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A IMPORTÂNCIA DA CARTOGRAFIA NO ESTUDO DO MEIO

A IMPORTÂNCIA DA CARTOGRAFIA NO ESTUDO DO MEIO

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XXIV Congresso Brasileiro de Cartografia - Aracaju - SE - Brasil, 16 a 20 de maio de 2010

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A IMPORTÂNCIA DA CARTOGRAFIA NO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE

Eliane Alves da Silva
IBGE-DGC-GDI
C.e: sputinick@terra.com.br

RESUMO
O objetivo principal deste trabalho denominado “A Importância da Cartografia no Estudo do Meio Ambiente” é o de apresentar alguns conceitos e idéias e o relacionamento entre a ciência cartográfica e o meio ambiente nos dias de hoje. A consciência ambiental está presente em todos os segmentos da engenharia que é a chave do desenvolvimento para uma sociedade sustentável.

ABSTRACT
The mainly purpose of this paper is to present some concepts and ideas about the relations between the cartography science and environment nowadays. The environment thinking brings together the engineering that is the key of the sustainable society.

INTRODUÇÃO
A Pesquisadora Eliane Alves da Silva teve sua consciência ambiental despertada quando era estudante do Curso de Graduação em Geografia, no Instituto de Geociências na UFRJ, onde, aprendeu a estudar a organização do espaço e planejar e orientar o manejo ambiental o mesmo e também no curso de Graduação em Engenharia Cartográfica, que funcionava no Instituto de Geociências da UERJ, onde descobriu que produtos finais de cartografia e sensoriamento remoto, eram a base de informações, de mapeamento, monitaração e prevenção ambiental de um determinado espaço geográfico.

CARTOGRAFIA AMBIENTE

E

MEIO

No segundo semestre de 1990, a Autora foi convidada através da Universidade Federal Fluminense - UFF, pelo Prof. Dr. Geógrafo Roger Kasperson, da Clark University, em Worcester, nos Estados Unidos para tomar parte de um Grupo de Trabalho da União Geográfica Internacional para Estudar as Zonas Críticas em termos de Meio Ambiente a Nível Global (Mar de Aral, Amazônia, Everglades, Deserto de Gobi, Rio Amarelo, Mar do Norte). Participavam, também deste GT pelo Brasil: Prof. Dr Geógrafo Aziz Ab’Saber (USP), Prof. Dr. Antonio Christofoletti (Univ. de Rio Claro), Profa. Maria Novais Pinto (UNB), Prof. Dr.Geógrafo David Márcio dos Santos Rodrigues (UFMG/IGA-MG), Prof. Adilson Serrão (EMBRAPA). KASPERSON & HEFFERNAN (1991, 1992, 1993). A partir deste convite desenvolveram-se idéias voltadas a questão da importância da

lixões). no Diário Oficial da União. Considerando a Mentalidade Ecológica que “varreu” o planeta Terra. mares e lagoas. estimar áreas reflorestadas. demarcar áreas de preservação ambiental e/ou unidades de conservação ambiental. a partir de pares estereofotogramétricos (fotografias aéreas tridimensionais).3 XXIV Congresso Brasileiro de Cartografia . monitorar e proteger os ecossistemas e seus respectivos povos. muitos deles. em meio tradicional ou magnético. Sem mapas precisos e atualizados é impossível preservar o meio ambiente. que é o mapa destinado ao usuário. Os climas da terra tem seus rigores acentuados: estiagens prolongadas. Verifica-se a poluição de rios. 1991): “A Cartografia é o grande elo entre qualquer rede de aquisição. invernos rigorosos.SE . monitorar a agricultura de precisão visando primordialmente o mercado interno. verões com temperaturas altíssimas. A Cartografia Digital. queimadas. demarcar. lagos. atraindo outros profissionais. resultando no final de todo o processo de levantamento preciso e de bom efeito visual. no Brasil. o mapeamento por radar aerotransportado digital de abertura sintética – SAR. que passou a estabelecer a Política Nacional do Meio Ambiente. A Engenheira Cartógrafa Brasileira do IBGE. Como monitorar determinado espaço geográfico se não se tem conhecimento de seus limites físicos? A Autora compareceu aquele evento com passagem aérea do CNPq. oceanos e mares. realizado na Universidade de São Paulo – USP. SILVA (1991 b) examinou a questão da relação entre a Cartografia e a Ecologia. chuvas torrenciais que produzem enchentes e danificam cidades e plantações. materializadas na superfície terrestre e por meio de representações gráficas. com o desmatamento.938 de 31 de agosto de 1981. em São Paulo em julho/agosto de 1990”. Na medida em que os recursos naturais começam a apresentar sinais de escassez. arte e a tecnologia elaborar cartas e mapas. da Sociedade Brasileira de Cartografia. Na ocasião recomendou como solução para a Amazônia.Brasil. Cartografia é a ciência. palavra de origem grega “oikos” e concluiu que não poderia haver mentalidade ecológica sem mentalidade cartográfica. derrubada da floresta. Cartografia é ecologia. para resolver o vazio cartográfico que existe até hoje na região. e crescimento das cidades e/ou avanço da fronteira agrícola e da pecuária (erosão dos solos – voçorocas e ravinas. Sem mentalidade e/ou cultura cartográfica o estudo das condições ambientais permanece incompleto. mensurar a dimensão de um passivo ambiental. ligados às outras disciplinas que concorrem a tecnologia SIG (Sistemas de Informações Geográficas). levantamentos geodésicos e de imagens de satélites de alta resolução. nevascas intensas. Não pode haver mentalidade ecológica sem mentalidade cartográfica. ortofotos digitais (representação do terreno através de uma foto retificada). “ Cartografia é ecologia. porque é a ciência que permite através de seus métodos. contaminação do lençol freático por defensivos agrícolas e agrotóxicos. já derreteu-se. realizada. às vésperas da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento – CNUMAD/UNCED ou “Rio-92”. representou um marco no Brasil. Esta definição foi apresentada durante o XV Congresso Brasileiro de Cartografia. ampliando o espectro da ciência da computação. na Cidade do Rio de Janeiro.Aracaju . pelo desmatamento das nascentes dos rios (retirada da mata ciliar). tratamento e representação de dados. A neve que existia no topo do Kilimanjaro. Redução da calota polar no Ártico. assoreamento de rios. mais uma evidência do aquecimento global. extinção algumas espécies de animais e vegetais. trouxe uma nova estruturação dos dados. garimpo clandestino. A Lei Federal de Nº 6. Os verões tem sido mais quentes na Europa. pelo exame do documento Subsídios Técnicos Para A CNUMAD. no limiar do Terceiro Milênio. fornecer provas técnicas e punir na forma da lei os crimes ambientais. que não apresentava propostas claras em termos de cartografia. SILVA (1998 a. A Autora estabeleceu a definição para Cartografia: seguinte ações técnicas precisas. em junho de 1992. da matemática e da cartografia clássica. como a água . . para detectar queimadas. 16 a 20 de maio de 2010 2 cartografia em estudos ambientais. publicado anteriormente.

16 a 20 de maio de 2010 3 Problemas de saneamento básico e falta de infraestrutura urbana para populações de baixa renda.Aracaju . garimpeiros. E Geógrafo Flávio Gomes da UFF . Engenheiros Agrônomos além dos Arquitetos. bem como. Os inúmeros conflitos pela posse da terra no Brasil que causam mortes. a reforma agrária. bem como o Estatuto das Cidades. A noção de Cidades Verdes que foi apresentada durante o WUF – Fórum Urbano Mundial da ONU – Por um futuro urbano melhor. representam avanços nas soluções das dificuldades de gestão dos grandes centros urbanos brasileiros. O MST – Movimento dos Sem Terra. realizado de 09 a 12 de maio de 2005. Jorge Xavier da Silva – Professor Emérito da UFRJ e da UFRRJ – Medalha do Mérito do CONFEA/2007. O General de Exército Augusto Heleno Pereira Ribeiro – CMA tinha mostrado sua preocupação com a tensão na região. como em Tailândia/Pará em fevereiro de 2008. Dr. onde o Brasil compareceu com uma das maiores e mais importantes delegações. A carta e o mapa são expressões matemáticas do terreno. o georreferenciamento dos imóveis rurais. Geólogos e Engenheiros Florestais. geografia regional e geopolítica e que envolvem profissionais da Modalidade Agrimensura do Sistema CONFEA/CREAs – Engenheiros Agrimensores. Cartógrafo Marcus Vinicius da Silva – “Gerenciamento de Sistemas” – Presidente da GISPLAN e “Georreferenciamento .3 XXIV Congresso Brasileiro de Cartografia . geomorfologia. tais como: a demarcação da Reserva Indígena de Raposa Serra do Sol em Roraima. Estes mega eventos demonstram das preocupações mundiais a nível global e um alerta para muitos governantes. fotointerpretação. Dr. garimpo. geografia urbana. A COP 15. topografia. geodésia. o bio-diesel. que apresenta problemas sérios de demarcação de terras indígenas. o Eng. A geografia é a expressão sócio-econômica e física do espaço geográfico. onde apesar dos embates. bem como os fatos anteriormente citados. que aconteceu na Zona Portuária do Rio de Janeiro de 22 a 26 de março de 2010. e Rondônia). Cartografia e Agrimensura do CREA-RJ. desmatamento sem controle e intervenção de tropas federais. em dezembro de 2007. Situações complexas da sociedade brasileira. na busca de melhor qualidade de vida das pessoas. Durante o I Simpósio de Geografia. quer seja no ambiente urbano ou rural. Dr. para solucionar a escassez de água tais como: A Transposição das Águas do Rio São Francisco (NE do Brasil) e A Transposição das Águas do Mar Morto (Oriente Médio). Surgimento de programas energéticos alternativos ao petróleo – álcool de cana-de-açúcar. pelotões de fronteira e a preservação ambiental. sensoriamento remoto. Projetos de grande porte. a Conferência do Meio Ambiente das Nações Unidas em Bali. precedida pela Rio +10 em Johannesburgo. e de imóveis rurais.Brasil. Tocantins. plantadores de arroz. Implantação de programas de reciclagem do lixo. “A Geografia em Minas Gerais” – Geógrafo e Prof. em Kopenhage em 2009.Prof. agrimensura legal. A doação de água de Foz do Iguaçu/ Paraná (Brasil) para o Paraguai (Ciudad del Leste). Geógrafos. por meio de registro em cartório. Saneamento e Desenvolvimento”. tem sido elaborados. foram discutidos temas relacionados ao meio ambiente: . são problemas e soluções de cartografia. envolvendo questões entre indígenas. Engenheiros Cartógrafos. Geógrafo David Márcio dos Santos Rodrigues – Diretor do Instituto de Geociências Aplicadas de Minas Gerais. com 13 718 participantes de 150 países A detecção e a preservação das águas subterrâneas (Aqüífero Guarani). na África do Sul. O IBGE informa que cerca de 82% da população brasileira reside nas grandes cidades. Decreto de 14 de abril de 2005. O desenvolvimento sustentável da Amazônia. O estabelecimento do Protocolo de Kyoto. A Cartografia legitima a posse da terra. que incham as favelas que avançam sobre as encostas e outras áreas de preservação ambiental. A COP 16 terá lugar na Cidade do México em fins de 2010. mostrou uma intensa mobilização internacional em torno das questões que envolvem o aquecimento global e suas consequências.“Transposição das Águas do Rio São Francisco” – Geógrafo Cláudio Antônio Egler – na época Coordenador do Curso de PósGraduação em Geografia da UFRJ. “Desastres Ambientais” – Prof. o recadastramento e posterior georreferenciamento de propriedades onde verificam-se grandes desmatamentos (Pará. A recente criação do Ministério das Cidades.SE . Tecnólogos e Técnicos de Geodésia e Topografia e Técnicos de Estradas. A inexistência e /ou não cumprimento de Planos Diretores das Cidades. “Água. gás.

Em 2007. Desde que chegou ao Brasil com os portugueses a cana-de-açúcar tem se reinventado ao longo da história do Brasil. declarou que o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o Evangelizador do Etanol em sua cruzada pelo mundo. expansão das cidades. no Congresso Norte –americano. estudos oceanográficos ou costeiros e atividades de inteligência de uso militar. é um instrumento eficaz. pontes. os biocombustíveis. imagens digitais. A cartografia de precisão. Atualmente existem softwares poderosos como: SPRING (INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). onde a cana-de-açúcar é um dos cultivos que se sobressaem. MODIS. Infelizmente. diferentes coberturas vegetais do terreno. ferrovias. combustível alternativo. A cartografia e o sensoriamento remoto podem e devem ser empregados como instrumentos do desenvolvimento sustentável. ENVI (Environment for Visualizing Images) e o IDRISI Kilimanjaro. detecção de pragas e doenças. ESIE. Contamos com as presenças dos seguintes Presidentes da SBC. Agrimensor Jalmiro Sobrinho – Alezi Teodolinni. CBERS 1234. UFRRJ e UERJ e uma oficina da WILD/LEICA.Aracaju . ou derramamento de óleo. GRASS GIS (Geographic Resources Analysis Suport System). detecção de minerais específicos. exploração de minas e de petróleo. SPOT 567. análise. o Presidente dos EUA George W. viadutos. RADARSAT. Fernando Araújo Coutinho Amadeo. SILVA. Aconteceram também. executadas pelo consórcio de empresas de aerolevantamento Esteio/Aerofoto Cruzeiro. os Engs. Cartas Topográficas do IBGE. Bush depois de seguidos elogios ao Programa Brasileiro de Biocombustíveis. Eletricista e de Segurança do Trabalho Reynaldo Barros e foi coordenado pela Engenheira Cartógrafa e Geógrafa Eliane Alves da Silva. através da pesquisa técnica de 14 conjuntos de imagens do satélite LANDSAT. palestras institucionais do ICA. por exemplo: na construção de grandes obras de engenharia (rodovias. desmatamento. tais como: ENVISAT. IDL (Interactive Data Language) que agregam suporte para satélites. que já foi a maior lagoa de água doce do Brasil (SILVA. NOAA17 . A Caixa . por apresentar esta denúncia e mostrar a importância da cana-de-açúcar como fonte de produção de álcool. Boletim do Comitê Francês de Cartografia e na Revista Brasileira de Cartografia e participação da XV Reunião de Consulta do IPGH/Hotel Copacabana Palace. biomassa. interpretação geológica do terreno. Aster (Advanced Spaceborne Thermal Emission Reflection Radiometer). como. conhecidos em geomorfologia. em 05 de dezembro de 1985. IME. nem sempre o poder público está interessado em resolver as graves questões ambientais. Já naquela época as imagens se prestavam muito bem aos estudos de biomassa. inicialmente.3 XXIV Congresso Brasileiro de Cartografia .SE . tsunamis. represas). QuickBird. reflorestamento. considerado limpo. A Dissertação de Mestrado da Engenheira Cartógrafa Eliane Alves da Silva – “Aplicações do sensoriamento remoto – O Estudo da Microrregião Açucareira de Campos” defendida na UFRJ/Programa de PósGraduação em Geografia.Brasil. gestão e planejamento urbano. de fotografias aéreas do PLANALSUCAR/IAA. enchentes. apresentadas pelos profissionais. avalanches e incêndios florestais. avaliação do impacto ambiental de tragédias causadas por. 16 a 20 de maio de 2010 4 de Imóveis Rurais na Prática” – Eng. 1985. William Paulo Maciel – Presidente da SBG. avaliação do impacto ambiental causado por manchas de petróleo. O referido evento teve o apoio do Presidente do CREA-RJ Eng. na construção dos chamados mapas de sensibilidade ambiental (onde geodados podem ser interfaciados com estatísticas). 1990). terremotos. Verifica-se com muita satisfação que a cana-de-açúcar é o carro chefe dos produtos alternativos de energia de biomassa. empregados no acompanhamento de cultivos agrícolas. Exemplo: o assoreamento da Lagoa Feia (na época divisa entre os Municípios de Campos e Macaé no Estado do Rio de Janeiro). IKONOS. Cartógrafos: Claudio Ivanof Lucarevischi. com um reduzido impacto ambiental. Camilo José Martins Gomes e Nei Erling e Prof. cedidas pelo INPE. movimentos de massa. delimitação e estudo de bacias hidrográficas. mereceu publicação em O GLOBO.

o DiretorExecutivo do PNUMA Klaus Töpfer. disse. mesmo que haja um gradual aumento . CEF. que tem por objetivos à modernização da gestão administrativa e fiscal. a formulação de propostas com a definição de eixos estratégicos. O SIMBRASIL deu origem ao Atlas de Exclusão Social do Brasil. Enga. Para LOWELL (2005). Entende-se por Planta Genérica de Valores . incluindo lixo e gases ligados ao aquecimento global”. De acordo com o Ex-Presidente do Conselho Federal de Engenharia Arquitetura e Agronomia – CONFEA. O Hemisfério Sul considerado o Hemisfério das Águas.Aracaju . Dra. tido como o Hemisfério das Terras devido a maior extensão das terras emersas. ambas no Estado de São Paulo) que possibilitam aos municípios a elaboração e implementação do Plano Diretor. isso não será de todo ruim. Segundo informações obtidas durante o GEOBRASIL 2005 (a maior Feira de Geotecnologias da América Latina. “Então. aquisição de equipamentos de informática. por meio de capacitação de técnicos e gestores municipais. complexo e difícil de ser gerido. Campus de Presidente Prudente-SP. Acredita-se que os efeitos do aquecimento global serão mais intensos no Hemisfério Norte. controle financeiro. E eles exploram grandes quantidades de dejetos. que era brilhantemente. seus impactos vão além das suas fronteiras físicas.3 XXIV Congresso Brasileiro de Cartografia .Brasil. ministrou. na Cidade de São Paulo. Se o clima nos próximos anos. comunicação de dados. sob os auspícios do CREA-SP. Cadastro Técnico Multifinalitário CTM e Planta Genérica de Valores. PNUD. O SIMBRASIL resulta de informações do: IBGE. O BNDES também financia mapeamento de prefeituras brasileiras. escolheu os esforços para tornar as cidades mais ambientalmente sustentáveis como tema do Dia Mundial do Meio Ambiente deste ano. capazes de promover a reforma urbana e a assim construir uma nova política nacional das cidades para tornálas sustentáveis em todos os sentidos. em 2005. comida. Editor de InfoGeo. de fazer os gestores públicos entenderem que a ausência do profissional técnico nesse debate leva à construção de cidades com custo de manutenção muito mais alto. Uma PGV é parte integrante e básica do sistema de informações do cadastro municipal e juntamente com o cadastro imobiliário é base de cálculo para o IPTU. A cartografia e georreferenciamento promovem uma leitura precisa da cidade. geoprocessamento referenciado. Secretaria do Tesouro Nacional. avaliar e diagnosticar suas principais potencialidades e dificuldades e planejar soluções.PGV. infra-estrutura. A batalha pelo desenvolvimento será em grande parte vencida e perdida nas cidades”. de 31 de maio a 2 de junho. em cada face de quadra. ficar mais ameno na Europa. 16 a 20 de maio de 2010 5 Econômica Federal – CAIXA lançou o PNAFM – Programa Nacional de Apoio à Gestão Administrativa e Fiscal dos Municípios Brasileiros. Por outro lado. incluindo água. Civil Wilson Lang (2005): “Para garantir a construção de Planos Diretores eficientes. A CAIXA financiou a execução de vôos aerofotogramétricos (Exemplos: Prefeituras Municipais de Santo André e São Carlos. organizada pelo Engenheiro Cartógrafo Emerson Zanon Granemann. Meneguette. é também missão do Sistema CONFEA/CREA contribuir na disseminação desses processos. regiões e o planeta inteiro.SE . do Departamento de Engenharia Cartográfica da UNESP. onde a Autora esteve presente pelo CREA-RJ. InfoGNSS e InfoGPS) que teve lugar no Centro de Convenções Imigrantes. atendimento ao cidadão. “ O SIMBRASIL – Sistema de Informações Socieconômicas dos Municípios Brasileiros desenvolvido pela CAIXA em parceria com o IPEA tinha por objetivo contribuir para que os gestores públicos e as comunidades locais possam identificar. Eng. consultorias. recursos humanos. afetando países. A Profa. “ As cidades drenam uma quantidade imensa de recursos. implementação de ações e sistemas destinados ao controle de arrecadação (IPTU). madeira. mas também a consciência dos profissionais envolvidos no processo de seu papel perante a sociedade. Ministério do Trabalho e Emprego e Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. uma planta do perímetro urbano do município onde estão representados os valores de mercado do metro quadrado dos terrenos. metais e pessoas. o Curso de Geoprocessamento à Distância. Cartógrafa Arlete A C. é fundamental não apenas o comprometimento dos administradores.

além de computadores pessoais. Conforme estuda-se em Geografia do Brasil. pelo deslize das encostas. e assim os rigores do clima serão amenizados. Espanha de 30 de setembro a 2 de outubro de 2004.SE . A idéia do Prof. pelo degelo das calotas polares antárticas. de redefinição do papel das FAAs em tempos de paz.100 metros. recuo das coberturas de neve pelo aquecimento global. a queimada é uma tradição herdada dos índios de praticar-se a agricultura itinerante. Mato Grosso do Sul.. desde 2003. O IV Encontro de Cartografia de Áreas Montanhosas da Associação Internacional de Cartografia aconteceu. Mato Grosso. naquilo que aprendi na Escola Superior de Guerra – Turma Monteiro Lobato. É preciso dar emprego aos jovens (homens e mulheres) e fazer com que protejam o Brasil. e no Hemisfério Norte o inverno foi marcado por intensas nevascas e baixíssimas temperaturas . legalmente habilitadas. representação do relevo. ocasionará maior evaporação também e maior pluviosidade. engenharia de rodovias e ferrovias e defesa. ocorrem desabamentos. profissionais. Minc. Pará e Rondônia e a importância da noção de transversalidade da questão ambiental em outras pastas do governo federal.Aracaju . só que nos dias atuais elevada a enésima potência! Também considero bastante adequado o Recadastramento das propriedades que estão desmatando ilegalmente. Desmatamento Zero. Trata-se de uma presença militar importante. com acesso à produtos finais de cartografia e sensoriamento remoto e equipamentos de geodésia e topografia (GPS). Concordo com o Ex-Ministro Mangabeira Unger. no Vale do Núria. alojamentos confortáveis. CARTOGRAFIA DE MONTANHOSAS ÁREAS A Cartografia de Áreas Montanhosas tem como objetivos: avaliar as zonas de riscos de desabamento e/ou de avalanches de neves. favorável ao projeto em curso de Transposição das Águas da Amazônia para o Nordeste Brasileiro.3 XXIV Congresso Brasileiro de Cartografia . Nosso país é detentor de 18% das reservas de água do mundo. Petrópolis –RJ) e na época das chuvas de verão. meu Ex-Professor no PPGG/UFRJ Carlos Minc de que é preciso olharse com mais cuidado para a Mata Atlântica. por exemplo. com perdas de vidas e destruição de habitações. O Brasil apresenta um relevo médio com altitudes que não ultrapassam 3..Brasil. então responsável pela Pasta de Planejamento Estratégico a Longo Prazo. e digo sempre a êles de que são a prova de que o Brasil é a terra da oportunidade. Por que não fazermos projetos com outros mananciais? Também é muito positiva sua idéia de aproveitar-se as áreas já desmatadas para instalação da pecuária. quanto pela classe média alta (Angra dos Reis – RJ. 137 e 142. Cabe lembrar que alguns estrategistas dizem que os próximos conflitos serão pela água. no entanto existem muitos problemas de ocupação desordenada de encostas tanto pelas populações de baixa renda. apresentando a Legislação do Sistema CONFEA/CREAs para Técnicos de Nível Médio. cartografia alpina. Também me solidarizo com o ExMinistro do Meio Ambiente. cartografia de relevo tropical. Maciço da Tijuca e Maciço da Pedra Branca – RJ. preservação florestal. cartografia e sensoriamento topográfico. mapeamento de turismo de montanha. estudar e mapear os fenômenos glaciais. TELEMEDICINA . 16 a 20 de maio de 2010 6 do nível médio do mar (o CEGED/IBGE está auferindo este fenômeno). O verão de 2010 foi abrasador em todo o Brasil. 132. conforme proposição da Ex. É preciso que sejam georreferenciadas principalmente no Amazonas. do emprego das Forças Armadas e/ou Guarda Nacional Florestal para proteger as Unidades de Conservação Ambiental e Terras Indígenas é muito boa desde que sejam bem aparelhadas em bases. face às dimensões e as características do patrimônio ambiental equatorial e tropical brasileiro. na Catalunha. Cabe lembrar que pelo CREA-RJ falei ao Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos e Curso de Formação de Sargentos de Topografia de Escola de Instrução Especializada do Exército – ESIE.Ministra do Meio Ambiente e Senadora Marina Silva. vide A MIRA. Mas os ciclones estão aparecendo. em Realengo. Tropas modernas.

Aracaju . gripe suína e dengue.Ter conhecido pessoalmente o então Governador do Acre Eng.010. Brasiléia. onde para minha surpresa constatei que a primeira homenagem póstuma partiu da Faculdade de Direito da UFF – Turma Chico Mendes 1989 . em Brasília/DF. coordenação. Dr. no Hotel Taiamã/CREA-MT. Os dados cartográficos podem ser empregados na prevenção e/ou controle de epidemias e de pandemias. como Professora Aposentada do antigo Departamento de Cartografia daquela Instituição. bem como da Fundação Chico Mendes. e Meteorologista José Gomes Chaves. em todos os seus respectivos níveis de formação. Fui em setembro de 2005.SE .Brasil. e no Capítulo II das Atribuições para o Desempenho de Atividades no Âmbito das Competências Profissionais. Na qualidade de Conselheira do CREA-RJ destaco as seguintes atividades: A honra de participar do Fórum dos Especialistas da Resolução 1. Agrônomo. indo de ônibus . Epitaçolândia.Incluiu na Atividade 01. A partir de geodados podem ser elaborados e desenvolvidos programas de saúde específicos. Prof. Publicada no DOU em 30 de agosto de 2005 . Como objetivos a colimar no desenvolvimento das profissões. na sede do CREA-AC em Rio Branco e visitamos 22 municípios e 07 cidades. fiquei comovida. tuberculose. Participei em dezembro de 2005.” Os princípios e as práticas da sustentabilidade são antes de tudo soluções éticas face a magnitude dos problemas ambientais. que com seus cocais parecia como em 1500. Foi com emoção que revi os canaviais de Campos. no Plenário do CONFEA. orientação técnica. ao ver aquele convite vermelho. Governador Paulo Hartung. Visitando a convite do Prof. depois com o paper nos Anais “As mulheres na cartografia brasileira”(que comemorou os 68 anos da ABEA). o Litoral Norte de Alagoas. Florestal Jorge Nei Vianna Neves – Prêmio CREA-RJ Meio Ambiente 2003 no Quitandinha em Petrópolis e a Ex-Ministra do Meio Ambiente Senadora Profa. Traz o paradigma do dano mínimo para os atos da profissão e seus resultados e consequências. Helmut Daltro. Esta Resolução passou a vigorar em 1º de julho de 2007..3 XXIV Congresso Brasileiro de Cartografia . mas que tende a estar presente como norteador de todas as ações profissionais tecnológicas. junho. O alcance do conceito tange as questões ambientais e também as sociais e econômicas. no Acre para a IIIRRNCCEEAGRIs/CONFEA.. setembro e novembro de 2005.. Ex-Conselheiro Federal e Ex-Reitor por duas vezes da UFMT. a produção e distribuição de alimentos. Traz também a preocupação política do combate à miséria. da inserção social e da melhor distribuição da renda para os cidadãos. Eng. Sr.. como Assis Brasil. um ano após a sua morte. supervisão. meningite. fome. o termo ambiental – Estudo de viabilidade técnico-econômica e ambiental. 16 a 20 de maio de 2010 7 A Telemedicina é uma área recente em cartografia. no Art 5º para efeito de fiscalização do exercício profissional dos - - diplomados no âmbito das profissões do Sistema CONFEA/CREAs. CÓDIGO DE PROFISSIONAL E AMBIENTE CONSIDERAÇÕES ÉTICA MEIO – - De acordo com MACEDO & PUSCH (2005) a sustentabilidade é um dos fundamentos do Código de Ética Profissional – CEP: “Sustentabilidade – há uma tendência universal de incorporar-se como o “patrulheiro” da ação humana o conceito de sustentabilidade. tais como: malária. Marina Silva em junho de 2005 no CREA-RJ. estive o I SINEA/UFAL/Maceió. que reuniu-se em maio. febre amarela. a Casa de Chico Mendes. É um valor relativamente recente e ainda em formação conceitual. em Cuiabá o Centro Geodésico da América do Sul. Estive em julho de 2005 durante a IIRNCCEEAGRIs/CONFEA. miséria. em Xapuri. Dr. da 63ª SOEAA/CONFEA/CREA-ES de Vitória/ES aberta pelo Exmo.Atividade 03. de Geodésia e Topografia da UFMT e Conselheiro Federal Ainabil Machado Lobo e Prof. no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. cólera. . Dr. o termo Gestão – Gestão. na ocasião fomos recepcionados nas residências de veraneio do Prof. sensoriamento remoto e tecnologia SIG. . que envolvem a disponibilidade de água potável.

Ramalho Ortigão em seu livro sobre os 120 - - - - anos da História do Clube de Engenharia. em Realengo (do Coronel Walter do Amaral Brandão). lançado no MNBA e no WUF. 1º . II Cerrado e Pantanal.SE . Macaé – Centro de Convenções (2005) com a presença do General Ernesto Ribeiro Ronzani e Rio de Janeiro – Hotel Barra Windsor (2007) todos. decretou no: Art. Acioli mostrou os Projetos da Hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau que serão construídas através do PAC no Rio Madeira. 16 a 20 de maio de 2010 8 - - - - - Em junho de 2006 ter recebido o Diploma de Amigo da ESIE – Escola de Instrução Especializada do Exército. 3º .Aracaju . em Porto Velho estivemos em FURNAS. em março deste ano. Dr. no Caiçaras às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas em janeiro de 2007. ter reencontrado o Min. lançado em setembro de 2007. utilização sustentável e repartição dos benefícios da biodiversidade. De 18 a 20 de julho de 2007 durante a IIRNCCEEAGRIs/CONFEA/ Hotel Palace Rondon/CREA-RO. Art. 1º deste Decreto deverá fundamentar-se nas áreas identificadas no “Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira – PROBIO” e serão discriminadas em mapa das áreas prioritárias para conservação e . Ter participado do IX Congresso Brasileiro de Defesa do Meio Ambiente do Clube de Engenharia. Cartógrafo Emerson Zanon Granemann). 2009) de Criciúma/SC (Editor Eng. Em agosto de 2006 após a 63ª SOEAA/CONFEA/CREA-AL. Reynaldo Barros. com os trabalhos “A Importância da Cartografia para o Estudo do Meio Ambiente” e “Projeto de Mapeamento de Ecotrilhas do Parque Nacional de Itatiaia”. Ter sido mencionada como Membro do Conselho Diretor (2004/2007) pelo Prof. Agrimensor Luiz Carlos da Silveira) e no CD Rom Panorama Técnico Científico da 64ª SOEAA/CONFEA/CREA-RJ. IV Mata Atlântica e Campos Sulinos . com a presença do Eng.) e no CD Rom Panorama Técnico Científico da SOEAA/CONFEA/CREA-RJ 2007. em que o VicePresidente da República José Alencar Gomes da Silva. Ter sido uma das Colaboradoras do Livro Comemorativo dos 75 Anos do CREA-RJ.A portaria a que se refere o Art. em março de 2010. meu trabalho: “Evolução das definições e cartografia – Reflexo do estado atual da arte. no exercício do cargo de Presidente da República e a então Ministra Marina Silva. “A importância da fotointerpretação e o meio ambiente” A MIRA .As áreas prioritárias para a conservação. Art 2º -Para fins do disposto no art. Dr. ter especialmente. N149 (Mar. depois estivemos em Penedo. publicados nos CDs Roms dos Congressos Brasileiros de Cartografia/SBC de: Belo Horizonte – Minas Centro (2003) com aa presenças do Eng. na Zona Portuária do Rio de Janeiro. a avaliação e identificação de áreas e ações prioritárias para conservação. desde dezembro de 2005).Fórum Urbano Mundial da ONU da ONU. Ter escrito matéria comentando o Mercado de Trabalho em Agrimensura e Cartografia em InfoGNSS da Editora MundoGeo de Curitiba/PR no final de 2007 (Editor Eng. Ter participado com 8 (oito) trabalhos técnico-científicos. utilização sustentável e repartição da biodiversidade far-se-á considerando-se os seguintes conjuntos de biomas: I – Amazônia. sob os auspícios do CREA-RJ./Out – 2008). Prof.Brasil. no âmbito das atribuições do Ministério do Meio Ambiente serão instituídas por portaria ministerial./Abr. a Delegação do CREA-RJ observou o na divisa de Alagoas com Sergipe. Marcos Túlio e do Geógrafo David Márcio. Cartografia e meio ambiente. III – Caatinga. partindo de saveiro de Peabuçu. Não poderia deixar de mencionar o Decreto 5. e V – Zona Costeira e Marinha. Ter comparecido ao 5th WUF . o Encontro das Águas do Rio São Francisco com o Oceano Atlântico.3 - XXIV Congresso Brasileiro de Cartografia . em setembro de 2008. Dentre os vários artigos de A MIRA (21 até agora. onde por três horas o Eng.092 de 21 de maio de 2004. da Agrimensura e da Geografia . onde comparecem Geógrafos e Engenheiro de renome do IBGE e datas magnas da Cartografia.Carlos Minc na festa de lançamento da 64ª SOEAA.N 146 (Set. agosto de 2007./Abr. Centro de Convenções da Cidade Nova. tecnologia” publicado na Revista A MIRA – Agrimensura e Cartografia Nº 138 (Mar. 1º.

CONFEA (2005 a) Velho Chico de roupa nova – Entrevista a Juliana Roscoe. Criciúma. Sociedade Brasileira de Geografia/Construtora Carvalho Hosken. Caixa Econômica Federal.OU. denominado “Programa Mais Ambiente”. Seção 1. mapear para não entregar” Mapear é preciso. Maio. 1. CREA-RJ em Revista.SE . A MIRA – Agrimensura e Cartografia. D. Rio de Janeiro.Mapas e Cartógrafos.. July. Fábio & RONDON. São Paulo. Janeiro/Fevereiro/Março. Il. 22nd November 2004. Revista do CONFEA. 16 a 20 de maio de 2010 9 utilização sustentável da diversidade biológica brasileira. Chang Mai. 22pp. Sábado. Biodiversidade 31. 51:08-11. 20(8):06-09. Revista do CONFEA. problemas iguais – Entrevista a Roberto Sobrinho.3 XXIV Congresso Brasileiro de Cartografia . Roger & HEFFERNAN. uso sustentável e repartição de benefícios da biodiversidade brasileira: atualização – Portaria Nº 09. viver também é preciso. Mateus & CRISCUOLO. Cabe ressaltar o Decreto N 7.. Brasília. Quando tornei-me a Primeira Pesquisadora Brasileira a recomendar o RADAR– SAR como alternativa cartográfica para solucionar o vazio cartográfico do setentrião brasileiro meu lema era: “Mapear para preservar. Rio de Janeiro. Instambul. Carlos Minc e Guilherme Cassel. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE (2008) Áreas prioritárias para a conservação. CREA-RJ (2005 a) Pagando pra ver – Protocolo de Kyoto permite negociar a redução de emissões de carbono para reduzir o efeito estufa..Brasília. Antes de reciclarmos o lixo. Fevereiro./Out. 191 e 192.029 de 10 de dezembro de 2009 da Presidência da República que institui o Programa Federal de Apoio à Regularização de Imóveis Rurais. Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID. pág. Jean – Philippe (1990) Os agrimensores do espaço. CAIXA (2005) Programa Nacional de Apoio à Gestão Administrativa e Fiscal dos Municípios Brasileiros – PNAFM.Brasil. 21(9):06-09. Newsletter 1. CONFEA (2004) Cidades diferentes. Assinado pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelos Ministros Reinhold Stephanes. December. Thailand. Curitiba. In: COLÖQUIO AMAZÔNIA. 37(7):32-33. Nilton (2003) Transposição das águas da Amazônia. José E. 152(19):45-48. e dá outras providências. 04 de junho. Brasília. Cartografia também é uma questão de atitude. 19(8): 29 – 32. Set. GRELOT.Aracaju . CREA-RJ em Revista. O Correio da UNESCO – Brasil . 2ª edição. Worcester. Junho. 30 de agosto. DF. Ministério da Fazenda. 50:30-34. CONFEA (2005 b) Resolução 1. Ian (2004) The contribution of earth observation to human well being – Keynote speech. Folha de São Paulo. CREA-RJ (2005 b) Ocupação predatória – CREARJ faz inspeções nas lagoas da Barra da Tijuca e Jacarepaguá e constata danos ao ecossistema causados por explosão imobiliária e ocupações irregulares. Infogeo – Revista de Análise Geográfica. Brasília. KASPERSON. Rio de Janeiro. 328pp. (2005) Chuvas deixam 29 mil desabrigados em PE. FREIXINHO. ISPRS Highlights. BRASIL. Rio de Janeiro. . de 23 de janeiro de 2007. Outubro/Novembro/Dezembro. Brasília. DOWMAN. Revista do CONFEA. Brasília. BATISTELLA. 21(9):1011. Cristina (2005) Uma sinopse interativa sobre satélites de monitoramento – Site da EMBRAPA Monitoramento por Satélite traz a evolução da área no país. Agosto. 9(4): 38 – 42. Jean (1991) Critical zones in global environmental change – Study Group of the International Geographical Union. GUIBU. antes de ser uma atividade ligada à gestão do espaço!!! BIBLIOGRAFIA ABNER João (2005) Transposição polêmica. precisamos reciclar nossos corações e mentes. Anais. Janeiro/Fevereiro/Março. A MIRA (2009) Regularização ambiental. conservar é preciso. 46pp. ACRS.010.

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