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Anatomia da cabeça

Anatomia da cabeça

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Prof.

Rui Oliveira

Fisioterapia – 1º ano

Ano Lectivo 2007/2008 
Anatomia Descritiva ‐ Cabeça  By: Jota      1 

 sutura fronto‐esfenoidal  (frontal – esfenóide)  Articulações com outros ossos: articulação fronto‐lacrimal e articulação fronto‐etmoidal    OSSO TEMPORAL:      OSSO ESFENOIDE:  Osso grande ao nível do crânio  Contém a hipófise (encontra‐se na sela turca)  Tem uma cavidade (com ar) – seio esfenoidal  Forma de borboleta    OSSO ETMÓIDE:  Articula com o osso frontal  Série de foramen onde passam nervos olfactivos  Crista por onde passam os dura‐máter    OSSO OCCIPITAL:  Foramen magnum (por onde passa a espinal medula)  Côndilos occipitais que se vão unir à 1ª vértebra  Protuberância occipital externa (insere‐se o músculo trapézio)   Anatomia Descritiva ‐ Cabeça  By: Jota      2  .  Fronteiras com outros ossos: sutura metópica. OCCIPITAL. 2 NASAIS. sutura fronto‐zigomática (frontal – zigomático). 2 CONCHAS NASAIS INFERIORES. 2 MAXILARES    OSSOS DO CRÂNIO (NEUROCRÂNIO):  OSSO FRONTAL:  Articula inferiormente com o nasal e com o osso zigomático. ETMÓIDE. 2  LACRIMAIS. 2 PARIETAIS e 2 TEMPORAIS  ‐ VISCEROCRÂNIO: formado por 15 ossos: MANDÍBULA. sutura fronto‐nasal (osso frontal – osso nasal).  Possui pequenas elevações (arco supraorbitário) onde estão as sobrancelhas  Esse arco tem foramen supraorbitário. que são orifícios por onde saem nervos e vasos sanguíneos  Durante o período fetal existem 2 ossos frontais que se unem posteriormente através da sutura metópica  que ao longo dos anos se vai ossificando e desaparecendo.1 – CABEÇA  (consultar slides)  Crânio: é o esqueleto da cabeça e é formado por 2 partes: NEUROCRÂNIO e VISCEROCRÂNIO  ‐ NEUROCRÂNIO: formado por 8 ossos: FRONTAL. 2 PALATINOS. VOMER. ESFENOIDAL. sutura  coronal (frontal – parietal). ETMOIDAL. 2 ZIGOMÁTICOS.

 processo temporal do osso zigomático. retenção de poeiras. humidificam o ar):   Funcionam como turbinas  Aumentam a superfície para intercâmbio térmico  Formam espaços:  Recesso esfenoetmoidal  Meatos nasais (superior. médio e inferior)  A concha inferior é:  Um osso independente  Muito vascularizada  Pode modificar o tamanho da cavidade nasal  Pavimento / chão – formado pelos ossos:  Processo palatino do maxilar  Lâmina horizontal do palatino  Tecto – formado pelos ossos:  Anatomia Descritiva ‐ Cabeça  By: Jota      3  .Locais de inserção do músculo trapézio  Porção basilar do osso occipital (articula com o frontal)  Canal do nervo hipoglosso (responsável pelo movimento da língua)  Fronteiras com outros ossos: sutura lambdóide (parietal+frontal – occipital)    OSSO ZIGOMÁTICO:  Dá‐nos protuberância na face  Tem um corpo e 2 processos (processo temporal e frontal que são muito afectados por traumatismos)  Não tem seios  Articulações com outros ossos: processo frontal do osso zigomático.    OSSO PARIETAL:  Foramen parietal. processo zigomático do osso  temporal. coberto por  mucosa nasal. localizado perto da sutura sagital (que divide os dois ossos parietais)  Protuberância parietal    OSSOS DA FACE (VISCEROCRÂNIO):  OSSOS DO NARIZ:  Nariz – pirâmide mortal devido à sua forte irrigação  Cavidade nasal:  Pirâmide  Apresenta:  Parede medial  Parede lateral – formada pelas conchas nasais (aquece o ar que respiramos.

  Abaixo do 2º pré molar encontram‐se os foramina do mento  O processo do mento forma a proeminência do queixo e é uma protuberância óssea inferior à sínfise da  mandíbula.Frontal  Etmóides  Esfenóides  2 Orifícios anteriores (narinas)  2 Orifícios posteriores (coanas)  Seio esfenoidal – separação da cavidade nasal – pequena lâmina de osso  OSSO MAXILAR:  Formam a maxila superior  Os processos alveolares incluem as inserções dentárias e constituem o osso de suporte da dentadura  maxilar. meninges e espinal medula.  Tem duas partes: uma horizontal.  Conecta lateralmente com os ossos zigomáticos  O foramen infraorbitário é o local de passagem do nervo infraorbitário (nervo sensitivo da face)  As duas maxilas estão unidas pela sutura intermaxilar    MANDÍBULA:  Possui processos alveolares que suportam a dentadura mandibular. lobos occipitais)    2 – MENINGES  A  maioria.  da  cavidade  craniana  é  ocupada  pelo  encéfalo.  Anatomia Descritiva ‐ Cabeça  By: Jota      4  .  cerca  de  80%.  Articula com o osso temporal através da articulação temporo‐mandibular  Permite o processo de mastigação e de comunicação  Superfícies articulares:  Côndilo mandibular  Fossa mandibular  Processo articular do osso temporal  Cápsula articular (muito vascularizada. o corpo e outra vertical. os ramos. seio cavernoso – estrutura vascular onde passam muitos nervos)  ‐ Fossa posterior (tronco encefálico. glândula hipófise. têm inervação sensitiva (quando inflama dói))  Ligamentos articulares:  Internos (dentro da cápsula mandibular): ligamento lateral  Externos (fora da cápsula mandibular): ligamento estilo‐mandibular e esfeno‐mandibular  Base do crânio:  ‐ Fossa anterior  ‐ Fossa média (lobos temporais.  Restantes  20%  são  ocupados  pelo  líquidocefalorraquídeo (LCR) (evita os embates do encéfalo contra os ossos do crânio).

  Outras  artérias:  ramos  meníngeos  da  artéria  oftálmica.  TECIDO  CONJUNTIVO  LAXO  e  PERICRÂNIO  Estrutura:  Paquimeninges   DURA‐MÁTER  Leptomeninges   ARACNÓIDE e PIA‐MÁTER    Funções:  Protege o cérebro  Suporte para os vasos sanguíneos  O espaço subaracnoideio contém o LCR    PAQUIMENINGES:  Dura‐Máter: (1ªmeninge que se observa quando se abre o cérebro)  Membrana fibrosa bilâminar  Camada externa perióstica  Camada interna meníngea  A dura mater na base e as linhas das suturas estão fortemente aderidas.  inserção  posterior  na  protuberância occipital interna  Na TENDA DO CEREBELO: separa os lobos occipitais do cerebelo.  inserção  anterior  ao  nível  da  linha  média  da  abóbada.  Na abóbada a união é facilmente removível  A membrana externa perióstica continua‐se com o periósteo que recobre a abóbada  Na  FOICE  DO  CÉREBRO:  separa  o  cérebro  em  duas  metades:  hemisfério  direito  e  esquerdo.Estrutura  do  Escalpe:  tem  5  camadas  –  PELE. ramo do nervo oftálmico (V1)  Anatomia Descritiva ‐ Cabeça  By: Jota      5  .do nervo maxilar (V2).  crista  frontal  e  crista  gallis. inserção anterior ao nível dos processos  clinoideios anteriores.  DRENAGEM: através das veias que acompanham as artérias – veia meníngea média   plexo pterigóides  INERVAÇÃO:   Fossa Craniana Anterior  Ramos meníngeos do nervo etmoidal (V1).  Fossa Craniana Média      Ramos do nervo trigémio  Ramos meníngeos do nervo maxilar (V2) e do nervo mandibular (V3)  Fossa Craniana Posterior   ramos dos nervos cervicais C2 e C3  Pavimento: ramos meníngeos dos nervos cervicais C2 e C3  Tenda do cerebelo: nervo tentorial.do nervo mandibular (V3). parte superior da sela turca que a fecha. inserção postero‐lateral  no osso occipital e parietal  Na FOICE DO CEREBELO: igual à foice do cérebro  No DIAFRAGMA DA SELA: separa o hipotálamo da hipófise. da artéria occipital e das artérias vertebrais.  APONEVROSE.  TECIDO  CONECTIVO.  IRRIGAÇÃO:  principalmente  pela  artéria  meníngea  média. inserção antero‐lateral na parte petrosa do osso temporal.

  Veias emissárias parietais têm comunicação entre as veias do escalpe e as veias do SSS.  contêm  granulações  aracnoideias  que  drenam  o  LCR  da  parte  superior do cérebro e drena‐o até à confluência dos seios.  Seio sagital inferior  Vai levar o sangue até à confluência dos seios unindo‐se com o seio recto  Seio recto  Anatomia Descritiva ‐ Cabeça  By: Jota      6  . Drena o sangue da parte superior do encéfalo e do LCR  Seios  lacunares  laterais  ao  S. trabéculas e vasos.S.  vai  desde  a  sua  inserção  frontal  até  à  região  occipital.LEPTOMENINGES:  Membranas finas  Separadas por um espaço subaracnoideio  Esse espaço contém LCR  Entre ambas as membranas existem trabéculas  Dividem‐se em:  PIA MATER:  Amplamente vascularizada  Adere‐se à superfície do cérebro  ARACNÓIDE MATER:  Avascular  Aderida à dura mater  ESPAÇOS MENÍNGEOS:  Interface dura‐crânio  Espaço epidural  Espaço epidural espinal   verdadeiro  Espaço epidural craniano   patológico  Interface dura‐aracnóide  Espaço subdural  Espaço não verdadeiro / virtual (apenas existe na espinal medula)  Espaço subaracnoideio  Espaço verdadeiro  Contém LCR.    SEIOS VENOSOS DA DURA MATER:  Possuem uma camada fina coberta por endotélio  Encontram‐se revestidos pelas duas membranas da dura mater: perióstica e meníngea  Drenam o sangue do encéfalo e das meninges encefálicas para a veia jugular interna (VJI)  Seio sagital superior  Localiza‐se  na  parte  superior  da  foice  do  cérebro.S.

  Seio transverso  Leva o sangue da confluência dos seios até ao seio sigmóide  Seios  grandes  que  marcam  os  ossos  do  crânio.  Seio esfenoparietal  Seio marginal   em íntimo contacto com o seio  Anatomia Descritiva ‐ Cabeça  By: Jota      7  .  Bordo inferior da porção petrosa do osso temporal  Drenam  as  veias  da  parte  lateral  do  seio  cavernoso  directamente  na  origem  da  VJI  e  no  seio  sigmóide  Plexo basilar  Região basilar do osso occipital  Comunicação com o plexo venoso vertebral interno  Drena o sangue do tronco encefálico para o plexo venoso vertebral interno.  Seio sigmóide  Da confluência dos seios sai o seio transverso direito e esquerdo e drena para o seio sigmóide. inferiormente.  sai  do  crânio  pelo  foramen  magno e drena o sangue no plano venoso vertebral interno  Seio cavernoso  Está ao lado da sela turca (esq e dir). na superfície superior do esfenóide.Veia cerebral magna. hipotálamo.  O  sulco  esquerdo é maior que o direito. que  por sua vez leva o sangue para a VJI. tem um bom calibre e une‐se com o SSI para levar o sangue até à confluência  dos seios. é para esta veia que se drena o LCR  Seio occipital  Vai  desde  a  confluência  dos  seios  e  vai  para  baixo  (inferiormente).  Tem um aspecto esponjoso  A artéria carótida interna e nervos cranianos estão associados  cavernoso  Drena o sangue da base do cérebro. hipófise para o plexo pterigóide  Seio cavernoso   foramen jugular (drenam directamente)  A comunicação entre o seio cavernoso e o seio petroso inferior é feita através de:  III nervo oculomotor (pequenos ramos do trigémio (nervo oftálmico e maxilar))  IV nervo troclear  VI nervo abducente   Seio petroso superior  Vem da parte posterior das veias que vêm do seio cavernoso para o seio transverso até ao local em  que esses seios curvam inferiormente para formar os seios sigmóides  Bordo superior da porção petrosa do osso temporal  Seio petroso inferior  Vem da parte posterior dos seios cavernosos.  provocando  os  sulcos  do  seio  transverso.

 são astrócitos. controla os movimentos dos músculos  – voluntários)  Neuroglia  (função  imunológica  e  de  estrutura  –  sustentar  os  neurónios  dentro  do  encéfalo  –  não  tem axónios.  Tipos de neurónios:  Bipolar  Multipolar  Pseudopolar  SINAPSE:  zona  de  contacto  entre  2  ou  mais  neurónios.  na  qual  se  transmite  o  impulso  nervoso  (“comunicação”)  Componentes da sinapse:  Membrana pré‐sináptica  Fenda sináptica  Membrana pós‐sináptica  Tipos de sinapse:  Pelo Mecanismo de transmissão do impulso nervoso:  Eléctrica – gap junctions (canais proteicos)  Química – mediada por neurotransmissores  Anatomia Descritiva ‐ Cabeça  By: Jota      8  .VEIAS EMISSÁRIAS:  Veia Emissária Frontal:  Presente em crianças  Atravessa o foramen cego  Conecta o SSS com veias frontais e nasais  Veia Emissária Parietal:  Presentes bilateralmente  Atravessa o foramen parietal na abóbada  Conecta o SSS com veias do escalpe  Veia Emissária Mastoideia:  Atravessa o foramen mastóide  Conecta o seio sigmóide com a veia occipital ou auricular posterior  Veia Emissária Condilar:  É inconstante  Atravessa o canal condilar  Conecta o SS com o plexo venoso sub‐occipital    3 – ENCÉFALO  Estrutura básica do encéfalo:  Neurónios (axónio muito comprido vai até à espinal medula.

 células ependimais e microglia  Disposição dos Neurónios no Sistema Nervoso Central  Substância Cinzenta:  Localizada no córtex e área central da medula  Formada por corpos neuronais  Substância Branca:  Formada pelos axónios mielinizados   Na medula espinal a substância cinzenta está no meio e exteriormente a substância branca  No tronco do encéfalo os corpos neuronais organizam‐se em núcleos e essa organização não é tão  simétrica como no encéfalo  Esses núcleos são a origem dos nervos cranianos  Planos anatómicos do encéfalo:  Cortes coronais do cérebro   o ponto de referência é ao nível dos cortes mamilares  Cortes  anteriores  do  cérebro  frontal (A1. Terminal ↔ espinhas ou gémulas dendríticas)  Axossomáticas (Ax. Terminal ↔ peycarion)  Axoaxonais (Ax. Terminal ↔ segmento inicial do axónio)  Pela Função:  Excitatória  Inibitória   Neuroglia:  São mais numerosas que os neurónios  Provêem o sustento ao sistema nervoso  Não são excitáveis  Reparação tecidual   No SNC formado por oligodendroglia. Terminal ↔ dendrites)  Axoespinhosas (Ax.Pela Localização:  Axodendríticas (Ax. astrócitos.A2)  Cortes  posteriores  do  cérebro  posterior (?)  Organização do encéfalo:                  o  ponto  de  referência  é  ao  nível  dos  cortes  mamilares  até  ao    o  ponto  de  referência  é  ao  nível  dos  cortes  mamilares  até  ao  Anatomia Descritiva ‐ Cabeça  By: Jota      9  .

Estrutura do encéfalo:  Cérebro  Cerebelo  Tronco encefálico  Cérebro: desenhos   ver imagens  Lobo Frontal  Face lateral  Giro pré‐central  Giro frontal superior  Giro frontal médio  Giro frontal inferior  Porção opercular   Porção triangular  Porção orbitária   Face medial  Giro paracentral (face medial)  Base  Giros orbitários   Sulco olfactivo (bolbo e tracto olfactivo)  Giro recto   Lobo Parietal:   Face lateral  Giro pós‐central  Lóbulo parietal superior  Lóbulo parietal inferior  Giro supra‐marginal  Giro angular  Face medial  Precuneus   Lobo Occipital  Face lateral  Sulco transverso occipital  Face medial   Sulco calcarino   Sulco parieto‐occipital   Cuneus   Lobo Temporal  Face lateral  Anatomia Descritiva ‐ Cabeça  By: Jota      10  .

  Gânglios  da  base  Os núcleos putamen ficam por baixo da cápsula interna.  Produção de hormonas.  Movimentos mais precisos são da responsabilidade do putamen e globo pálido  Girus Cingulado  Corpo Caloso  “Cápsula interna”  Anatomia Descritiva ‐ Cabeça  By: Jota      11  .    Putamen.  Globo  Pálido  (estes  3  coordenam  os  movimentos  musculares).    ESTRUTURAS:   Tálamo  Estrutura major do SL  Centro que recolhe todas as informações do corpo para enviar ao córtex sensorial  Localiza‐se medialmente entre cada hemisfério  Relacionado e próximo do 3º ventrículo  Hipotálamo e Glândula Hipófise  Quiasma Óptico  Septum Pélucido   Hipocampo   Amígdala  Corpos Mamilares e Fornix   Núcleo  Caudado.  Controla a capacidade de reagir perante estímulos perigosos  Essencial para a sobrevivência do ser humano.Giro temporal superior  Giro temporal médio  Giro temporal inferior  Face medial e Base  Giro para‐hipocampal   Uncus   Giro lingual (lobo occipital)  Giro occipito‐temporal medial  Giro occipito‐temporal lateral    4 – SISTEMA LÍMBICO  ‐ É uma série de estruturas do SNC  FUNÇÕES:  Controlo das emoções.

  impulso  sexual. Participa na linguagem e  aprendizagem  Núcleos da base. apetite  Ponto de cruzamento dos nervos ópticos  Estimula o prazer sexual  Emoções.  apetite  e  temperatura corporal)  • • • Responsável pelas emoções. controlo  hormonal.   Girus Cingulado  Corpo Caloso  Arredor do corpo caloso   Por debaixo do girus  cingulado    Em conclusão:  • Regulação  de  ciclos  biológicos. aprendizagem e motivação  Intercedem nos movimentos.  controlo  de  funções  autonómicas  (sede. temperatura corporal. emoções e medo  Emoções. aprendizagem e motivação  Responsável pela ansiedade.  Exterior ao tálamo  núcleo caudado. corpo e cauda  Vem desde a região rostral até à caudal do cérebro  Recebe fibras do córtex cerebral e envia para o resto do corpo (função contrária ao tálamo)     LOCALIZAÇÃO:  localiza‐se  medial  e  inferiormente  ao  nível  do  cérebro  (apareceram  1º  que  o  córtex  humano.Cápsula  que  recebe  um  feixe  de  fibras  nervosas  que  leva  informação  para  os  movimentos  voluntários pela parte posterior  Tem uma cabeça.  integração da informação sensorial  Recebe sensações de estímulos dolorosos. globo p. medos e ansiedades  Ponto de conexão com estruturas cerebrais superiores  Permitem a interconexão dos hemisférios  Anatomia Descritiva ‐ Cabeça  By: Jota      12  . emoções.  putamen.  Feixe de fibras que inter conecta ambos  hemisférios. sede.  em  termos de desenvolvimento do encéfalo)    FUNÇÕES DO SISTEMA LIMBICO (individualizadas):  Órgão do sistema  Límbico  Tálamo  Hipotalamo e  Glândula Hipófise  Quiasma Óptico  Septum Pélucido  Hipocampo  Amígdala  Corpo mamilar e  Fornix   Localização  Função  Zona media do sistema  límbico  Debaixo do tálamo  Anterior a glândula hipófise  Adjacente ao hipotalamo   No interior do lobo temporal  Anterior ao hipocampo  Unido ao hipocampo   Distribui a informação recebida para regiões  apropriadas do cérebro   Regulação dos ciclos biológicos.

 aberturas estas que permitem a passagem do LCR desde o 4ºV para a  EM  O seio sagital tem granulações aracnoideias onde é reabsorvido o LCR. ocupa todo o cérebro.•   Possuem um papel na aprendizagem e linguagem      5 – SISTEMA VENTRICULAR  • Contém e transporta o Liquido Cefalorraquídeo (circula desde o crânio até à coluna vertebral. o LCR vai para o espaço subaracnoideio). Ao nível da  EM.   • É formado pelos:   Ventrículos Laterais   3º Ventrículo   4º Ventrículo   Cisternas Subaracnoideias     VENTRÍCULOS LATERAIS:  • • • •   TERCEIRO VENTRÍCULO:  • •   QUARTO VENTRÍCULO:  • • • • Possui forma piramidal   Localiza‐se na face posterior da Ponte e Medula Oblongada  Continua‐se na medula espinhal como Canal Espinhal  O LCR drena no 4 ventrículo pelo:   Abertura mediana (Magendie)   Aberturas laterais (Luschka). As veias da EM e CV também reabsorvem.    CISTERNAS SUBARACNOIDEIAS:  • • Espaços que “inserem” o cérebro no espaço subaracnoideio “ancorar”    As Cisternas contem:   LCR   Trabéculas (tecido conectivo)   Vasos Sanguíneos   Ramos de Nervos Cranianos   Localizado no Diencéfalo   Comunica com o 4º Ventrículo Aqueduto Cerebral   Ventrículos amplos   Ocupam na quase totalidade os hemisférios   Comunicam com o 3º Ventrículo foramen interventricular  Desde o lobo frontal até ao lobo parietal.  Anatomia Descritiva ‐ Cabeça  By: Jota      13  .

• Há várias e as principais são:  Cisterna Cerebelo‐Medular:  Entre a face inferior do cerebelo e a face posterior da medula oblongada.           Anatomia Descritiva ‐ Cabeça  By: Jota      14  .  mas  não  todos  os  elementos do plasma.  com  algumas  substâncias  do  SI. onde há reabsorção do LCR para o seio recto    SECREÇÃO DO LCR:  LCR:  líquido  transparente  –  ultra  filtrado  do  plasma.   O plexo coróideu é muito vascularizado.     As  células  epiteliais  coroidais  produzem  LCR.  Recebe o LCR do 4º ventrículo e da EM  Divide‐se em:   • • Cisterna Cerebelo‐medular posterior (Cisterna Magna)  Cisterna Cerebelo‐medular lateral  Cisterna Ponto‐Cerebelar (cisterna pontina):  Localizada anteriormente à Ponte  Continua entre o 4ºV e o espaço subaracnoideu  Cisterna Interpeduncular (cisterna da base):  Localizada na fosse interpeduncular (mesencéfalo)  Cisterna Quiasmática:  Localizada inferior e anterior ao quiasma óptico  Ao nível do quiasma óptico  Cisterna Quadrigeminal:  Localizada na parte posterior do corpo caloso e superfície superior do cerebelo   Da veia cerebral magna.  São  semelhantes  às  da  retina  e  aos  melanócitos  (protegem  pigmento da pele).

CIRCULAÇÃO DO LCR:    Compartimento externo► Espaço subaracnoideu (cisternas)  Compartimento interno ► Sistema ventricular    REABSORÇÃO DO LCR:  • • • • •   FUNÇÕES DO LCR:  • • • • Protecção do Cérebro contra traumatismos “almofada”   Mantém o Cérebro em suspensão. evitando a compressão contra superfícies ósseas    A pressão LCR ↑ durante a tosse.  Feita através da:  ARTÉRIA CARÓTIDA INTERNA (irriga 2/3 posteriores do cérebro)  Penetra no crânio pelo canal carotídeo  Acompanham o plexo venoso e simpático  Anatomia Descritiva ‐ Cabeça  By: Jota      15  .  que  é  importante  no  transporte  de  O2  e  glicose. esforço e modificações da posição   Lei  de  Monro‐Kellie  (modificações  do  fluxo  sanguíneo  cerebral  podem  ocorrer  como  consequência  das  alterações no LCR)    Através das Granulações aracnoideias nos Seio Venosos Durais  Sistema Venoso  Emergência dos nervos espinhais  Cisterna da Veia Cerebral Magna   seio recto  Seio sagital superior   veias espinais  6 – IRRIGAÇÃO DO ENCÉFALO  Encéfalo  –  órgão  vital  que  depende  da  vascularização  arterial.

 Cerebral Posterior  Distribuição  Irrigação primária do encéfalo  Ramos ao Seio Cavernoso.I. Carótida Interna  A.    IRRIGAÇÃO DA SUPERFÍCIE MEDIAL DO ENCÉFALO:  Ramo caloso marginal  Artéria peri‐caloso  Artéria parietooccipital    IRRIGAÇÃO DA SUPERFÍCIE POSTERO‐MEDIAL DO ENCÉFALO:  Artéria cerebral posterior   terço posterior  Artéria cerebral anterior   2/3 anteriores  Origem  A. Subclávia  União das Vertebrais  R.Penetra no seio cavernoso com NC III. Cerebral Media  A. cápsula interna. Vertebrais  A. cerebelo e cérebro  Lobo occipital (base)  Tracto óptico. Comunicante Posterior  A. tálamo  Anatomia Descritiva ‐ Cabeça  By: Jota      16  . Terminal da C. Carótida Comum  A. cerebelo e circulação posterior do cérebro  Circulo Arterial Cerebral  A. Basilar  A. IV e VI  Ramos terminais são a artéria cerebral anterior e a artéria cerebral média  Circulação anterior do cérebro  ARTÉRIA VERTEBRAL  Ramo da artéria subclávia  Ascende pelos processos transversos da coluna cervical  Ramo terminal é a artéria basilar  Irrigação: tronco encefálico. Terminal da Basilar  A. Cerebral Anterior  A. Comunicante Anterior  A.  A. Cerebral Anterior  R. Carótida Interna  A. hipófise e gânglio trigémeo  Hemisférios Cerebrais (‐) L. Carótida Interna  A. Cerebral Anterior  A. Comunicante Anterior  A. pedúnculos cerebrais. Occipital  Circulo Arterial Cerebral (Polígono de Willis)       Superfície lateral dos hemisférios  Meninges cranianas e Cerebelo  Tronco encefálico. pós‐centrla e pré‐central. Comunicante Posterior    IRRIGAÇÃO DA SUPERFÍCIE EXTERNA DO ENCÉFALO:  Artéria cerebral média: por ramos frontais e temporais que têm o nome do sulco por onde entram: artéria  sulco central. Cerebral Posterior  Artéria  A. Cerebral Posterior  A.

 por cima da ponte esta tem o sulco da artéria basilar  Na medula oblongada e superfície superior do cerebelo  artéria cerebral postero‐inferior  Na ponte e superfície lateral do cerebelo  pequenas artérias contínuas (ramo da artéria basilar)  Artéria cerebelar antero‐inferior (2º ramo da basilar) e artéria cerebelar superior (ramo da basilar) irrigam o  cerebelo.  DRENAGEM VENOSA CEREBRAL:    Anatomia Descritiva ‐ Cabeça  By: Jota      17  .  que  existem  porque no tronco encefálico há estruturas onde estão nervos que têm núcleos vitais e importantes para a  nossa vida. o cerebelo (através da artéria cerebral antero‐ inferior) e a circulação posterior do cérebro  Artérias  vertebrais  –  de  onde  vêm  os  vasos  sanguíneos  (sobe  pelos  foramen  transversos. irriga o tronco encefálico. dor e temperatura):  Artéria tálamo‐genicular (vem da artéria cerebral posterior)    IRRIGAÇÃO DO TRONCO ENCEFÁLICO:  Artéria basilar (principalmente).Artéria do sulco calcarino (afectado em AVC’s)    IRRIGAÇÃO DA SUPERFÍCIE POSTERO‐INFERIOR DO ENCÉFALO:  Artéria cerebral posterior    IRRIGAÇÃO DOS GÂNGLIOS BASAIS (putamen e globos pálidos) (núcleos que controlam os nossos movimentos):  Artéria cerebral média (provém da carótida comum)  Artéria cerebral posterior  Ramos da artéria cerebral média    IRRIGAÇÃO DO TÁLAMO (tacto.  o O ramo da subclávia introduz‐se pelo foramen magnum  o Formam uma artéria basilar.

 área de associação visual – interpreta e guarda a info visual)  Lobo  temporal:  audição  (área  primária  auditiva  –  giros  transversos. visual. onde finalizam os vários seios  O sangue do cerebelo é drenado no seio sigmóide e transverso   VJI  O seio cavernoso é importante  porque está ao lado da glândula  hipófise e drena no plexo pterigóide (na  parte superior da face e parte maxilar) (posterior ao seio maxilar – atrás do osso maxilar)   VJI    ÁREAS DE FUNÇÃO DO CÓRTEX CEREBRAL:  As funções das diferentes áreas do cérebro podem ser afectadas e resultar em diferentes disfunções:  Área pré‐frontal: racionaliza o que se está a passar. etc)  Lobo occipital: visual (pólo do lobo occipital. o que fazem e analisa a informação  Área pré‐motora: analisa os movimentos  o Área de Brocka – controla os movimentos para poder falar  Área  sensitiva  de  Wernicke  (na  comunicação  do  lobo  parietal  com  o  lobo  temporal)  –  interpretação  da  linguagem (consegue falar mas não percebe o que dizem)  Lobo parietal: interpreta informação sensorial que chega ao cérebro (info escrita.  área  de  associação  –  interpreta  info  auditiva)        Anatomia Descritiva ‐ Cabeça  By: Jota      18  .O sangue do cérebro é drenado na VJI.

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