POLAR E REVERSÃO POR BOTÕES

INSTALAÇÃO DE M OTOR TRIFÁSICO DE DOIS ENROLAMENTOS SEPARADOS (2 E 4 PÓLOS) COM COMUTAÇÃO POLAR E REVERSÃO POR BOTOEIRAS

43
SENAI-PR

0004BA0104104 - E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL

PARTIDA ROTÓRICA
PARTIDA RETÓRICA SEMI-AUTOMÁTICA

PARTIDA RETÓRICA AUTOMÁTICA

44
SENAI-PR

0004BA0104104 .E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL PARTIDA ROTÓRICA COM REVERSÃO PARTIDA RETÓRICA AUTOMÁTICA COM REVERSÃO PARTIDA ROTÓRICA AUTOMÁTICA COM REVERSÃO 45 SENAI-PR .

0004BA0104104 . RELÊ DE SOBRECARGA E CONTATORES PARA PARTIDA SÉRIE . RELÊ TEMPORIZADOR.PARALELA EM TRIÂNGULO (220 / 440V) 46 SENAI-PR . RELÊ TEMPORIZADOR.PARALELA EM TRIÂNGULO (220 / 440V) INSTALAÇÃO DE MOTOR TRIFÁSICO DE 12 TERMINAIS COMANDADO POR BOTOEIRAS.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL PARTIDA SÉRIE PARALELA INSTALAÇÃO DE MOTOR TRIFÁSICO DE 12 TERMINAIS COMANDADO POR BOTOEIRAS. RELÊ DE SOBRECARGA E CONTATORES PARA PARTIDA SÉRIE .

PARALELA EM ESTRELA (380 / 760V) INSTALAÇÃO DE MOTOR TRIFÁSICO DE 12 TERMINAIS COMANDADO POR BOTOEIRAS. RELÊ TEMPORIZADOR.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL INSTALAÇÃO DE MOTOR TRIFÁSICO DE 12 TERMINAIS COMANDADO POR BOTOEIRAS.0004BA0104104 . RELÊ DE SOBRECARGA E CONTATORES PARA PARTIDA SÉRIE . RELÊ TEMPORIZADOR. RELÊ DE SOBRECARGA E CONTATORES PARA PARTIDA SÉRIE .PARALELA EM ESTRELA (380 / 760V) 47 SENAI-PR .

0004BA0104104 .E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL PARTIDA CONSECUTIVA PARTIDA CONSECUTIVA AUTOMÁTICA 48 SENAI-PR .

desenergizando a bobina de K2 e conseqüentemente.0004BA0104104 . A bobina do contator K2 é selado pelo contato aberto K2 (13-14) e os contatos principais colocam o motor sob tensão. Estágio 2 (fechar portão): Acionando-se a botoeira S1 ou S’1. (o contato da chave de 3 bornes está fechado no manual). O contato de Ka(13-14) fecha-se. fazendo com que o portão comece a abrir. Neste instante. parando o motor. Chegando ao fInal de seu curso. parando o motor através da abertura de seus contatos principais.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL INTERRUPTOR FIM-DE-CURSO INSTALACÃO DE PORTÃO ELÉTRICO COMANDADO POR INTERRUPTORES FIM-DE-CURSO E RELÊ TEMPORIZADOR Abertura e fechamento manual Estágio 1 (Abrir portão): Acionando-se a botoeira S1 ou S’1. seu contato fechado S2(1-2) abre-se. 49 SENAI-PR . O contato aberto do interruptor fim-de-curso S2(3-4) fecha-se e energiza a bobina do contator auxiliar Ka. seu contato fechado S3(1-2) abre-se. O contato fechado de K1(21-22) intertrava a bobina do contator K2. O interruptor fim-de-curso S2 é liberado (o contato NA volta a permanecer aberto e o contato NF volta a permanecer fechado). a bobina do contator K2 é energizada. o portão pressiona o interruptor fim-de-curso S2. Neste instante. Chegando ao final de seu curso. a bobina do contator K1 é energizada. A bobina do contator K1 é selada pelo contato aberto K1(13-14) e os contatos principais colocam o motor sob tensão. fazendo com que o portão comece a fechar. O contato fechado de K2(21-22) intertrava a bobina do contator K1. desenergizando a bobina de K1 e conseqüentemente. o portão pressiona o interruptor fim-de-curso S3.

a bobina do contator K1 é energizada. o portão pressiona o interruptor fim-de-curso S2. parando o motor através da abertura de seus contatos principais. seu contato fechado S3(1-2) abre-se. A nova abertura do portão é iniciada com o acionamento da botoeira S1 ou S’1 conforme descrito no estágio 1. fazendo com que o portão comece a abrir. O contato fechado de K2(21-22) intertrava a bobina do contator KI. O contato aberto do interruptor fim-de-curso S2 fecha-se e energiza a bobina do relê temporizador Kr. o portão pressiona o interruptor fimde-curso S3. desenergizando a bobina de K2 e conseqüentemente. Estágio 2 (fechar portão): Decorrido o tempo ajustado para o relê temporizador. parando o motor. Chegando ao final de seu curso. A bobina do contator K1 é selada pelo contato aberto K1(13-14) e os contatos principais colocam o motor sob tensão. (o contato da chave de 3 bornes está fechado no automático). desenergizando a bobina de KI e conseqüentemente. O contato fechado de K1(21-22) intertrava a bobina do contator K2. seu contado (15-18) fecha-se. o contator K1 deve abrir o portão. Neste instante. Abertura manual e fechamento automático Estágio 1 (Abrir portão): Acionando-se a botoeira S1 ou S’1.0004BA0104104 . Chegando ao final de seu curso. 50 SENAI-PR . A bobina do contator K2 é selada pelo contato aberto K2(13-14) e os contatos principais colocam o motor sob tensão. seu contato fechado S2(1-2) abre-se. fazendo com que o portão comece a fechar. Neste instante. 3) A chave de 3 bornes permite abrir/fechar o portão no modo manual ou automático. Observações: 1) Por medida de segurança. 2) A botoeira S0 desliga o motor em qualquer estágio de funcionamento. O interruptor fim-de-curso S2 é liberado (o contato NA volta a permanecer aberto e o contato NF vota a permanecer fechado). energizando a bobina do contator K2.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL A nova abertura do portão é iniciada com o acionamento da botoeira S1 ou S’1 conforme descrito no estágio 1.

CONTATOR .E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL RELÊ FALTA DE FASE INSTALAÇÃO DE MOTOR TRIFÁSICO COMANDADO POR BOTOEIRAS.0004BA0104104 . RELÊ DE SOBRECARGA E RELÊ DE FALTA DE FASE 51 SENAI-PR .

E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL CHAVE BÓIA CHAVE BÓIA 52 SENAI-PR .0004BA0104104 .

E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL RELÊ DE NÍVEL INSTALAÇÃO DE DOIS MOTORES TRIFÁSICOS (PARA BOMBA DE RECALQUE) COMCOMUTAÇÃO AUTOMÁTICA E MANUAL COMANDADA POR RELÊS DE: NÍVEL. FALTA DE FASE E SOBRECARGA 53 SENAI-PR .0004BA0104104 .

A alta velocidade e confiabilidade dos sensores são as principais vantagens que estes dispositivos oferecem em relação aos eletromecânicos. Os principais componentes de um sensor de aproximação são: v corpo encapsulado. frente à sua face sensível. Os sensores de aproximação indutiva são dispositivos que comutam um circuito elétrico.variável para corrente contínua (CC) de 10 a 30 V e de 90 a 250 V para os de corrente alternada (CA).0004BA0104104 . além dos metais. também respondem à aproximação de materiais como vidros. elemento de fixação. A presença de um material metálico nesta região. faz com que o campo magnético seja atenuado. mediante a aproximação de um corpo. 54 SENAI-PR . que tem a função de fixar o sensor no seu local de trabalho. granulados (condutores ou não). condutor. líquidos. quando aproximamos de sua face sensível uma peça metálica.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL SENSOR DE APROXIMAÇÃO SENSORES DE APROXIMAÇÃO Definição Dispositivo que comuta um circuito elétrico. causando então a mudança de estado da saída do mesmo. onde são alojados todos os componentes eletrônicos. que são destinados as ligações do sensor. Já os de aproximação capacitivo. Princícipio de funcionamento Baseia-se na existência de uma bobina geradora de campo eletromagnético que cria a região ativa do sensor. As principais características elétricas dos sensores são: v v v Tensão nominal .

Sensibilidade . ESQUEMAS DE LIGAÇÃO 55 SENAI-PR .ou distância de acionamento (Sn) dada em milímetros.0004BA0104104 .normalmente aberto (NA) e/ou normalmente fechado (NF).valor máximo de corrente que os componentes eletrônicos internos suportam sem se danificarem. É a distância máxima que atua o sensor aproximando-se de sua face sensível uma chapa quadrada de aço de 1 mm de espessura e de lado igual ao diâmetro do sensor. v Tipo de contato . v v Freqüência de comutação.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL v Corrente nominal .

0004BA0104104 .E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL FRENAGEM POR CORRENTE CONTÍNUA PARTIDA AUTOMÁTICA DE MOTOR TRIFÁSICO DE INDUÇÃO COM REVERSÃO E FRENAGEM ELETROMAGNÉTICA PARTIDA AUTOMÁTICA DE MOTOR TRIFÁSICO DE INDUÇÃO COM REVERSÃO E FRENAGEM ELETROMAGNÉTICA 56 SENAI-PR .

visto o auto-transformador trabalhar como uma reatância. v para que o motor possa partir satisfatoriamente. para os terminais ( tap ) de 65 % e 80 % respectivamente. porém. a tensão é reduzida através de um auto-transformador que possui terminais ( tap ) de 65% e de 80% da tensão nominal. custo mais elevado em função do auto-transformador. maior espaço ocupado pelo quadro devido também ao auto-transformador. é possível variar o tap de 65% para 80% ou até mesmo para 90% da tensão da rede. a fim de que os motores possam partir satisfatoriamente.0004BA0104104 . Neste sistema. deixando o mesmo com conjugado suficiente para a partida e aceleração com carga. v v 57 SENAI-PR . Vantagens: v na comutação do tap de partida para a tensão plena (da rede). Assim sendo. Desvantagens: v limitação de sua freqüência de manobra. a corrente e o conjugado de partida ficam reduzidos a aproximadamente 42 % e 64 % dos valores atingidos em partida direta. v o valor de tensão da rede poderá ser igual ao valor de tensão da ligação triângulo ou estrela do motor. o motor não é desligado e o segundo pico é bem reduzido.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL SISTEMAS DE PARTIDA PARTIDA COMPENSADORA Este sistema de partida foi desenvolvido para reduzir o pico de corrente proveniente da partida do motor elétrico.

partida eletrônica (soft . em 380/660V ou 440/760V. independente da dificuldade de partida. Nos casos em que a corrente de partida do motor é elevada podem ocorrer as seguintes conseqüências prejudiciais: a) Elevada queda de tensão no sistema de alimentação da rede. Caso a partida direta não seja possível. c) A imposição das concessionárias de energia elétrica que limitam a queda de tensão da rede. ocasionando um custo elevado. provoca a interferência em equipamentos instalados no sistema.paralelo. A partida estrela . 58 SENAI-PR . chave compensadora. Em função disto. Deve ter .triângulo que o motor tenha a possibilidade de ligação em dupla tensão.se em conta que para um determinado motor. Partida com chave estrela . resistor primário.0004BA0104104 .triângulo.se usar sistema de partida indireta para reduzir a corrente de partida. por meio de contatores. as curvas de conjugado e correntes são fixas. deverá ser direta. a partida de um motor trifásico de gaiola. Os motores deverão ter no mínimo seis bornes de ligação. ou seja. contatores) deverá ser superdimensionado. Estes sistemas de partida indireta (tensão reduzida) são: v v v v v v chave estrela . devido aos problemas citados acima.start). reator primário. pode . em 220/380V. para uma tensão constante. chave série .E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL Limitação da corrente de partida em motores trifásicos: Sempre que possível.triângulo poderá ser usada quando a curva de conjugados do motor é suficientemente elevada para poder garantir a aceleração da máquina com a corrente reduzida. b) O sistema de proteção (cabos.triângulo É fundamental para a partida com a chave estrela .

Somente depois de ter atingido a rotação nominal. porque se fosse ligado direto. ideais para a maioria dos casos. Esquematicamente. Os motores Weg têm alto conjugado máximo e de partida. O conjugado resistente da carga não poderá ultrapassar o conjugado de partida do motor. a ligação estrela triângulo apresenta vantagem.triângulo num motor para uma rede de 220V é feita da maneira indicada na figura 1.0004BA0104104 . sobe para 170%. 59 SENAI-PR . Antes de se decidir por uma partida estrela . a corrente. deverá ser usado um motor com curva de conjugado elevado. praticamente igual a da partida em estrela. No caso de termos um alto conjugado resistente e se a partida for em estrela. absorveria da rede 600% da corrente nominal.triângulo. dependendo da rede de alimentação. portanto. notando . 100%. a carga poderá ser aplicada. O instante da comutação de estrela para triângulo deve ser criteriosamente determinado. Na ligação estrela. para que este método de partida possa efetivamente ser vantajoso nos casos em que a partida direta não é possível. A chave estrela . Neste caso. que era aproximadamente a nominal. sendo. salta repentinamente para 320%. a chave deverá ser ligada em triângulo. que era de aproximadamente 50%. Neste ponto. Existem casos onde este sistema de partida não pode ser usado.se que a tensão por fase durante a partida é reduzida para 127V. ou seja. porém. o motor acelera a carga aproximadamente até 85% da rotação nominal. a corrente. nem a corrente no instante da mudança para triângulo poderá ser de valor inaceitável. Quando a chave é ligada em triângulo. ou seja. No caso de motores tripla tensão nominal ( 220/380/440/760V ). uma vez que na partida era de somente 190%. o que não é nenhuma vantagem. sempre que for necessária uma partida estrela . será necessário verificar se o conjugado de partida será suficiente para operar a máquina. para uma partida estrela . sem carga. o motor acelera a carga até 95% da rotação nominal. Neste caso.triângulo.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL Na ligação estrela.triângulo em geral só pode ser empregada em partidas da máquina em vazio. a ligação estrela .se optar pela ligação 220/380V ou 440/760V. Por este motivo.triângulo. deve . isto é. o conjugado fica reduzido para 25 a 33 % do conjugado de partida na ligação triângulo. Num outro caso temos um motor com as mesmas características. o conjugado resistente é bem menor.

triângulo (automática): Vantagens: a) a chave estrela . d) caso o motor não atingir pelo menos 90% de sua velocidade nominal.triângulo e compensadoras “automáticas”: Estrela . Comparação entre chaves estrela . b) a tensão de rede deve coincidir com a tensão em triângulo do motor. Ela reduz a corrente de partida. c) os componentes ocupam pouco espaço. o motor com um conjugado suficiente para a partida e aceleração. porém. 65 e 80% da tensão nominal. evitando uma sobrecarga no circuito. c) com a corrente de partida reduzida para aproximadamente 1/3 da corrente nominal. b) não tem limite quanto ao seu número de manobras. A tensão na chave compensadora é reduzida através de autotransformador que possui normalmente taps de 50. o pico de corrente na comutação de estrela para triângulo será quase como se fosse uma partida direta.triângulo é muito utilizada por seu custo reduzido. o que se torna prejudicial aos contatos dos contatores e não traz nenhuma vantagem para a rede elétrica.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL Partida com chave compensadora (autotransformador) A chave compensadora pode ser usada para a partida de motores sob carga. reduz-se também o momento de partida 1/3. d) a corrente de partida fica reduzida para aproximadamente 1/3 Desvantagens: a) a chave só pode ser aplicada a motores cujos seis terminais ou bornes sejam acessíveis. 60 SENAI-PR . deixando.0004BA0104104 .

0004BA0104104 . necessitando quadros maiores.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL Chave compensadora (automática) Vantagens: a) no tap de 65% a corrente de linha é aproximadamente igual a da chave estrela . devido ao auto .paralelo é necessário que o motor seja religável para duas tensões.triângulo. então.trafo por curto tempo se torna uma reatância. 61 SENAI-PR . o motor não é desligado e o segundo pico é bem reduzido. na passagem da tensão reduzida para a tensão da rede. faz-se a comutação para a configuração paralelo.trafo. a construção se torna volumosa. a fim de que o motor possa partir satisfatoriamente.trafo de acordo. b) é possível a variação do tap de 65% para 80% ou até para 90% da tensão da rede. ou seja: durante a partida o motor é ligado na configuração série até atingir sua rotação nominal e. entretanto. a menor delas igual a da rede e a outra duas vezes maior.paralelo Para partida em série . b) a chave compensadora é bem mais cara do que a chave estrela . c) devido ao tamanho do auto . visto que o auto .triângulo. o que torna o seu preço elevado. Desvantagens: a) a grande desvantagem é a limitação de sua freqüência de manobras.trafo. Este tipo de ligação exige nove (9) terminais no motor e a tensão nominal mais comum é 220/440V. Partida com chave série . Na chave compensadora automática é sempre necessário saber a sua freqüência de manobra para determinar o auto .

maior fator de potência e torque máximo maior que no caso do resistor primário.start) O avanço da eletrônica permitiu a criação da chave de partida a estado sólido a qual consiste de um conjunto de pares de tiristores (SCR) (ou combinações de tiristores/ diodos). provocando uma queda de tensão nos bornes do motor e conseqüentemente. porém. possui o inconveniente de produzir maior perda de energia nos próprios resistores. ajustável tipicamente entre 2 e 30 segundos. a chave eletrônica apresenta. perdas menores.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL Partida com resistor primário Neste método de partida são colocados resistores em série com cada uma das fases. a vantagem de não possuir partes móveis ou que gerem arco. sendo inserida uma reatância indutiva nas fases de alimentação. é um método pouco utilizado. Naturalmente.um em cada borne de potência do motor. Além da vantagem do controle da tensão (corrente) durante a partida. o conjugado de partida também fica reduzido.triângulo. Este é um dos pontos fortes das chaves eletrônicas. Com isso. como nas chaves mecânicas. 62 SENAI-PR . muitas vezes. a tensão atinge seu valor pleno após uma aceleração suave ou uma rampa ascendente. também. uma redução na corrente absorvida. pois sua vida útil é mais longa (até centenas de milhões de manobras). Tem-se com isso. chamado de “partida suave” (soft . Partida com reator primário Este método de partida é similar ao anterior. Este comportamento é. mas. consegue . Porém. apenas para partida de motores de grande potência e de média tensão. Este método de partida melhora o fator de potência na partida. ligação estrela . como ocorre com os métodos de partida por autotransformador. Partida eletrônica (soft . Quando o motor está próximo de sua velocidade nominal é ligado diretamente à rede.0004BA0104104 . tem pouco a ver com o motor. sendo utilizados. No final do período de partida. que uma vida útil tão longa. Na prática. ao invés de ser submetido a incrementos ou “saltos “ repentinos. os reatores são mais caros. É importante lembrar. como desejado. etc. o qual pode falhar bem mais cedo por questões que não tem a ver com a partida. na prática. O ângulo de disparo de cada par de tiristores é controlado eletronicamente para aplicar uma tensão variável aos terminais do motor durante a “aceleração”.se manter a corrente de partida (na linha) próxima da nominal e com suave variação.start).

= In 6) Através desta. (fator de serviço) 2) Procurar na Tabela 1: v Contator baseado na potência e/ou na corrente máxima de serviço.S. ou 4) Através da IpD. Ip In IpD = InxCod. IpD = In . HP ou KW) Cod ou Ip/In (corrente com o rotor bloqueado) F.0004BA0104104 . 3) Calcular a corrente de partida em triângulo (Ip?): quando não encontrar o Cod ou Ip/In estipular um valor em torno de 6 à 8 vezes a In para a partida direta. 63 SENAI-PR . identificar: v v v v v In (corrente nominal em ampére) E (tensão nominal em volt) P (potência em CV. identificar na Tabela 1 o relé de sobrecarga.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL DIMENSIONAMENTO SELEÇÃO DOS DISPOSITIVOS DE COMANDO E PROTEÇÃO Partida direta 1) Através da placa do motor. OBS: O fusível deve suportar a corrente de partida sem fundir-se (adotar tempo de partida do motor em torno de 4 à 6 segundos ). 5) Identificar a laj do relé: Iaj. ir na Tabela 3 ou 4 (Curva de desligamento tempo/corrente) e procurar o fusível.

HP ou KW) (fator de serviço) v Cod ou Ip/In (corrente com o rotor bloqueado) v F. 3) Encontrar o contator K3 (partida .E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL Partida em estrela . ir na Tabela 1 e achar o contator através da corrente máxima de serviço. identificar: v v v In (corrente nominal em ampére) E (tensão nominal em volt) P (potência em CV. ou IpD = In . 64 SENAI-PR .58 x In v Com o resultado.33 x In v Com o resultado. 4) Calcular a corrente de partida em estrela (IpY) IpD = InxCod. Ip In IpΥ = Ip∆ 3 Através da IpY. ir na Tabela 3 ou 4 e procurar o fusível. K1 e K2 = 0.ver diagrama): K3 = 0. OBS: Em K3 não é necessário identificar o fusível máximo.0004BA0104104 . v Com o contator encontrado achar o fusível máximo.triângulo 1) Através da placa do motor.S. ir na Tabela 1 e localizar o contator através da corrente máxima de serviço.

deve-se optar pelo próximo fusível da escala imediatamente superior a corrente nominal do motor.58 x In v Com o resultado. Partida em compensadora 1) Através da placa do motor. HP ou KW) (fator de serviço) v Cod ou Ip/In (corrente com o rotor bloqueado) v F. visto este dar condições de trabalho também em 80% sem alteração dos contatores: K1 = 0. identificar: v v v In (corrente nominal em ampére) E (tensão nominal em volt) P (potência em CV.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL OBSERVAÇÕES: 1) O fusível deve suportar a IpY sem fundir-se (tempo de partida em estrela em torno de 9 a 11 segundos).23 x In para 65 % ou K1 = 0.16 x In para 80 % 4) Dimensionar K2 de acordo com a In do motor: K2 = In 65 SENAI-PR . 2) Dimensionar o contator de acordo com o “tap” do auto-tranformador a ser utilizado. 5) Encontrar o relé de sobrecarga: Iaj = 0. ir na Tabela 1 e achar o contator baseado na corrente máxima de serviço. OBS : É preferível dimensionar K3 ( ver figura 2 e/ou 3 ) para o “tap” de 80% visto este dar condições de trabalho também em 65% sem alteração dos contatores: K3 = 0.S.64 x In para 80 % ou K3 = 0.42 x In para 65 % v Com o relultado.0004BA0104104 . 2) Se o fusível encontrado for abaixo da In do motor. ir na Tabela 1 e identificar o relé. 3) Para dimensionar K1 (ver figura 2 e/ou 3) é preferível usar o “tap” de 65%.

Ip In Ipc65% = 0.4 F. ou IpD = In . ir na Tabela 3 e ou 4 e localizar o fusível. 7) Relé de sobrecarga: Ver Tabela 1 e localizar o relé.0004BA0104104 . ir na Tabela 1 e achar o contator baseado na corrente máxi- ma de serviço. v Através do contator encontrado.S. = 1. 5) Calcular a corrente de partida em compensadora: IpD = InxCod. OBS: O fusível deve suportar a Ipc sem fundir-se (tempo de partida do motor em torno de 14 a 16 segundos). localizar o fusível máximo. a AC3 2) Tempo de partida do motor = 4 segundos 66 SENAI-PR .: 1) Considerar categoria de emprego para o contator.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL v Com o valor encontrado. EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO PARTIDA DIRETA Selecionar os dispositivos de comando (contator) e de proteção (fusíveis e relê de sobrecarga) para o motor trifásico com os seguintes dados: 1730 RPM P = 4 CV In = 11.15 OBS.4 A em 220 V Ip/In = 7.42 x Ip∆ ∆ 6) Com uma das correntes de partida.

S.0 OBS.15 OBS.S.TRIÂNGULO Seleciomar os dispositivos de comando (contatores) e de proteção (fusíveis e relè de sobrecarga) para o motor trifásico com os seguintes dados: 3520 RPM P = 30 CV In = 70 A em 220 V Ip/In = 9. = 1.2 F. = 1.0004BA0104104 . a AC3 2) Tempo de partida do motor = 10 segundos PARTIDA EM COMPENSADORA Selecionar os dispositivos de comando (contatores) e de proteção (fusíveis e relé de sobrecarga) para o motor trifásico com os seguintes dados: 1775 RPM P = 60 CV In = 140 A em 220 V Ip/In = 8 F.: 1) Considerar categoria de emprego para o contator.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL PARTIDA EM ESTRELA .: 1) Conciderar categoria de emprego para o contator. a AC3 2) Tempo de partida do motor = 15 segundos 67 SENAI-PR .

0004BA0104104 .E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL TABELA DE CONTADORES 68 SENAI-PR .

E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL TABELA DE SEGURANÇA .TIPO D 69 SENAI-PR .0004BA0104104 .

0004BA0104104 .E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL TABELA DE SEGURANÇA .TIPO NH 70 SENAI-PR .

CLASSIFICAÇÃO DOS ALIMENTADORES a) ALIMENTADORES DE ILUMINAÇÃO Para este tipo de alimentador. sendo a queda máxima entre o quadro e a carga de 5%. 71 SENAI-PR . deverá ser de 4%. a queda de tensão do medidor até o ponto final de consumo. sendo 2% no alimentador e 2% nos ramais.0004BA0104104 . 2) Obediência a capacidade de condução de corrente do condutor. b) ALIMENTADORES DE FORÇA Podemos encontrar as seguintes distribuições de alimentadores: 1) Radial .A carga é alimentada diretamente pelo quadro de distribuição.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL CÁLCULO DOS ALIMENTADORES No cálculo dos alimentadores devem ser seguidas as seguintes condições básicas: 1) Obediência aos limites de queda de tensão estabelecidos por norma (NBR 5410/90).

2) Para cargas indutivas .Já neste caso. 72 SENAI-PR . v 3) Considerar a In para os demais motores.0004BA0104104 . a corrente de cálculo deve ser acrescida dos seguintes valores: v 25 % para o(s) maior(es) motor(es) em potência.Tem-se aqui uma combinação dos tipos de distribuições acima mencionadas. a corrente de cálculo deve ser igual a corrente nominal . Para alimentadores trifásicos. a queda de tensão poderá ser distribuída em 4 % na linha que alimenta os ramais e 1% nos ramais.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL 2) Linear . 3) Mista . 15 % para o(s) motor(es) imediatamente inferior(es) ao maior(es). devem ser feitas as seguintes recomendações: 1) Para cargas resistivas.

E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL Pe = Potência Efetiva ( W ) MONOFÁSICO Pr = Potência Reativa ( VAr ) TRIFÁSICO Pa = Potência Aparente ( VA ) I = P(w) / E * COS ϕ I = P(w) / 3 * E * COS ϕ MONOFÁSICO S = ( 200 * ρ / e% * E ) * Σ L * I e% = ( 200 * ρ / S * E ) * Σ L * I TRIFÁSICO S = ( 100 * 3 * ρ / e% * E ) * Σ L * I e% = ( 100 * S = Seção do condutor em ( mm2 ) ρ = Resistividade elétrica do condutor Para o cobre : ( 1/56 Ω * mm2/m) 3 *ρ / S*E ) * Σ L*I E = Tensão de alimentação da carga em ( V ) e% = Queda de tensão percentual L = Comprimento do trecho percorrido pela corrente em ( m ) I = Corrente no comprimento considerado em ( A ) 73 SENAI-PR .0004BA0104104 .

E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL TABELA CAPACIDADE DE CONDUÇÃO 74 SENAI-PR .0004BA0104104 .

o consumo é proporcional. Portanto. quanto maior a potência elétrica de um receptor. Desses dois exemplos.0004BA0104104 . como conseqüência. O motor da esquerda tem potência três vezes maior que o motor da direita. A grandeza potência elétrica é quem nos informa a capacidade do aparelho em transformar energia elétrica em outras formas de energia. mais energia ele produz. tanto a quantidade de energia que o motor produzirá e o consumo serão cerca de três vezes maior que o motor da direita. mais corrente elétrica o mesmo consome e. ou seja: Lâmpadas e outros aparelhos resistivos => WATT (W) Motores elétricos em geral => CAVALO-VAPOR (CV) HORSE-POWER (HP) 75 SENAI-PR . podemos perceber as unidades referentes a potência elétrica usadas para os aparelhos. A lâmpada de esquerda tem uma potência elétrica três vezes maior do que a lâmpada da direita. Logo. Outro exemplo: O mesmo caso se aplica aqui. Veja o exemplo a seguir.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL CÁLCULO DE CONVERSÃO DE POTÊNCIA Potência Elétrica: é o trabalho realizado pela corrente elétrica na unidade de tempo.

“CV” e “HP” 1 Cavalo-Vapor (CV) = 1 Horse-Power 1 Horse-Power (HP) = (HP) = 1 Cavalo-Vapor (CV) = 736 Watts 746 Watts 0.190 Watts 76 SENAI-PR .0136 CV EXEMPLOS 1) Quantos Watts tem um motor de 7.190 Watts Logo.520 Watts Logo.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL RELAÇÃO ENTRE “WATT” . um motor de 15 HP possui 11.0004BA0104104 .9867 HP 1.5 CV? 1 CV ————— 736 Watts X 7.5 CV ————— 7.5 CV tem 5520 Watts. 2) Quantos Watts possui um motor de 15 HP? 1 HP 15 HP ———— 746 Watts ———— X 15 x 746 X = ————— 1 X = 11. um motor de 7.5 x 736 X = ————— 1 X= 5.

Dígito 0 1 2 3 4 5 6 Não protegido Indicação do Primeiro Dígito Protegido contra objetos sólidos maiores que 50 mm Protegido contra objetos sólidos maiores que 12 mm Protegido contra objetos sólidos maiores que 2.0004BA0104104 . nas condições especificadas pelo fabricante Indicação do Segundo Dígito 77 SENAI-PR .5 mm Protegido contra objetos sólidos maiores que 1. sob condições definidas de tempo e pressão Protegido para submersão contínua em água. O primeiro indica a proteção contra corpos sólidos que varia de 50 mm de tamanho até chegar ao pó.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL GRAU DE PROTEÇÃO GRAU DE PROTEÇÃO DE MOTORES (IP) O grau de proteção dos motores elétricos é normalmente expresso através de 2 dígitos.0 mm Protegido contra poeira prejudicial ao motor Totalmente protegido contra poeira O segundo dígito indica a proteção contra água Dígito 0 1 2 3 4 5 6 7 8 Não protegido Protegido contra quedas verticais de gotas de água Protegido contra quedas de gotas de água para uma inclinação máxima de 15 graus Protegido contra água espergida de um ângulo de 60 graus da vertical (chuva) Protegido contra projeções de água de qualquer direção Protegido contra jatos de água de qualquer direção Protegido contra ondas do mar ou de água projetada em jatos potentes Protegido contra imersão e água.

e são as seguintes: Categoria N Conjugado de partida normal. cargas de alta inércia. os motores de indução trifásicos com rotor de gaiola. como peneiras. etc. Usados também em elevadores e cargas que necessitam de conjugados de partida muito altos e corrente de partida limitada. britadores. 78 SENAI-PR . ventiladores. onde a carga apresenta picos periódicos. Usados em prensas excêntricas e máquinas semelhantes. corrente de partida normal e baixo escorregamento. transportadores carregadores. cada uma adequada a um tipo de carga. como bombas. corrente de partida normal e alto escorregamento (> que 5%). Constituem a maioria dos motores encontrados no mercado. corrente de partida normal e baixo escorregamento. máquinas operatrizes. são classificados em categorias.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL CATEGORIA DE MOTORES CATEGORIA DE MOTORES ELÉTRICOS DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS Conforme as suas características de conjugado em relação à velocidade e corrente de partida. prestando-se ao acionamento de cargas normais. Estas categorias são definidas em norma (NBR 7094). Usados para cargas que exigem maior conjugado na partida. Categoria H Conjugado de partida alto.0004BA0104104 . Categoria D Conjugado de partida alto.

É normalmente expressa em quilo-watt (kW).capacidade de produzir trabalho na unidade de tempo. Expressa em (kVArh).E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL FATOR DE POTÊNCIA Para entendermos melhor o que venha ser fator de potência. e é normalmente expressa em (kVA) . definiremos antes alguns conceitos importantes: Potência .utilização da potência ativa durante qualquer período de tempo. Energia ativa ou efetiva .é utilizada para criar o fluxo magnético necessário ao funcionamento de equipamentos indutivos como os motores elétricos. transformadores e reatores. Potência reativa .é a utilização da potência num determinado intervalo de tempo. É normalmente expressa em kWh. É expressa em quilovolt-ampere-reativo (kVAr).é a utilização da potência reativa em um período de tempo qualquer.é aquela que efetivamente produz trabalho útil. Energia . Potência ativa ou efetiva .0004BA0104104 . Potência aparente . Os equipamentos elétricos podem consumir energia ativa e/ou reativa para o seu funcionamento. Energia reativa .é a potência total absorvida por uma instalação elétrica. A soma geométrica das potências ativa e reativa resulta na potência aparente como mostra a figura abaixo: 79 SENAI-PR .

o acionamento de máquinas operatrizes nas indústrias é feito através de motores elétricos. queda de tensão nos circuitos de distribuição de energia elétrica e flutuações de tensão. aumento de desgaste nos dispositivos de proteção de manobras. v v dificuldades de regulação do sistema. que podem provocar a queima de motores. lâmpadas de descarga sem reatores de alto fator de potência. danos em equipamentos devido à sobrecarga. v v v v 80 SENAI-PR . motores e/ou transformadores superdimensionados. impedindo a ligação de novas cargas.0004BA0104104 . grande quantidade de motores de pequena potência.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL O fator de potência ou cos ϕ pode ser expresso pela relação: cos ϕ = Kwh / KVAh = KW / KVA O baixo fator de potência numa instalação elétrica geralmente provoca: v perdas de energia dentro das instalações. v v v v obstrução de capacidade dos equipamentos. As principais causas do baixo fator de potência são: v motores e/ou transformadores operando em “vazio“ ou com pequenas cargas. aumento de investimentos em condutores e equipamentos elétricos sujeitos à limitação térmica de corrente.

620 0.860 0.840 0.870 0.820 0.830 0.890 0.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL O fator de potência dos motores elétricos varia de motor para motor e também é influenciado pelas condições de operação.740 0.860 0.870 0.830 0.0004BA0104104 .850 0.910 0. equipamentos que aumentem o consumo de energia elétrica ativa mas não reativa.840 0.910 0.880 0.830 0.830 0.640 0.800 0.730 0.890 0.870 0.820 0.900 0.790 0.780 0. fornos e outros equipamentos de aquecimento por resistência. Os procedimentos para se corrigir o fator de potência são: v dimensionar e utilizar corretamente os equipamentos elétricos.560 0.890 0.900 0.880 CV 1 1.880 0. vejamos a tabela: FATOR DE POTÊNCIA NÚMERO DE PÓLOS IV VI 1800 RPM 1200 RPM 0.870 0.670 0. O instrumento utilizado para medir o fator de potência denomina-se fasímetro.710 0.800 0.790 0.690 0. tais como: n n v motores síncronos de alto fator de potência com operação à plena carga.860 0.830 0.890 0.870 0.670 0.700 0.930 0.810 0.860 0.930 0.830 0.790 Observe que o fator de potência aumenta com a potência do motor e diminui com o aumento do número de pólos.750 0. 81 SENAI-PR .860 0.5 2 3 4 5 6 7.720 0.780 0.810 0.700 0. introduzir.800 0. se possível.890 0.830 0.850 0. Para ilustrarmos melhor esta situação.5 15 20 25 30 40 50 60 75 100 125 150 175 200 250 II 3600 RPM 0.690 0. quando ocorrerem ampliações ou modificações previstas para as instalações industriais.790 0.840 0.910 0.850 0.710 0.880 0.910 0.900 0.780 0.920 0.730 0. também chamado de cosfímetro.890 0.880 0.5 10 12.920 0.910 0.780 0.810 0.900 VIII 900 RPM 0.910 0.660 0.870 0.870 0.890 0.770 0.820 0.840 0.810 0.770 0.840 0.790 0.870 0.

d) iluminação reduzida. por diminuição das quedas. Um aparelho que apresentasse o fator de potência igual a zero não transformaria nenhuma energia elétrica. b) liberação da capacidade do sistema. d) motores de indução subcarregados. FATOR DE POTÊNCIA Fator de Potência é o número que indica o quanto de energia elétrica é transformada em outras formas de energia. b) retificadores. OBJETIVOS PRINCIPAIS DA MELHORIA DO FATOR DE POTÊNCIA a) redução dos custos com energia elétrica.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL n n n reatores de alto fator de potência para lâmpadas de descarga. transformando .0004BA0104104 . Este número varia entre zero (0) e a unidade (1). d) redução das perdas do sistema. capacitores onde sejam necessário. c) sobrecarga no sistema elétrico.a em outras formas de energia. Um fator de potência igual a 1 indica que o aparelho utilizou toda a energia elétrica consumida. c) equipamentos eletrônicos. CONSEQÜÊNCIAS DE UM BAIXO FATOR DE POTÊNCIA a) crescimento da conta de energia elétrica. estaria desperdiçando toda a energia recebida. e) aumento das perdas de energia por calor. caldeiras elétricas. 82 SENAI-PR . c) crescimento do nível de tensão. b) crescimento na queda de tensão. ou seja. CAUSAS DO BAIXO FATOR DE POTÊNCIA a) instalação de lâmpadas fluorescentes. e) transformadores em vazio ou superdimensionados.

Instalando-se capacitores junto às cargas indutivas. etc.faturamento de energia reativa capacitiva excedente e . com os seguintes aspectos relevantes: . estabelecida pelo Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica. redistribuir cargas pelos diversos circuitos. a circulação de energia reativa fica limitada a estes equipamentos. .aumento do limite mínimo do fator de potência de 0. Isso é comumente chamado de compensação de energia reativa. solucionar o problema de excesso de reativo nas instalações. utilizando um equipamento chamado capacitor. CONSIDERAÇÕES FINAIS O decreto n° 479 de 20/03/92 reiterou a obrigatoriedade de se manter o fator de potência o mais próximo possível da unidade.redução do período de avaliação do fator de potência de mensal para horário. 83 SENAI-PR . caracterizando uma situação de compensação excessiva o fator de potência é chamado de capacitivo. Quando está havendo um fornecimento de energia reativa à rede. A nova legislação pertinente. Quando está havendo consumo de energia reativa caracterizando uma situação de compensação insuficiente.0004BA0104104 .92. A partir destas providências uma forma de reduzir a circulação de energia reativa pelo sistema elétrico. o fator de potência é chamado de indutivo. introduz uma nova forma de abordagem do ajuste pelo baixo fator de potência. consiste em produzí-la. o mais próximo da carga. a partir de 1996.85 para 0. Na prática. liberando parte da capacidade do sistema elétrico e das instalações da unidade consumidora. tanto pelas concessionárias quanto pelos consumidores.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA A primeira providência para corrigir o baixo fator de potência é a análise das causas que levam a utilização excessiva de energia reativa. A eliminação dessas causas passa pela racionalização do uso de equipamentos superdimensionados. a energia reativa passa a ser fornecida pelos capacitores. pode eventualmente.

v Potência reativa (kVar): é a energia trocada entre o gerador e o receptor. É a energia elétrica aproveitada. ou seja. P aparente (kVA) = P ap.0004BA0104104 . É a energia que não consumimos mas pagamos. não gera trabalho nenhum (desperdício).sen ϕ (kVar) (kVar) P = 3 x E x I x cos ϕ FP = Potência ativa (kW) / Potência aparente (kVA) = cos ϕ FP = fator de potência 84 SENAI-PR . v Potência aparente (kVA): é a soma vetorial das duas potências anteriores. É a potência gerada e transmitida a carga. a energia que consumimos e pagamos.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA DO FATOR DE POTÊNCIA v Potência ativa (kW): é a energia que realmente é transformada em outra forma de ener- gia. não sendo consumida. ou seja. portanto é uma energia não transformada.cos ϕ (kW) + P ap.

: motor elétrico.se nesta característica os aparelhos que possuem enrolamento. FORMULÁRIO PARA O CÁLCULO DAS POTÊNCIAS ATIVAS (W) v Circuitos monofásicos de corrente alternada: P = E x I x cos ϕ v Circuitos trifásicos: P = 3 x E x I x cos ϕ 85 SENAI-PR . logo: P aparente ( kVA ) = P ativa ( kW ) v Nestas considerações enquadram .se cos ϕ = 1.se cos ϕ = 0.se os aparelhos que possuem resistência elétrica: Ex. logo P aparente( kVA) = P reativa (kVar) v Não existe aparelho nenhum que utilize esta forma de energia. reator. etc. Ex. c ) se ϕ = 90° tem .0004BA0104104 .E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL CONSIDERAÇÕES a ) se ϕ = 0 tem . transformador. aquecedores. ferro elétrico.se P aparente ( kVA ) = P ativa ( kW ) + P reativa ( kV ar) v Enquadram . : chuveiros. b) se 0 < ϕ < 90° tem . lâmpadas incandescentes.

86 SENAI-PR . Podemos expressar o rendimento dos motores elétricos percentualmente através de: η= Onde: Pe = potência efetiva em W Pf = potência final também em W Pf Pe O cálculo dessas perdas é muito complexo. esta relacionada diretamente com as perdas que se produzem com seu funcionamento. dos sistemas de ventilação e da velocidade de rotação do motor. ou seja. pois cada tipo de perda tem um peso diferente para cada tipo de motor. a eficiência. dos processos de lubrificação.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL RENDIMENTO E PERDA RENDIMENTO E PERDAS NOS MOTORES ELÉTRICOS O rendimento do motor. v Perdas mecânicas: As perdas mecânicas são as devidas aos atritos nos suportes e à ventilação. A tabela a seguir mostra como varia o rendimento do motor conforme suas características com relação à rotação e sua potência elétrica. Perdas estas das mais variadas. sendo as mais importantes: v Perdas por efeito Joule (aquecimento) no estator e no rotor: As perdas por efeito Joule são as que se verificam nos condutores estatóricos e rotóricos por efeito da passagem da corrente elétrica. por isso dependem do tipo de suporte.0004BA0104104 .

750 0.910 0.927 0.809 0.795 0.905 0.902 0.882 0.906 0.860 0.933 0.870 0. Daí a importância dos motores estarem dimensionados corretamente de acordo com o conjugado requerido pela máquina.953 0. Para efeitos de cálculos.941 0. mas isso não é possível.805 0.919 0.938 0.914 0. principalmente quando é ultrapassada a carga normal.938 0.794 0.943 0. O rendimento do motor com relação a carga diminui em dois casos: v Se o motor trabalhar com pouca carga.956 PÓLOS VI 1200 RPM 0.792 0.874 0. O ideal seria que o rendimento de um motor fosse igual a 1.936 0.945 0.875 0. Com excesso de carga.862 0.932 0.5 2 3 4 5 6 7.953 0.934 0.909 0.920 0.881 0. ou seja.940 0.935 0. o rendimento dos motores é da ordem de 80%.946 0. 87 SENAI-PR .950 0.863 0.840 0.915 0.933 0.881 0. De uma maneira geral.851 0.931 0.930 0.848 0.951 0.901 0.897 0.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL CV 1 1.907 0.950 R E N D I M E N T O S NÚMERO DE IV 1800 RPM 0.944 0.901 0. que não houvesse perda nenhuma.923 0.893 0.825 0.901 0. Isto significa v que 20% são perdas.0004BA0104104 .944 0.947 0.945 0.5 10 12.865 0.930 0.932 0.936 0.905 0.939 0. quanto maior a rotação e potência do motor.873 0.Motores de Alto Rendimento (Linha Plus).917 0.841 0.946 0.927 0.925 0.954 Dados extraídos de catálogo da WEG .934 0.930 0.880 0.887 0.5 15 20 25 30 40 50 60 75 100 125 150 175 200 250 II 3600 RPM 0.759 0.954 VIII 900 RPM 0.847 0. o rendimento do mesmo tende a aumentar.923 0.830 0.936 0.829 0.932 0.943 0.921 0.952 0.862 0.910 0.890 0.

0004BA0104104 - E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL

Exemplo: Calcular as potências aparente, efetiva, reativa e final para o motor trifásico de indução abaixo:
v v v v v v v

5 CV 1730 RPM 13,6 A / 220 V Ip/In = 7,5 η = 83,5 % cos ϕ = 0,85 F.S. = 1,15

Solução: 1) A potência aparente ( Pa ) é dada pela expressão:

Pa =
Substituindo os valores, tem-se :

3x E x I

Pa =

3 x 220 x 13,6

=========>

Pa = 5.182,30 VA

ou

5,18 KVA

2) A potência efetiva ( Pe ) é dada pela expressão:

Pe = Pa x cos ϕ
Substituindo os valores, temos:

Pe = 5.182,30 x 0,85

============>

Pe = 4.404,95 W ou 4,40 KW

3) A potência reativa ( P r ) é dada pela expressão:

Pr =
Logo, tem-se:

Pa 2 − Pe 2

Pr =

5182,30 2 − 4.404,952 .

=====>

Pr = 2.729,94 VAr ou 2,73 KVAr

88
SENAI-PR

0004BA0104104 - E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL

4) E a potência final ( Pf ) é obtida através da expressão:

Pf = P e x η
Assim, temos:

Pf = 4.404,95 x 0,835

===========>

Pf = 3.678,13 W ou 3,68 KW

RESUMO DAS POTÊNCIAS

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SENAI-PR

0004BA0104104 - E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL

CÁLCULO FATOR DE POTÊNCIA

EXEMPLO Numa indústria tem-se um consumo de 500 kW com um fator de potência de 70 %. Deseja-se melhorá-lo para 95%. Pergunta-se: 1) Qual deve ser a potência reativa (kVAr) a ser instalada através de capacitores? 2) Qual a reducão da potência aparente (kVA) após a instalação dos mesmos? 3) Qual a redução de corrente com o aumento do fator de potência de 70% para 95%? Solução : 1.a ) Determinação do número de kVAr com cos ϕ = 70% Da Tabela 1 , com cos ϕ = 70%, encontramos kVAr/kW = 1,020, ou seja:

kVAr = 1,020 x kW

= 1,020 x 500

==>

kVAr = 510

1.b ) Determinação do número de kVAr com cos ϕ = 95 % Da Tabela 1 , com cos ϕ = 95%, encontramos kVAr/kW = 0,329, ou seja:

kVAr = 0,329 x kW

= 0,329 x 500

==>

kVAr = 164,5

Logo, a quantidade de kVAr a ser instalada para que o fator de potência aumente de 70% para 95% é dada pela diferença entre os kVAr calculados, ou seja:

kVAr (à instalar) = 510 - 164,5

==>

kVAr (à instalar) = 345,5

90
SENAI-PR

29 / 3 x 220 ==> I = 1.32 A redução de kVA é dada então através da diferença entre os kVA: kVA (cos ϕ = 70 % ) .kVA (cos ϕ = 95 % ) = 714.97 3) Supondo a tensão constante.32 Logo. tem-se ==> kVA(de redução) = 187.70 ==> kVA = 714.38 kA I = kVA / 3 x E 91 SENAI-PR .95 ==> kVA = 526.29 kVA (cos ϕ = 95 % ) = kW / cos ϕ = 500 / 0.0004BA0104104 .E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL 2) As potências aparente com cos ϕ = 70 % e cos ϕ = 95 % são : kVA (cos ϕ = 70 % ) = kW / cos ϕ = 500 / 0.29 .32 / 3 x 220 ==> I = 1.87 kA ==> I = 526.526. as correntes antes e depois da instalação dos capacitores são calculadas através das expressões : Para cos ϕ = 70 % : Para cos ϕ = 95 % : I = kVA / 3 x E ==> I = 714.

766 2. kVAr/kVA e kVAr/kW ϕ 92 SENAI-PR .995 0.893 0.000 1.815 0.933 0.883 0.199 0.975 24.53 0.426 0.13 0.912 0.87 0.676 2.161 2.37 0.167 5.898 0.592 2.33 0.62 0.36 0.566 3.201 1.180 3.291 2.733 0.673 0.567 0.65 0.751 0.78 0.479 1.83 0.20 0.55 0.828 1.954 0.768 0.638 0.00 0.38 0.992 1.559 1.903 0.50 0.600 0.14 0.64 0.518 1.785 0.67 0.17 0.067 3.456 0.465 5.05 0.74 0.558 0.251 0.31 0.35 0.395 0.996 0.73 0.58 0.368 0.908 0.32 0.626 0.169 6.045 4.742 0.975 0.429 3.405 1.23 0.961 3.06 0.828 0.000 1.57 0.512 0.714 3.978 0.822 0.994 0.30 0.392 0.72 0.59 0.866 0.475 0.329 0.872 0.627 8.643 1.48 0.600 1.848 0.49 0.683 0.511 2.94 0.89 0.036 9.434 2.07 0.855 0.456 0.980 0.637 19.992 0.073 7.493 0.714 0.66 0.572 0.646 0.882 0.08 0.990 99.10 0.777 0.997 0.12 0.318 49.990 0.363 0.698 0.732 1.233 1.415 0.985 0.63 0.02 0.877 0.540 0.527 0.00 0.982 0.03 0.041 2.70 0.842 0.543 0.76 0.90 0.000 0.650 0.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL TABELA 1 kW/kVA ou cos ϕ kVAr/kVA kVAr/kW kW/kVA ou cos ϕ kVAr/kVA kVAr/kW 1.947 0.792 0.45 0.85 0.273 9.964 0.142 0.929 0.16 0.829 0.333 1.15 0.020 1.25 0.108 1.61 0.46 0.34 0.078 1.930 1.18 0.19 0.861 2.066 12.11 0.878 1.251 16.776 0.957 0.341 0.620 0.04 0.97 0.984 0.936 0.797 6.999 0.361 2.28 0.586 0.873 4.26 0.968 0.231 4.44 0.95 0.993 0.52 0.69 0.368 1.802 0.807 0.441 1.995 RELAÇÃO ENTRE OS VALORES DE : kW/kVA (cos ϕ) .77 0.24 0.687 0.39 0.436 0.613 0.950 11.0004BA0104104 .944 0.593 0.971 0.966 0.81 0.835 0.138 1.760 0.243 0.84 0.999 1.779 1.86 0.51 0.93 0.75 0.591 7.049 1.56 0.79 0.860 0.917 0.47 0.854 0.937 0.82 0.98 0.951 0.980 33.68 0.888 0.510 0.434 4.01 0.656 4.899 5.800 0.973 0.22 0.203 0.169 1.43 0.21 0.985 2.27 0.100 2.300 3.724 0.40 0.724 0.750 0.141 0.60 0.960 0.54 0.99 0.704 0.265 1.694 0.280 0.998 0.80 0.000 0.989 0.909 0.312 0.661 0.71 0.225 2.29 0.88 0.000 1.987 0.96 0.921 0.000 1.41 0.92 0.940 0.09 0.292 0.42 0.925 0.299 1.460 14.91 0.484 0.963 0.672 0.998 0.

E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL 93 SENAI-PR .0004BA0104104 .

0004BA0104104 .E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL 94 SENAI-PR .

44523 0.28996 95 SENAI-PR .79864 0.55431 0.88295 0.92050 0.99985 0.10510 0.70711 CO-SENO 1.55919 0.83867 0.08716 0.05234 0.73135 0.24604 2.64941 0.99619 0.13917 0.80405 1.52992 0.88295 0.30573 0.50953 0.99863 0.35837 0.17365 0.32704 1.97030 0.30902 0.90631 0.55919 0.79864 0.90631 0.50000 0.96569 1.08114 28.11061 1.07237 1.95630 0.10453 0.45399 0.68200 0.97437 0.19081 0.96593 0.00000 0.97815 0.84805 0.22495 0.98769 0.69466 0.67128 6.53171 0.13917 0.87462 0.12187 0.27564 0.96261 2.37461 0.34202 0.64279 0.33148 4.65606 0.51436 11.99452 0.46631 0.03553 1.73135 0.98481 0.95106 0.39073 0.99939 0.54464 0.52992 0.17365 0.27994 1.85717 0.19081 0.60509 2.29237 0.24192 0.48773 0.40674 0.01746 0.57735 0.38386 0.86603 0.01745 0.42447 0.74314 0.75471 0.14054 0.00000 0.00000 CO-SENO 0.36397 0.00000 GRAU 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 SENO 0.40403 0.99985 1.99863 0.03490 0.68200 0.99255 0.35837 0.66428 1.20791 0.51504 0.99756 0.15838 0.19438 0.30067 19.96126 0.93358 0.24192 0.77715 0.83910 0.80902 0.81915 0.99939 0.54464 0.42262 0.64279 0.53986 1.30902 0.57358 0.86929 0.89101 0.90421 3.97030 0.00000 0.62487 0.88073 1.20791 0.43837 0.10453 0.14451 2.76604 0.24933 0.75471 0.77715 0.95106 0.70021 0.61566 0.96126 0.27564 0.91355 0.93969 0.25882 0.99619 0.93252 0.70711 TANGENTE 0.26795 0.89101 0.46947 0.62932 0.95630 0.03490 0.72654 0.96593 0.22495 0.85717 0.15037 1.15643 0.51504 0.97437 0.60033 1.01745 0.14455 5.71934 0.48481 0.76604 0.29237 0.78129 0.06993 0.05030 2.82904 0.12187 0.06976 0.94552 0.48741 3.21256 0.71934 0.99255 0.78801 0.69466 0.34433 0.15643 0.01078 4.93969 0.60182 0.66913 0.31375 7.92718 0.25882 0.83867 0.43005 14.48481 0.28675 0.45399 0.99756 0.27085 3.80978 0.40674 0.05234 0.06976 0.19175 1.08716 0.81915 0.23087 0.98163 0.00000 TANGENTE 1.0004BA0104104 .90040 0.32557 0.80902 0.87462 0.91355 0.48256 1.60182 0.78801 0.17633 0.82904 0.23490 1.61566 0.05241 0.57358 0.94552 0.73205 1.60086 0.65606 0.66913 0.99027 0.98769 0.62932 0.84805 0.37638 1.93358 0.89879 0.89879 0.43837 0.50000 0.39073 0.92718 0.47509 2.11537 8.46947 0.70463 5.63625 57.67451 0.37461 0.75355 0.99452 0.73205 4.14435 9.08749 0.86603 0.35585 2.74748 2.97815 0.58779 0.34202 0.98163 0.42262 0.32557 0.99027 0.58779 0.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS NO TRIÂNGULO RETÂNGULO GRAU 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 SENO 0.92050 0.74314 0.98481 0.32492 0.12278 0.07768 3.42815 1.03492 0.

VOL 1 à 6. 7. Beatriz / Máximo. 9.E LETRICISTA INSTALADOR INDUSTRIAL BIBLIOGRAFIA 1.. Apostilas de Eletrotécnica do Senai. Niskier. Creder.Instalações Elétricas 2 a Edição. São Paulo . Editora LTC . Manual Pirelli de Instalações Elétricas. Rio de Janeiro . Resnick.Eletrodinâmica. 2 a Edição Editora Harbra. Editora LTC. Apostilas da Pirelli.RJ. Alvarenga. Catálogos Técnicos: v v v v v v v Siemens Weg GE Osram Ficap Universal Peletri Catálogo geral de lâmpadas fluorescentes 96 SENAI-PR . Editora Pini. J.SP. Antonio. Física . Rio de Janeiro .RJ. 4. 2. Fundamentos de Física.0004BA0104104 . 8. Curso de Física 3 . Instalações Elétricas 13a Edição. 27 . Apostila Anglo. 6. Instalações Elétricas Residenciais. Hélio. NTC 9-01100 – Fornecimento em tensão secundária de distribuição. Halliday. 5. 3. Júlio / Macintyre. A .

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