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Validação de Limpeza_6 slides

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VALIDAÇÃO?

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Brainstorming

Validação de Limpeza

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APRESENTAÇÃO
Professor Deli Brito Farmacêutico Industrial, 11 anos de experiência no setor industrial, sendo 8 anos no segmento farmacêutico. Atuação nas áreas de: Fabricação, Controle em Processo, Garantia da Qualidade (Qualificação e Validação, Auditorias e Treinamentos). Atuação também na área de P&D, Farmacotécnica e Transferência de Tecnologia. Consultoria técnica de Validação de Sistemas Computadorizados e Qualificação de Infra-Estrutura em diversas empresas farmacêuticas do Brasil e México. Vários cases de Implantação e Validação de Sistemas ERPs, MES, LIMS, WMS, entre outros. Atualmente ocupa a função de Supervisor de Validação da TheraSkin Farmacêutica e atua também como professor de cursos de Pós-Graduação em São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Palestrante de Treinamentos de Gestão da Qualidade e Validação em laboratórios oficiais e empresas de todo o Brasil. Trabalhou empresas como: Novartis, Alcon, Merck Sharp & Dohme e Active IT Pharma. Longa atuação no setor educação e coordenação pedagó.

O que é VALIDAÇÃO?

VALIDAÇÃO é o conjunto de ações realizadas para atestar e documentar que quaisquer processos e sistemas funcionam corretamente e levam aos resultados esperados.
Fonte RDC 17

VANTAGENS
Redução de Perdas Redução de Desvios Confiabilidade no Processo Melhoria Contínua

OBJETIVO DA AULA

↑ VALIDAÇÃO = ↑ QUALIDADE x ↑ NÍVEL DE ATENDIMENTO CUSTOS ↓

VANTAGENS
LOGÍSTICA • PRODUTOS • MATERIAIS • PROCESSOS PRODUÇÃO • INSTALAÇÕES • PESSOAL •EQUIPAMENTOS • UTILIDADES DESENVOLVIMENTO

COMO E PORQUE FAZER

VANTAGENS

A nossa “constituição”

RDC 17

Pode ser realizada através de processos: Físicos/Mecânicos (raspagem. A disponibilidade de tempo e mão-de-obra. Químicos (detergentes ou produtos químicos específicos). Estes colaboradores devem ser conscientizados quanto ao uso de uniformes e equipamentos de segurança (risco potencial dos produtos empregados na limpeza e sanitização). Pessoal de Higienização Uma higienização eficaz contribui para a rentabilidade do negócio. O pessoal envolvido na limpeza. radiação. sujidades. deve receber treinamento adequado e constante. etc. assim como demais colaboradores. vapor).). calor. .Importante para o programa de higienização O item a ser produzido e o tipo de processamento. Nível do elemento ou substância no produto fabricado. temperatura e concentração). Necessidades da empresa e recursos disponíveis (água. agentes de limpeza ou contaminantes. esfregação. energia elétrica. Higienização Limpeza O tipo de equipamento e o material da superfície a ser higienizada. tais como: resíduos de produtos. Por que higienizar? Muitos problemas relacionados à perda de produto e retrabalhos durante o processamento industrial podem ser evitados com a elaboração e implantação de um programa adequado às necessidades de cada empresa. Podendo ser organismo vivo ou não. EVITAR: Contaminação cruzada Contaminação microbiológica e físico-química Sexto Sentido Contaminação Presença de um elemento ou substância estranha. Tipo de produto químico e quantidade (tempo. Higienização Remoção de todos os compostos que não fazem parte da estrutura dos equipamentos ou das superfícies da (Linha).

Desinfecção Ocorre quando a maioria dos microorganismos é destruída. O uso de agentes físicos e químicos remove. Higienização dos Equipamentos Determinada pela natureza do produto fabricado e tipo de superfície. veiculados por qualquer meio.tornando-o incapaz de transmitir partículas infectantes pela sua superfície. EX: fiapos. Luz UV Química: Ozônio e (Iodo. tornando o ambiente. especialmente esporos bacterianos. Ex. Dosar solução detergente ESPOROS Corpos metabolicamente inativos que sobrevivem sob condições adversas em um estado de “repouso” até encontrar condições favoráveis para seu crescimento. manter em bolsas de PE. • Contaminação por partículas não viáveis: são partículas que não têm a capacidade de reproduzir. Não é um ser vivo. incluindo os esporos são completamente destruídos. Princípios gerais: Envase Processo de remoção de microorganismos patogênicos. Drenar solução. pistões. fechadas hermeticamente (1) Cilindros. inativa ou destrói microorganismos patogênicos. Dosar solução sanificante Enxaguar Força mecânica. se necessário Equipamento pronto para uso Higienização dos Equipamentos Descontaminação Determinada pela natureza do produto produzido e tipo de superfície. Desmontar Colocar peças (1) em solução detergente Lavar com força mecânica Enxaguar com água fria Peças prontas para uso Dosar solução sanificante por tempo adequado Enxaguar com água quente Para uso posterior. Princípios gerais: Granel Usar solventes adequados para produtos insolúveis em água DESINFECÇÃO É um agente QUÍMICO (GERMICIDA/DESINFETANTE) que destrói microorganismos. . juntas. etc. Eliminar produto residual Desmontar equipamento Lavar com água quente Enxaguar.: Física: Calor. é um ser vivo. Bromo e Cloro) Definições Importantes ESTERILIZAÇÃO É um processo FÍSICO OU QUÍMICO onde todas as formas do microorganismo vivo. Corresponde apenas as formas patogênicas. mas não necessariamente todos. Tempo de contato. porém é um meio de transporte para os microorganismos. EX: microrganismos. EX: resto de produto anterior no bico de envase. presentes na superfície de um artigo. não destrói necessariamente os esporos.Tipos de Contaminação • Contaminação por partículas viáveis: são partículas que têm a capacidade de reproduzir. • Contaminação cruzada: é a presença de uma substância estranha ao produto que esta sendo fabricado. equipamento ou objetos seguros para manipulação.

vassouras ou escovas. Método de higienização. Demanda mais tempo. equipamento e utensílio. Qualidade da água utilizada na lavagem. O treinamento dos operadores se torna essencial para garantir esta reprodutibilidade. um Escolha correta dos agentes de limpeza e sanitização. bombas e tubulações são desmontados e higienizados com aplicação de produtos puros ou diluídos. seguidos de ação mecânica por esfregação com auxílio de esponjas. O objetivo é remover graxas/óleos e outros contaminantes que podem aderir à superfície do equipamento. Tipos e níveis de contaminação microbiológica. Para sistemas específicos como água purificada. Detergentes são de média a baixa alcalinidade. Higienização Manual Fatores que Influenciam na Higienização Equipamentos.Higienização dos Acessórios Higienização Inicial Recipientes empregados na fabricação Bombas Mangueiras Válvulas Reatores Tanques de estocagem Refere-se a equipamentos novos ou modificados/restaurados. Temperatura máximo de 45ºC. • Higienização utilizando equipamentos spray. • Higienização utilizando circulação de líquido: “cleaning in place” • Higienização automática + manual • Higienização semi-automática • Higienização por remoção do produto: “pig” . pois existe o contato do operador com os produtos químicos. já que envolve número maior de pessoas. de lavagem no • Higienização manual • Higienização por imersão • Higienização utilizando máquinas lava jato. Higienização Manual Os cuidados com a segurança devem ser redobrados. a passivação é parte do procedimento de limpeza inicial. Métodos de Higienização Método é relacionado ao tipo de superfície.

spray ball. bombas centrífugas para recalque e retorno da solução e válvulas para distribuição correta do detergente e/ ou solução que irão promover a limpeza. Desvantagem: custo elevado.2% Higienização Automática Clean in place – CIP Washing in place – WIP Os passos do método de limpeza podem ser programados Vantagem: diminui interferência do operador.PHMB . que são interligados a uma central.Higienização por Imersão Útil para utensílios. » Detergentes são de baixo espuma. Higienização utilizando máquinas a jato Higienização Automática Higienização utilizando circulação de líquido: “cleaning in place” A técnica CIP é realizada em circuito fechado. » Detergentes são de baixa e média alcalinidade » Sanitizantes a base de cloro (Divosan Hypochlorite . Sua concepção básica inclui tanques fabricados em aço inox. Essa central controla vários parâmetros (tempo. » Útil para equipamentos. Higienização Automática Detalhe sistema CIP Fonte: Alfa Laval . » Realizado em alta ou baixa pressão e temperatura. paredes. » Soluções são aspergidas. » Lavagem de tanques devido à pressão » Detergentes são altamente alcalinos. Higienização automática (CIP/WIP) Higienização utilizando equipamentos spray. meio alcalino. Útil nos restaurantes industriais (lavagem de louça em máquinas tipo túnel). partes desmontáveis de equipamentos e tubulações e interior de tanques. com maior reprodutibilidade na execução do procedimento. » Divosan Forte: 15% de ácido peracético » Sanificantes a base de biguanidas: »Vantocil IB (Avecia): poly hexamethylenebiguanide hydrochloride 20% . sendo inviável em algumas empresas. » Temperatura em torno de 60ºC. temperatura e pressão) através de circuitos eletrônicos. Uso: 0. tanques. Circulação de água e produtos químicos através de tubulações e equipamentos .1 a 0. pisos. fosfatos).(limitada compatibilidade com tensoativos aniônicos. mangueiras.Johnson Diversey) ou iodo » Sanitizantes a base de ácido peracético para superfícies duras não porosas.

É o caso das conexões. registros. O "projétil de espuma poliuretana" executará a limpeza interna. O procedimento é disparar o "projétil" de espuma dentro das tubulações. a limpeza manual é intercalada com o sistema CIP para a limpeza da sujidade de difícil remoção. O COP funciona como uma máquina de lavar roupa. Fonte: Packo Higienização Automática CIP Unidade Fixa Higienização por remoção física: “pig” Prepara e complementa a limpeza e a assepsia das tubulações. a redução dos custos com o tratamento dos efluentes.Higienização automática Detalhe sistema CIP Higienização Manual e Automática Em alguns casos. Alguns recipientes são utilizados especialmente para alojar peças que ficam de molho (imersão) em solução química por um determinado tempo. As tubulações. totalmente cheias com produtos ou vazias. a redução do consumo de água (aproximadamente 50%). removendo a seco e em segundos. onde o método por circulação é pouco eficiente. o aumento da qualidade na limpeza interna das tubulações. válvulas. enquanto o restante dos equipamentos é higienizado por circuito fechado. anéis de borracha. tubos e mangueiras estarão prontas para a fase de limpeza. etc. nas chamadas áreas mortas. Fonte: Packo . máquinas de envase e agitadores Fonte: Packo Higienização Automática CIP – Unidade Móvel Higienização semi-automática COP – Clean Open Place: limpeza aberta Consiste numa fusão entre CIP e o processo manual. tubos e mangueiras. a redução do tempo de set-up (aproximadamente 70%). Os benefícios: reaproveitamento dos produtos. tubos ou mangueiras. todos os resíduos/contaminantes existentes.

amidas. . reduzir energia necessária utilizada nas operações de limpeza. superfícies. » Facilidade de enxágüe. » Rápida umectação da superfície suja. Higienização de banheiros. alcalinas ou ácidas Detergente deve promover: » Imediata solubilidade em água na temperatura de lavagem. butilglicol. » Dispersão e suspensão dos glóbulos de sujeira emulsionada. Higienização de pisos. » Não afetar os manipuladores nas condições de uso recomendadas DETERGENTES TIPOS DE DETERGENTES • Detergentes neutros: pH=7. HIGIENIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS Formulações detergentes: neutras. Higienização das mãos. isopropanol. • Tensoativos não iônicos: nonilfenol ou álcool graxo etoxilados. copolímeros ou álcoois graxos etoxilados/ propoxilados. • Composição: •São substâncias ou formulações destinadas a limpeza com características molhantes e penetrantes. paredes e bancadas. •Deslocam resíduos sólidos e líquidos das superfícies por ação saponificante em gorduras. butildiglicol. minimizar efeito sobre as pessoas.PROCEDIMENTOS DE HIGIENIZAÇÃO Higienização dos equipamentos de processamento dos produtos. » Emulsionamento da sujeira. metilparabeno. polímeros. equipamentos. • Detergentes alcalinos: pH de 8 a 14. • Seqüestrantes: EDTA. • Conservantes: formol. » Saponificação de gorduras e neutralização de resíduos ácidos. • Incrementadores de viscosidade: cloreto de sódio. • Veículo: água O DETERGENTE ADEQUADO TIPOS DE DETERGENTES Avanço da industria química desenvolvimento de novos detergentes utilizados para a higienização e processos industriais. sulfato de magnésio. lauril éter sulfato (LESS). aumentar a segurança de uso. otimizar tratamento dos efluentes industriais gerados. isotiazolonas. • Tensoativos aniônicos: alquilbenzeno sulfonato (LAS). » Destinados a remoção de sujidades mais pesadas. Higienização de utensílios. » Abrandamento da água. » Solução de lavagem pode conter 1 a 2% de alcalinidade cáustica/ativa. peptizante em proteínas e dissolvente em minerais. » Moderado a baixo poder espumante. Destinados a remoção de sujidades leves. » Não deve ser corrosivo aos equipamentos nas condições de uso. reduzir do impacto ambiental. • Solventes: etanol.

álcoois graxos EO/ PO » Ácidos: 10 a 20% cítrico ou fosfórico » Hidrótropos: 10 a 30% de xileno ou tolueno sulfonato de sódio ou butildiglicol » Veículo: água. HIGIENIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE PROCESSAMENTO: ENXAGUE • Tipos de Enxágue: • Enxágue com água: potável ou deionizada • Enxágue com produtos químicos: » Usado após lavagens alcalinas ou processos de limpeza onde a sujeira é constituída de resíduos inorgânicos minerais (talco) » É feito como penúltimo ou último enxágüe. alquilpoliglicosídeos. o íon negativo é a forma ativa. • Polímeros catiônicos: poliquaternium 7 (copolímero de acrilamida de cloreto de dialil-dimetil amônio). »Sais de sódio e potássio de ácidos graxos. » É comum a solução de lavagem conter 2% de acidez livre. HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS HIGIENIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE PROCESSAMENTO: ENXAGUE • Tipos de formulações: • É destinado a remoção dos resíduos suspensos e traços de componentes de limpeza. » Tensoativos aniônicos: Ao dissociarem em solução. glucônico (agente complexante). • Pode ser efetuado na temperatura ambiente nos casos de sujidades leves. tripolifosfato. • Composição das formulações: » Tensoativos não iônicos de baixa espuma: 20 a 40% de copolímeros EO/ PO. alcanolamidas. magnésio. MEA. quaternário de amônio. TEA. fosfato trissódico. . • Incrementadores de viscosidade: cloreto de sódio. etanol • Inibidores de corrosão: » Metil. lauril sulfato de sódio (LSS) • Tensoativos anfóteros: cocoamidopropil betaína. precipitam sais que interferem nas operações de limpeza.TIPOS DE DETERGENTES • Detergentes alcalinos: pH de 8 a 14. • Seqüestrante: EDTA. • Veículo: água sulfato de (triclosan). copolímeros. nítrico 20%. álcoois graxos etoxilados/ propoxilados. etil. »Polifosfatos tetrassodicos – podem formar complexos solúveis com cálcio e magnésio. •neutras(pH= 6 a 7. » Tensoativos não iônicos: não ionizam em solução aquosa. metassilicato e carbonato de sódio. • Bactericidas: clorexidina. fosfórico. » Podem ser usados após lavagem alcalina ( auxiliar de enxágüe). xileno ou tolueno sulfonato de sódio. isotiazolonas. metilparabeno. propil ou butilaminas (para ácidos inorgânicos). TIPOS DE DETERGENTES • Detergentes ácidos: pH de 1 a 5 » São utilizados para evitar formação de incrustações minerais. LESS. facilitando a evaporação e limitando o crescimento microbiano. » Alcalinizantes: hidróxido. • Conservantes: formol. entre outros. silicato. Sequatrantes e Quelantes. tricloro hidroxifenil éter ortofenilfenol. • Número de enxágues depende da complexidade da sujeira e da eficiência do enxágue. isopropanol. SDS – dodecil sulfonato de sódio. • Solventes: etanol. • Composição: • Tensoativos não iônicos: nonilfenol ou álcool graxo etoxilados. • Quando possível deve ser efetuado com água quente na temperatura de 60ºC ou acima para remoção de resíduos oleosos e de microorganismos. cítrico • Hidrótropos: butildiglicol. • Ácidos: clorídrico.5) Sabonetes líquidos •degermantes (pH= 5 a 6) •bactericidas(pH= 5 a 7) São líquidos transparentes ou perolados e destinados a remoção de sujidades leves. » Ariltiouréias e tensoativos não iônicos (para ácidos orgânicos) HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS •Composição: • Tensoativos aniônicos: LAS.

Esse nível pode ser avaliado empregando-se cálculos matemáticos extremamente difundidos na indústria farmacêutica. pode-se adicionar gotas de metilorange nessa amostra e a cor deverá estar amarela. presentes no ambiente. ESCOLHA DO AGENTE DE LIMPEZA Limpeza de itens /sujeira removida Incrsutrações por água dura. Turbina rotativas Manual. Possibilidade de cúmulo de resíduos . CIP. » Após lavagem com detergentes ácidos. molho. coloração e pH alcalino ou ácido da água de enxágüe. molho. CIP.HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS PROCEDIMENTOS DE HIGIENIZAÇÃO NA INDÚSTRIA Higienização dos equipamentos após o uso • Número de lavagens: de acordo com os tipos de produtos • Quantidade de água: estabelecer uma matriz que indica a quantidade de água de acordo com o tipo de produto que está sendo fabricado e o produto seguinte.3. depósitos calcáreos e gorduras Resíduos metálicos. Passar água (40 a 50ºC). a qual deve permanecer incolor para indicar que o pH da superfície está abaixo de 8. • Pré-lavagem: drenar o máximo possível o produto (usar sistema “pig”). para caracterizar pH próximo a 7. etc. superfície. A presença de resíduos. ou seja. ultra-som Lavadora. e pigmentos Proteína/ resíduos fermentação e membranas Gorduras e resíduos ácidos incrustrados Gorduras e resíduos ácidos incrustrados Método de limpeza CIP. Produtos corrosivos. CIP.. ESCOLHA DO AGENTE DE LIMPEZA Formulação do produto e solubilidade. Microorganismos resistentes. ultra-som Manual. . Viscosidade e formação de espuma. manchas esbranquiçadas ou coloridas na superfície indica a necessidade de novo enxágüe e em alguns casos a repetição do procedimento de lavagem com detergentes. » Após uso de detergentes alcalinos. • Lavagem com água quente (80ºC) com antiespumante (DC BX2-3035) e sistema “cleaning in place – spray ball” • Sanitização com ácido peracético • Final de semana: reator fica cheio com água/ conservante AVALIAÇÃO DA EFETIVIDADE DO ENXAGUE •Presença de resíduos. adiciona-se gotas de fenolftaleína na água do último enxágüe. » Avaliação da superfície após o enxágüe e até mesmo após a secagem da superfície. sais. molho. após a execução do procedimento de limpeza o equipamento ou área deve estar livre de qualquer sujidade. Compatibilidade do material do equipamento com o agente de limpeza ou sanitizante. Microorganismos nativos. inorgânicos. AVALIAÇÃO DO PROCEDIMENTO DE HIGIENIZAÇÃO Primeiro critério: “visualmente limpo”. ultrasom Manual. indica a necessidade de novo enxágüe. ultra-som Detergente recomendado Acido suave espuma Ácido suave Enzimático Alcalino suave Alcalino baixo teor de espuma / baixo teor Segundo critério: deve-se avaliar o nível de resíduos aceitável do produto anterior no produto subseqüente.

não é corrosivo. clorhexidina. E rodízio de sanitizantes quando necessário. SANITIZAÇÃO APÓS LIMPEZA? A sujeira deve ser removida na limpeza para que o sanitizante entre em contato com a superfície e seja efetivo contra os microorganismos. » Vapor direto é injetado com mangueiras ou injetores e deve ser aplicado próximo à superfície. ambiental da área ou equipamento qual o melhor sanificante para evitar contaminação microbiológica. Pode provocar a dilatação do metal (válvulas). Em tubulações. etc. Concentração indicada pelo fabricante. TIPOS DE SANITIZANTES Sanitizantes físicos: Sanificação com calor úmido (vapor): » Mais eficiente e rápido que o seco. » Destruição da estrutura protéica da parede celular. pH. tricloro hidroxifeniléter.SANITIZAÇÃO Para se determinar o tipo de sanificante a ser empregado é possível avaliar através dos resultados de monitoramento microbiológico TIPOS DE SANIFICANTES Sanificantes químicos: • Tipos: cloro. ácido peracético. formaldeído • Eficiência: varia de acordo com as formulações. o tempo de contato. • Desvantagem: podem não agir contra esporos bacterianos que tornam-se resistentes devido ao uso de produtos químicos em baixas concentrações. . irradiação. Em empresas onde esta flora não é conhecida. » Inibição de sistemas enzimáticos vitais à sobrevivência da célula. ortofenilfenol. embalagens. desorganização dos lipídeos celulares e alteração do RNA e DNA. quaternário de amônio. iodo. Desvantagens: custo elevado e pode provocar a aderência de microorganismos e resíduos nas superfícies (ar quente). peróxido de hidrogênio. » Oxidação de componente celulares. TIPOS DE SANITIZANTES Sanitizantes físicos: • Calor: ar quente. Considerar: Tempo de exposição. vapor e as radiações (ultravioletas). temperaturas. » Atua na membrana citoplasmática da célula por desnaturação protéica. água quente. a temperatura e ajuste do pH. TIPOS DE SANITIZANTES Sanificantes químicos: • Mecanismos de ação: » Alteração da permeabilidade da membrana citoplasmática. armazenamento. aumentando a concentração de uso. Deve ser aumentado a eficiência do sanificante. contaminantes e tipos de microorganismos. vácuo. Vantagens: Atinge toda a superfície. deve-se evitar seções longas (condensação e redução da temperatura). não é seletivo para grupos de microorganismos e não deixa resíduos. é importante sejam escolhidos sanificantes de amplo espectro com que ação microbiológica potente. inativação das enzimas. Sanitização com calor úmido (água quente): Circulação de água a 80ºC por 5 minutos após o enxágüe.

» Não produzir manchas. esporicida. salicilatos. Puro é corrosivo a pele. que não indicadas pelo fornecedor. hipoclorito) virucida Dicloraminas:T. luz solar. proteínas.1-2. Inativa todas as formas vegetativas. cloreto de cetilpiridino) Bactericida e fungicida. age em baixas concentrações. Evitar: Perder atividade em pHs inferiores a 4 e superior a 10. desinfetante de alto nível. elimina esporos e Mycobactérias. aplicação com pano descartável ou borrifado. Uso cirúrgico e tópico. materiais e O ácido peracético é um sanitizante formado. esporocida e fungicida Instrumentais. undecilenico) Bactericida e fungicida Bórico:Uso oftalmico. fosfatos. altas concentrações pode ser corrosivo ao aço inoxidável. Dsinfecção de materiais e superfícies. em sol. não efetivos contra esporos. Atividade: Baixa atividade contra bactérias gram-negativas. A 5% em álcool. PRINCIPAIS SANITIZANTES O hipoclorito de sódio tem propriedades oxidantes. Ativo em baixas concentrações. Para artigos e tecidos. causando esgotamento celular. » Ser inodoro ou ter odor agradável. Baixas toxicidade. Agentes oxidantes (água oxigenada e permanganato de potássio) Bactericida e fungicida Desinfecção de ferida. que aumentam as chances de decomposição e diminuem atividade. bórico. » Apresentar estabilidade química. incolores. sólidos em suspensão tais como cálcio e magnésio. Superfícies e limpeza corpórea.005 – 1% Ação: Interfere nas membrana celulares. mandelico. esporicida e virucida Materiais e superfícies: Higiene bucal (cloreto de cetilpiridino) Concentrações 0. mas poluente ambiental. 1%/10min..Utilizado em desinfecção de água potável. Propilenoglicol) ESPECTRO DE APLICAÇÃO Desinfecção feridas. cloro. por isto.Cloro1%/ 30 mi. Inodoros. Deixam resíduos de difícil remoção. Hipoclorito de sódio 0. branqueantes e desinfetantes.PROPRIEDADES DE UM SANITIZANTE Alta eficiência germicida. devendo ser solúvel em água e nos solventes orgânicos. Cloro: Halogenios e derivados (iodo. Evitar: Variações de tempo. Graxos: (capróico e undecilenico): Uso tópico em 2-10%. Trietilenoglicol. PRINCIPAIS SANITIZANTES PRINCIPAIS SANITIZANTES SANITIZANTE Álccois (Etílico. desinfetante de alto nível. » Não ser tóxico. Amplo espectro e ação contra esporos. de AÇÃO superfícies. tratamento de efluentes.2-1%. Hexaclorofeno: empregado sob a forma de sabão ou em mistura com detergente em concentração até 3%. não irritantes e não corrosivos a maioria dos metais. etc. » Não irritar a pele. Incompatível com detergentes aniônicos. Os quaternários de amônio são tensoativos catiônicos. Sulfúrico diluído: Materiais e superfície. equipamentos pequenos. Glutaraldeído:soluções 2%água/álcool pH 4-8. fungicida. Evitar: Variações de temperatura. Instável em luz e material orgânico. elimina esporos e Mycobactérias. Fenol 0. entendendo-se. intermediário na produção de diversos produtos químicos. Cresol 50%saponificada em óleo vegetal. » Não corroer os metais. Bactericida. Água oxigenada a 3% permanganato em diluição de 1:5000 – 1:2000 Atividade:Tem amplo espectro. . Exposição: 15-30 minutos Materiais e superfícies. Detergentes catiônicos (cloreto de benzalcônio. graxos. Ação: Ruptura de membrana celular e desnaturando proteínas celulares. metais. cloramina. Atividade:Tem amplo espectro. Iodo: em mistura com soluções detergentes catiônicos. ser de efeito rápido e ter amplo espectro antimicrobiano e ação prolongada. Pode atacar borracha e metais. Materiais e superfície(cloro). Timol 30 vezes mais eficiente Fenois e derivados Bactericida e fungicida que o fenol e menos tóxico. isopropilico. produção de água sanitária. Aldeidos e derivados (Glutaraldeído) PRINCIPAIS SANITIZANTES SANITIZANTE ESPECTRO DE APLICAÇÃO AÇÃO PRINCIPAIS SANITIZANTES Ácidos inorgânicos e Orgânicos (sulfúrico. Inativa formas vegetativas e vírus Álcool 70% v/v após limpeza. alterando a permeabilidade e estimulando a glicose. Ação: Age na menbrana celular formando cloraminas tóxicas e desnaturando proteínas celulares.5%.

•Permite amostragem de amplas áreas superficiais. Limitações: •Técnica invasiva. cobre e latão. materiais e vidro. •Sensível de recuperação por tipo de swab. não irritantes e não corrosivos a maioria dos metais. filtros. e ação semelhante ao dos quaternários. desnaturação de proteínas. estria e forma aplicada. . Evapora rapidamente. TÉCNICAS DE AMOSTRAGEM Amostragem direta (Swab): Utilizados a seco ou umedecido em solventes que irão auxiliar na solubilização e remoção física dos resíduos das superfícies. Vantagens: •Fácil. envasadoras. Atividade: Tem amplo espectro. Não é esporicida. tanques. PRINCIPAIS SANITIZANTES TÉCNICAS DE AMOSTRAGEM Análise visual: As Biguanidas tem baixa toxicidade.PRINCIPAIS SANITIZANTES A água oxigenada Desinfetante de alto nível. mas ação maior em gram positivos. Efeito residual menor que ao dos quaternários de amônio. Fácil remoção. utilizada em sistemas de água e equipamentos. principalmente para materiais termo sensíveis. •Difícil acesso em alguns pontos (bicos de envase). tubulações. Ação: Interfere nas membrana celulares. Dissolve gorduras. etc. •Incapaz de detectar a localização do resíduo. Horizontal Vertical Diagonal PRINCIPAIS SANITIZANTES O álcool etílico indicado para superfícies de equipamentos. Evitar: Causa ressecamento de borracha e plásticos. Atividade:São ativos contra bactérias gram positivas. mas ação maior contra bactérias vegetativas. Opaca material acrílico. Evitar: Podem amolecer borracha de má qualidade. Evitar: Corroi zinco. •Volume de rinsagem é critico. Coletada em sacos apropriados. como também parte do monitoramento do procedimento de limpeza. tanto como forma de avaliar a limpeza das superfícies durante a validação. Ação: Ruptura de membrana celular rápida. •Conformidade com as normas de BPF. Baixa ação sobre vírus. causa ruptura da menbarana celular bacteriana. alterando equilíbrio celular e transporte metabólico. Vantagens: •Fácil amostragem. Vantagens: •Adaptável a grande quantidade de superfícies. •Não invasiva. •Pode atingir limites quantitativos. Levar em consideração local.não deixa resíduos. Limitações: •Subjetivo (baixa especificidade). Limitações: •Sensibilidade reduzida. tempo e volume utilizado. •Resíduos podem não estar homogeneamente distribuídos. Ação: Desnaturante proteico. afeta metabolismo e divisão celular. vírus e fungos. sensível e econômico. Inativação depende de tempo. TÉCNICAS DE AMOSTRAGEM Amostragem indireta (Rinsagem): Utiliza água purificada ou água para injeção. •Aplicável a resíduos de ativo(marcador). temperatura e concentração. Agente oxidante. É indicado o tempo mínimo de exposição de 10 minutos. tais como reatores. Baixa toxicidade e fácil manipulação. Amplamente utilizada. •Pode requerer a desmontagem do equipamento. Ótimos umectantes. agentes de limpeza e contaminantes microbiológicos. Atividade: Amplo espectro.

Limpeza parcial: Limpeza realizada geralmente entre lotes do mesmo produto ou de produtos onde subsquente for de maior concentração. O Ideal é a realização da validação de limpeza nos primeiros lotes de fabricação. independente se o subsequente for mesmo produto.Limpeza total ou parcial. cosméticos e hospitalares. corante e essências mais pronunciadas. Lotes em campanha. Pode ser realizada a validação concorrente quando uma linha já tem procedimento estabelecido. Tempo de equipamento sujo: período em que o equipamento permanece sujo aguardando o procedimento de limpeza. ao final de cada lote. lote a lote ou campanha? Limpeza total: Limpeza completa do equipamento. avaliado o risco. Tempo de equipamento sujo e limpo VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Quando? Tempo de equipamento limpo: período em que o equipamento permanece limpo aguardando pela produção. . mas precisa da evidência de sua efetividade. VALIDAÇÃO DE LIMPEZA E SANITIZAÇÃO Economia dos lotes em campanha VALIDAÇÃO DE LIMPEZA 1) 2) 3) 4) 5) 6) Horas do operador Horas de análise Custo de material Diminuição do tempo de set up Aumento de produtividade Redução de custos = > lucro É a evidência documentada que um procedimento de limpeza aprovado vai resultar em equipamentos e linha seguramente limpos para a fabricação de produtos farmacêuticos.

Exigências do cliente .VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Como? 1º Passo: VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Protocolo Objetivo Responsabilidades Descrição do equipamento Procedimentos de limpeza vigente Relação de produtos Intervalo entre o final da fabricação e início da limpeza Pontos de amostragem O procedimento de limpeza deve ser robusto e rico em detalhes Procedimentos analíticos validados para determinação de ativo e agente de limpeza (swab/rinsagem) Procedimentos swab/rinsagem de recuperação de de Preparação de plano (opcional) validação de limpeza e protocolo Método analítico validado Critérios de aceitação VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Como? VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Relatório Componentes descritos no protocolo Resultados de monitoramento 3 processos de limpeza consecutivos e com resultados precisos Desafiar procedimentos de limpeza dentro dos parâmetros (esperados na rotina tina) Medir . conceito de limpeza. quantificar e comparar com os limites estabelecidos Detalhamento de qualquer desvio do protocolo Parâmetros que possam limitar a aplicação do procedimento de limpeza Conclusão e aprovação VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Como? 2º Passo: VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Revisão de Documento Documentação Plano de validação Protocolo Relatório Documentos relacionados a validação Mudança no detergente. tipo de Requerimentos regulatórios.

a passivação é parte do procedimento de limpeza inicial. Riscos Risco de contaminação cruzada Risco de contaminação entre lotes Maiores limites de contaminantes Dedicado Não dedicado X X maior Sim/não menor Sim Contaminação microbiológica Uso de agentes de limpeza VALIDAÇÃO DE LIMPEZA VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Equipamento não dedicado É definido como o equipamento utilizado por produtos com ativos diferentes. Agente de limpeza Microorganismo Equipamento dedicado Ingredientes ativos (marcadores) Agente de limpeza não Produtos de degradação Microorganismos VALIDAÇÃO DE LIMPEZA VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Comparativo Equipamento dedicado É definido como o equipamento utilizado exclusivamente para processar produtos prontos ou intermediários com o mesmo principio ativo. Limpeza Inicial Refere-se a equipamentos novos ou modificados/restaurados.VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Revalidação VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Análises Equipamento Dedicado Mudança nos equipamentos ou linha. . Para sistemas específicos como água purificada. O objetivo é remover graxas/óleos e outros contaminantes que podem aderir à superfície do equipamento. Revisão da regulamentação. Alteração na matriz de limpeza. Alteração de formulação do produto de pior caso.

VALIDAÇÃO DE LIMPEZA VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Estudos Complementares Estudo de lotes em campanha Limpeza total ou parcial Seleção do número de lotes em campanha com base na programação de produção. Adsorção) Concentração e diluição Rota de administração Estudos Complementares Estudo de tempo de equipamento limpo Realizado após o procedimento de limpeza Mesmos pontos da validação de limpeza Verificação de contagem microbiológica / agente de limpeza VALIDAÇÃO DE LIMPEZA VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Estudos Complementares Estudo de tempo de equipamento sujo Realizado após o procedimento produtivo Mesmos pontos da validação de limpeza Verificação de contagem microbiológica / agente de limpeza Determinação do pior caso (Worst Case) Pior Caso: Visando reduzir os trabalhos de validação escolhe-se o pior ou os piores casos que possam dar suporte ao trabalho de validação de limpeza. histórico e necessidade da empresa Análise para contaminantes microbiológicos / agente de limpeza e ativo “Worst Case”Científico: Mais fácil de validar Facilmente explicável e defensável Elimina o potencial de calcular a contaminação de um produto sobre ele mesmo.VALIDAÇÃO DE LIMPEZA VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Determinação do pior caso (Worst Case) Potência e toxicidade Fator de segurança Solubilidade do ativo e solubilidade do produto Estabilidade Características específicas (ex. .

dificuldade de remoção. tipo de formulação. A escolha é baseada em resultados com maior pontuação segundo a avaliação crítica da matriz. solubilidade do produto. VALIDAÇÃO DE LIMPEZA VALIDAÇÃO DE LIMPEZA MATRIZ DE VALIDAÇÃO DETERMINAÇÃO DOS NÍVEIS DE SOLUBILIDADE DOS ATIVOS/SUBTÂNCIAS Obs. etc. A solubilidade e experiência do operador também devem ser utilizadas. Toxicidade (DL50). (Matriz) A tabela deve comparar todos os produtos que utilizem a mesma linha de fabricação. Os parâmetros e tipo de pontuação aplicada fica a critério da empresa. Indicadores para o Worst case Swab TERMO DESCRITIVO SOLUBILIDADE Muito solúvel a livremente solúvel PONTUAÇÃO 5 pontos Rinsagem Inspeção Visual Solúvel Média Solubilidade Insolúvel Solúvel a quase solúvel Levemente solúvel a praticamente insolúvel 20 pontos 35 pontos . : Podem ser utilizadas as tabelas de solubilidade descritas nas farmacopéias brasielira e americana. “Worst Case”Matemático: Calculado Por ser mais conservativo permite mais flexibilidade no futuro Mais fácil de calcular quando muitos produtos estão envolvidos VALIDAÇÃO DE LIMPEZA VALIDAÇÃO DE LIMPEZA MATRIZ DE VALIDAÇÃO Indicadores de Worst case Uma tabela deve ser montada comparando as propriedades dos produtos.VALIDAÇÃO DE LIMPEZA VALIDAÇÃO DE LIMPEZA MATRIZ DE VALIDAÇÃO Deve ser elaborada uma matriz para a escolha do produto de pior caso. frequência de produção concentrações diferentes. Critérios de desempate: solubilidade do ativo. toxicidade e frequencia de produção. quanto a solubilidade do ativo.

pode ser corrosivo. sensibilizante ou genotóxico e/ou muita alta atividade farmacológica Extremamente tóxico.(produzido entre 3 – 5 lotes por ano) Baixa .VALIDAÇÃO DE LIMPEZA MATRIZ DE VALIDAÇÃO DETERMINAÇÃO DOS NÍVEIS DE TOXICIDADE TOXICIDADE Classe 1 DESCRIÇÃO Não é nocivo e nem irritante e/ou apresenta baixa atividade farmacológica Nocivo e pode ser irritante e/ou moderada atividade farmacológica Moderada toxicidade e/ou alta atividade farmacológica Tóxico. pode ser corrosivo. sensibilizante ou genotóxico e/ou extremamente alta atividade farmacológica PONTUAÇÃO 5 pontos VALIDAÇÃO DE LIMPEZA MATRIZ DE VALIDAÇÃO DETERMINAÇÃO DA DIFICULDADE DE REMOÇÃO Classe 2 10 pontos DIFICULDADE DE REMOÇÃO Fácil remoção PONTUAÇÃO 5 10 15 Classe 3 15 pontos Média dificuldade de remoção 20 pontos Classe 4 Difícil remoção Classe 5 25 pontos VALIDAÇÃO DE LIMPEZA MATRIZ DE VALIDAÇÃO DETERMINAÇÃO DOS NÍVEIS DE CONCENTRAÇÃO CONCENTRAÇÃO Maior concentração de ativo/substâncias na formulação Menor concentração de ativo/substâncias na formulação/produto com concentração única PONTUAÇÃO 15 VALIDAÇÃO DE LIMPEZA MATRIZ DE VALIDAÇÃO CARACTERÍSTICAS FINAL DO PRODUTO CARACTERÍSTICA FINAL DO PRODUTO Emulsões base aquosa Shampoo PONTUAÇÃO 5 5 5 10 5 Enxaguatório bucal Emulsões base oleosa VALIDAÇÃO DE LIMPEZA MATRIZ DE VALIDAÇÃO DETERMINAÇÃO DA FREQUENCIA DE PRODUÇÃO ANUAL VALIDAÇÃO DE LIMPEZA ANÁLISE DE RISCO FREQUENCIA DE PRODUÇÃO Alta – (produzido acima de 5 lotes por ano) Média .(produzido entre 1 – 2 lotes por ano) PONTUAÇÃO 15 10 5 .

Fácil de amostrar. científico e documentado. VALIDAÇÃO DE LIMPEZA VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Vantagens do “Rinsagem” Vantagens do “Swab” Adaptável para monitoramento on-line. excipientes. detergentes e microbiológicos. Atinge áreas de difícil acesso. Aplicável a resíduos de ativos. agentes de limpeza. Adaptável a várias superfícies. Seleção dos locais de amostragem é crítica. Pode ser utilizada como única opção em certas circunstâncias.VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Prática . Aplicável para ativos. Desvantagens do “Rinsagem” Não é possível verificar o local correspondente da contaminação. Depende menos da técnica que o swab. Muitas drogas são visíveis entre 1-4 mcg/cm2 Em todas as situações a inspeção visual deve ser utilizada. VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Vantagens do “Rinsagem” Trata-se da rinsagem de uma determinada área com um volume conhecido de diluente. Não é o método preferido para validação de limpeza.Inspeção Visual Detecção de componentes num limite relativamente alto. Não intrusivo. Resultado depende da técnica. Maior superfície amostrada. mas é algumas vezes adequado para alguns tipos de equipamentos onde a amostragem por swab não é possível. Econômico. Dissolve e remove a amostra fisicamente. VALIDAÇÃO DE LIMPEZA VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Desvantagens do “Swab” Uma técnica invasiva que pode introduzir fibras. . O material pode inibir o recovery(recuperação) e a especificidade. O ativo deve ser solúvel no diluente. mas o motivo deve ser claro. Área definida de amostragem. Áreas grandes e de difícil acesso podem impossibilitar o swab.

Alteração do método analítico. presente no limite. O valor mínimo encontrado para todos os swabbings é o valor da eficiência. VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Análise . Desvio do procedimento de limpeza. Deve determinar a eficiência do swab e levar em conta esta eficiência no cálculo.VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Recuperação do swab É a quantidade de substância que o swab e o processo de preparação de amostra podem recuperar. quando a substância está presente como resíduo em uma superfície seca. Recuperação baixa. e 25% do limite). Recomenda-se uma eficiência mínima de 50%.e. O ideal é uma eficiência superior a 70%. 100%. VALIDAÇÃO DE LIMPEZA VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Análise .Recuperação do swab Varia de 30-50 UFC/ cm²a 5 UFC / 25 cm² Fungos Max. Valor acima para um lote. Valores acima para todos os lotes.Recuperação do swab VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Limites microbiológicos para sólidos Sugestão: 6 swabbings da substância. VALIDAÇÃO DE LIMPEZA Limites microbiológicos para sólidos Os equipamentos devem estar qualificados.ANVISA . Este valor é importante no desenvolvimento do método. 50%. Devem ser capazes de demonstrar as amostras que atendem ou não ao protocolo. 2 swabbings para 3 diferentes concentrações (i. Outros desvios. em dois dias separados. NÃO utiliza-se a média. em 2 dias separados. 2/amostra Ausência de: Enterobacteriaceae Pseudomonas aeruginosa Staphylococcus aureus CÁLCULOS DE LIMITES PARA AGENTE DE LIMPEZA Conforme Guia de Garantia da Qualidade . e deve ser validado. O processo de swab pode ser específico para a substância. Geralmente são validados em torno do valor limite.

mas também pelo que deixamos de fazer” Moliére .LeBlanc. 66-74(1998). L1: Limite máximo de contaminante permitido no lote subsequente (mcg/g). neste caso 25 cm2.br -D.A. 22(5).M. superfície do equipamento (mcg/cm2). L3: Limite máximo de contaminante permitido na amostra analisada.gov. AVALIADA INDEPENDENTE DA LIMPEZA. ASE: área total dos equipamentos da rota. VALIDAÇÃO DE LIMPEZA PENSAMENTO E ATITUDE L3 = L2 x Área amostrada Volume Onde: L2: Limite máximo de contaminante permitido por área amostrada. DL50:Toxicidade. 1000: fator de conversão para mcg.. •TGA – 16 de agosto de 2002. “Não somos responsáveis apenas pelo que fazemos.A.Zisman – The Aqueous Cleaning Handbook. www. Equipament cleaning validation: microbial control issues. www.McLaughlin A. M. DOCUMENTAÇÃO DIFERENCIADA. •RE 899 – 29 de maio de 2003. 2003. 1999. •FDA – Guide to inspections of validation of cleaning processes. Área: área compartilhada com uso do gabarito em cm2.br •RDC 17 – 19/04/2010 – www. em cm2.who. 23.anvisa.int •Guia técnico ambiental da industria de higiene pessoal. LeBlanc.2006. •WHO – Techinical report series. •D.C.anvisa. www. nº937. Phamaceutical technology. superfície do equipamento (mcg/cm2). TLPS: Tamanho de lote subseqüente (Kg). Therapeutic good administration. encontrada geralmente nas fichas de segurança e artigos técnicos 2000: Constante empírica VALIDAÇÃO DE LIMPEZA REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS •RDC 348 – 18 de agosto de1997.VALIDAÇÃO DE LIMPEZA NOEL Not Observed Effect Level (Nível de Efeito Não Observado) VALIDAÇÃO DE SANITIZAÇÃO NOEL (L1) = DL50 x Fator Empírico (70Kg OU 12 Kg) 2000 VERIFICAÇÃO DA REDUÇÃO DE CARGA MICROBIOLOGICA. L2 = L1 x TLPS x 1000 ASE Onde: L2: Limite máximo de contaminante permitido por área amostrada. 2000.br •Guias relacionados a Grantia da Qualidade – 31 de outubro de 2006. Appendix3.anvisa.br •ICH – Good manufacturing pratice guideline for active pharmaceutical ingredients – july. perfumaria e cosméticos. •EC Guideline for good drug manufacturing pratice. Cleaning Validation Technologies Journal. Volume: volume de solvente utilizado na recuperação do ativo ou agente de limpeza no swab em mL. Rinse sampling for cleaning validation studies.gov. Annex 4.S.gov. para amostragens realizadas por contato direto (swab).anvisa. www.A.gov.

OBRIGADO PELA ATENÇÃO! DELI BRITO Contatos: deli.com Fones: (11) 7778 0964 / 80151242 ID Nextel: 55*126*70745 Perfil Profissional: http://br.com/in/delibrito 134 .linkedin.brito@live.

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