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CÓDIGO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO - CBPMPR - 2011

CÓDIGO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO - CBPMPR - 2011

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CÓDIGO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO PARANÁ

PREFÁCIO

Não somos heróis, nem anjos, somos apenas pessoas comuns. Assim foram as palavras que inciaram o discurso de um bombeiro em dia festivo. A obra Código de Segurança contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná é o resultado da coletânea de normas atualizadas que tratam sobre projetos complementares, em especial, no que trata sobre a proteção da vida humana contra sinistros e redução dos prejuízos patrimoniais. São novos materiais colocados a disposição da melhores técnicas da construção civil e o avanço nas técnicas de combate a incêndios, testadas a campo e em laboratórios que foram motivos suficientes para aprimorarmos as normas preventivas. O objetivo é facilitar o entendimento da norma,com adoção de um texto de fácil compreensão, o uso de gráficos, tabelas e exemplos que fazem parte do texto deste livro, para conduzir os profissionais de Engenharia e Arquitetura, ao sucesso de seus projetos, lembrando que uma obra nota 10 precisa ter qualidade, conforto e segurança. Esta é uma obra de várias mãos, dela fazem parte o que há de mais moderno no Brasil, nas Instituições Públicas e Privadas, nos Conselhos, nas Entidades de Classe e ousamos compilar códigos de outros países, visando aperfeiçoar este trabalho. O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná sente-se honrado ao dispor desta literatura técnica, almejando que todos possam desfrutar de seus ensinamentos.

Coronel Hercules William Donadello, Comandante do Corpo de Bombeiros.

INTRODUÇÃO A história dos Bombeiros no Brasil começou há 155 anos. E hoje, as mesmas características, os mesmos sentimentos que permearam sua trajetória, ainda estão presentes, como a coragem e abnegação procurando salvar as vidas em perigo e os bens alheios. Foi em 2 de Julho de 1856, através do Decreto Imperial nº 1775, no Rio de Janeiro, que a primeira instituição de Bombeiros oficialmente criada, com a nomeação de Corpo de Bombeiros da Corte. No Estado do Paraná, o Corpo de Bombeiros, teve início na cidade de Curitiba, pela Lei Provincial nº. 679, de 27 de outubro de 1882, que autorizava a sua criação no Corpo Policial do Paraná, com uma Sociedade Teuto-brasileira de Bombeiros voluntários. Visava contemplar a comunidade com um serviço contra incêndios, de caráter supletivo ao Governo do Estado e Município, os quais, em virtude de escassos recursos financeiros, tinham dificuldade para organizarem o departamento contra o fogo. Pela Lei nº 621, de 08 de março de 1906, criou-se uma Companhia de Bombeiros ao Regimento de Segurança com a finalidade especifica de combate a incêndios, sendo novamente autorizada pela Lei nº 752 de 21 de março de 1908. Em 1.912 foi criado o Corpo de Bombeiros do Paraná. Na época, o Presidente da Província Carlos Cavalcanti de Albuquerque apresentou ao Congresso Legislativo do Paraná, um pedido de crédito necessário à criação de um Corpo de Bombeiros na Capital. Organizou-se, assim, pela sanção da Lei nº 1.133, de 23 de março de 1.912, a tão esperada organização. Dia 08 de outubro de 1912 marcou o início das atividades do Corpo de Bombeiros do Paraná, pela leitura da ordem do dia baixada pelo Major Fabriciano do Rego Barros, primeiro comandante da Corporação. O Corpo de Bombeiros do Paraná tem por missão Constitucional a execução de atividades de Defesa Civil, Prevenção e Combate a Incêndio, Buscas, Salvamentos e Socorros Públicos (Art. 48, Constituição Estadual). Na atual estrutura organizacional a 7ª Seção é a responsável pelos assuntos de Segurança Contra Incêndios e Pânico supervisionando o disposto na legislação quanto às medidas de segurança contra incêndios, a instalação de equipamentos e orientação técnica sobre prevenção contra incêndios.

Hoje o Corpo de Bombeiros possui profissionais altamente capacitados em todos os serviços que realiza, devemos buscar sempre o constante aperfeiçoamento individual e coletivo para sempre mantermos com alto índice de aprovação.

"Ser bombeiro não se resume apenas em acumular experiência do cotidiano, mas trazer na alma a sublime vocação de servir". O bombeiro deve ser desprendido, tolerante e persistente. Desconhecer o preconceito, posição social ou a razão do pedido de socorro. Não deve esperar reconhecimento ou gratidão, deve alegrar-se com a satisfação do dever cumprido. Ainda diz mais: “Não forjar heroísmo, não sonegar esforços nem vontade e sacrifícios, empenhar-se na exata medida de suas forças, estar sempre atento e preparado para defender patrimônios e preservar vidas. Primar pelo cumprimento de seu papel social cuja missão é a prestação de serviço à comunidade. Sua fragilidade é limitada pela condição humana, mas sua fortaleza pela proteção Divina. Não é invencível, mas luta com destemor e bravura contra a fúria devastadora do inimigo que não conhece regras. O fogo é surdo, cego e insensível. Portanto, a humildade e o espírito deverão estar presentes em todos que interpretam o ideal de bem servir".

Agradecimentos especiais às seguintes autoridades: Governador do Estado do Paraná Beto Richa Vice-Governador do Paraná Flávio Arns Secretário da Segurança Pública do Paraná Reinaldo de Almeida Cesar Comandante do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Paraná Cel QOBM Hercules William Donadello Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo

CÓDIGO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO - CBMPR

SUMÁRIO
INTRODUÇÃO CÓDIGO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO - CSCIP NPT 001 – Procedimentos administrativos Parte 1 – Processo de vistoria preventiva em estabelecimentos Parte 2 – Plano de segurança contra incêndio e pânico Parte 3 – Comissão técnica de prevenção de incêndios Parte 4 – Termo de compromisso de ajustamento de conduta NPT 002 – Adaptação às normas de segurança contra incêndio – Edificações existentes NPT 003 - Terminologia de segurança contra incêndio NPT 004 - Símbolos gráficos para projetos de segurança contra incêndio e pânico NPT 005 - Segurança contra incêndio - Urbanística NPT 006 - Acesso de viatura na edificação e área de risco NPT 007 - Separação entre edificações - Isolamento de risco NPT 008 - Resistência ao fogo dos elementos de construção NPT 009 - Compartimentação horizontal e vertical NPT 010 - Controle de materiais de acabamento e de revestimento NPT 011 - Saídas de emergência NPT 012 - Centros esportivos e de exibição - Requisitos de segurança contra incêndio NPT 013 - Pressurização de escadas NPT 014 - Carga de incêndio nas edificações e áreas de risco NPT 015 - Controle de fumaça Parte 1 - Requisitos gerais Parte 2 - Conceitos definições e componentes do sistema Parte 3 - Controle de fumaça natural em indústrias, depósitos e áreas de armazenamento em comércios Parte 4 - Controle natural de fumaça demais ocupações - exceto comercial, industrial e depósitos Parte 5 - Controle mecânico de fumaça em edificações horizontais, áreas isoladas em pavimento ou edificações que possuam seus pavimentos isolados Parte 6 - Controle de fumaça, mecânico ou horizontal nas rotas de fuga horizontais e subsolos Parte 7 - Átrios Parte 8 - Aspectos de segurança NPT 016 - Plano de emergência contra incêndio

CÓDIGO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO - CBMPR

SUMÁRIO
NPT 017 - Brigada de incêndio NPT 018 - Iluminação de emergência NPT 019 - Sistema de detecção e alarme de incêndio NPT 020 - Sinalização de emergência NPT 021 - Sistema de proteção por extintores de incêndio NPT 022 - Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndios NPT 023 - Sistema de chuveiros automáticos NPT 024 - Chuveiros automáticos - Depósitos NPT 025 - Segurança contra incêndios para líquidos combustíveis e inflamáveis Parte 1 - Generalidades e requisitos Parte 2 - Armazenamento em tanques estacionários Parte 3 - Armazenamento fracionado Parte 4 - Manipulação NPT 026 - Sistema fixo de gases para combate a incêndio NPT 027 - Armazenamento em silos NPT 028 - Manipulação armazenamento comercialização e utilização de GLP NPT 029 - Comercialização, distribuição e utilização de gás natural NPT 030 - Fogos de artificio NPT 031 - Segurança contra incêndio para heliponto e heliporto NPT 032 - Produtos perigosos em edificações e áreas de risco NPT 033 - Cobertura de sapé, piaçava e similares NPT 034 - Hidrante urbano NPT 035 - Tuneis rodoviários NPT 036 - Patio de containers NPT 037 - Subestação elétrica NPT 038 - Segurança contra incêndio em cozinha industrial NPT 039 - Estabelecimentos destinados a restrição de liberdade NPT 040 - Edificações históricas, museus e instituições culturais com acervos museológicos

ESTADO DO PARANÁ POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ
COMANDO DO CORPO DE BOMBEIROS

Portaria do Comando do Corpo de Bombeiros nº 002/11.
Institui o Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico no âmbito do Corpo de Bombeiros da PMPR. O Comandante do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Paraná, no uso das atribuições que lhe conferem os artigos 28 e 29 do Código da Polícia Militar do Paraná (Lei 1.943 de 23 Jun 54), o Art. 6º, incisos I,II e III, e o Art. 42, parágrafo único da Lei de Organização Básica (Lei nº 16.575 de 28 de setembro de 2010), resolve: Art. 1º - Instituir, no âmbito do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Paraná, o Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico - CSCIP, o qual será regulamentado pelas Normas de Procedimento Técnico – NPT. Art. 2º - Esta Portaria entrará em vigor na data de publicação em Boletim Geral do Comando do Corpo de Bombeiros da PMPR, revogadas quaisquer disposições em contrário em especial a Diretriz nº 001/2001 de 01 de fevereiro de 2001.

Curitiba, Pr, 08 de outubro de 2011.

Cel. QOBM Hercules William Donadello Comandante do CB/PMPR

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ESTADO DO PARANÁ POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ
COMANDO DO CORPO DE BOMBEIROS

CÓDIGO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO – CSCIP CAPÍTULO I Disposições Preliminares Artigo 1º - Este Código dispõe sobre as medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco, atendendo ao previsto no artigo 144 § 5º da Constituição Federal, ao artigo 48 da Constituição Estadual e ao disposto na Lei Estadual nº 16.575 de 28 de setembro de 2010. Artigo 2º - Os objetivos deste Código são: I - proteger a vida dos ocupantes das edificações e áreas de risco, em caso de incêndio; II - dificultar a propagação do incêndio, reduzindo danos ao meio ambiente e ao patrimônio; III - proporcionar meios de controle e extinção do incêndio; IV - dar condições de acesso para as operações do Corpo de Bombeiros; V - proporcionar a continuidade dos serviços nas edificações e áreas de risco. CAPÍTULO II Das Definições Artigo 3º – Para efeito deste Código são adotadas as definições abaixo descritas: I - Altura da Edificação: para fins de exigências das medidas de segurança contra incêndio, é a medida em metros do piso mais baixo ocupado ao piso do último pavimento; para fins de saída de emergência, é a medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída do nível de descarga ao piso do último pavimento, podendo ser ascendente ou descendente. II - Ampliação: é o aumento da área construída da edificação. III - Análise: é o ato de verificação das exigências das medidas de segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco, no plano de segurança contra incêndio e pânico. IV - Andar: é o volume compreendido entre dois pavimentos consecutivos, ou entre o pavimento e o nível superior a sua cobertura. V - Área da Edificação: é o somatório da área a construir e da área construída de uma edificação.
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VI - Áreas de Risco: é o ambiente externo à edificação que contém armazenamento de produtos inflamáveis ou combustíveis, instalações elétricas ou de gás, e similares. VII - Ático: é a parte do volume superior de uma edificação, destinada a abrigar máquinas, piso técnico de elevadores, caixas de água e circulação vertical. VIII - Carga de Incêndio: é a soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis contidos em um espaço, inclusive o revestimento das paredes, divisórias, pisos e tetos. IX - Certificado de Vistoria em Estabelecimento (CVE): é o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Paraná - CBMPR certificando que a edificação está em conformidade com as exigências previstas no CSCIP. X - Comissão Técnica de Prevenção de Incêndio (CTPI): é a comissão técnica instituída pelo Comandante do CBMPR, com o objetivo de analisar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas mais complexas ou apresentarem dúvidas quantos às exigências previstas neste Código. XI - Compartimentação: são medidas de proteção passiva, constituídas de elementos de construção resistentes ao fogo, destinados a evitar ou minimizar a propagação do fogo, calor e gases, interna ou externamente ao edifício, no mesmo pavimento ou para pavimentos elevados consecutivos. XII - Edificação (edifício): é a área construída destinada a abrigar atividade humana ou qualquer instalação, equipamento ou material. XIII - Edificação antiga: edificação que comprovadamente foi construída anteriormente ao ano de 1.976, desde que mantidas as mesmas áreas e ocupações da época de sua construção. XIV - Edificação existente: edificação que tenha sido construída ou possua alvará de construção emitido e aprovado pela prefeitura municipal local anteriormente a vigência deste Código, desde que mantidas as áreas e ocupações constantes do respectivo alvará. XV - Edificação térrea: é a construção de um pavimento, podendo possuir mezaninos cuja somatória de áreas deve ser menor ou igual à terça parte da área do piso de pavimento. XVI - Emergência: é a situação crítica e fortuita que representa perigo à vida, ao meio ambiente e ao patrimônio, decorrente de atividade humana ou fenômeno da natureza que obriga a uma rápida intervenção operacional. XVII - Laudo de Vistoria em Estabelecimento (LVE): é o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Paraná - CBMPR certificando que a construção da edificação foi concluída em conformidade com o plano de segurança contra incêndio e pânico aprovado pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico – SPCIP. XVIII - Medidas de Segurança contra Incêndio: é o conjunto de dispositivos ou sistemas a ser instalados nas edificações e áreas de risco, necessário para evitar o surgimento de um incêndio, limitar sua propagação, possibilitar sua extinção e ainda propiciar a proteção à vida, ao meio ambiente e ao patrimônio.

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XIX - Mezanino: é o pavimento que subdivide parcialmente um andar em dois andares. Será considerado como andar ou pavimento, o mezanino que possuir área maior que um terço (1/3) da área do andar subdividido. XX - Mudança de Ocupação: consiste na alteração de atividade ou uso que resulte na mudança de classificação (Grupo ou Divisão) da edificação ou área de risco, constante da tabela de classificação das ocupações prevista neste Código. XXI - Nível de Descarga: é o nível no qual uma porta externa conduz a um local seguro no exterior. XXII - Norma de Procedimento Administrativo (NPA): é o documento elaborado pelo CBMPR que regulamenta os procedimentos administrativos referentes à segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco. XXIII - Norma de Procedimento Técnico (NPT): é o documento elaborado pelo CBMPR que regulamenta os procedimentos técnicos referentes à segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco; XXIV - Ocupação: é a atividade ou uso da uma edificação. XXV - Ocupação Mista: é a edificação que abriga mais de um tipo de ocupação. XXVI - Ocupação Predominante: é a atividade ou uso principal exercido na edificação. XXVII - Pavimento: é o plano de piso. XXVIII - Pesquisa de Incêndio: consiste na apuração das causas, desenvolvimento e consequências dos incêndios atendidos pelo CBMPR, mediante exame técnico das edificações, materiais e equipamentos, no local ou em laboratório especializado. XXIX - Plano de Segurança contra Incêndio e Pânico: é a documentação que contém os elementos formais exigidos pelo CBMPR na apresentação das medidas de segurança contra incêndio de uma edificação e áreas de risco que devem ser projetadas para avaliação do Serviço de Prevenção de Prevenção Contra Incêndio e Pânico – SPCIP. XXX - Prevenção de Incêndio: é o conjunto de medidas que visam: evitar o incêndio; permitir o abandono seguro dos ocupantes da edificação e áreas de risco; dificultar a propagação do incêndio; proporcionar meios de controle e extinção do incêndio e permitir o acesso para as operações do Corpo de Bombeiros. XXXI - Reforma: são as alterações nas edificações e áreas de risco sem aumento de área construída. XXXII - Reprovação de Estabelecimento (RE): é o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Paraná - CBMPR atestando que a edificação não está em conformidade com as exigências previstas no CSCIP. XXXIII - Responsável Técnico: é o profissional habilitado para elaboração e/ou execução de atividades relacionadas à segurança contra incêndio. XXXIV - Risco Específico: situação que proporciona uma probabilidade aumentada de perigo à edificação, tais como: caldeira, casa de máquinas,
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incineradores, centrais de gás combustível, transformadores, fontes de ignição e outros. XXXV - Piso: é a superfície superior do elemento construtivo horizontal sobre a qual haja previsão de estocagem de materiais ou onde os usuários da edificação tenham acesso irrestrito. XXXVI - Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico (SPCIP): compreende o conjunto de unidades do CBMPR, que têm por finalidade desenvolver as atividades relacionadas à prevenção e proteção contra incêndio nas edificações e áreas de risco, observando-se o cumprimento das exigências estabelecidas neste Código. XXXVII - Segurança contra Incêndio: é o conjunto de ações e recursos internos e externos à edificação e áreas de risco que permite controlar a situação de incêndio. XXXVIII - Subsolo: é o pavimento situado abaixo do perfil do terreno. Não será considerado subsolo o pavimento que possuir ventilação natural para o exterior, com área total superior a 0,006 m² para cada metro cúbico de ar do compartimento, e tiver sua laje de cobertura acima de 1,20 m do perfil do terreno. XXXIX - Termo de Ajustamento de Conduta (TAC): é um ato jurídico pelo qual a pessoa reconhecendo implicitamente que sua conduta ofende interesse difuso ou coletivo, assume o compromisso de eliminar a ofensa através da adequação de seu comportamento às exigências legais. XL - Vistoria: é o ato de verificar o cumprimento das exigências das medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco, em inspeção no local. CAPÍTULO III Da Aplicação Artigo 4º – Ao Corpo de Bombeiros Militar do Paraná, por meio do Serviço de Prevenção contra Incêndios e Pânico, cabe regulamentar, analisar e vistoriar as medidas de segurança contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco, bem como realizar pesquisa de incêndio. Artigo 5º – As exigências de segurança previstas neste Código se aplicam às edificações e áreas de risco no Estado do Paraná, devendo ser observadas, em especial, por ocasião da: I - construção de uma edificação ou área de risco; II - reforma de uma edificação; III - mudança de ocupação ou uso; IV - ampliação de área construída; V - aumento na altura da edificação; VI - regularização das edificações ou áreas de risco.

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§ 1º - Estão excluídas das exigências deste Código: I - edificações de uso residencial exclusivamente unifamiliares; II - residências exclusivamente unifamiliares localizadas no pavimento superior de ocupação mista com até dois pavimentos, e que possuam acessos independentes. § 2º - No caso de edificações e/ou áreas de risco incorporadas que possuam ocupações com riscos de incêndio diferentes, deverá ser obedecido o seguinte critério para a determinação do risco predominante: I - multiplicar a área de cada ocupação pela sua respectiva carga de incêndio específica (qfi) conforme valores definidos na Norma de Procedimento Técnico especifica; II - somar os valores das cargas de incêndio encontradas das diversas ocupações e dividir pela área total da edificação e/ou área de risco; III - o valor encontrado será a carga de incêndio específica do risco predominante, e deverá ser classificado de acordo com a Tabela 3 deste Código. § 3º - Nas ocupações mistas, para as exigências das medidas de segurança contra incêndio a serem implantadas, adota-se o somatório das exigências para cada risco existente, avaliando-se os respectivos usos, as áreas e as alturas, observando ainda: I - áreas de riscos isoladas é permitido efetuar o dimensionamento em separado e peculiar a cada agrupamento de áreas isoladas; II - nas edificações térreas, quando houver parede de compartimentação entre as ocupações mistas, as exigências de chuveiros automáticos, de controle de fumaça e de compartimentação horizontal (de áreas) podem ser determinadas em função de cada ocupação; III - nas edificações com mais de um pavimento, quando houver compartimentação entre as ocupações mistas, as exigências de controle de fumaça e de compartimentação horizontal (de áreas) podem ser determinadas em função de cada ocupação. As áreas destinadas exclusivamente para uso residencial estão isentas do sistema de chuveiros automáticos.

CAPÍTULO IV Do Serviço de Prevenção contra Incêndio e Pânico Artigo 6º – O Serviço de Prevenção contra Incêndios e Pânico – SPCIP, compreende o conjunto de unidades do CBMPR, que têm por finalidade desenvolver as atividades relacionadas à prevenção e proteção contra incêndio nas edificações e áreas de risco, observando-se o cumprimento das exigências estabelecidas neste Código. Artigo 7º – É função do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico – SPCIP: I - realizar pesquisa de incêndio;

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II - regulamentar as medidas de segurança contra incêndio e pânico; III - credenciar seus oficiais e praças; IV - analisar o plano de segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco; V - realizar vistoria nas edificações e áreas de risco; VI - expedir LVE, CVE, RE; VII - cassar LVE e CVE; VIII - emitir consultas técnicas; IX - emitir pareceres técnicos.

CAPÍTULO V Dos Procedimentos Administrativos Artigo 8º – Ao Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico - SPCIP cabe credenciar seus integrantes por meio de cursos ou estágios de capacitação e de treinamento, a fim de realizar as análises e as vistorias das edificações e das áreas de risco. Artigo 9º – O processo de segurança contra incêndio e pânico, que compreende plano de segurança contra incêndio e pânico e solicitações de vistoria, devidamente instruído, inicia-se com o protocolo junto ao SPCIP. § 1º - A Reprovação do Estabelecimento deverá ser motivado, com base na inobservância, pelo interessado, das disposições contidas neste Código e nas Normas de Procedimentos Técnicos – NPT. § 2º - Será emitido Laudo e/ou Certificado de Vistoria do Estabelecimento quando constatado, pelo SPCIP, o atendimento das exigências contidas neste Código e nas Normas de Procedimentos Técnicos – NPT. § 3º - As medidas de segurança contra incêndio devem ser projetadas e executadas por profissionais habilitados. § 4º - O requerente será sempre notificado quanto ao resultado da análise ou da vistoria do processo. Artigo 10º – A liberação da edificação será expedida pelo Corpo de Bombeiros através de LVE e/ou CVE, desde que as edificações e as áreas de risco estejam com suas medidas de segurança contra incêndio executadas de acordo com a regulamentação do CBMPR. § 1º - A vistoria nas edificações e áreas de risco pode ser realizada: I - de ofício; II - mediante solicitação do proprietário, do responsável pelo uso, do responsável técnico ou da autoridade competente.
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§ 2º - Na vistoria, compete ao CBMPR a verificação da execução das medidas de segurança contra incêndio e pânico previstas nas edificações e nas áreas de risco, não se responsabilizando pela instalação, manutenção ou utilização indevida. § 3º - Após a emissão do LVE e/ou CVE, constatada irregularidade nas medidas de segurança contra incêndio previstas neste Código, o CBMPR iniciará procedimento administrativo regular para sua cassação. § 4º - O CVE terá prazo de validade pré-determinado de acordo com a regulamentação do CBMPR. Artigo 11º – Cabe ao CBMPR a expedição da Autorização para Adequação das edificações que efetuarem a solicitação do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que necessitem de ajustamento das medidas de segurança contra incêndio da legislação vigente e que cumprirem as exigências minimas previstas em NPT específica. Artigo 12º – O proprietário, o responsável pelo uso ou o responsável técnico poderão solicitar informações, sobre o andamento do processo ou do pedido de vistoria, ao Serviço de Prevenção contra Incêndios, bem como interpor recursos das decisões proferidas nos processos do Corpo de Bombeiros através de solicitação de Parecer Técnico (PT) em segunda ou terceira instancia. Artigo 13º – A apresentação de norma técnica, ou literatura estrangeira pelo interessado, deverá estar acompanhada de tradução juramentada para a língua portuguesa, a fim de ser verificada sua compatibilidade com os objetivos deste Código. Artigo 14º – Serão objetos de análise por Comissão Técnica os casos que necessitem de soluções técnicas diversas daquelas previstas neste Código, bem como as edificações e as áreas de risco cuja ocupação (uso) não se encontre entre aquelas relacionadas na tabela 1 (classificação das edificações e áreas de risco quanto à ocupação) deste Código. Artigo 15º – Os processos administrativos do SPCIP serão regulamentados, pelo CBMPR, por meio de Norma de Procedimento Técnicos e de Portarias do Comando.

CAPÍTULO VI Das Responsabilidades Artigo 16º – Nas edificações e áreas de risco a serem construídas cabe aos respectivos autores e/ou responsáveis técnicos, o detalhamento técnico dos projetos e instalações das medidas de segurança contra incêndio, objeto deste Código, e ao responsável pela obra, o fiel cumprimento do que foi projetado e das normas técnicas pertinentes. Artigo 17º – Nas edificações e áreas de risco já construídas, é de inteira responsabilidade do proprietário ou do responsável pelo uso, a qualquer título: I - utilizar a edificação de acordo com o uso para o qual foi projetada; II - tomar as providências cabíveis para a adequação da edificação e das áreas de risco às exigências deste Código, quando necessário.
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Artigo 18º – O proprietário do imóvel ou o responsável pelo uso obrigam-se a manter as medidas de segurança contra incêndio em condições de utilização, providenciando sua adequada manutenção, sob pena de cassação do LVE e/ou CVE, independentemente das responsabilidades civis e penais cabíveis.

CAPÍTULO VII Da Altura e Área das Edificações Artigo 19º – Para fins de aplicação deste Código, na mensuração da altura da edificação, não serão considerados: I - os subsolos destinados exclusivamente a áreas técnicas sem aproveitamento para quaisquer atividades ou permanência humana; II - pavimentos superiores destinados, exclusivamente, a áticos, casas de máquinas, barriletes, reservatórios de água e assemelhados; III - mezaninos cuja área não ultrapasse a 1/3 (um terço) da área do pavimento onde se situa; IV - o pavimento superior da unidade duplex do último piso de edificação de uso residencial. Artigo 20º – Para implementação das medidas de segurança contra incêndio, a altura a ser considerada é a definida no inciso I do artigo 3º, combinada com o artigo 19 deste Código. Parágrafo único – Para o dimensionamento das saídas de emergência, as alturas serão consideradas de forma independente, conforme inciso I do artigo 3º, combinada com o artigo 19 deste Código. Artigo 21º – Para fins de aplicação deste Código, no cálculo da área a ser protegida com as medidas de segurança contra incêndio, não serão computados: I - telheiros, com laterais abertas, destinados à proteção de utensílios, caixas d’água, tanques e outras instalações desde que não tenham área superior a 10,0 m2; II - platibandas e beirais de telhado até 3 metros de projeção; III - passagens cobertas, com largura máxima de 3 metros, com laterais abertas, destinadas apenas à circulação de pessoas ou mercadorias; IV - as coberturas de bombas de combustível, praças de pedágio, terminais de passageiros e de quadras poliesportivas desde que não sejam utilizadas para outros fins e sejam abertas lateralmente; V - reservatórios de água; VI - piscinas, banheiros, vestiários e assemelhados, no tocante a sistemas hidráulicos, alarme de incêndio e compartimentação; VII - escadas enclausuradas, incluindo as antecâmaras;
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VIII - dutos de ventilação das saídas de emergência.

CAPÍTULO VIII Da Classificação das Edificações e Áreas de Risco Artigo 22º – Para efeito deste Regulamento, as edificações e áreas de risco são classificadas conforme segue: I - quanto à ocupação: de acordo com a tabela 1 em anexo. II - quanto à altura: de acordo com a tabela 2 em anexo. III - quanto à carga de incêndio: de acordo com a tabela 3 em anexo.

CAPÍTULO IX Das Medidas de Segurança contra Incêndio Artigo 23º – Constituem medidas de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco: I - acesso de viatura na edificação e áreas de risco; II - separação entre edificações; III - resistência ao fogo dos elementos de construção; IV - compartimentação; V - controle de materiais de acabamento; VI - saídas de emergência; VII - elevador de emergência; VIII - controle de fumaça; IX - gerenciamento de risco de incêndio; X - brigada de incêndio; XI - brigada profissional; XII - iluminação de emergência; XIII - detecção automática de incêndio; XIV - alarme de incêndio; XV - sinalização de emergência; XVI - extintores; XVII - hidrante e mangotinhos;
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devem ser atendidas as NPTs elaboradas pelo CBMPR. Artigo 29º – As edificações e áreas de risco devem ter suas instalações elétricas e sistema de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA) executados. 10 . constante das tabelas 4. as edificações e áreas de risco devem atender às exigências contidas neste capítulo e nas tabelas de exigências anexas a este Código.). de acordo com as prescrições das normas brasileiras oficiais e normas das concessionárias dos serviços locais. chamas. Parágrafo único – Consideram-se obrigatórias as medidas de segurança assinaladas com “X” nas tabelas de exigências.) ou ventilação mecânica. Artigo 25º – Cada medida de segurança contra incêndio. soldas. Artigo 28º – Os subsolos das edificações que possuírem ocupações distintas de estacionamento de veículos devem atender também ao contido na tabela 7. janelas. Artigo 27º – Os pavimentos ocupados das edificações devem possuir aberturas para o exterior (por exemplo: portas.resfriamento. § 1º .sistema de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA). 7.controle de fontes de ignição (sistema elétrico. deve obedecer aos parâmetros estabelecidos na NPT respectiva.sistema fixo de gases limpos e dióxido de carbono (CO2).espuma. devem atender às respectivas NPTs do CBMPR. Artigo 26º – Os riscos específicos não abrangidos pelas exigências contidas nas tabelas deste Código. painéis de vidro etc.Para a execução e implantação das medidas de segurança contra incêndio. XXIII .XVIII . devendo ser observadas as ressalvas. XX . XXI . XXII . 6 (6A a 6M). em notas transcritas logo abaixo das referidas tabelas. § 2º . conforme regras estabelecidas na NPT 015 – Controle de Fumaça. CAPÍTULO X Do Cumprimento das Medidas de Segurança contra incêndio Artigo 24º – Na implementação das medidas de segurança contra incêndio. 5. aquecedores etc. XIX .chuveiros automáticos.As medidas de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco devem ser projetadas e executadas visando atender aos objetivos deste Código.

Cel. conforme exigências da tabela 6J. Pr. QOBM Hércules William Donadello Comandante do CB/PMPR 11 . o Código de Prevenção de Incêndios do Corpo de Bombeiros da PMPR instituído pela Diretriz n° 001/2001 de 01 de fevereiro de 2001.Artigo 30º – As edificações e áreas de risco consideradas antigas ou existentes na data da publicação deste Código devem ser adaptadas conforme exigências específicas da tabela 4 deste Código. independente do uso da edificação. de forma a dificultar a propagação do fogo e facilitar as operações de combate a incêndio. bem como corredores internos que proporcionem o fracionamento do risco. Curitiba. ficando revogadas as disposições em contrário e. são consideradas áreas de risco. em especial. CAPÍTULO XI Das Disposições Finais Artigo 32º – Este Código entra em vigor 90 dias após sua publicação. 08 de outubro de 2011. devendo ser fracionadas em lotes e possuir afastamentos dos limites da propriedade. Artigo 31º – As áreas descobertas destinadas ao armazenamento de materiais sólidos combustíveis.

motéis. cabeleireiros. instituições financeiras (que não estejam incluídas em D-2). Escolas profissionais em geral B-1 B Serviço de Hospedagem B-2 Hotel e assemelhado Hotel residencial Comércio com baixa carga de incêndio Comércio com média e alta carga de incêndio Shopping centers C-1 C Comercial C-2 C-3 D-1 Local para prestação de serviço profissional ou condução de negócios Agência bancária Serviço de reparação (exceto os classificados em G-4) Laboratório D Serviço profissional D-2 D-3 D-4 E-1 Escola em geral E-2 E Educacional e cultura física E-3 Escola especial Espaço para cultura física E-4 Centro de treinamento profissional 12 . chaveiros. conventos. mercados e outros Centro de compras em geral (shopping centers) Escritórios administrativos ou técnicos. mosteiros. pensões. casas de fisioterapia e assemelhados. Capacidade máxima de 16 leitos Hotéis. laboratórios químicos. hospedarias.CBMPR TABELA 1 . de línguas. de cultura estrangeira. hotéis residenciais) Artigos de metal. residências geriátricas. louças. segundo e terceiro graus. albergues. escolas religiosas e assemelhados Locais de ensino e/ou práticas de artes marciais. pousadas. pintura de letreiros e outros Laboratórios de análises clínicas sem internação. sauna. casas de cômodos. natação. cursos supletivos e pré-universitário e assemelhados Escolas de artes e artesanato. armarinhos.ANEXOS DO CSCIP . alojamentos. ginástica (artística. artigos hospitalares e outros Edifícios de lojas de departamentos. assistência técnica. Sem arquibancadas. internatos. de cultura geral. dança.CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À OCUPAÇÃO Grupo Ocupação/Uso Divisão A-1 A Residencial A-2 A-3 Descrição Habitação unifamiliar Habitação multifamiliar Habitação coletiva Exemplos Casas térreas ou assobradadas (isoladas e não isoladas) e condomínios horizontais Edifícios de apartamento em geral Pensionatos. repartições públicas. reparação e manutenção de aparelhos eletrodomésticos. flats. futebol e outros que não estejam incluídos em F-3). centros profissionais e assemelhados Agências bancárias e assemelhados Lavanderias. divisão A-3 com mais de 16 leitos Hotéis e assemelhados com cozinha própria nos apartamentos (incluem-se apart-hotéis. supermercados em geral. magazines. galerias comerciais. musculação e outros) esportes coletivos (tênis. fotográficos e assemelhados Escolas de primeiro.

refeitórios. heliponto. sinagogas. piscinas. capelas. Oficinas e garagens de veículos de carga e coletivos. salas de funerais e assemelhados Arenas em geral. boliche e assemelhados Circos e assemelhados Restaurantes. estações de transbordo em geral e assemelhados Teatros em geral. bilhares. galerias de arte. ginásios. portos. cantinas e assemelhados Jardim zoológico. cinemas. lanchonetes. auditórios de estúdios de rádio e televisão. aeroportos. máquinas agrícolas e rodoviárias. templos. autódromos. clínicas e consultórios veterinários e assemelhados (inclui-se alojamento com ou sem adestramento) F-2 F-3 Centro esportivo e de exibição F-4 Local de Reunião de Público F-5 Estação e terminal de passageiro F Arte cênica e auditório F-6 F-7 F-8 F-9 F-10 Clubes sociais e diversão Construção provisória Local para refeição Recreação pública Exposição de objetos ou animais Garagem sem acesso de público e sem abastecimento Garagem com acesso de público e sem abastecimento Local dotado de abastecimento de combustível G-1 G-2 G Serviço automotivo e assemelhados G-3 G-4 Serviço de conservação. estádios. salões de baile. garagens com manobristas Garagens coletivas sem automação. borracharia (sem recauchutagem). retificadoras de motores Abrigos para aeronaves com ou sem abastecimento Hospitais. bares. sambódromos. cemitérios. manutenção e reparos G-5 Serviço de saúde e institucional Hangares Hospital veterinário e assemelhados H H-1 13 . metrô. garagens (exceto veículos de carga e coletivos) Oficinas de conserto de veículos. clubes sociais.TABELA 1 . em geral. Edificações permanentes Garagens automáticas. rodeios. Todos com arquibancadas Estações rodoferroviárias e marítimas. bibliotecas e assemelhados Igrejas. cafés. escolas maternais. óperas. necrotérios. pista de patinação e assemelhados. parques recreativos e assemelhados Salões e salas para exposição de objetos ou animais. restaurantes dançantes. crematórios.Continuação Grupo Ocupação/Uso Divisão E-5 E Educacional e cultura física E-6 F-1 Descrição Pré-escola Escola para portadores de deficiências Local onde há objeto de valor inestimável Local religioso e velório Exemplos Creches. clubes em geral. centro de documentos históricos. jardins de infância Escolas para excepcionais. auditórios em geral e assemelhados Boates. sem abastecimento (exceto veículos de carga e coletivos) Postos de abastecimento e serviço. mesquitas. bingo. deficientes visuais e auditivos e assemelhados Museus. tiro ao alvo.

instrumentos musicais. prisões em geral (casa de detenção. tintas. clínicas com internação. Locais com carga de incêndio superior a 1. espuma sintética. reformatórios. Todos sem celas Hospitais. artigos de metal. armas. consultórios em geral. alimentos. jóias. ferramentas. aparelhos de rádio e som. cimentos. suco de frutas. Todos sem internação Atividades que utilizam pequenas quantidades de materiais combustíveis. prontos-socorros. abrigos geriátricos.TABELA 1 . hospitais psiquiátricos. postos policiais e assemelhados Hospitais psiquiátricos. manicômios. areias. presídios) e instituições assemelhadas. automóveis. metais e outros materiais incombustíveis. gesso. Locais onde a carga de incêndio não chega a 300MJ/m2 Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam médio potencial de incêndio. marcenarias. E assemelhados.200MJ/m2 Locais onde há alto risco de incêndio. orfanatos. móveis. ambulatórios e postos de atendimento de urgência. serralheria. unidades de hemodiálise.200MJ/m2 Depósitos onde a carga de incêndio ultrapassa a 1. ambulatórios e assemelhados. delegacias. pedras. ceras. borracha. fábricas de caixas I-3 Atividades industriais que envolvam inflamáveis.200MJ/m² Comércio em geral de fogos de artifício e assemelhados J-1 Depósitos de material incombustível J Depósito J-2 Todo tipo de Depósito J-3 Todo tipo de Depósito J-4 Todo tipo de Depósito L Explosivo L-1 Comércio 14 . relógios. louças. álcool. reformatórios. Todos com celas Clínicas médicas. máquinas H-2 H-3 Serviço de saúde e institucional Hospital e assemelhado H H-4 Edificações das forças armadas e policiais Local onde a liberdade das pessoas sofre restrições Clínica e consultório médico e odontológico Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam baixo potencial de incêndio.Continuação Grupo Ocupação/Uso Divisão Descrição Local onde pessoas requerem cuidados especiais por limitações físicas ou mentais Exemplos Asilos. processamento de lixo Edificações sem processo industrial que armazenam tijolos. Aço. penitenciárias. Locais com carga de incêndio entre 300 a 1. Todos sem embalagem Depósitos com carga de incêndio até 300MJ/m2 Depósitos com carga de incêndio entre 300 a 1. materiais oxidantes. sabão. bebidas destiladas. postos de saúde e puericultura e assemelhados com internação Quartéis.200 MJ/m² H-5 H-6 I-1 I Indústria I-2 Artigos de vidro. esculturas de pedra. grãos. casa de saúde. tratamento de dependentes de drogas.

Continuação Grupo Ocupação/Uso Divisão L-2 L Explosivo L-3 M-1 Depósito Túnel Depósito de material explosivo Túnel rodoferroviário e marítimo. manipulação. destinados a transporte de passageiros ou cargas diversas Edificação destinada a produção. parque florestal e assemelhados Área aberta destinada a armazenamento de contêineres Descrição Indústria Exemplos Indústria de material explosivo M-2 Líquido ou gás inflamáveis ou combustíveis M-3 M Especial M-4 M-5 M-6 Central de comunicação e energia Propriedade em transformação Silos Terra selvagem M-7 Pátio de contêineres Nota: Edificações não enquadradas nesta Tabela devem observar o artigo 14 deste Código 15 . armazenamento e distribuição de líquidos ou gases inflamáveis ou combustíveis Central telefônica. centrais de transmissão ou de distribuição de energia e assemelhados Locais em construção ou demolição e assemelhados Armazéns de grãos e assemelhados Floresta. centros de comunicação. reserva ecológica.TABELA 1 .

00 m Acima de 30.00 m < H ≤ 12.200MJ/m² Acima de 1.CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES QUANTO À ALTURA Tipo I II III IV V VI Denominação Edificação Térrea Edificação Baixa Edificação de Baixa-Média Altura Edificação de Média Altura Edificação Mediamente Alta Edificação Alta Altura Um pavimento H ≤ 6.00 m 6.CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO A CARGA DE INCÊNDIO Risco Leve Moderado Elevado Carga de incêndio MJ/m2 até 300MJ/m² Entre 300 e 1.00 m < H ≤ 30.TABELA 2 .00 m 23.200MJ/m² TABELA 4 – EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES ANTIGAS E EXISTENTES Tipo Antigas Existentes Exigências NPT 002 e CPI/CB-PMPR (2001) NPT 002 e CPI/CB-PMPR (2001) 16 .00 m 12.00 m < H ≤ 23.00 m TABELA 3 .

F1 e F5 F7 e F8 X X X X X X1 X X X X X X1 F9 e F10 X X X X X1 H IeJ H1. c) d) e) f) g) h) 17 . F6. F4.0m RM / RE . Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. D.ÁREA MENOR QUE 1. H3 e H6 e H5 X X X X X1 X X X X X X1 X X X X X1 L L1 Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Iluminação de Emergência Sinalização de Emergência Extintores Brigada de Incêndio NOTAS ESPECÍFICAS: X X X X X1 X X X X X X1 X X X X X1 X X X X X1 1 .0m F Medidas de Segurança A.TABELA 5 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES RL .Exigido para lotação superior a 100 pessoas. As Divisões L-2 e L-3 somente serão avaliadas pelo Corpo de Bombeiros mediante Comissão Técnica. atender a NPT 030. Depósitos em áreas descobertas. NOTAS GERAIS: a) b) Para o Grupo M (especiais) ver tabelas específicas. E contra Incêndio eG B C F2.ÁREA MENOR QUE 1. Para subsolos ocupados ver Tabela 7. observar as exigências da Tabela 6J. H4 H2. Para a Divisão G-5 (hangares): prever sistema de drenagem de líquidos nos pisos para bacias de contenção à distância.000m2 E/OU ALTURA IGUAL OU INFERIOR A 6. desconsiderar os pavimentos de subsolo quando destinados áreas técnicas sem aproveitamento para quaisquer atividades ou permanência humana. Não é permitido o armazenamento de líquidos combustíveis ou inflamáveis dentro dos hangares. F3. As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. Para a Divisão L-1 (Explosivos). No cômputo de pavimentos.500m2 E/OU ALTURA IGUAL OU INFERIOR A 9.

Para subsolos ocupados ver Tabela 7. com duração mínima de 60 min. As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. 18 .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.TABELA 6A EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “A” RL . 3 . NOTAS GERAIS: a) b) c) d) O pavimento superior da unidade duplex do último piso da edificação não será computado para a altura da edificação. A-3 e Condomínios Residenciais Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X X X X X X³ X X X H≤6 X X X X X X³ X X X 6 < H ≤ 12 X X X X X X³ X X X 12 < H ≤ 23 23 < H ≤ 30 Acima de 30 X X X² X X X X X³ X X X X X X² X X X X X³ X X X X X X² X X1 X X X X X X 1 .Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 80 m. que deve ficar numa portaria com vigilância humana 24 horas e tenha uma fonte autônoma.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça somente nos átrios. 2 .500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.0m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural Contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos NOTAS ESPECÍFICAS: GRUPO A – RESIDENCIAL A-2. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs.Pode ser substituído pelo sistema de interfone. desde que cada apartamento possua um ramal ligado à central.

6 . 3 .Pode ser substituída por sistema de chuveiros automáticos. até 60 metros de altura.0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça GRUPO B – SERVIÇOS DE HOSPEDAGEM B-1 e B-2 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X X X X X X X6 X X X H≤6 X X X1 X X X X X4.0m RM / RE . 8 . exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. detecção de incêndio e chuveiros automáticos.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9. 19 .TABELA 6B EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “B” RL .Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.Os acionadores manuais devem ser instalados nas áreas de circulação. 7 . 4 .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. 5 .Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. adicionalmente.Pode ser substituída por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos.Acima de 60 metros de altura.Os detectores de incêndio devem ser instalados em todos os quartos.Estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviço.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. detecção de incêndio e chuveiros automáticos. adotar as soluções contidas na NPT 009. 2 . sendo que para altura superior deve-se.5 X6 X X X 6 < H ≤ 12 X X X1 X X X X X5 X6 X X X 12 < H ≤ 23 X X X2 X3 X X X X X X6 X X X 23 < H ≤ 30 Acima de 30 X X X2 X3 X X X X X X X6 X X X X X X X X7 X X9 X X X X X6 X X X X X8 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .

TABELA 6B . Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. Para subsolos ocupados ver Tabela 7. NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.Deve haver Elevador de Emergência para altura acima de 60 m.Continuação 9 . 20 .

ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.000m². exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.0m RM / RE .Acima de 60 metros de altura.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.TABELA 6C EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “C” RL .Pode ser substituída por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça.Pode ser substituída por sistema de chuveiros automáticos. 2 .500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO C – COMERCIAL C-1. 6 . detecção de incêndio e chuveiros automáticos. podendo ser dimensionados como sendo padronizados conforme NPT 015.Pode ser substituída por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos.Para edificações de divisão C-3 (shopping centers). 4 .Somente para as áreas de depósitos superiores a 1.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.9 X X X4 X X X5 X X X X X X X2 X3 X X X X X X5 X X X X X X X X2 X10 X X6 X X X X X X X X X X7 Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça NOTAS ESPECÍFICAS: 1 . 3 . 8 .Deve haver controle de fumaça nos átrios.Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m. 9 . 5 . C-2 e C-3 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X X X1 X X X4 X X X5 X X X X H≤6 X X X1 X X X4 X X X5 X X X X 6 < H ≤ 12 X X X2 X X X4 X X X5 X X X X 12 < H ≤ 23 23 < H ≤ 30 Acima de 30 X X X2 X8. 7 . 21 .

sendo que para altura superior deve-se. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.TABELA 6C . até 60 metros de altura. NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. adotar as soluções contidas na NPT 009.Continuação 10 . detecção de incêndio e chuveiros automáticos. 22 .Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. adicionalmente. Para subsolos ocupados ver Tabela 7.

podendo ser dimensionados como sendo padronizados conforme NPT 015.Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m. 4 . 3 .TABELA 6D EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “D” RL .500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.Pode ser substituída por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos.7 X X X X X X X X 23 < H ≤ 30 Acima de 30 X X X2 X3 X X X X X X X X X X X X8 X X5 X4 X X X X X X X X X4 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça. D-2. 6 .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.0m RM / RE .Pode ser substituída por sistema de chuveiros automáticos.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6. 7 .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.Pode ser substituída por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos. 2 .Edificações acima de 60 metros de altura.0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça GRUPO D – SERVIÇOS PROFISSIONAIS D-1. D-3 e D-4 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X X X1 X X X X X X X X H≤6 X X X1 X X X X X X X X 6 < H ≤ 12 X X X1 X X X X X X X X 12 < H ≤ 23 X X X2 X6.Deve haver controle de fumaça nos átrios. 23 . exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. detecção de incêndio e chuveiros automáticos. 5 .

TABELA 6D .Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça. Para subsolos ocupados ver Tabela 7. até 60 metros de altura. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. detecção de incêndio e chuveiros automáticos. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. adicionalmente. sendo que para altura superior deve-se.Continuação 8 . 24 . adotar as soluções contidas na NPT 009.

500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.TABELA 6E EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “E” RL .0m RM / RE .Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça. sendo que para altura superior deve-se. até 60 metros de altura.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. adotar as soluções contidas na NPT 009. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. E-4. 25 .0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO E – EDUCACIONAL E CULTURAL E-1. E-3.A compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. Para subsolos ocupados ver Tabela 7. 2 . NOTAS GERAIS: a) b) c) d) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. Os locais destinados a laboratórios devem ter proteção em função dos produtos utilizados.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. E-2. 3 .Acima de 60 metros de altura. detecção de incêndio e chuveiros automáticos. adicionalmente. E-5 e E-6 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X X X X X X X X X X H≤6 X X X X X X X X X X 6 < H ≤ 12 X X X X X X X X X X 12 < H ≤ 23 X X X1 X X X X X X X X 23 < H ≤ 30 Acima de 30 X X X1 X X X X X X X X X X X X X2 X X3 X X X X X X X X X X4 Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça NOTAS ESPECÍFICAS: 1 . 4 .

ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.TABELA 6F.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9. 5 .0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-1 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H ≤ 6 X X X X X4 X X X X X X X X X X X X4 X X X X X X X F-2 Classificação quanto à altura metros) (em Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Detecção de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça 6 < H 12 < H 23 < H Acima 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 X X X X X4 X X X X X X X X X X2 X X X4 X X X X X X X X X X3 X X X4 X X X X X X X X X X7 X X X4 X X X X X X X X X6 X X X X X4 X X X X X X X X X X X4 X X X X X X X X X X X4 X X X X X X X X X1 X X X4 X X X X X X X X X3 X X X4 X X X X X X X X X X7 X X5 X4 X X X X X X X X6 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .0m RM / RE . compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. adicionalmente.Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m.A compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 4 .Pode ser substituída por sistema de chuveiros automáticos.Somente para locais com público acima de 1000 pessoas.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “F” . 7 .Pode ser substituída por detecção de incêndio e chuveiros automáticos. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.DIVISÃO “F-1” E “F-2” RL .Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça. adotar as soluções contidas na NPT 009. 2 . detecção de incêndio e chuveiros automáticos. até 60 metros de altura. 6 . exceto para as 26 .000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.Acima de 60 metros de altura. sendo que para altura superior deve-se. 3 .

1 . Para subsolos ocupados ver Tabela 7. 27 .TABELA 6F.Continuação NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs.

Nas áreas internas. 3 .Exigido para áreas edificadas superiores a 10. 5 . 6 . detecção de incêndio e chuveiros automáticos. “F-4” E “F-9” RL .2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “F” . cozinhas. verificar exigências conforme o uso ou ocupação específica.Acima de 60 metros de altura.Não exigido nas arquibancadas.. 9 . exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. escritórios. 7 . 2 .000 m².ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. pisos técnicos. Para divisão F-3.Pode ser substituída por controle de fumaça. casa de máquinas etc.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.Somente para a divisão F-3.DIVISÃO “F-3”.Somente para locais com público acima de 1.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.Para os locais onde haja carga de incêndio como depósitos.000 pessoas.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. 8 .0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-3 e F-9 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H ≤ 6 X X X X X4 X X X X X X X X X X X4 X X X X X X F-4 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça 6 < H 12 < H 23 < H Acima 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 X X X X X4 X X X X X X X X X1 X X X4 X X X X X X X7 X X X1 X X X4 X X X X X X X7 X X X X X5 X4 X X X X X X X7 X6 X X X X X3 X X X9 X X X X X8 X X X X X3 X X X9 X X X X X8 X X X X X3 X X X9 X X X X X8 X X X1 X X X3 X X X9 X X X X X8 X X X2 X X X3 X X X9 X X X X X X X X X X5 X X X X9 X X X X X X6 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .A compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 28 .TABELA 6F. verificar também a NPT 012. 4 . Nas áreas internas. e nos locais de reunião onde houver teto ou forro falso com revestimento combustível.0m RM / RE . verificar exigências conforme o uso ou ocupação específica.Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m.

Para subsolos ocupados ver Tabela 7.2 . Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. 29 . F-4 e F-9 terão as medidas de proteção conforme suas respectivas ocupações.TABELA 6F. Os locais de comércio ou atividades distintas das divisões F-3.Continuação NOTAS GERAIS: a) b) c) d) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.

TABELA 6F. 4 . e nos locais de reunião onde houver teto ou forro falso com revestimento combustível. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 2 . 30 .0m RM / RE . pisos técnicos.000 pessoas. “F-6” E “F-8” RL . cozinhas.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.DIVISÃO “F-5”. casa de máquinas etc. detecção de incêndio e chuveiros automáticos. 3 .500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9. escritórios. Para subsolos ocupados ver Tabela 7.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. 6 .0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça NOTAS ESPECÍFICAS: GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-5 e F-6 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H ≤ 6 X X X¹ X X X4 X X X3 X X X X X X X¹ X X X4 X X X3 X X X X F-8 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 23 < H Acima 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 X X X¹ X X X4 X X X3 X X X X X X X¹ X2 X X X4 X X X X X X X X X X X2 X X X4 X X X X X X X X X X X X X X4 X X X X X X X X X6 X X X X X4 X X X X X X X X X X X4 X X X X X X X X X X X4 X X X X X X X X X¹ X2 X X X4 X X X X X X X X X X X2 X X X4 X X X X X X X X X X X X X5 X4 X X X X X X X X X6 1 .Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça. NOTAS GERAIS: a) b) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.3 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “F” .Pode ser substituída por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos.Para os locais onde haja carga de incêndio como depósitos.Acima de 60 metros de altura.Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m.Somente para locais com público acima de 1. 5 .

d) 31 . antes do início de cada evento. a explanação ao público da localização das saídas de emergência. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas Instruções Técnicas. bem como dos sistemas de segurança contra incêndio existentes no local.Continuação c) Nos locais de concentração de público.3 . é obrigatória.TABELA 6F. em especial a NPT 012.

Somente para locais com público acima de 1.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.DIVISÃO “F-7” E “F-10” RL . exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m. 4 .Acima de 60 metros de altura.000 pessoas. 3 .000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.TABELA 6F. 5 . 32 . NOTAS GERAIS: a) b) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. 2 .0m RM / RE .Pode ser substituída por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos.0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça NOTAS ESPECÍFICAS: GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-7 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H ≤ 6 X X X X3 X X X X X X X X3 X X X X F-10 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 23 < H Acima 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 X X X X3 X X X X X X X X3 X X X X X X X X3 X X X X X X X X3 X X X X X X X1 X X X3 X X X X X X X X X1 X X X3 X X X X X X X X X1 X X X3 X X X X X X X X X X1 X2 X X X3 X X X X X X X X X X X2 X X X3 X X X X X X X X X X X X X X4 X3 X X X X X X X X X5 1 .Pode ser substituída por sistema de chuveiros automáticos.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. Para subsolos ocupados ver Tabela 7.4 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “F” .

TABELA 6F.4 . Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs.Continuação c) d) A Divisão F-7 com altura superior a 6 metros será submetida à Comissão Técnica para definição das medidas de Segurança contra incêndio. 33 . em especial a NPT 012.

a no máximo 5 m da saída de emergência.DIVISÃO “G-1” E “G-2” RL . sendo dispensado caso a edificação seja aberta lateralmente.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.TABELA 6G. Para subsolos ocupados ver Tabela 7.Exigido para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.Deve haver pelo menos um acionador manual. 4 . 3 .1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “G” .0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .Acima de 60 metros de altura. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs.Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m. 2 .000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6. NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.0m RM / RE .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-1 e G-2 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X X X X X X X1 X X X H≤6 X X X X X X X1 X X X 6 < H ≤ 12 X X X X X X X1 X X X 12 < H ≤ 23 23 < H ≤ 30 Acima de 30 X X X4 X X X X X1 X X X X X X4 X X X X X1 X X X X X X X4 X X2 X X X X1 X X X X X3 34 . por pavimento.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.

TABELA 6G. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs.DIVISÃO “G-3” E “G-4” RL . NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. por pavimento.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “G” .Pode ser substituída por sistema de chuveiros automáticos. 2 .0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-3 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H ≤ 6 X X X X X X X2 X X X X X X X X X X2 X X X G-4 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça 6 < H 12 < H 23 < H Acima 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 X X X X X X X2 X X X X X X5 X X X X X2 X X X X X X5 X X X X X2 X X X X X X X5 X X3 X X X X2 X X X X X4 X X X1 X X X X X2 X X X X X X1 X X X X X2 X X X X X X1 X X X X X2 X X X X X X1 X5 X X X X X2 X X X X X X1 X5 X X X X X2 X X X X X X X X5 X X3 X X X X2 X X X X X4 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.Acima de 60 metros de altura. a no máximo 5 m da saída de emergência.Exigido para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9. 4 . Para subsolos ocupados ver Tabela 7.0m RM / RE .Deve haver pelo menos um acionador manual.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m. 5 . 3 . 35 .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.

0m RM / RE . podendo ser setorizado.000 m². Deve haver sistema de drenagem de líquidos nos pisos dos hangares para bacias de contenção à distância. 2 . 3 .Não exigido entre 1.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.000 m².000 m².500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9. deve-se interligar ao sistema de detecção automática de incêndio. quando automatizado.000 m² e 2. NOTAS GERAIS: a) b) c) d) e) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. o sistema de espuma deve ser fixo por meio de chuveiros. Para subsolos ocupados ver Tabela 7.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. Para áreas superiores a 5. o sistema de espuma pode ser manual.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.TABELA 6G. Não é permitido o armazenamento de líquidos combustíveis ou inflamáveis dentro dos hangares. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. conforme regras da NPT 021.000 m² e 5. 36 .3 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “G” . tipo dilúvio. Para o dimensionamento ver NPT 023 e NPT 025.0m Grupo de Ocupação e Uso Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Sistema de Espuma X X X X X1 X X X1 X X X2 X X3 Divisão G-5 – HANGARES Classificação quanto à altura (em metros) H≤6 X X X X X X1 X X X X X X2 X X3 6 < H ≤ 12 X X X X X X1 X X X X X X2 X X3 12 < H ≤ 23 X X X X X X1 X X X X X X2 X X3 23 < H ≤ 30 Acima de 30 X X X X X X1 X X X X X X2 X X3 X X X X X X1 X X X X X X2 X X3 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .Prever extintores portáteis e extintores sobrerrodas.Somente para áreas superiores a 5.000 m².DIVISÃO “G-5” RL . Para áreas entre 2.

Acima de 60 metros de altura.Acionadores manuais serão obrigatórios nos corredores.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9. 37 .0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-1 Classificação quanto à altura metros) Térrea H ≤ 6 X X X X X X X2 X X X X X X X X X X2 X X X (em H-2 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça 6 < H 12 < H 23 < H Acima 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 X X X X X X X2 X X X X X X3 X X X X X2 X X X X X X4 X X X X X2 X X X X X X7 X X6 X X X X2 X X X X X6 X X X X X X X X1 X2 X X X X X X X X X X X1 X2 X X X X X X X X X X X1 X2 X X X X X X3 X X X X X X1 X2 X X X X X X4 X X X X X X1 X2 X X X X X X7 X X5 X X X X1 X2 X X X X X6 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 . adotar as soluções contidas na NPT 009. detecção de incêndio e chuveiros automáticos. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.TABELA 6H. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 2 .Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m. adicionalmente.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “H” .Pode ser substituída por sistema detecção de incêndio e chuveiros automáticos.0m RM / RE . detecção de incêndio e chuveiros automáticos.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. 5 . exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 6 . 7 . 3 . até 60 metros de altura. sendo que para altura superior deve-se.DIVISÃO “H-1” E “H-2” RL . 4 .Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.Os detectores deverão ser instalados em todos os quartos.

Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. Para subsolos ocupados ver Tabela 7.1 .Continuação NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.TABELA 6H. 38 .

exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 3 .Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m. detecção de incêndio e chuveiros automáticos.0m RM / RE . 39 .Dispensado nos corredores de circulação.Pode ser substituída por chuveiros automáticos. 4 .Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça.Deve haver Elevador de Emergência.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “H” .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.DIVISÃO “H-3” E “H-4” RL . 5 .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.TABELA 6H. 7 .Acionadores manuais serão obrigatórios nos corredores. 6 .Acima de 60 metros de altura. 2 .0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-3 Classificação Quanto à altura (em metros) Térrea H ≤ 6 X X X X X X X X1 X2 X X X X X X7 X X X X X X1 X2 X X X - H-410 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Plano de Emergência 6 < H 12 < H 23 < H Acima 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 X X X7 X9 X X X X X X1 X2 X X X X X X7 X3 X X X4 X X X1 X2 X X X X X X7 X3 X X X4 X X X1 X2 X X X X X X X8 X X X4 X X X X2 X X X X X6 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X X X8 X X5 X X X X X X X X6 Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .

Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça.Exigido para selagens dos shafts e dutos de instalações. adicionalmente. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.As áreas administrativas devem ser consideradas como D-1 e hotéis de trânsito devem ser enquadrados como B-1. até 60 metros de altura. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. detecção de incêndio e chuveiros automáticos.2 . adotar as soluções contidas na NPT 009. Para subsolos ocupados ver Tabela 7. sendo que para altura superior deve-se. 10 . 40 .TABELA 6H.Continuação 8 . 9 . NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.

000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.Pode ser substituída por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos.DIVISÃO “H-5” E “H-6” RL . prever detecção em todos os quarto.TABELA 6H. 5 . as prisões em geral (Casas de Detenção. se houver. 4 .Acima de 60 metros de altura.Para a Divisão H-5. Presídios etc. Para os hospitais psiquiátricos e assemelhados.Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça.Pode ser substituída por sistema de chuveiros automáticos.9 X X X X X2 X X X X X X X7 X3 X X X X X2 X X X X X X X X10 X X4 X X X X X X X X X5 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .Somente nos quartos.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. 7 . 6 . detecção de incêndio e chuveiros automáticos.0m RM / RE .) não é necessário detecção automática de incêndio.0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-5 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H ≤ 6 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X1 X X X X H-6 Classificação Quanto à altura metros) (em Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça 6 < H 12 < H 23 < H Acima 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X4 X X X X1 X X X X X X5 X X X6 X X X X X2 X X X X X X X6 X X X X X2 X X X X X X X6 X X X X X2 X X X X X X X7 X8.3 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “H” . 3 . 41 . 2 . Penitenciárias.

exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. Para subsolos ocupados ver Tabela 7. 42 . NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. 10 . exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 9 . adotar as soluções contidas na NPT 009.Pode ser substituída por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos.Deverá haver controle de fumaça nos átrios. até 60 metros de altura.Continuação 8 . adicionalmente.3 . Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. sendo que para altura superior deve-se.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça.TABELA 6H. detecção de incêndio e chuveiros automáticos. podendo ser dimensionados como sendo padronizados conforme NPT 015.

43 . 2 . 3 .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.TABELA 6I.0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça NOTAS ESPECÍFICAS: I-1 (Risco Leve) GRUPO I – INDUSTRIAL I-2 (Risco Moderado) Classificação quanto à altura Classificação quanto à altura (em (em metros) metros) 6 < H 12 < H 23 < H Acima 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H ≤ 6 Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 X X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X1 X X X2 X X X X X X X X X3 X X X1 X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X X X X1 X X X2 X X X X X X X X X X3 1 .DIVISÃO “I-1” E “I-2” RL .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m. Para subsolos ocupados ver Tabela 7.Pode ser substituída por sistema de chuveiros automático.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.0m RM / RE . Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs.Acima de 60 metros de altura. NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “H” .

Pode ser substituída por sistema de chuveiros automáticos. 3 . 2 . detecção de incêndio e chuveiros automáticos.DIVISÃO “I-3” RL . Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs.TABELA 6I. Para subsolos ocupados ver Tabela 7. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “I” .0m RM / RE .Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça. 44 .0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça NOTAS ESPECÍFICAS: GRUPO I – INDUSTRIAL I-3 (risco elevado) Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X X X1 X X X X X X X X X H≤6 X X X1 X X X X X X X X X 6 < H ≤ 12 X X X1 X X X X X X X X X 12 < H ≤ 23 X X X1 X3 X X X X X X X X X X X 23 < H ≤ 30 Acima de 30 X X X X3 X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X 1 .Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.

Pode ser substituída por sistema de chuveiros automáticos.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9. Para subsolos ocupados ver Tabela 7.Acima de 60 metros de altura. NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. 45 .000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. detecção de incêndio e chuveiros automáticos. 2 .0m RM / RE .DIVISÃO “J-1” E “J-2” RL .Exigido para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.TABELA 6J. 4 . 3 . Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs.0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO J – DEPÓSITO J-1 (Material Incombustível) Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H ≤ 6 X X X X X X X X X X X X X X X J-2 (Risco Leve) Classificação Quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio 6 < H 12 < H 23 < H Acima 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X4 X X X1 X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X1 X5 X X X X X X X X X X X1 X5 X X X X X X X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X4 Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “J” .Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 5 .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.

equipamentos e máquinas que produzam calor e outras fontes de ignição de 3. 4. 46 . 3. Proteção por extintores. J-3 e J-4).0 m.TABELA 6J.0 m. limite de bombas de combustíveis. Recuos e afastamentos das divisas do lote (terreno): limite do passeio público de 3. separados por corredores entre os lotes com largura mínima de 1.. Proteção por sistema de hidrantes e brigada de incêndio para áreas delimitadas de depósito superiores a 2. limite das divisas laterais e dos fundos de 2. sempre que houver depósito de materiais combustíveis (J-2. serão exigidos nestes locais: 1.5 m. podendo os mesmos ficar agrupados em abrigos nas extremidades do terreno. O depósito deverá estar disposto em lotes máximos de 20 metros de comprimento e largura. com percurso máximo de 50 m.0 m. dispostos em áreas descobertas.500 m². 2.Continuação d) Em qualquer tipo de ocupação.1 .

0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO J – DEPÓSITO J-3 (Risco Moderado) Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H ≤ 6 X X X1 X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X J-4 (Risco Elevado) Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça Acim 6 < H 12 < H 23 < H 6 < H 12 < H 23 < H Acima a de Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 30 X X X1 X X X X X X X X X X X X1 X3 X X X X X X X X X X X X X X1 X3 X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X1 X3 X X X X X X X X X X X X X X1 X3 X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m. NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.TABELA 6J. 47 .2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “J” .000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.Pode ser substituída por sistema de chuveiros automáticos.0m RM / RE . detecção de incêndio e chuveiros automáticos. 3 . 2 . Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. Para subsolos ocupados ver Tabela 7.DIVISÃO “J-3” E “J-4” RL .

podendo os mesmos ficar agrupados em abrigos nas extremidades do terreno.0 m. Recuos e afastamentos das divisas do lote (terreno): limite do passeio público de 3. Proteção por extintores. equipamentos e máquinas que produzam calor e outras fontes de ignição de 3. limite das divisas laterais e dos fundos de 2. separados por corredores entre os lotes com largura mínima de 1.2 .0 m. serão exigidos nestes locais: 1. limite de bombas de combustíveis.0 m. sempre que houver depósito de materiais combustíveis (J-2.Continuação d) Em qualquer tipo de ocupação. 48 .. 4. O depósito deverá estar disposto em lotes máximos de 20 metros de comprimento e largura. com percurso máximo de 50 m. J-3 e J-4).TABELA 6J. 2. 3. Proteção por sistema de hidrantes e brigada de incêndio para áreas delimitadas de depósito superiores a 2. dispostos em áreas descobertas.500 m².5 m.

As instalações elétricas devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. 49 .DIVISÃO “M-1” Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Segurança Estrutural contra Incêndio Saídas de Emergência Controle de Fumaça Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Sistema de Comunicação Sistema de Circuito de TV GRUPO M – ESPECIAIS M-1 TÚNEL Extensão em metros (m) Até 200 X X X X De 200 a 500 X X X X X X X X X De 500 a 1.Túneis acima de 1. NOTAS GERAIS: a) b) c) Atender às exigências e condições particulares para as medidas de segurança contra incêndio de acordo com a NPT 035 (túnel rodoviário). Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs.000¹ X X X X X X X X X X X ( Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .TABELA 6M.000 metros de extensão devem ser regularizados mediante Comissão Técnica.000 X X X X X X X X X X Acima de 1.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO “M” .

comercialização e utilização de GLP) e NPT 029 (Comercialização. NOTAS GERAIS: a) Devem ser verificadas as exigências quanto ao armazenamento e processamento (produção. armazenamento. b) c) 50 . Considera-se para efeito de gases inflamáveis a capacidade total do volume em água que o recipiente pode comportar.TABELA 6M.) constante da NPT 025 (Segurança contra Incêndio para líquidos inflamáveis e combustíveis).DIVISÃO “M-2” QUALQUER ÁREA E ALTURA Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-2 – Líquidos e gases combustíveis e inflamáveis Tanques ou cilindros e Produtos acondicionados processos Líquidos acima Plataforma de Líquidos acima Líquidos até 20 carregamento Líquidos até 20 de 20 m3 ou de 20 m3 ou 3 m³ ou gases até m ou gases até gases acima de gases acima de 10m³ (b) 12.480kg X X X X X X X X X X X X X X X X X X X1 X1 X1 X X X X X X X2 X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Resfriamento Espuma NOTAS ESPECÍFICAS: 1 . manipulação etc. expressa em m³ (metros cúbicos).2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO “M” .Somente para líquidos inflamáveis e combustíveis. conforme exigências da NPT 025 (proteção para líquidos inflamáveis e combustíveis). As instalações elétricas e SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.Luminárias à prova de explosão.480kg 10m³ (b) 12. 2 . distribuição e utilização de gás natural). NPT 028 (Manipulação.

DIVISÃO “M-3” RL . NOTAS GERAIS: a) b) c) d) Para as subestações elétricas deve-se observar também os critérios da NPT 037 (subestação elétrica).500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: GRUPO M – ESPECIAIS M-3 – Centrais de Comunicação e Energia Classificação Quanto à altura (em metros) Térrea X X X X X X X X X X X H≤6 X X X X X X X X X X X 6 < H ≤ 12 X X X X X X X X X X X X 12 < H ≤ 23 23 < H ≤ 30 Acima de 30 X X X X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X X X X 1 . Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. 51 . Para subsolos ocupados ver Tabela 7.0m RM / RE .TABELA 6M. através de supressão total do ambiente. As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.3 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “M” .O sistema de chuveiros automáticos para a divisão M-3 pode ser substituído por sistema de gases.

TABELA 6M. deve-se também verificar as exigências particulares para cada ocupação.0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores NOTAS ESPECÍFICAS: GRUPO M – ESPECIAIS M-4 e M-7 Classificação quanto à altura (em metros) M-4 (qualquer altura) X X1 X X X M-7 (térreo – áreas externas) X X1 X X X 1 . Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. Casos específicos. As áreas a serem consideradas para M-7 são as áreas dos terrenos abertos (lotes) onde há depósito de contêineres.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.0m RM / RE .4 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “M” . Quando houver edificação (construção) dentro do terreno das áreas de riscos.DIVISÃO “M-4” E “M-7” RL . NOTAS GERAIS: a) b) c) d) e) Observar também as exigências da NPT 036 (pátio de contêiner).000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.Para M-4: aceitam-se as próprias saídas da edificação. adotar Comissão Técnica. podendo as escadas ser do tipo NE. Para M-7: aceitam-se os arruamentos entre as quadras de armazenamento (vide NPT 036 . 52 . As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.pátio de contêiner).

4 .DIVISÃO “M-5” Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Controle de Temperatura Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fontes de Ignição Controle de “Pós” SPDA NOTAS ESPECÍFICAS: 1 . 2 . Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs.Somente para as áreas de circulação. Para subsolos ocupados ver Tabela 7. 3 .Áreas de risco que possuam mais de um depósito de silagem. GRUPO M – ESPECIAIS M-5 (silos. As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.5 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO “M” .Nas áreas com acúmulo de pós. armazenamento de grãos) Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X X X1 X X2 X3 X X X X3 X3 X4 X4 X H≤6 X X X1 X X2 X3 X X X X3 X3 X4 X4 X 6 < H ≤ 12 X X X1 X X2 X3 X X X X3 X3 X4 X4 X 12 < H ≤ 23 X X X1 X X2 X3 X X X X3 X3 X4 X4 X 23 < H ≤ 30 Acima de 30 X X X1 X X2 X3 X X X X3 X3 X4 X4 X X X X1 X X2 X3 X X X X3 X3 X4 X4 X 53 .TABELA 6M. NOTAS GERAIS: a) b) c) d) Observar ainda as exigências particulares da NPT 027 (armazenamento em silos).Observar regras e condições particulares para essa medida na NPT 027 (armazenamento em silos).

F-2. ou Controle de fumaça. Ambientes subdividos1 com área máxima até 50m² e detecção automática de incêndio em todo o subsolo. ou Controle de fumaça. ou Chuveiros automáticos2 de resposta rápida no depósito. Detecção automática de incêndio nos ambientes ocupados e exaustão 4. Detecção automática de incêndio em todo o subsolo. detecção automática de incêndio no depósito e exaustão4. exaustão4 e duas saídas de emergência ou Chuveiros automáticos3 de resposta rápida em todo o subsolo e exaustão4. ou Ambientes subdividos1 com área máxima até 50m². Depósitos individuais1 com área máxima até 5m² cada. ou Detecção automática de incêndio em todo o subsolo e exaustão4 ou Chuveiros automáticos3 de resposta rápida em todo o subsolo e exaustão4. ou Chuveiros automáticos3 de resposta rápida nos ambientes ocupados e exaustão 4. ou Chuveiros automáticos3 de resposta rápida no depósito e exaustão4 ou Controle de fumaça. exaustão4 e duas saídas de emergência em lados opostos. F-6. F-3. F-6. com área máxima até 5m² cada. Ambientes subdividos1 com área máxima até 50m² e detecção automática de incêndio nos ambientes ocupados. F-3. F-5. F-10 • • • • Outras ocupações • • • • No Primeiro ou Segundo Subsolo Entre 100 e 250 Depósito • • Divisões F-1. ou Chuveiros automáticos3 de resposta rápida em todo subsolo. ou Chuveiros automáticos2 de resposta rápida nos ambientes ocupados. F-6. F-5. ou Controle de fumaça. Detecção automática de incêndio em todo o subsolo. F-3. F-5. Depósitos individuais1. ou Depósitos individuais1 com área máxima até 25m² cada e detecção automática de incêndio no depósito. ou Controle de fumaça. Entre 50 e 100 Divisões F-1. em edificações residenciais. ou Chuveiros automáticos3 de resposta rápida em todo o subsolo e exaustão4. F-2. ou Controle de fumaça. ou Controle de fumaça.TABELA 7 EXIGÊNCIAS ADICIONAIS PARA OCUPAÇÕES EM SUBSOLOS DIFERENTES DE ESTACIONAMENTO Área ocupada (m²) no(s) subsolo(s) Ocupação do subsolo • Medidas de segurança adicionais no subsolo Até 50 Todas Sem exigências adicionais Depósito • • • • Depósitos individuais1 com área máxima até 5m² cada. F-10 • • • • Outras ocupações • • • Depósito5 • • Entre 250 e 500 Divisões F-1. F-2. F-10 • • • • 54 . ou Controle de fumaça.

ou Controle de fumaça. Depósitos individuais1. ou Chuveiros automáticos3 de resposta rápida e detecção automática de incêndio. com área máxima até 5m² cada. não há necessidade de trocar os bicos de projeto por bicos de resposta rápida. Detecção automática de incêndio nos ambientes ocupados e exaustão4. com área máxima até 5m² cada. Chuveiros automáticos3 de resposta rápida e detecção automática de incêndio. exaustão4 e duas saídas de emergência ou Chuveiros automáticos3 de resposta rápida em todo o subsolo e exaustão4. ou Controle de fumaça. duas saídas de emergência em lados opostos e controle de fumaça. em todo o subsolo.Exaustão natural ou mecânica nos ambientes ocupados conforme estabelecido na NPT 015 (Controle de fumaça). no mínimo. ou Controle de fumaça.Somente depósitos situados em edificações residenciais. Havendo chuveiros automáticos instalados no edifício. F-3. 4 .Pode ser interligado à rede de hidrantes pressurizada. em todo o subsolo. 5 . ou Chuveiros automáticos2 de resposta rápida nos ambientes ocupados e exaustão4. Detecção automática de incêndio em todo o subsolo. 3 . • • • Depósito5 Acima de 500 Outras ocupações • • • • • • Depósito Divisões Até 100 F-1.Continuação Área ocupada (m²) no(s) subsolo(s) Ocupação do subsolo Medidas de segurança adicionais no subsolo • Entre 250 e 500 No Primeiro ou Segundo Subsolo Outras ocupações Detecção automática de incêndio em todo o subsolo e exaustão4 ou Chuveiros automáticos3 de resposta rápida em todo o subsolo e exaustão4. ou Chuveiros automáticos2 de resposta rápida no depósito. em edificações residenciais. F-2. duas saídas de emergência em lados opostos e controle Depósitos individuais1 com área máxima até 5m² cada. 55 . Chuveiros automáticos3 de resposta rápida e detecção automática de incêndio. utilizando-se da bomba e da reserva de incêndio dimensionada para o sistema de hidrantes. F-6. 2 . entretanto a bomba de incêndio deve ser dimensionada considerando o funcionamento simultâneo de seis bicos e um hidrante. Depósitos individuais1. utilizando-se da reserva de incêndio dimensionada para o sistema de hidrantes. em edificações residenciais. ou Controle de fumaça.TABELA 7 . ou Chuveiros automáticos3 de resposta rápida e detecção automática de incêndio.As paredes dos compartimentos devem ser construídas com material resistente ao fogo por 60 minutos. duas saídas de emergência em lados opostos e controle de fumaça. em todo o subsolo. em todo o subsolo. F-10 • • • Nos Demais Subsolos • Outras ocupações • • • Depósito5 Acima de 100 Outras ocupações • • NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .Pode ser interligado à rede de hidrantes pressurizada. duas saídas de emergência em lados opostos e controle de fumaça. F-5. ou Depósitos individuais1 com área máxima até 25m² cada e detecção automática de incêndio no depósito.

lavagem de autos. as exigências desta tabela poderão ser consideradas individualmente para cada compartimento. motogerador) e assemelhados. se houver compartimentação de acordo com a NPT 009 entre os ambientes. Além do contido neste Código. áreas técnicas não habitadas (elétrica. Para área total ocupada de até 500 m².Continuação NOTAS GERAIS: a) Ocupações permitidas nos subsolos (qualquer nível) sem necessidade de medidas adicionais: garagem de veículos. lógica. vestiários até 100m². b) c) d) e) 56 . telefonia. O sistema de controle de fumaça será considerado para os ambientes ocupados. banheiros. Entende-se por medidas adicionais àquelas complementares às exigências prescritas ao edifício. os subsolos devem também atender às exigências contidas nos respectivos Códigos de Obras Municipais.TABELA 7 . principalmente quanto à salubridade e ventilação.

Planta de instalação e ocupação temporária 1 OBJETIVO Estabelecer no âmbito do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná .Termo de compromisso do proprietário E . ou outro ente. 2 APLICAÇÃO Aplica-se a todos os procedimentos junto ao serviço de prevenção contra incêndio e pânico quanto aos processos de vistoria em estabelecimentos e áreas de risco.Processo de vistoria preventiva em estabelecimentos CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 25 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 Objetivo Aplicação Referências normativas e bibliográficas Definições Procedimentos gerais Procedimentos específicos Disposições finais e transitórias ANEXOS A .Exemplo de cálculo da taxa de vistoria em estabelecimentos C .Atestado de brigada de incêndio D .NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 001 Procedimentos administrativos Parte 1 .Declaração de edificação desabitada G .Termo de responsabilidade das saídas de emergência F . 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS 1 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . critérios aplicáveis em todo o estado para os procedimentos junto ao serviço de prevenção contra incêndio e pânico quanto aos processos de vistoria em estabelecimentos e áreas de risco.CBMPR. sejam advindos dos servidores. contribuintes.Fluxograma do processo de vistoria em estabelecimentos B .

saúde ou educação. 4.976. por meio dos guichês de caixa.598. a maior articulação inter sistemas.  Lei n° 13.  Lei n° 11. de 14 de Dezembro de 2006. de 29 de Janeiro de 1999. que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal. que institui o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte.1 CEBAS . após gerada pelo Sistema PREVFOGO deve ser quitada junto a rede bancária contratada pelo Estado do Paraná. é o documento utilizado para o recolhimento das taxas devidas ao CBMPR.567. cria a Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios .REDESIM .2 CNAE. 4 DEFINIÇÕES 4. 4.784.4 FAT . internet e outros meios que 2 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . com competência para examinar. que cria o F undo Estadual do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná – FUNCB. 9 de Setembro de 2010. que altera o a nexo único da Lei 13. 4. ainda.3 CONCLA . pautado na racionalidade e eficiência dos atos praticados pelo serviço de prevenção contra incêndio e pânico e por terceiros junto a este serviço. sendo aceito pelo CBMPR como reconhecimento do Poder Público para as instituições de assistência social sem fins lucrativos. de 7 Janeiro de 2004.  Lei Complementar n° 123. aprovar. de 3 de Dezembro de 2007.  Lei 16. Conterá questionamentos específicos de terceiros ao SPCIP local. além de outras providencias. possibilitando.5 GR-PR: A Guia de Recolhimento do Estado do Paraná. sem fins lucrativos.  Lei n° 14.Formulário para Atendimento Técnico: É o documento que estrutura o serviço de saneamento de dúvidas. terminais de auto-atendimento.Classificação Nacional das Atividades Econômicas: A CNAE é uma classificação usada com o objetivo de padronizar os códigos de identificação das unidades produtivas do país nos cadastros e registros da administração pública nas três esferas de governo.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1  Lei n° 9.976/2002. que estabe lece diretrizes e procedimentos para a simplificação e integração do processo de registro e legalização de empresários e de pessoas jurídicas.Comissão Nacional de Classificação: Órgão colegiado diretamente subordinado ao Ministério do Planejamento. contribuindo para a melhoria da qualidade dos sistemas de informação que dão suporte às decisões e ações do Estado. que prestem serviços nas áreas de assistência social.Certificação de Entidade Beneficente de Assistência Social: A Certificação de Entidade Beneficente de Assistência Social é o documento que será concedido às pessoas jurídicas de direito privado. de 26 Dezembro de 2002. e expedir ato formalizando as classificações econômicas da CNAE.278. que institui normas gerais para a execução de atividades concernentes à prevenção e combate a incêndio. ou do SPCIP local à Sétima Seção de Estado Maior BM/7. 4. Orçamento e Gestão.

5 PROCEDIMENTOS GERAIS 5.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 venham a ser disponibilizados pelos bancos contratados.8 SICNAS . 4.6 Informações sensíveis: Assuntos de interesse corporativo. 4.Sistema de Informação do Conselho Nacional de Assistência Social: Sistema de Informação do Conselho Nacional de Assistência Social foi concebido como uma aplicação para a internet.3 Da administração dos processos: 3 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . 4.11 SPCIP . e contêm os subsistemas de Vistorias. 4.Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico: O SPCIP compreende o conjunto de Unidades do Corpo de Bombeiros Militar. que têm por finalidade desenvolver as atividades relacionadas à prevenção e proteção contra incêndio nas edificações e áreas de risco.10 Sistema PREVFOGO: Sistema de gerenciamento eletrônico de documentos que gerencia os procedimentos administrativos do serviço de prevenção contra incêndio e pânico. Relatório Gerenciais. observando-se o cumprimento das exigências estabelecidas no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do CBMPR.2 Os atos gerais descritos nesta norma subsidiarão eventual omissão em procedimentos específicos. objetivando tornar públicas as informações referentes à situação e tramitação de processos junto ao Conselho. 4. conforme regulamentação própria. e outros que vierem a ser acrescentados a estes conforme as necessidades do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.1 Os procedimentos administrativos junto ao serviço de prevenção contra incêndio e pânico referentes aos processos de vistorias em estabelecimentos e áreas de risco obedecerão o disposto nesta Norma de Procedimento Técnico. Expedição de Documentos.9 SIMEI: Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos Abrangidos pelo Simples Nacional. Análise de Projetos. 5. 5.Número Interno do Bombeiro: É o número que identifica os processos individualizando-os no âmbito do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. que não devem ser divulgados ou devem ser tratados com discrição devido a possibilidade de produção de impressões morais. consiste em uma sequência única para todos os tipos de processos. Produtos Perigosos. não sendo admitida qualquer outra sequência como protocolo.7 NIB . devidos pelo Microempreendedor Individual (MEI). 4.

9 Os documentos emitidos pelo Sistema PREVFOGO possuirão como referência o título. 5.5 Incluem-se nos cadastros do Sistema PREVFOGO os entes isentos de pagamento das taxas criadas pelo Art.3. referentes à prevenção contra incêndio e pânico.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 5. o NIB e o ano em que foram emitidos.14 Serão admitidas modificações e atualizações dos códigos e descrições do CNAE somente quando resultantes de ato normativo da Comissão Nacional de Classificação . mesmo que os processos destes entes possuam norma com rito específico.4. 4 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . 5. 5.BM/7 a administração dos procedimentos relacionados à prevenção contra incêndio e pânico no Estado do Paraná. e emitida por meio do Sistema PREVFOGO.3 Todos os processos serão controlados eletronicamente por meio do cadastro no Sistema PREVFOGO. prestados pelo Corpo de Bombeiros Militar do Parana terão seus processos identificados pelo Número Interno no Bombeiro . além do recurso inicial diretamente à chefia da unidade responsável pela execução ou disponibilização dos serviços.3. conforme o rito da Lei n° 15.637. 2° da Lei n° 13. de 26 de dezembro de 2002.976.3.3. 5. 5.3.3.3.10 Incluem-se no cadastro único os processos gerenciados por meio do Sistema PREVFOGO.3. Orçamento e Gestão.3.3. subordinada ao Ministério do Planejamento. .6 Todos os serviços. de 2002. e não se altera nas renovações das certificações ou atualizações de dados cadastrais.3. outras unidades relacionadas à prevenção contra incêndio e pânico poderão administrar os procedimentos gerados em sua área de competência.1 Compete à Sétima Seção de Estado Maior .3.11 A arrecadação será através de GR-PR com numeração específica para cada fato gerador.4 O Sistema PREVFOGO fará a gestão eletrônica das informações cadastrais dos entes elencados no Art. 5.CONCLA. distinguindose inclusive os valores complementares. e outros códigos gerados pelo Sistema PREVFOGO para validação. e os não e lencados como contribuinte quando fiscalizados. 5. 3°. 5.2 Excepcionalmente. serão necessários para consultas a processos via internet. 5. 5.CNAE.12 O Sistema PREVFOGO controlará também o processo Administrativo Fiscal de Instrução Probatória relativo ao rito de cobrança administrativa das GR-PR.976. de 2 de outub ro de 2007. 5. 5.NIB. qu e cria o Fundo Estadual do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná – FUNCB.7 O NIB.8 O cadastro único do contribuinte é identificado pelo NIB.3.13 As atividades econômicas inseridas no cadastro serão obrigatoriamente as contidas na Classificação Nacional das Atividades Econômicas .1 Em todos os processos serão asseguradas ampla defesa e contraditório através de pedido de Parecer Técnico a colegiado em segunda e terceira instâncias. da Lei n° 13.4 Dos recursos 5.3. sendo vedada a utilização de qualquer outra numeração. ainda que possuam norma com rito específico. 5. 5.

4. e e) juntadas de documentos e outras situações a critério do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. caso apresentada em cópia impressa em 02 (duas) vias.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 5.6 A edificação deve possuir requisitos mínimos de segurança para possibilitar a celebração de Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta conforme NPT específica. devendo o interessado propor questão e solução sobre a aplicação da legislação.4. e acompanhado de documentos que elucidem a dúvida ou comprovem os argumentos apresentados. 5. principalmente os contidos nos relatórios e notificações.4. 5. de 12 de fevereiro de 2007. sem qualquer custo.TCAC. da Parte 2. d) solicitação de atualização e retificação de dados do Plano de Segurança Contra Incênio e Pânico .2 O processo recursal de Parecer Técnico nas instâncias superiores se dará conforme regulamento próprio das Comissões Técnicas de Prevenção de Incêndio. a opção de reinício dos procedimentos.4. conforme Decreto n° 135.4 Como instrumento necessário à efetivação de condutas a serem observadas o CBMPR também oferecerá prazos estendidos através de Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta . para regularização ou utilização dos recursos. 5. da NPT-001. 5 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . preenchido com recursos da informática.4.4.7 Aos processos já extintos ou reprovados restará.11 Durante a fase de análise do PSCIP. 5. c) solicitação de substituição e retificação de certificados. laudos.8 Através de Formulário para Atendimento Técnico .10 O FAT deve ser utilizado nos seguintes casos: a) esclarecimento de dúvida quanto a procedimentos administrativos e técnicos.9 Esclarecimentos genéricos serão oferecidos aos interessados somente junto ao setor de atendimento presencial do serviço de prevenção contra incêndio e pânico. 5. inclusive com a emissão da GR-PR referente ao novo serviço.4. se julgar necessário. que deverá ser juntada ao PSCIP. quando da necessidade de responder ao serviço de prevenção contra incêndio e pânico quanto a irregularidade ou dúvida. b) pedido de revisão e reconsideração de ato praticado pelo serviço de prevenção contra incêndio e pânico.4. 5.4. esclarecimento sobre assuntos técnicos e administrativos específicos. ou modelo semelhante em meio digital ou disponível em sítio de internet mantido pelo CBMPR.FAT será solicitado. 5.5 O processo que dará origem ao Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta deve ser do ano vigente à solicitação. 5. que se encontrem dentro dos prazos para regularização. 5.3 No Parecer Técnico serão abordadas apenas divergências em processos vigentes.4. 5.PSCIP. e outros documentos.12 O interessado deve utilizar o Anexo H. a comunicação poderá ser feita por carta resposta.4.

da NPT-001.15 Quando o assunto abordado possuir natureza técnica. 6 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . b) Vistoria Preventiva de Fiscalização: de caráter acessório. 6 PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS 6. que orienta o contribuinte quanto às condições do estabelecimento em relação às normas de segurança contra incêndio e pânico. estandes.3.4. respeitando a ordem cronológica da entrada do pedido. responderá em 10 (dez) dias úteis. elemento sobre fato que possa subsidiar sua decisão.1. palcos e similares. barracas. o Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 5. e serão dos seguintes tipos: a) Vistoria Preventiva: face às normas atinentes. arquibancadas.4. ou procurador devidamente constituido. 5. b) responsável técnico.1 A vistoria preventiva em estabelecimentos e áreas de risco se destina a proporcionar. podendo ser efetuada a qualquer tempo.4. as operações integradas de fiscalização.2 Considerando as peculiaridades das instalação ou ocupação passíveis de serem regularizadas através de PSCIP – Instalações e Ocupações Temporárias e PSCIP – Ocupação Temporária em Edificação Permanente. incluindo as áreas edificadas. comportando renovações anuais. arenas. ao Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico.1. Parte 2.RVE. 6. o FAT pode estar assinado somente pelo responsável técnico. 6. 5.4. 6. e as denúncias.13 O FAT deve conter como signatários as seguintes partes: a) proprietário ou responsável pelo uso. constata condições para finalidade de exercício de atividade econômica. 5. para o cômputo da taxa de vistoria preventiva considera-se a área delimitada a ser ocupada pelo evento. para constatar a manutenção das condições face às normas atinentes. a resposta se dará em 30 (trinta) dias. impreterivelmente com antecedência mínima de cinco dias úteis em relação ao início do evento. a formalização do pedido de vistoria preventiva deve ser protocolada junto ao SPCIP.2 e 5. previstas nos itens 5. o signatário deve ser impreterivelmente o representante legal. 6.4 São documentos da Vistoria Preventiva: a) Relatório de Vistoria em Estabelecimento .14 Quando o interessado for pessoa jurídica. 6.3 Todos os documentos serão emitidos eletronicamente através do Sistema PREVFOGO de acordo com o tipo de vistoria e suas finalidades. e excluindo as áreas descobertas destinadas a circulação de pessoas. ou c) procurador.2 As Vistorias Preventivas de Fiscalização reúnem as verificações solicitadas pelo Poder Público.1 Nos casos de ocupações temporárias.16 A contar da data do protocolo do FAT. e caso seja encaminhado à BM/7.

e) Laudo de Vistoria em Hidrante .8 Dos atos junto ao Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico 6. 6. para confirmação de localização e funcionamento de hidrante público. d) Certificado de Vistoria em Estabelecimento . b) Reprovação de Estabelecimento Fiscalizado . de forma inequívoca. o lançamento do resultado dos atos no Sistema PREVFOGO. 6. é resultado do ato que constatou a não adequação às normas de segurança contra incêndio e pânico após uma fiscalização.REF.5 São documentos da Vistoria Preventiva de Fiscalização: a) Notificação de Vistoria de Fiscalização . que o contribuinte tomou conhecimento do teor das normas de segurança contra incêndio e pânico que estão sendo infringidas.8. deverá ser confirmada por meio de consulta ao sítio oficial do Sistema PREVFOGO.2 Estes procedimentos serão colocados em prática por meio do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico da unidade local do Corpo de Bombeiros. 6. c) Reprovação de Estabelecimento .3 O serviço de prevenção contra incêndio e pânico responsável por uma área ou região deve manter 7 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .CVE. 6. c) Relatório de Orientação .NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 b) Notificação de Vistoria em Estabelecimento .7 A autenticidade dos documentos. 6.RE. não contribuinte.LVH. para constatar que blocos ou partes autônomas da obra foram executadas de acordo com o projeto de prevenção contra incêndio e pânico.8. que constata. que orienta o ente.LVCPO. quanto à manutenção das condições do estabelecimento em relação às normas de segurança contra incêndio e pânico.8. que contenham códigos verificadores emitidos eletronicamente.LVCO. que o contribuinte tomou conhecimento do teor das normas sobre as quais foi orientado pelo RVE.1 Compete às unidades locais do Corpo de Bombeiros. g) Laudo de Vistoria de Conclusão Parcial de Obra . para início ou permanência de exercício de atividade econômica. nos casos exigidos nas normas de segurança contra incêndio e pânico. de forma inequívoca no ato da fiscalização. os procedimentos executivos relacionados às vistorias.NOTE. é resultado do ato que constatou a não adequação às normas de prevenção. bem como a guarda dos eventuais arquivos físicos gerados pelo processo. para constatar que a obra foi executada de acordo com o projeto de prevenção contra incêndio e pânico. que constata.6 Fica dispensada a assinatura nos documentos que contenham códigos verificadores emitidos eletronicamente através do Sistema PREVFOGO. 6.NOTF.RO. que declara estar de acordo com as normas de segurança contra incêndio e pânico. f) Laudo de Vistoria de Conclusão de Obra .

8.1 O Processo de vistoria em estabelecimentos ou áreas de risco se inicia através da formalização do pedido pelo contribuinte. ou de ofício. 6. farão parte do processo documentos na forma não eletrônica. ou de ofício.9.8.8. 6.NIB. de acordo com a finalidade da vistoria solicitada: a) Quando pretender o exercício de atividade econômica.3 O cadastro de Vistoria Preventiva de Fiscalização pode ser formalizado pessoalmente por qualquer interessado. e os que analisarão os processos para emissão de documentos finais. do item anterior.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 atendimento presencial aos contribuintes.4 O Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico coordenará os Bombeiros Militares que realizarão as vistorias. 6.9. seu preposto. o atendente deverá realizar previamente uma pesquisa junto ao Sistema Prevfogo. ou quando solicitado.4 No momento do cadastro. deverá apresentar o número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica . se for o caso. sendo responsável pelo lançamento do resultado dos atos àqueles que os tenha praticado.9. além do NIB. 6.8. 6. 6.5 Todos os atos devem ser registrados no Sistema PREVFOGO.9 Protocolização do cadastro 6.5 Para os casos previstos na alínea b.9.6 Eventualmente. b) Quando pretender formalizar a conclusão total ou parcial de obras. que serão arquivados obedecendo a sequência do Número Interno do Bombeiro . preferencialmente a consulta para liberação de atividade aprovada pela prefeitura local.8 Não é permitido a utilização de qualquer outra numeração ou forma de sequenciar os arquivos.CNAE da atividade pretendida. e. por intermédio de contador habilitado e cadastrado junto ao Corpo de Bombeiros. deverá apresentar dados de localização e individualização do estabelecimento. e documento que contenha o código da Classificação Nacional de Atividades Econômicas . o NIB do último PSCIP aprovado.9.CNPJ. a critério do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. 6.2 O contribuinte poderá.8. deverá apresentar croqui de localização emitido pela concessionária do fornecimento de água. utilizando 8 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .7 Não é necessária a duplicação de documentos eletrônicos em arquivos físicos. 6. proceder às solicitações de vistoria diretamente via internet no sítio do Sistema PREVFOGO. 6. caso o contribuinte não saiba informar o número do PSCIP aprovado. c) Quando pretender confirmação de funcionamento de hidrante da rede pública e distância de loteamento. com o preenchimento do formulário eletrônico junto ao setor de atendimento do serviço de prevenção contra incêndio e pânico. o contribuinte deverá informar dados ou apresentar documentos que comprovem sua pretensão. deverá apresentar o alvará de construção emitido pela Prefeitura Municipal Local. e d) Quando pretender solicitar fiscalização de irregularidades quanto à prevenção em propriedade alheia. 6.

9.10 Considerando o risco ou medida de segurança. a área a ser liberada. 6. f) da instalação ou da manutenção do revestimento dos elementos estruturais protegidos contra o fogo. 9 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . ou haja proteção da parte construída da obra em conformidade com a tabela 6M.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 todos os parâmetros disponíveis. 6.2 As Anotações de Responsabilidade Técnica de instalação serão exigidas quando da solicitação da primeira vistoria da edificação e áreas de risco. quando solicitados pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico.4 do CSCIP.9 Independente da finalidade.9.10. o contribuinte deverá especificar ao SPCIP. 6.10. no momento do cadastro.9. 6. o contribuinte deverá apresentar documentos de acordo com o risco ou medida de segurança existente na edificação e áreas de risco. de acordo com o caso específico. g) da instalação ou da manutenção de vasos sob pressão. de despoeiramento e de explosão para silos.9.9. h) da instalação ou da manutenção da compartimentação vertical de shaft e de fachada envidraçada ou similar. preferencialmente através do FAT. ou quando solicitado.1 A Anotação de Responsabilidade Técnica deve ser emitida para o serviço específico de instalação ou manutenção das medidas de segurança contra incêndio previstas na edificação e áreas de risco.9. por escrito. e j) de outros sistemas. e) da instalação ou da manutenção do material de acabamento e revestimento quando não for de classe I.9. a conclusão parcial de obra será liberada somente quando houver acesso à viatura do CBMPR. i) dos sistemas de controle de temperatura. 6. 6. deverá apresentar as Anotações de Responsabilidade Técnica: a) da instalação ou da manutenção das medidas de segurança contra incêndio.6 Para formalizar conclusão parcial de obras. c) da instalação ou da manutenção do grupo motogerador.8 Quando um PSCIP englobar várias edificações que atendam ao critério de risco isolado e que possuam medidas de segurança contra incêndio instaladas e independentes. d) das instalações elétricas.7 A conclusão parcial de obra será liberada somente quando atender os critérios de isolamento de risco previstos na NPT-007 – Separação entre edificações. b) da instalação ou da manutenção dos sistemas de utilização de gases inflamáveis. 6.

quando houver mais de um responsável técnico pela medida de segurança contra incêndio instalada.9.10.16 O contribuinte poderá proceder ao pedido de renovação diretamente via internet no sítio do Sistema PREVFOGO.9. responsável pela montagem e execução do evento. 6.10. 10 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .3 As Anotações de Responsabilidade Técnica de manutenção serão exigidas a cada cinco anos durante o processo de vistoria para renovação do CVE. de ofício. contendo as respectivas responsabilidades por medidas específicas.15 O processo para renovação de certificado de contribuinte já cadastrado se dará. eventualmente. 6.12 Quando se tratar de comércio ou armazenamento de fogos de artifício.14 Os dados da pessoa jurídica no cadastro.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 6.9.9. podem ser substituídos pelos dados do Cadastro de Pessoa Física do responsável pela empresa. conforme modelo constante da NPT-016.13 Quando se tratar do uso de fogos de artifícios.11 Ainda considerando o risco ou medida de segurança. desde que o responsável técnico seja o mesmo para elas.9.9. ou a pedido do contribuinte. 6. até que esteja disponível os dados do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica.9.9.9. deve-se apresentar: a) Protocolo da solicitação do alvará. 6. 6.10. ou Certificado de Registro fornecido pelo Exército Brasileiro.4 Pode ser emitida uma única Anotação de Responsabilidade Técnica para várias medidas de segurança contra incêndio instaladas. e c) Termo de responsabilidade das saídas de emergência: documento que atesta que as portas de saídas de emergência da edificação estão instaladas com sentido de abertura no fluxo da rota de fuga e permanecem abertas durante a realização do evento. 6. b) Planilha de informações operacionais: a planilha de informações operacionais constitui no resumo de dados sobre a edificação.9.10. além do croqui da montagem dos dispositivos. o contribuinte deverá apresentar: a) atestado de brigada contra incêndio: documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teóricos e práticos de prevenção e combate a incêndio. conforme cronograma de vistorias do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico responsável pela localidade. o contribuinte deverá apresentar cópia da habilitação da função do cabo pirotécnico (blaster). 6. sua ocupação e detalhes úteis para o atendimento operacional. e b) Memorial de segurança contra incêndio das estruturas para as condições descritas na NPT030 quanto à resistência das paredes e elementos estruturais.5 Podem ser emitidas várias Anotação de Responsabilidade Técnica desmembradas.9. 6. 6. expedido pela Polícia Civil do Estado do Paraná.10.6 Podem ser apresentadas cópias das Anotações de Responsabilidade Técnica especificadas no item 6.

ou seja. ou de ofício. ou outros documentos que da mesma forma possa se verificar. normas constitutivas. as secretarias. ou Municípios. normas constitutivas. ou aos Municípios. descrito como "ATIVIDADES DE ORGANIZAÇÕES RELIGIOSAS". as instituições que exerçam atividade constante na CNAE sob o código 9420-1/00. não garantem a isenção no ano vigente. com apresentação de documentos que comprovem a condição de isenção da taxa. normas constitutivas.6 São isentos órgãos públicos das esferas dos três poderes. entre outros pertencentes a União. e não dispensa a instituição do cadastro no Sistema Prevfogo. inclusive verbal. independente da atividade econômica exercida. do lançamento da GR-PR.1 A isenção da taxa de vistoria em estabelecimentos terá origem em pedido do contribuinte. aquelas instituições que exercem uma variedades de atividades de assistência social. 6. por si somente. ou outros documentos que da mesma forma possa se verificar. diante da 11 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . normas constitutivas. as instituições que exerçam a atividade constante na CNAE sob o código 9491-0/00.976. 6. aos Estados.9 São isentos os partidos políticos.10. 6. descrito como "ATIVIDADES DE ORGANIZAÇÕES POLÍTICAS".10 Pedido de isenção da taxa de vistoria em estabelecimentos 6.8 São isentos os templos religiosos de qualquer culto.5 São isentos das taxas as entidades descritas na Lei n° 13. regimentos.10. regimentos. independente de forma. reconhecidas pelo Poder Público. ou seja.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 6. os departamentos. estatutos. ou seja. e descrição ATIVIDADES DE ORGANIZAÇÕES SINDICAIS excluídas as atividades de organizações associativas empresariais e patronais. 6.10.3 A cada processo de renovação dos certificados haverá lançamento da taxa gerando a necessidade de novo pedido. além da natureza jurídica. considerando que a concessão de isenção de taxa para processos nos anos anteriores. de 2002. as instituições que exerçam a atividade constante na CNAE sob o código 9492-8/00.10. diante da comprovação da classificação de sua atividade econômica através do comprovante de inscrição do CNPJ. estatutos. regimentos.10.11 São isentas as instituições de assistência social sem fins lucrativos. Artigo 4° e seus incisos.7 São isentas as autarquias e fundações. ou seja. 6. diante da comprovação da classificação de sua atividade econômica através do comprovante de inscrição do CNPJ. e tão pouco das exigências de implantação de medidas de segurança contra incêndio e pânico. junto ao setor de atendimento do Serviço de Prevenção Contra Incêndios e Pânico que atenda a localidade em que se encontre a instituição.10. regimentos. ou outros documentos que da mesma forma possa se verificar.10. 6. ou outros documentos que da mesma forma possa se verificar. ou seja. normas constitutivas. regimentos. Estados e Distrito Federal.10 São isentos os sindicatos dos trabalhadores.4 A isenção é somente para as taxas.10.10. com a apresentação do comprovante de inscrição do CNPJ.10. 6. estatutos. estatutos. 6.2 O solicitante deve apresentar ao Serviço de Prevenção Contra Incêndios e Pânico documentos que comprovem a condição de isenção da taxa. diante da comprovação da representatividade e da classificação de sua atividade econômica através do comprovante de inscrição do CNPJ. devendo comprovar a condição de mantida pelo poder público. ao Distrito Federal. seu preposto. 6. ou outros documentos que da mesma forma possa se verificar. 6. contanto que sejam mantidas pela União. . diante da existência de reciprocidade de tratamento e comprovação de sua natureza jurídica através do comprovante de inscrição do CNPJ. estatutos. os ministérios.10.

3 Considera-se autônomo cada estabelecimento do contribuinte. pois só é possível a isenção para empresas recém cadastradas. entre outros documentos que possam comprovar.10. 6. 2002. 6. o Bombeiro Militar que efetuou o ato confirmará ou atualizará dados constantes do cadastro.4 Após a execução da vistoria.976. c) que há opção pelo SIMEI.14 São isentas as pessoas comprovadamente pobres que exerçam atividade econômica como empresário individual ou pessoa física. devem preferencialmente serem apresentados na ordem que se encontram no texto dos itens. reservado ao SPCIP o direito a quaisquer diligências para confirmar a condição declarada.15 São isentos da primeira vistoria. do artigo 4° da lei n° 13 . excluídas. seu preposto.2 O pedido deve conter os dados a serem atualizados e o motivo.11. Certificado de Conclusão de obras. junto ao setor de atendimento do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico.16 Os documentos que comprovam o direito à isenção citados nesta norma. 6. devendo comprovar: a) que o campo “CÓDIGO E DESCRIÇÃO DA NATUREZA JURÍDICA” no comprovante de inscrição do CNPJ contém a informação "213-5 – EMPRESÁRIO INDIVIDUAL". e na análise de documentos apresentados. 6.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 comprovação do reconhecimento pelo Poder Público através do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social. diante da apresentação de declaração que não cobram contribuição. Estatuto ou Regimento do condomínio. quanto ao endereço não é permitido atualização com motivo diverso da correção de erros de preenchimento ou escolha de outra testada de um mesmo imóvel. b) que a data de cadastramento da empresa no CNPJ é recente.10. as instituições de educação. devendo comprovar a ocupação da edificação através da natureza jurídica e atividade econômica informada no comprovante de inscrição do CNPJ. 6. incluindo as instituições públicas de educação que não se enquadrem no inciso I e II.13 São isentas as edificações residenciais unifamiliares e os edifícios residenciais com até três pavimentos. bem como documentos necessários à comprovação da veracidade dos novos dados. de . pelo contribuinte.10.12 São isentas as instituições de educação que não exigem contribuição financeira dos alunos.10. e os clubes de campo. concedido pelo Conselho Nacional de Assistência Social ou ministério responsável pela área de atuação. sem que haja nova vistoria e emissão de GR-PR.11 Atualização do cadastro 6. diante da comprovação de sua condição financeira através de certidão expedida por órgão público.11. projetos e alvarás. os Microempreendedores Individuais optantes pelo SIMEI. 6. em processo de regularização. ou de ofício. 12 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . os clubes sociais de lazer e desportivos. 6. preferencialmente ligado à assistência social.11.11. 6. apesar de exemplificativos. para efeito de isenção das taxas. será solicitada documentação complementar ao contribuinte. 6. se não ficar clara a condição para isenção.10. principalmente referentes à estrutura física do local.1 O Pedido de atualização de dados do cadastro deve ser formalizado. portanto.

será emitido: a) Relatório de Vistoria em Estabelecimento .2 É possível a extinção de cadastro de vistoria que contenha erro irreparável ou duplicidade de processos.4 Se for constatada inadequação constante do item 5. da NPT-001. nos moldes do Anexo D. será exigido apresentação de novo PSCIP.3 Os processos extintos. tendo por opção o reinício dos procedimentos.1 O contribuinte que encerrar sua atividade empresaria deverá solicitar a baixa de seu cadastro junto ao Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. ficando seu processo extinto. 6. 6.12 Da extinção do cadastro 6. 6. obedecendo a ordem cronológica.13.6 Quando constatada em vistoria a existência de medidas de segurança contra incêndio instaladas na edificação e áreas de risco que não estejam previstas no PSCIP aprovado sob a égide de norma anterior ao CSCIP-CBMPR/2011.12. da mesma forma que os reprovados. conforme cada caso.7. ou seja.13.2 O Microempreendedor Individual terá preferência na agenda do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. será exigida atualização do PSCIP. para liberação. 6. fato que constará no relatório ou notificação.11. na segunda vistoria periódica. para apresentação de PSCIP atualizado de acordo com a NPT-002. o Sistema PREVFOGO inclui automaticamente a justificativa da atualização e gera a GR-PR complementar.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 6.11. da Parte 2. se for constatada inadequação às normas de segurança contra incêndio e pânico no estabelecimento que necessitem da ação do contribuinte para adequação. poderão ser regularizados.5 Ao registrar o resultado.3 Na execução da vistoria. 13 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .1. e que seja possível avaliar no local o atendimento às exigências de segurança contra incêndio vigentes à época da aprovação daquele plano. na primeira vistoria.13. da Parte 2.13. ou Notificação de Vistoria de Fiscalização . 6. 6.1 Após protocolizado o pedido de vistoria. 6.5 Se for constatada inadequação constante do item 5.6 Toda atualização deve ter seus motivos registrados através de função do Sistema PREVFOGO. 6.1. inclusive com a emissão da GR-PR referente ao novo serviço. 6.12. podendo ser apurado e cobrado através de procedimento específico.NOTF.RVE. 6. será exigida apresentação de termo de compromisso do proprietário. o processo estará disponível na agenda do Bombeiro Militar que executará o ato. caso haja divergência entre os dados atualizados e os do cadastro. 6. b) Notificação de Vistoria em Estabelecimento .12. na primeira vistoria de fiscalização. da NPT-001. não extinguirá o débito cujo fato gerador já estiver ocorrido.12.13.7.NOTE.13 Da execução dos procedimentos pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico: 6.1.13.2. fato que constará no relatório ou notificação.4 A extinção do cadastro não extinguirá o débito devido. ficando todos os dados afetos devidamente disponíveis no histórico do processo.

6. que dar reinício ao procedimento de vistoria com o pagamento da taxa.12 Quando da realização da vistoria. estejam certificados ou não. 6.13. para regularização. 6.13.20 O estabelecimento fiscalizado que não possuir Número Interno do Bombeiro. que seja passível de cassação. assumindo o tipo de Vistoria em Estabelecimento. na entrada da edificação e áreas de risco. 6.13.17 A Vistoria Preventiva de Fiscalização será realizada.13. 6. e os contidos na Notificação de Vistoria em Estabelecimento e Notificação de Vistoria de Fiscalização será de 30 (trinta) dias. 6.8 A medida de segurança contra incêndio e pânico não prevista no PSCIP. 6.3.13. após a conclusão das adequações. ficando registrado no histórico como processo acessório.13.13. o PSCIP será encaminhado para reanálise junto ao serviço de prevenção contra incêndio e pânico.13. o interessado deverá esclarecer posteriormente a não interferência por meio do FAT.13. 6. porém instalada na edificação ou área de risco será aceita como medida adicional de segurança. 6.10 A medida adicional de segurança independem de parâmetros normativos. devem ser vistoriados também os ambientes que delimitam a parede corta-fogo no mesmo lote e que tenham medidas de segurança contra incêndio independentes. a qualquer tempo.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 6. independente de resultado de vistoria para constatação. ou o proprietário.18 Na execução da Vistoria Preventiva de Fiscalização. no que couber.13. fato que constará no relatório ou notificação. a partir do resultado final da fiscalização. uma placa indicativa contendo a lotação máxima permitida.9 Na execução da vistoria em edificação e áreas de risco que possua isolamento de risco através de parede corta-fogo. no entanto.13. pedir a reentrada do processo na agenda do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico que realizará uma vistoria para constatação. se obedecerá os mesmos atos da Vistoria Preventiva.14 O prazo para a conclusão dos atos de adequação contidos no Relatório de Vistoria em Estabelecimento será de 90 (noventa) dias.15 O contribuinte poderá protocolizar o pedido de reentrada do processo diretamente via internet no sítio do Sistema PREVFOGO. terá.13 O contribuinte ficará responsável por promover as adequações orientadas nos documentos das alíneas "a" e "b" do item 6. devendo. se não for possível avaliação prévia durante a execução da vistoria quanto a interferência nas nas demais medidas de proteção.13. 6. deve manter.13. em local de reunião de público o responsável pelo uso. o contribuinte deverá designar pessoa habilitada a acionar as medidas de segurança contra incêndio e pânico para indicar. e acionar tais medidas se solicitado.11 Para adequação. 14 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . 6.19 O estabelecimento fiscalizado que possuir Número Interno do Bombeiro manterá este número diferenciando-se do processo principal pela composição dos demais números de controle. desde que não interfira na cobertura das medidas previstas no PSCIP. em estabelecimentos independente de já terem sido vistoriados pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros. ambos os prazos contados da data da vistoria que constatou a necessidade de adequação. os processos serão enviados para análise.13. 6.7 Quando constatado em vistoria alguma inadequação no PSCIP. 6.13. ou estando o estabelecimento notificado em qualquer tipo de vistoria.16 Findando os prazos.

976.3 Os processos protocolizados até a vigência desta NPT obedecerão ao rito anterior até a decisão final.13. ou dar retorno ao responsável pelos atos que necessitem esclarecimentos ou novo ato para normalização.24 Os documentos emitidos na análise e seus respectivos períodos de validade serão: a) Reprovação de Estabelecimento .LVCOP. de 2002. 6.13.RE e Reprovação de Estabelecimento Fiscalizado REF. se não houver adequação a ser realizada.CVE. 7.25 Quando o contribuinte protocolizar o pedido para renovação em até 30 (trinta) dias antes do vencimento do Certificado de Vistoria em Estabelecimento. importância da segurança e da prevenção.LVCO.23 Os processos entrarão na agenda para análise quando exaurido o prazo para adequação às normas de prevenção dados ao contribuinte. salvo processos que impetrarem recurso. c) Laudo de Vistoria em Hidrante .22 A análise tem por objeto a verificação minuciosa de todos os atos já praticados no processo. 7.13. contanto que se mantenham as condições adequadas de prevenção verificadas. estarão vigentes enquanto o contribuinte não regularizar o estabelecimento. será orientado o responsável s obre a . e Laudo de Vistoria de Conclusão de Obra Parcial . 15 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . 3° da Lei n° 13. todos os atos continuarão sendo registrados no sistema e os possíveis via internet relacionados nesta norma deverão ser realizados pessoalmente nos locais disponibilizados pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. tendo em vista identificar a normalidade dos atos e a emissão de documento adequado que finalize o processo. até um ano contado do primeiro ato do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico em resposta ao contribuinte.LVH. através da Sétima Seção de Estado Maior disporá sobre as medidas necessárias à implantação desta norma e administração dos processos dela decorrentes. 6. 7 DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS 7.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 6.1 O Comando do Corpo de Bombeiros. 6. Laudo de Vistoria de Conclusão de Obra . b) Certificado de Vistoria em Estabelecimento .13. extinguindo o processo.RO. estará a validade estendida até a decisão do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico.13.2 Até que o Sistema PREVFOGO seja implantado. que deverá ser emitida em até 120 (cento e vinte) dias.21 Na edificação que esteja em conformidade com as normas de segurança contra incêndio e pânico. d) Relatório de Orientação . tem caráter apenas orientador. ou a qualquer tempo. possuem validade enquanto se manter as características da edificação construída. e não seja contribuinte nos termos do Art. vindo a substituir o sistema de gerenciamento eletrônico atualmente em uso. 6.

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 ANEXO A FLUXOGRAMA DO PROCESSO DE VISTORIA EM ESTABELECIMENTOS Figura 1 – Fluxograma da solicitação 16 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 ANEXO A FLUXOGRAMA DO PROCESSO DE VISTORIA EM ESTABELECIMENTOS Figura 2 – Fluxograma de execução da fiscalização 17 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 ANEXO A FLUXOGRAMA DO PROCESSO DE VISTORIA EM ESTABELECIMENTOS Figura 3 – Fluxograma de execução da vistoria preventiva 18 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .

como restaram 6100 m2 da subtração de A1. ocupando para a sua atividade uma área de 6300 m2. aplicando ao nosso exemplo teremos a seguinte distribuição das áreas conforme subdivisões de Ai: A1.010 (até 200 m2 de área) Z2 .002 (área excedente a 5000 m2) fr – Coeficiente variável em função do risco de incêndio.5 (ponto cinco) Classe 2 – Comércios. A2 teremos as áreas excedentes a 200 m2.: A taxa será cobrada até o limite de 100 UPF/PR. termos A3 = 1300. determinado de acordo com a atividade desenvolvida no estabelecimento sendo: Classe 1 – Residências e similares com alto ponto de fulgor (sólidos comuns): índice 0. então aplicaremos conforme a distribuição de Zi (Coeficiente 19 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . que explorem materiais e/ou mercadorias de baixo ponto de fulgor (derivados de petróleo e explosivos): índice 2 (dois). indústrias e serviços.000 m2 A3 – áreas excedentes a 5000 m2 Zi – Coeficiente variável em função da área Sendo: Z1 .020 (área excedente a 200 m2.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 ANEXO B EXEMPLO DE CÁLCULO DA TAXA DE VISTORIA EM ESTABELECIMENTOS FORMULA PARA CÁLCULO DA TAXA I = 30%UPF/PR x {5 + (ΣAi x Zi) x fr} Onde: I – Valor da taxa expresso em unidade monetária Ai – Área do imóvel em m2 a ser vistoriada Sendo: A1 – áreas até 200 m2 A2 – áreas excedentes a 200 m2. até 5. Já determinamos a distribuição das áreas. como restaram 1300 m da subtração de A2.0. teremos A2 = 4800 m2. que utilizem ou explorem materiais e ou mercadorias de alto ponto de fulgor (sólidos comuns): índice 1 (um) Classe 3 – Comércios. indústrias e serviços. até 5000 m2.0. logo A1 = 200. subtraímos do total de 6300 m2. EXEMPLO DE CÁLCULO Como exemplo. teremos as áreas excedentes a 5000 m2. então seguiremos com os cálculos: Primeiro efetuamos o somatório contido no parentese (ΣAi x Zi). vamos tomar um estabelecimento comercial que desenvolva atividade econômica de restaurante e similares. teremos as áreas até 200 m2.0. A3. até 5000 m2) Z3 . Obs. Como Ai é a área do imóvel expressa em m2 a ser vistoriada.

6) x fr} Agora temos que determinar o fr (coeficiente variável em função do risco de incêndio) de acordo com a atividade desenvolvida no estabelecimento.6) Concluindo o somatório teremos: (2 + 96 + 2.6) x 1} Efetuando primeiramente a multiplicação teremos: {5 + 100.010) (2) (A2 x Z2) (4800 x 0.020) (96) (A3 x Z3) (1300 x 0.002) (2. sendo fr = 1 (um). Considerando a UPF/PR (Unidade Padrão Fiscal do Paraná) vigente na publicação desta norma. que é de R$ 64. No enunciado do nosso exemplo a atividade é de restaurante e similares. teremos finalmente o valor da taxa: R$ 2. ou seja. R$ 6.6} Resta agora determinar a porcentagem da UPF/PR para multiplicarmos com o resultado do contido nas chaves.06 teremos: 30%UPF/PR = 19.00. sólidos comuns.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 variável em função da área). comércio que utiliza materiais e mercadorias de alto ponto de fulgor. Transcrevendo o resultado obtido com o coeficiente variável teremos: {5 + (100. logo teremos: (A1 x Z1) (200 x 0. então teremos: Classe 2.6 I = 2029.029. que é de 100 UPF/PR.218 x 105.6} Concluindo o cálculo contido nas chaves com a operação de soma teremos o seguinte resultado: {105.4208 Como I é o valor da taxa expresso em unidade monetária.218 Transcrevendo o resultado obtido na percentagem para a formula: I = 19.6) (100.42 20 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .6) Concluído o somatório passaremos a resolver o conteúdo das chaves {5 + (ΣAi x Zi) x fr} Transcrevendo o resultado obtido anteriormente no somatório teremos: {5 + (100.406. e considerando não ter ultrapassado o valor limite de cobrança da taxa.

000-1 SSP/PR FORMAÇÃO 2.000. para os devidos fins.000.000.4 da NPT-017). bairro ___________ .NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 ANEXO C ATESTADO DE BRIGADA DE INCÊNDIO ATESTADO DE BRIGADA DE INCÊNDIO Atesto.000-4 SSP/PR RECICLAGEM 5. referente à edificação localizada na __________________ n° _____ .000.01_.000-2 SSP/PR FORMAÇÃO 4. PR e estão aptas ao manuseio dos equipamentos de prevenção e combate a incêndio da edificação: NOME RG TREINAMENTO CARGA HORÁRIA (1) XX XX XX XX XX MARIANA SERRA SILVA GUILHERME MODESTO GUSTAVO MODESTO JOÃO PAULO FERNANDES GIOVANA PALHARES 1.4. OBS: Só é válido com a comprovação da capacitação técnica do signatário (anexar cópia da credencial) 21 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .000-5 SSP/PR RECICLAGEM Município. município de ___________ .2 da NPT-017.000. o atestado de brigada de incêndio deve ser assinado por ambos (Item 5. __ de _______ de 2. Nota 2: Caso a formação ou reciclagem for realizada por 02 (dois) instrutores em áreas diferentes (incêndio e primeiros socorros). que as pessoas abaixo relacionadas participaram com bom aproveitamento do treinamento de "Brigada de Incêndio". NOME COMPLETO (2) Qualificação Profissional Registro N° 00000 NOME COMPLETO Qualificação Profissional Registro N° 00000 Nota 1: Conforme tabela B.000-2 SSP/PR FORMAÇÃO 3.

PR. ____ de ______________ de 201__. ____________. de acordo com o previsto no item 6. no bairro _________________ .4 da Parte 1 da NPT-001. que possui Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico aprovado nesse Corpo de Bombeiros sob o n° ___________ . nos moldes previstos na Parte 2 da NPT-001 .Procedimentos Administrativos. a edificação situada na ____________________________ . ora desatualizado devido a não previsão em planta das medidas de segurança contra incêndio exigidas na Tabela 4 do Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico . município de __________________ . Comprometo-me a substituir o atual Projeto Técnico acima descrito. prevendo as medidas de segurança contra incêndio exigidas na Tabela 4 do CSCIP e NPT-002 – Adaptação às normas de Segurança contra Incêndio – edificações existentes.16.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 ANEXO D TERMO DE COMPROMISSO DO PROPRIETÁRIO TERMO DE COMPROMISSO DO PROPRIETÁRIO Visando a concessão do Certificado de Vistoria de Estabelecimento do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.CSCIP e NPT-002 – Adaptação às normas de Segurança contra Incêndio – edificações existentes. ________________________________ Nome: Endereço: Proprietário/Responsável legal pelo imóvel 22 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .

1 e 5. que possui Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico aprovado nesse Corpo de Bombeiros sob o NIB ________/___. n° ______.5.6. situada na _________________________________________ . ________________________________ Nome: Endereço: Proprietário/Responsável legal pelo imóvel Obs: Válido para item 5. respectivamente. bairro _________________ . fluxo da rota de fuga e permanecem ____________.6. PR.5. estão instaladas com sentido de abertura no abertas durante a realização do evento. município de __________________ . ocupações da Divisão F. Assumo toda a responsabilidade civil e criminal quanto à permanência das portas abertas.2 da NPT-011.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 ANEXO E TERMO DE RESPONSABILIDADE DAS SAÍDAS DE EMERGÊNCIA TERMO DE RESPONSABILIDADE DAS SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Visando a concessão do Certificado de Vistoria de Estabelecimento do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. térreas (com ou sem mezaninos).4. ____ de ______________ de 201__. atestamos que as PORTAS DE SAÍDAS DE EMERGÊNCIA da edificação classificada no Grupo F. com área máxima construída de 1500 m2 ou quando a porta de segurança da edificação for do tipo de enrolar ou de correr.4. 23 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .

bairro _____________________________.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 ANEXO F DECLARAÇÃO DE EDIFICAÇÃO DESABITADA DECLARAÇÃO Declaro que a edificação situada à___________________________________ . ____ de ______________ de 201__. que possui Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico n° ____ _________. solicito que seja feita a respectiva vistoria para emissão do Laudo de Vistoria de Conclusão de Obras (LVCO).2 da Parte 1 da Norma de Procedimentos Técnicos n° 001 – Procedi mentos Administrativos. ____________. nos termos do item 6. encontra-se com suas obras terminadas.15. ________________________________ Nome: Endereço: Proprietário/Responsável Técnico 24 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . porém desabitada e. município de ______________________. para tanto.

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 ANEXO G PLANTA DE INSTALAÇÃO E OCUPAÇÃO TEMPORÁRIA 25 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .

2 APLICAÇÃO Esta Norma de Procedimento Técnico (NPT) aplica-se aos Planos de Segurança Contra Incêndio e Pânico – PSCIP das edificações e áreas de risco.Ofício de apresentação do PSCIP D .Memorial de segurança contra incêndio das estruturas 1 OBJETIVO Estabelecer os critérios para apresentação do Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico – PSCIP das edificações e áreas de risco.Quadro resumo das medidas de segurança contra incêndio G .PSCIP CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 38 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 Objetivo Aplicação Referências normativas e bibliográficas Definições Formas de apresentação ANEXOS A .NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 001 Procedimentos administrativos Parte 2 – Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico .Memorial industrial de segurança contra incêndio e pânico E . 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS 1 . atendendo ao previsto no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico – CSCIP do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná – CBMPR.Planta das medidas de segurança contra incêndio e pânico C .Planta de risco e quadro de estatística da obra B .Formulário de Atendimento Técnico I .Memorial básico de construção F .Exemplo de cálculo da taxa de análise do PSCIP H . apresentados aos Serviços de Prevenção Contra Incêndio e Pânico – SPCIP para verificação de conformidade ao CSCIP.

Desenho técnico .976/2002.Representação simplificada em estruturas metálicas.278.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2  Lei n° 9.preparos e dimensões.            Instrução Técnica nº 01/2011 – Procedimentos Administrativos. que altera o a nexo único da Lei 13.Emprego de desenho técnico.Representação de projetos de arquitetura. NBR 10067 – Princípios gerais de representação em desenho técnico. Lazzarini. de 26 Dezembro de 2002. 9 de Setembro de 2010 . NBR 10068 . de 7 Janeiro de 2004.1 Características da edificação e áreas de risco 2 .Representação de símbolos aplicados a tolerâncias geométricas . que cria o F undo Estadual do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná – FUNCB. NBR 13273 . de 29 de Janeiro de 1999.  Lei n° 13.1. 5 FORMAS DE APRESENTAÇÃO As medidas de segurança contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco devem ser apresentadas ao CBMPR para análise por meio de: a) Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico (PSCIP). b) Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico para Instalação e Ocupação Temporária (PSCIP-IOT). 25a edição . Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. montagem e operação de postos de gás comprimido.Critérios de projeto. que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal. Álvaro . 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Norma de Procedimento Técnico – NPT aplicam-se as definições da NPT 003 – Terminologia de Segurança Contra Incêndio e Pânico.Folha de desenho . c) Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico para Ocupação Temporária em Edificação Permanente (PSCIP-OTEP). que institui normas gerais para a execução de atividades concernentes à prevenção e combate a incêndio. Hely Lopes .Desenho técnico .  Lei 16.784. 5.Desenho técnico .1 Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico 5.567. Meirelles.Referência a itens. NBR 14699 . NBR 14611 . NBR 12236 .2000 .  Lei n° 14.Leiaute e dimensões.Editora Malheiros.Direito Administrativo Brasileiro.Estudos de Direito Administrativo .Editora Revista dos Tribunais – 2000. NBR 6492 .976. NBR 8196 .

1 O PSCIP deve ser utilizado para apresentação das medidas de segurança contra incêndio e pânico das seguintes edificações e áreas de risco: a) Edificações novas com área igual ou superior a 100m 2. independentemente da área e/ou número de pavimentos. com elástico. ou com 3 ou mais pavimentos. b) Ofício de apresentação do PSCIP. com área igual ou superior a 1.1.1.1. d) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do responsável técnico pelo PSCIP. nos termos da alínea g).500m 2. nos termos da alínea g).1. vermelha.2.1.2. 5. “F” e “H”. independentemente da área e/ou número de pavimentos. chuveiros automáticos.1.2. c) Edificações antigas ou existentes de Risco Moderado ou Elevado. 5. e) Documentos complementares.000m2. organizados na sequência estabelecida no item 5.1 Pasta do PSCIP Pasta plástica ofício. f) Edificações e áreas de risco cuja ocupação pertencem aos Grupos “E”.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 5.1. g) Planta das medidas de segurança contra incêndio e pânico (anexo B).2. c) Procuração do proprietário quando este transferir seu poder de signatário. os projetos arquitetônicos poderão ser analisados pelo CBMPR. dentre outros. quanto a conformidade das vias de abandono da edificação. quando necessário.2 Ofício de apresentação do PSCIP 3 . que acondiciona todos os documentos do PSCI.1.2 Composição O PSCIP deve ser composto pelos seguintes documentos: a) Pasta do PSCIP. f) Planta de risco e quadro de estatística da obra (anexo A). 5. com as dimensões de 240mm x 330mm e altura conforme a quantidade de documentos. d) Edificações que forem submetidas a mudança de ocupação. b) Edificações antigas ou existentes de Risco Leve.1. não sendo obrigatória a apresentação do projeto arquitetônico para obtenção da aprovação do PSCIP. ou com 4 ou mais pavimentos.1. com área igual ou superior a 1.1. deverão ser numeradas conforme sequência de documentos estabelecida no item 5. Havendo a necessidade de mais de uma pasta. que implique em novas medidas de segurança. alarme e detecção de incêndio.2 Havendo interesse do proprietário e/ou responsável técnico. e) Edificações e áreas de risco cuja ocupação pertencem aos Grupos “L” e “M”. 5. excluídas as residências unifamiliares. reforma estrutural ou ampliação de área construída. g) Edificações e áreas de risco que necessitem de proteção por sistemas fixos tais como: hidrantes.

2. com especificação da quantidade máxima. produtos acabados. pressurização de escada.5. chuveiros automáticos.2.1 Memorial industrial de segurança contra incêndio e pânico Descrição dos processos industriais. Armas e Munições (DEAM) Documento da Polícia Civil do Estado do Paraná que autoriza a atividade de comercialização e/ou armazenamento de explosivos. 5. d) Forma de acionamento (manual ou automático). conforme NPT 030 – Fogos de artifício.4 Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) Deve ser anexada a ART do responsável técnico pelo PSCIP e.5.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 Ofício encaminhado ao Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. solicitando análise e aprovação do PSCIP.2. controle de fumaça. tais como hidrantes. com assinatura do responsável técnico pelo PSCIP (anexo C). 4 . a fim de subsidiar a análise do PSCIP da edificação e áreas de risco.1.1. pressão e perda de carga. sempre que terceiro assine documentação do PSCIP pelo proprietário.1.5 Documentos complementares Documentos solicitados pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do CBMPR. sendo necessária a apresentação de catálogos técnicos. utilizando as referências de vazão.2. c) Agente extintor empregado.1.3 Procuração do proprietário Deve ser apresentada. 5.1. contendo informações básicas da edificação ou área de risco. líquidos inflamáveis ou combustíveis com ponto de fulgor.2 Memorial de cálculo Memorial descritivo dos cálculos realizados para o dimensionamento dos sistemas fixos contra incêndio. dentre outros. b) Tipo de sistema fixo.5 Documentos referentes ao comércio de fogos de artifício a) Inventário de estoque para fogos de artifício. sistema de espuma e resfriamento.2.5. 5.1.5. 5. se houver. b) Documento expedido pela Prefeitura Municipal. 5. as ARTs dos responsáveis técnicos pelos projetos específicos.3 Memorial do sistema fixo de gases para combate a incêndio a) Norma adotada. estoques. No desenvolvimento dos cálculos hidráulicos para as medidas de segurança contra incêndio por espuma e resfriamento deve ser levado em conta o desempenho dos equipamentos.4 Autorização da Delegacia de Explosivos.2.2. quando as características da mesma assim o exigirem: 5. certificando que pode haver o comércio do Grupo L no local desejado.1. 5. matérias primas.1.2.5. entre outros (anexo D). 5.

5.5. Certificado de Vistoria e Conclusão de Obra da Prefeitura Municipal.5.1.7 Documento comprobatório Documento que comprova a área construída. os materiais devem ser individualizados em unidades. a ocupação e a data da edificação e áreas de riscos existentes (Projeto de Prevenção de Incêndio e Arquitetônico vistado pelo CBMPR.11 Licença de funcionamento para instalações radioativas.5. Laudo e/ou Certificado de Vistoria do CBMPR. 5.2.2.2. plantas aprovadas pela Prefeitura Municipal. ou qualquer instalação que trabalhe com fonte radioativas Documento emitido pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). quando utilizados. 5.9 Cálculo de dimensionamento de lotação e saídas de emergência em locais de reunião de público Cálculos realizados para dimensionamento de lotação de saídas de emergência em locais de reunião de público. autorizando o funcionamento da edificaçãoe áreas de risco.1.1.1.2.1.1.5. relacionando-os com as suas respectivas massas (kg). sendo que o resultado final deve ser dado em unidades absolutas (ex.4 desta NPT. conforme item 5.5.1.6 Memorial de dimensionamento da carga de incêndio Memorial descritivo da carga de incêndio dos materiais existentes na edificação e área de risco contendo o dimensionamento conforme NPT 014 – Carga de incêndio nas edificações e áreas de risco. 5.2.: 200 prateleiras com 30 pallets em cada uma e com 20 caixas em cada pallet). 5 . No desenvolvimento dos cálculos. 5. Registro de Imóveis.2. nucleares. sua ocupação e detalhes úteis para a qualidade do atendimento operacional do Corpo de Bombeiros. d) Autorização do DEAM da Polícia Civil.2. conforme NPT 012 . conforme a NPT 016 – Plano de emergência contra incêndio.2. 5.Centros esportivos e de exibição – Requisitos de segurança contra incêndio.1.5.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 c) Detalhes construtivos previstos na NPT 030 a serem inseridos no memorial básico de construção (anexo E).8 Memorial de cálculo de dimensionamento de lotação e saídas de emergência em centros esportivos e de exibição Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento de lotação e saídas de emergência em recintos desportivos e de espetáculo artístico cultural. 5.5. ou de radiografia industrial.5. conforme NPT 011 – Saídas de emergência.10 Planilha de informações operacionais Planilha que contém um conjunto de dados sobre a edificação.12 Memorial básico de construção Documento com a descrição das características estruturais da edificação e áreas de risco (anexo E).

15 Memorial de cálculo de isolamento de risco Memorial descritivo dos cálculos realizados para o dimensionamento do isolamento de risco entre edificações e áreas de risco 5. indicando a lozalização das medidas de segurança contra incêndio.3.1. com os arquivos eletrônicos das plantas com a extensão em PDF. os detalhes de proteção estrutural.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 5.1.2. bem como os riscos existentes e quadro estatístico da edificação conforme anexo A.14 Memorial de cálculo de pressurização de escada Memorial descritivo dos cálculos realizados para o dimensionamento da pressurização da escada de segurança. Quando o PSCIP apresentar dificuldade para visualização das medidas de segurança contra incêndio alocado em um espaço da planta. porém. c) As escalas adotadas devem ser as estabelecidas em normas oficiais. g) Seguir a forma de apresentação gráfica conforme padrão adotado por normas oficiais. compartimentação vertical e escadas devem ser apresentados em planta de corte. devidamente identificada.1 Deve ser apresentada da seguinte forma: a) Além da planta impressa que compõe o processo.6 Planta de risco e estatística Folha única no formato A4. deve ser feita linha de chamada em círculo com linha pontilhada com alocação dos símbolos exigidos.5. d) Adotar escala que permita a vizualização das medidas de segurança contra incêndio. f) Adotar os símbolos gráficos conforme NPT 004.3 Apresentação da planta das medidas de segurança contra incêndio 5. A2 ou A1 em escala padronizada. esta pode ser fracionada. 5. i) j) É facultativa a apresentação da planta de fachada.1. contendo representação gráfica de todas as edificações e áreas de riscos com suas respectivas cotas e afastamentos. A3 (297 mm x 420 mm).5. A2 (420 mm x 594 mm) ou A1 (594 mm x 840 mm). e) Quando a planta de uma área construída ou área de risco não couber integralmente em escala reduzida em condições de legibilidade na folha A1.1. deve-se apresentar uma mídia.13 Memorial de dimensionamento e descritivo da lógica de funcionamento do sistema de controle de fumaça Memorial demonstrativo dos parâmetros técnicos adotados para o dimensionamento do sistema de controle de fumaça e descrição lógica do funcionamento. 5.2. devido à grande quantidade de elementos gráficos. contudo. 5.5.1.2. h) O quadro estatístico da edificação e áreas de risco deve ser colocado na primeira folha.1. b) Ser elaborada no formato A4 (2l0 mm x 297 mm).2. deve adotar numeração que indique onde está localizada tal área na planta de risco. 6 . A3.

comprimento das tubulações. 5. 4) Cabinas de pintura. 2) Casa de caldeiras ou vasos sob pressão. com a localização das medidas de segurança contra incêndio em planta baixa. diâmetros e demais informações necessárias para verificação dos memoriais de cálculos apresentados.2. tais como: 1) Tanques de combustível (produto e capacidade). 7) Centrais prediais de gases inflamáveis. 3) Dutos e aberturas que possibilitem a propagação de calor. Outros itens da planta poderão fazer uso da cor vermelha desde que sua representação tenha vínculo com as medidas de segurança contra incêndio apresentadas no PSCIP.3.1. a) No caso de risco incorporado. 8) Depósito de materiais pirofóricos. f) O esquema isométrico da tubulação deve conter o material utilizado. e) As plantas das medidas de segurança contra incêndio devem ser apresentadas com as medidas de segurança contra incêndio na cor vermelha. em ordem numérica sequencial do PSCIP. 10) Implantação de residências unifamiliares que estejam dentro de uma mesma indicação fiscal (mesmo terreno) que contenha uma edificação onde a apresentação do PSCIP seja obrigatória. deve ser feito em planta separada. distinguindo-as dos demais detalhes da planta. 11) Outros riscos que necessitem de segurança contra incêndio.2 Conteúdo da planta das medidas de segurança contra incêndio 5. a cobertura fica restrita à edificação não residencial unifamiliar. c) Nota em planta com indicação dos equipamentos móveis ou fixos ou sistemas de segurança instalados que possuírem a mesma capacidade ou dimensão.1 Detalhes genéricos que devem constar nas plantas: a) Símbolos gráficos. 9) Depósito de produtos perigosos. conexões. 7 . b) Deverá ser apresentada as cotas da edificação residencial e seus afastamentos as edificações mais próximas. Nos casos de proteção por sistema móvel. conforme NPT 004.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 k) A apresentação do projetos de chuveiros automáticos.3. 6) Áreas com risco de explosão. porém. d) Áreas construídas e áreas de risco com suas características. este deverá dar cobertura à residência unifamiliar. em que a edificação não residencial unifamiliar possua sistema preventivo fixo.1. 5) Locais de armazenamento de recipientes contendo gases inflamáveis (capacidade do recipiente e quantidade armazenada). mesmo que a edificação seja considerada como risco isolado. b) Legenda de todas as medidas de segurança contra incêndio utilizadas no PSCIP.

5. escadas enclausuradas. dentre outros) especificadas em um quadro de áreas próprio. devem constar nas próximas folhas. distância verga peitoril. vestiários. sem escala. conforme anexo F. Nota: Os detalhes genéricos constantes do PSCIP devem ser apresentados na primeira folha ou. h) Detalhe da ventilação efetiva da escada de segurança. nos casos em que tais detalhes não caibam nesta.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 g) Quadro de situação da edificação e áreas de risco. m) Destaque no desenho das áreas frias não computáveis (banheiros. f) Detalhes de corrimãos e guarda-corpos.2 Detalhes específicos que devem constar na planta de acordo com a medida de segurança projetada para a edificação e áreas de risco. nas planta de implantação e de risco. indicando os logradouros que delimitam a quadra. h) Quadro resumo das medidas de segurança contra incêndio indicando as normas e/ou legislações aplicadas nas respectivas medidas de segurança constantes do PSCIP. detalhes de estruturas e outros quando houver a exigência específica destes detalhes construtivos.2. Nota sobre o sistema de sinalização adotado. antecãmaras.1.3. quando houver. l) Miniatura da implantação com hachuramento da área sempre que houver planta fracionada em mais de uma folha. g) Detalhes de degraus. d) Quadro de localização da edificação e áreas de risco. Medidas de proteção passiva contra incêndio nas plantas de corte. c) Quadro resumo das medidas de segurança. k) Detalhe da sucção da bomba de incêndio. constantes nas respectivas NPTs: a) Acesso de viatura na edificação e área de risco (NPT 006): 8 . n) Indicar eixos transversais e longitudinais e respsctivas cotas de 10 (dez) metros no quadrante superior esquerdo. quando houver solicitação de isenção de medidas de segurança contra incêndio. k) Localização e independência do sistema elétrico em relação a chave geral de energia da edificação e áreas de risco sempre que a medida de segurança contra incêndio tiver seu funcionamento baseado em motores elétricos. b) Isométrico. e) Quadro de áreas. tais como: a) Legenda. i) j) Detalhe do registro de recalque. l) Especificação dos chuveiros automáticos. i) j) Cotas dos desníveis em uma planta baixa. m) Quadro do sistema de gases e líquidos inflamáveis e combustíveis e outros. conforme planta chave. escadas. tais como: dutos de ventilação da escada.

b) Separação entre edificações (NPT 007): Para edificações objetos de cálculo deve-se: 1) Indicar a distância de outras edificações. 3) Aba vertical. 6) Parede corta-fogo para isolamento de risco. os locais isentos de revestimento. 6) Elementos corta-fogo. 3) Indicação do peso suportado pelo pavimento da via de acesso em kgf. 2) Aba horizontal. 8) Vedador corta-fogo. conforme anexo A da NPT 008.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 1) Largura da via de acesso. 3) Indicar a carga de incêndio. 9) Selo corta-fogo. c) Segurança estrutural nas edificações (NPT 008): 1) Constar o Tempo Requerido de Resistência ao Fogo (TRRF) das estruturas em nota ou legenda e no memorial de construção independente do tipo de estrutura. 2) Indicar a ocupação. 4) Indicar as aberturas nas fachadas e suas respectivas dimensões. 2) Indicação se a via de acesso é mão única ou dupla. d) Compartimentação horizontal e compartimentação vertical (NPT 009): 1) Área compartimentadas e o respectivo quadro de áreas. 10) Porta corta-fogo. se for o caso. 3) Identificar em planta as áreas das estruturas protegidas com material resistente ao fogo e. 7) Juntar o memorial de cálculo de isolamento de risco. 7) Parede corta-fogo para compartimentação. 5) Tempo de resistência ao fogo dos elementos estruturais utilizados. 11) Cortina corta-fogo. 9 . 5) Indicar a fachada da edificação considerada para o cálculo de isolamento de risco e suas respectivas dimensões. 4) Afastamento de aberturas perpendiculares à parede corta-fogo para compartimentação. 2) Identificar os tipos de estruturas. 4) Largura e altura do portão de entrada da via de acesso.

13) Localização do grupo motogerador.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 12) Cortina d'água. 2) Detalehs de corrimãos. 5) Dimensões da base e espelho dos degraus. 11) Indicar o revestimento do piso. 6) Porcentagem de inclinação das rampas. 6) Largura das portas das saídas de emergência. 14) Vidro para-chama. 9) Dimensões dos camarotes (quando houver). 7) Indicar barras antipânico (quando houver). 4) Corrimãos em escadas e rampas. 8) Delimitação física da área de público em pé. 5) Detalhe da ventilação efetiva da escada de segurança (quando houver). parede. 2) Largura das portas das entradas dos recintos. individualizando a lotação por ambiente. 10 . 10) Indicar a lotação do ambiente quando se tratar de local de reunião de público. 3) Detalhes de guarda-corpos. as classes dos materiais de piso. f) Saídas de emergência (NPT 011): 1) Detalehes de degraus. divisória. acessos e portas das saídas de emergência. 7) As lotações dos ambientes. 10) Dimensões das cadeiras fixas (dobráveis ou não) e o espaçamento entre as mesmas. teto e forro. inclusive os corrimãos centrais. 8) Casa de máquinas do elevador de emergência (quando houver). 4) Largura das escadas. 13) Vidro corta-fogo. correspondentes e cada ambiente. 3) Barra antipânico onde houver. 12) Indicar os equipamentos de som. g) Centros esportivos e de exibição – Requisitos de segurança contra incêndio (NPT 012): 1) Larguras das escadas. 9) Antecãmaras de segurança (quando houver). e) Controle de materiais de acabamento e revestimento (NPT 010): 1) Indicar nos respectivos cortes ou em notas específicas.

9) Janela de sobre pressão. 3) Exaustores mecânicos. 15) Juntar o memorial de cálculo de vazão do sistema de pressurização do elevador de emergência (quando houver exigência). j) Controle de fumaça (NPT 015): 1) Indicar a carga de incêndio específica para as ocupações não listadas na NPT 014. 11 . 2) Localização do ponto de captação de ar. clarabóias e alçapões). 4) Localização da central de detecção de incêndio. grelhas. i) Carga de incêndio nas edificações e áreas de risco (NPT 014): 1) Indicar a carga de incêndio específica para as ocupações não listadas na NPT 014. 2) Juntar o memorial de carga de incêndio (quando necessário). 7) Caminhamento dos dutos. h) Pressurização de escada de segurança (NPT 013): 1) A sala do grupo motoventilador. aberturas. 13) Antecâmara de segurança e indicação da porta estanque quando a sala do grupo motoventilador estiver localizada em pavimento que possa causar risco de captação de fumaça de um incêndio. 2) Exaustores naturais (entradas. 15) Indicar a sinalização de piso. 6) Grelhas de insuflamento. 14) Juntar o memorial de cálculo de vazão do sistema de pressurização da escada. 11) Acionadores manuais dos motoventiladores localizados na sala do grupo motoventilador e no local de supervisão predial com permanência humana constante. 5) Registro corta-fogo e fumaça. 12) Elementos de compartimentação de risco (parede e porta corta-fogo) da sala do grupo motoventilador. venezianas. 8) Localização do grupo motogerador. 5) Localização da fonte alternativa de energia do sistema. 16) Constar nota no quadro de informações sobre os sistemas de como será o controle de acesso do público.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 14) Localização dos blocos autônomos. 3) Detectores de acionamento do sistema. 10) Apresentação esquemática do sistema em corte. 4) Dutos e peças especiais.

3) O posicionamento da central do sistema. n) Sistema de proteção por extintores de incêndio (NPT 021): 1) Indicar as unidades extintoras. 5) Painel repetidor (quando houver). k) Iluminação de emergência (NPT 018): 1) Os pontos de iluminação de emergência. m) Sistema de sinalização de emergência (NPT 020): Deve ser lançada uma nota referenciando o atendimento do sistema de sinalização de emergência de acordo com a NPT 020. 2) Os acionadores manuais de alarme de incêndio. l) Sistema de detecção e alarme de incêndio (NPT 019): 1) Localização pontual dos detectores. 7) Detalhe ou nota em planta da proteção dos dutos quando passarem por áreas de risco. autonomia e sistema de automatização. 2) Quando o sistema de iluminação de emergência for alimentado por grupo motogerador (GMG) que não abranja todas as luminárias da edificação e áreas de risco. 9) Localização da casa de máquinas dos insufladores e exaustores. 7) Localização dos detectores de incêndio. 6) Fonte alternativa de energia do sistema. 11) Juntar o memorial de dimensionamento e descritivo da lógica de funcionamento do sistema de controle de fumaça. 4) Fonte alternativa de energia do sistema. devem ser indicadas as luminárias a serem acionadas em caso de emergência. 8) Localização da central de alarme/detecção de incêndio. 6) Duto de entrada de ar. quadros e comandos. 5) Quando o sistema for abrangido por GMG. 3) Os sinalizadores sonoros e visuais. 4) Central do sistema.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 6) Localização dos pontos de acionamento alternativo do sistema. 2) Quando forem usadas unidades extintoras com capacidades diferentes de um mesmo agente. parede corta-fogo e porta corta-fogo da sala do GMG quando o mesmo estiver localizado em área com risco de capatação de fumaça ou gases quentes provenientes de um incêndio. 12 . devem constar no PSCIP a abrangência. deve ser indicada a capacidade ao lado de cada símbolo. 10) Localização da fonte de alimentação.

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 o) Sistema de hidrantes e mangotinhos (NPT 022): 1) Indicar os hidrantes ou mangotinhos. bem como o detalhe que mostre suas condições de instalação. quando o sistema de acionamento for automatizado. indicar a sua localização. 2) Indicar as botoeiras de acionamento da bomba de incêndio. 7) Indicar a bomba de incêndio principal e jockey (quando houver) com indicação de pressão. 6) Localização do painel de alarme. vazão e potência. açude . 10) Deve constar o detalhe da sucção quando o reservatório for subterrâneo ou ao nível do solo. e com permanência humana constante. vazão e potência. 9) Deve constar a perspectiva isométrica completa (sem escala e com cotas). 3) Indicar o dispositivo responsável pelo acionamento no barrilete. a localização do acionador manual alternativo da bomba de incêndio em local de supervisão predial. 3) Os tipos de chuveiros especificados. 7) Locais onde foram substituídos os chuveiros por detectores de incêndio. 8) Quando forem usadas mangueiras de incêndio e esguichos com comprimentos e requintes diferentes.). 5) Quando houver mais de um sistema de hidrantes instalado. 2) A área de aplicação dos chuveiros hachurada para os respectivos riscos. 8) Esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. 6) Indicar o reservatório de incêndio e sua capacidade. p) Sistema de chuveiros automáticos (NPT 023): 1) Localização das bombas do sistema com indicação da pressão. 4) Localização dos cabeçotes de testes. 9) Toda a tubulação abrangida pelo cálculo deve ter seu diâmetro e comprimento cotado no esquema isométrico. devem ser indicadas as respectivas medidas ao lado do símbolo do hidrante. 4) Indicar o registro de recalque. 5) Área de cobertura e localização das válvulas de governo e alarme (VGA) e dos comandos secundários (CS). deve ser indicado no registro de recalque. a qual edificação ele pertence. 12) Juntar o memorial de cálculo do sistema de hidrantes. 10) Devem ser apresentadas todas as tubulações de distribuição com respectivos diâmetros e cotas de distância. etc. 13 . lagoa. bem como. 11) Quando o sistema de abastecimento de água for através de fonte natural (lago.

lagoa. limites de propriedade e dimensões das bacias de contenção. açude .NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 11) Devem ser indicados os pontos de chuveiros automáticos em toda a edificação e áreas de risco. registro de recalque. esguichos reguláveis e lançadores de espuma. 15) Indicar o dispositivo responsável pelo acionamento do sistema no barrilete. qual tanque é considerado o de maior risco para efeito de cálculo. diâmetro e altura do tanque. proporcionadores. 11) Indicar a localização e volume do líquido gerador de espuma (LGE). e ponto de fulgor. 12) Constar o esquema isométrico. 2) Indicar o tipo de tanque (elevado. volume. canhões monitores. ponto de fulgor. aspersores. 18) Altura de armazenamento de mercadoria. podendo ser apenas da tubulação envolvida no cálculo. 7) Indicar para cada cenário. 6) Indicar o produto inflamável ou combustível. entre outros). indicar a sua localização. exceto quando se tratar da área de operação. 16) Indicar a capacidade e localização do reservatório de incêndio. 5) Indicar a capacidade de armazenamento de cada tanque. neste caso. 3) Indicar o tipo de superfície do tanque (teto flutuante ou fixo) 4) Indicar através de cotas os afastamentos entre tanques. 8) Indicar os tanques considerados vizinhos ao tanque de maior risco. 13) Indicar as especificações dos equipamentos envolvidos no cálculo. q) Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis (NPT 025): 1) Indicar todos os tanques e instalações. 13) Localização do registro de recalque. 19) Classe da mercadoria armazenada. câmaras de espuma. 12) Para edificações C-3. vertical ou horizontal). 17) Juntar o memorial de cálculo do sistema de chuveiros automáticos. o produto armazenado. 10) Apresentar quadro que contenha a indicação do tanque. subterrâneo. etc. r) Sistema fixo de gases para combate a incêndio (NPT 026): 14 . 9) Indicar os equipamentos de proteção contra incêndio (bombas de incêndio. não será necessária a apresentação dos pontos de chuveiros automáticos nas lojas com área inferior a 300m2.). 14) Juntar o memorial de cálculo do sistema de espuma e resfriamento. edificações. 14) Quando o sistema de abastecimento de água for através de fonte natural (lago. bem como a localização do acionador manual alternativo da bomba de incêndio em local de supervisão predial com permanência humana constante. deve-se indicar a área protegida através de simbologia específica. vias públicas.

no duto de conexão entre os silos e o dispositivo de coleta de poeira. nos equipamentos (dutos. 6) Indicar as áreas protegidas pelo sistema fixo de gases. áreas edificadas no mesmo lote e locais de risco. s) Armazenamento em silos (NPT 027): 1) Indicar o respiro da cobertura de cada silo. 9) Juntar o memorial de cálculo do sistema de gases limpos e CO2. 15 . 6) Indicar o dispositivo corta-fogo provido de alívio de explosão. 3) Indicar a central do sistema de detecção e alarme de incêndio. 3) Constar nota no quadro de informações sobre os sistemas de que os elevadores devem ser fechados em poços estanques com paredes resistentes ao fogo por 2 horas. 5) Indicar o sensor de temperatura localizado entre os dispositivos de produção de calor e o secador. 4) Indicar os detectores de incêndio. com fecho automático em todas as aberturas. 2) Indicar a largura das escadas. armazenamento. 7) Indicar na cobertura a vedação contra pós e contra água. etc). edificações e estruturas onde exista o risco de explosão de pó. 7) Indicar o tempo de retardo para evacuação do local. 9) Constar em todos os locais confinados ventiladores à prova de explosão. coletores. coletores. etc). silos de pó. 2) Indicar a botoeira de desativação do sistema de gases. 8) Deve constar o esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. t) Manipulação. 3) Afastamentos das divisas de terrenos.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 1) Indicar a botoeira alternativa para acionamento do sistema fixo. da área de risco são à prova de explosão e de pó. edificações e estruturas onde exista o risco de explosão de pó. silos de pó. 2) Indicar a capacidade dos cilindros.fogo (PCF) do tipo P-90. inclusive as de emergência. 4) Indicar nas escadas e elevadores as portas corta. 10) Indicar os dispositivos de alívio de explosão nos equipamentos (dutos. bem como da capacidade total da central. comercialização e utilização de gás liquefeito de petróleo GLP (NPT 028): 1) Localização da central de GLP. que desligam automaticamente os motores ao ser detectado o escorregamento da correia ou corrente. 8) Indicar o sistema de detecção e de extinção de faíscas nos dutos de transporte de poeira. 5) Indicar a bateria de cilindros de gases. que as luminárias. que os transportadores verticais e horizontais são dotados de sensores automáticos de movimento.

2) Indicar a quantidade e o local de armazenamento ou manipulação. 7) Indicar os equipamentos de proteção contra incêndio (bombas de incêndio. v) Fogos de artifício (NPT 030): 1) Deve ser lançada uma nota referenciando o atendimento às distâncias de separação do comércio à via pública. 3) Indicar o local de estacionamento do veículo abastecedor quando o gás natural for distribuído por este meio de transporte. 3) Localização de fogões. 2) Indicar a capacidade de carga do heliponto. 4) Localização da central de GLP (quando houver). se houver exigência de sistema de resfriamento. 2) Indicar as distâncias mínimas de afastamentos previstos na tabela I da NBR 12236/94. esguichos reguláveis. registro de recalque. distribuição e utilização de gás natural (NPT 029): 1) Indicar os compressores. canhões monitores. y) Cobertura de sapé. coifas e similares. se houver exigência de sistema de resfriamento. quando o abastecimento for a granel. fogos de artifício ou seus depósitos. se houver exigência de sistema de resfriamento.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 4) Local de estacionamento do veículo abastecedor. piacava e similares (NPT 033): 1) Especificar qual o tipo de cobertura utilizada. para postos que comercializem gás combustível comprimido. 2) Afastamentos dos limites do terreno e de postos de abastecimento de combustíveis. 9) Juntar o memorial de cálculo do sistema de resfriamento. edifícios habitados e confrontantes de acordo com a NPT 030. x) Produtos perigosos em edificações e áreas de risco (NPT 032): 1) Indicar o centro de monitoramento ou a guarita. 2) Quantidades de fogos armazenados e suas classificações. z) Hidrante urbano (NPT 034): 16 . 6) Localização do botijão e das aberturas previstas para ventilação (caso de área interna em unidade habitacional quando permitido pela NPT 028) e forma de instalação. podendo ser apenas da tubulação envolvida no cálculo. aspersores. 8) Constar o esquema isométrico. gases inflamáveis. w) Segurança contra incêndio para heliponto e heliporto (NPT 031): 1) Sinalização do heliponto conforme previsto na respectiva NPT. entre outros). estocagem e unidades de abastecimento de gás. 5) Sistema de proteção da central. u) Comercialização.

10) Indicar o sistema de circuito interno de televisão. transformadores e reguladores de tensão. 9) Indicar o sistema de comunicação interna. 3) Indicar as paredes corta-fogo de isolamento de risco utilizadas no local. ab) Pátio de contêiner (NPT 036): 1) Indicar as áreas de segregação de cargas e respectivas proteções. 5) Indicar as áreas de refúgio (quando houver).NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 1) Posicionamento dos hidrantes. 5) Detalhamento do sistema de água nebulizada para os casos de subestação compartilhada.1. aa) Túnel rodoviário (NPT 035): 1) Indicar a interligação dos túneis paralelos (quando for o caso). 4) Indicar a bacia de contenção com drenagem do óleo isolante e a caixa separadora de óleo e água. quando for o caso. 5. 2) Indicar o sistema fixo de extinção a ser instalado. 3) A vazão dos hidrantes. 8) Indicar o sistema de drenagem de líquidos e bacias de contenção. ac) Substação elétrica (NPT 037): 1) Indicar as áreas destinadas aos reatores. 4) O traçado da rede de água que abastece os hidrantes com indicação de seus diâmetros. 6) Indicar as rotas de fuga e as saídas de emergência. 3) Indicar as defensas das laterais do túnel. 7) Indicar as medidas de segurança contra incêndio adotadas. 4) Indicar os detalhes dos corrimãos. 2) O raio de ação do hidrante.4 Apresentação do PSCIP para verificação de conformidade junto ao CBMPR 17 . 2) Indicar o sistema de exaustão. 2) Indicar as vias de acesso a veículos de emergência. ad) Segurança contra incêndio em cozinha profissional (NPT 038): 1) Indicar o caminhamento dos dutos de exaustão.

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 5.1.3.6. 5. 5.1. ao Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Paraná – CREA/PR.1.1 Ampliação de área construída que implique o redimensionamento dos elementos das saídas de emergência.6. tem o prazo máximo de 30 (trinta) dias para analisar o PSCIP.1.1.1 A qualquer tempo o CBMPR pode anular o PSCIP que não tenha atendido todas as exigências da legislação vigente à época da aprovação.1. acessos. lotação e outros. (Ver exemplo de cálculo no anexo G).3 Constatada a inabilitação técnica do responsável técnico que atuou no PSCIP para o ato praticado. 5.1.4. conforme cada caso.4.1 O PSCIP deve ser apresentado na seção de protocolo do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do CBMPR. 5.1 O Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico.5 Prazos de análise 5.1 Substituição do PSCIP A edificação e áreas de risco que se enquadrar dentro de uma das condições abaixo realcionadas devem ter o seu PSCIP substituído: 5. 5. rampas. 5.976 de 2002.1. tais como tipo e quantidade de escadas. deve ser procedida a anulação do PSCIP. 18 .1.6.7. a qual deverá ser quitada para a retirada da análise do PSCIP.5 O ato de anulação do PSCIP deve ser comunicado ao proprietário/responsável pelo uso.1.6 Havendo indício de crime.4 O ato de anulação do PSCIP deve atender o princípio da publicidade previsto na legislação comum. Para emissão do certifdicado de conformidade deverá ser apresentado em no mínimo duas vias. responsável técnico. 5.6.6.1. Prefeitura Municipal e.2 O PSCIP deve ser analisado conforme ordem cronológica de entrada.1. o responsável pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico deve comunicar o fato ao Ministério Público. 5.6 Cassação 5.3 A ordem do item anteior pode ser alterada para o atendimento das ocupações ou atividades temporárias ou interesse da administração pública. na hipótese do item 5. 5.1.2 Quando do protocolo do PSCIP.7 Substituição ou atualização do PSCIP 5.3 O valor da taxa de análise do PSCIP é calculada com base na Lei Estadual 13. será emitida uma Guia de Recolhimento GRPR.1.1.1. podendo ser baseado na legislação vigente à época da elaboração do PSCIP anulado.2 O PSCIP anulado deve ser substituído por um novo.5. contados a partir de cada entrada. 5. 5. portas.1. 5.6. ao tempo da aprovação.5.5.1.1.4.6.7.

1 – Substituição de PSCIP.1.1. o Plano deverá ser atualizado e substituído de acordo com a norma vigente na época da atualização. a área ampliada.1 Características da instalação Instalações como circos.7.2 PSCIP para Instalação e Ocupação Temporária 5. 5.1. feiras de exposições. que ficam apensos ao PSCIP. e ser regularizada por meio de plantas. rodeios.7. entre outros.1.1.1. shows artísticos.5 A mudança de leiaute da edificação e áreas de risco que implique a adoção de nova medida de segurança ou torne ineficaz a medida de segurança prevista no PSCIP existente.2 Quando se tratar de área ampliada que represente riscos isolados em relação à edificação existente. vazão. por meio de documentos encaminhados ao SPCIP.1.1.3 São aceitas as modificações ou complementações desde que não se enquadrem nos casos previstos no item 5.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 5.7 Quando da substituição ou atualização do PSCIP. citando o número do PSCIP anteriormente aprovado e a data da aprovação.1. a decisão para substituição do PSCIP cabe ao Comando da Unidade ou chefe do SPCIP.1.2.7. via Formulário de Atendimento Técnico (anexo H).7. parques de diversão.6 O aumento da altura da edificação e áreas de risco que implique a adoção de nova medida de segurança contra incêndio e/ou redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente e/ou rotas de fuga. feiras agropecuárias.1.1. potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio.7.3 Ampliação de área que implique a adoção de nova medida de segurança contra incêndio (medida não prevista anteriormente). tais como: pressão.1. 5. 19 .7.1.2.7.8 Sempre que. deverá constar na legenda da Planta de Risco e Quadro Estatístico da Obra a informação de alteração do plano.7. atender à legislação atual.9 Caso a execução da obra não seja iniciada no período de 2 (dois) anos após a aprovação do PSCIP. 5. deve. 5.2 Atualização do PSCIP 5.2.1. 5.2.2 Ampliação de área construída que implique o redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente.4 A mudança de ocupação da edificação e áreas de risco com ou sem agravamento de risco que implique a ampliação das medidas de segurança contra incêndio existentes e/ou exigência de nova medida de segurança contra incêndio. 5. e após este prazo a edificação e áreas de risco passam a ser regidas pelas regras do item 5. houver acúmulo de plantas e documentos que dificultem a compreensão e o manuseio do PSCIP por parte do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico.1.1.7.7. 5. desde que possua as mesmas medidas de segurança contra incêndio. 5.1.1.1.7. 5.1 É a complementação de informações ou alterações técnicas relativas ao PSCIP aprovado. 5.7.7. em decorrência de várias ampliações ou diversas alterações.1. 5.1. devem ser desmontadas e transferidas para outros locais após o prazo máximo de 6 (seis) meses.

3) Lona de cobertura de material específico.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 5.2. arquibancadas.2.3.2. 5. b) Planta das medidas de segurança contra incêndio e pânico ou planta de instalação e ocupação temporária.4 Os símbolos gráficos dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio conforme NPT 004. palcos. 10) Outras montagens mecânicas ou eletromecânicas. equipamentos. a) Planta de risco e estatística (anexo A).3. 5. 5. e demais exigências constantes da NPT 012 é do responsável pela organização do evento”. 5. 9) Grupo motogerador.2 Composição O PSCIP-IOT para Instalação e Ocupação Temporária deve ser composto pelos seguintes documentos: a) Pasta do PSCIP.2.3 Nota com os seguintes dizeres: “A responsabilidade pelo controle de acesso ao recinto e da lotação.2 A indicação de todas as dependências. tudo o que for fisicamente instalado.1 Área com as cotas de todos os perímetros e larguras das saídas em escala padronizada. assinada pelo proprietário ou responsável pelo uso e responsável técnico. centrais de gases inflamáveis. enfim. 20 . sempre com a identificação das medidas da respectiva área. bem como em manter as saídas desimpedidas e desobstruídas. conforme determinado na NPT 010 para ocupação com lotação superior a 100 pessoas. 2) Instalação das medidas de segurança contra incêndio e pânico. 1) Elaboração do PSCIP-IOT.5 A apresentação em folha tamanho até A1.2. brinquedos de parques de diversões. c) Procuração do proprietário quando este transferir seu poder de signatário.3. 4) Instalação e estabilidade das arquibancadas e arenas desmontáveis. áreas de risco. 5.3.3 Planta de instalação e ocupação temporária A planta deve conter: 5. 5) Instalações de brinquedos de parques de diversão.2. 8) Instalaçõe elétricas.2. 7) Instalação e estabilidade das armações de circos. d) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do responsável técnico sobre. 6) Instalação e estabilidade de palcos. instalações. b) Ofício de apresentação do PSCIP-IOT. arenas e outras áreas destinadas à permanência de público.3.

9 Devido à peculiaridade do tipo de instalação ou ocupação.3 PSCIP para Ocupação Temporária em Edificação Permanente É o procedimento adotado para evento temporário em edificação e áreas de risco permanente e deve atender às seguintes exigências: a) O evento temporário deve possuir o prazo máximo de 6 (seis) meses. 5. juntamente com a pasta.3 Nesta primeira ocasião. 5.4.4. onde devem ser conferidos e liberados para a realização da vistoria. não há necessidade de se refazer a documentação. 5.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 5.4.2. excluindo-se as áreas descobertas destinadas a circulação de pessoas e estacionamentos descobertos. 5.2.2.4 Apresentação para avaliação junto ao CBMPR 5.2.2 A pasta contendo a documentação deve ser formada quando do início das atividades ou quando da primeira vez que houver presença no Estado do Paraná.4 Completada a orientação.4. todos os documentos devem receber carimbo padrão de aprovação.4. em cada vez que for montada a instalação ou ocupação. 5. devem ser apresentados no Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico . arquibancadas. o Serviço de Prevençao Contra Incêndio e Pânico deve orientar o interessado sobre todas as condições de segurança contra incêndio exigidas.2. 5. estandes. 5. juntamente com as exigências para a atividade temporária que se pretende nela desenvolver.4.2.4. b) A edificação e áreas de risco permanente devem atender às medidas de segurança contra incêndio previstas no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico.2.7 Nos demais municípios.6 Depois de instalada toda a proteção exigida. barracas. 5. com validade somente para o endereço onde esteja localizada a instalação na época da vistoria. 21 . bem como.2. incluindo as áreas edificadas. em duas vias. caso não haja irregularidades. exceto o pedido de vistoria e a ART. a respectiva documentação necessária. deve ser realizada a vistoria e emitido o respectivo Certificado de Vistoria em Instalação e Ocupação Temporária. o PSCIP-IOT deve ser protocolado no setor de análise do Corpo de Bombeiros com o prazo mínimo de 07 (sete) dias de antecedência. 5.1 O PSCIP-IOT deve ser apresentado na seção de protocolo do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do CBMPR. Isso se fará diante do Serviço de Prevenção Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros com atribuições no município. arenas.4.8 A pasta deve ser devolvida ao interessado que deve apresentá-la ao vistoriador quando da realização da vistoria no local.2. c) A edificação e áreas de risco permanente devem estar devidamente regularizadas junto ao CBMPR.10 A taxa de análise do PSCIP-IOT deve ser calculada de acordo com a área delimitada a ser ocupada pelo evento.4. 5.2. palcos e similares.5 A pasta do interessado deve acompanhar a instalação ou a ocupação em todo o Estado do Paraná e deve ser apresentada no Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico em toda solicitação de nova vistoria.4. sendo que uma das pastas deve ser devolvida ao interessado e a outra pasta deve ficar arquivada no Serviço de Prevençao Contra Incêndio e Pânico do município de origem. Esses documentos.2.

1. 5.4. pelo analista. 5. ou dimensionada acima dos parâmetros normatizados.1. deve apresentá-la obrigatoriamente anexada ao PSCIP no ato de sua entrega para análise.1 Cada medida de segurança contra incêndio deve ser dimensionada conforme o critério existente em uma única norma. deve ser orientada por escrito. entre outros. o interessado deve encaminhar resposta circunstanciada.4. 5. quanto a não obrigatoriedade daquela medida ou parte dela. o interessado pode solicitar recurso em Comissão Técnica.2 Apresentação do procedimento para avaliação junto ao CBMPR Conforme seções 5.9 Quando houver a discordância do interessado em relação aos itens emitidos pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico e esgotadas as argumentações técnicas na fase de análise. por meio de carta resposta sobre os itens emitidos.7 Todas as páginas dos documentos onde não haja campo para assinatura devem ser rubricadas pelo responsável técnico e proprietário ou responsável pelo uso.3. 5.2 e/ou 5. é permitida a fotocópia e a reprodução por meios eletrônicos.4. 5. por um tradutor juramentado. tais como boxe. parte 3 da NPT 001.2.2.6 Devem ser adotados todos os modelos de documentos exemplificados nas NPTs para apresentação nos PSCIP.5 A medida de segurança contra incêndio não exigida. 5. estande.4. e) Se no interior da edificação e áreas de risco permanente for acrescida instalação temporária.2. 5. vedando o uso de mais de um texto normativo para uma mesma medida de segurança contra incêndio. 5. ao proprietário ou responsável pelo uso.1 Composição Conforme seções 5. esclarecendo as providências adotadas para que o PSCIP possa ser reanalisado pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico até a sua aprovação. porém. 5.3 Se o responsável técnico fizer uso de norma estrangeira.4.4.4.4. esta instalação deve estar regularizada de acordo com o item 5.4. 5.2 É permitido o uso de norma estrangeira quando o sistema de segurança estabelecido oferecer melhor nível de segurança. 5.1.4 Disposições gerais para apresentação do PSCIP 5.3. desde que atenda aos requisitos para a atividade temporária em questão. 22 . prevalece a proteção da edificação e áreas de risco permanente.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 d) Se for acrescida uma instalação temporária em área externa junto da edificação e áreas de risco permanente.4 e/ou 5.4 A norma estrangeira deve ser apresentada sempre em seu texto total e traduzida para a língua portuguesa.4.8 Quando for emitido relatório de não conformidades constatadas na análise do PSCIP pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico.

5.976 de 2002 ou os que não possuam Número de Identificação do Bombeiro – NIB serão tratados (para fins de emissão de taxa) como planos novos.12 Todos os serviços referentes à análise (cadastro. proprietário ou responsável pelo uso deve encaminhar uma solicitação por escrito ou Formulário para Atendimento Técnico (FAT) ao Serviço de Prevençao Contra Incêndio e Pânico. esclarecendo o fato ocorrido. 5. gerando dessa forma a taxa mínima de análise de plano nos casos de substituição sem ampliação de área.976 de 2002.4.4.11 Nos casos de extravio do protocolo de análise. quando do cadastramento da substituição do PSCIP.14 Nos casos de alterações de PSCIP com ampliação de área.976 de 2002. incidindo a taxa de análise sobre toda a área da obra.10 O pagamento da taxa de análise dá direito a realização de quantas análises forem necessárias dentro do período de 2 (dois) anos a contar da data de emissão do primeiro relatório de não conformidades.4.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 5. o NIB ou a referência (protocolo de aprovação) do plano anteriomente aprovado no campo “alteração de projetos”.13 Os PSCIP aprovados anteriormente a eficácia da Lei Estadual 13. que possuam NIB e que não estejam sofrendo ampliação de área. serão cadastrados no Sistema PREVFOGO com a área total da obra constante no Plano e a área total de análise igual a 0 (zero) m2.4. serão cadastrados no Sistema PREVFOGO com a área total da obra constante no projeto e a área total da análise será a áea a ser ampliada. sendo que os aprovados anteriormente a eficácia da Lei Estadual 13.4. aprovados posteriormente a eficácia da Lei Estadual 13.4. 5. 5. 5. 23 .15 Deverá ser inserido no sistema PREVFOGO. que possuam NIB. análise e conclusão) de PSCIP e projetos arquitetônico (quando for o caso) e substituições de PSCIP já aprovados deverão obrigatoriamente ser cadastrados no sistema PREVFOGO. o responsável técnico.

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO A PLANTA DE RISCO E QUADRO DE ESTATÍSTICA DA OBRA 24 .

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO A DETALHE DO CARIMBO DA PLANTA DE RISCO E QUADRO DE ESTATÍSTICA DA OBRA 25 .

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO B PLANTAS DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO .IMPLANTAÇÃO 26 .

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO B PLANTAS DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO – PLANTAS BAIXAS 27 .

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO B PLANTAS DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO – CORTES 28 .

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO B PLANTAS DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO – ISOMÉTRICOS 29 .

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO B PLANTAS DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO – DETALHES 30 .

000.00 m² Restrito ao exposto. antecipadamente agradecemos. Em conformidade com o CSCIP-CBM PR.0.0000.0000. 08 de outubro de 2011 Ao S erviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico Corpo de Bombeiros M ilitar do Paraná Curitiba/Pr Ilustríssimos Senhores.000.000-00 Endereço: ENDEREÇO DA OBRA Indicação Fiscal/Inscrição Imobiliária: 00. solicitar a análise e posterior aprovação do Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico da seguinte edificação: Obra: NOM E DA OBRA Proprietário: NOM E DO PROPRIETÁRIO CNPJ/CPF: 000.000-D/PR 31 . Pr. Atenciosamente. vimos por meio deste.000/0 Ocupação: OCUPAÇÃO Área total: 0. Assinatura Nome do Responsável Técnico CREA 00.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO C OFÍCIO DE APRESENTAÇÃO DO PSCIP Curitiba.

IDENTIFICAÇÃO EMPRESA: ATIVIDADE INDUSTRIAL: ENDEREÇO: MUNICÍPIO: e-mail: 2.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO D MEMORIAL INDUSTRIAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO MEMORIAL INDUSTRIAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 1. do Proprietário ou Resp.: pode ser anexado também fluxograma de produção) 5. ESPECIFICAR QUANTIDADE DO PROCESSO DE LÍQUIDOS E GASES INFLAMÁVEIS _____________________________________ Ass. MATÉRIA(S)-PRIMA(S) UTILIZADA(S) 3. PROCESSO INDUSTRIAL (Obs. PRODUTO(S) ACABADO(S) 4. pelo uso 32 . do Técnico Responsável _____________________________________ Ass. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES 6.

salubridade. atendem aos requisitos técnicos quanto à estabilidade. acabamento etc. de acordo com normas em vigor. ou de materiais equivalentes. assentadas e revestidas de argamassa. conforme a NPT-08. concreto. das normas ABNT. ALVENARIAS: construídas de tijolos de barro. 6. ________________________________ RESPONSÁVEL TÉCNICO ________________________________ PROPRIETÁRIO / Resp. 4. ESTRUTURAS: execução da obra realizada de acordo com as normas construtivas em vigor. MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO: as medidas de segurança contra incêndio e os riscos específicos obedecem aos requisitos do Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná e. Atende ao TRRF (resistência ao fogo) para _______ minutos. ventilação. executadas de acordo com as características da construção. de acordo com as normas construtivas em vigor. conforto térmico e acústico. segurança. COMPARTIMENTOS: Independentes de sua natureza de ocupação. Os materiais de construção (estruturas. pelo uso 33 . 7. Atende ao TRRF (resistência ao fogo) para _______ minutos. mediante aplicação adequada. de acordo com as características da construção. madeira etc.) empregados.as instalações hidráulicas e elétricas obedecem aos requisitos normativos da ABNT e das respectivas concessionárias.). os compartimentos possuem dimensões adequadas à sua atividade. COMPARTIMENTAÇÕES: realizada de acordo com as normas construtivas em vigor e NPT-09. conforme a NPT-08. 5. onde aplicável. Município. vedações.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO E MEMORIAL BÁSICO DE CONSTRUÇÃO MEMORIAL BÁSICO DE CONSTRUÇÃO Endereço:______________________________________________________________N° ________________ Complemento:____________________________________________Bairro:___________________________ Município:_____________________________________UF: PR e-mail:__________________________ Proprietário:__________________________________________________Fone: _______________________ Ocupação: _______________________________________________________________________________ 1. VIDROS: os elementos envidraçados atendem aos critérios de segurança previstos nas normas da ABNT. higiene.____ de _________ de ______. Fundações: executadas para suportar as cargas solicitadas. 2. 3. blocos de concreto. estruturas de __________________ (aço. tijolos cerâmicos. atendendo às posturas municipais e às normas do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. INSTALAÇÕES .

PROTEÇÃO ESTRUTURAL CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA ALARME E DETECÇÃO O controle de acesso será através de ingressos numerados com catracas eletrônicas.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO F QUADRO RESUMO DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO QUADRO RESUMO DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA EXTINTORES ÁGUA PRESSURIZADA – 2A PÓ QUÍMICO SECO BC – 20 B:C GÁS CARBÔNICO BC – 5 B:C TRRF de 60 min. OBEDECERÁ A NPT-018 CONFORME NPT-019 TUBULAÇÃO 63/100/150mm FERRO GALVANIZADO HIDRANTES – MANG. II-A. O sistema de sinalização de emergência atende à NPT-020 O sistema de instalações elétricas atende as Normas Regulamentadoras em vigência. III-A OU IV-A CLASSE I OU II-A CLASSE I OU II-A 34 . TEXTIL CARGA DE INCÊNDIO – NPT OCUPAÇÃO/USO I DESCRIÇÃO TEXTIL EM GERAL DIVISÃO I-2 CARGA DE INCÊNDIOS EM MJ/M² 700 MJ/M² CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À CARGA DE INCÊNDIO RISCO MÉDIO CARGA DE INCÊNDIO MJ/M² 700 MJ/M² CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E REVESTIMENTO (NPT PISO PAREDE TETO e FORRO acabamento revestimento acabamento revestimento acabamento revestimento CLASSE I. 38Mm – COMPR. 30M ESGUICHOS REGULÁVEIS – NPT-022 CONFORME NPT-020 HIDRANTES SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA BRIGADA DE INCÊNDIO CONFORME NPT-017 CLASSIFICAÇÃO .CSCIP GRUPO I OCUPAÇÃO INDUSTRIAL DIVISÃO I-2 DESCRIÇÃO TEXTIL EM GERAL EXEMPLOS ATUALMENTE IND.

teremos as áreas excedentes a 1. logo teremos: (A1 x Z1) (1. como restaram 11.000 m2 de área) Z2 . até 10. Obs.000 x 0. até 10. que explorem materiais e/ou mercadorias de baixo ponto de fulgor (derivados de petróleo e explosivos): índice 2 (dois).000.000 m² da subtração de A2.0.000 m2. teremos A3 = 2. ocupando para a sua atividade uma área de 12. comércios.000 m2. teremos A2 = 9. que utilizem ou explorem materiais e ou mercadorias de alto ponto de fulgor (sólidos comuns): índice 1 (um) Classe 2 – Comércios. aplicando ao nosso exemplo teremos a seguinte distribuição das áreas conforme subdivisões de Ai: A1. indústrias e serviços.000 m2.000 m2 A3 – áreas excedentes a 10.0.000 m2. até 10.000 m2) fr – Coeficiente variável em função do risco de incêndio.000. logo A1 = 1.000 m2. então seguiremos com os cálculos: Primeiro efetuamos o somatório contido no parentese (ΣAi x Zi).020) 180 (A3 x Z3) (2.000 m2. como restaram 2.000 m2.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO G EXEMPLO DE CÁLCULO DA TAXA DE ANÁLISE DO PSCIP FORMULA PARA CÁLCULO DA TAXA I = 30%UPF/PR x {5 + (ΣAi x Zi) x fr} Onde: I – Valor da taxa expresso em unidade monetária Ai – Área do imóvel em m2 a ser vistoriada Sendo: A1 – áreas até 1.002 (área excedente a 10.000 x 0. Já determinamos a distribuição das áreas. Como Ai é a área do imóvel expressa em m2 a ser vistoriada. EXEMPLO DE CÁLCULO Como exemplo. teremos as áreas excedentes a 10.002) 4 35 . indústrias e serviços. vamos tomar um estabelecimento comercial que desenvolva atividade econômica de indústria de móveis. determinado de acordo com a atividade desenvolvida no estabelecimento sendo: Classe 1 – Residências.000 m2) Z3 .000 x 0.000 m2 Zi – Coeficiente variável em função da área Sendo: Z1 .000 m2 da subtração de A1.0.000 m2. A2.000 m2. A3. então aplicaremos conforme a distribuição de Zi (Coeficiente variável em função da área).: A taxa será cobrada até o limite de 100 UPF/PR.000 m2 A2 – áreas excedentes a 1.020 (área excedente a 1.010 (até 1.010) 10 (A2 x Z2) (9. subtraímos do total de 12. teremos as áreas até 1.

00. que é de 100 UPF/PR. então teremos: Classe 1. Transcrevendo o resultado obtido com o coeficiente variável teremos: {5 + (194) x 1} Efetuando primeiramente a multiplicação teremos: {5 + 194} Concluindo o cálculo contido nas chaves com a operação de soma teremos o seguinte resultado: {199} Resta agora determinar a porcentagem da UPF/PR para multiplicarmos com o resultado do contido nas chaves.06 teremos: 30%UPF/PR = 19. Considerando a UPF/PR (Unidade Padrão Fiscal do Paraná) vigente na publicação desta norma. teremos finalmente o valor da taxa: R$ 3.824. indústrias e serviços.218 Transcrevendo o resultado obtido na percentagem para a formula: I = 19. que é de R$ 64. ou seja. que utilizem ou explorem materiais e ou mercadorias de alto ponto de fulgor (sólidos comuns). sendo fr = 1 (um). comércios. No enunciado do nosso exemplo a atividade é de indústria de móveis.824.406.38 36 .NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 Concluindo o somatório teremos: (10 + 180 + 4) (194) Concluído o somatório passaremos a resolver o conteúdo das chaves {5 + (ΣAi x Zi) x fr} Transcrevendo o resultado obtido anteriormente no somatório teremos: {5 + (194) x fr} Agora temos que determinar o fr (coeficiente variável em função do risco de incêndio) de acordo com a atividade desenvolvida no estabelecimento. R$ 6.382 Como I é o valor da taxa expresso em unidade monetária.218 x 199 I = 3. Residências. e considerando não ter ultrapassado o valor limite de cobrança da taxa.

Técnico N° : INFORMAÇÕES SOBRE A EDIFICAÇÃO E ÁREAS DE RISCO Endereço: Área (m²): Projeto Técnico n°: Altura (m): Ocupação: Vistoria n° : _______________________________________ Nome: Assinatura: RG/CREA 37 . pelo uso Procurador e-mail: Resp.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO H FORMULÁRIO DE ATENDIMENTO TÉCNICO ESTADO DO PARANÁ POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ CORPO DE BOMBEIROS FORMULÁRIO PARA ATENDIMENTO TÉCNICO DATA: ___/___/___ Solicitante: Proprietário Finalidade da Consulta: Resp.

ou UL no etc – citar os ensaios. selagens de shafts e divisórias entre unidades autônomas serão executadas conforme segue: _________________. cartas de coberturas... conforme item 5.. e especificar se é para pilares. Os ensaios de resistência ao fogo adotados foram os relatórios (IPT no.7 da NPT-08. de acordo com os procedimentos da Norma .. Grupo D. item A2. seja por ensaios.19 da NPT-08 do CBMPR. encontram-se instalados em conformidade com as informações abaixo: Edificação: Logradouro Público/n° : Responsável pelo Uso: Altura(s) da Edificação (m): Ocupação: Data: (Nome da Edificação) (Endereço) (nome) (altura) (Data) METODOLOGIA PARA SE ATINGIR OS TRRF DOS ELEMENTOS ESTRUTURAIS [citar norma(s) empregada(s)] A metodologia adotada foi. Ou isenção de TRRF para os pilares externos protegidos por alvenaria cega.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO I MEMORIAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DAS ESTRUTURAS MEMORIAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DAS ESTRUTURAS (Nome da Empresa). Ou Isenção dos perfis confinados em área frias. visando à concessão do Laudo de Vistoria de Conclusão de Obra do Corpo de Bombeiros.. com os seguintes TRRF: ______________. Tempo de Resistência Requerido ao Fogo (TRRF): Exemplo: • As estruturas principais terão TRRF de 90 min para colunas. conforme folhas . • As vigas secundárias terão TRRF de 60 min. Classe P4 da NPT-08. DETERMINAÇÃO DO TEMPO REQUERIDO DE RESISTÊNCIA AO FOGO (TRRF) CRITÉRIOS PARA DETERMINAÇÃO DO TRRF: para a definição dos TRRF’s foi adotada (por exemplo: Tabela A da NPT08.5 a da NPT-08. registrada no CREA sob n° ________ ______. escadas de segurança. • Observações: _______________________________________________ ISENÇÕES OU REDUÇÕES DE TRRF Exemplos: (Não foi adotada nenhuma condição para redução ou isenção de TRRF na presente edificação... conforme o item “5. vigas etc). _________________________________________ Nome: Resp. de madeira.) MATERIAIS DE PROTEÇÃO CONTRA FOGO E RESPECTIVAS ESPESSURAS DE PROTEÇÃO [citar cartas de cobertura adotadas] Materiais Utilizados: (citar todos materiais utilizados na proteção) Espessuras Adotadas: (vide Tabela em anexo x carta de cobertura).. CONTROLE DE QUALIDADE Verificar a necessidade de Controle de Qualidade por empresa qualificada. de concreto.) existentes na edificação em referência. Técnico CREA n° 38 . atesta que os SISTEMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DAS ESTRUTURAS (metálicas. • As compartimentações. As espessuras foram calculadas com base nos ensaios laboratoriais acima mencionados. [descrever a metodologia.. contraventamentos e vigas principais conforme Tabela A. atendendo o disposto no item 5. Procedimentos” da referida NPT.. ou método do tempo equivalente ou outros devidamente comprovados.. métodos analíticos etc e norma(s)] . Tudo conforme item 5.18 da NPT-08... Anexálo a este memorial.. tudo conforme NPT-08). conforme Anexo A.

I Relatório de Parecer Técnico Modelo de Parecer Técnico Modelo de Termo de Homologação Modelo de Notificação 1 OBJETIVO Estabelecer no âmbito do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná .T.T. critérios aplicáveis em todo o estado para o funcionamento das Comissões Técnicas de Prevenção de Incêndio – C.P..P.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 001 Procedimentos administrativos Parte 3 – Comissão Técnica de Prevenção de Incêndios CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 12 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 Objetivo Aplicação Referências normativas e bibliográficas Definições Procedimentos gerais Procedimentos específicos ANEXOS ABCDERequerimento à C. bem como nos casos que requeiram soluções técnicas não especificadas no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico.I. devido a utilização de novas tecnologias de segurança contra incêndio ou devido à adequação de edificações existentes que não atendam a legislação em vigor.P.CBMPR.T. 1 . porém que dispõe de medidas de segurança contra incêndio compatíveis com sua ocupação.I. com vista a analisar e propor soluções nos casos omissos e/ou especiais. 2 APLICAÇÃO Aplica-se a todos os procedimentos junto ao Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico quanto ao funcionamento das Comissões Técnicas de Prevenção de Incêndio – C.

2 As Comissões Técnicas de Segunda Instância Administrativa. que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal.2. de 26 Dezembro de 2002. os Grupamentos de Bombeiros e Subgrupamentos de Bombeiros Independentes. 5. 5. as frações interiorizadas (SGB e SB).4 O Parecer Técnico emitido pela Segunda Instância Administrativa servirá de parâmetro para fundamentar a decisão do Comando dos Grupamentos de Bombeiros e Subgrupamentos de Bombeiros Independentes.  Portaria nº 001/11 do Comando do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. serão constituídas nos Grupamentos de Bombeiros por 05 (cinco) oficiais do Quadro de Oficiais Bombeiro Militar e/ou Quadro de Oficiais Especiais que prestem serviço no Corpo de Bombeiros.1 A C.1 As Comissões de Segunda Instância Administrativa deverão funcionar sob a presidência do Subcomandante da Unidade e na sua falta assumirá o oficial mais antigo. a Segunda Instância Administrativa. os Subgrupamentos de Bombeiros. de 29 de Janeiro de 1999. bem como.784.  Lei n° 14. será constituída por cinco oficiais superiores e presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Corporação e na sua falta assumirá o oficial mais antigo. deverá acompanhar o processo. 5. 5. obrigatoriamente. sendo a Primeira Instância Administrativa.  Lei n° 13.2. devendo publicar tal decisão em Boletim Interno. estes deverão fundamentar 2 .  Portaria nº 001/10 do Comando do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. 5.4. 5.2 Caso os Comandantes dos Grupamentos e Subgrupamentos de Bombeiros Independentes não concordem com a decisão exarada pela Comissão Técnica de Segunda Instância.T.4. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Norma de Procedimento Técnico. 5 PROCEDIMENTOS GERAIS 5.1 Os Comandantes dos Grupamentos e Subgrupamentos de Bombeiros Independentes poderão homologar a decisão exarada pela Comissão Técnica de Segunda Instância Administrativa.976. terá três Instâncias Administrativas. e a Terceira e última Instância Administrativa o Comando do Corpo de Bombeiros.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS  Lei n° 9. designados por Boletim Interno. de 7 Janeiro de 2004.P.3 Da decisão das Comissões será emitido Parecer Técnico. que altera o a nexo único da Lei 13.2 A Comissão Técnica de Terceira e última Instância Administrativa. que cria o F undo Estadual do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná – FUNCB.278. 5.I. por 03 (três) Oficiais dos referidos quadros e na falta destes solicitar à unidade mais próxima a indicação dos oficiais necessários à composição da Comissão. e nos Subgrupamentos de Bombeiros Independentes.976/2002. aplicam-se as definições constantes da NPT 003 – Terminologia de segurança contra incêndio. por ato do Comandante da Unidade. que.

o Comandante do Corpo de Bombeiros deverá homologar e publicar tal decisão em Boletim Interno. para casos não contemplados no Código de Prevenção de Incêndios atual.1. 5.6 O Parecer Técnico emitido pela Terceira Instância Administrativa servirá de parâmetro para fundamentar a decisão do Comandante do Corpo de Bombeiros.6.1. que funcionará como Terceira e última Instância Administrativa. devendo publicar tal decisão em Boletim Interno. 5.1.3 Caso a Comissão Técnica de Terceira Instância Administrativa mantenha o Parecer Técnico inicial. este deverá fundamentar seu posicionamento e encaminhar o processo para nova análise e possível reconsideração de ato da Comissão Técnica de Terceira Instância Administrativa.1 O prazo previsto na letra “c” do item anterior poderá ser aumentado caso seja necessário produção de laudos ou documentos complementares.1. 5.2 Caso o Comandante do Corpo de Bombeiros não concorde coma decisão exarada pela Comissão Técnica de Terceira Instância Administrativa. c) Emitir pareceres técnicos em até 15 dias úteis.2 Os B/7 dos Grupamentos e Subgrupamentos de Bombeiros Independentes deverão emitir parecer prévio e fundamentado. recurso ao Comando do Corpo de Bombeiros.1 O requerimento deverá incluir o motivo do pedido com fundamentação técnica e legal.2 Compete à Primeira Instância Administrativa receber o requerimento de Parecer Técnico através de protocolo e encaminhar ao B/7 dos Grupamentos e Subgrupamentos de Bombeiros Independentes para conhecimento.2. 6. 3 .6.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 seu posicionamento e encaminhar o processo para análise da Comissão Técnica de Terceira e última Instância Administrativa. informando quais são as normas não atendidas no projeto e/ou edificação. 6. b) Apresentar alternativas de prevenção de incêndios. 5.1 O Comandante do Corpo de Bombeiros poderá homologar a decisão exarada pela Comissão Técnica de Terceira Instância Administrativa.1. 6 PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS 6. d) Propor alterações e/ou inclusões de novas exigências no Código de Prevenção de Incêndios.6.2. 5.5 Da decisão de Segunda Instância caberá ao requerente.1. 6. encaminhando ao Comandante dos Grupamentos e Subgrupamentos de Bombeiros Independentes para apreciação. 6. bem como identificação e assinatura do representante legal.1 Compete às Comissões Técnicas de Prevenção de Incêndios instituídas no âmbito do Corpo de Bombeiros: a) Analisar os casos que sejam conflitantes com o Código de Prevenção de Incêndios.1 Atribuições Gerais 6. assessorando o Comandante do Corpo de Bombeiros nas suas decisões.

2.. b) Relatar os processos quando indicado como relator pelo Presidente.2 O Secretário tem por atribuição assessorar o Presidente nos serviços administrativos da Comissão. e) Fazer a apresentação dos casos a serem analisados pelos Membros da Comissão. controlar.T. f) Redigir a Notificação e encaminhar ao requerente da decisão do Parecer Técnico homologado pelo Comandante do Corpo de Bombeiros ou pelo Comandante dos Grupamentos e Subgrupamentos de Bombeiros Independentes. fiscalizar e orientar as atividades da C. e) Zelar pela segurança e sigilo dos assuntos tratados pela Comissão. 6.2.T. b) Secretário.1.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 6. segundo a ordem dos protocolos encaminhados para análise da C. 6.I. c) Secretariar as reuniões da C.2.3 Os Membros da C. coordenar.1.2.1.P.2 Em caso de falta de um dos Membros da Comissão o Comandante designará substituto.. dirigir.P.1 As Comissões Técnicas de Prevenção de Incêndios terão a seguinte constituição: a) Presidente.T. 6. permitindo apenas o acesso às pessoas devidamente autorizadas pelo Comandante. registrando as atas em livro próprio. b) Representar a Comissão Técnica.2. competindo-lhe: a) Elaborar documento de convocação da Comissão Técnica.I. c) Votar os relatórios apresentados. 6. d) Adotar as providências competentes para a solução de assuntos não previstos em instrumentos normativos. com publicação em Boletim Interno e através de Termo Compromisso de Ajustamento de Conduta Preliminar.2 Estrutura básica e atribuições 6. g) Zelar para o atendimento dos prazos para a emissão dos documentos necessários. c) Membros. b) Elaborar pauta das reuniões da Comissão. 4 .T.P.1 Ao Presidente compete: a) Convocar.I.T.P. d) Redigir os pareceres técnicos ou outros documentos oriundos das deliberações tomadas pela C.2. 6. c) Designar relator para os casos a serem analisados...I. têm por atribuição: a) Atender a convocação.I.P.3 O Comandante dos Grupamentos e Subgrupamentos de Bombeiros Independentes poderá homologar pedidos de concessão de prazo de até 90 (noventa) dias para regularização da edificação.1.

6 O prazo máximo para decisão em qualquer Instância será de 30 (trinta) dias úteis contados da data de protocolo em cada Instância.2. c) Apresentar sua solução para apreciação da Comissão.3. projetos.I.I.5 Os Secretários e Relatores serão indicados pelos Presidentes das C. reunir-se-á ordinariamente uma vez por mês. croquis. 5 . 6.2. 6. poderá pedir vistas ao processo.3.I. sempre que possível ou por votação de seus Membros. d) Apresentar todos os documentos necessários para o embasamento da decisão. mediante calendário apresentado pelo Secretário e aprovado pelo Presidente da Comissão.T.T.I.P.4 Sempre que ocorrer empate na votação caberá o voto de desempate ao Presidente da C.3. funcionará como um colegiado..P. Anotação de Responsabilidade Técnica.P. sendo aprovado o relatório que obtiver maioria simples de votos.1 A C. tomando as decisões por consenso. 6. 6.P.7 A solicitação á C.3. será de 03 (três) Membros nas Comissões de Segunda Instância Administrativa e de 05 (cinco) Membros nas Comissões de Terceira e última Instância Administrativa.. b) Analisar o processo e fundamentar o relatório.T. fotos. 6..P.I.4 O Presidente da C. 6.P. e outros.3 Funcionamento 6.T.3.3 Ao Relator compete: a) Receber o processo a ser relatado.T.T.2.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 6.2. como Membros efetivos os oficiais superiores Chefes de Seções do Estado-Maior do Comando do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.3.4.P. 6. 6. providenciando ou solicitando do requerente laudos.P. só poderá ser efetuada pelo proprietário do imóvel ou pelo representante legal devidamente autorizado pelo proprietário.2. e extraordinariamente sempre que convocada pelo Presidente.5 O quórum mínimo para deliberação nas reuniões da C.2 A C. 6.T. 6. de Terceira e última Instância.1 No caso de impedimento do Presidente o Oficial mais antigo integrante da Comissão será o substituto.6 Poderão fazer parte da C.3. será o Subcomandante das Unidades Operacionais em Segunda Instância administrativa e o Chefe do Estado-Maior do Comando do Corpo de Bombeiros em Terceira e última Instância. pelo prazo de cinco dias úteis e fundamentar sua posição através de relatório suplementar.I.I. 6. nas respectivas sedes das Comissões.I.3 Quando um dos Membros discordar do relatório apresentado.T.

1 6 .I.T.P. .NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 ANEXO A REQUERIMENTO À C.p.

I.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 ANEXO A REQUERIMENTO À C.p. 2 7 .T. .P.

p.T. .P.I. 3 8 .NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 ANEXO A REQUERIMENTO À C.

início das atividades econômicas. g o v. pertencente à xxxxxxxx. o que é solicitado nestes projetos e a descrição da situação preventiva atual. esquina com a rua xxxxxxxxxx. subsolo.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 ANEXO B RELATÓRIO DE PARECER TÉCNICO ESTADO DO PARANÁ POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ CORPO DE BOMBEIROS Xº GRUPAMENTO DE BOMBEIROS – LOCAL RELATÓRIO DO PARECER TÉCNICO DE 2ª INSTÂNCIA Nº XXXXXX/2011 Em vinte e sete de janeiro de dois mil e dez. em cumprimeto à ordem do Sr. Descrever o histórico cronológico dos pedidos de análise dos PCI. X X X .F a x: ( x x ) x x x x . QOBM Xxxxxxxx Xxxxxxxxxx. a classificação segundo a tabela 1 do anexo da NBR 9077. desloquei-me até o imóvel sito à rua xxxxxxxxxxx. o risco. DA ANÁLISE DO PEDIDO A análise técnica embasada que cuminará no deferimento ou indeferimento do pedido. etc.x x x x – E . 1º Ten. 9 . DA EDIFICAÇÃO Relatar a área total. O f ic ia l R e l a t o r C O R P O D E B O M B E I R O S – “ P O R U M A V I D A TO D O S A C R I F I C I O É D E V E R ” X º G R U PA M E N TO D E B O M B E I R O S Te l : ( x x ) x x x x .x x x x . b r E n d e r e ç o c o m p l e t o – B a i r r o – C E P XX . analisar e relatar a real condição de segurança que se encontra o estabelecimento em questão. Presidente da C.m a i l: x x x x x @ p m . RELATÓRIO DO DO SISTEMA PREVENTIVO Histórico dos projetos de prevenção.P. neste ato representada por xxxxxxxxxxx.T. a fim de fazer vistoria na edificação.p r. estado do Paraná.I do CCB. as vistorias realizadas. de pavimentos. no município de Curitiba. às 9:00 hs. fim utilizado. Anexos: Levantamento fotográfico e cópias de documentos. seus resultados.X X X – M u n i c í p i o – P R . P A R E C E R T É C N I C O 2ª I N S T Â N C I A NºXXXXXX/2011 DO REQUERIMENTO Descrição do que pede o solicitante de forma sucinta e abreviada. n. etc.

Xxxxxxxx Xxxxxxxxxx Presidente Xxxxxxxx Xxxxxxxxxx Membro Xxxxxxxx Xxxxxxxxxx Membro Xxxxxxxx Xxxxxxxxxx Membro Xxxxxxxx Xxxxxxxxxx Secretária C O R P O DE B O M B E I R O S – “ P O R U M A V I DA T O D O S A C R I F I C I O É D E V E R ” X º G R U PA M E N T O D E B O M B E I R O S Te l : ( x x ) x x x x . bem como a previsão legal. pois trata-se de um barracão que serve de depósito de algodão. 201 do Código de Prevenção de Incêndios do Corpo de Bombeiros do Paraná. Asp. às 09h00min. QOBM Maj.Parque Industrial. no município de Setúbal-PR. O armazém possui saída nas 04 laterais e tem uso restrito de máximo 10 funcionários. considerado como risco elevado de acordo com a tabela do anexo A do Código de Prevenção de Incêndios. a Comissão. QOBM Cap. por unanimidade de votos. p r.Pelo INDEFERIMENTO da solicitação.m a i l : x x x x x@ p m . decide: 1. 01 pavimento e ocupação depósito. Verificou-se em vistoria “in loco” que há possibilidade de colocação de portas de forma a atender a distância a percorrer estabelecida por norma. QOBM P A R E C E R T É C N I C O 2ª I N S T Â N C I A NºXXXXXX/2011 10 . sendo requerente e responsável técnico a Engenheira Civil MARINA OLIVEIRA. CREA/PR XX. conforme Ata nº XXX/11.x x x x – E .XXX-D. reuniu-se a Comissão Técnica de Prevenção de Incêndios. a qual solicita liberação do item XX. com dimensões de 72m X 102m. distância a percorrer (depósito de fibra têxtil). a tempestividade e a procedência do pedido. BM Cap. a fim de deliberar sobre o requerimento da EMPRESA AGRÍCOLA edificação com 7372. g o v. b r Endereço com pleto – Bairro – CEP XX. O requerente fundamenta a solicitação da seguinte forma: "Por se tratar de um armazém antigo.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 ANEXO C MODELO DE PARECER TÉCNICO ESTADO DO PARANÁ POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ CORPO DE BOMBEIROS Xº GRUPAMENTO DE BOMBEIROS – LOCAL PARECER TÉCNICO Nº XXXXXX/2011 EMPRESA AGRÍCOLA Aos 19 dias do mês de março do ano de dois mil e onze. discutiu-se a solicitação do requerente. Of. ou seja. fazendo constar em Ata sob o nº XXX/10 sobre a decisão deliberada por esta Comissão.F a x : ( x x ) x x x x . Nada mais havendo a constar.64m² (sete mil trezentos e setenta e dois vírgula sessenta e quatro metros quadrados).x x x x . embasado nos documentos que fazem parte do processo." (SIC) A solicitação de dispensa do uso de duas escadas enclausuradas conforme item 1 da consulta prévia e de que a loja do pavimento térreo fique dotada apenas de detector de fumaça e aumente a distância a percorrer para 30m encontra previsão legal no Art. XXX. Apesar do barracão ser utilizado por poucos funcionários este deve prover meios de abandono suficientes para garantir evacuação em segurança para seus usuários.XXX – Município – PR. além disso as portas também servem como acesso para combate em caso de incêndio. Reuniu-se a Comissão Técnica. QOBM Cap.da Análise de Projetos NIB XXXXXX/2010. Assim sendo e em face de todo o exposto. com sede na Estrada da Canavieira n° 1000. fundamentado nas normas em vigor.

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 ANEXO D MODELO DE TERMO DE HOMOLOGAÇÃO ESTADO DO PARANÁ POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ CORPO DE BOMBEIROS Xº GRUPAMENTO DE BOMBEIROS – LOCAL TERMO DE HOMOLOGAÇÃO nº XXXXXX / 20 11 P A R E C E R T É C N I C O 2ª I N S T Â N C I A NºXXXXXX/2011 Homologo o Parecer Técnico nº XXX/2011. Xxxxxxxxxxx. b r E n d e r e ç o c o m p l e t o – B a i r r o – C E P XX . com base na NPT 001/2011 – Parte 3.x x x x .-Cel. exarado pela Comissão Técnica de Prevenção de Incêndios do XºGB. de 08 de Outubro de 2011 e publicada em Boletim Geral do Comando do Corpo de Bombeiros nº xxx. Comandante do Xº Grupamento de Bombeiros C O R P O D E B O M B E I R O S – “ P O R U M A V I D A TO D O S A C R I F I C I O É D E V E R ” X º G R U PA M E N TO D E B O M B E I R O S Te l : ( x x ) x x x x . X X X . Município sede. XX de XXXXXXXX de 2.x x x x – E .F a x: ( x x ) x x x x .X X X – M u n i c í p i o – P R . PR. de XX de XXXXXXXX de 2011. QOBM Xxxxxxxx X.___________________________. de 01 de Xxxxxxxxx de 2011.p r. 11 . requerido pelo Sr. g o v. conforme Ata nº XXX. Responsável pela referida solicitação. que INDEFERIU a solicitação de _______________________________________________________________ (descrever sucintamente a solicitação).011.m a i l: x x x x x @ p m . protocolada sob nº XXX/2011. Ten.

Ten. Sr. pela presente NOTIFICA Vossa Senhoria em resposta ao requerimento datado de XX de XXXXXXX de 2.011. g o v. Xxxxxxxxxxx. O Comando do Xº Grupamento de Bombeiros – Município. b r E n d e r e ç o c o m p l e t o – B a i r r o – C E P XX .-Cel. onde solicita _______________________________________________(descrever sucintamente a solicitação).m a i l: x x x x x @ p m . ao Comando do Corpo de Bombeiros – Curitiba. conforme Parecer Técnico nº XXX/2011. 12 .p r.º JOÃO DA SILVA Rua Sete de Setembro.x x x x . X X X .NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 ANEXO E MODELO DE NOTIFICAÇÃO ESTADO DO PARANÁ POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ CORPO DE BOMBEIROS Xº GRUPAMENTO DE BOMBEIROS – LOCAL N O T IFICAÇÃO n º XXXXXX/2011 HOTEL IGUAÇU Ilmo. Comandante do Xº Grupamento de Bombeiros Recebido em ______/_________/2011 Nome:_________________________ Assinatura:_____________________ C O R P O D E B O M B E I R O S – “ P O R U M A V I D A TO D O S A C R I F I C I O É D E V E R ” X º G R U PA M E N TO D E B O M B E I R O S Te l : ( x x ) x x x x .Centro Itapuã – PR P A R E C E R T É C N I C O 2ª I N S T Â N C I A NºXXXXXX/2011 Prezado Senhor.x x x x – E . XX de XXXXXXXX de 2. QOBM Xxxxxxxx X.X X X – M u n i c í p i o – P R .011. que a Comissão Técnica opinou pelo INDEFERIMENTO. PR.F a x: ( x x ) x x x x . Município sede. Poderá recorrer da decisão em 3ª e última Instância. via Xº Grupamento de Bombeiros. 2307 .

para a celebração de Termo Compromisso de Ajustamento de Conduta. e nos Termos do § 6° do art. 5° da Lei Federal n° 7. nos Termos do Decreto Estadual n° 135 de 12 de fevereiro de 2007 . de 24 de julho de 1985 .TCAC 6 Dos documentos exigidos 7 Do cronograma físico financeiro 8 Dos requisitos mínimos de segurança contra incêndio e pânico 9 Do Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta Preliminar 10 Do Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta Aditivo 11 Da Execução do Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta 12 Da eleição do foro ANEXOS A . 1 .Modelo de Ofício à Prefeitura Municipal 1 OBJETIVO Estabelecer no âmbito do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná – CBMPR.Modelo de Cronograma Físico Financeiro C . 2 APLICAÇÃO Esta Norma de Procedimento Técnico aplica-se a todas as Unidades Operacionais do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. no que tange a celebrar compromisso de ajustamento de conduta às exigências legais quanto à implementação de medidas de segurança contra incêndios. critérios aplicáveis em todo o Estado do Paraná.347.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 4 Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 001 Procedimentos administrativos Parte 4 – Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 8 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas e bibliográficas 4 Definições 5 Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta .Modelo de Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta B . inclusive instalação de equipamentos.

de 24 de Julho de 1985.976. de 12 de Fevereiro de 2007. que d isciplina a ação civil pública de responsabilidade por danos e dá outras providências.  NPT 003-11 – Terminologia de segurança contra incêndios.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 4 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS  Lei Federal n° 7.  Lei n° 13.Processo de vistoria preventiva em estabelecimentos. que autoriza o Corpo de Bombeiros do Estado do Paraná a celebrar compromisso de ajustamento de conduta às exigências legais quanto à implementação de medidas de segurança contra incêndios . 5. fotocópia dos documentos pessoais registrados os números do RG e CPF do proprietário da edificação. independentemente de avaliação da Comissão Técnica de Prevenção de Incêndios.4 O Comandante dos Grupamentos ou Subgrupamentos de Bombeiros Independentes poderá homologar pedidos de concessão de prazo de até 90 (noventa) dias para regularização de projetos de prevenção de incêndios de edificações existentes. e NPT 003 – Terminologia de segurança contra incêndio.  NPT 001-11 – Procedimentos Administrativos – Parte 3 – Comissão Técnica de Prevenção de Incêndios.347. 2 .TCAC 5. fotocópia autenticada do contrato social e suas alterações da empresa instalada na edificação. reconhecendo implicitamente que sua conduta ofende interesse difuso ou coletivo. 5.3 Os trâmites administrativos para celebração do Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta seguirão o contido na NPT 001-11 – Parte 3. fotocópia dos documentos pessoais registrados os números do RG e CPF do representante legal. 5. nos termos do Item 9 da presente Norma. e a empresa através de seu proprietário ou representante legal é a Compromitente na celebração do Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta.1 O Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta é um ato jurídico pelo qual a pessoa.1 Para a celebração do Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta deverá ser encaminhada fotocópia autenticada da matrícula do imóvel atualizada nos últimos 30 (trinta) dias. assume o compromisso de eliminar a ofensa através da adequação de seu comportamento às exigências legais.2 O Comandante dos Grupamentos ou Subgrupamentos de Bombeiros Independentes é o Compromissário.  Portaria nº 006/10 do Comando do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. que regula o funcionamento das Comissões Técnicas de Prevenção de Incêndios.  Decreto Estadual nº 135. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Norma de Procedimento Técnico aplicam-se as definições constantes da NPT 001 – Procedimentos Administrativos – Parte 1.  NPT 001-11 – Procedimentos Administrativos – Parte 1 . 6 DOS DOCUMENTOS EXIGIDOS 6. que cria o F undo Estadual do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná – FUNCB. bem como. de 26 Dezembro de 2002. 5 TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA . através da celebração de ajustamento de conduta preliminar.

1 O Comandante dos Grupamentos ou Subgrupamentos de Bombeiros Independentes poderá homologar pedidos de concessão de prazo de até 90 (noventa) dias para regularização de projeto de prevenção de incêndios de edificações existentes.2 São requisitos mínimos de segurança para efeito de certificação a título precário e por tempo determinado. 8 DOS REQUISITOS MÍNIMOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 8. a ordem cronológica de execução dos itens pendentes a serem executados nos prazos estabelecidos. com publicidade do ato no Boletim Interno da Unidade. considerados como indispensáveis para a proteção da vida e/ou patrimônio em caso de incêndio e pânico. os itens observados pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico e/ou Comissão Técnica de Prevenção de Incêndios.2.2 O Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta Aditivo será concedido no prazo máximo das etapas não concluídas previstas do cronograma físico-financeiro. a Primeira Instância Administrativa deverá emitir parecer prévio e fundamentado.1 O Comandante da OBM poderá aditivar o Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta nos casos em que o Compromitente cumpriu parcialmente a obrigação. 9. através de Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta.1. informando quais são as normas não atendidas no projeto e/ou edificação. baseado no valor de mercado dos equipamentos e o custo de outras medidas necessárias à Segurança Contra Incêndio e Pânico. dentro do prazo solicitado. respeitados os requisitos mínimos de segurança de que trata a seção anterior. 7.1 A solicitação de prazo aditivo obrigatoriamente deve ser feita anteriormente ao vencimento do Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta. em conformidade com o Código de Prevenção de Incêndios do Corpo de Bombeiros. ou quem legalmente possa representá-lo. 10.2 Na concessão de prazo de até 90 (noventa) dias. 9 DO TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA PRELIMINAR 9. 7 DO CRONOGRAMA FÍSICO FINANCEIRO 7. assim como. em conformidade com o Anexo B da NPT 001-11 – Parte 3. 8. indicando os prazos necessários para o cumprimento das exigências das medidas de Segurança Contra Incêndio. deverá apresentar o valor da execução de cada etapa da obra. deverá apresentar cronograma físico-financeiro. informar. 10.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 4 6. encaminhando ao Comandante da OBM para apreciação.2 Deverá ainda ser apresentado o projeto de prevenção de incêndios aprovado da edificação a ser regularizada.1 O proprietário da edificação. com a previsão e dimensionamento dos sistemas preventivos a serem adotados. com as devidas justificativas de ordem técnica ou financeira 3 .1 O prazo máximo para a adequação das obras necessárias será de 12 (doze) meses.1 Os requisitos mínimos de segurança contra incêndio e pânico serão verificados através de vistoria técnica e/ou relatório circunstanciado. 10 DO TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA ADITIVO 10. justificando previamente os motivos pelos quais deixou de cumprir todas as etapas previstas no cronograma físico-financeiro. ou sempre que advir mudanças nas condições que impossibilite o adimplemento das obrigações assumidas. 7.2 O cronograma físico-financeiro deverá.

constituindo-se em receita decorrente de ajuste.4 À Compromitente é facultado recolher o valor da pena pecuniária de multa. deverá ser oficiado ao Ministério Público Estadual e a Prefeitura Municipal local. do artigo 1º do Decreto nº 135. do § 1o. em função do cronograma físico-financeiro apresentado pelo Compromitente. da Lei que criou o Fundo. 11. “b” e “c”.2. após comprovação do regular recolhimento. na forma da lei.2 Decorrido o prazo de 30 (trinta) dias e persistindo a mora do compromitente no cumprimento das obrigações assumidas. emitida pelo Compromissário. o Compromissário realizará vistoria e.1 Expirado o prazo previsto no cronograma físico-financeiro. homologado pelo Comandante da OBM. o inadimplemento da obrigação.1 As partes renunciam a qualquer outro foro. será emitido Certificado de Reprovação pelo Corpo de Bombeiros. o qual passa a vigorar a partir da assinatura das partes.3 A pena pecuniária. conforme previsto no inciso VII. atendendo aos critérios estabelecidos nas alíneas “a”. por mais privilegiado que seja. 4 . que orientará a regularização do imóvel às normas de prevenção de incêndios. 11. 11.944 de 10 de Novembro de 2011. do artigo 5º. espontaneamente. 11. em função do cronograma físico-financeiro apresentado pelo Compromitente. para a solução de qualquer pendência judicial resultante da celebração do Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta. o Compromitente será notificado pelo Compromissário para que cumpra a obrigação nos próximos 30 (trinta) dias. e caracterizar-se-á a reincidência aplicando-se ao Compromitente a pena pecuniária em função do custo total do cronograma físicofinanceiro apresentado pelo Compromitente. será fixada mediante Resolução do Secretário de Estado de Segurança Pública. sendo eleito o foro da comarca da sede dos Grupamentos ou Subgrupamentos de Bombeiros Independentes. bem como. do inciso II. será aplicada a pena pecuniária referente aos dias em que permaneceu o inadimplemento. 11. 11. o relativo à sua reincidência. através de GR-PR (Guia de Recolhimento). de 12 de fevereiro de 2007. 12 DA ELEIÇÃO DO FORO 12. criado pela Lei Estadual nº 16. após solicitação do interessado.6 Em caso de descumprimento do Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta.5 As multas decorrentes de pena pecuniária imposta por força do inadimplemento de obrigações contraídas através de Termo de Compromisso de Ajustamento de conduta serão destinadas ao Fundo Especial de Segurança Pública. no prazo de até 30 (trinta) dias. 11 DA EXECUÇÃO DO TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA 11. caso haja inadimplemento total ou parcial da obrigação.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 4 apresentadas pelo proprietário ou representante legalmente constituído.3 O Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta Aditivo somente poderá ser concedido mediante pedido fundamentado. devendo ainda ser realizados os trâmites necessários para inscrição em Dívida Ativa.2 Caso seja dada solução a causa que originou a mora do Compromitente. revista anualmente. 10.2. submetido à avaliação da Comissão Técnica de Prevenção de Incêndios.1 A Notificação e o Certificado de Reprovação deverão apresentar todas as etapas não cumpridas. elidindo a execução do Termo de Ajustamento por via judicial. 11.

. previstas no Código de Segurança contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. residente e domiciliado á Rua Xxxxxx Xxxxxx. sendo o pedido deferido a partir da data da assinatura do presente termo. solteiro. Ten. ACORDAM.XXX. possuindo uma área construída de X. prazo de 365 dias para regularização do imóvel.XXX/XXXX-XX. PR.XXX no Xº Ofício Registro de Imóveis de Xxxxxxx. Bairro XXXX. de 12/02/2007 e a Resolução SESP nº 53/2011. Quadra XX. edificado à Rua Xxxx Xxxxxxx.XXX-X SSP/PR. CLÁUSULA SEGUNDA – DA FINALIDADE O presente termo destina-se a prover a edificação.º XX. nº XXX.C. QOBM XXXXXXXXX XXXXXXXXX. data em que as adequações deverão estar concluídas. na figura de seu Comandante. brasileiro. Bairro Xxxxxx. nº XX. por intermédio do Xº GRUPAMENTO DE BOMBEIROS.. empresário. doravante denominada COMPROMITENTE. sendo que a edificação possui requisitos mínimos de segurança contra incêndio e pânico. (CABEÇALHO COM BRASÕES) TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA Nº XXXXXX/2012 O CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO PARANÁ.XXX. doravante denominado COMPROMISSÁRIO.A. PR.XXX-XX. portador da Cédula de Identidade nº X. à Rua Xxxxxxxxxx. neste ato representada pelo sócio administrador XXXXXXXXX XXXXXXXX XXXXXXX.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 4 ANEXO A MODELO DE T.347/85. Bairro Xxxxxxx. com sede na Rua Xxxx Xxxxxxx nº XXX.C. PR.XXX. na cidade de Xxxxxxxxxx. NIB XXXXXX. Adequação Execução tubulação Vencimento 04/06/12 5 . CLÁUSULA QUINTA – DO CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DE OBRAS O COMPROMISSÁRIO. defere a concessão de prazo de 365 dias. as quais constam no cronograma físico financeiro em anexo.. em conformidade com as normas de prevenção e combate a incêndios. Decreto Estadual nº 135. mediante obediência às seguintes cláusulas: CLÁUSULA PRIMEIRA – DO OBJETO O presente termo de ajustamento tem por objeto a regularização do imóvel propriedade da COMPROMITENTE. PR. com vistas a estabelecer garantias de preservação da vida em caso de incêndio e pânico.XXX. 5º. Lote XX.-Cel. em conformidade com o parecer técnico nº XXXXXX/2011 – CTPI. da Lei Federal n.º 7. matriculado sob o nº XX. solicitou junto ao Comando do Xº Grupamento de Bombeiros. com vistas a regularizar e adequar as instalações da edificação descrita abaixo. CLÁUSULA QUARTA – DOS REQUISITOS MÍNIMOS A COMPROMITENTE. objeto da cláusula anterior. na cidade de Xxxxxxx. com fundamento no § 6º do art. para que a COMPROMITENTE execute as adequações abaixo. saídas de emergência e rotas de fuga. CLÁUSULA TERCEIRA – DAS NORMAS APLICÁVEIS A atividade será disciplinada pelas Normas Vigentes no Código de Segurança contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. nº XXX..XXm². utilizado como indústria e comércio de armarinhos. Município de Xxxxxxxxx. neste ato representado por seu Comandante. sendo determinado o encerramento do prazo em 04 de dezembro de 2012. dos meios exigíveis pelo Código de Segurança contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. descrito à cláusula primeira. na NBR 9077/93 – ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) a qual preconiza saídas de emergência em edifícios e NR 20 do Ministério do Trabalho. e a empresa “COMERCIO DE SERVIÇOS LTDA” inscrita no CNPJ do MF sob n. e inscrito no CPF sob o nº XXX. sediado em Município.

por mais privilegiado que seja. o qual passa a vigorar a partir da assinatura das partes. previsto na cláusula anterior e persistindo a mora COMPROMITENTE no cumprimento das obrigações.-Cel. a COMPROMITENTE será notificada pelo COMPROMISSÁRIO para que cumpra a obrigação nos próximos 30 dias (trinta) dias. CLÁUSULA SÉTIMA – DA NOTIFICAÇÃO Expirado o prazo previsto no cronograma de execução de obras. após comprovação do regular recolhimento. CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA – ELEIÇÃO DE FORO As partes renunciam a qualquer outro foro. o COMPROMISSÁRIO realizará vistoria e. reverterão para o Fundo Especial de Segurança Pública – FUNESP/PR. E. será emitido Certificado de Reprovação pelo Corpo Bombeiros. CLÁUSULA NONA – DA REINCIDÊNCIA Decorrido o prazo de 30 (trinta) dias.944.000. a título precário. informando acerca da viabilidade e da emissão de “Alvará de Localização”. CLÁUSULA OITAVA – DA CLÁUSULA PENAL Após a emissão da notificação prevista na cláusula anterior incidirá pena pecuniária no valor de R$ 3. bem como o relativo a sua reincidência. e caracterizar-se-á a reincidência aplicando-se à COMPROMITENTE a pena pecuniária montante de 1% (hum por cento) ao dia sobre o valor da multa principal. XXXXXXXXX XXXXXXXX XXXXXXX COMPROMITENTE Ten. espontaneamente. por estarem justos e compromissados firmam a presente em três vias. no período de 365 dias. XX de dezembro de 2012. Xxxxxxxxxxxx. após solicitação do interessado. através de GR-PR (Guia de Recolhimento). sem prejuízo da multa descrita cláusula anterior de acordo com o § 4º do Art 1º da Resolução nº 53/2011 – SESP. da de no na CLÁUSULA DÉCIMA – DO RECOLHIMENTO DA PENA PECUNIÁRIA As multas decorrentes de pena pecuniária imposta por força do inadimplemento de obrigações contraídas no presente termo de ajustamento de conduta. QOBM XXXXXXXXX XXXXXXXXX COMPROMISSÁRIO 6 . sendo eleito o foro da comarca de Maringá para a solução de qualquer pendência judicial resultante do presente Termo de Ajustamento. no prazo de trinta dias. elidindo a execução do Termo de Ajustamento por via judicial. 1º da Resolução nº 53/2011 – SESP.00 (três mil reais). À COMPROMITENTE é facultado recolher o valor da pena pecuniária de multa. de 10 de novembro de 2011. emitida pelo COMPROMISSÁRIO. criado pela Lei Estadual nº 16.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 4 Instalação dos abrigos e mangueiras Pintura da tubulação Instalação de equipamentos 04/09/12 04/10/12 04/12/12 CLÁUSULA SEXTA – DA CONCESSÃO DE PRAZO O COMPROMISSÁRIO enviará Ofício à Prefeitura Municipal. a ser recolhida pela COMPROMITENTE junto ao Fundo Estadual do Corpo de Bombeiros (FUNCB). caso haja inadimplemento total ou parcial da obrigação. em conformidade com o § 3º do Art.

Lote XX.00 R$ 30.000. 11 de novembro de 2012 CNPJ: FONE: (PROPRIETÁRIO) CREA: FONE: (RESP.00 Xxxxxxxxx. nº XXX.00 R$ 2. OBRA: EDIFICAÇÃO INDUSTRIAL E COMERCIAL EM ALVENARIA ENDEREÇO: Rua Xxxx Xxxxxxx. TÉCNICO) 7 .000.000.000. Município SERVIÇO Execução tubulação Instalação dos abrigos e mangueiras Pintura da tubulação Instalação de equipamentos Total Início 04/01/12 04/06/12 04/08/12 04/11/12 Conclusão CUSTO 04/06/12 04/09/12 04/10/12 04/12/12 R$ 15.00 R$ 10. Quadra XX.000.00 R$ 3.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 4 ANEXO B MODELO DE CRONOGRAMA FÍSICO FINANCEIRO CRONOGRAMA FÍSICO – FINANCEIRO PROPRIETÁRIO: COMÉRCIO DE SERVIÇOS LTDA.

informamos que é viável a concessão do Alvará de Localização à referida empresa. buscando regularizar as instalações da edificação localizada à Rua Xxxx Xxxxxxx. 2. nº XXX. QOBM Xxxxxxxxx Xxxxxxxxxxx Comandante do Xº Grupamento de Bombeiros Ilmo. Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta nº XXXXXX/2011. n° XXX/12 – BM/7 Município.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 4 ANEXO C MODELO DE OFÍCIO À PREFEITURA MUNICIPAL (CABEÇALHO COM BRASÕES) Of. Atenciosamente. firmou com este Xº Grupamento de Bombeiros. com vencimento no mesmo prazo.-Cel. com vencimento em 04/12/12. informamos a essa Secretaria Municipal. neste Município. Senhor Secretário Através do presente. 3.XXX. Ten. Lote XX. oportunamente reiteramos nossos protestos de consideração e apreço. PR. inscrita no CNPJ XX. a título precário e de caráter provisório.PR 8 . 30 de dezembro d e 2012. Outrossim. Senhor Xxxxxxxxxx Xxxxxxxx Xxxxxxxx Secretário Municipal do Xxxxxxx Xxxxxx Prefeitura Municipal de Xxxxxxx Município . que a empresa COMÉRCIO DE SERVIÇOS LTDA. Sendo o que se apresenta para o momento. Assunto: Informação sobre celebração de TCAC..XXX/XXXX-XX. Quadra XX.

Neste caso.1 As edificações construídas e regularizadas posteriormente à vigência do Código de Prevenção de Incêndios (março de 2001). devem atender integralmente ao CSCIP 2011. 2. bem como permitir condições de acesso para as operações do Corpo de Bombeiros. não cabendo as adaptações desta NPT.Tabela de adaptação de chuveiros automáticos 1 OBJETIVO Estabelecer medidas para as edificações existentes a serem adaptadas visando atender às condições mínimas de segurança contra incêndio.1.2 Se houver ampliações sucessivas em épocas distintas considera-se como existente a somatória das 1 . atendendo aos objetivos do Código de Segurança Contra Incêndios do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.1. exceto se houver compartimentação entre as áreas existentes e ampliadas. com as seguintes ressalvas: 2. 2 APLICAÇÃO 2. pode-se adotar o Código de Prevenção de Incêndios 2001 para a área existente e o CSCIP 2011 para a área ampliada.1 Esta Norma de Procedimento Técnico (NPT) aplica-se às edificações comprovadamente regularizadas ou construídas anteriormente à vigência do CSCIP 2011. quando ampliadas ou com mudança de ocupação.NPT 002 – ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO – EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 002 Adaptação às normas de segurança contra incêndio – edificações existentes e antigas CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 9 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 Objetivo Aplicação Referências normativas e bibliográficas Definições e conceitos Procedimentos Exigências básicas Adaptações Prescrições diversas ANEXOS A .

considerando as exigências das Divisões contempladas nas Tabelas de 6A a 6M do CSCIP 2011. acima do último pavimento anteriormente aprovado por ocupações que devam ser computadas conforme preconiza o Código de Segurança Contra Incêndios e Pânico.1.2 Ampliação de área construída: considera-se ampliação de área construída qualquer acréscimo na área da edificação em relação àquela regularizada ou construída anteriormente.1. para efeito de ampliação.1 Classificação da edificação conforme a época de existência e a vigência do respectivo Código de Prenção de Incêndios. independentemente do grau de risco a ser implantado. no mínimo.3 Aumento na altura da edificação: considera-se aumento na altura da edificação. adaptadas e dimensionadas atendendo à sequência abaixo: 5. possuírem as medidas de segurança consideradas básicas.4 Se houver mais de uma edificação na mesma propriedade.1 As medidas de segurança a serem exigidas para as edificações existentes devem ser analisadas. 4. 6 EXIGÊNCIAS BÁSICAS 6. aplicam-se as definições específicas abaixo: 4. 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS Além das definições constantes da NPT 003/11 – Terminologia de segurança contra incêndio. 5 PROCEDIMENTOS 5.1.2 As medidas de segurança contra incêndio consideradas como exigências básicas nas edificações com 2 . 6.1 As edificações existentes devem atender às exigências da legislação vigente à época da construção ou regularização e.NPT 002 – ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO – EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS áreas com comprovação de existência anterior à vigência do Código de Prevenção de Incêndios 2001. que estejam isoladas entre si. 2. considera-se. Corpo de Bombeiros da Policia Militar do Estado do Paraná.1 Mudança da ocupação ou uso: considera-se mudança de ocupação quando houver troca da atividade exercida no local.3 Se uma edificação existente for unificada a uma ou mais edificações adjacentes. 4.1. 2.2 Verificação das condições de aplicação estabelecidas no item “2”. o acréscimo de áreas. a área individual de cada edificação. 5. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Código de Prevenção de Incêndios. estas devem ser consideradas como ampliação de área.

devem atender às respectivas NPTs do CSCIP vigente. 7. devem ser adotadas as seguintes exigências: a) capacidade da unidade de passagem (C) deve ser reduzida em 30% do valor previsto na NPT 011/11. 3 . são: a) extintores de incêndio. independente da data de construção e da regularização. f) saída de emergência. b) previsão de piso ou fita antiderrapante. d) brigada de incêndio. d) saída de emergência. b) iluminação de emergência.2 Escada com degraus em leque: Caso a escada possua degraus em leque.NPT 002 – ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO – EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS área igual ou superior a 1500 m² ou com 04 (quatro) ou mais pavimentos para Risco Leve (RL) e 1000 m² ou 03 (três) ou mais pavimentos para os Riscos Moderado e Elevado (RM e RE). c) sinalização de emergência.1.1. independente da data de construção e da regularização. e) hidrantes. 6. 7 ADAPTAÇÕES 7. e RL).1 Largura da escada: Caso a largura da escada não atenda à NPT 011/11 – Saídas de emergência. 6. se for o caso. c) previsão de faixas de sinalização refletivas no rodapé das paredes do hall e junto às laterais dos degraus. b) iluminação de emergência. c) previsão de faixas de sinalização refletivas no rodapé das paredes do hall e junto às laterais dos degraus. c) sinalização de emergência. quando não contempladas.3 As medidas de segurança contra incêndio consideradas como exigências básicas nas edificações com área menor que 1500 m² ou altura inferior a 04 (quatro) pavimentos para o Risco Leve (RL) e 1000 m² ou 03 (três) pavimentos para os Riscos Moderado e Elevado (RM. são: a) extintores de incêndio.1 Escadas de segurança 7. b) previsão de piso ou fita antiderrapante. devem ser adotadas as seguintes exigências: a) a lotação a ser considerada no pavimento limita-se ao resultado do cálculo em função da largura da escada.4 As medidas de segurança contra incêndio podem ser adaptadas conforme estabelecido nesta Norma de Procedimento Técnico e.

que por sua vez. por exaustores eólicos ou mecânicos. c) prever anualmente. b) prever sistema de detectores de fumaça em toda a edificação (exceto residencial).3 Tipos de escada: Para fins de adaptação das escadas de segurança das edificações. e) prever ventilação na escada. b) prever sistema de detecção de fumaça em todo o hall (exceto residencial). com área efetiva mínima de 0.1 Adaptação de escada não enclausurada (NE) para escada enclausurada protegida (EP): Para o enclausuramento da escada pode ser adotada uma das seguintes opções: 7. devem ser consideradas as exigências contidas na NPT 011/11 em relação à escada existente no edifício.1.3. treinamento dos ocupantes para o abandono da edificação. e) prever exaustão no topo da escada.1. com antecâmara e dutos de ventilação conforme a NPT 011/11 – ou pressurização da escada conforme a NPT 013/11 – Pressurização de escada de segurança. b) prever sistema de detecção de fumaça em toda a edificação. em todos os pavimentos.1.1.NPT 002 – ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO – EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS 7.1. d) prever faixas de sinalização refletivas no rodapé das paredes do hall e junto às laterais dos degraus. em todos os pavimentos. c) prever anualmente.1.1. 7. podendo ser: cruzada.50m². por exaustores eólicos ou mecânicos. treinamento dos ocupantes para o abandono da edificação. c) prever anualmente treinamento dos ocupantes para o abandono da edificação. não é necessária a exaustão no topo da escada. com área mínima de 1. 4 . conforme os casos abaixo.3 Adaptação de escada não enclausurada (NE) para escada à prova de fumaça (PF): quando não for possível prever escada à prova de fumaça (PF). 7. d) prever faixas de sinalização refletivas no rodapé das paredes do hall e junto às laterais dos degraus.3.3.50m². e) prever exaustão no topo da escada.00 m².00 m². com área mínima de 1. Nota: caso haja ventilação (janela) na escada.1 Primeira opção: a) enclausurar com portas corta-fogo o hall de acesso à escada em relação aos demais ambientes. devem ser previstas as seguintes regras de adaptação: a) enclausurar com portas corta-fogo o hall de acesso à escada em relação aos demais ambientes. a área efetiva mínima de ventilação pode ser de 0. acessa a escada. podendo ser: cruzada.1.2 Segunda opção: a) enclausurar com portas resistente ao fogo PRF 30 as portas das unidades autônomas que tem acesso ao hall ou corredor de circulação. d) prever faixas de sinalização refletivas no rodapé das paredes do hall e junto às laterais dos degraus.3. Neste caso. 7.

2 Rota de fuga . treinamento dos ocupantes para o abandono da edificação.4.4. conforme a NPT 013/11.1 As passarelas e/ou passadiços protegidos devem ter largura mínima de 1. por meio de passarela e/ou passadiço protegido.3. pode ser aceita a interferência no raio de passagem da escada. devendo ser feito ainda um termo de responsabilidade entre os dois edifícios.1.4 No caso de exigência de duas ou mais escadas de emergência. 7. devem ter.1.2. c) prever faixas de sinalização refletivas no rodapé das paredes do hall e junto às laterais dos degraus. Deve ainda haver sinalização em todos os pavimentos e elevadores.20 m. no qual se obrigam a manter as PCF 90 permanentemente destrancadas ou dotadas de barra antipânico. devendo manter pelo menos 1. deve-se adotar o prescrito na NPT 013/11.4.4. caso as escadas já estejam construídas.6 Independente do tipo de escada. em função do dimensionamento da lotação ou do percurso máximo.4 Prescrições diversas para as escadas de segurança das edificações existentes 7. devem ser previstas as seguintes regras de adaptação: a) prever sistema de detecção de incêndio em toda a edificação.1. podendo a captação de ar do sistema de pressurização estar afastada da fachada. assinados pelos proprietários. conforme a respectiva NPT. 7. desde que comprovada a sua impossibilidade técnica no térreo da edificação.1.1. Neste caso.1.. as portas que se comunicam com o edifício vizinho não podem permanecer trancadas em nenhum momento.4 Adaptação de escada enclausurada protegida (EP) para Escada à prova de fumaça (PF): quando não for possível prever escada à prova de fumaça (PF).4. 7.1.2 Nas passarelas. além dos componentes básicos dos sistemas de segurança contra incêndio.NPT 002 – ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO – EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS 7. e adequar-se de acordo com a disponibilidade técnica da edificação. os subsolos das edificações devem ser compartimentados em relação ao pavimento térreo. metade das saídas atendidas por escadas.1 As áreas ampliadas (novas). pelo menos. conforme esta NPT. bem como as áreas existentes devem atender à distância máxima 5 .2 As edificações que necessitarem de mais de uma escada. 7.1. 7. pode-se implantar na edificação a escada externa.distâncias máximas a serem percorridas 7.0 m de passagem livre e devidamente sinalizada no piso à projeção da abertura da porta. nos moldes da NPT 011/11. paredes resistentes ao fogo e acessos através de PCF 90. podendo as demais serem substituídas por interligação entre blocos no mesmo lote ou entre edificações vizinhas. b) prever anualmente.1.1 Na instalação de PCF na caixa de escada. Alternativamente. 7. a distância mínima de trajeto entre as suas portas de acesso de 10 m pode ser desconsiderada. 7.1. mas mantendo os princípios da pressurização.5 As condições de ventilação da escada de segurança e da antecâmara (EP e PF) podem ser mantidas conforme as aprovações da legislação vigente à época.2. 7.3 No caso de pressurização de escada.4. e a casa de motoventiladores a ser instalada na cobertura da edificação.2.4.1. com antecâmara e dutos de ventilação conforme a NPT 011/11 ou escada pressurizada. 7. a edificação deve possuir sistema de detecção de incêndio. indicando as saídas de emergência do edifício para o prédio vizinho.4.

4.4. nos seguintes casos. desde que seja prevista uma tomada de água para cada pavimento e que os abrigos de mangueiras sejam dispostos em cada pavimento a uma distância máxima de 5 m dos acessos às caixas de escada.1 Será permitida a instalação de sistema adaptado de proteção contra incêndios por hidrantes nas edificações antigas definidas na NPT 003/11.10 l.4. sendo 01 PQ .4.2. quaisquer que sejam os resultados obtidos. devendo ser executada em tubo resistente ao fogo. bem como nos casos de substituição da compartimentação de áreas por sistema de chuveiros automáticos.2 Nas edificações existentes com aumento de altura ou com mudança de ocupação.4 O sistema adaptado de proteção contra incêndios por hidrantes deverá ser dimensionado em função do risco. se de “Risco Leve” ou “Risco Moderado”. 6 . quando permitido.3. 7. 7.2. de diâmetro 65 mm.1 As edificações existentes devem possuir o sistema de hidrantes em conformidade com a legislação vigente à época de construção. apresentar os cálculos do sistema. 7.2.4 Sistema de hidrantes 7.5.5 Este sistema estará dispensado de comprovação de volume e vazões mínimas. 7. 7.2 Este sistema deverá possuir hidrante de recalque que poderá ser de passeio ou de fachada.6 A prumada de incêndio pode ser mantida no interior das escadas existentes.5 Sistema de chuveiros automáticos 7.7 Complementando o sistema. 7. deverão ser instalados no mínimo 02 (dois) extintores por pavimento.NPT 002 – ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO – EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS estabelecida na NPT 011/11.3 A rede do sistema adaptado de proteção contra incêndios por hidrantes será executada desde o hidrante de recalque até o reservatório superior.1 Devem ser adaptadas conforme prescrições para recintos existentes previsto na NPT 012/11 – Centros esportivos e de exibição – Requisitos de segurança contra incêndio. esguichos.4.2. abrigos e demais componentes do sistema. contudo. devendo.3 Dimensionamento de lotação e saídas de emergência em centros esportivos e de exibição 7.5.2. Deverá ainda atender os requisitos da NPT 022/11 no tocante a mangueiras.4.04 Kg e 01 AP . 7.4.4. de uso não industrial.2.2.2 Para as edificações construídas anteriormente 1976 (edificações antigas) definidas na NPT 003/11 adotam-se os seguintes parâmetros para o sistema de hidrantes: 7. 7. com 04 (quatro) ou mais pavimentos.1 Nas edificações existentes sem aumento de altura ou sem mudança de ocupação. 7. 7. adota-se a legislação vigente à época. podem ser estabelecidos os critérios do anexo “A” – Tabela de adaptação de chuveiros automáticos.4. 7.

3.3 Nas edificações existentes com aumento de altura ou com mudança de ocupação. caso haja compartimentação entre a área ampliada e a área existente. 7. 7.3 Nas edificações existentes com ampliação de área.6. 7. anteriores à vigência do CSCIP 2011. conforme parâmetros da NPT 015/11.7. somente para as áreas de depósitos superiores a 1000 m².4 As edificações existentes com mudança de ocupação. em todos os quartos e áreas técnicas.3. para as seguintes divisões/ocupações: 7.7.7.1 o sistema deve ser instalado na área ampliada.1 Nas edificações existentes sem aumento de altura ou sem mudança de ocupação.2 Comerciais com altura até 30 metros.6 Sistema de detecção de incêndio 7. caso não haja compartimentação entre a área ampliada e a área existente: 7. o sistema deve ser instalado apenas na área ampliada.6.3. Para edificações com altura superior a 30 m.4 Industriais e depósitos com altura superior a 30m e/ou área igual ou superior a 1000 m² destinados a depósitos. o sistema deve ser instalado. nas salas e áreas técnicas.6.6.3.6.3 Escritórios com altura superior a 30 m. 7.2 Nas edificações existentes com ampliação de área. Na área existente. 7.1 Hotéis e similares.7 Sistema de controle de fumaça 7. 7. conforme parâmetros da NPT 019/11 – Sistema de detecção e alarme de incêndio. sendo isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviço.3. ou em substituição à compartimentação vertical.7.6. conforme parâmetros da NPT 015/11.6. se não houver compartimentação entre a área ampliada e a área existente.3.7.3.3.7.3 deve haver insuflamento de ar nas áreas existentes. acarretando a exigência de sistema de controle de 7 . 7. o sistema deve ser instalado na área ampliada. de forma a se colocar estes ambientes em pressão positiva.NPT 002 – ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO – EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS 7.6. próximo às interligações. caso haja compartimentação entre a área ampliada e a área existente.1 As regras de controle de fumaça podem ser aplicadas quando da exigência desta medida. 7.7. 7. adota-se a legislação vigente à época. 7.2 devem ser instaladas barreiras de fumaça em todas as interligações da área ampliada com a área existente. a fim de evitar a migração de fumaça.5 As demais ocupações devem atender à NPT 019/11 -Sistemas de detecção e alarme de incêndio. posteriores ao CSCIP 2011. adota-se a legislação vigente à época. 7. nos casos permitidos pelo CSCIP-CBMPR. 7. nas lojas.2 Nas edificações existentes com aumento de altura ou com mudança de ocupação. depósitos e áreas técnicas.

7.2 Além desta NPT. 8 . por razões arquitetônicas. referenciam-se ao CSCIP-CBMPR 2011 e respectivas Normas de Procedimentos Técnicos. as edificações históricas devem ainda atender à NPT 040/11 – Prédios históricos.7. museus e instituições culturais com acervos museológicos.1 Os parâmetros de adaptação estabelecidos nesta NPT. 8 PRESCRIÇÕES DIVERSAS 8.4. a distribuição de dutos e grelhas conforme parâmetros da NPT 015/11. quando não especificados. 8. devem prever o sistema conforme os parâmetros da NPT 015/11 – Controle de fumaça.NPT 002 – ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO – EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS fumaça. podendo a velocidade máxima nos dutos de exaustão ser de 20 m/s.1 Caso não seja possível. deve-se apresentar proposta alternativa com aumento da capacidade de vazão e pressão do exaustor.

Reserva de incêndio: 15 min de operação LOCAL DE REUNIÃO DE PÚBLICO h > 23 m .Proteção apenas nos quartos. COMERCIAL h > 23 m . Nota: edificações de risco leve. SERVIÇO PROFISSIONAL h > 30 m . SERVIÇO AUTOMOTIVO E ASSEMELHADOS h > 26 m . EDUCACIONAL E CULTURA FÍSICA h > 33 m . para fins de aplicação de chuveiros automáticos.Reserva de incêndio: 15 min de operação.Reserva de incêndio: 20 min de operação. .Reserva de incêndio: 20 min de operação. .NPT 002 – ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO – EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS Anexo A Tabela de adaptação de chuveiros automáticos CHUVEIROS AUTOMÁTICOS OCUPAÇÃO EXIGÊNCIA CRITÉRIOS RESIDENCIAL - - SERVIÇO DE HOSPEDAGEM h > 23 m .Reserva de incêndio: 15 min de operação. podem utilizar tubulações de CPVC.Reserva de incêndio: 20 min de operação. DEPÓSITO h > 23 m .Reserva de incêndio: 15 min de operação INDÚSTRIA h > 23 m .Reserva de incêndio: 60 min de operação.Proteção apenas nas lojas. 9 . SERVIÇO DE SAÚDE E INSTITUCIONAL h > 30 m .Reserva de incêndio: 20 min de operação.

2 APLICAÇÃO Esta Norma de Procedimento Técnico se aplica a toda legislação de Segurança contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.  NBR 13860/97 Glossário de termos relacionados com a segurança contra incêndio.  ISO 8421-4 (1990) Fire extinction equipment.  ISO 8421-5 (1988) Smoke control.  ISO 8421-7 (1987) Explosion detection and suppression means.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 003 Terminologia de segurança contra incêndio CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 48 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências Normativas e Bibliográficas 4 Definições 1 OBJETIVO Esta Norma de Procedimento Técnico padroniza os termos e definições utilizados no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.  ISO 8421-1 (1987) General Terms and phenomena of fire. 1 . 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS  Instrução Técnica nº 03/2011 – Terminologia de segurança contra incêndio. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.  ISO 8421-6 (1987) Evacuation and means of escape.  ISO 8421-3 (1989) Fire detection and alarm.  Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros do Estado do Paraná.  ISO 8421-2 (1987) Strutural fire protection.

Volume livre de fumaça compreendido entre o chão e o teto/telhado. 4 DEFINIÇÕES Para efeitos desta Norma de Procedimento Técnico. esguichos. embutido ou aparente. temporariamente. capaz de proteger contra intempéries e danos diversos. 4.7 ABP-EX: Associação Brasileira de Prevenção de Explosões. segura.11 Aceite: Documento em que a prefeitura local aceita as obras e serviços realizados pelo loteador. em caso de emergência. 4. 2. destinado a armazenar mangueiras. 4. 4.6 ABNT: Associação Brasileira de Normas Técnicas. carretéis e outros equipamentos de combate a incêndio.8 ABPI: Associação Brasileira de Prevenção de Incêndios.3 Abertura de ventilação: Abertura em uma parede ou cobertura de uma edificação concebida para retirar o calor e a fumaça. construção ou grupo de construções não militares. particulares ou públicas. 4.9 Abrigo: Compartimento. Os acessos podem ser constituídos por corredores.2 Abandono de edificação: Conjunto de ações que visam remoção rápida. 2 . 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO  ISO 8421-8 (1990) Terms specific to fire-fighting.5 ABIQUIM: Associação Brasileira da Indústria Química. utilizadas para alojar. varandas e terraços.15 Acionador manual de alarme: Dispositivo de alarme de incêndio. balcões. operado manualmente. janela ou qualquer outra abertura não dotada de vedação com o exigido índice de proteção ao fogo ou qualquer parte da parede externa da edificação com índice de resistência ao fogo menor que o exigido para a face exposta da edificação. 4.1 Abafamento: Método de extinção de incêndio destinado a impedir o contato do ar atmosférico com o combustível e a liberação de gases ou vapores inflamáveis. 4. de forma ordenada e eficiente de toda a população fixa e flutuante da edificação. no interior das edificações e áreas de risco. organizações militares. aplicam-se os seguintes termos e definições: 4. área de refúgio ou descarga para saída do recinto do evento. 4.14 Acesso: Caminho a ser percorrido pelos usuários do pavimento ou do setor. em caso de uma situação de sinistro. 4.13 Acesso para viaturas: Vias trafegáveis com prioridade para a aproximação e operação dos veículos e equipamentos de emergência juntos às edificações e instalações industriais. para alcançar a escada ou rampa. 4.10 Acantonamento: 1. 4.12 Acesso de bombeiros: Áreas ou locais que proporcionem facilidades de acesso para bombeiros e equipamentos. rescue services and handling hazardous materials. vestíbulos. constituindo a rota de saída horizontal. delimitado por painéis de fumaça. 4. dotado de porta. 4. passagens.4 Abertura desprotegida: Porta. o qual proporciona um alarme de incêndio sonoro e/ou visual.

23 Aeródromo: Toda área de terra.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.18 Adaptação: Junta de união usada para conectar mangueiras com conexões diferentes. originado por uma pessoa ou por um mecanismo automático.26 Agente supressor de explosão: Substâncias que.25 Agente extintor: Entende-se por agentes extintores. 4. água ou flutuante destinada a chegada. Os principais agentes extintores são os seguintes: água. ainda. Apresenta bons resultados em produtos voláteis. 4. executando os testes necessários na vistoria. dióxido de carbono (gás).30 Altura ascendente: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível da descarga. é o mais comum. podem interromper o desenvolvimento de uma explosão naquele recipiente. através da interposição de bombas intermediárias nas linhas de mangueiras. realizada por meio de aplicação de vapor d´água no material contaminado. alias.22 Aeração: 1. pela interferência do elemento humano. que acompanha o vistoriador. líquidas. visando seu pronto emprego.21 Adutora: Canalização. 4. 4. passagem forçada de ar. através de uma solução. pó químico seco. 4. 4. até as redes de distribuição. 4. renovação de ar. 4.16 Acionador manual: Dispositivo destinado a dar partida a um sistema ou equipamento de segurança contra incêndio.27 Alívio de emergência: Dispositivo capaz de aliviar a pressão interna de um recipiente ou vaso sobre pressão. sob a projeção do paramento externo da parede da edificação. 4. quer abafando. 4. 4.29 Alarme de incêndio: Aviso de um incêndio. 2. com o objetivo de aumentar o teor de oxigênio ou expulsar gases indesejáveis. agentes halogenados e agentes humectantes. (PP) Técnica simples e eficiente. sonoro e/ou luminoso. ao ponto mais baixo do nível do piso do pavimento mais baixo da edificação (subsolo).24 Afastamento horizontal entre aberturas: Distância mínima entre as aberturas nas fachadas (parede externa) dos setores compartimentados. acumulando esses dois processos o que. Ato ou efeito de arejar. de um banho ou de outro sistema.31 Altura da edificação ou altura descendente: Medida em metros contada da soleira de entrada até o 3 .19 Adução e recalque d'água: Transferência de água de uma fonte de abastecimento para o local do incêndio. espuma. quer resfriando ou. destinado a alertar as pessoas sobre a existência de um incêndio em determinada área da edificação. geralmente de grande diâmetro. certas substâncias químicas (sólidas.20 Aduchar: Trata-se do acondicionamento de um cabo (ou mangueira).28 Alambrado: Tela de arame ou outro material similar. quando dispersas dentro de um recipiente.17 Acompanhante do vistoriador: Pessoa com conhecimento da operacionalidade dos sistemas de segurança contra incêndio instalados na edificação. que tem como finalidade conduzir a água da Estação de Tratamento de Águas (ETA). gasosas ou outros materiais) que são utilizados na extinção de um incêndio. partida e movimentação de aeronaves. 4. 4. 4. 4.

44 Área a construir: Área projetada não edificada. 4. 4. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um projeto ou sistema.38 Anemômetro de fio quente ou termoanemômetro: Tipo de anemômetro que opera associando o efeito de troca de calor convectiva no elemento sensor (fio quente) com a velocidade do ar que passa pelo mesmo. 4. portas. 4. 4.42 Aplicação por espuma: Tipo I: utiliza aplicador que deposita a espuma suavemente na superfície do líquido. 4. em geral com valores em torno de 0. a mensuração da altura será a partir do piso mais baixo do subsolo ocupado. 4. 4.37 Anemômetro: Instrumento que realiza a medição da velocidade de gases.40 Antecâmara: Recinto que antecede a caixa da escada.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO piso do último pavimento.41 Antiálcool: É um LGE (líquido gerador de espuma) fabricado a partir de proteína animal hidrolizada e estabilizada mediante uso de aditivos especiais que formam uma membrana química insolúvel entre as bolhas de espuma e a superfície do líquido inflamado. provocando o mínimo de submergência.46 Área da edificação: Somatório da área construída de uma edificação. 4. 4.32 Altura de sucção: Altura entre o nível de água de um reservatório e a linha de centro da sucção da bomba. reservatórios de água e assemelhados. Tipo II: utiliza aplicadores que não depositam a espuma suavemente na superfície do líquido.33 Ampliação de área: Aumento da área construída da edificação.35 Análise preliminar de risco: Estudo prévio sobre a existência de riscos. 4. 4. vestiários e instalações sanitárias ou respectivas dependências sem aproveitamento para quaisquer atividades ou permanência humana. por dutos de entrada e saída de ar ou por ventilação forçada (pressurização). 4. 4.1 m/s.39 ANP: Agência Nacional do Petróleo. mas que são projetados para reduzir a submergência e agitar a superfície do líquido. terraços descobertos. Nos casos onde os subsolos tenham ocupação distinta de estacionamento de veículos. no Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico.43 Aprovado: Aceito pela autoridade competente. não consideradas edículas no ático destinadas a casas de máquinas. 4. barrilete. ele- 4 . 4. com ventilação natural garantida por janela para o exterior. Tipo III: utiliza equipamentos que aplicam a espuma por meio de jatos que atingem a superfície do líquido em queda livre.45 Área construída: Somatório de todas as áreas ocupáveis e cobertas de uma edificação.34 Análise de projeto: Ato de verificação das exigências das medidas de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco. Possibilita realizar medições de valores baixos de velocidade.36 Andar: Volume compreendido entre dois pavimentos consecutivos ou entre o pavimento e o nível superior à sua cobertura.47 Área de aberturas na fachada de uma edificação: Superfície aberta nas fachadas (janelas.

4. ou ainda. e dos recintos fechados de escadas e rampas. separado desta por porta corta-fogo e situado em helipontos elevados. 4. parcialmente utilizados. com acesso à escada de emergência.48 Área de armazenagem: Local destinado à estocagem de fogos de artifício industrializado. instalações elétricas. onde o helicóptero pousa e decola. que pode ser usado.50 Área de estacionamento: Local destinado ao estacionamento de helicópteros. previamente delimitado. cheios. 4.58 Área de risco: Ambiente externo à edificação que contém armazenamento de produtos perigosos.56 Área de refúgio para helipontos: Local ventilado. 4.62 Área fria: Local que possui piso e paredes. em caráter temporário.55 Área de pouso ocasional: Local de dimensões definidas. acessado através das saídas de emergência de um setor ou setores. concentração de pessoas. próximo ao local de resgate de vítimas. excluindo o de descarga. específica e por prazo limitado. paredes. 4. em qualquer pavimento de uma edificação.60 Área de venda de fogos de artifício: Local destinado à permanência de pessoas para escolha e compra de fogos de artifício. exclusivamente em casos de emergência ou de calamidade. do espaço compreendido pelo perímetro interno das paredes externas e paredes corta fogo. parapeitos e vergas que não apresentam resistência ao fogo e pelas quais pode-se irradiar o incêndio. 4.61 Área do maior pavimento: Área do maior pavimento da edificação.49 Área de armazenamento: Local contínuo destinado ao armazenamento de recipientes transportáveis de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). cadastrado no Comando Aéreo Regional respectivo. localizado dentro dos limites do heliporto ou heliponto. 4.54 Área de pouso e decolagem: Local do heliponto ou heliporto. 4. excluindo a área de antecâmara. 4. inflamáveis ou combustíveis. compreendendo os corredores de inspeção. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO mentos de vedação). e vazios.59 Área de toque: Parte da área de pouso e decolagem. normalmente revestidos com cerâmica. que poderá ser utilizado para pousos e decolagens de helicópteros. 4. 4. 4. na qual é recomendado o toque do helicóptero ao pousar. do órgão regional do Comando Aéreo Regional.52 Área de pavimento: Medida em metros quadrados. com uso de helicópteros para casos de impossibilidade de abandono da edificação pelas rotas de fuga previamente dimensionadas.57 Área de refúgio: Local seguro que é utilizado temporariamente pelo usuário. para pousos e decolagens de helicópteros mediante autorização prévia. com dimensões definidas. 4. 4.51 Área de operação para chuveiros automáticos: É a área calculada a ser totalmente inundada por um sistema de chuveiros automáticos. radioativas ou de de gás. possuindo também 5 . ficando entre esse (s) e o logradouro público ou área externa com acesso aos setores. com dimensões definidas.53 Área de pouso e decolagem de emergência para helicópteros: Local construído sobre edificações. quando existirem.

baseados em legislação específica local. 4. conectando dois ou mais pavimentos cobertos.72 Átrio (Atrium): Espaço amplo criado por um andar aberto ou conjuntos de andares abertos. 4.70 Atestado de brigada de incêndio: Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teórico e prático de prevenção e combate a incêndio. 4.77 Avisador sonoro e visual: Dispositivo que emite sinais audíveis e visíveis de alerta combinados.71 Ático: Parte do volume superior de uma edificação. repartição pública ou privada. com fechamento na cobertura. piso técnico de elevadores. exclusivamente a armazenagem de recipientes de líquidos inflamáveis. controlado pela central. tonéis.78 Avisador visual: Dispositivo que emite sinais visuais de alerta.73 Autonomia do sistema: Tempo mínimo em que o sistema de iluminação de emergência assegura os níveis de iluminância exigidos.76 Avisador sonoro: Dispositivo que emite sinais audíveis de alerta. eletricidade. de um ou mais objetos condutores. visando à proteção do operador ou equipamento contra descargas atmosféricas.65 Armazém de líquidos inflamáveis: Construção destinada.) que contenham produtos ou materiais combustíveis ou produtos inflamáveis. 4. acúmulo de cargas estáticas e falhas entre condutores vivos. onde são acondicionados recipientes (tais como tambores. 4.66 Armazém de produtos acondicionados: Área coberta ou não. 4. 4. excetuando-se os locais destinados à escada.68 Aspersor: Dispositivo utilizado nos sistemas de pulverização de água que tem por finalidade a aplicação do agente extintor para controle ou extinção de incêndios ou resfriamento. pessoa jurídica ou física investida de autoridade para legislar. latas. destinada a abrigar máquinas. 4.63 Área protegida: 1. .banheiros. 4.75 Avisador: Dispositivo previsto para chamar a atenção de todas as pessoas dentro de uma área de perigo. Área enclausurada provida de um adequado grau de resistência ao fogo da qual há meios alternativos de fuga. saunas e assemelhados. aprovar e/ou fiscalizar os assuntos relacionados à segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco.64 Áreas de produção: Locais onde se localizam poços de petróleo. ar-condicionado e cabos de comunicação.67 Arruamentos de quadras: Vias de circulação de veículos pesados existentes entre as quadras de armazenamento externo de um pátio de contêineres. examinar. escada rolante e “shafts” de hidráulica.74 Autoridade competente: Órgão. baldes etc. 4. 6 . 4. 4. 4. caixas de água e circulação vertical.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO instalação hidráulica. 2. vestiários. 4. 4. 4. Área dotada de equipamento de proteção e combate a incêndio.69 Aterramento: Processo de conexão à terra.

93 Bomba com motor a explosão: Equipamento para o combate a incêndio. 4. andar ou teto. adequados para controlar o movimento da fumaça. duto de coleta e dreno.84 Barra acionadora: Componente da barra antipânico. tanto vertical quanto horizontal. geralmente usada nas viaturas para auxiliar o bombeiro no embarque ou desembarque 4. que rapidamente se expande na área de incêndio. fixada horizontalmente na face da folha. 4. 4. em qualquer ponto de seu comprimento.88 Bateria de cilindros: Conjunto de dois ou mais cilindros ligados por uma tubulação coletora contendo gás extintor ou propulsor. gerando uma bola de fogo sigla da expressão boilling liquid expanding vapour explosion. As barreiras de fumaça podem ter aberturas que são protegidas por dispositivos de fechamento automático ou por dutos de ar. 2. acionado mediante pressão exercida no sentido de abertura. pela topografia do terreno ou ainda limitada por dique.81 Balaustre: 1. na posição de fechamento. chamas ou calor de um local ou instalação para outro contíguo. 4. pelo menos. Base de parede ou muralha. 4.91 Bocel do degrau: Borda saliente do degrau sobre o espelho. 4. 4. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.80 Bacia de contenção: Área construída por uma depressão. Há uma liberação instantânea do produto em combustão. cujo acionamento.92 Bomba “booster”: Bomba destinada a suprir deficiências de pressão em uma instalação hidráulica de proteção contra incêndios. alicerce de alvenaria.87 Barreiras de proteção: Dispositivos que evitam a passagem de gases. pedra ou metal.82 Balcão ou sacada: Parte de pavimento da edificação em balanço em relação à parede externa do prédio. 7 . 4. uma face aberta para o espaço livre exterior. Fenômeno que ocorre quando há ruptura do recipiente de estocagem como consequência de fogo externo. 2.85 Barra antipânico: Dispositivo de destravamento da folha de uma porta. arredondada inferiormente ou não. em uma barra horizontal fixada na face da folha. para descarga de água sob pressão. tendo.79 Bacia de contenção de óleo isolante: Dispositivo constituído por grelha. uma travessa.83 Baldrame: 1. tal como uma parede. no sentido da abertura. que sustenta com outros iguais.90 Bleve: Explosão de vapores em expansão de líquido em ebulição. 4. Haste de madeira ou metal. libera a folha da porta de sua posição de travamento. com a finalidade de coletar vazamentos de óleo isolante. destinada a conter eventuais vazamentos de produto. preenchido com pedra britada. 4. normalmente aberto. cuja força provém da eletricidade.86 Barreiras de fumaça (smoke barriers): Membrana. regularmente distribuídos. 4.94 Bomba com motor elétrico: Equipamento para combate a incêndio. Peça de madeira que serve de base às paredes e sustenta os barrotes do assoalho. Colunelo de madeira. cuja força provém da explosão do combustível misturado com o ar. corrimão ou peitoril. 4. destinado a produzir neblina de água com forma geométrica definida. que é projetada e construída para restringir o movimento da fumaça.89 Bico nebulizador: Dispositivo de orifícios fixo. 4.

no âmbito das Unidades Federativas respectivas. para atuação em edificações e áreas de risco. potencial calorífico: Energia calorífica passível de ser liberada pela combustão completa de um material por unidade de massa. treinadas e capacitadas em prevenção e combate a incêndios e primeiros socorros.105 Caldeira: É toda e qualquer instalação fixa destinada a produzir vapor d' água sob pressão superior a atmosférica. gerada da transformação de outra energia. quando estes não puderem ser abastecidos pelo reservatório elevado. 4. do tipo liga-desliga. pela interferência do elemento humano. em caráter habitual. segundo a regulamentação do Exército Brasileiro.102 Brigada de incêndio: Grupo organizado de pessoas. 4. utilizando qualquer fonte externa de calor. 4.110 Câmara de retardo da válvula de alarme do sprinkler: Dispositivo volumétrico projetado para minimizar alarmes falsos devido a surtos e flutuações no fornecimento de água do sistema de sprinkler: 8 . através de processo físico ou químico.95 Bomba de escorva: Bomba destinada a remover o ar do interior das bombas de combate a incêndio.98 Bomba principal: Dispositivo hidráulico centrifugo destinado a recalcar água para os sistemas de combate a incêndio. com atribuição de realizar atividades de prevenção e combate a incêndios. de busca e salvamento e de defesa civil. 4. 4. 4.100 Botoeira de alarme: Dispositivo destinado a dar um alarme em um sistema de segurança contra incêndio. 4. 4. voluntárias ou não. função remunerada e exclusiva de prevenção e combate a incêndios e primeiros socorros.104 Cabo Pirotécnico (“Blaster” Pirotécnico): è o operador responsável pelo planejamento. 4. 4.96 Bomba de pressurização (“jockey”):Dispositivo hidráulico centrífugo destinado a manter o sistema pressurizado em uma faixa preestabelecida. 4. por sociedades de economia mista ou por empresas especializadas.107 Calor de combustão.103 Brigada profissional: Brigada particular composta por pessoas habilitadas que exercem. 4.108 Camada de fumaça “smoke layer”: Espessura acumulada de fumaça abaixo de uma barreira física ou térmica.99 Bombeiro militar: agente público. 4. 4.106 Calor: Forma de energia que eleva a temperatura. legalmente habilitado pelo órgão estadual competente. 4. para bomba principal.97 Bomba de reforço: Dispositivo hidráulico destinado a fornecer água aos hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis hidraulicamente. pertencente ao Corpo de Bombeiros.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.109 Câmara de espuma: Dispositivo dotado de selo de vapor destinado a conduzir a espuma para o interior do tanque de armazenamento de teto cônico. supervisão e ou a execução do espetáculo pirotécnico. contratadas diretamente por empresas privadas ou públicas. para atuação em edificações e áreas de risco.101 Botoeira “liga-desliga”: Acionador manual.

4.124 Chave de mangueira: Ferramenta para apertar e/ou soltar conexões de mangueira. 4. 4. com emissão de luz. sprays direcionais ou outras características incomuns. utilizado para controle de alguns tipos de incêndios graves. 4. que contém os recipientes transportáveis ou estacionário(s) e acessórios. divisórias. permitindo que a água seja descarregada sobre uma área específica. construído com material incombustível. (5) Chuveiro de estilo antigo: chuveiro que direciona 40% a 60% da água para o teto e que deve ser instalado com o defletor pendente ou de pé. (7) Chuveiro de resposta imediata e co- 9 . relacionada com um acidente.111 Campo de pouso: Área preparada para pouso. 4. 4.121 Central de gás: Área devidamente delimitada.113 Canalização (tubulação): Rede de tubos. referenciado à água a 20ºC. (3) Chuveiro de gotas grandes: chuveiro capaz de produzir gotas grandes de água. 4. conexões e acessório. pisos e tetos. convertê-los em indicações adequadas.116 Carga de incêndio: Soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis contidos em um espaço. inerte aos produtos armazenados e com o coeficiente de permeabilidade mínima de 10 -6 cm/s.119 Causa: Origem de caráter humano ou material. destinada a conduzir água para alimentar o sistema de combate a incêndios.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.114 Canhão monitor: Equipamento destinado a formar e a orientar jatos de longo alcance para combate a incêndio. 4. 4.120 Central de alarme: Equipamento destinado a processar os sinais provenientes dos circuitos de detecção. considerados graves. 4.117 Carga de incêndio específica: Valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado. (6) Chuveiro aberto: chuveiro que não possui elementos acionadores ou termossensíveis.125 Chuveiro automático: Dispositivo hidráulico para extinção ou controle de incêndios que funciona automaticamente quando seu elemento termossensível é aquecido à sua temperatura de operação ou acima dela. expresso em Megajoule (MJ) por metro quadrado (m2).CBMPR certificando que a edificação está em conformidade com as exigências previstas no CSCIP. típico em armazenagem a grande altura de material combustível. comandar e controlar os demais componentes do sistema.118 Carretel axial: Dispositivo rígido destinado ao enrolamento de mangueiras semi-rígidas.123 Chama: Zona de combustão na fase gasosa. (4) Difusores: dispositivo para uso em aplicações que requerem formas especiais de distribuição de água. 4. destinados ao armazenamento de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) para consumo.122 Certificado de Vistoria em Estabelecimento (CVE): é o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Paraná . inclusive o revestimento das paredes. 4. 4. decolagem e acomodação de aeronaves.112 Canal de fuga: Canal que interliga os tanques à bacia de contenção a distância.115 Capacidade volumétrica: Capacidade total em volume de água que o recipiente pode comportar. (1) Chuveiro de extinção precoce e resposta rápida (ESFR–Early Suppression and Fast Response): chuveiro de resposta rápida utilizado para extinção (e não simplesmente controle) de alguns tipos de incêndios. (2) Chuveiro de cobertura extensiva: chuveiro projetado para cobrir uma área maior do que a área de cobertura de chuveiros padrão. 4.

e o corpo se inflama sem necessidade de ocorrência de chama ou faísca. (f) Chuveiro em pé: chuveiro projetado para ser instalado em uma posição na qual o jato de água é direcionado para cima. em um formato parecido com um quarto de esfera. pela ação de bactérias. É o chuveiro de uso mais difundido nos últimos cinquenta anos devido à sua capacidade de controlar incêndios em vários tipos de riscos. 4. Produz fogo (calor e chama). lançando uma quantidade mínima de água. ou parte dele. Alguns materiais entram em combustão sem fonte externa de calor (materiais com baixo ponto de ignição). é montado dentro de um invólucro embutido. A fermentação produz calor e libera gases que podem incendiar.133 Combustão espontânea: 1. (12) Chuveiro seco: chuveiro fixado a um niple de extensão que é provido de um selo na extremidade de entrada para permitir que a água ingresse em seu interior somente em caso de operação do chuveiro. fermentam. (d) Chuveiro embutido: chuveiro decorativo cujo corpo.128 Cobertura: Elemento construtivo. com a função de protegê-la da ação dos fenômenos naturais (chuva. por exemplo.132 Combustão completa: É aquela em que a queima produz calor e chamas e se processa em ambiente rico em oxigênio. exceto a rosca. (8) Chuveiro de resposta imediata (QR–Quick-Response): tipo de chuveiro de resposta rápida utilizado para extinção (e não simplesmente controle) de alguns tipos de incêndios. (b) Chuveiro flush: chuveiro decorativo cujo corpo. Ao ser ativado.131 Combustão ativa: Combustão em ambiente rico em oxigênio. ou parte dele. 4. Reação química que resulta da combinação de um elemento combustível com o oxigênio (comburente). vento etc. Adotada no Brasil em quatro classes: fogo classe A. fogo classe B. incluindo a rosca.134 Combustão incompleta: É aquela em que a queima produz calor e pouca ou nenhuma chama. (10) Chuveiro tipo spray: chuveiro cujo defletor direciona a água para baixo. ou com revestimentos especiais. Estado de um corpo que queima. de chama. fogo classe C e fogo classe D. contra o defletor. 4. para o teto. 2. outros entram em combustão à temperatura ambiente (20 oC).129 Combate a incêndio: Conjunto de ações táticas destinadas a extinguir ou isolar o incêndio com uso de equipamentos manuais ou automáticos. 4. 4. que ultrapassa o ponto de ignição. Um pequeno volume de água é direcionado à parede atrás do chuveiro. quando a combinação gera calor e libera gases em quantidade suficiente para iniciar combustão. localizado no topo da edificação. é montado acima do plano inferior do teto. É o que ocorre. (e) Chuveiro lateral: chuveiro com defletor especial projetado para descarregar água para longe da parede mais próxima a ele. Definições quanto à instalação: (a) Chuveiro oculto: chuveiro embutido coberto por uma placa que é libera antes do funcionamento do chuveiro.130 Combustão: Ação de queimar ou arder. água + sódio. Processo em que o combustível absorve o comburente (oxigênio do ar ou de substância doadora de oxigênio) e gera calor. produzindo calor e luz.). (9) Chuveiro especial: chuveiro testado e certificado para uma aplicação específica. para serem utilizados em atmosferas que normalmente causam corrosão. 4. ou nenhuma. quarto de hotel ou assemelhado. Oxidação forte com produção de calor e normalmente de chama (não obrigatoriamente). 3. quando do armazenamento de certos vegetais que. e se processa em ambiente pobre em oxigênio.127 Classes de incêndio: Classificação didática na qual se definem fogos de diferentes natureza. (11) Chuveiro resistente à corrosão: chuveiro fabricado com materiais resistentes à corrosão. o defletor se prolonga para baixo do plano inferior do teto. Ocorre também na mistura de determinadas substâncias químicas. 4. não obrigatoriamente. 4. contra o defletor. calor. com intensa produção de energia calorífica e. 10 . como o fósforo branco.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO bertura estendida: chuveiro de resposta rápida projetados para cobrir uma área maior do que a área de cobertura de chuveiros padrão. 4.126 Circulação de uso comum: Passagem que dá acesso à saída de mais de uma unidade autônoma. (c) Chuveiro pendente: chuveiro projetado para ser instalado em uma posição na qual o jato de água é direcionado para baixo. Por exemplo.

de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e dificulte a sua propagação no plano vertical. instituído pelo Comandante do Corpo de Bombeiros. c) vedadores corta-fogo. determinados nas normas técnicas em vigor. que correspondem exatamente ao que foi executado pelo instalador.138 Combustibilidade dos elementos de revestimento das fachadas das edificações: Característica de reação ao fogo dos materiais utilizados no revestimento das fachadas dos edifícios.140 Comissão especial de avaliação (CEA): Grupo de pessoas qualificadas no campo da segurança contra incêndio.145 Compartimentação horizontal: Medida de proteção.146 Compartimentação vertical: Medida de proteção. A reação é fraca. com o objetivo de avaliar e propor alterações necessárias ao Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do CBM/PR.142 Como construído (“as built”): Documentos.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. interna ou externamente ao edifício. b) portas corta-fogo. com o objetivo de analisar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas mais complexas ou apresentarem dúvidas quantos às exigências previstas neste Código.137 Combustão muito viva: (ver deflagração) 4.139 Combustível: É toda a substância capaz de queimar e alimentar a combustão. representativas de entidades públicas e privadas.143 Compatibilidade da espuma: capacidade da espuma de permanecer eficaz quando aplicada simultaneamente com outros agentes extintores (tais como pó extintor) em um incêndio.141 Comissão técnica de prevenção de incêndios (CTPI): Grupo de estudo do CB/PMPR. a geração de calor é gradual e não há queima. 4. 4. calor e gases. f) afastamento horizontal entre aberturas. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo. 4. d) registros corta-fogo (dampers). 4. separando pavimentos consecutivos. Incluem-se nesse conceito os elementos de vedação abaixo descritos: 11 .136 Combustão lenta: Ocorre em ambiente pobre de oxigênio. 4. destinadas a evitar ou minimizar a propagação do fogo. líquido ou gasoso. separando ambientes. 4.135 Combustão instantânea: (ver detonação). que podem contribuir para a propagação e radiação do fogo.144 Compartimentação de áreas (vertical e horizontal): Medidas de proteção passiva. Cabe também a CTPI a análise das propostas apresentadas pela CEA. Incluem-se nesse conceito os elementos de vedação abaixo descritos: a) paredes corta-fogo. 4. 4. e) selos corta-fogo. 4. Pode ser sólido. 4. de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e evite a sua propagação no plano horizontal. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo. constituídas de elementos de construção corta-fogo. no mesmo pavimento ou para pavimentos elevados consecutivos dentro de uma área máxima de compartimentação pré-estabelecida. desenhos ou plantas do sistema.

d) enclausuramento das escadas por meio de paredes e portas corta-fogo.151 Comportamento do fogo: Todas as mudanças.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO a) entrepisos ou lajes corta-fogo. g) parapeitos ou abas resistentes ao fogo. cloro. uma ou mais misturas orgânicas que .153 Comunicação visual: Conjunto de informações visuais aplicadas em uma edificação. trabalhando como carga quando o sistema está com a tensão alta e trabalhando como gerador quando o sistema está com a tensão baixa. 4.155 Concentrado de espuma resistente ao álcool: Concentrado de espuma usado para a extinção de incêndios envolvendo combustível misturado com água (líquidos polares) e outros incêndios com combustível que destrói a espuma normal. contenham um ou mais dos seguintes elementos: flúor.149 Compensadores síncronos: Equipamento que compensa reativos do sistema.154 Concentrado de espuma formadora de filme (AFFF): Concentrado de espuma formadora de filme aquoso que flutua na superfície dos hidrocarbonos sob condições definidas. e) selagem corta-fogo dos dutos (“shafts”) na altura dos pisos e/ou entrepisos. f) paredes resistentes ao fogo na envoltória do edifício. de molécula a molécula. produto e/ou estrutura queima ou está exposto ao fogo. compreendendo um ou mais cômodos. não se tratando especificamente de sinalização de emergência. b) vedadores corta-fogo nos entrepisos ou lajes corta-fogo. físicas ou químicas. por sua vez.150 Componentes de travamento: Componentes da barra antipânico que mantêm a(s) folha(s) de porta corta-fogo na posição fechada. tais como:localização de ambientes. saídas. 4. bromo ou iodo. 4. 4. como componentes primários. 4.157 Condução: É a transferência de calor. 4. 4. que ocorrem quando um material. prestação de serviços e propagandas. através de um corpo sólido. 4. h) registros corta-fogo nas aberturas em cada pavimento dos dutos de ventilação e de ar condicionado. construídos para evitar ou minimizar a propagação do incêndio de dentro para fora de seus limites.158 Conexão da mangueira: O tipo de conexão utilizada para conectar duas mangueiras entre si ou para conectar a mangueira a algum outro equipamento hidráulico.147 Compartimentar: Separar um ou mais locaisdo restante da edificação por intermédio de paredes resistentes ao fogo. com a finalidade de orientar sua população.148 Compartimento: Parte de uma edificação.156 Concentrado de espuma sintética: Concentrado de espuma baseado em líquidos ativadores sintéticos de superfície (geralmente detergentes) como agentes estabilizadores adequados. espaços ou andares. selos e “dampers” corta-fogo. c) enclausuramento de dutos (“shafts”) por meio de paredes corta-fogo. 4. portas. 12 . separando aberturas de pavimentos consecutivos. 4. 4. 4.152 Compostos halogenados: Agentes que contém.

impede a passagem de chamas e da fumaça (estanqueidade). ações de busca e salvamento e de defesa civil. por um período determinado de tempo. com superfície lisa. e proporcional isolamento térmico. 4.174 Cortina para fumaça: Separação vertical feita ao teto (barreira) para criar um obstáculo à propagação lateral de fumaça e dos gases de incêndio.164 Controle para sistema de proteção contra incêndio automático: Dispositivo automático usado para acionar o sistema de proteção contra incêndio automático após receber um sinal do equipamento de controle e sinalização. 4. 4. cinemas e outras casas de diversões.163 Controle natural de fumaça: Controle de fumaça com a ajuda das correntes de convecção de fumaça. com atribuição de realizar atividades de prevenção e combate a incêndios. 4. 4.162 Controle mecânico de fumaça: Controle de fumaça com auxílio de meios mecânicos.161 Controle de fumaça: Medidas e meios para controlar a propagação e o movimento da fumaça e gases de combustão. para acondicionamento de carga geral a transportar. desembarque e transbordo entre diferentes meios de transporte. 4. arredondada e contínua.168 Corpo de Bombeiros: Instituição organizada com base na hierarquia e disciplina. aplicada em áreas de escadas e rampas destinadas a servir de apoio para as pessoas durante o deslocamento. cano ou peça similar.167 Cor de segurança: Aquela para a qual é atribuída uma finalidade ou um significado específico de segurança ou saúde.171 Corta-fogo: Elemento que apresenta.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. 4. 4.165 Convecção: Transmissão de calor por meio de correntes circulatórias originadas da fonte.170 Corrimão: Barra.172 Cortina de aço: Sistema que impede a propagação de incêndio em teatros. em uma edificação.169 Corredor de inspeção: Intervalo entre lotes contíguos de recipientes de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) ou outros gases. com a finalidade de facilitar o seu embarque. 4. com regime jurídico administrativo particular. 4. por um período determinado de tempo.173 Cortina automatizada corta-fogo: Cortina móvel projetada para fechar automaticamente uma abertura dentro de uma edificação de tal forma que impeça a passagem de fumaça e gases quentes gerados pelo fogo. 4. 4.166 Cor de contraste: Aquela que contrasta com a cor de segurança a fim de fazer com que a última se sobressaia. por efeito. 13 . processo de propagação de calor que se verifica nos líquidos e gases. durante um incêndio. 4. 4.159 Contêiner: Grande caixa metálica de dimensões e características padronizadas. as seguintes propriedades: integridade mecânica a impactos (resistência). legalmente constituída.160 Contenção de produtos vazados: Processos que levam a manter um material em seu recipiente ou processo. e impede a passagem de caloria (isolamento térmico). 4.

186 Depósito: Espaço físico em que se armazenam matérias primas. Pode ser constituída por corredores ou átrios cobertos ou a céu aberto. 4. e pelo espelho que é a parte vertical do degrau. 4. invalidam um projeto. ar.185 Densidade populacional (d): Número de pessoas em uma área determinada (pessoas/m2). Pode permanecer aberto ou fechado quando estiver inativo.189 Destravadores eletromagnéticos: Dispositivo de controle de abertura com travamento determinado pelo acionamento magnético.184 Densidade ocupacional estimada: Número de pessoas por metro quadrado de área útil de pavimento de acordo com a sua ocupação. com acionamento manual ou automático. 4. decorrente da passagem de corrente elétrica. plantas ou ecossistemas) ou de bens materiais.187 Descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada ou rampa e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública. podendo ser ativado. ultrapassados. quando sensibilizado por fenômenos físicos e/ou químicos. destruição de recursos naturais (água. destinado ao pisoteio.190 Detector automático de incêndio: Dispositivo que. 4. produtos semiacabados ou acabados à espera de ser transferidos ao seguinte ciclo da cadeia de distribuição. 14 . de modo a distribuir a água segundo padrão estabelecido. detecta princípios de incêndio.177 Damper corta-fogo: Damper projetado para funcionar automaticamente a fim de prevenir a passagem de fogo por meio de um duto.188 Deslizador de espuma: Dispositivo destinado a facilitar a aplicação suave da espuma sobre líquidos combustíveis armazenados em tanques.176 Damper: Dispositivo de fechamento móvel instalado sobre a abertura de um duto ou shaft e controlado automaticamente ou manualmente. utilizado para interromper a passagem de fluido (líquido ou gás) dentro do referido duto. em posição normalmente aberta ou fechada.180 Degrau: Conjunto de elementos de uma escada composta pela face horizontal conhecida como “piso”. que lhe define a altura. 4.183 Densidade de carga de incêndio: Carga de incêndio dividida por áreas de piso. 4.175 Critério de aceitabilidade: Critérios que devem ser estabelecidos em todas as decisões sobre segurança de projetos. Usado para calcular (em particular) o número e a a largura das saídas de uma sala ou espaço.178 Damper para fumaça: Dispositivo para controle da fumaça. por calor. 4. 4. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. 4. animais.181 Deflagração: Explosão que se propaga à velocidade subsônica.182 Defletor de chuveiro automático: Componente do bico destinado a quebrar o jato sólido.179 Dano: Lesões a pessoas. em condições de testes pré-determinadas. 4. solo. 4. 4. 4. basicamente. construções e operações de plantas industriais. São valores que definem a taxa de aceitabilidade ou não de uma escala de danos e que. chama ou fumaça. 4. não devendo ser estabelecidos como base de que a “falha é impossível” .

acionador manual de alarme ou um interruptor de pressão.194 Detector de fumaça: Detector sensível às partículas sólidas ou líquidas dos produtos da combustão e/ou pirólise na atmosfera. 4. 4. 4. 4.191 Detector de calor: Detector sensível à temperatura anormal e/ou a taxa de aumento de temperatura e/ou diferenças de temperatura.205 Dique intermediário: Dique colocado dentro da bacia de contenção com a finalidade de conter pequenos vazamentos. contendo um ou mais sensores de explosão.195 Detector de fumaça iônico: Detector sensível aos produtos da combustão capazes de afetar correntes iônicas dentro do detector. 4. formando uma bacia capaz de conter o volume exigido por norma. 4. 4.193 Detector de explosão: Dispositivo ou arranjo de aparelhos. caracterizada por uma onda de choque.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. Ex.199 Detector de radiação: Aparelho portátil usado para detectar e medir a presença de radiação ionizante alfa.204 Dique: Maciço de terra. gama e nêutron.206 Disposição central: Disposição do sistema de encanamento da instalação de “sprinklers” no qual os canos estão instalados de um lado ou do outro do encanamento de distribuição secundário.: detector.201 Detector multiponto: Detector destinado a atuar nos fenômenos monitorados além de um sensor somente. 4. 4.200 Detector linear: Detector destinado a atuar os fenômenos monitorados ao longo de uma linha contínua. 4. tal qual uma dupla de detectores. 15 . 4. 4.197 Detector de gás inflamável: Equipamento destinado a detectar a presença de gás inflamável e concentração da mistura de ar em um local. 4. 4.198 Detector de incêndio sensível a gás: Detector sensível aos produtos gasosos da combustão e/ou decomposição térmica.192 Detector de chama: Detector que capta a radiação emitida pelas chamas.202 Detector pontual: Detector destinado a atuar nos fenômenos monitorados por um sensor compacto somente. a fim de determinar o potencial de explosão. concreto ou outro material quimicamente compatível com os produtos armazenados nos tanques. 4. que responde a uma explosão em desenvolvimento. beta.203 Detonação: Explosão que se propaga à velocidade supersônica.196 Detector de fumaça óptico (fotoelétrico): Detector sensível aos produtos da combustão capazes de afetar a absorção ou dispersão de radiação na região infravermelha visível e/ou ultravioleta do espectro eletromagnético. 4.207 Dispositivo de ativação: Dispositivo capaz de iniciar um alarme podendo ser operado manual ou automaticamente.

4. armazenamento. que permite a saída. é necessário que o tanque já tenha perdido seu teto. 4. devidamente ventilados e livres de fumaça em caso de incêndio. sem efeito estrutural e que. 4.218 Duto de saída de ar (DS): Espaço vertical no interior da edificação. portanto. controle de qualidade e comercialização do Gás Natural Liquefeito (GNL). ocasionada pela vaporização brusca de água existente no tanque. Para que este fenômeno ocorra.212 Distância máxima horizontal de caminhamento: Afastamento máximo a ser percorrido pelo espectador para alcançar um acesso. 4. medida na horizontal. que serão realizadas por pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras. rota de fuga externa ou saída final. medida perpendicularmente à face exposta da edificação. de gases e fumaça para o ar livre. às escadas.216 Dosador: Equipamento destinado a misturar quantidades determinadas de “extrato formador” de espuma e água.220 Ebulição turbilhonar (“Boil Over”): Expulsão total ou parcial de petróleo ou misturas de combustíveis com características similares. os danos sejam minimizados. que conduza ar puro. distância de segurança é a distância mínima livre. 16 . quando atingida pela onda de calor que se forma em conseqüência da combustão do produto.209 Dispositivos de descarga: Equipamentos que aplicam a espuma sob forma de neblina e que aplicam o agente numa corrente compacta de baixa velocidade. 4. dispensando-se o duto interno e/ou externo para pressurização. de edificação e do público em geral. 4. 4. em qualquer pavimento.217 Duto de entrada de ar (DE): Espaço no interior da edificação. 4. 4.208 Dispositivo de recalque: Registro para uso do Corpo de Bombeiros. Esses dispositivos podem ter formas como as de tubos abertos. do manipulador. podendo também exercer a atividade de liquefação de gás natural. Com relação a líquidos combustíveis/ inflamáveis e GLP.213 Distância mínima de segurança: Afastamento mínimo entre a área de armazenamento de recipientes transportáveis de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) e outra instalação necessária para a segurança do usuário.214 Distribuição de GNL (Gás Natural Liquefeito): Compreende as atividades de aquisição ou recepção. que permite o recalque de água para o sistema.215 Divisória ou tabique: Parede interna.219 Duto “plenum”: Condição de dimensionamento do sistema de pressurização no qual se admite apenas um ponto de pressurização. antecâmaras ou acessos. baixa ou atingindo o teto. dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de uma corrente compacta de baixa velocidade. para que.210 Distância a percorrer: Distância a ser percorrida de um ponto de uma edificação para uma rota de fuga protegida. podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido.211 Distância de segurança: Afastamento entre uma face exposta da edificação ou de um local compartimentado à divisão do lote.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. estabelecida a partir do limite de área de armazenamento. 4. exclusivamente. acima da cobertura da edificação. Podem ser: dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de aspersão e terminam em um defletor ou uma calha que distribui a espuma. por meio de transporte próprio ou contratado. 4. com isso. esguichos de fluxo direcional ou pequenas câmaras de geração com bocas de saídas abertas. em caso de acidente (incêndio. podem ter ou não defletores ou calhas incluídos como partes integrantes do sistema. coletado ao nível inferior desta. transvazamento. com sede e administração no País. explosão). ao eixo da rua ou a uma linha imaginária entre duas edificações ou áreas compartimentadas do mesmo lote. 4. pode ser suprimida facilmente em caso de reforma. mantendo-os.

229 Edificação importante: edificação considerada crucial em caso de exposição ao fogo. 4.232 Edificação térrea: Construção de um pavimento.227 Edificação existente: Edificação que tenha sido construída ou possua Alvará de Construção emitido e aprovado pela prefeitura municipal local anteriormente a vigência deste Código. desde que mantidas as áreas e ocupações constantes do respectivo Alvará.231 Edificação principal: Construção que abriga a atividade principal sem a qual as demais edificações não teriam função. 17 . equipamentos ou suprimentos críticos. 4.222 Edificação: Área construída destinada a abrigar atividade humana ou qualquer instalação. com aberturas dispostas de forma a poderem ser consideradas uniformemente distribuídas.225 Edificação destinada ao comércio de fogos de artifício no varejo: Local destinado ao armazenamento e venda de fogos de artifício e estampido industrializados. 4. ou b) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. edificações com permanência de pessoas ou que contenham bens de alto valor. e pelo menos 50% destas áreas abertas situadas em duas fachadas opostas. Observação: Em qualquer caso. responsável pela radiação de calor. convecção de gases quentes e ou transmissão direta de chamas. em cada pavimento: a) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. 4. 4.228 Edificação expositora: Construção na qual o incêndio está ocorrendo. 4. 4. Exemplos: casa de controle.224 Edificação antiga: Edificação que comprovadamente foi construída anteriormente ao ano de 1976. desde que mantidas as mesmas áreas e ocupações da época de sua construção. 4. podendo possuir mezaninos cuja somatória de áreas deve ser menor ou igual à terça parte da área do piso de pavimento. 4. equipamento ou material. provida por aberturas cujas áreas somadas correspondam a pelo menos 1/3 da superfície total das fachadas externas. para permitir a ventilação. providas por aberturas que possam ser consideradas uniformemente distribuídas e que tenham comprimentos em planta que somados atinjam pelo menos 40% do perímetro do edifício e áreas que somadas correspondam a pelo menos 20% da superfície total das fachadas externas. casa de combate a incêndio. 4.223 Edificação aberta lateralmente: Edificação ou parte de edificação que. 4.221 EPCI: Equipamento Conjugado de Proteção Individual. as áreas das aberturas nas laterais externas somadas devem possuir ventilação direta para o meio externo e devem corresponder a pelo menos 5% da área do piso no pavimento e as obstruções internas eventualmente existentes devem ter pelo menos 20% de suas áreas abertas.226 Edificação em exposição: Construção que recebe a radiação de calor. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.233 Edificação ou prédio horizontalizado: Edifício com até dois pavimentos acima do perfil do terreno (por exemplo: térreo e primeiro pavimento).230 Edificação nova: Edificação que tenha sido construída ou possua Alvará de Construção emitido e aprovado pela prefeitura municipal local posteriormente a vigência deste Código. convecção de gases quentes ou a transmissão direta de chama.

bota de bombeiro. 4. com proteção respiratória de pressão positiva. luvas de bombeiro. 4. 4. ou na fachada de uma edificação.240 Elevador de emergência/elevador de segurança: Elevador instalado dentro de uma edificação com fechamento estrutural especialmente protegido ou instalado na fachada do prédio. para exposições de produtos com possibilidade de respingos. 4.243 Entrepiso: Conjunto de elementos de construção.237 Elemento corta-fogo: Aquele que apresenta. fonte de energia e controles que podem ser comutados para uso exclusivo do Corpo de Bombeiros durante uma emergência. compreendido entre a parte inferior do forro de um pavimento e a parte superior do piso do pavimento imediatamente superior. calça de bombeiro. impede a passagem das chamas e da fumaça (estanqueidade). 4.238 Elemento estrutural: Todo e qualquer elemento de construção do qual dependa a resistência e a estabilidade total ou parcial da edificação. ingestão ou absorção cutânea.248 EPR: Equipamentos de proteção respiratória. e com maquinário. 4. Utiliza-se roupa encapsulada de proteção química. com ou sem espaços vazios. 4. óculos de segurança e outros). dentro de uma edificação. as seguintes propriedades: integridade mecânica a impactos (resistência). 18 . com enclausuramento e proteção estrutural especiais. 4.244 EPI: Equipamentos de proteção individual.235 Efeito chaminé (“Stack effect”): Fluxo de ar vertical dentro das edificações. 4. decorrente de atividade humana ou fenômeno da natureza que obriga a uma rápida intervenção operacional. Utiliza-se roupa de proteção química conforme especificação da tabela de compatibilidade da roupa.247 EPI de nível “C”: É o nível mínimo necessário de proteção para qualquer tipo de acidente envolvendo produtos químicos. 4.241 Elevador de segurança: Elevador. por um período de tempo.246 EPI de nível “B”: É o nível de proteção intermediário. impede a passagem das chamas e da fumaça (estanqueidade). 4. causado pela diferença de temperatura interna e externa. ao meio ambiente e ao patrimônio.242 Emergência: Situação crítica e fortuita que representa perigo à vida. ocasionando redução do desempenho do ventilador em termos de vazão.236 Efeito do sistema de escada pressurizada: Efeito causado pelo erro de projeto e/ou instalação com configurações inadequadas do sistema onde o ventilador está instalado. (Ex. capa de bombeiro.239 Elemento para-chamas: Aquele que apresenta. fontes de energia e controles os quais podem ser comutados para uso exclusivo do Corpo de Bombeiros durante uma emergência. por um período de tempo. 4.234 Edificação ou prédio verticalizado: Edifício com mais de dois pavimentos acima do perfil do terreno (por exemplo: térreo e primeiro pavimento e segundo pavimento). 4. 4. sendo por inalação. dotado de mecanismo.245 EPI de nível “A”: É o nível máximo de proteção para todas as possíveis vias de intoxicação.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. e impede a passagem de caloria (isolamento térmico). as seguintes propriedades: integridade mecânica a impactos (resistência).não proporcionando isolamento térmico.: capacete de bombeiro.

destinado a dar forma. instalações de armazenamento e transferência.251 Escada à prova de fumaça pressurizada (PFP): Escada à prova de fumaça. cuja projeção esteja fora do corpo principal da edificação. edificações.263 Espaço confinado: Local onde a presença humana é apenas momentânea para prestação de um serviço de manutenção em máquinas. Permite ainda acoplar um dispositivo para produção de neblina de baixa velocidade. vias públicas.252 Escada enclausurada: Escada protegida com paredes resistentes ao fogo e portas corta-fogo. 4. comunica-se diretamente com os demais ambientes como corredores. 4. 4.257 Esguicho: Dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras.262 Espaçamento: É a menor distância livre entre os equipamentos. sendo dotada de guarda corpo ou gradil (barreiras) e corrimãos em toda sua extensão (degraus e patamares). “snorkel” ou edificação. cursos d’água e propriedades de terceiros. em cada pavimento. unidades de produção.250 Escada aberta externa (AE): Escada de emergência precedida de porta corta-fogo (PCF) no seu acesso. cuja condição de estanqueidade à fumaça é obtida por intermédio de pressurização. 4. 19 . 4.260 Esguicho regulável: Acessório hidráulico que dá forma ao jato. podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto.259 Esguicho-canhão: Canhão-monitor montado sobre uma viatura de bombeiro.254 Escada enclausurada protegida (EP): Escada devidamente ventilada situada em ambiente envolvido por paredes resistentes ao fogo e dotada de portas corta-fogo. direção e controle ao jato.249 Escada aberta: Escada não enclausurada por paredes e porta corta-fogo. 4. de modo a evitar fogo e fumaça em caso de incêndio.256 Escoamento (E): Número máximo de pessoas possíveis de abandonar um recinto dentro do tempo máximo de abandono. halls e outros. 4. 4. servindo para reduzir o diâmetro desta e aumentar a velocidade da água. Pode ser constituído por logradouro público ou pátio amplo. 4.253 Escada enclausurada à prova de fumaça (PF): Escada cuja caixa é envolvida por paredes corta-fogo e dotada de portas corta-fogo.258 Esguicho agulheta: Esguicho utilizado para ser acoplado à conexão de uma mangueira.255 Escada não enclausurada ou escada comum (NE): Escada que embora possa fazer parte de uma rota de saída. autoescada. 4.264 Espaço livre exterior: Espaço externo à edificação para o qual abram seus vãos de ventilação e iluminação. permitindo desta forma eficaz ventilação. permitindo o uso d’água em forma de chuveiro de alta velocidade. 4. propiciando um seguro abandono.261 Esguicho universal: Esguicho dotado de válvula destinada a formar jato sólido ou de neblina ou fecha mento da água. 4. tubulações e sistemas. cujo acesso é por antecâmara igualmente enclausurada ou local aberto. barco de bombeiro.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. não possuindo portas corta-fogo. 4. 4. 4.

278 Estabilidade ao fogo: Capacidade de um elemento de construção. nos quais a fumaça proveniente de um incêndio pode propagar-se livremente. 4.266 Espaços comuns (communicating space): Espaços dentro de uma edificação com comunicação com espaços amplos adjacentes. 4. sob ação do fogo. também chamado de “queima” ou “show pirotécnico”. 4.268 Espaços separados (separated spaces): Espaços dentro de edificações que são isolados das áreas grandes por barreiras de fumaça. normalmente 20 . Os espaços comuns podem permitir aberturas diretamente dentro dos espaços amplos ou podem conectar-se por meio de passagens abertas. 4.267 Espaços comuns e amplos (large volume spaces): Espaço descompartimentado. esgotos e outros lugares geralmente inacessíveis aos bombeiros. 4. os quais não podem ser utilizados no suprimento de ar. 4.273 Espuma de expansão média: Espuma que tem uma razão de expansão entre 20 e 200 (geralmente. edificações. 4. 4. 4.276 Espuma formadora de filme aquoso (AFFF): Extrato gerador de espuma que forma um filme aquoso que flutua na superfície dos hidrocarbonetos sob condições definidas. tanto no espaço amplo como no espaço comum. visando a restringir o movimento da fumaça.270 Espuma de alta expansão: É recomendada para áreas confinadas. geralmente com dois ou mais pavimentos que se comunicam internamente. cerca de 100). estrutural ou não estrutural. no decorrer de um ensaio normalizado de resistência ao fogo. construída para prevenir propagação de incêndio por um período de tempo pré-determinado. A espuma extingue o fogo envolvendo os líquidos combustíveis ou inflamáveis. 4. pode mover-se ou acumular-se sem restrições.277 Espuma química: Espuma extintora formada pela reação de uma solução de sal alcalino com uma solução ácida. poços de minas.271 Espuma de baixa expansão: Espuma que tem uma razão de expansão de até 20 (geralmente.275 Espuma extintora: Agente extintor composto de uma ou quimicamente por um líquido. espuma que tem uma razão de expansão maior do que 200 (geralmente. 4. tais como subsolos. cerca de 500). na presença de um agente estabilizante de espuma. Os átrios e shoppings cobertos são exemplos de espaços amplos. separadas por películas da solução.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. massa de bolhas formada mecânica 4. 4. cerca de 10).265 Espaço compartimentado: Parte de uma edificação. de resistir ao colapso por certo período de tempo. compreendendo uma ou mais salas ou espaços. dentro do qual a fumaça proveniente de um incêndio.279 Estação central de alarme de incêndio: Centro com constante permanência humana.269 Espetáculo pirotécnico: Evento onde se realiza a ignição de fogos de artifício das classes “C” ou “D”. 4.272 Espuma de combate a incêndio: É uma suspensão aquosa fluida composta de ar ou gás na forma de pequenas bolhas.274 Espuma mecânica: Agente extintor constituído por um aglomerado de bolhas produzidas por agitação da água com extrato formador de espuma (EFE) e ar.

É responsável pela segurança veicular. 4. 4. 21 . 4. para conservar energia e manter a bateria em estado de carga para uso em emergência. compatibilidade entre os produtos e a identificação de seus riscos.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO não pertencente à edificação. Tanto inibido manualmente com religamento automático ou por meio de célula fotoelétrica. respeitandose os turnos de trabalho.281 Estação fixa de emulsificação: Local onde se situam bombas. válvulas e reservatórios de extrato formador de espuma. produzindo calor intenso e pressões elevadas. seus principais efeitos são o desenvolvimento de uma onda de choque e ruído. 4. seguida de uma rápida elevação na pressão. (2) Propriedade de um elemento construtivo em vedar a passagem de gases quentes e/ou chamas. 4.284 Estado de funcionamento do sistema: Condição na qual a(s) fonte(s) de energia alimenta(m). dosadores. 4.282 Estação móvel de emulsificação: Veículo especificado para transporte de extrato formador de espuma (EFE) e o seu emulsionamento com a água. por um período de tempo.293 Explosão: Fenômeno acompanhado de rápida expansão de um sistema de gases. 4. 4.291 Exercício simulado parcial: Atividade prática abrangendo apenas uma parte da planta. até uma área segura e isenta de risco. o qual recebe um chamado de incêndio e comunica imediatamente ao Corpo de Bombeiros local. efetivamente. os dispositivos da iluminação de emergência.288 Evacuação: Procedimento de deslocamento e relocação de pessoas e bens.290 Exercício simulado: Atividade prática realizada periodicamente para manter a brigada e os ocupantes das edificações com condições de enfrentar uma situação real de emergência. 4.289 Exaustão: Princípio pelo qual os gases e produtos de combustão são retirados do interior do túnel.292 Expedidor: Pessoa responsável pela contratação do embarque e transporte de logística envolvendo produtos perigosos expressos em nota fiscal ou conhecimento de transporte internacional. 4.280 Estação de carregamento: Instalação especialmente construída para carregamento de caminhõestanques ou de vagões-tanques. 4.283 Estado de flutuação: Condição em que a bateria de acumuladores elétricos recebe uma corrente necessária para a manutenção de sua capacidade nominal.286 Estado de vigília do sistema: Condição em que a fonte de energia alternativa (sistema de iluminação de emergência) está pronta para entrar em funcionamento na falta ou na falha da rede elétrica da concessionária. quando do escurecimento da noite.285 Estado de repouso do sistema: Condição na qual o sistema foi inibido de iluminar propositadamente.287 Estanqueidade: (1) Propriedade de um vaso de não permitir a passagem indesejável do fluído nele contido. 4. 4. desde um local onde ocorreu ou haja risco de ocorrer um sinistro.294 Explosivos: Substâncias capazes de rapidamente se transformarem em gases. 4. protegida pelo sistema de alarme. 4.

302 Extintor de incêndio de halon: Extintor contendo o halon como agente extintor.299 Extintor de incêndio de dióxido de carbono (CO2): Extintor de incêndio contendo dióxido de carbono como agente extintor sob pressão.311 Filtro de partículas: Elemento destinado a realizar retenção de partículas existentes no escoamento de 22 .297 Extintor de incêndio com pressão armazenada: Extintor no qual o agente extintor está permanentemente armazenado com o gás propelente e. 4. de um cartucho de gás comprimido ou liquefeito. 4. que emitirá ou receberá a propagação de um incêndio. possibilitando o acesso operacional dos equipamentos de combate e seu posicionamento em relação a ela.296 Extintor de incêndio: Aparelho de acionamento manual. destinado a combater princípios de incêndio. 4. 4.300 Extintor de incêndio de espuma: Extintor de incêndio contendo solução de espuma como agente extintor.309 Faixa de estacionamento: Trecho das vias de acesso que se destina ao estacionamento e operação das viaturas do Corpo de Bombeiros. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. quando do uso. 4. 4.301 Extintor de incêndio de espuma (químico): Extintor de incêndio do qual uma espuma química é expelida quando se permite que as soluções químicas. 4.306 Extintor de incêndio operado por cartucho de gás: Extintor no qual a pressão para a expulsão do agente do corpo do extintor é produzida pela abertura.298 Extintor de incêndio de água: Extintor de incêndio contendo água. com ou sem aditivos. separadas dentro do corpo do extintor. 4. A fachada deve possuir pelo menos um meio de acesso o interior do edifício e não ter obstáculos. está constantemente sujeito à sua pressão.307 Fachada: Face de uma edificação constituída de vedos e aberturas. portátil ou sobre rodas. 4. sem obstrução. como agente extintor. 4. 4.295 Extinção ou supressão de incêndio: Redução drástica da taxa de liberação de calor de um incêndio e prevenção de seu ressurgimento pela aplicação direta de quantidade suficiente de agente extintor através da coluna de gases ascendentes gerados pelo fogo até atingir a superfície incendiada do material combustível.308 Fachada de acesso operacional: Face da edificação localizada ao longo de uma via pública ou privada com largura livre maior ou igual a 6 m. 4. 4. desta forma. 4.305 Extintor de incêndio portátil: Extintor que é projetado para ser carregado e operado manualmente. 4.310 Fator de massividade (“fator de forma”) (m-1): Razão entre o perímetro exposto ao incêndio e a área da seção transversal de um perfil estrutural.304 Extintor de incêndio sobrerrodas (carreta): Extintor de incêndio montado em rodas ou patins.303 Extintor de incêndio de pó: Extintor contendo pó como agente extintor. se misturem e reajam.

em: completa. o qual ab23 . incompleta.315 Fluxo luminoso residual: Fluxo luminoso medido após o tempo de autonomia garantida pelo fabricante no funcionamento do sistema. 4. chamas ou explosões. 4.320 Fogo classe D: Fogo em metais pirofóricos. em seguida. 4.328 Fotoluminescência: Efeito alcançado por meio de um pigmento não radioativo. comburente (normalmente o Oxigênio). 4. 4. espontânea e explosão. que queimam em superfície e profundidade. empregadas normalmente em festividades.318 Fogo classe B: Fogo em líquidos e gases inflamáveis ou combustíveis sólidos. 4. conforme a sua velocidade.325 Formador de espuma na linha (gerador mecânico de espuma): aparelho que induz o concentrado de espuma para o jato de água para fazer a solução de espuma e. caracterizada pela emissão de calor.321 Fogos de artifício e estampido: Artefato pirotécnico. 4.322 Fonte de energia alternativa: Dispositivo destinado a fornecer energia elétrica ao(s) ponto(s) de luz de emergência na falta ou falha de alimentação na rede elétrica da concessionária. Para que o fogo exista.313 Fluxo (F): Número de pessoas que passam por unidade de tempo (pessoas/min) em um determinado meio de abandono.312 Fogos de artifício: Peças pirotécnicas com propriedade para produzir ignição para produção de luz. 4.323 Fonte de ignição: fonte de calor (externa) que inicia a combustão.327 Formas de Combustão: As combustões podem ser classificadas. induz ar sob pressão para formar a espuma.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO ar e que estão sendo arrastadas por este fluxo. é necessário a presença de quatro elementos: combustível. deixando resíduos. 4. 4.326 Formas de acondicionamento mangueiras: Em espiral: forma de acondicionamento em que a mangueira é enrolada a partir de uma das juntas de união. calor e reação em cadeia. 4. ruído. que produz ruídos e efeitos luminosos. que se liquefazem por ação do calor e queima somente em superfície.314 Fluxo luminoso nominal: Fluxo luminoso medido após 2 min de funcionamento do sistema.319 Fogo classe C: Fogo em equipamentos de instalações elétricas energizadas.316 Fogo: é uma reação química de oxidação (processo de combustão).317 Fogo classe A: Fogo em materiais combustíveis sólidos. 4. 4. 4. luz e gases tóxicos. Aduchada: forma de acondicionamento em que a mangueira é permeada pelo centro e enrolada de tal forma que as juntas de união permanecem unidas. 4. Ziguezague: forma de acondicionamento que a mangueira demonstra um arranjo em forma ziguezague. 4. 4.324 Formador de espuma: Equipamento posicionado na linha de mangueira para aerar uma solução de espuma. não tóxico.

flúor. acessos.330 Gás limpo: Agentes extintores na forma de gás que não degradam a natureza e não afetam a camada de ozônio. butano. silicato etc e emite brilho intenso. Dividem-se em compostos halogenados e mistura de gases inertes. 4. 4.333 Gerador de espuma: Equipamento que se destina a facilitar a mistura da solução com o ar para a formação de espuma. com a finalidade de gerar energia elétrica. 4. 4. planejamento e execução de medidas que venham a garantir a segurança contra incêndio desses locais. terraços. aluminato. maus condutores de eletricidade e não corrosivos. decorrente de um material submetido à pirólise ou combustão que juntamente com a quantidade de ar que é conduzida. propano. Nota: o CO 2 não é considerado gás limpo por sua ação asfixiante na concentração de extinção.336 Grupo motoventilador: Equipamento composto por motor elétrico e ventilador. patamares. Esse elemento terminal é utilizado para direcionar e/ou distribuir do modo adequado o fluxo de ar de determinado ambiente. 4. 4. composto predominantemente de metano e que pode conter quantidades mínimas de etano.329 Fumaça: Partículas transportadas na forma sólida e gasosa. buteno). maciça ou não. delimitando as faces laterais abertas de escadas. cloro e bromo. 4.331 Gás Liquefeito de Petróleo (GLP): Produto constituído de hidrocarbonetos com três ou quatro átomos de carbono (propano. misturada formando uma massa. O pigmento armazena fótons claros (como energia) que excita as moléculas de sulfeto. servindo como proteção contra eventuais quedas de um nível para outro. resultando. visando ao estudo. ou qualquer outra forma. balcões. 4.340 Halon: Agente extintor de hidrocarbono halogenado. halon 1211 é o bromoclorodifluorometano (CF 2ClBr) e o halon 1301 é obromotrifluorometano (CF3Br).332 Gás Natural Liquefeito (GNL): Fluido no estado líquido em condições criogênicas. Nota: o sistema de numeração a seguir é usado para identificar os hidrocarbonos halogenados. A palavra “halon” é seguida por um número. normalmente de quatro dígitos.334 Gerenciamento de risco: São os procedimentos a serem tomados em uma edificação ou área de risco.339 Habite-se (Certificado de Vistoria e Conclusão de Obra – CVCO): Ato administrativo emanado de autoridade competente que autoriza o início da utilização efetiva de construções e edificações.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO sorve luz do dia ou luz artificial e emite brilho (luz) por no mínimo 10 min. 4. posicionado no final de cada trecho. nitrogênio ou outros componentes normalmente encontrados no gás natural. São inodoros.338 Guarda ou guarda-corpo: Barreira protetora vertical. propeno. 4.337 Grupo motogerador: Equipamento cuja força provém da explosão do combustível misturado ao ar. Os zeros terminais são omitidos. podendo apresentar-se em mistura entre si e com pequenas frações de outros hidrocarbonetos. 24 . rampas. 4. por sua vez. galerias e assemelhados. de cor amarelo-esverdeado.335 Grelha de insuflamento: Dispositivo utilizado nas redes de distribuição de ar. 4. no número de átomos de carbono. Desta forma. incolores. em ambiente escuro. com a finalidade de insuflar ar dentro de um corpo de escada de segurança para pressurizá-la e evitar/expulsar a possível entrada de fumaça.

347 Heliportos: Helipontos públicos dotados de instalações e facilidades para apoio de helicópteros e de embarque e desembarque de pessoas. ao uso de helicópteros civis. 4.351 Hidrante de parede: Ponto de tomada de água instalado na rede particular. tampões. 4. 4. 4.357 Iluminação de emergência: Sistema que permite clarear áreas escuras de passagens. horizontais e verticais.345 Heliponto privado: Local destinado ao uso de helicópteros civis. 4.356 Iluminação de emergência de balizamento ou de sinalização: Iluminação de sinalização com símbolos e/ou letras que indicam a rota de saída que pode ser utilizada neste momento.354 Ignição: Iniciação da combustão. 4. 4. 4. 4. ligado à rede pública de abastecimento de água.352 Hidrante para sistema de espuma: Equipamento destinado a alimentar com água ou solução de espuma as mangueiras para combate a incêndio. mangueiras de incêndio e demais acessórios. em caso de falha do sistema normal de iluminação. 4.348 Heliportos elevados: Heliportos localizados sobre edificações. embutido em parede. 4. bem como proporcionar 25 . 4. equipamentos de manutenção etc. que permite a adaptação de bombas e/ou mangueiras para o serviço de extinção de incêndios. 4.341 Heliponto: Área homologada ou registrada.358 Iluminação de emergência de aclaramento: Sistema composto por dispositivos de iluminação de ambientes para permitir a saída fácil e segura das pessoas para o exterior da edificação. sendo vedada sua utilização em caráter comercial.349 Hidrante: Ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores.343 Heliponto elevado: Local instalado sobre edificações.342 Heliponto civil: Local destinado. tais como: pátio de estacionamento. 4. estação de passageiros. podendo ser emergente (de coluna) ou subterrâneo (de piso).355 Iluminação auxiliar: Iluminação destinada a permitir a continuação do trabalho.344 Heliponto militar: Local destinado ao uso de helicópteros militares. utilizada para pousos e decolagens de helicópteros.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. em princípio. podendo estar no interior de um abrigo de mangueira. incluindo áreas de trabalho e áreas técnicas de controle de restabelecimento de serviços essenciais e normais.353 Hidrante urbano: Ponto de tomada de água provido de dispositivo de manobra (registro) e união de engate rápido. na falta de iluminação normal. de seu proprietário ou de pessoas por ele autorizadas. locais de abastecimento. 4.350 Hidrante de coluna: Aparelho ligado à rede pública de distribuição de água. 4. ao nível do solo ou elevada. 4.346 Heliponto público: Local destinado ao uso de helicópteros em geral.

eletroeletrônica. ou outra.359 Iluminação não permanente: Sistema no qual. para fins de atividades de produção industrial. em graus Celsius no instante t. 4. e Ug é a temperatura dos gases. madeira. Uo é a temperatura do ambiente antes do início do aquecimento em graus Celsius. 4. expresso em minutos. intenso. em caso de interrupção da alimentação normal. álcool. 4. É caracterizado pelas cinzas e brasas que deixam como resíduos e por queimar em razão do seu volume.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO a execução de intervenção ou garantir a continuação do trabalho em certas áreas. O líquido queima na superfície. sendo comutadas automaticamente para a fonte de alimentação de energia alternativa em caso de falta e/ou falha da fonte normal.369 Inibidor de vórtice: Acessório de tubulação destinado a eliminar o efeito do vórtice dentro de um reservatório. ao meio ambiente e ao patrimônio. pano. por contato com centelhamento de várias origens. em volume. É caracterizado por não deixar resíduos e queimar apenas na superfície exposta e não em profundidade. contenção ou distribuição de fluídos líquidos ou ga- 26 . GLP e éter. dada pela seguinte expressão: Ug=uo + 345 log (8t+1) onde: t é o tempo. hidráulica. 4. as lâmpadas de iluminação de emergência não são alimentadas pela rede elétrica da concessionária e.361 Incêndio: É o fogo sem controle. como papel. Os mais frequentes são: gasolina.365 Incêndio-padrão: Elevação padronizada de temperatura em função do tempo. 4.363 Incêndio classe B: Aquele que acontece em líquidos ou em gases combustíveis. características térmicas dos elementos de vedação e da carga de incêndio específica. 4. 4.367 Inertização: Redução do porcentual de oxigênio no ambiente de modo a não ocorrer a combustão. borracha. geralmente tomada igual a 20ºC. 4. isto é.360 Iluminação permanente: Sistema no qual as lâmpadas de iluminação de emergência são alimentadas pela rede elétrica da concessionária. só em caso de falta da fonte normal. são alimentadas automaticamente pela fonte de alimentação de energia alternativa. geração ou controle de energia. o qual causa danos e prejuízos à vida. 4. 4.370 Instalação: Montagem mecânica.366 Índice de propagação de chamas: Produto do fator de evolução do calor pelo fator de propagação de chama. 4. os gases. em função da geometria. elétrica. 4. por exposição a uma fonte de alta temperatura.364 Incêndio natural: Variação de temperatura que simula o incêndio real. a queima se dá na superfície e em profundidade. ventilação.362 Incêndio classe A: Incêndio envolvendo combustíveis sólidos comuns.368 Inflamabilidade: Facilidade com que determinado material entra em processo de ignição. ou por contato com chama.

4. calor e gases. equipado na sua extremidade livre um esguicho difusor com válvula de comando manual de jato. de modo a permitir uma atmosfera inerte com uma concentração determinada de gás a ser atingida em tempo determinado. registros e aparelhos de utilização de gás. medidores. 4.377 Instalações temporárias: Locais que não possuem características construtivas em caráter definitivo. provida de porta de passagem que em caso de incidente possa ser utilizada como rota de fuga. 4. acessórios e equipamentos que conduzem e utilizam o GLP para consumo.383 Isolamento de risco: Medida de proteção passiva por meio de compartimentação (vedos fixos resistentes ao fogo) ou afastamento entre blocos.376 Instalações sob comando: O agente extintor fica armazenado em depósitos fixos e é conduzido através de tubulações rígidas até pontos táticos. 4. as tubulações são complementadas com mangotinhos até o local do foco de incêndio onde o agente é aplicado.374 Instalações fixas de mangotinhos: Dispositivo com suprimento fixo de gases compreendendo um ou mais cilindros que alimentam um mangotinho acondicionado em um carretel de alimentação axial. 4. 4.378 Instalador: Pessoa física ou jurídica responsável pela execução da instalação do sistema de proteção contra incêndio em uma edificação. por meio da intervenção do homem.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO sosos. 4. destinado à condução e ao uso do gás no interior da edificação. Esse equipamento é de comando manual. podendo ser desmontadas e transferidas para outros locais.380 Interligação entre túneis: Abertura entre túneis. onde existem válvulas terminais (difusores).373 Instalação fixa de espuma: São aquelas instalações em que a adução de pré-mistura de espuma é feita por tubulações a partir de uma central de espuma diretamente para os tanques através de dispositivo de formação (câmaras de espuma) fixos ao tanque. ocupação de toda espécie. que necessite de proteção contra incêndio previsto na legislação. Na prática. destinado a evitar a propagação do fogo. 4. 4.371 Instalação de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP): Sistema constituído de tubulações. a interface da camada de fumaça é um limite efetivo dentro da zona de diminuição de impacto. que pode ter vários metros de espessura. sinalizada. 4. reguladores.382 Irradiação: É a transmissão de calor por ondas de energia calorífica que se deslocam através do espaço. com os necessários complementos. Desses pontos. a densidade da fumaça na zona de transição cai a zero. cuja montagem tenha caráter permanente ou temporária.372 Instalações fixas de aplicação local: Dispositivos com suprimento de gás permanentemente conectados a uma tubulação que alimenta esguichos difusores distribuídos de maneira a descarregar o gás diretamente sobre o material que queima. 4. 4.379 Interface da camada de fumaça (smoke layer interface): Limite teórico entre uma camada de fumaça e a fumaça provinda do ar externo (livre).375 Instalação interna de gás: Conjunto de tubulações. Abaixo desse limite efetivo. 4. Podem ser de comando automático ou manual.381 Inundação total: Descarga de gases por meio de difusores fixos no interior do recinto que contém o equipamento protegido. por meio da queima e/ou outro meio previsto e autorizado na legislação competente. entre os 27 .

em um lote de recipientes. 4. quando este for exigido.384 Isolante térmico: Material com característica de resistir à transmissão do calor. medida horizontalmente sobre a linha de percurso da escada. previamente estabelecido por meio de croqui. 4.394 Laudo: Peça na qual o profissional habilitado relata o que observou e dá as suas conclusões.389 Jato de linha de mangueira: Jato de espuma de um esguicho que pode ser segurado e dirigido manualmente. 4. 4. 4.399 Linha de espuma: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a espuma. 4.390 Jato de neblina: Jato d’água contínuo de gotículas finamente divididas e projetadas em diferentes ângulos. Nota: Uma lanço de escada nunca pode ter menos de três degraus.393 Largura do degrau (b): Distância entre o bocel do degrau e a projeção do bocel do degrau imediatamente superior. estendendo-se radialmente do ponto de choque da coluna de fogo contra o teto. impedindo que as temperaturas na face não exposta ao fogo superem deter minados limites. 28 .398 Limite do lote de recipientes: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP).386 Jato compacto: Tipo de jato de água caracterizado por linhas de corrente de escoamento paralelas.70m. a temperatura do jato de fumaça sob o teto será maior que a camada de fogo adjacente.397 Limite de área de armazenamento: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). observado na extremidade do esguicho.388 Jato de fumaça sob o teto (ceiling jet): Fluxo de fumaça sob o teto.387 Jato de espuma de monitor (canhão): Jato de grande capacidade de esguicho. nem subir altura superior a 3. 4. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO blocos isolados. A reação do esguicho usualmente limita o fluxo da solução a aproximadamente 1. 4.200 l/min ou mais pode ser usado. 4.391 Lance de mangueira: Mangueira de incêndio de comprimento padronizado (15 m ou 30 m).396 Leiaute (layout): Distribuição física de elementos num determinado espaço.395 Laudo de Vistoria em Estabelecimento (LVE): é o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Paraná . 4.CBMPR certificando que a construção da edificação foi concluída em conformidade com o plano de segurança contra incêndio e pânico aprovado pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico – SPCIP.392 Lanço de escada: Sucessão ininterrupta de degraus entre dois patamares sucessivos. O fluxo de solução de 1. 4. 4. em um lote de recipientes. 4. Normalmente. 4. acrescida da largura do corredor de inspeção. 4. que está apoiado em posição e que pode ser dirigido por um homem.385 Itinerário: Trajeto a ser percorrido pelas guarnições do Corpo de Bombeiros na ida ou no regresso do atendimento de uma emergência.000 l/min no máximo.

8ºC.8ºC.8ºC. 4. aceita pelo proprietário da instalação ou seu preposto legal designado.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37.404 Líquidos instáveis ou reativos: Líquidos que no estado puro ou nas especificações comerciais. 4. de acabamento e de revestimento incombustíveis. Exemplos: escadas de segurança.8ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37. proporcionando às pessoas continuarem sua saída para um local de segurança.407 Local de risco: Área interna ou externa da edificação.8ºC. 4. b) Classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22.403 Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37.409 Local de saída única: Condição de um pavimento da edificação. 29 . 4.402 Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37. fora da edificação. corredores de circulação (saída) ventilados (mínimo 1/3 da lateral com ventilação permanente). c) Classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22.408 Local de relativa segurança: Local dentro de uma edificação ou estrutura onde.55 m da borda livre da escada ou da parede. 4. no qual as pessoas estão sem perigo imediato dos efeitos do fogo. as pessoas têm alguma proteção contra os efeitos do fogo e da fumaça. 4.4ºC. publicada pelo fabricante e reconhecida por órgãos regulamentadores ou normativos. estando afastada 0. c) Classe IIIB: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93. por efeito de variação de temperatura.405 Listagem confiável: Relação de dados e características de projeto de equipamentos ou dispositivos.410 Local de segurança: Local.406 Local de abastecimento: Área determinada pelo conjunto de veículo abastecedor. 4. 4.411 Loteamento: Parcelamento do solo com abertura de novos sistemas de circulação ou prolongamento. b) Classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60ºC e inferior a 93.4ºC. escadas abertas externas. subdividido como segue: a) Classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37. mangueira flexível de abastecimento e central de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). subdividindo-se em: a) Classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22. onde haja a probabilidade de um perigo se materializar causando um dano.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. se decomponham. também conhecido como líquido Classe I. em conseqüência.8ºC”. 4. polimerizem ou venham a explodir.400 Linha de percurso de uma escada: Linha imaginária sobre a qual sobe ou desce uma pessoa que segura o corrimão.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. 4. por um período limitado de tempo.8ºC e inferior a 60 ºC. tornam-se auto reativos e. 4. Este local deve possuir resistência ao fogo e elementos construtivos.401 Linha de solução: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a solução de espuma mecânica. pressão ou de choque mecânico. onde a saída é possível apenas em um sentido. na estocagem ou no transporte.

estética ou segurança. derretimento. ao meio ambiente e ao patrimônio. visando a preservar os ocupantes num nível que não exista ameaça de vida.424 Máximo enchimento: Volume máximo de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) em estado líquido que um recipiente pode armazenar com segurança. seguido da qualificação e otimização da capacidade de reação. 4. ou ainda aqueles protegidos por produtos que dificultem a queima. 4. antes do início da medição (ajuste do “zero”). submetidos à ignição ou combustão. 30 . 4. não apresentam rachaduras. possibilitar sua extinção e ainda propiciar a proteção à vida. 4.421 Materiais fogo-retardantes: Produtos ou substâncias que. recebem tratamento para melhor se comportarem ante a ação do calor. 4.413 Mangotinho: Ponto de tomada de água onde há uma simples saída contendo válvula de abertura rápida.418 Mapeamento de risco: Estudo desenvolvido pelo responsável por uma edificação em conjunto com o Corpo de Bombeiros. mangueira semirígida. 4. limitar sua propagação. apresentam baixa taxa de queima e pouco desenvolvimento de fumaça. 4.419 Materiais combustíveis: Produtos ou substâncias (não resistentes ao fogo) que sofrem ignição ou combustão quando sujeitos a calor. não fazendo parte da estrutura principal. solução ou espuma. visando a relacionar os meios humanos e materiais disponíveis por uma empresa. adaptador (se necessário). submetidos à ignição ou combustão.423 Materiais semicombustíveis: Produtos ou substâncias que. 4. deformações excessivas e não desenvolvem elevada quantia de fumaça e gases.420 Materiais de acabamento: Produtos ou substâncias que. podendo ou não possuir proteção metálica ou têxtil. 4. esguicho regulável e demais acessórios.417 Manômetro de líquido ajustável: Tipo de manômetro que permite a realização da avaliação da diferença de pressão entre dois ambientes por meio da comparação entre alturas de colunas de líquido dito manométrico. 4. fabricado com fios naturais ou artificiais. são agregados à mesma com fins de conforto. em seu processo químico.416 Manômetro: Instrumento que realiza a medição de pressões efetivas ou relativas. 4. Permite o ajuste do valor inicial.414 Mangueira de incêndio: Tubo flexível.425 Medidas de segurança contra incêndio: Conjunto de dispositivos ou sistemas a serem instalados nas edificações e áreas de risco necessários para evitar o surgimento de um incêndio.426 Meio defensável: Meio no qual a fumaça e o calor estão limitados e restritos. usado para canalizar água. 4.422 Materiais incombustíveis: Produtos ou substâncias que. 4.412 Lotes de recipientes: Conjunto de recipientes transportáveis de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) sem que haja corredor de inspeção entre estes.415 Mangueira flexível: Tubo flexível de material sintético com características comprovadas para uso do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO modificação ou ampliação dos existentes. 4.

NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.427 Memorial: Conceitos. 4. 31 . ábacos e tabelas. 4.441 Ocupação: Atividade ou uso da edificação. 4. sala de treinamento ou de aula.429 Mistura de gases inertes: Agentes que contenham. premissas e etapas utilizados para definir.434 Mudança de ocupação: Alteração de uso que motive a mudança de divisão da edificação e áreas de risco constante da tabela de classificações das ocupações prevista neste Código. O módulo habitável pode ser formado por um ou mais contêineres conjugados. como componentes primários. sala de reuniões. 4.431 Monitor: Equipamento destinado a formar e orientar jatos de água ou espuma de grande volume e alcance.428 Mezanino: Pavimento que subdivide parcialmente um andar em dois andares. 4. 4. depósito. dispostos horizontalmente (afastados ou não entre si) ou verticalmente.433 Monitor portátil (canhão): Equipamento que lança jato de espuma e encontra-se num suporte móvel ou sobre rodas.435 Muro de arrimo: Parede forte construída de alvenaria ou de concreto. além de instalação elétrica e/ou hidráulica. 4. com o objetivo de proteger. 4. 4. localizar. 4. com ou sem emprego de escadas. 4. havendo comunicação entre os módulos. neônio.440 Norma de Procedimento Técnico (NPT): Documento técnico elaborado pelo CBMPR que regulamenta os procedimentos técnicos referentes à segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco no Estado do Paraná. tais como encostas. São misturas de gases que também contém dióxido de carbono (CO2) como componente secundário. Nota: É aplicado para a determinação da altura da edificação. empregado como escritório. desmoronamento e erosão. É composto de parte descritiva. caracterizar e detalhar o projeto do sistema de hidrantes e mangotinhos de uma edificação. apoiar ou escorar áreas que apresentam riscos de deslizamento.437 Nível de acesso: Ponto do terreno em que atravessa a projeção do parâmetro externo da parede do prédio ao se entrar na edificação. produzido por esguichos especiais. argônio ou nitrogênio.438 Nível de descarga: Nível no qual uma porta externa conduz a um local seguro no exterior.432 Monitor fixo (canhão): Equipamento que lança jato de espuma e está montado num suporte estacionário fixo ao nível do solo ou em elevação.436 Neblina de água: Jato de pequenas partículas d’água. almoxarifado ou guarita. 4. de modo que pode ser transportado para cena do incêndio. etc. O monitor pode ser alimentado com a solução mediante tubulação permanente ou mangueiras. cálculos. vertentes. através de portas.439 Norma de Procedimento Administrativo (NPA): Documento técnico elaborado pelo CBM/PR que regulamenta os procedimentos administrativos referentes à segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco no Estado do Paraná. um ou mais dos seguintes gases: hélio. que recebeu portas e janelas. 4. desde a concepção até a sua implantação e manutenção. 4. barrancos.430 Módulo habitável: Contêiner adaptado. Será considerado andar o mezanino que possuir área maior que 1/3 (um terço) da área do andar subdividido.

455 Parede de vedação: Normalmente de tijolos ou blocos.454 Parede. devendo ainda ultrapassar um metro acima dos telhados ou coberturas. vedando-os do piso ao teto. não podem possuir aberturas. 4. espetáculos e parques de diversões.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. utilizada para impedir a propagação do fogo em ambientes contíguos. não fazendo parte da estrutura da edificação. destinado a sinalizar de forma visual e/ou sonora. fumaça e das chamas.453 Parede de isolamento de risco: Parede com propriedade corta-fogo por um determinado período de tempo. resistência mecânica e proporcionar estanqueidade e isolamento térmico.443 Ocupação predominante: Atividade ou uso principal exercido na edificação. impedindo a propagação de gases quentes. não necessitando que ultrapasse o telhado ou cobertura. as informações do painel central.449 Órgão competente: Órgão público. 4. utilizado para impedir a propagação do fogo em ambientes contíguos. Para fins de isolamento de risco. utilizada para impedir a propagação do fogo em ambientes contíguos. não proporcionando isolamento térmico. chamas e calor. tais como circos. e impede a passagem das chamas e da fumaça (estanqueidade. federal. 4.451 Para-chama: Elemento que apresenta. 4. vedando-os do piso ao teto. Deve possuir estabilidade. 4. as seguintes propriedades: integridade mecânica a impactos (resistência). Deve possuir estabilidade. fumaça. no local desejado. 4.452 Parede de compartimentação: Parede com propriedade corta-fogo por um determinado período de tempo.448 Operação manual: Atividade que depende da ação do elemento humano.446 Operação automática: Atividade que não depende de qualquer intervenção humana para determinar o funcionamento da instalação. resistência mecânica e proporcionar estanqueidade e isolamento térmico. estadual. divisória ou porta para-chamas: Elemento construtivo com propriedade para-chamas por um determinado período de tempo. não definitivo em local com características de estrutura construtiva permanente.447 Operação de abastecimento: Atividade de transferência de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP. podendo ser anexadas ocupações temporárias. 32 . desde que protegidas por porta ou outros elementos corta-fogo. por um período determinado de tempo. chamas e calor. serve para vedar e compartimentar o ambiente. feiras. resistência mecânica e proporcionar estanqueidade.442 Ocupação mista: Edificação que abriga mais de um tipo de ocupação. municipal. impedindo a propagação de gases quentes. pode possuir aberturas. 4.445 Ocupações temporárias em instalações permanentes: Instalações de caráter temporário e transitório. 4.450 Painel repetidor: Equipamento comandado por um painel central. impedindo a propagação de gases quentes. 4. ou ainda autarquias ou entidades por estes designadas capacitadas legalmente para determinar aspectos relevantes dos sistemas de proteção contra incêndio. 4. 4. Deve possuir estabilidade. 4. Para fins de compartimentação horizontal. 4.444 Ocupação temporária: Atividade desenvolvida de caráter temporário. fumaça.

como tal. 4. manutenção ou resgate.456 Parede estrutural: É aquela que faz parte da estrutura da edificação. desenvolvimento e consequências dos incêndios atendidos pelo CBM/PR.457 Parque de inflamáveis: Área destinada ao armazenamento de substâncias combustíveis. 1. 4. sendo iluminada. potássio. em desnível aéreo.458 Passarela de emergência: Passagem estreita para pedestres que corre ao longo da pista ou dos trilhos do túnel.467 Perda de carga: Perda de pressão em uma linha de mangueira devido a fricção entre o líquido fluindo e as paredes internas da mangueira e tubos e conexões. 4. 4. 4.464 Pé direito: (1) distância vertical que limita o piso e o teto de um pavimento.469 Pesquisa de incêndio: Apuração das causas. gasolina e outros. 4. medida do piso à parte inferior do teto (ou telhado). que se inflama em contato com o ar. 4. devendo os lados abertos ficarem afastados.465 Peitoril: Muro ou parede que se eleva à altura do peito ou pouco menos. no mínimo. no mínimo. dividido pela área de aberturas existentes na mesma fachada.468 Perigo: Propriedade de causar dano inerente a uma substância. aberto em pelo menos duas faces opostas. como álcool. sinalizada e monitorada. sendo responsável por sua estabilidade. 4.466 Porcentual de aberturas em uma fachada: Relação entre a área total (edificações não compartimentadas) ou área parcial (edificações compartimentadas) da fachada de uma edificação.471 Piso: Superfície superior do elemento construtivo horizontal sobre a qual haja previsão de estocagem de materiais ou onde os usuários da edificação tenham acesso irrestrito. 70% do perímetro total. a uma instalação ou a um procedimento.463 Pavimento em pilotis: Local edificado de uso comum. 4. servida exclusivamente para rota de fuga. (2) altura livre de um andar de um edifício. 4.460 Passarela: Obra de construção civil destinada à transposição de vias. 33 . e ao uso de pedestres ou veículos. em desnível subterrâneo. aberto em pelo menos três lados.462 Pavimento de descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este.50 m das divisas. cujo perímetro aberto tenha. também. zircônio e outros.470 Pirofórico: Metal como sódio. no local ou em laboratório especializado. materiais e equipamentos.461 Pavimento: Plano de piso.459 Passagem subterrânea: Obra de construção civil destinada à transposição de vias. o local coberto. 4. 4. 4. e ao uso de pedestres. 4. Considera-se. mediante exame técnico das edificações. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.

Polícia etc. 4.) e brigadas de incêndio e de abandono das empresas privadas. envolvendo as medidas de proteção ativa e passiva. 4. 4. i) hidrantes urbanos próximos da edificação (se houver). arranjo e previsão dos meios de segurança contra incêndio e riscos existentes.474 Pista de rolagem: Pista de dimensões definidas. em escala padronizada.481 Planta de risco: Mapa simplificado no formato A1. devendo indicar: a) principais riscos. A2. que devem ser projetadas para análise técnica do CBMPR.477 Plano de segurança contra incêndio e pânico: Documentação que contém os elementos formais exigidos pelo CBMPR. na apresentação das medidas de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco. podendo ser em mais de uma folha. 4. em conjunto com o Corpo de Bombeiros. 4. elaborado por profissionais de grupo multidisciplinar (engenheiros ou técnicos que atuem na área de segurança contra incêndio e ambiental).483 Poço de instalação: Passagem essencialmente vertical deixada numa edificação com finalidade espe- 34 . h) vias de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros. c) hidrantes externos. com acesso restrito de pessoas. em caso de sinistro. b) paredes corta-fogo e de compartimentação. g) armazenamento de produtos perigosos. A3 ou A4. e) registro de recalque.478 Plano global de segurança: Integração de todas as medidas de prevenção contra incêndios e pânico que garantam a segurança efetiva das pessoas (aspecto humano) e do edifício. com uma única ou mais edificações. 4. contendo informações através de legenda específica da localização. 4. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. Defesa Civil.476 Plano de intervenção de incêndio: Plano estabelecido em função dos riscos da edificação para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência.482 Planta: Desenho onde estão situadas uma única ou mais empresas.473 Piso de descarga: Nível no qual uma porta externa conduz a um local seguro no exterior. 4. d) número de pavimentos. 4. 4. destinada à rolagem de helicópteros entre área de pouso ou de decolagem e a área de estacionamento ou de serviços. f) reserva de incêndio.472 Piso técnico: Piso destinado exclusivamente à instalação e manutenção de equipamentos.479 Plano particular de intervenção (PPI): Procedimento peculiar de atendimento de emergência em locais previamente definidos.480 Planta de bombeiro: Representação gráfica da edificação.475 Plano de auxílio mútuo (PAM): Plano que tem por objetivo conjugar os esforços dos órgãos públicos (Corpo de Bombeiros.

destinado a maximizar a utilização do volume de água acumulado. estanqueidade e isolamento térmico. e outros. tubos de lixo. Quando instaladas nas escadas de segurança. retarda a propagação do incêndio de um ambiente para outro. capaz de entrar em ignição quando em contato com uma chama e não mantê-la após a retirada da chama. 4. 4. temperatura acima da qual o combustível admite sua inflamação. com representantes de todos os órgãos envolvidos no atendimento de uma emergência. 4. 35 .493 População flutuante: Número de pessoas que não se enquadra no item de população fixa. 4. instalado nas aberturas da parede de compartimentação e destinado à circulação de pessoas e de equipamentos. invólucro(s) e/ou outros(s) componente(s) que têm a função de promover o aclaramento do ambiente ou a sinalização. ventilação. 4.491 População: Número de pessoas para as quais uma edificação.485 Ponto de abastecimento: Ponto de interligação entre o engate de enchimento da mangueira de abastecimento e a válvula do recipiente que deve ser abastecido. é projetada. eletrodutos.488 Ponto de ignição: Temperatura mínima em que ocorre uma combustão independente de uma fonte de ignição como chama e faísca.484 Poço de sucção: Elemento construtivo do reservatório.489 Ponto de inflamabilidade: Temperatura intermediária entre o ponto de fulgor e o ponto de combustão. possibilitam que os ocupantes das edificações atinjam os pisos de descarga com as suas integridades físicas garantidas.496 Posto de abastecimento interno: Instalação interna a uma indústria ou empresa. 4. ou parte dela. bem como os terceiros nessas condições. 4. Deve atender às exigências de resistência mecânica.497 Posto de comando: Local fixo ou móvel. cuja finalidade é o abastecimento de combustível e/ou lubrificantes para sua frota. considerando-se os turnos de trabalho e a natureza da ocupação. 4.492 População fixa: Número de pessoas que permanece regularmente na edificação. monta-cargas. com tempo mínimo de resistência ao fogo. elevadores.494 Porta corta-fogo (PCF): Dispositivo construtivo (conjunto de folha(s) de porta. vedando aberturas em paredes. 4. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO cífica de facilitar a instalação de serviços tais como dutos de ar-condicionado.487 Ponto de fulgor (flash point): Menor temperatura na qual um combustível emite vapores em quantidade suficiente para formar uma mistura com o ar na região imediatamente acima da sua superfície.495 Posto de abastecimento e serviço: Atividade onde são abastecidos os tanques de combustível de veículos automotores. bem como para evitar a entrada de impurezas no interior das tubulações. marco e acessórios). 4. O simples contato do combustível com o comburente é suficiente para estabelecer a reação. 4. capaz de entrar em ignição quando em contato com uma chama e manter a combustão após a retirada da chama. 4. É um dispositivo móvel que.486 Ponto de combustão: Menor temperatura na qual um combustível emite vapores em quantidade suficiente para formar uma mistura com o ar na região imediata mente acima da sua superfície. tubulações hidráulicosanitárias. cabos.490 Ponto de luz: Dispositivo constituído de lâmpada(s) ou outros dispositivos de iluminação. Será sempre pelo número máximo diário de pessoas. 4.

36 . 4.513 Proteção ativa: São medidas de segurança contra incêndio que dependem de uma ação inicial para o seu funcionamento. de prestar serviços especializados de proteção contra incêndio.502 Projetor de spray de água: Esguichos conectados a um cano de água e projetados para produzir um spray de água de alta pressão: 4. conforme sua área de especialização. 4.511 Propagação por radiação: Transferência de energia térmica através do espaço livre. 4. 4. 4. elevações.498 Pressurização: Estabelecimento de uma diferença de pressão através de uma barreira para proteger uma escada. segundo as leis vigentes. e os militares das Forças Armadas. antecâmara. a dificultar a propagação do incêndio. 4.505 Profundidade de piso em subsolo: Profundidade medida em relação ao nível de descarga da edificação.500 Procedimentos de abandono (plano): Registros onde rotas de fuga e lugares seguros são indicadas e onde regras de conduta. seja ela manual ou automática.510 Propagação por convecção: Transferência de energia térmica que ocorre pelo movimento de moléculas de uma parte do material para outra.504 Profissional legalmente habilitado: Pessoa física ou jurídica que goza do direito. são estabelecidas.512 Proporcionador: Equipamento destinado a misturar em quantidades proporcionais preestabelecidas de água e líquido gerador de espuma. procedimentos e ações necessárias para as pessoas presentes. 4. das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares.501 Produtos perigosos: Substâncias químicas com potencial lesivo à saúde humana e ao meio ambiente.509 Propagação por condução: Transferência de calor por contato direto das partículas da matéria. em caso de incêndio. das especificações de materiais e equipamentos. sistemas fixos de gases etc. devidamente registrada nos Conselhos Regionais competentes ou no Ministério do Trabalho. rota de escape ou recinto de uma edificação contra a penetração de fumaça. com o 2° grau completo e q ue possuam especialização em prevenção e combate a incêndio (carga-horária mínima de 60 h) e técnicas de emergências médicas (carga-horária mínima de 40 h). 4. a permitir o abandono seguro dos ocupantes da edificação e áreas de risco. 4. assim como do memorial. 4.507 Projeto: Conjunto de peças gráficas e escritas.499 Prevenção de incêndio: Conjunto de medidas que visam: a evitar o incêndio.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. inclusive. 4. necessárias à definição das características principais do sistema de combate a incêndio. 4. composto de plantas. hidrantes. chuveiros automáticos. 4.506 Projetista: Pessoa física ou jurídica responsável pela elaboração de todos os documentos de um projeto. seções.508 Propagação do calor: Troca de energia térmica entre dois sistemas de temperaturas diferente. 4. Exemplos: extintores. segurança e medicina do trabalho.503 Profissional habilitado: Toda pessoa com formação em higiene. detalhes e perspectivas isométricas e. a proporcionar meios de controle e extinção do incêndio e a permitir o acesso para as operações do Corpo de Bombeiros.

4.5 m³. a partir de petróleo. em escala comercial.519 Quadro de áreas: Tabela que contém as áreas individualizadas das edificações e seus pavimentos. escada de segurança.517 Proteção passiva: São medidas de segurança contra incêndio que não dependem de ação inicial para o seu funcionamento. sinalização e alarme: Conjunto de dispositivos de atuação automática destinados a detectar calor. fumaça.515 Proteção de Incêndios: É o conjunto de operações necessárias para proteger o prédio e seu conteúdo contra os prejuízos causados pelo fogo. respeitando o limite máximo de enchimento de 85% da capacidade volumétrica.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.525 Recipiente transportável abastecido no local: Recipiente transportável que pode ser abastecido por volume no próprio local da instalação. 4. 4. 37 . compartimentação vertical. não construída.528 Reforma: Alterações nas edificações e áreas de risco sem aumento de área construída. através de dispositivos para este fim.50 m³. 4. possuidora de demarcação de solo indicativa da disposição de contêineres em pátio externo.527 Refinaria: Unidade industrial na qual são produzidos líquidos inflamáveis.529 Registro (damper) de sobrepressão: Dispositivo que atua como regulador em ambiente que deva ser mantido em determinado nível de pressão. 4. 4. fumaça ou chama e a atuar equipamentos de proteção e dispositivos de sinalização e alarme. Um relógio normalmente faz parte do referido quadro. materiais retardantes de chama etc. capazes de resfriar com água as estruturas vizi nhas à armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis e as propriedades adjacentes. Exemplos: compartimentação horizontal.514 Proteção contra exposição: Recursos permanentemente disponíveis. gasolina natural ou outras fontes de hidrocarbonetos.523 Recipiente estacionário: Recipiente com capacidade volumétrica total superior a 0.522 Recipiente de GLP: Vaso de pressão destinado a conter o gás liquefeito de petróleo. abastecido por massa em base de engarrafamento e transportado cheio para troca. água e salvamento. como tempo de uso do equipamento e localização das equipes.526 Rede de detecção. que se destina a unir dois níveis ou setores de um recinto de evento. 4. calor irradiado. projetado e construído conforme normas reconhecidas internacionalmente. 4. 4. 4. 4. 4. 4. evitando que a pressão assuma valores maiores por onde ocorra escape do ar.516 Proteção estrutural: Característica construtiva que evita ou retarda a propagação do fogo e auxilia no trabalho de salvamento de pessoas em uma edificação. enquanto durar o incêndio. 4.521 Rampa: Parte construtiva inclinada de uma rota de saída. representados pela existência de medidas de segurança contra incêndio dentro da empresa. 4.520 Quadro de controle do equipamento de proteção respiratória: Quadro expositivo compreendendo espaços dentro dos quais podem ser colocadas plaquetas de identificação dos EPR's e no qual informações adicionais podem ser gravadas.524 Recipiente transportável trocável: Recipiente transportável com capacidade volumétrica total igual ou inferior a 0.518 Quadra de armazenamento de contêineres: Área descoberta.

por não haver emissão de vapores combustíveis. Retirada do calor de um material incendiado até que fique abaixo de seu ponto de ignição.543 Resistência à chama: Propriedade de um material. Um registro de fumaça pode ser combinado. 4. 4. 4. 4. 4.533 Registro de recalque: Dispositivo hidráulico destinado a permitir a introdução de água proveniente de fontes externas.544 Resistência ao fogo: Propriedade de um elemento construtivo.531 Registro de fumaça (smoke damper): Dispositivo utilizado no sistema de controle de fumaça. 4. 4.542 Resfriamento: 1. 4. encerrada ou impedida.530 Registro de fluxo: Dispositivo com a função de direcionar o fluxo de ar. 38 . 4.538 Reservatório de escorva: Reservatório de água com volume necessário para manter a tubulação de sucção da bomba de incêndio sempre cheia d’água. normalmente utilizado na saída dos grupos moto-ventiladores.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. a liberação de gases ou vapores inflamáveis. 2. Consiste em diminuir a temperatura do material combustível que está queimando e.535 Reprovação de Estabelecimento (RE): é o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Paraná . na instalação hidráulica de combate a incêndio das edificações.536 Reserva de incêndio: Volume de água destinado exclusivamente ao combate a incêndio. 4.540 Reservatório enterrado ou subterrâneo: Reserva de incêndio cuja parte superior encontra-se instalada abaixo do nível do terreno natural. 4. quando utilizado duplicidade de equipamentos.CBMPR atestando que a edificação não está em conformidade com as exigências previstas no CSCIP. projetado para resistir à passagem de ar ou fumaça. até um ponto em que não queima. Método de extinção de incêndio por redução do calor.541 Reservatório semienterrado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado abaixo do nível do terreno natural e com a parte superior acima do nível do terreno natural.539 Reservatório elevado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado acima do nível do terreno natural com a tubulação formando uma coluna d’água. estanqueidade e isolação e/ou características de vedação aos gases e chamas. A resistência à chama pode ser uma propriedade do material básico ou então imposta por tratamento específico. consequentemente. destinado a interromper o fluxo de água das instalações hidráulicas de combate a incêndio em edificações. 4. 4.534 Registros corta-fogo (dampers): Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo.537 Reservatório ao nível do solo: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado no mesmo nível do terreno natural. através da qual a combustão com chama é retardada. instalados nos dutos de ventilação e dutos de exaustão.532 Registro de paragem: Dispositivo hidráulico manual. que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos. 4. de resistir à ação do fogo por um determinado período de tempo. mantendo sua integridade. atendendo a requisitos de resistência a fogo e fumaça.

em função da área dos pavimentos. 4.551 Risco isolado de central de GLP: Distância da central de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) à projeção da edificação que permite sua proteção contra os efeitos de um eventual incêndio em edificações e áreas de risco.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. umidade e iluminação deficiente). 4. 4. pessoal de combate a incêndio ou por meios do extravasamento de produto para áreas externas ao risco. 4. ponte. dentro do túnel. pressurizada em comparação às partes adjacentes da edificação. viela. protozoários.547 Retardante de fogo: Substância adicionada a um material ou um tratamento a ele aplicado com a finalidade de suprimir. 4. permanentemente ou em caso de incêndio.559 Rotas alternativas de fuga: rotas de fuga suficientemente separadas por direção e espaço ou por estruturas resistentes ao fogo.044. bactérias. conforme o tipo de trem de pouso do helicóptero. vibrações.558 Rota de fuga pressurizada: Rota de abandono pressurizada: rota de fuga. causando um dano. 4.554 Risco secundário: Risco subsidiário do produto de acordo com tabela do Decreto 96. O risco é a relação entre a probabilidade e a consequência.546 Retardante de chama: Substância adicionada a um material ou um tratamento a ele aplicado. para garantir que uma sempre estará disponível.549 Risco iminente: Possibilidade de ocorrência de sinistro que requer ação imediata. bacilos. radiações. 4. devidamente sinalizada e monitorada. escada.044. que termina na saída final ou em outra rota de fuga. balcão. de forma a inibir a propagação do fogo (fumaça. reduzir ou retardar o desenvolvimento de chamas. 39 . gases.548 Risco: Probabilidade de um perigo se materializar.553 Risco primário: Risco principal do produto de acordo com tabela do Decreto nº 96. com ou sem incêndio.550 Risco isolado: Condição que possibilita isolar por todos os lados. líquidos e neblinas provenientes de produtos químicos). por meio de equipamentos. 4.555 Rolagem: Movimento do helicóptero de um ponto para outro. 4. pressões anormais. 4. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos. Pode ser químico (poeiras. gases ou chamas) dentro das rotas de fuga. de 18/5/88. por exemplo. 4. Pode ainda ser biológico (vírus. com a finalidade de suprimir. mesmo que a outra esteja afetada pelo fogo. que conduz a abrigo ou saída segura em caso de incidente.545 Responsável técnico: Profissional habilitado para elaboração e/ou execução de atividades relacionadas a segurança contra incêndio. 4. de 18/5/88. através de um telhado. realizado na superfície ou pouco acima desta. O risco pode ser físico (ruídos. parasitas e animais peçonhentos). 4.552 Risco predominante: Maior risco determinado pela proporcionalidade da carga de incêndio dentre as ocupações.557 Rota de fuga externa: Rota de abandono externa: rota de fuga externa a um prédio. 4. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos. caminho ou pátio externo. terraço. reduzir ou retardar a sua combustão.556 Rota de fuga em túnel: Passagem para pessoas. fungos. temperaturas extremas. vapores. fumos.

devidamente equipado com todos os recursos de informação e de comunicação disponíveis.565 Segurança contra incêndio: Conjunto de ações e recursos.572 Setor: Espaço delimitado para acomodação dos espectadores. 4. de largo emprego na zona rural para cobertura de ranchos. “halls”. com resistência mínima à exposição ao fogo de 2 h. internos e externos à edificação e áreas de risco. ou combinações desses. Fachadas de edificações adjacentes. de qualquer ponto da edificação. permitindo a ocupação ordenada do recinto. piaçava (ou piaçaba): Fibras vegetais de fácil combustão. 4.). anteparos e/ou paredes de material incombustível. destinado à coordenação integrada das operações desenvolvidas pelos órgãos de Defesa Civil e Segurança Pública em situação de normalidade. definido por um conjunto de blocos. escadas. instalados nas passagens de eletrodutos e tubulações que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos. lanchonetes. 4. 4. 4. que permitem controlar a situação de incêndio.568 Selos corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo.563 Sala de Comando e Controle: Local instalado em ponto estratégico que proporcione visão geral de todo recinto (setores de público. 4. arena etc. 4. seção. como a pressão. campo. tais como bares. vestíbulos. 4.567 Selo hidráulico: Dispositivo que atua na forma de sifão. 4. que resulta na intensidade de uma exposição. ou núcleo de prevenção de incêndio dos Grupamentos de Bombeiros responsáveis pelas análises e vistorias de processos de segurança contra incêndio nos municípios. que se caracteriza pela distância medida horizontalmente entre a cobertura ou fachada de uma edificação e a fachada de outra edificação adjacente. barreiras de proteção. a ser percorrido pelo usuário em caso de emergência. 4. restaurantes. rota de saída ou saída: Caminho contínuo.574 Severidade da exposição: Soma total da energia produzida com a evolução de um incêndio. casas de espetáculos etc. evitando a propagação de chama.570 Separação de riscos de incêndio: Recursos que visam a separar fisicamente edificações ou equipamentos. 40 . 4.561 Saída horizontal: Passagem de um edifício para outro por meio de porta corta-fogo. rota de fuga. passagens externas.571 Separação entre edificações: Distância entre edificações adjacentes. onde a saída é possível apenas em um sentido. corredores. rampas.566 Segurança: Compromisso acerca da relativa proteção da exposição a riscos. 4. quadra. Podem ser áreas livres. recinto de evento ou túnel. conexões entre túneis paralelos ou outros dispositivos de saída.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.573 Setor de prevenção de incêndio: Divisão. a temperatura e/ou radiação térmica. passadiço ou balcão. proporcionado por portas. que se caracterizam pela distância medida horizontalmente entre as fachadas de edificações adjacentes. 4.560 Saída de emergência. até atingir a via pública ou espaço aberto (área de refúgio).562 Saída única: Local em um setor do recinto de evento.564 Sapé. devidamente protegido e sinalizado. vestíbulo. balcões.569 Sensor de explosão: Dispositivo que reage às mudanças causadas pelo desenvolvimento de uma explosão em um ou mais dos seus parâmetros ambientais. com garantia de integridade física. na fabricação de vassouras e também utilizadas como cobertura de edificações destinadas a reunião de público. 4. passagem coberta.

NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. A válvula que controla cada coluna de alimentação do sistema deve ser instalada na própria coluna ou na tubulação que a abastece. permitindo comunicação direta com a área de pedestres. Nota: a sinalização pode ser luminosa. açúcar. 4. entre outros produtos.588 Sistema de chuveiro automático de tubo seco: Rede de tubulação fixa. visando ao treinamento dos participantes.576 Shopping coberto (covered mall): Espaço amplo criado por uma área coberta de pedestre em uma edificação. hidráulicas ou de outros dispositivos necessários. formas geométricas. ligado à fonte da solução produtora. legumes. explosão etc. ligados à fonte da solução produtora.577 Silo: Estrutura destinada ao armazenamento de cereais e seus derivados. bares. 4. causado por incêndio ou acidente.580 Sinalização de emergência: Conjunto de sinais visuais que indicam. à qual são conectados chuveiros segundo um padrão regular. a localização e os procedimentos referentes a saídas de emergência. consiste de um sistema integrado de tubulações. dimensionada por tabelas ou por cálculo hidráulico. 4. entretenimento e diversão. estando equipado com aspersores de neblina para descarga e distribuição na área a ser protegida. dimensões e cores. que engloba uma ou mais unidades de abastecimento. semente oleaginosas. escritórios ou outros usos similares.579 Sinais visuais: Compreendem a combinação de símbolos. A parte do sistema de chuveiros automáticos acima do piso consiste de uma rede de tubulações. 4. mensagens. 41 . a existência.584 Sistema de aspersão de água: Sistemas especiais. 4. permanentemente seca.583 Sistema de aplicação local: Sistema desenhado para aplicação do agente extintor diretamente sobre o material em chamas. realizados por pessoal especializado. estruturas ou áreas. 4. 4.586 Sistema de carregamento: Dispositivo para o abastecimento de tanques de combustível de motores de veículos. alimentado por uma ou mais fontes de abastecimento automático de água. 4. O sistema é normalmente ativado pelo calor do fogo e descarrega água sobre a área de incêndio em uma densidade adequada para extingui-lo ou controlá-lo em seu estágio inicial. 4. 4. mantida sob pressão do ar comprimido ou Nitrogênio. Cada coluna de alimentação de um sistema de chuveiros automáticos deve contar com um dispositivo de acionamento de alarme.582 Sinistro: Ocorrência de prejuízo ou dano. em situação não real. instalada em edifícios. em cujos ramais são instalados os chuveiros automáticos.585 Sistema de aspersão de espuma: Sistema especial. normalmente junto ao teto.587 Sistema de chuveiros automáticos: Para fins de proteção contra incêndio. farinhas. 4. sementes agrícolas.581 Sinalização de saída: Sinalização que indica claramente a saída. de forma rápida e eficaz.575 Shaft: Abertura existente na edificação.578 Simulado: Emprego técnico e tático dos meios disponíveis. estando equipado com aspersores para descarga e distribuição na área a ser protegida. 4. 4. vertical ou horizontal. agregando um número de ocupantes. onde esses espaços ocupados são abertos. tais como lojas de varejo. que permite a passagem e interligação de instalações elétricas. equipamentos de segurança contra incêndios e riscos potenciais de uma edificação ou áreas relacionadas a produtos perigosos.

4.604 Solução de espuma: Pré-mistura de água com EFE (extrato formador de espuma).598 Sistema de detecção e alarme: Conjunto de dispositivos que visa a identificar um princípio de incêndio. espuma e pó extintor).600 Sistema de inundação total: Sistema desenhado para aplicação do agente extintor no ambiente onde está o incêndio. 4. 4. manual ou automaticamente. 4.593 Sistema de extinção de aplicação local: Sistema de extinção de incêndio fixo composto por um suprimento calculado de agente extintor preparado para descarregar diretamente no material que está queimando ou no perigo identificado.594 Sistema de extinção de dióxido de carbono (CO 2): sistema de extinção fixo contendo CO2 como agente extintor. ou determinará o alarme para a edificação. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. rede de tubulação. 4. 4.602 Sistema de supressão de explosão: Arranjo composto de dispositivos para detectar automaticamente o princípio de uma explosão e iniciar a atuação da supressão.599 Sistema de hidrantes ou de mangotinhos: Conjunto de dispositivos de combate a incêndio composto por reserva de incêndio. 42 .595 Sistema de extinção de inundação total: Sistema fixo de extinção de incêndio para a extinção de incêndios em um recinto protegido. 4. 4. 4. 4. bombas de incêndio (quando necessário). com o consequente abandono da área. que inclui todos os métodos isolados ou combinados. 4.597 Sistema de extração de fumaça: Sistema constituído de comando etc. permanentemente instalados em uma edificação com o objetivo de promover a exaustão da fumaça. 4. hidrantes ou mangotinhos e outros acessórios descritos nesta norma. para modificar o movimento da fumaça.596 Sistema de extinção de pó: Sistema fixo de extinção de incêndio contendo pó como agente extintor.601 Sistema de proteção contra explosão: Composição arranjada de dispositivos para detectar automaticamente o princípio de uma explosão e iniciar a atuação do sistema de supressão ou outros dispositivos para limitar os efeitos destrutivos de uma explosão. notificando sua ocorrência a uma central.603 Sistema fixo de espuma: Sistema constituído de um reservatório e dispositivo de dosagem do EFE (extrato formador de espuma) e uma tubulação de fornecimento da solução que abastece os dispositivos formadores de espuma.592 Sistema de extinção com halon: Sistema fixo de extinção contendo halon como agente extintor.590 Sistema de extinção com agentes combinados: Sistemas nos quais mais de um agente é usado para extinguir um incêndio (por exemplo. de forma que a atmosfera obtida impeça o desenvolvimento e manutenção do fogo. 4.589 Sistema de controle de fumaça (smoke management system): Um sistema projetado. 4. que repassará este aviso a uma equipe de intervenção.591 Sistema de extinção com espuma mecânica: Sistema projetado para controle e extinção de incêndio que utiliza espuma (LGE+água) como agente extintor..

4. 4. 4. que visa à controlar a temperatura entre – 35ºC a – 40ºC de forma a manter o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) em estado lí43 .610 Subestação não-atendida: Instalação tele-controlada ou operada localmente por pessoas não permanentes ou não estacionadas. e tiver sua laje de cobertura acima de 1.006 m 2 para cada metro cúbico de ar do compartimento. na qual o circuito de condutores ou dispositivos de função são monitorados para acompanhar a falha ou integridade dos condutores e dos equipamentos controlam o sistema.617 Tanque a baixa pressão: Tanque vertical projetado para operar com pressão manométrica interna. medida no topo do tanque.616 Tanque: Reservatório cilíndrico estacionário com capacidade volumétrica maior que 250 litros. 4. 4.612 Substância tóxica: Aquela capaz de produzir danos a saúde. 4. 4.20 m do perfil do terreno.605 Sprinkler: ver chuveiro automático. que se destina à armazenagem de produtos. 4.608 Subestação de uso múltiplo: Instalação convencional.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. desde a pressão atmosférica até 6.614 Supressão de incêndio: ver extinção de incêndio. 4 KPa (15 psi). c) Subestação de uso múltiplo: Instalação localizada em uma única área compartilhada pelo proprietário e por terceiros. com os tipos descritos abaixo: a) Subestação abrigada: Instalação total ou parcialmente abrigada. acrescida de outras edificações separadas e distanciadas entre si. 4. 4. localizada em região urbana. até 103. Não será considerado subsolo o pavimento que possuir ventilação natural para o exterior.619 Tanque atmosférico não refrigerado: Reservatório não equipado com sistema de refrigeração. através do contato. cilíndrica. 4. b) Subestação subterrânea: instalações que se encontram situadas abaixo do nível do solo.615 Tambor: Grande vasilha metálica. aspectos econômicos e sociais.609 Subestação elétrica convencional: Instalação de pátio se encontra ao ar livre.618 Tanque atmosférico: Tanque vertical projetado para operar com pressão manométrica interna. 4.9 KPa (1 psi). de único proprietário. como limitação de área do empreendimento. superior a 6.606 Subestação atendida: Instalação operada localmente e que dispõe de pessoas permanentes ou estacionadas. 4.607 Subestação compacta: Instalação atendida ou não. 4. podendo os transformadores permanecer ou não enclausurados. medida no topo do tanque.620 Tanque atmosférico refrigerado: Reservatório equipado com sistema de refrigeração. com área total superior a 0. devido a fatores diversos. inalação ou ingestão.611 Subsolo: Pavimento situado abaixo do perfil do terreno. usada para armazenar e transportar combustíveis líquidos. 4.9 KPa (1 psi).613 Supervisão (supervision): Auto teste do sistema de controle de fumaça.

4.634 Temperatura crítica: Temperatura que causa o colapso no elemento estrutural. 4.621 Tanque de consumo: Tanque diretamente ligado a motores ou equipamentos térmicos.635 Tempo de comutação: Intervalo de tempo entre a interrupção da alimentação da rede elétrica da concessionária e a entrada em funcionamento do sistema de iluminação de emergência.628 Tanque horizontal: Tanque com eixo horizontal. visando à alimentação destes.624 Tanque de teto cônico: Reservatório com teto soldado na parte superior do costado. que possui maior demanda de vazão de espuma mecânica e/ou água para resfriamento. 4.623 Tanque de superfície: Tanque que possui a sua base totalmente apoiada sobre a superfície do solo.629 Tanque subterrâneo: Tanque horizontal construído e instalado para operar abaixo do nível do solo e totalmente enterrado. 4. 4.633 Telhado resistente à propagação externa do fogo: Telhado e cobertura resistentes à penetração externa do fogo e à propagação de chama sobre a superfície externa deles. apoiado em uma estrutura e com espaço livre sob esta. 4. 44 . por determinada largura de saída (pessoas/minuto). 4.627 Tanque elevado: Tanque instalado acima do nível do solo. 4.637 Tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF): Tempo de duração da resistência ao fogo dos elementos construtivos de uma edificação estabelecido em normas. 4. no nível ou abaixo do nível do solo. que pode ser construído e instalado para operar acima do nível.631 Taxa de aplicação: Vazão de solução de espuma a ser lançada sobre a área da superfície líquida em chamas. 4. instalado com sua base totalmente apoiada sobre a superfície do solo.625 Tanque de teto fixo: Tanque vertical cujo teto está ligado à parte superior de seu costado. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO quido sem a necessidade de pressurização.630 Tanque vertical: Tanque com eixo vertical.622 Tanque de maior risco: Reservatório contendo líquido combustível ou inflamável. 4. 4.636 Tempo máximo de abandono (t): Duração considerada para que todos os ocupantes do recinto consigam atingir o espaço livre exterior. 4.626 Tanque de teto flutuante: Tanque vertical projetado para operar à pressão atmosférica. cujo teto flutua sob a superfície do líquido. 4.632 Taxa de fluxo (F): Número de pessoas que passam por minuto. 4. 4.

4. destinada à passagem de trens ferroviários para transporte de passageiros e/ou cargas.638 Terceiros: Prestadores de serviço. sendo pressurizada por viatura de combate a incêndios. 4.651 Túnel ferroviário: Estrutura pavimentada com trilhos.644 Treinamento de abandono de local: Ensaio de procedimentos de abandono de local envolvendo os ocupantes da edificação. 4.648 Túneis gêmeos: São túneis singelos. atingir a proteção contra incêndio existente nos dutos de sucção e/ou pressurização. com superfície protegida por estrutura de rocha. natural ou outro similar) é montada. 4. e cuja finalidade é diminuir o risco de um princípio de incêndio. desde a reserva de incêndio até os hidrantes ou mangotinhos. concreto e/ou aço. que por condições específicas. abaixo do nível do solo. 4. 4. 45 .643 Transposição: Abertura ou túnel de interligação entre túneis gêmeos.639 Terraço: Local descoberto sobre uma edificação ou ao nível de um de seus pavimentos acima do pavimento térreo. fica permanentemente sem água no seu interior. definida no projeto do sistema. 4. soldas e conexões. nafta. destinado à manutenção. abaixo do nível do solo. e é através deste fluxo de ar que são estabelecidas as trajetórias que serão percorridas pelo ar que gera a pressurização.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. e/ou aço. 4.650 Túnel de serviço: Túnel de menor porte. para determinar a qualidade ou comportamento de um sistema de acordo com as condições estabelecidas na Instrução Técnica. rota de fuga e acesso de socorro. destinada à passagem de trens metroviários para transporte de passageiros. concreto. 4. conexões e outros acessórios destinados a conduzir água.652 Túnel metroviário: Estrutura pavimentada com trilhos. com superfície protegida por estrutura de rocha. destinada à passagem de veículos de passageiros e/ou transporte de carga.640 Teste: Verificação ou prova (fazer funcionar experimentalmente).646 Tubulação (canalização): Conjunto de tubos. com superfície protegida por estrutura de rocha. 4.647 Tubulação seca: Parte do sistema de hidrantes. visando ainda ao não confinamento de gás em locais não ventilados. 4. 4. 4.641 Torre de espuma: Equipamento portátil destinado a facilitar a aplicação da espuma em tanques. com pavimentação rodoviária ou trilhos ferroviários.653 Túnel rodoviário: Estrutura pavimentada. 4. e/ou aço. servindo para desvio do tráfego de veículos ou de trens. cujo acesso é delimitado por emboques. 4. abaixo do nível do solo. concreto. interligado ao principal.645 Tubo-luva de proteção: Dispositivo no interior do qual a tubulação de gás (GLP.649 Túnel bidirecional: Túnel singelo com tráfego nos dois sentidos.642 Trajetórias de escape: Vazão de ar que sai dos ambientes pressurizados. sinalizada. próximo às juntas. para tráfego de veículos ou trens. interligados por transposições.

líquidos inflamáveis.663 Válvulas: Acessórios de tubulação destinados a controlar ou bloquear o fluxo de água no interior das tubulações. nos termos da Lei Federal nº 4. assinalada por designação especial numérica. a fim de evitar a elevação desses parâmetros acima do limite determinado. 46 . 4. 4. sujeita às limitações da lei.655 Túnel unidirecional: Túnel gêmeo com tráfego em sentido único. 4. 4. de outra forma. limitada pela parede perimetral do edifício. fixada em 0.591.658 Unidade de processamento: Estabelecimento ou parte de estabelecimento cujo objetivo principal é misturar. as enfermarias e quartos de hospitais.4 KPa ( 1. destinadas à passagem de instalações elétricas e hidráulicas etc. constituída de dependências e instalações de uso privativo e de parcela de dependências e instalações de uso comum da edificação. funciona automaticamente. 4.657 Unidade de passagem: Largura mínima para a passagem de uma fila de pessoas. instalados nas aberturas das paredes de compartimentação ou dos entrepisos. cujo acesso é delimitado por emboques.05 Kgf/cm²).654 Túnel singelo: Passagem subterrânea com tubo único para o tráfego de veículos ou trens. as salas de aula. aquecer. de 16 de dezembro de 1964. motéis e flats. 4. tendo pelo menos uma das faces aberta para o logradouro ou área de ventilação. separar ou processar. fabricado conforme a norma Asme Boiler and Pressure Vessel Code.661 Válvula de retenção: Dispositivo hidráulico destinado a evitar o retorno da água para o reservatório. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. (2) Unidades autônomas: para efeitos de compartimentação e resistência ao fogo entende-se como sendo os apartamentos residenciais. 4. 4. sendo considerado em uma edificação de múltiplos pavimentos para a capacidade das escadas. destilarias ou unidades químicas. para efeitos de identificação.660 Válvula de alarme do sprinkler: Válvula tipo retenção projetada para liberar o fluxo de água para um sistema de sprinkler e para fornecer um alarme quando em condição de fluxo. Nota: Capacidade de uma unidade de passagem é o número de pessoas que passa por esta unidade em 1 min. Valor total de descarga. a determinado ponto de temperatura ou pressão. não em balanço. as celas dos presídios e assemelhados.667 Vedadores corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo.662 Válvula de segurança: Válvula que.656 Unidade autônoma: (1) Parte da edificação vinculada a uma fração ideal de terreno. 4.664 Varanda: Parte da edificação. 4.666 Vazamento: Vazão de ar que sai do ambiente e/ou da rede de dutos de modo não desejável causando perda de uma parcela do ar que é insuflado.665 Vaso de pressão: Reservatório que opera com pressão manométrica interna superior a 103.os apartamentos de hotéis. 4. 4.659 Valor de descarga: Número máximo de pessoas que podem passar por um determinado número de unidades de largura de saída em um determinado período de tempo. valor global de descarga: número máximo de pessoas que podem abandonar uma edificação através de todas as saídas disponíveis dentro de um tempo determinado.55 m. Nesta definição não estão incluídas as refinarias.

675 Ventiladores de exaustão de fumaça: Ventiladores usados para a exaustão de fumaça e gases quentes em caso de incêndio. 4. 4.680 Vias de acesso para atendimento a emergências: Áreas ou locais definidos para passagem de pessoas.670 Veios: Dispositivos instalados no interior de curvas. 4.679 Viaduto: Obra de construção civil destinada a transpor uma depressão de terreno ou servir de passagem superior.671 Velocidade (v): Distância percorrida por uma pessoa em uma unidade de tempo (m/min). em casos de abandono de emergência. 4. à diminuição da perda de carga localizada. visando. ou caminhos e similares). 4.668 Veículo abastecedor: Veículo especificamente homologado para transporte e transferência de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) a granel.681 Vigas principais: Elementos estruturais ligados diretamente aos pilares ou a outros elementos estruturais que sejam essenciais à estabilidade do edifício como um todo.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.683 Vistoriador (vistoriante): Servidor público militar. bifurcações ou outros acessórios com a finalidade de direcionar o fluxo de ar.677 Via de acesso: Arruamento trafegável para aproximação e operação dos veículos e equipamentos de emergência juntos às edificações ou áreas de risco. 4. especialmente projetado e utilizado para o transporte e transvasamento de Gás Natural Liquefeito (GNL) e devidamente certificado pelo Inmetro.682 Vistoria: Ato de verificar o cumprimento das exigências das medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco. 4. 4. e/ou para transporte de equipamentos ou materiais para extinção de incêndios. também.672 Veneziana de tomada de ar: Dispositivo localizado em local fora do risco de contaminação por fumaça proveniente do incêndio e por partículas que proporcionam o suprimento de ar adequado para o sistema de pressurização.684 Vistoria periódica: Ato de verificar as edificações e respectivos sistemas de segurança contra incêndio 47 . sendo uma localizada junto ao piso e a outra situada junto ao teto. em inspeção no local. 4.673 Ventilação constante: Movimentação constante de ar em um ambiente. (geralmente trazidos pelos bombeiros) ou fixo (incorporados à edificação). 4. 4. 4. 4. que se caracteriza por aberturas situadas em lados opostos das paredes de uma edificação.674 Ventilação cruzada: Movimentação de ar.676 Verga: Peça que se põe horizontalmente sobre ombreiras de porta ou de janela. 4. situados na área urbana e caracterizados principalmente por possuírem imóveis edificados ao longo de sua extensão.669 Veículo transportador: Veículo que dispõe de tanque criogênico. Pode ser imóvel. vielas. 4. credenciado para o serviço de vistoria do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. avenidas. 4.678 Via urbana: Espaços abertos destinados à circulação pública (tais como ruas.

NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO que já possuem o Certificado de Vistoria do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. 4.685 Vítima: Pessoa ou animal que sofreu qualquer tipo de lesão ou dano. 48 .

100/98 – Proteção contra incêndio – Símbolos gráficos para projeto. aplicam-se as definições constantes da NPT 003/11 – 1 . 2 APLICAÇÃO 2.NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 004 Símbolos Gráficos Para Projeto de Segurança Contra Incêndio CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 17 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 Objetivo Aplicação Referências Normativas e Bibliográficas Definições Procedimentos ANEXOS A . atendendo ao previsto no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. 2. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBILIOGRÁFICAS  Instrução Técnica nº 04/2011 – Símbolos Gráficos para Projeto de Segurança Contra Incêndio Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.1 Os símbolos gráficos constantes desta Norma de Procedimento Técnico se aplicam aos Projetos de Segurança Contra Incêndio. 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Norma de Procedimento Técnico. com as inclusões e adequações de exigências constantes nesta NPT.Símbolos gráficos para Projeto de Segurança Contra incêndio 1 OBJETIVO Esta Norma de Procedimento Técnico estabelece os símbolos gráficos a serem utilizados nos Projetos de Segurança Contra Incêndio das edificações e áreas de risco.2 Adota-se a NBR 14.  NBR 14100/98 – Proteção contra incêndio – Símbolos gráficos para projeto.

5.NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO Terminologia de Segurança Contra Incêndio. 5.3 As dimensões dos símbolos devem estar em uma mesma escala. define o significado específico do conjunto.4 Os símbolos podem ser suplementados por figuras detalhadas.2 Os símbolos gráficos são compostos por uma forma geométrica básica. 2 . podem ser incorporados ao Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico.7 No caso de projetos executivos das instalações de segurança contra incêndio. desde que devidamente definidos em legenda.5 Os significados de todos os símbolos utilizados devem ser representados em uma legenda. números ou abreviaturas.1 Os símbolos gráficos que devem constar nos projetos de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco são apresentados no anexo desta NPT. poderão ser adotadas as simbologias próprias das respectivas normas técnicas da ABNT. que. proporcional à escala de desenho do projeto. 5.6 Símbolos complementares que não constem do Anexo desta NPT. de forma clara e de fácil identificação pelo leitor. 5. devendo permitir a perfeita visualização dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio. que define uma categoria de segurança contra incêndio e por um simbolo suplementar. 5 PROCEDIMENTOS 5. 5. 5. quando colocado no interior da forma geométrica básica.

........2..........................................3 Carga de dióxido de carbono......................................................3 Carga de dióxido de carbono......................... 3 ............... 1........................................................1 Carga d' água..1......................... 1. 1...... 1....................................................... 1................1........................ 1.......................................................................1.......2 EXTINTORES SOBRE RODAS 1............ 1.....................................1 Carga d' água.....................1......1 EXTINTORES PORTÁTEIS 1..........................................................................2....5 Carga de pó ABC................................................................NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO ANEXO A SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PLANOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 1 EXTINTORES 1......................2.................................................................... 1......2...2 Carga de espuma mecânica.................5 Carga de pó ABC................................4 Carga de pó BC............................................. 1......................................1.......................................2.................................................... 1...........................................................1.................6 Carga de pó D......2 Carga de espuma mecânica........4 Carga de pó BC...........................................

.......................1................................1. 2.............................1 SISTEMA DE HIDRANTES 2.......................................1.......4 Hidrante urbano subterrâneo...................................1 CHUVEIROS AUTOMÁTICOS 3.......................................1...............5 Mangotinho........1 Ponto (bico de sprinkler).........................2 Hidrante duplo.. 2....... 2............. 2......................... 2....................................... 2..............................8 Acionador de bomba de incêndio (botoeira tipo liga e desliga)............................................1......... 2..........9 Bomba de incêndio................................................................................. 2...................................... 2......................................................10 Reserva de incêndio..............1....................................................3 Hidrante urbano de coluna....7 Registro de recalque sem válvula de retenção.........................................NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 1.....................................2..................1......................................1..1 Hidrante simples............1 Carga de pó D...............................................................1. 3 SISTEMA FIXO DE EXTINÇÃO 3......................6 Tubulação de rede de hidrantes................................ 4 ......... 2 SISTEMA DE HIDRANTES 2............1..1............................

.........6 Painel de comando central para sistema de chuveiros automáticos........ 3........3 Acionador manual Halon..........2 Central de baterias por Halon.........................3 Registro de recalque para sistema de chuveiros automáticos.2.......... 3.........................................NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 3...1 Área protegida por Halon. 3... 3....7 Válvula de governo e alarme (VGA) e/ou comando seccional (CS).....3 Acionador manual do sistema fixo de CO2........1................... 5 ........................... 3.............. 3............................................................2 GÁS CARBÔNICO 3.......... 3.........2 Área protegida pelo sistema de chuveiros automáticos......2 Baterias de cilindro do sistema fixo de CO2...................5 Reserva de incêndio para sistema de chuveiros automáticos............1 Área protegida pelo sistema fixo de CO2..............1...................3.................3.........................1............ 3. 3....................2........................................................................................................4 Bomba de incêndio para sistema de chuveiros automáticos...........3 SISTEMA ALTERNATIVO DE HALON 3.. 3....1........................1...1........... 3....2.....................................3...

.5 Canhão monitor (portátil) sistema de resfriamento..........................................................................1 SISTEMA DE ALARME 4.... 3........ 3.................1 SISTEMA DE ESPUMA 3...6 Área protegida pelo sistema fixo de espuma......1... 4 SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME 4................1.................................................1........................NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 3..................................1 Área protegida pelo sistema de nebulizadores..........8 Extrato formador de espuma (EFE) .....................3 Estação móvel de emulsionamento....................... 3.....portátil....1...... 3..1...............4 Canhão monitor (portátil) sistema fixo de espuma.2 Registro manual do sistema de nebulizadores.............2...........................................................2 NEBULIZADORES 3.. 6 .......................... 3...................................... 3.................................................2................................................1 Tanque atmosférico de EFE sistema fixo de espuma.....1 Avisador sonoro tipo sirene........2 Estação fixa de emulsionamento.1.........1.......................1....................... 3.7 Câmara de espuma do sistema fixo de espuma... 3............9 Sistema portátil de espuma (esguicho lançador)....................1........ 3..................................... 3...............1...

.................................................. 4............................................. 4.............................. 4.........................................................................................3 Detector de chamas linear...................2.........................2 Avisador sonoro tipo auto falante..............................................3......................7 Avisador sonoro e visual (com congo)..1...................2 Detector de fumaça linear entre forro.......... 4........................................NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 4......................1.....2........... 4............................................ 4.............................................................................. 7 ..............................1..............1.....................4 Detector de gás linear........... 4.........3 DETECTORES LINEARES ENTRE FORRO 4....................................6 Avisador sonoro e visual (com alto falante)......................5 Avisador sonoro e visual.................1 Detector de calor linear entre forro...........4 Avisador sonoro tipo gongo..................................................2 Detector de fumaça linear..................................... 4....................2 DETECTORES LINEARES 4..................2.... 4......... 4......2.................................................... 4.3....1........1 Detector de calor linear.......3 Avisador visual.......1.

..............................4..................................... 4......4...................................... 8 ............................... 4.. 4..... 4.................................................................. 4........3.....3.............................2 Detector de fumaça linear em armário......4...............................................................4 Detector de gás linear entre forros............NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 4..................................3 Detector de chamas linear entre piso.....1 Detector de calor linear em armário.1 Detector de piso linear entre piso.....4 DETECTORES LINEARES ENTRE PISO 4......3 Detector de chama linear em armário..4 Detector de gás linear entre piso.......................3 Detector de chamas linear entre forro............................................................... 4.. 4.5 DETECTORES LINEARES EM ARMÁRIO 4......................5.....5...............4 Detector de gás linear em armário.........................5.....................2 Detector de fumaça linear entre piso............................................................................4........................... 4..... 4.............5.........

..........................................................................................................................................................................................6.....................1 Detector de calor pontual....... 4...................................2 Detector de fumaça pontual...........................................7.7........ 4.....................6..6...............5 DETECTORES PONTUAIS ENTRE PISO 4.....................7.......8 Detector de chamas pontual entre piso................6 DETECTORES PONTUAIS 4............................. 4....................7 Detector de fumaça pontual entre piso.......................... 4...................................... 4....7........4 Detector de gás pontual entre forro....... 4.7........... 4..........7 DETECTORES PONTUAIS ENTRE FORRO 4.............7.......... 4..................................................6........................................................................................... 9 .............3 Detector de chamas pontual...................7......3 Detector de chamas pontual entre forro.4 Detector de gás pontual....7...............................2 Detector de fumaça pontual entre forro.....6 Detector de piso pontual entre piso.................................................... 4...1 Detector de calor pontual entre forro..........NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 4.... 4.............................

.......................9...9 DETECTORES LINEARES PROTEGIDOS 4.. 4....................................8........................... 4.......................................................1 Detector de calor pontual com proteção contra intempéries.......10.......... 10 ....... 4......................3 Detector de chama pontual em armário.....................2 Detector de fumaça linear com proteção contra intempéries...............10 DETECTORES PONTUAIS PROTEGIDOS 4.......................2 Detector de fumaça pontual em armário................................4 Detector de gás pontual em armário.....9.............. 4.... 4..9...................4 Detector de gás linear com proteção contra intempéries.................. 4....................8 DETECTORES PONTUAIS EM ARMÁRIO 4..................................................... 4.................9......................................................8...................1 Detector de calor linear com proteção contra intempéries.....8..10..........................9 Detector de gás pontual entre piso..............1 Detector de calor pontual em armário...............3 Detector de chamas linear com proteção contra intempéries.........2 Detector de fumaça pontual com proteção contra intempéries....... 4... 4...7.. 4.................NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 4............8.........

.....11..........1 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA 5........................1................ 4...1 Ponto de iluminação de emergência..........3 Ponto de iluminação de emergência tipo balizamento..................1.............................. 4........................................................... 4.................................................................................................11 COMPLEMENTOS 4......3 Baterias do sistema de detecção e alarme........ 4.................. 5... 5 SISTEMA DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA 5..............................1...... 5..3 Detector de chamas pontual com proteção contra intempéries.........................................11..... 4.................................... 5................4 Grupo moto-gerador...........11........ 11 ......4 Painel repetidor do sistema................11...................... 4.....2 Baterias de acumuladores para o sistema de iluminação de emergência.............................2 Central de detecção e alarme......................................................1.....................NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 4..............1 Acionador manual do sistema de detecção e alarme.......................................11...............5 Telefone de emergência / interfone...............................10..........10........4 Detector de gás pontual com proteção contra intempéries......

................3 Tanque vertical abaixo do solo (enterrado).....1.......................1 Central predial de glp ou gás natural ...............................................................2 VASOS DE PRESSÃO 6.................. 6........................... 6.....3........... 6......3 TANQUES 6.. 12 ..............1........ 6.... 6................................................................................NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 5....6 Tanque vertical semi-enterrado.........................................................4 Tanque vertical acima do solo (elevado).........2 Tanque horizontal acima do solo (superfície)..3....................................................................2........... 6.............................................................. 6..... 6 VASOS E TANQUES 6...........5 Tanque horizontal semi elevado................1 Tanque horizontal abaixo do solo (enterrado)..................1 CENTRAL GLP 6..........3.......................................3.5 Central do sistema de iluminação de emergência...................3.................1 Vaso sobre pressão..........................3.................

..........NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 7 RISCOS 7......................................................................................................................................... 8 ROTAS DE FUGA 8.. 7......2.......................................................................... 7.......................3 Corrosivos....2.........................5 Combustível .............................................................1...........................6 Comburente............2......1 DIRECIONAMENTO 8......................... 7...4 Explosivo.................................................................................................................................... 13 ...............................................................................................................................................1 Radioativos..........................2 Tóxicos..........1...2 Área frias ....................................1...........2............................2.........2.................................. 7.............. 7............. 1 7.....1 Área de risco especial.................... 7........................1 Direção do fluxo da rota de fuga...........1 ÁREAS DE RISCO 7.2 PRODUTOS PERIGOSOS 7......................

...........................1 Para-Raio................3................................2..2 Chave elétrica principal 9.......2 ANTIPÂNICO 10...2 Porta corta fogo P-90..................1 INSTALAÇÃO ELÉTRICA 9............................. 14 .....................2 Saída final da rota de fuga................................1 Chave elétrica secundária..................1 Barra Antipânico.................................................................................... 10 SISTEMA PASSIVO 10....1.........1..........1 Porta corta fogo P-60.......................1................................... 60 90 10. 10........................NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 8.... 9...................1............................ 10....................3 Quadro de distribuição de luz (QDL)..1....................3...3 ABERTURAS PROTEGIDAS 10.... 9 SISTEMA ELÉTRICO 9......................................................................1 PARA-RAIO 10.............................................................

....4 Divisórias leves.......1......................... 11 ROTAS DE FUGA 11.................................................. 30 12 SISTEMA PASSIVO 12..........1......................1 Elevador monta carga....1 Paredes corta fogo......................................NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 10..................................1.1 Abertura protegida P-30.................................................2 Elevador simples................................1........ 12.......2.................................3........................3...... 12...........................................................................3 Porta corta fogo P-120...............................................1 VEDOS 12...2......... 15 ............. 12........ 12..........1...............1 DIRECIONAMENTO 11........3 Parede comum.......................................... 120 60 10.................4 Abertura protegida P-60.........2 Paredes de compartimentação..2 ELEVADORES 12....................................................................................................................... 12................

.... 12......3 Elevador de emergência...... 12.............................................. 12............................................................................2 Dampers corta fumaça........ 12.........................5 Grelha com dispositivo de ajuste e balanceamento ......NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 12.................................................... 12................. 12.......................4..5......................1 Shafts protegidos..................................................4.........2 Acionador manual pressurização / exaustão...................................4....................... 12.................5 SISTEMA DE PRESSURIZAÇAO OU EXAUSTÃO (controle de fumaça)..1 Dampers corta fogo....2....... 16 ......................5.......4 Veneziana de entrada de ar com filtro metálico lavável..................................1 Grupo moto ventilador ou exaustor para controle de fumaça....3 SHAFTS 12.......................... 12.......3 Dampers corta fogo e fumaça.........3.....................3 Damper de sobrepressão.............. 12............................4 DAMPERS 12..5..........5..............................................................................5.................................................. 12.

........5........................9 Dimensões da veneziana e altura do piso (m)..............5..........................................................NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 12........................... 12... CB 13.......1......................................................2 Acesso de guarnição à edificação ou área de risco........5.1............. 13 OUTROS 13.................3 Equipamentos a prova de explosão...... 12................................... 12.......................................1.. 17 ....... 13......................5............................. Largura x Altura (Veneziana) Altura do piso 12..7 Veneziana de entrada de ar (junto ao piso)........8 Veneziana de exaustão(m)..5.......................1 Acesso de viatura na edificação ou área de risco...............................................11 Central de acionamento das venezianas...................10 Grelha........................................................1 OUTROS 13..................6 Registro de fluxo......................5....................................................................................... 12......................

Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.urbanística. atendendo ao previsto no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado do Paraná. Instrução Técnica nº 05/2011 – Segurança contra incêndio .503 de 23 de setembro de 1997. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.URBANISTICA Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 005 Segurança contra Incêndio .NPT 005 – SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO . 1 . Instrução Técnica nº 06/2011 – Acesso de viatura na edificação e áreas de risco. Instrução Técnica nº 03/2011 – Terminologia de segurança contra incêndio. Lei nº 9. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS     Código de Trânsito Brasileiro. 2 APLICAÇÃO Esta Norma de Procedimento Técnico é recomendativa.urbanística CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 3 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 Objetivo Aplicação Referências normativas e bibliográficas Definições Procedimentos ANEXOS A – Tipos de retornos 1 OBJETIVO Esta Norma de Procedimento Técnico fixa condições mínimas exigíveis para o deslocamento de viaturas de bombeiros nas vias públicas.

5 PROCEDIMENTOS 5. 5. 5.3 Deve ser desobstruída em toda a largura e com altura livre mínima de 4. mas que garantam a entrada e a saída de viaturas.1. 5. desde que atendam aos itens 5.3 Altura livre mínima de 4. 5. desta NPT. 5.1.2.0 m 5.3 Passarelas 5.1.1.4 A via urbana que exceda 45 m de comprimento deve possuir retorno circular (Figura 1). 2 . respeitadas as medidas mínimas indicadas. 5.1 São aceitos outros tipos de retornos.2. que não os especificados acima.URBANISTICA 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Norma de Procedimento Técnico aplicam-se as definições constantes da NPT 003– Terminologia de segurança Contra Incêndio.1.5 m.1. retorno em formato de “Y” (Figura 2) ou retorno em formato de “T” (Figura 3).2 O piso deve suportar viaturas com peso de 25 toneladas distribuídas em dois eixos.1 Deve possuir altura livre mínima de 4.2 Passagens subterrâneas e viadutos 5.0 m.3.50 m.1 Possuir largura mínima de 6.1 Possuir largura mínima de 5.4.1 Via Urbana 5.NPT 005 – SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO .2 e 5.2. 5.1.1.5 m.3.2 Deve suportar viaturas com peso de 25 toneladas distribuídas em dois eixos. 5.1.

Retorno em formato de “Y” Figura 3 .Retorno em formato de “T” 3 .URBANISTICA ANEXO A RETORNO DE VIATURA DE VIA URBANA Figura 1 – Retorno Circular Figura 2 .NPT 005 – SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO .

uma Estratégia ou uma Tática. São Paulo. 2 APLICAÇÃO 2. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.NPT 006 – ACESSO DE VIATURA NA EDIFICAÇÃO E ÁREAS DE RISCO Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 006 Acesso de viatura na edificação e áreas de risco CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 5 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 Objetivo Aplicação Referências Normativas e Bibliográficas Definições Procedimentos ANEXOS A . visando o emprego operacional do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. 1 . 1998.  BELEZIA. Eduardo. Monografia Elaborada no Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais-I-98 da PMESP. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS  Instrução Técnica nº 06/2011 – Acesso de viatura na edificação e áreas de risco.Figuras ilustrativas 1 OBJETIVO Prescrever condições mínimas para o acesso de viaturas de bombeiros nas edificações e áreas de risco.1 Esta Norma de Procedimento Técnico se aplica a todas as edificações e áreas de risco onde for exigido o acesso de viatura nos termos desta NPT. atendendo ao previsto no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado do Paraná. Estacionamento de Viaturas em Locais de Sinistro.

0 m possuam retornos. b) Em formato de “Y”.2 Suportar viaturas com peso de 25 toneladas distribuídas em dois eixos.0 m.4 O Portão de acesso (quando houver) deve ter as seguintes dimensões mínimas (Figura 2): a) Largura: 4.5 m.1 Via de acesso para viaturas 5.2 Exigências 5. 5 PROCEDIMENTOS 5.3 Altura livre mínima de 4.1.NPT 006 – ACESSO DE VIATURA NA EDIFICAÇÃO E ÁREAS DE RISCO  International Fire Service Training Association – Fire Departament Aerial Apparatus.5 Recomenda-se que as vias de acesso com extensão superior a 45.1.1 Outros tipos de retornos podem ser usados.2. First Edition. 1991. 5. ou c) Em formato de “T”.. b) Altura: 4. 5.  The Building Regulations. desde que garantam a entrada e a saída das viaturas nos termos desta NPT (ver modelo na Figura 3).5.1. aplicam-se as definições constantes da NPT 003 – Terminologia de segurança contra incêndio. que podem ser dos seguintes tipos: a) Circular.1.1.1: a) Centros esportivos e de exibição ou eventos temporários nos termos da NPT 012 – 2 .1.1.1.1.1 Características mínimas da via de acesso: 5. 1991.0 m (Figura 1).1. Oklahoma State University. Código de Prevenção Inglês.5 m. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Norma de Procedimento Técnico.1 Largura mínima de 6.1.1 As edificações ou áreas de risco abaixo descritas devem possuir os arruamentos interno e as vias de acesso conforme os critérios do item 5. Nota: ver modelos desses retornos na NPT 005 – Segurança Contra Incêndio – Urbanística. 5.1. 5.1. 5. 5.

1.2. 5.2 As edificações ou áreas de risco. 3 . devem possuir o portão de acesso nos termos do item 5. com arruamento interno. sendo recomendadas as demais exigências das vias de acesso. b) Locais que possuam sistema de proteção por espuma ou por resfriamento nos termos na NPT 025 – Segurança Contra Incêndio para Líquidos Combustíveis e Inflamáveis.1.4.NPT 006 – ACESSO DE VIATURA NA EDIFICAÇÃO E ÁREAS DE RISCO Centros Esportivos e de Exibição – Requisitos de Segurança Contra Incêndio.

NPT 006 – ACESSO DE VIATURA NA EDIFICAÇÃO E ÁREAS DE RISCO ANEXO A FIGURAS ILUSTRATIVAS Figura 1 – Largura mínima da via de acesso deve ser de 6.0 m Figura 2 – Largura e altura mínimas do portão de acesso à edificação 4 .

NPT 006 – ACESSO DE VIATURA NA EDIFICAÇÃO E ÁREAS DE RISCO ANEXO A FIGURAS ILUSTRATIVAS Figura 3 – Modelo de retorno 5 .

NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 007 Separação entre edificações (Isolamento de riscos) CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 15 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 Objetivo Aplicação Referências Normativas e Bibliográficas Definições Arranjos físicos das edificações e os tipos de isolamentos de risco Procedimentos ANEXOS A . independente de sua ocupação.1 Considera-se isolamento de risco a distância ou proteção. 1 .Exemplos de dimensionamento D . convecção de gases quentes e a transmissão de chamas. 2. altura. uma edificação seja considerada independente em relação à adjacente.Tabela A-1 (Índice das distâncias de segurança) B . de tal forma que. para considerar-se uma edificação como risco isolado em relação à(s) outra(s) adjacentes(s) na mesma propriedade (Figura 1). atendendo o previsto no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. número de pavimentos. conforme prevê o Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.Distância de separação entre fachada de uma edificação e a divisa do terreno 1 OBJETIVO Esta Norma de Procedimento Técnico estabelece critérios para o isolamento de risco de propagação de incêndio por radiação de calor.Tabela B-1 (Redutores de distância de separação) C . volume. 2 APLICAÇÃO Esta Norma de Procedimento Técnico aplica-se a todas as edificações. para fins de previsão das exigências de medidas de segurança contra incêndio. área total e área específica de pavimento. garantindo que o incêndio proveniente de uma edificação não se propague para outra.

nos termos do prescrito no anexo D. USA. 4. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Norma de Procedimento Técnico.2 As edificações situadas no mesmo lote que não atenderem às exigências de isolamento de risco deverão ser consideradas como área de risco incorporada para o dimensionamento das medidas de proteção.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) Figura 1 – Separação entre edificações no mesmo lote 2.  NFPA 80A “Recommended Pratice for Protection of Buildings from Exterior Fire Exposures” . Ed.4 Para separação entre edificações de propriedades distintas (em lotes distintos). 2003 edition.1 Definições específicas: 4. responsável pela radiação de calor.3 Em edificações geminadas admite-se o telhado comum desde que haja lajes com TRRF de 2 h. esta NPT será recomendatória. 2.  NFPA 5000 “Building Construction and Safety Code. 1996 edition.1 Edificação expositora: Construção na qual o incêndio está ocorrendo. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. convecção de gases quentes ou transmissão direta de chamas.1. Eletrônica. É a que exige a maior distância de afastamento. 2. aplicam-se as definições constantes da NPT 003 – Terminologia de segurança contra incêndio. considerando-se duas edificações em um mesmo lote ou propriedade. 2 . USA. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS  Instrução Técnica nº 07/2011 – Separação entre edificações (Isolamento de riscos).

por radiação térmica (figura 2).1.1. sem qualquer tipo de abertura ou comunicação de área. 4. convecção de gases quentes ou a transmissão direta de chamas.3 Propriedades distintas: São edificações localizadas em lotes distintos.1 O tipo de propagação e o consequente tipo de isolamento a ser adotado dependem do arranjo físico das edificações que podem ser: 5.1. Figura 2 – Propagação entre fachadas 5.1. com plantas aprovadas pela Prefeitura Municipal separadamente.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) 4.1 Entre as fachadas das edificações adjacentes. Figura 3 – Propagação entre cobertura e fachada 3 .2 Entre a cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada da outra edificação. por radiação térmica (figura 3). 5 ARRANJOS FÍSICOS DAS EDIFICAÇÕES E OS TIPOS DE ISOLAMENTO DE RISCO 5.2 Edificação em exposição: Construção que recebe a radiação do calor.

4 Entre edificações geminadas. por meio da cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada de outra edificação.2 O isolamento de risco pode ser obtido por: 5.3 Entre duas edificações geminadas.1. pelas três formas de transferência de energia (figura 5).1.2 Isolamento (distância de segurança) entre a cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada de uma edificação adjacente (figura 7).1 Isolamento (distância de segurança) entre fachadas de edificações adjacentes (figura 6). 4 . pelas três formas de transferência de energia (figura 4). pelas aberturas localizadas em suas fachadas e/ou pelas coberturas das mesmas.2. 5.2. Figura 4 – Propagação entre duas edificações geminadas com a mesma altura 5.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) 5. Figura 5 – Propagação entre duas edificações geminadas com alturas diferentes 5. 5.3 Por parede corta-fogo sem aberturas entre edificações contíguas (figura 8).2.

NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) Figura 6 – Distância de segurança Figura 7 – Distância de segurança entre a cobertura e a fachada Figura 8 – Parede corta-fogo 5 .

6. 6.1.3 Dentre vários fatores que determinam a severidade de um incêndio. TABELA 1 .5 A Tabela 1 indica qual a parte da fachada a ser considerada no dimensionamento.4 O tamanho do compartimento está relacionado com a dimensão do incêndio e a relação – largura e altura – do painel radiante e localizados na fachada.1.1.2 O nível de radiação está associado à severidade do incêndio.1.1.1 Parâmetros preliminares a serem determinados para distâncias de separações 6. à área de aberturas existentes e à resistência ao fogo dos vedos. dois possuem importância significativa e estão relacionados com o tamanho do compartimento incendiado e a carga de incêndio da edificação.1.1 Isolamento de risco por distância de separação entre fachadas: Edifício expositor Edifício em exposição Figura 9 – Exposição entre edificações adjacentes 6.1. 6.1.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) 6 PROCEDIMENTOS 6.1 A propagação por radiação térmica depende basicamente do nível de radiação proveniente de uma edificação em chamas.1. 6.1.1.FATORES DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Medidas de segurança contra incêndio existentes Compartimentação Horizontal Vertical Não Sim Não Sim Não Não Sim Sim Parte da fachada a ser considerada no dimensionamento Edificações Térreas Toda a fachada do edifício Toda a fachada da área do maior compartimento Não se aplica Não se aplica Edificações com 2 ou mais pavimentos Toda a fachada do edifício Toda a fachada da área do maior compartimento Toda a fachada do pavimento Toda a fachada da área do maior compartimento 6 .

680 681 – 1460 Acima de 1460 6.1. conforme Tabela 2. TABELA 2 – SEVERIDADE DA CARGA DE INCÊNDIO PARA ISOLAMENTO DE RISCO Classificação da Severidade I II III Carga de Incêndio (MJ/m2) 0 .1. Figura 10 – Distância entre fachadas não paralelas ou não coincidentes 6. a classificação da severidade será reduzida em um nível.1.1. então.8 Caso a edificação possua proteção por chuveiros automáticos.1. poder-se-á reduzir o índice “” da Tabela A-1 em 50%. devem-se efetuar os dimensionamentos de acordo com a Tabela 1 e aplicar a distância para o ponto mais próximo entre as aberturas das edificações (figura 10). 6.1. deve-se consultar a NPT 014 – Carga de incêndio nas edificações e áreas de risco.6 Para as edificações que possuem fachadas não paralelas ou não coincidentes. 6. 7 . para esta NPT.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) Notas genéricas da Tabela 1: 1) Edificações com TRRF inferior ao especificado na Tabela A da NPT 008 – Resistência ao fogo dos elementos de construção.1. Caso a edificação tenha inicialmente a classificação “I”.9 Para determinação dos valores de carga de incêndio para as diversas ocupações. consideram-se compartimentadas horizontalmente as unidades residenciais separadas por paredes e portas que atendam aos critérios de TRRF especificados na NPT 008 para unidades autônomas. 2) Para edifícios residenciais.7 A carga de incêndio é outro fator a ser considerado e as edificações classificam-se. devem ser consideradas sem compartimentação horizontal e vertical e devem ser consideradas com porcentagem de abertura de 100%.1.

1.1 Relacionar as dimensões (largura/altura ou altura/largura) do setor da fachada a ser considerado na edificação conforme Tabela 1.15) = 25.2. 6. 6.  = Coeficiente obtido da Tabela A-1. 6. deve-se adotar o valor imediatamente superior. que é a base de cálculo para a distância segura entre edificações.1.2.  = Coeficiente de segurança que assume os valores de 1. obtendo-se o índice “α”.1. Área da fachada = 12.2. dividindo-se sempre o maior parâmetro pelo menor (largura e altura) e obter o valor.2.0 x 9.1.1 A equação geral para o dimensionamento é D = “” x (largura ou altura) + “”.1.2 Determinar a porcentagem de aberturas “y” no setor considerado (figura 11).0x2.1. deve-se: 6. 8 . consultar a tabela A-1. em função da relação (largura/altura ou altura/largura).2. onde: D = Distância de separação em metros.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) 6.4 Com os valores “x” e “y” obtidos e a classificação da severidade.2. Obs. conforme a existência de Corpo de Bombeiros no município.1.2 Procedimentos para o dimensionamento da distância de separação: 6.: Se o valor obtido de “y” for um valor intermediário na tabela A-1. da porcentagem de aberturas e da classificação da severidade.8 m² Porcentagem de abertura = 23.2.0m (2).0 = 108.3 Verificar a carga de incêndio da edificação e classificá-la conforme tabela 2.2.2.2. considerando a radiação térmica.88% Figura 11 – Porcentagem de abertura na fachada Obs. deve-se adotar o valor imediatamente superior.: Se o valor “x” obtido for um valor intermediário na tabela A-1.0 m² Área de aberturas = 6 (2.5m (1) ou de 3. 6.2 Para dimensionar a distância de separação segura entre edificações “D”.

acrescentando o fator de segurança “β”. 6.1.0m.2 Isolamento de risco por distância de separação entre cobertura e fachada: 6. Obs: Ver exemplo no Anexo “C”. de acordo com o item 6. vestiários. a distância de separação “D” poderá ser definida.2 Porcentagem de abertura “y” Até 10 De 11 a 20 De 21 a 30 De 31 a 40 De 41 a 50 De 51 a 70 Acima de 70 Notas genéricas da Tabela 3: 1) Considerar a maior porcentagem de abertura entre as edificações em exposição e a expositora.1. considerando as fachadas que recebem exposição de calor proveniente de edificações adjacentes localizadas dentro do mesmo lote. que possui dois valores: a) “β1” igual a 1.1. 3) A distância entre aberturas situadas em banheiros. ou b) “β2” igual a 3. para se obter o isolamento de risco. TABELA 3 – DISTÂNCIA DE SEPARAÇÃO. de acordo com a Tabela 3.2.5 m nos municípios que possuem Corpo de Bombeiros com viaturas para combate a incêndios.1.0 m e área inferior a 1.1 Os fatores especificados na tabela B-1 são redutores da distância de separação (D).3.3. mais 50% do valor encontrado.0 m e área inferior a 1.2. caso a cobertura da edificação de menor altura não atenda ao 9 .3 Fatores redutores de distância de separação: 6.2 Se a edificação em exposição ou expositora for de Risco Leve e possuir altura igual ou inferior a 9. 2) As distâncias acima deverão ser aplicadas entre as aberturas mais próximas na projeção horizontal.2.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) 6. Distância em metros 1 Pavimento “térreo” 4 5 6 7 8 9 10 2 Pavimentos 6 7 8 9 10 11 12 3 ou mais Pavtos 8 9 10 11 12 13 14 6. CONFORME ITEM 6.1.1 Para edificações com alturas distintas. 6.5 A distância de separação “D” é obtida multiplicando-se o índice “α” pela menor dimensão do setor considerado na fachada (largura ou altura).2. independente do pavimento. EM METROS.000m 2. alternativamente. saunas e piscinas pode ser de 4.2.1.3.0 m nos municípios que não possuem Corpo de Bombeiros.500 m2 ou se a edificação em exposição ou expositora for de Risco Moderado ou Elevado e possuir altura igual ou inferior a 6. deve ser acrescido à distância de segurança encontrada na Tabela 3. 4) Nos municípios que não possuam Corpo de Bombeiros.2.

construída de acordo com as normas técnicas. com altura igual ou superior ao distanciamento obtido.5 O distanciamento horizontal.2 Na Tabela 4. 6.4.2 Para a distância de separação entre edificações adjacentes com a mesma altura.1 Independentes dos critérios anteriores são considerados isolados os riscos que estiverem separados por parede corta-fogo.2 A parede corta-fogo deve ser dimensionada de acordo com os ensaios realizados em laboratórios técnicos oficiais ou normas técnicas.2. fica dispensado o dimensionamento previsto no item 6. e com resistência ao fogo de acordo com a NPT 008.1.2. deve-se adotar a distância de separação mais rigorosa.1 Nas edificações com alturas diferenciadas. devem-se adotar as distâncias contidas na Tabela 4.2. prolongando-se acima do topo da fachada.6 O distanciamento horizontal.2. previsto na tabela 4. 6. TABELA 4 – MÍNIMA DISTÂNCIA DE SEPARAÇÃO ENTRE A COBERTURA DA EDIFICAÇÃO MENOR EM RELAÇÃO A OUTRA EDIFICAÇÃO ADJACENTE DE MAIOR ALTURA Número de pisos que contribuem para a propagação pela cobertura 1 2 3 ou mais Distância de separação horizontal em metros 4 6 8 6.2 para o edifício mais baixo. considera-se o número de pavimentos que contribuem para o incêndio e que variam conforme a existência de compartimentação vertical.3 Considerações gerais: 6. pode ser desconsiderado quando a fachada da edificação adjacente for “cega”.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) TRRF estabelecido na Tabela “A” da NPT 008.3.2. previsto na tabela 4. em função do material empregado. permanecendo o dimensionamento conforme item 6. 10 . estanqueidade e estabilidade.3 Quando a cobertura como um todo atender a NPT 008.4 Proteção por paredes corta-fogo em edificações contíguas (geminadas): 6.2. 6. permanecendo somente o dimensionamento pelas fachadas das edificações.4. e no item 6. a área a ser computada na determinação da distância de separação será aquela desprotegida. 6. pode-se desconsiderar o dimensionamento decorrente da propagação pela cobertura. 6. 6.3.1 para qualquer dos dois edifícios. pode ser substituído por paredes de isolamento. devendo o conjunto apresentar as características de isolamento térmico. 6. dimensionando as separações pelos métodos descritos no item 6. 6.4 Caso a edificação possua resistência ao fogo parcial da cobertura.

equipamentos de grande porte ou linhas de produção industriais descaracterizam o afastamento entre edificações.4.10 A distância mencionada no item anterior pode ser substituída por uma aba vertical. mesmo que protegida. sem grandes danos.9 m de saliência (figura 8).11 Essa saliência deve ser solidária à estrutura da parede corta-fogo. impactos de cargas ou equipamentos normais em trabalho dentro da edificação.9 As aberturas situadas em lados opostos de uma parede corta-fogo devem ser afastadas no mínimo 2 metros entre si. 6. 6.5. perpendicular ao plano das aberturas. não inferior a 120 min. escadas com materiais incombustíveis. sendo admissível apenas as guardas e proteções laterais. porém. 6. não deve possuir nenhum tipo de abertura.4 Todos os materiais utilizados na construção das passagens cobertas devem ser incombustíveis. 6.4. vestiário. as seguintes regras devem ser adotadas: 6.4. exceção àquelas aberturas que estejam contidas em compartimentos considerados áreas frias (banheiro.6 A parede corta-fogo deve ser capaz de permanecer estável quando a estrutura do telhado entrar em colapso.4. não haverá necessidade de prolongamento da parede corta-fogo.3 Serão admitidas nas áreas adjacentes às passagens cobertas construções destinadas a sanitários. 6.5.2 As passagens cobertas ou coberturas destinadas ao estacionamento de veículos.4 Existindo diferença de altura nas paredes.4. 6. equipamentos de pequeno porte e trânsito de veículos.12 A parede corta-fogo. 6.5 Passagens cobertas No caso de edificações que obedeçam aos critérios de afastamento. e não em uma parede corta-fogo e. com ventilação permanente. interligadas por passagens cobertas. para fins de isolamento de risco.4.1 As passagens cobertas devem possuir largura máxima de 3 m e serem utilizadas exclusivamente para o trânsito de pessoas. caixa de escada ou outra ocupação sem carga de incêndio).4. 6. deve ser prevista uma distância de compensação da parede.5. 11 . 6. 6.4. com 0.5. também incombustíveis.5 As passagens cobertas devem possuir as laterais totalmente abertas. materiais.7 A parede corta-fogo deve ter resistência suficiente para suportar. 6. 6. acima da cumieira dos telhados ou das coberturas dos riscos. 6.8 O tempo mínimo de resistência ao fogo deve ser igual ao TRRF da estrutura principal.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) 6. 6. guarita de recepção.5.4. reservatórios de água e similares.3 A parede corta-fogo deve ultrapassar 1 m. elevadores.4.5 As armações dos telhados ou das coberturas podem ficar apoiadas em consolos (suportes). de no mínimo 1 m entre dois telhados ou coberturas. para o caso de dilatação desses consolos decorrente de um incêndio.

52 1.03 2.48 0.20 4.30 2.54 3.17 1.0 13.93 1.00 1.26 3.95 0.95 6.36 4.56 5.0 25.73 2.0 1.72 4.32 3.12 5.71 1.4 Índice para as distâncias de segurança “”  0.99 2.88 0.67 2.43 7.71 1.39 1.44 0.01 5.51 0.31 3.59 2.30 6.77 4.3 1.24 5.12 3.61 5.88 3.18 2.92 7.37 3.71 1.93 0.51 0.05 2.13 7.4 0.24 1.0 5.28 2.22 4.43 4.0 20.“y” I II III 1.37 1.34 2.91 7.51 0.9 1.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) ANEXO A TABELA A-1 – ÍNDICE DAS DISTÂNCIAS DE SEGURANÇA  D =  x (largura ou altura) + β Intensidade de exposição Classificação da Severidade .54 2.23 7.74 5.2 1.55 2.51 0.95 0.5 10 12.94 0.8 2.13 4.50 0.28 6.52 5.63 7.41 5.56 1.0 3.57 8.34 2.32 1.22 1.34 0.85 1.16 4.14 1.71 1.0 6.1 2.6 2.94 0.13 3.95 0.70 1.34 1.19 5.12 3.38 2.6 1.81 1.84 3.79 2.34 1.15 2.80 6.13 2.78 6.50 10.49 0.42 1.5 10.0 16.01 2.08 2.64 1.0 10.07 2.5 13.9 12.52 3.46 0.73 0.95 4.“x” 2.64 2.0 8.0 40.51 0.51 0.43 3.80 2.93 4.81 2.3 2.78 7.95 3.0 Relação Largura/Altura (ou inversa) .48 2.24 8.02 2.79 3.66 1.30 5.95 0.60 3.68 1.1 12 .65 5.83 5.33 1.0 10.79 0.56 6.30 1.95 3.94 1.54 2.04 2.34 2.33 4.90 0.11 1.10 1.51 0.48 3.51 0.5 15 20 25 30 40 50 60 80 100 0.51 10.76 1.68 6.6 0.58 1.88 8.80 0.69 1.77 2.94 2.3 11.07 4.85 2.5 3.17 3.84 0.0 1.94 8.8 3.63 2.0 % Aberturas 20 30 40 50 60 80 100 10 15 20 25 30 40 50 60 80 100 5 7.95 0.73 1.20 3.36 3.0 32.4 1.74 1.27 1.44 3.23 1.82 3.74 5.71 1.6 2.70 4.08 2.29 6.1 11.02 1.08 2.34 1.92 0.51 0.11 4.33 1.57 2.51 0.76 2.63 1.67 9.93 4.51 3.08 1.55 3.8 0.18 8.51 1.33 1.15 4.95 0.34 1.26 1.87 3.66 0.60 5.53 1.16 5.2 4.93 2.77 6.52 1.89 9.

nas aberturas. nas aberturas.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) ANEXO B TABELA B-1 – REDUTORES DE DISTÂNCIA DE SEPARAÇÃO Edificação em exposição Características dos elementos de vedação Tipos de proteção Estruturas e paredes combustíveis ou TRRF até 30 min Paredes externas com TRRF superior a 30 min e inferior a 90 min Paredes externas com TRRF de 90 min e inferior a 120 min Paredes externas com TRRF igual ou maior que 120 min Parede corta-fogo entre as edificações. nas aberturas. com um máximo exigido de 3m Prevendo cortina d'água por inundação Obs: Cortina d’água Obs: Cortina d’água Obs: Cortina d’água Obs: Cortina d’água nas aberturas. com um máximo exigido de 6m Ineficiente Reduzir em 60% a distância de segurança Reduzir em 70% a distância de segurança Reduzir em 75% a distância de segurança. considerando uma proteção das aberturas mínima de 30 min Reduzir em 50% a distância de segurança Reduzir em 75% a distância de segurança. Reduzir em 50% a distância de segurança Reduzir em 50% a distância de segurança Reduzir em 50% a distância de segurança Reduzir em 50% a distância de segurança 13 . com resistência ao fogo de 120 min Proteção das aberturas das fachadas com elemento de proteção com TRRF 30 min inferior ao da parede Proteção das aberturas das fachadas com elemento de proteção com TRRF igual ao da parede A distância é eliminada A distância é eliminada A distância é eliminada A distância é eliminada Ineficiente Reduzir em 50% a distância de segurança.

obtendo-se uma nova distância “D” de separação.88”. 6º Passo: Refazer todos os cálculos para o edifício do qual se pretende isolar o risco. 7º Passo: A maior distância encontrada deverá ser empregada para o isolamento do risco. obtendo-se 5. Terá como distância de separação a medida calculada abaixo: Obs.5 m.vedos / área total da fachada). consultar a tabela A-1. com porcentual de aberturas de 20%. com superfície radiante de 50. consultar a tabela A-1.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) ANEXO C EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO Exemplo 1: Em uma edificação de escritórios que possui uma carga de incêndio de 700 MJ/m 2. com porcentual de aberturas de 60%. 14 .2 m e adicionando-se o índice “β” =1.: verifica-se neste exemplo a importância da compartimentação de áreas. 4º Passo: Com os valores de “X” e “Y”. X = 50/3= 16.vedos / área total da fachada). conforme tabela B-1 (anexo B-1).34 m = 4. Então: 2.00 m de largura e altura de 15 m (sem compartimentação). podendo-se aplicar os fatores de redução de distância de separação. obtendo-se uma nova distância “D” de separação. podendo-se aplicar os fatores de redução de distância de separação.02 m e adicionando-se mais o índice “β”de 1. obtém-se 44. pé-direito de 3 m).34”. conforme carga de incêndio (tabela 2) = Classificação de severidade “II”. 1º Passo: Relação largura/altura. conforme tabela B-1 (anexo B).7 (adotar índice “20” na tabela A-1). Então: 3 x 1. Exemplo 2: Em uma edificação de escritórios que tenha uma carga de incêndio de 700 MJ/m 2. 1º Passo: Relação largura/altura. 3º Passo: Determinar a classificação da severidade. obtendo-se o índice “α”= “1.5 m. conforme carga de incêndio (tabela 2) = Classificação de severidade “II”.: A edificação situa-se em uma cidade com Corpo de Bombeiros. 6º Passo: Refazer todos os cálculos para o edifício do qual se pretende isolar o risco.7 m de distância (D=“α” x (menor dimensão) + “β”). obtendo-se o índice “α”= “2.: A edificação situa-se em uma cidade com Corpo de Bombeiros. 7º Passo: A maior distância encontrada deve ser empregada para o isolamento do risco. 2º Passo: Determinação do porcentual de abertura Y= 20% (área considerada da fachada . 3º Passo: Determinar a severidade. 5º Passo: Multiplicar a menor dimensão da maior área compartimentada (50 m de comprimento e 3 m depé-direito) pelo índice “α”. Obs. X = 50/15 = 3.52 m de distância. com superfície radiante tendo largura igual a 50 m e altura de 18 m (sem chuveiros automáticos e com compartimentação horizontal e vertical entre pisos. Y= 60% (área considerada da fachada .88 x 15 m = 43.333 (adotar índice 4. na tabela A-1). 5º Passo: Multiplicar a menor dimensão (15 m) pelo índice “α”. a distância de separação será calculada abaixo: Obs. 4º Passo: Com os valores de “X” e “Y”. 2º Passo: Determinação do porcentual de abertura.

Separação entre edificações em lotes distintos 15 .3 Para reduzir as distâncias de segurança. Obs. 1 SEPARAÇÃO ENTRE FACHADAS DE UMA EDIFICAÇÃO E A DIVISA DO TERRENO 1. para aplicar os conceitos do item 6.: Entende-se “lote” como “propriedade” Figura A . 1. se considera a fachada do edifício expositor em relação à divisa do terreno.2 Nesse caso.1 Para determinar a distância de afastamento entre a fachada de uma edificação e a divisa do terreno deve ser utilizado o parâmetro descrito no item 6.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) ANEXO D DISTÂNCIA DE SEPARAÇÃO ENTRE A FACHADA DE UMA EDIFICAÇÃO E A DIVISA DO TERRENO (Recomendatório) Prever distância de separação mínima entre a fachada de uma edificação e a divisa do terreno. considerando como distância de afastamento o valor calculado (D).1 e seguintes. 1. recomenda-se alterar as dimensões do painel radiante ou compartimentar o edifício internamente (figura A). quando necessário. dividindo por 2 (D/2).1.

Tabela de resistência ao fogo para alvenarias C . seja evitado o colapso estrutural por tempo suficiente para possibilitar o cumprimento dos objetivos descritos no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico das edificações e áreas de risco do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. quanto aos Tempos Requeridos de Resistência ao Fogo. em situação de incêndio. para que. 1 .Tabela de resistência ao fogo de paredes de chapas de gesso para drywall D .NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 008 Resistência ao fogo dos elementos de construção CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 14 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências Normativas e Bibliográficas 4 Definições 5 Procedimentos 6 Outras exigências 7 Edificações de caráter temporário 8 Edificações existentes ANEXOS A .Tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) B .Método do tempo equivalente de resistência ao fogo 1 OBJETIVO Esta Norma de Procedimento Técnico estabelece as condições a serem atendidas pelos elementos estruturais e de compartimentação que integram as edificações. 2 APLICAÇÃO 2.1 Esta Norma de Procedimento Técnico se aplica a todas as edificações e áreas de risco onde for exigida a segurança estrutural contra incêndio. conforme exigências do Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.

Determinação da resistência ao fogo. 2 . Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.Dimensionamento de estrutura de aço em situação de incêndio – Procedimento  NBR 14432 – Exigência de resistência ao fogo de elementos de construção de edificações – Procedimento  NBR 14715-1 – Chapas de gesso para drywall – Parte 1 – Requisitos  NBR 14715-2 – Chapas de gesso para drywall – Parte 2 – Métodos de ensaio  NBR 14762 – Dimensionamento de estruturas de aço constituídas por perfis formados a frio – Procedimento  NBR 15200 – Projeto de estruturas de concreto em situação de incêndio – Procedimento  NBR 15217 – Perfis de aço para sistemas construtivos em chapas de gesso para drywall – Requisitos e métodos de ensaio  NBR 15758-1 – Sistemas construtivos em chapas de gesso para drywall – Projeto e procedimentos executivos para montagem – Parte 1: Requisitos para sistemas usados como paredes  NBR 15758-2 – Sistemas construtivos em chapas de gesso para drywall – Projeto e procedimentos executivos para montagem – Parte 2: Requisitos para sistemas usados como forros  NBR 15758-3 – Sistemas construtivos em chapas de gesso para drywall – Projeto e procedimentos executivos para montagem – Parte 1: Requisitos para sistemas usados como revestimentos  EUROCODE.Projeto e execução de estruturas de concreto pré-moldado – Procedimento  NBR 9077 . esta passará a ser adotada nos termos desta NPT.  NBR-6118 .Projeto e execução de estruturas de aço de edifícios – Procedimento  NBR 9062 . ou norma similar reconhecida internacionalmente.Projeto de estruturas de concreto .  Para maiores esclarecimentos consultar as seguintes normas técnicas:  NBR 5628 . 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS  Instrução Técnica nº 08/2011 – Resistência ao fogo dos elementos de construção.Saídas de emergência em edifícios – Procedimento  NBR 10636 . No momento da publicação de norma nacional sobre o assunto.2 Na ausência de norma nacional sobre dimensionamento das estruturas em situação de incêndio."Fire Safety of Bare External Structure Steel". adota-se o Eurocode em sua última edição.Componentes construtivos estruturais .Paredes divisórias sem função estrutural – Determinação da resistência ao fogo – Método de ensaio  NBR 11711 – Porta e vedadores corta-fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais – Especificação  NBR 11742 – Porta corta-fogo para saída de emergência – Especificação  NBR 14323 .Procedimento  NBR-6120 . European Committee for Standardization  Regulamentação de MARGARET LAW and TURLOGH O'BRIEN .Ações e segurança nas estruturas – Procedimento  NBR 8800 .NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO 2.Cargas para cálculo de estruturas de edifícios – Procedimento  NBR 6479 – Portas e vedadores – Determinação da resistência ao fogo – Método de ensaio  NBR 8681 .

c) Modelos matemáticos (analíticos) devidamente normatizados ou internacionalmente reconhecidos. para dos Grupos A. Para os elementos estruturais as três metodologias podem ser aceitas. 5. 5. aplicam-se as definições constantes da NPT 003 – Terminologia de segurança contra incêndio. os painéis pré-moldados que apresentem função estrutural e painéis alveolares utilizados para compartimentação são considerados como elementos estruturais.NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Norma de Procedimento Técnico. desta NPT. os TRRF resultantes dos cálculos não poderão ter valores inferiores a: a) 15 min .1 Para os elementos de compartimentação. 3 . 5 PROCEDIMENTOS 5. I-2 e J-2. Nota: as lajes.0 m. D.3 Método do tempo equivalente para redução do TRRF 5.2. somente será aceita após análise em Comissão Técnica. Anexo A desta NPT.1 Admite-se o uso do método de tempo equivalente para a redução dos TRRF (vide Anexo D). para as demais ocupações. conforme os critérios estabelecidos nesta NPT e em seu Anexo A.3.3. E.2 letra “c”. b) 30 min.2 Na utilização do método do tempo equivalente. contudo fica limitada a redução de 30 min dos valores dos TRRF constantes da Tabela A.2 A metodologia de que trata no item 5. admitem-se as metodologias “a” e “b”. com altura menor ou igual a 6. 5. na ausência destas. b) Atendimento a tabelas elaboradas a partir de resultados obtidos em ensaios de resistência ao fogo. 5. M2 (parques de tanques) e M3 (centrais de comunicação e energia).4 Ensaios Os ensaios devem ser realizados em laboratórios reconhecidos. 5.2 Para se comprovar os TRRF constantes desta NPT são aceitas as seguintes metodologias: a) Execução de ensaios específicos de resistência ao fogo em laboratórios. G e Divisões I-1. 5. de acordo com normas ou especificações estrangeiras internacionalmente reconhecidas.1 Os tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) são aplicados aos elementos estruturais e de compartimentação. de acordo com as normas técnicas nacionais ou.2. excetuando-se as edificações do grupo L (explosivos) e divisões M1 (túneis).

no mínimo. o mesmo TRRF das estruturas principais da edificação. 5.4 As paredes divisórias entre unidades autônomas e entre unidades e as áreas comuns. os apartamentos de hotéis. no mínimo. devem atender. as enfermarias e quartos de hospitais. H-5 e H-6) devem possuir TRRF mínimo de 60 min. ao TRRF igual ao estabelecido no Anexo A desta NPT.6 Cobertura As estruturas das coberturas que não atendam aos requisitos de isenção do Anexo A desta NPT. 5. não podendo ser inferior a 120 min.1 Aço: Adota-se NBR-14323 . E e H (H-2. 5. B-2. independente do TRRF da edificação e das possíveis isenções. Aceita-se também o dimensionamento através de ensaios de resistência ao fogo de acordo com NBR-5628.7 Elementos de Compartimentação e Divisórias de Unidades Autônomas 5.NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO 5. porém.Projeto de estruturas de concreto em situação de incêndio. H-3. 5.5. ou norma similar reconhecida internacionalmente.5.7.7. adota-se o Eurocode em sua última edição. incluindo as lajes. os elementos de compartimentação. Nota: são consideradas unidades autônomas os apartamentos residenciais.5. devem ter. esta passará a ser adotada nos termos desta Norma de Procedimento Técnico. no mínimo.5 Dimensionamento de elementos estruturais em situação de incêndio 5.3 As vedações usadas como isolamento de riscos (vide NPT 07) e os elementos estruturais essenciais à estabilidade destas vedações devem ter. devem ser do tipo resistente ao fogo (30 min). as salas de aula. Aceitase também o dimensionamento através de ensaios de resistência ao fogo de acordo com NBR-5628.7. 5.3 Outros materiais estruturais: na ausência de normas nacionais.1 Para as escadas e elevadores de segurança. Para as edificações com chuveiros automáticos. das Divisões B-1. Para as edificações com sistema de chuveiros automáticos. dutos e antecâmaras. H-2. paredes externas e as selagens dos shafts e dutos de instalações) e os elementos estruturais essenciais à estabilidade desta compartimentação. para as ocupações dos Grupos A (A-2 e A-3).7.2 Concreto: Adota-se a NBR-15200 .Dimensionamento de estruturas de aço em edifícios em situação de incêndio. No momento da publicação de norma nacional sobre o assunto. motéis e flats. ensaiadas de acordo com a NBR 6479. 5. excetuando-se edificações térreas. Aceita-se também o dimensionamento através de ensaios de resistência ao fogo de acordo com a NBR 5628.4.2 Os elementos de compartimentação (externa e internamente à edificação. as celas dos presídios e assemelhados. as fachadas. inclusive para as selagens dos shafts e dutos de instalações. Recomenda-se que a temperatura crítica do aço seja tomada como um valor máximo de 550º C para os aços convencionais utilizados em perfis cujo estado limite último à temperatura ambiente não seja o de instabilidade local elástica ou calculada para cada elemento estrutural de acordo com a norma supracitada.1 As portas das unidades autônomas que dão acesso aos corredores e/ou hall de entrada. devem ter.7. constituídos pelo sistema estrutural das compartimentações e vedações das caixas. dispensase desta exigência. 5. 4 . não podendo ser inferior a 60 min. 5. B. isenta-se desta exigência. H-3 e H-5. TRRF de 120 min. o mesmo TRRF da estrutura principal da edificação. no mínimo.

1 Os mezaninos que não atendam aos requisitos de isenção do Anexo A desta NPT. de acordo com norma estrangeira reconhecida internacionalmente.NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO 5. 5.9 Materiais de revestimento contra fogo 5. quando o seu afastamento das aberturas existentes na fachada for suficiente para garantir que a sua elevação de temperatura não superará a temperatura crítica considerada. Tal situação deve ser tecnicamente comprovada pelo responsável técnico pelo projeto estrutural. impacto. b) Determinação da carga de incêndio específica.2 Para estruturas de aço. compressão. 5. responsável pelo projeto. g) Determinação da temperatura do aço no ponto mais crítico. não poderão ser inferiores ao TRRF dos pavimentos situados acima do solo. dimensionamento e aplicação de materiais de revestimento contra fogo são de responsabilidade do(s) responsável(eis) técnico(s). conforme Anexo A. envolvendo os seguintes passos: a) Definição das dimensões do setor que pode ser afetado pelo incêndio. corrosão.1 A escolha. d) Determinação da altura. toxidade. 5. cujo dano possa causar colapso progressivo das estruturas dos pavimentos acima do solo. f) Cálculo da transferência de calor para os elementos estruturais. de acordo com norma técnica nacional ou. o procedimento para a verificação da possibilidade de aceitação do item anterior deve ser analítico.9.8 Mezaninos 5. Caso contrário. devem ser determinados por ensaios realizados em laboratório nacional ou estrangeiro reconhecido internacionalmente. Os TRRF dos elementos estruturais do subsolo. profundidade e largura das chamas emitidas para o exterior à edificação. 5.11 Isenção de TRRF As edificações isentas de TRRF. devem ser projetadas (considerando medidas ativas e passivas) visando atender aos objetivos do Código de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. combustibilidade.10 Subsolo Os subsolos das edificações devem ter o TRRF estabelecido em função do TRRF da ocupação a que pertencer. 5. de acordo com a respectiva ocupação.8. as isenções não são admitidas. fissuras. na ausência desta. densidade e outras propriedades necessárias para garantir o desempenho e durabilidade dos materiais. deflexão. e) Determinação da temperatura das chamas nas proximidades dos elementos estruturais. erosão. devem ter os TRRF conforme estabelecido nesta norma. conforme Anexo A.12 Estruturas externas 5. a critério do profissional habilitado.12.9. 5.2 As propriedades térmicas e o desempenho dos materiais de revestimento contra o fogo quanto à aderência. 5 .12. c) Determinação da temperatura atingida pelo incêndio.1 O elemento estrutural situado no exterior da edificação pode ser considerado livre da ação do incêndio.

6 .16. devem ser avaliados os respectivos usos. providas por aberturas que possam ser consideradas uniformemente distribuídas e que tenham comprimentos em planta que somados atinjam pelo menos 40% do perímetro da edificação e áreas que somadas correspondam a pelo menos 20% da superfície total das fachadas externas.2 Caso a temperatura determinada de acordo com o item 5.2. as áreas e as alturas. para a determinação dos TRRF necessários. quando o encapsulamento tiver o TRRF no mínimo igual ao exigido para a estrutura considerada. aceita-se método analítico internacionalmente reconhecido.16. suportes e selagens das aberturas.5. 5. ar condicionado e outras). 5.13.2. atendendo ao TRRF mínimo igual ao que seria exigido para o elemento protegido considerado.12.16 Vigas e estruturas principais 5.1 Será considerada aberta lateralmente a edificação ou parte de edificação que. em cada pavimento: a) Tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. O ensaio de resistência ao fogo deve mencionar as soluções adotadas para as selagens das aberturas (penetrações) no forro (tais como: iluminação. 5.12.13 Estruturas encapsuladas ou protegidas por forro resistente ao fogo 5. usar a regulamentação de MARGARET LAW and TURLOGH O'BRIEN . devidamente ensaiado (conjunto). 5.12.2 seja superior à temperatura crítica das estruturas calculadas.14.2.1 Em qualquer caso.2 Estruturas principais: considerar.12.12.1 Vigas principais: considerar. 5. 5.1 Para atender aos itens 5.1 O elemento estrutural encapsulado pode ser considerado livre da ação do incêndio. 5. para efeito desta norma. como sendo todas as vigas que estão diretamente ligadas aos pilares ou a outros elementos estruturais que sejam essenciais à estabilidade da edificação como um todo. provida por aberturas cujas áreas somadas correspondam a pelo menos 1/3 da superfície total das fachadas externas. as áreas das aberturas nas laterais externas somadas devem possuir ventilação direta para o meio externo e devem corresponder a pelo menos 5% da área do piso no pavimento e as obstruções internas eventualmente existentes devem ter pelo menos 20% de suas áreas abertas. perfis. como sendo todas as estruturas que sejam essenciais à estabilidade da edificação como um todo.1 e 5. 5. b) Tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. 5. e pelo menos 50% destas áreas abertas situadas em duas fachadas opostas.12.15 Ocupações mistas Nas ocupações mistas.14.3 Para outros materiais estruturais. com aberturas dispostas de forma que possam ser consideradas uniformemente distribuídas. para permitir a ventilação. para efeito desta norma.13. podendo-se proteger os elementos de construção em função de cada ocupação.14 Edificação aberta lateralmente 5.2 Considera-se forro resistente ao fogo o conjunto envolvendo as placas. estas devem ter o TRRF conforme o estabelecido nesta NPT."Fire Safety of Bare External Structure Steel" ou regulamento similar.

17.19 Memorial de Segurança Contra Incêndio dos Elementos de Construção 5.2 Classificação das vigas e estruturas como secundárias responsabilidade do técnico responsável pelo projeto estrutural. 5.19. discriminando na ART as respectivas atribuições. proteção de dutos e shafts.16 desta NPT. encapsulamento de estruturas etc.Parte 2): a) Metodologia para se atingir os TRRF dos elementos estruturais da edificação. c) Especificações e condições de isenções e/ou reduções de TRRF. mezaninos. subsolos.17. independentemente da resistência da estrutrura e das possíveis isenções ou reduções de TRRF. será exigido controle de qualidade. durante a execução e aplicação dos materiais de revestimento contra fogo às estruturas. devem possuir retardante ao fogo.1 São as vigas e estruturas não enquadradas no conceito do item 5.20 As edificações com área superior a 750m 2 .000m².1 Este memorial pode ser assinado por mais de um responsável técnico. b) Os TRRF para os diversos elementos construtivos: estruturas internas e externas. 5. citando a norma empregada.18 Controle de qualidade Para as edificações com área superior a 10. na solicitação de vistoria.19.NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO 5. realizado por empresas ou profissional qualificado. 7 . com elementos de construção em madeira. compartimentações. ou principais é de total 5. d) Tipo e espessuras de materiais de revestimento contra fogo utilizados nos elementos construtivos e respectivas cartas de cobertura adotadas. um memorial com os seguintes dados (ver modelo na NPT 001 – Norma de Procedimentos Administrativos . 5. 5. coberturas.17 Vigas e estruturas secundárias 5. deve ser anexado.1 Quando houver aplicação de materiais de revestimento contra o fogo nos elementos de construção.

sendo que as áreas indicadas referem-se à área total construída da edificação: A2. F-6.6 As coberturas das edificações que atendam aos requisitos abaixo: a) Não tiverem função de piso. A2 Condições de isenção e redução dos TRRF A2.3. obedecendo-se às recomendações contidas nesta norma e nas considerações abaixo. b) Não forem usadas como rota de fuga. com carga de incêndio (qfi) menor ou igual a 500 MJ/m 2. b) À estrutura e paredes de vedação das escadas e elevadores de segurança. C-3.14 desta norma e com as estruturas dimensionadas conforme Anexo D da NBR-14432.3.3. c) O seu colapso estrutural não comprometa a estabilidade das paredes externas.500m². e nem a estrutura principal da edificação. descritos em 5. de classes P 1 e P 2 (tabela A). quando abertos lateralmente conforme item 5.2. A2. nas condições do item A2. A2.7 e respectivos subitens. E6.3. excluindo-se dessa isenção as edificações pertencentes às divisões: C-2. A2.2 As isenções e reduções abaixo não se aplicam: a) Aos subsolos com mais de um piso de profundidade ou área de pavimento superior a 500 m². A2.3. A2.2 Edificações de classe P1 e P2 (tabela A) com área inferior a 1. 8 . de isolamento de riscos e de compartimentação.NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO ANEXO A TEMPOS REQUERIDOS DE RESISTÊNCIA AO FOGO (TRRF) A1 Os tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) devem ser determinados conforme a Tabela A deste anexo. F-4 (exclusivo para as áreas de transbordo e circulação de pessoas) e F-7.3 Edificações pertencentes às divisões F-3. exceto nas áreas destinadas a outras ocupações. H-2.1 e A2. de classes P 1 a P 4 (tabela A). A2. A2. conforme a ocupação específica).3 Edificações enquadradas nos subitens abaixo estão ISENTAS de TRRF.3. F-1.5 Edificações pertencentes às divisões G-1 e G-2 (garagens).1 As edificações desta seção para obterem o benefício de isenção ou redução dos TRRF devem atender aos objetivos do Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná e possuírem as saídas de emergência. M-2 (parques de tanques) e M-3 (centrais de comunicação e energia). as rotas de fuga e as condições de ventilação dimensionadas conforme regulamentações vigentes.4 Edificações pertencentes à divisão J-1 de classes P 1 e P 2 (tabela A). que caracterizem ou não ocupação mista (nestas regiões devem ser respeitados os TRRF constantes da Tabela A.1 Edificações de classe P 1 e P 2 (tabela A) com área inferior a 750m². H-3 e H-5. F-5. c) Às edificações do grupo L (explosivos) e às divisões M-1 (túneis).

14 desta norma.17 desta NPT.3. b) Possuírem carga de incêndio específica menor ou igual a 500 MJ/m2. não podendo haver em qualquer hipótese sobreposições de isenções.3.0m de altura.3.9 Edificações destinadas a academias de ginástica e similares (divisão E-3). musculação e similares. com pelo menos duas fachadas para acesso e estacionamento operacional de viaturas.7 Os mezaninos que apresentem área inferior a 750 m² cuja estrutura não dependa da estrutura principal do edifício.NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO A2.10. d) Forem do grupo J (depósito). A2. não necessita ser maior que: a) 60 min para as edificações de classes P1 a P4. de classe II-A.8 As escadas abertas (não enclausuradas).3 (tempo equivalente) fica a critério do responsável técnico. das edificações com até 80. com carga de incêndio específica menor ou igual a 2.3. c) Forem do grupo I (industrial).000m 2. quando atenderem um ou mais requisitos abaixo: a) Forem providas de chuveiros automáticos com bicos do tipo resposta rápida. A2. desde que não possuam materiais combustíveis incorporados em suas estruturas. conforme consta na NPT 006 Acesso de Viatura na Edificação e Áreas de Risco. desde que possuam nestas áreas materiais de acabamento e revestimento incombustíveis ou.4 As edificações térreas podem ter os TRRF constantes da Tabela A reduzidos em 30 min. A2. A2. b) 90 min para as edificações de classe P5. nas áreas destinadas a piscinas.6 A opção de escolha para a determinação do TRRF conforme item 5. caso atendam um dos seguintes requisitos abaixo: a) Forem providas de chuveiros automáticos.200 MJ/m2. A2.3. conforme NPT 010 – Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento. ou b) Possuírem área total menor ou igual a 5.10 Edificações térreas. em função do item A2 e subitens ou em função de aços não convencionais. dimensionados conforme normas específicas. de classes P 1 e P2. 9 .5 O TRRF das vigas secundárias. vestiários. Esses elementos estruturais devem ser dimensionados de forma a não entrar em colapso caso ocorra a ruína da cobertura do edifício. bem como os mezaninos com área superior a 750 m² das edificações isentas de verificação do TRRF A2.1 A isenção deste item não se aplica: a) Quando a cobertura da edificação tiver função de piso ou for usada como rota de fuga. acabamentos ou revestimentos. conforme item 5. ou c) Forem consideradas lateralmente abertas.000MJ/m 2. que perfaçam no mínimo 50% do perímetro da edificação. salas de ginástica. b) Quando os elementos estruturais considerados forem essenciais à estabilidade de um elemento de compartimentação ou de isolamento de risco. conforme item 5. A2. com carga de incêndio específica menor ou igual a 1.

Casos não enquadrados serão definidos pela CTPI do CBM/PR 2.ANEXO A TABELA – TEMPOS REQUERIDOS DE RESISTÊNCIA AO FOGO (TRRF) Para a classificação detalhada das ocupações (Grupo e Divisão) consultar a Tabela 1 do Anexo A.3. F-2.2. F6. O TRRF dos subsolos não pode ser inferior ao TRRF dos pavimentos situados acima do solo (ver item 5. F-5.3. Para edificações de madeira: verificar item 5. L-2 e L-3 M-1 M Especial M-3 M-5 90 120 120 150 120 120 60 90 120 150 90 90 30 60 120 150 90 60 60 60 90 60 60 90 120 90 120 120 120 120 120 120 120 150 90 90 90 90 90 90 90 90 90 90 90 90 90 90 120 120 60 90 Classe S1 hs ≤10 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 90 90 30 60 Classe P1 h≤ 6 30 30 60 30 30 60 Classe P2 6 < h ≤12 30 60 60 60 30 60 Classe P3 12 < h ≤23 60 60 60 60 60 60 30 60 60 60 30 60 60 30 60 90 30 30 Classe P4 23 < h ≤30 90 90 90 90 90 90 60 90 90 90 30 90 90 60 90 120 30 30 Classe P5 30 < h ≤80 120 120 120 120 120 120 60 120 120 120 60 120 120 120 120 120 60 60 Classe P6 80 < h ≤120 120 150 150 120 120 150 90 120 120 120 150 150 Classe P7 120 < h ≤150 150 180 150 150 150 180 120 150 150 120 180 180 Classe P8 150 < h ≤250 180 180 180 180 180 180 180 150 180 180 Altura da edificação h (m) NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃOES F Locais de Reunião de Público Ver item A. F-8 e F-10 F-3.2.4 30 30 Notas: 1.3 30 30 30 30 30 30 30 30 60 60 60 60 30 60 60 30 30 60 10 Ver item A. considerar I-3 e J-4. do CSCIP-CBM/PR Profundidade do Subsolo h (m) Grupo Ocupação/Uso Divisão Classe S2 hs > 10 A B C D E Residencial Serviços de Hospedagem Comercial Varejista Serviços Profissionais e Técnicos Educacional e Cultura Física A-1 a A-3 B1 e B2 C-1a C-3 D-1 a D-3 E-1 a E-6 F-1. F-4 e F-7 F-9 G-1 e G-2 não abertos lateralmente G Serviços Automotivos G-3 e G-5 G-1 e G-2 abertos lateralmente H Serviços de Saúde e Institucionais H-1 e H-4 H-2.20 4. Para indústria ou depósito com inflamáveis.10) 3. H-3 e H-5 I-1 I Industrial I-2 I-3 J-1 J-2 J Depósitos J-3 J-4 L Explosivos L-1. respectivamente .

8m totalmente expostas ao fogo (em uma face) (**) Ensaio encerrado sem ocorrência de falência em nenhum dos três critérios de avaliação.5 agregado gaúcho (granizo pedra nº 3): armadura simples posicionada à meia espessura das paredes. .ANEXO B (INFORMATIVO) TABELA DE RESISTÊNCIA AO FOGO PARA ALVENARIAS Características das paredes Traço em volume da argamassa do assentamento Cimento Meio tijolo s/ revestimento Um tijolo sem revestimento Meio .5 kg Parede de blocos vazados de concreto (2 furos) (blocos com dimensões nominais: 14 cm x 19 cm x 39 cm e 19 cm x 19 cm x 39 cm.5 22 185 ≥3 ≥3 3 3 - 1 4 1 1 3 1 2 9 1.tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Cal Areia Traço em volume de argamassa de Espessura revestimento média da Chapisco Emboço argamassa de assentaCimento Areia Cimento Cal Areia mento (cm) 1 1 1 1 1 1 3 3 1 1 2 2 9 9 Resultado dos ensaios Tempo de atendimento aos critérios Espessura de de avaliação (horas) Resistência argamassa de Espessura Duração total da do ensaio ao fogo revestimento Isolação (cada face) parede (cm) (min) Integridade Estanqueidade (horas) térmica (cm) Paredes ensaiadas (*) NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃOES Parede de tijolos de barro cozido (dimensões nominais dos tijolos 5 cm x 10 cm x 20 cm: Massa: 1. possuindo malha de lados 15 cm.5 23 11. de aço CA50A diâmetro ¼ polegada (*) Paredes sem função estrutural ensaiadas totalmente vinculadas dentro da estrutura de concreto armado.tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Bloco de 14 cm sem revestimento Bloco de 19 cm sem revestimento Bloco de 14 cm com revestimento Bloco de 19 cm com revestimento Meio .5 2.5 17 150 ≥2 ≥2 2 2 1 1 8 1 1 3 1 2 9 1. 1 cimento: 2.8m x 2. com dimensões 2.9 Kg) Paredes de concreto armado monolítico sem revestimento - 1 1 1 1 5 5 5 5 2.5 13 150 ≥2 ≥2 2 2 - 1 4 1 1 3 1 2 9 1. e massas de 13 kg e 17 kg respectivamente Paredes de tijolos cerâmicos de 8 furos (dimensões nominais dos tijolos 10 cm x 20 cm x 20 cm (massa 2.5 areia média: 3.5 16 300 (**) 150 210 ≥4 2 3 ≥4 2 3 ≥4 1 3 >4 1½ 3 Traço do concreto em volume.5 10 20 15 25 120 395 (**) 300 300 (**) ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 1½ ≥6 4 ≥5 1½ ≥6 4 >6 1 1 8 1 - - - - - - 14 100 ≥ 1½ ≥ 1½ 1½ 1½ 11 1 1 8 1 - - - - - - 19 120 ≥2 ≥2 1½ 1½ 1 1 8 1 1 3 1 2 9 1.

ANEXO C (INFORMATIVO) TABELA DE RESISTÊNCIA AO FOGO DE PAREDES EM CHAPAS DE GESSO PARA DRYWALL Características das paredes Itens Paredes ensaiadas conforme normas ABNT (ver item 3.5 120/70/600/ 2 ST 12.5 1ST 12.5 – 2 RF 12.5 2ST 12.5 – 1 ST 12.5 2RF 15 2RF 15 2RF 15 2RF 15 Resultado dos ensaios Tempo de atendimento aos critérios de avaliação Integridade 30 30 30 30 60 60 60 90 90 90 120 120 120 120 Estanqueidade 30 30 30 30 60 60 60 90 90 90 120 120 120 120 Isolação Térmica 30 30 30 30 60 60 60 90 90 90 120 120 120 120 Resistência ao fogo CF (corta fogo) NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃOES 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 73/48/600/ 1 ST 12.5 – 2 RF 12.5 – 2 ST 12.5 1ST 12.5 100/75/600/ 1 ST 12.5 140/90/600/ 2 RF 12.5 – 1 ST 12.) Espessura total da parede (mm) 73 95 100 115 98 120 140 98 120 140 108 130 135 150 Largura da estrutura de aço (mm) 48 70 75 90 48 70 90 48 70 90 48 70 75 90 Espaçamento da estrutura de aço (mm) 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 Qtd.5 98/48/600/ 2 ST 12.5 95/70/600/ 1 ST 12.5 – 2 ST 12. (mm) da chapa de gesso de cada lado da estrutura 1ST 12.5 2ST 12.5 108/48/600/ 2 RF 15 – 2 RF 15 130/70/600/ 2 RF 15 – 2 RF 15 135/75/600/ 2 RF 15 – 2 RF 15 150/90/600/ 2 RF 15 – 2 RF 15 CF 30 CF 30 CF 30 CF 30 CF 60 CF 60 CF 60 CF 90 CF 90 CF 90 CF 120 CF 120 CF 120 CF 120 12 .5 140/90/600/ 2 ST 12.5 2RF 12.5 – 1 ST 12. tipo e esp.5 98/48/600/ 2 RF 12.5 – 2 RF 12.5 2RF 12.5 120/70/600/ 2 RF 12.5 2RF 12.5 115/90/600/ 1 ST 12.5 1ST 12.5 – 2 ST 12.5 2ST 12.5 – 1 ST 12.

NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO ANEXO D MÉTODO DO TEMPO EQUIVALENTE PARA REDUÇÃO DO TRRF O tempo equivalente a ser determinado conforme a formulação abaixo não poderá ter valores menores de TRRF conforme o especificado no item 5.FATORES DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO VALORES DE γn1 γn2 γn3 Existência de chuveiros automáticos (γn1) 0.3 (e subitens) desta NPT. pela equação D2 e Tabela D2 W – é um fator adimensional associado a ventilação do ambiente e à altura do compartimento analisado. TABELA D1 . γn = é o produto γn1 x γn2 x γn3 que são fatores adimensionais que levam em conta a presença de medidas de proteção ativa da edificação e determinados conforme Tabela D1. (Eq.:Na ausência de algum meio de proteção indicado na tabela acima. D1) qfi – é o valor da carga de incêndio específica do compartimento analisado em MJ/m² e determinada conforme NPT 014 . Teq = 0. Anexo A.60 Brigada contra incêndio (γn2) 0. A redução de TRRF desse está limitada a 30 min dos valores dos TRRF constantes da Tabela A. γs= é o produto γs1 x γs2 que são fatores adimensionais que dependem do risco de incêndio e determinados respectivamente.90 Existência de detecção automática (γn3) 0.90 Obs.07 qfi γn γs W Onde: teq – tempo equivalente (minutos). EQUAÇÃO PARA A DETERMINAÇÃO DO “γs1” γs1 = 1 + Af (h + 3) 105 Onde: 1 ≤ γs1 ≤ 3 Af – área de piso do compartimento analisado (m2) h – altura do piso habitável mais alto do edifício (m) (Eq. desta NPT (ver item 5. D2) 13 . adotar o respectivo γn igual a 1. determinado conforme equação D3.3).

25 Af Onde: H – altura do compartimento (m) Av – área de ventilação vertical (janelas. indústria mecânica Laboratório químico.2 1. depósitos em geral Montagem de automóveis. hangar.NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO TABELA D2 . laboratório fotográfico. galeria de arte. parque aquático. oficina elétrica ou mecânica. EQUAÇÃO PARA A DETERMINAÇÃO DO “W” (Eq. hotel. oficina de pintura de automóveis 1. D3: 0. consultório médico.5 Média Alta Nota: as ocupações não relacionadas poderão ser enquadradas por similaridade. escritório. frigorífico. livraria. depósitos de: produtos farmacêuticos. museu Biblioteca. portas e similares) (m²) Ah – área de ventilação horizontal . correio. teatro.0 Normal 1.piso (m²) Af – área de piso do compartimento analisado (m²) 14 . cinema.85 Escola. igreja. D3) Nota: limite de aplicação da Eq. residência. indústria de papel. bebidas alcoólicas.RISCO DE ATIVAÇÃO (γs2) VALORES DE γ s2 RISCO DE ATIVAÇÃO DO INCÊNDIO Pequena EXEMPLOS DE OCUPAÇÃO 0. hospital.025 ≤ AV ≤ 0.restaurante. farmácia. venda de acessórios de automóveis.

NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 009 Compartimentação Horizontal e Compartimentação Vertical CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 19 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 Objetivo Aplicação Referências Normativas e Bibliográficas Definições Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Cortinas corta-fogo ANEXOS . 2 APLICAÇÃO Esta Norma de Procedimento Técnico (NPT) aplica-se a todas as edificações onde são exigidas a compartimentação horizontal e/ou compartimentação vertical. estabelecendo detalhamentos técnicos relativos à área de compartimentação.3 A compartimentação vertical se destina a impedir a propagação de incêndio no sentido vertical. conforme previsto no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.1 Estabelecer os parâmetros da compartimentação horizontal e compartimentação vertical do Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico das edificações e áreas de risco do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. 1. entre pavimentos elevados consecutivos .2 A compartimentação horizontal se destina a impedir a propagação de incêndio no pavimento de origem para outros ambientes no plano horizontal. 1. ou seja. 1 .TABELAS A – Modelos de compartimentação horizontal e vertical B – Tabela de área máxima de compartimentação 1 OBJETIVO 1.

NBR 17240 – Sistema de detecção e alarme de incêndio – Projeto. e impede a passagem das chamas e da fumaça (estanqueidade). as seguintes propriedades: integridade mecânica a impactos (resistência). impede a passagem das chamas e da fumaça (estanqueidade). por um período determinado de tempo. NBR 11711 – Portas e vedadores corta-fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais. 4 DEFINIÇÕES Além das definições constantes da NPT 003 – Terminologia de Segurança Contra Incêndio. comissionamento e manutenção de sistemas de detecção e alarme de incêndio – Requisitos.1 Área máxima para compartimentação e composição Sempre que houver exigência de compartimentação horizontal (de áreas). Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. NBR 10636 – Paredes divisórias sem função estrutural – Determinação da resistência ao fogo. ISO 1182 – Reaction to fire tests for products – Non combustible test. 4. NBR 5628 – Componentes construtivos estruturais – determinação da resistência ao fogo. aplicam-se as definições específicas abaixo: 4. NBR 7199 – Projeção. instalação.2 Elemento para-chamas é aquele que apresenta. deve-se restringir as áreas dos compartimentos. NBR 14925 – Unidades envidraçadas resistentes ao fogo para uso em edificações. NBR 11742 – Porta corta-fogo para saídas de emergência.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Instrução Técnica nº 09/2011 – Compartimentação horizontal e compartimentação vertical. NBR 14432 – Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimento. execução e aplicações de vidros na construção civil. as seguintes propriedades: integridade mecânica a impactos (resistência). 5 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL 5. de acordo com o anexo B “Tabela de área máxima de compartimentação”. por um período determinado de tempo. não proporcionando isolamento térmico. com os seguintes elementos construtivos ou de vedação: a) Paredes corta-fogo. NBR 6479 – Portas e vedadores – determinação da resistência ao fogo. NBR 13768 – Acessórios destinados à porta corta-fogo para saída de emergência – requisitos.1 Elemento corta-fogo é aquele que apresenta. 2 . NBR 6118 – Projeto e execução de obras em concreto armado. NBR 14323 – Dimensionamento de estrutura de aço de edifício em situação de incêndio – Procedimento. e impede a passagem de caloria (isolamento térmico).

devem ser afastadas horizontalmente entre si por trecho de parede com 2.90 m (Figura A1). em lados opostos da parede de compartimentação. com extensão mínima de 0.2 No caso de edificações que possuam coberturas combustíveis (telhados).NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL b) Portas corta-fogo.0 m de extensão devidamente consolidada à parede de compartimentação e apresentando a mesma resistência ao fogo (Figura A1). não há necessidade de estender a parede 1.2. devem ser exigidos os seguintes requisitos: 5. 5.6 As aberturas situadas em fachadas ortogonais. 5.5 A distância mencionada no item anterior pode ser substituída por um prolongamento da parede de compartimentação.2.2.0 m acima do telhado: (Figura 1) Figura 1 – Afastamento de telhas combustíveis 5. d) Registros corta-fogo (dampers).2.2. sendo construída entre o piso e o teto devidamente vinculada à estrutura do edifício. translúcidas ou não. f) Cortina corta-fogo.2. pertencentes a áreas de compartimentação horizontal distintas do edifício devem estar distanciadas 4. estiverem distanciadas pelo menos 2 metros da parede de compartimentação. g) Afastamento horizontal entre aberturas.1 A parede de compartimentação deve ter a propriedade corta-fogo.0 m na projeção horizontal. externo à edificação. 5. com reforços estruturais adequados.4 As aberturas situadas na mesma fachada. c) Vedadores corta-fogo. 3 . a parede de 5. de forma a evitar a propagação do incêndio por radiação térmica (Figura 2). e) Selos corta-fogo.2 Características de construção Para os ambientes compartimentados horizontalmente entre si. no mínimo. 1.0 m acima da linha de cobertura (telhado). compartimentação deve estender-se.3 Se as telhas combustíveis. 5.

.

5. quanto às distâncias máximas a serem percorridas.12 A compartimentação horizontal deve ser compatibilizada com o atendimento da NPT 011 – Saídas de emergências.4.4.6 e 5.2.2.2 desta NPT. independente do pavimento.10 As paredes de compartimentação devem ser dimensionadas estruturalmente de forma a não entrarem em colapso caso ocorra a ruína da cobertura do edifício do lado afetado pelo incêndio. vestiários. de forma que cada área compartimentada seja dotada de no mínimo uma saída para local de segurança. Distância de Compartimentação “d” (metros) 4 5 6 7 8 9 10 5.11 A resistência ao fogo dos materiais constitutivos da parede de compartimentação sem função estrutural deve ser comprovada por meio do teste previsto na NBR 10636 . 5.4.6 e 5.2. saunas e piscinas pode ser de 4.2.3 Proteção das aberturas nas paredes de compartimentação As aberturas existentes nas paredes de compartimentação devem ser devidamente protegidas por elementos corta-fogo de forma a não serem comprometidas suas características de resistência ao fogo.2.9 As distâncias requeridas nos itens 5. de acordo com as condições prescritas no item 5. 2) As distâncias acima devem ser aplicadas entre as aberturas mais próximas na projeção horizontal. 5.7 podem ser reduzidas pela metade caso as aberturas sejam protegidas por elementos construtivos para-chama. 3) A distância máxima entre aberturas situadas em banheiros.8 As distâncias requeridas nos itens 5. das duas edificações.2. de acordo com as condições prescritas no item 5. 5 .2.Paredes divisórias sem função estrutural – Determinação da resistência ao fogo . 5. 5.0 m. conforme as condições do item 5.2 desta NPT.2.7 podem ser suprimidas caso as aberturas sejam protegidas por elementos construtivos corta-fogo.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL TABELA 2 – AFASTAMENTO ENTRE FACHADAS PARALELAS Porcentagem de abertura de toda a fachada (%) Até 20 De 21 a 30 De 31 a 40 De 41 a 50 De 51 a 60 De 61 a 70 Acima de 70 Notas da Tabela 1: 1) A porcentagem de abertura é obtida dividindo-se a soma das áreas de aberturas pela área total de fachada.2.2 desta NPT.

3. 6 . hidrossanitárias.2.3.1 Portas corta-fogo As portas destinadas à vedação de aberturas em paredes de compartimentação devem ser do tipo corta-fogo.2 Vedadores corta-fogo As aberturas nas paredes de compartimentação de passagem exclusivas de materiais devem ser protegidas por vedadores corta-fogo atendendo às seguintes condições: 5.1. desde que as dimensões máximas especificadas nesta norma sejam respeitadas. o status dos equipamentos deve ser indicado na central do sistema e deve ser prevista a possibilidade de fechamento dos dispositivos de forma manual na central do sistema.1 Devem ser ensaiadas para caracterização da resistência ao fogo seguindo os procedimentos da NBR 6479.5 m 2.3. por exemplo. por esteiras transportadoras.3.3.3.3 Quando houver necessidade de passagem (rota de saída) entre ambientes compartimentados providos de portas de acordo com a NBR 11711. 5.3 Selos corta-fogo Quaisquer aberturas existentes nas paredes de compartimentação destinadas à passagem de instalações elétricas.2.3.2 Os tubos plásticos de diâmetro interno superior a 40 mm devem receber proteção especial representada por selagem capaz de fechar o buraco deixado pelo tubo ao ser consumido pelo fogo em ambos os lados da parede. A cortina d´água pode ser interligada ao sistema de hidrantes. que deve possuir acionamento automático. atendendo aos parâmetros da NPT 023 – Sistemas de chuveiros automáticos e normas técnicas específicas. representados. devem ser instaladas adicionalmente portas de acordo com a NBR 11742 (Figura A1).3.1 As portas corta-fogo devem atender ao disposto na norma NBR 11742 para saídas de emergência e NBR 11711 para compartimentação em ambientes comerciais. o fechamento automático dos vedadores deve ser comandado por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 17240.3. 5.2 Na situação de compartimentação de áreas de edificações comerciais. industriais e de depósitos.2. telefônicas e outros que permitam a comunicação direta entre áreas compartimentadas devem ser seladas de forma a promover a vedação total corta-fogo atendendo às seguintes condições: 5. sendo aplicáveis as seguintes condições: 5.2 Caso a classe de ocupação não se refira a edifícios industriais ou depósitos.4 Na impossibilidade de serem utilizados vedadores corta-fogo.3 Quando o fechamento for comandado por sistema de detecção automática de incêndio.3.1 Os vedadores corta-fogo devem atender ao disposto na norma NBR 11711.3.2.3.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL 5. 5. 5. 5. pela existência de obstáculos na abertura. 5.3. industriais e de depósitos são aceitas também portas corta-fogo de acordo com a norma NBR 11742. pode-se utilizar alternativamente a proteção por cortina d’água. 5.1. 5.1.3. desde que a área da abertura não ultrapasse 1.

porém nunca inferior a 60 min. além da adequada selagem corta-fogo da abertura em torno dos dutos.4.5 A falha do dispositivo de acionamento do registro corta-fogo deve se dar na posição de segurança. os apartamentos residenciais. H3.4. as salas de aula. que não possam ser dotados de registros corta-fogo. o fechamento automático dos registros deve ser comandado por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 17240. as celas de presídios e 7 .4. o status dos equipamentos deve ser indicado na central do sistema e o fechamento dos dispositivos deve poder ser efetuado por decisão humana na central do sistema. ar condicionado ou exaustão atravessarem paredes de compartimentação. 5.3 São consideradas unidades autônomas.5. qualquer falha que possa ocorrer deve determinar automaticamente o fechamento do registro.5.4 Quando o fechamento for comandado por sistema de detecção automática de fumaça.1 Os registros corta-fogo devem ser ensaiados para caracterização da resistência ao fogo seguindo os procedimentos da NBR 6479. 5.5. 5. para efeito desta NPT.4 Registros corta-fogo (Dampers) Quando dutos de ventilação. 5.3.3. de acordo com o prescrito na NPT 008. devem existir registros corta-fogo devidamente ancorados à parede de compartimentação. as áreas de compartimentação horizontal devem ser separadas por paredes de compartimentação.4.5 Condições especiais da compartimentação horizontal 5. 5. para as ocupações dos grupos A (A2 e A3). 5.4.3.3.4 Características de resistência ao fogo 5.3 No caso da classe de ocupação não se referir aos edifícios industriais ou depósitos. devem ser dotados de proteção em toda a extensão (de ambos os lados das paredes).3. 5. E e H (H2. As seguintes condições devem ser atendidas: 5. 5.2 As paredes divisórias entre unidades autônomas e entre unidades e as áreas comuns. os quartos de hotéis.3.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL 5. B.3. devendo atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF). as enfermarias e quartos de hospital.1 No interior da edificação.2 Os elementos de proteção das aberturas existentes nas paredes corta-fogo de compartimentação podem apresentar TRRF de 30 min menor que a resistência das paredes de compartimentação.3 A destruição da instalação do lado afetado pelo fogo não deve promover a destruição da selagem.2 Os registros corta-fogo devem ser dotados de acionamentos automáticos comandados por meio de fusíveis bimetálicos ou por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 17240.4. 5. conforme NPT 008 – Resistência ao fogo dos elementos de construção.4. ar-condicionado e/ou exaustão.3. 5.4.1 A compartimentação horizontal está dispensada nas áreas destinadas exclusivamente a estacionamento de veículos. garantindo resistência ao fogo igual a das paredes.6 Os dutos de ventilação.3. H5 e H6) devem possuir requisitos mínimos de resistência ao fogo. motéis e flats. ou seja. 5.

b) Enclausuramento de escadas por meio de parede de compartimentação.2 m separando aberturas de pavimentos consecutivos (Figura A2). c) Enclausuramento de poços de elevador e de monta-carga por meio de parede de compartimentação.2. por qualquer meio. 6. 6. totalizando o mínimo de 1.1.2 Quando a separação for provida por meio dos prolongamentos dos entrepisos. 0.2. separando aberturas de pavimentos consecutivos.2.1. implica na somatória das áreas dos pavimentos. 5.5.20 m (Figura A5).1.2. h) Selagem perimetral corta-fogo. as abas devem se projetar.1 Quando a separação for provida por meio de vigas e/ou parapeitos.1 Compartimentação vertical na envoltória do edifício (fachadas) As seguintes condições devem ser atendidas pelas fachadas.1 Deve existir elemento corta-fogo na fachada. podem ser somadas as dimensões da aba horizontal e a distância da verga até o piso da laje superior.3 Para efeito de compartimentação vertical externa das edificações de baixo risco (até 300 MJ/m²). que podem se constituir de vigas e/ou parapeito ou prolongamento dos entrepisos. 6.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL assemelhados. f) Vedadores corta-fogo. com tempo de resistência determinado pela NPT 008.1.4 Nas edificações exclusivamente residenciais. A compartimentação vertical é constituída dos seguintes elementos construtivos ou de vedação: a) Entrepisos corta-fogo. com intuito de dificultar a propagação vertical do incêndio pelo exterior dos edifícios: 6. d) Selos corta-fogo. estes devem apresentar altura mínima de 1. e) Registros corta-fogo (dampers).1.2. 6.1. as sacadas e terraços utilizadas na composição da 8 .2. de acordo com o anexo “B” desta NPT. 6 COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL 6. para fins de cálculo da área máxima compartimentada. 6.1.1.2 Características de construção 6. no mínimo. i) Cortina corta-fogo.1.4 Subsolos ocupados devem atender às exigências específicas da Tabela 7 do Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros do Paraná.1 Área máxima de compartimentação e composição A inexistência ou a simples quebra da compartimentação vertical. além do alinhamento da fachada.9 m além do plano externo da fachada (Figura A3). g) Elementos construtivos corta-fogo de separação vertical entre pavimentos consecutivos.

2. 6.2. de acordo com o inciso 6.7 Nas edificações com fachadas totalmente envidraçadas ou “fachadas-cortina” são exigidas as seguintes condições: (Figura A4).4 Os caixilhos e os componentes transparentes ou translúcidos das janelas devem ser compostos por materiais incombustíveis.7. 6.1. 6.2.2 As frestas ou as aberturas entre a “fachada-cortina” e os elementos de separação devem ser vedados com selos corta-fogo em todo perímetro. cuja resistência ao fogo não deve ser comprometida pelas transposições que intercomunicam pavimentos.3 Aberturas nos entrepisos 6.1 Os entrepisos podem ser compostos por lajes de concreto armado ou protendido ou por composição de outros materiais que garantam a separação física dos pavimentos.1.7.3 Devem ser atendidos os itens 6.2.2.2. ou seja.1.1.2 Compartimentação vertical no interior do edifício A compartimentação vertical no interior dos edifícios é provida por meio de entrepisos.1.1 Escadas 9 .NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL compartimentação vertical. parede e teto).1.7. 6. 6. A incombustibilidade desses materiais deve ser determinada em ensaios utilizando-se o método ISO 1182/2010. devem ser previstos atrás destas fachadas. 6.5. a fim de não comprometer a resistência ao fogo destes elementos.3.2.1.2. 6. de forma a garantir a resistência ao fogo do conjunto.2.2.2. elementos corta-fogo de separação.4 e 6.3 As fachadas pré-moldadas devem ter seus elementos de fixação devidamente protegidos contra a ação do incêndio e as frestas com as vigas e/ou lajes devidamente seladas. 6. 6.2 A resistência ao fogo dos entrepisos deve ser comprovada por meio de ensaio segundo a NBR 5628 ou dimensionada de acordo com norma brasileira pertinente. instalados parapeitos.1 desta NPT. 6. desde que sejam constituídos por materiais de acabamento e de revestimento incombustíveis (piso.1. vigas ou prolongamentos dos entrepisos.2.2.2. Tais selos devem ser fixados aos elementos de separação de modo que sejam estruturalmente independentes dos caixilhos da fachada não sendo danificados em caso de movimentação dos elementos estruturais da edificação.2 Os elementos corta-fogo de separação entre aberturas de pavimentos consecutivos e as fachadas cegas devem ser consolidadas de forma adequada aos entrepisos.1. As aberturas existentes nos entrepisos devem ser devidamente protegidas por elementos corta-fogo de forma a não serem comprometidas suas características de resistência ao fogo.6 Os revestimentos das fachadas das edificações devem atender ao contido na NPT 010 – Controle de material de acabamento e de revestimento. 6.5 Todas as unidades envidraçadas devem atender aos critérios de segurança previstos na NBR 7199. podem ser fechadas com vidros de segurança.2.1. exceção feita aos vidros laminados.2.1 Se a própria fachada não for constituída de vidros corta-fogo.1. 6.2.1. 6.

2 Devem ser atendidas as condições estabelecidas nos itens 6. 6.3. os trechos das escadas que provém do subsolo ou dos pavimentos elevados devem ser enclausurados de maneira equivalente a todos os outros pavimentos.2.1.2 Elevadores Os poços destinados a elevadores devem ser constituídos por paredes de compartimentação devidamente consolidadas aos entrepisos e devem atender às seguintes condições: 6.3.3.6.2.2. ser efetuado por decisão humana na central.3.5 Alternativamente às portas para-chamas de andar pode-se enclausurar os halls dos elevadores.3. suas portas corta-fogo podem permanecer abertas desde que sejam utilizados dispositivos elétricos que permitam seu fechamento em caso de incêndio.2.3. 6.4 As portas para-chamas dos andares dos elevadores.1.3. exceção feita à pintura de acabamento.3.e 6.3. alternativamente.1.3.1.1.3. podem ser substituídas pelo enclausuramento dos halls de acesso aos elevadores.3. 6.1. 6.4 Excepcionalmente.2. qualquer falha que possa ocorrer deve determinar automaticamente o fechamento da porta.1. mantidas permanentemente abertas e comandadas por sistema de detecção automática de fumaça. com resistência ao fogo de 30 minutos. quando a escada de segurança for utilizada como via de circulação vertical em situação de uso normal dos edifícios. 6.5 A falha dos dispositivos de acionamento das portas corta-fogo deve dar-se na posição de segurança.5 e 6. de acordo com a NBR 17240.1. caracterizados de acordo com o método ISO 1182/2010. atendendo aos requisitos da NPT 011 e às seguintes condições: 6.2 As portas corta-fogo de ingresso nas escadas e entre as antecâmaras e a escada devem atender ao disposto na NBR 11742.3. comandados por sistema de detecção automática de fumaça e instalados nos halls de acesso às escadas. ou seja. 6. 6. 6.1.3. 6.1. por meio de paredes e portas corta-fogo.3 As portas de andares dos elevadores não devem permanecer abertas em razão da presença da cabine nem abrir em razão do dano provocado pelo calor aos contatos elétricos que comandam sua abertura. 6.3.2.6 A situação das portas corta-fogo (aberto ou fechado) deve ser indicada na central do sistema de detecção e o fechamento das mesmas deve.1. 10 .8 A exigência de resistência ao fogo das paredes de enclausuramento da escada também se aplica às antecâmaras quando estas existirem.3.1 A resistência ao fogo dos materiais constitutivos da parede de compartimentação sem função estrutural deve ser comprovada por meio do teste previsto na NBR 10636.7 Nos pavimentos de descarga. 6. fechando automaticamente em caso de incêndio e atendendo ainda ao disposto nos itens 6.3. 6.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL As escadas devem ser enclausuradas por meio de paredes de compartimentação e portas corta-fogo.1 As portas de andares dos elevadores devem ser classificadas como para-chamas.3.1. de acordo com a NBR 17240. por meio de portas retráteis corta-fogo.1.3 As portas corta-fogo utilizadas para enclausuramento das escadas devem ser construídas integralmente com materiais incombustíveis.

6.3.3 Monta-cargas Os poços destinados à monta-carga devem ser constituídos por paredes de compartimentação devidamente consolidadas aos entrepisos e devem atender às seguintes condições: 6. hidrossanitárias. que permitam a comunicação direta entre os pavimentos de um edifício. manual ou mecanicamente.3 As portas de andar do monta-carga não devem permanecer abertas em razão de presença da cabine nem abrir em razão do dano provocado pelo calor aos contatos elétricos que comandam sua abertura.3. telefônicas e outras.3.5 Alternativamente às portas para-chamas do monta-carga. 6.3. 6. 6.3.3.2 Devem ser atendidas as condições estabelecidas nos itens 6.3.3.4 Tais selos podem ser substituídos por paredes de compartimentação cegas posicionadas entre piso e teto.1.3.1.2. os halls de acesso aos elevadores devem ser enclausurados conforme as condições estabelecidas nos itens 6.4.4.3 ao 6.7.3.2. devem ser seladas de forma a promover a vedação total corta-fogo atendendo às seguintes condições: 6. 6.3. 6.3.2.3.6 As portas mencionadas no item anterior não devem estar incluídas nas rotas de fuga.3.3.3.6.3. 6.4 As portas mencionadas devem ser ensaiadas seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.1 Devem ser ensaiadas para a caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.4 Prumadas das instalações de serviço Quaisquer aberturas existentes nos entrepisos destinadas à passagem de instalação elétrica.2.1 As portas de andares devem ser classificadas como para-chamas.3.2 Os tubos plásticos com diâmetro interno superior a 40 mm devem receber proteção especial representada por selagem capaz de fechar o buraco deixado pelo tubo ao ser consumido pelo fogo abaixo do entrepiso.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL 6. com resistência ao fogo de 30 minutos.5 e 6. 6.5 Aberturas de passagem de dutos de ventilação.3.3. 6. ar-condicionado e exaustão Quando dutos de ventilação. ar-condicionado ou exaustão atravessarem os entrepisos.4. além da adequada 11 .3.9 As portas de andar de elevadores e as portas de enclausuramento dos halls devem ser ensaiadas para a caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.7 As portas retráteis corta-fogo também devem ser abertas ou fechadas no local de sua instalação.4.1. 6. 6.1.3.3.3. 6. 6.3 A destruição da instalação do lado afetado pelo fogo não deve promover a destruição da selagem. requerendo na primeira situação um esforço máximo de 130 N.8 O enclausuramento dos halls dos elevadores permitirá a disposição do elevador de emergência em seu interior.3.

atendendo às condições estabelecidas no item 5.2. 6.3 Os vidros para-chamas devem atender aos requisitos da NBR 14.7 Átrios Os átrios devem ser entendidos como espaços no interior de edifícios que interferem na compartimentação horizontal ou vertical.7.4 As cortinas automatizadas corta-fogo devem atender ao contido nos itens 7.5.3.1 a 5.3. 6.2.3.2 A proteção do átrio deve ser feita em todos os pavimentos servidos em seu perímetro interno ou no perímetro da área de circulação que o rodeia em cada pavimento.3. 6. cujo acionamento deve atender às condições estabelecidas nos itens 5. de acordo com o previsto no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.2.0 m de altura.3.479. 6.3. lareiras.3.7.9 Prumadas de ventilação permanente Os dutos de ventilação/exaustão permanentes de banheiros.3. como esgoto e águas pluviais. de acordo com o CSCIPCBMPR.4. as derivações existentes nos pavimentos devem ser protegidas por registros corta-fogo. ar-condicionado e exaustão não possam ser dotados de registros cortafogo na transposição dos entrepisos.3. cortinas automatizadas corta-fogo ou outro elemento corta-fogo. 6. o mesmo deve ser protegido por vidros para-chamas.3.7. aqueles que não possuem nenhuma oclusão em sua parte superior.3.1. garantindo a adequada resistência ao fogo. detecção de fumaça e controle de fumaça).6 Aberturas de passagem de materiais As aberturas nos entrepisos de passagem exclusiva de materiais devem ser protegidas por vedadores cortafogo.1.1 Caso os dutos de ventilação.2 ao 7. e devem ser certificados por laboratório independente.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL selagem corta-fogo da abertura em torno do duto.2 Quando permitido o átrio em edificações com mais de 60.4.3. ou normas internacionais equivalentes. Nesse caso.5.7. As paredes devem atender ao disposto nos itens 6.3.5. ou seja. 6.3.1. devem atender às condições de segurança previstas no item 6. 6.2.3. para evitar a quebra da compartimentação vertical.7.3.3 Os átrios descobertos.7.2.1 a 5.8 Prumadas enclausuradas As prumadas totalmente enclausuradas por onde passam as instalações de serviço.3.1 Os elementos de vedação do átrio devem ter o mesmo tempo de resistência ao fogo previsto para a edificação.3.4. 6.3.925 e da NBR 6.4. atentando para: 6. churrasqueiras e similares devem 12 . 6.2.1 A compartimentação vertical quebrada pelos átrios pode ser substituída por medidas de proteções alternativas (sistemas de chuveiros automáticos.7.2. não necessitam ser seladas desde que as paredes sejam de compartimentação e as derivações das instalações que as transpassam sejam devidamente seladas (conforme condições definidas em outros tópicos desta NPT). 6. devendo atender às condições de segurança abaixo descritas. para dificultarem a propagação do incêndio e da fumaça: 6. deve existir registros corta-fogo devidamente ancorados aos entrepisos e atendidas as condições estabelecidas nos itens 5..8.1 e 6. devem ser dotados de proteção em toda a extensão.

6.6 Todos os elementos de selagem corta-fogo devem ser autoportantes ou sustentados por armação protegida contra a ação do fogo. 6.4. quando não podem ser dotados de registros corta-fogo na transposição dos entrepisos devem ser protegidos em toda a extensão de forma a garantir a resistência mínima ao fogo de 120 min. no mínimo. os elementos de compartimentação vertical na envoltória do edifício. 6.4. porém nunca inferior a 60 min.9.4.4.4 Alternativamente ao disposto no item anterior. 6.3. no mínimo.2. Portas e vedadores corta-fogo podem apresentar TRRF de 30 min menor que as paredes. 6.3.1 As paredes de enclausuramento das escadas e elevadores de segurança.4.3.4 Características de resistência ao fogo 6. e a proteção dos átrios.3. as áreas distintas de compartimentação horizontal não se devem intercomunicar por dos dutos de ventilação permanente.4.1. dutos e antecâmaras. os tempos requeridos de resistência ao fogo conforme NPT 008. classificados como classe I de acordo com a NPT 010 – Controle de material de acabamento e de revestimento.3.3.4. 6.9.2 Cada prumada de ventilação deve fazer parte. ao TRRF igual ao estabelecido na NPT 808 porém.2 Os elementos de proteção das transposições nos entrepisos (selagens corta-fogo).3 Como exceção às regras estabelecidas nos itens 6.3.9.2 As selagens das prumadas das instalações de serviço e os registros protegendo aberturas de passagem de dutos de ventilação.1 Os entrepisos devem atender aos TRRF. conforme NPT 008.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL atender às seguintes condições para que não comprometam a compartimentação vertical dos edifícios: 6.4.3. 60 min e 30 min. cada derivação das prumadas deve ser protegida por registro corta-fogo.1 e 6.3.3. devem atender. As paredes que compõem estas prumadas devem atender ao disposto nos itens 6. 6.3 As portas corta-fogo de ingresso nas escadas em cada pavimento devem apresentar resistência mínima ao fogo de 90 min quando forem únicas (escadas sem antecâmaras) e de 60 min quando a escada for dotada de antecâmara.3 A prumada de ventilação permanente deve ser compartimentada em relação às demais áreas da edificação não destinadas a banheiros ou similares por meio de paredes e portas corta-fogo. ou seja.9.3.3.4 Os dutos de ventilação. devem atender aos TRRF conforme NPT 008.1 a 5.5 Condições especiais de compartimentação vertical 13 .1.4.9 (prumadas de ventilação permanente) devem apresentar resistência mínima ao fogo de. de uma única área de compartimentação horizontal. respectivamente.4. 6.1 Devem ser integralmente compostos por materiais incombustíveis. incluindo as fachadas sem aberturas (cegas).4. 6.2: 6. 6.4.4.1 e 6. constituídas pelo sistema estrutural das compartimentações e vedações das caixas. exclusivamente.5 As paredes e registros corta-fogo tratadas em 6.5. ar-condicionado e exaustão e prumada de ventilação permanente devem apresentar.3. não podendo ser inferior a 120 min. porém nunca inferior ao TRRF estabelecido na NPT 008. porém nunca inferior a 60 min.3. cujo acionamento deve atender às condições estabelecidas nos itens 5. 6.3. ar condicionado ou exaustão. 6.

2 ou nas edificações protegidas com chuveiros automáticos. 7.3 As escadas e rampas destinadas à circulação de pessoas provenientes dos subsolos das edificações devem ser compartimentados com PCF P-90 em relação aos demais pisos contíguos.3. de acordo com a NBR 17240. Esta exceção não se aplica para as compartimentações das fachadas.6 As cortinas automatizadas corta-fogo devem ser acionadas por sistema de detecção automática e por acionamento alternativo manual. escadas.2 As cortinas corta-fogo não devem ser utilizadas nas rotas de fuga e saídas de emergência.7. será permitida a interligação de. 7. 7.5. 14 . piso de descarga e demais pisos elevados.0 m da cortina corta-fogo. independente da área máxima compartimentada.1 Na proteção dos átrios. 7.1.1 As cortinas automatizadas corta-fogo podem ser utilizadas na compartimentação horizontal ou vertical. e não podem interferir ou inviabilizar o funcionamento dos sistemas de proteção existentes na edificação.2 Nas edificações protegidas com chuveiros automáticos. que deve ser analisada por meio de Comissão Técnica.5. 6. por meio de escadas ou rampas secundárias e átrios. para interligação de até dois pavimentos consecutivos situados acima do piso de descarga. 7.3 A utilização da cortina corta-fogo não exclui a necessidade de compartimentação das fachadas. Apenas uma abertura entre os pavimentos pode ser implementada através deste sistema. por intermédio de átrios. selagens dos shafts e dutos de instalações. entre uma parte da edificação considerada existente e a parte ampliada. para proteção de abertura em parede corta-fogo situada no mesmo pavimento.1 Quando exigida a compartimentação vertical.8 O equipamento deve ser certificado de acordo normas nacionais e/ou internacionais e testado em laboratório independente. 7. conforme Anexo “B”. três pavimentos consecutivos (nos pisos acima do térreo). 7.2 Os dutos e shafts de instalações dos subsolos devem ser compartimentados integralmente em relação ao piso térreo. nos casos previstos no item 6. rampas de circulação ou escadas rolantes.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL 6.4 As condições de fechamento das cortinas não devem oferecer risco de acidentes e ferimentos nas pessoas.5 Os materiais de construção da interligação devem ser incombustíveis e não deve haver nenhum material combustível a menos de 2.3 Nas edificações protegidas com chuveiros automáticos.5. independente da área máxima compartimentada. 7.7 Os integrantes da Brigada de Incêndio devem receber treinamento específico para a operacionalização deste sistema. 7. para interligação de até dois pavimentos consecutivos situados acima do piso de descarga. nas seguintes situações: 7. sobretudo no que se refere à restrição para as saída dos ocupantes. 6.1.1. no máximo. desde que o somatório de áreas desses pavimentos não ultrapasse os valores estabelecidos para a compartimentação de áreas. selagens dos shafts e dutos de instalações. 7 CORTINAS CORTA-FOGO 7.

NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL ANEXO A FIGURA A1 – MODELO DE COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL 15 .

0m 0.9m 16 .NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL ANEXO A FIGURA A1 – MODELO DE COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL 1.

NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL ANEXO A FIGURA A2 – MODELO DE COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL (VERGA-PEITORIL) H ≥ 1.2m FIGURA A3 – MODELO DE COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL (ABAS) 17 .

.

000 III Edificação de baixa-média altura 6 m<H≤12 m – 4.500 1.000 1. D-4 E-1.000 2.000 V Edificação medianamente alta 23 m<H≤30 m – 2.500 2.000 2.000 5.000 2.000 2.000 – – 5.000 1.000 1.500 10.000 2. conforme tabelas de exigências do CSCIP-CBMPR.500 2.000 1.000 – 5.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL ANEXO B TABELA DE ÁREA MÁXIMA DE COMPARTIMENTAÇÃO (m2) GRUPO TIPO DENOMINAÇÃO ALTURA A-1.000 1. F-4. E-3.000 Notas específicas: 1) A área máxima de compartimentação para edificações do grupo M-2 poderá ser dobrada quando a edificação for protegida por sistema fixos conforme NPT 025 – Segurança contra incêndio para líquidos inflamáveis e combustíveis.500 800 1.500 500 3. C-2 C-3 D-1.000 2. Notas genéricas: a) Observar os casos permitidos de substituição da compartimentação de áreas.000 3.000 1.000 – 3.000 500 200 500 VI Edificação alta Acima de 30.000 – 2. de acordo com as tabelas de exigências do CSCIP-CBMPR.000 1.000 – 1. por sistema de chuveiros automáticos.500 300 1.500 – 1.000 3.000 3. A-2.000 5. B-2 C-1.000 2.000 IV Edificação media altura 12 m<H≤23 m – 3.000 – 10.000 – 5.000 3.000 2.500 5. G-3 e G-5 G-4 H-1. F-7e F-9 F-5 e F-6 F-8 F-10 G-1. acrescidos.000 – 1.000 – – 2.000 2.000 1.500 2.000 – – 5. H-2.000 – 5. G-2. E-4.000 5.500 – – 4.000 1.500 – 10. dos sistemas de detecção automática. em alguns casos.000 1. b) Os locais assinalados com traço ( – ) estão dispensados de áreas máximas de compartimentação.000 1.500 750 300 500 1. D-2.000 800 – – 1.E-2.000 1. 19 .000 – 2.500 1.500 1.000 2.500 – 5.000 5.000 800 800 800 – 5. F-3.500 – – 3.000 4.000 7.000 20.500 1. F-2. mantendo a compartimentação vertical.500 2.000 – 2.000 – 2.000 1.000 – 3.000 1. E-5 e E-6 F-1.500 1.0m 1.000 1.500 – 3. A-3 B-1.500 1. H-4 e H-5 H-3 H-6 I-1 e I-2 I-3 J-1 J-2 J-3 J-4 M-2 (1) M-3 I Edificação térrea Um pavimento TIPO DE EDIFICAÇÕES II Edificação baixa H ≤6 m – 5.000 1.000 1.000 500 2. D-3.

1 (Anexo B).Exemplos de aplicação 1 OBJETIVO Esta Norma de Procedimento Técnico estabelece estabelece as condições a serem atendidas pelos materiais de acabamento e de revestimento empregados nas edificações.Tabelas de classificação dos materiais B .1 Esta Norma de Procedimento Técnico se aplica a todas as edificações e áreas de risco onde são exigidos controles de materiais de acabamento e de revestimento conforme ocupações e usos constantes da Tabela B.Tabela de utilização dos materiais conforme classificação das ocupações C . na ocorrência de incêndio. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS 1 . 2 DEFINIÇÕES 2. para que.NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 010 Controle de materiais de acabamento e de revestimento CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 13 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 Objetivo Aplicação Referências Normativas e Bibliográficas Definições Procedimentos Apresentação em Projeto e solicitação de vistorias Exigências aplicadas aos substratos Impossibilidade de aplicação do método NBR 9442 ANEXOS A . atendendo ao previsto no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico das edificações e áreas de risco do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. restrinjam a propagação de fogo e o desenvolvimento de fumaça.

Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. 2 .Materiais de construção . 5. 4 DEFINIÇÕES 4. b) Paredes/divisórias. de conforto. tanto nos ambientes internos como nos externos. 5 PROCEDIMENTOS 5. 5. Incluem-se como material de revestimento.  NBR 8660 . c) teto/forro.  ASTM E 662 – “Standard test method for specific optical density of smoke generated by solid materials”.3 Materiais de acabamento: Todo material ou conjunto de materiais utilizados como arremates entre elementos construtivos (rodapés. mata-juntas. 4.1. e em função da posição dos materiais de acabamento.Revestimento de piso .método de ensaio. bem como da geração de fumaça. forros e as proteções térmicas dos elementos estruturais. golas etc.4 Materiais termo-acústicos: Todo material ou conjunto de materiais utilizados para isolação térmica e/ou acústica.).2 Deve ser exigido o CMAR.NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO  Instrução Técnica nº 10/2011 – Controle de materiais de acabamento e de revestimento.  BS EN 13823:2002 – Reaction to fire tests for building products – Building products excluding floorings exposed to the thermal attack by a single burning item. d) cobertura.2 Materiais de revestimento: todo material ou conjunto de materiais empregados nas superfícies dos elementos construtivos das edificações. os pisos.1. aplicam-se as definições específicas abaixo: 4. materiais de revestimento e materiais termo-acústicos. em razão da ocupação da edificação.  ISO 1182 – “Buildings materials – non – combustibility test”.1 O CMAR empregado nas edificações destina-se a estabelecer padrões para o não surgimento de condições propícias do crescimento e da propagação de incêndios. visando: a) Piso.determinação da densidade crítica de fluxo de energia térmica – método de ensaio.  Uniform Building Code Standard 26-3 (UBC 26-3) – “Room fire test standard for interior of foam plastic systems”.1 Além das definições constantes da NPT 003 – Terminologia de segurança contra incêndio. 4.1 Controle de materiais de acabamento e de revestimento (CMAR). com finalidades de atribuir características estéticas. de durabilidade etc.determinação do índice de propagação superficial de chama pelo método do painel radiante .  NBR 9442 .

2 O mesmo procedimento se aplica aos materiais que por ocasião da vistoria de renovação do Certificado de Vistoria não existiam na vistoria anterior. incluindo as disposições estabelecidas nas respectivas Notas genéricas. 7 EXIGÊNCIAS APLICADAS AOS SUBSTRATOS Os ensaios para classificação dos materiais devem considerar a maneira como são aplicados na edificação.0 m nos grupos/divisões: A.4 Os métodos de ensaio que devem ser utilizados para classificar os materiais com relação ao seu comportamento frente ao fogo (reação ao fogo) seguirão os padrões indicados nas Tabelas A. correspondentes a cada ambiente. este deve ser incluído no ensaio.1. não haverá necessidade de apresentar Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do Emprego de Materiais de Acabamento e de Revestimento. 6. A. o ensaio pode ser realizado utilizando-se substrato de placas de fibro-cimento com 6 mm de espessura. F-9.3 As exigências quanto a utilização dos materiais serão requeridas conforme a classificação da Tabela B.1. H-1.Materiais de construção – determinação do índice de propagação superficial de chama pelo método do painel radiante – método de ensaio. D.2 A responsabilidade do controle de materiais de acabamento e de revestimento nas áreas comuns e locais de reunião de público deve ser do responsável técnico. J. parede. E. sendo a manutenção destes materiais de responsabilidade do proprietário e\ou responsável pelo uso da edificação. 5.1 Quando ocorre derretimento ou o material sofre retração abrupta afastando-se da chama-piloto. devem ser indicadas em planta baixa e respectivos cortes. 5. C.5 O CMAR não será exigido nas edificações com área menor ou igual a 1.1 Quando da apresentação do Projeto. 6.2. 6. Caso o material seja aplicado sobre substrato combustível. 8 IMPOSSIBILIDADE DE APLICAÇÃO DO MÉTODO DA NBR 9442 8.1. G.2 Quando o material é composto por miolo combustível protegido por barreira incombustível ou que pode se desagregar. 6 APRESENTAÇÃO EM PROJETO DE PREVENÇÃO DE INCÊNDIO E SOLICITAÇÃO DE VISTORIAS 6.1. entretanto para as situações mencionadas a seguir este método não é apropriado: 8.2.1.1.2. A. 6. as classes dos materiais de piso. ou em notas específicas. F-10. Caso o material seja aplicado a um substrato incombustível. I. H-4.3.1 Na solicitação da vistoria técnica deve ser apresentada a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do Emprego de Materiais de Acabamento e de Revestimento.000 m2 e altura menor ou igual a 9. 3 .3 Quando o material empregado for incombustível (Classe I).1 O método de ensaio de reação ao fogo utilizado como base da classificação dos materiais é a NBR 9442/86 . H-6. o relatório conclusivo deve reproduzir os resultados obtidos. teto e forro (vide anexo "C").NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO 5. 8.

NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO 8.4 Materiais que na instalação formam juntas.3. especialmente. o fogo pode propagar ou penetrar. 8. a classificação dos materiais deve ser feita de acordo com o padrão indicado na Tabela A.3 Na impossibilidade de classificação conforme NBR 9442 ou tabela A. através das quais.1.3. sendo as exigências estabelecidas em termos do Índice de Propagação Superficial de Chamas.3 Materiais compostos por diversas camadas de materiais combustíveis apresentando espessura total superior a 25 mm. substituída pela exigência de aprovação por meio do UBC 26. 8. pode ser realizado ensaio por meio do método UBC 26.3. 4 . 8.3.1.2 Para os casos enquadrados nas situações acima.

d) △m – Variação da massa do corpo de prova.0 kW/m2 Combustível Combustível Fluxo crítico ≥ 4. e) tf – Tempo de flamejamento do corpo de prova. c) △T – Variação da temperatura no interior do forno.5 kW/m2 Fluxo crítico ≥ 3. 5 .0 kW/m2 Fluxo crítico ≥ 4.0 kW/m2 FS ≤150 mm em 20 s FS ≤150 mm em 20 s FS ≤150 mm em 20 s FS ≤150 mm em 20 s FS ≤150 mm em 20 s FS ≤150 mm em 20 s FS ≤150 mm em 20 s FS ≤150 mm em 20 s Dm ≤ 450 Dm 450 Dm ≤ 450 Dm 450 Dm ≤ 450 Dm 450 Dm ≤ 450 Dm 450 a) Fluxo crítico – Fluxo de energia radiante necessário à manutenção da frente de chama no corpo de prova.1: CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS DE REVESTIMENTO DE PISO Método de Ensaio ISO 1182 Classe Incombustível △T ≤ 30º C △m ≤ 50% tf ≤ 10 s A II B A III B A IV B A V B Notas: Combustível Fluxo crítico ≥ 3. b) FS – Tempo em que a frente de chama leva para atingir a marca de 150 mm indicada na face do material ensaiado.5 kW/m2 Combustível NBR 8660 EM ISO 11925-2 (exposição = 15s) ASTM E 662 I - - - Fluxo crítico ≥ 8.0 kW/m2 Combustível Combustível Fluxo crítico ≥ 3.NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO ANEXO A TABELAS DE CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS TABELA A.0 kW/m2 Fluxo crítico ≥ 3.0 kW/m2 Combustível Combustível Fluxo crítico ≥ 8.

e) tf – Tempo de flamejamento do corpo de prova. Combustível Combustível 150  Ip ≤ 400 Ip  400 Dm 450 Combustível Combustível 75  Ip ≤ 150 150  Ip ≤ 400 Dm 450 Dm ≤ 450 Combustível Combustível 25  Ip ≤ 75 75  Ip ≤ 150 Dm 450 Dm ≤ 450 Combustível Combustível Ip ≤ 25 25  Ip ≤ 75 Dm  450 Dm ≤ 450 Combustível NBR 9442 ASTM E 662 I - - Ip ≤ 25 Dm ≤ 450 6 . b) Dm – Densidade específica ótica máxima.NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO ANEXO A TABELAS DE CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS TABELA A. c) △T – Variação da temperatura no interior do forno.2: CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS EXCETO REVESTIMENTOS DE PISO Método de Ensaio ISO 1182 Classe Incombustível △T ≤ 30º C △m ≤ 50% tf ≤ 10 s A II B A III B A IV B A V B VI Notas: a) Ip – Índice de propagação superficial de chama. d) △m – Variação da massa do corpo de prova.

3: CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS ESPECIAIS QUE NÃO PODEM SER CARACTERIZADOS POR MEIO DA NBR 9442 EXCETO REVESTIMENTOS DE PISO Método de Ensaio ISO 1182 Classe Incombustível △T ≤ 30º C △m ≤ 50% tf ≤ 10 s EN 13823 (SBI) EN ISO 11925-2 (exp. 7 .5 MJ SMOGRA  180m2/s2 ou TSP600s  200m2 FIGRA ≤ 250 W/s A III FIGRA ≤ 250 W/s B Combustível LSF  canto do corpo de prova THR600S ≤ 15 MJ SMOGRA  180m /s ou TSP600s  200m 2 2 2 Combustível LSF  canto do corpo de prova THR600s ≤ 7.5 MJ SMOGRA ≤ 180 m /s e TSP600s ≤ 200m 2 2 2 FS ≤150 mm em 60 s FS ≤150 mm em 60 s Combustível LSF  canto do corpo de prova THR600S ≤ 15 MJ SMOGRA ≤ 180m /s ou TSP600s ≤ 200m 2 2 2 FS ≤150 mm em 60 s FS ≤150 mm em 60 s A IV B Combustível FIGRA ≤ 750 W/s SMOGRA ≤ 180m2/s2 ou TSP600s ≤ 200m2 FIGRA ≤ 750 W/s SMOGRA  180m2/s2 ou TSP600s  200m2 FIGRA  750 W/s SMOGRA ≤ 180m2/s2 ou TSP600s ≤ 200m2 FIGRA  750 W/s SMOGRA  180m2/s2 ou TSP600s  200m2 - FS ≤150 mm em 60 s Combustível FS ≤150 mm em 60 s A V B Combustível FS ≤150 mm em 20 s Combustível FS ≤150 mm em 20 s VI - FS ≤150 mm em 20 s Notas: a) FIGRA – Índice da taxa de desenvolvimento de calor. = 30 s) I - - FIGRA ≤ 120 W/s A II FIGRA ≤ 120 W/s B Combustível LSF  canto do corpo de prova THR600s ≤ 7.NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO ANEXO A TABELAS DE CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS TABELA A.

h) △m – Variação da massa do corpo de prova. 8 . d) TSP600s . c) THR600s – Liberação total de calor do corpo de prova nos primeiros 600s de exposição às chamas. e) SMOGRA – Taxa de desenvolvimento de fumaça. f) FS – Tempo em que a frente da chama leva para atingir a marca de 150 mm indicada na face do material ensaiado. i) tf – Tempo de flamejamento do corpo de prova.NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO b) LFS – Propagação lateral de chama. g) △T – Variação da temperatura no interior do forno. correspondendo ao máximo do quociente de produção de fumaça do corpo de prova e o tempo de sua ocorrência.Produção total de fumaça do corpo de prova nos primeiros 600s de exposição às chamas.

no que se refere a edificações com altura superior a 6. III-A ou IV-A Classe I. Notas genéricas: a) Os materiais de acabamento e revestimento das fachadas das edificações devem enquadrar-se entre as Classes I a II-B. III-A ou IV-A Classe I ou II-A Classe I ou II-A Notas específicas: 1. I1. M-23 e M-3 que devem enquadrar-se entre as Classes I a II-B. IV-A ou V-A8 Classe I.0 m. III-A ou IV-A. J14 E J-2 C.Exceto para revestimentos que serão Classe I ou II-A. cordões e outros acabamentos decorativos com área inferior a 20% da parede onde estão aplicados.Excluem-se aqui portas. 10. que podem contribuir para o desenvolvimento do 9 . L-1. 3. será submetida à Comissão Técnica para definição das medidas de segurança contra incêndio.Somente para edificações com altura superior a 12. exceto para os grupos/divisões C. D. II-A ou III-A10 Classe I ou II-A Classe I. II-A. F-5.Obrigatório para todo o grupo F. II-A. F5.Incluem-se aqui cordões. II-A ou III-A. c) Os materiais isolantes termo-acústicos não aparentes. II-A. J-3.Exceto edificação térrea. II-A ou III-A7 Classe I. 8. sendo que a divisão F-7. b) Os materiais de acabamento e revestimento das coberturas de edificações devem enquadrar-se entre as Classes I a III-B. I-3. M-23 E M-3 Classe I.NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO ANEXO B TABELAS DE UTILIZAÇÃO DOS MATERIAIS CONFORME CLASSIFICAÇÃO DAS OCUPAÇÕES TABELA B. 4. 7. rodapés e arremates. I-2. H. 5. III-A. III-A ou IV-A9 Classe I.Somente para líquidos e gases combustíveis e inflamáveis acondicionados. I-2. janelas. I-3. 6. E.1: CLASSE DOS MATERIAIS A SEREM UTILIZADOS CONSIDERANDO O GRUPO/DIVISÃO DA OCUPAÇÃO/USO EM FUNÇÃO DA FINALIDADE DO MATERIAL FINALIDADE DO MATERIAL Piso (Acabamento1/Revestimento) Parede e divisória (Acabamento2/Revestimento) Teto e forro (Acabamento/Revestimento) A36 e Condomínios residenciais6 GRUPO/ DIVISÃO B.Exceto para revestimentos que serão Classe I. L-1. J4.0 m. II-A. J-4. 2.Exceto para revestimentos que serão Classe I. 9. II-A. G.Exceto para cozinhas que serão Classe I ou II-A. J-3.

g) Materiais de proteção de elementos estruturais. lajes mistas com enchimento de espumas plásticas protegidas por forro ou revestimentos aplicados diretamente. estarão dispensados do CMAR. j) As circulações (corredores) que dão acesso às saídas de emergência enclausuradas devem possuir CMAR Classe I ou Classe II – A (Tabela “A”) e as Saídas de emergência (escadas. devem enquadrar-se entre as Classes I a II-A quando aplicados junto ao teto/forro ou paredes. painéis em geral. com Dm ≤ 100 (Tabela “A”). revestimentos destacados do substrato devem atender aos critérios da TABELA “B” para ambas as faces. 10 . f) Determinados componentes construtivos que podem expor-se ao incêndio em faces não voltadas para o ambiente ocupado. face inferior de coberturas. aparentes ou não. i) Coberturas de passarelas e toldos. também estão submetidos aos critérios da TABELA “B”. devem ser enquadrados na Classe I ou Classe II – A. juntamente com seus revestimentos e acabamentos devem atender aos critérios dos elementos construtivos onde estão inseridos. como por exemplo: espumas plásticas protegidas por materiais incombustíveis. forros em grelha com isolamento termo-acústico envoltos em filmes plásticos e assemelhados. k) Os materiais utilizados como revestimento.0 m2 e que a área de cobertura não possua materiais incombustíveis. d) Os materiais isolantes termo-acústicos aplicados nas instalações de serviço. desde que não apresentem área superficial superior a 50. telhas. como é o caso de pisos elevados. acabamento e isolamento térmico-acústico no interior dos poços de elevadores. II-A ou III-A quando aplicados nas paredes. forros. entre outros. exceto para os grupos/divisões A-2. incluindo-se divisórias. rampas etc). monta-cargas e shafts. A-3 e Condomínios residenciais que será Classe I. e em cabines ou salas de equipamentos. mesmo que escondidas por forro. com Dm ≤ 100 (Tabela “A”). h) Materiais empregados em subcoberturas com finalidades de estanqueidade e de conforto termo – acústico devem atender os critérios da TABELA “B” aplicados a tetos e a superfície inferior da cobertura. de tetos para as vigas e de paredes para pilares. em redes de dutos de ventilação e ar-condicionado. instalados no pavimento térreo. forros. Classe I ou Classe II – A. devem enquadrar-se entre as Classes I a II–A.NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO incêndio. ou seja. e) Componentes construtivos onde não são aplicados revestimentos e/ou acabamentos em razão de já se constituírem em produtos acabados.

10 1...20 wc 99.10 4....25 4..90 AC PMH PISO CLASSE I 40......30 wc 7..35 PISO CLASSE IV-A 5.....10 1.20 1........00 wc 99..NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO ANEXO C EXEMPLOS DE APLICAÇÕES (MODELO-1) 40.40 PMH PMH B 1..10 4..00 3.50 B 7...24 1....50 7.00 1.07 99.20 1. Refeitório e Ambulatório..00 6.00 5.00 P1 P1 0.. Hall. Vestiários....35 1.25 1.25 99...00 7..00 DOCA RAMPA SOBE 11...50 6..25 2.20 1.00 wc 1..70 6.50 7.50 P3 7..60 1.10 2.....50 45....20 1...30 1...00 wc 1...25 1.00 0...30 1..90 1.00 x 1........00 1...00 wc 1.00 P2 7...24 1..55 PISO CLASSE IV-A 7.53 2....19 0.00 B 3.45 1..34% PAVIMENTO TÉRREO S/ ESCALA Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento (CMAR) PISOS: Galpão e Doca:..20 1.10 1.....00 PMH ch AC 1.24 1..30 1.....50 7.50 Galpão para Depósito 50..45 7.00 1....10 ch PMH 1.........90 1.....24 1.....00 6.00 1.......50 PMH 0..00 ch ch 1..Classe IV-A Recepção.19 7...Classe I 11 ..50 2...00 wc 1..20 ch ch ch ch ch AC 1..24 1.00 TM wc 1.20 1.30 wc 6.03 99.50 4.35 1.00 5.....00 1.......

....CLASSE IV ..90 pmh pmh wc 2.....) PISO ..A Escritório 8....NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO ANEXO C EXEMPLOS DE APLICAÇÕES (MODELO-2) 1.40 20.20 5..10 Feminino PISO ..40 PISO CLASSE IV-A PISO ..10m Guarda Corpo h=1.........10 1º e 2º PAVIMENTOS S/ ESCALA Guarda Corpo h=1........25 1.) 105...00 1..00 pmh 0.20 0.90 1....CLASSE I 20.......00 Masculino wc ac pmh Escritório 6..76 (2º Pav.Classe I 12 ...43 (1º Pav.10 PISO ...CLASSE I PISO CLASSE I 1..CLASSE IV ..25 20.20 1..40 1..........80 PISO CLASSE IV-A 102....Classe IV-A Hall e Escadas....10 B 1.....A 2.80 ac B 5..80 5..10m PISO CLASSE I Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento (CMAR) PISOS: Escritórios.....

.......Classe III-A Escadas e Hall.......... Escritórios e Banheiros:...........10 3.........................I 102.A TETO/FORRO CLASSE II .. Pintura Acrílica Cer..........NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO ANEXO C EXEMPLOS DE APLICAÇÕES (MODELO-3) 99....Classe II-A Escadas e Hall.................... Az.. até o teto INCLINAÇÃO 200mm 10......A Cer.Classe III-B PAREDE/ACABAMENTO: Galpão e Doca..............................A Pintura Acrílica Pintura Acrílica Cer........II A PAREDE CLASSE III .. PAREDE CLASSE III ................20 Telhas de Concreto sobre estrutura de concreto pré-frabricada Cer.33 3.......................A TETO/FORRO CLASSE ..............A INCLINAÇÃO 200mm PAREDE CLASSE III ................. RECEPÇÃO Cer..............B TETO/FORRO CLASSE .......Classe I PAREDE/REVESTIMENTO: Escritórios...........A PAREDE CLASSE III ..10 TETO/FORRO CLASSE II ............ Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento (CMAR) TETO/FORRO: Galpão e Doca.......43 COBERTURA CLASSE III .............10 1.......33 3....................Classe I Cobertura... 105.... Escritórios e Banheiros:............33 CORTE AA' S/ ESCALA ..........A Az............ até o teto TETO/FORRO PAREDE CLASSE ...........................I 1.76 Pintura Acrílica Pintura Acrílica Cer.....Classe II-A 13 3................03 TETO/FORRO CLASSE II .................

1 . com população total superior a 2. Nota: Para a classificação das ocupações constantes desta NPT. atendendo ao previsto no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. 2 APLICAÇÃO Esta NPT se aplica a todas as edificações.NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 011 Saídas de Emergência CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 37 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 Objetivo Aplicação Referências Normativas e Bibliográficas Definições Procedimentos Outras exigências edificações de caráter temporário Edificações existentes ANEXOS . para que sua população possa abandonar a edificação. onde deve ser consultada a NPT 012. em caso de incêndio ou panico.Número minimo e tipos de escadas de emergência por ocupação 1 OBJETIVO Estabelecer os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento das saídas de emergência.TABELAS 1 . consultar a tabela 1 do Código de Segurança Contra Incêndios e Pânico. completamente protegida em sua integridade física.Distancias máximas a serem percorridas 3 . e permitir o acesso de guarnições de bombeiros para o combate ao fogo ou retirada de pessoas.500 pessoas. exceto para os locais destinados à divisão F-3 e F-7.Dados para o dimensionamento das saídas de emergência 2 .

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3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Instrução Técnica nº 11/2011 – Saídas de Emergência. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. NBR 6479 – Portas e vedadores – determinação da resistência ao fogo. NBR 7199 – Projeto, execução e aplicações de vidros na construção civil. NBR 9050 – Acessibilidade à edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. NBR 9077 – Saídas de emergências em edifícios. NBR 10898 – Sistema de iluminação de emergência. NBR 11742 – Porta corta-fogo para saídas de emergência. NBR 11785 – Barra antipânico – requisitos. NBR 13434 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – forma, dimensões e cores. NBR 13435 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico. NBR 13437 – Símbolos gráficos para sinalização contra incêndio e pânico. NBR 13768 – Acessórios para PCF em saídas de emergência. NBR 14718 – Guarda-corpos para edificação. NBR 17240 - Sistema de detecção e alarme de incêndio. NFPA 101/97 – Life Safety Code. The Building Regulations, 1991Edition. Means of Escape. BS 5588/86 – Fire precaution in the design and construction of buildings. BS 7941/1 – Methods of measuring the skid resistence of pavement surfaces. Japan International Cooperation Agency, tradução do Código de Segurança Japonês pelo Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, volume 1, edição de março de 1994.

4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta NPT, aplicam-se as definições constantes da NPT 003 - Terminologia de Proteção Contra Incêndio.

5 PROCEDIMENTOS 5.1 Classificação das edificações 5.1.1 Para os efeitos desta Norma de Procedimento Técnico, as edificações são classificadas quanto a ocupação e altura, conforme Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. 5.2 Componentes da saída de emergência

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5.2.1 A saída de emergência compreende o seguinte: a) acessos; b) rotas de saídas horizontais, quando houver, e respectivas portas ou espaço livre exterior, nas edificações térreas; c) escadas ou rampas; d) descarga. 5.3 Cálculo da população 5.3.1 As saídas de emergência são dimensionadas em função da população da edificação. 5.3.2 A população de cada pavimento da edificação é calculada pelos coeficientes da Tabela 13, considerando sua ocupação dada na Tabela 1 – Classificação das Edificações Quanto a Ocupação e Risco de Incêndio do CSCIP-CBMPR. 5.3.3 Exclusivamente para o cálculo da população, devem ser incluídas nas áreas de pavimento: a) áreas de terraços, sacadas, beirais e assemelhados, excetuadas pertencentes às edificações dos grupos de ocupação A, B e H; aquelas

b) as áreas totais cobertas de edificações F-3 e F-6, inclusive quadras poliesportivas e assemelhados; c) as áreas de escadas, rampas e assemelhados, no caso de edificações dos grupos F-3, F-6 e F-7, quando em razão de sua posição em planta, estes lugares puderem, eventualmente, ser utilizados como arquibancadas. 5.3.4 Exclusivamente para o cálculo da população, as áreas de sanitários, corredores e elevadores nas ocupações D e E, bem como áreas de sanitários e elevadores nas ocupações C e F, são excluídas das áreas de pavimento. 5.4 Dimensionamento das saídas de emergência 5.4.1 Largura das saídas 5.4.1.1 A largura das saídas deve ser dimensionada em função do número de pessoas que por elas deva transitar, observados os seguintes critérios: a) os acessos são dimensionados em função dos pavimentos que servirem a população; b) as escadas, rampas e descargas são dimensionadas em função do pavimento de maior população, o qual determina as larguras mínimas para os lanços correspondentes aos demais pavimentos, considerando-se o sentido de saída. 5.4.1.2 A largura das saídas, isto é, dos acessos, escadas, descargas, e outros, e dada pela seguinte fórmula:

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N = P/C
Onde: N = Número de unidades de passagem, arredondado para número inteiro. P = População, conforme coeficiente da tabela 1 do (anexo A) e critérios das seções 5.3 e 5.4.1.1. C = Capacidade da unidade de passagem conforme tabela 1 (anexo A). Notas:

1) Unidade de passagem: largura mínima para a passagem de um fluxo de pessoas, fixada em 0,55 m; 2) Capacidade de uma unidade de passagem: é o número de pessoas que passa por esta unidade em 1 minuto; 5.4.1.2.1 No cálculo da largura das saídas, deve ser considerado somente o número de unidades de
passagem, não considerando desta forma a largura efetiva das saídas.

5.4.2 Larguras mínimas a serem adotadas As larguras mínimas das saídas de emergência, em qualquer caso, devem ser de 1,20 m, para as ocupações geral, ressalvando o disposto abaixo: a) 1,65 m, correspondendo a três unidades de passagem de 0,55 m, para as escadas, os acessos (corredores e passagens) e descarga, nas ocupações do grupo H, divisão H-2 e H-3; b) 1,65 m, correspondendo a três unidades de passagem de 0,55 m, para as rampas, acessos (corredores e passagens) e descarga, nas ocupações do grupo H, divisão H-2; c) 2,20 m, correspondendo a quatro unidades de passagem de 0,55 m, para as rampas, acessos às rampas (corredores e passagens) e descarga das rampas, nas ocupações do grupo H, divisão H-3. 5.4.3 Exigências adicionais sobre largura de saídas 5.4.3.1 A largura das saídas deve ser medida em sua parte mais estreita, não sendo admitidas saliências de alizares, pilares, e outros, com dimensões maiores que as indicadas na Figura 1, e estas somente em saídas com largura superior a 1,20 m.

Figura 1 – Medida da largura em corredores e passagens 5.4.3.2 As portas que abrem para dentro de rotas de saída, em ângulo de 180º, em seu movimento de abrir, no sentido do trânsito de saída, não podem diminuir a largura efetiva destas em valor menor que

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a metade (ver figura 2), sempre mantendo uma largura mínima livre de 1,20 m para as ocupações em geral e de 1,65 m para as divisões H-2 e H-3. 5.4.3.3 As portas que abrem no sentido do trânsito de saída, para dentro de rotas de saída, em ângulo de 90º, devem ficar em recessos de paredes, de forma a não reduzir a largura efetiva em valor maior que 0,10 m (ver figura 2).

Figura 2 – Abertura das portas no sentido do trânsito de saída

5.5 Acessos 5.5.1 Generalidades 5.5.1.1 Os acessos devem satisfazer às seguintes condições: a) permitir o escoamento fácil de todos os ocupantes da edificação; b) permanecer desobstruídos em todos os pavimentos; c) ter larguras de acordo com o estabelecido em 5.4; d) ter pé direito mínimo de 2,5 m, com exceção de obstáculos representados por vigas, vergas de portas, e outros, cuja altura mínima livre deve ser de 2,0 m; e) ser sinalizados e iluminados (iluminação de emergência de balizamento) com indicação clara do sentido da saída, de acordo com o estabelecido, na NPT 018/11 – Iluminação de Emergência e na NPT 020/11 – Sinalização de Emergência. 5.5.1.2 Os acessos devem permanecer livres de quaisquer obstáculos, tais como móveis, divisórias móveis, locais para exposição de mercadorias, e outros, de forma permanente, mesmo quando o prédio esteja supostamente fora de uso. 5.5.2 Distâncias máximas a serem percorridas 5.5.2.1 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir um local seguro (espaço livre exterior, área de refúgio, escada comum de saída de emergência, protegida ou à prova de fumaça, área

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compartimentada – desde que tenha pelo menos uma saída direta para o espaço livre exterior), tendo em vista o risco à vida humana decorrente do fogo e da fumaça, devem considerar: a) o acréscimo de risco quando a fuga é possível em apenas um sentido; b) o acréscimo de risco em função das características construtivas da edificação; c) a redução de risco em caso de proteção por chuveiros automáticos, detectores ou controle de fumaça; d) a redução de risco pela facilidade de saídas em edificações térreas. 5.5.2.2 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir as portas de acesso às saídas das edificações e o acesso às escadas ou às portas das escadas (nos pavimentos) constam da tabela 2 (Anexo B), e devem ser consideradas a partir da porta de acesso da unidade autônoma mais distante, desde que o seu caminhamento interno não ultrapasse 10,0 m. 5.5.2.2.1 No caso das distâncias máximas a percorrer para as rotas de fuga que não forem definidas no projeto de prevenção contra incêndios, como por exemplo, escritórios de plano espacial aberto e galpões sem o arranjo físico interno (leiaute), devem ser consideradas as distâncias diretas comparadas aos limites da tabela 2 (Anexo B), nota b, reduzidas em 30% (trinta porcento). 5.5.2.3 Nas ocupações do grupo J em que as áreas de depósitos sejam automatizadas e sem presença humana, a exigência de distancia máxima a ser percorrida pode ser desconsiderada. 5.5.3 Saídas nos pavimentos 5.5.3.1 Os tipos de escadas exigidas para as diversas ocupações, em função da altura, encontram-se na Tabela 3 (Anexo “C”). 5.5.3.2 Havendo necessidade de acrescer escadas, estas devem ser do mesmo tipo que a exigida por esta Norma de Procedimento Técnico (Tabela 3). 5.5.3.3 No caso de duas ou mais escadas de emergência, a distância de trajeto entre as suas portas de acesso deve ser, no mínimo, de 10 m, exceto quando o corredor de acesso possuir comprimento inferior a este valor. 5.5.3.4 A quantidade de escadas de segurança depende do cálculo da população, largura das escadas, dos parâmetros de distância máxima a percorrer (Tabela 2 – Anexo “B”) e quantidade mínima de unidades de passagem para a lotação prevista (Tabela 1), atentando para as notas da Tabela 3. 5.5.3.5 Nas edificações com altura acima de 36 m, independente do item anterior, é obrigatória a quantidade mínima de duas escadas, exceto para grupo A-2. Nas edificações do grupo A-2, com altura acima de 80 m, independente do item anterior, é obrigatória a quantidade mínima de duas escadas. 5.5.3.6 As condições das saídas de emergência em edificações com altura superior a 150 m devem ser analisadas por Comissão Técnica, devido as suas particularidades e risco. 5.5.4 Portas de saídas de emergência

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5.5.4.1 As portas das rotas de saídas e aquelas das salas com capacidade acima de 50 pessoas, em comunicação com os acessos e descargas, devem abrir no sentido do trânsito de saída (ver figura 2). 5.5.4.1.1 As portas dos locais que possuem capacidade de público de até 200 pessoas poderão possuir portas de correr em substituição as portas de abertura no sentido de fuga, desde que permaneçam permanentemente abertas durante o horário de funcionamento comercial. 5.5.4.2 A largura, vão livre ou “luz” das portas, comuns ou corta-fogo, utilizadas nas rotas de saída de emergências, devem ser dimensionadas como estabelecido no item 5.4, admitindo-se uma redução no vão de luz, isto é, no vão livre, das portas em até 75 mm de cada lado (golas), para o contramarco e alizares. As portas devem ter as seguintes dimensões mínimas de luz: a) 0,80 m, valendo por uma unidade de passagem; b) 1,0 m, valendo por duas unidades de passagem; c) 1,5 m, em duas folhas, valendo por três unidades de passagem; d) 2,0 m, em duas folhas, valendo por quatro unidades de passagem.

Notas: 1) Porta com dimensão maior que 1,2 m deverá ter duas folhas; 2) Porta com dimensão maior ou igual a 2,2 m exige-se coluna central. 3) A largura mínima das portas das rotas de saída poderá ser de 80 (oitenta) centímetros, nos casos em que o número de unidades de passagem calculado (com arredondamento) for igual a 01 (um).O arredondamento a ser considerado é o matemático. Ex: 1,48 é arredondado para 1,00. 5.5.4.3 As portas das antecâmaras das escadas à prova de fumaça e das paredes corta-fogo devem ser do tipo corta-fogo (PCF), obedecendo a NBR 11742, no que lhe for aplicável. 5.5.4.4 As portas das antecâmaras, escadas e similares devem ser providas de dispositivos mecânicos e automáticos, de modo a permanecerem fechadas, mas destrancadas no sentido do fluxo de saída, sendo admissível que se mantenham abertas desde que disponham de dispositivo de fechamento, quando necessário, conforme estabelecido na NBR 11742. 5.5.4.5 Se as portas dividem corredores que constituem rotas de saída, devem: a) ter condições de reter a fumaça, ou seja, devem ser corta-fogo e a prova de fumaça conforme estabelecido na NBR 11742 e ser providas de visor transparente de área mínima de 0,07 m², com altura mínima de 25 cm com a mesma resistência da porta; b) abrir no sentido do fluxo de saída; 5.5.4.6 Em salas com capacidade acima de 200 pessoas e nas rotas de saída de locais de reunião com capacidade acima de 200 pessoas, as portas de comunicação com os acessos, escadas e descarga devem ser dotadas de ferragem do tipo antipânico, conforme NBR 11785. 5.5.4.6.1 As portas de acesso principal, com comunicação direta ao exterior, podem ser dispensadas da exigência anterior, desde que haja compromisso do responsável pelo uso, através de termo de responsabilidade das saídas de emergência, assinado pelo proprietário ou responsável pelo uso, de

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que as portas permanecerão abertas durante a realização dos eventos, atentando para o item 5.5.4.1. desta NPT. 5.5.4.6.2 Nas rotas de fuga não se admite portas de enrolar ou de correr, exceto quando esta for utilizada somente como porta de segurança da edificação, devendo permanecer aberta durante todo o transcorrer dos eventos, desde que haja compromisso do responsável pelo uso, através de termo de responsabilidade das saídas de emergência. Neste caso deve haver internamente portas de saídas, abrindo no sentido de fuga. 5.5.4.7 É vedada a utilização de peças plásticas em fechaduras, espelhos, maçanetas, dobradiças e outros, nas portas dos seguintes locais: a) rotas de saídas; b) entrada em unidades autônomas; c) salas com capacidade acima de 50 pessoas. 5.5.4.8 A colocação de fechaduras nas portas de acesso e descargas é permitida, desde que seja possível a abertura pelo lado interno, sem necessidade de chave, admitindo-se que a abertura pelo lado externo seja feita apenas por meio de chave, dispensando-se maçanetas, etc. 5.5.4.9 As portas da rota de saída que possuem sistemas de abertura automática devem possuir dispositivo que, em caso de falta de energia, pane ou defeito de seu sistema permaneçam abertas. 5.6 Rampas 5.6.1 Obrigatoriedade O uso de rampas é obrigatório nos seguintes casos: a) para unir dois pavimentos de diferentes níveis em acesso a áreas de refúgio em edificações com ocupações dos grupos H-2 e H-3. b) na descarga e acesso de elevadores de emergência; c) quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada; d) para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações em que houver usuários de cadeiras de rodas (ver NBR-9050). 5.6.2 Condições de atendimento 5.6.2.1 O dimensionamento das rampas deve obedecer ao estabelecido em 5.4. 5.6.2.2 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras, devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos. 5.6.2.3 Os patamares das rampas devem ser sempre em nível, tendo comprimento mínimo de 1,20 m, medidos na direção do trânsito, sendo obrigatórios sempre que houver mudança de direção ou quando a altura a ser vencida ultrapassar 3,7 m.

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5.6.2.4 As rampas podem suceder um lanço de escada, no sentido descendente de saída, mas não podem precedê-lo. 5.6.2.4.1 Nos casos de edificações dos grupos H-2 e H-3 as rampas não podem suceder ao lanço da escada e vice-versa. 5.6.2.5 Não é permitida a colocação de portas em rampas; estas devem estar situadas sempre em patamares planos, com largura não inferior à da folha da porta de cada lado do vão. 5.6.2.6 O piso das rampas deve ser antiderrapante, com no mínimo 0,5 de coeficiente de atrito dinâmico, conforme norma brasileira ou internacionalmente reconhecida, e que permaneçam antiderrapantes com o uso. 5.6.2.7 As rampas devem ser dotadas de guardas e corrimãos de forma análoga ao especificado em 5.8. 5.6.2.8 As exigências de sinalização (NPT 020/11), iluminação (NPT 018/11), ausência de obstáculos, e outros, dos acessos aplicam-se, com as devidas alterações, às rampas. 5.6.2.9 Devem atender as condições estabelecidas nas alíneas a), b), c), d), e), f), g) e h) do item 5.7.1 desta NPT. 5.6.2.10 Devem ser classificadas, a exemplo das escadas, como NE, EP, PF seguindo para isto as condições específicas a cada uma delas estabelecidas nos itens 5.7.7, 5.7.8, 5.7.9, 5.7.10, 5.7.11e 5.7.12. 5.6.3 Declividade 5.6.3.1 A declividade das rampas deve ser de acordo com o prescrito na NBR 9050. 5.7 Escadas 5.7.1 Generalidades 5.7.1.1 Em qualquer edificação, os pavimentos sem saída em nível para o espaço livre exterior devem ser dotados de escadas, enclausuradas ou não, as quais devem: a) ser constituídas com material estrutural e de compartimentação incombustível; b) oferecer resistência ao fogo nos elementos estruturais além da incombustibilidade, conforme NPT 008/11 – Resistência ao fogo dos elementos de construção quando não enclausuradas. c) atender as condições específicas estabelecidas na NPT 010/11 – Controle de materiais de acabamento e de revestimento, quanto aos materiais de acabamento e revestimento utilizados na escada; d) ser dotadas de guardas em seus lados abertos conforme item 5.8; e) ser dotadas de corrimãos em ambos os lados;

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f) atender a todos os pavimentos, acima e abaixo da descarga, mas terminando obrigatoriamente no piso de descarga, não podendo ter comunicação direta com outro lanço na mesma prumada (ver figura 3), devendo ter compartimentação, conforme a NPT 009/11 - Compatimentação horizontal e compartimentação vertical na divisão entre os lanços ascendente e descendente em relação ao piso de descarga, exceto para escadas tipo NE (comum), onde deve ser acrescida a iluminação de emergência e sinalização de balizamento (NPT 018/11 e 020/11), indicando a rota de fuga e descarga; g) ter os pisos em condições antiderrapantes, com no mínimo 0,5 de coeficiente de atrito dinâmico, conforme norma brasileira ou internacionalmente reconhecida, e que permaneçam antiderrapantes com o uso; h) quando houver exigência de duas ou mais escadas de emergência e estas ocuparem a mesma caixa de escada (volume), não será aceita comunicação entre si, devendo haver compartimentação entre ambas, de acordo com a NPT 009/11. i) quando houver exigência de uma escada e for utilizado o recurso arquitetônico de construir duas escadas em um único corpo, estas serão consideradas como uma única escada, quanto aos critérios de acesso, ventilação e iluminação; j) atender ao item 5.5.1.2.

Figura 3 – Segmentação das escadas no piso de descarga

5.7.2 Largura As larguras das escadas devem atender aos seguintes requisitos: a) ser proporcionais ao número de pessoas que por elas devam transitar em caso de emergência, conforme item 5.4; b) ser medidas no ponto mais estreito da escada ou patamar, excluindo os corrimãos (mas não as guardas ou balaustradas), que se podem projetar até 10 cm de cada lado, sem obrigatoriedade de aumento na largura das escadas; c) ter, quando se desenvolver em lanços paralelos, espaço mínimo de 10 cm entre lanços, para permitir localização de guarda ou fixação do corrimão.

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5.7.3 Dimensionamento de degraus e patamares 5.7.3.1 Os degraus devem: a) ter altura h (ver figura 4) compreendida entre 16 cm e 18 cm, com tolerância de 0,5 cm; b) ter largura b (ver figura 4) dimensionada pela fórmula de Blondel: 63 cm ≤ (2h + b) ≤ 64 cm c) ser balanceados quando o lanço da escada for curvo (escada em leque) ou em espiral, quando se tratar de escadas para mezaninos e áreas privativas (ver item 5.7.5), caso em que a medida do degrau (largura do degrau) será feita segundo a linha de percurso e a parte mais estreita destes degraus engrauxidos não tenha menos de 15 cm (ver figura 5); d) ter, num mesmo lanço, larguras e alturas iguais e, em lanços sucessivos de uma mesma escada, diferenças entre as alturas de degraus de, no máximo, 5 mm; e) ter balanço da quina do degrau sobre o imediatamente inferior com valor máximo de 1,5 cm (ver figura 4): f) ter bocel (nariz) deve ter no máximo 1,5 cm da quina do degrau, sobre o emediatamente inferior (ver figura 4).

Figura 4 – Altura e largura dos degraus

Figura 5 – Escada com lanços curvos e degraus balanceados

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5.7.3.2 O lanço máximo entre dois patamares consecutivos, não deve ultrapassar 3,7 m de altura. Quando houver menos de 3 degraus entre patamares, estes devem ser sinalizados na borda dos degraus e prever iluminação de emergência de aclaramento, acima deles. 5.7.3.3 O comprimento dos patamares deve ser (ver figura 6): a) dado pela fórmula: p = (2h + b) n + b onde n é um número inteiro (1, 2 ou 3), quando se tratar de escada reta, medido na direção do trânsito; b) no mínimo, igual à largura da escada quando há mudança de direção da escada sem degraus ingrauxidos, não se aplicando neste caso, a fórmula anterior. 5.7.3.4 Em ambos os lados de vão da porta, deve haver patamares com comprimento mínimo igual à largura da folha da porta.

Figura 6 – Lanço mínimo e comprimento de patamar 5.7.4 Caixas das escadas 5.7.4.1 As paredes das caixas de escadas, das guardas, dos acessos e das descargas devem ter acabamento liso. 5.7.4.2 As caixas de escadas não podem ser utilizadas como depósitos, mesmo por curto espaço de tempo, nem para a localização de quaisquer móveis ou equipamentos, exceto os previstos especificamente nesta norma. 5.7.4.3 Nas caixas de escadas, não podem existir aberturas para tubulações de lixo, para passagem para rede elétrica, centros de distribuição elétrica, armários para medidores de gás e assemelhados. 5.7.4.4 As paredes das caixas de escadas enclausuradas devem garantir e possuir Tempo de Resistência ao Fogo por, no mínimo, 120 min. 5.7.4.5 Os pontos de fixação das escadas metálicas na caixa de escada devem possuir Tempo de Resistência ao Fogo de 120 min.

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5.7.5 Escadas para mezaninos e áreas privativas 5.7.5.1 Nos mezaninos e área privativas de qualquer edificação, podem ser aceitas escadas em leque, em espiral ou lances retos, desde que: a) a população seja inferior a 20 pessoas e a altura da escada não seja superior a 3,7 m; b) ter largura mínima de 80 cm; c) ter os pisos em condições antiderrapantes, com no mínimo 0,5 de coeficiente de atrito dinâmico, conforme norma brasileira ou internacionalmente reconhecida, e que permaneçam antiderrapantes com o uso; d) ser dotadas de corrimãos, atendendo ao prescrito em 5.8, bastando, porém, apenas um corrimão nas escadas com até 1,10 m de largura e dispensando-se corrimãos intermediários; e) ser dotadas de guardas em seus lados abertos, conforma 5.8; f) atender ao prescrito em 5.7.3 (dimensionamento dos degraus, conforme fórmula de Blondel, balanceamento e outros), dispensando-se a aplicação da fórmula dos patamares (ver 5.7.3.3), bastando que o patamar tenha um mínimo de 80,0 cm. 5.7.5.2 Admitem-se nessas escadas, as seguintes alturas máximas h dos degraus, respeitando-se, porém, sempre a fórmula de Blondel: a) ocupações A até G: h = 20 cm b) ocupações H: h = 19 cm c) ocupações I até M: h = 23 cm 5.7.6 Escadas em edificações em construção Em edificações em construção, as escadas devem ser construídas concomitantemente com a execução da estrutura, permitindo a fácil evacuação da obra e o acesso dos bombeiros. 5.7.7 Escadas não enclausuradas ou escada comum (NE) A escada comum (NE) deve atender aos requisitos de 5.7.1 a 5.7.4, exceto 5.7.3.1.c. 5.7.8 Escadas enclausuradas protegidas (EP) 5.7.8.1 As escadas enclausuradas protegidas (ver figura 7) devem atender ao requisitos de 5.7.1 a 5.7.4, exceto 5.7.3.1.c, e mais os seguintes: a) ter suas caixas isoladas por paredes resistentes a 120minutos de fogo no mínimo; b) ter as portas de acesso a esta caixa de escada do tipo corta-fogo (PCF), com resistência de 90 min de fogo; c) ser dotadas, em todos os pavimentos (exceto no da descarga, onde isto é facultativo), de janelas abrindo para o espaço livre exterior, atendendo ao previsto em 5.7.8.2;

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d) ser dotadas de janela que permita a ventilação em seu término superior, com área mínima de 0,80 m², devendo estar localizada na parede junto ao teto ou no máximo a 20 cm deste, no término da escada. e) ser dotadas de ventilação permanente inferior, com área minima de 1,20 m², no minimo, tendo largura minima de 0,80 m, devendo ficar junto ao solo da caixa da escada podendo ser no piso do pavimento térreo ou no patamar intermediário entre o pavimento térreo e o pavimento imediatamente superior, que permita a entrada de ar puro, em condições análogas à tomada de ar dos dutos de ventilação (ver item 5.7.9.3). 5.7.8.2 As janelas das escadas protegidas devem: a) possuir largura minima de 0,80 m; b) ter área de ventilação efetiva mínima de 0,80 m², em cada pavimento (ver figura 8); c) ser dotadas de venezianas ou outro material que assegure a ventilação permanente, devendo distar pelo menos 3,0 m, em projeção horizontal, de qualquer outra abertura, no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote, podendo esta distância ser reduzida para 2,0 m para caso de aberturas instaladas em banheiros, vestiários ou áreas de serviço. A distância das venezianas pode ser reduzida para 1,4 m, de outras aberturas, que estiverem no mesmo plano de parede e no mesmo nível; d) ser construídas em perfis metálicos reforçados, sendo vedado o uso de perfis ocos, chapa dobrada, madeira, plástico, e outros; e) os caixilhos poderão ser do tipo basculante, junto ao teto, sendo vedados os tipos em eixo vertical e “máximo-ar”. Os caixilhos devem ser fixados na posição aberta. 5.7.8.3 Na impossibilidade de colocação de janela na caixa da escada enclausurada protegida, conforme a alínea “c” do item 5.7.8.1, os corredores de acesso devem: a) Na impossibilidade de colocação de janela, com distâncias de outras aberturas a, no máximo 5,0 m da porta da escada, abrindo para espaço livre exterior, com área minima de 0,80 m², largura minima de 0,80 m devendo ainda prever no topo da escada uma janela para ventilação ou alçapão para saída de fumaça: ou b) ter sua ligação com a caixa da escada por meio de antecâmaras ventiladas, executadas nos moldes do especificado em 5.7.9.2 ou 5.7.10.

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Figura 7 – Escada enclausurada protegida

Figura 8 – Ventilação da escada enclausurada protegida e seu acesso 5.7.9 Escadas enclausuradas à prova de fumaça (PF) 5.7.9.1 As escadas enclausuradas à prova de fumaça (ver figuras 9, 10 e 11) devem atender ao estabelecido em 5.7.1 a 5.7.4, exceto 5.7.3.1.c, e aos seguintes:

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a) ter suas caixas enclausuradas por paredes resistentes a 120 minutos de fogo no mínimo; b) ter ingresso por antecâmaras ventiladas, terraços ou balcões, atendendo as primeiras ao prescrito em 5.7.9.2 e os últimos em 5.7.10; c) ser providas de portas corta fogo (PCF) com resistência de 60 min ao fogo.

Figura 9 – Escada enclausurada à prova de fumaça com elevador de emergência na antecâmara 5.7.9.2 As antecâmaras, para ingressos nas escadas enclausuradas (ver figura 10), devem: a) ter comprimento mínimo de 1,8 m; b) ter pé-direito mínimo de 2,5 m; c) ser dotadas de porta corta-fogo (PCF) na entrada e na comunicação da caixa da escada, com resistência de 60 min de fogo cada; d) ser ventiladas por dutos de entrada e saída de ar, de acordo com 5.7.9.3.2 a 5.7.9.3.4; e) ter a abertura de entrada de ar do duto respectivo situada junto ao piso ou, no máximo, a 15 cm deste, com área mínima de 0,84 m² e, quando retangular, obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões; f) ter a abertura de saída de ar do duto respectivo situada junto ao teto ou no máximo, a 15 cm deste, com área mínima de 0,84 m² e, quando retangular, obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões; g) ter, entre as aberturas de entrada e de saída de ar, a distância vertical mínima de 2,0 m, medida eixo a eixo; h) ter a abertura de saída de ar situada, no máximo, a uma distância horizontal de 3,0 m, medida em planta, da porta de entrada da antecâmara, e a abertura de entrada de ar situada, no máximo, a uma distância horizontal de 3,0 m, medida em planta, da porta de entrada da escada; i) ter paredes resistentes ao fogo por no mínimo 120 minutos;

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j) as aberturas dos dutos de entrada e saída de ar das antecâmaras deverão ser guarnecidas por telas de arame, com espessura dos fios superior ou igual a 3 mm e malha com dimensões mínimas de 2,5 cm por 2,5 cm. 5.7.9.3 Os dutos de ventilação natural: 5.7.9.3.1 Os dutos de ventilação natural devem formar um sistema integrado: o duto de entrada de ar (DE) e o duto de saída de ar (DS). 5.7.9.3.2 Os dutos de saída de gases e fumaça devem: a) ter aberturas somente nas paredes que dão para as antecâmaras; b) ter secção mínima calculada pela seguinte expressão:

= 0,105 x n onde: = secção mínima em m² n = número de antecâmaras ventiladas pelo duto;

c) ter em qualquer caso, área não-inferior a 0,84 m², largura minima de 0,80 m e, quando de secção retangular, obedecer à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões; d) elevar-se no mínimo a 3,0 m acima do eixo da abertura da antecâmara do último pavimento servido pelo eixo, devendo seu topo situar-se a 1,0 m acima de qualquer elemento construtivo existente sobre a cobertura; e) ter, quando não forem totalmente abertos no topo, aberturas de saída de ar com área efetiva superior ou igual a 1,5 vezes a área da secção do duto, guarnecidas ou não por venezianas ou equivalente, devendo estas aberturas ser dispostas em, pelo menos, duas faces opostas com área nunca inferior a 1,0 m² cada uma, e se situarem em nível superior a qualquer elemento construtivo do prédio (reservatórios, casas de máquinas, cumeeiras, muretas e outros); f) não serem utilizados para a instalação de quaisquer equipamentos ou canalizações; g) ser fechados na base. 5.7.9.3.3 As paredes dos dutos de saídas de ar devem: a) ser resistentes, no mínimo, a 120 minutos de fogo; b) ter isolamento térmico e inércia térmica equivalente, no mínimo, a, resistencia minima de 120 minutos de fogo, conforme NPT 08/11; c) ter revestimento interno liso.

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Figura 10 – Exemplos de dutos de ventilação 5.7.9.3.4 Os dutos de entrada de ar devem: a) ter paredes resistentes ao fogo por 120 minutos no mínimo; b) ter revestimento interno liso; c) atender às condições das alíneas “a”, “b”, “c” e “f” de 5.7.9.3.2; d) ser totalmente fechados em sua extremidade superior; e) ter abertura em sua extremidade inferior ou junto ao teto do 1 o pavimento, possuindo acesso direto ao exterior; que assegure a captação de ar fresco respirável, devendo esta abertura ser guarnecidas por telas de arame, com espessura dos fios superior ou igual a 3 mm e malha com dimensões mínimas de 2,5 cm por 2,5 cm; que não diminua

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a área efetiva de ventilação, isto é, sua secção deve ser aumentada para compensar a redução. Essa abertura exigida na letra e), poderá ser projetada junto ao teto do primeiro pavimento que possua acesso direto ao exterior (Ex.: piso térreo) 5.7.9.3.5 A secção da parte horizontal inferior do duto de entrada de ar deve: a) ser, no mínimo, igual à do duto, em edificações com altura igual ou inferior a 30,0 m; b) ser igual a 1,5, vez a área da secção do trecho vertical do duto de entrada de ar, no caso de edificações com mais de 30,0 m de altura. 5.7.9.3.6 A tomada de ar do duto de entrada de ar deve ficar, de preferência, ao nível do solo ou abaixo deste, longe de qualquer eventual fonte de fumaça em caso de incêndio. 5.7.9.3.7 As dimensões dos dutos dadas em 5.7.9.3.2 são as mínimas absolutas, aceitando-se mesmo recomendando o cálculo exato pela mecânica dos fluídos destas secções, em especial no caso da existência de subsolos e em prédios de excepcional altura ou em locais sujeitos a ventos excepcionais. 5.7.9.4 A iluminação natural das caixas de escadas enclausuradas, quando houver, deve obedecer aos seguintes requisitos: a) ser obtida por abertura provida de caixilho de perfil metálico reforçado, provido de fecho acionável por chave ou ferramenta especial devendo ser aberto somente para fins de manutenção ou emergência; b) este caixilho deve ser guarnecido com vidro transparente ou não, laminado ou aramado (malha de 12,5 mm), com espessura, mínima de 6,5 mm; c) em paredes dando para o exterior, sua área máxima não pode ultrapassar 0,5 m² ; em parede dando para antecâmara ou varanda, pode ser de até 1 m² ; d) havendo mais de uma abertura de iluminação, a distância entre elas não pode ser inferior a 0,5 m e a soma de suas áreas não deve ultrapassar 10% da área da parede em que estiverem situadas. 5.7.10 Escadas enclausuradas por balcões, varandas e terraços 5.7.10.1 Os balcões, varandas, terraços e assemelhados, para ingresso em escadas enclausuradas, devem atender aos seguintes requisitos: a) ser dotados de portas corta-fogo na entrada e na saída com resistência mínima de 60 min.; b) ter guarda de material incombustível e não vazada com altura mínima de 1,30 m; c) ter piso praticamente em nível e desnível máximo de 30 mm dos compartimentos internos do prédio e da caixa de escada enclausurada; d) em se tratando de terraço a céu aberto, não situado no último pavimento, o acesso deve ser protegido por marquise com largura mínima de 1,2 m.; 5.7.10.2 A distância horizontal entre o paramento externo das guardas dos balcões, varandas e terraços que sirvam para ingresso às escadas enclausuradas à prova de fumaça e qualquer outra

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abertura desprotegida do próprio prédio ou das divisas do lote deve ser, no mínimo, igual a um terço da altura da edificação, ressalvado o estabelecido em 5.7.10.3, mas nunca a menos de 3,0 m. 5.7.10.3 A distância estabelecida em 5.7.10.2 pode ser reduzida à metade, isto é, a um sexto da altura, mas nunca a menos de 3,0 m, quando: a) o prédio for dotado de chuveiros automáticos; b) o somatório das áreas das aberturas da parede fronteira à edificação considerada não ultrapassar um décimo da área total desta parede; c) na edificação considerada não houver ocupações pertencentes aos grupos C ou I. 5.7.10.4 Será aceita uma distância de 1,20 m, para qualquer altura da edificação, entre a abertura desprotegida do próprio prédio até o paramento externo do balcão, varanda ou terraço para o ingresso na escada enclausurada à prova de fumaça (PF), desde que entre elas seja interposta uma parede com TRRF mínimo de 2 horas (ver figura 11).

5.7.10.5 Será aceita a ventilação no balcão da escada à prova de fumaça, através de janela com ventilação permanente, desde que: a) área efetiva mínima de ventilação seja de 1,5 m²;

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b) as distâncias entre as aletas das aberturas das janelas tenham espaçamentos de no mínimo 0,15 m; c) as aletas possuam um ângulo de abertura de no mínimo 45 graus em relação ao plano vertical da janela; d) as antecâmaras deverão atender o item 5.7.9.2 a), b) e c); e) ter altura de peitoril de 1,3 m; f) ter distância de no mínimo 3,0 m de outras aberturas em projeção horizontal, no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote, e no mesmo plano de parede; g) os pisos de balcão, varandas e terraços deverão ser antiderrapantes, conforme item 5.7.1.1. g. 5.7.11 Escadas à prova de fumaça pressurizada (PFP) As escadas à prova de fumaça pressurizadas ou escadas pressurizadas podem sempre substituir as escadas enclausuradas protegidas (EP) e as escadas enclausuradas à prova de fumaça (PF), devendo atender a todas as exigências da NPT 013/11 - Pressurização de Escadas de Segurança. 5.7.12 Escada Aberta Externa (AE): 5.7.12.1 As escadas abertas externas (ver figuras 13 e 14) podem substituir os demais tipos de escadas e devem atender aos requisitos de 5.7.1 a 5.7.3, 5.8.1.3 e 5.8.2, e aos seguintes: a) ter seu acesso provido de porta corta-fogo com resistência mínima de 90 min; b) manter raio mínimo de escoamento exigido em função da largura da escada; c) atender tão somente aos pavimentos acima do piso de descarga, terminando obrigatoriamente neste, atendendo ao prescrito no item 5.11; d) entre a escada aberta e a fachada da edificação deverá ser interposta outra parede com TRRF mínimo de 120 minutos; e) toda abertura desprotegida do próprio prédio até escada deverá ser mantida distância mínima de 3,0m quando a altura da edificação for inferior ou igual a 12,0 m e de 8,0 m quando a altura da edificação for superior a 12,0 m; f) a distância do paramento externo da escada aberta até o limite de outra edificação no mesmo terreno ou limite da propriedade deverá atender aos critérios adotados na NPT 007/11 – Separação entre edificações; g) a estrutura portante da escada aberta externa deverá ser construída em material incombustível, atendendo os critérios estabelecidos na NPT 008/11 – Resistencia ao fogo dos elementos de construção, com TRRF de 120 minutos; h) na existência de shafts, dutos ou outras aberturas verticais que tangenciam a projeção da escada aberta externa, tais aberturas deverão ser delimitadas por paredes estanques nos termos da NPT 008/11; i) será admitido este tipo de escada até de altura de 45,0 m.

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5.8 Guardas e corrimãos 5.8.1 Guarda-corpos e balaustradas 5.8.1.1 Toda saída de emergência, corredores, balcões, terraços, mezaninos, galerias, patamares, escadas, rampas e outros, deve ser protegida de ambos os lados por paredes ou guardas (guardacorpos) contínuas, sempre que houver qualquer desnível maior de 19 cm, para evitar quedas.

5.8.1.2 A altura das guardas, medida internamente, deve ser, no mínimo, de 1,05 m ao longo dos patamares, escadas, corredores, mezaninos e outros (ver figura 15), podendo ser reduzida para até 0,92 m nas escadas internas, quando medida verticalmente do topo da guarda a uma linha que una as pontas dos bocéis ou quinas dos degraus.

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5.8.1.3 As alturas das guardas em escadas externas, de seus patamares, de balcões assemelhados, devem ser de no mínimo, 1,3 m, medido como especificado em 5.8.1.2.

e

5.8.1.4 As guardas constituídas por balaustradas, grades, telas e assemelhados, isto é, as guardas vazadas, devem: a) ter balaústres verticais, longarinas intermediárias dispostas verticalmente, grades, telas, vidros de segurança laminados ou aramados e outros, de modo que uma esfera de 11 cm de diâmetro não possa passar por nenhuma abertura; b) ser isentas de aberturas, saliências, reentrâncias ou quaisquer elementos que possam enganchar em roupas; c) ser constituídas por materiais não estilhaçáveis, exigindo-se o uso de vidros aramados ou de segurança laminados conforme item 4.7.2.1 da NBR 7199/89 ou outra que venha asubstitui-la, se for o caso. Exceção: será feita as ocupações do grupo I e J, para as escadas e saídas não emergenciais. 5.8.2 Corrimãos 5.8.2.1 Os corrimãos deverão ser adotados em ambos os lados das escadas ou rampas, devendo estar situados entre 80 cm e 92 cm acima do nível do piso, sendo em escadas, esta medida tomada verticalmente da forma especificada em 5.8.1.2 (ver figura 14).

Figura 14 – Dimensões de guardas e corrimãos

5.8.2.2 Uma escada pode ter corrimãos em diversas alturas, além do corrimão principal na altura normal exigida; em escolas, jardins-de-infância e assemelhados, se for o caso, deve haver corrimãos nas alturas indicadas para os respectivos usuários, além do corrimão principal.

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5.8.2.3 Os corrimãos devem ser projetados de forma a poderem ser agarrados fácil e confortavelmente, permitindo um contínuo deslocamento da mão ao longo de toda a sua extensão, sem encontrar quaisquer obstruções, arestas ou soluções de continuidade. No caso de secção circular, seu diâmetro varia entre 38 mm e 65 mm (ver figura 15). 5.8.2.3.1 O corrimão, em sua continuidade, pode possuir ângulo de 90º, e na extremidade deve possuir cantos arredondados sem saliências (cantos-vivos), não podendo a extremidade ser paralela à parede; 5.8.2.4 Os corrimãos devem estar afastados 40 mm no mínimo, das paredes ou guardas às quais forem fixados. 5.8.2.5 Não são aceitáveis, em saídas de emergência, corrimãos constituídos por elementos com arestas vivas, tábuas largas e outros (ver figura 15).

Figura 15 – Pormenores de corrimãos

5.8.2.6 Para auxílio dos deficientes visuais, os corrimãos das escadas deverão ser contínuos, sem interrupção os patamares, prolongando-se, sempre que for possível, pelo menos 0,3 m do início e término da escada com suas extremidades voltadas para a parede ou com solução alternativa. 5.8.2.7 Nas rampas e, opcionalmente nas escadas, os corrimãos devem ser instalados a duas alturas: 0,92 m e 0,70m do piso acabado. 5.8.3 Exigências estruturais 5.8.3.1 As guardas de alvenaria ou concreto, as grades de balaustradas, as paredes, as esquadrias, as divisórias leves e outros elementos de construção que envolvam as saídas de emergência devem ser projetados de forma a: a) resistir a cargas transmitidas por corrimãos nelas fixados ou calculadas para resistir a uma força horizontal de 730 N/m aplicada a 1,05 m de altura, adotando-se a condição que conduzir a maiores tensões (ver figura 16);

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b) ter seus painéis, longarinas, balaústres e assemelhados calculados para resistir a uma carga horizontal de 1,20 kPa aplicada à área bruta da guarda ou equivalente da qual façam parte; as reações devidas a este carregamento não precisam ser adicionadas às cargas especificadas na alínea precedente (ver figura 16);

Figura 16 – Pormenores construtivos da instalação de guardas e as cargas a que elas devem resistir

5.8.3.2 Os corrimãos devem ser calculados para resistirem a uma carga de 900 N, aplicada em qualquer ponto deles, verticalmente de cima para baixo e horizontalmente em ambos os sentidos. 5.8.4 Corrimãos intermediários 5.8.4.1 Escadas com mais de 2,2 m de largura devem ter corrimão intermediário, no máximo, a cada 1,8 m. Os lanços determinados pelos corrimãos intermediários dever ter, no máximo a cada 1,8 m. Os lanços determinados pelos corrimãos intermediários devem ter no minimo 1,10 m de largura, ressalvado o caso de escadas em ocupações dos tipos H-2 e H-3, utilizadas por pessoas muito idosas e portadores de necessidades especiais, que exijam máximo apoio com ambas as mãos em corrimãos, onde pode ser previsto, em escadas largas, uma unidade de passagem especial com 69 cm entre corrimãos. 5.8.4.2 As extremidades dos corrimãos intermediários devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes. 5.8.4.3 Escadas externas de caráter monumental podem, excepcionalmente, ter apenas dois corrimãos laterais, independentemente de sua largura, quando forem utilizadas por grandes multidões. 5.9 Elevadores de emergência 5.9.1 Obrigatoriedade É obrigatória a instalação de elevadores de emergência: a) em todas as edificações residenciais A-2 e A-3 com altura superior a 80,0 m e nas demais ocupações com altura superior a 60 m, excetuadas as de classe de ocupação G-1, e em torres exclusivamente monumentais de ocupação F-2;

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b) nas ocupações institucionais H-2 e H-3, sempre que sua altura ultrapassar a 12,0 m, em número igual ao das escadas de emergência. 5.9.2 Exigências Enquanto não houver norma específica referente a elevadores de emergência, estes devem atender a todas as normas gerais de segurança previstas nas NBR 5410 e NBR 9077, e ao seguinte (ver figura 9). a) ter sua caixa enclausurada por paredes resistentes a 120 minutos de fogo, independente dos elevadores de uso comum; b) ter suas portas metálicas abrindo para antecâmara ventilada, nos termos de 5.7.9.2, para varanda conforme 5.7.10, para hall enclausurado e pressurizado, para patamar de escada pressurizada ou local análogo do ponto de vista de segurança contra fogo e fumaça; c) ter circuito de alimentação de energia elétrica com chave própria independente da chave geral do edifício, possuindo este circuito chave reversível no piso da descarga, que possibilite que ele seja ligado a um gerador externo na falta de energia elétrica na rede pública; d) deve estar ligado a um grupo moto gerador (GMG) de emergência. 5.9.2.1 O painel de comando deve atender, ainda, às seguintes condições: a) estar localizado no pavimento da descarga; b) possuir chave de comando de reversão para permitir a volta do elevador a este piso, em caso de emergência; c) possuir dispositivo de retorno e bloqueio dos carros no pavimento da descarga, anulando as chamas existentes, de modo que as respectivas portas permaneçam abertas, sem prejuízo do fechamento do vão do poço nos demais pavimentos; d) possuir duplo comando automático e manual reversível, mediante chamada apropriada. 5.9.2.2 Nas ocupações institucionais H-2 e H-3, o elevador de emergência deve ter cabine com dimensões apropriadas para o transporte de maca. 5.9.2.3 As caixas de corrida (poço) e casas de máquinas dos elevadores de emergência devem ser enclausuradas e totalmente isoladas das caixas de corrida e casas de máquinas dos demais elevadores. A caixa de corrida (poço) deve ter abertura de ventilação permanente em sua parte superior, atendendo as condições estabelecidas na alínea d) do item 5.7.8.1. 5.9.2.4 O elevador de emergência deve atender a todos os pavimentos do edifício, incluindo os localizados abaixo do pavimento de descarga com altura ascendente superior a 12,0 m (NPT 013/11). 5.10 Área de refúgio 5.10.1 Conceituação e exigências 5.10.1.1 Área de refúgio é a parte de um pavimento separada por paredes corta-fogo e portas cortafogo, tendo acesso direto, cada uma delas (a área de refúgio e o restante do pavimento), a pelo menos uma escada/rampa de emergência (ver figura 17).

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Figura 17 – Desenho esquemático da área de refúgio 5.10.1.2 A estrutura dos prédios dotados de áreas de refúgio deve ter resistência conforme NPT 008/11 – Resistência ao fogo dos elementos de construção. As paredes que definem as áreas de refúgio devem apresentar resistência ao fogo conforme a NPT 008/11 e as condições estabelecidas na NPT 009/11 – Compartimentação Horizontal e Compartimentação Vertical. 5.10.2 Obrigatoriedade É obrigatória a existência de áreas de refúgio em todos os pavimentos nos seguintes casos: a) em edificações institucionais de ocupação E-5, E-6 e H-2 com altura superior a 12,0 m e na sua ocupação H-3 com altura superior a 6,00 m, bem como, para esta ocupação, no térreo e/ou primeiro pavimento, se nestes houver internação. Nesses casos a área minima de refugio de cada pavimento deve ser de, no minimo 30% da área de cada pavimento; b) A existência de compartimentação de área no pavimento será aceita como área de refúgio, desde que tenha acesso direto às saídas de emergência (escadas, rampas ou portas). 5.10.3 Hospitais e assemelhados 5.10.3.1 Em ocupações H-2 e H-3, as áreas de refúgio não devem ter áreas superiores a 2.000 m². 5.10.3.2 Nestas ocupações H-2 e H-3, bem como nas ocupações E-6, a comunicação entre as áreas de refúgio e/ou entre estas áreas e saídas deve ser em nível ou, caso haja desníveis, em rampas, como especificado em 5.6. 5.11 Descarga 5.11.1 Tipos 5.11.1.1 A descarga, parte da saída de emergência de uma edificação, que fica entre a escada e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública, pode ser constituída por:

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a) corredor ou átrio enclausurado; b) área em pilotis; c) corredor a céu aberto. 5.11.1.2 O corredor ou átrio enclausurado que for utilizado como descarga deve: a) ter paredes resistentes ao fogo por tempo equivalente ao das paredes das escadas que a ele conduzirem, conforme NPT 008/11; b) ter pisos e paredes revestidos com materiais que atendam as condições da NPT 010/11; c) ter portas corta-fogo com resistência de 90 min de fogo; quando a escada for à prova de fumaça ou quando a escada for enclausurada protegida; isolando-o de todo compartimento que com ele se comunique, tais como apartamentos, salas de medidores, restaurante e outros. 5.11.1.3 Admite-se que a descarga seja feita por meio de saguão ou hall térreo não enclausurado, desde que entre o final da descarga e a fachada ou alinhamento predial (passeio) mantenha-se um espaço livre para acesso ao exterior, atendendo-se às dimensões exigidas em 5.11.2, sendo admitido nesse saguão ou hall elevadores, portaria, recepção, sala de espera, sala de estar e salão de festas (ver figura 18). 5.11.1.4 A área em pilotis que servir como descarga deve: a) não ser utilizável como estacionamento de veículos de qualquer natureza, sendo, quando necessário, dotada de divisores físicos que impeçam tal utilização; b) Não será exigido o o item anterior, nas edificações onde as escadas exigidas forem do tipo NE - escadas não enclausuradas e altura até 12 m, desde que entre o acesso à escada e a área externa (fachada ou alinhamento predial) possua um espaço reservado e desimpedido, no mínimo com largura de 2,2 m. c) ser mantida livre e desimpedida, não podendo ser utilizada como depósito de qualquer natureza.

DESCARGA

D

ELEVADOR

ELEVADOR

SAGUÃO
PCF P90

LOJA, etc.

PORTARIA

Figura 18 – Descarga através de hall térreo não enclausurado

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5.11.1.5 O elevador de emergência pode estar ligado ao hall de descarga, desde que seja agregado à largura desta uma unidade de saída (0,55 m). 5.11.2 Dimensionamento 5.11.2.1 No dimensionamento da descarga, devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem. 5.11.2.2 A largura das descargas não pode ser inferior: a) a 1,20 m, nos prédios em geral, e a 1,65 e 2,20 m, nas edificações classificadas com H-2 e H-3 por sua ocupação respectivamente; b) à largura calculada conforme 5.4, considerando-se esta largura para cada segmento de descarga entre saídas de escadas (ver figura 20), não sendo necessário que a descarga tenha, em toda a sua extensão, a soma das larguras das escadas que a ela concorrem.

Figura 19 – Dimensionamento de corredores de descarga 5.11.3 Outros ambientes com acesso 5.11.3.1 Galerias comerciais (galerias de lojas) podem estar ligadas à descarga desde que seja feito por meio de antecâmara enclausurada e ventilada diretamente para o exterior ou através de dutos, dentro dos padrões estabelecidos para as escadas à prova de fumaça (PF), dotadas de duas portas corta-fogo P-60, conforme indicado na figura 20.

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Figura 20 - Acesso de galeria comercial à descarga 5.12 Iluminação de emergência e sinalização de saída 5.12.1 Iluminação das rotas de saídas de emergência As rotas de saída devem ter iluminação natural e/ou artificial em nível suficiente, de acordo com a NBR 5413. Mesmo nos casos de edificações destinadas a uso unicamente durante o dia, é indispensável a iluminação artificial noturna. 5.12.2 Iluminação de emergência 5.12.2.1 A iluminação de emergência deve ser executada obedecendo à NPT 018/11. 5.12.3 Sinalização de saídas de emergência 5.12.3.1 A sinalização de saída deve ser executada obedecendo à NPT 020/11. 5.13 Exigências para edificações existentes. 5.13.1 Para as edificações existentes, deve ser aplicada a NPT 002/11 – Adaptação às normas de segurança contra incêndio - edificações existentes.

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ANEXO A TABELA 1 – DADOS PARA O DIMENSIONAMENTO DAS SAÍDAS DE EMERGÊNCIA
Ocupação População Grupo Divisão A-1, A-2 A A-3 B C D E-1 a E-4 E E-5, E-6 F-1, F-10 F-2,F-5,F8 F F-3,F-6,F-7, F-9 F-4 G-1, G-2, G3 G G-4, G-5 H-1, H-6 H-2 H H-3 H-3 H-4, H-5 I J L L-1 L-2, L-3 M-1 M-3,M-5 M M-4 Uma pessoa por 4,0 m² de área 60 45 100 Uma pessoa por 20,0 m² de área
(E) (A)

Capacidade da U. de passagem Acessos e descargas Escadas e rampas Portas

Duas pessoas por dormitório (C) Duas pessoas por dormitório e uma pessoa por 4,0 m² de área de alojamento(D) Uma pessoa por 15,0 m² de área
(E) (G)

60

45

100

Uma pessoa por 5,0 m² de área (E) (J) (M) Uma pessoa por 7,0 m² de área Uma pessoa por 1,50 m² de área de sala de aula
(F)

100 100 30

75 75 22

100 100 30

Uma pessoa por 1,50 m² de área de sala de aula
(F)

Uma pessoa por 3,0 m² de área Uma pessoa por 1,0 m² de área (E) (G) (N) Duas pessoas por 1,0 m² de área Uma pessoa por 3,0 m² de área Uma pessoa por 40 vagas de veículo 100 Uma pessoa por 7,0 m² de área (E) Duas pessoas por dormitório 4,0 m² de área de alojamento
(C) (E) (G) (K)

(1:0,5 m2)

100

75

100

60 45

100 100

60

e uma pessoa por 30 22 30

Uma pessoa e meia por leito + uma pessoa por 7,0 m² de área de ambulatório (H) Uma pessoa e meia por leito + uma pessoa por 7,0 m² de área de ambulatório (H) Uma pessoa por 7,0 m² de área (F) Uma pessoa por 10,0 m² de área 100 Uma pessoa por 30,0 m² de área Uma pessoa por 3,0 m² de área Uma pessoa por 10,0 m² de área + Uma pessoa por 10,0 m² de área 100 100 75 60 100 100
(J)

30 60

22 45

30 100

60

100

100

60

100

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serão classificadas como Grupo A. que tenham pacientes ambulatoriais. uma pessoa por 7. (N) para o calculo da população. consultar a tabela 1 do Código de Segurança Contra Incêndios e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Paraná. As áreas de lazer das edificações residenciais. F-6 e F-8. F5 . quando discriminado o tipo de área (por ex. Nos demais casos devem sofrer redução como abaixo especificado. o calculo da população é de uma pessoa por 1. de acordo com a Tabela 1 do CSCIP.5 m² de área. isto é. conforme o caso. têm sua ocupação admitida como no grupo D. (F) Auditórios e assemelhados. a área de pavimento correspondente ao ambulatório.F-6 e outros.3). (G) As cozinhas e suas áreas de apoio. (I) O símbolo “+” indica necessidade de consultar normas e regulamentos específicos (não cobertos por esta NPT).5 cm de altura: redução de 15% c) lanços ascendentes de escadas com degraus até 18. 32 . a sala deve ser considerada como dormitório: em apartamentos maiores (três e mais dormitórios). (J) A parte de atendimento ao público de comércio atacadista deve ser considerada como do grupo C. as salas de costura. (D) Alojamento = dormitório coletivo. onde deve ser consultada a NPT 012/11 (L) para ocupações do tipo Call-center. considera-se uma pessoa para cada 6. Estas percentagens de redução são cumulativas. quando for o caso: a) lanços ascendentes de escada com degraus até 17. (H) Em hospitais e clínicas com internamento (H-3). (K) Esta tabela se aplica a todas as edificações. na base de uma pessoa por 7.0 m² de área.0 m² de área. Em apartamentos mínimos.0 cm de altura: redução de 10% b) lanços ascendentes de escadas com degraus até 17.NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Notas: (A) Os parâmetros dados nesta Tabela são os mínimos aceitáveis para o cálculo da população (ver 5. acresce-se à área calculada por leito.5%): redução de 20% (C) Em apartamentos de até dois dormitórios. nas ocupações B.0 m² (E) Por ”área” entende-se a “área do pavimento” que abriga a população em foco. declividade até 10%: redução de 1% por grau percentual de inclinação (1% a 10%) e) rampas ascendentes de mais de 10% (máximo: 12. é a área útil interna da dependência em questão. (O) para a classificação das ocupações (grupos e divisões). (M) para a área de lojas adota-se no calculo uma pessoa por 7.0 m². exceto para os locais destinados a divisão F-3 e F-7. gabinetes e outras dependências que possam ser usadas como dormitórios (inclusive para empregadas) são considerados como tais. sem divisões em planta. (B) As capacidades das unidades de passagem em escadas e rampas estendem-se para lanços retos e saída descendente. será admitido o leiaute dos assentos fixos (permanentes) apresentado em planta. que são utilizadas pelos próprios moradores da edificação. com população total superior a 2.: área do alojamento). com mais de 10. bem como salões de festas e centros de convenções em hotéis são considerados nos grupos de ocupação F2.0 m² de área de pavimento.0 cm de altura: redução de 20% d) rampas ascendentes.500 pessoas. em escolas.

G5. E. F. D. J-3 (piso de e J-4 descarga) Demais andares 40 m 45 m 50 m 60 m 60 m 70 m 100 m 120 m 30 m 35 m 40 m 45 m 50 m 65 m 80 m 95 m 33 . H.NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA ANEXO B TABELA 2 – DISTÂNCIAS MÁXIMAS A SEREM PERCORRIDAS Sem chuveiros automáticos Grupo e divisão de ocupação Saída única Andar Mais de uma saída Com chuveiros automáticos Saída única Mais de uma saída Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com detecção detecção detecção detecção detecção detecção detecção detecção automática automática automática automática automática automática automática automática de fumaça de fumaça de fumaça de fumaça de fumaça de fumaça de fumaça de fumaça (valores de referencia) AeB De saída da edificação (piso de descarga) Demais andares 45 m 55 m 55 m 65 m 60 m 70 m 80 m 95 m 40 m 45 m 50 m 60 m 55 m 65 m 75 m 90 m C. L e M De saída da edificação (piso de descarga) Demais andares De saída da edificação (piso de descarga) Demais andares De saída da edificação (piso de descarga) Demais andares 40 m 45 m 50 m 60 m 55 m 65 m 75 m 90 m 30 m 35 m 40 m 45 m 45 m 55 m 65 m 75 m 80 m 95 m 120 m 140 m - - - - I-1 e J-1 70 m 80 m 100 m 130 m - - - 50 m 60 m 60 m 70 m 80 m 95 m 120 m 140 m G-1 e J-2 40 m 45 m 50 m 60 m 70 m 80 m 110 m 130 m De saída da edificação I-2. I-3. G-4. G3.G-2.

é necessária a apresentação do leiaute definido em planta baixa (salão aberto. consultar a tabela 1 do Código de Segurança contra Incêndios e Panico. escritórios. d) Para classificação das ocupações (grupos e divisões). sala de eventos. c) Para edificação com sistema de controle de fumaça.NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Notas: a) Esta tabela se aplica a todas as edificações.500 pessoas. galpões e outros). admite-se acrescentar 50% nos valores acima. escritórios panorâmicos. b) Para que ocorram as distâncias previstas na tabela 5 e notas acima. as distâncias definidas acima serão reduzidas em 30% (trinta porcento). 34 . exceto para os locais destinados a divisão F-3 e F-7. Caso não seja apresentado o leiaute definido em planta baixa. com população total superior a 2. onde deve ser consultada a NPT 012/11.

A-1 A-2 A-3 B-1 B-2 C-1 C-2 C-3 E-1 E-2 E-3 E-4 E-5 E-6 F-1 F-2 F-3 F-4 F-5 F-6 F-7 F-8 F-9 F-10 G-1 G-2 G-3 G-4 G-5 H-1 H-2 H-3 H-4 H-5 H-6 I-1 I-2 I-3 L-1 L-2 L-3 Tipo Esc NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE Tipo Esc NE NE NE EP EP NE NE EP NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE EP EP EP EP EP NE NE NE NE NE NE EP EP NE NE NE NE NE EP NE EP EP EP Tipo Esc EP EP EP EP PF EP PF EP EP EP EP EP EP EP EP PF EP EP EP PF EP PF EP EP EP EP EP EP EP EP PF PF EP EP EP EP PF PF EP PF PF PF Tipo Esc PF(1) PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF EP EP PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF H<6 6 < H < 12 12 < H < 30 Acima de 30 A B C D E F G H I J L 35 . Div.NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA ANEXO C TABELA 3 – TIPOS DE ESCADAS DE EMERGÊNCIA POR OCUPAÇÃO Dimensão Altura (em metros) OCupação Gr.

EP = Escada enclausurada protegida (escada protegida).NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA M M-1 M-2 M-3 M-4 M-5 NE NE NE NE NE NE EP EP NE EP EP+ PF PF NE PF PF+ PF PF NE PF NOTAS: a) Para o uso desta tabela. + = Símbolo que indica necessidade de consultar Norma de Procedimento Técnico.12 desta NPT. onde são dadas as significações (grupos e divisões). a escada poderá ser do tipo EP (Escada Enclausurada Protegida). Gr. normas ou regulamentos específicos (ocupação não coberta por esta NPT). g) Para divisões H-2 e H-3: Altura superior a 12 m = além das saídas de emergências por escadas (tabela 3). PF = Escada à prova de fumaça.7. deve ser consultada a NPT 012/11 . f) Quando houver necessidade de duas ou mais escadas de segurança. com população total superior a 2. academias e pista de patinação). deve possuir elevador de emergência (ver figura 10) e áreas de refúgio (ver figura 19). contudo não superior a 50 m. . altura acima de 30 m. e) Para divisões F-3 e F-7. consultar tabela CSCIP-CMB/PR . área de pavimento “N” (menor ou igual a 750 m²). sendo que acima desta altura (50m) permanece a escada do tipo PF (Escada Enclausurada a Prova de Fumaça.500 pessoas.conforme Tabela 1 do CSCIP-CBM/PR Div. = Tipo de escada. deve ser consultada a NPT 012/11. = Subdivisão do grupo de ocupação . As áreas de refúgio quando situadas somente em alguns pavimentos de níveis diferentes deve ter seus acessos ligados por rampa 36 . atendendo ao item 5.Divisão A-2. devem ser consultadas as tabelas anteriores. d) Para as ocupações do grupo F-3. c) Outros símbolos e abreviaturas usados nesta tabela: Tipo esc. b) Abreviatura dos tipos de escada: NE = Escada não enclausurada (escada comum). uma delas pode ser do tipo Aberta Externa (AE).conforme Tabela 1 do CSCIP-CBM/PR Notas: (1) = Em edificações de ocupação do Grupo A .= Não se aplica. onde o local tratar-se de recintos esportivos e/ou de espetáculos artístico cultural (exceto ginásios e piscinas com ou sem arquibancadas. = Grupo de ocupação (uso) .

devido as suas particularidades e risco. dotada de porta PCF P-90. esta deve ser enclausurada.a)). e que tenham sua ocupação diferente de estacionamento (garagens G-1 e G2) devem ser projetados sistemas de pressurização de escadas.1. sem a necessidade de ventilação.NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA (5. Para os subsolos com altura descendentes com profundidade maior que 12 m. com altura acima de 80 m. independente da nota anterior. exceto para grupo A-2. conforme Tabela 3.6. Para as edificações que possuam área de refúgio em todos os pavimentos (exceto pavimento térreo) não há necessidade de rampa interligando os diferentes níveis em acessos às áreas de refúgio. Nas edificações do grupo A-2. onde está prevista a escada NE. j) k) Nas escadas abaixo do pavimento de descarga. i) Nas edificações com altura acima de 36 m. é obrigatória a quantidade minima de duas escadas. As condições das saídas de emergência em edificações com altura superior a 150 m devem ser analisadas por meio de Comissão Técnica. independente da nota anterior. é obrigatória a quantidade mínima de duas escadas. 37 . h) O número de Escadas depende do dimensionamento das saídas pelo cálculo da população (Tabela 1) e distancias máximas a serem percorridas. em subsolos.

rodeios. 7 – Detalhe de patamares para público em pé. em especial quanto a determinação da população máxima e o dimensionamento das saídas. arquibancadas e similares). 1 . 3 – Detalhe das dimensões dos assentos e dos patamares. arenas e similares) e F-7 (construções provisórias para público. permanentes ou não. 12 – Perspectiva de corrimãos centrais e laterais. circos. 10 – Barreiras antiesmagamento – continuas e não continuas. 8 – Distancias a percorrer e acessos. 11 – Perspectiva de vomitório padrão. 2 APLICAÇÃO 2. 1 OBJETIVO Estabelecer os requisitos mínimos necessários para a segurança contra incêndio e pânico em centros esportivos e de exibição. ginásios. fechadas ou abertas. 9 – Barreiras antiesmagamento – posição e resistência mecânica. 15 – Sinalização de lotação. 13 – Saídas e escoamento do público. 6 – Corrimãos centrais e laterais.NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 012 Centros esportivos e de exibição – requisitos de segurança contra incêndio CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 38 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 Objetivo Aplicação Referências Normativas e Bibliográficas Definições Procedimentos ANEXOS Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura 1 – Detalhe do comprimento e número máximo de assentos. 14 – Obstáculos na entrada de acesso.1 Esta Norma de Procedimento Técnico (NPT) aplica-se às edificações enquadradas nas Divisões F-3 (estádios. 4 – Dimensões dos corrimãos e guarda-corpos das escadas. guarda-corpos e corrimãos centrais: cargas de projeto. 2 – Barreiras. visando a proteção da vida. 5 – Detalhe dos assentos nos patamares e guarda-corpos (barreiras). alturas e disposições. cobertas ou ao ar livre.

NBR 9077/93 – Saídas de emergências em edifícios NBR 15.Technical recommendations and requirements.1 Acesso: caminho a ser percorrido pelos usuários do pavimento ou do setor.NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 2. Decreto Regulamentar no 34/95. 2ed. JAKE. PAULS.ed. Movement of People.1995. 2000. 2 . 23 da Lei no 10.671. para edificações permanentes. 2008. NBR 15.Terminologia de segurança contra incêndio. aplicamse as definições específicas abaixo: 4. Instruções Técnicas. Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. United Kingdom.671. COELHO. GUIDE TO SAFETY AT SPORTS GROUNDS (Green Guide). PORTUGAL.2 A NPT 011/11 complementa o presente texto nos assuntos não detalhados nesta Norma. FIFA. admite-se que os parâmetros de saídas sejam dimensionados conforme a Norma de Procedimento Técnico 011/11 Saídas de Emergência. Dispõe sobre o Estatuto de Defesa do Torcedor e dá outras providências. 18.795. balcões. Decreto no 6. 4 DEFINIÇÕES Além das definições constantes da NPT 003/11 . de 15 de maio de 2003.assentos plásticos para segurança estádios desportivos e lugares públicos não cobertos. de 16 de março de 2009. Quincy: NFPA. NBR 9050 – Acessibilidade a edificações. Football Stadiums . geralmente possui piso plano ou levemente inclinado (rampa) (ver Figura 1). 4. de 15 de maio de 2003. NBR 5419 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas. CORPO DE BOMBEIROS DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Os acessos podem ser constituídos por corredores.assentos plásticos para estádios desportivos e lugares públicos fechados.Life Safety Code Handbook. constituindo a rota de saída para se alcançar uma escada. Quincy: NFPA.476 – Móveis plásticos . passagens. ou uma rampa.1 Quando houver lotação inferior a 2. Regulamento das Condições Técnicas e de Segurança dos Recintos de Espetáculos e Divertimentos Públicos. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS                BRASIL. 2.1.2 Acesso lateral: é um corredor de circulação paralelo às filas (fileiras) de assentos ou arquibancadas. mobiliários.816 – Móveis plásticos . 2007. 4. terraços e similares. FIFA: Zurich. ou uma área de refúgio. BRASIL.500 pessoas. São Paulo. Modelação matemática do abandono de edifícios sujeitos à ação de um incêndio.ed.ed. vestíbulos. 2011. Ron. 5. ou descarga para saída do recinto. COTÉ. NFPA-101 . Fire Protection Engineering. Antônio Leça. Lei no 10. de 16 de dezembro de 1995. Regulamenta o art. varandas.

as pessoas têm alguma proteção contra os efeitos do fogo e da fumaça. quadra.5 Assento rebatível: mobiliário que apresenta duas peças principais. Exemplos: escadas de segurança. que encerra um conjunto de ações e procedimentos a serem adotados. podendo ser inclinado (rampa) ou com degraus. auditórios etc. por um período limitado de tempo. visando à proteção da vida.). 4. 4. segura. escadas abertas externas (NPT 011/11 – Saídas de emergência). corredores de circulação (saída) ventilados (mínimo de 1/3 da lateral com ventilação permanente). campo. 4. 4. 4. arena etc. que se destina a dar melhor visibilidade aos espectadores.10 Local de segurança: local fora da edificação. 4.3 Acesso radial: é um corredor de circulação que dá acesso direto na área de acomodação dos espectadores (patamares das arquibancadas). devido à pressão da multidão aglomerada nas áreas de acomodação de público em pé.4 Arquibancada: série de assentos em filas sucessivas. do meio ambiente e do patrimônio.8 Bloco: agrupamento de assentos preferencialmente localizados entre dois acessos radiais ou entre um acesso radial e uma barreira. 4. encosto e assento. A peça do assento possui características retráteis que permanece na posição recolhida quando desocupada. Há também a modalidade de arquibancadas para público em pé. (ver Figura 13). circos. de forma ordenada e eficiente de toda a população fixa e flutuante da edificação em caso de uma situação de sinistro.6 Barreiras: estruturas físicas destinadas a impedir ou dificultar a livre circulação de pessoas. em estádios. no qual as pessoas estão sem o perigo imediato dos efeitos do fogo (ver Figura 13). cada uma em plano mais elevado que a outra.NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.20 m (ver Figura 1). anfiteatros. em forma de degraus. destinado à coordenação integrada das operações desenvolvidas pelos órgãos de Defesa Civil e Segurança Pública em situação de normalidade. 3 .7 Barreiras antiesmagamento: barreiras destinadas a evitar esmagamentos dos espectadores.9 Descarga: parte da saída de emergência que fica entre a escada ou a rampa e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública. 4.12 Plano de abandono: conjunto de normas e ações visando à remoção rápida. proporcionando às pessoas continuarem sua saída para um local de segurança. Deve ter largura mínima de 1. 4. 4. com representantes de todos os órgãos envolvidos no atendimento de uma emergência. pode ser constituída por corredores ou átrios cobertos ou a céu aberto.13 Plano de emergência: documento estabelecido em função dos riscos da edificação.14 Posto de comando: local fixo ou móvel. 4.11 Local de relativa segurança: local dentro de uma edificação ou estrutura onde. Podem ser providas de assentos (cadeiras ou poltronas) ou não. destinado à coordenação integrada das operações 4. bem como a redução das consequências de sinistros.15 Sala de Comando e Controle: local instalado em ponto estratégico que proporcione visão geral de todo recinto (setores de público. Este local deve possuir resistência ao fogo e elementos construtivos (de acabamento e de revestimento) incombustíveis. devidamente equipado com todos os recursos de informação e de comunicação disponíveis no local.

1.1. em uma situação de emergência. em cor contrastante com a superfície.1. 5. em lados distintos. 4.19 Túnel de saída ou “vomitório”: passagem coberta que interliga as áreas de acomodação do público (arquibancadas) às circulações de saída ou de entrada do recinto. Recomenda-se que cada setor tenha lotação máxima de 10.6 Os setores. 4 .7 As numerações dos ingressos devem conter a identificação do setor (com sua cor destacada). 5.1.1 Generalidades 5. socorro e salvamento.18 Tempo de saída: é o tempo no qual todos os espectadores. 5. Definido por um conjunto de blocos. 5. duas alternativas de saída. 5 ÁREA DE ACOMODAÇÃO DO PÚBLICO – SETORES 5. o movimento dos ocupantes venha a saturar determinadas rotas de fuga.NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. por determinada largura de saída (pessoas/minuto).1.1. conseguem deixar a respectiva área de acomodação (setor) e adentrarem em um local seguro ou de relativa segurança.3 Somente são considerados lugares destinados a espectadores aqueles inseridos dentro dos setores previamente estabelecidos e com rotas de fuga definidas.17 Taxa de fluxo (F): número de pessoas que passam. 4.2 Em todos os setores devem ter saídas suficientes. condições para executarem suas respectivas ações nos diversos eventos. no mínimo.000 pessoas. bem como possibilitar às equipes de segurança.16 Setor:espaço delimitado para acomodação dos espectadores. sendo exigidas. em condições normais. as fileiras e os assentos dos espectadores (inclusive quando o assento for no próprio patamar da arquibancada) devem ser devidamente numerados e identificados. do bloco. em função da população existente. coibir possíveis vendas de ingressos acima da capacidade do recinto. por minuto. 5. 5.4 As rotas de fuga dos espectadores devem ser independentes das rotas de fuga dos atletas ou artistas que se apresentam no recinto. 4.1 Os recintos para eventos desportivos devem ser setorizados em função de suas dimensões a fim de evitar-se que.1. permitindo a ocupação ordenada do recinto. evitar tumultos durante a acomodação dos espectadores. com marcação fixa e visível. da fila e do assento. Tal medida objetiva: controlar e facilitar o acesso do público. Nota: Não inclui o tempo total necessário para percorrer a circulação inteira de saída (do assento ao exterior).5 Recomenda-se que os setores sejam identificados por meio de cores diferenciadas e predominantes 5.8 Os setores das arquibancadas para público em pé devem ser dotados de barreiras antiesmagamento – ver Capítulo “Guarda-corpos (barreiras) e corrimãos”.1. devendo também as fileiras serem identificadas nas laterais dos acessos radiais.

a altura máxima destes deve ser de 0.2 20 metros. para público sentado (cadeiras individuais ou assentos numerados direto na arquibancada.2. de 0. a largura mínima deve ser de 0. admite-se que os que degraus das arquibancadas tenham largura mínima de 0. 5.80 m. quando os assentos das cadeiras (poltronas) forem rebatíveis.1 Nos setores com assentos fixos (cadeiras ou poltronas). b) largura mínima de 0.1.3 Inclinação das arquibancadas 5. quando houver apenas um acesso (ver Figura 7). 5. no mínimo. a inclinação máxima deve ser de 37 graus (recomenda-se inclinação de 34 graus).2. 5. devem possuir as seguintes dimensões: a) altura máxima de 0.1.1.3 Para ginásios cobertos e similares (locais internos) e para arquibancadas provisórias (desmontáveis): 14 metros. 5.19 m. sem cadeiras ou poltronas). 5 .5.85 m.75 m.19 m. b) largura mínima de 0.2. b) redução de 50% no comprimento máximo do patamar.5.3.2.NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 5. recomenda-se mínimo de 0. quando houver apenas um acesso. 7 metros. quando permitido).75 m. Para maior conforto do usuário.40 m (ver Figura 7).4 A altura e largura dos degraus das arquibancadas.2. 10 metros. Caso haja cadeiras ou poltronas.5 kN/m (Kilonewton por metro). 5.2. Quando os próprios patamares da arquibancada são usados como degraus de escada.1 Nos setores cuja inclinação superar ou igualar-se a 32 graus. constante no item 5. quando houver acessos nas duas extremidades. desde que haja: a) redução de 25% no comprimento máximo do patamar. devem possuir as seguintes dimensões: a) altura máxima de 0.70 m do piso e sua resistência mecânica mínima de 1. 5.2 Patamares (degraus) das arquibancadas 5. e. com redução em 50% do comprimento máximo do patamar. e.2.1 O comprimento máximo dos patamares das arquibancadas deve obedecer às seguintes regras: Para estádios e similares (arquibancadas permanentes): 5.1 Para edificações existentes.3.2 Para arquibancadas provisórias (desmontáveis.2. quando houver acesso em ambas extremidades do patamar. 5.57 m.70 m. quando os assentos das cadeiras (poltronas) forem não rebatíveis (tipo concha) ou quando não houver assentos fixos. A altura dessas barreiras deve ser. aceita-se largura mínima do patamar de 0. para público em pé (quando permitido).5 A altura e largura dos patamares (degraus) das arquibancadas (ver Figura 7). é obrigatória a instalação de guarda-corpos na frente de cada fila de assentos (ver Figura 3).15 a 0. constante no item 5.2.

5. 6 SAÍDAS (NORMAIS E DE EMERGÊNCIA) 6. 5.4. 5.4.55 m para circulação (ver Figura 5).1.1. 0.1.42 m de largura útil e deve ser instalado.1 Generalidades 6.35 m (ver Figuras 3 e 5). 5. exceto se o degrau (patamar) da arquibancada possuir largura igual ou superior a 1. 5. 5.1 Serem projetados. devem obedecer às características abaixo (ver Figuras 3 e 5): destinados aos 5. 5. 5.6 Serem afixados de forma a não permitir sua remoção ou desprendimento de partes.000 pessoas devem adotar assentos rebatíveis.2 Nos setores com assento no próprio patamar da arquibancada (sem cadeiras). no mínimo.1. medidos centralizadamente.1 Os assentos individuais (cadeiras ou poltronas) das arquibancadas.3 Nos setores com arquibancadas para público em pé.30 m de altura (ver Figura 3). a inclinação não deve ser superior a 25 graus. 6 . espectadores. conforme normas técnicas.3. conforme normas técnicas. e) espaços livres no exterior. a inclinação máxima deve ser de 25 graus.1. sendo recomendada a inclinação de 10 graus (ver Capítulo “Guarda-corpos (barreiras) e corrimãos” sobre exigência de barreiras anti-esmagamentos). quando houver. com resistência mecânica suficiente para os esforços solicitados. Para edificações existentes admite-se este espaçamento com 0. no mínimo.10 m.2 Os estádios com público superior a 35. entre a projeção dianteira de um assento de uma fila e as costas do assento em frente (ou guarda-corpo).1.4.2 Serem constituídos com material incombustível ou retardante ao fogo.NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 5. c) escadas ou rampas. a cada 50 cm entre eixos.4.4. manualmente.5 Terem espaçamento mínimo de 0.1 As saídas podem ser nominadas didaticamente em: a) acessos.1.40 m para circulação nas filas.4 Assentos 5.4. deve ser mantida a distância mínima de 0. nas cotas inferiores dos setores das arquibancadas.4.3 À frente da primeira fileira de assentos fixos.4. d) descarga. 5.3 Cada assento deverá possuir.4 Terem encosto mínimo: 0.4. b) circulações de saídas horizontais e verticais e respectivas portas.3.

1. a passagem das pessoas para as existentes. 6.1. de forma segura.00 m comportar. Assim.500 pessoas. devendo constar as plantas ou croquis que estabeleçam o “plano de abandono” de cada um dos setores.1.20 m de largura. deverá ser elaborado plano de emergência.1. 6.11 As saídas que não servem aos setores de arquibancadas ou à plateia devem seguir aos parâmetros da NPT 011/11 – Saídas de emergência. no sentido da saída do recinto. deve também ser executado em material antiderrapante e conter sinalização complementar de balizamento conforme normas pertinentes.1. Para edificações existentes se aceita 1.1. 6. sendo que deve haver. devendo apresentar este planejamento no plano de emergência. nos recintos de grande aglomeração de pessoas. 6.1.7 As saídas devem possuir. e) as saídas tenham sinalização e identificação adequadas. os elementos construtivos e os materiais de acabamentos e de revestimento devem ser de Classe I (incombustíveis).3 Os responsáveis pela edificação e pela segurança do evento devem assegurar que as vias de saída estão planejadas para prover aos espectadores uma circulação livre e desimpedida até que eles consigam atingir a área externa da edificação. devendo. deve-se assegurar que: a) haja números suficientes de saídas em posições adequadas (distribuídas de forma uniforme). 7 . 6. além de ser incombustível.10 m. em lados distintos.1. Cópia do plano de emergência deve ser mantida na sala de comando e controle do recinto 6. no mínimo. tanto em condições normais como em emergência.NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 6. evitar o congestionamento das saídas e o estresse psicológico.8 As portas e passagens nas circulações devem ter altura mínima de 2.2 É importante que se forneça. circulações de saída capazes de comportar. 6.1.6 As circulações não podem sofrer estreitamento em sua largura. duas opções (alternativas) de fuga.1. Ver prescrições da NPT 010/11 – Controle de materiais de acabamento e de revestimento. f) haja controle de acesso do público. deve-se dimensionar para o novo número de pessoas.5 O piso das áreas destinadas à saída do público (incluindo os patamares das arquibancadas). em cada setor. no mínimo. d) haja dispositivos que direcionem o fluxo de pessoas que irão adentrar em uma rota de fuga. 6.20 m para edificações novas e de 2.10 Para recintos com previsão de público igual ou superior a 2. a passagem das pessoas dentro de um período de tempo aceitável. visando à garantia da lotação máxima estabelecida. 6. devendo ser adotadas as rotas mais diretas possíveis. de forma segura.9 As saídas devem ser dimensionadas em função da população de cada setor considerado. no mínimo.1. no caso de aumento de fluxo na circulação. conforme dimensionamento das saídas. c) as pessoas não tenham que percorrer distâncias excessivas para sair do local de assistência (acomodação).4 Nas saídas. b) todas as áreas de circulações de saída tenham larguras adequadas à respectiva população. manter a mesma largura ou.

).17 As portas e os portões de saída do público devem abrir sempre no sentido de fuga das pessoas. dobradiças e outros.20 As saídas finais devem ser monitoradas pessoalmente pela segurança. com prazo suficiente para garantir o egresso seguro do público.13.15 Nas barreiras ou alambrados que separam a área do evento (arena. 6. não sendo permitido qualquer tipo de travamento no sentido de saída do recinto. 8 .13. separadamente.1. devendo ser monitorado pelo serviço de segurança.21.1. e possuir largura dimensionada para o abandono seguro da população do recinto. no mínimo.1. 6.20 m.1. 6. espelhos. enquanto o recinto for utilizado pelo público. pista etc. quadra. 6. 6. ainda. escadas.1.1.12 Os acessos destinados aos portadores de necessidades especiais devem observar. O responsável pela segurança deve verificar ou ser informado quando todas as portas e portões das saídas finais estiverem seguramente na posição aberta.13 Toda circulação horizontal deve estar livre de obstáculos e permitir o acesso rápido e seguro do público às saídas verticais dos respectivos pisos ou à área de descarga. os critérios descritos na NBR 9050. a qualquer momento. 6. sendo que esses espaços não são aceitos e não devem ser computados como parte do sistema de saída normal ou de emergência.14 Os desníveis existentes nas saídas horizontais devem ser vencidos por rampas de inclinação não superior a 10% e patamar horizontal de descanso a cada 10 m.1. mediante sistema de abertura acionado pelos componentes do serviço de segurança ou da brigada de incêndio. Essas passagens devem ser instaladas ao final de todos os acessos radiais e devidamente sinalizadas.1. porém. Quando abrir. visando assim evitar interferências no fluxo de saída. maçanetas.16 Quando houver mudanças de direção. preferencialmente.23 As catracas de acesso devem ser reversíveis.21 Todas as portas e portões de saída dos respectivos setores devem ser mantidos na posição totalmente aberta antes do fim do evento. não deve obstruir qualquer tipo de circulação (corredores.NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 6. 6. 6.) dos locais acessíveis ao público devem ser previstas passagens que permitam aos espectadores sua utilização em caso de emergência. 6. 6.1.2 Nos túneis de saída ou de acesso de público (“vomitórios”) não devem ser dispostos obstáculos ou aberturas (portas. 6. janelas) que criem acúmulo de pessoas. 5 m das saídas dos setores (ver Figura 13).19 Nenhum sistema de saída deve ser fechado de modo que não possa ser facilmente e imediatamente aberto em caso de emergência. na cor amarela. nunca inferior a 1.18 As portas e portões de saída devem ser providos de barras antipânico. devendo estas saídas atenderem proporcionalmente ao público a que se destinam.1. campo.1. em caso de necessidade. 6.1. 6.1 Locais de vendas e outros locais de acúmulo de pessoas devem distar. 6.1 Deverão ser observadas medidas que permitam a saída do público de torcidas distintas. para permitir a saída do recinto.1.1.22 Não devem existir peças plásticas em fechaduras. as paredes não devem ter cantos vivos. descarga etc.1.

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6.1.24 As catracas devem ser dimensionadas para atender a todo o público e a seu acesso em um tempo máximo de 1 hora com a devida agilidade e atendimento aos procedimentos de segurança. Para este cálculo, deve ser considerada uma capacidade máxima de 660 espectadores por catraca por hora. 6.1.25 Ao lado das entradas devem ser previstas portas ou portões de saída dos espectadores, dimensionados de acordo com o estabelecido nesta Norma de Procedimento Técnico, com as respectivas sinalizações, não podendo ser obstruídos pela movimentação de entrada do público ao recinto (em caso de emergência, devem estar livres e prontas para o uso). Para tanto, junto aos portões, durante o acesso do público ao recinto, deve ter, permanentemente, monitoramento pelo pessoal do serviço de segurança, de forma a garantir o abandono rápido das pessoas que já se encontram em seu interior. 6.1.26 Portas e portões de correr ou de enrolar não devem ser usados nas saídas (proibido), pois são incapazes de serem abertos quando há pressão exercida na direção do fluxo da multidão; e, também, por possuírem mecanismos ou trilhos que são suscetíveis a travamentos (emperramentos). 6.1.27 As circulações devem ser iluminadas e sinalizadas com indicação clara do sentido da saída, de acordo com o estabelecido e adotado na NPT 018/11 -Iluminação de emergência e NPT 020/11 Sinalização de emergência. 6.1.28 Todas as saídas (portas, portões) devem ser claramente marcadas, nos 2 lados (interno e externo), com seus respectivos números de identificação, para facilitar o deslocamento rápido em caso de emergência. 6.2 Saídas verticais - escadas ou rampas As saídas verticais (escadas ou rampas) devem, ainda, satisfazer as exigências descritas a seguir: 6.2.1 Serem contínuas desde o piso ou nível que atendem até o piso de descarga ou nível de saída do recinto ou setor. 6.2.2 Terem largura mínima de 1,20 m. As escadas, quando possuírem largura superior a 2,40 m, devem ser subdivididas, por meio de corrimãos em canais com largura mínima de 1,20 m e máxima de 1,80 m (ver Figuras 5 e 14). 6.2.3 Terem corrimãos contínuos em ambos os lados, com altura entre 0,80m a 0,92m, e guardacorpos (onde aplicável) com altura mínima de 1,10 m. Ambos atendendo aos requisitos do item 6.4 – Guada-corpos (barreiras) e corrimãos. 6.2.4 Atender aos requisitos do item 6.4. 6.2.5 Devem ser construídas em lances retos e sua mudança de direção deve ocorrer em patamar intermediário e plano. 6.2.6 O lanço máximo, entre 2 patamares de escada ou rampa, consecutivos, não deve ultrapassar 3,20 m de altura. Para as escadas, recomenda-se que a cada lanço de 12 degraus seja interposto um patamar. 6.2.7 Os patamares devem ter largura mínima igual à da escada (ou rampa), e comprimento conforme abaixo:

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a) quando houver mudança de direção na escada ou na rampa, o comprimento mínimo dos patamares deve ser igual à largura da respectiva saída; b) caso não haja mudança de direção, o comprimento mínimo deve ser igual a 1,20 m (exemplo: patamar entre dois lanços na mesma direção). 6.2.8 Elevadores e escadas rolantes não são aceitos como saídas de emergência. 6.2.9 Os degraus das escadas (exceto os acessos radiais) devem atender aos seguintes requisitos: a) altura dos espelhos dos degraus (h) deve situar- se entre 0,15 m e 0,18 m, ou seja, 0,15 m ≤ h ≤ 0,18 m, com tolerância de 0,005 m (0,5 cm); b) largura mínima das pisadas (b): 0,27 m; c) o balanceamento dos degraus deve atender a relação entre altura do espelho (h) e a largura da pisada (b), a saber: 0,63 ≤ 2h+ b ≤ 0,64 (m). 6.2.9.1 Os degraus dos acessos radiais, nas arquibancadas, devem ser balanceados em função da inclinação da arquibancada e das dimensões dos patamares. 6.2.10 Em áreas de uso comum não são admitidas escadas em leque, caracol ou helicoidal. 6.2.11 O uso de rampas é obrigatório nos seguintes casos: a) na descarga e acesso de elevadores de emergência; b) quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada; c) para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações para acesso de portadores de necessidades especiais (ver NBR 9050). 6.2.12 As rampas devem ser dotadas de guardas e corrimãos nas laterais. 6.2.13 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras, devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos. 6.2.14 Os patamares das escadas e rampas devem ser sempre em nível. 6.2.15 As rampas podem suceder um lanço de escada, no sentido descendente de saída, mas não podem precedê-lo. 6.2.16 Não é permitida a colocação de portas em rampas, sendo que estas devem estar situadas sempre em patamares planos, com comprimento não inferior à da folha da porta de cada lado do vão. 6.2.17 As inclinações das rampas não devem exceder a 10% (1:10). 6.2.18 As saídas que não servem aos setores de arquibancadas ou à platéia devem atender aos parâmetros estabelecidos no item 7.2.3. 6.2.19 Devem ser previstos espaços adequados para portadores de necessidades especiais, atendendo aos critérios descritos nas normas técnicas pertinentes. 10

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6.3 Descarga e espaços livres no exterior 6.3.1 Cuidados especiais devem ser adotados pela organização do evento e pelas autoridades competentes para que a descarga do público tenha fluxo suficiente na área externa, ao redor do recinto, para se evitar congestionamento nas circulações internas da edificação, o que comprometeria as saídas do recinto, mesmo que corretamente dimensionadas. Dessa forma, medidas de segurança devem ser adotadas para se evitar a aglomeração de público nas descargas externas do recinto, por exemplo: desvios de trânsito nas vias próximas ao recinto, proibição de “comércio” nas proximidades das saídas etc. 6.3.2 Nos acessos ao recinto devem ser planejadas áreas de acúmulo de público suficientemente dimensionadas para conter o público com segurança, organizado em filas antes de passar pelas catracas. 6.3.3 No dimensionamento da área de descarga, devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem. 6.3.4 As descargas devem atender aos seguintes requisitos: a) não serem utilizadas como estacionamento de veículos de qualquer natureza. Caso necessário, prever divisores físicos que impeçam tal utilização; b) serem mantidas livres e desimpedidas, não devendo ser dispostas dependências que, pela sua natureza ou sua utilização, possam provocar a aglomeração de público, tais como bares, pistas de dança, lojas de “souvenir” ou outras ocupações; c) não serem utilizadas como depósito de qualquer natureza; d) serem distribuídas de forma equidistante e de maneira a atender o fluxo a elas destinado e o respectivo caminhamento máximo; e) não possuir saliências, obstáculos ou instalações que possam causar lesões em caso de abandono de emergência. 6.4 Guarda-corpos (barreiras) e corrimãos 6.4.1 As saídas devem ser protegidas, de ambos os lados, com guarda-corpos e/ou corrimãos (conforme o caso) sempre que houver qualquer desnível maior de 18 cm. 6.4.2 A altura das guardas (barreiras) internas deve ser, no mínimo, de 1,10 m e sua resistência mecânica varia de acordo com a sua função e posicionamento (ver Figuras 2 e 5). . 6.4.2.1 No perímetro de proteção dos túneis de acesso (vomitórios), para compor a altura mínima de 1,10 m, recomenda-se que até a altura 0,90 m (90 cm) a guarda seja confeccionada com concreto (ver Figura 11). 6.4.3 As arquibancadas cujas alturas em relação ao piso de descarga sejam superiores a 2,10 m devem possuir fechamento dos encostos (guarda-costas) do último nível superior de assentos, de forma idêntica aos guarda-corpos, porém, com altura mínima de 1,80 m em relação a este nível (ver Figura 5). 6.4.4 O fechamento dos guarda-corpos deve ser feito por meio de balaústres, com vão máximo de 0,15m entre eles, podendo ser utilizadas longarinas quando o uso de balaústres for inviável.

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6.4.5 Os guarda-corpos não devem possuir vãos (aberturas) superiores a 11 cm (ver requisitos na NPT 011/11 – Saídas de emergência). 6.4.6 Os corrimãos devem ser adotados em ambos os lados das escadas ou rampas, devendo estar situados entre 80 cm e 92 cm acima do nível do piso atendendo também aos demais requisitos previstos na NPT 011/11. 6.4.7 Nos acessos radiais das arquibancadas com inclinação superior a 32 graus, quando houver acomodações ou assentos em ambos os lados, os corrimãos devem ser laterais (individuais por fila) ou centrais, com altura entre 80 e 92 cm e resistência mínima de 2,00 KN/m. Quando forem centrais, devem possuir intervalos (aberturas), pelo menos, a cada cinco fileiras de bancos, visando facilitar o acesso ao assento e permitir a passagem de um lado para o outro (ver Figuras 5 e 10). Esses intervalos (aberturas) terão uma largura livre, horizontalmente, entre 70 cm a 90 cm (correspondente à largura do patamar). 6.4.8 Os corrimãos devem possuir as terminações (pontas) arredondadas ou curvas. 6.4.9 As escadas com mais de 2,40 m de largura, devem ser subdividas com corrimãos centrais, formando canais de circulação, espaçados a intervalos entre 1,20 m a 1,80 m, sendo que, neste caso, as extremidades devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes. 6.4.10 Os corrimãos devem ser construídos para resistir a uma carga de 900 N (Newton), em qualquer ponto, aplicada verticalmente de cima para baixo e horizontalmente em ambos os sentidos. 6.4.11 Nas escadas comuns e rampas não enclausuradas pode-se dispensar o corrimão, desde que o guarda-corpo atenda também aos preceitos do corrimão, conforme NPT 011/11. 6.4.12 Para escadas de escoamento e circulação de público com largura útil total maior que 3,60 m, é recomendada a colocação de barreiras retardantes antes da chegada às mesmas para um melhor controle e promoção de um ritmo contínuo de público. 6.4.13 As barreiras antiesmagamentos devem ser previstas nas arquibancadas para público em pé, espaçadas em função da inclinação (ver Figura 9), possuindo os seguintes requisitos: a) serem contínuas; b) terem alturas de 1,10 m; c) não possuírem pontas ou bordas agudas. As bordas devem ser arredondadas; d) terem resistência mecânica e distâncias entre barreiras, conforme Figura 9; e) terem sua resistência e funcionalidade testadas, por engenheiro habilitado, antes de serem colocadas em uso, sendo exigido laudo técnico específico com recolhimento de ART; f) serem verificadas antes de cada evento, devendo possuir manutenção constante. 6.4.14 Para maiores informações sobre dimensionamento de guardas e barreiras, consultar a literatura denominada Green Guide (ver item 3 desta NPT).

7 DIMENSIONAMENTO DAS SAÍDAS 7.1 Cálculo da população

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7.1.1 As saídas são dimensionadas em função da população máxima no recinto e/ou setor do evento. 7.1.2 A lotação do recinto (população máxima) deve ser calculada obedecendo-se aos seguintes critérios: 7.1.3 Arquibancadas com cadeiras ou poltronas (rebatíveis ou não-rebatíveis): número total de assentos demarcados (observando-se os espaçamentos) . 7.1.4 Arquibancadas sem cadeiras ou poltronas: na proporção de 0,5 m linear de arquibancada por pessoa. 7.1.5 Nos setores destinados ao público em pé, o cálculo se dá pela densidade (D) máxima permitida, de 4 pessoas por m² da área útil destinada aos espectadores (Dmáx. = 4pessoas/m²); contudo, deve-se adotar, para disponibilização de ingressos (lotação real), a densidade (D) de 3 pessoas por m² (D = 3 pessoas/m² - fator de segurança e controle de lotação); 7.1.6 Quando a área do gramado, do campo, da pista, da quadra, da arena de rodeios etc. for usada para espectadores, a densidade máxima deve ser de 3 pessoas por m² (Dmáx. = 3 pessoas/m²), com tempo máximo para evacuação de 5 minutos. Neste caso o dimensionamento das saídas, como fator de segurança, deve atender ao disposto acima (D = 4 pessoas/m²). 7.1.6.1 Para este tipo de uso, as autoridades competentes devem ser consultadas quanto às possíveis restrições. 7.1.6.2 O público do gramado deve ser computado no dimensionamento das saídas permanentes do recinto. 7.1.7 No caso de camarotes que não possuam cadeiras fixas, a densidade (D), para fins de cálculo, é de 2,5 pessoas por m² da área bruta do camarote. 7.1.7.1 No caso de camarotes que possuam mobiliários (cadeiras, poltronas, mesas), a população será definida conforme o leiaute. 7.1.8 A organização dos setores com as respectivas lotações deve ser devidamente comprovada pelos responsáveis dos respectivos eventos, por meio de memorial de cálculo, sendo tais informações essenciais para o dimensionamento das rotas de fuga. 7.1.9 Nos setores de público em pé, medidas de segurança devem ser adotadas, pela organização do evento e pelas autoridades competentes, para se evitar que haja migração de determinadas áreas para outras com maior visibilidade do evento, provocando assim uma saturação de alguns pontos e esvaziamento de outros. Nesse caso, barreiras físicas e outros dispositivos eficazes devem ser usados para se evitar a superlotação de algum setor ou área. 7.1.10 Outros métodos analíticos de cálculo de população, devidamente normalizados ou internacionalmente reconhecidos, podem ser aceitos, desde que sejam devidamente comprovados, pelo responsável técnico, ao Serviço de Segurança contra Incêndio do Corpo de Bombeiros. 7.1.11 Quando verificada por autoridades competentes a necessidade de redução de público em função do risco que o evento oferece, pode ser adotado o critério de redução de público, utilizando-se para tal fim a avaliação da redução do tempo necessário para abandono.

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7.1.12 É vedada a utilização das áreas de circulação e rotas de saída para o cômputo do público 7.2 Tempo de saída 7.2.1 O tempo máximo de saída é usado, em conjunto com a taxa de fluxo (F) para determinar a capacidade do sistema de saída da área de acomodação do público para um local de segurança ou de relativa segurança (ver Capítulo 4 – Definições). Nota: Não inclui, assim, o tempo total necessário para percorrer a circulação inteira de saída (do assento ao exterior). 7.2.2 Nas áreas de arquibancadas externas (baixo risco de incêndio, ver NPT 014/11 – Carga de incêndio), o tempo máximo de saída, nos termos desta NPT, será de 8 minutos (ver Figura 13). Caso a arquibancada seja interna (local fechado), o tempo máximo será de 6 minutos (ginásios poliesportivos, por exemplo). 7.2.3 Nas áreas internas destinadas a usos diversos, com presença de carga de incêndio (por exemplo: museus, lojas, bibliotecas, camarotes, cabines de imprensa, estúdios, camarins, administração, estacionamentos, restaurantes, depósitos, área de concentração dos atletas ou artistas e outros), as saídas devem ser dimensionadas conforme NPT 011/11. Contudo, caso sejam instalados, nesses locais, sistemas de chuveiros automáticos e detecção automática de incêndio, se aceita o dimensionamento conforme esta NPT, devendo adotar tempo de saída de 2,5 minutos. 7.2.4 Nas áreas usadas para eventos temporários tais como: gramado, campo de jogo, arena, pista, quadra, praças e similares (quando usados para o público), o tempo de saída máximo será de 5 minutos. 7.2.5 Em certas circunstâncias pode ser necessário aplicar um tempo de egresso menor do que o estabelecido, por exemplo, se for constatado pelos responsáveis, em observação regular, que os espectadores ficam agitados, frustrados ou estressados, em menos tempo do que o período préestipulado para a saída completa do setor. 7.2.6 Para os locais cuja construção consista em materiais não-retardantes ao fogo, o tempo máximo de saída não poderá ser superior a 2,5 minutos. 7.2.7 Para definição da lotação máxima e disponibilização de ingressos de cada setor, deverá ser considerada, para cada evento, a possibilidade de redução do público em função da necessidade de divisão de setores, por parte das autoridades, e em função de possíveis áreas de risco verificadas em vistoria. 7.2.8 Caso os espectadores, no dimensionamento ou em testes práticos, não consigam sair do setor dentro de tempo estipulado, por algum motivo (exemplo: divisão de setores, insuficiência de saídas etc.), então, uma redução da capacidade final do(s) setor(es) deve ser avaliada pelos responsáveis pela edificação. 7.2.9 Para diminuir o tempo de saída, podem ser adotadas medidas como limitar a lotação no setor, aumentar as saídas, redirecionar o fluxo dos espectadores para outras saídas não saturadas etc. 7.2.10 É vedada a utilização das áreas de circulação e rotas de saída para o cômputo do público. Nota: Deve-se também ser considerado que alguns espectadores, em certas circunstâncias, ficarão na área de acomodação para olharem placares, ouvirem anúncios adicionais, ou simplesmente esperando a multidão

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dispersar-se. Assim, levará um tempo maior que 8 minutos para deixarem o local. Esta prática não deve ser considerada na determinação do tempo de egresso. 7.3 Distâncias máximas a serem percorridas 7.3.1 As distâncias máximas de percurso para o espectador, partindo de seu assento ou posição, tendo em vista o tempo máximo de saída da área de acomodação e o risco à vida humana, são: a) 60 m para se alcançar um local de segurança ou de relativa segurança (ver Capítulo 4 – Definições); b) 30 m até o patamar de entrada do “vomitório” mais próximo. Para edificações existentes, aceita-se até 40 m; c) 10 m para se alcançar um acesso radial (ver Figura 7), para estádios e similares, e 7 m para arquibancadas provisórias, ginásios cobertos e similares; d) Nos casos de eventos temporários em locais descobertos, a distância máxima a ser percorrida não poderá ser superior a 120 m. 7.4 Dimensionamento das saídas de emergência parâmetros relativos ao escoamento de pessoas 7.4.1 Para dimensionar o abandono de uma edificação, deve ser utilizada a taxa de fluxo (F) que é o indicativo do número de pessoas por minuto que passam por determinada largura de saída (pessoas/minuto). 7.4.2 Siglas adotadas: P = população (pessoas); E = capacidade de escoamento (pessoas); D = densidade (pessoas por m²); F = taxa de fluxo (pessoas por minuto); L = largura (metro). 7.4.3 O dimensionamento será em função do fluxo de pessoas por minuto (pessoas/minuto) que passam por uma circulação de saída. O fluxo a ser considerado nesta NPT deve ser conforme as taxas abaixo: a) nas escadas e circulações com degraus: 66 pessoas por minuto por metro (79 pessoas por minuto, para uma largura de 1,20m). Aceita-se, para edificações existentes, o valor de 73 pessoas/minuto/metro; b) nas saídas horizontais (rampas, portas, corredores): 83 pessoas por minuto por metro (99 pessoas por minuto, para largura de 1,20 m). Aceita-se, para edificações existentes, o valor de 109 pessoas/minuto/metro.

7.4.3.1 Caso o cálculo resultar em valor fracionado de pessoas, adota-se o número inteiro imediatamente inferior. Por exemplo: 97,5 pessoas (valor de cálculo)adota-se como resultado final o valor de 97 pessoas. 7.4.4 Exemplos de dimensionamentos:

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7.4.4.1 Exemplo 1: Arquibancada para público em pé em estádio existente – considerando um setor de arquibancadas com dimensões de 20 m de frente por 18 m de profundidade (área útil para público em pé). Determinar a largura dos acessos radiais para a população deste setor: a) densidade máxima (D): 4 pessoas por m²; b) cálculo da população (P) total: P = 20 x 18 x (D) P = 20 x 18 x (4) = 1440 pessoas; c) fluxo (F) nos acessos radiais = 73 pessoas por minuto por metro (estádio existente); d) tempo (T) de saída do setor = máximo de 8 minutos (estádio); e) capacidade de escoamento (E) por metro: E = F x T = 73 x 8 = 584 pessoas por metro; f) largura necessária = 1440 / 584 = 2,47 metros, no mínimo. 7.4.4.2 Exemplo 2: Arquibancada para público sentado em estádio novo (assentos individuais), considerando um setor de arquibancadas com dimensões de 20 m de frente por 28,80 m de profundidade. Determinar o número necessário de acessos (considerar os acessos com largura de 1,40 m): a) largura (L) mínima dos patamares: L = 0,80 m (assentos fixos); b) espaçamento entre assentos = 0,50 m; c) quantidade de assentos por patamar: 20m/0,50 m = 40 assentos; d) quantidade de patamares (filas de assentos): 28,80 m / 0,80 m = 36 patamares totais; e) cálculo da população: P = 36 x 40 = 1440 pessoas; f) fluxo (F) nos acessos radiais (F = 66 pessoas minuto por metro, ou 92 pessoas para uma largura de 1,40 m); g) tempo (T) de saída do setor = máximo de 8 minutos (estádio); h) capacidade de escoamento (E) para cada acesso de 1,40 m: E = F x T = 92 x 8 = 736 pessoas; i) quantidade de acessos necessários (P / E) = 1440 / 736 = 2 acessos de 1,40 m cada (um acesso em cada extremidade do setor). 7.4.4.3 Exemplo 3: Largura das saídas horizontais e verticais – considerando um estádio novo com capacidade máxima de 65.000 espectadores, dimensionar a largura total das saídas. 7.4.4.3.1 Para saídas horizontais (corredores e portas): a) fluxo (F) nas saídas horizontais = 83 pessoas por minuto por metro; b) tempo (T) de saída dos setores = máximo de 8 minutos; c) capacidade de escoamento (E) metro: E = F x T = 83 x 8 = 664 pessoas; d) largura total das saídas horizontais necessárias: 65.000 / 664 = 98 metros, distribuídos de forma a atender aos requisitos desta NPT (divisão por setores, larguras mínimas, caminhamento máximo etc.). 7.4.4.3.2 Para saídas verticais (escadas):

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a) fluxo (F) nas saídas horizontais = 66 pessoas por minuto para cada metro; b) tempo (T) de saída dos setores = máximo de 8 minutos; c) capacidade de escoamento (E) por metro: E = F x T = 66 x 8 = 528 pessoas; d) largura total das escadas: 65.000 / 528 = 123 metros de escadas, distribuídos de forma a atender aos requisitos desta NPT (divisão por setores, larguras mínimas, caminhamento máximo etc.).

8 MEDIDAS ESPECÍFICAS 8.1 Sala de comando e controle 8.1.1 Na edificação, deve-se prever uma sala em local estratégico, que possa dar visão completa de todo recinto (setores de público, campo, quadra, arena e outros), devidamente equipada com todos os recursos de informação e de comunicação disponíveis no local, incluindo controle de acesso. 8.1.1.1 Nesta sala, devem-se interligar os sistemas de monitoramento, de som e de alarmes (incêndio e segurança) existentes no recinto. 8.1.1.2 A sala de comando e controle funcionará como posto de comando integrado das operações desenvolvidas em situação de normalidade, sendo que em caso de emergência, deve-se avaliar o melhor local para destinação do posto de comando. 8.1.2 Sonorização 8.1.2.1 Os recintos devem ser equipados com sistema de sonorização, setorizados, que permita difundir, em caso de emergência, aviso de abandono ao público e acionar os meios necessários de socorro. 8.1.2.2 Os equipamentos de sonorização devem ser conectados a sistemas autônomos de alimentação elétrica para que, no caso de interrupção do fornecimento de energia, sejam mantidos em funcionamento por período mínimo de 120 minutos. 8.1.2.3 Antes do início de cada evento, o público presente deve ser orientado quanto à localização das saídas de emergência para cada setor e sobre os sistemas de segurança existentes. 8.2 Acesso de viaturas 8.2.1 Deve-se prever no recinto acesso e saída adequados aos serviços de emergência (incluindo o local da prática desportiva: arena, campo, quadra, pista etc.), obedecendo aos critérios da NPT 006/11 – Acesso de viatura na edificação e áreas de risco. 8.2.2 As vias de acesso e saída dos serviços de emergência devem ser separadas dos acessos e saídas usadas pelo público. 8.2.3 Devem ser garantidos dois acessos de veículos de emergência junto ao campo, em lados ou extremidades opostas, viabilizando a remoção de vítimas.

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8.2.4 Deve ser reservada e devidamente sinalizada, área destinada a viaturas de emergência, com dimensões mínimas de 20 m de comprimento por 8 m de largura, em local externo, adjacente ao estádio e próximo a um dos portões de acesso ao campo.

8.3 Proteção passiva 8.3.1 Os elementos estruturais dos recintos devem apresentar resistência mecânica compatível com as ações e as solicitações a que são sujeitos (conforme normas da ABNT), bem como, devem possuir resistência ao fogo, suficiente para o abandono seguro dos ocupantes e para as ações de socorro (conforme NPT 008/11 – Resistência ao fogo dos elementos de construção). 8.3.2 A estabilidade estrutural da edificação deve ser comprovada em laudo técnico específico, emitido por profissional capacitado e habilitado. 8.3.3 As áreas internas da edificação (depósitos, escritórios, museus, lojas, sala de imprensa, áreas técnicas, bibliotecas, camarins, administração, estacionamentos, restaurantes, área de concentração dos atletas ou artistas e outras áreas similares) devem ser devidamente compartimentadas das áreas de público e circulações de saída com elementos resistentes ao fogo (ver NPT 009/11 Compartimentação horizontal e compartimentação vertical). Essa compartimentação pode ser substituída por sistemas de chuveiros automáticos e de detecção automática de incêndio. 8.3.4 Os dutos e “shafts” (horizontais ou verticais) das instalações em geral do recinto devem ser devidamente selados, quando atravessarem qualquer elemento de construção (em especial paredes e lajes), mantendo-se assim a compartimentação dos espaços, o isolamento dos locais e a proteção das circulações (ver NPT 009/11). 8.3.5 A reação ao fogo dos materiais utilizados nos acabamentos, nos elementos de decoração e no mobiliário principal fixo deve ser controlada para limitar o risco de deflagração e a velocidade do desenvolvimento do incêndio. 8.4 Instalações elétricas 8.4.1 As instalações elétricas e o sistema de proteção contra descargas atmosféricas devem atender aos requisitos previstos, respectivamente, na NBR 5410 (Instalações elétricas de baixa tensão) e NBR 5419 (Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas). 8.4.2 Os circuitos que alimentam os sistemas ou serviços de segurança devem ser devidamente protegidos contra a ação do fogo e fumaça, conforme as prescrições contidas na NPT 041/11 – Inspeção visual em instalações elétricas de baixa tensão. 8.5 Brigada de incêndio 8.5.1 Os critérios para constituição da brigada de incêndio dos recintos devem ser estabelecidos em conformidade com a NPT 017/11 – Brigada de incêndio.

8.6 Equipamentos de segurança contra incêndio 8.6.1 Os equipamentos de segurança contra incêndio dos recintos devem ser projetados de acordo com o CSCIP-CBMPR e respectivas Normas de Procedimentos Técnicos, devendo considerar os riscos específicos a serem protegidos e as adaptações admitidas neste capítulo. 18

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8.6.1.1 Os responsáveis pelo evento deverão disponibilizar chaves mestras, na sala de comando e controle e no posto de comando integrado, para abertura de todos os locais de acesso restrito que contenham equipamentos de combate a incêndio, bem como manter os integrantes da brigada de incêndio e da segurança com cópia da chave mestra, próximo aos locais de uso. 8.6.2 Extintores 8.6.2.1 A proteção por extintores deverá atender aos parâmetros da NPT 021/11, admitindo-se as adaptações abaixo. 8.6.2.2 Nos locais de acesso de público para assistência aos espetáculos desportivos, os extintores, devem ser instalados em armários, em locais de acesso restrito à brigada de incêndio e ao pessoal de segurança, com percurso máximo (caminhamento) de 35 m para se alcançar um armário. Estes locais, quando trancados, deverão possuir chave mestra. 8.6.2.3 As áreas de acomodação do público (arquibancadas) estão isentas da instalação de extintores de incêndio e do caminhamento do item anterior. 8.6.2.4 Nos locais administrativos, vestiários, bares, restaurantes, museus, lojas, cabines de rádios, camarotes, sala de imprensa, estacionamentos cobertos e demais áreas onde não há presença de espectadores, deve-se atender às prescrições da NPT 021/11. 8.6.3 Sistema de Hidrantes 8.6.3.1 A proteção por hidrantes deverá atender aos parâmetros da NPT 022/11, admitindo-se as adaptações abaixo. 8.6.3.2 Nos locais de acesso de público, os hidrantes poderão ser instalados em locais de acesso restrito ao Corpo de Bombeiros e à Brigada de Incêndio, em armários próprios, com chave mestra. 8.6.3.3 As áreas de acomodação do público (arquibancadas, cadeiras, sociais e similares) estão isentas da instalação de hidrantes, devendo ser cobertas pelos hidrantes instalados nas circulações de acesso, permitindo-se adotar até 60 m de mangueiras (dividido em lances de 15 metros). Nas demais áreas adota-se as prescrições da NPT 022/11. 8.6.4 Sistema de iluminação de emergência 8.6.4.1 A proteção pelo sistema de iluminação de emergência é obrigatória em todos os eventos, devendo atender às prescrições da NPT 018/11 - Sistema de iluminação de emergência. 8.6.4.2 O sistema de iluminação e os demais sistemas de emergência devem possuir duas fontes alternativas de energia, sendo recomendado o uso de grupo motogerador. 8.6.4.3 Nos recintos com capacidade acima de 5.000 espectadores é obrigatória a instalação de grupo motogerador de energia, para a manutenção de todos os sistemas elétricos de segurança (emergência). 8.6.4.4 A iluminação do espetáculo esportivo deve ser mantida acesa até a saída total do público, devendo seu desligamento ser efetuado apenas após consulta ao Posto de Comando. 8.6.5 Sistema de detecção e alarme de incêndio 19

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8.6.5.1 O sistema de detecção e alarme de incêndio deve ser setorizado e monitorado pela central de segurança, atendendo às prescrições da NPT 019/11 – Sistema de detecção e alarme de incêndio. 8.6.5.2 Os acionadores manuais de alarme devem ser instalados junto aos hidrantes. Os avisadores sonoros, nas áreas de acomodação e de circulação do público, devem ser substituídos por sistema de som audível. 8.6.5.3 Junto à central de alarme e na sala de comando e controle, deverá ser instalado microfone conectado ao sistema de som do recinto. 8.6.5.4 As áreas técnicas, depósitos, museus, lojas, subsolos, shafts, dutos, espaços confinados e outras áreas similares devem ser protegidas por detecção automática de incêndio. 8.6.6 Sinalização de emergência e geral 8.6.6.1 O sistema de sinalização de emergência é obrigatório em todos os eventos, conforme parâmetros da NPT 020/11 (Sinalização de emergência). 8.6.6.2 Todas as saídas, as circulações, os acessos, os setores, os blocos, os equipamentos de segurança, os riscos específicos, as áreas de acomodação do público, os serviços de socorro e as orientações em geral devem ser devidamente sinalizadas e visíveis, atendendo aos objetivos desta NPT. 8.6.6.3 Devem ser instaladas, em todos os acessos de entrada do recinto, placas indicativas da capacidade total de público, e nas entradas dos setores, placas indicativas da capacidade de público do respectivo setor (ver Figura 15). 8.7 Devem ser fixados, em locais visíveis do estádio, mapas indicando: a) a localização atual do usuário no estádio; b) as duas saídas de emergência mais próximas; c) o caminhamento para atingir essas saídas; d) telefones da central de segurança do estádio; e) outras informações úteis. 8.8 Gás combustível (GLP e GN) 8.8.1 O uso de GLP ou de GN deve atender aos requisitos da NPT 028/1 - Manipulação, armazenamento, comercialização e utilização de gás liquefeito de petróleo (GLP) ou da NPT 029/11 – Comercialização, distribuição e utilização de gás natural, respectivamente. 8.8.2 Não é permitido o uso de gás combustível nos locais de vendas, nas áreas de acomodação e circulação do público. 8.9 Subsolos 8.9.1 Os subsolos que possuírem ocupações distintas de estacionamento de veículos (subsolos ocupados) devem atender às exigências adicionais contidas no CSCIP-CMBPR , principalmente

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quanto às medidas de controle de fumaça; chuveiros automáticos; rotas de fuga; detecção automática de incêndio e compartimentação. 8.10 Controle de acesso 8.10.1 Em todos os eventos, com áreas delimitadas, devem ser instalados mecanismos de controle de acesso de público (catracas reversíveis ou outros dispositivos de controle, desde que aprovados pelas autoridades competentes), de forma a se garantir a lotação prevista no projeto. Este controle é responsabilidade dos organizadores do evento. 8.10.2 É vedada a realização de eventos com entrada franca, em recintos com áreas delimitadas, sem o devido controle de acesso e da lotação máxima.

9 EDIFICAÇÕES DE CARÁTER TEMPORÁRIO 9.1 Além dos critérios estabelecidos nesta NPT, as edificações ou eventos cuja infra-estrutura seja de caráter temporário (desmontável), conforme o disposto na NPT 001/11 – Procedimentos administrativos, devem atender ainda aos requisitos abaixo. 9.1.1 Os espaços vazios abaixo das arquibancadas não podem ser utilizados como áreas úteis, tais como depósitos de materiais diversos, áreas de comércio, banheiros e outros, devendo ser mantidos limpos e sem quaisquer materiais combustíveis durante todo o período do evento. 9.1.2 Os vãos (espelhos) entre os assentos das arquibancadas que possuam alturas superiores a 0,3 m devem ser fechados com materiais de resistência mecânica análoga aos guarda-corpos, de forma a impedir a passagem de pessoas. 9.1.3 Em ocupações temporárias (desmontáveis) são aceitos pisos em madeira na rota de fuga, desde que possuam resistência mecânica compatível, características antiderrapantes e sejam afixados de forma a não permitir sua remoção sem auxílio de ferramentas. 9.1.4 Os circuitos elétricos e fiação do sistema de iluminação de emergência devem ser instalados em conformidade com a NPT 018/11 – Iluminação de emergência e as demais instalações elétricas e o sistema de proteção contra descargas atmosféricas devem atender aos requisitos previstos, respectivamente, na NBR 5410 e NBR 5419. 9.1.5 Nos locais destinados aos espectadores e rotas de fuga todas as fiações e circuitos elétricos devem estar embutidos, além de devidamente isolados. 9.1.6 Nas barreiras ou alambrados que separam área do evento dos locais de público devem ser previstas passagens que permitam aos espectadores sua utilização em caso de emergência, mediante sistema de abertura acionado pelos componentes do serviço de segurança ou da brigada de incêndio. 9.1.7 Os recintos devem ser servidos por, no mínimo, duas vias de acesso que permitam a aproximação, estacionamento e a manobra das viaturas do Corpo de Bombeiros e atender aos demais requisitos preconizados na NPT 06/11 – Acesso de viaturas na edificação e áreas de risco. 9.1.8 Os elementos estruturais dos recintos devem apresentar resistência mecânica compatível com as ações e solicitações a que são sujeitos, levando-se em consideração, inclusive, a resistência e comportamento do solo que receberá as cargas, as ações das intempéries e ventos.

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9.1.9 As Anotações de Responsabilidade Técnicas (ART) referentes às arquibancadas e outras montagens, conforme requerido pela NPT 001/11, devem também abranger os requisitos acima descritos. 9.1.10 Os materiais utilizados nos acabamentos, elementos de decoração, coberturas flexíveis (lonas) e no mobiliário principal devem ser especificados de forma a restringir a propagação de fogo e o desenvolvimento de fumaça, com a devida comprovação por meio de documentação pertinente. 9.1.11 Os elementos de suporte estrutural das tendas ou outras coberturas flexíveis devem possuir as mesmas características de resistência e/ou retardo de fogo, de forma a garantir a necessária evacuação do público. 9.1.12 Deverão ser apresentadas as Anotações de Responsabilidade Técnica (ART) referentes às estruturas provisórias (palcos, arquibancadas, tendas, camarotes, estruturas suspensas e outros), instalações elétricas (iluminação, sonorização, grupo motogerador e outros), equipamentos e outros. 9.1.13 Deverão ser garantidos dois acessos de veículos de emergência com dimensões mínimas de 4 metros de largura e 4,5 metros de altura até o espaço de concentração de público (campo, arena ou outros), em lados ou extremidades opostas, viabilizando a remoção de vítimas. 9.1.14 Em eventos realizados em pistas, campos, praças e similares, com previsão de público em pé, que possuam locais de concentração de público acima de 10.000 pessoas, devem ser previstos corredores de acesso aos componentes do serviço de segurança ou da brigada de incêndio, com largura mínima útil (livre e desimpedidas) de 2,50 m. 9.1.14.1 Estes competentes. corredores de acesso deverão ser previamente definidos pelas autoridades

10 EDIFICAÇÕES EXISTENTES 10.1 As ocupações enquadradas no item 2.1 desta Instrução Técnica, consideradas existentes nos termos do CSCIP-CBMPR, e que não permitam, pelas suas características, as adequações previstas nesta NPT, devem ser analisadas em Comissão Técnica no tocante à exigência tecnicamente inviável. 10.2 O responsável técnico pelo pedido de parecer técnico deve apresentar as justificativas quanto à impossibilidade do atendimento dos requisitos desta NPT, devidamente embasadas tecnicamente, e propor medidas alternativas, de forma a garantir o abandono seguro das pessoas e a intervenção do socorro público de maneira rápida e segura em caso de emergência.

11 PRESCRIÇÕES DIVERSAS 11.1 O responsável pelo evento, o administrador da edificação ou o gerente de operações deve apresentar no Corpo de Bombeiros, o Plano de Emergência, contemplando, dentre outras medidas, o planejamento de abandono do público em emergências. 11.2 Devem ser instalados postos de atendimento pré-hospitalar em pontos distintos do recinto, atendendo às normas pertinentes.

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11.3 Recomenda-se que seja reservada e devidamente sinalizada, uma área para pouso de aeronaves de emergência, com dimensões mínimas de 30 m x 30 m, observando o prescrito nas normas pertinentes. 11.4 O organizador do evento deverá estar atento às recomendações das autoridades federais, estaduais e municipais que poderão evidenciar outras limitações em decorrência dos efeitos dos impactos ambientais e urbanos gerados pelo evento. 11.5 O atendimento às exigências contidas nesta Norma de Procedimento Técnico não exime o responsável pela edificação ou evento da responsabilidade do atendimento a outras normas, legislações e medidas de segurança específicas, como a instalação de locais adequados para o atendimento médico de urgência e o emprego de pessoal qualificado para tal, dentre outras.

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Figura 1 Detalhe do comprimento e número máximo de assentos

Acesso 1,20m Largura Máxima 10m Largura Máxima 20m Acesso lateral

Acesso Largura mínima 1,20m

Acesso

Acesso radial

Acesso radial

Barreira

Acesso lateral

Acesso radial Acesso

Área de atividade (evento)

Fonte: CBPMESP e ARENA, com base no “Green Guide”

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Figura 2 Barreiras, guarda-corpos e corrimãos centrais: cargas de projeto, alturas e disposições

Corrimão auxiliar de apoio na entrada das fileiras. Altura: 80cm a 92cm Carga: 1,0 kN/m Guarda-corpos laterais alinhados paralelamente com a direção do movimento de pessoas. Altura: 1,10m Carga: 2,0 kN/m

Corrimão Central nas escadas entre assentos. Altura: 80cm a 92cm Carga: 1.0 kN/m

Guarda-corpos nas escadas, perpendiculares ou oblíquos à direção do movimento de pessoas. Altura: 1,10m Carga: 3,0 kN/m

Guarda-corpos nos pés dos corredores. Altura: 1,10m Carga: 3,0 kN/m

CAMPO DE JOGO ACESSOS
Guarda-corpos ao lado das escadas alinhados com a direção do movimento. Altura: 1,10m Carga: 2,0 kN/m

Guarda-corpos a 55 cm (mínimo) da fileira dos assentos fixos ou da arquibancada em nível mais baixo. Altura: 1,10m Carga: 1,5 kN/m

Guarda-corpos atrás da fileira dos assentos. Altura: 1,80m acima dos níveis dos assentos ou da arquibancada em nível mais elevado. Carga: 1,0 kN/m

Guarda-corpos adjacentes à fileira dos assentos. Altura: 1,10m Carga: 1,0 kN/m

Fonte: CBPMESP e ARENA, com base no “Green Guide”

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Figura 3 Detalhe das dimensões dos assentos e dos patamares

Fonte: CBPMESP e ARENA, com base no “Green Guide”

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Figura 4 Dimensões dos corrimãos e guarda-corpos das escadas

30 cm

Ver detalhe

110cm 92cm 92cm

110cm

92 cm

92 cm

Mín 1,20m Máx 1,80m

Nota:

30 cm

a) Verificar também os itens sobre guarda-corpos e corrimãos desta norma.

Fonte: CBPMESP e ARENA, com base no “Green Guide”

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Verificar outras variações e exigências no texto da norma. Fonte: CBPMESP e ARENA. com base no “Green Guide” 28 . Mínimo 75cm. 70cm altura mínima 110 cm largura mínima 55 cm H 1º Fileira B Nota: A B Mínimo 40cm. para instalações esportivas existentes.10m Se H 2. para instalações esportivas novas. Mínimo 35cm.NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 5 Detalhe dos assentos nos patamares e guarda-corpos (barreiras) Altura mínima: Se H 2. para instalações esportivas existentes.10m = Setores com inclinação superior ou igual a 32º A Nível do Assento Altura = 1.80m Mín. Mínimo 80cm .para instalações esportivas novas.10m = Altura = 1.

com base no “Green Guide” 29 .Máx: 4 Fileiras) guarda-corpos ABERTURA (1 fileira) guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos CORRIMÃOS guarda-corpos guarda-corpos CORRIMÃO LATERAL AUXILIAR (1/2 fileira) guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos Fonte: CBPMESP e ARENA.NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 6 Corrimãos centrais e laterais CORRIMÃOS CORRIMÃO CENTRAL (Mín: 2 Fileiras .

com base no “Green Guide” 30 .NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 7 Detalhe de patamares para público em pé Fonte: CBPMESP e ARENA.

20m Largura máxima 10 m Largura Mínima 1.30m para edificações novas .NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 8 Distâncias a percorrer e acessos Máxima distância até a entrada do "vomitório": .40m para edificações existentes Largura Mínima 1.20m PAREDE OU DIVISA 31 .20m ÁREA EXTERNA CAMPO DE JOGO Largura máxima 20 m "vomitório" Largura Mínima 1.20m "vomitório" Largura Mínima 1.

com base no “Green Guide” 32 .NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 9 Barreiras antiesmagamento – posição e resistência mecânica Fonte: CBPMESP e ARENA.

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 10 Barreiras antiesmagamento – contínuas e não-contínuas Fonte: CBPMESP e ARENA. com base no “Green Guide” 33 .

com base no “Green Guide” 34 .NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 11 Perspectiva de vomitório padrão Fonte: CBPMESP e ARENA.

com base no “Green Guide” 35 .NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 12 Perspectiva de corrimãos centrais e laterais Fonte: CBPMESP e ARENA.

com base no “Green Guide” 36 .NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 13 Saídas e escoamento do público Fonte: CBPMESP e ARENA.

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 14 Obstáculos na entrada de acesso ÁREA EXTERNA Obstáculos: . sendo somados A + B. não pode ser superior a 3m de largura.Altura mínima de 1.Para efeito de cálculo de dimensionamento dos obstáculos adotar a seguinte fórmula: 2 (A + B) = 2C / 3 OU (A + B)= C/3 Fonte: CBPMESP e ARENA.Largura mínima de A ou B deve ser 1.De Concreto ou Metálico .20m. .10m B B A A Mínimo: 1.20m ÁREA INTERNA DE CIRCULAÇÃO C= Variável Notas: . com base no “Green Guide” 37 .

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 15 Sinalização de lotação Fonte: CBPMESP 38 .

NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 013 Pressurização de escada de segurança CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 32 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 Objetivo Aplicação Referências Normativas e Bibliográficas Definições Procedimentos ANEXOS – TABELAS A .Tabela 1 . 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS 1 .Condições para não se revestir os dutos metálicos de sucção e/ou pressurização E .Áreas típicas de escape para quatro tipos de PCF B .Modelo de cálculo de vazão do sistema de pressurização de escada 1 OBJETIVO 1.1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento da pressurização de escadas de segurança em edificações.Condições para instalação de casa de máquinas de pressurização no pavimento de cobertura D . Esse sistema também pode ser acionado em qualquer caso de necessidade de abandono da edificação. de modo a permitir a fuga dos ocupantes de uma edificação no caso de incêndio.Níveis de pressurização Tabela 2 . 2 APLICAÇÃO Esta Norma de Procedimento Técnico (NPT) aplica-se a todas as edificações descritas no Anexo B.Resumo de exigências para os diversos tipos de edificações com sistemas de pressurização C .2 Manter as escadas de emergência livres da fumaça. 1.Esquema geral do sistema de pressurização (com duto no interior da escada) F .

 NBR 13768 – Acessórios destinados à porta corta-fogo para saída de emergência – requisitos.  Norma ISO 6944 .  NBR 17240 .  ASHRAE (American Society of Heating. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.  NBR 9050 . and Refrigeration) Publications .AMCA 203.Sistemas de iluminação de emergência.  AMCA (Air Movement and Control Association International. Refrigerating and Air-Conditioning Engineers) Handbook .Normas ASNI / ASHRAE 51.Recomendação Técnica DW/143 da Heating and Ventilation Contractors’ Association (HVAC). and Air-Conditioning. HVAC Air Duct Leakage Test Manual.  NBR 10898 . que conduzem o ar para o exterior da edificação. preservando-se um fluxo de ar através de uma ou várias trajetórias de escape.  NBR 11742 – Porta corta-fogo para saída de emergência.  SMACNA (Sheet Metal and Air Conditioning Contractors’ National Association) Publications HVAC Duct Construction .publicação 201-90 .Sistemas de detecção e alarme de incêndio BS-5588-4 (British Standards Institution) – Pressurização de escadas de segurança. Inc. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Norma de Procedimento Técnico aplicam-se as definições constantes da NPT 003/11 . Ventilating.1.“O fator do efeito do sistema” (System Effect Factor) e suas tabelas.  NBR 9077 – Saídas de emergência em edifícios. 5 PROCEDIMENTOS 5.  HVAC (Heating.1 Conceitos básicos do sistema de pressurização 5. AMCA-210 e o Manual da AMCA “Fans and Systems” . 2 .NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA  Instrução Técnica nº 13/2011 – Pressurização de Escada de Segurnaça.) . HVAC System Duct Design.Fire Resistance Tests – Ventilation Ducts ou similar.Metal and Flexible.  NBR 16401 – Instalações de ar-condicionado – Sistemas centrais e unitários.que trata da adequação das edificações e do imobiliário urbano à pessoa deficiente – Procedimento.Terminologia de segurança contra incêndio. pela literatura Field Performance Measurement of Fan System.1 Princípio geral da pressurização a) considera-se um espaço pressurizado quando este receber um suprimento contínuo de ar que possibilite manter um diferencial de pressão entre este espaço e os adjacentes.  NBR 14880 – Saídas de emergência em edifícios – Escada de Segurança – Controle de fumaça por pressurização.

1. o diferencialde pressão deve ser mantido em nível adequado para impedir a entrada de fumaça no interior da escada. d) fonte de energia garantida.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA b) para a finalidade prevista nesta NPT. c) trajetória de escape do ar. 5. para funcionamento contínuo. apesar da força criada pelo diferencial de pressão.1. 5.3 Recomenda-se dar preferência para a opção do sistema de 2 estágios.2 Pressurização de 1 ou 2 estágios O sistema de pressurização pode ser projetado de duas formas: 5.1. idosos e ou pessoas incapacitadas precisam de considerações especiais. 5.2.1.2. considerando-se todas as PCF (portas corta-fogo) de acesso à escada.5.4 Unidades adotadas Toda e qualquer proposta de sistema de pressurização deve seguir os critérios de apresentação e desenvolvimento de acordo com o estabelecido abaixo: Vazão ( Q ) = m³/s Velocidade ( V ) = m/s Área ( A ) = m² Pressão ( P ) = Pa ( Pascal ).5 Níveis de pressurização adotados 5. 3 .1 O nível de pressurização utilizado para fins de projeto não deve ser menor que o apresentado na Tabela1 do Anexo A desta NPT e não deve ultrapassar o limite de 60 Pa. c) o método estabelecido nesta NPT também se aplica às escadas de segurança com pavimentos abaixo do piso de descarga. a fim de assegurar que as PCF possam ser abertas. b) ar externo suprido mecanicamente. bem como propiciar a renovação de ar no volume da escada. 5. na condição fechadas.2 Sistema de 2 estágios: incorporar um nível baixo de pressurização.1 Sistema de 1 estágio: para operar somente em situação de emergência.5.2.3 Elementos básicos de um sistema de pressurização São elementos básicos de um sistema de pressurização: a) sistema de acionamento e alarme.1.2 Os edifícios utilizados por crianças.1. para que se mantenha um nível mínimo de proteção em permanente operação.1.1. 5. ou mmH2O (milímetro de coluna d’água) Potência = CV (Cavalo Vapor) ou HP (Horse Power) Temperatura em Graus Celsius = ºC Altura da Edificação ( h ) = m 5. com previsão para um nível maior de pressurização que entra em funcionamento em uma situação de emergência.1. 5.

N = 2.) que devem constar de memorial de cálculo. atendendo as seguintes condições: a) desenvolvimento do cálculo do suprimento de ar necessário considerando as duas situações previstas no item 5.6 Suprimento de ar necessário 5. saídas dos motoventiladores. por exemplo. joelhos. considerando todas as singularidades. quando se tratar de edificação existente.3 Para obtenção dos níveis de pressurização. no interior dos espaços pressurizados. desde que não haja possibilidade técnica de adequação. 50 Pa. N = 1. A área de restrição é determinada pelo escape de ar para fora do espaço a ser pressurizado. c) a velocidade do fluxo de ar em todo o trecho de captação deve ser de. pelas frestas ao redor de uma PCF. devem ser avaliadas as perdas de carga localizadas em todos os componentes de captação e distribuição do sistema (dutos.6.1 Cálculo do suprimento de ar Para determinação do primeiro valor de suprimento de ar necessário para obtenção de um diferencial de pressão entre o ambiente a ser pressurizado e os ambientes contíguos. podendo ser aceitas velocidades diferentes. devidamente justificada. no máximo.6 abaixo: escape de ar com todas as portas do espaço pressurizado na condição fechadas (equação2).1.204 kg/m³ ). conforme a quantidade estipulada no Anexo B desta NPT (equação 3).NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA 5. rugosidades das superfícies internas dos dutos etc. Refrigerating and Air-Conditioning Engineers).827 x A x (P)(1/N) Onde: Q é o fluxo de ar (m³/s) A é a área de restrição (m²) P é o diferencial de pressão (Pa) N é um índice que varia de 1 a 2 No caso de frestas em torno de uma PCF. O diferencial de pressão é o mínimo estabelecido na Tabela1 do Anexo A desta NPT. adotar parâmetros do manual da ASHRAE (American Society of Heating.6. Devem constar também a velocidade do fluxo de ar em todos os trechos e acessórios. no trecho de distribuição: máximo de 10 m/s quando o duto for construído em alvenaria ou gesso acartonado e de 15 m/s quando o duto for construído em chapa metálica. Equação 1: Q = 0.1. 4 .5. na determinação da capacidade de vazão e pressão dos motoventiladores. Tabelas e ábacos de fabricantes de acessórios podem ser considerados para determinação das perdas de carga de singularidades. e escape de ar considerando as portas na condição abertas. venezianas. quando o ar passa. b) desenvolvimento do cálculo das perdas de carga ao longo da rede de captação e distribuição ar. Vazão de ar (condição padrão de ar com densidade de 1. dampers. grelhas. tais como frestas em torno de janelas. a partir da velocidade e vazão. que devem estar dentro dos limites estipulados nesta NPT.1. ou seja. No caso de frestas em vãos estreitos. Essa equação depende diretamente da área de restrição e do diferencial de pressão entre os ambientes contíguos. 8 m/s e.1. deve-se adotar a equação 1. 5. No dimensionamento.

.

Nesta situação. momentaneamente. salas de exposição e assemelhados). c) por meio das frestas no entorno de portas de elevadores e janelas existentes no espaço pressurizado.6. a vazão de ar determinada pela Equação 1 deve ser avaliada para que seja obtida uma condição satisfatória para minimizar a infiltração de fumaça no interior da escada nesta situação. a ser utilizado nos cálculos. na quantidade estipulada no Anexo B desta NPT: 1) PCF simples. a escada de emergência deve ter seus acessos protegidos por PCF. se houver grande abertura entre a área pressurizada e os espaços adjacentes. 2) PCF duplas. na quantidade estipulada na Tabela do Anexo B desta NPT. b) por meio do vão de luz das PCF consideradas na condição abertas. produz.4 Portas corta-fogo abertas e outras aberturas a) para ser eficaz. desta NPT. por exemplo). f) uma PCF considerada na condição aberta (em relação ao estabelecido no Anexo B. considerando-se o número de ocupantes e as dificuldades encontradas para o abandono.critério esse estipulado no Anexo B desta NPT. somadas às perdas pelas frestas das demais PCF consideradas na condição fechadas. de tal modo que a escada pressurizada não seja utilizada como rota predominante de saída de emergência para esse público. Esse critério deve ser desconsiderado quando o local de reunião de público estiver no piso de descarga (térreo ou nível com saída direta para o exterior) ou em mezaninos do piso térreo com acessos através de escadas exclusivas. d) os critérios para verificação da velocidade do ar a que se referem os itens seguintes são os estipulados no item 5.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA 5. devendo ser adotados os valores constantes da Tabela 2 do Anexo A desta NPT. sendo inevitável que estas sejam abertas ocasionalmente. para efeito de dimensionamento de escapes de ar por meio de PCF na condição abertas.3 Áreas de escape a partir de uma escada pressurizada.6. adiante. uma perda de pressão no interior da escada. desta NPT) deve ser acrescentada no cálculo do suprimento de ar do sistema de pressurização. devendo obedecer aos critérios estipulados no Anexo B. c) a abertura intermitente das PCF.1. 6 . 5. deve ser considerada a introdução de vazão de ar suficiente para se obter uma velocidade média do ar. com capacidade para 50 ou mais pessoas (tais como auditórios. devendo possibilitar a manutenção de uma velocidade de ar mínima de 1. em edificações de escritório até 21m de altura onde existem locais de reunião de público. A pressurização projetada não pode ser mantida. através desta abertura. na condição abertas.1. quando a quantidade de PCF duplas instaladas for igual ou superior à quantidade de PCF abertas . o escape de ar a partir de uma escada ocorre: a) por meio das frestas em torno das PCF (quando essas estiverem fechadas).5. b) caso haja uma abertura permanente (uma janela dentro da caixa de escada. quando do abandono da edificação. depende do tipo de edificação. conforme especificado abaixo.6. refeitórios. de 4 m/s. e) o número de PCF. quando todos os acessos à escada pressurizada ocorrer apenas através de PCF simples. g) devem ser considerados os vãos e frestas reais de todas as PCF da caixa da escada pressurizada.1. De maneira geral.0 m/s saindo através das PCF consideradas na condição abertas.

então QT = QFT • Se QFT < QAT. desta NPT) e as frestas das demais PCF previstas na escada.5 Estimativa da velocidade de saída do ar através da PCF aberta a) na prática. então QT = QAT Onde: QT = vazão total requerida do sistema de pressurização. Obs.6.1. com velocidade de 1 m/s. cada PCF dupla deve ser computada como uma PCF aberta e não como duas. QAT = vazamento de ar através das portas consideradas na condição abertas somadas às frestas das demais portas. na condição fechadas. devem ser aplicados os fatores de vazamentos em dutos e de vazamentos não identificados.2. a vazão de ar deve ser aumentada até que seja alcançado o valor requerido (1 m/s). Nesses casos. Características diferentes devem ser avaliadas em Comissão Técnica do CBMPR. h) em edificações existentes é comum o uso da pressurização de um amplo hall e o uso da PCF no acesso às unidades residenciais ou unidades de escritório etc. como estabelecido na figura 1 do item 5.6. a velocidade de saída do ar deve ser obtida dividindo-se a vazão de ar de suprimento (Equação 1) pela área de abertura total. na quantidade devida. o número de PCF duplas ou simples calculadas (respeitando-se suas áreas).6. Obs. contidos nesta NPT. QFT = vazão total das frestas com todas as portas fechadas (m³/s) conforme Equação 1. sendo que acima desse valor é exigido o cálculo de 5 PCF abertas. levar em consideração a condição padrão do ar. c) quando a velocidade obtida no cálculo especificado no item “a” acima for inferior ao parâmetro mínimo estabelecido. e) para atender a todas as hipóteses de escapes de ar e de vazamentos não identificados.1. complementar com PCF simples. para efeito de dimensionamento de escapes de ar por meio de PCF na condição abertas) devem ser consideradas todas as PCF duplas e. d) sobre o valor de vazão de ar obtido conforme itens “a” ou “c” acima. na condição fechadas (m³/s). 5. invariavelmente a escada pressurizada deve ser 7 . Nota: A vazão total requerida para o sistema de pressurização de escadas deve ser calculada pela equação abaixo: Equação 4: • Se QFT > QAT. Neste caso.: o número máximo de PCF por pavimento em contato com esse ambiente pressurizado deve ser de 4 PCF simples.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA 3) PCF duplas e PCF simples na mesma caixa de escada.: Em todos os casos.6.1. conforme item 5.. b) a área de abertura total deve ser calculada somando-se as áreas das PCF consideradas abertas (ver Anexo B. deve ser de 4 para edificações com até 60 m de altura. embora devem ser somados o vão de luz real de cada PCF dupla e simples consideradas. quando a quantidade de PCF duplas for inferior à quantidade de PCF consideradas na condição abertas (conforme critério estipulado no Anexo B desta NPT.

deve ser considerado o escape de ar através das aberturas no entorno da passagem de cabos de aço e outros no topo do poço do elevador.1.6 Vazamentos em dutos e vazamentos não identificados Para se determinar a vazão de ar total requerida. os fatores de vazamentos de ar em dutos e de vazamentos não identificados: a) acrescentar 15% para vazamentos em dutos metálicos ou 25% para dutos construídos em alvenaria ou mistos. após o desenvolvimento da equação 4.6. b) acrescentar 25% . ou • QTS = QT + 25% (vazamentos em dutos de alvenaria ou mistos) + 25% (vazamentos não identificados).5 (quando se tratar de duto de alvenaria ou misto). e apresentar as seguintes características: a) no cálculo da vazão de ar de pressurização. QTS = QT x 1. 5. a antecâmara. conforme equação 5. ou b. levando-se em consideração a condição padrão do ar. desta NPT.6. adotando-se os critérios do item 5. quando não pressurizada por 8 . sendo que esses valores porcentuais devem ser considerados independentemente do comprimento dos dutos. Onde: QT = vazão total requerida do sistema de pressurização (m³/s) conforme equação 4. a vazão de ar introduzida em cada antecâmara deve ser regulada para que a pressão interna não ultrapasse a 60 Pa.1. conforme equação 4 acrescida dos fatores de segurança. 5.8 e da Tabela 1 do Anexo A. c) quando contígua com a escada pressurizada. acrescentar ao resultado final.6. no piso da casa de máquinas. somada aos dois fatores de segurança acima descritos. Considerando que esses parâmetros dimensionais poderão estar alterados na conclusão da obra.7 Antecâmara do elevador de emergência A antecâmara de segurança do elevador de emergência deve ser pressurizada. em série com o escape pelas frestas das portas de acesso ao elevador nos diversos pavimentos.1. QTS = QT x 1. Nota: A vazão total requerida para o sistema de pressurização de escadas. devido ao excesso de ar que pode ser necessário. b) o cálculo para determinação da vazão de ar de pressurização deverá considerar as frestas das portas do elevador e das PCF de acesso às antecâmaras conforme a Tabela 2 do Anexo A.para atender à hipótese de vazamentos não identificados: • QTS = QT + 15% (vazamentos em dutos metálicos) +25% (vazamentos não identificados). QTS = vazão total requerida do sistema de pressurização (m³/s).NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA provida de dispositivos que impeçam que a pressão no seu interior eleve-se acima de 60 Pa.4 (quando se tratar de duto metálico). levando-se em consideração a condição padrão do ar. deve ser calculada conforme abaixo: Equação 5: a. constante do item anterior. abaixo.

com paredes com TRRF. interferir no raio de escoamento da escada de segurança. b) essa antecâmara deve possuir as seguintes características: 1) Ser interposta entre a escada pressurizada e as áreas comuns ou privativas da edificação. no acesso à antecâmara de segurança. adotando o princípio de vasos comunicantes. além da pressurização da escada de segurança. com um único dispositivo de controle de pressão localizado no interior da escada. considerando-se a partir do piso de descarga. ou não. reguláveis e independentes em cada nível de pavimento. alternativamente. no sentido da escada para a antecâmara. para realizar essa DDP. f) alternativamente. através de vasos comunicantes. o Corpo de Bombeiros aceita: 1) A previsão de insuflação somente na escada. 5. a partir do pavimento. e) a casa de máquinas deve ser independente e isolada em relação aos demais elevadores. garantindo-se dessa forma o gradiente de pressão no sentido do interior da escada pressurizada para a antecâmara de segurança.1. deixando uma abertura na parede entre a escada e cada antecâmara. neste caso. formando um ambiente único com a caixa de escada. a existência de uma antecâmara de segurança. d) ser protegida por PCF P-90. em nenhuma hipótese. com aberturas permanentes para o exterior da edificação. tanto no acesso à antecâmara de segurança quanto no acesso à escada pressurizada. controlados por venezianas unidirecionais. de forma a manter um gradiente de pressão no sentido do interior da escada pressurizada para a antecâmara de segurança. impedindo o fluxo da antecâmara à 9 .6. o gradiente de pressão entre a escada e a antecâmara pode ser obtido por meio de grelha unidirecional. da exigência da antecâmara de segurança conforme item 5. No ingresso a este conjunto.3. considerando-se as resistências das frestas no entorno das portas dos elevadores e PCF de acesso em cada pavimento – precaver-se de que haja um fluxo de ar contínuo entre esse espaço pressurizado com os ambientes contíguos e. funcionará como um duto de pressurização. As paredes do poço do elevador devem seguir os critérios do item 5. para tanto.6. desses.3. A dimensão do acesso ao elevador emergência deve possuir espaço livre (largura) de. g) também. deve ser pressurizada pelo mesmo sistema da escada. pode ser adotada a pressurização das antecâmaras do elevador de emergência a partir do poço do elevador que. a partir de um hall disposto fora da rota de circulação das pessoas na escada. nesse caso. 2) Ser protegida por PCF P-60. desta NPT. A abertura mencionada deve ser dotada de dispositivo que garanta o fluxo de ar somente no sentido da escada à antecâmara. pode-se fazer o acesso ao elevador de segurança diretamente por um patamar da escada pressurizada. mínimo de. considerar o escape de ar através dessas janelas no cálculo do suprimento total de ar necessário para o sistema de pressurização da escada (adotar as frestas e vão reais efetivos). em todos os níveis de pavimento.50 m. c) deve haver um diferencial de pressão (DDP) entre a antecâmara de segurança e o interior da escada pressurizada.8 desta NPT. no mínimo. avaliar as condições para se manter as antecâmaras pressurizadas até o limite de 60 Pa. nos sentidos ascendente e descendente (pavimentos superiores e inferiores ao nível da descarga) dentro do critério de altura fixado na Tabela do Anexo B desta NPT. 2 h e acessos por PCF P-90. 1. não podendo esse espaço.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA duto exclusivo. verificar a necessidade.8 Antecâmara de segurança de escada pressurizada a) para as ocupações com altura superior a 90 m será exigida.1.

2) Sistemas de pressurização independentes entre a escada e as antecâmaras. junto a esta PCF.9 Efeito do sistema Com a finalidade de eliminar o risco de redução de desempenho do ventilador. grupo motogerador automatizado) devem ser protegidos contra o fogo por no mínimo 2 h (exceção feita às portas cortafogo que devem ser do tipo P-90. d) a antecâmara de segurança deve possuir dimensões mínimas de acordo com a NPT 011/11.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA escada. o acesso ao Corpo de Bombeiros. tendo um nível de pressurização mais alto na escada e mais baixo nas antecâmaras. devem possuir as mesmas características mencionadas acima. as antecâmaras de segurança das escadas pressurizadas e dos elevadores de emergência. 5. ou dispositivos complementares.: quando exigido (ver Anexo B). Obs. 5. das PCF de acesso aos espaços e) portas corta-fogo devem estar de acordo com a norma NBR 11742/03. a comprovação da metodologia de cálculo. d) pisos escorregadios nas proximidades pressurizados devem ser evitados.1.6. em termos de vazão.1 Aspectos gerais a) cuidados especiais devem ser avaliados para dimensionamento do sistema de pressurização de escada de segurança para edificação com altura superior a 80 m. incluindo o poço do elevador. 5. ventiladores e controles exclusivos para cada sistema. a fim de garantir o abandono dos ocupantes da edificação. a pressurização perde sua função e deve ser reavaliada. deve ser considerado o “efeito do sistema”. aceita-se o controle de pressurização pela variação da rotação dos ventiladores utilizando inversores de frequência na alimentação elétrica de seus motores.publicação 201.6.10 Cálculo de pressão A apresentação da memória de cálculo da perda de pressão no circuito de transporte de ar do sistema não é obrigatória. bem como.90 . AMCA-210 e o Manual da AMCA “ Fans and Systems” . com dutos. para esclarecimentos do valor obtido. b) a edificação deve ser planejada de forma a atender aos requisitos do sistema de pressurização.“O fator do efeito do sistema” (System Effect Factor) e suas tabelas. porém pode ser exigida pelo Serviço de Segurança contra Incêndio. caso haja impossibilidade técnica de adaptação. e serem instaladas de forma a atender às premissas básicas do projeto de pressurização de escadas. vazão e perdas.1. O sistema deve ser dimensionado considerando as aberturas de frestas da antecâmara ao exterior. devem dar as garantias do projetado na 10 . nas casas de máquinas). e) as edificações existentes estão isentas do cumprimento do estabelecido neste item. localizadas em níveis inferiores ao piso de descarga. c) todos os componentes do sistema de pressurização (dutos. principalmente quanto a velocidade máxima no dutos. grupo motoventilador. Normas de referência: Normas ASNI / ASHRAE 51. atendendo aos parâmetros definidos pelo fabricante. Caso contrário. garantindo o seu funcionamento com relação às condições descritas nesta NPT.2.2 A edificação 5.

6. 5. quando se tratarem de quantidade mínima de escadas exigidas para a edificação.4 desta NPT em especial as letras "e'". possa gerar dúvida quanto à sua real interferência no sistema de pressurização. em qualquer outro local que possua contato direto com a escada pressurizada. devendo estes serem independentes para cada escada (conjunto motoventilador. com os seguintes dizeres: “ESCADA PRESSURIZADA”. f) atenção especial deve ser dada às edificações que possuam acesso de pessoas portadoras de deficiência física. o projeto deve ser submetido à análise de Comissão Técnica.2 Edifícios com múltiplas escadas a) em edifícios com múltiplas escadas pressurizadas. h) deve ser prevista sinalização nas PCF. com duas entradas distintas para a mesma caixa de escada em um mesmo nível. j) deve ser previsto sistema de detecção de fumaça e iluminação de emergência nos seguintes locais: casa de máquinas de pressurização.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA pressurização. não podendo diminuir o número mínimo de escadas previstas para a edificação. construídos em alvenaria. unidades de passagens etc. dutos de insuflamento. mantendo-se as larguras. A exigência de sistemas independentes aplica-se aos equipamentos a serem instalados. registros e grelhas). frestas e perdas em duplicata. e quanto ao ambiente onde serão instalados os motoventiladores (proteção passiva dos sistemas) pode-se aceitar uma casa de máquinas única. “n” e “o”. "j". sala do grupo motogerador automatizado. Tais dispositivos não podem alterar as características de resistência ao fogo das PCF. na face externa à escada. caso esses pisos sejam utilizados 11 . devem ser instalados sistemas independentes de pressurização para cada escada.1.2. no ambiente onde se localizar os acionadores manuais alternativos dos motoventiladores. Esse conceito aplica-se igualmente para os sistemas de detecção automática de incêndio e para o grupo motogerador. direta ou indiretamente. k) caso exista algum compartimento ou equipamento que. deve ser considerado o controle da porosidade das paredes que envolvem as escadas. seguindo critérios da NPT 020/11. dispositivos de fechamento devem ser dimensionados de forma a vencer esta força.4 desta NPT. g) quando a pressurização da escada dificulta o fechamento das PCF (como exemplo. c) no caso de uma escada em que for utilizado o recurso arquitetônico de aproveitamento de área da caixa de escada. desde que seja dimensionada conforme item 5.). é permitida a pressurização por um único duto. b) não devem ser aceitas escadas de segurança com aberturas entre si (uma escada se comunicando com a outra. Tais dispositivos devem ser capazes de mantê-las fechadas contra a pressão do sistema de pressurização. janelas etc. d) devem ser projetados sistemas de pressurização para as escadas que atenderem os pavimentos abaixo do piso de descarga e subsolos. PCF posicionada no pavimento de descarga). conforme NPT 011/11 ou Código de Obras local. devendo-se levar em conta o número de portas abertas. como por exemplo sistema de controle de fumaça. através de dutos. i) visando à selagem como forma de não prejudicar o estabelecido no item 5.2. que pode ser único para alimentação dos sistemas de pressurização de uma edificação. dos dutos de sucção e pressurização. bem como.

12 . b) os dutos de sucção e/ou pressurização. químicos ou do próprio incêndio) a eficiência do sistema de pressurização. O sinal. letras (f. que as ventilações do ambiente (por exemplo: ventilações permanentes nas fachadas.4.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA para outras atividades que não de estacionamento de veículos ou possuam altura ascendente maior que 12 m. não podem servir funcionalmente a outros tipo de instalações.2. todo o sistema de circulação de ar existente na edificação deve ser projetado para imediata interrupção do seu funcionamento. seus ancoramentos ou seus revestimentos contra incêndio. no memorial específico. em seu caminhamento interno ou externamente à edificação. Portanto. a fim de diminuir o risco das rotas de fuga serem atingidas pela fumaça oriunda do incêndio. deve-se evitar o uso de escadas de segurança pressurizadas e escadas simples ou enclausuradas sem pressurização. g e h) desta NPT. Casos específicos poderão ser aceitos pelo Corpo de Bombeiros. 5. devem ser previstos dispositivos de fechamento automático. e) detector de fumaça dentro dos dutos de retorno do ar condicionado pode ser utilizado como sistema auxiliar de acionamento do sistema de pressurização.3 Relação entre a pressurização e o sistema de ar-condicionado a) a circulação de ar promovida pelo sistema de condicionamento de ar ou de exaustão mecânica deve ser projetada de modo a manter a trajetória do fluxo de ar no sentido contrário ao estabelecido para o abandono da população da edificação. sendo que tais casos devem ser analisados em Comissão Técnica. d) os ancoramentos dos dutos e outros acessórios. desde que o responsável técnico cite claramente. não devem passar por ambientes que possam prejudicar (com danos mecânicos.2.2. b) na situação de emergência (em funcionamento do sistema de pressurização). deve vir da mesma fonte que aciona a pressurização na situação de emergência. esses dispositivos devem ser utilizados quando existir o risco desses dutos e/ou sistemas contribuírem para o alastramento do incêndio. ou não atenderem aos critérios de compartimentação horizontal e/ou vertical. que garantam o bloqueio da passagem de fumaça em caso de incêndio. c) os dutos de sucção e/ou pressurização. c) sistemas de exaustão podem ser mantidos ligados desde que promovam um fluxo favorável ao sentido do escape de ar do sistema de pressurização de escada. nos corredores de acesso e outras) garantam a não interferência da escada pressurizada sobre as demais. Caso isso não seja atendido. de acordo com NBR 17240/10. de preferência. 5. desde que atendam aos requisitos do item 5. estar posicionados o mais próximo possível ao teto (laje) dos ambientes. sendo que quaisquer outras instalações devem estar posicionadas logo abaixo. no seu caminhamento devem. quando ocupam o mesmo espaço (mesmo ambiente – por exemplo: mesmo corredor de acesso).4 Estruturas de proteção e garantias de funcionamento do sistema de pressurização a) a edificação deve proporcionar a proteção adequada contra incêndio para todos os componentes que garantam o funcionamento do sistema de pressurização. que deve dar início a todas estas alterações na operação desses sistemas. necessários ao sistema de pressurização. d) o sistema de alarme e detecção de incêndio também deve ser o responsável pelo comando das alterações necessárias no sistema de ventilação e ar condicionado. e) como regra geral. devendo o mesmo ser adequadamente instalado e ter sua eficiência comprovada por meio de ensaio.

seus acessórios. no mínimo. quando exigidos. com diâmetro nominal mínimo 1.2.2. garantindo o acionamento e o funcionamento do sistema de pressurização para no mínimo 2 h. em que não consiga os afastamentos estabelecidos no Anexo D (todos desta NPT). além da proteção que garanta resistência ao fogo por 2 h nos dutos de sucção e/ou pressurização. gases naturais. devem ser alojado em compartimento resistente ao fogo por. entre a entrada e saída do tubo-luva de proteção e os dutos de sucção e/ou pressurização. o escape dos gases da combustão. As PCF de acesso a esse compartimento devem ser do tipo PCF P-90. deve ser previsto uma antecâmara de segurança entre esse compartimento e o pavimento. bem como. medido no plano horizontal.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA e) cabos elétricos e dutos de sucção e/ou pressurização devem estar devidamente protegidos contra a ação do fogo em caso de incêndio. medida no plano horizontal. baterias de GLP ou sistemas alimentados por gás natural. i) o grupo motoventilador. o mesmo nível de proteção estabelecido no item 5. de forma a evitar a captação de fumaça que porventura passe pelas frestas desta PCF. componentes elétricos e de controle. f) os dutos de sucção e/ou pressurização. letra i desta NPT. devem estar afastados de sistemas de vasos sob pressão. Caso não exista condição técnica 13 . de nafta ou similares e depósitos ou tanques de combustível. O acesso à antecâmara de segurança deve ser protegido por uma PCF P-90. deve ser providenciada proteção contra eventuais acidentes pessoais. de acordo com o estabelecido no Anexo D desta NPT. devem ser adequadamente projetados como forma de garantir a alimentação elétrica dos sistemas de segurança e sistema de pressurização das edificações. para que não seja exigido o revestimento contra incêndio. deve ser de no mínimo 1 m. de nafta ou similares e os dutos de sucção e/ou pressurização não seja cumprido. de ferro galvanizado ou aço carbono. com relação ao estabelecido na NPT 011/11. Preferencialmente. devem ter seu compartimento. de acordo com os critérios do Anexo B. devidamente identificada na cor vermelha e suportado de forma independente. h) caso o afastamento de 2 m entre as tubulações que conduzem gás GLP. deve ser prevista distância mínima. 2h. g) para os riscos citados no item 5. o acesso à casa de máquinas do grupo motoventilador ser protegido por uma porta estanque. desta NPT. Essa solução pode ser substituída por outra que garanta a diminuição de risco de captação da fumaça de um incêndio pelo compartimento casa de máquinas do grupo motoventilador. para o perfeito funcionamento do grupo motogerador automatizado e seus acessórios. Essa antecâmara de segurança pode possuir dimensões reduzidas.5 vezes maior que a tubulação a ser envolvida. j) caso o compartimento da casa de máquinas do grupo motoventilador esteja posicionado em pavimento subsolo. integridade e estanqueidade.4 letra (f). Tais compartimentos devem ser projetados com vistas a garantir a manutenção de sua estabilidade. tendo em vista a vibração originária do funcionamento do grupo motogerador.4. o grupo motogerador e seus acessórios devem estar posicionados no pavimento térreo ou próximo deste. l) o grupo motogerador automatizado e seus acessórios. essas tubulações de gás devem ser envolvidas por tubo-luva de proteção. por meio de grade ou outro dispositivo que possua mesma finalidade e eficiência. de acordo com o estabelecido no Anexo D desta NPT. ou outro pavimento que possa causar risco de captação da fumaça de um incêndio. Também deve ser previsto sistema de detecção no acesso a esse conjunto compartimento casa de máquinas. O afastamento. de 2 m desses riscos. bem como. k) quando o sistema de interligação do grupo motoventilador for realizado por correias. m) o circuito formado pela tomada de ar frio e saída do ar aquecido (do compartimento casa de máquinas do grupo motogerador).

para proporcionar a pressurização requerida. 14 . em relação às aberturas próximas à tomada de ar da pressurização: 1) 2. podem ser utilizados 2 grupos motoventiladores. para atuarem especificamente no estágio de emergência e em conjunto. por intempéries ou mesmo quando da manutenção geral da edificação. com TRRF conforme a NPT 008/11. não é obrigatório o uso do grupo motogerador automatizado. devem possuir proteção que garanta resistência ao fogo por no mínimo 2 h.3. 5. Cuidados especiais. b) em todos os edifícios devem ser previstos sistemas motoventiladores em duplicata. nestes casos. p) nas edificações existentes. sendo que cada grupo deve. nos edifícios de escritórios com até 60 m de altura e nos edifícios escolares com até 30 m de altura. o) o grupo motoventilador deve estar posicionado em compartimento diferente do que abriga o grupo motogerador automatizado. Quando a tomada de ar for feita abaixo do nível do piso de descarga da edificação. De forma substitutiva.3 A Instalação e equipamentos 5. no mínimo. nos compartimentos casa de máquinas do grupo motoventilador e do grupo motogerador automatizado.1 Ventilador a) o conjunto motoventilador deve atender a todos os requisitos desta NPT. é permitido o uso de somente um motoventilador. medidos horizontalmente. quanto ao isolamento térmico e/ou de resistência ao fogo. devem ser tomados para os dutos de saída do ar aquecido e dutos de escape de gases da combustão. através de dutos. para atuarem especificamente na situação de emergência. q) prever fechamento adequado para as instalações hidráulicas de água.2 Tomada de ar a) é essencial que o suprimento de ar usado para pressurização nunca esteja em risco de contaminação pela fumaça proveniente de um incêndio no edifício. c) nos edifícios residenciais com até 80 m de altura. n) cuidados especiais devem ser tomados para evitar a entrada de água ou produtos agressivos. b) as seguintes distâncias mínimas devem ser adotadas.5 m das aberturas nas laterais.3. 5. sem o risco de se captar a fumaça oriunda de um incêndio. esgoto e águas pluviais no interior das casas do grupo motoventilador e grupo motogerador. garantir 50% da vazão total do sistema e 100% da pressão total requerida. com as mesmas características. no mínimo.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA para o cumprimento dessa exigência. que pode ser substituído pela ligação independente do grupo motoventilador. Medidas para minimizar a influência da ação dos ventos sobre o sistema de pressurização (como a tomada e a saída de ar) também devem ser adotadas. a distância deverá então ser de 5 m. de acordo com os critérios estabelecidos no Anexo B desta NPT. 2) 2 m das aberturas acima da tomada de ar. deve ser garantida que a tomada de ar frio seja realizada próximo ao pavimento térreo. Os dutos de tomada de ar frio se passarem por áreas de risco.

4) O compartimento que abriga o conjunto motoventilador deve permitir facilidades de acesso para manutenção.3. 3) Não é permitido conjugar a captação de ar do sistema de pressurização com a saída da extração de fumaça dos subsolos. 2) Construção de uma parede alta. a saber: 1) Construção de uma parede alta. sendo do tipo metálico lavável.1. anteriores a esta NPT e.: Ver Anexo C desta NPT. comprovadamente. tal parede deve ser 1 m. quando não se conseguir o afastamento de 5 m. devem atender às seguintes características: 1) Localizarem-se no pavimento térreo ou próximo deste e possuir filtro de partículas. exceto quando.2. mesmo quando estiver posicionado em nível subterrâneo. mais alta que o nível da tomada de ar. para o sistema de pressurização. b) caso seja aceita a tomada de ar ao nível da cobertura da edificação.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA 3) Abaixo da veneziana de tomada de ar não serão permitidas aberturas. devido à posição.1 Edificações novas a) a tomada de ar e instalação do grupo motoventilador e seus acessórios.2. 2) Caso necessário. pode ser permitida sua instalação no pavimento cobertura. medida no plano horizontal. requisitos mínimos devem ser providenciados de modo a diminuir o risco de captação da fumaça que sobe pelas fachadas do edifício. devidamente comprovada a inviabilidade. e afastada da tomada de ar 5 m. esta abertura não prejudicar a tomada de ar. 5.3. a tomada de ar deve ser realizada através de duto de captação de um local sem risco de fumaça de incêndio até o compartimento que abriga o conjunto motoventilador. medidos no plano horizontal. Figura 3 – Distâncias mínimas de aberturas à tomada de ar 4) Não é permitida a instalação da tomada de ar em local interno à linha de projeção do pavimento superior. 2 m acima datomada de ar.3.2. conforme NBR 16401/08.2 Edificações existentes a) em edificações existentes. quanto à instalação do conjunto motoventilador e a tomada de ar.a desta NPT. 15 . à existência de proteções etc. 5. quando não houver condições técnicas de se cumprir o estabelecido no item 5. Obs. posicionada em todo o perímetro da cobertura da edificação. posicionada em todo o perímetro da cobertura da edificação.

que se manifesta em série. por meio das literaturas HVAC Duct Construction . O problema fica. desta NPT. deve também estar afastado 2 m. à medida do possível. medida no plano vertical.3 Sistema de distribuição de ar a) nos edifícios com vários pavimentos. d) dutos de alvenaria podem ser utilizados. um teste de vazamento nos dutos pode ser aplicado de forma a se verificar a exatidão dos parâmetros adotados. no Serviço de Segurança contra Incêndio. Os aspectos construtivos devem obedecer às recomendações da SMACNA. 5. f) caso necessário. devem possuir tratamento de revestimento contra o fogo. quando 16 . o ponto de descarga de qualquer duto vertical que possa eventualmente descarregar fumaça de um incêndio. de modo que o seu acionamento não prejudique o suprimento de ar. O método de teste deve ser o recomendado pela SMACNA. no mínimo. possua revestimento com argamassa.: Ver Anexo C desta NPT. além de atender as condições de exigência relativas aos dutos metálicos. para edificações existentes. de um andar a outro. quando for necessário o uso de revestimento resistente ao fogo para sua proteção. letra b.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA Obs.Metal and Flexible e HVAC System Duct Design. Obs. com costuras longitudinais lacradas à máquina. ser evitados. Neste caso o projeto deve ser analisado em Comissão Técnica. na dependência da geometria da escada. mesmo que esses dutos estejam posicionados em pavimentos subsolos ou na face externa do edifício. por meio da literatura HVAC Air Duct Leakage Test Manual. de preferência. sendo que. e que a sua superfície interna. b) os dutos devem. ser construídos em metal laminado. na condição desocupada. c) cuidados especiais devem ser tomados na ancoragem dos dutos do sistema de pressurização. pode ser aceita a distribuição de ar através de duto plenum.4. Exceção. havendo impossibilidade técnica justificada de execução desse duto.5 m². devem. tanto na tomada de ar quanto na sua distribuição. c) da mesma forma. com material de vedação adequado. triangulares e muito estreitos (com largura menor que 40 cm). e) recomenda-se que o nível de ruído transmitido pelo sistema de pressurização no interior da escada não deve ultrapassar a 85 db(a).2. Dutos para pressurização. ou revestida com chapas metálicas ou outro material incombustível. com objetivo de se obter uma superfície lisa e estanque. medido no plano horizontal. g) registros corta-fogo não devem ser usados na rede de dutos de tomada ou distribuição do ar de pressurização. preferencialmente. a disposição preferida para um sistema de distribuição de ar para pressurização consiste em um duto vertical que corre adjacente aos espaços pressurizados.: Ver Anexo C desta NPT. que ficarem posicionados de forma aparente. com áreas internas inferiores a 0. deve ser submetida à avaliação da Comissão Técnica. Esse duto deve atender aos requisitos estabelecidos no item 5. Deve-se verificar os efeitos da “resistência fluído-dinâmica” associada ao escoamento vertical do ar pela escada. portanto. que deve ser objeto de análise específica de cada caso. que garanta resistência ao fogo por 2 h. e preferencialmente o seu ponto de descarga deve ficar posicionado o mais próximo possível. A utilização de dutos confeccionados em outros materiais. em relação ao nível da tomada de ar. h) os dutos metálicos.3. da tomada de ar do sistema de pressurização. tendo em vista o aumento de peso causado por esses revestimentos. desde que sejam somente para a distribuição do ar de pressurização.

atendendo aos seguintes critérios abaixo: j) integridade à passagem de chamas. de início de funcionamento do grupo motoventilador. 5. bombas de pressurização hidráulicas de incêndio. 5. Obs. acima da temperatura ambiente.Fire Resistance Tests Ventilation Ducts ou similar. conforme anexo B da NPT 008/11. devem demonstrar resistência ao fogo por um período mínimo de 2 h. pode ser adotada a Tabela de Resistência ao Fogo Para Alvenarias. fumaça e gases quentes.4 Grelhas de insuflamento de ar a) para a pressurização de uma escada. Os pontos de saída devem ser balanceados para permitir a saída de quantidades iguais de ar em cada grelha. de modo a garantir o funcionamento e permitir o abandono seguro dos ocupantes da edificação. mesmo que acidentais. 2) Isolamento térmico. i) os revestimentos resistentes ao fogo aplicados diretamente sobre os dutos metálicos de ventilação. após montagens e testes. de acordo com as Normas Técnicas Oficiais. e posicionadas de modo a haver uma distância máxima de dois pavimentos entre grelhas adjacentes. com autonomia de funcionamento de acordo com os critérios do Anexo B desta NPT e acionado automaticamente quando houver interrupção no fornecimento de energia normal para o sistema de pressurização. deve se dar a partir de um sistema automático de detecção de 17 . k) caso se adote parede sem função estrutural para proteger dutos metálicos verticalizados. registros corta-fogo. quando submetidos às condições de trabalho esperadas. podem ser alimentados pelo mesmo grupo motogerador automatizado. devendo obrigatoriamente haver uma grelha no piso de descarga (pavimento térreo) e uma no último pavimento. através de duto. que evitaria o cumprimento normal de suas funções. elevadores de segurança etc). devem ser previstas várias grelhas de insuflamento. b) os demais sistemas de emergência (tais como iluminação de emergência.3. utilizando a norma brasileira. na situação de emergência. O edifício deve possuir um sistema de fornecimento de energia de emergência por meio de um grupo motogerador automatizado. 3) Incombustibilidade do revestimento. e na sua ausência a norma isso 6944 . localizadas a intervalos regulares por toda a altura da escada. principalmente às condições de um incêndio. 1) Estabilidade ao colapso do duto.5 Sistema elétrico a) deve ser assegurado o fornecimento de energia elétrica para o sistema de pressurização e de segurança existente na edificação durante o incêndio. b) os dispositivos de ajuste e balanceamento das grelhas de insuflamento não podem permitir alterações.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA do caminhamento do duto externo à edificação com os afastamentos citados no Anexo D desta NPT.3. c) o comando elétrico.: Os critérios acima devem ser definidos em testes normalizados de resistência ao fogo de dutos de ventilação. para evitar que a elevação da temperatura na superfície interna do duto não alcance 140ºC (temperatura média) e 180ºC (temperatura máxima pontual). a não ser por pessoal técnico capacitado.

deve ser instalado no sistema de dutos. Obs. um dispositivo automático que identifique a parada de um grupo motoventilador e possibilitar o imediato acionamento do outro. para manter um diferencial de pressão adequado. pelo tempo de utilização do grupo motogerador automatizado.Sistemas de detecção e alarme de incêndio.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA fumaça. desde que haja garantias de funcionamento. então. podem ser adotados sistemas que modulem a capacidade dos ventiladores de pressurização (variador de frequência do motor). d) para sistemas de pressurização que se utilizam 2 conjuntos motoventiladores. devem ser protegidos contra a ação do calor do incêndio. c) alternativamente ao registro de sobrepressão. 18 . f) sistemas de controle também devem ser aplicados nos trechos de escadas situados em subsolos. 5. na situação de emergência. deve-se ter a precaução de que aberturas não sejam utilizadas para os pavimentos enterrados.3. aparentes ou embutidas em forros sem resistência contra incêndio. quando todas as PCF estiverem fechadas e a velocidade mínima necessária. e) orienta-se que. Em todos os edifícios.2. cuja instalação é exigida nos locais citados no item 5. referida à condição padrão do ar. de variador de frequência ou similar. a fim de impedir que a pressão se eleve acima de 60 Pa. Esse registro deve ser posicionado fora das áreas de risco e afastados de acordo com o Anexo E desta NPT. quando existir a descontinuidade no piso de descarga (térreo) todavia.4 letra (e). deve ser previsto registro de sobrepressão. dimensionados conforme NPT 019/11 .6 Sistemas de controle a) considerando-se a diversidade de condições a que o sistema é submetido. no hall interno de acesso à escada pressurizada e nos seus corredores principais de acesso. Se os circuitos elétricos do sistema de pressurização passarem por áreas de risco. e) os circuitos elétricos do sistema de pressurização. sob comando de um controlador de pressão com sensor instalado no interior da escada pressurizada. 5. pontual ou linear. Anexo B desta NPT e NPT 019/11. d) as instalações elétricas devem estar de acordo com a NBR 5410/04.: Todos os ambientes ou halls que possuem acesso direto à escada pressurizada devem possuir sistema de detecção de fumaça. considerando-se a influência da ação dos ventos.7 Sistema de acionamento e alarme a) o sistema principal para acionamento do sistema de pressurização. deve haver tal sistema. no mínimo. um funcionando como reserva do outro. deve ser o de detecção automática de fumaça. ou damper motorizado acionado por sensor diferencial de pressão. b) esse registro é colocado entre um espaço pressurizado e um espaço interno ou externo. devem ser acondicionados de forma a garantir a operação do sistema conforme tempo preconizado nesta NPT. quando se utilizar registros (dampers) nas descargas dos ventiladores. como forma de diminuir o chamado “efeito do sistema”. quando todas as PCF estiverem fechadas. devendo-se dar preferência para instalação de registros de sobrepressão localizados no nível térreo ou. por meio das PCF consideradas na condição abertas.3. suas lâminas sejam posicionadas de forma perpendicular ao eixo do ventilador.

h) qualquer sinal de alarme ou defeito deve ser interpretado pela central de alarme/detecção como alarme e deve acionar o sistema de pressurização. sistemas com acionadores manuais que sejam supervisionados pela central de alarme e detecção. esse detector deve ser posicionado no lado de menor pressão de todas as PCF de comunicação entre a escada pressurizada e o espaço adjacente. de acordo com os critérios estabelecidos na NPT 019/11. 2 O treinamento da brigada de combate a incêndios e a elaboração de plano de abandono e emergências. para garantia do sistema de pressurização. f) a instalação dos detectores automáticos ou acionadores manuais de alarme devem seguir as orientações do Corpo de Bombeiros e. g) o painel da central de comando de alarme/detecção deve sinalizar o setor atingido. não sendo permitido que um laço de alarme/detecção supervisione mais de um pavimento. para a plena utilização do sistema de detecção e alarme.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA b) nos edifícios em que os detectores de fumaça foram instalados apenas para acionar a situação de emergência do sistema de pressurização. i) o sistema de pressurização deve ser acionado imediatamente quando a central de alarme e detecção de incêndio receber sinal de ativação do detector de fumaça/calor e/ou acionador manual de alarme de incêndio instalados na edificação. nos locais indicados no Anexo B desta NPT. ou seja. realizar o desligamento do sistema de pressurização. k) somente é aceito. Dessa forma. por meio da central de alarme. cujo retardo pode causar a contaminação da escada pela fumaça oriunda do incêndio.: 1 A existência de sistema de chuveiros automáticos ou outro sistema de combate a incêndios não isenta a necessidade de instalação de sistema de detecção e alarme. l) a lógica do sistema deve contemplar a necessidade de se evitar que o sistema de pressurização da escada entre em funcionamento automaticamente em caso da existência real de fumaça no interior do compartimento que abriga o conjunto motoventilador. e) procedimentos devem ser adotados no sentido de se testar o sistema de alarme de incêndio. todas as indicações da central de alarme/detecção devem ser informadas na língua portuguesa. proveniente de um incêndio em suas adjacências. O monitoramento através do sistema de 19 . O funcionamento de motoventiladores não pode depender da ativação dos dispositivos sonoros. o sistema de alarme e detecção de incêndio deve ativar o sistema de pressurização antes mesmo do reconhecimento do sinal de alarme pela pessoa responsável pela vigilância. sem necessariamente operar o sistema de pressurização de escadas. ao ser acionado. d) o uso do sistema de detecção não isenta o uso do sistema de alarme manual. sendo que não é permitido. dessa forma. como forma principal de acionamento do sistema de pressurização. subsidiariamente. Obs. j) o detector de fumaça instalado na sala dos motoventiladores deve possuir laço exclusivo e independente (ou similar) dos demais e funcionar de forma diferenciada. deve inibir o acionamento do sistema de pressurização. devem ser adotados mecanismos adequados que impeçam que o falso alarme desative o funcionamento do conjunto motoventilador. c) a instalação do detector de fumaça dentro do espaço pressurizado não é aceitável. sistema de chuveiros automáticos ou outro sistema de prevenção ou combate a incêndios. o que preceitua a NPT 019/11. respeitadas as considerações dos itens seguintes. devem ser elaborados e constantemente avaliados.

na condição normal de uso da edificação.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA detecção de fumaça desse compartimento deve ser realizado através de um laço exclusivo e independente (ou similar) em relação aos demais detectores de fumaça e acionadores manuais de alarme da edificação. quando o sistema for de 2 estágios. de forma complementar (e nunca substitutiva). ou manualmente na própria PCF. O sistema deve permitir ainda o destravamento manual por meio da central de comando do sistema de alarme. deve ser de 30 s. um mínimo de vazão correspondente a 15% da vazão volumétrica média que escapa de uma PCF aberta (com velocidade de 1 m/s). o) o tempo máximo de fechamento das PCF de acesso à escada pressurizada.T. somente pode ser realizada de modo manual. devem sempre permitir o acionamento do sistema de pressurização em situação de emergência. As aberturas devem ser protegidas nos moldes do especificado na NPT 009/11. quando da solicitação da vistoria junto ao Corpo de Bombeiros. 4) Método do escape de ar através de extração mecânica. em situação de emergência. q) um acionador remoto manual. no total. 5. Esse sistema tem a função de destravar a PCF automaticamente na falta de energia elétrica ou quando acionado o sistema de pressurização de escadas. o projetista deve adotar uma das alternativas abaixo: 1) Método do escape de ar por janelas. (Anotação de Responsabilidade Técnica). 2) No compartimento do grupo motoventilador e seus acessórios. seguindo critérios adotados na NPT 009/11 e NPT 015/11. 20 . e funcionem no caso de ativação do sistema de pressurização. se este for distante da sala de controle central. que permanecem normalmente fechadas. r) a parada do sistema de pressurização. 3) Método do escape de ar através de dutos verticais. deve sempre ser instalado em cada local abaixo descrito: 1) Na sala de controle central de serviços do edifício (desde que possua fácil comunicação com todo o edifício) ou na portaria ou guarita de entrada do edifício com vigilância permanente.R. Para tanto. desde que não comprometa a compartimentação vertical exigida para a edificação. 2) Método do escape de ar através de aberturas especiais no perímetro do edifício. n) é permitido o uso de destravadores eletromagnéticos para PCF de acesso à escada pressurizada. de preferência utilizando-se de aberturas em pelo menos duas de suas faces. p) os acionadores manuais de alarme.3. Tais aberturas em cada pavimento devem proporcionar. sendo que o seu circuito deve ser ligado à central de comando do sistema de detecção e alarme. comprovando que foram realizados os testes de acordo com a referida norma. o devido recolhimento da A. e também com as interferências da pressurização. a partir dos pavimentos a) no dimensionamento do sistema de pressurização devem ser previstas áreas de escape de ar para o exterior da edificação. Deve-se apresentar o laudo de teste do sistema de detecção. m) o sistema de detecção deve ser submetido aos testes de acordo com a NPT 019/11. onde houver destravadores eletromagnéticos.8 Métodos de escape do ar para o exterior. bem como. do sistema de pressurização.

o mecanismo de comutação.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA 5) Outro método. 5. portas corta-fogo e o equipamento do sistema de escape do ar acionado automaticamente. d) os diferenciais de pressão devem ser verificados anualmente. b) nos edifícios onde haja necessidade de sistema de escape do ar de pressurização. caso exista. c) todo equipamento acionado automaticamente para proporcionar o escape do ar de pressurização do edifício. com manuais em português. permitindo de forma secundária. que acionem apenas os dispositivos de escape. baseado na operação automática dos dispositivos instalados para esta finalidade. 5. não são permitidos. podendo haver a interligação com outros sistemas automáticos de combate. podendo ser prevista a instalação permanente de equipamentos para esta finalidade.9 Procedimentos de manutenção a) todo equipamento de pressurização deve ser submetido a um processo regular de manutenção.7 desta NPT. a fim de garantir que cada um dos grupos motoventiladores de pressurização esteja funcionando. o acionamento do sistema.4 Integração com outras medidas ativas deproteção contra incêndio 5. Os cuidados com esses equipamentos devem ser incluídos no programa de manutenção anual do edifício e devem ser apresentados quando da solicitação de vistoria.4. deve ser incluído nos procedimentos de manutenção. desde que seja possível comprovar o desempenho e não haja prejuízo às demais medidas de segurança exigidas para a edificação. desde que atendam as respectivas demandas concomitantemente.2 Dutos conjugados com sistema de controle de fumaça Serão aceitos projetos com dutos conjugados de pressurização de escadas e controle de fumaça (para entrada de ar). 5. como por exemplo.3. o grupo motoventilador. c) sistemas que se utilizam de duplicidade de motores.1 Aspectos gerais 21 . 5. entre outras. pelos responsáveis da instalação do sistema. compartimentação vertical. Sensores independentes.5. b) todos os sistemas de emergência devem ser colocados em operação semanalmente.3. condições devem ser dadas para o teste individualizado. dutos (sucção e/ou pressurização) e suas ancoragens e proteções contra incêndio. Uma lista de verificações dos procedimentos de manutenção deve ser fornecida aos proprietários do edifício ao final das obras. Esses cuidados são de inteira responsabilidade do proprietário da edificação e/ou seu representante legal (como exemplo o síndico). o sinal que opera tais dispositivos deve ser o mesmo que aciona o grupo motoventilador no estágio de emergência. suas correias de interligação.5 Testes de aprovação 5.4. a critério do projetista. os sistemas para o fornecimento de energia em emergência. que inclui: o sistema de detectores de fumaça ou qualquer outro tipo de sistema de alarme de incêndio utilizado.1 Acionamento do sistema de pressurização O acionamento do sistema de pressurização deve estar em conformidade com o item 5.

NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA a) um teste de fumaça não é satisfatório para se determinar o correto funcionamento de uma instalação de pressurização. quando fechadas. Pequenas sondas são colocadas de cada lado da PCF. Há 3 razões principais que explicam a não obtenção do nível de pressurização projetado: 1) vazão de ar insuficiente. por exemplo. os motivos dessa divergência devem ser detectados e corrigidos.5. c) o teste deve ser feito quando o edifício estiver concluído. e) O sistema de detecção deve ser submetido aos testes. A posição da sonda de medição deve ser escolhida de acordo com esses critérios. às vezes. com os sistemas de condicionamento de ar e de pressurização balanceados e todo o sistema pronto e funcionando. são ligadas ao manômetro por meio de tubos flexíveis.Sistema de detecção e alarme de incêndio. Entretanto. 5. b) um local conveniente para medir o diferencial de pressão é por meio de uma PCF fechada. e também considerando as interferências da pressurização. entre os espaços pressurizados e os espaços não pressurizados adjacentes. entre os valores medidos e os níveis de pressurização especificados.5. As medições efetuadas em campo devem seguir as recomendações da AMCA 203. d) nos sistemas com 2 estágios são exigidas medições apenas com o segundo estágio operando (estágio de emergência). para que a extremidade livre fique em uma região de ar parado. Sugere-se que essa sonda tenha uma dobra em L (de pelo menos 50 mm de comprimento). sendo que uma das sondas passa através de uma fresta da PCF. separam o espaço pressurizado dos recintos ocupados do edifício. As duas sondas. esse teste pode. ou por baixo dela.2 Medição dos diferenciais de pressão a) a medição dos diferenciais de pressão. afastando a superfície da PCF do rebaixo no batente. É importante que o tubo que passa através da fresta da PCF.3 Correção de divergências no nível de pressurização obtido a) se houver qualquer divergência séria. quando o sistema for de 2 estágios. a seguir. Este processo introduz a extremidade livre em uma região de ar parado. 22 . de acordo com a NPT 019/11 . revelar trajetórias indesejáveis de fluxo da fumaça provocadas por defeitos na construção. efetivamente. b) o teste de aprovação da pressurização deve consistir de: 1) Medição do diferencial de pressão entre a escada e os espaços não pressurizados adjacentes com todas as PCF fechadas. com cada componente operando satisfatoriamente e sendo controlado pelo sistema de acionamento no seu modo correto de operação em emergência. deve ser feita com o auxílio de um manômetro de líquido ajustável ou outro instrumento sensível e adequadamente calibrado. 5. visto que não se pode garantir que todas as condições climáticas adversas possam estar presentes no momento da execução do teste. atravesse-a e penetre suficientemente no espaço. para que depois da inserção através da fresta. a sonda possa ser girada em ângulo reto em relação à fresta. pela literatura Field Performance Measurement of Fan System. 2) Medição da velocidade do ar que sai de um conjunto representativo (de acordo com estipulado no cálculo) de PCF abertas que. c) é importante que a inserção da sonda não modifique as características de escape da PCF.

c) o número de PCF abertas durante a realização das medições deve seguir o estabelecido no Anexo B desta NPT. dando-se atenção especial à folga na sua parte inferior. excessivas. Essas medições devem ser efetuadas com as PCF da escada fechadas. nem exceder a 60 Pa. insuficientes. b) deve ser medida a vazão de ar dos ventiladores e a vazão de ar através de todas as grelhas de insuflamento. 23 . utilizando o próprio ventilador da instalação. O nível de pressurização medido não deve ser menor que 90% do valor projetado. b) a velocidade média através da PCF aberta deve ser obtida por meio da média aritmética de pelo menos 12 medições em pontos uniformemente distribuídos no vão da PCF. o escape de ar a partir dos espaços não pressurizados deve ser examinado para se ter certeza que está em conformidade com o projeto e as necessidades desta NPT. Como alternativa. devem ser verificadas as frestas em redor das PCF. c) caso a vazão de ar que entra na escada esteja de acordo com a prevista em projeto. Se for inadequado. estas devem ser reduzidas. mesmo diante de escapes adicionais ou de condições insuficientes. Se qualquer PCF tiver folgas inaceitavelmente grandes. áreas de vazamentos adicionais não previstas.5. que devem ser vedadas. também. 5. sendo necessárias condições estáveis de vento e com o edifício vazio. Devem ser localizadas. Para a avaliação do teste de escape podem ser utilizados os procedimentos previstos no MANUAL SMACNA. a fim de se detectar os níveis de escape e o suprimento total de ar que chega à escada. HVAC AIR DUCT LEAKAGE TEST MANUAL ou da Recomendação Técnica DW/143 da Heating and Ventilation Contractors’ Association (HVAC).NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA 2) áreas de vazamento para fora do espaço pressurizado. 3) áreas de escape do ar para fora do edifício. d) caso a vazão de ar não atinja o nível previsto. o escape deve ser aumentado para os valores recomendados. pode ser aumentada a vazão de entrada de ar até o nível desejado de pressurização a ser atingido.4 Medição da velocidade média do ar através de uma PCF aberta a) essa medida deve ser tomada com um anemômetro de fio quente ou outro instrumento com resolução e exatidão adequados e devidamente calibrado.

NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA ANEXO A Tabela 1 – Níveis de pressurização VALORES DE DIFERENCIAL DE PRESSÃO (Pa) SISTEMA DE 1 ESTAGIO 50 SISTEMA DE 2 ESTAGIOS 1° ESTAGIO 15 2° ESTAGIO 50 24 .

NÃO SE APLICA(12) Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Não (até 60 m) Sim (a partir de 60 m) Não Sim Sim 2 2 2 2 b) em todos os corredores de circulação.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA ANEXO B Resumo de exigências para os diversos tipos de edificações com sistemas de pressurização G R U P O A Até 30 m B Serviço de hospedagem Acima de 30 m Até 12 m C Comercial Acima de 12 m Até 21 m D Serviço profissional (2) 1 Acima de 21 m 2 E Até 30 m Educacional e cultura fisica (2) Acima de 30 m Até 12 m F Local de Reunião de Público 2 Acima de 12 m 2 Até 12 m G Serviço automotivo Acima de 12 m Até 12 m H Serviço de saúde e institucional 2 Acima de 12 m 2 Até 12 m I Indústria Acima de 12 m Até 12 m J Depósito Acima de 12 m Até 12 m L Explosivos Acima de 12 m Até 12 m M Especial Acima de 12 m 2 2 2 2 2 2 2 2 Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim g) nos acessos à antecamara de segurança do compartimento destinado ao conjunto motoventilador. quando este atender ao sistema de pressurização de escadas. c) em todos os corredores de circulação privativos. Sim Sim f) no compartimento destinado ao grupo motogerador. em áreas comuns. utilizados como rota de fuga para acesso à saída de emergência pressurizada. 25 . Sim Sim 2 2 Sim Sim Sim Sim OCUPAÇÃO/ USO (4) Critério de altura (7) (6) Número de PCF consideradas abertas (8) (9) Prever grupo Prever motogerador duplicata do automatizado grupo (autonomia motoventilador de 1h) Locais a serem supervisionados pelo sistema de detecção automatica de fumaça (1) a) no hall comum ou privativo de acesso à saída de emergêcia pressurizada. d) em todos os ambientes com acesso direto à saída de emergência pressurizada. 2 2 Sim Sim Sim Sim Sim Sim e) no compartimento destinado ao grupo motoventilador (laço exclusivo e independente ou similar). quando este estiver localizado em pavimento subsolo. quando o acesso à saída de emergência pressurizada atender diretamente as áreas privativas.

para edificações residenciais com altura igual ou superior a 120 m e demais ocupações com altura igual ou superior a 90 m. (8) Caso o edifício possua local de reunião de público. de acordo com item 5. inclusive para os pavimentos situados abaixo do piso de descarga.4. (12)Não permitido a pressurização de escadas para edificações do Gupo A da Tabela 1 do CSCIP/CBMPR 26 . (6) Somente é exigido “antecâmara de segurança” nos acessos à escada pressurizada.1.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA Notas: (1) A exigência de sistema de detecção de fumaça para o sistema de pressurização não isenta a edificação das demais exigências previstas no Código de Segurança Contra Incêndios e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. esta poderá alternativamente ser dotada de sistema de pressurização. conforme NPT 011/11.1.7. caso possua loja ou dependências com carga incêndio. (10)A previsão de detecção automática de fumaça nos locais descritos no item I acima não isenta a edificação da instalação desse mesmo sistema em outros locais que porventura sejam exigidos pelo CSCIP das edificações e áreas de risco no Estado do Paraná. desta NPT.6.6. (11)Toda edificação com altura superior a 150 m deve obrigatoriamente ser analisada por meio de Comissão Técnica. sendo que cada grupo deve. no mínimo. 7) Quando a edificação for dotada de elevador de emergência. estas devem possuir compartimentação em relação à esse hall. adotar o item 5. para atuarem especificamente no estágio de emergência. (9) Foi considerado que o acesso do pavimento para a escada se dá apenas por uma PCF.6. conforme descrito no item 5. essa antecâmara pode ser dispensada apenas no nível térreo (piso de descarga) quando este não estiver em local de risco de incêndio. letra (j) desta NPT. podem ser utilizados 2 grupos motoventiladores.3. De forma substitutiva. se o pavimento tiver acesso por duas ou mais PCFs.1. o cálculo será pelo nº total de PCFs de acesso multiplicado pelo nº de pavimentos do cálculo. seus acessos devem ser protegidos por antecâmara de segurança. é exigido grupo motogerador automatizado. (3) Em edificações com altura superior a 12 m. é permitido o uso de somente um ventilador com um motor. garantir 50% da vazão total do sistema e 100% da pressão total requerida. esse pavimento seja destinado única e exclusivamente a hall de recepção ou. e em conjunto”. (4) Quando o subsolo necessitar de proteção por escada à prova de fumaça. em todos os pavimentos. do tipo Convento.8 desta NPT. ou seja.1. letra c: “Nos edifícios residenciais com até 80 m de altura e escritórios com até 60 m de altura e nos edifícios escolares com até 30 m de altura. (5) Edificações isentas de uso do grupo motogerador desde que a área de cada pavimento seja inferior a 750 m2. (2) Conforme item 5.

NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA ANEXO C Condições para instalação de casa de máquinas de pressurização no pavimento de cobertura 27 .

NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA ANEXO D Condições para não se revestir os dutos metálicos de sucção e/ou pressurização 28 .

NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA ANEXO E Esquema geral do sistema de pressurização (com duto no interior da escada) 29 .

04 m² – porta de saída do espaço pressurizado 6) Área de passagem de ar por meio do vão de luz de uma porta corta-fogo aberta.51 m² c) cálculo da área de escape de ar por meio das frestas das PCF de saída do espaço pressurizado (APS): APS = 01 x 0. área de fresta de 0.64 m² (conforme Tabela 2 do Anexo A) 7) Fator de segurança adotados: a) 15% para vazamentos em dutos metálicos.03 m² – porta de acesso ao espaço pressurizado b) 0.04m² para PCF de saída b) cálculo da área de escape de ar por meio das frestas das PCF de ingresso ao espaço pressurizado (API): API = 17 x 0.03 m² API = 0.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA Anexo F Modelo de cálculo de vazão do sistema de pressurização de escada I – Parâmetros para os cálculos de vazão de ar 1) Quantidade de pavimentos com comunicação com a escada pressurizada: 18 2) Quantidade total de portas corta-fogo (PCF) de ingresso à escada de segurança: NPI = 17 portas simples 3) Quantidade total de PCF de saída da escada de segurança: NPS = 01 porta simples 4) Quantidade de PCF abertas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPA = 02 (conforme Anexo B .04 m² 30 . área de frestas de 0. Conforme Tabela 2 do Anexo A: a) 0. b) todas as PCF da escada pressurizada fechadas.03m² para PCF de ingresso NPS = 01.04 m² APS = 0.Cálculo do suprimento de ar necessário para se obter o diferencial de pressão entre a escada e os ambientes contíguos 1) Condições consideradas: a) situação de emergência (incêndio). em caso de situação de incêndio – adotar PCF simples: 1.(A): a) dados: NPI = 17.04 m² d) cálculo da área total de restrição (A): A = API + APS = 0.51 m² + 0. 8)Velocidade mínima de ar pressurizado escapando através de uma porta aberta: V = 1m/s II .escape de ar através de frestas das portas .Edifício de serviços profissionais) 5) Área de vazamento por meio de frestas das portas corta-fogo (PCF) que comunicam a escada pressurizada com os diversos pavimentos adotando PCF simples e batentes rebaixados. c) diferencial de pressão entre o espaço pressurizado e os ambientes contíguos igual a 50 Pa. 2) Cálculo das áreas de restrição . b) 25% para vazamentos não identificados.

55 m² P = diferencial de pressão = 50 (Pa) (conforme Anexo A da NPT) N = índice numérico = 2 Portanto.76 m³/s IV .03 m² (portas de ingresso).827 x 0.(QFT) Cálculo de QFT: QFT = 0.Cálculo de vazão de ar considerando o incremento dos valores referenciais de vazamentos em dutos e vazamentos não identificados 1) Condições: a) fator de segurança quanto ao tipo de duto: dutos metálicos: 15% b) fator de segurança para vazamentos não identificados: 25% 2) aplicação das condições previstas na Equação 4: QFT < QAT.827 x A x (P)(1/N) (Equação 1) sendo A = área de restrição = 0. então QT = QAT 31 .76 m² 3) Cálculo da vazão de ar através da área aberta (QAT ): QAT = APA x VPA QAT = 3. b) quantidade de PCF abertas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPA = 02 (sendo 1 de ingresso e 1 de saída) c) área de passagem de ar por meio das frestas de uma porta corta-fogo fechada: APF = 0. d) quantidade de PCF fechadas a serem consideradas no cálculo: NPF = 16 e) velocidade mínima de ar pressurizado escapando através de uma porta aberta: VPA(min) = 1m/s 2) Cálculo da área aberta considerando as portas abertas mais as frestas das PCF consideradas fechadas: APA = AVL x NPA + APF x NPF APA = 1.64 m².03 x 16 APA = 3.55 m² 3) Cálculo do fluxo de ar necessário para o sistema de pressurização considerando as PCF fechadas . QFT = 0.55 x (50)1/2 QFT = 3.Cálculo do suprimento de ar necessário para a condição de portas abertas 1) Condições consideradas: a) área de passagem de ar por meio do vão de luz de uma porta corta-fogo aberta: AVL = 1.22 m³/s III .64 m2 x 02 + 0.76 m2 x 1.0 m/s QAT = 3.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA A = 0.

1.76 m³/s 3) Cálculo da vazão de ar para pressurização com acréscimo dos fatores de segurança: QTS = QT x 1.4 QTS = 5.4 [Equação 5 a) item 5.6.76 x 1.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA QT = 3.26 m³/s 32 .6] QTS = 3.

 NBR 14432 .Método para levantamento da carga de incêndio específica D .NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 014 Carga de incêndio nas edificações e áreas de risco CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 15 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 Objetivo Aplicação Referências Normativas e Bibliográficas Definições Procedimentos ANEXOS A . 2 APLICAÇÃO Esta Norma de Procedimento Técnico aplica-se às edificações e áreas de risco para classificação do risco e determinação do nível de exigência das medidas de segurança contra incêndio conforme prescreve o contido no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico das edificações e áreas de risco do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.Tabela de carga de incêndio relativa à altura de armazenamento (depósitos) C . 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS  Instrução Técnica nº 14/2011 – Carga de incêndio nas edificações e áreas de risco. 1 . conforme a ocupação e uso específico. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.Tabela de cargas de incêndio específicas por ocupação B .Modelo de planilha para cálculo da carga de incêndio 1 OBJETIVO Esta Norma de Procedimento Técnico estabelece valores característicos de carga de incêndio nas edificações e áreas de risco.Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimento.

4 Método de cálculo determinístico: é o método de cálculo baseado no prévio conhecimento da quantidade e qualidade de materiais existentes na edificação em estudo. 4. no máximo. pisos e tetos.1. Alternativamente. 5.2. aplicam-se as definições específicas abaixo: 4. 4 DEFINIÇÕES Além das definições constantes da NPT 003 – Terminologia de segurança contra incêndio. para ocupações do Grupo “J” admite-se adotar o método determinístico.1 Em regra. 5. inclusive os revestimentos das paredes. Admite-se também a similaridade entre as edificações comerciais (Grupo “C”) e industriais (Grupo “I”). 4.126. aplica-se a metodologia constante do Anexo C (método determinístico).2 Carga de incêndio específica: é o valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado.  European Committee for Standardization.1 Carga de incêndio: é a soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis em um espaço. TRVB . divisórias. 4.2 O levantamento da carga de incêndio específica constante do Anexo C deve ser realizado em módulos de. 5.185 joules (J). Eurocode 1 – ENV.1 A carga de incêndio específica do piso analisado deve ser tomada como sendo a média entre os 2 módulos de maior valor.1. 1987.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO  Liga Federal de Combate a Incêndio da Áustria. expresso em megajoule (MJ) por metro quadrado (m²).  Despacho nº. e 1 BTU equivale a 252 calorias (cal). 5 PROCEDIMENTOS 5. 5.2 Ocupações não listadas nas tabelas dos Anexos A e B podem ter os valores da carga de incêndio específica determinados por similaridade. Módulos maiores de 1000 m² podem ser utilizados quando o espaço analisado possuir materiais combustíveis com potenciais caloríficos semelhantes e uniformemente distribuídos. para determinação da carga de incêndio específica das edificações. 5.3 Considerar para o cálculo: 1 kg (um quilograma) de madeira equivale a 19. aplicam-se as tabelas constantes dos Anexos A e B (métodos probabilísticos).0 megajoules (MJ). 1 caloria equivale a 4. 2 .3 Método de cálculo probabilístico: é o método de cálculo baseado em resultados estatísticos do tipo de atividade exercida na edificação em estudo.1 Para edificações destinadas a explosivos (Grupo “L”) e ocupações especiais (Grupo “M”). 1000 m² de área de piso (espaço considerado). 2073/2009 da Autoridade Nacional de Protecção Civil de Portugal.

artigos de Drogarias (incluindo depósitos) Esportes.1. artigos de Ferragens Floricultura Galeria de quadros Joalheria Livrarias Lojas de departamento ou centro de compras (shoppings) Materiais de construção A-1 A-3 B-1 B-1 B-2 C-1 C-2 C-2 C-1 C-2 C-2 C-1 C-1 C-2 C-2 C-1 C-2 C-2 C-2 C-2 C-2 C-2 C-1 C-1 C-1 C-1 C-2 C-2/C-3 C-2 300 300 500 500 500 40 600 700 300 400 600 300 300 2100 800 200 700 500 500 700 1000 800 300 80 200 300 1000 800 800 Divisão A-3 A-2 Carga de Incêndio (qfi) em MJ/m2 300 300 3 . borracha.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO A TABELAS DE CARGAS DE INCÊNDIO ESPECÍFICAS POR OCUPAÇÃO Para a classificação detalhada das ocupações (Divisão). Loja * Ver item 5. esportivos Automóveis *Comercial varejista. metal ou vidro Artigos de cera Artigos de couro. consultar a Tabela 1 do Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná Ocupação/Uso Descrição Alojamento estudantis Apartamentos Residencial Casas térreas ou sobrados Pensionatos Hotéis Serviços de hospedagem Motéis Apart-hotéis Açougue Animais (“pet shop”) Antiguidades Aparelhos eletrodomésticos Aparelhos eletrônicos Armarinhos Armas Artigos de bijouteria.2 Bebidas destiladas Brinquedos Calçados Couro.

2 Relojoarias Supermercados (vendas) Tapetes Tintas e vernizes Verduras frescas Vinhos Vulcanização Agências bancárias Agências de correios Centrais telefônicas Cabeleireiros Copiadora Encadernadoras Escritórios Serviços profissionais.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO A (continuação) Ocupação/Uso Descrição Máquinas de costura ou de escritório Materiais fotográficos Móveis Papelarias Perfumarias Produtos têxteis *Comercial varejista. Loja * Ver item 5. teatros e similares Circos e assemelhados E-5 E-1/E-2/E-4/E-6 F-1 F-5 F-7 300 300 2000 600 500 Divisão C-1 C-1 C-2 C-2 C-2 C-2 C-2 C-2 C-2 C-2 C-1 C-1 C-2 D-2 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-4 D-4 D-3 D-3 D-3 D-3 D-1 E-3 E-5 Carga de Incêndio (qfi) em MJ/m2 300 300 400 700 400 600 500 600 800 1000 200 200 1000 300 400 200 200 400 1000 700 300 500 300 300 600 200 500 400 300 300 4 .1. pessoais e técnicos Estúdios de rádio ou de televisão ou de fotografia Laboratórios químicos Laboratórios (outros) Lavanderias Oficinas hidráulicas ou mecânicas Oficinas elétricas Pinturas Processamentos de dados Academias de ginástica e similares Pré-escolas e similares Educacional e cultura física Creches e similares Escolas em geral Bibliotecas Locais de reunião de público Cinemas.

sem embalagem Artigos de borracha. couro. cerâmica ou porcelanas Artigos de bijuteria Artigos de cera Artigos de gesso Artigos de madeira em geral Artigos de madeira. feltro.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO A (continuação) Ocupação/Uso Descrição Centros esportivos e de exibição Clubes sociais. sem pintura. corte e dobra.2 5 . ópticos Acessórios para automóveis Acetileno Alimentação (alimentos) Aço. jogos eletrônicos Museus Restaurantes Estacionamentos Serviços automotivos e assemelhados Oficinas de conserto de veículos e manutenção Postos de abastecimentos (tanque enterrado) Hangares Asilos Clínicas e consultórios médicos ou odontológicos Serviços de saúde e Institucionais Hospitais em geral Presídios e similares Quartéis e similares Veterinárias Aparelhos eletroeletrônicos. espuma Artigos de argila. fotográficos. boates e similares Estações e terminais de passageiros Locais de reunião de público Exposições Igrejas e templos Lan house. impregnação Artigos de mármore Artigos de metal. coriça.1. forjados Divisão F-3 F-6 F-4 F-10 F-2 F-6 F-1 F-8 G-1/G-2 G-4 G-3 G -5 H-2 H-6 H-1/H-3 H-5 H-4 H-1 I-2 I-1 I-2 I-2 I-1 I-2 I-1 I-1 I-2 I-1 I-2 I-3 I-1 I-1 Carga de Incêndio (qfi) em MJ/m2 150 600 200 Adotar Anexo B ou C 200 450 300 300 200 300 300 200 350 300 300 200 450 300 400 300 700 800 40 600 200 200 1000 80 800 3000 40 80 *Industrial *Ver item 5.

artigos de Couro. fresados Artigos de peles Artigos de plásticos em geral Artigos de tabaco Artigos de vidro Automotiva e autopeças (exceto pintura) Automotiva e autopeças (pintura) Aviões Balanças Barcos de madeira ou de plástico Barcos de metal Baterias Bebidas destilada Bebidas não alcoólicas Bicicletas Brinquedos Café (inclusive torrefação) *Industrial *Ver item 5. conservas Confeitarias Congelados Cortiça.1.2 Caixotes barris ou pallets de madeira Calçados Carpintarias e marcenarias Cera de polimento Cerâmica Cereais Cervejarias Chapas de aglomerado ou compensado Chocolate Cimento Cobertores. curtume Divisão I-1 I-2 I-2 I-1 I-1 I-1 I-2 I-2 I-1 I-2 I-2 I-2 I-2 I-1 I-1 I-2 I-2 I-2 I-2 I-2 I-3 I-1 I-3 I-1 I-1 I-2 I-1 I-2 I-2 I-2 I-1 I-2 I-2 I-2 I-2 Carga de Incêndio (qfi) em MJ/m2 200 500 1000 200 80 300 500 600 300 600 600 800 500 80 200 500 400 1000 600 800 2000 200 1700 80 300 400 40 600 800 500 40 400 800 600 700 6 .NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO A (continuação) Ocupação/Uso Descrição Artigos de metal. tapetes Colas Colchões (exceto espuma) Condimentos.

1.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO A (continuação) Ocupação/Uso Couro sintético Defumados Discos de música Doces Espumas Estaleiros Farinhas Feltros Fermentos Ferragens Fiações Fibras sintéticas Fios elétricos Flores artificiais Fornos de secagem com grade de madeira Forragem *Industrial *Ver item 5.2 Frigoríficos Fundições de metal Galpões de secagem com grade de madeira Galvanoplastia Geladeiras Gelatinas Gesso Gorduras comestíveis Gráficas (empacotamento) Gráficas (produção) Guarda-chuvas Instrumentos musicais Janelas e portas de madeira Joias Laboratórios farmacêuticos Laboratórios químicos Lápis Lâmpadas Descrição Divisão I-2 I-1 I-2 I-2 I-3 I-2 I-3 I-2 I-2 I-1 I-2 I-1 I-1 I-1 I-2 I-3 I-3 I-1 I-2 I-1 I-2 I-2 I-1 I-2 I-3 I-2 I-1 I-2 I-2 I-1 I-1 I-2 I-2 I-1 Carga de Incêndio (qfi) em MJ/m2 1000 200 600 800 3000 700 2000 600 800 300 600 300 300 300 1000 2000 2000 40 400 200 1000 800 80 1000 2000 400 300 600 800 200 300 500 600 40 7 .

2 Padarias Papéis (acabamento) Papéis (preparo de celulose) Papéis (procedimento) Papelões betuminados Papelões ondulados Pedras Perfumes Pneus Produtos adesivos Produtos de adubo químico Produtos alimentícios (expedição) Produtos com ácido acético Produtos com ácido carbônico Produtos com ácido inorgânico Produtos com albumina Produtos com alcatrão Produtos com amido Produtos com soda Divisão I-1 I-1 I-2 I-1 I-1 I-2 I-2 I-1 I-3 I-1 I-1 I-1 I-1 I-2 I-1 I-2 I-2 I-2 I-1 I-2 I-3 I-2 I-1 I-1 I-2 I-2 I-1 I-2 I-1 I-1 I-1 I-3 I-2 I-3 I-1 Carga de Incêndio (qfi) em MJ/m2 100 200 1000 300 300 1000 1000 40 2000 200 300 300 300 600 100 1000 1000 500 80 800 2000 800 40 300 700 1000 200 1000 200 40 80 2000 800 2000 40 8 . sem embalagem Laticínios Malas.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO A (continuação) Ocupação/Uso Descrição Latas metálicas. fábrica Malharias Máquinas de lavar de costura ou de escritório Massas alimentícias Mastiques Matadouro Materiais sintéticos Metalúrgica Montagens de automóveis Motocicletas Motores elétricos Móveis Olarias Óleos comestíveis e óleos em geral *Industrial *Ver item 5.1.

2 Sucos de fruta Tapetes Têxteis em geral (tecidos) Tintas e solventes Tintas e vernizes Tintas látex Tintas não-inflamáveis Transformadores Tratamento de madeira Tratores Vagões Vassouras ou escovas Velas de cera Vidros ou espelhos Vinagres Vulcanização Divisão I-1 I-3 I-2 I-1 I-2 I-1 I-3 I-2 I-2 I-1 I-2 I-2 I-1 I-1 I-1 I-2 I-2 I-3 I-3 I-2 I-1 I-1 I-3 I-1 I-1 I-2 I-3 I-1 I-1 I-2 Carga de Incêndio (qfi) em MJ/m2 40 2000 1000 200 800 300 3000 800 500 300 800 500 200 80 200 600 700 4000 2000 800 200 200 3000 300 200 700 1300 200 80 1000 9 .1.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO A (continuação) Ocupação/Uso Descrição Produtos com soda Produtos de limpeza Produtos graxos Produtos refratários Rações balanceadas Relógios Resinas Resinas. em placas Roupas Sabões Sacos de papel Sacos de juta Serralheria Sorvetes *Industrial *Ver item 5.

produtos de Café cru Caixas de madeira Calçado Celuloide Cera Cera.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO B TABELA DE CARGA DE INCÊNDIO RELATIVA À ALTURA DE ARMAZENAMENTO (DEPÓSITOS) Carga de Incêndio (qfi) em MJ/m2 Tipo de Material 1 Açúcar Açúcar. produtos de Acumuladores/baterias Adubos químicos Alcatrão Algodão Alimentação (alimentos industrializados) Aparelhos eletroeletrônicos Aparelhos fotográficos Bebidas alcoólicas Borracha Artigos de borracha Brinquedos Cabos elétricos Cacau. artigos de Depósitos de mercadorias incombustíveis em pilhas de caixas de madeira ou de papelão 3780 360 360 90 1530 585 1530 180 270 360 12870 2250 360 270 2610 1305 270 180 1530 1530 945 1530 1530 2250 248 765 270 765 360 90 Altura de armazenamento (em metros) 2 7560 720 720 180 3060 1170 3060 360 540 720 25740 4500 720 540 5220 2610 540 360 3060 3060 1890 3060 3060 4500 495 1530 540 1530 720 180 4 15120 1440 1440 360 6120 2340 6120 720 1080 1440 51480 9000 1440 1080 10440 5220 1080 720 6120 6120 3780 6120 6120 9000 990 3060 1080 3060 1440 360 6 22680 2160 2160 540 9180 3510 9180 1080 1620 2160 77220 13500 2160 1620 15660 7830 1620 1080 9180 9180 5670 9180 9180 13500 1485 4590 1620 4590 2160 540 8 30240 2880 2880 720 12240 4680 12240 1440 2160 2880 102960 18000 2880 2160 20880 10440 2160 1440 12240 12240 7560 12240 12240 18000 1980 6120 2160 6120 2880 720 10 37800 3600 3600 900 15300 5850 15300 1800 2700 3600 128700 22500 3600 2700 26100 13050 2700 1800 15300 15300 9450 15300 15300 22500 2475 7650 2700 7650 3600 900 10 . artigos de Chocolate Colas combustíveis Colchões não sintéticos Cosméticos Couro Couro. artigos de Couro sintético Couro sintético.

artigos de Farinha em sacos Feltro Feno. produtos de fio Fiação. produtos de lã Fósforos Gorduras Gorduras comestíveis Grãos. estofados sem espuma sintética Painel de madeira aglomerada 90 9 1530 1125 360 3780 360 450 765 855 360 8100 8505 360 90 158 4050 1125 2835 945 1350 1890 6030 765 360 2655 585 360 90 360 180 3015 Altura de armazenamento (em metros) 2 180 18 3060 2250 720 7560 720 900 1530 1710 720 16200 17010 720 180 315 8100 2250 5670 1890 2700 3780 12060 1530 720 5310 1170 720 180 720 360 6030 4 360 36 6120 4500 1440 15120 1440 1800 3060 3420 1440 32400 34020 1440 360 630 16200 4500 11340 3780 5400 7560 24120 3060 1440 10620 2340 1440 360 1440 720 12060 6 540 54 9180 6750 2160 22680 2160 2700 4590 5130 2160 48600 51030 2160 540 945 24300 6750 17010 5670 8100 11340 36180 4590 2160 15930 3510 2160 540 2160 1080 18090 8 720 72 12240 9000 2880 30240 2880 3600 6120 6840 2880 64800 68040 2880 720 1260 32400 9000 22680 7560 10800 15120 48240 6120 2880 21240 4680 2880 720 2880 1440 24120 10 900 90 15300 11250 3600 37800 3600 4500 7650 8550 3600 81000 85050 3600 900 1575 40500 11250 28350 9450 13500 18900 60300 7650 3600 26550 5850 3600 900 3600 1800 30150 11 . verduras. fardos de Fiação.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO B (continuação) Carga de Incêndio (qfi) em MJ/m2 Tipo de Material 1 Depósitos de mercadorias incombustíveis em pilhas de caixas de plástico Depósitos de mercadorias incombustíveis em estantes metálicas (sem embalagem) Depósitos de paletes de madeira Espumas sintéticas Espumas sintéticas. aparas Madeira. restos de Madeira. vigas e tábuas Malte Massas alimentícias Materiais de construção Materiais sintéticos Material de escritório Medicamentos. sementes Instrumentos de ótica Legumes. embalagem Depósitos de mercadorias incombustíveis em pilhas de caixas de plástico Móveis de madeira Móveis. hortifrutigranjeiros Leite em pó Lenha Madeira em troncos Madeira.

fardos de algodão Tecidos. estoque Vernizes de cera Nota: Pode haver interpolação entre os valores. estoque Produtos farmacêuticos. estoque Peças automotivas Perfumaria.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO B (continuação) Carga de Incêndio (qfi) em MJ/m2 Tipo de Material 1 Papel Papel prensado Papelaria. placas de Sabão Sacos de papel Sacos de plástico Tabaco em bruto Tabaco. artigos de Tapeçarias Tapeçarias Tecidos sintéticos Tecidos. artigos de Pneus Portas de madeira Produtos químicos combustíveis Queijos Resinas sintéticas Resinas sintéticas. 3780 945 495 360 360 225 810 810 450 1125 1890 1530 1890 5670 11340 765 945 765 900 585 585 450 450 10080 1125 3780 945 495 2250 Altura de armazenamento (em metros) 2 7560 1890 990 720 720 450 1620 1620 900 2250 3780 3060 3780 11340 22680 1530 1890 1530 1800 1170 1170 900 900 20160 2250 7560 1890 990 4500 4 15120 3780 1980 1440 1440 900 3240 3240 1800 4500 7560 6120 7560 22680 45360 3060 3780 3060 3600 2340 2340 1800 1800 40320 4500 15120 3780 1980 9000 6 22680 5670 2970 2160 2160 1350 4860 4860 2700 6750 11340 9180 11340 34020 68040 4590 5670 4590 5400 3510 3510 2700 2700 60480 6750 22680 5670 2970 13500 8 30240 7560 3960 2880 2880 1800 6480 6480 3600 9000 15120 12240 15120 45360 90720 6120 7560 6120 7200 4680 4680 3600 3600 80640 9000 30240 7560 3960 18000 10 37800 9450 4950 3600 3600 2250 8100 8100 4500 11250 18900 15300 18900 56700 113400 7650 9450 7650 9000 5850 5850 4500 4500 100800 11250 37800 9450 4950 22500 12 . seda artificial Toldos ou lonas Velas de cera Vernizes Papel Papel prensado Papelaria.

em megajoule por quilograma.1 Os valores da carga de incêndio específica para as edificações destinadas a depósitos. Af .1.potencial calorífico específico de cada componente do material combustível. 13 .valor da carga de incêndio específica.1. C. ocasião em que Mi deverá ser reavaliado. em quilograma. explosivos e ocupações especiais podem ser determinados pela seguinte expressão: Onde: qfi .área do piso do compartimento. em metro quadrado.1 O levantamento da carga de incêndio deverá ser realizado conforme item 5 (Procedimentos) desta NPT. conforme Tabela C.massa total de cada componente i do material combustível. Mi . em megajoule por metro quadrado de área de piso.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO C MÉTODO PARA LEVANTAMENTO DA CARGA DE INCÊNDIO ESPECÍFICA C. Hi . Esse valor não poderá ser excedido durante a vida útil da edificação exceto quando houver alteração de ocupação.

6 Fósforo Gás Natural Gasolina Glicerina Gordura e óleo vegetal Grãos Grãos Heptano Hexametileno Hexano Hidreto de sódio Hidrogênio Hidreto de magnésio Látex Lã Leite em pó Linho Linóleo Lixo de cozinha Madeira Magnésio Manteiga Polipropileno (Hi) (MJ/kg) 34 37 34 47 26 50 42 34 50 48 8. desde que citada a fonte bibliográfica. 14 .1 – VALORES DE REFERÊNCIA – POTENCIAL CALORÍFICO ESPECÍFICO (Hi) Tipo de Material Acetileno Acetileno dissolvido Acetona Acrílico Açúcar Amido Algodão Álcool Alílico Álcool Amílico Álcool Etílico Álcool metílico Benzeno Benzina Celulose Biodiesel Borracha espuma Borracha em tiras Butano Cacau em pó Café Cafeína Cálcio Carbono Carvão Celulose Cereais C-Heptano C-Pentano C-Propano C-Hexano Chocolate Chá Cloreto de polivinil Couro Creosoto/fenol D-glucose Diesel Dietilamina (Hi) (MJ/kg) 50 17 30 28 17 17 18 34 42 25 21 40 42 16 39 37 32 46 17 17 21 4 34 36 16 17 46 46 50 46 25 17 21 19 37 15 43 42 Tipo de Material Dietilcetona Dietileter Epóxi Etano Etanol Eteno Éter amílico Éter etílico Etileno Etino Enxofre Farinha de trigo Hexaptano Fenol Fibra sintética 6.4 44 45 37 42 16 17 46 41 31 30 29 31 39 44 24 15 23 16 46 17 25 21 18 19 17 17 42 34 9 17 Nota: valores de materiais não listados nesta tabela poderão ser apresentados pelo projetista.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO TABELA C.4 17 46 34 29 25 26 47 17 42 17 41 46 46 46 9 143 17 44 23 17 17 2 18 19 25 37 43 Tipo de Material Metano Metanol Monóxido de carbono Nafta N-Butano Nitrocelulose N-Octano N-Pentano Óleo de linhaça Óleo vegetal Palha Papel Parafina Petróleo Plástico Poliacrilonitrico Policarbonato Poliéster Poliestireno Polietileno Polimetilmetacrilico Polioximetileno Poliuretano Polivinilclorido Propano PVC Resina de fenol Resina de uréia Resina melamínica Seda Sisal Tabaco Tolueno Turfa Ureia Viscose (Hi) (MJ/kg) 50 19 10 42 45 8.

em megajoule por quilograma. ocasião em que “Mi”. Af – Área do piso do compartimento.qi (MJ) Σ MiHi Área do piso do pavimento Af (m2) Carga de incêndio específica do pavimento (4) qfi = Σ MiHi Af Observações: (1) (2) (3) (4) Constante da Tabela C. em quilograma.1. Hi – Potencial calorífico específico de cada componente do material combustível. Mi – Massa total de cada componente “i” do material combustível. em megajoule por metro quadrado de piso. conforme Tabela C. 15 .1 Massa total de cada material x potencial calorífico específico Somatória de todos os potenciais caloríficos considerados Total do potencial calorífico do pavimento / Área do piso do pavimento = (qfi) Legenda: qfi – Valor da carga de incêndio específica.(MJ/kg) Potencial calorífico por material (2) Mi x Hi = qi (MJ) Total do potencial calorífico do pavimento (3). em metro quadrado.(kg) Potencial calorífico específico (1) Hi . deverá ser reavaliado. Esse valor não poderá ser excedido durante a vida útil da edificação exceto quando houver alteração de ocupação.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO D (informativo) PLANILHA PARA CÁLCULO DA CARGA DE INCÊNDIO Tipo do material existente na edificação por compartimento 1 2 3 4 5 6 7 Massa total de cada material Mi .

Figura 4 – Acantonamento 7.Conceitos. 1 . definições e componentes do sistema CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 11 páginas SUMÁRIO 7 Definições e Conceitos 8 Componentes do Sistema 7 DEFINIÇÕES E CONCEITOS 7.2 Altura da zona enfumaçada (Hf): altura média entre a face inferior da camada de fumaça e o ponto mais elevado do teto ou telhado (Figura 5).NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 015 Controle de fumaça Parte 2 . 7.1 Acantonamento: volume livre compreendido entre o chão e o teto/telhado. delimitado por painéis de fumaça (Figura 4).3 Altura da zona livre de fumaça (H’): altura medida entre a face superior do chão e a face inferior da camada de fumaça (Figura 5). ou falso teto.

tendo em conta a eventual existência de palhetas.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 7. livre de fumaça e da zona enfumaçada 7.6 Área útil de um vão de fachada. utilizada para fins de cálculo. com ou sem fechamento na cobertura. ar condicionado.4 Altura de referência (H): média aritmética das alturas do ponto mais alto e do ponto mais baixo da cobertura (ou do falso teto) medida a partir da face superior do piso (Figura 5). excetuando-se os locais destinados à escada. escada rolante. conectando dois ou mais pavimentos cobertos. 7. de uma boca de ventilação ou de um exaustor de fumaça: área equivalente a um porcentual de área livre. considerando a influência dos ventos e das eventuais deformações provocadas por um aquecimento excessivo. 7. de grelha ou de um exaustor natural de fumaça: área geométrica interior da abertura efetivamente desobstruída para passagem de ar. cabos de comunicação e poços de ventilação e iluminação (Figura 6). Figura 5 .Altura de referência. shafts de hidráulica. 2 . eletricidade.7 Átrio: espaço amplo criado por um andar aberto ou conjuntos de andares abertos.5 Área livre de um vão de fachada.

7. 7. 7. líquida e gasosa. 7.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 Figura 6 – Átrio 7. 7.10 Dimensões do incêndio: dimensões de base do maior incêndio com o qual um sistema de controle de fumaça deve lidar.13 Espaços adjacentes: áreas dentro de uma edificação com comunicação com corredores.17 Fluxo de calor: a energia total de calor transportada pelos gases quentes na área incendiada. 7. 7. causado pela diferença de temperatura interna e externa. malls e átrios (ex. que entra no acantonamento durante as operações de extração de fumaça.11 Entrada de ar limpo: ar fresco. com altura mínima e características de resistência ao fogo. 7. em temperatura ambiente. acionado automaticamente em caso de incêndio. livre de fumaça.14 Exaustor mecânico de fumaça: dispositivo instalado em um edifício.12 Efeito chaminé: fluxo de ar vertical dentro das edificações.8 Barreiras de fumaça: elemento vertical de separação montado no teto.9 Camada de fumaça smoke layer: espessura acumulada de fumaça por uma barreira ou painel. lojas em um shopping center). 7.15 Exaustor natural de fumaça: dispositivo instalado na cobertura ou fachada de um edifício. que previna a propagação horizontal de fumaça de um espaço para outro (Figura 8). permitindo a extração de fumaça para o exterior por meios mecânicos. podendo ser no formato de um quadrado ou de um círculo. decorrentes de um material 3 . 7. suscetível de abertura automática em caso de incêndio.16 Extração de fumaça: retirada (natural ou mecânica) da fumaça de ambientes protegidos pelo sistema de controle de fumaça.18 Fumaça: partículas de ar transportadas na forma sólida. permitindo a extração da fumaça para o exterior por meios naturais.

por exemplo. Na prática. que juntamente com a quantidade de ar formam uma massa. projetado para resistir à passagem de gases quentes e/ou fumaça no interior de dutos. a interface da camada de fumaça é um limite efetivo dentro da zona de transição. 7.29 Supervisão: autoteste do sistema de controle de fumaça.28 Superfície útil de um exaustor: superfície dada pelo fabricante.24 Pressurização: diferença de pressão criada em um ambiente.20 Jato de fumaça sob o teto ceiling jet: um fluxo de fumaça horizontal estendendo-se radialmente do ponto de choque da coluna de fogo contra o teto. divisórias e elementos estruturais como. a densidade da fumaça cai a zero (Figura 7). as escadas de segurança.22 Painel de fumaça: elemento vertical de separação montado no teto. 7. Figura 7 . 7. com a finalidade de impedir a entrada de fumaça.23 Pleno: ambiente criado pela interposição de elementos de acabamento como.Interface da camada de fumaça 7. 7. 7. com altura e característica de resistência ao fogo.19 Interface da camada de fumaça smoke layer interface: limite teórico entre a camada de fumaça e a zona de transição onde a fumaça está tomando volume. utilizada para delimitar uma área de acantonamento (Figura 1). a temperatura do jato de fumaça sob o teto será maior que a camada de fogo adjacente. lajes e paredes. por exemplo. 7.26 Registro corta-fumaça: dispositivo utilizado no sistema de controle de fumaça. Normalmente. 7. Abaixo desse limite efetivo. forros. onde a instalação e os dispositivos com função são monitorados para acompanhar uma falha funcional ou de integridade da instalação e dos equipamentos 4 .NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 submetido a pirólise ou combustão.21 Núcleo do pavimento: área de acesso do pavimento onde se concentram os elevadores e. 7. 7.27 Sistema de corta-controle de fumaça: conjunto de equipamentos através dos quais a fumaça e os gases quentes são limitados. normalmente. restringidos e extraídos. atendendo a requisitos de resistência a fogo e estanqueidade.25 Produção de calor: calor total gerado pela fonte de fogo. que pode ter vários metros de espessura. 7. baseada na influência do vento e das deformações provocadas por uma elevação de temperatura.

30 Zona enfumaçada: espaço compreendido entre a zona livre de fumaça e a cobertura ou o teto. que pode ser pelos seguintes dispositivos: 1) Exaustores naturais. f) dutos e peças especiais. que pode ser por: 1) Aberturas de entrada localizadas nas fachadas e acantonamentos adjacentes. c) grelhas ligadas a dutos. 3) Pelos vãos das escadas abertas. b) Extração de fumaça.2 Sistema de extração mecânica a) Entrada de ar.1. d) clarabóia ou alçapão de extração.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 que controlam o sistema. pelos seguintes itens: 8.1 O controle de fumaça é composto. que pode ser por: 1) Abertura ou vão de entrada. que são: a) abertura ou vão de extração. nos casos em que estes não existam. e) poços ingleses. h) mecanismos elétricos. 8.1.1 Sistema de extração natural a) Entrada de ar.31 Zona livre de fumaça: espaço compreendido entre o piso de um pavimento e a face inferior das barreiras de fumaça ou. 7. pneumáticos e mecânicos de acionamento dos dispositivos de extração de fumaça. 8 COMPONENTES DE UM SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA 8. g) registros corta-fogo e fumaça. 4) Abertura de ar por insuflação mecânica por meio de grelhas. a face inferior das bandeiras das portas. 2) Pelas portas. 7. b) janela e veneziana de extração. 3) Pelos vãos das escadas abertas. 4) Abertura de ar por insuflação mecânica por meio de grelhas e venezianas. 5 . de forma genérica. localizadas nas fachadas e acantonamentos adjacentes. 2) Pelas portas dos locais a extrair fumaça.

2. porém. 3) Registro corta-fogo e fumaça. 8. c) quadros e comandos elétricos.50 m e conter a camada de fumaça (Figura 8). decorrentes de inovações tecnológicas. desde que submetidos à aprovação prévia do Corpo de Bombeiros.1. 4) Ventiladores de extração mecânica de fumaça. e) sistema de supervisão e acionamento. d) outros dispositivos. mas nunca para extração de fumaça.2 Características dos componentes dos sistemas de controle de fumaça 8. b) materiais incombustíveis pára-chamas que apresentem tempo de resistência ao previsto para as coberturas conforme NPT 08/11 – Resistência ao fogo dos elementos de construção. 8. c) podem ser utilizados vidros de segurança. b) Extração de fumaça. do tipo laminado. 8. c) podem ser utilizados plenos para entrada de ar. que pode ser pelos seguintes dispositivos: 1) Grelha de extração de fumaça em dutos. 6 .NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 5) Escadas pressurizadas. 5) Mecanismos elétricos.1 Barreira de fumaça. 2) Duto e peças especiais.1.2. 8. com o tempo mínimo de 15 min.3 Outros sistemas comuns para o controle de fumaça por extração natural e mecânica: a) sistema de detecção automática de fumaça e calor.2 As barreiras de fumaça devem ter altura mínima de 0.2. b) fonte de alimentação. pneumáticos e mecânicos de acionamento dos dispositivos de extração de fumaça. conforme NBR 7199/99. d) acionadores automáticos e mecânicos dos dispositivos de extração de fumaça.1 As barreiras de fumaça são constituídas por: a) elementos de construção do edifício ou qualquer outro componente rígido e estável.1.

2.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 Figura 8 . podem ser aplicadas pelo projetista desde que justificadas em projeto. com o objetivo de se evitar a propagação de fumaça para outras áreas não sinistradas. b) nas instalações de ventilação e de tratamento de ar normais da edificação que participem do controle de fumaça.1.) para o sistema de dutos do acantonamento. 8.4 Caso as barreiras de fumaça possuam aberturas.1 As aberturas de introdução de ar e de extração de fumaça dispostas no interior do edifício devem permanecer normalmente fechadas por obturadores. 8.2 Grelhas e venezianas 8. 2) Outras formas de atender ao item 6. exceto: a) nos casos em que sirvam a dutos exclusivos a um piso.2.1.Detalhe de barreira de fumaça – corte 8.2.2.1.2. 7 . que isolem os dutos das demais partes comuns do sistema de controle de fumaça da edificação.2. estas devem ser protegidas por dispositivos de fechamento automático ou por dutos adequadamente protegidos para controlar o movimento da fumaça pelas barreiras.2. c) onde haja dispositivos de fechamento (dumpers etc. Observações: 1) A utilização do sistema acima citado deve fazer parte de um estudo particular.pelas grelhas e venezianas normalmente abertas para o sistema de ventilação e tratamento de ar normal da edificação.3 O tamanho da barreira de fumaça depende do tamanho da camada de fumaça adotada em projeto.

2.1 Os circuitos de alimentação das instalações de segurança devem ser independentes de quaisquer outros e protegidos de forma que qualquer ruptura. embutidas ou aparentes.2 As grelhas e venezianas devem ser de materiais incombustíveis utilizados na condução de ar. 8.3.3 O dispositivo de obturação das grelhas e venezianas.2.2. quando instaladas em abertura ou vão de fachada. dos circuitos de alimentação devem ser constituídas e protegidas por elementos que assegurem.Grelha de fumaça 8. podendo conter dispositivos corta-fogo (ex.2. Figura 10 .Ângulo de abertura dos obturadores 8. 8. 8 .2 Os circuitos de alimentação dos ventiladores de controle de fumaça devem ser dimensionados para as maiores sobrecargas que os motores possam suportar e protegidos contra curto-circuito.3 As canalizações elétricas.4 A relação entre as dimensões transversais de uma veneziana ou grelha de fumaça natural não deve ser superior a dois. 8.2.2. dumpers) quando necessário. a sua integridade durante o tempo mínimo de 2 h.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 Figura 9 .2. em caso de incêndio.3. deve permitir abertura em um ângulo superior a 60º (Figura 10).2. 8. sobretensão ou defeito de isolamento num circuito não danifique ou interfira em outros circuitos.3.2.2.3 Circuitos de instalação elétrica 8.

1 A regra acima citada pode ser desconsiderada desde que seja justificada pelo projetista que a abertura do controle de fumaça dos acantonamentos adjacentes se torne imprescindível ao funcionamento do sistema. instalados nos locais.4.2. deve ser previsto o acionamento alternativo do sistema de controle de fumaça por botoeiras manuais.4. 8.4.6 Nos locais equipados com instalações de extinção automática por chuveiros automáticos. permanecendo.6.2 No caso acima descrito.2. duplicados na central de segurança.4.2.4.5 Dutos 9 . 8. em qualquer caso. 8. ou nas circulações.8 O comando de partida dos ventiladores não deve ser efetuado por intermédio de contactos de fim de curso nas venezianas e registros. quando existirem.2.4. 8. bloqueando o acionamento automático dos sistemas de extração de fumaça das demais áreas adjacentes. b) Interrupção das operações das instalações de ventilação ou de tratamento de ar.4. assegurando as seguintes funções: a) Abertura dos registros ou dos exaustores naturais do local ou da circulação sinistrada.3 Os sistemas de comando automático devem compreender detectores de fumaça e calor.2. eletromagnético. a possibilidade do acionamento por comando manual nestas áreas.7 Os sistemas de comando das instalações de extração mecânica devem assegurar que os ventiladores de extração de fumaça. 8. à sua posição inicial deve ser possível. 15 min.5 A restituição dos registros.1 As instalações de controle de fumaça devem ser dotadas de dispositivo de destravamento por comandos automáticos duplicados por comandos manuais.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 8. no máximo. 8. entretanto.6.2. c) Partida dos ventiladores utilizados nos sistemas de controle de fumaça.2.4 Nas instalações dotadas de comando automático deve ser assegurada a entrada em funcionamento do sistema de controle de fumaça no local sinistrado.4 Comando dos sistemas 8.4.4.2 Nos sistemas de comando manual os dispositivos de abertura devem ser de funcionamento mecânico. 8. pneumático ou hidráulico e acionável por comandos dispostos na proximidade dos acessos aos locais. a fim de não interferir no acionamento do sistema de chuveiros automáticos. após a abertura dos registros de introdução de ar e de extração de fumaça do espaço sinistrado.4.2.1 Nos depósitos e áreas de armazenamento protegido por chuveiros automáticos do tipo ESFR.2. atuando em dispositivos de acionamento eletromagnéticos.4.2.4.2. elétrico.2.2. portaria ou local de vigilância de 24 h. 8. só entrem em funcionamento. o sistema de controle de fumaça pode ser acionado com um retardo de. por dispositivos de acionamento manual facilmente acessível a partir do pavimento onde estejam instalados. 8. a menos que essas instalações participem do controle de fumaça. ou dos exaustores naturais. 8. deve ser assegurado que as instalações de controle de fumaça entrem em funcionamento antes daquelas. 8.

2. 5) Os dutos coletores verticais não podem comportar mais de dois desvios e qualquer um deles deve fazer com a vertical um ângulo máximo de 20º.5. com vedação resistente à fumaça e gases quentes por 60 min.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 8. 3) Ter a seção mínima igual às áreas livres das aberturas que o servem em cada piso. Os dutos utilizados para o transporte de fumaça a 300ºC devem ser construídos em chapa de aço carbono com bitola mínima 16 MSG.1 Caso o sistema de controle de fumaça seja alimentado por grupo motogerador. 5) Ser dimensionado para uma velocidade máxima de 15 m/s quando for construído em chapa metálica.2. 2) Ter resistência externa a fogo por 60 min. conforme parâmetros previstos na NPT 009.1 A alimentação dos ventiladores do sistema de controle de fumaça deve ser feita a partir do quadro geral do edifício por: a) Conjunto de baterias (nobreak). 8. 8. de construção soldada nas juntas longitudinais e flangeadas nas juntas transversais.1 Os dutos de um sistema de controle de fumaça devem atender às seguintes características: a) Para sistema de controle de fumaça natural: 1) Ser construídos em materiais incombustíveis e ter resistência interna à fumaça e gases quentes de 60 min. quando fizer parte de um sistema utilizado para extrair fumaça de diversos ambientes ou quando utilizado para introdução de ar. b) Para sistema de controle de fumaça natural: 1) Ser construídos em materiais incombustíveis e ter resistência interna à fumaça e gases quentes de 60 min. 4) Ser dimensionado para uma velocidade máxima de 10 m/s quando for construído em alvenaria ou gesso acartonado.5. com velocidade nula. 3) Apresentar estanqueidade satisfatória do ar. este deve ter a sua partida automática com comutação máxima de 15 segundos.5.2. 2) Apresentar uma estanqueidade satisfatória do ar.6 Fontes de alimentação elétrica 8. com o mesmo tempo de resistência ao fogo. quando aplicável.2. 8.5.2.6. a fumaça deve ser considerada à temperatura de 70ºC quando a edificação for dotada de sistema de chuveiros automáticos e 300ºC nos demais casos e o ar exterior à temperatura de 21ºC. b) Grupo motogeradores (GMG).3 Quando os dutos atravessarem paredes de compartimentação ou lajes entre pavimentos compartimentados deverá ser instalado registro corta fogo na passagem.2 Para o cálculo da resistência interna do duto. em caso de falha de alimentação de energia da 10 . 8.2.6. 8.2.4 Os dutos utilizados para o transporte de fumaça a 70ºC deverão ser construídos em chapa de aço galvanizada obedecendo às recomendações da NBR 16401. 4) Ter a relação entre as dimensões transversais de um duto não superior a dois.

7.2.2.1 Os registros devem ter dispositivo de fechamento e abertura conforme a necessidade que a situação exige.2.2. sem alterações sensíveis do seu regime de funcionamento. 8. 2) Após descarga por falha de alimentação da energia da rede. dotadas de dispositivos de carga e regulagem automáticas.7 Registros corta-fogo e fumaça 8.6. portaria ou local de vigilância de 24 h.2.7.3 Deve ter a mesma resistência ao fogo do ambiente onde se encontra instalado.8.2 Seu funcionamento está vinculado ao sistema de detecção de fumaça e calor. 8. 8. 8.2.2 Caso o sistema de controle de fumaça seja alimentado por baterias de acumuladores.8. à passagem de fumaça. estas devem: a) apenas alimentar as instalações que possuam potência compatível com a capacidade das baterias. 8.6. possuindo resistência mínima de 1 hora.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 rede pública. 8.4 Devem permitir as mesmas vazões dos dutos (insuflação e extração) de onde se encontram instalados.2.8 Ventiladores de extração de fumaça e introdução de ar 8. 11 .7. considerando a temperatura adotada conforme o item 6.2.1 Os exaustores de fumaça devem resistir. durante o tempo mínimo de 60 min.2 Os dispositivos de ligação dos ventiladores aos dutos devem ser constituídos por materiais incombustíveis e estáveis. baseada na lógica de funcionamento do sistema de controle de fumaça implantado. 8.2. 8.5.3 A condição dos ventiladores (em funcionamento/parado) deve ser sinalizada na central de segurança.1 O tempo de autonomia deve ser de 60 min.2.7. 8.2.8. assegurar a carga máxima dos acumuladores.2.2. b) ser constituídas por baterias estanque. promover a sua recarga automática no prazo máximo de 30 h. que devem: 1) Na presença de energia da fonte normal.

1 O controle de fumaça por extração natural é realizado por meio da introdução do ar externo e extração de fumaça. depósitos e áreas de armazenamento em comércios Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 27 páginas SUMÁRIO 9 Disposições gerais relativas ao controle de fumaça com extração natural ANEXOS BCDEFEficiência dos exaustores Tabela 4 – Lista de classificação de riscos comerciais. Figura 11 – Exemplo de controle de fumaça por extração natural e entrada de ar natural 1 . industriais e depósitos Tabela 5 – Determinação de risco para as ocupações Tabela 6 – Taxa de porcentagem para determinação das aberturas Exemplos de aplicação 9 DISPOSIÇÕES GERAIS RELATIVAS AO CONTROLE DE FUMAÇA COM EXTRAÇÃO NATURAL 9. seja diretamente.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 NPT 015 Controle de fumaça Parte 3 – Controle natural de fumaça em indústrias. disposto para assegurar a ventilação do local (ver Figuras 11 e 12). seja por meio de dutos para o exterior.

deverá ser criado um anteparo (alpendre). no mínimo.2. 4 m. 9. 9.5. 9.2 Portas dos locais onde a fumaça é extraída e que dêem para o exterior.3 Escadas abertas ou ao ar livre. a qualquer obstáculo que lhes seja mais elevado. 9.1 Aberturas na fachada. 2 . 9.5. 9.4 Aberturas de introdução posicionadas na fachada ou ligadas a dutos de captação de ar externo.1 Caso a condição acima não possa ser atendida.Exemplo de controle de fumaça por extração mecânica e entrada de ar mecânica 9. de forma a evitar a propagação do incêndio à edificação vizinha. com um máximo exigido de 8 m. 9.5.2.4 Com relação à divisa do terreno e a propriedade adjacente.3 Aberturas de extração (ligadas ou não aos dutos).2.4.6 As aberturas de introdução de ar devem ser dispostas em zonas resguardadas da fumaça produzida em um incêndio. não seja inferior à diferença de altura. 9.3 Os exaustores naturais e as outras aberturas exteriores de extração de fumaça devem ser instalados de forma que a distância.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Figura 12 .2 A extração da fumaça pode ser realizada por qualquer um dos seguintes meios: 9.5 A abertura de introdução de ar para o controle de fumaça pode ser realizada por qualquer um dos seguintes meios: 9.5. 9. os exaustores e outras aberturas de descarga de fumaça devem distar horizontalmente.1 Aberturas na fachada. medida na horizontal. 9.2 Exaustores naturais.

grandes áreas isoladas em um pavimento e edificações que possuam seus pavimentos isolados por lajes.8. c) para fins de dimensionamento. Figura 13 . a barreira de fumaça deve conter a camada de fumaça.8.Divisão em áreas de acantonamento 9.3.1.3 Pela compartimentação da área.1.1.7 Para edifícios com sistema de controle de fumaça natural com impossibilidade técnica de prever entrada de ar no acantonamento.8.1.1 Os parâmetros abaixo se aplicam em edificações térreas.8 Parâmetros de projeto 9.600 m 2 (Figura 13).8.1 Por barreiras de fumaça.1. 9.3 As áreas de acantonamento devem ser delimitadas: 9. 9. dentro da zona enfumaçada (Hf) (Figura 14). 3 .8. 9.1 Nas edificações térreas que possuam áreas que necessitam de sistema de controle de fumaça.2 Pela configuração do telhado. 9.8.3.5 As superfícies das aberturas destinadas a extração da fumaça devem se situar no ponto mais alto possível. quando esta for igual ou inferior a 6 m.1.3. 9. b) no mínimo igual a 2 m para edificações que possuam altura de referência superior a 6 m.8.2 O comprimento máximo de um lado da área de acantonamento não deve ultrapassar 60 m (Figura 13).8.8. 9.8. 9.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 9.2. desde que a área compartimentada atenda aos parâmetros descritos nos itens 7.1 e 7.8.1.1.1.4 As barreiras de fumaça devem ter altura: a) igual a 25% da altura média sob o teto (H).1. esta poderá ser prevista ou complementada pelas aberturas de extração de fumaça dos acantonamentos adjacentes à área incendiada. estas devem ser divididas em acantonamentos com uma superfície máxima de 1.

9 Na impossibilidade de se prever aberturas para introdução de ar nas fachadas da edificação.8.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Figura 14 .8 No caso de locais divididos em vários acantonamentos. a distância entre as saídas de extração deve ser de até sete vezes a altura média sob o teto (Figura 15).Distâncias entre saídas 4 . livre de fumaça e da zona enfumaçada.1.7 A superfície geométrica total das áreas destinada à entrada de ar deve ser ao menos igual àquelas destinadas a extração de fumaça. 9.Altura de referência. 9.10 Todo acantonamento no qual a inclinação do telhado ou teto for inferior a 10%.1.8.6 As superfícies das aberturas destinadas a introdução de ar devem se situar na zona livre de fumaça no ponto mais baixo possível. a entrada de ar pode ser realizada pelos acantonamentos periféricos.1.8.8. poderão ser consideradas as aberturas de extração de fumaça dos acantonamentos vizinhos. 9.1. 9. Figura 15 .1.8. 9.

d e d1 ≤ 7H.8. localizada na fachada “Ex” até a barreira de fumaça ou parede limite do acantonamento. multiplicando-se um coeficiente de eficácia.11 A distância citada no item anterior não deve exceder a 30 m.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Observações: d = distância horizontal da abertura superior “Ex” de extração até a barreira de fumaça ou parede limite do acantonamento.1. 9.15 No caso de aberturas de extração ligadas a dutos verticais. estas últimas apenas podem contribuir com um terço da área total útil das aberturas de extração. 9.8.1. d1 = distância horizontal da abertura de extração. no mesmo local. a uma altura superior ou igual à altura de referência.14 Quando. baseada na posição (acima ou abaixo) deste exaustor em relação à altura de referência (H).1. 9. 5 .8. deve ser calculada a média das diversas alturas sob o teto ou telhado (H) (Figura 16). a altura dos dutos está limitada a 10 diâmetros hidráulicos (Dh = 4 x seção do duto / perímetro do duto). Figura 16 .8. H é a Altura de Referência conforme definido em 5.8.1. existirem exaustores naturais no teto e aberturas de extração na fachada.1.1. 9.Altura de referência diversificada por acantonamento 9.8.8. 9.16 NA superfície útil de um exaustor natural a ser considerada deve ser minorada ou majorada. o comprimento dos dutos deve ser inferior a 40 vezes a razão entre a sua secção e o seu perímetro (Figura 17). 9.12 Nos acantonamentos nos quais a inclinação dos telhados ou tetos for superior a 10%.13 No acantonamento que possuir telhado com descontinuidade de altura.4 (Parte 2).17 Nesse caso. as saídas de extração de fumaça devem ser implantadas no ponto mais alto possível. salvo justificação dimensionada por cálculo.1.

obter o grupo no qual a edificação se enquadra por meio da Tabela 5 (Anexo D).8. conforme se observa na Tabela 5. esse coeficiente se aplica à superfície útil dessa abertura situada dentro da zona enfumaçada.18 Esse coeficiente de eficácia (E) encontra-se no Anexo B.21 O valor de “∆H” representa a diferença de nível entre a altura de referência e a média das alturas dos pontos alto e baixo da abertura contida na zona enfumaçada.9 Parâmetros de dimensionamento 9. 6 . Observação: Nos casos de depósitos e áreas de armazenamento.8.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Figura 17 . b) Com a classificação de risco. considerando-se a altura da zona enfumaçada (Hf) e da altura de referência (H). também.8.19 O mesmo coeficiente de eficácia se aplica à superfície útil das aberturas de extração.Diâmetro hidráulico 9.1. da altura de estocagem.1. deve-se.1. classificar o risco por meio da Tabela 4 (Anexo C). preliminarmente: a) Para as edificações comerciais industriais e depósitos. 9.1. 9. o grupo de risco depende.20 Para as aberturas nas fachadas. c) Obtido o grupo no qual a edificação se enquadra e baseando-se na altura de referência e na altura que se pretende ter livre de fumaça (dados de projeto). 9. 9. obtém-se a taxa (porcentagem) de extração de fumaça com o emprego da Tabela 6 (Anexo E).8.1 Para obter a área de extração de fumaça a ser prevista.9.

2006 (julho de 2006) .NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo B Eficiência dos exaustores 1) Gráfico que indica a eficiência dos exaustores naturais. após ensaio em laboratório credenciado. ou outra norma de renomada aceitação.5. contendo a influência do vento e das deformações provocadas pela elevação de temperatura. 2) Na determinação da superfície útil de qualquer exaustor. a superfície dever ser fornecida pelo fabricante. 7 . 3) O ensaio deverá ser realizado conforme regra que consta Règles relatives a la conception et a l’installation d’exutores de fumeé et de chaleur – edition mai 07.França. 4) Para os sistemas que não forem objetos de ensaio. a superfície livre de passagem de ar será afetada por um coeficiente de 0.

) Tecidos de lã natural Fibras sintéticas Tecidos sintéticos. cânhamo.: Refrigerantes) Cervejaria/Lúpulo Malte RC3 RC3 RC2 RC3 RF2 RF1 RF1 RF1 RE2 RE2 RE1 RE1 AUTO/AVIÕES/BARCOS Acessórios de autos Autos Aviões Barcos RC3 RC3 RC3 RC3 RF2 RF2 RF3 RF3 RE2 ou RE3(1) RE2 ou RE3(1) RE2 ou RE3(1) RE2 ou RE3(1) 8 . lã. linho. rayon-viscose e acetato Artigos esportivos Ataduras Alfaiatarias/Costureiras Malharia RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 BEBIDAS RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF4 RF3 RF3 ---RF3 ---RF2 RE2 RE2 ou RE3(1) RE2 ou RE3(1) RE2 ou RE3(1) RE2 ou RE3(1) RE2 ou RE3(1) RE2 RE2 ou RE3(1) RE2 RE2 ou RE3(1) RE2 RE2 Bebidas alcoólicas Bebidas sem álcool (Ex. seda (artificial/natural). lã. juta. Tecido. etc. Industriais e Depósitos Riscos relativos ao comércio (RC) Riscos relativos à área de fabricação do produto (RF) Riscos relativos a depósito de matéria-prima. industriais e depósitos Classificação de Riscos Comerciais. juta. TECIDOS E FIOS Fibras têxteis naturais.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo C Tabela 4 . expedição ou depósito de produto acabado (estocagem) (RE) Descrição das atividades PRODUTOS TÊXTEIS. seda e etc. ráfia. produção de algodão. algodão. linho.Lista de classificação de riscos comerciais. meias e roupas íntimas femininas Têxteis. alvejados e bordados Tecidos. nylon. Tecidos estampados. artigos (roupas. vestimentas. etc. cânhamo.

vigas e tábuas Madeiras em tronco Madeiras. secagem Madeira. industriais e depósitos Classificação de Riscos Comerciais. talhada Madeira.Lista de classificação de riscos comerciais. artigos de. aglomerada ou compensada Antiguidades/ Objetos usados/ Leiloeiros/ Casa de penhores Madeira. folheados Portas de madeira Tonéis de madeira Janelas de madeiras Painéis compensados de madeira Painéis de madeira aglomerada Palhas de madeira RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RF3 ---RF3 RF3 RF3 ---RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RE2 RE2 RE2 RE3 RE2 RE3 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 RE3 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 9 . carpintaria Madeira. serrada Madeira. marchetaria Madeira. artigos de. artigos de Madeira. artigos de.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo C (continuação) Tabela 4 . artigos de. artigos de. artigos Madeira. impregnação Madeira. marcenaria Madeira. polimento Madeira. Industriais e Depósitos Riscos relativos ao comércio (RC) Riscos relativos à área de fabricação do produto (RF) Riscos relativos a depósito de matéria-prima. artigos de. artigos Madeira envernizada. expedição ou depósito de produto acabado (estocagem) (RE) Descrição das atividades MÓVEIS E MADEIRAS Caixas de madeira Loja de decoração Madeira torneada. resíduos de Madeira. artigos de. artigos de. aparas Madeira.

Lona. Industriais e Depósitos Riscos relativos ao comércio (RC) Riscos relativos à área de fabricação do produto (RF) Riscos relativos a depósito de matéria-prima.: Sacos. expedição ou depósito de produto acabado (estocagem) (RE) Descrição das atividades MÓVEIS E MADEIRAS Tacos de madeira Colheres de madeira Prateleiras de madeira Palets de madeira Féretros de madeira Guarda-móveis Guarda-roupas de madeira Móveis de madeira Móveis de madeira envernizada Móveis revestidos sem espuma sintética Móveis. artigos de Rejeitos de espuma em rolos ou placas Brinquedos Colchões RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RF3 RF3 RF4 RF4 RF3 RF4 RE2 RE2 RE4 RE4 RE3 RE4 10 .NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo C (continuação) Tabela 4 . carpintaria RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 BORRACHA RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RE2 RE2 RE2 RE2 RE3 RE3 RE3 RE3 RE3 RE3 RE3 Borracha Espuma de borracha e borracha espanjosa RC3 RC3 CALÇADOS RF4 RF4 RE3 RE4 Calçados (sem solado de madeira ou plástico) Calçados (com solado de madeira ou plástico) RC3 RC3 RF3 RF3 RE3 RE4 PLÁSTICOS/ ESPUMA Artigos plásticos (Ex.Lista de classificação de riscos comerciais. industriais e depósitos Classificação de Riscos Comerciais. Portas plásticas Transformação (sem espuma) Espuma sintética.

NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo C (continuação) Tabela 4 . artigos de Cabos ou cordas Cordoaria Barbante Cestaria RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 EMBALAGENS RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RE2 ou RE3(1) RE2 ou RE3(1) RE2 RE2 RE2 RE2 Embalagem RC3 RF3 RE3 LOJAS COMERCIAIS Lojas comerciais/ Supermercados Perfumaria/ Loja de Artigos Bijuterias/ Joalherias RC3(4) RC3 RC2 TABACO ---------- RE3 RE3 RE1 Tabaco Tabaco. aparas prensadas Papelão betuminado Papelão ondulado Artigos de papel Cartonagem Jornais/ Revistas Armarinhos Cartonagem betuminada RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RF3 RF3 RF4 RF3 RF3 RF3 ------RF4 RE2 ou RE3(1) (5) RE2 RE2 ou RE3(1) (5) RE2 ou RE3(1) (5) RE2 RE2 ou RE3(1) (5) RE2 RE2 RE2 ou RE3(1) (5) TAPETES/ CORDOARIA/ CESTARIA Tapetes Tapeçaria.Lista de classificação de riscos comerciais. artigos de (Fumos. industriais e depósitos Classificação de Riscos Comerciais. charutos e cigarros) RC3 RC3 RF2 RF2 RE2 RE2 11 . Industriais e Depósitos Riscos relativos ao comércio (RC) Riscos relativos à área de fabricação do produto (RF) Riscos relativos a depósito de matéria-prima. expedição ou depósito de produto acabado (estocagem) (RE) Descrição das atividades PAPEL/ CARTONAGEM Papel/ Papelão/ Artigos de escritório/ Papelaria Papel.

fund. embalagem Câmara frigorífica Ferragens Ferramentas Armas Serralharia RC1 ou RC2 ou RC3(3) RC1 RC2 RC1 RC1 ou RC2 ou RC3(3) RC1 ou RC2 ou RC3(3) RC1 RC1 RC3 RC3 RC3 RC3 RC1 CORTIÇA RF1 RF1 RF2 RF2 RF1 RF1 RF1 RF1 ---RF1 RF1 ---RF1 RE1(2) RE1(2) RE1(2) RE1(2) RE1(2) RE1(2) RE1(2) RE1(2) RE1 RE1(2) RE1(2) RE1 RE1(2) Cortiça Cortiça. para injeção Artigos metálicos.: Painéis) Cortinas em rolo RC3 RC3 RC3 RF2 RF2 RF2 RE2 RE2 RE2 12 .Lista de classificação de riscos comerciais. produção Artigos metálicos. artigos de Couro sintético. artigos de Urdume RC1 RC3 RC2 RC3 RC2 RC3 RC2 METAL RF2 RF2 RF2 RF3 RF3 RF3 RF2 RE1 RE2 RE1 RE2 RE1 RE2 RE1 Artigos de metal e aço Aparelhos de metal e aço Prateleira de metal/ madeira Alumínio. artigos de (Ex. expedição ou depósito de produto acabado (estocagem) (RE) Descrição das atividades COURO/ MATADOURO/ URDUME Matadouro Curtume Couro Couro sintético Couro.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo C (continuação) Tabela 4 . artigos Chapas metálicas. fundição Chapas metálicas. Industriais e Depósitos Riscos relativos ao comércio (RC) Riscos relativos à área de fabricação do produto (RF) Riscos relativos a depósito de matéria-prima. industriais e depósitos Classificação de Riscos Comerciais.

levedura RC3 RC3 RC3 RC2 RC2 RC3 RC2 RC3 RC3 RC1 RC1 RC2 RC3 RF2 RF2 ---RF2 RF1 RF4 RF1 RF3 RF3 RF1 ------RF1 RE2 RE2 RE1 RE1 RE1 RE3 RE1 RE2 RE2 RE2 RE2 RE1 RE2 GRÁFICAS/ TIPOGRAFIAS Tipografia RC3 RF3 RE4 13 . televisão. fundição. industriais e depósitos Classificação de Riscos Comerciais. Confeitaria (chocolate e doces) Congelados Conservas Frigorífico/ Laticínio Azeite/ Óleo comestível Glicose Farinhas alimentares Açúcar (usinagem e refinamento) Ervanarias Mercearias/ Quitandas Açougue Fermento. domésticos. bolos e bolachas. diversões eletrônicas RC3 MECÂNICO RF3 RE2 ou RE3(1) Máquinas em geral (mecânica) Montagem. usinagem. etc. VASSOURAS E PINCÉIS Escovas. eletrônicos. espanadores e pincéis RC3 FELTRO RF3 RE2 Feltro RC3 ALIMENTOS RF3 RE2 ou RE3(1) Padaria e confecção de pães. vassouras. expedição ou depósito de produto acabado (estocagem) (RE) Descrição das atividades ELETRICIDADE Aparelhos de rádio e som.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo C (continuação) Tabela 4 .Lista de classificação de riscos comerciais. Industriais e Depósitos Riscos relativos ao comércio (RC) Riscos relativos à área de fabricação do produto (RF) Riscos relativos a depósito de matéria-prima. ajuste e colocação de metais RC1 RC1 ou RC2 ou RC3(3) ---RF2 RE1 RE1(2) ESCOVAS.

quando a peça metálica possuir embalagem de plástico.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo C (continuação) Tabela 4 . 14 . quando a peça metálica não possuir embalagem. RC3. sendo RE2 para embalagens de papelão e RE3 para embalagens de espuma/plástico. Industriais e Depósitos Riscos relativos ao comércio (RC) Riscos relativos à área de fabricação do produto (RF) Riscos relativos a depósito de matéria-prima.Lista de classificação de riscos comerciais. caso sejam embalagens de plástico para risco RE2. sendo que para as lojas maiores que 300 m2 e riscos especiais deverão ser classificados pelo risco predominante. RC2. expedição ou depósito de produto acabado (estocagem) (RE) Descrição das atividades CERÂMICA/ LOUÇAS/ VIDROS Louças (em geral) Cerâmica Vidros Cimento RC2 RC2 RC2 RC1 RF1 RF1 RF1 RF1 RE1(2) RE1(2) RE1(2) RE2 PRODUTOS QUÍMICOS/ TINTAS Produtos Farmacêuticos/ Drogaria Tintas a base de óleo Tintas a base de água Fósforo Fumo negro Resina natural Sabão/ Detergentes Alcatrão Produtos de limpeza Óleos: mineral. (4) Considerado RC para as áreas comuns de shoppings e lojas menores de 300 m2. animal Resinas naturais Resinas sintéticas Verniz RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RF2 RF4 RF2 RF4 RF4 RF4 RF3 RF4 RF2 RF4 RF4 RF4 RF4 RE3 RE2 RE1 RE3 RE3 RE3 RE3 RE2 RE3 RE3 RE2 RE3 Referências: (1) Classificações válidas segundo a natureza das embalagens. quando a peça metálica possuir embalagem de papelão. (2) Classificação válida para embalagens de papelão. considerar RE2 quando armazenado horizontalmente e RE3 quando armazenado verticalmente. vegetal. (5) Para armazenamento de papel e rolos de papel. (3) Classificação -RC1. industriais e depósitos Classificação de Riscos Comerciais.

Grupo a considerar decorrente da tabela 4 1 2 3 3 4 3 4 3 4 5 3 4 5 6 7 3 4 5 6 7 Categorias de Riscos RC1 RC2 RC3 RF1 e RF2 RF3 e RF4 RE1 Altura máxima de estocagem (em m) ---------------4.2 6. Industriais e Depósitos.2 2.4(*) (*) A porcentagem de abertura para alturas superiores a estas deve ser obtida através de processo de progressão.3 7.3 RE4 3.0 7.1 RE3 5.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo D Tabela 5 – Determinação de risco para ocupações Determinação de Riscos Para Ocupações Comerciais.9 7.5(*) 2.1 4.6(*) 3.: RC = risco para áreas comerciais RF = risco para áreas industriais RE = risco para área de estocagem e depósitos 15 .0 3.7(*) 1.6 4.0 RE2 5. Obs.

91 1.66 0.38 0.54 0.94 1.21 0.82 0.36 1.47 3 5 3.31 0.68 0.76 0.58 0.42 0.36 1.35 0.09 1.4 0.5 3.91 1.43 0.27 0.5 0.11 1.48 0.25 4.94 1.37 0.44 0.63 0.06 1.41 0.74 0.7 0.46 4.34 0.47 0.3 GR 2 0.19 0.22 0.66 0.84 0.03 1.5 3.9 1.51 0.69 0.59 0.19 0.86 GR 5 1.5 0.3 1.15 0.23 0.67 0.3 0.25 3.8 0. Alturas de referência (em m) 4 Altura da zona livre de fumaça H (em m) 3 % de abertura GR 1 0.1 1.26 0. industriais e depósitos.54 0.12 0.75 4 4.54 1.87 0.5 1.32 0.5 3.82 3 3.43 GR 3 0.52 0.75 4 0.48 0.74 0.81 0.06 1.61 0.08 1.68 0.27 0.37 0.54 0.2 GR7 1.4 0.25 0.62 0.03 1.89 1.3 1.25 6 3.99 1.1 1.72 0.5 3 3.79 0.38 0.33 1.72 0.27 0.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo E Tabela 6 – Taxa de porcentagem para a determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura de ocupações comerciais.64 0.79 0.5 3.77 0.75 4 0.21 0.97 1.35 0.5 3.5 0.98 1.92 1.4 0.23 1.88 1.89 16 .16 1.86 1.33 0.32 0.42 1.61 0.77 0.64 1.25 5.34 0.84 0.24 1.59 3.18 0.26 0.61 GR 4 0.38 0.91 1.29 0.25 3.46 0.2 1.05 1.45 0.32 0.84 0.56 0.08 0.44 0.15 1.65 0.19 1.05 GR 6 1.3 0.73 0.5 6.88 1.36 0.61 1.25 0.24 0.57 0.76 0.61 0.26 1.45 1.43 0.97 1.75 0.18 1.54 0.54 0.32 0.38 0.25 0.54 0.03 1.39 0.07 0.83 3 3.31 0.64 0.31 0.63 0.

86 0.82 0.47 0.75 0.92 17 .71 1.4 1.95 1.42 0.38 0.44 0.98 1.6 GR 6 0.13 1.44 0.48 0.84 0.12 1.8 0.26 1.87 1 1.31 0.37 0.12 1.21 1.5 1.08 1.54 0.22 0.61 0.26 0.66 0.76 1.87 1 1.85 0.51 0.98 1.75 5 5.71 0.28 2.38 0.81 0.75 5 % de abertura GR 1 0.75 4 7 4.75 8 5 5.65 1.07 1.8 2.65 GR 3 0.93 GR 4 0.07 1.37 0.5 4.35 0.2 1.28 0.87 0.25 2.81 0.46 GR 2 0.03 2.5 0.12 1.25 7.26 1.24 0.85 0.06 1.43 1.2 1.47 1.69 1.23 0.76 0.35 0.36 1.5 0.47 0.52 1.11 0.42 0.59 0.48 1.25 4.75 1.07 0.5 5.67 0.99 2.5 4.05 1.71 0.3 1.41 0.92 1.57 0.33 0.76 0.17 1.25 5.34 0.63 1.25 5.66 0.62 0.27 1.76 0.5 0.94 1.25 4.73 0.4 0.6 1.99 1.58 0.25 0.55 1.37 1.41 0.94 2.5 3.76 0.46 0.57 0.54 0.02 2.52 0.6 0.47 0.31 1.53 0.27 1.15 1.86 2.4 0. Alturas de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H (em m) 3.58 2.61 1.29 2.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo E (continuação) Tabela 6 – Taxa de porcentagem para a determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura de ocupações comerciais.14 1.6 0.31 1.95 1.62 0.64 0.31 GR 5 0.31 0.53 0.83 0.96 GR7 0.75 4 4.35 1.72 0.58 1.22 1.16 1. industriais e depósitos.29 0.2 0.67 0.94 1.98 2.75 6 0.91 1.93 1.43 1.56 4 4.5 4.27 0.5 4.55 1.22 3.33 1.71 0.43 1.81 2.53 0.67 0.03 1.03 1.32 0.22 0.48 0.75 0.3 0.33 0.

97 1.54 0.64 2.5 5.61 0.71 1.4 1.05 1.56 0.5 5.75 7 0.88 2. industriais e depósitos.87 0.79 0.09 2.25 5.23 1.5 9 5.09 1.37 2.18 1.42 0.35 0.03 1.26 1.48 1.87 2.5 0.53 0.15 2.97 GR 3 0.59 2.26 1.91 1.78 0.75 5 5.23 1.56 1.39 0.5 0.94 3.49 0.38 GR 6 1.39 0.92 3.5 % de abertura GR 1 0.44 0.67 18 .37 0.97 1.91 GR7 1.93 2.83 0.55 0.57 1.19 1.66 1.41 1.11 2.31 0.38 1.51 1.94 GR 5 0.93 2.62 0.7 0.77 0.53 0.54 1.5 4.61 2.51 0.4 0.9 2.97 1.33 0.86 0.37 1.69 GR 2 0.36 0.25 1.68 1.46 0.11 2.08 1.99 1.85 0.5 1.9 3.75 6 6.5 4.49 0.1 1.34 1.75 6 6.26 0.88 0.73 0.57 0.69 0.38 1.27 1.17 0.87 0.25 4.81 0.35 1.72 1.12 1.92 1.13 1.4 1.7 0.33 1.14 1.5 6.78 0.28 0.1 1.75 5 8.74 0.33 2.49 0.65 0.68 1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo E (continuação) Tabela 6 – Taxa de porcentagem para a determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura de ocupações comerciais.89 0.63 0.25 0.28 3.54 1.02 1.29 4.25 1. Alturas de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H (em m) 4.34 2.86 0.85 2.65 1.7 0.35 0.6 2.25 6.44 0.91 2.29 0.25 6.73 1.12 2.99 1.68 0.08 0.25 5.45 0.74 1.22 1.37 GR 4 0.55 1.63 0.06 2.55 0.61 0.39 1.72 1.31 2.21 1.

55 1.5 6.11 1.95 GR 2 0.4 1.28 0.62 0.07 1.73 3 3.85 0.12 1.91 2.36 0.65 1.61 GR7 1.29 0.44 1.67 0.71 1.3 1.75 1.52 0.33 1.65 4.46 0. industriais e depósitos.01 1.31 1.18 1.75 0.36 1.31 0.32 0.3 3.24 1.97 1.7 GR 4 0.37 1.34 1.75 7 7.97 3.61 0.44 0.24 1.64 2.49 1.05 0.41 2.5 6.23 1.41 0.25 7.5 % de abertura GR 1 0.64 4. Alturas de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H (em m) 4.63 1.68 2.6 1.07 1.68 1.06 2.57 0.48 2.71 0.75 9.56 0.83 0.42 0.65 1.88 0.01 1.87 0.61 1.79 0.37 1.18 1.96 1.94 1.31 1.07 1.04 4.43 0.15 2.92 3.56 0.75 5 5.97 2.5 6 6.88 2.45 1.47 1.2 2.52 1.77 1.43 2.78 0.23 3.65 0.08 5 5.85 0.59 0.53 0.75 7 7.7 0.75 8 0.15 2.95 2.94 1.7 1.12 1.17 2.08 1.65 2.87 0.22 1.29 2.2 GR 3 0.24 1.51 0.19 1.39 0.51 1.73 0.22 3.25 7.55 0.81 2 2.52 1.39 0.86 0.32 0.49 19 .72 0.25 10 6.91 1.15 2.25 1.76 1.91 2.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo E (continuação) Tabela 6 – Taxa de porcentagem para a determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura de ocupações comerciais.77 1.58 1.62 2.63 2.47 0.57 3.48 1.5 7.75 6 6.38 2.66 182 2 2.37 2.77 0.94 2.4 GR 5 0.04 1.97 1.65 0.62 0.87 0.2 2.59 1.92 1.94 2.38 0.14 1.25 5.48 1.94 GR 6 1.25 6.68 0.8 0.95 2.3 1.5 5.26 2.37 2.25 5.46 0.97 1.59 0.01 1.18 1.5 5.75 0.33 1.5 0.97 1.43 1.79 0.83 0.14 2.38 2.

04 3.97 3.5 % de abertura GR 1 0.53 1.33 1.5 7.44 0.57 1.67 1.45 1.67 4.13 2.24 3.5 10.01 4.63 0.65 4.41 1.46 2.78 3.67 0.86 0.64 1.67 1.17 1.09 1.55 GR 6 1.9 3.65 2.82 0.02 4.5 1.36 3.84 5. industriais e depósitos.41 0.77 0.75 7 7.19 2.69 0.82 1.75 6 6.9 GR 5 1.7 0.75 7 11 7.49 0.01 2.67 1.08 1.84 2.75 8 8.4 1.25 7.15 1.37 1.66 0.87 1.28 4.59 0.64 0.74 1.65 0.5 6.78 0.25 1.25 7.34 0.18 1.94 3.91 1 0.18 1.83 2.43 1.63 1.16 2.16 1.25 5.38 0.98 2.72 1.11 1.69 0.28 1.85 2.5 0.52 0.54 1.72 2.04 1.72 1.77 0.61 0.83 0.25 6.5 7.36 20 .43 4.48 0.19 1.23 0.25 2.36 2.27 0.83 3.75 9 0.05 GR 4 0.53 0.4 2.9 0.31 1.33 3.08 3.54 1.75 0.25 6.92 4.19 2.3 1.78 1.32 0.35 0.64 0.88 2.22 0.55 3.54 0.39 1.7 0.11 2.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo E (continuação) Tabela 6 – Taxa de porcentagem para a determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura de ocupações comerciais.58 1.06 1.06 2.5 8.06 1.5 2.83 2.85 0.45 GR 3 0.37 1.61 2.99 1.3 2.54 2.98 1.16 GR 2 0.87 0.97 1.04 2.77 1.86 3.48 0.5 6.05 1.62 1.5 5.04 1.61 0.02 2.91 1 1.6 2.59 2.39 2.5 3.23 3.89 0.89 4.42 0.22 2.4 1.5 5. Alturas de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H (em m) 5.53 1.27 1.71 0.37 0.52 1.96 2.58 0.64 2.69 2.56 0.88 2.3 1.43 0.5 0.4 4.68 1.94 1.15 2.94 2.94 2.72 0.31 0.25 8.95 1.18 3.16 1.57 0.6 0.2 3.47 1.46 0.35 GR7 1.79 1.89 3.37 2.74 0.25 8.84 0.18 1.77 0.42 2.75 6 6.75 8 8.08 1.91 0.14 1.01 2.08 1.29 1.28 1.32 2.94 1.92 5.55 3.43 1.

58 2.75 9 9.25 8.47 0.5 0.87 4.33 1.35 2.61 0.63 1.73 0.62 0.67 0.17 3.44 3.41 1.35 0.3 1.37 2.55 1.98 2.5 8.06 2.76 5.88 3.57 0.03 4.97 1.55 2.38 0.54 1.75 9 9.27 1.18 1.26 2.01 4.25 8.25 6.5 9.54 0.58 2.14 GR7 1. Alturas de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H (em m) 5.8 4.48 0.4 2. industriais e depósitos.88 0.87 0.95 1.45 0.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo E (continuação) Tabela 6 – Taxa de porcentagem para a determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura de ocupações comerciais.58 0.8 0.58 0.49 1.14 1.37 1.5 7.2 1.39 3.98 2.04 1.37 4.04 1.76 3 3.36 3.09 1.32 1.75 10 0.2 GR 6 1.94 3.2 5.19 1.06 3.51 2.12 2.56 3.81 6 6.92 1 1.26 2.11 4.8 0.48 2.6 5.62 0.68 1.11 1.25 9.38 2.55 1.69 4.25 6.83 2 2.85 0.94 1.13 1.96 2.41 0.94 1.38 4.69 1.22 1.56 0.38 1.29 2.72 0.95 1.34 0.27 21 .27 1.73 0.43 GR 5 1.56 1.65 5.84 2 2.15 2.75 7 7.17 1.68 1.29 1.04 1.69 6.19 2.26 1.87 2.25 11.61 1.7 1.71 GR 3 0.79 5.29 3.05 1.17 2.17 1.43 1.43 0.12 3.08 2.5 7.72 4.37 2.24 4.52 0.73 1.46 3.45 2.9 2.68 0.75 8 8.75 7 7.63 0.43 3.5 7.25 9.42 GR 4 0.1 3.5 8.23 1.66 2.81 1.86 1.92 2.1 1.13 1.63 0.43 1.75 12 8 8.53 1.16 2.21 4.6 2.91 2.17 2.74 0.22 2.32 2.4 1.76 1.53 1.55 1.45 2.87 0.57 1.9 0.62 1.75 4.87 4.67 0.17 2.55 3.74 0.14 1.7 1.83 3.5 6.69 0.01 1.42 1.4 0.95 1.04 3.5 6.87 2.83 0.5 1.84 2 2.79 0.25 1.5 % de abertura GR 1 0.81 3.75 6 6.66 2.28 3.08 2.25 7.68 2.44 1.16 3.76 0.55 1.81 0.82 1.02 2.48 1.32 1.43 1.08 1.75 1.04 5.22 1.39 GR 2 0.68 1.37 1.54 0.37 0.7 0.99 1.67 0.87 0.91 3.29 1.72 2.81 3.02 1.26 5.06 0.52 0.6 1.78 0.67 1.77 1.9 3.19 2.

96 2.47 1.1 5.86 0.83 4.31 4.75 2.59 GR 6 1.51 5.75 11 11. industriais e depósitos.79 0.88 5.69 3.11 3.57 3.75 7 7.19 2.55 0.3 0 2.13 2.6 2.76 1.27 5.23 2.59 0.98 1.74 5.06 7.21 1.56 GR 3 0.75 10 10.9 3.25 10.7 2.1 2.6 1.11 4.65 0.54 0.11 5.25 8.08 2.68 5.95 2.04 2.98 1.12 1.41 2.97 3.6 1.52 3.7 1. Alturas de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H (em m) 6.3 1.51 0.14 2.94 3.99 1.74 22 .89 2.81 1.25 2.83 1.15 1.98 2.79 0.49 1.25 9.24 6.19 3.63 3.2 1.8 0.37 1.52 2.71 1.69 0.5 10.85 0.96 2.25 11.56 0.52 4.16 4.82 4.9 4.41 4.61 1.5 % de abertura GR 1 0.75 8 8.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo E (continuação) Tabela 6 – Taxa de porcentagem para a determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura de ocupações comerciais.92 0.39 1.95 GR 2 0.47 0.5 8.25 3.39 0.82 1.56 1.96 6.26 2.76 2.85 GR7 1.39 2.43 3.47 1.68 1.71 2.13 1.73 6.35 2.21 1.05 1.11 2.64 0.71 1.98 4.58 2.47 7.05 1.06 1.5 9 9.5 7.39 3.25 7.68 0.33 2.6 0.42 2.39 1.68 1.25 1.29 1.13 1.16 3.19 4.01 3.5 9.33 3.73 0.96 2.49 1.91 0.23 GR 4 1.84 1.85 0.35 1.58 1.95 3.75 13.43 1.91 0.56 GR 5 1.8 3.8 1.57 2.

75 1.5 2.61 5 5.8 0.44 4.28 2.75 8 8.29 2.47 1.59 1.46 1.5 10.95 2.58 0.07 1.49 0.14 4.43 3.73 1.64 1.89 3.93 1 1. industriais e depósitos.25 1.68 1.25 14 9.75 11 11.75 0.62 2.13 2.62 2.29 2.53 0.56 0.94 1.51 1.91 2.36 1.91 6.44 4.87 4.23 3.92 4.46 0.76 4.56 1.85 1.74 1.27 4.8 2.1 GR 2 0.14 1.44 2.61 1.44 5.24 1.96 2.25 7.11 2.8 3 3.08 1.43 1.14 3.8 3.65 6.25 11.25 8.82 0.66 2.86 2 2.2 3.75 GR 3 0.45 2.08 4.46 2.99 3.71 0.75 12 % de abertura GR 1 0.62 0. Alturas de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H (em m) 7 7.75 9 9.5 5.49 3.42 3.38 6.51 4.3 GR7 1.67 0.5 11.81 1.88 0.35 1.75 1.62 3.01 1.59 6 2.2 4.86 GR 5 1.29 2.86 0.42 1.45 2.24 1.76 0.14 2.93 1 1.32 1.5 8.92 7.25 10.82 0.69 3.53 8.41 1.16 1.96 3.85 5.98 2.87 2 2.62 2.52 1.64 1.16 1.48 5.75 0.66 7.61 0.87 2 2.08 1.01 3.96 GR 6 1.5 7.29 2.65 0.66 3.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo E (continuação) Tabela 6 – Taxa de porcentagem para a determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura de ocupações comerciais.12 6.26 2.5 9.23 5.39 3.75 10 10.11 2.74 1.87 0.42 2.33 1.53 1.1 5.96 4.25 23 .14 2.16 1.2 3.14 2.44 GR 4 1.17 3.

01 1.17 1.76 GR7 2.57 1.94 2.05 2.5 9.31 2.03 3.89 0.63 1.81 7.34 3.68 2.5 % de abertura GR 1 0.62 0.46 4.22 4.35 4.63 0.2 2.92 5.38 8.24 4.86 1.09 1.84 3.81 3.28 1.53 1.95 1.26 1.44 3.02 4.91 0.8 1.59 6.51 2.58 0.08 3.95 4.35 1.06 2.84 3.46 3.79 6.47 3.66 GR 4 1.09 2.25 10.35 2.7 3.67 3.72 0.47 0.65 2.68 2.6 0.75 8 8.86 3.25 8.84 0.53 7.75 10 10.57 1.56 4.67 1.5 10.33 2.26 1.03 2.19 2.26 2.97 1.17 GR 5 1.73 5.67 0.8 1.69 3.33 GR 6 1.11 1.93 2.88 0.59 1.94 1.77 5.37 1.91 2.04 1.47 1.44 1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo E (continuação) Tabela 6 – Taxa de porcentagem para a determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura de ocupações comerciais.47 1.95 4.68 1.84 5.73 0.32 6.82 0.25 3.25 7.78 0.02 3.13 2.83 3.09 7.45 3.73 4.03 2.37 1.49 2.77 24 .74 1.46 2.08 1.18 4.8 1. industriais e depósitos.69 0.92 4.68 1.51 0.94 GR 3 0.75 11 11.03 6.5 14.5 11.75 12 12. Alturas de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H (em m) 7.45 2.26 GR 2 0.72 1.01 3.63 2.47 1.49 2.02 1.11 5.99 2.52 4.25 12.18 2.64 0.5 8.92 2.47 1.54 0.05 3.5 7.23 3.57 1.75 9 9.28 2.63 2.06 2.33 5.47 5.17 2.88 2.29 1.23 3.02 8.47 2.25 11.19 5.87 6.79 1.77 0.33 2.2 1.18 1.23 3.36 1.25 9.66 2.

15 6.08 2.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo E (continuação) Tabela 6 – Taxa de porcentagem para a determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura de ocupações comerciais.82 1.46 3.41 6.53 4.97 2.75 13 % de abertura GR 1 0.5 9.22 4.24 2.63 5.71 0.81 3.39 1.73 1.53 2.98 4.6 0.51 3.88 GR 4 1.57 2.03 2.94 2.66 0.52 1.41 1.33 1.74 2.51 1.74 3.49 2.47 1.63 2.9 3.88 0.59 1.87 3.73 1.27 2.1 3.37 1.24 1.48 GR 5 1.91 0.86 1.12 5.43 GR 2 0.7 3.47 5.5 11.14 GR 3 0.02 5.27 1.84 8.38 2.25 11.61 2.13 2.21 2.28 2.75 12 12.5 7.86 3.42 2.95 4.27 6.44 4.69 2.5 8.05 3.75 10 15 10.52 9.62 0.83 3.1 2.03 1.25 8.25 10.73 7.94 2.9 0.52 0.25 7.97 4.8 0.86 5.46 1.23 GR7 2.76 1.23 2.53 4.34 2.56 0.22 1.73 3.3 3.22 4.28 4.29 3.07 2.7 3.58 1.22 3.09 3.8 5.25 9.65 2.64 0. industriais e depósitos.26 2.88 2 2.99 2.97 1.25 2.5 3.49 0. Alturas de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H (em m) 7.03 1.86 0.5 10.73 0.91 3.86 2.69 0.83 5.41 2.71 1.62 1.45 3.25 3.14 1.5 12.29 1.97 4.02 3.61 1.2 2.1 1.37 1.73 2.5 4.94 7.79 0.85 1.02 3.1 2.3 1.25 12.75 0.55 1.4 2.18 1.44 2.12 2.21 1.48 1.53 8.07 1.81 1.55 3.75 8 8.24 4.84 0.69 1.24 5.96 6.66 6.96 1.72 GR 6 1.85 6.75 11 11.17 5.56 2.3 25 .94 1 1.65 1.75 9 9.

Acantonamento Área Acantonamento Área A 1550 I 1550 B 1550 J 1550 C 1550 K 1550 D 1550 L 1550 E 1550 M 1550 F 1550 N 1550 G 1550 O 1550 H 1550 P 1550 2. 26 . • da Tabela 5 e 6.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo F Exemplo de aplicação 1. tendo em conta a existência de teto falso (H = 8 m).000 m² • os acantonamentos centrais de fumaça devem ter áreas compreendidas entre 1. • pode adaptar-se a criação de 16 acantonamentos com uma área aproximada de 1. Resolução 2. baseado na atividade exercida: – categoria de risco – RF2 – para área industrial. Cálculo do controle de fumaça de um galpão industrial 1. condicionada pelo trabalho das gruas a 6 m de altura.600 m² e dimensões lineares inferiores a 60 m.22. com % de abertura de 2.550 m² cada. – categoria de risco – RE3 – para área de depósito. para H = 8 e H’ = 6 m. com % de abertura de 1. – GR = 6 – para área de depósitos. • a zona livre de fumaça terá uma altura de 6 m. o que impõe a instalação de painéis de acantonamento com 2 m de altura.000 m a 1. • pela Tabela 4.1 Geral: • área total do galpão: S = 250 m x 100 m = 25.58 para acantonamento da área industrial.1 Características • atividade – fábrica de automóveis • dimensões – 250 m x 100 m x 9 m • teto falso – na totalidade do galpão a 8 m do solo • pontes rolantes – funcionamento a uma altura máxima do solo de 6 m • armazenamento – altura de 5 m • portas de acesso – 2 portões com áreas de 16 m² cada e 4 portas com 2 m² cada nas paredes maiores 2.2 Para extração de fumaça natural • a altura de referência H será de 8 m. – GR = 3 – para área industrial.

99 m² 100 Podendo ser utilizado 10 exaustores naturais de ± 4 m² ou 14 exaustores naturais de ± 3.5 m².NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo F (continuação) Exemplo de aplicação ● NA ÁREA INDUSTRIAL A superfície útil de exaustão deverá ser de: 1. ● ENTRADA DE AR Deverá haver no mínimo 19 m² e 40 m² de área de abertura para entrada de ar para parte industrial e de depósitos. ● NA ÁREA DE DEPÓSITOS 1.58 = 39. Essas aberturas devem estar localizadas abaixo da camada de fumaça.22 = 18.5 m². 27 .550 x 1. respectivamente.550 x 2.91 m² 100 Podendo ser utilizados 6 exaustores naturais de ± 3 m² ou 8 exaustores de ± 2.

10. industrial e depósitos) Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 13 páginas SUMÁRIO 10 Disposições gerais relativas ao controle de fumaça com extração natural.2.2.2 Independente da área da edificação.1 Para fins de arranjo da área de acantonamento.2.Tabela 7 – classificação de risco para as demais ocupações H . b) pela classificação obtida na Tabela 7 (Anexo G).2 Alturas superiores às encontradas na tabela 8 deverão ser submetidas à análise em comissão técnica. deve-se: 10.3 Um exemplo da utilização dos métodos descrito acima consta do Anexo I. 1 .Exemplo de aplicação 10 DISPOSIÇÕES GERAIS RELATIVAS AO CONTROLE DE FUMAÇA COM EXTRAÇÃO NATURAL PARA AS DEMAIS EDIFICAÇÕES (EXCETO COMERCIAL.1 a 7.8.2. c) pela multiplicação da área de cada acantonamento pela taxa (em porcentagem) obtida na Tabela 8 (Anexo H). constantes da Parte 3 desta NPT 10.2. 10.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 NPT 015 Controle de fumaça Parte 4 – Controle natural de fumaça demais ocupações (exceto comercial.1 Para obter a área de extração de fumaça a ser prevista. para as demais edificações (exceto comercial. a área mínima a ser considerada para extração de fumaça deve ser de 10 m².1 A superfície útil das saídas de extração é determinada: a) pela altura de referência e a altura que se pretende ter livre de fumaça (dados de projeto). INDUSTRIAL E DEPÓSITOS) 10.Tabela 8 – taxa em porcentagem para determinação das áreas de aberturas I . deverão ser atendidos os itens 7. posição dos exaustores naturais e outros parâmetros para previsão dos equipamentos. industrial e depósitos)isposições gerais relativas ao controle de fumaça com extração natural ANEXOS G .1.1.1. 10.2 Parâmetros de dimensionamento 10.

C-2 e C-3 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-2 D-2 D-3 D-3 D-3 D-3 D-3 D-3 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 ver tabela 4 (parte 3) Classe 2 Classe 2 Classe 2 Classe 1 Classe 2 Classe 3 Classe 3 Classe 3 Classe 3 Classe 2 Classe 1 Classe 1 Classe 2 Classe 2 Classe 3 Classe 3 Classe 1 Classe 2 Classe 2 Classe 2 A-3 A-3 A-3 B-1 B-1 B-1 B-1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Divisão A-1 A-2 A-3 Classificação Classe 1 Classe 1 Classe 1 2 .Classificação de risco para as demais ocupações Ocupação/ Uso Descrição Alojamentos estudantes Apartamentos Pensionatos Residencial Internatos Alojamentos Mosteiros e conventos Hotéis Motéis Pensões Hospedarias Serviços de hospedagem Pousadas Albergues Casa de cômodos Apart-hotéis Comercial Atividades comerciais em geral Agências de correios Agências de loterias Agências de despachos Processamentos de dados Escritórios Estúdio cinematográfico Estúdio de rádio Estúdio de televisão Estúdios de fotografia Serviços profissionais. pessoais e técnicos Escritório de venda por correspondência Cabeleireiros e barbearia Instaladores eletricistas Agências bancárias Câmbio e moedas Copiadora (em geral) Encadernadoras Lavanderias Oficinas elétricas Oficina de conserto Oficina de pintura B-1 B-1 B-1 B-2 C-1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo G Tabela 7 .

E-2. pessoais e técnicos Laboratórios bacteriológicos Laboratórios de física Laboratórios elétricos Laboratórios fotográficos Laboratórios metalúrgicos Laboratórios odontológicos Laboratórios químicos Academias e similares Pré-escolas e similares Educacional e cultura física Creches e similares Escolas em geral Sauna Bibliotecas Arquivo de documentos Museus Igrejas e templos Centros esportivos Estações e terminais de passageiros Locais de reunião de público Cinemas. boates e similares Restaurantes Auditório de rádio e televisão Pavilhões temporários Exposição de automóveis Exposição de máquinas Exposição de móveis F-1 F-2 F-3 F-4 F-5 F-6 F-8 F-5 F-5 F-10 F-10 F-10 Divisão D-3 D-3 D-3 D-3 D-3 D-4 D-4 D-4 D-4 D-4 D-4 D-4 E-3 E-5 E-5 E-1. E-4 e E6 E-3 F-1 Classificação Classe 2 Classe 2 Classe 2 Classe 2 Classe 2 Classe 3 Classe 3 Classe 3 Classe 3 Classe 3 Classe 3 Classe 3 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 3 Classe 3 Classe 2 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 2 Classe 2 Classe 1 Classe 3 Classe 3 Classe 3 Classe 2 Classe 3 3 . teatros e similares Clubes sociais.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo G (continuação) Tabela 7 .Classificação de risco para as demais ocupações Ocupação/ Uso Descrição Oficina de reparos Oficina mecânica Oficina de relógio Oficinas hidráulicas Oficinas de fotocópias Serviços profissionais.

G-2 Classificação Classe 1 Classe 1 Classe 1 J-1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo G (continuação) Tabela 7 . G-2 G-1. H-2 H-5 H-4 M-3 M-3 M-3 M-3 M-3 I-1. J-3 e J-4 ver tabela 4 (parte 3) 4 . G-5 H-2 D-1 H-6 H-6 H-6 H-3 H-1. G-2 G-1. I-2 e I-3 Classe 3 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 2 Classe 2 Classe 3 Classe 3 Classe 3 Classe 3 Classe 3 ver tabela 4 (parte 3) Divisão G-1. edifício de Garagens Serviços automotivos Hangares Postos de abastecimentos Oficinas de conserto de veículos e manutenção Asilos Consultórios médicos ou odontológicos Consultório de radiologia Consultório médico Serviços de saúde e institucionais Estabelecimentos hidroterápicos Ambulatórios Hospitais em geral Presídios e similares Quartéis e similares Centrais hidroelétricas Centrais térmicas Especial Central externa de aquecimento Central telefônica Estação de transformadores Industrial Depósitos Atividades industriais em geral Demais atividades não enquadradas acima G-5 G-3 G-4. J-2.Classificação de risco para as demais ocupações Ocupação/ Uso Descrição Estacionamentos Garagem.

17 Classe 2 0.5 2.35 0.5 2.38 0.43 0.19 0.50 3.65 0.23 Classe 3 0.23 0.50 à 3 Altura da zona livre de fumaça H' (em m) 2.23 3.38 5 .21 0.46 0.14 0.43 0.30 0.76 0.54 0.38 0.5 4.16 0.86 0.14 0.0 3.94 0.15 0.33 0.17 0.33 0.23 0.5 0.27 1.66 0.50 2.27 0.0 % de abertura de extração Classe 1 0.0 0.0 0.54 0.19 0.0 5 3.21 4.0 2.43 0.61 0.79 0.38 0.44 0.46 0.12 0.29 4.33 3.0 0.0 2.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo H Tabela 8 – Taxa de porcentagem para determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura das demais ocupações Altura de referência (em m) 2.21 0.0 0.54 0.50 0.56 0.30 0.47 0.5 5.5 2.50 4.27 3.61 0.0 3.10 0.5 3.38 0.5 2.0 4 2.12 0.27 0.25 0.63 0.77 0.5 3.33 0.31 0.19 0.

5 7 5.50 5.29 1.86 0.59 0.50 6 .0 3.51 1.35 0.92 0.87 0.46 0.56 0.38 0.31 0.72 1.34 0.75 0.0 5.23 0.0 4.70 0.31 1.5 5.0 7.27 0.65 0.07 0.30 0.71 0.50 0.53 0.79 0.5 4.0 % de abertura de extração Classe 1 0.0 3.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo H (continuação) Tabela 8 – Taxa de porcentagem para determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura das demais ocupações Altura de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H' (em m) 5.22 0.5 4.39 0.94 1.41 0.5 0.40 1.0 4.76 0.59 0.5 4.22 1.83 0.42 0.32 0.0 6.25 Classe 3 1.07 0.53 0.5 6.0 0.62 0.33 0.5 6 4.50 4.47 0.5 5.54 0.46 0.5 0.65 0.37 0.97 0.25 1.75 0.0 3.0 4.35 1.64 0.44 6.07 0.20 1.64 0.92 0.48 0.91 0.41 6.46 0.5 3.18 Classe 2 0.24 0.66 0.35 5.99 0.

42 0.65 1.49 0.79 0.5 5.54 0.0 4.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo H (continuação) Tabela 8 – Taxa de porcentagem para determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura das demais ocupações Altura de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H' (em m) 7.50 6.5 1.53 0.08 0.44 0.5 4.40 0.87 1.0 8 5.46 0.97 0.35 0.0 7.81 0.37 1.37 2.57 0.53 7 .40 1.61 0.67 0.5 8.48 1.39 1.12 0.95 0.5 5.76 0.5 7.77 1.47 7.30 0.61 0.33 Classe 3 2.96 1.09 0.21 0.87 0.0 % de abertura de extração Classe 1 1.0 6.62 0.70 0.5 6.69 0.25 0.28 1.85 0.26 1.5 7.0 5.53 1.17 1.50 0.86 0.56 8.34 0.58 1.53 1.87 0.33 0.0 4.5 5.0 9 6.09 0.22 0.77 0.99 0.0 5.5 6.5 1.70 1.23 0.48 0.0 6.23 Classe 2 1.39 2.65 0.38 0.70 0.98 0.60 0.0 4.

NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo H (continuação) Tabela 8 – Taxa de porcentagem para determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura das demais ocupações Altura de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H' (em m) 8.67 8 .64 0.46 0.12 0.86 0.53 0.43 2.64 1.32 1.98 0.69 0.39 1.5 9.5 6.34 2.81 0.5 6.61 0.0 6.31 Classe 2 2.05 1.57 0.76 0.90 2.5 10 7.16 0.5 9.97 1.85 0.52 1.0 8.80 1.0 10.36 0.41 0.5 7.0 7.0 1.53 1.23 1.48 3.5 8.0 5.20 0.37 1.87 1.37 1.16 2.48 0.5 8.92 0.56 0.79 0.62 9.97 0.50 7.41 3.52 0.05 0.73 0.16 1.05 1.0 6.5 1.0 6.58 2.47 1.67 1.70 1.07 0.71 0.5 5.21 0.0 % de abertura de extração Classe 1 1.5 5.29 2.16 0.42 1.45 1.50 7.34 1.70 0.50 0.59 9.75 0.95 0.82 1.18 0.65 0.0 5.44 Classe 3 2.67 1.04 0.5 8.43 0.0 5.77 0.97 0.38 0.0 7.94 0.88 0.0 8.5 6.25 1.82 0.

25 1.91 1.61 1.83 1.98 3.06 1.15 1.57 0.38 1.0 7.91 1.58 0.85 0.0 7.64 3.63 0.23 1.20 1.32 2.76 1.52 3.53 1.71 1.73 4.95 0.0 12 8.42 1.32 1.27 3.0 9.5 6.0 6.69 0.83 0.42 2.94 0.35 Classe 2 2.38 0.02 0.53 1.04 0.00 1.14 0.43 0.61 0.37 2.29 1.55 1.04 0.5 10.0 5.5 7.65 0.91 0.0 8.5 10.80 0.70 2.38 2.27 1.54 0.50 8.14 2.0 % de abertura de extração Classe 1 2.0 6.5 8.39 1.0 9.72 0.25 2.46 0.56 2.80 2.0 10.5 9.50 Classe 3 3.54 0.67 1.08 0.77 0.72 0.0 11.13 0.34 1.41 0.10 0.00 0.74 0.70 9 .58 1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo H (continuação) Tabela 8 – Taxa de porcentagem para determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura das demais ocupações Altura de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H' (em m) 10.28 1.5 7.60 0.02 2.0 9.98 1.5 8.52 1.17 1.5 6.5 9.97 0.62 2.0 7.5 6.46 3.41 1.88 0.54 1.77 0.91 0.79 0.5 11 8.5 9.18 1.82 1.0 6.67 0.0 11.30 1.5 7.87 0.86 0.08 0.5 10.

75 2.38 3.0 6.86 3.65 0.66 0.97 0.25 1.5 10.79 12.76 0.66 1.5 7.25 1.0 10.24 1.83 1.58 1.02 2.40 1.45 1.5 8.56 Classe 3 4.39 1.99 1.03 0.73 3.51 0.98 1.5 10.36 1.5 11.77 0.88 2.63 0.5 7.96 0.5 12.0 6.81 2.34 1.50 9.0 11.5 8.40 Classe 2 3.37 1.29 1.62 2.82 0.84 1.12 0.76 2.0 10.0 7.96 2.5 % de abertura de extração Classe 1 2.5 11.52 2.80 1.14 1.19 1.54 4.0 8.88 0.0 9.72 0.57 0.76 10 .0 7.49 0.05 0.22 1.88 0.48 1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo H (continuação) Tabela 8 – Taxa de porcentagem para determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura das demais ocupações Altura de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H' (em m) 11.07 0.56 3.90 0.70 0.92 0.68 1.0 13 9.84 0.0 8.18 1.5 2.69 1.60 0.14 0.08 1.49 2.02 0.5 9.97 2.

47 1.98 1.69 0.89 2.67 0.25 1.0 8.0 7.35 1.87 0.5 8.5 7.22 3.0 9.46 2.13 0.0 11.80 0.5 11.44 2.94 0.82 11 .44 2.73 0.85 13.60 Classe 3 5.55 0.5 8.85 1.61 1.5 12.95 1.76 0.85 0.46 1.74 1.68 1.21 1.50 10.30 2.61 0.56 1.0 % de abertura de extração Classe 1 3.14 1.43 3.80 0.0 12.5 9.5 9.15 3.97 3.61 2.5 12.0 9.63 0.47 Classe 2 4.29 1.93 0.81 1.41 1.58 5.46 4.13 1.95 1.0 10.99 0.43 1.17 2.0 10.39 2.5 11.70 2.53 0.49 1.0 7.5 7.0 11.98 0.5 13.05 0.48 4.00 0.10 1.08 0.14 1.30 1.23 2.61 1.92 0.56 2.70 0.08 0.71 1.0 3.24 1.15 0.5 14 10.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo H (continuação) Tabela 8 – Taxa de porcentagem para determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura das demais ocupações Altura de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H' (em m) 12.17 3.75 2.30 1.0 8.

0 14.94 2.58 0.51 0.67 0.46 2.99 1.66 3.09 1.37 1.01 0.88 1.0 9.5 12.0 11.28 1.74 1.84 0.77 0.0 % de abertura de extração Classe 1 3.80 1.0 8.5 10.53 1.62 2.59 1.18 1.5 11.5 9.57 1.50 10.58 Classe 3 5.73 0.35 1.81 2.46 Classe 2 4.26 1.08 2.69 2.36 1.63 2.5 7.82 12 .73 3.17 1.0 7.88 0.80 4.0 12.64 0.5 8.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo H (continuação) Tabela 8 – Taxa de porcentagem para determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura das demais ocupações Altura de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H' (em m) 13.5 13.48 3.95 0.91 0.04 0.08 0.

000 m² • os acantonamentos centrais de fumaça devem ter áreas compreendidas entre 1.33. 13 .33 = 3.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo I Exemplo de aplicação 1. Deve haver no mínimo 4 m² de área de abertura para entrada de ar. com % de abertura de 0. o que impõe a instalação de painéis de acantonamento com 4 m de altura. • a zona livre de fumaça terá uma altura de 4 m. Acantonamento Área A 1200 B 1200 C 1200 D 1200 E 1200 2.96 m² 100 ● ● Podem ser utilizados 4 exaustores naturais de 1. são suficientes para atender ao risco.2 Para extração de fumaça natural • a altura de referência H será de 8 m.000 m a 1. abaixo da camada de fumaça. Cálculo do controle de fumaça de um teatro 1. • pode adaptar-se a criação de 5 acantonamentos com uma área aproximada de 1. – Classe 2 – para teatro. que pela quantidade de aberturas das portas existentes. • da Tabela 8 e de acordo com H = 8 e H’ = 4 m. 2. • A superfície útil de exaustão deve ser de: – para cada acantonamento: 1. Resolução 2. • pela Tabela 7 e em função da atividade exercida: – Teatro – F5 – Classe 2.600 m² e dimensões lineares inferiores a 60 m.1 Geral: • área total do galpão: S = 100 m x 60 m = 6.1 Características • atividade – teatro • dimensões – 100 m x 60 m x 8 m • portas de acesso – 2 portões com áreas de 8 m² cada e 8 portas com 2 m² cada nas paredes maiores.200 x 0.0 m².200 m² cada (20x60m).

baixando a temperatura interna e limitando a propagação do incêndio. 11.1 O controle de fumaça é realizado pela extração mecânica da fumaça e pela introdução do ar. que irão auxiliar nas operações de busca e resgate de pessoas. 11. tem condições de emprego diferenciadas e deve ter características conforme o item 8. ÁREAS ISOLADAS EM UM PAVIMENTO OU EDIFICAÇÕES QUE POSSUAM SEUS PAVIMENTOS ISOLADOS 11. disposta de maneira a assegurar uma exaustão do volume a proteger.3. acima.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 015 Controle de fumaça Parte 5 – Controle Mecânico de Fumaça em edificações horizontais. 11. áreas isoladas em um pavimento ou edificações que possuam seus pavimentos isolados CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 14 páginas SUMÁRIO 11 Controle mecânico de fumaça em edificações horizontais.2 Controlar e reduzir a propagação de gases quentes e fumaça entre a área incendiada e áreas adjacentes. 11. de forma natural ou mecânica. pela fumaça. por meio de dutos.5 O Controle Mecânico de Fumaça pode: 1 . ANEXOS J . áreas isoladas em um pavimento ou edificações que possuam seus pavimentos isolados. 11 CONTROLE MECÂNICO DE FUMAÇA EM EDIFICAÇÕES HORIZONTAIS. ou por ventiladores instalados diretamente na área a proteger. evitando os perigos da intoxicação e falta de visibilidade.3.1 Manter um ambiente seguro nas edificações.Exemplo de aplicação.3.2 A extração de fumaça pode ser realizada por dispositivos ligados a ventiladores. 11.2.3 A extração visa: 11. localização e controle do incêndio.3 Providenciar condições dentro e fora da área incendiada. 11. durante o tempo necessário para abandono do local sinistrado.4 O controle de fumaça conforme especificado.

9. 11. 11. 11. 11. com o controle de fumaça: projetar e estabilizar a camada de fumaça em uma determinada altura.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 11.8. com dupla função. 11. 11.3 Altura da camada de fumaça.8. 11.10 Obstáculos.6 Nos casos em que o sistema de ventilação ou de ar-condicionado normal da edificação seja utilizado para o controle de fumaça por extração mecânica.5.5.1 A dimensão do incêndio depende do tipo de fogo esperado e de se estabelecer uma condição de estabilidade para que o mesmo seja mantido em um determinado tamanho. 11.2 Utilizar o sistema de ventilação ou ar condicionado normal da edificação.5. 11.9 Tamanho do incêndio 11.8.8 Temperatura da fumaça. garantindo a não intrusão de fumaça nas demais áreas não sinistradas do edifício.2 Assegurar o controle (abertura/ fechamento) de todas as partes que compõem o sistema.7 Como regra geral pretende-se.2 Taxa de liberação de calor.8 Para elaboração do projeto de controle de fumaça. 11. 11.8. estes devem: 11.6.6. 11.8.8. com o emprego do sistema de ventilação ou ar-condicionado normal da edificação.8. destinado exclusivamente à extração de fumaça.4 Tempo para a camada de fumaça descer até a altura de projeto.8. para que as pessoas possam sair em segurança deste ambiente.8.1 Tamanho do incêndio. 11. ou a brigada de incêndio possa atuar no resgate de vítimas e controle e extinção do incêndio.3 Utilizar sistema conjugado.1 Ser um sistema específico.1 Atender às mesmas exigências para um sistema exclusivo de controle de fumaça por extração mecânica.6 Espessura da camada de fumaça. complementado por um sistema de controle auxiliar de fumaça. de forma a atender às funções para que normalmente são projetados e também atender a função de extração de fumaça.9 Introdução de ar.7 Temperatura do ambiente. os seguintes fatores devem ser observados: 11. 11. 2 .8. 11.5 Dimensão do acantonamento. 11.

1 Uma altura livre de fumaça deve ser projetada de forma a garantir o escape das pessoas. 11. b) nas edificações do grupo J (depósitos) o tamanho do incêndio será o resultado da multiplicação da área constante na Tabela 9 pela altura de estocagem. deve ser conforme Tabela 9.Dimensões do incêndio Categoria de Risco Baixo (até 300 MJ/m²) Médio (de 300 a 1.3. o fogo é classificado como estável ou instável. 11.9. quando não atender a condição especificada no item 11.00 x 3.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 11.10 Edificações sem proteção por chuveiros automáticos: 11.3 O fogo pode ser considerado estável quando a edificação for dotada de meios de supressão automática do incêndio (chuveiros automáticos.00 Perímetro (m) 12 16 24 Área (m) 9 16 36 11.4 O fogo deve ser classificado como instável.11. caso haja possibilidade de ocorrer o fenômeno flash over.9.12.00 6.00 x 6. Tabela 9 . 11.200 MJ/m²) Alto (acima de 1.12.200 MJ/m²) Tamanho do Incêndio (m) 3.9.2 Para fins de projeto de controle de fumaça. 11.5 Edificações com proteção por chuveiros automáticos: a) tamanho do incêndio para as edificações com sistema de chuveiros automáticos (fogo estável).12.1 Será aceita a instalação parcial de sistema de chuveiros automáticos para a proteção de subsolos com ocupação distinta de estacionamento de veículos nas edificações onde este sistema não é obrigatório.2 Esta altura devido a presença do jato de fumaça pode alcançar no máximo 85% da altura da edificação.11 Taxa de liberação de calor 11. devendo estar no mínimo a 2.5 m acima do piso da edificação.9.3 Onde houver depósito de mercadorias.9.50 m acima do topo dos produtos armazenados.10. 11. nebulizadores. 3 .00 x 4.00 4. a camada de fumaça deverá ser projeta a 0. 11. 11.12 Altura da camada de fumaça 11.1 A taxa de liberação de calor deve adotar os parâmetros da Tabela 10. etc).

empilhados Garrafas plasticas. empilhados Móveis embalados Madeira serrada. empilhada Madeira compensada. em caixas de papelão. empacotadas em caixas de papelão. produtos elétricos Produtos empacotados Componentes de fibra de vidro. com divisórias. empilhadas Taxa de liberação de calor (KW/m²) 228 500 500 228 350 500 500 Taxa de liberação de calor (KW/m²/m) 60 280 500 Taxa de liberação de calor (KW/m²/m) 2500 2150 500 500 500 160 235 290 120 150 325 145 315 190 275 940 655 1195 4 . em caixas de papelão Compartimentos em fibra de vidro. com divisórias.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 Tabela 10 – Taxa de liberação de calor Ocupações Residencial Serviços de hospedagem Comercial Serviços Profissionais Educacional Local de Reunião Pública Serviços de Saúde e institucionais Indústrias I1 I2 I3 Depósitos Engradado de madeira Paletes de madeira. empilhadas Caixas de papelão. empacotadas em caixas de papelão. com divisórias Garrafas de polietileno. empilhadas Garrafas em PVC. empilhada Produtos celulósicos em geral Malas do correio Papelão empilhado Rolos de papelão Caixas de papelão Caixas de papelão. em caixas de papelão.

cheios. empacotado e empilhado Painéis isolados de poliuretano rígido. em poliestireno Livros. em caixas de papelão Tubos de poliestireno colocados em caixas de papelão.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 Tabela 10 – Taxa de liberação de calor (continuação) Depósitos Garrafas de polietileno. b) quando a vazão máxima de exaustão de fumaça for igual ou superior à vazão fornecida à coluna da camada de fumaça. empilhadas Painel isolado em poliestireno espuma rígido. em rolos Filmes de polipropileno. 11. pode ser determinada pelas relações que reportam a 3 situações: a) quando nenhum sistema de exaustão de fumaça está em operação. em caixas de papelão Garrafas de poliestireno. a) com o fogo na condição estável. empilhado Garrafas de de poliestireno.2 Posição da camada de fumaça.1 A posição da interface da camada de fumaça. a qualquer tempo. empilhadas Partes de brinquedo de poliestireno empilhadas Partes de brinquedo. empilhadas Tubos de poliestireno. empacotados em caixas de papelão. com nenhum sistema de exaustão em funcionamento. em caixas empilhadas Filmes de plástico. c) quando a vazão de exaustão de fumaça for menor que a vazão fornecida à coluna da camada de fumaça. móveis Álcool Gasolina Óleo combustível Taxa de liberação de calor (KW/m²/m) 380 1000 380 980 1280 850 265 370 675 2695 2720 805 1105 305 390 720 740 1590 1470 11. empacotadas em caixas de papelão com divisórias. em rolo Tubos de polipropileno.13 Tempo para a camada de fumaça descer até a altura de projeto 11. a altura das primeiras indicações da fumaça acima da 5 .13. empilhados Sacos de lixo de polietileno. em caixas de papelão Escaninhos de polietileno.13. espuma em caixas de papelão com divisórias. com divisórias empilhadas Isolamento de poliuretano.

será estabelecido uma posição de equilíbrio na altura da camada de fumaça.9 a 14 e para valores de z/H > 0.11 – 0. desde que a vazão máxima de exaustão seja igual à vazão máxima fornecida pela coluna à base do fogo. com a exaustão de fumaça em operação. A = área do acantonamento (m²). z.13. A equação acima: a) está baseada em informações experimentais provenientes de investigações utilizando áreas uniformes (seccionais-transversais). 1) Depois que o sistema de exaustão estiver operando por um determinado período de tempo. desde que as vazões mássicas permaneçam iguais.2. a camada de fumaça irá descer. Q = taxa de liberação de calor de fogo estável (Kw). H = altura do teto acima da superfície de fumaça (m).0 significam que a camada de fumaça não começou a descer). Equação (2) z/H = 1. 2) Neste caso.3 Posição da camada de fumaça. deverá ser utilizado o valor de correção constante da Tabela 11. pela Equação (2) (onde os cálculos abrangendo z/H > 1. em função da vazão mássica de exaustão ser menor. b) avalia a posição da camada a qualquer tempo depois da ignição. pode ser estimada a qualquer tempo.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 superfície do piso. 2) Uma vez determinada esta posição. 6 . ainda que lentamente.28 ln [(t Q1/3 / H4/3) / (A/H2)] Onde: z = altura de projeto da camada de fumaça acima do piso (m). t = tempo (seg). a) vazão mássica de exaustão de fumaça igual à vazão mássica de fumaça fornecida pelo incêndio. não haverá uma posição de equilíbrio para camada de fumaça. 3) Nesta condição. b) vazão mássica de exaustão de fumaça diferente da vazão mássica de fumaça fornecida pelo incêndio. t. baseadas em uma altura com proporções A/H2 que pode variar de 0. 11. deverá ser mantido o equilíbrio. 1) Com a vazão mássica fornecida pela coluna de fumaça à base do fogo maior que a vazão mássica de exaustão.

20 1.26 0.15 3.78 3.24 2.72 1.5 0.35 1.89 2.11 4.55 1.21 1. deve-se adotar a seguinte equação: Equação (3) z1 = 0.7 0.30 1.4 0.35 1.2 0.41 (m/me) ou (Ve/V) 0.46 0.48 2.63 1.14 1.71 0.57 4.24 1.84 2.1 Na determinação da massa de fumaça gerada pelo incêndio.36 1.61 1.1 Na determinação da altura da chama proveniente da base do fogo.6 0.166 Qc 2/5 Onde: z1 = limite de elevação da chama (m) Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor (Kw) 11.20 2.19 1.98 6.95 2.50 1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 Tabela 11 – Fator de ajuste da vazão mássica mínima de exaustão t/t0 z/H 0.17 3.14.85 1.15.15 Dimensionamento da massa de fumaça a ser extraída 11.45 1.05 2.40 1.70 1.00 2. duas condições podem ocorrer: 7 . decorrentes de outras fontes que não seja a coluna de fumaça) me = valor de “m” requerido para manter a camada de fumaça indefinidamente em z (obtido pela equação 4).71 0.12 1.49 2.3 0.14 Altura da chama 11.16 1.8 1.78 3.17 1.32 1.23 1.52 1.25 Onde: z = altura de projeto da camada de fumaça acima do piso H = altura do teto acima da base do fogo (m) t = tempo para a camada de fumaça descer até z (seg) t0 = valor de t na ausência de exaustão de fumaça (veja equação 2) (seg) m = vazão mássica de exaustão de fumaça (menos qualquer vazão mássica dentro da camada de fumaça. 11.28 1.25 0.

15.2 Para a condição (z > z1).15. estimada em 70% da taxa de liberação de calor (Q) (Kw).0018 Qc (z > z1) Onde: m = vazão mássica da coluna de fumaça para a altura z (Kg/s) z = altura de projeto da camada de fumaça acima do piso Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor.0208 Qc3/5 z (z z1) Onde: m = vazão mássica da coluna de fumaça para a altura z (Kg/s) z = altura de projeto da camada de fumaça acima do piso Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor estimada em 70% da taxa de liberação de calor (Q) (Kw). 11. 70ºC – 0.3 Para a condição (z ≤ z1). a massa de fumaça gerada é determinada pela seguinte equação: Equação (4) m = 0. 11.16. a massa de fumaça gerada é determinada pela seguinte equação: Equação (5) m = 0.1 Para se obter o volume de fumaça a extrair do ambiente. de acordo com a temperatura adotada (300ºC– 0.92). a seguinte equação deve ser utilizada: Equação (6) V = m/ρ Onde: V = volume produzido pela fumaça (m³/s) m = vazão mássica da coluna de fumaça para a altura z (Kg/s) ρ = densidade da fumaça em Kg/m³. ou seja: (z z1).55. 11.071 Qc 1/3 z 5/3 + 0. b) altura da camada de fumaça (z) igual ou inferior a altura (z1) da chama.16 Volume de fumaça produzido 11.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 a) altura (z) da camada de fumaça ser superior a altura (z1) da chama. ou seja: (z > z1). 8 .

b) possibilidade de a fumaça esfriar e estratificar.17.1 A área máxima de um acantonamento deve ser de 1.50 m). b) edificação possua sistema de chuveiros automáticos.18 Espessura da camada de fumaça 11. o projetista deve considerar: a) possibilidade de ocorrer o flash over. deve ser previsto um coeficiente de vazamento mínimo de 25% a ser acrescido sobre o resultado da Equação (6) para a seleção dos ventiladores e dimensionamento dos dutos principais de exaustão de fumaça. deverá ser prevista a temperatura da camada de fumaça de: a) 70º C quando a edificação for dotada de proteção por sistema de chuveiros automáticos. 11. 9 .50 m). decorrente: 1) Da altura da camada de fumaça estar afastada com relação à origem do incêndio.21 Exaustão de fumaça: 11.17 Acantonamento 11.600 m².2 Para edificações que possuam área de armazenamento elevada (acima de 1.20. 11. 11. no mínimo.16. desde que: a) edificação seja do grupo J (depósito). 11.21. deverá ser prevista uma temperatura ambiente de 20° C. 2) Da existência de sistema de chuveiros automáticos.19 Temperatura ambiente 11.19.18. 11. uma grelha a cada 300 m² de área de abrangência.21.1 Para edificações que não possuam armazenamento elevado (acima de 1.18.1 Para fins de dimensionamento.1 Distribuição de grelhas de exaustão da fumaça em espaços amplos: 11. 11.1 As grelhas devem ser distribuídas no ambiente de forma mais uniforme possível.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 11.1. b) 300º C quando a edificação não for dotada de proteção por sistema de chuveiros automáticos. a espessura da camada de fumaça não pode ser menor que 15% da altura da edificação.1 Para fins de cálculo.2 Será possível dispensar a previsão dos acantonamentos. deve haver.2 Para compensar os possíveis vazamentos nos registros de trancamento.20 Temperatura da camada de fumaça 11.17. que esfriam a fumaça e gases quentes. 11.

por exemplo. a camada de fumaça deve ser projetada a 1. 5) Caso haja impossibilidade técnica de prever entrada de ar no acantonamento. descrita no item anterior pode ser realizada pelas aberturas localizadas no térreo.1 A introdução de ar para controle de fumaça pode ser realizada por meios naturais ou mecânicos. 6) A introdução de ar em edificações com pavimentos interligados como. a utilização de corrente volumétrica de maior magnitude por ponto de exaustão poderá ser admitida mediante avaliação em Comissão Técnica. será considerada. 4) A velocidade máxima de entrada de ar não deve ser superior a 5m/s.22. devem ter abertura automática acionada pelo sistema de detecção de fumaça.5m. desde que os pontos de sucção estejam posicionados para cima. 11. para fins de cálculo. posicionadas abaixo da camada de fumaça.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 11. janelas.5 < 7. a área efetiva de abertura entre os pavimentos.2 A quantidade de grelhas para sistema de controle mecânico de fumaça deve atender à Tabela 12.21.5m acima das aberturas consideradas. 2) Caso a velocidade de entrada de ar seja superior a 1m/s.Máxima corrente volumétrica por ponto de sucção ou ventilador individual Espessura da camada de fumaça no ponto de sucção ou corte de um ventilador individual ou grelha de exaustão > 0.22 A introdução de ar 11. composta por átrios: escadas não enclausuradas e escadas rolantes. pode ser realizada pelas portas de acesso e demais aberturas localizadas no térreo. onde não seja possível haver maior espessura de camada de fumaça.2 < 3. Tabela 12 . da seguinte forma: a) Naturalmente: 1) Por meio de portas.0 < 12.0 > 2.5m acima das aberturas consideradas. 10 . As portas e demais aberturas.. (2) Em locais com pé direito baixo. a camada de fumaça pode ser projetada a 0.0 > 1. esta poderá ser prevista pelas aberturas de introdução de ar dos acantonamentos adjacentes à área incendiada.5 > 2.2(2) < 1.0 (1) Aplicável também para camadas de fumaça de altura . utilizadas para este fim.5(1) > 1.5 Corrente volumétrica por ponto de sucção ou ventilador individual (m³/seg) < 0. centros comerciais shopping centers.0. venezianas etc. 3) Caso a velocidade de entrada de ar seja menor que 1m/s. 7) A introdução de ar para os pavimentos superiores das edificações.

2 Para efeito de dimensionamento. esta pode ser prevista pelas aberturas de introdução de ar dos acantonamentos adjacentes à área incendiada. a velocidade do ar nas aberturas de insuflação deve ser inferior a 5 m/s. que são aqueles que não permitem o escape da fumaça.1 Os mezaninos são obstáculos que devem ser considerados na extração de fumaça. não há necessidade de posicionar as aberturas de insuflação no terço inferior dos acantonamentos. 11. que são aqueles cujo teto ou piso superior possui 25% de aberturas. d) quando zb for menor que 13 vezes a largura do mezanino.4 Os mezaninos sólidos devem atender à seguinte regra: a) a característica da coluna de fumaça saindo por um mezanino depende da característica do fogo. 11. além do especificado no item anterior.23. 11. à temperatura de 20ºC. barreiras de fumaça devem ser projetadas para que a fumaça seja contida. 11.2 Existem 2 tipos de mezaninos a serem considerados: a) mezaninos permeáveis.Caso haja impossibilidade técnica de prever entrada de ar no acantonamento. ligadas a ventiladores por meio de dutos. 11.22.16 desta NPT. não há necessidade de posicionar as aberturas de insuflação no terço inferior dos acantonamentos. esta poderá ser prevista pelas aberturas de introdução de ar dos acantonamentos adjacentes á área incendiada. evitando turbulências que podem espalhar a fumaça ou o fogo.23 Obstáculos 11.3 Os mezaninos considerados permeáveis estão dispensados da previsão de sistema de controle de fumaça. b) para dimensionar a entrada de ar na coluna de fumaça sob um mezanino. a fim de posicionar (os ventiladores) as aberturas de insuflação no terço inferior do acantonamento. e sua vazão volumétrica deve ser da ordem de 60% da vazão das aberturas de extração de fumaça.23. largura da coluna de fumaça e da altura do teto acima do fogo. 2) Cuidados devem ser observados pelo projetista. 11 . 3) Caso haja impossibilidade técnica de prever entrada de ar no acantonamento. b) mezaninos sólidos. a coluna de fumaça deve ter a mesma vazão mássica adotada no item 9. neste caso. neste caso. a Equação 7 deve ser atendida.23.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 b) Por meios mecânicos: 1) Realizadas por aberturas de insuflação. permitindo o escape e fluidez da fumaça pelo mesmo.23. c) quando zb for aproximadamente 13 vezes a largura do acantonamento.

Máxima corrente volumétrica por ponto de sucção ou ventilador individual 12 .25H) Onde: m = taxa do fluxo de massa na coluna (Kg/s) Q = taxa de liberação de calor (Kw) w = extensão da coluna saindo das sacadas (m) Zb = altura acima da sacada (m) H – altura da sacada acima do combustível (m) e) quando zb for aproximadamente 13 vezes a largura do acantonamento. a coluna de fumaça deve ter a mesma vazão mássica adotada no item 9.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 Equação (7) m = 0.16 desta NPT. Figura 18 .36 (QW2)1/3 (Zb + 0.

7)3/5 x 2. Dados do ambiente a) Escritórios. d) Edifício protegido por chuveiros automáticos de teto. b) Dimensão do incêndio esperado segundo Tabela 9 – Parte 5:     Tamanho do incêndio = 4. b) Altura da camada de fumaça adotada em projeto (Z)  Z = 2.0m Área = 16. 3.0m x 4.0208 Qc 3/5 z (z < zl) m = 0.648.166 Qc2/5 Z1 = 0.648 x 0.7)2/5 Z1 = 3.0m Perímetro = 16.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 Anexo J Exemplo de aplicação 1. 2. Dados para projeto a) Classificação segundo NPT 014 (Risco Moderado). temos para cálculo da massa de fumaça a utilização da Equação 5:     Pela equação n°5: m = 0. e) Edificação protegida por sistema de detecção.0 m² Taxa de liberação de calor segundo Tabela 10 – Parte 5 = 228 Kw/m². c) Dimensão: 20m x 25m x 3m.648 x 0.0 = 3. c) Altura da chama (Z1)     Pela equação n°3: Z1 = 0.75 Kg/s 13 .00 Kw.83 m d) Como z < z1.50 m = 5. b) Área de 500m².50 m.166 (3.0208 x (3. Dimensionamento a) Taxa total de liberação de calor (Q)  Q = 228 x 16.

25m3/s x 60% Var = 3.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 e) Cálculo da vazão volumétrica (V)      Pela equação n°6: V = m/ρ ρ para 70ºC V = 5.2 Var = 6.25m3/s f) Cálculo da entrada de ar (Var)    Conforme item 11.75 / 0.75m3/s 14 .22.92 V = 6.

1 Extração natural Figura 21 -Extração natural 1 .1 O controle de fumaça pode ser realizado por qualquer um dos seguintes métodos: 12. 13 Subsolos 12 ROTAS DE FUGA HORIZONTAIS Aplicam-se estas regras quando se tratar de rotas de fugas horizontais protegidas (compartimentadas com paredes e portas corta-fogo).NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 6 NPT 015 Controle de fumaça Parte 6 – Controle de fumaça. nas rotas de fuga horizontais e subsolos Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 6 páginas SUMÁRIO 12 Rotas de fuga horizontais. 12.1. mecânico ou natural.

Controle por sobrepressão 12.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 6 12.1.Extração mecânica 12.1. Figura 24 .1.2 Extração mecânica Figura 22 .4 Extração natural 12.Posição de aberturas de extração e introdução de ar 2 . tendo em conta a situação dos locais de risco (Figura 24).4.3 Sobrepressão relativamente ao local sinistrado Figura 23 .1 Nas instalações de extração natural as aberturas para introdução de ar e extração de fumaça devem ser alternadamente distribuídas.1.

3 As aberturas para introdução de ar não devem ser em número inferior às destinadas à extração de fumaça.4. medida segundo o eixo da circulação. entre duas aberturas consecutivas de introdução e extração deve ser de: a) 10 m nos percursos em linha reta Figura 25 .4.Distância de extração de aberturas em trajeto diversos 12.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 6 12.1.1.Distância de introdução de ar de portas de acesso 3 .4 Toda porta de acesso ao local deve distar no máximo 5 m das aberturas de introdução de ar (Figura 27).1. 12.2 A distância máxima. Figura 27 .Distância em linha reta de aberturas de extração b) 7 m nos outros percursos Figura 26 .4.

e serem situadas no terço superior da altura de referência.4.1.8.3 As áreas de circulação compreendidas entre uma abertura para introdução de ar e uma boca de extração de fumaça devem ter uma vazão de extração não inferior a 0. Figura 28 .2 A distância máxima.4.1. 12.8 m do piso do pavimento. 12. 12.4. entre duas aberturas consecutivas de introdução e extração deve ser de: a) 15 m nos percursos em linha reta.4. deve ser adotada a largura média entre 2 pontos consecutivos de extração de fumaça e introdução de ar.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 6 12.5m³/s por unidade de passagem da circulação (Figura 28).5 As aberturas de introdução de ar e extração de fumaça devem ter a área livre mínima de 0. desde que: a) a área livre considerada para extração de fumaça se situe na metade superior do vão e atenda ao contido no item 10.4.5. 12.1.7.00 m do piso do pavimento.7 e 12.8 A abertura para introdução de ar deve ter a sua parte mais alta a menos de 1.Resumo geral de aberturas de extração de fumaça e entrada de ar em um pavimento 4 . 12.1.4. 12.5. sem a utilização de dutos.6 Deve ser consultada a NPT 011 .1.1.7 A abertura para extração de fumaça deve ter a sua parte mais baixa no mínimo a 1.4.Saídas de emergência.1.5 Extração mecânica 12.1. 12.4. 12.1 As aberturas devem ser posicionadas em paredes externas. para definição da unidade de passagem.1 Para o sistema de extração mecânica adota-se o contido em 12.4. Para rotas de fuga com largura variável.4. b) área livre considerada para introdução de ar se situe na metade inferior da abertura e atenda ao item 10. medida segundo o eixo da circulação.1.5. 12.5.8.1.1.1.1.9 As aberturas existentes nas fachadas podem ser equiparadas as aberturas de introdução de ar e extração de fumaça simultaneamente.4.1.4 e os subitens 12.1.1. 12.1. b) 10 m nos outros percursos.4. deve ser adotada a largura média entre 2 pontos consecutivos de extração de fumaça e introdução de ar.10 m² por unidade de passagem da rota de fuga onde se encontram instaladas.4. Para rotas de fuga com largura variável.1.

4 No caso de serem utilizadas aberturas localizadas em paredes para introdução de ar. conforme prescrito no CSCIP-CBMPR devem ser projetados com introdução de ar mecânica ou natural e extração de fumaça mecânica.1.6. a diferença de pressão entre a rota horizontal e as rotas verticais protegidas que lhe dêem acesso deve ser inferior a 60 Pa.2. 13. 12.6. 12.1.1 Os sistemas de controle de fumaça para subsolos. a respectiva área livre considerada deve situar-se na metade inferior da altura de referência (H).1.6 Controle por sobrepressão 12.5 As entradas de ar devem ser posicionadas junto ao piso (terço inferior).2 Nesse caso deve ser estabelecida uma diferença de pressão da ordem de 20 Pa entre as circulações horizontais e os locais sinistrados.1.1.1 Controle de Fumaça 13. a diferença de pressão referida no item 12.1. 13.5.5 Quando a circulação horizontal for dotada de antecâmara pressurizada.3 Quando a área ocupada for constituída por ambientes com área inferior a 100 m².5. em relação a locais sinistrados.1. 13.1. 13. as grelhas de exaustão de fumaça poderão ser posicionadas apenas na circulação.1.6.3 Esse tipo de controle é permitido para circulações que não possuam carga incêndio ou com revestimento de Classe I conforme NPT 010 – Controle de materiais de acabamento e de revestimento. 12.4 Os dutos para tomada de ar devem ter resistência externa a fogo por 60 minutos. as áreas de circulação devem dispor de instalações de controle de fumaça conforme descritas nos itens 12.1.6.4 No caso acima descrito. deve ser criada pela antecâmara.2. com todas as portas de comunicação fechadas.2 Para áreas adjacentes aos corredores ou para áreas sem corredores protegidos a Parte 5 desta NPT. O dimensionamento deverá ser realizado pela Parte 5 desta NPT. deverá ser consultado: 13.2 Para definição das vazões de extração de fumaça.5 Quando o sistema entrar em funcionamento.1.1 O controle de fumaça por sobrepressão de rotas horizontais enclausuradas.6.1 Para corredores protegidos – item 12 da Parte 6 (Rotas de Fugas Horizontais) desta NPT.1. nos acessos das rotas de fuga.1.3. 12.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 6 12.1.2 ou 12. 13.1.1.1. 13 SUBSOLOS 13. 5 .1.2. apenas é permitido se estes dispuserem de uma instalação de controle de fumaça por sistemas mecânicos. 12.6. 12.

1 Exaustão natural 13.2.2.3 Estacionamentos 13.2 Na ausência deste.17.2 A exaustão pode ser realizada através da rede de dutos do sistema de ar condicionado. 13. A utilização de dutos será permitida apenas para trajeto em trecho vertical. no mínimo.2. 13.1.1.2.1 da Parte 5 (1. 10 trocas do volume de ar por hora. no mínimo. igual a 1/40 da área ocupada do subsolo.1.2.1.1. ela pode ser coberta por um painel. 13.1. estas devem ser isoladas ou compartimentadas conforme NPT 009 – Compartimentação horizontal e Compartimentação vertical.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 6 13.2.3 A somatória total da área de aberturas deve ser.2.6 As aberturas não podem ser posicionadas em locais onde a exaustão de fumaça prejudique a rota de fuga da edificação. 13.2 As aberturas devem ser distribuídas da forma mais uniforme possível pelo perímetro do subsolo.3.6 Os parâmetros de área de acantonamento e dimensionamento devem atender ao prescrito no item 11.1.3 A exaustão deve ser acionada automaticamente por um sistema de detecção de fumaça.1.1.1 As aberturas para exaustão devem ser posicionadas no teto ou no terço superior das paredes. A posição destes elementos deve ser claramente sinalizada. ela deve ser mantida desobstruída e coberta com uma grelha não combustível ou similar.1.1.1. 6 .5 Caso a abertura de exaustão termine em uma posição prontamente acessível.2.2 Exaustão (onde não se exige sistema de controle de fumaça) 13.4 Caso a abertura de exaustão termine em um ponto que não é prontamente acessível. áreas com controle de fumaça estejam em comunicação com outras destinadas a rotas de fuga protegidas.1. 13.1. deverá ser realizada conforme os itens seguintes.1. 13. 13.2 Exaustão mecânica 13.2. 13.1. clarabóia ou similar que possa ser aberto ou quebrado.2. 13.2.2.1. 13.1 A exaustão citada na Nota 4 da Tabela 7 CSCIP-CBMPR.7 Caso ocorra uma situação na qual. 13.1 A exaustão mecânica deve ser dimensionada para atender.1 Os subsolos destinados a estacionamento devem dispor de ventilação e exaustão permanente conforme Código de Obras do Município.2.2. 13. deve-se seguir o Código de Obras do Município de Curitiba.3.1.600 m²).2.1. ou outras com ocupação distinta. 13.

Figura 29 .1 Átrio ao ar livre. que são aqueles que possuem um volume livre fechado sob todas as sua faces laterais.Átrio ao ar livre 1 . em: 14. cuja menor dimensão é inferior ou igual à altura da edificação e não comportam nenhuma oclusão em sua parte superior (Figura 29). quanto à comunicação com o exterior.1.1 Os átrios classificam-se.Modelo de utilização do dimensionamento para extração de fumaça em átrio 14 ÁTRIOS 14.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 015 Controle de fumaça Parte 7 – Átrios CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 40 páginas SUMÁRIO 14 Átrios 15 Átrios padronizados 16 Espaços adjacentes aos átrios ANEXO H .

nos quais os níveis são abertos permanentemente sobre o volume central (Figura 30). com uma cobertura total ou parcial.Átrio coberto aberto 14.1.2. podendo subdividir-se em: 14.2 Átrios cobertos fechados.Modelo 1 de átrios cobertos fechados 2 . mesmo que ela comporte aberturas. balcões ou uma circulação horizontal aberta (Figuras 31 e 32).1 Átrios cobertos abertos.1.1. cujos níveis (à exceção do nível inferior) são fechados por uma parede. que são aqueles que possuem um volume livre fechado sob todas as suas faces laterais.2. Figura 31 . Figura 30 .NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 14.2 Átrio coberto.

3 Ponta dos balcões e paredes verticais para os átrios abertos sobre uma face e fechados para a outra (Figura 33). 14.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Figura 32 .4 Os átrios padronizados caracterizam-se por permitir a inserção de um cilindro reto.1.Modelo 2 de átrios cobertos fechados 14.1. sendo h a altura do piso mais baixo ao piso mais alto do átrio (Figura 34). para efeito desta NPT. cujo diâmetro se insere sobre toda a altura do átrio. 14.4.1.4.1.3 Os átrios.3.3. 14. 3 .1 Ponta dos balcões para os átrios abertos (Figura 30). Figura 33 – Átrio considerado aberto de um lado e fechado do outro 14.1.1.4.5 A dimensão do diâmetro do cilindro citado na letra anterior deve ser de 7 1/2 h (raiz quadrada de sete vezes a altura).1. dentro do espaço livre correspondente entre: 14.2 Paredes verticais para os átrios fechados (Figuras 31 e 32).2 Átrios não padronizados.1 Átrios padronizados. 14. classificam-se quanto à padronização em: 14.1.

1. 15.1.1. 15.Dados relativos a um átrio coberto padronizado 14.1. como o produto da seção de base pela altura entre o nível mais baixo e o teto do último nível do átrio.1. será indispensável isolar do átrio os níveis situados na metade superior do volume a extrair a fumaça por elementos de construção fixos.1.2 O volume total de base do átrio.4 Para cada nível. desde que no dimensionamento da vazão de extração do mesmo. 15.5 poderá ser substituído pela colocação em sobrepressão das áreas adjacentes e que se comunicam com o átrio.1 Seção da base do átrio. 15.1.8 O contido no item 15. como o diâmetro do cilindro reto descrito em 14.6 Esses elementos podem ser vidros ou outro material de difícil inflamabilidade. 15.6 Os átrios não padronizados são todos aqueles que não atendem à regra estabelecida na alínea 12.7 A colocação desses elementos não tem influência sobre a determinação da menor dimensão do átrio.1 Para um átrio padronizado considera-se: 15.1. 4 .1. 15.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Figura 34 .1.1.5 (Figura 34).5 A fim de impedir a invasão dos andares superiores pela fumaça. a seção de vazio entre elementos de construção deve ser ao menos igual à metade dessa seção da base.5 acima. seja computada esta vazão adicional.3 A menor dimensão de um átrio.1. 15. 15 ÁTRIOS PADRONIZADOS – GENERALIDADES 15. dispostos na periferia do vazio entre os elementos de construção (ponta dos balcões ou paredes verticais) (Figura 35). como a maior das seções horizontais correspondidas entre os elementos de construção delimitantes do átrio (ponta do balcão e/ou paredes verticais) (Figura 34).

com uma vazão de extração igual a 1 m³/s. a vazão de introdução de ar deve ser igual a 60 % (sessenta por cento) da vazão de extração. 5 e 6 desta NPT. 15.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Figura 35 .3 No controle de fumaça por extração natural. e a seção de base tem dimensões mínimas de 5 m x 5 m. 5 . as entradas de ar devem ter uma superfície livre equivalente àquelas das extrações de fumaça.6 As áreas adjacentes. por meio de uma superfície livre igual a 1/100 da seção de base.5 No controle de fumaça por extração mecânica. e com um mínimo de 3 m³/s. devem: a) ser separadas por barreiras de fumaça. b) mecanicamente.2 Pequenos átrios 15.1 O controle de fumaça se faz naturalmente pela parte superior.2 Os sistemas de controle de fumaça podem ser obtidos: a) naturalmente pelas aberturas instaladas na parte alta do átrio.2. para cada 100 m² de seção de base.2.2 Métodos de controle de fumaça para átrios padronizados 15. 15. 15. 4. 15.2.2.2.2.4 No controle de fumaça por extração mecânica. a velocidade da passagem de introdução de ar deve ser inferior ou igual a 2 m/s para as aberturas de ar naturais e a 5 m/s para as entradas de ar mecânicas.2. 15. com um mínimo de 2 m².2.Fechamento do átrio 15.2. caso seja exigido o controle de fumaça.2.2.1 Átrios ao ar livre 15.2.1 Entende-se por pequenos átrios aqueles onde a altura do nível inferior em relação ao nível superior não ultrapassa a 8 m.2. 15.2.2. b) atender aos critérios contidos nas Partes 3.1.

as introduções de ar devem ter uma superfície livre equivalente àquela das extrações de fumaça.4 Demais átrios padronizados 15. 2 m. b) para sistema mecânico. b) mecanicamente.2. permitindo uma velocidade máxima de 2m/s para introdução de ar natural e 5m/s para introdução de ar mecânica. 15. equivalente a doze trocas por hora do volume do átrio. permitindo uma velocidade máxima de 2m/s para introdução de ar natural e 5m/s para introdução de ar mecânica.3. no mínimo.3.3 Essas barreiras devem ser construídas sob o teto com. 16 ESPAÇOS ADJACENTES AOS ÁTRIOS 16.2. as circulações horizontais adjacentes ao átrio devem: 6 . direta ou indireta.4 Genericamente.2 As introduções de ar devem estar situadas na parte baixa do átrio.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 15.3 Para o controle de fumaça por extração natural. escritórios e demais ocupações que possuam comunicação. e com um mínimo de 3 m³/s.4.2. 15. b) mecanicamente efetuada na parte alta. 16. com uma vazão de extração igual a 1 m³/s. 16. ter a mesma vazão adotada para extração de fumaça. por meio de uma superfície livre igual a 1/100 da seção de base.3. ter uma superfície livre equivalente àquela das extrações de fumaça.50 m de altura.4.3 Átrios com carga incêndio inferior a 190 MJ/m² e material de acabamento e revestimento Classe I e II A 15. com um mínimo de 2 m².2. 15. devendo: a) para sistema natural. para cada 100 m² da seção de base.2.2. 15. com o átrio.2. circulações horizontais.2. por meio de uma superfície livre igual a 1/15 da seção de base do volume do átrio.2 Esses espaços devem ser separados dos átrios por meio de barreiras de fumaça fixas. 16. no mínimo. conforme ilustrado na Figura 36.3. a vazão de introdução de ar deve ser igual a 60% da vazão de extração. 15. 0.2 Para ambos os casos a introdução de ar pode ser natural ou mecânica.1 Entende-se por espaços adjacentes ao átrio as lojas. de forma a permitir que exista uma altura livre entre o piso e a barreira de.1 Os sistemas de controle de fumaça podem ser obtidos: a) naturalmente pelas aberturas instaladas na parte alta do átrio.1 Os sistemas de controle de fumaça podem ser obtidos: a) naturalmente por meio de aberturas situadas na parte alta do átrio.4 Para o controle de fumaça por extração mecânica.

16.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 16.8 Os demais espaços adjacentes ao átrio são classificados em: 16. 16.8.0 m nos percursos em linha reta. galerias de exposição.5 m.2 Ser dotadas de barreiras de fumaça perpendiculares com altura mínima de 0.: lojas comerciais.0 m nos outros percursos. no mínimo. consultórios. abaixo da zona enfumaçada. 16.4. Figura 36 . duas aberturas de extração de fumaça posicionadas no teto em cada área de acomodação de fumaça. restaurantes etc.: escritórios. 16. e separados do átrio por uma circulação horizontal aberta (ex.1 Locais fechados com acesso á circulação por meio de uma porta.2 Locais diretamente abertos à circulação horizontal.) (Figura 36).Exemplo de locais fechados com acesso à circulação por meio de uma porta 7 .4. medida segundo o eixo da circulação. quartos etc.7 Outros mecanismos de introdução de ar podem ser utilizados. 16.1 Ter extração de fumaça por sistemas mecânicos. formando áreas de acomodação de fumaça.6 As aberturas de introdução de ar devem ser posicionadas na metade inferior da altura média do teto ou telhado. espaçadas. entre duas aberturas consecutivas de extração deve ser de: a) 10. no máximo.8.3 Ter. porém separados do átrio por esta circulação (ex.) (Figura 37).4. 16. a cada 30 m. 16.5 A distância máxima.9 Locais fechados com acesso à circulação por meio de uma porta e separados do átrio por uma circulação horizontal aberta.3 Locais diretamente abertos sob o átrio (Figura 38). desde que seja comprovado pelo projetista que atendem ao especificado no item anterior e que não irão causar turbilhonamento na camada de fumaça.8. b) 7. 16. 16.

1.7 desta NPT. Figura 37 . c) ter uma velocidade máxima nas aberturas de introdução de ar da circulação horizontal de 5m/s. porém separados do átrio por uma circulação horizontal 16. 16. devem: a) ter controle de fumaça específico de acordo com a Parte V desta NPT.1. 16.Exemplo de locais diretamente abertos.4 Os subsolos devem atender à Parte 6 desta NPT.10. 8 . 16. b) ter extração de fumaça na circulação horizontal.3 Os subsolos devem atender à Parte 6 desta NPT.9.9.9. 16. estão dispensados do sistema de controle de fumaça.1.10.: malls) com uma vazão de 4m³/s para cada área de acomodação de fumaça). 16. com uma vazão de 4m³/s para cada área de acomodação de fumaça. com uma vazão de 8 m³/s por cada área de acomodação de fumaça.10.10.1 ao 16. 16. 16. 16. 16.9.2 Devem possuir velocidade máxima nas aberturas de introdução de ar de 5m/s.1.1.1 Deve-se prever o controle de fumaça das circulações horizontais.2 Caso esses locais tenham área superior a 300 m² por unidade.3 Atender os itens 16.1 Caso esses locais tenham área de construção inferior ou igual a 300 m² por unidade.1 Devem possuir extração de fumaça na circulação horizontal (ex. atendendo aos itens seguintes.10. porém separados do átrio por esta circulação.10.1 Esses locais devem ter controle de fumaça específico de acordo com a parte 5 desta NPT.1.2 A velocidade máxima nas aberturas de introdução de ar da circulação horizontal deve ser 5m/s.1.10 Locais diretamente abertos à circulação horizontal.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 16.

c) a entrada de ar para esses ambientes. teoria e valores empiricamente derivados para estimar as condições no espaço. 17. outros modelos podem ser utilizados por profissionais habilitados. 17. d) os subsolos devem atender à Parte 6 desta NPT. uma vasta literatura é encontrada na NFPA 92-B.600 m².3 Locais diretamente abertos sob o átrio: a) esses locais devem ser divididos em áreas de acantonamento de.1.3 No caso da utilização do Modelo em Escala ou de Modelo dimensionados por programas (computador). 1. 9 .10.1. que devem apresentar os resultados ao Corpo de Bombeiros por meio de Parecer Técnico. 17.2 Esta NPT detalha o modelo algébrico. posicionado junto ao teto.Exemplo de locais diretamente abertos sob o átrio 17 ÁTRIOS NÃO PADRONIZADOS 17.00 m³/s para cada acantonamento.2 Álgebra. que são equações fechadas derivadas primariamente da correlação de resultado experimental de grande e pequena escala.1 Modelo em escala que utiliza escala física reduzida. 17. seguindo regras estabelecidas. entretanto. b) o controle de fumaça dessas áreas deve ser mecânico. com uma vazão de 1 m³/s para cada 100 m² de área de acantonamento. no qual testes em pequena escala são conduzidos para determinar os requisitos e necessidades do sistema de controle de fumaça a ser projetado. Figura 38 .NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 16.3 Modelos dimensionados por programas (computador) usando ambos. com uma vazão mínima de 10. no máximo. seja natural ou mecânica.1.1 Três alternativas diferentes poderão ser utilizadas para o dimensionamento do controle de fumaça: 17. deve permitir uma velocidade máxima de 5m/s.

ou 2) remover a fumaça dentro de um gradiente suficiente para aumentar o tempo em que a fumaça preencha todo este espaço. que se inicia nas áreas adjacentes ao átrio: Para controlar a fumaça formada por um foco de incêndio na área adjacente ao átrio.7. deve-se: 1) remover a fumaça dentro dessas áreas adjacentes conforme Partes 3. a fonte formadora da fumaça poderá ser um incêndio (fogo) dentro do átrio ou dentro das áreas adjacentes.4.1. 2) retardar a propagação da fumaça para o interior do átrio. e) extrair a fumaça que se tenha acumulado no átrio em um determinado tempo. 5. que podem ser: a) Controle da fumaça no interior do átrio: Para controlar a fumaça formada por um foco de incêndio no interior do átrio.4. conforme item 17.4.1. 10 .4 Para dimensionar o sistema algébrico.4. ou 3) evitar a propagação da fumaça para dentro do átrio. por meio da previsão de um fluxo de ar para dentro das áreas adjacentes (fluxo de ar invertido). 17. 17. permitindo também à brigada de incêndio encontrar e extinguir o foco de incêndio.1 Os objetivos de um projeto de controle de fumaça devem incluir o gerenciamento da fumaça dentro do átrio e/ou quaisquer outras áreas adjacentes que se comuniquem diretamente com o átrio. 6 e 7 desta NPT. a fim de limitar a sua acumulação.1 Os métodos apresentados para gerenciar a fumaça dependem do espaço nos quais a fumaça e a sua fonte formadora serão controlados. b) Controle de fumaça formada por um foco de incêndio.4.2 Seleção dos métodos 17. 17.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17.1 Metodologia 17. c) limitar a propagação da fumaça para outras áreas.2. deve-se: 1) remover a fumaça.4. d) possibilitar uma visibilidade adequada aos ocupantes da edificação.1. b) manter o controle de fumaça em todas as áreas adjacentes ao átrio pelo tempo necessário para que toda a população de uma edificação acesse uma rota de fuga segura. devem-se aplicar os seguintes conceitos e fórmulas: 17.9 desta NPT. 4.2 Baseado no item anterior.3 Os objetivos do projeto de controle de fumaça são: a) manter a interface da camada de fumaça em uma altura predeterminada. f) limitar a temperatura da camada de fumaça.

3. iii) o sistema de ventilação e ar-condicionado comum à edificação devem ter sua operação interrompida.4. consultar o item 11. 17. b) da altura e dimensão das aberturas que se comunicam com o átrio. prevenir a acumulação da fumaça em áreas localizadas em níveis mais elevados ao teto do átrio. se existirem. 2) Os seguintes critérios devem ser observados: i) o foco do incêndio (fogo) deve ser detectado de imediato.1.9 da Parte 5 desta NPT.3. bem como os seus métodos de controle. dependem: a) do tipo de ocupação das dependências ao redor do átrio. c) das barreiras que separam as áreas adjacentes ao átrio.4.2 Para determinação do tamanho do incêndio.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17. 11 .3 – Parte 8 d) Fogo no interior dos átrios: 1) O sistema de controle de fumaça deve controlar os níveis de fumaça nos pavimentos acima do piso térreo do átrio ou limitar a quantidade de fumaça que se propaga para as áreas adjacentes. antes que o nível de fumaça ou sua taxa de decréscimo exceda os objetivos propostos no projeto de controle de fumaça.3 Limitações do projeto de controle de fumaça: a) Quanto ao acúmulo de fumaça: 1) Não deve ser objetivo do projeto de controle de fumaça. d) da posição das áreas de refúgio.3.2 – Parte 8 c) Quanto aos testes periódicos: ver item 16.1.1 A seleção dos vários objetivos de um projeto de controle de fumaça. 17. permitindo um abandono seguro da edificação. ii) deve ser observado o tempo de reação dos ocupantes da edificação para perceberem a emergência e o tempo necessário para abandono da área protegida pelo sistema. e) do tamanho do incêndio.4.4. bem como da sua localização. a fim de evitar que afete o funcionamento do sistema de controle de fumaça. iv) a fumaça deve ser removida do átrio acima da interface da camada de fumaça.1.4.3 Considerações gerais 17.3.4 Aspectos do projeto a) Quanto à falha na análise: ver item 16.1 – Parte 8 b) Quanto à confiabilidade: ver item 16. 2) Interrupção (quebra) do nível da interface da fumaça. 17. utilizado para dimensionar a produção de fumaça.

a dualidade de sistema deve ser utilizada. ii) a altura do átrio. tais como correntes de ar circulares e o movimento mecânico do ar condicionado no interior da edificação. onde se tem baixa altura do pavimento e posicionados com base nos efeitos de estratificação e correntes de ar causadas por forças mecânicas e naturais. todos os sistemas de detecção do incêndio devem acionar o sistema de controle de fumaça.:clarabóias). 4) Como regra geral. a fim de evitar a operação desnecessária e consequente ativação do sistema de controle de fumaça. evitando que entre ar contaminado (fumaça) da própria edificação. iv) uma combinação dos sistemas acima citados. 8) Os detectores do tipo linear (feixe) podem ser usados no interior dos átrios. entretanto. 2) Quanto à possibilidade de estratificação da fumaça. que são importantes fatores para determinar a estratificação da fumaça. pode ser necessário posicionar detectores em alturas intermediárias. forma e tamanho) do átrio deve ser considerada ao selecionar-se o tipo de detector a ser utilizado para ativar o sistema de controle de fumaça. desde que façam parte de um estudo particular e com aceitação prévia do Corpo de Bombeiros. e) Ativação automática: 1) A configuração (tipo. 3) A ativação automática do sistema de controle de fumaça poderá ser iniciada por: i) detectores de incêndio tipo pontual. sua forma arquitetônica e a existência de ventilações na cobertura (ex. vi) a entrada de ar limpo deve ser resguardada. desde que bem posicionados para detectar o incêndio em seu início. 7) Os detectores pontuais podem ser utilizados nas áreas adjacentes ao átrio. ii) detectores de incêndio tipo linear (feixe direcional). iii) outros detectores que sirvam para o caso. iii) na seleção do tipo e localização dos detectores devem ser observados: os fatores ambientais. meios de detecção e acionamento não convencionais (botões de chamada de elevador e sistemas de abertura de portas) podem ser utilizados. 5) Deve-se prever uma lógica de operação dos dispositivos de detecção e acionamento do sistema de controle de fumaça por meio da integração de todos esses sistemas. devem ser avaliados: i) a interferência das áreas adjacentes ao átrio na estratificação da temperatura da fumaça. i) devido a problemas relativos à estratificação da fumaça e movimentação de correntes de ar naturais ou mecânicas internas ao átrio. a fim de possibilitar a exaustão da fumaça. 6) Nesta lógica a ser empregada.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 v) deve ser prevista a entrada de ar limpo. a fim de atender à necessidade de uma imediata detecção do incêndio e consequente rápida ativação do sistema 12 .

7.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 de controle de fumaça. em local de fácil acesso. o átrio pode então ser considerado como zona controlada pelo sistema de controle de fumaça previsto para a área adjacente. 2) Um método de calcular esta velocidade está demonstrado no item 15. ii) A taxa de exaustão para o átrio precisa ser avaliada para uma das seguintes formas: com a propagação da coluna de fumaça para o átrio ou com fogo ocorrendo no interior do átrio. de forma que a diferença de pressão entre a zona de fogo e zona que não tenham fogo possa ser controlado.9 desta parte da NPT. 2) Os seguintes fatores devem ser considerados: i) o volume de exaustão de fumaça. um sistema manual para acionamento e parada do sistema de controle de fumaça. em locais amplos (grande extensão). de a coluna de fumaça se dividir para vários lados deste espaço. g) Nível de exaustão: 1) O nível de exaustão deve ser estabelecido no projeto de incêndio usando os procedimentos contidos no item 15. ii) a possibilidade. a fim de se manter uma camada de fumaça dentro de parâmetros estipulados pelo projeto. j) Fogo com origem em áreas isoladas: 1) Nas edificações que tenham as áreas adjacentes com configurações construtivas que efetivamente a separarem do átrio. i) neste caso. requer-se a previsão de uma velocidade desse ar transversalmente pela abertura. iii) o impacto da fumaça contra a parede. ii) áreas adjacentes abertas em comunicação com o átrio. a fumaça que se propaga para o átrio deve ser gerenciada pelo sistema de controle de fumaça. k) Fogo em áreas abertas em comunicação: 1) As áreas comuns podem ser projetadas para permitir que a fumaça se propague para o átrio. f) Ativação manual: 1) Deve ser previsto. de forma a exceder a velocidade de ar que ocorre na entrada da coluna de fogo. h) Proteção das áreas adjacentes: 1) Para impedir o movimento da fumaça do átrio para as áreas adjacentes por meio de um fluxo de ar.5 desta parte da NPT. i) Fogo em áreas adjacentes ao átrio: 1) As formas possíveis de relação entre o átrio e as áreas adjacentes podem ser: i) áreas adjacentes isoladas do átrio. 13 . que deve ser determinada pela altura pré-determinada e permitida da camada de fumaça projetada.

necessitando a instalação de um sistema de controle de fumaça exclusivo para a área adjacente. 14 .5. 17. atrasar o seu transporte para os níveis de saída superior do átrio.3.1 A demora em ativar a exaustão pelos ventiladores pode permitir que a fumaça desça abaixo da altura de projeto da camada de fumaça. 3) A previsão de aberturas de exaustão deve ser avaliada cuidadosamente. 17. 17. deve ser avaliada a consequência desta fumaça adentrando as áreas adjacentes.3 Estabelecimento de um ambiente com duas camadas. i) desta forma.4. consequentemente.1 Todos os cálculos de projeto de controle de fumaça são baseados na taxa de calor liberada pela chama (fogo). pode exceder em muito a capacidade dos sistemas de ar-condicionado normal à edificação. Neste caso. deve ser considerada a possibilidade da fumaça adentrar aos andares superiores ou impingir sobre os tetos desses andares. o projeto de controle de fumaça requer uma exaustão suficiente da área adjacente. 17. a fim de se evitar a possibilidade de a fumaça ser recirculada para dentro da edificação.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 iii) o sistema de controle de fumaça deve ser capaz de gerenciar qualquer uma das condições acima.5. 2) As áreas adjacentes também podem ser projetadas para prevenir o movimento de fumaça para dentro do átrio. 17.5 Dimensionamento por cálculo algébrico 17.5. 17. 17.5.3. porém não necessita gerenciar as duas simultaneamente. iv) uma vez no interior do átrio. 4) A localização das saídas da exaustão para o exterior deve estar localizada longe das entradas de ar limpo externo.5.4 Tipo do fogo (chama) 17. principalmente na parte inferior. de forma a não interferir nas saídas das pessoas.2 Os procedimentos de cálculo representam um conjunto de equações baseadas na NFPA-92b.3. ii) a quantidade de exaustão necessária que esta situação requer. que seja mais limpa e clara.5.5. sendo que as aberturas de entrada de ar e saída da exaustão devem estar posicionadas com base no movimento da fumaça. deve-se esperar a formação de uma camada de fumaça.2 A acumulação da fumaça gerada inicialmente (nos primeiros instantes) nos níveis inferiores pode ser agravada pela estratificação da temperatura vertical desta fumaça e.5.1 Os procedimentos deste item são de cálculos baseados em equações para os vários parâmetros de um projeto de controle de fumaça.3 Com a exaustão e a ventilação propostos pelo projeto do sistema de controle de fumaça.

5. conforme item 15.3 Caracteriza-se também quando não atender à condição de distância de separação dos materiais combustíveis da área a ser considerada.5. as seguintes regras devem ser utilizadas: a) a dimensão do incêndio depende em se estabelecer uma condição de estabilidade. 17.4.7 desta parte da NPT.6.5.1 Um fogo instável é aquele que varia em relação ao tempo.4 Para fogos estáveis.6.11 da Parte 5 desta NPT.5. 17.2 O fogo é classificado como estável ou instável. i) o tamanho do incêndio para uma edificação que não possua chuveiros automáticos está condicionado à existência das proteções citadas no item anterior e deverá atender ao item 9.5.6 Fogo instável 17. 3) Da existência de uma brigada de incêndio eficiente.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17. 2) Da existência de sistema de hidrantes ou mangotinhos.5. ou seja. ii) também são considerados fogos estáveis.5. 17.5.5.5. 17. o tamanho do incêndio depende: 1) Da existência de um sistema de detecção e alarme. aqueles que atenderem a condição de distância de separação dos materiais combustíveis da área a ser considerada. conforme item 17.6. 17.2 A sua propagação fica restringida pelo controle ativo do fogo ou por uma distância de separação suficiente para os materiais combustíveis próximos. deve-se adotar os parâmetros da Tabela 9 da Parte 5 desta NPT. 15 . que o fogo seja mantido em um determinado tamanho (estável).5.5 Fogo estável 17. 17. iii) caso o projetista não tenha certeza de que a condição descrita no item b anterior seja atendida e que o incêndio possa ficar fora de controle.9 da Parte 5 desta NPT.3 Parâmetros de definição deste tipo de fogo podem ser encontrados no item 11.5.5.5.2 Presume-se que nenhum mecanismo de supressão ou outras formas de controle possam ser aplicados.1 Considera-se fogo estável aquele bem definido. b) para as edificações que possuem sistema de chuveiros automáticos. c) para edificações que não possuam sistema de chuveiros automáticos.7 desta parte da NPT. o fogo deve ser considerado como instável.5. 17. que possui uma constante taxa de liberação de calor. esperando-se que o mesmo cresça rapidamente até um limite.5.

indicada na Figura 39 e determinada na Equação 8.5.5.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17.7. se outros materiais estiverem dentro da distância de separação.Distância de separação R Figura 40 .5. 17. um determinado tamanho de projeto de fogo deverá ser ampliado. Figura 39 . será determinado o provável tamanho esperado de fogo.5. o espaçamento entre esses materiais e a configuração (disposição) no ambiente. 17.1 Na avaliação do tamanho do projeto do fogo.7 Distância de separação 17.7. R. ou seja.2 Do estudo da configuração dos materiais no ambiente. deve ser verificado o tipo de material que irá queimar (combustível).7.3 Baseado na afirmação do item anterior.Materiais combustíveis 16 . aquele que será envolvido pelo fogo.

9.1 Um perfil do tempo ao quadrado será utilizado para expressar o fogo instável.5.5.12 da Parte 5 desta NPT.055 W (1. Então.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Equação 8 R = [Q/(12πq”)] Onde: R = Distância de separação em (m). 17.9. 17. quando estão envolvidas áreas grandes. um raio equivalente precisa ser dimensionado.8 Taxa de liberação de calor para fogo considerado estável 17.8.000 (t/tg)² Onde: Q = taxa de liberação de calor do fogo (Kw) t = tempo depois da ignição efetiva (seg) tg = tempo de crescimento (seg) 17.5. q” = Fluxo de calor radiante requerido para ignição sem chama (Kw/m²). ou pela inexistência da distância de separação dos combustíveis próximos. Equação 9 Q = 1.4 Assim. 17.9.4 Deve-se observar que. caso o acondicionamento do material combustível não atenda aos valores indicados na Equação 8 desta parte da NPT. um perfil t-quadrado será utilizado nos casos em que o crescimento do fogo não for limitado pelas atividades de controle (supressão) de um incêndio.5.7. visando prevenir ignições adicionais dos materiais combustíveis adjacentes. 17. deverá adotar os parâmetros da Tabela 10 do item 9. caso o acondicionamento do material (combustível) não for circular.3 Um perfil t-quadrado pode ser usado para os propósitos de engenharia.5. pela suposição de que este esteja dentro de um círculo de raio equivalente.9 Taxa de liberação de calor para fogo considerado instável 17. equacionando-se o andar onde se encontra acondicionado o material.000 Btu/seg). 17 .5. Q = taxa de liberação de calor do fogo (Kw).7.5. a taxa de liberação de calor será dada pela Equação 9.2 Na equação “tg” é o intervalo de tempo para a ativação efetiva dos meios de detecção e supressão.5.9. 17.1 A taxa de liberação de calor. para fogo estável.5. 17. decorrentes da dinâmica de ignições secundárias que podem ocorrer.5 A área total de piso onde se encontra o material deve ser considerada nos cálculos. para que o fogo exceda a 1.

5.5.5 Como regra.5.2 Os detectores podem atuar de diferentes formas. é importante verificar com os fabricantes em quanto tempo irã o perceber o início do incêndio. 17.11. para verificação da posição da camada de fumaça. b) dependendo do modelo do detector e da origem do fogo.5. 18 . aliado ao fato de ser difícil em manter esta condição decorrente das mudanças impostas pelo usuário ao edifício. deve-se considerar o aumento da temperatura no teto igual à temperatura localizada na base da chama. caracterizadas pela proporção (relação) da área seccional transversal horizontal.5 Decorrido o tempo determinado pela Equação 9.13 Temperatura da fumaça sob o teto 17. 17.5. deve-se verificar o aumento da temperatura. 17. 17. baseando-se no acréscimo de temperatura oriundo da concentração de gases combustíveis comuns.6 vezes o raio da chama.12.13.5. um incêndio poderia ser descoberto por um detector com aproximadamente 10º C de aumento de temperatura.5.3 No caso dos detectores que atuam pela fumaça.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17. o acréscimo da temperatura da fumaça dentro da coluna de fumaça.1 As respostas dos detectores de incêndio colocados sob o teto devem ser estimadas. 17.5. pode ser estimada em função do tempo. pelo quadrado da altura do cômodo (A/H²).055 Kw.11. para os espaços onde a altura entre a base da chama e o teto seja menor ou igual a 0. 17.1 Detectores de temperatura do tipo pontual instalado no teto a) a resposta de um detector pontual instalado no teto pode ser estimada considerando o acréscimo de temperatura dos gases da chama (fogo).9.5.4 No caso dos detectores de temperatura.5. baseando-se em teorias gerais e análise de alguns experimentos.10 Cuidados 17. pois poucas situações estão incluídas nesta condição. b) a equação (10) está baseada em informações experimentais derivadas de investigações em salas de várias formas.1 Fogos estáveis a) para a proporção entre a altura da base da chama e o teto menor que 0. seja pela percepção da fumaça ou do calor. 17. que depende do raio da base da chama e do calor transmitido pelo seu eixo vertical.1 Os responsáveis pelo projeto devem acautelar-se em adotar e limitar a taxa de liberação de calor com valores abaixo de 1.11.5.11.5.5. 17. entende-se que o fogo não crescerá em tamanho.12 Determinação da temperatura de resposta dos detectores 17.11.11 Detecção do fogo 17.10.6 vezes o raio da chama.

0 de troca de ar por hora.14.0 visa a superestimar o aumento da temperatura no decorrer do tempo.13.6 vezes o raio da chama.0 troca de ar por hora. também denominado de tquadrado. Equação 11 ∆T = 2. a equação (11) estima em função do tempo. com tg =480 sec. t e tg em s.1 O movimento ascendente da fumaça na coluna depende da flutuabilidade desta dentro do átrio ou espaço amplo..0 (num cômodo com ventilação mecânica e taxa de 1.090 [t/ (tg2/5 H4/5) – 0. decorrentes de investigações com tetos amplos. d) também foi aplicada para outras informações experimentais em tetos limitados. H em m) 17. e também com taxa de ventilação não excedendo á 1.2 x 10-8 Y6) Para X < 480 Onde: X = (t Q1/3) / (H4/3) Y = ( ∆T H5/3) / (Q2/3) Onde: t = tempo da ignição (ativação) (sec) Q = taxa de liberação de calor (fogo estável) (Kw) H = altura do teto acima da superfície do fogo (m) T = aumento da temperatura no teto (ºC) 17.42 Y²) + (8. c) está embasada em correlações aceitas empiricamente.57]4/3 / [tg4/5 H3/5] (∆T em ºC. que deve ser menor que 0. 19 .4. para tetos lisos sem obstrução).5.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 c) estas salas incluem as relações de A/H².9 (num cômodo sem ventilação) a 7.5.5. b) considera à proporção entre a altura da base da chama e o teto. d) o uso da equação (10) para A/H² > 7.14 Estratificação de fumaça 17. o aumento da temperatura do jato de fumaça (celing jet) sob o teto. sendo A/H² 7.2 Fogo instável a) para fogo instável. sendo r / H = 0. lisos e sem obstruções. onde a relação da área do ambiente (A) e a altura do ambiente (H). Equação 10 X = (0.3. variando de 0. avaliando-se a relação entre o raio da chama (r) e a altura entre a base da chama e o teto (H).

suficientemente para prevenir que a coluna de fumaça.5.14. 20 . Equação 14 ∆TO = 96 Qc2/3 H-5/3 Onde: ∆TO = diferença de temperatura ambiental entre o teto e o nível do fogo (° C) Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor (Kw).min = taxa mínima liberação de calor convectiva para superar a estratificação (Kw) H = altura do teto acima da superfície do fogo (m) ∆T0 = diferença de temperatura ambiental entre o teto e o nível do fogo (° C) 17.54 Qc1/4 (∆T/dz )-3/8 Onde: zm = altura máxima da fumaça acima da superfície do fogo (m). após a ignição.14.14.7 Como segunda alternativa.2 O potencial para estratificação relaciona a diferença da temperatura entre o teto e os níveis de piso do átrio ou espaço amplo.14.6 Assumindo que a temperatura ambiente varia linearmente com a altura.5. Qc.3 Existe uma altura máxima na qual a fluidez da coluna de fumaça aumentará logo no início do incêndio. 17. ∆T/dz = taxa de mudança da temperatura ambiental baseada na altura (° C/m).NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17.4 Esta altura é determinada pela Equação 12 Equação 12 Zm = 5. Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor (Kw). 17. derivado da taxa de calor convectivo (Qc) alcance a altura (H) do teto. H = altura do teto acima da superfície do fogo (m). 17.18 x 10-3 H5/2 ∆TO3/2 Onde: Qc. conforme a Equação 13: Equação 13 Qc.5.5. 17. a Equação 14 pode ser utilizada. a Qc mínima requer superar a diferença de temperatura ambiente e direcionar a fumaça para o teto (zm = H). em termos de aumentar a temperatura ambiental entre o piso e o teto.5 A porção convectiva da taxa de troca de calor.14. pode ser estimada como 70% da taxa de liberação de calor total (Q).14.5.5.min = 1. que depende da taxa de liberação de calor convectiva e a variação de temperatura ambiental no interior do átrio ou espaço amplo.

b) taxa de massa de exaustão de fumaça sendo igual à taxa de massa de fumaça fornecida pela coluna de fumaça até a camada de fumaça.11 – 0. considerando a diferença de temperatura do ambiente. ‘z’. na Equação 15. entre o piso que contém a superfície de fogo e o teto do atrio (° C) 17. tenha potência suficiente para alcançar o teto.2 Posição da camada de fumaça com nenhum sistema de exaustão operante a) as Equações 16 e 17 abaixo descritas são utilizadas para avaliar a posição da camada a qualquer tempo depois da ignição. a altura das primeiras indicações da fumaça acima da superfície (nível) de fogo. pela Equação 16. b) Fogos estáveis 1) Para fogos estáveis.5. pode-se avaliar a altura máxima que a coluna de fumaça.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17.15 Altura da interface da camada de fumaça a qualquer tempo 17. pode ser estimada a qualquer tempo ‘t’. Equação 16 z/H = 1.1 A posição da interface da camada de fumaça a qualquer tempo pode ser determinada pelas relações que reportam a 3 situações: a) nenhum sistema de exaustão de fumaça em operação.5 Qc2/5 ∆TO-3/5 Onde: Hmax = altura do teto acima da superfície do fogo (m) Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor (Kw) ∆T0 = diferença de temperatura do ambiente.5.5.8 Como terceira alternativa. 17.15. derivada da Qc. c) taxa de massa de exaustão de fumaça sendo menor que a taxa de massa de fumaça fornecida pela coluna de fumaça até a camada de fumaça.5.14.28 ln [(tQ1/3 / H4/3) / (A/H²)] Onde: z = altura das primeiras indicações de fumaça acima da superfície do fogo (m) H = altura do teto acima da superfície de fumaça (m) T = tempo (sec) Q = taxa de liberação de calor de fogo estável (Kw) A = área seccional cruzada do espaço sendo preenchido com fumaça (m²) 21 .15. Equação 15 Hmax = 15.

significa que a camada de fumaça ainda não começou a descer. 22 . c) Fogos instáveis 1) A altura das primeiras indicações da fumaça acima da superfície (nível) do fogo. pode ser estimada para um determinado tempo. fogo no centro do átrio fora de quaisquer paredes.0 (z/H > 1.. ii) verifica-se que está baseada em informações experimentais.0). fogo no centro do átrio fora de quaisquer paredes. iv) fornece uma estimativa conservadora de perigo. iii) está baseada em áreas uniformes seccionais transversais e relativas altura. z. provenientes de investigações utilizando áreas uniformes (seccionais-transversais) baseadas em uma altura com proporções A/H². z. iv) é considerada como aplicada para o caso de pior condição.0). 2) Da teoria básica e de evidencias experimentais limitadas.0 a 23 e para valores de z/H > 0. ao invés da posição da interface da camada de fumaça. porque “z” relaciona a altura onde existe a primeira indicação de fumaça. de acordo com a relação constante da equação 17.45 Onde: z = altura das primeiras indicações de fumaça acima da superfície do fogo (m) H = altura do teto acima da superfície de fumaça (m) t = tempo (sec) Q = taxa de liberação de calor de fogo estável (Kw) A = área seccional cruzada do espaço sendo preenchido com fumaça (m²) tg = crescimento do tempo (s) 3) Para Equação 17: i) quando os cálculos resultam em um valor maior que 1. ii) está baseada em informações experimentais provenientes de investigações com proporções A/H² variando de 1. a altura das primeiras indicações da fumaça acima da superfície (nível) do fogo.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 2) Para a Equação 16: i) quando os cálculos resultam em um valor maior que 1. v) fornece uma estimativa conservadora de risco. porque “z” relaciona a altura onde existe a primeira indicação de fumaça.0 (z/H > 1. ou seja. significam que a camada de fumaça ainda não começou a descer.2. ou seja. e com valores de z/H≥0. iii) é considerada como aplicada para o caso de pior condição.91 [t/(tg2/5 H4/5 (A/H2)3/5)] -1.9 a 14.2. ao invés da posição da interface da camada de fumaça. Equação 17 z/H = 0. que pode variar de 0. também pode ser estimada para fogo instável (t -quadrado).

que podem variar em sua complexidade. o consumo total de massa requerida para sustentar uma taxa constante de liberação de calor. durante um período de tempo necessário (conforme interesse do projeto). outros métodos de análise devem ser considerados.3 Quantidade de fumaça formada a) A quantidade de fumaça formada pode ser estimada conforme Equações 18 e 19 abaixo. b) para os locais onde essas irregularidades ocorrerem. o consumo total de massa requerida. tg = crescimento do tempo (s). 2) Modelos de campo. c) esses métodos de análise. pode ocorrer em um espaço a ser estudado. que não apresente uma geometria uniforme. i) para fogo estável. variações nas áreas seccionais e origem da projeção da coluna de fumaça.5. durante um período de tempo necessário (conforme interesse do projeto). podem ser: 1) Modelos em escala. pode ser determinado da seguinte forma: Equação 18 m = Q∆t / Hc Onde: m = massa total combustível consumida (kg) Q = taxa de liberação de calor do fogo (Kw) ∆t = duração do fogo (sec) Hc = calor de combustão do combustível (Kj/Kg).NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17.5. ii) para fogo instável (t-quadrado). onde a descida da camada de fumaça em seções transversais variadas ou com geometrias complexas pode ser afetada por condições adversas tais como: tetos em declive.15. 23 .4 Variáveis geométricas em seções transversais e geometrias complexas a) na prática. 1) Fogo estável. pode ser determinado da seguinte forma: Equação 19 m = 333 ∆t³ /(Hc x tg²) Onde: m = massa total combustível consumida (Kg) ∆t= duração do fogo (sec) Hc = calor de combustão do combustível (Kj/Kg).15. 17.

8 deste anexo para as taxas de massa fornecida à base da camada de fumaça para diferentes configurações do plume (coluna).NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 3) Adaptação de modelos de zona.15. maior que a taxa de massa de exaustão da camada de fumaça. e esta se manterá. quando o sistema de arcondicionado normal à edificação for utilizado na extração de fumaça. 4) As informações da Tabela 12 podem ser utilizadas. para fins de verificação da solução adotada. 24 . 4) Análises de sensibilidade. o mesmo deverá ser submetido a Comissão Técnica. 2) Neste caso.5. não será encontrada uma posição de equilíbrio para camada de fumaça. deve-se consultar literatura específica (Ex. ainda que lentamente decorrente das taxas menores de exaustão. caso a taxa de massa de exaustão da camada de fumaça for igual à taxa da massa fornecida pela coluna de fumaça. para colunas de fumaça assimétricas de fogo estável. a mesma deverá ser mantida. para verificar se este tempo é suficiente para o abandono e saídas das pessoas.5 Posição da camada de fumaça com o sistema de exaustão de fumaça em operação a) Taxa de massa de exaustão de fumaça igual à taxa de massa de fumaça fornecida 1) Depois que o sistema de exaustão estiver operando. 17. 5) Também pode ser utilizada. d) para sua aplicação. será encontrado uma posição de equilíbrio da interface da camada de fumaça. ii) as taxas de massa da formação de fumaça variam conforme a forma e posição da coluna de fumaça. 6) Caso o projeto adote a solução anterior. deve-se considerar o descrito no item 2. i) uma vez determinado esta posição. b) Taxa de massa de exaustão de fumaça diferente da taxa de massa de fumaça fornecida 1) Com a taxa de massa fornecida pela coluna (plume) de fumaça à base da camada de fumaça. 3) A Tabela 12 inclui informações sobre a posição da camada de fumaça em função do tempo. desde que as taxas de massas permaneçam iguais. a interface da camada de fumaça irá descer. a fim de se manter a altura da camada de fumaça projetada. com desigualdade de taxas de massa. 7) Para outras configurações da coluna (plume) de fumaça (não assimétricas). e o projeto pretender estimar um complemento de taxa de extração de fumaça para um sistema específico. e se atingir uma posição de equilíbrio. uma análise computadorizada se torna necessária. NFPA-92B) e submetê-la a avaliação do Corpo de Bombeiros por meio de Comissão Técnica. por um determinado período de tempo. iii) para determinação da massa de fumaça gerada pela coluna de fumaça. para estimar o tempo em que a camada de fumaça irá descer até um nível considerado crítico.

55 1.4 0.15 3.98 6.23 1. decorrente de outras fontes que não sejam a coluna de fumaça).20 1.28 1.40 1.30 1.35 1. 25 .70 1.05 2.7 0.71 0.63 1.32 1.48 2.78 3.16.57 4.72 1.24 1.2 Para determinação da altura da chama proveniente da base do fogo.5.21 1.5 0.45 1.14 1.166 Qc2/5 Onde: z1 = limite de elevação da chama (m) Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor (Kw).3 0.19 1.1 A altura da chama e sua distância em relação à interface da camada de fumaça têm influência significativa na formação do volume mássico de fumaça a extrair.24 2. deve atender à seguinte equação: Equação 20 z1 = 0.25 0.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Tabela 12 .52 1. 17.16.78 3.46 0.17 3.84 2.25 Onde: z = altura de projeto da camada de fumaça acima da base do fogo H = altura do teto acima da base do fogo (m) t = tempo para a camada de fumaça descer até z (s) t0 = valor de t na ausência de exaustão de fumaça (veja Equação 16) (s) m = vazão mássica de exaustão de fumaça (excetuando-se qualquer vazão mássica adicional dentro da camada de fumaça.49 2.50 1.6 0.20 2.Acréscimo do tempo para interface da camada de fumaça para encontrar posição selecionada (colunas assimétricas e fogos estáveis) t/t0 z/H 0.95 2.16 1. que é obtido pela Equação 21.00 2.36 1.12 1. 17.26 0.71 0.89 2.35 1.8 1.17 1.41 (m/me) ou (Ve/V) 0.5.11 4.61 1.85 1.2 0.5. me = valor de “m” requerido para manter a camada de fumaça indefinidamente em z.16 Altura da chama 17.

ou seja.7 Taxa de produção de massa de fumaça 17.6. 17.7. 17.2 Esta altura devido a presença do jato de fumaça pode alcançar no máximo 85% da altura da edificação. 17.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17.1 Uma altura livre de fumaça deve ser projetada.2 Neste caso.7.7.2. o ar entra de todos os lados e ao longo de toda a altura do plume. ou seja (Z≤1).3.7.1 Plume (colunas) de fumaça assimétricas.0018 Qc (z > z1) Onde: m = vazão mássica da colina de fumaça para a altura z (Kg/s) z = altura acima do combustível (m) Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor.3.3 Na determinação da massa de fumaça gerada pelo incêndio.3 Plume saindo por aberturas (janelas).6 Altura da camada de fumaça 17. 17. duas condições podem ocorrer: a) altura (Z) da camada de fumaça ser superior a altura (Z1) da chama. 26 . a massa de fumaça gerada é determinada pela seguinte equação: Equação 21 . com o plume afastado de qualquer parede.1 A taxa de massa fornecida pelo plume (coluna) dependerá de sua configuração.7.7. devendo estar no mínimo á 2.2.4 Para a condição (Z>Z1).6.071 Qc1/3 z5/3 + 0. 17.2. 17.7.3 A altura da interface da camada de fumaça deve ser mantida em um nível constante através da exaustão da mesma taxa de vazão de massa fornecida a camada pelo plume (coluna). de forma a garantir o escape das pessoas.2 Há 3 configurações de plume (coluna) de fumaça: 17.3.3.6.2 Plume de fumaças saindo pelas sacadas. até que o plume fique envolvido (submerso) pela camada de fumaça. 17. b) altura da camada de fumaça (Z) igual ou inferior a altura (Z1) da camada de fumaça.7.3 Plume (colunas) de fumaça assimétricas 17.7.5 m acima do piso de escape da edificação. 17.1 Um plume (coluna) assimétrico pode aparecer de um fogo que se origina no piso do átrio. 17. estimada em 70% da taxa de liberação de calor (Q) (Kw). (Z>Z1).Massa de fumaça para a condição Z>Z1 m = 0.7. 17.

4.25H) Onde: m = taxa do fluxo de massa na coluna (Kg/s) Q = taxa de liberação de calor (Kw) w = extensão da coluna saindo das sacadas (m) Zb = altura acima da sacada (m) H – altura da sacada acima do combustível (m) 27 . 17.4. para então migrar horizontalmente em direção à extremidade da sacada.36 (QW²)1/3 (Zb + 0.7. é significante a migração horizontal do plume até a extremidade de sacada. a entrada de ar no plume saindo de sacada pode ser calculada de Equação 23.5 Para situações envolvendo um fogo em um espaço adjacente a um átrio.4 Plume de fumaças saindo pelas sacadas 17.7.7.4.Massa de fumaça para a condição Z≤1 m = 0. 17.3. 17.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17. alcançando primeiro o teto.4 Além disto.3 A característica de um plume saindo pela sacada depende da característica do fogo. largura do plume e pela altura do teto acima do fogo. Equação 23 m = 0.0208 Qc3/5 z (z≤z1) Onde: m = vazão mássica da colina de fumaça para a altura z (Kg/s) z = altura acima do combustível (m) Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor estimada em 70% da taxa de liberação de calor (Q) (Kw). 17.4.7.7.5 Para a condição (Z≤Z1).1 A coluna (plume) de fumaça saindo de uma sacada é aquele que flui sob e em volta de uma sacada antes de ascender.7.2 Cenários com o plume de fumaça saindo pela sacada envolvem um acréscimo de fumaça acima da base do fogo. 17.7. sacada ou outra projeção horizontal do pavimento. dando a impressão de sair pela sacada (veja Figura 41).4. a massa de fumaça gerada é determinada pela seguinte equação: Equação 22 .

Massa de fumaça para a condição Z>Z1 W=w+b Onde: W = largura do plume de fumaça w = largura da entrada da área de origem b = distância da abertura a extremidade da sacada. 17.5 Coluna de fumaça saindo por aberturas (janelas) 17. uma largura equivalente pode ser determinada por meio da seguinte expressão: Equação 24 .2 Na determinação taxa de liberação de calor. para o átrio.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Figura 41 . b) na determinação da largura da coluna (plume) de fumaça (W).5. 17.7. pode ser considerado como uma coluna (plume) de fumaça assimétrico.7. e utilizar para determinação da taxa de produção de fumaça a Equação 21. e visando a restringir a migração de fumaça horizontal sob toda a extensão da sacada.Coluna de fumaça saindo de um balcão 17.5. tais como portas e janelas. c) com a existência dessas barreiras de fumaça. a equação abaixo pode ser utilizada: 28 . é configurada conforme Figuras 42 e 43. a coluna (plume) de fumaça saindo pela sacada. projetando-se abaixo da sacada.1 A coluna de fumaça saindo por aberturas nas paredes.7.7.4. esta pode ser determinada pela previsão de barreira física.6 Da Equação 23 pode-se concluir: a) quando zb for aproximadamente 13 vezes a largura do espaço (zb > 13 W).

Figura 42 . c) a queima do excesso de combustível ocorre fora do átrio.7.Coluna de fumaça saindo por aberturas (janelas) 29 .2 Isso é obtido determinando-se a taxa de entrada de ar na ponta da chama.5. que pode permitir a mesma quantidade de entrada de ar. e) os métodos neste item são apenas válidos para compartimentos tendo em vista uma única abertura de ventilação.3.3.7.5.3 A equação acima assume que: a) liberação do calor é limitada pelo fornecimento de ar do espaço adjacente. b) a geração de combustível está limitada pelo fornecimento de ar.7. 17.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Equação 25 Q = 1260 Aw Hw1/2 Onde: Q = taxa de liberação de calor (Kw) Aw = área da abertura de ventilação (m²) Hw = altura da abertura de ventilação (m) 17. e determinando-se a altura da coluna assimétrica. d) a entrada de ar fresco ocorre fora do atrio. 17. que são emitidas pela janela.1 O ar que entra pelas janelas na coluna de fumaça pode ser determinado por analogia como uma coluna de fumaça assimétrica.5.

um fator de correção indicando a diferença entre a altura da chama real e a altura do plume assimétrico pode ser aplicado.7.7.5. 30 .3 Como resultado dessa analogia.5.7.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Figura 43 .6 A altura da chama formadora da coluna de fumaça é determinada como sendo a altura da abertura que fornece a mesma entrada para a coluna de fumaça.5 Substituindo QC proveniente da Equação 18.0018 Qc Onde: Zw = altura acima do topo da janela 17.5.4 Então. 17.59 Aw Aw1/2 17. de acordo com a seguinte relação: Equação 26 a = 2.Coluna de fumaça saindo por aberturas (janelas) 17.3.1 Hw Onde: a = altura efetiva (m) Aw = área da abertura de ventilação (m²) Hw = altura da abertura de ventilação (m) 17.3.3.40 Aw2/5 Hw1/5 – 2.5.071 Qc1/3 (zw + a)5/3 + 0.3.5. a massa que entra pelo plume oriundo de janela é determinada como: Equação 27 m = 0.7 Qualquer outra entrada acima da chama é considerada como se fosse a mesma de um fogo pela abertura.68 (Aw Hw1/2)1/3 (zw + a)5/3 + 1.7.7. temos: Equação 28 m = 0. para equacionar a assimetria do plume.3.

2 Neste caso. a seguinte equação deve ser utilizada: Equação 29 V = m/ρ Onde: V= volume produzido pela fumaça (m³/s).7.3 O diâmetro da coluna de fumaça pode ser estimado como: Equação 30 d = 0. a interface da fumaça deve ser considerada como sendo a altura de contato com as paredes do átrio.7.4 Na maioria dos casos. 17. 17.6. m = vazão mássica da coluna de fumaça para a altura z (Kg/s).1 Para obter o volume de fumaça a extrair do ambiente.7 Influência do contato da coluna de fumaça com as paredes 17.6 Volume de fumaça produzido 17. e entrar em contato com todas as paredes deste átrio antes de alcançar o teto.7.7.8 Velocidade máxima de entrada de ar 31 . o diâmetro total da coluna de fumaça pode ser expresso conforme a seguinte equação: Equação 31 d = 0.5 Baseado no conceito do item anterior.7.7.5 z Onde: d = diâmetro da coluna (baseada em excesso de temperatura) (m) z = altura (m) 17.2 Kg/m³) C 17. 17.48 (T0 / T)1/2 z Onde: d = diâmetro da coluna (baseada em excesso de temperatura) (m) T0 = temperatura no centro da coluna (ºC) T = temperatura ambiente (ºC) z = altura (m) 17.7.7.7.1 A coluna de fumaça ascende.7. ρ = densidade da fumaça adotada (para 20° = 1. a temperatura do centro da coluna de fumaça não deve ser considerada maior que a do átrio.7. no interior do átrio pode alarga-se.7. perto do topo do átrio. de forma genérica.7.7.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17. decorrente do resfriamento causado pela entrada de ar frio ao longo da coluna.

17.7.7.7.5 Para o primeiro caso.3 m. como a temperatura do ambiente é menor. 17. que cause uma velocidade de ar média na abertura de entrada da área adjacente.7.6 A fim de prevenir a entrada de fumaça no volume do espaço adjacente.9. o ar deve ser fornecido do espaço adjacente numa taxa suficiente.7. Tf = 74° (considerado para espaços com sprinkler) e T0= 21° o limite de C C.9. oriunda da propagação do átrio.9. 17. no perímetro do átrio. ou perturbar a interface da fumaça.: Com H = 3. 17.1 A velocidade de entrada do ar.7. a) para as mesmas condições com Tf = 894° (considerad o para espaços sem sprinkler).3 Esta velocidade (v) pode ser calculada com a seguinte equação: Equação 32 v = 0. deve ser limitada aos valores de perda para não defletir (inclinar) a coluna de fogo. a fumaça no átrio deve ser extraída numa vazão. b) as aberturas estão localizadas acima da interface da camada de fumaça. para as áreas adjacentes não afetadas pelo incêndio.8 m/sec²) H = altura da abertura (m) Tf = temperatura da fumaça (ºC) T0 = temperatura do ar ambiente (ºC) 17.7.7. 17.2 Recomenda-se que esta velocidade seja de 1. que exceda o limite mínimo contido na Equação 33.2 Uma velocidade recomendada de entrada de ar é de 1 m/s. podendo no máximo atingir 5m/s. velocidade será de 1.64 [gH (Tf – T0)/Tf]1/2 Onde: v = velocidade do ar (m/s) g = aceleração da gravidade (9.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17.4 Dois casos podem ocorrer na determinação da velocidade: a) as aberturas estão localizadas abaixo da interface da camada de fumaça.9. os valores de velocidade também serão: Ex.9.8.8.9. 17.7.1 A fim de prevenir a migração da fumaça do átrio.01 m/s. que cause uma velocidade na abertura de entrada da área adjacente.0 m/s.37m/s. Equação 33 ve = velocidade do ar (m/sec) 32 . aumentando a taxa de entrada do ar na chama. o C limite de velocidade começa a 3.9 Requisitos para o fluxo de ar invertido 17.

escurecimento da fumaça.2 As equações para calcular a profundidade da camada de fumaça. ou espécies de concentrações tóxicas (por exemplo. tipos de concentração durante o estágio de acumulação da fumaça e de quaseestabilidade. HCN).5 Os conceitos deste item são baseados na manutenção do nível da camada de fumaça. sendo (Tf = T + T0).NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 ve (m/sec) = 0. onde os valores de (Tf – T0) devem ser considerados como o valor de T da tabela abaixo. estão mencionados na Tabela 13. no qual o nível da camada de fumaça utilizados nos cálculos de ventilação pode estar dentro da camada de fumaça.6 Antes da operação do sistema de exaustão.8. 17. deve-se utilizar a equação 32 para calcular o limite da velocidade. 17. e por um período de tempo depois dessa operação inicial. 17. 3) Caso a abertura para o espaço comum esteja localizada acima da posição da camada de fumaça.8.8 Condições perigosas 17.8. em uma camada de fumaça.8. densidade óptica.8.0 m. estabelecendo que (v=vê). 17. HCl.1 As condições perigosas são aquelas que ocorrem como resultado de temperaturas inaceitáveis.01 m/s. CO. 17. existe um cenário de acumulação de fumaça.57 [Q/z]1/3 Onde: ve = velocidade do ar (m/sec) Q = taxa de liberação de calor (Kw) Z = distância acima da base do fogo à abertura (m) Observações: 1) A velocidade (vê) não deve exceder a 1.4 Também podem ser utilizadas para calcular as condições dentro da camada de fumaça quando existir condições de ventilação. 33 .3 Estas equações são utilizadas para fogo com taxas constantes de liberação de calor e fogos tquadrado. 2) Esta equação não deve ser usada quando z < 3. 17. por meio dessa camada num cenário com ventilação.8. aumento de temperatura.

1 (Dmat3)/[3xα∆HcA(H-z)] (fiat3)/[3ρ0 xα ∆HcA(H-z)] Estágios de ventilaçao [60(I-x1)Qc]/(ρ0 cp V) (60DmQ)/( xα∆HcV) (60fiQ)/( ρ0 xα∆HcV) 34 . t = tempo para ignição (sec). Q = taxa de liberação do calor do fogo (Btu/sec).1 (DmQT)/[xα∆HcA(H-z)] (fi QT) / [ρ0xα∆HcA(H-z)] Fogos T quadrado [exp(Qn/Qo)] . V = taxa de ventilação volumétrica. Fogos estáveis [exp(Qn/Qo)] . Io = intensidade da luz no ar limpo. Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor (Btu/sec). Qo = roCpToA(H-z) (Btu). H = altura do teto (ft). ∆T = aumento da temperatura na camada de fumaça (oF). densidade óptica. Yi = fração de massa das espécies i (espécies lb i/lb de fumaça). L = extensão da luz através da fumaça (ft). Para fogos estáveis: Qn = (l-X11) Qt (Btu). Cp = calor específico do ar-ambiente. I = intensidade da luz na fumaça. Dm DV/mf = massa de densidade óptica (ft2/lb) medida num teste de vapor contendo toda a fumaça proveniente do material ensaiado.Equações para calcular as propriedades da camada de fumaça Estágios de acumulação de fumaça Parâmetros ∆T D Yi Onde: A = área de espaço seccional cruzada horizontal (ft2). mf = a taxa de massa incandescente (lb/sec). Para fogos t2: Qn = (l-X1 l) at3/3 (Btu). V = Taxa de vazão volumétrica (ft3/sec). fi = fator de produção de espécies i (espécies lb i/lb combustível). D = L –I log (Io/I).NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Tabela 13 . z = altura do topo do combustível à camada de fumaça (ft). ∆Hc = calor da combustão completa (Btu/lb).

35 . aumento máximo de temperatura ocorrerá se X1 = 0. x1 = fator de perda de calor total da camada de fumaça aos limites do átrio.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 a = coeficiente do crescimento do fogo t2 (Btu/sec3). valor máximo de 1. valor máximo de 1. xα = fator de eficiência da combustão (-). ρ = densidade do ar ambiente (lb/ft3).

1° passo : Determinação do tempo de ativação do detector. acionado com uma diferença de temperatura de 10°C.42 (13. altura : 36.5)4/3) / (5275)1/3 = 502 seg.7 Q.2 x 10-8 Y6) Para X ≤ 480 Onde: X = (t Q1/3) / (H4/3) Y = (∆T H5/3) / (Q2/3) Onde: t = tempo da ignição (ativação) (sec) Q = taxa de liberação de calor (fogo estável) (Kw) H = altura do teto acima da superfície do fogo (m) T = aumento da temperatura no teto (ºC) Y = 9. portanto serão acionados.07)² + 8.07 X = 0.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Anexo H Modelo de utilização do dimensionamento para extração de fumaça em átrio Dados do projeto: a) b) c) d) e) f) g) átrio retangular e uniforme.42 Y²) + (8.5 m.Qc = 0.07)6 = 72. ∆T0 = diferença de temperatura ambiental entre o piso da superfície do fogo e o teto (° C) Hmax = 15. com o fogo localizado na base do átrio e os detectores no topo do átrio: Utilizando a Equação 10: X = (0. 2° passo : Verificação da altura que a fumaça irá alcançar sem estratificar. para confirmar se a posição (altura) dos detectores irá acionar o sistema de controle de fumaça: Utilizando a Equação 8: Hmax = 15. Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor (Kw).5m.5 (5275 x 0.14 (36. sendo que os detectores estão instalados a 36. detector de temperatura localizado no teto do átrio.5 m. fogo considerado do tipo estável. projeto do fogo: 5.A altura que a fumaça atingirá sem estratificar é de 104 m.275 kW. . 36 .2 x 10-8 (13.7)2/5 x 10-3/5 = 104m Observações: .5 Qc2/5 ∆TO-3/5 Onde: Hmax = altura do teto acima da superfície do fogo (m).86 (36.14 T = (72.5)5/3 / (5275)2/3 = 13. diferença de temperatura interna: 9.26° C. comprimento de 61 m e largura de 30.

28 ln [(502 x 52751/3 / 36. Em uma segunda tentativa com t = 120 s. acima do piso do último pavimento (nono pavimento).1 – 0. .28 ln [(tQ1/3/H4/3)/(A/H²)]} H z = {1.5²)]} x 36.5 = {1.28 ln [(tQ1/3 / H4/3) / (A/H²)] Onde: z = altura das primeiras indicações de fumaça acima da superfície do fogo (m).7)2/5 Z1 = 4. A = área seccional cruzada do espaço sendo preenchido com fumaça (m²). Com a localização do fogo no centro do átrio. .11 – 0. z/36. o dimensionamento obtido pela Equação 9 não prevê uma estimativa que se pode confiar.2 H. sendo assim.11 – 0. H = altura do teto acima da superfície de fumaça (m).52 m.Esta substituição de tipo de detector é valida para antecipar a detecção do incêndio e.20 m Observações: .166 Qc2/5 Onde: z1= limite de elevação da chama (m) Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor (Kw) Z1 = 0.54/3) / (30. 4° passo : Determinação da taxa de exaustão de fumaça. prevendo-se uma altura de 1.275 x 0.1 – 0. a fim de determinar a altura da chama: Z1 = 0.Quando a profundidade da camada de fumaça for menor que 0.54/3) / (30.Entretanto. temos: z = {1.5 x 61 / 36.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Anexo H (continuação) Modelo de utilização do dimensionamento para extração de fumaça em átrio 3° passo : Determinação da profundidade da camada de fumaça quando o detector for ativado.45m 37 .5 = 14. se prever uma interface da camada de fumaça em uma posição mais elevada e que atenda as expectativas do projeto de controle de fumaça. decorrente da previsão de detector linear. 28 ln [(120 x 52751/3 / 36. . Q = taxa de liberação de calor de fogo estável (Kw). e considerando o fogo localizado no centro do piso térreo do átrio (coluna de fumaça assimétrica). consequentemente.Pode-se afirmar que a interface da camada de fumaça é definida quão antecipadamente será detectada a presença de fumaça. deve-se primeiro utilizar a Equação 13.O fato da camada de fumaça descer até o nível do piso não indica necessariamente condição de perigo.5 x 61 / 36.A comparação dos vários cálculos no exemplo acima demonstra a diferença quando da aplicação de detectores distintos. T = tempo (sec).82 m Observações: . .166 (5. é esperada a formação de uma camada de fumaça assimétrica. Utilizando a Equação 9: z/H = 1.5²)]} = 0. o resultado indica que o átrio terá um acumulo de fumaça significativo.

2 Kg/m³ m = 257. Para o exemplo: ρ = 1. 38 .0018 Qc (z > zl) Onde: m = vazão mássica da colina de fumaça para a altura z (Kg/s) z = altura acima do combustível (m) Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor.5 (26) d = 13 m Observação: Como as dimensões do átrio horizontalmente são 30. temos: V = m/ρ Onde: ρ= densidade da fumaça (Kg/m³) m = taxa de vazão de massa da coluna de fumaça para a altura z (Kg/s).071 (5. antes de alcançar a interface da camada de fumaça prevista em projeto.06 Kg/s Se a taxa de extração de for igual à taxa de produção de fumaça.52 m acima do teto do nono pavimento.21 m³/s 5° passo : Verificação se a coluna de fumaça entrará em contato com as paredes.275 x 0.0018 (3692. Desse modo. a profundidade de camada de fumaça será estabilizada em uma altura predeterminada no projeto de controle de fumaça.5) m = 257. convertendo a taxa de vazão de massa para um taxa de vazão volumétrica usando Equação 16. temos: d = 0.5 z Onde: d = diâmetro do plume de fumaça (m) z = altura da camada de fumaça (ft) = 26 m d = 0. com o dado acima se constata que a coluna de fumaça tem um diâmetro menor (13 m).06 Kg/s V = 257. estimada em 70% da taxa de liberação de calor (Q) (Kw) m = 0.5 m e 61 m. portanto não entra em contato com as paredes do átrio.06/1.071 Qc1/3 z5/3 + 0. e com a altura da chama dimensionada em 4.2 V = 214.7)1/3 x (26)5/3 + 0. pode-se determinar a taxa de produção de fumaça dentro da camada de fumaça (Equação 14): Equação 14 m = 0. com o projeto de controle de fumaça fixando a camada de fumaça em 1. Utilizando a Equação 23.45 m.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Anexo H (continuação) Modelo de utilização do dimensionamento para extração de fumaça em átrio Com a interface da camada de fumaça sendo projetada com a altura de 26 m acima do nível do piso térreo do átrio.

24 btu/lb-° F V = 60 x 7521 ft3/sec ∆T = 60 (2-1) 3500/ 0. Aplicando-se as fórmulas contidas na Tabela 13: ∆T = [60(I-x1)Qc]/(ρ0cpV) Onde: ∆T = temperatura da camada de fumaça I = intensidade da luz na fumaça x1 = fator de perda de calor total da camada de fumaça aos limites do átrio. H = altura da abertura (m). g = aceleração da gravidade (9.24 x 60 x 7521 = 25.8 m/s2).NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Anexo H (continuação) Modelo de utilização do dimensionamento para extração de fumaça em átrio 6° passo : Determinação da temperatura da camada de fumaça depois da atuação do sistema de exaustão.85° F ∆T = 32° C 7° passo : Determinação do fluxo de ar oposto O fogo localizado no espaço adjacente ao átrio. x1 = 1 Qc = 3500 btu/sec ρ0 = 0. aumento máximo de temperatura ocorrerá se X1= 0 Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor (btu/sec). visando estudar se a coluna de fumaça terá alterações. valor máximo de 1.Utilizando a Equação 24.A temperatura da chama é de 537 ° C. Tf = temperatura da fumaça quente (° C). temos: v = 0. .As aberturas no átrio são de 3. com a determinação do fluxo de ar oposto (invertido) para manter a fumaça neste espaço adjacente: . .075 lb/ft3 cp = 0.82 m (altura).04 m (largura) x 1.64 [gH (Tf – T0)/(Tf)]1/2 Onde: v = velocidade do ar (m/s).i. T0 = temperatura do ar ambiente (° C). ρ0 = densidade do ar ambiente (lb/ft3) Cp = calor específico do ar-ambiente V = taxa de vazão volumétrica (ft3/sec) Para a equação temos: 1 = intensidade da luz na fumaça = 2 v. 39 .075 x 0.

057 [Q/z]1/3 = 0.21)/(537)]1/2 V = 2.64 [ 9.45m Ve = 0.33 m/s 40 .45]1/3 Ve = 0. V = 0. determine o fluxo de ar oposto requerido para restringir que a fumaça propague para as áreas adjacentes.057 [ 5275/ 27. temos: Ve = 0. Baseado na Equação 25. T0 = 21 (° C).82 x (537 . Para o exemplo: Q = 5275 KW z = 27.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Anexo H (continuação) Modelo de utilização do dimensionamento para extração de fumaça em átrio Para o caso.8 x 1.64 m/s. temos: H = 1.82 m Tf = 537(° C). Para um fogo no átrio.057 [Q/z]1/3 Onde: ve = velocidade do ar (m/s) Q = taxa de liberação de calor (Kw) z = distância acima da base do fogo à abertura (m).

3 Desta forma. 18.2.1.1.4 Deverá ainda ser verificado.1. a fim de verificar se o sistema não sofre uma pane quando submetido a um incêndio. 18. da dependência funcional entre estes.2 Quanto à confiabilidade 18. quando da ocorrência de uma falha. 18. bem como no grau de redundância previsto. para determinar o impacto de erros de projeto. visando a controlar o movimento da fumaça para o átrio.1. operação indevida do sistema ou operação parcial de cada componente principal do sistema.2 Particularmente merecem atenção os sistemas que tem por objetivo manter uma pressão ou o equilíbrio entre áreas adjacentes.1. 18.1. além da previsão de uma manutenção constante e de testes de funcionamento do sistema. pode ser obtida por meio das indicações audiovisuais da ocorrência de uma falha.2 Uma avaliação deve ser elaborada para cada componente do sistema e/ou o seu conjunto.1.1 Quanto à falha na análise 18. 18.2. que possibilita a rápida solução do problema.1 Todo sistema de controle de fumaça deve ser submetido a uma simulação de falha de análise.1.1.1.2.1.1. o grau em que as operações de controle de fumaça serão reduzidas e a probabilidade de se determinar estas falhas durante a operação do sistema.3 Deve ser previsto que a falha na operação de um determinado componente poderá causar a reversão do fluxo de fumaça e a queda da camada de fumaça a níveis perigosos.1 A confiabilidade no sistema de controle de fumaça depende de seus componentes individuais.1.1. 1 .2. 18.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 8 Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 015 Controle de fumaça Parte 8 – Aspectos de segurança CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 6 páginas SUMÁRIO 18 Aspectos de segurança do projeto de sistema de controle de fumaça 18 ASPECTOS DE SEGURANÇA DO PROJETO DE SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA 18. torna-se necessária uma análise total sobre a sua confiabilidade.4 A supervisão dos componentes aumenta a confiabilidade no sistema. 18.

2 Sistemas complexos devem ser evitados. b) sejam previstos meios internos aos dutos. geralmente os sistemas de ar-condicionado não têm a capacidade para este fim. cuidados especiais devem ser observado para que: a) o sistema de ar-condicionado seja desligado imediatamente quando da ocorrência do incêndio.2.2.3 Quanto aos testes periódicos 18. flutuação.1 Informações gerais 18.2.2. coluna e estratificação da fumaça. na performance e funcionamento correto do sistema de controle de fumaça. visando a evitar a entrada de ar não controlada na área de fogo.3. 18.2 Cuidados especiais devem ser adotados para edificações que tenham temperaturas internas elevadas. 18.2 Neste caso.4 Caso o sistema de ar-condicionado não integrar o sistema de controle de fumaça. mas baseado nos próprios equipamentos constituintes do próprio sistema. decorrentes da capacidade dos elementos construtivos de fechamento lateral e cobertura do átrio suportarem este acréscimo de temperatura. 18.2. b) podem não ser instalados corretamente.1 Os sistemas de ar-condicionado podem ser adaptados para funcionar na admissão de ar externo. juntamente com a largura e altura dos átrios.1.1. decorrente de não possuírem grelhas para exaustão. 18.1. até que o fluxo de exaustão tenha sido estabilizado.2.2.3. 18.1 Devem ser criados alguns meios para testar periodicamente o sistema. 2 .1.2. 18. localizadas nos locais apropriados para uma eficiente exaustão. desde que as grelhas estejam posicionadas corretamente e possuam capacidade e permitam velocidades apropriadas.2 Sistema de renovação do ar 18.2.1. 18.1 A dinâmica. a fim de se evitar a propagação de fumaça e outros gases nocivos para áreas adjacentes e pisos superiores ao local sinistrado.2 Equipamentos e controle 18.2.2 Esses meios de teste não devem ser obtidos por equipamentos especiais. 18. 18.3 Sistemas de controle 18.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 8 18.2. devem ser consideradas na escolha do sistema de controle de fumaça.3.2.2. pois: a) tendem a ser confusos. estes sistemas devem prevenir a admissão de ar.1 A simplicidade deve ser o objetivo do gerenciamento do sistema de controle de fumaça.2.2. a fim de se verificar.3. e confiar.3 Quanto à utilização na exaustão de fumaça.

3 As seguintes confirmações devem ser observadas: a) acionamento de ventiladores e insufladores de ar externo.2.3 Cuidados especiais devem ser observados quando do desligamento do sistema de controle de fumaça. a fim de evitar danos.1 A ativação do sistema de controle de fumaça deve se iniciar imediatamente após receber o comando/aviso de ativação. 18. e) obstruções ao fluxo de ar e extração de fumaça.5.1 Cada componente ou parte do sistema precisa de meios para assegurar que entre em operação quando necessário.6 Instrumentalização e supervisão dos sistemas de controle de fumaça 18.2.1 O acionamento manual de todos os sistemas deve estar localizado numa área central.6.2 Devem gerenciar a sinalização de todos os sistemas que interferem ou contribuem com o sistema de controle de fumaça (sistema de chuveiros automáticos.2.2. f) falha geral no sistema.5 Tempo de resposta 18. sistema de ar-condicionado. 18. 18. 18. parada de operação do sistema de ar condicionado (quando houver) e entrada em operação do sistema de controle de fumaça.2. incluindo aquele necessário para a detecção. c) ativação de insufladores de ar. b) ativação de exaustores por meio de pressão do duto. 18.2.7.5.5.4 O tempo total de resposta.2.2. d) problemas de energia ou controle dos sistemas de instalação elétrica.4 Coordenação 18. 18. 3 . 18. d) geralmente não se refletem na realidade em caso de um incêndio.2.2 O gerenciamento deve ativar todos os componentes que compõe o sistema de controle de fumaça na sequência necessária e projetada para um perfeito funcionamento.2.2 Os meios podem variar de acordo com a complexidade do sistema.2.7 Acionamento manual 18. 18. devem ser projetados para que o ambiente interno da edificação não se torne perigosos.2.4.4.2.5.).NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 8 c) podem não permitir testes apropriados. sistema de detecção etc.2. 18. 18.1 O sistema de gerenciamento deve coordenar completamente o sistema de controle de fumaça.6.6. g) outras essenciais ao bom funcionamento do sistema.

2.2. volume.1 Materiais e equipamentos utilizados para o controle de sistemas de fumaça devem ser apropriados ao fim a que se destinam.1 Os objetivos dos testes dos componentes do sistema são de estabelecer que a instalação final satisfaça os requisitos do projeto.10 Testes 18.2. devem ser testado nos critérios especificados em projeto. b) o projeto de fogo esperado (caso seja dimensionado). calibragem. funcione corretamente e esteja pronta para os testes de aceitação. 18.11 Testes dos componentes do sistema 18. Quando os testes forem feitos pela firma instaladora. 18. 18.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 8 18. andar ou outra obstrução que resista à passagem da fumaça.7.2.8 Fornecimento elétrico 18. de preferência sem vínculo de qualquer espécie com a firma que executou instalação. 18. 18.2.11. ou do projetista da instalação que poderá ser contratado para esta finalidade. sensibilidade. incluindo os seguintes aspectos arquitetônicos: a) integridade de qualquer parte. recomenda-se que o procedimento seja feito sob a supervisão do agente fiscalizador do empreendimento.2.2.2 Tais controles devem estar aptos a superar quaisquer falhas de acionamento automático.2. d) a rapidez.2. o responsável técnico por ele deve verificar a integridade da edificação.1 O sistema de controle de fumaça e seus e subsistemas. b) testes de aceitação.2 Os procedimentos de teste são divididos em três categorias: a) testes dos componentes do sistema.4 Os resultados dos testes devem ser documentados por escrito.10. voltagem e amperagem.8.11.2 Os testes deverão ser feitos por profissional ou entidade de reconhecida especialização.11. 18. uma vez que podem afetar ou ser afetados pela operação do sistema de gerenciamento de fumaça: 4 .2.2. 18. c) testes periódicos e de manutenção.9 Materiais 18.2. c) o perfeito fechamento de portas e elementos de construção considerados no projeto de controle de fumaça.8. 18.2.3 Antes do teste.1 Instalações elétricas devem atender aos requisitos das normas técnicas oficiais.5 O teste deve incluir os seguintes subsistemas.10.11.2.11.2.9. 18. 18.2 Essas instalações devem estar localizadas em áreas que não serão afetadas pelo incêndio.

18. incluindo os equipamentos que não são utilizados no sistema de controle de fumaça. h) operação automática de portas e fechamentos. elevadores.12.2.2. 18.12.5 A velocidade do vento. f) interrupção de energia.2. e não se prestam para avaliar o real desempenho do sistema.12. direção e temperatura externa devem ser registradas para cada dia de teste. c) equipamento de ar-condicionado.1 O teste de aceitação deve confirmar que as instalações finais dos equipamentos/subsistemas que integram o sistema de controle de fumaça estão de acordo com o projeto e funcionamento apropriadamente. 18.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 8 a) sinalização de detecção do incêndio.6 O sistema alternativo de energia da edificação também deve ser testado.2. i) outros sistemas que interferem no sistema de controle de fumaça. mas que podem influenciar em seu desempenho. 18. uma cópia de todos os documentos de teste operacionais deverá ser entregue ao proprietário e estar disponível na edificação. considerando o isolamento de cada setor previsto na divisão de zonas de atuação do sistema.12. casa de máquinas e outros sistemas similares. 18. d) sistema de controle de temperatura.7 O teste de aceitação deve demonstrar de que os resultados esperados em projeto estão sendo obtidos. d) diferenciais de pressão. b) direção do fluxo de ar. e) fontes de energia.8 Os testes com bombas de fumaça não fornecerão calor e flutuação da fumaça como um fogo real.2.12. e) temperatura ambiente.12. b) sistema de gerenciamento de energia. 18.2.2 Todas as documentações dos testes dos componentes do sistema devem estar disponíveis para inspeção. todo o equipamento da edificação deve ser colocado em funcionamento.3 Os seguintes parâmetros precisam ser mensurados durante a aceitação do teste: a) taxa volumétrica de todas as grelhas de extração de fumaça e introdução de ar. 5 .2.12 Testes de aceitação 18. c) enclausuramento de abertura das portas (quando constantes do projeto).12.12.9 Mediante conclusão dos testes de aceitação. g) sistemas automáticos de supressão. tais como a exaustão nos banheiros. 18.2.2.4 Antes de iniciar o teste de aceitação.12.2. 18. 18.

1 Uma manutenção deve incluir testes periódicos de todos os equipamentos. 18.2.15.2.14 Testes para obtenção do Laudo de Vistoria de Conclusão de Obra 18.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 8 18.2. 6 .15 Modificações 18. quando da vistoria para obtenção do Laudo. funcionamento do teste e manutenção dos sistemas.2. previamente submetidas à aprovação do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná por meio de Comissão Técnica.2. ventiladores. ser realizados todos os testes descritos acima.6 Para este teste.16.16.2.13 Manuais e instruções 18.2.2.16 Testes periódicos 18.4 A frequência de teste deve ser semestral e realizada por profissionais que possuam conhecimento da operação. desde que baseados em normas de renomada aceitação. com Responsabilidade Técnica para que a devida atribuição seja registrada junto ao CREA.2. 18. 18.3.3 Outros métodos de dimensionamento 18.14.16. após sua implantação.1 Caso ocorra mudança na edificação. 18. obturadores e controles dos diversos componentes do sistema.16.3.13.2 Os equipamentos que compõem o sistema de controle de fumaça devem ser mantidos de acordo com as recomendações dos fabricantes.2. um novo projeto de controle de fumaça deve ser elaborado e.2. 18. 18.2. 18.16.3 Os testes periódicos devem verificar se o sistema instalado continua a operar de acordo com o projeto aprovado. 18.16.5 Os resultados dos testes devem ser registrados.1 Os objetivos da proteção por controle de fumaça contidos nesta instrução podem encontrar uma variedade de metodologias de dimensionamento. o sistema de controle de fumaça deverá ser operado na sequência especificada em projeto. 18.1 Um teste geral de funcionamento deve ser executado.2.1 As informações visando à operação básica e manutenção do sistema devem ser fornecidas ao proprietário. 18.2 Esses métodos podem ser aceitos. como sistema de acionamento.

baixando a temperatura interna e limitando a propagação do incêndio. evitando os perigos da intoxicação e falta de visibilidade pela fumaça.1 Esta Norma de Procedimento Técnico (NPT) aplica-se ao controle de fumaça dos átrios.2 Conforme a aplicação a que se destina o sistema de controle de fumaça haverá implicações nas características dos materiais empregados. 2 APLICAÇÃO 2.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 1 Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 015 Controle de fumaça Parte 1 . b) o controle e redução da propagação de gases quentes e fumaça entre a área incendiada e áreas adjacentes. malls. 2. tempo de autonomia e vazões de extração.Regras Gerais CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 9 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 Objetivo Aplicação Referências Normativas e Bibliográficas Procedimentos Subsolo 6 Edificações sem janela ANEXOS A – Tabela 2 . visando: a) a manutenção de um ambiente seguro nas edificações. c) prever condições dentro e fora da área incendiada que irão auxiliar nas operações de busca e resgate de pessoas. atendendo ao previsto no Código de Segurança Contra Incêndios e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.Determinação dos locais onde deve haver controle por ocupação 1 OBJETIVO Fornecer parâmetros técnicos para implementação de sistema de controle de fumaça. subsolos. durante o tempo necessário para abandono do local sinistrado. espaços amplos e rotas horizontais . 1 . localização e controle do incêndio.

2 Para obter um controle de fumaça eficiente.1. BOCA (Building Official & Code Administrators Internacional. 2 .Ministério do Equipamento. and Large Areas – 1995 edition – Estados Unidos. do Planejamento e da Administração do Território – Portugal. Règles relatives a la conception et a l’installation d’exutores de fumeé et de chaleur – edition mai07. Guia de projeto de sistemas de ventilação de fumaça para edificações industriais de andar único. incluindo aqueles com mezaninos e depósitos com estantes altas – Ventilation Of Smoke Association (Hevac) – Inglaterra. devendo ser observados que diferentes sistemas de controle de fumaça (em rotas de fuga horizontais e verticais) devem ser compatíveis entre si.2006. Decreto-lei nº 410/98 de 23 de Dezembro – Regulamento de segurança contra incêndio em edificações do tipo administrativo . 4 PROCEDIMENTOS 4.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 1 2.und Wärmefreihaltung . DIN V 18232-5 Rauch. Atria. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Instrução Técnica n° 15/2011 – Controle de Fumaça. Country Club Hills. Instruction Tecnique n° 263 – Relative à la constr uction et au désenfumage des volumes libres intérieurs dans les établisssements recevant du public – journa officiel du 7 février 1995 et rectificatif au journal officiel de 11 de novembre 1995 – França. Corpo de Bombeiros da Policia Militar do Estado de São Paulo NFPA 92B – Guide for Smoke Management Systems in Malls. Decreto-lei nº 368/99 de 18 de Setembro – Regulamento de segurança contra incêndio em estabelecimentos comerciais . Decreto-lei nº 414/98 de 31 de Dezembro – Regulamento de segurança contra incêndio em edificações escolares .Alemanha. do Planejamento e da Administração do Território – Portugal. . do Planejamento e da Administração do Território – Portugal. edição 1999 – National Building Code – Illinois – USA). Instruction Tecnique n° 246 – Relative au désenfum age dans les établissements recevant du public – journal officiel du 4 mai 1982 – França.Ministério do Equipamento. 12 e 13. Instruction Tecnique n° 247 – Relative aux mécanis mes de déclenchement des dispositifis de fermeture résistant au feu et de désenfumage – journa officiel du 4 mai 1982 – França.1 Condições gerais 4.Teil 5:Maschinelle Rauchabzugsanlagen (MRA). controlando a entrada de ar (ventilação) e prevenindo a migração de fumaça e gases quentes para as áreas adjacentes não sinistradas.3 As escadas e rotas de fuga verticais devem atender às NPTs n° 11. 4.1. as seguintes condições devem ser estabelecidas: a) Divisão dos volumes de fumaça a extrair por meio da compartimentação de área ou pela previsão de área de acantonamento (ver Figura 1).1 As edificações devem ser dotadas de meios de controle de fumaça que promovam a extração (mecânica ou natural) dos gases e da fumaça do local de origem do incêndio.0 (Julho2006) – França.Ministério do Equipamento.

não permitindo a criação de zonas mortas onde a fumaça possa vir a ficar acumulada.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 1 Figura 1 – Acantonamento b) Extração adequada da fumaça. após o sistema entrar em funcionamento (ver Figura 2).Zonas mortas 3 . Figura 2 .

Sistemas de introdução e extração de fumaça Introdução de ar limpo Natural Natural Mecânica Extração de fumaça Natural Mecânica Mecânica 4. deve ser acionada a introdução de ar da área sinistrada e também das áreas adjacentes. como a explosão ambiental backdraft ou a propagação do incêndio decorrente do aumento de temperatura do local incendiado. 4. Figura 3 .1.1. 4. conduzindo a fumaça para as saídas externas ao edifício (ver Figura 3).Diferencial de pressão 4. desde que atenda as condições descritas nesta NPT. 4. deve ser previsto o acionamento em 4 . e fechamento das aberturas de extração de fumaça das demais áreas adjacentes à zona sinistrada. prevendo sua entrada em operação no início da formação da fumaça pelo incêndio.4.3.1.3 O controle de fumaça é obtido pela introdução de ar limpo e pela extração de fumaça. por meio do controle das aberturas de extração de fumaça da zona sinistrada.1 A escolha do sistema a ser adotado fica a critério do projetista.1. pelos seguintes tipos de sistemas.1.1 Para evitar as condições perigosas citadas no item anterior. ou projetando a camada de fumaça em determinada altura. de forma a se evitar condições perigosas.1.4 A lógica de funcionamento do sistema deve ser projetada de forma que a área sinistrada seja colocada em pressão negativa em relação às áreas adjacentes. Tabela 1 .5. 4. conforme tabela 1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 1 c) Permitir um diferencial de pressão. concomitantemente.5 Cuidados especiais devem ser observados no projeto e execução do sistema de controle de fumaça.1 Deve ser acionada a exaustão de fumaça apenas da área sinistrada.

por ponto de exaustão.5 Devem ser adotados os seguintes parâmetros quando se tratar de unidades autônomas com área superior a 300 m². indica por ocupação as partes da edificação que devem possuir controle de fumaça.2 A velocidade de ar. A parede ou divisória que separa as unidades autônomas deverá atender o tempo requerido de resistência ao fogo mínimo de 60 minutos. 4. próximo ao piso. 4. 4. às seguintes condições: a) unidades autônomas com área inferior a 300 m².2 Edificações elevadas (altura superior a 60 metros) 4.2.50 m na comunicação da unidade com o núcleo do edifício.2.1. o controle de fumaça deve ser previsto isoladamente ou de forma conjunta para: a) Espaços amplos (grandes volumes). para que não ocorra a explosão ambiental.2.3 A dispensa citada no item anterior fica limitada a edificações com altura igual ou inferior a 90 metros. b) Átrios.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 1 conjunto da abertura de extração de fumaça da área sinistrada. 4. mantendo-se uma distância mínima de 2.0 m entre estes pontos e a porta. d) Subsolos. adotando-se: 4.2. cumulativamente.2.2.4.2 Estarão dispensadas da instalação de sistema de controle de fumaça as edificações elevadas que atenderem.2. 4.3 A introdução de ar deve ser realizada de forma mecânica. 4.6 De forma genérica. 4.1 A altura mínima da camada de fumaça a ser considerada para o cálculo da vazão de exaustão deve ser 2. com grelha posicionada dentro do núcleo. c) Rotas de fuga horizontais.20 m.7 A Tabela 2 constante do Anexo A. b) rota de fuga através de corredores onde o caminhamento entre a porta de saída das unidades autônomas e uma escada protegida seja igual ou inferior a 10 m.4. 4.1. com pontos de exaustão distribuídos nos acessos à porta de comunicação com o núcleo do edifício.4 O sistema deverá ser dimensionado conforme a Parte 5 desta NPT.2. malls e corredores. a porta de acesso à unidade autônoma poderá ser comum.5. 5 .2.2. deve ser no máximo 5m/s. 4.5.1 A exaustão de fumaça deve ser feita no interior da unidade. 4. com a introdução de ar no menor tempo possível.5.1 Nas edificações com altura superior a 60 metros é requerida a instalação de um sistema de controle de fumaça protegendo os acessos às rotas de fuga. 4.2 Deve ser prevista uma barreira de fumaça com dimensão mínima de 0.

6.2.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 1 4.2.3 A velocidade máxima de ar. 5 SUBSOLOS 5. junto ao acesso à escada de segurança. conforme prescrito na Tabela 7 CSCIP-CBMPR. 6.6 A introdução de ar deve ser realizada de forma mecânica.5 A velocidade deve ser medida considerando-se a área da face da grelha de exaustão. janelas ou outras aberturas com dimensões mínimas de 60 cm x 60 cm espaçadas a não mais de 50.0 m nas paredes periféricas.2. 4. 4. 4.2. por ponto de exaustão. próximo ao piso. alçapões e poços ingleses.1 As edificações sem janelas são aquelas edificações ou parte delas que não possuem aberturas para ventilação diretamente ao exterior através de suas paredes periféricas. janelas.1 Os subsolos são definidos conforme o item XXXVIII do Artigo 3º do CSCIP-CBMPR. 5.6.2. com grelha posicionada dentro do núcleo. 4.5.6.0 m de cada extremidade do corredor.6. mantendo-se um distanciamento máximo de 10.1 Os pontos de exaustão de fumaça deverão estar uniformemente distribuídos.6. 4. próximo ao piso.2. 4.6 Devem ser adotados os seguintes parâmetros quando se tratar de corredores com distância maior que 10.3 Os subsolos deverão ser dotados de exaustão ou sistema de controle de fumaça. 5. permitindo a ventilação e operações de salvamento.2 Deve haver um ponto localizado a uma distância máxima de 3.0 m entre a saída das unidades autônomas e a escada de segurança.4 A introdução de ar deverá ser realizada de forma mecânica.6.2.4 Deve ser previsto um sistema independente de exaustão e introdução de ar para cada área de compartimentação existente em função de critério estabelecido na NPT 009 . com grelha posicionada dentro do núcleo.2 A ventilação natural de que trata o item XXXVIII do Artigo 3º do CSCIP-CBMPR pode ser realizada através de qualquer abertura ligada diretamente ao exterior da edificação como portas.0 m entre 2 pontos consecutivos. 6 EDIFICAÇÕES SEM JANELAS 6. 6 . junto ao acesso à escada de segurança.3 As edificações sem janelas deverão ser dotadas de exaustão mecânica com capacidade mínima de dez trocas do seu volume por hora. o projeto e o dimensionamento devem ser desenvolvidos conforme a Parte 6 desta NPT.6. 4. acionada automaticamente por um sistema de detecção de fumaça. deve ser no máximo 5 m/s.Compartimentação horizontal e compartimentação vertical.2.2 Uma edificação não é considerada sem janelas quando os pavimentos forem dotados de portas externas.

2.5 e 8 item 4.6 e 8 Átrio Corredores.5 e 8 corredores Com corredores 1.2.2.5 e 8 corredores janelas Sem 1.2. Áreas adjacentes a corredores SERVIÇOS PROFISSIONAIS COMERCIAL Todos os locais com Conforme ocupação 1. Áreas adjacentes a corredores 1.2.6 e 8 Átrio Corredores 1.2.5 e 8 Com corredores 1.2.7 e 8 Edifícios sem janelas Com corredores 1.2 Todos os locais com ocupação 1.2.7 e 8 Edifícios sem janelas Sem 1.6 e 8 definidos 1.5 e 8 1.2 Todos os locais com ocupação distinta de estaciona mento 1.2.6 e 8 Átrio Corredores.2.2.5 e 8 distinta de estaciona mento 1.2.2.7 e 8 Com corredores 1.5 e 8 corredores Com corredores 1.2. Áreas adjacentes a corredores 1.6 e 8 Atrio Corredores.6 e 8 Átrio Corredores 1.2.2 distinta de estaciona mento 1.5 e 8 item 4.2.6 e 8 definidos HOTÉIS-RESIDENCIAIS APART-HOTÉIS SERVIÇOS DE HOSPEDAGEM ___ ___ Todos os locais com ocupação distinta de estaciona mento 1.6 e 8 definidos Sem 1.6 e 8 definidos Conforme item 4.2.2.2.5 e 8 corredores ANEXO A (continuação) 7 .7 e 8 Edifícios sem janelas Sem 1.2.6 e 8 Edifícios definidos sem janelas Sem corredores 1.2.2.2.Determinação dos locais onde deve haver controle de fumaça CARACTERÍSTICA DA EDIFICAÇÃO H>60m (sem átrio) OCUPAÇÃO Locais a proteger RESIDENCIAL Partes da NPT-15 a consultar Subsolos Locais a proteger Todos os locais com ocupação distinta de estacionamento Partes da NPT-15 a consultar Átrio ou Quebra de Isolamento Vertical Locais a proteger Partes da NPT-15 a consultar Exigência de outras NPTs Partes da NPT-15 a consultar Locais a proteger ___ ___ 1.2.5 e 8 corredores DEMAIS OCUPAÇÕES Conforme 1.2.7 e 8 Edifícios Sem sem 1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 1 ANEXO A Tabela 2 .

2.6 e 8 definidos Sem 1.5 e 8 item 4.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 1 Tabela 2 . Áreas adjacentes a corredores SERVIÇOS DE SAÚDE 1.2.5 e 8 corredores LOCAL DE REUNIÃO DE PÚBLICO Todos os locais com Conforme ocupação 1.7 e 8 Edifícios sem janelas Sem 1.2.5 e 8 corredores ANEXO A (continuação) 8 . Áreas adjacentes a corredores Com corredores 1.6 e 8 definidos 1.Determinação dos locais onde deve haver controle de fumaça CARACTERÍSTICA DA EDIFICAÇÃO H>60m (sem átrio) OCUPAÇÃO Locais a proteger Partes da NPT-15 a consultar Subsolos Locais a proteger Partes da NPT-15 a consultar Átrio ou Quebra de Isolamento Vertical Locais a proteger Partes da NPT-15 a consultar Exigência de outras NPTs Partes da NPT-15 a consultar Locais a proteger EDUCACIONAL Todos os locais com Conforme ocupação 1.7 e 8 Edifícios sem janelas Com corredores 1.7 e 8 Edifícios sem janelas Sem corredores 1.5 e 8 item 4.2.5 e 8 item 4.2.5 e 8 corredores Todos os locais com Conforme ocupação 1.2. Áreas adjacentes a corredores Com corredores 1.2.2.2 distinta de estaciona mento 1.6 e 8 Átrio Corredores Áreas adjacentes 1.2.2.2.2 distinta de estaciona mento Com corredores 1.2.5 e 8 item 4.6 e 8 Átrio Corredores.7 e 8 Edifícios sem janelas Sem 1.2 distinta de estaciona mento 1.2.2.6 e 8 definidos 1.2.5 e 8 SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS Todos os locais com Conforme ocupação 1.2.2.2.2.6 e 8 definidos 1.2.2 distinta de estacionamento 1.6 e 8 Átrio Corredores.6 e 8 Átrio Corredores.

7 e 8 Edifícios sem janelas Todos os locais com Conforme ocupação 1.2.5 e 8 corredores 1.Determinação dos locais onde deve haver controle de fumaça CARACTERÍSTICA DA EDIFICAÇÃO H>12m para I3.7 da Parte 6 desta NPT.2.6 e 8 definidos Sem 1.2. e J4 (sem átrio) H>60m para I1. 9 .2. I2.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 1 Tabela 2 .6 e 8 1.2. Áreas adjacentes a corredores 1. Áreas 1. 1.2 distinta de estaciona mento INDUSTRIAL Átrio Corredores.7 e 8 Edifícios sem janelas Com corredores 1.2 (3 ou 6) adjacentes e8 a corredores Átrio Corredores.2.2.2 (3 ou 6) adjacentes e8 a corredores Sem 1.5 e 8 item 4.2. J1 e J2 OCUPAÇÃO Locais a proteger Partes da NPT-15 a consultar Subsolos Átrio ou Quebra de Isolamento Vertical Partes da NPT-15 a consultar Exigência de outras NPTs Locais a proteger Partes da NPT-15 a consultar Locais a proteger Locais a proteger Partes da NPT-15 a consulta Todos os locais com Conforme ocupação 1. Áreas 1.6 e 8 definidos Átrio Corredores.2. J3.5 e 8 item 4.2 (3 ou corredores 5) e 8 Nota genérica: (1) Todos os subsolos destinados a estacionamento devem atender ao item 11.6 e 8 Átrio Corredores.2 distinta de estaciona mento DEPÓSITO Com corredores 1.

2 APLICAÇÃO 2.Exemplo de Plano de emergência contra incêndio D .Modelo de Planta de risco de incêndio 1 OBJETIVO 1. manutenção e revisão de um plano de emergência contra incêndio.2 Fornecer informações operacionais das edificações ou áreas de risco ao Corpo de Bombeiros para otimizar o atendimento de ocorrências. 1 .Planilha de informações operacionais E .1 Estabelecer os requisitos para a elaboração.Modelo de Plano de emergência contra incêndio C .NPT 016 – Plano de emergência contra incêndio Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 016 Plano de emergência contra incêndio CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 15 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 Objetivo Aplicação Referências normativas e bibliográficas Definições Plano de emergência contra incêndio Procedimentos para vistoria do CB ANEXOS A . visando proteger a vida.1 Esta Norma de Procedimento Técnico (NPT) aplica-se às edificações e áreas de risco onde se exige o Plano de Emergência contra Incêndio. de acordo com o Código de Segurança Contra Incêndios e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. o meio ambiente e o patrimônio. bem como viabilizar a continuidade dos negócios.Fluxograma de procedimentos de emergência contra incêndio B .3 Padronizar e alocar as plantas de risco de incêndio nas edificações para facilitar o atendimento operacional prestado pelo Corpo de Bombeiros. 1. 1.

São Paulo: Fire-Ex Internacional de Proteção Industrial Ltda.. São Paulo: Fundação.1 Elaboração do Plano de emergência contra incêndio 5. ”Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas”. localização ou tipo de ocupação. Gerald. Quincy: National Fire Protection Association. HAZOP. necessitem do fornecimento de informações operacionais e da planta de risco para as ações das equipes de emergência (públicas ou privadas). 1994. Quincy National Fire Protection Association. 1997.Plano de emergência contra incêndio – Requisitos. “Recommended Practice for Pre-incident Planning”. técnicos ou especialistas em gerenciamento de emergências. 5. Quincy: National Fire Protection Association. Árvore de Falhas.1. FireEx Internacional de Proteção Industrial Ltda. 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS Para efeito desta Norma de Procedimento Técnico aplicam-se as definições constantes da NPT 003/11 – Terminologia de segurança contra incêndio.2 Conforme o nível dos riscos de incêndio existentes. “Handbook of Fire Protection”.3 O profissional habilitado deve realizar uma análise dos riscos da edificação com o objetivo de minimizar e/ou eliminar todos os riscos existentes. FUNDACENTRO. recomendando-se a utilização de métodos consagrados tais como: What if. NFPA 1620. 1998. o levantamento prévio e o plano de emergência devem ser elaborados por engenheiros. 18 ed. SEITO.. 1ª edição. Check list. 5 PLANO DE EMERGÊNCIA CONTRA INCÊNDIO 5. relacioná-los e representá-los em Planta de risco de incêndio. conforme solicitação do Corpo de Bombeiros.1. SELLIE. 1992. 4 ed.“Introdução à Análise de Risco – sistemática e métodos”. 1998. 2008. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS          NBR 15219/2005 . SFPE. NFPA.2 Aplica-se ainda a outras edificações que. São Paulo: Projeto Editora.1. 5. Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo.NPT 016 – Plano de emergência contra incêndio 2. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas Técnicas. “Seminário sobre a Intervenção dos Bombeiros no Meio Industrial”. “Manual de Regulamentação de Segurança contra Incêndios”.1 Para a elaboração de um Plano de emergência contra incêndio é necessário realizar uma análise preliminar dos riscos de incê