URBANIZAÇÃO – INSTRUMENTOS UTILIZADOS PRINCÍPIOS QUE NORTEARAM A URBANIZAÇÃO NO RIO DE JANEIRO Antecedentes O Rio de Janeiro estende-se por um território

de topografia bastante variada, abrigando desde áreas montanhosas envolvendo estreitos vales, até vastas planícies ou baixadas. Em seu estágio embrionário, o fator segurança determinou a implantação do núcleo urbano em planos estrategicamente elevados. As primeiras elevações ocupadas foram os morros do Castelo e de Santo Antônio, ambos atualmente arrasados para aterro, dando lugar a planos de reurbanização da cidade. As elevações são pontos estratégicos em caso de luta com invasores. Assim, as áreas planas foram sendo ocupadas somente décadas depois, já afastado o perigo dos franceses que tentavam impor-se aos portugueses na região. Primeiras Expansões Na ocupação das áreas planas pode-se verificar a implantação e malha viária em xadrez, na configuração das primeiras quadras, formadas hoje pelas ruas da Alfândega, Buenos Aires, Sete de Setembro, do Ouvidor, do Senado e São José, cruzando com as ruas Primeiro de Março, da Candelária, do Carmo, da Quitanda, entre outras. Mesmo essa regularidade mostrase bastante precária, nos primeiros sinais de expansão, quando, por motivos diversos, perde-se o controle do traçado. Adaptações do Traçado Urbano Com o passar das décadas, os centros urbanos necessitam adaptar-se à evolução. Vielas antes percorridas a pé ou em montaria passam a ser freqüentadas por charretes, exigindo melhor definição do alinhamento do logradouro, e maior largura. Os veículos automotores exigiram novas adaptações que compatibilizassem as vias à existência de mão dupla e à melhor visibilidade das esquinas. Assim, as ruas teriam que alargar ainda mais, e os cruzamentos seriam amenizados por chanfros, posteriormente transformados em curvas de concordâncias, hoje, com raio mínimo de 6,00 metros. Essas adaptações dos logradouros processam-se, atualmente, através da elaboração de Projeto Aprovado de Alinhamento (PAA), mais conhecido por PA, que é criado por Decreto da Administração Direta. Os PAA’s, ou PA’s, que a princípio destinavam-se a abrir novas ruas, prolongar as existentes e alargar as mais estreitas, logo passaram a ser utilizados no desvio do percurso de logradouros, interligando um logradouro a outro, dezenas ou centenas de metros adiante. Para isto, imóveis ou parte de imóveis que se interpusessem entre os logradouros que se pretendia interligar teriam que ser desapropriados. Urbanização – PAA – PAL A urbanização, no Município do Rio de Janeiro é definida através dos seguintes instrumentos: Lei – aprovada na Câmara dos Vereadores e sancionada pelo Prefeito; Decreto – elaborado por Secretários e aprovado pelo Prefeito. Atualmente, os decretos referentes à urbanização estão a cargo da Secretaria Municipal de Urbanismo que teve sua origem na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, a qual foi desmembrada da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos em fins de 1985, absorvendo algumas áreas da Secretaria Municipal de Planejamento. Assim sendo, a grande maioria da legislação urbanística do Município, em vigor, leva o timbre da Secretaria

Municipal de Obras e Serviços Públicos. Um decreto de urbanização poderá ser acompanhado, para melhores esclarecimentos de: - Planta delimitando áreas submetidas aos critérios determinados no texto do decreto; - Projeto aprovado de alinhamento (PAA), quando se tratar de abertura, prolongamento ou alteração na largura ou no percurso de um logradouro; - Projeto aprovado de loteamento (PAL), que é utilizado em 3 casos: a) Quando o decreto determina gabarito limitando o número de pavimentos, altura máxima, limite de profundidade e área coletiva, podendo, ainda, incluir outros parâmetros como afastamento frontal, taxa de ocupação, etc. b) Nos projetos de loteamento, quase sempre de iniciativa particular (alguns são de iniciativa do Poder Público, como os Polos de Confecções e de Alta Tecnologia), que definem abertura de logradouros com formação de lotes; c) Nos projetos de iniciativa particular de remembramento ou de desmembramento de lotes existentes. Tanto o projeto aprovado de alinhamento, quanto o projeto aprovado de loteamento, recebem um número próprio. A numeração do PAA figura, na planta, envolto por um círculo; a do PAL é envolta por dois círculos concêntricos. Projeto Aprovado de Alinhamento (PAA) O PAA (projeto aprovado de alinhamento), mais conhecido como PA (projeto de alinhamento), é a forma gráfica de expressar a determinação de criar (abrir) um logradouro, assim como, prolongá-lo ou alterar sua largura ou percurso. O PAA pode ser de iniciativa do Poder Público Federal, Estadual ou Municipal, ou de iniciativa particular (neste caso, sempre acompanhado de um PAL) quando, o proprietário decide lotear uma grande área para criar um determinado número de lotes. Os PAA’s de iniciativa particular compõem, juntamente com os de iniciativa de Município, a maior parte desses projetos, enquanto que os federais são em número bastante reduzido. PAA de Iniciativa do Poder Público Federal (BR) define o alinhamento das rodovias federais que atravessam o Município. É elaborado pelo DNER; Estadual (RJ) referente às rodovias estaduais. É elaborado pelo Departamento de Estradas de Rodagens (DER); Municipal trata-se de grande maioria e seu estudo é elaborado pelo Departamento Geral de Vias Urbanas da Secretaria Municipal de Obras. PAA de Iniciativa Particular O PAA de iniciativa particular decorre da proposta, por parte de um proprietário, de lotear uma grande área. Dividir uma área pode constituir apenas no desmembramento de um lote em dois ou mais lotes com frente para o logradouro já existente. Se o lote for de grandes proporções, torna-se conveniente abrir novo(s) logradouros(s), para proporcionar um número maior de lotes. Neste caso, o proprietário apresentará um projeto definindo localização, largura e inclinação do(s) logradouro(s) (PAA), conjunto com um PAL definindo a localização e dimensões dos lotes, que será estudado e aprovado por decreto.

Componentes do Projeto Aprovado de Alinhamento (PAA) PAA de Abertura e de Prolongamento de Logradouro Este projeto deverá figurar a situação do logradouro projetado, bem como seu efeito sobre o(s) imóvel (is) atingido(s) pelo percurso do alinhamento previsto.

PAA de alteração de largura ou percurso de logradouro existente Neste caso, o PAA deverá figurar, em traço fino, o alinhamento existente e, em traço mais grosso, o alinhamento projetado.

a abertura do Metrô). depois de excluída a área de recuo ou. mas. a determinação de recuo. como executar uma praça ou um terminal rodoviário. como desafogar o tráfego de uma área congestionada. Um recuo progressivo pode tornar-se prioritário. área total edificada. para um futuro próximo. seja quando apresentar projeto para remembramento ou desmembramento do lote. Esse recuo é executado paulatinamente. Desapropriação e Doação O projeto aprovado de alinhamento (PAA) tem validade por tempo indeterminado. ao longo de décadas. Investidura. quando caduca. o recuo determinado no PAA é denominado de recuo progressivo. no Município do Rio de Janeiro. devendo ser revigorado por outro Decreto. poderá ser elaborado um só decreto de desapropriação para todos os imóveis atingidos total ou parcialmente (Exemplo duplicação da Estrada Grajaú – Jacarepaguá. assim como o prolongamento do logradouro. à medida que o proprietário toma qualquer iniciativa. Isto é. O desvio de percurso. É sobre a área remanescente que deverão incidir todos os índices no cálculo de aproveitamento do terreno (taxa de ocupação. ou de reconstrução. Esses remanescentes deverão ser desapropriados por decreto e. e será transferida mediante decreto de desapropriação ou por doação. Muitos imóveis desapropriados poderão deixar remanescentes inaproveitáveis isoladamente.Recuo. nos PAA’s em que se projeta o desvio do percurso ou estreitamento do logradouro. que será proporcional ao seu valor fiscal. No caso raro de estreitamento do logradouro. ou atender reivindicações da comunidade. Remanescente. Esta área recebe. Desapropriação e Doação Recuo Ao projetar a abertura. a diferença entre a largura existente e a projetada deverá ser adquirida pelo proprietário e será incorporada à área do seu lote. não de imediato. Neste caso. caso pretenda. Investidura A investidura é o inverso do recuo. a área necessária à sua execução será transferida do proprietário para o poder público. Recuo Progressivo Grande número de projetos aprovado de alinhamento (PAA) é elaborados no intuito de assegurar o aperfeiçoamento da malha viária. que terá validade por 5 anos. passarão a constituir área de investidura para o imóvel adjacente. que é um processo mais rápido. obrigatoriamente. prolongamento ou alargamento de um logradouro público. etc. resultará na formação de áreas de recuo e de investidura. conforme o caso. seja de construção. Depois de publicado o Decreto de Desapropriação. etc. depois de incluída a área de investidura. até ser modificado. o imóvel passa do poder público para o particular. substituído por outro PAA ou ser revogado. principalmente. o proprietário pode abrir processo. através do qual solicitará. A investidura ocorre. Neste caso. para solucionar problemas locais. Área Remanescente É área que resta ao terreno.). só então. A desapropriação resultante da execução de um PAA será determinada por decreto de desapropriação. . a indenização.

geralmente. etc. a existência ou não. por ser um processo mais rápido. afastamentos frontal e das divisas. pelo menos. A Lei n.Doação A área desapropriada poderá ser transferida ao poder público através de indenização ou de doação. tais como: número máximo de pavimentos. de pavimentos. loteamento.) só será aprovado após o encerramento do processo de desapropriação. de área coletiva no interior da quadra. afastamento mínimo frontal. o parcelamento recomenda a abertura de um ou mais logradouros para assegurar testadas para um número maior de novos lotes. Projeto Aprovado de Loteamento (PAL) O projeto aprovado de loteamento pode ser de iniciativa privada ou do poder público.º 825 de 10 de Janeiro de 1986 proíbe a inclusão de gravames que incidam no uso do solo. etc. os PAL’s de iniciativa particular poderiam incluir determinações relacionadas ao uso ou ocupação do solo. desmembramento de um lote em dois ou mais lotes. assim como número máximo e mínimo (atualmente em desuso). altura da edificação. a projeção de galerias de pedestres. remembramento de terrenos existentes. quando registradas no Registro de Imóveis. independentemente de novas regras que venham a ser estabelecidas por novos projetos de urbanização. A doação é o expediente largamente adotado. altura máxima da edificação. chega a definir o uso ou taxa de ocupação. Em alguns casos. o PAL. nos projetos de alinhamento ou de . As normas para orientação de elaboração dos PAL’s são discriminadas no Regulamento de Parcelamento da Terra. Os projetos de loteamentos de iniciativa particular constituem. um plano urbanístico ou. enquanto o de indenização pode estender-se por longos meses. Essas regulamentações. área total edificada e área livre. taxa de ocupação. limite de profundidade da construção. Os PAL’s do poder público determinam de um modo geral. ficam asseguradas. Considerando que o processo em andamento (construção. a tendência do proprietário é optar pela doação. Até recentemente. Quando se trata de lote de grandes proporções. etc. algum complemento de um plano urbanístico.

1º de julho de 1937  Abertura da Avenida Presidente Vargas (1940 .1965)  Decreto Lei 42/69 Aprova o plano piloto de urbanização e zoneamento para a Baixada de Jacarepaguá  Prefeito Marcos Tamoio (1977)  Estado do Rio de Janeiro  PUB-RIO .1907)  Renovação urbana da área central da cidade  Prefeito Carlos Sampaio (1920)  Desmonte de parte do Morro do Castelo  Prefeito Prado Júnior (1926 . restringindo-se pois à configuração de logradouros projetados e à delimitação dos lotes.Plano Agache  Prefeito Henrique Dowsdorth (1937 .1930)  Distrito Federal .1943)  Governador Carlos Lacerda  Estado da Guanabara  Plano Doxiadis (1963 .1º de julho de 1937  Codificação da legislação urbanística  Definição do zoneamento  Introdução da defesa dos aspectos paisagísticos e do patrimônio histórico  Zoneamento do Decreto 6000/37 Zona Comercial (ZC) ZC-1 .subzona da Esplanada do Castelo .Plano Integrado de Transportes  Prefeito Marcelo Alencar (1992)  Plano Diretor Decenal  Decreto 6000/37 .inclui a zona especial (ZE) . DESENVOLVIMENTO URBANO E USO DO SOLO NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO  Intervenções Urbanísticas  Prefeito Pereira Passos (1904 .Plano Urbanístico Básico do Município do Rio de Janeiro  PIT-METRÔ .1945) Decreto 6000/37 .loteamento.núcleos industriais Zona Residencial (ZR) ZR-1 ZR-2 ZR-3 Zona rural e agrícola (ZA) Zona de proteção dos aeroportos  Características do Zoneamento  Evolução do Zoneamento .Plano Agache (ZC-2) Zona Portuária (ZP) Zona Industrial (ZI) .

Lei de Desenvolvimento Urbano e Regional Decreto “E” 3800/70 .NORMAS PARA USO E OCUPAÇÃO DO SOLO DO RIO DE JANEIRO ESTRUTURA DA LEGISLAÇÃO A nível Federal e Estadual aplicam-se: Normas relativas às áreas de: Proteção de aeroportos e de fortes Proteção de faixas de emissão de microondas Faixas e acrescidos de marinha Parques nacionais e aspectos paisagísticos (IBAMA) Proteção aos monumentos históricos e imóveis tombados (IPHAN) “Non aedificandi”e “non altius tolandi” Rodovias (DNER /DER) Ferrovias (CBTU) Proteção de rios e lagoas (SERLA) Zona industrial Normas relativas aos serviços de: Abastecimento de água (CEDAE) Esgotamento sanitário (CEDAE) Instalações de gás (CEG) Instalações de telefone (ANATEL) A nível Municipal aplicam-se: Lei 1574/67 .Regulamento para Instalação e Conservação de Aparelhos de Transporte RLU .Regulamento para o Assentamento de Máquinas. Motores e Equipamentos RICAT . Reparos ou Serviços em Vias Públicas (Decreto 2613/80) Portarias Projetos de Estruturação Urbana (PEUs) PAAs e PALs Áreas de Proteção Ambiental (APAs) ZONEAMENTO GERAL (RZ – DECRETO 322/76) Zonas e Subzonas Área Central (AC) AC-1 AC-2 Centro de Bairro (CB) CB-3 CB-2 CB-1 Zona Industrial (ZI) ZI-1 .Regulamento de Parcelamento da Terra RCE Regulamento de Construções e Edificações (Decreto 10426/91) RLF .Regulamento de Limpeza Urbana (Decreto 498/76) Regulamento de Fiscalização da Higiene da Alimentação (Decreto 2055/79) Regulamento para Obras.Regulamento de Licenciamento e Fiscalização RZ .Regulamento de Zoneamento (Decreto 322/76) RAME .Aprova Regulamentos Complementares à Lei 1574/67 Regulamentos Complementares RPT .

ZI-2 Zona Portuária (ZP) Zona Turística (ZT) ZT-1 ZT-2 ZT-E (Ilha de Paquetá) Zona Residencial (ZR) ZR-1 - Edificação Residencial Unifamiliar ZR-2 - Edificação Residencial Multifamiliar ZR-3 - Edificação Residencial Multifamiliar ZR-4 - Indústria Leves e Outras Atividades ZR-5 - Indústria Leves e Outras Atividades ZR-6 - antiga Zona Agrícola do Decreto 6000/37 Zonas Especiais ZE-1 - Cobertura vegetal em encostas acima da cota 100 ZE-2 - Ilha de Paquetá e demais ilhas da XXIª R.A. ZE-3 - Santa Tereza ZE-4 - Planície de Guaratiba ZE-5 - Plano Piloto da Baixada de Jacarepaguá ZE-6 - Área da Praia de Grumari ZE-7 - Áreas Militares ZE-8 - Cidade Nova ZE-9 - Áreas do Metrô ZE-10 – Favelas Microrregiões Específicas PEU - Projeto de Estruturação Urbana APA - Área de Proteção Ambiental Corredor Cultural (Lei 506 de 17 / 01 / 1984) Área 1 - Lapa e Cinelândia Área 2 - Praça XV Área 3 - Largo de São Francisco Área 4 - Saara CONDIÇÕES GERAIS DAS EDIFICAÇÕES A) Dimensões 1 - Vertical Número máximo de pavimentos Altura máxima da edificação 2 - Horizontal Área de projeção (perímetro) Limite de profundidade 3 - Taxa de Ocupação (TO) 4 - Área Total da Edificação (ATE) 5 - Área Mínima das Unidades Residenciais (AUU) B) Afastamentos 1 - Frontal 2 - Alinhamento 3 - Lateral 4 - Fundos

5 - Entre edificações do mesmo lote C) Número de Edificações no Lote D) Usos e Atividades E) Guarda de Veículos e Estacionamento A) Dimensões 1 - Vertical (art. 80, 81 e 82) art. 80 - nº de pavimentos das edificações nos casos que menciona. art. 81 - nº de pavimentos das edificações não afastadas das divisas. Substituído pelo art. 448 da Lei Orgânica. art. 448 da Lei Orgânica - “Qualquer edificação não afastada das divisas não poderá ultrapassar a altura de 12,00m, seja qual for o uso da edificação ou do pavimento, admitidas as exceções que a lei estabelecer”. art. 82 - nº de pavimentos das edificações afastadas das divisas. 18 pavimentos: cota de soleira = ou < + 10m, reduzindo um pavimento para cada 3m ou fração de diferença de cota de soleira acima de + 10m até + 40m; 6 pavimentos: cota de soleira > + 40m e = ou < +45m; 4 pavimentos: cota de soleira > + 45m e = ou < +50m; ou nº máximo de pavimentos fixado por PA ou Decreto. Pavimentos que não são computados Pavimento de uso comum (PUC) Cobertura (art. 120) Pavimentos garagem (art. 148) Um pavimento destinado a partes comuns de hotel Um pavimento com características específicas nas edificações residenciais unifamiliares (Decreto 2678/80) 2 - Horizontal (art. 88) Área de projeção (perímetro) Limite de profundidade Dimensões da projeção horizontal das edificações Edificações com prisma interno Inscrição em um quadrado de lado igual a 30m ou em um quadrilátero de até 40m de lado, quando a outra dimensão for reduzida da mesma extensão. Edificações sem prisma interno Inscrição em um quadrado de lado igual a 40m 3 - Taxa de Ocupação (art. 91) É a projeção, em plano horizontal, da área construída situada acima do nível do solo. As áreas livres a serem respeitadas nos lotes variam de 30% a 50% conforme a Zona e R.A. Edificações não obrigadas a projetar áreas livres: hotel cinema teatro edifício garagem supermercado ocupação regulada de forma especial: lote < 160m² hospital (TO = 40%) Ilha do Governador São Conrado (TO = 50%) 4 - Área Total Edificada (ATE)

ATE = IAT x área do lote IAT = índice de aproveitamento do terreno (Plano Diretor) 5 - Área Útil Mínima das Unidades Residenciais (art. 125) variam de acordo com o Zoneamento e a RA e são indicadas no quadro X do RZ. B) Afastamentos 1 - Frontal Afastamento em relação ao alinhamento do logradouro, mínimo de 3m, podendo ser exigido maior ou até anulado em certas áreas (AC e ZP). O afastamento frontal mínimo das edificações afastadas das divisas obedecerá as seguintes condições: I - edificação até 5 pavimentos: afastamento de 3m; II - edificação com mais de 5 pavimentos: afastamento de acordo com uma das seguintes situações: a) se houver PA ou Decreto determinando número de pavimentos superior a 5: acrescer ao afastamento de 3m, 1m por pavimento acima do nº de pavimentos fixado para edificações não afastadas das divisas; b) se houver PA ou Decreto determinando para as edificações não afastadas das divisas nº de pavimentos inferior a 5; acrescer ao afastamento de 3m, 1m por pavimento acima do quinto pavimento. III - edificação apenas com limite de altura determinado por PA ou Decreto; acrescer ao afastamento de 3m, 1m para cada 3m acima do limite fixado para as edificações não afastadas das divisas. 3 - Lateral 4 - Fundos 5 - Entre duas edificações no mesmo lote Edificação Residencial Multifamiliar, Comercial e Mista - Decreto 10426/91 (RCE) Edificação Residencial Unifamiliar - Decreto 5281/85 C) Número de Edificações no Lote art. 122 - número de edificações afastadas das divisas no mesmo lote (grupamento de edificações) não sujeito a limitações: Edificações residenciais unifamiliares Edificações residenciais multifamiliares Edificações comerciais Edificações mistas Edifícios garagem art. 123 - número de edificações não afastadas das divisas no mesmo lote observará as seguintes condições: Duas edificações residenciais unifamiliares Uma edificação residencial multifamiliar Uma edificação comercial Uma edificação mista Um edifício garagem D) Usos e Atividades (Capítulo IV e QUADRO I do RZ) O QUADRO I relaciona os usos e atividades de natureza residencial, profissional, comercial e industrial permitidos nas diversas zonas;

XV. VII. 1º . XII. XXV e XXVI RA. o Distrito federal e os Municípios poderão estabelecer normas complementares relativas ao parcelamento do solo municipal para adequar o previsto nesta Lei às peculiaridades regionais e locais.º 6766 de 19 de dezembro de 1979 Dispõe sobre o parcelamento do solo urbano e dá outras providências. C e D são as seguintes: Área A . ambientes. XIII.Em terrenos que tenham sido aterrados com material nocivo à saúde pública. CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. sem que sejam previamente saneados.sala comercial O . Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. modificação ou ampliação das vias existentes. B. XIX. II . XVIII. XXIII e XXIV RA.Somente será admitido o parcelamento do solo para fins urbanos em zonas urbanas ou de expansão urbana. Área D . E) Guarda de Veículos e Estacionamento (Capítulo VIII e Quadro VII do RZ) O QUADRO VII define o número de vagas por Região Administrativa (distribuídas em quatro áreas) em função do tamanho das unidades e dos tipos das edificações. 2º . XXII. § 1º .edificação residencial unifamiliar (casa) A . desde que não implique na abertura de novas vias e logradouros públicos.O parcelamento do solo para fins urbanos será regido por esta lei.outros locais. Parágrafo único – Os Estados. Nas colunas V e XI do QUADRO I são usadas as seguintes abreviaturas: E . com abertura de novas vias de circulação. Parágrafo único – Não será permitido o parcelamento do solo: I .loja S .III.edificação de uso exclusivo C . PARCELAMENTO DO SOLO URBANO Lei Federal n.O parcelamento do solo urbano poderá ser feito mediante loteamento ou desmembramento. Art. V.Em terrenos alagadiços e sujeitos a inundações. com aproveitamento do sistema viário existente.Considera-se loteamento a subdivisão de gleba em lotes destinados a edificação. edificações ou unidades autônomas.Considera-se desmembramento a subdivisão de gleba em lotes destinados a edificação. XIV. XI. VI. antes de tomadas as providências para assegurar o escoamento das águas. Área C . As áreas A. observadas as disposições desta Lei e as das legislações estaduais e municipais pertinentes. de logradouros públicos ou prolongamento. modificação ou ampliação dos já existentes.unidade residencial multifamiliar ou mista (apartamento) Nas colunas V e XI do QUADRO I são usadas as seguintes abreviaturas: L . IX.I e II RA Área B .X. 3º . de modo a possibilitar o dimensionamento de áreas de estacionamento. . § 2º . O Presidente da República. XVI e XX RA. assim definidas por lei municipal.Os usos e atividades relacionados no QUADRO I são inadequados nas zonas e locais em que não figurem como adequados ou tolerados. nem do prolongamento. IV.XVII.

quando exigidas por lei estadual ou municipal.Em áreas de preservação ecológica ou naqueles onde a poluição impeça condições sanitárias suportáveis. ressalvado o disposto no § 1º deste artigo. existentes ou projetadas.As características. e harmonizar-se com a topografia local. previamente aprovados pelos órgãos públicos componentes. dos equipamentos urbanos e comunitários existentes no local ou em suas adjacências. Art. salvo nos loteamentos destinados ao uso industrial cujos lotes forem maiores do que 15. salvo se atendidas exigências específicas das autoridades competentes.000m² (quinze mil metros quadrados). ou ao Distrito Federal quando for o caso. rede telefônica e gás canalizado. CAPÍTULO III Do Projeto de Loteamento Art. § 1º . Art.As áreas destinadas à sistema ou circulação. 6º .Em terrenos com declividade igual ou superior a 30% (trinta por cento). cultura. com as respectivas distâncias da área a ser loteadas. II .Em terrenos onde as condições geológicas não aconselham a edificação. 7º . IV . de acordo com as diretrizes de planejamento estadual e municipal: . até a sua correção. saúde. ou o Distrito Federal quando for o caso.Antes da elaboração do projeto de loteamento. pelo menos: I .As curvas de nível à distância adequada. em cada loteamento. § 2º . aos seguintes requisitos: I . será obrigatória a reserva de uma faixa non aedificandi de 15 (quinze) metros de cada lado.A indicação dos arruamentos contíguos a todo o perímetro. II . a reserva de faixa non aedificandi destinada a equipamentos urbanos.A percentagem de áreas públicas prevista no inciso I deste artigo não poderá ser inferior a 35% (trinta e cinco por cento) da gleba. IV . energia elétrica. serão proporcionais `a densidade de ocupação prevista para a gleba. salvo quando a legislação estadual ou municipal determinar maiores exigências. apresentando. salvo maiores exigências da legislação específica. a localização das vias de comunicação. serviços de esgotos. Parágrafo único – Consideram-se urbanos os equipamentos públicos de abastecimento de água. nas plantas apresentadas junto com o requerimento. dimensões e localização das zonas de uso contíguas. IV . pelo menos.a Prefeitura Municipal. das áreas livres. indicará. V . VI . CAPÍTULO II Dos Requisitos Urbanísticos para Loteamento Art. coletas de águas pluviais. dos espaços livres e das áreas reservadas para equipamento urbano e comunitário. lazer e similares. do sistema viário.O tipo de uso predominante a que o loteamento se destina. ferrovias e dutos.III . para este fim.As vias de loteamento deverão articular-se com as vias adjacentes oficiais.Consideram-se comunitários os equipamentos públicos de educação. o interessado deverá solicitar à Prefeitura Municipal. III . a implantação de equipamento urbano e comunitário. ou quando o loteamento se destinar a urbanização específica ou edificação de conjuntos habitacionais de interesse social.Os lotes terão área mínima de 125m² (cento e vinte e cinco metros quadrados) e frente mínima de 5 (cinco) metros.O Poder Público competente poderá complementarmente exigir.Ao longo das águas correntes e dormentes e das faixas de domínio público das rodovias.A localização dos cursos d’água. V . 5º . III . que defina as diretrizes para o uso do solo. caso em que e percentagem poderá ser reduzida. traçado dos lotes.As divisas da gleba a ser loteada. Requerimento e planta do imóvel contendo. bem como a espaços livres de uso público. bosques e construções existentes. 4º .Os loteamentos deverão atender.

4º e o art. 8º .As faixas sanitárias do terreno necessárias ao escoamento das águas pluviais e as faixas não edificáveis. CAPÍTULO IV Do Projeto de Desmembramento Art. V .A subdivisão das quadras em lotes.A indicação dos marcos de alinhamento e nivelamento localizados nos ângulos de curvas e vias projetadas. as disposições urbanísticas exigidas para o loteamento. fixará os requisitos exigíveis para a aprovação do desmembramento de lotes decorrentes de loteamento cuja destinação de área pública tenha sido inferior à mínima prevista no § 1º do art. além daqueles constantes das diretrizes fixadas. 11 – Aplicam-se ao desmembramento. pelo menos: I .A localização aproximada dos terrenos destinados a equipamento urbano e comunitário e das áreas livres de uso público. II . acompanhado do título de propriedade. VI . IV . por lei. com as respectivas dimensões e numeração.As ruas ou estradas existentes ou projetas.Os desenhos conterão pelo menos: I . .A indicação em planta e perfis de todas as linhas de escoamento das águas pluviais. II .A indicação do tipo de uso predominante no local.I . será apresentado à Prefeitura Municipal. com as suas características e a fixação da zona ou zonas de uso predominante. já existentes no loteamento e adjacências.Os perfis longitudinais e transversais de todas as vias de circulação e praças.A descrição sucinta do loteamento. 4º desta Lei. quando houver. o interessado apresentará requerimento à Prefeitura Municipal.A enumeração dos equipamentos urbanos. Parágrafo único – O Município. IV .Orientado pelo traçado e diretrizes oficiais. III . no que couber. Art.O traçado básico do sistema viário principal. ou ao Distrito Federal quando for o caso. arcos. contendo desenhos e memorial descritivo.000 (cinqüenta mil) habitantes poderá dispensar.A indicação das vias existentes e dos loteamentos próximos. todos relativos ao imóvel. pontos de tangência e ângulos centrais das vias.O sistema de vias com a respectiva hierarquia. ou o Distrito Federal quando for o caso.O memorial descritivo deverá conter. IV . o projeto. § 1º . cordas. III .A indicação das áreas públicas que passarão ao domínio do município no ato de registro do loteamento.A zona ou zonas de uso predominante da área. para a aprovação do loteamento. II . Art. ou ao Distrito Federal quando for o caso.As dimensões lineares e angulares do projeto. § 2º . obrigatoriamente.As condições urbanísticas do loteamento e as limitações que incidem sobre os lotes e suas construções. certidão de ônus reais e certidão negativa de tributos municipais. que compõem o sistema viário da cidade e do município. 5º desta Lei. III . Parágrafo único – As diretrizes expedidas vigorarão pelo prazo máximo de 2 (dois) anos. III . Art. II . a fase de fixação das diretrizes previstas nos arts. em especial o inciso II do art. comunitários e dos serviços públicos ou de utilidade pública. 6º e 7º desta Lei. com raios. V . com indicação dos usos compatíveis. acompanhado do título de propriedade e de planta do imóvel a ser desmembrado contendo: I .O Município de menos de 50. 9º .A indicação da divisão de lotes pretendida na área. 10 – Para a aprovação de projeto de desmembramento. relacionadas com o loteamento pretendido e a serem respeitadas.

acompanhado dos seguintes documentos: I . sendo.Certidões: a) Dos cartórios de protestos de títulos. as vias e praças. II . b) De ações reais referentes ao imóvel. Art. neste caso. tais como as de proteção aos mananciais ou ao patrimônio cultural. 6º e 7º desta Lei.000 m² (um milhão de metros quadrados).Quando o loteamento ou desmembramento localizar-se em área limítrofe do município. desde a aprovação do loteamento.Histórico dos títulos de propriedade do imóvel. CAPÍTULO VI Do Registro do Loteamento e Desmembramento Art. por decreto. as normas a que deverão submeter-se s projetos de loteamento e desmembramento nas áreas previstas no art. as áreas destinadas a edifícios públicos e outros equipamentos urbanos. sob pena de caducidade da aprovação. o exame e a anuência prévia a aprovação do projeto caberão à autoridade metropolitana. pelos Municípios. a quem compete também a fixação das diretrizes a que aludem os arts. abrangendo os últimos 20 (vinte) anos. 17 – Os espaços livres de uso comum. III . acompanhados dos respectivos comprovantes. observadas as exigências do art. em nome do loteador. 18 – Aprovado o projeto de loteamento ou de desmembramento. constantes do projeto e do memorial descritivo. 23 desta Lei. 12 – O projeto de loteamento e desmembramento deverá ser aprovado pela Prefeitura Municipal.Quando localizados em áreas de interesse especial. não poderão Ter sua destinação alterada pelo loteador. pelo período de 10 (dez) anos. b) De ações pessoais relativas ao loteador. ou pelo Distrito federal quando for o caso. assim definidas por legislação estadual ou federal.Certidão negativa: a) De tributos federais. deve ser aprovado ou rejeitado. observadas as disposições desta Lei. histórico.Título de propriedade do imóvel. III . 15 – Os Estados estabelecerão. 16 – A lei municipal definirá o número de dias em que um projeto de loteamento. Art. salvo a exceção prevista no artigo seguinte. o Estado procurará atender às exigências urbanísticas do planejamento municipal. as áreas de proteção especial previstas no inciso I do artigo anterior. o loteador deverá submetê-lo ao registro imobiliário dentro de 180 (cento e oitenta) dias. 13 – Caberão aos Estados o exame e a anuência prévia para a provação. salvo as hipóteses de caducidade da licença ou desistência do loteador. Art. estaduais e municipais incidentes sobre o imóvel. Art. c) De ações penais com respeito ao crime contra o patrimônio e contra a Administração Pública. Parágrafo único – Na regulamentação das normas previstas neste artigo.Quando o loteamento abranger área superior a 1. d) De ações penais contra o loteador.CAPÍTULO V Da Aprovação do Projeto de Loteamento e Desmembramento Art. . pelo período de 10 (dez) anos. Parágrafo único – No caso de loteamento ou desmembramento localizado em área de município integrante de região metropolitana. pelo período de 10 (dez) anos. por decreto. c) De ônus reais relativos ao imóvel. paisagístico e arqueológico. uma vez apresentado com todos os seus elementos. de loteamento e desmembramento nas seguintes condições: I .13. definidas em lei estadual ou federal. 14 – Os Estados definirão. ou pertença a mais de um município. IV . pelo período de 10 (dez) anos. II . Art. nas regiões metropolitanas ou em aglomerações urbanas.000.

§ 1º . 20 – O registro do loteamento será feito.Findo o prazo sem impugnação. 26 desta Lei. o interessado requererá. Se o Oficial de Registro de Imóveis julgar insuficiente a comprovação feita. sucessivamente. o Oficial do Registro de Imóveis encaminhará comunicação à Prefeitura e fará publicar. o Oficial do Registro de Imóveis intimará o requerente e a Prefeitura Municipal. podendo este ser impugnado no prazo de 15 (quinze dias contados da data da última publicação). Procedido o registro nessa circunscrição. será feito imediatamente o registro. comprovando perante . que incluirão. Se houver impugnação de terceiros. se houver. ou de cessão ou de promessa de cessão. a averbação das alterações. do qual constarão obrigatoriamente as indicações previstas no art. que venham a ser praticados pelo seu cônjuge. § 5º . de ações pessoais ou ações penais. quadras e logradouros e das obras de escoamento das águas pluviais ou da aprovação de um cronograma.Cópia do ato de aprovação do loteamento e comprovante do termo de verificação pela Prefeitura da execução das obras exigidas por legislação municipal. § 2º . o juiz decidirá de plano ou após instrução sumária. o Oficial de registro comunicará. VI . demarcação dos lotes. 21 – Quando a área loteada estiver situada em mais de uma circunscrição imobiliária.Exemplar do contrato padrão de promessa de venda.Ouvido o Ministério Público no prazo de 5 (cinco) dias. com a duração máxima de 2 (dois) anos. § 1º . por certidão. nos mencionados períodos. devendo todas elas ser extraídas em nome daqueles que.A existência de protestos. exceto as referentes a crime contra o patrimônio e contra a administração.V . Parágrafo único – No registro de Imóveis far-se-ão o registro de loteamento. e IV.Nas capitais. sem prejuízo das sanções penais e administrativas cabíveis. b. suscitará a dúvida perante o juiz competente. em jornal da região.Registrado o loteamento. a publicação do edital se fará no Diário Oficial do Estado e num dos jornais de circulação diária. no livro próprio. o seu registro à Prefeitura. VII . 19 – Examinada a documentação e encontrada em ordem. alínea a. com uma indicação para cada lote. alínea b. a abertura de ruas e praças e as áreas destinadas a espaços livres ou a equipamentos urbanos. ou de direitos a eles relativos. devendo remeter ao interessado as vias ordinárias caso a matéria exija maior indagação. ou não havendo. em resumo e com pequeno desenho de localização da área. § 4º . a publicação se fará apenas num dos jornais locais. e d. § 2º . Nos demais municípios.Declaração do cônjuge do requerente de que consente no registro do loteamento. § 3º . tenham sido titulares de direitos reais sobre o imóvel. na época em que for aplicada a penalidade pelo juiz corregedor do cartório. a execução das vias de circulação do loteamento. tomarão por base a data do pedido de registro do loteamento. acompanhado de competente instrumento de garantia para a execução das obras. Art. o registro será requerido primeiramente perante aquela em que estiver localizada a maior parte da área loteada. Com tais manifestações o processo será enviado ao juiz competente para decisão. edital do pedido de registro em 3 (três) dias consecutivos.Os períodos referidos nos incisos III. não impedirá o registro do loteamento se o requerente comprovar que esses protestos ou ações não poderão prejudicar os adquirentes dos lotes. ou o Distrito Federal quando for ocaso. Art. por extrato. no mínimo.A declaração a que se refere o inciso VII deste artigo não dispensará o consentimento do declarante para os atos de alienação ou promessa de alienação de lotes. Art. sob pena de arquivamento do processo. § 3º . o registro de loteamento em cada uma das demais.O Oficial do Registro de Imóveis que efetuar o registro em desacordo com as exigências desta Lei ficará sujeito a multa equivalente a 10 (dez) vezes os emolumentos regimentais fixados para o registro. para que sobre ela se manifestem no prazo de 5 (cinco) dias.

o processo será remetido ao juiz competente para homologação do pedido de cancelamento. submetido o remanescente do loteamento a uma aprovação prévia perante a Prefeitura Municipal. Denegado o registro em qualquer das circunscrições. considerar-se-á o loteamento como não registrado para os efeitos desta Lei. § 1º . CAPÍTULO VII Dos Contratos Art. confrontações. com ou sem impugnação. podendo este ser impugnado no prazo de 30 (trinta) dias contados da data da última publicação.Nenhum lote poderá situar-se em mais de uma circunscrição.A homologação de que trata o parágrafo anterior será precedida de vistoria judicial destinada a comprovar a inexistência de adquirentes instalados na área loteada. § 2º . ainda que a título de busca. § 3º . cadastro fiscal no Ministério da fazenda. as seguintes indicações: I . às demais para efeito de cancelamento dos registros feitos. 25 – São irretratáveis os compromissos de compra e venda. salvo se correr a hipótese prevista no § 4º deste artigo. nacionalidade. pedidos de registro do mesmo loteamento. se o motivo do indeferimento naquela não se estender à área situada sob a competência desta. III . com anuência da Prefeitura. ouvido o Ministério Público. II .Descrição do lote ou dos lotes que forem objeto de compromissos. . ou do Distrito Federal quando for o caso. constantes do projeto e do memorial descritivo. § 3º . cessões e promessas de cessão. até que o loteamento seja registrado em todas. estando registrados.A requerimento do loteador. Art. com anuência da prefeitura. e do Estado. registro civil. confiram direito real oponível a terceiros. 22 – Desde a data de registro do loteamento.Enquanto não procedidos todos os registros de que trata este artigo. sendo nulos os atos praticados com infração a esta norma. de acordo com o modelo depositado na forma do inciso VI do art. ou o Distrito Federal quando for o caso. Findo esse prazo. área e outras características. número e data da inscrição.Por decisão judicial. Art. ou do Distrito Federal quando for o caso. e desde que o interessado requeira a manutenção do registro obtido. § 4º . § 1º . a qualquer tempo. § 2º . os que atribuam direito a adjudicação compulsória e.Denominação e situação do loteamento. edital do pedido de cancelamento. III . Os espaços livres e as áreas destinadas a edifícios públicos e outros equipamentos urbanos. independentemente do pagamento de custas ou emolumentos.cada qual o registro efetuado na anterior.A prefeitura e o Estado só poderão se opor ao cancelamento se disto resultar inconveniente comprovado para o desenvolvimento urbano ou se já se tiver realizado qualquer melhoramento na área loteada ou adjacências. Art. passam a integrar o domínio do Município as vias e praças. essa decisão será comunicada. 26 – Os compromissos de compra e venda. 23 – O registro do loteamento só poderá ser cancelado: I . pelo menos.É defeso ao interessado processar simultaneamente. Art. perante diferentes circunscrições. 24 – O processo de loteamento e os contratos depositados em Cartório poderão ser examinados por qualquer pessoa.O indeferimento do registro do loteamento em uma circunscrição não determinará o cancelamento do registro procedido em outra.A requerimento conjunto do loteador e de todos os adquirentes de lotes. II . em resumo. enquanto nenhum lote houver sido objeto de contrato.Nome. 18 e conterão. estado civil e residência dos contratantes. pelo Oficial do Registro de Imóveis.Nas hipóteses dos incisos II e III. as cessões ou promessas de cessão poderão ser feitos por escritura pública ou por instrumento particular. o Oficial do Registro de Imóveis fará publicar.

Taxa de juros incidentes sobre o débito em aberto e sobre as prestações vencidas e não pagas. o preço e modo de pagamento. com a devida averbação. após o registro e anotações das vidas.Para fins deste artigo. nunca excedente a 10% (dez por cento) do débito e só exigível nos casos de intervenção judicial ou de mora superior a 3 (três) meses. § 1º . se do adquirente do lote. seus efeitos só se produzem depois de cientificado. 27 – Se aquele que se obrigou a concluir contrato de promessa de venda ou de cessão não cumprir a obrigação. a indicação do lote. o credor poderá notificar o devedor para outorga do contrato ou oferecimento de impugnação no prazo de 15 (quinze) dias. ressalvado o direito do herdeiro ou legatário de renunciar à herança ou do legado. ou do Distrito Federal quando for o caso. VII . seus direitos serão levados à praça. sob pena de proceder-se ao registro do pré-contrato. 28 – Qualquer alteração ou cancelamento parcial do loteamento registrado de penderá de acordo entre o loteador e os adquirentes de lotes atingidos pela alteração. Art. declarando-se o número do registro do loteamento. bem como da aprovação pela Prefeitura Municipal. § 2º . § 1º . § 3º . . a proposta de compra. ou por sucessão causa mortis. 439 e 640 do Código de Processo Civil. por escrito. ficando obrigado a respeitar os compromissos de compra e venda ou as promessas de cessão. bem como a cláusula penal. em complemento ao projeto original. devendo ser depositada no Registro de Imóveis.Indicação sobre a quem incube o pagamento dos impostos e taxas incidentes sobre o loteamento compromissado.Preço. pelas partes ou quando registrada a cessão. § 1º . sendo um para cada parte e o terceiro para arquivo no registro imobiliário. a reserva de lote ou qualquer outro instrumento. para o devido registro. § 2º .A cessão independe da anuência do loteador em relação a este. V . forma e local de pagamento bem como a importância do sinal. VI . incumbirá ao síndico ou ao administrador dar cumprimento aos referidos contratos. Art. Se a falência ou insolvência for do proprietário da área loteada ou do titular de direito sobre ela. e a promessa de contratar. salvo se ainda não exigível. terão o mesmo valor de pré-contrato a promessa de cessão. ou por instrumento em separado.Quando o contrato houver sido firmado por procurador de qualquer das partes. passando as relações entre as partes a serem regidas pelo contratopadrão.IV . do qual conste a manifestação da vontade das partes. 31 – O contrato particular pode ser transferido por simples trespasse.Aquele que adquirir a propriedade loteada mediante ato inter vivos.Declaração das restrições urbanísticas convencionais do loteamento. supletivas da legislação pertinente. sucederá o transiente em todos os seus direitos e obrigações. sendo nula qualquer disposição em contrário. 30 – A sentença declaratória de falência ou de insolvência de qualquer das partes não rescindirá os contratos de compromisso de compra e venda ou de promessa de cessão que tenham por objeto a área loteada ou lotes da mesma. prazo. Art. nem a oferecer na forma devida. será obrigatório o arquivamento da procuração no registro imobiliário.O registro de que trata este artigo não será procedido se a parte que o requerente não comprovar haver cumprido a sua prestação. o valor da cessão e a qualificação do cessionário. observar-se-á o disposto nos arts.Havendo impugnação daquele que se comprometeu a concluir o contrato. em que todas as suas cláusulas. Art. 29 . lançado no verso das vias em poder das partes.O contrato deverá ser firmado em 3 (três) vias ou extraídas em 3 (três) translados. Art.

convalescerá o contrato. Art. § 1º . § 1º . feita sem anuência do loteador. 666 do Código de processo Civil. segundo a ordem prevista no inciso I do art.Ocorrendo o depósito a que se refere este artigo. o vendedor requererá ao Oficial do registro o cancelamento da averbação. dentro de 10 (dez) dias. § 2º . sob pena de ser devolvido ao depositante.Purgada a mora. § 3º . os juros convencionados e as custas de intimação. ou mediante depósito em dinheiro à sua disposição junto ao Registro de Imóveis. em conta com incidência de juros e correção monetária. sendo de nenhum efeito qualquer disposição contratual em contrário.Com a certidão de não haver sido feito o pagamento em cartório. 32 desta Lei. será constituído em mora mediante notificação do Oficial do Registro de Imóveis para vir receber as importâncias depositadas pelo devedor no próprio Registro de Imóveis. ou pelo Distrito Federal quando for o caso. em conta com incidência de juros e correção monetária. na forma do caput deste artigo. o Oficial do Registro de Imóveis mencionará este fato no ato do cancelamento e a quantia paga. 34 – Em qualquer caso de rescisão por inadimplemento do adquirente. por escrito. alegando inadimplemento do devedor. § 1º .No caso de não ser encontrado o interessado.Quando houver rescisão comprovada do contrato. somente será efetuado novo registro relativo ao mesmo lote. 666 do Código de processo Civil. 37 – É vedado vender ou prometer vender parcela de loteamento ou desmembramento não registrado. cessão ou promessa de cessão só poderá ser cancelado: I .§ 2º . o contrato será considerado rescindido 30 (trinta) dias depois de constituído em mora o devedor. cuja movimentação dependerá de prévia autorização judicial. Parágrafo único – Não serão indenizadas as benfeitorias feitas em desconformidade com o contrato ou com a lei. Art. a menos que o credor impugne o depósito e. Art. se for comprovada a restituição do valor pago pelo vendedor ao titular do registro cancelado. Art. requeira a intimação deste para os fins do disposto no art. 38 – Verificado que o loteamento ou desmembramento não se acha registrado ou regularmente executado ou notificado pela Prefeitura Municipal. 36 – O registro do compromisso. Art.Uma vez registrada a cessão. o Oficial do Registro de Imóveis intimará o interessado para vir recebê-lo no prazo de 10 (dez) dias. 35 – Ocorrendo o cancelamento do registro por inadimplemento do contrato e tendo havido o pagamento de mais de 1/3 (um terço) do preço ajustado.Por decisão judicial.Ocorrendo a suspensão do pagamento das prestações restantes. o Oficial do Registro de Imóveis depositará a quantia em estabelecimento de crédito. CAPÍTULO VIII Disposições Gerais Art. Decorridos 15 (quinze) dias após o recebimento da intimação. a satisfazer as prestações vencidas e as que se vencerem até a data do pagamento. segundo a ordem prevista no inciso I do art. o Oficial do Registro darlhe-á ciência. Art. a requerimento do credor.Para os fins deste artigo o devedor-adquirente será intimado. 32 – Vencida e não paga a prestação.A requerimento conjunto das partes contratantes. II . o adquirente efetuará o depósito das prestações devidas junto ao Registro de Imóveis competente. deverá o adquirente do lote suspender o pagamento das prestações restantes e notificar o loteador para suprir a falta. . as benfeitorias necessárias ou úteis por ele levadas a efeito no imóvel deverão ser indenizadas. § 2º . pelo Oficial do Registro de imóveis. III . que as depositará em estabelecimento de crédito. considerar-se-á efetuado o pagamento. 33 – Se o credor das prestações se recusar a recebê-las ou furtar-se ao seu recebimento.

40 – A Prefeitura Municipal. Art.As importâncias despendidas pela prefeitura Municipal. . ou o Distrito Federal quando for o caso. § 4º . serão exigidas na parte faltante do loteador. § 1º . 38 da desta Lei. nos termos do § 1º do art. a contar da data da notificação. poderá promover a notificação ao loteador prevista no caput deste artigo. a destinação de áreas públicas exigidas no inciso I do art. o loteador notificará os adquirentes dos lotes. ou o Ministério Público. a título de ressarcimento das importâncias despendidas come equipamentos urbanos ou expropriações necessárias para regularizar o loteamento ou desmembramento. demolição. § 5º . para fins de indenização. ou pelo Distrito federal quando for ocaso. os terrenos ainda não vendidos ou compromissados. sendo necessária a citação da prefeitura. § 4º . para regularizar o loteamento ou desmembramento. 41 – Regularizado o loteamento ou desmembramento pela Prefeitura Municipal ou pelo Distrito federal quando for o caso. a Prefeitura Municipal. ressalvada a preferência dos expropriados para a aquisição de novas unidades. o Distrito Federal e o Estado poderão expropriar áreas urbanas ou de expansão urbana para reloteamento. o loteador não poderá. 40 desta lei. obterá judicialmente o levantamento das prestações depositadas. Art. na forma deste artigo. 44 – O Município. para que passem a pagar diretamente as prestações restantes. § 3º .A prefeitura municipal. poderá obter o registro de propriedade do lote adquirido. civis e criminais previstas. Art. o adquirente do lote. a qualquer título. reconstrução e incorporação. quando o loteamento não estiver regularmente inscrito.§ 2º . objeto de loteamento ou desmembramento não registrado. com os respectivos acréscimos de correção monetária e juros. Ou quando o loteamento ou desmembramento for regularizado pela Prefeitura Municipal. poderá promover judicialmente os procedimentos cautelares necessários aos fins colimados. poderá regularizar loteamento ou desmembramento não autorizado ou executado sem observância das determinações do ato administrativo de licença.A Prefeitura Municipal ou o Distrito Federal quando for o caso. ou pelo Distrito Federal quando for o caso. este promoverá judicialmente a autorização para levantar as prestações depositadas. ou o Distrito federal quando for o caso. 4º desta Lei não se poderá alterar sem prejuízo da aplicação das sanções administrativas.regularizado o loteamento pelo loteador. se desatendida pelo loteador a notificação. Art. exigir o recebimento das prestações depositadas. para assegurar a regularização do loteamento ou desmembramento. nos termos do art. até o valor devido. valendo para tanto o compromisso de venda e compra devidamente firmado. caso não sejam integralmente ressarcidas conforme o disposto no parágrafo anterior. por intermédio do registro de imóveis competente. ou o Distrito federal quando for o caso. § 2º . poderá receber as prestações dos adquirentes. comprovando o depósito de todas as prestações do preço avençado. bem como o ressarcimento integral de importâncias despendidas. Art. aplicando-se o disposto no art.Após recolhimento judicial de regularidade do loteamento. 39 – Será nula de pleno direito a cláusula de rescisão de contrato por inadimplemento do adquirente. bem como audiência do ministério Público. ou o Distrito Federal quando for o caso. para integrar o processo judicial aqui previsto. 43 – Ocorrendo a execução de loteamento não aprovado.No caso de o loteador não cumprir o estabelecimento no parágrafo anterior. 47 desta Lei. ou do distrito federal quando for o caso.A Prefeitura Municipal. para evitar lesão aos seus padrões de desenvolvimento urbano e na defesa dos direitos dos adquirentes de lotes. ou a despender. § 3º . com os acréscimos de correção monetária e juros. que promover a regularização. 42 – Nas desapropriações não serão considerados como loteados ou loteáveis. Art.No caso do loteador deixar de atender à notificação ate o vencimento do prazo contratual.

Art. começando o prazo a correr 10 (dez) dias após a última publicação. 52 – Registrar loteamento ou desmembramento não aprovado pelos órgãos competentes. beneficiária de qualquer forma do loteamento ou desmembramento irregular. afirmação falsa sobre a legalidade de loteamento ou desmembramento do solo para fins urbanos. são partes legítimas para promover ação destinada a impedir construção em desacordo com restrições legais ou contratuais. Parágrafo único – O crime definido neste artigo é qualificado. 50 – Constitui crime contra a Administração Pública: I . 48 – O foro competente par os procedimentos judiciais previstos nesta Lei será sempre o da comarca da situação do lote. será solidariamente responsável pelos prejuízos por ele causados aos compradores de lotes e ao Poder Público. Pena: Detenção. 49 – As intimações e notificações previstas nesta Lei deverão ser feitas pessoalmente ao intimado ou notificado. prospecto ou comunicação ao público ou a interessados.Dar início. ainda que já tenha vendido todos os lotes. § 1º . Art. e multa de 5 (cinco) a 50 (cinqüenta) vezes o salário mínimo vigente no País. ou efetuar registro de contrato de venda de loteamento ou desmembramento não registrado.Por meio de venda. e poderão igualmente ser promovidas por meio dos Cartórios de Registro de Títulos e Documentos da Comarca da situação do imóvel ou do domicílio de quem deva recebê-las. considerados em especial os atos praticados na qualidade de mandatário de loteador. Estados e Municípios.Se o destinatário se recusar a dar recibo ou se furtar a recebimento. promessa de venda. de 1 (um) a 5 (cinco) anos. Art. sem autorização do órgão público competente. § 2º . 46 – O loteador não poderá fundamentar qualquer ação ou defesa na presente Lei sem apresentação dos registros e contratos a que ela se refere. a intimação ou notificação será feita por edital na forma desta Lei. e multa de 10 (dez) a 100 (cem) vezes o maior salário mínimo vigente no País.Fazer. ou em desacordo com as disposições desta Lei ou das normas pertinentes do Distrito Federal. de qualquer modo.Dar início. o funcionário incumbido da diligência informará esta circunstância ao Oficial competente que a certificará. de 1 (um) a 2 (dois) anos. ou efetuar loteamento ou desmembramento do solo para fins urbanos sem observância das determinações constantes do ato administrativo de licença. Art. ou se for desconhecido o seu paradeiro.Com inexistência de título legítimo de propriedade do imóvel loteado ou desmembrado. se o fato não constituir crime mais grave. a cessão ou promessa de cessão de direitos. II . ou com omissão fraudulenta de fato a ele relativo. contrato. ou efetuar loteamento ou desmembramento do solo para fins urbanos. de qualquer modo. sob sua responsabilidade. de qualquer modo. Pena: Reclusão. ou os vizinhos. qualquer pessoa física ou jurídica desse grupo. 51 – Quem. Art.Certificada a ocorrência dos fatos mencionados no parágrafo anterior. II . registrar o compromisso de compra e venda. . III . concorra para a prática dos crimes previstos no artigo anterior desta Lei incide nas penas a estes cominadas. Art. de 1 (um) a 4 (quatro) anos. Art. diretor ou gerente de sociedade. ou veicular em proposta. Pena: Reclusão. 47 – Se o loteador integrar grupo econômico ou financeiro. sem prejuízo das sanções administrativas cabíveis. reserva de lote ou quaisquer outros instrumentos que manifestem a intenção de vender lote em loteamento ou desmembramento não registrado no Registro de Imóveis competente. ou ocultar fraudulentamente fato a ele relativo. 45 – O loteador. CAPÍTULO IX Disposições Penais Art. que assinará o comprovante do recebimento. se cometido: I . e multa de 5 (cinco) a 50 (cinqüenta) vezes o maior salário mínimo vigente no País.

000 600 360 225 120 . 8º ao 14º) Pavimentação. 55º ao 77º) Defesa dos aspectos paisagísticos. se houver. onde se localiza o Município. segundo as exigências da legislação pertinente. 55 – Revogam-se as disposições em contrário. 158º da independência e 91º da República. 1º ao 54º) Abertura de logradouros Loteamentos Desmembramentos Seção I: Abertura de Logradouros (art. 77º) Arborização Categoria do lote 1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª Testada Mínima (m) 100 50 20 15 12 9 8 Área Mínima (m²) 50. do Órgão Metropolitano. obras e serviços complementares Subseção III (art. 20º ao 23º) Aceitação de obras Subseção V (art. em 19 de dezembro de 1979. 46º ao 54º) Capítulo II (art.CAPÍTULO X Disposições Finais Art. dos logradouros e cursos d’água Seção I (art. 15º ao 19º) Obrigações a serem cumpridas durante a execução das obras Subseção IV (art. ou do Distrito federal quando for o caso. e da aprovação da Prefeitura municipal. Art.000 10. Brasília. 55º) Defesa dos aspectos paisagísticos Seção II (art. 73º ao 75º) Defesa dos cursos d’água Seção IV (art. JOÃO FIGUEIREDO Petrônio Portella Angelo Amaury Stábile Mário David Andreazza REGULAMENTO DE PARCELAMENTO DA TERRA (RPT) Capítulo I (art. 31º ao 45º) Nomenclatura de logradouros Seção II: Loteamento e Desmembramento (art. Art.1º ao 45º) Subseção I (art. 54 – Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação. 76º) Defesa paisagística das encostas Seção V (art. 53 – Todas as alterações de uso do solo rural para fins urbanos dependerão de prévia audiência do Instituto nacional de Colonização e Reforma Agrária – INCRA. 24º ao 30º) Reconhecimento de logradouros Subseção VI (art.1º ao 7º) Condições técnicas do projeto Subseção II (art. 56º ao 72º) Defesa dos logradouros Seção III (art.000 1.

 O Projeto Aprovado de Loteamento (PAL) pode ser aprovado sem o processamento da área devendo constar da planta o gravame constante do item 6 do anexo I da Resolução SMU nº 38/1996. mencionando lotes e amarrando-os em relação às construções ou aos logradouros próximos ou citando construções nos terrenos envolvidos no projeto. testada menor acrescida do afastamento frontal exigido para o outro logradouro. Caso a área de recuo e/ou investidura for de difícil determinação. caso contrário.  Curvas de nível de metro em metro.  No caso de construções averbadas no RI.  Convenções cromáticas e gráficas. entretanto.  A área de investidura será sempre indicada separadamente para cada lote projetado. indicar a projeção a ser mantida ou indicar na projeção a demolir. 50 do Regulamento de Parcelamento da Terra (RPT) do Decreto “E” nº 3. escala do projeto e número da planta do aerofotogramétrico. .  Indicar e amarrar os lotes conforme certidão do Registro de Imóveis (RI).  Título do projeto de acordo com o RI. a área dos lotes deverá ser indicada com e sem investidura. devendo ter o seu perímetro integralmente cotado com indicação da sua respectiva área.  Dimensões dos lotes projetados (observar o lote mínimo para o local).  Cursos d’água.  Carimbo do número da Região Administrativa (RA).  Os lotes projetados não poderão incluir as medidas do perímetro da área de investidura.ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE REMEMBRAMENTO E PARCELAMENTO DO SOLO PROJETOS DE REMEMBRAMENTO E PARCELAMENTO DO SOLO Deverá constar no projeto:  Nomenclatura correta do logradouro. 3. o projeto deverá ser visado pela GeoRio. conforme item 5 do anexo I da Resolução SMU nº 38/1996. Caso o terreno esteja sujeito à área de investidura deverá ser observado:  Se a área a ser investida for um lote autônomo (lote mínimo para o local) não poderá ser concedida como investidura. amarrando-as em relação às divisas do terreno.  Largura total do logradouro. Observações: 1. a serem modificados e/ou substituídos pelo novo PAL.  Número do Projeto Aprovado de Alinhamento (PAA). valas. deverá ser elaborada a papeleta de alinhamento visada pelo Departamento de Licenciamento e Fiscalização (DLF). ou seja.800/1970. 2. rios e canais e suas faixas “non aedificandi” com as suas respectivas larguras.  Categoria dos novos lotes. No caso de lote situado em esquina:  Atender ao art.  Área dos lotes primitivos e projetados observando que a área de recuo deverá ser descontada do lote primitivo. Caso a inclinação do terreno seja igual ou superior a 30%. As plantas deverão ser visadas pela SERLA. o processo será encaminhado à *** para opinar quanto ao interesse de aproveitamento da área pelo município. no caso de demolição futura.  Dimensões dos lotes primitivos conforme certidão do Registro de Imóveis (RI).  Título do projeto dos Projetos Aprovados de Loteamento (PALs).

 Certidão do RI atualizada [prazo de 6 (seis) meses]. para doação futura.  Largura total do logradouro. No caso de parcelamento com frente para logradouro não aceito atender ao parágrafo 3º do art. A adequação dos lotes projetados em relação à largura do logradouro.5 (uma vez e meia) a área mínima do lote permitida na subzona em que se situe.  Título do projeto dos Projetos Aprovados de Loteamento (PALs). PROJETO DE LOTEAMENTO Deverá constar no projeto:  Nomenclatura correta do logradouro. em atendimento aos arts.046/1981. 7. será admitida testada menor que a mínima estabelecida para o local desde que seja atendida a área mínima e que o lote apresente largura média correspondente a testada mínima. em nome do requerente. ou seja. escala do projeto e número da planta do aerofotogramétrico.800/1970. 4. 6.  Indicar e amarrar os lotes conforme certidão do Registro de Imóveis (RI). no caso de demolição futura. Na ZE-5.  Categoria dos novos lotes.  No caso de construções averbadas no RI. no caso de desmembramento de área superior a 30. além do atendimento ao art.  Convenções cromáticas e gráficas. deverá ser feito gravame de 8% sobre a área total do terreno.800/1970.  Se o terreno estiver em espólio deverá ser apresentado alvará judicial.  Se estiver hipotecado deverá ser apresentado autorização do credor. 5. . apresentar DPA. 485 da LOM.000m².800/1970.  Se o terreno não tiver no nome do requerente deverá ser apresentado título de propriedade com os vínculos com o RI fazendo a cadeia sucessória. o lote deverá ter área mínima correspondente a 1. 50 do Regulamento de Parcelamento da Terra (RPT) do Decreto “E” nº 3. deverá atender também. DPE e Declaração de Possibilidade de Drenagem Pluvial.000m² do qual resulte lotes com área inferior a 30. quando for feito o loteamento da área. quando um lote apresentar testada em curva côncava ou em linha quadrada formando concavidade.  Dimensões dos lotes projetados (observar o lote mínimo para o local). ou seja. 52 e 54 do Regulamento de Parcelamento da Terra (RPT) do Decreto “E” nº 3. conforme o art.  Área dos lotes primitivos e projetados observando que a área de recuo deverá ser descontada do lote primitivo.  Dimensões dos lotes primitivos conforme certidão do Registro de Imóveis (RI). a serem modificados e/ou substituídos pelo novo PAL. 49 do Regulamento de Parcelamento da Terra (RPT) do Decreto “E” nº 3.  Número do Projeto Aprovado de Alinhamento (PAA).  Carimbo do número da Região Administrativa (RA). ao inciso III das Disposições Gerais do Decreto nº 3. indicar a projeção a ser mantida ou indicar na projeção a demolir.  Se estiver penhora deverá ser exigido RI com baixa de penhora ou sub-rogação da mesma. Documentação necessária  ART.

o lote deverá ter área mínima correspondente a 1. deverá atender também. apresentar DPA. o projeto deverá ser visado pela GeoRio. . independentemente da área a ser loteada (área total do terreno excluída da área de recuo). Caso o terreno esteja sujeito à área de investidura deverá ser observado:  Se a área a ser investida for um lote autônomo (lote mínimo para o local) não poderá ser concedida como investidura. ou seja. 49 do Regulamento de Parcelamento da Terra (RPT) do Decreto “E” nº 3.  Curvas de nível de metro em metro. 485 da LOM. DPE e Declaração de Possibilidade de Drenagem Pluvial. 2.  O Projeto Aprovado de Loteamento (PAL) pode ser aprovado sem o processamento da área devendo constar da planta o gravame constante do item 6 do anexo I da Resolução SMU nº 38/1996.  A área de investidura será sempre indicada separadamente para cada lote projetado.800/1970. ou seja. será admitida testada menor que a mínima estabelecida para o local desde que seja atendida a área mínima e que o lote apresente largura média correspondente a testada mínima. deverá ser elaborada a papeleta de alinhamento visada pelo Departamento de Licenciamento e Fiscalização (DLF). Caso o terreno esteja sujeito a área de investidura o percentual de doação incidirá sobre a mesma devendo ser processada antes da aprovação do projeto. 9. entretanto.  Na ZE-5. No caso de parcelamento com frente para logradouro não aceito atender ao parágrafo 3º do art. testada menor acrescida do afastamento frontal exigido para o outro logradouro.  Os lotes projetados não poderão incluir as medidas do perímetro da área de investidura. conforme estabelecido nos Decretos 6168/1973. Título do projeto de acordo com o RI.766/1979. Caso a inclinação do terreno seja igual ou superior a 30%. devendo ter o seu perímetro integralmente cotado com indicação da sua respectiva área. 4. quando um lote apresentar testada em curva côncava ou em linha quadrada formando concavidade. ao inciso III das Disposições Gerais do Decreto nº 3. conforme o art. 3. caso contrário. 5. Observações: 1. Verificar a cota limite para abertura de logradouro. amarrando-as em relação às divisas do terreno.800/1970. além do atendimento ao art.  Cursos d’água. 4º da Lei Federal nº 6. o processo será encaminhado à *** para opinar quanto ao interesse de aproveitamento da área pelo município.5 (uma vez e meia) a área mínima do lote permitida na subzona em que se situe.800/1970. 7914/1988 e decretos específicos. A adequação dos lotes projetados em relação à largura do logradouro. Caso a área de recuo e/ou investidura for de difícil determinação. mencionando lotes e amarrando-os em relação às construções ou aos logradouros próximos ou citando construções nos terrenos envolvidos no projeto. ou seja. rios e canais e suas faixas “non aedificandi” com as suas respectivas larguras. a área dos lotes deverá ser indicada com e sem investidura. 8. 7. Atender ao parágrafo 1º do art. As plantas deverão ser visadas pela SERLA. No caso de lote situado em esquina:  Atender ao art. valas. 50 do Regulamento de Parcelamento da Terra (RPT) do Decreto “E” nº 3. quanto aos 35% de doação. 6. 50 do Regulamento de Parcelamento da Terra (RPT) do Decreto “E” nº 3. conforme item 5 do anexo I da Resolução SMU nº 38/1996. 7976/1973.046/1981.

verificar a área situada abaixo e a área acima da referida cota. A concordância dos alinhamentos de 2 (dois) logradouros projetados deverá ser feita por curva de raio mínimo de 5m de acordo como o art. 53 do Regulamento de Parcelamento da Terra (RPT) do Decreto “E” nº 3. 18. Caso a área a ser loteada seja maior de 30.10. 14. Serão admitidos lotes para arremate de quadra. 54 do Regulamento de Parcelamento da Terra (RPT) do Decreto “E” nº 3. ou seja. As quadras não deverão ter extensão superior a 200m.  . 52 e 54 do Regulamento de Parcelamento da Terra (RPT) do Decreto “E” nº 3. Os viradouros deverão atender ao art.000m² e tenha mais de 50 (cinqüenta) lotes deverá ser atendido o art.800/1970.800/1970. 16. 3º do Regulamento de Parcelamento da Terra (RPT) do Decreto “E” nº 3. Os logradouros projetados não podem ser colados nas divisas devendo ser previsto afastamento das mesmas com áreas de jardins a serem doadas com largura compatível com o afastamento frontal exigido para o local. conforme letra a do art. 17. 12. 45 do Regulamento de Licenciamento e Fiscalização (RLF). 19. Caso incida sobre o terreno a cota limite de abertura do logradouro. 5º do Regulamento de Parcelamento da Terra (RPT) do Decreto “E” nº 3. 21. 11. 15.000m² deverá ser atendido os arts.800/1970. 16.800/1970. Documentação necessária  Projeto de grades e galerias aprovado pela drenagem.  Projeto de arborização aprovado pela Fundação Parques e Jardins (FPJ).  DPA.800/1970. 4º do Regulamento de Parcelamento da Terra (RPT) do Decreto “E” nº 3. O projeto de loteamento deverá conter planta de situação esquemática. Caso a área a ser loteada seja menor de 30. calculando os 35% de doação proporcionalmente para cada área.800/1970. quadro estatístico e gravame de vinculação de lotes. 51 do Regulamento de Parcelamento da Terra (RPT) do Decreto “E” nº 3. conforme o disposto no art. quanto ao percentual de 6% e 2% destinados a implantação de praças.800/1970. Deverão ser vinculados 20% (vinte por cento) do numero total de lotes projetados com frente para os logradouros a serem abertos para garantia da execução das obras de urbanização conforme consta do parágrafo 2º art. Neste percentual está incluído nos 35% de doação exigidos pela Lei Federal nº 6.800/1970. doação de área de recreação equivalente ao mínimo de 12m² por lote. serviços públicos e escola.800/1970. 13. conforme o previsto no parágrafo 5º do art. A concordância dos alinhamentos do logradouro projetado com logradouro existente deverá ser feita por curva de raio mínimo de 6m de acordo como o art. 3º do Regulamento de Parcelamento da Terra (RPT) do Decreto “E” nº 3. de acordo com o item 15 do anexo I da Resolução SMU nº 38/1996.  DPE. 5º do Regulamento de Parcelamento da Terra (RPT) do Decreto “E” nº 3. 20. Não pode haver trechos de logradouros com 9m de largura com extensão superior a 200m sem encontrar logradouro de 12m de largura.766/1979 e poderá ser redistribuído conforme parágrafo 2º do art.

Arruamentos. a execução de obras de: Construção e reconstrução. loteamentos. de edificações e de demolições V .Generalidades II .Licenciamento do assentamento de máquinas. e 75 do RLF aprovado pelo Decreto 3800/70 Decreto 8417/89 Simplifica as normas para licenciamento e de edificações e dá outras providências Decreto 8427/89 Dispõe sobre as penalidades e providências aplicáveis as obras irregulares e dá outras providências Obras e atividades sujeitas a licenciamento Depende de licença. saibreiras.. motores e equipamentos VI . total ou parcial Modificações Acréscimo Marquises Muros de frente ou de divisas Canalização de cursos d’água ou qualquer obra em suas margens Muralhas e muros de arrimo Desmonte Exploração de pedreiras.Fiscalização Decreto 5857/82 Aprovou o RICAT (Regulamento para Instalações e Conservação de Aparelhos de Transporte) Decreto 5281/85 Simplifica as normas e critérios para construção e aceitação de edificações residenciais unifamiliares e dá outras providências Decreto 5726/86 Simplifica as normas para o licenciamento e o habite-se das edificações em geral Decreto 8048/88 Dá nova redação aos artigos 73. de edificações e de demolições IV .Licenciamento para exploração de substâncias minerais do solo e subsolo IV . desmembramentos e remembramentos Assentamentos e acréscimo de equipamentos e motores demolições Documentação exigida (Decreto 8417/89) No pedido de licença de obra Certidão de Informações (CI) fornecida pela SMU Projeto de Arquitetura com duas cópias Certidão do RI ou PAL Comprovante de quitação do IPTU 50% da taxa paga da guia de licença Declaração do PREO e PRPA de que o imóvel não se situa em encosta. etc.Licenciamento do parcelamento e utilização da terra III .REGULAMENTO DE LICENCIAMENTO E FISCALIZAÇÃO (RLF) I . em vizinhança de taludes instáveis ou a menos de 50m de cursos d’água .Licenciamento de construções. 74.Licenciamento de construções..

aprovado pela Gerência de Instalação Mecânica (GIM) Projeto esquemático para instalações de elevadores firmado por empresa credenciada na Gerência de Instalação Mecânica (GIM) Documentação exigida (Decreto 5726/86) Para o habite-se Cópia da carteira de registro do PREO no CREA Alterações significativas no RLF Lei Orgânica Municipal de 5/4/90 Art. 4º da Resolução Conjunta SMU/SMA nº 001/94 Documentação exigida (Decreto 8417/89) Até a extração da guia de licença Cópia da carteira de registro do PREO no CREA Termo de investidura futura Até a conclusão da primeira laje Termo de obrigações referente ao licenciamento de edificações Projeto aprovado de desmembramento ou remembramento Laudo de sondagem e projeto de fundações Laudo de exigências e projeto aprovado pelo Corpo de Bombeiros Memória descritiva e projeto de sistema de exaustão e renovação de ar. incentivar. Às Instituições cabe: Pesquisar. caso o imóvel seja atingido por projeto aprovado de alinhamento (PAA) visada pela SMU Declaração do PREO quanto a existência de vegetação no lote de acordo com o art. 441º Concessão de licenças Executar fundações em 18 meses Conclusão das obras em 36 meses Obras de loteamento conclusão em 24 meses Art. 444º Impacto ambiental PRESERVAÇÃO E TOMBAMENTO A Preservação do Patrimônio Cultural é constituída pela associação de ações realizadas pelo: Poder Público Instituições Comunidades Ao Poder Público compete: Incentivar. legislar. fiscalizar e preservar.Cópia da carteira de registro do PRPA no CREA Planta aerofotogramétrica com o lote marcado e rubricado pelo PRPA Papeleta de Alinhamento. restaurar. divulgar. conservar e divulgar. inventariar. aprovado pela Gerência de Instalação Mecânica (GIM) Memória descritiva e projeto de sistema de condicionamento de ar. À Comunidade cabe: .

Instrumentos Legais de Preservação Federal: IPHAN Estadual: INEPAC Municipal: DGPC.Decreto n. restauração.Secretaria Municipal de Cultura A legislação municipal possui dois instrumentos: Tombamento APA Tombamento (Lei n. a segurança ou a visibilidade do bem tombado. À expedição ou renovação. cartazes ou letreiros. pintura ou remoção.Identificar os valores afetivos representativos de um grupo. Como intervir em uma edificação preservada Análise global da edificação Medições e levantamento fotográfico Identificação das informações históricas Análise arquitetônica Análise do estado de conservação Análise do entorno Consultorias Fundamentais Departamentos de Licenciamento e Fiscalização Corpo de Bombeiros CEDAE Light Companhias de Telefone . Constitua-se em testemunho das várias etapas de evolução urbana. Ocorrerá o destombamento nas seguintes hipóteses: Quando ficar provado que o tombamento resultou de erro de fato quanto à sua causa determinante. preservar e fiscalizar. de licença para obra. modificação. À prática de qualquer ato que de alguma forma altere a aparência. Pode ser: Compulsório Voluntário Decretado o tombamento. Presentes características morfológicas típicas e recorrentes. no caso de ruína iminente.º 166/80) Ato de competência do Prefeito assessorado pelo CMPC. pelo órgão competente. Possua valor afetivo ou se constitua em marco na história da comunidade. Por exigência indeclinável do desenvolvimento econômico-social do Município. Área de Proteção Ambiental (APA . afixação de anúncios. a integridade estética.º 7612/88) Criada por decreto Constituída de bens culturais e / ou naturais Possui características próprias e legislação específica Na APA há dois graus de proteção dos bens edificados: Os bens preservados Os bens tutelados Considera-se bem cultural passível de preservação: Seja parte integrante de um conjunto de bens de valor cultural. compete ao CMPC pronunciar-se quanto: À demolição. CMPC e do Escritório Técnico do Corredor Cultural . ou para instalação de atividade comercial ou industrial. transformação.

Comercial. Compete ao CBMERJ: Estudar. Jornais e Revistas Isenções Fiscais Taxa de Obras em Áreas Particulares (TOAP) Imposto Sobre Serviços (ISS) Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) CÓDIGO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO Fixa requisitos exigíveis nas edificações e no exercício de atividades. asilos. Coletiva (pensionatos. Mista.CEG Plantas originais e de modificação Arquivo Geral da Cidade Arquivo dos DLFs Arquivo da CEDAE Arquivo Nacional Fotografias de época Arquivo Geral da Cidade Arquivo Nacional Fundação Casa de Rui Barbosa Biblioteca Nacional Museu da Imagem e do Som Arquivos da Light Museu Histórico da Cidade Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro Famílias dos autores do projeto Proprietários da edificação Livros. Pública. . exigir e fiscalizar. Transitória (hotéis. internatos e congêneres). Máximo 3 pavimentos e área construída > 900m² . Da Classificação das Edificações Residencial Privativa (unifamiliar e multifamiliar). Hospitalar e Laboratorial. portas corta-fogo e escada enclausurada com ante-câmara. analisar. De Reunião de Público. Industrial.isenta. De Usos Especiais Diversos.exigida canalização preventiva. planejar. Garagem.exigida canalização preventiva. Escolar. Com 4 pavimentos ou + de 4 pavimentos . Dos Dispositivos Preventivos Fixos Edificações Residenciais Privativas Uni e Multifamiliares Máximo 3 pavimentos e área construída até 900m² . motéis e congêneres). Estabelece normas de segurança contra incêndio e pânico.

6. + 2 pavimentos e h até 12m .exigida portas metálicas no elevador e no poço. portas corta-fogo e escada enclausurada com antecâmara. + de 4 hidrantes . portas corta-fogo e escada enclausurada com ante-câmara e sprinkler.30 x 2.50m e PCF = 0.90 x 2.exigida canalização preventiva. Edificações Residenciais Transitórias e Coletivas. Com elevador exigidas portas metálicas no elevador e no poço. Grupamento de Edificações Residenciais Unifamiliares e Vilas Até 6 lotes ou casas .000 litros + 500 litros por hidrante excedente a 4. Com elevador exigidas portas metálicas no elevador e no poço.isenta. Da Canalização Preventiva Reservatório D'água Superior e Inferior Reservatório D'água Superior + RTI Até 4 hidrantes .50 x 2. portas corta-fogo e escada enclausurada com antecâmara e sprinkler. Edificação de Risco Grande . Reservatório D’água Inferior + RTI RTI Total = 30. Edificações Mistas. Superior a 6 lotes ou casas .000 litros. sprinkler e sistema elétrico ou eletrônico de emergência.exigida canalização preventiva.mínimo 2. Hospitalares e Laboratoriais Máximo 2 pavimentos e área construída até 900m² . portas corta-fogo e escada enclausurada com ante-câmara.80m.60 x 1.00 x 1.H = ou > 30m exigida canalização preventiva.50 x 1. Ventilação opcional. Públicas. Máximo 2 pavimentos e área construída > 900m² . Grupamento de Edificações Residenciais Multifamiliares Hidrantes.exigida canalização preventiva. .Dimensões mínimas 70 x 50 x 25cm Registro de passeio (Hidrante de Recalque) Caixa com tampa metálica 30cm x 40cm e profundidade máxima = 40cm Casa de Máquina de Incêndio Edificação de Risco Leve e Médio .6. Máximo 2 pavimentos e área construída > 900m² e 3 pavimentos . H > 30m .000 litros Hidrantes nos Pavimentos Abrigo . Máximo 2 pavimentos e área construída até 900m² . Com 4 pavimentos ou + de 4 pavimentos e h até 30m . Com elevador . H > 12m exigida canalização preventiva.exigida a colocação de hidrantes.mínimo 2.isenta.exigida canalização preventiva.10m. Os dispositivos referentes a cada edificação que compõe o grupamento.50m e PCF = 0. Comerciais.isenta. portas corta-fogo e escada enclausurada com ante-câmara.exigida canalização preventiva. Industriais e Escolares.

estocagem. . desde o local de geração (unidades privativas e áreas comuns das edificações) até o momento da sua oferta para fins da coleta regular do lixo. 7.273. visando a implantação e operação de sistemas de manuseio de lixo domiciliar em edificações da Cidade do Rio de Janeiro. de 30 de dezembro de 1993 .05 Norma Técnica COMLURB 42-60-01. APROVAÇÃO E DATA DE VIGÊNCIA 1.273. 4. de 05 de maio de 2003. coleta e destinação final do lixo infectante gerado em Unidades de Trato de Saúde.01 Lei Municipal nº 3. 5.01 O presente documento tem por objetivo estabelecer diretrizes para projetos de infraestrutura de edificações. ANEXOS 11. OBJETIVO REFERÊNCIAS CRUZADAS CAMPO DE APLICAÇÃO DEFINIÇÕES RESPONSABILDADES ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PROCEDIMENTOS PENALIDADES DISPOSIÇÕES FINAIS 10. 6. 2.SISTEMA DE DOCUMENTAÇÃO COMLURB PROC. DE MANUSEIO DO LIXO EM EDIFICAÇÕES 42-22-01 Emissão DEZ 03 SISTEMA DE MANUSEIO DO LIXO DOMICILIAR EM EDIFICAÇÕES ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS SUMÁRIO 1. 8.305 de 19 de abril de 2002. 2.Dá Condições Especiais para o Licenciamento de Edificações com até Três Pavimentos 2. de 06 de setembro de 2001 . 2. REFERÊNCIAS CRUZADAS 2. OBJETIVO 1.º 3.02 Decreto Municipal nº 21. 2.412.Proteção Contra Ruídos.079.Gestão do Sistema de Limpeza Urbana no Município do Rio de Janeiro.04 Lei Municipal nº 2. 9. que estabelece as condições de acondicionamento. de 24 de outubro de 1985 . 3. 2. que regulamenta a Lei Municipal n.03 Decreto Municipal nº 5.

06 COMPARTIMENTO DE COLETA NOS PAVIMENTOS sem Tubo de Queda (Anexo 1 .04 COMPARTIMENTO DE ACUMULAÇÃO (Anexo 1 . DEFINIÇÕES 4. c) condomínios. 4.Caçamba para lançamento dos resíduos sólidos no Tubo de Queda.Desenho 2) – Abertura situada no acesso ao Tubo de Queda.01 ACONDICIONAMENTO – Colocação dos resíduos no interior de recipientes apropriados e estanques.02 As especificações técnicas contidas nesta Norma devem ser obedecidas por: a) projetistas. em cada pavimento das edificações. onde se encontra instalada a Porta . 3. 4. em regulares condições de higiene.03 Os órgãos da Prefeitura responsáveis pelo licenciamento das edificações deverão considerar as disposições desta Norma Técnica.3. gerentes. 4. proprietários ou não. parcialmente e no que couber. 3. b) proprietários. 4. mediante o uso de veículos apropriados para tal. industriais. construtores e administradores de empreendimentos imobiliários. prepostos ou administradores de unidades comerciais. licenciamento e/ou construção no Município do Rio de Janeiro. com espaço para abrigar e permitir a livre movimentação de um número de contêineres capaz de acondicionar todo o lixo produzido no pavimento ao longo de 2 (dois) dias. de trato de saúde e de serviços públicos.07 CONDOMÍNIO ABERTO – Conjunto de edificações administrado pela mesma pessoa. permitindo a passagem dos veículos de coleta da COMLURB. CAMPO DE APLICAÇÃO 3. 4. . a todas as edificações existentes e.Desenho 4A) – Local fechado e exclusivo. com espaço disponível para abrigar e permitir a livre movimentação de um número de contêineres capaz de acondicionar todo o lixo produzido no pavimento ao longo de 2 (dois) dias. integralmente. 4.03 COLETA – Conjunto de atividades para remoção dos resíduos devidamente acondicionados e ofertados. onde as vias internas são franqueadas ao tráfego em geral. 4.01 Esta Norma se aplica. visando a sua posterior estocagem ou coleta. representados pelo síndico ou pelo administrador.Desenho 4B) – Local fechado e exclusivo.Desenho 5A) – Espaço dentro do Depósito Temporário de Lixo destinado a permitir que o lixo que desce pelo Tubo de Queda caia dentro de um contêiner plástico. d) residentes em edificações uni ou multifamiliares.02 BOCA COLETORA (Anexo 1 . física ou jurídica. a todas as construções em fase de projeto.05 COMPARTIMENTO DE COLETA NOS PAVIMENTOS com Tubo de Queda (Anexo 1 .

4.16 MOVIMENTAÇÃO INTERNA – Transferência física dos resíduos ou dos recipientes do local de geração até o local de estocagem ou até o local de oferta.13 ESTOCAGEM – Armazenamento dos resíduos em local adequado. 4.14 LIXO DOMICILIAR ou DOMÉSTICO . física ou jurídica.15 MANUSEIO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS – Conjunto de atividades que engloba a segregação na fonte.08 CONDOMÍNIO FECHADO – Conjunto de edificações administrado pela mesma pessoa. ou em outro local especificamente designado pela COMLURB.17 OFERTA – Colocação dos recipientes contendo os resíduos na calçada de frente do domicílio.10 DEPÓSITO TEMPORÁRIO DE LIXO (Anexo 1 .12 EDIFICAÇÃO MISTA – Prédio onde parte das unidades construídas é utilizada para fins residenciais e a outra parte é utilizada para fins comerciais ou de prestação de serviços. visando a sua coleta.11 DISPOSITIVO DE BASCULAMENTO ou “LIFTER” . 4. . 4. sendo vedada a passagem dos veículos de coleta da COMLURB.19 RESÍDUOS RECICLÁVEIS . 4. nas capacidades de 120 (cento e vinte).Desenhos 5A e 5B) – Compartimento.20 SEGREGAÇÃO NA FONTE – Separação dos resíduos nos seus diferentes tipos ou nas suas frações passíveis de valorização.resíduos passíveis de serem reintroduzidos no ciclo produtivo mediante processos de segregação. no seu local de geração. movimentação interna. 4. atendendo às normas ANSI Z 245-60 (Tipo B) e ANSI Z 245-30. 4.Desenho 3) – Equipamento de vedação instalado na boca coletora e destinado a lançar no tubo de queda os resíduos sólidos colocados em seu interior.18 PORTA . especialmente aquele proveniente das atividades de preparação de alimentos ou da limpeza regular desses locais.4. junto ao meio-fio. destinado exclusivamente ao armazenamento temporário do lixo produzido na edificação e no terreno onde esta se situa. 4. estocagem e oferta dos resíduos para coleta. onde as vias internas são de uso exclusivo dos moradores.Dispositivo montado nos veículos de coleta com o objetivo de bascular automaticamente os resíduos acondicionados em contêineres plásticos para o interior do veículo. 240 (duzentos e quarenta) e 360 (trezentos e sessenta) litros. acondicionamento.09 CONTÊINER PLÁSTICO – Recipiente fabricado em polietileno de alta densidade (PEAD). 4.lixo produzido em habitação unifamiliar ou multifamiliar com características não perigosas. 4. 4. até o momento da coleta. de forma controlada e por curto período de tempo. recuperação ou reutilização.CAÇAMBA (Anexo 1 . 4.

junto à porta de serviço das edificações ou em outros locais determinados pela COMLURB. b) retirada dos recipientes de acondicionamento de lixo dos logradouros. 5. d) os residentes em edificações multifamiliares.21 SISTEMA DE ACONDICIONAMENTO. c) os condomínios. . b) os proprietários. prepostos ou administradores de unidades comerciais.03 O correto manuseio dos resíduos sólidos. por gravidade.  até as oito horas da manhã do dia seguinte. e) nos demais casos. asseio e higiene do sistema de movimentação interna dos resíduos nas edificações dentro das normas e preceitos da proteção ao meio ambiente e saúde pública. 5. dos resíduos sólidos produzidos nos pavimentos das edificações. quando houver.4. de trato de saúde e de serviços públicos. RESPONSABILIDADES (A) Dos Usuários 5. em uma única prumada. 4. incluindo a limpeza. gerentes.Desenho 1) – Tubo vertical construído em toda a extensão da edificação. todos os residentes. até duas horas antes do horário da coleta domiciliar regular. até o momento da sua oferta para fins da coleta regular do lixo. as pessoas físicas ou jurídicas para o efeito designadas. na sua falta.02 Os responsáveis pelo projeto e/ou pela construção e/ou pela operação do sistema de manuseio interno dos resíduos gerados nas edificações devem atender ao disposto na presente Norma Técnica. obedecendo aos seguintes horários:  até uma hora após a coleta. destinado à queda. pessoas físicas ou jurídicas. industriais. proprietários ou não.22 TUBO DE QUEDA (Anexo 1 . serão os únicos responsáveis pela implantação do sistema de manuseio e pela manutenção das condições de operação. 5. construtores e administradores de empreendimentos imobiliários. representados pelo síndico ou pelo administrador. 5. sem qualquer desvio. é de exclusiva responsabilidade de seus geradores. para os casos de coleta noturna. manutenção e conservação dos recipientes e dos locais de estocagem e oferta. COLETA E ARMAZENAMENTO DE LIXO NAS EDIFICAÇÕES – Conjunto de etapas pelas quais devem passar os resíduos sólidos no interior das edificações. pela implantação e pelo adequado manuseio do lixo domiciliar e sua oferta para fins de coleta regular: a) os projetistas.01 São responsáveis pelo projeto. ou. para os casos de coleta diurna.04 O proprietário da unidade imobiliária e/ou o administrador do condomínio. Estas ações poderão abranger as seguintes atividades: a) colocação dos recipientes contendo os resíduos devidamente acondicionados no logradouro.

c) manutenção dos recipientes de acondicionamento de lixo dentro da área das edificações durante todo o período fora dos horários de coleta. em função de aspectos técnicos e operacionais.no item”Serviços”. contratados ou credenciados para a realização dos serviços. (B) Tubo de Queda 6.06 É de responsabilidade da COMLURB: a) coletar.rio.03 O tubo de queda não poderá ter nenhuma reentrância ou saliência que impeça a livre queda do lixo ao longo da tubulação. para cada local do Município. obrigatoriamente. por valores médios de mercado. os dias e horários da coleta domiciliar regular. que deverão ser observados pelos munícipes. quando da ocorrência de chuvas fortes. . A relação de fabricantes e fornecedores de contêineres padrão americano pode ser encontrada no site da COMLURB . ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS (A) Movimentação Interna 6. b) estabelecer e divulgar aos usuários com a devida antecedência.rj. diretamente ou através de terceiros. atendendo às especificações das normas ANSI Z 245-60 e ANSI Z 245-30.01 A estocagem dos resíduos no depósito temporário de lixo terá que ser feita. (B) Da COMLURB 5. sem prejuízo das sanções cabíveis. d) retirada do lixo ofertado do logradouro. a seu exclusivo critério. os serviços de remoção do lixo indevidamente acumulado. Notas: Os contêineres compatíveis com o dispositivo de basculamento instalado nos veículos da coleta regular da COMLURB são do tipo americano.05 O lixo domiciliar e os resíduos similares quando colocados no logradouro com vistas à sua coleta.02 O tubo de queda deverá ter dimensão interna mínima de 40 cm. c) executar. 6. para impedir que seja levado ou disperso pelas águas pluviais. ou de lados se for quadrado. 5.gov.br/comlurb . de diâmetro se for circular. transportar e dar destinação final adequada ao lixo domiciliar ofertado pelos usuários. em contêineres plásticos de tipo compatível com o dispositivo de basculamento instalado nos veículos da coleta regular da COMLURB ou da empresa particular contratada.http://www. cobrando dos responsáveis o custo correspondente aos serviços prestados. 6. permanecem sob responsabilidade do gerador e/ou o administrador do condomínio.

6. a) O compartimento de coleta nos pavimentos deverá ter seu piso e paredes revestidos com material impermeável.05 A porta .5 cm de aresta. impedindo a livre passagem dos resíduos. por pavimento 4 Contêineres de 120 L Características Tabela 1B Edificações Comerciais. por pavimento de 120 litros 2 Contêineres de 240 L Acima de 8 unidades residenciais ou acima de 600m² de ou área privativa. (E) Compartimento de Coleta nos Pavimentos 6. haja obstrução do tubo de queda.Caçamba 6. 1 (um) compartimento de coleta em cada um destes pavimentos. Tabela 1A Edificações Residenciais Tipo A B Quantidade Mínima de Contêineres Com até 8 unidades residenciais ou com até 600m² de área 2 Contêineres privativa. dotado ou não de tubo de queda.08 Todas as edificações com mais de 3 (três) pavimentos destinados exclusivamente para fins residenciais ou comerciais deverão dispor de. (D) Porta . a seguir. resistente e de fácil limpeza. deverá ter a área mínima suficiente para abrigar e permitir a livre movimentação da quantidade mínima de contêineres especificada nas Tabelas 1A e 1B. mais ou menos dez por cento). 6. em nenhuma hipótese.(C) Boca Coletora 6.04 A boca coletora não pode permitir a entrada de volumes de formato cúbico superiores a 22. construído conforme as especificações a seguir. Mistas e de Outras Naturezas Quantidade Mínima Tipo Características de Contêineres 2 Contêineres A Com até 400 m² de área construída por pavimento de 120 litros 2 Contêineres de 240 L ou B Acima de 400 m² de área construída por pavimento 4 Contêineres de 120 L . b) O compartimento de coleta nos pavimentos. garantindo o fechamento automático da porta.10 m ±10% (um metro e dez centímetros. pelo menos.06 Sua instalação deverá ser feita de maneira que.caçamba deverá se estar a uma altura do piso igual a 1.07 O eixo da porta .caçamba deverá ser resistente. de fácil manejo e seu funcionamento deverá ser por gravidade (peso próprio).

l) as indústrias. d) as edificações com dois pavimentos cujas unidades ocupacionais tenham entradas independentes.079 de 30/12/93.09 As edificações que não disponham. m) os supermercados. c) as edificações residenciais multifamiliares com uma única unidade domiciliar por pavimento.6. f) as edificações destinadas a instalações especiais que.10 Nas unidades do tipo “duplex” ou “triplex”. constituídas exclusivamente de lojas. i) os estabelecimentos de ensino.12 As unidades domiciliares que tiverem tubo de queda exclusivo.11 Não se enquadram na obrigatoriedade do item 6. j) os edifícios-garagem. (F) Depósito Temporário de Lixo 6. 6. 6. localizado dentro de suas dependências de serviço podem prescindir do espaço reservado para movimentação de contêineres. g) as edificações comerciais do tipo “Centro Comercial” ou “Magazine”. tipo residencial com serviços.08: a) o pavimento que já contiver o depósito temporário de lixo. comprovadamente. 6. h) as edificações destinadas a uso exclusivo de uma única empresa e com uma única numeração. isento de obstáculos que impeçam a livre movimentação dos contêineres. 6. Os demais pavimentos da unidade poderão prescindir do compartimento de coleta. sendo admitidas rampas que permitam a fácil movimentação dos contêineres até o local de coleta. como degraus de escada e outros.13 Exemplos de compartimentos de coleta nos pavimentos podem ser vistos no Anexo 1 desta Norma. . não produzam resíduos sólidos. e) as edificações até três pavimentos enquadradas na Lei Municipal 2. motéis e edificações residenciais transitórias.15 Deverá estar localizado em local coberto.14 O depósito temporário de lixo deve se localizar em um pavimento que tenha acesso direto ao logradouro ou às vias externas de condomínio. o compartimento de coleta deverá ser construído no pavimento que contiver as instalações de serviço dos domicílios. de elevador estão dispensadas da construção do compartimento de coleta. b) as edificações residenciais unifamiliares com mais de um pavimento. k) os hotéis. 6.

onde os veículos da COMLURB serão obrigados a manobrar. PROCEDIMENTOS 7. somente poderá ser colocado lixo domiciliar.19 e 6.19 As vias internas de condomínios abertos. resistente e de fácil limpeza. por onde os veículos da COMLURB irão trafegar. como tal.22 Os condomínios ou loteamentos que não quiserem atender às exigências dos itens 6. 6. e) rampa máxima de 15% (quinze por cento). para extensões acima de 500 metros. deverá ser ventilado e iluminado. sem saída. (G) Vias de Tráfego em Condomínios Abertos 6. (H) Observação 6. 6.17 Em ambos os casos. o depósito temporário de lixo deverá ter seu piso e paredes revestidos com material impermeável. b) largura mínima de 6 (seis) metros.20 deverão ser considerados pelo órgão de licenciamento da Prefeitura como Condomínios Fechados e. 6. 6.20 As vias internas de condomínios abertos. deverão ter as características mínimas apresentadas no Anexo 3 desta Norma Técnica. para extensões de até 500 metros. 7.6. c) curvas com raio mínimo de 10 (dez) metros.16 O depósito temporário de lixo poderá ser de 2 (dois) tipos: a) depósito sob o tubo de queda.01 No tubo de queda. d) rampa máxima de 20% (vinte por cento).21 As áreas de estacionamento de veículos que não apresentem obstáculos ao tráfego dos veículos da COMLURB poderão ser incluídas no cômputo das medidas especificadas no item 6.19 e no Anexo 3.18 Exemplos de depósitos temporários de lixo podem ser vistos no Anexo 1 desta Norma. b) depósito em edificações sem tubo de queda. deverão ter as seguintes características mínimas: a) pavimentação primária. que disponha de área para a estocagem de contêineres plásticos na quantidade exigida de acordo com o tipo de edificação. deverão assumir a responsabilidade de ofertar todo o lixo gerado no condomínio ou loteamento em um único ponto a ser definido oportunamente pela COMLURB. que permita a acumulação do lixo em contêineres plásticos e disponha de área a estocagem dos mesmos na quantidade exigida de acordo com o tipo de edificação. É terminantemente proibida a colocação de embalagens de vidro e entulho de obras independentemente . com fácil acesso que permita a livre movimentação dos contêineres plásticos e dotado de facilidades que permitam a limpeza e higienização dos contêineres plásticos.

03 É proibida a instalação de tubo de queda de lixo em hospitais. dentro do horário estipulado. 9. o síndico ou o administrador deve providenciar para que o lixo gerado em cada uma das edificações seja ofertado. em local de fácil acesso para a equipe de coleta.01 As infrações ao disposto nesta Norma Técnica serão penalizadas de acordo com o estabelecido na Lei Municipal 3. terão um prazo de 120 (cento e vinte) dias para se adequarem ao disposto no item anterior.06 Os condomínios de edificações que abrigam unidades de trato de saúde ou estabelecimentos de assistência à saúde. pela Prefeitura do Município do Rio de Janeiro. ambulatórios. 7.03 O licenciamento de edificações. conforme especificado no Capítulo 5. 7.02 É proibido acumular lixo com fim de utilizá-lo ou removê-lo para outros locais que não os estabelecidos pela COMLURB. condomínios e loteamentos.02 O tubo de queda deverá conduzir os resíduos sólidos a um depósito apropriado de lixo.273 de 06/09/01. separado do Depósito Temporário de Lixo. tanto de edificações multifamiliares como de residências unifamiliares. deverão possuir um abrigo para lixo infectante. para fins de dimensionamento dos espaços do sistema de manuseio de lixo a serem instalados nas edificações. DISPOSIÇÕES FINAIS 9. em local de fácil acesso para o veículo de coleta da COMLURB. Tópico (A). apresentada no Anexo 2 da presente Norma Técnica. independentemente de seu volume no interior dos tubos de queda. PENALIDADES 8. 9. assim como de materiais pesados. a partir da data de sua publicação. 8. sanatórios ou similares.05 Nos condomínios ou grupamentos de edificações abertas. 7. que abrigam unidades de trato de saúde ou estabelecimentos de assistência à saúde. dentro do horário estipulado.04 O síndico ou o administrador de condomínios deverão providenciar para que o lixo gerado seja ofertado. ou alternativamente a um equipamento de compactação instalado em compartimento próprio.04 desta Norma Técnica. deverá ser feito com o auxílio dos índices fornecidos na Tabela de Produção Diária de Lixo por Tipo de Construção. 7. humana ou animal. humana ou animal. 9. 7. item 5.01 O cálculo do volume diário de lixo. 7. previamente estipulado pela COMLURB. . prontosocorros. casas de saúde. construído em conformidade com o disposto na Norma Técnica 42-60-01.de peso ou volume. salvo os casos expressamente autorizados por esta última. estará condicionado ao atendimento das exigências contidas na presente Norma Técnica. de 05 de maio de 2003.07 Os condomínios de edificações já existentes.

15 de dezembro de 2003 .9.Instalações Domiciliares. APROVAÇÃO E DATA DA VIGÊNCIA 11. 10. substitui a Norma Técnica da COMLURB . Rio de Janeiro. aprovada pelo Diretor de Técnico e Industrial em 15/12/2003.Caçamba Desenho 4A – Exemplos de Compartimento de Coleta nos Pavimentos com Tubo de Queda Desenho 4B – Exemplos de Compartimento de Coleta nos Pavimentos sem Tubo de Queda Desenho 5A – Exemplos de Depósito Temporário de Lixo com Tubo de Queda Desenho 5B – Exemplos de Depósito Temporário de Lixo sem Tubo de Queda b) Anexo 2 – Tabela de Produção Diária de Lixo por Tipo de Construção c) Anexo 3 – Características das Vias Sem Saída de Condomínios Abertos 11. e tem vigência a partir de sua publicação. ANEXOS 10.01 Esta norma. publicada em 24 de agosto de 1999.04 Os casos omissos serão resolvidos pela COMLURB.01 Constam da presente Norma Técnica os seguintes anexos: a) Anexo 1 – Desenhos Desenho 1 – Tubo de Queda Desenho 2 – Detalhe da Boca Coletora Desenho 3 – Detalhe de Instalação da Porta .

DESENHO 1 TUBO DE QUEDA DE LIXO .ANEXO 1 .

DESENHO 2 DETALHE DA BOCA COLETORA Boca Coletora TUBO DE QUEDA 30° Eixo da Boca Coletora 30 cm Altura Variável (1.DESENHO 3 DETALHE DE INSTALAÇÃO DA PORTA-CAÇAMBA Abertura Máxima da Boca Coletora Eixo Geométrico (30 x 30 cm) Boca Coletora 30° Porta-Caçamba TUBO QUEDA DE .10m  10%) Piso do Compartimento de Coleta ANEXO 1 .ANEXO 1 .

ANEXO 1 . .DESENHO 4A EXEMPLOS DE COMPARTIMENTO DE COLETA NOS PAVIMENTOS COM TUBO DE QUEDA PARA DOIS CONTÊINERES DE 120 LITROS PARA DOIS CONTÊINERES DE 240 LITROS PARA TRÊS CONTÊINERES DE 240 LITROS OBSERVAÇÃO: Distâncias mínimas fornecidas em metros.

ANEXO 1 .DESENHO 4B EXEMPLOS DE COMPARTIMENTO DE COLETA NOS PAVIMENTOS SEM TUBO DE QUEDA PARA DOIS CONTÊINERES DE 120 LITROS PARA DOIS CONTÊINERES DE 240 LITROS PARA TRÊS CONTÊINERES DE 240 LITROS OBSERVAÇÃO: Distâncias mínimas fornecidas em metros. .

DESENHO 5A DEPÓSITO TEMPORÁRIO DE LIXO COM TUBO DE QUEDA PARA QUATRO CONTÊINERES DE 120 LITROS PARA QUATRO CONTÊINERES DE 240 LITROS PARA SEIS CONTÊINERES DE 120 LITROS PARA SEIS CONTÊINERES DE 240 LITROS OBSERVAÇÃO: Distâncias mínimas fornecidas em metros. .ANEXO 1 .

DESENHO 5B DEPÓSITO TEMPORÁRIO DE LIXO SEM TUBO DE QUEDA PARA QUATRO CONTÊINERES DE 120 LITROS PARA QUATRO CONTÊINERES DE 240 LITROS PARA SEIS CONTÊINERES DE 120 LITROS PARA SEIS CONTÊINERES DE 240 LITROS OBSERVAÇÃO: Distâncias mínimas fornecidas em metros. .ANEXO 1 .

u.10 litros/m² de a.u.20 litros/m² de a.00 litros/apto .u. Motéis e Pousadas 6.u. 2 .p.u. Museus 0.00 litros/apto Pensões e Congêneres 8.As edificações com atividades mistas e industriais terão o cálculo da produção diária de lixo pelo somatório das respectivas partes componentes.10 litros/m² de a.I.15 litros/m² de a. S. Creches.u.u. Ensino não seriado 0.u.u .20 litros/m² de a.05 litros/m² de a. TIPO DE CONSTRUÇÃO .u.u.30 litros/m² de a.u.área útil dos pavimentos.u.I.00 litros/m² de a.05 litros/m² de a. Comercial.u. Salas Comerciais (Áreas Administrativas) 0.Apartamentos 15.: 1 .u.u.I.u Templos Religiosos 0. Escolas de 1º Grau.u Unidades Fabris S.I.ANEXO 2 TABELA DE PRODUÇÃO DIÁRIA DE LIXO POR TIPO DE CONSTRUÇÃO Produção de Lixo Residencial 0.u.00 litros/apto Hotéis de Padrão Médio 9.00 litros/leito Clínicas Veterinárias 0. a.C .p .u Parques e Jardins 0.u.Lojas 1.u Bibliotecas 0.Os casos não relacionados nesta tabela deverão ser analisados previamente pela COMLURB.somatório dos índices correspondentes. Cinemas 0.30 litros/m² de a. 2º Grau e Superiores 0.Residencial) S.C Hotéis de Alto Padrão 12.00 litros/quarto Casas de Repouso – Asilos 5.u.u.u. Teatros e Auditórios 0.30 litros/m² de a.u.u. Comercial (Edifícios-Garagem e Pavimentos-Garagem com vagas 0. numeradas Mista (Comercial . Obs.70 litros/m² de a.u.u.u.u.u. Maternal e Jardim de Infância 0.10 litros/m² de a.30 litros/m² de a.u.área útil das unidades.u Pavilhões e Parques de Exposição 0. exceto Edifícios-Garagem e Pavimentos-Garagem 1.05 litros/m² Abreviaturas: a.30 litros/m² de a.00 litros/apto Apart-Hotéis .C Parques Industriais S.30 litros/m² de a.C Estacionamentos Descobertos 0.

0 m .0 m B > 10.0 m R2 > 6.0 m R1 R1 R2 R2 R2 Dimensões Mínimas R1 > 10.0 m R2 > 6.ANEXO 3 CARACTERÍSTICAS DAS VIAS SEM SAÍDA DE CONDOMÍNIOS ABERTOS A 2B R2 R2 B 2B A B A B B R2 A A R2 R2 Dimensões Mínimas A > 6.

3. Dimensões do terreno conforme título averbado no Registro de Imóveis. dos vãos de ventilação e dos vãos de acesso poderão ser indicados no próprio desenho ou relacionadas à parte. O sistema de dobras deverá obedecer a modulação do formato A4 da ABNT. As dimensões dos vãos de iluminação e ventilação. plantas baixas de todos os pavimentos. Limites do lote. dimensões dos PVIs e PVs. 7. inclusive do telhado. As pranchas terão as dimensões mínimas do formato A3 da NB-8 da ABNT (42cm x 29. Os desenhos de um modo geral deverão observar o seguinte: 1. 5. Pavimento Térreo 1. Área de construção do pavimento.NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS NA PREFEITURA Os projetos deverão ser apresentados em 2 (dois) jogos. Não deverão apresentar rasuras. 3. Largura e extensão das galerias. 4. afastamentos das divisas e entre edificações. 2. 2. 4. 6. 3. 4. A legenda seguirá os modelos dos anexos 1. Alinhamento. ou de acordo com o PAL de loteamento. indicação do número do PAA. devidamente dobrados no formato A4 e em 2 (duas) pastas de cartolina. Memória descritiva do projeto de acordo com o modelo do anexo 4. 2. Dimensões dos vãos de iluminação e ventilação. limite de profundidade. 3. 2 e 3. . observadas as seguintes condições: 1. com o modelo da legenda de acordo com o item 4 faceando a prancha. com a legenda do projeto localizada no módulo situado à direita e na parte inferior da prancha. Indicar os usos dos compartimentos. respectivamente. 2. 5. afastamento mínimo frontal. 2. desmembramento ou remembramento e as medidas locais quando houver divergência.70cm). área coletiva. 2 (dois) cortes e fachadas. nos sentidos vertical e horizontal. sendo admitidas pequenas emendas assinadas e datadas pelo autor do projeto e pelo funcionário competente. ou a numeração do imóvel mais próximo. As pranchas deverão apresentar as seguintes informações: Planta de Situação 1. 3. dos vãos de ventilação e dos vãos de acesso. 4. Pavimento com Lojas 1. Cota de soleira da edificação em relação ao RN. Área útil das lojas e jiraus. Cotas de projeção da(s) edificação(ões). Indicar as dimensões e as áreas úteis dos compartimentos. Indicar a posição do(s) logradouro(s). Indicação dos imóveis confrontantes e suas respectivas numerações. Área de construção do pavimento. Serão constituídas no mínimo de: planta de situação. RN do meio-fio do logradouro na testada do terreno. Indicação da projeção das varandas e sacadas balanceadas.

Área de construção do pavimento. Área de construção do pavimento (excluída a área de varandas e/ou sacadas balanceadas). Área de construção do pavimento. 6. 2. Dimensões dos vãos de iluminação e ventilação. Telhado 1. Área útil das unidades residenciais. dos vãos de ventilação e dos vãos de acesso. 3.4. Indicação de sistema de condicionamento de ar e ventilação mecânica. Altura total da edificação incluindo casas de máquinas e reservatório superior. dos vãos de ventilação e dos vãos de acesso. Pavimento de Uso Comum 1. Localização e projeção dos pilares. dos vãos de ventilação e dos vãos de acesso. Ocupação permitida e projetada. Capacidade do reservatório superior. 4. 7. Área útil total das unidades residenciais com dependências na cobertura. 3. Área útil das unidades residenciais (excluída a área de varandas e/ou sacadas balanceadas). Nota sobre varandas e sacadas conforme o modelo do anexo 5. casa de máquinas de elevadores e de exaustão mecânica. Dimensões dos vãos de iluminação e ventilação. Dimensões dos vãos de iluminação e ventilação. 4. 5. excluída a área de terraços descobertos. 3. Número de vagas projetas. mínima exigida e projetada. Pavimentos de Estacionamento 1. 4. Área de ventilação exigida e projetada ou indicação de sistema de ventilação mecânica. dos vãos de ventilação e dos vãos de acesso. Ocupação permitida e projetada. Área de estacionamento. 4. Indicação do reservatório superior e casas de máquinas. 2. 2. Nota sobre coberturas conforme modelo do anexo 5. 2. 5. Área útil das salas comerciais. Dimensões dos vãos de iluminação e ventilação. 5. Cortes 1. 3. dos vãos de ventilação e dos vãos de acesso. 2. 4. Nota sobre salas comerciais conforme modelo do anexo 5. Área de construção. Dimensões dos vãos de iluminação e ventilação. Cálculo da declividade das rampas. 6. 3. Área de construção do pavimento. calhas e acessos ao reservatório superior. Área da recreação infantil. Pavimento Tipo Residenciais ou Comerciais 1. 6. Coberturas 1. Indicação das águas do telhado. Pés direitos dos compartimentos e espessura das lajes. Afastamentos das fachadas. . 2. 5. 7.

.... Percurso dos elevadores e pé direito das casas de máquinas. 5. ANEXO 4 Memória Descritiva – Planta de Situação Obs: no caso de tratar-se de grupamento de edificações.......(zoneamento)..da.... Área do lote (m²) Área de recuo e/ou investidura (m²) ..em.3. Perfil natural do terreno....(número). em todo o perímetro da edificação.(endereço).... Fachadas 1..... notadamente quando em aclive e declive. 6.. Altura das platibandas ao nível do telhado.... 1.... Nível do meio-fio do terreno (RN) e cota de soleira da edificação em relação ao RN..... ANEXO 1 e 2 Legenda dos Projetos (Modelo) e Legenda dos Projetos (Dimensionamento e Usos) ANEXO 3 Título do Projeto (Modelo) Projeto para construção (ou substituição de projeto aprovado ou modificação de projeto aprovado) de edificação residencial multifamiliar (ou comercial ou mista ou industrial) situado à ...Região Administrativa... 4.. A indicação da posição do logradouro.......... as informações referentes às edificações deverão ser indicadas por bloco.

...................... salas comerciais: .............................. Quadro de áreas: pavimentos bloco 1 bloco 2 bloco n totais subsolo térreo/garagem 2º pav...................................... Reservatórios d’água: Volume exigido:.. 2º Pavimento-Garagem:.... RN local (m) Cota de soleira da edificação (m) 3...................m²................... Lojas: ...................................... O “habite-se” da edificação ficará condicionado à apresentação da Convenção do Condomínio..... 11.............................................. Número de pavimentos: Permitido: Projetado: 5.. º de vagas exigidas para: Unidades residenciais: ............ ..... Salas Comerciais:.............. área útil total: (não incluídas as instalações sanitárias).................... Total:.......) varandas/sacadas cobertura telhado ANEXO 5 Nota sobre varandas e sacadas As sacadas e varandas não poderão ser fechadas ou envidraçadas..º de pav.............. Altura total da edificação: Permitida: (m) Projetada: (m) 7. Afastamentos mínimos: Exigidos: Projetados: 9.... Volume de lixo: Cálculos.m²... litros Sistema projetado....... estipulando tal condição e estabelecendo que o Condomínio é co-responsável na obediência a essa exigência............ Garagem pav......................... Estacionamento de veículos: N............................................................................ uso comum tipo x (n............. º de vagas projetas: Subsolo:..... mesmo em parte e sob qualquer pretexto.. Total:.................................................................... litros 13............................ Edificação afastada ou não afastada das divisas 4............. unidades residenciais................ N.....................Área remanescente (m²) 2...... averbada no Registro de Imóveis...... ....... Número de unidades: lojas: .... 1º Pavimento-Garagem:......... com capacidade para..... litros 12.............. área útil total: ( não incluídas as instalações sanitárias)........ litros Volume projetado:........... Cálculo da ATE permitida: (m²) ATE projetada: (m²) 8...... Área livre do lote: Exigida: (% e m²) Projetada: (m²) 6.. 10.....

condição esta que terá de constar das escrituras de venda. .426/91). Decreto 322 de 3 de março de 1976 Aprova o Regulamento de Zoneamento do Município do Rio de Janeiro. devidamente registrada no Registro de Imóveis.800 de 20 de abril de 1970 Aprova os regulamentos complementares à Lei do Desenvolvimento Urbano do Estado da Guanabara. porventura. Decreto 8. se for o caso. venham a ser executadas nos elementos construtivos acima do último pavimento das edificações afastadas das divisas. aprovadas pelo artigo 120 do Regulamento de zoneamento do Decreto 322/76. nas áreas de planejamento definidas pelo PUB-RIO. proibido o seu uso para residências.336 de 05 de dezembro de 1988 Aprova o Regulamento de Construções de Edificações Residenciais Multifamiliares (Modificado pelo Decreto 10. porventura. Lei 938 de 29 de dezembro de 1986 Dispõe sobre obrigatoriedade de instalação de sinaleiros de advertência para pedestres nas entradas e saídas de garagens de automóveis. Decreto 3. estabelecendo a co-responsabilidade solidária do condomínio nas alterações que. das salas comerciais ou aceitação das obras.574 de 11 de dezembro de 1967 Estabelece normas para o desenvolvimento urbano e regional do Estado da Guanabara. O uso diverso ao concedido. Decreto 1. Decreto 7. grupamentos de edificações e urbanização aplicáveis a empreendimentos de interesse social. venham a ser executadas nos elementos construtivos acima do último pavimento das edificações afastadas das divisas. quando constatado. Nota sobre Coberturas (inciso XXVIII do Capítulo II das Instruções Normativas do Decreto 3046/81) Até o “habite-se” deverá ser apresentada a Convenção de Condomínio averbada no Registro de imóveis. estabelecendo a co-responsabilidade solidária do condomínio nas alterações que. a infração será punida na forma da lei. 120 do RZ) Até o “habite-se” deverá ser apresentada a Convenção de Condomínio averbada no Registro de imóveis. de memorial de incorporação. LEGISLAÇÃO URBANA POR ASSUNTO REGULAMENTOS GERAIS Lei 1. e dá outras providências (Regulamento de Parcelamento da Terra e Regulamento de Construções e Edificações). Nota sobre Salas Comerciais As salas terão destinação exclusivamente comerciais. aprovadas pelo inciso XXVIII do Capítulo II das Instruções Normativas do Decreto 3046/81.321 de 25 de novembro de 1977 Estabelece normas relativas a edificações. bem como da escritura de Convenção de Condomínio.426/91). antes ou após o “habite-se” ou a aceitação das obras eqüivalerá ao desrespeito ao projeto visado e a respectiva licença e. deverá ser anexada ao processo antes da concessão de “habite-se”.272 de 19 de dezembro de 1988 Aprova o Regulamento de Construções de Edificações de uso Comercial e de uso Comercial Misto (Modificado pelo Decreto 10. mesmo parcial.Nota sobre Coberturas (art. e dá outras providências.

Regulamenta o cumprimento dos artigos 133 e 134 do RZ aprovado pelo Decreto Nº 322/76 que dispõe sobre a construção e cessão gratuitas de escolas em grupamentos de edificações com 500 (quinhentas) ou mais unidades. Regulamento de Zoneamento do Município do Rio de Janeiro. Decreto Nº 23. Lei 2.940 de 30 de janeiro de 2004.Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro . nos casos previstos.426/91 no que se refere à construção de varandas balanceadas em edificações aprovadas anteriormente à vigência do Regulamento de Zoneamento. e dá outras providências. Decreto 9.426 de 6 de setembro de 1991 Simplifica formalidades no processo de licenciamento de edificações e dá outras providências. Lei Complementar 19 de 14 de dezembro de 1992 Define os anexos IV.654 de 9 de janeiro de 1991 Dispõe sobre as edificações coladas nas divisas nos termos do artigo 448 da Lei Orgânica do Município. 4º da Lei 1. 1 do Decreto Municipal 10. Resolução SMU nº 578 de 03 de janeiro de 2005 Regulamenta a aplicação do item 2. institui o Plano Diretor Decenal da Cidade do Rio de Janeiro.940 de 30 de janeiro de 2004 Torna obrigatório. Lei 1. a adoção de reservatórios que permitam o retardo do escoamento das águas pluviais para a rede de drenagem. Lei Complementar 16 de 04 de junho de 1992 Dispõe sobre a política urbana do município. aprovado pelo Decreto 322/76. 4. define as exceções que esta admite. relativo as obras de drenagem e de estabilização. de 11 de dezembro de 1967. VI e VII da Lei Complementar 16.917 de 29 de outubro de 1999 Dispõe sobre a obrigatoriedade de instalação de iluminação de emergência nas edificações que menciona. Decreto 25. Decreto 10.748 de 9 de setembro de 2005 Estabelece procedimentos para a legalização das edificações que menciona ACESSIBILIDADE Lei 1.437 de 03 de março de 2000.574.079 de 30 de dezembro de 1993 Dá condições especiais para o licenciamento de edificações com até três pavimentos.174 de 30 de dezembro de 1987 Dispõe sobre a obrigatoriedade de construção de rampas de acesso e elevadores para deficientes físicos paraplégicos em edificações residenciais e/ou comerciais . Lei 2. Decreto 18.437 de 03 de março de 2000 Regulamenta o cumprimento dos artigos 133 e 134 do RZ aprovado pelo Decreto Nº 322/76.484 de 28 de março de 2000 Altera a redação do Decreto “N” Nº 18. e dá outras providências. Decreto 18.Aprovada em 05 de abril de 1990. Resolução 56 de 05 de dezembro de 1996 Estabelece procedimento para licenciamento de obras de construção e acréscimo em estabelecimentos industriais e comerciais em condições que menciona. Resolução Conjunta SMG/SMO/SMU nº 001 de 27 de janeiro de 2005 Disciplina os procedimentos a serem observados no âmbito dessas secretarias para cumprimento do Decreto Nº 23. de 04 de junho de 1992 (Plano Diretor Decenal da Cidade) e dá outras providências.767 de 08 de novembro de 1990 Regulamenta o art. Dispõe sobre a construção e cessão gratuitas de escolas em grupamentos de edificações com 500 (quinhentas) ou mais unidades residenciais.

ALOJAMENTO PARA EMPREGADOS Lei Nº 550 de 17 de junho de 1984 Dispõe sobre as dimensões mínimas dos quartos de empregados domésticos em edificações residenciais a serem construídas no município do Rio de Janeiro Lei 1.635 de 23 e novembro de 1990 Determina o plantio de mudas de árvores próximas ao meio-fio de áreas públicas como obstáculos à passagem de veículos e dá outras providências Decreto 10. aceitação ou habite-se das obras de edificações. Decreto “N” 19. Decreto “N” 18. lanchonete e estabelecimentos semelhantes.384 de 08 de julho de 2004 Dispõe sobre o rebaixamento do meio-fio e sinalização dos acessos de veículos. de área pública para colocação de mesas e cadeiras por bares.Lei 1. estabelecendo os procedimentos que menciona.426 de 25 de agosto de 1989 Dispõe sobre o acesso para deficientes físicos na entrada principal de edificações multifamiliares e/ou comerciais Lei 3. Decreto 22. mistas. em lotes e em edificações residenciais. espaços e equipamentos urbanos.147 de 30 de novembro de 1999 Regulamenta os procedimentos a serem adotados para verificação das condições dos passeios por ocasião da licença.981 de 17 de fevereiro de 2004 Dispõe sobre o uso. Decreto 23.311de 03 de dezembro de 2001 Institui a obrigatoriedade de os condomínios residenciais multifamiliares promoverem adaptações para pessoas portadoras de deficiência de locomoção.050 de 31 de maio de 2004 Acessibilidade e edificações.705 de 07 de março de 2003 Regulamenta a Lei 3. e dá outras providências. Decreto 24.311 de 03 de dezembro de 2001. restaurantes. na forma que especifica.196 de 04 de janeiro de 1988 Vincula à concessão de habite-se de qualquer natureza a doação de árvores para plantio no passeio em frente à respectiva edificação e dá outras providências Lei 1. em condições especiais. comerciais. NBR 9.426 de 6 de setembro de 1991 Simplifica formalidades no processo de licenciamento de edificações e dá outras providências. AFASTAMENTO FRONTAL E PASSEIO Portaria U/SPE nº 301 de 28 de maio de 1991 Dispõe sobre a ocupação do afastamento frontal mínimo obrigatório com rampas de acesso de veículos e pedestres Resolução SMU 037 de 26 de agosto de 1994 Regulamenta os procedimentos a serem adotados para verificação das condições dos passeios por ocasião da concessão de licença. aceitação ou habite-se das obras de edificações. industriais e de uso exclusivo. mobiliário.218 de 11 de abril de 1988 Dispõe sobre a moradia dos porteiros de edifícios Lei Complementar 65 de 16 de abril de 2003 Dispõe sobre a obrigatoriedade de alojamento para empregados nas condições que menciona e dá outras providências ARBORIZAÇÃO Lei 1.146 de 14 de novembro de 2000 Dispõe sobre os procedimentos para declarar espécimes vegetais imunes ao corte .

682 de 05 de novembro de 1998 Dispõe sobre a criação de serviço médico nos shoppings do Município do Rio de Janeiro Resolução 693 de 17 de agosto de 2004 Dispõe sobre o licenciamento de estabelecimento de interesse para a saúde.850 de julho de 1988 Estabelece critérios de ocupação para o pavimento de uso comum das edificações destinadas à assistência médica com internação (hospitais e clínica) e dá outras providências Lei 2.421 de 17 de maio de 2002 Disciplina o licenciamento de construção de edificações em terrenos já edificados. no âmbito da vigilância sanitária municipal.577 de 14 de junho de 2002 Substitui o parágrafo único do Decreto 21. Lei 1. que impliquem na demolição de imóveis existentes no local.064 de 18 de junho de 2001 Dispõe sobre a emissão de parecer sobre pedidos de demolição de quaisquer imóveis Resolução SMU 335 de 25 de junho de 2001 Regulamenta o Decreto 20. e dá outras providências.Resolução SMAC 93 de 27 de abril de 2001 Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados nas solicitações de autorização para corte de árvores e/ou remoção de vegetação.372 de 27 de março de 2002 Torna “non aedificandi” as áreas que compreendem os campos de futebol das agremiações e instituições que especifica. Decreto 21. CINEMA E TEATRO Lei 615 de 18 de setembro de 1984 Dispõe sobre a demolição de imóveis que contenham instalações para projeções cinematográficas. DEMOLIÇÃO Decreto 20. e dá outras providências. Decreto 6. Resolução SMAC 193 de 8 de janeiro de 2002 Altera a redação dos dispositivos que menciona da Resolução SMAC Nº 93 de 27 de abril de 2001 ASSISTÊNCIA MÉDICA Decreto 7.064 de 18 de junho de 2001 Resolução SMU 396 de 22 de março de 2002 Normatiza o pedido de licenciamento de demolições no âmbito da Secretaria Municipal de Urbanismo Resolução SMU 399 de 15 de abril de 2002 Disciplina o licenciamento de construção de edificação em terrenos já edificados. que impliquem na demolição de imóveis existentes no local.155 de 25 de setembro de 1986 Estabelece condições especiais para edificações ou parte de edificações destinadas a teatro e cinema no Município do Rio de janeiro e dá outras providências.463 de 23 de outubro de 1989 Dispõe sobre a construção de salas de teatro e cinema nos centros comerciais do município do Rio de Janeiro CLUBES Lei Complementar 45 de 11 de janeiro de 2000 Disciplina a utilização das áreas ocupadas por clubes sociais e recreativos e dá outras providências Lei 3.421 de 17 de maio de 2002 . Decreto 21. de cunho comercial ou não.

Decreto 9. Decreto 8. (Modificado pelos Decretos 5. EDIFÍCIO GARAGEM Decreto 9.797 de 08 de novembro de 1990 Regulamenta o art. nas zonas residenciais. Lei 1.647/85. ENSINO Lei Complementar 28 de 16 de abril de 1996 Regulariza as edificações destinadas às instituições de ensino.321 de 29 de dezembro de 1988 Determina as condições para as edificações em terrenos de encostas situados em ZR-1 e ZE-1 cuja inclinação seja superior a 20%. Decreto “N” 18.12.282/88).393 de 16 de maio de 1989 Dispõe sobre instalações sanitárias em todos os supermercados. Decreto 8.463 de 23 de outubro de 1989 Dispõe sobre a construção de salas de teatro e cinema nos centros comerciais do município do Rio de Janeiro Lei 2. excetuando as localizadas na ZE-1 Decreto “N” 17.743 de 26 de outubro de 1990 Estabelece critérios para determinação do número de pavimentos dos edifícios garagem nas áreas regulamentadas por decreto que limite gabarito por altura e/ou número de pavimentos e dá outras providências.561 de 18 de maio de 1999 Regulamenta a aplicação do artigo 3º da Lei Complementar nº 28 de 16 de abril de 1996 . de 11.002/87 e 8.Decreto 23. 4 da Lei nº 1. aprovado pelo Decreto “E” nº 3800 de 20 de abril de 1970. bem como bebedouros e dá outras providências.321 de 29 de dezembro de 1988 Determina as condições para as edificações em terrenos de encostas situados em ZR-1 e ZE-1 cuja inclinação seja superior a 20%. relativamente as obras de drenagem e de estabilização. e dá outras providências.716 de 11 de dezembro de 1998 Dispõe sobre a obrigatoriedade de construção de passagens para pedestres nas condições que menciona. a seção IV – Defesa Paisagística das Encostas e o artigo 76. EDIFICAÇÃO UNIFAMILIAR Decreto 5.677 de 8 de julho de 1980 Acrescenta ao Capítulo II – Defesa dos Aspectos paisagísticos e dos Logradouros e Cursos D’Água.67.235 de 04 de agosto de 2003 Dispõe os requisitos de segurança a serem observados no processo de demolição de imóveis no Município EDIFICAÇÃO DE GRANDE PORTE Lei 1.396 de 15 de maio de 2002 Dispõe sobre a criação de um espaço reservado “tipo sala de espera” em supermercados. ENCOSTAS Decreto 2.281 de 23 de agosto de 1985 Simplifica normas e critérios para construção e aceitação de edificações residenciais unifamiliares e dá outras providências. 7. 574.387 de 21 de fevereiro de 2000 Regulamenta os procedimentos a serem exigidos para licenciamento de empreendimentos de grande porte Lei 3. do Regulamento de Parcelamento de Terra.

cancelas.618 de 08 de março de 1996 Dispõe sobre instalação.426/91).972 de 03 de janeiro de 2002 Dispõe sobre a construção de acumuladores destinados a estacionamentos automatizados ou não. Resolução Conjunta SMU/SMO nº 02 de 29 de maio de 1996 Disciplina as normas construtivas que permitem a instalação. de guaritas. misto e hotel em AC-1 e AC-2. Ofício 190 SMU/GAB de 08 de março de 2004 Devem ser submetidos à análise da CET-RIO.ESTACIONAMENTO Decreto 52 de 1º de julho 1975 Altera disposições relativas a estacionamento e guarda de veículos. Decreto 8. Resolução SMU 30 de 05 de setembro de 1990 Dispõe sobre critérios interpretativos das normas relativas a estacionamento de veículos Decreto10. .977 de 11 de agosto de 1988 Estabelece condições para estacionamento em edificações e uso comercial. para veículos automotores. os projetos para construção de edificação multifamiliares.845 de 22 de julho de 1999 Dispõe sobre a obrigatoriedade de afixação de avisos em guaritas. (Modificado pelo Decreto 10. a título precário. (Modificado pelo Decreto 14. verticais e/ou horizontais.426/91).272 de 19 de dezembro de 1988 Aprova o Regulamento de Construções de Edificações de uso Comercial e de uso Comercial Misto. ESGOTAMENTO SANITÁRIO Lei 1. Decreto 7. de guaritas e traves basculantes em logradouros públicos. GUARITAS Decreto 14. mistas ou comerciais nas condições que estabelece. Decreto 322 de 03 de março de 1976 Aprova o Regulamento de Zoneamento do Município do Rio de Janeiro Decreto 7.082 de 27 de março de 1991 Institui o sistema de esgotamento sanitário do Município do Rio de Janeiro.800 de 20 de abril de 1970. obstáculos e cabinas de segurança em logradouros públicos.631 de 31 de outubro de 1990 Dispõe sobre o lançamento de esgotos sanitários em corpos hídricos receptores do Município e dá outras providências Decreto 10. estabelecidas no Regulamento de Zoneamento e no Regulamento de Construções e Edificações.703 de 10 de abril de 1996). aprovado pelo Decreto “E” 3. a título precário. traves basculantes ou similares em logradouros públicos.336 de 05 de dezembro de 1988 Aprova o Regulamento de Construções de Edificações Residenciais Multifamiliares (Modificado pelo Decreto 10. Lei 2. regulamenta a Lei nº 1631 de 31 de outubro de 1990 e dá outras providências. 426 de 06 de setembro de 1991 Simplifica formalidades no processo de licenciamento de edificações e dá outras providências Ofício CET/DTE 29 de 1º de agosto de 1997 Critérios e vias especiais de tráfego utilizados na análise de projetos considerados como Pólos Geradores de Tráfego (PGT) Resolução SMTU/SMTR 01 de 31 de agosto de 2000 Estabelece parâmetros para a aprovação de hotéis-residência nas áreas de planejamento 2 e 4 Decreto 20.

o regulamento de construções e edificações. estabelece condições relativas à construção de hotel-residência. de 03. Lei Complementar 41 de 7 de outubro de 1999 Dispõe sobre o licenciamento e o funcionamento de hotéis-residência no município Decreto 18. estabelece condições relativas à construção de hotel-residência.04. 2 e 3 do Decreto Nº 7. Resolução SMU 139 de 10 de fevereiro de 1993 Estabelece critérios normativos para aplicação do disposto no artigo 4º do Decreto nº 5. de 20. Resolução SMTU/SMTR nº 01 de 31 de agosto de 2000 Estabelece parâmetros para a aprovação de hotéis-residência nas áreas de planejamento 2 e 4 OBS: Declarado inconstitucional a parte final do art.03.084 de 01 de julho de 2003 Dispõe sobre licença para colocação de grades e obstrutores em áreas públicas HOTEL Decreto 3.997/92. HOTEL-RESIDÊNCIA (sub judice) Decreto 3.726 de 19 de março de 1986 Simplifica normas para licenciamento e “habite-se” de edificações e construções.417 de 12 de abril de 1989 Simplifica normas para licenciamento de construções e de edificações e dá outras providências (Modificado pelos Decretos 10.4º e seus incisos II. aprovado pelo decreto “E” Nº 3. III e VI da Lei Complementar nº 41 de 7 de outubro de 1999 em decisão ainda não definitiva proferida na representação de inconstitucionalidade nº 139 de 2000. e dá outras providências.03.313 de 07 de maio de 1990 Altera a redação dos arts. de 07 de outubro de 1999 – Hotel Residência. o regulamento de construções e edificações. e dá outras providências (Modificado pelo Decreto 10.800.044 de 23 de abril de 1981 Altera o regulamento de zoneamento aprovado pelo Decreto Nº 322.038.044 de 23 de abril de 1981 Altera o regulamento de zoneamento aprovado pelo Decreto Nº 322.70.800.667/92 e 16.982. de 28 de outubro de 1999. Regulamenta a aplicação da Lei Complementar Nº 41.038 de 28 de outubro de 1999 Regulamenta a aplicação da Lei Complementar nº 41 de 7 de outubro de 1999 Decreto 18. aprovado pelo decreto “E” Nº 3.982 de 15 de agosto de 1988 Estabelece condições para construção de edificações de uso exclusivo destinadas a hotel Decreto 9.794 de 25 de julho de 2000 Altera o Decreto “N” Nº 18.845/98). e dá outras providências. que estabelece condições para construção de edificação de uso exclusivo destinado a hotel.Decreto 23. LICENCIAMENTO Portaria O/DGED 52 de 25 de junho de 1982 Fixa normas para apresentação de projetos na Superintendência de Licenciamento Central Lei 704 de 03 de janeiro de 1985 Dispõe sobre licença de obras e de parcelamento da terra e dá outras providências Decreto 5.08.76.70.88. de 15.04. de 20.76.05. de 03.89 Resolução 56 de 05 de dezembro de 1996 Estabelece procedimento para licenciamento de obras de construção e acréscimo em estabelecimentos industriais e comerciais nas condições que menciona .726 de 1º de março de 1986 Resolução SMU 171 de 15 de junho de 1993 Simplifica procedimentos administrativos revogando a Resolução SMU nº 06 de 11.997/92). Decreto 7. Decreto 8. 11.

Decreto 51 art. PARCELAMENTO (REMEMBRAMENTO. no âmbito da competência da Secretaria Municipal de Saúde. que trata da adequação da obrigação de doação de terrenos e construção de escolas aos empreendimentos de interesse social destinados à população de baixa renda.721 de 05 de junho de 1998 Cria documento único de regularização para efeito de cálculo do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana e taxas fundiárias Resolução 680 de 10 de fevereiro de 1999 Dispõe sobre o licenciamento de estabelecimentos de interesse para a saúde.387 de 21 de fevereiro de 2000 Regulamenta os procedimentos a serem exigidos para licenciamento de empreendimentos de grande porte Resolução SMU Nº 476 de 11 de julho de 2003 Cumprimento dos artigos 133 e 134 do RZ aprovado pelo Decreto nº 322/76. e dá outras providências (Regulamento de Parcelamento da Terra). para o licenciamento de grupamento de edificações. instalação e funcionamento de atividades que possam causar danos ao meio ambiente.437 de 03 de março de 2000. Decreto “E” 6.168 de 15 de maio de 1973 Estabelece restrições para a abertura de logradouros em encostas.932 de 03 de agosto de 2004) . Decreto 26. remembramento e parcelamento da terra.305 de 19 de abril de 2002 Regulamenta a Lei nº 3. que dispõe sobre a Gestão dos Serviços de Limpeza Urbana e dá outras providências. ampliação.800 de 20 de abril de 1970 Aprova os regulamentos complementares à Lei do Desenvolvimento Urbano do Estado da Guanabara. de acordo a regulamentação estabelecida nos Decretos ”N” N 18.273 de 06 de setembro de 2001.Resolução Conjunta SMU/SMAC nº 05 de 17 de fevereiro de 1998 Dispõe sobre procedimentos a serem adotados no licenciamento de projetos de loteamento.579 de 1º de junho de 2006 Regulamenta o § 6º do art. Decreto “N” 18. que dispõe sobre a construção e cessão gratuitas de escolas em grupamentos de edificações com 500 (quinhentas) ou mais unidades residenciais.273 de 6 de setembro de 2001 Dispõe sobre a gestão do Sistema de Limpeza Urbana no Município do Rio de Janeiro Obs: Vide Normas Complementares – Sistema de Manuseio do Lixo Domiciliar em Edificações (Especificações Técnicas) de maio de 2004 Decreto 21. LIMPEZA URBANA Lei 3. 6º de 1º de julho de 1975 Altera o Decreto “E” nº 3800 de 20 de abril de 1970 Decreto 322 de 3 de março de 1976 Aprova o Regulamento de Zoneamento do Município do Rio de Janeiro Lei Federal 6. DESMEMBRAMENTO E LOTEAMENTO) Decreto “E” 3.2º da Lei Complementar Nº 40 de 20 de julho de 1999. construção. Decreto “N” 16.766 de 19 de dezembro de 1979 Dispõe sobre o parcelamento do solo urbano e dá outras providências (Modificada pela Lei Federal 10. Resolução 550 de 20 de agosto de 2004 Normatiza a análise dos pedidos de licença para edificação.

nos postos de abastecimento e serviço.972 de 13 de junho de 1994 Disciplina as condições de rebaixamento do passeio para acesso aos estabelecimentos de comércio varejista de combustíveis Lei 2. Decreto 7. de 11 de setembro de 1984.441 de 23 de novembro de 1993 Altera o regulamento nº 7.Lei 613 de 11 de setembro de 1984 Dispõe sobre a obrigatoriedade de plantio de mudas de árvores nas áreas de edificação e loteamento do Município do Rio de Janeiro e dá outras providências. de parcelamento do solo e para o licenciamento e aceitação de obras de urbanização de logradouros. 6º da Resolução SMU nº 38 de 30 de agosto de 1996 Resolução SMU 550 de 20 de agosto de 2004 Normaliza a análise dos pedidos de licença para edificação. e dá outras providências.976 de 11 de agosto de 1988 Altera o Decreto “E” nº 6. de 21 de junho de 1941 (desapropriação por utilidade pública) e as Leis nºs 6. Resolução SMU 86 de 11 de maio de 1998 Regulamenta os procedimentos a serem adotados nos processos de aprovação de remembramento e parcelamento e de licenciamento em geral. aprovado pelo Decreto 1. Resolução SMU 38 de 30 de agosto de 1996 Consolida as normas orientadoras e os processos para elaboração e aprovação de projetos de remembramento. de 19 de dezembro de 1979 (parcelamento do solo urbano). que dispõe sobre a obrigatoriedade de plantio de mudas de árvores nas áreas de edificação e loteamento do Município do Rio de Janeiro e dá outras providências. Resolução SMDU nº 027 de 17 de junho de 1987 Disciplina os procedimentos a serem adotados para o licenciamento de coberturas de estrutura leve. Resolução SMU/SMAC 05 de 17 de fevereiro de 1998 Dispõe sobre procedimentos a serem adotados no licenciamento de projetos de loteamento.601 de 21 de junho de 1978. instalação e funcionamento de atividades que possam causar danos ao meio ambiente.766. de 15 de maio de 1973.785 de 29 de janeiro de 1999 Altera o Decreto-Lei nº 3. Decreto 12. Decreto 4.362 de 06 de setembro de 1995 Disciplina as condições de rebaixamento do passeio para acesso aos estabelecimentos de comércio varejista de combustíveis . remembramento e parcelamento de terra. Lei 825 de 10 de janeiro de 1986 Determina que todos os decretos do Poder Executivo Municipal que aprovem Projetos de Alinhamento (PA) ou Projetos de Alinhamento e Loteamentos (PAL) sejam precedidos por “considerandos” que os justifiquem. na análise de terrenos atingidos por PAA ou PAP. Resolução SMU 418 de 12 de novembro de 2002 Revoga o art.874 de 12 de dezembro de 1984 Regulamenta a Lei nº 613. ampliação. Lei Federal 9. Decreto 12. constantes dos regulamentos em anexo. POSTO DE ABASTECIMENTO Decreto 1.188.365. construção.601 de 21 de junho de 1978 Consolida as posturas municipais da cidade do Rio de Janeiro. nas áreas que menciona e dá outras providências.

que dispõe sobre segurança contra incêndio e pânico.SASC.048 de 11 de junho de 2001. Decreto “N” 15. e dá outras providências. que dispõe sobre a identificação das entradas e saídas de postos de gasolina e de abastecimento de combustíveis. oficinas.Lei 2. Portaria CBERJ nº2 de 29 de junho de 1978 Baixa instruções para execução do Decreto nº 897 de 21 de setembro de 1976 – Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico (COSIP) Decreto 17. OBSERVAÇÕES GERAIS Área Total Edificável (ATE) Artigo 223 da Lei Complementar 16 de 04 de junho de 1992 Imóvel anterior a 1937 § 5º do artigo 81 do Regulamento de Licenciamento e Fiscalização (RLF) do Decreto “E” 3. Decreto “N” 19.563 de 23 de junho de 1992 Declara nulos os Decretos que menciona e dá outras providências TRÁFEGO Ofício CET-RIO nº 390/PRE de 07 de julho de 1997 Critérios utilizados na determinação e caracterização dos empreendimentos potencialmente geradores de tráfego Ofício SMO/GAB nº 190 de 08 de março de 2004 Devem ser submetidos à análise da CET-RIO. mistas ou comerciais.482 de 04 de outubro de 1996 Dispõe sobre a obrigatoriedade de construção de caixas retentoras para os estabelecimentos que menciona.800 de 20 de abril de 1970. os projetos para construção de edificações multifamiliares.833. estacionamentos e/ou garagens de uso coletivo. com redação dada pelo Decreto 20.441 de 23 de novembro de 1993 Resolução CONTRAN nº 38 de 21 de maio de 1998 Regulamenta o artigo 86 do Código de Trânsito Brasileiro.320 de 26 de dezembro de 2000 Regulamenta a Lei 2. Limite de Zoneamento Artigos 115 e 121 do Decreto 322 de 3 de março de 1976 Remembramento Artigo 222 da Lei Complementar 16 de 04 de junho de 1992 Vilas Artigos 226 e 232 do Decreto 322 de 3 de março de 1976 . de 30 de junho de 1999. SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO Decreto-Lei 247 de 21 de julho de 1975 Dispõe sobre segurança contra incêndio e pânico Decreto 897 de 21 de setembro de 1976 Regulamenta o Decreto-Lei 247 de 21 de julho de 1975. Decreto “N” 17.351 de 01 de março de 1999 Altera a legislação relativa a licenciamento de postos de gasolina Lei Complementar 43 de 08 de novembro de 1999 Regula o funcionamento dos estabelecimentos dedicados ao comércio varejista de combustíveis.909 de 14 de julho de 1997 Dá nova redação ao artigo 6º do Decreto 12. que dispõe sobre emissão de certificado de estanqueidade e atendimento às condições mínimas de segurança para o funcionamento de sistema de armazenamento subterrâneo de líquidos combustíveis de uso automotivo . define o conceito e determina outras providências.

GLOSSÁRIO Alinhamento Arruamento a linha divisória entre o terreno de propriedade particular e a vida ou logradouro público. destinadas à circulação. nem prolongamento. desde que não implique em abertura de novas vias e logradouros públicos. com aproveitamento do sistema viário existente. modificação ou ampliação dos já existentes. parte da via de circulação destinada ao trânsito de pedestres. subdivisão de terras nas formas de desmembramento ou loteamento. divida lindeira à via oficial de circulação. é a subdivisão de glebas em lotes destinados à edificação. Logradouro Público Faixa de Rolamento Frente de Lote Passeio Lote Loteamento Parcelamento Desmembramento . a parcela de terreno com pelo menos um acesso à via destinada à circulação geralmente resultante de loteamento ou desmembramento. com a finalidade de proporcionar acesso a terrenos ou lotes urbanos. nas vias de circulação. subdivisão de glebas em lotes destinados à edificação com abertura de novas vias de circulação de logradouros públicos ou prolongamento. modificação ou ampliação das vias já existentes. é toda parcela do território de propriedade pública e de uso comum da população. cada uma das faixas que compõem a área destinada ao tráfego de veículos. é a implantação de logradouro público e/ou vias privadas.

Rio de Janeiro: COMLURB. S. paraísos circulares: os planos urbanísticos do Rio de Janeiro no século XIX. 1996. REZENDE. Rio de Janeiro: Bom Texto. Manual de Obras em Edificações Preservadas. Paris: Foyer Brésilien. Manual. Planejamento Urbano e Ideologia. ______. Salvador: EDUFBA. Rio de Janeiro: Mauad X. Dicionário de urbanismo. Urbanismo no Brasil 1895-1965. Tradução CEPE 1. Cidade do Rio de Janeiro: remodelação. Manual para elaboração de Projetos de Alinhamento. Código de Obras do Município do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Auriverde. 2003. ANDREATTA. 2006. A. Secretaria Municipal de Urbanismo. Secretaria Municipal de Urbanismo. José Juarez Tavares de Lima (Org. 1987. Rio de Janeiro: Instituto de Engenharia Legal. F. 1991. RioArte. INSTITUTO DE ENGENHARIA LEGAL (IEL). Rio de Janeiro. Portaria O-DGED n. (Org. 1987. Consultores para Desenvolvimento e Eqüistica. Apostila. Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro. ______. Curso de legislação urbanística do Rio de Janeiro. um plano para desenvolvimento urbano (Plano Doxiadis). Evolução Urbana do Rio de Janeiro. Sistema de manuseio do lixo domiciliar em edificações. de A. il. Vera. COMLURB. Série Cadernos de Legislação – Bairro a Bairro. DOXIADIS Associates. ______.. 1980. 2005. C. 212p. Barcelona: Gustavo Gili. 1-2. º 58 de 25 de junho de 1982 do Município do Rio de Janeiro. Cidades quadradas. 2002. 1982.REFERÊNCIAS ABREU. Reformar ou Construir seu Imóvel. Guanabara. LEME. 2004.).1. Civilização Brasileira. M. RIO DE JANEIRO (Cidade). Las Experiencias del Zoning. ______. . M. IplanRio. 2005. Rio de Janeiro: IPLANRIO/ZAHAR. FERRARI. ______. ______. v. AGACHE. São Paulo: Disal. Superintendência de Projetos. ______. C.ed. 1967. 2ª ed. Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. extensão e embelezamento. 1989. Especificações Técnicas. ______. 2.).. MANCUSO. ______. Secretaria de Governo. ______. V. 1930. vol. Rio de Janeiro: Editora Idéia Jurídica. dez. 1998. Corredor Cultural: Como Recuperar.

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