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Lições Biblicas CPAD - 4º Trim. de 1981 - As Bem Aventuranças dos Salvos - Geziel Gomes

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LIÇÕES BÍBLICAS

FARA A ESCOLA DOMINICAL E CULTO DOMÉSTICO

JOVENS E ADULTOS
OUTUBRO A DEZEMBRO 1981

LIÇÕES BÍBLICAS
BW A A E S C d A D O M N C A l. ECUHDDOMÊS11CO

JOVENS E ADULTOS
OUTUBRO A DEZHVBRO1981

Títulos do trimestre
Bem-aventurados os limpos de coração Bem-aventurados os que sofrem Ruínas da sinagoga de “Kefar Bir’am,” vista de frente
PARA A ESCOLA DOMINICAL E CULTO DOMÉSTICO

Lição 1 Lição 2

Nossa capa:

LIÇÕES BÍBLICAS
JOVENS E ADULTOS

Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor Bem-aventurados os pacificadores Bem-aventurado o que teme ao Senhor Bem-aventurado o que confia no Senhor Mais bem-aventurada coisa é dar Bem-aventurados os que morrem no Senhor * Bem-aventurado o que tem parte na primeira ressurreição Bem-aventurado o que guarda a Palavra de Deus Bem-aventurado aquele que crê Bem-aventurados os chamados às Bodçs do Cordeiro

Lição 3 Bem-aventurado o que vigia ★ Lição 4 Lição 5 Lição 6 Lição 7
is r

Para a Escola Dominical e Culto Doméstico - 4o trimestre de 1981 Comentário de
Geziel Gomes

Casa PublicaCBOdora das Assembléias de Deus

Revista editada pela

Lição 8

Presidente do ' onselho Administrativo:
Isaac M artins Rodrigues

Lição 9

Diretor Executivo:
Custódio Rangel Pires

Lição 10 Lição 11
★ ★

Diretor de Publicações
Abraão de A lm eida

Diretor do Departamento de Escola Dominical: Os pedidos desta revista podem ser fei­ tos diretamente à Casa Publicadora das Assembléias de Deus, Estrada Vicente de Carvalho, 1083 - 21210 - ou à Caixa Postal 20.022 (20000) - Rio de Janeiro, RJ. Telefones: 391-4336 e 391-4535.
A ntónio Gilberto

Lição 12

Lição 13

L ic ã o l

4 Outubro ae 1981

☆' ☆
*

'•

BEM AVENTURADOS OS LIMPOS DE CORAÇÃO
Um coração puro torna-se a sede da presença de Deus e um poderoso canal de suas imensuráveis virtudes.
Verdade Prática

Tcxto^tum
“Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles ve­ rão a Deus”. M t 5.8.
Leituras Diárias

Segunda, 28 set - SI 24.1-5 Um coração puro Terça, 29 set - SI 51.11-17 Um coração quebrantado Quarta, 30 set - SI 90.8-12 Um coração sóbrio

Quinta, 1 out - Rm 6.13-17 Um coração obediente Sexta, 2 out - SI 45.1-6 Um coração fervente Sábado, 3 out - Pv 23.15-19 Um coração bem dirigido

SI 119.9-16. Sl 119.9 - Como purificará o mancebo o seu caminho? Observando-o conforme a tua'palavra. 10 - De todo o meu coração te busquei; não me deixes desviar dos teus mandamentos. r= 11 - Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti. 12 - Bendito és tu, ó Senhor; ensina-me os teus estatutos. 13 - Com os meus lábios declarei todos os juízos da tua boca. 14 - Folgo mais com o caminho dos teus testemunhos, do que com todas as riquezas. 15 - Em teus preceitos meditarei, e olharei para os teus caminhos. 16 - Recrear-me-ei nos teus estatutos; não me esquecerei da tua pala­ vra. COMENTÁRIO semana estudaremos a terapêutica INTRODUÇÃO divina no tratam ento espiritual do coração do homem perdido. O coração humano tem sido alvo  palavra coração ocorre na das atenções da ciência, das artes e Bíblia mais de 820 vezes, e tem difeda filosofia durante milênios. É, tam- rentes significados e aplicações. Às bém, um tema de particular destaque vezes é apenas um órgão físico do cor­ na Escritura Sagrada. Na lição desta po humano, I Sm 25.37; Pv 14.30.

Leitura em Classe

Outras ocasiões, significa a men­ te, como em Êx 35.5; Dt 29.4; I Rs 3.9; Is 14.13; Rm 1° 6, etc. Pode tam ­ bém significa consciência, como em I Sm 24.5 e Jó 27.6 ou ainda pode sur­ gir como um sinônimo da natureza humana, Jr 17.9; Mc 7.20-23. O sentido que tomamos para o co­ ração nesta lição é o da parte mais in­ terior do homem, a sede das faculda­ des e aptidões da natureza humana, incluindo afeições, propósitos e incli­ nações. É uma região absolutamente impenetrável aos sentidos naturais. I. O CORAÇÃO DO HOMEM SEM DEUS É profundamente trágica e la­ mentável a situação real do coração da criatura que vive afastada do Criador, e por Ele não foi ainda puri­ ficado. Vejamos o diagnóstico da Bíblia Sagrada. É uma definição da­ quele que sonda os corações e que é incapaz de cometer qualquer tipo de engano. 1. Enganoso, Jr 17.9. Deus afir­ ma que o coração do homem perdido está cheio de engano.Esta palavra significa também que o engano que está alojado no coração do incrédulo está sendo repartido com seus seme­ lhantes. Ele vive enganado e vive en­ ganando. Tal engano é decorrente do ambiente de trevas e da dependência de Satanás, o príncipe de todo enga­ no. 2. Insensato, Rm 1.21. Isto signi­ fica que a pessoa é totalmente des­ provida de sabedoria e de conheci­ mento das coisas espirituais. Quando o homem não tem o seu coração puri­ ficado, está afastado, está afastado de Deus, a fonte de toda a sabedoria. “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria”. 3. Infiel, Hb 3.12. As leis de Deus foram estabelecidas para o homem. Visam, todas, a sua felicidade e o seu bem-estar, desde que fielmente cum­ pridas. O homem vive num estado de infelicidade exatamente por ter sido infiel, desde o princípio, aos estatutos de Deus. Cada um se desviou e tomou o seu próprio caminho. Por isso, hoje o Senhor olha desde os céus e procura
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os fiéis da terra, para que estejam com Ele, SI 101.6. 4. Perverso, Pv 12.8. Desde o pe­ cado de Adão, a raça se deixou envol­ ver numa atmosfera de perversidade, que passou a ser uma chaga mortífe­ ra, mas ao mesmo tempo uma carac­ terística inerente a cada criatura. A perversidade se manifesta na vida das pessoas como uma tendência ina­ ta para cometer más ações e para ofender o próximo. A natureza origi­ nal do homem foi pervertida e assim continua até o dia em que se encontra com Cristo e Ele a transforma por in­ teiro. 5. O bstinado e soberbo, Is 14.13,14. A herança espiritual do ad­ versário de Deus e da raça humana foi um legado infeliz que as criaturas humanas aceitaram e com ele se com­ prometeram em suas atividades reli­ giosas, sociais, políticas, profissionais e morais. O homem tenta muitas ve­ zes colocar-se no centro de todas as coisas, desejando em sua louca obsti­ nação tomar o próprio lugar de Deus, como Satanás a princípio. Tal é o estado do coração do ho­ mem sem Deus. Há, no entanto, uma solução oferecida pela misericórdia de Deus para cada criatura humana a purificação do coração. II. COMO PODE O CORAÇÃO SER PURIFICADO? O plano de Deus para cada indiví­ duo neste mundo é que seu coração seja purificado. Para isto Jesus se manifestou entre os homens, como o Cordeiro cujo sangue purifica com­ pletamente, Jo 1.29; I Jo 1.7. Somen­ te criaturas purificadas têm acesso a Deus, Hb 12.14. Quais os meios mais eficazes para a operação purificadora do coração humano? De que instrumentos se ser­ ve o Espírito Santo na sua tarefa de reconstrução espiritual do mundo? 1. A Palavra de Deus, SI 119.11. O caráter purificador da Palavra de Deus decorre de sua própria nature­ za. A Palavra se identifica com o pró­ prio Senhor Jesus Cristo. Um dos seus títulos é “A Palavra de Deus” (Jo 1.1; I Jo 1.1; Ap 19.13). As çfuali-

dades inerentes ao Filho de Deus são, de igual modo, inerentes à Palavra de Deus. O Filho e a Palavra são etemos, puros, santos, perfeitos, etc. O Filho é a Palavra viva, o Verbo eterno. A Bíblia é a Palavra escrita. Jesus deu testemunho perante os discípulos: “Vós já estais limpos pela Palavra que vos tenho falado”, Jo 15.3. Cada filho de Deus deve ler sua Palavra diariamente. É a dieta divina para permanecer puro. 2. O sangue de Cristo, Hb 9.14. Os sacrifícios do Antigo Testamento tinham uma missão definida a cum­ prir, no plano eterno de Deus. Eles, porém, apenas cobriam ou encobriam o pecado. Mas quando o Cordeiro de Deus foi entregue no Calvário, o véu rasgou-se e foi aberta a porta da puri­ ficação perfeita. Deus aceitou o san­ gue de Cristo como instrumento de redenção, Ef 1.7. Tudo quanto o pe­ cador tem que fazer é abrir o coração para que o sangue opere a purifica­ ção. Cada membro da Igreja deve es­ forçar-se por levar almas a Cristo. Desta maneira, mais pessoas serão purificadas e mais filhos de Deus adorarão ao Senhor em espírito e em verdade, Jo 4.24. 3. A fé, At 15.9. Jesus está nos céus. O Espírito Santo está invisivel­ mente trabalhando na terra, conven­ cendo os pecadores e edificando a Igreja. Cada operação purificadora do Senhor nos corações há de ser pela fé. Quando a fé entra em ação, o cami­ nho está pronto. Deus, que pode fazer todas as coisas naquele que crê, co­ meça a atuar no interior do homem. Levemos, a Palavra de Deus às outras pessoas, porque pela Palavra surge a fé, Rm 10.14.
4. A entrega consciente e volun­ tária a Deus, Pv 23.26. Ao contrário

despoluído. O coração humano é puro quando vive em perfeita harmonia com o Criador e participa de sua na­ tureza, II Pe 1.4.
I I I . CA RA C T ERÍST IC A S D O C O ­ RAÇÃO

do Diabo, que força e violenta os co­ rações, Deus trabalha com delicadeza e amor. Está escrito que o Senhor bate à porta. A pureza significa um estado em que determinado elemento se encontra completamente desvin­ culado ou separado de tudo quanto é estranho à sua intrínseca natureza. Por exemplo, o diamante é puro quando se liberta de todos os cascalhos. O ar é puro quando totalmente

Somente Deus conhece verdadei­ ramente o coração que está limpo. Não nos cabe fazer julgamente numa área tão delicada. Entretanto, exis­ tem evidências mui precisas que o co­ ração limpo apresenta, depois do en­ contro com o Salvador. Vejamos al­ gumas. 1. Q uebrantam ento, SI 34.18; 51.10,17; 69.20. Nossa velha natureza precisa ser quebrantada, O velho Adão continua expulso do Paraíso. Somente as novas criáturas em Cristo (II Co 5.17) têm acesso ao Reino e à presença de Deus, M t 5.8. O coração do homem regenerado é sensível à operação do Espírito. É quebrantado. Os traços hediondos da perversidade anterior foram ofuscados pelo brilho da presença do Espírito de Deus na nova criação, em justiça e santidade. 2. Sabedoria, SI 90.12; Pv 2.2. Segundo os padrões humanos, a sabe­ doria deve estar na cabeça do ho­ mem. Segundo a Bíblia, deve estar no coração. O coração limpo é um cora­ ção sábio. Sábio porque teme a Deus. Sábio porque busca a Deus. Sábio porque recebe a Deus. A sabedoria de Deus não é jactanciosa como a do ho­ mem. A sabedoria de Deus é infinita. Um coração limpo começa a discernir os mistérios de Deus, I Co 2.14,15. 3. Alegria, I Sm 2.1; Zc 10.7. A tristeza é companheira da infelicida­ de e esta é filha dileta do pecado. O crente é uma pessoa alegre. Há um novo canto em nossos lábios porque há uma nova alegria em nosso cora­ ção. A tristeza do pecado está asso­ ciada ao temor da morte. A alegria do crente está ligada à esperança da vida eterna. O pecador está triste porque seu cristo está morto e é con­ duzido em andores e procissões. O co­ ração do crente é alegre porque o Cristo de Deus está vivo e vive em nosso coração. Quão maravilhoso é ter um coração limpo!

Toda cobiça e avareza devem ser destruí­ das e todo sentimento de simplicida­ de e fé deve ser cultivado. Pureza de desejos. para uma viva de vitória. leva de volta aqueles que crêem à presença de Deus. Obediência.6-8. A imagem perdida do Cria­ dor é recuperada pelo Filho de Deus ressuscitado e transmitida para o co­ ração do crente pelo Espírito. Devemos viver de tal maneira que o Senhor se agrade de nós. Amém. profunda e espiritual de Deus. SI 143. A desobediência de um levou a raça ao estado de condenação. Devemos ter desejos de felicidade para o próximo.1. M A N IFE S T A Ç Ã O D A P U R E ­ Os de coração limpo alcançam a ZA D E C O R A Ç Ã O visão interior.2. I Pe 2. Quando fomos salvos.7. porque assim nos ensina a Palavra de Deus.2. I Ts 1. Pv 21.3. V. O S L IM P O S D E CO RA ÇÃ O V E R Ã O A D EU S IV . Elas devem ser agradáveis. porque eles verão a Deus.8. Cl 3.1. 3. Pureza de pensamento. I Pe 3. SI 119. que a projeta de glória em glória (A Co 3. Bem-aventurados os limpos de co­ ração.22. Devemos a todo custo evitar palavras torpes. no espírito. o ritualismo seco e gélido e ja­ mais devemos praticar qualquer tipo de farisaísmo. Sendo o coração o objeto da transfor­ mação pelo Senhor Jesus. Nm 14. Mc 12.10.18). temos fé.4. Que cada um possa dizer com o salmista: “O meu cora­ ção ferve com palavras boas”. Que diferença existe entre ser quebrantado e ser humilhado? 4 ■ * . Um coração limpo é um cora­ ção obediente. Sem santificação ninguém verá o Senhor. Para sempre e eternamente.17.19. Obedecer é melhor que sacrificar e é fundamental na vida do servo de Deus. Pureza de adoração. por ser Ele o nosso Pastor. 4. SI 23. O culto idólatra é impuro e por conse­ guinte abominável aos olhos de Deus.8. Temos um coração pu­ rificado. Somos testemu­ nhas de Jesus e nossas palavras são parte de nosso ministério como teste­ munhas.15. Nossas palavras definem nosso cará­ ter. na alma e no corpo.33. Devemos evitar pensa­ mentos impuros. Devemos obedecer a Deus. de santidade para nós mesmos e de louvor contínuo para o Senhor. 1. o Espírito pro­ videnciou que a velha natureza com sua concupiscência fosse transforma­ da e agora devemos exprimir novos anelos em nossa vida. Fp 2.6. imorais e inúteis. nossa fé e nossa personalidade. 5. santidade e fervor. Adoremos a Deus com ale­ gria. II Rs 21.23. Q U E S T IO N Á R IO 1. A obe­ diência de UM.1. Is 1. Rm 6. SI 45. Ele aceitará o nosso culto e enviará a sua bênção e “a bênção do Senhor é que enriquece”.24. Cada pessoa que experimentou uma lava­ gem espiritual de seu coração deve dar sinais de sua purificação pela sua obediência. Lembremo-nos de que o Senhor cuida de nós. ele comu­ nica a todo o nosso ser a glória dessa nova vida.9. Jo 4. pessimistas e deve­ mos afastar-nos de uma vida de preo­ cupações e angústias. 2.8. Um cora­ ção limpo resulta em um coração san­ tificado. até a vinda do Senhor Jesus. At 1. aos pastores e às autoridades. I Ts 5. e certa­ mente nada nos faltará. Cl 4. I Sm 15. O coração puro é o co-santuário de Deus. I Pe 5. Em nossa vida de coração puro. De quem o homem herdou um co­ ração obstinado e perverso? 3. Santidade.112.24. para purificar co­ rações? 4. Mq 6. Em que consiste a autoridade do sangue de Jesus. Mencione dois diferentes significa­ dos de CORAÇÃO nas Escrituras. 2. deve­ mos evitar as formalidades em nossos cultos. e para que tal ocorra necessita­ mos viver irrepreensivelmente. Pureza de palavras.

“Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça. porque deles é o reino dos céus: 11 .II Tm 2. porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós. M t 5*10 .Lição 2 * 11 Outubro de 1981 BEM AVENTURADOS OS QUE SOFREM Verdade Prática Quando sofremos por amor d causa de Cristo.8-15 Sofrendo com amor Quarta.41 Sofrendo com alegria Sexta. .At 5.Amados.12 -Bem-aventurado o varão que sofre a tentação.8-13 Sofrendo com fidelidade Sábado. ou malfei­ tor. Mt 5.18-25 Sofrendo com esperança Quinta. bem-aventurados sois. quando vos injuriarem e perseguirem.Se pelo nome de Cristo sois vituperados. 9 out .3-7 Sofrendo com consolação Leitura em Classe Tg 1. antes glorifique a Deus nesta parte. 15 .10. 12 . para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e ale­ greis.II Co 4.Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça.12.Que nenhum de vós padeça como homicida. Leituras Diárias Segunda.E xultai e alegrai-vos. 6 out . 10 out . quan­ do for provado.1-9 Sofrendo com obediência Terça. I Pe 4. porque. não se envergonhe. ou como o que se entremete em negócios alheios.Mas. porque deles é o reino dos céus”. I Pe 4. 8 out . como se coisa estranha vos acontecesse.12-16 Tg 1. porque é grande o vosso galardão nos céus. e mentindo. 16 . receberá a coroa da vida.Hb 5. não estranheis a ardente prova que vem sobre vós para vos tentar. a qual o Senhor tem prometido aos que o amam. 5 out . se padece como cristão. M t 5. 33. estamos simultaneamente acumulando alegrias para o porvir.Mas alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições de Cristo. ou ladrão. 7 out .12 .17-20.II Co 1. disserem todo o m al contra vós por m inha causa.10-12. 13 .Bem-aventurados sois vós.Rm 8. porque sobre vós repousa o Espírito da glória de Deus. 14 .

provocado. os falsos testemunhos contra a Igreja. “ O mos as mensagens proféticas anteci­ pando os sofrimentos do Messias. Mt 27. Lc 23. para que pela morte aniquilasse o que ti­ nha o império da morte. 3. escarnecido.12.7.25. “. como membros da Igre­ ja de Cristo. citaremos SI 22.. etc. Jesus sentiu a mais triste experiência na escala de seu sofrimento vicário .a solidão.2. provasse a morte por todos. .. Mc 10.16. Mc 15.7) e aqui experimentou sofrimentos de toda a ordem. Lc 22.7. II. Tal foi o preço de nossa libertação.20.25. O S O F R IM E N T O D O C R IS ­ TÃO 4.28. M t 16. os governos hostilizam abertamente a Igreja. negado.30.17. Mt 20. Físicos. Não estudaremos aqui o sofrimen­ to no sentido de doenças.35.8. 1. Ele foi cuspido. insul­ tado.5. enfermida­ des. pela graça de Deus. Rm 4. Conseqüência do sofrimento. 13.19. que também podem ser individuais. rejeitado.12. Jo 16. O Filho de Deus veio a este mun­ do em forma humana (Fp 2. sabemos de como o inimigo ataca o povo escolhido. agredido. zombado. At 13. A razão do sofrimento. b.33. Damos aleluias e louvores''^ Deus pelo clima de liberdade que as igrejas no Brasil desfrutam. chagado. At 14.10. Hb 5.. 27. quebrantado.9. Em toda a parte do mundo há sempre algum tipo de perseguição ao povo de Deus.2. Is 53. A Bíblia não promete um “mar de rosas” neste mundo aos que passam a servir a Deus.44.21.33.21. Jo 15. 1. 5. Para só mencionar alguns textos. por carência de espaço. Nal­ guns lugares.10. C alúnias e falsas acusações. 2.29. Mas..13. Focalizaremos o aspecto espiritual do sofrimento e nos deteremos no exame do sofrimen­ to incomparável e exemplar de Cris­ to. Ao longo da Escritura encontra­ I. O que Ele prometeu foi es­ tar sempre conosco. Is 53. Is 53.. o abandono do Pai. Descrição de seu sofrimento.46.18.20. Espirituais. Mt 27. açoitado. At 3.” Hb 2. Sobre as perseguições. 26. Ele foi ferido. vez por ou­ tra. con­ sagrasse pelas aflições. Morais. moído.17-20. Profecias sobre Seu sofrimen­ to.11. Os crentes do princípio. até à morte. Mt 10. o príncipe da salvação deles”. para que. Is 50.8. O sofrimento de Jesus trouxe salva­ ção para nós. in­ clusive descritos por Ele mesmo. quando exclamou: “Deus meu. Ao contrário. II Co 11.10. blasfe­ mado.25. em sua relação com o pecado. a saber: a. dores e aflições similares. Hb 2. c.1. O S O F R IM E N T O D E C R IST O IN T R O D U Ç Ã O desamparaste?” SI 22. 10.19. pois o Senhor peleja por nós. Jo 19. etc. M t 26. Deus meu. Jesus provou basicamente três tipos de sofrimento. M t 27. Hb 5. tentato e repro­ vado. mesmo em meio às mais cruéis adversidades. Jesus ga­ rantiu: “No mundo tereis aflições”.6. Noutros. Mt 27. Mc 10. temos a con­ siderar durante esta semana a que aborda o tema sofrimento. Seus sofrimentos foram totais. Muitas vezes as ar­ mas prediletas do Diabo são as calú­ nias. etc.22. trazendo muitos filhos à glória. “ . M t 27. e muitos outros ao longo da História têm sofrido até apedrejamento e morte. G13.29.. I Pe 2.31.6. Quando os nossos pecados começavam a ser postos sobre seus ombros. de­ vemos ler e estudar cuidadosamente: Mt 5. Mas não desanime­ mos.41-44. Aleluia! qual por nossos pecados foi entre­ gue”... por causa da pai­ xão da morte. porque me 6 2. I Pe 4.9. ironizado.21. a reli­ gião pagã dominante toma-se um rolo compressor contra aqueles que professam a verdadeira fé no Senhor Jesus. Lc 24. bem como no daqueles que perma­ necem fiéis ao Evangelho.45. Jo 15.14.67. jamais provados por outro ser humano.4.20.COMENTÁRIO Nesta série de lições destinadas ao estudo de a l g u m a s bemaventuranças da Bíblia. Perseguições.

ao 2. Mencionemos rença no texto original do Novo Tes­ apenas um exemplo: tamento. munista e está triunfando. o sangue de vras mártir e testemunha. de um modo a cada dia mais viçosa e mais frutífe­ particular. 1. Mártires através dos tempos. Ap 17. Hostilidade. cujo nome significa grinalda. Qual a diferença entre sofrer sem nhecimento e graça. A mesma palavra é martírio no ano de 1901. Isto indica que A Assembléia de Deus no Brasil uma verdadeira testemunha de Jesus tem uma história de lutas. o sangue de um Testamento? herói da fé. mas com Cristo? enquanto Estêvão caía no chão. o homem que foi desafiado a ne­ gar a sua fé e que disse publicamente que não poderia negar o nome daque­ le que o salvara e que nunca o aban­ donara em todos os seus dias de fé. os parece ser o mais cruel? Já experi­ quais morreram também por márti­ mentou alguns deles? 3.13. É capaz de mencionar o nome de 3 peso e à violência das pedras. A obra missionária.Cristo que a salvara plenamente.” A Pala­ Ele era u"fri diácono que um dia se dis­ vra de Deus não está presa”. de perseguição e de morte. mas também a Mas. 3. a lista é praticamente inumerável. ta a viver por Ele. A trágica e inesquecível noite de São Bartolomeu lembra o massacre de milhares de servos de Deus que a ira de um clero tirano e cego fez transformar um zelo religioso e idóla­ III. no Novo uma testemunha fiel. o Se­ mártires na história da Igreja. Des­ de o princípio a palavra da verdade tem sido um assombro para as forças do mal. encabeçou a lista dos mem­ No Leste Europeu a Igreja Sub­ bros da Igreja de Cristo que findaram terrânea está desafiando o mundo co­ seus dias aqui na terra com o martírio. 0 movimento “missio­ nário” muçulmano está sendo finan­ ciado pelo petróleo para combater o Cristianismo no mundo inteiro. usada em Ap 17. por cima destes relatos. At 7. A história de Madagáscar lembra de Cristo neste mundo estão tingidos do sangue dos mártires. poder espiritual. Guiné e depois de se dedicar por al­ Ele usou a palavra que significa si­ gum tempo à evangelização dos nati­ multaneamente MÁRTIR ou TES­ vos e sua instrução bíblica.14. Que relação existe entre as pala­ o sangue de um justo. etc.8. Esse sangue a jovem Rasalana que preferiu ser tem sido como uma seiva que alimen­ golpeada mortalmente a abandonar o ta a árvore da cristandade. da prosperidade e do Estêvão. Os inimigos o fi­ Cristo. a nhor Jesus se levantava do seu trono p a r t i r do pe r í odo póspara saudar o filho querido que tingia testamentário? o chão de Jerusalém com seu sangue. E um tema que dá para en­ 1. rejeição e ódio. mão onipotente do Salvador Jesus. sofrer por Cristo e sofrer zeram tombar com as pedras. 4. tem sido uma obra de ra. qual lhe Desde os tempos dos apóstolos. O SOFRIMENTO DOS MÁRtra em um morticínio ímpar na histó­ TIRES Dois mil anos da história da Igreja ria do Cristianismo.6. Basta-nos. inspiração. que tem dado a esta Igreja a bênção do crescimento. Não há qualquer dife­ cher volumes inteiros. está a morrer. At 5. sofreu o TEMUNHA. tomando. e por isso elas reagem à pregação do Evangelho: M t 10. Quando Jesus disse que os seus neiros da obra missionária em Nova discípulos seriam suas testemunhas. At martírio. de mártires da Igreja. no entanto. . de sofri­ é aquela pessoa que não só está pron­ mento. entre mártires e testemu­ James Chalmers foi um dos pio­ nhas. Muitas portas estão se fechando em todo o mundo. 2. co­ 1. Mártires ou testemunhas.6. pôs a proclamar o Evangelho de Cristo QUESTIONÁRIO e o fez com autoridade.21-36. até hoje. citar Policarpo. ou coroa.\ « res. se necessário. Dos sofrimentos relacionados ria 3. Hb 13. parte II deste comentário. O martírio de Estêvão.

16 out . 15 out .Mt 26.11-24 O profeta que não vigiou Sábado.17-27 O apóstolo que vigiou Leitura em Classe Mc 13. Bem-aventurado o que vi­ gia”. paratereo.1-9 As virgens que vigiaram Quinta. deixasse a sua casa e desse autoridade aos seus servos.36-46 Os discípulos que não vigiaram Sexta.Mas daquele dia e hora ninguém sabe.At 20.Jz 16.O lhai. pois. porque não sabeis quando chegará o tempo. podendo. 14 out .15.1-5 A igreja que deixou de vigiar Quarta. vigiai e orai.Vigiai.32-37 M c 13.Lição 3 & 18 Outubro de 1981 BEM AVENTURADO O QUE VIGIA ___ Verdade Prática __________ Quando o crente está vigilante.É como se um homem. C O M E N T Á R IO IN T R O D U Ç Ã O A língua grega contém cerca de 5 palavras que têm sido traduzidas para o português com o sentido de vi­ giar. 13 out . nem o Filho. . torco “Eis que venho como ladrão. e m an­ dasse ao porteiro que vigiasse.32 . quando os sentidos es­ pirituais do cristão se encontram em estado de observação e expectativa. se ao cantar do galo. 33 . se à meia-noite. facilmente percebe a aproximação do perigo e da tentação. agrupneo e nepho.Mt 25. porque não sabeis quando virá o senhor da casa. vindo de improviso. 12 out . partindo para fora da terra.E as coisas que vos digo digo-as a todos: V igiai.P ara que. se à tarde.Àp 3. senão o Pai.16-22 O campeão que não vigiou Terça. se pela m anhã. não vos ache dormindo. 34 . tereo. A primeira e a terceira são as mais freqüentemente usadas pelos escrito­ res sacros.I Rs 13. assim. Ap 16. 35 . a fim de expressar um es­ tado de alerta. 37 . 36 . e a cada um a sua obííi. Leituras Diárias Segunda. nem os anjos que es­ tão no céu. res­ guardar-se e permanecer pronto para a vinda do Senhor. 17 out . a saber: gregoreo.

e. II Rs 9.”.6. possuía um conhecimento es­ sabe” . vigiai e orai”. Sabedoria. Na vida do apóstolo Pedro houve instantes em que ele experimentou sérios revezes.17.24. “ Para que não entreis em admoestações: 9 a. I Ts 5. At 20. I Pe 4. As exortações de Jesus.. A R A Z Ã O P A R A V IG IA R É digno de consideração que Jesus Evangelhos sinóticos reproduzem as exortações do Mestre. por­ tanto.Vigiar é uma das três básicas obri­ gações incluídas pelo Senhor Jesus em seu monumental sermão proféti­ co: “olhai. Não se trata de opção. A pecial da natureza humana (Jo 2.25). sede sóbrios e vigiai em ora­ ção”. Na longa noite que envolve o mundo e o escraviza cruelmente. mas vigiemos. c.2.16.13 lemos que “um vigia. Jesus. a uma vida de oração. Tt 2.14. Ele não viria como o ladrão. A prestou grande significação à vigilân­ incerteza da data demanda a perfeita cia. mandamento expresso. é dever de cada cristão vigiar. orientou. Pedro inse­ riu o seguinte conselho: “E já está próximo o fim de todas as coisas. a bendita aurora da vinda do Salvador.17. SI 130. . Mc 13. Todas as outras cer­ peão que não vigiou. Anos mais tarde. 24. Os profetas tinham o dever de vi­ giar.14). Foi ali que os 3 ouviram a triste repreensão do Mes­ tre: “Nem uma hora pudeste velar comigo?” M t 26. o cam­ amado Senhor. enquan­ to aguarda o romper da manhã espiri­ tual. 2.13.40.42.34). Tais exortações refletem a sabe­ Alinhemos algumas razões para a doria. e vigiando nisto com toda a perseve­ rança”. A lição serviu. como quando foi jun­ tamente com Tiago e João convidado por Jesus a acompanhá-lo até o mon­ te. portanto. Ele nos exortou a vesse viva nos dias que precedessem vigiar. volta de Jesus é absolutamente certa. Vigiar é. Ordens repetidas pelos após­ maravilhosa expectativa. tamente deixariam de viver nessa 3. porque Ele.13. 1. Jr 6. em segurança. “Perseverai em oração.31. que é a mão profético (Mt 24. Te­ mos que o fazer.se aprontaria seria aquela que esti­ nos na rota certa. 2. dirigidas aos sempre relacionou o ato de vigiar com seus discípulos. Os II . Se sou­ tura (SI 103. assim. e somente um estado béssemos a ocasião exata de seu re­ de vigilância permanente.25. no contexto do ser­ a esperança de sua volta. associado gresso. Cl 4. E qual seria a importância duzir à experiência de plena vitória dos sinais? Certamente a única geração que com Deus. Is 21.7. Ct 5. a fim de que nunca venhamos imediatamente o retorno do bema sofrer derrotas como Sansão. Igreja. Paulo foi um homem que em­ Ele pode vir a qualquer momento. II Sm 18. b. pode nos con­ Mt 24.6. “Não durmamos. por­ tai-vos varonilmente. O Antigo Testamento se refe­ I. d.18. o amor e o zelo de Jesus para Igreja se manter em constante estado com os seus seguidores. Mc 13 e Lc “bem-aventurada esperança” da 21 ).32. Vejamos algumas de suas solenes vigilância. pois. de vigilância e expectativa. Fp 2. como os demais. estai firmes na fé. vigiai. I Co 16. “Portanto. 0 selo da autoridade de Jesus unge esse mandamento. um santo. A O R D E M É V IG IA R re inúmeras vezes ao vigia da cidade. o homem que cuidava de observar as movimentações estranhas ocorridas durante a noite (II Sm 13.. a de que tolos.7. velando nela com ações de graças”. na condição de Filho de 1. Ef 6. ao lugar da oração.17. descia do céu”. e fortaleceivos”. “Vigiai. “Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espirito. I Sm 14. Ez 3. “ Daquele dia e hora ninguém Deus.43.6. . e sejamos sóbrios”. V igilância no Antigo Testa­ mento.13. pelo seu amor. em Da­ niel 4. preve­ nindo a população contra os ataques noturnos e mantendo-a. ao escrever suas epístolas. Ele conhece muito bem a nossa estru­ Mas o tempo é desconhecido. M t 25.

a mulher de Ló (Gn 19. etc. IV.tentação” .26). b. revestidos da glória celestial. Com a sua volta. M t 26. Andarão nus e serão vistas as bíblico desta lição. Avisa ao comandan­ te. I Cr 21. I Pe 5. veremos em toda a sua extensão o significado de haver­ mos vigiado.17. c.11. Esaú (Gn 25.42. suas vergonhas. tu que dormes. contra ele. A palavra ten­ tar e seus derivados ocorrem cerca de 72 vezes na Bíblia.41. Para as que não vigiaram. Pv 10. todos seremos levados ao Tribunal de Cristo e em seguida. que mem que dorme em seu trabalho. Exemplos de pessoas que falha­ ram na hora da tentação: Adão e Eva (Gn 3). Calebe (Nm 14. Ap 16. no contexto 2. “Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade. Amém. falharam. b. Quanto às que vigiaram. Mt 4. “O que dorme na sega é filho cheios do Espírito Santo. I Co 10. cinco virgens prudentes legaram à posteridade o exemplo de vigilância que devemos ter em mente.7-12). 2.48-51. “Desperta. por não vigiarem. e destinará a eles? sua parte com os hipócritas” . Cairão. 3. porque Ele cuida de vós”. Paulo es­ creveu: “Aquele pois que cuida estar em pé.7. I Ts 5. Satanás é o grande tentador dos homens. Aleluia! 2.12.36. e a tua necessidade como espiritual. Mt 25. ' Quando vigiamos.3. Daniel (Dn 1. Quais São 5.15. Mc 16.1. Jo 13. Quando o sentine­ la detecta o inimigo.11. I Co 4. esperando pacientemente o Seu re­ torno. I Co 10. assim es­ tá escrito: “entraram com ele para as bodas”. pois so­ mos dispenseiros dos mistérios de Deus.10.18. e le­ até a vinda de Jesus Cristo. participaremos das Bodas do Cordei­ ro. as quais constam do texto 1. At “ assim sobrevirá a tua pobreza como 2. O Senhor virá ao tal como um cos) reproduzem as exortações de ladrão. Um famoso escritor britânico es­ creveu: “Eu posso resistir qualquer coisa. “ E separá-lo-á.37.14. sejamos vigilantes na proclamação do Evangelho. olhe não caia” .5. bíblico? 3.2. Cite quatro personagens bíblicas 24. quando participarmos da glória eter­ na do Ressuscitado. Cite dois homens da Bíblia que. que.8). defendemos e que comunicamos.21). venceram. sozi­ nho. Assentaram-se à mesa e fo­ ram servidos pelo Senhor. Quando oramos. QUESTIONÁRIO III. .6-9). O P E R IG O D E N Ã O V IG IA R A Bíblia se refere explicitamente 1. 10 vanta-te dentre os mortos. Jesus sobre a vigilância. c. Pv 6. Ap 3.42. ausculta­ mos a presença do tentador. Lc 12. Cite as três básicas obrigações in­ às conseqüências trágicas que sobre­ cluídas no sermão profético de Je­ virão aos que não vigiarem. etc. sus. Acã (Js 7. exceto a tentação” . Salomão escreveu que ao ho­ que recebemos. Ef 5. não luta. A credencial principal que o Mes­ tre designa no texto acima é precisa­ mente VIGIAR. E f 5. mantendo-nos sempre um homem armado”. Sejamos vigilantes em nossa vida um ladrão. Três Evangelhos (chamados sinóti­ 4. “ Para que vos não ache dor­ Sejamos vigilantes na doutrina mindo” .15. Perderão a coroa. Amados. e Cristo te esclarecerá”. a. detectamos o inimigo de nossas almas. O RESULTADO DE V IG IA R 5. que envergonha”. Exemplos de pessoas que ven­ ceram na hora da tentação: José (Gn 39.5-7.1. 3. As por vigiarem. que praticamos.34).12. 1. que investe com segurança e o do­ mina e veriCe. cotidianamente. Sejamos vigilantes em nossa fé. Ap 3. a. Entramos para as bodas.1. M t 4. Durante séculos os membros da Igre­ ja de Cristo têm vivido como servos. afirma o texto que “fechou-se a por­ ta”. comunicamos ao Supremo Comando. Na eternidade. O que é vigilância. Mc 13.

24 out . Sl 33. seu servo.12.24-26 O futuro das nações L E IT U R A E M CLASSE Sl 144. cuja boca fala vaidade.9-13 O Salvador das nações Quinta.Is 60.1-5 As nações diante do Senhor Sexta.Para que os nossos bois sejam fortes para o trabalho. e o povo que Ele escolheu para sua herança”.13-17 O Soberano das nações Terça.Is 40. LEITURAS DIÁRIAS Segunda.Gn 17. 13 . para que as nossas filhas sejam como pedras de esquina la ­ vradas. ó Deus.Para que as nossas despensas se encham de todo o provimento. 19 out . 15 .3-16 Evangelizando as nações Sábado.Lição 4 ☆ 25 Outubro de 1981 BEM-AVENTURADA í A NACÃO CUJO DEUS í O SENHOR ☆ Uma nação que obedece ao Senhor torna-se a cada dia um povo próspero. da es­ pada m aligna. 20 out . nem clamores em nossas ruas.Sl 96. Sl 145. 12 -Para que nossos filhos sejam. como colunas de um palácio.Ap 5. e cuja mão é a dextra da iniqüidade. e que livra a D avi. forte e virtuoso. como plantas. 21 out . para que não haja nem assaltos. para que os nossos gados produzam a milhares e a dezenas de milhares em nossas ruas. 11 -Livra-me e tira-me das mãos dos filhos estranhos.9 -A ti.Ap 21. 11 . V E R D A D E PR Á T IC A 7cxto0íorco “Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor. 23 out .9-15. 10 . bem desenvolvidos na sua mocidade.É ele que dá a vitória aos reis.Bem-aventurado o povo a quem assim sucede! bem-aventura é o povo cujo Deus é o Senhor. com o saltério e com o instrumento de dez cordas te cantarei louvores. nem saídas.1-6 O pai de muitas nações Quarta. 22 out . cantarei um cântico novo. 14 . não lhe faltando jamais a proteção e a graça divinas.

não apenas para os indivíduos em particular.3.23. mesmo a criatura re­ belde. mas “que todos os homens se salvem. e venham ao conhecimento da verda­ de”.1-6. os governantes se têm esquecido de Deus. como é o caso da raça humana.16. A razão de tal expectativa decorre não somente do fato de amarmos pro­ fundamente o Senhor que morreu por nós. por Deus.23-24.19. Ef 5. 6. No dia em que os muros de Jeri­ co ruíram sob o toque das trombetas. a. e com propósitos mui nobres. a sociedade se tem corrompido extremamente. Gn 2. Rm 1.4. de per si. mas para cada nação como um todo. porque o Evangelho de Cristo é “o po­ der de Deus para salvação de TODO AQUELE que crê”. O homem tem rejeitado a oferta salvadora de Deus. Jo 1. amados! Temos a Bíblia Sagrada conosco e temos a fé inabalável em nosso Senhor Jesus Cristo. tais como: a) unidade. Proclamemos a Cristo e Ele se tornará conhecido! I. c. Gn 7.30 e se convertam de seus pecados. prestes a suicidar-se. Por isso. Lc 15.15. Raabe e sua FAMÍLIA foram preser­ vadas. Deus ordenou a Moisés: “Cada um sacrifique um cordeiro. tendo por sinal o fio de escarlata na janela.10. Por tal motivo. abundante de misericór­ dia. tem ordenado que se pregue o Evangelho a cada criatura.20b. Ele am a a todas as fam ílias. rico de amor. Outra maneira de considerar o apreço de Deus pela criatura huma­ na. Ele preservou UMA FAMÍLIA. outros têm instituído o materialismo dialético como inspiração suprema de suas leis.19-21. as familias não des­ frutam de paz e cada indivíduo pade­ ce de males espirituais crônicos. b) colaboração mútua. Ele ama a cada criatura. a família surgiu no mundo sob o cuidado e a atenção do Criador. O que tem acontecido é de fato es­ tarrecedor. Mc 16. Amor é a essência mesmo da natureza pessoal de Deus. desde que se arrependam. esse amor que é inerente à Pessoa do Criador se espalha tão benevolentemente por sobre a criatura. mas também porque a presença do pecado no mundo tem eliminado todo o prazer de nele viver.16.1. “a última trombeta”. Js 2. I Tm 2. Ao estabelecer a páscoa entre os israelitas. e se ouça o alarido e a voz de arcanjo anunciando o arrebatamento da Elei­ ta do Senhor.COMENTÁRIO A Igreja do Senhor Jesus reconhe­ ce que a vida neste planeta Terra tem-se tornado insuportável.25-32. Quando o carcereiro da cidade de Filipos.24.16. As nações abandonaram o caminho do bem. Gn 2. I Jo 4. d. per2.7. Por toda a parte o nome de Deus tem sido ultrajado. D E U S A M A A T O D O O M U N ­ DO IN T R O D U Ç Ã O coração de Deus está sempre cheio de compaixão.11. O A Bíblia Sagrada define a Deus com estas magistrais palavras: DEUS É AMOR. Como irrefutável prova desse tão sublime amor. A li­ ção desta semana nos aponta o cami­ nho para um inundo melhor. Quando Deus destruiu o mundo antigo através das águas d« dilúvio. Mt 19. mas Deus tem uma provisão para todos os ho­ mens e em todo o lugar. At 17. Pv 31. A í. O gran­ de anelo do coração dos filhos do Rei é que logo venha a tocar a trombeta do Senhor. Gn 1. através de Seu Filho. família é uma instituição divina.11 e c) perpetuação da espécia humana. b. Deus. 12 .21-24. Gn 2. A volta para Deus seria a chave da felicida­ de. 3. Tenhamos em mente as palavras do texto-áureo: “6emaventurada é a nação cujo Deus é o Senhor” . At 3. Anterior ao Esta­ do e à Igreja. Ele não deseja que um só homem se perca. Hb 11. Países como a Albânia se tem convertido em “Estado Ateu”.22. um cordeiro POR CASA (família). Mas nem tudo está perdido. Ex 12. reside na menção bíbli­ ca de que “há alegria diante dos anjos de Deus por UM pecador que se arre­ pende”.10.

todavia.3.29. Ap 20. Dt 12. Este último pecado será o padrão de julgamento para o grande dia. v 5. a ambição crônica de sua natu­ reza. At 16. A medida em que a civi­ Não somente o indivíduo e a famí­ lia merecem a atenção da Escritura Sagrada. o su­ premo código moral e espiritual do Universo. e entre os filhos de Cão e a construção da Torre de Babel.8. Cada nação tem sua própria terra. o avanço científico. 20 . Js 23.1-7. a cultura ou a riqueza. Segredos para a grandeza de um a nação. b. b. mas também as nações que enchem este mundo. II . Pv 14.6.guntou a Paulo e Silas qual poderia ser sua derradeira oportunidade a fim de obter salvação.31. O principal para Deus é o temor. lização absorve as surpreendentes realizações da ciência. Sujeição a Satanás. Deus conhece tudo e não se sujeita a qualquer tipo de res­ trição. c.15. O estudante da Bíblia deve verificar a conexão exis­ tente entre a origem das nações e os filhos de Jafé. Deus está sempre relaciona­ da com à abundância do pecado entre as referidas nações.20. Não é assim. II Rs 17.12.5 aò referir-se aos descendentes de Noé. tu e TUA CASA”. 9. b. Cada nação tem uma cabeça. Mais que Senhor do tempo Ele é o Pai da Eternidade. A origem das nações.20. Este temor precisa estar presente na cons­ ciência de cada um.9-14. a resposta foi: “Crê no Senhor Jesus Cristo. O que Deus es­ tabeleceu como princípio moral e es­ piritual há milênios. A B lL IA E AS N A Ç Õ E S após a vinda em glória do Senhor Je­ sus.12.7. Deus não está sujeito às mu­ tações do tempo. II Rs 17. c. f. tem-se a im­ pressão muitas vezes de que os postu­ lados bíblicos carecem de atualidade e deixam a desejar se os queremos aplicar à sociedade contemporânea.5. A Bíblia registra a ira de Deus sobre muitas nações.16-18. são os se­ guintes: a. Ainda que venha a ser como o Egito. da tecnologia e das modernas filosofias. Vejamos algumas sugestões bíbli­ cas para a prosperidade das nações: a.30. a Palavra de Deus men­ ciona a palavra nação nada menos de 469 vezes. Cada nação é um conjunto au­ tônomo de famílias ou tribos. vv 20. e serás salvo. debalde serão todos os esforços para tornar uma nação realmente grande.34. 4. porque o seu dia certamente chegará. Registremos alguns pecados mais freqüentemente apontados no livro santo: a. 2.iníquas. Ao todo. Para Deus o principal não é a tecnologia.i . O reconhecimento do senhorio de Deus. pe­ recerão. Cada nação tem sua forma pe­ culiar de comunicação e sua língua. Nm 24. As características de um a n a ­ ção. e.7. não havendo um comportamento espiritual condigno. SI 33. 1. como podere­ mos ver a seguir. em que as nações se ajuntarão para o solene “julgamento das na­ ções”. Comportamento hostil para com Israel. Idolatria. Seu comportamento espiritual. SI 79. d. Os pecados das nações. Tal manifestação do furor de. Injustiça. serenidade e sucesso espiritual? Ainda que o mundo sobreviva milênios. como Babilônia ou como a Pérsia.31. a resposta será sempre a mesma: voltando-se para Deus e para Sua Palavra. à luz de Gênesis 10. v d. Leis. o espírito de lisonja que a todos domina. A vaidade dos ho­ mens. 3. Os conceitos bíblicos de uma na­ ção. Não havendo temor. Dt 8.8. Dt 18. Is 14. A Bíblia menciona pela primeira vez a palavra nação em Gn 10. Como poderiam as nações do Sé­ culo X X ser prósperas? Como poderia a sociedade de nossos dias viver em paz? Como poderiam as famílias da atualidade sentir uma experiência de abundante tranqüilidade. v 10. Abominações. Is 9. mas também nas leis que regem a todos os cidadãos. Mt 25. permanece inal­ terável. 29. tem feito com que os gover­ nantes deste mundo se pareçam e i. SI 135.

9. Se a juventude perde sua fé na Pala­ vra de Deus.10. Lc 24.20. SI 66.8. 4. Leia Dt 12. Não espanta a grandeza de uma nação que confessa até em sua moeda corrente que sua confiança es­ tá em Deus. Jr 10.3. f. que nun­ ca falha. Se os valores morais esposados por cada família de uma nação se fundamentarem na Palavra de Deus.7. Gn 17. Gn 1. Ml 1. Ap 7. para que a bên14 ção de Abraão não se aparte de nossas tendas. como as águas cobrem o mar” . ela se entregará fatal­ mente ao pecado. 2. a defen­ der a causa de Israel. para se­ rem alcançadas por Sua Palavra e venham um dia a pertencer ao Seu maravilhoso reino. Ele “ tem um a contenda com as nações” . e.8. Mas a nação feliz é a que reconhece que o Senhor é Deus.19. Este é o único caminho para a grandeza de uma nação. 67. pelo ateísmo. As nações são como nada diante de Deus. Deus é o Criador. Q U E S T IO N Á R IO 1.4. SI 7. que esperança resta para tal nação? Voltemos ao Senhor e peçamos-lhe que faça de cada jovem da Igreja um Timóteo.3. muito mais teríamos a comentar. Ele tem ordenado que as n a ­ ções de todo o m undo sejam incluí­ das no plano missionário. E com a bênção de Deus está toda sorte de prosperidade para qualquer povo ou nação deste mundo. SI 119. Jr 18.14. 3. I Pe 2.8. a ponto de podermos testificar que “a terra se enche do conhecimen­ to do Senhor.7. SI 144. Uma nação é a soma de seu próprio povo. 6.34 e cite dois pecados graves cometidos por na­ ções na sua rebeldia contra Deus.31. Pv 14. Deus está acim a das nações e reina sobre elas. ele deve colocar-se como um povo que in­ tercede diante de Deus. Gn 12. Hb 1.2. Deus julg a as nações. 1.3. todavia. Pode uma nação agradar a Deus mantendo um permanente estado de hostilidade a Israel? . c. diga como se forma uma nação. 67.1.7.47. Ao invés de os crentes se tomarem partidários de posições políticas extremadas. d. 7.3.4. Em que consiste a grandeza de uma nação? 2. Limitar-nosemos. SI 47. Temos dado a devida atenção ao que se faz nas escolas e universidades contra a Bíblia? Esta é uma guerra satânica. A história moderna nos aponta algumas nações que passaram rapidamente do fausto e do esplendor para o caos e o esque­ cimento.2. Seu comportamento espiritual para com Israel. Jr 25. Deus vigia as nações. Por quê? Por causa de sua oposição a Israel. I I I . 8.1. 3.10. Assim seja. 5. 34. Is 40. o Possuidor e o Sustentador da Terra.17. De acordo com Gn 10 e o comentá­ rio da lição. 11. através de seus governantes.12. Tem sido feito um grande es­ forço ultimamente para se apagar das moedas americanas a inscrição EM DEUS CONFIAMOS (In God we trust).4. Peçamos a Deus no sentido de que o Brasil continue. II Tm 1. Mt 28. como um “sacerdócio real”. 113. Gn 18. encontre eco por parte das nações e que estas se voltem para Deus.ajam como deuses.8. ao in­ vés de o povo de Deus se unir às mas­ sas que agridem os governantes. A conversão do povo.18.19.5. 4. sem dúvida que será uma nação forte moral e espiritualmente.5. SI 2. para Sua honra e glória. Is 2. para que a misericórdia de Deus. 96.9. 108. Ele é o rei das nações. pelas dorgas. A igreja de cada país deve orar por esse país.11.9.15. Assim seja. Deus nos ajude a sermos interces­ sores por um mundo em ruínas. a algumas considera­ ções finais.30. D E U S E AS N A Ç O ES Que mais nos tem a dizer a Bíblia a respeito das nações? Espaço houvesse. confor­ me a Sua própria justiça. O vigor espiritual da juventu­ de. Se a ju­ ventude de uma nação for dominada pelo vício. A intercessão do povo de Deus.

Todo aquele que busca o Príncipe da Paz . isso fazei.5-7. vivei em pa/. piardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus. tureo “Bem-aventurado os pacificadores. Fp 4. 6 . e recebestes. regozija i-vos. tudo o que é ho­ nesto. de Dews. e se há algum louvor. I I Co 13.11-Quanto ao mais. 28 out .2-9 Abraão. e vistes em mim. tudo o que é justo.A minha alma bastante tempo habitou com os que detestam a paz.9.? -E a pa?. tudo o que é de boa fama. 15 . 8 .Is 9. Fp 4. irmãos. e o Deus de amor e de paz se?á convosco. torna-se um ardoroso defensor da paz. II Co 13.7-9. 27 out .5 -Ai de mim.Gn 26. 26 out . porque eles serão chamados filhos de Deus”. 7 -Pacífico sou.0 que também aprendestes. o Príncipe da Paz Deus é o Deus de paz Quinta.Gn 13. 9 .17-20 Terça.9.1-6 Cristo. tudo o que é amável.Quanto ao mais. e o Deus de paz será convosco. sede perfeitos. SI 120.Rm 16. mas em eu iáiando já eles estão em guerra.1-3 q v{nculo da paz Leitura em Classe Mt 5. tudo o que é puro. um pacificador Sábado.Ef 4. e é chamado filho de Deus. que peregrino em Meseque. sede de um mesmo parecer. 30 out . um homem pacífico Sexta.11. e ouvistes.11-14 Deus é o Deus pacificador Quarta.Lição 5 ☆ 1 Novembro de 1981 BEM AVENTURADOS OS PACIFICADORES ☆ VERDADE PRÁTICA 0 pacificador é identificado como um homem feliz e de boa vontade. irmãos. porque eles serào chama­ dos filhos de Deus. e habito nas tendas de Quedar. sede consolados.Jesus. 31 out . SI 120. tudo o que é verdadeiro. M t 5. Lieturas Diárias Segunda. que excede todo o entendimento.SI 147.12-25 Isaque. nisso pensai. Mt 5 $ -Bem-aventurados os pacificadores. 29 out . se há aIgum? virtude.

Tas do Criador: “Eu faço a paz”. crituras apontam para o superior equilíbrio e infinita perfeição da na­ tureza do Criador. Já o Senhor di­ zia. isto é.7 lemos textualmente as paia'. A regularidade com que os proces­ sos de atividade da Natureza se de­ senvolvem é uma evidência de que Deus. Fp 4. “E Ele quem pacifica os 16.33) reinas­ se em todo o Universo. como nunca. através de Jesus. Deus não está sujeito às debilidades da natureza humana. o homem perdeu "a paz e criou-se em seu espírito um apetite de guerra e confusão. combatentes e ci­ vis.9. Paz é a colaboradora fiel do amor. O verdadeiro pacificador é aquele que crê.33. resulta sempre em obtenção de paz.20 e Hb 13.COMENTÁRIO INTRODUÇÃO Cerca de dez milhões de soldados morreram nos campos de batalha du­ rante a Primeira Guerra Mundial. para em Fp 4. como o amor. Deus é o possuidor termos”.2: “Mas o ímpio não tem paz” . boas novas de paz para precioso título conferido ao Pai ocorre o indivíduo. nem é escravo do pecado.000 pessoas. 2.J. Ao render-se 1.18) e imediatamente restabeleceu a paz. Há séculos Erasmo afirmou que “a mais vantajosa paz é bem me­ lhor que a mais justa guerra” . I Co 14. seu criador e seu lhosa paz de Deus. Hoje. por isso mesmo. de pessoas que promovam essa paz. em caráter universal. na presença e Deus está usando a Igreja para pregar nas obras de Deus. Ao pecar contra Deus e dEle se afastar. o que equivale a menos de oito por cen­ to do total. Paz é o descanso das almas abençoadas” . Seu nome é Deus de paz. Paz é-a marca dos filhos de Deus.20.11.1. por sua vez. o coração humano velmente ligada a Deus.800. nem está subordinado a acusações de consciência e aos remorsos próprios dos que possuem uma natureza limi­ tada e imperfeita.14. II Co 13. Ao de­ nos envolveu como membros da famí­ finir a Deus como Deus de paz. que está sempre vin­ culado a um decreto divino. de pacificadores. como conseqüência da entrada e permanência do pecado e de seu acentuado progresso no coração do homem. Ele reparte a paz.14. Aleluia! 3. pois “Ele faz a paz nas suas alturas”. Em Is 45. Deus mes­ mo faz a paz e a reparte com o Uni­ verso. Afirma-se que nos registros de 3. O equilíbrio das virtudes mais retas e mais maravilho­ sas. 1. O AUTOR DA PAZ A verdadeira paz está insepara­ outra vez a Deus. Sua Igreja proclama a paz. A II Grande Guerra. em Is 48.7. Há muitos anos um célebre escri­ tor assim se expressou: “Paz foi a pri­ meira coisa que os anjos cantaram. A Bíblia nos recupera a paz. que fre­ qüentemente lhe roubam a paz.17.lia de Deus. Ef 2. 4. “Paz não é uma virtude passiva. E durante esses 35 séculos foram quebrados nada menos de 8. a sabedoria. Deus expulsou-o da cidade santa (Lc 10. a jus­ tiça e a verdade. vive e proclama as verdades do Evangelho da paz. Rm 5. Sua natureza é de paz. e sim profundamen­ te ativa” (F. ceifou a vida de cerca de 54. Esta é a maravi­ original da paz. na na 2. dá-lhe condições de ser e de atuar como Deus de paz. com o homem e com a Igreja Os grandes concertos de Deus com a raça humana têm sido sempre con­ certos de paz. para a sociedade. tureza. O processo de justifica­ ção do homem. DEUS. Jó 25. as Es. ao consumar a obra da Criação. Ef revela que a paz está no nome. o mundo ne­ cessita de paz e. SI 147. e que prioritário administrador. Este o Evangelho. Cl 16 . como o homem.000 tratados de paz.Sheen). ape­ nas 286 se passaram sem guerras. Quando Lúcifer se rebelou no céu. ordenou que a paz (ausência de de­ sordem e confusão. toda a raça. nos propósitos. com a qual Cristo nos evangelizou. Paz é a mãe da unidade. de 1914 a 1918.530 anos de história humana. Estas estatísticas refletem a au­ sência completa de paz neste plane­ ta. Rm 15.2.

31).17. Is PAZ. Rejeitá-lo é rejeitar a paz. que agora reina em nosso coração. A paz está em Seu nome. em nosso benefí­ filhos da paz. Isaque. Jo to.12-25. Desta sorte. I I I . mesmo no fragor da batalha. declarando-o apto a repartir segu­ tual. outro magnífico tipo. O resulta­ nas Escrituras como REI DE PAZ.I. 2. Temos paz em nosso rela­ 17 . como uma flor que independente de circunstâncias. dentro de nosso coração. que Ele pode dar aos Seus. Ele nos reabilitou TÃO Uma grande diferença entre o totalmente diante do Pai. II Pe 1. A paz flui dEle como um rio que maior é uma tranqüilidade perfeita. Essa tos da provisão do Etemo. Temos pa| 1. violências ou guerras.dilapidado.20. um fruto profundamente espiri­ te.16. aceita integralmente pelo Pai.14.29). foi um homem pacífico e pacificador.2. relação quebra­ da (Rm 5.2. desde a Queda. perfeita (Gn 1.29). 3. O P R ÍN C IP E D A e gentios. Gn 26.33. cias. “Ele é a nossa paz”.12) e relação restaurada (Jo IV . Vivendo em uma esfera de glória. É a Sua própria 10. cuja conseqüência manentemente. o fruto da pacificação feita cristão e o pecador é que este “não co­ pelo nosso tão querido Salvador. C R IS T O . Rm 3. Toda a justiça 2. A paz está em sua pessoa. Ef tória. Ef 2. onde as áverdade implica 3 condições: relação guas tranqüilas nunca cessam. significa alterar o relacio­ namento para melhor.20. na me­ Significa transferir de um estado dula do “homem interior” . uma sensação de segurança e vi­ que nunca tem ocaso.36. não se pode secar. porque Deus nos chamou para a paz. A terra está cheia de guerra. o Cristo é anunciado aos homens como Espírito Santo deseja acrescentar a o Príncipe da Paz. fazendo de ambos os povos. É uma ação do Espíri­ paz. como um sol situação de permanente calma inte­ rior. rança. PAZ Não se pode obter a paz fora de um.14. ocorre em 26 livros do NT e lência. reconciliou judeus II . e se multiplica à medida rou a nossa amizade com Deus. Esta é uma cre­ capacidade de produção do fruto da dencial que o qualifica soberanamen­ paz. O cristão tem paz. Pelo ciliação que o Filho de Deus efetuou e fruto do Espírito os crentes se tomam continua a fazê-lo. in­ Toda a paz está à Sua disposição e clusive entre Deus e o homem. um dos primeiros de Deus foi satisfeita quando Cristo tipos pessoais de Cristo no AT surge nos substituiu no Calvário. no coração do cristão. Isto é a nossa paz. O F RU T O D O E S P IR IT O É 1. paz que deve ser repartida per­ e o progresso constante deste estado de harmonia. Quando Paulo afirmou que Cristo. Significia “ser amor.16. De igual modo.22 9.15. o co­ 2. O Espírito produz esse fruto no interior de nossas consciên­ cio. do daquela sagrada expiação é a paz Hb 7. ração do servo de Deus está cheio do estava o apóstolo levando em consi­ fruto da paz. Ao repouso que a alma experi­ que não pode ser atingida por distúr­ menta quando alcança o gozo da sal­ bios. a efetivação 16. Melquisedeque. II Ts 3. Ef pago. A PAZ NA V ID A D O C R IS ­ 1. Pelas obras da carne os deração a maravilhosa obra da recon­ ímpios se tornam filhos da ira. GS 5. A paz foi feita porque o preço foi Jesus Cristo. A oferta do sangue de Cristo. que o que melhor o conhecemos.17.27. A paz está em Seu sangue.6. O fruto da paz é o repouso do para outro.2: Ef 2. nheceu o caminho da paz”. alimentando-se nos verdes pas­ restaurado em favor”. pecado havia .28. Ef 2. O pacificador fez um sacrifício integral e satisfatório. quietude e paz a toda a cria­ A palavra paz vem do grego EIção. uma se não pode murchar. restau­ I Co 7. que vive em permanente turbu­ RENE. pessoalmente é a nossa paz. Cl 1. Jesus vação por Cristo (Mt 11. descreve um estado de harmonia. Reconciliar significa pacificar. At sob Seu comando.

A pacificação envolve mudança de atitude e mudança de coração. nossa cidade. “o fruto da justiça semeia-se na paz”. e do seu Cristo”. U M P A C IF IC A ­ confirme citando capítulo e versí­ DOR culo de Efésios. pois dela estão cheios os nossos corações e os nossos sentimen­ tos. ÍII Jo 15. Ser pacificador é produzir fruto da paz. Em nós mesmos há tam­ bém paz. O CRENTE. II Co 13.. tam­ 3. At 16.7. Àp 6.15. Ele promoveu a paz entre nós e o lho? Pai. O cristão vive em paz..7-9. o Cristo da paz. Fp 1. Cada dia devemos buscar a paz. O mundo se rebelou contra Cristo.. I Pe 3.15. os pecadores reconhecerão que somos filhos de Deus. Lc 2. Cada dia devemos orar pela paz.11. Rm 14.4. Fp 4. II Pe 3. é o tipo de Cristo. I Ts 5. I 1. Ser pacificador é pregar a Cristo. Significa levar a mensagem de recon­ ciliação a todos os povos do mundo.1 e tam­ bém temos paz com o nosso próximo.14. é um exercício.14.17. ao mencionar “quão formosos são os pés dos que anunciam a paz”. Quem é a nossa paz9 Responda e V. Jr 29. no AT. o Ser pacificador é proclamar o Príncipe da Paz? Evangelho da paz ao coração em tur­ bulência espiritual. O que deve o homem fazer para ob­ Tm 2. 4. Que rei. Isaías foi citado por Paulo. Quando esta obra de pacificação estiver completa. O cristão prega a paz e ora sempre por ela.cionamento com Deus. Ap 11. etc. 2. A obra missionária é o ministério do pacificador. de acordo com o Tendo em vista que Deus. Somos seus filhos.11. Ao lermos Fp 4. SI 122. Tg 3. F1 3. na tentativa de re­ conciliarmos..1. Jo 20.9 e Rm 15^33 en­ bém devemos cultivar esse espírito de contramos um título dado a3 nome pacificação.16. Isto é um mandamento. a ordem divina é: “Vivei em paz”. 18 . I Ts 1. e tam­ bém pela paz de Jerusalém. Esta paz caracteriza todos os que invocam o Senhor.4. Ef 2.2. que deseja e pode promover harmonia no coração. quando será tirada da terra.9 e “os reinos deste mundo voltarão a ser do Se­ nhor. Amém. Há alguma ligação entre a verda­ Ser pacificador é agir como Cristo deira paz e a pregação do Evange­ age. O Reino de Deus é. Oremos pela paz de nossa famí­ QUESTIONÁRIO lia. Isto caracteriza o pa­ cificador. M t 5.22 e dura­ rá até o arrebatamento da Igreja. Rm 14. nosso país. discí­ do Pai. como uma herança do Se­ nhor Jesus. A paz que temos recebido de Deus é por nós usada cotidianamente. é um etemo pacificador. Ap 1. Áté aquele dia. Tg 3. paz. 5. é um desejo. Ef 6. Rm 5. Qual é? pulos e servos.7.”. E se cumprirá o cântico dos anjos.19. o nosso nosso comentário.18.30.31.21 e dos santos apóstolos. Ela está pre­ sente em nossa saudação (“A paz do Senhor!”).15. Es­ tamos dispostos a nos colocar entre Cristo e o mundo. II Tm 2. LEIA E DIVULGUE O MENSAGEIRO DA PAZ Já nas bancas de jornais. em escala mundial.13. Rm 10. na pri­ meira mensagem de Natal: “Paz na terra. como Jesus agiu junto ao Pai? Os pacificadores são os agentes do Reino de Deus na terra. ter a verdadeira paz? 2.18 e também é uma carreira. 3.2. Pai. no lar e na sociedade.

os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa. 2 nov .1-6. A Bíblia é suOcupar-nos-emos durante esta se.7. os loucos despre­ zam a sabedoria e a instrução.0 temor do Senhor é aborrecer o m al. 9.22 Quem teme ao Senhor não é esqueeido Quarta.E verás os filhos de teus filhos.Gn 22.I Co 15. 4 .L iç ã o 6 8 Novembro de 1981 BEM AVENTURADO O QUE TEME AO SENHOR O segredo da verdadeira felicidade está em temer ao Senhor. Leituras Diárias Segunda.19 Tesouros de bondade aos que te­ mem ao Senhor Leitura em Classe Sl 128. Pv 1.At 10. 4 nov .13.35 Agradecemos a Deus temendo o seu nome Sábado. 8. 6 nov .12 Livramento aos que temem ao Senhor Terça.27 Vida abundante aos que temem ao Senhor Sexta.” Sl 128. e a ciência do San­ to a prudência.0 temor do Senhor é o princípio da ciência. aborreço.7 .58 Não é vão o trabalho dos que temem ao Senhor Quinta.10.ficientemente clara quando afirma^ mana de uma bem-aventurança fun. 5 . Sl 128. Pv 1 . e tu verás os bens de Jerusalém em todos os dias da tua vida. Verdade Prática “Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos.Sl 31.1. origem única de toda a sabedoria. feliz serás.Pois comerás do trabalho das tuas mãos.Êis que assim será abençoado o homem que teme ao Senhor.0 Senhor te abençoará desde Sião. e o m au caminho. 3 . e te irá bem. 8. 5 nov . C O M E N T Á R IO damental à vida cristã. a soberba.10.At 10. e a boca perversa. 3 nov .Pv 14.que parte do sucesso da Igreja Primi 19 IN T R O D U Ç Ã O .A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa. 6 . e a paz sobre Israel.0 temor do Senhor é o princípio da sabedoria. 7 nov . e a arrogância. 2 .1 -Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos.13. Temamos pois ao Senhor e seremos enriquecidos de uma vida ditosa. 9.

Tentar negar a Deus tem sido 18. Devemos exercer o verdadeiro te­ nós obra de Suas poderosas mãos.2.do no mundo afetou a natureza mais interior do homem e fê-lo. Deus é Espírito (Jo 4.10. Temer ao Senhor é aborrecer o m al. Permita o Senhor que em nossa vida pessoal e comunitária ocorra um avivamento contínuo e uma renova­ ção constante do temor a Deus. Moisés. I Pe 1. o Eterno. Examinemos algumaa 46. Deus enviou o dilúvio ao mundo por­ que a terra se havia corrompido sobremaneira.13). A introdução do peca­ . etc.11 2. é infí20 tiva se devia à vida de temor que ex­ perimentavam os servos de Deus de então. como uma fonte de vitalidade espiri­ tual para uma época tão conturbada. é justo tual como filhos de Deus. A ve­ lha natureza se compraz nas coisas más e abomináveis aos olhos de Deus.. Como par­ 6. E pelo temor que os empregados cristãos podem sujeitar-se a seus pa­ trões.8).1). existe um clima de total insegurança. re­ temor. Ela tratando de defender os princípios de apenas o apresenta ao mundo como o Criador. I Pe 3.27).1. quando os valores espirituais estão ameaçados de profundas distorções.23). Tal aversão resulta da assimila­ SENHOR Parece-nos racional iniciar o co­ ção que o Espírito Santo proporciona mentário de tão significativo assunto ao ser humano. Porque Ele é Deus. Devemos usá-lo quando estamos de provar a existência de Deus. Devemos sinceramente reconhe­ nhuma dúvida. Pv 14. I Pe 3.17. texto das Escrituras Sagradas. uma forma de raça humana. a Jere­ te dos estatutos que apresentou a mias (Jr 1. temor significa medo.9). a Daniel (Dn 10. mais importante dos quais. Q U E S IG N IF IC A T E M E R AO às coisas erradas. I Pe 2. a Josué (Js 8. sem ne­ 1. Quando não há temor de Deus. é a santidade. a Gideão (Jz 1. Por aqueles que Lhe dedicam um sincero um lado. Deus mesmo declarou: “Ao a Zacarias (Lc 1. Mais que nunca. é mor em nosso comportamento habi­ nosso dever básico temê-lo. P O R Q U E T E M E R AO SE ­ Escrituras da expressão NÃO TE­ N H O R ? MAS ou seu equivalente.18-20. é poderoso (Ap 1. a Ezequias (II Rs 19. um testemunho que pode convencer os parentes que estão de fora. de igual modo se sentem com­ ceio. Tem sido dito que existem cerca de 365 ocorrências nas II.3). “E em toda a alma havia te­ mor. de graves esvaziamentos e de uma cruel neutralização por parte de Sa­ tanás e seus agentes. Ignorá-lo tem sido um pecado fatal. Gn 20. a Paulo (At Senhor teu Deus temerás”. sente-se hoje a urgente necessidade de se falar ao povo a respeito do temor de Deus.13.15. o por uma análise da palavra temor.24). dos atributos divinos. O Servo de Deus é exortado a pelidos a evitar o mal e aborrecê-lo. o princípio de toda a sabedoria. A Bíblia jamais preten­ culto ou adoração. realizando desta forma uma obra agradável aos olhos de Deus. A presença do temor de Deus no coração do homem restaura a aversão I. Pv 9. Pv 8. este tipo de temor.6). Certamente são inúmeras as ra­ Vejamos alguns exemplos. a Jacó (Gn Deus.19).. A segunda acepção do vocábulo uma das mais absurdas loucuras da temor é reverência. Deus zões pelas quais devemos temer a falou a Abraão (Gn 15. um ente amigo do pecado.27.”.12. não se deixar abater ou dominar por de coração. Posto cer que existem duas diferentes acep­ que a santidade de Deus não Lhe per­ ções para a palavra TEMOR no con­ mite compactuar com o pecado. quando se aproxima de Deus. Sendo nossa fé em Cristo. inclusive em nossa vida no lar e como (Êx 9.1). Diferença entre temor e me­ do.8). “O temor do Se­ nhor é uma fonte de vida para preser­ var dos laços da morte”. o Poderoso. At 2. desde en­ tão.43a.

seu prazer está naqueles que o teme.1. a casa de oração se transforma em casa de ne­ gócios. SI 149.30. O Senhor nos toma. SI 34. imutá­ vel (Ml 3. Não havendo temor. Autoridades sem conta depositam seu prazer na riqueza que possuem ou na inteligên­ cia de seus sábios.43. Este temor.”. mas se tememos a Deus. redime-nos. dá-nos o seu Espírito para que através dEle lhe temamos. Dt 10. ser­ viço e diligência. ninguém se importa de pro­ fanar o santuário do Todo-Poderoso. Deus deu a Davi “longura de dias”. cheios de pe­ cado. são inúmeros os casos de pessoas cuja vida tem sido cortada ao meio por não haverem de­ sejado temer convenientemente a Deus. Vale ressaltar que os quatro últimos não se tornam exeqüí­ veis senão depois que o temor domina o coração.4) e sem­ pre fiel (I Co 1. Pv 11. a primeira testemunha desse grande evento foi igualmente uma mulher. desobe­ decendo a Deus. perdoa-nos.5). 3.23. único (Ef 4. Pv 9. Exér­ citos há neste mundo que são a glória de seue reis e generais. os cultos são irreverentes. não é absolutamente justo que Lhe dediquemos todo o nos­ so temor? 2. Os líderes atuais da Igreja estão suplicando a Deus uma nova atmos­ fera de temor para o povo de Deus. SI 21.10. Pelo temor a Deus aperfeiçoamos. e. As antigas esculturas assírias dãonos conta de que havia uma admira­ ção especial dos monarcas do passado pelas pernas de seus guerreiros. Quando o povo abandona a vida de temor. Porque Ele se agrada dos que I I I . A primeira mulher pecou. temendo o seu precioso nome. SI 55. o primeiro dos quais é o temor. a fim de terem “largos dias para ver o bem”. “em cada alma havia temor”. Pv 10. as mensagens secas e os hinos sem inspi­ ração. é um sentimento de profundo respeito. Com a falta de temor. Quanto ao nosso Deus. admiração e louvor que nos leva a uma dependência total de sua Palavra e de sua vontade. Foi ele quem nos exor­ tou a ensinarmos às criancinhas a te­ merem ao Senhor. eterno (SI 90.17. » Sendo estes alguns dos atributos de nosso Deus.6). De igual forma. A criatura humana somente se sentirá verdadeiramente realizada quando atender aos reclamos divinos.11. Os homens maus não vivem metade de seus dias.11.. os anos de vida nos serão acrescentados. essa será louvada”. Louvamos a Deus pelas mulheres que estão na casa do Se­ nhor. Ec 7. São abun­ dantes os exemplos de pessoas que têm alcançado um prolongamento de seus dias por haverem temido ao Se­ nhor.nosso caminho perante o Senhor. um senti­ mento de humanismo toma conta do altar e o homem começa a receber a glória que somente a Deus é devida.12. Não havendo temor. Os demais são: obediência. Porque Ele o exige: “Que é o que o Senhor teu Deus pede de ti. longe de ser um medo de Deus.4. 21 . Ao contrário do que hoje se observa em muitas igrejas. Deus tem ordenado ao seu povo que seja possuído de temor para com Ele. então. esta reverência natural.11. se­ não que TEMAS o Senhor teu Deus. At 2. Vejamos a importância de ser um servo de Deus e de temer ao Se­ nhor! Esta é a maravilhosa obra da gra­ ça. perfeito (Dt 32.4. SI 147.12.20. Porque o temor do Senhor au­ menta os dias. Pv 31. que o temem”.. criador (SI 96. Em Dt 10.27. as orações são frias. amor. “se agrada do seu povo”. pois também está escrito que “a mu­ lher que teme ao Senhor. quando aceitar e praticar o padrão di­ vino estabelecido para seu viver coti­ diano.6).12-22 Deus apresenta cinco requerimentos básicos ao ho­ mem.9). e os loucos morrem fora de seu tempo. 4.nito (Dt 33.27). e assim Ele se de­ leita naqueles que são perfeitos em seu caminho. O T E M O R N O N O V O TESTA­ o temem: “O Senhor agrada-se dos M EN T O Os passos dos cristãos no período primitivo da Igreja foram sempre passos de temor.2). Após a ressurreição de Cristo.

43. 2. SI 111.20.4 e complete: o Senhor se ---------------dos que o temem. Desde os dias primeiros.26. eu sei com certeza que bem sucede aos que temem a Deus”. e os dias se lhe prolonguem. “O temor do Se­ nhor é o princípio da sabedoria”. A utiliza­ ção plena. Sucesso. Com a morte de Ananias e Safira. Pv 14. para livrar as suas almas da morte.2. que são relativas e transitórias. Ele promete aos que o temem que serão escondidos no secreto de Sua presen­ ça. O temor é um caminho para os milagres. Lc 1.9. temamos o nome do Senhor. 3.18 lemos da visão que foi dada a João do mo­ mento solene em que foi tocada a sé­ tima trombeta e foi dito que chegou o tempo de Deus dar a recompensa aos que temeram o seu nome. At 19. Proteção. Livramento. Dt 5.5. A que aspecto da Igreja Primitiva se devia parte de seu sucesso? 2. Ec 8. “Eis que os olhos do Senhor estão sobre os que o te­ mem. Sabedoria. 149. Deus disse a Israel que se ele o te­ messe todos os dias. 6. corajosa e reverente da au­ toridade do nome de Jesus garantirá vitórias surpreendentes neste mundo e um precioso galardão na eternida­ de. e para os conservar vivos na fome” . E mais: “No temor do Senhor há firme confiança.50. certamente se esfor­ çaria por temê-lo ainda mais.19. “Ain­ da que o pecador faça mal cem vezes. Q U E S T IO N Á R IO £ 1. “Mas para vós. Ml 4.11. IV . nascerá o sol da justiça. Faça a diferença entre medo e te­ mor. 3. “A misericórdia do Senhor é de geração em geração sobre os que o temem”. Em Ap 11. “A salvação está perto dos que o temem”. Às vezes o temor se relaciona com a disciplina exercida na igreja.Com o temor dominando a Igreja “muitas maravilhas e sinais se fa­ ziam pelos apóstolos”. 5. 7. Galardão.17. e salvação trará debaixo de suas asas”. O que Deus requer de nós. Leia SI 147. as igrejas “andavam no temor do Se­ nhor”. At 9. Segundo o comentário da lição. Será necessá­ rio que outros Ananias e outras Safi­ ras sejam atualmente sacrificados para haver temor na Igreja. Isto posto. M isericórdia. At 2. o que resulta de um povo que aban­ dona o temor de Deus? 22 . A vida de temor a Deus é um frutífero investimento cristão. a partir des­ ta vida. Fp 2. Necessitamos de um retomo aos padrões de temor de Deus. guardados das intrigas dos ho­ mens e ficarão a salvo da contenda das línguas. bem lhe iria e a seus filhos para sempre. porque “bem-aventurado é aquele que teme ao Senhor”. outra vez? A vida normal da Igreja é a vida dé temor. Salvação. houve grande temor na igreja. Não devemos nos im­ pressionar com as vitórias dos ímpios. Analisemos al­ guns de seus resultados. Que neste dia tenhamos um novo pacto com o Senhor: temeremos mais profundamente o Seu maravilhoso nome. Não nos esqueçamos que “a sa­ bedoria é a coisa principal” e feliz o homem que a encontra.12? 4.31. SI 85. 5. Mas também os milagres são um caminho para o temor. o nome que é sobre todo o no­ me. e Ele será um refúgio para seus fi­ lhos”. 4.9. SI 31. Pv 3. E acrescenta: “Deu manti­ mento aos que o temem”. Amém. Se cada crente sou­ besse o que lhe é assegurado por te­ mer ao Senhor.13. Não nos esqueçamos. Pv 9. de acor­ do com Dt 10.12. que temeis o meu nome.29. Temer a Deus não é uma exceção. R E S U L T A D O S AO SEN HOR DE TEM ER Todas as boas práticas da vida cristã conduzem a altos dividendos espirituais.10. 1.

3 -Porque tu és a minha rocha e a minha fortaleza. confio. SI 31. pois tu és a minha for­ ça. por causa do homem que executa as­ tutos intentos. pelo que.1-7 Â confiança de Eliseu Sexta.II Tm 1. sê a minha firme rocha. 6 -E ele fará sobressair a tua justiça como a luz. que é também a rocha inabalável da nossa salvação. livra-me depressa. o nosso único refúgio ê o Senhor. livra-me pela tua justiça. 4 .1-5.1-6 A confiança de Moisés Quarta.1 -Em ti. 37. e ele te concederá o que deseja o teu coração. e espera nele.I Jo 5. 5 -Nas tuas mãos encomendo o meu espírito. Senhor. Senhor Deus da verdade. e verdadei­ ramente serás alimentado.3 -Confia no Senhor e faze o bem. 9 nov . 2 -inclina para mim os teus ouvidos. por amor do teu nome. nunca me deixes confundido. tu me remiste. Pv 16.Ex 15. 13 nov . uma casa fortíssima que me salve. guia-me e encaminha-me. 12 nov . e ele tudo fará.II Rs 6. 4 -Tira-me da rede que para mim esconderam.1-6 A confissão de Abraão Terça.7-12 A confiança de Paulo Sábado.1-7 A confiança de Davi Quinta. 5 -Entrega o teu caminho ao Senhor. “O que atenta prudentemente para a palavra achará o bem. SI 37. nâo te indignes por causa da­ quele que prospera em seu caminho. Leituras Diárias Segunda.Gn 15.20 . 10 nov .11-15 A confiança da Igreja Leitura em Ciasse SI 31. 14 nov . e o que confia no Senhor será bem-aventurado”. habitarás na terra. confia nele. e o teu juízo como o meio-dia. .Lição 7 ☆ 15 Novembro de 1981 BEM AVENTURADO O QUE CONFIA NO SENHOR ☆ Verdade Prática Na hora do mais terrível vendaval.II Sm 22. 7 -Descansa no Senhor. 11 nov .3-7.Deleita-te também no Senhor.

Ele aponta para os últimos dias.11. II Cr 6. disse a Deus: “Inclina para mim os teus ouvidos” .26. Significa buscar-lhe em ora­ ção. Devemos confessar as obras de Deus. contar com a atenção e a resposta de Deus ao seu clamor. Não é assim.2.12. d. I Jo 4. I Sm 10. de nossa vida de adoração a Deus. chave na vida cristã. Fp 4.6. SI 31. De certa maneira existe uma mensagem profética no Salmo 37. que não se abala. usada no Salmo 125 significa literal­ mente pendurar alguma coisa sobre outra coisa. A confissão é parte do processo de nossa salvação.14. A palavra caminho Certamente esta pergunta tem sido feita um sem-número de vezes por filhos de Deus em todo o mundo. se tome entendido. Nossa debilidade deve ser absorvida por Sua habilidade. mas per­ manece para sempre”. o dogma da experiên­ cia deve sempre ser levado em consi­ deração quando estudamos assuntos espirituais.13. Confiar em Deus é o segredo de nossa estabilidade. Q U E S IG N IF IC A E M D E U S? C O N F IA R IN T R O D U Ç Ã O nos dias de crise? DELEITAR-SE NO SENHOR é a resposta. que as contempla. naturalmente. 10.5. E uma mensagem para os dias de crise.2. quando seria alarmante a diferença entre o progresso dos perversos e dos apósta­ tas e o sofrimento dos justos. SI 108. Hb 3. ansiosos por viver vitoriosamente.24. b.4.7. Devemos confessar nossa fé em Deus. a. . às suas orações. aleluia! O salmista disse: EM TI CONFIO. além de ser. A palavra confiar. Significa entregar-lhe o ca­ minho. Lembremos. Entregar o caminho é entregar as obras. Neste capítulo significa a própria vida e tudo que lhe diz respeito. Fp 2.32. Devemos recordar uma vez mais que a grande diferença que separa a teo­ ria da prática. O Salmo 37 foi escrito por Davi em seus últimos anos de vida.9. Entregar o caminho é entregar o coração.11. Nossa fraqueza deve se apoiar em Sua fortaleza. Rm 14. Pv 16. Quando confia­ mos nEle nos tomamos como “o mon­ te de Sião. Significa confessar-lhe nossa fé.9.14. Paulo fez uma recomendação aos filipenses no sentido de que tomas­ sem conhecidas diante de Deus as suas necessidades. Devemos confessar a Cristo. porém. SI 31. SI 37. Significa deleitar-se nEle.13:1 Co 3. em seu estilo é antitético e em sua subs­ tância é didático. 4. Rm 10. Sua visão final aponta para o período milenial.19. At 24. 37. Em sua estrutura é um salmo acróstico. ouse­ mos descobrir a resposta a tão inquietante interrogação.9. a. É um salmo pro­ fundamente amadurecido em muitos sentidos. A luz desta verdade. Confissão é uma parte integrante e inseparável de nosso culto. mais forte. Ap 2. inspirado por Deus. I. Devemos confessar o nome do Senhor. Ap 14. recolher uma res­ posta à seguinte questão: que fazer 24 1. confesse-a. SI c. A vida cristã é uma vida de expe­ riências. Confissão é uma palavra2. agar­ rar-nos a Ele. b. Portanto. Jó 40. Cada pessoa que tem fé no Se­ nhor. que a confissão é tão impor­ tante que Jesus Cristo é apresentado na Carta aos Hebreus como o “Após­ tolo de nossa confissão”.1. A verdadeira confiança em Deus é exatamente is­ to: devemos pendurar-nos nEle.3. I Rs 3.1. depender somente dEle. Davi sabia que podia 3. para que seja transforma­ do. tem vários sentidos na Bíblia. Muitos supõem ainda que confissão sempre significa uma declaração de nossas faltas e pe­ cados. para que sejam de­ vidamente analisadas e aprovadas pelo Senhor.1. e as recompensa. sempre.9 e devidamente preparado por Deus. Mt 10. Cabe-nos agora.COMENTÁRIO O tema para esta semana é a con­ fiança em Deus.

5. I Sm 2.26. Ele é a Rocha da Salvação.23. Ele é.6. Ele é a Rocha Eterna.38).16. SI 125. nhorio de Deus (quer seja o Pai. majestoso e confiar em Deus? eterno.. b.24.36. Ele é 2. Significa não vacilar.1. Ele é Senhor. SI razão de nossa confiança em Sua Pes­ 62. Senhor dos senhores (Ap 19.22. Jo 4. b. Ao ler o Salmo 37. Cristo da verdade (Jo vam? 14. Confiemos nEle 1. Ao afirmar Davi: “Ele é nossa Ro­ cha”. A lei bíblica suas muitas peregrinações. d. Soberania Universal. Ele é a rocha que dá mel. Durante longos anos sua vida esteve associada a rochas. Porque Ele é o Senhor Deus ■ a. Porque Ele pode suprir as Deus. verdadeiramente. A ver­ em que vivemos? dade que liberta (Jo 8. que Deus é nossa fortaleza. qual o significado da porque é Deus.a. quando entraram em Canaã. c. ela Quando pensarmos nEle como Se­ quer que sejamos impelidos a confiar nhor. I.28). Senhor de todos (At 10.-Ele é uma rocha superior aos da Verdade. Este é um título inimigos. Porque Ele é nossa Rocha.20. palavra confiar? limitado.7. A verdade lhe pertence inerentemente.2. conheçamos o porquê de tal confian­ Que tipo de rocha é o Senhor.17). Mt cia as rochas nas quais se havia abri­ gado e escondido quando algumas ve­ 24. Deus. 89. mas permanecer. Davi sabia o que era uma rocha. ele conhecia as muitas rochas que viu repetidas vezes quando de 5. Infinito Bíblia menciona. da Verdade. Isto alsde ao se­ 81.24.31. ele conhe­ da perseverança nunca falha.dos vivos e dos mortos (Rm 14. Ele é Deus. Deus ordena que o busquemos em oração. tais como Suprema autorida­ nossas necessidades. 10. SI 40. A maioria delas é uma re­ NHOR? ferência a Deus. A Bíblia fala em rocha cerca de II . Ao falar de rocha. Jr 33. Ef 3. é justo que de igual modo I Co 10. quais os conhecimentos e ex­ Sua augusta natureza.8).36).9). de todos quan­ da escolha do local de construção do tos deixaram o Egito. d.13.4. 18. Jesus ensinou o espírito correto para nossa oração.3. quer e.36) vem de 4.10). Senho?. mortal e pecador. seja o Filho). Santo e nos ajuda a compreender a c. SI 31. Deus nos escuta quando o bus­ camos. Ele conhecia as rochas do tempo de sua vida pastoril.. Senhor do sábado (Mc 2.' SI a. SI 31. como um jovem do campo. O que significa.6. Quando a de. soa. das as nossas necessidades. ele conhecia as sua confiança e foram os únicos que rochas que foram escavadas. Claramente Paulo Conhecedores do dever de confiar mencionou que “a rocha era Cristo”. Deus da ver­ periências sobre rocha o inspira­ dade (Jr 10.4. por inspiração do Espírito nós.6).32. Dt 32. certamente muitos pensamentos afluíam à mente do salmista. Espírito da verdade (Jo 14. infinito.16).1. Nm 14. P O R Q U E C O N F IA R N O SE ­ 141 vezes. Josué e Calebe permaneceram em zes era um fugitivo.b. tenhamos sempre em mente nEle como Aquele que pode suprir to­ que Ele é Senhor da Glória (I Co 2. Ele não é um homem.SI 61. etc. Deus está sempre pronto a nos responder. em distintos luga­ Domínio. res. 2.2-7. que nEle possamos confiar? 1. Dt 4. Se­ QUESTIONÁRIO nhor da Seara (Mt 9. Tal senhorio envolve atributos maravilhosos inerentes a 3. 25 . mui específico que o salmista confere Ele é uma rocha mais alta que a Deus. invisível. para ça.3. aleluia! 3. Dt grande templo e da imensa casa real.2. Is 55. Is 26. Literalmente. qual deve ser a nossa atitude nesses dias de crise c. em Deus.

At 20.35-43 A mordomia viligante Leitura em Classe Jo 3.Portanto.Lv 27. 2 . assim também abundeis nesta graça.Mt 25.8 .Curai os enfermos. e depois a nós. e em a vossa caridade para conosco. II Co 8. expulsai os demônios: de graça recebestes. Jo 15. deram voluntariamente. que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber’ .Ef 3.Ef 5.2-9 A mordomia do Evangelho Quinta.De maneira que exortámos a Tito que.13-17 Terça. lim pai os leprosos. M t 10. trabalhando assim.Porque.1 -Também.16 .1-7.14-30 A mordomia dos talentos Quarta. 16 nov . I I Co 8. e ainda acima do seu poder.35. mas tenha a vida eterna. assim como em tudo abundais em fé. 19 nov . faz com que o nosso coração de abra voluntária e abundantemente para suprir as necessida­ des da obra do Senhor. 3 . que se fazia para com os santos.I Co 4.8. de graça dai. mas a si mesmos se deram primeiramente ao Senhor. 7 . segundo o seu poder ( o que eu mesmo testifico). 6 . 5 . Jo 3. Leituras Diárias A mordomia do tempo Segunda. “Tenho-vos mostrado em tudo que.13 -Ninguém tem m aior amor do que este.16.Como em m uita prova de tribulação houve abundância do seu gozo.28-34 A mordomia dos bens materiais Sexta. M t 10. 15. 4 -Pedindo-nos com muitos rogos a graça e a comunicação deste servi­ ço. é necessário auxiliar os enfermos e recordar as palavras do Se­ nhor Jesus.13. 18 nov . vos fazemos conhecer a graça de Deus da­ da ás igrejas da Macedônia. e como a sua profunda pobreza abundou em riquezas da sua generosidade. e em palavra. pela vontade de Deus.1-5 A mordomia fiel Sábado.Lição 8 22 Novembro de 1981 ☆ MAIS BEM-AVENTURADA COISA É DAR Verdade Prática 0 fato de termos sido enriquecidos da generosidade divina. assim também acabasse esta graça entre vós. irmãos.Lc 12. e em toda a diligência. e em ciência. de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. . assim como antes tinha co­ meçado. para que todo aquele que nele crê não pereça. 17 nov .E não somente fizeram como nós esperávamos. ressuscitai os mortos. 21 nov . 20 nov .Porque Deus amou o mundo de tal m aneira que deu o seu F i­ lho unigénito.

SI memória do coração”.7. Os exemplos também são abundantes. I Co 15.34.1. Fie nos dá todas as coisas.2. Da mesma forma. II. de sua salvação. a. Jesus é a suprema dádiva de perfeita dedicação. estimulados e ensi­ nados a agradecer a Deus. pedimos. Em diferentes textos da Escritura 136.2. Rm 5. b. Por causa disto Deus “não poupou o Seu próprio Filho”. g. Ele nos dá o sono.14. Is para com o beneficiador.17. na plenitude dos tempos e assim o apóstolo nos informa que “Deus prova o seu amor para conosco”. repartir. Isto é a consagração total da vida. Jesus Cristo nos foi dado pelo rante o Senhor estiver”. “Gratidão é a 40.7. oferecer. Ef 3. Devemos dar graças a Deus. Ele nos dá muito mais do que tidão.7 e em muitos outros lugares da Bíblia. c.34.20. Nossa vitória Deus. Sejamos gratos a Ele por causa de sua bondade. Dt 8.13.20. c. tal.18. Jo 6.COMENTÁRIO A bem-aventurança que estuda­ mos esta semana se relaciona direta­ mente com o exercício da mordomia cristã. At 17. Devemos dar-nos a Deus.7. por 31.25. Ele nos dá o mantimento. SI 127. Pv 3. I. O verbo dar e seus derivados apa­ recem no texto sagrado mais de 1. At 17. do beneficiado 3. Rm 8.480 vezes. A Ele pertencem todas as coi­ sas e a Ele deveremos prestar contas de quantas coisas nos tem tomado despenseiros. A lgum as coisas que Deus nos dá.1. que 1.25b. Gn A gratidão é um dever primário da 2.4. O apóstolo recomendou: paternal e por causa dos excepcionais “Em tudo dai graças”. e. A expressão maior do amor é dar. Você está pronto a se dar a bemos o que efetivamente devemos si mesmo a Deus? pedir. 27 . SI 30. I Co criatura para com o Criador. por 2.26. Deus é amor.11.6. d. como resultado de seu amor SI 103. é um mandamento. Deus nos dá tudo aquilo que lhe por tudo quanto vem de suas mãos.25. Devemos estar sempre atentos ao fato de que somes filhos e servos de Deus. Ele nos dá a vida. I Jo 4. a estrada bem-aventurada da 3.57. Deus nos quer a nós mesmos pedimos. causa de sua santidade. Mt 3. Ele nos dá a vitória. Considerando-se que a suprema manifestação do amor é precisamente o generoso ato de dar. 1. por causa pois todas as coisas lhe pertencem. O próprio Jesus nos disse que “ninguém tem maior amor do que es­ te”. Cl 3.47 e finalmente a. I Co 4. méritos de Jesus Cristo. uma obrigação. Deus é o supremo exemplo que sempre haveremos de tomar à medida que formos sendo cheios do Espírito de Deus para também dar. Ele nos dá o crescimento.18. especialmente dignas de nossa foi fortificado na fé por dar glória a Deus.2.29. I o caminho triunfante da rendição to­ Tm 6.20. 7. SI 75. assim como Ele o faz. Mesmo sendo o Seu Filho Uni­ completa começa quando “tudo pe< génito.I Ts 5. SI somos exortados. Ef 5.32. DEV EM OS D A R PARA DEUS Glorificar a Deus. D E V E M O S D A R C O M O D E U S IN T R O D U Ç Ã O Pai. Jo 15. Mais do que nosso louvor e nossa gra­ b. Encontramos este mandamento em Ap 14. nas Escrituras.16. Ele nos dâ a força. dar é a melhor maneira de ex­ pressarmos o nosso atual e ardente amor para com Ele.8.1. um sagrado dever de toda criatura. contribuir. a partir de Abraão. consideração: 2. Jo 14. Ele nos dá a graça. f.17. Fp 84. pois muitas vezes nem sa­ junto a Si. Devemos dar glória a Deus. Rm 4. do agracia­ do para com o doador. causa de seu nome. Rm 8. Ele nos dá tudo. Jr 4. I Cr 16.32. do servo para com o Senhor.

1-7. Como filhos de Deus.7a. pois dele também havere­ houver quem pregue? Rm 10.8. Deus amar? amou o mundo inteiro e lhe deu Seu 4.8.em todas as partes do mundo para in­ tensificar o labor missionário.10. missionários. Foi maravilhoso receber por mui­ que é Senhor de tudo. Como Deus provou o Seu amor Filho Jesus. SI 118. Há alguma relação entre dar e Não há limites para dar. nos da terra por possessão”. nosso amor.4. 2.6-10.16.21. bilidades que Deus tem posto em II Co 9. É por causa dele que o Senhor ro. A contribuição glorifi­ mos de que “mais bem-aventurada ca a Deus. Acha que tudo que possui é tam­ IV . nosso gozo.5.12.33. E nunca nos esqueça­ 1 Co 16. Cl 4.9.15. Estamos envolvidos repartir com os homens. suas mãos? 2. rupção. Lc 12. Dt 10.24. pelo ateísmo. pois depois que se vão. Ef 5.29. 2. vemos aproveitá-lo com sabedoria e O Evangelho existe para ser crido. poluído pela cor­ tempo”. Ef 5. M t 6. todos. M t QUESTIONÁRIO 6. Por que dar é melhor que receber? 28 . G1 6. Devemos dar-lhe os nossos Muitas pessoas que estão desper­ diçando seu tempo precisam acordar. mas o Seu trabalho. extraída do Evangelho. I Pe 4. Mc 16. Devemos dar o nosso dinhei­ mento. Pv 3. D E V E M O S D A R P A R A O bém propriedade do Senhor? POVO SEM DEUS 3. se não ouvi­ que não podemos desperdiçá-lo levia­ rem? E como hão de ouvir. darei as nações por herança. Devemos dar-lhe a nossa 1.I I I . O apóstolo em uma nova Obra e somos todos co. pelo fetichismo Pessoas que dispõem de uma excelen­ e por toda sorte de iniqüidade. Os anos de saúde e vigor devem como parte da preparação final para ser devidamente gastos na evangeli­ o regresso do Noivo. cristão diante dos recursos e possi­ nossa obediência e nossa fé. Aleluia! materialismo.14. Ec 12. 90. Igrejas estão sendo despertadas zação e na visitação. Agora é o grado. A evangelização do precisam despertar rapidamente e mundo é o grande desafio para a Igre­ começar a servir a Deus “enquanto é ja do Século XX. mos parte desse magnífico desperta­ 3. e somos exortados a praticá-la. A contribuição expressa nossa 1. este século coberto de materialismo. temos família e devemos sentir-nos compro­ o testemunho de nossa conversão a metidos com ela. sim. Toda a Igreja de. tempo de dar. Ec 5.Paulo sentia-se compelido a “dar tes­ responsáveis por seu sucesso.10 e nos afasta do coisa é dar”. Qual a primeira preocupação do gratidão. nunca esquecendo de Mas como hão de crer. Nós so­ 30. DEV EM O S D A R PARA A 1. Devemos dar o nosso tempo. At 5. mos de prestar contas. se não namente. Ag 2. SI 24.2. 3.2.10. Devemos dar o nosso talento. SI 2. 9. pois este é o seu talento e não ve um grande despertamento missio­ convém que o ponham na areia ou o nário.14. Devemos dar-lhe o nosso tes­ OBRA DE DEUS temunho. dinheiro. Que podemos e que deve­ para conosco? mos dar aos povos sem Deus? 5. a Deus. Atualmente outro avivamento está surgindo na Igreja do Senhor. tos anos os missionários que o Senhor A contribuição é parte do culto sa­ proveu para o nosso País. M t 25. Devemos contribuir porque somos continua a dizer: “Pede-me e eu te mordomos de nossos bens materiais. I Tm 6. At 20.24. Jo 9. não voltam jamais.15. Nos primeiros dias da Igreja hou­ te voz devem usá-la no serviço de Deus.19. 0 tempo é uma dádiva de Deus e de­ mensagem.1.7. res­ Somos participantes de uma nova gatados pelo sangue de Cristo.14. inteligência. guardem em um lenço. Deus não necessita de nosso Deus”.Cristo é por Ele or­ denada a IR e PREGAR. Por temunho do Evangelho da graça de exemplo. e os rei­ os quais pertencem.19.5.

e foi sepultado.22. que não têm esperança.Gn 3.M as de ambos os lados estou em aperto. Fp 1. e as suas obras os sigam”. Lc 16.Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido. 29 . Lc 16. 22 . 24 nov . 15 . não sei então o que deva escolher. para que não vos entristeçais. e com a trombeta de Deus. como os demais. I Ts 4. 25 nov . que sejais ignorantes acerca dos que já dormem. e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão.1-7 A alegria da Morte A brevidade da vida Quinta. se cremos que uesus morreu e ressuscitou. pois.SI 23. “E ouvi uma voz do céu.13 .N ão quero.8-15 O vencedor da Morte Sexta. se o viver na carne me der fruto da m inha obra. 23 nov . Sim. assim também aos que em Jesus dormem. e estar com Cristo. tendo desejo de partir. 16 . que nós.22 -E aconteceu que o mendigo morreu.Porque para m im o viver é Cristo. diz o Espírito. mas em ter a consoladora esperança de morrer e ressuscitar em Cristo. que me dizia: Escreve: Bemaventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. 28 nov . 23 .51-57 A derrota da Morte Sábado. para que descansem dos seus trabalhos. Leituras Diárias Segunda. porque isto é ainda m uito melhor.Porque. Ap 14.14-19 O decreto da Morte Q\iarta. e o morrer é ganho. Fp 1. e com voz de arcanjo.21 . Deus os tornará a trazer com ele. não precederemos os que dormem.21-23.Hb 2.SI 90.4-6 A esperança além da Morte Leitura em Classe I Ts 4.13-16. 27 nov I Co 15.M as. porém.Dizemo-vos. isto pela palavra do Senhor.13. e os que morreram em Cristo ressusci­ tarão primeiro. e morreu tam bém o rico.Ec 12.1-12 Terça. 14 .Lição 9 29 Novembro de 1981 ☆ BEM AVENTURADOS OS QUE MORREM NO SENHO ☆ Verdade Prática A felicidade do crente não se resume em ter boa posição social e bens mate­ riais. os que fi­ carmos vivos para a vinda do Senhor. irmãos. 26 nov .

O salário do pecado é a morte.10. agora. es­ piritual e eterna. tureza desse decreto é impressionan­ temente clara: é um decreto univer­ sal. Pv 11.23. 1.290 vezes no texto sagrado. O significado primário de morte nas Escrituras envolve as idéias de ausência. 14. Hb 9. A universalidade do decreto da morte é facilmente comprovável. Está ordenado aos homens morrerem um a vez. uma inclinação para a morte. a alma fica ausente de Deus em senti­ do definitivo. A D E F IN IÇ Ã O D E M O RT E 3.25. cansado.22. 13. perfazendo assim um total de 52 livros. de posição e de reação no tocante à morte.19. Morte e pecado andam jun­ tos ao longo das páginas da Bíblia. Como haveria de ser o corpo so­ frido. E a expressão é repetida nos versos 18 e 51. 16. Gn 5. provendo o sacrifício de um animal. I Jo 3. Pv 2. 21. para que não viessem a viver eternamente sob o peso das conseqüências do pe­ cado. A Bíblia men­ ciona especificamente 3 categorias de morte. que será arrebatada ao toque da última trombeta. Elias. a Igreja. Por uma sentença do Criador. aquilo que poderia ser a tragédia maior. se hou­ vessem tocado e provado da árvore da Estudemos. б.27.6. e assim se cumpre a palavra do patriarca Jó: “Porque eu sei que me levarão ã mor­ te e à casa do ajuntamento destinada a todos os viventes”. Paulo assim se expres­ sou: “Alguns já dormem também”. porquanto as Escrituras afirmam que são “bemaventurados os que morrem no Se­ nhor”. Rm 6. foi evitada por Deus. o corpo e alma se separam. “a alma que pecar. Gn 3. II Rs 2.6. essa morrerá”. vilas e povoados deste mundo têm seus cemitérios. separação. A morte sobreveio à raça hu­ mana como um julgamento de Deus sobre o pecado de nossos primeiros pais. enfermo e depaupera­ do dos nossos primeiros pais. 8. O ato de pecar é. Na morte eterna.12. Por outro lado. Ez 18. 7. I Ts 4. MORRER. que disse a respeito da morte e ressurreição de Lázaro: . sem que jamais pudessem mor­ rer.27. que foi arrebatado em um redemoinho. com a oferta de uma solução perfeita e maravilhosa. Ao falar dos crentes que foram testemunhas da morte do Senhor Jesus e já me ha­ viam morrido. a alma se vê separada da co­ munhão com Deus. Assim.36. c. A morte é um sono. sempre. I Co 15. pro­ veram a redenção ao primeiro casal. Paulo aprendeu assim do próprio Jesus. Jó 30. To­ das as cidades. I Co 15. Toda a raça humana se tem cur­ vado ao peso sombrio e desalentador dessa lei severa e justa. as diferentes acepções que a Bíblia oferece a este vocábulo. 5. MORTO e seus derivados ocorrem mais de 1.4.22. I Co 15. por exemplo. O pecado de Adão causou sua imediata morte espiritual e também o princípio de sua morte física. eterno. Em Adão todos morreram.10. e 21 do NT.COMENTÁRIO Uma das grandes e maravilhosas surpresas da vida cristã é a diferença de conceito. II Co 7. O R IG E M D A M O RT E IN T R O D U Ç Ã O vida. Adão não foi eternamente destruí­ do porque a graça de Deus se mani­ festou admiravelmente em seu favor. cujas peles e cujo sangue. Ocorrendo a morte espi­ ritual.13. que foi transladado. As palavras MORTE. Enoque. expectativa positiva. foi também um gesto de graça divinal a expulsão dè Adão e Eva do Jardim do Éden. Ao contrário dos que “não têm es­ perança”. os cristãos fiéis encaram o fenômeno da morte como uma esperança consoladora e uma.14.15. Tg I.18.24. A na­ 2. prefiguran­ do a obra redentora do Messias. A Bíblia men­ ciona exclusivamente 3 exceções: а.11.52.23. 15. a saber: física ou natural. Veja-se. Com a morte física.5.14. sendo. II. I. 1. sendo que 31 livros do AT os mencio­ nam.

24. 14. pregaria pela tarde e esta­ inimiga de Cristo porque Cristo é a ria na reunião de obreiros à noite. viver em santidade. ocasião em que Deus “lhe rer no Senhor. Ela foi o resultado de um ato de nhor. A morte é kestbury. Mas o apóstolo afirma que para Dt 31.19. Gn 25. Adão fora do Senhor é a morte de seus SAN­ avisado por Dsus de que não deveria TOS.7. A morte é o grande obstá­ ria em Gloucester.11. Rm 5. e despertaria em gló­ gostos.6). que me espera. 4. em novidade de vida. A ciência comprova a I I I .14.17. SI 116. noite do dia seguinte. ao ocorrer o fenômeno modo existem duas maneiras de mor­ da morte.29. o ensejo de partir.16a. A morte para o cristão oferece ria”. mas ela é um inimigo que afinal pois pousaria em casa de meu amigo será completamente vencido. Significa morrer na mesma fé bém. E continua ao longo do ele. II Co 5.4. SI 51. Essa idéia de sono aplicada à mor­ vés de pesados sofrimentos ou tortu­ te está na Bíblia desde o Pentateuco. Ec 12. A outra é morrer sem o tira a respiração”. Depois viajarei até Tewimortalidade nesta vida. Fp 1. De­ vida. então. e também amanhã culo a uma experiência contínua de pela manhã. o nosso amigo. e ele respon­ 5. causaria poder morrer para glorificar o Senhor Jesus. me retiraria 6. E assim como a rados para Ele. se soubesse que morreria à meia10. a semente da morte tam­ 2.8.5. O S IG N IF IC A D O D E M O R ­ informação bíblica de que o homem R E R N O S E N H O R proveio do pó. Significa não morrer em pe­ sido transmitida a todos os homens. 2. A morte é um inim igo. SI 104.8. Â morte é um a herança. semente do pecado passou a cada Rm 6.21. tão cheia de atribulações e des­ çaria a dormir. Gn tar em perfeita comunhão com o Se­ 2. oraria com a família. tudo faria para evitá-la. Certa vez Faraó reconheceu que a morte é perguntaram a João Wesley o que fa­ uma penalidade para o pecado. tendo dito isto. mas rada uma tragédia e certamente ele vou despertá-lo do sono”. Senhor. Quem morre descansado na obra da seguro. Os crentes somos exortados a vez que o homem expira.26. que se cultivou em vida. criatura.46). dos que vivem sepa­ provar o fruto e o fez. A morte de Estêvão causa da glória que existe depois da propriamente dita é descrita com morte. adormeceu”. No momento de nossa morte devemos es­ 35. . e por causa da honra que lhe quatro palavras: “E.6. Hb 12. os quais se diluem no pó. ra.“Lázaro. do e protegido durante a travessia Os inimigos da fé pregavam que a desse mui escuro túnel e ainda por ela morte de Paulo seria por ele conside­ despertará na aurora maravilhosa da 31 . S ig nifica m orrer confiante Cristo. Ela não deu: “Da mesma maneira como te­ faz parte da vida de comunhão eterna nho programado. pois o que é precioso aos olhos desobediência consciente. A morte é um a punição. morrer é lucro é vantagem. I Co 11. que leva ao verdadeiro porto unicamente nos méritos de Jesus.12. por texto sagrado. duas portas (Mt 7.15. redenção. com o dois destinos (Mt 25.17. Não há verdadeiro prazer nesta dar-me-ia a meu Pai celestial.29. Gn 3.25. Jo Martin. dorme. por ela mesma será guarda­ 7. morrer 3. Êx ria. É a viagem sem re­ torno. pois seu corpo é literal­ Assim como existem dois cami­ mente composto de elementos quími­ nhos (SI 1. de igual pó e em pó. A morte é a volta ao pó. Jo 11. encomen­ 4.60. II Tm para descansar às 10 horas. para estar com 3. principal­ mente se viesse a ser uma morte atra­ Leia-se também M t 9. A morte é um lucro. É umano Senhor? herança que procede de Adão e tem 1. At 7. A morte é um a partida. Hoje à noite prega­ com Deus. conversaria e 11. Que significa. come­ vida. Ela se toma efetiva cada cado.6.13) e cos.

o descanso do Milênio. o céu é o nosso verdadeiro lar. Is 14. Porque hão de ressuscitar de seguir. A vantagem de morrer no Senhor resulta na vantagem de ressuscitar primeiro. A ressurreição é uma garantia de morte e por toda a eternidade. 3. isto é. M t 11.comunhão perpétua com Cristo. qual o significado da mo*-te física? 2. Gn 2.7. o descanso da Criação. as mais desgraçadas são as que não têm esperança. do professor. significa ditoso. I Ts 4. As obras do escultor. SI 116. todas estas findam aqui mes­ Bíblia. estas o seguem. Encontramos diferentes tipos de descanso na Bíblia. A palavra bem-aventurado. em Seu próprio lar. I Tm 6. Vamos men­ cionar alguns: a. e temos saudade dele. como 4.7. A morte não é o filho de Deus. após a fim. na comunhão com o Cristo Eterno.29.16b. Mas o descanso a que se reíere Ap 14. o descanso da Consciência. “por­ Deus de que Ele domina efetivamen­ que somos feitura sua. Mas as obras do genuíno de Deus ao Seu povo. Porque o homem “se vai â sua eterna morada”. A esperança de do pintor. e esse dia está chegando. Todos nós somos tenta­ dos. f.13 é o glorioso descanso que se se­ gue a esta vida de tormentos. e é uma las” . e. das as criaturas que sofrem no m un­ do. antes do arrebatamento e transfor­ mação dos crentes que estiverem vi­ vos no dia do Senhor. No céu veremos primeiramente a pessoa augusta e gloriosa do Senhor Jesus. Morrer no Senhor significa descansar para sempre das 4. Ec 12. Deus tem essa palavra. mor­ re no Senhor. Qual o significado de morrer em Cristo? 4. o imediato e o remoto. Significa morrer na esperan­ fadigas. Para que suas obras os si­ todos sabem. o descanso da alma. das tribulações e das dores e ça da vida futura. Para o crente. o descanso de Israel.12. criado^em Je­ te sobre a morte. b. Depois veremos os amados que foram antes de nós. do pescador. Em segundo lu ­ gar. Dê o significado de morte física. Na verdade. a morte tem um sentido de uma volta ao iar.7. Ê bom possuir uma fé robusta tal adjetivo aps que morrem no Se­ que se revela em obras aceitáveis nhor? diante de Deus.44.tor do livro especifica claramente AVENTURADOS OS QUE M O R ­ DESCANSEM DOS SEUS traba­ REM NO SENHOR? lhos. Tudo no céu naturalmente tem por centro a pessoa de Cristo. Quem assim morre. fruto de promessas pessoais mo na terra. significa que os mortos em Cristo ressuscitarão mil anos antes dos mor­ QUESTIONÁRIO 1. do mu crentes alcançaram nas páginas da sicista.14. o descanso da Igreja. Porque nunca roais serão afli­ gidos e tentados. as quais Deus últim a palavra sobre a vida do cren­ preparou para que andássemos ne­ te. morte espiritual e morte eterna . Para o cristão que morre no Se­ nhor. primeiro. mas isto findará um dia.3. 2. na fé que produz obediência total. É bom trabalhar para o Senhor mente feliz. Esta expressão tem dois sentidos. Por que muitas pessoas têm medo da morte? 3. do advoga­ ressuscitar é um privilégio que os do. P O R Q U E S Ã O B E M . O sentido imediato é que os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. De to­ tentações a que estamos sujeitos pre­ sentemente. Js 21. e o au­ I V . alta­ gam. porque as obras nos hão 1.5.10. Hb 10. d. palavra de vidas. Por que a Bíblia reserva Jesus. A morte não tem a sus para as boas obras. Porque entrarão em seu des­ canso. c. do construtor.2. Ap 20. O que as Escrituras afirmam sobre os que morrem no Senhor? 5. Também vere­ mos os exércitos de anjos e veremos ainda a formosura sem par da Sião celestial. Ef 2. tos sem Cristo. pois esta é a primeira ressurreição.

que é o Diabo e Satanás. a antiga serpente.Ap 1. e assentaram-se sobre eles. e ali o encerrou.1-7 A importância da ressurreição Quinta.1-6. 2 dez . e reinarão com ele m il anos. 33 . mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo. e pela palavra de Deus.I Co 15. I Co 15. e amarrou-o por mil anos. 2 -»Ele prendeu o dragão.I Co 15. 3 dez . e uma grande cadeia na sua mão. e vi­ veram.Ef 2. 4 dez .Lição 10 6 Dezembro de 1981 ☆ BEM AVENTURADO O QUE TEM PARTE NA PRIMEIRA RESSURREIÇÃO ☆ Os salvos que tomarem parte na Primeira Ressurreição terão o privilégio de reinar os mil anos com Cristo e escapar do juízo final. e pôs selo sobre ele. que tinha a chava do abismo.20-23 A ordem da ressurreição Sábado. até que os mil anos se acabem. Ele mil anos”. nem a sua imagem. e reinaram com Cristo durante mil anos. sobre estes não tem poder a segunda morte. para que mais não engane as nações.14-18 A glória da ressurreição Leitura em Classe Ap 20. Ap 20. 1 dez . 5 dez .1 -E vi descer do céu um anjo. 3 -E lançou-o no abismo. 30 nov . mas todos seremos transformados. Esta é a primeira ressurreição. mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo. 6 -Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressur­ reição. Ap 20. E depois im­ porta que seja solto por um pouco de tempo.1-4 A« testemunhas da Ressurreição Quarta. I Co 15. 5 -Mas os outros mortos não reviveram.II Co 5. e que não adoraram a besta.6. sobre estes não tem poder a segunda morte. nem todos dor® miremos.1-4 O Corpo da Ressurreição Sexta.51-54. LEITURAS DIÁRIAS Segunda. e foi-lhes dado o poder de julgar. 4 -E vi tronos.I Ts 4. Verdade Prática Texteyítvreo “Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na pri­ meira ressurreição.51 -Eis aqui vos digo um' mistério: Na verdade.13-17 A esperança da ressurreição Terça. e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus. e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos. e reinarão com. até que os mil anos se acaba­ ram.

e isto que é mortal se revestir da imortalidade. pode mos a respeito da existência da vida ressuscitar corpos reduzidos a cinzas após a morte. a e Paulo são os que mais abordam o melhor ressurreição. Se as aves mi­ rá uma ressurreição. Lc 14. quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade. à luz das figuras expostas no AT. e os mortos ressuscitarão incorruptíveis. garante que haverá uma ressurreição b. Deus mesmo nos quiel. que ele começou a ex­ versal quanto a morte.40. A certeza. Através do Seu poder. O ensino geral da Escritura é que ressurreição é uma realidade decreta­ da por Deus para cada ser humano todos deverão ressuscitar. De todos os escritores do NT. Na ressurreição da condenação a 6.35. fê-lo Todos os crentes crêem que have­ superior aos animais.40.12. de igual modo existem res­ lhor entendida tendo em vista: surreições física e espiritual. A Bíblia nos garante que a ressurreição é um fato tão uni­ toma posse da plenitude das riquezas da vida eterna.1. o crente saído por morte. como 26. :S4 . devemos avaliar a grandeza sobre 2 tipos de ressurreição: da vida desse tema. A experiência de e da condenação. ante a última trombe­ ta. c. “mas cada que haja vivido na terra e dela haja um. SI 110. A natureza. Ez 37. Hb 11. 54 -E. A garantia. Quem Desde Gênesis até Apocalipse le­ pode criar o mundo do nada. também chamda de inesgotável. I Co 15. a. ressuscitou e imortal e incorruptível. físi­ gratórias se deixam conduzir pelo ins­ ca e corporal. 1. Faremos bem em 4. “A expressão vida eterna é muito mais qualitativa do que quan­ criatura passa a sofrer integralmente titativa. Jo por fé. entâo cumprir-se-á a pala­ vra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória. A certeza de ressurreição está as­ perimentar quando recebeu a Cristo sociada à certeza de vida eterna.14. voltará. A DOUTRINA DA RESSUR­ que inserissem no texto sagrado a promessa de ressurreição. Na ressurreição da vida. Deus ordenou aos escritores do AT I . Os ossos secos da visão de Eze2. e que isto que é mortal se revista da imortalidade. Será literal.8. Hoje.19. At 26. A Assim como existem morte física e ressurreição pode ser estudada e me­ espiritual. Jr 1. Is nos escritos apostólicos. Em Jo 5. Deus oferece uma FONTE dulidade nesta vida.19-29 e I Co 15.13.36. pital na Bíblia. COMENTÁRIO INTRODUÇÃO a. A estrutura do Cristia­ tinto natural de volta ao seu habitat.” Mais do que um TEMPO todas as conseqüências de sua incre­ de vida. num abrir e fechar de olhos. A ressurreição é uma doutrina ca­ b.14. O período em que Jonas passou literal para cada indivíduo. e uma fonte absolutamente ra ressurreição. A ressurreição da vida é a primei­ de vida.16. Dn 12. e nós seremos transformados. e pó. Através de Sua sabedoria.52 -Num momento. 3.19. tèma ressurreição. porque a trombeta soará. nismo repousa sobre estes 3 inegáveis muito mais a alma aspira a vida fatos: Cristo morreu. Através de Sua fidelidade. 53 -Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorrupti­ bilidade. Os 13. A maioria dos en­ observar cuidadosamente textos sinos básicos pode se entender melhor como Jo 5. Quando Deus criou o homem. Mt 12.29 lemos então.13. por sua ordem”. É claro que REIÇÃO A mensagem da ressurreição foi nenhuma das palavras de Deus ficará um tema relevante nas pregações e por se cumprir. João ressurreição dos justos. O emblema. no ventre do peixe. Jo 3.54.

5 . havendo ressusci­ da morte como Espírito vivificante. Profecia sobre a Sua ressur­ lembra o renascer triunfante das vi­ das humanas na aurora bendita da reição: SI 16. se acaba.9-11. A semente plantada.20-23. II Rs IV. O filho da sunamita. um corpo adaptado à descrição para exaltar o Filho. 1. Ef 1. ajudam-nos a entender como será o 4. como reve­ ÇÃO Temos aprendido na Bíblia que os lada nas Escrituras. que ressuscitou ao terceiro dia dará poder aos corpos mortos de Seus ser­ III. foram. Não se comparam. I Co corpo da ressurreição: Lc 24. Dorcas. além de Ao ressuscitar. Jo 11. ro. para que ressuscitem.40.4-8. Lc primeira ressurreição precederá o tri­ 7. Predições feitas pelo próprio e. At 4. d. Tais ressurreições. 3. Josi( do Egito levado para a co­ 3} a encarnação. A P R IM E IR A R E SSU RR EI­ 4. incluindo o homem. A ressurreição de Cristo é um fato mesma esfera de existência ocupada que o projeta universalmente como o antes.20. II Rs 13.3. 6. mas se morrer. Leia-se. uma nova inspiração e uma nova II. 2. imortal e incorruptí­ ser a realização do propósito do Pai vel. Lc muito fruto. que. Fp 2. Aquele que morrera voltou à verá para sempre. I Co A ressurreição de Cristo é um dos 15. Rm 6. Jo 1. Ap 1. A 4. Jo 14. prepreciosa da ressurreição.42-54. ram restaurações à condição anterior Ele não morrerá jamais. 7) a criação de do Egito.9. se nâo morrer.21. dá Cristo.20.21.25.12.20. 2) a criação do qual farão parte a trombeta de Deus. Mc 8.44.11. O nascer do sol a cada dia. 2. Jo 2. As testemunhas oculares.8. Fp de I Tm 6.0 corpo. O mesmo Jesus 7. ÇÃO 2.18. II Co 5. reversões da morte.25-31. Mt 12. SP 118. At 2. Vamos mencioná-los: 1) a admirável “operação de guerra”. e vi­ da vida. logo. Êutico. O homem semiltado no sepul­ 1.8-10.38-40. Será o des­ TO pertar do longo sono.22. I tado.20. Fp discípulos encontraram um novo go­ 3.4.32-37.1-4.22-24. Jesus recebeu um corpo glorioso. Ê a imagem 9. da qual saiu vivo. Ele é senhor da vida e Pai tivamente. a de Doador de vida. da criação dos anjos. novos céus e nova terra. Jo 15. na verdade. Fp 3.45. As passagens abaixo Mt 28. A maneira.c. Jo 12. ção ocorrerá antes do milênio. I Co 15.21.39. Ele tornou-se as primícias. At 2. A época. também.31. I Co 15. A RESSURREIÇÃO DE CRIS. e em tender a exigência moral de sua res­ sérias páginas registradas. um forte alarido e a 35 . Rm 6. A natureza de Cristo. bem antes do grande trono branco. ressurreição. 3.12. rumo ao palácio 5) a ressurreição de Cristo. I ambos os Testamentos. Com a ressurreição de Cristo. 4) a morte de Cristo.24.19-21. EXEM PLO DE R E SSU RREI­ disposição para servir a Deus. a voz de arcanjo. A primeira ressurrei­ cro do profeta. va. Jo 20. os 20.9-12.6. 1. M t 9.21. 6) a se­ gunda vinda de Cristo. de retorno a esta vida. mundo material. Hb 13. Lázaro.27.16.23. Vejamos 7 casos relacionados em 3.24.14. At 9. nos impele a en­ casos de ressurreição já havidos. Is 9. At 20. A morte não poderia detêlo. O testemunho do túmulo va­ zio.16-18. fo­ da eternidade. Co 15. bunal de Cristo e as bodas do Cordei­ 5. O filho da viúva de Naim.20. 7 maiores atos de poder divino na A primeira ressurreição será uma História.22. pois Ele se levantou Jesus Cristo. A ressurreição de Cristo. NÃO PODE MAIS MORRER. Cl 2. zo. A filha de Jairo. Jo 11. portanto.vos. como milagre Co 15.10.4. efe­ surreição. é a suprema garantia de nossa própria e pessoal ressurreição.

Com este júbilo. Os que to­ marão parte na primeira ressurreição não serão sujeitos a ela porque serão semelhantes a Cristo. pelo fato de ser o primeiro a receber os periódicos.4. o júbilo do fi­ lho pródigo que entra na casa pater­ nal . espiritual e eterno. O privilégio da prioridade. UM TRATAMENTO ESPECIAL • A CPAD adquiriu recentemente moderno equipamento endereçador eletro-mecânico.18. na segunda ressurreição? AGORA O ASSINANTE RECEBE . I Ts 4. Ap 14. I Co 15.13. Quais os escritores do Novo Testa­ mento que mais abordam o tema ressurreição? 3. Que o Senhor nos ajude a sermos fiéis ao seu nome. ou preende 3 estágios. O privilégio da imunidade. os santos entoa­ rão o cântico de Moisés e do Cordeiro. pois reinarão com Cristo. O júbilo. A ressurreição dos santos da Igreja. c. O Mar Vermelho e o Jordão da morte foram transpostos. sejamos dignos de tomar par­ te na Primeira Ressurreição. e vê que todos “come­ e çam a alegrar-se”. M t 27.11.22. Jo 5. a saber: seja.10. a. Que significa ressurreição dos jus­ tos? 5. A primeira ressurreição com­ gará os homens após o Milênio. Ap 20. 3. Será como José saindo da prisão para se encontrar com o rei. informações dos lançamentos e planos editoriais da CPAD.9.39. Amém. Cl 1. A ressurreição pessoal de Jesus.52. é também o primeiro a enriquecer a sua alma com o edificante conteúdo da mais sadia literatura cristã. no rapto. c. • O assinante. que houverem morri­ do no Senhor.& virtude do Espírito de Cristo. à sua Palavra. Lc 20. tendo de morrer antes do arrebata­ mento.13.40. Os privilégios. Q U E S T IO N Á R IO 1. Chegamos a Canaã. Rm 8. Is 26.10. O terror da segunda morte será literal. I Co 15. I Jo 3. Os santos que morrerem como mártires.16.19. I Co 15. à sua vontade e à sua Igreja. durante a Grande Tribula­ ção. depois de Sua ressurreição. Quais são eles? 6. M t 25. Lc 15. b.5. Será incomparável o júbilo dos fiéis. pois a segunda morte não terá poder sobre eles. Fp 3. convidados a entrar no reino da imortalidade e da incorruptibilidade. a. e que se fez acompanhar de santos que tam­ bém ressuscitaram. com o qual atende prioritariamente todos os seus milhares de assinantes. será Da­ niel saindo da cova para o palácio. b. Dois grandes eventos terão lugar no céu após o arrebatamento da Igre­ ja. no dia da primeira ressurreição. I Ts 4. I Ts 4. . Eles estarão vendo o renascer glorioso de seus cor­ pos. • O assinante recebe ainda em primeira mão. 4.44.16.35.eterna. Os participan­ tes da primeira ressurreição gozarão singularmente de 3 privilégios. O privilégio da autoridade. res­ suscitarão PRIMEIRO.8-11. que se tornou as primícias dos que dormem. denominado Scriptom atic. Que nome tem o tribunal que jul­ 5.20.22. para que. Os fiéis que tiverem morrido em Cristo tomarão parte na primeira ou segunda ressurreição? 4. Qual a diferença entre ressurreição para a vida e ressurreição para a condenação? 2. Será o júbilo da noiva que se encontra com o esposo.53. Ap 5.

mais lido e Bíblia Sagrada. 7 dez .12-17 O efeito da Palavra de Deus Sábado.Sou teu. 96 -A toda a perfeição vi limite.escritos sob inspiração divina por tificado como o povo do Livro. mas o teu mandamento é amplíssimo. a tua palavra permanece no céu.7-14 A natureza da Palavra de Deus Quinta. salva-me.Se a tua lei não fora toda a minha recreação. e guardam as coisas que nela estão escri­ tas. Ap 1.SI 19.L i ç ã O 11 y 13 Dezembro de 1981 BEM AVENTURADO O QUE GUARDA A PALAVRA DE DEUS ☆ Verdade Prática Aquele que guarda a Palavra de Deus em seu coração permanece impertur­ bável. ó Senhor. O povo evangélico tem sido iden. porque todas as coisas te obedecem. 91 . mas eu atentarei para os teus testemunhos. 95 .89-Para sempre. 11 dez . em um verdade.II Pe 1.SI 119. há muito que teria perecido na minha angústia.7-14 A excelência ãa Palavra de Deus Terça 8 dez . Na aproximadamente 40 autores. o Livro dos livros. certo de poder contar a cada instante com o cumprimento das infalíveis promessas nela contidas. 92 .3.SI 119.Os ímpios me esperam para me destruírem. e firme permanece. 9 dez . cer.Conforme o que ordenaste. e os que ouvem as pala­ vras desta profecia. amar. A 37 . 93 -Nunca me esquecerei dos teus preceitos.16-21 A inspiração da Palavra de Deus Sexta.169-176 Buscando a Palavra de Deus Leitura em Classe SI 119.II Tm 3.período de 1.600 anos mais ou menos. pois por eles me tens vivi­ ficado. tudo se mantem até hoje. ¥êxto0ivm “Bem-aventurado aquele que lê.89-96 SI 119. temos aprendido a conhe. pois tenho buscado os teus preceitos. tu firmaste a ter­ ra. porque o tempo está próximo”. COMENTÁRIO INTRODUÇÃO A Bíblia se constitui de 66 livros. 90 A tua fidelidade estende-se de geração a geração. mais difundido em todo o mundo. Leituras diárias Segunda. obedecer e guardar a É o livro mais impresso. 10 dez . 94 .SI 119.1-8 Obedecendo a Palavra de Deus Quarta. 12 dez .

Bíblia contém 2 Testamentos. O Evangelho é a de­ monstração do poder divino. o testemu­ nho do próprio Cristo. Na luz da Palavra de Deus o pecador encontra a luz de Cristo. vede ressaltar que ela permane­ ce para sempre no céu. Na luz de Cristo ele alcança a luz de sua salvação. É a Palavra eterna e im u tá­ vel. 1. Sua origem divina. SI 119. Jo 14. Mt 24.17.600 línguas e dialetos.1. Hb 4.8. Atualmente. esgota­ do ou destruído. Ela apresenta o Espírito Santo. o testemunho de Paulo. A N A T U R EZA D A PA L A V R A DE DEUS A Bíblia é um livro original em sua forma. e assim todos consubstanciam e reproduzem a verdade. SI 12. Os profetas mencionam.9. infalível e completo.19-21. Pedro afirmou que as almas são purificadas quando obedecem a verdade. não tira de sua boca a palavra da verdade. Além de todas estas traduções na terra. pois é como prata refinada em forno de barro. 3. Graças a Deus pelo poder de Sua Pa­ lavra! 4.25. em 567.3. o testemunho de Pedro. Jr 23. à semelhánça do salmista. a personificação da verdade.35. e muitos ditos sagrados. O poder do Evangelho é como de uma chama devoradora. Existem muitos livros religiosos. o cen­ tro dos quais é a pessoa de Jesus Cris­ to.29. que somos salvos. Ele possui um poder 38 de penetração que não tem igual no mundo. é o poder de Deus”. Embora para os ímpios tudo o que a Bíblia afirma pa­ reça loucura. é acessível a todas as gerações.16.43. II Sm 23. Jesus rogou ao Pai que santificasse o Seu povo em Sua Palavra.17.19. II Tm 3. G1 3. Podemos destacar o teste­ munho de Davi.22. no tocante a to­ dos os assuntos de ordem espiritual. Milhões de livros têm sido escri­ tos e milhões se têm perdido. em 1. SI 33. Na verda­ de.18. mas a Bíblia perma­ nece. Mc 7. Jo 14.13. é um poder sal­ vador. que é a luz do mundo.16. SI 119. tão pura que purifica o caminho de quem a busca. As Escrituras contêm o mais ele­ vado padrão de verdade.12. o redentor dos homens. sem cessar. 2. I Pe 1.12. II . que suas palavras foram da­ . O testemunho da inspiração da Bíblia é exaustivo em suas próprias páginas. Sem tal re­ velação o homem permanece nas tre­ vas mais completas. Jo 17. à medida que projeta a Pessoa de Cristo. no Século X IX .11. No Século XVI. É a Palavra de pureza. na verdade “para nós. Feliz a pessoa que.35. por ser ela a Pa­ lavra de Deus. 1. Jo 10.6. Espírito de verdade. ela permanece para sempre. È a Palavra de poder. Na oração sacerdotal. em 53 línguas. O ho­ mem sincero ama a Palavra de Deus por causa de sua pureza. A Bíblia é a revelação do plano de Deus para a re­ denção da humanidade. a Bíblia.12. no Século XVII. A Bíblia ilumina. Jo 15. I . cada vez mais procurada e cada vez mais utilizada. Ali­ nhemos algumas. de um martelo demolidor. I Cr 28. Jo 8. I Co 1. Ela re­ vela Jesus Cristo. especialmente o de sua própria salva­ ção. em 40 línguas.89. Rm 3. SI 119. a Bíblia já está traduzida em cerca de 1. Existem muitas razões que justificam tal atitude. em suaorigem e em seu propósito. a essência da verdade. II Pe 1.118 línguas. A lição desta semana trata da importância de guardar a Bíblia. I Pe 1.2. pois disso testemunhou o próprio Senhor Jesus. Até a metade do Século X X . em seu conteúdo. SI 119.140. É a Palavra de luz. Rm 1. £ a Palavra da Verdade. 5.14.6. Jr 5. purificada sete vezes. mas somente um é divino. Cada livro testemunha de outro livro. no Século XVIII. de origem divina. Os ho­ mens se esmeram e se digladiam à procura da força. R A Z O E S P A R A G U A R D A R A PALAVRA Constitui um dever de cada cris­ tão guardar em seu coração os ensina­ mentos da Palavra. em 61 línguas. a Bíblia é o único livro de que dis­ pomos em todas as bibliotecas. e ainda que céu e terra venham a pas­ sar.

Deus não quer que Sua Palavra seja apenas pregada. temer a Deus e obedecer-lhe. Ela é nosso manual. 5. sim. Onde quer que se ame.7. Ap 3. A Bíblia tem uma só direção. e o que GUARDA”. dar felicidade ao homem. não es­ queçamos a Palavra! Jesus triunfou sobre Satanás no deserto com as cé­ lebres palavras “ESTÁ ESCRITO”. tem uma só história. Ele é nosso alimento e fonte de vida. se retirar­ m os. se­ gundo a Palavra do Senhor. tem um só Salva­ dor. Jr 1. 3. Lc 15.3. estamos em guerra. Deus tem estabelecido que o Seu povo lutará contra o Adversário. SI 119.8. Ef 6. Não ensarilhemos as armas.10. Se abandonarmos a Palavra. Ap 1. os ouvidos não têm o que ou­ vir. A prova de nosso amor para com Ele está em guardarmos a Sua Palavra. Ec 12. tem um só conselho. Cristo.43. será guarda­ do.12.4. e um só prazer. O pecado e a Palavra de Deus são ir­ reconciliáveis. Este versículo reflete simulta­ neamente o poder protetor da Pala­ vra e fidelidade absoluta do Senhor.das pelo Senhor. Jo 3. Posto que o Se­ nhor confirma A PALAVRA.93.4. os coros não têm o que cantar. 1. por falta da Palavra. pois ela é a Palavra saída da boca de Deus.a Palavra.42. o coração não tem como se dirigir. tal como alimentamos o nosso corpo. SI 19. nada mais que ela.7. “Está escrito” é uma marca registrada da inspiração divina nas páginas da Bíblia.20. o céu. Precisamos lê-la diariamente.4. Sem a Bíblia os pregadores não têm o que pregar.13. que vai confirmar o Senhor? No tempo de Josias houve um despertamento. A bem-aventurança tríplice com que se abre o livro do Apocalipse chama a atençãí» para as três fases de contato com as Escrituras: “Bem-aventurado o que LÊ. At 6. Que haja hinos. Rm 5. Fp 3. ex­ clama: “A minha alma está pegada ao pó. Em muitos lugares atualmente o despertamento está se apagando. 4. O inimigo é vencido. e da mes­ ma sorte os filhos de Israel. preci­ samos também nos dedicar a ela e à oração. 2. 2. tem uma só preocupa­ ção.29. para os líderes e para os pregadores. construindo a arca tal como Deus lhe ordenara. Jo 14. por causa da Pala­ vra. Guardar a Palavra é prova de amor. em epocas remotas. pregue e pratique a Palavra.23. o pecadô? não permanece. Moisés amava a Deus e construiu o tabernáculo conforme o modelo. I II . Ele quer confirmá-la perante os olhos dos homens. se esquecermos a Palavra. 3. que havia guardado a palavra da paciência do Senhor. os compositores não têm o que compor.. O Senhor confirma a Pala­ vra. RESULTADOS DE GU AR­ DAR A PALAVRA Da mesma maneira como Deus veia sobre Sua Palavra para a fazer cumprir. Mt 4. que haja ofertas. O pecado não encontra lugar. vivifica-me segundo a tua pa­ lavra” . Mt 11. Rx 39. Quem a guarda. Já o salmista. Não podemos provar a Deus o nosso amor da mesma manei­ ra como Ele nos tem provado. fazendo uso da Palavra. o que OUVE. Esta é a razão que nos impede de esquecer tudo quanto lemos na Bíblia. a Palavra que o Senhor confirma. então preguemos A PALAVRA. Mt 4. como fizeram os apóstolos. que haja testemunhos. A pro­ va de Seu amor está em que Eíe nos deu Seu Filho para morrer por nós. A Igreja Primitiva avançou assus­ tadoramente porque o Senhor estava presente para confirmar a Palavra.17. conduzir o homem a Deus.20.16. Gn 6. Esta foi a excepcional promessa dada pelo Senhor ao anjo da igreja em Filadélfia. que Ele apresenta à Igreja como “espada do Espírito”. At 5.28. mas que não falte a Palavra.22. Mc 16. Ele faz com que se­ jam ricamente recompensados os que guardam a mesma Palavra. Irmãos amados.. Esta é uma responsabilida­ de para as igrejas. Noé amou a Deus e guardou toda a Sua Palavra. O coração sensível ao 39 . Para que estejamos aptos a pregar a Palavra.11.10. a do amor de Deus. A Bíblia tem a característica singular de ser um livro que vivifica.

SI 119. Jesus disse que os que guarda­ rem os seus ensinos também serão seus amigos. em sua Apologia. Ap 22.19.12. A crise que assola o mundo de nossos dias não tem outra solução a não ser a mensagem do Evangelho. e introduziu o povo na Terra prometi­ da.como pessoa ou como comunidade. Os sinais falam de Sua volta. Os 8. o grande alvo da Igre­ ja para esta vida. O Evangelho mar­ cou sua influência e alterou o curso da civilização de então. Por que podemos afirmar que os es­ critores da Bíblia registraram uni­ está em Jesus. e contudo constituímos a maior parte de vossas cidades.11.20. Pv 30. No século da era cristã.3. tomou-se o su­ lim entada. tribos.28. tríplice bem-aventurança. Lendo Ap 1. assembléias. 7. Qual o tema central de toda a Bíblia? Palavra. Jesus e a B íb lia são a própria luz. Abraão foi exortado por Deus a guardar a Palavra e ordená-la à sua posteridade. está entre os que se mantém fiéis à Palavra de Deus? Que assim seja. Chegando a este mundo como ho­ mem.6. 4.9. vida. atuaram nela? pessoa tem por Jesus através do amor que a mesma pessoa demonstra pela 3. há de resultar em no­ vas conversões.8. As­ sim se expressou ele: “Somos de on­ tem. Jo 17. Vejamos isto em tex­ camente a verdade? tos paralelos. decúrias.19. Hb 4. o segredo para fazer prosperar o seu cam i­ 5. aproxi­ Podemos avaliar o amor que uma madamente. Quando lemos a Bíblia. senado e forum”. Por haver guardado a Palavra. a Palavra proclama a Sua volta. A cham a da esperança é rea. Os que observam a B íb lia e Jesus são abençoados. Dt 3. De quantos livros se constitui a . Israel foi exortado a guardar as palavras de Deus. Êx 19.17. Novos rumos foram imprimidos à marcha do mun­ do. A obra m issionária é incre­ mentada.pecado. mu­ nicípios. tantas vezes encontrada na Bíblia. Lc 11. J E S U S E A P A L A V R A SE 1. 18. A identidade de Jesus está na Palavra. expres­ 3.23. 2. estamos reabastecendo o nos­ so coração com a chama da esperança bem-aventurada: ELE VOLTARA. Quando rejeitava a palavra. campos. Q U E S T IO N Á R IO Bíblia e quantos autores. Josué foi exortado a viver conforme a lei do Senhor. Jo 14. V. "Está escrito”? 2. 40 IV .3 encontramos uma Pe 1. Jesus e a Bíblia estão isentos sa por três verbos. refere à vinda de Jesus cerca de 1.12. Jesus e a B íb lia são a própria 6. o Espí­ rito testifica de Sua volta. castelos. Senhor Jesus”. Jo 14.nho. A última oração da Bíblia é o tes­ temunho da esperança da Noiva: “0ra vem. não aceita a Palavra. Abraão foi cha­ mado na Bíblia de “amigo de Deus” . Jesus e a Bíblia sáo eternos. vinha um fracasso para toda a nação. O cora­ ção sensível à Palavra. 5.23. A identidade da Palavra 4. Assim. O D E V E R D E G U A R D A R A PALAVRA 1.5. Jesus e a Bíblia expressam a 5. Que ênfase denota a expressão. At 3. Gn 18. Os que es­ condem a Palavra em seu coração se abstêm do pecado. Jesus e a B íblia são a própria verdade. no exterior ou dentro do país.6. pros­ perava. 318. I Jo 3. 1.8. Pv 6. I 6.14. palácios.5. mente de Deus.12.7. Quais são estes? de pecado. Hb 1. posto que está limpo do peca­ do pela Palavra. para a glória de Deus. Tal foi o impulso missionário dos primeiros séculos. Hb 13.527 vezes e o Novo. O que é a Bíblia? ID E N T IF IC A M M U TU AM EN T E 2. O Antigo Testamento se cessor de Moisés. não aceita o pecado.' Quando Israel obedecia.3.26. 4. Js 1.10. com grande êxito. Jo 15. Tertuliano cantava a vitória do movi­ mento cristão. Jo 8. Podemos nós ter certeza de que nosso nome . A obra missionária. Jo 15.

11-15. e as fará maiores do que estas.16 -Quem crer e for batizado será salvo. crede-me. e. 17 -E este sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios. para tanto~ recorrer Àquele que tudo pode. 12 -Na verdade. 11 . na verdade vos digo que aquele que crê em mim tam­ bém fará as obras que eu faço.10-12. estes são os que. Mc 16. 12 -E os que estão junto do caminho. Verdade Prática T io Á u tx ^ x m “Bem-aventurada a que creu. não duvidando. e os curarão. 16 dez . falarão novas línguas. depois vem o diabo. para que se não salvem.14-18 Vida eterna através da fé Sábado.16-18. porque eu vou pára meu Pai. que está em mim. 17 dez .Crede-me que estou no Pai.1-8 Crendo no M ilagre de Deus Quinta. e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo não as digo de mim mesmo. 15 dez . 41 . Mc 16. não lhes fará dano algum. 18 -Pegarão nas serpentes.Jo 3. se beberem alguma coisa mortífera. e o Pai em mim. Lc 8. Jo 14. e.10 -Não crês tu que eu estou no Pai. pois hão de cumprir-se as coisas que da parte do Senhor lhe foram ditas”. e riquezas e deleites da vida. 14 dez . mas quem não crer será condenado.SI 3. crendo. ouvindo a palavra.At 3. Lc 8. indo por diante. por causa das mesmas obras. como não têm raiz. é quem faz as obras. são sufocados com os cuidados.13-17 A palavra que nos faz crer Sexta. apenas crêem por algum tempo.10-13 A unidade da fé Leitura em Classe Jo 14. 13 -E os que estão sobre pedra. bastando.3-8 Crendo na salvação de Deus Quarta. mas o Pai. Lc 1.11 -Esta é pois a parábola: A semente é a palavra de Deus.22-32 Crendo na provisão de Deus Terça.Lc 12.45.LIçJÍC I 12 20 Dezembro de 1981 ☆ BEM AVENTURADO AQUELE QUE CRÊ Imensas possibilidades estão reservadas ao que crê. e no tempo da tentação se desviam. e porão as mãos sobre os enfermos.I Co 1. mas. esses são os que ouviram. a recebem com alegria. e tira-lhes do coração a palavra. 19 dez . 14 -E a que caiu entre espinhos. estes são os que ouvem. 18 dez . ao menos. e não dão fruto com perfeição. Leituras Diárias Segunda.Rm 10.

Como Deus é a origem de tudo. djvemos igualmente crer no Filho. pois ambos são Um.17.11. Devemos crer em Jesus.37.16. Se nós cremos que Deus falou pela boca de Moisés e dos profetas.6. Crer em Jesus assegura a possa da salvação.21. Se cremos em Deus. Não prevalece diante de Deus. após haver per­ guntado a Paulo o que deveria fazer a fim de se salvar.24 e afasta o homem das trevas. Qual deve ser o verdadeiro objeto de nossa fé? 1. crendo no Pai. 2. . a partir da convicção de que Ele é fiel por natu­ reza e por definição.10.17-21.7 e sem Ele nada podemos fazer. isto é para a glória de Deus Pgi. capacitando-nos a receber de Suas 42 I. At 16. um pelo outro foi comissiona­ do e ambos oferecem testemunho mútuo. II. esses são os que. Quando confessamos que Jesus Cristo é o Senhor. Ele é o único fundamento. devemos hon­ rá-lo. EM QUE DEVEMOS CRER? E de grande importância saber quais são os objetos de nossa fé. I Co 3. Gn 15.30. Rm 4. e dão fruto com perseverança. crendo no Filho. I Co 1. Dt 7. Jo 10. e tudo fará como prometeu.13. independentemente das eircunstâncias. devemos honrá-lo.31.7. Lc 10. Ele é o alfa e o ômega. 10. Hb 13. a conservam num coração honesto e bom. Is 49. Se cremos em Jesus.9. mas decidiu crer no Senhor. Crer é estabelecer um elemento de conexão entre nossas almas e Deus. Hb 10.6. A fé Deus a dá ao homem para que ambos mante­ nham um relacionamento normal. a fé deve co­ meçar voltando-se para Ele. se crês de todo o coração”. Crer é depositar toda a confiança nas promessas do Etemo. Quando o carcereiro de Filipos in­ tentava suicidar-se. I Pe 1.9.23. Ele é o Grande Pastor. Ele proverá fé aos cora­ ções para que tais pessoas sejam agradáveis perante Ele.39. A fórmula bíblica da fé cristã é “crer para a conservação da alma”. Devemos crer em Deus. M t 3. Tg 2. Jo 5.23. ídolos. o Mestre perguntou-lhe: “Crês tu no Filho de Deus?” Quando o eunuco da rainha de Candace manifestou a Filipe o desejo de ser batizado. Ef 1.3. foi chamado de amigo de Deus. mutuamente se re­ velam. A fé que se volta para astros. Jo 5. Fp 2. Jo 12. Hb 1. pai dos crentes e sua fé foi imputada por jus­ tiça. o evangelista esclareceu-lhe: “Ê lícito.5. Tg 2.3.19.Abraão enfrentou situações pro­ fundamente adversas. O Pai e o Filho têm tudo em comum. Crer significa ter fé. Nossa fé em Deus se torna mais evidente através de Jesus Cristo. imagens de escultura e outros objetos é insubsistente em si mesma.11. Jo 15. planetas. o perfeito Redentor. C O M E N T Á R IO Quando Jesus reencontrou o cego de nascença que curara e que estava sendo hostilizado pelos fariseus.6. a expressa imagem do Pai e mediador perfeito entre Ele e nós. At 8. Em conseqüência. SI 40. Crer em Deus sem obediência é uma cren­ ça igual a dos demônios. . Crer é o passo fundamental para qualquer indivíduo tomar-se membro da família de Deus. Jo 14.30.15 -E a que caiu em boa terra. o apóstolo respon­ deu-lhe: “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo”. Se nós cremos no Pai.6. G1 3. ouvindo a palavra. Crer é obedecer dentro do coração aos pronunciamentos do Evangelho. deve­ mos recordar e aceitar que Moisés e os profetas testemunharam de Jesus. Deus tem estabelecido que quando ouvidos sinceros escutarem a voz do Evangelho. Hb 10.9. o princípio e o fim.46.20. Crer é aceitar o testemunho que Deus oferece através da Palavra e ad­ mitir tranqüilamente que Deus fará as coisas exatamente como acerca de­ las está escrito. O S IG N IF IC A D O D E C R E R IN T R O D U Ç Ã O mãos tudo quanto nos está pela Pala­ vra assegurado. Hb 11.

Mc ali e então estaremos tão perto de Deus. cesso judicial. Muita fé.27.33. regis­ surreição do Salvador. outras lavra Jesus: “Eu vim para que te­ vezes resulta de uma imaginação nham vida.33. Pouca fé. Assim. 3. muitas obras. O que crer será justificado.33. Devemos crer no Evangelho por­ O instrumento dessa justificação. Ai está a grande luta crer. é infalíveis provas”.34. a fé triunfa. Rm 4.1. 4. Mc todo o período da Dispensação da 16. por essa mesma causa. Jo 10.39. Rm 5.1. II Tm 3. E.6 lemos que Jesus se ad­ cordioso ato de justificação do peca­ mirou da incredulidade dos cidadãos dor. todas as evidências.47. I Tm 1. Jo 6. Mt 12. de Satanás. M t 9. Jo 14. Lá se 5.24. Tt 3. At do. milagres narrados nos Evangelhos são apenas o começo de uma obra monu­ Vencido o temor. Jo herança espiritual. isenção de é esta palavra que liberta.36. mental. mais obras. uma transferência de nós. O que crer fará as obras que tivos e noutros casos vem de uma for­ te dureza de coração que resiste à Cristo fez. Mc 1. a inefável fonte de vida.7. a Sua esfera de operações neste mun­ 2. Como num magnífico pro­ creiamos mais.25. Os portentosos operação da misericórdia do Senhor. 5.7-9. A prova de nossa justificação con­ 3. com “muitas e trada no Evangelho de Marcos. A obra de salvação que o ho­ mem alcança pela fé em Cristo signi­ Graça.29. A fonte da justificação é o próprio Incredulidade é a rejeição do tes­ Deus. porque dencia quando o temor é vencido. O PE C A D O D E N Ã O C R E R pletamente indefesa. vida sem imper­ ciosas bênçãos aos que crêem. a fé verdadeira somente se evi­ eterna é a plenitude de vida.Lc 24.'{ . sem o cará­ I I I . Vida eterna significa vida real. Rm temunho do Evangelho. Tornar-se incré­ A base para a justificação é o san­ dulo é fechar os olhos contra o brilho •t. Rm 8.15. O que crer será salvo. produz vida pelo nome de Cristo. pois o inimigo sabe que agora temos paz.38. Muitas vezes o temor é fruto da cumprirá o verdadeiro sentido da pa­ ignorância do poder de Deus. reservada pelo Senhor para 1. O que crèr terá vida eterna. dos corações. CRER no poder dessa justificação e não foram muitos os Seus milagres em sua imediata validade.32. No en­ feições. Rm 5. P R O M E S S A S A O S Q U E ter de transitoriedade que tem a nos­ sa passagem por este mundo. que Deus declarou váli­ des em Deus crede também em do. Mais quezas espirituais e da herança que fé. I Pe 1. Jo 14. Jo 8. a despeito de 8. siste no testemunho público da res­ A primeira mensagem de Jesus. e a tenham com abun­ atormentada por pensamentos nega­ dância”. mim”. É a CR Ê E M O Evangelho promete ricas e pre­ vida sem restrições. A medida da nossa fé determina a fica uma modificação integral de seu medida da operação de Deus através anterior estado. Deus não quer reduzir pertencem a Jesus Cristo. para tirar esta semente Como resultado da justificação. Temos somente que lizada. Devemos crer no Evangelho. ali. A evidência de nossa justificação uma exortação à fé no Evangelho: “Arrependei-vos e crede no Evange­ está nos frutos que produzimos. Jo 3. Ele apenas está esperando que 13. no qual o réu é uma criatura digna de condenação e com­ IV . salvação que há em Cristo. Is 32. que é a mensagem que nos foi evange­ repetimos.17. e tudo quanto ele tem que fazer é de Nazaré. ocorre o miseri­ Em Mc 6.10. e toma o homem sábio para a de glorificação.16. Rm 8. lho”.15.12.30.25. vida sem limitações. Vida tanto.31. Jesus falou: “Se cre­ gue de Jesus.36.15. poucas para nc»va família e uma posse das ri­ obras. qualquer condenação. Juiz Supremo do Universo. e promessa 20.16. é a fé.

Jo 11. crêem? 4. Jo 3. a fim de que se possa realizar todo o maravilhoso plano de Deus para este 3.11. Quem não crer sofrerá a ira crêem. tanto os 1. uma palavra ou um gesto de incredulidade. Nm 14. Hoje. De maneira alguma se poderia justificar um ato. O Senhor Jesus quer aprofundar a Sua vida. A incredulidade esonra e desagrada a Deus. para roubar-lhe o direito feliz de ter fé em Deus. Tudo é possivel ao que crê. Esta promessa está de Deus.29. A incredulidade se une insepará­ vel e desesperadamente à infidelida­ de e à ignorância para dizer NÃO a tudo quanto Deus tem dito SIM.58.17.23.11 Ts 1. A Bíblia não aponta re­ dois cegos que o seguiam. no momento em que a fé genuína se manifestar. Jo 7. Mt 13. Ap 21.da luz e envolver-se em densa escuri­ dão. Deus decidiu não permitir que qualquer coisa seja impossível àque­ les que exercitarem uma verdadeira fé. Mt 9. 1. Independente dos anos de crente. Deus considerou de pé. fá-lo mentiroso e nega as verdades ue dEle emanam. O S P R IV IL É G IO S D O S Q U E CR ÊEM 2. Mt 9. que usa o orgulho natural da natureza adâmica.15. meu irmão. médio para a incredulidade. Sua parte será no lago de fogo. Ela é uma operação sa­ tânica. Qual deverá ser o primeiro passo Senhor. II Co 4. Que Deus levante muitos crentes cheios de ver­ dadeira fé para esses últimos dias. Dela já estão definitivamente li­ vres todos os crentes fiéis. A incredulidade insulta a Deus. porque “sem fé é impossível agradar-lhe”.36.13. Os sinais seguirão aos que 2. porque o povo estava com uma dura cerviz. Hb 11. Deus não está inte­ ressado em promover espetáculos para os curiosos. caída e vil. ocasião em que Ele se fará admirável em todos os que crerem. A ira de Deus püniu essa incredulidade de diferen­ tes formas.10. É possível agradar a Deus não se que estiverem vivos no dia do arreba­ tendo fé? tamento como os que morrerem no 2. SI 27. II Rs 17. através das vidas consagradas e cheias de fé. E o fará. Jesus perguntou a ficação? 44 . prodígios e maravilhas da mão de ---Deus. como ontem e como sempre.36. a maioria dos 4. Quem nâo crer não verá a vi­ da. 3. É bom repetir que crer resulta em privilégios. os homens querem ver milagres. aleluia! V. Rios dágua viva sairão do in ­ terior daqueles que crerem. Qual o significado de “crer”? homens incrédulos.6.8. uma provocação a incredulidade dos israelitas. Haverá uma conde­ Q U E S T IO N Á R IO nação futura para todos os incrédu­ los.26. Em que base repousa a nossa justi­ gres. Assim seja. E permanecerá até o dia da vinda de Cristo. Crer é ter vida.16. permi­ tindo-lhe conviver no coração do ho­ mem. em Sua Palavra. Somente a fé faz triunfar.32. Onde houver a ver­ dadeira fé. os verdadeiros milagres se manifestarão. Je­ sus disse: “Tende fé em Deus”. do pecador para ser salvo? Os ais de Jesus se destinaram a 3. Que homem da Bíblia foi chamado quais nem depois se arrependeu para de “amigo de Deus” e pai dos que crer. verás a obra de Deus sem limites. mas não querem crer. Quem não crer não verá m ila ­ 5. Quem não crer será condena­ tempo do fim. Incredulidade é morte. 1. do.38. milagres. Jo 3. At 3. Mc 16. interessa­ dos em um milagre: “Credes vós que eu possa fazer isto?” A seguir Jesus acrescentou: “Seja-vos feito segundo a vossa fé”.25.14. fruto da cegueira espiritual.4. Mc 16. M t 21. Israel havia sido testemunha dos sinais. Não há promessas de quais­ quer bênçãos para os incrédulos.

22 dez .Mt 22. 25 dez . 2 . e vós que o temeis.Jo 2. e alegremo-nos.Mt 25. porque vindas são as bodas do Cordeiro. assentado no trono. Aleluia.25-32 O sentido espiritual do matrimônio Terça.Pprque verdadeiros e justos são os seus juízos.SI 45. e já a sua esposa se aprontou. que dizia: Aleluia: pois já o Senhor Deus Todo-poderoso reina. 3 . ouvi no céu como que um a grande voz de um a grande m ultidão. e honra.1 -E.1-14 A parábola das Bodas Sexta. pois julgou a grande prostituta.” Ap 19. as bodas do Cor­ deiro representarão também a consagração de uma eterna união entre Cristo e Sua Igreja. 5 . E o fumo dela sobe para todo o sem­ pre. porque o linho fino são as justiças dos santos. Leituras Diárias Segunda. 24 dez . assim pequenos como grandes. 4 .Lc 2. 8 -E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino.9. e como que a voz de m uitas águas. e demos-lhe glória.10-17 A Noiva no palácio do Rei Leitura em Classe Ap 19. Ap 19. prostraram-se e adoraram a Deus. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus. e como que a voz de grandes trovões. puro e resplandecente. que dizia: Louvai o nosso Deus. e poder pertencem ao Senhor nosso Deus. depois destas coisas. e das 'mãos dela vingou o sangue dos seus servos. “E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados d ceia das bodas do Cordeiro.1-12 As bodas de Caná Quarta. todos os seus servos. que dizia: A leluia: Salvação. e glória. 9 . 23 dez .E os vinte e quatro anciãos. 21 dez .1-13 A parábola das Dez Virgens Quinta.1-10. triunfos e louvores ligados à salvação.Lição 13 27 Dezembro de 1981 ☆ BEM AVENTURADOS OS CHAMADOS AS BODAS DO CORDEIRO Verdade Prática Além de alegrias. que havia corrompido a terra com a sua prostituição. dizendo: Amém.8-14 A encarnação do Cordeiro Sábado. 6 -E ouvi como que a voz de um a grande m ultidão.E saiu um a voz do trono. 26 dez .E outra vez disseram: Aleluia. 7 -Regozijemo-nos.Ef 5.E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à 45 . vós. e os quatro anim ais.

O Israel infiel. desposada com um nós nos uniremos a tristo. é chamado de meretriz. Em M t 25.3.A RAZÃO DAS BODAS DO C O R D E IR O Esposa de Deus ou por uma virgem. Sua Igreja. Á condição atual da Igreja de te ao Senhor Jesus. Jo 2. 10 . Não eram as Suas bodas.3. Ele estava presente como um convidado. amais. Israel foi tido por por Cristo. A Igreja é a Noiva do Cordei­ Jesus.2. porque o testemunho de Jesus é o espírito de pro­ fecia. antes que nós houvéssemos ro.12. de a todas 3 fases. prefigurado na solenida­ em caráter legítimo a Igreja. O apóstolo Paulo assegura que a vir­ gem noiva é a Igreja. Jr 18. assistia às bodas na cidade de Caná da Galiléia. agora. viagem. bem como na jeto de Seu mais profundo amor.6. 3.21. como o Cordeiro de Deus. O longo cerimonial de ca­ samento do Antigo Testamento en­ volvia 3 fases distintas: a do contrato. mas crendo. A Igreja será a Esposa do Cordeiro. pois João espiritual. A Igreja se un irá eternamen­ 1. nossa ce­ príncipe. Ap visto. Assim como os 'Cristo é a de noiva do Cordeiro.8.13. uma virgem.4 lemos de como Deus nos escolheu e nos ofereceu para Seu Fi­ comprou com Seu sangue. Os 5. a Igreja que Ele edificou e Em Ef 1. Ela é membros do corpo se únem à cabeça. C O M E N T Á R IO IN T R O D U Ç Ã O Quando Jesus realizou seu pri­ meiro milagre. II Rs 19.23. Jr 3. Enquanto vivemos neste mundo. e de teus irmãos.2. porém. Como Rebeca.19. porém separada fisicamen­ lestial cabeça.22. no qual não o vendo 19. Ef 1. Am 5. na Pará­ bola das 10 virgens o Noivo é o pró­ prio Cristo. nos dias do An­ boliza a pureza moral dos redimidos tigo Testamento. que será de da Páscoa e imolado no Gólgota Sua Esposa na eternidade e que é ob­ perante os homens. esta npiva aspira encontrar-se com o Noivo. seu Isaque estamos nos aprontando. pois nEle te dEle. I. Ele O sacrifício da cruz foi o grande é o Cordeiro profetizado no Antigo preço que Jesus pagou para possuir Testamento. Jo 1. ocasião em que Ele declarou: “Ainda não é chegada a minha hora”. II Co 11.4. I Co 12.25. Nos dias do Antigo em um sentido profundamente místi­ Testamento. sou teu conservo. vos alegrais com gozo inefável e glorioso”. I Pe 5. lho 1. a virgem do Novo Testamento não pode ser Israel. I Pe 1. que têm o testemunho de Jesus. Esta foi a maravilhosa 46 . Jesus é reconhecido na Bíblia nascido. mas Ele deu a entender que algum dia haveria as Suas pró­ prias bodas.E eu lancei-me a seus pés para o adorar.29.15 Jesus Se chama a Si mesmo de noivo. “ao qual não o havendo viu a espoa que “se aprontou”. A esse fu­ turo acontecimento a Bíblia chama bodas do Cordeiro. a da cerimônia e a da ceia do casa­ A expressão bíblica bodas do Cor­ mento. Suas vestes eram de linho fino.2. Como uma mulher não pode outra vez tornar-se virgem. Ef eternidade perante Deus. adora a Deus. que empreendeu uma longa temos sido devidamente batizados como corpo. 2. Então seria a Sua hora.ceia das bodas do Cordeiro. O linho sim­ Por algum tempo. quando Ele seria o Noi­ vo. Aquelas bodas eram as bodas de um casal qualquer. puro e resplandecente. a esposa era escolhida e co e espiritual do Senhor Jesus com dada ao noivo pelos pais do noivo.13.7. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus. Espiritualmente a Bíblia alu­ deiro significa a união literal e eterna. Em M t 9. mas ele disse-me: Olha não faças tal.20.

evangelizando 3. Após o tribunal de Cristo. que já estão com o Senhor.17. símbolo do inefável amor do Senhor para com a Igreja. relacionamento que tem seu ponto alto nas bodas do Cor­ deiro. t. II Ts 2. 2. continuará a sentir a doçura das bo­ das. O céu tem sido a grande esperança da Igreja durante dois milênios. a bela cena 3. Rute e Boaz. um a um. A É P O C A E O L U G A R DAS B O D A S D O C O R D E IR O lênio. uma figura do Senhor Jesus que pagou a sua redenção e admitiu como esposa. -Grande Tribulação. Os dois personagens de C ân­ tico dos Cânticos.22. Assuero e Ester. mas para recompensa. Rute é o primeiro. a quem ama com todas as veras da sua alma. 2. que alcançou graça aos olhos e ao coração do Senhor. de nacionalidade judia. II. Não será um tribunal para juízo. deveremos descobrir o lugar e a época em que terá lugar. José.5-9.obra que o Cordeiro efetuou em nos­ sas vidas. Paulo afirma que temos um encontro marcado com o Senhor nos ares.10b. um símbolo da Igreja. pois no final do milênio tem sido ouvido um convite para se conhecer a Noiva. a Esposa do Cordeiro.10. na Bíblia.1-10. cuja escolha recaiu na pessoa de Ester. além de serem naturalmente fatos reais. Mas o dia glorioso vem chegando quando seremos revestidos de imorta­ lidade. mas agora encontramos a purificação pelo sangue.6. 4. O ar­ rebatamento é a chave que o Senhor usará para nos introduzir no reino da imortalidade. Os dois anelam ir à sala do banquete.a. quando então todos os acontecimentos sobrenaturais reser­ vados para a Igreja ocorrerão. A rainha Vasti é um símbolo da nação israelita. 1. Nesse encontro partici­ paremos do Tribunal de Cristo. Durante a Grande T ribula­ ção. O céu será o lugar destinado às bodas do Cordeiro. cujo lar eterno é a Nova Jerusalém. Rt 4. Ap 22 . I Ts 4. no céu. verdadei­ ras e fiéis.12.1. Et 1. 1. E assim “então vereis outra vez a diferença entre o justo e o ímpio. Va­ mos mencionar especificamente al­ guns tipos do relacionamento entre a Igreja e o Senhor. na segunda parte se realizarão as bodas do Cordeiro. A jovem sunami- descrita em Ap 19. Asenate e José. e todo o vestígio da natureza perecível desaparecerá. Ap 21. O rei Assuero decidiu en­ tão casar-se com outra pessoa. Se'durante a primeira parte da Centenas de acontecimentos havi­ dos no período vetero-testamentário são de natureza tipológica. 12. A festa das bodas do Cordeiro será o capítulo seguinte. Não vale a pena permanecer­ mos em fidelidade na presença e no temor do Senhor? I I I . Anteriormente. queimada pelo sol do deserto e cheia de amor.21.18. na terra. nossas vestes não passavam de trapos de imundí­ cie. segundo as profecias. representa a Igreja vi­ vendo na dependência do Sol da Jus­ tiça. Afinal. através da oferta de Seu sangue. glorificada com Cristo. É provável que durante todo o mi­ . tentações. a Igreja.15. deformações e morte. desposando uma jovem „ gentia representa o homem Jesus. Is 64. chegando a tomar-se uma ancestral do Senhor Jesus. e para ela ele tem reser­ vado um estandarte de amor. a Igreja terá po­ dido conhecer e desfrutar tão maravi­ lhoso lugar. T IP O L O G IA D A S B O D A S D O C O R D E IR O Posto que temos tanto interesse em estar presentes a tão magnífica festa. Tipologicamente. estará ocorrendo o tribunal de Cristo.9. na condi­ ção de judeu. Ali rece­ beremos os galardões destinados à Igreja. Ml 3. no grande pro­ grama do Senhor Jesus. que desobedeceu a Deus e assim foi destronada. Nosso corpo atualmente está sujeito às enfermida­ des. 4. Rm 14. 2. Rute representa a Igreja constituída de pessoas gentias que um dia se encon­ traram com o gentil e misericordioso Boaz. entre o que serve a Deus e o que não serve”. Dos 3 livros de natureza feminina. Após o arrebatamento.

Noivo e Esposo. a infiel prostituta que foi venceu pela Palavra e venceu pelo derribada de sua falsa glória. Não foram poucas as lutas. que ainda pológico dos personagens ^Abraão. um regeneração e sua comunhão com o Senhor. O S PA R T IC IP A N T ES martírios. At 15.14. sangue. Sem ser a noiva. cavernas. aquilia terra se declarou amigo do Eliézer. Ela começa a par­ ticipar das glórias inerentes ao Se­ Q U E S T IO N Á R IO nhor Jesus. venceu o ecumenismo devorador. Na visão dada a João. Ap 1. Abraão representa o Pai que en­ missão plena ao Evangelho e sua vida via Eliézer. Também deverão comparecer os santos mencionados 5. Jo 15. os óbices e até os IV . “Sem mim nada der do fogo. Apocalipse. a Igreja terá a lembrança de mundo. Ele é o Alfa e Omega. Ele será a ceu a simonia lasciva e insaciável. venceu a escuridão das podeis fazer”. sua introduz na tenda de Sara. as ten­ tações. símbolo das bodas do Cordeiro. Isaque leva sua querida Rebeca e a por causa de seu arrependimento.29. Satanás e a carne. nhor Jesus tem sido sua fé inquebran­ 5. Ao comparecer às bodas do Cor­ casa de Rebeca.5. Qual o significado das palavras de cio para sempre. Noivo. simbolizando o en­ contro da Igreja com Cristo (nem no deiro. como as virgens de M t 25. Sangue do Cordeiro.28. O capítulo 24 de Gênesis nos mostra um especial ti­ tável e exclusiva em Jesus. ven­ zia. Senhor e heresias de todos os tempos. A Igreja como noiva e esposa. Os convidados. Rei e Pastor. Ef 6. posição incomum. venceu Mestre.“ceia das bodas”.14.7.A característica comum aos os gentios e deles tomando “um povo membros da Igreja universal do Se­ para o seu nome”. 0 Senhor Jesus.14. Jo 3. Isaque e Rebeca. Jesus ao dizer: “Ainda não é chega­ da a minha hora”? 3. o eterno Esposo e Redentor. 0 encontro de Rebeca com Isaque At 20. mas em seguida que lhe foi permitido chegar a tanto. to. nossa única esperança.28. Quantas e quais as fases do cerimo­ nial de casamento no AT? cebem a grande honra de estar pre­ sentes . 2. venceu o rugir dos leões. a Igreja.29. as ciladas. Que entende pela expressão “bo­ das do Cordeiro”? mados para a grande festa. Mas ela venceu. Certamen­ 4. Rm não se deu na tenda de Isaque nem na 13. venceu o po­ so acontecimento. nem no céu). que a tornou Sua esposa e Seu rebanho. sua sub­ po. re­ 3. Ao contrário da mulher do cap 18 de venceu o mundo. havia convidados sendo cha­ 2. principal personagem daquele fausto­ venceu a opressão papal. o Noivo no cap 19 está sendo projetada a uma Eterno. Cl 1.5. Com relação a Cristo e Sua noiva à (a Igreja). explique o significado tite ali estará João Batista. venceu o o Senhor Jesus sempre tem a prima­ paganismo abominável e cruel. ASSINE Â SEARA A revista do lar cristão 48 .11. Sua casa e Seu sacerdó­ 1. Ef 1. Nos dias do AT quem escolhia a noiva para o noivo? em Lc 13. os governos hostis e tiranos. Isaque e Rebeca. Venceu as 1. símbolo do Espírito San­ purificada pelo sangue do Cordeiro.

MINHA REVISTINHA N»l. Devido ao limitado número de vagas para quem neces­ sitar de hospedagem e refeição. Secretaria do CAPED. • CAPED no Rio de Janeiro: 6 a 13 de dezembro de 1981. RJ. • As outras revistas já lançadas para aluno e professor foram: MINHA REVISTINHA (4 e 5 anos).AS NOVAS REVISTAS • Em janeiro de 1982 a CPAD lançará a 4* revista da Es­ cola Dominical da nova série: MENSAGEIROS DA FÉ. para 12 a 14 anos. Essa revista não vem acompanhada de visuais. exemplo: ' “M R 1” . e ESTUDANDO A BÍBLIA (9 a 11 ^inos). Fone (021) 391-6985. Os números isolados em meio ao visual indicam o número da lição a que pertence o dito visual. • Leia a coluna permanente da Escola Dominical. Rua Porto Carreiro. Rio de Janeiro. AMIGOS DE JESUS (6 a 8 anos). CEP 21250. 153. • Abreviaturas nos visuais das novas revistas. São indicações para o pro­ fessor. . publi­ cada mensalmente no “O Mensageiro da Paz”. os interessados deverão se inscrever imediatamente no curso. manual do professor e aluno.

não é de bom grado que Ele assim o faz.. Quando Deus nos aflige. e daí às vezes tratar com eles de modo diferente. São infinitas as bem-aventuranças dos salvos. cujo nascimento se comemora neste trimestre. A Bíblia inteira dá testemunho dessa graciosa disposição divina de abençoar o Seu povo.o Senhor Jesus feito homem. Nem sempre Seus filhos são amorosos e penitentes. AG . “Pedi e recebereis para (*ue o vosso gozo se cumpra. para que despertem e va­ lorizem a sua elevada vocação e posição de filhos de Deus por Je­ sus Nosso Senhor. São bênçãos materiais e espirituais. Essas bênçãos estão relacionadas à nossa obediência.” disse o Senhor. E nós somos testemunha desse fato. Deus se compraz em continuamente abençoar o Seu povo. Veremos nos do­ mingos seguintes algumas dessas bênçãos. Delas.. confortante e edificante em meio a este mundo de incertezas e vãs promessas es­ tudarmos as bem-aventuranças dos salvos. Isso Ele o faz por causa do seu infinito amor e graça.Neste Trimestre. a maior foi a dá­ diva suprema da graça de Deus . amor e busca da fase do Senhor em oração.

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